Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08045


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Full Text


r: I
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k

AWM XXXV. NUMERO 98.
\
WMI adlantadoa 4$000.
odisea vencido* KgOOO.
S VBBADO 30 DE ABRIL DE 1859.
Por uno ad laclado r^Sooo.
Porte franoa^ara o subscriptor.
_ DIARIO
l ,. PIBTIOI DOS C0HRE10S.
e-ximeiuos di $.scii.rc.o no ion. ta^ftaftMTXVSE?.^-w
o-Wffiiar-OB^olpho C-s;NaU.,oS,AnJ|'SB*n8t'S: BU"l' ''Altmo e Caranhun.
&ml%XffES%. 256*^.^1 ?j2%j:,,taMta. Boa-Vis,a. Ouriourye'Ex^nas
o Sr. Justino J. Tt
Costa.
Kii.riCaly,ii0 "Sr i,*" de H?"10,9 B/aga: Pa d'A,ho' "retir, I.imoeiro. Brejo. Pesqu
i Ohve.ra; Maranhao, o Se. Jos Tei- ra, Flores, Villa Bolla, Boa-Vista, Ourieu
y, o Sr. Jos Joaqun) Avehno; Par,| quarlas feiras
; Amazonas, o Sr. Jeronymo da Cabo, Scrinhiem, Rio Formoso, Una, Barreiro, Agua Pre-
ta, Pinienteiras e Natal quintas feiras
(Todos os correios partem as 10 horas da manhaa.
PAUTE OFFCaL
AUDIENCIAS DOS THI
RIUH
ES 01 CAPITAL.
e quinljs.
Tribunal do rnmmeroio: seg
Relarao: trras feiras e sabbados.
Fazcnda: Ierras, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo docommercio: quintas ao meio dia
Dito de orp.hi.os: lenas e sextas as 10 horas.
I'rinicira vara docivcl: ierras* sextas ao meio dia.
Segunda rara do civel: quarlas e sabbados ao meio dia.
8 La nova as 7 horas e 58minutos da manhaa.
10 Quarlo cros.ente as >J horas e 1 minuto da manhaa.
-17 La china as ti huas e 4li Uiinutos da inanha.
Quarlo mii.giianlr as 2 luirs e 20 minutos da manhaa.
PREAMAH DF. IIO.IF-.
Peinioiro as
Segundo as
2 horas e 54 minutos da manhaa.
:i bores e 18 minutos da larde.
DI1S DI SE
5 Segunda. S. Mareos Evangelista ; $.\Jlermno b.
26 lina. S. Pedn.de Rales b. ; S. CIcihNJ1- "'.
27 Quarte. S. Terluli;.....b.; S. Turibio arr\uV Lima.
-'s Quinta. R. Vital ni. ; S. Prudencio b. ; S. fcpapio ni
i"J Sexta. S. Pedro m. ; s. Hugo are. : S. Tt-rli'"
:tl Sabbado. S. Calharina de Sena v.; s. PcrcgrntV
1 Domingo. A Halernidade de N. s.; s. elipp c lia"
pap.
EHC1RBEG100S 01 SBSCRIPCO NO SUL.
tSSSTLl.'m.a?'",1i"n.Fle5o Dial; Bahia, o Sr. Jos
Martina AUc; |l, de Janeiro, o Sr. Joiol'creira Marlins.
r.M PKRNAMBUCO.
su? I^r^f lar ''1 "i''?10 ***- iBwiroa de Faria, na
sua liv rana prara da Independencia ns. 6 e 8.
sen .onhecimoulo, Communicou-se tamberai ao
inspector da Ihesouraria de fazenda.
Dito aiTOmmandanijda armas Approra o enn-
teato. qae segundo o termo dinero ao offlrio
Kxc. *> honlem. sob u. 311, foi feilo pela junta mi-
litar de saude com Jos Caetano de Carvallio para o
forneramento de medicamentos pharmacia mili- ..
f-^ommuuicou-se ao inspeclor da Ihesouraria1 jecto n. i7, c
^rjrronle, os veiicimentoa na importancia de I acerca do estado da iudusiria agrcola, fabril
oasou das praeas da guarda nacional deslaca- mineracao.
das na villa du Gaianhuii
QUUiiU passad atsVH
esdo o |" de novelllbru
arcoAiltimu.
15
dioeesano, Rogo
V.
Dilueo commandanle superior da guarda nacio-
nal deste municipio.Queira V. Exe. expedir suas
ordens para que as 7 horas do dia 1 do correle
estoja postada i-m frente daigreja matriz de Sanio
Antonio urna guarda de honra da guarda uarional
O8el?"l"luilo,"lr'1". alim de acompanbar
a S. Viafleo-nm sua visita aos enfermos da.iuelta
freguezie.
HU*"PTt'side,"e d rolarn. Remello por co-
S.. para serem lomados em considerfcio,
* nenie general coinmandadle das ar-
mas de tonlem, o do coronel assistcnle do ajudan-
to genera! na provincia das Alegoas de 84 de marro
ultimo, solicitando a derisio dos procesaos dos soi-
"**!. ?"* balalhio de infamarla Antonio
Jos Nnrfes, Manoel da tlrnz Rilteiro e do segundo
sargento da 7. da rnesma arma Francisco Comes de
souza. -* Cenraonieou-se ao commandanle das
armas.
Dito ao comniandanta da diviso naval.Queira
\' **rl* "w P**!? Pra Maeo, no vapor
oe gnmalllrsrtle. a Luis Correa de Meuezes Fi-
i u'-wff0 "det01*0 Hil^iro de Menuzes e Ma-
noel HibesM Brrelo de Meuezes nao haveudo nisso
luronveiiidote.
u D'i" J jospeclor da thesouraak de azenda.
j j 5* paKar snb minl,a riasjonsabilidadc, a
ajuda de rujie devida ao depulado pela provincia
ao Amazonas Fraucisro da Serra Carneiro, que se-
gu desla cidade, Mide exerce o cargo de juiz de di-
eitodssedunda jara.
Dito ao director geral interino da instrueco pu-
D!*-'"o]chaiido o conselho de sfatracrao ha-
lutrUituspark o ensiub os candidatos que so oppo-
zeram.* endeira de historia e geographia do gvojr-
oasio provinburl, eAnseguinlemenle nao olTerccen-
do ame algiim i consideraran do governo para o
preencJiisieiiU da cadoira, ieubo por conveniente
que Oque sest eeilo o concurso que se abri, e
que nao seja Ule Utuovado, emquanto a presidencia
o nao ordenar.
Dilo ao eovUAd* S. M. brilannira I. A. Cowper.
AccusoiwebUnj>oiiimunicar.aoque em dala dn ti
do corrente i e dirig o S. H. A. Cowper, cnsul
o* M. briL astea, pondo a disposiro desla pre-
sidencia, para serem cenvenienlemenle distribuidas
SU arncas de seraenles di' algodao.
AfP^ecend i ao Sr. ronsul a olTerla, que fez por
parte do govejno de S. M. briUnnira. qne se mos-
tr.i oese|oso melborar a sement do algodo por
i *" llf,Ul-ine declarar-lhe que pode man-
r t',JPI5K*L4 roteadas barricas ao inspector do
arsenal de miiioha, i|u teni ordetu para recebe-
iss.ailmdc sbreai dislribuidas dlos agricultores
dsla nwijm4,.-Wirfwme as HrtejKes ^ueimani-
testa or. cot aul. a quemosla oaaluu mao-.
protestos de n mha estima e Tonsiderariio.
. ^ym.i
de Vmc. reeet ar do contal de S. M. hriannica fies-
ta provincia, Mbarricas de someutes de algodao, e
ra-asconsedvarnesse arsenal para ssreni entre- dade dp aviso junio "por rpia. expedido polo mi-
gues 10 ao ju*| de direito do Hrejo, 8 ao de Gara- nislerirda inarinha em ti de marro ultimo, sob
como resolveu a assembla legislativa
provincial.
Dilo ao commandanle das armas. Queira V.
kxc. informar sobre a materia do offlrio indino,
que me dirigi o couiinandanle do presidio de Fer-
nando em o corrente, sob n 31.
Dilo ao mesmo.Remello por copia V. Kxc,
para sua inlelligencia e execuro, o aviso expedido
pelo ministerio da guerra em 21 de marco ullimo.
uelerminando que seja ronlratadoo Dr. em medicina
aanool Aires da CosU Braneante para servir uo
exerato, supprindo a falla de cirurgioes inillilares
nesta previncia.
Conym.ontro sim.quc V. Etc. dispense um dos fa-
cullalivos, que aqui se acham contratados.Com-
muiiiriiu-se ;, nspeclor da Ihesouraria de fa/.en-
da. remelloudo-sc-lhe copia do aviso mencionado.
Dilo ao iiiesino. Couslando-me de aviso da re-
pariu ao da guerra de 21 de marro ullimo, que S.
M. o imperador houie por bei nomear direclnr
das obras mililares
l>..ria: .... 4 < etemacoe* d'> Austria, mas o l'i.-,
i Dilo do padre Iraunsco rbauo de Albiiqui-npie ; pona rom islo, poique se sent apoiado.
M.ioienogm. dem. |),rija-s,. a Ihesouraria pro-i l'.omliido, como recrio dizer, a Franca nao faz ar-
aqumii sv'Apedej ordem in.iessaria. | mmenlo alguin extraordinario, e se leude, un mi-
aba ultima caria um artigo .inserido no iioileur,
que linha pur alvo eslabelecer que o nosso exercito
icial. e a nossa esquadra achava-se semnre sobro u u
pa/..
Assim respondo ao ofTicio da mesilla cmara dala
do de 2B de marco ullMauajs*
Porlaria. Sr. agente da companhia brasiiera TFgezia dos Afligidos, drm.Xesla dala se cx-
quetes a vapor mande dar Iransporte para a "pede ordem neossria a Ihesouraria prorii
a ordem neressaria.
*;-a Senhora da Paz da
F.x"mqtirao%enPPare^^^ corle, por ron.a do minis.erio da guerra, no-vapor Dilo do padre Joao BapibU Soares. vigario
E^JSSISJFISSJS*: E*P2? "' '""'''a. 0,,oro *0 eJ- rwgaeiU de Bar.vi.os. iden.:-Di.ija-se a ll.esou.a- i
rio relies de S, que tiveram baila do servio, no ria provincial I P 'osmo jornal ofllcial araba anda de lomar a
t li ii-,ll, ,.. .1.. o.,ui.^:____ ..C. .......
de
lima barrara, c recommenda s auloridades [ocaes
que nao poiiham embararo algiim ao corte e con-
dueco dessa madeira, teu'du porm lodo o cuidado
balalhao de arlilbana a pe. l)iiu da irmandade do Sanlissimo Sacramenl.
unao presidente dn provincia, atlendendo ao freguezia de S. I.ourenio da Malla idem -
quoihe requeren Fesmino Francisco Fernandes, dala se oxpede 1 Ihesouraria provincial a
resolve. de coiiforniiilade rom o aviso da repartirn neressaria.
de inarinha n. 110 de 19 de marro de .1858, cone- Dito do padre Simio de Azevedo Campos, vigario
der-lhe menea para mandar corlar as mallas par- da fregue/.ia da Escada, idfc.-irija-se a Ibesou-
i.ruiares da comarca de lioianiia, laj) pos de airo- j raria provincial.
pira, am de serem empregaoos na*cnnslrucrao de Dito do mesmo.Deferido com a ordem exped-
tuna barrara e recommenda s anlordades locaes da nesla dala ihesouraria provincial,
uue nao poiiham embaraco algum ao corle e ron- i OUicio numero :I57 do Dr, chefe di- polica inle-
ilunao dessa madeira, leudo porm lodo acuidado rio, apreseiilaudo a coula da despeza feiu nos me-
para que se nao deem abusos por occasiSo desla /.es de jullio a dezembro do anuo passado com os
ii?!;''l_a____i .i '.... iP''*o* pobres da cadeia de termo de llurirurv.-
una.u presidente da provmria, aUendendo ao Remeltido ao Sr. inspeclor da Ihesouraria provin-
que requeren Thomaz Antonio Guimaiaes, resolve | rial para mandar pagar, estando nos termos le-
Oe coulornudade com o aviso da reearliio de ma- gaes.
miha u. 110 de 10 de marro do 1858, coiiceder-lhc i Dito n. 208 do inspeclor da ihesouraria de fa/en-
ncenra para mandar corlar as matas do engenlig i da, informando ao de numero 10B, do inspertordo
Dous Ros na freguezia de Goianna, proprie- "
nnni ti' f,a,avra P''"'11 Sl' 'Picixar dos ataques de que o go- r!> ,lns lnrds por lord l'.lareudoii,
utiiioua vitiio fraucez .o objeclo dejarle do' mailas fo- rPublieamcntTCadaqualado
. h ,1: "ias iHemaas. E eerto que depois que o conllicto P'^selico de explicar a verdade ;
urue l0l"n Austria rebenlou, a impreusa da l.em-llenhe s'' engaar rerca dola :
Mello Rogo: assim o aoiumunico V.Exc.para
que o faca constar ao Humeado, ri-commendaiido-
Ine que trate oy pagar na repartirn competente a
importancia dos emolumentos, que, segundo anota
junta por copia, est a dever aquella reparticao.
Lommiiiiicou-se Iambem ao director interino das
obras mililares, e ao inspector da Ihesouraria de fa-
zcnda, recommondaiido-se a esle que lizesse arre-
cadar os referidos emoliimeiitns.
Dito ao mesmo.Queira V. Exc. expedir as suas
oraens para que ao Dr. chefe de polica se aprsen-
le mu ofllcial do exercito. afim de acompanbar
comarca do Rio Formoso o lenle coronel Francis-
co AutomovBandcira de Mello, que se acha preso.
i.ommiinicou-se ao chefe de poitcia.
Dito ao mesmo,Pode V. Exc. mandar abrir as-
sentamento de praVa no rccrula Joaquim Antonio
Itourado, de que traa o seu offlrio de 11 do cor-
rente, sob n. 315.
Dito ao mesmo.Pude V. Exc. nomear o lente
:omnel Manuel Ignacio Biirio para funeconar no
conselho de guerra o lononle coronel Joaqnm Cae
tao de Souza CouKseiro.como V. Exc.solicita em seu
offlcio de 12 do crrenle, sob n. 317.Communi-
coii-sa ao lente coronel Itricio.
Dilo ao mesmo.Pude V. Exc. mandar abrir as-
senliinieiilu e prar.a ao rerrula Francisiro Jos da3
Miagas das Virgens, de que Irata o seu oflicio de
Id Oo rorreuto, sob n. 325, prnvidenriaudoao mes-
mi) lempo para que elle seja vaccinado.
Dilo ao comuiandantc superior da guarda nacio-
nal do municipio do liedle.Expera V. Exc. as
suas ordens para que um dos corpos da guarda n.i-
^""1 sob seu criminando superior preste una guar-
* honra para aroiupaiihar a vi'"'issau do Se-
i^oo rorrente, bem roaio para assisiir a lodos os
actos da seuiana sania na igreja malriz daquclla
freguezia.
. i de direito do Brejo, 8 ao de
iihuns, igual inuiaero ad dn lluuilo e 4 au de
da urna das domis remarcas da provinria.
Dilo ao chefe de polica interinoNa conformi-
dad- J
A entrega
Vmc. eotni
juizes.
Dito ao coi
Transmit
ment, a re
fara
itemei
ai pessoa que se apresen lar a
!> autorisada pelos referidos
ndante do presidio de Fernando.
ir tupia a Vmc, para seu coiibeci-
jao dos objectos que furam compra-
dos pelo conselho administrativo para fornecimeu-
lu desse presidio.
Dito ao director do arsenal de guerra.Mande
Vmc. recolhur a esse arsenal, al que possam ser
remellidos para o presidio de Fernando, os objectos
que o conselho administrativo compmu ltima-
mente para fmrcinienlo do mesmo presidio.1)111-
ciou-se a esle. respailo ao presidente do conselho
adajniuetralijo. .
Dilo ao director interino das obras militaros.
Mangle ViucJ caiar o quartel da Soledade, como re-
quisilou o tenente general commaiidanle das armas
ea otHcio de 13 du correle.Communicou-se ao
n. 5, recoinmeudo V. S. a expedirn de suas or-
dens para a captura dos impelaos mari'nheiros
Ricarda Gomes, Manuel Rufino de Souza eloaqaim
Jos de Sant'Anua, cujos signaes constamalas un-
tas, que por copia acompaiihaui esle mlicin.Olli-
ciou-se no mesmo sentido ao coiumaulante da di-
visao naval e no capilo do porto iuteiino.
Dilo ao mesmo.Monde V. S. receber a bordo da
escuna Lindoya, para ser posto dispdsico do juiz
municipal da 1* rara, o preso Jos Antonio da
Triudade, que regressmi do presidio de Fernandn
rsenal de inarinha.Vullv ao Sr. inspeclor do ar-
senal de mariiil.ii para determinar com o contra-
anle as pocas do pagamento, o que nao foi ajus-
tado
Dilo do commandanle superior da guarda nacio-
._ nal dos municipios de Diinda e Iguarass, Iransmil-
para que nao sedeeni abusos por uceando desla li- lindo para se mandar pagar os piis dos cornetas
Bu." n "... d" ."0,IU balalhao de infamarla, vencidos nos me/es
una." presdeme da provincia resolve nomear de Janeiro o fevereiro ullinos.llumetlido ao Sr.
o Dr. Manuel de Barros Rarretu para exercer iute-
rinamenle as funcroesde engeubeiro tisc.il da es-
trada de ferro em lugar do capilao Joo Ernesto VI-
nato do Medeiros, que segu para a edrte. Com-
muatcou-so ao iiumeado e ao capilao Joao Er-
nesto.
Expediente do secretario do gocerno.
Ollido ao commandanle das armas. OF.xm.Sr.
presidente da provincia manda cotninunicar a V.
S. que, por despacho desla data, autorisou o ins-
peclor da Ihesouraria de (azoada a mandar satisfa-
cer a quautia de 218000 rs., em que. segundo a cou-
la aunexa ao olllrio de V. Kxc. de 21 do carrete,
sob ii. 310, unportou a despeza rom a condurro
dos uiensis do balalhao n. 2 de infanlnria da guarda
nacional para o quartel das Cinco Ponas.
Dito ao 1." secretario da assembla legislativa
provincial.N. 12i.Salisazendonoque V. S. re-
quisita em seo ollico de 5 do marro ullimo, sob n.
. em virtudede rcsoliico da assembla legislati-
va provincial, remello-lbe por copia, de ordem de
. tic. o Sr. presidente da provinria, o parecer que
ueti o Rviii. Sr. hispo diocesano acerca dn transfe-
rencia da malriz da freguezia de Harangoape para
a capel la sua no lugar denominado l'o Amarello.
. fcxc.Hvm.rouveiii nessa tranferenein prnvisoria-
inenle emquanlose conrerla a referida matriz..,,
m, HaBPW litlmiBt^WljIaTv. S.
ajlm de ser prsenle assembla legislativa provin-
cial, o olDcio que em 12 de Janeiro ullimo dirigi a
cmara municipal de llurirurv caja o documento
a que ella se refere.
Dito ao mesmo.N. 120.S. Exc. o Sr. presiden-
te da provincia manda, cumniimicar a V. S., para
cunlierimento dessa assembla, que nesla dala pede,
com urgencia, i Ihesouraria provincial, a infnrnia-
cao solictala pela inos.ua assembla sobre a pre-
leiu-o de alguns arrematantes dos municipios de
Cimbres e Garanhuns, constante do requerimenlo,
que acuiupanhou o ollico de V. S. de hoiitem, sob
n. 41.
Dito ao mesmo.N. 127.S. Exc. oSr. presiden-
te da provincia manda remoller a V. S., alim de
serem presentes assembla legislativa provincial,
o balaiiro, coatas e orr.amentn, quearonipaiiliaiain
por haver cumprido a pena, a que esteva condein- oll|c'o da cmara muuir.pal da Villa-Bella com
nado. Ofllriou-se ao commandanle da Lindoya
alim de entregar o referido preso, cuja guiarcmet-
leu-se ao juiz municipal da 1* vara.
Dilo ao conselheiro delegado da repartirn espe-
cial das letras publicas.Remetiendo por copia a V.
S., para sua inlelligencia. a informarn que em C
do correle miuislrou o direrlor da eolonia militar
de Pimeuleiras aceren da transferencia da aldea da
Escada. para o lugar denominadoRiacho do Ma-
comieanoaole das armas e ao inspeclor da Ihesou- ; lo, lenhn a declarar que passo i submcllcr esle
rana de tazjuda. i objeclo & deliberarao do governo imperial.
Uiio ao agente .da companhia brasileira.Pode Dito ao presidente da relaco.Queira V. S. in-
Vmc. fazer seguir pare o norte o vapor Cruzeiro do
Sm< a hora Indieadn em seu olUrio de hunteni.
Dilo ao director ialerino das obras publicas.Ro-
preienteudd-ae a cmara municipal desla cidade
que foi iiislliriente para os reparos do aterro da
Boa Vista a uedra, que essa ropai lirio Ihe forne-
ceu por eraan da presideucia de 25 de fevereiro
ullimo, .dula Vmc. de mandar fornecer-lbe urna
IHarciu daafelle material que chegue para os refe-
ridos reparos.Goiumuiiicou-so cmara munici-
pal 4o,
ExpedieUe do secretario do governo.
Octo ao chefe de palicia.S. Exc. o Sr. presi-
deateda provincia manda communcara V. S. que
por despacho de boje, autorisou a Ihesouraria pro-
viucial apkgar a quantia de 2.01755811, que se des-
peadeu n mea de marco ultimo com o sustento e
curativo d presos pobres daasasa de delenro.
coaio'se.Vi da coula e documentos uue acom'pa-
nharasao Xflcio de V. S.Ti. 362 di 11 do cor-
ronte.
lulo ao mesmo.De ordem de S. Exc. o Sr. pre-
siaente da proviiKia commuuico a V. S. em res-
posta o seu offlcio de. 11 do corrente, sob n. 363,
qne nesta data aulorisou-se A Ihesouraria provin-
cial pagkr a quauli de 143J200, despendida nos
mezas de marco e abril deste anuo com o sustento
dospresoii pobres da cadeia do Bonito, segundo
consta coala que veio aunexa ao citado olllrio.
Diloaej mesmo.S. %xc. o Se. presidente da pro-
vincia anajftia communicar a V. S. em resposla ao
seu oOkteUe houlem, sob a. 370, que a ihesoura-
rUpteriaeal ten ordem para^agar a quantia de
1M00, despendida eos mezes de Janeiro a mat-
eo oeste knna com o sustento dos presos pobres da
cadeia d Barreno*.
luto ae mesmo.Por despacho de hoje autori- ,
**u-e al Uiesouraria prorincial a pagar a quantia desligado da freguezia
de 213|1B0, que se despeudeu com o foroecimento aquello municipio.
ra a cadeia de Barreiros nos dous somes-' Anda assim o balalhao a. 37 de iafaataria da di-
i prximo passado e no primeiro tri- la freguezia lira com (orea sufflciente.
mo s ve das conlas que vieram I Quantn i segunda parl do citado offlcawelaliva
data de 26 de marco ultimo.
te da provincia manda remoller a V.S., para lerem
o conveniente destino, 40 exemplares impressos do
quadro das causas nao ejecutivas, os quaes foraui
remellidos pelo inspector da Ihesouraria provincial
com offlcio de honlem sob fi, 13i.
Di o ao mesmo N. 120. Cnmmuniro a V. S.*,
para que se sirva de o (azer constar assembla
legislativa provincial, queS. Exc. o Sr. presidente
daproviuria acaba de petar nesta dala o parecer do
fexm. hispo diocesano sobro o projeclo n. 27 desle
anuo, como resolveu a mesma assembla, segundo
nic declara V. S.", em seu offlcio de hoje, sob
a. 45.
Dilo ao commandanle do corpo do polica. O
um. Sr. presidente da provincia manda devolver a
formar sobre a malcra do incluso offlcio, que em
31 do marco ultimo dirigio-me o juiz de direito da
comarca de Plores.
Dito au commandanle, da diviso naval.Accu-
ainli rorebidn u offlrio que V. S. me dirigi em 12
do corrente sob n. 49, dando parle da chegada da
ranhoncira Iguateny. tenho a dizer-lhe que o vapor
de guerra Beberibe deve seguir para a corle, ovan-
do chegar de Mani, com a bre.vidade recominen-
dada pelo ministerio da inarinha.
Dito ao inspector da Ihesouraria de fazenda
Prorogando nesla data por tres mezes o prazo de
igual tempo, que ao juiz de direito da comarca do
Huilln, bacharel Pedro Camello Pessoa, foi marca-
do em 17 de Janeiro ultimo para apresentaro de
titulo : assim o comuiuniro a V. S. pant sin! inlcl-
ligeucia
Dilo ao mesmo.Ao seu oIBcio de 11 do corren-
te respondo declarando que me indique os tres exa-
minadores para o concurso a que se tem de proce-
der para preenchimenlo de urna vaga de 3o escrip-
turario dessa Ihesouraria.
Dito ao commandanle superior da guarda nacio-
nal dos municipios de Diinda c Iguarass.Expe-
ra V. S. as ordens necessarias para que urna guarda
de honra do 9" balalhao de infantera da guarda na-
cional sob seu commanpo superior csteja hoje s 3
horas da larde, postada em frente da cathedral em
Ulinda. alim de acompanbar a procissao do Sr. B.
J. dos Passos para o convenio do Carino daquella ,
cidade.Communicou-se ao trovedor dainnanda- leenra que por igual lempo se liic concedeu
moatroo geralmeote hostil a 'rauca, c que se
exforra npr lodos os meios de empenbar ns gover-
nos allemes na rnnlenda da Austria. A propa-
ganda auli-franroza ha sido levada lo longo uno
as suscoplilnlidade:
lio sido dispertad
guerra seria mu d
rao poniianecerem neulraesT Alguns, u de llavie- olllciaes.
ra e do llaiiuoverj. se pronuuriaram com corla vio-I l'oiesla a lingiiagem de M. D'lsraeli, um mez
lenr.ia, e seria milito dillirll l'russia, ape/.ar das otean rasa dos rommuus?
tltaanoos que ella tem guardado ot o presente, por- Elle doria limiiar-se a consignar os pontos em
manecer neutral at o dia em que a guerra re-1e Anatrfci poderia entender-se com a Franca e
bc'1"- '""'" poderia elle, por seus bous nllirios, resta'be-
r. desla siluacao amoarador* que se preorrupn o
nrtigodo Moiiiteur. A Fiama so v na Dalia una
A Franca imperial surrumbio rom Napolen 1 'U"' I"'"'-'1"1 a< nutras qualro>0leiicias cas preten-
m.is depois das duas cruentas eamoanhas do 1811 e '''"' "")Slra u Piemonle ? So'ire islo, ludo san
1815. Se o desaiembraiueal e a invaso est fa- '''"';'. V"'T' !fvo ^'e/, rerca taluieiiie destinados Austria, ao menos nao os Sz' l!E*Z*m*. Pohl|e ceite-ejtigo retente
quer ella aeJTrerseui reluctancia. T',a : 'i^-Demsche-l'osl, orgo d- ministerio
Hoje est rouliriiindo. que lord Cowlev soube '" ,- ,. '**
desde que rheguii a Viriinn, da inutilidad^ da sua >" """""*. diz esta fnlha. se i rerdade ?ue
tenl.uiva. '"">( sustenta a admi^do da Snrirnha.
0 Chefe do Fonif-O/Hee, inlerpellado na cania-: '"'"" f"r-P1"''-'". femos a firme eonvicro q\t
... araba de o ronfes-' '"' T "7" '""""* l** consentir em
miai osle mu,.....i- .' 1,,Z '"""" *V" ''y"10 d"-
"nguom. porm. tO^^"***"*****"'
- Vo:" "
do marco. I
do, lord Cov
sahisse de Pana ra appruvacao ao i j
lerer entre os dous pautes as retentes lo desastra-
damente interrompidas
queslao neutral,que ella desoja regular para preser- J- manifest que lord Cnwley, tal qual lica pia-
var a Europa de revnluros Intuas : nao leni pro- ,adoi mrnos um negociador serio da paz euro-
iceto algum, plano alg.ni que possa assuslar a Al- J"-'1 do 'IUI' .n exploradoi ollirioso da situarn, II-
lemanlia : nao como potencia alloma que a Aus- riiuibido de sondar o negado. Ora. aqui leni o lim
Ira est em|jouhada no coulliclo, como potencia ?* descripeo desla misso, feila por lord Halmes-
Tal '
llaliana. Tal o sentido do novo artigo do .bW-
teur que esrriplo rom milita moderarn e habi-
tidadc, a que foi evidentemente dictado pelo impe-
iiispcutor da Ihesouraria de fazenda para mandar
pagar.
Dito u> 1:|1 do inspector da Ihesouraria provin-
cial, informando o requerimenlo de Paulino Ro-
mS^^TS^^uSTS^^J^STm "*,ciar-s,? ""msealidomuio.'-meoV'VfavoraVel;^ -bria-se a resei.o"do""al^usV'decarad"o"qe
alferes,;u,ll.er.a.C.rdique oval^^ fsla promploa eatrar em ron.niunicaro com'os
queso pede pagamento.
Dilo n. 83 do director interino da repart
obras publicas, informando o offlcio n. 31 da
municipal desla cidade.Informe a cmara
cipal do Recite.
redor.
Esle artigo foi bom acollado na Confoderaro
Germnica : o tom dos joruao* hoslis Frailease
dulcilicoii, e una caria que recebo de llaniburgo
me anuuncia que a opuiio publica comer a pro-
bu ry.
*. 'ord Cowloy foi recebido em Vienna, com a
mais intima eordialidade, eom a maior franqueza e
oslas dispusiees dominaran! todas as suas rolarnos
emquanto esleve naquella corte Descobrin que'ha-
vu pontos, Boa quaes, pelos bous offidosda Ingla-
terra, a Franca r a Austria podiam entender-so; a
o mude de iluol [presidente do ministerio aostria-
Outro fado tem tambera fortificado asi
' daquelle
peranras j Bovcrnos do S. Magostado o dn Franca, alim do af.is-
n .ao uas uades actuaos por outro meio que nao soja a guer- '"'"'luida, desfarte, a luissao de lord Cowloy, re-
caroara ra. O principe Napoleo Bonaparte que acaba de *0" elle a Paris.
niuui- es,.osar a princeza Clotilde, lilha de cl-rei do Fie- Ksla P0IS averiguado que o nobre ^mbaiMBr vol-
COMHAeiDU D VS Alt.ti VS.
Quartel general do oommando das
armas de Pernainbuco, na cidade
do Kecife, S de abril de 1859.
ORDEM DO DIA NUMERO 233.
O lenle general roin.namlante dasarmas, decla-
ra para ronherimenlo da guarnirn, que o Sr. Dr.
juiz de direito Bernardo Marhado'da Cusa Doria ob-
leado exunerai-o do cargo de chefe de polica que
interinamente exercia. reasumi honlem as hum-
eos de juiz de dimita da V vara criuie desla cida-
de, e como tal as da auditoria de guerra.
O mesmo linrnla trrflrarn'i'l-inrpt. rin nwjnt.
nioslra aos cmpos movohfidpexerdlO exislenles nrt;
la cidade, e ns companhiafl isoladas pela ordem se-
guale : as 0 lioras a companhia de artfices ; as
li I 2 aoS* liat.illiodeiiifanlaria, as 71/4ao 10da
mesma arma : as 8 a companhia Uxa de cavallaria;
e as 9 ao l" balalhao denrtilharia a p. O bala-
lhao 2" de infantera da guarda naiionrl deste inu-
nicplo passar reviste de mostra naianha (30) pe-
las 5 horas da larde, e no da Io de maio se consi-
derar desaqurlelado, e substituido polo 3" da mes-
ma arma do dilo municipio, que segundo eoMta do
offlcio da presidencia de honlem datado, foi desig-
nado para auxiliar a tropa de linha no setvico da
giiaruicn desla capitel.
Os seiiliures presidentes dos conselhns de guerra
enviarn quantn antes ao quartel general una rela-
co de les conselhos, com declararn dos nonies e
graduaro.is dos reos dos corpos a que pertenec..,
as culpas, dala jla reunan do conselho e nomes dos
respectivos vogaog.
(Assignado.)-^o Joaqun Coelho,
Conforme.IfFacio de ti unido Coelho, alteres
ajiidanle de ordena do comimndo.
monte, oceupava um lugar no conselho dos minio-
Iros como encarregado da pasta da Algeria e das
Colonias, .a*
Toda a geotteonhecia as tendencias bellicosas do
principe as quaes ello nao dissimulava. No conse-
lho linha muiias rosea vivas alicra.iiesr.omos mi-
nteos que nao comparlilh.ivaiii o ardor dos seus
senliinculos. As cousas tiiiham chegado a lal pon-
i que varios membros do gabinete inai.ifeslara.n
um desojo de se retirar. Mas o imperador nao quiz
se privar dos Seus serviros, e a oite deste
parecen um decreto uo UoniUur
o
EXTERIOR.
CORRESPONDENCIAS 00 DIADO DE PERN1MBUC0
l'aris, ** el- mareo
A misso de lord C.owley mi Vienna orcupou vi-
vamente a alteuco publica turante esta quiuzeua.
Cada dia 09 mais ronliadiloriis boatos eram lauca-
dos na circularn, e poslu q.c fosse averiguado que
estes boatos eram puras invar.oes, bastevam para
imprimir na nossa Bolsa inowiienlos de aira o bai-
xa. Verdade que na horaemque llieesrrevo, nada
leni transpirado sobre a inissi de lord Cuwley, F.s-
de do Sr. B. J. dos Passos do referido convento.
Dito ao commandanle superior da suarda nacio-
nal da comarca do Brejo,Ao sea offlcio de 22 de
marco ultimo, respondo declarando que ao muni-
cipio de Garanhuns devem pertencer os guardas na-
riooaes residentes na porro do territorio que foi
de Cimbres e innovada
1 offlcio de V. dalado de honlem, sob
quecummunico a V. S. de ordem.de S.
r. presidente da provincia.
mesmo.A ihesouraria provincial tem
ira pagar a quantia de 28$980, que, seguu-
te que veio annexa ao offlcio de V. S. data -
~em,sob n. 171, se despenden nos mezes
de Janeiro a-marco deste anuo com o (brnecimeolo
de luz para o quartel do destacamento de Goianna .
o que ciMBmunico a V..S. de ordem de S. Exc. o
Sr. presidente da provincia.
Dito ao presidente do cons
ra (wnecimeuto |p arsenal de guerra.0 Exm. Sr.
presideblc da proajncia manda communicar a V. S.
Ine, por despacho desla data autorisou o inspector
a tbespurana de fazeuda a maadar pagar nos ter-
mos do offlcio de V. S. do 13 do corrente, sob n 23,
a quanlaa do 1581385, importaacia dos objectos que
venderam Sampaio Silva & C. e Jos da Cruz San-
tos para a colonia militar de Pimeuleiras.
Ikloao inspector da Ihesouraria de fazenda.S.
Exc. Sr. presidente da provincia manda transmit-
lU' V S. a inclusa ordem do thesouro nacional,
sob n.,49, e bem assim 3 officios da directora ge-
ni da reodas publicas, datados de 17 e 31 de mar-
co ultimo e 6 do corrente mez.
Dito ao t secretario da assembla legislativa
provipcial.-N. 123.De ordem de S. Exo. o Sr.
transferencia dos alteres de urnas para oulras
companhias, aguardo as iaformarocs que exig de
V. S. em offlcio de 9 do corrente para resolver a
semelhaue respeito.
Hito ao inspector do arsenal de marinha.Man-
de Vmc. substituir por outra a Africana Hara da
Coste, que se*acha na casa dos expostdjv o Ihe ser
apresculada rtor parte da adoiinistrarjo geral dos
eslabelccimeiilos de caridade.Communicou-se a
esta.
Dito ao director do arsenal do guerra. Para
1 presidente do conselho administrativo pa-1 cumprimento do aviso junto por copia, expedido
' pelo ministerio da guerra em 23 de marro ultimo
indique Vmc. a gratificaran que se deve arbitrar a
Joaquim Jos de Carvalh Squeira Varcjio, que se
acha lercionando geometra, mathanira e desenlio
linear aos apreudizes menores deese arsenal.
Dilo ao inspector da ihesouraria provincial.
Para salsfazer o que solicita a assembla legislati-
va provincial, informe Vmc. com urgenria sobre o
que pedera no requerimenlo incluso alguns arrem-
tenles dos municipios oe Cimbres e Garanhuns.
Miro ao juiz muiiieipal e de orphos do termo de
Flores bacharel Marcos Correa da Cmara Tamarin-
dos.Pelo seu oflicio do l*do corrente flquei in-
leirado de haver Vmc. assumido, naquella dala, o
cargo de juiz municipal e de orphos, para que foi
cuso recebido o offlcio dalado de honlem, em que
V. S., referindo-so ao que em 4 do corrente dirigi
sobre o mesmo objeclo a S. Exc. o Sr. presidente
da provincia, rommunica-mc arenar o lugar do
juiz dedireiloda comarca de Tacaral, para onde
loi removido da de Inhlanos, da provincia do
Cear.
Despachos do dia 8 de abril.
lleqiioi menlo de Amaro Fernaiides Daltro, arre-
matante dn rebnixaiiieniu da ladeira do eugenbo
Velho, pedindo o pagamento de 23 bracas que do-
mis fez alm das oreadas.Informe o Sr. director
interino dn repnrtic das obras publicas.
Dito de Antonia Marn da Conceico, pedindo se
d baixa docorpodc polica a seu fllho Jos Feli-
ciano da l.uz.Informe o Sr. commandanle do cor
po de polica.
Dilo de Joo Francisco Regis Qiiiulclla, primeiro
cscriplurario da mesa do consulado, pedindo so en-
camiube ao govoruu imperial o requerimenlo en.
que solicite se prnrogue por mais tres mezes a li-
pa ra
V. S." o processo do soldado do corpo sob sen enra-
mando Manoel Coelho de Brito, alim de que fara
cumprir a seuleuca do conselho de julganienlo. "".LX'.^T"'" T""1' "'V* "" """U "''1JB-
Dilo ao Dr. Francisco Gonralves da Rocha. Ac- dfJ'mi"a *" c,n ,V,ana; .1,;VL' fn>qntos
conferencias rom o ministro instrincn, o conde de
Buol, foi por varias vosea rcebidopelo imperador
d'AusIrla. Depois voltou a Ladres ondo ronferen-
ciou longamcnle com os mineros ioglezcs : emflra
rolln a Paris e leve urna amencia do imperador.
Kis arii ludo quanto se sabe, rno grande cousa :
0 segredo dostn negociarn ^-ni sido muito bem
guardado, eu lh'o asseguro, pis que estou em cir-
cunstancia de ser melhor iiurraado doquenin-
guom.
Mas apezar do silencio que s guarda, evidente
que lora Cowley nao foi comidamente bem suc-
redido na sua misso; e po outro lado Iambem
nao naufragara coraplelamenU Se elle livesse sido
bem succedido, i nao estaran em segredo os re-
sultados que elle livesse oblo, pois que para a
Inglaterra assim como para a.'ranra, urna solucao
passillca teria sido immediaanenle proclamada.
Se livesse naufragado iiileirariiie, eulao toruan-
do-se a guerra inevitavel, teomos, visio nosso go-
verno aprestaros seusprepaitivos, chamaros sol-
dados licenciados, pedir ao rrpo legislativo crdi-
tos extraordinarios, e despiar pelos artigos de
scusjornaes o espirito mlir do nosso paiz. Como
nada scmelliante tem tido igar, cumpre concluir
disto que a miss.in de lord jwley estabeleceu au
menos alguinas bases sobre s quaes nao mpos-
sivel una inlelligencia qualqer.
Ji Ihe dase que a quesloie simplificara rauilo
depois da famosa briixura plirada nos priraeiros
das do mez passado. J nao 1 Irata de calcar aos
ps os tratados concluidos ein'ienna em 1815, nem
de expulsar os Austracos da onbardia. A Ingla-
terra nao se enea, regara de presentar a Vienna
condicues inaceiteveis. Trata* de rever 03 trata-
dos particulares que a Austriariiicluin com os du-
cados do Parma, de Mndena d "oscana. e com el-
roi de aples: trate-st> ana Je regularas con-
dieeoea da existencia dos estibi romanos, e modo
de. oceuparn desles estados, unido a inlerrenro
estrangeira fr reclamada pe Papa. Este ultima
quesiao, a mais difflcil e a masdilicada, cm razao
do rarac.cr sagrado do S. Ponilbe, torna-sc inuilo
mais fac de resolver, desde qesua sanlidade de-
clarou que eslava pro rapto arrnuiicar os soccor-
ros que Ihe l.nliam prestado iF-ancaea Auslria c
que o governo pontificio se ua-da'ria pelas suas
tropas. Nao ha, pois. neste mmenlo seno a
queslao dos peijuenos tratado.' om os ducados de
el-re de aples, e por maiaejque sejam a obs-
linacao o o ardor beliieoso do giMnele de Vieuna.
pareae imuossivel que se recuiei ontrar em nego-
ciacoes sobre esle ponto.
1 nomeado por decreto de 15 de novembro ultimo.
?.P.rov.!nc'.femeUo. v-8.- P* lerpm '. Communicou-se ao presidente da relaco e ao ins-
0 0HT_eD'*n'e destino 46 exemplares impressos do
rotatorio lido por g. Exc. na abertura da sesso do
crrante anno.
Mtemalgonsappeasosn niappas que anda nao
furam impressose que sern enviados apenas vie-
rom ida typographia onde se acham.
Dito ao secretario do governo da provincia de
Sergipe.Recebi o offlcio de V. S. de 4 do corren-
te. c com elle a copia do relatorio do Exm. Sr. Dr.
peclorda Ihesouraria de fazenda
Dtn ao tliesoureirn das loteras.Fara Vmr. cx-
trahir .imadas loteras concedidas C. matriz de .S
Jns, e logo depois que liouvcr corrido lano este
como as oulras que ja se delerminaram, dever
exirahr-se o resto da ultima lotera em favor dn
recolhimento de Nossa Senhora da Conceico de
Oluida.
Dilo ao conseibo administrativo para fornecinien-
Iralar da saude.Informe o Sr. inspeclor da Ihesou-
raria do fazenda, ouvindo o administrador da mesa
do consulado.
Dte de Jos Faustino Porto, pedindo por certi-
dao da porlaria que cm 2 de oulubro de 1845, ob-
tireram Mosquita 6: ulra para poderem vender e
iraspassar ao supplicanle um terreno da marinha
na ra do Brum desla cidade.Como requer.
Dito de Jos Maracde Airea Ferreira, pedindo
cerldo da_ informaco dada pelo director interino
da reparticao das obras publicas sobre o requeri-
menlo, em que o supplicanle, na qualidade de em-
preiteiro da estrada de Pao d'Alho a Nazareth, pe-
dio se recebesse provisoriamente o 3." e 4," laucos
da- mesma estrada.Sim.
Dito de Manoel Francisco da Silva Carneo, pedin-
do o pagamento do (rete de Ocaixes con sapatos
e 30 barris de plvora que vieram da corte para o
arsenal de guerra desla provincia na barca Hecife,
da qual 'consignatario.Informe o Sr. director do
arsenal de guerra.
Dito de Manoel Julio da Fonseca Pinho, major
do 3." batelhoda exlinrta segunda legio da guar-
da nacional do municipio de Iguarass, pedindo
cerlido da sua patente.Dc-se-lhc.
Offlcio n. 305, do tenente-general commandaute
das armas, solicitando se lome em consideraco a
representarn, que ajuma, do director do hospital
militar acerca do modo, por que se esl fazendo o
calatelo 1.0 soalho daquelle eslabelecimeuto'In-
forme o Sr. director das obras mililares.
Dilo n. 53, do Dr. eflefe de polica interino, in-
formando o requtrimerito do sentenciado Joo M-
ximo Espindola.Informe o Sr. inspector da Ihe-
souraria provincial.
Dito n. 89, do director do arsenal de guerra, so-
lieitcndo se mande pagar o augmento de 200 rs.
que o seu antecessor eoneedera ao arlifice de obra
branca daquelle arsenal Trajano Victorino da Silva
Jnior, eque impugnado pela Ihosouraria de fa-
zenda.Informe o Sr. inspeclor da Ihesouraria de
fazenda.
9
Requermento dos caipregados do correio desla
cidade, pedindo se encaminhe na governo impe-
rial outro em que solirilam augmento de ordenado.
Informe o Sr. administrador do correio.
Dfto do Joo Leiie de Azcvede e oulros pessuido-
res de terrenos de marinha, era seguitnenlo a volte
Kis-ahi porque pens que Uvdlowley obteve al-
guna cousa de sua viagem o Vtnoa o o que me
roniirma na rainha crema o filo que nos chega
hoje de todos os lados, e qne pane certo de que a
Hussta propoe a reunio de umongressn aoqual
assisiirao as cinco grandes polerins da Europa, a
Iranca, a Inglaterra, a Russia, auslria e a Prus-
sia, eque lera por misso reguladeflninitvamon-
le os negocios da Italia Consid este proposiro
11.1 iiuss.a, q,,e ser mu provavweotc aceita pc-
n,, Pul?nc,"1s' co,no d*ndo prova de que as
negociarocs de ord Cowley Sm etlereis, c
eouVaPfaze;V'tai.a reC"nhp';"ue "a a,gUma
rAh^'arP. ims carta lBe d mais pormeno-
aftlolni "FU ?n'?resso- "1 noticia nos ehe-
moueTner., K Rntrel". aiu.arao geral esta
\
mez ap-
. declarando que
principe Napoleo Bonaparte deixava segundo o
seu desojo, de ser encarregado do ministerio da Al-
geria e das Colonias- Posto que teda a geni.' ren-
da hnmonagerasqualidadesdo principa, e s suas
tendencias liberaos em economa poltica, cqiiuhv-t'tr
--. e-ssoas partilham os seus ardores le Jg0'^.
sarao.
Os partidarios da paz liveram por iwu momento
mullo vivas iiquielncdes. Amiunriarn-se para do-
mingo passado 211 de marro urna reviste da guarda
Imperial. O din 20 de marro o grande anniver-
sano da dvnaslia napoleonin,. o dia om une nas-
ceu ..... 18.11, nlilio d,^ Napoleo 1 saudado eu.
sea1 1.,-reu eom o Ululo derei de Roma; Iambem
',' !'. ''"..f."" <,D11813 n glorioso imperador escalio
da Una dElba, fea em Paria a sua entrada Iriiini-
plianlo Rereiava-se que estas recordaroes era una
poca de guerra prorompessein em grites e em ma-
.iilestaroes bcllirosas. quendo a guarda se achaase
em presenea do hcrdeiro do Napoleo I. Pela-
mente ostea receins nao foram justilicados. Esta
"'"Sim.....:orpo. composte de 30 mil homena guar-
iiou debaixo das armas a attitude nlcudosa que ns
rogu amentos Iho prescrevem. Um nico grito foi
aleado, o de viva o imperador. Quanto a popula-
5*0 de l'aris que se apinhava de tropel uo campo
de Mari, e sobre a passagem do imperador, mos-
trou-so mu devolada ao imperador, mas nao pro-
ferio um so grito que possa fazer crer que deseiava
a guerra.
Como quer que seja, de lodos os lados se tomam
preeaneoea para se evitar um llngello que lanraria
na Europa urna immensa perturbarn. A confe-
deraran lloletica que toca pelas sua's fronteiras na
hranra e na Austria se prepara para fazer respeilar
a sua neulralidade que os tralados de lH."(.j proda-
maram. Ilavia commisso do offlcaes presidida
pelo general Dufour foi unmeada para apresentar
os meios de preservar as fronteiras suissas.
Na Inglaterra trala-se ao mesmo tempo das rom-
p, carnes europeas c da reforma parlamentar. Foi
honlem someiite qire se abri o dbale para a se-
gunda tintura do lull propoato por M. de Isracli. e
a esto respeito Ihe direi mais algumn cousa na liii-
nha ultima carta. Mas desde ja assignalo dous far-
los, primeirameute um coraero de agilaro popular
em favor da reforma que se tem manifestado por
varios mcetinggs em pleno ar, e at por um mee-
lings dos eleitores da eiU que presidir lord Mer
era segundo lugar, a delerminaro lomada por lord
John Russel de propor urna emenda ao bil, islo
provocar urna volaro que occasiona a retirada d
gabinete, 0.1 a dissoluro do parlamente. Assegu-
a-se que lord John Russel se poz de accordo com
lord Palmerston para a rcdac.o de suas emendas
o que conmine urna coaliso respoilavel peranle a
qual o ministerio deve succiimhir.
Pelo que diz respeito ao negocio da Italia e as
eventualidades da guarra, os jornacs se oceupam
muito mais do que o ministerio c o parlmeuto, pois
H"p "s ligos de jomaos nao produzem responsabi-
lidad.' alguma, c o governo inglez quer reservar a
sua hberdade de aeran. Mas como seus boatos de
gderra tivessem d.spertedo na narao ingleza novas
inquielaroes sobre a iiisufflcicnca das suas forras
martimas e militares, nunca se oceuparam mais 'do
nutro lado da Mancha, com os meios de augmentar
o pudor aggressivo e defensivo da Inglaterra. Na
cmara doscommuns volaram-sc fundos considera-
veis para o augmento da marinha a vapor, c nos ar-
senaes de Wolvicc e de Grecnemch, s se trate
de experiencias ribo tem por alvo verificar a efflca-
cia de novas machinas de guerra. Nao se trata se-
no de peras de novo modelo, inventadas por P.
Koustrong, eque tem por eflito destruir em poucos
nstenles e em distancias enormes os navios mais
solidos c as ni mallas mais espessas. Oulro inven-
tor, o capilo Wary achou Iambem urna pereque
so julga uma raaravlha.
Devo dizer-lhe que o que tem dado aos Inglezes
esle ardor de novas machinas de guerra, um hete
contiendo por elles de que a arlilharia francesa aca-
ba de receber ..... apurfeirnameuto enorme, pela
invenrao de uma nova peca', mas que foi aperfeiroa-
da por um dos nossos olficiaes superiores doa'rti-
Iharia. O sysleina destas peras conservado era
muiio segredo, mas o certo que sao raui leves,
que podeui servir em campanha c que lera tonto
poder quanto as mais fortes peras de assedio, com
uma extrema recldo no tiro. "
Bruxellas,
5 de abril de 1859.
Contava-se firmemente, no mez passado, com o
feliz xito da tentativa que lord Cowley, embaixador
de Inglaterra, em l'aris, faria na corle do Vienna
Fui o prinieiro que Ihe annuncci positivamente
nao ser bem succedida esta misso. De ento pa-
ra c. nao lera fallado quera desmentase este pre-
viso desfayoravcl Muitas rotea clamaran) contra
o iiii-u pessimsnio.
A Austria, diziara, nao pude repetir assim, in
Uimine e quasi sem exame, os primetros passos da-
dos pela corlezia da Inglaterra ; o seu interesse evi-
dente e bem assim a sua conhecida habilidade, nao
permitiera suppo-lo: nimia inilexibilidade, as
conferencias anteriores s hoajulidades, reduzi-la-
hia i soleiade na guerra ; os seus mais liis alliadoa
dcixa-la-iam indefensa, se, 00111 suas presumprosas
repulsas, ella impossibililasse toda a recouc.l.'aco
com os seus adversarios.
Os que faUavaiii assim, fundamenlavam as suas
conjecturas opli.nislas uestes palarras, proferidas a
25 de fevereiro, por N. d'lsraeli, na cmara dos com-
muns:
ton ,10 seu posto, jk'm ler conseguido codM^algu
ma.Apaz aeonselhada 011 insinuada pela Inglater-
ra nao foi brnn aceita em Vienna. l.ordCwloycon-
vcticeu-se disto ao chegar a Paris.
A 10 desle mez, qua.ido rliegou a esta capital,
diz lord Malmesbury, arhou que. durante a sua au-
sencia, a Franca a a Russia so linha.n entendido pa-
ra pruporem s cinco grandes potencias, um con-
gr SO emque se regulassoni estes materias.
Ja se v que ns pessimislas. dentro os quaes era
eu um, Unbam raxoea para duvidardobom etilo da
misso do embaixador inglez.
Talrex pergunlem, porm,'que importa Europa
a quera se deve a paz ?
Que ifnporla que seia Inglaterra npniada pela
1 russia, mi Russia do accordo cora a Franca?
. Que importa que proceda do um onngiessn 0.1 de
De corte que seria indilToronle so a altitud da
Russia e se as cireuinslancia.s e as romliroes, em
que se annuncia o cougresso, fossem tees que po-
dcssein inspirar uma rnnlianca solida.
Desgrarada.iii'ule a historia desles ltimos anuos
prohibe que se acredite na sinceridade de urna me-
dia.ao realmente a.nigavel da Russia nos embara-
cos exteriores do imperio da Austria. A Russia tem
a Austria un odio profundo, que procede daneulra-
lidado araeacadnra que guardn esto estado, contra
todas aspreiisoesdn imperador Nicolao, durante 1
guerra da Crimea. Nicolao esperara, .piando nao a
cooperarn iinmedi.ila e nroxi.ua da Auslria. BO 11.0-
i.os n seu apoio moral. Que fez a Auslria- Ella que,
0111 1819, so deveu a salvacn, na guerra bungara,
aos exorc.itos misos, ella reuni as sii.is tropas nos
principados danubianos, as fronteiras do norte e
leste, o que necessitou a cnuoonlraro dos ctercitos
russos nos pontos correspondentes do lerrilono da
llussia.
Assim. obrigou Nicolao a dividir, a espalhar 1
enjraqueceraa toreasqoe lonrionavaoppor, na Cri-
mea, ao exereiln augln-franrrz.
I.'m papel anlogo que a llussia quer sem duvi-
da representar nos negocios Minees. Ella certa-
mente precisa de paz. Mas evitar de destazar uma
guerra que lhc daria uma orrasio legitima, na sua
opiniao, de retaliar na sua lamba. A Franra ini-
miga, mas a Russia nao amiga da Austria. Pde-
se dar por eerto que enhorna deltas se empenha-
ra minio por ajudar a Austria. Por isso uingueinse
admirnu de ler arligos aggrcssivosdos jon.aes rus-
sos contra a oceuparo da llalla pelos Austriams,
nem de saber que a Russia fazia despender a sua
neulralidade da da Inglaterra, e promellia even-
lualmenle o seu concurso material Franca, no ca-
so em que a guerra se nao limitassc a ella e casa
de Hapsburgo.
Rstemos iuleirados das disposiroes da Russia.
Quaes sao agora as prnbabilidndes de umeonetesso r
t o caso de comineiuorar a dellnirao que doli
dava Bonaparte, primeiro cnsul.
L'm congresso, dizia, uma fbula assenlad.i
entre os diplmalas; a penna de Macbnvel cul-
ligada com a espada de Mnhomel.
Al de Machiavel e de Mahoraet ha certamente no
rongresso (se chega a congregar-sol de Manileo, de
lladeii-Badcn, do llruxellas ou da Haya, que anda
se nao acordaram na esculla do lugar; o que lan-
o mais fcil de ronceber-se porque ainda nao con-
cordaran) na v.labilidade do projeclo de congresso
Impulaiu ao imperador dos Francezes um dicto ca-
racterstico :
Deste rongresso resultar ou uma paz geral ou
uma guerra legitima; por isso que aniiuiu a que o
lizessem. '
Quequer isto dizer. senao :
Nao considero esle congresso como coosa se-
na. Auno a elle por condescendencia ; porque me
nao pode prejudicar. e que, d por onde der, sem-
pre me deixa algum descanro para terminar os pre^
paramos de guerra.
Tal substeucialmente. se licito advinha-ln,
0 peusainenlo imperial. Eis ahi Machiavel. Porque
se tolla, por exemplo, em legitimar a guerra? O
governo fraucez lisongeava-se em obtor a neulrali-
dade da Inglaterra, a inimobilidado da Prussia, a in-
diircrenra da Confederarn Germnica. Com estas
cni.d.roes. elle esperava fazer bom barate de duzen-
los mil Austracos que ouricam a l.ombardia. Nu-
nhum destea Eatodos, porm, at agora pareceusou-
sivel a suavidad.' dn siluacao que se suppunha que
abracassem e consorvassera. Cumpria seguir oulra
tornea. A Franca (Ara provocadora em sualingua-
gem. A sua iraprensa, to dcil, no aclual rgimen
das .id.nocslaroes e das suppressoes administrati-
vas, pedir em altas vozes a guerra.
O Moniteur fraucez, de 5 de marco, publicou na
sua parle nao ohicial, uma dupla note deslioada a
dusrnniossar os peridicos que, como a l'resse e o
SireUe Paris. expulsavam quolidianaracnte, pela
manhaa, ue Austracos da Lombardia,
vam-sca abolelarem-se em Vienna.
ese os roceios dn poro ailouio R'crno fraucez, e parti iniciad., nos prnjectes des-' l ,.5?',''''', *!lr''tpn- Co"'9uen,oticouaJmittir
dos ao ponto de que era raso de ''' ulli|uo a respeito da Italia. Em Londres, nao Ihe j, f, V,ual1*'f ?"ejo opodr deixar
lilficil aos gabinetes da confedera- J>.. Ro^rno de S. Magostado iuslrurces algumas; '.',' '""'aja (arar oV. Snecia. aa Bavitra
que Ihe nao sao inferiores, a favor da Hei^mha
qae Ihe. superior a todos os respeilns. .1 isssVia
arrearu a njff congreso, das grandes potencia ;jul-
ga-se. p.ireai. de*>brifjtda do cumprimento da sua
palacra, se,por forrad entrar o PiemoiUe.
lal u a opiuiao da impreusa meio offlcal da
Austria. A da iniprensa ingleza pouco differo della.
Assim e que o Tu, fez observar qoe, se a Sar-
denha for admiuida ao congresso, este deve ees-
sarde inspirar a minimaconllanra aos amigos da
paz. A Franra, a Russia, a Sa'rdenli, mitigadas
pelo mesmo interesse, inspiradas pelas inesmas pai-
xoes, contra a Austria, faro tudo porque Irium-
pliein projectos que a Austria nunca a'ceilar*.
As cousas esto neste ponte. A penna de Ma-
chiavel auxiliou no que pede a espada de Maho-
raet a qual mal se conlm na bainha. Veremos se
este novo congresso confirma mais uma vez o dicto
do primeiro cnsul, acrescentendo mais uma fbu-
la a quantesse contaran) entre os diplmalas.
Emquanto se rosolvein estes problemas liomici-
das, que prendera a alinelo da Europa, a nossa
Blgica agito-so no meio do alguns incidentes que
vieram 110 mez do mrro, imprimir certo movi-
niento a poltica interior.
Correu a noticia deque o bario de Vriero, mi-
nistro dos negocios estrangeiros, declarara estar de-
tcriniuado a dimillir-se. Altribuia-se o seu projec-
lo do di.n.ssao a exigencias de nxplicaces, feilas
peto governo trance/., que Ihe fora iineossirel sa-
lsfazer, por nao Ihe serem couhecidus os tactos a
que se eilas referiam,
Tratava-se, segundo parece, de preparativos mi-
litares. M. de Vriere responder que ignorovao de
que a Franca se queixava, que, se existiam tartos,
so podiam ser actos pessoaesa el-rei, emanados da
sua iniciativa e sem conselho nem couenrso algum
dos ministros.
Esta noticia ahalou naturalmente a opinin pu-
blica, a ponto que o governo publicou no afoni-
tenr belga a ..ola seguinto :
f.'mii fuiha queapparece diariamente peluma-
nhaa, amiiiiicia, nao sabemos com que fundamen-
to, nem com quaes molicoe, que o ministro dos
negocios estrangeiros acaba de dar a suo dimissan
'k- m*wr,rTm-{ntm-h jio" a ti^A ^ ....
deste desmentido uma rec.nncili.v-.ao da qual o seu
descanco s lerl que felicitar-se.
A cmara dos lepresentanles contina a discutir
0 cdigo penal. Ella procedo mui vagarosamente
ueste trabalho ; mas consagra-lhe tanto cuidado o
tanta alleiirao que nao d motivos de quexa, visto
que oassu.uplo nao pode sor mais importante.
O ministerio suboielteu i ronsideraro dola, ha
poneos das, um projeclo de lei que nao deixar de
soprar as paixoos da impreusa e do parlamento
1 rala-so de uma lei que llxc o sentido de um arti-
go da le romniunal de 3t) do marro de 1836. Esle
artigo declara que o conselho "commonal no-
mo.a os inemhros djsadniinislracoes dos hospicios
idasesixaa de benificencin. Acresceut uue os
-.a. Acresceut que os
membros destos adininislrares podem ser exone-
rados pela deputaco perma'uente do conselho pro-
vincial, sob prnposta destas mesmas administra-
cues ou doscons!'lliascominuiiacs. Emfim eslabe-
loce, que, por estas dUposimes, nao ficam aboli-
dos os actos dos fundadores em que te estatuem
artmimslradoren especiaes.*
A queslao de saber se esta ultima disposfro
ronrere ao testador que dexa valores movis ou
inmoveispara a crearao ou o entretenimento de
iiisliluicoes de caridade, um direito absoluto de de-
signar, por si s, os administradores dasna deia,'
de surto que esla nomearo nunca pertenca ao con-
selho communal. Como ser a caridade, ofllcial, ad-
ministrativa, coramiinal, provincial ou central, em
tudo e sempre ? Convm que o testador tonha toda
a liherdade un esrolha das pessoasa quem quor cou-
llar a adminisiracao da sua deixa c a exacucao das
suas ultimas vunlades caridosas ?
O projeclo de lei sobre a caridade, que susciten
as desordena de maio de 1857 c ademissao do rai-
n.stenc catholico que preredeu o actual ministerio
liberal, estabelecia a plena liherdade de testar, de
oppor como condiro dasdeixas a escolha de adin
nistradores especiaos, privados, a de excluir assim
os adziiin.strauores ordiuarios doscstebcleciroenlos
ollictaos de caridade.
c prepara-
O imperador, dfzia o Jtonileur, promeltcu a el (jv
re de Sardenha, que o defendera conlra qualquer "neas condicoos das deixas
aclo aggressivo da Austria. Nada mais Ihe promet-
ltU ma l...... akM *!.----a_----------*_.
Ea'
mas bem se sabe que nao promclteu era vio.
rolda ollicial pergunteva depois ; se nao era
lempo de acabar-se comas vagas e absurdas bal-
lelas, derramadas pela ioiprcnsa de uma a oulra
extremidad., da Europa, que apontavam por teda a
parle o imperador dos Francezes romo o motor da
guerra, e imputavam-lhe. a elle s, a responsabili-
dade do desasoeego c dos armamentos da Europa?
tnxcrgn-se qual a preoecuparo dominante. Oim-
perio fraucez resgnara-se a coraprebeuder que a
guerra nao era popular na Europa, e lalvcz ainda
om Franca. Comprehendra que a impopularidad.'
da guerra arraslaria comsigo a popularidadc do im-
perador. Quena pois persuadir a Europa, que se a
guerra rebentasse, o imperador nada fizera para
provoca-la; queso a faria, a contra gosto, alim de
repello-a aggresso e nunca para tente-la. O gran-
de, o verdadeiro, c nico culpado era, assim o
cumpria, o imperador da Austria. Como se conse-
guira prova-loseno por meio de um rongresso''
A Austria negando-se a ler parte no congresso ou a
aceilar-lhe as sentenras, assumiria do rerto a mais
grave responsabilidad!', ao passo que a Franca mos-
trar-se-ia aos olhos da Europa consternada, mas
agradecida pelas suas tentativas de conciliario co-
0 supremo tribunal ICour de Cassation], annal-
lando um areslo da relarao de Bjuxcllas, decidi
que a primeira dlsposico da lei commercial consa-
grava no niusino sentido tanto para o futuro, como
no passado, a liherdade da escolhtito testador. A
causa em que elle ento estaluin, corre os seus
tramites pente a relarao de Gand.
O aresto anda se nao proferio ; mas j o minis-
terio publico deu o sen parecer que se conforma com
a luterprelaro do supremo tribunal.
O ministerio liberal que hoje nos rege, vS nesla
inlerprelaro um perigo para a sociedade, a queda
d poder civil e a prepoderancia do clero, a .ion-
Oscacao das deixas em beneficio da sua influencia
poltica, um instrumente de guerra e dedominacao,
que e.n suinraa necessario quebrar-se afim do
obstar, ao mal que nelle.se encerr. Submolteu pois
a .amara urna lei que flxa o sentido da lei com-
muiial em favor da autoridade civil e proscreve a
interpretaro doulrinal abusiva, em sua opiuiao
do supremo tribunal. *
Dizera qne o partido catholico mo discutir! o pro-
jerlo na cmara dos representantes, onde se acha
em minora, mas que far toda a resistencia possi-
vei na discusso da lei no senado, onde ao contra-
rio elle se acha em maioria.
Alm disio, o ministerio est determinado a dis-
solver o senado, se a lei nelle encontrar a opposi-
rao que se anuuncia.
O que falla ver que o ministerio viva at l
O partido liberal ente membros, que Ihe sao ad-
dirtos e nao commungam as mesmis ideas acerca
de candado com M. M. ogier, Irmaoe Tesch. Seo
.loro exforra-se por multiplicar, sera razio, as cor-
Poracoea religiosas, provocando inressantes libera-
lidades a favor de estabelecimentos de caridade no-
vos ; cumpre Iambem reconhecer que a caridade
ollicial nao basto para aliviar tedas as miserias o
necessita dar a mo fraternamente caridade pri-
vada. r
No permitle a vontade individual, que deler-
me as condicoos das deixas, expor-se a seccar
a tente da canfcde particular. Se estas cftndices
nao .iiuearaiu 0 descanro nem o (uturo da socie-
dado, porque seriara prohibidas J
O homem apraz-se cm crer que as suas obras do
candado sobrivivero e excedero sua propria
vontade. De mais com tees condiroes, ellas agra-
dam-lhe, com nutras ellas repugam-lhe. Confiar
de boa mcnlc au cura da sua aldeiaou da sua pa-
rochia a gerencia de suas duias pas, nao as con-
fiar a administradores nomeados pela autoridade
publica. Ao menos ha muita gente que tom aquel-
las sympathias.c eslasautipathas. Que interesse tem
a sociedade civil em contrara-las? Nao basta quo
disponha as cousas de modoque Oque segura a felici-
dade des administradores especiaos nomeados pelo
detento? Porque se considerar! como Ilegal, co-
mo immoral a designarn de tees adminislraJo-
res ? Hoje o governo repula por oio escripia esla
01. dir o e 1 -i ...tero a evecuco das deixas a admi-
nistradores offlcaes, nomeados pelos conselhos
rommunaes para Os hospicios e as instiluicpes de
caridade. Aceitar a liberalidade para os pobres e
nio respeilar asenndicoes com que as fez o defun-
lo, nao violar-lhe, l'ransgredir-lho as suas ulti-
mas vontades ? E o que pensam e dizem muitos
homens moderados. Acerca desla queslao, que na

tul 1
11 a r\jf*t


.2
Diario de Pernambuco.Sabbado 30 de Abril del
nossa poltica interior una das mais impor-
tantes.
OSr. U. l'igueroa de Faria Jnior, de l'ernam-
bnco. acaba de fazer, do ura modo dislinclo c bri-
lhanlc.n seuexame dedoulor em direitonafaculda-
de da LnversidadedeBruxellas. Eslcdeli resul-
tado tanto mais honroso, quanlo que o Sr. Figue-
roa ncha-se apenas na Blgica ha s^ mezes, o lbc
foimster pdr-se pardenma legislaeo que diffe-
re, em mullos pontos, da legislaeo de scu paiz.
LS-se na Industrie et le Commerce Belges, de 31
de marco de 185!) o seguinte :
Segundo a deciso da Faculdade de Direilo, lera
lugar tobado 2do toril, as2 horas da lardo, o exo-
rno publico do Sr. Manuel Fgueiroa de Faria, da
. cidade do Recite, (Brasil) para obter o grao do dou-
tor em direilo.
O secretario da Lnirersidade,
. de Conirera.
* No niosmo jornal de 4 do correnle abril, tambem
o l o segninte :
Sabbado passado, n Sr. Manoel FigueirOa de Fa-
ria, da cidade do Recite (Brasil), tez os seus dous
ciames para o doulnrato peranle a Faculdade de
Diraito, que lhe conferio o grao do doutor. *
ERRATA.
A segunda correspondencia da Europa,-publicada
hontem, do Londres, e nao de Lisboa, coinn sabio,
ii que se conhooeiaciimenle pelo conleudo.
PEmutMBCOT
Discurso do Sr. leputmlo Martins Pe-
reira, pitiimni:ulo na si-ssao do 'Hi
do eorrente.
O Sr. V. Pereira: Sr. presidente, qunndo con-
fecoionei a emenda que manda foamular urna ta-
lirlla de comodonas para os alumnos internse cel-
los cniprc gados do Gymnasu. nao mepassoii pela
renle qne o regedor, era o !#. padre loaquim Ro-
plini'l, sei que d fiyniposio esl a parle dofvslema
seguido na ar/eeadacio e lisralisadin das rendas:
iima reparrico onTi arreeada e gasta, e so diz gas-
toi tanto, non presta cotilos na repartirn flseal ou
pelo menos dibalanro dessa rcpartir'ao nao consta
nado...
') Sr, AI, Portella: O ecnomo, recebe o di-
nliejf Ppresla suas cotilas thca)ui'.iria.
Ir. B, Partir : O ecnomo'presla cuntas das
lias que recebe para os aliitunns pobres ; mas
lijo domai que recebe para as despezando estabe-
ler.imcntii, e eu nao eontaitdo, com a perpetuidode
dn Sr. pudro Joaquiu llaplraej, porque elle pude
ser substituido ou pclojnelo- natural, ou por qual-
"^11
ucr nutro, e pndendo ser Momeado algum indivi-
tioiquc nntonha as quolidodes desse vnihur.....
tW 8r. Depula&o : F. o que for o governo ues-
te coso ?
O Sr l. Pereira : Nao sei o^toc far o gover-
no rntoo mas pira que nao continuo o arbitrio,pora
que nao succeda uasea desse arbitrio o abuso, e de-
pon unia exoneradlo de empreado por falla de
ciflUrimenlo de deveres, bom ser que se tire ou
i'ipregado occasioes que n'ecessoriamcnle lera para
abular, continuando as cousas cuino se achara. Nao
lio dilliCuldode nonhunia, om recolher'mensalmeii-
le o saldo do que hourer no cofre provincial porque
i oslobelecllociito deve ler livros de cunta corren-
le di que arrecada e despende, ludo quauto entra
devi esler lancado na verba da reccita e o que sabe
nada despez, o que restar pude ser rccolhido ao
cofri provincial seno em qualidade, ao menos em
cadver de oiulhcr. l'erguulamus enlio -porque
seria que aquella desgranada se afogara, soubemos
depois a historia do caso, que o seguinte :
A miilber choniava-sjs Maria da Coneeiro, ti-
ha 60 aijiius duaWladc e morava na ra da Oliveiri-
nha. Era adefla ambulante por'cenia de pesssoa
que lhe couGavain o faci, para ella vender Nao,
coslumava dar boas comas de si, e abusava das be-
bidas alcoolicas.
Julga-sc que tcnlou contra a existencia por-
que devia uns lOOgOOO, e n'algum excesso de em-
briaguez atirou comsigo ao Tejo. Aquella quanlia
loi toda consumida em viuho c em agurdenle.
Nao se lhe achou em casa objecto algum ; e
agora os credores opparec'em em procura delta e
de algum peculio que por ventura dcixasse, mas
uada encolitram. >*
Desta se pode dizer que o vinho a matuu.^,
Castanheiro coLioss.iL.Befere-nos ogr. Ma-
noel Gabriel Lopes que nao para admirar o cas-
lanheiro a que allude a noticia que publicamos no
nosso numero 169, eque exista, tm Carrozedo,
nos torras do crudo de BrelijHfdos, porquanlo na
sua Ierra, na villa de Manteigas, disiriclo da Guar-
da, havia um castanheiro que produzia 60 alqiici-
res de caslanhas em alguns anuos, cxsliudo esle
collossal castanheiro ao Hu de una carvalbeira na
serra de S. Tiagn. Antes desia orvnro tor perdido
.algumas pernadas pudia sua .sombra descanca
um regimonlo.
< Assini nsVHo alliruia o Sr. Lopes.
Paasa^eiros do briguo brasileiro Despique de
Ceiii^Sldo para Lisboa:
Ipjra Pernandes Ferreira, Domingos Amonio da
Silva lleiriz, sua enhnra e um cimbado nieuur,
"los da Silva Saraiva, Fructuoso M. Gomes.
= Passa;eirosdo brigueportugucx Tarujo /.sa-
bido para Lisboa :
LiiizF. Marques de Aluieida, Mmioel I'. Uanaes
de Almcida, Joaquiu Pacbedo da Silva o tres Ufaos
menores.
Malfldourn publico. Mat^iram-so no dia 2.S
do co/rente, para o consumo desta cidade, i>2
rezes.
No dia 29 to inesmo 68
turlalidude do dia ).
Idalina Maria da Concebao, parda, sulteira, 2 an-
nns, bexigas.
Maria Clara da Cooccieao, parda, viuva, 33 ounos,
repentinamente.
Cliristorio Alberto Lodoiiaph, branco, solleiro, 35
annos, febre ainarella.
Felismilia, parda, ( anuos, bexigas.
Francisco, branco, 1 me/., conviilsdes.
Joiiu, branco, 18 inezes, espasmo.
lliispilat Je caridade.Existem 53 hnmens, AS
mulberes, naoinuacs 1 homem eslrangeiro c 2 cs-
cravos total 104. I
Foram visitadas as enfermaras pelo cirurgiao
Pinto as 7 CO minutos damanha.Dr. Dornellts s
8 1/4 horas da nianliaa, Dr. Firmo s 3 horas da lar-
de de hontem.
seguinle trochado JsocieiideSlrasburgo, que
extractamos da Pree, revela a antipalhia que o
Austria encoulra, m\mo entre as populacoes de
Alein-Rbeno.
Algiins ofBciaes ft^ ocezes tinham ido ultima-
monto a Laudan para assistir a urna revista da
guarnicao daquella fnrlnluza. Culliquanlo s* aili is-
sem vestidos paisana foram reconhecidos e sau-
dados pelqs soldados que nao estavam da forma
com niuila salisfarao, ao passo que nao rccebuui
essas proras do deferencia o general*c o estado
maior que iam aps os oiciaes francezes. A cousa
che^ou a tal ponto, que os otciaes julgarain pru-
dente retirarse por subtrabii-sa nianifeslacoes
ma> sympalbicas aiuda.e prevenir scenas mais'ca-
raclerislicas'.
Em gejal a causa da Austria encontr poucas
sympatbias nos estados allemcs, e milito menos
anda nos popitlaooes desses estados.
A aecusaco que faz a Austria Fianra, de abri-
gar secretos designios de invadir e assenhoroar-sc
do, territorios allemaes responle o loniteur de 15
de marro:
Parle da Allemanba ofTereco aclualinonle um es-
pectculo que uus sfflige e sorpiebende
Lma queslo vaga, indelinida, que affecta aos
mus inlrincadus probl.....as n previlegiados inleres-
SW, Mrge de improviso no mundo poltico. U go-
verno franrtoz ve n'issu un ossu
Comarca fio Santo Anio.
Cidade da Victoria, 27 de abril de 1859.
lien churo amiga. l'.om quanlo se limite o de-
ver de correspondente noticias da loealidade, to-
dava ramos boje pedir-VOS venia para dizermns al-
gumas palavras sobre a poltica da acliialidade.
Nao se pode duvidar, que'a poltica conciliadora
seja agradavel : porque, tem por liui chamar aos
eiupregos oscidados de mrito,sem disliuci.au de
parcialidades.
Ns, porin, entendemos, que ueste prncediuicn-
lo devu havor [u'tideiicia : porque o governu nao
dever, por certo.collocarnas presidencias das pro-
especulaciio mercantil: e o Sr. ... respondilo a
urna mterpelacao que lhe tora fcita no sobredito ar-
tigo concordo com esta deflnirao, com algumas res-
triccoes por ser a associaro do Colonisacao ama
soojoiladc anonyma oucompanbia de eommercio.
Ns porm que tambem somos accionistas do
coinpanhia.ainda quecxlranbosaprolissaocommer-
cia) julgaudn prejudirado o crdito e incremento da
matuna companbia com aquella dejinirao, procura-
remos mostrar que tal dellnicao errnea em direi-
lo e especialmente com applicaco nhssa asso-
tiacio,
E errnea em direilo porque pelo simples fado de
ser a associaco urna companbia de commrrio nao
pode ser qualiicada de especuladora. Para isto se-
ria necessario que exercesse o eommercio de espe-
cularlo ; que est muito longe do nobre Qm a que
se propera.
Vejamos o que especularas mercantil T
Diz Ferreiro Bor;es Especulacao mercantil 6 o
tentativa de urna emprexo, pouco ou nao seguida
anda. Para so formar com seguranza urna ospecu-
lacao, cumpre ter cunhccimeulo mais que ordinario.
t. necessario saber o estado evado do mercado do
destino: u gestudo paiz consuinuiidor : a naliiro/.a
esperiflea das morradorias: o calculo real de tudas
as despe/.ns o os das probabilidades do igual r.on-
I curso oa falta delle. O segnd.i que em geral e ull
ampio digno de eu- e necessario no eommercio o esseiicialmeutu nos
ditos dos parochos, assim como fBfJb as despezas
relativas ao culto. A oslas disposicoes vem anda se
ajuuinruutras, pelas quaes sTio igualmente violados
e destruidos os dircitos da propriudado ecclesias-
tica.
Outra le. publicada no 1" dejiiiihode 1851, pro-
hibe
____t____^-____:____
~-
*fc i
publica. Lembrados daposb'o que uccupam.dadig-
nidade de que achain revestidos, do juramento que
preslaram no da de sua consagraeo, cmarcliaudo
sobre os traeos gloriosos de scu metropolitano, nao .
hesitaran! em luvanlir a va/, cuilra as iujusiias tai^ contrario, o seria cora um ardor aindn uuior
raves leitas [greja, o se lora mu-lrddu promptos
ronienr as prebendas cannicas das grojas | a correr lodos os perigus na sua deten; Adiamos
calliediaes. ames do moioria dos ronsellius provin- inualmenle nina grande causa de consolaco na vr-
*
me o um dever de oslar loria. Nao se prooecupa cspecillacoes.
da siliiai ao assustadora da Italia senonn inliiiliile Estar' i'umprebendida aqu a nossa associaco .'
ro.Milvo-la do acoordu rrun seus alliados e em be- l'aroi e-nns que nao. Por quanlo o favor do espeou-
iiolicio da Iranqulldado do Europa. pusiivel lacio smenle voinus uovidade cousa muito com-
manifestar desejo mais sincero do terminar paeill- miu em qualquer ul.jectodo que se pretenda tratar
caos das doceses respectivas tereni nisto enns
tido. Outraslcis foram om seguida piomiil
dando a todos o direilo de se fiirtarom au di-r
pagaras rendas, que formara a maior parlo dos r-
ditos ecclcsiasticus, com a cofedican do pagarnag a
nn-lade ao governo. De mais, os bous do seminado
arehiopisropal de Sania f de Bogot tura ni adju-
dicados ao collegio nocional, c a inspeccito superior
sobre o mesmoseminario fo attribuida ao poder
temporal. E preciso uiijiassar em silencio que a
nova constiluico dfM llnpublicj, souccionads
estes ltimos wmpos^nconnece, entre outrosot-
reios, o direilo de livre insliluicao, o d a lodos
Itberdade plena o completa do publicar seus pn-
enlos, al as opinies as mais monstruosas, ao
imo lempo que a Hberdado de pretussar, publi-
Oii particular o culto quo se quizer.
vede, venerareis irmos, que guerra funestar
sacrilega os que dirigen) os negocios da Nova-Gra-
nada fazeni Igreja esibolica, e qual u feamoro,
qual a grandeza das injnsticas c.....navidas conira
ella, contra seus direitos sigrados, contra seus pas-
tores e ministros, contra a auloridade suprema do
nossa pessoa e desta Santa *'. Asleisdeque viraos
lo fallar romeearam a su- postas em exoeuro em
lftil; os bisposeos ccclesiaslieos quo cheios i
Vio
SI,
01
cimente asdifuculdades, e prevenir as complica- Onde cssescalculsesegredoBle,,paraangmen- sentinn-ntos catl.oliros lem iuslamcnle pcumlo.
deepiodadeiniigue dos_povos da Nova-Granada
a nir parlo tem iiiauifestMo a dr o indignadlo de
que se acliam penetrados por occasiode lanos'v
tdliorrivi-iSltciiiados contra a religiao e seus pas-
tores. Ellos uada estiman lauto quauto testemu-
nbarde una maneira publica e brilbante quo a pro-
lisso da f calholi'.i lhcs mais chara que ludo, que
sentcm para com seas' Rispos lano amor quanta
obediencia, e que permane -era tirmumente unidos
a Nos e esta Gadoira Apostlica, centro da verda-
dade o da undade calholica.
Entreunto, Venerareis Irmos, desdo quo livo-
mos ciuliecinienlo das resoluces iniquas c que se
oaa podem reprovar siifcienteinenle, formadas e
cuinprdas pela Repblica da Nova-Granada contra
a Igreja, contra -seus dimitos sagrados, seus bens,
seus pastores e ministros, nao lomos cussado de re-
clamar polo org'lO do cardeal Hassn iocrelario de
Catado Junio a esso governo. lhe dirigtndo queixas
repelidas contra as iiiiusli. as lo graves feilas
[groja o osla i.uleira Apostlica: mas o dizoiuos
cun dr o pecar, Nossas palavras. uscas roclama-
euos, Nossas quiiixas. nao lem .lid 1 resultado. As
dos Bispos quo. fiirlilioadospor Nossas cutas. 111111-
prindo n sen divo,- de servir do o:omplu aos nutras,
se I >m opposta cuino urna inuralha ora favor da casa
dn Israel, tom tido a mesilla sorle. Mis necessa-
Nos diremos mais : os sen tmenlos de caridade para
cora V. M. dever-su-hiam apagar om Nos, si, o quo
Usas na ptrmilla, fosseis-arrastado a revestir ossa
le da sanceo real ? Nossa caridade rcd"obraria, ao
rquo
na, com acondiccaudequoiiaocarreeareisnns.au- lem sido opprimda, o ministorlb dos parochos cor-
tos dos cnlnnos maior juro quo o 6 (MI veja-seo eado di*Sil]iruld.iili>s o nl.staoiilos-os melliures i.ro-
cuntr. de 6do onluliro miliexu aos estatutos da as- gadnres da divina palavra tem sido presos, i'ecle-
suciae.ii csu operariorhiimar-M-ha ennwimo sasiicus de tuda unloin reduzidos mais extrema
mercantil, mas nunca txpecvlacto. i indigencia o acabninhados de tola sorle de malos
Parece-nos pois que s por niuiiacondesionden- Nosso veueravol iiin.io MahucIJjseph do Mousl
jiislilique, n a que ludo so oppie, suscilam-se as
preaecunaces, propaga-se a deseonOanca c aleiom-
se as paunjes: as enmarase na imprensa de alguna
Estados da eunfodorocosepromovo nina especio de
cruzada contra a Franca. Acrusani-na de inan-
ter ambieoos que lem repcgjadu, dajjpreparar con-.
quistas de que nao lia ifBter, c por meio d'o.-.sas] ca pude o Sr.....em quoin alias folgsmus de en- quera, o vigilante arcebispode Santa de Bo"ol,
calumnias procura se atmorisar a Europa coni nbecer profundos onjiecimeiitos em materias de leui sobreludosuppurladu tialialbos e sutriimenlus
imaginariosaggressoes, cuja idea nao existe. j eommercio, tor concordado cun aquella deflnicao c isto porque, dotado como dn urna piedade sin-
5 Aquellos quo por tal arte se oiupenhaui emdcs-l 14 que fallamos em colonisacao uo podemos dei- guiar, e tendo eni parlilha a donlrina, a prudencia
vairar o patriotismo allemo, estp^cem as dalas. I xar de unir nossos votos oos do Sr. nolieiadnr da o espirito do ronselho, o oidor do tete apostlico'
De alguns aellos bem so podo dizer que nada esque- j OrJein, para que a'nnlije direceo da nssnciacao de jamis deixou, segunda o dever de son cargo d
coraiu oi aprendoraju. Em 1813 aduiinecoiam, e Golouisaco di irapubi a colonisacu desta pro- protestar com tanliW ledoria como nrnioza'enlra
vinda. essas leis iuipias, de se oppor Itccm-a do socolo.
Consta-nos que o Sr. consellieiro Jos Rento dd de resistir constantemente aos proj'ertos dos bo-
Cunha Figucircdo, dnlpgado das trros publicas mens de imniedade, de sustentar enrgicamente a
desta provincia, aclia-Seaulorisado pora tratar com cansado lieos o de sua Igreja. Ora, saboi, venera-
a associaco e remover os embaraces que tizeram ; veis irmiis, que pretexto fox sobretodo valer o go-
paralisr a inlroduecto de colonos; eesperamos)verno da Nova-Granada para juslilicar suas perse-
alguma cousa de bni se far. [guicocs contra este illoslre uietropbllano.
Venb.im bracos que aegmentom a produceao do I la umiisooslabelocido cm onossopaz desealu-
paiz, e pouco nos importa, se africanos europeos ou rem exornes Indos os sois mezes para os que dovein
asiticos, com tanto que sejam moralisados. Te- ser promovidos s paiochias vagas. Por nina le
mus trras incultas para sustentare mundo ntero, j contraria s disunsires cannicas, o
e todava mu niogoa diiemos, se nao fosse -
do imptirtac.au de paites eslrangoirus, a noss
aju
depois de um soiiiuu Jo atfio secute despertara abri-
gando senlimenlos e pandes, que sao do dominio
da historia e formara, um contrasto cora os nossus
toninos : sao visionarios que qtioreui absolutamente
defender aquilla que ningueni trata de atacar.
Se o governo moncoz nao estivesso convencido
de que suas acones^ principios, c o sonlimenlo da
maior parlo do povo allemo desmntelo as suspoi-
tos do que o pretenden tazar ubjecto, teria mo-
tivo para dar-so por resentido: podero fer uisso
nao SO una injuslica, mas lamboni um alaquc diri-
gido;'! independencia de sjia poltica.
Coni eneilo, lodo u ninviineiilu quo so lenta
H mteiro, | contraria s djupsicps cannicas, o governo so
W a gran-: tem lia inuilf leuip* audaciosamcnlo arrogado o
nossa po- dm-i|u nn s Jo reunir os bispos na iioca lixada
... .......- -.......... ... -pos na epoi
excitar stilireo Itheno por causa do una .(uoslo que pul.vao estara murrendn fom^. j paro csses exames, mas anda deobrigar o arcebis-
no oineae.i a AlleniauUa, mas em que a Franca lo-1 Para prova do que acallamos de dizpr : vejam-se ; po un 0 hispo mais vismlio, a preencner esteofOciu
ma inlerosse cmno potencio europea, a nada ra'enos | os nianitestosdos inercadorias entradas no altando- lodos os rezos que um bispo, nao so tom quitado
quaiilldade, islo", urna relaoan do que existir em rindas liomens, que, conhccidamenle nao porao
geni ros. do que so far novo cargo oo cslabeleci-
menlo para d mczscguiilo.
/.'* Sr. tlepulado : E um trabalho muito gran-
de para i tliosouraria, sopor seis ou oilo mil rs.
O Br. Perlira ; =Emais um lancanicnlo, c
as conscqucncias desse loronicnto.
ful Sr. Drputado: =A*poiado, os consequcnclos
ilessellancoiiicnlo, augmente de ordenados gratifi-
carles ele.
O Sr. JT. Ptreira .V.u nao sei oque nobre depu-
tado qqiz dizer. quoudo falln as economas feilas
pelo Sr. padre Joaquiu ilaphael digno regedor do
Cymuosio, economas que lem servido para conecr-
tus de movis, compra do instrumentos etc. nao sei
se essas despezas esli autorisadas, c sa o quo se
arrecada uo cstobelecimenlo C para olimonlaco dos
alumuos, como dr-se-lhe applicacan para nutras
despezas, sem autoiisaro de quem os pode mandar
fazer i
O Si.M. Vprrtella : =0 regedor nao gasta cousa
algumo sem autorisaco do presidente, tem lido a
vaiilella de pedir autorisaco previa.
O Srl Js\ Vertir : =J que estou com a palavra
diio albuina/ousa a respeito de duas emendas,umo
Sue mundo conceder o abte da 6* parle do proco
o arre nolocao aoarrematante do imposto de 2S5O0
sobroc becado gado cuusumido no municipio de
l'od'Alho.
F.u ci leudo que ha grande inconveniencia na con-
re&soo i esle favor, porque elle vai abrir a porta*
favores guoes e lalvez mais gravosos para uniros
arroma tutes, o que Iror um graiui.i desfalque
rendo p ovincil, isto anda se torna mais inconve-
niente, guaiidno cuiici'ssao desse favor nao jusli-
Se q'uo na'CSnsrj aexisloiicrrcie'|i'tei/.iiy.:..:"'"
nonre deputodo (u Sr. Machado da Silva) apre-
sontou ama emenda aulorisandn o governo a fazer
as oltcrJcocs que julgar couvenieulcs no controlo
com o c nprezorio da companbia lyrco,mos nao nos
deu os 1 oses dessas olteroces, nao nos manifeslou
o seu p nsameulo a respe'ilo, S. F.x(f. nao nos pe-
dio sen elhanlo autorisa^Tiu : seria bom que o no-
brodepi lado justilica>so a suo emeuda poro verse
me roso vo dur-lho o meu voto.
Outro obro depulodo (o Sr. Souzo Res) anresen-
tou esta emenda : a le provincial numero 431 nao
ostabele :cu a isencio do imposto do sello de he-
roncas i legados ; mas a declorou existeule em fa-
vor ites llhos noturaes, reconhecidos em testamen-
to, por I ireo do que dispoe o olvarft de 11 dejunho
de 1609 pelq quo se derc restituir, etc., etc.
Euteri 1o que o nobre depulado nao preslou o do-
vida otl mcao ao disposte rloTM cilada que, no 5
do arlig) il diz assiin -.Sello do heranfa ciega-
dos, me ios dos fllbos naluraes, reconhocidos em
tstame ito ou eseripturo publico, siguilo o le de
2 de selimbro de 1847, que eslao delle isentos.
O Sr. Somo litis:Ergo
'C Sr. M. Vereira :Ergo o emendo do nobre de-
pulado ; io pode ter esse eITcito retroactivo que quer
lenha ; mis ha prejuizo de lerceiro, o principio
curente quo a relroactividade as Icis de favor
s uprov cita quoudo nao Iraz prejuizo de lerceiro, o
que se no presento caso, c por cousequencia nao
pode e tem deve aproveitar scmullianio disposieo;
uoiondo -se mais que nenhum particular su julgou
ltondidv em seus direlos, nenliura particular po-
dio a oda osscmbla a reslituicoo doqiicnagou,
linnadu no 5 do ortigo 41 do lei numero 431 mi
nutra qi aiquor. Eainda quando isto se tivesse da-
do, ape as poderia aproveitar aquellos quo se a-
cliasseu couiprchendidos no lollra da lei de 2 d
sctembio do 18-17 e da dolo desta lei cm dionlc, e
nao cor o quer e o entende o nobre dopuladn.
Ha ui la outra emenda do nobre depulado o Sr.
Souza B?is) que quer se restilua a viuva de Gomes
l'ereira o queme arrerodou do sello do heranca..
O Sr. Soasa lie is -.Ijue se reslilua, nao, porque
nk> se i rreodur atrasa algumo.
Jf. Pcreira :Da lclra da emenda a que
niqrje conclue o que agora diz o nobre
el roucebida nos seguimos ler-
iiHo de heranras e legados deve ser pago on-
de o im Biliario da fazenda herdado so fez, esliendo
a viuva ) herdeiros de Basilio Gomes Pereiro o sel-
lo devid i de toda o fazenda de Heurique Poppc Ci-
rio, iu( lusiyo o predio que este tinlio nesta capi-
tal. >
O invi ntarie'tez-se, o nobre depulado reconhece
o direiui que assislo a viuva de l'ereira o herdeiros
desle para haverem a importancia do imposto de
sello, fojo quer tenha lugar urna reslituican.
O Sr.Boasa feis:Leio a inforniflcoo'do procu-
rador Hfcol, que o mclhor defeza da minha
emenda
g 0r,W fallo de eclamoco do porte dos prejudicodos quan-
lo i manda anterior, applicavel a cun que venho
de ote orjVupar.
A pflssar estas emendas do nobre depulodo, al-
guns cortos de ris serao retirados dos cofres da
provincial nao havendo certeza a que numero subi-
r ; sendo que anda nfiu chegaram a esta casa as
informales podidas poli nobre depulado autor dos
emendas!
Decan qne voto contro favores de semelhonlc
ordert!, vores que trazeiu ptejuizo corto, aos co-
fres da p ovincia.
k REVISTDARU.
Con un que o Sr. subdelegado do Poco doite
siios vist s pora un morador do Coso-Forte, que
eierce so iro urna irnio os maiores sevicias.
Nao ha anda muito que esbordoondo-a cruel-
mente, di ii lugar o quo o inspector do quarteirio,
accndlndi aos gritos de soecorro da vctima, o
preiidessc
de pruprii arbitrio o cruel rmo
A ai sembloa provincial nao ser encerrada ho-
je, porqui o orrameiito municipal aiuda nao osla
votado, e i consequencia das discusscs a que tem
dado luga alguns enxertos que se prelendera fozer-
Ihe em 8* jdiscussao. A yisto disto o necessario uma
Iirorpocoo que naturalmente ter de ser concedida
lojo'mesiio.
llonjem concluo-se a 3' dscussao do orca-
mento provincial, tendo cahido o emendo que redu-
zia a 10 o Imposto de SO O/o sobre a Agurdente.
A ill imiuacan agaz estabelecida uo frente do
palacio da presidencia, continuar at amanha.
Infoimam-nos que a escavaciio que se fazia
na segund i seceo da estrada dfe ferro, para a cous-
irucjio de um tnel, flera hontem concluida.
No li gar denominado Cajuciro, distante da
Envoacao i o Altiub, no dia IB do correnle ks 11
oras da n itc Antonio Pedro assassinou com seto
focadas a acinlho Hendes da Silva, pondo-st logo
om fuga.
Fora o recolhidos A cosa dedelenro no da
28 Ires ho oens livres, sendo i ordem do Dr. chefe
de polica do subdelegado do Hecife 2.
' No J* nuil do Commercio de Lisboa l-se
* O vtiu ato sszol do vicio. Na uoss'a folha
de quarta- eir noticiamos que na praia prxima
Ribetea Ve ha, apparecc.ro, na segundo-feira, um
em pratica o sea prugromma. Por exeinplo : se o
actual ministerio entregar una provincia a um ad-
ministrador intimo amigo das ideas liberaos, o que
naturalmente dereri esperart Que elle v pouco
pouco no'iilando a provincia nesse sentido. E so
v ire-vorsa ? Acontecer o uiesinn.
l'orlanlo, com quanlo seja essa poltica por ns
abrocodo pela juslicados seus lins todava pare-
ce-nos que o governo devero execulu-lo, servali*
ser candis.
Uo equilibrio, pois, na nomeoco dos presidentes
o chafes de policio nascer necossariamentc o de
oulros empregodos, das localidades, e destes o des-
envolvimenlo do petisamento da poltica do governo
nos eleicoes.
Nomoncordomns com o caronchoso feudalismo,
o meSlSscom os estados no cstadu : mas nao pos-
sivol acabar do um da para outro com o prestigio
de curios familias nos provincias, j pela pusieo so-
cial, a que elo elevados mutosde seus mei'iibrus,
j pola sua fortuna, j finalmente pela grande cli-
entela de prenles e amigos.
De mais. parece-nos que esse prestigio, de que
go/om essas familias, traiisraittido por una segui-
da serie de heroicos feilos, o por uma posico sem-
pro brilhante dos seus anlepassados, larde ou nun-
ca se perder, com tanlo que os seus successores
pela repeticao desses ociosos voo hundo reviver.
E nao sera ossu prestigio um tero de respeito ; ua
alinenos pora as provincias ? Cremos que sim.
Pude muito bom tor acontecido, que militas rases
nao so lenham posto em platica corlas o determi-
nadas medidas por se respelar essas familias presti-
giosas : o nesta hypnlliese nao serao ellos mesmo
nnws^vws^PVAUAa*.?-..........------- r.......
cas quercni dirigir, a quanlos presidentes os vio go-
vernar. Nao soberaos do esociidio desta usscrso.
A nossa opinio, porm, relativa : que esses ad-
ministradores do governo nao se devem entregar no
todo a essos iulluenrios ; devendo todava prestor-
lhesa atlenco divida ; porque lgico, que ellos
lenham tendencias pora o beni-estar do poz, e cste-
jom bem a por das suas peculiares necessidades, e
assiin nao devem ser despiezadas.
Emsumma, diremos que, paro o presente e futu-
ro felicjdode da uaco brasileiro, a monarchia cous-
tlucional deve ser sustentodo com todo o esforro ;
pois que, de outro sorte desopparecer o desojado
equilibrio; e, perdido este, seguir-se-lio oecussa-
riamenlo,* ou que n innnarcliia lomar por de
mais forte, ou cas o triumpbn das ideas opnnslas,
lo iraca, que alinal destollecer com o andar dos
lempos.
(.'liando assim nos expressamos, estamos conven-
cidos, qne a eonctliocio (se pussivclj jamis se
adiar nos extremos dos partidos ; mas ua pruden-
te escolha de cidados provincianos, que olrade-
uutras qualidades, tenham dado provos do verdodei-
ro amor ao seu paiz ; porque, iuleirados de quo,
smente do gozo da paz poder provir o seu ongran-
decmento moral e material, procuraro todos os
meiosaoseu alcance uara que esto nunca sejo per-
turbada ; e para este tim ro dispondo os negocios
de maneira, que nao apporeca motivos para queixas
fundadas e justas ; e dando a coda um aquillo.quc
lhe perteucer por direilo, ira mrito, muito bem cum-
priro o seu dever.
OSr. Dr. Parogiioss, desejoso de visitaros
loros patrios, o anda mais por cousa de suo sado,
eiilrou no gozo de sua liconca ; o parlio paro essa
capital para seguir para o do Maraiiho. Anda nao
Hitemos, quem encuera interinamente o vacuo da
promoloria publica por estes duus mezes.
A semana Santa passou por aqumuasi desa-
percebida, apenas na qunta-feira Maior huuvo uma
uiisso a cantocho celebrada polo Rviu. Sr. vi-
gario. _
Coof|ando-nns, que chegaro a essa cidade o
nosso amigo o Sr. lenle. JoOquim l'.il.rciu de
Mallos, o leuibradus dos bons serviros aqu presta-
dos, quando delegado de polica, o anula mais das
rrpineiiMs honrosas i;rvis, cun que sempre se dis-
tingui ; nao nos podemos birlar ao rigoroso dever
de dnigir-lhe as nossas saudacoes.
Tem cahido algumas churas.
A varila vaifazendu a sua retirado.
Os gneros alimenticios nao abundara, e con-
servara os raesmos precus.
Ao mercado toran trazidos ltimamente 700
bois, que se venderom ao calculo por orroba de car-
ne de 7J o 10g rs. A melhor carao lolhou-so nos
ac,ougucs a 129 por arroba.
Ale outra vez.
O VlCTOMENSK.
(Carta particular.)
tendera doqaea dispnlar-lho o direilo que llic os-
sislo de (azor pesor sua influencia ua Europa, o de-
fender seus propros nleress"? anda cora a maior
moderacn. Esta pretenc.in dir oltousiva, so Ao-
desse ler mesmo algume cousa de grave e de for-
mal. A vida da uma grande naci coran a,Fran-
co, uo so ciKumscrcve ao permetro determinado
por suas froiiteiros; faz-se conhoeer era todo o
inundo polo salutar influencia que exorco om prol
de son peder nocional o em benolicio da civilisacu.
(.loando uma nocao renuncia este papel, abdica a'sua
propri.i calbego'ria. ,
Assim pois, o simples faclu do disputar esla le-
gitima influencia que prologo om lodo a parte a lma
causa, ou confundi-la com as ambiees qua tenlam
no-la em perigo, oquivalu a ler em punco ao mes-
mo lempo o papel que compete i Franca e a mode-
radla deque o imperador tem dado tantas pHtras
desde que o povo francs lhe mpoz a respdnsabili-
dade de oxoreor o pudor supremo.
O imperador, que lera sabido elevar-se cimo
deludas as preucciipadius, devia esperar que os uo
inrocassem contra sua pessoa. O qu teria succo-
dido se ao subir oo tlinino houvesse lie manifes-
tado os seiilimontos inosquinhos c dado cabida s ir-
ritadas rocordacoos, de que se prevaleconi boje po-
ra lorno-lo suspeilo? Lm vez de se converler no
mais intimo alliodo da Inglaterra, como lh.iaconse-
Ihovaiu Minteresses da civilisaco, tor-se-io loma-
do son rival, cuino pareca oxig-lo validado se-
cular de ambos os povos. Em vez ile accolhnr os
liomens de lodos os partidos, teria repcllido cora
dtjsconflanca os que serrlram s antigs dynsstias.
Em voz de tranquilizar a Europa e ronsulidor-lho a
paz, le-lo-a abalado, pagando, a Iroco do sua so-
garanca c independencia, as recordacoes de 1sl f
de 1815.
ga me diariamente se publicara as patelas desla no lempo marcado. Em vrtudc desta le, oWvornq
cidade. Nellas observaremos que so nos primeros 3 e,n 18ol, oiisou ulmar o orden, ao orcclnspo de
mozos desto onnn recebemos do eslrangeiru, u des- proceder nos examos, u prelado se achou enlo
conegou ncsia provincia : ] gravemente doantc, o vigario geral respoodeu em
50 mil borneas de bacolhon. | sen nome ao ruerno, o julgofl dever ropelllr, an-
4'J ditas do fannha de Ingo .. : | da que rom circiiinspeccao, uma lo muslo pro-
6 saceos de milbo, arroz, leijao ele, alera defendi, lenicndo ocima do ludo parecer apprnvor
alimentos diversos, que donamos do mencionar; > lio que quer que fosse. a le sobro a iioincodio dos
acrescenlaudo 80 mil arrobos do carne pela maior parochos, do que j follamos Por lertdi este pro-
dirigiriomos a Dos fervorosas supplicas, rogando-o
de nao tirar de sobre a cabera de V. M. sua mu om-
nipoleute, o do so diguar c'onceder-vos, mais abuu-
dantemeniu qua nanea u soecorro dos luzes c dos
in spirores de sua graea.
-uos, sntretaiito, impossivel nao enmprehender
om todo sua ealeuso o dever que nos imposto, do
previnir n mol tanto quanlo depender de nos, e de-
i aramos V. U. quoise a santa S ja tem recla-
mado em iliversmuecaoles contra as bis desta no-
turozo, boje mais udfe-buueo obrigoda a roclamai\
anda relalvameola so Peinonlo tr dar essos
reelamaces a forma situ^ solemne, e isto precisa-
mente porque o ministerio do V. M. invoca o eiem-
plo dos outros estados, exemplo funesto, cuja imi-
tadlo nosso dover impedir, e oinda porque, o mo-
mento escollado poro preparar o estabelecimento
desla le. sendo o mesmo cm que se abrem nego-
clocoes pora o regulamento de dfitrof negocios, es-
ta circo instancias poderia dar lugar aVsiippur que
ha insto ilguma connivencia da po te da santa S. ,
l'ma tal detcrmiiiaoo nos sera verdojeiromonle
dobirosa. Mas nao pederemos de terina alguma noS
desencam-jar dosso dever neranla leos, que nos
rnnliuii n gnviruo da Igreja e a guarda de (Bus di-
relos. l'a/eiidjBesappjiee.T a colisa quenqsobri-
ga a ciimpri-l.i, V. M. mis poder trazor um allivio,
o una s.'i palavra vossa suiye esle ponto purio o cu-
raiilo cunsolacao que exporiaoulomM quomlu
vos dir.gi-li's directainentb i ns. Tantu mais
prniupla fr a respusta do ^SJ.,,.quauto mais sua-
ve ser ao nosso cor.vo, porqu' il o viti livrar
do um pensaiiienlu qr" n ai-jlirunba, mal qde ns
entretanto seremos obligados a realisar, em tuda suo
exfeiis.il, quando ura dever de consciencia riguro-
samente exigir do ns esle aclu sotenuie.
Nos resla explica o equivoco. qoe engiuia V. M.
no que toca administradlo dadincese de Turini.
Para evitar as> extonces'suportliras, nqs coiileula-
ronios de rogar V. M. que tenha* a pacioocia de
l'r as duas cartas que ns vos dirigimos em da_U.s
do 7 de selembro de 189. Ojniitslro do \', M. era
Roma, jiic hoje so odio cm Tuiim, pader vos
Ironsiniltirsobre esle assumplo umo rello- le ouvo de nosso bocea, u que ropcoduziremos aqu
cora toda siinplicidade Esso ministro iusisudo
pola noraeaco de um administrador na dioCcse de
Tnrioi, llio li/.omos observar que u miuislro pie-
iiionle/, lomando o rcspoiisabilidade da prisao f exir
lio, lu repruvadus, do areobispo do. Turiui. havia
obtido uni resultado que. provavelmenle uuo se pto-
essu prelado
o de uma tan
as maiiiesiuu
sem eimim con.....vdos'doceis "Nossas palavras, m".s uaTmpflss'bTdaitel'e^
Xosos conselhos o Nossas queixas Pr.oivora a Ueos opposkio com o seulimmito de admiracaoejpressii
que commuvidos ansia desla mal clie.a do pozar e pelo inrmdpcamnlico.T^ando'lrceliisuo ite Tu-
de amor, se dolermiiiossom a cousula-U pur uma rim da administra.-o de sua diocaso,
penitencia Salul.ir. e derramando sobro suajcliagas Conc'--:
o bals amo de suas lagrimas Prouvera aDeos que
so apressasseui de ropararoiu.it, semosperrea
experimentar o rigor quo Dos musir qiiando, um
o auloridade d'esta Cadeira do hemaventurado
Podio. E purissn que qnizemos buje com a libnr-
dade Apo-lulica levantar nossa voz de pastor em
v-issi assamblea, Venerareis irmios, para repro-
var. enndemnar c declarar de urna s vez invlidos
e nuiles os dccreUri suproinencionados.prontulga-
dos por esse gorernn em desprezo do poder occle-
siaslic.i o da Santa S, onideliimonlo e ruina da re-
ligo do seus sagrados pastores. Do tois, advjsti-
mos a Indos os quo contribuirn! de qualquer sfl-
noro, quer por actos, quer por ordens, para esses
decretos, rofliotOJU seriamente as ponas e censa-
ras ,|i|.- ,is conMInlrtal apostlicas e os sagrados
rouones dos concilios decretan) cunta os profanado-
res dos cousas o pessaassagradas, conira os profa-
nadores dn poder o da Iiberdode oedesiaslica, COOr
po
rte do 11 io Grande do Su!.
Ouantidade uiais que suUicicute para sustentar
una p.qm lacio de200 mil pessoos durante o mes-
mo esparo do 3 mezes.
E esto um assumplo para bem seras meditarnos
visto dos olios procos o que lein ebegodo os gneros
olinenlcos : a favor dos quaes milito se tem j es-
cripia), mas nada de rcol se tem fcito.
Por boje licoinns aqni.
Um accionista da associaco de Col9nisa CASAMENTO CIVIL.
(Conclusn.)
Alucuco
DEN. S. P. PAPA PI IX
NO C0NS1ST0H10 SSXKTO UE 27 llt uCTl l'.lu'
i.F. 1852.
IViicrui-cis irmos.Queremos boje parlilliar
romvosco, veneraveis irmos, a dr cruel que lio
iiiuilo lempo sentimos no fundo d'alnio, polos dra-
nos graves, e nunca ossds bem duplorados, de qae
a igreja calholica, desde mullos anuos, Uiiu dosgra-
codamepte do queixar-se, e snll'rer na repblica da
Nuia-Granada. Sunca esperamos smilnante cou-
sa ; perqu todo u mundo sobe quo testoiniinhos de
beiievuloncio particular esta cadeira aposlulira lem
'- '^l^- prodigalisado esta repblica, o com que desvele
Se o imperador, Cedendo o saineteantes sug- nosso priidecessur Gregorio XVI, de saadOM rocor-
u'osloes, quizesso sem razio renovar em ura periodo! dociu, uios a reconlioceu nulos das nutras ropu-
do pad*a de civilisacu as guerras o as conquistas
do primero imperio, ter-se-io jgfluslradu allioio
poca actual o ncorroria no iiiaior cansino cm que
pode incorrer o chefe de um governo. N i ha gloria
iJUIjs.v.erdadeira para um soberano do que aqii"--
dodos de Pu'1 "a apreciaco generosa das llecos,^1.
lercsses da sttciraov-. ------- -
Liniilanto-noseni ludo isto a dar con I a de umo
situadlo que poc em evidencia laulosaclos decisivos
da poltica do imperador. A ule esta situadlo Lio
franca o decidida, a Europa scnlii-se-lia segura ; e
desta sorte, os que a querem atorrar sjuesencami-
Era o nosso artigo de hontem procuramos com-
de qne depois se arrependeu. sultaudo1 peudiar o que de mais inipurlanlc, nos olios re-
DIARIO DE PERNAtIBUCO.
Hontem, de pois do cxpodiontc disculio-se no os-
sembla pr = vncial o projeclo que concedo 2 aiinus
de licenca sem ordenado ao empreiieiro Pexoto,
sendo opprov ado. O Sr. Rapbael requeren a dis-
penca do interlicio poro entrar boje om '." ds-
cussao.
Seguio-se a discnssn da emenda dn nrcomenln
provincial, impaladn na sessan anlorinr, orando so-
bre olaos Srs. Manuel Caralcanli, M. Portella, Son-
ta Res o Marlius Pereiro. Fo rejeilodo, eopprnva-
do o o rea inon I o
Conlinuou o 3." dscussao do orcamenlo, munici-
pal, orondo sobre os emolidos a olla oprosentodas
ns Srs. Souzo Res, Bego llonlorn, o Rrandiio.
Dada a boro levantou-se a sesso ; sondo a or-
dem do da de hoje a conlinuodio do anterior.
gioes da poltico, podeiaraos colher de umo rpida
leitura das cartas e jornaes, que do Kuropa nos trou-
xe o paquete inglcz.
Hoje podemos dar a essos noticias mais ampio
desuuvolvira culo.
Desde que os probabilidades de urna guerra pr-
xima entre o Austria u o Fieuicote loraoram vulto
pelas moniteslacoos de Napolen III e da impreu-
sa froncezo, a Austria uo lem cessado do concitar
os outros estados daConfederociio germnica a lo-
marcm com ella e era sua defeza una atlilude hos-
til ao Pimoste e Franca, que aecusado de abri-
gar sinislros planos de invosau do territorio da
Austria,
lUoplniio, ao menos ostensiva, dos jornaes aus-
Inacos Napoleao III desoja secundar e rualisar as
vistas de scu lio sobre a exlensao do territorio
franrez.
Has, ncm a Austria lem podido consguir mais
do quo un fraquissimo apoio de alguns pequeos
Estados do Confederadlo, nem os jornaes austracos
teem lirado sem resposta c resposla ollicial.
ltimamente tinha ella conseguido fazer adop-
tar pela Riela federal, como medida de seguranza,
o armamento das fortalezas federaes. O Sr. BU-
raark, representante da Prussia, protestou porm
contra semelhonle delibcrodiu, e recesen do gobi-
de de Berln a appiovadio de seu procediniento.
libar encontrarn algumas dilllculdadcs
("nonio Fronco, nao se lera ella al o prsen-
le Impresionado cun esses vagos rumores e injus-
tos ataques: nao faz a Inda o Allemnlio responsa-
vel do erro ou da malevolencia de algumas manifes-
laeoes que revelara aillos mnsquiihos reseiitraen-
los dn que temores roaos. O patriotismo allemo,
quaiidn o nao desviriaum com pievem es, sabe
muito boni fazer diflbnuira entro us devores a que
osl obrigodo e os prcoccupoces que o desviara.
A Allemanba nada lera a leraer-nos pelo que
toca sua independencia ; o de sua parte devenios
esperar que faca a nossas inlencies toda a Justina
qua corresponde s synipalhias quo nos merece sua
nncinnalidade. Moiii'feslondo-se imparcial lemuem
se mauifeslat previsora, o servir mclhor i causa
da poz.
Assim o lem entendido a Prussia, c por issose
nnio Inglaterra para aconsellior o gabinete de
Vonna na occasao em que alguns agiladuros* pro-
ciiravam ndispor e colligar conira ns a confudc-
racoo gormanii a. Esta alitude reservada do gabi-
nete de Berln sem dnvida mais raulajosa Alte-
manhado que o imrauderodo transporte d'oqiieUos
que, rcciirdaiulii os odise pronccupoces de luid,
so expo o excitar n siisceplibilldade do Senilmen-
te nacional bronces. O povo francs nimiamente
susceptivcl de sua honra, ao possu que sobe usar
cora moderadlo de sua forc ; ese por um lado o
excitara os linearos, por "outra o opuziguain os
uieius conciliatorios.
A Austria f irtilica-so entretanto na Italia. Uma
correspondencia de Tiirin de 12 demarco, publica-
da na Presti diz que a Ausl.ua tinha oliln ua Ita-
lia cerco do 200,000 homeiis bem armados o disci-
plinados. De loda esta forra, apenas 50,000 lio-
mens guarnecan! a Italia nos lins do auno passado.
Xa llalla torvo a agitadlo por toda a parte. Na
Toscana a iiuprciisa chegra a tul ponto de exalta-
menlo contra o Austria, que o grou-dinioe, ou rom
rereio daquella potencia ou pelo seu natural puli-
dor naia as medidas extremas, suppriiiio-lbe a li-
berdade. Nu ducado de Panna fo concedido uos
mancebos o alisiorem-so no uxerrito do Piemonte.
No Piemonte os armamentos continua ni em gran-
de escalo. Em Corr o oulros pontus. organisom-
se alguns corpos de voluntarios. K iucrivel a
promutidiocom qnoos pmos responden! u esle
apni.llo feito ao seu palriolismo.
Em uma Mita de espectculo espalhou-se no
lliealro de Floreuca a seguinte proclamadlo in-
cendiaria, succedendo que un cxeraplar fossa ca-
bir inosmo sobre o cabeca do ministro ouslriaco -
Unen, priva a Italia do mais sagrado thesouro
de toda a nacaoa independencia A Austria.
Quem lem posto o pe no cuite da Toscana,
que tambera uma provincia italiana ; quem lbc.
faz lodo o bem iinpossivel o Tmenla lodo o nial l
A Austria.
(Juein nos privn de nossa liberdade consti-
tucional com lano trabalho adquirida, sol o pre-
texto de que nao estamos anda preparados poro a
liberdade? A Austria.
Queiu desoja que sojamos eternamente cscra-
vos, privando-nos al do direilo de queixar-nos?
A Austria, a Austria e sempre a Austria.
Toscanns I cheguii a hura em qne osla otitiga
tyronnia vai soffrer a pena de suas ms acedes, c a
Italia ver-se livre de lyronnos oslrongeiros.
Prximo est a hora era que seremos una na-
cao livre o iiidependeiile.
_ Nesles momentos crticos iieeessilaraos abne-
gaco, valor, iiniiio e resolucu.
uno o nosso grilo soja' unnime: guerra
tuilria. Nao cooperuntos para esla guerra com
palavras vans, mas com fados ellicazes.
i Ouem quer que uestes momentos solemnes,
tentar oppor-sn, seja para sempre repudiado, por-
que n'uma conjunctuia suprema como esta, o que
nao esta comnosen contra ns.
Com o auxilio de Ticos o a espada de nm re
leal, o direilo c a justica triumpliarAo. Tendo,
pois valor, Ormea edisciplino. A hora da sedamn-
co nao nos ochar desprevenidos, c ninguein po-
der impedir que gritemos- guerra Austria.' vi-
ra a Italia.'
O re de aples linho peiorado de suo mo-
lestia, llova recetes de que a paz fosse all par*
turbada.
= Nos estados Pontificios crea-se um exordio
pora substituir as tropas froncezas c austracas quo
all so ochavara. Era alguma- cidades de Franca
da froutera suissa tinhain-se estabelocido escrip-
toriosdo recrulaiuenlo de Suissos para o exercilo
pontificio, o que dora lugar o urna ieolainaco do
gabinete de Berno ao de Paita, pus loes asista len-
los sao contrarios lei penal da Suissa.
Micas d'essas regios, mas al ah oslabclcccu lima
nunciatura apostlico, aliui de promover o bem es-
piritual desse povo, o do apartar com ello ns locos
de uma ami-ado reciproca. Nossa dur lanlnsinais
uieos enipiegOllOS puf liuiiiu picdecessur o or ns
inesuin junto o esse gnvcrnn, com infaligavet por-
severanco, paro remediar os males liu grandes fei-
los religin calholica n'esso paiz, o pora abolir
corlas lois criminaos e soboraiianienlo injustas que
o poder civil ah lem promulgado esouccinnadoem
detrimento dos liis, Icis contrarias divino iusti-
luicao da igreja, u seus direlos veneraveis, sua
liberdade til supremo outoridade d'esta cadeira
apostlica, nao menos que auloridade dos sagra-
dos pastores de nutras pessoos ecclesiosticos.
Nosso predccessor.linha ensillado que, desde o au-
no de 1815 no correr do raez do abril, tinha sidu
promulgodo era a Nova-Crauada uma lei que pres-
rreve, entre nutras deliberadles que quando os Iri-
i.iiiiai s loigos loni admiltido umo aecusaco dirigi-
da eunlra pessoos ccclesiosticas, essas 'pessnas, o
nao s os padres e os outros clrigos, mas aiuda os
pioprios bispos, que o Kspirilo Santo eslobeleceu
para legar a igreja de Dos, devem iraniediaiiionlo
deixar toda funeco do sagrado tninislcrio o confiar
a oulros o excrcido de seu carg#- A mesmo lei
pune cara prisao, desierro, o com outros ponnos
quera recusar siibineer-sc a essas preciipcoos.
Nosso piedecessor tembem dorigio uma caria ao
presidente dassa repiblica sobro esto assumplo.
representando-llie. enogicainenle como uma tal lei
era digna de leprovae, o pedindo com instancia
a sua abrogacao, e qi os dircitos adquiridos da
igreja perinaneccsseni em sus ialegridode. Era
quanlo a nos, elevado polo impcnetravcl juizo de
Dos, osla cadeira de priucepo dos apostlos, ano-
nas assiiuiimos o guveiiu du igreja universal, ani-
mado do mais vivo dejejo de prover os necessida-
des do santa reiigio nesse jioiz, dirigimos, cm
1847, corlas oo prosidmlo d'essj repblica. Expri-
uiiauos de uma part lodo o ardor de nossa solli-
citude por essa parledo rebonlio de Jess Cluislo,
e de oulra rom que .andado palornol querpjamos
ap|ilirar os ftidas deIsrael, us remedios propros a
cnra-las, deplorara! a siluaco niiseravel a quo
esla igreja se achaca Reclainavauos lorabeiu cura
terca cunta dous no os prujeclos do lei, dos quaes
u primean abulia oslizimus sem quo a .Santa S,
tivesse sido consultas, e o segundu garanta aos
liomens do luda liad, que einigrasseni para So-
va-Granada, o exer'c-to publico du seu culto, qual-
quer que elle tesse. Repruvanius esses projcolus,
pedamos com a inafr instancia que nunca fossera
poslos om pratica, aqdu a igroju podesse usar do
lodos os seus direilo e gosar d6 sua iuteiru liber-
dade.
Nos consolavamoicum a esperonco de que o go-
verno da Nova-Granda acolberia essas palavras.
esses cousolbus. ossssupplicas, essos queixas. sa-
bidas-do coraco tai maule quanlo alllicto du Pai
c'ii'iuiuui iins fiis.Mis, cora grande dor nossa,
somos obligado a vjsonnuuciar lioje quo os atta-
ques hoslise vinlemu contra a Igreja do Chrislo
se multiplicara da nz mais nesse paiz : ha dous
anuos sobre ludo, elli.se tem tornado taes, que o
poder temporal all na, lem cessado de fazer
Communicados.
lgrojn novas o inui gro fi feridas. Nao s as leis lo
injustas, de que j fallipos, lem sido conserva-
dos, mas anda as duapssomblcas legislativos des-
so guvernu lera fejlo onrasqueviulam niauitesta-
ineiilo, quo attacam, ojpstergan os mais sagrados
din-ilns da Igreja o (L Apostlica. No inez do
inoipdo anuo pajooMii, por exemplo, promul-
gada umo lei contra aijrdeiis religiosas, que, cons-
tituidas saniamente egoveruadas com sabedoria,
im slam lo grand,-i Jrvicos U fazoui lana honra
sociodade civil, coooi sociodaile chrislaa. Esla lei
conOroia a expulso, d, (.ouipanhia de Jess, fami-
lia religiosa, que, dbpjs de ler sido por tanlo lem-
dimen) Lio prudente ionio direilo, eqne digno
de todo Inuvor. o rigu-in geral foi conduzido pe-
ante os Iribunaes seculares, despojado do exerci-
cio de scu cargo, laucado publicamente em prisao :
e depois de ah ler p.assodo dous mezes, con.leni-
nadn o permanecer anida por seis mezes, e o sof-
frer diversos outrjis penas. Enlretaiilo, e o que
lio de mais doloroso, o vigario geral capitular do
Igreja vagado Anliochia, a mais visinha de Bogot,
obedecenilnvergonhosamente aos dselo] e s vis-
tas do govmo da Nova (roada, nait temen, no
trtfiz do marco de 1S5i, publicar ura edicto pelo
qual, sccrgiiendo contra u sen proprio metropoli-
tano, c iiivadindosua jurisdiccao, o dospeito de to-
dos os preseripees couoiiieos, abria o concurso pa-
ra as porochios desse orcebispodo. Desde que osla
noticia nos chegou. sem perda de lempo, dirigi-
mos a esse vigario capitular uma carta roprohon-
dendo-i severamente por um lo grande criine, c
cundemnondo-o, como ero nosso dever, orden..n-
do-lhe de desistir iinmedialomenle de san e.mpre-
zo. o o prcveuindo que, se nao obedecem, seriamos
obrigodo, mo grado nosso, o tomar as medidas
quo era lacscircuinslancias exigeni a severidode
dos sagrados caones e o encargo daaosso minis-
lerio apostlico. Do sua parle, o religioso orcebis-
po, cuiuprindii o seu dever com prudencia u sabe-
dorio, proniulgou ura edicto, pelo qual, com lodo
rano, declarara nullo e sera forea u aclu promul-
gado pelo vigario capitular cintra os proscripeoes
dos santos caones, prubibiodo ao mesmo lempo,
cooforuio o direilo, ter cnnsidenco a este aclu.
lu enlo que a cmara dos dpuladus, cuunnel-
tendo noros allenladus contra seu proprio paslor,
rurriiTii i.2 orcusor oslo Ilustre arcebispo como
nodo do Nova-Granada au leve" p'iTTe'acolIiT
es la uccnsacaoiuiqua c impa. F.1 por isso que. em
virtudoda le osteifega que disseuws tor sido cou-
d ranada por nm%o prndeoossor Gregorio XVI, de
saudosa memoria, fui ordenado au arcebispo re-
nunciara sua propriajurisdiccu, o resigno-la nos
raaos do outro ecclesiaslico. Esle prelado dislinclo
pela piedadu como pela doutrina. defensor nrdenle
dos ulereases calholicos e dos dircitos do Igrejo
nloslroii-seuromptofliudosupportar. A' inlimacoo
que so lhe fazia, den urna resposla cheia da ver-
i ado u sabedoria, que leslemunha a firmeza ver-
dadeiramenle episcopal de sua alma. Itespondou
que lian poda de ncnhiiina furnia renunciar a una
anlnridade que nao lhe vinha do pessoa algumo so-
nao de lieos o da S apostlica. Enlo, apezar do
dtssabor e indignadlo de lodas as pessoas hones-
las, o governo nao hesiten nao s sequestrar todos
os bens da mesa archiepiscopal, mos ainda coii-
aemnar ao exilio seu proprio arcebispo, Ilustre
por lanos ttulos, e quo tanlo tinha merecido do
son loauho. Umo gravo molestia nao Iho permil-
uiido donar logo o lerritoriu da Repblica, oiobri-
ga.lo arelirar-se paro uma casa do campo,distante
dous das de Bogla. Personagoiis distinctos, cnlre
as quaes o represeiiinlu de nina Musir naco es-
Waiigeira, commovidas de um Iralamenlo lio in-
digno, liunain nlerposlo cus bous olllcios; mas
so o quo pndorain obter fOTque o prolado nao fosse
"migado a partir para o oxiljo, seno quando esli-
vossu em estado de suuporlar u fadigas da vio-
As chusos nao parorara abi. Neslos ltimos dias
tomos sobido cora gronde amargura quo o nosso Ve-
neravcl irmao 0 bispo de Cartliagena, e o nos'i mul-
ta choro film o vigariu geral capitular da diocese
uo >.. Maillia, receboraiu do governo, rel.itivaraen-
le aos roiicursos para as parochias, uma intirancio
semellianta ora ludo que fura feito precedenie-
mente uo arcebispo. Eoran expooias toa meamos
trolas, leudo arabos repcllido essas preloncoos cura livor
una iiime/o digna dos moioros temores. Temos
saludu, de oulro lodo, que umo borrasca semo-
Ihanle ameaca o nus-o voncravel iimu o hispo do
Nimia l'ainpli.no, purque esl prnniplo tmbenla
cumprir energieamenle lodos os dorares a seu cargo
o o defeadnr com urna cousUucia inobalavel os di-
relos da Santa Igreja. Oulros eedcsiaslicos dislinc-
ios ua Ilepublica lem igualiuenle ao exposlu aos
meamos ullrages es mesillas porscguiees. Nosso
embaixador lainbeui as lera soffrido : ni diversas
occasioes, as assemblos deliberantes, no raeiodos
ullrages us uns violentos e mais iguobes conira
u vigario do Jess Chrislo sobre 4 Ierra e conira a
i-p00- J f01 disculn''' a proposico do o des-
pedir. Elle nao deixou, porlanin, coni toda o pru-
dencio necessaria o com igual lirraoza, do reclamar
era ijosso nome contra esses alternados aboiuiuaieis
e sacrilegos.
locholero.julg ns q tem a audacia de manchar,
de viular.de allligirasua Igreja! Kmquanli a Nos,
Veneraveis Irmos, uiiu cesssms, nuite e dio. do
orar o siipplicar cora ardor ao clemenlissiiuo Pai
das misericordias e 00 Dos de tojo consolacq,
paro quo se digno, por su 1 gr.va, d 1 roduzir lodos
os desancaminlijilus, oas Irilh'os da verdade, da
justica oda salvarn, o para que, por sua virtud*
ouinlpolelento, faca e.uii que a Igreja. lo rdante-
mente combatida, to cruelmente alIUgida aqu e
all pelns insidias detestavois dos impos, possodcs-
pr o lucio, onxugar a. lagrimas, o loinoiiilu vesli-
dosde gola, ver codo dio mais brillionlestriuinphos
sugmoniarem suo fuo o belleza, do Oriento ao Oc-
cidenlc. 4
Carta
DI) X. S. P. O P.VPA PI IX
S. V. O HK1 II V S VHUKNH t.
Castelgondolfo, 19 do mlomnro de 182.
A carta, quo V. U. Nos remelleu datada de ."> de
jiilbo, em resposla a que ros dirigimos, trouxe io
Nosso coraco motivos de consol, por n'ella ver-
uios uma consulta fela por um soberano calhnlico
oo chefe da Igreja na quoslo iinpoilaulissiin do
projeclo de lei sobre os casa me ni os civf. Esta pro-
va de respeito nossa sania religio, que Nos d V.
M. lestemuiiha de umo iuaiiuiraj|rilhaiile a gloriosa
heranca que rostmnsmiltiram romos augustos avs:
queremos dizer o amor pola f qqo elles prufeSso-
vaiu, e que Nos inspira a firme coiifiauco de que V.
M. saliera conservar esse deposito em'loda sua pu-
reza, em bom de lodos os vossnsjubitos, o a pezar
da perversidade dos lempos presStjVs.
Esta caria de V. M. Nos r.oinprfl|eltn a cumprir
os doveles de jiossj niiuslerio apostlico, vosdui-
gludu uma resposta franca e decisiva ; lauto mais
voluntariamente o cumplimos, quanlo V Yt. nos as-
segura que era umita con la levar esla resposta. 1
Seiu.entrariia dscussao do que eucerram os es-
criptos dos ministros roaos que V. 11. Nos dirigi,
onde so/prclenilc fazei a 11111 s.i lempo a apologa
da lei de U de abril de 185'J a do projeclo de le
sobre o casamento civil, representando esta ultima
como una cousequencia dos couipiouiissns oreu-
sionados pela publi.ocn da priineira ; san azor
^WSiWmVr^eifoV.&VsU^^
dos pola concili,ic.io com os direlos do Igreja vio-
lados por essas leis: sem quolillcar merlos princi-
pios termulados uessos escrplos, o que so moui-
lesL-iracnle contrarias santo disciplina di Igreja
propoino-nos smenle a expr, com o br*vidado
que exigoin o luniles.d.! umo corta, qual seja so-
bre o poni em ijuesto o daulrinacalholica. Vossa
agestado achara nesla doutrina ludo o quo ne-
cessariMar.i que um n 'ocio lo iinportaulo soja
terminan de cuiiforiiiidade com as rearas. Esta-
mos lauto mais convencido de poder obter este fe-
suliado, quanlo os miui..is de V. M. lem declara-
do nao consentir jamis que se formulo una pro-
posito contaoria oni prceitos da religio, quaes--
quci que pudesseni ser as npuios dominantes.
I- 11111 dogma-de f que o casamento foi elevado
por Jess Chnsto Nosso Seuhor diguidadede sa-
cra raenlp, e e um ponto da doutrina do Igreja ca-
liioltco quo o sacramento nao mu qualidade ac-
ciilcnlat suporposta ao contrato, mas quo o da pro-
pua esscncia do casamento, de tal sorle (Ue a uuio
conjugal entro chrisius n.io legitima seno no
matrimoniosOcrameplo, fura do qual uo lia mais
do que 11111 coucubinalo.
I nu le civil, que suppnudo o sacramento div.
sivet do comilo do easaiaa>nla pira os calholicos,
pretonue regular -lhe a vaei.lado. ronlradis a dou-
lnno da Igreja, usurpa ras direlos iiialienoveis, e
na pratica. pe sobre o mesilla ordera o coucubi-
nalo.o o sacrameuto do matriinouio, sanecionaudo
arabos comoigualraenle legtimos.
A doiilr.na da Igrnja nao oslara salva e os di-
relos da Igreja baslaiiiemeulegarantidos pela adop-
Coo, om consequencia da dscussao quo dew ter
lugar no Sunajo, dasdnasendteoos indicadas pelos
ministros de V. U.. a saber: 1. qua a te recnnlio-
cera como validos os asmenlos celebrados regu-
larmente face da Igreja. e ." que! quoudo 11 lll
casaracnlu, cuja valacidailo a Igrejuuo roconheco
Nao fallaremos aqu de algumas oulras leis no-
vas prepostos a cmara dos depulodns por alguns
de seus uiemhros, leis di.iuieiralinenlo npposlas
Uoiilrina mmuiavel da Igreja coihnlioa o o seus di-
relos sagrados. Assim nada diiemos sobro as pro-
posicoosteitos puraque a Igreja se separara do Es-
lado ; para que os bous da.s Ordens regulares e us
provenientes dos legados pos. loasem snbmeltidos
ao encorgu dos orapreslimos fur.adus ; pora que se
abrogom os leis que osseguioiu a existencia das
eomuiiuhoes religiosas a Utas garanten! o exereiete
de seus direitos e funccoes; para queso allrnmi
auloridade civil o direilo de erigir dioceses OC0II0-
giadas, e de delurminar-lhes os limites : para quo
o jurisdiccao ecclesaslica seja conferid
po desojada e eiutin'jamada pora esse paiz io era do to grande iiajade sob o duplo aspeclo do zc"'"
-uplo aspecto 1
mu r.sse social edp]|cresse calbolico. A mesmo
01 prohibe eslabol(ca sobre o territorio da Rep-
blica alguma orde rligiosa que piufosse, como si-
du, a obediencia Ja. Anda mais, prometi
ijudae soecorro otos os que quizerem aposla-
"" deixondn a *-
mos d.M.in oulro decreto, pelo qual, desinnlie-
cendu iiileiroracnte o dignidode, a sanlidade e o
mysteno do Sacramento du matrimonio, iranslor-
nando com extrema igiinraiicia a insliluicao e a no-
liirezo, cun n disprezii du poder que pertence (
Igreja sobre todo San omento, se propuiiha, con-
formo as opiniues dos herticos j condeniuadas ,.
Olio cele
que
rodil, aquella das duas parles n
quizer mais tardo se conformar com os preceiosda
Igreja. 11.10 ara obligado a perseverar em uiua
cubabilocau coudomuada pela ruligiu. .
Ouantu priineira rondicu, ou eiiloudo-se por
casamo.,tos|alidos os rogloyueme culebrodos
lace da Igreja, o, ueste caso, nans adistinotM da
le sena suprrllua, mas batera uma verdadoira
usurpacao sobre o pudor legitimo, so a lei civil
preloiulesse conhecei o julgar dus casos em-que o
sacra ment fu 011 nao celebrado' regularmejlle
face da Igreja : ou entendo-00 por casaraonlds va-
lidos peranle o Igroja sos cisaiuonloscoutrahidos
reflii/orirtB, sui cuuterme os leis cins, e. nes-
la nypolhesc, anda se viola um diruilu uuo exclu-
sivamente da competencia do Igreja.
Olanlo sejfiida coiidicao, daixaodo uma das
duas partes a lilierdade de nao perseverar em uma
colululacao iluda, atiento a uullidade do casa-
mento que nao tesse celebrado neui foca da Igre-
ja, non1 de confuriiiidadecom as suos leis. nao me
nosso do nana subsistir como legiliiua peranle o
pudor civil umo uuio coiidemnada pela religio.
l-uiquanlu ao mais, ns duas condcoos nao des-
troein, nem urna nem outra, a sup'posicao que o
projeclo de lei tomo por ponto de partida'um todas
assuos disposces, a saber : quo no matrimonio o
sacramento separado do conlralo, e, por su mes-
mo, ellas donara subsistir a opposb-oo j indicada
entre osla projeclo de lei o a doulriria do Igrojaso-
bre o casamento.
Ouo GeSar guardando o que de Cesar, dexo
'g'cjaofro da Igreja: nao ha outro meio de
coni limeta. Ouo o poder civil disponha dos eltetos
civis que derivara do casamento, mas que deixe
Igreja regular a valdade do easomciilo mesmoon-
Iro clinslos. Que a le civil tome por punto de
partida a vajjdade ofl invalidada dn casamento como
o Igreja as dajeriuiu.i : o, porlindo deste fado, que
ella non pude constituir, por estar m. do sua os-
phero, que regule us seus Buratos civis.
I -- --- --u ( u> vii mu-lili, ni(- 1 a. ."~-----* ~" ** "** -- > x...'
cero poder, que jiconferio a Sonta S om IB ;lelB0S- tnltf os calholicos, olguom pode ignorar
de nsilar as comslintes religiosas, e de fazer ah 11ue casauiel verdadoira c propriameute um
vigorar a disciplii/rotular. dus solo Sacramentos da le evanglica instituidos
Nesse meso) mk ce mate de 1851. foi prnmul- Por, N,ossu Scuhor Jess Crtelo, do sorte que nao
gado oulro le pe qlai inicuamente abolido o i P0"10 liavcr casamento enire 03 ,ipis quc na
." ..e"?l!ll.af "c0;Le rle 1ue 'ouos as causas ci- a." mesmo^iompojim Sacramenta qae entre chris-
dn So-
bre osle ponto cofjam minislro de V.M., o cundo Ber-
lone, antes de suolPiradu de liorna. Ello assegu-
roimos, sob palavra de honra, que se tinha liiniU-
du uiicoraento a escrever aos ministros do V II.
ipic o Papa nado podero oppor, sa> conservando 00
sacramento lodosos seus direilosagrados o a li-
lierdade o que lem direilo, se Qzessem leis relativas
exclusivamente aos eueilos civis do casamento.
Vussa Magestadeiacraaceula que as bis sobro o
A COLONISACAO SEltA UMA ESPECULACAO
MERCANTIL?
O noticiario da Ordem disse j?m seu n... que a co-
lonisacao pelo systema adoptado ueste paif ero uuia
gamlo uma po
uomcasse o nov
prohibem aossa
seria esta ameuiblca aeni "lara e idi ui sena,'ores' 1u melhor inspirados,
"dio. Oulros artigos desta le I For um e"'eilu du fuvor J"'". recuavam ante
- que j lem
proiioemoossansip,^,,sroce|)e7;^'"""'r1 J" ^ ^''"'lr'' especie
blo parochiol a
de augmentar ou
Idadii a o"lribue,n 4 assem- [ No meio-dc Untas dores. Nos consola a religio,
iiniii arbitrariomenle i o piedode, o firmeza e a constancia sacerdotal du
lri a seu bel prozer, os re- Arcebispo de Bogot c de outros proladosd'essa Re
as
respeito se conservara
aiuda era Nomos archivos. Isto nao a impedio eu-
tietanto, nem a impedir Jamis de amaros calho-
licos das naces que lem sido obrgados a se sub-
meiler s exigencias das supradilas leis. Devnria-
mos deixsr de amar os calholicos du reino de V.
M. se elles so ocb.issem na dura necessidade de sup-
purlor a le que se discute ? Por ccrlo que nao I
Concluiremos respondendo ult)nj*. obs-Uvafao
que nos faz V. M. Accusa-se uma parto dn cloro,
calholica piemonte/. de fazer o guerra 00 governo de
^||. o de inipellir seus subditos coiitro vse can-
Ira vusos leis. Lua tal octusaciu^noB porer.ciia
inverosmil, a n.io ser formulada, wr V. -, que o-
segura terem mansos documentosqw.ajnsulKaiu.
Sentimos nao ter cunieciraculo algum nssos do-
cumrnlns o assim adiar-nos na impossibilidatW'
do saber quaes sao os mouibros dp pleru que daa
as inos i detestavel oiupreza de uma revolu-
cao no Piemonte. Esla ignorancia nao nos permu-
to pun-tes. Todava, se pelas palavrosexcitado
rcrulia se quizer, fallar dos eocripto quo u clero
pienioiitez {o* apparecer para su appor ao nrojeclo
do le sobre o casamento, diremos, alralirado da
maneira por qunalgunao torau (cita, qua um quan-
lo o isto o clero cumpro seu devgr ili* nscro-
voraos V. M. que a lei uo calholica. Uso, SU
a lei nao catliuUca, o clero obrigodo a -previuir
os fiis a respeil#dislo. aiuda quando devesse, por
fazo-lo expor-se aos maiores pergos... ilageslado,
e em nome de Jess pururto, de qncm, ajKA*r do
nosso udignidode, somos o vigario, qre ros folki-
uins, o dizeiuos, ora seu sagrai^apf,aue nao deis
vossa sauccio i esta le, que tem du ser a origeo du
mil desordomk
llngamns'taTqbema V. M quo ordanei que se
uonba um froio 4 ianpronsa que tresborda coalinuo-
dainontu de btes,Bhemias< du .4mniorlidad. Ab* I
perdao por piedade, mou Daos, que oslo peccados
nao rcc*am sobre aquello qpt, tend* n pudor,
non quiz obstar a causa que. os prolMiiol, Vossa
Magostado se qupixa do clero ; mm ssu ctei loiii
sido, uestes ultimos.annos, perseveraatameule ul-
trajado, ludibriadu, calmaniadoi entregue au op-
pubrio e 00 escarneo purquasi lodos os joruaes que
se imprimen! uo Piemonte ; nao se podara tecun-
t.ir todas os infamias, todas as invectivas itidiosm
laucadas sobre elle. Epresentemente, porque elle
detende a.pureza.da fe ios principios da Yirlu.te,
deve incorrer no desfavor do Vossa Maneeludo !
Nao pujemos acredila-te. e untregauo-Uic de todo
coraco esperanca do ver V. M. sustentar as di-
loitos, prologar os uuistrd* da Igmja .1 livrar vos-
so puvo do jugo dess leis ue altestm a deca-
dencia da relcio e da niorolirfa.de nos Estados que
tem do siilfro-las..
Choiu desta conlianca, elevamos os mana no reo,
rogando Saulissima Tradade que fva dcscor a
norn-m arioslnfica sobre a augusta pessoa de Vossa
. ageslade, o vo0 n-sl fnih;a.
Plus n. tx.
L PtHUif. Nbttri onno Vil.
Chninica slrmmiatigan.
VI-
. t auna d,u camelias, Uo (estelada noscoua pa-
risiense, e um quadtotasuoso em que se desenlia
ao natural a nudosa nliipuaosidadH da vida ostr-'
gaaa e dosapaixonada da mufherquesc degrada, de-
pois de ler perdido o oais pun oanjimimlo que se
auiulia no coraco e quo sobra V toara o sin
mjslyoo que pronde em 11111 ampielo sanio im
existencias uue ae sympoihisain. O dmor o verbrt
my.sierioso dncoro.o. Natural e aspontason mu
lor. ai dola se perdu u sunlimBntnda. propria dlg-
niiiaiiu o posiuro^conlra as leis sagradas to sua
missao I Seoslva. raslo, pura como a lloi" sllves-
l.-e, innocente como o iyrte, nmulber tildada pa-
ro amor, eo amor resumo a sm eiisteuda. Bsls-
teucia cheia do encantos, que.o tropel das paixpes
amoaca sempre, muitas ve/.es para tonar a Dar ano
despunto virosa, e, sumido o grato prtame, alir- la
'"' (odaool dos vicios, i trpo/a d.i vida desfersd*'
o sitenciosa .' A mulhar que desni|fmitni vozdn
-sua musi.' o mercadejmi o coriy Csa perdm
a vida. Senuo anuir, ,1 mullan-ser 'a Rala Odor-
nimia i|.. Apelles, l>ella. volnpluosi; thares, rn.n
-era sempre urna estatua, fri a indiBUrcnle como
> inormoMmais fro da Paro, coma a obra ilisis
ocaboda d#cnzel do Canora. O amor a vid.
t dami da* camelias um desa etslenetas
muradas em llar, que 1n.1l se abre e j pondo- para
a Ierra du que veiasofragrante e mimosa. UIUS
e.istiiiiia ruidosa, estragado;, d-sipaisituada, av
tro/, ora delirio us scniidosi'a morid ir'laa*duflij'-'
r.i ;.io. Cnicepciio origiaolissina Se uma res Imi-
giiiae.-io juvenil, queso nmbraga nos segredo do
uraejo. eos me lila o contempla camo uam mam*-
lo de perlu os oulende A dama das camelia
uma eoio.i lilter.iri.i 1
Un. 1. iiruis sorprenden ama desiss eiLstCu
vana las, qu,. 0 victo c.ondemna s Uuvas d ll'oBs*
lonciu..l danta dut Cnmclun ser uma exist>-a-
1.1.1 real que tenh inspirado do poete o seo-Mo
drama i Oizem-nu alguns para augmentar o iiile-
resse desla ae.-.io iioVa, que j gota-de lo Justa
celejridade.-otaja. como.for, h sempre a gloti
paro o autor dPtimo concfpcao original.
Adama das camelias & o mulher seductora, ba\-
lo, jovon.quo searabriasa loda na lieaneiosMade
dos costuraos, na depravocao do coraco, quo mor-
ro lenianianlo.nomoto das testa pomposos tan-,
tas a;n que a msico, a damasco ioho aspargora
e derramara os nmas CbrasoMbDesteuca e ru-
ginosas, hila, eapriohosa o allfit, como n soberna
odalisca musulmn, sempra rainha aa testa,
sempreoidolo, nsonlio. aasplraran dos caol
ros, que devorados de cubica lhe vem depor nte
pe os thusoaras, as honras, o lotscaurtefcoso, o
elegancia loda du urna grande corto, e'de urea crtr-
dissnliite. Ella, a deslumhrante dardo dascsaie-
liO. indillereiile o glida diaute do amor. Wuca
pela vida elegante, apparaloss; o ama com m
amor impuro os grandes, osnobros e os reos Se-
nlioros. h ri do mundo que a nm eamprohendo: o
tyrannisa. os quo lhe arrastam ocarrn da ttiumnho
como ura despulo orgulhoso e seosnal.-Este lo
<>n l'i1Pol-1'nml,r''honde-n maravilhus.unenie a
>r. ilaiuieU.i; joven, botla o interessante, dd
um pnrl- gracioso e de um olhar mgica e de inde-
nuivol expresara, ella exprime admirvelmnte n
altivez, asuberba vulunlarioss, aargnlho, o ardes-
uenli.isn, desapaixuliado, que sao oh fotefojs caroC-
turtslieas da dama das camelias. A' ludo Ist*, reti-
ne a Sr:' Mamulla lauta naturalidad nauuelte
abandono do si rnosuia, naquetia lasoiria qua O u-
lor poe no cometer do iUa herona, quo neo seria
11111 rasgo apaixoiiado de apologa ditormos m* ajue
nada comprehendeinos cima do* l|uos- Mo ver-
dadeuos de inspiraco, de que a Sr." U. Mmela ae
revela o lypo. <
Eutreialo, os que a dama das camelias se tom a
de sbita de uma iudizivol paitaoataquu nao poda
resistir o que embado procura amortecer. Arman-
do Duva (o Sr. Germano), que asma apaixoaada-
nien ... lhe revela o auraco iateiro, a um eattte-
Ifia divina desle incendia, que Iba val n'alina. e
comraunica ao corneao dV raarmora da mulher
nditrerente o desapaixonada I Margarida GautMer
ressuscilo de suo desho.ira, a vai rehabilitar-sa
dianto dujuizo de sua conciencia I Ei-la que sedes-
lonibra. se liorrorisa do passado que Ib'ost sempre
aos olos. o so eonsagra ardeniarnaata otra
panno que a em dominar I K'aa lance folit l
Armando Iluval tremo e teme peta mAsntuencm
do ai corrorapidu da cidadeaobre ucoraeio du Mar-
gando ftaulhier. e insta e roga a supplca-lho que
se queira trnsporlar pr o corapo a vivir aro a
casia era mu novo amor por Armando. Desoa de
algumas dilllcuidsde quo o amar d Margarida
.authier sobo Vencer, ei-los qde,*rredadas da ba-
tiera do Pars so consagrara mutua atloicoa sao
sera n ullimo verbo a romper dos labios da Marga-
rida i.oulliier.
Nao mais a dama das camelias que o tumbado
seus admiradores .sondara e apnsadis sm sita SSs-
gm...../ ........ ; .
Diphiles.
(Conlinnar-*t-ha.)
i\

m
-
an *"
K\ ITII AHA
k-%. *."%*.




Corr
esfSWe
ncias.
Sn. tt$a!ns-7&n '<0 dn caPll1 Seraflm,Jos
do soiiilautimM'i i rjiinoi. di Harataib. flcvo
pronWar contra a mpi |acap que lhe fazem de ler
esnlorrido para o assai sinato Jo infeliz Joao do
Vrado Ferreira, na Inga :eira
Homem deaecao, s ram capaz de desafrnfi-
t.ir-sc, caso alguem so animaste a accommette-lo ;
mas su honostidado repugna que se elle presto
como capuiga a quatqu r, por mis amljirquc llie
seje
itao
Conlo rom a
muito grato.
publica
dostas Uuhas. Amigo
Dr. Ai tonto Boret da FtnUeca.
Becife 29 de abrlde 1*59.-
Publicad s a pedido.
WECJ AHOH.
ofkvxId' AO IT.LV. SBXROR
VICENTE DE IOS >ES HELIO JNIOR,
,;l signa! de niL i:ade e qratiiao.
So farts er da vida o hoatem se im-
pressibm de tudo que bello e su-
, Wiwc, j) t r tntn o offfcln to ru
amor, M > pitra i innottnU- como a
flor qne desabrocha as pealas mi-
;m*a, i onaikudasdu aurora.
Da manhaa dj
Amo osfulgore
yiii- no horioo
Amo a rosa en
Vii' da orvalha a embebida
t.u.i p'ctralnesn aagoiu.'
o arrebol,
do Sil I,
so i ispargom
ubcrida
snj."
ardcjanle.
nlureir
llgeira
Ji'c'orrenle.
Amo o srbnstn
Amo a palmein gigante
Hura giganai A, uiiulia (latra querida,
To cheia de (o i-a e vida,
Inda no berco i ifautil.
Amo o peo ludo azulado
l)e eslrellinhas ecaraado
A luzir graciosa uenle ;
Amo a barca av
lio pescador tai
Sobre as aguas
Amo a ate eso loando
Pelos ares dcoa iuuu
Ai glorias do C eador ;
Amo a la prnlt ida
No elher eqail rada
Derramando alfi o fulgor.
Amo nnobre.lri vaor,
One. il'mu arfen iado ainnr
Va i as magas e chalando ; *
A*. iniuiroiile
i rinffMna r miedle
Alegra respira.1 do.
A m n tonmosa i nnrella,
K pllplblMtla e ill;0'll,l
Cen sen olhar t raciosa ;
Amo osUMo* < e carmn,
Alvos dpnles de marlini
K as luces de roso. -
Amo a terna m. i qnirida,
Alenlandun duie vida
De sru.nTno ipa icenttnno ;
Amo v-la cuid idosa
Beiu-lo mni un lindrosa
.vt^pSrf^|ernjv>bq.
Ama o crepitfiot lo da tarde,
Amo o doce da audsde,
lambis asao a solidad :
Aiu airaela ei lernewua
.Vuifia lota etr mecida
Nos fallando ao corceo.
Anu o siloucio la nnile,
ibem amo o hmido*acnilo
lie vendhvel fui oso
Amo do mar o rusdo j.
plas prains den ,endido
. suspirar bon-i acoso.
Amo a lembrari ja sentida,
T0 saudosa, 1* i nerid a
He meu pai e ubico amigo ,,
Oue ou o auui lo encontr! ;
Que (iranios pin der-a mei
. lWlaM \rao minha mii cstreraosri,
Tan nielga, lao jiodosa,
E'seu incessan o. disyctlo ",
Tambem anio
Da auifza a I armona.
Amo ludo qnnn o 6 bello.
C. Pinto.
Jarro 10, de 1859.
PRAg* DOTbWE59(3E ABBTLl 185.
AS TUKi HORAS D TABRE.
Colscpsomciaes.
Assucar broto dn America=tg35y por arpaba.
Descijrrto de letra11 0/0 anannu.
Frd. Robilliard, presida
1'..flurges, secr.Urij
AXtfARDEGA.
Rcndiiiieolo do da 1 a 28. .
dem do dia 29......
Dilotaiplchidat da baha. ...
Ditos diloi da Angola.....
Ditos ilu. de Parntmbuco. .
Ditos ditos U Cabo Vtrda .
l)ilasdio Comlshoi............
Denle da mirlim Isi......
Dilo/dits moiac.........
Hilas dito escrjvelli......
Erfi-doce .......... .
Farlnba da pao........
Gomma copal amarella.....
Dila dila vermelln......
Dita dila ordinaria.......
Melaco.............
Oleo de eopahiba.......
Ouruc.......
Pimenla da India....... .
Salsa parrilha da Santarem. .
Dila dila liuropa'.......
Dila dita Rio Negro......
Trigo eslraogeiro........
Tapioca boa.........,
Uratlla de Angola (llspa\ .
Dill de Bengosla........
Dila de C-ibo Verde......
Vaqueta! do MaranhSo.....
Ditas de rernambuco.....
earpor/arito.
Agaardeule..........
Azeite doce ^......
A mendos doee em minio .
H.inlia de purea........
Hlala*............
Cera branca em grumo. .
Dila dila em Tela......
Ceblas........., .
Cenleio............
('.evada............
Carne de vacca........
d de porco .
ClionriiM*..........
l-'ios.............
I- jrinh de Irigo lilircj lin i .
Mlio.............
Psis.............
Presontm..........
Sal..............
Triso rijo Ja rsiuo......
Dilo mulle ....... ...
1'iiucinliii........; .
Vinho de Lisboa linio......1' l
Piafo de Pemambttco.Sabhado 30 de Abril de \ 839.
200
19100
19IUU
600
45OOO
18300
1b7
aoo
1G7
210
Sp
,18lHI
193V)
15K)
800
8000
I3OOO
*9-->00
451100
l-jSlli)
P 23-yooo asooo
W 4*50011
arrat. 120 110
130 135
50 188000 205000
" 14-5000 1(i500;i
139500 155000
A 570 700
& 18100 2|200
a 138000
a 8-vOO
orna 25200 2510;!
SfeiOO 25>00
1C0800I)
:iooo
3-5100
4-581HI
720
IleUiuiagp (bigjjijort.i com 61 pipfis' l peas
tipas 0-141 banis .SOaoeorelas do viobo.lo p-
as, 10 melas ditas e 71 barris de vinagre, 221 bar-
ris de azeite, 317 delouciuho, 05. de cune ensa-
rada, 20 sacras Ji'aqiista, 1,520 mol los do ieba-
las, S20sarcos ilofarnlos.HN raizas do cera em
velas, S arrobas de batatas, 85 barris de. sardiulia,
100 saceos de feijao, 300 varas .le lajfpdo, 10 podras
e 30vojumes de eanlaiia, 120 barr* do azcilona
c varisjk-soluoios diversos.
Cear.
Seguo nesles di.isp.ir. o Cear o bemeonheeido
c veleiro palaclio llom Jess, por j ler dona tercos
de Hila carga a bordo ; para o reslu Irala-so na ra
da Madre de Deosn. 2.
'Aiiv ip rio de Janeiro.
O luigiie escuna nacional Joven Arlbur, Icndo
seu Corregaiuenlo prompto, salie no dia 1 de
S6ern risde vinho, 1 ii.irri! do vinagre, 55 de azeite, 259
ditos e 1 roluine de carnes, 118 saceos do (eijan,
320 ditas c 2(1 barricas de semeas, 2 saceos de re-
vada, 20 barricas de alpisla, 11HI caltas de cera OBI
velas, SGcaixas, 1,990 molhos de ceblas, 2i volu-
RlNOe pedia, 1 sino, 200 pecas do cabo d> cairo, 54
Saos canipeelie, 12 vergas de piuho e 53 volumes
versos.
l'ar.Amazona [barcafort.) 10 banis cl3ca-
ws de vinbo, 1 barril de vinagre, 42 de azeite, 41
banis de carnes, 03 de toucinlio, 30 caitas de
queijos, 05 cairas de cora em velas, 10 barris de
sardiubas, 7 aucorcljs dn azei lonas. 40 saceos de
ali.izema, IqO arrobas de btalas,360 moios do sal.
i ,200 molbos de cebollas, 850 barricas de cal, 15
pedias jo cantara, 80 rolumos im frtelas educes,
2 caias pcllcs, 0 volumes de metacs.
cus commodos, Iraln-se com seu consignatario An-
tonio I.. O. Azovcdo, em seu escriplono, ra da
Cruz n. 1, ou com o capillo a bordo.
Gompanhia Pernamkcana.
O vapor PdMsinunja segu pnro Dsporlosdn nor-
lo no da Io de maiii e recebe carga al o dia 29 Oe
abril.
Leiloes.

(iOO
M
i A
A
6 @
o
i . II
. B
, A
. ilu/.
. m
' ni.iij
. A

400
330
800
370
583
5*)
400
420
160
410
300
14503(1
243000
5-3101
18000
tojooo
410
13300
43800
195OT
710
721
33*J0
Dilv beauco dito
f.ondre
Parn.
Genova
90 dn..
100 n)|.l .
3 ni|d.
Cambioi.
. 63 7|8
. 532 533
520 5.10
80800) 85500.)
1208000
4IV5OO0
88J000 4l)339
IUnibiirgoi 3 lujd. 47 3(4
Se
13 de mar.o
M
30
*
de alo;I
0
.
13 de marro
14 "
15
16
2 do abril
Barra .*< I.isbnn.
'uliodus.
I.aoi III. Rosta
'enin^iiltir. Sanios
Graliio, l'e.-lana
Feliz Ventura, Silva
Mafia Josr, l.essa
(Uinda, Olivojra
t'loitU Vez, Nevos
Saliidat.
Ilort nda, C.oiilo
Acn, HIvcl
l.iiii;oiio,l.eile Jnior Para.
Soberano, Minoida Pernambo
Helia Fiyaeirense, I.obo
/ / nniaap, Corre.i ..
Pernambuco.


Par.
I'ernambiieo.

Tar.
Peinaiubueo.
Ilrssil.
AoKlerdsni 3i(d.'
Madrid Mdiv. 940
Purlo 8d|v. i)*
sises.
Peja de 8f0Q0.......8-300IJ
Oo(a< hasp.stffni'ii. ..... UjOOO
Hilas ntencaiai.......11301)0
guisada uura'doE'lados Unidas 18J250
ober,no (prala)......4CIO0
Ouro eerceadu (a ouro) '. 18950
Palaesi boapanliolss..... 930
Dilas brasiUir.il ..... 0u
Una. qmiciuas...... o.ll
Vinla Trancos.......38520
Cinco francos....., 875
Prsla (marco;..........S3IOO
Fuudos e aceas.
3 por cenlo Je aiaeniamanto. 48 1|2 a 48 I,
Cuupons.......47 1(2 47 3|4
Divida dafferida 32 l|4 s 32 3|4
Bsncs ds Portugal. 536500!) s 5383000
Dito cominercial do Porro 2483000 a 2508000
Dito mercantil, idea ... 230#00 a 2333000
Revista coututerciiil
.de 12 de marro a 11 de abril.
Duranle onspaeo que decorreu da nossa ullima
revista al boje nolou-se que o estado do mercado ,
Pin geral ,-sleve no principio com algmna auiniarao l/Jj
poreiii as, diffe(cntes qoticus que lem -IjaviJo obre ; j j. l
o j-'SUJojla hu -liria tntluirin as traiisriecies fa/.en-
do dimiiiir .1 aelividade que havia pelo que o es-
tado hoJH lllll poOCO f|'0ll\0. f
Os fondos Je 3 p O'o tena lido procura assim
como as ncees do banao de Portugal.
Algodn.Enrrarariruraiili' esle periodo 2 sac-
cas d'Angola pela Issumpriio, 30 saneas, pela R<-.-
lourafoo 8 saccas de Peranibnco pola Cratido 2*7
do Maranhao pelo Trocador: consta que liooveraui
vendas avulladas.
Assucar.As cnUadas foram de 8.713 sarros, 189
eauas, 804 barriesfl 4* feitos. sendo 117 caicas.
1,6/ saceos e 42 fchos da Babia, pelo fonie, 57
cairas, 150 sacros e 220 barricas da mesma pr.n<-
dencia pelo lobim, 2,000 sarcos e 2 barricas do Per-
nsmbnco pelo i/tya 111, 1,259 saceos II barricas
pelo l'emniitlar, 2,779 sneos e 11 birrieas pela
fro/ii/oo,2,526 sacros e :l liarrras pelo i/arzi.7o-
e. 15 cairas e 27 barricas do Maranhao pelo Tra-
radar. 221 barricas do Par pelo Filis !>nl/zra, 27
barricas de Cubo Verdn pela Cordealidade, 25 da
mesma procedencia pnln Coufianca, 8 pelo Boa
Harmoni.it, f 125 pelo Sudo,O mercado nos lins
r.nil>ir.-.wr>'s : eai'311 Clllll,
llio dn Janeiro.Barca locha, I). Anua, brigues
Vonleirol, Fortuita O galera l'ahnirn.
lliii Grande do Sul.Brigue l'rnackie.
Babia,Patachos ,S. Ju! u 'aniega.
Pernambuco.Patacho ata ///, barca Mara
Josf, b brigoo Sophia.
Maranhao.Barca FeJi: '/iiiio", patacho Tro-
vador. ,
l'ar.Brigue f'fli; Venura.
Movimento do porto.
.Varios aliidui no dia 29.
Lisboa.Brigue brasileico Deipi/uc de Beiriz, ca-
pilao l'auslino Jos de Can albo, carga assucar 1
me!.
Lisboa.--Brigue portuguc/. Tarujo I. ekpilao Ha-
noel de liliveir.i Piij'CO, cargaassm are niais ge-
linn.s. .i 'i
B1.1 de JaneiroBarcaiirasirerra Heife, CapiloHa-
noel Jos Mbeiro, carga assucar.
ParaiiibiHialn nacional Conccir/ia Fiordos Vir-
tudes, rapilao Jos da ensla e 'Silva carga varios
gneros.
...
OBSCRVACncs HETBOAOLOGIGAS.
lll.V 2S UK ARHII..
TEMO. tehjiomftbo
?. 0 -^ H 1
0 y 3 u
^ 0 "9 c O
tq SJ t ^ . s> E
< & 5 3 1 ti 5; 5 oa
MI.
6 Ja ni. Cumulas HE Bng. 26.1 20.H 79 .1 756
9 i> s Bou. 27.7 22.2 N2 /'7 755.8
1/dia. i Cal na. 28.H 23.1 S 79 755 r
3d*1. sst Bou. 28.3 22.(1 8 si
6 27, 'i 22.2 2 MI
A a\oitn usieve clara com al^uiis ncvoeiros, ven-
ln Si:^eo para o terral o assim amanbeceu.
Obserratono do arsenal do msriuha 28 de abril
de 185.
VlF.ii.ls J1 Mu.
"--------r-
LE1L\0 M (OllllS.
Scgunda-foira 2 de maio.
PF.I.O AGENTF.
mmmL
O retnrido agente vender por ronla de qunm
perlcncer no da cima designado e pelas 10 horas
da manhaa un Porte do' Mallos, armazem do Sr.
Amorm
1370 couros seceos salgados.
Gonnuacfio do Ieao
DOS
Terreno?' casada oxUncta
sociedade Ac lta^ao c tc
cldos Ac a\goAao.
Terc-leira de maio
POB INTERVNCAO 1)0 AGENTE
PESTAA.
Nao sn leudo podido ultimar oleilao dospTedios
e terrenos perleinenles deslinda sociedadode lla-
naoetecidos dealgodao, que leve lugar no lia 26
de abril litando (linda por vender-se a casa grande
do silio e osinelliorej lirtcnos ilmnarcadns para
ejificacao, teV pe nltiniar-sr q rufetdo leilo no
ili.i anua designado e p.-las 10 horas da uanha,
pudendo os pretendemos examinar a respectivo
planta e colher as informames pile exigirn do
mencionado ageule em qualquer dia e hora al ao
aelodo leilao.
leilo m OLEMOS-
Seguntla-feira 2 de maio.
PELO AGENTE
PESTAA.
Por ler sido rada vez maiur a aftliienria dos con-
rurrenlos para compra de queijos, o referido ageu-
le anda mais unja vez se dispoe a satisfacer seos
numerosos freguezes expondo em leilao no dia ani-
ma designado o pelas 11 horas do armazem do Sr. Annes defronlo da alfandega :
25 cairas com superiores queijos flamcugos, de-
sembarcados rerenlcmenlc.
Associaco dosCai-
xeiros Britnnicq.
llavera rnoniaii desla assotia^vi.s'eJlfl-fnira 2.1
dn eosivnlp.is4 12horas d.i tare)1' na fnraria bri-
tannica e nslrougeira.Tilomas aHakch-y, ascreta-
rio honorario. \
O* abaixo assiguados.fazem sc.^Tsle ao res-
peilsvel corpo docommerrio dnsla pjai-ilyque dis-
solreram amigaTelmenlc em 31 de uuir.o a socin-
il.iile que tinbam lias deas nasas de niolbadoxsilas
na ruada IVnha ns. 21 e 33, nuja sooicdadegyras;a
snli a rosafl Je Solaza \ (oiioarns, lieando o socil
liitimari's com loJo o aelivo Jas Juas casas beiu
cuino responsiTe] pelo passivo at aipiell *sl, pe-
dimos porlanlii a luJos'i|iin se iulgar uossos credo-
res de (presentar suaa conlas al om do eorreute
mes, para screm cooferidas e pagas, bain bobo as
da anliga firma de Joao Pinto Regia de Sonta al
II dn dezembro iillimo para o iiie-mn lim. Herir
1" de abtil de 1859.Joao Piulo Ungs de Souza.
Jos Ribeiro Guimnres,
Armiida-so um sillo que seja grande e que
terina casi snll'rivnl. cnni aivon nos dn frueto, e
n.un vnr/na para rapim, leudo proporco para ler
.iniioalmniile 1 a G i.ieeas Je Iniln ; agradaiid lani-
l.niu se Inri uegocio por compra : quem o liver,
aiiiiunrip por osle Diario para ser procurado.
Fii^iruin dn engunbo i.allinrina, nu provincia
das Aiagoas, no di.i,l:i jo norreiile mez. os escraros
seguinles .' Joo,de nacaq, de bladc de Oannns,
pouco niiiis un menos, rw fula, alio, grosso, barba
Sillada, ral vo, ps escalados de calor de ligado ;
eseravo do Sr. rclitJos de Gusnio Lira, proprio-
lario .lo dilo engenho; ciaudiua Uunbcm de naci.
Je 2\ arinos de idade, alia. sn. .a, desdentada,
BBOrava <\o Sr. Pedro Casado de Albui|iinrqiiP, ad-
ministrado*: do mesma engenho ; consta quine
dirigiram para osla capital, n j i toram vistos mis
Alogados : renumnienda-sn n apprelicnsao nns
raesmos, o entrega nesia capital a Mnimel Ignacio
de Oliveira >\ l'illio, pr.ana do Cdrpo Sanio ; ou no
referido enceno d.is resiieclivos seuliores ; alian-
i i_mn urna generosa recompensa.
Acba-se fgido o escajvo Marliniano. pardo
. -.-00. dn 16 anuos de dada, ofllcial <'. alfaiale,
delgado, e aiisenlou-sn vestido de calca dn asp-
mii.i ii/.ul rom lslras ao lado, camisa de madapo-
ln, jiiquela branca e chapeo do fe Uro cin/enlo :
quemo pegar leve casa do abaixo assignado, na
ra daa Trinclieiras, que ser gratificado.
Jos P.Jro da Silva.
Precisa-se de dous amassadores : na padaria
do moinho de vento u. 1 e 3.
ti abaixo assfgnado, loealorio do trapiche do
nainos, faz siiunle a quem eouvier, que as pipas de
aguariienle uu de oulro qualquer liquido que nao
forem aimazenadas no inesino Iraptchn, pugaro
por descarga la por pipa.
Ju> Hara Fernandos Tuoniaz.
Santa Rita de
Cassia.
O esrrivjo interino da mesa regndnra da venera-
el irniauiladn.il' Salda Bita dn C.is-iii, nm lime da
.' -na, convida a todos seus charssimos innaos
para, en mesa goral no dw 1." de naaa prximo,
as s huras em pona da mnbaa, olegereql no ms-
pectvo miisi -linio, o jilil e mais eniprngndos njne
Inni dn regnr a innaiid.iiln no anlio de 1859 a I 60,
le nniifnrniida.ln iiiii o arl. 7 docompromissn em
rigor. Consistorio da Teiiera/plirmandadedc San -
.llila de Cassia 80 de abril de T859.
l-'ranrisn i Rpidio de Luna Freir.
Prwcjs.i-s.' i\r um nai-.ni'o de 14 a 1l annos
para u bilbar da roa do S. Franfisco : onien pre-
lender, dfrrja-se no mnsnio para Iratar,
Officiacs.
* Na fundirn da ra do P.rum n. 28, precisa-so de
ofilciaes de serralheiro e maeliinlslas.
l'rota-se um predio nesla praca,qnerende mais
de 1:000;, por um engenho, vollando-se o axceden-
ie se merecer : eonlrala-se na ra da Guia n. 61,
segundo andar.
Acba-se fgido o mualo Raymundo, idade
22 anuos, ponen m is ou menos, cor bstanle nia-
ra, parecendo branro, rabillos qoasi corridos, es-
lalur.i regular e rnrpo delgado, lem ollicio dn al-
faiale. ; foi esrravo do Sr. Ilr. Aguiar : quem o ap-
prehender. pde entregaran Sr. Joaquini Franeisro
dn TorresGaKndo, morador na roa das Flores, que
se recom[iensar com 50J.
Pro<-isa-.sc dn um amassador ; na padaria da
ra larga do Rosario n. Is.
Joaquim Mondes Freir Vianna, leudo de fa-
zer urna riagem a Kuropa deixa iior seus procura-
doms, em primeiro lugar a seu socio o Sr. Joan
Jos Ribeiro Cnimarjes, mn segundo o Sr. Joo F.
Prenle Vianna, ceno lorcero o Sr, Schasliao Jos
la Silva.
Pmiisa-se de una ama forra OU captiva, qnn
pngomme com perfeieo, ^.. i- mj Hctn '. na ni i .la
Cruz u. 53.
(Iirorece-se um rapa/ rom prali.a de pliarm.1-
cia : quem precisar, drija-se ao aterro da Boa-lis-
la a enlcnder-se com o S.-. Dr. Jos Angulo dn
Siiuza Pilanga, ou no paleo do Terco n. 51, rasa de
onnnlo Joaquim de Sinl'Anna, proferindo-se para
'.'na da capital.
Precisa-sn de um carroreiro para andar com
una rarrora na padaria dn m lilil de vento, roa
do- Pns.-.i.loiej n. 1 e 3.
O ba.harel Jo.io Antonio de S.ie.za Bclliodo
Arauj) Pnrnira, vendo um aiiniiuiio nm qui.' sn di-
zia vender-se o cngenlio Braco, na freguezia de
Sanio Anio, faz publico ijun o dilo engenhn Ihe
est liypnllincado espicialinenle em um dosrarlo-
rioade Santo AiHio, por emprestimo fi-iiir an pro-
prietario Jos Roque n Mouranarao levaniamento
do dilo engpiiho, pelo que os preteudenles diiijam-
." ao engenho Bella Rosa, para pagaren) yerto da
9:000$ de que o dilo baeharel credor.
U barbarel Jnao 1. de Snii/j llellrao de Arau-
jo Purcira iinenda o engenho Concci^ao na fregue-
zia de Santo Antao, com emeUonlca Ierras de can-
oa, e miiilo boas obras: quena o pretender, dirija-1
seao engenho Bella Rocada freguezia da Luz.
Precisa-se alugar urna ama deleite, tona ou
captiva : na roa llirela n. OS, piiinniro andar.
: llnseja-se fallar com o Sr. Francisco Jos Ser
qunira Alves de Barbosa, on algnein por elle, a ne-
gocio de familia : na ra, do Vigaro, casa n. 7, ou
na ra da Cad.ua n. 20.
=: Anda boje nao pode ler lugar o negocio entro
amigos, ou rumprnento de deveres. Rocite o0 dn
abril dn 1859.= A. J. U.Campos.
Socicdaile
Dinheiro ii premi.
Da-sp, 1:lM)t800 jiros, sbrc ^i-
iiliopos deoiipo pprata, on hinoMicca:
i|nrni p;-ptpn(lci', tlirija-se a sla lypo-
"i'itpliia i|iic adiai-atoiuvjiicwtratar.
Alug.i-sn urna nabra prendada, sabe engom-
msr, inrinliar e fi/er lodo oservieo da casa, cose
e veste urna sonhora : .|iiern a pinlPiider, procure
na ra da Itod.i n. 23, das 6 as 8 horas da manhaa
n das MsG da larde.
Precisa-se de um sacerdote pana preencher o
lugar dn n.ip.-ll ... f.'.i'.i da prara, M frngimzia de
l'aquara,; povoaro de PclissJj, lugar niuilo bom
dn pas-tdio : quem quizar prencer lal lugar,
dirija-si' a ruado (.lueimado n. G, que adiar com
quem Iratar.
HEZ MARIANO.
Na igrejo de N. K. da Soledade dobairro da Boa-
Visla, sabhado, 30 do rorrele, pelas 7 horas da
uoite. lera priocipjb oteslejo do mez de maio, ce-
lebrado rom pratira pelo digirissimo Sr. padre An-
tonio Mauonl da Assajvjpoao roga-sn a todos os
d"i "ios para ron ommiii dila ureja, o coadju-
v.uniii com sitas esmolas que liie diciar seu co-
raran.
Prnrisa-so de una para o servico da cas, e
qe sailia rozioliar : a fallar no atorro da Boa-
Visla ii. 29.
O caixeiro qim quer tomar cobUY nina ta-
berna por balanro, v. nlia i ra do.Rangel n. 10,
que --e fan'i o negocio.
l'rorisa-.so dn. nina ama, ajara serrir no nk
dfjniica familia : a (ralarna rna da lienza la Vcflia
ii. H>i.
SO Arlia-se ausnlc! desde o dia 22 do correrfto raz
de abril do eitgenho Bavualbo JoCabn) o escrajro
rrioiilo, de mime Antnrtid,' ppenidado nhto, por
lar o nariz nmiln cJiatp, cara larga, haixo u bstan-
le gro.-sn dn cor|io, ps largos, bocea grande c com
lo los os denles : rog-se. a qnom o npprogeDoVr.
de o levar ao referido Piflrcnho, on a roa da Ca-
dnia dn Recife n. 21 a Luir de Moras Comed r-
reira. ,. .
A pessoa que annuncion 'pelo TtrUrio deSo"
querer ijompraj- uma pama francesa de ja^arandf.
(!iria*e a prara da Boa-Vista, sobrade ,q. pxi-
mniro andar.
Precisa-se de um caixeiro para uma Liberna
na PPToavao do Moar^iicu : a tratar cun Nfcolo
Machado Freir- lia rnebia-.
Declaracao
Declara^oes.
Crrelo.
IVlaailminislraco do correio desla provincia se
faz publico, que amanliiia I. de malo, pelas 11 1 2
horas da manhaa sero fechadas as malas qim lean
dn cnnduzir o vapor Persiniingii.. com destino s
provincias do uorle, islo at a do Cear.
Por ordem da subdelegacia do 1." dislriclo do
lermo da Viuloiiasearham depositados i ravallos,
sendo 2 caslauhos, um pequeo c oulro de meio,
un melado de dinas prelas, outro ruco pedjrez,
l:inr,iein de meio : quem for dono de ditos cavallus
do met passado leve mais animaran do que actual- pi-esnntp-s.; peranle a dita subdelegaef, Ibuiiidn
mente se nota, n algumas transcrnns liveram ln_ da competente justifiearao, qua lhe ser cnlrer
?:25gg526
DfirfeynaStu> 30 de marco.
Brigue poriugueztlorindadiversos gneros.
Brigue urasilniroMara Luziadiversos gneros-
icezaAdele
Barro trance
e-r-cemeiiio.
Bru^uc ingle/. Udy Jor.Iyn mercajlorias c dor-
Barca aniericanaUmaBij-i mercadorias o fariuha.
Brigue sue.-oAJrelfcmercaaorias.
Brigue portuguetS. Manoel Ifeijao.
Brigur Ingb'zBalelnlhabnealbo. '
JIOVlMeilTO DA Al.l'ANDKfA.
VoliMnea Mirados coihfazendas .
^ com gneros .
Volusnfis saJddpe con scniajtas .
com gneros .
.. CQNSUUIIO GRRAL.
RenduoentOjda di 1 #2. .
lJe:uodiaJ9 .......
215 '
743
------1988
------ 231
88:|fiQ53
3.517S171
92:090g227
RpnJmp:
dem
DIVBASAS PROVINCIAS
"ja 1 a 28. .
6:72G$735
166S200
5:S92935
gar para reexportai', porm a c bogada dos supri-
liieiilos que inenajfnamos, tlzeram afrouxar oscoui-
praao're, e seria^reriso que os nossoidores se su-
jcilassem a preros mais baixos para dar enlao la-
gara rnalisamin-si! vouJas mais avOlladas.Calcu-
lamos hoje a exislencia desle geqero em
Gaixas Feixes Barriejs Sacros
2772 fl4 2786 I2003S
fcguardcnlc.Entraran) 13 cascos da Baliiatjppln
Hobnn, 10 pipas de Pcruambtlcn pelo GratdaS, 5(1
do Maranliao pelo Trocador. Tem bavido puncas
Tenas em consequenca dos preros allos aUenden-
dp a estarn adiautada nm que estarnos.
Azuile. Desde a nossa ultima revista ot o lim do
mazpissduo mon-ado estere paHdisad, o os em-
itarques foram de cunta p.opriii.jPlesIj.nItima s.-
mana liveram logar algumas IninsaccSw mais em
muilo pequea escala tanto para daposito econsu-
mo como para exportacao.
Can}.So mez. passado rendeit-sn a maior parle
do que baria dn Brasil. O pone que hoje existe
acba-sn qua.-i indo na man de um s possiiidnr;
ha falta cOnsIderavel das qualidades bailas e roes-
mo das boas ha nscaeez, se nao fosse o deposito quo
anda lia do S, Tbeiu os procosleriaiu iingmeutado.
As enirad.is foram de 170 ecos da Babia pelo
Conde, 10 saceos pelo tobtm, 70 de Angola pelo
Benjamim /,912 saceos de 8. Tbom pelo Vtro-
rta, 107 da mesma procedencia pnln Marta Heleno,
15 dn Cabo-Verde pelo Flor tfAnara, e 27 ocio
Cordealidade.
Cera.Desde a nossa ultima revista consistirn!
as entradas em 512 gamela d'Angola iiolienja-
inun, XiutiAssitaiprao, n 201 to llestaiiruruo.
O mercado durante o presente periodo tve'suas
alleraeoes, porm nesles ltimos das houve algn-
ma procura c diversas vendas se lizeram da
ullimatiienle cheguu, aos procos de nossa
laeao.
Cidadeda Victoria 10 de abril de 1859.Alexadn
Jos de Hollauda Cavalcauli, subdelegado do 1."
dislriclo.
Coiisellio atlmluistrati vo.
0 ronselho administrativo, para fornceimenln do
arsenal do guerra, tem de compraros objectos se-
guimos ;
Para procimento dos armazens do arsenal
de guerra.
Taimas de loum do assoalho, duzias 20 ; laboas
de looro de assoalho de rnfugd, duzias 3 : nieios do
sola 00; tinta prela para oscripturacao, garra-
fas 20.
Uueui quizer vender laes objectos aprsente as
suas prnpnslas em darla fechada na secretaria do
ronselho A; 10 horas dainaiihaa do dia de maio
prpximo vindouro.
Sala Jas sessoes do conselho adminislralivo para
fornertmento dn arsenal de guerra 29 de abril de
1809.Luiz Antonio Facilla, brigadoiropresidente
do conselho.Francisco Joaquim Pereira Lobo, co-
ronel vogal secretario.
$v*lii4a| nr xbnliifu0 PE1.A BE^t u
(PMADO tJltaV-CipADE NO DA 20.
,.-..:i nJMr?1^..
i>ai
\
M!"se|feih''t!.M> f*iun|4- (..,'490 slCCuS dssucar mascavado.
i'.analBarca iogleaa Panthea, Sannders Brotis
& C, 1,900 naceos assucar amscavado.
''dpccn aortugueza Tejo, Amonan Irmaos,
. !sw saceos assucar branco, 130 ditos dito masca-
vat*.
Rio da Prata Hlale brasUetro Pedade. Amorim
W barricas assnear braiic, 50 ditas
le, TsseKfrerej, 51
fue
lu-
Quarta-feira A de maio.
orfa
far loilao no da cima designado no seu arma-
zem da ra dn C.ollegio n. 15, as 10 horas em pon-
to, de urna belissima qoanlidade de obras de msr-
ciueiia, prata, ouro, crystaes e bmn romo de urna
linda escrava de pojica idade, sabeudo. fazer de lu-
do pouco e com porfqieao smente ensabda e lava
de larrela. Todos os objectos dos quaes so com-
pito esle leilao ser.io vendidos sena reserva de pro-
co algum.
Avisos diversos.
O infra assignado faz ver a quem livor lidn o ed-
tal que annuncia a prara de seus bous penhorados
porexecurao de Mafia Joaquina de Mello o Sil-
va, que nao deve aquaulia pela qual est sendo
exeeulado, como pretende iiinslrar na mesma eve-
nir.n. para o queja pedio vista que lhe ser conce-
dido depoisda arrmala,io e nao antes, pnr nao
le-la pedidologo d.pois da penhora.
Joaquim Antonio Goucalvcs da Rocha.
Prectia-se alugar uma ama de leile
forra ou captiva para criar uma meni-
na : na rita do Crespo n 7 ou na ra ilo
Hospicio casa do commendador Thomaz
de Aquinp Fonseca.
Precisa-se desfama ama para rasa de pequea
familia : na rnallsuSla n. 11.
Precisa-se dn uma nina paracozinhar : na pa-
daria da ra dos Pescadores n. 1 c3
Fugo no meado do mez passado do engenho
Cuiambiica um negro de nomo Victorino, baixo,
grosso, testa alta, ollios um"pouco salientes, loca-
dor de violas ; foi comprado ha pouco lempo no
engenho Mallo Crosso : quem o adiar ou delie li-
ver noticias, drija-se ao engenho Cuiambuca, ou
Desla prara, a tratar com Jos Antonio Pinto, ra
da Boda n. 17.
Precisa-se de urna ama para cozinhar e engom-
mar : na ra Nova n. 10, loja.
INova H. Thcalral.
Sao convidados todos os senliurcs socios para do-
mingo, 1." de maio, se reunirem no satq do thea-
Irn de Apollo as 111 horas da niauhaa, allin de "se
elleger nova direceo.
Francisco Jos Augusto Ferreira.
Alnga-se una ama para tomar conla de lima
casa, boa cozinhnira n muito lie!: quem quizer,
diria-se a ra do Fagundns n. 18, segundo andar.
Joan Luiz Ferreira Ribeiro, leudo lido o ro-
nhecimento de que Jos Huirle de Oliveira Reg
servira-sc de sen nomo para ndossos de letras.
seui que o annuiirianle livesse as assignado, e ano-
nas aceilra de favor uma letra da quanlia d
2:972, que sn deve vencepem 1S dnjulbo do .-or-
iente anuo, vem pelo presente declarar, que todas
asmis letras que apparecerem com ana Arma, sao
falsas por nao lerenj sido assignadas pelo seu pu-
nlio. Hecifo 29 de abril de 1859
Sebaslao Jos da Silva manda para Lisboa
seu filbo menor, do idade 9 anuos, de nomo Leo-
poldo.
= O ahaMi assignado faz ver no publico que
desde o dia 15 de mareo prximo passado eomprou
ao Sr. Jos Antonio de Oliveira Jnior a sua luja
do miudezas, sila ua ra Diruila n. 13.
Lenides Titn l.oreiro.
dn pouca familia ;
u. 20,
ua taberna da la das Cruzos
Compras."
Luacli.
Na ra das Crujas n. 41 ha semprc hons pe I i sr os
de pcixe, prn.suaj^Lgalliulia, pudiiis, pastis, dore
de varas qoaUdanVBV'caf, o muilo bom vinho dn
todas as qualidades, o nos domingos mo de vacia
ipadas ; e se cnranvga de preparar assadns
Cacao.Este genero eslava pm completa npalhia
mas nina venda quo ultiiuanienlu leve lugar de 60(1
1
I
dito lailscarado.
Havte= alera fitnu
couroi salgados vei
Riddo. Janeiro, bazfi naeiooal Berife, de 331
toneladas, condoli ij sjuinle : z^3,135 sdecos e
50barrh*s asjncr, 10,000 cocos com casia, 5,000
pellos dd cabra, I barril oleo de copulaba.
ParahJa do Nnrl, lancha nnjanal CnnceirSo
Flor das ''Vifludw, do 26 lonetalas, conduzt o
segMinle : ==15 Volunlns^slrangeiros, 603 ambas
de carne secta, C fardiis fumo, 100 caixas cliardtBs,
5 barricas assucar refinado, I mobilia do uso, 1
sacro arroz.
CONS0UDP PBOVINCIAI..
Rendimenln d dia 1 i.18. 48:5913629
ldenj lio dia ]T 1:928S9S1
.1
00:520SG10
.

BLETI.M.
LISBOA, 12 DR ABRIL DE 1859.
Prfen torrentes
Dita aiascuyeda
nerot de importacao do
<*Hl.
XWfiX
A
Jauair* m.
Hilo dito matcavado. .
UiW dft Mitunl.4 uaaiavaitu.
Silo da ra bruto.......
ito d* Qtbo Verde.......
Azuarlpiuu de canaa do Ural.. P
A|P!,ta...........7. A.
b'^Wi'S^K- *.- *'
PlM d. aUrnhao Pra saa,
Di o ajm *.....--------- ,
ilo ditq or.Hii..la ...... a
*,,0.#lfniiuilo. ........
?f*1f Primeira Wrla.
) o dito segunda dila.....
IJiMjfc l^wrra dila.....
DiU d.U Dito da Uba Verde......
Cacao da arara .
115
110
19800
1XK)
13'JO
187011
13U0
18300
150
lj
25fl(l
1871)1)
18501
andO.)
I85UO
185011
I8b00
8.VI0
421000 469)iK)
900 950
8400 3)600
08100
5C')0
4'41)3
386U0
3)100
16C0
llDO
2)600
lido destn Thot
Cara aatarlla da Angula
Dila dita da Rengela
Cravo do Uaraohio.
Sr1?::::::
Couros seceos da Klo. .


n
a
M
38400
3/*A)0
3880U
afOOO
9*900
m
335
350
140
308000 708000
167 197
38100
330
333
ceos turnara a rsanim.v-lo, sn as hiicias chega-
das do estrangeiro o nao lornassem ao seu antigo
oslado.
Fnlraram ueste periodo 116 sacros sendo 93 da
Babia pelo Cbnata.lH do Bata pelo f'eli; Feia,
20 do Maranhao pelo Trovador, e 111 de S. Thom ,
|lo Kacaorio e pelo .Varia Helena.
Couros.Algumas Iransacrfins liveram lugar nos
espu*ados de Angola p salgados das illias e Cibn-
Verdn. As entradas desle genero no decurso de
uossa revista foram de 2,sil: sendo (il)6 da Baha
6u de Pernambuco, 590 do Marauho, 1,001 d'Ango-
la, 207 de Cabo-Verde e 322 da Madeira.
CnmiiM copal.i) mercado deste geucro lem lido
bstanle animaran, e multas vendas se tem effec-
limdo das qualidades superiores. Desde a nossa
ultima revista as entradas consistiram em 191! saceos
45 barricas, 2 caixas c 20 volumes de Angola, e 202
volatines do M iranhSo.
Caminado Brasil.Pequeas vendas se lem efTer-
luado para retallinr em pequnos lotes aos procos de
nossa eolaran. v
Melaco.Kste genero tpm lido mais aniniarao,
e todo o que existn'em primeira mo esta vendido.
Durante o periodo d'esla revista eritraram 97 bar-
ris de Pernambuco pela Gratido, e 101 barris da
mesma proeedencin pelo lain 7/.
Marllm.Entraram S82 pontas de Angola pelo
lie nja mi ni, 170 pelo As.iumpr.ao, e 498 pelo llestuu-
raeo.
0 mercado csl muilo frouxo e por isso nssos
preeM sao nominaos.
Ouruc.'NM ha.
Sal.a parrilha,Apenas entraram 91 rollos do
Par no Feliz Ventara, a exislencia mni diminu-
ta porque se tem vendido quasi toda, apenas existe
algiima de Sanlatem.
1 r/ella. Fste fpnero ii.iu tom animaran" lguma
pela falla de or.lens para compras-, e aliim,is v.in-
das que se fl/eram foram lao limitadas quo nao inc-
recom meheloiiar-se.
As entradas consisllraru em 1819 saceos dn An-1
gola pelii llenjaniiin, 1212 pelo Assumprao 147
pelo Reslaiiraco, e 30 de Cabo Verde pelo C'on-
fianea,
Vinho.O mercado esl.1 sem aajfccanpeln que
ns possuidores se leem rosolvidn a nsnerc.ir dn ci.n-
a propria por n.io terora compradores.
i:ml>uro:H*'s ilispiebiiilas.
Mnrjnbao. turor (galera port.) 33 pipas, 30
meias nilas; 206 barris, 11 nnroretas, o 13 ciaxas
de vinbo, 11 meiaspipas, 10 barris o 1 ancorla
de vinagre, 89 barn9, 6 oa\as e uma ancorla de
azeile, 1i)5 barns de raines, 41 t loucinho, 28
barricas de fariuha, 12 caixas anloce, 21 barricas
de bolacha, 170 caixas de massas, 8 volumes de (i,
gos, 179 podras de caulaMa, 25 caitatde queijos-
2H barricas (la (arinlia, 5? volumes defrogas c vi-
J dios, 105 cacoin cera em velas, .'c dilerentes
volumes diversos.
l'ernianbuco.Florinia (brg. port.) rmfi- 20.pi-
pas, 187 barris, 10 ancorlas o 9 ciixas de vinho, 3
pipas 92 barris de vinagro, 9 barris de aa"ele
doce, 38 barris de carnes, 390 do loucinho, 983
saceos de feijo, S4 volumen de sardinha, S10 cai-
xas d e rehollas, 25(1 sacros de (relos, 60 barris de
cal, 103 caixas de cera em velas, 500 ppnas de ca-
bed de Cairo, 16 barricas de amendoas, 8 alcofas de
nozes, 10 caixas de canella, 10 volumes d doces,
15 de encommendas e 30 diversos.
''. -
THEATRO
DE |
Santa Isabel.
E.IPRl-Z.V-GKiniA.NO.
Recita 'vliaiii-ilin.iriii livro ta
:>vsi ;): t il r:i,
SABBADl) 3(1 |)K AB1UL DE 1859.
Subir acea o exeellentedranu em5actos:
A D.V1M
/.es i. 35, primeiro atul.-i v.
Avisa-se aos correspondentes de senbores dn
engenho que recebein assucar pela via frrea, que
quizerem manda-lo conduzir com presteza para os
armazens dos compradores pelo proco de 40 rs. a
arroba, mandemao caes do llamos n. 14, que acha-
rio com quem cnlnnder-se ; o mesmo encarrega-
se de despachar o assucar, assim como quaesquor
gneros para o interior.
Do silio do Barbalho de Jos Cosario de Mello
fugio o escr.ivo Conrado, crioulo, ualural da pro-
vincia do /"ara, com os siguaes seguimos: alto,
bem relilo, usa bigode, sem suissas, falla hem,
seu cprpo de grossra regular: quem o appreheu-
der leve-o ao referido sitio Itarballiu ou a casa do
delenco quesera recoinpmisado obrigando-sc seu
sonhor pelas despezas que se fuerera.
Candida llosa do espirito Santo faz ver aspes-
soas nue deram obras para concertar a son llio lir-
ios Claudio Tresse no aterro da Boa-Vista n. 31,
que so dignen) a mandar buscar, pois leudo-so seii
lilho retirado desla provincia c a aiinunciaiilp de se
mudar da referida casa,mui breve nao pode respon-
der polo que nao lomou conla, por.isso marca o pra-
zo de 8 diaspara qunm for seu don vir lomar conla
declarando desdo ja que Oca lvre de inda a res-
pnusabilrtrado, passando tando qoasi ludo em calado lal, qnn s serve tiara
o fogo lhe nao possivel conduzir.
Aluna sn uma escrava boa cnsturera : na rua
de Santo Amaro n. 6. (Mundo Nove
I). Anua Claudtn.i Kodrigues A-P
tran e Ftllios ngrailecem coi dial,
mente a todas as pessoas que ho-
raram com sua assistencin as exe-
quias da seu nunca assaz cltorado
espooepai. E pelo presente con-
vidam aquellos que [uizcrein ouvir
a bbmm do stimo dia, a compare-
cerera segunda-feira 2 de maio do
Oorrente as 6 horas da manhaa no
cemiteri publico.
Amanhua, domingo have-
r.'i leite de vacea puro a 200 rs.
agarrafa, desde j receliem-se ffifto555^i5^ ^ P" issul"'u
eilCOnilliendaS : amadas CrU- ~ Prcciaa-sealogar nm preto, preerc-sc escra-
vo : na rua da Praia u. 5, armazem.
Quem precisar de um caixeironarai cobranra,
dando fiador a sua conduela, qiirira aniiiinriarpara
ser procurado.
Pela snlHlelegaria de S. Jos foi apprehendi-
do un dia 23 do rorrete o preto Alexandre, escra-
vo de Domingos Pereira Coiitiulio, morador no en-
genho Angustias : sioi legitimo dono provando o
dominio que lem em dilo escrav, Ule sera entre-
gue. Subdelegacia de S. Jos do Becifa 26 de
abril de 1859.Hcincterio Naciel da Silva, subde-
legado snpi.lnnlc.
L'm professnr liabililado as HngUU porlugue-
u, latina, earithmctica rom pxrrcirio em varios
collcsiosdo ltin de Janeiro, offerereaMi para lecrio-
nar na roca em casa de qualquer seuhor de enge-
nho : quem prelenderpdedirigir-se ao holel l'ran-
eisco, rua do Trapiche
; Traspasa ie oarrendamenlo de nm engenho
distante dnsta prara 7 leguas, vendendo-so uma sa-
fra de 1,300 a 1,400 paos, 16 animaes dn ro'a,
quartos dn fabrica, laixas, 100 formas, batanea boa
e pesos, cobre miudes dn engenho, que indi, perteu-
ce an reudeiro o ludo so d por 6:000> a vista e a
prazo: quem pretender dirija-sa a rua Direila n.
2., casa do Sr. Jos Flix Pereira de Burgos, que
dir quem faz o jfcgocio.
No aterro da toa-Vista n. 31 vendem-se olguns
objeclos pertencento a niarrinelria e a quem taz
(ATMVIATA.)
No fim do drama n Sr; Oliveira Vasques cxceulari
a graciosa o interessonte scena cmica :
O SEl\HOR
parodia da operaO TKOVaDOB.
Tnrminar o espectculo com a muilo applaodda
scena cmica pelo Sr. Crrela Vasques :
. 0 JOS MARA
A3lr.)iU2M;D!> i>J51D ai(BIl!D,
Prlnclpiart as 8 horas.
Os Srs. assignanles tnem preferencia aos seus ca-
marolos e cadeiras, e por sso sao rogados a mandar
buscar, os que quizerem, at as 10 horas da manhaa
de hnje; dessa hora em diante vender-se-ha os oue
restaren).
C-JolHI
680'JO
4jSii:i
4J00J
*ai()J
a*xi
-jt'W
1S80O
3S0O
Avisos martimos!
Precisa-se de uma pessoa que se
encarregue da cobranca das assign:ituras
desto iiUiai-ioii a qualdeve prestar lianrt,
na livraria da pcnta da Independencia
ti. G .; 8fc
Precisa-se de uma ama forra nu ojcr.ivn, que
saibn co/inbar e engnnunar: un rua do Cabug u. 3,
segunde, andar.
MIJITA ATTF.X(*\0.
O abaixo assignado* por si e como legitimo ad-
ministrador de sua nnfllier, declara ao respeitavel
publico para quo ninguom possa allRgar engafeos
am lempo nigiiiu: que tundo indemuisacoes he-
reditarias a han r do casal do seu tinado padraslo
.Manuel Paulino de (ouvnia Muniz Foij, morador
que foi na comarca dn Cnianna, e cabcudo-lhe hy-
polheca legal em lodos os bous, com ospecialdade
ios de ra/, na qualidrde de orphao p lilho unico
quo ini do 1." thalamo de D, Margarida da Cunba
llego, propOz para isso arcad de resciso de inven-
anos, por leso mormUsinioai de pclieo de haron-
ea, contra os suct essores de srn dilo padraslo, a qual
pende em estado de provas, havendo para seguran-
ca feilo previamente sequeslrar o nngenbo Pao
Amarello, seus uleiicilios e terrenos, a posse e usu-
frurlo das comprehciisoes forciros denominadas Me-
rcpps. Carien n Capjbaribe, e um sobrado de dous
andares sito na roo Dimita da ddade de Goanna ;
n que portanto, acliando-se dilos bens litigiosos,
aliu de sequestrados, nullo deve ser do dircilo
qualqiler contrato que por celebrado acerca delles,
e que ueste sentido protesta o mesmo abaixo as-
signado por essa nulidade, c por todas as penas
lega.scontra quem os houver por compra, permu-
ta, o qualquer oulra tiansacco. F.ngetiho Cacho-
eira, mu Cnianna, 18 do abril do 1859. Joaquim
Jos, Xuncs da Cunta Machado.
Arrenda-se por proco commodoo engenho de-
nominado Po-Apique, "silo na freguezia do Pao
camuas para iotas, pois minio do largar a casa e, d'Alho, uma legua ao sul da mesma villa ua es-
lan rnuviiido Cundo/ir laes objectos, vende-se por
todo proco que os prelendentos oITcroccrem.
aria da rua
ria compra sebo eife rama
a 9^ a arroba a dinheiro
vista: a tratar com o$eu
administrador.
Compra-se urna casa terrea no bairro de San-
io Antonio ou nos limites do 8. Jos com o de Santo
Antonio : a pessoa que tiver, poder tratar o ne-
gocio na rua de S. Jos n. 45.
Compram-so em casa de N. O. Bieber&C,
rua da t'.ruz n. 4, oneas hespanholas, e mexicana,
snboranos e modas portuguezas de G$400
Compra-se uma mulata para fura
da provincia, que saiha cortar roupa pa-
ra meninos e senhora eque tenlia outras
habilidades, paga-se bem agftdando : qa
rua do Trapiche n. -0.
Compram-se peridicos a SfiOOja arroba: na
esquina da rua de Dorias n. 1, liberna.
Compra-' n 'Liberal Penianiberano n. 990
I JS de Janeiro de 1851, e o Diario de Pernam-
buco a. 87 de 17 de abril do mesmo nono : na li-
vraria ns. C o 8 da pra.ii da Independencia.
XI
Vendas.
Irada do Berilo, o qual engenho inc coa animis,
e n.-,l muulado de lodo o necessario para safrejar.
Para o Porto.
O pa(acbo portuguez Promptido I, forrado e
piiiiivilhadode cobre, de primeira marcha e pri-
meira classe segu muilo breve, portera maior
parlo da carga snouipia.para o reslo o passageiros,
para o quo tem excellonles eomiuodos : trola-se
com l.lns Jnsc Uos Santos Andrade o i;., na rua da
Madre de Dos n. 32.
Aracaty.
Segu com hrevidode o hiale Correio do Norte,
recebe carga a (rete o passageiros : a tratar com
Caetano r.vriaco da C. M., ao lado do Corpo Santo
o. 25, priuiuiro andar.
Maranhao e Para.
F.spera-se do Marano em poneos das o palhauo-
le nacional Noraes, o qual seguir para os por-
Ins arima indicados era poueos dias, por ler mais de
meladp da carga prompla : quem no mesmo qui-
zer cari ngar dirija-so a Eduardo II. Wyatl, rua do
Trapicha ri. 18.
PARA.
O veleiro- e acrPilifmo brigue escuna Graciosa,
cspllao n pratiro Joio los* de Souza, segne com
brevidade por ler a mnlr parle da carga ajustada
para a pouca que lhe talla Irata-se com Rs consigna-
tarios Almt ida Gomes, Alves & C, rua da Crui n. S!7.
(.lueimado n.24.
Lino Jos do Bogo Braga vai a F.urop.i a tratar
de sua laude.
Para bordo do vapor Persinunga precisa-sn de
um bom cozinboiro, c indiircronle ser livm ou es-
crav : quem eslver uestas circumslancas dirija-
so a bordo do referido.
Precisa-so de uma ama para comprar o cozi-
nhar para casa dn 3 pessuns do familia : na roa dn
Coltegip n. 9.
Antonio, Carneiro Pinto dcixou de ser caixeiro
de Antonio Jos do Souza Gnunaraes desde o dia 23
do rorrete.
Do cercado do engenho Velbo em Jaboalao
desappareceu um boi de carro, grande, inagreirao.
rdr castanho andrino, quas preto, armas glandes,
quem o tiver pegado lenba ahondado de o edlregar
no mesmo engenho ou nest C.ldjde na estrada ihi
Chora-Menino n. 1, que sero pagas as despezas
feilasrom elle.
SEGURO CONTRA FOGO
OKTIERN ASSUU.VNC; COMPANY
I.OXDN.
CAPITAL m 1,500,000.
\geiite C. \. \st\cy c C.
OITerecp condicoes muito favoraveis e premios
moderados.
Arrenda-se um exccllento sitio nos Aducios,
com boaxasa dn vivenda, coebeira, ostribaria, gran-
de pomar de larangniras, baia de capim e pulras
muilas conimndidades : a Iratar na na dn Crespo,
loja n. 10.
Precisa-se de uma ama para o servicu de uma
casa de pouca familia : na braca do Corpo Sanio
n.17.
Arrenila-se um sitio com exccilenle casa de
vivenilii ao lugar da Torre m.irgem do rio Capilla,
ribe confronte estrada do Mauguinbo, cuja casa
alm du ser etliOtkfa cun muilo gasto o sor enlloca-
da em um ponto de vista agradavel lano por dola
avistar-so Indas as casas da Capunga, Passagem o
Ponte de Telina, contlo4salas de 30 palmos qua-
drados cada uma, sendo 3 forradas de rico papel e
o (ecto de estuque, 11 quartos, sendo 5 forrados de
papel e o ledo do estuque, cozinha tora, bastante
esparoso, coebeira para 3 carros, quartos de ci in-
do e de pretoi, estribara para 6eavallos, casa para
gallinheiro e animaos domsticos, 3 cacimbas, u-jia
com excelleulc agua de beber, oulra coniAi..inba,
da qual deiu agua para a casa de bauho que fica o
pe. jardim com figuras e jarros de b mea finos, mu-
rado na frentecom>porlao de ferro, baoxa de capim
iue sustenta, aunual dous calilos, pomar do laran-
gelraS, selectas e de umblgn, alni de o'utras fruc-
leirasdo paiz : os prelendentcs dirijam-se ao aterro
da Boa-Vista h. 2, segundo andar.
Aluga-se a loja do sobrado n. 69 da roa Mova,
em que o Dr. Lopes Netto lem escriptorlo : a Iralar
na mesma loja.
Oh*erece-se 30J por um bom rosinheiro,
Na rua larga do ttosurio (untiga
Qttaiteis) olicina de tamancos i.. 2i pre-
cisa-se de ofltciaes to'i]an|iieiros p:i{a-se
100 rs.de leitiopor cada par de paos.
lecimenlo pholo-
gntpMco.
Aterro da Boa-Vista n. 12.
Neste esliibelecimenln cnnliiiua-sp a lrar os afa-
mados relalos pliolograpbuin sobre crystallo e
pap.l, segundu os proceasos os mais modernos e
mais arredilados no mundo artislico. Pintura ao
natural mu oleo aguare lia e miiiialiira.
Sahio i luz o lomo 2." das biogrphias de al-
guna, poetas e hollines Ilustres da provincia d.
Pernamauco, pelo commendador Antonio Joaquim
de Mello. Esto 2." volum igualmente curioso, t
iuteressanlo, como o 1.", Pc.nnlem 92 documentos
inditos.
Precisa-se de urna rnulher quesai-
ba co/inliar : a Tallar na rua do Scve,
sol ra lo com 5 varandas, entrada pelo
oilao do mesmo, visinho a grande casa
que se esta' fazendo para' o gymnasio
provincial.
Ama.
Na rua do I.ivrann'iito n. 2, esquina do boceo do
Padre precisa-so do una ama para casa de rapaz,
que saiha cozinhar e eugommar.
Ausciitou-se dacas.i da viuva de Jos Joaquim
dellisquilana estrada dos Aflelos a preta Antonia,
escrava que foi de Fji.nc.isco Gonvelms do Cabo :
graiiiica-sc generosamente a qimu a levarla dita
senhora, uu entregar na riiadoyneimado, segunda
loja n, 18 ; adverase que a referida escrava tem si-
do vista uo Pociuho o Uibeira de S. Amaro, Boa-
Vista.
Arrenda-se un sitio no lugar da Boa-Viagem a
uiargam do rio Jordn, com urna boa casa de mo-
rada os prelendentcs dirijam-se rua Imperial
u. 55.
Precisa-se de um amassador : na rua da Sen-
zala Nova n. 30.
Prerisa-se de nm um raixeiropara a taberna
da rua da Seuzala Nova n. 39.
hegado ha pouco de Ingl.i
oTerere-sc para entinar a fallar eescrerer onglnz,
Juor em casas particulares quer em sua casa, rua
Nova ii. G2, onde pode ser procurado.
30$ de gratificado.
Ainda continua estar fgida a escrava crinla de
nomo Joaquina, que seausenlnn nn mez dejaueirn
dn eorreute anno do eiigenbn Trajiicbe do Cabo,
propriedade do Exm. Sr. visconde da Boa-Vista. Os
signaos desla escrava sao ossegoiolns : alta, corpo
reforrado, tem falla de dente na frente, e uma cica-
triz na testa, falla muilo e dosembaraeadamenln,
ps grandes, costuma andar sempre com urna trouva
de roupa, e ineulca-se sor lavadeira ; levo*) vesti-
do de chita e costuma andar de chales. Suppe-se,
e tciu-sido onconlrada na Passagem da M;ngdalcna,
N'azaretb o Pao d'Alho, e outros liigaicsque j foi
vista, guiando um ceg : roga-sc pois autoridades
policiaes e capiles de campo a approhensao desla
escrava, e sua entrega a seu aanhor no engenho
Trapiche do Cabo, ou ao lllm. Sr. teneiite-coruuoj
Sonaalao Lupes (iiiimares, na rua Nova, qun qual-
quer um dos dous Kialilicai com ~M.
No engenho Morenos, regue/ia de Jaboalao,
precisa-se de um bom distiladur para dislilar em
ponto grande : quem pretender o dito emprego di-
rja-sc ao mesmn engenho, ou ao Becife na na do
Crespo, luja raes.
Atteneao.
D. Anua Joaquina Teixeira da Molla Cavaleanl
arrnnila o sen engenho Novo doh.Tmo de Iguaras-
s, havendo em O dito pnsenho todas as proporcps
necessarias, c oslas conveni.'iilemeiite commodas,
como una dolas seja o purlo de embarque flear
junlnau mesmo engenho, nu qual se pode embar-
car lodos os assurares, c serem conduzulns por mar
para a cidade do Becife, e outros iufios rommodos
qne esli vista dos prelendenti-s ; por is-ni quem
quef que pretenda esse arrcndamciilo dirija-so ao
silio do Ouleiro propriedade da supiilicajilo, que
lira junto o entre tenas do mismo engenho, a Ira-
lar com a pruprietaria, ou na villa do Iguarass, rua
da Matriz casa n. 9, a halar en.u o lilho da propric-
laria, que Jos Teixeira da Molla Cavalrnnti.
O aballo assignado perdeu o billi.-tn inteiro
de n. 2201 Ja lei.eii-a parle da segunda' lotera dn
Cymi'.asio l'eriiaiiihiicaiio, que dever correr 1)0 dia
90 do correte; por isso pede ao illnj. Sr, thpsou-
tpiro e aos senborns caulelislas, que no caso de
sabir premiado, nao pague a nutra pefsoa sem que
seja ao abaixo assignado.Anselmo Arres Iloak de
Aze\ do.
Alogsm-sn o segundo e terceiro indares da
casa ii. 10 da rua da Cadeia do Recife, os quaes lem
bastantes commodos para
na luja da mesma casa.
A pessoa que annuncion querer comprar urna
cama franceza de jararand com pooco uso, dirja-
se ao armazem da rua do Vigaro ti. 1.

Precisa-se de um caixeiro para a taberna un*
= Doseja-se follar com o Sr.- Francisco Jos' Ser- fir?Tcrs!f.do. ?+ d? ''ara7; "i 8-- ,5L?U"L danj1',
ii.uli.i- o sua conducta, se lhe dar bom ordenado,
ou a metade dos lacros, ou se vende a dita taber-
na, a qual otteraeo grande vautagem para qualquer
principiante mk Ser de poueos fundos, e muito
afreguezada jnralar na rua das Cruzos n. 91.
Quem liver um molequo ou mesmo preto, c o
queira lugar, diiija-ne rua dos llarlyrios n.'W.
Luis Sclilappriz, cidadao suUso, retira-se pa-
ra Europa.
$ DENTISTA FRANCEZ. >
<^> Paulo Gaignnux, dentista, rua das La-S
"^ rangeiras 15. Na mosssjt rasa lem agua e *v
^ p d.iililieo.
Com pequeiu) to-
que de varia.
Hambiirgo fino a 210 isWrBT S vaTa, cobertores
do algodaii braiicos e grapdekn&OO ^KUOrs pecas
de alodioialjjn lieo a l*Kj. dilas de dilo ameri-
cano largo a 3$ 0 33500 : venderse na,rua do Cres-
po, loja. da esiinina qne rolla narhania da Cadeia.
:= Vende-so mu cabriolot c um cano aaierieano
de 4 rodas, do gusto moderno, para um o dous,ca-
vallos, con) os iiireins, Indo oni muilo bou esta-
do, e por pojjo commodo : uo aterro da Boa-VisUi
n. 17.
Armazem de fazendas
baratos.
la do Queimado n. 19,
Cambraas chinezas muilo largas non liatrasian-
laudo seda a 200 rs. o cavado, cortes, do gaze. do
seda com 11 corados por 4$50i), curtes 'de cambraia
chineza com ti 1/2 varas do quadros e lslras de so-
da a 3j, ricos organdys dos, mus lidos desenlias
que tem viudo, pelo baralLssimn proco akvdg a va-
ra, chumbas de cores linas a lt) o^ovaflOw
IBMMSSJIW.
Xo armazem tle luzend^la rua
do O'ieimado n. 19.
Madapoln lino de jarda com um pequeo'debi-
to, cendo as pecas dn 40 jai das. a 8Sa0, 9 o 9J0QO,
esta duenda menos da mola.lo de seu Valor,' es-
ta-so acabando, lencinhos para meninas e meninos
a 80 rs. cada um, dilos de cambraia pira algihoira a
2$ a duzia.
li 19.
Rua do Qoeimado,
Ricas sabidas de baile proprias }>ara d tbealro
as mais lindas que tem lindo, chales de cachemi-
ra estampados com lslras de seda, dilos de raerinj
bordados a velludo, dilos lisos multo Anos, golli-
nhas de fil de linho a 1g, lg500 e SJ, manguitos
de cambraia muilo Unos, bramante de linho niuil
fino e largo,
E ipadas.
De carnario de galtinha a-500, 1J e a 2* : mt
rua das Cnizos n. 41, deposito de massas.
= Na taberna da na tle S. Jos n. 9, vendem-se
queijus do reino frescaos a 2^500,-ditos a SgSBO,
manlpiga ingloza flor a 1S00, cha da India silp'cb
rior a 2j|, c oulros mais efmeros, Indo eni conla.
Vendem-s
relogins de ouro inglezPS, palenles, racios chrpno-
melros, s.iboneles o de viflro, com ponteiro grande
de segundos, e sem elle ; todos dos mais acredita,
dos fabricantes de Inglaterra, por proco commodo :
na rua da Cadeia do Recite n.52, casa do lliiiry
Gftsou.
"i-i;
M)S SXnD-D)BS 1P1I1B-
4
Acabam de chegar as molUores peneirasque imu
wn.ln ao mercado, tanto de rame amarello comu
galvanizado, c de todos os lmannos: vendein-so
por proco commodo, na rua da Cadeia, loja de fer-
ragpusde Vidal & Bar-tos.
Vende-so banha de poreo derrojlda, da Ierra,
de suporiur qualid|dc : Oq roa dn augel n. 35.
NaIojaaopdo.ar-
co de Sanio Antonio,
chegaram os vordadeiros cigarro* da fabrica de S.
Domingos do Rio de Janeiro.
Pchincha para os proprie-
tarios.
Vendem-se canos prpprioj para receber as aguas'
randa familia :al Ir das curnijas, como maream as pusieras da cmara,
os quaes sao bem feitus, e por muilo menos do qu
em oulra qnalquer parte ; na rua dos Martyrus n.
16. Na mesma casa rec.ebexn-so encommendas para
tclhas, ladriliios, e toda obra fina.
/
L\AI IT II A r\af>x


Diario de Pernambnco.Sabbado 30 de Abril de \ 859.
>
Aviso aos senhores de
engenho.
Correntes par* alraanjarra, fcchaduras para casa
de purgar, (oles para ferreiro^. safras, tornos para
ferreiro, cspumadeiras, passadcras de (urro galva-
nisado para engcnlm, enxadasporlugitezas raleadas
do aro, dita* azuladas americanas tamben! de aro,
ferro suisso, ai;o de mlo, limas de todas as quali-
dadas, ferranienla roniplela para lauoeiro, e mul-
los outros arligos de ferragens, que se vendem por
commodo P*MP^ na luja de ferragens di: Vidal ,\
Bastos, na dajQadea do Hecife.
BRACOS HE R0!M\0
para batanea.
Bracos de Rotuno para batanea de baldo, bracos
grandes para arraazem, assini como correnles pro-
prias para os mesmns : vendem-se na ra da Ca-
deia do Hecife, loja de ferragens de Vidal & Bastos.
\.sm
CafhaS de ferro.
As melliores Tamas de ferro que tem vindo ao
mercado, tanto para soltcro como tiara casados :
vendem-se na ruada Cadeia do Hecife, loja de fer-
ragens de Vidal A Bastos.
TACHAS
para
AOS
senhores donos de casas.
Yende-se na roa da Cadeia do Hecife, loja de fer-
ragens de Vidal & Bastos, um rompido surtimenln
dij (echadura) de todas as qualidades, doliradicas,
pregos, pa-a Pisos, e tudu qiiaiilu se faz mister etn
una obra ; e se rende barato, na loja de ferragens
da na da Cajeta do Hecife di' \ idal A Bastos.
' Vende-se um excellente carriulio americano,
de I rodas e i assenlns, para ser puebado por um
_. s carallo, em milito Imm estado : no aterro da
Cadeia do Recite de Vidal & Bastos. fona^iala, cocho ira de Miguel Songa.
~. 1 / ~ Vender no amanar de Amonio I.. O. Aze-
I .llOI'rlO f*\YYlilk vedo, na'ra do Vigario n. 20, rindo do Porto en-
VI I I I I tlll 1 < M I I I lid |grrafado, cola da Rahia o Jacaranda, no/es c ci-
quadradas, de lodos *'""'"-" .'""''f0, 1''" T F",i-?" bMSudV 8*"
e me-' n,ll,ra ** "ollanda em botijas, ditas em frasquetras,
..;.,- i pipas vastas, oleo de ricino.
econmicas americanas.
Vendem-se oseadas de Indos
preeo cummodo :*na loja de
is lmannos, c por
reagans da ra da
Pechincha.
Vendc-sc no armazem do caes do Ramos n. 4,
tima cabra com dous cabritos, a dual muito boa
de leite.
e- Vendcm-se barris novos mui bem construidos:
a tratar na ra Direila n. 93.
Vende-se sebo refinado do Porto em pao p em
velas, cera de carnauba e de ovellia, velas puras e
de composiro, de todos o lmannos, lio da Ba-
.hia, pellos de cabra, saceos vasios para farinha :
na ra da Cjuz, ai 'inazem u. 33. ,
Vende-se bolacha a 1$ a arroba : na ra da
Sen/ala Nova n. 30.
Vendc-si' um carro ingle? de 4 rodas, de pa-
tente, miiiln inaiieiro, e quasi novo: quem quizer
pode ver na casa do'Sr. Poirior, na Boa-Vista
n. 5.
Na fundicao de ferro de D.
W. Itewman, na ra do Bru,
passando o chafariz, continua a
haver um completo sortime
de tachas de ferro fundido eTba-
tido, de 3 a 8 palmos d/e bica,
as quaes se acham a wenda por
preco commodo eeom promp-
t i dilo, embarcyip/se ou carre-
gao-se em catiro, sem despezas
ao comprador.
Loteras seis portas
f EM
1 rente do Livramento.
Grosdenaple preto para lodos os precos, mantas
pretas de linlio com bordados de seda, luvas de se-
da pretas para senhora a 19, gollinhas bordadas a
a 1, ditas linas a 1$600, manguitos a 39, lencos de
seda brancos e encarnados a 800 re., camisas trn-
celas brancas e decores finas.a 2g,,palelots brancos
de bramante fino a 53, ditos de brim pardo a 3g,
ditos dealpaca prelos a 4 e 59, ditos de casemira
de' cores a 6$, ditos de fuslao de cores a 5|: a loja
est aberta das 6 horas da manhaa s 9 da noile.
Farinha de trigo
SSSF.
Fernandps & Filtros tem superior farinha de tri-
go da marra SSSF rhpgada antes de hnntcni que
vendem a preco muito em conta : no seu armazem
ra da Cadeia n. 63. becco da Madre de Dos n. 12.
Calcado superior e barato.
Ra Direita n. 45.
Borzeguins da trra de 55 a 37,
obra boa a "i.s'OOO
Borzeguins tle senhora (Jolv). l.sXO
Ditos de loiticm. H.sHOO
Sipatos de trancinlia. l.si.00
DA
FUNDIDO LOWMOW,
Ra da Senada Kova n." 42.
Nesle estabelecimenlo continua a liavfr um com-
pleto surlinionlo de moendas e meias moendas para
engenho, machinas de vapor e tanas de ferro bati-
do e ciado. Je todos os lmannos para dito.
Espartilhos trancezes de nova
invenco.
Vendem-se espartilhos francezes de molas e car-
retis, o melhor que se pode encontrar nesle gene-
ro, ua bemfcjtroia e na commodidade, a quem usar
delles, pelo baralissimo preco de 6, 7 e 88. Estes
espartilhos sfio chegados no ultimo navio ancez,
e so scencnniram na ra do Queimado, na bem co-
nhecida luja de miudezas da Boa Fama u. 33.
Vende-jse urna armaran propria para qualquer
pslabeleciineuto, na ra Direita n. 114 : a tratar na
mismo.
Na loj de miudezas de JoSo Augusto, no
aterro da RoavVista, arha-so para vender um pti-
mo binculo de vistas de vidro e papel, por preco
commodo.
Almeida Gomes, Alves & C.a
vendJem no seu armazem
RA 1>A CRUZ
Guarda comidas, redonda
os lamaiiliiis, lampas para palos, de rame
tal, facas egarfnsde marlim, miieorne, metal, via-
do, bfalo, e ac de todas as.dualidades, cacarolas,
panellas, frigideiras, assadiras, chaleiras, panellas
para coznharpeixe, tumos francezes para assados,
vassonras para varfr salas de cabello c pallia ;
bem cotuo muilo.youlios arligos para uso domes-
tico : veiidi'in-y n.i loja de ferragens de Vidal &
Bastos, ra dooadcia do Hecife.
Grandfe pechincha, com avaria.
Na/Toja do l'reguica, na ra do Queimado n 2,
ha/para vender madapoln lino com pequeo loque
"fie avaria a 49 o 4S00 a peca, algodio branco com
16 varas a 29, 2IU0 e 3$aCJ
Moinhos grandes para
retinoslo
Vendem se moinhos grandes com roda para moer
caf, bem como de muilas nutras qualidades, e
proprios pura casas particulares, por cnmuiodopre-
co : ua ra da Cadeia do Hecife, loja de ferragens
de Vidal A Bastos.
Aos fumantes.
Na loja de Nabuco & C. na ra Nova n. 2, ven-
de-se o verdadeiro fumo trance/, caporal proprio pa-
ra cachimbo e cigarros, chegado pelo ultimo nano
francez o excellente charutos da fabrica e agarros
bota fogo.
Calcado francez barato.
barato para hornero,
3&
Cavallo para menino.
frailee/,
na luj;
1 a peca.
Para forrar carros.
Vendc-sedamasco de seda de bonitos
gostos e muito proprio para forrar carros :
na ra do Crespo n. 12, loja de Campos &
Vende-se ma muala de eicellente figura,
sadia, propria para qualquer artico interno ou ex-
tprno de qualquer familia ; avistado comprador se
dir o motivo da venda : na rita de Santa There-
ca|n. 9.
SYSTEMA HEDIC DE H0LL0WAY.
MIXI-AS HOI.I.WOYA.
F.sle inesttmavi'l espccilico, composto inleiramen-
le de berras medicinaos, nao conten mercurio, nem
al^iima nutra substancia deleclena. Beneliuo mais
lenra infancia, e a coinpleicao mais delirada he
igualmente promptn e seguro para desarreigar o mal
na coinpleicao mais robusta ; lie iiileiranieute inno-
cente em suas operaciies e etreilos ; pois busca e
remove as doencas de qualquer especie e grao por
mais antigs e. leases que sejam.
Entre milhares de pessoascuradas com esle reme-
dio, muilas queja eslavam as portas da niorte, pre-
servando em sen uso : coiiseguirain recobrar a nuda
o loteas, depois de haver tentado intilmente todos
os outros remedios. m
As miiis alllidas niodevein enlregar-se a deses-
peraran ; [aran um competente ensato dos eflicazcs
cUcilns desta assombrosa medicina, e prestes recu-
peraran-o beneficio da saude.
Nao se perca teinpo ent tomar esle remedio para
qualquer das seguintes entermidad
Accidentes epilpticos.
Alporca.-.
A iplas.
Areus (mal de).
Asthma.
C.olicas.
Convulsiies.
Itebilidade ou extenqp-
cao.
Debilidade ou falla de for-
etis para qualquercousa
llysinleria.
Dur de garganta,
de barriga,
nos rins.
Dure/a no vetilre.
Knferinidades no venlre.
Ditas 110 ligado.
Hitas venreas.
Knxaqiieca.
Ilervsipela.
Pebre biliosas.
Fchrcto inlernitentp.
Vendem-se estas
breto da especie.
lia.
llemorrhoidas.
liydropesia.
Ictericia.
Indigestes.
Inllainniacoes.
Ii-regularidades da raens-
truacao.
I.ombrigas de Inda espe-
cie.
Mal de {ledra.
Manchas na culis.
Obslriiccoo de venlre.
I'lilysica ou MnsumpC&O
pulmonar.
Relencao de ourina.
Itheiiiualismo.
Syinptontas segundarios.
Tumores.
Tico doloroso.
Iberas.
Venreo (nral).
lilulas no estabelecimenlo gp-
Nova iiivenco aperfeicoada
DE
Bandes ou al mofadas
de crina para penteado de
sejihoras.
Na loja de Leile & Irmo, na rita da Cadeia do
Recite n. 48
Arados americanos e machinas pa-
ta lavar roupa : em casa de S. P Jolins-
ton & C ra da Senzala 11. 12.
Vende-se superior linha de algodio, brances e
do cores, em novello, para costura: em casa de
Sel hall. Mellor i C, ra do Torres n. 38.
Bonets para meni-
nos.
Vendem-se bnnels de panno preto muito fino
para meninos, ricamente enfeitados, pelo baratsi-
mo preco de 4$, ditos de velludo iniiilo superiores
lamliein enfeitados a Cj : na ra do Uueimado n
22, loja da Boa l'.
Manguitos de fil.
Vendem-se manguilos de fil de linho muito fi-
no, ricamente bordados a 59o par ; a ellos, que
siio poneos : na ra do Oueimado n. 22, na loja
da Boa Fe.
. (Milus Mimr.
Bicas follas de fil de linho muito larga e bor-
dadas, com muito gesto, pelo mdico preco de
I,<-'il cada urna, eslao-se acabando : na ra do
Uueimado n. 22, na loja da Boa Fe.
Visporase dminos.
Visporas em bonitas caixiuhasde madeira enver-
iiisadas, com 2 trancas a 2, em oulras* caixinhasa
ljjEOU 0 1S, dminos mili bem feilos (
tinllinhas de cambraia ennt mangui-
tos propria para alliviar lulo : se ven-
dem na loja da na do Queimado n.
10, de l.cile & Correia.
Arroz de casca.
No armazem defronte do trapiche do atgndao,
junto ao armazem do Sr. Guerra, vende-se arroz de
rasca por commodo preco.
Cevada a 2$000 a arroba.
Na travessa da Madre de lieos n. 11, vende-se
cevada uiuilo nova, em saceos, a 29 a arroba.
Farelos.
estas p:
ral de Londres 11. ii\, Straiid, e ua loja de Indos
os boticarios droguistas e nutras pessoas eucarrega-
das de sua venda em toda a America do Sul, Hava-
na e Hrspanha.
Vendem-se as boeelinhas a 800 rs. rada urna del-
tas conitm nina instruccaii em portugus para ex-
plicar o modo de se usar tiestas pitillas.
O deposito geral he em casa do Sr. Son m pharma-
ceulico, na ra da Cruz n. '11. em l'eriiambuoc-
MftCHINISMO
n 11.
Gf5W
ofMO
15280
Vende-se na travessa da Madre de Dos
mais bai alo do que em nutra parle.
Sal.
Sal do Ass : a Iratar na ra da Cruz n. 27.
Ra da Cruz n. 50.
No armazem de Seve, Fihos i C. ha para vender
urna rica rarteira de mogno do melhor goslo que
aqu tem appaiecido com bastantes comniodos, pro-
pria para esrriplorio ou advogado : anda exista
um rico piano forte de novo methodo do afamado
fabricante llascbi, de Paria.
Vende-se na ra larga do llosario, passando a
bolica do Sr. Barlholomeu F. de Souza, a segunda
loja de miudezas n. 40, rap fino muito fresco, che-
gado agora do llio de Janeiro, assiro como muilas
outns qualidades de rap em oiUivas e libras, cai-
relis de liuha a 20 rs., cada urna duzia a 200 rs.,
lucos proprios para labyrinlhos, labyrinllios fran-
cezes muito em conta, a favor do comprador, e
militas miudezas em conta : ebeguem freguezes as
miudezas baratas.
ljOe.lSsll
blanca n. 16.
na ra do Queimado,
seguros a
loja d'aguia
Enfeiles prelos e de cores
com vidrilhos..
- Na loja d'aguia branca acharan as senboras de
boin goslo um lindo e novo sorlimento de enlejes
prelos ede cores com vidrilhos e de mui bonitos
desenlies aos luralissiinos precos de4, 5* 159: na
ra do Queimado, loja de miudezas d'amiia branca
n. 16
*msmm


IIK
Tartaruga
VF.SnF.M-SF. F. CONSBrTAM-SK.
Jos Joaqiiini da Cunta Ouinaraes com
^J loja de larlarugueiro na ra das Triiirhoi-
*4 ras n. 8, quem entra do lado da matriz
;~; segunda luja de tartanigWiro, frente piu-
'. tada de verde, a* isa ao respeilavel publi-
2 coque el vendendo ricos penles de lar-
J: taruga imperatriz chegados pelo ulliino
'. navio de Franca pelos precos seguintes:
? 9$itW, 108,128.14S. 169e'20S, ditos sem
g. ser imueralriz 3|fe00_, 49, 58. ditos de t.;j
--. inas.Sa iniperalri/ mallo ricos gustos que '--
cobertos e descobertos, pequeos e grandes, de ou-
m patente inglez, para homem e i.enhora, de um
dos melliores fabricantes de Liverpool, vendos pelo
ultimo paquete inglez : em casa de Southall Mel-
lors & C.*
Abridores de luvas
a 1^500
Na ra do Queimado, na loja de miudezas da Boa
Fama n. 33.
Vendem-se por se querer acabar com o calca-
do francez, sapates de lustre com elstico a 4J50,
ditos rom filas a 49, borzeguins de pellica e panno
a 6 e 88, bolinas de lustre e marroquim para me-
ninos a 19200 : na loja de calcado da ra das Cru-
/.es n. 2.
Toalhas de linho para mesa.
Na bem ronhecida loja de quatro portas, na ra
do Queimado n. 87, tem para vender um completo
sorlimento destas toalhas, as quaes se venderlo
conforme os lmannos,-c por preco muito com-
modo.
Aviso.
I.uvas de pellica, de Jouvin verdadeiras a 28000.
muito novas; e bauha franceza as libras, meias li-
rJ| liras e quartas al fincas a 28560 a libra : na loja
..- Je miudezas do aterro da Boa-Vislan. 82.
Vestidiuhns brancos bordados proprios
para baplisar enancas : se vendem na loja
?j da ra do Queimadu n. 10, de Leite \ Cor-
\i loja da estrella.
Ra do Queimado n. 7.
Esle estabelecimenlo contina a lero mais com-
pleto sorlimento de blendas de todas as qualidades,
e se vendem por menos do que em nutra qualquer
parle, assim cuino :
Chitas franco/as, o invado 160
Corles de casemira iugleza 2$i00
Uilos de dita muito superior, franceza,
o corte
Chapeos francezes para caneca, finos
Corles de calca de brim
Casemira de duas larguras milito fina,
o rovado
Taimas bordadas muito ricas.
Chapeos para meninas c senhora.
Camisas para senhora, bordadas.
Corles de collete de fustn, bonitos padres
Camisas de todas as qualidades para homem,
Carteiras de perfumaras ingle/.as
Cazaveques de fuslao, fazendn milito superior,
Colletes de velludo preto e de cores.
Palelols de panno pelo
Hitos de dito superior a 288
Calcas de casemiras tirelas e de cores.
Espartilhos para senhora 5)5500
Paietots de ganga muito superior 5S500
Hitos d* biin branco 4g800
Ricos vestidos de fil do seda proprios para
baile c casamento.
Hilos de seda de todas as cores.
Hilos de cambraia com babadns 5$500
Lencos de seda a 500, 19280 e -JilMHI
Luvas de seda para homem e senhora 1J00
Vende-se
Em rasa deHenry Cibson, na da Cadeia dn Be-
rife n. 52, rmenlo ingle/, de muito superior quali-
dade, em barricas grandes ; o mellior vinho cham-
pagne, em gigos de garratis c meias garrafas, ludo
por preco commodo.
Vende-se calcado
senhora o meninos !
Nova n. ->.
Na loja de Nabuco \- C. na na Nova n. 2, ven-
ile-se chales de la para senhora, casaveques de li
para meninas e aminora, meias de la curtas imhiii-
pridas, reioulasde meia, camisas de llanella ludo
para honieui ate ludo por preco coiiiuiodo.
Vende-se chapelinas de seda onfeiladas e
guarnecidas de blond para souhora al9: na loja
de Nabuco ,\ C. ua ra Nova n. 1.
Agua de amor.
Vende-se na loja de Nabuco A: C. na
ra Noca n. 2, agua de amor propria
para limpare tirar dores de denles das
bellas e refrescar a bocea, por preep
commodo.
38500
500
TAHA ACABAR.
Vendem-se toalhas de panno de linho com laby-
rinlho e bien, por diminuto prero-de (9500, boiie-
cas de chorar de diversos tamaitos a 13500 a du-
zia, agua de Colonia milito superior, em frascos
coinpridos, a 500 rs. cada utn, brinqiiedus para
enanca de todas as qualidades e formas, por baralo
preco, e igualmente nina armacao euvcrnisada e
envidra!.ada, da misma loja, qu serve para qual-
c1flm quer nutro estabelecimenlo: no paleo do Carmo n.
J9WW y_ primeiro andar.
.. -
..i...*.- I. -. t. -... I.. ....... i.. ..
168000
sttjpooo
Com toque
de avaria.
Estopa larga propria para cubrir carros a 160 rs.
avara, pecas de chitas finas de lislras e cores ale-
gres, ditas de ditas do gaz : vendem-se na ra do
Crespo, loja da esquina que volla para a ra da
Cadeia.
CHAPEOS do! fellro sortidos, da fabrica arredilada
de t'.arvallio Pinto, do Bio de Janeiro.
SARAO das fabricas do Rio de Janeiro.
VINHO de champagne de superior qualidade.
SALVAS bandeijus e oulras obras de prata.
CHEWUEM
Ao barato.
0 Prcgaica est Qoeimando.
Na na do Queimado n. 2, esquina do becco do
Tf ixe Frilo tem o Preguica para vender por bara-
tissimo (ire<;o un completo sorlimento de fazendas
bem como sejam corles de cassa e seda de liudis-
simos gustos a 68500 cada um, dilos de las seda
de liiidissiiiins gostos e superior qualidade a 78 ca-
da um, corles de cambraia branca com salpkos a
3J500, ditos de dita com llores de cores a 3S800,
gangas mescladas de padrees e superior qualidade
a 540 o corado ; chitas escuras e claras de cores
Oas a 160, 180, 200 e 240 rqjs o covado, cambraias
adamascadas para cortinados de camas, pecas de
20 varas a 118 cada una, grvalas pretas e de cores
com molas milito linas a 800 e IgOOO, ditas sem
ellas a 800 e 18 cada urna, ditas com molas muito
finas a 1860(1, lencos de seda com algum enfeito
a 800 res cada um, grosdenaple de cor de boa
Jualidade a 18800 o covado ; corles de casemira
na a 6$, ditos de meia casemira a 28, ditos de di-
ta mais fina al 2S600 cada um,corles de brim de li-
nho a IfTM cada um, cortes de gorgtiro para col-
leles a 31 cadiaT um, ditos de merino bordados de
lindos gostos 4$5O0, ditos de casemira prela borda-
B0cada uni, cambraias lisas de 8 varas a
38500,4K3|400, 48800 e 58500 a peca, ditas lapa-
das coa 10 varas a 4S. 4g500,58800,685(10 e 78200
a peca, corles de organdys, fazenda muito larga e
fina a 28600, alpaca preta com 6 palmos de largura,
propria para samarras e capas de padres a 800 reis,
chales de la finos com barra matizada a 48500, di-
tos de merino lisos a 4$800, ditos de dito bordados
a 68200 cada um, lencos brancos com barra de cor
a 100 e 140 rnis cada m, chitas francezas para co-
berla a 240 reis o corado, brim branco de iislra de
puro linho a 800 reis a vara, dito de lindissimos
Sasios e superior qualidade a 19440 a vara, dilu
raneo muito lino a 18280 e 18400 a rara, cassas
de cores de lindissimos gostos a 360 e 400 rs. a
vara, musselina de cores a 320 o covado, dita en-
carnada a 220 o covado, casemira preta a 28,2g200,
28400,38500 e 48 o covado, panno fino azul e cor.
de rap de superior qualidade a 5$ o covado, dito
preio a 28800, 38500, 48, 49800, 59 e 58500 o co-
vado, alpacas de seda de superior qualidade a 900
rs. o covado, rolos de brelanha com 10 varas a 2J,
atoalhado largo muilo fino com bonitos lavores a
18280 a vara, luvas de fio de Escocia brancas e de
cores a 320 o par, cambraias napolitanas roas e
azues de quadro a 360 a vara, ou 220 o covado,
riscadihos francezes de quadros a 180 o covado,
bramante muito largo a 29400 o covado, velbulinas
de todas as cores a 720 o corado, meias cruas para
homem a 160, 200, 360 e 400 rs. o par, ditas para
sen horas, de (odas as qualidedes, paietots de alpa-
ca preta a 5$, dilos de meia casemira a 89, ditos
de pannos pretos e de cures a 10$, luvas de seda
para senhora a 18200 o par, dras de seda bordadas
de lindos gostos a 28200 o par, merino selim de
todas as cores a 720 o covado, e oulras muilas fa-
zendas que se dcixam de mencionar, e se vendern
por baratissimos precos; e se darao amostras com
p enhetres
Hecousa muito boa.
Vende-se a verdadeira pomada para lingir ca-
bellos, pelo baralo preco de 19 a caninha, com es-
covinha propria : tambem se vende massa para
aliar navalhas a 320 : 'na ra do Queimado, na bem
conhecida lua de miudezas da Boa Fama n. 33.
_l
Ka fundir;") de ferro do engenheiro Da-
>id \\. Itow iiiaii, na ra
do llrum, passando o rli.iliiriz.
Ha smpre mu grande sorlimento dos seguintes
objeclos de mecanismos proprios para engeutios, a
a saber.- moendase meias moendas da mais mo-
derna conslrucciio ; lachas de ferro fundillo e bati-
do, de superior qualidade eStle lodos os tamaitos ;
rodas dentadas para agua ou animaes, de lodas as
ptreporcoes*! eraros e boceo de fornallia e registros
de boeiro, aguilhoes, bronies, parafuzus e cavi-
"lOOa, moinhos de mandioca, etc. etc.
NA MESMA FUMiICAO
sp execulo lodas as eiuomniendas rom a superio-
ridade j ronhecida ennt a devida-presteza e com-
modidade em vreco.
O Leite & Irnio continuam a
torrar.
lliissulina (oda encarnada, covado 220 rs., cam-
braia lisa muilo lina a 3S800, 48800, 5S200 e 58600
rs. a peca, de 10 jardos, brim de linho para calca
de bonitos padres a 880 rs. a vara, corles de meia
casemira a 38000 rs. cada um, lencos de cambraia
de linho a 38200 e muilo finos a 48500 rs. a duzia,
chales de totiquim. pretos, ditos de merino pretos,
ditosde merino liso de todas as cores a 48800 rs., e
bordados a 6S800 rs., chitas francezas de cores fi-
las a 220, 240,260.280 e 300 rs. o covado, madapo-
ln a 28800. 3S200, 38800. 48000. 48200. 4880(1,
58000 e 58500rs.,emuilo lino a6$000rs. apera, de
20 varas, palilots de alpaca muito linos a 68000 rs.,
corles de coleles de casemira a 68000 rs., esparti-
lhos para senhora a4, 6e 89 rs., e dos modernos a
9 rs.,saias para senhora a I96OO rs., bordadas a 39
rs., e muilo superiores a 49 rs., gollinhas muito
bem bordadas a 39500 rs., manguitas e camizinhas
muito linas para senhora, cortes de cambraia df)
gaz a-9rs., tapetes para sala al9800 rs., para por-
ta desala a 48 rs., c para rabriulet a 28500 rs.,
moHaViiuilo linas parr senhora a25800 rs. a duzia,
ricas colchas de damasco de seda a 25 e 329 rs. cada
urna, corles de cassa de lindos desenlio* a 29 rs.,
boas chitas escuras e de lindos padres a 200 rs. o
covado, meias de todos os tamauhos para menino e
menina, guardanapos a 49 rs. a duzia, pecas de
cambraia lisa de 12 jardas a 39 rs., mussulina'brau-
ca a 300 rs. o covado, toalhas para mesa a 49 rs., re-
des de folba a 69rs., e ha outras muilas fazendas
que se vende por baralo preco. e de ludo se dar
amostras.
'^ caixas para rap, tartaruga em chapa e iljj!
:r^. oulras mais obras pevlencajntes a sua arle :JjM
H- que ludo se vende por pramBhzoavcl. faz W
-. colicortos rom proniptidaoB precos com- "j
fe minios principalmente sendo as obras "<'
;S: compradas em seu cslabolccimcnto. "
~s
Alcatifa
Vende-se alcatifa edm quatro palmos, i
de largura muilo propria para forrar!
salase igrejas a 600 rs. o covado: na!
ra do Crespo 11. 12, loja* de Campos i
Lima.
Lencos brancos de cambraia de linho mui- B
L3 lo superiores pelo baralissimo preco de 68 a ^
duzia : na loja da ra du Queimado 11. 10, de U
, l.cile Correia. .
:...-.--:
Jos .Nuiles de Paula, tem
'para vender no seu armazem ta
na Trelo de Lisboa em saceos gran-
des e por preco commodo.
lia para vender.
Aterro da Boa-Vista u. 52.
Provenieaite do navio Adelle e
ltt'lori'iiiiilo
s cognac, a Uigacaixa, 9Wiias.vinho de
, a 109 a rana, i ditas'ienajajlth, a 15j a
ditas absiulhin, a 241%aifafixa, 1 dita re-
i servico completo, Itiirtlh, jpara mesa ri-
como niuitoa ostros arligos, como facas
prateado e de marlim, pulseiras, coroes.
o goslo.
rinha de man-
dioca.
4 armazem de Ferreira & Marlins, travessa da
pHm de lieos n. 16 vende-se farinha de mandioca
d "superior qualidade em saceos grandes, desem-
barcada boje do brgiie escuna traeiosa procedente
A Haranli.io, por preco commodo.
Na corheira de Paula & Irmo etisle um 1]Mo
cavaUinlio prelo muilo bem feito e bom estradeiro
iroprio para senhora ou menino por ser manso,
piein o pretender comprar dirija-se ao mesmo se-
de Nabuco \ C. na ra |t0r cima,
\t|tt-s<'.uin moleqtii; bonita ie-
i;a de lli minos: na ra do Cabuga' n.
0, segu
fustiM'S de cines
de senhora se \en-
ra do (Jueimado n. 10.
Xa ra Imperial n. 7 vende-se
um cictlleota pelo, crioulo de 'i an-
uos, copuiro, bom para pagem, o mo-
tivo da venda se dir' ao compradoi.
k mmswL
antes que se acabe.
Na ra do Crespo n. C.
Chitas francezas,bonitos padres,rovado
Musselina branca asselinada, covado
Dita cor de rosa, covado
Chally de cor, ntatisado, covado
Grosdenaple prelo bom, covado
Panno preto lino .bniit a 3yS00e 49, e su-
perior, covado
Dito azul Cilio bom a 29(00, e superior, o
covado
Casemira preta setim a 1*500,1g800,2S-UX
JsTiOO, SPUO e
Merino prelo superior (infestado)
Dito dito dito selim
llollanda r largura, boa fazeuda, rovado
Catubrainlia tinta com pequeo deleito,
o covado
Panno atoalhado, superior fazenda, com 7
palmos de largura, vara
Dito dito dilo com 8 palmos de largura.
Pecas de plalilhas de algodao, Tinas, com
i 1.2 palmos de largura, de30varas por
Ditas de cambraias brancas e de cores.abcr-
tas e coa salpicas, de 8 varas
Cortes de cassa chita com barras o bonitos
f*o*s
Ditos de Iazinhas de quadros
Dilos de cassas pretas cniu barras
DjlDS de eaaemir de cor enrorpada
Dilos dff meia casomya dn cor
Chalos de aaeriu com palma e .franja lie
seda a
Ditos de dilo dito bous, franja de seda
Ditos de dito dilo, de velludo, franja de seda 9$000
Dilos de dilo dito, de velludo, franja de
seda enfeitada lagOOO
Ditos de rede encarnados com palma branca asOOO
Hitos de chal); com listras de seda 7gOUO
Dilos de merino, lisos, com frauia de seda 6J00O
Ditos de dito, lisos, com franja de Ua
Cobertores de la.-.
Dilos Ae algodao, encorpados, bespanhes
i.ocbifca de ttnho brancos e de cores
na loja da ra da Crespo 6.
Meias de borracha.
CrlKGAD^S CWTlfjsalENTB NO NAVIO FBANCF.Z.
Na.rna do gaimado, na bem eoohecida loja de
rnjudefcas da Ra Fama n. 33, j tem para vender
por preco baralo as muilo procuradas meias 4c
boUMha, anicamenle proprias e approvadas para
leda e rtablauer euchaco as peinas.
Ricos enfeites com vidrilhos
para
im-se os
id
200
440
320
900
19800
59500
43O0O
iOOO
2$20U
15500
290
100
13600
150
TJOO
5g000
2g000
4a00o
1*500
2?500
21000
65500
71500
GfOOO
2j0U)
38000
sgooo
Farinha
myimysm
Chapeos enfeitados.
Tem na ra do Queimado, loja de 4 portas n. 37,
lodo snrlintenlo de chapeos pora meninas, de seda e
de palba ricamente enfeitados, ditos para senhora,
de palba e de fellro, enfeiles de froco para 3g500e
6S, ditos de relroz com vidrilhos prelos c derores
a 43, gravaliuhas para sendera, de froco, a 2g, e
todo o sorlimento de chapeos de seda.dilos de sol
para homem e senhora, que ludo se vender por
menos que em oulra qualquer parle assim os fre-
gue/es leiiham a boudade de comprar ; tambem se
.-iciuitra um sortimenlo de focos para 4 e >$.
No arraazem de llenrv Poister &., ruado
Trapiche n. f, venem-se pregos americanos, pro-
prios para armazem de assurar.
Aviso.
No armazem de Adamson,llowie,&C.,rua do Tra-
piche n. 42, vende-se sellins para hnniPni e senhora,
arreios praleados para cabriolis, chicles para car-
ro, collonas liara cacillo etc.
Vendas.
Helogtos de ouro e prata, cobertos e descobertos,
patente inglez, os melhores que exislem no mer-
cado, e despachados hoje, vendem-se por precos
razoaveis: no escriptorio do agente Ohveira, ra
da Cadeia do Recite n. 62, primeiro andar.
He chegado a loja do Leconte, aterro da Boa-
Vista o. 70, excellente leile virginal de rosa bran-
ca, para refrescar apelle, tirar pannos, sardas e es-
pinnas, igualmente o afamado oleo babosa para lim-
e farer crester os cabellos; assim como p impe-
rial do lyrio de Florenca para boctoejas e asperida-
des da pello, conserva a frescura e o avelliidado da
primavera da vida.
Camisas inglezas.
Vendein-se superiores camisas i
zas : na ra do Collegio loja n. .
igle-
Vende-se o brigue brasileiro Camacuam, de
lote de 184 toneladas ou doze mil arrobas callando
carregado 13 palmos d'agua. Est prompto a na-
vegar, de couslruecfio hamburgueza. muilo forte
e de boas madeiras, forrado e repregado de cobre,
e anda ha poucos annos fez cortado llche e leve os
melhoramentos neressarios : acha-sc fundeado no
ancoradouro da descarga da carne secca, anude
oder ser observado c para Iralar cora Amorim
rmaos, ra da Cruz n. 3.
4^Mr4^r4444^l-*
515; 555ii ?
Attencao.
Na loja de Nabuco & C. na ra Nova
n. 2, vesle-se um homem dos ps al a
< cabeca por diversos precos.
l
GRANDESORTIMENTO
DE
Roupas I'eilas e fazendas
NA RCA DO QUEIMADO N. 46.
X
''>
V.
. V.

---
A
Banha.
Na ra Direita n. 6 ha excellente banha retinada
propria para cabello e pharmaria em pequeas la-
tas de 10 libras a 49600 cada lata ; a ella que nova
e alva.
wt j-?TTT 5 rrrTTT-v ??? Tccstnrfsjyt
ATTENCAO. I
> Kissel, relojoeiro francez, vende rclogios de ^
)* ouro e prata, concerta relogios, joias e mus- <<
^ ras, ja aqui he conhecido ha nntitos annos, ^
.. habita no pateo do Hospital n. 17. <
: Em casa de Kabe Scl-mettan & C.
ra da Cadeia n. 37, vendem-se elegan-
tes pianos do afamado fabricante Trau-
mann de Hamburgo.
Relogios.
Vendem-se relogios de ouro inglezes de patente:
no armazem de Augusto C. de Abreu, ra da Ca-
deia do Recite n. 36.
:'-.GOE8 & KISTO.
Ricos sobrecasacos de panno fino prelo r*
rom golla de velludo e sem ella a 2g, e [?
2g, paietots saceos de casemira de cores t>
escuras a IOS, ditos sobrecasacos padres JW"
g modernos a 15$ e 1S, dilos de alpaca pre- fei
S la e dn cor a 4g, dilos de brim pardo f
i.-> trancado muilo boa qualidade a 5g,.dilos
^ de esguio da China a 5g, calcas de brim
de cores a 3g, 3S500, 4&, dilas' de la pa-
dres modernos e miudinhos a 49, dilas
brancas de brim de linhn a 5g, dilas de
casemira prela c de cores a 6g, 7g, til e
t9g, ceroulas de bramante a lgfiOO. lgSOO
e 2|, palelols de meia casemira a 7$, col-
letes de giirgurao de seda a 5g, dilos dese-
-". Iim ni.-iiao a ,S, dilo, df. velludo prelo a
7| c10g, dilos de brim e fuslao a IfSOfJ
| 3, luvas de Jouvin de todas as cores a
"i IgSOO, camisas de esguio muito fino a
,.:V| a 3g500 e oulras muilas fazendas e rou-
<^ pasfeitas que s vista que se pode
2 avahar a pechinrha ;
3 NA MESMA LOJA HA
^Casacas para a q na resma
';-y mandando-se fazer por medida
x$ do-se o aceio e bemfeiloria da
garanti- J
obra, sen- K
Attencao.
Na ra largado Rosario n. 14, loja
e ollicina de sapalaria ao pe do bolica
do Sr. Pinlo, vende-se em porciio e a
relalbo loda a qualidade de calcado
para homem, senhora, menino e
meninas, sendo todas oslas obras de
__muilo goslo e elegancia to bem fei-
tas como as francezas, s vista poderao acredi-
tar ; na mesma ollicina precisa-sc de bous oliciaes
para trabalbar em obra virada com sallo, daudo-se
as solas e palinilbascorladas por machinismo, pa-
irando se por cada par IgOOO, assim como oliciaes
para tachiado dando-sc a sola cortada por machi-
nismo pagando-se por cada baixo de 1g a lg2XO.
Tambem precisa de apreudizes para o mesmo of-
lcio.
Apreciem o bom goslo.
Na loja do Sertanejo
ft. 43 A.
Ricas sabidas de baile do melhor goslo que pnde
hacer, tanto em fazenda como em preco, laazinhas
de quadros miudos e graudosa 420 e 160 rs. o co-
vado, chapeos de velludo prelos a 7g, dilos de al-
paca forrados de seda, muilo rommndos para andar
a fresca a 2gi00. gollinhas de diversas qualidades
a 1g a 1S20O, 1g600, 2g->00 e 2g800 gollas c man-
guitos a 33500, 49 e 5g5IMI, manguilos, gollas e ca-
mizinhas a 69, 79 e 10g, colletes feilos de velludo
a IO5, 119 c 12S, calcas de casemirasde cores./ei-
las, ricas bengalas de massa lingindo unienrne a TJ,
8g e lOg, grosdeuaples de cor a IgOOO e 2g008, seda
branca lavrada Jeas camisas para senhora com pre-
gas e de muilo pilo a 7g e 89 cada urna, ricos pan-
nos para mesas, e muito linos a 7g, 8g e9s, ricos
casaveques de fusto e do melhor goslo que pode
haver a 15g e 18g, dilos de mussulina muilo bem
enfeitados a 11$, I29e139, e avisa ao respeilavel
publico, que manda de qualquer nina fazenda amos-
tras para ver se agrada", assim como Intnbem da a-
mostrasdeiando oenhor.
Ra do Collegio n.^0.
Continiiacan do catalogo das obras que eslao'
venda nesle estabelecimenlo :
Rogron, _l.es Codes expliques.
Vivien, t tudes administratives.
I Raimes, Protpstantisrae compar.
iRossi, Uroill'ual. '
^^ i I ion trina das Acces.
|f^ Primeiras Linhas Civis por Souza Pinto.
f*-> | Primeiras l.inhas Orphanolngicas.
5 I Cdigo Orphanologico.
* Digeslo Brasileiro.
Tratado de Testamento.
I'erier, Philosophia do Direilo.
Prave Forense.
Consolidacao dos I.eis Civis.
Compendio de Praliea pelo Dr. Baplista.
Perno, Thenria do Cdigo Penal.
Pratica Criminal por Ramalhn.
Direito Civil por Burges i .ameno.
Colleccao da l.eglacao Porlugueza de 1750 a 1720,
e suppleineulo mesma.
Reforma Judiciaria de Portugal.
Correa Telles, Digeslo Purtuguez.
Guia do l'ovo.
Novo Advngado do Poro.
Conselheirn liel do Povo.
Advogado Coiumercial.
Rpgimeiilo das Cmaras Municipaes.
Roleiro dos Delegados.
Diccionario de Medicina por Chernoviz.
Formulario ou Guia medica pelo mesmo.
Potassa da Russia
E CAL DE LISBOA.
No bem conhecido e acreditado deposito da ra
da Cadeia do Hecife n. 12, ha para vender potassa
da Russia eda do Rio de Janeiro, nova e de supe-
rior qualidade, assim romo tambem cal virgem em
pedra : ludo por precos muilo razoaveis.
Vinho Borde^ux.
Em casa de Herir Rrunn & O, ra da Critz n. 10,
vende-se vinho Bordean* dedterenles qualidades]
romo Latidle, Cb, l.eoville, I.s. Juliceii, em caixa
de nina duzia por baralo preto. w
LOJA II.V lid A F VM V
Vendem-se por preco que faz admirar riquissimas
filas lavradas de lodas as cores e larguras, lilas lisas
com pona e se ni ella, bicns brancos de seda de mui-
lo lindos padres e de lodas as larguras, tramoias
abortas de linbo para babadosa 120 e 160 reis a vara,
jarros para flores a2g o par, atacadores ou enfiadores
de seda de lodasas cores para vestidos*,dilosproprios
para espartilhos, lesouras de lodas as qualidades
as mais linas que he possivelencnntrar-se.agullipirns
de marlim e nutras muilas qualidadei, lilas de vel-
ludo de lodasas qualidades, liolrinlias de (amurca
muilo lindas para meninas de escola, frasquinlio
com cardinal a melhor musa que tem apparecido
para lirrnodoas em qualquer qualidade de fazen-
da. pelo muilo baralo preco de Sj, trauciuhas de se-
da de lodas as cores muilo lindas proprias para en-
feitar roupinha para meninos e meninas, e nutras
muitissimas cousas que se allanes vender-sp ludo
por preco baralissimo: na ra do Queimado na bem
conhecida loia de miudezas da boa fama.
Chocolate.
Na ra Direila n. 6 vende-se chocolate de quali-
dades e do melhor fabricante de Pars, por menos
do que em oulra qualquer parte, sendo de 10 libras
para cima se far ditfcrcnca raapavel; a elle, se-
nhores. que a estacan propria.
Veudem-sc moinbos pora caf, de novo mo-
dello, com rodo e sem ella, por baralissimo preco,
facas e garlos a 29600 a duzia, dilaS a 2g8t>0, diias
a 3g, ditas linas rom cabo de bataneo a 59600, d
nova, de superior qualidade, e em sacros grandes :
vende-se no armazem do Andrade & CotiTpello, na
Soda Madre de Dos n. 18, e no largo da Assem-
_ a ns. 9 A e 9 B.
Luvas de todas a
qualidades.
Acaba de chegar i loja d'aguia branca Um novo e
compleio sorliraculo de luvas de todas as qualida-
des, sendo as verdadeiras de Jouvin brancas, edr de
caima e pretas para homem e senhora a 2$500 O
par, lisas de seda brancas1 e amarellas para senhora
a lg2S0 o.par, dilas com borllas a 19600, dilas
bordadas com lindas palmasajjg, ditas mui finase"
bonitas enlodadas com palmase bicos a 29500, di-
las pretas la m I.e 111 de seda com palmas e bicos en-
feitados cora vidrilhos a 2g500, dilas rom palmas e
lisas a 2S e 1g&00, ditas de iurc.il mui linas com
palmas de vidrilhos a 2g, dilas tambera linas com
palmas de relroz e lisas .1 lgboO e 19200, dita* de
seda para meninas a 19200, ditas para homema
lg600; assim como muilas outras du diversas qua-
lidades, como de lio de Escocia, brancas e decores,
brancas de caslor, mui boas e fortes, e de algodao,
Eroprias para montana e guardas narionaes, aos
aralissimos precos de 18 at 320 o par: na ra
do Uueiuiadu, nos quatro cantos, loja d'auia brao-
Cegnae superior ero
ss<
de 15
C do tambem de muilo bom panno prova (
;;,-.) liman pelo diminuto preco de 35g, assim
o<*> como do melhor panno esculla do fre-
"^ guez a 40g, alianrando-se serem lodas for-
^!/i radas de selim m'acao ou seda.
Manguitos para senhoras e
meninas
Vendem-se manguitos bordados de cambraia pa-
ra senhoras e meninas, pelo baralissimo preco de
lg o par, dilos muttissimo finos a 3 o 5g. ditos de
lil de linho muito finos com lindissimos bordados
a 59 ; tambem se vendem gollinhas de cambraia
bordadas muito linas e as mais lindas que se pode
encontrar a 3 e 4 : na ra do Queimedo, na bem
conhecida loja de miudezas da Boa Fama n. 33.
Bonets ricos para meninos
Vendem-se bonets de panno muito finos e de
velludo o melhor que se pode encontrar, lano uns
como outros ricamente enfeitados para meninos,
Selo baralissimo preco de 4 e 68 cada um na ra
o Queimado, na bem conhecida loja de miudezas
da Boa Fama n. 33.
Toalhas adamascadas. *
Fio devela.
Estopas.
Vendem-se em casa deArkwight
& C. na ra da Cruz n. 61.
Ra da Senzala Nova n. 42.
Vende-se cm casa de S. P. Jonhslnn & C. vaque-
tas de lustre para carros, sellins e silhes inglezes,
candeeiros e castiraes bronzeados, lonas inglezas,
flo de vela, chirote para carros, e montara, arreios
para carro de um e dous cavallos. e relogios d'ouro
palete inglezes.
DE
Vende-se esta agua a melhor que tem appareci-
do para lingir o cabello e suissas de preto : na li-
vraria universal ra do Collegio n. 20, d-se junio
um impresso gratis, ensinando a forma de applicar.
a 38, ditas linas rom cabo de balauco a 59600, dita
ito linas a 6MO0. dilas com cabo prelo a 6g, di-
s a 6g800, dilas com cabo de viado linas a 4g e'
5g800, dilas com cabo de marlim a 12$, dilas muito
linas a 138, caiiinhas com agulhas francezas muito
linas a 300 rs. a caia, lilas de lodas as qualidades
por baralissimo preco, biros, rendas, salitre retina-
do a 79WO0. dilo a 81500, panillas, cbaleiraa, ca-
mas de vento, espingardas de fecho e espoleta, de
todas as qualidades, bandejas, colhercs para sopa e
cha de todas as qualidades, por baralissimo preco,
ferragens, miudezas de lodas as qualidades, mis
barato do que em oulra qualquer parte, lachos de
cobre da melhor qualidade, a 19 o libra, tesituras
linas para costura a 240, ditas a 320, dilas a 480,
dilas muilo linas a 640, louca de porcellana da me-
lhor qualidade a 460 a libra', cera em velas de Lis-
boa a 1g400 a libra, ps de ferro proprias para lirar
arca a 1s200cada urna, dilas a I5IOO: ua ra Di-
reila 11. 61.
Presuntos.
Na ra Direila 11. 6 ha presuntos de l.timegn de
primeira qualidadajt dos ltimos chegados a este
mercado a 4N0rs.'a libra : a elle que pechincha.
A iiuadado uioslra-se de grara.
Attencao ruada Cruz
n.17.
Acha-se venda um grande sorlimento de lodas
as qualidades de biscoitos inglezes e francezes, e
fruclas de todas as qualidades presentes: queijos
londrinos, conservas de ervas, baldes, linas de dif-
iranles modelos ao goslo americano, ludo recenle-
inentc chegado, carne de varea em barrica de 2110
libras liquido, pelo preco do (fe, e de porro, lou-
cinho americano em barris du 200 libras liquidas a
250 rs. a libro, vinhos dos melliores autores da
Kuropa, encllenles charutos, doces, tanto em col-
da como seceos, nacionaes e eslrangeims, farinha
de inillio lao fina como farinha do reino, pelo bara-
lo preco de 120 rs. a libra, e niuitos outros artigo,
que s com a vstase pode julgar; no mesmo esta-
belecimenlo se apromplam encnuimendas de hue-
las, tanto para dentro como fra do imperio, pre-
veiiindo-se em lempo, sero bem servidos os com-
pradores, e por precos mais baratos que em qual-
quer oulra parle.
\ ejide.se lita para atacar espartilhos, meias
de algodao para senhora e meninas, espartilhos
Jara meninas de 12 annos, ludo por preco commo-
0 : na ra Nova n. 2, loja de Nabuco 4 C.
XAROPE F. PASTA DF: CODE1NA DF. BF.RTH.
As propriedades nolaveis do Xxroff. e a Pasta
de Coofina tem sido propaladas pelas sabias ex-
teriencias clnicas e comparativas de Magexdif.,
iRiur.n D'Amnm, Wilujuu GnF.ndHV, Marti* So-
lo* f.tc, membros do instituto de Franca, da ara-
demia de medicina, e mdicos dos hspilacs de
Pars.
As experiencias confirmadas pelas recentes ob-
servacoes dos Srs. Auan. Vicia, G. Duhont, profes-
sores da faculdade de medicina de Paris, mdicos
dos hospilaes de Pars ele, etc., tem demonstrado
que o Xaropk e a Pasta de Codfina de Berth: sao
os remedios mais eflicazes para todas as dores nervo-
sas, agudas, e as vezes to rebeldes ; e que afirola
com una rapidez maravilhosa, os accessos conse-
cutivos e que tanto caosam, do catahhho, da tossf.
convilsa, da iikom;hiti: e da fiithisica pclxonar.
O Xabofe e a Pasta de Codf.ina de Berth en-
contram-se em lodasas pharraacias de trama e do
eslrangeiro.
Para evitar a falsificacao deve-sc exigir em cada
vidro a assichatlra, c o'nomf. Berth.
Dirigir os pedidos em grosso casa Mkmer & C*
. 37, ru Sanie Cruix de la liretonnerie em
Pars.
Vende-se urna sorte de Ierras sita na fregue-
zia de Ipojuca, que d para se fazer um engenho.
A natureza do soto e a pouca distancia que se acha
esta propriedade, tanto para o embarque como para
a va frrea, anda offerece mais vanlagens a agri-
cultura : trata-se na roa do Livramento n. 25.
.11 i I lio novo a IO$l b sueco.
Vendem-se saceos muito grandes de superior
milho, livre de bicho, tanto em porcoes, como em
sacco : na ra do Vigario 11. 6. ,
5ir?T^Tft^J"tSr^Sar?sM
Relogios
de ouro putele ingle/, de um dos
melliores fabricantes de Liverpool
chegados ltimamente pelo ulti-
mo pflquetee nlguns de nova in-j
venci 4jfbertos e descobertos a
vonnde no i>ossuidor em ca>a dlfe
Arkwright & C na ra da Crulj
n 61.
lrTT-r3*T7!SVv-.TTjb "-S
Vendem-se em casa de C J. Astley
& Compuiiliiu :
Cabo da Kussia e inglez patente.
Salitre, alvuiade*e verniz branco.
Palhinha para marcineiro.
Vinhos linos de Moselle e Champagne.
Pedras demarmore para mesas e con-
sol*.
Baldes americanos,
(ienebra e aguasaiente de Franca.
Pregos de cotire e de zinco.
Vende ao um muilo bom carro inglez, novo,
de 4 rodas e 4assenlos, e bous arreios : na ra do
Crespo n. 4.
Ra Novan. .8.
M. A. Caj & C. lem resollido nao s ler roupa
feila como continua a ter um sortimenlo de dille-
remos fazendas nao s para factura das obras, co-
mo ler um variado sorlimento de differenles fazen-
das de le e de goslo, tanto para lmiiiem como pa-
ra senhora ; nranleleles prelos bordados com fran-
jas, casaveques de fuslao bordados com franjas, di-
tos do seda para montana, lindas saludas de baile w
bordados de difierentcs cores e gostos, cbaies de rr??'"")Sj
merino de lindos goslos e cores bordados as dual1 ^L,le,l'^fl
ponas, dilos de froco de lindas cores, ditos pretos u
de la eseda, ditosde cores mais ordinarios, cami-
sinhas com manguitos de lindos bordados tanto
para senhora como para meninas, grosdenaple
prelo para vestido, gravatinhas de velludo-a de se-
da, meias de seda pretas e de cores, ditas de algo-
dao dodiffereutes qualidades, lindos enfeiles.cara
cabeca, meias de algodao para meninos de ambos
os sesos, ricas luvas decores e pretas enlejiadas,
ditas de Jouvin para meninos, chapeos de sol de. se-
da com mola e sem ella, dilos de palhinha enfeita-
dos pai a meninos, tocas e sapatinhoe, bolcinhas
para dilos, ligas de seda, lindas caixas de busio,
concha e marisco, casacas para homem de difieren-
tes cores e qualidades, sobre e paietots de panno e
casemira pretos e de cores, de alpaca e de seda,
calcas de casemira prelas e de cores, dilas de brim
de difiranles qualidades, jaquelas de brelanha,
ditas de rispado, de alpaca e panno, colletes de vel-
ludo pretos p de cores, ditos de setim, gorguro e
casemira bordados, dilos de fuslao brancos e de co-
res, camisas francezas brancas com peitos de linho,
ditos de musseliua, ditas de fuslao, ditas para me-
ninos, chapeos prelos francezes, ditos de velludo,
ditos doChvli, ditosde fellro, ditas do baeta, ditos
de panninbo, bonets de velluda, de setim e de
panno tanto para homem como para meninos, lu-
vas de Jouvin brancas e pretas, ditas de fin da Es-
cocia, ditas de algodao brancas, um sorlimento de
bengalas de lindan gostos, meias para homens, cha-
peos de sol de seda, ditos de panninho grandes e
pequeos, lencos deseda, dilos de chita e outras
muilas fazendas que vistados compradores sero
patente pelo ajaco matieomuiodo que se podo en-
contrar.
' pretos v de
r preco de 4$ e
roja de miudezas,
o o. 33.
C.
le urna duzia, vnde-
se em casa de Hoor Brtinn & G., r nada Cruz n. 10.
Carteiras grandes com chaves.
Vendem-se por preeo muilo baralo carteiras
grandes com chav, proprias para guardar dnheirn
e lelras : na ra do Queimado, na bem conhecida
loja de miudezas da Isa Fama n. 33.
. Srdidos finos.
Ha na na do Queimado, loja de 4 portas n. 37,
um completo sorlimento de tiras bordadas minio
proprias para calciiihas de crianens, Iravesseiros
para entintar resareaaes, gollinhas com manguitos
de variados goslos e diversos precos, gollinhas para
600, 800. IJ-^SSOO, 2J, 28550 e 33, manguilos, o
par 19600 al 3$, camisinhas bordadas para bapli-
sados por diversos precos, camisinhas para senhora
com gollinba e manguilos, saias com 3 babados
bordados por 6$, ditas por 49, saias de balao de
gosto moderno para 79, e oulras muilas mais fazen-
das, que nesle estabelecimenlo se vendem por pre-
co maja commodo aue em oulra qualque loja.
vlilHo, feijo amarello, bronco e
preto
revadr, arroz com oasca e farelo : vende-se na 1ra-
vesaa da M. s Dos n. 11, mais barato do que
eju qualquer outr parte
Azeitojaas.
Na travessa da Madre do Dos n. 11 vendem-se
ancolas com azeitanas muilo novas e muilo em
Mangattos para senhoras e me-
ninas.*
Manguitos bordados ds cambraia lina transparen-
te, para senhoras e meninas, pelos baratissimos
precos de 1* e Is6li0 o par, ppciutufk de entremeto
de mui kanatos bordados a I96OO : na ra do Quei-
mado, nos qualro cantos, loja, da aguia branca
n. 16. *? *
Bonets de panno fino e gor-
gurao.
Mu bonitos bneels de panno fino prelo enfeilados
rom liras lilas de chamalole, tranfas de retroz e
galaoziuho doafndo, ditos de gorgurio furta-eores
e de lindos goslos a 4 c &>, precos baralitsimos
vista da superiairidade da obra : na ra do Queima-
do, ros quatro cautos, loja d'aguia branca n. 16.
Escravos fgidos.
20annos1
valhei Y. do
por aolorisoc saa loi'vendidoao aununciante'pe-
10 correlor Souza, nesla praca. Nicolao, prelo, al-
io, cheii 1 do corpo, reprsenla ter annna de ida-
de; levou calca branca, camisa do riscado e urna
baeta nova lem as costas marcas de castigos : te-
ve alguns principios de carpiua : vcio do aranhao
para ser vendido uesla cidade. Esle preto, com os
rompanheiros Joo, Marcelino e Kzequel, leudo si-
do preso no engenho Miranda da (reguezia de Goi-
anna, poude lomar a fugr. Roga-se pois, s au-
toridades policiaes e capilea de campo, a appre-
hensao destes dous escravdtj, e sua entrega o seu se-
nhor 110 referido angenho Tabocas, freguezia de N.
S. da Luz, e no Rente a Manuel Antonio Goncalves,
rus do Cabug n. 3, o*o engenho Acahu, ao Sr.
Francisco Tavares de Mello, que qualquer dos quaes
gratificar com cem mil reis por cada.oru dos dilos
escravos.
r
Vende-se em casa de Saunders Brothers & C,
praca do Corpo Sanio, relogios do afamado fabri-
cante Roskell, asor precos commodos, e tambem
trancellins e cadeiaWpara os mesuios, de excellente
goslo.
Vndese
urna esrrava boa rozinheira, engomma bem, e en-
saboa, com urna cria de 3 annos, peca muito linda,
propria de se fazer um mimo dello," e tambem se
vende s a esrrava, no caso que o comprador nao
Jueira com a cria : iiuem precisar dirija-s a na do
ueimado, loja n. 37, que se dir o motivo por que
se vende. __
DE^RAfrflCACO.
Anda ronlinasam fgidas dous dos escravos que
se haviam ausentado no da 23 de marco prximo
passado 4o engenho Tobcoas, pprteneVnle a Fran-
cisco Antonio Cabral do Mello. Os nomes e signaos
sao os seguinies: Joaquim, preto, representa ter
'" baixo. seeco do oorpo e sem bar-
reas de bichos no* ps: lavo
no pesooce. camisa nova de al
terouWvelha e chapeo de couro
que balita buscado as iromedia-
vindoem poder do
compra qua dellc flzora, e depois
\
J

S
No dia 14 de agosto do anno prximo passado,
fugiram do engenho Sele Hanehos, freguezia de
Nnssa Senhora da tacada, comarca da cidade da
Victoria, os seguintes estrave: Damiao, crioulo, de
25 annos de idade pouco mais ou menos, cor fula,
beicos grossos e meio arrebatados, tem urna cicatriz
na testa provenieole de um coice de animal, pernas
linas eaguma cousa aajjueadas para fon, esmalma-
do, espaduado, altura regular, eesta bacaodo ago-
ra. Jaciiitho.-crioulo, de 28 annos de idade pouco
mais ou menos, altura regular, cor preta, pouca
barba, beicos grossosc fazcerto geito na bocea quan-
do falla, tem urna cicatriz em urna das faces, nemas
finas, esmalmado, fuma, e tocador de non. O
primeiro foi comprado aoSr. Joio Francisco Barbo-
za da Silva Cumar, e o segundo diz qae foi esc r-
voda familia do Sr. Joo Nanea, da fazenda do Sitio,
em Paje de Flores e comprado na praca de Per-
nambuco. Consta que-ditos escravos estto em Pa-
je de Plores por portadores que mandei e de l vie-
ram: roga-se as autoridades policiaes e capitaes de
campo de os pegar e levar ao referido engenho, a
Bemardino Barboza da Sirva ou na praca de Per-
nambuco aos Srs. Manoel Alves Ferreira a Lima, na
ruada Modan. 3, segundo andar, que sero re-
compensados com a quantia cima.
PERN.:-TTP. DE M. F. DCFAMA. -18.
f.l
--...;-"; --;

lll l


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