Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08043


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Full Text
i
f
5
*
ANUO XXXV. NUMERO 06.
Por tre mezesdlatado 4JOOO.
Por tres meses vencidos G$000.
QH\TA I I IK \ 28 DE ABRIL DE 1859.
Por anuo adiantado l$000.
Porte franco pare o subscriptor.
* I
DIARIO
MCMIEIIDOS 61 SUBSCRIPCIO 10 NORTE.
Paramba, o Sr. Joao Rodolpho Gomes; Natal, o Sr. An-
tonio Karqaes da Silva; Aracaty, o Sr. A. de Lemos raga
c<'*r.0 ?* Jo* 0,v**"'; Marnnliao, o Sr. Jos Tei-
xeira de Mello; Ptauhy, o Sr. Jos Joaquim Avelno; Para,
r?JU*lU, '- Ruuoai Anll,;wna9. Jeronymo d Cabo, Serinhera. Rio Formoso, Una, fcrrciros, Agua Pre-j Primeira vara docivcl: lemao aexlaa ao mo dia.
ta, l'inioiitoiras e Nalal quintas feiras
_____________________,_________________________ I (Todos us correios parteui as 10 horas da manhaa.
1UDIENCHS DOS TRIBUNIES DI CPITIL.
PIRTIDl DOS CORREIOS.
Olinda todos os das as nove e meia horas do da.
Iguaiass, i.malina e Parahil>a as segundas e soitas-fpiras
s. Aiit.in. Bezerros, ltonio. Cmara, Altiho e Garanhansl Tribunal do commereio: segundas e quintas. "
naslerras feiras. I Hola.;,..: lenas feiras e sableados.
Pao d'Alho, Nazarclh, Umooiro, Brcjo, Posqueira, lngazoi-1 Fazenda: Ierras, i|iiinlas e saliliadns as 10 horas,
ra, llores, Villa Bella, Boa-Visla, Ourirury c Ex as I Juizo Jo eomni*rcio: quimas ao Dieio dia.
guaras feiras. a lliln do nrplios: torras e sextas as 10 huras.
Segunda rara do civel: quartas e sabbados ao meiu dia.
EFHEMERIOES DO KEZ DE ABRIL.
3 La nova as 7 horas p 58 minutos da nianha.
110 yuarlo erescenle as ti horas e 1 mislo da manhaa.
17 l.ua chi'ia as 6 horas e Iti minutos ila manhaa.
25 Quarto minguanle as i horas o 2l minutos da inauha.
FllEAMAR DE IKUE.
j Primeiro a 1 hora e 18 mtnulos da manhaa.
i Segundo a 1 hora e 12 minutos da larde.
DAS di semana.
r> Segunda. S. Marcos Evangelista ; s. Hermino b.
20 Torea. S. Pedro de Hales li. ; S. (lelo |i. m.
27 Quarla. S. Tertuliana b. ; S. Turibio are. de Urna.
28 Quinta. S. Vital ni.: S. Prudencio b. ; S. Agapio m.
29 Sexla. S. Pedro ni. : S. Hugo are. : S. Tertulia v.
;!0 Sahhado. s. Calliarina de Sena v.: s. Peregrino:
I Domingo. A Maleniidade de N. S.; S. Felipp e Tiago pap.
EXTERIOR.
Mshon
tO de mareo.
Kisaqu minuciosa e impamaluiente narrado la- seguro-ras que nao. Xin 6 por corlo ocgucira re- ser apreciados Ja nm lapso de penna, e poisaddia- Vctor, urlico idi..... 2'annos. \ iti -Eeuda ..
du quauto honlem orcorrcu, se d,zi* o all.rrnava a- eouheeer a bencau que lieos no, concede no meio remos esta apreriacio para a occaaiio tais oppor- Francisca Maria do 6, branca, idade 22 anuos, sol- administrador orn ves de
coi. a ua rnse ministerial, jdns sollrimonios. Naocesserei de exigir multo del- luna ; entretanto a julgar pelo prazer que nos can- leira
naos de boje hmitam-su uns a noticiar o les c de desojar que elle* aleancem o alvo u mais son, ainda una ve/, n proclamamos por atraillo que Jos, branco, idade 2 anuos o meio.
ENCARREGIDOS 01 SUBSCRIPCAO JO SOL.
Alagoas, o Sr. Claudino Falcan Di;
Martina Alvos; Hio de Janeiro, o Sr.
'Cjoios
JdTstRre
o Sr. Jos
ira Uartins.
F.M PF.RNAMBUCO.
O prnprielario do DIARIO Manuel Figueiroa de Faria, na
s>Uivrana prara da Independencia ns. 6 e 8.
II. M. Perei
.. 'l' hIh',i ^._J J<'iS^" i 'nmpalibil.dode do poder "temporal e dVpoderes-
ti.^^-* _..mw. r.. | fcfritaale urna questo controvertida entre os fi-
< Ihos da groja rhristu e catholiro. Ainda sus-

as rircumstancia
"ihrrTrfienm
ua demisso na segunda fei-
. li-rsi'cceiton-lh'a. e oncarregou o. Ho-
nro duqiie da Teroora do formar o novo govoiuo.
Este 'o acly.
8iiaes (ram as causas que o produ/.iram ?
ui orna votarn contraria eiu qualquer das ra-
sas do parlamento Nao.
ol lguin Hjcto en, dscussu na cunara rloe-
, que dessV au miuis
I derrota ? Nao.
u ministerio fandamcuto para le-
; que d
mer un
Koi a falta de ooiifianra da cora ? Nao.
As causas foro, porauto. unirs.
Na enmara discutia-si' a crise cnmuierri.-il do
Porto, de raijo- debate nein pndia rusullar a ronsoli-
dac0 ne.ni a o^ueffa do mniislerio. O Ilustre depu-
ta,do o Sr. Sebastian de Carvaho fez un simpWs
nnuerimeiUo para que o guveruo fosse convidado
* WM''"".08 eotivos, porque senao liiili iccoin-
pntn>. .io su ebegou a rotai-n algunia. o debat'
nirru tranquillo;, o Si. presdenU' do conselho do
uiinislrus ijue eslara prsenlo, deivou encerrar a
I seai pdjl| a palavra, seui se explicar:
os pnma-
pedienle, Iratou-se da lerceira discussado pooj.
1 n. 7 deslc anuo, que crea a frogue/ia de S. Cac-
programma em que lodos possam concordar, dos- futuro qualquer que elle fosse. la anda dous anuos da, o que assenla taiubmu lias suas de
vieui asdillieuldades que nao poderpiu rencor po- escreria ella .< Celebramos boje ouascimeulo du I veras.
iiham de parle as quesioes que 11.10 forem urgentes cunde de Paris : la/.e.n buje ULannos que l>eo.s m'u Em, todas as occasiOes eniine ten. sido dado ao a" *> Rapoza. 1^'proVadol"'
1. 0111 que discordaren!, harmonisein-se auan concedeu. Que lembranca Meu corara.) ine^arecia I publico ve-la. ella trajava c de rosa, at inesmo Continuou a, lercora diacussao dn orcamenlo
pensameiito, ileeui garantas aludos os partidos, e demasiado estrello para cnuter tamaita alegra, e : nessa grave ceremonia nilid.il da ab-rtura das ra- provincial, que fi aiipruvado rom as emendas se-
pouerao tazer por esse modo revivcr essa admiuis- I essa alegra nao ser nunca mareada por esse lillio niaras. 11 quarto e penltimo baile das Tuilhorius guinles
Iraeao simi-innrta. predilecto, hu tenho a cnnUaura de poder dtzer eslove milito alegre e animado; SS. MM. honra- N- 1.-Emenda adiiiliva ao S^. do art. 11f.om de" I,n-2?
u pnmciros p.issos do Sr. duque da Tercena anda nos bus dos meus dias. que elle nanea des- ram-nu cun sua presenea al una hura mnitn adian-, conlimtaeSo das oleas do recolhimonlo do Sanls- N 16 \o art aditivo V caan r
""!^an,:^a 'ndeucia o boa liberal, o q......leulio a ui.uha espcran.a. Toda a familia se reu- lada da noile ; a imperalriz astilla de blanco linha | "O Coracio do Jes,.,, da villa do Iguarass-duus R.'n'fe lira aioiisad !,^pmurta, ",1err.".'. c"m,u'"
N. 1 i.Ao art. l:i.Com a compra dos objeetosl
iieressarios para arranjo da sala da audiencia e jurv !
0 reparo da rasa respectiva 8008. Mello lt.tar-
ro* de l.ierda. Mello Curalcaiili,
S. 15.Ao 'i do art. 2. Supprima-sc a pala-
na postal depois de delenrao.S. 11. /;.
uisas maliiinouiaes e os espousaes perlencem,
por sua 11a111 re/a. ao (oro civil; que n igreja, no-
: correWosseculos, comecou a imporirapedimpii-
< tos dirimentes, nao usaiidu do um direitn pro-
pro. mas em virlude de urna prerog.iliva quelho
< conceder o Estado; que os caones do concilio
< dr Trono Sossuil, cap. 4.1 que fulmina uann-
* llicma contra osqueousarmn negar igreja o di-
i reilo ile impor impedimentos dirimentes, 011 nao
ados, toda a gente sabio do pala- 1 agora 1
Todos os 1
rio das cortes iem idea quu o guveruo se demit'ta,
padree dizor, os- proprius ministros nao eslavam
nesse-proposito ale s 4 horas da tarde. Mas ora
forcoso dar honlem na cmara una respusta, una
explicaco. ^a
Para lomar um accojfl Mate sentido reunio-se
noite o conselho de mikjiaWis.
Ahi pmidjeruu-si'asituarao em que o guveruo se
1.1 grande fesla, ha tanto tinipo aiiiiunciada
podiam dar vida a um radaver, e proniinciarau-se nr da causa liberal, ella dizia com sublime eleva- vestimentas fabulosas, algumas pela sua rique
contra .piando vi ram que o sen sacrificio alea do Cao: O papel que lemos de representar beta Uotras pela sua originalidad*. Entro um un,,,,-
ser inglorio era prejudicial an paiz. Considera-lu.s simples e modesto ; s temos que supplicar a lieos lalvez demasiado, do nianiuezas du seculo de Luir.
.l(rni'.1 til um orrili'i.i mililioi ai hikai^oIi- nm ..I, .. a.Lb^.. -....-_. lili r 1. # I .*
ernacan publica aprovelar um ele- I e exhortar nussus lilhos ; nao fallaremos ao ciim-
achava, nao
tnhain sid
para se completar,
que a opin.an pu
tracto par o eomiL._
feilo que prodoiram
u declarar cmara, que
dos'os esforcos que lizera
011-se o 'desfavor com
l rerebidn o novo con-
krro do norte ; o mu cf-
__PJJhiruo da cmara os pare-
ceres das oomniisses de fazeuda e obras publicas;
n qujB Wjbassou na ultima reunio da manira on-
de as npniies se raanifeslnram pouco favoraveis ;
finalmente que o governo s lindera contar na
qu.'slaudo eaaiiutiodc ferru com 10 votos de luaio-
ria, o que equivala a una derrota.
Sobre ludo isla .'ministerio eslava reduzido a
tres nambres, isto que o Sr. viscoude de S se
achara inteiramenle impossibililado de continuar
no deseopenho das pastas da marinha e da guer-
ra, e ial.nor ase motivo nusentar-se da capital.
Ainda la-riaaiiru obviar a este inconveniente, .11-
. carrugando-se interinaiueute da pasta da guerra o
Sr- tbjgiqnet de Lnul e da marinha o Sr. ministro
daajfka*. publicas. Ambos se recusarain, nao s
por ao poderem desempenhar as fue, oes inhe-
renlea aos doas cargos, mas porque seria sancrio-
nar uiuaiiftcoustitueiinialMadc. l'assar as duas pas-
t tas ao Sr. Avila tambero ora impossivel, porque
' nesae caso licaria cun quatro secretarias de esladn
a sen cargo.
Km to criticase apuradas circunislanrias, oque
restva faier t nicamente darem os tres ministros
que cnectivamente exisliam, a sua demissau.
Foi o que fixeram, p. b Sr. niorquez de l.oul se
aprrsemoH'hontcm a declarar cmara por estas
tomines pulavras
Sr. presidente, o meu collega, o Sr. mi-
nistreida obras publicas, respondendo hontem as
explicacoes que se prdirain no ministerio, sobre a
reconslriiceao ministerial, vio-se embarazado, por-
que o governo eslava para tomar una resolurao,
queelleclivauenle toinnu honlem, mas ainda a nao
tuina definitivamente tomado ; e agora ver o im-
bre dcpulado o Sr. Mousinhu, que fez to arres
acciinacesde incontituainnalidade, que estas qnes-
ti-s graves nem sempre ae podem tratar n'um mo-
mento dado. r
* O ttMoistero estara hesitando se poda conti-
nuar -agerir os negocios pblicos 011 nao. Nao li-
aba ainda lomado urna resoluco; exactamente
nesla oecasiao que se lbn pcdei explicarnos a esto
respailo O governo nao as podia dar satisfac-
torias, porque ainda ule tinha lomado nina reso-
Inrao,
Islp dilo. cumpre-me agora parliripar cania-
Jt,4e o ministerio rcsolreu honlem pedir a Sua
gestade a sua demisso, fui areila. c Sua Magos-
tado chaman joSr. duque da Terceira, para for-
mar nma nova administrarn.
As causas portauloda demisso do ministerio fo-
rain jachar*redundo saJres menibros acli-
vos-*a impnssfbijidade de cnmplelar-se o lerdo
ronfessar peranle. u parlamento essa impnssihli-
dade- a incerteza de triumphar na questo do
cartiinhodefcrro do norte. Nao prorurem expli-
car o tarso par outro modo. Seria difflcil allegar com
virdade mitras causas.
Est o Sr. dnque da Terceira enearregado de
formar o novo governo.
Este faci urna graudejtalerrogarao.
'Connr -i erganisar o^fero gabinale ? Ser de
caracteres puramupte perlencentes ao partido poli-
jieocnl qde S. xc. milita? Ser um ministerio de
fusao lirado daquelle partidoe do progressislare-
generador? Eao que ainda se nao pude responder
calaba api
tns'raflettindb no que se passo, no estado dos
partidos, nojoapirito poltico da camara'dos depula-
dns, e,4evefs tambeui dizer. as ideas que pre-
sunto de forra que deve produ/.ir bous resultados. primeulo desse dever
Eni rouefusncoiiibinar a uuidade do nensa- v n.nMn..n ..
n.nlo guvernalivo con, a muHiciplicidade das for- j ttlTJ&SSSX&Z
'sgnilicam estas palacras da Recolueo, me O SE""! !*,?' fiH| pe'", KuJP!; ^>Unit
pen.samenlo do parlldo regenerador, a ronbinarao ''",?"": ''6 *omto de ronllar nos
a que elle prestir mais decidido poio ser aquel- ^J}^?^ um-a. ">"0. pa" V^
la que dr em resollado um uiiuislerio, onde sejam
representadas lodas as Ires fraccocs do partido li-
beral.
Veremos como se resolvem todas estas gravsi-
mas, dilhculdades.
Hontem era o da om que o Sr. marquez de La-
le costumava receber em cosa os seus amigos, l'o-
.........o--------......-......-........................... ,., Brrelo.So pasear a emenda, an.s, ente-se o se- de nm motadouro 110 forte do Monle-ncro e n'riu' l",':i!", '"''''Oros e dusschismalicos, sobre a infal-
!."''!.. .''""'l.'i >",r"-'l'-""l"ai"l" WMf. q sao | aleniarain a existencia, o amor do paz < a f no por- disfarces eran, de rigor absoluto e ahi iiularam-se' W"'"e :devendo ser pagos lodos os profesaores de segundo as obras do cemiterio. 1/ Reqo'B de M"u'li"i^^ d" P.>0ce romano, sobre os concilios,
ilislrucro primaria, que esliverem em idnticas l.arerda>Mello Cacalcamli. multas proposicocs lemeraras e audaciosas, que
cirrumslancias.Muehudn du Silva.Sonta liis.:
Ilurriis Uarrelo.I', de Lcenla.
N. 7.Emenda additiva.An S II do ut, 21 re- n
N. 18.-\rl. aditivo. Fica a cmara municipal ''"toX'^J}'",''1" '' ,assi-"a'a-|ns ulna Por "
_________ ,. em.uin tan grande amalgama de erros.
de Na/arelh autorisada
de-so dizer, qde neuhniu fallo,.. Ho.ivc urna grau- n,nC" C3"i? "n ^Pal'a. o Sr. duque de
de concorrencia, eontando-se 65 depulados. ,, ^l v,P,cn,on1,'> lev,1l"?e "" f"ndo al",a
A enmara hmlteui, na primeira parto da oti*m\%ES^l2^^SPt'Am MW VUBM
do dia appn So Prove, que au,!r,.i o governg | '^LSSRS^ ****-
pomas primaveras representadas por pastoras no ge-
nero de Walteau, urna Minera einpoada e de elmo
na cabera, nina Diana cOberta de brilhantes, ciganas,
cuidado havia sido poup'ad.'e en, aluruzas to Jl'das, llespanhuas, (Irientfes, e entre todos o
Armes e to bem dotadas eque dispenaavam assiro niaianolavel lahez, un, nisalegvpnu primiiivo, da
nina direceo de cada dia. Dos poupou-lhe essa se- 'uais severa exaclidn e da mais alta anliguidade.
pararn de un, dia, e Ihe orcullou o instante de tll,ic ?s Deosas a Paz e a tierra prodiiziran una
nina_ separaran mais louga. Extiuguio-su docemeu- | sanaacDo dc^aetualidade, e nobale assim rumo as
le n'um dia de primavera, u seus RJbOi urphus
seguem o curso de suas viagens, o Sr. conde de Pa-
\i, havla um invern polaco, espantosamente bem ? .Emenda additiva.Ao S 11 do art. 21 re- proprietaro du el.....nho Itabilonia de foro do ler- ',1"'" por "",a sen,e
imitado, emoli em um immeiiso vestido de (reos '?llv0 a receita. acrescenle-seperfumarias, de lei- reno em que se acha 0 aeouue a quanlia de *'m f?[. SlUBaa, o autor leude
de nev feila de penas, as quaes junravam o soa- '"'*. 'le vender plvora, rasas de commissao S. H.-J/W10 Cacalcanli /; de l'uerda \lcllo "1,u""", '' Kverno da igreja,*
lbn, um vero coberlo de llores admirareis, o nao e eonsignacio de rendas de esclavos, 'guardando-sc Heno plclainenle a fo calholica, Jfis n
a pagar o que se deve ao K ^ visto ,,,._ por --- scnielh;n|c ^^ p
por taes mximas, o autor leude a destruir a colis-
a resuelto dessas o disposto no art, 20 do regula-
menlode 11 de abril de 1812.-/'. ftaptita.
N. 8.Suppriiua-M> o J 3. do art. 11.S. R.
" uza iff/
a mandar
der conslrucro da estrada de
1 meus lilhos de nunca seesque-
Braga a uimares pela directriz" que julgar maul-SUT a ""'T '"'0S |,ri"ri|,0 te l",da a
sab.-duna, que ello e um guia e un, pharol na
conven,ent.
.Nos fundos nao ha alterarn nolavel.
Jornal do Commereio do Porlo.)
CORRESPONDENCIA 00 DIARIO DE PERNAMBUCO
Paris, S de abril de 1859.
Revista mtalitrieg e titttraria.
0 mundo elegante continua suas fustas da qua-
dra : saius, bailes, solemnidades msicas e thea-
trus particulares. Porm os autores e os artistas
dos pequeos siicules escapan, desta vez a forola
da critica que algures dillicilinenlo colheriaalguuias
uovidades na regiao dos grandes Ihealrus, ricos to
smenle de promessas, promessa da nuva obra de
Mavcrbur da obra Sch. Gouuod, da obra de Alexau-
dre Diluas Filho.
A eriliea deve ppis vollar-se para os successosda
litlernturo.
shim a Ihioueza de Orientes'.Existe um livro
que e boje objeclo de mais du que um successo lit-
terarin, que quasi Ulna inanisfeslacao publica. Se
ueste mesmo lugar ha pouco fallamos de una das
glorias francesas acolladas pelo vento do exilio, do
principo dos Poetas, agora vos fallaremos do desli-
no soberano e real de urna luulher heroica, que na
sua vidaallribulada.soube deseiupenharuina grande
trela, educando-como u dereria ser um menino nas-
cidu para a Franca, (azondo un, hoiueiu que leria
sido re, e que boje o conde de Paris,
Sem dar a conhecero seu iiome, urna mo enge-
nhosa e sympalhica Irarou em toda a sua verdadei-
ra grandeza o retrato da Sr\ duque/.., de Orleans,
Helena de Meklenburgn Schweriui. Iloje que o es-
queormenlo pareca haver coberlo essa familia des-
Ihronada.bein como as nevuasda Inglaterra que Ihe
den bospilaldade, boje que o novo reinado, que
lauto ten, crescidu depois da guerra do .oriente, pa-
rece disposln a lomar ainda maior falto, buje que
as preoecupacoes de urna guerra takez prxima,
agitain n velbo solo da Franca, essas tulla-, onde
se euconlra un pastado qu nao fura sen, gloria
e sen, prusporidode para o paiz, Icui sido acolladas
com um arudanieuto iuesperadu ; e uesse acoda-
iiienio ha um querque soja de svmpalla, de'reco-
nhecimenlu, e lalvez de 11,11 vago e involuntario
senlimenlu.
Hego.
Sobre ellas niaram os Srs. M. Porlella, A. de Oli-
veira, llnptisln, Uartins Pereira, Rrilu, P. Dnarte e
Manuel Cavalcaiilt.
Dada a hura o Sr. presidente marrn para nrdein
regiocs pnlilicas os mais agidos diplmalas c'
mais enamorados dancadores nao leraui sabido por
que lado se proiiunciassem.
O imperador e a impcralajz honraram algumas
vezes, mas sempre iucoguitoM esses bailes disfa desaguamenlo de um dos bracos do ro Taquarauo
celos. Citam-se varios dictes xislusos de um do- nu Una.S. R..Martin* l'e'reira.
min sempre uiudanl... nf dos prazeres do im- N- W-9 additivoaoart.il.A importancia dos
pnraitor consiste em mandartazcr um certa mime- 1 einoluineulos cobrados na casado delenrao.S. R.
XI' V .,.,. .-wu,. ,,..id V ..I |T1 i-iin.-IIK' III.U UU hila Ollll'll,
. rr. 11.s addilivo ao arl. 5. do orcamenlo pro- do dia dV buje c a continua, o da anlernr, c lerroi-
11.1 tal. -um a prepararan e aeondicionanieiilo dos ra dscussu dos projectos ns. 37 de 1856, c 11 de
objeclos do muzen 1 llHIg-Por/c/u. Piolo de U68, e levanto.! sessa.
*!! ,. Eran, Choras da larde.
N. 15.Emenda para ereallocada onde nelhoc
convier.Fica em vigur a aulursaro da lei ante- Chamamns a altcneao dos leltores para o com-
nor que mandn proceder aos estados graphicos pa-1 mullicado inserto no' Diario de boje sobre a nova-
ra a miidanca do le,lo do r>n Bonito Grande e o randoeonlraln que esparou por maisrinle aunoso
desaeun.uen,/, ,IU......i.. ........,... reslode .' tW.OOO
prosperidade e um arrimo no infortunio ; que cll
se eonserrem liis aos preceitns de sua mocidade ; 1
que elles se conserve,,! lambem fiis a sua fe po-
lilira, que a sirvaiu, quer pela sua cnnslancia na
sdrersidadee no exilio, quer por sua firmeza e fer-
voroso patrio!,sino,qua,ulo os suecessos os reslitu-
rem ao seu paiz. One a I-rama recobradas a sua
dignidad* e a sua llberdode, que a Franca conslitui-
runal confie nellcs para defeza de sua' honra, de
sua grandeza e de seus internases. Oxal ella en-
contr nelles a sabedoria do seu aro, e as qualida-
des ravalleirosas do seu pai. Elles se lembraro
sempre dos principios polticos que lizcram a glo-
ria de sua casa, que seu av servio ruin lldelidade
no Ihruno, e que sen pai, (o seu testamento o at-
iesta] linha adoplado com ardor, u cujas ultimas
direcroes fora.ni a base de sua educoco.
Mas fallemos agora de um oulro livro, que nao
produzio e que nem pudendo prodiizir a mesina
seosaco, nao passar todava dcsaperc.bido no*
mundo letlerario.
O XVIII seculo em Franca foi a saluniai do riso !
Por baixo da eabelleira empoada, a snciedade
rio-se lano e de tontas cousas, al das 11,ais sa-
gradas, que os ltimos sons do sua alegra loura o
convulsiva, vieran, expirar sbitamente ao primeiro
arto do mais lgubre de todos os dramas ; o nos
lillius dcste seculo iiasecinus serios 6 graves a pon-
to de termos al eaquecuJo a alegra ligeira, o lino
sur,izo, que por milito lempo constituirn! o en-
canto e samete especial do espirito francs. Pare-
ce que a louihranea dos nossos pas sempre presen-
te, extiugue em nossos labios e amortece em nos-
sos olhos a zumbara viva que se casa to perfoila-
meule com a sabedoria lloveramos levar nossa
reminiscencia mais slrss e 'resusilar essa velha
Franca, que vai apagando-se de dia em dia : acha-
namn-la sempre viva, leve, zombeleira, sempre
indnlgeiile a despeilo de seus desvos, sensata mes-
mo as seseas loocuras, illha prerilcgiada% quem
o ceo deixou, entre as iiiuumeras provancas ac. u-
muladas, nina lores vivaz e suprema, um remedio
a lodos us males :" o dom de rr c de canlar. Desta
arle conseguiramos proteja-la contra a taraso
geral dos contornes e das ideas cosmopolitas, contra
as ondas du germanismo e da anglomaiiia ; nem
ru de dminos dill'erenle.s,quo-muda frequentementc
para melhor poder guardar o incgnito, por is-
lo lalvez que foi muilo seguido um d.uniu branco
com mascara preta. Esta noite terca teira de en-
trado, loma a haver baile as Tuilhcrase amanha
doeara pouco mais ou menos em Inda a parle.
O. M.
PERNAMBUCO,
REVISTA DIARIA.
por isso praticaramos acees mennresquaudo hou-
"7..T."- .1 ... 1. 1 1 vessemos atirado de lado" a mascara iiumovcl une
conl? nT ,0 I,,,'T, ,? CX1S,en(na 'l"1,! Kemos atada au mslo.o seriamos mais alegres us
. i d, f li'-is,?! S ias'le ..''-fe'''s dias f.slvos, ornis consolados nos dias de mi-
auno de telictdade, as esperancas nullogradas, a 1 seria
inorle promalura, desse priscipe real, lao cavallei- '
ruso, to amado, lao chorado, e os encantos da
princeza lo uamorada da sua patria adoptiva, sen-
l*-se crescer o menino que carrega un, da sobre a
sua fronte todas as esperancas da patria, acompa-
iihando-o cun urna persistencia que au podemos
explicar, muilo embura exisla no fuudo do peusa-
niculo.
Essas linhasnos dlzem que a infeliz mulher Ira-
jando as vestes da viuvez, depois de seis anuos de
lelii idade to perfeila c tan ephemera, nao leve se-
nao una ambico lerna e uobre : a de educar seus
lilhos como seu pai oueria que elles fossem educa-
ilnmin C----------------i----- -^ F .. """" "" -" F. uueiiu quu enes lussem euuca-
Mla regios do poder, nao e fac, dos, o de liabalhar desta arte para a felicidade da
nao e prOvarel que se organisc um ministerio pu-
ramente caruata, porque se assim nao tora, o gabi-
nete licaria lioulem uiesmonrganisadn, sendo sen,
duvida o sou primeiro acta a dissolucio das cor-
les.
Todas as iadicaoes, porm, sao de que se nao do-
re esperar seno um ministerio de fusao.
t tanto 1.a. fundamento para assim o acreditar.
que, logo que a misso foi cuminoltida a unbre du-
que da Terceira, comecou a vogar eralineiil* a lis-
ta, que bunleui i ultima bora mencionamos, e
noile dizia-se em todos os circuios, que prevalece-
ra a seguiste cumbinaco.
Duque da Terceira'presidente sem pasta.
Correia Caldcirareino.
Uartins Ferraojuslica.
Casal Ribeirofazend.
Antonio de Serpaobras publicas.
Adrianno Ferreri-guerra.
Visconde d'Ouremmarinha.
Era o ministerio de fuso em que Indos fallavam,
mas quusq nao dar cano momeadu, nem segura-
mente o podia estar.
O partido regenerador mostrava-s* pouco incli-
nado a aceitroste combinarn em que elle llcava
em minora, oque de futuro'Ihe podia Irazer gra-
ves embaracis,e-pareca que mais fcilmente apia-
ra oulra corabinacaa neste sentido :
Duque da Terceirapresidente sem pasla.
Fontes de Helioreino.
Correia Cstaerajustica.
Adrianno Ferreriguerra.
Casal Ribieirofazenda.
Antonio de Serpaobras* publicas.
Franca, para a qual ella nada podia mais contribuir
senao poj- intermedio delles. Euternece-se a gente
vendo essa iutclligenciu lo rara absorver-se ludas
as horas nnscuidadns ns mais minuciosos, dados a
saude, aos jogos, aos primeiros estudus de seus
Qlhos. E quando Iroou essa tempestado de fevereiro
de 1848, tenia ella com perigo de seus das, e dos
de seus lilhos conservar a coroa para o conde de
Paria, representante dos dircitos que sua familia
havia reeebido da Franca.
Mas a tempestade fui irresislivel, e forra foi fugir
para Ierra estranba, levando esses duis desventura-
dos meninos, que iam crescer no meio dos azarea
do exilio, luiige dosdegrus de um thruuu arreba-
tado, destruido em poucas horas!
Constantemente fiel a sua misso a Sr" duqueza
de Orleans seutio porm um momento de desfaileci-
uienlo, quando a i de dezembro o principe Luir. Na-
poleao tamos as redeas do governo da Frnra :
cnlu ella chnrou. Kssas lagrimas seriam pnr-ven-
lura asila ambicu mallugrada fio, se por sen,e-
Ihanle palavra se euteudc desejos mesquiuhos e
preoecupacoes egosticas; s,,,, so por ventura se
enlende que ellas sgnilicam a tristeza de urna al-
ma devorada pelo ardor de urna devotaco ora sem
objeclo, c o senlimeulo profundamente' melancli-
co de um desliuo queja nao pode ser preenchido,
1 mi inda mais de um porvir sem ametla.que se abra
para seus lilhos inulilisados para o seu paiz u para
a sua causa. Ella concentra no intimo de sua al-
ma'h penivel impresso desse pensameuto cruel,
mas diante de seus lilhos ella recobra sempre toda
sua energa, Com elles ella eslava sempre alegre
e procurava com maravilhusa intelligencia, sem to-
Jului Pinjentol 011 marquez de Ficalho-mannha. davia dexar que. elles esquocessem que se achavam
(llrlfltiktl II (1q riniia rtarli rlno ,li i-li 1 m ..un nnl .. i**__A .... *
Asopioide3 dds dous partidos dividiam-se entre
estas duas listas ; mas tudo era ainda hypothelico,
porque al a meia noite nao' consta va que estivesse
tomada resoluco alguma definilira.
Sabia-se, que o Sr. duque da Terceira chamara
pelo telegrapno o marecbal Saldanha, que eslava
em Cintra, e que tiveram ambos urna conferencia
as 7 horas da tarde.
Sabia-se igualmente, quo o mesmo Sr. duque
conferenciara a diversas horas com o Sr. Fontes, c
fra do seu paiz. c em lempo de seria provanca, el-
la procurava, dizemos, arredar loda a tristeza in-
til, creando em lomo delles urna alhmosphera bri-
lhante, abrigando-os contra o tedio, esse laggllo
dos principes nocivo do desenvolvimcnlo das cri-
anzas eque abat assuasjovenis faculdades mais do
que os grandes infortunios.
E quando era suas mospias c-maternacs ella rio
concluir-sea sua tarefa conforme os desejos do sen
corarn, ella experimento,, um grande consolo quasi
o Sr. Joaquim Autouio de Agutar; mas destas con- I qu, uma felicidade, da qual ella diza < Eu sinto
''ncias nada linha resultado de posiliro. E acres- UIIIa folicidade inexprimvel vendo meus lilhos aYes-
\*1,*-e1 VnT 11 j Ca8lr0- visconde d Algos, e Joaquiin I almas juvenis manifestar uma ternura fraternal,
Antonio de Aguiar.
quasi mesmo que paternal por, mii, e tomando
nr^n"""" loaas e8MS circurasiancias. que se nao 1 cuidado de sua mi, como se ella se livesse con-
p2 ."i" m""*6"" puramente cartisU, pode ad0 a solicitude delles, e nesla rehiran a mnha
r,Muov,.^q''e "o'* "'"JU0J daTorceira consiga raa saude mc prcs,., Rrando gerrico. (pags. 201)
nV-i 1^1 grandes difllculdades que se apresenUm 1 a idade de meu filho mais rciho no' meu concito
?vil hSL. g*b,nele -10 dous Prtld0! ? I a mais encantadora da vida de um homein ; elle pus-
uav 1a noatem muilo quem auslenlassc a negativa,'
. i sue toda a candura da adolcsccnria, a dircilura dos
r'*....2? ? ies caso "I*"0 d,'1*e "'(?- principios qne ainda nao foram contrariados, loda a
^mTs? foi confiada, sendo de novo pureza das impressoes, e a isto rene elle todavia
t.w?rni?r.L SIT** L(!utJ 1ae "'-a ""> uma firmeza sempre erescenle, a reflexan que sup-
, l-Ts 1 Iracroes do partido progres- pre a r-ipencncia e o1 desojo ucessanl* de piogredir
p;,!^!^- presidente sem pasla. j e e aperfeiruar-se. Roberto ( o duque de C.har-
.-,n ^ inVi. ^ WiP mnnM \crosimil es,a v,"r- 'res ( comer lambem, se bem que mais mor,, a li-
m,;.,;.^.^.^13 ,0,;vel,UPn"* 'lo gilr madu'rcxa & pureza infantil, easua ndole i-
Udn, da mtarta ^urt ^"'i ".""X 1f depu" I ^liemente mesmo, se modera pela prudencia
w Un!?SSm.taSf^y \ dl"uolles I*: qne cada dia rai crescendo. Dirme-heis ; dcixais-
e tinbam declarado disidentes. | ^os amor d VOi!HJ3 nlhos
l'm engenhoso espirito e espirituoso escrlplnr,
esperance do profcssorata leve o feliz pensamento
de pr novamenle em voga esse espirito sempre ju-
venil o immortal da velha Franca, essa malicia es-
rolla na bnhomia, essa irona sublil de llabelais o
de Lafuntaine. E pois, como essa malicia lera re-
presentado um grande papel nos destinos nacionaes
oiiosso professor, ao correr de sua peuua lu sa-
bia^ revelou-nos uma face de nossa historia ; com
clleiln essa malicia lem manejado a arma mais po-
derosa c mais lemivel deluda as armas: o direilo
de censura. Em lodos os paitas 0 em lodos as po-
cas, ao passo que a hiimanidade reprsenla o seu
drama, ora grave ora alegre, ora ridiculo ou terri-
vel, cncoulra-sc o direilo de censura, cada qual o
compra na porta, au entrar ua vida ou no Ihcalro,
e o Merca cun risco de serapplaudido, paleado, 011
quem.idu, conforme os lempos, a importancia dos
adores c a benevolencia dn publico. Releva nn
maldizer d'essa oppnsico continua que reaparece
desde Homero at Juvenal, desde os Trovadores
ale os jornalistas. Comparado ao enthusiasmn esse
inovel generoso das grandes paixes e das grandes
virtudes, a crtica parecer sem duvida impotente
e mesquinha : algiieiu lalvez s veja n'olla a vngan-
ca da mediocridad.', 01, o prazer salmico do espiri-
to. Felizmente para sua glora ella lem ostros lit-
los a exhibir. Potencia negativa olla nada lem crea-
do, verdade : mas lem destruido, assim s por
mais de uma vez tem ella promovido os inleresses
da hiimanidade. Assim como a vida do corpo resul-
la da lula de duas forcas oppostas, nina que o pren-
de ao ser, oulra qucnaltrahc para o nada : assim
lamben, a vida da sociedad.!, o mnvmeutn e pro-
gresso, nascem dessa lula cnnslaiile de dous SSS-
limentaS contrarios, o enlhiisasmo e a crtica. Um
elevando as ideas, as crencas, os homens destina-
dos a dominar o mundn por algn, lempo, cercan-
do-os do ssesligiu inseparavel de ludo quauto
grande; o outro solupaii.ln-os em ludo quauto elles
tem de incompleto o possivel esepullando-os no p
desde o momento em que a sua larefa se concluir.
O grande mrito da stira, pelo menos aos nlhos da
posteridade, a sua indscripro ; ella nao lem
nenhuma dessas conlemplaroes calculadas de que
so revesten, os partidos para'dissimular as suas fal-
tas ; ella tudo ousa, diz ludo e algumas vezes mes-
mo mais do que verdade. Mas se rila commelte
usuras e iojuslicas lambem militas vezes o ultimo
recurso, a nica vinganca du fraco conlrc o forte ;
ella tem combatido tedas astvrannias feudaes, cle-
ricaes, raouarchicas e pupularcs. Em lim em Pariz
rumo em Alhenas, por mais de uma vez tem ella
defendido a causa da juslica e da verdade Em par-
te alguma tem ella exerrido uma influencia mais
activa do que em Franca, o a veo dn tal Gauler
tem so perpetuado como um typo de familia atoa-
vez de todas as transformares du carcter nacio-
nal ; os elementos Romanos e Germnicos se sobre-
pozeram um ao oulro sem conseguir apagar esse
traco de familia, e depois da Dalia, a Fran.;a lera
continuado a zumbar do seus senhores. Escrava el-
la treme e obedece, mas vinga-sn pela stira de
quem a faz tremer; livre, ella chasquea em versu
daquelles que a gnvernam. Na poca em que vive-
mos evocar esse direilo insprcsrrplvel da critica,
que assurae todas as formas, que escapa a todos os
rigores, que vive a despeilo do ludo, bem mere-
cerda litteratura e du Franea. Lamentamos porm
"tituloA stiraque nos parece improprio do es-
pirito moderno (quizera-mos que fosseA crili-
ra) em Franca na meia idade por C. Lenienl pro-
fessor de Rhetorira do Lyreu Napolen.
Emquanlo nao colhemos em proreito de vossos
leilores os etleilos das promessas a que nos refera-
Vnlnu-se honlem na assembla provincial as
emendas aprcsenladas en, terceira dscussu ao pro-
jecto de nrrani.nlo da receita e despcia da pro-
vincia.
De 4:1 que mam ellas, s 21 foram approvadas, o
que musir que os rcpsessotajrtesaa pwwncia. i-
sistiram as tenlaroes do patronato o mais que era
possivel esperar-so.
Desta vez ainda a nossa assembla conservou ns
furos de economa, que lem adquirido sobre oulras
muilas do jmpern. #
Nao obstante, porm, a despeas decretada supe-
rior a renda oreada em mais-de 306 conlos.
Mesmo assim foram reduzidns alguns impostas, e
alterada a arrocadaco de outros, sendo redolidos a
10 os 0 por ceulo'.que se cobra sobre a agur-
denle.
BSSa reducn nn importa em pones cousa, por-
que no municipio desta cidade esse imposto rende
cerca de 20 contos.
So aqu temos nina diminuirn de renda de cer-
ca de 10 conlos, a qual ir muilo alm contando-so
com igual diminuirn nos outros municipios da
provincia.
Parcce-nns enlrelanlo que a rediiccan desse im-
posto, nao pode lalvez ser pral'ieada, "porque sendo
elle cobrado por meio du contratos, a reciso des-
tes nao foi decretada.
Foram recolhidos casa de delenrao no da
25 do consol 7 homens, sendo lvres i,' e esrra-
vos .!,Por nidrio do suhdclegadn do Recfe 2
dn de Sanio Antonio 1 do de S. Jos 1 : do do"
Una-V isla 1 da do Afogados 1 e do da Varzea 1.
No dia 20 foram recolhidos 3 homens, e2 mulhe-
1 -es. sendo lvres 1. eacraro 1. Por ordem do sub-
delegado do llerife, 1 ; do do Sanio Antonio 2 ; o
do de S. Jos 2,
No dia 2li dn crtenle pelas i horas da larde
na ra do Pharol om Fura de Portas o pardo Con-
calo Flix de Souza den uma tacada en, Jos l.uz
Bastos, do que procedea-se .', corpo de delirio, jul-
gando-se o ferimeulo leve por nn ler penetrado na
regiao csiumacal.
No Futuro jornal porluguez, se l :
llom exemplo.Temos no Tejo uma esquadri-
Iha hullandeza, de esludo, composta de duas fra-
gatas e Ires crvelas a vapor.
< A llullauda nao urna nacao poderosa, as
um paiz bem goveruado. A administrarn superior
e boa. e o espirito popular excellenle. Aquelle po-
vo .re no Irabalho, e por isso grande : nos osore-
mos quando formos to renles como elle. '
< .SVi- rerdndtt Disse um jornal da capital que.
o nobre marecbal Saldanha tratara de formar ama
coiup.inhia nacional para tazer todo os caniiohos
de ferru do paz. Apontnva-se o mime dos Srs.
conde de Bulho, e visennde da tlrta cois* auxilia-
ros de lo magnnimo pensamento.
A ser verdade o csludo da medicina tinha pro-
diizidn um salutar effeilo no animo do illoetre ma-
recbal, porque o persuada de que opaiz precisa de
cura, e de sangu., que s pode alcancar por sm
systemabom de viaco publica. Mas o'qse para
admirar mais que nao parece ser o esludo tao pro-
firuodc medicina, ler uma boa opplicaeo A doenea
Martin l'ereira.
" '" Emenda suppressva. Supprima-se a
emenda do Sr. Souza Res, ao 8 12, que acabos con,
a isenco qne gozavam as fabricas de sabio da prn-
viuna. cando ,-eslabelecida a dita isenro.S. II.
I.pa ni monda de Meilo.
N. 20.Ao i 2. do arl. 18, orrescenle-se : fi-
j raudo o presidente sotarisado a bier as altoracoes
1 que julgar convenenles no respeclvo cntralo.
Machado da Silcn.
X', 21.Substitutivo dos 3 12 e 13 do art. 21
tirando prejudicoda a ininba emenda que ao $ 12
oltereci na segunda discussao : 10 por re,tu das
bebidas 'espirituosas, do tabarn fabricado e nao fa-
lo irado, dos charatas e cigarros, e poi eesto do
sabio quese consumir na provincia. Souza iiei*.
" i*.Fica o presidente da provincia aulnrisa-
Communicados.
CASAMENTO CIVIL
(Continuaijo. J
Apendire.
Nao podemos rorlatir ao desojo de reprodiizir por
Inteiro ns fres preciosos documentos, relativos
questo, que disculiinos: a bulla de enndemnaro
dos erros do professor Novlz, rallocsrio pontifical
por oi-rasio dos negorins da Nova-llrana.la, c a
rana dn Sanln Padre ao rei da Sardn lia.
Ciemos fa/er nmaerrico ao paiz, tra.luzindo es-
ses artos da Santa S, que miiilns esrlareriinenus
derramara sobre a questo, que servem de cuntir-
maesoi doiilriua cnnslanle e nalloravel, ensillada
pela Igreja.
f.nnliniiein, muilo emhora, os *erulariadorc a
triESt'ZSZ?, r-*;ri*'''*'a'''}<'"< i;a^l-!rH.pa, o lugar comu.....,, ou, que se escudan, do
ello, arrematante do empedrammito de 16. -
texto : Heijnmn menm non etl de Iwr. mundo. Bada
so lembrarem d'aqu*ll.....itro de s. Mallims. r. 2><,
v. 18 : Mata est mihi iinnis potela in cirio el in
Ierra, e mais particalartnente do de S. Joaoc. 17.
-ni,*' ~ '''' '-"'iaJa da Viclmia, a qnailtia de
!>noj. como indemnisacan do acresciino de serviro
que leve.Dr. .V. I'oriella .
cia^'ir'i-;^o,.:'',;!'ld,,!.V0'_f, Pr^deto* P^rr- r.'s : Dedli ei potetatem om carai*.
*5522r!22lS?^M*'lT**H"\ Us "r-* osgorernos eiris, esersti. o
03. orno augmento dos veucnnen.os doaom- grande hispo de lli,.....o. quando nn san guiados
prnfessores du l.ym- pela juslica, nao san mais do que a pilhagem orga-
uisada em grande .si-ala. magna latrocinia.
pregados pblicos seguiot
amo, de primeiras ietlras da cidade e ulterior, e
protessuras da inesma espolie, einpregadns da Ihe-
sourana provincial, secrelaria do guien,o, da as-
sembla provincial, do consulado provincial, que
nao lem porcenlagem, das obras publicas e directo-
u*i*fy' 'ln i,ls,r"ei.ao publica, pnrleirn, cunluuo e
bedel do Gymnesio.-S. II.Kpaminonda de Mello.
N. 20. Arl. addilivo s disposices geraes.O
sello de herancas e legados deve ser' pago onde o in-
ventario da fazenda bardada se faz. caliendo por
islo a vuva e herdelrosde Basilio Domes Pereira o
sello devido de loda s fazenda de Henrfque l'oppe
Cirao, inclusive o predio que esle linha nesla i-api-
lal.SanzaHti.
N. 31.Ao art. 22.Resiabeleca-sc o paragrapho
14. que trata do impnslo de loteras creadas pela lei
u. 8.S H.-J. Mello llego.
N. 32.Artigo addilivo s dispnsicoes gerees.
Serio restituidos a Thomaz Jos da Silva Gusmao,
Alexandre Americo de Caldas Brandan. Joao dos
Santos Porlo Jiiniur, Anacilo Antonio de Moraesc
Joao Pedro de Jess da Malla, os seus vencimen-
los como einpregadns provinriaes pelo exercico
desios duranten tempo porque provarain ler esta-
do neite, aehando-se-enlretaulonoservieoda guar-
da nacional em aquarlellamenlo, slo quefoicon-
seulida a accummularau de taes serviros, nao de-
vendo ser permiltida esta accummuucio de ora em
vnnleMachado da Silva.
N. SS.Ao final do art. 20 acrescente-se : no
qual se consigna a idea de que a cbranos execuliva
do que fnrdovido por dcima urbana, se faca pelas
rendas dos respectivos predios, se por outro meta
mais promplo nao se poder haver o pagamenludn
devedor, nao se sugeitundo, encaso nenhum o pre-
dio venda tal pretexto.Souza llei.
N.35.A emenda du Sr. Porlella, volada na se-
gunda discussao, depois de Pedro II,acrescen-
le-se, inclusive os sons arados decretados para Rom
Jurdime Cheos, no l.imne'ro.S.R.J. Mello llego.
tirruHa Falco.
jv Ao 5S3. dn arl. 15 acresccnie-sceda cidade da
Viclona. Dr. A. Porlella.
Emenda additiva ao 2." do art. 13.
I Depois das palavrasrompanbia Ir ricadiga-se
uodeiidn elevar .1 pre.o de entradas de platea.
|dJsWras e camaroteso era lugar de20:0005 di-
gMBI2:l)i|(ia_s. II._ |,-ri/.fo falco.
jAsVarligo addilivo do Sr. Epamiunndas que se
refere a augmenlo de ordenados acre.eenle-se
Brando dependenteda approvaco da assembla. S.
R.llarru il>- l.ncecda.
Emenda additiva do Sr. Nasrmonto Porlella
Convencasa-se d'.sta verdade.
do osso paiz. A um corpo podre da-se vida traii- 'epois do algarismo 50:000,?diga-see In.lHXiS
do os membros gangrenados ; a nova companhia, paaajmkamento, estados graphicos e obras novas.
mos mais cima, diremos que acabamos de assislir
a primeira representarn de llerculanum, grande
opera da academia imperial de msica. Seu autor
Fclicien David nao desses mestres que possam
gastases, o to apoada em elementos colossaes
uocapilal. bem longo, decorar, seria rapaz de gan-
glenar o reslo do corpo que anda se v,ii debatendo
a custn, do mal qUe larra lio rpidamente.
A idea excellenle, mas o meio de applica-la,
e, ao que nos parece, tristemente m.lavel. -
I'assag.-lins do vapor brasileiro Peninunga,
viudo de Marri :
AnloiiinJacomede Ansio segundo lente da ar-
mada,F. Laccrda, Dr. Jos 11. Pcssoa de Mello cura
iiihn, Joao Vasco Cabral.
Passageros do brigue inglcz Ijtura, sabido
pera o Rio de Janeiro:
Emilia E. de Souza. J. e J. Fernandos Jnior.
Afondouro patuco. Mataram-se as dia 27
do corrente, para o consumo desta cidade, 92
rezes.
Mortalidude do dia 27.
Estevo. prelo, 8 mezas, conrulsocs.
Mari,111a. preta, 3 anuos, espasmo.
Antonio, pardo, um annu, intento.
Nodoaldo, branco, 3 mezes convulses.
Felicia dos Ramos da Encarnarn, preta, solteira,
60 anuos, hydropesia de sangue.
Jos.', Antonio da Silva Maia, branco, sollero, 30 an-
uos, enterites rhronica.
Margarida, parda, um anuo, convulses.
Virginia, parda, escrava, 0 anuos, losse convulsa
Amelia, parda, 3 mema, espasmo.
Simplicio, prelo. sollero, 35 annos, diarrha.
Paula Maria de Mello, branca, vuva, 80 anuos, in-
terile chrouica.
Margarida, preta, solteira, 70 anuos, diarrha.
Manoel, prelo, escraro, 8 dias, espasmo.
Hospital de curulade. Existen, 53 homens, 48
mulhercs, nacionaes ; 1 honlem estrangeiro c es-
cravos; total 101.
Foram visitadas as enfermaras pelo cirurgio
Pinto as 7 horas da manhaa, Dr. Dornellas s 9
e 1/4 horas da manhaa, Dr. Firmo as 53/4 horas da
tarde de hontem.
Lisia dos bitos havidos na freguzia de S
Jos, desde o da 17 a 23 do corrente. .
America, branca, idade um mez.
Mara, parda, idade um anuo,escrava.
Vicente Joao de Dos, prcto, idade 72 cnnns, sol-
lero. .
Desiderio, Mara da Conceicio, preta, idade 52 annos,
solteira.
Manoel, branco, idade 10' dias.
Guilhermina, branca, idade 22 mezes.
Mello liego
Fica o presidente da provincia autorisado a fazer
entregar dus cutres pmvineiaos ao' ronimaudador
Auloiiio Joaquini de Mello, a quanlia de :i iKK)-> pa-
ra concluir e imprimir o tercero lomo das Biogra-
phias, de queja publico., o primeiro e segundo lo-
mos. S. R: llego Barro. Martin Pereira.
^"r'fa de Ola eir. b,ie. Santo Cacalcanli.
OUreira.P. Duarle.Sulgado Jnior. Calda*
l.tnx.Pa*ot e Silva.
Pasaou-se a 8.* dscussu do orcamenlo munici-
pal, un qual se apresenlaram as' Sectales emen-
das ;
N 1.Addilivo aoart. 3.A cmara municipal
de Olioda, fica autorisada a applicar as sobras de
sua receita continuarn das obras do Cemiterio
da mesma cidade.S. B.Pomos e Silva.
N. 2.Emenda additiva ao 8 3 do art. 6.Depois
das palavrasdo que se est a dever ao escrivao
Manoel Joaquim Baudeira de Mello, diga-see o
que se deve a Benlo Francisco de Farias Torres,
Leandro da Annunciacao Lira, e Francisco de
Araujo Cesar.S. R.Mello cacalcanli.Barros
de LacerdaJ. Mello Hego.rruda Falcan.
N. 3.A cmara municipal do Rio Formoso fica
autorisada a conceder o abate pedido por Manoel
Mondes Baudiin Jnior, arrematante du mpostos
niunicipaes, de conformidade com o parecer da com-
missao respectiva de 4 do de junho de 1858.Lo-
pe,-Caldas LianMartin* PereiraJ. Mello llego
Pasto e Silva.Uarlellego BarrosCorrea
d'OlicciraSalgado Jnior.
N. 9.Aoart. 2S3.Sendo equiparado o orde-
nado do cirurgio da casade detcncao e exposlos ;
ao do cirurgio do grande hospital' de caridade.
S. R.-P. de Brito.
N. 4.Ao secretario da cmara municipal dn Rc-
rife,2:00b ; ao ollicial maior, 1:3fXH; ao conla
dor. 1:300.S. R._A. d'llliieira.
N. 6.Ao 1 do art. 5.Com 0 secretario da c-
mara da Victoria KO0S-Dr. .Y. Portellla.
N.7.Os liscaes da cmara do Recfe lero o
augmento de 150 como gralilicaco.S. R.Fp
de Mello.Mello Cavakanti.
N. 8.Emenda ao 8 1 do arl. 20.Ordenado do
secretario 250 ; ditodo norteiro, 80g ; dito do fis-
cal, (ib ; porcentegem do procurador, 80.S. R.
Martin* Pereira.llaptista
N. 9.Augmente-se o vencimenlo dn servente e
I continuo da cmara do Recfe com 100.S. R.
1 Fp.de Mello..
BREVE
Do N. S. 1*. o papa Po IX, com.-mu "ido e pro-
h,huid.. a obra que lem por titulo : hililutions de
droil eccleiatiiiue, por Joo Nepomuceno Nuylz,
professor da llmrersidadc real de Turira, e de ou-
lro pseriptodo mesmo autor, intitulado : Traite de
droil eccle*iasliiiie unirerel.
PII.S PP. IX
Adperpetuan rei niemoriam.
Elevado ,1 honra da cadeira apostlica, nao por
nossos inerermenlos, mas spela clemencia do Uros
das misericordias, e prejiosta pelo divino pai de fa-
milia guardado sua viuha, nos nos eremns slrc-
laiiieiilc obligado, em virlude de nosso encargo, a
corlare extirpar inteiramenle lodos os grmeos
perniciosos, que descubrimos, para que nao se en-
raizem e se dcslen.lain peln campo do Senhor. E,
j que desde o berro da igreja nasronte, foi precise
que a fdos eleilos fosse experimentada romo o eu-
ro as forualhas, assim lamben o grande apostlo
escollado pelo Senhor se aprensar de adrirlir aos
liis a appariro desses homens, que coiirerlunl
el conlurhaut Fcamjelium Christi (Episl. aos Gal.,
I) acresrenlnndo que era necessaio laucar o ana-
II.....10 SObn esses propagadores de falsas doulri-
nas, s astas prfidos que Irahisarm o deposito da f
t anda guando o i/ue annuiicutsse nm novo evan-
gellio, contrario ao gue foi pregado, fosse um un-
jo. Debalde os inimigus encaniieadns da verdade
lera sempre sido balidos e vencidos, ainda nao dei-
xaramdese reerguer. lulandocoui um novo aeees-
sn de fiirur, para operar, a ser possivel, a inteira
destrinca.i da igreja. Dah a audacia impa com que,
laucando raaos profanas sobre as causas santas, el-
los se tem esforcado para usurpar as prcrogalivas e
OS direitos desla cadera apoSBlica, para perverler
a constituirn da groja, par^aarruinar de todo o
deposito sagrado da f. A i non que ochamos uma
grande consolarn na promessa pela qual o Chrislo
nosso salvador, nos certlicou de que as portas do
inferno nao prevalecern contra a sua igreja, nao
podemos, entretanto,doixac de experimentar um
cruel aporto de corarn, vendo a perda das almas,
que augmenta cada din a licencadesencadeada com
que sao espalhados os mos 'lvros, a impudencia
perversa e criminosa, quu impelir a odiar s cnusas
divinas.
Battra esse llagello pestilencial de mos lvros,
que rom sobre nos de todas as partes, merece ser
enumerada a obra intitulada : Instilutions de droil
ecclesiiisiii/ue, por Joo NepomuVeno Nuytz, pcofoa
sur da L'iuversi.lade real do Turim, assim cuno a
Traite de droil ecclesiantigue unirerel, do mesmo
autor, obro cuja doulrna perversa, eusinada de uma
cadeira dessa Itaiversidade. se lem de tal sortc cs-
palhado, que dola se ten, extrahidn theses hetero-
doxas, dadas a suslenlar aos licenciados que aspi-
rara an grao do duulnr. Nossos lvros e uess.i- me-
ses, sob o pretexto de determinar os direitos do sa-
cerdocio o ns de imperio, sao professados erros taes,
que, em bigardos ensinos da saa doulrna, a moci-
dade ahi bebe lices completamente envenenadas.
O autor, com efieiln, lauto *m suas proposices con-
deinnaveis, como uns cuinmeularins, de que as
acompanha, nn tere peto de sustentar pente o
seu auditorio, c de imprimir, depois de ler cnsaia-
dodar-lhcs um novo geilo, todos os reinos erros j
taas vezes condvmnados e regeitadns pelos pon-
tfices romanos nossos predecessoros, sobretodo por
Joo XXII, Benedicto XIV, Po VI Gregorio XVI,
pelos caones de tantos concilios, principalmente
pelos do Miran (IV,) de Florcnca e de Trento. Por
qiianln os livros publicados por" elle dizem formal
e aborta mente : a Que a igreja nn tem poder coac-
livo, nem alguin poder temporal, quer directo,
i quer indirecto ; que o .-chisma, que tem deriddo a
igreja em oriental o occidental, leve lugar por
causa dus excessos do poder dos pontfices roma-
nos ; quo alm do poder inherente as episcopa-
do, tem outro, temporal, em virlude dasconces-
soes expressas nu tacitas do peder secular, e re-
vogarel por cnnsequeiiria vontade deste ulli-
ino; que o poder secular, ainda quando exerci-
do por nm infiel, gosa de um poder indirecta e
< negativo as cousas sagradas ; qne, se a greja
k Ihe faz injustira, elle s pude defender us seus
< inleresses por iueo de seu poder indirecto e ne-
gatvo as colisas sagradas; que" nao s o direilo
cuuhecido sob o neme do exequtur enlra em
< sua competencia, mas anda a rccloinaro por
'< abuso ; que, nos conflictos entre os dous poderes,
' o direito civil laoi a preeminencia ; que nada se
oppie a que, por decreto de um concilio geral, ou
.pelo facto de lodos os povos, o soberano ponlili-
.< radn seja transportado do hispo e da cidade de
Ruma para nm outro bispo e para outra cidade;
que uraa deltaicas emanada de um cuncilin na-
< cinnal niosugeita rectificarn, o que a admi
nisirl'ro civil pode reduzir a cousa a osles ter-
mos; que a doulrna dos que rnmparam o ponli-
fice romano a um monarcha, cujo poder se esten-
de igccja universal, uma dnulnna nascida na
idadc-m'edia e cojos etleitos aindi duram; que a
a arruinar cora-
- que priva a igreja
de sua jiirisdi.au exterior o do poder coercitivo que
Ihe foi dado para recondoalr s estradas da jusli-
ca os que dola sr desviara; adflaato profussa
principios falsos sobre a natareza otaros do casa-
mento ; lerusa greja o poder de impor a suspen-
der os impedimentos d-imentos, e o roncede, ao
contraro, an poder civil; pois que, emflm, pelo
mais cmplelo Iranslorno, subordina a igreja ao
mesmo poder civil,ss ponto do atlribuir a esto, di-
recta ou iiidiructanieiile, ludo o que, no governo da
igreja, no que diz respeilo s pessoas o as cousas
^agradas, na jurisdiro ecclesiastica, de inslitui-
ro divina, ou saneciouado pelas leis cannicas, re-
nuvaudn assim o systema impo do protestantismo,
que red.iz a snciedade dos liis a nSu ser mais do
que o escravo da autoridade civil. Nao ha quem dei-
xe de comprebeuder todo o perigo e loda a perver-
sidode de um systema que pn-cpnisa erros j ha lan-
o lempo analhemaUsados pela igreja ; nlrelanlo,
para que os simples c os ignnranies niu se enga-
nein, do dever do nosso aposlolado premuuir os
Reis contra os pengos dessas falsas doulriias :
preciso, com elleilo. que a defeza da f parta dn lu-
gar onde a fe ndefectivel. ( S. Bernardo, ep.
Xl'.X) Guarda, om virlude de nosso ministerio apos-
tlico, da uujdadc e iulegridade da f catholica, en-
earregado de assignalar a lodos os liis as dontn-
lias perversas do autor, e de velar para que riles li-
queiii liruiemeiile ligados f que ns padres lem
Iransmiltido esta cadeira apostlica, columna e
base da verdade, nos, priincrumdnlo, suuuiellemus
a um exame cuidadoso os livros que eucerram e de-
ten.leu, as opinoes fuueslas que acabamos de man '
cionar; depois, resolvemos teri-las com a espada
da censura apostlica e condeinou-las.
Pelo ase, dostas de ler consultado osdoutores
ou, llienlogia aaW direilo cannico, depois de ler
alcauoado os suirragios de nossos venerareis innos
'iscardiaesda Congregarn da uquisi. u suprema
e universal, de nosso molo propro, com sciencia
corla, desolada madura delberaco de nossa parte,
na plenilude de nosso poder apostlico, reprovamos
.- enndemnamos esses livros, como contendo pro-
posices doulrna respectivamente falsas, temera-
ria, escandalosas, errnncas, injuriosas Santa S,
altoutalorias deseos direitos, subversivas do gover-
no da groja, e do sua constituirn divina, schisma -
ticas, herticas, favorecendo o prnteslantismn e a
propagaran de seus erros, conduzindo heresia e ao
srslema de ha milito coudemnado como hertico
em Lulhero, Rais, Marsln Palaxino, Jandun.JUar-
co Antonio dn Dominis, Rcherio, Lahorde, nos
doulorvs Pislorenses, e n'outros igualmente con-
demnados pela igreja ; nos os condemnamos, em
lim, rumo contrarios aos caones de> concilio de
Trenln, e querenius e ordenamos qas por to\los se-
jam tidns por cnudeinnadns e reprovados. Orde-
naiuus, por consequencia, que nenhum fiel, de qual-
quer condirm e ordera que soja,anda os que por sua
condieio e ordem exigiran! meneao especial, possa
nossuir ou 1er os livros e as theses cima ditos, sob
pena de interdicto para os clrigos, e, para os lei-
gns, de excommuiiho maior, interdicto e excora-
inuuhao em que ipso tarto incorroro, e cujo direi-
lo de absnlviran e modiiica. o nos reservamos,
noseaos nossos successores'os ponlillces roraanSk,
excepto si o que incorrer em excuramunho se acha
em artigo de morte. Ordenamos aos impressores,
aos livreros, a todos e a cada um, qnaesquer que
sejam a sua nrdein e as suas funcces, de remetler
aos ordinarios esses livros e essas theses, lonas as
vezes que r.ahirera em suas mos, sob penado in-
corrercm, como j o dissemos, os clengos em in-
terdicto, os leigos em excominuuhn maior. E, nao
s. condemnamos reprovamos, sol, as penas que
acabara de ser infligidas, os livros c as theses cima
ditas, e prohibimos absolutamente l-las, imprme-
la-, possui-las, como lambem estendemos esta con-
demnacao e probibicOes a todos os livros e theses,
quer manuscriptos, quer impressos, ou por impri-
mir, en, qu,e a funesta dootrina se reprodiizir cx-tn-
Irijo, mil in parte.
Exhortamos, emlim, no senhor, e suplicamos aos
venerareis irmos que nos sao unidos lio zlo pas-
toral e na firmeza sacerdotal, a consideraren! que o
ministerio duul.iral, de que se acham investidos,
Ihesimpe o dever de velarem com toda snllicilu-
de na guarda do rebauho de Chrislo, e de alTasla-
rem suas uvelhas de paslagens to venenosas, a
saber, da leilora d'essas obras; cj que quando
a verdade nn defendida, prohibida (S. Flix
3, disi. 83), que drijam um naste.de bronze, uma co-
lumna de ferro, para o suaMiaculo da casa de
Dos contra os declamadora*1* os seductores que.
cuitiimliudo as cousas divinas.a humanas, nao
do nem a Cesar o que de Cesar, nem a Dos o
que de Dous, impeliera um conlra o outro o sacer-
dnrio edimperio.e so esforram porprecipila-los em
r.indicios moraos para ambos.
E, para que as presentes Ietlras sejam conheeidas
de lodos, o ninguem possa protestar causa de igno-
rancia, queremos e ordenamos que ellas sejam pu-
blicadas, seguudo o uso, por um de nossos cursores
s portas da Baslica do prnrpo dos apostlos, da
elinrcllaria apostlica, do iribunal superior sobre o
montoCUerio, e na prora du campo de Flora ; que
alo sejam alm d'sso alchadas, e no correr d'rsia
publiraro, produzam pleno elleilo contra todos
aquellos a quera isto diz respeilo-, como si livessem
sido notificadas e intimadas a cada um pessoalmen-
le. (Jueremos igualmente que toda copia d'eslas
leltras, mesmo issprosss, assignada por um notario
publico, e sellada por uma pessoa constituida em
dignldade ecclesiasca.lenha, em justica e por loda
parle, a mesma aaloridade que o 'propro ori-
ginal.
Dado em Roma, na presenea de S. Pedro, sob o
annel do pescador, aos 22 de' agosto de MDCCCL1,
sexto do nosso pontificado.
A. Cari. Lambrutchini.
(Continuar-sc-ha.)

Questo da biographia do sfeneral
.1. J. Coelho.
Tendo lido com alteuro a biographia do gene-
ral Jos Joaquim Coelho, c a ronleslaro por parto
do ex-presidonle desta provincrf Dr. Jos Benlo da
Cimba Figueiredo, o lambem de um liberal, e as
resposlas dadas pelo autor da biographia, eslava eu
resollido a nao iutervir, uma rez que tendo em
man a historia da rerolurio de 1848, e esperando-
a publicar mais larde em principios de 1860, mui-
lo a lempo vera meu trabalhn ; mnha honra po-
rm me obliga a un esperar, vistosomo os selva-
gens provocares do Uuadricula no sea numero
de hoje nao podem pasear em silencio estando eu
aqu.
Pora muilo conveniente que em quesioes desla
ordem nao apparcces.se o anonymo ; e tanto mais
manto o defensor do general se diz muilissimo
imparrial; o anonymo em tal caso pode dar a pen-
sar sit algum subordinado ou dependente dn ge-
neral.
Eu podia rejeitar a imparcialidade do noro athle-
!a, admirado 0 principia de que os que leem ideas
oppostas nao podem com imparcialidade e desapai-
xonadamtnte tratar deum lal objeclo.
Nao me oceuparei da honra c bravura ta ouan-
'yM_-_
vr--.
'I
m


2
Diario de Pernambuco.Quinta feira 28 de Abril de 1859.
titati do genera!, iiem niesmo do mais que propria-
uiento do sus biographia; mas o smenle do
que me dizrespeilo.
Eu pens que a correspondente do Liberal trans-
crevendo periodos do otiicio assignado pelo gene-
ral e analisando-ns, loni procedido em regra, sem
que o general possa recusar sua participarlo em
oda essa atroz carnificina que tivera lugar ao dc-
f me relirol no da 2 de fevereiro de 1819
dado, c cuja carnificina te\e lugar nos das
f; Hondo que o proprio ex-prcsidcnle des-
ador Mairaol Yieira Tosa nao nnraii noga-
cauara dos dcptitadns, e se esciisou s-
i com a o\rilario do inomeuto.
! vos echaos diliruldade em prevenir innior
ou tumor entumirment om un combate como o
ano leve lugar m-sla cidade no dia 2 de fevereiro
el8l!l em lrop.it regolares, como nos fajis car-
ga de un fado solado como oque se dora ein
Goianna ? e ignoraes qno um general lem o dnm
e deve ler de ubiquidade, pois que em urna aceito
principalmente, deve estar present: a ludo? o
que faziam os coniiuandautes dos corpus, brigadas,
postes, punMBMc.. lodos sujeilos ao general '
Nosso sfl combat...... Maneota foi eni
campo raziMBkdo as lorias dogovernn embosca-
das na Matinna, tinhamos nos :in!) e .....eos nial
armadora os imperiaes tinham 1,60(1 e depois de
om dia Je violento combato vencemos, poniendo
n>.jmperaes loda n columna, c nos len.lu 1 i.....(o
e 7 feridos.
No snl as torcas rebeldes accommelleram Bar-
roiros que se aeliava foriilicado por forras inipe-,
raos inulto numerosas, c lodos couheccm a p'
do impariacs uesse ponto.
Marchando para o sul combalemos
race cni Cainaragibc.
Yiomos atacar esta cidade e combalemos cni
campo rain um dia inteiro, o cu nao loria sabido
de Santo Aulouio se me nao liveSsc fallado plvo-
ra ; entretanto os imperiaes emboscaram-sa uas
casas, e dolas nos faziam vivo fugo,
Km Pao Amarcllo combalcinns om campo razo, e
domesmo modo na cidade da rea, da provincia
da Parahiba do Norte.
Onde pois llzouios essa gaerra trairoeira c do
MpOaeMM.
Nao foi infeliz o oscmplo trazado do necorrido
entre Espartero e Marolo.
O general Coelho tomando conla do mimando
das forras impariacs leve de marchar contra a co-
lumna rebelde ao norte da provincia, e lodos sa-
ben! que a testa dola me an achara ; sen primeiro
encontr contigo foi em Cruaugy. Kslavam por
i entura os rebeldes emboscados?
Tomamos o baixoCruangy, e deixamos o alto an
general P.oelho, forticatno-uos e aceitamos cm-
bale, 'Ksse general astava em face de nos as 9 ho-
ras da maiiha, c cnlrou em necio c hriganios at
8 horas da noile, resultando o completo aniquila-
ra mi lo da forra imperial.
Km nulrn paiz, depois dessa necio o general Coe-
Iho teria sido nicllido em conselbo de guerra, c mi
perdona a farda oh seria fusilado.
Knconlrou-se esse general com a columna do
norte em Mai Cal harina, porque ia-mos de passa-
griu para o sul, e em meia hora de vivo fogo lieou
deirolado e fugio perdido, chegandn espavorido as
9 horas da noile no engenbo Agua Tria o procuran-
do inda camiiihii para tupir.
Verdc.u abi mais do 10 honieus, omquenlo nos
liveoios apenas umferido leveuical.i.
Vnjam-sa ao rudens do dia do inesuio general a
respeilo destes combales.
Diiosvezes accommeltemos a cidade de Goianna,
c depois de viva resis^pcia a tomamos, fazendn na
segunda 100 e tantos prisioneiros, entres estes, 2
coronis, 1 uur, vanos capilar-, lenles, e al-
teros, do para^ imperial, que cobardemente re-
cuaram daolc de nos.
liual Tu-a o improvisado general que nrdcnou se-
nio desse quarlel a ninguem, e '/mc ludo deca ser
levado aferr e fago !
Pous oram esses generaos improvisados, eu, e o
Sr. Flix l'eiiolode Brito e Mello.
(iianto a mira, acho-me (ao alto collocadn, que
me rebaiiaria ge respondesse a simllhantc aecnsa-
eo ; dere porm allirmar, e quando afllrmo nin-
guem o pode duvidar, o Sr. l'elix Peixoto, minia
deu orileui tal.
K faci que ao sahirmos do Goianna cni feverei-
ro um uorlugiiez sargento da guarda nacional mul-
lo insolente, e qno bavia maltratado os guardas
Dacionacs de Goianna achuu destes um que em via-
gem para. Pao Amarcllo llu> lizera fugo, indo elle
com os uniros prisioneiros; mas ninguem poda pre-
venir esto aconlerimenlo.
K qucrein osquecer o passado excitando assim
discusses lio ardrnlos t i
Heu proposito tora o de oceupar-me simplcsmen-
10 em ndvogar, enroco trabalhar para manlor m-
nha niuito nuiuorosa familia, o desojo niesmn ron-
correr com todas as minhas forras para acabar com
aaaal paitos exaltadas, que s servem para perder
o poto; mas nao soffrerei tranquillo que me ul-
tragnm, e ultragein aos uicus amigos rebeldes.
Seique entre nos hnuvcram miseraveis paracom-
inelter muila cousa ni ; esteiu foreni serapre con-
demnados por todos os verdadeiros rebeldes, o disto
lem pravas o governo.
Desafio o general Sr. Jos Joaquim Coellm mi
oulro cavalheiro a ror a qucstaaapi campo franco
e leal, e nao trairociraroentr, manir por nomo
Ahi entre imperiaes nao ha nonie mais Ulnstra e
nem maior do que o ueu, e pois nao recuem.
Recite ti de abril de 1858.
Dr. Antonio Borgesda Fonctca.
Nuuca.esperei que o Sr. Jos Paulo do Reg llar-
reto em suas mercuriaes publicadas no Imita de
Pernambuco, se lembrosse de oender-mc, porque
para com elle sempro maiitivc as raclhores rela-
i o* de eslima, cousideraco e preslei-lhe todas as
dilferencias, e nem veniaimcnlc jamis o olfendi,
desde quepara nqui vim ha 4 aunos.
l'assej, sim, por essa amarga decepcio, e devo
islo a nao me ter logo lembrado que os animaos
ferozesque se domeslicam olTendcm c nioraem pri
meiramentc aos do casa ou aos que mais all'agos
Ihes fazem.^Agora, s<') uio resta, rcsignar-ino mi-
ulia peuea.cstlplla, ler paciencia, que o bal-
-.iiuodos trbrtes... Aps de mim vira talvez al-
guein, que por elle lmbem provocado ajusle por
si e por mim as mais restrictas oontas...
Versoii loda a aggressiio contra mim fcila pelo
dito Sr. Jos Paulo do llego Brrelo em virtude de
umn carta de Joaquim Jos de Sant'Anna Valerio,
em que diz que ao assignar elle urna procuraco .'i
mim confiada para defeza dos seusdireitos no" in-
ventario de Pedro Alexandrino e rsula Maria de
Jllsus, pude subsliiui-lapoT oulro papel de venda
de suas legitimas com sua assignalura, no qual
menciouou-se que elle bavia recehido a quantia de
uih cpnl.o d.e.ris. Gom eircilo, nao sei se & mais
amirayel o desfacanieuto de quem presin este
documenlooude quem delle se servio e pretenden
tirar partido Km summa, va l... por mais esla
vez rcconheca-sc nisso a cxariidao do anexim fran-
cezQuise semble se reiMiiible. Quem se asseme-
jfoseemptirelha.
A simples lnitura desse documento prova evi-
denlemonte a falsidade da arguicao que me dirigi
o dito Sr. Jos Paulo, por quanlo I inteirameuie
imposssivel que eu pudesse substituir um papel de
yenda, que o um escripto particular por urna pro-
curaco bastante, que um instrumento publico
feito por tabelliao de notas, em presenca de teste-
inuuhas. Nesla calumnia torpissima que se phan-
lasiou para cohspurcar a minha repulaco sempre
illibada e a minha conducta sempre irreprahensi-
vel como publico e notorio, nao se lembraram
essiamiseraveisquo fallavalodaa rerasimilhanca
o possibilidade pan que ao menos parecesse por
momentos crivcl.
ilom diz o conselheiro Castos, que o homem que
espalha noticias capazos de destruirem a boa opi-
niao dos outros pouooou nada dilTcre de um assas-
sino. Jk
Lslo por si s bastara para envergonhar e confun-
dir plcnamenteaquelle nini gralnilo iuimigo, se a
elle me dirigisse, mas como cscrevo para o publico
a quem s devojiistilicar-mc, fo-coso anda me
levar ultima evidencia possivel, "quao desleal e
brbaro foi para comigo esse assassino da minha
repulaco.
>s dous documentos abaixo transcriptos provam
pltnainenle, que o snpradito Joaquim Valerio o ou-
tros vonderam-ine effectivamenlo melado dos
bous a que linharu direito na beranca de rsula por
se baver ella casado segunda vez j quinqnagena-
ria, arto esto que foi feito com a maior poblicidade
possinjl, sem arliticio algum, em presenca do ex-
Komotor publico dosle termo Dr. l.uiz deCcrqueira
loa o dosSrs. Estevao dos Aujos da Porciuucula
e Andr Avelino do Espirito Santo, e o Sr. Manoel
GU-menlo Ilibeiro Varejao -quem o cscrovoii, pes-
snas todas bvm conhecidos na villa do Cabo e inca-
pazes de uiaucomniunarem-se para negocio Ij in-
digno.
Parece-mc que desta arte tenho pulverizado ple-
namente loda essa urdidura de que sou victima.
Ante o publico sensato hei dado a satisfaeo que
Dic enmpria ; o s ao sen impareial juizo apraz-me
siibmettcr-me por quanto ao Sr. Jos Paulo, eu
deseara de miuha d ignidade se me lembrasse do
responder a sua injusta aggressao quando s o con-
sidero digno do mais soberano desprozo, j que
'"HHMMMple Podl-' affronlar aos homeusdo bem.
I'ero-lnes, Srs. redactores, a publiraro dcslas
curtas linhas pelo que lhe seroi muito agradecido
Villa do Cabo 26 de abril do lt-59.
Carlos Eugenio Douarche Mtnianier,
DOCUMENTOS.
N-1.Illms. Srs. Eslevaodos Anjosda Poreium-
clae Andr Arollno do Espirito Sanio.A bem da
veidade desojo, que Vmcs. me respondam ao p des-
ta, os seguinles pontos:
Io. Se no dia 8 de marco doanno passado, Frau-
Visco Manoel Couceiro.Joa'quiu Jos de Sant'Anna e
Jo Jse de Jess, nesla villa assignaram um pa-
pel de venda que os mesmos me llzeram de meta-
oo de bens adquiridos do rsula do tal, mai.sogra
e avo, de sou segundo casameulo, c por ser a
toa quinquagenaria.
2. Se Vmcs. foram ou nao lestemunhas em
papel, como taoibcm de una procuraco uue
mosmos passaram. '
3. Se nesla occasio eslava tambora prsenle o
i>r. ur. Luu de terquoiro Lima c mais pessoas. ouc
agora me nao lembra ; Analmente se foi o Sr. Ma-
iiocl (.icmcnlo Hibcira Varejao, qem passou o re-
ferido papel, islo na maior publicidade possivel.
Permutara fazor uso de suas respostas. Sou de
Hmcs- criado veneradar e bbrigado, Carlos Eugenio
Douarche Mavujnier.
S. C. villa 16 do abril de 185.
l.llm. Sr. f)r. Carlos Eugenio Douarche Maviguier.
fc verdade tudo qiuuto V. S.diz em sua carta,
por termos sido teslemuiihas do papel de venda e
procuraco, qno tudo foi feito na maior publicida-
de possivel, estando presento o niesmn Sr. Dr. Cer-
quoira l.ima, e Analmente foi o Sr, \ arejo hoje o
escrivao denla villa quem osrrcveu uiesuio panoli
o fez a procuraio ; nao sabemos quera far-n iluvidM
Halo.
Desla uossa resposla V. S. pndor.i fazor o uso c[
bem lbe parecer. Somos do V. s. voiioradores
criados. Kndrt Avtno ilu Espirito Santo r Este,
dox Aiijns,t>t Porciainchi.
Villa, 16 de abril de 1.159.
N. 2.lllm Sr. Manoel Clemente Itihofio Vare-
jao.A bem da verdadedesejo, que V. S. me res-
ponda ao p desla se no dia 8 de marro do anuo
pasudo, Francisco Manoel Concein, Joaquim Jos
de Sania \iiim o JoSo Jos do Jesus, nesla \illn pe-
diram a \'. S. para oscrever um papel, no qual mu
venderam melado de sua- hcraiicas, qiii' linliaiu
de liaver pelo falliiimeiilo do Lrsula da tal, dos
bous adquiridos do son segundo matrimonio, por
ser a iiiesmai|uiu'(uageiiaria,quando segunda vase
easou : declarando mais so os mesmos herdeiros
asaignaramo referidopapol na presoncade Estevo
dos Anjosda Pnrehunda o Andr Avelino do Espiri-
lo Santo, quo sorviram de teslemunhas. Se nesle
me-ioo dia os ditos herdeiros nassaram-me urna
pn^braao, sendo \. s. <> labelhao, que a tez, ser-
xndo anula Kslevo o Andr de leslomunhas
Declarando mais V. S., se o dito papel de venda
e procuraco, nao foi tima e militas retes por V. S.
lidos aos ditos herdeiros, dizondo ellos, que era islo
o que queran! o desejavam.
Se tambein ussla occasio eslevo prsenle oSr.
Dr. l.uiz de Cerqueira Lima promotor cnlao, o mais
pessoas. quo agora me nao rororda ; se ludo foi fei-
lo na maior publicidade possivel.
I'erinillir que use de sua rospesta. Son d S. aliento venerador e criado, Carlos Eugenio Don-
nirhe Macignitr.
Villa, 16 de abril de 1859.
Dlm. Sr. Dr.l'.a ros Ingenio Douarche Maviguier.
E verdade o quo allega V. S. nos cinco ponlosde
sua carta retro, o que allirmnem f de meu cargo.
Pode fazer o uso que quizer desla minha resposla.
Sou de V. S. ltenlo venerador e criado, Slunoel
Clemente tilieiro Varejao.
Recife, 17 de abril do 1839.
lEstavam recouhecidos.)
a liberdade de informar a Vmc. que esla inesma no-
varao de contrato eslava proposta pelos agentes bra-
sileiros cni Londres desde agosto ou setembro do
anuo prximo passado.
Nao era pois nina questao que iuspirasse r-
celos, nem Bssignalado tpnnnplio o oblido polo Sr.
ministro da Cazenda, c lauto que o gabinete, de (
de majo, sem rejeilar a propnsla, inaudpu Icnlar a
oonversodo euiprestimo em oulro do juroMe i 1/2
que, se fosse oblido rom as rondicoes do cinpresli-
para a estrada de forro de n. Pedrp II, Ifsriaao
iniirn a i'conomiado algumas eeutonas de con-
de ris.
A imprevidencia censrala nao honre nem antes
nem depois do dial2dodezembro do anuo prximo
passado.
Eolio, porque onles de selombro duravam os
elfoilos da erise, e o Iheseuro nao pedia lomar sa-
ques anillados sem grande prejiii/o, pela baila do
cambio, e sem rausar grave perturliacao nos mer-
quaosquer oporares du crdito vanlajosas para
outros governos."
Que o expediente de emiltir novos coupons para
demorar a amortizacia por mais dez. aunos, alui
de pouco airoso para um paiz rico, como era goral-
fbeute acreditado ser o lrasil, encontrara a mais
decidida resistencia da parle de muilos hindholders,
que j liaviam declarado rf|ue o Brasil nao devia
querer pela segunda vez violentar seos credores.
tfiio a conversodo reslo do emprestimo de 1329
SIU outro de 31/2, parase poder rosgatartodos os
Hilos no dia de sen vonrimento, anda control nulo
o novo empiisliuio a 9:1, e pagando os juros desdo
o 1" do Janeiro, o que importara o mesmo que
5."
Certifico que o Sr. major Aiilunio Dornellas C-
mara, aluioiarfete do hospital militar, em todo o
mez de tevereiro em que estivo de servieo no mes-
mo hospital fui muito cuidadoso em suas obrigacea
enlrando sempro paran oslabeleeimenlo as I! horas
da uianhaa, o rctiraudo-se as 6 da tardo, depois de
j nao sor all preciso.
(I quo afirmo in \erbo sacerdolis.
Itecife 29 .le abril de 1859.Padre Manuel Tho-
maz da Silia, capelln do exercito.
6."
Dni virtude do despacio, supra, alleslo quoosnp-
plicanle durante o lempo em que nanacho i ni ser-
ennllir aeces a 91 3 na era fcil, porque al-, >e;o nesle hospital a contar do 1." do correte al
gnus dos grandes accionistas rospondiam que ainda ; boje lenr \indo para sua repartirn as 6 horas da
quando pudessem resolrer-se a anouir, so o fariam manhaa, a retira-se as 6 horas d.i larde, q.......lo
i 8 i : e que eni essa rourersao, eu o sen dinheiro nao ha motivo quo o inhiba de o fazor. Cuusla-mc
de conlado, na (orina do cntralo. tamben] que o siipplieanuj cuidadosa de seus de-
Alm disto, esla operario loria o effeilo imme- veros, e nao me consta que lenha praticad i .uto l-
abril. defeza lao infeliz que em i ez de apagar as
negras manchas de sua reputars, avRou-a< ftlal",
muilo mais Cuando em seu appio odistintto col,-
lertor o regiilamenln de 11 de abril de 18;'cilou,
cot ido, um renulaineala) que bem longo de slva-
lo, coiideinna-o temirelmcnte nos sius arligns 17,
ls 19 ; porquanlo drz o art. 17, a impnrlarrcin da
raeia siza ser paga donlrn de 311 das contados da
data iln isrriplo ou Uii'n porque se livor adquirido
o esnavo, debai\o da peona do dobro da referida '
imporlancia.
lira, leudo-so pSgn a meia siza 32 dias depois da |
compra dos escraros, clarissimo que osla siza foi
paga tora do lempo marcado por oslo mesmo rogu-'
Lmenlo, que o rtistneto colleclor i itou om abono ;

---.,.
cados do impeli ; ahon deque linha' sua dispo- I dalo de nina baila nos fundo- similares dos em- | gilin que v,i do em oulro a inleireza e h mradez r,--
iui-iiiiii> dv is2a lvis, o querr videnieinentc quisiios precisos para o bom di-seupenho do fugar
de sua roudiiela.
I'm dos jornaes desla provincia de 17 de abril de
1859, Iratando da novaran doronlralnqua espacou
por mais 211 anuos o reslo do 5tHi,(iinl, que Bra-
ram por pagar do .emprestimo de 1829, conservado
o juro de 5 O/O, Iransrrcve a resposla que deu o ex-
ministro da fazenda a alguns arligns dos jornaes da
curie, faxendo ver que esta nnvaco j linha sido
proposta no sou lempo pelos agentes brasileiros em
Londres, e que nao harendo receios de poder ser
retirada, mandara Icnlar a conrers&o do empresti-
mo em oulro, a juro de i 1/2 0/0, que se fosse ob-
lido rom as coudicoes do emprestimo para a estra-
da de Pedro II, liara ao thesoiiro a eronomia de
sigamos centenas do conloa de res. Vamos por-
lanto examinar que diuerenra existe enlro osles
dous modos de emprestimo, e "se exacto o que ex-
pende esse cx-ministro.
.Nao temos todas as condires dessa novaran do
contrato, o por sao nao sabemos se a conliuuacao
do emprestimo de 1829 rom as niosmas apolices no
valor de < 500,000, que ainda exislem no mercado,
sem mais commLssoos e nutras despezas, pudendo
espaear-se o pagamento por mais 20 anuos: ou ou-
tro para scu inteiro pagamento, com novas apoli-
ces, commisses, corretagons, ole Nesle estado
de duvida taremos a compararlo de una c onUa
forma. .
O cmproslimo para a estrada de Podro II fez-se a
juro de.i 1,2 0(1, mas com venda de apolices a
Jo 1/20'0, pagamento do coramissao, correlagem,
ele, e entrega do importe a quarla parte vista, t
o resto em tres preslacacs a 2,1 e 6 mozes, tudo a
contar do dia em que priucipiou o contrato, e o
encmenlo do juro. pnrtanto evidente, que os
emprosladoros ainda livoram o inlcresse cuiapcida
do Ihosouro do 1 1 80,0 ; porque
25 0 0a vista j
25 0 0 a 2 inezes. ( 12 4 d o termo medio
nano, finidos precisos em Londres n 31,10*1
tirara dos seus depsitos no banco do Brasil os de
(i, 7.0U 80, 0.
Desde que em sqleinbro cambia elorou-se, o
ihe.iuir.i lomnii para ospaqueles de onluino a de-
zeiunio saques no valor de 295,II!H) '/. ao cambio
de 27. ponpando aos rnCres pblicos somma muilo
eonsidoraroli Caslaram-lhoesses saques 2,621:060)
e boje llioiiislariaiu 2,950:000$, ou mais ainda.
laiuboin nao honre imprevidenria om nao ler ti
Sr. lolnislro da fazi'iiiia lueu sin-ccsror lomado mais
avuliadas sominas desde dazembro al agora, por-
S. I que, dada a infelicidade de ler 0 cambio bailado
logo a 25 o 2 i pense por 1$, soflroria o Hiesouro
|ierda maior do quo cun a operarn solemnisada.
E dentis, o resollado moslrou que era dispensavel
provocar mais esla calamidade sobro os mercados
do imperio.
Pnblicando oslas linhas, Vmc me far espe-
cial obsequio, e mais ainda se a redaccao do Jar-
nal ao Commerrw entender que deve' dcixar esta
discussao a quem loca. Ella lera milito mais lugar
as cmaras, onde cabe aos ex-minislros a liber-
dade, e direi mesmo que a obrigaeo de sorein mais
explcitos. Elerei ainda oulra vutagora, que nao
dispenso, a da esperanea que rj Sr. miliislro da fa-
zenda use com mais generosidade dos seas repeti-
do! triumphos.
Do Vmc constante leilor,
0 eonseluoiro Suma PrtUUO.
Kio de Janeiro, 7 de abril de 1859.
-9-
Sogurnsdn direito qno lomos de cumprir o de-
ver ou excrcer a faculdade dedisculir pela impren-
s:i tjnaesquer questes quoseagitem no paiz, pryi
cipalmenle quando ellas lirerem a imporlancia da-
quellaa que se retere a opcraro ltimamente coo
fluida om Londres para pagamento do emprestimo
de 1829, tratronlas hoje de examinar os fados que
fonuam a base da correspondencia do Sr. conse-
lheiro Srfliza Franco, publicada hOnlem nesla fo-
llia, esperamos que S. I.xr. nos permittiri esla li-
berdade, vislo que o taremos", nao improvisando
argumentos, mas serrindo-nos dos que podemos
ohlor por pessoas lidedignas .
V'amOS queslo.
Poi com effeilo em Miembro do auno passado,
romo bem diz S. Exc. que o goreiDO se fez senUrjl
necessidade de providenciar sobre os linios de pa-
gar no I." de abril do enfrente annn o resto do em-
proslimode 1829,0 entao lbe foram suggeridas estas
duas ideas : espacar por mais alguns anuos a ainor-
tizaro dessa divida, eniiltiudn-se novos coupons,
ou (como pareca preferir!, lauto para honrado'
crdito do Brasil como porque o Ihosouro se a.dia-
vauas melhoies coudiees) paga-la integralmente
em seu reuciuiento com os saldos que se preconi-
25 0 I) a I
25 00 a I!
:\
de I mezas.
V. o juro do 3 mezes n 4 0/0. ao auno con
de a 1 1/8
spon-
Y. comn por oslo mprcslimo com venda de apoli-
ces a 95 1/2 e despezas derommissao, rorrplagem,
ele., se licou devendo 1:520,000, o s se receben
X 1:125,000 veja a oscriptura do contrato, c a ex-
plicado da Schidule, que noile se acha) com abalo
do 1 1/8 por conio.anu o liquido de S 1:408,968, aa-
gno-se que por 51X1,000 reeobidas, licaria em di-
vida o 4.a lormn da segiiinle proporcio :
:(0S,90S : 1:520,500 :: 500,00(1: 51.70S
K uue pagando aiiniialmenle esta importancia
4,10, ou 4,5 por rento de juro, o < 1,19, mi 1,95
por cenlo de amorlisacao, ou a aniiuidade de 0,(5
por cento, licaria amortisada om 27,17 anuos.
E quanlo a novarn do contrato do 1829 por 20
annos teriamos '500,000, a receber o a pagar, c
considerando-sc como novo emprestimo com com-
misses e corretagons ote, a pagar mais 2 1/4 por
cenlo, ou 511,250
Com osles dados j podemos pronor a seguinte
queslo :
Devendo-so receber < 500,000 por emprcslimo
com_ohrigacaode se pagar no esparo do 20 ou de
27,1. anuos, pergunta-se qual melhor Qear-so do-
vedorde 541,708, a juro de 4 1/2 por cenlo, ou
de f 500,000. ou Sf 511,250 a juro de 5 por cento.
Sendo por20annos para soamortisar:
541,708 a juro de 4 1/2 por cento dove daran-
nualmenlo 41,644
! 511,250 a juro de 5 por cenlo deve dar animal-
mente 41,021
S 500,000 a juro do 5 por cento devo dar an-
imalmente a 40,121
E estas duas ultimas addicocs comparadas com a
primeira doas ditreronenfe para monos de S 020 o
"J. 1,023 d.e renda annul a favor do Ihosouro, pelo
espacode 20 annos.
E sondo por 27,11 anuos para so amorlisar :
t 541,708 a juro de 4 1,2 por cenlo deve dar-so
animalmente t 31,942
S 511,250a juro de 5 por cento devo dar-se au-
nualmeuto 34,807
St 500,000 a juro de 5 por cenlo deve dar-se an-
nualmento < 34,041
E comparando-.se oslas dnas ultimas addicocs
com a primeira achamns igualmente urna ditlefen-
?a para mais de 133 c S 899 de renda ouiiual
pclp espaco do 27,17 anuos.
V. portaulo evidente que a continuaran do empres-
liiuo do 1829 a juro de 5 por cento" deve ser de
maior vanlngcm para o ihosouro, muilo mais se li-
ver sido teito por 20 anuos, e ainda muilo mais se
o tiver sido sem novas commisses etc., o emisso
de apolices, que lambem nina despeza importan-
te a levar em adata.
Devenios advertir, que no emprestimo para a es-
trada de Pedro II, ainda so d urna circumstancia
que lhe pode ser avoravol, porque nao se tondo ob-
lido na vendadas apolices o valor nominal, o de-
vendo fazer-so o rescate pelo proro do mercado,
nunca se excedendo desse valor nominal, pode acon-
tecer que este resgate venha a azer-se por preeo
mais baixo.
Supponhamns pojAue o termo medio soja de !)*
por cenlo durante lodo o lempo marcado; cnlao te-
remos para os prazos de 20 e 27,17 annos:
100 : 20 annos :: 98 : x=19,6 anuos.
100 : 27,17 anuos:: 98 : y=26,6266 annos.
Islo para o prazo de finia annos menos 0,4 de
S 41,644 ou S 16657,6, a vencor-su no lim dosso
prazo, que o juro de 41/2 por cenlo corresponde a
renda annual de S 1,200
E para o prazo de 27,17 anuos menos 0,5134 de
S 31,942 ou S 18,987, u vencer no flm desse pra-
zo quo a 5 por cenlo de juro corresponde a ronda
a n ijini I de S 1,224
E verdade que estas diltereiiras podem compen-
sar as que cima oblamos a favor do contrato a 5 por
cento, mas como os negociadores deram o preco de
9 1/2, na esperanea de ganharem as vendas ou
traspasses que fizerem, provavel que einquanto o
thesouro do Brasil for puntual como lem sido, nos
seus pagamentos, o gozar do mesmo crdito em
Londres, nunca tculia lugar esla circumstancia,
mormonle tondo o anterior emprestimo al 1.2 por
cenlo sido frito a 102 porreuln.
Como o actual ministro na abertura dasesso le-
gislativa deve juntar ao seu relatorio a oscriptura
da novaen do contrato, como pratirou o seu ante-
cessor com o dito emprestimo para a oslraaa de
Pedro II, vista delta poder-sc-ha uizei alguma
cousa do mais positivo.
Entretanto, parece-meque de qualqiinr forma qno
tudo se reriliquo, o actual ministro fez bem em
aceitar a novacao do contrato a 5 por cento, e que
o ox-minislro nao leve razio para mandar diligen-
ciar outro com os eondicfies do ompreslimo para n
estrada de Podro II, a titulo de dar ao Ihosouro a ero-
nomia de algumas centenas do contos de res, como
diz om sua correspondencia, quando somelhante
economa nao se verifica.
Nao entro aqui as vantagens ou desvanlagens
que se deram com a falta de prompta avaliacao do
contrato a 5 por cenlo, alteracoes de cambio que
houveram, e com os fundos qic o ex-ministro linha
a sua disposicio em Londres, para com elles fazor
jogoo tirar melbor partido, como lom frito alguns
jornaes da corte, por me parecer queslo alhoia,
aliando se Irata de fazer someute a compararn de
ousemprostimos, e nao da sua necessidade o do
lempo om qno devera ser foitos.
RIO DE JANEIRO.
8 de abril de iwr.o.
Sr. redactor. Em o numero de 15 do corrcnle
publicou o Jornal do Conmiercio, em artigo do re-
daccao um grande Iriumpho do Sr. ministro da fa-
zenda, que consisti lia novacao do contrato de
1829, espacando por mais '20 aunos o pagamento
"as restantes 500,000 S do emprestimo aquella
la, conservado ojuro de 5 0/0 ; c explicando ene
u numero do hoje os motivos do triiimpho, l-
vela graves embararos causados por improvidencia
iicxplicavel de quem e em que, nan diz.
Suppondo que a redaccao do Jornal do Comraer-
cio nao se retira ao S'. ministro da fazenda, por-
que, jornal official, nao lhe laria lio grave censura
q que mesmo o lera ourido sobro a oppoitunidade
de discutir j e j tactos que nao podom contribuir
Sara restabelecer a couflauca no commcFco e so-
re a conveniencia de dirigir a seu inmediato ante-
cessor censuras, cuja foulu nao duvid,osa, lomo
1 Broce que S, Exc. nao approvon a principio a
idea do pagamento integral do emprcslimo, a pre-
texto, romo S. Exc. diz na sua correspondencia, de
nao contrariar as operaces do.s"tomadore da Bra-
ca bem que os iuloressis do Ihosouro, o sobreludo
os do crdito do Brasil no exterior, devessem me-
recer anda niaior importancia aos Ibos do minis-
desfavoraiel ao crdito do Brasil; e ambn podes- que exoree.
se proporcionar, quando fosse realisavel, os fundos
precisos para o rsgalo do reslo do ompreslimo di'
I29, este pagamento lolal \ vista oslara tora da-
ordena dadas pelo Sr. conselheiro Heanlo do Son-
ga Franco.
Ne.sle i oiijuclo de difllculdadcs nao foj sem ra-
zan que dissomos no nns-o numero de lena- (eir
que o Sr. ministro da fazenda eo nosso ministro om
Londres passaram por grandes allribiacoes, por-
que as dilliruldados e perigos provenientes da falta
de roinessas de fundos sulllcieiiles al Ue/.oiuhro
parcoiam insuperaveis.
Nao so nos pode contestar que a situarn que se
desenhoii pente n Sr. ministro da fazenda aps a
sua ascenrio ao poder nao tosso a mais rapaz de
iuculir serios receios pelo desenlance desla ques-
lo.
Recursos, liulia-oso thesouro de sobra, corda-
do ; porm nos seus cofres o os sacrificios que s
livesse (cito al dczenibro para passar urna parle
delles para Londres seriara sem duvida alendados
pelos seus imporiaiitissiuios resurtidos era [arordo
crdito do imperio.
Nao se nos pode contestar que o unsso ministro
em Londres se visse em torturas, ourido soar olie-
ra iinprorogavel do contrato, e podir-so-lbe o des-
empenho dos conipromissos nacionaes sem ler um
viiilem sua disposico !
A operario, portaulo, concluida pelo Sr. conse-
lheiro Corvalho Morara, nos termos em que se a-
cha, foi um bnm serrjeo prestado porS. Exc aoseu
paiz, o o melhor que so poda esperar na occasio.
Toda a gloria que dahi pode prorir lhe derida, c
uio pode, seiu alaque ao bom sonso, sor Irazida em
Iriiunpo do Sr. ministro do fazenda, como se procu-
ren iionicanienle fazercror.
Polo que loca pretencio de que, se se Opersse
a conversodo emprestimo em outro de juro do 4
enieio, com os rondicoes do ompreslimo para a es-
trada de (erro de D. Pedro II, o Ihosouro loria eco-
namisado algumas centenas de cantos de roa; pe-
dimos licenca ao illuslrado Sr. Souza Franco, para
nao a ronleslar, porque lodo o mundo sabe quo
favoraveiseraui as circumslaucias do mercado mo-
netario em Londres na poca em que esse empresli-
ino foi negociado, e quo diversas sao ollas boje.
t> relerido verdade ; o que afirmo em f de sa-
cerdocio.
Hospital militar de Pernambuco 19 de abril de
l.vi!). Padre Lourrnro di AJbmpm-qu Louola, ra-
pedao alteres do exercito.
Ileiiro-me ao allesladn aupara acirsi enlando mais
me de linio tenho sido leslomunlia a rentar do 1."
dojaueiro do rniTeule anuo ,ni que o suppliranio
lomou coma do Ingarqi.....ten at hoje.
Ilo.-pial mililai de l'eiiiainliuro 19 de abril de
18.19.IJomunjos llames lonja; alteres pharina-
ceiilnn.
8."
lleliro-nie ao alleslado supra por isso que desdo
o 1." do Janeiro tesloniiinlio 0 referido.
Hnspital militar du Pernambuco 19 de abril de
1859.lim: Marcelino do Sacramento, pharmaeea-
lico inlorlno.
Uoiiro-me ao alleslado supra certificando quedes-
de as 8 horas da manhaa om que eniro para a secre-
taria do hospital, j encontr o sopplicanle no
exercikio de suas (uuerOes, nellas o deixo al mi-
nha sabida as 3 horas da larde de todos OS dias, o
islo desdo 19 do Janeiro do crlenlo anuo, que over-
eo o mea omprego.
Hospital (militar 19 de abrH de 1859.Francisco
'ercirpt Viannn, amanuense.
10.
lli iiro-me ao alleslado supra d
nlieno em emprego.
Hnspiar militar de Pernambuco 19 de abril da
1859.Joo Tibtirii'i da suca animarn, ama-
nuense.
meu cumpa-
Publicaces a pedido.
Vgdiado como se vio o infeliz colleclor para apa-
gar em sua (ondurta a nodoa depreraricaaor agar-
rou-SO como mu abajado, a ordena, o do livio 3.",
til. 13; pela segunda vez. ainda lhe damos oulro1
coi'ado porquanlo de u id i valem ordenarnos
quando temos leis do paiz pie Iralam da maieria,
cuino o citado regulaiuoiilo ; mas adiuiltiilo mesmo
que esla ordenarn aeba-se em rigor em naila ofa>
i ierro, por islo que do 3 de agosto a 3 de selcmbro
van 32 dias, porquanlo a mez de agosto lem 31 dias :
e noto mais, para corlar-lhe a chinana do agarrar-
se a segunda parto desla raesma ordenarn, que
ugglo ea-o nal.i-se de das, e nao de unzes, art. 17
dn niesmn rogulanieiilo.
Estamos bem persuadidos que o i ollerlor do Ca-
bo recobou a meia siza lora do teuspo marcado por i
lei : rio mesmo do\em oslar roiiveiiridas as anlori- '
dados, o por islo poupainos-lho mais o irabalho, ou I
o peijo de lorCm oslas corlides, que oloroeoiuns
romo ja disseuios cima, snmeiile a apredacSo do I
publico para que eomWa ainda melhor, queffl i
esse homem, eonhecido aqui por Iscariote, que ha
mais de 3 mozos insulta desabridamente pelos jnr-l
nae* da capital os irrolns do ss. Saeramenlo d.i I
villa do Cabo, porque sao ellos--os que esli na ad-|
luinistr.iro desle palrimonin, (pie lo linns servi- '
ios poda prestara lilis pal lieolares se fosse ailmi- |
lustrado pelocolleclor Jos Paulo do Regn Brre-
lo, a quem hojo com o maior pra/or de\oiremos
pelos diieidis que Ibes eonferem os seus cohheci-
mcotos desizas, o epilheto de socio da compsnhia
do liro, roseivando porein Indos os mais do que el-
le sempro so serve, CORIA, traficantes, ole. ole. pa-
ra esse hobre cossaco,que a imitarn do r.ruel Ap-
pio mandando Claudio disputar a lihordado da des-
dilosa Virginia, manda hoje o son hediondo apani-
guado disputar terrenos alln-ins em inene la ins,;-
pulli 1). Mina lielpnina P. Brrelo de Garap ;
farlo este lio honroso, qnojiinto a lodos aquellos
epilhelos. que resellamos, d an iiobre cossaro
inauferiveis direilos ao lisongeirO titulo do
llene mrito che fe da companhiu do tiro.
COMWMEnO.~~
requerer o titulo de aforamento do terreno de ma-
riuha eob n. 234 A. ein que se acha edificada una
casa la no Forte do Mallos, e pagar o foro que se
acbam a dever, sob pena de se proceder a cobran-
za exeanirramente. Secretaria da thesouraria de
fazenda de Pernambuco 27 de abril de 1859. O
ollicial maior interino,
I.ui fruiicisrfi de Samjmio f Si/ra.
THEARO
DE '
Santa Isabel.
EMPREZA-GF.R.HAXO.
'.'.' RECITA DA ASSK.NATI RA.
UL'INTA-FEIIIA 8 BEABWt DF.1859.
Subii.i -tena o euelU ulejdtuna -ai a artos
MmSM,
(ATRAVIATA.)
terminar o espectculo com a nriva comedia un
1 arlo :
L na partida do rol!a.
lomara parle os Sis. Valle, Lislioa e Crrela \ a--
ques, e os Sras. Carmela o Virencia
Principiar s 8 horas.
Avisos martimos.
Rio de Janeiro.
Segu neslesdias a barca Yaya para o resto da
carga c passageiros, ira la-so com Catlano Cj-riaro
daC.U., no largo do Cojpd Santn. 23, "primeiro
andar.
Para o Porto.
Aii |iu!ilii-n.
Submetle-se i judiciosa aprociorao do publico os I
doruinenlos infla.
."* 1-lllm. e Ex. Sr. presideiile da relaco.
Diz Frinriscn Ignacio da Silva, que a bvm de sen l
direito precisa, que o rscriio Torres Baiideira re- '
vendo os autos d'appellaro viudos do juiz
AI.FANDF.GA.
Uondimonln no dia i a il. .
dem do da T,......
S(4:B12t824
25:250$30
:iC9:8G:l$<5l
Oomais, o negociada* de nina foi da oulra, o nao ', 1-JS1'"""4 i appcllacao rindos d,. juiz munici-
de presdmh. irue bouresac mais ralo o patriotismo ';,.'," ,"',."" """" 0 1l,f,"'l1''"""'", i'"r"'s PP8'-
na ovoniro da orimeira do que na da segunda. I ,"""."; ,'T,, ', C'S'"'" 1'"'1''1 ',,"0,1's' Pl*"^
1 dos Antonio LiirenroltodriKues Lima, e oulro, lhe
Correspondencias.
Senl.ore-' redactores.lima divida de honra obri-
ga-rae a recorrer ao prelo, bem meu pesar, por
que nao eslou pralico as utas jurnalislicas, o para
ellas pouco pcodor tenho. Mas primeiro que Indo,
e de airan'/ dequabtoersacrificio, cuinprc-me sal-
vara minha repinaran iujustameole alorada.
Desde 12 de novembro protimo passado fui no-
d por conidio os cuuheeinieulos de siza, que pa-
^iiu Joao Jos da Cosa da compra quo fez a Jos
Alciandre d'Albuqucrque- Mello, e a outros, das
piules do engolillo Jossari, o da que pagou Jos
Francisco da Bocha liuedes, da compra que fez a
Joao Jos da Costadas pXos do mesmo engenho :
cujoscOhlieclmenlos seaenhm Iranscriplos basines-
masescriptiiros quo esto jimias aos dilos autos
eomo documentos, por pane do reo appoanle Jo-
so Francisco da Bocha diodos.
Pede a V. Exc. se sirva mandar passar acertido
Sabcndo S. Esc. quanlo era urgente una decisio
dngqverno Sbreosle asuimpto, moslrou logo de-
pois (era dexembro se nao nos engaamos) loda a
propensao para que se enecluaSSO a operco, que
chamara mixla, de converler os ttulos do 5() nem
outros de 4 1/2, pagando-se aos portadores que nu
annuissom .'i conversan o valor de seus ttulos, o
dando-so aos outros lilulos de 4 12.
Tin possivel julgava S. Exc. esta operacio, para
a qual os nossos agentes em Londres precisaran os-
lar habilitados com os fundos precisos, alim de pa-
garon) poiilualmenle os ttulos que lbe fosseiu para
isso apresenladns, que S. Exc. reconheceu desde
logo a necessidade imperiosa que linha de fazer-lhes
remessas.
Como procurou S. Exc. porm procer a essa ne-
cessidade lio serla, que, despiezada, poderin coui-
prometlcrgravemcntu a operacio de que se traa?
E oque vimos ver.
O governo tiuha do dispender em Londres no mez
de dezembro om o pagamento dos sorvicos ordi-
narios cerra de.
Com os do Janeiro, fevereiro, marro e
abril, cerca de......" .
Devia aos agentes, por adiantamenlo
que lizeram at lim do novembro. .
S' 102,000
231,000
230,000
S MoV>00
Eslava S. Exc. porlanlo obrigado a mandar al o
paquete do mez de dezembro, o mais tardar, fundos
que lizessom face aquella despeza, porquanlo, sen-
do as letras sacadas nasla piara a prazo de 90 dias,
as que cnlao se reiuettessem "s seriara veuciveis
no inez do abril.
Nolc-se que nao incluimos no calculo cima a
quantia que S. Exc. eslava igualmente obrigado a
remoller. S 200,00(1 ao menos, para pagamento dos
lilulos doeiiipiesliino do 1829, perleneontes quel-
lesquo nio quixeasem anouir conversan do mes-
mo ompreslimo ; se o lizessemos, o algarismo das
remessas indispensareis do paquete de dezembro
subira a S 760,000.
Demos porem que nao fosse possivel comprar
nesla praca cambiaos em loda essa totalidade, para
nao fazerbaixaro cambio, que alias se achara en-
l.io a 27, e pouco poderia cahir d'ahi com aquella
ramessa ; as S 450,00o pelo menos deviam ter sido
reraellidus at porque urna parte dolas. S 230,000
eram destinados n pagar aos agentes o quo tinham
adianlado al lim de novembro, quando nao sao
obligados a adiaulnr-uosscniioi 100,000.
Mas da propria correspondencia doSr. conselhei-
ro Souza Franca vemos que de ouluhnia dezembro
as remessas tejas por S. Exc. apenas mnntaram a
f_ 295,000. E, se oslamos bem informados. S
215,000 foram lomadas a una s casa, que sacou
sobre a sua propria firma om Londres, sendo s
100,000a 90 das o '/ ll.ll.Kl a cento e tinte dias I
Nao temos por lim molestar a S. Exc., a quem
alias Iribulamos a maior consideracao ; mas sja-
nos permillido ponderar que nem todos tero por
muilo regular que una operacio de cambio da mag-
niludc daquella cima mencionada se lizesse com
nina s casa, e que so collocassem os nussos agen-
tes na praca de Londres em dilliculdades para des-
contar, como irreinediavelnienle era precise, lelras
de ralor lio clorado como o de. S 100,000. Nosso
lim nico nao seuao o de provar quo honro algu<|
ma demora na remessa de fundos para Londres,
desde que se traten de urna ucgnciaeao seria, qrf
podia corapromcller o nosso crdito," tirmado na-
quella praca i cusa de Cirilos sacrificios, e quo pdr
conseguiute nio tomos lerianos nem injustos uuau-
do no nosso artigo de 7 do crlente fallamos'ein
improvidencia para nos ncxplicavcl.
Nao eram St 295.01X1, venenis smenle nos me-
zes de abril e maiode 1859, que hoviam de pagar
S 2:10.000 ja devidas om novembro de 1858,
336,000 que so tinham do despender al abril ; nao
eram S 295,000 que liaviam de servir para tudo
isso, o para resolver os nossos agentes a ahrirem a
bolsa ao pagamento dos possuidores de lilulos du
emprcslimo de 1829, segundo o plano e ordons de
Londres os fundos precisos a 3 e 3 1/2 0/o, co-
mo diz na sua correspondencia. E se os linha,
S. Exc. nem sabemos como linha S. Exc. em
nio compreliendenios entao como que, es-
quecendo-se das despezas ordinarias que eslava
obrigado a mandar pagar, apiilicou S. Exc. as suas
S 295,000 ao resgate dos litlos do ompreslimo que
fossem apresenlados pelos bondholder.
Nesle estado pois de rousas arhoii o actual Sr.
ministro da fazenda as nossas relaees linauceiras
na praca do l.nndrcs. Se mi era desanimador, por-
que gozramos all de um endite solido, nio dei-
xava todava de offerecer dilliculdades ao ministro
que entrara, recebendo como legado urna divida
enorme a pagar, para a qual nao linha, no lugar
competente, os recursos precisos, a par de una bai-
xa nao esperada no cambio, que o impedia de ten-
tar qualquer trausaccao depassagem de fundos.
A esla calamidade vierain logo juntar-se outros
embararos.
De concomitancia com as noticias de urna guerra
provavel na Europa que viria por o mercado do
Londres em circumslancias do nao podermos rcali-
sar a operacio projeclada seuo cora grandes sacri-
ficios, vinha a declaracao do que o governo devia
apressar a remessa dd fundos, vislo que as 215,000
M enlo enviadas apenas chegaram para pagar o
meado para o emprego do alinoxarife dn hospital, reluMirf*~?.,,-.S'-
militar desta guaruleo, e desde o 1." do Janeiro .;"'' eci.e, Ib de abril de 1859. I. E. Leo,
presidente
Antonio Ignacio do. Torres Bandoira, cavalleiro da
ordem de Chrislo. escrivio de appella<-os e ag-
gravosdo tribunal da relaco de Pernambuco.
Ceriillcn que os conhocimentnsde siza dos quaes
faz meiirio a pelicSo retro,sioos seguinles;
Conhrcimenlo.
t'.cllecloria de dirorsas rendas goraos do munici-
pio do Cabo, anuo ftiiameiro de 18(5 a 18li.Xu-
poulualidadn, honradez o zelo no desenipcnho das
raapectivas fnneedes.
E, pois, a eoiiscieni a do prcencbimoriln dos
mous devores mu faria virar tranquillo esalisfeiin,
porque sempra essa tero sido a minha nica ambi-
, 1-------------- f^-- ->" ._*.* '!,- H lili lllllX.ll lIllliM I -J _--------------- >H-IU1
cao e solicitude em todos os rorgos que hei oxerci- n"'ro .- l1s- lto lnro de receita Oca laucada a
do por espaco de 35 annos, como bom o sahem lo- 1"a.nllil do 12UJ0OII rs. em cdulas que pagou" Joa
tenho ser- ,08aa Costa, erando rorercim do dito auno de
siza correspoiidenle qnana de 1:200500o rs., im-
portancia purquo comprou a parle do engenho Jus-
sor, a Jos Alexindre do Albiiquerque, Jos Igna-
cio de Barros, Mrnorl [guaci de Barros o Manoel
Amonio Yieira de .Mello
l abo, 20 do fevereiro de 1835.O colleclor, Jo-
'tPeluda Itoclin Falco.O cscririio, Jostaulo
do llego Brrelo.Ferreira Jnior.
Hito.
Collccloria db diversas rendas do municipio do
Cabo Anuo liuaiu eiro de 1845 a 1848. Numero 31.
sizas a tls. 3 do lirro de receita Oca lancada a
quantia do S70S es., que patou ios Francisco da
llocha (.urdes, em i de junho do dito auno de siza
correspondente i quantia de 1:700S rs., importan-
ra por-que comprou urna pao do engenho Jussa-
ra da comarca do Cabo a Joo Jos da Costa.
\ letona. 6 de junho do 1816.-0 colleclor, Jos
teli.r da llocha inicio.(1 escrivio, Josl'aulodo
llego llarrelo.(loni-alves.
Nada mais seronlioha em dilos ronhocimoiilos
do. sizas aqui copiados, que en escrivio no princi-
pio desla declarado, e abaixo assignado, Dzjjassar
por ccrlidao das respectivas escripturas que so achara
juntas aos antedilos autos lindos, nos quaes me ra-
parlo; vai aprsenle sem cousa que fara duvida.
confera, concertada, subscripta c assignada na for-
ma do estro.
Cidadodo Kocifcde Pernambuco, aos 10 de abril
do anno do Nascimoulo de Nosso Sonhor Jess
Chrislo de 1859, trigsimo oilavn da independencia
e do imperio, subserevi o assignei.Km de ver-
dade c Conc...
Antonio Ignacio de Torres Bandeiru.
lor este documenlu lica o publico sabendA que,
nos autos d'appellaro viudos do juiz municipal dn
Cabo, entre partes appellanles J. F. da II. (Jueacs
e appelljdos A. L. II. Luna e oulro, existem co-
nhccimentosde siza passados pelo escrivio da rol-
leclona gerat do municipio de Cabo=JOS Pablo
do llego llarreto=, a pelo minucioso conledo dos
niesmus ronhecimenlos concluir, que ellos foram
ludubilavelnienle lancados no lirro de raeeila da
collccloria geral do mesmo municipio, o quo, linal-
menle, os 290J ora que importaran aquellos co-
nliecimeiitos foram n-colhidos thesnuraria peral.
Tudo lato bem pensado, mas mfeltemenl mm
tudo que icluz ouro : lcia-se o ducuiueulose-
grale.
X. 2.lllm. Sr. inspector da thesnuraria de fa-
Z|,||aa. Diz Francisco Ignacio da Silva, que a bom
di. seu direito preciso, que pela reparlicao compe-
tente, a vista dos lirroa do receita da clectorla de
renda
dos os chotes ou superiores curo quem icnno ser
vido, e poderei provar com documentos aulben-
licos.
Enlrclaiilo essa minha tranquilidade e salisfaro
pouco lempo durou, porcpie do repente einopina-
dainente fui sorpreodido pela leilura do espediente
da presidencia de 18 do corrcnle, do qual consta
que fra encaminhaaao governo imperial una re-
prosenlacao do Exm. Sr. lenenlo-gencral rominan-
daule das armas em que me arene do pouco zeloso
no cuniprimcnlo dos mous deveres.
Fcil de conipreliouder-se quanto rae deve tor
sido sonsive! essa repreaonlarao, nao s porque
rala dos dorunienlo's abaixo taiiscripius a nao me-
lero se nao tanibem por ver que ella parlo do Exm.
Si. louenle-generaf, a quem sempre tenho muilo e
muilo prozado e respeilado, e vejo que elle foi a
isso arrastrado sem duvida alguma por falsas infor-
maees de quera talvez tenha somonte o mo propo-
sito do lomar urna disforra contra mira, pelos dissa-
bores resultantes em virjude das visitas,que aquello
eslabelccimenlo fez inesperadamente o Exm. Sr. mi-
nistro da guerra, quando logo na lnaugurario delle
se achaca presidindo esta provincia.
.Nao duvido que a gerencia do hospital militar
desla guarnicao lenha encontrado alguns troperos na
sua fundarn, porque lodos sabeni que ludo o co-
meco dillicil, no meio agradavel, e no lim fcil ;
mas esses pequeos e remediareis defeitos da pro-
pria prganisacio nao me derum ser imputados, m-
xime quando eiereo funeces secundarias, e para
uiolhor andamento daquelc eslabelecimenlo hei sa-
crificado mena comuiodos, euvidado lodosos esfor-
cos, superiores mesmo a minha geslo, attcndmi-
do quo o servieo publico bem commum, e os
funccioniirios se devora auxiliar mutuamente.
i eolio plenamente justiticado. que S. Exc. o Sr
tonenle-geneial cninmajidaiile das armas ha sido
victima de aleivosas inforniacoescontra mim dadas
por algum inimigo meu que talvez calculasso Irahir-
mis seu salvo, o impunemente como Judas trahio
a Chrislo.
Minha consciencia repousa na minha inuocencia,
conlra a qual a calumnia nao tem'podor. Eslou
persuadido que o governo imperial nao pralicar
a clamorosa injuslica de cundemnar-me, sem ou-
rir-me, e rae aguardo para nessa occasio confun-
dir a lio torpes ossassiuos de minha reputaran, que
nio se pejaraiu de olfendcr-me sem t-Ios nunca of-
fendido, e ainda mais illaquear a boa t do bene-
mrito Exm. Sr. toncnle-geueral.
Como pedi ao respciiavel publico a suspensio de
qnalquor juizo contra mim, terroso era dirigir-lbe
esla manifestarn, para provar'que sou victima de \
umo urdidura infernal, quo se Dos me ajud.ii hei! """''' gewaado municipio do labo em que foram
de poder pulverisar, porque embora se possa eclyp- focada* as.sizasdos bous de raz do anno finan-
sar a verdade nio possivel para sempre occul-
ta-la.
Com a insereno dcslas pouras linhas, seuhores
redactores, lhe ser inui grato o seu attencioso ve-
nerador e criado,
Major Antonio Dornellas Cmara,
Almoxarife do hospital militar.
Recite, 27 de abril de 1859.
DiiCl.MKXTOS.
1."
lllm. Sr. major director.Diz Antonio Dornellas
Cmara loe so lhe faz a bem que V. S. mande que
0 scrivp desle hospital, revendo u livro da porta
Oin quo Sao laucadas as parles diarias dos olliciaes
Suponeros de dia piara, lhe certifique o que cons-
tar relativamente a fallas que proviessem do seu
emprego de almoxarife.
Pede a V. S. soja servido assim o mandar.E. R.
MRecite 19 do abril de 1859..lnfoaio Oorntllas
Cmara.
Passe.Hospital mililar 19 de abril de 1859.
tarros, director.
Ccrlilico quo rovjudo o livro da porta om que
sao laucadas as parles diarias dos olllciaos superio-
res de dia a praca, nelle nao consta que o supplicau-
al n dia 18 do correlo lenha lido (altas, n
alcance era qne i estacamos cora os nossos a-
geules.
Aununciava-se que no meio da incerteza da guer-
ra o da desconliaiira geral que reiuava, os diversos
goveiuns da Europa appcllavam pura a praca de
Londres cora o lim de coniiahirem empreslimos.
Ouca Austria,potencia forte e acreditada acaba-
ra de contratar om de S 6,0011,000 a 5 0/0 e a 80! /,
nao havendo probabilidade de que, apezar de lio
pesados onus, pudesse ser levantada teda essa som-
ma. yue a casa dos Rolhschilds, com quera iamos
tambera contratar, nao quizera tomar este empres-
timo, e apenas se cncarregra de otTereco.-lo i pro-
ra, mediante boa commissao, o inteiraraente por
conta e risen do governo austraco.
Uue outros empreslimos eslavam j decretados,
sendo um delles de s 2,000,000 para a Sardcuha,
sem probabilidade alguma dn que pudesse ser cou-,
Irabido ;"oulro para a Russia, uutro para a FrancdT
e oulro para o propiio governo iiiglez do 10 a 12
milboes eslerluios, do que resultava, que, quando
urna potencia collossal, como o imperio da Austria,
scsubmellia As condires de um emprestimo a 80
Sorccuio, alm de outros grandes encargos com que
ai conlrahdo, eslava estragada a siltiaro para
referido verdade, o ao dilo livro nio reporto. Hos-
pital militar de Pernambuco, 19 de abril de 18M.
O escrivio, Joo l'aulo Ferreira.
2."
Diz Antonio Dornellas laman, que a bem de sou
direito se tac preciso que V. S. faculte aus empre-
gados desle hospital que seqtiizercm prestar, altos-
l.ueiL a assiduidade do supplicanle em sou empre-
go. Pule a V. s lhe deOra como roqoer. K. II.
M.- Hnsp'tal mililar, 19 de abril de 1859.Antonio
Dornellas Cmara, almofanfe.
Allcstem.Hospital militar, 1!) de abril de 1859.
tarros, director.
Augusto Carneiro Uooteiro da Silva Santos, doutor
em medicina pela faculdade da Rabia, etc.
Atiesto que oSr. major Autonio Dornellas Cma-
ra durante o lempo em que tenho servido no hos-
pital mililar al esla dala lem viudo para a sua re-
partirn as 0 horas da manhaa > relirando-sc as II
da larde, e sempre o acbei promplo n salisfazer as
miabas exigencias dos Reliaros foruccidos, o que
prova o seu zelo pete servir.
Recife, 20 de abril de 1859.
Dr. Augusto Carneiro Monteiro da Sitcu Santos.
3.
Certifico que durante o mez de Janeiro do corre-
te anno, lempo em que estire de servieo no hospi-
tal mililar desla provincia como capelln do exer-
rito. o Sr. almoxarife sempre apresenlou-se na-
qnelle estabeleciraento pelas 6 horas da, manhaa, e
se retirara pelas 7 da tarde : nunca me constou que
o supplicantc faltaste ao cumprimento dos seus de-
vores.
O referido 6 verdade o que afirmo era f de sa-
cerdote.
Recife 19 de abril de 1859.Padre vintenio de
Oliieira zjiiune, capellau do exercito.
Certijco que durante o mez de marro do corre-
te anno' que eutrei de semen no hospital militar
da guarnirn de Pernambuco, em quahdade de ca-
pelio do oxcrcilo o Sr. almoxarife serapre desewpe-
nhou o scu eiuprego com muila assiduidade e ze-
lo, e serapre ponlualnas'horas. O que tudo alune.
em f do meu grao.
Recife 19 de abril de 1859.Padre Jos Virmimo
dos.!u/os,capellao do exercito.
ceiro, que decorren de 1845 a 46 certifique ao pe
desle se nos ditos bvrroa a Os. 2 numero 9 se acha
laneada a quania de 120:000 rs. da siza que pagou
Joao Jos da Costa era 9 de fevereiro do dilo anno
linanceiro correspondente quantia do 1200.?00ll
rs. por quanlo comprou a Jos Alexandre de Albu-
quorqiie c Mello o a uniros .as parles do engenho
Justar : e se a lis. 3 numero 31 se acha laucado a
quantia de 170SO00 rs. que pagou te siza' Jos
Iraneisen da Rocha Cuodes em 5 de junho do re-
tendoaiino, correspondente i quantia dol.700#00n
rs. por quanfu comprou a Joo Jwrf da ('.osla, as
partes do mesmo engenho Jussar : rorlilirandii fil
iialmculo quem a colleclor que exorna no dilo anuo
tinonceiro.eo escrivio que devia fazer os lanra-
uicnlus nos respeclivos livros.
Pede a V. S. so sirva mandar passar a rerlidao
referida.E lt. M.
Recife, 9 de abril de 1859.-.fVnuciseo nuncio
da Si lea.
Ceriilique-so.Thesouraria de Pernambuco, 11
de abril de 1859.y. Baptistu.
Em cumplimento do despacho retro, certifico que
dn lino do receita da siza dos beus de raz, arre-
cadada pclacollectoria da villa da Cabo, no exer-
i no de 1845 o 1846, nio consta que fossem pagos
as quanliasde 1208 e de 170$ rs. de siza .las com-
pras euas por Joao Jos da Cosa e por Jos Fran-
iisrn da lincha (luedes, mencionadas pelo suppli-
canle : cerliliro igualmeulo, que om dito livro se
acha assignado romo colleclor Jos Flix da Rocha
Polco, e como escrivio Jos Paulo drRcgo Bar-
rete.
F. para constar, cu Horeulano Doodalo dosSan-
Ins, rarlorario da thesouraria do fazenda, pnssoi a
presente aos 11 de abril de 1859.
l> ofllcial-maiur interino,
l.uiz francisco de Sampaioe Silva.
Por oslo sogundo documento lica o pululen igual-
mente rabeado, que os coolMcimantos de siza pau-
sados pelo escrivaoJos Paulo do llego Barrete
nao foram romo deviam tor sido, laucados no livro
do roreita da collecloria geral, o quo por tanto os
290S rs.,que olles rcndcramfcroui arrecadados na-
turalmente om lienolicio particular I O escnda-
lo desla provaricario maisda porto foro a indigna-
rio publira, sabendo todos que foi o mesmoJos
Paulo do Rogo Brrelo, que na qunlidade de ad-
vogado de J. F. da II. liuedes, ajuntnu aos autos
como documentos aquellos conbecimenlos Que
roragem !
Ha fados, ou ha Crimea que nao precisara de
comentos esto um delles, e so nio o suhmetto-
mos a judiciosa apreciacao do Exm. presidente da
provincia, e dos Srs. promotor publico, e juiz de
direito do Cobo para que elles livrem esla coinarra
de ter por rnllertnr provincial aJos Paulo do
llego Barrlo homem quo prinripiou a prevarirar
logo que foi nomnado Morirlo da collertoria geral,
c que hoje serro-se do lugar que oceupa para ex-
orcer vingancas, obsequiar os seus comparcas, e fi-
nalmente prevarirar, porque ja submeilomos a
anreciario daquollas autoridades no Diario do 7 dn
abril dn corrcnle anno, duas ceidnos das quaes
tornamos a Iranscrcver este trecho : h dellos cons-
ta que o papel de venda quo lizeram dos oscravos
o mesmo A. F. Ballhar o sua uiulhcr foi passado
em data de 3 de agosto de 1855, o paga a siza no dia
3 de setembro do mesmo anno. Ainda trnnscreve-
mos este trecho porque estaraos na pen-uasaoque
elle indupendcnlemenln mesmo das circumslancias
quo o i'scoltam, o'corpo de delicio do colleclor pro-
vincial do Cabo, a quem do mndn nenhiim podo
valer a defeza que apresentou no Diario de la de
O patacho portugnoz Promptido JL forrado o
ouravilhado de cobre, de primeira rtltcha e pri-
meira classo segu muilo breve, por ler a inainr
parle da carga prompta,para o Testo o panftbros,
para o que tora excedentes rommodos : trata-sc
rom ElivsJos dosSanios Andrade StC, na ruada
Madre de Dos n. 32.
Sogue rom brerUJadc o hiale Correio do Notle',
rorobo carga a frote o passageiros : a tratar eom
C.aetano Cyriarn da C. II., ao lado do Corpn Sanio
n. 25, primeiro andar.
t. y> loe no uilU.ll.
Coinpanliia Pernaaibucana.
ncscarri'gam boje 2S de marro.
Barca americanaIniofarinha, rh. o uiilho.
llngiio inglozBello-bacalbn.
Brigue inglez i'.alclnlhaideiu.
Brigue porlugiiezS. Manoel Ifeijio. .
Polaca aseanaAlfredopipas barrisde tinho.
Brigue inglezl.adv Joulynrocrcadorias tirados vapores da inesma tonipanhiasegur pa-
Barra franrrzaAdelliilem. i ra os portes do norte no dia Io de maio o reeolm
Brigue hamhiirguozAdolphnforro. Mr"^3 "l Jla **do correnlo as 4- horas da lardi
Brigue nrasileirnMaria l.uziadiversos gneros-
Brigue portugnexFlorindadiversos gneros.
Brigue suecoAdretiimerradorias.
Brigue inglezlae Clarkdem e rarvo,
ilOVIMENTU DA Al.FA.NDEGA.
Volnmes entrados rom fazondas
com gneros .
Volnmes saludos com fazendas .
*. com gneros .
CONSULADO GF.I1AL.
Rendinieiilo do dia 1 a 88.
dem dn dia 27 ,
DIVERSAS PROVINCIAS
llendiinenln do dia 1 a 2G. .
dem do dia 27 .
40".
831
------1230
121
20
------111
8t:lflz|398
3:201^800
'Si:.'19iSl9i
5:722S985
_i_
r.:722$9sr.
REAL
Raqueles iaglezes
a vapor.
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA lESA DO i
CONSULADO DESTA CIDADE N'DI 27
DE ABRIL DK 1859.
Lisboa Brigue bramleiro .Despique de Benns.
Aulouio J. Campos, 50 saeros assucar bramo, M
dilos dito mascavado.
LirtoaBarca porragueza (Tejo, Amorim Irmans,
100 saceos assucar brauco, 1(10 dilos dito masea-
vodo.
MarselhaGalera franceu Raoul, E. A. Burle \
C, (iOII sarcos lissucar mascavado.
MarseinaGalera franceza Raoul, J. P. Adour &
i -. 1.200 sarcos assiuar mascavado.
HarsvlhaGalera franceza cKaoul, F. Sourdge >\
I"., 1.200 saceos assucar mascavado.
Rio da PrataPatucho hespahol fProcer, Arana-
ge & Brynn, 150 barriera assucar branco.
K-vpnrUii-ini.
Rio do Janeiro, brigue nacional Laura, de 248
toneladas, conduzio o seguale: 180 volnmes di-
versos gneros, 1,691 ditos diversos objectos, l.UOO
coros rom casca.
Lisboa, brigue porluguoz. Tarujo I, de 388 to-
neladas, conduzio o seguinte : 2,592 saceos c 14
barriquinhaa assucar, 55 pipas agurdente, 1,500
ponas e 1,806 uulias de bol, 2.IMH) coros com casia.
Coar. hiale nacional Novo Oliuda, de S5 to-
neladas, conmizio o seguinte : 926 volnmes g-
neros estrangeirns, :I8 dilos ditos naciouaea_
Marselha, galera franceza .((Wetto.-, de 594Toiie-
ladas. conduzio o seguinte: 8,000 saceos aucar
RECEBEDOKIA DE ItE.NOAS INTERNAS HIES
DE PERNAMBUCO.
Rendimotiln do dia 1 a 2(i. 3():l50SCf2
Atfi o lim deste rtiexespera-so da Kuropa unidos
vapores desta rompilnBla o qual rjeprtis da demora
do roslnnio seguir para o Rio de Janeiro tocando
na Baha, para pssa4ens ele, Irnla-se cnrii os
agentes Adamson, Hottie i C, ra'do Trapiche
Noto 0. 42.
Haranbao e Para.
Espera-so do Maraan ora pou0s diaj o palhabn-
le nacional- Novaos, r o qual nrunitpinnfHa por
nos cima indicados em poneos dias, |tor ler mnis de
motado da carga prompta quem ;iio mesmo qui-
zer carrogar dinja-se Eduardo II. Wratl, ma do
Trapicho n. 18.
Uranosa,
aeguo com
O releiro e acreditado brigue escuna
capitn e pralico Joao Jos de Souz.i, a.-
brevidadi- por ter a maior parle da carga ajustada ;
para a poma que lbe falta trata-so com osronsiRna-
larins Alineida Comes, AlveS&C, rus da'Criiz n. 27.
Cear.
dem do dia 27
l:l50$G
43lj3
ra
31-08IS962
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimonlo dn dia 1 a 20.
dem do dia 27
44:571$9I
1:7235991
46:295g58l
Movimento do porto.
Naci entrado no din 27.
Macoi e pnrlos inlormidios31 horas, vapor bra-
sileiro crsinnnga, coiuiuandante 2" lenle Joa-
quim A. Moreira.
Liaboa 10 dias, brigue portnguez Soberano, de 158
loaaladaa, eapilkn Antonio A. de Almoida, oqui-
pagem 13,carga vinho, roblas o mais gneros:
a T. de A. Ponsesa & Flllm.
Hanoi sabidos no mesmo dia.
BabiaPalnrbo hamburgnoz l'rania, capilio J. C.
F. Rinheher, carga parle da que Irouxe de An-
tuerpia.
Rio de Janeiro Brigue braziloiro jvurn>, capitao
Joo F. do Amaral, carga assucar, agurdente o
mais genero-
Sogue nesles diaspnta o Coar.o bom coohecido
o releiro patacho lio Jetus, por ja ter don tercos
de -na carga a bordo ; para o resto trata-sc na na
da Madre do Dos n. 2. .
PARA O 1110 DE JANEIRO.
O brigue esruna nacional ajaren Artbar, -tondo
seu carreganienlo promplo,. saho o dia 1 de
maio : para passageiros, a quem offoroorl magulu-
cos rouiinod, trata-a eom sou consignatario An-
lonio L. O. .Vzeredo, om seu. escripHino, ra da
Cruz n. 1, ou com o i'apujlnj a bordo. -
Companhia Peraambofana.
O vapor Pcrsiimnan segn par osrawtnsdn linr-
to un da I" dn maio o rerebe carga at o dia 29 de
abril. -
Leiloes*.
OUSKKVAgOKS MKTKOHOLOGIi.AS.
DIA 27 DK ABRIL.
VENTO. rER-VOflETnO
a .
O i w ~ &
E i?* 'O *J 3 3 i c
% -? '5 ^2 V -2* 3 8 =5 "5 -*- s 2 E3
mm.
6dam. Mmhiis SE Ron. 25.5 20.4 ra 7.1 75fi
9 1 a Bon. ,. 9 7 7.55 H
1/2 dia i.unioliis * 25.5 ili.l 79 7t; 75fi
3 da I. Niinbus a ' 7 755 H
G s 25.5 2(1.4 7fl 7;i 755.5
A noflo estere clara lornando-so porto do ama-
nheccr nublada, rhnvnsa e om caimana, leudo a
priucipio da noile snprado SE.
Irosorvatorio do arsenal de marinha 27 de abril
de 1859.
Viscas Jcmior.
Editaes.
T"
A cmara municipal do Recife faz publico,
para conhecimenlo dos seos raunicines, que em vir-
tude de torera sido alterados por lei os limites da
reguezia, de S. Loureuco da Malta, resolveu alterar
lambem a divisao dos districlas de paz da inesma
freguezia pela maneara abaixo declarada.
Paco da cmara municipal do Recite em sessio
de 26 do abril de 1S59.Mauoe Joaquim do lleijo e
Albuguerque, presidente.JtanociFerreira .lecioli,
secretario.
A freguezia do S. Lourencn da Malta tica dividida
em tres dislriclos do paz pela mam-ira seguinte :
1." districto.
01." dislriclo compreheiidor lodn o terreno que
Oca entro-o rio Capiliaribe e o lerrilorio desmem-
brado da fn-giiozia de Iguarass pela lei provincial
n. 336 de 12 de tnaiu de 1854, e mais lodo o terre-
no que lica do oulro lado do mesmo rio Capibaribe,
cima da ponte projeclada de Camorim, e a dlroita
da estrada publica que vai do Recite a Pao d'Alho.
2. dislriclo.
O 2." dislriclo corapruhender/i todo o terreno que
lica ao sul do ro Capibaribe at a estrada publica,
que vai do Recfie para l'u d'Alho.
8.* dislriclo.
O 3." dislriclo compreheuder lodn o territorio
que foi desmembrado da freguezia de Iguarass.
Declarares.
0 lllm. Sr. inspector da thesouraria de fazen-
da desla provincia manda fazor sriente aos herdei-
ros do fallecido Jos Hamos de Oliveira, qne devera
Continuado da felino
DOS.
Terrenos e jprtsaAn entnela
soeiedade Ae Hav;i\< c tc-
elnos de a\goi\\o.
Terca-feira 3 de, maio
l'OR INTBUTliNO t>O.A Nao se lendo podido nfflm.u o leilo dos predios
e terrenos nertoncentes vlincia sociedade de fla-
co o tecidos do ahrudao, que tora lagar no dia 28
de abril tirando ainda por render-se a casa grande
do sino i ,.s aralhores torreos deraireados pSra
odiQcacao, lerMe ultimar-se o re te pido lailn ni>
dia cima di-aianado e pelaa 1 horas a> manhaa,
podendo os prcteiidrole examinar reapectiro
planta o rolber as inlnrmaooes pue exiglrem do
mencionado senle em qualquer dia hora at an
arto do loilio.
U referido agente vendar! hoje f pbrl o5) arna-
zem do Sr tutus dofrnple da alfandiw pelas ll)
horas da inanhaa:
40 caixiis com quijos desciu-
barcados hpje incsni.
LEILAO
Scxta-feira 20 do cnrreuti'.
PELO AGENTE
TARAa
No da cima designado o polas 10 horas da ma-
nhaa n referido agente vender* sem limite no ar-
maren! do Sr. Aunes definirte da seadinha da sl-
fandoga:
O barris com cal em podra, chegada refrmente
de Lisboa, e urna pnrrae de salames.
Avisos ditersos.
lo cercado do engenho Velho em Jabotao
desappareeeu um boi de carro, grande, niagreirao.
car caslanho andrino, quasi prelo, armas grandes,
quem o tirar pegado tenha a bondaddo o dolrear
no mesmo engenho eu nesla ridadaina estrada du
Chora-Menino n. 1, que. serio paga as despezas
feilascom elle.
i:
'
-.-
..- ,/ "'.-


*
;
9
s
i
Diario de Pernambuco.Quinta fera 28 de Abril de 1859.
*
Cand
psa do Espirito Santo faz ver as pes-
soas quedBTttjh alnas para ooneerlar a seu lllh" Car-
las ClaujJ trcisp no arro da Boa-Vista n. 31.
SM.se dLjBem as mandar buscar, pois teodo-sc spu
l^iemudfi mudar da referida casa, mu bem nao pode respon-
der pelo quo nao tomn conla, por issn marca o pra-
70 de 8 dias para quem for seu dono vir Tomar conla
declarando desde ja que Oca livre ile Inda a res-
pinisaliiliddfapassandn o referido prazo, pois ri-
lando uuatl'ltldn em estado lal, que su serve para
o fogo lije nao possivel conduzir.
AIum se lima escrava lina custurcira : na roa
do Santoiroarn n. 6. [Mundo Novo).
Fortunato ASuley. Francs va i a Europa.
O Se. AiigiisloNoaquim de l'.arvalho lem nina
encnmmonU vinda do Rio tirando do Norte : na ra
daCadeia do Reciten. 18. foja de I.cite & Irmao.
Aluga-se urna ama rozinlioira, fiel, ^ara lo-
mar conta de urna casa : quem qui/.er dira-sc ra
do Fagundesn. 18, segundo andar
Precisa-so de dous Iraballiailores que enten-
damdc pllUar capini; assim como um massador
que entania -do massoira o lendeiroirn : na roa
larga'de Rosario n. 18, padaria.
Precisa-se lar noticia de Antonio JoaqrtimFcr
reir da ftoguezia de Fonle Arcada Conselho da Po-
"u de l.anliriso fillio de Joao Joaquim : a ra do
Vueimado u.24.
I.ino Jos do llego Braga vai a F.urnpa a tratar
lie sua saude.
Vara bordo J<> vapor Perniiiuiiga precisase de
um bom coziuliciro, eindirtoroutn-sor hvre ou es-
cravo : qucu pSliver estas rirrumlaucias dirija-
si: a bordo db referido.
1'recif.a-su de. itniaama para, comprar e rnzi-
uliar para casa de 3 pessoas de familia : na ra do
Collegio ii.9.
Antonio Carueiro Pinlo deixou de ser caixeiru
de Antonio Jos, de Soma Guimaraos desde o dia 2.1
d enrrente.
llm pfofossor habilitado as linguas portugue-
sa, latina, c arifhnctica coni exerricio ero varios
oollogios do Hio dejoneiro. offurece-se para leccio-
nar. ua roca em casa do quslquur senhor de ungo-
nlio: quamp(eleodarpdeiirig'r-sc ao hotel Fran-
cisco, ra rio Trapicho
Traspassa-Se o rrondamciilo de um engenho
distante dcsla praca 7 leguas, voudeiido-se urna sa-
fra do 1,:tOO a 1,400 pcs, 16 animaos de rodo,
quartos do fabric, taixa.s, 400 formas, balanea boa
esos, cobro miudos do engenho, que ludo prten-
ce ao rendeiro e ludo se d por 6:000 a vista e a
nrazo.: qiiem pretender dirija-se a roa Direita n.
3", casa do Sr. Jos Folia. Pereira de Burgos, que
dir quem faz o negocio.
l'tua seuhora porlugucza de meia idade, liem
procedida e chegada ltimamente da eidade do Por-
to, oderece-sc para criada grave de qualquer casa
de punca familia.ou de hnmem solteiro, a qual nao
s cnzinlia^jiSji e engomme rom perfeicao. como
faztodon arrpjo de nina casa de portas a dentro,
do cojos misteres (eru muila pratica porj tersido
dona de nina casa do numerosa familia : quem pre-
tender dirija-se ao escriplorio de Claudio Dubeiix,
que achara coni quc,m traJar.
Acliou-se no sabbado de alleluia, na groja de
S. Francisco, um ornato docabeca de senhora : na
illa Direila n. 9:!.
.Lunch.
\a ruftWfsrCrntes ti. 41 ha simipro bous peliscos
de neixej psssnat/vg.illinha, pudins, pastis, doce
de varias qualidades, caf, o muito bom vinho de
todas as qualidades, c Dos domingos mao dejucca
> empadas ; e se oncarrega do preparar alRdos
para fura, por commodo preco, que para isso toin
um fono de novo mpdailo.
Fugio um caritfro da ron de Apollo n. 2 11.
mp,Q^W,fqmprptlo, uruco sujo com man-
chas prelas, levou um nedaro de corda nu pescoco:
quem o apanhou;:oAterendo reslltiii-lo, dirija-se
(lila, rssii, joe syri gratii ::J, .
P*%M| Sam preto, prefere-so escra-
vo : m.na Ptm i, 5, armazem.
Occnt >rcilr do um caixeiro para cobranca,
dando fiador a sua conducta, ipicira annuuciar para
ser procurado.
O Sr. que annunciou descontar urna letra de
5001 por-4j0tb, estando breve o seo vencimenlo,
^Pl^ana r^jdp,ll^gel u. 21, quesi dir qjem
O Jtbaixd assignodo declara que se despodio
darasrdos Srs. I*ite & Correia, no da 10 do cor-
**fltiv, e nao no dia 18 como os mesmos senhores
por engao annunciaram.
-,. .Marcelino Jos da Silvoira.
Pila sUbdfegaci de S. Jos foi apprehendi-
do no dia i do eonoitle n preto Mexandre, escra-
o de Domingos Poroira Coulinlin. morador no en-
genho Amjoslias: seo legitimo dono provando o
doaiinin que tom em (lito cscravo, Ihe ser entre-
gue, Subdelegada de S. Jos do Reeif.i 30 de
abril ir 1859.--Hometerio Mac.iel da Silva, snbd
lcgailu supplentc.
HEZ MAlilA\0
NA
Igreja da Madre de Dos
.edmenlo pholo-
' grajWeo.
Aterro daBo%-\ista n. 12.
Nesle i'slalieleciiiuiitn cnnliiiua-se .1 tirar os afa-
mados relalos pliolnginphicns sobre Jrjstallo o
papel, segundo ns prneessns k miis mnlernos e
inais aerodiladns no mundo artstico. Pintura ao
natural em nleo aguarella e miniatura.
Precisase de 11111 fomeiio c aniassador: na
padaria de Sanio Amaro.
ATTKNIVU).
No dia 17 do correte desappareccu do engenho
Tres l.agoas, comarca do Ltmoeiru un cavalln aia-
zo cavilo, acabando de igualar a ultima unida, os
dous ps brancos, fente aberta, portnt apagada,
tem umu lisia branca an redor do casco da man, car-
rega bem baixo c esquina, bom feilo, lem boa
rascara e est bem carnudo, lem militas marcas,
porm regula a sguiolc 1.1.: rbga-se asainrida-
oes polioiaes e a ipialquer pessoa, que h.ijam de ap-
preliende-lo onde fi\r encontrado, o dar parle nu
mesitin engenho, 011 na padaria da l'as.sagpm da
Magdalena 11. 31. que ser liem reroin pensad h, a lem
da iodeimiisaio do qualquer despeza.
Precisa-se de una eriada para casa depouca
familia, pren>riudo-se cslrangelra ; paga-sc 211? men-
sacs: quem pretender dirija-se ao atorro da Boa-
Visla. lnja de miude/as n. 5p,
Sabio luz o lomo 2." das biogrpbias de al-
guna poetas e homens Ilustres da provincia de
Puruamhuco, pelo commendador Antonio Joaquim
de Mello. Este 2." vnlume igualmente curioso, c
interessante, como o 1.", e conten 'i documentos
inditos.
Boas alvicaras'
A Francisco Soitordc Figueircdo Castro do enge-
nho S. Francisco da Varzea. fugio no sabbado de
alleluia s 10 horas da inanha. nina sua escrava
de nome Joanna, de 20 e lanos annos de idade.boa
altura, rara mareada de bexigas, africana, porm
to esperta e limada que scom inuita attenr&o Se
Ihe descobrir esla qualidade : quem a eapliirn-la
pode entrega-la nesta cida'de ao Sr. Jos Joaquim
de Lima Bairao na nui Direita 11. 17 ou no engenho
supra declarado.
Precisa-te de uma mulher c|ue ia-
ba cozinliar : a fallar na rita do Seve,
sobrado corr 5 varanda, entrada polo
oituo do mesreo, visinlio a grande casa
que se esta' fazendo
provincial.
Alteiinto a Aurora.
Pateo ilu Santa Cruz.
Nesio hotel achain-jp desuecupados dous rpiarlos
com janeilas, oque se alugam s pessoas que ne-
cessitarcm, eqiieforem capazos, e d-se comida
fornecc-se comida para fra, e no mesmo a todas
as horas se ochar cafe preto com assei e preste-
za, e aos domingos boa mo de varea. Fste ludid
precisa de 2 criados diligentes que duiu fiador a sua
couductS.
LOTERA
Ama.
O Sr. Ihosnireirn das loterijis manda (azor publi-
co que em cunseqiieueia de se ler reformado o
plano que eulo servia para a extracao das loteras
foi mister diminuir o prei'i de alguns buhles da
segunda parle da tercena lotera il" Gymnasio Per-
namburano, porj re auliarimprossa uma grande
parto de- iinsmosbilheles, e por islo nenl.....la du-
v ida se pude suscilar, porque o inosino Sr. theSOU-
reirose respunsabilisapelosbillielos queforam as-
sim alieaos e esio numerados com tinta encar-
nada. Tlusouraria das loteras 1C do abril de 1889.
Jos Hara da Cruz, eM-rivao.
LOTERA
para o gyntnasio
Precisa-sede nma ama para o servicode casa de
pouca familia, paga-se bem : na praca da Boa-Vis-
ta u. :ij, segundo andar, casa quo faz esquina pina
a ra do Arago.
O abaixo a-signado, locatorio do trapiche do
Ramos, taz sciente a quem ronvier, que as pipas de
agurdenle ou deoulro qualquer liquide quo lian
furem armazenadas no luesjuo trapiche, pagaro
por descarga 19 por pipa.
Jos Mara Fernandos Thomar..
Pede-sc a pessoa que aohou na Ign.qa da ma-
triz da Boa-Vista, quajiaose dtia a missa da res-
surreico, um chapeo de sol novo de seda col de
caf com o cabe cm forma de gancho, o obsequio
de entregar na esquina da ra da Aurora, luja de
fiimloiro, que sei recompensado.
Precisae de duus ainassad"ies : na padaria
do moinhii de vento o. 1 e 3.
A pessoa que annunciou por este Diario pre-
cisar de nma cama francezo em bom estado, diri-
ja-sel na das Cinco Ponas n. 62. sobrado.
' QJUeiaes.
Na fundico da ra do Brum n. 2S, pvecisa-sc de
olliciaesde serralheiru e macliinislas.
Troca-sc um predio nesla praca,qnerende mais
de 1:0008, por um engenho, vollando-se o nxcedeu-
ie se merecer : contraia-sc ua ra da Guia n. 6,
segundo andar.
Aeha-se fgido o mualo Ranniindo, ida4ti
22 anuos, pouco mais ou menos, cor baslaule cla-
ra, pan-cendo bram-u, cabclloa quasi corridos, os-
latura regiilr e roqui delgado, i. ni olttelo de al-
l'aiale : fui esclavo do Sr. |lr. Aginar : quem o np-
prehender. pode entregar ao Sr. Joaquim Fralieiseo
de Torres (.alindo, morador na rila das Flores, que
se recompensar com 509.
Arrenda-so u grande engenho Parai/u de ani-
. maeS] a menos de 1 leguas do Rio Foruioso, onde
[sao embarcados osassucures, < ujo transporte para
o llcnitc prcsenlemeole de 2,sumi por 10 arrobas.
! Nao pudendo snperinlender na adminislracao des-
AssocifeodosCai-l Pefchincha.
==
veiros Rritaunicos.' ny,c"fc^'0 MI'l"i.d0 caes d"Ramo,. .1.
..... 1 urna ea^rn com dous cabritos, a oual e nuulo-koa
llavera reunan de-da assodacan scxta-feira 2!) ,je l.-itTT '"i
Veudem-se barris uovns mui bem construido*:
a ti atar na roa llireita n 93.
\ ende,, sitio refinado do Porto em pao o em
vidas, eir de i arnauUa e de uvellia, \.'Lis puras ,
do coinposico, de lodos Os lamaiihrisJkah Ha-
ln.i, pelles ,!, it.i.-i, saecos i.isus parf^fKih.'i
na ra dn I-luz, armazem u. Xi.
Acha-se fgido o oscravo Harliuiano. nardo I engenho por sur ua distancia do 16 legos, o
escuro, de 16 anuos do idade, ollicial de alaiaie, abaiao as-.giiado lasolve arrcnda-Ui por.8 ou 6 jn-
delgado, e aiisenloii-sc rostido de calca de case-1 os.'a 2KW0J por anuo de renda, garantidos na
nma azul com lslras ao lado, camisa de inadano- I Praca do Recite, e a quem se siljeilar .i condicao de
lo, jaquela Inania o chapeo do fellro rlnonto : conservar as malas e obras existentes do que est
|uom o pegar leve casa do abaixo assignado, na preparado rom cMellenle moonda, casa de purgar
Tonda o I".un. Sr. presidente da provincia appro-
vado porollicio de 4 do presento moz o novo plano
que Ihe foi aprosenlado para a extraan das lote-
ras dcsla provincia o Sr. Ihesonroira manda pu-
blicar o mismo plano para i ouheciniciilo do publi-
co assiui como participar que se acliam expostos
venda lodos os-dias das 0 lunas da inanha s 8 da
noitc no pav imeiilo terreo da rasa da ra da Au-
rora u. 20 e as casascommissionadas pelo mesmo
Sr. Ihesoureiruna praca da liidependencin n.22.c
na rila Direila II. 83 aleas 6 huras da tardo .s-
menle buhles da segunda parle da lereeira lotera
do Gimnasio eujas rodas dcvero andar nnpreler-
reliueiito no dia Odoincsmo mcz.
l'I.WO.
ra das Tnnchciras, que S"i gratificado.
Jos Pedro da Silva.
\clia-sedesocciipado um armazem com fenlo
ua riheira do pcixc e fundo na praia. pegado a Bor-
rara da Sra. viuva Cardeal, com entrada e sabida
franca, com trapiche e guindaste para embarque e
desembarque, e quasi a toda a hora da maro, tem
oapacidarie para armazenar de 10 a 14,000 barricas
ou saceos, e para muitos mais volamos miudos mi
grandes : na ra larga do Rosario n. 33.
as-.ialhada, assonlainuntn. asscntnmoiito especial di
do cosroiiteas i 1 2 horas da larde na livraria bri-
tannica.....Irangeira. Thomas l'.lakeley, secreta-
rio honorario.
1iiMirado lilliM-aiiji.
O CASAMENTO CIVIL
Oj;\S\ME\TRELir,IOSO.
IaIIIIC (1,1 |HO|Mls|;i tlll 0\P|'I10 il|l|-l'sCll-
lailo :'i t-amara dos depnlados ii st->-
saodc ltle jit'.ho do tuno prtxino
|);itlo.
i'i i.u hu ra .
IIAZ FLOfUMIMI HEMIillES llt S0I/\.
Lente calhedtatico Ja lacnldade
de dircitn.
Moiiilios grandes |iara
cao
lamo. 2 grandes cercados iimpns, boa noria do
rocas, cafo, larangoira, joca, etc., lambem se vende
a safra plantada, querondo-se : quem o pretender
dirija-se ao abaixo assignado. no sen eogonho Bon-
Tenibi-sn abeilo ,i assignifura dista obra, logo
ilc|iois de sua entrada no pilo, .'i razio de 2* por
cada iM'uiplar, atcniendo-se que nao darla ella
muito mais di l2(i paginasimpressas, agora que se
, arha eonclnida a mpressao, teriHea-sc o erro des-
lo \.lho, em Sanio Atilao.-Pedro Bewrra Pereira K calculo, nao leudo ,. voiume na realidade me-
de Arauio Bellrao.
O Sr. Marcelino Jos da Silvoira deixoii de
s' r caixeiro dos abaixo assigliadus desde o da isi
do correnle.I.cile Aj Concia.
3,600bilbeles a -. . N . 1 i: HlOlOOO
20 por cont. . 3:880JJOOD
Reis. . i:520000
1 Premio de . . 4 onn?
1 Dito de . . l.-tMMIS
1 Dito de ... . . 4M3
:i hilos de 2008 . . 600S
0 Hilos de Klll.f. . . 600$
10 Hilos de SM . . OOg
20 Hilos de 2(ls: . . 400
35 Hilos de X . . 280S
93.1 Hilos de ^3 . . 3:740
---- _____ -11:5209000
1(112 Premiados.
2588 Bramos.
PEDRAS PRECIOSAS.
Adereces de brilhanles,
diamantes e pendas,
pulseiras, allinetes, brin-
cos e rosetas, bolees c
aunis de dtfereiiles
goslus o de luagnilicos
urilbantes.
C.ompram, vendem e
Irocam piala, ouro, hn-
lliantes, diamantes o pe-
rolas, e nutras qiiaesquer
joias de valor, a dinbei-
ro ou por obras.
le 1S59.(i
4
Avis.i-seaosdevoidSfle N. S. Mai dos Homens,
que no dia sabbado, 30 dn correnle, as i horas da
manha.lcro principio os santos excrcicios domez
de iiiaio. sendo celebrados com missa r praltca,
continuando assiwi |t o.fin de inain, sendo o cele-
brante o mu dJiP llvti Sr. padre Antonio Manuel
d Assumpco. lloga-sc aos devotos da mcsina Se-
nhora qnoiram concOrrer ao dilo templo, e lambem
n coadjuvar'cum assuas esmolas, que pede sua li-
vre deiiboraeo, podeodo faze-lo ao guarda da mes-
maiiHi-eja. ou ao atesmo Rvm. Sr. sadunlole. cel-
los deque amesuia Senhora -nao so esqoecer dos
mesmos devotos que. coarorrercni para um Um to
JUSW. jLci
1 isvu Jacilho de Sampaio alumno do 35 V
anuo daaculdad direiiu autorisado polo gover-
ilu proy.iaciiil parKisinar lalim, faz scienlequo so
alfl')r'Ui.lW*e.r,iUlsar-sc de seu cnsino, pode ser
procurado na na da Camboa do ('.armo n. 19, pri-
ineiro andar.
'O'wnixd ssiguado faz sriente ao respeitevel
publico eaocorpo do, .commrcio de Pernambuco
que Biidou a sua taberna da ra Imperial n. 112
transformada em m deposito defronte da eslaco
das Cinco Poutas h. 148.
Joo do Amaral Rapozo.
Offerecc-sa um rapaz matulo de 18 annos de
Idaflp,'com rxceilentc conducta, para ser copeiro
na cai qnalqner phi.ql :.queia pretender dirija-se ra
ila Rodal). Sfl! o ki afiftcli a' ronduMa'.
.fio dio 26 do correnle s 7 horas lio dia des-
anpai*ceu uma uc^miilia de nome l.uiza, baivi.
cheia do csrpo, leVo um vestido corderos*:
rogMO; a autoridades ou qualquer pessoa que a
encontrar oudq n)es,ma tiver noticia, mandar leva-
la ru do Bocantamento n. 5, que s gratificar.
lio da 14 do correnle fugio um escravo de
nomo Francisco, idade 25 anuos, olhos prelos eca-
tOtjVplhado i\ni pouco fulo, denles dcsiguaes
ps o*s aberlos : roga-se a policio o aos
i ampo, quo o capturen) e levem-o roa
|IAvan..4i qe serio generosamente re-
Ra Direita n. 17.
Na fabrica de espiritos do Jos Joaquim Mina
Bairao, na ra Direita n. 17. ha constantemente es-
piritos do todas as qualidades, para bem servir a
seus fregiiez.es, e semprc quanlidades pmniptas
para embarques, e o que se garante a boa qualida-
de e acoudicionamento.
cojupAmhia
ALLIANCE
ibclccitla cm Londres
cu
m d g
CAPITAL
Cinco crtlllun-s de Wbras
cslevUnas.'
Saunders Brothers & ('.."tem a honra de informar
aes St-s. negocaiiles, propriclanos de cosas, o a
quem mais convicr, que estao plenamenteaulorisa-
dos pela dita lompanhia para ell'ectiiar seguros su-
hre edificios de lijlo epodra, cobertosde telha e
igualmente sobre os objeelos que conliverem os mes-
luns edificios, quer consista em mnbilia ou em hien-
das de i|iialquerqualidade.
O Ihesoureiru da irmandade do SS. Sacramen-
to da freguezia de S. Jos do Recite precisa de ca-
pellan para celebrar missa animal nos domingos c
dias sanios s 11 huras c lias qiiinlas-feiras que nao
furem dias sanios s 7 a tratar no pateo do l'arai-
zo n. 10.
Aluga-se o armazem da ra da Seuzala Vcllia
n. 30 : a tratar na na do Crespo n. 17.
No boceo Largo, luja de alfaioto n. 2 fazem-se
capas, balinas, samaras, _capas viactorias, beca,
e e o mesmo meslre que morava na ra do Hos-
picio.
Alnga-se ou vende-so o sitio da eapella dos
Afilelos, com boa casa de monda, oulra pequen^
casa ao lado, estribarla, grande sitio e com bstan-
les arvoredos : a tratar na ra do Rosario n. :lli, bo-
tica, com Kartnlnmcii Francisco do Sooza.
F.duardo dos Sanios Fortunato miidon seu li-
me para Kdiinrdo^Vuguslo dos Sanios Porto.
30(10 Bilhotes.
Thesouraria das loteras 4 de abril
lliesoureiro, Francisco Antonio de Oliveira.
Approvo. Palacio do govornb do Peruambiicn
de abril de lts.Jes Anlohio Sandra.
Conforme.-Autnio I.eile de Pinho, Thesouraria
das loteras 10 do abril de 1859.
DENTISTA FRANCEZ. *
^ Paulo Gaignoiu, dentista, ra das La- o
** rangeiras 15. Na mesma casa tem agua e "^
V6 Seulilico. ^
m
ILehmanii & E. Bliim!
.I0AI.IIEIROS
|Xa ra l.-i Cruz. n. Tt'.i, \ni-~*
iiu'iin iimlitc.
Ucee lie n: por lodos os VaM-M
ios da Europa e do Rio de Ja-
jMfrt obras do mais moderno[
'toslo, lano de Flanea como\
(dcsla ultima rnnilal, as quaes]
h ende ni tom loda a gmntial
I na t|ualidade dos melaes e<
idas pedras, e. pelos preeost
mais com nimios |iossiveis,<
' leudo sempre disposieo dos
ifresuezes um bello e riadoi
.sorliineiilo.
01R0 E I.LLM.I0S.
nos de 31(1 paginas em S" fraucez. 1'. como nao so-
ja possivel i obrir ao menos o cusi do semelhanle
rapresso com o proco fixado para a asatgnMiura,
previue-se aos Sis. a-si^nanles de quem alias aiu-
da se nao receben qoana aluumal que llca o dito
preco elevado a :l$. pois alem de ser sin justo,
51 tambem o nico meio deoccorrer com aeguranca a
ja despezas que dobraram. A mesma obra acha-se
!l venda as livrarias dos imprassores Miranda e Vas-
j| i oinellos. ra do Collegio n. 21, e de Kogoeira de
Aderecos completos de V Smi/a \ (',. junio ao ano de Sanio Antonio.
ouro, meios dilos, pial jH O Sr. Fructuoso Marlins tiomeS com deposito
eeiras, alfinetes, brincos "a '/ j de pao e bolachas na ra estreila do Rosario nao
raselas, cordes, tran- !;v! P'Mp celirar-se para Portugal s-m que nao ajaste
lins, medalh.is, cor- ijl contas i um o seu socio do mesmo eslaliele.iuieiilo.
rentes, enfcile- e i orn n- ^1 Patricio Jos da Silva Saraiva.
loes de ouro para relo- ? Do sitio do P.arhalho de Jos Osario de Mello
gios, e oulras militas ''Jj\ fugio o cscravo_C.....ado, crioulo, natural da pro-
obras de ouro e de coral. S5 vincia do Par, com os signaos segundos: alio,
bem retinto, usa bigodc, sem suissas, falla liem,
seu enrpo de grossra regular : quem o appreben-
dorleve-0 ao referido sitio Rarbalho ou a casa de
detonlo quesera recompensado obrigando-s son
senhor pelas despezas que se fizerem.
. : '
Colico de N.S. do Bom
\ eielein-se mOMihos grande coni roda para moer
caf, bem como de inuilas outras qualidades, h
y. oprios pira casas particulares, por commodo pre-
i.o : na ra da Cadvia do Recito, loja de ferragens
de \idal a Bastos.
\ eude-se o deposito de pjo da roa eslreila do
Rosario u. com lodos os ulencilios oxisleutos no
ihcsmo, bem afreguezadn para torra c para una-
lo : a Halar na ruado Colnnllo u. 95.
\ eude-se no armazem de Anlntiln I.. II. A/e-
v. Jo. ua na do Vigario n. 20, vinho do Porto en-
garrafado, cola da Rabia e Jacaranda, no/es e e-
g.irros boiao^o. era em velas, lia blcrflrndi, p--
nebr.i de llultanda em botijas, dilaseinfiasqueiras,
pipds vasiiis. oleo de ricino.
\oiiile-.-u uma casa de lijlo, f.ill*udo ponen
para acabar-so. no lugar dos Aogados .- i tralar ua
roa Nova n. Ib.
Ml
Ri.dogios patente inglex j
dos melhores fabricantes,
ditos aiiissos, tanto de
ouro como doprata.cliro- -'/
nomclros e meios cliro-
nomelros e lambem re-
logios horisonlaesde 0U- .-
ro e de prala. Vendem o v3
Irocam.
CASA DE SAUDE
SITA EM SANTO AMARO.
DOS .
Nesle estabeleciiucuto ha as melhores acommodacocs para se tralaiem docntes de qualquer callie-
goria e sexo.
Adiara menor he de 25500, devendo o pagamento ser feilo por quinzenas adiantos.
llavera o maiorzelo c empenho no Iratamentn dos doentes os quaes scro visitados pelo menos
duasvezes por dia pelos mdicos proprielarios do estabelecimento.
HOMEOPATHIA.
O Dr. Casanova, avisa a qiiempossa Interessar
que liaveudo determinado fazerunia viagema Fran-
ca, tom vendido todos os medicamentos que exis-
tiam cm BOU consultorio; purera nao se leudo rea-
lisado essa viagem, lem novameiite recebido del'a-i
ris, urna oulra collecco de medicamentos inleira- arligns, que sao uleis a prolissao de pharmareiilicn e de medico. Podo-se julgar da evlenso dos sens
mente novos, os mais bem preparados possivel, | negocios e dos snicos qiie ella deve prestar, mellior que, qualquer inilro eslabeleciinenlo, polo q'uadro
como lambem carleiras niiii ricas o Hvrus : assim, dos diversos rapilulos dos seus procos correnles geraes, livro excessivamente til aos pliarmaceuticos
quem deseja os verdadoiros medicamentos podo pro- ^ todas ,-14 pessoas que se occupaiu de sciencias.
cura-Ios em seu cofisnllorio honieopaihico em Per-
oambuco28 ra das Cruzes n. 28,
A CASA MF.NIER c^- C. aquella que na F.xfosicao Universal de 1853, na seccao das industrias
consogradas pharmaoiae medicina, obleve a medallia de ouro, designada sob o. nomo de UEDALlil
ii'iiiimu : ella so dpreseau pois aos pliarmaceuticos e aos commcrciantcs do nosso paiz, com todas as
garantas de uma repulaco de eapacidade e honradi'Z a toda a prava.
fio sen eslabeleciinenlo, o mais considcravel de Pars, a cas v Miniku fabrica e expede lodos os
I ha mniM
RECIFE A
1)0
Tendo 1 bogado ao conlieclmenlu do SUperulen-
dent que lem havido molivospara queixa cm con-
seipiencia de frequenle extravio de saceos vasios
de assucar as eslaees desta via frrea, o mesmo
pede encarecidamente aos Srs. de engenho que por
rentara soflram semelhanles prejuizas e inconve-
nientes que possam resiiilar para o futuro, hajam
de enleiider-Se com o Sr. James Kirkham, o encar-
icgado do trafico e que no caso do nao resultar dahi
plena salisfaco, hajam de ler a bonddde de c'irigi-
reiu-so directamenlo a este escriplorio ra do Cres-
po 11.2. E. H. Bramah, Superintendente.
Perdeu-se na quinta-feira santa uma pulseira
4e ouro : a pessoa que a tiver achado, querendo
restituir dirija-se Camboa do Carmo 11. 8, que l da-
rn ns signaaa ejuntamcnlca gratilicaco.
Avisa-se aos correspoiideules de* senhores de
engasdio que recehem assucar pela via frrea, que
piizerem inanda'-lo conduzir com prest
.|.....v,< ... HMIIWW-.W ^UIIUIK.II tull l>ir-.-ll'/a Oai.'! OS
Ao amanliecer do domingo da Ilessurrcicao nrinazeus dos compradores pelo proco do 40 rs. a
perdeu-se na matriz da Rna-Vista urna pulseira, | arroba, mandemao caos do Ramos n. 14,
pansados.
-amiceqio seolforac* para primeiro caiveiro
Mj. Mt n|ar conl de alguma taberna por bataneo,
- fMOn ta4sirre jmdas Cruzes n. 21.
Francisco Breira Meirelles participa ao res-
peilavel pnjico, que toovcouiratado com Jos Joa-
quim, deAbreu Cardoso Jnior a compra da taber-
na sita uo, becco Largo 11. 0 : quem se julgar credor
dii mesma, taberna, qoeira ajiresentar suas contas
uocumeuUdas,i.'Hi.:i das, acoplar da datadcste, fin-
dos as quaes nao -scrao mais levadas em cunta. Re-
cite 26 de abril de 18*9.
- l'ugio no meado do mcz passado do engenho
Cliian>huc mu negro de uomo Victorino, baixo.
grosso, testa alia, olhos um pouco salientes, loca-
dor- ito.viola; foi comprado lia pouco lempo no
engimbo JJaltoGrossp i quem, o acharan delle ti-
ver BOtias, dirij-sq ao engenho Cuiambnca, ou
nesla.praja. a Iratar com .los Antonio Pinto, ra
da Roqa n.17.
O abjjxo asiglado faz scienlc ao publico e
Spi-Cialaisnle ao coiipo do cmnmercio, que acaba
attectuar,a comprolda taberna n.l:iGsila na ra
da Seuzala Vellia, ao|Sr. Fortunato da Silva Nevos,
livro e deaumbaracadh ; se algucm se julgar com
diroi^o .1 moaoia, quiiraaprosentar-se nu prazo de
is, JiuUos ag
k. J. (ormauo
r-nropadeia pnr -kii
1. logar Luiz Klter,
rcsdJHWv Juntos os qhaos 11.10 liaver mais respon-
subifidjidC.,, Hecife 5 do abril de \byj.Uan<>el
Vtr*n4*Ka Cotia.
tendo do fazer uma viagein a
bastantes.procuradores, om
c em segundo lugar Antonio
da liaUa a-Silva Pipae itol, os quaes ficam encarre-
gadayde/tajdns os scqi negocios.
-f O _Laureikiiji Jos de Almeida I.eo deixiiu
do {ercauliro dokwixo nssighado desdo o dia 25
do rrremeinez do>atril.last Alfonso de. Almeida
Campos.
Precisa-se do uai menino de 14 a 16 annos de
idadu, para cjiixejro,dando fiador a sua conducta .
a tratar na ra caj/ujia do Bosaru u. 2U, armazem.
Fugio no dia 35 do correnle do lugar Pao
d'Aliut uiu escravo cJioulo de nomo Francisco, ida-
de 20 armes, pouco Inais ou menos, estatura regu-
lar, ehaio do corpa, clor fula, sobrancelbas carrega-
das, sem barba, muito ladino, gostu de glosar : ten-
do sabido com camisa amarella, calca de brim azul,
chapeo de fellro j y Iho (pardo), e dcscoulia-se que
o : roga-se as autoridades po-
campo a captura do referido
entregar na ra do Qaciiuado
ontendu !l oitavas de ouro: a pessoa que a achoit
a queira restituir, dirija-se A ra da Conccicao
da Boa-Vista, que ser bem gratificada pela dona, e
ua freguezia de Santo Antonio, na rua das Larangei-
ras na leudado Sr. Apolinnrio.qne l lambem adiar
quem receba o objeclo o gratifique ao portador.
Prctende-se comprar o sobradinho n. 128, silo
na rua de llnrtas, pcrlenrentc aos herdeiros de
Rita Alaria da Conceieo : se algucm tem diieito a
poralgum impedimenlo declare por esta folln': as-
sim como deseja-sc saber quem o senhor do solo
para se pagar o foro e laudemio.
Merece se um moco para um primeiro caixei-
ro de uma taberna, ou para tomar conta dclla por
bataneo; o qual anda est arrumado, d fiador do
sua conducta, o tem bstanlo pratica deslc negocio
e cscreve solfrivel : quem precisar aiinunrie [Hu-
este Diario para ser procurado.
Arrenda-se um oxcellento silio uos Alllidus,
com boa casa de vivenda, coebeira, estribara, gran-
ule pomar de larangeiras, baixa de capim a uutras
militas commudidades : a tratar ua na do Crespo,
loja n. 10.
Precisa-se alugar urna preta para oservien de
ume casa de homciu solteiro : na rua do Aniorim
n. 33.
Precisa-se de um servente lorro ou
captivo para traballiar de 8 horas da ma-
nhaa as 4 da tarde tiesta typographia,
Aluf>atn-te mensalmcnte dous pre-
tos escoavos buraes, para traballiar tiesta
typographia, dando-se o sustento, dis-
pensan Jo-se os domiujjos e das santos.
(nB Jijjai)-Ujia3'i333'ii\,
2, liolilcii Square, Londres.
Re^ent Street.
J." C. OL1VF.IRA Tendo augmentado, com lo-
mar a casa contigua, ampias e cxcellcntcs aeeoiu-
mndaces para muito maior numero de hospedes
de novo se recommenda ao favor o leinnranca dos
seus amigos e dus senhores i ajantes que visilem
esta capital; contina a prestar-Ibes seus serviros
e bons otficios, guiando-os em ludas as cousas que
pre isem conlieiimeiito platico do paz, ele. Alem
do porluguez edo ingle/, falla-se na casa o hespa-
uhol francez.
Precisa-se de una mulher idosa que cnsinlie
para casa de um homein solteiro : ua rua da Seu-
zala Velha 11. Ii, primeiro andai.
Precisa-se de uma ama forra ou escrava, que
saiba cozinhar e cngnminar : na rua do Cabug u. 3,
segundo andar.
Precisa-se de uma ama para cozinhM o engom-
mar : ua rua Nova n. 10, loja.
ML'ITA ATTENQO.
que acha-
ran com quem enlender-se ; o mesmo encarrega-
se de despachar o assucar, assim como qiiaesquer
cueros para o interior.
Precisa.se do um rapazinlin de 12 a 15 anuos,
para 1 aixeiro, que possa dar garandas dn lina con-
duela : no eslabelecimenlo phnlograpliicn, alerro
da Boa-Vista n. 12.
? '-"?"?VO
vivir*
VIA FERREV
no
Recife a Sao Francisco.
Pelo prsenle aviso faz-so publico que um Irem
para a cnndiicco de gneros e mercaduras parle
da estaeo da villa do Cabo lodos OS dias (excep-
tuando-seos domingos) as 10 horas e meia, vollan-
do da eslaco das Cinco Ponas 1 hora.
E. H. Bramah,
Siipetiiilendi.uk'.
SP; Consultorio cenlitt'i liomeopaico i
Substancias naturaes (drogas) ;
PUS hledi lliaes ;
Preparaeoes pharmareuticas :
Productos chmeos medicinaos ;
Plantas medicinacs :
Medicamentos especiaos c de patente :
Preparaces homeopathicas;
I I ensillos o apparclhu de chfmica ;
Laboratorios de cbimica j montados;
Instrumentos de cirurgia ;
Instrumentos de caspthone vulcanisado ;
Machinas para fabricar aguas gavia* :
Inslrumciitos do physicn e de prociso ;
Rotuloso ornatos para pharmacia :
Bataneas de servien, de luxoe de analyse chimica
Vas is de vidro, cryslal o porcelana.
Viivvos de medicina de \i\v.\ vm*\eia e de seieneias.
A CASAMF.MER responde a qiiaesquer informaces que se Ihe pecam. Kncarrega-se de fazer
Indas as despezas at ao porto de omharque (transportes, despe/as de seguro etc.,| quando se Ihe faca
qualquer encommenda de productos naeassarto mandaran misino lempo nina letra de tal valor ap-
prnxinintivanii'iitc OU indicar em Franca 011 na Kuropa. nina casa encar.egada de pagar ou de servir de I Compra-se urna osera va moca que saiba cozi-
garantia, os productos devendo ser pagos em Pars, as despezas de cambio sao ao cargo dos coinmel-] nhar e engommar perfeitamente: un llecifc rua
lentes. I *- ":-- -
Conselho, rua do Hos-
picion. 19.
Ollerece-se .'IOS por um bom oosinhoiro,
-
Declaracao
0 infra assignado faz ver a quem liveriido o edi-
lal que annuncia a praca de seus nena ponderados
porexeciieodo D. afi Joaquina de Mello e Sil-
va, que nao deve a quautia pela qual est sendo
e\ei ulado, como pretende mostrar na mesma oxe-
en, io para o queja pedio vista que Ihe ser conce-
dido depois da arrematacao e nao antes, por nao
te-la pedido logo depois da penhora.
Joaquim \iilonio Goucalvcs da Rocha.
Precisa-se alugar nma ama de leite
forra ou captiva para criar tima meni-
na : na rua do Crespo n 7 ou na rua do
Hospicio casa do commendador Thomaz
de Aquino Fonseca.
Na rua larga do Rosario (antiga
Ouarteis) oOicina de tamancos h. 2i pre-
cisa-te de oHiciaes tomanqueiros paga-se
100 rs.de feto por cada par de paos.
Arrenda-sc um sitio no lugar da Boa-Viagera a
margoni do rio Jordn, com uma boa casa de mo-
rada os preteiidcntes dirijam-sc rua Imperial
11. 55.
No aterro da Roa-Vista n.21 vondem-sc alguna
objeelos perlenceule a marcineiria c a quem faz
1 aixiiihas para joias. pois tendo de largar a casa e
11:10 ennvindo conduzir laes objeelos, veudc-se por
lodo proco que os pretendemos olTerecerem.
AOS
senhores donos de casas.
\ eude-se na rua da Cadeia do Rocife. loja de fer-
ragens de Vidal j Rastos, um comiileto Silrlinieiilo
de techadoras de todas as qualidades, dobrailcns,
pregas, parafusos, e ludo quanlo se faz misler em
nina obra: e se vende barato, na loja de ferragens
da riada Cadeia d Recife de Vidala; Biisios.
BR\(10S DE R01l.\
para batanea.
Bracos de Romopara balanea de halcn, bracos
grandes para armazem, assim como correles pro-
prias para os mesmos : vendem-se na rua da Ca-
deia do Rocife. loja de ferragens do Vidal Bastos.
econmicas americanas.
Vendem-se oseadas de todos os lmannos, o por
prei-o commodo : na loja de ferragens da rua da
Cadeia do Recife de Vidal & Baslos.
Guarda comida.
Guarda comidas, redondas, quadradas, de todo-
os tamaitos, tatnpas para proles, de rame oio-
tal, facas o garios de morlim; unicome, metal, va-
do, bfalo, o ac de todas as qualidades, cacarolas.
pancllas, frigideiras, asMdeiras, chalciras, pdneHils
para cozinhar peixe. tornos franceaes para assad 1-,
vassouras para varror salas de cabello e palha :
bem como muitos oulros nrtigos para uso dotti'es-
lico : vendem-se na loja de Jerrageus de Vidal &
Bastos, rua da Cadeia do Hecife.
&m mmm mm&
Acabara do (hogar as melhoresparietrajque Jm
\ indo ao mercado, tanto de arail iBlAllolciiio
gaWanisado, c de iodos os lamanhs: venemVsc
por proco commodo, na ruada Cadeia, toja de er-
I rageus de V idal i Baslos.
Camas de ferro.
Compras.
Todas as cncommendas devem ser feilas a c.vs.v M1 s 11 11 & 1'.. 11. 37, na Sainle Croix sonnrrie, em Paius.
DENTISTA DE PARS.
freilerieo Gautter,
cirurgo dentista, com pralica de seis annos no Rio de Janeiro c tres na Babia, alem do quena sua re-
cente viagem a liama pralicou dous anaos como ojudanle nos gabinetes dosprimeiros dentistas de Pa-
rs; e enriquecido dos aperfeicnamentos o deseoberlas mais modernas que se tem feilo, tem n honra de
annuuciar ao rospeitavel e Ilustrado publico que acaba de ebegar a esta eidade sondo pretende Osar a
sua residencia e praticar todas as operacesda sua arlo, tac- como limpar, limar, chumbare tirar den-
les, Irabalho osle que executn com sumiua hahilidade. Chumba denles com OURO PURO quando o per-
mitiera o estado e a cooformacaoda caria, enos mais casos em prega 11 ai a nova composico branca como
o denle, fazendo corpo com elle, com a qual a chumbagem se faz sem pressao liem dores, e que nunca
se altera nem muda de cor. Colloca denles artificiaos com perfeiio at boje desconhocida nesla eidade
os quaes imitam tanibeni os naturaes qub nao so podem differoncor e proeiMnoni todos os seus lins, lan-
o p'arao falla o a masligaco como para romper as feicoes do rsio. Por isso, jidga-se estar em cir-
cumslancias de attrahir e merecer conlianca, e convida as pessoas entendidas a dignarem-se honra-lo
com a sua visita para se convencerem da sperinridade do seu tiabalho.
Acha-se no seu gabinete todos os dias das8 lunas da inanha at ao meio dia COM CERTEZA, e
alo as 4 da tardo quando nao tiver de ir em casas particulares.
no
DR. SABINO O.
brilhan-
...... ...
2 DURO K PBATA.
i Adereeos do
2 tes, diamntese perolas,
^> pnlceiras. allliieles, lirin-
c eos e rosetas, boloes e
; aunis de dilforente- BOS-
2 los e de diversas pedras
< de valor.
Aderecos completos do <
ouro, mojos dilos, pul- _
1 eiras, alfinetes, brincos C
e rselas, cordoes Irn- "
si lins. nierialhas, corren-
los o onfeiles para relo- |*
itos ob-
Compram, vendem, nu ^
Irocam prata. ouro. bri- '.",
- Ihaules. diamantes e pe- -
'* rolas, e oolras quai'sqiier "*
-.; joias de valor, a dilici- C
"' ros ou por obras. j
l.njn ile ouiiti's
RUADOCABUGAN 7-
Recbelo, por totlos os ;
vapores da Europa* as
1 *, ,J giu c outros mu
obras to mais moderno *] Jeitos do ouro.
goslo tanto de Franca 3 +Stt3$
como de Lisboa, as quaes d *%*~fgft
vendem por preco com- Smnitosouirosobjectosde
-. i "^i nr.il.-i
modo como coslutnam. .
do Vigario n. 17, loj.
Compra-se umu mulata para fra da provincia
que saiba corlar roupa dan meninos e senhoras e
que lenha oulras habilidades, paga-se muito bem
agradando : na roa do Trapiche n. 40, se dir quem
a pretende.
Compra-se urna casa terrea no bairro do San-
to Antonio ou nos limites de S. Jos com o do Santo
Antonio : a pessoa que tiver, podera tralar o ne-
gocio na na de S. Jos n. 45.
Cnmpram-se cm rasa de N. O. Biebor&C,
rua da Cruz n. 4, oncas hespanholas, c mexicana,
soberanos e modas porluguezas de C91(111
As melborcs camas de ferro que tem viudo ao
10 'para casados :
vendem-se na rua da Cadeia do Recite, loja de fer-
merendo, tanto para solteiro crtriib
vendem-se na rua da Cadei
rageus de Vidal i Bastos.
Aviso aos senhores de
engenho.
Correntcs para almanjarra, techadoras para casa
de purgar, foles para ferreiro, safras, tornos para
ferreiro, espumadeiras, passadeiras de forro galva-
uisado para engenhoi enxadas porluguezas calcadas
de ac. ditas azuladas americanas tambem de* ac,
ferro suisso, ac de milSo, limas de todas as quali-
dades, ferramenia completa para lanoeiro, e mui-
tos oulras Atigos de ferragens. ue sfcvendenl por
coiBiidir'f*eco : na loja de n-mgtps de -Vidal .
Bastos, rua da Cadeia do Recife.
Vendem-se
i-elogios de ouro inglezes. patentes, meios chrono-
metros, saboneti s e de vidro, rom phleirn grnmlo
de segundos, e sem elle ; lodos dos mais acredita-
dos fabricantes de Inglaterra, por preco commodo :
na rua da Cadeia do Recite n. 91, casa do BVnry
Gibson.
.
prala.
*arm i nrvrrry*
1.. I-INHO.
&nua,e Sanio iMrf (Mundo Noto) n. C.
ssfi i'.ontintiam as
ontinuam as consultas e visitas do mes-
| mo modo que d'anles. A conlianca que o
5 Dr. Sabino deposita na pessoa que llca
j enearregada do seu consultorio nao ser
\ desmentida.
Os pobres
6 tuitamento.
i As correspondencias serao inderecadas
ci m o subsi ripio ao lir. Sabino rom' au-
sencia ao abaixo assignado.
Mu noc dr Mallos Teixeira Lima.
Professor em honienpathia o secretario
do consultorio.
'.*
Achou-.-e um .iniii 1 de ouro na igreja do con- Vrrcnda-se um sitio que seja grande e que
vento de S. l'raiieisco : a quem >o .presentar dan- Imlii e.isa snirrivol, com arvoredos de fructo, e
do os signaos cerlos ser entregue, na ruado Cabu-^. com varzea para capim, leudo proporcoo para ter
A saboaria da rua Impe-
rial compra sebo em rama
a 9$ a arroba a dinheiro
vista: a tratar com pseu
administrador.
Compra-se uma mulata para Fra
da provincia, que saiba cortar roupa pa-
ra meninos e senhora eque tenlia outras
habilidades, paga-se bem agradando : na
rua do Trapiche n. \0.
Compra-se uinsaguin que
seja manso, nesta typographia.
Compra-so um escravo moco de bonita figura,
o qual saiba cozinhar o diario' de nina casa : en!
Fra de Portas, rua do Pilarji. 115.
Compra-se uma escrava de meia idade que
saiba fazer o diario de uma casa de familia : na rua
da Cruz n. 61.
Vend
as.
n.3, loja de onrives. *! animalmente -i a fi vareas de biic
Arrcncia-se um sino com cxtfeento casa de bem ,e far negocio por compra: quem o
vivenda no lugar da Torre margen do rioCapiha-jaununcie por osle Diario para ser procurado.
ribe confronte estrada do Mangoinho, baja casa
,, alera de ser edificada com muito gosto e sereolll *
io sempre tratados gra- )*i da cm um ponto de vista ngradavel tamo por d
Nendem-si! lijlos de al venara grossa, man:
da-se botar cm qualquer obra e sempre acharo
os compradores em qualquer man a porcio que
agradando taro- precisaran!, por fabricar-se grande quantidade de
liver,
defl-i
---------' -
enteja por esla cida
Hciaes c capilaes di
esc-Ta'vo, que poder
u. S, ime seU bfin ratilicado.
Aluga-se una scrava perita engomiuadeira e
'osluroira.: a tralar com Jos Carueiro da Cunta,
na dos t'razerus.
Precisa-sa de i m Irabalhador do reliuacau :
em Foca de Portas, i ja do Filar n. 120.
Jnaquim Mendi s Freir Vianna val a Europa
a trtrUr de suksattde
PrecWa-se de u nn ama para rusa de pequea
familia : na rua Aug isla n. 11.
- I'recisa-sc de i ou* homens portugueses dos
chegados uliimameii e para o servicode campo : a
iratar na rua dasTriicheirs com Brnardino Fran-
cisco do Azevcdo Cikpuj.
Frecisn-se de ufna ama para cozinhar : na pa-
daria da rua dos Pe: cadores n. 1 c 3
. ~ plfr*.*' :
O abaixo assignado, por si e tomo legitimo ad-
minislrador de sua mulher, declara ao respeilavol
publico para que uingueiu possa allegar engaos
am lempu algum: que leudo indemnisai;es he-
reditarias a haver do casal do sen finado padraslo
Mauool Paulino de (Olvela lluniz Feij, morador
que foi na comarca de Uoianna, e uihcndo-lbe hy-
polheca legal em lodos os bens, com especialidade
nos de raz, na qualidrde do orphao e lilho nico
que foi do 1." Ihalamo de 1). Margarida da Cunlia
llego, piup/ para isso aceao de resciso de inven-
tarios, por leso inoriuissinio o de pelieao de lu ran-
ea contra os .-uceessores de seu dilo padraslo, a qual
pende em oslado do pravas, havendn para seguran-
Ca feilo previamente sequestrar o engenho pao
^ Bolita centra! Iiomeopslliira
idi no
;-^J OB. SABINO 0. I.. PINHO.
j;3| Contina a vender-sc grande sorlimcnlo
'-' r de medicamentos hnnieopalhicns lauto cm
.'St globnlus como em tinturas.
HM Os piceos das carteiras sao os que se
S acham eslipnlados no Una! do thesouro
,x liuuieopatliico.
.;;.; rada tubo avutso......lflOOO
f2 Cada vidro de tintura. 2$00
avistar-se todas as casas da Capunga, Passagem e
Ponte do l'ohna, conlem4salas de 31) palmos qua-
dradoscada urna, sendo 3 forradas de rico papel e
o tecto de estuque, 11 quartos, sendo 5 forrados de
papel c o tocto de estuque, cozinha fra, bastante
espacoso, coclieira para 3 carros, quartos de cria-
do e de prelos, estribara para Oravallos, casa para
gallinheiro e animaos domsticos, 2 cacimbas, urna
com exccllente agua de beber, oulra com bomba,
da qual deita agua para a rasa de banho que tica ao
: p, jardim com figuras o jaraosde louca tinos, mu-
rado na frente com porto de ferro, baixa do capim
que sustenta animal dous cavallns, pomar de laran-
geiras, selectas edeinbigo, alni de oulras fruc-
(eirasdo paiz : os pretendenles drijam-sc ao aterro
da Boa-Vista n. 2, segundo andar.
iy:
M
11SO00 I
-iii*>':
No dia 18 dn correnle mcz fugio do engenho
do abaixo assignado. silo na freguezia da Escada,
um escravo de nome Berehior, com os signis se-
guinii s : altura um punco mais que regular, Irazia
nignde e pera, sabio cun cal
Jl* Thesouro homcopalhico ou vade-
\.i mecura do homeopalha, obra in-
j^j disptnsavel a lodo pai de familias,
>< vjanles ele. .
9HS*.
e pera, sainu com calca c sem camisa, mas
Amarcllo, seus iitencilios o terrenos, a posseeusu- procurando-se oepois a calxa em quo guardava a
fruclo das comprchcnsocs foreiras denominadas Me- roupa, nao appareccu, e elle a levmr, pur isso deve
repes, Carice e Capibaribe, c un sobrado de dous | andar bem vestido poistinha boa roupa; denles
limados e um na frente quebrado : roga-se as au-
andares silo na rua llireita da eidade de Coianua
e que portante, achando-Se ditos hens litigiosos,
alm de sequestrados, nullo deve ser de direilo
qualquer contrato que por celebrado acerca dcllcs,
c que ueste sentido protesta o mesmo abaixo as-
toridades |>oliciaes e capilaes de campo, ou oulra
qualquer pessoa a sua captura, e quem o pegar o
leva-lo ao dilo engenho ou nesla praca rua das
Cruzes n. 41, primeiro andar, a Albino Jos Ferreira
Altenco.
Jarme F.nas Gomes da Sil\ a, eslabe-
lecido com casa fle calklleireiro na rua
do Queimado n. C, primeiro andar,
avisa ao publico que se acha nao s
competentemente habilitado para de-
empenhar qualquer encommenda Ion-
dente a sua arle de cabelleireiro como
lambem dosempenbar rom cabellos,
quadros para lurmilns, memorias etc.,
etc., trancas para aunis e pnlceiras,
tranrrlins ocurrentes para refugios o
que ludo apromplar com brevidade e
perfcieRo, oHercccnda para isso a apre-
ciacao do rcspeitavel publico alguns
Iraialhos seus, que esli expostOS em
seu estabelecimento.
l'recisa-se de uma ama crioula que ande de
panno, para o servicode casa e rua: na rua do
Raiigel u. 77, segundo andar.
Fugiram do engenho Calharina, na provincia
das Alagos, no dia 13 do correnle mez, os escravos
sepililes : Joan, de nacao. de idade de 311 annos,
pouco mais ou menos, cor fula, alto, grosso, barba
serrada, calvo, ps escalados de calor do ligado ;
escravo do Sr. Flix Jos de tusmao l.ira, proprie-
tario do dilo engenho ; Claudina tambem de naco,
de 20 anuos de idade, alta, secca, desdentada, c
escrava do Sr. Pedro Casado de Albuqiierque, ad-
ministrador do mesmo engenho ; consta que se
dirigiram para esta capital, u j loram vistos nos
Afogados : reconimeiida-se a apprehensao dos
mesmos. e entrega nesla capital a Manuel Ignacio
de Oliveira Fillio, praca do Corpo Sanio ; ou no
referido cugenlm dos re-peclivos senhores ; aliau-
ea-se uma generosa recompensa.
Aluga-se a loja do sobrado n. 69 em que o Dr. Lopes Nlto lera escriplorio : a tralar
na mesma luja.
Escravo rugido.
Hesappareceu um prelo Camundongo, rendido,
lia/, funda, representa ler 40 anuos, altura regular,
levou cab;a azul, camisa branca ; desconfia-se que
anda para as bandas de Santo Anlao : roga-se a
lodas as-autoridades polioiaes e capilaes decampo
que o pegar levem-no j rua do Vigario n. II), loja,
que scro recompensados.
Criado.
Bonos.
Preeisa-se alugar uma prela que saiba en-1 Perdeu-se na larde de 21 do crrente uma
gommar, rosinhor o diario do nma casa o fazer as pulseira de menina, de sois ronchas, sem esmalte res de ^presentar suas contas l* compras ou um nreto j de idado : na rua do Han- algum, desde a rua de Sonta nita al S. Francisco: mez, para seren conferidas c pagas, era cnum os gratificado
gel n. 77, segundo andar. ', a pc.-oa que a achnu lenha a bondade de levar a da antiga Arma de Joao Pin
(juimaries com todo o activo das duas rasas bem
como responsavel pelo passivo ate aquella data, pe-
dimos paranlo a todos que se julgar nossos ared ,
Precisa-se de um homem solteiro forro ou cap-
tivo porm fiel e diligente, sorvindo aiuda que le-
nha s 12 a 1( annos pur ser pouco o sen servico :
na rua Nova n. i~>, primeiru andar.
l'ugio uma negra de nomo Calharina, retinta,
com os signaos seguiulos : alia, de boa figura, cheia
do corso, com um popo em um olho, lem marcas
de relho no corpo, levou panno preto : por isso
roga-se aos capitacs de campo a apprehensao da
dita negra, a leveiu rua do l.ivrameulo n 4, quo
se gratifica.
Ao sabir da alleluia dn Carmo perden-se uma
earolea desde o Carino al a rua de Aguas-Verdes,
eolia nao tem esmalte: toga-so a pessoa que a
arhou querendo restituir dirija-se a rua de Agnas-
Venles n. 20 defrunle de S. Pedro, que a dona dor
o signal que ella tem dentro, quera a levar ser
uicnsalmcnle
tralar na
tiolliuhas de camhraia com mangui-
tos proprias para aHrriar lulo : se ven-
dem na luja da roa do Oueiiuado
10, de I.eile & Correia.
Com pequeo lo-
que de varia.
. Ilanihurgo flnn a 230 e 320 rs. a vara, cobertores
de algodao brancos e grandes a 500 e800 rs pecas
de algodaozinhn liso a 28500, ditas de dito ameri-
cano largo a .'!,< e 31500.
. --
'. Lencos brancos de cambraia de linho mui- jfi
- lo superiores peld baratissimo preco de S n ^
3 duzia : na loja da rua do Qucimudn n. 10, de '
a l.eite t Correia.
-: 19 ''SK^aST
Jos iNunes de Paula, tem
para xendernoseuaniiiizeui da
na to Ainiii'iiii ii. 48, superior
brelo le Lisboa em saceos gran-
des e por preco commodo.
Veslidiuhos brancos bordados proprios (T
para baplisar criancas : se vendem na loja SJ
da rua do Oueimado n. 10, de Leite 4 Cor- 8
Vendem-se por .lOO.s' duas cari-ocas
Grande sorti ment de fa-
zendas pretas proprias
da quaresma.
1)0$ e rjiie
cstreita do
anda
ftosa-
Preclsa-se de uma ama para o aervicn de nma rua do Santa Rita n. 11 ou 19, que sera gratificada,
casa de pouca familia : na praca do Corpo Santo Precisa-sede uma ama para o servico de poa-
n. 17. |ca familia : na rua Direila n. 2, primeiro* andar.
Pinlo Regs de Souza alo Precisa-se de um hoiiom estrangeirn para
31 de do/embro ultimo para o momo flm. Recite empregar-s no servico de nm sitio :e igualmente
1 de abril de 1859. Joao Piulo Regs de Souza. de factores de bahus : a trataf na rua do Collegio
Jos Ribciro Guiiiiaiiies. n. 10, tereciroandar.
noVas que custaram
n5o servii-am : na rua
rio n. *>0
Bonito sorlimenlo de
proprios para rnupao de si-ohora : se
dem na loja di rua do Queinindo n. 1
Na rua Imperial n. 7 venje-|e
um exccllente preto, crioulo de 22 an-
nos, copeiro, hora para pagetn, o mo-
tivo da venda se dir' ao comprador1.
Vestidos de grosdenaple. preto com
babados bordado a velludo. .
Dilos dilos prelo com babados borda-
dos a seda. ... .....
Ditos ditos de cores e brancos. .
Dilos de cambraia bordados ao lado .
Velludo prelo o meihor possivel, co-
vado............
Grosdenaple* preto liso, covado lgOO
a............
Dilo prlo lavrado, covado 2ga .
Setim prelo macan, covado 2$800 a .
Sarja preta hespanhola, covado 2g a
Grosdenaple liso de lodas as cores, co-
rado....., jt> .
Dito de quadrinlios miudos, covado .
Dilo bramo lavrado, covadirlgOO a
Dito de cores e preto com 4 palmos
de largura........
Belleza da China e mauritana de seda,
covado..........
Follar de Pars e chaly de Hotos, co-
vado.- ...........
Popelina de seda e duqueza de flores,
covado.........f
Fruudelina e barege de seda, covado.
Meio velludu prelo e de cores, covado
Velbutina decores e preta, covado
Chitas francezas ciaras e escuras, cu-
vado 280 a........ .
Pauiu preto e de cor fino prova do
limau, covado 3j500 a i ...
Cascmira prela setim, encado lg900 a
Arlandys denovosdesenhoslinas,vara.
Cansos fiaiieozas linas, vara. .
M.mi.i- de blund prolas e brancas. .
Ditas de linho o mais rico possivel.
Chales de merino lisos de cor e prelos
Ditos de dilo estampados de 8(j a .
Ditos de dilo franja de seda ....
Ditos de dilo bordados a seda e a vel-
ludo............
Ditos do soda prelos nwn de cores.
Lencos do l.ilni ,nllio Unos de 12 a
Manguitos e golliuhas bordados fino*.
Kntremeios e liras bordadas. .
Golletes do velludo e raseiuira prela
bordadas.........
Ceroulasde brim de algodao e de li-
nho de lfJOlKI a......
Camn-as francesas brancas o do cor
de 2,-J a.........
Casacose sohrocasacos de panno pre-
to lino..........
l'abtois de panno prelo e de cores,
franre/es.........
Calcas de cascmira pretas o do cures.
Colfetes de seda de varias qualidades
Chapeos franeczes direiioscaTambir-
hci...........
faldols do merino setim prelos e de
cor forrados........
Ditos de alpaca prela e de cor com
Colla de velludo......
Dilo-de brim blanco o de cor fina. .
Ditos de alpaca de varias qualidades
coin golfa de velludo.....
Dilos de alpaca prela e de cor mosclada
Passando o becco da Congregarn, .do lado direilo
em scguimenlo pora o I.ivramen'fo a qu.itla loja de
tres portas com rtulos brancos.
i
s
5S500
2*6011
2W0II
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11800
1*50(1
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93000
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;


4
Diario de Pernambuco.Quinta feira 28 de Abril de 1859.
*
DA RA DA
FAB.'NACIONAL
(ramio sorlimenlo do f^HlVJrlli"^ de todas as qualidades,
Tinturara, MACHINAS DE COSER, garantidas.
FLORENTINA.
14.
Na fundic o de ferro de D.
W. Bowman, na ra do Bru,
passando o c lafariz, contiuua a
haver um coipleto sortimento
de tachaste ferro fundido e ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bca,"
as quaes se { cham venda por
preg commodo e com-promp-
tido, emb rco-se ou carre-
go-se'em c irro, sem despezas
ao comprad* r.
Loja da $ seis portas
EM
Frente d o Livraniento.
Grosdenaple pre o para todos os precos. mantas
prelas de linho con bordados de soda, linas de se-
dai pretas para senl ura a 1, gollinhas bordadas a
1, ditas linas a 1 600, manguitos a 39, temos de
seda bramos e ene rnados a 800 rs., camisas fran-
eezas brancas e de c ares linas a 2<. paletots brancos
de bramante fino i t>, ditos de brim pardo a 3S
ditos de alpaca pro os a 4 e 5, ditos de casemira'
de cores a 5$, ditos de fuslao de cores a 5g : a luja
est .iberia das 6 loras da manlia as 9 da noile. |
Farinha de trigo
SSSF.
Cera de carnauba c velas.
Vendem-se na ra da t'.ailea do Kccife
sim como palles ti cabro, estajos linos para
obras domadas que Dio licu, prelas, e tiraros para
randiciros do gaz.
Orando pechiicha, com avaria.
Na loja do l'rognica, na ra do liiirimado n 2,
ha para vender madapoln fino com pequeo loque
de avaria a (8 e InTiiki a peca, algodo branco com
16 varas a 2, 29100 e 3$b(IO a peca.
Pai'a lorrar cai'ros. $
Vendc-sedamasco de seda de bonitos Sjif
vy goslos e muilo proprio para forrar carros : t^i
" na ra do Crespo n. 12, loja de Campos & v>4
!$. JNm invenflo aperfeicoada
a viagem, I *
eos liara DE
Bandes ou almofadas
de crina para pentcado de
senhoras.
i de Leile & Irmao. na ra da Cadcia do
. 48
Arados americanos e machinas pa-
Femandes & Fill
go da marca SSSF
venden! a preeo m
rua da Cadeia n. 63
Ra
os tem superior farinha de Iri-
chegada antes de bontcm que
ilo em.cnnla no seu arma/i'in
. becco da Madre de Dos u. 1 i.
Calcado superior e barato.
Direita n. 45.
Borzeguins da 1 erra ota 55 a 37,
obra boa a
Borzeguins de teuhora (Joly).
Dito de lime n%
Sapatos de irajicinha.
5000
4S800
8x800
ItffiOO
FUNDIDO LOW MOW,
Ra da Senzala Nova n. 42.
Neste estabelerniento continua a haver um com-
pleto sortimento de moendas e meias moendas para
engeshn, machinis de vaper e taixasde ferro bali-
do e ceado, de U dos os tamanhos para dito.
Espartilhcs lrancezes de nova
invencao.
Vcndem-se es: lartilhos francezes de molas e car-
retis, o melhorlque se pode encontrar neate gene-
ro, na berefeUroja c na commodidade, a quem usar
delles, peto oarilissimo preeo de 6, 7 e 8. Estes
esparlilhos sao pegados no ultimo navio fjancez,
e so se encnnlrijra na ra do Queimailo, na bem co-
nhecida loja dij- miudezas da Roa Faina n. 33.
- V endem-se saceos com farelo de Lisboa, mi-
Iho e farinha drjraamlioca, saceos com feijo prelo,
iiiiilalinhu e branco, arroz de casca, gomma de man-
dioca, courinhok de cabra, esleirs de pallia de car-
nauba, doce dJ guiaba de boa qualidadc, tudo por
preeo muilo bsalo : na ra eslreita do Rosario, ar-
mazeiu n. 39. I
Almeidal Gomes, Aires k C.a
Lima.
En casa de Joo da Silva Faria na ra da
Cruz n. 30 vende-se por preces ra/.oaveis superior
champagne, vinho Bordeaux de boa qualidade em
barris e cm garrafas, absynllio, cognhac e vinagre
branco.
SYSTEMA MEDICO DE HOLLOWAY.
FILLAS HOLLWOYA.
F.sleim-slimavel especifico, composlo iiilejramon-
le de berras medicinaos, nao contera mercurio, nem
alguma uulia substancia delecleria. Renelino mais
lenra infancia, e a rowplriro oais delicada he
igualmente promplo e seguro para desarreigar o mal
na compleicao mais robusta ; lie inteiramenle inno-
cente cm suas operacoes c elTeilos: pois busca e
remore asdoonc.is dequalquer especie e grao por
mais antigs o leazos que sejain.
Eatre aniares de pessoas curadas com este reme-
dio, militas queja eslavam as portas da morle, pre-
servando em seu uso : conseguirn] recobrara saude
e furias, ilepnis de liaver tentado iliulilmelile lodos
os oiitros remedios.
As milis atllirlas nn devom enlregar-se adeses-
peraro : faeam um competente ensaio dos cfDrazcs I Qoeimado n. 22, na loja da Roa 6.
tttsaBftar--e pna,es .....- iplm Miimiiira tos
Kan se perca lempo em lomar esle remedio para '
quilquil- 008 Segu oles enfiiniiilailes : |
ia lavar roupa : em casa de S. P Johns-
ton & C. ra da Senzala n. i2.
Vende-se superior linha de algodo, branres e
do cores, em novello, para costura: em casa de
Seulliall. Mellor & C, na do Torres n. 38.
Bonets para meni-
nos.
Vcndem-se bonets de panno arelo muilo fino
para meninos, ricamente enteitadns, pelo baratisst-
iiiii preeo de |<, ditos de velludo muilo superiores
lambem enfeilados a 69 na ra do (liioiinado u
22, loja da Roa Fe.
Manguitos de fil.
Vcndem-se manguitos de fil de linho muilo fi-
no, ricamente bordados a 58 o par; a elles, que
sao poneos ; na ra do Queimado u. 22, na loia
da Roa F.
Ricas gollas de fil de linho muilo largas e bor-
dadas, com muilo gosto, pelo mdico preeo de
1,S-KK1 cada nina, osto-se acallando : na ra do
Arroz de casca.
No armazem defronte do trapiche do algodo,
junto ao armazem do Sr. Guerra, vende-sc arroz de
casta por commodo preeo.
Chapeos para se-
nhora a 10,000 rs-
Na na do Crespo n. 10, loja de Adriano & Cas-
tro.
Cevadaa2#000 a arroba.
Na Iravcssa da Madre de Dos n. 11, vende-sc
cevada muilo nova, em saceos, a 23 a arroba.
Fardos.
u,
Accidentes epiloplic
Alporcas.
A Hiplas.
Arelas (mal de).
Aslhma.
CoGcas.
C.oHviilsoes.
Debilidade ou extenua-
ciio.
Debilidade ou falla de tor-
eas para qualquercousa
Dysinleria.
Dorde garganla.
de barriga.
nos rins.
Dureza no venlre.
Kufermidades no reir.
Dilas no filiado.
Dilas venreas.
Enxaqnra.
Ilerysiiiela.
Pebre biliosas.
Febrelo inlernilentc.
I'cliriioda especie.
Colla.
Hemorrboidas.
Hydropesia,
lilericia.
Indigoles.
Inllamniaces.
Irregularidades da mens-
Iruacao.
I.ombrigas de loda espe-
cie.
Mal de pedra.
Manchas na culis.
(Ilislruciao de venlre.
I'lil>sii-.i ou eiinsuiii|ic"io
piiluionar.
Releneao de oiirina.
Rucuiualismo.
Symplnmas segundarios.
Tllllliiles.
Tico doloroso.
Ulceras.
Visporasc dminos.
\ isporas em bonitas eaixinhas de madeira enver-
cxiuhasa
nisadas, com 2 tramas a 2j, em oulras
1S500 e lg, dminos mui bem feilo
19600 o 1080
brama n. lti.
seguros a
na ra do Jueirjado, loja d'asjnil
Veneren (mal).
lulas no eslalieleeimento ge-
, Slr.iuil,. e na loja de lodos
os boticarios droguistas eoulrfcs pessoasencarrega-
das de sua venda em Inda a America do Sul, Mara-
a e Hespanha.
Vendem-si' as boeelinhas a 800 rs. cada una dol-
as conitm nina inslruccao em pnrtugnez para ez-
plicar o modo de se osar destas pillas.
(I deposilo geral he em casa do Sr. Soiim pharma-
ceulico. na ra da Cruz n. 22. em l'ernainbuor-
MACHINiSMO
VEND
$f RfJA DA
CHAPEOS de fcltro sorullos, da fabrica acreditada
NO SEU ARMAZEM
CRUZ %J
do.CarvalholFinto, do Rio de Janeiro.
SABAO das fabricas do Rio de Janeiro.
VINHO de champagne de superior qualidade.
SALVAS banfleuas e oulras obras de prata.
GHEGUE1!
lObaratd.
0 Prfcnoifa est Quciniamlo.
Na ra do tueimado n. 2, esquina do becro do
Peixe Frito I em o Preguica para Tender por bara-
tissimo preeo um completo sortimento de fazendas
benj como se am crtrs de cassa e seda de liudis-
simos goslos i CJ500 cada um, dilos de l.ia e seda
de liiidissimn \ goslos e superior qualidado a 7J ca-
ja un, eorte: de cambraia branca com salpiros a
3S500, ditos i e dila com flores de cores a 3S800,
gangas niescl idas de padroes e superior qualidade
a 540 o cov Jo ; chitas, escuras e claras de cores
finas a 160, 1 (0, 200e2i0reiso corado, cambraias
adamascadas para cortinados de camas, pecas de
20 varas a 11 (cada urna, grvalas prelasc decores
com molas n uilo linas a 800 e lgOOO, dilas sem
ellas a 800 e 18 cada urna, ditas cora molas muilo
'"as a 1S800 lencos de seda com algum eneilo
a 800 reis ca a um, grosdenaple de cor de boa
qualidade a Ig800 o corado ; cortes de casemira
lina a S|, dit >s de meia casemira a 2 ta mais fina i 28600 cada um, cortes de brim de li-
nho a 18700 ;ada um, cortes de gorguro para col-
leles a 38 ca a um, dilos de merino bordados de
lindos gostosj48500, ditos de casemira preta borda-
dos a 38800 rada um, cambraias lisas de 8 varas a
38500,48, 48U00, 4$800 e 5S50D a peca, dilas lapa-
das com lOlaras a 48, 4S500. 58800,6S500 e 7S200
aipeca, corleh de orgaudys, (azenda muilo larga e
lina a 28600J alpaca preta com 6 palmos de largura,
proprin pare samarras e capas de padres a 800 reis,
chales de lai finos com barra matizada a 48500, di-
tos de merii lisos a 48800, ditos de dito bordados
a "JJ^ ead um, lencos brancos com barra de cor
a 100 e 140 reis cada um, chitas francezas naraco-
berta a 240 -eis o covado, brim branco de fislra de
puro linho a 800 reis a rara, dito de lindissimos
gosto3 e su lorior qualidade a 1M40 a vara, dito
branco mui o lino a 18280 e 18400 a vara, cassas
de cores d lindissimos goslos a 360 e 400 rs. a
vara, muss lina de cores a 320 o covado, dita en-
carnada a 2 0 o covado, casemira preta a 2}, S200,
28400,385< ) e 48 o covado, panno fino azul e cor
de rap de mperior qualidade a 58 o covado, dito
preto a 2f 00, 8850, 4?, 48800, 5J e 58500 o co-
vado, alpai as de seda de superior qualidade a 900
rs. o coTao a, rolas de bretanha com 10 varas a 28,
aloalhado argo muilo lino com bonitos lavoresa
1(280 a va a, (uvas de fio de Escocia brancas e de
cores a 321 o par, cambraias napolitanas roase
azues de < uadros a 360 a vara, ou 220 o covado,
riscadinbo francezes de quadros a 180 o covado,
bramante nuilo largo a 29400 o covado, velbutinas
de todas a cores a 720 o covado, meias cruas para
homem a' 60, 200, 360 e 400 rs. o par, ditas para
senhoras, le todas as qualidedes, paletots de alpa-
ca preta i 58, ditos de meia casemira a 8, ditos
de pannos pretos e de cores a IOS, luvas de seda
para senhi ra a 18200 o par, ditas de seda bordadas
de lindos goslos a 2}300 o par, merino setim de
todas as a res a 720 o covado, e oulras muilas fa-
zendas qui se deixam de mencionar, e se vendern
por barati: anos presos; c se darao amostras com
peonaras
Hecousa muitoboa.
a verdadeira pomada para Ungir ra-
ba ralo preeo de lj) a caixinha, com es-
p opria; tambera se vende massa para
las a 320 : na ra doQueimado, na bem
loia de miudezas da Boa Fama n. 33.
Vende-s >
bellos, pe
covinha
aliar navajas
conhecida
cado, e de
razoaveia
da Cadeia
Na fiintlicao tle Ierro to cngciihciro Da-
vid \V. Dow man, na ron
do lniii, pnssnndo o clintariz.
Ha sempre um grande sorlimenlo dos segninles
objec.los de mecanismos proprios para engenhos a '-^ tu" ",uu "" ,''""t' I'or PIVI
a saber: moenda e meias moendas da mais mo- ",lll;,'r,os '.; promptidao
Enfeiles prelos c de cores
com vidrilhos..
Na loja d'aguia branca acuario as senhoras de
bom goslo um lindo e novo sorlimenlo de enfeiles
prelos e de cores com vidriihos e de mui bonitos
deseohos aos baralissimos preces de 4, 5 o 68: na
Vende-se na Iravcssa da Madre de Dos n
mais baralo do que em nutra parle.
Sal.
Sal do Ass : a tratar na ra da Cruz n. 27.
Ra da Cruz n. 50.
No armazem de Seve, Filios 6: C. ha para vender
um* rica carleira de inngno do melhor goslo que
aqu tem appaiecido com bastantes eommodos, pro-
pria para escriplorio ou advogado : aimla existe
um neo piano forte de novo raclhodo do afamado
fabricante DSuchi, de Pars.
Vende-se na ra larga do Rosario, passando a
botica do Sr. Rarlholomeii 1:. de Son/a, a segunda
loja de miudezas n. (0, rap lino muilo fresen, (lle-
gado agora do Rio de Janeiro, assim como mullas
oulras qualidades de ijjp em oilavas e libras, cai-
relis de Linha a 20 rs., rada una duzia a 2IHI rs.,
bicos proprios para labyrinlhos, labyrinlhos fran-
cezes muilo em tonta, a favor do comprador, e
imitas miudezas em conta : cbegueiu freguezes as
miudezas baratas.
mmm
coberlos e descoberlos, pequeos e grandes, de on-
ro patente ioglez, para homem e seuhora, de um
dos melliores fabricantes de Liverpool, viudos pelo
ultimo paquete inglez : em casa de Snulhall el-
lors \ c."
' Abridores de luvas
a1$500
Na ra do Queimado, na loja de miudezas da Roa
Fama n. 33.
Vcndem-se por se querer acabar com o calca-
do rancez, sapales de lustre com clstico a 48500,
ditos com titas a borzeguins de pellica e panno
n a 6 e 8S, botinas de lustre e marroquim para me-
ma do ueimado, loja de miudezas d'aguia branca imnos l92U"; "a loJa de calcado da ra das Cru-
Na loja da estrella.
Ra do Queimado u. 7.
Este cslabelecimenlo contina a tero mais rom-
piolo soiliuienlo de fazendas de Indas as qualidades,
e so vendein por menos do qiieem nutra qualquer
parte, assim cuino :
cintas francezas, o covado
Corles de casemira ingle/a
Hilos de dila muito Miperior, franceza,
o corle
Chapeos francezes para cabera, linos
Corles de calca de brim
Casemira de duas larguras muilo fina,
o covado
Taimas bordadas muilo ricas.
Chapeos pan meninas e senhoras.
Camisas para senhnra, bordadas.
Corles de collete de fuslao, bonitos padres
Camisas de todas as qualidades para homem.
Carteiras de perfumaras ngtexM 59HIKI
Cazaveques de fuslao. fa/euda mullo superior,
Golletes de velludo prelo e de COTOS.
Paletots de panno prelo
Hilos de dito superior a 2SJ e
Cabasde casemiras prelas e de cores.
Esparlilhos para seuhora
Paletots de ganga muilo superior
Ditos de biim braltco
Ricos vestidos de lil de seda proprios pars
baih' e casamento.
Hilos de seda de ludas as cores.
Dilos de cambraia com babados
Lencos de seda a 500, 1n>KO c
Luvas de seda para homem e senhnra
Vende-se
Em casa de lleiny Cibsnn, ra da Cadeit dn Re-
cife n. 52, dmento inglez d muilo superior quali-
dade, cm barricas erando; o melhor vinho cham-
pagne, em gins de garrafis e meias garrafas, ludo
por preeo commodo.
prelo que ha no
uderSOOa 1.0IKI
160
2S1IKI
08500
6SN00
1|SW)
3S500
500
10SIVK1
;|n sffim
58500
IjtSOO
58500
23OMI
1S000
Ao pateo de S Pedro:
No deposito ile 111,-issas linas do paleo de S. Pedro
n. li, haver. lodos os dias das 0 horas da larde As
10 da noite o mais arredilado caf
mercado-, assim como tem parav
garrafas vasias por 5$ o canto.
Da |iw;i \fiitlor.
Aterro da Boa-Visla u. 52.
I'roveniente 1.-Ii.i-i-:iii.Ii..
30caitas cognac, a 158a eaixa, !I5 dilas vinho de
Bordeaax, a loa a eaixa, i ditas lermouth, a 15* a
caiva. 10 dilas absiiilhio, a 20} a raixa, 1 dila re-
gistro, am serricocompleto, Ruolh, para mesa ri-
ca, assim como mullos outroa artigas, como facas
com cabo praleado e de marlim, pulseiras, coradS.
do ultimo goslo.
Farinha de man-
dioca.
No armazem de Ferreira ^ Marlins, iravcssa da
Madre de lieos n. lll \oiido-se farinha de mandioca
de superior qualidade em saceos grandes, desem-
barcada Imje do brigue escuna liraciom procedenle
do Maranli.io, por preesseammodo.
Farinlia
n. 16.
*fs
PEWTTE1S
Tartriisra
--
.
VF.NDF.M-SK K CONSKRTAM-SE.
~" Josoaqoim da Cuiiha Cuimar.es com 'S.'
rr. loja de larlariigueiro na ra das
g"' ras n. .s, quem entra
, segunda loja de larlariigueiin, frente pin-
* lada de verde, avisa ao respeilavel publi-
j. en que esl vendendo ricos peales de lar-
-,- lai-uga imperalriz ehegados pelo ultimo
-. navio de Franca pelos precos segninles-
:: 500. 10S.12J?. 118, lseiij!, diios sem
-- ser mperatnz 38500, 4, 5jL dilos de
--i massa i imperalriz muito ricos gustos que
3 pnura ilill'i-i-eiic-i faz dos de tartaruga 2a.
2-ilKI e 3*, ditos de massa sem ser a im-
" peratriz 800,15,1*280, trai ass para iiu-
2 ninas tanto de tartaruga como de massa,
caixas para rap, tartaruga em chapa e
g oulras mais obras perlenoenles a sua arli
zes n. 2.
Toalhas de linho para mesa.
Na bem conhecida loja de qualro portas, na ra
do Queiinado n. 37, leui para vender um completo
sorlimenlo destas loalhas, as quaes se venderao
conforme os taannos, e por preeo muilo com-'
modo. .
Com toque
de avaria.
Eslopa larga propria para cubrir carros a 160 rs.
a vara, pecas de chitas linas de lisuras c cores ale-
gres, ditas de ditas do gaz : vendem-sc na ra do
Crespo, loja da esquina que volta para a
Cadeia.
Alcatifa
nova, de superior qualidade, e em saceos grandes :
vende-se no armazem de Andrade \ Campelln, na
ruada Madre de lieos n. 1S, o no largo da Assem-
bla ns. 9 A e 9 11.
Vende-se um lindo moleque rriouln, de idade
12 anuos, punen mais mi menos, muilo proprio
parapagem : a Iralar na rua doAinoriui n. 52 com
Aguiar J; Faria.
Vende-se urna preta crioula, boa rozinheira,
por preeo commodo : na ruada Gloria n. 1:1.
Na rua Direita n.(.)l.
Vende-se palha de carnaubS nova, em pnrcao c a
relallm.
Luvas de todas as
qualidades,
Araba de chegar 4 loja d'aguia branca um novo e
completo sortimento de luvas de todas as qualida-
rua da dps, sendo as verdadeiras de Jouvin brancas, rr de
. caima e prelas para h.....em e seuhora a 2S500 o
par, lisas de seda brancas e amarcllas para senhnra
a 18280 o par, dilas com borllas a I96OO, dilas
1 bordadas rom lindas palmas a 2$, dilas mui finase
bonitas enlejiadas com palmas e bicos a 28500, di-
tas prelas lambem de seda com palmas e bicos en-
feiladas com vidriihos a 28500, dilas rom palmas e
lisas a 2S e 1g600, dilas de lorral mui finas com
as de vidri"
antes que se acabe.
Na rua Jo Crespo n. C.
Chitas fraiicezas.bonilos padroes,covado
Miisselina branca asselinada, corado
Dita cor de rosa, covado
Chally de cor, malisado, covado
Crosdenaple prelo bom, covado
Panno prelo lino bom a 38200 48, c su-
perior, covado'
Dito azul lino bom a 2*400, e superior, o
covado
Casemira prela setim a 1*500, 1$800, t tOO
SfOO. 38200 e
200
440
:o
900
1*800
5*500
49OOO
4*000
28200
1*500
Vende-se alralifa com qualro palmos
de largura muilo propria para forrar
salas e igrejas a 600 rs. o covado : na
rua do Crespo n. 12, loja de Campos
Lima.
Aviso.
Luvas de pellica, de Jouvin verdadeiras a 2S000,
muito novas, e baulia franceza s libras, meias li-
la rua das Trinchei- Q-i hras e quarlas ale nucas a 2*500 a libra : na loja
do lado da inalri/. ." de miudezas do aterrada Boa-Yislan. 82.
Attenco.
Xa na larga do Rosario n. 1 i, loja
olliciua do sapalaria ao p do liotica
0 Sr. l'inlu, vi-nde-se em purcao e a
d
relalho loda a qualidade de calcad
para humero; senhnra, menino e
meninas, sendo todas islas obras de
_ muilo goslo e elegancia lo bem (ri-
las 1 orno as francezas, s A visla poderao acredi-
tar ; na mesnia ulliciiia pre.cisa-se de I.....s oiliciaes
para Irabalbar eui obra virada com sallo, dando-se
as solas v palmilhas corladas por niacbinisnin, p.i-
derna couslrucco ; lachas de ferro fundido e bali-
do, de superior qualidade e de lodos os tamanhos ;
rodas dentadas para agua ou auimaes, de lodas as
proporcoes ; crivns e bocea de fornalha c registros
de boeiro, aguilhoes, brouzes, parafuzos c cavi-
lhes, moinhosde mandioca, etc. ele.
NA Vll.SMA FUND1CAO
se execulo todas as encommendas com a superio-
ridade j conhecida com a devida presteza e com-
modidade em iirei.o.
O Leite & Irmo continuam a
torrar.
Miissulina toda
braia lisa muito li
rs. a peca, de 10 .
de bonitos padroes
casemira a 38000
de linho a 38200 c muiloUlnos u 48500 rs. a duzia, m S!^S ?,"e '
chales de touquim prelos, ditos de merino pretos, e,a ao uosa
ditosde merino liso de lodas ascoresa 48800 rs., e
bordados a 68800 rs., chitas francezas de cores li-
que indo se veinte por preeo razuavel, faz ""-, gando-so jmr rada par 1$600, assim como ulfiriaes
conferios com promptidn'c pucos rom- *V para larlnado dando-se a sola corlada por niachi-
_ modos priiiripaliuenle sendo as obras -', nismo pagando-se por cada bai\o de 1S a 18280.
~~. compradas em seu eslabeleciinenlo. "" Tarabem precisa de aprondizes para O mesmo of-
carnada, covado 220 rs., cam-
1 a 38800, 48800, 58200 e 5$til!(l
Chapeos enfeitados.
Tem na rua do Queimado, loja de 4 portas n. 37,
lodo sortimento de chapeos para meninas, de seda e '
de palha ricameule enfeilados, dilos para senhora,
de palha e de fellro, enfeiles de troco para 38500 e
68 dilos de retroz com vidriihos prelos e de cores
a 49, gravaliuhas para senhora, de froco, a 28 e
todo o sorlimenlo de chapeos de seda.dilos de sol
para homem e senhora, que ludo se vender por
menos queem outra qualquer parle assim osfre-
jardos, brira de linho para calca g"c" ,enham a bondade de comprar ; lambem se
s a 880 rs. a vara, corles de meia noonJ.ra sortimento de focos para 4 c 2g.
rs. cada um, lencos de cambraia ende-so verdadeiro rap lleuron, pelo mes
mo proco que se vende no deposilo gerai : na rua
rion. 29.
Aviso.
20 varas, palitols dealpara muilo'tinos a ttjOOVrs.,
cortes de colotes de casemira a 68000 rs., esparli-
lhos para senhora a4, lie 8rs., e dos modernos a
99 rs.,saias para senhnra a 1600 rs., bordadas a 3o
rs., e muito superiores a 49 rs., gollinhas muilo
bem bordadas a 39500 rs., manguitas e camiziuhas
muilo tinas para senhora, corles de cambraia do
gaz a49rs., tapetes para sala al9800 rs., para por-
ta de sala a 49 rs., e para cabriolet a 2*500 rs.,
meias muilo linas parr senhora a29600 rs. a duzia,
ricas colchas de damasco de seda a 25 e 329 rs.cada
urna, corles de cassa do lindos desenlies a 29 rs.,
boas chitas escuras ede lindos padroes a 200 rs.
covado, meias de todos os tamanhos para menino e
menina, guardanapos a 49 rs. a duzia, pecas de
cambraia lisa de 12jardas a 38 rs., niussulina bran-
ca a 300 rs. o covado, loalhas para mesa a 48 rs., re-
des de folha a 69rs., e ha oulras muilas fazendas
que se vende por baralo pVeco. e de ludo se dar
amostras.
Camisas uglezas.
Vendein-se superiores camisas ingle-
sas: na rua do Collegio loja n. 5.
Na rua das Trinchei ras
D.16,
roodem-se trastes por preeo mais commodo do que
em outra qualquer parle.
ro, col lenas liara (avallo
/:'.:,:.?.;
Apreciem o bom gosto.
Na loja do Serlanejo
n. 43 A.
Ricas sahidas de baile do melhor gosto que pode
haver, tanto em fazenda como em preeo, laa/.inhas
de quadros miudos e graudns'n 420 e 460 rs. o co-
vado, chapeos de velludo pretos a 78, ditos de al-
mi/.inhasa69, 79 e 108, rlleles fritos de velludo
a 105, 118 e 128, cabs de casemiras de cores, (ri-
las, ricas bengalas de massa llugindn uiiirnruc a 7g,
88 e 108. grosdenaples de Cor a 18900 e 2g000, seda
branca lavrada, ricas camisas para senhora com pre-
gas e de muilo goslo a 7Se 89 cada una, ricos pan-
nos para mesas, c muilo finos a 78, 88 e9, ricos
rasaveques de fuslao e do melhor gosio que pode
I haver a 15g e 18S, dilos de miissuUna muilo bem
I enfeilados a 118, 128 e 139, e avisa ao respaitaTel
publico, que manda de qualquer una fazenda amos-
tras para ver se agrada, assim como lamben>4'a-
' mnslrasdeixando penhor.
id. ujhotBSM,
Vinho Borrieaux.
Em casa de llenr Itriinn & C, rua da Crnz n. 10,
vende-se \inlio llordcaus de dilbrentca qualidades :
cuino Lafulle, Ch, l.eoville, Ls. Juliceii. em caixa
de una duzia por baralo preeo.
LIMADA 11(1 AFAMA.
\ endem-se por proco que faz admirar riquissimaa ;
filas lanadas de ludas as cures e larguras, lilas lisas
com pona e sem ella, bitas brancos de seda de mui- !
lo lindos padroes ede ludas as larguras, tramoias i
aludas do linlie para bailados .1120 e 1110 reis a vara,
jarros paca llores a2f o par.atacadoras ou eafladores I
de seda de lodasas cores para veslidos,dilos proprios
para esparlilhos, lesouras de lodas as qualidades
ns mais liuasque he poeri.eleoeonlrar-se.agalheiros
de iii.-iiiiin e minas muilas qualidades, litas de vel-
ludo de Indas as qualidades, bolcinhas de (-amurca
muilo lindas para meninas de escola, frasquinhn
com cardinal a mellior musa que tem apparerido
para tirar nodoaa em qualquer qualidade de fazen-
da. pelo muilo baralo preeo de 28, trancinhas de se-
da de lodas as cores muito lindas propria* para en-
fetarroupiuha para meninos o meninas, e oulras
muiissinias cousas que se aOanea render-ae luda/
por preeo baralissimo : na rua do i.iueiiiiado na bem
conhecida loia de miudezas da boa fama.
Chocolate. *
Na rua Direita n. 6 vende-se chocolate de quali-
dades o do melhor fabricante de l'aris, por menos
do que em oulra qualquer palle, sendo de 10/libras
para cima se farA dillerem .1 razuavel; a elle, se-
nhores. que a eslacao propria.
Veudem-se ioinhos para rafe, de novo 1110-
dello, com roda n sem ella, por baralissimo prueft
raras o garfuaa 28600 a duzia, dilas a 288110, ditas
a 38, ditas finas com cabo de balanro a 5*600, dilas
muito linas a 6*400, dilas rom rabo prelo a 68, di-
'"''3 68800, dilas com cabo de viada finas a 48 e
58800, dilas com cabo de marlim a 128. dila muilo
tinas a 138, eaixinhas com agulhas francezas muilo
linas a 300 rs. a caixa. Illas de lodas as qualidades
Sor baralissimo preeo, bicos, rendas, salitre reliua-
0 a 9800, dilo a 88500, panellas, chaleiras, ca-
mas de vento, espingardas de fecho e espoleta, de
todas as qualidades, bandejas, colheres para sopa e
lodasas qualidades, por baralissimo preeo, i
palmas de vidriihos a 2S, dilas 'lambem linas com
palmas de relroz e lisas a 1850T) e 19200. dilas de
seda1 pa" meninas a 18200, ditas para homem a
18600; assim como muilas oulras de diversas qua-
lidades, romo de fio de Kseocia brancas e de r.ores,
brancas de castor, mui boas e fortes, c doalgodao,
proprias para montara e guardas narionaes, aos
baralissimos procos de 1$ at 320 o par : na rua
do (.inclinado, nos qualro cantos, loja d'aguia bran-
ca 11. 16.
Merino prelo superior (infestado)
Dilo dito dilo setim
Mol lamia roxa e rinzenta com 4 palmos de
largura, boa fazeuda, covado
Cambrainha tinta com pequeo defeilo,
o rotado
raimo aloalhado, superior fazenda, com 7
pajino, de largura, vara
Dilo dilo dilo 00111 s palmos de largura.
Pecas de plalilhas de algodo, finas, com
1 2 palmos de largura, de30varas por "9000
Dilas de cambraias brancas c de cures,aber-
las e rom salpico., de 8 varas
Corles de cassa chita com barras o bonitos
padroes
Dilos a l.ia/iuhas de quadros
Ditos de cassas pelas com barras
Ditos de casemira de cor encorpada
Dilos de meia casemira de cor .
Chales de merino com palma e franja de
seda a
Ditos de dilo dilo bons, franja de seda
Dilos de dilo dilo. de velludo, franja de seda 9g000
Dilos de dito dito, de velludo, franja de '
seda enfeilada 128000
Dilos de iede enramados com palma branca 53000
Hilos de chally com lislras de seda
Hilos de merino, lisos, com franja de seda
Hilos de dilo, lisos, com franja de !:ia
Cobertores de l.ia
Dilos de algodo, cnenrpados, hespanhes
Cochins de linho branros e de cores
na loja da rua do Crespo n. 6.
Meias de borracha.
CIIECADAS ULTIMAHENTE NO NAVIO FRANCEZ.
Na rua do Queimado, na bem conhecida loja de
miudazas da lio* Fama n. 33, j tem para vender
Eor ^reco baralo as muito procuradas meias de
orracha. anicamenle proprias e approvadas para
loda e imaliuier euchacao empernas.
Ricos enfeites com vidriihos
200
100
19600
19500
58000
2J0OII
49000
19500
S*5iX>
29U00
68500
7*500
78000
6*0(10
58000
28000
e limpa-se
com promp-
tidao c as-
aeo.
Joias.
cha lie
Os abaivo asssignailos reeeberam iillimamcnle da
Europa as mais delicadas obras de ouro de dill'e-
rentes modelos, rom biilhanles, diamantes, pero-
las, coral, esmaltes etc., ludo de ultima moda edos
me-hores goslos, resalen niuilo emconla e passam
recibos galantindo as qualidades*das pedras o do
ouro de 14 e de 18 quilates.
Scralliri& Irmao.
Vendem -se em casa de C J. Asi ley
& Companliia :
Cabo da Kussia e n{jlez patente.
Salitre, alvaiadee verniz branco.
Palhinha para inarcineiro.
Vinhos nes de Moselle e Clinmp.-ignc.
Pedras de marinte para mesas e con-
sol!.
Raides americanos,
enebra e agurdente de Franca.
Prego de cobre e de zinco.
- Vende-se um muilo bnm carro inglez, novo.
erragens, nnude/.as de todas as qualidades, mais de 4 rodas e 4 assenlos, e bons arreios :' na rua do
Vende-se o brigue brasileiro Canmctiam, de
lole de 184 toneladas ou doze mil arrobas rallando
carregado 13 palmos d'agua. Esl promplo a na-
vegar, de conslrucrfi* hamburgueza. muilo forte
e de boas madeiras, torrado e represado de robre
e anda ha poucos annos fez corlado fiche e leve os
mclhoramenlos neceas arios : acha-se fundeado no
ancoradouro da descarga da carne secca, aonde
poder ser observado e para tratar com Amorim
Irmaos, rua da Cruz n. 3.
Attencuo. ^
^ Na loja de Nabuco 4i C. na rua Nova "
^ n. 2, veste-se um homem dos ps at a S**?
09 cabec. por diversos precos. v!^
Banha.
Vendas.
Relogioa de ouroe prata, coberlos o descobertos,
palete inglex, os m*ilhore que exislem no mer-
raiiil *> lie mBr>hi<1r>a knin a-nn^A^i ... .^ ________
amt "* H1VIIIMIIJ UU'' I- >l"(l.lll
ipachados boje, vendem-se po
no escriplorio do agente Oliv
or preros
veira, rua
- Po Recite n. 62, primeiro andar.
He el egado a loja do Lecoote, aterro da Boa-
Vista n. 71, eicellente leite virginal de rosa bran-
ca, para re rescar apelle, tirar pannos, sardas e es-
pritus, ig almenle o afamado oleo babosa para lim-
e fazer ere ecr os cabellos; assim como po impe-
nal do lyr o de Florenca para bortoejas e asperida-
des da pe le, conserva a frescura c o avelludado da
primavera da vida.
Vene e-se urna preta ptima cozinheira c en-
gommadei a : na rua da Aurora n. 28.
! *
-
Na rua Direita n. 6 ha escolente banha refinada
propria para cabello e pharmacia em pequeas Ja-
las de 10 libras a 49600 cada lata ; a ella que nova
e alva.
>
>
SKissel, relojoeiro franrez, vende relogios d
ouro c prata, concerla relogios, joias e musi-

GRANDESORTIMENTO 1
he B
|Roiipaslcilaselizendas|

NA RUA nO0UF.IM.vnO N. 40.
SM
GOES fc HAN I O.
~ 1 Ricos sobrecasacos de panno lino prelo g|
com golla de velludo e sem ella a 228, e ?>
258, paletols saceos de casemira de con
escuras a 109, ditos sobrecasacos' padrfi
^ modernos a 15$ e 18?, ditos dealpara pre- |-
Cgla o de cor a 48, dilos de brim pardo R
M I raneado muilo boa qualidade a M, ditos I
deesgiiiaod.iChina a 5g, calcas de brim s
de cOres a 38, 38500, 4o, dilas" de la pa- K.
drocs modernos e miiidinhos a 49, dilas W*
brancas de brim de linho a 5J, dilas de |^
casemira prela e de cores a Gg, 78, 8g e ^
98, cern las de brainame a 18600. 18800 83~
e 29, paletots de meia casemira a 78. col-
leles de gnrgiir.io de seda a 58, dilos dese-
I......lacio a 58, dilos de velludo prelo
7Jeinf, ditosde brim e fuslao a 2S5IMI
<$j > 39, luvas de Jouvin de Indas as cores a
18800, camisas de esguiao muilo lino
-"? a :IS500 e oulras muilas fazendas
: avahar a pechineha ;
a
ron-
que se pode
NA MESMA LOJA HA
uraaquaresma
" : inandando-se fazer por medida garanlin- '-
..:; do-se o aiein e beinfeiloria da obra, sen-
a do lambem de muilo bom panno pwva de '.
tS linl'10 Pel diminuto preeo de 35, assim P"
JB como do melhor panno cscolha do l'n-
. gaez a 408, aliancando-se seren lodas for- K>
2?< radas de setim inaco ou seda.
Manguitos para senhoras e
meninas
Vcndem-se manguitos bordados do cambraia pa-
; ra senhoras c meninas, pelo baralissimo proco de
18 o par, ditos miiitissimo linos a 3 e 5g, ditos de
ATTENCiO.
relojoeiro franrez, vende i
. ,..ala, comerla relogios, joi.,a t mr -^ | -a ~ i------------ ...,>, ., j a o*,
cas, ja aqui he conhecido ha muilos anuos, ^ fil de linho muito finos com lindissimos bordados
; habita no pateo do Hospital n. 17. 3 a 59 ; timbera se vendem gollinhas de cambraia
Em casa de Kabe Sel.metan S C.
rua da Cadeia a. 37, vendem-se elegan-
te pianos do afamado fabricante Trau-
mann de Hamburgo.
Relogios.
Vendem-se relogios de ouro inglezes de patente:
no armazem de Augusto C. de Abreu, rua da Ca-
deia do Recite n. 36.
bordadas muito finas e as mais lindas que se pode
encontrar a 3 e 4$ : na rua do Queimedo, na bem
conhecida loja de miudezas da Boa Fama u. 33.
Bonets ricos para meninos
Vcndem-se bonets de- panno muito finos e de
velludo o mclhnr que se pode encontrar, tanto uns
como outros ricamente enfeilados para meninos
Selo baralissimo prcro de i e 6g cada um na rua
n (.iiieimado, na bem conhecida loja de miudezas
da Boa Fama n. 33.
Na rua Direita n. 91.
Pccbincha.
Castanhas do Maranljao a 160 rs. a libra.
% Rua do Collegio n. 20.
Siiilinuarao do ralalogo das obras que eslo i
venda neste osl.ibeloeimento :
Itogron, Les t'.odes expliques.
Vivien, Eludes administrativos.
Raimes, Protestantismo compar.
Ilossi, Oroil Penal.
Doutrina das Alees.
Piimeiras Linha's Civispor Souza finio.
I'rimciras l.inlias tlrplianologicas.
Cdigo Orphanologico.
Higesio Brasileiro.
Trotado de Testamento.
1 Ferrer, Philpsophia dn llireilo.
l'rase Forense,
i'.onsolidaco das Leis Civis.
Compendio de Pralica pelo Or. Raptisla.
Ferrao, Thcoriado Cdigo Penal.
Fnlic.i Criminal pm- Ramalbo.
Direilo Civil por Rorgos Carneirn.
Colleceaoda l.egislacao l'nrlugue/.a de 1750 a 1720,
e supplomenlo uiesina.
Reforma JMieiaria de Portugal.
Correa Tollos, Digesto l'orluguez.
Guia do Povo.
.Nulo Advogado do Povo.
Conselheiru liel do Povo.
Advogado Cummereial.
Regiment das Cmaras Municipars.
Iloleiro dos Delegados,
Diccionario de Medicina por Chernoviz.
Formulario ou Guia medica pelo mesmo.
Potassa da Russia
E CAL DE LISBOA.
No bem conhecido e acreditado deposito da rua
da Cadeia do Recifc n. 12, ha para vender potassa
da Russia e da do Rio de Janeiro, nova e de supe-
rior qualidade, assim como lambem cal virgem em
pedra : ludo por precos muilo razoaveis.
Toalhas adamascadas.
Fio devela.
Estopas.
Vendem-se em casa de Atkwight
& C. na rua da Cruz n. 61.
w .------------------------------ l......^im J, lllum
oaralo do que em oulra qualquer parle, lachos de
robre da melhor qualidade, a 19 a libra, lesouras
linas para costura a 240, ditas a 320, dilas a 4S0
lilas muilo linas a (10, louca de poreellana da me-
lhor qualidade a 400 a libra, cera em velas de Lis-
Crespo n. t.
Vende-se urna mulatinba de 16 a 17 annos, que
rose muilo bem limpo r depressa, engnmma, marra
e penlea um senher.i ; assimeo mo nulrns muilos
--,------...........- ^.- escravns de ambos os sexos com habilidades ou
una a I ,vtini a libra, pis de ferro proprias para tirar spm ellas, e todos se vendem por precos razoaveis:
rea a 1*2IM)cada urna, dilas a 1^100 : na rua Di- "a rua Direita n. 66.
Presuntos.
Na rua Direita n. 6 ha presuntos de Lumegn de
i primeira qualidade, e. dos ltimos ehegados a rsle
nervado a 480 rs. a libra : a elle que pechineha.
A Atlencao ruada Cruz
n. 17.
Acha-se & venda um grande sorlimenlo de lodas
as qualidades de biscoilos inglezes e france/es, e
fruclas de lodas as qualidades prsenles: queijos
londrinos, conservas de ervas, baldes, linas de dif-
fereules modelos ao goslo americano, ludo recente-
mente cnegado, carne de races cm barricas de 200
libras liquido, pelo preeo de 409, e de porro, lo'
einbo americano em barr* de 200 libras liquidas a
2jU rs. a libra, vinhos dos melhores autores da
Europa, excellenles charutos, doces, lano em ral-
da romo seceos, narionaes c eslrangeiros, farinha
de milho ttefliaa como farinha dn reino, pelo liara-
para ca
Vendem-se os mais ricos entejes prelos e de
rores com vidriihos, pelo baralissimo preeo de 48 e
(i; cida om : na bem conhecida loja de! miudezas
da Boa Fama, na rua do Oueimado o. 33.
Cognac.
Cognac superior em caizasde urna duzia, vnde-
se em casa de llenr Bruun & C, r ua da Cruz n. 10.
Carteiras grandes com chaves'.
Vendem-se por preeo muito barato carteiras
grandes com cliave, proprias, para guardar dinheiro
e letras : na rua do Oueimado, na bem conhecida
loja de miudezas da Boa Fama n. 33.
Bordados finos.
Ha na rua dn Queimado, loja d 4 partas n. 37,
um rompilo soiliiuento de liras bordadas muilo
proprias para calimbas de crirteos, Invesseiros
para eufeilar casaveques, gollinhas com manguitos
de variados goslos e diveisos procos, gollinhas para
600, 8 par IS'.iiii al 3!, rauisinhas bordadas para bapli-
sados por diversos prei.ps, camisinhas para senhoi i
com golliuha e manguitos, saias com 3 babadus
bordados yr Cj|, dilas por 49, saasMe balan de
gosto moderno para 79, e oulras muilas mais fazen-
das, que ueste eslabelecmenlo se vendem por pre-
ro mais rommodo me em outra qualque loja.
Milho, l'eijao amartillo, branco e
preta
hug loia de ceTada- arroz com casca c farelo : vende-se na tra-
vessada Madre de Dos n. 11, mais bacilo do que
cm qualquer oulra parte.
Azeitonas.
Na Iravcssa da Madre de Dos n. 11 vendem-se
ancorlas com azeilanas nitrito novas e muito eui
conta.
Manguitos para senhoras e me-
ninas.
Manguitos bordados de cambraia fina transparen-
te, para senhoras e meninas, pelos baralissimos
. precos de lg e I96H) o par, pecinhas de ntremelo
; de mui bonitos bordados a I96OO : na rua doQuei-
mado, nos qualro cantos, loja da aguia branca
n. 16.
Bonets tle panno fino e gor-
guro.
Mui bonitos bniiels de panno uno prelo enfeitados
com riras lilas de chamalole, trancas de retrbz e.
galaozinho dourado, ditos de gorguro furia-cores
e de lindos goslos a 4 e 59, prec/ts baratitsimos A
visla da superioridade da obra : na rua do Queima-
do, nos qualro cantos, loja d'aguro branra n. 16.
Farinha de milho.
No armazem de Jos filiarte das Nevef vendem
se bai ricas cnin 6 arrobas de farinha de milho roui-
I. nova, e a preeo rommeSHp
scravos fgidos.
Rua do 5a-
ounves nu-
mero 11.
Rua da Senzala Nova n. 42.
Vende-se e,m casa de S. P. Jonhston & C. vaque-
las de lustre para carros, scllins e sillines inglezes,
candeeirns e caslicaes bronzeados, lonas inglezas,
lio de vela, chicote para carros, e montara, arreios
para carro de um edouscavallus, e relogios d'ouro
patente inglezes:
DE
AGUA
MaUlBABu
Vende-sc esla agua a melhor que tem appareci-
do para tingir o cabello e suissas de preto : na 1k
vraria universal rua do Collegio n. 20, d-se junto
um impresso aratis, ensillando a forma de applicar.
Rua Nova n. 18.
M. A. Caj & C. tem resollido nao si'i ler ronpa
feitacomo continua a ter um sorlimenlo de difie-
reutes fazendas nao s para factura das obras, co-
mo ter um variado sorlimenlo de dill'erenies fazen-
das de lei e de goslo, lauto para homem como pa-
ra senhora ; manteletes prelos bordados com fran-
jas, casaveque.de fuslao bordados com franjas, di-,
tos do seda para montara, lindas sahidas de baile'
bordados de dilTercnles cores e goslos, chales de
merino de lindos goslos e cores bordados as duas
ponas, ditos do froco de lindas cores, ditos pretos
de la e seda, dilos de rores mais ordinarios, cami-
sinhas com manguitos de lindos bordados tanto
para senhora romo para meninas, grosdenaple
preto para vestido, gravalinhas de velludo e de se-
da, meias de seda prelas e de cores, ditas de algo-
do de dulcientes qualidades, lindos enfeiles para
cabera, meias de algodo para meninos de ambos
os seos. ricas luvas de cores n prelas enfeiladas,
dilas de Jouvin para meninos, chapeos de sul de se-
da com mola e sem ella, dilos de palhinha eafeita-
10 preeo de 121) rs. a libra, e niuilus outrns artigns dos p.ua meninos, tocas c sapatinbos, bolcinhas
para ditos, ligas de seda, lindas raixas de buso,
concha c marisco, casacas para homem de difieren-
tes cores e qualidades, sobre e paletols de panno c
casemira prelos e de cores, de alpaca c de seda,
calcas de casemira prelas e de cores, ditas de brini
de dilfe.rentes qualidades, jaquelas de bretanha,
ditas dedicado, de alpacae panno, collctcsde vel-
ludo pretos e de cores, ditos de setim, gorguro c
casennra bordados, dilos de fuslao brancos e de co-
res, camisas francezas brancas com peitos de finho
ditas de musselina, dilas de fuslao, ditas para me-
ninos, chapeos pretos francezes, ditos de velludo
ditos do Chyli, dilos de fellro. dilos de baela, ditos
de panninho, bonets de velludo, de setim c de
panno tanto para homem como para meninos, lu-
vas de Jouvin brancas cpretas, ditas de fin da Es-
cocia, ditas de algodo brancas, um sortimento de
bengalas de lindos goslos, meias para horaens, cha-
peos de sol de seda, ditos de panninho grandes e
pequeos, lencos de seda, dit03 de chita o oulras
muilas fazendas que a vista dos compradores sero
patente pelo preeo mais commodo que se pode en-
contrar.
que so rom a vista se pode julgar ; no mesmo esla-
belecmenlo su aprompiam eiicoinHiendas de fruc-
las, laiito para dentro como fura do imperio, prc-
venindo-se em lempo, sero bem servidos os com-
pradores, e por precos mais baratos que em qual-
quer outra parle.
Cheguem, freguezes, 5 pechineha, anles que
se acabe ; gomma da melhor que ha presente no
mercado, e por preeo muito baralo : na Iravessa da
Madre de Dos, no armazem n. 1.
XAHOPEE PASTA DE CODEINA DE BERTH.
As propnedades notaveis do Xarofe e a Pasta
de CniKiNA tem sido propaladas pelas sabias ex-
periencias clnicas c comparativas de Magknme
Barbif.h d'ajucks, Wiuusl URKiionv, Martn So-
ln etc., membros do instituto de Franca, da aca-
demia de medicina, e mdicos dos hospilaes de
Pans. '
As experiencias confirmadas pelas recentes ob-
servacoes dos Srs. Asa*, au, C. Dimont, profes-
sores da faculdade de medicina de Paris. mdicos
dos hospilaes de Paris ele, ele, tem demonstrado
que o Xabope e a Pasta de Codeina de Bkrtii sao
os remedios mais ellicazes para todas asdores nervo-
sas, agudas, e as vezes lo rebeldes ; e que alfroxa
com una rapidez maravilhosa, os accessos conse-
cutivos e que tanto cansam, do catarriio, da tosse
convilsa, da anenme da puthisica puumnab.
O Xauope c a Pasta de Comntu de Berth en-
contram-se em lodasas pharmacias de Franca e do
eslrangeiro.
Para evitar a falsificarlo deve-se exigir cm cada
vidro a assionatira, e 0KOM Berth.
Dirigir os pedidos em grosso a casa Mnier 4 C
n. 37, ru Sante Croix de la lirttonnerie em
Pars.
Vende-se urna sorte de Ierras sita na fregue-
zia de Ipojura, p,ue d para se fazer um ongenho.
A nalureza do solo c a poma distancia que se acha
esla propriedade, tanto para o embarque como para
a via frrea, anda ofierece mais vantagens a agri-
cultura : trata-se na rua do Livramenton. 25.
ilbo novo a IOS o oaceo.
Vendem-se saceos muito grandes de superior
milho, livre de bicho, tanto em porc&cs, como em
sacco : na rua do Vigario n. 6.
''"'[r:-~:.L.:.- -' "'''
-,
UL06108.
\ende-se em casa de Saunders Brothers & C,
praca do Corno Sanio, relogios do afamado fabri-
cante Boskell, por precos eommodos, c lambem
trancellins c cadeias para os mesmos, de excedente
gosto.
Vndese
urna esrrava boa rozinheira, engnmma bem e en-
saboa, com una cria de 3 annos, pera muito linda
propria de se fazer um mimo della,' e tamben) se
vende s a esrrava, no caso que o comprador nao
Saeta com a cria : quem precisar dirija-s a rua do
ueimado, loja n. 37, que se dir o motivo por que
se vende.

DE GRAT1F1CACO.
Ainil.irnnlinu.im fgidos dous dos escravosque
sehaviam ausentado no da 2Me marro prximo
passado do engenho Tabcoas, pertenrente a Pran-
risen Aiilnnio Cabral de Helio. Os nfimos e signaes
sao os segninles: Joaquira, prelo, representa ler
20 annos de idade, baixo, secro d corno esem bar-
ba; lem muilas marcas de bichos nos ps: levo
umaargola de (erro IV escoce, camisa nova de al
godo da Bahia, seroula vehae chapeo de cooro
velho. E dcsupporquc lenha buscado asimmcdia-
res do l.imoeifo, donde linha vindoem poder do
Sr. Dr. Nabor. por compra que delle tizera, edepois
or autorisaro sua foi vendido ao anniincianlepe-
ii correlor Souza, ueste praca. Nicolao, preta, al-
io, chelo do corno, rapreseata ler 24 annos de ida-
de : levou cale branca, camisa.' de viseado euma
bacta nova lem as cosas marca* de castigos : le-
ve alguns principios deenrpina : veio do Maranho
para ser rundido uesta cidade. Esle prelo, com s
rotnpanheirosJoo, Marcelino e Kzequiel, leudo si-
do preso no engenho Miranda da freguatia de Gtfl-
aiiiia.juude lornar a fugir. Koga-se pois, asau-
'lir"as poliriaes e capites de campo, a appre-
hensio desles dous escravos, e sua eutrega a seu sr-
nhor no referido ongenho Tabocas, (reguezia de N.
S. da Luz, e no Rente a Manuel Antonio Cenralves,
rua do Cabuga n. 3, ou no engenho Acahu, ao Sr.
I rancisco Tarares de Mello, quo, qualquer dos quaes
gratificar com ecm mil reis por cada um dos dilos
escravos.
No da 14 de agosto do anno prximo passado,
fugiram do engenho Sete anchos, freguexia de
Nossa Senhora da Escada, comarcada cidade da
Victoria, os segninles escravos: Domino, crioulo, de
2a annos de idade pouro mais ou menos, crrala,
beiros grossos e meio arrcbitadoa, tem urna cicatriz
na testa proveniente de ara roice de animal, pernas
finas e alguma consa arqueadas para tora, esmalma-
do, espaduado, altura regular, e esl bucando ago-
ra. Jarintho, crioulo, de 28 annos de idade pouco
mis ou menos, altura regalar, crprela, pouca
barba, beiros grossos e faz certo geito na bocea quati-
do falla, lem urna cicatriz em urna das faces, pernas
finas, esmalmado, fuma, e tocador de viola O
primeiro foiomprado aaSr. Joo Francisco Barbo-
za da Silva Cumar, e o segundo dii que foiescra-
voda familia do Sr.Joao Nunes, da fazenda do Sitio
em Paje de Flores e comprado na praca de Per-
nambuco. Consta que dilos escravos esli emPa-
jeu de Flores por portadores que mandei e de 14 vie-
ram: roga-se as autoridades policiaes e capites de
campo deospegar e levar ao referido engenho, a
Bernardina Barboza da Silva ou na praca de Per-
nambuco aos Srs. Manoel Aires Ferreira & I.ma,na
rua da tloda n. 3, segundo andar, que serlo re.
compensados com a quantia cima.
PER1.: -TYP. DE M. P. DK PAJIU. -1889.

/

:
-

i


Full Text
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