Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08048


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Full Text
N
!
r

1N
no x
-
XXXV. NUMERO 101.
Por tros mezes adantados 4SOOO.
Por tres mezes vencidos $noo.
DIARIO
ftlTARTA FEIHA 4 DE MAIO DE 185,
Por auno adlantado 1S$000.
Porte franco para o subscriptor.
E.CHIE.IDOS M SUBSCRIPTO NO NORTE.
Parahiba, Sr. Joo Rodolpho Come; Natal, o Sr. An-
tonio Marques da Silva; Aracaly, o Sr. A. de Lemos Braga;
Ciar, o. J. Jos do Oliveira; Maranho, o Sr. Jos Tei-
xeira de Mello; P.auhy, o Sr. Jos Joaquim Avolino; Para,
obr. Juslino J. Ramos; Amazonas, o Sr. JeronyinO da
Cosa. '
PARTE OFFICIL.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Ulinua lodos os das as nove e meia horas do da.
Iguaiass, r.oianna e l'aral.iba nas segundas e sexlas-feiras
i?. Antao, Bezerros, lionu>, Caruar, Alliuho e Garanhuns
as lerdas feiras.
Po d'Alho, Nazareth, Limoeiro, llrejo, Pesquoira, Ingazei-
ra, Flores, Villa Bella, Boa-Visla, Ouricury e Ex uas
quarlas feiras.
Cabo, Serinhcm, Rio Formoso, Una, Barreiros, Agua Pro-
ta, Finicnleias a Natal quintas feiras
(Todos os corro..s parlem as 10 horas da manhaa.
E PERNaMBUCO
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relaco: linas feiras e salibados.
Paseada: trras, quintas e sabbados as 10 horas.
Jui/o do ron.merrio: quintas ao'mrio dia
Dito de orbaos; torras e sextas as 10 horas.
Primcira vara dociv.'l: trras e sellas ao meio dia.
Segunda vara do civel: quarlas e sabbados ao meio dia.

EPHEMERIDES DO IE2 DE MAIO
Dito n. :ifi:t, do mesino, aprese..la.ido para ser pa-
ga a contada despeza fuita nos mezes de Janeiro a
marco ultimo, cora o sustento dos presos pobres-da
cadeia do termo do flunilo, na importancia do ris
1 i:iB00.=l(emutldo no Sr. inspector da thesou-
raria provincial para mandar pagar, oslando nos
termos legaes.
I)*> 0, do mcsmo, Iransmiltindo as cotilas
das despezas feilas no trimestre de Janeiro a marco
COm o sustento dos presos pobres da cadeia do tor-
mo de Barreiros, na importancia de 1205100, allm
de que se ordene o respectivo pagamento.=Remi
-". mw "" '. "' e.\pemr oruem para i *,u" l -*r- inspector da Ihesouraria provincial, pa
!'."'.?=__ ''(ir.r,ile rigam para a villa de Igua-! "andar, estando nos termos legaes.
minando do al fe- ; Dito n. 371, do uicsiun, apresenlando
I in.ir.iLir nftif.n aa ......i-,.. ,1.. ,1._____-_ !
GOVERNO DA PHOVIMIA,
Expediente aodia lOde abril,
Ofllciu ao coiumandanle das armas. Mande V,
Ele. por em lilierdade o recrul.i Joaquim Jos
de Saiu'Auna ou Jos Thoophilo, a que se refere
o seu oIRcio de 28 de marco 28, sendo entregue
o dito reejuta a seu pai Fcmbsco Comes.
Mloao luesrno.-Visl.i^'soa informarn desla
data sob 0.317. queira S, fexc. expedir orden, para
que un da 81 do rorrele uigam pa
rasan. 25 pracas esrolhidas sob o^o
res Antonio Jos Itibeiro
t La nova as 7 horase 45 minutos da tarde.
9 Ojiarlo crcs.enle as 2 horas e 39 minuto da tardo.
ll> l.ua cl.i'ia as (i horas e (7 minutos da larde.
21 Quarto minguanle as fc horas e 30 minutos da tarde.
PREAMAR DE 1IOJE."
Primeiro as fi horas e 6 minlos da manhaa.
1 Segundo as 0 horas e 30 minutos da larde.
DAS DA SEMANA.
2 Segunda. N. S. dos Prazcn's ; S. Alhanazio h.: S. Mafalda.
3 Terra. Invcnro da S. CrUZ; Ss. Rndopiaiin e Evenein ni.
4 (.toarla. S. Ilonira m.ii de S. Agostinho ; S. 1 loriano ni.
5 (lumia. S. Po V p.; S. Angelo m. c: S. Jiiviniano m.
6 Sexta. S. Damasreno ; Ss. Eliodoro e Edberln nuil.
7 Sabbado. S. Estanislao b. m.; Ss. Flavio e Augusto mm.
9 Domngodo Botn Pastor. Appari.o de S. Miguel Arch.
que est decretada, qual a de 6 coutos do res para diucil sproriar-se urna a ui la sem une seian OS i
principio ao pa,-,, municipal. mpressss: Eu de mullo bou. grado ,ih, as*m blea, ... ,,,~ '" ,'" 'T ""'"-'"' *
Se a cmara nao Uves*,casaaonde luneaionasae. requerimento para qoe toasenfcanasiemendm'im\E^-ttt\2!2Tu*t q"". "
ou M essa casa que Ihe f, concedida estivesse j pressas, se pOrventara nao rissemw,para sevolar' ZZSSm&ISl^TSS TT* *~
dosabaudo. enUo concordara era que se deereUsse o requorimejTto, era preciso encerrara a ais,-, l fiSSrn i, L ZS S**L
essa verba en. exclusa,, de nutras, visto ser de mais aoTe enUo se nao fr elle adoptado, o resultado p"sMm,te!em "Z^r *T ^ *'
ENCARREGAOOS DA SUBSCRIPTO NO SUL.
Alagoas, o Sr. Claudino Fako Dias; Baha, o Sr. Jos
arana Aires; Rio de Janeiro, o Sr. Joo Pereira llantos.
EM PERNAMBUCO.
O proprielario do DIARIO Manoel Figneiroa de Paria, na
sua livraria prara da Independencia ns. 6 e 8.
Djto.ao chele de polioia.Considerando que o de-
legado de polica do termo de Iguarass Francisco
Jaime.Civalcanli Galvao concurren ellicazmeiile pa-
ra a evasao Jo condemnado Augusto Vieira da Cu-
mia, ja donando-., ciu urna casa sem as precisas
seguranea*. ja deixando de tomar as cautelas, que
por V. S. Ihe fui'.im* recommendadas. resolv por
portarla desla data, demiUir-o dito delegado, o or-
denar que seja oilc resaonsabilisado.
Dito ao mesmo.EaV addilamenlo ao nicu offirio
- para se
das despeza .oia* nos I
iixinio passao, o no 1.
I mandar pagar js cuntas _,
Mona semestres do anuo prximo p
trimestre do correle auno, com o foniecimeuVo d
luzes para a cadeia do termo de Barreiros, na im-
portancia de 213loO.=Reinetldo ao Sr. inspector
da lliesouraria provincial, para mandaj pagar, es-
tendo nos termos legaes.
Hilo n.94, do director geral interino de instruc-
ciio publjea, informandoco requerimento, em que
Max.ui.nMRtdso Sobreira de Mello, professor pu-
iimnainu .ni meii ouirio ')''.co ',' "RArucoJln elementar do Curato da S de
desta dalayteuhu a d.zer-lhu que ao Ur. juiz de di- alinda, pede n.lo s sef alliviado da pena de sus-
a portara de i pensao que Ihe foi ir-*-
- _J pieside..., ,. ,*,.t.,,uui.aiuiiuu-iiu; ue
(miiinunicacues olliriaes do promolor publico da
comarca de Sanio Antao, bacharel Jos Maria Ri-
beiroPariguass, que nuda 22 de marro ultimo
reassumio elle as funrre.es ilo seu cargo e o da 27
as de.xra puriuolesla : assim o cnnimunico a V.
S. para sira conlieeimeulo.r.omm.inicou-se lam-
l)m ao iiisaMf lor da thesoiiraria de fazenda.
Diloaomasrao.Conslando-ine de communica-
laobleiot 6> 16 do rorrenle, que o l" supplenlc
Ur. Jum Jos Pinto Jnior assumo naquella data
is funcAes de juiz municipal da 2* vara, por ter o
respecliro propriotnrio assuraidn asdejuizdedirei-
lo .uterino da mesma vara assim o communico a
V. S. para suaintelligeuca.Couimuncou-se tam-
nem ao inspector da theaouraria de fazenda.
Dito aos inspector da ihesouraria de fazenda.-
Satislazendo ao que me racommonda o Exm." presi-
denh! da provincrdn HTGrande do Norle, Irans-
niilto a \ S., para o lia. conveniente, o incluso
rtvivii ilallri b M.....I......:. wr. in .
.'i '" .... vun.tuiaiuT, ii menso .----------------------,,^.,.u u,; ,Ui,rda n-
avnu delelra m impoilancia de 279190, sacada pe- (luella localdade, por s.>r o que socorro no lemuo
dasseccasassuas necessidadcs.= conmisSaoSe
U Ihesourana do rendas daquclta provincia sobro
-~u- ncgonos do cmaras.
--------,-------- <^..Uwj uut|u essa o a favor dcJs Joaquim de Luna.f.omin..-
iiicou-so ao Exm." presdento do Ro-Grande do
Norte
iin.nico.i-se" ao referido presidente.
Dito ao juiz dedreiln da comarca de Goiarina
Derolro a Vmc. a fotha das observaroes aos mao-
p-is eautib-cos da f sesso ordinarii do jury desse
lermo que aruiupanharam o sen oIBcio de 8 do cor.
rente para que Ihe addicione as circumstancias
exigidas pelo aviso de 8 de Janeiro du 1855.
li.lo ao inspectorde thesouraria piovincial.Pa-
\vTenr ^^"f. exigencia da assembla legis- os... as-
lativa provincial, informe Vine, sobre o incluso re- fmblea "'"io a assembla geral, iouve algum de
quenmenlo de AiUonio Eranci** do Paula Bar- b,ale respelo. visto que o noble depulado o Sr
"v,% M?.noel '-avaleanli pedio a palavra, re.iuerendo uni
uno ao masillo.Informe Vma., com urgencia, ad>'1,oenlo, eu tambcio loine parle M discuatio
" orno exigo a assembla Iegi|niva provincial arer- '"pugnando o adau.enlo, o Sr. Brandan I a roten i
ca da inclusa poticuu de Jos Theodoro Golkes. to,nou P3rte na discussio, inipugiiaiido o adiauenlo
Diloaojni municipalitft-Vara.-lacaTmc. en- 'tedepuis cabio ; passand* onl&o a redaerto n;,u
ir an llr. Jos uinl.mi 0"d:'S do noble deputailo o Sr. Barros Bar-
so, que Ihe dirigido nelu Exm." nriM>t..i.ia rc|o.
*7 ----- v...""' n- i.annu
Jnciuso, que Ihe dirigido pe.. Exm." presidente
aa provincia do Ro Grande do Norte. Communi-
con-se a este.
Dito ao eommissario vacrinador provincial.he-
metta-inf Vn. o pus vaccnico que solicita o Exm"
presdeme da provincia da Parahiba no oRcio jun-
to por copia, datado de 7 do correute.-Comuiuiu-
ron-se ao referipo picsidenlc.
Dito ao agente da companhia brasileira de pa-
quetes a vapor. Pode Vine, fazer seguir para os
portos do sul o vrpor Oyapock, hora indicada em
seu olficio desta data.
ilo ao gerente da companhia Pernambucana
roue seguir para os porlos do sul o vapor Perrinun-
9". lioru indicada em seu otlcio do lionlem
"iloaojuidepajpresidenK, da junta qualilira-
nora. do Cralo da S.Ao seu offlcio de 14 do cr-
reme, respondo declarando que, aUenta a razoque
une. pondera, nao ha inconveniente em addiar-se
para o da 2o do corrente 03 trabalhos, a que lem
ue pmecd. a junta qualificadora do Curato da S
naouL,fUrnaidadp do artigo 25 da le reglamentar
n. m de 19 de agosto de 1840.
Porbria.==0 presidente da provincia, consideran-
do que o delegado de polica do termo de Iguarass
francisco Jaime Cavalcanti Galvao coucorreu efcaz-
mente pora a evasao do condemnado Augusto Viei-
ra da t.unha, ja dojiando-o em urna casa sem as
procisiis aoBirancas, j deixando de toihar as caule-
las, que pelo chele de policio Iho form recommen-
dadas, tem porconvnienln demilli-lo do cargo que
oerupa_.e ordenar que seja elle espoiisabilisado
llem.itleu-so copia desta porlari.i ao juiz de direilo
'*' 1. vara.
Dita.=0 presidente da provinria.conformando-se
como proposta do Dr. chelo de polica desta data,
esolve nomear delegado de polica do termo de
Iguarass., ao bschare Joao Carlos Augusto Caval-
1 a 11 le etlez. = Commniiicou-|e ao ehefo de po-
_ Expediente do srcrelarto rfo governo.
Ollicio ao 1. secretario da assembla legislativa
provincial.- N. 135= Nesla dala se efigie da the-
souraria provincial iiformarao acerca do requeri-
meulo, que a easa assembla apresnlou Antonio
Iranciseo de Paula Brrelo : o que, de ordem de
s. Kie. o Sr. presdeme da provincia, communico a
' >. era retpoMa ao oflicio qua com o dito remie-
nniento rae dirigi V. S. em data de honlem, e sob
Dito ao mesmo.N. 13G.=0 Exm. Sr. presidente
da provincia manda Communicar'a V. S., para n
fazer conilara essa assembla, queneata data exi-
gi, com urgencia, da thesouraria provincial infor-
111 arac1 acerca do requerimento, que mesma as-
seinoiaaaaresenlou Jos Theodoro Gomes.e veio an-
nexoao ulllcio do V. S. com dala de honlem, sob
n. 48.
Dito an mesmo.:=N. 137.-S. Exc. o Sr. presiden-
te da provincMi manda reinctter a V. S. allm de
ser presenta assembla legislativa provincial, co-
pia da inlArmorao dada pela .directora das obras
publicas s.*r*o requerimenlo de Bento Jos Pires
como reqosilou a mesma assembla, segund
consla do offlcio de V. S. de 18 do correle, sob
liio ao commandanio do corpo do polica. O
mando Ricardo Jos de Mendonca, afini de que seja
i-iimprida a seiilciiea da junta.'dn que traa o aclo
da presideoea de 19 de uovembro ultimo.
Despachos do dia 14 de abril.
Itequenmeiilo de Pelismiuo Francisco Fernandos
pedido lieenaa para Cazer rorUr em mallas parti
PIRNAMBUCO.
ASSEMBLA LEGISLATIVA PROVINCIAL.
SESS.lO OHIII MARA EM 2 l.F. MV10 np. 1859.
Presidencia do Sr. Raro de Camaragibe
Ao meio da fe.la a mamada, acharam-se pre-
MUlaaSS.Sra. depuiados.
Abre-se a sessao.
l-.das asadas anteriores sao apprnvadas.
O Sr. l."eere(ario di coula do seguiule
EXPEU1EXTE.
Urna representarn de diversos moradores do Bo-
nito pedindo se conceda a emano de cabras na-
l.-se e approva-se a redacrao do projeclo de or-
iniento provincial
2l^r-^rr>^da Falc'io [Pvh ordem) Sr. presi-
com-
o
~..... i.......^uwi uu3 .itiimiiiua uesta
asa. foi para elle publicar a integra dos trabalhos
ou somonte o extracto delles.
OSr.lf. ft>rlW/o (1. secretario)fi para seren
publicados por extenso.
O Sr. Amida Falaio : = Se a integra dos 1ra-
uatlios, suppouho quo alm das fallas denunciadas
nesla casa, dernm-se maisoulras na publicaran dos
liaball.os do dia 28 de abril, porque entrando em
dise.issao a redaccao da reiuesenlacio que esta as-
einblivi Hi.Mi.in .'. -........i../.-____i i .
. .-------.....- **. '.'" "- l"^* 1U.UI, l-.HI (l|f
nao foi este pedido pela cmara-, e suppnnhu que
nem mesmo pelos proprios a que.m se quer beneQ-
ciar, pnder a camasa dar principio ao menos a
compra do terreno preciso! .
A vista disto, Sr. presidente, suppulio que le-
iihojuslilcadn a miiiha emenda sullicienlemeiilr,
momienle porque reeonhecu que a casa est pus-
so.da da rentado desta norasaidadu : e romo dosc-
jo que de volar segundo se inanifesla. eudeixodo w......arel o qqe poder; vou aprecia
conlmiiar, esperando que seja apnrovada a iniul.a emendas. Sustentando as que ofteraei e c'oiubaleii-
- menda, e ped.ndo desculpe as minbas faltas. I do aquellas cujas ideas nao esl.vereu, conformes
U Si, .Son.a feii I nao devnlveu o seu discurso. : com as miiihas.
Dadaahora ||,o..adisrussr,o,i,la,la Pr.nripiarei Sr. presidente pela eniend.lque au-
Q8W-. eneutenUdesigna a ordem do da o levan- lorisaa despeza de 3c.uilos.uV res para agmen-
flwo--------.:" '"iiii'-iei...-. u or. Aouza lleu :Sei
i -V"t:" "'", :O poder competente nao .' vmenlo, mas bouve una le
de 11 de maio de 185o acabando com o lyc'o, tran
formai.do-o em intrnalo, aeabon com essa cadena
a le de
la a sessao
Na sessao de 28 do pasando, foiaplesenlada a re-
presentaran que abaixo v.-. IransenpU, reqCerendo
o Sr. M. cavalcanti adiamentu dessa materia, sendo
impugnado pelos Srs. Branda., e A. Palean
V 'II I 1ti\li.ini < .. i. ____^ __ a
r,, a :_xg en, dous mezes de sessao. se^el.aVquaerfdr^:3 "'""'^ *"^"^ ^-i* M^i^ttt i
sr..So,,:/(m:-.Nao,l,1creioqueen,2horas (I nobre depulado me disse en, un. .,parte-o,(l. 18(8 / r(fH Nao ha tal, l,a
;;,.. u sr. Depulado: =Porque existem oulras mui- nato detorminou as cadeiraa de que se devia rom-
Sr nr'eehU .'. ^7*" Mf *?*K. "? '|U'' f^* C"IU "-'SSa Ca,l""'a. **> . proctoeule. euji uve oceasiao de dizer ..esta si consi.u.ia um corso, ea le que creon oGvm .1
menlavei'auV..e.HSrs KSTJ ''' '""" lB" ^"" m^m, *"* "ta ^'"prehend
iu,l.ncl que liella entre a co..de.sceud..ncia ; mas;. nessecurso ; lllas una razan de ,,,. aouella es
nao e smenle ,,osla casa que a enndeseeurteuria | cola normal nao p.....- mata Oxislir^iaoTiin
mi entrada, ella Mm entrada tambera na assom- nova lei -me a restaure "*?"
^S^.J.S?J^es^iem* 'I"" 'en't'eilo **!! o nobre depulado que a lei doorcanwto
lo ili.s rencimentosdo) eumregdrft.i.
lu Sr, Depulado :--.W.': dea nova,'
lha.
bem ve-
O Sr. Souzn Hei$:~K mesmo por ser dea vclha
o routida Obi un1 projeclo especial, que eu me jul-'o
de.vidaiiienie armado paracoaMate-la.
vai lamben, frauscriplo o parecer que o anuo .*** Sr. presidente, que a lei do orcamenlo
tf:ni. r..; ..^...........i.. _... ....- ... n"" .-''.. -.............- -
passado foi apresenlado, e que enlao se publicou na0 aevo e0l"er senao disposiroes annuas por sua
Kcque.ro qoe o parce, r da coram.ssau dojnstica "
cinle criminal, approvado por osla assembla ein
sessao do anuo pretrito, sobre a in.lieacio que pe-
dia se represenlasse assembla geral a necessida-
de de ser considerado crime publico, 011 policial, e
como tal punido furto de gado vaceum e cavallar,
Seja reinettido a commissao de redacrao para que
sobe '-------'---------*'*
nal.ircza, 0,1 que digao respelo a roforinade'regula"
mentes e derepartiedes publicas.
O Sr. XI. Cavalcanti :isso mesmo nial enten-
dido.
0 Sr. Souza liis ;Ms de lei, do nosso re-
giiiienlo.
Estar a emenda de que eu trato as eircuinstan-
reio
que leis taes teiihain sido conservadas.
Um Sr. DeputaZo :-C e l, mas fadas ha.
(Crinum-se uniros apartes/. t
O Sr. Souza Ueis :=Sr. presidente, se osla casa
nao impozesse sobre gneros importados, cu con-
seiilonuquelicasseni isenlas as fabricas da provin-
cia o enlao nao faria mais do que osar de 11111 di-
ri'iln- .....1. .* .... ________ l_____.. .
le 1Ho7aulorsou a reforma dessa escola. == Quid
tiide .' Desde que se nao tem feito essa reforma que
alias eu enlendo quo lian poda ser feila por urna
aulorisarao 0111 lei de nrcameiilo, visto como aquel-
a le que a creou tinha sido revogada; digo.' eui-
bora baja essa aulorisarao, nao leudo sido posta em
pellica, nenhuma necessidade lemos nos do consig-
irto
par
------vJpaia ve-se que se faz urna
uislribuicao de veucim.-nios inte lem de vigorar de
:'........ ^ ......../ rc/irrirniiiniex aa narnn. ,".........i" -.............ni.us.piu i.:... ue vigorar oe larao provincia das OUUas nrovinrianVaneuis Tui
A assembla legislativa provincial de Peina.ubu- '"J'-.P''' f""'l"". 8 aa por aquello lado pode ser control urna que nos imita eTdo Ccn
considerada a eoienda como da una dispoaicao an- Um Sr. Dentado :-4) Maraub Cimbem faz o
nao pode deixnr de ser cons.der..,l.i mesmo i-i-.i.iuo ...moem laz o
.- ^>...i,i.i^d i<.Qi.-iut..t. pruv
eo, pela aulorisarao do art. 9.
r .ii,; "".I"" u9lr ue "m di- i prauca, nenhuma necessidade lemos nos do cousig-
eflbnd.Vrif^L^2^ P"^ aateiMler aasian sean ac quola para aquella despeza, urna vez que tal
i nsi. ,.L [ iclamcnt0 "P"11 constitucio.ial; ; crcacao se nao pode realisar, porque isso nao ser
mo, tilo .*";'?, fn,>r'f,d"sl? "al"ri-'za 'lav sio.! senao fazer ligurar o oreamento, d despeza mu o
ZmSSSZESJStnE 'la ',rov,l,da- alum da1uill a 1 oiroctivamente che-
isso umaollensa directa de tal preceilo, e urna lia- gar.
grante conlradiccao que revela urna injastSca que i 0 .Sr. M. Porlella (d um aparte )
nao possivnl que ns rontnuemos a pralic'ar lia- -
ra com as oulras provincias.
Eu, Sr. presidente, procurei coinoukar a*legis-
. do aclo addcional, i'
que confirma os arligos 81 e 8u da coiisllucao, vein ""i', "'
reoresenlar a esta augusta cmara a necessidade d
-----.------- .. ...... ,...n.,.,.. v,.,,,.,,., ,, ii'i.-m |,nn' j,i
Sae seja alterada a classilicarao do crine de furto
e ""-.---
....---------- ....-,...-... ,,.. ,,ii
Ble nao pode deix.ir de ser considerada
senao romo una disposicao permanente ; a conclu-
sa'' que en Uro por tanto, e que essa emenda nao
pode fazer parte da lei do onamento pela naliircza
de sua disposirao.
Mas nao por este lado somonte que cu combato
ni.MI.I i mi I......____
mesmo.
lo ,Sr-' a0U?" "'" :==Eu ** ell<:ontrci isso na
tagulacno do Cear.i ; nao acredito porm que n.is nn segu
devainos imitar o Cear, quanilo vemos que oulras I raes que eu liz sobre'a "estrada de
pr.oilnc,as como as de S. Paulo, Rio de Janeiro "
ll.'llll.-l tllf\ 1 .-..>..1., J* L..l .< *
-------- -*--< na ni'ni a\ /
0 Sr. Souza liis :=Poi por'nata razio. Sr. pre-
side, ile, que eu oTereci una emenda suppressH a
desse paragrapho.
Ollewiliinta urna emenda supprossiva do
i. do artigo 11, que o que trata da consignacio
du fundos para juros provaveis da segunda secrao'da
estrada de ferro.
Sr. presidente, tendo orcasi.io de discutir este S
I, Sl.irMM.tn JMH^a mm .:.........______..._____-
dajulgon a favor do tutor. Mas, senhores, todos
saben, quim dillicl estar lutando com a fazenda
no seu foro previlegado. Para remover do
. ,.... urna vez ludas asdnvidas, .Lvidas que ainda o pro-
que rreou. Mas a le, curador liscal no relalorio desie auno suscita, en of-
ferero una emenda neataa termos:
A lei provincial n. 431 nao eslabeleceu a isenrao
do imposto do sello de heramas e legados, mas' a
deca, ou existente em fovar dos fllhos naluraes re-
couherds em testamento por forra do que dispe
o alvar de 11 de junho de 180 pelo que se deve
reslit.iiraos llhos naluraes reconhecidos em testa-
mento oque liverom elles pago i titulo do sello de
beramas e legados, seja qual for o lempo em que
taes pagamentos foram fritos. ,.
Nolai senhores, que desde a 1* vez que o procu-
rador lisral susciten esta queslao elle a lem ripa-
lo sempre de modo que primeira vista parea que
Ihe assisle razio.Assim dizia elle no son relato-
no em 1857(Ii). Com effeilo lodos os juriscon-
sulliHdefinen,, os herdeiros iiecessarius como a-
quelles ascendcnles ou descendentes que sao ap-
tos para sucrederem abintestado e referindo-se
'm auslentacao de sua opintto ao decreto n. 1313
do 8 de marro de 1851 rita estas palavras. *
Hei por bem em coiiformidade do minha im-
perial resolucio de 11 de fevereiro do corrente anno
declarar que nicamente tem direilo ao gozo da
isenraoe favores concedidos pelo citado alvar (11
de junho de I809)os ascendentes e descendentes one
uu herdeiros ecen/irios e (oreados .
E no seu relalorio deste anuo referindo-se a lei
11.431 desta assembla e oraens que com ella se
conformam, elle assim diz. t Essas disposiroes eor-
dens sao contrariadas pelo decreto dea de marco de
18 c 6 de fevereiro de 1856 que decloram si se-
ren iscostos os ascendentes ou descendentes que. sao
lierdeiros necessario* e oreados.
Mas o decreto de 8 de ina'rco do 1854 esta conce-
bido nesletermos : (l) Suscitando-se duvda na
orrecadaeao do sello de heranr.as e legados, 6 vista
da le de 11 de agosto de 1831 se os ascendcnles
descendentes, a que a mesma lei se refere, se achao
ou nao compreendidos na isenco estabelecida no
8 8o do alvar de 17 de junho de 1809e tendo ou-
yidu a competente seccao do Conselho de Estado :
,-----------------,---., -.V..J..1U m, yi.', un CMIJ
animaes. lPde fazer parte da lei do onamento netaaLire/i dcT.VmnTimiii'r'Ti",.'.''" al:":',."u l,ur _ Este crime. que est compreheudido na genrica i d,: ?u "'sposrao. !" pL'a "^'^ p "fa, ".,no as de s' T, "STTi "S1' SUS q"" ''" "' S ,Cslra'' d! forr" """r'a-
|aposie.o do artigo 257 do'codigo penal, ,uo pode "" ". *"
ser denunciado pela juatiea publica, e, tambeiu i SJ^H"! a la"""--' lU sua ampl,- cas sem duvida algma res. e lave Sm tem ZE i fcSJC! nf"hama .P"*'""
processado -o//rio, como se ronclue do artigo 7( j U,dc- e ":la'^a *. destribuirao que consigna, H i gencas que possueu. ,,, ,ra^f i,,i ram ^*.n I sem .toridSl, .P e(5safde5Pe/a' P
iragrapl.os, I .. uDdo br- RWakente. se dtscila em segunda vera,., as s. ^ aemblea^ tw o a ^" ,?lrn "i mxLno fmr i C"\ d f'";!r "" onno V pa. caao aivara oc 1
I discussao o projeclo que anUirisa u augmento de com este nos.-^. qua S '"C'::"" f1r a ^ ... ''U 'lcsPJa"do ?!*- de Junl"> 1809 8 e 9"w ascendentes descen-
oizo ma.s seguro, qmz ouvir denles que sao o* herdeiros neee**orios* foreados
do cdigo do prncesso criminal e seus paragraphos
edos arligos 222 e 2 A mpossiblidade, porm, de se proceder parti-
cularmente contra os autores delles Iraz em resul-
tado a sua iinpunid.ide, e como (renuente o mais fu-
nesta conseqiieiica, a sua progressva reproduccao.
A experiencia, com elfeilu, mostra que aqucl'les.
que sao victimas du crime de furto du animaes, se
priicuram o auxilio da iuslica oquolxam-se doseri
,." "*" "" '."-,yMr''u''oe ierro autorisa- rido a competente seccao do Cunselho de Fstadn
u sleun,l,.Pe0sS'-.r,,al,'S ""a* q" *" ^ POT """' "m ^utormii,^ de ton. imperial
i pessoa. de une nenhuma rer,s5 i. resolucio de 11 de fevereiro do crreme anno de-
clarar que nicamente tem direito ao gozo da isen-
oe favores concedidos pelo citado alvar de 17
relo.
Entretanto, Sr. presidente, un Diario s vem, que
passoa a redaccao com abrumas emendas. E como
emendo que qualqucr doputado, assim como eu,
quaiidodizalgu.na cousa nesla casa, para ser le-
vad,, ao conheciineiilo do publico, alias nu secon-
Iralana asna pnblicacao, mesmo quem au quer ser
ouvido_nao falla, por isso enlendo que a Ivpogra-
plua nao est aaSrisada a siipprimir as nossas ob-
servaroes ; e assim julgo de sen rigoroso dever ter
publicado lodo o occorrido naquella discusso; e
requeiro que a nobre coaamissu mande publicar cs-
ses discursos e tambem a represenlaco o o parecer
qao foi approvado por esta casa, para" que o publico
saiba o contexto delta...
0 Sr. Oliveira :Seja multado o cnnlratador por
tallara o cumprimonlo de seus deveres, porque elle
nao pode deiiar de publicar discursos a seu arbi-
OSr.Arruda Falco :,.. para que no caso de
alguina fatalidade igual quu se den o anuo pas-
sado, o venha assim augmentar os trabalhos desta
casa, e criar dilliculdades para um acloj conclui-
do, como se deu no case vrteme ; mormeate co-
migo, que considero o furlo de animaes, com um
^**z;z^,^;^z^ ^r,a"r,d.fique ,:iU ^r^^-
deve concorrer a represenlaco quo uV o prazer i *"1 SS V 1 S? fUr, d,C,;i"Jo vaccl"n
de ver ser appmvad, por esia Uustoa assembla e cavallar f{a cous.derado crime publico ou policial
que Dos qn'era prodz o eircito o ZTdse- i' ,C^"0. tal p,""d- olIercct -" conside-
jado. i ravu>'
vista do exposlo, Sr. presidente nao nosso de- i iC-!mn dr '"i1? de ammaes acha-s.s compre-
rde lamentar, miase decu, tas se elnnZ 1 cl d,do."a d"Pca0 genrica do art. 257 do codi-
i'Jr :-i des diversas re-
J '-' tfOVijicia quino.
liando o processo de inslruccao, quasi sempre para oaisperfuu.) cOiiliBci^fMiin aeJUs^iflurenles
evitaren dspotas. E por ss que a acensarn, na """metaiiciase que porcoi,igiiinio'se devia aulo-
maioria desses precessoa, julgada porempta, por ri*a_,u a maera dislr.tiuir.io do augmento, nao por
torca do artigo 3:18 do citado regulamento. ouos 0i emprega.los como quera o projeclo e urna
O mal, infelizmente, c.-jl to generalisado no eino"ua; '- "este sentido emendei o projeclo e aquel-
pxnz, quo em 1857 diversas municipalidades vos pe- ,a "monda, bata idea. Si. presidente, parece que foi
ii.nm i.r,.>iH.,....iu ...-.... ........ ,. rccebida pela casa como boa ; a minha emenda na-
ri.i'nii noui..-!*.u__.___ i-
diram providencias a respeilo de'lle, O remedio,
poitanlo.deve ser lao prompto como ullicaz.
Em 1852sapassou nesla augusta cmara em ter-
ceira discussao, o projeclo de lei sob n. 30, consi-
derando o furlo de animaes no caso de ser denun-
ciado pelo proiuutor publico, e por conseqiieucia
processado ollicialuienle. Bate projeclo, em 1853,
vollou do senado com emendas, a urna das qaaea
se ordenou que o julgamenlo de taes crimes fosse
regulado pelas disposiroes da lei de 2 de julho de
looO. Tudo ato justifica esta represenlaco.
O que, no ntrela..lo, pode a assembla provin-
le Pernambooo que eSeclivamenta su altere
- ^-------..,^ ^ ^..^ vi.uv.i.ailluiltU SU Hlete ---- -------------|i ".".ISJ.HIU UU-S-
a classilicarao daquelle crime, seja poresle OU por sc au8mciilo em urna emenda olferecida na' lei du
aquello meio. comanlo quu sirva a obstar sua im- or0ailleto. aulorisarao que passar sen. duvida con-
punidade e reproduccao. ";a ule" voto, se cunsguar-se a idea de dislribu-
punidade e reproduccao.
Paeo da assemblaa legislativa provincial dePej-
nambuco, 26 de abril de 1859.=Thendoro 31. F. Pe-
reira da Silca.zzzF. llaphael de. Helio Rfjo.
A commissao dejuslira civil o criminal a quem
foi prsenle a indicaro do Sr. depulado Amida
ralean, allm de que esla assambia represente as-
i'Ain. r. presidente da provincia manda devolver r '- .*.....: uiamnnm uur
S\ P^essn do soldado do corpo sob m*u com- 'i"ia '"'nda que Uve a honra de ofterrer consi-
xarde lamentar, que se deeni faltas semelbantes no
cumprmenlo do contrato celebrad,, para a publica-
eao dos trabalhos desla casa, o assim rogo a V.
r.xc.\c a nobre commissao de polica, providencia
p.Tra que nao se reprodiizeiii fados dessa ordem.
O Sr. Porlella :(Nd devolveu o sen discuiso
hntra em segunda discussao e approvado sfh
dbale, o projeclo que eleva a cathegoril de villa
a povoarao de S. Beato do termo de Uaraiihuns.
,0 Sr. /'. Duarle requer e approvada a dispen-
ca de intersticio desle projeclo.
Segunda discussao das emendas offerecidas cm
terecira an projeclo do orcamenlo municipal.
O Sr. M, Pereira :=Sr presidente, arha-se aqui
urna emenda do Sr. A. de Oliveira, concebida em
termos taes, quo ser muilo Jillicil nclui-la na re-
daccao da lei (Je1) :
A lei manda dar a estes emprega.los gratifleacao
e ordenado
I Sr. Oliveira :=Isso a lei actual.
0 Sr. M. Verrira :=Nao sei se a intenrao do
autor da emenda foi acabar rom a gratifleacao e
considerar lodos os \ ei.cinioi.tos como ordenado.
niSr. Depulado:A iutencao dclle foi oque
ealii escript... '
OSr. Jt, Pereirr Nao so com prebende a in-
lencao do autor da emenda no que esl cscripto.
race estas observaci.es para evitar discuss.',es na
voiacau da redaccao du projeclo da onamenlo rau-
nicipat.
O Sr. M. Cavalcauli faz largas considerarles
com rclacao s emendas adoptadas, declarando "que
vola conlraas que sereferem a augineiilu de ven-
cimentos aos empregados munieipacs. ,
O Sr. .1. Falco : Sr. presidente, peda pala-
vra smente para fazer algunias observaroes sobre
ii ni.* in.uii.J-i !,.,,. :.., l.___j_ .i
--------......j .... (, t* lll'UIU UI
deracao da casa, a qual aulorsa a cmara a des-
pender com a ereaco de um lngradouro a quantia
Posto quo naoccasn em que apresentei essa
emenda od'ereci a? razoes que me pareceram suf-
--------------.,-.u.^.11 g.ii.iiim uu .ni. ..ii uu lilil-
go penal e na parle designada, sob o titulo do=Cri-
mes particulares.
1)0 arl. 74 do co.l. do processo criminal e seus SS
e do arl. 222 do regulamento u. 120 de 31 de Janei-
ro de 1812 conhece-se que por parle da juslra nao
pode ser denunciado este crime, nem to pduco ter
'"Sar proce.lmnnlo ex-olcio por torca do arl
203 do regulameiilo citado.
Esta mpossiblidade de proceder-so contra os
perpetradores do crime de furto de animaes d em
resoltado a impunidad, c por ronsequencia o seu
infallivel COroUario a frequeucia em grande escala
desses delietos. E na verdade a experiencia tem
mostrado que aquelles que mais soirrem, com estes
crimes menos ptkcuram o poderoso auxilio da jus-
lra, dundo a sua queixa, acnmpanhando-a em lodos
os seus lcrmos=at o julgamenlo d..sscs=refrac-
lanos_da lei e que ull'enderain a sua propriedade.
uando muilo algunsacompanhamao proces-
so de iuslrucco e o abandonam no julganiei.to j
pelas despezas que necessariameiile devem fazer e
J por oulras cousderacoes alheias o bem alheias
dos ulereases da juatiea.
Dahi resulta a mulliplirdadc de. prncessos desta
'qVo011^ accusaCa julgnda perempla a face do
arl. 338 e 222 do regulamento cima referido.
A commissao expendeudo estes- principios de-
monstra ser de rigorosa jatica=a existencia do, una
disposirao legislativa que po'nha um paradero a es-
tes males, mas nao pode deixar de observar, que o
objectn da iidirar.ii. nao tem merecido o descuido
do parlamento bnatleiro.
Emlerceiradisc.iss.io do anno do 1852 passou na
cmara dos Srs. depulados um projeclo de lei sob
ii 30 considerando o rrimo de furlo de animaes,
no caso de caber a denuncia de promotor publico,
e por consequencia do prorrdinie.il.. otUrial.
bate projeclo foi remedido ao senado e dahi vol-
lou no anuo de 1853 rom emendas, entra as qnaea
nrdenava que no julgamenlo de taes crimes se Se-
guissem os disposi.ues da lei de 2 de julho de 1850.
<> projeclo com as emendas=fbi posto de novo
flrienles para sua justificarn, todava no correr da M fflS. emendas=toi posto de novo
-lares W^te slcuprn'.raT'co'n^ruc.Jao d "T^Z^TZT t^"3 """T'^-T ^SSL.tSS^' *" "* ""^^ ""
;L':nterten5^ coT 180- ff do ttjrl *^S ^ *VS* fe iJ^T't ^T7 7"""^ S V"S E P***
Dito de Joaquim Coeiho de Urna, propondo en- esu. decretadi nutrn S Pi desPeza.1u Ja presentaran! acamara do!s^ dePtaUOs oedindo "MlVuc'on.1 q"e "s diz- a"c ninue'" "*"
tregaraservidao publica para abastecimenlo d'agua deae, ol.^^cn^du Tt4 ^- fTu'Ur0,la-^"!Provi^'>^as pan repressaodu crime de ton .de cc!"ua'lo<.'le concorrer para as rendas publicas
potavclda edade da Victoria, unidos dous acudes mal oir\nrn?. eK\ n,u,."clPallddde- 1ue animaes lio p ejudicia e Ireauen c naauea Uro V "",',' Pd'a."rom que se deixasse de parte
que possue em seu engenho Larangeira das Pacas sen e^ one dara dfzer ,?"l'l T^0, ESI?,* ; as" I *** onde a'aua primcira uds.ria Xacao ?0emell,a"le d'sposiro, cousagran.lu-se um privi-
uu:atPXteasrd,reClrnU!rin0 d-^'Caodas 'TSente^fe felia"3 ""**!- *-!t
Dito doJoaquim Lopes de Almeda. pedindo se
encaminhe ao governo imperial o cm que solicita se
proceda a correico no seu diploma de cavalleiro
da^irdem da Rosa, seja submctlido ao governo im-
penal.
----. Hv cA.iTu-io z. uau.
rKi'moeiro.^rii-se-lhe.
Dito de Thomaz Antonio Cuimaraes, pedindo li-
cenca para coKar as maltas do engenlio Dous Ros
propriedade do Antonio da Cosa Villar, 300 paos
u f?.1** P*ra a eonstrucrao de urna barcara.-
I asse-se portara Cuncedendo ao snpplicante licen-
ca para cortar 300 paos de scupira em manas par-
iiculares. -r H
OfBoin n. 361 do Dr. che fe do polica,, interino,
apresentando as contas e documentos das despezas
fe.tas com o alstenlo e enrativo dos .presos pobres
da casa de detencao np mez do marco, na impor-
poTtancia de S:07f580.-Ilemouidn o Sr. inspec-
.^.',aath"SOrlria ^""cw'. Para mandar pagar,
estando nos termos le8aes. i o .
palldade, quer peas renuasaa provini Dorin,...,___
companhias ; em Um todos semen que necessa- SSlST! ho,iumc'a c"rollf" """'edialo da ...
ra a ereaco de um logradouro. e so duvdaiulos' P""ld',dre;,2 "**"* ?iK'T- d,C "m remedi
me.os de o elTectuar. Mas nao se diga que a rece- ?i n E-JS?. Paradt",ru a c?,e mal dp, Pacer que
la da cmara nao ahoga ao menos para dar princ .ttaeOTfaS! iST!*6! g!'-r','-"
po a essa obra, porque vejo propoV-se o augmen- I c'd"J|U lnd,c0"- S/" *??>**<> fTOa Falcan
lo de ordenado de lodos os cmpre'gados da camar.,' ^ ^, "7 !* "V""? d L858^6*^
ese ella nao te... renda como> se lem dito, para A"Xp'lTn ***--* 2j*
as obras de grande interesse para a provincia, cmo "- ?-.
e quo estamos, permlta-se-me a cxprcsso, dislri- .-^j^ ~. I-j .
buindo assim os seus dinheros com os emprega- I s wso dos, a maior parte dos quaes nao necossitam desse pronunciado na sessao de SS do
augmento, mormenle tendo-se o anno passado aug-' corrente.
mf.!'r.S'l ordenados c som ue a l:a'nara o te- | O Sr. Soaio Res :-Sr. presidente, sao tantas as
iVnnta T\ u I emendas, que ha sobre a mesa, creio mesmo que
uepois, pOde-se reduzr urna verba de despoza I tantas anda ha por oflercter, que me parece bem
vencimcntos dos empregados ptorinciaes. e disse I Foi, Sr. presidente, por todds esfas ronsiden
SS^?8^?-^ tas*sfirErHS
, ---------....... T m tu.iiii,, '.,iifi|.id| Ud-
receu merecer apoiu; urna unir objec. o se apresn-
lou enlo e foi relativa a exclusa,, que cu fazia dos
empregados da secretaria desla assembla une pelo
projeclo eram contemplados e dos professnres de
pnmeiras letlras e'dotymi.asio que se referia a
emenda do Sr. Epainiuoudas. por lauto evidente
que se a idea por mili, apresenlada, de quo a devd.i
distribuieao somonte poda ser feila pelo presidente
da provincia, vlgorava enlo para que passasse nes-
se projeclo especialmente dedicado ao augmento
dos vene,mentas dos empregados provinciana, deve
anida vigorar boje, embora pnsse a aulorisarao des^
se augmento cm urna emenda olferecida na' lei du
._ consig-. .... u iUh uu u.s.iiuu,-
rao tena por esla casa, e forem coutcmphdos os
empregados que eu enlendo que devem ser exclu-
A razio quo tenho para sustentar esta cxclu-
sao que a cmeuda que eu reuho de apreciar
anda se refere ao augmento de vencimenl.is dos
prolessores de pnmeiras lellras e do Gvmnaso e
dos empregados da secretara desta assembla, e eu
WS&.EaSS^;ES5S3M3==5s
nossa gua. (Apoiudos.)
ir porque...no j.i disse, .no sokoavsse a idea,
de que o que era anda mais aggrvante era a con-
i.ii.iacao.desse imposto de importaro. en na pr-
senle discussao olfereci urna emenda substitutiva
ios j, 12 e 13 e lamben, dessa oulra minha enien-
u.i oiierecida cm segunda discussao, pela qual eu
estanciero um imposta sobre os generas mencina-
nos iiaquelles paragraphos que se consumreui na
prov.ncla. venbam elles donde vierem ; nugueni
uira que nos assim infringimos a lei consltiicional,
poique nos nao impomns sobre a mportaco, mas
-im sobre o consumo. F." portanto para essa en.eu-
aa q.ieeii chamoa attencoda casa, para a sua
approvacao que eu peco o seu concurso.
sr. presidente, como membro da commissao de
ZSSSig .oSr- T" Silva- oTerecemus um
artigo addilivo as disposices geraes. que nao
mais do qe o resultado do um parecer que foi ap-
lomado por esta casa mandando pagar a diversos
empregados pruvii.ciaes vencimenlos que elles fo-
ram abrigados a restituir a pretexto de terem aecu-
ulado serncos de guarda nacional com os seus
empregos.
sr. presidente, a emenda parcccu-mc solTror al-
gnma repulsa por contar um arrasoado; eu alguuia
cousa dire pois. para justilica-la.
i .sr. Depulado: Nu parece emenda, est
"mito grande.
0 Sr. Souzm Res .A commissao Sr. presiden-
" uectarou que, pensava como o governo geral l-
nna pensado, islo e : que se nao devia consentir na
<< '"Utlllt ;ic:ni il.i v.li-i-.............._________
se outro projeclo a que me tenho referido, olfereci
cousderacoes que mufarecessem sermuitovaliosas
petas quaes se nao devem contemplar laes emprega-
dos IMS augmento, que osla casa parecesse estar
resolv.da a fazer a alguns empregados provincaes.
O Sr. M. Vorrlella : =\o apoiado.
0 Sr. aONMCe :=Digo eu, que ofleraei eon-
s.deracocs valiosas c essas considerarnos, Sr. pre-
sidente loram as seguimos ; peloque'diz respelo
..os professoresdo ymnasio, que havia um pro-
jeclo especial du augmento de veucinientos aos em-
pregados do Lyinuasio e era portanto mais rasoa-
el que nos reservassemos para a discussao desse
projeclo, onde melhor se coiiheccria de tal objee-
lo ; pelo que diz respelo aos prufessiires de ..,--
Iruccao primaria, o anda a aquellos, que havia lam
lien, un, projeclo em que se consignaran] ideas que
alleravam de alguma forma a lei regulauentar da
uislrurrao publica e que bem poda uer que, senao
^tn\\\\lM^\t^b^t!t,^ ,"",'!'S ,por 'i''r; """rc d',u,ad0 > !" r*weet f l-
seTemore^do .? '"l.ercCl'ss,-m tahalho des- do o approvado nesla casa, serve para ella, mas IL
,,.. -----.....-,-H^ iiw, su.i ......iv.i eram
^ ,, ,P? '"" laos cnmo de R"a"'a nacional em
aqartelamenlo com empregos de reparlicies lies
orno tbesourana geral, consulado ele. "mas que
icuiio os pelicionanos provado que lnham elTecli-
amenie evercido os seus empregos, nao sc devia
n ,n'-"n'1r -a doutrina J governo provincial, que
manaara, nao obstante islo, restituir os veneimen-
ios q,,e enes lnham recebido, por que sera isso
querer lucuplelar-se com o serviro dos empregados
'ln s0 d''v;' ter consentido na accuuiularo de taes
servicos, mas desde que se rnnsenlio, compre une
se pague, embora liaja a presumpro de que elles
SE".tt re ,eZ' ^ ^ r a i'aVia'^'ao^;nJs,rse,!;do:2s,:qu^
eia^ioe^nta^LSHSS* qoe a provn- bm era. que elTeclivamenle predios sc tem ven
(la Zl Crf7 S S,!US Sen',,:0S- ^"Wi*1" dc PaSa-emo de dcima.
** ------------- "i a>1H"..... **'* iiitiiiuii,
era preciso que nu augmento de vencimenlos qu
Uvesseiuos de dar a esses empregados, se tives-e
altencoa csse augmento ou diminuirn de ira-
balho
i. 0 w n__...i. !"nt-'t "eu : A emenda por lano nao faz
S, ti. Porlella :^Isso e argumcnlar por hy- mais do que consignar a intelligci.ca dada, alio, de
MiilM.8. r,uo .... pnnir, .i,,... j/*____._j^i. ..
_ ,-------w-pya i(iicuiji:in ui udU, ailru UC
OSr'v rlri;__r___.... que nao se repila o abuso dc accumularo deslcs
im s^^umnli P Xpollicaes lam- serviros para nao nos vermos abrigados estaraqui
.ni si .u^.imi um. lodusos anime .i mnn.i.-... 7.____.......__ ?
bem se argumenta.
O Sr. Souza Ilei*: Coa estas cpnsiderac.es
poisc com os que liz antes, eu suppouho, Sr. pre-
sidente, que tenho dito o quanto bastante para
cimbalera emenda que se quer fazer incluir na
ei do orcamenlo, aiilurisandu a despeza de :coti-
los para augmento de venrimeiilo aos empregados
proviociaea. Opponho-me portanlo essa emenda ;
desej.i que passe o augmento, mas que passe n
projecln que j est em segunda discussao e que
iieiihuma impussibidado utrerce da ser adoptado
pela easa. r
Sr. presidente, na segunda discussao do orca-
menlo eu ouereci urna emenda suppressiva d S
12,1o art.-24que trata da receta: essa emenda
cunlinha a idea de acabar com a isenco al en-
ao estabelecida por esta rasa em favor do sa-
bao e de oulros gneros fabricados nesla provin-
cia, tu Sr presdeme, oftVrepcndo essa emenda nao
tlV.l mu ....... ..._z ...
Mas, Sr. presidente, urna ronsideraco ha anda
a respelo dessa mposico e que ao' passo que a
le provincial sentava os gneros fabricados na
provincia do imposto estabelerido no gl2 do arl.
Zf.eslabelecia este sobro os gneros vindosde oulras
provincias e dos paizes estrangeiros, e portante
creava um imposto de importaro que c cobrado
por meio de agencias e conformo os depsitos ou
entradas feilas pela alfandega ; entretanto que a
nossa le constitucional, islo o aclo addcional
nos diz islo no seu art. 12 (U):
As assemblas provincaes nao poderao legis-
lar sobro imposlos dc imporlaco, nem sobre ob-
jectos nao comprehendidos nos dous precedentes
arligos.
O Sr. Souza liis :Diz o nobre depulado que dam isso
ralerilT|^?^KW-.,!***me5d.',,0 dpvia Sr- So"-"a l""O nobre depulado queja
cor ot,^" ]^XVf" 13'"'dll ",,,P?r,(- SS0 ,:a^" de procurador liscal, o que sem
dl^tVrtaLmf^ 1V ".s P6dc f-rnecer melho.es dados nesle
>sla casa, serve aara ella, mas rn. senlido, o mcsmo que affirma que isso aulorsa-
dn porumalei de fazenda. e como nos mandamos
_---------. .... r,. .i.,.,,,,. ,: uusuuu.es uessas
repart.-oes, qual a utelllgencia que esla casa dera
para que nao contine um semclhanle abuso ?
'a'" tr-Depulada :Para isso ha a discussao.
U sr. Souza Res :A emenda por tanto nao faz
.-- i------- lodosos anuos a mandar pagar a empregados que
serviram mal. ou a adoplarmos ,i doutrina o go-
verno provincial, que declarnu nao ser devido a es-
ses empregados cousa alguma, nao obstante lercm
prestado snicos, fi esta a razaoporque oftorecc-
mos a emenda com osle arrazoado.
SirrJ,pres'de"lc' ha uma cnienda assim concebi-
da \le.
Eu nao ouv ainda urna palavra a respeilo desta
emenda. r
O Sr. Epaminondas: Esto na secretara os
papis.
OSr. Sonsa Res :Parecc-mc que se trata da
arremataeio ultimameata feila, que alias nao est
anda vencida, tem ainda de vencer-se para o auno
por conseguate com que fundamento vem este
individuo ja pedir um abate ?
Um Sr. Deputado : Nao da actual arrema-
taban.
0 Sr. Sou;a /Vi. Nao c isso o que se me diz; e
romo cnnsgnar-se ja esta idea de abate quando eu
prevejo que nos ameaca uma chusma de pretcnres
desla orden. ? E se passar esta roncesso, nao'se-
ra mais mu argumento para lodos esses arrematan-
tes presentes, passados e futuros que se julgaram
com direito a pedir-nos igual concesso?
Eu Sr. presidente, nao quero que se supponha
que desde ja aprecio u direilo que esses individuos
touliam a semclhanle abate porque nao Sei em que
se fnnda'seu direilo.
Um Sr. Deputado :Os documentos eslo na se-
iagana.
O Sr. Souza Reis :Acho portanto que. melhor
oque tlque o peticionario esperado Dar o anno
futuro quando esta casa mais habilitada, pu.ler
- .---"-------.-. j...-v mina avftun, JUIt nil>H'
aopimaodo digno eagenheiro liscal, que por parte
do governo assisle aos trabalhos da estrada de fer-
ro e esse empregado, a quem eu me dirig; assim
rsspondeu : [l)
Usando da fac.Liado que S, Kxc. o Sr. pres-
deme da provincia deu-nie para informar a V. S.
sobre o lempo provavel em* que poder licar enn-
rL.ula a sopnidn Merao dn caiuinho de ferro do Re-
cito ao rio San-li-amisro, teni.l. a honra detUser >
V. s. que a dita segunda aoecao nao poder licar
Concluida antes de junho de 1860.
Bata portante Ornada aopiniaoque eu liuha. de
que nao havia necessidade dc consignaren,-se Lin-
dos para juros da segunda serian da estrada de fer-
ro, porque sem duvida nao estara essa obra con-
cluida no exeic.cioqiic vai correr. Creio que niu-
guein poder discutir de modo a convencer-nos do
contrario do que informa esse empregado, alientas
as habililcnes que Ihe so reconhecidas. assim
portanto, que eu jusliln-o a emenda quo nesle sen-
tido olfereci cousideraco da casa.
Oirereci urna emenda j.oje ueste sentido : (iV)"
Ao (nal doarl. 26 acrescente-sc z= no qual se
Consigne a idea de que a cobranca execuliva do que
tor devido por dcima urbana se" faca oclas rendas
dos predios respectivos, se por o'olro meio mais
prompto nao se poder hacer o pagamento do devo-
dor, nao se sugeilando em caso neiihum o predio
venda a tal' pretexto.
Sr. presidente, divrsis providencias se qulz que
esla casa tnmasse a respeilo do modo velatorio por
que a arrecadaco da dcima se faz ; este modo que
qualifico de vexatorio ainda mais se sent pelo que
diz respeilo arrecadaco judicial, e quanlo a islo
alguns fados foram Irazidos ao conhncimenlu da
casa que o comprovani. laes como, que a pretexto
de dividas provenientes de dcima urbana, dividas
inultas vezes dimiiiutssimas enmn de 4$ e 55, se
'.''"'visto arrematar por venda casas do valor de
liiUJ, .xNlj e 600$, quando alias esla arremataro
se poda fazer fcilmente dos alugeis, nu se pri-
vando assim da propriedade aquello que effectva-
mci.tc a linha.
Um dos nossos nobres collcgas, o Sr. Dr.
aplisla, ao ourir ler essa emenda, fez signal de
repugnancia, procurou-me e disse-me eu nao
sei que lei baja que anlorise a venda de pre-
ilii... _.i j ----* .-.- -~ r.w- ----- mn.., uw usumrur.ui usa u.aiena,
'io-a pretexto de pagamento de derima, senao de tirar ao zelo do digno procurador fiscal ludo O
quando a divida excede de meladedo valor dos mes- escruplu para que elle deixo de iusislir na opposi-
mos predios. cao uue faz isuii..is a* .. ..... ;_/..:..
.., ,----- ( ,. ... ,., i ,^ Mu .iisis.ii uu uu.iusl
'...o que faz a restiluro do me alguns individa-
...e.i.i. I,.... ... ... __..-^B*
mos predios.
En, Sr. presidente, Ihe disse, que nao quera sa- mente lem pago a tal pretexto.
Sao estas as minhas ideas a este respeilo, e espe-
ro que a casa se dignar dar-lhe o seu apoto.
n v r'------'"" e"o"".u""u uu uuuiiuu. sr. presideule.o digno procurador liscal da fazen-
.y. tpaiiunoiulas: as leisde fazenda man- da suscilou uma queslo, que elle quiz fosso reaol-
"n l9s0- vida nesla cu.-, um 1K-.7 a ,...<. n.. ..,.,,..,.. ___...
. r-.........^. <.- Li.-iiiioi, u UUiiiu lilis lUUliU.nOS
adoptar as luis de fazenda na arrecadaco provincial,
estamos lambem no nosso direilo fazendoas modili-
eacoes que julgarmos convenientes, e esla modifi-
caran ll.ipnrnnn.il... n.n .....i. .1. _......:.. .-----.. _.
------ ,.._ .. tao_, ,,., naum.iua, uuui.-i.. i.iuiueiii sourc as doaroes I nreciso u,
r^iuZa'Hn^'V SffT"1"3 pur,1U(; e"la0 csla- corra,n as do Estado, na razo dos seus
Uo-S, ,3 do Contrato. po.ssu.dos ; a justilica.o de minha emenda, pois.
Um. s.- ;.., Ji- o Pos?ulUos : a justilicario de minha emenda, pois,
ioaUmemostodi?.*^*" a"" lel" cllu ,e" ,'sl;""n lal """'nna, e naimpos.ro que ha sobre
(T Cti M e / a?''"CM legados, nu importando deuomina-
. n,... ,,rl, 9 snr/. rao de legado, h-ra.ira ou doaco, o por isso nada
mais drci, oirerccendo-a apenas cousideraro da
casa.
os pa.
0 Sr. Soutm Reis .Mas que importa ? Ser
muilo dllicil ? E cousa muilo fcil, o qnc esta-
mos vendo todos os dias.
1 ni Sr. Deputado:Guala mnilo asahir dinheiro
daslhcsourarias siria, nccupoii a alleucao desla casa cm'.
nn i LT?' conllarl. c d'onle sa- relalivamenle ao impoilo do sello de herau.as e L-.
he elle com mais facl.dade. jiados de llhos uaturaes reconhecidos em teslamciH
a^MSS^L^^m\\S^-lftSak '- ? ^" P.ro-"dscal dafazendrova,:cial tos anuos j^ "Se
O Sril Porcia -Pornue 1 Pr.0rPl,a03 cofre da provincia : houvtv zenda de llenrique Poppe Gyro inclusive o nre-
O Sr %ku.In.i o q i p0rem um d'no lu,z de orphos que nao coosentiofdio que elle tinha nesta canital' Cln8lVe pre
0 Sr. Sou.aRe* .^Porque, pela le. regulamon- na conl.nuaco desla arreadaco'. c julgoucoulral B presideute. me petePq^e no estabelecimen-
,.' i
y.ianto ao decreto de 6 de fevereiro de 1856nao
o achei na collecco desse aono quo corre impres-
sa entre nos.
\ e-se pois que aquello decreto a que se refere o
procurador liscal diz quaes sao os herdeiros que se-
gundn direito sao considerados necessarios e tor-
eados determinando-os sob a denominadlo de as-
cendentes e descendentes; entretanto que pela
manera porque o procurador fiscal Wanstre palavras do mesmo decreto admille a hypothcsc de
liaverem ascendentes e descendentes que deixam
de ser herdeiros forcaduse necessarios, supprimindo
o. artigo os* antes das palavras herdeiros necessa-
rios e forrados.
Assim lo b.-ni.dizeiido o procurador fiscal os que
jurisconsultosdilneni osherdeiros fon-adose neces-
sarios aquelles que herdam abintestado tira a con-
clusao dn que os lilhos naluraes reconhecidos em
testamento nao herdariam seno fosse effectira-
mento esse testamento, pelo que nao sao herdeiros
lunados enecessario.
I.onresso Sr. presidente, que esla argumentarlo
para niim nao pode ter o valor que se Ihe quer dar
o nem era o que eu esperava e quo sempre conliei
ua intelllgencia desse digno funccouario, cnleu-
dendo no direilo e as leis, porque eutendo e creio
que e deve entender comigo, que segundo mesmo
o que dizeinos jurisconsultos o conforme foi por a-
quetie ciado, os herdeiros forrados e necessarios
sao aquelles que independenle' do inslituico pro-
priameule dita exclucm lodo e qualquer individuo
quo pur ventura queira com elles concorrer he-
i.u.cas. O tacto de reconhecimento de filho natural
em les-lamcutu nao importa instituicao.de modo que
na expresso de direito se dove dizor que elle
anibeiu herdeiro abiulcstado ; por que nesle caso o
testamento, contendo apenas a declararlo de filia-
cao, equivale a cerlidao do baplism dos fllhos
legiiimosquaiidoenlrasso cm duVida aflliaco le-
giiuna. Oque importa pois saber se o reconhe-
cimento foi legalmcnte feito; e verificado islo pelo
reconhecimento em testamento, o reconhecida por
ser herdeiro toreado o necessario um herdeiro ab-
intestado, por que o testamento nesle coso a pro-
va do recouhecmeiilo, c nao instilue. Eu portan-
to, ouereco lal emenda quo lija no sentido do es-
clarecer estas duvidas, de esclarecer esta materia.
. ------------ ^..s^nu, mu.; ene qu, lussu lUsul-
vida nesla casa em 1857 e que eu enlendo que nos
devenios lomar na devida cousideraco c que igual-
mente como aquella de que acabo de fallar careco
de iimasulucn lal que tire todos os escruplos a
aquello funecionaro, e relalivamenle a arretada-
Can do imposto de sello de Lera.iras de predios, ou
de bens quo nao exislcm no lugarcm que o inventa-
rio da fazenda herdada se faz.
, Pelo fallecimento dc Henrique Pope Girao fez-se
. ------....... ............... ^ ..s.u iiiiiuiii- ,.v.w iniiiruiuiuri.U UU 11,'lir
lem r.CJr?p0" IU,CI" vis,a da ma"eira Pr,lue se 4'nventaria cm Iguarass, mas como tivesseVm
wm procedido cutre nos, me parece uma necess- "',------- -
dade.
Disse mais o Sr. Dr. Baptista, que sc as dividas
torem superiores ao valor de metadedo predio ou
so abrangerem todo o seu valor, ha inconveniente
em fnzer esperar a fazenda pelo pagamento, leudo
de ser enibolrado pelos alugueis.
Eu respondendo a islo dire, quo nio de espe-
rar que os exactores da fazenda levem o deleixo a
Jal ponto de fazer subir o valor da divida at ao va-
lor do predio, porque para isso sera necessario que
a divida fusse de mulos anuos.
Um Sr. Deputado : Mas sc houvercm duas exe-
Cll.oes?
OSr. Souza Reis Eu refiro-me cada um dos
predios, o ueste sentido a minha emenda, islo ,
para que a decima seja paga pela tonda de cada
uro dos predios devedores, e ueste caso para que a
divida da derima absorva o valor do predio, ne-
cessario que ella seja como disse, de muitos anuos,
porque essa imposiio sobre a renda do predio e
nao sobre o seu valor.
Ha una emenda, Sr. presidente, autorsandoa
indumnsaco ao rigario da fregneza da Victoria da
quantia de 8975500. Acredito que o nobre autor
desta emenda leve muito boas razes para oerere-
la e aguardar-mc-hei para ouvi-las, porque se fo-
rem taes que meconveneam, prestar-lhe-hei omcu
voto. r
Sr. presidente, cu tenho dc apresentar dous S
ad.liiivos creando impostes sobre as doacocs, esta,
(1: 10 por cento das doaces ()ue devem ser insi-
nuadas c das que sc fazem causa morlit.
o por cento das oulras doacocs.
Creio, Sr. presidente, qu quando se eslabelece
um imposta sobre heranras e legados, esla casa
nao recuar ante a considerarn de se dever impor
tambem sobre as doaroes. preciso que todoscon-
C.Orram n.irs HunJ A.. L-..1..J.. ... A.___
---------- .... .0> pranio nesla capital enlendeu o procurador fiscal
que nao devia ser arrecadado all o sello relativo a
tal predio, e por conseguinte que nao competa elle
ao execalor que enlo era o arrematante. O digno
produrador fiscal nao firma a sua oplnio cm dispo-
sirao alguma do lei.
Elle assim se exprime a este respeilo : Anda
esl pendente a queslo suscitada a proposito do
inventario do Henrique Poppe Gyro feito no ter-
mo de Igu.uass, onde o mesmo era domicilian..,
relativamente a um predio quo o mesmo possuira
nesta cidadn.
Estando as rendas daquelle termo arrematadas
por Itaslio Gomes Peieira enlende elle pertencer-
Ihe a importancia do sello relativo ao valor da
mencionada casa : cu enlendo, ao contrario, que o
mencionado sello pertence fazenda, e para este
etfeilo requer o deposito da quantia de 2:5001 im-
portancia do sello sobre o valor dado de 25:0005
em mao do invcnlarianle o bacharel Francisco Joo
Larne.ro da Cunha al que se flndasse o inventa-
rio ; e agora que elle sc acha Ludo e que eu re-
quer o levantamcnto do deposito oppoe-se o mes-
mo Basilio ou seus herdeiros, allegando scr-lhes
este sello devido por estar comprehendido na arre-
nfatarao que o mesmo Basilio fez das rendas pro-
v'lnuc.",e* "" lermo em o anno do falleaimento.
Nao diz mais nada, nao fundamenta a sua opi-
ma. diz apenas : Basilio pensa assim, porm cu
pens diversamente : mas nem ao menos diz por-
que pensa diversamente.
Entretanto o que de direito e o que a boa or-
dem aconselha que estejam oode esliverem os
bous deve ser o sello pago onde o inventario da
fazenda herdada se taz ; o contrario pode ser muito
prejudicial fazenda, porque ella nao poder arre
cadar o sello de heranra dc bens existentes em
pan estrangeiro .... mesmo em outra provincia
quando aquelles dc quem sc tem de bordar falle-
ce in e lem aqui domicilio c seu inventario por Uto
aqui feito.
Assim sempre se enlendeu, assim so lenl prat-
cado sempre segundo as leis geraes que rcgulam
esta arrecadaco ; nao ha portante razo alguma
">L> nm.in i .- para que se faca uma. oxcepco porque ueste caso
Si. presdeme, urna questao muito importante e aproveita a fazenda. E preciso lirmar-se a opinioa
i?i\-Up.U" '"3?0 f6^.**? e'aim- foi CMv "P0. Preciso garantir o direilo daquelles
ilativamente ao imoosto do sello de her.,..,., .. i... nue o lem, e obstar a demandas, como esta a que
< se refuro o digno procurador fiscal quo de mui-
1 tos anuos j. Sendo que, otTereco ueste sentido



Diario de Pernambuco.Quarta feira 4 de Maio de 1859.

.
lo do imposto do sello de heronas o legados, se
pode eslabelecercousa melhor de que e\istc : acho
que o sello do 10 por ccnlo a ruspeilo de todas as
cianeas e legados scja'm quaes Corea os herdei-
ros desigual ; ha alguma injuslica uisso. Eu, qui-
ION que se guardasso urna proporcao bem combi-
nada conforme foram os herdeiros ou legatario
e neste sentido ollcrern una emenda ao linal do
5." do art. *4 : e esta UJ ;
1'R por cunto das quanlias deixadas na trra
nos descendentes com esclusio de algum ou alguns
no niesmo gro.
t.'zzAO por cento se os herdeiros forera unaos
ou lhos'destes, inda que aquelles nao forcui li-
lhos dos mesroos pas, urna ve/, que sejain legti-
mos ou legaliuenle reconhecidos.
3.=:15 por cetito se os herdeiros ou legatarios
forem prenles lateracs consanguneos dentro do
grao ein que pdem herdar iudcpeudenlo de ins-
lilurao, e os conjuges.
.{.=20 por cento se os herdoiros ou legatarios f-
reni quaesquer outros individuos.
5.3 por tnlo niais as insliluices com ex-
eluskoe 4mnni ou alguns prenles no niesmo grao
na^'e'S." hvpulhcse.
Chamo aileuro da mesa para o cinc se aclia
impressocom relaro ao 8 2." do art. 17. Este {
loi suppriinido, u' apparoce aqu como tendo pas-
cado.
(O Srs. presidente e\. tteretano deelaram que
o referido 8 foi effeclivamente aupprimido na se-
gunda discusso).
Sr. presidente, neste auno passou nesla casa c foi
j sanecionada urna lei que aulorisa o pagamento
de dividas chamadas de exereicios lindos, iudcpeu-
denlo do volarao de fundos, mas nao obstante uso,
urna emenda foi offerecida marcando quota para
essas dividas, destruindo ossim a lei quo li/.einos.
O 8 a que me retiro o l."do arl. 22, o a emenda
foi do Si. Epaminoudas, marcando 10 eolitos de
ris. Eu por lauto por fon-a dessa lei o em rospos-
. ?7*,presidente, queJiouve um liui em marcar-
su'tyiota a esse qu.il o de pagar-se a profess<)rcs
Km com o quaes se quer considerar que a faz-cii-
osl em debito, mas eu creio que nao preciso
ferirmuk essa lei que alias devenios (aicr respeitar
e guarsr, para que effeetivamenle csses professtl-
res soiam pagos, porque pode o sen pagamento
ser autorisado em um artigo as disposiroes geraes.
Sr. presidente, ponho assim, termo a este meu
discurso ; pero casa que se dign acolher as mi-
nlias consideraeos, e prestar apoio s minbas
ideas, desculpaiulo-mc pelo lempo porque oceupei a
suaattenro. (Muo bem).
ttfewiirso do Sr. leputndo Mello lleyu
(Hnphael), prununc-iado na sesso
de tS de mnrvo le IMS.
U Sr. Mello llego {Raphael) :Sr. presidente, j
larde e uo quere'ndo en (aligar a paciencia da casa,
occapar-me-hei someiilc com a emenda que manda
desapropriai a cocheira de Joan Ferreira dos San-
tos, e rom as dbaervacocs [oilas pelo nobre dcpula-
do quo tratou da materia, as quaes, quantoa mini,
s podero servir para provar que essa aesapro-
priaro necessara ; mas nao para levar-nos a
iUcrcla-la, visto que lio esta o occasiao uem
lugar, tm que seraellianle queslao deva ser tratada,
Frimeiro que ludo o quo courin averiguar se
ulil, razoavel, legal niesmo, que esta asscmbla au-
torise essa desapropriacao. Por ininlia parte acho
que essa me.lida irregular, intil e at atlcutato-
tia do ilireilo de propriedade, [upoiadot) e is-o o
ar. Nao quero alongar-
mento, nao usando da faculdade que nos fura dada
pela assembla provincial, e julgaiiamos fallar aos
nossos deveres, e a alta conlianoa quo merecemos
dosnossos uiunicipes, se despendessefeos os di-
nheiros que dos meamos recbenlos em una des-
apropriacao que nenliuma consideraran de intc-
resse publico aconscllia que se (acaj eja, deixan-
do de realisar outras, que por sua necessidade, ge-
ralmentc reconhecida, tem sido conslanlemenle re-
clamada pela voz da imprensa. Como V. Exc. nos
ordena que declaremos em que estado se acha o
processo dessa desapropriacao, diremos que nao ha
processo nenhuni. porquano leudo nos apenas ex-
Iiedido ordem ao nosso advogado pan tratar delle,
ogo depois i vista do que elle nos ponderou, o
os gneros liverem encarecido, elle aprescutara no
refeitorio o que marca a tabella, coste o que custar.
c nao haver queixa alguma, uem de alumnos uem
dos pas desles.
Senbores, qiiando um hiimcm dos senlimentos
do Sr. padre Joaquim Uapliael est frente de mu Despeza dem,
estabelecinienlo desles, quanda a sua pmbidade I
por todos reconhecida, patece-uie que so deve
deixarquc elle proceda como tem procedido ale bo-
je e como 6 de esperar que proceda sempre, sero
sumitiraria nem desperdicio. Elle tem feilo eco-
nomas com cujo resultado tem podido comprar
instrumentos de msica, mandado concertar alguns
objeclos o que nao se leria feito se elle ou alguem
se visse na necessidade de vir aqu npresenlar um
CAIXA 1>E Utl'OSlIOS.
Saldo em SI de marro p.
passado ...'.. 309:1 M872
II iceita de 1 i :I0 do cor. lSjliiO
tendo convicio das razes que nos assistiam e leam pedido para consignar-so una qnanlia para seme-
exposta, nao proseguimos. I lhanle Um, o que leria talvez corrido o risco, que
Ora, senhores, quer-se urna nformario raais ca-j corre a minha emenda para que se consigne 1:000?
ra do que esta ? A cmara municipal, os, por sua para o musen.
dignidade, pelo respeito que deve as leis votadas! Olanlo ao tereeiro ponto, llontem quando fal-
poresta asseuibla, qual a de desapropri.iroes pelo Lita o nobre depulado o Sr. Soma Res, juslilican-
interetse que deve le-em conservar a boa repula-'do a emenda que mandara mesa para a supr~
r."io tiesta rasa, que s delibera por interesse, pu-
blico, nao deve sorvir-sc de semelianle aulonsa-
Co : e fazendo-o, esl em seu direilo, flrma-se na
fei, e todas as vezes que a asscmbla provincial
sabir fura de sua. attribuices, toda a vez que en-
vadir as atlribucocs de outras corporacoes, loman-
do resolurocs menos convenientes, illegaes, efeen-
trcas de suas attribuices, esli no seu direilo es-
sas corporal oes nao ejecutando loes resolucees.
O Sr. P.'de tirito ta um aparte.
Yozt : Elle nao linha assenlo na casa nesse
lempo.
O Sj. Vello llego [Raphael]: A.0 que c quo se
retero o nobre depulado ?
Um Sr. Depulado : Falla na questn da* pada-
Saldo.....389:59C,-S7j
c.kix vsi'i em. has arouCES.
Saldo em 31 de marco p.
passado ...'.. 52:00OOlH)
P.ei-i-ila de 1 a 30 do cor. 8
Despeza dem
sao da verba decretada para a escola industrial,
disse que nao poda p.issur essa qnanlia por que
a lei que nvnu a esi-ola lint ia caducado, por
quanlo essa lei era de 1848, o a de instrueco pu-
blica era de lS'itj, e nao linba feito niencati dessa
escola : eu couleste o nobre depulado em aparle :
agora cuiiipro-nie sustentar a proopsicu que ara-
en, linas ordus de argumentos devena ou npre-
senlar : l"prorando, se existo ou nao em vigora
le l qtie se refere o nubre depulado, e em segundo
lugar, se no caso de nao existir, convm que conti-
nu a decrelaeao da verba tlelerminando-se delini-
livameiile a creai ao dessa escola.
Euniosei se a'discussao da segunda parle lera
limito cabimento presentemente, quaudo disculi-
Saldo. .
CAIXA F.SPKCl.lL HAS LOTERAS.
Saldo em 31 de marco p.
passado ...'.. 1:670,<(174
Recela de 1 a 30 do cor. 060;CUO
Despeza dem. ........
Saldo..... is.vilsu;:,
cao* KspixiAi. d.\ co!ararcr.io no caesb poste do
RK1.IH .
Saldo em 31 de maivo p.
passado .....
lleteila de'i a 30 do cor. 15:0301101
ras, ediz que o nobre depulado volou a favor della,, nios a lei do oiraiueiilo, e romo receio tomar lempo
[liando nao era niembro dcsta casa..
U Sr. Mello lego (Uapliael): K bom meio do
argumentar: nsbttew mu abusa com ouiro abuso !
Uso me convence que O nobre depulado recorren-
do a esse argameulu, est convencido que oulru
nao acha com que me possa combaler.
Ponho, porm, isto de parle e vou concluir. Vo-
to contra a emenda, at porque aclio-a intil: a
queslao Veloso Soares & Joao Ferreira, repito, est
mora ; porque acamara iianprupOe essa desapro-
priacao, nao a quer, nao a desoja. Se, porm, a
casa, desejosa de pangar a rolaco, prescindre
por em quanlo dessa discusso, liniilaiido-me a di-J
zer que, em urna provincia como a do Pernambuco
parece que se deve dar lotla a protectfio o deseuv ul-
tmenlo, nao s llieorro, como prtico aos dilfo-
renles ramos de industna, quer comiiiercal, quer
agrcula e quer artstica, mas esta una queslao
um pouco scienlllica a respeilo da qual nao digo
maja nada poror.
Nao posso porm deixar de allianc-arao nobre de-
pulado que a lei de 1818 que creou essa escola, nao
Despeza tic
Sold.
aaaemba, para salisfazcr a vndade de um proteo- i foi revogada pela lei de 1855, por qjianto um ortig
de lei do oreamenlo do anuo de 1857 muri expres-
samente eonsignou a quautia de G:00I1S para essa
I srla e i-oui reencia a essa le de 18JS. Essa lei
de oreamenlo pois, posleiior a de 1855 que refor-
men a iiislruceo publica.
Fis a lei a que me refina :
Arl. 8. 8 1 Com a escola de indaslria normal,
de que traa a lei n. 222. dando-lbe o governo no-
va organisarao, e tornando extensiva um dos pro-
fessores por'elle escolliido as vnntagens do arl. 12
que me propoulio demonstra
me ; para o que tenho a dizer, nao preciso enirar
em detalhcs para saber se a cmara deu ou nao
cordeano a Velloso, se mandou, ou nao, desapro-
priar adtinislrativameiile essa cocheira-, nao quero
saber o que se fez a esse respeilo, quero smente
examinar s a assembla competente para decre-
tar desapropriaces por utilidaije municipal.
Sr. presdenl, bavcndn urna le, votada por esta
assembla, ejlabelecido os casos e a forma porque
sedevem flrer ns desapropriaces por ulilidade
municipal, pernilla-me V. Exc, quo eu diga, que
se nos tormos os primeiros adesrespeilar nsreso-
lnres desla cusa, a fazer acreditar que ellas nao
tem forra obrigaloria, a dcsmoralisa-los, nao ser
possivcl, que nem aquelles que asexcculaiu, nem
o poro possaiu respeila-las e prealar-lhes a devida
obediencia,
E' urna desgraca, senhores, mas verdade, que
quasi sempre as sociedades, as corporacoes, as leis
mcsino, nrruinani-se, inulilisam-se, pe'rdem-se pe-
los (al Us, pelos erros daquelles que deveram se
mais inlercssadosnasua conservacao. t'ma lei, Sr.
presidente, volada, como disse, por esta casa de-
termina que. a desapropriacao por ulilidade munici-
pal, seja reconhecida pelo presidente, sub proposla
da cmara municipal, porque negocio que alTecla
polica e economas municipaes. Ora, se essa lei
vigora, se ella que regula a malcra, como admil-
lir-se que a assembla seja competente para verificar
os casos em que se deve elTecluar a desapropria-
cao por ulilidade municipal ? Ninguem dir que
isso regular, tanto mais prelercin-se todas as for-
mulas quo devem ser observadas. E quaes sao es-
sas as formulas, que eu chamare garaulidoras do
diratjo <*c propriedade f Urna dos primeiras c das
mais importantes sem duvida alguma, a audien-
cia da parte, do proprelario que tem do ser espo-
liado da sua propriedade. Pergenio eu, no caso de
quo ntrata, quaudo fosse couveuicule essa desa-
propriacao, e nos o podessemos decrela-la, ourimos
j a oulra parle f Nao ; pelo contrario, uem a que-
remos ouvir. A oulra parte dirigi ltimamente
urna pclii.ao a esta assembla, solicitando a rero-
'gario do" ai ligo do oreamenlo municipal vigente
quo aulorisa essa desapropriacao ; mandamos ou-
vir a cmara muuicipcl a tal respeito, e pedimos
esclarecihientos ; masantes que a resposta da c-
mara chogasse, autes que nos viessem esses escla-
recimentos, apparece a emenda do nobre depulano
autorisandoa desapropriacao, como que querendo
sullocar a vot do prcjndicdo, como que querendo
recusar qimesquer esclarecimealos quo a lal res-
peito podessem vir e guiar-nos na resoluto que de-
vemos tomar, ou deferindo, ou iudetcrido o pe-
dido da parle, E' isso regular ?
Sr. presidente, V. Exc. c o nobre deputado autor
da emenda, melhor do que tiinguem, sabem que
em todos os paites aondu re reconhece o principio
da inviolabilidade de propriedade, nao se prescinde
de certas formalidades que sao essenciaes.
O primt'iro passo 4 dar-se, quaudo se pretenda
degapropriar qualquer predio, e ouvir-se a parle
prejudicada ; s em um nico caso, o da defeza na-
cional, quando a urgencia de obras de forlificaro
nao permiilcm delongas, que obstado se apossa da
propriedade parncular, mandando a*olia-la depois,
e indeninisar o proprietario respectivo.
Has dar-se-ha essa urgencia na questao vortentc?
estamos no caso de defeza nacional, ou ser que o
aformoseamenio do portan de Jos Velloso Soares
importe um caso de defeza nacianal, que nos leve a
sallar por todas regias, lodos os preccilos que a
lei e ajustira preseagvrm, c a alleiilar assim contra
o direilo de proprienade t Creio que nao. O nobre
depolado sabe melhor do que eu, porque merlre
na materia, qne em todos os paites civlisados, as
desapropriaces sao sujeilas a taes formalidades,
que nunca seellecluam sem delongas e demoras. Na
Inglaterra, por cxemplo, um processo de desapro-
Siriace objecto de toda a importancia, e de taes
ormalidaes revestido, que torna-se mni moroso :
na Franca acontece o mesino, e isto desde pocas
as mais femlas, lia mais de cinco seculos, no lem-
po de Pilippe o Bello, j ha urna urdenanca real,
determinara que as desapropriaces por ulilidade
publica s tivessem lugar depois de prevada a sua
necessidade. Esse preccilo foi julgauo lo neces-
deule acha que deve approvar a emenda, que o
tara, que eu voto contra ella. (Milito tan.]
Discurso do Sr deputndo .i Portelln,
prouunciudona sessaode S do cr-
rente.
O S. M. Portella Sr. presidente, ped a pala-
vra lendo em vista tres cousas sustentar urna
emenda que livea honra de apresenlar ; comba-
ler, ou pedir explicarcs a respeito de una emenda '< e 13 da lei n. citado de 10 de agosto de 1S8.res
aprescnlada pelo nobre depulado que se amonta do i 6:000$.
outro lado (o Sr. Martina remira] e responder a al- j Est pois visto que esla casa dous anuos depois
gumas proposires do nobre depulado que se as- de reformada a nsUurrao publica, jiilgou subsis-
senla no principio desla bancada ,o Sr. Sonta liis, tcnlc a lei de 18S8, e esla simples leitura que liz
ouantn prmeira, islo em relaco emenda por me parece siillirienle para mostrar ao nobre depu-
miui apiesenlada consiguanda a quonlia de l.-OtXlj lado que a sua arguuienlaro nao procede,
para prepararan e acoiitlicioiiauenlo dosobjectos do '
musen do Gymnasio provincial direi alguma colisa,
porque rendo lanas emendas sobre a mesa, receio
que esta va ter a sorle quo militas vezes lem lido
as ditl'ereiiies emendas que em laes orcasies se
costumain apresenlar. Se j estivesse impfnsso a
relatorio do regedor do ymnasio, eu me dispensa-
ra de dizer alguma couja sobre esle assumpo, mas
nao o oslando, como anda nao estn mullos outros
documentos quo sao appensos ao relalorio de S.
K\c, peco licenca casa para lr a parte do relalo-
rio desse empregado relativa ao museu. Diz esse
funcionario o seguiulc {ti).
Musen. V. Exc. nao ignora, pois so dignou
visila-lo no da 4 de dezembro, quando esleve ex-
posto a quom u quizesse ver, que existe oeste cs-
labelccmenlo mu principio de museu, uolavelmen-
leadiatilado para o lempo em que comecou, c an-
da mais em relaco aos mcios que se lite lem pro-
porcionado. Nao aprsenla de corto em algum de
seus ramos collecres e classes completas ; masji
abunda em volales n insectos; tem alguns peixes
e quadrupedes notareis, tainbem alguns crustceos,
REVISTA DIARIA.
Tendo a assembla provincial volado lionrem
o ornamento municipal em 31 dneussio, o encerra-
menlotla assembla devora realisar-se boje, vislo
estar lermiuado o prazo da prorogareo, e nao ha-
ver necessidade de oulra.
Por nina caria qne anle-honlem recebemos
de pessoa competente, lomos informados de que no
dia 23 de abril complelnu-se conforme ja annuncia-
inos a obra da eaenvaceo do luuel, que se construa
adiaule da villa do Cabo, no lugar do Pv.io. Por
essa occasiao nos certificaran) de que as obras da 2J
secro da nona estrada do ferro continuara em ra-
Indo progrosso, estando ja enllocado- os Iridios de
erro do tnel, o cerca de duas niilfias de estrada
promplas a reccb-los.
Corre que o Sr. I)r Joo Silveira de Sonta,
presidente da provincia do Cear, pedir a sua exo-
neracao. ,
De ClHires o nesso correspondente escreve-
Re!:i<-:"n> das pessous proniuit-iatlas
na Htinarra de Paje de I'lores,
que uito se nchain presas ou allan-
tadas.
1 Manoel da Rucha, pronunciado 00 art. 192.
1 Antonio Prudente, dem dem.
3 Manoel, cscravo de Antonio Prudente, idein
dem.
I Benedicto, dem dem dem.
5 Joo. dem dem idriii-
(i Francisco, dem dem dem.
7 Joo de Araujo, id^lli dem.
8 Jos Ferreira, dem dem.
!l Joo de Sant'Anna, idem dem.
10 Jos, escravo, dem dem.
11 Manoel, escravo, idem idem.
12 Manoel de Torres, dem idem.
13 Jos Nolasco, dom idem.
14 Goucalo, escravo, idem idem.
15 Silvestre Pereira de Oliveira. idem dem,
10 Manoel Mendes, pronunriado no arl. l--
17 Jos Mendos, pronunciado no arl. 193 e 201.
18 Jos Uaptisla Cnnralves, idem idem.
19 llernardo Jos da Rocha, id.....idem.
20 Manoel Barbosa, idem no arl. 192.
21 Joo Snnes, idem idem.
22 Joao Pacolo, idem idem.
23 Manoel Pilippe, dem idem.
2i Joaquim Nones da Rocha, idem idem.
25 Jos Rodrigues, dem idem.
26 Joo Evangelista,idem dem.
27 Manoel l.cile, idem idem.
28 Francisco Tenorio, idem idem.
29 Amaro Gomes, dem idem.
30 Antonio, escravo, idem dem.
31 Manoel Mendos da Silva, idem idem
um bilbete de siza assignado pelo colcctor, e no
qual bilbete supposlo guras.-r-n meu nome, toda-
va nao era minha a leltra pela qual estava eheio u
tal bilbete, e nem verdadeira a minha assignalura,
396:1339512 I verificando eu qne o colcctor mantlava enrher bi-
6:536)637 | lteles e uiaiidava assigoaro meo nome sem meu
roiilierinienlo ; como porque anda quaudo nao se
livesse dado laes fados, nao me pareca iiiuilo cu-
rial continuar a pralica alenlao seguida.
Recusando o colleclorsalisfa/er a minha evigen-
cia, eu dngi-me immedintamenle ao seu fiador o
rommendadur Francisco Paes Barreta, narrei-lhe
52:0009 2:700g000 ; tiraste a sua llanca.
----------1 Tambera me dirig ,in Ulm. Sr. inspector da tlie
49:300}000 \ snurara, o qual depuis de ouvir-me disse-me que
leudo rhegado ao seu conhecimeulo alguns actos
praticados pelocolleclor, linliadeinitliilna este, re-
conimendou-nie que eu procurftssc rerebor os l-
vros, que, como j tlisse, se achavam em poder do
collector para entrega-lo tliesouraria, o que rom
elfeilo ti/, visto que, pondo-me tle IM19SC dos litros
e ia/.endo os laucameiilos tos rect hunenlos de que
linha noticia, entregue! ditos livros quando me fo-
ram pedidos, nao obstante os mcios empreados
pelo collector para subtiahi-lo.
loi em presenca dos livros apresenlados por iniii
ajudados cora as certidocs que datara os labellies
que foi couhecido o debito do collector : debitoque
liiegou a oilo ounovecontos doris, os quaes foram
pagos pelo fiador como consta da Ihesouratia. Foi o
colleclnr deiniltido, e ou coiilinuei a exercer o lu-
gar de l-setivo, ate que em 1852 nao me rolivindo
mais exercer tal lugar pedio oblive demisso.
I'.u poderia apresenlar documentes para provar
que arabo de dizer ; mas prescindo de tal apresen-
laro, porquo o quo lira dito publiro e uolorio
ilia 2. i les de lis. 4 a fls. 10, vislo que lem cessado os seus
Assnrar mascavado americano baixn 2g450 por pjgamenlos: pelo que declaro o niesmo Oliveira
llego em estado dequebra cflxo a poca legal da
arroba.
i'rcd. Roblliard, presidente.
V. BorgVs, secretario.
19:33Oi0l
496)309
15:0359101
3
15:035311)!
Caixa Filial do Banco to Brasil
em PenMunbco.
Em 3 de innio de ir,!i.
Directores da semana os Srs. :
Antonio de Moraes Comes Ferreira c Francisco
Joo de Ranos.
A caixa descont letras a 80/0 aoanno, toma sa-
ques sobre a Draca do Rio de Janeiro, c recebe d-
iiheno a premio a 60 0 ao auno.
NOVO BANCO
FEn&lilBIJCO.
KM 3 DE MAM DE I8S9.
O Banco descont na presente semana aSOOao
auno al <> prazo de 4 mdzes, o a 9 0 0 al o de 6
i,u/es, e tonta flinheiro em conlascorrenlessimples
ou com juros pelo premio e prazo que se con\ en-
donar.
Caixa Filial do Hunco do Brasil
em Pmmmbuco.
Para facilitar o examr das tirinas, que figurarcm
u.-.s letras que se nfferncorcm a descont na Caixa
Filial do Raneo do Brasil a directora desla ruga aos
Sis. negociantes e a quera mais a medida adopta-
da inleressar possa, que se diguein de vir assignar
as suas razossociaes e firmas individuaos em um
referido estabeleci-
nestai comarca, e niesmo porque rae parece que OI |vr0 creado para lal (un no
simples fac de ter sido demiltido o collector, e ment.
continuado eu a exercer o lugar de escrivo, son-
da inspector da Ihesouraria o lllm. Sr. Joo Con-
calves da Suva, cuja prubidade e rectido nao po-
den) ser Contestadas, bstenle para provar que eu
peanle o niesmo souhor inspector ine jusliliquei, e
uiosirei-ine alheio aos arlos platicados pelo col-
lector.
Batanete do A'ovo Raneo de Peratnm-
liueo ein :tO le abril de 185.
iKiuro.
Garanta de erasso valor nominal
998:10 (SITO. '......
Ura, avista do expendido nao ha quera diga (ex-
cepto os meus inimigos) smenle pela apresenla-
5*0 de um ou dous bdheles, cojos lanramcnlos nao
exisiem no livro respectivo, que en fui con vi vente
as fallas do colleclor ; e por isso criminoso. (Juan-
do niesmo nao houvesse os fados, que Dcam escrip-
los, a simples falta to lanramento de um ou mais
inlhetes naocra bstenle para qne en fosse iulgado
criminoso : nao s porque podiaiu laes fallas ser
lilhas de um descuido, tle un esquecimenlo, sem
que fosse presidida pela m t, como porque fallas
iguaes se tlcram em varias colleclorias, e para et i-
t.i-his foi preciso dar a Ihesouraria os hilhelesimi la-
loes ; arala assim exige restrictamente as cerli-
tlt'ies dos conlralos celebrados nos respectivos rarlo-
rins para no ajuste de conlas se mohecer se ha al-
guns engaos, e seren corrigitlns raso existam; rc-
sullandn dahi que neiihum prejuizo solfrea fazen-
tla pela falla de qualquer lanramento.
Orniais, lendo eu servido por esparo de oilo an-
uos o lugar tle escrivo da colleclorfa geral, epor
ouiro lano lempo o do colleclor da provincial os
meus inimigos depois de revolveren! lodos OS car-
inos desla comarca e as laesourarias apenas acha-
rara as duas fallas, tle que IraUm os documentos pu-
lleposito
boiras caucionadas.......
Letras depositadas.......
Ar.-oes depositadas......
Letras descontadas.......
l.rtras protestadas.......
AlUguel de rasa.......
t'orueciinenlo........
Juros...........
Ileinessas..........
Saques ..........
Despena geraes.......
Caixa. Notas do Ihesouro, banco%
caixa filial, ouro. piala e cobre .
72O:610g238
72:001130110
112:8811620
lll:x00208
46:370j000
2.940:137*733
4:5tl500
2:100siMMI
18:834Jlflil
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863*510
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Res. 4,578:6328109
-1 ,'I.llitlfl .HCIIIJt-> lltl .^11* U. IUl-'ll "- I i r i r w .- A i
32 Joaquim alaquias de Almeida, idem no arl. bl.cados, fazendo assim lio grande alarme para pro-
II I varenf que eu como esertvao da collcrloria deixei
33 Paulo Pereira dos Anjos. idem dem. | {! ^"'.V *mm \ '"lr'',--"ll 1"" -
fosseis, rochas, grande numero de raineraes, e urna nos em dala do 23 :
porco de plantas seceos. Porm, Kxm. Sr., aquel Depois de Iriuta oanlos das di* sol tiremos no
se redaztru esta quantdade que existe, como pode- : dia 18 desle unas churas queja nao achou vivas as
r ter o museu o incremento desejado, se conli- lavouras que se liaviam plantado,
nuarein a ser negados os raeios, de que necessila ? \ Os gneros de prmeira necessidade, lem de-
No exijo que se iiomeo e se gratifique a quera delle sappnrecido, e a caresta delles sobe uecossaria-
se encarregue, porque no ponto em que se acha, mente. Temos carno de 89 e farinha (quando ha)
anda posso velar por sua conservacao : sim que : do 1$I20 a cuia.
pouco pouco se lhe deem arommodacoes preci-| Ksle oslado ja por s deploravel irapeiora a fal-
sas, como dous armarios por anuo, que baja rom la de troces muidos.
que se compren) as drogas preserralivas dacorrup-
cao, laboas poleiros, aramos, inslrumeulos para o
rabalhn, e grande porro do algodo, e aliu disto
algum diuheiro com que se pagiiem osobjeclos, que
se niaiidam vir de dillerenfes podios.
visla dislo, Sr. presidenta, eslou ronvenculo
ue nenhum dos nobres depulados so recusar a
ar o seu vol para a consignaco da pequea
qnanlia que tende, seno, a desonvolver esse csla-
belecimcnto nascenle, ao menos a fazer com que
se nao delerioieiti osobjeclos que ja de alguma
importancia all se achara.
Sr. presidente, eu posso'nflirmar casa que al-
guiuas pessoas entendidas, quer nacionaes, quer es-
trangeiras que tem passado nesla provincia e que
por curiosidade tem visitado o museu do Gym-
nasio, colculam ou avaliam em muilo osobjeclos
3ue all csto, e admiram inesmo corlas curiosda-
es que alti so contem.v Consla-mo mesmo que ha
quem ofiereca por taes objeclos alguns conslos de
ris, com vistas de ir vende-losna Furopa, ou mes-
mo no Rio de Janeiro, ganhando bastante.
Se pois a assembla decrelou una aula de scien-
cias naluraesno Granaste, se reconhece a necessi-
dade da continuaro dessa aula, ha de concordar
lambem na necessidade da existencia do musen, lan-
o mais quanlo, pouco ou nada museu, vislo que elle lilho duaclo do regedor, e
do desvello do distincto lenlo de historia natural,
3uc com urna paciencia admiravel, e sem eslipen-
o algum extraordinario, lam-se dedicado a per-
correr os suburbios da cidado e adquirir esses
objeclos, prepara-los muilo convenientemente, e
classificando-os segundo a sciencia.
Se os nobres depulados tivessem visilado o mu-
seu, veriam o pouco espaco que existo para a guar-
da desses objeclos, a deficiencia de armarios ele,
notariato a diversidade que ha de objeclos dos trez
reinos da nalarcza, o a necessidade dc-suamellior
enllocaran, hacend rommpos para isso.
A esle respeilo, pois, nao devo acrescentar mais
nada, objecto de reconhecida utilidatlc.eaquaiitia
lo pequea que eu espero uo ser reusada pela
casa.
Agora quanlo ao segundo ponto para que pedi a
palavra, islo para combaler a emenda do Sr. Mar-
tin Pereira, ou anles para pedir-lhe explicacocs.
Eu nao eslava prsenle quando o nobre depulado
explicou a sua emenda, apenasli boje no Diario a
sua justificarn.
Sr. presidente, eu enlendo, que quando em cer-
tos estalieh cimentes se deseo a miuudencas. por
assim dizer, um pouco insignificantes, de algum
modo se pesa um arbitrio razoavel que devem Icr,
e nocessario que teuhara os directores, ou admi-
nistradores de laes eslabeh-cimenlos. Se eu nao
visse frente do Uvmnasio um homein lo dislinc-
lo, como o Sr. padre Joaquim Raphael, cuja pro-
bidade o nobre deputado foi o primeiroa rceoiiho-
cer e confessar, cu (Icaria cora meus escrpulos, e
talvez nao obstante aquclle principio, me resulves-
se a dar o meu vol emenda do nobre deputado,
: mas lendo conhecimento cabal nao s6 do carcter
sacio e salutar, qu at a cunvcca em 89 deca- daquelle fuucconario, como da maneira porque el-
U povo no geral, asIsnfTronilo tome, algutnas
bexigas, e em certos pontos do lermo [ubres que
querem que seja a'araaralla.
Fallemos agora da aecusaro que o correspon-
dente do Brejo para o Liberal j'i'rnainbucano fez a
nosso juiz municipal Montfiro,pnrno ler instaurado
anda o processo pota morle do Porlngoei Krnesto
Pinto. Esse processo esl ateando desde a mor-
le, e se nao lem huvujo depoiinenlo lera sido disso
causa a dillicu|dadc que ouoiintta u l)r. ont arliar
as testemuuhas, lauto que lam-se (ein inquilisos
de algumasestes dias, nada lem querido ellas de-
pdr. preciso que por ah nao se facam injusli-
cas a esse magistrado, at boje digno do cargo que
oceupa.
Diz o fercalilildePelropolis :
No da i de abril leve lugar um lastimoso espec-
tculo na fazenda daOlaria.pcrlenceule ao Sr. Jero-
njiiio Sal vio, situada a una legua alm do lugar
rou que ninguem seria privado de sua propriedade
se uo por necessidade publica legalmcnto rontas-
tada, c depois de urna justa paga. Ora, senhores,
aquillo que nem a Franca revolucionaria fez, que-
remos nos fazer hoje A Franca dominada pela
vertigem da revoluco, nao aniquilen a garanta da
audiencia previa..."
Um Sr. Deputrdo :=No carece ir lo longe,
basta recorrer i nessa couslluico.
O Sr. Mello Reg (Roap/iacl): E verdade ; pa-
ra que ir lio longe ? A nossa conslitui^o e a nos-
sa legisliro mesmo, a lei que esta assembla votou
sobre desapropriacao, eslabelece um processo mui-
lo regular, todo revestido de formalidades que real-
mente nao podem ser poslas de parte ; ouve-se a
parle, fazem-se editaos convocando-se os interes-
sados, nomeom-so arbitros, (orm.i-.se ura jury etc.
Mas o Que faz a emenda ?...
Um, Sr. Depulado : = Nao pretere essas formali-
dades j
O Sr\ Mello llego [Itaphatl): Prelere, porque
desde que se decreta a desapropriacao, tetn-se ro-
roiiheciilo a sua ulilidade ou necessidade. E esta
casa a ompolenle para isso '?
Sr. pfcstdenle, necessario quo nos, por nossa
parle, quando livermos de legislar, quando liver-
mos do [lomar qualquer deliberac.ao, mormenle so-
bre qeejrtous de certa ordem, procedamos someote
cora v til as no interesse publico, que nos esqneca-
raos dei nassas affeicoes, de nossas amisades : por-
que eslps nao devem influir as decisoes de urna
corponjro como osla assembla, cujos aclos devem
tero zcjfo dajustca.
Sr. presidente, felizmente chegaram hoje casa
as infofrnaroes que a cumniisso de oreamenlo mu-
uicipaljpedio acerca desla questao : mas como vejo
que a lora est muilo adiantada, vou resumir o
que terjho u dizer. Para mim, senhores, passe a
emenda ou nao passe, a queslao Velloso e Joan
Ferreii esl mora, a desapropriacao nao so ha de
fazer, cmara nao a propoe, e esl em seu di-
reilo ni o a effectuando...
Um Sr. Deputado : Felizmcnle contra a opi-
nio di cmara abi esl o bom seuso do
raiva.
O Si Jfdio llego {Raphael): O bom sonso do
Sr. Sai liva, nao podo ser superior lei, que exige
propos a da cmara ; e visto que tal proposta nao
existe a deupropriacfto nao o far. Islo no
urna p ofecia, para mim urna re.ilidade ; porque
a ling agem franca com que a cmara se ex-
prime ne tu reconhecer que ella, por dignidade
Sroprii., pelo respeito que deve a lei, nao concor-
ara cim urna dosapropriaco, que nao se funda
em utlidade publica ; olla nao a propoe, nao a pe-
de, oa i a deseja ; eis os termos que ella emprega
na sua informaco, qne 6 extensa c da qual somenle
lerei < que vem ao caso,por nao quorer alargar-mo,
Dep is de expOr as raziies porque nao tem sido
allcntl das as reclamacoes do pretendente Vellozo, nenie como no fim do anno. Quauto tabella, cu
le procede naquelle eslabelecimenlo devera per-
guntar ao nobre depulado qual a razo porque elle
quer que se fo-mule aquella tabella de comrdorias
para os alumnos c empregados internos se julga a
alimcntaco iosufllcientc, ou se acha que de
mais...
O Sr. M. Pereira :r=Ncm una, nem oulra co'usa.
O Sr. M. Portella :=Scjnlga tiue insufllcienle,
eu convidara ao nobre depulado o a qualquer ou-
tro, para que em occasioes o dias iucerlos, c na ho-
ra do refeitorio all apparecessem inesperadamen-
te como en tenho feito, e observassem a par da
simplicidadc da mesa, o asscio e sulllcicncia da co-
mida.
Senhores preciso allender-se que de ordinario
noscstabcleclnienlos dcsta ordera, os regedores ou
os funecionarios incumbidos da adminislraco nao
vio a mesa.mas all ha mais essa garanta para que a
alimentaru seja sa e sufciente, por que lano o
regedor como o censor vio seular-se mesa o al-
moram ejantain conjiinctamente com os alumnos.
Se o nobre deputado dissesse que era de mais a ali-
inetilaco, alein da prova em contrario, resultante
dos suidos annuacs lambem lhe pedira que flzesse
a mesma vsila de 'obseraacao, para que assim po-
desse apreciar os pontos, ou a base que leve para
apresenlar a sua emenda. Mas o nobre depu-
tado diz que nem urna cousa nem nutra, por tanto
nao sei que razio tete para isso.
Quer o nobre deputado que o saldo da despeza do
Gymnasio, seja rccollda mensalmunle ao cofre pro-
vincial.
Senhor presidente, das conlas da receita e des-
peza do Gymnasio no anno passado, vi-se o seguiu-
lc: [l)
Desde o Io do Janeiro al o ultimo de dezembro
do anno prximamente lindo, receben o ecnomo
de penso das 3 classes de alumnos deste cslabe-
lecimento a quantia de 15:8109938 : e despendeu
rom a tulla dos empregados inferiores, com a com-
pra dos gneros precisos e pequeos colicortos de
moris e da casa a quantia de 15:6258058, licando
de saldo a favor do eslabelecimenlo 1858880.
V o nobre depulado que tendo a lei de 1855 es-
tabolecido a qnanlia que devia pagar cada alum-
no, todava nao obstante o encarecimento dos g-
neros, tem o regedor do Gymnasio procedido de tal
modo e com tal economa, que sempre tica saldo :
o regedor uo lica com elle em sen poder, mas nao
pode rccolhe-lo mensalmcnte, por que isso Irar
difliculdados.
O nobro depulado sabe que um eslabelecimenlo
daquclla ordem compra os gneros de que carece
em grosso, como por exemplo, harria de manteiga,
canoas de lcnlia, farinha ele. Se secoinprasso em
pequeas porrees poderia no fim do mez saber qual
o saldo e recolhe-lo, mas nao sendo assim, so no
Um do anno pode enlrai para o cofre di provincia
com o saldo, o tanto faz entrar com elle mensal-
denominado l'.orra.
Estando urna grande quantdade de plvora de-
positada em um paiol para ser consumido em unas
minas que na mesma fazenda se esto abrndo, fo-
ran tres meninas e tres meninos (ilhos do Sr. Sa-
tyro, ejuntamente algumas crioulaa esclavas, ao
dilo paiol, levando coiusigo una acha incendiada,
ignorando, como enancas, o perigo que as ameaca-
va. Acontecen eommuoiear-sc o logo amatoria
inllammavel, e breve relroou o estampido da explo-
so, lirado do soccorro para as innocentes victimas
que liraram urna mora e as outras desacordadas e
quemadas.
Felizmente, gracas ao soccorro de urna herona
prela, que se arrojou s chammas para salvar as
mfelizes enancas, e presteza com que linios vie-
ran em seu auxilio, devu-se o uo ioruar-.se mais
lastimoso o surcesso.
O paiol dcsapp.ireccu ein breves instantes, c
no seu dcsapparecimcnto foi arompnhado pelo ai
derradeiro de urna desventurada menina de 12 ali-
os, filha do Sr. Satyro, que inorreu iuslaulanoa-
menlc, e pelos gemidos das que partlharain do
furor da plvora.
Das crianras salvas do incendio unase acha
em perigo, porm as oulras nao inspirara receio.
(.hundo narramos ura facto semelianle sempre
argimos o descuido como culpado, mas neste nos
acontece o contrario ; uo foi o descuido, e sim a
inexperiencia infantil, a verdadeira r.
I.-se na Patria :
De parlicipacn official consla que -no da 8 do
mrente, s 6 ,', horas da uianua, na cadeia do
Pirahy, na occasiao em que o carcereiro (ochava a
grade da prisu, que baviasido aht-rla parase fazer
a limpeza, o desertor Slvino Jos de Sant'Anna,
precipilou-so sobre a mesma grade, o procurou im-
pedir quo olla so feehassc.
Acudram dous policaes que se achavam de
guarda u conseguiram obstar a saluda do preso
sendo era tal conflicto ferido gravemente um dos
mesmo- policaes cora un caivete por aquello de-
sertor, que lambem Hcou ferido com urna rutilada
que receben do ouiro policial.
O delegado de polica, o Sr. Joaquim Manoel
do S, fez o corpu de delicio nos ferimentos, c pe-
las averiguacies a que proceden veio Boconhcci-
ineuto de que os demais presos achavam-so com-
binados com Slvino para leutareui a fuga, mas que
o abandonaran! na occasiao em que ello iuveslio a
grade.
Passageros do hiato naconol IneeMinal, sa-
bido para o Aracaly:
Antonio de A. Pereira e urna sobrinha, Pedro P.
Tinoco de Souza, Joo Jos Ferreira.
Passageros da barca porlugucza Tejo, sabida
para Lisboa :
lvo M. de Almeida, Leopoldo Jos da Silva Vian-
na, Jos .Mara da ('.osla Randcira, sua senhora, sua
sogra e una lilba menor, Antonio I. de Oliveira.
Maladouro publico. Malaram-so no dia 1o
do ntrenle, para o consumo desla cidado, 89
rezes.
No da 2 do mesmo, igual numero.
Mortalidade do dia 3 :
Manoel Gonralves de Moraes, branco, solteiro, 22
anuos, tubrculo pulmonar.
Francisca, parda, 18 raezes, bexigas.
Amia Mara da Silva, branca, vuva, 58 auno-, um
hepalile.
Antonio da Silva Cabral, branco, viuvo, 80 anuos,
diarrha.
Joao, branco, 3 raezes, espasmo.
Alexandrina da Annunriaciin Raptisla, parda, vu-
va, 30 annos, molestia Ulterior.
Jos Antonio da llora l'.avalcanli, branco, casado,
55 anuos, urna polinomio aguda.
Luiz, pelo, escravo, solteiro, 25 annos. pbtisica.
Ilotpilal de caridade.Kxislem 51 homens, 44
mulheres, nacionaes ; 1 homem estrangeiro e 2 es-
cravos: total 98.
Foram visitadas as enfermaras pelo cirnrgio
Pinto as 7 horas e 10 minutos, Dr. Dornellas 4s
8 1/2 horas da manha, I ir. Firmo s 51/4 horas da
larde de hontem.
Anj
3j II. Joaiina, idem no art. 192.
33 Joo Manoel, idem idem.
:l( Antonio, escravo de I. Jeanna. idem dem.
37 Francisco Xavioj da Rocha, idem dein.
3K Manoel Gomes Rezerra. idem no art. 201 o 11b.
39 Manoel lavares, idem no arl. 192.
40 Joao Raptisla Grande, idem dem.
41 Jos (aiibiraba, idem itlein.
42 Gamillo Rodrigues Agr, dem idem.
43 Jos Monlriio, ideui no arl. 193.
44 Joaquim Francisco do Nascmenio, idem no arl.
192.
45 Francisco Jos Vcrmelho. idem no arl. Si.
46 Josi: Na/ario, idem no arl. 201.
47 Joao Daptista Chaves, idem no arl. 269.
48 Francisco Jos Vcrmelho, idem idem.
49 Antonio Rodrigues, idem no art. 125.
50 Jos Joaquim, idem idem.
51 Francisco Xavier Pereira, idem idem 1*. O Z'.
parle.
52 CliristovoCorrea da Silva, idem no arl. 201.
53 Antonio Pereira, idem no arl. 192.
5i Joio Cernes, dem idem.
56 Vdlenlim Manleiro, dem idem.
56 Joaquim Fernandas, idem idem.
57 Francisco Fcrnaudes Vieira, idem idem.
58 Jos MarianoCigauo, dem dem.
59 l.ourenco l.eile Ferreira, idem no art. 201.
00 Pedro Gomes, idem no arl 193.
61 Joaquim Guedes, idem no arl. 201.
62 Joaquim Jos de Sant'Anna, dem idem
63 Francisco Pereira da Silva Arco-verde, dem no
arl. 219.,
64 Romo Antonio % -reir do Nasciinento, dem
uo art, 296- r .
15 Antonio Muilz da ununclarao, dem dem.
66 AurelianoM'einan's Muura, idem no arl. 201.
Ii7 Glaudino Augusto da Nalivdade, idem idem
68 Joo Maria da Silva, idem no arl. 125.
69 Severino Mondes da Silva, idem no arli 201.
70 Severino Jos da Silva Mando, dem idem.
71 Francisco de Magalhes Bastos, idem no art.
269.
72 Gustavo dos Santos I.metra, idem no arl. 20 i.
73 \ ictoiiano Alvesde Siquuira, dem nos arls. 201
192, c 34.
74 Vicente Marrcirn, idem dem.
75 Manoel Fonco. idem nos arls. 192 e 3i.
76 Jos, escravo, de Vicloriuo Mendos, idem idem
idem.
77 Severino de Siqueira Campos, idem no arl. 201.
78 Joo Coboculo, dem no arl. 3 da le de 26 de
ouiubro de 1831 e art. 297 do cod.
79 Francisco Correa Alhayde, dem no art. 201.
80 Andr Pereira da Silva, idem idem.
81 Jos Clemente da Silva, dem no arl. 297.
82 Candido Jos da Silva, dem no art. 229 comb.
com o arl. 232 do cod.
83 Benedicto Alves Pereira, idem no art. 24)1.
8 i Antonio Correa Telo, dem idem.
85 Leandro Ferreira de Rrilo, dem dem.
86 Delliuo Pereira da Silva, idem no art. 222.
87 Boaventura Barbosa, idem no arl. 201.
S8 Marlinho Gomes da Silva, dem 205.
89 Goucalo Gomes Damasin, idem no arl. 201.
Fn'ram rccolhidos casa de delenco em 27 do
abril, homens 4, sendo livro 1, escravns 3 ; a or-
dem do delegado do 1" distrito 1; do subdelegado
da fre;:uezia do Recite 3.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
llo'nlem na assembla provincial, depois do ex-
pediento, Iratou-se da 3" discusso do projecto n-
30 de 1858, que eleva a povoario de S. Bcnto a
cathegoria de villa. O Sr. Tcixeira de Mello apre-
sen.ou urna emenda creando mura villa em Papa-
cara, que foi apprnvada, Orando a volarao do pro-
jecto adiada Rtea 2* discusso das emendas.
Volaram-sc em, seguida as emendas do orramen-
to municipal, c as posturas da cmara do l.nuo-
eiro.
O Sr. Souza Rcis requereu urgencia para dls-
culir-se as posluras da cmara de tiaranhuns, oran-
do o autor do requerimento os Srs. M. r.av.ilranl,
Kpamiuondas, Duailc, Rarros de Larerda e Raptis-
la. Nao hnvvndo numero para se volar, o Sr. pre-
sidente levaiilnu a sessio.
A ordem do dia de hoje a contiuuaco da aulc-
rior.
Correspondencias.
bido e consla d-is lliesourarias que grandes arrcc.i-
ilaroes se lem feilo as colleclorias desla minara.
Comprima advertir que eu romo egerivao nao po-
da loruplelar-iue rom os taes 291)4, que foram re-
rebidos pelo colleclor e que por ellcs o resptuisa-
vcl em face da lei.
Fis o que tenho a dizer sobre os documentos ;
agora direi duas patarras aos autores da publi-
caeo.
Nogastarei mais lempo para defender-mo sobn
orecebimenlo da mea siza dos escravos do Rallar,
porque o que eu disse na minha correspondencia do
6 do correle no'foiMcstruidn pela jurdica e lgi-
cas arguraenlariies do doulo mentor dos inens ini-
migos, cuja ignorancia sobre as disposicoes da nos*-
sa iegislaeo lal que nem .10 menos se allreveu a
fallar na ordem do Ihesouro de 1 i de selembro
do 184f, a qual confirma linio quanlo cu disse na
minha correspondencia.
Se en devo ser considerado, como dizem os auto-
res da publicarn meiiihro da companhia do Uro : se
] eu devo ser responsabilisado pelos faelos nienciona-
: dos nessas publicarnos que o publico tem lido, e que
lem sido por mim destruidas, com maioria de razio
devem ser considerados menibros da companhia do
tiro e serera responsahilisados, aquelles que, segun-
do rae parece, sao autoies de laes piiblicacoes, e
enjos fcilos por mais de nina ve/ lem sido publica-
dos pela imprema, sem que al boje loaba ppare-
cido urna defeza satisfactoria ; porque alguns appa-
recem dizendo que nao qtierom-so justificar pelos
jornaes; o outros romo o Sr. Mavignier querendo
defender-se nao o cousoguio : porque para provar
que nao locuplelou-se cora as heranras dosinfeli-
zes Valerio e sen eunhado, seria preciso que o mes-
mo Sr. Mavignier livesse provado qu pagou a im-
portancia porque se diz vendida as heranras, o que
de corto nao provou cora os documentos que fez
publicar.
Devem pois ser membros da companhia do Uro
aquelles qne querem fu atar propriedade da Sr." D.
Auna Hollina Paes Brrelo, e qne rae votam odio
porque me tenho opposlo s suas prelences, che-
gando a asseverarem que cu nao tenho procurarn
a dita Sr. I). Auna para fazer lal opposiro, quan-
do nos autos existo prororaro, passada pelo tabel-
lio Araujo : deve pertenrer companhia do Uro e
ser responsabilisnuo aquclle que sendo juiz sup-
plenle deu urna senlenra contra nns pobres orphos,
e romproo dahi a 4 dias aquella a favor de queui den
a senlenra duas moradas de casas por 1:0008, sen-
do que poucos dias anles o lal vendedor linha en-
geilado por ditas casas 6:000$000 .- deve perlencer
anda companhia do tiro, c ser considerado che-
fe aquello que arvorando-se medico olTerece-se para
curar gratuitamente, e depois quer por forra rere-
ber cen mil ris por duas tiesos de hnmcopalhia :
deve ser considerado lambem membrn da compa-
nhia do Uro o p. de (-apellas que pedio a um inle-
ressado na arrcmataoo de uns bens de rapella
1:800$ para dar parecer favuravel, e como nao fos-
se allendido o seu pedido, oppoem-se quillo em
queja harte concordado : aquellnque sendo advo-
gado leve a corageni de apresenlar a um juiz um
requerimento assignado por ura individuo, que ha-
va niorridoha mozos, pedindo que tal requeiimeii-
lo fosse despachado com dala itrazMut ; sendo que
o lal despacho resultara graade prejuizo a lerrei-
ro ; eaquclle que uo ha mullos dias mandou ou
quiz que um oliiri.il de juslira ccrlillcissc ler rila-
do a um individuo que s achara fura Va co-
marca.
Concluindu, pois, direi aos meus inimigos que
respoudendu s suas publicacoes, s lenho por lira
jusiiflcar-me para com o publico, e para com as
autoridades.
Villa do Cabo 29 do abril de 1859.
Jote Paulo do llego Brrelo.
CBBMTO.
Capital..........
Kmissn..........
Depsitos da diroero......
Letras por dinheiro receido a juros.
Tilulos era cnirao......
Cuntes correles simples.....
Conlas correnles cura juros .
Fundo tle reserva......
.1 i-e Antonio de Figueiredo Jnior.
Knowles & Fosler......
Cosa ei Filhos........
Dividendos.........
Ilesrollltis.........
I oininissn do presidenlee gerenles.
Juros da garanta decrasso. .
Lucros e pedas .......
2,0ilO:O00$O0O
l,99O:00Oj00
72:MJO|000
18:2KlSIr)il
157:570$2IW
1 M-nii'i
196:669(037
12:621 $1)50
23 5378761
2:1978559
11:4395286
2:431 IgOiM)
90:0198115(1
2773777
626$8yx
5U0>"167
L-xistcncia dcsta contar do dia 27 do correle. No-
meio para curadores scaes os cretlores Soulball
Hellors&C., e para depositarios interinos os ere-
dores Flix Sauvagc & C, e prestado pelos primei-
ros o juramento do estro, e pelos segundos assig-
nado tormo de deposito ; o escrivo remetiera copia
da prasente ao juir de paz rompetenlo para a posi-
r.io dos sellos que mando se ponham em lodos os
iens, livros c papis do fallido. K sendo esta sen-
tenca publicada na forma determinada nos arls. 812
do cdigo commcrcial o 129 do regulameiilo n. 738
se darn as subsecuentes providencias proscriptas
pelos in.-sinos cdigo c rcgulamento. Recite 30 de
abril de 1859.Anselmo Francisco l'erelti.
Km cumprimeiilo desla senlenra convoco a todos
os credores do dito fallido, para no dia 5 de maio
andante romparecorem na sala dos auditorios 4s 10
lunas da nianba, alim.de se proceder a Hornearan
de depositario ou depositarios.
K para que chegue noticia a lodos os credores do
anle-dilo fallido, luamb-i passar ediUes que serio
affixados nos lugares do costumo e publicados pela
mpreusa.
Dado e passado nesla cidade do ttecifo aos 2 do
maio de 1859.F.u Francisco Ignacio de Torres
ll.indeir.i, escrvio do juizoespecial docouiiuerrio
o lz escrerer.
nxelmo Francisco Perelti.
O Dr. Anselmo Francisco Perctli, cnmmendador d:i
imperial ordem da Rosa, juiz de direilo, especial
do commertio, nesla cidade do Recite de Per-
nambuco.
Par saber pelo presente qne Jos de Mello Cos-
a Oliveira me dirigio.por escriplo a policio se-
guiule :
liiz Jos de Mello Costa Oliveira commercianlo
estabelcciilo nesla prara que acaba de receber dos
carias de aviso do escrivo dos protestos de lelras
commiinicando-lbe a apresenlaco para protesto
de diversas letras em que se diz figurara llrnia do
supplicante como responsarel pelo fallido Jos
Duarle de Oliveira llego, apresenladas urnas por
parle da caixa filial do Banco, oulras por parto do
llabe Schoiett.m Jr C, Jos Nunes de Oliveira, Al-
varo e Magalhes Charles Chapront, e pelo que o
supplicanle nao firmn laes lelras a exceprao do
urna do valor de 2:850j7 sacada pelo supplicante
aceita pelo fallido em 30 de novemKro de 1858 a
0 raezes, e endossada tambera pelo supplicanle a
i tle dezembro do mesmo anuo sendtconsequen-
lemenle a Urina falsa que se diz figurar romo sua
as oulras cima indicadas, vem prolrslar como
pelo prsenle protesta permito esle juizo contra
essa faisidade para conservacao e reserva dos seos
direilos, e requera V. ft^yauc se digne de man-
dar lomar por Icrmq oseif^Jpmcsto, afim de ser in-
limado pessoalmente dos possuidnres, d'aqurtlns
oulras lelras j conhecidos e por editaes a quaes-
quer outros que forera desconhecidos ou auseriles
bem como do supplieado para produzir os effeilos
de din uto, assim pede a V. Exc. Illm. cExm. Sr.
Dr. juiz do commercio deferimenlo visto ser o
prtict'dim.mo requerido dos que pe.a demora fi-
cariam prejiidicadosnos tormos do art. 729 do re-
gulainento n. 737.Espera receber moree.O ad-
vogado llr. llega.
E mais se nao eonlinha em dita pelirio na qual
profer o despacho segnnlo :
D. Como requer. Recite ido niafb de 1858.A.
F. Perelti.
Em satisfarn deste despacho fflra .ydila petiro
distribuida ao eserivo que este subsanaren, o qual
larra o tormo de protesto do theor sepitb!.!
.los 2 de maio de 1859 nesla cidade db tedie era
1I0Tlo Cos-
t
Ris. 4,578:6329169
11 guarda Iteres,
Faxcisco Joioi m 1'KHhiii.v pinto.
ALFANDEGA.
Ilendiinenlo do dia 2 .
dem do dia 3......
22:687$ 07
17:2035556
39:890$963
Descarregam hoje 4 de maio.
Polaca toscanaAlfredopipas e barris de vnho.
Rrigue portiiguezSnbeiauodiversos gneros.
Brigue porlugnezS. Manuel Iidem.
Hate=Nord Angelica=-generos do paiz.
MDV1MENTO DA AI.FANDEGA.
Volemos entrados cora fazendas
c c com gneros
Voluntes sabidos com fazendas .
s com gneros .
CONSULADO GERAL.
Rendimenlo do dia 2 .... .
dem do dia 3.......
18
185
2(9
103
203
352
10:552g751
6:105$579
meu 1 arlorio veio o suppliranto Jos do Mell
ta Oliveira c peranle as tesloinunhas infra assigna-
das disse que nos termos de sua petiro relfo que
lica sendo parle do presente, protestara como de
faci protestado lem pele*tcu ennteudo c de como
assim o disse liz esle termo no qual depois de ter
se firmou com as inesniu testemunhas. Eu Fran-
cisco Ignacio de Torres Bandeft, escrvio o escre-
vi. Jos de Mello Costa Oliveira, Augusto Cesar da
Cunha, Joo Vicente de Torres Bandeira. Por tor-
ca d'aquelle despacho o escrivo Francisco Ignacio
de Torres Bandeira fez passar o*presenlc e em vir-
lude do inesmo tora de serem intimados por todo o
couieudo da petiro neste inscripto os possuidores
desconhecidos ou ausentes das lelras em queslao o
igualmente o fallido Jos uarte de Oliveira Reg
para produzir os effeilos de direilo.
E para quo chegue ao conhecimento da quem
inleressar possa maudei passar editaos que sern
allixados nos lugares do coMume e publicados pela
imprensa.
Dado e passado nesla cidade do Recite aos 3 do
maio de 1859.Eu Francisco Ignacio de Torres
Randeira, escrivo do juizo especial do confBKrciu
o liz escrever.
Anselmo Francisco Pcretli'
16:6588330
DIVERSAS PROVINCIAS
Rendimenlo do dia 2.....
dem do dia 3.......
377.
1:080
1:457$36;
Declaracoes.
DESPACHOS DE EXPORTACAO PF.I.A MESA DO
CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA 3
DE MAIO DE 1859.
Lvcrpool=Baroa ngjcza Echo,', James Crablrco
& C., 2 saceos assucar mascavado.
CanalBarca ingleza Paiilhua,$anndors Brolers
& C, 1,300 sarcos assucar mascavado.
Havrc=Galer.i francesa tAdele, diversos carrega-
dores, 300 saceos assucar branco, 800 ditos dito
mascavado.
MarsclhaEscuna francesa Amazona, C. I. As-
ile} Jjt C, 3,000 saceos assucar mascavado.
PortPatacho porUigue/. Prorapltdao II, diver-
sos carregadnres, KK) sarcos e 4 barricas assnrar
branco, 100 dilose 14 ditas dito mascavado.
PortoBarca portuguesa Flor da Maia, Antonio
da Silva Campos, 170 saceos assucar branco e 30
ditos dito mascavado.
Ro da PralaHiato brasilelro Piedatle, Araorm
limaos, 300 barricas assucar branco.
LisboaBrigue portngucz Flotinda, Amorirn Ir-
mos, 30 pipas agurdente.
I.vportnco.
Rio da Prala, patacho hespanhol Procer, de
249 toneladas, ronduzio o scgunlc :=: 1,550 bar-
ricas e 50 saceos assucar.
Rio de Janeiro, brigue escuna nacional Joven
Arlhur-, de 147 toneladas, coiidiizin oscguinle : =
1,8tKI saceos e 50 barricas assucar, 250 cocos sec-
eos, :170 meios de sola, 20 cascos agurdente, e 56
voluntes estrangeros.
Marsclha, galerafranceza Raoul, de 530 tone-
ladas, conduzio o seguinto : 6,400 saceos assu-
car, 4,000 rhfres.
IU-XEBEHORIA DE RENDAS INTERNAS GERAES
Srs. red.icloret. = L a correspondencia publicada
pelo bacharel C. E. Dourark Matignier, em resposta
oulra que cu publquci no Diaria de 0 do corren-
le ; e se bem que pnase responder .10 lal misera-
vel Mavignier, fazendo ronhecer sua miseria e a
sua proprucio para a arle de.....romtudo liinillo-mo
a diier-lbe, que lea a resposla, que faro publicar a
publicaco de que o dilo Mavignier e seiisconipar-
ras sao talvez os autores, e diga ao publico so son
assassino da sua reputarn, e que lhe uevolvo lo-
dosos insultos que me dirige.
Villa do Cabo 29 do abril de 1858.
Jote1 Pauto do llego tiarreio.
DE PERNAMBUCO.
Rendimenlo do dia 2
dem do dia 3 .
CONSULADO PROVINCIAL. .
Rendimenlo do'dia 2..... 4:4598934
dem do dia 3....... 2:8128815
Tlaesoiiraria provincial
DESONSTRXCVO 00 SU.HO EXISTISTE NXCllW
.Sr*. redactare.Bem desojara nao responder s
publicacoes,que daba nula capa do anonymo fizes-
sem os meus miseraveis inimigos desla villa, mas o |
amor quo lenho minha replanlo me obriga sem-
pre que Icio laes publicacoes, a lomar a penna, e
escrever algumas linhas. F. por isso que ainda urna
vez vbu pedir tVmcs, n publicarlo destas linhas,
3ue leeni por fim mostrara improcedencia dos dous
ocumentos contra mim publicados no Diario de
28 do oriente.
Com os laes documentos pretenderam os meus
inimigos provar, que eu na qualidade de escrivo
da collccluria geral desle municipio em 1845 e 1646,
enchi dous buhles de siza na importancia de 29CS,
o que nao lancei no respectivo livro de receita tal
recehimenlo ; eque assim a importancia recebla
foi convertida em proveito particular, e noem pro-
veilo da fazenda. Mas do primeiro documento pu-
blicado se ve que o escrivo quo passou a certidao,
que serve de documento diz. que os bilbetes de siza
de que Irata a cerlido foram extrohidos da copia
de urna escriptura : entretanto que mentindo.conio
costuniam, os meus inimigos dizem que as cerli-
does sao exhaladas dos prbpros bilheles de siza.
Tal mentira demonstra claramente a m f com que
procedem os mous aecusadores, e o interesse, que
elles tem de encobrr a- verdade.
Sinto que para deteiider-me do faci constante
dos documentos publicados, eu leoha necessidade
de fazer conhecidos certos actos, pralicados pelo cx-
collector desle municipio Jos Flix da Rocha Fal-
co ; actos que nao so em atlencao ao eslado do
mesmo ex-collcctor, como lambem ein attenco a
soiis prenles, eu desojara quo eslivessem sepulta-
dos 110 esquecimenlo ; porm a minha defeza exige,
conduje a cesura : < Estas raziies sao sem duvida
basloj e valiosas para justificar o nosso procedi
nao me opponho, estou mesmo ronvnecido que o
regedor ate corlo ponto a estimar por que, quando
. no exEit-
icio de 1858 a 1869, es 30 de
ABIUL DE 1859.
Saldo em 31 de marco p.
passado.....86:528s972
Receita de 1 a 30 do cor. 99:048*802
----------------185:577774
Despeza idem......... 128:7078026
Saldo..... 56.8708748
CAIXA I8FBCUL DO C1LIHSENTO DAS BIAS DESTA ClllAIlE.
Saldo em 31 de marro p. ^
passado ...'.. 7:43IJ115
Recela de 1 a 30 do cor. 9600
------------------ 7:4318715
Despeza idem....., 2:100J000
qne cu pouha de parle todas as cousideracoes.
Em 1844 fui nomeudo escrivo da collecloria ge-
ral desle municipio, sendo collector o Sr. Jos Flix
da Rocha Paleto, quo ontcs da minha nomeacao
exercia o seu lugar. Hospede no emprego de es-
crivo de collecloria, en aceilci e segu os costu-
mes, quo achei admiltidos ; e assim conlinuouo
colleclor a ter em seu poder os bilheles, que eulo
nao erara dados em talos, bem como os linos res-
pectivos, mandando os bilheles para cu cncher i
proporro queosconlribuntesappareciam, toman-
do as 'notos precisas para fazer os lancamentos na
occasiao de dar-se conta Ihesouraria ; contas que
eram dadas scmestralmenle.
Emjulho de 1846 cu recusci seguir os taes cos-
tumes, e exig do colleclor os livros para que os bi-
1 p 1 r : 1 _._ lAHM.i^^liiMftflilA Ar*
5 131715
Publicacoes a pedido.
A' Ill.m1 e Ev ma Sr. I). M. L. A. M.
F.lecez-la tourenl, cette wtd 7111 se UM.
V. Hcoo.
F.u nao tenho pinces linos, nem tintas.
P'ra piular-te, senhora, e leus primores,
E nao lenho tninbem para onertar-tc.
Ricas pcr'las, griuoldas, lindas ores,
Tanibcm nao sou poeta p'ra canlar-te.
Nem tenho p'ra saiidar-le as expressoes :
Nao lenho lyra, nem lambem sou bardo,
P'ra dirigir-te divinaes caures.
Pt^rrailte, bella, que em meus rudos versos,
Cante o que vales, podes rrer, nao minio,
Transcripta nelles, a o p'rece o juro,
A sa verdade que em meu peilosinlo.
Tens mais bello/a que as circassianas,
Mais gr.n-a c mimo do que as granadinas,
Na voz, que o canto mavioso e torno,
Da voz dos anjos em caucoes divinas.
Ouemque dcixa de sentir, senhora,
F.sscs transportes do prazer efieito,
Se ardentes sons, deliciosos, tornos,
Ouvir expressos do teu furto peilo ?
Se acaso vibras do piano as tocias,
Que a agilidadc faz pasmar de encanto,
A quera o riso uo assoma aos labios,
Nestes piazores que extasiara tanto?
N'um mar de enlevos oscismareu quero,
Ouvir-le a voz arrebatado, louco.
Trinando sons em requebrados cantos
Que a voz muriendo as deixa ouvir bem pouco.
A. A. R. Maia.
Recite 1 de maio de 1859.
Movimento do porto.
.Y/n tos entradoi no dia '<.
Ro de Janeiro13 dias, barca ingleza Proridence,
de 318 toneladas, capilo R. Ilouve, uquipagem
9, em laslro : a Johnslon Paler 4 C.
Ararnly12 das, hiato brasleiro Inrencivel, de
MI toneladas, capitn Joaquim Jos da Silveira,
equipogem 5, carga cera de carnauba e mais g-
neros ; a Marlins rmos.
Liverpool44 dias, barca ingleza Eloolen Claud,
de 296 toneladas, capilo W. A. Smllh, equipa-
gem 15, carga fazendas o mais gneros ; a Johns-
lon Paler. A: C.
,Vn ros lahidos no mesmo dia.
Lisboa Rarca portugne/.a Tejo, capilo Jos E. Ri-
l.eiro, carga assucar.
MancilleGalera frauceza Ral, capilo G. Roder,
carga assucar.
Cuusclho adininistratlvii.
O coaselho administrativo, para fornecimento do
arsenano guerra, lem de comprar os objeclos se-
gnilltes : f,
Para provimento dos armazens do anenal
de guerra.
Taimas de louro de assoalho, duzias 20; laboas
de louro de assoalho de refugo, duzias 3 ; mcios do
sola 400 ; lala prela para cscripluraco, garra-
fas 20.
Quera quizer vender taca objeclos aprsente os
suas proposlas em carta fechada 11a secretaria do
conselho s 10 horas da manha do dia 6 de maio
prximo vindouro.
Sala das sesss do conselho administrativo para
torncciraenlo do arsenal de guerra 29 do abril do
1859.Luiz Antonio FaviUa, brigadeiro presidente
do conselho.Francisco Joaquim P*rtira Lobo, co-
ronel vosal secretorio.
Conselho admiiilNtraUvu.
O conselho admiiiistrolivo, para fornecimento do
ascnal de guerra, lem de comprar os objeclos se-
guinto :
Para o presidio dt FmrUfmdo.
3 barricas de farinha da trigode marca SSSF.8
ditas de dita galega, 21 arrobas de assucar branca,
2 arrobas de loucinho do Reino, 16 libras de cha
verde, 2 caixas de alelria, 2 saceos arroz.
Quem. quizer vender laes objeclos aprsenle as
suas proposlas em carta fechada na secretoria do
conselho s 10 horas da manha do da 9 do cor-
rele mez.
Sala das sesss do conselho administrativo para
fornecimento do arsenal de guerra 2 de maio do
1859.Lu: Antonio Favilla, brigadeiro presidente
do consol ho. francisco Joaquim Pereira Lobo, co-
ronel vogal secrelario.
Foi conduzido a este juizo polo inspector de
Suarleiro um crioulloho de nome uslino, de ida-
o de 9 para 10 anuos, que foi encontrado na ra
de S. Francisco perdido sem sabor aonde era a casa
de sua morada, e sendo interrogado disse que era
captivo de una viuva de nome Joaquina, e que li-
nha viudo de GoiaMa ha dous dias o que sua se-
nhora o havia compado em Goianaaa Andr Fer-
reira, quo sua mi chama-sc Vicencia, e seu .pai
Pachada, ambos escravos do dito Andr Ferreira,
que sanira hontem de manha para comprar pans
nao voltando para casa por nao acertar com a mes-
ma : quom for seu legitimo senhor comprete nes-
la subdelegacia da freguezia de Santo Antonio eora
as pravas legaes que lhe seri enUeg|M^= VUla;a,
7:2728749 subdelegado.
O Illq. Sr. inspector da ihesouraria provin-
cial manda fuer publico que de dia 3 de eprrento
por dianle se pagam os entenados e mais desperas
prorinciaes, vencidas no-Jaez de abril profimu li-
do. Secretaria da ihesouraria provincial de Per-
aambuco 2 de maio de 1859.O secrelario, Anto-
nio Ferreira d'Annunciaco.
1:0151434
5578351
1-6028785
OUSERVAC0ES METEOROLGICAS.
DU J DR MAIO.
VEXTO. 1EHUqHETUO
=
5 6 5* 0 E "P C* 1 4 2 1 a e 3 E i K -c 0 C a
-< 9 1 sS a
ni ni.
Cd.im. Cumiiliis SSE Reg. 25.5 20.4 78 75 7Mi
9 20 6 21.3 sil ;(i 7.)
1/2 dia Ron. 28.8 23.1 84 89 756.5
Sdal. p 1 28.a 22.6 K:| x-l Vbtt
6 1 27,1 21.7 si 80
THEATRO
DU
COMMERCIO.
PRACA DO RF.C1FK 3 lF. MAIO PE 1859.
S TRES HORAS HA TARDE.
Colares officiacs.
Camino sobre Londres23 1/2 90 d/v. 23 3/4 60
d/v. e 24 90 d/v.
Descomo de lelras10 e 11 0/0 ao anno.
A noite estove nublada e chuvosa, vento SE e
assim amanheceu.
Observatorio do arsenal de marinha 3 de maio
de 1859.
Viscas Jukior.
Santa Isabel.
i;npRE7,i-r.ERHAm.
11.a REClt,i DA ASSIGNATURA..
QUINTA-FIRA.5 DE MAIO DE 1859.
Subir suena 0 hteressante e excellente drama
em 5 actos : ,
LUZ DE GA10ES.
Terminar o espetaculo com a nova o linda co-
meJia-.-VALDEVILI.F-j;emuiuaclo, original fran-
PERSONAGENS.
Tamerlo.......Lisboa.
Calibourchao ....... Corroa Vasques.
Mim......., 1). kteaoeia.
Zizina.........uAarmela.
Mu-ica instrumentada pelo Sr. Colas.
Principiar s 8 horas.
Publicando litteraria-
O CASAMENTO ClVlL
0 CASAMENTO RELIGIOSO-
Editaes.
Hieles fossem cheios, e feilos inmediatamente os. Frete para o Canal35 a 47/6 para assucar confor-
lanramenlos : nao s porque um meu amiso.JosA I me o porto.
Antonio Moreira, me tiuha commuuicado, que vira' Frete para Liverpool7/16 para algodao e D 0/0
0 Dr. Anselmo Franrisro Perelti, commendador da
imperial ordem da llosa, juiz de direilo especial
do commercio desla cidade do Rccife de Pernam-
buco, ele.
Faro saber pelo prsenle que a requerimento dos
negociantes Soulball Mellors J C, e outros credo-
res do fallido Jos Duarle de Oliveira Reg, por
esto juizo flra aborta a sua fallcncia, pela senlenra
do theor soguiile :
Scntcuca.
Tcndo-se ausentado Jos Duarle de Oliveira Re-
g, commerciante matriculado e eslabelecido com
luja e armazem de fazendas na ra da Madre de
Dcos 11. 7, u leudo deixadu do pagar as letras o va-
Exame da pro posta do govera* apresen-
lado caara do* depilados na ses-
sao de 19 dejulho do anno prximo
passado.
PEIO DOCTO!
BRAZ FL0RKM1>0 HEMUQLES DE SllV.
Lente catbedratico da faculdade
de direito.
Tendo-se aberto a assignrtura desta obra, logo
depois de sua entrada no prelo, i razio de 2$ por
cada exemplar, calculendo-se que nio Baria ella
muilo mais de 120 paginas impressas, agora que se
LAI I
11 a r\**N
--,..
^m^s^r^ v!srai


*!*
Diario de Pernambuco.Quarta feira k deMaiodei859
*>
aeha concluida a iniprcsso, vcrilica-sc o erro des-
se calculo, nao (endo o volume na realidado me-
nas do 10 paginas em. 8" fraucez. E como nio sc-
ja possivol ruin ir .mi menos o cusi de seiuelhantc
impressio com o preco tlxado para a assignalura,
provine-se aos Srs. assignantcs (ele qiicm alias an-
da se o recebe quanlia alguma) que tica o dito
preco elevado a 8S, pois alei de ser ato jusloi
tambem o nico ineio deorcorrer com seguranca a
di-spczas que ilobraram. A mesma obra aclia-se
venda as livrarias dos impresores Miranda e Vas-
concelos, ra do Collegio n. 21. e de Nogueira de
Souza & C. junto ao arco deSanlo Antonio.
luz 2o toodas bio^raphias de
alguns poetase liomcus iHustrcs da pro- !
vinria de Pernambuco, pelo rommendador
A. J. de Mello. Rstc 2 volunte ipnal-
niriiiii curioso e inlcfessanle com <> I", e
rnutem noventa e dous documentos imi-
i'l litan i
autor.

P
\
t
r

r
1
Avisos martimos.
Para o Porto.
O patacho porluguez Promptido II, forrado c
enravilhado de cobre, de pnmrira marcha o pri-
meira classe segu niuito breve, por ter a maior
parte da caiga prompta.para o resto e passagoiros,
para o i|e tetn excollentos commodos : Irata-sr
rom Elixs Jos dos Santos Andrade 4 C, na ruada
Madre de Deoi n. 32.
Segu cora hrerida.lc o hiate Crrelo do Ifnrle,
recebe carga \ a frele n passagoiros : a tratar com
Caelano Cyrico da l'.. M., ao lado do Corpo Santo
n. 25, primeijo andar.
PARA.
O velciro ejacredilado brigue escuna Gratiosa,
capilo e pnfetico Joan Jos de Souza, segu com
hrevidade pos ter a maior parte' da carga ajustada ;
para a pouca so* lhe falla Irala-se com os consigna-
tarios Alineidh Gomes, Alves& C, ra da Cruz n. 27.
Pura Falmoulh-
O brigoe a, mburgiiez Adolpho que segu via-
gom *xla-tei n Odo corrente.tem cxcellentes cora-
Diudos para ou 9 passagorps e Irata-se na ra
do Trapiche ovo n. 10 eio casa de l'atou Nash : C.
Avisos diversos.
COMPANIIIA
ALLIANCE
Eslalielccida era Londres
msm 5t mt.
CAPITAL
Cinco miluucs de, Vibras
cstcvWnas.
Saunders Brothers & C* tem a honra de informar
tes Sr negociantes, propriclarios de casas, e a
qiiem mais convier, que esli plenamente autorisa-
dos pela dita ccmpanhia para eflecluar seguros so-
bre edificios de lijlo epedra, cohortes de lelha e
igualmente sobre os objecos que cOhltverem os mea-
mos edilieins, quer consista Ola mobilia ou cmfazeii-
das de qualqnerqualidade.
1MILJS
CASSINO POPULAR
MlifiS3f080 8!ld
110
PALACETE DA RA DA PP.A1A.
Domingo S do correle.
Neste dia haver baile, e sero envidados lodos
os nieios afiui de que reine a boa orden e harmo-
na que sempre tem sido observada no baile Cassiun.
A orcheslra ueste dia csecular, aliu de uutrasa
linda quadrilha Probidado dos Coiioiros, e a nova
quadrilha intitulada 29 o Honra e (loria, oflerc-
cida generosamente pelo scu autor ao director do
Cassino.
De conformidade com o regulamcnlo apprnvodo
pelo Kmii. Sr lir. chefe de polica, absolulaiiieu-
le prohibido o ingresso as pessoas que nao se a-
presentarem cnni a devida decencia.
Os carioca de ingresso oslaran a venda no lugar
do costme, para homens 2j e damas gratis.
Devera principiars 8 horas c terminar s 2 da
manha
O abako^ssignado declara em lempo, que no
dia 21 do mez renle appareceu en sua prnpric-
dade a esclava Benedicta, que diz perloncer a nina
viuvada cidadu jlo Recite, e pela qual nn SO res-
ponsabilisa at que .seja procurada. Engenho Pa-
trocino, no termo da villa do l'asso de Caiiiaragilu
22 de abril de 1S59.
itanocl Joaquim Concalces Uraneo
Aterro da Boa-Vista n.
FNDICAO DAURORA.
Este tililissimn ostabolccinienlo acha-se, lia pouco lempo, augmentado tanto no material como no
sen pessoal, e seus proprielarios habilitados para vencer qualquer opposieo hostil e dosprezarora a ig-
norante vituperaran do malevolencia. Oll'ereceiu a seus numerosos frogue/.s ti ao publico em geral, as
vantagens de sua longa experiencia e recouliecida promptido e lidelidade na exeiinao das obras as
mais importantes de engenharia, entre outras pude enumerar as seguimos : machinas de vapor de lodos
I os tamaitos, rodas d'agua de lodosos dimetros, todas de ferro ou para cubos de madeira, moendas
para canna tudas de ferro c independemos com os melhoranienlos que a experiencia mostr ser in-
dispensavel, meias ditas com todos os prepares, tachas para engenho de todas as qualidades e tamanhos,
rodas, rodetes, aguilhoes, crivos o boceas para forualha e todas as ferragens pora engenho, machinas
para amas.ai pan e bolacha, dilas para moer mandioca, tornos e prensas para farinha, pontea de ferro,
icildciras, lauques, boias e todas as obras de machiuisnio ele, etc.
AL COMPANHIA
DE
Paquetes inglczes a vapor.
Adamsnn, towie \ I'., acham-se autorisados pa-
ra vender o apor itiglez Camilla, presentemente
empregado n serviru desla companhia entro o Rio
da Piala e H i de Janeiro.
O Camilla i de lote diMWS toneladas, foi cons-
truido no ou odelS49e de forra de 250 cavados.
As machinas forana construidas pelos Srs. Coates
6: Vouug de elfast.
O plano da navie ornis nformaccs na agencia
ra do Traph he n. 42.
^
5.
Leudes.
Leillo
Isaac 1. W bb, capitn da barca americana Os-
ccola, consi malarios Srs. Ilenry Forsler & C.) fa-
v leilao porfintervenio do agente Oliveira, em
pmsenca do W. consol' dos Estados-Unidos da Ame-
rica, e por c ma e risco de qnem pertenrer da re-
ferida batea, lolacon 158 toneladas inglezas, con
detonada noflo porto, onde arribou na sua recen!
viagein de ptscoria, com toda sua maslrearo, ve-
ame, ancor se atetantes, lal qual se acha anco-
rada junio as barraca do Sr. Araujo, em cujo lugar
podemosprtendetes examina la antes do leilao.
3uelera,lug|irsobbado 7 do corrente, as 11 horas
a manha e,m poulo, & porta da associfto coms
merclal.
Continuado do leilao
os
Terrenos e casada cxncta
soceilatle de U-.u-vu e te-
cldos de a\godo.
Segunila-feira 9 do corroiilc.
| NOAIlllAZEU DO AGENTE
Sua do Visario n, 11.
Mao se leudo podido ultimar o leiln dos predios
e terreos pnenles i extincta sociedade eje fiaeo
e tecidos de algod.'io, por falta de concurrencia em
tazao da chuva e dislancia do lugar, resolreu-sc
continuar o referido leilao no dio cima designado
e pelas 10 horas da manliiia no arina/.em do nien-
riooado agente, onde se acha a planta do terreno
o por ella desde ja poderiio ver os pretenden I es
que a casa grande e os inelhores terrenos sao os
. que a'ndaexisteiii porarremalar.
Para todas as ioformacoes que pns.sam exigir a
respeito aoharo habilitado o supradilo agente pa-
ra as satisfacer.
LEILAO
* IMIS
Generas aa tanerna a. 8 do
allcTToda Hoa-\rista.
Terca-feira 10 do corren! e.
PELO AGENT
Madame Cauliez, modisla franceza lia pouco clic-
gada de Pars, tem a honra de preveiyr ao respei-
lavel publico, que lem inleiicao de eslabelecer-se
nesla cidade ; por consoquucia cncarrega-se de
a/.er vestidos, chapeos, manteletes, e ludo o mais
que compoe o toilette das senhoras, c assegura fa-
ze-los por menos preco que em oulra qualquer
parle.
Amonio Jos Vicente Alonco faz scenlo ao
publico que mudou scu nome para Antonio Jos
Vicente Martha.
O abaixo assiguado, relirando-separa a Euro-
pa, deixa por seus procuradores os Srs. Joo Jos
llodrigues Mendos, Jcmiino Jos lavareseJoaqun)
Pinto l.apa, us quacs licam enearregados de todos
os seus negocios, ltecife Justino Pereira de Andradt.
= Itoga-se ao Sr. Francisco da Silva Lisboa, an-
tigamente morador nesla provincia, (vulgarmente
conhecido por Xiro Magro] ou a alguma pessoa de
sua familia, se elle j nao vive, que se digne dar
algunas informacoos da familia do sen fallecido ir-
in."io Tlinmaz, especialnieute de urna lilha desle,
afilhada da annunciantu ;*o que poder dirigir em
carta fechada ao Sr. G. Pozl Ollice, box n. 201
Glasgow'.
L'ma cabra (bicho) com urna cria, desappare-
ceu do aterro da Boa-Visla, h i cinco dias, e julga-
K furtada por ser muito mansa : qiiem a liver man-
de levar ao scu dono para livrar-se das consequen-
cias que solTre queiu apossa-so do alheio, pois des-
conlia-se quom seja o raloneiro.
O lllm. Sr. vigario de t.ampina Grande, Ga-
millo de Mendonca l'urtado, queira dirigu-^e a re-
parlicao do crrelo, alim de receber urna carta viu-
da da Paralaba.
Altencfio.
Pede-se ao lllm. 8r. estudante J. M. N. o favor
de vir pagar na roa que S. S. nao ignora, a quanlia
de 505, pois nao o fa/.endo boje, leva de ver aina-
nhja o seu nome por extenso nesla folha.
CourOS de lustre de superior qualidade, lti-
mamente i bogados em rasa de C. J. AstleyaiC.,
ruadaCadeia n. 21.
= Precisa-se de um pequeo de 10 a 11 anuos,
com alguma (indica de taberna : na ra Imperial
n. 39.
CAVAI.I.0 DESERTADO.
No dia :1I de marco do corrente auno, dcscrlou
do quarlel general "do enlomando das armas, enm
os arreips, um^ckvallo pedrez, praca da companhia
fixa de cavallnlla, sendo marcado no quarlo esquer-
do rom o n. 19 : qnem o delm equizur conduzi-lo
quelle lugar, ou denunciar onde reside, para que
seja procurado, ser gratilicado generosamente.
Precisa-se de urna ama de leile forra e sem
lilho : na ra da Saudade (bairro da Boa-Vista),
quarta casa terrea com sulo, ou na ra da l'niao,
casa da Sra. 1). Auna Lios.
Aluga-se um ihulatiiihn de 12 annos de Hade
para pagein ou oulro qualquer scrvic.o: a tratar
ali.i/. de S. Goucalo, sobrado de 7 janellas.
PERN^ii
CIDADE DO RECIFE
COLLEGIO DAURORA.
DIRECTOR 0 PROFESSOR JUBILADO
Silvano Thomaz de Souza Hagalhaes.
O director deste eslabelecimento avisa aos senhor* pas de familia e com espec
dado aos seiihores pas de seus collegiaes que si'ai ha reslabclecidu de sua saude. assim
como na coulinuacao da direcloria de seu collegio.
Sempre solicito no mcllinramenlo da'iiislnicean de seus discpulos, qual dedicado
a 22 anuos,aprsenla agora ao lespeilavel piildico'ei resumo oquadro da reforma, que
julgoii adoptar para oprograaao da edncace da moeidade trac Ihe coaDada.
Artigo 1." A inslruccao ficadividida em tres classes; sendo primaria,
recreativa. *
Arl. 2." A inslruccao primaria comprelicnde :
1. l.er e escrever ; ,
2." Principios geraes de moral;
i." Doutrina chrisl ecvilidadu ;
4 Kxercicios grammalicaes.
5. Nocoes de arilbmclica;
6." Scii dcsenvolvimenlo em applicacoes pralcas; quer cm inleirns e quebrados,
quer em decimaese regrasde prnpnrco ;
7." O arslema dos pesos c medidas do imperio :
8. Elementos de geographiae historia, com especialidade do Brasil ;
9." Geometra rectilnea.
A cadeira de inslruccao primaria regida pelo Sr. Manoel Francisco Coelho Jnior.
Arl. 3 A inslruccao secundaria enmprohendo :
1. Analvse da grammatica philosophica de leronymo Soares Barbosa. F.sla cadeira
regida pelo Sr. Manoel Barbosa de Aranjo, acadmico do primeiro anuo da faculdade de
direiln desta ridade e professor publico da provincia de Sergipe ;
2." f.nlim.Bola caduira regida pelo Sr. Manoel l-'rancisco Coelho, professor publico
da freguezia de S. Jos ;
3." l'rancez, lido, escrpto e fallado. F.sla cadeira regida pelo Sr. Dr. embolias le-
Ifas Jnaquim de Oliveira Souza, professnr particular ;
4." Inglcz, lido, oscriplo c fallado. Bata cadeira regida prln Sr. I.uiz do Nascimen-
lo Mavignier. acadmico do segundo auno da faculdade de dircito desla ciilade ;
5." Arithmeiica, algebra e geometra. Esta cadeira regida pelo Sr. Dr. em medi-
cina Augusto r.arneiro Monleiro da Silva Santos, professnr particular :
6." Philosophia racional e moral. Esla cadeira regida pelo Sr. padre inestro
Joio do RegoMoura, professor publico do licAo da provincia da Parabiba c acadmico do
terceiro anuo da faculdade de direiln desla cidade ;
7." llhelorica, potica o analvse dos classicos. F.sla cadeira regida pelo Sr. Dr.
Antonio Bangel de Torres Bandeira, professor publico do gyninasio desta cidade ;
8. Geographia e historia.
Art. 4. A inslruccao recreativa romprehende :
1." Dansa. Professor o Sr. Manoel Kaptisla de Souza Dansa;
2. Msica vocal e iuslrumcntal. Professor o l'.vm. padre nieslre Trinio Feliciano
Varares
3." Desenlio.
Arl. 5." Cundiccocs'de entrada:
Pelo auno lectivo cm qualro pagamentos adianlados ;
Os alumnos internos a quom o director (prnercr medico c botica, pagaro re-
gulando cada quarlel na razo de 105................420J000
Aquelles cojos pais foruecercm medico c botica pagaro regulando cada quar-
le na razao de 911$.................*.... 3605000
Os semi-inlernns pagaro regulando cada quarlel na razo de 5IJ. SlGsOOO
Os ctenlos pagaro adianlados mensalmento por cada una das aulas. 5}000
Art. 6." O collegio d gratis todos os alumnos internos e semi-inlirdos urna aula,
y'TtH todas as mais sero pagas na razo de 5S cm quarlcs tambeni adianlados.
()1 O director apiovcila o ensejo nao s para anda desla vez agradecer aos Srs. neis de
1/ seus alumnos o honroso conceilu que nelle sempra ho deposilado, comoianiliein atliancar-
Wj Ibes que seos disvelos e cuidados nos meios de promover o adianlamenlo de seus colle-
K.I-J giaes jamis arrefecero um s instante.
Aluga-se urna casa de sobrado, e mais dous
quarlos fra, encllenle quintal para plantas, ou
mesmo paracapim, silo nos Arrombadoa, daJronle
do Collegio : queni o pretender, enlenda-se com
Jos Aulunes Guimarcs, na ra de Apollo, arma-
zemn. 10, para tratar.
Vidal >* Bastos, pelo presente fazem sciente
ao respeilavel publico, quo Boa do neiihiun i'fteito
una procurarn bstanle que passaram a Ajitouin
de Mello Magalhcs paia tratar de robrancas nesla
praca.
Precisa-so de um moco Brasileiro ou Porlu-
guez, que queira ser caixeiro na villa do Pilar das
Alagoas : quem estiver nesias circumslanrias diri-
ja-so a ra do Crespo ti. 9, que achara rom qucn
tratar.
= Perdeu-so um molho de chaves pequeas, da
ra do Vigarioaloa ruada Guia; quom as adiar,
querendn restituir, leve-as ra da Guia n. 9, que
sorfi gralilicado.
(Bjxaa ihflaD-iaiiiiaiiaa
2, GoldeuS(|naie, Uadres.
llPRent Street.
J. C. OI.IVE1P.A Tendo augmentado, rom lo-
mar a casa contigua, ampias o encllenles aceom-
modnioespara mtiilo maior numera de hospedes
de novo se rei-nminrinla ao favor e lenibranca dos
seus amigos e dos si'iihores viajantes que visitem
esla capital; contina a prestar-Ibes seus sen os
e bous ol ios, guiando-ifs cm tndaatas colisas que
precisem ronhocisaenlo pratico do paiz, ele Alara
do porliigiiez edo inglez. falla-se na casa o bespa-
nhol e francez.
Sabio luz o lomo 2." das bogrphias de al-
guna poelas e homens Ilustres da provincia do
Pernambuco, pelo enmmendador Antonio Jnaquim
de Melln. Fsle 2.''volume igualmente carioso, e
interessante, como o i.*, ocontm 92 documentos
inditos.
L'ma senhora porlugueza de meia idade, hom
procedida e chegada ltimamente da cidadedo Por-
to, offerccc-sc para criada grave de qualquer casa
de punca familia ou de hotnem solleiro, a qual nao
s costaba, lava c engommo rom perteico, comir
(I abaixo assgnado, eslabelecido com confei-
taria na ra nova d Sania Hila n. 43, declara ao
publico e com nspecialidade aOS seus fieguezes, que
lio dia 20 dn mrenle despedio o seu caixeiro Joa-
qun) Ooncalves Guima'raes, e que, porlanlo, dessa
dala em dianU s o abaixo assignado o competen-
te para receba o que se Iho dever, assim como que
nao so responsabilisa por debito algum conlrahid
!or outroni, em nome dclle aiinuuciantc.
." de maodcl859.
Jos Alces C.ninaraes e Vanla.
O escrivo da mesa regedora da irmandade
do apostlo S. Pedro desla cidade, de ordem do
l'.vni. Sr. eonego provedor Francisco Jos tarares
da Gama, convida a lodos OS s.nsirm.'ios para, em
mesa geral, no dia 5 do crrante, pelas -i horas da
larde, trataren de negocios importantea da mi -ma
irmandade. Consistorio da irmandade de S. Pedro
2 de inaio de 1859. O padre Manuel Adriano di
Albuamerqnt Mello.
L'm I.....mu chegndo ha ponen di Inglaterra,
oflorece-se para c nsinar a fallar a escrever o ingles,
quer em rasas particulares, quer em sua casa : na
ra Nova O. 05, onde pode ser procurado.
Do siliodo Barbalho, de Jos Cezaiode Hel-
io, fugio o escravo Conrado, erioulo, natural ta
provincia do Para, com os si;:naes seguimos : alio,
beai retinto, usa dejrigpde, sem suissas, falla bem,
sen eorpn de arosaara regular : quem o appre-
heuder leve-o ao referido silo do larbalho, ou
rasa de dclenio.queser rccnmpensadu, obrigau-
do-se scu senhor pelas despezas que se lizarem.
A assislenlo Hara Francisca da Conceico, que
morara na ra de lionas, casa n. 78, mudou-se
para a mesma ra u. 08, casa que Oca no meio do
dous sobrados.
Contrata-so por seis annos os serviros de urna
prcta escrava, que lava, engomma, cozinha, e faz
todo o mais son-ico interno de urna casa, sendo ao
mesmo lempo boa quitandeira : a pessoa a quem
ronvicr este contrato, pode apparecer na ra de
secundaria c V/ faz Indo o arranio de una casa de norias "a deiilrn. i AP"n,>- armazem n. 3b, de Antunes Alvos Barbosa.
I .. \ l\ nr.MiUrl n Bl,i- >< ,1.,-Uri a I------ liln >. ...
Aviso.
de lujos misteres lem milita pratica porj tersido
dona de una casado numerosa familia : quem pre-
tender dirija-so ao cseriplorio de Claudio Dubeux,
c|ue achar com quem tratar.
O Dr. Casanova,avisa a quempossa interessar
que havendo determinado fazer urna viagein a Fran-
ca, lem vendido iodos os medicamentos que e\is-
lam em sen consultorio; porem nao se leudo rea-
lisado essa viagein, tem novaroentc recebido de Pa-
rs, nina oulra rollen ao de medicamentos inleira-
inenle uovos, e OS mais bem preparados possivel,
romo tamban) cartearas mui ricas o livros : assim,
quem desoja os verdadoiros nn dicamenlospode pro-
cura-Ios em seu consultorio homeopathico em Per-
nambuco 28 ra das Gruz.es n. 28.
< Consultorio central homeopathico V.
w.
- i
no
DB. SABINO O.
L. PIMO.

!;.Ra dr Sanio Amaro (Hundo Koro) n. 0..";
KM Coniinuain as consultas c visitas do mes- v>;
?--: mo modo que d'antcs. A ronfianca que o Wa
i'?3 Br. Sabino deposita na pessoa que Oca ^
{_'; encarregada do seu consultorio nao ser 5cT|
S.-J desmentida. ?")*
gt Os pobres sero sempre tratados gra- *>i
5j! tintamente. :;;'
}\3 As correspondencias sero inderecadas 'aJ
:: com o subscripto ao Dr. Sabino com au- Rv
seuciaao abaixo assignado. tifj
ilanoelde Hados Teixeiral.ima. WS
Trofcssor em homeopathia e secretario ftxi
do consultorio. >.,
m
v,:
ti
Botica ccfllral honicopalkica
DB. SABINO O. L. PINO.
Contina > vender-so grande sortimento
S2 de medicamentoshoineopalhicosllaiiloem jJ
?* glbulos como em tinturas.
>2 Os procos das carteiras sao os que se
U? acham estipulados no linal do Ihcsouru
j5 homeopathico.
M Cada tubo avulso...... IgOOO
i Cada vidro de Untura. 2S000
(ASA DE SALDE
SITA EM SANTO AMARO.
DOS
Neste estabelecimento ha as mclhores acommoda{oes para se liataieui docules de qualquer cathe-
goria e sexo.
A diaria menor he de 29500, devendo o pagamento ser feilo por quinzenas adianles.
llavera o maior zelo eempcnho no tralameulo dos doentes os quaes serio visitados pelo menos
duas ve/.es por dia pelos mdicos propriclarios do estabelecimento.
.V CASA MEXIF.B <5l C* aquella que na Exrosn.io Universal de 1855, na sercao das industrias
consagradas pharraacia e medicina, obleve a medalha de ouro, designada sob o nome de Jimu.nv
u'uoNHt: ella se aprsenla pois aos pliarmaceuticns e aos commerciuntes do nosso pais, rom todas as
garantas de orna repotacio de capaeidade e honradez a toda a prora.
Do seu cstabelccimenlo, o mais consideravel de Paris, a casa Himf.hfabrica a expede lodosos
arligos, que sao alais prnlissn de pharmaceutico e de medico. Pode-se ju gar da exleuso dos seus
negocios e dos rmeos que ella deve prestar, melhor que qualquer oulro eslibeleciniento. pelo quadro
dos diversos captulos dos seus procos correles geraes, livro excessivamcnle til aos pliarmaceuticns
e todas as pessoas que se nrcupam de sciencias.
Substancias naturaes [drogas] ;
Pos medicinaes;
Preparaecs pharmaceulicas;
Productos chimicos medicinaes;
Plantas medicinaos :
Medicamentos especiaes e de patento:
Preparaecs homeopalhiras:
Lleusilios e apparelho de chfuiica ;
Um iiuinem porluguez achando-sc
com loda pratica o ronhocimeulos ne-
cessarios j no bom zelo a vigilancia
iiolralaincnlo dos doentes, pralico as
distribuices de remedise dietas, cu-
rativos deferidas etc., ecl., ludo se-
gundo as orden* medicas, saliendo
tambetn sangrar, tirar denles e applicar
ventosas ludo com perpoico e delica-
deza, cate se deseja emprogar de enfer-
' meiro em qualquer um cslabelcciiuen- |
! lo nesla praca uu fo,a della,dando pro- |
I vas de sua conducta c conducan mo- ^
| rigerado o senhor que prelender man- 1
de dirigir a osla lypngraphia em carta?
I fechada comas iniciaesl. E. F.. al as i
I 11 horas da manha du dia C, caria fe-
! cliada dizeudo o nome do senhor com j
quem se deve tratar, ra e numero.
Laboratorios de chimica j'i montados,;
Instrumentos de cirurgia;
Instrumentos de casulhnie vulranisado ;
Machinas para fabricar agas gazezas ;
Instrumentos de physira de precisao ;
Botulos e rnalos para pharmacia ;
Bataneas de servico, de h xo e de analvse chimica;
Vasjs'de vidro, crystal e porcelana.
sLvvros de mcAicma *\c pUamacia c de sciencias.
A CASA MENIEB responde a quaesquer informacoes que se lhe pecan:. Encarrega-se de fazer
todas as despezas at ao porto da embarque (transportes, despezas de seguro etc.,) quando se lhe faca
qualquer encommenda de producios necessarto mandar ao mesmo lempo uroa letra de tal valor ap-
prnxinialivainenle ou indicar em Franca ou na Europa, una casa encarregada de pagar ou do aerar de
giranlia, os producios devendo ser pagos em Paris, as despezas de cambio sao ao cargo dos cominel-
lehles.
-. Todas as encommendas devem ser feitas a casa Mknik.u i C n. 37, ra Saiie Croix de la I'.ree
sonnerie, em Pars.
Precisa-se de um trabalhador do
cm Fra de Portas, ra do Pilar n. 120
retinarn.
Ko dia cima designado e pelas 10 horas da ma-
nha oreieridu agite aulorisado pelo Sr. Antonio
Jos do Almeida Costa, vender os gneros exis-
tentes cm Mta taberna, situada no lugar cima de-
clarado constando
DE
Gneros nnvos e qualidades esmlhidas Indas pro-
Ei us desle mercado, tudo em pereilo estado o
om acuiidicionamentn.
LEILAO
o armazem n. 2 no
ees do Ramos.
Qfrata-feira 5 Ao corrente.
PELO AGENTE
Bit^.ucia de Castro Pcnseca, Francisco
Lucio do Caslrn, Augusto Elisio de Castro
Fonseca, Jnaquim da Fonseca Silva e suas
manas agradecen) eordialmente a todas as
pjssoas que se diguaram assislir as exequias
de seu mui presado esposo, sogro e pai Ma-
noel da Fonseca Silva, no dia 1 de maio, o
convidara a lodos os seus amigos, assim como
os do Unido para ouvirem no dia 6 do cor-
rete pelas 5 horas da manha urna nnssa
pelo ivpouso eterno do sua alma na igreja de
Sania Hita de Cassia.
DENTISTA DE PARS.
f rederieo antierT
cirurgo dentisla, com pratica de seis annos no Rio de Janeiro e tres na Bahia, alera do que na sua r-
cenle viagem a Franca pralicou dous annos como ajudanle nos gabinetes dos primeiros dentistas de Pa-
ris; e enriquecido dos. aperfeicoamenlos e descobertos mais modernas que se tem feilo, tem a honra de
anminriar ao respeilavel e Ilustrado publico que acaba de chegar a esta cidade aonde pretende Oxar a
sua residencia e praticar todas as operacesda sua arle, taes romo limpar, limar, chumbar e lirar den-
tes, trabalhu este que execula com summa kabilidode. Chumba denles com OURO Pl'HO quando o per-
mitiera o estado e a conformacoda caria, e nos mais casos empregn una nova eomposicio branca como
o denle, fazendo corpo com ele, com a qual a chumbagem se faz. sem prossao nera dores, e que nunca
se altera nem muda de cor. Cnllnca denles artifiriacs com perteico at boje desconhecida nesla cidade
os quaes imilam tambem os naturaes que nao se podem dillercucar e procnuhom todos os seus fins,4an-
o para a falla e a masligacao como para compras feicesdo rslo. Porisso, jnlga-ae oslar em cir-
cumslanrias de allrahre merecer confianra, e convida'as pessoas entendidas a ignaiem-se honra-lo
com a sua visita para se convenceren! da superioridade do seu tiahalho.
Acha-se nn sen gabinete lodos os dias das 8 horas da manha at ao meio dia COM CERTEZA, e
at as 4 da larde quando nao liver de ir em casas particulares.
No ligor a dia cima designado e pelas 10 ho-
ras da manha o referido agente vender sem re-
serva de orejo :
1 rico q elegante adrreco do brilhanles.
1 rica secretaria do mogno.
1 dita de amarello.
Diversas carteiras de urna e duas faces.
Lavatorios, camas francezas, di las de armarn.
Guarda loucas, armarios, estantes.
Commoas, espelhos, mesas, sofs, marquezas.
Relogiop c oulros muitos objertos.
Na utesma occasio vender urna porco de barris
o quartolas razias.
"I ^lllll M
Quarta-feira 4 de maio.
m de Boria
farj lauo no da cima designado no seu arma-
zem da ra do Collegio n. 15, as 10 horas em pon-
to. Je ujma belissima quanjidadodc obras de mar-
'cineria.iprala, niiro, crysfaes e bem romo de urna
linda esj-rava de pouca idade, sabendo fazer de tu-
do pou< ) e com perteico Amento ensaba e lava
de vam la. Todos os objecos dos quaes se com-
poe esti leil&o sero vendidos sem reserva do pro-
co algum.
Caixeiro.
Precita 80 de um caixeiro qoe lenha pratica dn
loja de ferragens : a tratar na toja da ra da Cadeia
do Recite n. 64.
= Precisa-se del:000<|dando-se urna prcla mo-
ca de idade de 23 anuos perita cosinheira, engom-
madeirae costureira, para seguranca da dila quan-
lia c por tres mezes: na Boa- V islc'rua do Sebo nu-
mero 3.
Malillas Jos Alves He Aratijo sub-
dito porluguez vai a Portugal tratar de
sua saude edeixa por seus procuradores
durante sua ausencia os Srs. Jos Joa-
qun Tavares de Barros e Manoel Viei-
ra Bernardes.
' Precisa-se de urna ama Ue leite :
na ra do Collegion. 10, primeiro andar.
LOTERA
2 PEURAS PRECIOSAS. W
3 B
^J Adereces de brilhan- >
^ tes, diamanles e perolas, j*
*) pulreiras, allinetes, brin- C
<\ eos e rosetas, boloes e '..,
-( aunis de dilferenles gos- >
3 tos e de diversas pedras <^
< de valor.
a OURO EPRATA. $
i *j
J AdOTCf os completos de *<
< ouro, meios ditos, pul- >
3 Cairas, allineles, brincos C
2 e rosetas, cordoes. Ira- y
< selins, medalhas, corren- f
^ les e enfeites-para reto- f,
2 gio e oulros muitos ob- j->
> obras do mais moderno T Apparelhos completos t
Ti de prala para cha, han- w
"j dejas, salvas, caslicacs, 5
CUlberes de sopa echa
M0RE1R4&DU4RTE
I.iijn le onrives
RUADO CaBUGa'N-1-
Receben* por totlos os
vapores da Europav as
3,ro^Praa:(ou"br": gosto tanto de Franca
3 'omsre'ou.rasluaesqu'cr COm0 de U&hOOi, XS qUBeS
3 joias de valor, a dinhei- C vendem por preco com-
o< ros ou por obras. )>
^mrrrrrrrrrrrr^ modo como costuiHam.
o< muitos oulros objectosde .
prala.
T?TTTTTYTTTTT5T><
O Sr. thesoureiro manda fazer publico
que se acham a venda todos os dias das 9
horas da matiha as S da noite, no pavi-
mento terreo da casa da ruada Aurora n.
26 e as casas commissionadas pelo mesmo
Senhor thesoureiro na praca da Inde-
pendencia numero 22 e na ra Uiieita
n. 83, at as 0 horas da tarde tmente, os
bilhetes da quinta parte da oitava lo-
tera da matriz da Boa-Vista, cujas ro-
das deverao andar inpreterivelmente no
dia 11 do prximo futuro mez de maio.
Thesouraria das loteras 50 de abril
de 1859.O cscriv5o. J. M. da Cruz.
CASA DE BANHOS.
Neste proveiloso eslabelerimento, que pelos nnvos melhoramcntos [ellos acha-se conyeniente-
menle montado, far-se-ho tambem do 1" de novembro em vanle, contratos mensaes para maior com-
inoJidade c ecouomia do publico do qnem os proprielarios esperam a remuneraco de. tantos sacrificio.
Assiguatura de banhos trios para urna pessoa por mez. 10tMK)
momos, de choque ou chuviscos por mez 158000
Series de carios e banhos avulsos aos procos annunciados.
O abaixo assignado declara ao respeilavel pu-
blico c particularmente ao corpo do commercio,
que compren ao Sr. Diogo Jos da Cosa Ponles u
taberna sita no travessa dn paleo doParaizo n. 18,
livre e desembarazada de lodos os onus, os dbitos
a quem a mesma estoja obrigada : por isso quom
sejulgar com direilo (i mesma taberna, aprsenle
seus documentos no prazo de tres dias, ao dito Sr.
Ponles. Recite 3 de maio de 1*09.
Custodio Collaro Pereira Jnior,
= No dia 5 do corrente mez, pelas ll) horas da
manha, se ho do arrematar por venda, em praca
publica, que ter lugar nos lojas ns. I,3e5da
praca da Independencia, as fazpndas e miudezas
exisleulos as ditas lojas, pcrlencenlcs a hernnea
do tinado Jos Joaqnim Borges de Castro, pelojuizo
muuidpal da 1.* vara, escrivo Baptisla.
=: Ollerece-se um rapezpara calieiro de cobraB-
ra ou mesmo de balco de qualquer cstabelecimeiH
to, o qual tem pratica de commercio c d fiador a
sua conducta : quem precisar dirija-so ra do Jar-
dim n. 20, nu aniiuucie por este jornal.
= O bacharcl Pedro fie Albuquerque Autran tem
aborto o seu escriplorio de advocada : as pessoas
que quizerem honra-lo com o patrocinio de suas cau-
sas, podem procura-lo na ra do Oin-iuiado n. 12,
primeiro andar, das 9 horas dj luauha as 3 da
tarde.
Manoel Comes de Pinho declara que dol."
de maio crrenle em dimite so assignar por Ma-
noel Jos Comes de Pinho. Recite 1." de maio de
1859.
. Antonio Pereira de Andrade, Brasileo, vai
Europa tratar de sua saude.
A$ Thesouro hnineopalhico ou vade-
^ nu-cum do hoineopalha, obra in-
,: disponsave] lodo pai de familias,
,*,. viajantes ele.......
Precisa-se de urna ama para cozlobar c engoiu-
mar: na ra Nova n. 10, loja.
2:000S de -ggitiGeacao
No da 2 de maio perdeu-se desde a ra Imperial
al a ra do Caldereiro um embrnlho em papel de
diario conlcndo 7^620^ em sedulas sendo qualro
con tos em sedlas de 500/ c o resto em-diversas
notas : quem o nchou querendo reslituirlevn a ra
do Queiniado n... a entregar ao Dr. Vicente Pereira
do Bego em seu escriplorio ou rna do Hospicio
sobrado junio aogyruuasioque sera gratilicado com
a quanlia cima.
Precisa-se de urna ama para o servico de urna
rasa de pouca familia : na iraca do Corpo Santo
n.17.
Arrcnaa-se um sitio com excedente casa do
viveiida no lugar da Torre inargem do rioCapiba-
ribe confronto A estrada do Mauguiiho, cuja casa
alm de ser edificada com muito gosto c ser enlloca-
da em um ponto de vista agradare! tanto por della
avislar-se todas as casas da Capunga, Passagem e
Ponte de Uchoa, conten4salas de 30 palmos qoa-
drados rada nina, sendo 3 forradas de rico papel e
o tecto de esluque, 11 quarlos, sendo 5 torrados de
papel e o tecto de estuque, cozinha fra, bastante
esparoso, cocheira para 3 carros, quarlos de cria-
do e depretos, estribara para 6 cavados, casa para
galliuheiro e anmaos domeslicos, 2 cacimbas, iriia
enm excellente agua de beber, nutra com bomba,
da qual deila agua para a casa de banho que tica ao
p, jardim com figuras e jarros de louca finos, mu-
rado na frente com porlo de ferro, haixa de rapim
que sustenta annual dous cavallos, pomar de laran-
geiras, selectas e de uuibigo, alm de outras fruc-
leiras do naiz : os pretcndenles dirijam-se ao aterro
da Roa-Vista n. 2, segundo andar.
= I.avam-se e enfeilam-se chapeos do palha de
Indas as qualidades, e se loem na ultima moda, e
tambem se tasen chapeos de seda e enfeites para
cabello : quem pretendar. dirija-se ao aterro da
Boa-Visla, loja do trastes n. 27.
Precisa-se de una ama forra ou captiva, que
engommo. com perteico, paga-se bein : na ra da
Cruz n. 53.
Attenco.
i
iluca-U un grandri sido nn esliada
dos Aflictos, toni umitas rruleiras, laran-
jeiras, cot|UCros, fpucta-pao, etc., com
propoiTops para 4a (i vanas de, leile, a
tratar lesla tipographia ou eom Antonio
da Costa llego Monteiro na rna na l'raia.
Precisa-se de urna ama para comprar c cozi-
nhar para casa de 3 pessoas de familia : na ra do
Collegio, n. U.
O abaixo assignado, locatorlo do trapicho do
Ramos, tos sciente a quem convier, que os pipas de
agurdente ou de oulro qualquer liquido que nao
forera armazenadas no iucsmo trapiche, pagaro
por descarga la por pipa.
Jos Maria Fernandos Thomaz.
Troca-se um predio nesla praca.querende mais
de 1:000, por um engenho, vollado-se o oxceden-
ie se merecer : contrala-se na ra da Guia n. 04,
segundo andar.
Precisa-se de um caixeiro para urna taberna
na pnvnacu do Monleiro : a tratar com Nicolao
Machado Freir na mesma.
i DENTISTA FRANCEZ. X
^o. Paulo Gaignoux, dentista, rna das La-
<< rangeiras 15. Na mesma casa lem agua e **t-
:: p deniitico. ^ ::c
SEGURO CONTRA F060
NORTIIEUN ASSURANCli GOMPANY
LONDON.
CAPITAL S 1,500,000.
\genle C I. A.si\cy c C
OHerece condices muito avoraveis c premios
moderados.
= OSt. leenle-coronel Pedro Borges dn Pa-
rias lem duas carias viudas do Para, na ra da Ca-
deia do Becitt n. 15, primeiro andar, o o Sr. Jos
llcnriques Cordciro de Castro, una.
Sitio.
Aluga-se um sitio parto desla praca, com boa*
casa du viveiida, duas grandes baixas" de capim e
pasto para (i ou 8 vaccas do leile a tratar no aleo
da Boa-Vista n. 4.
= A quem lhe fallar una barrica com bacalho
dirija-se ra Direila n. 72, que dandb o signa) cor-
lo do nome que esl escriplo no lampo da mesma
barrica, lhe seraenlregue, ou o sen importe.
=; Jos Pinto Tacares retira-se para Portugal.
= O Sr. Beriiardinbloaquim da Silva tem urea
carta vinda de Portugal : na loja junto ao arco do
Santo Antonio.
= Precisa-se de um caixeiro que cnlenda de
pharmacia : na botica da ra do Collegio 11.11.
O abaixo assignado declara polo prsenle, a
quem interessar possa, que nao se respnnsabilisa
por dividas conlrahidas pelos seus escravos, sem
que osles levem ordem por escripia c firmados pelo
abaixo assignado.
Jnaquim Ptrido da Costa Valenle.
Francisco Antonio de Abren Pereira retira-se
para Europa a tratar de sua saude.
Ao propheta Balaam declara o Israelita, qur
nenhiim parentesco lem com o reverendo Siman de
Azevedo Campos, tem-o, porm, mu ehegadoeom
algn* dos pas dos meninos de Bebaribe, que lo
enjoados e*sto com as indignidades e torpezas rom
que tem o propheta conspurcado a iuiprensa peri-
dica desta cidade. Declara mais, que nao, para o
iucorregivel propheta esereveu o israelita, mas pa-
ra chamar para a escola de Beberibe a attenco das
autoridades competemos, porque nada de ulil c
proveiloso lem de cnlher aquelles alumnos das ll-
enes do propheta e da sua burra.
o asmo israelita.
A pessoa que no TViarid de Pornamburo do
30 de abril ultimo pede un sitio por compra ou ar-
rendamebto, querendo comprar um porto da praca,
o qual lem as proporedes exigidas, tendo de mais
banho excellente e haixa plantada de capim para
10 cavallos, de vero e invern, dirija-se ao pro-
prietario do (Diario de Pernaumbaco, que dir
quem vende.
Ghegou pelo vapor do norte
loja ao p do arco de Santo \nlonio, um com-
pleto sortimento de bicose rendas de todas as lar-
guras, assim como ricos lencos e loalhas de laby-
rinlho proprias para baptisado ; assim como um
rico sortimento de vestidos de seda de todas as co-
res, e outras multas fazendas que se vendem por
commodo preco, c como tambem contera um sorti-
mento de obras de ouro para senhora,
= Precisa-se de um caixeiro que lenha pralica
de taberna : no paleo do Terco n. 21.
:= (.hiem precisar de urna amo de meia idade pa-
ra casa do pouca familia, dirija-so a ra da Boda
n. 52.
=: Aluga-se um primeiro andar na na larga do
Rosario, proprio para escriplorio : a tratar na ra
cstreila n. 7.
I)eseja-se fallar com o Sr. Francisco Xavier
Carneiro d.iCunlia ji C, na travessa do arsenal de
guerra, armazem n 1.a negocio de seu interesse,
Atten<*o
Precisa-se de um fcitor para um engenho da co-
marca do BioFormoso: a pessoa que lhe convier,
tendo as precisas habilitacoes, dirija-se a ra da Ca-
deia do ltecife, casa u. 50, a tratar com J.os Gomes
Leal.
Nos abaixo assignados faz'emos scienle ao
corpo de commercio fiesta iraca, que desde o dia
22 ilc fevereiro o Sr. Jos Ferreira dos Santos Por-
to deixou do ter sociedade com Francisco- Mondes
Bndrigues, Brando desta dala cm diante gyrando
delictivo da firma de Porto \ Guimares.
Holel Adolpho.
Ra Direila n. 31.
O propriclario deste holel avisa ao publico que
obleve um bom cozinheiro, oor isso acharo os pre-
lendeutcs bous peliscos o jantares, ou quaesquer
comidas mensaes ou avulso, com presteza, aceio e
procos rateareis.
=: Precisa-se de urna ama que lenha bpnsroslu-
mes, para fazer tudo o servico de una casa de ho-
rnera Solleiro: quem se achar ncsiascircumslaneias
pude dirigir-so a rna da Cadeia do Sanio Antonio,
sobrado n. 25, segundo andar.
Arronda-scou vndese o engenho Sapucagy
de cima, na freguezia da Kscada, o qual tica um
quarto de legua distante da estacan da estrada de
ferro, e se acha moente corrente,' com boas Ierras
de produeco, o me com agua : os pretcndenles
podero contratar qualquer negocio no engenho
Sapucagy do baixo, com o seu propriclario, o tc-
nente-coronel Jos Francisco de Paria Salles.
Precisa-se de um homein para Irabalhar enm
um.carro : na rna da l.ingneta ti. 10; e na mesma
casa se vendem 3 carros c 4 bois de Iraballiu.
anles que se acabe.
Na ra (lo Crespo n. 0.
l""'1" rl|ilas francezas.boiiilnspadres.cnvado 200
Itecue \issiqna |,.a asscliuada, i ovado 4i0
lula cor de rosa, rovado 320
l'.hally de cor, nialisado, corado 900
i.rosiienaple pri'lobom, covado 15SO
Panno .reto lino bom a 39200o 4#, e su-
perior, corado 5)500
Hito azul libo bom a28l00, a superior, o
covado 43000
Casemira prota setim a lOO, IgSOO, 2JI0O
JJ600, 3S2O0 e 4*000
Merino pnio superior intestado] 202110
lilndilo.lilo setim ljOO
llnllaiid.i m\a e einzenla com 4 palmos de
largura, boa f.izenda, covado 200 '
Cambraiiilia liula com pequeo deleito,
o covado 10
Panno aloalhadn, superior fazenda, rom 7
palmos de largura, vara 19G00
Bilo dito dilo enm 8 palmos de largura, 1J50O
Pecas de plalilhas de algodao, finas, com
t 1 2 palmos de largura, de 30 varas por 75000
Dilas de cambraias brancas e de cores,aber-
lase rom salpico!, de 8 varas 5J00
Cortes de cassa chita com barras B bonitos
padrees 2J000
Ditos de lazinhas do quadrns 4D00
Ditos de cassas prctas com barras 11500,
Dilos de casemira de cor encorpada 8yjjW
Hilos de meia casemira de cor 2JJ00
Chales de merino com palma c franja de
seda a Oi00
Ditos de dilo dilo bons, franja de seda 7500
Dilos de dito dilo, de velludo, franja de seda 9S000
Ditos de dilo dilo, de velludo, franja de
seda enfeitada 12S00O
Ditos de rede encarnados com palma branca 59000
Hilos de chally com listras de seda 7g000
Dilos de merino, lisos, com-rauja de seda 69000
Dilos de dito, lisos, com franjado !a 5Q0O
Cobertores de la 2?OflO
Ditos de algodao, cncorpado*. hespanhes :\#nn
Cochins de linho brancos e de cores JOOO
na loja da ra do Crespo 11. t.
SYSTEM A MEDICO bE II0LL0WAY.
'PII.UL.VS HOLLWQYA.
Este inestiraavel especifico, composto inleiramen-
le de hervas medicinaos, nao conten merriirjo, nem
alguma nutra substancia delecteria. BeneBno mais
lema infancia, e a compleicn mais delicada he
igualmente prompto e seguro para desarreigaro mal
na roiupleicao mais robusta ; ne inieirameute inuo-
cente em Mas operaciies e eJTeitos; pois buscan
remore asdoencas de'qtialquer especie egro po
mais antigs e leases que sejam.
Entre luilharesdt pessoas curadas com esle reme-
dio, militas que j'slavam as portas da morte, pre-
sis ando em seu uso : conseguiram recobrara saude
c forra*, depois de haver tentado iuulilmeiilc lodos
os oulros remedios. I
As mus aflictas nao devem entregar-se adeses-
peraco : tacara um competente onsaio dos efficazes
eireilos desta a-sombrosa medicina, e prestes recu-
peraran o beneficio da saude.
Nao se perca lempo em lomar este remedio pera
qualquer das seguinles eiiermidades :
Acndentes cpileiticoS.
Al porras.
Ampolas.
Arelas (mal de).
Asthma.
Coliras.
CoHvulsoes.
Debilidade 011 cxlenua-
co.
Debilidade nu falta de tor-
cas para qualquer cousa
llysinleria.
Drde garganta,
de barriga.
nos rins.
Dureza no venlre.
l'.nfenuidades 110 venlre.
Dilas no ligado.
Hitas venreas.
Knxaquea.
Herysipela.
i'eiuo biliosas.
I'ebrelu inteniilenle.
l'eliretu da especie,
Colla.
Ilemorrhoidas.
Ifydropesia.
fcteriea.
Indige-sloes. -
Intlammacoes.
Irregularidades da roens-
Iruaco.
Lombrigas de loda espe-
cie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Obslruceoste venlre.
Phlysica 00 consunipcio
pulmonar.
Relenco de nurina.
Bheumatismo.
Symptomas segundarios.
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
Compras.
Compra-se urna mulata para fra
da provincia, que saiba curiar roupa pa-
ra meninos e senhora e que tenlia outras
habilidades, puga-se bem agradando : na
ra do Trapiche n. i0.
Compram-se peridicos a 3$2flO a arroba : na
esquina da ra de llortas n. 2, taberna.
Quem tiver um bom escravo cozinheiro para
vender ou aiugar. queira aunuuciar por este jornai
para ser procurado.
= Compram-se, na rna Nova n. 22, moedas de
ouro porluguezas ou brasileiras.
Vendem-se eslas pillas no eslabelecimento pe-
ral de Londres n. 224, Slrand, e na loja de lodos
os boticarios droguistas e mitras pessoas ene-arroga-
das de sua venda em toda a America do Sul, Dava-
la e Despalilla.
Vendem-se as bocelinhas a 800 rs. cada urna dol-
as comlin nma inslruccao em purluguez para ex-
plicar o modo do se usar destas pilulas.
O deposito geral he em casa do Sr. Snum pharma-
ceutico. na ra da Cruz n. 22. cm Pernambuoc-
REMEDIO INCOMPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAY.
Milharesde individuos de tudas as nacocs podem
lesii-iniinhar as virtudes desle remedio iucompara-
vel e provar em caso necessario, que, pelo uso que
dille lizeram tem sen corpo o membros inleiramenle
aos depois de haver einpregado inulilmenle oulros
Infmenlos. Cada pesoa poder-er-ba convencer
dessas curas maravilhosa* pela leitura dosperiodi-
C08, que lh'as relatara lodos os dias ha muilos an-
uos e a maior parle dellas sao lao sorprendentes
qui admiram us mdicos mais celebres. (.Inanias
pessoas reeobsaram com este soberano remedio o
uso de seus branis e pernas, depois de 1er perma-
necido longo tempo nos hospitaes, onde doviaiu
solfrera amputaran I Dellas ha muilas que haveudn,
dei\ado esses asylos de ladeciracntns, para seno
subnietlereni essa operario doloroso turara cura-
das completamente, medanle o usodeese precioso
remedio. Algiinias das laes pessoas na entusan de
seu reiiiuheeimeiito declararam estes resultados be-
nficos dianle do lord corregedor e oulros nngistra-
dos, alim de mais auleiitecarein sua firmalna.
Ninguem desesperara do eslsdo de sauc se ti-
vesse bastante conllanca para ensatar este remedio
constantemente seguindo algum tempo o tratamen-
ln que neeessilasse a naturo/.a do mal, cujo resulta-
do seria provar iucunteslavelmcnle : 0.uc tido cura.
O uugueato he til, mais particnlar-
1 lente nos svtilintes casos.
Inflammaro da maslri/.
Vendas.
= Vende-se arroz bom da Ierra as cuias a 320
na ra Direila 11. 72.
Na ra Imperial n. 1 vende-se
um excellente preto, erioulo de 22 an-
nos, copeiro, bom para pagem, o mo-
tivo da venda se aVa' ao comprador.
Na loja de miudezas de Joo Augusto, no
aterro da Boa-Visla n. 58, vende-so um ptimo bi-
nculo de vistas, por proco commodo.
Vende-se nina treta moca, oplimacngomma-
deira, cozinha, lava e faz o mais servico de urna
casa : na ra do Queimado 11.18, segunda loja viu-
do do Paraizo.
Alporcas.
Caiinbras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Dores de cabera.
das cosas,
dos membros.
Liiformidades da culis em
geral.
Dilas do anus.
Erupces e escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade nu fallado calor
as extremidades.
Frieiras.
Cengivas escaldadas,
iurbacoes.
Infinmaen do ligado.
da bexiga.
Lepra.
Males das pernas.
-jdos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Queirhadelas.
Sarna.
Supuracoes ptridas.
Tinha, era qualquer parto
que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das arliculaces.
Veias lorcidas'ou nodadas
as pernas.
039A,
confronte ao Rosario, em Santo Antonio, avisa a
seus treguases que j recebeu tumo francez.
= Vende-se um bonito escravo erioulo, de idade
20 annos, o qual bom carreiro : na ra da Auro-
ra 11. :!.
Na cocheira do porto do capim vende-se um
cabriolet patente inglez.
Banha de porco.
Da mais superior que se pode encontrar hoje r.o
mercado a 500 rs. a libra, em barril a 440: na ta-
berna da ra Imperial 11. 39.
' = Vende-se um escravo cozinheiro, vindo do
norteo ultimo vapor : na ra Direila n. 60.
= Vende-se trelo de Lisboa era saceos grandes,
niilho, arroz de rasca, saceos com feijo mulalinho,
bronco e preto, farinha de mandioca de boa quali-
dade, gomma de mandioca, doce de goiaba muito
novo, esleirs de palha de carnauba, courinhos de
cabra, saceos com farinha de trigo para engordar
animaos, de 5J por 4$, tudo por preco muito com-
modo : na ra cstreila do Rosario, armazem n. 29.
Tende-se
um lindo rabriolcl americano de 4 rodas, sem co-
berla, cora o seu excellente orvallo : na ra da
Paz n. A.
Farinha, milho, arroz e
camarilo.
Desembarcados hoje de bordo rio vapor Cruzeiro
do Su/, procedente do Maranho : vendem-se todos
estes genero* na travessa da Madre de Dos n. 60,
armazem de Ferreira & Hartins, porpreeos muito
commodos.
= John Clarkson Gay, subdito britnico, relira-
so para os l'.slados Unidos.
Farinha de man-
. dioca.
No armasen] de Ferreira & Marlins, travessa da
Madre de Dos n. 16 vende-se farinha de mandioca
de superior qualidade em saceos grandes, desem-
barcada hoje do brigue escuna Graciosa pepcedeule
do Maranho, por preco commodo.
Vende-so oslo ungento no estabelecimento geral
de Londres n.22. Slrand, e na loja de lodos os
boticarios droguistas o outras pessoas encarregadas
de sua venda em toda a America do Sul, Hovano e
llespanha.
Vende-ae a 800 rs. cada bocelinha, conten urna
inslruccao em porluguez para o modo de fazer sou
desle ungento.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum, phar-
maceulicn. na ra da Cruz n. 22. em Pernambuco.
Em casa de Tisset Frere ra do
Trapichen.il, ha para vender os se-
seguintes gneros por preco commodo :
superior champagne da marca Duc de
Moutebello, licores linos em garrafas de
vidro e etu caixns de duzia, vermoulli
em c?i\as, absintho, garrafas valias em
catxas, superior cognac em caixas, vinho
bordeaux tanto em caixas como cm quar-
tolas. superior marrasquino, vinho de
bourgogne superior (charebertin.)
Ronilo sorliuieulo do fustoes de cores
proprios para roupo de senhora : se ve/i- y
ilem na loja da ra do Queimado n. 10.
v
Correi freguezes a pechin-
cha antes que se acabei
Cunto de ceblas de Lisboa ai, tam-
bemdo Rio Grande que s a vista do
Freguez.
M^ilMKMMKBUSSB!lrtSSIMMHWiimt\^
g Lencos brancos do cambraia do linho mu- JSj
t lo sup.'riores pelo baralissimo preco de Cg a
M duzia : na loja da ra do Queimado n. 10, de
Leile & 1
Attenco.

Na ra largado Bosario n. 14, loja
e oIBcina de sapataria ao pe do botica
do Sr. Pinto, vonde-sc em porclo o a
retalho toda a qualidade de calcado
para homcm, senhora, menino
meninas, sendo todas eslas obras do
muito gosto e elegancia lao bem fei-
tas como as francezas, s i vista podero arredi-
lar ; na mesma oIBcinn precisa-se de bous oIBciaes
para trabalhar em obra virada com salto, daudo-se
as solas e paluiilhascorladas por machiuisnio. pa-
gando-se por rada par 1JG00, assim como otticiaes
para lachiado dando-se a sola corlada por macUi-
nismo pagando-se por cada bailo de 1J a 1J280..
Tambera precisa de apreudizes para o mesmo r,f-
ficio.

iismiiiiri
Mal


Aviso aos senhoresdc
Correles para almanjarro, ferhaduras para casa
de purgar, foles para ferreiro, safras, lomos para
ferreiro, espumadeiras, passadeiras de forro galva-
nisado para eagenho, enxadMaortuguc/as calcadas
de aro, dilas azulados americanas lainbcm d ac,
ferro suisso, ac de inrlo. Urnas de (odas a quali-
dades, feri-amenta CiunptMapara Uanatto.iai'mii-
to.'i ourros rtigoa de ferraga&K qa^HKndcm por
commodo preco : nal8ja de ferrafeiBe Vidal t
B.slos, roa da. Cadeia do Recife.
Caiflas de ferro.
As melhores camas de ferro qtio tem viudo ao
aereado, Mato para sdllciro como para-casados :
vendem-se na .rua da Cadeia do llctlo, luja de fer-
raganae Vidal V Bastos.
JACHAS
pana
BRACOS M RONAO
para balanni.
Bracos de Homo para balanca'dc balcao, liraros
grandes pora armazem, assim como crlenles pi'-o-
pnas para os njesmos : vendem-se na riia da Ca-
dejo do Recite, loja de ferragcilsdo Vidal & Bastos
umrw uc rernampnctf.uuarta feira 4 deMaiodel859.
econmicas americanas.
Vend/m-se escadas do lodos os lmannos, e por
greco cqmmoilo: na loja de '
Bonets para meni-
nos.
Vcndem-se bonets de panno preio muilo fino
para meninos, ricamente enfullados, pelo baralissi-
no preco de 48. ditos de velludo nimio superiores
2, loja da Boa Fe.
Manguitos de fil.
i -. ,--------'*""* '" S"j Ut 1*11.1
kCadcia do Recite de Vidal & Bastos.
Guarda comida.
Vendem-se mangiiilos de fil de linho muilo fi-
ferragens da rua'd., "-" 1":;l"""l lxdu'"s a nao par,; a elles,
sao puliros ; na rua do (Juennado'fi. 22 lia
da Boa le.


Na funilif/io do ferro de D.
W.Bowjnun, na rua do Brum,
passando o chafariz, continua a
haver uui completo sortimento
de tachos de ferro fundido e ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bica
as uuaes se acham venda p
prc cbmmodo e com prorap-
tido, embarco-se ou carro
go-se em carro, sem despezas
ao comprador.
Loja das seis portas
EM
Fren te. do Livramehto.
Grosdenaple prelo para lodos os procos, mantas
S retas de linho com bordados de seda, linas de sc-
ai prelas para senhora a lj, gollinbas bordadas a
a 19, dilas linas a lgoOO, manguitos a 3, lencos de
seda brancos! e encarnados a 800 rs., camisas fran-
cezas branca^ e de cores finas a 2;j, palelols brancos
de bramante lino a- 58, ditos de brim pardo a 38
ditos de alpafa pretos a i e 5, dilos de casemira
de cores a 5$j dilos de fuslao de cores a 58: a loja
est abcrla das 6 horas da manha s 9 da noite.
Farnha de trigo
SSSF.
Fernandes S Filhos tem superior farinha de Iri-
go da marca BSSF chegada antes de honlem que
vendeui a pre;o muilo em conta : no seu annazem
rua da Cadeiajn. 63. becco da Madre de Dos u. 12.
Calcadp superior e barato.
Rua Direita n. 45.
Borzeguinsjda trra de 35 a 37,
obra W a 5S000
Borieguini de senhora (Joly). 4#800
Ditos de tymem. Rj800
Sapatosde trancinha. lxt.00
WGI1N
IX* barato.
0 Pr ifuica est Qaeimnndo.
Na run. do i animado D. 2, esquina do becco do
Peixe Frilo t -m o Preguira para vender por bara-
tissimo preco um completo sorliioenlo dc fazendas
bem como se un cortes de cassa e seda de lindis-
siuios goslos i 68500 cada um, dilos de lia e seda
de liiidissimo goslos e superior qiialidadc a 78 ca-
cX!"' rnr,,! de cambraia branca com salpiros a
S500, ditos c a dila com llores de coros a 38800,
gangas mescl das de padrees e superior qualidade
a 540 o cova lo ; .hitas escuras e claras de cores
flxas a 160, 1 M, 9X1 e 2-10 res o covado, cambraias
adamascadas para cortinados de camas, pecas de
20 varas a 11 j|C4da urna, grvalas prelase decores
''ir muJ^ m"[0 "l,as 800 e 1S. ditas sem
ellas a 800 e |g cada urna, dilas com molas milito
JS," '.'6n"3 lencos de seda com algum enfeito
a 800 res cada um, grosdenaple de cor de ba
Jualidarie a 18800 o covado ; corles de casemira
na a Gf, dilris de meia casemira a 2g, dilos de d-
tim"^ lina a'2S6no on'la um,roes de brim de li-
nho a 18700 cada um, corles de gorgurao parn col-
leles a 38 cada um, dilos do merino bordados de
lindos gestos igr>00, ditos de casemira prela borda-
dosa SRHOOcadaiim, cambraias lisas de 8 varas a
3S50U,>4S,4$I00, 48X00 e 58500 a peca, ditas lapa-
das cun 10 varas a 4$, 4S500, 5,$K0), 6S30U e 7jao0
?, Pe?ainn<' de organdys, fazenda muilo larga e
lina a gfiOO, alpaca prela com 6 palmos de largura,
pronria para samarras e eapas de padres a 800 res
chales de la a linos com barra matizada a4S500,di-
. lol^ m^nn lisos a 4S81H), dilos de diio lardados
Jf~" cn(', um, lencos brancos com barra de cor
a lOOe 140 reiscada m, chitas francezas paracn-
berla a 240 reis o corado, brim branco de fistra de
puro linho a 800 reis a vara, dilo de lindissimos
gosto., e superior qualidade a lfttO a vara, dito
branco rooito fino a lg28 c 18400 a vara, cassas
de ciis de lindissimos goslos a 360 o 400 rs. a
vara, nusselina de cores a 320 o covado, dila en-
>au\ ^ cova''0' casemira prela a 5, 2j|200,
28400,38500 e 48 o corado, panno fino azul e cor
de rape de superior qualidade a 58 o covado, dilo
preio a 88800, 38500, 48, 4*800. 55 e 58500 o co-
vado, alpacas de seda de superior qualidade a 900
rs. o cavado, rolos de brotan lia com 10 varas a 5
22. *10 lar*0 mui, lino eom bonilos lavores a
1*e8 a ?jra. luvas de lio de Escocia brancas e de
cores a 320 o par, cambraias napolitanas rxas e
azues de quadrus a 360 a vara, ou 220 o covado
risradinhos france/es de quadros a 180 o covado'
bramante mnito largo* 2400 covado, velbulinas
de lodas as cores a 720 o covado, meias cruas para
homcm a 160, 200, 360 e 400 rs. o par, ditas para
senhoras, de lodas as qualidcdis, palelols de alpa-
ca prela a 5S, dilos de meia casemira a 8, dilos
de pannos prelos e de cores a 10$, luvas de seda
para enhora a lg200 o par, dilas de seda bordadas
de lindos goslos a 28200 o par, merino selim de
lodas as cores a 720 o covado, e oulras muilas fa-
zendas que se deitam de mencionar, e se vendern
por baratissimos precos ; e se darao amostras com
penhnrea
Milito novo a IOS saeco.
Vendem-se saceos muilo grandes de superior
milho, livre de bicho, lano em porces, como em
sacco : na rua do Vigario n. 6.
A.GE1SCIA.
FlNDICiO LOW-HOW,
Rna da Seuzala Rova n. 42.
Nesle eslabelecimenlo continua a haver um com-
pleto sorUmenlo de moendas e meias moendas para
engenho, machinas de vapor e taiasde ferro bali-
do e coado, de lodos os tamanhos para dito.
Espartilhos trancezes de nova
invencao.
Vendem-se espartilhos francezes do molas e car-
retaja, o melhorque se pode encontrar nesle gene-
ro, na bemfeitroia e na commodidade, aquem usar
delles, pelo baratissimo preco de 68, 7 e 89. Ksles
espartilhos sao chegados no' iillimo navio ancez,
c s6 se enconlram na rua do Queimado, na bem co-
nhecida loja de miudezas da Boa Fama n. 33.
Almeida Gomes, Alves & C.a
VENDEM NO SEU ARMAZEM
Sf RUA DA CRUZ %
CHAPEOS de feltro soriidos, da fabrica acreditada
de.Cnrvalho Piulo, do Rio de Janeiro.
SABAO das fabricas do Rio de Janeiro.
clJS?odevCha,lnaRne de "P^rior qualidade.
8ALVAS bandeas e oulras obras de prata.
He cousa muito boa.
Vende-se a verdadeira pomada para tingir ca-
bellos, pelo barato preco de 1 a caixinha, com es-
corinha propna ; tambem se vende massa para
aliar navalhas a 320 : na rua do Queimado, na bem
conhecida loia de miudezas da Boa Fama n. 33.
Vendas.
Relogios de ouro e prata, cobertose descoberlos,
patente inglez, os melhores que existem no mer-
cado, e despachados hoje, vendem-se por precos
razoaveis : no escriptorio do agente Oliveira, rua
da Gadea do Recite u. 62, primeiro andar.
~ Hechegado a loja do Leconte, aterro da Boa-
vista n. 70, exccllenlc leile virgiuaLde ros bran-
ca, para refrescar apelle, tirar pauns, sardas e es-
pumas, igualmente o afamado oleo babosa par lim-
efazerexescer os cabellos; assim como p impe-
rial do lynp de Florenca oara bortoejas e asperida-
des da pelle, conserva a fescurae oavelludado da
primavera da vida. '
NA MF.SMA FUNDIHO
fa!5!Cv 12da?Jas encn""f"das com a superio-
m^M.1]' CODhmda > Oevida presteza e com-
modidade em nreco.
Guarda comidas, redondas, quadradas, de lodos
os lamaalios, .lampas pava pratos, de rame e 111c-
a 1 t? e R;"'fosd', marHin, unicorne, melal via-
I do, luialo c ac de lodas as qualidades, cacarolas
pancllas, frigideiras, assadeiras, cflaleiras, panellas
para cozmharpeixe, tornos francezes para assados
vassouras para varrer salas de cabello e palha :
bem como muitos oulros arligos para uso donies-
tico : vendem-se na loja de ferragens de Vidal &
Bastos, rua, da Cadeia do llecilf.
Grande pechincha, com avaria.
>a loja 00 PregmVa, na rua do Queimado n 2
ha para vender madanolao fino com pequeo loque
o ;:s'.tf & S paP'r5o 1,ra,ico
MACHINISM0
que
loja
Ricas gollas de fil de linho muilo largas e bor-
Jadf. co"> muilo goslo, pelo mdico preco de
isaxi cada nma, esto-se acabando : na ra do
Queimado n. 22, na loja da Boa Fe.
Na fundir fio de ferro do cngenlieiro Da-
vid W. Bowman, na rua
do Brniu, passando o ehafariz.
Ha sempre um grande sortimenlo dos seguintes
ohjectos de mecanismos proprios para engenhos, a
a saber : moendas e meias moendas da mais mo-
derna conslruccao ; tachas de ferro fundido e bali-
do de superior qualidade c de lodos os'tamanhos ;
rodas dentadas para agua ou aniruaes, de ludas as
prporcoes ; rnvos e batea de fomalha e registros
de bociro, aguiMSos, bronzes, parafuzos
limes, meinhosde mandioca, ele. ele.
Camisas inglezas.
Vendem-se superiores camisas
zas: na ruado Collegio loja n. 5.
ingle-
Relogios.
Vendem-se relogios de ouro inglese* de palente
no annazem de Augusto C. de Ahreu, rua da Ca-
deia do Recite n. 36.
O Leile & Irmo continuam a
torrar.
Mussulina Inda encarnada, covado 220 rs., cam-
braia lisa muilo lina a 3881K), 488IHI, 58200 e 5$tW)
rs. a peca, de 10 jardas, brim de linho para calca
de bonitos padrees a 880 rs. a vara, corles de meia
casemira a 38000 rs. cada um, lencos de camluaia
delinlio a 38200 e muito linos a 4$500 rs. a duzia,
chales de louquim pretos, dilos de merino prelos
dilos de merino liso de lodas as cores a 48800 rs
bordadosa6S800rs., chitas francez/s de cores fi-
las a 220, 240, 260,280 e 300 rs. o covado, madapo-
bnm, 2sH!in3S2U0' 3S8U0- ^m- *^aa- 4e*00.
5S000 e 58500rs.,e muito lino a6$000rs.apecii, de
20 varas, palilots de alpaca muilo linos a 6S000 rs
corles dacoleles de casemira a 68000 rs., esparti-
lhos para senhora ai, 6e 8brs., e dos modernos a
->rs.,saias para senhora a ljliOO rs., bordadas a t
rs., < muilo superiores a 4 rs., gollinhas muilo
nem bordadas a 33500 n.,manguitas e raiuizinhas
muilo finas para senhora, corles de cambraia do
gaz a48rs., tapetes para sala al800 rs., para por-
ta de sala a 49 rs., e para cabriolei a 2500 rs.,
meias muito linas parr senhora a jNOO rs. a duzia,
ricas colchas de damasco de seda a 25e328 rs. cada
una, corles de cassa de lindos desenhos a 28 rs.
boas chitas escuras e de lindos padrees a 200 rs. o
covado, meias de lodos os lmannos para menino e
menina, guardanapos a 48 rs. a .duzia, pecas de
cambraia lisa de 12jardas a :tg is., niossiilina'bran-
ca a3011 rs. ocovado, loalhas para mesa a 48 rs., re-
des de follia a Cars., o ha oulras muilas blendas
que se vende por baralo preco. e de ludo se dar
amostras.
Banha.
Na ma Tlireila n. Cha fxcellente banha refinada
propna para cabello e pharinacia em pequeas la-
tas do 10 libras a 48600 cada lata ; a ella que nova
e alia.
: i TVTXJtX
5 rr? rr?- ? T rrrrp-r
I' ATTENV. ,
i Kissel, relojoeiro francez, vende relogios de 2
g ouro e prala, cnncerla relogios, joias einiisi- 3
w cas, ja aqui he conhe, ido ha miiilos linos, "
> habita no paleo do Hospital 11. 17 2
^-S-__1J_IJ.. .i H.-..XJLi.i.Jc.i.ll.S..i.^<
Em cnsa de Kabe Scl-mcttnn & G.
rua ca Cudeia n. 37, vendem-se degan-
tes pianos do afamado lubricante Tiau-
mnnn de Hambtir^o.
Vendem-se barris noves mui bem coiislruido;.:
a tratar na roa Direita u 93.
- Vende-se sebo relinado do Porto em pao eem
velas, cera de carnauba e de ovelha, velas puras e
le comnosicao, de lodos os tamanhos, lio da Ba-
ha, pellesrJe cabra, sai eos vasios para farinha
na rua da Ciuz, arma/em 11. 33.
. Grande sortimento de fa-
nlOVa nvenCO aperfelCOada! zendas prctas proprios
Bandesoualmofdas da(luai'esma-
de crina para penteado de
senhoras.
da Cadeia do
Veslidos de grosdenaple prelo rom
babados bordado A'i-Iludn. .
Dilos dilos prelo coin babdUos borda-
dos a seda.........
Hitos dilos de cores e brancos. .
Ditos de cambraia bordados ao lado .
Velludo prelo o mellior possivel, co-
-- Arados americanos e machinas pa- Crosdenap'le
Na loja de Leite & Irmo. na rua
Recife u. 48
ra lavar roupa : em casa de S. P Johns-
iles prelo liso, covado 18600
ton & C- rua da Seuzala n. 42.
Hilo preio lavradn, cavado 2Sa
Selim
vonii, t.^.. i- i_ 1 neiiiu prelo macan, covado 2$800 a .
lo7or?s em en3",r',nrh4 dc lg*>S>. fcnrS e Sarja pre......span.|, eowdo 2g .,
Enfeiles prelos e de cores"
com vidrilhos..
Dilo de quadrinhos miudos, covado
Hilo branco lanado, covado 1$2IHI a
Dilo de cores e prelo com -i palmus
de largura.........
Belleza da China e mauritana de seda,
covado..... ". .
Follar de Paris e chaly d flores, co-
vado.
enm l',n,0-,ur,imf'''1" 1. enfeiles Popelina de seda e duque/.a de flores",
s com vidrilhos e de mui bonitos covado
i-alissimus precos de 4, Sel: na Froudelina e har'ege de seda, covado!
o, loja de miudezas d agina branca Mejo velludo p,vi ,. de cores, evado
Bonets ricos para meninos
V endem-se bonels de panno muito finos e de
velludo o mclhor que se pode encontrar, lano uns
como outros ricamente enlejiados para meninos,
pelo baratissimo preco de i e fe} cada mu na rua
n (.inclinado, na bem conhecida loja de miudezas
da Uoa Fama n. J.
Na loja d'aguia branca ncharao as senhoras de
bnm gosln um lindo o nov
pelos ede cores
desenhos aos ha
rua iio Queimad
Velbulina decores e prela, covado
Chitas francezas claras e escuras, co-
vado 280 a.........
Panno preio c de cor fino prora de
liman, covado 3$500 a .
Casemira prela selim, covado 1S900 a
Arlaudvs deiiovosilesenhoslinas.vara.
Cassas francezas linas, vara. .
Maulas de blond prelas e brancas. .
t^Krvrvrtrvc nnfAlU.ln -, I Hilas de linho ornis rico possivel.
. ..napeOS CnleitadOS. Chalesdemerimilisosdecorejretos
Tem na rua do Oueimado, loja de 4 portas n. 37,1 S ',''' l!,' ."I* S
lodo sortimento de chapeos para meninas, de seda e Zt h ,' "'T', "^j' L
de palha ricamente enfeilados, ditos para -enhora 'V """ l",rdilJ"'i V1''-
de pilha e de fellro, enfeiles de froco para 38600e '
l'S, ditos de relroz com vidrilhos prelos e decores
a 48, gravalinhas para senhora, de froco, a 28 e
lodo 0 sortimenlo de chapeos de sed.i.dilos de sol
para homeni e senhora, que ludo-se vender por
menos queem oulra qualqiier parle, assim osfre-
guezes lenham ahondado de comprar; lambem se
enconlra um sortimento de focos para 4 e 28.
No armazem de llenrv l'oisler & C, rua dn
Trapiche 11. 8, venaem-se pregos americanos, pro-
prios para armazem de assucar.
s
8
S
&JS00
2,r,oo
2S400
58000
2000
1.5S00
18500
28500
1$500
1S00
1g000
900
0IHI
18280
700
0
"$500
SffiOO
18"00
640
S
8
48800
18500
68000
Aloinlios grandes para
refiiaeiio
Vendem-se moinhos grandes com rnda para moer
cafe, bem como de muilas Miras qualidades. e
proprios para casas particulares, por commodo pre-
co : na rua da Cadeia do Recife, loja de fertamns
de Vidal i Bastos.
sxw ros vssadikzzsisfaam
Vesudiiihos brancos bordados proprios i*
para hupiisar rriancas : se rendemna loja B
da rua do (jueimado n. 10, de LeitejE Cor- *U
lea. *<
k ?,,.; 11 tTrci? Comtoque
de avaria.
Estopa larga propria para cubrir ranos a 160 rs
avara, pecas de chitas linas de lislras e cores ale-
gres, ditas de dilas do gaz : vendem-se na rua do
Crespo, loja da esquina que volta para a rua da
Cadeia.
== Vendem-se 2 bois proprios para carro da al-
andega : om Sanio Amaro, ao p da fundicao, la-
Berna de Jos Jaciiilho de Can alho.
Vende-se nma prela perfeita engommadeira
coznheira e doceira, urna dila muala, com as mes-
mas habilidades: na rna do Padre Moruno n. 1.
Arreios para carro.
llenrv Fnrsler & C. lem evcellentes arreios pro-
prios para carro : na rna do Trapiche.
Vende-se napraca da Boa-Vista, na taberna
oa lina taan, i. um carro novo de cnnduzir g-
neros da atfandega e urna grande porco de vinho
engarrafado do Porto, dito de S. Juli de Medora,
dilo Biirdeaux. ilitu Snuterna, licores linos, cha de
i,w?2"' *>m L' 2s5o- O""'" linos de soda a
18800, soriidos, e amendoas a :I60 a libra, vinho a
400 ea 480, sal refinado, marrasquinho, marmela-
da nova, ludo em proporcao.
Rua Direita n. 17.
Vi fabrica de espiritos de Jos Joaquim l.ima
Bairao, na rua Dircia n. 17, ha constantemente
espritus de todas as qualidades para bem servir
seus freguezes, e sempre qiianlidades prometas
para embarques, e que se garante a boa qualidade
e acondicionaiuciilo.
I
8
18800
S
8
Aviso.
No armazem de Adamson.IIowie, & C, rua do Tra-
piche n. 42, vende-se sellis para homcm e senhora,
arreios Mateados para cabriolis, chicles pan car-
ro, rollen ;is para cavullu etc.
Manguitos para senhoras e
meninas
Vendem-se manguitos bordados de cambraia pa-
ra senhoras e meninas, pelo baratissimo preco de
IS o par, dilos muitissiino linos a 3 B 58, ditos de
hlo de linho moilo linos com lindissimos bordados
a ;i8 : lambem se vMidem gollinhas de cambraia
bordadas milito linas 8 as mais lindas que se pode
encontraras ejf: na rua dnOueimedo, na bem
conhecida loja de miudezas da Boa Fama n. 33.
Venih'-senni carro ingles de 4 rodas, de pa-
lenle, muito nwneiro, e quasi novo: quera quizer
pode ver na rasa do Sr. Poirier. na Boa-Visla
n. Su.
Arroz de casca.
No armazem defronln do trapiche do algodao,
junto ao armazem dfcsr. Guerra, vende-se arroz de
csea por commodo preco.
Cevada a S|000 a arroba.
Na Iravessa da Madre de lieos n. 11, vende-se
recada muilo nova, em saceos, a 28 a arroba.
8
2S500
3S000
S
S
8
s
s
ogooo
89000
6v|(KJ0
Fardos.
GRANDESORTIMENTO
DE
i
('--
Reupas feitee tedas I
NA RUADOQDEIMADO N. 40.
S *fc BASTO.
Ricos sobrecasacos de panno lino prelo
com gojla de velludo .-sem ella a Bf, ,.
25f, palelols saceos de casemira de cores
escuras a 10, dilos sobrecasacos padrees
modernos a 15S e188, dilos de alpaca po-
ta e de cor a 4S, dilos de brim pardo
trancado muilo boa qualidade a 5J, ditos
de esguiao da China a 5g, calcas de brim
de cores a 3S, 33500, 4-3, ditas' de la pa-
drees modernos e miudinhos a 48, ditas
brancas de brim de linho a 5$, ditas de
casemira ureta e de cores a 6S, 7j, 8S e
9g, ceroulas de bramante a 1JJ600. 1S800
e8, palelols de meia casemira a 7g, col-
leles de gorgurao de seda a 5j, ditos dese-
2% t'ui maco a 5g, dilos de velludo prelo a
| 7fiel0g, dilos de brim e ftistao a 2g500
j e 3, luvas de Jourin de ludas as cores a
|S 1)800, camisas de esguiao muito fino a
,.-|! a 3g500 e oulras militas fazendas e rou-
^1 pas feilas que s 4 vista que se pode
Sj avaliar a pechincha ;
i NA MUSMA LOJA HA
laquaresma
mandando-se fazo
er por medida garanlin- 0o
do-se o aceio e beiufeitora da obra, sen- ^
filo lambem de muilo bom panno prova de '
limiio pelo diminuto preco de 35g, assim
como do mclhor panno escnlha do fre-
guez a 40g, afinneando-se seren lodas for- g
radas de selim maco ou seda. -3;
Vende-se na Iravessa da Madre de fleos n 11,
mais baralo do queem nutra parle.
Vendem-se por se querer acabar cora ocaba-
i o france/., gapatoes de lustre com elstico a -.S-.0,
dilos i oni lilas a 48, borzeguins de pellica e pajino
a o e 8g, bolinas de lustre e marroquim para me-
ninos a 18200 : na loia de calca,!,, da rua das Gra-
ses n. 2.
Vende-se chapelinas de seda enfeiladas e
guarnecidas de blond para senhora :i 158: na loja
l<: Nabuco & C. na rua Nova n. 2.
Vende-se
F.m casa de IIcnry Gil.son, rna da Cadeia do Re-
i j "d:! cnenlo ingle/, de muilo superior quali-
dade, era barricas grandes ; o inelhor vinho cham-
pagne, era gigus de garrafas o ineias garrafas, ludo
por preco commodo.
Na loja da cslrella.
Rua do Queimado n. 7.
Rsle eslabelecimenlo contina a tero mais com-
pleto sortimenlo de fazendas de lodas as qualidades,
!'J!,'..V''.'"J'"' V"r ,lll'nos uo queem oulra qualque
fina,
160
2$ 00
6g500
C800
18280
3J500
500
5801K)
16S0OO
30g000
5S500
_ _. ,.-............ qu
parle, assim como :
Chitas francezas, o covado
Corles de casemira ingle/a
Dilos de dila muilo superior, franceza,
o corle
Chapeo, francezes para cabera, finos
Corles de calca de brim
Casemira de'duas larguras muilo
o covado
Taimas bordadas muilo ricas.
Chapeos para meninas e senhoras.
Camisas para senhora, bordadas.
Corles de collele de fustn, bonilos padroes
Camisas deludas as qualidades para horneas.
Carburas de perfumaras inglezas
CazaTeques de tuslo, fazenda muilo superior,
Colleles de velludo preio o de cores,
l'alcloisdc panno prelo
hilos de dilo superior a 28g e
Calcas de casemiras prelas c de cores.
Esparlilhos para senhora
Paletols de ganga muito superior
Dilos de brim branco
Kicos veslidos de Ubi de seda proprios para
baile e casamento.
Ditos de seda de lodas as cores.
Dilos de cambraia cora babados
Lencos de seda a 500, 18280 c
l.uvas de seda para hornera e senhora
Sal.
Sal do Ass : a tratar na rua da Cruz n.
Rua da Cruz n.
No armazem de Scve, Finos i C. lia para vender
urna rica carlina de ogno do mellior goslo que
aqu lem appaiecido com bstanles conmnelos, pro-
pna para escriptorio ou advogado : anda existe
un rico piano forte de novo nielhodo do afamado
fabricante laselo, de Paria.
Vende-se na rua largaste llosario, passando a
bolita do Sr. Bar(holomeu loja de miudezas n. 40, rap fino muilo fresco che-
gado agora do llio de Janeiro, assim romo minias
oulras qualidades de rap em oitavas e libras car-
retela de Iinha a 20 rs., cada nma duzia a 2IKI rs
bicos proprios para labyrinthos, labvriulhos fran-
cezes muilo em conta, a favor do "comprador e
multas miudezas em conta : cheguem freguezes as
miudezas baralqs.
Ditos de seda prelos roxos e de cores-
Lencos de labyrmlho linos de 1g A
Manguitos e gollinhas bordados linos.
ntremelos e tiras bordadas. .
Colleles de velludo e casemira prela
bordadas.........
Ceroulas de brim de algodio c de li-
nho de lgliOO a......
Camisas francezas brancas e de cor
de 2$ a.........
Casacos e sobrecasacos de panno pre-
lo lino.........
Palelols de panno prelo e de cores,
francezes.........
Calcas de casemira prelas e de cores.
Colleles de seda de varias qualidades
Chapeos francezes dkeitoseaTamber-
B<*......# .
Palelols de merino stlim prelos e de
cor forrados........
Dilos de alpaca preta c de cor com
golla de velludo......
Dilos de brim branco 6 de cor fina. .
Hilos de alpaca de varias qualidades
rom .golla de velludo : 5.0,000
Dilos de alpaca prela ede cor mesclada 3S800
Passando o becco da Congregacio, do lado direilo
em segiiimenlo para o l.ivraniento a quarta loja de
tres portas com rolulos brancos.
Presuntos.
Na roa Direita n. 6 la presuntos de I.umcgo de
primeira qualidade, e dos ltimos chegados a este
mercado a 480 rs. a libra ; a elle que pechincha.
A i'iiolidade mostia-se da graca.
Vende-se lila para atacar espartilhos, meias
de algodao para senhon e meninas, espartilhos
para meninas de 12anni:s, ludo por preco commo-
do : na roa .Nova n. 2, loia de. Naboro \* C.
XABOPBE PASTA DI- CODEINA DE BERTH.
As propriedades dotareis do Xauoch e a Pasta
de Codkina tem sido propaladas pelas sabias ex-
periencias clnicas o comparativas de Maoemue,
BlKlllKll n"AIKNS, WaUAIlS Clll.C.OKV, MMITIN So-
i.on etc., membros do instituto de Franca, da aca-
demia de medicina, e mdicos dos hspitaes de
Paris.
As experiencias cnntirnadas pelas recentes ob-
servamos dos Srs. Ansa.Viola, G. Douont, profes-
sores da faculdade de inelicina de Paris, mdicos
doshospilaes de '.iris etc., ele. lem demonstrado
que o Xaropf. e a Pasta os remedios mais ollicazes para lodas asdores nervo-
sas, agudas, e as eses lao rebeldes ; e que afiroxa
com nina rapidez maravillosa, os sceseos conse
Cabros e que tanto eausiin, do catahiiuo, da TOSSE
CONHISI, da HKONC.IIITE O li.l PHTII1SICA P1LMONAH.
(I Xaiiope e a Pasta dt CoUeika de Behtii en-
conlram-se era todasas tharmaeias de Franca e do
eslrangeiro.
I'.na eviiar a falsificacio deve-sc exigir em cada
vidro a assinatiua, e o'vosiK Heiitii.
Dirigir os pedidos emgrosso casi Mnier& C."
n. 37, ru unte Voir de la Urelunnerie em
Pars.
Aprecien! o bom goslo.
Na loja do Sertanejo
n. m A.
Ricas sabidas de baile do melhor goslo que pode
hacer, lano em fazenda como era preco, laazinlias
de quadros miudos e graudosa 420 e 460 rs. O co-
do, chapeos de velludo pelos a T.s, dilos de al-
n. 18.
M. A. Caj & C. lem resolvido nao s ler roupa
felaromo conliniia a ter'um sorlimento de dine-
rentes fazendas nao s para factura das obras, ro-
mo ler um variado sorlimento dcdifferenles fazen-
das dele] e de goslo, tanto para hoineni cmo pa-
ra senhora ; manteletes prelos bordados rom fran-
jas, casavequesde fuslao bordados cora franjas, di-
tos de seda para montarla, lindas sabidas de baile
bordados de diOY-rcnlcs rores e goslo-, chales de
merino de lindos gostos e cores bordados as duas
ponas, dilos de froco de lindas cores, ditos prelos
de l eseda, dilosde rores mais ordinarios, cami-
sinhas com mangiiilos de lindns bordados lauto
para senhora romo para meninas, grosdenaple
prelo para vestido, gravalinhas de velludo e de si-
da, meias de seda prelas e de cores, dilas de algo-
dao de differenles qualidades, lindos enfeiles para
cabeca, meias de algodao para meninos de arabos
os sexos, ricas luvas decores e prelas enfeiladas,
ditas de Jouvin para meninos, chapeos de sol de se-
da com mola e scnl ella, dilos de palhinha enfeila-
dos p.a meninos, locas o sapatinhns, holcinhas
para ditos, ligas de seda, lindas caitas de busio.
concha o marisco, casacas para hornera de difieren-
tes cores e qualidades, sobre e paletols de panno e
casemira prelos e de cores, de alpaca e de seda,
calcas de casemira prelas e de cores, ditas de brim
de dilTerenles qualidades, aquetas de brelauha,
dilas de risrodo, de alpaca e panno, colleles de vel-
ludo prelos e de cores, ditos de selim. gorgurao o
casemira bordados, dilos de fuslao brancos e de co-
res, camisas francezas brancas com peilos de linho,
ditas de musselins, ditas de fuslao, ditas para me-
ninos, chapeos prelos francezes, dilos de velludo,
dilos do Chyli, dilosde feltro. dilosde baela, dilos
de panninlin, bonets de velludo, de selim e de
panno" lano para homcm como para meninos, la-
vas de Jouvin brancas e prelas, dilas de fio da Es-
cocia, dilas de algodao brancas, um sorlimento de
bengalas de lindos goslos, meias para homens, cha-
peos de sol de seda, dilos de panuinho grandes c
pequeos, lencos de seda, dilos de .hila e oulras
muilas fazendas que a lista dos compradores sern
patente pelo preco mais commodo que se pode en-
contrar.
= Vendem-se queijos do reino muilo frescaes e
limosa 2S2I0, na.....iga iogleza llor a 1S2S0 : na
taberna da rua dos Hsrlyrios n. 36.
]>oucts (le panno fino e gor-
gurao.
Mui bonilos bonels de panno fino prelo enfeilados
com ricas lilas de chamelote, Iranias de relroz e
galaozinho dourado, dilos de gorgurao furia-cores
o de lindos goslos a 4 e 58, precos baialilsimos
vista da superioriilade da obra : na rua do Queima-
do, nos qualro calilos, loja d'aguia branca n. 16.
Meias de borracha.
CHF.GADAS LTIMAMENTE NO NAVIO PBANCEZ.
Na rua do Queimado, na bem conhecida loja de
miudezas da Boa Fama n. 33, j lem para vender
por preco barato as muilo procuradas meius de
borracha, nicamente proprlas e approvadas para
luabiuer euchacao as pomas.
N. 19.
Rua do Queimado,
Ricas sabidas de baile prnprias para o the.itrn
as mais lindas qne lera viudo, chales de cachemi-
ra estampados cnni lislras de seda, dilos de Berilio
bordados a velludo, ditos lisos muito finas colli-
nsdofll4deli..... a U, l$500e 1$, manguios
de camluaia muito fin..s, bramante de linho muito
iiriiiis ipiin-
Acabara de cl.egar as melhores peneiras que lem
viudo ao mercado, lano de rame amarelb, como
galanisado, e de lodos nstamailhns: vendem-se
por preco commodo, na ruada Cadeia, loja de fer-
rageusde Vidal & lia.los.
== Vendem-se atacado ouarelalho iraves, en-
chaiiis de >> a 60 palmos" de compridn com fia 7
pollegadas, de qualidades, e minio em conta ; as-
sim como um moleuue rrjoulo de 10 anuos ; a Ira-
lar na rua do-Crapo n. 10, lirceiro andar.
iBmrasMio
No armazem to fazendas da rua
do Queimado n. 11).
Madapoln fino de jarda com um pequeo defei-
lo, cendo as pecas de 40 jardas a 81500, 9 e 9*500,
esta fazenda c menos da melado de seu valur, es-
la-se acabando, lencinlios para meninas e meninos
a 80 rs. cada um, dilos de cambraia para algibeira a
-,s a duzia.
-Manguitos para senhoras c me-
ninas.
Mangn i los bordados de cambraia fina transparen-
te, para senhoras e meninas, pelos baratissimos
precos de 1 e IsOlfl o par, pecinhas de entremeto
de mui bomtos bordados a IsliOO : na rua do Ouei-
niailo, nos qualro canlos, loja da aguia brama
n. 16.
Cognac.
Cognac superior em raivasde nma duzia, vende-
se em casa de Henr Brunn & C, r ua da Cruz n. 10.
Carteiras grandes com chaves.
Vendem-se por pceo muito baralo carteiras
grandes com chave, proprias para guardar dinheiro
e letras : na rua do Queimado, na bem conhecida
IOJS de miudezas da Boa Fama n. 33.
Luvas de todas as
qualidades.
Acaba de chegar 4 loja d'aguia branca um novo c
completo sortimento de luvas de todas as qualida-
des, sendo as verdadeiras de Jouvin brancas, cor de
caima e prelas para homcm e senhora a 2j>500 o
p",rSJ*a dc s>'da l'rancase amarellas para senhora
a 1.S280 o par, dilas com borllas a I9COO, dilas
bordadas com lindas palmas a dilas mui finase
bonitas enfeiladas com palmas e bicos a 23500, di-
las prelas lambem de seda com palmas e bicos en-
feiladas cora vidrilhos a 500, dilas rom palmas e
lisas a 2ge 1S600, dilas de lonal mili linas com
palmas de vidrilhos a 2g. ditos lambem linas com
palmas de reros e lisas a 1S500 e 1*200, dilas de
KL*"M .'"-ninas a IjlK, dilas para homeni a
ijjWKI; assim como muilas oulras de diversas qua-
lidades, como de fio de Escocia brancas e de cores
brancas dc caslor, mui boas e feries, e de algodao]
"opiias para montaa e guardas nacionae's, aos
baratissimos precos de 1jl al 320 o par : na rua
do Oueiinado, nos qualro cantos, loia d'aguia bran-
ca 11. 16.
Na loja de Nabuco 4 C. na rua Nova n. 2, ven-
dc-se chales dc la poro senhora, casaveques de la
para meninas e senhora, meias de la curias ecom-
pridas, ceroulas de meia. camisas de flanclla tudo
para homcm etc ludo por preco commodo.
Calcado trancez barato.
Vende-se calcado francez baralo para homcm,
senhora e meninos : na loja de Nabuco C. na rua
Nova n. 2.
J. AslW'Y
toda e
mi/inhasaH,'7 e10S\ colleles feilcefde velludo
a 103. llse ]2 las, ricas bengalas de'massa Dogindo nnieorne a 7j,
J*S e lOjt, grosdenaples de cdt a IgUOO e 28IKI0, Seda
branca lavrada. ricas camisas pora senhora com pre-
gas e de muilo goslo a 7Se 8 cada nma, ricos pan-
nos para mesas, e muilo linos a Tg, 8$ e 9a, ricos
casaveques de fustn e do melhor goslo que pode
hajer j15| e I&3, ditos de mussulina muilo bem
. en citados a 11J. 12e 138, e avisa ao respeitai-sl
5ffi0 i P"1'"0". que manda dn qualqucr una fazenda SIDOS-
iSSOO tras l''"'a v,r -1' agrada, assim como tambera d 0-
moslrasdeixaudo uenhor.
Potassa da Russia
E CAL DE LISBOA.
No bem ronhecido e acreditado deposito da rua
da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender potassa
da Russia eda do Rio de Janeiro, nova e de supe-
rior qualidade, assim como lambem cal virgeni em
Pedia : ludo luir precos muilo razoaveis.
.,500
2,s0O0,
1>1lO0:
senhores donos de casas.
Vende-se no rua da Cadeia do 11
ragens
dc fech
pregos,
urna obra ; e se vende barato, na loja de ferragen
da rua da Cadeia do Recite de Vidal j Bastos.
." Vende-se um eicellenle carnho americano,
de 4 rodas e i aasenlos. para sor puchado por um
so cavallo, em V11I0 bom estado : no aterro da
Boa-Vista, cocheira de Miguel Soug.
- Vende-se uo armazem de Antonio L. O. Aze-
vedo najBia do Vigario n. 20, vinho do Porto en-
garrafado, cola da Babia e jacarando, nozes e ci-
garrus botafogo, cera em velas. I a a barriguda, ge-
nebra de llollanda em botijas, ditas em rasqueiras,
pipas vasias, oleo, de ricino.
Visporas e dminos.
Visporas em bonilas caixinhas dr? modeiro enver-
i^f1 c.0om ? ,rai";as a2- oulras caixinhas a
1*500 e 1g2 : na rua do (Jueioado, loja d'aguia
Abridores de luvas
a 1,0500
Na rua do Queimado, na loja de miudezas da Boa
rama n. 33.
?:-; I d.iIIi.is udumascadas.
tS Fio devela.
^ Estopas.
Jfjj Vendem-se em casa de Aikwight
Jg ti C. na rua da Cruz 11. 61.
? ?*
Rua da Senzala Nova n. 4
Vende-se em casa de S. V. Jonhslon & C. vaque-
las de lustre para carros, sellins e silhoes inglezes,
condeeiros c castiraes bronzeados, lonas ingle/as,'
lio de vela, chicote para carros, c montaa, arreios
paracarrudeumcdouscavallos. e relogios d'ouro
palale inglezes.
sov mm
DE
A
Vende-se esla agua a melltor que lem apparecl-
dopara Ungir o cabello e suissas de prelo : na li-
TJ""|^ersal rua do Collegio n. 20. d-se junio
"* f^wsogratis, cnsinandoa forma de applicar.
L,~" ende-sc superior manteiga inglcza a 1S200 a
Toalhas dp linhn nnrn tncan ca.s,nll'H "anlio a 160 a libro, passas
1 U.UIldh Qe milO para Uiesa. |novas640a libra, figosde comadre a 320 a libra
Na bem conhecida loja de qualro portas, na rua l'a.nhaJ'e P"11" 560 a libra, camaroes seceos a 320
uo (Jueiraado n. 37, lera para vender um completo a llDr*7Palh5 de fa/.er tranca e vassouras muito no-
sortimcnto deslas loalhas, as quaes se venderao I vo : n ri,n Direila n. !)1.
conforme os tamanhos, o por preco muilo com-' Vendem-se canarios muito canlodores, chega-
moao- dosuliimamenle do Torio : na taberna da estrella
Aos fumantes. *^-F~-.i4.
Na loja de Nabuco &C. na rua Nova n 2 ven- VinlO DOmeaUX.
0 de urna duzia or barato preso.
LOJA DA BOA FAMA.
\ emlem-se po* preco que faz admirar riquissimas
lilas lacrados de lodas as cores e larguras, lilas lisos
com pona e sem ella, bicos brancos de seda de mui-
lo lindos padroes ede lodas as larguras, tramoias
abortas delmho pora babados a 120 c 160 reis a vara
jarros para flores a2g o par.alaradores ou enfiadores
de seda de lodosos cores para veslidos.dilosproprios
para espartilhos, tosoiiros de todos os (nulidades
as mais Aasque he pnssivelenconlrar-se.agulheiros
de niarfim e oulras muilas qualidades, litas de vel-
ludo de todas as qualidades, bolcinhas de camurca
minio lindas para meninas de escola, frasqiiiiillo
com cardmal a melhor cousa que tem appaiecido
para tuar nodoas em qualqucr qualidade de fazen-
da. pelo muito barat.. preco de 23, traucinhas de se-
as de todas as cores muilo lindas proprias para en-
fcitor roiipuiha para meninos e meninas, e oulras
muitissunascousas que se afiane vender-se ludo
por preco baratissimo : na ru>do conhecida [oa de miudusda boa fama.
Chocolate.
Na fia Direila n. 6 vende-se chocolate de qnoli-
dad.-s e do mellior fabricanle de Paris, por ra......s
Uo que em oulra qualqucr parte, sendo de 10 libras
para cuna se far diflerenca razuavel; a elle se-
nhores. que a eslaro propria.
vendem-se moinhos poro caf, de novo rao-
acllo, com roda e sera elja, por baratissimo preco
facas e garfo* a 29600 aimsia, ditas a 23800| ditas
a ..-., ditas finas cora cabo de balanco a 556OO, ditas
muilo linas a 6M00, dlG con, cabo prelo a OS, di-
Sii. ^f0, iltta com eab0 eviado finasa-ISc
o>suu, ditas com cabo de martiin a12g. dilas muilo
linos a 1M, caunhas cora agulhas francezas muiln
linas a 300 rs. a caixa, lilas de lodas as qualidades
por baratissimo preco, bicos, rendas, salitre relina-
do a 8800, dilo a 8$500, panellas, dulcirs ca-
mas de vento, espingardas de fecho c espdela de
lodas as qualidades, bandejas, colheres paro sopa e
cha de todasas qualidades, por baratissimo preco
ferragens, miudezas de lodas as qualidades, mais
baralo do que era oulra qualqucr parle, lachos de
cobre da melhor qualidade, a I5 a libra, lesouras
linas para costara a 240; dilas a 320. dilas a 480
dilas muilo linas a 640, loma de porrellana da me-
lhor qualidade a 160 a libra", cera em velas de Lis-
boa a 13400 a libra, pos de ferro proprias para lirar
arca a 120l)cada una, ditas a 1j400 ; na rua Di-
reila n. 6!.
Com pequeo to-
que de avaria.
Ilamburgofiiioa 20 e320 rs. n vara, cobertores
de algodao brancos e grandes a 500 eSOOrs pecas
de algodaoznho liso a 2j>500, dilas de dilo ameri-
cano largo a 3$ o3S500 : vende-se na ruado Cres-
po, loja da esquina que volla para a rua da Cadeia.
Vende-se um cabriolel e um carro-americano
de 4 rodas, de goslo moderno, para um c dous c-
vanos, com os aireios, tudo em muilo bom esta-
do e por preco commodo: no aterro da Boa-Visla
u. 17.
Vende-se em cosa do Saunders Itrothors 4 C,
praca do Corno Sanio, relogios do afamado fabri-
canle Itoskcl), por pretos rommndns, e tambem
trancellms e cadeias para os meamos, dc excellenlc
gusto.
Jos Aunes de Paula, tem
para vender uo seu armazem di
rua do Aiuorim n. 48, superior
farelo deUsboaem saceos gran-
des e por preco eonimodo.
:= Vende-se nina oscrava irinnla muilo moca e
propna para lodo O servir,, : a tratar rom Jos
Caetano de Medeiros, no Porte do Mallos, prensa
de Manoel Ignacio de Oliveira Lobo,das 10 horas ao
iiieio da.
Farinha.
Vendem-se sacias com farinha do norte, n
preio commodo : no armazem dos Sis. Ilemeleu
6 Irinao, deruiite do trapiche do algodao.
Cigarros do Rio de
Janeiro.
Vendem-se cigarros de papel branco e pardo, fi-
nos, a 200 rs. o mam : na rua do Cfcspo n. 6, loja.
- \endcm-siqiieijos a 2, arroz pilado da lu-
dia a dg a arroba : na i.iberna n. lo, confronte a
rila da Hnreiilina.
55-tem da Btt-VistaSS
Ceuta de Pafrier.
Vende-se um cabriolel de 4 rodas, sem coberta,
com um assenlo atrs para criado, em bom calado.
-- Vendem-se duas casas sitas na rua de S. Jos
ns. 2 e 4 nesta ridade, sendo a n. 2 da esquino de
novo reedificada desde os seus alicorees, com pare-
des dobladas, com um grande solio ossobrodado :
quem as pretender, dirija-so a rua do Crespo, loja
da esquina que vol/a pora o rua da Cadeia,
achara com quera tratar.
Ricos enfeiles com vidrilhos
Venclem se em cata de C
A Com panilla :
Cubo dn llussiu e nf;!ez patenle.
Salitre, alvniade e verniz branco, '
Polliinli.i para inurcineiro.
Viutioslincs de Moselle e Cliamp.igne.
Pedros de marinare pan mesas e con -
solos.
Baldes ami'i c'iios.
(ienebra e arrimi-dente de Franca,
Pregos de cobre e de zinco.
PARA ACARAR.
Vendem-se loalhas de panno de linho rom laby-
rinlho e luco, por diminuto preco de 4S500, bone-
i is de chorar de diversos lamauios a 4t500 a du-
zia, agua de Colonia muilo superior, era frascos
compridos, a 500 rs. cada um, brinquedos para
crianca de todas as qualidades e formas, por baralo
preco, c igualmente urna arraaoB'd envemisada e
nvidracada, da mesma loja, qu serve para qual-
qucr oulro eslabelecimenlo : no paleo do Carran.
0, primeiro andar.
Escravos fgidos.
oOS de gralifleaclo.
Anda continua estar fgida a escrava crinla de
nomo Joaquina, que ge aniso loa no mex dc Janeiro
do correule auno do engenho Trapiche do Cabo
propriedade do Esm. Sr. visconde da Roa-Visla. Os
signaes desla escrava sio os segninles : alio, corpo
reforrado, tem falla de denle no frenle, c una cica-
triz na testa, falla muito o desembaracadaraenle,
pes grandes, cosluma andar sempre cora urna trmix
de roupa, e inciilca-se ser lavadeira ; lcvou vesti-
do de i-hila e islunia andar de chales. Suppoe-se
e lem sido encontrada na l'assagem da Magdalena',
Na/arelh cPaod'Alho, e outros lugares que ja fu
vista, guiando um ceg : roga-se pois autoridades
pffliciaes e capiles dc campo a epprehensan desla
escrava, e sita entrega a seu senhor no engenho
trapiche do Cabo, ou ao lllm. Sr. tenenle-corouel
Sebastian Copes Cuimaroes, na rua Nora, que qual-
qucr um dos dous gratificara com 50$.
Alinelo.
Fuajo lionjrm 2 do frrenle, pcki 2 ho-
ras da larde,da casa do abano assijiiailo,
a sua estiava i ioiila de nome II u lina; re-
prsenla ler 40 anaos de idade, secca do
torno,eslaluraregalar;levandosaia de
chita com flores liudas encarnadas, ca-
liecito de aigoilozinho e |anuo da Costa;
foi vista em companhia de mu escrava de
Sr. Miguel Filelo, por nome Panlo; be do
supor-se andar pelos Praseres: pessa
que a levar em casa de seu seahar na rua
da Palma, oudella deraolieit ser ge-
nerosamente recompensado.
Thomaz Jos da Costa e S.
Fugio no meado do mez passado do engenho
Cniambuca um negro de nome Victorino, baixo,
grosso, testo alia, olhos um pouco sllenles, toca-
dor de violas; fni comprado ha pouco lempo no
engenho Mallo Grosso*: quem o acharen delle t-
ver noticias, dirija-se ao engenho Cniambura, ou
nesla praca, a Iralar com Jos Antonio Pinto, rua
da II ocia n. 17.
I'ugio do ahaixo assignado, no dia 16 do cor-
reule mez a nnile, o seu escravo crioulo por nome
Anselmo, idade de 27 a 28 annos, rom palelm de
i iscailo azul e calcas do mesmo escura, seceo do
corpo. pouca barba, olhos espantados, e at callla-
lo :_ recommenda-se as autoridades policiacas e ca-
pilnes de campo, ou quem dello livor noticia ou
souber.o prendara e levem-no rua de Sania Hila,
sobrado n. 85, grotilirando-se de seu trahalho a
pessoa que o pegar. Recife 26 de abril de 1859.
lemelrrio Maciel da Si/cn.
*OO$0O0 (te Kratlfleac&o.
Acba-se ausenie desde o dia 2 do correte mez
de abril do engenho Barbollo) (de Cabo) o escravo
crioulo, de nome Antonio, appellidado chalo, por
ler o nariz muito chato, cara laraa, baixoe bstan-
le grosso do corpo, ps largos, bocea rande e rom
iodos os denles : roga-se a quem o apprcgender.
de o levar ao referido engenho, ou a rua da Ca-
deia do llccife n. 21 a Luu de Muraos Comes Per-
reira.
que
para cabeca.
Vendem-se os mais ricos enfeiles prelos e de
cores cum vidrilhos, pelo baratissimo preco de 48 e
09 cada um : na bem conhecida loja dn miudezas
da Moa Fama, na rua do Uueiinado n. 33.
Na loja das seis portas
F.M
Frente do Licramento.
Cassas francezas, fazenda nova, a 160 rs. o cova-
do, e a peca a 58 com 33 corados corles de ram-
braia com salpico a 3j, dilos piuladas a 2$, lencos
de relroz a 500 rs., uvas dc seda prctis lizas c bor-
dadas para senhora a lS, chales de merino cora
barro estampada a 48, mussolina branca a 210 o
covado, dita encornada a 320, velludilbo de cores
para reopas dc crianeas a 800 e 1, lllde linho
prelo, fazenda lina, a 18280 a vara : dao5e amos-
tras, c a loja esl abcrla das 6 horas da manha s
da noite.
Bordados finos.
Ha na rua do Queimado, loja de 4 porlas n. 37,
DE GRATIFICAgAO.
Anda conlinuam fgidos dous dos escravosque
se hovioin auseiilodn no dia 23 de marco prximo
passado do engenho Tabcoas, pertencenle o Fran-
cisco Antonio Cabral de Mello. Os nomos e signaes
sao ns segninles : Joaquim, prelo, representa ler
20 annos de idade, baixo. secco do corpo e sera bar
ha; lera muilas marcas de. bichos nos ps: levou
umaargola de ferro no pescoce. camisa nova dc al-
godao da Babia, seroula velha e chapeo de roaro
velho. K de suppor que lenha bascado as immcdia-
eoes do. I.iuioeiro, d'onde Iinha vindo em poder do
hr. I)r. Sabor, por compra que delle lzcra, c depois
por aiilorisaco sua foi vendido ao annuncianlc pe-
lo correior Souzo, nesla praca. Nicolao, prelo, al-
io, cheio do corpo, reprsenla U?r 22 annos de'ida-
de : levou calca branca, camisa de riscado e urna
baela nova lem nos costos marcas de castigos ; le-
ve alguns principios dc carpina : reto do Maranhao
para ser vendido nesla ridade. Kste prelo, rom os
eompanhcirns Joo, Marcelino e Kzequiel, leudo si-
do preso no engenho Miranda da freguezia de Coi-
amia, pouile lomar o fugir. Itoga-se pois, sau-'
loridados poliriaes e espitaos de campo, a appre-
hensao desles dous escrovos, e sua entregaa seu se-
nhor no referido angenho Tabocas, freguezia de N.
S. da Luz., eno Recife a Manoel Antonio Concalves
rua do Cabug n. 3, ou no engenho Acahu "no Sr!
francisco Tavares de MeUp,qiie qualqucr dos qiues
gralihcara com cera mBeis por cada um dosdilos
escravos.
No dia 14 de agosto do anno prximo passado,
rugirn) do engenho Sete Ranchos, freguezia de
Nossa Senhora da Escada, comarca da cidade da
Victoria, os segrales escravos: l>amiao, crioulo, de
i.) anuos do idade pouco mais ou menos, corfula,
beicos grossos e meio arrebiladns, tem urna cicatriz
na lesla provenieule de um coice de animal, pernas
linas ealguma cousa arqueadas para tora, esmalma-
um completo sorlimeiilo de tiras bordadas muilo' ?"' e?Pa.d,'ld. "Ilu ri,8uir, eeal bucando ago-
propnaspara colcinhas de enancas, Iravesseiros 'm ..'",!!,"',"""'.' fnnos.de idade P0"00
pora eufeitar casaveques, gollinhas com manguitos
d!Lva.r'ado.s goslos e diversos preros, gollinhas para
WMW. 1g..ifi50b. 2S550 e i^mangui.o's:o
par I >biiii ale 3ji, camisinhas bordadas para bapli-
sados por diversos precos, camisinhas para senhora
com gollinha e manguito!; saias com 3 babados
bordados por 6, dilas por 4a. saias de balao de
"oslo moderan pora 79, e oulras muilas mais fazen-
das, que nesle eslabelecimenlo se vendem por pre-
co mais commodo uue ein oulra qualque lujo.
Relogios
de ouro patente ingle/, de um dos
melhores fabricantes de Liverpool
chegados ultimamente pelo ulti-
mo paquete e alguns de nova in-
|3! vencao cobertos e descobertos a
vontade do possuidor ein casa de
Arkwrigbt & C na ma da Cruz
n. 61.
mais ou menos, altura regular, cor prela, pouca
na. beicos grossos e faz eerto geito na bocea quan-
Armazem de fazendas
baratas.
Rua do Queimado n. 19.
Cambraias chinezas muiln largos com lislras imi-
tando seda a 200 rs. o covado, corles de gaze de
seda com Ucovados por 4S500, corles de cambraia
chineza com 81/2 varas de quadros c lislras de se- '
da a 38, nrns organdys dos mais lindos desenhos
que lem viudo, pelo baratissimo preco de 18 a va-
ra, chilinhas de cores linas a 160 o covado.
Vendem-se
relogios de ouro inglezes, patentes, meios chronn-
melros, sabonetes e de vidro, com pouleirn grande
de segundos, e sem elle ; lodos dos mais arredila-
dos fabricantes de Inglaterra, por preco commodo :
na rua da Cadeia do Recife n. 52, casa de Heury
Oibsou. '
Milho, feijtio amarello, branco e
preto
cevada, arroz com casca c farelo : vende-se na Ira-
vessa da Madre dc lieos n. 11, mais barato douiie
em qualqucr oulra parle.
Agua de a mor.
Vende-se na loja de Nabuco i C. na
rua Nova n. 2, agua de amor propria
Eara limpar e tirar dores de denles das
ellas e refrescar a bocea, por preco
commodo.
Azeitonas.
Na Iravessa da Madre de Dos n. 11 vendem-se
ancoretas com azeifanas muilo novas e muito em
conta.
ao talla, lem una cicatriz em urna das taces, pernas
Unas, esmalmado, fuma, e tocador de viola. O
primeiro foi comprado aoSr. Joo Francisco Barlm-
za da Silva Cumor, e o segundo diz que foi escra-
vo da familia do Sr.Joao Nunes, da fazenda do Silio,
era Paji-u de Flores e comprado na praca de Per-
nambuco. Consta que ditos escravos esloem l'a-
jeude Flores por portadores que mandei ede lvie-
ram : roga-se as autoridades policiaes ecopilaesde
campo de negar elevar ao referido engenho, a
neniardino llarboza da Silra ou na praca de IVr-
iiainbuco aos Srs. Manoel Alves Ferreira h Ulna na
ruadaModa n. 3, segundo andar, que serio re-
compensados com a quantia cima.
Fugio no da 1." do correnle a escrava Jose-
piia, parda, bstanle claro, boixa, magra, fekee
grosseiras, cabello corrido, represenU ler 35 a'40
annos, cosluma andar peoleada, lem alguma falta
ue cabello no lugar do reparlimealo, urna eicalriz
miado esquerdodo rosto, e oulra as costas, sm-
l'os do lamanho de unta moeda de vinlem, foi cas-
tigada no dia m que fugio por insubordinarn, por
isso lem marra dc relho pelo corpo; levou dous
veslidos de cassa chila, alguns de chita, e camisas
de madapolo, entro ellas algumas abenas de ren-
da, e um chales de louquim usado : quem a pecar
leve-a ao abaixo assignado, em Alegados, pateo da
i/ ii. .1. ou na rua Imperial ao capilo Joaquim
ledro do Reg Brrelo, que ser gratificado. O
abaixo assignado protesta proceder com lodo rigor
da le contra quem a liver acoutada. Adverllndo
mais o abajxo assignado que a algumas pessoas ella
cosluma dizer ser forra, c a oulras ser portiigueza.
./' 'i'i Eduardo Pereira Borget.
No dia 30 de abril desencaminhou-se da Ca-
puugo en: seguimento a Estancia, urna prela afri-
cana de nome Rita, baixa c cheia do corpo, condu-
zindo urna cesla dc 4 azas com flores'; lovou sai
de algodao trancado dc lislras azues e panno da
Cosa j usado : roga-se a quem a liver pegado, ou
delU liver noticia, leve-a seu senhor oo sobrado
de 2 andares defronte da capclla da Estancia ou
ser gratificado. H
Uo sitio do Barbalho de Jos Cesario de Mello
fugio o escravo Conrado, crioulo, natural da nro-
vincia do far, com os signaes seguintes: alto
bem retinto, usa bigode, sem suissas, falla bem'
seu corpo de grosgra regular: quem o apprehcn-
der leve-o ao refendo siko Barbalho ou a can de
detencao quesera recompensado obrigando-se seu
senhor pelas despezas que se fizerem.
4
PERN.: TTP. DE U. F. DE FAMA. 186.
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