Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08033


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Full Text
I .

" 1/
AMlfO XXXV. NUMERO 86.
Por tres meses Untados 4$000.
Por tres meses vencidos 5$000.
DIARIO
SEXTA I I 115 i 15 DE ABRIL DE 1850.
Por auno adiancado 15$000.
Porte franco para o subscriptor.
UCIHEBIDOS 01 SUBSCRIPCfcO NO KORTE.
Paralaba, o Sr. Joo Rodolpho Gomes; Natal, o Sr. An-
tonio Marques da Silva"; Araraly, o Sr. A. de Lemos Braga;
Cear, oSr J. Jos de Oliveira; Maranho, oSr. Jos Tei-
xeira de Mello; Piauhr, o Sr. Jos Joaquim Avelino; Para
o Sr. Justino J. Ramos; Amazonas, o Sr. Jeronymo d
Costa.
=fc
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olinda todos os das as nove e meia horas do da.
Iguarass, Goianna eParahilta as segundas e sextas-feiraa.
S. Anto, Bseme, Bonito, Caruar, Allinho e Garanhuno
as trras feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, l.imoeiro, Brejo, Pesqueira, Ingazei-
ra, Plores, Villa Bella, Boa-Vista, Ouriiury e Ex as
quarlas feiras.
Caho, Serinhem, Rio Fornioso, Una, Barreiros, Agua Pre- Primoira vara doeivl: tercas e sextas ao meio dia.
ta, Pimenteiras e Natal quintas feiras Segunda vara uu arel: quarlas e salibados ao meio dia.
(Todos os eorreios partem as 10 horas da manha.
AUDIENCIAS DOS TRIIUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Belaeio: Ierras feiras e sabbados.
Pazenda: ierras, quintas e sabbados as 10 horas.
Jui/o do ronimerrin: quintas ao meio dia.
Dito de orphaos: torras e sextas as 10 horas.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCJ.0 NO SUL.
PARTE OFFICIAL.
3 l.ua nova as 7 horas e 58minulos da manha.
10 Qnarlo rresrente as 9 lunas e 1 minuto da manhaa
17 l.ua rheia as ti horas ,- 46 mirrtitos da manha.
23 Ouarlu minguante as i lunas a 20 minutos da manhaa.
PBEAMAB DE 110JK.
i Priineiro as 2 horas e 5i minutos da manhaa.
Segundo as ."i horas e IS minutos da larde.
11 Segunda. S. Loan Magno p, dootor da groja.
12 Terna. Ss. Vctor a Vessia ni ni. ; s. Constantino c.
l'tM.iiiaria. S. Hermenegildo principe m. ; S. I rso-b.
I i (.inulta. Ss. Til.orcio e Valeriano inm. : s. Lumberlo.
1." Sexta. As Dores de Nossa Senhora ; s. Peerado.
16 SabbedO. Sabbado. s. Engracia v. m.; S. Fructuoso arr. i O proprietario do niAKIO Manncl Figueiroa de Faria, na
17 liomingu de Ramos. S. Aniceto p. ni. ; s. Elias mongo. sua liviana praca da Independencia ns. 6 e 8.
Alagaos; o Sr. Claudino Faleo Das; Baha, Sr. Jos
Martina Aires; Rio de Janeiro, o Sr. Joo Pereira Martn*.
EM PERNAMBUCO.
\Z0-^TftLiSSB'iunTTr"vu-', '!""r Er""-*8^Exc-? ? p"*"6"-"""":af"''""* i"v";"Jem^" ln' *** x7EE?~; ^Eremos. ""***J'*""
meVmento ctm ta^^^ '"''"''"," "^" ""ZZT*! '" ,'ml,al, a'lor,"'< h < mitos, quando es.endou esto direlo del Entretanto nao jlge.s que. as estradas da pro-
slito, cum Unto que a Idlico..ao nunca o faca constar a assembla legislativa provincial, ; um \ leona sera q dente m mocis* Ser possi- guarnirn a lodas as fortalezas, a todas as partes do rinda tosa desaparecido, t) Sr. Fernandos Torres
-T- .- b para os de arlilha- que nesta dala remellen a informar a reparticao re anida que reine na Italia e nos principados mu territorio, de varios estados da Italia central. Ella ueste ramo importante do serv,,, publico distingue-
"32J&*; presidente do tribunal do ihesonro ia\ r,a ,Vvall;lria r,'sln,-e- u.ma. vez 1ue : d,* u.bra.s ***" rcqucmncn.o de Brando Sien- soeego retlocudo, muito mais grave do que se um o f,/. por tratados concluidos con. elle, na plei.ilu- se lano como em qualquer nutro Apelar da Falta
Ministerio da fazemln
V.XPEIUKMTK 1M1 BU 17 ni. MAfcCO.
A tliesouraria de Sorgipe. Francisco de Salles' s?Ja,'"tenor ao uumero de ti; e para os de artilha- que nesta dala remetleu
nacional, respondendo ao oftlcio do Sr. inspectorda I len'iain preenchido lodas as condicoes da le ; sem I des da Cuha Azeredo,
thesouraria de Snrgipe u. 78 de 19 de nnvembro ul- PreleriCi'0 ll" exame pratico de que traa o regula- : assembla, segundo me cunu
?i!Tal; Kor- nT,Vio, de 1,K' havor bacharcl !S'j,",lh"'v r" 851.1 '''" 1,'",a'll":,,,e- (,'s: du de*$ S'' >,N- "">*. 'sse rebeotado. pis que osse soeego po- podian, des.rr.nj.ro e,p,lib,i,re.s.ibeiecid7>'ni. -
v>riM>rtoaJos Din Villasboas requerido que man-' ,,,.".n"..! llas as '>ri"-a> ''.'-' prot precisamente Depachos lo din le iiini^'u. de fuer presagiar resolueea inabalaves* Seja lia pelos IraUdos geraes, concluidos no ioteresse
resolver a mesis movimooto insurreccional desejado pelos Inimigos de da soberana dos mesmos ; mas os tratMos par-1
ninicou V.S. einolli- desses panes, e tao temido pelos sena verdaduiroa Uculares, concebidos no ioteresse particular nao
no pausado; parccendo-lhe que os regulameutos
del! de abril de 184 o4 dejunho de 1845, o que
se refere ooocreto u 2.1G de 1 de maioJel8a8.
nao (,,rain por esle explcitamente rerog.dos na
parte em qne obrigarraio a dar-se matricula es es-
eraros, anda que menores; declara ao mesmo Sr.
inspector que o rilado decreto so leve'em vista de-
terminar a matricula doseserarnssiiji-itos i lava-
levendo-se nella (a|eer os aditamentos alleraries
q,i,' forem app.recnndn poroccasiao de se vorlica-
xem as condiiiies da idade.
-19-
A presidencia da provincia de Minas lloraos.__
Ijlm. cExm. Sr. Respondendo ronsultaque V.
Exc. fer-me em data de 11 do correute, acerca das
notas ou vales de pequeos valores, lancados na
circulacao por ama asa commcrrial da cidde Da-
mmitiua.adequer^meUeu-me V. Exc. o que jun-
to devolvo ; tenho m decl.rar-lhc que nao devo V.
Exc. consentir ua eontinuaeao da emssao de Les
litlos, nao so porque nao sao autorsados por ds-
posirao lguraa de nossosles, mas tambem porque
representando elles valores moncUinos, confundeiii-
se com a moeda legal do paiz e vio correndo como
notas do.tbesouro, segundo V. Exc. mesmo informa.
Ja na provincia do Maranhao deu-se fado idn-
tico, preteudendo o* ninissore* apoiar o seu proce-
dimenlo no art. tifidn cdigo rommercial ; poriu
V". Exc. sabe quenco) este artigo traa de semelhun-
*" especie de obrigaijocs, a que o commercio chama
mes, nem mesmo permitte que os ttulos ao
portador ah mencionados sejam vista ; pelo que
o governo imperial ordeuou ao presidente da pro-
vincia que so marcaste o prazo improrogavel para
o recolhimouto do todos os que tivessom sido einit-
Udos, i assim as fez.
Cumpre, pois, queV. F.xc. oxpecaordcni iguale
tome consecutivamente as providencias para que
no prazb quo V. Exc. lio,i ver de marcar dcsappare-
cam eirecUvamenle da circularao nessa provincia
todas asoolas ou vales nella laucados pela casacom-
mercial de Almeda Res \ C., dando-me V. Exc.
posteriormente noticia do quo occorccr.
Ji
A' alfaudega da corto, para facilitar a organisa-
Sio da folba mensa! para pagamento dos emprega-
osdesaa reparticao, naja V. S. de fazer observar o
scguinle :
"Tonto no. casos de molestia, que coraprchen-
da todo o espaco de um mez, como nos de liecnca
Ine ultrapasse o mesmo lempo, devem os pontos
eclarar que os emprugailos a respeito dos quaes ->
dao laes circuastancias u&n compadecer, m todo o
met, para que cesse o fnconreniente que tem re-
sultado de mencionar-se apenas nos referidos pon-
tos o numero de das utcis'que por tees motivos os
ditos empregadns fallaram reparticao.
i." uanUo ae ditr a impossimlidde do compa-
n-cimeiHo de abjom empregado por motivo de ser-
vieo piiblioo, em logar de empregar-se no ponto es-
tas expCfiiaoi>d>*1}-se declarar qual o servico que
inlubio o fuuccionario rie'cnmparecer i reparticao,
para que se posea proceder ao descont so o se'rvi-
ro nao for daquelles que as leis lornam obrsa-
lorios.
Semelhanta ao consulado.
21 -
A thesouraria de Pemambuco, parlcipniMo ter-
so realisado em Londres o pagamento dos juros ,le
7 poreento garantido pelo governo gem e provin-
cial oompanhia da estrada de ferro da niesma
provincia, allm do que proceda de conformdade com
a ordem do Ihesouro n. 18t de 10 da dezembro ul-
timo.
DBdutn n. 2,398 dk i de abril iiK 1859:
AHlorua a incorporacio e npproca na nlalrtlo* do
banco ntao Commerciale ijricofo de Pernam-
boco, com dwtrta alternroes.
Attendendo ao qne me re'presenlou Jos,' Jeronv-
mo Honleiro, e tendn ouvido a seurao de fazenda do
ronselho de estado, hei-por bem utorisar a inenr-
poraco do banco tlniao Commercial e Agrcola da
provuicia de Perantubiico, e approvar os respecti-
vos estatutos, que com esle baixan, suicilos as se-
guinles allcracoes:
1.a EUmine-se:
-f_af!'J!o10asPa.laVTas-,luu poder vr a sor
e obliver
provincia do Cear, as sesma ras onoulras coucessoes do
que, emquaiitii nao
enfermaras c.uuipiv que S. Exc.."de accordo" com o Dilo de Joaquim' Pedro Brrelo de Mello llego,
commandaute das armas da provincia ouvida a | pediudo a entregados ducumeutns annexos a um
opimao do delegado do cirurgiao-mor do cxercilo, | seo reqiiermento que se acha nos archivos da Hie-
do as providencias que forem conducentes ao bom Murara provincial.-Reauera norcerlidao
rgimen da mesma enfermara, coiiliaudo a aduii- ":'- J- '
nistracin
melo
neslas
signar.
Ao
cimento,
de aos
para,
nosas,
quer
incouvi
destino
clarand,
Ihor convier, menos para a
I&VS22X, Br ^nmrhiii e -'- ^^^--evau:h,:as^u:.:;.;v,;;;,
mLZ2SStS?l ', S SH refee- ?r" "lhero delegado da ropartirioospecial d.
nos seu uilicios do 29 de dezembro prximo passra Ierras publicas.
do ell do Janeiro ullnio. 9
Ao presidente da provincia de l'ernambuco,
declarando que representando ncommandantedas
arinasd. niesma provincia,por inlorinedindoajudan-
le general do exerclo sobre a falta de pessoal medico,
enfermeiros e serventes do hospital e dos corpos,
compre que S. Exc. di as necossarlas providencias,
mandando engajar paisanos idneos para enfermei-
ros cmquanto nao se organisara respectiva eompa-
nha, e admitlr srvenlos esenaros na falla de pea.
soas livres, licando prevenido de que a respeito dos
mdicos se providenciar.
Ao da das Alagas, respondendo ao sen ollicio
fin que expoeser uecessario, para as urgencias do
servico militar da provincia, ou a remessa de mais
fnrea de linha, on a creaco de uni'iueio balalho
lixo, que possa supprir essa falla ; declari-se que
deveS. Exc. procurar minorar essa necessdade nao
maiilfiudo deslacamentos de tropa de liuha noiii-
lenor, seno quando a ordem publica Mr ameacada,
e muilo menos emprega-la como polica ordinaria ;
naodeixando l.imncm de, quanto Mr possvel, fa-
zer diminuir progressivamente o numero de guar-
das nacionaes em servico do destaeameulo, para
assim atteiuar os vexames de quo se rsenlo a
guarda nacional, segundo S. Exc. reala no citado
olliciu.
que verdade que as chovas se vo tor-
nando bastantes sensirets. A lavoura perece a iniu-
gua do elemento nutritivo, c o gado sem encontrar
.un ramo verde, com que se alimento, c por isso
miro. Apesar da falla qe Sl, r-ncontrain pelas estradas anmaes camba-
do dinbeiro nos cenes de pessoal idneo em os loando, c alguns al morios.
lugarado mi, nor. lem S. I- v allendido nossa- N hi1 -, t.u,.,n ,,,,, |)r Stfcoc u/ nll,
pnncmses estradas, evercendo una liscalisai.ao | nicipnldesle termo, que ahi eslava com liconca.
compaiivel cornos meio- de quedispoc, o Ibe sao No da 28 lamben aqu chegou o nosso'digno
rornecidns pelas leu, soureludo tirando as tmaras |,|Z ,),. direilo Pedro Camello Pessoa, moco niel
mumcipaes do marasmo em que jaziom fa/endo com ligenle, inlegroe de trato ameno e delicado. OSr.
que se inlercssem e curem immediaUneule dos ]* dodireto veio afriro jury, no qual foram jul-
molhoramenlos dos seos municipios, leulio oh- jrados, entre oulros, os assassinos do vigario Falca,,
servado que em alguns lugares esle svsteuia ha j,. Menexes, e o famosoTI,oma/.l.ouvMa,sondo todos
produado os melhores resultados. | condemnados a gales perpetua.
lo .nomo taqueo da 1,....., -i'-qoe elles .,em assignado ao sen ,,oder; cum-, mou parTXa aU^
la en soBearrcreies lodo.. ,,< Su aos jorn.es eu- pre d.zor para ser justo que para a Austria o te,- bario do Rio Claro apiesen.o,, um requerime.ilo pe-' "c\\' remew Kss. a di, o Sr rin-re
ropeos pareceni comportar 0 desport inteiro de reno das coucessoes, depois da Italia seria a H-n- diodo ao governo algomas mform. oLs sobre a a,l- ,m" nada ela combi a, ao de oxvuo, e cal
a que reclamara um rgimen ministrara,, da ,-s.rada de Santos, [ e no discurso SS toferro.C !*S^a%fiSlmm!S.
ier-
CUUsas naeioua
l.ogo, a quesio ,1o Oriente
alias impotentes para continuar,, oppresaor nos li-
Iferes
ment,urna das lestemunhas
1 autorisacao dos
de emssao, se para islo se
poderes do estado ;
No artigo 2 as palavraso banco poder dar
principio at suas operacoes etc. at Um
.No toldo t. do art. 10 as palavraslianca e
quinto sobre llancas;
No Ora do g 3." do mesmo artigo as palavrasou
mulos particulares, e sobre cancoes-accrescenlan-
n-se ahcom tanto que as sommas que houve-
rnm aeser retiradas do banco no seiam pagas sem
aAiso prno de 15 dias ao menos, ccssanSo do lim
?^LS* em dianl0 i"10 1"e vencerem as
respeolivas quantias, at que sejam reliradas, ou
naja declaracao de que conlinuam em conta cor-
ren le ;
Os arta. 13,14,19 e 24;
t-.0H"!'0.,rl-a9 Palabrasou particulares
4."_ do art. 21 os 5. do mesmo art. 21 e 1.*
G o vi:r \o i a i' uo vi \c i.v.
Expediente do dia S4 de mar?o.
OIBcio ao commandanle das armas.Mande V.
Exc. abrir assenlamento de praca ao recrola Alci-
des Francisco de Soma Piolo, a que se refere o seu
oflno de hnntem, sobo. 257.
Dilo ao mesmo.Dcvolvcndo a V. Exc. o reque-
rimento de Jos,', de Soasa Carneiro, a que u re-
fere a sua nfnrmacao de houtem. sob n. 258. re-
commendo a V. Exc. queira declarar-me se consta
sor o pelciooario desertor.
Dito ao mesmo.Para se resolver sobro a mate-
ria do seu oIBcio de honlem, sob n. 259. queira
* Exc. enviar-,ne a relario dos objectos ne-
Mstarios para a enfennaria militar de Villa-
Bella.
Dito ao conselheiro presidente da relac.no.Qoei-
Requcrimeiilo de Antonio l.uizde Olireira Aze-
vedo, pedindo defenmenlo de ontro, u qual pede
o pagamento do frute de alguns voliimes que con-
duzo no patacho.v. Joc para a provincia di Ba-
ha, o qual Coi remullido ao director do arsenal de
guerra para informar.Informe ,. Sr. director do
arsenal de guerra leudo a vista a pelea,, despa-
chada em 22de fcveroir,, ultimo.
Dilo de Francisco Comes Ferreira, pedindo se
mande admitlr en arsenal de guerra o menor or-
pbio de noine Manoel, que lem em sua companha.
Informe o Se. director do arsenal de guerra a
quera o menor ser aprescnlado.
Hilo do Gabriel Antonio, pedindo licenca paro
fazer corlar 208 paos de scupra as maltas do seu
engcnlio libelas, no termo de Barreiros.Informe
o Si. caplo do porln.
Hilo de Joo Ricardo do llego, amanuense do ar-
senal de guerra,, pedindo se sobmetU ao governo
imperial pea) que solcita augmento de ordenado.
Soja siibmetiido ao governo imperial.
Dilo de Jos Pedro da Silva, pedindo seencami-
nbeao governo imperial oulro em que solicita ser
jubilado na cadena de geomelria do eolio;
tos da Facilidad,, de Direilo.Soja siibm
governo imperial.
Ollicio n. 217, do el,efe de polica, solicitando se
mande pagar ao carcreiro da cadeia do termo do
.. ----------lo urna dessas nacoes
se o imperador .Napoleao 111 cuida recollier como heroicas que morreui sobre um campo du b,
urna heranea sagrada esle grande pensamenlo. I envolvendo-se as suas baudeiras rot
luiposs.vel que um futuro prximo au venha re- para ella um duplo pergo que nao poderia ofasar j "ul, nao STem su dfeu, omo atacando ao I ido no aasasum
vela-lo ao mundo. Ln retan*, o meio slavo, que esta de prudencia, esta de corruc.oes habis Sr. Amador (como elle chama que ven. a ser o Sr.' No da 2 oUainben reso Manoel
desde Joao Hunyad. e Math.asfcorvui.bnsea urna in- e successivas que lhe dessem a gloria de pacillcar bario do Rio Claro. 4 'i,'Xr Aik^SS^S^SSt^lJ^^:
dependencia nacional,,) meio llaliano q.......mHo.I !'> ,m.r..i_u. ...... ...i.T.:.....". _. (. _i.u.__:_a___o_ *__;j. ,.....i
- jatalba,. mente ao discurso proferido por aquello depulado, I do procesao. e aue era o maio'r nerseiiudor do ca-
enrolrendo-se as snas banderas rolas, lia pois | e emi O da seguinle fez publicar e espalhar W\^^^,^e^^^!tm^gLSi-
obslinaco do gabinete de Conslauliuopla a respei-
to dos negocios Moldo-Valachos. as desordena da
adminislraco interior, sao a prora disto.
Por oulro lado, a existencia de urna queslao ita-
liana contestada a principio, ja nao entra em duvi-
da. Todos *> recordar,, que no congfosso do Pa-
rs, onde ella ra agitada pelo conde Cavour. foi
adiada pela raza,, de que os plonipolenciarios qoe-
riam esluda-la. Depois lingio-se esqueee-la. Aqui
os clculos inleressados daquelles que maotinhara
esse esqiieciinenio, nao tinh.m sido desengaados,
a sua existencia e gravidado foram reveladas em
ceno da por um desses terriveis morimeMos insur-
Kio Grande no Su i.
Porto-.Vlegre, 28 de marro de 1859.
Nada de novo ha digno de menco. A provincia I sia0 "le dar o grito de Archiniedes
assembla provincial, e
aeonteea.
23
0 correio passado logroa-me ou ou fiz-me lograr,
deixandoa minha missiva na gflzela de nina papc-
leira, que lem muilos segredos, do inaneira que par-
lio o correio eeu aiuda procurara aquello um que
ella se arhava ; felizmente dahi a pouco tire occa-
...v.. ai --------------------------------------------- ...-*-. -..... ........^.u ,ri .-..'i uu uresiueitic
todas ai- ra-ciouaes que os goveruos lecra commetltdo al cmaras e olliciaes da guarda nacional
leltido ao noJeo grande erro de nunca saberem prevenir c es- reines lugares teem dirigido felicitacoes (
quecer mmedialiinenle depois de os ter vencido, presidente, c muitos empregados de polii
Cabo a quautia delOSIOO. importancia da deape-
zfeita nos mezes de Janeiro e (vereiro ullimos
com o sustento dos presos pobres recolhidosa dita
cadeia.Remettidoao Si. inspector da Ihesourana
provincial para mandar pagar, eslaudo nos termos
legaes.
Dito do vigario da freguezia da Vanea, pedindo
urna mila para as obras da matriz da mesmo fre-
guezia.Informe o se. iuspector da lliesoo.-aria
provincial.
10-
Requerimento de Bernab de Soma Pinto, solda-
do do quarto balalho de artilhaiia, pedindo ser
engajado por dous anuos como colono. Nao lem
logar.
Dilo de Jos Ignacio Correa, pedindo ser alista-
do na companha de aprendaos do arsenal do ma-
V.S.dar osen parecer Wre^ohjeclo do-ofu- ^^ ^^^^^ "* de
2iJO" 'm 21 do correte me foi dirigido pelo juiz
de direilo da comarca de Nazareth.
Dilo ao director geral Interino do iuslrucco pu-
blica.Ao seu nfllcio desla dala, sob n. 72, "respon-
do declarando qne, visto aehar-so doente o conego
Joaquim Ferreira dos Santos, designo o bacharel
Manoel Ferreira da Silva, prnfessor do Collegio das
Arles, para examinar no concurso, a que se lem de
de proceder no dia 2 do correnle pora preenchi-
menlo da primeira cadeira de geographia e histo-
ria do Cymnasin provincial
Dilo de Scuhoriiiha Mara da Conceico, pedindo
a liberdade deseo llhn Pedro Ferreira da Silva,
que foi preso para remita.Indeferido.
Diio de Joo dos Santos Coelho OaJoaquin dos
Sanios Coelho. Sim, pagos os direilos nacionaes.
Ollicio do enviado extraordinario o ministro ple-
nipotenciaria do Brasil em Londres, Iransmillindo
comas das carias que lhe dirigir Mr. J. Morgan,
delegado nomeado por parle no governo imperial
para o exame das cuntas clivros da conipanliia da
do 8." balalho de infantera, prestando o respec-
tivo commandanle opportunamenle cuntas daquan-
lia total, que elle receberi. Communicnu-se ao
commandanle das armas.
Dito ao mesmo.Mande V. S. entregar ao te-
nentc Miguel da Fonseca Soares e Silva, sob minha
responsabilidado, a quantia de2:000. que deve ser
remellidaao Dr. Joo da Silva Ramos, que, por or-
dem da presidencia, seguio para Sanio Anto allm
ro, indicando todas as providencias que convenha
adoplar-se para que a inspeeeao de que se trata, so-
bre as despezas do cosleio e'armazens seja a me-
Ihor c a mais justa
Dilo n. 75, do inspector do arsenal de maana,
Iransmitlindo a conta das passagens pagas de dous
operarios belgas que rescindirn! seo contractos.
Remollido ao Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda para mandar salisfazer.
-11-
do art. 43.
No J 8." do art. 43 ae palavras-e o mximo dos
prasos porque far-se-hlam os mesmos. *
No art. 21 a palacraOancasaecresrenlando-se
alu.denois da palavra-lelrasasseguintes : a praso
quo nao exceda a seis mezes.
No ultimo periodo do88." do art. 21 as palavras
ou ttulos particulares.
i.*Diga-se :
No art. 18: nao effecluando todava operacoes
lecambio-em vez de-mesmo efrectuando para
esse Bm operacoes de cambio, no que em caso al-
felTivo 1>reg*r ma'S de 100/0ao capilal ef-
n. U36' *: *^ "575_em lugar de-derrelo
3.* Accrescenle-se:
Nofim do 81. do art. 10: as letras descontadas
pelo banco deverao ser garantidas por duas assig-
naiuras, e nao terao praso superior a seis mezes.
4. edija-se assim o art. 17: poder receber d-
nlieiro a premio com lano quo as lelras aceitas
pelo banco Sejam ordem e de praso nao menor de
MI das.
S.* Addittem-se os arligos seguinles :
Artigo O banco nao pode ser installadn sem es-
lar distribuido nm numero de aeces corresponden-
te a 2/3 so menos do fundo social, e nao poder dar
rnmeeo *s suas operacoes antes de realisado 1/4 do
valor dessas acedes. Tambera nao poderao as ac-
eoes ser rendidas ou coladas na praca sem que o
banco tenha principiado suas operacoes.
Artigo. A adminislraco do banco publicar al
o die 8 de cada mez o Maneo desenvolvido do ac-
tivo e passivo do estabelcrimenlo e das operacoes
que liver (ello no mcr. antecedente.
Francisco de Salles Torres Hornera, do mcu con-
selho, ministro e secretario de estado dos negocios
da fazenda e presidente do tribunal ao Ihesouro na-
cional, assim o tenha entendido e faca cxecular. Pa-
lacio do Rio de Janeiro, em 2 de abril de 1859,38."
da independencia e do imperio. Cora a rebrica de
S M. o imperador.Francisco de Salles Torres
Bonasos,
EXrEDlEUTB 00 DIA 12 DK MARCO DE 1869.
AoSr. ministro da fazenda, communicando terem
sido nomeados para o hospital militar da provincia
, Pemambuco : director, o major do estado maior
da 2." classe Sobaslio Antonio do Reg Barros ; al-
moxarife, o major reformado Antonio Dornellas C-
mara; 1." medico, ol. cirurgio capilo docorpo
de saude Manoel Adriano da Silva Pontos; 1."ci-
rurgio 0 1." cirurgio dito Prxedes Gomes de
!>ouza Pitaoga :e pharmaceulico o alferesDomingos
(,0e "OfRes; affrn de que S. Exc. haja de mandar
abonu-lhe, na dita provincia, os vencimentos a que
tem direiu do 1. de Janeiro do correnle anno em
dianle. em queeomecou a unecionar o mesmo hos-
pital.
14
Ao ajudante general, communicando que a com-
inissao encarregada da organisar a escala de pro-
mocoes do exercito deve propor, com a possivel
brerulade : i.' os 1" lenles ou alferes dos cor-
pos de engenhana, eslado-maior de 1." classe, e ar-
lilharia que eslejam habilitados a seren promovi-
dosal." tenentosoua lenles, segundo a leglsla-
S*o em rigor ; 2.", quaes as armas em que devam
de providenciar acorca da salubridade daqnella ci
dado, onde recrudcsceu a epidemia da bexiga, que. -^eSlLlS^?j?JSSE22!'li P~
aceomraetleu anido certidao das suas patentes de alferes, len-
le, e capilao da guarda nacional do municipio do
Recife.Passe-oe.
Dito de Joaquim Theolonio Soares de Arelar
pedindo se encaminhc ao governo imperial o re-
querimento em que'solicita si'r nomeado oIBcial da
reparlico especial das trras publicas.Seja sub-
metlido ao governo imperial.
Dito do mesmo.Deferido nesta data.
Dito de Manoel Joaquim Ferreira, thcsoureirn do
consulado provincial, pedindo seis mezes de licen-
ca com ordenado para tratar de sua sade.Pase-
se portara concedendo a licenca requerida com ven-
cimentos na forma da le.
Dito de Salustano da Silva Cajuern de Campos,
pedindo licenca para entinar lata.Informe o Sr!
director geral da nstriicco publica.
Dilo de Antonio Rome'iro Bezerra de Cnrvalho.
Indeferido.
Dito de Joo Baptista das Neves.Volle ao con-
mmelleu.
Ditnao capilao do porto. Commuuico a Vmc.
que, por despacho de 21 do correnle, proroguei, por
oilo dias, o prazo de 5, ronco lido em 17 desle mez
ao recrula Francisco Soares para provac isenco
legal. '
Dilo ao director das obras militares.Monde Vmc.
fazer com urgencia os rncenos necessarios no le-
lhado da casa, que serve de secretaria ao 4." bata-
lilao de arlilbann a p.Communicou-se ao com-
mandanle das armas.
Dilo ao director interino das obras publicas.Pa-
ra salisfazer a exigencia da assembla legislativa
provincial informe Vmc. sobre o incluso requeri-
menlo de Evaristo Mendos da Cunta A/evedo e ou-
lros.
Dito oo mesmo.Informe Vmc. sobre o incluso
requerimento de Joo Hypolilo de Meira Lima, allm
de ser satisfeita a exigencia da assembla legislati-
va provincial
lp. ntandarS,d^i;,r,.menor0di,, ** "rP,,""S
de raridade.Km re'sposto oo ollicio, que nesta da- ;:.
la dirigio-me a administrar,) geral dos estabeleci- '
meatos de caridade sobre um medicamento, que na
provincia do Para se julga proprio para a cura da
elephanliasis, tenho a declarar que, porcm quanto,
nada so pode fazer a este respeito, visto que, se-
gundo as noticias que possuo, nao se tem oblido na-
quella provincia os resultados desejados, e quando
se consigan) o governo imperal os commuuicar,
pois que tem em altenco o curativo desla mo-
lestia.
PortaraO Sr. gerente da companha Pernambu-
cana de paquetes a vapor mande dar passogem de'r 1nll, ,=
para Granja, em um dos vapores da companhia, ao u. ,"','
capilao de mar e guerra Fernando Vieira da Ro-
cha, o a seu lllho, havendo lugares vagos para pas-
sageiros do governo.
DitaO Sr. gerente da companha Pernambura-
na mande dar transporte para a provincia das Ala-
gOas a Mara das Brotas em lugar destinado para
passageirn do governo.
Expediente do secretario do governo.
OfBcio aochefe de polica.O Exm. Sr. presi-
dente da provincia transmiti, thesouraria de fa-
zenda nesta data, para o lim conveniente, a relaco
das diarias abonadas pela collecloria de rendas geraes
do municipio deCaruaraosrecrulas Antonio Fran-
cisco da Silva, Francisco Jos dos Santos, JoseI.au-
reutino dos Saqlose Manoel Franscisoo da Silva,
assim manda communicar a V. S. em resposla ao
seu ollicio de honlem, sob n. 297.
Dito ao mesmo.O Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda communicar a V. S. que remelleu
thesoraria de fazenda para lim conveniente, a re-
laco das diarias ahnnapas pela collecloria de ren-
das geraes do municipio de Goianna, segundo V.
S. declaren no seu ollicin de houtem, sob n. 298
aos remitas apurados naquella comarca.
Dilo ao commandanle superior interino da guar-
da nacional da comarca do Brejo.Manda o Exm.
Sr. presdeme da provincia communicar a V. S.
que. por despacho desla dala, autorsou o inspec-
tor da thesouraria de fazenda a mandar entregar a
Simplicio Jos de Mello a quantia de 16g560, em
que, segundo o pret anuexo ao oili,-:.. de V. S. de
20 de ouiiil.ro ultimo, importan) os vencimentos do
corneta Simplicio Gomes Pereira, relativos aos me-
zes de julho a seteinl.ro do anno passado.
Dito ao prmeiro secretario da assembla legisla-
tiva provincialN. 81.Offlciando nesta dala re-
particao das obras publicas, para que informe o re-
querimento de Joo Hvpoliio de Meira Lima, como
resolveu a assembla legislativa provincial, segun-
do me declarou V. S. em seu offeio de hoje, sob
n. 19, S. Exc. o Sr. presdeme da provincia assim o
que so traa,
Ollicio do commaiidantc superior da guarda na-
cional da comarca de Santo Anto, Iransmitlindo
copias da qualilicaco do balalho numero 24, e de-
clarando nao remoller as do balalho numero 15,
pela razio que allega o respectivo ebefe no ollicin
que diz inclue por copia, e as do numero 26, por se
acharem os livros em poder do chefe do eslado-
maior. Volle ao Sr. coinmaudunle superior da
guarda nacional da comarca de Sanio Anto para
ajuular a copia a que se refere, e ordenar ao mais
graduado chefe da guarda nacional do municipio de
Sanio Anto, que remella com urgencia as listas
de que Iralam o decreto numero 722 de 25-d
bro de l
de 1853.
contina em perfeila paz, o numero dos mines lem
diminuido, e a adminislraco marcha regular-
mente.
Com a noticia do regresso do presidente diversas
de dine-
io mesmo
pregados de polica solici-
taran! sua demisso.
Na verdade, o Sr. conselheiro Ferraz, no pouco
cupo que aqui tem administrado (anno e meioi,
adquiri geraes symp.illiias, e radieou muilas rela-
della. Via-se oslo a principio mu pretexto para o
l'iemonle engrandece,-so e para a Franca proceder
a conquista* lerrttoriaes. Comoca-se comprc-
hender boje que a quesio pode "> deve ser resol-
vida, sem n
com
Mas hoje a quesio est agitado por aquellos que
podem rosoly-lo regularmente, islo pelos gover-
uos ; o que tira desparte a revoluco sua razio
de ser. Esta grande quesio foi agitada honlem, e
qu.-io grandes progressos ja lem feito a propria i cues de entilado, perlencendo grande parte de seus
B oceupar-se numerosos amigos de partido que oulr'ora dirigan)
os Srs. Drs. Bello e Mendonca, que sao os seus
luaisaracnles inimigos.
Nao se uni a bando algum, o aceitn o apoio de
lodos, qualquer que fosse a sua grei. Daqui o faci
..sem necessdade algiimt. des-as complicarnos; que se oliserva.de ter contra si diUorenlea indiri-
preiien,ie-sc que ella 6 unieameuie provocada doosde diversas parcialidades, e em seu favor a
pela violacao dos tratados curopeuos pela Austria. \ massa quasi geral da provincia
A queslao lem pois caminhado, e com Indo se acha: Deixa seu nomo ligado a muilos melhoramen-
i comeeo. Remontor-nos-hemus a esto tos moraese maleriaes, e talvez nenhum dos seus
antecessores nesta sentido fez mais ou lano.
Nao quero neste pon,, espraiar-me, nao posso
mesmo faz-lo nos curios limites desla ; mas o fu-
turo o mostrar.
Soubemos da nomeacn do Sr. conselheiro An-
tao, e temosa maiorcolianoa de que a poltica
seguida pelo Sr. conselheiro' Ferraz nao ser des-
prenda.
A opposiro daqui uestes ltimos lempos se lem
minio ainesquinhado, e a mprensa se tem tornado
um verdadeiro Huello famoso coulra ludo que
honesto.
ponto.
Sobreest complexodedillictildadesquasiinvero-
simeis, alien,ha-se para as palavras olliciaes.
Dtpoua rainha I icio ra, o imperador Manoleo
III periantio aguardar a sua palana soberana que
anda resa. Esla palana nao tem mndilicado a
situaco. A Franca est tambem disposla a sellar
a paz do que fazer a guerra. O imperador nao po-
da armar que a guerra leri lugar por que pode
occorrer tal incidente que torne inevitavel um con-
flicto armado, nao podia dizer quo a paz era con-
Irana as suas iutencoes, e impossivel no estado du
cusas, porque ella objuclodos votos universaes,
nao podia pis baver nada com que salisfazer nem
aos partidarios da guerra nem aos da paz a lodo
transe com ludo S. M. duvidou de umasoluco pa-
cifica. A impresso foi pela guerra, llano discur-
so urna lacuna notare), que o vocabulo tratado
nao foi pronunciado umriinica vez;. O da rainha
> cloria, pelos estadistas da Inglaterra
com urna alfeelaco lo evidente, sobre a f mvi
arel dos tratados, que baria nisto urna prorooaeno
dirigida ao imperador para una explica, o publica
e solemne; o silencio absoluto que- elle guardn
sobre os Iralados nao tem sido pois sem iutoocao.
O discurso diz que o ioteresse da Franca est em
toda a parte onde ha urna causa justa, cirilisadora
a fazer prevalecer. ^
Elle pronunciou os vocabulos : direilos, justica,
honra nacional, mas nem urna s vez o roca-
bulo tratado ; e esta lacuua lem sido confrontada
com
O correio chegado hoje da corte e de Santos
Irouxe nnvidadesque me causaran) bem forte im-
presso : taes sao a saluda do Sr. Nabuco do mi-
nisterio e a entrada da febre amarella em o porto
de Santos.
Nada sei (e milita genio est comigo) de positivo
sobre as causas que motivaran! aquello fado, e an-
uloso espero o correio seguinle persuadido do que
elucidar a quesio, bauindo as conjccluras sobre o
ministro que se retira e sobre aquello que o lia de
substituir.
A segunda nolicia impressionou-me tanto mais
porque recelo a realisaro da iuleressante pruphe-
cia do frade da quarla-leira de einza ; ser a febre
amarella a formidavel pesie unnunciad.-i por aquel-
lo bondadoso levita do Senbor Os fojguedOS do
carnaval mereceram que do pulpito su proguosti-
quem laes castigos, quando era Roma,.... Secooti-
nuo faco urna di.-sertaco ; melhowrio tratar de
frades acoles, que me do tanto que pensar.
\ ollando vacca fria c amarella, digo-vos que
espero na misericordia Divina s as providencias do
governo qne a febre nao progridir. Pelas informa-
coes quo tenho, existen] em Sanios apenas eiuco ou
seis arreciados.
Veio-me parar s mos ulna correspondencia
desla capital de 10 do correnle, insera em o u. 9
de um jornal ahi da corle.
-V leilura dessa correspondencia d para fazur rir
a qiiem vivu nesta Ierra, e par. ler eorapaixo e
lamentar-se o estado de apurado pessimismo de lo
tnteressanle correspondenle..
Os sele jornaes que aqui se publican!, a assem-
bla provincial e a adminislraco da provincia (su
de nina cantora e de um pianista, e cousas seme-
ntantes, deixando sem a menor rellexo os refor-
mas operadas por esle administrador no ramo da
inslrucco publica e da fazenda da provincia, que
alias sao importantes.
, Os jornaes Poro e Echo do Sul injuriam grossei-
om urna aireclaco lo evidente."sobre f invio- ?"''''''?,?" T*T co',s?lhl;'ro- Por'le M nova or-
ganlsacao das repartic,H;s flscaes demittido um
guarda da mesa do rendasdo Rio-Grande, cujas in-
formaeoes eram pessiraas, c remoreu alguns oulros
de ninas para oulr.is mesas!...
Ao ler estas ga/.etas parece que a patria corre
pergo por taes fados Oue miseria !
Tem fallecido dilferenles pessoas dislinctas nesta
provincia, e entre ellas o negociante Bormann, o
comincndador Israel Soares de Paiva. e tima se-
nhora Salgado, que deixou por herdeiro universal
o Sr. Dr. Bello
- jiicial ea adminislraco aa provincia
a ri sueno do Sr. conselheiro Ferraz limila-se o mais mundo houvera l ebegra' sao all Iralados
uennnlil a accusa-Io por nao ler ido aos beneficios com una
ore as qneslMS interiores ; o que tornou esle dis-
curso de abertura o mais breve que lem pronuncia-
do como chefe de estado. A primeira impresso
produzida foi directa e desigual ; essa palana di-
urna arrogancia um poucu altiva indispox a princi-
pio a populaco parisiense, sempre iraqu,illa e
desla vez inquieta, a guerra lhe parecen escripia a
cada patarra. Depois a populaco das provincias
receben laubem um documento' ollicial, l bouve
mais (lonliaiica ; desde a abertura do corpo legisla-
tivo, M. de Morny fez urna ellncueao que uonsagrou
este sentimentn, mais Irauquillisadur sobre astlua-
Va". 0 sen discurso foi um pacifico cominentario do
discurso de Sele. Elle se inspirou as segoiotes
ialcvras : o sangue dos poros ja se nao darrain-
i.-vianaueule. A guerra e o ullimo recurso do di-
reilo menospresado ou da honra olfendida.
A opinio publica O aculheu com nina sunpallna
real, mas anda incerla e com ludo cphemra. As-
sim alieruatvas inquiutacoes de conliauca agitam
as turbas, os negocios, o'commercio que nao se
dissimulam que o fijo de ludo slo ser lento em
cnegar, sejam quaes forem os muios tentados para
o. aiimgir. A dipioajacia iogleza, ausuiaca o prua-
siaua lem ["-rniiUidatOglo esle lempo em se oceu-
par da quesio rojpa; lia esperanca de adiara
queslao lombarda vfi-er assignado prnpotas do
'loque de Cobourg^oncarri'gado de negociar uia
ajuste para com eZ-eslado- romauos. Dissetam
que serian, primeignienle evacuados pelas tropas
fraiice/as e austriaoas que urna lerceira polencia.
bro "de 1850, eodc numer 1,130 de" l'de "marro Sllu'"'1,1 na W*}'. como a llcspanha por
.ioio-'j 1-" exemplo. se cucarreaaria de velar na manuienco
da ordem dos estados do papa, que a sua reorgatii-
l'niniivnonik, imiik: sarao sena depois subo,cltida a urna conferencia
0lmr'T 1 V? ARMA> I das grandes potencias. 0 editores desle prelendi-
t e' do eommand das I do plano adoptado.diziam em Vienna. Berln, l.on-
armas .! I en.....ibtien. na oidade i dres.Paris e S. Pelershurgn que nao fariaui menco
att Berife, i:tde abril de IH.VI. ido eonsenlimento do papa, c islo precisamente o
ORDEM 1)0 DIA NUMERO ili. que deixavam em silencio.
i as e.xpressOes severas de que o imperador sai \in e.;i.n,,,J ;a. ,., ,
servm a respeito da Austria. A situarn exterior I Sr coikX n'?^ual ,en,n0 da Pa,rl!aa d"
domina do talsorte as prooccupaObes do momento ,,,;,?, I !f' 7".m0sJ que sera """f.1"'"
que pela primeira vez. depois de sete anuos, o im- SSrtJLRK** n'",S"a dc un,a "" lil,,a-
"orador nao trato,, de particularidade alguma so- q t..:. n,o P '
O lenenle-gencral commandanle das armas, faz
publico para conheemento da guaniico e devdo
cffeito, que segundo conslou dc ollicio'da presiden-
cia datado de honlem, o Sr. lenente-reformado do
exercito Joo Bernardino de Vasconcellos, que sor-
ve dc major no segundo balalho de infamara da
guarda nacional do municipio do Recife, foi, por
accordo do tribunal da relaco do dislriclode 9do
errente, absolvido em grao do recurso, do crime
porque se achara suspenso e coudemuado no juizo
de direilo da segunda vara desla comarca.
(Assignado.)Jos Joaquim Coelho.
Conforme.Horacio de Gusino Coelho, alferes
ajudante du ordens do coiumando.
EXTERIOR.
CORRESPONDENCIA 00 DIARIO DE PERNalBUCO
Pars 1 de marco le ih.".!I,
Toda; as quesloes subsidiarias da poltica eslo
...(o
A queslao da guaruico eslrangera em Roma
apenas um negocio secundario. A Austria lem ou-
Iras concessdes a fazer que nao a da retirada de
suas tropas, se nao se ode pedir-lhe o sacrilicio
das suas possessoes terriloriaes, deve-se exigir o
abandono da sua politua de invaso, de seu pro-
tectorado sementado por convencoes secretas c es-
pecules sobre os oulros estados na Italia. asna
recusa que daria realmente qneslo italiana una
gravidado que pode couduzir a um conslrangi-
menlo militar.
As coucessoes que Austria desejava fazer, de-
viam ser mui lougas, pois que o oslado de cousas
actual nao toleravef, A Austria se apossou ma-
terial o moralmente da quasi tolalidade da penn-
sula itlica.
Os tratados geraes que apezar das nnumera-
ves infraccoes preredem a dcslruico das foivas c
das provincias d'Europa, loriara eslabelecido na Ita-
lia um cerlo equilibrio. Esle equilibrio nao pode
ser destruido por una das potencias que as tem so-
regado sem que al f que Ihes devida seja olfun-
largamenle distantes de Londres, de Pars, de Vien- dida. audo-lhe toda a Italia superior, os tratados
na c de lodas as grandes capitaes do antigo eonli- tinharn uslipuladu que no exterior desloa noizes
nenie. Salvo a Inglaterra uue rinda na reforma das, que devem caber Austria, a Italia seria composta
suas velhos mstiluiroes, todas as grandes potencias de estados independentes e soberanos Por ventu-
olhos exclusivamente llxos sobre Millo, ra a Austria lem respeilodo esla independencia
Roma, Boucltarest, Jassy e Conslanliuopla : a ques-
lao do Oriente ainda sem solueo, ou ja examinada
de novo pela prudencia das MODOS europeas, se
junioii quesio italiana renovada com todo inle-
russe de urna urgente actualidad,-.
piando ella oceupou os seus territorios "pelas ar-
mas, quando Ihes impoz por seus tratados a obri-
gaco de conformar a sua organisaco poltica e
administrativa, ads principios quo ella propria li-
nha eslabclecido para suas provincias italianas ?
ma supurficialidade, leviaudade e cvnismo
mqualili cavis.
Para essu abalisado eseriptor, em S. Paulo nao
ha jornal quo seja sen onjo na dijno de st-lo.
Tudo esta enfeudado ao poder e s elle escapa
torrente de servilismo que lem alonado o paiz.....
e por ahi alm.
Essa correspondencia por sem duvida urna luva
atirada a todos os Paulistas, c veris como o lal
Publicla ha dc sahir tosqueado da brincadeira.
O Sr. marquez du Monte-Alegre esperado
por estes dias, e os seus amigos tratan de oltere-
eer-lhu um esplendido baile, que lera lugar em o
palacio da presidencia. A nossa nica sociedade
dausante Concordia hade iufallivelmenle ter seus
ciumes, porque durante a quaresma fecha as portas
e apaga os luzes.
Esta j vai longa, entretanto nao deixarei, visto
como o correio e a minha papeleira o permiltom de
fazer urna digresso pelo templo da ciencia do di-
reilo.
Os exaraeoide preparatorios encerrim-se nofim
do presente mez,_e entretanto ja se matricularan),
ate hoje .noventa e tantos calourus, cada um dos
quaes sabo^ao menos essa a opinio dos que os
approvaram) tantos preparatorios quautos sao os pe-
ridicos que aqui se publicara.
E' digna de lastima e da altenco do poder com-
petente a maneira porque sohjc feilos esses exa-
i mes na faculdade de direilo. Alian, o-vos que a
PrnnriMiiri. i pme"da "<" abaixo do soneto. Os exames escrip-
alfarX ? ,h **&! ne<5oc'o-''. tos sao feitos e produzidos p.dos Srs. C. Olloni, J
v e 1S /i,??8 moca fS' c1"1"hc,'raS' '"'''*"."'. i Frjnek, conego -idelis, segundo o compendio adopl
du nbite te ,^ n V i ,- Un'a ,n",da ilad "os,a uu "'"l"ella mal-'ria- Os livreiros e co-
t fl'tt* !,i3las an,'a'n '.''" W*. Porque cada exami-
(Carta particular:
[Jornal do Commercio do Rio.)
S. PAULO.
S. Paulo ** de mar.;,..
A chegada dos nossos acadmicos tem de alguma
' vivificando e animado a Paulica.
grandes apreciadores "da gens escolstica ; e nisso
nao deixam di^ ler razo, principalmenlu por que
osestudanles vcsleui-se, comem, fazem a bartia,
gastara diuheiro, namoram, etc. etc. Ja os cama-
rotes e bancos nceupados as noitcs de espectculo
nao se podem dizer tari nantis n gurgite tasto;*
ja as mocas e lias goslam de sorrir-se da janella par
o sol que desapparecu no occidente ou na esquina
de urna ra !...
Em summa, as ras ja sao frequentadas, e os
passeanles bem-dizem ao Sr. Eernaudcs Torres,
que as tem mandado concertar, livraudo-os assim
de troperarem aqui c cahirem acola, porque, ha
bem pouco lempo, as nossas ras eram sem duvida
alguma as mouianhasda Suissa para c transporta-
das ern miniatura.
Pondo dc parle o gracejo, dir-vos-hei que as
roas da capital teem soffrido um melhoramento con-
siderarel sob a benfica adminislraco do Senhor
Torre..
Benfica, disse eu, e deveis saber que assim rae
exprimindo enucio o pensamenlo da provincia in-
tuir.
S. Exc. sem duvida, continuar a proceder como
ale aqui, mererendo o apoio dc ambos os partidos,
distiibiiindn justica, applicando aos mclhoraraenlos
da provincia os tneios de que ella dispoe, c fazendo
ver, romo liberal, que a moderaco as ideas c
principios politices unja das necssidades palpi-
tantes da actualidad.-.
Assim o governo geral tem em o Sr. conselheiro
Torres, o melhor e mais devotado dos seus dele-
gados.
Todos os dias se faz sentir na proviucia a sua il-
lu-Irada adminislraco.
Para nao cnlrar em detalhes, que me levariam
mui longo, dir-vos-hei que a saneco de todos os
actos do Sr. Torres esl na opinio publica, na im-
tensa, na tribuna o as conversacoes parlicu-
ires.
Publicam-se presentcmenle na capital sute pe-
ridicos, dos quaes s um conservad, sendo quu
nenhum dellesdirige censuras adminislraco.
Islo ja bastante significativo, porm temos de
mais a mais a assembla provincial, que funeciona
dividida em maioria conservadora e minora liberal,
ao passo que o presidente da provincia sincera-
mente apoiado por qualquer dos lados.
Os nossos deputados reconhecem que o estado
da provincia est aiuda bem longo daquulle que el-
la tem direilo a almejar, porm havendo quasi lodos
estodado o correr dos negocios pblicos, altri-
bueiu esse estado s verdadeiros causas, e envidara
esforcos para remov-las ao menos iu mente, c em
alguns discursos que tenbO lido.
E na verdade, como dar fcil saluda aos pro-
ductos do interior, como augmentar a renda da pro-
vincia que decresce intuitivamente, sem que tenha-
mos boas vas do communicaro T E como possui-
las sem urna boa applicaco dos dinheiros pbli-
cos ? Eis-ahi quesloes que a assembla pretende
nando [em geral) rasga o seu compendio, melle as
folhas na algibeira, e quando loca a campanilla j
se sabe oque quer dizer ; os examinadores re-
ceben) una demonstrarn du Olloni, um trecho du
J. l-'rauulv ou um pedaeo da cadernela.....
Eslo funccionando as aulas do primeiro ao
quinto auno, com exeepeo de urna cadeira do pri-
ineiro e oulra do lerceiro. Disseram-mo quu um
ou dous dos lentes no cuesco (abertura da aula) li-
zeram ver a seus discpulos que a faculdade de di-
reilo ni.. i da va para a sua decadencia, mas que el-
los empregariam meios para regeucra-la. E' urna
verdade bem Inste ; a faculdade dc direilo deS.
lauto doria ter mulhor pessoal. Osestudanles se-
ria*) melhores, e deixariam talvez de existir as fla-
grantes njustieas que a alguns leutes luiihu visto
pralicar.
Se nao poder acreditar nisto, converse com
aquelles que j deixaram os bancos da nossa facul-
dade.
Urna regeneraco indispensavel, mas, em rai-
nha bem firmada opiuiJo, ella devora comucar de
cimn.
Em occasiaoopporlunamanifeslarei todo o meu
pensamenlo a respeito dos lentes e cstudantes da
faculdade de direilo dc S. Paulo.
A assembla provincial discute presentemente o
ornamento que tem de reger o anno linanceiro te-
luro.
Ainda nao tire tempo para l-lo, apreciando-o
em lodas as suas partes.
Tudo tora seu tempo, e a prova que Morpheu
me eslende os bracos com tal meiguicc, que a re-
sistencia de rainha parle seria um crime.
f- S.Nao julgueisque o orcamento servio-me
de narctico, pois que vos arriscis a ouvir reclaina-
ces tambem da faculdade de direilo.
Al o seguinle.
(Carta particular.)
(Jornal do Commercio do Rio.)
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
Honlem realisou-se o embarque do Sr. Dr. Agos-
liiiln l.uiz da Gama. S. Exc. foi acouipanhadn at
bordo por grande numero dc pessoas gradas.
Consta-nos que por aviso do ministerio da
guerra de 21 de marco ultimo, fura nomeado di-
rector das obras militares da provincia o Sr. capi-
Francisco Elias do Reg Dantas.
Joaquim Rodrigues de Soma. *
Manuel Teixcira Peixolo.
Jos Pereira da Costa Molla.
Joo Valenlim Dias Pinag.
Antonio Goncalves Slartins.
Francisco Jorge Monteiro.
Jos Ignacio Accioli de Vasconcellos.
Ilenriquo Jorge Rabcllo.
Francisco Pereira Dulra.
Alfonso Arthurde Alraeida e Albuquerque.
So Jornal do Commercio, l-sc :
tu joven compositor.O Te-Deum que foi exe-
culado na capella imperial no dia 23 demarco,
aniiivcrsario do juramento da conslituiro corapo-
sico do joven Domingos Jos Ferreira," alumno da
aula de coiilru-poulo do conservatorio de msica,
aula de que professor o maestro Giauini.
Essu jovun de esperancas foi tambem o compo-
sitor du urna cantata que se executou no di. 15 do
cociente, quando SS. JIM. imperiaes honrarara com
Sua presenca o conservatorio de msica.
Estas duas coraposices do nosso patricio sao as
preinissas de um bello' talento que promelte pa-
iria (rucios muito mais brilhaules, so a continua, o
de um esludo desvelado c de urna applicaco cos-
loiile e bem dirigida, que al hoje nao se tem des-
mentido, soubcrem aproveilar as felizes disposicocs
com que Dos doiini o Sr. Domingos Jos Ferrei-
ra. Tenha elle animo e paciencia, que em breve
far honra ao nosso conservatorio dc msica.
Passagelros do vapor brasilciro Cruzeiro do
Sul, sabidos para os portes do norte :
Manoel C. urna, sua senhora e dous filhos, urna
criada e um nscravo, A. Stolrenback, Manoel D.
Rodrigues e umalilba, Ignacio H. da Silva Sobral,
Domingos A. Ferreira Tasso, Antonio Maria de Cas-
tro Dulgado e um lllho, Pedro Mirat, Francisco Fer-
reira Novaes, Manoel I. Pereira Lima, Antonio C.
de Alenla c Albuquerque e dous criados, Augus-
to C. de oliveira e Mello e um escravo, Antonio
Bezerra Cavalcauli, Epifaneo S. Gomes, Amaro B.
de A. Maranhn, Pedro Brrelo Velho, S E. Carva-
llo, da Cunha Miguel E. Alvos.
Passageiros do vapor brasilciro de guerra
Deberibe, sabido para Macei : Dr. Agostinho L. d.
Cama e sua familia, 2" constructor Jos J. Hibciro
Pimenla.
Mortalidadt do dia 14:
loria, preta, 5 mezes, diarrha.
Joo Rodrigues de Souza, branca, 6 anuos, urna in-
tente.
Jos, pardo, 7 annos, dsinteria.
Hospital de caritt.Existen) 52 homens, 47
mulheres, nacionaes;f homem, estrangeiro ; 2 ho-
mens, escrayos; total 102.
Foram visitadas as enfermaras pelo cirurgi*
Pinto s 8 e 5 minutos horas da manha, Dr. Cor-
nelias s 8 menos 5 minutos horas da manha, Dr.
Firmo os 3 l;2 horas da larde de hontem
CHRONICA JUDICIARIA.
TRIBUNAL 00 COMMERCIO.
SESSO ADMINISTRATIVA EM 14 DE ABRIL
DE 1859.
PIIFSIIiFNi.ll RO FXM. SR. IIESFMBARGAnOR
SOl'ZA.
AS 10 horas da manha, achandn-p presentes os
Srs. deputados Basto, Reg, Lemos e Silveira, o Sr.
presidente declarou aberla a sesso.
Foi lida e approrada a acia da antecedente.
I.eii-su o seguinle
EXfF.niENTE.
l'ma communicaro de S. Exc. o Sr. bario de
Muriliba, de 22 de marco ultimo, de haver por bem
S. M. o Imperador noinear a S. Eic. ministro da
justica.Inleirado e aecusc-se o recebiraento.
Um aviso do mesmo ministerio, de 5 de abril do
corrento, communicando a respeito da consulta des-
le tribunal de 8 de oulubro de 1857, que o artigo 12
dojegulamento numero 738 de 25 de novembro de
1850 terminante acerca da mesma consulta.0
mesmo.
L'm oflicio do secretario do meritissimo tribunal
do commercio da corte do imperio, de 31 de marco
prximo lindo, acorapauhado de urna relaco do's
commerciaulcs matriculados all durante os mezes
de Janeiro u feveruiro do correnle anno.O mesmo.
Oulro do conservatorio do Rio Grande do Norte,
de 22 du marco prximo lindo, agradecendo tres car-
las de matricula de embarcaco, e os esclarecimcn-
tos que Iho foram fornecidospelo Sr. presidente do
tribunal.O mesmo.
Foi presente a colarn oflirial dos procos corren-
tes da praca, relativa semana lida.
DESPACHOS.
L'm requerimento du Jos Fernandos Ferreira,
pedindo o registro de urna sua procurarn ouior-
gando poderes a Miguel Joaquim da Costa, Manoel
Gomes l.oureiro e Jos Joaquim Dias Fcrnandes,
para promnverem os seus negocios commerciaes
durante a sua ausencia.Registre-so.
Oulro dc Antonio Jos Leal Reis, pedindo por
rertido se Jeronymo Jos Teixeira de Araujo, fazia
parle da firma de Silva & Araujo desla praca.Co-
mo requer.
Oulro de Joo da Conceico Bravo e Augusto Ce-
sar de Azevedo Guedes, pediudo o registro do seu
contrato de sociedade.Regislre-se.
Ootro de Souza Barros & Companhia, pedindo
igualmente o registro do seu contrato de sociedade.
Na forma do parecer liscat.
Foi em vista ao senhor desembargador fis-
cal, o seguinle requerimento :
Um requerimento de Hypolito da Silva. Brasilei-
ro. de 25 annos de idade, pedindo o lugar de agente
de leiles desla praca.
Nada mais haveiido a tratar, o Sr. presidente en-
cerrou a sesso.
SESSO JUDICIARIA EM 14 DE ABRIL DE 1859.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADOS
SOL'ZA.
Ao mcio-dis, presentes os Srs. desembargadores
Villares, Silva Guimares e Guerra, e deputados Le-
mos, Basto, llego e Silveira, foi aberla a sesso ;
u, lida approvada a acta da antecedente.
JILO AMENTO.
Appellante, Bcnto Jos da Costa; appellado, os
lo Francisco Raphacl dc Mullo Reg, actual di- administradores da massa fallida'de Vndrad'e &
rector da reparticao das obras publicas. | Leal.
Confirmou-sc a sentenca.
Embargante, D. Marianna Dorotha Joaquina '
embargado, Antonio Francisco Pereira.
Receberam-se os embargos, reformando-se o ac-
cordao.
Appellante, Joo Cardozo de Mesquila ; appclla-
Da comarca do Bonito cscrevem-nos o sc-
guiule em data de 4 do correnle :
Continua o vero nesta comarca : nada vemos
que nos d esperancas de haver chinas to cedo ;
mas .-uiliin estamos confiados no antigo adagio
tuco ti s a ii le como o tempo,c por isso quando es-
^ilMMBWforiiaiW'|ii|iii
....


2

_
-i
dos, os administradores da massa fallida de Audra-
dc & Leal.
Confirmada asenlenca.
r.VSS.VGKNS.
Appellantc, Joo dn Sania llosa Muuiz ; appella-
do, Albino da Silva Leal.
Do Sr. descmbargadnr Villares ao Sr. descnibar-
gador Silva Guimarcs.
Oulra dos mesmos.
lio Sr. descmbargador Silva Guimarcs ao Sr.
dosembargador Guerra.
Nada mais boure a tratar.
No impedimento do secretario,
Reg Ranull.
Diario de Pernambuco.Sexta feira 15 de Abril de 859.
Comarca de Santo Antao.
Cidade da Victoria, 5 de abril de 1859.
.Veu charo amigo.Os meus afazeres tem sido
causa de nao ros'tor comraunicado mais miuda-
nente, o que por aqu se vai passando.
A varila vai fm progresso, dentro e fora da ci-
liado, c fazendo victimas.
Vqui chcgoii o Sr. Ilr. Ramos, medii'O enviado
pelo Exm. Sr. consclhciro presidente da provincia
paro tratar dos aeconimotlidos, e mxime dos pre-
sos. O sen primeiro cuidado foi eslabclcccr una
informara na mesma rodea, onde dcsvellariamcn-
Ic, como nos consta, cuidado tratamcnlo dos pre-
sos, mas apozar dos seus cuidados uns vio pero-
nudo e nutros convah-scendo.
O Exm. Sr. presidente da provincia com esla
prompUiprniidoncia den urna prnva inronlcslavcl
dqiienn tordoans clamores da humanidode af-
tlicia, a cujos gemidos 11:10 foi indefereiite, man-
dando imraedialameote em sen sorcorro un pti-
mo medico, como se diz ser, o Sr. l)r. Ramos. Mil
Inuvorcs a S. Use., que quiz logo a principio alo-
mar o mal, que com a demora se tornara mais
forto para ser combatido.
A nossa cmara municipal lamliem ia fazendo
tanto, quanto lhe pcrmitlian as snas debis rendas,
octimquanlo nao tiresse ainda arranjadouma en-
fermarlo para o tratamouln dos presos : todava eram
ellos tratados pelo caridoso rirurgio do partido
municipal n Sr. Simplicio Lins deSouza Fontes.
lisiamos no quarto anuo, tanque por osle mc9mo
lempo, mas j em dcclhiaco; tomos atacados pelo
lerrirel inim -jo o choler'a-morbus, que (horresco
roterens) smenle de dentro do recinto desla cicla-
de ceifou mil e qualroceiitas e lanas victimas,
aperar dos promptos soccorros mdicos e alimen-
ticios enriados pelo incansavel conselhciro o Kxm.
Sr. Jos fenlo da r.unlia e Figueiredo, enlao pre-
sidente da provincia.
Fsta infeliz Ierra de qiiando em quando lngel-
lada. Dcns queira apartar para bem lohge de nos
oseffeoa do urna antiga tradicro que osen lim
soria lamentavi-1 Iradicco, que se mis tem passa-
do de 11111 virtuoso .missionario, apostlico capu-
chinlm de nome frei Vidal.
Temos porm fe robusta, que o glorioso Santo
Antao interceder ao Heos das misericordias polos
Victorienses, que animalmente nao se osqneeem do
solomuisar com toda a pompa e zelo religioso glo-
ria de son nomo.
Oecnrre-nnsagora dizer-vos que asmas da nos-
sa cidade mal alinhadas polo pessimo gosto dos
primeiros edificadores, tem do inelhorar ponen a
pouco : porque, a cmara mun ripal provida da
planta, deliberou que todas as casas de novo rcedi-
llradas seguissem o alinhamonlo descripto na mes-
ma planta. Islo porm nao tem agradado a algucm
quenn tem bom gosto, o que antes quer que os
erms continen], embora o progresso da cirili-
saro, e bom gosto as roiistruccoes dos edificios.
Tmpora imitanlur, el nos mulamur i 11 Mi. As
cousas nao devem permanecer como d'anles, em
que as cordeacocs desta cidade eram a ventado do
edificador. Nao devem serde arcordo com a planta,
posturas municipacs, e o modernismo.
Temosqhservado, que as teirasvo sendo pauto
concurridas nao s dos gneros alimenticios, como
depovo, enos inclinamos a crer, que isto provir
ou da escossez desses gneros, ou do temor da va-
rila. O cerlo que a diftercnca ristrel.
_ Muito tem lucrado esta fregerie com a persegui-
rn que a polica tem exercido contra W ladros de
cavallos : porque os furto* tem cessado, ou com a
prisao desles, ou emigraran, deixando assim o nos-
so solo desinfectado.
Alejandre Jos dos Sanios morador na Cba do
r.aric, em pouca distancia desta cidade, disparou
sobre stia mullier urna arma de fogo, e como nao
a offendesse, deu-lhe urna forte pancada sobre a
face com o coice da arma. O Sr. Alexande Jos
de Hollinda subdelegado do districto, a quem foi
mmediatamente levado este faci, dirigio-se ao
lugar, tomando as camellas para a prisao do dolin-
quenle, o qnal foi prosn c se acha recolbido a ca-
dfia para ser processado.
0 delegado de polica o Sr, tenento Henrique
r.diiardo da Costa Gama tem encontrado dilliculda-
des em obter o auxilio das pracas da guarda nacio-
nal, para occorrer as nereasdades do servico ;
porque os nossos liomens do mato muito receio em
Je bexigas,
A cliuva desappareceu, e continua o calor emsua
maior torca : o que nos vale sercm as noitcs e as
manhas frescas.
A farinha rendeu-se na ultima feira de 500 a C40
rs. por cuta, o milho a 18, o feijo a 2, a carne do
loar a 280 o 800 rs. por libra, a carne de cevado
" 320 rs-i "Ratonoa 110 e 160 rs., azeilede car-
rtpalo a 800 rs. tmlim todos os gneros eslo por
alto preco.
Eue diremos do flagello da falta de traeos
Malditos ambiciosos ou usurarios, que se oprovei-
lam da miseria dos lempos para oppriiuirem.ove-
xarem a populadlo.
A nao seren os elevados jornaes, e as obras da
provincia, para onde afllueni a maior parte daquel-
lesqucnao sao muito amantes do Irabalho agr-
cola, pciorsciia. No entretanto lodos rao suppor-
lanio a alca dos procos, e a falla do trocos ; porque
osjornacs lhes vao dando para compraren) o ali-
mento.
Pouco gado tem sido trazido ao mercado : de 100
bois que viertm a ultima feira, Ccaram por vender
20 o tantos. A melhor carne foi vendida nos arou-
gues a llgetj por arroba.
Ate otitra lo/.
O cloriMM.
< r^!,AR4 MUNICIPAL DO RECIPE
SF.3SA EXTRAORDINARIA I)F. 26 I'E MARCo
DK lj.
Presidencia di, Sr.hmeAlbuguerqiie.
Presentes os Srs. BtMKJIogo, Franca, llego,
Mello, Pinto e r. Firmo1 tvier, abrise a ses-
"d"11' e '" ''Ja *PProvaaa acta da antece-
Poi lido o seguiiio
EXPEDIENTE.
Lm offlcio do Exm. Sr. presidente da provincia,
communicando que o director interino da repar-
tirse das obras publicas tem onlom para ministrar
a planta me esta cmara soliritouem sen ofliciodo
24 co fevereiro ultimo, sob n. 20. afim de fazer o
pnsseio em tomo do campo de palacio, desde a pon-
i nova al a roa de Sania Isabel.lnte'rada.
Outro do engenheiio Gordeador, dizendo ter exa-
minado a planta submetlida a consideraco e ap-
provaco desla cmara, pela conimisso directorac
liquidalaria da exliocta sociedade de iaeo c leci-
dosde algodo, o a ahado, assim como' os arma-
mentos nella Iracados, dignos de serem approvados
urna vez que se nao exija desla cmara nenliuma
inde-mnisaco pelos torreaos destinados s mas.
Itesolveu-se que se submettesse a planta appro-
varao do governo da provincia, e depos de sua ap-
proracao, se exigisse da comuiissao peticionaria as-
signasse termo no sentido indicado na ultima parte
da informaco do engenheiro.
Oulro do mesmo, communicando que, das obras
anienormente feilas no eslabelaeiment do mata-
douro da Cabanga, cahira nesla semana urna parle
do cano de esgoto, que nao eslava abobadada.scndo
causa disso o grande volme d'agua, que, com as
extraordinarias mares dcste mez pelo mesmo pene-
trou.Inteirada.
Outro do mesmo, communicando ter cncarrega-
do ao arrematante da estrada da Varzea de fazer na
mesma, no fundo da igroja do Rosario, urna peque-
a bomba, cuja necessidade veio a reconhecer
agora em consequencia das ultimas churas.Que
apresentasse o orcamenlo desse accresrimo de
obra.
Oulro do mesmo, informando circunstanciada-
mente sobre a petico de Amaro de Barros Correa,
dizeudoque a cordeacao por elle dada a Manuel
Antonio Goocalves, para edificar na ra da Espe-
rance, contra a qual reclama o peticionario, est
exactamente de conformidad).' com a planta appro-
vada para aquello lugar.Dcspachou-se que, avis-
ta desta infurmacao, nao poda ser o peticionario
atlendido.
Oulro do mesmo, informando sobre o requeri-
mento do desembargador l'igueira de Mello, que
confessando o peticionario ter pedido o oblido des-
la cmara que maudasse dar cnrdcaco a alguns
terrenos por clles vendidos e aforados, prestndo-
se voluntaria e generosamente a prolongar as ras
da Conceicao e Tamb pelo sen sitio; era fra de
dnrido quo fura elle mesmo quem se privou do uso
e proreito do terreno do dito seu sitio, que deve
ser oceupado pelo prolongamenlo das mencionadas
ras, nao tendo por conseguinte mais o direilo de
cerca-lo ; masque atlendendo-scaque as mas anda
nao teem saluda para a Soledade, c a que o peticio-
nario se obriga a abri-las, logo que essa sabida Icnha
lugar, pareca que se lhe podia conceder licenca
para o que pede.A commissode edQcaces.
Outro do cidado Jos Antonio de Brill Bastos,
juiz de paz do tereciro annu do lercero districto
da fregiiozia da Varzea, communicando ter entrado
noexercicio dcste cargo, no dia 22 do correnle.
Inleirada.
Outro do cidado Jos de Inojosa Vareio, juiz
de paz supplenle do 3." districto dos Afogados, com-
municando acbar-se em exercicio no impedimento
dos mais rolados.Inteirada.
Oulro do procurador, remetiendo o balancele da
receita e despeza da cmara do mez de fevereiro ul-
limo.A commissao de polica.
Outro do mesmo, communicando que no da 10
do correnle se procedeu medico e araliaco do
terreno do acougue e de parte di ribeira do barro
da Boa-Vista, sobre que rersaaquesto de Basilio
Airares do Miranda Varejaa, sendo medidor o se-
gundo tejiente Antonio Egidio da Silva, e avaliador
i. cidado Manocl Carneiro de Souza I.acerda, c que
nio tendo Os avaladores acordado na araliaco, fo-
ram nomcados de parte a parle desempaladores,
decidindo a srte a faror do cidado Antonio Piros
Ferreira, indicado por parte da cmara.Auton-
sou-se o procurador a remunerar u Irabalbo dos lou-
rados, segundo permitlir o estado do cofre, c man-
dou-sc-lhes agradecer.
Outro do contador, apreseutando a rcl.uao das
leltras, que so reuccm no primeiro de abril' prxi-
mo futuro, afim de serem tiradas do cofreIntei-
rada.
Outro do fiscal supplenle do Recite, pedimlo man-
darse a cmara pagar ao clrurgiao Jos Antonio
Marques a importancia do corridas e exames sani-
tarios que fez em das de fevereiro e marco corren-
le (declarou os das.)Mandou-se passar'raandado.
Oulro do fiscal de Sanio Antonio, informando a
favor da prctenco de Augusto Coellio I.eite, que re-
3uereu licenca para fazer cerlos reparos na frente
a casa de sobrado, da ra larga do Rosario 11. 36.
Conccdeu-se a licenca.
Outro do mesmo, informando quo Jos Joaquim
Moreira pode fazer parapeito, como requer na fren-
te da casa da roa Nova 11. 8, a igualar com a da ca-
sa aunexa.t'.oncedeu-so.
Oulro do fiscal dos Afogndos, remetiendo a rol-
lecta dos roqueiros daquclla fregnexia na impor-
tancia ile ti:!s2SU, correspondente a 15:857 coquei-
queiros \ contadoria.
Oulro do mesmo, pedimlo ser pago da quanlia de
:!iVj!HIO, que despenden cOffl alugneis de cavallos,
pan poder fazer a referida coilecla.Mandoa-se
pagar
No segundo acto salva Pedro a lilba do condo de
mu incendio, e quando esla lhe agradece, elle re-
pele as palavras que ella 110 primeiro lancou-llie em
rosto do alio do seu orgullio. o Sr. Germano ao re-
petir eslas palavras :. l'oido, senhora, eu nao
med a distancia... d sua roz um tal accento|
de irania e de qucxa amarga c profunda que o
adiamos inimilavel; c a I). Manoclla, que pouco
Irabalba heste acto, Irado/, perfeilamentc em 11111
grito de dor o arrependimeutn que j lhe vai 110 co-
raco.
No terceiro acto, ao depois de haver trocado a car-!
la no jogo para que o conde ganlie a parada, Pedro
vai retirar-sc, mas a iilha do conde o detom. Ha
entre ambos urna scena em que traballiam com bas-
Umle felicidade o Sr. Germano e II. Manoclla ; esla
quando se proslra, e pede o esquecimenlo do pas-!
sado com urna unecao quasi verdadeira, e aquelle
3U.1 mo repele eslas palavras: A Iilha do conde
o Santiago nio desee nunca.,Neste aclo o Sr.
Nones vai bom 110 papel da conde, desanipenba sa-
tisfactoriamente n carcter do um liomem que 1 in-
cessanlenienle atormentado pela li rrivel paixo do
jogo. 11 cunde de Santiago uui dos caracteres nem
desenliados dente drama ; o Sr. Miedos i.eal J-
nior pintoo-o em urna in-rfeicio digna do seu pin-
cel de mostr.
. No cpi.iihi acto onde a II. Hanoella maisdeseii-
| volvo talvez os seus talentos artsticos neste drama.
Oulro do fiscal do Poco, dizendo que na Casa I Ella lastima advsgrara de sen pai com nma dOr
Poete, um dos lugares mais povoados daquclla fre-11*0 profunda e uto natural .pie se transmute al o
guezia, exlstem quairo matoneas du gado, porten-'
cenes a diversos, que de certas oras em dianlc
rfxhalam lao miu clieiro, que nao pode deixar de
oll'endera sande dos liabilanlesdo mesmo poroadn
e quo lianiulo contra islo reclamado os seus habi-
tantes, elle fiscol, Irazia ao eoiiliccimenln desla c-
mara para providenciar a respailo, parcccmlo-lhc
que talvez fosse conveniente remoier as matoneas
para o Ariaial.Addiado.
Oulro do fiscal da Varzea, eoinniunicando quo
para prevenir n desabamento de duas casflVe tai-
na, silas na eslrada Nova daquclla fregaa, em
consequencia das aguas plnviaes, quo se accuniiila-
rem, lra preciso mandar cavar leda a altura o lar-
espoclador ; e conla sua amiga o seu erro pascado
e o seu arrepeudimeuto actnal com lana ualnrali-
dade e evpressao que os espeiiadores lhe luden!
palmas, eeiu mais de mu camarote um lenciniode
rendas eneliuga olgumas lagrimas. K isto um rer-
dadeiro Iriumpho para um artista. O Sr. Germano
vai tainbciii ptimamente na scena que so d entre
Pedio c os amigos amigos do conde, que reem rap-
tar a sua Iilha Abi tambem desempenba muilo
bem o seu papel o Sr. Nones, e principalmente o
fez na ullima represcnlacao, onde nao gritn mui-
to. como na piimcira. Neste mcsnio aclo os antigOB
amigos do conde, que sao repellidos pelo Pedro,
que osameaeacom una pistola, ridicularisain sein-
gura da eslrada, nesta parle, para dar esgolo s| pie esW scena. Oueicuios fallar dos artistas. .ahar-
uas pelas vallas latones.Inleirada, por j ler o
engenheiro providenciado.
Outro do mesmo, pedimlo o pagamento da quan-
lia de SjjOOO, que despenden com o servico cima.
Mandoa-se pagar.
Os Srs. Dr. rinno o Pinto li/cram a seguinlo pro-
posia, que depos de muilo sustentada pelos seus
autores, o rombalida peloSr. Franca, fallando lam-
liem muito a favordellao Sr. Kego e Alhuqunrque,
leon adiada, por ler passailo a requerimeulo do Sr.
Franca, que se ouvisse ao medico do maladoiiro.
A commissao de sadeprope qut sefacam duas
matancas, urna pela manlia, c oulra das duas ho-
ras em diante, por ser inconveniente nina s ma-
lenca ao calado da conservaran da carne por todo o
da sogiiinle.
Sala das sessocs, 26 de marco de 1&59. Firmo.
Pinto.
Foi commissao do polica, a requerimeulo de
Joaquim Jos I.eUio, queixaiido-se da licenca que
oblevc Joiio de Iludas da Silva Borges, para'esta-
bclecer podara na ra Imperial 11. 33.
Despacharam-sa aspelicoesde Antonio Camoiio
da Ciinlia, Amaro de llanos Correa, Candido Augus-
to de Albuqncrque e Mello, Domingos da Silva Cam-
pos, Francisco Antonio das Chacas, Francisco Mar-
lins Itapozo, Jos Joaquim Moreira, Jos Lucio
l.ins, Joo Simio de Alnieida, Joo Kraener ir-
mandade do Rosario da Varzea, dita do Divino' Es-
pirito Santo, Maria Arcbanja da faz, Mauoel Paulo
de Albuquerque, Mario Kugonia da Cruz, Manuel
Joaquim Nevos Bairo, Sertina Mario da Concei-
cao, Vicente Ferrera Piulo, o levontou-se o sessao.
Ku Manocl Ferrera Acciolr, secretario ,1 escrevi.
llego e Albuquerque, presidente. Barro llego
Franca.llego. llarala d'AImtida. Mello.
Firmo,
DIARIO DE PERNAMBUCO.
llonlem na assembla provincial, depois do ex-
pediente, continuo a discusso dos arligos aditi-
vos oo projeoto do lei do nr.-omento provincial, ten-
do orado sobro elle, os seuhores llego Muuleiro,
Brandan, Manoel Cavalcanli e BoplLsta.
fOStos a volos os arligos foram approvados uns
e oulros rejetados, sendo volado o projeclo em .se-
gunda discusso
O Sr. presidente marcou pora o ordem do da de
boje a contimiaeo da anterior, piimcira discusso
do projeclo n. 31, edas posturas munlcipaer do Rio
r ormoso < leranlou-se a sessao.
I.ovaniou-se a sessao s 3 horas.
Commumcados.
C'i'oiiicu dramtica.
IV.
. Temido ltimamente scena o interessantissimo
drama do Sr. Mendos Leal Jnior, inlituladn:
Prnao.
Eesle mu dos mais bellos dramas que se lom re-
prcscntndn na thealro de Sania Isabel. O Sr. Men-
dos Leal Jnior pintn com pincel de meslre urna
scena verdadeira e ebeia de costil mes do poca.
Pedbo um drama cheio de iierecmento, u ver-
dadeira at nos seus menores episodios ; ha em to-
do elle, desde a primera al a ultima scena, uina
corito viva de actualidade, e urna conlcuiporanci-
dade to exacta de costuraos e de linguagem quo o
ospectador se esquece do thealro e parece repre-
sentar tambem um papel if aquellas aceas intimas
da sociedade dn Portugal, que em tudo semelhou-
lo a nossa. E um drama modeniissimo em lodos os
sentidos.
Pedro o fillio de um mordomo que receben nma
educaco fina, que esludou, o quo sent arder-lhe
na cabera um logo intenso, cujo ardor, cujo quei-
mar incessanlc faz com que elle erga os ollms e
sonbe um lugar mais alto do que aquelle que oc-
cupa ; ama ardentcmenle a Iilha do seu amo, eou-
sa em um momento de feble loncar-se a seus pfs o
declarar-llie o seu amor; una repulsa cheia de dig-
nielado e de orgulho abale-o do alto de sua illnso
al A realidade de sua pnsico. Depois de passada
a primera imprcsso desse desapnnlamcntn, que
elle sent mais quo nunca, e com mais torca o de-
sejo de subir e de ter um nome. urna vinganco
que elle planeja. Esobe e rhega a ser poeta op-
plaudido pelo povo, e laureado pela fama; e sobe,
e ebega a ser e.vrptor, cuja penna conscenoiosa e
poderosa atemorisa o poder, e dirige os aeonteci-
mentos ; e sobe, e do alto da tribuna no parl.imen
lo defende os dircitns do povo, e faz admirar a tor-
ca de sua palavra eloquenle ; e sube o rhega a ser
ministro, e se collora no alto do poder; e em lodos
os degros por onde sobe, l encontr sempre a mu-
Iher que fui o objeclo do seu primeiro e nico amor
c a protege rom o seu braco poderoso, sempre que
ello corre um risco imminntc, fugindo quando ella
vai lancar-se agradecida a seus pg, e ergue-a,
quando v abolido, fugindo quand#flla voi agra-
decer-lhe. Ella o amara j, maajile r^cava-e. 11
conde de Santiago, oonllgn aJnVtjCl]H-o. domi-
nado pela lerrivel paixo dujn'go,Jri*Rlas corlas
e perde todo a sua fortuna ede sMfilha, a sua re-
pulaco e um nome venerando, que urna serie de
aves illustres lhe ha transmittido puro e sem man-
cha : e perdido, na miseria echeio de remreos e
de desesperarn, arrisca no suicidio a ultima cousa
que lhe resta no mundo urna vida cheia de erros
o urna existencia miscravel e a morle ganba a pa-
rada. Sua iilha, assusUda e cuidadosa pela sua
prolongada ausencia, corre a casa do ministro, e
pede-Ihe noticias dellc; o ministro estrave s au-
toridades c em breve recebe a participaco da nior-
ip desastrosa do conde, eacommunica '6 sua Iilha.
E entn que Pedro do alto esteude a mo Iilha do
conde abatida e supplcante a seus ps, e a crgue
at a altura de sua posco. Neste momeiito vem a
noticia de sua demissao. e o seu amigo Atbayde
moslra-lhe a ante-sala, ha pouco tan cheia deprc-
lendentes e de aduladores, vasia c deserla, e elle,
por nica resposla, diz, abracando a fllba do conde:
Tiram-me o poder, mas resliluem-nie a felici-
dade !E cahe o panno.
Agora demos muta do modo porque correu a re-
prescnlacao, fazendo durante este Irabalbo as rc-
flexes que nos occorrem a respeilo dos episodios
do drama.
O Sr. Germano comprchendeu to perfeitamenle
o papel de Pedro, possuio-sc lauto delle, que mis,
que o vimos e o om irnos allcntomentc, sentimos de
veros todos os sentimentns de que eile se mostra-
ra possuido. Sentimos deveras a dor de Pedro no
primeiro aclo ao ver repclljdo o sen primeiro e ni-
co amor; sentimos deveras a sua salisooao no se-
gundo ao comerar a sua nobre vinganra salvando
do incendio a Iilha do ronde, c tambem'a sua justa
indignarn ao ver que este pagava lo grande obse-
quio com um punhado deouro, sentimos de veras
no terceiro acta o seu prazer ao trocar a caria no
jogo pora que o conde ganhasse a parada, reslituin-
do assim a sua Iilha a casa, nica cousa que lhe res-
tara e que ella muito estimara por ter nella passa-
do os seus primeiros das ; sentimos tambem a sua
indignarn no quarto arlo, ao ver Que os infames
que liariam adulado o conde em sua prosperidade,
queriam lorar-lhe a deshonra na adversidode, e
com elle nos rimos nesle mesmo aclo da cobarda
desses homens sem lirio e sem bumamdade : e sen-
timos, finalmente, a sua solisfacao no quinto acto
ao eslender a mo do alto de su posico a mulher
que o haria repellido, e ao ergue-la ot elle, mos-
trando ento que o amor que lhe haria votado, s.
tinha concentrado no coraco, mas nao tinha mor-
rdo anda
No primeiro arlo, quando Pedro faz a declararlo
do seu amor Iilha do conde, conhece-se perfeita-
mente no Sr. Germano o amante apaixonado que
falla, mas que se lembra de espaco espaeo que
o tilto de um mordomo. lia nesla occasio em sua
linguagem urna mistura feliz c bem combinada de
fogo c de receio, de animarn e de duvida, de alti-
vez c de abalimenln, de amor ede respeilo. Nesle
mesmo acto ha Ionio nolurolidade na scena eulre
Pedro e os convidados do conde que 110 lira della
veio-nos aos labios uro bravo espontaneo.
A D. Manoclla, que desempeuha o papel de Iilha
do conde com una felicidade adiniravel, sustenta
perfeitamenle nesle ocio o seu carcter. Ah o es-
pectador v nello a moca cheia de orgulho c de mi-
nie pelas suas riquezas, posico c ttulos que re-
pelle com indignoeo o amor "de um homem que
lhe inferior em condicao, que reprehende o filho
pe diz que nos nao vamos ao Ihealro seno para
mos engaados,, e que tudo o que exigimos que
se nos engae bem. C o que ns queremos tambem,
mas justamente o que nao fazem os artistas de
que fallamos nesta ullima scena do quarto arto.
Podro os amedrouln com nina pistola, clles devem
fugir com modo, porm nao o fazem; reliram-se
pelo'contrario fazendo geslns burlescos, e quereii-
do defender-se da bala, que os ameaia. um ahrindu
um chapeo de sol, e oulro pondo dia'ute de si urna
cadeira, que leva at a porta K de lastimar que tal
acolitara, muito principalmente quando fazem islo
artistas que em oulros papis mostrara bastante in-
lelligenria e talento.
No quinto aclo o Iilha do conde vem supplicanlo
o cheia de ancedoile e de duvida pedir ao ministro
noticias di- sen pai, e a II. Mauoelln troduz perfeila-
mentc no gesto, no voz o no semblante essa ande-
dado c essa duvido. O ministro escrevo, e em bre-
ve vem a noticia da morle do conde ; ha um dialogo
entre os dous, em que a iilha do ronde siipplicanle
quasi que pede a Pedro que se rase com ella ; Pe-
dro pcde-lhe a mo, e abracom-se : pouco depois
vem o decreto de sua demissao. mas Pedro nao
sent o poder que lliuliram. porque dan-lhc a feli-
cidade,.. Ha eso lodo este acto multa natuialidade
na cxccuco qur da parte da I). Manoclla, qur da
parle do Sr. Germano.
Os oulros papis sao deponen importancia, e fo-
rana desempenbados satisfaloriamentc.
Se livessemos ttulos os habilitarnos para eritiear
este exfolente, drama dn Sr. Mendos Leal Jnior,
nos lhe tecoriamos elogios desde o primeiro al
quarto aclo ; porm no quinto nao poderiamns fa-
ze-lo sem violenlar una convieco nossa, errada
lolvez, porm profunda. O drama lao grande, to
cheio de pulso e de vida que pedia um ultimo acto
que correspondesse mais aos quairo primeiros, e um
desenlace mais enrgico. Ha pouca vida na ultima
scena, u alguma monotona no aclo todo, devido
isto talvez diviso do thealro em duas solos, com
as quaes se reparte a altendro do espectador, dmi-
iiuiudo assim oelfeito do drama. Sao como que duas
harmonas que tridas separadamente serian mili-
to deleitareis, mas que ouridas quasi simultnea-
mente perdem todo o mrito. Sao duas bellas m-
sicas queso aprecia mal, porque euve se aos peda-
eos, confiindiiido-se as ultimas notas do composso
de uinaque acaba com aspriracirasdocompassnda
oulra que comer. Neste ultimo aclo adiamos tam-
bera muito abalinienlo na Iilha do ronde, o o es-
pectador aliento, que est possuido dos nconleci-
menlos do drama, e que tem tomado por riles 11111
nleresse decidido, quasi que cora ao ver aquella
moca supplcante at o ponto de quasi implorar a
Pedro que a receba como esposa... um erro nosso
lalvez, mas anda nao podemos corrigi-lo.
HpkUtt.
Lina expresso le iiini/.ailc.
Embarra hojepara a Europa no vapor............o
lllm. Sr. Dr. Sabino Olegario I.udgero Pinho, dis-
liiilo medico homepata, que tantos o lo relevan-
tes servicos tem prestado s provincias do norte do
imperio, especialmente a de Pernambuco, onde o
illuslrado e incanravel professor, o honesto o res-
peitavel poi de familia, o amigo sincero c dedicado
tem residido al buje, sempre acercado da estima
publica, e particularmente considerado por lodos
aquellos que livciam a dita de o communicar.
O Sr. Dr. Sabino achando-se gravemente almela-
do em sua saudc, assim como sua digna c virtuosa
consorte, pretende demorar-se por espaeo de uui
auno em as princpaes cidades da Europa* com es-
pecialidade em Pars, onde provavelmente se pro-
ver de nao pequea snmma de novos conhecimen-
los, nao sendo de suppr, que urna viagera deslas
seja esleril para o dislinclo homepata, qqe se tem
feto cenhecido em lodo o Brasil.
Que o Sr Dr. Sabino e sua Exma. consorte se
reslabeleeam e vollem felizmente & Pernambuco
tacs sao os volos dos seus numerosos o inconsola-
veis amigos, e particularmente do son all'ecliuisoc
obrigadissimo C... j. r.
Recite 15 de abril de 1859
por miml execuco de Rollar ; porque tal despa-
cho longe de fundr-se na falta do pagamento de
un a siza da compra dos escravos ou em outra
qualqiier rozo, que mepodesse ouondor, fundou-
se em ii r sido a renda feita para i Iludir execu-
co. S o fundamento do despacho fosse falta de
pagamejilo de meia siza oulro teria por cerlo sido o
procedimeiitn do juiz.
Agora passarei ao segundo documento publi-
cado :
O documento que ofterrco.ii." 2,prova que entre
Joaquina Varia o Bonifacio Francisco de Miranda
nao homo conciliaco. lio protocolo do Pscriro
do juiz* de paz consta smente a nota de que trata
o or. 7." da disposico provisoria, sabido que
quando ha conciliaco entre as portes dere ser to-
rrado um termo circumslanciadn c assignado por
ellas conforme o arl. 1" do regulamoulo de 15 de
marco de lSii. Ora se como se vi do documento
s existe urna simples nota no protocolo ; o quo eu
romo procurador de Joaquina Maria nao annu, e
nem assignei lal ola, segue-se que nao se podo
di/er, que as parles se concillaran!, o nem que existe
termo de couciliaro ; Rende corto cuino diz o pro-
prioescrivii de paz, que un ni-nlocnln nao existe
a palavra coueiliados. Um do que a parto que
foi chamaifk ao tero nada allcgou sobre tal nllera-
co que se diz existir, e nem sobre ella sctrotoujA-
mais.a un ser agora o escrivo Araujo, pelo que
parece evidente, que lalvez semelhanln alterarn
lenha sido feita so que existe por alguciu, mais
ano -irado nos rrimesde lalsidade do que ou.
l'orlanlo fra de duvida, secundo me parece
que anda quando exista a emenda, osla nao inquir-
a lalsidade, avista das nossas leis pinos, laido
mais quanto nao era com a lal eertidaodo escrivo
Araujo, ainda quando existiese a falstdade, que os
meas nimigosrutisegueriam provar, que fui ou o
aulor da emenda, o que como lal era criminoso.
Tendo assim destruido, segundo me parece, os
taes dous documenins que com lano apparalo fo-
ram publicados, passaroi'agora a provar que crime
de falsidade e oulros lom commettido o escrivo
Araujo.e aquelles que reunidos a elle me (eem que-
rido desacreditar, porque me lenlio opposlu aos
seus feilas.
O doceimnlo 11." 3 odepoimonlo fuitn em jui-
zo por Antonio Jos Vas Salgado, que ndiaiulo-se
assignado em nma si riplura, passada pelo escri-
vo vraujo. que tambem labullio, na qual es-
criplura deu^; de estarem no seu cartorio as por-
tes contrtanose wtestemunhas, urna das quaes
era o dito Vaz Salgado, osle depoz, que nao fui 00
cartorio, nao rio passar tal esenptura, o assignou-a
em sua casa o pedido de Ignacio Jos Machado.
Diga o Sr. Araujo, eos seus, o que importa tal de-
poimonlo ; e quecrilnecommelte o labellin que
assim falla a ff
Os documentos 4 e 5 proram que o tal escrivo
Araujo desla villa, sabia desta villa sem o juiz res-
pectivo, levando em sua compauliia, umseu lilhn e
algnem a quem qaeria pioteger, a fazer inventario,
recebendo melado dos emolumentos de avaliodores
pan um seu irmo, sendo que nos lemos do in-
ventario dora t o dilo escrivo, que o juiz eslava
presente ; C que as par les se louvaram nos avala-
dores, que os interessa dos iioconhecam, c elle
Mies tiuba feilo acreditar, que eram avaladores
dojuizo. Diga anda o Sr. Araujo, e os seus, se
laesaclos iniporlam 011 nao Crimea, e SOO escrivo
que assim ortica podo merecer f ?
O documento 11." 6prava quo olm doscrimes de
lalsidade e oulro que resultan) dos fados que li-
cam enumerados, o escrivo Araujo leve em son
poder bens de orpho ou ausentes, lucrou serviros
de taes bens por muito lempo, c Analmente os fez
arrematar sem conhocimeiilo do publico, fleando
com alguns de taes bens, que se diz, foram arrema-
tados em seu poder. Ser ou nao quem pratica
laes fados capaz de falsificar papis ; calumniar, e
querer assim fazer recohir sobre outrem fados que
smenle elle rapaz de praticor ?
Finalmente o documento 11." 7 prora que o ba-
harel Caries Eugenio Donarcbe Marignier.que talvez
rsejo um daquelles que tem dirigido as pnnlicapoes,
que contra mim teem apparecido.olm de oulros ac-
tos.pralicou um arista do qual nao pude deixar de
ser chamado comas pelas autoridades ; porque de
certo o fado escandaloso !!!.
Por ora nada mais direi, prometiendo rollar mu-
nido de oulros documeutos se assim o'quizercm
meusiiiimigos.
Jos Paulo dn llego Brrelo
\ illa do Cabo. 9 de obril de 139.
DOCUMENTOS.
V. 1.lllm. Sr. Eslevo Paes Brrelo. A bem
daverdade peco a V. S., que me responda ao p
dista, comn viznho que foi de Antonio Forreiro
Hallar ; qnantos escravos possuia o dito Bailar
quando ahi moran em 1855 ; bem como se a V. S.
eu nao coiisullei quanto podoriam valer os ditos es-
clavos naquella poca ; dando-mu V. S. licenca para
fazer uso de sua resposla se me convcr.
Son de V. $* oltentu, venerador o criado. Jo
Paulo do Bego Brrelo.
Illtu. Sr. Jos Paulo do Reg Brrelo. Salisfa-
zeiidnoque me pede, tenho a dzer-lbe, que se-
?""n-2 millha lembranca, Antonio Ferrera Bailar
em 18o.), quando foi meu vizulio passuala 13
escravos, a entre estes liaviam escravos morbosos
que nada valiam, e oulros de menor dado bem
como lemhra-me que V. S. naquelle mesmo ahno
me consullou quanto podam valer aquelles escra-
vos,o cu lhe respond, que nelles liaviam alguns que
en nao quera pordinheiro algum, e que finalmente
naquella occasio os escravos de Bailar uns pelos
oulros podcrian valer 3508000 coda um.
Pude usar de rainha resposla paro o que lhe con-
vcr.
lllm. Sr.Jose Paulo do llego Brrelo.-Em vr- urna quadrilha de gente do Gajueiro e do Espelho, ras do estado para as dominar e vende-las ; como ja.
lude da caria Ou > s., que me escreveu, respondo- invadi c roubou Panellas e Capoeiras : isto nao I as trata por sua propriedade.)
lhe o que sei, o escrivo Araujo quando eu all mo-
rara, que ora avaliador, elle usara de me chamar
paja as avaliaroes, e o que me tocara por lei elle
tirara a quarla parle, o s vezes mais para seu ir-
mo de uniiie Miguel Araujo, que com elle escrivo
morara em casa, o que verdade.
Atiesto mais, que este escrivo chamoit-mo e a
Manocl Machado, paro irmos fazer coitos inventa-
rios, bem assim como o primeiro cm4crras do enge-
nlio I litiga, em casado fallecido Joaquim, por ape-
lillo Pauafrio, oulro em una propriedade do Sr. F.
de Tal l'oreiraCaneixo, oulro 110 engoiiho Bemlica,
de urna neto do majur Flix, oulro dilo em casa do
Sr. Ignacio, morador em ierras do engenho Monto-
vdeo, oulros em torras de S. Pedro, oulro em ler-
rs de S. Paulo, outro dito em tenas t'.f S. Paulo, o
fez oulro em Ierras do engenho Trapiche, em casa
da \ invado Francisco Contente, o oulros que me re-
cordarci quando lar preciso, declarando mais, que
estes inventarios nao (ornin hitos non presenca de
pie j I
Correspondencias.
Sra. redaclores (Jnando no Diario de fi do cor-
rente respond i publiraco, que contra mim fize-
ram os meus inimgos desta villa, protcstei nao res-
ponder a nutra qualquer publiraco, que appare-
cesse. e que fosse dirigida por elles; entretanto
lendo o Diario de 7 do concille, o vendo os dous
documenins, que tiovoment publicaram os tacs
meus iniraigos, nao posso deixar de de pedir licen-
ca a Vmcs, cao publico para retirar esge meu pro-
testo ; o para escrever algumas linhos, e offerecer
ao dominio do publico alguns documentos, que con-
vencern ao mesmo publico da improcedencia das
impulacies, que me tem sido feilas ; bem como da
orgem do odi, que me votam cerlos homens des-
presiveis, que so para flagello dos habitantes desla
Comarca para ella vierain.
Me parece que o primeiro documento iiovamente
publicado lelos meus inimgos tem por lira provar,
que o meia siza da compra dos escravos de A F.
Rallar foi recebida por mim fra de lempo; o que
os 08CMVOS foram vendidos por menos do seu va-
lor, lezandn-se assim os direilos da fazendo. sem
que a issoeiime oppozesse ; porque tinha nteres-
so em lal negocio; como adrogado de Bollar. Mas
Avista das considerarnos que vou fazer o publico co-
nhocer quao improcedente c o tal documcnlo.
E falso que a meia siza fosse recebida fura de
lempo ; porque sendo a compra feita a3 de agosto,
e a meia siza paga a 3 de setembro do mesmo anuo,
101 por sjo paga no lempo marcado pelo regula-
monto de 11 de abril de 1812 e outras leis ; sendo
certo queotempo para o pagamento da meia siza,
e outrosirapnstos contado uostermosda Ord. L.3"
T. 13 em principio,c ordem do thesouro de II dese-
teinbro de 1841. E nem so pode adioitlir, que seja
contado deoutro modo avista das decfsoes.que teem
sdci dadas pelas auloridade.-, competentes: u nao foi
seno firmado em tacs decisoes e as disposees das
leis, que cima dlei, que eu recebi a meia siza dos
escravos de Bailar, e tenho receido muitas outras
as mesmas drcumslancias.
Desde j desafio aos taes meus nimigos, para
que apresentem um s contrato as circuinslancas
do du venda de Hallar,em que eu rerusasse recebor
a meia siza, porque eslava fura de lempo.
Mas quando mesmo eu livesse receido a meia
siza de que se tfta fra de lempo, hovendo duvi-
das sobre a maneira de contar o prato, nao era cu
por isso criminoso ; e tanto assim que hovendo
dundas sobre o prazo do qual deveria ser na"o o
sello das letras e oulros papis, acerca dos quoes
duridos apparereram diversos avisos; finalmente foi
explicado por urna circular, deicrniinandc-sc que
nos casos, em que tivesscm havido engaos, se m-
braste o imposto quando os ttulos respectivos fos-
sem apresentados em juizo, sem que se responsa-
bilisassem os cnipregados, que tivesscm lldo laes
engaos, urna vez que eram devidos a erros de 11-
lelligencias : portanto ueste ponto nao procede o
documento.
Tambem nao procede quanto lezo, que se sup-
poe haver aos direilos da fazenda nao so porque os
autoresda publiraco nao provaram que os escravos
vendidos por Bailar raliam maisdoque5:000J,como
porque o documento 11.1 quo ofiereco consideraco
do publico, prora que eu prorurei 'indagar se os es-
cravos poderinm ter moior valor ; e soliendo quo
com elfeito elles s poderiam valer cinco ionios de
ris, nenhujna opposico liz ao recebimenlo da
meia siza ; e tanto assim foi que o Dr. Luiz de"Cer-
queira Lima, que enlao excrcia nesta comarca o
lugar de ajudante do procurador fiscal, tendo co-
nhecimenlode lodo o negocio, nenhiima opposico
fez, nao obstante ser como era o dito doulor zelso
no cumplimento dos seus deveres.
V. nem se pude exlranhar que se vendessem treze
escravos por cinco conlos de res; porque sabe-se
que ha esclavos mrmente as fabricas, os quaes
011 por seu estado de velbice ou por outras causas
nonhiim ralor podem ler ; c ha bem poneos das
que no inventario do engenho Maranho desla co-
marca eu tire de presenciar o que acabo de dzer.
E assim eu como como colleclor, c nem me consta
que colleclor algum tenha dcixado de recebe! meia
siza quando o preco do escaro vendido baixo, e
reaucrido araliaco para conhecer o valor respec-
--r----------.----- Nao sei mesmo qual o Hm que tiveram em vistas
do mordomo de sen pai, que ousou querer erguer-jos meus inimgos publicando o despacho pelo qual
" "a- o Sr. Dr. Aquino despresou os embargos oppostos
Sou de V. S. aliento, muilo obrigado. Fstrruo
Jos Paes Brrelo.
('.ampo Alegre9 de abril de 1859.
H.* 2. Jos Paulo do Reg Brrelo, precisa a
bem de seu direilo que o escrivo do 1." disliiclo de
paz, lhe d poreertido verbo ad verbum o noto que
se ocha emseu protocolo de urna inconcilaco entre
artes Joaquina Uaria da Conceicao c Bonifacio
rancisco de Miranda, declarando 'o mesmo eseri-
vao, se a supplcante onnuio cousa alguma, c se
assignou aquella ola. E R. ||c
Manocl Faustino de Mello Azevedo, actual escrivo
dojuizo de paz do 1. districto da fteguezia do
Cabo, em rirludc da lei etc.
Certifico que o termo pedido da petico supra
do llieor seguiste :
Audiencia que lazo juzde paz do 1." districto do
Cabo, o cidado Thnmoz Jos da Silva Cusmo, aos
31 de Janeiro de 1854 :
Joaquina Maria da Conceicao, por seu bastante
procurador Jos Paulo do Reg Brrelo, traz citado
a Bonifacio Francisco de Miranda, para pagar-lhe
a quanlia de 608000, resto de maior qnantia e juros
que teem decorrido ; e sendb opregoado compare-
ci o reo cjlado, c confessou dever a dilaquanla e
que s podia pagar quando moesse suas canas por
todo o lim do auno, e disto mandn n juiz lavrar
termo de conciliados, c eu Manocl Faustino de
Mello Azevedo, escrivo a escrevi.(,'iismo.__io-
nifacio Fraticisco de Miranda.
Declaro qjue no protocolo se acha escripia a pa-
lavra couliodos,c nao conciliados 011 incom lia-
dos, palavra que mostra ter sido escripia por enga-
o, a que Indos csto sugeilos.
Esla declqroeo faro por j ler dudo una eerti-
duo ha pouco, usando da palana conciliados, por
nao ter bem reparado a maneira por que tinha BS-
cripto. e dentara mais que o procurador da parle nao
annuio espesa, e nem assignou o protocolo, pelo que
bem se ve que nao honro lal conciliaco.
U referido verdade.
Villa do Cabo 9 de abril de 1859, 38." da indepen-
dencia do imperio do Brasil. O escrevi e assignei.
Em f de verdade, Manoel Fuuslino de Mello
Azevedo.
N. 3. Antonio Jos Vaz Salgado, vuvo, de
idade 46 alios, vive de negocio, natural da villa
de SerinheiB, teslemunho, e moradoura nesla villa
e juran ao Santos Evangelhos, e do costme disse
nada.
K sendo-hc perguntado pelo conleudodosoitigos
da conlrariedadc do reo Manoel Jeronymo da 811-
Ii'' iJ" '"lt''ro disse 1ue 8abe por ouvir dzer que o
reo (lino legitimo da finada Joaquina Maria da
Conccieao e co-herdeirn na m beraiua com Jna-
3uina Maria da Conceicao, o mais nao disse desle ;
o segundo disse que nada sabia; do lercero disse
que nada sabia; do quarto alase que estando elle
testemunha em sua casa lhe foi aprcsenlado o l-
rro de notas do tabelliao Araujo, por parte do au-
tor Ignacio Jos Machado, naendo-lhe que os-
signosse como tostcmnha aquella escriplura que
a relha lhe lizera, dizendo que a rellia esta-
r em sna cosa delle autor, e que elle testemu-
nha podondo, fizesse favor de ir l peronlc ella as-
signar, e se nao podesse, que assignasse, c que elle
assignou sem rer a relha nem o tabelliao, mais
nao disse dente ; do quinto disse que sabe por ou-
vir dizer que o tabelliao Araujo tinha comprado
urna casa a Antonio Baptisla Teixeira c sua mulher,
e que, lavraiido-sc a escriplura pelo tabelliao foleu-
tino, eslo rondara o livro pora o engenho do llosa-
rio, distante desta villa, e l foram assignar a es-
criplura, os vendedores, os compradores e as leste-
munhas. E mais nao disse de3le nem do ultimo
por ser de direilo.
Perguntado pelos artigos da reconvenco, ao pri-
meiro disse, que sabe por ler sido um dos avalado-
res dos bens inventariados por bito de Joaquina
Mario da Conceicao, que o reconvido no qualidadc
de invenloriantc s fez escrever eavaliar a escrara
Monica, nao a.-.-im a inolaliiiha, e mais naodisse
deste.
n.-' 'Sundn disse queja hlria deposlo o que sa-
ina a ruspi ito desle artigo.
Ao terceiro disse nsa'j mais nao disse nem
do quorlo por ser de direilo
Soguia-sc a cnnlestagu que tica omittida na for-
ma da petico do supplcante eassignaa testemu-
nha o seu depoimenlo com o juiz e os procurado-
res das parles Sigueiru Cavalcanli. Antonio
Jos I'i Salgado.Joo Baplista Maraes. Luiz
de Lima.
N. 4.lllm. Sr. Manod da Cosa Prazeres.Pre-
ciso que Vmc. abem da verdade me responda ao p
desla, se me disse ou nao quando Vmc. aqu mora-
ra, que o escrivo Manoel Jos do Sant'Anna e
Araujo, lhe levava como avaliador dos inventarios
de orphaos, e se somonte dar a Vmc. mtodo do
que ero contado nos autos das cusas de avaliador,
licaudo ella cora a oulra melade, dizeado, que era
para o irmo do dito escrivo Araujo, por nome
Miguel; dando-no- Vmc. licenca para usar de sua
resposla para o que me conrier*.
Disponha de quem de Vmc. compadre, venera-
dor e criado, Jos Paulo do lego Brrelo.
Cabo, j de abril de 185.
jui/. soineiite se apresentara o escrivo Araui
elle .-nsinhn foliaos inventarios, em iodo este
pfl haya jui/., mas no o se apresenlava, de sorl
era olio jui/e escrivo; declaro mais, que agora
mn mes pouco mais ou monos, ji estaan o seu
mano Miguel 101 serian, pagou-uie ello as en,las de
010 inventario (cito naqnellotempo, tirando a quar-
la parte, que era costumado a lirar; edo que ludo is-
lo quanto respondo e verdade, \. s. pode usar de
miiiha resposla para osmeiosque lhe eonrier.
lieos guarde a V. S. mullos .unios. !/.,',/ ,/
Costa l'iwirrrs.
K. Senhora do O*. 9 de abril do 1859.
(Eslava recouhecido.J
\". 5.-1111,1. Sr. Jos Carneiro Carralbo da Cu-
nba.Abem da verdade queira Vmc. deelarar-me
ao p desta, se o escrivo Manoel Jos Sanl'.Uina
Araujo, ("i ou nao em cosa de um dos minadores
do engenho Aiariba de l.ima fa/er um inventario
dos orpos do finado JooJos da Costa, levando
como avaliador um litho do dilo Araujo, sem que
com elle fosse o juiz supplenle, que ento estar no
rara ; dando-me Vmc. llceiica para usar de sua res-
posla para o que me convier".
Sou de Vmc. atiento venerador e criado, Jos
Paulo dn fego Barreta.
Cabo, 8 de abril de 1659.
lllm. Sr.Jose Paulo do llego Brrelo.llespon-
deudn sua caria, respondo que verdade ler o es-
crivo Manuel Jos do Sant'Anna Araujo, ido aca-
ra dos herdetros do Oiiado Joo los da Costa, te-
lando COmsigO um seu lilhn como aialiodor do jui-
zo de oiph.io.-, lu ou naquella occasio Convidado
pelos heideiios de maior para ser um dos avalado-
res e chegattdo alli porgunlei quem era o juiz, o
mesmo escrivo me responden com palavras arro-
gantes, que cu alli nao era nada, analmente proce-
den as aviliaioes, e lodosos lemios sem estar pre-
sente o juii que segundo a miaba lembranca era
naquella occasio um dos SOpplenlOS ; e d'ahi sabi-
ram, ueram ao lugar de Mangalahola, lambem 0,0-
cederam a araliaco dos bens do finado Pedro Ale-
xaiidriuo da Cosa, o que acabo do dizer juro so Mr
preciso, e pude fazer o uso que quizer.de minha res-
poat*.
Desejo-Ihe todo o bem, e queira dispr de quem
e. de. V. S. muito aliento reneredor e obligado, Jo-
s Carneiro Carvalho da Cunha
Aiariba de rima, 8 de abril de 1859.
N. 6.lllm. Sr. Umbelno do Paulo de Souzo
Leo.A bem da verdade necesario, que V. s. me
responda ao p desla, se me procurou ou nao nesla
sua casa, para requeier a respeilo de un-; esclavos
de oiphaos o ausentes, que sendo soqueslrados, se
ochavara em casa do escrivo Manocl Jos de sn-
I'Auna Araujo, serriodo a este, isto por espaeo de
mutos meses, os quaes eseravos foram ao depois
orreraoiadosseiii que iiinguem soubesse de lal arre-
inalaco, licaudo o mesmo Araujo de posso de um
destes escravos de nome Marliniano, o qual ainda
hoje o lein. Peco licenca para usar de sua resposla
para o que me eonrier.
Disponha de quem do V. S. venerador c criado,
Jote Paulo do llego Brrelo.
Cabo, 8 de abril do 1859.
lllm. Sr. Jos Paulo do Reg Brrelo.Passn o
responder o que sepossou cmnigo. E rerdade que
procuiei-o paro requerir respeilo desles escravos.
Primeiro, que esle escravos se acliovom era po-
der do escrivo Manoel Jos de Sania Anua Araujo
serviudo como dello ha mutos mezes.
Segundo, que foram arremoloaos sem que eu e
uiiigiiem sonbe,somos de lal arremataeo.
Terceiro, que o mesmo Sr. escrivo Araujo leon
do possedo uin desles escravos, ainda boje o tem.
Pude fazer o uso quo lhe convier da minha res-
posla.
Msponbadequem de V. S. ltenlo venerador
obrigado, Imbeliuo de Paula Souza Ledo.
N. 7.lllm. Sr. Joaquim Jos de Sania Anna Va-
lerio.Preciso a bem da verdade, que Vmc. ate
responda, so Vmc. me procurou aqu ou bao, como
adv.igodo paro lhe defender una queslo ronlra o
bacharel Carlos Eugenio llouarrbe M.ivignier, que
tendo pedido a Vmc. e seu cunhado Francisco' Ma-
noel ilouceiro urna procuraro poro tralar de urna
lierancn, que Vmcs. Itnliam'no inventaro de Pedro
Alexaudrino e lenla Mara de Jesus.c tendo Vmcs.
dilo o elle que mandasse passar a procuiaro, assig-
naram Vmcs. oulro papel que dito bacha'rel Ibe a-
presentou que depois resultou um papel de venda
da metode de sitos legitimas, di/.ende elle no popel
que Vmcs. tinham recebido a quonlio de um cont
de ris ao passar daquclle papel, sem que Vmcs. tal
dinheiro livessem recebido ; dando-me Vmcs. 1-
cenca para usar de suas resposla como rae convier.
Sen venerador e criado, Jos Paulo do Helio Br-
relo.
lllm. Sr.Jose Paulo do Bego Brrelo.Afflrmo
ser verdade ludo quanto Vmc. diz em sua caria, a-
cima, o que eslon prompln para sustentar a todo
e qualquer lempo ;epdu usar damiulia resposla,
para o que lhe convier.
Sen venerador, /oahntn Jos de Santa Anua
1 alerio.
S. C, 21 demarro de 1859.
.Srs. redactor?.*.Tendo eu sido por vezes in-
sultado pelas folhas publicas, sendo aulor de tacs
insultos o Sr. Francisco Gomes da Luz Freir, mora-
dor uo sitio do Espelho do districto de Capoeiras,
onde exerci os lugares de juiz de paz o subdelega-
do de policio, estara 110 firme proposito de nao res-
ponder nem dar ntiueo s parvoices c grandissi-
mos falsidades de que se acham rechinadas os pecas
que me dizem respeilo, porte do mais damnado
intento de denegrir e olfuscar a reputarn alheia,
porquanto apoiado no testcmiinho fiel da minhti
cousdciicia, neiihuraa impressao me poderiam
causar as negras e despreziveis calumnias que me
urda o detojetor da minha reputaco, tanlo mais,
quando ero a minha convieco, d que o publico
sensato me baria fazer justica; mas considerando,
que as armas da intriga, sendo manejadas por ho-
mens adestrados 110 enredo, podiam ainda assim
concorrer para o meu descrdito e outorisaro ma-
ledicencia ; porquanto nao fallain incautos que a-
crcdileiu no canto da Irairoeira serea, alm do
que podia allribuir-se o meu silencio on elfeito da
covardia ; resovi-me enlao, vista djsle aggrega-
du de circumslancias responder aos desalise rei-
leirados insultos que o meu antagonista me lom en-
derezado ; e desfaite provur-lhc, que nao ea fra-
queza, nem a deficiencia de valiosos documeutos
que me Iraziam no silencio.
Em una correspondencia que vem publicada na
Ordem 11. 14 dea de fevereizu, sob u epigraphe :
A comarca do Bonito, assignado pelo M., que
significa manleiga, sou ahi ainda atrozraenlecalum-
uiado por esse mystorioso que sob a capa do onony-
mo, o suppondo-se sem responsabilidadealgumn.oai
seu furor accommeltou sem pedade a quasi Indas as
autoridades da comarca do Bonito, attribuindo-lhes
fallas, que s estatal na menlo desse encapotado
que lodos conbecemos, pelograr.de here do Ser-
r do Espelhoque suppondo-se alguma emulado,
pretenden que as autoridades do termo concorres-
sem para elle se enriquecer cusa das Ierras na-
1 ionaes a das particulares, nao leudo para issa ou-
lro Ululo 011 privilegio, seno a sua avidez: c por
islo tem querido por vezes despejar os moradores
verdadeiros posseiros dos seus sitios sem oulro mo-
tivo senao o de terem sido aquelles posseiros, uns
calanos, coutras rebeldes, como bem se deprohen-
de do seu orouzel publicado 110 Ordem, como se es-
tes motivos ainda sendo verdadeiros, lhe ilessem
jus a duas leguas de lenas to ricas em produeco
para depois vend-las bem e pacificamente por'30
ou 40 conlos de ris, por cuja empresa, lodos sa-
ben) que o Sr. H. j tem souhado.
E se sao na verdade esles os unicos motivos que
deram lugar ao Sr. M. nao ler runfian.-a lias auto-
ridades do Bonito ecom especialidade" no subdele-
gado de Capoeiras, bem pode o Sr. M. desde logo
ii-anquillisar-se c perder todas asesperanros da ae-
quisicao desse importante terreno que em'lempo al-
gum lhe podo pertencer. a nao ser por titulo de com-
pra, se que o posso fazer o que muilo duvido is-
la dos precedentes; porquanto qualquer que nejara
.1- au 1.u-idadesnomeadas (salvo se orSnie. han de
riimprir as ordens du governo imperial no sentido
da couservaco das Ierras nacionoes, e garantios
das posses dos particulares ; o quanto a mim, tenho
conscieucia de haver bem e fielmente cumprido
nesla parle tudoquonlo se ha recommendado, sera
inc importar com as tendencias ambiciosos do Sr.
M., que ojulgomuito pequeo paro fazer-me re-
cu.ir dos meus devores.

Ouanlo iiuputocn deque o distrieto de Capoei-
ras o valhoroiilodos criminosos, eque o subde-*
legado convive com elle, vejara os illustres leitores
que os documentosque o Sr. M. junlou para pro-
var senielhanlc calumnia, s por si pulverisa c aii-
mquila Inda a sua diatribe, quando se v que elle
obteve a maior parte desles documentos de pessoas
residentes no districtn de Panellas, que nao per-
leuce ao termo do Bonito, c islo s pode provar a
falta de verdade dos fados apontados : c revela bem
claramente, que elle senlio toda a difllculdode em
adquirir documeutos, j nao digo em Capoeiras, on-
de Merco auloridode, mas no Bonito a cujo termo
perlenccmos e somos bem mohecidos eu e o Sr. M.;
e a respeilo dos outras atlestados de pessoas de Ca-
poeiras, uns sao npncryphns como j iudaguei, c
oulros nada exprimem,' ou ento se ctpritnem ou
revelan) alguma cousa, nicamente contra o Sr.
M. que reside no Espelho, porque tacs olteslados
dizem nicamente que Cajuein, e Espelho foram
sempre talos de. ladras e criminosos. Nao sou eu
quem isso assevero, lllm. Sr. M., sao os seus altns-
lados : voltando ainda aos atlestados oblidos em
Panellas, pergunto eu, o que dizem elles Y.. Dizem
que em fevereiro do anuo de 184, Viceutio com
,+..
verdade, Sr. M., porque nao consta em parle algu-
ma somelhantos roubos, mos quando assim fosse o
Sr. M. que tambera foi praiuiro e esleve em contado
com elles, devia saber, que esses homens deque
falla e andaram juntos e armados no auno de
1819, foram os revoltosos de 18-18, que j foram am-
nysliados ; nem foi s gente de Espelho e Cajueirn
que acnmpaohou Vicenlo, foram lambem de ou-
lros lugares ; mos o Sr. M., por 1110 bem calculado
plano, sjulga criminosos os que residen) em Espe-
lho e Cajueiro justamente os lugares de que se quer
apossar, esquecendo-se at de que se a rcrolta de
lKl8servisse de regra para despertar essa antipa-
tiza espontanea, essas violencias sera limites, nesle
coso o Sr. M. estovo mais no coso de ser expulsado
do r-.pelho como malfeilor; porque esleve em mais
contado rom OS praieiros, dos quaes recebeu urna
nomeaeo do alteres da guarda nacional, o nunca du-
rante a revolla quiz se prestar ao governo ; e nao
assim alguns desles que Smc. chama malfeilores,
por lio- inoram c-ui SOUS sitios no Espelho o Cajuei-
teiu-|ro, 1,unios dos qaaes estireram as forcas logos.
Oh I Sr. M.. Vine, c 11111 homem incoiupreheiisivel,
illgucm sabe o que quer ; nao ado ningnein bom,
porque uns foram (abanse oulros rebebi.-, e por
laes culpas os pobres homens devem ceder as suas
lenas a Vmc, perqu 11.01 nada disso: que boa l-
gica '. I
Ainda nutra falsidade dizer o Sr. II. que o Sr.
Dr. .lovencio [neo Bdrogado,] na qualidadc de pro
motor interino me requisitou a prisao de ionios e
qnantos criminosos, e queeu nao saliste/. Desafie
n Sr, M. para me appresenlar ulgum documento
que comprare essa rcqui.-ico a mim feita ; sendo
bem provavel, que esla vago ollcgaro soja ainda
urna deseas inrenedes, que lauto enriuuecn a ima-
ginarn dn Sr. M. O Sr. Morlins Peroiro o actual
promotor desla comarca, que bem lom cumprido
c..... os seus devores: o Sr. Dr. Francisco 1-ernaii-
dos liilirana, lambem em oceupado interinamente
o mesmo lugar, elles que digom so deixci alguma
\ezdo cumplir suns requisices.
Admiran corageinrom que o Sr. M. assevera que
ltimamente nma sucia do haiidalhns invadiram a
sua propriedade sem que a policio, nem mesmo o
Sr. Dr. juiz de direilo t'.orraial.i na de-sema menor
providencia, ipierendo desl'arle tirar proveilo para
malqiiestoras aiiloridades da cotnana que sempre
cumnriram com os seus deveres, e quando bom
sabido que o Sr. M. s teui direilo a oin.i posso qne
cooipi..... Jos \lvos Ua Silvoira em ii dOoulnbro
de Isa-I, que um pequeo silio no peda sorra do
Espelho, que nsuirue sem opposico de ninsnem ;
mas que todava tem querido esbulbar oulros mue-
los ntissciros que eslo garantidos pela le 11. 601
de H de setembro de 1850; ebegandn o lal ponto o
sua cubica de ter querido que as autoridades se pres-
lein a mal entendidos despojos ite miiilns liomens
parificos que virem do seu Irabalbo sem ncnlium
motivo plausivel se nao que foram us cabanos
oulros rebeldes.
l'iiializo aqu Srs redactores, olon-condo-lbes
alguns documeiiios ipie aballo so sogueni, com os
quaes pravo ao respeilavel pblico que nao sou o
empreado lal romo me pinta o inimigo do minha
honra : sao documentos mois valiosos do que esses
de quo usoii o meu desafeicnado, porque pelo me-
nos nao san adquirido- em termo exlranbo.
Oueiram Srs. redactores, dar pnblicidade a estas
linhas do sou constante leilor.
Caldiuo Mies Barbosa Basado.
Povoaco de Capoeiras, 22 de mareo de 1N59.
Recebi do soldado de polica. Francisco Antonio
da Silva, um ofiicio viudo do bonito do Sr. promo-
tor pblico interino.
Jati Pereira rfr/.i/cf na,subdelegado primeiro sup-
plenle em exercicio.
Capoeiras, III de Janeiro de 1859.
lllm. Sr.lioldiuo Alvos Barboso subdelegado e
juiz de paz do districlo de i'.apooira termo do villa
do Bonito, a seu bem precisa que V. S. digne-se
altestar se em lempo que V. S. tem oslado em exer-
cicio como primeiro supplenle que c, se durante o
mencionado lempo, se V. S. recebeu algum cili-
cio do Dr. promotor pblico da comarca, requisi-
tandn no mesmo algumas diligencias polo que
Pede a V. S. lllm. Sr. subdelegado primeiro sup-
Ilente em exercicio e lhe atieste o oue constar.E.
1. M.
Caldino Aires Barbosa.
Jos Pereira do Lacena subdelegado primeiro
supplenle em exercicio do districto de Capoeiras ter-
mo da villa e comarca dn bonito, provincia de Per-
nambuco. Em virtuded.i le ele.
Atiesto sob oque requer o pelcionorio em sua
petico supra que no dia l' de Janeiro do correnle
anuo, eslaudo no exercicio
Recebi um ollicin do Sr. Dr. promotor pblico
interino, requslaiido-iiie a captura a uns indivi-
duos mencionados no ollicio rezidirem nesle distric-
lo e me fazendo as mais activas dnligeiicias, alim
de fazer captura-Ios os referidos romo de meu de-
ver, nao me foi possivel conseguir as capturas dos
mesmos, por nao serem encontrados uo distrirlode
minha jurisdieco, c o que atiesto etn firmeza de
meu juramento.
Jos Pereira de Lnccnn, subdelegado primeiro
supplenle em exercicio.
Povoaco de Capoeiras, 12 de marro de 1859.
Illms. Srs. presdeme e \ creadores.Ualdino Al-
ves Barbo-a, subdelegado o juiz de paz do destrieto
de Capoeiras termo da villa do Bonito o comarca
do mesmo nomo, precisa que Vv. Ss. se dignem ai-
testar qual o juizo que formara da conducta civil,
moral e publicado siipplicontc, e finalmente como
se tem podado nos e.xercicios de seus cuiprogos,
pelo que.
Pede a Vv. Ss. Illms. Srs. dignem-sc deferir co-
mo requer.E. R. M.
Caldino Alces Barbota.
Alleslamos que o supplicanle tem boa conducta
civil e moral, e quanto .10 exercicio de juiz de paz
do dealricto de Capoeiras e subdelegado do mesmo
lugar, consta a esla cunara que cuinpru com os seus
devores, e que lem prendido e processado os crimi-
nosos daquel le lugar que muito tem melhorado
com a sua polica.
Pro-presidente Porciuncula de Loge, Btzerra
IaIc, Yasroucellos, Portella, Busto.
Cmara municipal em sessao cxlraoidinaria, em
16 de marro de 1.S59.
lllm. Sr. juiz municipal.Caldino Alvos Barbo-
sa, juiz de paz e subdelegado do districto do Ga-
poeiras termo da villa do Bonito c comarca do mes-
mo nome precisa que )'. S digne-su altestar qual
o juizo que forma da conducta civil, moral e poli-
lira do supplicinte e finalmente enmo se lem por-
tado nos cargos de suasotlribuicoes : portante pe-
de a V. S. dcteriniouto.E II M.Caldino Alces
Bu ront.
Atiesto que o supplicanle tem louvavel conducta
civil e moral e lem muilo bem desempenhado as
obrigaeiies dos cargos de juiz de paz e subdelegado
do districto de Capoeiras com dignidade e honra.
Bonito 11) de mareo de 1959.
V.rzerru de Mello.
lllm. Sr. Ilr. Manocl Correa Lima.Caldino Al-
vos Barbosa, juiz de paz e subdelegado do districlo
de Capoeiras tormo da villa do Bonito e romaica
do 110-010 nome precias que V. S. lhe respondo ao
p desla, se durante o tempo que V. S. se oehou
110 exercicio dojoiz de direilo desto comarco qual
foi o comportamentn nos cargos de meus empregos
e liiiolmenle o juizo que V. S. forma de minha
conducta civil, moral e poltica ; dando-me V. S
licenca fazer de sua resposla o uso que nio convier ;
muito desojo sua saude a do Exm." familia, por ser
da mais perfeilo estima o disliucla considera o di
V. S. criado atlenrinso. Caldino Aires Barbota.
S. C. l'ovoaio de Capoeiras 15 de marco do 1859
lllm. Sr. Caldino Airee Barbosa.Salisfazendo o
pedido de V. S. lenho necessidade de atfiunar por
amor da verdade que a conducta civil e moral de
V. S. muilo regular e o tem tornado digno da es-
tima c consideraco de que goza ; c que no quali-
dadc de oiiipregadu publico sempre o considerei
como um d'enlre os melliores, j pela sua honra-
dez e j pelo desojo que moslrau de bem desera-
penhar seu lugar donde resultou o melbornmcuto
do districto de Capoeiras, que antes du V. S. oh
alli subdelegado eslava em anarchia.
Pode fazer desta o uso que lhe convier. Sou com
estima o consideraco de V S. atiento venerador
criado e obrigado.Manoel Correa Lima.
Bonito, 15 do marco de 1859.
I'ublicaiao ao respeilavel publico
O fiscal do districlo de Capoeiras, termo da villa
do Bonito faz vern publico que leodo-sc procura-
do descoucoiliio-lu e calumniando-o com o libelln
que v-se um um auiiuuciodo Liberal jornal de 18
de fevereiro prximo possado n. 1908 em que o trota
de criminoso ; desalo a esse annunciaule para apra-
senlar s autoridades competentes, os meus crimes
pnis sou bem eonliecidn na comarca, e tambem de
18 inspectores que tem osle districto lodos sao ci-
daduslivres a desaliara pela mesma forma, ao ca-
lumniador da honra alheia, que sem amor ti verda-
de o prnticra.
Srs. redactores, dignera-se dar publiclaade o eslas
Iigcirn- linhas, 110 sen cunceiluadu Diario que mui-
lo grato lhe ser o seu venerador Joo Pinto de
Can albo.
Povoaco de Capoeiras 21 de marco do 1859.
Publicaro.
Por amor do verdade levo ao coiiheciraenlo do
respeilavel publico que Francisco Uoncalres da Luz
Freir morador no sitio do Espolhn trras uacionaes
deste disbieta de Capoeiras, acontece que Smc. sea
pojo nem amor .i verdade soh a capa do auunymo
em urna correspondencia que vem publicado 11a Or-
dem n. 1! de 22 de fevereiro prximo passado, sob
a epigrapheA comarca de Bonitoassignado pelo
II., iiniz eme. provar as suas calumnias com docu-
menins falsificados, como bc.11, seja dos atlestados
que sao uns apcripbos que se v o alie-lado dado
por Antonio Lruba assignado a rogo Joo Jos da
-Silva, nutro do mesmo Joo Jos do Silva. Ora,
nao lendo eu oulro anhello seno desmascaror a
calumnio nrdida pelo Sr. Uoncalves Freir, qu
abusando Smc. de minha simplicidade, para o lim
de manejar com as armas da intriga de homem
adestrado no enredo, aproco-me em protestar que
nao doi atleslado a Smc, nem assignei a rogo de
Antonio 1 rulia pui9 snu bem condecido na comar-
ca, o todos soliera que eu nao sei ler nem escrever,
e naquella dala eslava em Papacara : e como dara
attestado assignado com o meu punho sem saber
escrever c assignado a rogo de Antonio Ursbda f
Smc. procuran essa lgico dolosa pnra sem pio-
dade destratar as folhas publicas as dignas autori-
dades do termo do Bonito, e dest'arte enlende quo
o Exm. Sr. presidente da provincia, e o respeilavel
publico o ha de acreditar, sabendo-se qne a gan-
ja de Smc. 0 autorisar-31: -poulancameule das ler-
por sua propino
0 respeitavel publico analise a coragem do Sr.
Concalves Freir apreseular attestado de pessoas
sera te-ios oblido.
Srs. redaclores, dignem-se. dar publiridade a estas
linhas do seu renerador Joo Mariano de Araujo,
a rogo de Joo Jos da Silva
Estarm reconhecidos.
(OMMIRCIO.
Caixa Filial-do Banco do Brasil
em Pernambuco.
Em 1* de abril de 1H5.
Directores da semana os Srs. :
Antonio Comes de Noraes Ferreirs c Francisco
Joo de Borros. .
A raixadescont letras rom um prazo ot6 mezes
a Mi 11 ,01.11111o. toma saques sobro a praca do Rio
dn Janeiro, ,. recebo dinheiro a premio a lilil ao
anuo.
AI.FAN1IECA.
Rendimonln do dia 1 a i3. .
dem do dia I i......
2l:99t80
1 i:7(ir*f7t
23li:U9i7 :t
Desrorregom boje 15 de marco.
Barca fracezallaoulcemento.
Patacho portuguezProinplidodiremos gneros.
Escuna bamburguezaIraniamercadura-.
Barca ingle/aEchocarro.
Patacho inglezCudinebacallio.
Brigue nacionalArtistafumo e charutos.
MOVIMENTO DA AI.FANI)KC-A.
Voltimes entrados com fazendas .
com gneros 59C
Volumes sabidos com fazendas
< c com gneros
. w
(86
Iraporta$&o.
litigue frailee/ Cear, rindo do liavre, consigna-
do o .Y O. Bieber At C, mauifestou o seguiule :
1lM)barris c 100 meios mauleiga, 18 caixai1 cal-
cado, pellos de carneiro, mobilia ; aos consigna-
tarios.
100 borricas farinha, 50 barril o 50 meios man-
leiga, III canas queijos, 50 ditas rolas slearinas ; a
Brandar ,i Brandis.
3 caixas tecidos de algodo, II ditas vinlio, 1 em-
bruliin amo-iras ; a C. J. Asilar \ C.
9 calas tecidos de algodo, i ditas vestidos, ra-
mizas de dilo, tendo de la e seda, o dito seda, 2di-
los litas de algodo ; a J. Kellcr A C.
8 calvas tecidos de algodo, 1 dita Alas de seda,
5 caixas e 2 fardos tecidos. mistos, chales de seda o,
tecido de dita, t caixas pollos, 1 dita tecido de se-'
da. 1 cmbrulho e 1 caixa amostras; a Ii. Brnuu
A-C.
7 caixas tecidos de algodo, Mitas calcado ; a
Manasen & Vinassa.
15 liarris e 30 meios manleiga, i cairas pas-
menleria, 5 ditas alunlo, quinqiiilhiiria, 1 embrollo.
amoslrrs; a A. Lopes Rodrigues.
3 fardos lypos, 3 caixas imprensa de ferro, Unta,
ulencilins de madeira, zinco, um cepo de niadcir
p da prensa ; a A. Millel.
2 caixas seda ; a Barroca & Medciro. .
60 barrise iO meios manleiga ; a J. F. Ferreira.
1 caixo malas. 7 ditas perfumaras, msica, mer-
eeario etc. ; a T. I. Bastos.
100 gigos c t caixas champanlie, 5 caixas vinho ;
a I.asserre Tisaet freres.
21 caixas leddo de algodo, chapeos, roopo, pan-i
nos, carnizas, grvalas etc., i embrulho amostras ;
a Ferreira \ Araujo.
1 caixa comizas ; a Le mos Jnior & Leal Rois.
1 dilo vidros; a J. de A. Fonseca.
200 saceos huellos, 400 gigos batatas ; a Burle
Souza & C.
1 caixa conserva, 2 ditas perfumara, chapeos de
feltro : aPracger&C.
b caixas tecidos de algodo, 30 gigos champando,
1 embrulho .1 mostras ; a Scbafoutlin 4 C.
50 gigos champan lio ; a Paln Nash C
50 barris e 50 meios manleiga ; a Whallev Fors-
ter & C.
1 caixa plantas vivas ; a Silva Pinto.
25 barris e 25 meios manleiga; a J. Palor &C.
2 caixas vidros ; a J. Francisco dos Santos.
200 gigos batatas, 38 caixas chapeos de feltro : a
ordem.
1 caixa seda, 4 ditas papel, 6 ditas vestidos e cal-
rain ; a Sevc, Filhos ti C.
1 caixa calcado: a J. B. Coelho.
12 volumes drogas; a B. F. do Souza.
2 caixas quinquilharia ; a J. F. P. Vianna.
20 ditas perfumara, alpiste, sedasvclmizas, rou-
pa, lencos de algodo, de seda, chapeos ; a Bomns
Duprat &C.
2 caitas estampas c chapeos ; a Monleiro ,V
Lopes.
3 barricas dragas, 18 caixas peales, quinquilhaja,
Eerfumaria, drogas e bijoteria ele. ; a J. H. Den-
erA c.
1 caixa chapn ; a L. A. Siqueira.
1S caixas cartas de jogar, quinquilharia, petes de
marroquini. calcado, bonetes e etc. ; a Vaa& Leal.
50 caixas queitos, 100 barricas e 100 meios man-
leiga ; a Isaac Curio t C-
1 caixa tecido de seda ; a S> fred C.
2 ditos hoznos enrernisados e marroquins ; a F.
Aires Pinho.
1 caixa imprensa ; a Santos A C..
20 ditas calcado, bonete, quinquilharia, perfuma-
ra, cartas de'jogar; a J. B. Fragoso.
1 caixa conservas; a Luiz Racch.
5 ditos vinbos ; a Fragoso 3 caixas mobilia c marmore ; a S. C. Paes d'An-
drade.
4 caixas e 4 barricas chapeos, moda, quinquilha-
ria ; a Rocha Lima Cu maraes.
15 caixas papel do imprimir; a Manoel PigueirOa
de Faria.
1 caixa camisas e grvalas ; a F. de S Leilo.
1 dito calcado ; a J. II. da Cuuha.
1 dita aguibas; a Habe Schamoltam.
100 gigos batatas : a DidierA Colombier.
2 garrafes azcte ; a Almeida tiomne Aires
& C.
Barca nacional Mura, viuda da Baha, consigna-
do a Jos Dias Teixeira dos Santos, msnitestou o
seguinle;
2 caixas bezerros enrernizados ; a Rabo miltau & C.
1 dita belbulnas; aSoulhall Jtellors S C.
1 dita charutos ; a H. Bruno i C.
2 caixnles ditos : a Machado i Daujas.
4 sarcos colla ; a Lima Jnior 4 C.
25 ditos caf pilado, 71 fardos fumo, 5201 caixas,
Scaixoesel embrulho charutos, 10 atiis de loros
de Jacaranda ; ordem de diversos.
Hiato nacional Duridoso, rindo de Hacau, con-
signado a Martina A Irmos, manifestou o seguinle :
137 e I 2 alqueires de sal ; ord.
310 couros de cabra ; a Doraiiigds Jos Ffcfrelra
Cu iniares.
2s courns salgados, 20 saceos, cera d carnauba :
a Jos Antonio da Cunha S Irmo.
Barca nacional MalUilde, rlnd dn Rio Crand-
du Sol, rmi-iguaua a Mauoel Alvos GovCa, mani-
fest*! n seguinle :
1*\210 arrobas de charque, 92 ditas de sebo, 53
courns avarodns : ordem.
Vapor nacional Paran, procedontc dos porlos
do norte, mauifesiou o sezuinte ;
1 lato ignora-so ; a Jos M. Rodrigues.
46 encapados dito ; ordem.
20 ditos dito : a Ferreira A Martius.
25 ditos dito ; a Machado \- Dantas.
1ditn dito ; a Juo Pereira do Regn.
1 caixotinho dito, 2 caixcs e 1 embrulho ; a Ma-
noel Joaquim R. e Silra.
3 saceos dito : a Thomaz Faria.
1 dito dito ; a Manoel J. S. i Filhos.
1 caixotinho dilo ; a Domingos Aires Mathens.
2 coitos dito ; a Luiz Antonio Siqueira.
1 caixotinho dito ; a Joo Baptisla Rambs.
1 dito dito ; a J. Francisco Xogueira.
1 embrulho dilo ; a Manoel I. Rodrigues.
1 dito dilo; a Jos J. ias Ferii.indc 4 Filhos.
1 dito dito; a Joaquim da Silva Castro.
I caixa dito ; a Antonio de Souza B.
1 hah jnias ; a Vctor L. Jalard.
1 po ; a David W. Bowmau.
Joren Arthur, rindo dn Rio deJaneiro, consig-
nado Antonio Luiz de Oliveira Aevedo, nUnifes-
tou o seguinte :
30 barricas cerveja ; a Ferreira 4 Martina.
i caixes tramoias : a Josa Antonio Basto?.
4 volames mercaderas ; a V. J. B. 4 Filhos.
1 caixo livras ; a S. C. de Barros.
1 dito chapos ; a Jos Baplista da Fonseca J-
nior.
2 ditos dilo ; a Jos Gonrolvcs Malveira.
1 dilo ditos ; a M. A. Guerra.
1 dito ditos ; a Ferreira 4 Araujo.
50 saceos feijo ; a Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo,
60 d tos dilo, 30 dto3 notes. 200 barris bru, 80
ditos cerveja, 52 ditos cebo, 30 ditos e 1 blpa azei-
te, 100 barris barrilha, 50 pipas gtaxa, I caiioes
livios, 3 ditos charutos, i surres poai ; a ordem
de diversos.
(late nadonal l'npibaribe, vindo de Araeaty,
consignado a Luiz 11, do Cerqueira, mnifeSMii o
seguinle.
162 alqueires sal, 100 molhos de palha, 1 sacco
c*ra ; ordem.
32 saceos cera de carnauba, 129 molhos docouri-
nhos ; a Luiz Antonio do Cerqueira.
6 saceos cera de carnauba, 1 caixo reas de car-
nauba, 2 saceos chapeos de palha e 150 cnurihhos:
a Jos Antonio da Cunha 4 Irmo.
Hiato americonn Batamond, rindo de Baltimo-
re,consignado a lleiirr Portier &.C., manifestou o
segnintu :
500 barricas farinha, 45 caixas chi, 113 tardos al-
godo, 200 resmas papo!, 950 barricas bolachinhas,
50 caixas eom 600 latas de banba, 203 sacco Bu-
lbo. 12 caixas algodo aiul.idiUaamosa da mes-
ma ; aos consignatarios,
CONSULADO GFRAL.
Rend ment dn da 1 a 13. 1 5&:(f06
dem do da 14....... 7t2ja30
te:W1


Diario de Pernambuco.Sexta feira 15 de Abril de \ 859.
3
i
i
DIVERSAS PROVINCIAS
Imenlo do da 1 a 13. .
pdo dia 1 i.......
3:996g26!
3^)988261
DWACHOS DE EXPORTACAO TELA MESA DO
CONSULADO DF.STA CIDADB NO DIA 14.
DE ABRIL DE 1859.
Oibraltar -Barra portugueza I.unan, Whalcly
Porsler & C, 280 saceos assucar bronco,
PotloBarca portuguesa Flor da Maia, M. J. Sa-
rnoso Silva, 100 saceos assucar masravadn.
Lisboa Brigue porlugucz Tarujo I, Antonio
da Silva Campos, 80 saceos assucar branco.
HalilaxBrigue inglez Eclipse, Whatly Forster
AC.,519 couros salgados.
RECEBEDOBJA DE RENDAS INTERNAS GERAES
DE PERNAMBUCO.
Rendimonlo do dia 1 a 13. 18-4558277
Hora do illa 14....... 587S516
19:02>79;
colino Americo de Albuquerquc, dizendo 1er appre- que oi submettida approvarao da lllraa. cmara
hendido dentro de sua planta de capim, ignorando
3uo.ni soja seu dono : porlanto queni se julgar com
ireilo ao referido bol, romparcea, que provando
legalraeute, Ihe ser entregue. Subdelegada da
fregiiecia dos Afogados 12 de abril de 1859.
Jote Gorgonio Pues Brrelo.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do dia 1 a 13. 28:2118980
dem do dia 14....... 859S17
29:071gI73
Movimento do porto.
Vario entrados no dia 11.
l'hiladclphiii40 das,brigue anierieano lliandy
Win/, ele 207 tonelada, capitn David Cnrinirk,
rquipairetn 10, carga 600 barricas ro ni farinha
dn trigo e mais gneros ; a llostron llookcr i C
Parahiba2 ilis, barca americana / .4. Harzard,
de 150 toneladas, capitao W. William, equipa-
gem 12 : em lastro ; H. Forster & C.
Anrw galxidos no mesmo din.
MaceuVapor braslciro de guerra Beberibe, com-
mandauto o capilao de fragata Jos Maria Rodri-
gues.
Portos do norte Vapor brasiloiro Cruzeiro do
Sal, rominandanlc o capitao lenlo Antonio
Joaquini dn Sarita Barbara.
Paxahilm Drigue sueco Soenok FUigg, capitao J.
Advdherjr, cm lastro. Suspeudeu do lamaro.
OBSERVACOES METEOROLGICAS.
BU 14 DK ABS1L.
T
PUBL1CAC0 LITTERARIA.
Saliio luz e aeha-M venda na loja de lirros da
esquina do palco do Collegio a nlercssanlissima
obra que leui por titulo
lU'fiitucio ilns Ikm'i'sis pregarlas
pelo Dr. A. V. A. leitosa.
OU
Defpza dos dogmas calholicos da
Libei-daiie tic Dos oda SatUissima Trinda-
dp. polo Dr. F. A. Collado.
Tudo qnanlo se pode desojar sobre osla impor-
Unlssimn qucstn que tanto oceupou a atlenco pu-
mica, assim nesla provincia como em todo o impe-
rio, arha-scahi reunido, O discurso do Sr. Dr. Fol-
ln ; as 4 cartas do amigo Y ao amigo Z, destina-
das reniaco do mesmo; o parecer da commis-
sao dns lentes do grande seminario da llaliia e a
caria do respectivo arcebispn, metropolitano do im-
perio'condemnaudo as doulrinas refutadas, sao pe-
cas que nao podeni doi\nr de sor lidas com irileresse
por lodos iis que .imam as tetina, ou desejam sor
esclarecidos sobre usprineipaes dogmas da religiao
santa que p'rofcssani.
Sao tanibem dignas de seria atlenco nao smenle
as cartas que sobre o assnmpto recebera o autor de
varios prelados do imperio assim como do Sr. arco-
hispo de Alhenas, internuncio apostlico e enviado
extraordinario de S. Sanlidadc ; seno ainda os ex-
imios da obrado fallecido abarle I.antennuis-. /-.'.:-
quisse d'une 1'hila.iophie da qual o autor do dis-
curso o Sr. Dr. Feitosa, extrahira toda a doulri-
nasobre a Trindade que proclainou como aun.
Finalmente un snpplcmenlo As 4 cartas o urna
historia dos incidentes que contribuirn! paraoaxc-
duino da dsrussio coinplelam o merecinenlo da
obla.
Proco :iooo
municipal, c se daro as explicaces que os pre-
teudentes exigirem.
O Iciiio ter lugar as 10 horas da manhaa do dia
aonunciado o na casa grande do sitio.
Adverle-se ans concurrentes que os lotes serlo
vendidos a vonlade do3 liclanles, os ajases nao
devein perder esla orensio para ad<|urirem terre-
nos era un bairra lio sandavcl c ameno para edifi-
ca rao.
Aviso.
Leilao
A 15 do correnle.
lleiirv Forster A; *'-. consignatarios da galera
americana Mbofooo, farao leilao, autorsado pelo
lllui. Sr. inspector da alfandega, porconln e risco
de quein pertenec' e por intervenan do agente
llliveira, de diversas mercaderas dosranogadas de
bordo da dita galera, viuda ltimamente de Ilusin.
consislindo emloi ternas de tinas, 101 bandeijass
31li dnaias de baldes. 00 temos de ditos, 333 le nos
de cestos rom aza, 720 cestos, 24 pipas e 7 barri-
coie bolacha, 23 dii/ias de vassnoras, 357 ancore-
lilas. II bairis de carne. 3 ditos de niel, 5 barri-
cas de iarinha, 8 dilas com foijn, conservas, ba-
calbo, cale, presnutos, linla, estopa peras Boc-
eas, 3 barris de alcalro, 1 dito de verniz, o 2. ca
poli iras : se\ta-feira 15 do cnrrciite < lll horas da
manba, no aruazeiu alfuudcgado do Vrauio, caes
d'Apollo.
3
o
5
I"
VF.\TO.
1
TF.BOMF.TRO
20.4
21.3
23.1
22.6
22. i
NI
mm. i
758 |
755.8 [
fidam. CumulnoiSE Reg. 25.5
9 > t. 26.6
1/2 dia 28.8
3dal. f 28.3
6 >> 87,7
A hbile i-slr-ce clara enm grandes nerneiros, a
principio vento SE veio para o terral e assim ama-
nheeen.
Observbalo do arsenal de mariuha 14 de abril
de 1859.
VlEGlS Jl-N'IOB.
Declarares.
THEATRO
DE
Santa Isabel.
i:ni'ai:/.v (iiii.vxo,
Rtfeita extraordinaria livre da
asslKnaturn.
S MU ABO 10 DE ABRIL DF. 1859.
V \ lima representaba o
do magniflon invslcrio em qualroaclos :
tiBMfil ib vmmi
Ol US
Avisos diversos.
Na offcina de daguerreo-
Ivpo ta ra Nova n. 18, primei-
ro .iniiar por cima da loja do
Sr. Caj alfaiate, exislom mui
bellos e ricos alfnetes 1> ouro
tli" li!i 0 tambeni de, qualor/e
quilates para seren vendidos
com retratos aosprecos de 18^
a IM is.
No da 21 de marco fugio da casa do abaiio as-
signadO a sua escrava de nai;ao Angiio, de nomo
Tliere/a, idade 40 auiius, pouco mais ou senos,
estatura regular, lera os signaos no rosto, eosluma
gaubar na ra carregando agua no bairro do iteri-
fe, j foi risla no rhafariz das Cinco Ponas : roga-
re as anluriiladi'.s polieiacs o capilacs de campo a
captura da referida iserava, o a entrega da mosma
a sen senhor na praca da Roa-Visla n. 32, esquina
| da ra do Arago. o aliaiio assignado declara que
protesta contra quera por ventura a tiveraniiilada.
Antonio Francisco dos Afear*.
Precisa-se de nina pessoa capaz que eiilenda
de escripturacao o ao mesmo teinpp de negocio de
faxendas, quer a retnlho qoor em grosso : quein li-
vor as hahilitarons exigidas, dirija-se ao cscriplorio
n. luna ra do Crespo,
Precisa-so alugar una pela para vender aei-
le na roa : a ti alar na ra da Caa n. 9.
Precisa-se de um fcilnr bom o de boa comluc-
3:13 tornos la,para halar de uiujardini pequeo : a halar na
rea da Cruz n. 43.
Precisa-se do um bom fornriro: na padaria
iln raoinho de rento, na ra dos Pescadores n. 13
na raesmase precisa de um moco para eaixeirodc
deposito, que asna iil.ide nao exceda de 10 annns.
l'iniaran do engenho Sanl'Anna, da comarca
do Pilar da Parahiba, no dia S do correnle, dous
cavados do ostribaria, ambos rucos, um meo pom
Un, eo onlrocomos cania pelos, c ambos asila-
dos, bastante gordos, com todos os andares : quera
os pegar traga a esta lypograpliia, que ser bein re-
compensado. Estes cavallos pertencem ao Sr. Iir.
padre l.indol[iho Josa Corroa das Nevos.
C. Adolplie Bourgeois vai a Franca com sua
familia, deixa por seus procuradores os Sis. Tissol
Frres.
Aiisenlou-se de casa um pretinho forro, filho
do urna escrava do aliaixo assignado, lera 10 anuos
de idade, cabellos crespos, soeco, o nao fcio; jul-
ga-se ler sido Iludido ou vendido como escravo :
quein deUesoulior dirija-se ao mesmo abaixo assig-
nado, que ser gratificado. Elle chamase Tiago.
Jfanoe Jonijuim do V>ego Albuquerine.
Precisa-se de una ama torra ou c;crava, que
saiba coziuhar e engommar : na ra do Cabug n. 3,
segundo andar.
HDIIP&THIA,
O Hr. Casannva, avisa o quein posan inleressar
que havendn determinado fazer nina viageraa Fran-
ca, lera vendido todos os medicamentos que exis-
tan! em sen consultorio; purera nao se leiulo rea-
lisado essa viogeni, leni noramenle receido de Pa-
rs, nina unir enlleccao de inedicamenlus iuleira-
ineuie novos, e os mais bem preparados posaTel,
romo lamn ni carteiras mu ricas > livros : assim,
quem desoja os tordadoirosmoilicnmonlospodenro-
rura-lns em seu consullorio liomoopalbico em Per-
i......buco 2n ra das i.iii/cs n. 2.V
31A3 l"jr3D-MA3Il31jli\,
2, (iolden Sqiiai'p, Londres.
Rescut Street.
J. r,. oi.iVEinv Tendo augmentada, com lo-
mar a casi contigua, ampias c escolenles arcom-
modacoes para muilo maior numero de hospedes
de novo -e rerommenda ao ferrar e lemnrauca iius
seus amigos o dos senhorvs viajantes que visitem !
osla eapial; contina apreslar-lhes seus serviros
e bous mu le-, guiando-iis em todas as cousasqne
precisein coubecimettlo prafico do paiz, ele. Alera
un pnrlugnei edo ingle/, falla-so na casa o hcspa-l
nhnl e trance/.
Precisa-se de una ama idosa
o losiuhar : na ra da Coneoirao n. 50 ou na ra
di Collegio loja n. 9.
A Sra. II. Maria Amelia (oelho l.eiie tem nina
carta com una eneommenda, viudas do Aracaty :
no llecife ra da l'.adeia n. 60.
>; ('.o Mil i tirio ceatral homeopatluco'
'\s' no 'x
;": lili. SABINO i. L PIMO.
"A Una de Santo Amaro (Hundo .\ocn n. 0. >?
y,' llnniinuain as i onsullas o visitas do mes- >.'
: mo modo que ti'.mies. A eonlianca que 0 :
X Dr. Sabino deposila na |>i's.soa que fiea ''.
:y' enearregada dti sen consullorio nao ser '
desmentida. ; ..
i; iis poln- serna serapre Iraladns gra- Xi
: luilameiite. :^"
\- cori'esponileiii-i;is seieu iiulerecadas :^2
com o subscripto ao Dr. Sabino non au- '-
seiicia ao abaixo assignado. .
Manuel de 'Ault'is Tcircirn Liuiii. :
Profssor cm homeopalhia t> secretario ^.
do i'ousiiltorio.
X
-
>;'
y.
Iiolit-i eonlral liompo[iitlira
/' Contina a ender-so grande sortimenlo
N.- de medicamentoshoneopatnicos tanto em
glbulos coma em Unturas.
,: Os procos das carteiras too os que se
acham estipulados no lina) do thesoiiro
X hninenpalhico.
para comprar|g ,,,., lllm .lvis.
LOTERA
oa
Cada vidrn de liiilur.i. .
:>?, Thesouro homeopalhieo ou vadi-
\.: iiiccum do homeopalha, obra in-
': dispensavel a ludo pai de familias,
IjsOtKl
2S0IKI
Y.
x
'y
-y.
x
V
Luvas de todas as
qualidades.
Araba de ebegar a loja d'aguia branca um novo e
complete sortimento de luvas de todas as qualida-
des, sendo n- vrrdndeiras deJouvin brancas, rAr do
cuma e pelas para homem e aeuhora a 2^500 >
par, li-as de nada brancas e amarellas para sonora
a 1.V2MI o par. ditas rom borllas a 19000, ditas
bordadas rom linda- palmas a 2$, ditas mui fina- o
bonitas enfeitadas enm palmas o bicos a S8500, di-
tas prclas tambem de seda cun palmas o bcos en-
feitadas com ridrilhos a 2fOO, ditas rom palmas o
lisas I 2 e 1$000, ditas de tureal mui tinas com
palmas de vidrilhos a 2g, ditas tambem linas com
palmas de retro/, e Usas a 11500 e 15200, ditas de
seda para meninas a l200, ditas para homem a
ljsOOO: assim como mullas nutras de diversas qua-
lidades, como de lio de Escocia brancas e de eme-,
brancas de castor, mui boas e fortes, o de algodao,
uroprias para montara e guardas nacinaos, ios
baralissimos procos de ls at 9M o par: na roa
iln i.iueiuiado, nos qualro canlos, loja d'aguia bran-
ca 11. 10.
m
TACHAS
para
SIS'

o
DENTISTA FRANCEZ.
ra das La- ->

Paulo Gaignonx, denlisla,
raugeiras 15. Na niesma ;asa tem agua e
p delitilieo.

PROVINCIA .
(1 Sr. tlicsourciro manda azci publico IPX
: (|in: se acham a venda todos 03 das das 9
! horas da mnnhaa as 8 da noile, no pavi-
I ment terreo da casa da ra da Aurora n.
Milagros de Sanio Antonio. -
Terminar o espectculo com o drama-sacro
um acto
Deletrateiai do corpo de sade.
A junta ulililar de sado precisa comprar nsob-
jectos abaixo declarado, qoe deverao ser entregues
no hospital da gnamican.
Aspossoas que osqui/erem vender, reunidos ou-l
separados, devem remetter suas propostas em dn-
plit/tU era carta fechada secretaria do delegado
do irtifgifto-mr doexcrcilo na praca da Boa-Vista
11. 19 ale s 10 horas da inanhaa do dia sexla-fcira
15 do rorrente, em que se lom de effecluar a com-
pra, driles ; nao sondo admollida S concurrencia a
proposla, que nao esliver conforme com o annuncio.
Secretaria d delegado do rirurgiao-mr do o\er-
clto em Pernambuco 11 de abril delR.fr. Jos
ugutto deSouza l'ilanja, 2." rirurgiao assislonte.
Agua do laharraque 0 garrafas.
.vana do flrtrde Inranjal libras.
Alrnnl a 36. 38 libras.
Acido sulfrico 4 libras.
Alvaiade do Venera 16 libras.
Almiscar 1 onca.
mbar gris 1 onca.
Anicniloas doces libras.
Azougne t libras.
Caberas do papoilas 4 libras.
lanilla de (;eiln4 libras.
r.evada 2 arrobas.
lera amarelU 32 libras.
t'.cra branca 8 libras.
Kssencia de hnrtelaa pimentan 2 ncas.
Essencia de mostarda do coinmereio 2 libras.
Esscnciado rravol onca.
Kssencia do lima 1 onca.
Essencia de canella 1 anea.
Espirito do therebentina 2 libras.
Espirito de milissa 2 libras.
Emplastro confortativo 4 libras.
HAr de sabugueiro 8 libras.
Flores de onro 4 libras.
Fumaria 4 libras.
Fundas do lado direilo 20.
Fuuiz de vidro 2.
Gomma de batata 8 libras.
Oomma asafotiria 1 libra.
Uramma 8 libras.
I.inliaca 2 arrobas.
Le Roy purgativo do 4." grao 8 libras.
Mann Ai libras.
Macolla 8 libras.
Massadec.vnaglosa 4 oncas.
Machina para estender adhesivo 1.
Mol de abolhasS libras.
Oleo do ameadnas doces 16 libras.
Oleo do ricino 0 libras.
i Meo de oiiveira 30 libras.
Uxydn rubro rlc mercurio 8 micas
l'a'slilhas de Sanlnnina 1 libra.
Pulpa do tamarindos 8 libras.
Poramada mercurial 8 libras. t
llsiz de alcasss H libras. i>
Sangupsogas 300.
sulfato de soda 16 libras.
Suspensorios tesbculaies 20.
Seringas de gomma elstica sorlidas 30.
SeoienteS de Alcxandrial libra.'
Therebentina de. Venera 8 libras.
Thesoura de alaranca para rai/.es 1.
VemtrinaS oitavas.
\an>pede naBe Uvidros.
Xarope de ponas de esporgo 12 garrafas.
Paaliilias de iperacnanha c morpbinn 8 oncas.
ilhinellas 10 pares.
Iravesseiros 20.
< .ulteriores de algodao .'10.
I'ralos de folha K.
Tigellas de folha 24.
Canecos de folte 2i.
Cnlheres metlicas de cha 24.
Talheres 12.
Pires n chicaras 6 casaos.
' lluro'de folha pi-quenii 1.
i lialcira de ferro grande 1.
t'-other metlica d% rozlnha 1.
r,cos de. folha 2.
Mantegueira do folln 1.
Anaaiaiiiiro de folha 1.
Orines do. falla 12.
i'.lysopompos n. 1 c 2, 2.
Comadre de estanto 1.
Kaorivaainhas de lalao 2.
i.relli i para torrar pao 1.
Caodieiru de cobro 1.
fiaaaairo de folha montada 1.
Farinha de trigo de marra SSS 3 barricas.
Dito de dito gallega 3 barricas.
Assnear bronco Si arrobas.
Toiirinho do reino i arrobas,
l'.h verde 1 caixa de 10 libras.
Vidria duns caixas.
Armr. i Mecos.
Kccretaria do delegado do cirurgiao mor do der-
rito ou Pernambuco 11 de abril de 1K50.Ur. Jo*<'
Atpulo a> 5ou:n Pilonga, 2." cirurgiao assistenle.
OBRAS DO PORTO,
(nmparecendn hoje s um individuo para o con-
trato da factura de caes, nos lugares inda nao o leu-
do, cninprebendidos desde este arsenal al o Forte
do Mello, pelo lado da baca do porto, e a margem
do rio, no bairro de Santo Antonio, entre as ouas
pontea denominadas do Recite, e provisoria, manda
o lllm. Br. inspector fazer pobliro, que nao haven-
dn por eras {Arma a concurrencia necessaria, Oca a
eMectuario de tal contracto nos tormos do annun-
cio j a respeilo publicado em dala de 17 demarco
prximamente findo, transferida para 16 do corren-
le raez, as 11 horas da manhaa, e continuar, pnia
alario francas nesta secretaria discripen, con-
dieAes e orramonto dessa obra, para quem, com
precedencia', qiieita ler de todas estas cousas co-
iihecimenlo. Inspeceao do arsenal de marraba de
Pernambuco em 7 de abril de 1859. O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
Antenal de mirinliu.
lie ordem do lllm. Sr. inspector faco publico que
adinitlcm-ae carpiuteiros de machado, raldeireiros
e lorueiros de farro, devondo os pretende ules apre-
saalarem-se para adraissao us das uleis a hora
em que principian! os Irabalhos51/2 da manhaa.
Inspeceao do arsenal de mariuha de Pcniambu-
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
De ordem do lllm. Sr. inspector da theaoura-
ria de fazenda desta provincia, se faz publico, que
nao se tanda eller.tuado a arremataco aonunciada
para o dia 9 de, correte, acerca do arrendamenlo
do predio aaaobradado, que esleve a cargo do arse-
nal de mariuha, Uca a mesma arremataco adiada
para o dia 18 deste mesmo mez. Secretaria da the-
soiiraria de fasenda do Pernambuco 12 de abril de
185S.O ofBciat-maior interino,
l.uic Fraucitco de Sompaio i .Suva.
Pela subdolegacia do primeiro districto da
fregnezia dos Alosados ae faz publico, que so acha
depositado um boi de carro, grande, amarello, que
lo reuieidu aeslejuizo, boje, pelo lenle Fran-
OS MONGES DE SANTILHANA.
Principiar s 8 horas.
Os Srs. assignanles tem preferencia aos seus ca-
marotes e cadeiras, e por isso sao rugados a man-
daren! busca-Ios, os que os quizerom, aoesoriptnrio
do theatro al a sexla-cira ao mcio dia, desse diac
hora em dianle se despor. dos que restaren!.
Avisos martimos.
COMPANHIA BRASILEIRA
IIV.
PAQUETES A VAPOR.
O vapor Oyapock, rnnuiiaiidanle Francisco l'er-
reira Borges, espera-se dos portos do mirle em se-
guinonlo aosdo un al o da 20 do correnle mez
Hecebe-se desde j passageiros frelo de dinheiro
o eiiccmmendas o engaja-se a carga que o vapor
poder comln/.ir, sondos voliimesdespacliados com
antecedencia al avespera de sua rhogada ; agen-
cia ra do Trapiche n. 40.
Cear.
Segu em direlura ao Cear at o dia 20 do cor-
renle o voleiro patacho Bom'Jesus ; para o resto da
carga trala-sc com o proprictaiio na ra da Madre
de leos n. 2.
Cear.
Olinda segu por es
Irala-se com Tasso
Para a Baha.
O hiate Aoro Olinda segu por estes 3 das ; para
o resto da carga Irata-se com Tasso Irmos.
O veleiroe bem conhciido palhabolc Dous Ami-
gos, pretende seguir aleo dia 15 doeorrente, lem
dous torcos de sen carregamento a bordo : para o
resto que Ihe falla Irala-se com o sen consignatario
Antonio Luzde Oiiveira Azcvedn, no sen eseripto-
rio, rna da Cruz n. 1.
Para o Rio de Janeiro.
O velleiro e bem conhecido brigue escuna Joven
Arthur, pretende seguir com muita brevidade, tem
parle do seu carregamento prnmpto ; para o reala
que Ihe falta, Irata-se. com o seu consignatario An-
tonio Lniz de Olivoira A/evcdo, no seu cscriplorio
ruada Cruz n. 1.
Senhor tlvesoureiro na praca da Inde-
pendencia numero 22 e na rua Direita
n. 85, ate es G horas da tarde, somente os
hilhetes e meiosda terceira parte da pri-
tneira ioteria do convento de S. Fran-
cisco de Olinda, cujas rodas deverao
andar impreterivclmente no dia 16 do
corrate uiez.
Thesouraria das loteras 2 de abril
de 1859.O escrivao.J. M. da Cruz.
GOHPAMIA
ALLIANCE
Estabelpcida cm Londres
CAPITAL
Cinco miV\\ucs Ac libras
esterlinas.
Saunders Brothers i C. lem a honra de informar
aos Srs. negociantes, proprielarios de casas, o a
qnemiuais convicr, que e.-lao plenamente autorisa-
dos pela dita companhia para effecluar seguros so-
bre ediOcios d lijlo epedra, cnbortos de telha e
igualmente sobre os nbjectos que contiverom os mes-
mosedilicos, quer consista cm niobilia ou crafazcu-
das de qualquerqualidade.
A pessoa que levou um relogio patente suisso
sem aro, para conseriar na rua Bella i. 3, e que au
depois o levou com um oulro aro, queira ler a
boudade do o levar queso Ihe Beata obrigado nao
se pondo duvida em recumpeusa-lo.
Arrendaros o engenho Paccas, hora d'agua,
hora cercado, beira do rio Scrinhaeni, termo de
Agua l'reta : a tratar com Albino Jos Ferreira da
('.osla, rua das Crines n. 11, ou no engenho Alegre
junio ao raesmo engenho.
l'recisa-se-de um relinador: narua Direilados
Afosados n. 13.
&>JUAU4iAA-j i.-nu4i.u
Companhia do gaz.
F.sta companhia precisa de foguistas :
;os pretendentes dirijnm-se a fabrica.
I *. HMHI"l!tl Mt.H.IMt^
^ Escravos para alugar.
f Alagara-so i eicellenlcs escrava-, son-
do ama perfeila costnretra, ontra ongom-
madeira, ontra cosnheira, c nnlra ptima
para andar com meninos o vestir senhoras:
^ narua de Sanio Amaro [Mondo Novo) n.
5 0, casado Dr. Sabino O. L Pinho.
.".iiiiuiiiiiiii un"?
; JBsc
AMA.
Para Lisboa
Seguir com brevidade a barca portuguoza Tejo,
capitao Jos V.niigdio Ribeiro, tem grande parte de
son carregamento promplo, e recebe alguma eargn
a frote, bem como passageiros, para os quaes nlTe-
roce bom commodo o Iratamentn : a tratar com
\moriui [rasaos, na rua da Cruz, cscriplorio n. 3.
ni com dito capitao na prora do coinmereio.
Vara o Rio de Janeiro sahe com muita brevi-
dade a bem conherida barca Recite ; para carga
e passageiros, Irala-se rom Manuel Francisco da
Silva Carneo, rua do Vigario n. 17, primeiro andar.
Para o Rio de Janeiro.
Para o Rio de Janeiro sahe com muita brevidade
o bem conhecido palhabole Piedade, do qual ca-
pitao Agostiuho Gomes da Silva, para carga a frete
e passageiros a tratar na rua da Madre de lieos nu-
mero 2.
Mar nlia o ePar.
O patacho Alfredo, eapilio Antonio Travassos
da Rosa, segu com brevidade por tor dous torcos
da carga j contratada : para o resto trata-se com
os consignatarios Alineda Coraos, Alvos & C, rua
la Cruz n. 27, ou com o mesmo capilo
Leiles.
Fiaco e lecidos.
Cni\u Filial do Banco do Brasil
em Pernambuco.
_ He ordem de S. Kxc. o Sr. presidente da Caixa
Filial do Banco do llrasil nesla cdade. e de confor-
raidade cora o que doliberoii a directora da mesma
caixa em sua sessao de 4 desle mez, sao pelo pre-
sente convidadas as pessoas que ntida possuam no-
tas da emissn do exmelo Banco de Pernambuco a
vireiu linca-las na referida caixa cora toda a brevi-
dade, al'un de que possa ella ultimar oresgatec
annuallaciio de lodn a eunssao daquelle banco como
Ihe cunipre.
Caixa Filial em Pernambuco 13 de abril de 1859.
II guarda livros, Ignacio .Ywnes Correia.
Precisa-sede um forncroqua)ciilendaperfei-
taraenledo trafico de padaria, para fra da praca :
a tratar na rua eslreila do Rosario n. 29.
Um estrangeiro precisa alugar um moleque
para tratar de um i avallo e que possa fa/.er mais
alguin pequeo servioo ; para o ajuste dirija-se
rua da Cruz n. 6, primeiro andar.
Niidia 2 do correnle ausentou-se de bordo do
brigue Flrira, o preto de nome Leocadio, baixo,
cara bcxigosa e boicos grossos, cheio do corpo : ro-
ga-se a quem o pegar o levar rua do Vigario n. 5,
que ser gratificado
Honorato Joseph de Oiiveira Figuoiredo, len-
do neate jornal uns aiiiiuncios chamando-o a que.
v bascar as llores que se diz ter o annunrianle
encoinmendado, responde que nao podo deixar de
cstranhar ao autor de semelhanln annuncio sua
exigencia, visto como o aununcianle nao encnni-
niondou, e nem mandn por oulreui que se llzesse
flores em parle alguma.
Attenco.
Lina familia habilitada para fazer rasaveques,
vestidos, manguitos, chapeos de senhoras, e todos
ospreparos para eriaacas, assim como ambeni to-
das as qualidades de bolinhos pora bailes, rasa-
montos, ele., ludo com o maior aceio e promptido,
epor monos que oulra qualqucr pessoa, olte-eto o
seu presumo n quem a quizer honrar : na rna do
j Ijtieimadn n. 2, esquina do becco do Pexe Frito,
! icrceiro andar.
Aluga-se a loja do sobrado da rua Direita n.
137. propria par qualquer esiabelecimenln pelo
local ocommodus da casa : a tralar na rua da Ca-
deia do llecife o. 64, segundo andar.
Precisarse de urna ama que saiba lavar e engom-
mar, c que tenha boa conduela : no aterro da Boa-
Vista, loja n. 56.
Precisa-se de um feilor para um pequeo si-
lio dentro da praca : a tralar na rua dos Pires, si-
lio de porlo do ferru piolado de encamado, lio
vollar para o Corredor dn Rispo.
GABINETE PORTUGUEZ
LEITllRA.
he ordem do lllm. Sr. presidente, convocado n
eonselno deliberativo do Cabinetu Portuguez de
l.eitura, para se reunir em sessao ordinaria no dia
15 do correnle, as 0 horas da lardo. Secretaria do
conselho 12 do abril de 1859.O 2." secretario,
Sontos Porto.
Precisa-so de urna ama ou escrava para o ser-
vico de urna casa dopouca familia : na Boa-Vista,
rua da Hangeira n. 11.
O engenheiro Antonio Feliciano Rodrigues Set-
le.se considerandosufljcientemeiite habilitado para
explicar e medir asposicoes e dimensoes dos torre-
nos comprehendidos no sitio da exmela soriedade
de liacao e toclos de algodo, sito na estrada de
Joo de Barros, so offerece para esle misler, po-
Jeudo ser procurado na rua Nova n. 38, e na praca
na Boa-Vista, botica o. 12.
Precisa-se de urna ama para cozinliar e engom-
mar : na rua Nova n. 10, toja.
Arrenda-se um dos nriucipaes cugenhos d'A-
gua Prela, o engenho moc com agua, lem boas
obras e novas, una uplima dislacu com appare-
lbos modernos, porin s so arreada a quein com-
prar a safra futura, o tambem cede-se os animaos e
talvez alguns escravos, conforme o negocio: quem
pretender, na rua do Rangel n. 20, segunde andar,
adiar com quem tralar, das G s 9 horas da ma-
nhaa.
Vos iiims, Srs. acadeiiiictis.
Pede-se a proleccao de virem comprar as obras
Observaecs sobre o cdigo penal, esobre o cdigo
do processo criminal, pelo Ilustre tinado desem-
bargador Manoel Mendos da Cunha o Azevedo. A
reconherida capacidade e Ilustraran de lo digno
jurisconsulto, foi por todos bem conbecida, e basta
islo a qualquer oulro elogio Vende-so pelo bara-
tissimo proco de 2) cada exemplar, na rua doQuci-
raado, loja "de fazendas n. 22.
Antonio Nunes Bcirao rctira-se para o Ro de
Janeiro.
Aluga-se a loja do sobrado n. 69 da rua Nova,
era que o Dr. Lopes Nello lera eseriplorio : a tratar
na mesma loja.
Uaia pessoa com bastante pratica
de escripturaro mercantil oFerece-se
para fazer qualquer escripta por parti-
das dohradas : a tratar na rua da Cadeia
do Recite loja n. 5.").
Pronaram-.se bandejas de difloronlcs formas
com bollinhos linos das melhores qualidades, para
qualquer acto de igreja ou funeco particular : as-
sim romo precisa-se alugar urna preta que saiba
vender quitanda na rua, e paga-so monsilniento :
quem quizer ajuslar ou alugar a prela, dirija-se
rua da Penha n. 25, segundo andar, que far-se-ba o
ajusto.
Precisa-se do urna ama para o servico interno
do nina casa Je pouca familia : a tralar na praca do
Corpo Sanio n. 17,
Ordem terceira de Nossa
Senhora do Carmo.
O secretario da venerare! ordem terceira do Nos-
sa Senhora do Carino do llecife, cunme da mesa
regadora,convida a lodos os seus carissiraos irmos
para que no dia 15 do correnle pelas 3 horas da
larde comparecara em nossa enreja paramentados
com seus hbitos para em comunidade irnios acom-
panhara procissio do Senhor Bom Jess dos Des-
amparados, por convite da irniaiulade de Nossa
Senhora do Terco. No dia 22 as unsinas horas pa-
ra a nossa procisso de Triiiiiiplm que sabe da nos-
sa igreja, pelas ras Carabeado Carino, das Flores,
Nova. Calinga, pra a da L'nio, rua das Cruzes, di-
S. Francisco, da Cadeia, do Collegio, do Queiuiado,
do l.iviauienlo, Direita. das Cinco Ponas, Iravessa
do Harisco, rna dos Marlvrios, de llorlas, largo do
Carino e recnlher-se. No dia 21 polas 0 horas da
manhaa para a procisso da Rossurivico que sabe
do convento do carmo. Em seguida manda trans-
crever o 5 8 das dispn-iees goraes dosnossos esta-
tuios o qual concebido hi-slos termos: Todo e
qualqiler rmo qin- geni motivos justos nao acom-
panhar a procisso de Triumpho, dos Passos, do
Senhor na sexla-ieira maior, ser niullado na
[uanlia de 10, quandu nao queira pagar a multa que Ihe foi im-
posta Ihe sera discontado nos seus sufragios.
O secretario,
Francisco Lopes da Silva.
l ni profssor competentemente habilitado as
linguas portuguc/.a, latina e aritlimetica, leudo j
exeri'idosua profissoo era diversos collegios do Ro
de Janeiro, onerece-se a leccionar nn casa de qual-
quer senhor de engenho : quem pretender, pode
dirigir-so a rua do Crespo a Guilhenne da Silva
Guimoraes, anude adiar inforinacoes.
I ma pessoa cora urlica de negocio se oflere-
ce para caixeiro do cobranca ou de arinazeni, ou
de oulro eslabelecimento, ou para fura da cidade, o
mesmo para cnixeiro de algum engenho: quem
precisar annuucie.
Precisarse do um pralirante de pharmara com
boa pratica, ou oUicial : na botica do largo do I.i- !
vraiuenlo n. 30.
Precisa-se de urna ama forra ou captiva para
comprar o cozinhar para duas pessoas : na rua No-
va n. 5, loja.
Defronte de S, Ir:.....isco, typofrra-i
lisia de T. C. de Lentos e Silva,
ha chegados prximamente de Franca diccionarios
de Fonseca c Roquete, dilos do Constancio, dilos
de Fonseca com synonimos, selecta francesa a in-
gleza, manual de conversaco francez o portagnez,
o uniros intuios livros que'se niostraro ao com-
prador, ele. ele.
x vstanles nic........1
;;.,, ,%v -k y- :yy,j:^
11jOtK) X
X
r^

VIA FRREA
DO
RECIPE A S. FRANCISCO.
&. companhia se acha prompta a receber propos-
tas para a ciinduci'o de urna grande quanlidade de
Idilios e mus malcriis pertenecntes a un sma
va frrea do lilloral das Cinco Ponas, onde presen-
temente :-e aeham. ao' lugar chamado Boa Sieea ou
Rerlioga. silo no rio Ipojuca.
As propoolas deverao ser enviadas por osenpto,
mareando o proco por arrotas inclusive carregar e
descarregaro peso que podo ser conducido porca-
da barcaea. o maior numero dolas que se poder eni-
pregar Resta servico assim como o lempo gasto em
cada viageni.
Kscriplorio dos engenho'uos na villa do Cabo 10
de mareo de 1&5H.
W. il. Peniston,
Engenheiro em chofe.
Na iundQo \V. Bowman, na rua do Bru,
passando o chafariz, continua a
haver um completo sortimento
;de tachas de ferro fundido e ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bica,
as quaes se acham venda por
preco comraodo e com promp-
tido, embarco-se ou carre-
gao-se em carro, sem despezas
ao comprador.
Pentes de todas as quali-
dades.
Compras.
Comnm-se urna casa terrea no bairro do San
lo Antonio ou nos limites de S. Jos rom o do Sanio
Antonio : a pessoa que tiver, peder tralar o ne-
gocio na rua de S. Jos n. 45.
Comprain-se em casa do N. O. BieberiC,
rua da Cruz n. 4, oncas hespanholas, e mexicana,
soberanos c mocitas portuguezas de 6*400
Compra-so urna prela moca que tenha boa fi-
gura por 1:000?: quem quize'r dirija-sc ruada
Cadeia de Sanio Antonio u. 16, lercciro andar.
Ama.
A saboaria da rua Impe-
rial compra sebo em rama
a 9$ a arroba a dinheiro
vista: a tratar com o seu
administrador.
\ loja de mudezas d'aguia brama est provida
iie um giando e variado sortimenlo de pontos de
todas as qualidades. sendo de tartaruga, virados,
mui feries o do gustos os mais modernos possiveis
a 12. 14 e lOjOOO, ditos sem .-ir virados a 3 5j, ditos de inassa, virados, tambem de milito gos-
lo, e tan perfoitos n'obra que pouco diTerem dos de
tartaruga a 2,4500 o :ls, dilos sem seren virados,
igualmente bonitos e bem acabados a lj e 1$200,
ditos travessos de rr.assa o borracha para meninas,
o inelhor que se pode encontrar a 800, lg e 18200,
ditos mui linos do borracha para alisar a le ljt280,
dilos de bfalo bramos e pretos e de balota a 320,
iOO, 500 o 640, dilos de borracha, pequeos, mu
proprios para segurar o cabello a 640, ditos do bor-
racha e hualo para pininos a 400, 500e640rs., di-
los de marliui e tartaruga para alisar a 2, 3 e S-
Alcm dioso acharan os fregueses um grande sorti-
menlo de escovas linas para denles, cabello, manas
e falo, o multas nutras cousas, quo enumera-las, se
tornara enfadando ; assim quem precisar de qual-
quer objeclo de miudezas, dirigir-so a rua do
(.lueimado, no qualro cantos, loja d'aguia branca,
que ser Lem servido com agrado e sinceridade.
Na loja d'aguia branca.
Bicos prelos, franjas e trancas com vidrilhos. Es-
tes objeclos quede presente saoessenciaimouie no-
cessarios para enfeiles de vestidos, manteletes e
casaveques pretos, scacharaona ruado (.lueimado,
nos quatro canlos, loja d'aguia branca n. 16, sendo
bicos pretos de bonitos padrees enfeitados de vi-
drilhos, franjas de seda, e velludo com vidrilhos,
trancas do seda de ditrerentes larguras c moldes
tambem pretas e com vidrilhos, ludo por procos
baralissimos
Vende-so iima armacao por preco barato: na
rua da Cadeia de Sanio Antonio n. 11 *B.
Compraru-se acedos da extracta companhia de
Pernambuco e Parahiba : na rua do Crespo n. 13,
loja do Sr. Pedio.
Aencao.
Na rua Augusta, casa que faz quina que alravessa
para as Cinco Ponas, confronte urna taberna, pre-
cisado urna ama para urna pessoa, o. paga-se bem.
, OlVercci-se para caixeiro do cscriplorio ou de
casa commorcial, um rapaz de 17 annos de idade,
rom bom talho do. letra, e traduz francez, o junta-
mente para oulra qualquer ooeupacao : quem de
seu presumo se quizer ulilisar, dirija-sc a rua du Compra-so una taberna que esteja em boa loca-
Nogueira n. 31, que se dir quem j ldade, e afreguezada para o malo e praca : quera
Antonio Jos Ferreira lem de rulirar-sc para ; tiver aununcie por esle Diario.
Portugal por estes dias.
GRATIFlCACAtV.
Perdeu-se da rua da Cruz do Recite ao bairro de
Santo Antonio, tres chaves seguras por una peque-
a corrate de prata : quem adiar, queira entregar
nadita rua, armazem o. 7, que se gratificar gene-
rosamente, pudendo mesmo deita-las por baixo da
porta quando estiver fechada.
" l.ava-sc, engomma-se e cosc-se Inda e qual-
quer costura de senhora, assim como d-se alomen
c jamar para fra, ludo por proco coraiuodo c aceio:
narua estrella do Rosario n. 28, segundo andar.
Prccisa-se alugar nina escrava para carregar
fazenda : na rna do Hospicio n. 34.
lima pessoa que enlendo de partidas dobra-
Vendas.
Vende-so na rua larga do Rosario, passando
a botica do Sr. Bartliolomeu F. de Souza, a segun-
da loja de miudezas n. 40, rap lino milito fresco,
chegado agora do Itio do Janeiro, assim como mui- a 't, 11 o 12J, calcas de casemirasde cores,'le-
das, olferece-so para fa/.er a escripia do qualquer
casa do coraiucrcio. escrevendo das 3 horas em
dianle : quem precisar dcixe carta na loja da boa
fe, rua do (juemado n. 22, com as iniciaes F B.
Lava-ee e engorama-se com loda a perfeico :
no largo da matriz de Sanio Antonio, loja de ci-
garro.
Precisa-se de um homem torro ou do um es-
cravo para andar com urna carraca : a tralar na rua
do Calinga n. 9.
Otrcrccc-se um criado para copciro de qual-
quer casa eslrangeira : narua da Gloria, sobrado
junto a casa do l)r. Moscoso ; o mesmo d fiador a
sua conduela.
Precisa-se alugar por seis mozes um silio per-
lo da cidade, com boa casa assobradada, grande
baixa de capim, etc.: a tratar no esrriptorio da es-
trada do ferio, rua do Crespo n. 2, das 10 horas da
manhaa s 3 da lardo dos dias uleis.
o da 3 do correnle fugn da padaria do abai-
xo assignado, na rua Direita dos Afogados, o escra-
vo crioulo de nome Euzebio, de idade de 55 a 60
annos, pouco mais ou menos, eftr fula, estatura
baixa, cheio do corpo, milito regrista, tem a barba
branca, ura tanto barrigudo : roga-se as autorida-
des pnlciaes e capilacs de campo de o pegar e le-
var dita padaria, que sero generosamente recom-
pensados.Antonio dos Santos Ferreira.
A irraandade de N. S. da Sotcdade do bairro
da Boa-Vista convida a lodos os seus irmos para
seita-fcira 15 do eorrente s 31 i horas da tarde
Officiaes.
A rnmmissan liquidadora da exmela sociedado
de fiarn e tecidos de algodn, tendo terminad o
seus Irabalhos preparatorios para o elfeito de pOra
leiln o sitio pertenrente mesma sociedado, divi-
dido om lotes de ;I0 palmos cada um, e com suffi-
ciencia para odilicaco de casas, que Bcario em
fronte de mas nrojerladas e approvadas pela cma-
ra ni ii inri pal, de conformidade com a plaa desta
cidade | anuuncia, nao s aos accionistas da extinc-
ta sociedado, eonio a quera queira arrematar Ierre-
nos proprios para edificar ora um bairro desta cida-
de, e mui sandavcl, podendo niesmn reunir alguns
lotes para pequeos sitios de recreio, que se dirijam
h casa de leiles a lancarom, visto que sero todos
vendidos a quem mais der.
INTERESSANTE LEILfiO
terrenos! predios.
Terca-feira 20 do eorrente.
PBLO ASENTE
PESTAA.
O referido asente autorsado pela commisso li-
quidadora da exlincta sociedade de liaran e lecidos
de algodo, vender era leilao publico no dia cima
designado:
O silio pertcncente a mosma sociedado c que
principia na estrada de Joo de Barros, terminando
na rua nova da Atracco, prxima ao Hospicio. O
referido sitio est todo dividido em lotes de 30 pal-
mos cada um e marcado por nm engenheiro que os
eordedu de conformidade com a planta da cidade e
ras projectadas.
Vcndor-se-ha igualmente a rasa grande dn mesmo
sitio com algum terreno, e ucllc duas cacimbas e
duas casas menores com frenle 4 estrada de Joao de
Barros ocnm terreno pira nm pequeo silio. No
aclo do leilao se far patoute a respectiva planU
LuDih.
Inde-
eaf
Na fiitidicn da rua do Brum n. 28, precisa-sc de
olficaes do scrralheiro e machinistas.
Arronqa-so um sitio com escolente casa de
vivenda no lugar da Torre margem do rioCapiha-
ribe ronfronle estrada do Manguind, cuja casa
alera de ser edificada com muilo gosto e ser eolloea-
da em um ponto de vista agradavel tanto por della
avistar-se todas ns casas da Capunga, Passagein e
Ponte de Uchoa, contm 4 salas de 30 palmos qua-
dradoscada urna, sendo 3forradas de rico ppelo
o ledo de estuque,.11 quartos, sendo 5 forrados de
papel e o lerto do estuque, cozinha fra, bstanle
espacoso, cocheira para 3 carros, quartos de cria-
do o "de pretos, estribara para C cavallos, casa para
galluilieiio o aniuaes domsticos, 2 cacimbas, urna
com excellcule agua de beber, oulra com bomba,
da qual deita agua para a casa do bauho que Dea ao
p, jardim com figuras e jarros de huir tinos, mu-
rado na trente cOm portan de ferro, baixa de rapim
que sustenta anttual dous cavallos, pomar de laran-
geiras, selectas e de i:mhigo, alm de oulros fruc-
teirasdo paiz : o% prelendentes dirijain-se ao aterro
da Boa-Vistan.8, segundo andar.
O cirurgiao Francisco Jos Cyrillo Leal mudou
a sua residencia do largo de S. Pedro para a rua do
(.lueimado sobrado n. 44, primado andar, por cima
da loja do Sr. Bernardinn Jos Monten n, aoudc o
acharan romo sempro promplo para o eterricio de
sua profissao.
So da 4 ao amarillecer de 5 do mez p. p. lu-
gio do Brcjodc S. Jos termo da villa do Buique e
comarca de Caranhuns, o escravo Venancio, rom
os signaesscguinles: pardo, alto, gromo, cabellos
carapinhos, sohranrollias cerradas, nariz chato, bei-
ros grossos, principiando a barbar, abaixo do um-
bigo de um lado urna sicalriz de urna turada, no
peiln do um dos pes lem nina cicatriz de um talho,
idade poucu mais ou menos do 22 annos, otllcial de
sapalciro o muilo divertido. O abaixo assigna-
do pede a todas as autoridades polieiacs o capilacs
de campo que o peguem c avise ou mande ao men-
cionado lugar que ser bem recompensado.
Antonio Cavalcanii de Andrade.
Aosseuhoresdo mulo em geral,
ios daprcaem parlicular.
I'ma cocherJli I grandes aernmniodacOes ri-
rrlie raval s de trato por dia o noite a lf : quem
quizer aregueiar-se; pode dirigir-se a ruada Flo-
rentina, na cocheira que foi do Icoenlc-coroucl Se-
baslio l.opcsCuimares.
SEGURO CONTRA FOGO
NORTHEKN ASSUKANC1 COMPANY
LON'DOV.
CAPITAL 6 1,500,000.
\ sen le C.l. iVstley e C.
las nutras qualidades de rap em oitavas e libras,
cairelis de ludia a 10 rs. rada um, a duzia a 21X1
rs., bicos proi>rios para labyrinthos, labyriuthns
francezes muilo ora coma a favor do comprador, o
milita- miudez.es em conta : chegucm, tregules,
s miudezas baratas.
Veude-sc urna escrava de 26 annos do idade,
com muilo boa conducta, elegante figura, sem vi-
cios nem achaques, sabe com perfeico ensaboar, e
lem principio de engommar e cozinhar :' a tralar na
ra da Conceicao da Boa-Vista n. 10.
No engenho Guararapes vendem-se bois para
acougue: a tratar no mesmo engenho.
Vende-se urna casa terrea de pedra e cal, em
chao proprio, na trave-sa da Capunga : a tratar na
mesma, ou na taberna de Jos Francisco du Mallos,
na Capunga Nova.
Bois mansos
No engenho Martapagipo da comarca do Cabo ha
bois mansos para vender se, bois gordos, novos,
[alguns al muito bonitos) e. muilo proprios para Ira-
balho de carros e carracas : quera os quizer com-
prar, dirija-se villa do Cabo, cosa de Manoel de
Siqueira Cavalcanli, a segunda depois do hotel da
estacao.
" Vende-se una muala moca, sadia e robusta
de bonita figura, que sabe cozinhar e engommar,
sem vicios nem achaques : a fallar na rua Augusta
casa de Anacilo Jos de Mendonra.
Vende-se na rua de Joo Fernandos Vieira,
no sitio junto as casas do Sr. Bernardo Tcixeira,
lem muito bom capim para se vender, o pode-so
mandar levar sendo quanlidade : os prelendenles
diriiam-se ao mesmo sitio para tratar com Antonio
Leal de Sarros.
Vandeatae saceos cora farinha de trigo para
|'ngoa|fc aanmaes a IIS, palha de carnauba para ras-
sahireui oncorporados para acompanharera a pro- s,,urali46trs. cento: na rua eslreila do Rosario
rissao do Sr. Bom Jesns dos Pobres, que salar da
igreja da Santa Cruz.
Francisco Jos de Saiupaio, Porliiguoz, retira-
se para fra do imperio.
No dia 1. de marco do correnle anuo fugio do
engenho Curoahi da comarca do Pao d'Alho um es-
cravo de nomo Verissimo, preto, bastante alto, bo-
nita figura, falla atravessada, falta de denles na
frenle, ps grandes, ponas linas, nariz apapagaia-
do, lem no rosto uns pequeos lalhos signa! de sua
naci; suppo-se estar para o sul ou Barreiros
onde j eslevo ha dous annos : quera o a appretieu-
der cundiiza-o ao engenho cima dito, ou rua da
Cruz do Recito n. 62, terceira andar, que ser gene-
rosamente recompensado.
Jos do l'iua Cabial vai a Portugal a tratar de
sua nade.
Ama tle leite.
Precisa-se de urna ama que teuha bom leilo : na
rua da Aurora n. ti, segundo andar,
Os abaixo assignads fazera scienten quem in-
leressar possa, quo nao se responsabilisam por
qiiantia alguma proveniente de compras de objeclos.
feilas em seos nomos por seus escravos, e smente
pagaran as que estes fuerero aulorsados por bilhe-
le firmado por um dns abaixo assignads: c para
E para admirar!!!
Na roa do Limravenlo n. 2 lera organdys o mais
fino que ha nessu genero por H00 rs. a rara, cortos
de cassas com 12 varas por 3JJ500, cassaa de cores
lixas e padrees muito lindos n 240 o Corado : assim
como lem um sorlimenlo de todas as fazendas pro-
prios desle mercado.
Annuncios.
Aprecien) o bom gosto.
Na loja do Sertanejo
n. 43 A.
Ricas sabidas de baile do melhor gosloquo pode
haver, tanto em fazenda como em preco, lazinba-
de quadros miudos e graudos a 420 e 460 rs. u co-
rado, chapeos de velludo pretos a 78, dilos de al-
paca forrados de seda, muilo commodos para andar
a fresca a 2j$00. gollinhas de diversas qualidades
algalJOO, 1S600, 2jj200 c 2S80U gallas c man-
guitos a 3s500, 43 e SjpOO, manguitos, gollas o ca-
mi7inhasa 6. 7J e1lS, colletes feitos de velludo
a 10a, 11o 12$, calca-de casemirasde cores,fei-
las, ricas bengalas do mas-a tingindo tinicnme a 7!,
H o 10g, grosdenaples de cor a 18900 o 2JJO0O, soda
branca tarrada, ricas camisas para senhora com pre-
gas e de milito goslo a 7ge 8jcada urna, ricos pan-
nos para mesas, e muilo finos a 7$, 8$ e 9j>, ricos
casaveques de fustao o do melhor gosto que pode
haver a 15g e 18g, dilos de mussulina muilo bem
enfeitados a llj, 129 e 139. e avisa ao respeilavel
publico, que manda de qualqucr urna fazenda amos-
tras para ver se agrada, assim como tambem d a-
mostras deixando nenhor.
ap'.fllr'V'jpe.y- X.'
JJaEVfr5^*a-g6 3E5^K3K3W
Relogios
^ de ouro patente inglez de um dos
melhores fabricantes de Liverpool
chegados ltimamente pelo ulti-
mo paque^hi nlcjuns de nova in-
venrao cokBtos e descobertos a
vontade do possuidor em casa de
Arkwright & C na rua da Cruz
n 61.
MilhoTeijoKanco
amarello e preto, cevaria, fa-
relos e arroz cora casca.
Ha continuamente na travessa da Madre de Dos
n. 11, por menor preco do que em qualqoer oulra
parle.
Vende-se no sitio da viuva de Joo Carrol!, na
Ponte de Lcha, o scguinle : larangeiras de umbi-
go c da china, ps de frucia-po, dilos de sapoti,
ditos de liiu.:.i para cerca, e multas outras quali-
dades de plantas, ludo por preco commodo.
m
PENTES
DE
Vendem-sc quatro cabriolis muilo elegantes, e
um magnifico carro de 4 rodas e 4 assentos, o mais
bem leilo que se pude desejar: Irala-se na rua do
Crespo ii. 1. loja amarella.
Xa rua das Cruzes cm fronte a praca da
pendencia n. 41, encontrara o publico lanch
e petiscos, podios, doces, bolinhos, vinhos e licores
de lodas as qualidadeq, e culpadas a moda do llio
de Janeiro, tudo cora muila perfeico, que para
essa fim tem um bom cozinheiro, que por minios
anuos tem servido em casa de varios personagens
desla e daquella cidade. e se oncarrega do prepa-
rar Hambrea ou qualquer assado para fra por m-
dico proco.
CASA DE SAME.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier, proprielario da an-
liga c acreditada casa de saude sita ao nnrln da es-
Irada da passagem da Magdalena, entre aponte gran-
de e a pequea do Chora-menino, e na racsiua re-
sidente, tem disiios|o os melhores commodos para
receber qualquer pessoa enferma, e achando-se o
seu estabcleciniento nos mais agradaveis condices
hygienicas; cnulina a offorecer os seus serviros", af-
llancando o melhor tratamcnlo o o maior zlo no
curativo das molestias. Omesmodonlor, lem dos-
tinado urna sala para partos, cuja ulilidade he in-
cimlestavel.
S.O EXCSanKOADOS DA clnica
Operacoes.O lllm. Sr. Jos Francisco Piulo Cui-
mares, cirurgiao do ('.raudo Hospilal de Carida-
de, cuja pericia he bem condecida.
Medico consullanle. O lllm. Sr. Commendador Dr.
Jos Joaquina de Maraes Sarment.
Parios.O lllm. Sr. Dr. Silvio Tarquinio Villas-
Bas.
Paidologa dulrina.O proprielario do eslabeloei- Offerece condifdes muito favoraveis e premios
monto. i moderados.
A diaria ser de 3J000 e 2JO00, conforme a gravi-
dade n dnracao da molestia.
As pessoas que' quizerem um (ratamenlo distinrto,
p-igni-o na razao da despoza que flzercm.
Sexla-feira, 1 do correnle, depois da audien-
cia do Dr. juiz de orphaos, lem do se effectuar a
arremataco da renda trienal do silio de Santo An-
lonio da ilouraria.jio lugar do Manguind, o qual
Operacoes, sanguesugas, conferencias serio pagas faz estrada para a Ponle de Ucha o Afilelos.
aparte da diaria. -i. Precisa-se do urna ama para casa de i
Passagem da Magdalena 22 de dezembro de 1858. j familia : na rua da Ponte Telha n. 14, casa que
Dr. Ignacio Firmo Xavier. lem a frente pintada de vcrinelho.
pouca
que se nao allegue, ignorancia fa/.oni a presente de-
claraco. llecife ll de abril do189. t/ironio de
lloratt Comes Ferreira.D. Emilia Constanza de
Maraes Ferreira.
Ordem lercira tle S. Francisco
do llecife
Tendo-sc linalisado o contrato que esta veneravel
ordem (inha com o Sr. Manoel Conealvcs Agr, no
fornecincnto de carros fnebres para coudueco dos
corpos de nossos irmos |iara o ccmilerio publico,
o secretario da mesma, abaixo assignado, cm nome
da mesa regedora convida as pessoas que quzercm
contratar.a aprsenla r suas proposlas em carta fecha-
da ao nosso caris.-irao irnio vire-ministro Joaquim
Jos Silvcira, juiz competente para contratar.Pe-
dro Parral da Costa Soares, secretario.
.Nicolao Milco c seus lilhos menores Felic Mi-
,lco e Angelo Milco relram-se para a Italia por va
du Marsclha.
ATTENCO.
Precisa-se alugar un pri-
meiro andar que tenha urna sa-
la muilo grande, o que se pos-
sa fazer no mesmo andar ter-
reo, agradando paga-se bem:
para informacoes em casa de
J. Falque, rua do Crespo n. A.
Ausentou-se da casa de seus senhores o es-
cravo do nomo Frederico, pardo, claro, ba (ante
magro, estatura regular o ps grandes, reprsenla
ler 18 airaos do idade : quein o apprchouder o le-
var a casado fallecido commendador l.uiz Gomes
Ferreira no Mondego ser generosamente recom-
pensado.
Precisa-se na rua Direila do Afopado n. 13,
de um hornera para refinador.
Tartaruga
'5 VENDEM-SE E CONSF.RTAM-SE.
*3! Jos Joaquim da Cunha Guimaraes cora ..
ci loja de larlartigoi-iro na rua das Trinchci- W;
'*&* ras n. 8, quem entra do lado da matriz E
3I segunda loja de tarlariigueiro, frente pin- ..'
V; tada de verde, avisa ao respeilavel publi- tere
*T> ro que est vendendo ricos penlca ce lar- g
7 taruga imperalriz chegados pelo ultimo "vi
navio de Franca pelos precos segrales: :--
3 DSS00. l0g,1Sj, 14$, 16*e20J, ditos sem -^t
f ser imueratriz 3$500, 4J), 5$, dilos de tj
wm raassa imperalriz muilo ricos gosto* que '*&.
53 pouca difTercnca faz dos de tartaruga J. :i
;i? 2S500 e 3, dilos de inassa sem sor a im- 1^;
- peratriz 800,19, 1l280, transares para me- '*;
S ninas tanto do tartaruga como de massa. ;S; raixas para rap, lariaraga om chapa e *tf]
'-- nutras mais obras pertencenles a sua arle '%
" que tudo se venflo por preco razoavel, faz jjgj-
? 'if c.oncorlos cora prnraptidan'e oreos com- l-
v.drilho da largura de tres dedos, tres emcioeul^i ,nodo, principal mcnle sendo as obras S
2 compradas om seu estabolucimenlo.
I\0R4T nuos.
JJSlMaSEIDaiDSHIDS
pars.
Ru St. Honor n. 139.
RIO DE JANEIRO.
Rua dos Ourives n. 123.
DKFttSITO
PERNAMBUCO.
Aterro da Boa-Vista n. 7.
Recebemos por todos os vapores da Europa as
obras mais lindas c de mais moderno goslo que se
ViJe encontrar romo sejam : ricos adereros de bri-
dantes, meios dilos, alliuetes, rosetas, b'oles, an-
neis, cruzes, aunis cora pernios lodos de difieren-
tes gostos, aderecos riquistimos de coral, de mo-
saik, de lavre, e de vasovio ouro simples e esmal-
tado, ricas pulceiras de ditos, alunles, brincse
rozetas, anneis, iranniins,corremos etc., medalhas
e rauitas mitras ubr.-.s, ricos relogios patento suis-
sos o ingle/es prata, ouro o dourado nos melhores
fabricantes, lonipran, \endem e trocara ouro, pra-
ta, brilliaules, diamantes, grisnlctos e porolasa di-
nheiro, vendemos por atacado, a prazo e a dinhi-i-
ro, e nos oncarregamos de encommeudas para a
Europa e Hio de Janeiro.
Franjas, trancas e mais
objeclos.
Na bem conhecidaloja da aguia
de ouro, rua do Cabuga
n.lB.
Vendem-se rquissimas pecas de franjas de seda
prela da largura de um dedo e com 10 varas, pelo
diminuto preeo de 2400, ditas da largura de dous
dedos o dous e meo a 3g800 e 5J2IKI, ditas com
dedos a 1$, 1}60 o lf>600 a vara, ditas sem vidr-
llui da largura de um dedo, dous, tres e tres c meio
a 300, 50l), G40 e 100 rs. a vara, ditas de quatro e
cinco dedos a 1J200 c 1)400 ; assim romo riquissi-
mas trancas com vidrilho, pecas de 10 varas, polo
baratissiin proco de 4jfiOO, 5,S">00, 6 e 7g, o por
varas a 560, 640', 700 e 800 rs., conforme a largura;
bicos de seda pretos com vidrilho da largura de
quatro dedos a 1J400 a vara, ditos sem vidrilho
prelos c brancos do todas as larguras, que com a
vista dos freguezes nao deixaro de comprar ; co-
mo tambera ricos pentes de tartaruga imperalriz,
polo preco de 12 c 11g, dilos finos de massa, lin-
giudo tartaruga a 2$, e dos mais riqussimos que
impossivel encontrar-se a 25 e26J, raeias dese-
da prela para senhora a 38 o par, ditas para padre
a 3j, luvas de seda prela para senhora a 18500, di-
tas com luco a 2j!, ditas de tnrcal a \$, dilas de co-
res enfeitadas a 2j>500, dilas para meninos a 20200,
jarros com flores e redomas de vidro proprios para
enfeiles de sala de 8 a 103 o par, perfumaras, filas
de tmlas as qualidades por menos do que em oulra
qualqucr parta ; assim como paliteirosde poro-lla-
na lina .i t al :!-', e mais oulros objoctus de gos-
to, qucdeixamos de mencionar para nao se tornar
enfadonho, quo com a vista do freguez nao doixar
de se fazer negocio.
Relogios.
Vendem-se relogios de ouro ingieres de patente:
nn armazem de Augusto C. de Abreu, rua da Ca-
deia do Hccife n. :l.

'"-'**


Diario de Pernambuco.Sexta feira 15 de A!>ril de 185*9.
Europa!"2T:' hUra ^*"*** "" ^ fregUeZeS a^os em *era' 1H ^seuesabelecinicM.loomaiscompleto sorUme,........tondas a JoSri
Para sen\\oras.
nm ?.HlxAS dC Vf'""ll10 d*' *rlVid<'naPles Fp">- "- J-> uslo branco.
KOI PUES e saias com basquina do cassa c de fustn
>IAJ^KIMd6S^pXf0^enap,e8pre,0edCCOre8 ^^''"^"camon.o enfeilados.
mnmm nimm.Uo> ?\>!?de?"5' rliaPelinas e diversas quididades,
i Vi ID., ; n fcp,"-1Th P cabera todos de flores linas e oulros,
SAIAS BALAO. o di- rambraia bordadas.
PULCK1HAS de arminho, velludo, froco ele. ,
Ba3onjLOsS"tt.^'S aS CrLS' "*" todoao. vapores ingLes.
fS3Sj1.eotart^ru

i. UAITIUAS muito lindas para costura.
rhegadas pelos ltimos navios viudos da
CAMISINHAS,gollas, manguitos, liras abasados bordados
COLLARES, piilociras de ennxas bramas do cares Mira prima.
HITAS de seda o de velludo lisas e tarradas.
I'.si.ovas linas para denles e tuinas.
PENTES de tartaruga e oulros de alisar.

Pava humens.
dolodosolleiltoe^ casacas e,,ale,ols de panno, casemira, alpaca, seda, brim
! ,',\Ni!!';-s.'",'i""V11" dt' "*&? dl' ia>cluira Prela dp 0,""cs> *" u'' brim branco e de cor multa linas
oi.u-.l es di- todas as qualidades.
IHA\ ATAS, manase i-olarinlios o que lia de mais moderno.
ditos SuSt^XSlJT0 i'a"1UC""' Pe""" "" '"'" dV"''SaS bnMS' "^ ''" I"'"0- *** ****
BORZF.r.i ins HELLIEZ de mitras qualidades.
CHAPEOS de molla superiores, ditos de palha escara
lio 1:1.1 l.'lt", H1MI ........ -____I ...
ROBES DE CHAMBRE de diversas qualidades c procos.
... CHAPEOS DE Sol do seda ingle/es cfranroze, pngalas de Iotas as qualidades, cbaposde sold panno ele ole.
Chirotes muilo Unos. Escorase peales de todas as qualidades.
'. y!,';lnAS'J'M''c''"! ,01" '"''"* "" Pt.nces. Ksiojospara barba. Carteiras; charateiraa e poilemonai.
i \i..u\se sobrcludo di- panno, ditos de borracha e snalos
BINCULOS pan ihealro.
C MUSAS de todas as qualidades e procos. ,
ckiioi las do linii.. do algodao.
CHAYA!AS do molla o de fustn.
Pava meninos e meninas.
I.EUCES de diversas qualidades.
nta,^deHl0rL'm"'1,0de.nl,las' saocos- dilos '"mnalas, caixas para chapeos ostoios nara chancos d* ,,l .. i., fHfP0S :
Obras de chara,, verdadeiro como sejau. ricas mesas, Caixas para eoslura d tash P rtrlun.ar.as dos afamados fabgcan.es como sojam uhii,, Pinaud. Pin,. Todas as fa,end's cima mencionadas*, venden, e, r -
-------------*----------------------------------------------------------------------"".i ni. ii. ion.iua.s m venden, om pongo o a relalhn por pr......s mais cnmiodos que om oulra qualqner parlo.
\ESTI. ARIOS completos para idade derla 7 anuos, chapese bonels, calcas, rollles e palelots para idade de 10 i
st"d"i'S' ""i1" "C iSOr,""cnl Ul'chapeos do palha que se pode encontrar para indas as idades a gastos, chapos locas o
O HAISCOMPLETO sortiniento de boneeas que se pode desojar de diversos lmannos c costos, vestidas e por vestir,
t.aivinhas para costara e oulros mullos objeetos.
^~~-----<---------------------------------------------------:________......... ..........""' "' '""" 'cima nioiicionaiias Se vendeni em purea,, o a rolalho p
FAB. NACIONAL DA DA FLORENTIN
Grande sortimento de f^H[im.JE^Jcjf_Pa^
Tinturara, MACHINAS DE COSER,
14
Veudem-se moinhos para cafe, de novo ,o-
ilcllo, com roda c sein ella, por haralissimo pr.'co.
facas e garios a 2600 a duzia, ditas a 2S8II0, ditas
a .1$, ditas finas com cabo de halan.-., a osuno, ditas
inu.to finas a 65400, ditas com cabo preio a fig, di-
,as 6S800, ditas coro cabo de viado linas a 4Se
aSOO, ditas com cabo de maruma12$. ditas mmlo
e"*S $' C0'linlias eom agulbas rancezas miiilo
linas a 300 rs. a caixa, lilas de. todas os qualidades
por haralissimo preco, bic.os, rendas, salitre relina-
do a 7800, dito a 88000, panellas, cbaleiras ca-
mas de vento, espingardas de fecho e espoleta, de
todas as qualidades, bandejas, colheres para sopa e
ch de todas as qualidades, por haralissimo pro.-o,
ferrageus, miudezas de todas as qualidades, mais
barato do que cm outra qualqner parle, lachos de
cobre da raelhor qualidade, a 19 a libra, tesonras
linas para costura a 240, dilos a 320, ditas a 480,
dllM muito linas a 640, louca de porcellaua .la.....-
lhor qualidade a 460 a libra", cera em velas de Lis-
boa a 1J400 a libra, ps de ferro proprias para tirar
ai. a a 1200cada urna, ditas a ltfOO : na ra Ui-
reila 11. 64.
Presuntos.
Na ra Pireila n. 6 ha presuntos de Lumego de
primeira qualidade, c dos ltimos chegados a este
mercado a 480 rs. a libra ; a elle que pichincha.
A .ualid#|e mostra-se de graca.
Hottilos para caixas de charuto
Ha nm grande sortimento do rtulos para caixas
de charutos, para garrafas de licores, e laiuliem
proprias para garbillo, assira como em branco, de
inultos e diilercntes lamanbos, para nollos se escre-
vero que se quizer, de botica, para caixas de cha
vtnilo do Rio de Janeiro, etc., ele. : defronle de S.
rrancisco, typographia de T. C de Lemos e Silva.
\ende-se um terreno com 122 palmos de
rrenle.rhao proprio, com casa do pedra ecal e ca-
cimba de agua boa, no Campo Verde : quem quizer
(linja-se ao Honteiro, padaria.
Vende-so um negro com 2 annos de idade,
sem achaques, oflicial de alfaiale : a pessoa que o
pretender, dirija-se ao collegio dos orpbaos. em
"linda, a fallar com o mordomo.
j\a loja da estrella.
Ra do Queimado n. 7.
Nosle cstabelecimcnlo achario os compradores
um rompalo sortimento de fazendas linas chocadas
polos ltimos navios da Europa, assimeomo :
Cortes de lil de seda com babados borda-
dos a froco o mais rico que ha g
Mantas de seda prelas muito ricas 14jJ000
Cortes de vestidos de seda de todas as cores g
i a ni isas de cassa bordadas para sonli.ua 8
Crosdenaple preto, covado,1S600,180(l, fl, 3S000
Rios chales de merino bordados, imitan-
do touquim
Toupelina de seda, os mais lindos padrees
que lem vindo, covado
Chapeos de seda para meninas c senhoras
a 10)000 e
Taimas prelas bordadas muilo lindas.
Enfeitcs para senhora.
I'eutes de tartaruga a "S e
Espartilhos.
l.uvas de pellica deJouvin para senhora c homem
Cortes de camhraia bordados com babados.
Chales de froco de todas as cores.
1'aletoLsde ganga e brns a 5g e
Calcas de casemiras prelas e de cores,
grvalas de setim preto e de cores.
Palelots de panno prclo a 16$ e
Camisas brancas e decores a 2g-c
Ditas de fiisto
16g000
1$280
12g000
15SO0O
5g500
308000
2jr,iH)
3g200
Casemiras de cores entestadas 3a500
chapeos francezes para cabeca 7^000
t.'asemira prcta de diversas qualidades fl
Velludo preto de Italia, covado 4g500e 7S000
Lencos de seda de cores de lg, 18280 28000
Farinha de trigo
SSSF.
Fernandes & Filhos tem superior farinha de Iri-
go da marca SSSF chegada antes de hontem que
vendem a preco milito em couta : no seu annazem
ra da Cadeia n. 63. becco da Madre de Dos n. 12,
Calcado superior e barato.
Ra Direita n. 45.
Borzeguins da trra de 55 a 57,
obra boa a 5g000
Borzeguins de senhora (Jolv). 4^800
Dito de hottem. 8^800
Sapatos de trancinha. 1 .s't.OO
DA
FUNDIClO LOW MOW,
Ra da Senzala Nova n. 42.
Nesle estabelecimenlo continua a haver um com-
pleto sortimento de ruoendas e meias moendas para
engenho machinas de vapor e taixasde ferro bati-
oo e roado, de todos os tamaitos para dito.
Espartilhos irancezes de nova
inven^o.
Vendem-se espartilhos francezes de molas e car-
retis, o melhor que se pode encontrar neste gene-
ro na bemfeitroia e na commodidado, a quem usar
dellcs, pelo haralissimo preco de 6, 7 e 8 Estes
espartilhos sao chegados no' ultimo navio fiancez
e SO se encontram na ra do Queimado, na bem co-
nhecida loja de miudezas da Boa Fama n. 33.
Na loja da Esperanca,
una do Queimado n. 33 A,
vendem-se para a quaresma todas as fazendas pro-
prias desses actos, e especialmente franjas pretas
comvidrilho, largas c cstreitas, de 600 a 18 a vara
ditas sem vidrilho a 400, 500 e 640 rs., e lambem
mais eslreitas a 320 avara, trancas com vidrilho
proprias para as mantas em uso a 640, 700 e 500 rs
a vara, enfeites pretos com vidrilho a 4 e 59, ulti-
mo gosto. Utas de velludo largas c eslreitas a pro-
cos commodos ; na mesma loja se encontrar mu-
tos objeetos, diversas miudezas que at hoje teern
sido exclusivas de ccitos eslabelecimentos dcsta
praca : todo o sortimento em perfumaras, pos,
opiat, extractos diversos, leile virginal, pommad
regeneradora, imperial, agua de Colonia de diver-
sos fabricantes inglezes c francezes, sabonetes, cor-
echiquesm, escovas, espelhos, pentes, etc.
Vendc-se effeclivamente, defronte de S. Fran-
cisco, trpographia de T. C de Lemos c Silva, ty-
pos de muitos e differentes corpos, romano e ita
lico, de phantasia, linhas de differentes pontos
Chocolate.
Na ra Diroila n. 6 vende-so chocolate de quali-
lades o do melhor fabricante de Paria, por menos
loque em oulra qualqner paite, sendo de 10 libras
..ara cuna se far dillerenea razoavel; a elle se-
llhoros, que a eslacao propria.
Enfeites de retrozcom
vidrilhos.
Vendem-se ricos enfeites de relrz com vidrilhos
pelo haralissimo proco de 5e 6j : na roa do Quei-
mado n. 22, na bem conhecida loja da Roa l'.
Hecousa muito boa.
Veiide-se a verdadeira pomada para lingir ca-
bellos.pelo barato preco de 1 n caixinha, .-, ,s-
covinha propna ; lambem M vendo massa para
aliar navalhas a .120 : na ra do Queimado, na bem
conhecida leua de miudezas da Roa Fama n. 33.
Chepem loja nova
NO
Aterro da Boa-Vista n. 74,
Que acharan o novo e completo sortimento de
miudezas, e afianca-se vender mais barato do que
em oulra qualqner parte : facas e garfea de cabo de
bataneo a 5g a duzia, ditas muilo linas a 6/e 7
ditas de cabo de viado a 4j>200, dilas oravadas o Oila-
radas a 3,8200, meias para senhora a 240, 320 e 400
res i. par, dilas pretas para homem a 260, ditas
ornas para homem a 160, 2IHI e :2ll o par, dilas de
cores milito finas a 200 e 210 o par, baralhos de
carias portoguezas a 2 400, peonas de ac de lauca a 1,8 a grasa, dilas sem
o ser -ii io,i-.-as a'.mi nad uras para piinhns a BlOo par
caixinhas com agulbas francesas a 240 o 320 mas-
aos de grainpos a 40 rs., carios e caixas de rolche-
ti-s a 70 rs., cinturoesde borracha a 600, suspeneo-
IS?a.J,l1, enftd' de linln, para espartilho a
izo e lbO cada um, caixas com lamparillas a 60 o
oT-' f.'^mil de PaPp| dp p,'sn ;,S-i". (lll almaco
a.lSe.lgoOO, sapatos de lustro para senhora, obra
muilo bem fela a 1600, ditos de marroquim roso
e preto a 800 c 900 rs., sapatoes do lustre para ho-
mem a 3,8800 e4g o par, dilos do Araealv para me-
ninos de 6 a 10 annos a 1S120 o par, mulo ricas
franjas prelas de seda ede lia e linho para enfeitar
vestidos, Illas de todas as qualidades e tisouras de
todas as qualidades e mullos mais objeetos que se
loma enfadonho mciiciona-los.
Ra Novan. M.
Hacame Rosa Hardy acaba de recebar de Paris os
mais ricos e modernos ch'peos de seda pan se-
nhora com veos a 28g, ricos chapeosinlios de seda
para baptisado, ricos chapeos amazonas do seda,
de palha e de fcjiro para senhora, chapeos de pa-
lha enfetadose sem enfeites para senhoras e moci-
nhas, capellas para noivas, nquiasimas, enfeites de
cabeca, Illas, bicos, tranca branca, de cores e prc-
ta, franjas de vidrilho preias, de largura de 4 dedos,
proprias para mantelete e casaveque, o muilas ou-
tras fazendas que se vendem em coma.
Veude-se urna escrava rccolhida, moca e boa
costureira : para ver e tratar, na ra da Cadeia de
Santo Antonio, esquina do Ouvidor, sobrado por
cima da cocheira.
Luvas de pellica de Jouvin
Vendem-se as verdadeiras luvas do Jouvin muiti
frescas, pretas, cor de canna e brancas, e outras co
---------._*,, -.,,a, vuiuo i lilil.! I" Ul dllliis, .'IKlllAS CU
C?^cots^L,adas ig8 &&X2gtt^ *
------;----,------------^.^i., .uciiiiiiLu, o ue ar-
tes, vinhetas para annuncios de jornaes, e prelas
de differentes tamanhos, etc. etc.
Vendem-se uvas muscalel brancas, liradas no
pe a 1J a libra: na crabos do Carmo n. 18.
_4
,. no aterro da
Boa-vista, loja novan 74.
Vendc-se urna das principaes tabernas, na fre-
guezia da Boa-Visla : no Aterro n. 14, loja de cal-
cado, se dir quem faz este negocio.
Vende-se urna escrava de meia idade, lava de
sabao c cozinha o diario de una casa : quem a pro-
tender, dirija-se aos auatro calilos dfcOmida, na
boina do Sr. Joao Soares Raposo, que l lhe dirao
quem a vende.
Na loja ao p do arco de
Santo Antonio,
chegou um rico e completo sortimehlo de fazendas
linas, como sejam .
Roupocs de camhraia branca bordados para se-
nhora.
Chapeos de seda para senhora.
Camisas para senhoras muito finas.
Ricos tailhos de fraque para vestidos.
Ditos para casavoque.
Roupinhas para menina.
Dilas para menino.
Grosdenaple preto de todos os precos.
Ditos de cores.
Toalhas de labyrintho.
Lencos de dilo, e cobertas de vclludilho para ca-
ma de noiva.
Ditas de todas as larguras e muilo linas.
Manguitos de (odas as qualidades.
Ricas obras de ouro de le. e outras muilas fa-
zendas finas : com a vista dos compradores se lhe
mostrar todas as mais fazendas, queso vende ludo
por menos do que em outra qualquer loja.
Vendem-so saceos com farelo de Lisboa, mi-
Iho e farinha de mandioca, saceos com feijao preto,
mulatinho e branco, arroz de casca, gomma de man-
dioca, courinhos de cabra, esleirs de palha de car-
nauba, doce de goiaba de boa qualidade, tudo por
preco muito barato : na ra estrella do Rosario, ar-
maran n. 29.
IYIACHINISMO
PIRA
Farelo barato.
de lodas as qualidades,
garantidas.
14
Em saceos grandes por muilo barato proco : na
na do Amoriin, annazem de Travassos JnioretC.:
i T. *Sn(,e"S6 um moleque no armaran da ra
la Hoeda n. 3 A, desde as 9 horas Ja manhia ia 4
,, ... lgOO o 1,8, dminos mui bem feitos o seguros a
-HOZ (JO MaiO. 15500 e 1P80 : na ra do (jucirjado, loja d'aguia
Ksi a ebegar o mez de maio, e acha-so venda b^!""'', 16-
Visporase dminos.
\ isporas em bonitas caixiuhasdo madeira enver-
uisailas, com 2 trancas a23, em outras eaixinhasa
lefronie de S. Francisco, lypgralria de T. C. do
l.emoso Silva, arica edic'o do MKZ DE MARA,
ni idamente imprcsso, o ornada de muilas estampas
i Vinhetas. bem cncadei-nadn, epelo conunodo pro-
?ode2go exemplar.
DE
FAZEMiAS E MODAS < d Senzala Nova n. 42
DE enfle-M em casa de S. P. Jonhslon & C. vaque
MlfMICI mC I1F IDDril tai de lustre liara canos. Bellina ailhAM ....I,.,...
GRANDESORTIMENTO
DL
Roupasfeilaseliizendas
NA RA DO QUEIMADO N. 46.
LOJA
GOES ABANTO.
J*a Reos s.ilirecasai-ns de panno lino preto
^ com polla de velludo o sem ella a Sfijj, B
MIGUEL JOS DE ABREU.
11 Uuu Ao Queimado 11
Paca sniores
Cirios de vestidos pretos de grosdenaplcs, gorgu-
i.i.s e mibrezas, bordados a velludo e a soda, em
o alto relevo, de gusto Aquile, tres folhos e duas
f^, l sai.-is.
& Manteieles proles no caprichoso goslo i Main-
" I lenoii ; peregrinas pretas de nobleza, cun bordado
de seda em alto relevo : taimas pretas de seda iin-

3
25g, palelots saceos de casemira de cores ~:~-
escuras -., 103, dilos sobrecasacos padres
,~*^ .... >.( t mu
He.; perial, guarnecidas a roquete e 'a velludo faconni
" o vestidos de seda de cores Main tomn, guarneci-
dos de rendas.
Mantas de hlond preto bordadas.
M.-iraiiuis o enfeites pretos para tofletle.
Manteieles, peregrinas, capas de cor e chapos
para passen, e para visita, e luvas de pellica do Jou-
vin brancas e Se coros.
Pontos de tartaruga c lodos os objeetos necessa-
rins a um toilette de senhora, incluiido aderecos
de ouro guarnecidos a perolas e a coral, ultimo
goslo.
fe-
...
m -^''-, .1 ". oiio> sui.iocas.icns paunios roslo.
1 modernos a 15$ el, ditos de alpaca pro- g n., n:. ,
i, I. o de cor a4$, ditos do brim pardo ^ 1'H'!I Ca>alll'l|-OS.
S trancado muito-boaqualidade a 5, ditos g" asacas, snhncasacas e'palotot-- de panno preto
Sj de csgiiin da China a 5$, calcas de brim K in,PenDBra. '' do casemiras pelas e de cores.
3 de coros a 3$, 3S500, 4-5, ditas' de la pa- '- Calcas de casemiras prelas o do coros.
de cores a 3., 3<500, i.-, dita de la pa-
drocs modernos e miuilinlios a 4, dilas
brancas do brin, de linho a 5$, ditas do -
" casemira preta e de cores a 6$, 7g, 8>!
~_ 0*9, palelots de meia casemira a 7)?, col- 5^* l"u.
lotes de gorgurao de seda a 5g, dilos dse- .' '"':!". "" '""": 'legant.
Imi macoag, ditos de velludo preto
7$ o OJ, ditos de brim e fuslo
,-------------------......-i .j ,1,. t.. n I. i un
Chapeos de castor brincos e pretos.
l.uvas de pellica do Jouvin, brancas e de cores.
Chantos superiores de reserva.
'. lodos os objeetos necessanos ao toilette de
0$, corontas de bramante a 1J600. I$800 j...............,,.., ,.., .,,.-... u<.
o 9 n.-iletols de meia casemira a 7$, col- p^ nm cavalheno, ncluindo coi ionios do ,uno para re-
gorgurao de seda a 5$. dilos dse- i'."- d" "w"s eleganln o apurado goslo.
Esto estabelecimonto oslar aborto alis 0 horas
eio-1
a 2$50O '''' lla "One, conveiiientemento illuininado para re-
, .-...,. B ceher as familias que se dignaren! visila-lo, afim de
e 3*. luvas de Jouvin deludas as i-m.-a
1 smki, camisas de esguian muilo fino a Sh avauarem da ana importancia para a preferirom.
a 3(500 o outras muilas fazendas e ron- ^
;j pasfeitas que so i visla que se pode
2|j avaliar a pochincha ;
NA MtSMA LOJA HA
-aaqui.re$nia-
mandando-se fazer por medida garantin-
ilo-se o aceio e bomfeiloria da obra, sen-
I do lambem de muilo bom panno prora de
limao pelo diminuto proco de :!5,<, assim
cuno do melhor panno esculla do fro-
guez a 40$, afiancando-se seren todas for-
prelas.
>endom-se graratas pretas de grosdenanles e de
gorgurflo a 1$ e 1$600, ditas de setim e de gorgurao
bordadas as ponas, hienda muito superior, a 2$:
na ra do (jueimado n. 22, na loja da lloa l'.
Lu\as de pellica e de ou-
tras qualidades.
Voudm-se luvas de pellica de Jouvin, muilo fres-
cas, tanta para honiom cuino para senhora a 2$500
o par, dilas pretas de seda bordadas para senhora a
'* o .-..i- a.i.i. ........ Lhi>uh. ... i-.-... .* .
radas de setim inaco mi soda. "I", uiipri!iosoe scaa Doruaaas para senhora a >" qualro cantos da na do Oiteimado, loja u
4> par, dilas para homem a lafiOll, dilas de tor- 20, vende-se madapolao de fardos muito fino con
para senhora a 1, dilas do seda de cores bor- pequeo loque de araa, a por proco lio barato
is e eufeiladas com ricas .'narin..'..- Hp h*n A une s eoi.i a victn ui r.,'..ir. mAt^m^m ,T ...., _
ATTENCAO
Aos habilanles da reguezia
de S. Jos, eao publico
Cal para .
.nadase entenadas rom ricas guarnicoes de bico de
hlond a 2, dilas lisas brancas c ainareltas a l.>280:
, na ra do Ijueimado n. 22, na loja da Boa F.
ondem-se semenles de hortaliras de todas as
qualidades ; na ra da Cadeia, loja de ferraaeus
: n. 5C.
era geni.
Aviso.
No armazem de Adamson.Howie.&C.rua do Tra-
piche n. 42, vende-so sellius para homem e senhora
arreos prateados para cabriolis, chicotes para car-
" colleiras uara canillo ele
Enfeiles pretos e de cores
cora vidrilhos..
Na loja d'aguia branca arharao as senhoras de
bom goslo un lindo e novo sortimento do enfeiles
pretos ede coros com vidriihos e de mui bonitos
desenhos aos baralissimos procos do l, fio $: na
nudo Queimado, loja de miudezas d'aguia branca
n. 1G.
las de lustre para carros, sollms o sillines inglezes,
oanileoirns c easticaes hronzeados, lonas iunlo/as,
lio de vola, chiclo para carros, e montara, arreios
para carro de um c dous eavallus. e relogios d'ouro
palenie nslexes.
Vende-se alcatifa com qualro palmos
de largura muito propria para forrar
salas e grojas a 600 rs. o ovado : na
ra do Crespa n. 12, luja do Campos
I.ima.
mm k$m
' ni"il"i 1 il.^lllilllll
a
Venilo-s.- osla agua a melhor que u-m appareci-
dn para lingir o cabello o suissas de prelo : na li-
vrana universal ra do Collegio n. 20, d-se junto
n impresso gratis, ensinando a formado applicar
A
c-a;
Confronte ao Rosario em Santo Antonio avisa nos
Sena frcgyezes, que recaban do seu bem ennbecido
doce de casca de goiaba ; assim como o vende do
verdadeiro extracto de absyntho.
Para padarias.
Ilanha de porco superior em barra, por harn.
preco : na roa do Amorim, armazem de Travassos
Jnior (V C.
Viudo-so casemira earmeam i na loja de
qualro portas prximo ao arco de Santo Autmiio
n. 3.
muito barato.
que su com a visla se pode admirar, o" outras mui-
las fazendas por proco muito commodo.
v. k V Ll ,BUA- Vende-se milho novo em saceos grandes a 11* :
no tiem conhecido e acreditado deposito da roa nos armazens de Andrade 4 Campcllo, na ra da
a i.adein do Recife 11. 12, ha para vender pnt.issa Madre de lieos n. 18.
LtZS^1^!Lf?E3!Lmuni'i*"tf^' v-'nlem-se duas carrocas nova
or qualidade, assim como lambem cal vngem em I-: j ,
n-iira: inii.iD.ir i.rocos mnio razoavois. |,e,ta* de encommenda e que anda nao
: 'TT.?.*.*' erviram, duo-se a crdito sendo com
31 firma segurn : na rua.estreiu do Rosario
2 primeiro aiidarWtMobrado n. 30.
Aviso.
Kissel, relojoeiro franciz, vende relogios do 5
ouro e prala, roncera relogios, jotas e iniisi- -;
cas, ja aqu be eonbecido ha muitos anuos, j
j. habita 110 paleo do Hospital n. 17. 2
*-X&.i t. *_t. 1.;,:. l-ii 4 i JJ i .i f j?. .s?
vendc-se una prela escrava, moca, de 22 a
24 annos, pouro mais 011 menos, sabe cozinhar,
engnmmar c vender na na : quem a orelender
comprar, dirija-se a ra larga do osario 11. 33
loja de miudezas.
Vende-se urna mulata bem moca o com algn-
mas habilidades : na ra das Tfincheiras n. .(0
ip Toalhas adamascadas.
I Fio devela.
3 Estopas.
2f Vendem-se em casa de Atkwiglit
^ & C. na ra da Cruz n. 61.
l.uvas de pellica, deJouvinverdndeiras a $000,
muilo novas, e banha franceza As libras, meias li-
bras e quarlas al oncas a 2560 a libra : na loja
de miudezas do aterro da Boa-Vista n. 88.
llechegado a loja do l^conte, aterro da Boa-
Visla 11. 70, oxcollente leite virginal de ras) bran-
ca, para refrescar apelle, tirar pannos, sardas e es-
pinbas, igualmente o afamado oleo babosa para liin-
o fazercrescer os cabellos; assim como p impe-
rial do lyrio de Florenca para bortoejas e asperida-
des da pollo, conserva a frescura e oavelludado da
primavera da vida.
Vende-se una casa"torrea na ra da Concor-
dia : .1 tratar na ra da Praia, loja de fazendas 11 34.
KSCBAVOS.
\ endeiii-se 2 escrava3, sendo urna mulata de 18
anuos sera habilidades n ontra criolita de 14 annos
con, muito hons principios de costura, engommado.
o cozinha, muilo bonita figura : na ra da Cadeia
do Itecife 11. 60.
Com toque
de varia.
Kslnpa larga propria para cubrir carros a 160 rs.
a vara, pecas de chitas unas de listras c cores ale-
gres, dilas de ditas do gaz : vendem-se na ra do
Crespo, loja da esquina que volta para a na da
Cadeia.
Vendem-se 7 escravos, sendo mocos, de boni-
tas figuras, e com habilidades, entre elles mole-
ques o negrinhas ; na mesma so compra e receb-
se para vender de conimisso, afiancando-sc a
presteza da leuda : na ra do Uvramculon. 4.
Banha.
Na ra Diroila n. 6 ha excellenle banba refinada
1 alva.
Nova inven?ao aperfeieoada V(
DE ; core:
Bandees ou almofadas
". de crina para penteado de
senhoras.
na ra da Cadeia do
AMba do abrir una nova loja na ra Diroila 11.
104, aonde se encentra um completo o variado sor-
tmenlo de fazendas. tanto para a praca como para
o malo, o que se venden, por baraUssimos precos
dinheiro visla, notando-so entre ollas ricos cha-
peos enfeilados para menina, pelo haralissimo pro-
co de 12$, ditos francezes para homem a 7 guitos de lindissimos gostos c superior qualidade a
&.'0"'' 1*800 o par, gollinhas linas a 800, a 1/ e a
1$DfMK ricos chales de frocos a 14 c a 16$ cada um
ditos de merino bordados a 75500, dilos bordados
a froco a 10, ditos com llores de froco muito finos
a 13, ditos bordados a velludo a 12$, dilos borda-
dos a relroz com duas palmas a 10S500, dilos mati-
zados do riquissimos padres, fazenda Meramente
nova, pelo haralissimo proco de 12$ cada um, en-
feiles neos para cabeca de senhora a 6 e a 7$ cada
um, luvas bordadas para senhora a 2$200, dilas de
terral a 12S0, ricas lias para rostido de senhora
do lindissimos padrees a 800 rs. o covado, ricas
mantas de fil prelas para senhora a 12 e a 14$
cada urna, sedas do quadrinlins de lindos nadroese
",;,i!2,"'',S*1*2800 d0- Prosdenaple pre|0
a 11800. 2, 2S200 c2$600 o covado, dito lavrado
a 19800 o covado, mantas para grvala de muito
bom goslo a 3$800 rada urna, poca, de brotanhade
linho muito fina a 5$500cada nina, eassas muito li-
nas para cortinado de cama a 12$ a peca, chitas
francezas escuras e claras, dilas estrellas'de lintas
Usas o lindos padres, palelots de paunn fino pretos
e de coros para diversos precos, musselinas bran-
cas o de cores, corles de gorgurao do seda para col-
lele, um completo sortimento de tudo quanto pro-
prio dejima loja de fazendas, que s com a vista
se poder apreciar o bom gosto, e tudo so vendo
por baralissimos precos, a troco de sedlas aluda
que sejam velha-
Camisas inglezas.
Vendem-se superiores camisas ingle-ms^%~wv*^w.*o**^!^
;as: na ra do Collegio loja 11. 5. KiS25SSsS5^.x SSS^^SaiJS
VinhoRopiioanv m l'nra forrar carros. &?
Na loja de Leile & Irmao,
Recife 11. 4.
3i
Ka fundinio de ferro do ciii.'.ciiliciro Da-
vid YY. I'niw mun, na ra
. do llriim, passando o cliafariz.
Ha sempre um grande sortimento dos seguintes
objeetos de mecanismos proprios para engenhos, a
a saber : moendas e meias moendas da mais mo-
derna construceao ; tachas de ferro fundido e bali-
do, de superior qualidade c de todos os tamanhos ;
rodas dentadas para agua 011 animaos, de todas as
proporces ; crivos c bocea de fornalha e registros
de b.ieiro, aguilhes, bronzes, parafuzos e cavi-
lhes, moinhos de mandioca, etc. etc.
NA MESMA FUNDICO
se executo todas as encommendas com a superio-
ridade ja conhecida com a devida presteza e com-
modjdade em creco.
No armazem de E. A. Burle & C, ra da Cruz
n. 48, ha constantemente para vender:
auaiidadeVemmemr..^., TS P 0S e na constantemente para vender:
e"! nnetase^anVuS S e n'rX "TSSX? """ de f8 "" eU ^ Vem "
mercado.
Chocolate de todas as qualidades.
Burras de ferro das methores que lem vindo a este
mercado.
Loja das seis portas
KM
Frente do Livramento.
Grosdenaple preto para todos os precos, mantas
pretas de linho com bordados de soda, lvasde se-
da pretas para senhora a 1, gollinhas bordadas a
a 1, ditas linas a 1$600, manguitos a 3, lencos de
seda brancos e encamados a 800 rs., camisas fran-
cezas brancas ede cores linas a 2$. palelots branco
de bramante fino a 5$, ditos de brim pardo a 3$
ditos de alpaca pretos a 4 c 5, dilos de casemira
de cores a 0$, ditos de fustao de cores a 5$ a loja
est aborta das 6 horas da manhaa as 9 da noito.
Chapeos enfeilados.
Tem na roa do Queimado, loja de i portas n. 37
todo sortimento de chapeos para meninas, de seda
de palha ricamenlc enfeilados, ditos para senhora
de palha e de fellro, enfeiles de froco para 3$.i00
o$ ditos de rctroz com vidrilhos pretos e de cores
a 4, gravalinhas para senhora, de froco, a 2$ o
todo o sortimento de chapeos de seda.ditos' de sol
para homem e senhora, que tudo se vender por
menos que em oulra qualquer parle assim os Ire-
guezes tenham a bondade de comprar; lambem se
encontra um sortimento de focos para 4 e 2S
POMBOS
de lindas cores eboa rara, chegados de fra do im-
peno : na ra do Trapiche Novo n. 16.
Vcnde-se o verdadeiro rap Meuron, pelo mes
mo preco que se vende no deposito geral : na ra
estreita do Rosario n. 29.
-,--------a-- --1 --.
VinhoBordeaux.
l.in casa do Ilonr Briiiin & i., na da Cruz n. 10,
vende-so vinlo, Bordeanx de dilforonlos qualidados
como LaTolle, ch, Leonilo, I-s. Julicen, om caixa
de urna duzia or barato proco.
Vendas.
Relogios do onroe prata, cubertose descobertos,
palele ingles, OS melhores que cxislem no mer-
cado, e despachados boje, vendem-se por precos
razoaveis : 1.....scriplorio do agento Oliveira, ra
da Cadeia do Recite 11. 62, primeiro andar.
Meias pretas de
seda.
Veiiileni-se meias prelas de sad.i para senhora,
muito eocorpadase muilo elsticas a -1$ o par, dilas
inglezas muito superiores, que serven lambem
[.na osseiihoros sacerdotes a 5$ : na ra do Ouei-
mado n. 22, na loja da lloa F.
Al.CODAO DA BAHA
No escriplorio de Manml Ignacio do Oliveira &
Filho, vende-se algodo da Babia e lio do algodao
em novollos.
Fazendas pretas
para a quaresma.
siira 'nslo,iooo,o ^SJ^S: !l*.* S"*
su a. sondo um completo sortimento de grosdena- propria para cabello o pharmacia cm pequeas b-
.':' ES....."i" Msem,ts- I'"''" Pr"T *" ',as ,l0 10 libr'18 -Wrj cada lata ; a elUque" nova
guinlos: grosdenaplos o covado a 1280, 1$filK) ->
1$'"*ll, 2$, 2a2l0, casemiras prelas cortes a 5S5IKl' i
695OO, 7$500, allS eada corte, o pannos preos" I
difiranles procos e qualidade.-.
Meias de borracha.
CHEGADAS I.I.T1M AMENTK NO NAVIO PBANCKZ.
Na ra do Queimado, na bem conhecida loja de
miudezas da Boa Pama 11. 33, j tem para vender '
por proco barato as muilo procuradas meias de
borracha, nicamente proprias e approvadas para
toda o quahiucr rmrharin nosoemia.
Ricos enfeites com vidrilhos
para cabeca.
-ndem-sc os mais ricos enfeites pretos e de
' cores com vidrilhos, pelo baratissimo preco de 4$
; 6j cada um : na bem conhecida loja de miudezas
j da Boa Fama, na ra do Queimado n. 33.
I \ABOFE E PASTA DE CODEINA DE BF.RTH:.
As propriedades notareis do Vibuhi:-o a Pasta
de Coiikina ton, sido propaladas polas sabias ex-
periencias clnicas o comparativas de Maof.m.if,
HiiiHiLK a'AsnjEics, Wiluasw Orkuori, Mahtin So-
i.iv RC, membaos do inslilutodc Franca, da aca-
demia de medicina, e mdicos dos hospitaes de
Paris.
As experiencias confirmadas pelas recentes ob-
servaces dos Srs. Aiun. Viola, G. Dihom, profes-
sores da faculdade de medicina de Paris, mdicos
dos hospitaes de Paris etc., etc., lem demonslrado
que o Xakopk ei Pist de Canana de Berth: sao
os remedios mais effleaxea para todas asdores nervo-
sas, agudas, e as ve/os lao rebeldes ; e que. alfroxa
com urna rapidez maravilhosa, os accessos conse -
Arroz de casca.
No armazem defronle do trapiche do algodao,
unto ao armazem do Sr. Guerra, veude-*e arroz de
casca por commodo proco.
|f)
A

A QUARESMA.
Na loja da empanada encarnada, ra do Queima-
do 37, acaba de recober ltimamente ae Franca
um completo sortimento de fazendas prelas, pro-
prias para os actos da semana santa, bom como
sejam, neos cortes de vestidos de grosdenaple pre-
to. bordados a velludo e a retroz, manteletes de
grosdenaple preto, rirameuli: enfeilados, maulas
Ue hlo preto o los pretos, fazenda muilo superior, a
melhor que ha no mercado, grosdenaple prclo de
minias qualidades, um completo sortimento de
panno lino preto o de casemira prela para lodos os
precos, e todas estas fazendas se venderao por me-
nas jireco do que em oulra qualquer parle; lam-
bem Maanea de servir c agradar cum toda a deli-
cadeza tudas aquellas pessoas que freqiienlarem
este estabelecimonto.
cpenos e descobertos, pequeos e grandes, de ou-
ro patento inglez, para homem e senhora, de um
dos melhores fabricantes de Lirerpool, \ indos pelo
ultimo paquete inglez: em casa de Soulhall Mel-
lors 6: C *
Vende-se cm casa de Saunders Brothers & C,
praca do Corno Santo, relogios do afamado fabri-
cante Boskell, por precos commodos, e tambem
tranceutns e cadeias para os mesmos, de excellenle
gosto.
Soares fe Monteiro
com armazem de maleriaes na travessa do Montei-
ro no lini da ra da Concordia, tem para vender
n1r1'enSJrll;,I,nl|a ^ lriS-.niUi> muil. Mvel, contina a eslacprorida de um bello e riquissimo
rJf"lar anminaes de todas as especies, pelo | sortimento de tamanc.os de todas as qualidades e
oodefn?^^0 d" 'S harnea : os pretcndenles vende-se tanto arelalho, como pequeas e grandes
sPotaltnnX Montis """*" nfUnd dlJS3f' PormP--"<"> 1--oi.tr. qua.quel
.'('. Vende-sedamasco de soda de bonitos J
^n gostos o muilo proprio para forrar carros : \\zt
Sjj na ra do Crespo n. 12, loja do Campos 1 Sil
ij^*^^1*"**^r"***^' ** ^^^-* --&>***d?^t/0 "''"H.i Lipiuo/. iiHiraviiuosa, os accessos conse-
Arados americanos e machinas pa-! cutiros e que tanto cansam, do catarrho, da tosse
ia lavar roupa : em casa de S. P. Jolins-1 ,:oJvr'-s-*. da bronchite oda phthisica nutMun.
ton & C 111a da s..,,/-.l-, 1. 4.9 O Xarope e a Pasta de Coueisa de Berth en-
n W^- ,ua aa senza'a *. !contram-so em todas as pharmacias de Franca o do
tm casa de Robe Sel mellan & C. estrangelrp.
Para evitar a falsifica, a., deve-sc exigir em cada
vidro a assisxatcra, e o soiik Bf.rtiik.
Dirigir os pedidos em grosso casa Hknier & C*
37, me Sante t'roix dr, la Brelonnerie em
Pars.
ra da Cadeia n. 37, vendem-se elegan-
tes pianos do afamado,fabricante Trau-
mann de Hamburgo
!,fe^iu..jAieia Gomes, Ahrcs&C
Sabio luz osla bella e interessanle produeco
da ponna do Dr. Ildefonso Llanes Cndinez, e adia-
se desde j a venda no largo da Independencia ns
6 e 8 : na ra do aterro da Boa-Vista n. 82, loja
de miudezas: no caf do Sr. Paira, ra da Cadeia
de Santo Antonio, e em todas as livianas dcsta
cidade, a 2a o exemplar.
Ghegoem aloja do Serlanejo
Ra do Queimado
11. 3 A.
Que rica pochincha para a quaresma se C3t aca-
bando, bem como sejam : corles de vestidos de seda
prelos com 3 saias o melhor que pode haver no mer-
cado pelo commodo proco de 58, 6O3 e 70S, gros-
denaplos de todas as qualidados a SIOO. 1S500
1S600.1J700,1SS00,1$90fl, 25,28200,28100 e 26(H
c muilo fino de 4 palmos de largura a 258OO, man-
as de hlond pretas a 10$, ditas muilo finas o me-
lhor que ha no mercado a 16$ e 18 cada urna,
meias prelas de seda a 2SG00, ditas brancas a 29500,
298OO e 3S, ditas de tata para padre a 18700 e2g
] preta hespanhola de duas larguras a 1990(1 e
2, 20$, 223 o 25$, pannos pretos de lodas as qualida-
des, velludo prolo o de cores, seda preta tarrada
dita branca, mantas brancas de hlond a 7$ #650o'
ricos entones de vidrilho do ultimo goslo a 4$, 5$,
6. !) e 1(1$, ricos espartilhos do melhor gosto quil
pode haver de carrllel a 8$, 9$ e 10$ ; assim como
sejam obras follas de lodas as qualidades, peules de
tartaruga Imperalriz o melhor que pode haver, e
tudo mais que se pode procurar se acha nesle es-
tabelecimenlo a vontado do comprador; garnte-
se vender mais barato do que em outra qualquer
parte. n '
A grande fabrica de tamancos
da ra Direita, esquina que
volta para S. Pedro n. 16,
VENDEM NO SEU ARMAZEM
%f RA DA CRUZ %f
CHAPKOS de foltro sortidos, da fabrica acreditada
deCarvalbo Pinto, do Rio de Janeiro.
SABAO das fabricas do Rio de Janeiro.
VINIIO de champagne de superior qualidade.
SALVAS handeiias e outras obras de prala.
Cognac.
Cognac superior em caixas de urna duzia, vnde-
se em casa de Herir Briinn & C, r ua da Cruz n. 10.
Carteiras grandes com chaves.
Vendem-se por preco milito barato carteiras
grandes com chave, proprias para guardar dinheiro
e letras : na ra do Qneimadn, na bem ronhecida
loja de miudezas da Boa Fama n. 33.
Vende-se superior linda de algodo, brames e
do cores, em novello, para costura: em casa de
Seuthall, Mellor 4 C, ra do Torres o. 38.
Relogios.
Relogios patente inglez, por um dos melhores
fabricantes de Londres ; vende-se na na do Crespo
n. 19, primeiro andar.
iras m miuu m
Vendem-se as verdadeiras luvas de Jouvin, tanto
para homem como para senhora, pelo baratissimo
preco de 29j00 o par : na na do Queimado, na bem
conhecida ba de miudezas da Boa Fama n. 33.
Bordados finos.
Ha na ra do Queimado. loja de 4 portas n.37,
um completo sortimento de tiras bordadas muito
proprias para calcinhas de criancas, Iravesseiros
para enfeitar casaveques, gollinhas com manguitos
mi'Wle diversos precos, gollinhas para
^'a8^18'.1?^00- 2- 2550 e 3. Manguitos, o
par 19WHI ale J$, camisinhas bordadas para bapti-
sadospor diversos precos, camisinhas para senhora
com gollinha e manguitos, saias com 3 babados
bordados por 6g, dilas por 4, saias de balao de
goslo moderno para 7a, o outras muilas mais fazen-
das, que neste estabelecimenlo se vendem por pre-
co mais commodo aue em outra qualque loja.
Em casa de C. J. AstleyAC.
Cabos da Russia de manilha.
Cobro para forro, com pregos.
Vinhos de champanha. Moselle e Bordeaux.
Salitre refinado.
Vende-se ou arrenda-so o engenho S. Jos,
sito na reguezia de Santo Aotao, qualro legoa ao
sul da cidade da Victoria, cujo engenho me com
agua, lem grande cercado, limpo e circulado por
alado, minia mata, e paramentado de todo o ne-
cessario, sendo : casa do vireuda boa e grande,
senzala para escravos, casa de bagaco, estufa, casa
de relame, etc., e tudo no melhor estado possivel .-
quem o pretender, dirija-se ao seu proprietario que
e o do cnaenho Sibir daSerra para tratar negocio.
Na ra da Soledade n. 70, vende-se capim
muito bom, verde e barato.
BOM E BARATO.
Cortes de casemiras de cores, fazenda superior,
por 4a : no Passeio Publico, loja n. 11.
Escravos fgidos.
f
No dia 14 de agosto do anno prximo paseado,
fiigiram do engenho Seto Ranchos, freguezia de
Nossa Senhora da Escada, comarcada cidade da
Victoria, osfeguintes eneraros: Damiao, crioulo, de
25annos de^pade pouco mais ou menos, corful*
beicosgrossose mcio arrebitadoa, tem urna cicatriz
na testa proveniente de umeoice de animal, pernas
finas ealguma cousa arqueadas para fra, esmalma-
do, espaduado, altura regular, eeat bucando ado-
ra. Jacinlho, crioulo, de 28 annos de idade ponen
mais mi mono, altura regular, cor preta, pouoa
barba, beicos grossos e faz certo geilo na bocea quau-
do falta, tem urna cicatriz em urna das faces, nemas
finas, esmalmado, fuma, e tocador de rila. O
primeiro foi comprado ao Sr. Joao Francisco Barbo-
za da Silva Cumar, e o segundo diz roe foiewra-
voda familia do Sr.Joao Nunes, da fazenda do Sitio
em Paje de Flores e comprado na praca de Per-
nambuco. Consta que ditos escravos estao esa Pa-
je de Flores por portadores que mandei e de l vie-
ram : rnga-se as autoridades pollones e ranltam de
campo de os pegar e levar ao referido engenho, a
Bernardino Barboza da Silva su na praca de Per-
nambuco aos Srs. Manoel Alves Ferreira 4 Lima, na
ra da Moda n. 3, segundo andar, que serio re-
compensados com a quanlia cima.
No dia 16 de marro do coirento anno fugiram
do engenho Canoa Rachada, freguezia d'Agua Prr-la,
comarra do Rio Formse, os escravos seguintes :
Barbiiui, cabra, de 25 annos de idade, pouco mais
ou menos, cara lisa, tosa grande, olhos viros, re-
lo redondo, tem um signal pequeo entre aa so-
brancelhas, pouca barba, bocea pequea, beicos ar-
ribilados e finos, estatura regular, secco do corpo,
espadando, pernas linas, pos bem-feitos. bastante
fallante Manoel, cabra de 25 annos de idade, pou-
co mais ou menos, phisionomiatrislnuha.cara dea-
carnada, nariz apapagaiado, pouca barba, estatura
regular, secco do corpo, leudo marcas de rentosas
na barriga, provenienle de molestia, pernas finas
com marcas de houbas, e coxeia um pouco deum
quarto, que mal se divulga pelo andar ; o primeiro
foi comprado no Recife ao Sr. Marcelino Francisco
Vives da Silva no mez de outubro do armo prxi-
mo passado, tendo chegado ha pouco de Page de
Flores do lugar Baixa-Verda, e o segundo tambem
foi comprado no Recife no mesmo lempo do primeiro
ao Sr Jacinlho Jos do Amaral Aragao, tendo sido
de a limbo ; porm presume-se torera ambos toma-
do a direccao de Baixa-Verde, por torem sabido
juntos, enlroxados e com duas armas finas, sendo
um elavinote e urna espingarda, ambas usadas : ro-
ga-se s autoridades policiaes e eaplUes de campo,
de os negar e levar ao referido engenho a Jos Fl-
lippe S. Tiago Ramos, ou na praca de Pernambu-
co ao Illm. Sr. Antonio Goncalres Ferreira Cascao,
que serio recompensados com a quantia de OOJ.
Cao6a Rachada 25 de marco de 1859.
PERN.:-TYP. DR U.t. DE PAUA. ST"
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jjjym.mnamm.
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Full Text
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