Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08028


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Full Text
ANffO XXXV. "VI MIRO 81.
SAII1I.IBQ 9 E VUIilE DE 1859.
Por tres metes adiantados 4$000.
Por tres me/es vencidos C$000.
Por anuo adiantado 1$000.
Porte franco para subscriptor.
DIARIO
EICMIECIOOS DA SUSCRIPCO NO NORTE.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNiES DI CAPITAL
, PARTIDA DOS CORREIOS.
i Olinda Indos os das as nove e meia horas do da.
I lguarass, Goannae Porahiha as segundos e sextas-feiras
| S. Anio, Bsenos, Bonito, Caruar, Allinho e 'iarauhuns Tribunal do rn.nn.orrio: segundas e quintas.
Parahiba, o Sr. Joao Rodulpho Carne; Natal, o Sr. An- as torras feiras. Rolaran: Irmas feiras e Motados.
touio Marques da Silva; Araraty, o Sr. A. de Lomos Braga;; Pi d'Allio, Na/arotli, Limoeirc, Brujo, Pesquoira, Ingo/ei- rateada.: lernas, quintas > sohhadns as 10 horas,
l.ear, oSr. J. Jos de Oliveiro; Marailho, n Sr. Jos Tei-i ra, Floros, Villa Bell, Boa-Vista, Ourh ury e l.x lias' Juizo do .nmnerri..: qninlas ao meto da.
'ira de Mello; Piauhy, o Sr. Jos Joaquim Av. lino; Para,] guaras h'irns. i Dito de orphos: lateas e sextas as 10 horas.
o Sr. Justino J. Raines; Amazonas, "o Sr. Jcinnvrao da
Cosa.
Cabo, Si-riuhiiom, Rio Formoso, l'na, Barreiros, Agua Pre-, Primeira vara do civel: linas e sextas ao mel din.
ta, Pimeuteiras e Natal quintas feiras
(Todos os crrelos parlera as 10 horas da manhaa.
Segunda vara do civel: uuartas e sai.hados ao meio dia.
ENCARREGJDOS DA SUBSCRIPQO NO SUL.
It l.na nova as 7 horas e 58 minutos dn manl.a.
10 y.iarto crescenle as ll horas e 1 minuto da manhaa.
17 l.na chela as ti limas e 40 minutos da maullan.
25 Quarto minguanle as 2 luirs e 20 minutos da manhaa.
PBEAHAB DE IIO.IP..
Primeiro as 10 horas o (i minutos da manlia.
Segundo as 10 horas e 30 minutos da tarde.
i Segunda. s- IridOTO, are. S. Zoziinn, e.; S. Plato.
.'i Terca, s. Vicente Frrrer; s Iria, v. m.; S. Zcno.
ti Uarla. S. Marcelino, ui : Ss. D.mgenes c Platonides.
7 Quinta, s. Epiphanio, h.io.; s. KiiQnn, ut.: s. Pelazio
8 Soita, Commeniorsco da Paixo de Jess Corista.
!l Sahliad.i. S. Demelrin, b. ; s. Wolitotrndes, viuva. O nroprietarM do DIARIO Manoel Fignejroa de Faria, na
10 Domingo da Paixao. S. E/.equiol, propheU ; S. Pompeo. ( sua linaria prora da Independencia ns. 6 e 8\
Alagoas, o Sr. Clandino Paleie Das: Baha, o Sr. los
Nartint Alus; Km de Janeiro, O Sr. Joao Pereira Martina.
KM PERNAMBUCOi
PARTE OFFICIAL
GOVKBXO DA PROVIXC1A.
N. 155
los Antonio Saroiva, presidente da provincia de
Pornanibuco.
Faro saliera lados os seos habitantes, sembla legislativa provincial dccreloil, o en sanr-
eioiiei aresoliuao seguinte :
litigo nico, Mea isenlo dos direitns du oxpnr-
lacio, diiranie Olio alios, o oleo ilu rocino produ- major Sevorino ilonrique de Lastro l'iinenlel,
/.ido nesln provinria, revogadas as disposiees coi Auditor.
de polica Manoel oelliu de llrilo, para que Vnu .
Iraiisuiitlinilo-a ao inajor Severino llenrique de
Castro Pimeulel, enm u processo de investigarn a
que ella se reten', Ihe reeoniniondo que trate de
reunir o co.iselho, aiiui de dar principio aos seus
l rabal los.
Para u conselho de julijaintnto a i/ite deve respon-
der, petos (acto* constantes do processo de inris-
llgaciio jiiiitn, o soldado do carpo de policial Ha-
noi! Como de llrilo, nomeio:
Presidenlt
O Sr. M. Reg .- Daremos sin u.ilro dia.
I) Sr. Soica liis sustenta o artigo.
0 Sr. p de llrilo Daremos em oulro (lia. I municipal vigente, precisa que pelos caare compe-
II Sr. .1/. llego :Daremos eui oulro dia. Icoles se solirileda cmara municipal desla cidade
O Sr. Theodoro du S/r di/, que vai fazer ligeiras informaran do estado om que BOacha u processo
observarnos sobre o modo porque cumpre seu con- dessa desappropriacao : se rila de ulilidade mu-
traio o arrematante da Ulumuiaro publica desia 1 nicipal. e sao fundadas as Bllegacoes oo petcio-
ciilade. na rio.
I
parecer sobre a pelteo de Joao Ferreira dos San-,quu appareoa mu delicit, porque snienle para as '* Sr. Sou-.a Iteis o que c da nsperdi qui-
los, que pede revogacao do arl. 29 do orcarneulo oleas do 5:1.", excluido o calcainenlo da cidade. es-I estes seis eontos sejam restituidos tazenda. .
lodos graphicoa, companhia de operarios, obras no- Vm Sr. Depilado : O que e de esperar que Mar, inll,.0,.,,n | ,-Morle branca nlloin
. as ,. acudes, nos damos NO ceios de ris de mais, nos sejamos mais discretos as preereneUs. 50 anos Smha '
porconsequinle. pelo menos dece-se suppAr que 0 Se. Sonta Rr : A respousabilidade nao Baqsieiaw, prto 1 anuo, ttano.
Manuel, pardo, II mezas, hyilroposia.
Kpifanio, braiuo, 1 da, espasmo.
ns para que baja un delicit de 86 con- pesa sobre niini.
O Dr. promotor publico interino Antonio Jos da tele occasiao de observar alguinas dos ruis
contrario.
Mando, por tasto o tote as autoridades, a quem l:osla Rilwiro.
o coiiheeimenlo e eiecucao da. prsenle ru80lw.no \ ogans.
pertencer, que a ciimpram n facun cuuiprir tan iu- I Tenante ajudante Jos iiiiegundos da Silva,
leiraiuente como nella se conten. 11 secretario des-' Dito quartel mostr Manuel Ferreira de Albuquer-
Ui provincia a faca imprimir, publicar o correr. 'I1'" Mello.
Palacio do governo de Peroaiuhurn, nos 4 de abril' 'Iriirgiao-mr Jos Joaquim de Son/a.
de 185U, :ts" da independencia n do Imperio. .Ulerea Francisco du Paula Souza Halagela.
t. S. Dito Jos Antonio de Vlbtiquerque.
nos concn
los do ruis.
Mas, Sr. presidente, nao pede liaver receto ne-
llispeude-se rom essa illniuinaiao ,1 pe rioVua Sala das sessoes, s de abril de ls>!l. Hophotl nhuin disto. Ku disse 110 ultimo dia de sossao, que
qiiaulia de -esseuta e lanos eontos di reis ; e.emlJfeCo llei/o.Hircos dr Laterda, o tacto depaasu constantemente nm saldo de um
troco della, o que d o arrematante lampees Conlinuar-st-hnl exercicio para oulro era urna idea para mini mnilo
em grande numero apagados, a cidade em cscuri- ------------ animadora de que tal delicit nao so darla, ou nao
\1n1la n'uina das nuiles passadas, o orador | Dirt'ui'so Sr. |iutalii S011/.11 Hi'is appareceria realmente. Entretanto, esta minlia
Hospital itt caridode.Rxitem 55 hnmens, s
em
reate.
que transiten, completamente oscuras, porque
lampeos nao haviara sido acosos.
Mas o que nao menos que ludo Uso admira o OSr. Sousu lle.it:ir. prosideule, ruu necu-
ora.lor que, nao obstante a inobservancia do con-1 par-me anida do arl. \2 que se discute o o meo
trato, receba sempro o arrematante, integral ou ; m principalmenie demonstrar a insufllriencia da
quasi. integralmente as presiaces, a que sutoria rerba consignada no s 8" para as obras
direito se o cumprisse: e o que aioda mais admira niesuio pangraplio trata...
lu Sr. Deputada :Todos
pronunciado na sesv'ui le -1 du cor- proposicio oi enuleslada em parle, di/.endn-se que masdirei eu diininuiudu-sc toda a'qiiantia de V-
I nao havin sempra sabio de um exerciciopara nutro' conloa COIU as obras de contrato Maineile, porque su
|Eu, Sr. presidente, nao quero ir milito looge. Pe-! espera que inuliuiu pagamento ser preciso lazer-
co a .itienio da caja para o qupame a lor: porforea delle no rorrele exercicio esa ve/, de
Do 18(9 a 185(1 para 1850 1851 passou o saldo haver o delicit de 170 eontos. nos leremos saldo,
ri S, eP,do -Aresp,,Tbil,dado pesa mlhe*^"B.1T ,. 'Thmnem r,n I,
sobre todos nos que fazemos pan- da casa. rnrn< ,,s,,,lvs. Iip|al m ,"'"
OSr .Wr.iHcwssv-Ku m... carregoco.ua res- Vnnm asiladas as enfermarlas pelo cirurgiao
ponsatolidaae doque os outrosCnem. pilllo fa 8 horls aa ,,,:,,.,, r. Dornellas*8o-
M.is ,-,,,,, ,n ilucnJo, refedo-u.e ao nobre ,ns- ,,ls ua umhi*. Dr. Firmo s 51 ;>. horas da larde
pectorda thesourana assun poder.a a oespezache-1 ,ip Mfmiem
L'.ir a l.l57:lKIO,s-.)Oil ,. o dell.-il serta de 170 eontos.'
Fallecen urna entenna de diarrha.
que o
de ris- (00:924*157 = de 1850 a 1851 para 'l"e o que se espera com mais probahilidade.
\K'\ '' !s">- M:it;70fi:=do. 1851 a 1852 para Agora, Sr. presidente, fa/endo applica.ao desla
1852 a 185:1.^ l!IS:28la6. do 1852 a 1853 ua
853 a 1854= 359:582*771 = de 1853 a lisoi pa
ra; argumentaaSo para u exercicio rindouro, eu per-
para guillare, {i c;.sa se seni crivel que se espere que 110
Rol
pmnntiaes. lo citado oiBcio. portar o zelo daquelles qu sao scaes da tlluuii- Sr. presidente, quaado so ultimo diada Besana
Secretaria do governo dePernambuco, aos'4dcl "'l ao conselno administrativo para forneci- naci. i discuta o nieu nobre amifo. que so assenta mi-
nbril de lh59. melo do arsenal de guerra.Tendo do moolar-se Encerrada a diseussio, o artigo opprovodo e "ha direila, oilvi elle, reierindo-se rommisso de
is : sendo regeilada asegvndaparle|orS*menlo. dizer que nao bavia sido ella
r. Teixeira de Mello, que havia sido | loando, vntando a aCOflSJgnaco de *I7 ce
Fntnciitco de hemos Duarle. f no presidio de Fernando urna ollicina de sapataria
N. (50. ; onde se fabrique o calcado necessario para as pra-
Jos Antonio Saraiva, presidenlc da provincia do '/** ('a guarnii o da provincia, lenbo a recommei.-
darao couselbo admiuislrative do arsenal deguerra:
Ou;' compni nin s os objoctos mencionados na
relaeao, sol n. 1 oque tore.n necessarios para O.OtKI
sapatos, mas lamben] todos os que vio designados
ua relaeao n. 2.
Que oblcul.a e rae remella quatro pares de sa-
patos de todos os tamaohos que servirn de modelo
ua ollicina de que se trata.
Follara.O Sr. agente da companhia brasileira
Pernambuco.
Faro saber a lodos os seus habitantes, que a as-
senibla legislativa provincial decrelou e eu sanc-
einoei a le seguinle :
Arl. 1. A torca policial para o anuo linanreirn de
1859 a 1800 constara de quatro cenias pracas, pu-
dendo ser elevada a seis cenias mis casos de absolu-
ta iiecessidade, ou extraordinarios.
Arl. 2. O presidente da provincia a organisar 1
seus paragraphos : sendo regeilada asegunda parte I orcamenio. dizer que nao bavia sido ella franca,
da emenda do Sr. Teixeira de Mello, que bavia sido | luando, volando si SCOOsignaeio de 217 eontos pa-
Ceito. ra as obras deque lata o $ 3", nao nos disse que
Futra em dlscusso o artigo 16o seus paragraphos.) assun obrava porque achaca insnlliciencia de im-ios
Arl. 10. Com osSOCCOrrOS de Benito enca :
S 1. Kslalielecimeulos doraridade.
podemos atllnnar que
no exercicio que est correado para o vindouro,
haremos de contar por corto, que coi lugar du sal-
do haver delicit ?..,
Ilu um /parle.
11 Sr. Soasa liis: Di/.ia cu, nois smente no
exercicio que esto corrondo para o udouro, have-
nosde recelar que nao smenle nao baja essesal-
0 Sr. Souza Iteis : (i contrario seria um fado
extraordinario, porque o nobre depulado sabe que
a reeeila leiu augmentado sempre de auno a
anuo...
1 ni Sr. Itepulitdo : Veremos se ueste anuo,
naveta augmento.
11 Sr. s,,u:a liis: o que desesperar que
curativo i.is presos
S 2. Sustento
pobres.
$ :l. Recolliiineiilo de oianna.
dosiribiiir, como entender mais conveniente ao 1 'le paquetes a vapor, mande dar passagein para a
sor*-ico, o marear os vencimeutos das referidas I corle, por conta do ministerio da guerra, no vapor
[iracas, pudendo despender at a quaulia de du/.eu- j I110 se espera do norte, a Amonio Innocencio, que
lose viiite eontos de res. ilo\e baixa doscrricnnnK" balallian deinfaularia.
Arl. 3. Fica.u revogadaa todas as disposiees em | Hila.O Sr. gerente da companhia nernambuca-
cnnlrario. ; na de vapores, mande dar passagem de r para as
Mando, por tanto a todas as autoridades, a quem Alagas, no vapor Persiimnqa, a llenrique de A/.e-
n conhecimentn e eiecucao da presente lei perten- V('u" Mello, bavendo lugar vago para passageiro do
cer, que a cumpram facam cumprir lio iuieira- governo.
monto como nella su contm. O secretario desla Espediente do secretario dogoverno.
provincia a faca imprimir, publicar e correr. blelo ao 1" secretario da assembla legislativa
Palaciodo governo de Pernambuco, aos 4 do abril provincial, 11. 72.Nesta dota se exige informadlo
de 1N59, 38 da independencia c do Imperio. J inspeclor interino de saudc publica, acerca d
Dito de Olinda.
I S C. I'ollegio do Bom Consulho du Pa-
, pacaca............
para mais na receiti do exercicio futuro, e acres- I o,0, como at que venda apparecer slgom delicil '-'ss;l reeeila augmente, 011 pelo menos que nao se-
22:000$ 'enlou anida que isto llio pareca um meio de fazer I ":" ri',>11. Sr. presidente, que os factos nao nter- '.i'1 menor do que a do crranle exercicio que deve
11 5M*_WC0B!'ecern nc-cessidade de se contrahir rompidos de 9 anuos, nos levara a erer que nao po-! sur Je 1**' eontos.
demos ter receio de quu appare.-a esse delicit, e pe- ,)ra. 'levemos despender 1172 cotilos segundo o
lo contrario devenios erar quu haver um saldo, oramenlo da nobre cominissiio, quu reunida A de
Om o qual deveiuos contar para o exerco fu-'- eontos de augmento no corpo de polica e K2
',lro--. 1 oiii.is de accrescimo para obras publicas conforme
(0:000$ i emprestimo de I mil eontos anunciada pelo
8I1IIS I projeeto queja solfreu diseussio nesta casa. Pare-
S 4. Dito dn lguarass. ..... 1:000 ce^ 1.....im dos memoras da
romtnissn pelo
est-
50| ll"'"l, porque responde**) entao orador, nao
lava longo de concordar com elle...
OSr. ('. daCiiiiliu :o e.npiestimo nao tcm na-
da com acommisso defozeuda.
l:8l0S
0G:1U09
Vai mesa a seguinle emenda
Ao| G do art. 16, em lugar de 1:8002 diga-so :
2:000|.Pinto di Campos..\. Portillo.Macha-
do Por I el la.
O Sr. Ilnplista moslra a necessidade que ha em
ser emendado este artigo, d
got
de
aun
O .Sr. sonsa Rei* :Sr. presidente, mi acompa-
nnoesse nieu nobre amigo nesse seu mdn de pen-
sa. uno ha duvidaalziima que a commissiio nao
101 tao franca, qtianlo sedevia esperar que fossu :
eu ron mais adianto : a commissiio mesmo nao sei
porque motivo deixou de chamar em seccorrodo
Un Sr. Depulado : Falln uma parle para o sen a emenda, que cu e mais dous nobre- dup.Hados of-
Irabailiouslar completo, a comparai-ao das cifras recemos, ebegar toda a despeza a 1300 eontos, e
do anuo
O AV. Souza liis ; \ renda e a despera sao sem-
pre crescenles do nm para oulro auno ; prfe haver
dilfereuca em cortos ramos de reeeila : por exem-
plo cm um anuo o assucar d mais renda do que
era oulros. e issoaos vemosdarameete pelo exer-
cicio du 1H56 a 57, comparedo rom o de 1857 a 58
eontos, ser o delicil de
.. S.
Jos Antonio Suruica.
doss
requerlmeiitu que fui apruseutado a essa assembla marcado na lei vigente quola.
por Jos Augusto Leal, e que V. S. re.net.eu-me j 0 Sr. M. Caialcanti w. algn.as consideracoes
Sellada e publicada a presente lei nesta secreta- | cn,n o sen ollicio de lionlem, sob n. 8 o que rom... u-! geraes sobre a materia do artigo, e aprusenland as
Exc. o Sr. presidente da ra/.oes por que unteude nao su duver consignar quo-
ria de governo de Pernambuco, aos4 da abril de
1859
niro-lliede ordem du S.
provincia.
Dito ao mesmo, n. 73.De ordem de S. Exc. o
Sr. presidenlc da provincia remello a V. S. em
addilame.itu ..o n.en oli.cm de 2 do oorreute, sob
n. 13, a infnrmaco ministrada pela cmara muni-
cipal de Seriiil.e'm acerca dos limites entre as fre-
gue/.iasdo Seriiihcm o Estada.
Dilo ao mesmo, n. 74.S. Exc. o Sr. presidente
da provincia mi.Hda remoller por copia a V. S.,
Depnclios do lia H demarco. j allin de sor prsenle assembla legislativa pro-
Ollieio ao commandanlo das armas. Remello vmc'a'. olUrin que cm 15 do rorrcnle Ihe dirigi
pnrcdpi a t\ Exc, para ana inteiligencia, o aviso
evpedido pelo ministerio da guerra em 3 do corren-
te, declarando queposso mandar proceder pin-
jas! Aculo da Cunha r Figueiredo Jnior.
Secretario do governo.
Regislrada a folha 155 do litro do leis provin-
ciaes.
Bacretaria do governo de Pernambuco, aos 4 de
abril de 1859.
Francisco de temos Duarle.
la para augmento dos ordenados dos empregados
dos eslabeleci.neiitosdecaridade, concilio declaran-
do volar contra o arligo o seus paragraphos.
OSr. X. Portilla : Sr. presidente, eu reconhe-
coeomo o nobre depulado, que. falln em primeiro
lugar sobre esta artigo que o acto da-assembla
que elevou os vencimcnlosdos empregados do hos-
pital de Pedro II, uoteve execuco, e que nos es-
tamos impossibililados de tomar una medida qual-
q.ter pela qual aquello aclo Icnha exccuciio, mas
eatefida que estamostmoossibililados, nao pela ra-
'!
turan asseio no edilicio, que serve du quartel'ge-
neral, dispendendo-se at quanlia do 1:000a.
r.nmmuiiicou-sc ao inspector da lliesouraria de ra-
teada.
-18
Offlcin ao commandanlo das armas.Sirva-sc V..
Exc. de expedir as suas ordeus.com toda a urgen-
cia, para que o commandanlo da forlela/a de Ta-
mandar receba e tenhaem boa guarda osolciaes
del* liona ou da guarda nacional, que Ihe foreui
remeltidos presos pelas autoridades policiaes
i.oinmunicou-su ao juiz municipal interino do ttio
Formoso.
Dilo ao mesmo.Com esto faco apresentar a V.
Exc pura secem inspeccionados,' os reerutas Ma-
nool ua Gonzaga.r.ominunicou-se ao chefede
polica.
Dito ao mesmo.Tendo concedido ao recrula An-
tonio Francisco daCnnha.Jose Simplicio, e Manoel,
quo com ollicio de 12 do crranle mandei apre-
sentar A V. Exc. o prazo de 15 dias para provar isen-
cao que diz ter para nio servir noexercitu : assi.u
o corumunico a y. Exc. para seo uonhocimento.
Dito ao mes.no. Mande V. Exc. pOr em aborda-
rte o recruta Antonio Francisco da silva, a queso
refere o seu ollicio de i do corrunte, sob n. 192.
i-o.nmuuicou-sB ao chefede polica.
Dito ao mesmo.Em vista da necessidade do fa-
zer soguir 08" batalho deinfaularia para o seu
destino, e nao se oncnutrandocavallos, qne possam
ser singados pelo preco estipulado na tabella de 31
de Janeiro de 1857,: auloriso a V. Exc, para alug.ir
por conla do goveijno, as bostas do bazagom preci-
sas para os olficiaes do mesmo batalho o para con-
duccao dn malerial respectivo.
Dito ao conselheiro presidente da relaco.Sir-
vo-so V. S. de dar o seu parecer sobre a materia do
olllfio incluso, que em 1G do crrente dirigio-me o
juiz de direito inlerino do Rio Formoso.
Dito ao inspeclor da lliesouraria de tazenda.
Attendendo ao que pouderou o lente general
commandante das armas, em ollicio n. 228 de 10
do corrale, recommendo V. S. que mande adian-
tar tresinezesde vencimenlos a cada um dos olli-
e.aes do8" batalho do infantaria para seren des-
c.ontados pela quinta pnrte. Coutmunicou-se ao
commandante das armas.
Hito ao dilo do arsenal de marinha. Mande
Vmc. receber 110 brigue escuna Xingii uma popran
le amostras de pedras, que vieram do presidio 'de
'ornando, como consta do ofGcio junto por copia,
apxamiuando oulro sim se taes pedras podem ser-
vir para o calcamcnlo por parallelipipedos.
Dito ao commandante do presidio de Fernando.
Inteirado do que Vmc. me communica em sen
otcio do 1" do correnle, sob n. 19, tenbo a di-
zer-Ue :
1"One faca montar uma ofllcina do sapataria,
arbitrando aos respectivos meslres, coiitra-mestres
r Pcrins graUnca{6es, que nao excedem na sua
totalidade a quanlia de 400 ris por cada par de sa-
patos. r
fQuo oftereca approvacio da presidencia um
regulamento, no qual se lomem ludas as providen-
cias necessarios para que se uao gaste seno o ma-
terial indispensavel, e sejam as obras feitas com
a precisa solidez e perteico, eslabolecendo-so o
quantHin io auese deve entregar aos meslres por
cada par de calcado, e designando-so as obrigacoes
destes o dos operarios, e a forma porque a oUi'dna
dorer funecionar.
3.Ue ao cooselho administrativo para forneci-
mento do arsenal de guerra recommendo : 1."Que
compre os ohjrclos, que forem necessarios para 6
viucial, o ollu-io quu em 15 do torrente
a cmara municipal de Serioliftem expoudo os ne-1 ziio que aprsenla o nobre pcpulado da falla de re-
cessidades de seu municipio. I linos, mas pela considerarn de que, como mui-
________________1_______________________________1 lobem dissa o nobre depulado que me preceden,
I nos nao fizemos a distribuirn da quantia que aa-
mos aos eslabelecimenlss de eavidade, assim como
I nao entramos na dislribuirfio dos vunciuientos d >
PERNAMBUCO.
ASSEMBLA LEGISLATIVA PROVINCIAL.
SKSSIO O.l.llMIIU KM 7 HE ABBII. DE 1859.
Presidencia do Sr. farao de Camaragibe.
(Concluso.)
ORDEM lili DA.
Primeira discusso do projeeto a. 21 de 1859 al-
Kfrando os limites da nova fregosla de Quipap.
O Sr. Ilaplisla diz quer sendo autor do projeeto,
compre-lhedar casa as ra/.oes em que se baseou
para apresenla-lo : remonla-se & cruacao da fro-
guu/.a de y.iipap, e a/. ver que nos limites que
foram marrados a esta, se nao atienden que terri-
torio Ihe licara perleuceiiiln, que para se ir at
elle era necessario alravessar Ierren., da fregunzia
do Altinbo, Declara quu o prelado diocesano dura
assenlimento para a crearn da freguezia de (Juipap
com a condicao de seren alterados os limites mar-
eados na lei quo a creou, rujo lim o projeeto em
dise.ussio tem em vista.
Encerrada a discusso, o projeclo subincltido
volaco, e approvado, sendo dispensado o intersti-
cio para ser dado para ordem do dia d'amanha.
Segunda discusso do projeclo n. 20 de 1859, que
supprime o ollicio de 2." lahellio de olas, escri-
vo do civel, erimeulc. da villa da Escoda.
E approvado seni dbale.
Segunda discusso das emendas olferecidas em
primeira discusso ao projeeto que eleva cathu-
go.ia de villa a pnvoaio de Agua-Prela
palvimoniodesses eslabeleciinenlos: nos damos uma
quanlia que tica addicionada aquella que resulta-
sendo a lecuila de 128:
19 con tus.
Mas en ja live occasio de dizer nesta casa, e os
nobres depulados concordaram commigo que a
cousignacodo 26 conlos, para juros provaveis da
segunda seece da estrada de ferro, desnecessaria
porque lodos couveein em que essa obra nao ser
do da des-
m saldo
uilas verbas
DIARIO DE PERNAMBUCO.
II u.ten. na assembla provincial, depois do expe-
diente, disrulio-se a emenda do sr. Goaealves Gui-
n.arese J. Mello Reg, sobre o projeclo n. 29 de
18 ili. que eleva a villa a povoaco de Agua Preta, e
orando o Sr. Dellino l'.avalc-i'nii. iorau. poslos a
votos o projeeto e emenda, sendo aquello approvado
cu. te.reiradiscuss.....;st.-i rujeilada.
Primeira discusso do projeclo n. 19 deste auno,
que reslilne a Cimbres o territorio lirado para a fre-
gueztde s. Beato, sendo reieitadp, s rejeitadoo
adiamenlo proposto pelo Sr. Pereira de Brito.
Segunda discusso do n. 44 de 1853, que crea
uma freguezia em X. S. do de Coiauua c foi ap-
provado.
Terceira iliscusso do projeto n. 28 deste anno,
queapprova as alteracoes feitas no enmpromisso
das ir.nandades do Rom (".oiiselho. Foi approvado
com as emendas dos seubores Guimaraes e Carne.-
ro da t'.iinha.
Segunda discusso do projeeto n. 43 do anuo pas-
sado, que reslilue fregue/.ia de Sanio Anto a par-
te que della foi desmembrada para a de Grvala.
Depois de orar oSr. Porlulla foi approvado o pro-
jeeto.
Segunda discusso do projeclo n. 21 desle anno,
que aniiexa freguezia de Quipap o terreno entro
a barra da Jangada e Pirniri. l'oiapprovado.
r.ontinuou o segunda discusso do orcameulo pro-
vincial. Sobre o arligo 16, oraram ainda os seubo-
res Souza Ruis c Manoel Caralcanli, ficando a discus-
so adiada.
O Sr. presidente marrn para a ordem do dia de
hoje a continuarn da anterior, segunda discusso
do projeclu n. 14 destu auno, e levanto.! os.-sso.
melhor.
O Sr. Son;/ RerO que sem llovida mais urna
razan para c.rer que a conimisso tinha um pensa-
memo occ.illo, qual., de fa/.er arredilar na ne-
cessidade desse decantado emprestimo del mil
: te aparte, porque eu prclendia agora' mesmo de-
O Sr. Sonsa liis :\ despe/.a cresce, mas tam-
bera cresce n renda, e por s.o que ha um saldo
sempre.
(Ha um uparle.I
O Sr. Souza liis :Veio milito a proposito es-
"Sr- c- d" CwUk:era o emprestimo asta
em diseussio, nem o nobre doputado est anlori-
sauo a emprestar acommisso pensamentos, que
ella declara nao ter. A commiasao nao tora nada
com oemprosmo, projeeto assigaado por o.ura
O Sr Soasa liis .-Sr. presidente, quaiulo um
inonslrarquu mesmo cora a grande despeza oteada
no auno passadn, ns nao podionios ter receio nesse
dein-ii : diga mais : nao podemos ler receio de que
deixe de llavero saldo que em todos os anuos an-
teriores tem herido. E verdade, Sr presidente,
que a despeza consignada foi comparativamente
com os oulros anuos, por lal forma extraordinaria
0 .Sr. Sonsa Reu .Mas cu rreio que demons-
tre uein n instancia desse pensamento occiilln. p,.|0
modo porque acommisso por seu digno mimbro re-
laior se expressou, via-se be. que ella linha mu pen
.menlo occullo.ueu o tenhn mostrado de nina ina-
quinhent
conlos.
OSr Sottsa liis :Eu fallo do excesso que nao
guardn a devida proporrio. creio que podemos
concordar uislo.
Sabe porcm o nobre depulado, que quando esla
lo, approvou os ordenados,a consequeucia e que em
qualqiier circunstancias que reconhecer que esses
vencmenlosseraograodes.nu pequenos.teniodirei-
o dediminui-losou augraenta-los. Porlanlo. forra
que tenho
Cnegado ao meu lim, isto : demonstrar que na ver-
t dade iieuiiliiinia razo leve a rommisso para corlar
tanto na verba obras publicas fa/.endo assim
crer que mis nao tullamos direito para esse ramo
do serviro publico, o que ainda por conseguale a
ininha emenda, em nada prejudica o orcamento de
modo a receiar, que passando essa emenda nos va-
mos por embaraces no orcamento. Como disse, Sr.
presidente, era este o meu lim, restando apenas
pedir casa dcsculpa do lempo porque oceupci a
sua attein-o, esperando que approve a emenda, por-
que ella est justificada em vista dos dados que me
foram forneridos, por documentos cora que nesta
casa se p.'ide argumentar cora vantagem
I ozes : Muito bem, inuilo bein.
Disfiii-xo du Sr. rleputaao Carneiro
la t niiliu pronunciado na sessao de
5 do frrente,
. &' Cumuro da Citnlia:Parece-me que est
calada .i.accii.a.-ao feita commisso, por ter con-
signado a verba para a companhia lyrira.
si..ido a esse re-neito um coiilralo, o qual ain-
aco da assembla, o
quaulo ao primeiro
ilodos dous oulros,
Communicados.
porque a quanlia consignada
ludo isto.
diininutissinia para
concluir queso ape/.ar mesmo dessa consignarn de P*JJ lss"
O Sr. C. da Cnnha:E porque razo nao se pode
uuer, que a commisso nao acliou mais diiiheiro
22:OUfl, osrendimentos do patrimonio nao sao suf-
li.-ionius pora se salisfa/.ereni as despe/.as propriasda
quellesuslabelecimentos, couinja o auno possado se
recnnheceu pelo bataneo apresenlado pela adminis-j J5f1.mB*'*i P"flu<> este artigorefere-so a obras
Iraco, pois se moslrava a existencia de um delicit
do Gou 8 conlos, a mnneira de resolver esta ques-
lao.no 6 seno a de diminuircni-se as despe/.as des-
ses eslabelecimenlos que nao sao relativas a orde-
nados dos empregados.
Eu sei que o anno passadn os reudiraenlos dos
predios do palriinnmo augmenloram, mas esse aug-
mento nao i' tal que ns possamos allirmar que o
dficit lera desapparecido romplelamuote. nal e,
pois, o remedio? O remedio como disse a admi-
nistrarn fazer a distribuirn de accordo com o nre-
i ....i....... j________ -.,-*... .
Depois de alguinas reflexoes dos Srs. Baptisla e sidenlo da provincia, diraii.uiudo as despe/.as, nao
Lux F.hppe em contrario a emenda do Sr. Guima- as dos empregados, casas nao, porque os emprega-
raes e approvada a enieuda do Sr. Lparainouda.s, c '-
tica empalada a do Sr. 6. Guimaraes.
Contina a segunda discusso do orcamento pro-
vincial.
Art. 14 o enieuda ao mesmo ouVrorida : appro-
vada esta, licandn prejudicaiio aquello.
Entra em disenssau o arl. 15 e seos paragraphos.
Arl. 15..Coa a casa de delencao e. illumiuaco
publica:
1." Empregados......9:30n*JIUII
2.'' Expedieule e serventes. I:800$n00
8 3.' Illuminaro das cidade do Rc-
cife, (ioianna, Olinda, Rio Formoso
o Nazareth.........
82:0O0.Stl0a
93:1003000
^ O Sr. Oonralres Guimaraes : Volei, Sr. pre-
sidente, o anno passado contra esta verba da casa
de deteuco e routiniio a votar contra ella...
0 Sr. Penlo Duarle : Nao tem razo.
O Sr. Gancaloes Guimaraes: ... einbora nao
Icnha razo na opinio do nobre depulado, porque
eu me conformo com a minha razo.
Ha tres anuos que appareceu nesta casa um re-
gulamento da casa de delencao confeccionado pelo
presidente da provinria para ser approvado por nos ;
mas conliuha o tal regulamento artigos taes, que
a assembla nao se ochou com animo do disculi-los,
foram julgadns alguus delles exquisitos emlim um
regulamento inteiramente anmalo.
Ouem tivur lido as discusses que hourerara nes-
se lempo, dar aprero ao que eu acabo de dizer.
0 meio que houve pora sahir-sc bem da discusso
desso regulamento, foi remctte-lo ao presidente
para reennsiderando-o, fa/.ur-lhe as alteracoes ne-
cessarias e devolve-lo para ser approvado pela casa.
Mas tres anuos ja se passaram desde que se devol-
vi, ess regulamento, algumas alteracoes teem ap-
parecido segundo crein, mas o cerlo e,
mil ;.*,i "-----------TT.1""" parec.uo segunuu crino, mas o ceno e, que nunca
"1 sob n V a no IL^S(;f0 ,r,'ineU,aa Por vollou a esla cosa. Eu nao posso entrar nn desen-
SEifila? '?n,pre e* "S.ou,r'>9 volvimen.o da
objectos mencionados na relaeao sob n. 2; 3"que
obienha e me remeta, para seren transmittidos
Vmc. quatro pares de sapatos do lodos os lma-
nnos, que servirao de modelo na ofllcina de uuo
se traa.
materia desse regulamento, porque
nao o tenho presente, nem elle est era discusso,
mas enlendoque islo nao pode passar sem censu-
ra, porque esse regulamento tendo sido devolvido
ao presidente para o reconsiderar, al hoje nao foi
dos por seus servicos tem direito a ser retribuidos,
e seus servicos sao litados por \e'\, mas fa/.er a duni-
nui-o, por exnmplo, no numero de doentes, porque
conformo o numero tamben, matar ou menor o
despeza, mas islo deve ficar inteiramente a desrrin-
ro da administrarn de accordo com o presidente
da provincia, rorrear as despe/.as que podem ser
cerceadas, mas de maueira alguraa dcixar de pa-
gar a quem por esta assembla foi determinado.
Agora em referencia a nata verba que diz respei-
lo a sustente e curativo dos presos pobres, para o
que se consignara 40 conlos de ris, eu nao sei Sr.
presidente, em virlude de que lei nos somos nari-
gadas a marcar quola para sustento e curativo dos
presos pobres.
Um Sr, Depulado : A da beneficencia.
0 Sr. A. Porlella : Mas nao vejo lei alguma que
nos obrigue a isto.
1 ntSr. Depulado: Ha uni muito forte, que
a vontadn do governo gcral.
O .Sr. N. Porlella a isso que cu quera
chegar. Consla-me que d'autes essa despeza era fei-
ta pelos cofres goraas, depois um aviso do goveruo
geral, como oulros ..mitos que tem havido, offeiisi-
vo dos iulcressus dos cofres provinciaes, fez com
que essa despeza so etructuasse pelos cofres provin-
ciaes, c 0 que verdade que desde longa dala nos
nossos ornamentos se v consignada uma verba pa-
ra sustento, e curativo dos presos pobres que j cie-
ga a quanlia de 40 conlos. e segundo ouco dizer tem
excedido. Ora, islo merece seria attetiro da assem-
bla.
Podero ainda dizer alicuma cousa sobre aemen
da que apreseutei com o Sr. Pinto de Campos, mas
nao leudo ella sido impugnada, o roconhecendn a
assembla os justos motivos que ..venios para apre-
senla-la, uo direi cousa algn.a: a suajusti.-a e
ulilidade manifesta
OSr. Paula Ilaplisla faz diversas considerares
geraes acerca da materia do arligo.
Dada a hora.
I) Sr. Prndenle dssigna a orden, do dia e levanta
a sessao.
O Sr Souza lleis:Sr. presidente, diz-se ene
com a discusso do art. 12 do or.-ainento nada tem
" emprestimo proposlo, mas eu digo que tem i
n muito. porque este artigorefere-so a obras
ublicas administradas e contratadas enlro asiiuaes
.a multas estradas, > esse emprestimo que sepre-
lei.de contrahir diz-se quo principalmente para
levar a elfeito obras publicas desla ordem
Diz-se lambem que nada tem esse emprestimo
com a commisso de orcamento, cu pens de un
niodo contrario porque vejo elle assignado por um
nos nierabros dessa commisso. Diz-se ainda qne a
commissiio nao pude dar mais dinheim, porque de-
pois de fe.la a dislribuieo pulas despezasque erara
obnga onas. a commisso deu o rosto que achou
para obras publicas. Mas, seoboros, que razio bavia
Ir'L'x" .S>mmi8s5o votasse fundos, para, por
exomplo, a illuininaco do Rio-Formoso o para a
n.iif'M .' P*ra """XaS" *< "'ais 00 lampei.es
nesta cidade, que sempre se ronsignam no orca-
mento e qup r,ao lera lulo applica.ao !
Um Sr Depulado:Quem Ihe. lisse isso?
Sonsa Reis:Todos os
podio receiar que
recolta nao chegaase. Porlanto, j v o nobre de-
putado queautorisada essa despeza, nao pelas ren-
das ordinarias da provincia, mas por um meio ex-
traordinario qual o emprestimo, nao se pode argu-
mentar de maneara a dahi se concluir que nao ha-
ver saldo, ou que. haver dficit, porque, senhnres,
desde, que ludo marcha fora do ordinario, se deve
esperar sempre o quu cxlraordinario.
Um Sr. Depulado :Mas concorda em que pos-
sa haver dficit 1
O Sr. Souza liis : Concordo, se se pagar com as
rendas ordinarias aos Srs. Mamede c Milet ; mas
essa despexa nao se deve fazer pelas rendas ordi-
narias, e quem quer que se encarregou de levar a
etleilo seraelhautes contratos, doria ter promovido
os mi-ios que a casa Ihe proporciono.! para que nao
viesse a apparecer o delicit.
Uih Sr. Depulado : Sempre era ficar devendo,
O Sr. Sottsa liis .-Faz muita dilferenca, cutre
precisar-sc de meios para occorrer de promplo, e
ter esses muios conlrahindo-se um emprestimo. Has
direi ainda ao Sr. depulado que nem mesmo esse
jacto nos faz receiar dficit de naturu/.a alguma,
porque o nobre depulado, direclordas obras publi-
cas ja me disse qoe nao esperava que no exercicio
crreme o Sr. Mamede rerebesse dinheiro alg.iui,
e se rerebesse seria muito pinico, e eu confirmo
na esta uuo-Te,fo i.'.m i sos,a"Tise tons^- i""d rs,a Pil,ia0 do nobre depulado com oque
lTO^.H,^mt?un!!1Tta'" mo fo. armado pelo inspector do IhesouraVia
non la do l'Tl ,-'" ,'C"Ura'" ''",u a com- l'^vinei..!. que tem habilitaces para sab-lo.
pe e g 'ra obaW J "t """ 'ni- O Sr. C. da Cunha .-Soho pode saber da es-
iiim n um. t.j:_______ir ~ submettido ao conheimento da casa, e nao est
toXe""Cd7deteri. "pTem8monu'r a,,p,r0Vad,0 '^ t ?"f i qUe *& dC h?
.an j., K..a"p..." uP.'?:*m, montar e-lo esla casa devolvido elle se acha approvado
t
nesse presidio, havendo presos habilitados para
nellas Irabalharem.
Dito ao director das obras militares.Inteirado
do queme communicou essa directora em oIBcio
de 16 do crrante, sob n. 72, tenho a doclarar-lhe
uo a despeza com a limpeza dos cubos do quartel
a guarda nacional no largo de palacio, pelo sis-
tema adoptado, deve ser feita por conta do minis-
terio da guerra.Commuoicou-se ao commandante
das armas e ao inspector da thesouraria de fozeudo.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.Vis-
las as suas informacoes de 13 e 26 de Janeiro sob
ns. 13 e 37, tenho a "declarar a Vmc. que deve man-
dar abouar i professora de inslrucro primara da
freguezia da Boa-Vista, Francisca das Chagas Ribei-
rode Olireira, o ordenado que Ihe compete na
conformidade das informacoes citadas e arl. 4 da
lei provincial n. 489 de 13 de iunho de 1857.r.om-
mu.iicou-se ao director geral interino da inslruc-
ro publica.
Dilo ao inspector inlerino da saudo publica.
Haja Vmc. de informareom a possivel brevidade
sobre o incluso requerimento de Jos Augusto Leal,
lulo ao delegado do termo da Roa-Vista.Re-
meltendo-lhe com o impresso incluso a copia do
olhrio da presidencia de 23 de marco do anno pr-
ximo passado, recommendo a Vmc' que, em prazo
breve, ministre a informaco exigida no predito of-
Bcio. visto que nao a pode dar anteriormente pelo
motivo declarado em seu offlrio do 1." do feverairo
ultimo.
Dito ao commandante do corpo de polica.__Rc-
meltn inclusa a Humearn do conselho de julga-
ineuto a que (leve responder o soldado do corpo
pprovado
tcitamente, cu como me ochava presente e fui um
dos que nao approvou esse regulamento. foco eslos
consideracoes para que alguem a quem competir,
d providencias para que esse regulamento seja
discutido, e devldamenlu approvado pela casa.
O Sr. Sonta Reis: S. Exc. acaba de pedir in-
formacoes ao chefe de polica para fazer o reforma
para que foi aulorisodo pela casa.
O Sr. Concalves Guimaraes: Eu o que quze-
ra era que huvesse logo alguraa medida tendente
a dar-se logo essa reforma, a definir-so esso regu-
lamento antnrisado pela assembla provincial, ap-
provado pelo governo geral e cujos empregados
sendo pagos pela provincia sao Horneados pelo go-
verno para com emolumentos do cdigo do pro-
cessos e oulras muilas prescripcoes exlravagoutes
fossem tambero reformadas bem como cortes de ca-
bello a delentos ele.
f'm Sr. Diputado Trala-se da reforma.
O Sr. Gouraltes Guimaraes: Agora que sei,
e entretanto ja fazem 3 anuos que se deu esso au-
torisaco ao presidente, sem quo cousa alguma
possamos approror, conclitindo apenas com essas
considerares sobre o artigo em discusso.
OSr. Teixeira de Mello :Daremos em oulro nu-
mero.
Vai meso a seguinle emenda :
. Ao 8 Io do art. 15.Em vez de 9:300, diga-se :
3100
Ao8 2"-Era vez de 1:800, diga-se: 200S.-S.
R.fiixiira de Millo.
E recebida quonto segundo parte smente, e
nao quanio primeira por conter materia que nao
podo ser admiltida no projeclo como emenda.
SessXo ordinaria em 8 ns arru. de 1859.
Vresidencia do Sr.Dr. Vorlella, continuada pelo Sr.
C. da Cunha.
Ao meio da 1/4 feita a chamada, achara.n-se
sentes 21 Srs. depulados.
Abre-se a sessao.
I.-se e approva-so a ocio do anlerior
O Sr. 1." Stcretario d conta do seguinle
EXPEDIENTE.
Um ollicio do secretario da provincia, partici-
pando que se solictou do prelado diocesano os pa-
pis relativos ft creaco da freguezia de Nossa Se-
nboro do O' de 'ioianna.Inteirada.
Outro do mesmo, fazendo setenta que se pedio
ao juiz de orphos da captol o iuformaco sobre os
qjanlas pagas por sello de heranc.as de menores re-
conhecidos lili.os naturaes em testamento.Inlei-
rada.
Outro do mesmo enviando copia do contrato que
a cmara municipal do llecife fez para limpeza des-
la cidade.Inteada.
Dulro do mesmo, commiinicando que fura reract-
tido ao prelado diocesano o projeeto n. 1 i.Intei-
rada.
Outro do mesmo, remetiendo os autographos das
leis provinciaes de ns. 455 a 459 sancionadas pela
presidencia.A archivar.
Um requerimento de Joo Pedro do Jess da
Malta, lanrador do consulado provincial a alteres
da quarta companhia do .ercero batalho da
guarda nacional, pcdlndo que se Ihe niandein pa-
gar os seus ordenados dos mezes de agnslo de 1857.
e Janeiro efevereiro de 158.Acommisso de le-
gislaro.
Fica adiado por pedir a palavra o Sr. Correa
d'Oliveira, o seguinle parecer.
Acommisso de orcamento municipal, paro dar
peoe
O Sr Souza litis .Quando lera isso lanar?.,
Um Sr. Diputado .Dentro era breve. '
O Sr. So;a Riis .-Tambera ha dous mc/.es se
urna que havoria no dia seguinle.
Um Sr. Diputado : Por um snistro nao houve.
Outro Sr. Depulado : Tambera o contrato Ma-
mede se nao saliese se realisar ou nao.
O Sr. Souza litis ; Mos ns somos obligados o
pagar o que se llzer.
' m Sr. Diputado :Assim acontece com o gaz.
O Sr. So; r (inda a falta que ja houve, o por consegrante
que nao pagaremos ainda o gaz no exercicio futuro,
parece mesmo que ha mvonlade da parte da com-
panhia, porque precisando ella de retortas que o
Sr. Slarr se compromeltia a fazer. e da-las pro.mi-
tas dentro cm breve lempo, o companhia recusou
isso e quiz antes manda-las vir da Europa. He. uma
hypolhese, verdade, mas nao se pode chamar gra-
tuita, porque consecuencia dos fados...
O Sr. Millo Rtgo :Bem, eu o engajo para o ar-
tigo lo, agora nao se trato dsso.
O Sr. Sousa litis :Por que consignou a com-
misso fundos para os theatros lyrico u dramtico?..
a Sr. Depulado : Porque ha um contrato.
O Sr. Sousa lleii; E estamos obrigados a cum-
prir esse contrato?...
I'iu Sr. Depulado : Nao.
O Sr. Souza Reis: Se nao oslamos obrigados,
como a commisso consignou fundos para siles,
leudo oulros empenhos a que nao poda fallar? ..
Lio Sr. Depulado : Era um controlo que exis-
ta.
O Sr. Souza Iteis : E isso razo poro se votor
fundos paro o thealro?...
O Sr. C. da Cunha :A caso pode deixar de con-
signar esses fuudos, pode rugeitar i verba.
0 Sr. Sousa Iteis .Se a casa pode deixar de
consignar fundos para isso, a commisso pedia dei-
xar de propr que se volassem...
C i Sr. Depulado :E aecuso acommisso por
isso?
O Sr. Sousa liis:Aecuso a commissiio por que
diz que nao linha dinheiro suficiente para pagar
as obras contratadas e arrematadas, e as mais pre-
cisas, consignou fundos para as companhias dram-
tica e lyrica, e nutras despezas desla ordem que o
casa nao esti obrigada u volar; ocha que nao tenho
razo'!...
_ -Iioatro
della approvcitava a populaco I I
Parece-mu que esla assorco e po neo exacta. V
quota dada en. beneficio das assigiialuras, o thea-
lro lyrico estando lalvex em mais de dous tercosas-
signado, 6 um favor de vinte eontos de ris que se
dt em beneficio pela maior parte dos assiguau.es.
O Sr. P. de llrilo :Nao e favor.
i da an-
Um Sr. Depulado :(.(..a.ido disse a commisso
que nao tinha para pagar essas obras 1
0 Sr. Soasa Reis :Ento preciso dizer ex-
pressamente ?
Nao basta dar 247 conlos para ludo isso, quando
somenle para contratos Mamede e Millel san neces-
sarios 150 cotilos de ris.
Um Sr. Depr'tado :V commisso nao disse que
nao podia pagar a Mamede, ainda pagando-se sobra
dinheiro.
O Sr. Souza fiis :Oh senhores, pois se para
o contrato Mamede, obras arrematadas etc. sao ne-
cessarios 3:15 conlos, e o commisso d 247, pode
sustentar-se que applicou ella fundos para todas es-
sas obras ? Creio que nao, e me persuado que
uma censura muito bom feita, muilo cobivel a que
eu faco commisso.
Sr; presidente, em vista do modo porque a com-
misso oreo., a despeza da provincia, o em vista do
emenda que eu e mais dous amigos olfereecinos
consideraran da casa, se deve tirar a concluso de
que nos aulhores da emenda vamos concorrer para
Irada de ferro.
O Sr. Souza Reis :Esse emprogado bastante
zeloso. e por isso por cerlo deve ter procurado ob-
ler informarnos, ofira de que consultado o respeilo
nos Dodesse ministra-las para que possamos me-
lhor legislar: elle opina com o nnbre depulado, c
suppe que o Sr. Mamede no exercicio correnle nao
incommndar a fa/.enda provincial...
tm Sr. Depulado .Hade incomraodar em al-
guma cousa.
O Sr: Souza Reis :........ com a exigencia de
avullado pagamento.
Assim, pois, num este tacto extraordinario con-
signado ua lei do orcamento vigente, nos deve fa-
zer receiar um delicit. nos deve fazer receiar mes-
mo que nao hoja saldo.
Sr. presidente, eu creio ainda que tcm-se que-
rido fazer acreditar que haver um dficit em vir-
lude do que nos foi tra/ido oo nosso conhecimentn
pelo digno administrador dosta provincia, e por ter
sido a elle annunciado, pelo inspeclor da thesoura-
ria, isto : quu tendo sido a receita do primeiro se-
mestre do correnle exercicio apenas 403:051g36t
rs. era de receiar um delicil de 170 conlos. Disse el-
le isto, he verdade, mas disse tambem qne calculo
7"J-a "*ceila no. 'ira do exercicio ebegar
1,287-OOOsOOO, e que estando a despez oreada cm
l,ol6:0008000 uma vez que se esperava que se nao
fi/.esseni algumas das despezas aulnrisadas....
Um Sr. Depatado :Como, por cxemplo, ai
la do commereio.
OSr. Sousa Reis- Diz muilo bem o nobre de-
pulado, a da aula do rommercio.
Um Sr. Depulado : Todo Isso to pouco.
O Sr. Sousa Reis: O ser pouco nao motivo
para que so nao cont que nao sero feitas. Espe-
rava tambera o nobre inspector que se nao dispen-
desse toda a quantia votada qora a empreza Ma-
mede, e que tosso indemnisado a do arligo 36.
Fallando nesta indemnisaco devo declarar que
de crer que nao acabe o exercicio sem que com
effeito se d essa indemnisaco por que Sr. presi-
dente se se uo der, eu no'sci como as delfbcra-
roes desta casa hao dn ser consideradas '
Saliera os nobres diputados que o anno passado
se consignou a titulo de adiontamento a quantia de
seis eontos de reis, para que o Sr. Antonio Joaquim
de Mello imprimisse a sua obra, e se declaro., lo-
go que a fazenda seria indemnisada don tro do exer-
cicio, fazendo o presidente correr tantas loteras
quantas fossem necessarias para isso, entretanto
ate hoje se uo cumprio isto
Vm Sr. Depulado : A as
ferencasde loteras.
O Sr. Souza Reis : K negocio muito grave,
devia executar-se esla parle da lei ..
t'nir. Depulado : (Jual a razo para se emen-
tar essa c nao as outras ?
O Sr. .Sousa Reis : Eu lhc digo ; devia ser
executada essa parle da lei porque a provincia pre-
cisara desse dinheiro...
.- .----------------, porque eu pago
de ininha algibeira.
O Sr. C. da Cunha : Mas seo thealro nao se
sustenta sem a consignaco da assembla, se todas
as reas que ha reprasentaco, ou quasi todas, san
ellas para osassignanles, o que isto ?
0 Sr. P. de Brito : Nao exacto.
I'm Sr. Depulado : Eu fui l sem ser assig-
nantc.
O Sr. Carneiro da Cunha :. mais feliz do que
oulros que, esperando semanas iuleiras, nao pode-
ram obter um camarote.
O Sr. Peiroo Duarle : E as cadeins eslo Indas
assignadas lambem.
O Sr P. di Rrito :-Xo ha tal.
O Sr. C. da Cunha: Ento o nobre deputado
comprara aos assignanles?
OSr. P.de llrilo : Que importa? Comprara,
hara para vender.
_ O Sr. C. da Cunha -Isso nao deslre o que eu
disse. porque lano eslava tudo assignado,que este
anuo liume.au. a.inunrios para quem quizesse as-
signar, e os camarotes liear.nu lias ... usinas mos,
apenas um estando vago.
P'-'rgunlo agora, a subvenco que se d a compa-
nhia lyrico, o favor de quem reverte ? Sem duvida
atavor dos assignanles, san elles quem aproveitam ;
sao vinte conlos de ris em favor dos assignanles.
Quando se Iratou aqu de varios contratos em
exocucao, como o da estrada de ferro, por exempio,
o lim real que tinham algunsSrs, depulado* era fa-
zer umo censura, para versedah resultava reme-
dio aos definios que se notavam ; eu tambem que-
ro fazer agora a minha censura para ver se as cou-
sas iiielhoram a respeito do thealro lyrico.
Me parece que o governo poda contratar com o
emprezario para que dsse duas recitas por semana
livres deossigiiatiira. Assim ahrir-se-hiam as por-
tas do ihe jiro a quem quizesse, j queiS to deso-
jado.
(fiaumoparie.)
O Sr. C. da Cunha .Serve para os felizes. Para
que chama o nobre deputado a questo para ahi ?
Ento posso-lhe dizer, que eu vim varas noilesao
Recite e nao pude obter um lugar no thealro.
(ffa um aparte.)
O Sr. C. da Cunha :Mas o nobre deputado sa-
be que na Europa at rigorosamente prohibida a
vendo de bilheles em segunda mo.
Um Sr. Diputado : Mas nao se prohbom as as-
signaturas.
OSr. C. da Cunha :Bu,por consequenciacom
estas palavras nao quero dizer que se nao vote
a quota para o thealro lyrico, dou-lhe o meu voto,
quero que estas palavras cheguem a alguma parte,
que sejam ou vidas fura daqui, porque nao razoo-
vel que continuemos a dar 20 contosde res em be-
neficio smente de quem leve a fortuna de obter as-
signatura no thealro, ficando o resto da populoro,
que tambem deseja a mesmo distraeco, privada
della. Se o pessoal da companhia lyrica estirer
completo, c conforme ao contrato, ncnhumadifDcul-
dade haver em se dar mais duas representacoes
por semana.
A estrada de ferro.
O honra.Inflep.liado, o Sr. Souza Reis no discur-
so publicado no Diario de hoje, attribuio a culpa da
garanta de juros de 2 por cenlo, conredida pela as-
sembla provincial eslrada de ferro desta pro-
vincia, ao ento presidente, que levado de um pani-
co contrahio coutproinissos como ministro brasi-
Itiro un l.ondrts : e por isso convocon eztraordi-
uariameiite a assembla.
Supposta a ba f doSr. Sonsa Reis estou qui-
nan levar a mal qitceutomea libordade de recli-
llcar o seu dizer. na parle que me toca.
Nao flz compromissos alguns (num costumo faze-
los em malena de administraco) com o nosso mi-
nistro e.n Londres, que ento"era o Sr.consolheir."
Sergio Teixeira de Macedo. flecehia cu noticias dos
dithr..Hades rom que em Londres se lutava para a
encorporaco da ronipanhia', quando de repente ap-
pareceu outra nova dillic.ildade, creada no paiz :
era a garanta deiurosde 2 por cenlo, que a Ha-
ba acabava de acresrunlar aos 5 por con lo do gn-
ver.io geral. Toniei o ocrordo de mui ttpolaneu-
ineiiie convocar a assembla provincial, e expuz
particularmente aos seus dignos membros o perigo
de que eslava ameacada a nossa empreza, um frente
da llahia. Tendo a fortuna de ser envido por elles,
um projeclo garantindo os 2 por cento estrada de
lotitlL coilario^ferr.iieP"n;,,nl,UC0 fi ""''ediataraente apre-
notivosem contrario a sentado esubmettido discusso. Dei parte deste
' nuc era convenien- acul"ec1,nV;nl0 a" Sr Sergio Teixeira de Macedo,
Z lyrico porgue %*** enUeW a **" ue ou """a e
E com elTeilo passon o projeclo por unanimida.lc;
e o Sr. Sergio, a cuja descrpieo e probidade con
liei a garanta de juros de 2 por cento, uo a pude
dispensar no contrato, oo obstante empregar todas
as diligencias de um procurador circumspecto. Nao
conseguio elle pouco contestando outras coudicres
onerosas, que os capitalistas ainda exigiam, inclu-
sive uma liypothera nos rendas provinciaes. Nao
houve compromissos, alm do que acabo de dizer ;
e quem do contrario souber deciare-o bem alio.
O nobre Sr. Sonsa Reis julga que os 2 por cenlo
cm nada influo paro o encorporaco da companhia.
porque se iiifluisse, diz elle, a da Baha seria logo
i a ni nem (incorporada, o nao islario hoje sem estrada
de ferro, nem mismo como a que mis temos. Enga-
na-se o nobre depulado: a razo de termos anda-
do um pouco mais adiantados nosceu essencialmcn-
le de uma circumsloncia feliz
em lugar de se cfTcr-
luar aqu o cnnlralo da garaulia provincial dos 2
por cenlo, como se fez ua Babia, e o desejava o con-
cessionorio Mornay quando por aqui rollara da
cflrtc, dei antes plumos poderes ao Sr. conselheiro
Sergio para conchava-Io em Londres, ofim de me-
lhor poder harraonisa-lo com as condices que1 por
elle mesmo linham de ser ajustadas "ennnexaiia.
pnr parle do gooerno geral ; procurando eu por es-
to forma evitar os embaraces em que foi encalhar o
negocio da Bulla ; e o Sr. Sergio, em virlude do
modo porque enramitihei a negocioco, flcou habi-
litado a fazer para Pernambuco, o que nao pode en-
to fazer para a Babia, segundo elle declaren no
opusrulo que deu luz no Bio de Janeiro, defen-
dendo-se das qneixas do Mercantil.
O Sr. Sousa fiis ainda diz que o actual Sr. mi-
nistro do imperio ( o proprio Sr. Sergio) aflirma-
ra que o juro addiconal nao era necessario para
!ue a empreza se rtalisassi. Sem qnerer fazer so-
resohir a contradieco, lalvez apparente, em que
o nobre preopinante quz pr o Sr. Sergio presi-
dente de Pernambuco com o Sr. Seigio ministro em
Londres, munido de plenos poderes na qualidade de
commiitenteda provincia ; obserrarei nicamente,
que oSr. conselheiro Sergio nao podia deixar seno
o mesmo que eu disse no meu relatorio assembla;
o mesmo que disseram ramios horneas de nota ;
islo : que se nio fossem os 2 por cenlo dn Ba-
ha nao teriamos provavclmente necessidade de of-
fereccros nossos 2 porceuto; eas eraprezas se con-
tentaran! com os 5 por cento do governo. Ora, es-
tas conjecturas eram feitas anles de romper a
guerra do Oriente. Hoje tudo sao facilidades! !..
E' mu provavcl, nem isso rae admira, que todos
os males pretritos, presentes e futuros ; todos os
desvos c desperdicios occasionaes da nossa em-
preza sejam laucadas em conta dos 2 por' cenlo, e
o carga dos 2 por cenlo venha por fim a pesar to-
da intuir sobre meus hombros. Pois bem, nao
moralisarei, nem me opporei a que cada um pense
como quizerfacan miliora iniliores : mas o que
devo reclamar, ercclamarei sempre a verdad.-
dos factos. 0 nobre deputado podendo avocar da
secretaria do governo toda o correspondencia res-
pectiva, que nao pequea, creio que na de formar
um juizo mais seguro.
Recite, 7 de abril de 1859.
Jos Rento da Cunha e Figueiredo.
Correspondencias.
i assembla conccdcu prc-
Uni Sr. Depulado : As loteras que se man-
daram correr sao para obras do provincia.
O Sr. Souza Reis : O que verdade que at
agora...
Un Sr. Depulado : O que verdade que o
censura cabe nos, e nao ao presidente porque
uma disposico oppe-se a outra, e elle uo sabe
qual deve preferir.
Ourro Sr. Deputado : Parece que devia prefe-
REVISTA DIARIA.
Houve honlem a procisso de l'assos, com
toda a pompa c lirilhantls.no.
Na ida do Sc.ihor para o Carmo ante-hontem a
note, um grande mntim reinouno paleo desse don-
vento : qno ia tendo serias consequencias. Um gra-
cejo de um s.igeto com a msica de um dos bata-
Ihoes de guarda nacional, apeldondo-a de msica
da caridnde, deu lugar a que as pracas desse bata-
lho travassem um conflicto com um mullido de
paisanos, accommetlendo-os de baionetos. Feliz-
mente a interrenro dos olficiaes e autoridades po-
liciaes, reslabclecerom a paz, antes que Uvesaemos
a deplorar algnma desgraca. Todava 6 sempre para
notar qne em agitacoes dessa ordem figure uma vez
por outra o nossa guarda nacional!
A carne verde contm'ia aiuda por alto prcro, e
al aqu nn tem sido possivel remorer-se essa ca-
lamidade No entretanto consta-nos que a policio
trata acuradamente de averiguar o motivo do onea-
reciinenlo desse genero, atini de, conl.eci.lo elle,
dar-se m nuressarias providencias.
O Sr. Dr. delegad., tem pessoalmcnle procurado
examinar as causas desse estado de cousas.
Acercada illuminaro o gaz, tundo chegado
do Rio de Janeiro slgnmas retortas, foram ellas j
cellocadns, e a companhia trata das necessarias ex-
periencias, a ver se at o dia 2 de mao pude ler lu-
gar a .Iluminarn dos dous barrees, de Santo Anto-
nio c S. Jos.
Dcosqucira que casa segundo te..latir nao sata
.r... ,.-;.,...;.... f-.. ..-..i J
rir as que diziam respeilo s obras do hospital e do I como a primeira frustrada.
gvmnasio. Morlalidade do Ha S
O Dr. los Benio da Cnnha e Elsjrnei
redo, o tenente-seneral Jos Joa-
quim Coellao e o eapitao Pedro Ivo
Velloso da Silx eir.
esejando fazer um esboce da vida publica do
Exm. lenente-general Jos Joaquim Coelno, e ten-
do promettido apresen ti-lo quando publicamos o
communicado, que se leu no tarto de Pernambu-
co de 9 de julho de 1857, cuidamos de obter docu-
mentos ofciaes, o informacoes que s deviam vir-
iles de ppasosa competentes, e, ajudado de nossa
memoria, vistoquu tinhnmos sido leslem.inha de
diversos factos, c em alguns havamos lomado par-
te, escrevumos o que so ocha estampado em os n-
meros 62 e 03 deste jornal; e tanto em vista tive-
mos nao molestar pessoa alguma, que, saliendo de
certas circumslancias que deviam dar mais realce
replselo do dislinclo general Coelho, se fossem re-
feridas, deixamos de menciona-las, s porque po-
diam aflligir aquellos que nellas tiguraram.
r.om as informacoes que obtivemos, o com os do-
cumentos que nos foram confiados, nos julgomos
aulorisado, como eremos estar, para dizer o que se
leu un esboru o quu nos referimos, e nelle dissemos
uoo ropilo Pedio Ivo Velloso da Silvcira, j
lito de recursos, e exhausto do torcas, em conse-
quencia do ataque geral dn Janeiro de 1850, cm
que os seus muito sotfreram, preferio apresentar-se.
ao presdeme da provincia das Alagoas, que entao
era o Sr. Jos Beutoda Cunha e Figueiredo: resn-
l.ico que bem fatal lho foi, porquanlo vio-so sa-
crificado por aquellos que nao eslavam aulorisados
a promeller-lhe o que decidio-o a ceder e reuder-
a sil i
i
- iA
-1


2
Diario ae pernambuco.sabbado v de Abril de 1859.
so ; e i'om efloilo. mi ataque de 26 de Janeiro dos-
su anuo o bravo capitn vio desbaiatada a forra,
que estova sob sen coiuniando e j ara pequea, e
SO depois dessc ataque resolvou-so a entregar-so,
do que resultan ser preso, o succumbir afjocoo
Je que desde muilo soirria, o se aggrayara nas pri-
stas insalubres, em que cslivera, odcixarem extre-
ma pobreza sua esposa e llllios. Dizer que a forjo
.sob o coiumandir'du Podro Ivo pouco ou nada per-
dora, duvidsrda veracidade das communiooces
nfficiaes, contestar o ano afllrma o dUlincto"ge-
neral Coclho : nao reconhecer que procederam im-
prudentemente aquellos que conseguiram pnrmeio
do promessas que Podro ivo redusso o se aprsen-
tele sem garantas, sustentar um erro, quo as
consequencias do acto provaram, 6 t cuidar de si
sem importar-so com ossoTrimentos do urna fami-
lia, que muito perdeu com a perda de cu chefe.
Sao sabemos, neni finharnos que dizer a razo,
que liuuve, para quo lauta torca militar, quanta diz
ni sua correspondencia o Sr. Cimba e Flguoiredo,
so cnnscrvassoou Agua-Prela, mesmo depois do
ataque de 6 de fevereiro de 1850: o que sabemos
o podemos aflirmar, 6 que. dppois ilesse ataque,
iiii que ,i (nrca snb o niminondii do capillo Fodro
Ivo lano sonred que desanimou einbrrnliou-se,
julgando-se por isio terminada a guerra civii, como
o diz o rclaliiiio ron que o tinado marquez de Pa-
ran abri a assemblca desla provincia cni nl. de
abril dente anuo, o lenle-general Coclho rolln a
i-lA rutado, e que, indo visitar-nos na Tone, oiulc
nos acliavamos anda a passar n reren, inormou-
uos do que em Agua-Prela >e eslava tratando com
o bravo capitn, com queui fura ler sen pae o le-
iniile-ooionel Pedro Antonio Velloso da Silveira,
dizondo-meo que .so vio escriplo no esboco da vida
do Ilustre general
Nao contestamos a autlii'iilicidade dos documen-
tas apreseulados pelo Sr. Cunha e Figueircdo em se-
guimeuto sua rorrespondencia publicada no Hu-
no de Pernambuco da 30 de uian.o lindo; mas- es
sos documentos nao deslruem quenas entrevistas,
que levo o luiente-coronel Velloso da Silveira com
MU Ulbo, promessas foram teitos a o oapilo Pedro
Ivo, e que as cousas foram pintadas lo lsoilgeira-
inenle que ose olieial resolveii-se a ceder e euli-e-
gar-se, nao obslanlo ser prevenido e desconfiado,
como o provaiu suas carias quo conservamos.
(.u: importa que os documentos opiosentados nao
eoiilenliam essas promessas, se promessas foram
feilas verbalmenle, e se os documentos, que podem
prova-las, foram destruidos, ou cxislcm cni nios
(le pessoas nleressadas em occulla-las, vista das
onnseqnciioios desagradaveis a que ficou exposlo
Pedro Ivo 1 Todos sabem que em entrevistas sinil-
llianles a essas, que o lenente-coronel Velloso da
Silvvira leve nao si com o Sr. Cunha o Figueiredo,
enlo intarcssaili) em triumphor em um negocio,
em que baria sido mal-sin-cedido o marquez de Pa-
ran, seno con seu fllho, se passain cousas, que
nein semine sao consignados em papel, do que re-
-iillain obscuridades, quo depois w'i aquellos que
nossas enlrevistus flgurain; podcni fazer dcsappa-
recer : nos mesino tiremos entrevistas com 0 mar-
quez de Paran afini de blennos, como obtivemos,
amnista para PedroIvo, c com este estiremos em
correspondencia,; entretanto no papel, em que foi
laucada a amnista que llio remellemos, se nao en-
onuirom todas as promessas que nos foram foilas
verbalmenle c cstaiaui consignadas em ollicios re-
servados, nem cui nossas cartas ao bravo canitao
referiaiuos tudo quanlo se passav a nossas entre-
v islas,
Som lisongeiras promessas, nada consegur-se-
Iiia do capitn Pedro Ivo, principalmente se elle
nada livesse soffrido com o ataque geral de 26 de
Janeiro, como pretende o Sr. Cunha o Figueiredo :
lizeroni-se promessas, e foi por islo, c em conse-
queocia desse ataque, que niosiruu-lho ser iinpos-
sirel continuar ein Agua-Prela, que ello rosoli-cu-
se a ceder e rOndor-se. Que importa que hoje se
negu oque s Pedro Ivo, que j.'i nao oxisle, poda
provar 1 Su nao temos documentos oiciaes.quo pro-
vem que promessas (oram fritas, existo em nossas
mos urna carta, que pelo bravo capilio nos foi
i cripta de fortaleza da Santa-Cruz, em que eslava
Sreso. i; essa. caria, que c datada de 11 de mareo
D 1851 e ir transcripta maisabaixo, podendo sor
visto o original por quem quizer, doixa entrever!
maU do que dissomos, porquanlo nella Pedro Ivo
falla eminfamia o irairao; e [torcerlo, noser-
.i-se-hia des-sos oxpressoes, se promessas, que nao
foram cumprdas, nao livesseiu sidu feilas. Nin-
guom ignora que o acto da presidencia de Ala-
gos, confiada ao Sr. Cunha e Figueiredo, dosagra-
dou lanto ao marquez de Paran, que osle ruiz re-
correr violencia o lazer capturar o bravo eapilao
mesmo no lorrilorio daquella provinria; e lao u-
fundadas eram as promessas foilas a Pedro Ivo,
que o mesmo marquez, antes de partir desla pro-
vincia, nos disse que elle se liana de arrepeuder,
lendo-nos enlo urna carta que moslrava a impru-
dencia do eapilao, o que os. fados juslificarara,
sendo nos por islo obrigado a cscrever duas venes
ao illusl re marquez, e pcdir-llic que se nao mos-
trasen muilo irritado contra Pedro Ivo. Se Podro
Ivo nao pordesse a esperanra de poder manler-se
ein Aguo-Prea.enoso liasse em promessas, se
nao rendoria ; procurara azilo ein algum dos en-
genhos de seus prenles ou amigos, em que por
certa o governo o deixaria tronquillo : su elle pre-
firi apivsenlar-sc presidencia de Alagoas, foi
porque lnc fzcram promessas lisougeiras, qui-
nao podiam nem conseguirn! cumprir ; e, se apre-
sentuu-so, foi porque delle se nao exiga que te en-
tregnsse priso c se recolhesse a algnma fortale-
za, como lhe impuiiha a amnista concedida pelo
marquez de Paran, ao que olise no quiz .u-
gcilar.
No que escrevemos se no enconlra urna linha,
nma palava ou alluso, que sejn offensv a ao Sr.
i niiselheiro Francisco lionealn s Marlins ; c nao
por inducroes, foriadase liradas pelo Sr. Cunha o
ligoViredo, que devenios ser acensado. Nao disse-
niosquaes eraraesses que nao eslavam aulorisn-
dos a prometter ao eapilao Pedro Ivo o que levou-
n a ceder e render-se; mas podemos aflirmar, sem
ser impellido polo receso de desagradar, que nesse
numero uo crjiuprehendenios o Sr. Concalvos
Marlins, que nao fez promessas, nem interveio na
aeoiuniodaro, como musir sua carta, em que diz
que nao sabia qualera ainlenrao do lenenle-coronel
V tiloso da Silv oir, quandn cocodeu-lbe a licenra de
Ires mete*. Se de algnma tensa pode quoixr-se
esxe dislinclo senador dessas douradas expressues.
empregadas pelo Sr. Cimha e Figueiredo em sua
i-oriespondeiicia, quandn, querendo a son modo
justillr.ar o proeediniouto do governo imprtala
respoilo de Pedro Ivo,a quem nada baria pro-
inetlidn, nem direilamonlo nem por iiilermedio de
sen delegado em Alegos, disse que os boatos, de
que eswi gororno linha promovido urna capilntarao
so lornaram plaiitinrit desdo a maneira extrrmota-
inentr etierom com que o Sr. Gonralves Marlins
recebeu Pedro Ivo na Baha. O Sr. Orma c Figiiei-
ri'do nao i: mais amigo e dedicado ao Sr. Concal-
ves Narlinsdn que neo tenentc-general Coein,
>iem lhe devenais attenccado que nos, que lhe
sumo, obligado, e lhe demos prora di1 considera-
rn e estima na redacoo da Juttiro ; o por corto,
io m o Musir gonerarconsonliria'napublcacao de
un escriplo, ein que seu amigo osse maltratado,
m ni nos serveriamos de nossa pennn para fulmi-
nar n dislinclo senador, que nao merece se-lo, nem
ilevia cousa algnma a Pedro Ivo. Seo Sr. Cunha e
Figueiredo nao fez promessas ao bravo eapilao, nao
estando aulorisado para islo, nao dona allligir-so
i -mi o que leu no esboro que escrevemos : apresi-n-
iondn-sc, e procurando provar quouoJczpromes-
sas, deixa suspeitar quo solfrc de algum remnreo,
e que conheceo estado, a que se acha redazidu' a
lainiliadc Pedro Ivo.
Amigo, compfomos, de Pedro Ivo, ecasado, co-
mo somos, com urna do suas irmaas, nao podemos
deixar do protestar contra una exprcsso empre-
gada pelo Sr. Cunha e Figueiredo em sua corres-
pondencia. Perguntando o Sr. Cunha e' Figueiredo
se nao quizemos dtstotar o mrito do acto do
bravo capitnrendendo-se e enlregando-se pre-
sidencia de Alagoas, servo-se do termoconrci-
xo; entretanto sabem lodos que Pedro Ivo nao
eonverteu-so, e diz-lo, 6 olfeuder sua memoria
atacando o seu carcter firme cleal. Elle rendeu-
sb seduzido pelas promessas que lhe foram feilas, e
vio-se Irahioo, como o diz em sua caria : sem es-
sas promessas, repelimos, o bravo capito nao pre-
ferira dcpOr as armas e apresentar-se 4 presiden-
cia de Alagoas a procurar scus prenles e amigos ;
e om vrdade o que conten as cartas publicadas
peloSr. Cunha c Figueiredo nao era bstanle para
que elle so rendesse e se pozesse discricao do go-
verno Imperial, porquanlo muilo mais do que islo
oontinham nao s os arligos da aiiiusla concedida
pelo marquez do Paran, que foram publicados, se-
an os artigse olTicios reservados, que levemos em
mos e ehegaraui s do lonente-gencral Cnelho,' o
entretanto o braro capito reguitou essa amnisti,
o por que, para que se nao desmoralisasse o gover-
no, se lhe inipunha a condico de vir arompanha-
d por um nffioial al esla cidade, e conservar-se em
nina das suas fortalezas at que partisse para o Pa-
ra, provincia que o mesmo Pedro Ivo havia esco-
llde, onde linha de entrar em servico/
Escrevendo o esboco da vida do tenentc-general
Jos Joaqiiiin Coelho, nao (vemos a prcleuco de
fazer urna biographa segundo os desojes do Sr. Cu-
nha e Figueiredo ; mas nos empenhemos em nao
apartar-nos da verdado histrica, e, pelo que aca-
bamos de dzcr, eremos que a respeilamos, e nes ba-
seamos em provas. Nn|uem est mais apio para
escrever a biographa doilluslre e bravo general do
ouc o Sr. Cunha e Figueiredo, e enlo, aproveilan-
do-'e do meio, ser-lhe-ba fcil fazer a apologa de
seu procedimenlo ; todava nos parece mais acerta-
do que comece por propOr na cmara dos deputa-
dos e desla ohler urna peusao, anda que mesqu-
nha, destinada viuvaefilhos do finado Pedro Ivo
\ elloso da Silveira que a merecem e dola muilo
prersao visto da pobreza a que eslo reduzidus,
e nos servcos prestados pelo bravo oapilo nosla
provincia durante a rabonada, e nas do Para e de
Alagoas encontrar razos pora apoar sua pro-
1." de abril de 1859.
retracto do velatorio ido pelo finado marquez de
Paran a a*srmbla dttta provincia em tua ses-
mo de abertura, em o l.",/e mato de 1850.
Obtido essa permissao vollou o lenenle-coronel
Pedro Antonio do Rcbinguilo para o engenho Gr-
vala, onde eslava a familia de Podro Ivo, para da-
hl buscar Japaranduba, poni assignalado para a
i onferenca. De .-amiuho para o Grarat, foi ac-
commotlido de emboscada com varios tiros, rece-
tando duas balas em urna das peinas.
Vlullogroda assiui sua tentativa, que alias mu pa-
reca iiiitiZ em nanlo Pedro hn nao tllivettt cen-
cido, e perniciota depois de cencido, den o ooni-
iiiiiidanle das Vinias o ataque geral, ja nreceden-
lenienle ordenado para odia K.
II sui-cesso nao foi um s uioineiito duvidoso : a*
Irincheras de Coussero, Japaranduba, Capim, P-
rangi e Prata foram lomadas, os inimigos batidos e
dispersados,
O corpo de batedores, partido de Calende, soflreu
grande resistencia desde o Riacho at ganhar o
Pratinha, onde ebegou no Om do dia, vencidos lo-
dos os obstculos, ganhas todas as trincheiras, de-
miiiodo e destrocodos todos os inimigos que as de-
fendiam.
A perda do inimigo nesse dia, a sua ditperto e
descororoamento tornou-se patente a todos. Os che-
fes mais experimentados dcclararam que a guerra
civil se devia considerar acabada, e que a conti-
nuado da resistencia dos bandidos toruava-so iin-
possivel.
Nesse sentido mes escreveu o lenenle-coronel
Feliciano Antonio Falco, cuja prudencia e MSodez
reconhecida, o por isso nao duvidei communieor
a nolicia ao governo imperial.
Ilepois da disperso e debandamento dos bandi-
oos em 26 de Janeiro, o inoinr grupo, que pouco
excedera de 120 lionn-ns, rerolheii-se ein DOUS-
Braeos. Buscados nossas malas, que foram logo ex-
ploradas, nao foram encontrados porterem seguido
sol o mando de Caelano Alvos para Panellas de
Miranda.
Procurados ahi rollaram para flous-Braeos. ja
roduzidos cena de nielado ilaquelle numero por
io da Cunha cni olgiimas das suas loucos prolonooes,. O proprio Sr. I)r. S ein sua correspondoncia no presdeme solicitara os -crien- ,1
couhoci logo que soava a iniiba hora, e para rece-1 JJiario de 2S de marro ultimo sobre o (acto verten- hoioeopailio.
ber Inda a carga ergui-mc e dspuz-me, porquesou- le, que ininuciosaineiile narrou, nem ligeramenle K esse o nico mrito que descubro en tal offl-
be ouc elle como depulado por esto circulo, onligo I nossa orcumslanria looou. Islo prora evidente- co de convite porquanle, s o Sr. consellu-iro Jo-
juiz de orphus deasa capital '"'"'' o general asss experimentado pela sua ja-1 co Joio nossas arles de l-.erliqucso tarioquos, ha-I tes da Victoria, devia ininiedialaineuie depois da
lliantia sem oxemplo, valia o que pesa va. Mas eo- j vendo sido por sua inexperiencia por elle arrostra- ; iiiiuha recusa dirigir-se tos oulros mdicos borne
mo oslas cousas sompre se fa/.eui rebueadas, os que
e dito magistrado em feria* veio iuslallar-se em Pao
amigo de fresca data e yelliaron/iu
Entenda o Sr. Dr. Francisco Joo que havendo
homisiado aquello individuo na casa em que se
d'Alho com a sua advogacia anibulaule do Norte a
Sul, abandonando o seu engenho, casa o familia em
lguarass, hnspedou-so em casa do ajudanle do cn-
genheiro Mallos, e coniendo-lhe as sopas no santo
ocio, procurnu insinuar-se no animo do Sr, Dr.
Francisco Teixoira de S, actual juiz municipal c do
orphos deste termo, moco de algum merecimento,
anda que novel, inexperto, e por isso de fcil se-
duccao daquella strea celliu.
Levantada assim a estaoo do Sr. Dr. Francisco
Joo, comecou elle a prevalecer-so dessas relaees,
que havia conseguido natural o suavemente, ou
alias pelas labias que lhe sobejam, com o Om nico
de levara cITetto o sua inisso de derramar precon-
reitos contra mim, oxporme a odiosidades, e que-
brantar a torea moral, que sompre lenbo gozado en-
tre os nieus presados enmrcaos, no que parereu-
Ihe ganhar partido, porquanlo alguna menee sntes-
Iradose oonhoeedoros das suas bous quatidadea, e
s arrastrados pela supposta imporlanoa de depu-
So \ flaaVMla t/rral c prnrtncinl, ndcoqadn, se-
nlior de eneenAo, niewbro proemittfUe e parlador
fio* supremo* eonnelhos da protincio, considera-
vani-no um novo Divino liestre.
Ilabi pordianle nao houve inlriga, ou queslo lo-
cal, em que o Sr. I!r. Francisco Joo nao se envol-
resse, ou nao ntroniettoasesen dedo impertinenl
do ein taos aolos, nao duvidou dizer a rerdade, I palhas, quo talrez"no quizessem fazer prevalecer
como se pejou de faze-lo aquello sou iulluladu as razos, que mu obrigaram a rocusar-mo ; mas
uo; o Sr. prosidenlc limitou-sc isso, dando lu-
gar a pensar-se que nao era o amor da humaiidade
que o levara a dar esse passo, e sim um do.-ejo oc-
aohava, tendo-o lirado das mos da justica, devera culto de expor-ine odiosidade publica
ou considera-lo garantido c immune. Enganou-se, | A minha resposla encerra tactos de lodos conhe-
porm, S. S.", porque pelo nosso systema ninguem cidos. E, si eu quesse invocar o loslemunho de
tem previlegio sobre a le, equandoo representante todos que frequentaram o meu consultorio nessa
da naco se desusa da senda dola, e dada honra, | quadra, teria una lista numerosissima para provar
que lhe cabivel, torna-so refractario, e indigno de | que todo o lempo me era pouco para satsfazer s
toda a considerarn, cs merece despruzo, porque ] exigencias da populaoo ; mas conlonlo-iiie com
por seu proceder inoumbe-lhe exemplificar, o nao referir os nomos dos 'Exms. Srs. Dr. Francisco de
um medico julgar uias conveniente da certeza de que me acha-
ra sompre animado dos mellioros desojes Je pres-
lar-me ao servico da humanidado.
Dos -nardo a V. Eix.lecie. i de fevereiro
de 1650.
Dr. Sabino Oleqario Ludtjero P'uilio.'
Ilim. Kxin. Sr. cunsellieiro Jos Benlo da Cu-
nha o Figueiredo.
- He claro que vista disto S. Etc. nao
devia mandar montar un estabelecnaenlo,
com quanlo provisorio, onde o eucarregado
< presumptvo delle encontrara j tantos de-
tollos, se liein que uo essenciaos. )
OSr. Dr. quiz ou brincar com o publico, ou ex-
pnr-se a que se dundo dos seus conhecimentos m-
dicos e da sua moralidado Pois o Sr. Dr. uo er
no que lhe ensinarara seus meslros, e no que lhe
dcstnoralisar ou afrouxar os elos da cadeia social
E jios devera elle ler esperado que na exeeuco da
priso daquelle individuo, liomisiado na casa em
Paula Baptisla o conego Pinto do Campos, quena
qualdade de reproscnlanles da naco esiimem o
teslemunhn do centeunros. O mesmo Sr. couselhei-
que o mesmo so achara, eu a dispensaMe de a man- ro Jos Bento sabia postivameuic que me ora lin-
dar rerear o van jai para odilo Um,a menos que ] possin-l sabir da rapHal, quantta nao por oulras
nao me anizesse tornar lamtam criminoso, deixan- razr-s, no menos pela que diz nao aceitara o ofle-
iln nao s escapar quem era assim indiciado, seno recbncnlo do Sr. Iir. Sarment ; necesataaV de seus
lamtam desrespeilnr as leis c quebrara forra moral mrvieo* na capital. si o Sr. Dr. Sarniento mereca
dosse ente eliainailo Anloridade por mim all a rouiianeadn Sr. presidente, por cuja razio nao
V. Exe., que al agora ningnem me procurou da
parlo do mencionado director, alim de saber quaes
os reparos que so derein fazer para que csso cstabe-
lecimento possa desde j prestar os serveos, que
destinado. E. como eu lonorasse essa deiermina-
c.io de V, Exc, nao mandei .-il^iieiiienlender-se com
mesmo director; o que fare amanha, j que
tantos das se lom pedido na exccuca das ordena
de V. F.m .
Dos guarde V. ExcRecite, 3 de marco do
1856.
Illm. c Exm. Sr consolhciro JosBenlnda Cunha
e Figucirodo, presidente da provincia.
Dr. Sabino Olegario Ludgero i'iu/in.
Illm. Sr.Antes de recetar o sou ofucio de bon-
tem j me linha entendido enm o director das obras
publicas, para activar os reparos precisos na enfer-
i
ensinam os livros de medieiua acerca da inlluencia noriil uo trollTon|0 s. Francisco, e elle respon-
do causasmoraes no organismo? Nao ter visto| oou.mo qiu. ;, tllui mandado um pedreiro apre-
a guma vez em sua clnica profundas alleraroes. e ^,,^4 v-mc.. 0 aua| tendo encontrado,
51, ,m r'8,,laa;,s,.ae aoHMH, tristeza, im- .ficnr(1 p, c pronlpht 4,
do, terror, a guma noticia dcsagradarel, vista de ,)cn< ardi; n y mePalacio do
objeclo repelloute, etc. ele. Ignoro que durante a '
causa das umitas doserees occorridos em despeiio I porque o seu dogma era empregar lodos os nieios
dos esforcos de Caelano' Alvos para os conservar
reunidos e para reunir nova genio em Marai,
Forvedor, Pimonleias e i'.ajiioiro.
No dia 11 de l-'evereiro o leneitlc-onrnnel Bruce,
cotnmandante interino do 8*"de caradores, aeoni-
paiiliado do 2o de arlilbaria a p, perseguio oos
grupos reunidos ein San-Bonediclo, orreiando-os
sobre o Brejo, d'onde os desalojou u dispersou
com grande perda. Ao mesmo lempo o corpo de
batedores explorara as malas de Capoeiras. Serrole-
I.iso, Peryperv. Lagda dolalos, Uruss o Barra das
Jangadas, a por luda a porte rarificara a dispersan
dos bandidos, o impodia sua jnnecao.
No dia 16 e 17 de fevereiro, o teneiile-corone
Antonio Maria do Soe.za olVecIrtou novas oxploraeOes
nas malas do Piala, lliacho e Dous-Bra'-os, e nes-
lasiillimns carregou sobro o pequeo numero de
rebeldes que so achavam reunidos, aeossando-os c
dispersa iido-os.
A columna iln cninmando do coronel Jos Podro
Velloso da Silveira. rooreada rom 160 hoinens de
primeira linha, balia desde 15 at 18domesm0mci
de [uvureiro as matas dos engenhos l'nio, Siluro,
Colegy Garangunsa, c analmente os intrincheira-
montos de Jalob, dispersando e debaudaiido os
inimigos que exisliam nas malos desses engenhos,
que oain os arsonacs dos bandidos das malas do
sul.
Nesle oslado de cousas a t/nerra eitil das atalas
comanlo que aloainasse o sou lim
O Dr. chote de polica da provincia, por orden da
presidencia, reeomiuendon-me que activasae o re-
rrutamento, e rnniquauln seuipre me doesse esse
cruel imposto de sangne, '-me toreado na qualda-
de de delegado de Pao d Albo a dar cxooiun a essa
exigencia, com tamaita modoroen e prudencia,
que os 1 cerillas apurados uo poderam provar ison-
en algnma legal, sem dnrida porque limilei-me
unicanienle ,1 mandar npprohondor, agarrar, reeru-
lar, ou romo molhor nomo baja para o Sr. Dr.
Francisco Joo) entre os peralvilbos, ociosos e va-
dios, que infestaran o le/mo, sondo que iodos es-
ses faelos so d"ram om occaso, om que nao me
ochava na villa, como publico e notorio.
Assim mesmo nao escape! do dente viperino do
Sr. Dr. Francisco Joan, que comecnn a espolhar en-
tre a popiilaeo, que esse recrnlamenlo era urna
cerdadelra rocada de homens, iinpulaiidn-me esse
faci aulorisado pela legndacao patrio, que anda
nao o podo de lodo substituir pet^ eonacripeao o en-
gajamenln. como de pralicar-se em paizcs mais
cirilisados.
Parecen o algnmas pessoas que a mais nao poda
eslender-se a nialigiiidade do Sr. Or- Francisco Joo
nesse ponto; mas quanlo so engaitaran). Immedia-
lanienlo passou a explorar oulra California, assoa-
Ihando, que ora Ilegal, arbitrario, vilenlo e ini-
, I quo, o cerco dos cosas dos reerulaudos durante a
se dereria considerar terminada : restara a p/iso nnile pora seren opprehendidos ou agarrados artv-
io* ehfe forajido, /Arednaidns a pequeo* gru-1 nas amonhecesse odia, ou alias mesmo ftnoite
pos de homens intimidados e. desmaalisados ; res- I quando erain encontrados fra dolas. Este hoaln
lava concluir o dcsaruiaiiionlodos dispersos que 1-
nliain foito parlo das toreas de Caelano Alvos e do
oapilo Pedro Ivo ; o que se ia electuondo. Em
loes crcunislancias o inarochal Antonio Corroa
Sera, queso achara na Aguo-Preta, e segua para
0 Bonito para recetar do marerhal Jos Joaqun]
Coelho o rommando das armas da provincia, rece-
bou urna carta do leneute-eoronel Pedro Antonio
\ elloso da Silveira, datado de Jacuipo em 21 de Ce-
rnir, na qual lhe deelarava que tudo se achara aca-
bado, os tarcas rebeldes completamente debanda-
das, e que naquelle mesmo dia as pessoas de mais
influencia se retiravam das malas, restando smen-
te seu lilhi 1 c Caelano Alvos, que anda Ocavara ob-
servando que se cumprissem exactamente as or-
dena a respoilo da retirada c socego, para enlo se
junlarem com olio e seguirem para a captol das
Alagoas.
No sentido da forra que se reprsenla nosla car-
ta, correu por varias mos, em lilis do niez de feve-
reiro, lima circular nos amigos, assignada por Pedro
Ivo, Miguel Alfonso c Caelano Alvos, ein que decla-
raran) quo haviam largado as armas e dobandado as
forras, o que iam partir para Jacuipo, e dahi pora a
Baha, portero lenenle-coronel Pedro Antonio Vel-
loso da Silveira, vindo tralar de urna acnnnundaroo
a podido dos presidentes da Babia e Alagos, que
se encarrtgaram de apresentar-lhet amnistia ge-
ral ; vista do que diziam oos .amigos que cedes-
sem sem demora as armas, sem o menor recoio, rc-
1 onimendando-lhes que so acautclassem e ayutr-
dassem a amnista, qve cltegaria brere.
Nenhumn coiniuiinicacn lire ainde do governo
Sinutro novo alarmo cansn na popularn da Inea-
lulode, a poni de que, a que era menos pensante,
se deixou arrastrar por essas malignas cantilenas.
(Jue papel irislissiino para um representante da
nacoo de cabera do inoiiin popular, e verdadeiro
provocador desobediencia As ordena ligaos das au-
toridades legtimamente constituidas I Sao esses
os Taclos, que deviam onvorgonhar ao Sr. Dr. Fran-
cisco Joo, quando os visse pralicamo nossopaiz,
o nao os que cifrani-se na fiel observancia dos de-
vores do meu cargo, que lano lhe pasmn, r. por
(al guisa, que u Sr. Dr. Francisco Joo pretenda
restaurar a lo decantado niansnetvde do sen carc-
ter, como disse em sua correspondoncia publicada
no seu /)innodc21do mez passado Islo sssar-
galhodas!
O Sr. Dr. Francisco Joio, sompre fcrlilssimo em
recursos, emuilo liel sua miao, Umhrou-se de
oulra estrategia para ollrabir-iiie indisposiros e
provocar a minha domisso do cargo quo oxercia,
ue deli>e,rdo de Pao d'Alho, seu maior, ou principal
'hsllrralllm. .
I.m individuo veio queixar-ee anlo-niin do pro-
cedimenlo irregular e reprimido, que o ferreiro
Jos Constantino acabara de ler par com elle, epa-
rocendo-ine que por seren llagianle bem pedera
eu de promplo empregar certas medidas repressi-
vas, mandei polo meu ordenan,-a buscar preso
minha presoiiea aquello artista."
Enlrelanloio passurelle pela casa do Sr. Mallos
sahrani-lhe ao onronlro aquellos dous Sis. Ur,
Francisco Joan c Francisco de S, o conseguirn!
representado. A estranbeza deS. B.'nesaoponti
foi por deinais injustae at extica, como neceasa-
riamente roconlieoorn as pessoas iiuparcioes.
OSr, Dr. Francisco Joo lem faciildadc ampia o
illimitada para oaluiiiniar-me a seu lalanlc, como
fez, dizeudn que en mandei porem hberdadenm
individuo, que fra preso de uniera do Sr. Dr. S
juizimimcipal deste lermo, na certeza de que,
-obrelndo improprio ao representante da naco
lueiilir para juslilicor seus erres e 1 -11111 s.
JA declare] que lal fado nao se praticoo ; j des-
afiei a queso oxbibisseiu diSSO proras, e ata O pr-
senle, sem assim praticor-se, insessanteiuenfe se
reprodui a mesma estpida o aloivosa imputaco.
Todos sabem que a prov.t s incumbo a quem al-
lega fados, rom que pretende dedu/ir ou bascar sua
acusaefen ou aflirma^ao, e por conseguinlo doro
que esse iiiuis sobre mim nao dore posar, assim
como laes acciisooes sem provas s rebnixam a seu
autor, e nao podem ler valor algum ante o tribunal
da opinin publica, porque felizmente j nao
deseoiiliecido at que poni pode (hogar o arrojo
de ni.1 calumniador cueio de impudencia e pro-
tervia.
Pareco-me que enlio cabalmente demonstrado
quanlo o Sr. Dr. Francisco Joo adulteren a verda-
do dos fados,*' eslou na liinie resolucn de desmas-
earar do una vez toda a sua bvpoeresia ou tartufls-
1110, para ipie lodos couhccam e sailian para sompre
qnol o sen carador. Na discusso des-os faelos es-
lou di.-posto a acompanha-lo pari-passu, porque
nao hei de peruiillirque um temerario, romo elle,
coma mo sacrilega lente mareara minha reputa-
cao que lem permanecido sompre illibada e irre-
preliensivol ale a prsenlo dala.
(I Sr. Dr. Francisco Joo pode por esses ignotas
nieios ullrajar-iue o caliiiuiiiar-inc pola imprensa,
assim como sorprebender n boa IVi do adminislra-
dor da provincia para demillir-mc daquelle cargo,
que com repugnancia e so por diflerencia areitei,
que-ervi por uiuilos aunse coja oxoiierocao por
uo poneos vezes solicitei; mas lleve leinbrar-se
S. S. que nao ora essa inesquinlia posirao olieial
quo me havia grongeado a geral estima econside-
raeo dos meus coiuareos. A minha vida sem man-
cha, as maneiras sinceras- e altenciosas, rom que
lenbo sabido tratar a lodos, sao solidos tllalos que
morrero contigo, e que por niuguem podem ser
lirados. V lauto nao chegor por cerln o poder o
astucia do Sr. Dr. Francisco Joo.
Ao concluir sua correspondencia o Sr. Dr. Fran-
cisco Joo sompre envidio oni urna forfalliadado pa-
Urvras adocicadas e cheias deaffeetaro, qualiflcou-
mo de galliardo. A islo eu s pndorei responder que
a mim nao cabivel este cpilhcto,mas siman ex-jiiiz
de orphos do Becife e liso coherdeiro, como pode
alloslaro Sr. capitn Maroellino Jos Lepes, porque
nesses caracteres, assim como 0111 oulros multes,
que me absleuho de mencionar, lem plenamente
demonstrado a extrema galhardia eoin que a 110I11-
rezao (ormou, o ha do senipre brilhar na socedade.
Srs. redactores, com aimpressao destas mal ira-
eadas linbas milito gralo Ibes ser o seu constante
assiguaule
Lourenco C:\ralranti de Albaquerqtie.
Pelrib :i de abril de 1850.
imperial, que me lizosse considerar a mis-o do le- ilirar d? Podt,r d" di,n 0'npn,:''> mencionado
nenie-coronel Podro Antonio com outro carcter l9^!, P.rc"'vl loquea ordom para a sua pneao
que nao fosse o de meramente particular ; o julga-
va que essa raisso teria por si caducado depois
do seu foi -monto, c des succesios de 26 de Janeiro
e posteriores.
Carta dn capito Pedro Iro Velloso da Silreira et-
cripta 5(1 Fortaleza de Santa-Cruz alo Dr. A. P.
Doutor.
Recebi sua caria de 21 de Janeiro, que muilo pra-
zer me deu por saber noticias suas.
Cerlo do que diz,respondo que nao acceileas pro-
postas do Honorio, por ver que em ludo elle que-
na iuipor o seu eostumado or&ulho, ao que eu nao
quena,o nem quero sugelar-inu ; o fique cerlo que
o meu espirito uo se abale a niogueni; restndo-
me o prazer do dizer que sao (do [rucos e infame
que, para prender-me, foi preciso commetlercm a
mais baixa infamia e trairw, que com o torca nun-
ca serian) capa/os de me prender nada Ibes lenbo
pedida, e tudo dcixo para o lempo do viuganca, que
ser tremenda por minha parle.
\qui vou vivendo com punca saude, e al j sof-
fri as febres, e por cansa dolas deixei de lhe escre-
ver pelo Vapor passado ; mas felizmente j eslou
escapo.
Disponha de quem se presa ser
Seu mano o amigo.
P. 1. K da Sil reir.
Santa-Cruzl-{ demarco de 1851.
Srs. redactte".Sondo nos levados no da 6do
crranle froguezin de Muribeca, ouvimos fallar de
urnas cavalhadas o bailes i masqu, que por aquel-
es Ires das do carnaval se deviain repetir no pe-
queo pnvoado da mesma freguezia. Nao tiuhamo.s
o que fazer.e assenlanios de malar o lempo, dando
uni passcio al ahi, rerto todava de que amos
ser lesieiuiinhos da maior das seinsaburias.
Assim, porin, no acontecen. A fuucco a que
assislimos.excedeu tanto a nossa ex pedal i va,que uo
nos podemos forrar no desejo de fallar dola, quan-
do mais nao seja, em componsarao idea desvan-
lajosa que delta lo injustamente huuveraiuos
feito.
No lugar mais plano da povoacao crguia-se um
barracan decenlouiente ornado, onde achavam-se
al-11111,1 s pessoas gradas da freguezia, como o Bvm.
rigarin da mesma, e oulros que deviam servir de
julgndores das corridas, que, ao chogarmos, j ha-
viam comenlo.
Boa poivn de cavalleiros, seno perfeilamenle
montados, vestidos com asseo e elegancia, entre-
liveram-se al ao oscurecer, em disputar na tirada
das argolinhas, no que se houveraiu lambem como
oulros quaesquer que em outros lugares baveuios
visto correr em iguaes diverlimentos. Um concur-
so nao pequeo do novo acercara o lugar da car-
reira, sendo que acabara dcabrlhantar todo aquclle
acto una banda de msica.
Esla msica, soutamos nos, que tora creada na
mesma freguezia por urna duzia do pessoas all re-
sidentes, e que apozar da deficiencia de seus nieios
e cusa de sacrificios nao pequeos, e una perse-
verancia iucrirel, leem conseguido eleva-la ao pon-
i em quo se acha, eusa vimos; sendo que mui-
lo lem concorrido pora isso a boa vontade cora que
o Sr. Manuel Pereira da Silva Serzedello, se tem
prestado a dirigi-la na qualdade de mostr. A m-
sica pequea, no exceula anda, pecas de forja,
mas o que loca bcm executado, e em*todo o caso
raanifesla um bom gosto e aspracoes, quo sentimos
nao sejam secundadas pela gente mais rica da fre-
guezia, que alias devia ser a primeira a collocar-se
na frente do progresso, animando e coadyuvando
pelo menos aquellos quo senleni tendencias para
elle.
A iioitc continen o diverUmenlo por um baile
que leve lugar no barracao, completamenteilluini-
nado, e onde dansaram cavalheiros c damas, lodos
mase-arados, bem caracterisados, na melbor ordem
pussivel, com a decencia que nao vimos cni certos
bailes deste genero a que temos assisldo, e com um
desembarazo e galhardia que nunca ousavamos es-
perar de pessoas lo novis em taos diverlimcnlos
Croou a fosta um decente copo d'agoa oITcrcrido pela
sociedade, que a diriga, s pessoas que nella toma-
rain parte.
Nos dous dios seguintes a mesma couza se 'repeli,
terminando a funcrao por enthusiastcos vivas o S.
M. 1., a naco brasleira, o ao Exm. presidente da
provincia, os quaes foram repetidos aosom do no-
vo liMimo nacional, que a digna msica soube des-
empenbar admiravelinente.
Esses tres das foram das cheos para a gente
daquella freguezia.
Esse dverlimenlo, todo popular, nao s pela gen-
te que concorrl a elle, como pelas pessoas que o
emprehonderam e dirigiram, diz muila cousa lauto
em favor destes, como daquella. Destas porque
deram urna prova de muito bom gosto e adiam-
ntente, na coucepeo de *ima testa que a geraeo
presente o civilisada lem adoptado em substituido
que era recebida nas geraces barbaras e passdas,
e anda mais pela decencia, boa ordem, aceio, e rc-
gularidado com que se houveram na direcro de to-
da a funoro. D'aquella, porque deu u.a prova
manifesla'da sua boa ndole e educaeo.
Nunca assistimos a urna reuuio, ondeo pnvose
uioslrasse lo pacato e attencioso.
Louvnres, pois, sejam dados sociedade directo-
ra das corridas e baile masqu de Muribeca ; louvo-
res excellenle msica que, sem a menor gratili-
cai-o, prostnu-se a abrilhanlar aquulle acto; lou-
rores aopovu honrado que concorrou para solom-
nisa-lo.
Senhnrea redactores.Tendo ldo a desventura de
nao poier servir ao Sr. Dr. Francisco Joo Ciiruel-
era Ilegal
Sorprehcndido por lo inqualificavel procedi-
mento desses dous Srs. Drs., pessoas alias qualili-
cadas na sociedade, entend ser prudente dirigir
urna corlo mui altenciosa 00 primero, pediudo-lhu
que me explcasse os motivos para assim proceder.
Mas vendo que o Sr. llr. Francisco joo, autor da
lirada daquelle preso do poder da juslica, mCttOS-
presara aquella dillferencia quo para com elle live,
deliberci-mc a mandar buscar o dito artista por
urna escolla de oilo honicus, donde quer que elle
esllresse homisiado.
Sendo assim cumprida esta minha ordem, con-
serve! aquelle individuo retido na cadd por Irinla
e oito horas, lempo que me toi indisponsavel para
averiguar o fado, de que era argido.
Creio, que, as pessoas imparciaes recouheeoro
conscienciosamcnle que mais razuavel nao podia
sor o meu procedimenlo a respelo, porque leudo
sido malograda aquella priso por mim ordenada
em flagrante, a vista da resistencia opposta por
aquellos Srs. Drs., me cuiupria manda-la elleduar
por esse meio lamhem legal, para uo licor des-
nnralisada a minha auloridade policial, como ellos
pretendan), nao obstante a urbanidade com quo
anda nessa occaso procurei trata-Ios, como foi
all bem publico o notorio.
0 Sr. Dr. S qui/ lirar um argumente em sen fa-
vor, na sua correspondencia publicada no piara de
Pemambuco de 2.1 do mez possado, do fado de nao
havereu escriplo caria ulguina iiaquella occasi.o,
romo praliquo para com o Sr. Dr. Francisco Joo.
Enganou-se [lorm o Sr. Dr. S,porque se a ello nao
me dirig, fui por oonsidora-lo em oulra posicju
bem dislindada do*Sr. Dr. Francisco Joo para
mim ldo e havidu como dominado de una idea
lisa para contigo o verdadeiro seductor de S. S.,
oinda inexperto, para os moliiis, de que se tornara
autor, 011 cabero, alera du que enrreu logo de bocea
em bocea que mesmo Sr. Dr. Si havia represen-
tado em Indo isso um papel mu secundario, e por
isso nao devora jamis equipara-las.
A sou turno o Sr. Dr. Francisco Joo explicando
esse faci non 11 geluho e ijallwrdia que o dislin-
guem, disse na sua rilada correspondencia de 2i
de marco ultimo, que ello nao tirn do poder de
meu ordouonoa o dilo Jos Constantino, que fra
preso em flagrante minha ordem, nas sim que o
releve al que essa ordem viesso por oscripto.
Com olfeilo essa roarctada do Sr. Francisco Joo
Publicaces a pedido.
Cliejz;ii iuii<"<> apiiehinlKi, fri'i Caetan ala
Troiiut, iicstii villa le Tat-arat,
sua fstatla ft Kithida.
- Sem duviila sou o mais sumnos para lanrai ino
da peima e esbocar com elegancia aehegada, os-
lada o sabida do Itvd. ministro ; porin, como
ningnemlolvezse queira cncarregar deslean pro-
ficuo servico, a elle me enlrego, nao no intuito de
desempcnha-lo, mas de fazer o que me for possi-
vel. Por runsogiiiiile, sera mais prolegmenos, en-
lio na materia, pedindo aos charos Icilnres descul-
pa para as uiinhas (altos.
Chegada.No oia 20 de Janeiro prximo pretri-
to, netas de/, horas da iiiauha, nos preparaVanios
para o encontr do Itvd. inissiouario ; porm elle
nao nos den osle gosto, porque, dcxando a aovo
em eaminho, apressou-se pora chogar primero, le-
mendo o rigor do sol.
l-'nmos romtudo cuconlrar as imagens. Yinham,
pouco mais 011 menos duas mil pessoas : os homens
adianto, couduzam una imagem, e as mulheres
aira?, cantando o ulfico de Nossa Senhoro, i-ondu-
zam o,nra.
Picamos admirados di' ver Ionio gosto, ordem o
respoilo, em uro povo, que nao ha muilo, havia sa-
bido do seu estado normal para uin annrnal.
1 .litando entramos na matriz, apresenlou-se o Bvd.
ministro do Seuhor, o, ebegondo ao aliar, mandn
quo o poro canlasse aSalvo Kaiiiha, o que logo
o lugo se cumprio.
Depois do que pedio misericordia, e, tendo
dilo que haviam Iros dias para se fazer urna hitada,
e que 110 domingo ( 23 I comecaria a santa misso,
mandnu que o povo se rolirassc.
Estada.No dia aplazado conieron o Bvd. minis-
tro a exercer o sen santo ministerio a eloqiioueia,
o cslylo sublime e vastos conhecimentos sao os ca-
racteres, que sobremodo o dislihgiiom.
Fados da Historia Sagrada, eoniparares e dc-
duceos lgicos foram sompre o poni cardes] dos
.-cus discursos.
Emiim, charos leitores, bosta dizer-vos que nao
pode ha ver elogio siifiicienlo : tudo nada, compa-
rando-se rom as cualidades do Bvd. Ir. Caelano da
Troina.
Todosos dias pela niauha, dppois da missa, ox-
plicava protundamenle os niandainiMitos da le de
Dos; o explirava de um modo lo conciso, que
niuguem houve por mais ignorante que losse, uue
nao entendesse suas to enrgicas, quo elegantes
patarras.
So olii.-ii mus para o campo da manceba, o vere-
areitou o seu ofleracimeulo, lambem o Dr. Sabino
mereca a oonlianca de lodos que arredilatam na
homeopalbia, e por casa razan nao devera ser con-
vidado, v ausencia do Sr. Dr. Sarment, embora
sonsivoleni razio de seus conhecimentos c de sua
pratica, nao era rremediavel alenlo o immenso
numero de mdicos allnpalhasque havia; mas a au-
sencia du Dr. Sabino nao o era pelo rozno do ser li-
mitadissimo o numero de mdicos bomeopathas.
A ojustiea do Sr. prosidenlc pora coinigo e para
enm os sectarios da homeopatbia pois palpitante
o lano mais quanlo 110 mesmo dia, em que S. Exe.
assigiinu u sen olllcio i de Janeiro; se dava 11a ca-
ptol o primeira caso de cholera!!
1 l'icara portante malograda esta primeira
tentativa. I
Doqui so concilio que nao era a nomooMihia quo |
so quera pm- em pravo, porque osla j eslava pro-
rada na Victoria, segundo refere oSr. Dr Cosme
no precedente parsgrapho, Era, pois, ao Dr. Sabi-
no que se quena por om torturas!! Contieno perfei-
tainente is-o; e lamtamconheen que o Um oacru-
zada levonloda oonlra mim ora expor-sc-mv a rr-
sao o desconceilo publico; mas isso nao depende
dos homens; depende priiuoirainenle de lieos, c
depois du mim mesmo. Por ora nao eslou disposte
a doixar-me alar ao posto dos caprichos de nin-
gnem.
1 Passemos ao hospital.]
Comer iraqu o Sr. Dr. Cosme a Dagellar a rer-
dade em relncn ao hospital homeopauSico.
(A 18 do fevereiro o Dr. Sabino 0111 um
sen ollicio dirigido 00 governo dizia que
nas grandes irises que olacam directamente
os intiiesses da humaiiilade, lodos os lio-
mena bem intencionados lem mprescriplirel
> dcvnr de auxiliar o governo, anda que sen-
. lmenlos particulares mutuamonte as afas-
. lem om pocas ordinarias, p quo ora ha-
seadn ueste principio que nlferecia a adini-
- nislroro, Ionio de sua parle, inmo^acoin-
missn honeficeiilo, de que era presidente
com poderos discriciunarios, um bolo em
" favor (losenfermos desvalidos, quo proferis-
sem n iratamenlo homeopatlitco ao antigu
" syslema; consistindo esta bolo, non s no
sou serrien possnal e nos seus medicaiiien-
- los, indo gratuito, como nu pequeo capital
da sociedade, qur na cidade do Recite, qur
. em Dunda, fguarass, Tejucupapo', lpojuca,
S. I.inireiico e Boiroiros.!
Eis o meu oII'umo de nfferecimento dolado de 17
de fevereiro o nao de 18 como diz o Sr. Dr. Cosme :
Illm. o Exm. Sr.Nas grandes irises que alacam
directamente os interesses da humanidado, lodos
os homens bem intencionados tam imprescripttrcl 1
deverde ajudar ao governo, oinda que senlimenli-
ninnlos particulares miilnamonle os afastem nas
pocas ordinarias. Bascado nesle principio, que
considero juslissiuio, vou depositar nas mos do V.
Exc. um bolo, lano de ininlio parle como da par-
le da sociedode llomoopaibca Deneflcenlc, queme
tam honrado com poderes doscricionnrins para
ludo que disser respoilo ao bem da humauidade
Do minha parlo poudo gratuitamente i disposirao
de \ l.xc. nesta capital, lauto os scus sorricos nic- '
dices em favonios desvalidos, que pretVnrei o ira-
lamento honionpalhico ao antigu
epidemia niimerosissimas pessoas soitreraiu antes
do mido do que de cholera, o que um algumas a
presenca de umrholerico provocava notareis trun--
foi niaror< ?
Pois o Sr. Dr. acha edificantes 04 actos de de-
fecar e do uiirinar em presenca de individuos Uu
mesmo sexo, quanlo mais ile sesos dilfi-reiiles'! \-
cha bonita que mu individuo do sexo (euiiniuo Pll-
lie ein 11 ii. I,aulio do asnettlO visto de nutro-Uo
sexo masculino, a viee-veraa I
1 governo, que en mu eatnhelefimenlo publico
suas ordens.
guardo a \ mc.^raiacio do soverno do Per-
namhucii, 4 de marco de-185C.
Josf liento da l'unha h'igueiredn.
Sr. Dr. Sabino Osenrio I.iuigero l'inho.
Illm. Sr.Seudo informado polo Exm Sr. pre-i-
denio da provincia em ollicio datado de honiem.
que \ S. baria ordenado a promplilicaciio dos re-
paros quo se deiein fazer no convento de S Fran-
cisco, alim de prestaf-oe ao roister de recobor 011-
leruios duronle a epidemia actual, o nao havendo
al agora inoapparcido aLnieili da parle dossa re-
parliio, para Irol.ir ocerca de tal ubjerln, vou so-
licilardeV. S. 11 maior arlividade para que dilo-
odmiltissoe-sa pralua, seria um governo deprava- repaTnsvnnjnm oxecutadesininiedialamenle, alio.,.,,
do ; e 11 moilico, quo pora isso o uconsolhasse, au
encontrara, no vocabulario um nonio que bem a
distiuguisso !
tos mdicos e a lodosos homens honestase mo
raUsados deixo a apreciarn do texto do meu oili-'
icio. Eslou corto que 110111 us nem oulros deixarao |
de julgar f.s.e/iciiK-s o- deleites que apoutci.
I < Nesta mesmo olliciu, o Dr. Sabino mus-
irava
tu
< nha.
Si eu mostrara que laes incanicnientes podiam
ser remediados, porque ro/.o nao os remediou quem
podio ? Porque razo tira o Sr. Dr. CosuM essa cul-
pa do Sr. presidente para lanca-la sobro mim ?
1 A osle ollicio responder o Exm. pres-
. denle da provincia em dala de i do leverei-
- 10 auforisando (1) o Dr. Sabino a procurar o
edificio que lhe parecesse mais proprio ; lo
- grande era o desejo que linha S. F.xc. de ver
oslalioleciilo o hospital boiueopalbico com as
convenientes proporcoes, e prvido de lodos
- os utensilios necessarios, am de que a po-
pulacn desvalida nao lieassc sem mais os-
- le meio de soccorrn na aclural calamidade ;
.........no o Dr. Sabino lhe livesse informado
que o niajnr Nasiiinenlo 2 linha duas casas
na Boa \ isla que podiam servir para esse lim
" lhe lu larabeui dada aulorisaco de mauda-
- las preparar,como lhe parecesse in.its acerta-
do, o de nimio que podesse logo coineear os
^ seus serveos de candado. )
Viuda osla vez nao serviraiu ditas casas
para o hospital homeopaibicu por Jbes se-
i-ein precisos varios colicortos: em conse-
qnencado que fra o 28 du levereiro pelo Dr.
.-sabino indicado o convenio do S. Francisco
[3] no qual havia um salo, e urna enferma-
ra, que com pequeos reparos podiam ser-
1 vir para o hospital, c nesle sentido pedia
a S F.xc. que 'pela reparlieo das obras pu-
blicas os mandasen fazer. No dia primero
demarco, islo dous dias depois o II. Sabi-
no anda se dirigir presidencia dizendo
que uo tendo recebdo aviso do que so fos-
sem fazer os reparos que elle indicara, cum-
pria-lhu ainda por mais nina vez rogar a S.
Exc ,[ne se dguasse de dar as convenientes
ordens reparlieo das obras publicas para
' que com a maior brevidado podesse esta casa
prestaros serviros quccoiu auciedade o pu-
< blico espera.va"
( A esse ollicio respondn S. F.xc. dizendo
que, apenas rocebera seu uflicio de 28 do
correnlc, autorisara logo o director dos obras
< publicas para mandar [azor os reparos indi
codos como udispeiisaveis nn sali e enfor-
maria do convenio do S. Francisco. ]
syslema ou em i ,om atgussns notase com a Irausrripco dos do-
casas particulares 011 enturo hospital especialmen-1 menlos offiriaes responderei englobodamenle a
le destinado para esse lim, romo fornocendo lodos l'ss''s lrea paragraphos o aos outros que se seguem
os medicamentos homeopalhiros, que forem noces-! porque mais adianto ochar o leitor um artigo i mi-
sarios. Da parle da sociedade lloiueopathica llene.
iiconle O ten pequeo capital, lano nesla cidade
a iioecssidudo de satistazor-so anctedade publica.
Dos guarde a V. S. Becife, i de m.ircode 1656.
Illm. Sr. Dr. director da reparlieo das obras pu-
blicas. [*]
Dr. Sabino Olegario Ludgero Pinho.
Illm. .1 Kxiii. Sr.Tonho deizado de responder so
nfthiodeV. Exc. datado de i do rnrronle, porque
. lencionava faze-lo quando houvesse de cunimiiui-
aia que lacs incouv.nenies podiam ser re-1 ,.nr promplificaio dos reliaros, que se devem fa-
odiados, estabelecendo-se no andar terreo ; 7,.r noKt.(1v,,Illo d(, s_ Frallcisc0 't 0 c,bolei-i-
unia ei.loriuaria para os casos grave- e aug- rilt,Illn d!, caM dc Sll.coos. ma5 Iaps cireumslan-
inenlondo-se o lelbeiro para servir do cozi-, cjas ha 11(.c,irrid0i qilu ainda me nao dado aimun-
Ciar V. Exc. a roalisai-o dc lo til usliluicao.
Principiarei dizendo V. F'xc,, que apenas no dia
4 do correnle pela meio dia me app.ircceu um pe-
dreiro da porte da reparlieo das obras publicas, o
mandei osperor-mo 110 convento, e ahi indique! o
quo so dovra fazer tanta no salan, como na enfer-
mara o enzinba. No dia segii'.nle mandei ver o quo
so havia feito, e cnlu fui informado que o Bvd.
guardin se achara bstanle afilelo por have-
rem,pregado a porta da enfermara da parle do
qunrtrl ilos guardas nacioaaes destarados, visto
que essa enfermara nao havia sido concedida para
fozer parle do mencionado quarlol, ionio bem pro-
va o olfirio do Bvd. guardin do convenio, que por
copia remollo.
A vista dsso ful oiiloiider-mc 00111 o rommandaii-
le do balalho aquarloladu, e osle respondou-nie
quo qualrorentas baijonetas se oppnnham ao rsta-
belccimcnto da enfermara n'aquelle lugar, e quej
hara o/firiado (i Y. Exc. a tal respeilii. 0 argu-
menta do opposico nao podia ser inris poderoso e
signiflcalivo para arredar-mo do meu proposito';
mas como nao so tratara do rombaler Inimigos a
de todas a mais niseravel, porque nao possivel mos inhabitado; se olhartbos para o camp dos me-
-suppo-lo de boa t nesle caso, quando afirma que
aquello individuo nao vinha legalmonlo preso por
nao Irazer a ordem escriplo, o por isso elle o relevo
eni sua compouhia, doveudu siibor que visla do ar-
tigo 175 do cod. do proc. ciini. essa priso se podia
ollecluar sem a predicla ordem escripia por ser em
flagrante delicio, assim como que em loco do aviso
n. 13 do 15 de fevereiro do 1814, nem mesmo aulo-
ridade alguma (quanlo maisS. S.") poda relersob
sua guarda, 011 alias relai bar da priso, que fra in-
timada on mencionado artista, a nao ser emvirtu-
dc do Banca admiltida, ou prestada nos termos l-
gaos.
De mais, o Sr. Francisco Joo nao ora all o fis-
cal de meus ocios como delegado, nem podia op-
por-seao cumprimeiil.i dossa niinha ordem, a pre-
texto de Ilegal, porque sabia iiue por tal nao a de-
va considerar, quando ora emanada de urna aulo-
ridade legitima, ou completamente do accordo com
as presen pees c nas circuosla mas legaes, por tor-
ca do citado artigo 175 do cod. do proc. crira. e do
ortigo 113 do cod. crim. I.ogu o Sr. Dr. Francisco
Joo perpetrou assim o criine prevista no or. 1211
do cod. crim., lirondo aquello individuo legalnn-nte
preso do poder da juslica, e por corlo em otilro paiz
onde nao imperassom consideradles pessoaes sobre
a exeeuco das les, ello nao se orguliiaria lano da
sua iinpunidade, e com justa punico pagara mui
caro o sou aojo. Entretanto eslou persuadido
que nao resollar a S. S. o mais leve inrommodo,
nem mesmo o uejustillcar-so, porque S. S.a seni-
prc foi, e ainda um dos motares favoritos com
carta branca para fazer tudo quanlo lhe suggerir
sua escaldada imagnaco. As lcis na nossa trra
sao como as leias de aranhas, que s prendera aos
pequeos insectos, mas o de maior lamauho as
rompen).
De taula argucia usou u Sr. Francisco Joo em
sua correspondencia, a quo altado, que phantaseou
una historia de que ou mandara despejar e prender
o lal ferreiro dc urna casa ranha.
Eltur.lii menle exacta que o dito ferreiro inlro-
diizio-sc ein urna casa minlia, mo grado proprio
mas isso nao prova que a priso delle nu proviesse
de oulros motivos muilo eslronhos, que me cum-
pna averiguar por quoixa .pie me havia sido dada
Esse o individuo emvo presumndo que o faci de
oceupar una casa niinha, o garanta de sof-
frer o devido castigo para o seu mo procedi-
menlo, e vendo-se burlado nesse desiguio, fez urna
completa iuverso, passando a dizer que por causa
de estar elle em casa minha, sem a minha approva-
co, cu o persegua e o quera dola despojar. Nao
din ido mesmo quo em tudo isto fosse elle insinua-
do pelo Sr. Dr. Francisco Joo, que conbece bem
essas dobras e redoblas da chirana, e sota melhor a
arte de desfigurar e dar certa colorido aos tactos
para torna-Ios verosimeise acreditaveis.
Epara prova dsso basta ver-se que dizendo eu
na minha carta, que diriji ao mesmo Sr. Dr. acerca
desse preso, alim de dar a conboccr quem era, e
onde morara, que elle se havia apoderado de urna
casa em lal parle, o Sr. Dr. Francisco Joo invortan
logo, dizendo que nella se declarara ser esse o mo-
tivo da pri.-io. i.yiismo igual nao possivel en-
contrar-se !...
Desla furnia o Sr. Dr. Francisco Joo poder ex-
plicar ou iiiuocentar os netos mais criminosos, por-
que em si lem os recursos para coramodaiucnte
adulicra-los, e rovesli-los dc certas verosimilhaii-
r.i para sua creduldade.
como na cidade de Olinda, o nos freguozios do lgua-
rass, do lpojuca, de S. l.oureneo o de Barroiros,
para adjulorio de hospilaes o remtanos.
S \ Exc. se dignar de aceitar osles ofiercoimeii-
los, rogo-lhc que lenha a bondade de considerar
nas eomniissoes, que por ventura houver de nouioar
pora essas diflcrenles locolidados, os membrnsda
sociedade que lao boamente se lem prestado o pro-
inov er as siihseripcoes, c que nao deixarao de acei-
tar lopiedoso encargo.
Dos guardo a V. Exc. Becife 17 de fevereiro de
1866. Illm. e Exm. Sr. consolheiro Jos Bento da
Cunha Figueiredo.Dr. Soiipo Olegario l.adgrro
Pinho.
Peco muilo so leilnr que oliendo tam para a n-
legra deste meu ollicio de oflerecimenlo. Ahi nao
se pedo auxilio 00 governo para a ereaco do um
hospital, o nao se falla nem fui grande* capilaes, o
nem em serveos oxtroiihos possoa do olironte.
Creio que nu poderiu ser mais modesto.
I'is a resposla do 011 eilaco :
Accelo com ambos as mos o bolo que Vmc,
por s,o dap artad a Sociedade lloiuonpatbica Bene-
licciile poz a niinha disposico a favor dos desvali-
dos que sendo atacados da epidemia reinante pre-
ferirem o tralaiuenln honicopalhico.
Convalido, e sobremodo agradecendn os senli-
monios pliilanlhropicos do Vmc. o da sociedadeBe-
neficento, do que orgo, nao dexarei de apravei-
lar opporliinainenle os valiosos .serrinos que eslo
dispostos a prestar liuniaiiidade soffredra.
lieos guarde a \ 1110.Palacio do governo de Per-
nambueo 18 de fevereiro de 1s5fi./o lenlo da
Cnnhae Figueiredo.Se. Dr Sabino Olegario l.ud-
gerO Pinho, presidenta da Sociedade llouieiipalbiea
Bonellcenle
Esl claro que a oeeilaco de S- Ele. nao so po-
llera referir se nao ao objeclo oficrecido.
Eira pois provado que nao podi ao gorotno auxi-
lio para a ereaco de um hospital homeopalhico, e
que apenas IheouVroeioaefMiM capital da socieda-
de, o os meus serveos e remedios para serom em-
pregados romo se julgasse mais conveniente, t
governo unlendeii que me devera incumbir da aber-
lura e dircroho do um hospital, onde os doenlos ie-
11 liessem o iratamenlo homeopalhiro; o onto, om
lugar de recetar eu auxilio, fiu' quem o auxiliou
preslando-mc a execnlar sen hmracel pensamiento.
( S. Exc. receben, e agradecen este oHere-
cimento, e foi promplo em desojar v-lo ap-
dieado ; e nesle sentido tendo a sua dispo-
si.-o o grande salo do ihealro do Apollo,
mandou otfereec-lo a ii de fevereiro ao Dr.
Sabino, para all montar urna enfermara ho-
meopothica ; a cojo uflereciiiieulo o Dr. Sa-
bino responder a 25, "I que leudo oxann-
nado dita salo nao o achara rom nscommo-
i dos indspei.savois para urna enfermara ro-
< guiar; por quonio era muilo conveniente
* que os enfermos cslvessom separados segun-
do agrandado da molestia, e em dito salo
nao havia esta divisan : um outro inconve-
nienlo anda fra apuntado: vinha elle a sor
que, o lugar, quo podia ser aproveilado pora
< cosinha, eslava tora do estabeleeimcnlo, ten-
do communicaco por un estreto corredor
iclaro o arejad) ; o ainda mais, que sendo
- a enfermara para ambos os sexos, nao de-
' viam osles oslar reunidos pela inimoralidade
que resultara de estar um sexo na presenca
de muro fazendo Suas iecossidados nal-
raes. )
Ah ra a resposla, a que so refera esta para-
granho.
Illm. o Exm. Sr.Em eoaseqiiencia do oflico do
V. Exc. dolado de ii do crrante, ooinmunicandn-
mehaver olliciadn direreo do Iheolro do Apollo
para por minha disposico o salo do mesmo llu-a-
tro, alim de ahi eslataleeer a enfermara para as
pessoas nobles que se qiiizeroin submetter ao Ira-
tamenlo bouieopalbioo, cumpro-me dizer a V. Y.ic.
que examinando o sobredilo salo, arhoi que ello
nao olferoce os commojos indispeusaveis para moa
enfermara regular; porquanlo sondo muilo con-
veniente que os enfermos estojara separados segun-
onl.i de bayonetas, o sim de soccorrer a afilela
esimoda ra seudo por um
inimigo sorratiro, anda mais lerrivel que aqu I-
xericns, dos enredos o da intriga, o rremos inhabi-
tado ; se olharmos pora o t-ampn do despiezo da
eonfisso, o veremos inhabitado ; o ualmonle, se
olharmos poro o oouipo dos vicios o dos mos cos-
tamos, o veremos inhabitado.
Oh I Onom fez com que estes campos to vastas,
lo habitados, que eram, tirassem inhabitados''!
F'iu Dos por inlervenco do seu ministro !!!
No dia domingo (.10 de Janeiro) tez o ultimo ser-
mn, dirigido a Mora Sonlissima, e ceiicluio enm
lodo enthusias.no, gritando detallo do pulpito com
o povo, cinco mil pessoas pelo menos : Viva o Mo-
ra Saulissi.na I Viva a Mara Sanlssinia Viva a
liara Samssiraa!
Charos leitores, s a religio calholica apostlica
romana !...
Imagnoi agora um ministro com os olhos lacri-
mosos, k com a voz trmula, gritando do pulpito :
- adeos meu povo neo povo baiihado eiu lagri-
mas, gritando em respoi.la : < adoos meu padre
o o ministro repelindn por militas vezes: adeos
meu pova eo pova : adeos meu padre. t>
Foi o que acontecen '. a bocea nao podia pronun-
ciar nutras palavras ; e que fado to locante, lo
estupendo I
Para lombroiica deixou edificado um cruzeiro
alraz da matriz.
Sabida.No dia 1. do correnle (ore lugar a sabi-
da do Bvd. minislro, a qual, onmquante nao go-
zasso de grande acoinpanhamenlo, pela falla de ca-
vallos, pelo sul e pola secca, todava nao foi m;
porque, alin de militas pessoas que levavom as
imagens, alginis huuicns a cavado o acouipanb.i-
r.i.n al a distancia de tres leguas, dirgindo-sc elle do a gravidade da molestia, olim de que o estado
poro a povoacao do Fazonda lirondo desta comarca, ; agnni-aute de imsno imprssioiM o moral dos Ott-
ondu pretende missionar ; sendo para isso convi- | Iros enfennus convalesreules, jamis so poder con-
dado pelo Major Jos Bodriguos dc Muraos, que ten- seguir isso om um salo, undn todos se acltem ren-
do assisldo a sania misso desle lugar, para all se- nidos. Ningnem ignora quanta influencia oxerec o
guo com o Rvd. minislro.
Eis, charos leitores, o meu exiguo servico :
o bom. se o houver, e dosprezai o mo.
Villa de Tocnrat, 3 de levereiro de 1859.
Antonio Estanislao de Carvalho.
ledo
PLBiJCACAO DO INSTITUTO HOMEOPTICO
DO BRASIL.
Apontamentos para a historia da Ito-
neopatliia pelo Dr. Kabino Olega-
rio l.u Resposla ao velatorio do estado sanitario da pro-
iiioral 110 organismo do humera 110 oslado de saude.
e ainda mais no estado de molestia ; e por esta ra-
zo recn.nmenda a sciencia que se alfosio dos doen-
los lodas as causas quepossamde qualquor manei-
ra affeelar vivamente o moral. Poder-se-hia re-
mediar essa falla runslruiudo-se no pavimento ter-
reo urna pequea sala, e aproveilando-sc igual-
mente um pequeo quarto o eslreito corredor ; mas
isso alem dc nao oflerecer vaulagens rcaes, acores-
ce que tica logo na enlrada do estabeleeimcnlo, e
pode acontecer que ao enlrarem os enfermos para
serem soccorridos. secncontrem logo com o triste
espectculo da agona. Outro inconveniente que
enconlrei foi que o lugar que se pode o prove tor po-
rineia de Pemambuco no anno de 1856, apresen- ra cosinha, se acha fra do estatalecimeiito sem
lado pela commisso de hygiene publica. communicaco interior, em um eslreito corredor,
{ Iraprcsso uo Um do auno de 1857. )
N. B.0 artigo, a que se responde, c transcrip-
ta por paragraphos, que se distinguen! da res-
posta por csiarcm marginados e collocados enlre
p.ironlhoses.
HOSPITAL IIOMI.OI'.UIIICO.
(Continuaro.)
O oOicio do presidente prava que a homeopathia
so achara em euectiro trabalho, sendo empregada
publicamente em grande escala ; e por oouseguin-
te deslrne coinpletameulo a arrojada proposico do
Sr. llr. Cosme, em que diz que muilo de proposito
te fiu/ia ao encontr de proporcoes to seductora*.
Desse ollicio lambem se deduz'que as commuuica-
i.es ofliciaes da Victoria conllrmavain a ofilcacia da
homeopathia; pois se assim nao fosse, jamis o
los, fui enm o Sr. direclor das obras publicas aq ron
rento, alim de vo.rmos algum salan que podesse
substituir enfermara; o oinda urna vez pude a pro
ciaros bous dosejos do Itvd. guardio, concedeudo
o refeilorio para nelle se fundar urna enfermara,
pora cujo llin concordamos eu c o Sr. director das
obras publicas nos Irabalhos que se deviam esept-
tar, os quaes vio indo tao Icutamcnlc, que me fa-
zoin crorque lo cedo nao ter a popularn indi-
gente mais osle meio de soccorrn.
E para que nao hoja maior demora nos arranjos
do cornos, roupas, e tudo mais que for necessorio,
rogo V. Exc. a expedirn de suas ordens ao Sr
coronel presidente da commisso do compras para
o arsenal de guerra, alim de que brevemente possa
ludo estar preparado para o conveniente desii-
uu. ()
lieos guarde a V. Y.k. Recfe, 8 de marco dc
1856.
Illm. e F.tm. Sr. consolheiro Jos Renta da Cunha
e Figiieirodn.
Dr. Sabino Olegario Ludgero Pinho.
Illm. Sr.Em resposla ao olllcin que V. S. diri-
gio-nos romo eucarregado do estatalocer um hospi-
tal a que sejam recolhidas pessoas atacadas da epi-
demia, reiteramos V. S. o olforocimento de nna
enfermara, o mais nm grande sali, e a nossa iro-
messa do iuii rvirinns para quo V. S. soja cedida a
enfermara da irmandodo do Dvlio Espirite Sanio
ueste convento. Esperamos qne V, S. se digne
aceitar os nossos votos pelo feliz resultado d'essa
empreza que tanto mais importante, quanta tem
,1 sua fronte a possoa dc V. S., quanta e santa, a|-
tendendo-se ao fim a qao ella so dirige, e ao ze|o
religioso com que V. s. a promove. Dos guarde
V. S. Convenio de Sonta Antonio do Recito 1 de
mono de 1856.
Illm. Sr. llr. Sabino Olegirio I.udgern Pinho.
Fr. Antonio de Santa Anglica Pimentel, guardio.
De lodos esses documentas se concilio : 1." oue p
Sr. cunsclbciro Jos Bento achou justas as razos
por nm apresentadas acerca do salo do Iboalio
d'Apollo; 2." que o offereclmcnlo que o Sr. major
Nascjmenlo me fizera do suas casas, nao foi coin-
municado olDcialmenlc i S. Exc.; e por isso nao de-
vora S. Exc. fazer d'ollc menco em um ollicio, co-
mo que para inculcar demasiado inieresso pelo tam
publico, e alT.isl.ii- de si qualquer responsabilidad* ;
:l." que em procura de um edificio andei eu dc He-
redes para Plalos, perdendn o lempo que devera
empregar 110 verdadeiro e proficuo servico dnsinfe-
lizes, e em mous inloicsses particulares; A. que
achado o edificio, leve ello a iufelcidade de oslar
junio do quarlol da guarda nacional e muilo
prximo do palacio de S. Exc. ; 5." que vencida a
diiiicuidade da vizinhanra do quarlol, nao bouve
pressa cni mondo-lo aproniplar; 6 que em lodos
os mous actos dei provas evidentes de solicitado,
constancia e bons dosejos de ajudar ao governo no
soccorrn da humauidade, procurando mui de pro-
posito o encontr deproporedes teditrlorat.
( Emiim a 14 de marco o Dr. Sabino ofDcia-
ra ao Exm. presidente da provincia dizendo
que se achavam promptos os reparos preci-
sos no cslabelerimeiilo da casa de soccorros
a sou cargo, restando soioente prove-la de
- camas, loupas e utensis indispensaveis; e dos
empreados seguinles que jiilgara serem suf-
ticicnles.1 gerenta, i enfermeiros, 2 011-
fermeiras, 1 porteiro, o (i serventes ; ren-
* cendo o gerente, os enfermeiros e as eirfer
nieiras95j000rs. mensaes, cada um ; (1) e
>' aos mais pagando-sc o' que fosse con'vencu-
nado ; dospezas estas que deviain ser satis-
|. feilas pela Ihesourorla. Enlo declara o llr.
Sabino pela p.imeira vez (i) que os fundos
da sociedade horaeopathica eraoi deCdOjOOil
rijis, os quaes pedia licenra (eslava com pu-
deres discricionarios) (3) para gastar com o
snstento dos doenlos; e esperava em Dcos
que cora esla diminuta quanlia, e ajudado
< dos scus esforcos e dos da sociedade homeo-
11atilica tanctirenle pedera poupar aos eo-
tres pblicos a despeza do sustenta dos en
termos, durante a epidemia ; e que se poi
ventura fosse infeliz, enlo nao teria reme-
dio se nao recorrer ao governo.
Illm. e Exm. Sr.Estando promptos os reparos
essenciaes no convento de S. Francisco pata o cs-
tabelecimenlo da casa de soccorros amen cargo,
resta que V. Exc. se digne dc manda-la prever de
camas, roupas, e utensis indispensaveis segundo j
Uve a honra derequisitar V. Exc, am de que
possa essa casa licor aborta ao publico no dia 16 do
correnle.
Ouanlo aos empregados da casa, julgo qne por
ora basta um gerente que so deve incumbir de man-
tera ordem, velar sobre o cumplimento das ohri-
gaces dos nutros empregados, e cuidar da econo-
ma interna do estabclecimenln, alm de oulras
obrigares, que as rircumstancias exigirem ; quatro
enfermeiros, duas enfermeiros, um porteiro, um eo-
ziuheiro e seis serventes.
Me parece muito conveniente qne se marque ao
gerente, enfermeiros o eufermoiras o nrdcuado tWo
dc 705 rs. mensaes, e urna grotWcaco igualmente
mensal do riute a cincuenta mil ris, ao meu arbi-
trio, segundo o zelo, caridade, diligencia, boa von-
tade com que Qzerem o serrico da casa, que llies
for por mim ordenado.
Ao porteiro, cozinheiro e serventes pagar-se-ha
o que for convencionado.
solio e enfefmatM do convenioi deS. Francisco. *'-m cas0 ,n necessidade o numero d'egges ent-
Deos guarde o VmcPalacio do governo de Per- Pagados poder ser elevado,
naiubuiii, :i dc marro do 1850. i Essas despezas serio feitas pol? fazenda publica;
Jos lento da C'un/ta e Figueiredo. \ m,s com0 Sociedade Homeopalhica Ceneficoiile
Sr. Dr. Sabino Olegario Ludgero Pinho. lcm. m caixf qnantia de 600| rs., que est dis-
Illm. e Exm. Sr.Accusondo a recepcao do oOl- """C*.0 de v K,c-i P?o Hcenra para applicar esse
ciu do V. Exc datado dc buje e agora recebdo [ 8 duiheiro, c qualquer outro que se possa adquirir
horas da nolte, ) em que se digna de communicar-, Por p'mlas para o sustento dos enfermos. Espero
me, que dosde o dia 28 do mezpassado, authurisou emDeos 1ue os nieus esforros e os da Sociedade
ao direclor das obras publicas a mandar fazer os re- ___________________
paros indispensaveis no salo o enfermara do con-1 (.) 0 Sr. director respondeu-mc verhalmeuta que
ve Uo de S Francisco, conforme minha reques,cao : aBWMU,no a 3 de martT0 lhe h3viil s Exc_ 0{li^
coiisionie du ollicio, que a V. Exc. dirig, datado de do laes reparos !
28 do dilo mez, corre-me a ob.igaco dc declarar i ,..) rj.^ oBlcio n0 ,, Sr_ Dr. coSme na ,
sua historia ; oa porque isso nao eonviesse para o
liilailu Verdadeiro lliiloria do Hospital Horneo-
patliico de Pecnambuco ora que retiro todos os
fados que se passaram em retarte a osle objeoto.
Illm. Sr.Acensando recebdo o ollicio de 21 do
correte,em que Vine, me eoininuiiira os inconve-
nientes que ha em eslabolocer 110 salan do Apollo
a casa do soeroiros, onde devera ser curados as
pessoas pobres que, atacadas da epidemia, se qui-
lerem subuieller sua clnica, tonho a dizer-lhe
que Vmc. fica aulorisado a procurar o edificio que
lhe parecer mais proprio, e com as convenientes
proporcies para o lim que se tem em vista ; assim
como dc o prever de lodos os utensilios precisos ;
pois que nao desojo que a popularn fique som
mais osle meio do soccorrn na actual calamidade.
E porque Vmc. me onmmuiiicnii quo o major
Nasoinoulo oBarecera no bairro da Boa-Vista duas
rasas que se podem prestar para o mesmo mistar,
lambem o auloriso a mandar prepara-las como Iho
parecer mais acortado, de modo que possa Vmc. 00-
iiieeor logo a prestar os snicos de caridade, a que
se propc, oque nao posso deWarde apreciar.
lieos quarde a Vine. Palacio do goveino do Prr-
nambuco, 28 de fevereiro de 1856.Jos Bento da
Cunha e Figueiredo.Sr. llr. Sabinu Olegario Lud-
gero Pinho.
Ulm. o Exm. Sr.Em resposla ao olllcio de V
Exc. datado de 20 do crrante, cumpro-me dizer
que encontrando no _rm. guardio dos religiosos
franciscanos a nicll.nr ventado do proslar-se ao ser-
vil o da humanidado, obtire delle tanta o salo qm
jo hav ia poslo disposico de S. Exc, como tam-
bora a enfermarla dn mesmo convenio, a qual pode
sor cnnvei.ientamenle augmentada com urna sala,
que tambera esl a dispusicoo do V. Exc. na paite
uceupada polo balalho dc'guardas nacinnaes dos-
tacados. .Nao sao grondos os reporos que se devem
fazer liara que sta casa do soccorros possa com
hrevidade preoucher os fins para que destinada ;
e por isso rogo a V. Ese, a expedico das conve-
nientes ordens reparlieo das obras publicas para
que ditos raparos sejam executadoa com Inda a
presteza, queexigcm as actuaos cireuinslancias.
Onanta as casas que eu disse verbalmenle a V.
Exc. seren olTerccidas pelo Sr. major Nasoimciilo
da Costa Monleirn, siriain ellos do multa ulilidade
na prsenle quadra, se nao preeisassein do militas
concerlos, que leroriam lempo em serem execula-
dos. Disso mesmo mo havia prevenido o Sr. major
Xasoimonlo.
Couvju ainda conimunicar a V. Exc. que, usan-
do da ampio aulorisaco com que me honro, e jvil
gando que nao hovera duvida na promplilicaco da
casa dc soccorros de S. Francisco, ped ao Sr. co-
ronel Benlo Jos l.amonha l.ins, presidente da com-
misso de compras para o arsenal de guerra, que
se inrunibisse de promover a compra dos objectos
necessarios para inonlar-se esse humanitario eslo-
bolcriincnto.
Dos guarde a V. Exc. Recife 88 de fevereiro dc
1859.Illm. e Exm. Sr. consolheiro Jos Benlo da
Cunha c Figueiredo.llr. Sabino Oleqario Ludaero
Pinho.
Illm. e Exm. Sr.Como at esta hora [1 hora da
larde] nao leuho eu recetado enniniunicaoo de V.
Exc. do llover mandado .exeontar os obras para o
ostatalermento da casa de succorrus no convento
do S. Francisco, segundo requisitei on. meu o_Icio
anterior, e saiha quo no dilo convenio nada ainda
hoja quo indique a breve promplilicaco dos necos-
sarios commodos para esse lim, cumpro-me ainda
urna voz rogara V. Evo., que se digne de dars
convenientes ordens reparlieo das ubras publi-
cas para que com a maior brevidado possa essa ca-
sa prestar os serveos, que com anciedade o publico
espora.
Dos guarde V. Exc. Recife, 1." de marco de
1S56.
Illm. o Exm. Sr. consolheiro Jos Benlo da Cu-
nha e Figueiredo.
Dr. Sabino Olegario Ludgero Pinho.
Illm. Sr.Em presenca do seu olllcio datado do
1. do correnle, lonho de derlarar-lhe, que apenas
roeobi o de _8 de fevereiro ulliiuo, aulonsoi logoao
director das obras publicas a mandar fazer, confor-
mcVine. roqnisilou, os reparos indispensaveis ao
C ll-ill 1. nllf'O.....ii-i- tu a>- .- 1 i" _____>
(1) Quem souber flue nessa occaso nao se acha- elogio do Sr. consolheiro Jos Benlo, ou porque
va urna casa para morar, e muilo menos um edificio realmente estivesse escondido em algum canta da
para um hospital, nao poder denar de ver um es-' secretaria. O que cerlo que S. Exe. em lugar de.
carneo em. lal aulorisaco. responder-mu por um offlrio (visto que era atacado
(2) lloforindo particularmente a S. Exc. o ofte- do prurido de olQciar a ponto de nao despensnr
rei-i ini-iiio que me havia feito o Sr. major Naseimen- nem a conversacio particular do o-ereciinouto das
to, nao esperara eu que S. Exc. ahussso de minha rasas do Sr. major Nascimenlo,)mandou o seu aju-
em cujo finido 'se acn im enenp teheTro qu tonllnC reduzindo a olBcio esse oflerecimenlo an-, danto de ordens chamar-1110 para lhe ir fallar. Na
lem necessidade de ser augmentado. Ainda mais; "'s 1ue ou 'nc conimumcasse o resultado do examc entrevista, que enlio tivemos, disse-me S. Exe..
sendo a en foriuaria destinada para o soccorro de i ('uc deTera f" nM o** P"* conhecer do estado quo reprovava o procedimenlo do comiuandanto do
um e outro sexo, salla aos olhos a immoralidade I ,m 1ue *e f,|lTam, e das accommodaccs que of- batalhao; mas essa reprovacao nao consta de de-
que resulta da reuniio de homens e mulheres .'8n?; JS..!? m.a.".ag.,5.!!nte ._,Lu,ln,0 eu 1".'"10 *i*um- e BelB psssou de simples con-
doenles em um salo, tendo necessidades naturaes
a satsfazer por effeito da molestia cholerica, que,
como se sabe, lem por um de seus symptomas, a
diarrhea. Sem ofTensa moral nao pode um indi-
viduo sentar-so em urna bacia d'agua adianto de
outro de sexo dilTeronle.
A' vista do expendido V. Exc. resolver romo
(*) No autographo deste oflico est a data de St,
e creio que o copista nao se enganoii. Se a data de
25 nao o um erro ivpogiaphico, onto ooiba mais
ao Sr. Dr. Cosme a honra de estropear alasdatas.
Iho havia pedido que nada oHiciasse sem que eu versa.
lhe desse meu parecer (II Ainda esta voz estropean o Sr. Dr. Cosme a
(I) O convenio de S. Francisco foi por mim indi- verdade ; pois que o quo prnpuz foi que se pagaste
cadn desde a primeira entrevista que live cora S. a cada um o ordenado ie doTOi o urna araiifle*-
Exc. uo dia S2 de fevereiro ; mas S. Eic. me disse cao de 20 a 5(1* rs.
que lal vez os religiosos nu quizo ssom ceder,- visto I (S) Enlo quando quera que declaraste t Quau-
quej tiuhan cedido parle para quarlol da guarda do me foi isso perguutado Qual a occaso mais
nocional, eento preferio n salo dn Apollo. (Juan- opportnna para essa declararnV Si algowa aecu-
do lhe cominuniquci pessoalmeulc os iiiconvenieii- saco uierecn por haver fete tal dec.laraco sem
les que all baria encontrado, lembrei-lbe anda o ineser eiig'ida.
convento e o thcatro publico ; respondeu-me que (a) (jue. admiraco/.' Enlio julga queeu devera
eu fosse ver se ohlinha dos religiosos a nuicrasao, dispor d'esse dmhiro som licenoo do Sr. presidente,
o que fcilmente alcancei. a quem eu ja o havia ofTcroculo f

' .-


Diario de Pemambuco.Sabbado 9 de Abril de 1859.
S
;-i
X

1
Homeopathica lenifcenle possam poupar aos cofres
pblicos esa daspexa de suelalo dos enfermos du-
rante a epidaniia ; e si por ventura tormos infeli-
7.05, Mo nao teroi remedio se uo reeorrer V.
Kw.
lieos guarde V. Re. Bocffs, 14 do mareo de
1856. -Illm. e Exm. Sr. cooselheiro Jas Bcnlo da
Cunta e Figueiredo, presidente da .provincia.Dr.
Sabino Olegario I.udgtro Piltho.
Continuar-te-haj.
Parti no dia 27 do me* passado para a comar-
ca de Paje de Flores, o-flln. Sr. major c comman-
danle interino do 8. batalhio de infantaria Joan do
Regn Barros Faleio : esse bravo militar que tantas
vezes se lera distinguido j no campo da batalha, e
ja no gabinete, -ei de novo mostrar a sua lidelidade
ao governo d S. M. o imperador, o a conslituico
do imperio
O lllm. Sr. major Barros, assislido sempre de
urna educarao lina e limada, de instmeco nao vul-
gar em sua" elasse, gabera desembainbar a sua es-
pada cora juslii.a e valor, para defender os direilos
de sua naco, e faser que fujam espavoridas a ver-
gonha e a mentira.
K en, amigo do Illm. Sr. major Barros, o olharoi
ramo uaia das mais robustas columnas do throno
loiperial; sabedor como son da sua Diana cons-
cicncia, de sen sincero carcter, o de seu valor mi-
litar. Dio lemerei di/.er : Que tem o governo de
S. N. imperial em Paje de Flores uin homcui
digno de lodo o louvor, um militar a toda a prova,
mu honesto cidado c um bom pai de familia.
Permita Dos, que o Illm. Sr. major Barros, e a
sua Exm.* familia qne tantos cucommodns, lalvoz
eslejam soffrendo, cUcgiicm em paz e a salvamen-
to. Viielhos sejam amenos o deliciosos esses cam-
pos por onde passam I Que oncaui por sobre essus
ngreuies montanhos o melifluo cantar do sabia !
Une finalmente chegados ao lugar desojado gozem
de unw perenne paz, filha por seni duvida, do ciim-
ptlmcnto da le e do dever.
J. J. Raymundo de Slendonra.
COMMERCIO.
ALFANDEGA.
Rendimento do dia 1 a 7 .
dem do dia 8......
151:7018691
20:597S:15G
172:299$lll7
RECEBEDOIUA DE RENDAS INTERNAS UERAES
DE PERNAMBUCO.
Rcndimento do dia 1 a 7 .
dem do dia 8 ....
1H:212$588
Mfl455
1:1 "01 SO 13
CONSULADO .PROVINCIAL.
Rendimentn do dia 1 a 7 1S.-25M712
dem do dia 8....... I:698f237
10:'J57g!)49
Movimento do porto.
Ifacioi entrados no dia 8.
Montevideo 23 horas, barra Oriental F.milg, de
280 toneladas, capitn Morill, equip. 11, carga
eourns : ao capilo. Vol refrescar u seguio pa-
ra New-Vork.
A'uiios * Genovapolaca hespauhola Educiget, capitn Fran-
cisco Marislany, carga assucar.
Genovapolaca bespanhola Sicario, capitn I/i-
dnrio Mellcl, carga assucar.
OBSKRVACOES METEOROLGICAS.
DA 8|IR VBHII..
Para o Rio de Janeiro.
Para o Rio de Janeiro sali com milita hre idade
0 bom conliecidn palhaholc l'icdude, do igual c ca-
pilo Agostiulio rumies da Silva, para raiga a frele
B passageiros a tratar na ra da Madre de lieos nu-
mero 2.
PARA O ARAf.ATY.
Segu em poneos das o hiato Sergipano; para
carga e passageirosdirijam-sea ruado Vigario n. 5.
Para Lisboa
Seguir rom brovidadea barra porluguezaTejn ,
capitao Jos Emigdio Ribeiro, tem grande parle de
sen carregamenlo prompto, e recebe alguma carga
a riele, bom ionio passageiros, para os quacsofTe-
roce bom eummodo e tralamenln : a tratar com
Amorm Irmos, na roa da Cruz, escriplorio n. 3,
ou com dilocapilo na piara do commercio.
Para Lisboa

' s
6dam.
9
1/2 dia
3dat.
6
r.umulus
SE

E
si:
'

Reg.

lli'ii.
Reg,
rrilMOMFTilO
20.6
27.7
29.4
26.8
28.3
20.8
22.2
23.5
23.1
22.fi
a
inm.
757.5
75t>
757.S
757.5
757
A noite estere nublada vento SE rolo para o ler-
rral e ao amanlieccr riuidou pelo S.
Observalonu do arsenal de marinha 8 do abril
de 1859.
VlECAS JulOR.
Descarregam hoje 9 de marco.
Batea inglezaSeraphiuaferro .* carvo.
Escuna brasileirJoven Arlhu diversos gneros.
MOVIMENTO DA ALFANIIKOA.
Volu raes entrados com uuendas .
Cun gneros 122
------122
\ olurnes sahidos com fazendas ... 60
Ve com gneros ... l2
------122
Im porta c-uo.
Vapor inglez Avon, procedente do. parios da Eu-
ropa, manifeslou irsegiiiilo :
.'1 ditas queijns ; a M. J. II. da Fnnle.
1 dita ditos : a J. J. Lima.
3 ditas fazenda de algodo, 2 ditas amostras ; a
I.. A. Siqneir.
2 Tolumes e t caitas amostras; a Seve filhos
4 0.
1 emhrulhn gazelas ; a Basto & l.emos.
1 caiva ruupa ; aordeni.
2 Mitas i-elogios, 4 embmlhos amostras ; a II.
Gibaba
cmbrulhns amostras ; a E. II. Wyalt.
1 caita ditas ; a James Crabtree Ix I'..
2caitas relogios; a Manoel Uuiiealves da Silva
lunior.
2 ditas joias e papel; a J. R. Roberl.
3 caixas chapees de sol.l dita relogios, 15 caitas
e 1 embrnlho amostras; a J. Keller & C.
1 encapado peridicos ; a II. Forster & ('..
1 dito ditos, 1 embrulho amostras; a Paln Nash
1 caita roupa ; a H. G. Malhciis.
10 caltas queiios, 8 cascos presuntos, 25 barris
inauleiga ; a \V. Reid.
2 cestos sanguesugas ; a D. A. Malheux.
1 caiva e. 1 fardo amostras; a A. L. Rodrigues.
58 caitas candeeiros ; a Gcorg> Wilmot.
4 caitas fazenda de algodo, 1 dita relogios, t vn-
hhles amuslras ; a Soulliall Mellors 4 C.
1 caiva amostra*, a Artliur & ('..
6 latas tinta ; a Rostrou Hooctor & C.
3 emlnilhs amostras ; a Saunders Brothers
4 r.
i enitsa objeetos de casquialia e de escriplorio,
I dita um carro, 1 embrulho amostras; a H. A.
liWper
1 -nibrullio amostras ; a C. J. Astlev & C.
1 dito dita*: a Voi Brothers.
2 caitas ferrageus, 1 encapado amostras ; a
kovgkl a C.
3 voluraes amostras; a T. Nash.
3 caitas chapas para imprimir ; a direceo
novo Banco.
I emlunllio amostras ; a A. C. do Abrcu.
1 iHb> ditas ; a Gordon Gowpcr. *
1 volulue fciuguesugas ; a Jno de L. Faria.
1 caita amostras ; a Hamos Duprat 4: C.
1 dita ditas; a Joo Cardozo Ayrcs.
1 dita ditas; a Siqueira Pereira.
1 dita ditas ; a Massy.
1 caita amostras; a Chaproni & Bertrand.
1 dita e um embrulho amostras; a Barroca & Me-
deiros.
2 vnlumes sanguesugas ; a Falque.
1 Caita galoes deouro, 1 dita amostras ; a
Souvago & C.
1 encapado amostras ; a J. Ryder & 0.
1 caita amostras ; a G. Furniss.
1 dita joias; a Monssen Vinassa.
1 dita relogios do ouro e prata ; a Schafleitlin.
Declarares.
Ar-
do
r.
1 diUjoia; a Isaac, Curio & '.
Idiuditas; aJ. P. Ado
_. Adonr & C.
1 dita ditas: a Norat freres.
1 caita Minantes ; a N. O. Bieber & C.
2 ditas joias; a It. Schameltam.
I caiti relogios de ouro e prata ; a Francisco Go-
mes de Oliveira Sobrinho.
llrigue inglez Tkelit, vindo de Liverpool, consig-
nado a Eduardo H. Wyatt, mapifeslou o seguinte :
II (itrios fazenda de algodo ; a Paln Nash

31 ditos e 8 caitas dita de dito ; a Arkwright T.
\ C
1 i ditos c :I8 ditas dita de dito, 15 fardos dita de
lia, 1 do. di'as diversas, 3 caitas chapeos de sol,
13 d ditas ignaro, 1 embrulho amostras ; a Southall
Mellors&f.."
1 caita uiiiidey.as ; a P. Vann.i.
50 bacris manteiga;a Taso & Irmos.
2 fardo fazuudasde algodip, barricas chumbo em
barra ;a Uatroca Jt Medeiros.
33
23JT bricas certda t*C. J. Astley & C.
4WI fitafeiros, -4 btrrira gwllias, 3 fardos lona-,
I cattATajiudezas; a Isidoro llilliday & C.
lObarrtdts, 100 brrzinhos e 1a lenc/ins chum-
bo, tigigose 4,barricas-lu;ica, 3 ditas e 2 feixes ra-
me de laliio, 12 barricas forros de cngommar. 20
pesos ifa ten, i fardoscoborlores, 13caitas liabas,
3 djfjiH fazi.'ndaa de algodo, 1 dila e 38 barricas or-
ragi'us, 5ti larris mauleiga; aos consignatarios.
> aiJo fazendas de la, 48 caixas ditas de algo-
do ; a II. Gibson.
20 iaiv,as (enebra, 20 ditas agurdente, 2 barris
vinho, 2 di|o manteiga, 10 caitas linha, 8 ditas e
ti fardos fazeiafia de algodo, 1 embrulho feltro, 1
caita queiraadores, 2 ditas amostras de ferragens,
IOjIUu; iiiihas i a ordem de diversos.
)0 barra manteiga ; a J. i. Uonleiro.
1 caiva perlences da sellairo ; a Bastos i Lemos.
21 ditas bitiopilos, 21 ditas e 10 fardos fazendas
do algodo. 7 calzas dita deinho, 1 barrica rolhas ;
a Adausao flwie A: C.
1 barrica partences de selloiro, 1 dila ferragens, 3
cajxas fazendas de la e algodo, 6 ditas c 9 fardos
dita de algodo ; a Iaaac Curio 6: C.
1 caita (aneada de algodo ; aFeidel Piulo 4 C.
1 dila meias de algodo ; a H. Brunn 4 C.
7 ditas fajeadas de algodo, 5 ditas iniude/.as, 1
barrica ridros a l*m<)s Crabtree t G.
15 (araos fazeudu d'algodo, 2 caitas linha, 3 di-
las miudezas, 5 ditas tornos, 1 dita tubos de lacio, 7
ditas, ^ barricas machinas, 54 camas de ferro. 23
barricas el caixa vidros, 91 ditas o 13 barricas e 3
jogos forrageiis a Ilostron Rooler &.C. .
50 bacris manteiga ; a Saunders Brothers i C.
2 fardes fazendas de algodo ; a A. C. Abreu.
42bairieas machados ; a Rnuider Brindis.
Cataduras, e 62algeraas : a J. W Bowman.
4 caitas (Monda de algodo ; a Fot Brothers.
1 caixa nieins de algodo. 1 dita fazenda do dito,
4 ditas dita de la, 1 dita dita de dita e algodo ; a
J.SellerAC.
8 saoos amoslras ; a diversos.
CONSULADO CEHAL.
Reridimento do dia 1 a 7 26:715(521
MiadodJae....... 3:517|083
30:2421604
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimenlndo
arsenal de guerra, tem de comprar os objeetos 80-
guinles:
Para o presidio de Fernando.
Familia de mandioca, alqueires524 ; papel alnia-
eo, resmas 2 ; dilo pautado, resinas i ; folhiuliasde
algibeira 2 ; caivetes linos 2 ; pinna- de ganso 100 ;
ditas de aeo, caitas 2.
faro o arsenal de guerra.
Livros de talo para conherimentos 60 ; ditos da
hilla de 1/4 para distribuirn de costuras AO.
Para illutninacu do palacio do gocemo
Velas -iearinas, libras 175.
Para osrecrutax da provincia das Mugos.
Grvalas de lustre 60.
Uuem quizer vender laes objeetos aprsenle as
suas propostas em carta fechada na secretaria do
cousclhii slO horas do dia 13 do correle.
Sala das sessoes do cnnselho administrativo para
fnrneciuiento do arsenal de guerra 7 de abril de
1859.Lu: Jn/oiiio f'fltiti/a, brigadeiro presidenle
do conselho.Francisco Joaquim Pereira Lobo, co-
ronel vogal secretario.
01!lt VS DO PORTO.
Compare.-endo boje s um individuo para o con-
trato da (aclara de caes, nos lugares inda nao o ten-
do, comprehendidos desde este arsenal al o Forte
do Mallos, pelo lado da baca do purlu, ca margem
do rio, no Uairro de Santo Antonio, entre as duas
puntes denominadas do Kerie. e provisoria, manda
o Illm. Sr. inspector fazer publico, que uu haven-
do por ossa forma a concurrencia necessara, fica a
etreetuaco de tal contracto nos termos do annun-
cto j a respailo publicado em dala de 17 de mano
pi-'>vi:n:iniea)te lindo, transferida para 16 do corren-
tc uicz, as 11 horas da manha, e continuar, pois
estaro francas ne..la sernlaria discripen, con-
dires e orraniento dessa obra, para quem, com
precedencia, queia ler de Indas eslas rousos co-
nhecimento. Inspccco do arsenal de marinha de
Pemambuco em i de abril do 1859. 0 secretario,
Alexandre Rodrigues dos Afijo*.
Delegada do eirnriciao-inr do
e-ver cito.
A delegada do cirurgin-mr do eterrito precisa
comprar os objeetos aliaito declarados, que devero
ser entregues no hospital peranlc a junta militar de
sado. As pessoas que os quizer vender reunidos ou
separados devem remellar suas propostas em dupl-
cala em carta fechada secretaria do delegado do ci-
rurgio-mr do etercilo na praea da Boa-Vista n. 19
at slO horas da manha do dia sabbado 9 do cor-
rente, emquese leni de elTectuar a compra delles;
uo sendo adiniltida concurrencia a proposta que
nao estiver conforme com o annuncio.
Secretaria do delegado do cirurgin-mr do ter-
cito em Pemambuco 6 de abril de 1859.Dr. Jos
Angust, de Souza Pttdtlga, segundo cirurgio as-
sistente.
Relaro dos objeetos gue. sao ptttimt para comple-
tar a ambulancia, que se ttiHi^ntRelter para a
enfermara de Villa Bella, a saber :
Chinellas, pares 10.
Travesseiros 20.
Cobertores de algodo 30.
Pratos de folha 24.
Tigellas de folha 24.
Canecos de folha 21.
Colheres de cha 24.
Talheres 12.
Pires e chicaras, casaes C.
Bule de folha pequeo 1.
Chale.ira de ferro grande 1.
Colher metlica de cozinha 1.
Cocos de folha 2.
Manteigueira de folha 1.
Assucareiro de fnlha 1.
Secretaria do delegado do cirurgio-mor do ter-
cito em Pemambuco 31 de marco de 1859.Dr. Jos
Sergio Ferreira, delegado dt> cirurgio-mr do
etercito.
Arsenal de marinha.
De ordem do Illm. Sr. inspector taco publico que
admitlem-sc carpinteiros de machado, caldaireiros
e tomeiros de ferro, devendn ospielendeules apre-
sentarem-se para admisso nos dia- ulais a hora
em que priucipiam os trabalhos51,2 da mauha.
Inspece.in dn arsenal de marinha de Pcruambu-
ro em 28 de marco de 1859.O seirelaaio,
Alexandre Rodrigues dos Aojos.
De ordem do lllin. Sr. inspector da thesouraria
de lazenda desla provincia se faz publico, que nao
se lendo elfecluado a arrematadlo annuuciada para
hoje acerca do arrendamento d predio assnhradado,
que estivo cargo do arsenal de marinha, fica a
mesma .irreraatae.u adiada para o dia 9 do crren-
le mez. Secretaria da thesouraria de fazenda de
Pemambuco 2 de abril de 1859. Lili: Francisco
de Sampaioe S:lca, servindo de oflicial-maior.
vai sabir al o dia 17 do mez correnle o bergantim
nacional Despique de Beirii, capilo Faustino
Joo de Carvalho, forrada o encavilhadn de cobra,
de primeira marcha, j lem inelade do carrega-
moiito engajado, a para o resto e passageiros, ira-
la-se com o capitn na praea do eniuiiierciu, ou na
ruada Sanzala Nina n.-i, e Iravessa da Madre de
Daosn. 10,
o^iiaUJuntt.
Sak com milita brevidade o heiu COOhecido e
voleiro patacho lloni Jess, pur ler parte de seu
carregameato pmmpto ; para o rosto Irala-se na
ra da Madre d> Deas n. i.
Leiloes.
LEILAO
DE
Tres predios
Segunda-feirall de abril.
PELO AGE.NTK
PESTAA.
O referido agenta compelenlemenle autorisado
pelu Sr. Manoel Francisco de Amida, far leilo
no dia cima desiguado e pelas 10 horas da ma-
nha em seu armazem ra do Vigario n. 11, dossa-
guintes predios silos na eidade de tllinda parlen-
cenes ao dito senhor, lodos com atcellenles acora-
inoda oes para familia, e de iuleresse para arren-
damento por seren lodo edificados em daos pro-
prins, a saber:
Lma casa terrea de pedia e cal, sita na ra da
Boa Hora, com sol.io, leudo 20 palmos de fenle e
60 de fundo, quintal animado e cum um terreno
do lado do poente auuetu ,i dita casa.
Vm sobrado de um andar sito na ra de S. Bcnlo
com 45 palmos de frenle e 86 de fundo, com duas
salas, 3 quartos e cozinha, e o quintal em ahcrln.
Urna casa terrea de pedra e cal sita na ladeira
da Bica de S. Pedro Mariyr c
te a 60 de fundo.
rlyr com 39 palmos da fren-
ina reclamaQo que por ventu-
ra possa apparecor.
Avisos diversos.
_ Os pretndanles podero desde j etaminar as
ditaspropriedades, e para auaesquer esilarecimen-
los dirijara-se au mencionado agente, que ludo llies
ministrar at a hora do leilo.
Leilao
A 9 do corrente.
E. A. Burle & C. faro leilo por inlervenco do
agente Oliveira, de avultado sormeuto das melho-
res fazendas ^sle mercado e para a actual
quaresma, assinrenmode algumas iiiuis em ser da
etlincta firma, as quaes sern vendidas sem limi-
tes em oreos : sabbado 8 do correnta, s 10 horas
da manha, no seu armazem ra da Cruz.
FiacAo e tecidos.
A commisso liquidadora da etlineta sociedade
de fiarn e tecidos de algodo, tendo terminado
seus trabalhos preparatorios para o elfeito de pora
leilo o sitio perteoecnte mesma sociedade, divi-
dido ciiles de 30 palmos cada um, e com sulli-
ciencia para edilicaco de casas, que ticaro em
frente de ras projecladas e approvadas pela cma-
ra municipal, de ennfurmidade com a planta desla
eidade ; anuuneia, nao s aos accionistas da etline-
ta sociedade, como a quem queira arrematar Ierre-
nos proprios para edificar em um bairro desta eida-
de, e mui saudavel, pudendo inesmo reunir alguna
toles para pequeos sitios de recreio, que se dinjam
casa de leiloes a lancareru, visto que sero todos
vendidos a quem mais dar.
LEILAO
DA
Armacdo do deposito de mas-
sus na ruaDireila n. 112.
Terea-feini 12 do torrente.
PELO AGENTE
PESTAA.
O referido agente por despacho do Etm. Si. Dr.
jui? do commercio e a requerimanto de Antonio Ro-
drigues Pinheiro far leilo no menciouado dia e
pelas 10 horas da manha na casa cima dita epor
cunta de quem perlencer
A armaeu dn deposito de niassa- que foidcJos
Fernandes de Magalhes Braga
INTERESANTE LEILO
|)cvnaiultuc Ilnjc (9) s 7 horas da noite, haver sesso ot-
ilara dn ronselhu em ronliuuaro da primeira dis-
cusso da reforma dos estatutos.
Secretaria da Issociaeo Typngrapbica Pernam-
hiieana !l de abril de 1859. 0 1." secretario, /'.
.V. de Aseredo Coutinho.
AMA.
Precisa-so de una ama quesaiba lavar e engom-
mar, a que tenha boa conduela : no aterro da Boa-
Vista, loja n. 56.
O Dr. Pilippo Lopes Nelto relira-se ruin sua
familia para fura do imperio, dekamlo o Sr. Dr.
Vrenlo Pereira do Reg, lente da Faculdade da
Diroiln desla eidade, incumbido das causas que ll,e
eslaiam confiados
Precisa-se de urna ama para cozinhar e fazer
compra* para casa de pequea familia : quem pre-
tender, dirija-se a na do i.iueimado n. ti, primeiro
andar, que adiar con quem lialar.
Aitencao.
Passa-se urna loja de miudezas ou sem ellas, na
ra Direila : quem a mesma pretender dirija-se a
ra do Calinga n. 1 B, aguia de ouro, que se trata-
r.i do ajuste.
Attenco.
a
Rnubaram da rua Direila n. 2, loja de fazendas um
relogio de patente suisso, novo, n. 13010, junta-
ment com um liaiiceliin e urna chave de ouro.
grande qus o traucelim com a chave pesa 28 oilavas,
juntamente nina poivao de dinheiro : rnga-se a
qneiu for oll'erecido ste relogiu de o lomar e par-
ticipar ua casa cima mencionada, un caso que
queira acuitar recompensa com muito gusto se dar.
Thomaz E. Itubmson e 1!. Caldea, retiram-se
para a Inglaterra.
O eiigenliciro Aulouiu Feliciano Rodrigues Sal-
le se considerando sullirieiileim ule hnbililado para
explicar e medir asposicoes edimensesdos terre-
nos comprehendidos 00 sitio da extincta sociedade
de llaeo eleeidos de algodo, silo na estrada de
Joo de Barros, se offerece para esle Clister, po-
deudo ser procurado na rua Nova n. 38, e na praea
na Boa-Vista, botica n. 22.
Juseplia Vieira de Araujo faz publico, que o
armazem de recolhar, n. 4 da rua da Madre de Daos,
que aleo dia 31 du maz passado gyrou sob a Urina
e gerencia da seu finado marido Joo Vieira de A-
rauju continua no Inesmo mistar sob a firma da.an-
nunciante c gerencia de sen genro l.uiz de oliveira
Maciel: roga pois aos amigas de sen marido se dig-
nen! de eoadjuva-la, mandando recolher all seus
gcncios, cerlos de que sero sempre muito bem ser-
vidos.
Precisa-se alugar umapessoa forra ou cdplira
que saiba cozinhar o diario de urna casa de fami-
lia : na rua do Hospicio n. 15.
O annuncio da hontcm chamando o Sr. Tho-
maz Snares de Almeida e Sarzedras .i iraca da In-
deoeiidencia u. 37 e 39 nao foi por debito.'mas sim
para se lhe entregar urna carta.
Precisa-se de urna mulher que saiba cozinhar:
a fallar na rua do Seve, sobrado da 5 ranadas, com
entrada pelo oilo do inesmo, nzinlio da grande
casa que se esl fazeudo para 0 gvmiiasin provin-
cial.
Oflicina.
Pracisa-se de 8 ou 10 ofliciaes de charutairo : no
paleo do I.iuamenlo n. 11 ; paga-so o cenlo de
carregaeo a 440 rs., e da 3 por dous aoOOrs. :
quem pretender trabalhar dirija-se a mesma casa
ii. 11, para tratar.
Desappareccu no dia 8 do corrento palas 8 ho-
ras da manha um molequinho crioulu, de 5 anuos
daidade, cor prata, cabeca grande, nariz chato, ps
um lano apalhelados ; levou camisa de riscadinho
roto : quem o tiver agasalhado tenha a bondade de
o levar ao pateo do Terco n. 32, do contrario pro-
testa-s. contra quem o tiver oceulto.
No dia 6 do corrente perdeu-se desde a rua da
!'Sa alli a rua do i:aD"g:'' i"1"*- semlo urna nota de
100>, una ou duas da 21)j, e o mais de 5$ a 2S ; no
caso que alguma pessoa da sa coiiscicucia e temen-
le a Dos achasse a referida quantia c queira resti-
tuir a uma pessoa coiuplelamenl carecida, a que
at nao era sen e lem de pasar novamenle, pode
anuunciar para ser procurado, gralilicando-se com
a quantia de 50}.
Precisa-se de uin feilnr bom c de boa conduc-
ta, para Indar de uin jardim pequeo : a tratar na
ra.a da Cruz n. 43..
O abaito assignado faz sciente ao publico, a
especialmente ao corpo do commercio, que desda 31
da dezembrn do auno protimo passado se desligue
da firma l'.aminha & Monteiro, tirando com o csla-
belecimento, e responsavel pelo activo e passivn
dessa firma; assim como faz Miente qne de23de
mareo desle annn adinilliu como seus Socios a seu
mano Joo Baptista dos Sanios i aminha e Antonio
' Nogneira Borges da Foosoca, que usar da firma Ca-
millha, Irnio & C, 0 que essa se resnunsahilisai
pelo activo e passivn das firmas i aminha s Montei-
ro, e Ricardo Ferreira dos Santos (.aminha. Per-
nnmimen ti de abril de 1859.Ricardo Ferreira dos
Santo* Ciiininha.
Quem annniiciiiu querer associar-se em um
engenho!) legoas desla praia, em moa pessoa que
tenha S escravns, e animaes, dirija-se au enacnho
Coneeicn, em Beberibe, un auuuiicie sua morada
para ser procurado.
_ Novamenle se pede aos seiihores aballo men,
donados de vir rua da Cadeia do Recite n. 54, a
negocio que uo ignoram, e promette-se-lhes nao
os licitar em quanlo tal uu li/.crein : de (Hilida,
Francisca l.uiz Viraes, Antonio Nunes de Mello,
Francisco do Bego Barros, Jos Eustaquio Mainel
Mnnii iru, Vicente Ferreira da Barros ; dn Recita,
los Anronio da Silva Grillo, Auaslacio Jos Mara,
Manoel da Silva Pereira. Joaquim Macario, Viecnlc
Pereira de Azevedo; de Paratibe, Ignacio Francis-
roCaetann de Vasconccllos, Luizda Rocha Pereira,
Jno Baptista; do ('.achanga, Vicente Ferreira da
Cosa Miranda Recite 7 de abril de 1859.
Manoel de Azrvedo Ponte*.
No dia 1." de marco do corrente anuo fugio
dn engenho Curcahv da comarca do Pao d' vihu mu
escravo de nome Verissimo, preto, bstanle alto,
bonita fisura, falla alravessada, falla de denles na
frente, ps grandes, pamas linas, nariz apapagaia-
do, tem no rosto mis pequeos tullios sigual de sua
aaco; suppde-se oslar para osul ou llarreiros,
onde ja esteve ha dous anuos : quem o apprehen-
der coiidnza-o au engenho cima dito, Ou rua da
Cruz do Recito n. 62, lereeiro andar, que ser ge-
nerosamente recompensado.
Precisa-se de urna ama para cozinhar 0 diarin
de una casa de poiu.a familia : quem pretender,
dirija-se a rua do i.iueimadn n. 18, primeiro andar,
a tratar coin Lauriauo Jos da Barros.
Boa "vi\\\V\fi\t;v\.
Acha-se fgido desda o dia 16 de marco protimo
passado, do engenho Pao Amarello, districto de
Pedras de Fogo, o escravo Antonio Pedro, de 20
anuos de dado, pouco mais ou menos, cor fula, es-
tatura alta, secco dn corpo, ps grandes, e um pou-
co grossos, com urna pequea cicatriz no rosto e
sem barba, nariz curto e ventas algum tanto arre-
biladas, cabellos nao iiiuilo carapinhos, denles al-
vos, e mmlo alegre ; levou chapeo do Chile, sna-
teos de couro de lustre, e mu paletol de risrado:
j foi visto nesla eidade ha 10 dias : porlanlo
roga-se a ludas as autoridades policiaes a capitaes
de campo a captan do mencionado escravo, que
se gratificar doTidamenle, levando-se nesla praea
casa do Sr. Dr. Joo Lins Cavalcanti de AlbiqueV-
que, ou a seu senhor o Dr. Joaquim Francisco Ca-
valcanti Lins, un mencionado engenho.
Na padaria do Forte do Mallos precisa-se di
dous aniassadores que sejam peritos.
Pracisa-se de dous amassailores que enlcn-
dam bem de lodo servico : na rua dos Pire-, pa-
daria nova.
TRAPICHE DO VAPOR
(JO
Rio de Janeiro.
Esle trapiche alfandegado um dosmelhorese
mais bem construidos desla Cdrle, tom 9 arma/en-
de 51 a 63 palmos de largara, uin grande sobrado
para inenadorias. Iros pODleS, duas de madeira a
nina inda de cantara sobra sete arcos, com tres lor-
ies guindastes onde aliaenni ao inesiuu lempo 5 na-
vios de alio bordo, aclia-.-e montado e preparado
para facilidade e proinplio do reccbiincnlo e entre-
ga de loda a sorle de gneros, com irilhus de ferro
de todas as pnnles a lodos OS armazeiis, guinchos
para icar caitas de assucar, egrandes estrados de
madeira corridos em toda aexlcnsaodosrmazens,
para rcccber saceos deassucare de outrosgneros.
Nesie trapicha ha o maior zelo paasivel no acoudi-
cionamento o guarda dos gneros nelle depositados,
o o alnguel qne osles aquipagam omaiscoinuiodn
possivel. lia mais de 2 anuos que recebe assucar,
e Imje, melbor preparado para isso, prope-se a rc-
reber de ora avante este genero pelo seguinte aln-
guel, quer seja em caitas, barricas ou saceos :
Pur oslada al 3mezespoga60 rs. por arroba.
Forestada doSatmazes paga 70 rs. pur ar-
roba.
Por eslada de 0 at 12 mezes paga 80 rs. por ar-
roba.
Porsafamciito o embarque, o que marca a tabel-
la do governo.
Para tratar sobre 0 lecebiinento e alnguel de lodos
os mais gneros, dirijam-se casa do prupnclario,
Antonio Ferreira Alvos, ruadas Violas n. lti, ou ao
mesmo trapiche, onde acharan uma tabella dealu-
gucl inuilo modificada.
Ponte de L'chOa, conlm 1 salas de 30 palmus qua-
drados cada nina, sendo 3 forradas de rico papel p
0 tacto de estuque, 11 quartos, sendo 5 forrado- da
papel e o tacto de estuque, cozinha foca, bastante
espacnso, cochoira para 3 carros, quartos de cria-
do e de pretos, esuiharia para BcavaljQS, casa para
gallinhciro eanimis domsticos, 2 cacimbas, urna
com etcelletile agua de beber, nutra com bomba,
da qiml deila agua para a casa de liauho que tica ao
p, jardim com figuras e jarros de Unir tinos, mu-
rado na frente cum norlo de ferro, baita'de capini
que sustenla aiiniial dous cavallos, pomar da luran-
geiras, selectas edeumblgo, alni de outrasfruc-
leirasdo paiz : os pretendentcs dirijam-se ao aterro
da Boa-Vista n. 2, segundo andar.
Precisa-se de urna ama forra ou escrava, que
saiba cozinhar e cngommar : na rua do Cabug n. 3,
segundo andar.
Manuel de Azevedo Pontos faz srjenle aquel-
las pessoas que lem cuntas para liquidar, oque se
aeham devendo ao casa! de sen fallecido sogro o Sr.
Joaquim Uiheiro Pontos, que venham liquidar e pa-
gar na rua da Cadeia dn Kecife n. 54, do contrario
0 aiinuiii ianlc usar dos meios que lhe eoeopefir,
para affecluar tal rccehimeiilo. Recite 7 de abril
lie 185.
LOTERA
DV
4*
Ama.
41
nos
Precisa-se una ana para cozinhar : na taberna
da ruada Praia n. 27.
Precisa-se de una ama forra ou capliva: na
rua Nova n. 35.
Bailar &01ivoira scientificam ao commercio,
que o Sr. Jos Francisco Maia deitou de serseu cai-
xeiro desde o dia 4 do currante mez de abrir*
Aluga-se a loja do sobrado n. 69 da rua Nova,
em que o Dr. Lopes Nctlo lem escriplafio : a tratar
na mesma loja.
L'oia pessoa com bastante pratica
de escripturacao mercantil otterece-iie
para fazer qualquer escrirta por parti-
das dobladas : a tratar na rua da Cadeia
do Recite loja n. 55.
Preparam-sc bandejas de difierentes formas
rom bollinhos finos das melhores qualidades, para
qualquer acto de igreja ou funecao particular ; as-
sim como precisa-se alugar urna prea quesaiba
vender quitanda na rua, c paga-se mensnnente :
quem quizer ajustar ou alugar a prata, dirija-se
rua du lYnlia n. i5, segundo andar, que far-se-ha o
ajuste.
Precisa-se de urna ama aceea para casa de
muito pouca familia ; paga-sc bem : na rua do
Hospicio n. 34.
A companhic do gaz precisa de foguistas : os
pretendentes dirijam-se & fabrica.
DIVERSAS PROVINCIAS
Rendimealo do dia 1 a 7 .
ldeudodiai.......
2:859$338
1375550
THEATRO
DE
Santa Isabel.
EMPREZA-GERHANO.
7." RECITA DA ASSIG.NATl'RA.
SABBADO 9 DF. ABRIL DE 1859.
Subir scena o etcellenle drama em 5 artos, ori-
ginal doSr. Meudes Leal Jnior
PURO.
Conhecido vulgarmente porPEDRO SEM MAIS
NADA-
A empraza deu-se pressaem repetir o drama ci-
ma mencionado, para salisfazer os mnitos desejos
de pessoas que u preferem a oulro qualquer.
Terminar o espectculo com a graciosa srena c-
mica :
0 JOS MARA
33UIJlli'i)D i>3'i PERSONAC1.NS.
Jos Maria, rnceirn....... Correia Tasques.
Eduardo, moco do botequim. Pinheiro.
Principiara s 8 horas.
3:996f888
DO
DESPACHOS DE BXPORTACAO PELA MESA
CONSULADO DESTA C1DADE NO DIA 7
DR ABRIL DE 1859.
Bu enca-Ajraus Patacho hamburguez Oriente
Amoaim Irmos, 300 barricas assucar brauco, 100
ditas dito masearado.
Rio da PratarBrigue portuguez Improviso, Amo-
ata Irmos; 506 barricas assucar branen.
PortoJJarca portugueza Flor da llaia, Manoel
loaquim Ramos e Silva, 100 saceos assucar
maseavado.
Lisboa Brigua portuguez Tarujo 1, diversos
carregadoraa, B45 saceos assucar brancu, 85 ditos
dito raascavado, 1S praochoes de amarello.
CibraltarBafea honoveriana Celia, Saunders,
Brothers & C, \,fUi aeaoa assucar braaco.
na H mboCTad
r.eneva, pataca haspaaboia Eduviees, de 273
toneladas, eondiud a itaalalA: 8,0B0 aseos
assucar, 17,000hnbasde ba, JO poatas de dito.
dem, polaca hespaubota hicacti, da 303 to-
neladas, eonduiio o seguinte : 3,600 saceos as-
sucar.
Jenedo, hiate nacional Beberibe, de 31 Inne-
%, enduzie o seguinte : 819 vnlumes gene-
ros astrangeiros e naeiooaes.
Avisos martimos.
Para o Rio de Janeiro sahe com muita brevi-
dade a bem coohecida barca Recife ; para carga e
passageiros, Irata-se com Manoel Francisco da Silva
Corrico, na rua do Vigario n, 17, primeiro andar.
lio Grande do Sul.
Saldr brevemente o brigue nacioual Impera-
dor, capitao Clemente Jos da Costa para carga
ou passageiros, Irala-se com Domingos Ferreira
Maia, rua da Apollo n. 4.
Rio de Janeiro.
Segu com brevidade a barca Yaga ; para o resto
da carga e passageiros trala-se com Cactano Cyria-
co da C. M no laro do Corpo Santo n. 25.
Para o Rio de Janeiro.
Pretende seguir ncsles 8 dias o vleirp e bem co-
nhecidn brigue naaional lauro, tem pnrle de sua
erga proropta ; para o resto que lhe falta Irata-se
com o seu consignatario Antonio l.uiz de Oliveira
Azeredo, no seu escriplorio', rua da Cruz n. 1.
TERRENOS E PREDIOS.
Tercu-feira 26 to corrente.
HELO AGENTE
PESTAA.
O referido agente autorisado pela commisso li-
quidadora da extincta sociedade de tlaco e tecidos
de algod.io, vender em leilo publico no dia cima
designado :
O sitio pertencente a mesma sociedade e qne
principia na estrada de Joo de Barros, terminando
na rua nova da Atracrao, prxima ao Hospicio. O
referido sitio esl lodo dividido em lotes de 30 pal-
mos cada um e marcado por un enganheiro que os
cordeon de roufurmidadc com a plaa da eidade e
ras prnjectadas.
Vender-se-ha igualmente a casa grande do mesmo
sitio rom algum terreno, e uelle duas cacimbas e
duas casas menores com frente estrada da Jno de
Barros a coiu terreno para um pequeo sitio. No
aclo do li-ilo se far patente a respei-Hva planta
que foi submellida a apprnvacn da tilma, cmara
municipal, e se daro as etplicacoos que os pre-
tndanlas atigirem.
O leilo lera lugar slO horas da manha do dia
annunciado e ua casa grande do sitio.
Adverte-se aos concurrentes que os lotes serio
vendidos a ventada dos licitantes, os quaes nio
devem perder esta occasio para adquirirem terre-
nos em um bairra lio saudavel e ameno para edili-
caco.
IMhM
ATTENCO. ,
Ausentou-se um pretinho forro, filho
de uma escrava do abaixo assignado, des-
de i de marco do corrente auno, o qual
tem de t a 12 annos, .ciiama-se Tiago,
secco, de boa ligura : quem delle souber
Jiija-se ao mesmo abaixo assignado, que
sera' recompensado.Manoel .Joaquim
do Reg Albuqucrque.
Irinaudade do SS. Sacramento
da freguezia deSan-Josr.
S8o convidados todos osjrmaos da ir-
mandade do SS. Sacramento da fregue-
zia de San-Joso do Recife para areunio
da mesa geral, hoje, pelas 4 horas da tar-
de, no consistorio da igreja de N. S. do
Ter<;o qu i serve de matriz, para tratar-
se de objeetos ne nterene.
Os abaito assignados, herdeiros dos finados
Joo do Valle o Ignacia Maria da Conceico, avisam
ao rcspeitavel publico, que lendo desapparecido
daquelle casal o escravo de nome Antonio, cabra,
o qual se achava fgido, nioguem o compre a Fran-
cisco Alves de Souza, que se inculca ser seu legi-
timo dono, pois que os abaixo assignados protestam
a clamar por seus direilos, como seus senliores que
sao do mesmo escravo. Goianna5 de abril de 18o9.
Silvestre de Sou;a jYmirs.
Desappareccu na uuile, do dia 7 do concille
um cabritilla de idade de 8 anuos, levando uma ca-
misa de riscadinho roxo em uio estado, tendo o
dedo mnimo do p direilo a uuha arrancada, foi
encontrado em urna calcada do boceo da Bomba, s
9 horas du mesma noite, consta ter acompanhado
I homens : roga-se a qualquer pessoa ou aulorida-
de polidal que delle tiver informadlo, dirija-se a
rua da Concordia, casa do cadete Joaquim de Pon-
tos Marinho.
Irmandade do Senhor Bom
Jess da Cruz.
A mesa da irmandade do Senhor Bom Jess da
Cruz, erecta na igreja de Xossa Senhora do Rosario
do bairro da Roa-Vista, faz presente ao respeitavel
publico, que domingo, 10 do correle, pretende
apresentar o sen padrodro em solemne procissao
pelas ras que j e de costume. O secretario da
irmandade, Salustiann Severino do Espirito Santa.
Fugio na licito de do corrente, do sitio dos
Bollrins, ua eidade de Olioda, um escravo de naro
Angola, com idade da 32 anuos, pouco mais ou me-
nos, por nome Kduardo, eoru os signaes seguinles :
altura regular, testa grande, uma queiinadura em
um dos brac.os.lem a voz um pouco cerrada,e anda
ligeiro : pede-se, porlanlo, a quem o apprehender,
o levar rua Augusta n. 1, segundo andar, ou ao
referido sitio, que ser bem recompensado.
Precisa-se de uma ama para cozinhar e engom-
mar: na roa Nova n. 10, loja.
Ilesapparereu linulem de caes do Collegio
ruada Cadeia do Recife, um pretobaixo, reforcado,
camisa e calca azul, com um costado de carne de 'i
arrobas e 9 libras, com a marca M em una das
mantas, amarrada com corda vermelha: quem del-
ta der noticia no Mnnguinho casa de Joo Antonio
Carpinteiro da Silva, ser recompensado.
Manoel r.avalcauti de Albuquerque vai Eu-
ropa a tratar sua saude.
O Dr. Casanova, avisa a quem possa inleressar
que havendo determinado fazer nina viagema Fran-
tem venUi0ipaO3 ns ineuienllleiiius q
Cear.
O hiate Novo Qlinda segu por estes 3 dias ; para
o restn da carga trata-so com Tassn Irmos.
Sem reserva de preco.
Quarta-feii-a 13 do correRte.
fara' leilo no dia cima desig-
nado em seu armazem da rua do
Collegio n. 15 as 10 horas em
poni de Lodos os objeetos nel-
le existentes. Pede-se portan-
to aos Srsf donos dos mesmos
que tenham a bondade dse en-
tenderem com o referido agen-
te, porque do contrario serao
vendidos no mesmo dia cima
por todo e qualquer preco; nao
se attendendo depois a nenhu-
Conipanliia Pernambucana.
Em consequencia de nao se
reunir numero suffiente dos
Srs. accionistas para a reunio
annunciada para f> do corrente.
Roga-se aos mesmos senhores
para coniparecerein no dia 9
do corrente as 11 horas da ma-
nha na sala das sessoes da as-
sociacao commcrcial benefi-
cente.
DENTISTA FRANCEZ.
Paulo Gaignoux, dentista, rua das I.a-
Na mesma casa tem agua e
,;
-/->
rangeiras 15.
p6 dentitico.
u.
Precisa-sede umlinmem snlteiro bastante ha-
bilitado para ensinar primeiras letras : quem pre-
tender dirija-se ao Sr. Jos da Cniz Santos, em sna
botica na rua Nova, que est autorisado a apresen-
tar as condires.
liam em seu consjJllorio; porem nao se tendo rea-
lisado essa viagen, tem novamente recebido de Pa-
rs, uma outra collcrco de medicamentos inteira-
mente novus, a os ni.iis bem preparados possivel,
como lambem carleiras mui ricas e livros : assim,
quem deseja ns verdadeiros medicamentos pode pro-
cura-los em sen consultorio linnieflpalliicu em Per-
nambiicn28 rua das Cruzes n. 28.
2, (rolden Square, Londpes.
Reseut Street.
J. C. OL VE IRA Tendo augmentado, com to-
mar a casa contigua, ampias e excedientes accom-
niudacoes para muito maior numero de hospedes
de miHi se recommenda ao favor e lembranca dos
seus amigos e dos senhores viajantes que visilem
esta capital; contina a prestar-lhes seus serviros
e bons olcios, guiaudo-os em todas as cousas que
preciscm couheeiiiiento pratiro do paiz, etc. Aleni
do portuguez cdo inglez falla-se na casa o hespa-
nhol e franeez.
Fugio no dia 1-i de fevereiro um preto crioulo
de nome Sypriano, idade 60 e lanos, annos, alto,
magro, cor lula, barba bstanle branca, cabello ra-
lo : roga-se a quero 0 pegar, ou delle souber, leve
rua Direila n. 69, que ser bem recompensado.
Precisa-so dn um menino para caixeiro de
loja de miudezas, que tenha 12 a lti annos : un ater-
ro da Boa-Vista u. 74.
Precisa-se de um campia rorro ou captivo,
anda que nao seja bom orBcial, para trabalhar a
jornal: na rua Nova n. 35.
Aos senhores do mato em geral,
e aos da praea em particular.
L'ina cocheira com grandes accommndacOes re-
cebe cavallos de trato por dia e noite a 1$ : quem
quizer afreguezar-se, pude dirigr-se a rua da Flo-
rentina, na cochoira que foi do tenente-coroncl Se-
bastio Copes Cuimares.
No dia 12 de marco de 1859, em trras do en-
genho Diamante, freguezia de N. S. da Escada, An-
tonio Jos Marlins soffreu um tiro por Jos Rodri-
gues, que Ib-ara gravemente chumbado ; por isso
ped--se a todas as autoridades que decm providen-
cias a este respeito, qne o dito assassino est valli-
do pelo Sr. Antonio Marques no seu engenho Dia-
mante.
Pracisa-se fallar ao Sr. Thomaz Soares do Al-
ineida, na praea da Independencia n. 37 e 39.
Manoel Jos Gucdes llagalhaes vai Europa
tratar de sua saude, llcando na gerencia de seu es-
tabelccimeiilo e inlaressado, Lourenco Pereira Mon-
des, e por seus procuradores durauic sua ausencia
us Srs. Jno Ferreira Ramos, Angelo Raplista do
Nascimcntu e Domingos Ferreira das Noves Cuida-
r es.
H0ME0PATHI4.
PRESERVATIVO CONTRA AS REXIGAS
GRATUITO PARA TODOS.
Hemelhorprevenir omaldo guecura-lo
I.avrandu actualmente a pesie de beiigas, e pos-
suindu a homeopathia meius eOlcazes para preser-
var de lo Icrrivel molestia, faco destribui-las gratui-
tamente a indas as pessoas sem disliuco de rico ou
pobre. Indos os dias uleis desde as 10 horas da ma-
nha alean meio dia. A experiencia iueantnrisa a
alucinar, que todos aquellesque lizerem uso de laes
preservativos ticaro isenlos do mal varilico e
que, quando por ventura alguem chegue a suffrer,
as pstulas,nao sern nem muilo numerosas, e nem
de m qualidade. Nao uecessila resguardo, apenas
abstinencia do caf preto.
Consultorio Central Homeopathico rua de Sanln
Amaro ( Mundo Novo ) n. 6.
Or. Sabino O. L. Piuho.
Aos seiilioiTs Rrasileiros e Porlugoezes.
PARIZRUA MONTtiOLON n. 30
Pars la place Cadet.
Madame Seliroo tom a honra de prevenir aos se-
nhores Brasileiros e Porluguezes, que ella mudou
seu hotel da rua Fambuury Poissonnire n. 71 para
a rua e numero cima, casa mui espacosa e de uma
elegancia excepcional ; lem quartos mobilhados,
que ofTcreceni Indas as commodidadas desejaveis,
nn s pela grande como pela boa dislribuico,
tem um grande salo alm da sala de jautar a mo-
da brasileira, casa de banho, e carroagem sempre
rompa e a disposi;odos viajantes. Esle estabe-
teimento particularmento til aos senhores Bra-
sileiros e Porluguezes, pela facilidade de nelle se
usar da lingua dostas naeoes. As pessoas doenles,
encommodadas, sero tratadas com esmero porum
dos mais habis mdicos do Paris, que emprega-
do no cstabolecimento : os preces sao mui commo-
dos, o servico feilo com limpeza e exactidao, e as
senhoras brasil.-iras encontraro ueste hotel o tra-
lamento que Ihas for conveniente.
Ausenlou-se de casa um pardinho forro, filho
de uma escrava do abaixo assignado, ter 10 anuos,
cabellos crespos, secco e nao fcio : julga-se ter
sido illudido ou vendido como escravo : quem del-
le souber, dirija-se ao abaixo assignado, que ser
gratificado ; cujo escravo rhama-se Tiago.
Manoel Joaquim do Reg Albuquerque.
ARTISTAS SELLEIROS
ni Pernaiuhuco.
Os abaixo assiguados, aulorisados pela direceo,
que leudo de soleninisar o segundo aniiiversnu
desla sociedade, domingo. 10 do crrante, no pala-
cele da rua da Praia, faz publico para que os se-
nhores socios ofiartlvos e honorarios e mais pessoas
que nosquizerem honrar, comnarecain as 10 horas
da nianha. Sala Ais lommissoes da sociedade 7
de abril de 1809.Itodrigo Pinto Moreira, Victorino
Bibciro dos Santos, Christovo Jos de Abreu Cui-
niares.
Precisa-se de uma ama para o servico interno
de una casa de punca familia : a tratar na praea du
Corpo Sautn n. 17,
No da 1." de abril corrente fugio da easa do
abaixo assignado a sua escrava crioula, de mime
l.uiza, idade de 30 annos, pouco mais ou menos,
baixa, lem no roslo alguns pannos, foi escrava do
Sr. Miguel Pires Falco, do engenho Agua Fra de
ipnjuca, e foi aqu vendida pelo Sr. Manoel Alvos
Ferreira de l.ima desla eidade, presnroe-se que te-
nha seguido para a povoaco de ipojura : roga-se
as autoridades policiaes c capitaes de campo a cap-
tura da referida escrava, e n entrega da mesma a
seu senhor na rua do Collegio n. 21, lereeiro an-
dar : o abaixo assignado declara que protesta con-
tra quem por ventura a tiver acolitada. Recife 3
de abril de 1859.Silvino Guilherme de Barros,
Precisa-se de urna pessoa habilitada, com pre-
ferencia a uin sacerdote, para ensinar primeiras le-
tras, lalim a francez : quem se julgar rom taas ha-
biliaces e quizer ir para o mato, dirija-se ao pri-
meiro andar do sobrado n. 86. no aterro da Boa-
Visla, que achara com quem tratar.
Ofliciaes.
Na fundieo da rua do Brum n. 28, precisa-sc de
olficiaes de scrralhciro e machinislas.
GASA DE SAUDE.
0 Dr. Ignacio Firmo Xavier, proprietario da an-
tiga e acreditada casa de saude sita ao norte da es-
trada da passagem da Magdalena, entre a ponte gran-
de e a pequea do Chora-menino, u na mesma re-
sidente, tem disposlo os melhores commodos para
receber qualquer pessoa enferma, e achando-se o
seu esiabeleeiun-iiio as mais agradaveis enndicoes
hygienicas; contina a offerecerosseus serviros, af-
fianaando o melhor (ratamente e u maior zelo no
curativo das molestias. O mesmo doulor, tem des-
tinado urna sala para partos, cuja ulilidade he in-
conteslavel.
SAO F.SCABnECAOOS DA CLNICA
Operacoes.O Illm. Sr. Jos Francisco Piulo Gui-
mares, cirurgio do Urande Hospital de Calida-
de, cuja pericia he bem condecida.
Medico consultante.O Illm. Sr. Commendador Dr.
Jos Joaquim de Muraos Sarniento.
Parios.O Illm. Sr. Dr. Silvio Tarqninio viu_
Palhologia dutrina.O proprietario do estabcleci-
mentn.
A diaria ser de 3g000 e 2j000, conforme a gravi-
dade e duraro da molestia.
As pessoas que qnizerem um Iratamento distincto,
pagaran na razo da despeza quefizerem.
Operacoes, sanguesugas, conferencias serio pagas
aparte da diaria.
Passagem da Magdalena 22 de dezembrn de 1858.
Dr. Ignacio Firmo Xavier.
Os pbaixo assignados vendern em
seus blietes ua ultima parte da segunda
e primeira da lerceira do gymnasio os
seguinte* premios :
Ns.I93r( meio billiete 1:000
2SII1 meio dito 200$
2191 bilhete 100*
1850 meio 100*
1727 billiete 50$"
220 \ meio 50
Os 8 por cento da lei e pago na sua
loja da praea da Independencia n. 40 ;
os mesmos tem exposto a venda seut fe-
lizes billietes da terceira parte da" pri-
meira de S. Francisco de Olinda.
Vieira & Rothechild.
LOTERA
PROVINCIA
O Sr. thesoureiro manda fazer publico
que se aeham a venda todos os dias das 9
horas da manLaa as 8 da noite, no pavi-
mento terreo da casa da rua da Aurora n.
26 e as casas commissionadas pelo tnesuio
Senhor thesoureiro na praea da Inde-
pendencia numero 22 e na rua Direila
n. 85, at as 6 horas da tarde, somente os
bilhete* e meios da terceira parte da pri-
meira lotera do convento de S. Fran-
cisco de Olinda, cujas rodas devero
andar impreterivelmente no dia 16 do
corrente mez.
Thesouraria das lotetias 2 de abril
de 1859.O escrivao. J. M. da Gruz.
Compras.
Cnmpra-se um bom cachorro para um quin-
tal : quem o livor, pude levar i rua da Florentina
n. 18, ou rua da Cadeia do Recite n. 48, loja do
fazendas de l.eilecv 1 maos.
COMPANHIA
ALLIANCE
Eslabelecida om Londres
i&sp m mu.
CAPITAL
Cinco miVUucs de libras
esterlinas.
Saunders Brolhcrs& C* tem a honra de informar
aes Srs. negociantes, proprietarios de casas, e a
quem mais i ouvier, que eslo plenamente aulorisa-
dos pela dila companhia para cffecluar seguros so-
bre edificios de tijolo epedra, cobertos de telha e
igualmente sobre os objeetos que coutiverem os mes-
mos edificios, quer consista em inobilia ou em fazen-
das de qualquer qualidade.
SEGURO CONTRA FOGO
NOUTHEKN ASSUKANCt: COA1PANY
LONOOlf.
CAPITAL l.OO.QOO.
iVgente C I. \st\ey c C.
Offerece cond;oes muito favoraveis e premios
moderados.
O abaixo assignado encarregado
das barcacas denominadas Paquete do
Paco, Flor do Pacoe Abismo do Paco,
estas de propriedade do Illm. Sr. Joa-
quim de Souza Silva Cimba, negociante
e residente na villa do Paco de Camara-
gibe provincia das Alagoas, scientilica as
pessoas que se servirem carregar quses-
quer objeetos desta praea para aquella
villa, de se servirem marcar os volumes
dos mencionados objeetos com a devida
marca e com declaracao pata o seu des-
tino, astim como ter a bondade de de-
clarar no verso do subscripto da carta a
quantidade dos volumes que acompanha
e neste sentido espera evitar os estravios
que se dao, por falta das competentes de-
claracoes e o contrario verificado (carao
depositados no trapiche, sugeitos a uma
armazenagem que lhe ioi imposta pelo
proprietario do trapiche, icando o pos-
suidor das barcacas isemptos de todas e
quaesquer responsabilidades. As bar-
cacas cada urna taz uma viagem por se-
mana, a dirigirem-se a rua da Cadeia do
Recie n. Ai.
Thomaz Fernandes da Cunha.
O cirurgio Francisco Jos Cyrillo I.eal mudou
a sua residencia do largo de S. Pedro para a rua do
Oueimadu sobrado u. 41, primairo andar, por cima
da loja do Sr. llernardinn Jos Monlcim, aonde o
acharan como sempre prompto para o ejercicio de
sua prolisso.
T-Co da A ao amarillecer de 5 do mez p. p. tu-
gio do Rrejode S. Jos termo da villa do Buique e
enmarca de Garnnliuiis, o escravo Venancio, com
os -i^naesseguintes : pardo, alio, grosso, cabellos
carapinhos, sobrancelhas cerradas, nariz dalo, bs-
eos grossos, principiando a barbar, abaiio do uni-
bigu de um lado uma sieairiz de uma furada. no
peito de mu dos ps lem uma cicatriz de um talho,
idade pouco mais ou menos de 24 anuos, otflcial de
sapaleiro e muito divertido. O abaixo ;-ssma-
do pede a ludas as autoridades policiaca ,. eapitiei
de campo que o peguem a avise ou mande ao men-
cionado lugar que ser bem recompensado.
Antonio Cavalcanti de Andrade.
Arrcnia-se um sitio com exceitente casa de
virenda no lugar da Torre margem do rio t'.apiba-
ribe confronte i estrada do Manguiuhu, cuja
X sebeara da rua Impe-
rial compra sebo em rama
a 9$ a arroba a dinheiro
vista: a traw com o seu
administrador.
Compra-se urna carroca em bom estado que
tenha arrcios proprios para cavallo: na rua do
Crespo, loja do Xislo Vieira'joelho & C.
Compra-se uma easa leriea no bairro de San-
to Antonio ou nos limites de S. Jos rom o de Sanie.
Antonio : a pessoa quo tiver,oodera tratar o ne- *f
goeio na rua de S. Jos n. 45. m
Compram-se em casa de v. O Bieber A C
rua da Cruzn. 4, oncas hespanltlasi e mexicana'
soberanos e moedas porluguezas u CM00
Vendas.
Attengao.
lma senhora viuda de Lisboa por esttun_
paquete, Irouxe para negocio alguns cbapei^j^
nhora, obra rica e de muito gosto, trancelim ,_
bellos, tranca de ditos para aunis \. prom*v^
vender tudo"por barato preco, na praea da IndeC
dencia ns. 3i e 39. n"
Ce\adaa2$aarroba.
Na travessa da Madre da Dos o. 12, armazem de
Fernandes & Filhos, vcude-se covada muito nova
em saceos a a arroba.
Itevalenta arbica.
V. rom esle nome ha pouco lempo conhecida nes-
te paiz uma fcula, cujo longo uso e mararilhoaos
effeilos sao ha muilo conhecidos, a bem noloriosna
Europa. Eslafarinba, que os mdicos mais circums-
pectos e experientes tem empregado em diversas
molestias c circunstancias, loe tejo granjeado o
crdito bem merecido de que hoje goza. A revelan-
ta arbica alera de muilas e variadas enfermidades.
que ella combate sem o menor solftiniento do pa-
ciente, aspecialmanla applicada s pessoas, que
carecem de um alimento delicado restaurante a de
fcil digeslu, o qual longe de ser repugnante, pode
ser tomado com appeiito, como qualquer outro ali-
mento ordinario. especialmente euipregado nos
padecimentos pulmonares, ebjlidades de qualquer
orgu enflaquecido por loda e qualquer doeura, o
particulatDenle para molestias no peito, como* lot-
ses, coqueluches, asthma, asnt de estomago, ata-
ques nervosos, a/feccijes do figado, etc. etc.
Vende... smenle na rua da Madre de lieos u. 1,
Pemambuco botica c armazem de drogas de Joo da
C. Bravo.
Yeiide-se uma caixa completa com ferros do
ciiurgia para amputai.au : na rua das Cruzes n 28.
Enreites de retroz com
> dril los.
Vendem-se ricos cnfeilesderetroieom vidrilhos,
pelo baratissimo preco de 5e 6J : na rija do Quei-
mado n. 22, na bem "conhecida loja da BoaF.
Luvas de pellica e de ou-
tras qualidades.
Veiidui-se luvas de pellica de Jouvin, muito fres-
cas, tanto para homeni como para senhora a 2gf>0U
o par, dilas prclas de seda bordadas para senhora a
t o par, ditas para liomem a 1J>600, ditas de tor-
zal para senhora a 19, ditas de seda de corea bor-
dadas a eufeitadas com ricas giiarnicoes de bico de
blwid a 2>, dilas lisas brancas e am'arellas a 1-5280:
na rua do yin-imadn u. 22, na loja da Boa P.
Meias pretas de
seda.
Vendo:n-so meias pretas de sada para senhora,
muilo encopadas e muito elaslicasa jjt n par, dilas
inglezas muilo superiores, que servem taninein
para os senhores sacerdotes a f>S : na rua do Cniei-
mad u. i, na loja da Boa l'.
Grvalas prclas.
Vendem-se grvalas pretas de grosdenaplcs. e dn
gorgurSo a 1 j e lgOOO, ditas de selim e de gorguro
bordadas na.- pomas, fazenda muito superior, a 2J:
ua rua do Qucimado u. 22, na loja da Boa P..
Vendem-se n-7es gordas, do pasto : quem
as pretender, dirija-se ,', eidade de Olinda, sitio do>
llultrius, no- nas sabbados e domingos.
Vende->o o deposito da rua do Uvramenlo n.
41, em razan dn dono lar de fazer uma viagem. o
ipial tem pouco undos, a esti bom para umpriu-
alm de ser edificada com muilo gosto e ser colima- ripiante, taz-e todo o negocio: quem pretender,
da am um ponln de vista agradavel tanto por della I dirija-se ao mesmo, que achara com quem tratar,
avistar-se todas as casas da Capunga, Passagem a a loda a hora do da.

-


Diario de Pernambuco.Sabbado9deAl>rildel859.
Queijo suisso.
Vende-se queijo suisso : no aterro da Boa-Vista
d. 2, junto a lja de flandres, para acabar, a 800 rs.
libra, vinho do Porto engarrafado bom a JOOO a
garrafa.
Bordados finos.
Ha na na do Queimado, loja de 4 portas n. 37,
mn completo sorlimeiilo de tiras bordadas milito
proprias para calcinitas de criancas, Iravesaeiros
para enteilar casaveques, gollinhas com manguitos
de variados goslos c diversos procos, gollinhas pa-
ra 600, 800, lj, 18500, 2J, 28550 c 39, manguitos o
par 19600 ate 3$, camisinbas bordadas para bapti-
zados por diversos presos, camisinhas para senhora
com gollinha e manguitos, saias com :l babadns,
bordado por 6S, ditas por 4, saias de balan de
gnsAo moderno para 78, e oiilras militas mais fazeu-
ilas, que neste cstabelccimenlo se vendem por pu-
co mais commodo aue em oulra qualqucr loja.
LIVRARIA UNIVERSAL.
Ra Ao CoWegio n. 2,0.
Gnimaries & Olivoira faiem publico, que polo ul-
timo vapor receberam da livraria do Sr. B. L. Gar-
nicr.'do Kio do Janeiro, as obras que o mesnio ge-
He cousa muito boa.
Vende-se a verdadeira pomada para Ungir ca-
bellos, pelo barato preco de lj a raixinha, rain es-
covinha propria ; lamlieni k vende massa para
aliar iiavnlhas a 320 : na ma do Queimado. na bom
eonheeida luja do alinden* da Boa Fama n. 33.
Ghegoem lojaiiova
NO
Aterro da Boa-Visln n. 74,
Que acharan o novo o completo sortimento de
miudezas, c allanca-so vender mais barato do que
em oulra qualquor' parto facas e garios do cabo de
balanco a 5j| a du?i.i. ditas miiiio linas a 6/e 7,
ditas de cabo do triado a 49*110, ditas clavadas e ola-
vadas a 38200, meias para senbora a M0, 320 o 4t)0
rois o par, ditas pretas pan\ linmem a 2611, ditas
ornas para liomom a 100, 2IMI o 3211 o par, ditas de
coros muito linas a 200 o 240 upar, baxalhos de
carias portuguezas a "200, ditas francezas a 3211 o
4*10. poiinas do ac do lama a l a prosa, dilas sem
11 sor 500,riras abaleaduras para puniros a 640 o par,
caivinhao com agullias franco/asa 2llo 320, mas-
sos de grampos a 40 rs., carios o caitas do clche-
les a 70 rs., cintiiros do borracha litio, auepenco-
Pentes de tarta-
ruga.
&
\ endoro-so ricos pontos da tartaruga imperafri/
a 12 o 14$, ditos soin sor iniperatr: a I r- 5f, verda-
deiras luvas de Jouvin a 2j00 o par, ditas de soda
para
aterr
senhora a 18280, l$f00 e I98OO o par: 110
ro da Boa-Vista, loja nova u.71.
Pecas de madapolfio com
pequeo loque.
Na ra do Crespo, loja do i portas 11. 4, junto a i
da esquina que rolla pan, a roa da Cadeia. ven-1 ', ,0 r,.s ,..,
doni-so pocas de madapoln lino '------ -.....
Aviso.
o oulras que abaixo so menciona, as quaes sao ven-
didas na livraria dos aamuiiciantcs pelos mesnos
procos porque o Sr. Carnior as vende no Kio do Ja-
neiro.
Revista Popular, Jornal de Lilloratura por assig-
nalura).
G'rammalica Latina por Castro Lopes.
Historia da Idadc media por Calogeras.
Calhoeiseo da Doutrina Chrislaa por l'inheiro. -
'Arillimctira grande c pequea por Avila. |
Algebra grande e pequena polo mosino.
Compendio de Grammatica Portuguesa por Cyrillo.
Titcralure et morale por Koosmalen.
Crdito rural o hypotherario por Worneck.
Bordo, Diccionario ilaliann-porlugiicz i vico-versa.
Sopbia l'rintemps por A. Humas fllho.
0 Mrquez de Pombal por Clmence lloberl.
Martha por Max Valrey.
Haphael eaPornarina por M.ry.
Ultima Marqueza por Mirccour.
Recebem-se asignaturas para as seguimos obras c
Jomaos Litlerarios :
Tratado pratico sobre bancos por Gilbarl.
Capital, birculacao e bancos por Wilson.
Revista Popular.
Calera Lusitana,
l'niverso Illnslrado.
1 ma Trindade de pennas.
Jardn Pilloresco.
Ra do Gollegio n.20.
Obras chegadas de prolimo que se venderc por
barato preco:
Defeza do Christianismo mi Conferencias sobre a rc-
ligio, por Honsenbnr I). Frayssinous.
Devocao das Dores da Virgom Mi de Dos.
Piedo'sas Meditaooes sobre a Paixo de N S. Jess
Christo.
Conferencias pronunciadas na igreja de Jess, em
Roma, por H. P. C. Passaglia.
A Profanaran do Domingo por Gaumc.
Neditacoes, oraoo.es e exercirios para todos os dias
do anno pelo Principe de Hohcnloo.
Mana, Estrella do Mar, obra de I). Lniz Mara de
Conciliis, precedida de urna lnlroduceao por
Gaurae.
A Itnpiedade combatida por confissao dos mesmos
impos. Opsculo em defeza da Religia.
As tres Romas. Diario de urna viagem Italia pelo
abbade Gaume.
Relogio da Paixao.
Collcceio das obras poticas do padre Jos Agosl-
nlio de Macodo, acompanhadas de urna biogra-
phia do Dicsmo e catalogo alphabelico de todas as
suas obras.
Anedocjas (lo Ministerio do Mrquez i Pombid.
Farinha de trigo
SSSF.
Fernandes & Filhos tem superior farinha de tri-
go da marca SSSF chegada antes de hontem que
vendem a preco muito em conta : no seu armazem
ru da Cadeia n. 63. boceo da Madre de Dos u. 12.,
Veode-se muito bom doce secco de caj : na
Solodade, taberna grande confronto o oiiau da igre:
ja,(se dir iiii.in vende.
Calcado superior e baratar
Ra bireita n. 45.
Borzcguii da trra de 55 a 37,
obra boa a 5000
Borzeguins de senhora (Jolv). #800
Ditos de homem. Ks8<>0
Sapa to* de trancinha. Ks't.OO
nhorhaviaaniiuncadopelo/)ianorfeVrHaH.Aii,o, i ros a 240, onadores de linlm para esparilbo a
120 c 100 cada um, caixas com lamparillas a 60 o
0 rs., resma de papel do poso a 3$ 100, dito almaco
a 38 e 3850o, sapalos de lustre para senhora, obra
muito bem feita a I96OO, dilos do marroquim roso
e preto a 800 c 900 rs., sapaloes de lustre para ho-
mein a 3Sri00 e 4 o par, dilos do Aracalv para me-
ninos do 6 a 10 anuos a 18120 o por, mullo ricas
franjas protas de soda e de lia e linlm para enfoitar
vestidos, titas do tudas as qualdadcs o lisouras de
todas as qualidados c muilos maisobjeclosqiio.se
torna enfadonho mencionados.
I.uvas de pellica, deJouvnverdadeiras a 2<|000,
muito novas, e banha franceza ,'is libras, meias 1-
bras o miarlas ate miras a 2j560 a libra : na loja
do uiiiidczas do alono da Boa-Vistan. 8*.
Pentes de todas as quali-
dades.
\ loja do miiulo/as d'aguia branca est prvida
do um grande e variado sortimento de pentes de
todas as qualidades, sondo do tartaruga, virados,
mu fortes e dogostos os mais modernos possivei*
a 12,14 e HijflOO, ditos sem sor virados a 38300e
5s, ditos do matas, virados, tambem do muito gos-
iii, o lio porfotos n'obraque poucodilTerom dosde
0 USTJRS: IpnTnte $S ^betUado^i ??&
ditos travessos de massa e borracha para menina-,
......ilhor que ge pode encontrar a 800, 1S o 18200,
dilos mu finos do borracha para alisar a ls o 1*280,
Vcndoin-so na rita do (.luoimado 11. 19, manilo- dilos de bfalo bramos e prolos o do paleia a 3*0,
les priilos ricamente enteilados, e sendo toda a fa- 400, nlio o GSO, ditos de borracha, pequeos, muj
/onda bordada p o mais moderno em gostn ; a elle, proprios para segurar o cabello a 6(0, ditos de Dor-
antes que se arabeni ; grosdenaple prnto da Indas
as qualidades, < por menos do que em mitra parte.
Heehogado a loja do Lcconto, aterro da Boa-
Vista n. 70, excolleiiio leite vindnal de rosa lun-
Relogios.
Ricos marteieles.
Vendom-so relogios d
no armazem de Angust
doi.i do Becite 11. 36.
TACHAS
|i:ir:t
ouro inglo/os de palento:
C. de Abren, na da t.a-
\ende-se mllio novo em saceos grandes allg :
nos annazens de Andrado A Cainpolln, na roa da
Madre do Dos 11. 18.
Gomma c aramia.
Vondo-se uuicaiuoulo nos arina/on>
S 1 ampollo, na ma da Madre de Heos
do Viidradr
1. ia
SVSTEMA MEDICO DE IIOLLOWAY.
PILLLAS HOLI.\V(IV\.
Este mestunavel especifico, eomposto inteiramen-
la do hervaa medicinaes, nao contem mercurio, nem
algiima oulra subslancia doloiioria. Roiioliuo mais
enra infancia, e a compluicao mais delicada lio
igualmente promplo e seguro para desar^eigar o mil
lia coniploicao mais robusta : be inleiaiuenle inno-
cente em suas nporaoes o elTeitos: pois busca e
roinovo as ibioucas doquab{iior especie o gru por
mais antigs e leases que sejam.
Entro milharesde pessoaacucadas com osle reme-
dio, militas queja estavam as podas da morte, pre-
servando em sen uso : conseguirn] recobrara saude
o (oreas, depnis'de liavor tentado intilmente lodos
osoDtroa reioedios.
As niois .illlii las nao dovein,entregar-se a deges-
peracao ; faeam um competente ensaio dos efficaxes
eileiins di'stji assimibnisa medicina, o proslos rocu-
perarao a beneficio da saude.
Nao se perca lempo em lomar esto remedio para
Batanee das aegnintea anfermidad
ra. para refrescar a pollo, tirar pannos, sardas .
pinnas, igualmente o afamado oleo babosa para lim-
efazererescer os cabellos; assim como p6impe-
rial do lyro de Florenca para bortoejaa e asperida-
des da pello, conserva a frescura e o avolludado da
primavera da vida.
:.-?S3
de ouro patente ugiez de mu dos
ouro
melhores fabricantes de Liverpool
chegadqs ltimamente pelo ulti-
mo paquetee alguns de nova in-
vencao cobertos e descobertos a
vontade do po*suidor em casa de
Arkwright & C na ra da Cruz
n. til.
racha o bfalo para pinllms a llKI, 500 o 640 rs., di-
los do maiiim e mrlaruga para alisar a 2, 3 o 4j.
Aliii ilisso acharan os froguozes um grande sorti-
monlo de esiovas linas para denles, cabello, indias
e falo, e minias oulras colisas, que oiiuniora-las.se
loinaria enfadonho ; assim quem precisar do qual-
quor objecto de miudezas, dingir-se a ra do
Ouomado, no qualro cantos, loja d'aguia branca,
que ser bem servido com agrado e sinceridadc.
Na loja d'aguia branca.
llicos pelos, franjas o Iranias com vidrilhos. Es-
tes nlijei los quede prsenlo san ossencailiioiito lie-
cessarins para onfeites ile vestidos, manteletes e
caxaveques preloi, so acharan na ruado Queimado,
nos qualro cautos, loja d'aguia branca 11. 16, sendo
lucos prclus de bonitos padrees enfeitados de vi-
drilhos, franjas desoda, c velludo com vidrilhos,
Irainas do seda do difiranles larguras e moldes
laubem piolas c com vidrilhos, indo por procos
baralissimos.
Luvas de todas as
qualidades.
Na fandico <1<; fe

W. Bownian, na na do Itrum,
passando o chafariz, contiD.ua a
ha ver um completo sortimento
de lachas de ferro fundido e ba-
lido, as quaes se acham .'i venda por
preco eonnnodo e com promp-
tidao, embarcao-se ou carre-
gilo-se em carro, sem despezas
ao comprador.
Potassa da Russia
E CAL DE LISBOA.
No lo m conhcciilo o acreditado dopnsilo da ra
da Cadeia do Becife 11. 12, lia para vender potaaaa
da Kiissia oda do Rio de Janoiro, nova e do supe-
rior qualidade, assim como tambem cal virgom em
podra : ludo por procos muito razoaveis.
Relogios.
Vendem-se relogios de ouro e doura-
dos patente para bornein e srnlioi a de
diversos tamanlios por p re ros com modos :
na ra da Crtir. do Recife n. ")0.
icl
ATTEN(\0.
- Vende-si' pontos Imporalri?. de massa que
pouca dilVorenca fazom dos di' larlaruga. para quem
quizer andar x moda rom punen dinhoro : na leja
de tarlanignero na ra das Triiicheras 11. ven-
de-se mais barato do qne em oulra qualquer parlo.
i i St.
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Aiupiilas.
A roas (mal de).
Asllima.
Clicas.
CoHVlllsoeS.
Dcbilidadc un oxlonna-
"cao.
Dobilidade 011 falla do tor-
cas para qualqucrcnisa
llvsinli'ria.
Dor de garganta.
de barriga.
us rins.
Dureza no vonlre.
Knferniidades no vonlre.
Ditas mi ligado.
Ditas venreas.
Enxaquoca.
Ilorvsipola.
Pebre biliosas.
Fobrotn internilonlo.
Febnloda especie.
Colla.
Ilomurrhoidas.
Ilydropesia.
Ictericia.
Indigestes.
Inllainmaioi ..
Irregularidades da mons-
I macan.
Lonibrigas do toda espe-
cio.
Mal de podra.
Manchas na culis.
ilbslriicciio do vonlre.
Phtysiia OU consumpcao
pulmonar.
Hulonco do ourina.
llheuinalisiiio.
Symplomas segundarios.
rumores.
Tieu doloroso.
riceras.
\ oneroo (mali.
.
GRANDESORTIMENTO
ni.
Boupas feilas e lazendas^
NA RUAnOQl'KIMAnO N. 46.
FUNDICiO LOW^MOW,
Rna da Son/.al S** ^2.
Nesle estabelecimenlo'xn'"n"a a haviT um com-
pleto sortimento de Pendas e meias moendas para
i engenlm, marhir-lS de vapor e taixasde ferro bali-
du e ruado d todos os tainanhos para dito.
CHEhTEn
Ao barato.
0 Prg*ca est Qneimando.
Na na do Qu*mado n. 2, esquina do becco do
Pene Frito terOPreguica para vender por bara-
lissimo preco vi completo sortimento de fazoudas
bem como se.im corres de cassa e seda de lindis-
simos gostos' 6J500 cada um, dilos de laa e seda
de Hndissin*8 goslos e superior qualidade a 7J ca-
da um, co*8 dp cambraia branca com salpicos a
3$500, di'9 de nila eom llores de coros a 3S800,
gangas -escindas de padroes e superior qualidade
a 40 eovado ; chitas escuras e claras de coros
lixas l8" '80- ^W e 240 reis o covado, cambraias
aja|.9cadas para cortinados de camas, pocas de
20 ras- a 11J cada urna, grvalas pretas e de'cores
eo molas muilo finas a 800 o IgOOO, ditas sem
,.js a 800 e 1S cada una, ditas com molas muilo
'\a 9"*' 'enCos seda com algum-enfeito
i 800 reis cada um, grosdenaple de cor^e boa
qualidade a 1^800 o cavado ; cortes de casomira
lina a flf, dilos de meia casomira a 2$, ditos de di-
ta mais una a 2J6O0 cada um, cortes de brim do li-
nho a 1J700 cada um, cortes de gorgurao para col-
leles a 3$ cada um, ditos de merino bordados de
llnds goslos 4J500, Altes de casemira preta borda-
2S* 3J800cadaum, cambraias lisas de 8 varas a
3g5O0, 4S, 4g4O0, 4S800 e 5g0 a peca, ditas tapa-
das com 10 varas a 4$, 4$500, 5S800,6g500 e 7g200
a peca cortes de organdys, fazenda muito larga e
fina a25600, alpaca preta com 6 palmos de largura,
propria para amarras e capas de padres a 800 rois,
chales de laa finos com barra matizada a 4S">00,di-
109 emerin lisos a 4|800, ditos de dito bordados
?n fn a UID' ,enros brancos com barra de cor
i1 ? re.'scda um, chitas francezas uaraco-
lierta a 240 reis o covado, brim branco de lislra de
puro linho a 800 reis a vara, dito de lindissimos S^'l
gustos e superior qualidade a 1440 a vara, dito 5* aj
branco muito lino a 1J280 e 1g400 a vara, cassas aes
de cores de lindissimos gostos a 360 e 400 rs. a ""
vara, musselina de cores a 320 o covado, dita en-
camada a 220 o covado, casemira preta a 2}, 2$2(I0,
2J40Q, 3J500 e 4J o corado, panno lino azul e cor
de rap de superior qualidade a 58 o covado, dito
preio a 28800, 38500. 4g, 4800, 5 e 58500 o co-
vado, alpacas de seda de superior qualidade a 900
rs. o covado, rolos de bretanha com 10 varas a 28,
atoalhado largo muilo fino com bonitos lavores a
18280 a vara, luvas de lio de Escocia brancas e de
cores a 320 o par, cambraias napolitanas risas e
zoes de quadroa a 360 a vara, ou 220 o covado,
riscadinhos francezes de quadros a 180 o covado,
bramante muito largo a 240o covado, velbutinas
de todas as cores a 720 o covado, meias ornas para
homcni a 160, 200, 360 e 400 rs. o par, ditas para
senhoras, de todas as qualidedes, paletots de alpa-
ca preta a 58, ditos de meia casemira a 89, ditos
de pannos pretos e de cores a 108, luvas de seda
para senhora a 1$200 opar, ditas de seda bordadas
de lindos gostos a 28200 o par, merino setim de
todas as cores a 720 o covado. e oulras muitas fa-
lcadas que sedeiiam de mencionar, e se vendern
por baratissimos procos; e se da rao amostras com
sabores.
Espartilhos francezes de nova
invenco.
Vendem-se espartilhoa francezes de molas e car-
retela, o melhor que se pode encontrar oeste gene-
ro, na bemfeitroia o na eommodidade, a quem usar
delles, pelo baratissimo preco do 6, 7 e 89. Estes
espartilhos sao chegados no ullimo navio iancoz,
e ao se encontram na ra do Queimado, na bom eo-
nheeida loja de miudezas da Boa Fama u. 33.
Na loja da Esperanca,
Rna do Queimado n. 33 A,
vendem-se para a quareama todas as fazendas pro-
pnas desses actos, c especialmente franjas prelas
com vidrilho, largas e estreitas, de 600 a 1S a vara
ditas sem vidrilho a 400, 500 e 640 rs., e tambem
mais estrellas a 320 avara, trancas com vidrilho
propnas para as mantas em uso a 6"40, 700 e 500 rs.
a vara, enfeitcs prelos com vidrilho a 4 e 5}, ulli-
mo goslo, filas de velludo largas e eslreitas a prc-
cos commodos ; na mesma loja se encontrar niui-
tos objectos, diversas miudezas que at hoje leein
sido exclusivas de ceitos estabelecimentos dcsla
praca : todo o sortimento em perfumaras, pos
opiat, extractos diversos, leite virginal, pommad
regeneradora, imperial, agua de Colonia de diver-
sos fabricantes inglezes e francezes, saboneles cor-
echiquesm, escoras, espelhos, pentes, etc.
Vendem-se estas pillas no estaibelecimenlo ge-
ral de Londres ii. 224, Strand. o na loja de lodos
os boticarios droguistas o oulras pessOas enearrega-
daa de ana venda em toda a America dn Sul, Dava-
la e Despalilla.
Vendme u boeetinhasa 800 rs. cada nma dol-
as coniliu lima inslrinean em portuguez para ex-
plican! modo de se usar deslas punas.
U deposito geral lie em casa do Sr. Soun pliarma-
jeuiico, na ruadaCruvn. 22. em Pernambuoc
MACHINISMO
\;i funtlcao de ferro do imiiimiIici-o Da-
vid W. Howraan, na ra
ilo Bru, passando o chafariz.
lia sempre um grande sortimento dos seguinlos
objectos do mecanismos proprios para engeuhos, a
a saber : moendas e meias moendas da mais mo-
derna ronstruccao ; lachas de forro fundido o bati-
do, do superior qualidade e de lodos os tamaitos ;
rodas deliradas |..,,n B ., sutuanc, ue unas a"
proporcoes ; crivos o bocea de fornalha o registros
de boeiro, aguilhoes, bronzes, parafuzos e cavi-
lboos, moinhos de mandioca, ele. etc.
NA MESMA FIND1CO
se executo todas as encommendas com a superio-
ridade j condecida com a devida presteza e eom-
modidade em nreco.
No armazem de E. A. Hurle & C, ra da Cruz
n. 48, ha constantemente para vender :
Champagne marca do fogo da melhor que vein ao
mercado.
Chocolate de todas as qualidade.
Burras de ferro das melhores qa t. mercado.
ARENCAD AO BARATO.
Na travessa da Madre de Dos n. 12 vende-so mais
barato do que em oulra parlo, c em saceos grandes,
cevada muito nova, farelo, milito, feijao amarello o
branco, ancoretas de azeitonas, ludo rhegado lti-
mamente do Porto.
O Leile & Irrao continan! a
torrar.
Mussulina toda encarnada, covado 220 rs., cam-
braia lisa muito fina a 38800, 4S800, 58200 e 5S600
rs. a peca, do 10 jardas, brim de linho para calca
de bonitos padroes a 880 rs. a vara, corles de meia
casemira a 33000 rs. cada um, lencos de cambraia
de linho a 38200 e muito finos a 4S500 rs. a duzia.
chales de totiquim pretos, ditos de merini prelos,
dilosde merini liso de todas sciros a 48800 rs.,
bordados a 68800 rs., chitas francezas de cores fl-
xas a 220, 240,260,280 e 300 rs. o covado, madapo-
lo a 28800, 38200, 3J&00. 48000, 48200. 4S800,
58000 e 58500rs., o muito fino a 68000 rs. a peca, de
20 varas, palitots de alpaca muito linos a 6g000 rs.,
cortes de rolctes do casemira a 68000 rs., esparti-
lhos para senhora a 4, 6e 89 rs., e dos modernos a
99 rs., saias para senhora alj600 rs., bordadas a :ia
rs., e muilo superiores a 4 rs., gollinhas muito
bem bordadas a 30500 rs., manguitas e camizinhas
muilo tinas para senhora, cortos de cambraia do
gaz a4rs., tapidos para sala al800 rs., para por-
ta de sala a 40 rs., e para cabriole! a 2jo00 rs.,
meiasmuito linas parr senhora a2>800 rs. a duzia]
ricas colchas de damasco de seda a 25,-328 rs. cada
urna, corles de cassa de lindos desenhos a 2j rs.
boas chitas escuras e de lindos padroes a 200 rs. o
covado, meias de todos os tamaitos para menino e
menina, guardanapos a 40 rs. a dzia, pecas de
braia lisa de 12 jardas a 39 rs., mussulina bran-
300 rs. o covado, loalhas para mesa a 4$ rs., re-
de folha a 69rs., e ha nutras muitas fazendas
que se vende por barato prei;u. e de ludo se dar
amostras.
LOJA IIA BOA FAMA..
^ endem-se por preco que faz admirar riquissimas
Utas lavradas de todas as cores e larguras, lilas lisas
com pona o sem ella, bicos brancos de seda de mui-
to lindos padroes c de todas as larguras, Iramoias
a be ras de linho para babados a 120 e 160 rois a vara
jarros para flores a28 o par, atacadores 011 enladores
de seda de todas as cores para vestidos.ditosproprios
para espartilhos, tesouras de lodas as qualidades
as mais linasque he possivolencontrar-se.agulheiros
de marfim e nutras muitas qualidados, fllasde vel-
ludo de todas as qualidades, bolcinhasde camua
muito lindas para meninas de escola, frasquiulio
com cardinal a melhor cousa que (em apparecido
para tirar nodoas em qualqucr qualidade de fazen-
da. pelo muito barato preco de 2j, tranrinhas de se-
da de todas as cores muito lindas proprias para en-
feitar roupinha para meninos e meninas, e outras
muitissimas cousas que se afianca vender-se ludo
por preco baratissimo : na ra do" Queimado na bem
eonheeida loia de miudezas da boa fama
NA
Roa do Queimado n. 7.
Noslo cslabclccimento acharo os compradores
o mais variado e completo sortimento de todas as
qualidades, como sejam :
Vestidos de seda prolos com babadns J
Ditos de dita_de cor com babados. ...
Grosdenaple preto lino de 18900 a .
Ricos manteletes prolos princesa Clotilde
Cortes de calcas de hrim de linho de cor a
Carteirasdo perfumaras inglczas. .
Camisas francezas de lodas as qualida-
des de 29000 a ........
Paletots de panno francezes de
ES fe BASTO.'
llicos sohrecasacos do panno lino preln K
g com gnlla do velludo o sun ella a 228. e |
25f!, paletots saceos de casemira de cores t'
escuras a 108. ditos sobrocasacos padroes r
o ,-- modernas a 15$ o 19. dilos do alpaca pre- |
j i la o de cor a 48, ditos de brim pardo \
2^ trancado muilo boa qualidade a 58, dilos
>(.:.! deosguioda China a 58, calcas do brim
~g de cires a 38, 38500, 4-?, ditas' de la pa-
^fi] drcs modernos e iiiiudiiihos a 49, ditas
& casomira preta o de coros a 6$, 7S, 88 e
2 9S- comillas de bramante a 18600. 1S&00
.J o 29, paletots do meia casemira a ", col- a,
<*?i lotes de gorgurao do seda a 58, ditos dse- -
; Un macan a g, dilos do velludo prolo a g
7 1 e 3b, luvas de Jouvin de todas as cores a B-
18800, camisas de esguian muilo lino a S"
a 38500 e outras muitas fazendas e ron- j
pasfetas que s vista que se pude B
avahar a pocliincha :

-i
NA HUSMA LOJA HA
laquaresma-
mandandn-se fazer por medida garanlin- '
dn-se n aceio e benifoitoria da obra, sen- g,
do tambem de muilo bom panno prova de L
limao pelo diminuto preco de 35, assim
.-i COnin fin mullwir pniitin 'l.a..i.,IL. An n. '
iez a 408, allancaudo-se seren lodas for-
/.-,[ radas de setim niacao ou seda.
28800
9
lg280
59000
48000
30*000
Ditos de alpaca francezes...... 128000
I'oupelina de seda de 900 a..... 18200
Chitas linas o covado........ 180
Dilas francezas o covado...... 240
Ricos enfeiles para senhora..... $
Pentes de tartaruga modernos de 79a 15*000
Gollinhas e manguitos de croch. IO9OOO
Para a quaresma.
Na ma do LivTamcnto n. 2 tem cortes de vestidos
de grosdenaples prelo com 3 ordens de babados pelo
preco de 408 o corte, 6 para acabar, por isso se ven-
de tao barato.
Ra da Senzala Nova n. 42.
Vende-so em asa de S. P. Jonhslon & C. vaque-
tas de lustre para carros, sollius e. silbos inglezes,
candi oros e caslicaos bronz.oados, lonas inglezas,
lio de vola, chicote para cirros, e montara, arreis
para carro de um eduuscavallus. e relogios d'ouro
patento inglezes.
Aviso.
No armazem de Adamsnn, Howio, & C., ra do Tra-
picho ii. 42. vendo-so sollins para homem o senhora,
arroios prateados para cabriolis, chicotes para car-
ro, colleiras cara cavallo ele..
Camisas inglezas.
Vendem-se superiores camisas ingle-
zas : na ruado Collegio loja n. 5.
Vinho Bordeaux.
Em casa de Henr Bnmn & C, rna da Crnz n. 10,
vende-se vinho Bordeaux do ditferenlos qualidades
como l.afolle, Ch, Leoville, Ls. Julicen, em cana
do unta duzia oor barato proco.
Vendas.
Relogios de ouro e prata, cobertos e descohertos,
patente inglez, os melhores que existem no mer-
cado, e despachados hoje, vendem-se por procos
razoaveis: noescriplorio do agente Oliveira, ra
da Cadeia do Recite n. 62, primairo andar.
Sal.
Vende-se sal do Ass de muilo boa quajidade : a
bordo do patacho llom Jess, ou na ra da Madre de
Dos n. 2.
Vende-se urna oscrava de 26 anuos de idade,
com muito boa conducta, elegante figura, sem vi-
cios nem achaques, sabe com porfeieao ensalmar, c
lem principio de engnmmar ecozinhar: a tratar na
ra da Conceicao da Roa-Vista n. 10.
Na loja das seis portas
EM
Frente do Lirramento.
Cassas francezas, fazenda nova, a 160 rs. o cova-
do, e a peca a 58 com 33 covados, corles de cam-
braia com salpico a 38, dilos pioladas a 8, loncos
de rotroz a 500 rs., luvas de seda pretas lizas e bor-
dadas para senhora a 19, chales de merino com
barra estampada a 48, musselina branca a 210 o
covado, dita encarnada a 320, vclludilho do cores
para roupas de criancas a 800 o 18, fil de linho
preto, fazenda lina, a 18280 a vara ; dao-se amos-
tras, e a loja esla aborta das 6 horas da manhaa s
9 da node.
Loja das seis portas
EM
Frente do Livramento.
Grosdenaple preto para todos os precos, mantas
pretas de linho com bordados de seda, luvas de se-
da pretas para senhora a 1, gollinhas bordadas a
a 18, ditas finas a 18600, manguitos a 39, lencos de
seda brancos e encamados a 800 rs., camisas fran-
cezas brancas e de cores finas a 2S. paletoLs brancos
de bramante fino a 58, ditos de brim pardo a 38
ditos de alpaca pretos a 4 e 59, dilos de casemira
de cores a 58, dilosde fuslao de coros a 58 : a loja
est aberta das 6 horas da manhaa s 9 da noile.
Acaba do chegar loja d'aguia brama um novo o
completo sortiuiouto do luvas do lodas as qualida-
des, sendo as verdadoiras de Jouvin brancas, cor do
caima e protas para bornein o senhora a 28500 o
par. lisas de soda brancas c amarellas para senhora
a 18280 o par, ditas com borllas a 19600, ditas
bordadas com lindas palmas a 28, ditas niui linas o
bonitas enlodadas com palmas o bicos a 2500, di-
tas priias lambern de sida com palmas o bicos en-
lejiadas rom vidrilhos a 28500, ditas cum palmas o
lisas a 28 o 18600, dilas do torc.nl mu linas ooru
palmas do vidrilhos a 2S, ditas 'tambem linas com
palmas do relio/, e lisas a 18500 e 18200, ditas de
soda para raoniuas a. 18200, dilas para homem a
18600 ; assim como multas oulras do diversas qua-
lidades, como de fio de Escocia brancas e decores,
brancas de castor, mui boas o fortes, e de algodao,
proprias para montara o guardas iiaeinnaos, aus
baralissimos procos do 18 at 320 o par : na ra
do Oueimadn, nos qualro cantos, loja d'aguia brau-
FM MTOOTMm,
Visporas e dminos.
Vispnras ein bonitas caixinliasdo madeira enver-
nisadas, com 2 Iranias a 2$, em oulras caixiuhasa
1S500 e 18, dminos mui bom bitas o seguros a
lSSOOelgfflO: na ra do Oueioado, loja d'aguia
branca n. 16.
Vende-se leite muilo bom : na ra do Quei-
mado u. 21, das 7 horas em dianle.
ARMAZEM
DE
FAZENDAS E MODAS
DE.
MIGUEL JOS DE ABREU.
11 K\ia Ao Queimado 1A
Para seriares
Corles de vestidos prelos de grosdenaples, gorgo-
rees o nnbrozas, bordados a velludo o a soda, em
alto relevo, de goslo Aquile, lies folhos o duas
saias.
Manteletes prolos no caprichoso goslo Main-
tonnii ; peregrinas pretas do nobleza, com bordado
de soda em alio relevo ; taimas prelas do soda im-
perial, guarnecidas a roquete o a velludo faconno,
o vestidos de seda de coros Mainlonoii, guarneci-
dos de rendas.
Manas de blond prelo bordadas.
Ifarabuls e onfeites pretos para loilollo.
Manteletes, peregrinas, capas de cor e chapos
para pnssoin o para visita, e luvas de pellica de Jou-
vin brancas o de cores.
Pontos de tartaruga e todos os objeolos nocessa-
i.hnum unidle de senhora, incluiudo adrenos
de ouro guarnecidos a perolas goslo.
Para cavalleiros.
Casacas, snbreeasaens e paletots de panno prolo
impermeavel, e de caaemiras pretas e de coros.
Caifas de caserniras pretas e de cores.
Chapos de castor brancos o pelos.
I.uvas de pellica de Jouvin. brancas e do cores.
Charutos superiores de reserva.
K lodos os objectos necessanos ao toilette de
um cavalhciro, incluindn correles de ouro para re-
logio, do mais elegante e apurado goslo.
Este cstabolecimonto oslar aborto at s 9 horas
da noite, conveiiienleniente Iluminado para ro-
eeber as familias que se dignaran visila-lo, alim de
avaliarem da sul importancia para a preferiroui.
Vendem-se 5 eseravos prelos de 18 a 22 an-
uos, ptimas pecas, de muito boas figuras, perfec-
tamente sadios e sem dofeito, sendo um bom cozi-
nhoiro, oulro perito carreiro, e os oulros aptos
para qualquer snico de campo ou da praca, um
niiilatiuhodo 12 anuos, um nutro do cu-ellenle fi-
gura e conducta, de 17 anuos, proprio para pagem,
una preta de 25 annos, boa rozinheira, por proco
commodo a dinheiro ou a prazo : na ra do Catmg
II. 9, no segundo andar.
Amendoas.
Vendem-se barricas cmn amendoaa iillimamento
bogadas : na ma da Madre de Dos n. 18, arma-
zem do Andrade & Campello.
Na taberna da ruado Collegio n. 5, vendem-
se camaroes soceos \ indos do Maranhiio por esle
ullimo paquete, sao muito superiores e baratos:
assim como tambem tem para vender muilo bom
doce de arac, goiaba e banana.
AI.GODAO' 1)A BAHA.
No escriplorio de Mannel Ignacio de Oliveira &
Flho, vende-se algodao da Babia e lio do algodao
om novellos.
Eseravos venda.
Vendem-se 10 eseravos peras do 15 a 26 annos,
e 2 mulatas com habilidades,!', muito bonitas figu-
ras : na rna Velha da Boa-Vista, casa n. 69.
Vendem-se quadros com exccllenles estampas
coloridas, de santos, em formato grande, proprias
para a igreja : na ra do Cuieimado n. 43.
Vendem-se cinco actes da Compauliia de Be-
beribe, passando tambem para o cessionario o di-
videndo do actual semestre, a vencer no ullimo do
prsenle abril: quem as pretender dirija o sen oft"o-
recimento om carta fechada, com desiguacao de
sua inorada, sob o adresso seguinta :J. M. C. II.,
na ra Nova n. 43, ou na estrada do Rosarinho, si-
lio froiiloiro a rapclla, que ser procurado.
*
Kissel, rolojoeiro franco/, vende n-logios do ouro e piala, cdncerla relogios, joba e musi- cas, ja aqu be .-onhecido ha niuilos anuos, ^
habila no paleo do Hospital u. 1
i 'xt.).*..lA. -J_i ;.: .i.iS
tjt. S. : XJt '
Nada ha mais ba-
rato
do que cassas com coros lixas o padroes milito ho-
muios por 210 rs. o covado : na ra do I.ivrainenlo
u. 2, e.souiia
Altencio.
F.icellente verniz do tartaruga : na rna da Ca-
deia Velha ii. til.
Enfeiles prelos e de cores
rom vidrilhos..
Na loja d'aguia brama ftoharao as (tenhoras do
bom gosto un lindo e novo sorlinii'iito de i'nfitts I
prelos ec rort's com ridfhofl t? do mui bonitos;
desenhos nos baratissimo^ procos do.i, 5 e 6$: na
ra do Quciiuado, loja de miudezas d'aguia branca
n. 16.
Cheguem a pe-
chincha.
Na loja do Prepuica tem para vender
grosdenaple preto da melhor qualidade
que ponsivel pelo baratissimo preco de
1,900, 2,000, 1,200, 2,400, 2,800 e 3|
o covado.
Milhopara inania
0 mais limpo poaaivel.
Feijao preto novo
aera pial na mercado Vendem-se estes (teneros
no Porte do Mallos, armazem do Hemetono, Ir.
in.io &'-, conl'ronlo ao Iraprhe do algodao n. 1-
Apreeiem o bom goslo.
Xa loja do Serl anejo
n. 43 A.
Ricas sabidas de baile do melhor posto que pode
liavor, lano om (azonda como om preco, laa/inlias
de quadros miiidos o pandos a 4we fitl rs. o co-
vado, chapeos de velludo pretos a 7, ditos de al-
paca forrados do soda, muilo commodos para andar
a fresca a 2$40O. gollinhas de diversas qualidados
a lga 1JH10. 1S600, 2}taHI o 2wtHI pollas o man-
poiios a 3;ritK), I o SjSOO, manguitos, gollaa e ca-
mizinhas a 6, TyelAf, eolletes felos de velludo
a 10}, lije 125, calcas de caserniras do cores,Tei-
| las, ricas bengalas do'massa Bngindo iinicnriie a 7g,
8ge |(M, prosdonaples de cor a IgWOe 29000, soda
branca iavrada, ricas comisas para senbora com pro-
1 gas o do muito posto a 7$ o be cada una, ricoa pan-
mis para mesas, o muito finos a 7>:, 8$ <-'Js, ricos
; casavoques de fustao e do niollmr poslo que podo
i liavor a 15$ o 18$, dilos de massonna niiiiln bem
enfeitados allg, 12$el:i9, o avisa ao rospeilavel
publico, que manda do qualquer urna fazenda amos-
Iras para ver so agrada, assim como tambem da a-
moslrasdeiando iionhor.
Grande sortimento de fa-
zendas pretas proprias
da quaresma.
Tortillas adamascadas.
Fio devela.
Estopas.
^ Vendem-se em casa de Arkwiglit
g| & C. na ra da Cruz n. 61.
glltlllltlll HHUlKHilliS
Venda.
Saias bordadas
a 2#;>00 rs. cada urna.
Na roa do Crespo n. 16, loja de Adriano & lastro.
A QUARESMA.
Na loja da empanada encamada, ra do Queima-
do n. 37, acaba de receber ltimamente af Franca
um completo sortimento ,de fazendas pretas, pro-
prias para os actos da semana santa, bem como
sejam, ricos cortes de vestidos de grosdenaple pre-
lo, bordados a velludo e a retroz, manteletes de
grosdenaple preto, ricamente enfeitados, maulas
de fil prelo e los pretos, fazenda muito superior, a
melhor que lia no mercado, grosdenaple prelo de
muilas qualidades, um completo sorliinculo de
panno lino prelo e de casemira prela para todos os
precos, e todas estas fazendas se vondcriio por tac-
DOB preeo do que em oulra qualquer parle ; tam-
bem se afianca de servir o agradar com loda a deli-
cadeza lodas aquellas pessoas que frequeiitarem
esle estabelecimoulo.
Chapeos enfeitados.
cobertos e descoberlos, pequeos e grandes, de ou-
ro patento ingloz, para liomom e senhora, de um
, enfeiles de troco para 3go00 o dos melhores fabricantes de Liverpool, vindos pelo
com vidrilhos pretos e de cores ullimo paquete inglez : em casa de Southall Mel-
lara senhora, de Troco, a 2$, e lors 4 C *
Tem na ra do Queimado, loja do 4 portas n. H7,
lodo sortimento de chapeos para meninas, de seda e
de palha ricamente enfeitados, dilos para senhora,
de palha e de fcllro, enfeiles de troco
6g, dilos de retroz com
a 4}, gravaliiihas para
todo o sortimento de chapeos de soda,ditos de sol
para homem c senhora, que ludo se vender por I
menos que em oulra qualqucr parle assim os fre-
guezes tenham a boodade de comprar ; tambem se
oncoiitra um sortimento de focos para 4 e 2g.
Vendem-se dous vestidos de grosdenaples um
preto e outro de cor, com 3 babados cada um, e um
chale de louquim branco : na travessa do Bom Je-
ss, loja de alfaiatc ao p do largo do arsenal de
marinha.
Vende-se em casa de Saundcrs Brothers & C,
prac.a do t'.orpo Santo, relogios do afamado fabri-
cante lto.-l.ell, por precos commodos, e tambem
trancellins e cadeias para os mesmos, de excelenle
gosto.
Farinha de man-
dioca.
So deposito do largo dn Asscmblt;.*. n. 9t rnde-
se superior fariuhn chapada nltiroAnicnle, em sac-
eos grandes, por tommodo proco."
Alcatifa
Vende-se alealifa ron quatro palmos
de largura muito propria para forrar
talase igrejasa800rs. o covado: na
roa do Crespo n. \2, loja de Campos
[ima.
M0VA AGUA
Vendo-so osla agua a niel luir que lem appareci-
do para Ungir t cabello o suissas de preln : na li-
vraria universal rna do Collegio n. 20, di-se junto
um impresso gratis, emanando a formado appliear.
Pianos.
Vendem-se pianos fortes do melhor
gosto e modelo que tem vindo a este
mercado e por precos commodos: na
ra da Cruz do Recite n. 50.
Aova invenco aperfeicoada
HE
Bandes ou al mofadas
de crina para perneado de
senhoras.
Na loja de Leile i Irnin, na na da Cadeia do
Recife n. 4.
Para forrar carros.
Vende-sedaniason de soda de bonitos
goslos e milito propno para forrar carros:
na ruado Crespo n. 12, loja de Campos 4
Lima.
-a
Arados americanos e machinas pa-
la lavar roupa : em casa de S. P. Johns-
ton Su C. ra da Senzala n. i2.
Chapeos de palha escura para
homem por precos baratos.
Na bem eonheeida loja da boa a, na ra do Quei-
mado n. 22, encoiii rarao os bons freguezes um com-
pleto sortimenlo de chapeos inglezas de palha escu-
ra de formas intoiramenle modernas c bonitas da
ultima moda. Tornam-se reconimendaveis porse-
rem mui leves e frescos para a prsenle estacan :
vendoin-se pelos baralissimos precos de 4$ eM,
vendem lambern chapeos e bonels da mesma quali-
dade para meninos a 3g 3$600.
Em casa de Rabe Schmettan & C.
ra da Cadeia n. 37, vendem-se elegan-
tes pianos do afamado fabricante Trau-
mann de Hamburgo.
Os jesutas.
Sabio S luz esta bella e inloressante produccio
da penna do Dr. Ildefonso Manes Godinez, e adia-
se desde j venda no largo da Independencia us
6 e 8 : na rna do aterro da Boa-Vista n. 82, loja
de miudezas : no cafe do Sr. Paita, rna da Cadeia
de Santo Antonio, e em todas as livrarias desta
cidade, a } o exemplar.
Cheguem loja do Sertanejo
Ra do Queimado
n. 43 A.
Que rica pechincha para a quaresma se e3t aca-
bando, bem rumo sejam : cortos de vestidos de seda
pretos rom 3 saias o melhor que pode haver no mor-
cado pelo commodo proco do 50, 008 e70, gros-
denaples de lodas as qualidades a SiOO, 1S50II,
1$600.1*700,1S800. Igyoo, 2J, 2g2(l0,28100 c 2aCol
e muilo lino do 4 palmos de largura a 2800, mau-
las de blond pretas a IOS, ditas muito finas o me-
lhor que ha no mercado a 16S e 1SJ cada una,
meias pretas de seda a 2S600, ditas brancas a 28500,
29*H0 e 3g, dilas do uta para padre a 18700 c 2S,
sarja preta hespanhola de duas larguras a 19900 e
SSKI, paletots de panno fino forrados de seda a
208, 228 e 253, pannos prelos de todas as qualida-
des, velludo preto e de cores, seda prela Iavrada,
dita branca, maulas brancas de blond a 78 e 88500,
ricos enfeitcs de vidrilho do ultimo gosto a 4$, 5g.
68, 98 e lOg, ricos espartilhos do melhor gosto que
pode haver de carrltel a8f, 98 c 10J ; assim como
sejam obras foitas de lodas as qualidades, pentes de
tartaruga Imperalriz o melhor que pode haver, e
ludo mais que se pode procurar se acha nesle es-
tabolec imeiito a vontade do comprador; garnte-
se vender mais barato do que em oulra qualquer
parte.
Anda esl para vontlor-se una bem construida
c forte carrosa para boi, nova e sem uso algum,
d-se por menos alguma cousa do que cuslou :
para ver, na ollicina do Sr. I.cal.ruacm seguimen-
to a do Rosario ou Conceicao, na Roa-Visla. e para
ajuslar, no primeiro andar do sobrado n. 30 na ra
estaeila do Rosario ein Sanio Antonio.
Fazendas pretas
para a quaresma.
No aterro da Roa-Vista n. 60, loja do. Cama t
Silva, sendo um completo sortimenlo d# grosdena-
ples pretos, pannos e caserniras, polos precos se-
guales : grosdenaples o covado a 1280, '18600,
118800, 28, 29210, caserniras pretas corles a goOo',
j GaOO, 7iS00, al 12g cada corle, e salinos prolos,
| difierenles precos o qualidades.
Meias de borracha.
CHEGADAS LTIMAMENTE NO NAVIO FRANCEZ.
Na ra do Queimado, na bem eonheeida loja de
miudezas da Boa Faina n. 33, j lem para vender
por preco barato as muito procuradas meias de
borracha, poicamente proprias o approvadas para
Inda o nuabiner oncliaeao ims pomas.
Ricos enfeites com vidrilhos
paraca beca.
Vendem-se os mais ricos onfeites prelos e de
cores com vidrilhos, pelo baratissimo proco de 4g
6a cada um : na bom eonheeida loja de miudezas
da Boa Fama, na ra do Queimado n. 33.
Moinhos de nova invenco.
Na lojii do Yianna.
K chegado nesta loia grande, sortimento de moi-
nhos para moer caf, de novos modellos, c de su-
periores qualidados, aliancados pelo autor, que
muito facilita a pessoa que quizer usar dclle, e por
procos muilo commodos ; assim como um grande
sortimenlo de entunaras de lodas as qualidades, o
por preeos muilo eommodos : na ra Nova n. 20,
loja do Vianna.
XAROPEE PASTA DE (lll)EINA DE BEBTH.
As propriedades nolaveis do X.vropf. c a Pasta
do l'.oiiKiSA tem sido propaladas polas sabias ex-
periencias clnicas a comparativas do Maof.xdif.,
Bvkrikh D'Ajama, Wili.iams Gaasoai, Mahtin So-
ln ktc, mombros do inslilulo de Franca, da aca-
demia de medicina, o mdicos dos hospitaes de
Pars.
As experiencias confirmadas pelas recentes ob-
servacoes dos Srs. Aiun, Vn.n, G. Di hont, profes-
sores da faculdade de medicina do Paris, mdicos
dos hospicios de Pars ele. etc., lem demonstrado
que o Xaropk e a Pasta de Coof.im de Bkkthf. sao
os remedios mais ollicazes para todas asdores nervo-
sas, agudas, c as ve/.es Io rebeldes ; e quo aflroxa
coro urna rapidez maravilhosa, os accessos conse-
cutivos e que lauto cansam, do <. u mihiio, da tossf.
GOKTcuu, da buonchitk e da phthisica pil*onah.
O Xaropf. ea Pasti de COMtnu de Bi.ktuf en-
contram-se om todas as pharmacias do Franca o do
eslrangeiro.
Para evitar a falsifioaoo deve-se exigir em cada
viilro a ASSicNATiaA, e OHOn Bkiith:.
Dirigir os pedidos em grosso casa Mmkr i C*
n. 37, me Sanie Croix le la llretonnerie em
Pabis.
Algodao monstro.
Continua-sc a vender o bem conhecido e econ-
mico algodao monslro com 8 palmos do largura,
Eroprio para qualquer obra pordispousar lodo o Ira-
alho de costura ; aproveitem emquanto ha : na
ra do Queimado n. 22, na loja da boa f.
\estidosde grosdenaple preto com
babados bordado a velludo. .
Ditos dilos preto com babados borda-
dos a soda.........
Ditos ditos de cores e brancos. .
Dilos de cambraia bordados ao lado ,
Velludo prelo o melhor possivel, co-
vado............
Grosdenaples prolo liso, covado 18600
a............
Dito prolo lavrado, covado 28 a .
Setim prolo macan, covado 128800 a .
Sarja preta hespanhola, covado 2$ a
Grosdenaple liso do todas as cores, no-
vado...........
Hito do qnadiiiilios miudos, covado .
Hilo branco lavrado, invado 18200 a
Hilo de cores e prolo com 4 palmos
de largura.........
Belleza da China o mauritana de soda,
covado. ..,....
Follar do Paris e ehaly do flores, co-
vado...........
Popelina do seda o duqueza de flores,
covado..........
Froudolina o barege de seda, covado.
Moio velludo prolo edo cores, covado
\clhulina decoros e preta, covado
Chitas francezas claras o oscuras, co-
vado 280 a.........
Panno prelo o de cor fino prova de
limao, covado 38500 a .
Casemira prela setim, covado 18900 a
' Arlandys di-novosdosenhosliiias,vara.
Cassas francezas finas, vara. .
Manas de blond pretas e branca*. .
Dilas do linho o mais rico pessivel.
Chalos de merino lisos de cor e pretos
Ditos de dilo estampados de 3 a .
Ditos de dito franja de seda ....
Dilos do dilo bordados a seda e a vel-
ludo............
Dilos do seda prelos roxose de cores.
Lencos do lamiulho finos de 1$ a
Manguitos o gollinhas bordados linos.
ntremelos e liras bordadas. .
Colirios do velludo o casemira preta
bordadas.........
Coroulas de brim de algodao e de li-
nho de lgOO a......
Camisas francezas brancas e de cor
de 28 a .........
Casacos e sohrecasacos de panno pre-
to fino. .'........
Paletols de panno preto e de cores,
francezes.........
Calcas de casomira prelas e d coros.
Golletes de seda de varias qualidades
Chapeos francezes directoseaTamber-
lio.k...........
/'aloiois de merino setim pretos o do
cor forrados........
Ditos de alpaca preta e do cor coqi
golla de velludo......
Ditos de brim branco e de cor Una. .
Dilos de alpaca do varias qualidades
com golla do velludo.....
Ditos de alpaca prela e de cor mesclada
Passando o berro da Congrrgacao, do lado dlreito
em.seguimenlo para o Livramento a quarta loja de
Ins portas com rtulos brancos.
Arroz de casca.
No armazem defronte do trapiche do algodao,
unto ao armazem do Sr. Guerra, vende-se arroz do
casca por commodo proco.
WSBWrM
Em'casade C. J. Astley <&C.
Cabos da Russia de manilha.
Cobre para forro, cmn pregos.
\ ni luis de champanha, Mosellee Bordeaux.
Salitre refinado.
Vende-se ou arrenda-sc o engenho 8. Jos,
sito na freguozia de Santo Antao, quatro legoas ao
sul da cidade da Victoria, rujo engenho moe com
agua, tom grande cercado, limpo e circulado por
valado, minia mata, o paramentado de todo o in-
ressario, sondo : casa de vivenda boa e erando,
senzala para eseravos, casa de bagaco, estuTa,(easa
de rtame, etc., e ludo no melhor estado possivel:
quem o pretender, dirija-seao seu proprielario que
o doemieuho Sibir da Sorra para tratar negocio
s
i
SS500
SS600
28400
5SIHHI
25500
18800
1*500
28500
185011
1gl00
IgOOO
900
tMMI
18280
700
340
7$500
38500
18000
40
S
48800
18500
ogooo
8
i
18800
i
f
28500
3j000
9
i
t
9
99000
5joon
Sftrt
Almeida Gomes, Alves & C.a
VENDEM NO SEU ARMAZEM
%1 RA DA CRUZ %f
CHAPEOS de feltro sorlidos, da fabrica acreditada
de.Carvalho Pinto, do Ro de Janeiro.
SARAO das fabricas do Rio de Janeiro.
VINHO de champagne de superior qualidade.
SALVAS ha minias e oulras obras de prata.
Cognac.
Cognac superior em caixas de urna duzia, vnde-
se em 1 asa do Henr Bxunu 1 C, r ua da Cruz n. 10.
Carteirns grandes com chaves.
Vendom-so pnr preco muo barato earleiras
srandos com chavaj, proprias-para guardar dinheiro
o letras : na ra do Queimado, na bom eonheeida
loja do miudezas da Boa Fama n. 33.
Vende-se superior linha de algodao, brancas e
do cores, em novello, para costura: em casa de
Seulhall, Mellori- C, ra do Torres n. 38.
Farinha, milho e
farelo.
Vendem-se saceos grandes e pequeos com fari-
nha da trra, milho e farelo de Lisboa, tudo por
commodo preco: na taberna grande da Soedade.
Relogios.
Relogios patente inglez, por um dos melhores
fabricantes de Londres; vende-se na ra do Crespo
n. 19, primeiro andar.
Vende-se urna grande casa de sobrado com ex-
ccllenles commodos para grande familia na passa-
geni da Magdalena entro o sitio do Sr. Barroca e o
dos hordeiros do fallecido coronel Mamede, tendo
bom silio, coebeira fra para carro, estribara para
6 cavallos, quarlos paia feitor c eseravos ludo de pc-
dra o cal, muro e portan de ferro, tiaixa decapim,
aores de inicios : qnem o pretender dlrija-se ao
armazem de cabos de Mamede o: Marlins na ra do
Vigario 11.1, ou ra Imperial n. 167, segundo an-
dar, que acharo com quem Iratar.
WtSMMM MWtWMU
SiBHtsiiwpNiMUJiw vmsmwasmam
E chegada a encommenda das mais UM
superiores camisas inglezas proprias
para pessoas gordas : na loja da na do
(jucimado u. 10, de Coito & Crreia.
As mais ricas e mais modernas eha-
pelinas do palha de arroz e tambem de
fil do seda, assim como veos para as I
mosuias, so vendem nicamente na
loja da rna do Queimado n. 10 de Lene '
& Corrcia.
Vende-se urna casa terrea em chfcos proprios
a tratar na rna da Conceicao da Boa-Vista n. 27.
BOM F, BARATO.
Cortes de caserniras de cores, fazenda superior,
por 4} : no Passoio Pnbliro, loja n. 11.
Eseravos fgidos.
jotot. *
Vendem-se as verdadeiras luvas de Jouvin, tanto
para homem como para senhora, pelo baratissimo
preco de 2*500 o par: na ra do Queimado, na bem
eonheeida loia de miudezas da Boa Pama n 33
No da 14 de agosto do anno prximo passado,
fugiram do engenho Sote Ranchos, rregnnia de
Nossa Senhora da Estada, comarca da cidade da
Victoria, ossogiiintes eseravos- DamiSo, crioulo.de
25 annos de idade pouco mais ou menos, cftrfula,
beieos grnssos e moio arrebitados, lem ama Cicatriz
na testa proveniente de umroice de animal, persas
finas o alguma cousa arqueadas para tare, esmalma-
dn, ospaduado, altura regular, eeat bucando ago-
ra. Jacintho, crioulo, de 28 amaos de Mide poico
mais ou menos, altura regular, cor preta, pouca
barba, beieos grossos e faz certo geito na bocea quan-
do falla, tem urna cicatriz em urna das laces, pemas
finas, osmalmado, fuma, e locador de viola. O
primeiro foi comprado aeSr. Joao Francisco Barbo-
za da Silva Ciimar, segundo diz que foiescra-
voda familia do Sr. Jlo Nunes, da fazenda do Sitio,
om Paje do Flores e comprado na praca de Per-
nambuco. Consta que ditos eseravos estoemfa-
jode Flores por portadores que maodei ede lvie-
ram: roga-se as autoridades poliriaes e capilaes de
campo de os pegar e levar ao referido engenho, a
Bernardinn Barbo/a da Silva ou na praca dePer-
namhiico aos Srs. Manoel Alves Perreira,Lima,nn
ruada Moda n. 3, segundo andar, que serao re-
compensados com a quantia cima.
Contina fgido desde o dia 6 de agosto do
anno paoximo passado, o escravo Antonio Cacange,
com os signaea seguinles : representa ter 96 annos,
pouco mais 011 menos, altura regular, rheio do eor-
po, rosto redondo, pouca barba no qaeixo de baixo,
cor, preta rangueirn no andar, falla pouco, e tem
marcas de relho, casado e foi escravo dos hrdeiros
do (lnado Caetano Concalves da Cunha ; consta a-
char-se refugiado em Ierras do engenho Caelmbas,
da comarca de Santo Antao ; a pessoa que o ajzpro-
hender conduza-o ao engenho Curcahy da comarca
Pao d'Alho, ou no Recife na ra da Grn n. 91, ter-
ceiro andar, que ser generosamente recompen-
sado.
No dia 16 de marro do correle anno fugiram
do engenho Canoa Rachada, freguezia d'Agua Preta,
comarca do Rio Formoso, os eseravos seguinles :
Barbinn, cabra, do 25 annos de idade, pouco mais
011 monos, cara lisa, lala grande, olbos tiros, ros-
to redondo, tem um signa! pequeo entre aii so-
brancellias, pouca barba, bocea pequena, beieos a r-
ribilados e linos, estatura regular, secco do ciirpo,
espadado, pomas finas, oes bem feitos, baa Unte
fallante Mannel, cabra de 25 annos de idade, pou-
co mais ou monos, phsononrlatristonha.eara des-
carnada, nariz apapagaiado, pouca barba, es'jitura
regular, soco do corpo, tendo mareas de ventosas
na barriga, proveniente de molestia, pamas finas
com marcas do btmbas, ecnxeia nm pouco deum
quarlo, que mal se divulga pelo andar ; o primeiro
foi comprado 110 Recite ao Sr. Marcelino Francisco
Alvos da Silva no mez de outubro do anno prxi-
mo passado, lendo chegado ha pouco de agedo
Flores do lugar Baixa-Verdo, e o segundo, tambem
foi comprado no Recife no mesmo lempo do primeiro
ao Sr. Jacintho Jos do Amaral Aragao, tendo sido
de -Altinho ; porm presume-se tercm aurbos toma-
do a direccao de Baia-Verde, por tevem sabido
juntos, entroxados e com duaa arma* finas, sendo
um clavinote e urna espingarda, ambas usadas: ro-
ga-se s autoridades poKciaw e uplUes de campo,
de os pegar e levar ao referido engenho a Jos Fi-
lippa S. Tiago Ramos, ou na praca de Pernambu-
co ao Illm. Sr. Antonio Goncalves Perrelra Cascao,
que serio ranompensado com a quantia de 200a.
Canea Rachada 25 de marco de 185.
PEUJI.: TTP. DE M. P. BE Fi.UA. M.

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