Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08026


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Full Text
AMMO XXXV. NUMERO 79.
I
i
Por tres meies adiantados 4$000.
Por tres Mezes vencidos C$000.
DIARIO
QUINTA FF1RA 7 DE ABRIL DE 1859.
Por anno adiantado 15$000.
Porte franco para o subscriptor.
PERNAMBUCO.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DI CAPITAL
PARTIDA DOS CORREIOS. i
Olinda lodos os das as nove e meia hora do dia.
EHCAIREGAQOS DA SUBSCRIPCAO NO NORTE. ; Igunrass, floianna o Parahiba as segundas e sevtas-feiras.
I S. Anto, Bezerros, Itonilo, Daroar, Allinhu e i.aianliiins Tribunal do rommonio: segundas e quintas.
Parahiba, o Sr. Joo Rodolpho Gomos; Natal, o Sr. An-| as torcas feiras. llolaoo: Ierras feiras e sahhados.
lomo Marques da Silva; Aracaty, n Sr. A. de Lomos llraga; Van d'Allio, axareth, l.imooiro, Bmjo, Posquoira, Ingazei- Fazei'ida: lonas, quintas o sabhados as 10horas.
t'.ear, o Sr. J. Jos do Olivoira; laranho, n Sr. Jos Tei- ra, Floros, Villa Bella, Boa-Vista, Ouricury Ex as! Jui/o doonniucroio: quintas .-< mi'io da.
xeira de Mello; l'iauhy, o Sr. Jos Joaquim Avclinn; Para,' quartas (oirs. 1 Dilodo orphos: ti-n;is o siglas as 10 lloras,
o Sr. Justino J. llamos; Amazonas, o Sr. Joronymo daf Cali, Sorinhom, Rio Formoso, Una, Barroiros, Agua Pre-I Primoira vara do civil: tenas o sextas ao moio din.
Costo. la, Pimontoiras o Natal quintas (oirs i Segunda vara do civcl: quartas e sabbados ao moio dia.
"_______ I (Todos os corroios parten) as 10 horas da manliaa.
EPHEIERIDES DO MEZ DE ABRIL.
I I.ua nova as 7 horas e 58 minutos da inanlia.
11) (Juarln rrosronlo as !t horas e 1 minuto da manha.
17 I.ua olioia as ti lunas n 40 minutos da inanhaa.
25 Quarto niitiguante as 2 horas o 26 minutos ta manha.
pni.vM\u di: hoje.
Primeiro as 8 horas o Hit minutos da manha.
Segundo as H horas o 5( minutos da tarde.
DAS DA SEHANA.
i Segunda. S. Izdoro, are. ; S. Zozimn, o. ; S. Platu.
5 Torea. S. \ cenle Forror; S Ira, i. ni. : S./eno.
ti (.iiiarl.i. S. Marcelino, m s>. Diogeins e l'lalonidcs
7 Quinta. S. Kpiphaniu, b. ni. ; S. Kuliiio, m. ; S. Peluzio
S Sexta, l.oinuioiiioraco da l'aixo di; Jess i.hrislo
ti Sabbado. S. Demetria, b. : S. Waldclrud
! ENCARREGADOS DA SUBSCRIPClO NO SUL.
Alagnas, o Sr. i laudinn Falro Dias; Babia, o Sr. Jos
MattilM Alvos; Kio de Janeiro, o Sr. Joio Pereira Martn.
EM PERNAMBUCO.
viuva. O proprielario do DIVIHO Manoel Figtteiroa de Faria, oa
10 Domingo da Paixao. S. Exequial, prvpheta s. I'ompen. sua lirraria prora da Independencia ns. 6 e 8.
PARTE 0FF1CIAL
govi:r\ nx provixci.i^
Expediente do din 19 de nialfii,
Ollicio an-Exm. enviado extraordinario e ministro
plcnipulenoiario do Brasil em Pars.O rollogiode
tdueac.io do meninas fundado cusi eidade, sob a
direceo das filhas do s. Vicente de Paula, neeesn-
ta de mais urna irma, que se applique especia I-
luenle ao eusiuo da lingua inglcza.
Mu roiivenrido ilos estoicos sinceros, oom que
V. tve. i'iiucorreii ellieay.moiita para que esta pro-
viucia podesse. recebar em son solo urna instituidlo
lao bolichea, [oigo de esperar que aiuda esta ver.
ompregar.i V. Kxc. a sua valiosa ntervenne para
promover a viuda do mua irma do caridade eom
a habiHtarao lina indicada.
Nao podendo calcular precisamente o que cun
Isso lera de despender-so, dirijo-nto ao uosso mi-
nistro em Londres, rogando-lbo que fiirncc.a a essa
legaco a quantia necessara, que de qualquer mo-
do mandan salisfazer apena* recoba as nteos de
V. Kxc, a quem rogo iiistoulaucanieuta a prompta
soluco desle negocio.
Prevaleco-mc da opporlunidade para renovar a
V. Kxc. us'protestos de uiulia perfeita estima e mili
ilistincla consideradlo.
i rem todo o osron;o para dorcm os recrulas que po- tambeiu asnas familiase bagagons.t'.uiiiuiuui ou-
] dorem, porem por forma que Uque a lei respeitada, se ao conmiaiulaiito das aruins.
le sem vexame a pnpulaco. Hila.O presidente da provincia, altendoiido ao
. Dito ao uiesuio.Tcnho por conveniente que V. que llio requeren Gabriel Antonio, resolve, decon-
| S. submelta approvaro da presidencia um |>rn- forutidade eom o aviso da repartirn da manaba
; jecto de rogiilamenlo para todo o snico interno o n. 11fi de 19 do marco do 1858, conceder-lbe liecu-
' externo da casa do delenon, pois que assini lieam ea para mandar cortar as malas do seu eiigcuho
barmouisiidas as disposicocs da le geral e provin- liblas, na povoaeo de Barroiros, e coiiduzir para lucilos largos qu<
jcial, que acoiiselhan a sua nlervendm em laes o porto de TamailaG SOB paos do sienpira, alim
actos, edao presidencia auturisadio para essa re- de seren ompregades na construcdio do una bar-
t forma. enea, e recommonda s auloriiiaiies lcaos que nao
r.onvem que o regulamcnto tenha duas partes, a ponbam embararo algum ao corte o conduc-o dos-
, to polieia piopriainenlo dita e a do administrarn, sas madeiras, leudo porm bulo o cuidado para que
, em a qual se deve providenciar sobre ludo quaulo nao se dejPffl abusos por occasio desla hcenra.
disser respeito an bom tratamento dos presos, son' Dita.II presidente ila provincia, alteudonilo ao
eiirativc. e dietas, teudo-se inuilu em vista que. I que Ihe requeren Joo Flix dos Santos, resolve, do
guardada a uocossara oeonomia, se do aos presos eonforniidade eom o aviso da repartidlo de inari-
sullcienle alimculacui. nba u. 116 de 19 de marco de 1858, comedcr-llie
l'.nuvem ainda que no mosuio regiilainouto se de- licenea para mandar cortar as matas do sen rii-
lermme o venoimenlo dos iiuccionarios encarro- genbo lliquozn, na freguo/ii da Eseada, o remoller
gados do eslabcteciuienln, classicando-os em or- para osla capital, DI paos do sieopira, alim de sc-
deuado e graltlicaco, o se reconheea a neressidade rem cuiprognilos na conslruceo do duas lauchas o
de seren as earioragons cobradas como renda do algunas carrooas, e recommonda s autoridades
j eslabelocimeuln, doterininando-se excepcoes do pa- lcaos qno nao ponbain ombaraco algum ao corte
, gamento dolas para os presos que o ierecerom e condiiceo dossa niadeira e da que osla inoncio-
por sua pobreza, ou qualquer oulro motivo. nada na relaoo unta, -Signada polo secretario do que leui feilo
Dito ao couselheiro delegado da repartiera ospe- gonrno, leudo porm lodo o cuidado para que nao (.loando so reflecte sobre o grande numero de im-
iiem so ahroin Tuinels, mas relativainenle, cami- j meado para roger a cailoira de Geographia o Hiato- O Sr. C. da Cunha : K inuito bom porluguez.
nlia-se, melhora-se. | ra, nuquetom mostrado possuir sutlicieDlos habi- '* Sr. Soitza leu: Mas como dizia, Sr. presi-
0 vapor Iranspie em pnuco teman um espaco I lilaooos. tlxal que a* domis cstivessem tambem denle, na thesouraria se me aUirinou qoc baria me-
iiunienso, mas oulro vehiculo embora mais raga-1 servidas. > ra supposico.
ro.-o, vence eom mais lempo a mesma distancia.! Deputados como os Srs. nrs. Flix. Tarquinio, e O Sr. ('. i/u Cunlu:K essa supposicodavajus-
Tudo nao licar eslai'ionario ; porque em quaulo Wandorloy que melboros servicos podoriam pri'slar lamente 26 conlos e lautos ris'.'
o esforco anima o movimcnfai para a civilisaeo.por proviucia por suas luzes o patriotismo deixaraui O Sr. Sosa llris : Ha mera supposico e ha a
de tomar a Monto. [obrigacao que (un a tbesouraria de lombfar as des-
I ora ni Borneados delegados da inslruer'o pbliea pe/as que, ainda <|ue hypolbelicameute, se podem
em Pona-Negra o cidado Antonio Joaquim de realisai.
I.oyolla Barros, e iulerinauente na eidade de S. Jo-
s o baebarol l.uiz llodrigues de Albiiquerquo, per
si- achar licenciado fra da provineUi o aflecliro
bacharel Jos Alexandre de Vinorim Garcia.
Desdo dezombro do anno pausado grfsM em S.
Gonoallo una epidemiado que poucas pesaoas dfei-
iejain os passos sao sompro pas-.
que aproxiiuam o conduzeni ao uielhora-
monto.
So bom que ii ni pouco na reta-guarda, iucon-
leslavel que o Ceara aeompanha o progresso das,
primeiras provincial do imperio. A aceo do en-
verno provincial, apoiada na da nielbor parlo da
provincia, nao pnupa esfono para que os trabalhosl
d'arlo venham a tornar possivel o soso dasvanta-i
l'm Sr. D'piilailn Est dcsculpado o procedi-
iiionio da tbesouraria.
Sr. Souza Itri*;riiendo que est justiflra-
0 Sr. Souza Heit : Islo quanto loda estra-
da, e en nao contesto, mas como seremos obrigados
a pagar os juros relativamente a essa parte da
obra...
(Crnzam-m aparte.)
O Sr. Soino Rei : Mas vem um novo contra-
to e pode ser mais oneroso...
1'h Sr. Pe pulido 'Pode nao ser.
O Sr. Soitza lleit:Mas pode ser.
Kmliui, estas duvidas mesmo que arabam de ser
proposlas pelo nobro depuladoso quolem actuado
em meu animo para que eu nao entre u'uma discus-
so larga a osle respeiln, alim de que, como diste.
gens da nalure/a, para qiif as ueeessidades da pro- xarain de sor acrouimellidas. (loiisisto em nina fo-
incia sejam saiisfeitas.e depois as cnmtnodidades.e bte qno deaappareca no lim da poneos dias, eaiuan-
consjiioraeoes, em ndagaeoes deoulra ordena, por-
que eu nao emendo como o nobre depulado que a
commisso lem obrigacao de consignar fundos para
allnal a bollera < o afnrmoseamento. K se rom do maior ou menor nrominodo. Felizmente ainda ludo quaulo a tbesouraria indica, o para todo qui
mais promplido essa aeeo lienelicano se faz son-; niuguem soeeombio. osla doerntado por lei.
lir, lodos sabem, que pela restricoo dos limites l-'oram nomeados promotor publico da comarca
em que ella obrigada a incerrar-se. F. foroa fa- do \ss obaabarel Jos Antonio C. Ilainalho, sub-
zer sii o que se pedo ; e na eseassez do ineios de. delegado de polieia dodislrictu de Fslrems Joo
que dispon o governo provincial, nao s Impossi- Baplisla Soares, o do Papari Francisco Lopes Gal- do por lei.
I fazor mais do que faz, como admiravol fazero "io. O Sr. ('. da Cunha:Issosim
Tambem foi Horneado delegado da nstrucco pu- O Sr. Souza /iris :Nao vejo razo algiima pa-
rial
das Ierras publicas.Gonslaudo de aviso do se dom abusos por occasio desta licenea.
Dito ao dito em .oudros.Na assembla proviu- ministerio do imperio, expedido pela reparticao Rrluo a qur te refere a portara tcmii.
i'ial discute-se o ivojeclo incluso, e que autorisa a fral da* Ierras publicas em 9 do correte e sob n. 10 paos de cedro bran
presidencia a contralor um esprestimo de 4,11011
portantes edificios puMieo que j cunta a provin-
cia sobre as obras que oslan em andamento, mis-
! ter ceder ao espirito ceg de partido, para nocon-
, ---------. ......... .. \ .......- i S.I" iiioiii a esic respeno, anu ue que, cmii" uii-,
da ; o mesmo porem nao poseo dizer da nobre eom-1 ,,;, Yv3 contestadas talvez eom vantagem as nossas
missau, que novia eflectivamenle ler entrado em | aseen-Oes.
Sr. presidente, eu lamento que a respeilodos Ira-
balbos da estrada de ferro qner em relaco ao mo-
do porque elles se lem feilo, quer em relacaa ao
cusi real dellcs.j que noaestamoe obrigados ao pa-
gamento do uro a que nos sugcilamos, nao tenha
, r- ',','"''" :TQ""m-'5ls?' 1SU'? I'" ni0-1 h'1vrid a Prc'^ publicidade, para que nos indepen-
d Si". Soasa ei:tillan nao disse isto ? dl.nlc de e,ell(.ial, ao gOVcrno da provincia, exi-
/ ..i sr. Deyuado : -Tudo que eslava autorisa- gul,cas que Ulvez mesmo nos nao saibamos fazer,
podesaeuoa Icr conbecimenlo cabal para nossas dis-
cussoes.
Consla-mc, Sr. presidente, que o digno engenhei-
i ... ... i .. .-, i ... -----. ----T ------ r v.uusiu-ioe, .^i. piesiueoie. oue ii uikiiu euLL^iui'i-
bit. a do i.eara-minm o padre l.uiz da Fonseca S.I- ra que o nobre deputodo assin. entouda, porque em- ro ft^! tK1I1 M,'Uao dlv,,r'a-s daviSas a respeito
V.l tlllf ll.1V.ll* LII..I I il.l 1> Ii I II il ll..|lll.--,i. llll.lll 'il-irii lim'.l 'llnillllil L.i .-un ..ni ..,..1.. In .( ...., .... .1...... ...
conlos de ris.
Na creara de que tal projecio passar, e de que o
empreslimo s em Londres poder ser realisado, e
so* os auspicios do V. Kxc, lenlu por convenien-
lepcdir-lhe rae diga se possivel a sua realisacao,
0001 que coodicoes e deque modo pedera elle ser
all obtido.
Oulro sira desejaria que V. Exc. me dissesse, (no
caso de nao sor possivel obter-se o empreslimo eom
a simples garanta da provincia, ou de nao ser pos-
sivel obl-lo rom essa garanta seui rondieoes ho-
ucrosos), se seria elle fcil e vanlajosaniciile reali-
savel garantido pelo governo imperial.
V. Exc. sabe que Pernamburn urna das grandes
provincias do imperio, que mais prometiera e que
seu progresso uestes ltimos anuos leni sido o mais
rpido possivel.
Conheco ainda V. F.xr. que neuhuiu empreslimo
pode peiorar a sorlo duque n lotoa, n diminuir os
seu recursos, quando lem elle a melhnr e mais
conveniente appliiuieao, etendu s'uuenie a activar o
augmento da prodiiu n.
Prelende-se que o empreslimo seja destinado a
terminara rede de urnas corauunicacoi-s n,, Tx,ua
assucareira, e, pois, a sua realisacao vem activar
enrgicamente a produeco da provincia, oque
por si si o ninlhor garante' que ter.
A provincia de Peruambuco est as melhnres
lll, que S. M. o imperador honro por lioin, por de-! III pranches de lour
relo de i desle mez, conceder ao bacharel Manoel! 19 ditos de oiliciea.
Antonio Moreira, a exoueraco que pedio do lu- 8 dilns de sapucaraua.
gar de nflicial da reparticao especial das Ierras pu- 80 ditos de amarcllo.
blicas desla provincia, o por decreto da mesma da- I Dita.(1 presidente da provincia, leudo em vis- snbresahir sob osla relaoo. semdiivida a do K\m
la nomear para o substituir no mesmo lugar o ha-: la o que requeren Joo Francisco llegis Uuiulclla, Sr. Silveira lo Souza. Digam o que quizorem os
charel Francisco Gomes Velloso de Albuquerqiie 1" escripturario da mesa do consulado, o liein as- opposieionislas os tactos ah eslo era prova do que
Lins : assim o conimunico a V. S. para sua inlelli- sim as informaroesdas reparlieoes rompelenlcs, re-, dizemos.
gencia, e alim de o fazer constar ao Horneado. solvo conceder-lbe Iros niezes" de licenea eom ven-: Temos o collegio dos educandos, o Calcaraeota da
Goiiimuiiicou-sc lambem ao iuspeclor da theaoura-1 cimenlns na lrma da lei para tratar de sua s.iude eidade, a estrada de Raturit., a ponte do chafariz,
ra de fa/.enda, na provincia do Caer I os methoramentos do porto, e oiilras obras que pro-
allito ao inspector da tbesouraria de fazenda. Dita.(1 prndenle da provincia, leudo em rala ramintoreaae < cuidado da presidencia. 110 bom da
o que requeren Manoel da r.ost.i llibeiro,:)" escrip- provincia, masque Ihe nao lem valido o beneplcito
turao da tbesouraria de fazeda, e lieui assiiu a da opposicao.
informarn do respectivo inspector do 15 do cor-1 O que fazer, porm, se a opposicao 11111 fado
rente, sob n. 16(1, resolve coiicoder-lhe 34 dias do I nocessario e inevilavol > Nunca se quiz censurar
lioenea coiu roncimonlos na forma da lei para con- j que se o nao fizesse por falla de motivo. Baldas
liiiuar 110 tratamento de sua saiulo, vislo que, para I sompre as ha, o de sobra, soja qual for a pessoa ou-
enlrar 110 exercicio daquelli- lugar, para o qual fui ; cousa que se queira censurar, la por cveuiplo dita
va, por baver pedido o obtido demisso deste raigo : bora alguma lei baja, em virlude da qual so deva
ninajor Amonio Victorino Fcrreira Nobre. fazor despeza. nina vez que osla despeza djspcn-
Derani-se varias noineaoocs de supplonles do de- savcl, porque a lei que a autorisiiu nao foi ainda exe-
i-sar que a ailminislrai-n provincial lem sido mili legado e subdelegado da villa de Guianniiha. culada, nao linda a nobre commisso a obrigacao
, deligente, iiiuito dedicada aos iulcresses da pro- '.oiisla-nos que o Dr. l.uiz Rodrigues de Alhu- de consignar fundos pan ella ; tanto mais quaulo o
rinda. querque digno jniz municipal dos termos de S. Jos nobre dcpiitado assim eutende como depulado, mas
Kntre oui ras presidencias a quede faci nos parece o annexos acaba di- conseguir em Ares a captura nao como membruda commisso, o tanto que decla-
de dona individuos acensados por crimn de homici- ron volar pela suppressao da despeza eom a aula de
lio, commctUdo ha 7 anuos. E in'ais um impor- eomniercio.
lante servioo que presta esto dtslineto magis-I O Sr. C. da Cunha ;Ucfer-mo comprado 1-
trado. vros para a bibliotbeca.
V tranquillidado pblica vai sem a menor altera- _0 Sr. Souza ix:Ento pormilta-me que Ihe
Transmiti a V. S., para os convenienlos exames,
as copias das actas do conselho administrativo para
fornecimeiilo do arsenal de guerra datadas de 1h,
6 e SW de everciru ultimo.
Dito ao mesmo.Remello por- copia a V. S. o
aviso expedido pelo ministerio da guerra, em 4 do
crente, acerca das guias do lenle general Jos
do modo porque estas obras se leem feilo, tem man-
tido eom a administraco da provincia una corres-
pondencia larga e milito circiimstanciada a este o a
oiitros respeilos ; mas, seuhores, que da publica-
cao disto ? Uuando mis vemos que, os actos da
administraco em geral leom a publicaco que o
bom sonso aconsclua, vemos que a este respeilo
uada se tem publicado al hoje !
O Sr. B. Brrelo ; porque talvez nao exista.
O Sr. Souza Iris : Eu posso allianear casa
que existe efectivamente essa correspondencia mui-
lo larga e muilo cirrumstanciada, della se v clara-
, ,. r .------- r ;........... '. *^iftn uiuiMi cin umsiauciau, ueii se vi rniKi-
cao e a respeilo do caresta anula nao appareceu ; diga que menos razao leve anida, porque nenhii- mente que os Irabalhos da companhia da estrada do
litili.llt,- I tlKl h'! h.1 iliin niilnrikii n^.-i 1-1,mi.vi ilu lii-r.i.. ht s a.
lionin;.i.
A11 re ror
PERNAMBUCO.
J
batanele da thesouraria, que Ihe envi, e, no caso
de necessidade, pode ainda iinpr sobre sua indus-
tria agrcola, milito principalmente se essa neces-
sidade dchvar-se do ompcattiOM, de que trato.con-
lraliido smeule para desenvolv-la por meio de
lM*ias vias do comniuuicaco.
Por em quanto s pesa" sobre ella o encargo da
garanta de 2 O/o da estrada de ferro, que una
ompreza do gaveruo imperial, c que ser por elle
manlida se a provincia se vir em apuros linini-eiros,
o que nao receo o nao devo reoeiar. pois que aas-
seBUbia provincial se lem al boje distinguido por
notavcl bom senso na decrelaeo das despe/.as pu-
bliras, moslrando-se smenle resistente ao aug-
mento de impostas; oque V. Ex, explicar bom
leudo a fortuna de representar um paiz notavelmen-
le distnclo pela liberdade do suas uislituicoes.
Julgo desiicccssario continuar as consideraooes
que deixo feilas, e b-m por hu habilitar V. Exc.
para poder explicar aos empresladorcH asituaoo
eeonoauea da provincia, pois que \. Exc. as pi'ide
bem dispensar.
tom que peco a V. Exc. desojo apenas estar
preparado para a passagem da lei, que nao solicilei.
e que passar ou nao se actuar iraca ou forlemenle
110 animados deputados a necessidade de recorrer
a grandes meio pora activar as tontas de riqueza
publica at agora manifeslamente entorpecidas
principalmente pela falta de eaminlios facis ou de
transportes baratos.
Dito ao mesmo.Ao ministro brasilero eui Pars
mo dirijo nesta dala solicitando a vinda de mais
urna irmaa de caridade para o collegio de ediicacao
do meninas fundado nesta eidade.
Fazendo esta eomuiunicaoo a V. Exc. teulio por
fin rogar-lho que, mediante requLsicu daquelln
iniuisli-i) se digne habilla-lo rom a quulia que el-
le julgar necessara para a realisacao do seu era-
penho, e que ser daqui pniinplamoule salisleila
pela forma que for indicada.
Dita ao Exra. presidenta do Rio Grande do Norte.
Tendo de locar nesse porto o vapor Urussuhy. que
sedestiua provincia do Pauhy, rogo a V. Exc.
queira prostar ao respectivo oomraandanta, o pri-
meiro lenle Alvaro Augusto do llarvalho, lodo o
auxilio de que elle necessilar.Igual ao Exm. pre-
sidente do Genr.
Dita ao Exm. rice-presidente das Alagdas.Para
a capital deasa provincia tem do seguir em um dos
vapores da compauhia Pernainluicana, a oilava
rompania do oilava balalhao de infanlaria, eom
destino a vilU deTacaral, onde tem de. destacar.
Rogo a \. Exc. se sirva de mandar transportar
para o Penedo, no primeiro vapor que para all se-
guir, nao loo pesoal da referida compauhia, como
as familia,, dos oftciai* e as bagagons, Picando eer-
10 de que a despeja que rom Lsso -e lizer, ser aqui
satiMOila vista da conta respectiva. Communi-
eon-se ao commandanlc das armas.
Dilo ao commandanle das anuas.Declaro a V.
Exc. que depois de evacuado o quartel das Giuco
Pontos pelo oilaro batalho que se mandn desta-
car, nao pode ser occ.upado em quaulo a presiden-
cia nao resolver a este mspeilo como for conve-
niente.
Dito ao mesmo.Tendo o commandanle superior
requisitodo a soltura de ManoclFernaudes da Silva,
ja oom prava, por ser guarda nacional sempre
proinptoan serrico, mande V. txe. dar-lhe baixa,
vislo nao ter ainda 60 dias de praca.
Hito ao mesmo.Declaro a V. Exc. que os vo-
luntarios, que se apresenlarem aos commandanles
dascorapanUias destacadas em dfTerenles pontos
da provincia, devem ser remcltidos ao comman-
danle do respectivo batalho para serem inspec-
cionados.
Dilo ao mesmo.Mande V. Exc. alistar o pai-
sano Flix de Franca Lumache Miguis, que, offe-
recendo-se voluntariamente para servir no exerci-
lo, foi julgado apto para iaso, como consta do termo
de iospeccao annexo ao of&cio; de V. Exc. de hon-
tem, sob n. 22(1.
Dilo ao mesmo.Declaro a V. Exc. que as com-
panhias do 8." batalho de infanlaria, que tem de
destacar em difterentes pontos da provincia, na
conformidade da portara de 7 do correnle, que por
copia remetli a V. Exc. eom o meu officio daquel-
ladala, prestarao s primeiras autoridades policiaes
a forra quo ellas requistarem para as diligencias e
servicos policiaes, Ucando assim entendida a ter-
ceira disposico da citada portara.Offlciou-se no
mesmo .sentido aos juir.es de direilo menos aos da
capital. )
Dilo ao meamo.Tenho por conveniente decla-
rar a V. Kxc. que os ofOciaes do exerrilo que ac-
tualmente se achara no interior da provincia, con-
iiuuam;uo exercicio dos cargos policiaes, de que se
acharem investidos, at ulterior deliberar.ao da pre-
sidencl.
Dili ao mesmo.Mande Y. Exc. p."ir em liberda-
doiO recruta Martinho Rodrigues Nogueira.
/ Oilo ao chefe de polica.Os requerimentos que
/me tem sido dirigidos para soltura de recrulas, ues-
tes ltimos lempos, me coovencem ainda da ne-
cessidade de fazer V. S. sentir aos delegados e sub-
delegados a conveniencia de ser o recrutomenlo
feilo cm o maior cuidado, e de examinarem elles
bem asisenedes allegadas pelos recrulados, aflmdc
que nao se reproduzam os tactos frequeates de
acempanharera as mulhcres seus maridos, s mis
viuvaa seus Olbos nicos, e de lugares multo lon-
giquos, como se deu eom os recrulas de S. Benlo.
A presidencia lem a maior necessidade de acti-
var o recrulamento ; as autoridades policiaes do
centro, porem, nao comprehemlem bem o seu pen-
samento, quando eotendeni satisfaze-lo mandando
recrulas, embora eom isenroes legaes.
Reconlieco que as autoridades, a que me redro,
lem sido em geral bem intencionadas, porque os
casados enriados quasi sempre sao remetlidos eom
a nota de serem avesados ao furto de cavallos ou de
gado.
Nao porem, admissivel que se procuro preri-
nlr eom o recrutamaoto que apenas pode servir
polica de meio poderoso para conter os desvarios
da ociosdade ou da inexperiencia, respeitados po-
rem sempre aquelles que a lei protege.
Desejo pois, que V. Exc, declarando s autori-
Joaquiui Goelho e do alteres Horacio de l.usmo i nomeado por decreto do 1" de overeiro ultimo, in- medidas a lomar em um negocio a da opposicao
' lerrompeu a Beenna de donb mezes que se Ibe con- : por va de regra a contraria da que escolber o
cedoii porporlarin'do i daquelle me/.. governo. Como pnrtanlo evitar os seus lirosf
Hila.(I presidente da provincia, conformando- I loister, pois, fazer o que faz. o Sr. Dr. Silveira, 011
so cora aproposia do tenelite-coroucl coniniand.-in-1 > i-la quando ella olfereco seus ttulos do justiea, o
le do 2." batalho de infanlaria da guarda nacional 1 cerrar-lhe os ouvidos, quando dosvairaiidn-se de
do municipio do llocifo, datado de Itide dezenibro sua missao, ella lonia-se caprichosamente inlolo-
ullimo, sobre que informen o respectivo couiniaii- ranlo e censura s para cansurar. A opposicao lem
daiile superior era ofUcio n. 30 do 1(1 do correle, | sido cora efleilo injusta para cora o actual prosi-
re.-ohc, nos termos do artigo 48 da le n. (1112 de 19 denlo. Nunca vimos nma presidencia lo tolerante
de siiembro de 1850, nomear para olliciaes do re- I e que tanto leona feito para rcalisar a poltica con-
ferido batalho os cidadossegniites : ciliadora. Gomelfeilo, quando Indos os dias as no-
iloeibo.i.oHimiinicoii-se ao referido lente ge-
neral.
Hilo ao mesmo.Coiumunico a Y. S. quo, em da-
la de hontein, nomeei o lenlo coronel Manoel
Ignacio Kricio para exercer inleriiamenle as func-
ces de director das obras militares, por ter de re-
lirar-se o teuenle-coronel Jos Joaquim Rodrigues
Lopes, e nomeei pela mesma forma o 1." lenle
do 4." batalho de artilharia a p Francisco Vilclla
condices llnanceiras, como V. Kxc. conhererdo ^BCast'" Tarares, para exercer o cargo do aldanle
do director das obras militares, visto acbar-so im-
pedido o lenle Antonio Vctor de S Rarrelo.
Dilo ao inspector da alfandega.Por ser urgente
a ida da escuna Lyndoia ao presidio de Fernando,
expeca V. S. as suas ordena ueste sentido, ticaudn
adiada a outra commisso, a que cese navio dcsli-
uava-se.
Rcspnndendn assim ao seu ofllrio de hontein,te-
nho a dzer-ihe que pode Vine, requisitar-meo for-
necimenlo, que for preciso para os recrulas o pra-
cas do 8." batalho de infanlaria, que tem de ser
transportados na dita escuna.
Dilo ao coronel Joo Francisco do Hl-aby, direc-
tor do arsenal de guerra.Pelo seu ollici de hon-
tein. sob n. 65, tico inteirado deharer Vine, na-
quella dala, tomado posse do lugar de director do
arsenal de guerra, para o qual fra nomeado por
decreto de l9de fevereiro ultimo.Conimuncou-se
ao inspector da thesouraria do fazenda.
Dito ao mesmo.Para cunipriinento de ardeos
1.* Compauhia
Tenente. o altores da :1.a Francisco \ntonin de- Al-
inela.
0V1 Cnnipanhia.
Alferes, .invino F.piphanin da Cunha.
4. Coiiipanhia.
Tenente, o alferes da 8.' Agosliiiho Jos dos
Santos.
5 Conipanlia.
Tenente, o alferes da fi. Gamillo Augusto Ferreira
da Silva.
6." Compauhia.
Alferes Joaquim Lopes Machado.
8." Conipanhia.
Alferes Manoel Juvencio de Saboia.
Communicou-sc ao comniaudanlo superior res-
pectivo.
Dita.O presidente da provincia, leudo em visla
a prnposla do director geral interino da iiistrinoo
imperiacs, haja Vine, de informar sobre o incluso publica de 16 do corrento, resolve nomear delega-
requerimenlo, em que Joaquim Jos do/Carralho i dos de districtos lllerarios das fregue/ias abai.xo
Siqueira Varejo pede urna graliflcaco por se adiar, declaradas os cidados segunles .-
lecciouando geometra e mechanicu aosaprendiz.es 1 Pora a de Bezerro.
menores desse arsenal. | Manoel Francisco de Azevedo Lira.
Dito ao mesmo.Transmiti a Vmc. por copia, | Para a ao I.imoeiro.
para oa convenientes exaines, ls primeiras vias dos | Severino Alexandre Villariin
SSEMBLEI LEGISLATIVA PROVINCIAL.
Sesso iiRnmnu f.m 1" nr. xiimi. he 1859
'residenciadaSr. Barao de Camaragibe.
Ifisoiirso.
I) Sr. Son; Rei* :Sr. presidenle, usando da
na lei ha que autorise ssa compra de livros, ha
apenas o podido da ihesouraria, o cnlao agora le-
nbo occasio de applirar 5 nobre commisso quota
para aqnllo que ello disse eom relaoo 4 the-
souraria, pedindo os juros de segunda seceo
O Sr. C. da Cunha- ;F.u jiistitiquei o meu voto
como depulado votando contra urna despeza, que,
como inembro da commisso consignei no projec-
lo; nao fallei porm na aula do commercio,
O Sr. Souza Hein :f) meu fin portante ain-
I da osislir em que a commisso nos tornera os da-
nos diga os fundamente
ferro rua-vlinm mal, marchara do peor modo que
podiam marchar. (Apoiadot.) E eu sinto, Sr-pre-
sidente, que uo possa provar j ludo quanto oigo.
Entretanto, Dos permita, que esta discusso faca
eom que a nobre administraco da provincia nos
fornica dados nestesentido.
0Sr S. Lire.rdn .-O facto da recobimento da es-
Irada protesta contra isso.
O Sr. .Sou;a Uei .-Sr. presidente, este aparte
foi dado muilo a lempo ; eu ia agora mesmo apre-
ciar o lacio.da reenprao da estrada de ferro.
A este respeito eu vi prouuncar-se hontein o 110-
mcaioi s se mulliplicam era favor dos opposieio-
nislas, quando a presidencia, prudente, e mode-
rada no meio da guerra, desordenada, insultosa
o desleal, quo Ihe faz um dos seus pequeos
grupos, respondo cbaniando-as s posicoes of-
lioiaes, aproveilaudo o merecimenlo arirludeea ,.
iiilolligencia, seja qual for sua cor poltica, s pede ,"'-'' relativamente nianeira porque segundo in
carao essa guerra, a qual nu est na t',rm,p"es que tenho, tem procedido a compaa
- ^_ II O.'ll-llll 1I11 f.in_n f_-. m.*. 1 ^_________________I.
segunda seceo, devendo baver por conseguate na
ininba opiniao, que en procure mostrar que 11.11
errnea, um abalo na despeza oreada de mus di
segunda
O Sr il. Carahanti .-Fez. o calculo das 3 mil e
lanas libras ?
Sr. Souza ttri* :Como nao me lembro qifan-
411 ionios de ris. F.nlrelanln, Sr.'presidente, eu | las sao as lanas libras, nao fiz o calculo eom exac-
aproveiiar-ine-hoi da occasio para alguma cousa "
couliecuuenlos da plvora e calcado enviado para
este provincia por ordnm do governo imperial pela
barca nacional Recife.
Commiinicoii-se ao director geral interino da ins-
truceo publica.
Dita.O presidente da provincia, e 111 virlude do
Dilo ao mesmo.Mande Vmc. entregar a Felicia- artigo 1." do regulaineiile provincial de 22 de ja-
na Maria da Conceico, o menor Clorindo Francisco nciro de 1H5-"). resolve nomear o bacharel Kufinu
de Souza Magalhesque foi apreseiilado ao seu an-
tecessor coiu o meu ollicio de 3 do correnle.
Dito ao capilo do porto.Paco eom este pre-
sentar a Vmc. para ser iuspecionado o rccrula Fran-
cisco Soares.Cenuaunieou-ae ao chefe de indicia.
Dilo ao mesmo.Faca Vmc. toda a diligencia para
contratar 4 uiarinlieiros do governo e i foguistas
para o vapor .liriuxuhy, ecoio a brevidade neces-
sara para que esse. navio possa sabir no da 19 do
correnle.
_ Dito ao mesmo.Tendo concedido ao reinita
Francisco Soares, que eom ollicio desta dala man-
de! apreseutar a Vmc, o prazode 5 dias.para pro-
variscoco.que diz ter, para uo venir na armada :
assim o coiumunico a Vmc. para seu conhec-
menlo.
Dilo ao tenente coronel Jos. Joaquim Rodrigues
Lopes.Fico inteirado de haver Vmc. dexado o
exercicio do lugar de director das obras militares,
que desempenhou satisfactoriamente no lempo em
que lem servido comigo.Comniunicou-se ao ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Dito ao director das obras militares.Mande
Vmc. fazer o relelhamenin preciso uo hospital mi-
litar, e eom urgencia o calafeto do pavimeuto supe-
rior, como se determinou..
Dito ao mesme. De conformidade cora o officio
dossa directora, sob 11 42, e dala de 19 de fevereiro
ultimo, mande Vine, fazer o arranjo de lalrinas 011
deposito de cubos, de que ncccssita o hospital re-
gimeotal.
Dito ao mesmo.Mande Vmc. construir o cano de
que ncccssita o quartel da Soledade para esgolo
das aguas pluviaes, segundo declarou essa directo-
ra em ollicio n. 12 do 19 de fevereiro ultimo.
Dilo no mesmo.Acenso recebido o seu ollicio
de 14 do correnta, sob 11. 8, v co certa de que a
importancia das maduiras arrematadas por Manoel
Luiz Goelho de Alenla de 92S. Communicou-
se ao iuspeclor da thesouraria de fazenda.
Dito ao "mesmo.Approvo o ajuste,, que Vmc.
fez eom Jos Pcreira de Alcntara do como me
communicoii em seu ollicio n. 71 de 16 do corren-
le. para caiar o quartel de (-.avallara e as prisos
da fortaleza do Bnim, ludo pela quantia de 175&.
Communcou-se ao inspector da thesouraria de fa-
zenda.
Dilo ao inspector da thesouraria provincial.
HajaVmc.de ordenar que o cofre da thesouraria
de fazenda, como requisita o respectivo inspector
no onicio junte por copia, seja iodemnisado da
quantia de 123a7oO rs. em que, segundo o prel jun-
to em duplcala, importara os rencimentos abona-
dos pela collecloria de rendas genes da villa da Es-
cada, s pracas all destacadas do 1." a 15 de feve-
reiro ultimo.Commiinfcou-se ao inspector da the-
souraria de fazenda.
Augusto de Almeida, para exercer o encargo de
nicmhro da directora do Iheatro de Santa Isabel.
Coiuuiuiiicuu-se ao nomeado e referida direc-
111 is sao
Expediente do secretario do gonerno.
Ollicio ao commandanle superior da guardn na-
cional do municipio do Recite.S. Exc. o Sr. pre-
sidenle da provincia manda commiinicar a Y.Exc ,
em n-sposia ao seu ollicio, sob n. 40, de 12 do cor-
rente mez. que, por despacho de hoje, autorsou a
thesouraria de fazenda a pagar, estando nos termos
legaes, o prel dos rencimentos dos cornetas, cla-
rius c tambores da guarda nacional desle munici-
pio, a foi lia dos olliciaes de prmeira liuha em
exercicio na mesma guarda nacional, bem como a
nota doaluguel da casa onde fuoccionaa secretaria
Oeaw commando superior.
Hito-ao chelo de polieia.De ordem de S. Exc. o
Sr. presidente da provincia conimunico a V. S. que,
por despacho de hoje, autorisou-se a thesouraria
provincial a pagar a quantia de 122$000 rs., que se
despendeu no mez de fevereiro ultimo eom o sus-
tento dos presos pobres da cadeia do Brejo. urna
vez que estoja nos termos logaes. a contar que
arompanhou o ollicio de V. S. 11 271 o data de
hontem.
Dito ao mesmo.Nesta data se expede ordem i
thesouraria provincial para que, estando nos ter-
mas legaes, as contas que vieram annexas ao olli-
cio de V. S. datado de houtem.'sob 11. 272. pagye a
quantia do25$560 rs., que so despendeu nos Blas
de Janeiro e fevereiro desle auno cora o alugoel da
casa, que serve de prisau e quartel ao destacamen-
to do distficto de Timbaha
ler urna expl
justiea, inas 110 inleresse olfendido". O que val po-
rm ao Sr. Dr Silveira quo fra e cima desses
j ulgadoics pareiaos, est o bom senso da maioria
da provincia, o juizo do governo geral e a opinio
publica do Brasil inteiro. O desenvolvinienlo ma-
terial da provincia se tem principalmente lomado
iioiavel n'essos ltimos lempos: poca exactamen-
te em que,jnais exagerada lera sido a opposicao; o
parece que quando mais a presidencia e dedicada
ao inleresse publico e menos ao particular, mais este
a, fere e ataca. Se a opposicao actual presiden-
cia exprime oiilia cousa que "nao odio e intefeese
individual, respondan os que conhecem as cousas
e o estado da provincia,
Segiiepelo primeiro vapor para essa provincia a
requisico da presidencia o engenheiro hidrulico,
Mr. Berlbold, contratado na Europa para'tratar dos
iiiellioraineiilns do nosso porto Mr. Berlbold nao
pondo ainda, e nem talvez poder lo cedo, em
vista da eseassez dos metes de que dispoe pro-
vincia, fazer no porto o estiido e o exame neces-
sarios ; entretanto pelos lrabal bus que lera ja apre-
senlado sobre diversas obras, elle se tem manifes-
tado 11111 engenheiro distincto, e seulimns que 11.10
lenham podido ser aproveilados gbusservicos u'uma
obra que a prmeira c a mais necessara e impor-
tante do Cear, e para a qual elle musir conlieci-
mentoa especiaos, lteduzda a seus prnpros recur-
sos a provincia jamis poder realisar obra lo dis-
pendiosa.
O governo geral devia ajuda-ln n'cssa empieza
que esereyeria niaisum Dome na lista das provin-
cias de prmeira ordem do imperio; temos espe-
ra nea de que o faca e que nao sero perdidos os es-
teros da presidencia.
Impossibillada pois de tentar semelhantc obra, a.
presidencia volla sua ao.lividade para oulro lado, e
offerecc aos olhos da populaeo edificios de nota-
vel aperfoii-oamenlo. Entre elles o collegio de edu-
candas merece-uos especial moneo. Do grande ef-
leilo moral para a provincia, essa obra aprsenla
em si mesmo ltalos de importancia, pela vaslido
elegancia e goslo eom que e construida. Alni deesa
ha muilas outras que honrara a provincia e acredi-
tara a presidencia do Sr. Dr. Silveira que tem de
tacto eoucorrido muilo para que o Ceir pese algu-
ma cousa na halanca do paiz.
tambera ohjeclo da altenro e cuidado da presiden-
necimenlo de luz. para o 111.....
coiumunico a V. S. de ordem do S. Exc. o Sr. pro- i multado o dominio da lei sobre ocn
ivincia. Km face pois de urna admini:
Dilo ao juiz de direito interino da comarca de Ga-
rantios.Informe Vmc. acerca do prometo inclu-
so por copia, sob n. :pj, do anno passado, afim de
ser satisfeila a exigencia da assembla legislativa
provincial.
Dilo ao director interino das obras publicas.Or-
ganise Vmc. o or carnelo do caes e aterro respecti-
vo da margen] do rio Capiharibe, que tica enlre a
ponte da Roa-vista e o eomeco do caes de palacio,
que se esl fazendo por cunta do ministerio do im-
iorio pelo lado do Iheatro publico, e m'o remella
ogo que estiver organisado.
Dito ao ihesoureiro das loteras.Remella Ymc.
eom toda a urgencia, um mippa das loteras extra-
hidas o anno passado, eom as mesmas declnraces
feilas no que Vmc. eoviou a esto presidencia'em
cumprimento do officio de 13 de dezombro ul-
timo.
Dilo directora do theatro de Santa Isabel.
Podendo o emprezaro (termano Francisco de Oli-
veira dar eomeco aos seus Irabalhos scenicos : as-
sim o conimunicu directora do theatro de Santa
Isabel para sua intollgencia, eaflmde o fazer cons-
tar ao referido emprezaro.Communicou-se tam-
bembem a este.
Dito cmara municipal desta eidade.Cora a
informadlo junto por copia, que foi ministrada pe-
lo engenheiro fiscal da estrada de ferro em 15 do
corrento, e eom a qual me conformo, respondo ao
ollicio da cmara municipal do Recite, datado de 2
do correnle, sob 11. 23, relativamente obra feito
pela compauhia da estrada de trro, como uo mes-
mo ofUcio se declara.
Dilo dita deGaranhuns.Ministre cora urgencia
acamara municipal de lieranhuns a informadlo exi-
gida pela assembla legislativa provincial acerca do
projecto n. 36 do anno passado. de que se remelle
cipit.
Portara.O Sr. gerente da compauhia Pernam-
sidente da provincia
Dito ao director geral interino da iustrnecn pu-
blica.S. Kxc. o Sr. presidente da provincia'manda
communicar a V. S. que, tendo em visla as infor-
madlos dessa directora de 9 de dezembro do anno
passado e 12 do correnle, sob ns. 143 elal, dadas
acerca do pagamento dos utensilios fornecidns
aula publica de instruccao primaria da villa de San-
ta Maria da Boa-Vista, laucn nesta data o seguin-
le despacho:Remcltido ao Sr. inspector da Ihe-
souraria provincial para que, tendo vista o final
desta informadlo, mande pagar a quantia de 180$
rs ao professor, de quem se trata, ou o seu legi-
timo procurador, quando frir aprcrentado o docu-
mento, que comprove a compra dos movis.
Dito ao mesmo.S. Exc. oSr. presidente da pro-
vincia manda communicar a V. S. que, em visla da
informadlo, junta por copia, ministrada pelo ins-
pector da thesouraria provincial sobre a pretendi
da professora publica de iusirucco primaria da vil-
la do I.imoeiro Mara do Rosario "de Oliveira o Mel-
lo, proferto no requerimenlo da reierida professora
o segninle despacho :Volte ao Sr. inspector da
thesouraria provincial para proceder na conformi-
dade de sua informadlo de 14 do correule, sob n
100.
Dito ao 1 secretorio da assembla legislativa
provincial.N. 70.Scicnle do quanto V. S. com-
munica-me em seu ollicio lio hniilem, sob 11. 6. re-
meltn-lhe mais 8 exemplares do bataneo, centros
lautos do orcamento provincial, serrin'do-se V. S.
de fazer-rae requisico do maior numero se for pre-
ciso.
Dito ao mesmo.N. 71.S. Exc. o Sr. presi-
dente da provincia, tendo nesta data exigido infor-
maces do juiz de direilo e cmara municipal de Ga-
ranhuns, sobre o projecto n. SU do anno passa-
do : assimo manda communicar a V. S. para que
se sirva de o fazer constar assembla legislativa
provincial.
Dito ao capilo delegado de Tacaral.S. F.xc. o
Sr. presidente da provincia manda communicar a
V. S. que acaba de aulorsar a thesouraria provin-
cial a pagara quantia de 259000 rs., importancia
do alugucl, vencido nos mezes de setembro do
anno prximo passado a Janeiro ultimo, da casa que
serve de cadeia na comarca dcTacaratu, urna vez
que esteja nos termos legaes o recibo em duplcala,
que acompauhou o officio de V. S. de 17 de feve-
reiro desle anno.
da estrada de ferro, tsendq por ser o mais impar-
ca! o mesmo o mais justceiro que se possivel
sor em laes occasioos. Aproveilar-nie-hei tambera
da occasio para apreciar cortos argumentos que
foram produzidos nesta casa assim pro, como 0011-
Ira essa compauhia, e contra o administrador desta
provincia relativamente arecepeo provisoria da es-
trada de. ferro.
Km um dos jomaos desla provincia, na parte of-
ficial, eu li un ollicio do presidente ao nosso mi-
nistro em Londres, doclarando-lhe ficnr inteirado
da importancia devida pelo imperio o pela provin-
cia polo.- juros da prmeira seceo da estrada de
forro; vi nesse ollicio que, pelo quo dizia respeilo
ao juro addieiunal de 2 por canto, a provincia era
responsavel por Iros mil e tantas, librasasquacs se-
riara pagas coujuiitamenle eom a importancia re-
lativa am 5 por cenlo garantidos pelo governo ge-
ral e que em virttide disto esl a proviucia deve-
dora fazenda geral dessa importancia que reduzida
a nossa moeda excede a 30 conlos de rus pouco
mais ou menos.
E esta a razo, Sr. presidenle, porque cu emen-
do que excessiva a quantia de $3 coulos de ris
consignada 110 orcamento.
Quanto quantia de 26 contos de ris pelos ju-
ros provaveis da segunda seceo, queeu disse tam-
bera que podia ser supprimida, eu creinque a raxo
do pouco adiamntenlo das obras dessa prmeira
seceo bstenle para justificar minhaida vislo
que nao foi contestado na casa o que a este respei-
lo disse o nobre collega 1" secretario, e elle demons-
tro!! evidentemente que, ou pelas difiiculdades da
execuco das obras dessa segunda seccao, ou pelos
desmanchos e desarranjos da compauhia eom o cm-
preiteiro, ou pela diOiculdadc de se achar opera-
rios para essas obras, o que verdade, o que est
por lodos recouhecido : que essa segunda seceo.
nao ser possivel que se acabe dentro deste an'n
que yai decorrer pelo que ; enfeudo eu, que nao
preciso que se decrelem fundos para pagamento de
laes juros, porque como se sabe, esses juros uo se
pagara seno depois da obra feito e recebida pelo
governo. Se porm, Sr. presidente, algum nobre de-
pulado demnuslrar que essa obra piWe ser conclui-
da dentro do anuo finauceiro que vai decorrer de
agora em diante, cu desde j declaro que presto
meu voto consignadlo desses fundos.
-Nesta occasio eu o posso deixarde, permitta-
1 rae a nobre commisso do fazenda, extranhar que
: um dos dignos membros della houvesse dilo que
nao podia informar casa sobre os fundamentos
eom que pedio a eonsign.ico dessa quota, e que
outra razo nao leve para' faze-lo seno a de te-
la a thesouraria incluido no seu orrameato ,
porque nao era possivel, acrasrentou elle, que a
commisso se mcltcsseem um wagn e fosse ate
ao Cabo, examinasse todos esses Irabalhos da se-
gunda socdio para definitivamente poder informar
a esta casa o sen estado e se era 011 nao provavel o
pagamento desses juros. "
OSr. C. da Cunha":N'o disse que era impos-
sivel, pergunlei se quera que assim Ozesse
OSr. .Socu Reit:Bem, perguutou-nos se que-
ramos que a obrigacao da Commisso chegasse a
tanto, que a commisso fosse efectivamente a esse
lugar, examinasse as obras ele. Sr. presidente, eu
creiu que a commisso do on-amento serompoe de
pessoas que, como nos. lem'ouvido milita cousa a
respeito da_ estrada de ferro, creio que essas pes-
soas nao pdem ignorar o que se tem dito a respei-
apoia nicamente em injuriosas declamacocs Ah ,0 dasdtfnculdades das obras da segunda seceo...
o coracao huma- -^r- '-- Cunha :Nem a commisso negou
cia eda polica.
A perseguico ao exime onde quer que elle se en-
contr, caracterisa a polieia do Sr. Abilio. De son
lado o presidente tem mostrado toda a energa na
reprsalo dos deliclos, de modo que o crime, para
honra da provincia, nao apparece seno para ser
punido. Prova disto sao as prsoes importantes que
e Mocos, ecom o for- so 1,'m realisado e as diligencias que se fazem para
esmo quartel : o que a caP,ura e outros criminosos, c que daro em re-
pois de urna administraco lo impar-
da!, injuslificavel a guerra exagerada da impren-
sa opposicioiiisla, que so lauca ao extremo e com-
bale eom o ridiculo e cora o insulto as tendencias
conciliadoras quo tem sempre manifestado o Sr.
Dr. Silveira.
O que quera a opposicao ? Se o presidente que
d impulso aos rendimen'los da provincia, a sua ins-
trueco e moralidade. em urna palavra o seu.me-
Ihoranienlo moral e material a desagrada, o que
enlo quer a opposicao Y que significa essa lula
alverta presidencia, c que em lugar de tactos se
Benlhan, t condecas mui bem o coracao huma
no, o se houvesseis aborto espaco s excepcoes o
leu systema utilitario seria um axioma da vida pr-
lica.
Hoje, senhores redactores, nao nos dado tratar
de nlguns objeclos mais de que nos quizeramos oc-
cupar; seremos na seguinle mais cuidadosos, para
que o vapor nao nos torce, como desla vez, ,i con-
ciso
HIO-GII.WDI-: DO XORTK.
"t! de iimr;o de I8.">9.
Vom clier.Cumprlndo o dever rigoroso
nina vez de bom grado me sujeilei, vou-lhe
ticias desle local, que parece ir tomando nina me-
llior firma, devida sabia e Ilustrada administra-
cao do actual presidente dessa provincia, que sem-
pre zeloso e activo envida ludo que so acha a sen al-
a qno
dar no-
li Sr. Souza Rei*:Mas se nao nega isso, se al-
guma cousa sabes esse respeilo, porque razo nos
nao informou 011 nao acompanhou ao nobre 1 se-
cretario discutindo, como elle o fez, ou combalen-
do-o para demonstrar que havia todo a probahilidade
deseconcluirem essas obrasdentro doanno linancei-
ro que vai decorrer ? Era islo que cu esperai a
fue a commisso fizesse para ser justificada aqpel-
s consignado, de fundos para juro provavel.
Depois, Sr. presidente, a nobre commisso que,
segundo diz o seu nobre membro relator, nao esla-
va informada para poder avancar alguma cousa a
respeito desses fundos pedidos para pagamento dos
juros da segunda seceo, me parece que nao estova
privada equeobrava muito hora se se dirigisse a al-
guera da thesouraria que Ihe podesse informar so-
bre os fundamentos eom que ella pedio essa verba.
Fu declaro, Sr. presidente, que nao tendo ouvi-
canse, aftm de lera-la ao nielbor p. de prosper-
dade que para desojar, e todos convencidos dos do da commisso informarn alguma a este respei-
seus bons senlimenlos, o ajudam tanto quanto lhes ,0. dirigi-mc thesouraria' para oble-las, pois que
dades policiaes todo o meu peosamenta a esta res- bucana mande dar transporte para as Alagnas, em
peno Ibes faca sentir que a presidencia s se acre- I um dos seus vapores, nao s aos offlriaes e pracas
dilar agradecida e auxiliada por aquellas que fize-' possivel.
Seguem no Iguaruss para esludarem engenlia-
ria na Europa os dous professores do Athcneu,
o de lalim c lingua nacional, levando ambos nos
bolsos 1:6009 rs. de ajnda de cusi para viagem, e
1:200$ rs. de mesada adiantada. J comecam a ma-
maros dous mimosos da prejudicial assembla o
Rio Grande !
Quanto a mim j nao linham elles necessidade
de esludar engenharia, porque to habis engenhei-
ros sao que tiverara a bahilidade de arrancar das
enlranhas do pobre cofre da provincia para mais de
16:000Srs.
O invern vai sendo copioso e nos prometi um
bom anno.
Ne dia 27 do mezpassado cahio sobre a eidade
INTERIOR.
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE PERMICOBU,
CEARA.
Fortaleza 30 de nurco de IM.-,!I,
O progresso em que vai esta provincia, senhor
redactar, olferece-me sempre materia para estas
missivas, em que faltar ludo menos assumpto.
Defcilo para ella o lempo nao passa debalde. S'o
se removem moutnnhas, nao se erguem Paenthons,
eu deoejara que fossem manifestadas esta rasa, c
foi-me dito ahi, que por urna mera supposico de
que lalvcz podessem ser acabadas aquellas obras
dentro do anno finauceiro vmdouro, tanto mais
quento j desde, o anno passado se esperara por is-
lo, o tanto que esta casa na lei que vigora esto an-
no autorsou lal pagamento, foi o que fez cora que
no orcamento all confeccionado se consignasse tal
verba.
OSr. C. da Cunha :Fez-lhe lembrar ento que
tenam de se pagar 26 conlos e lanos ris? lcm-
branca de quem sabe muito
( Cruzamse aparte j
O Sr. Souza Rei :Sr. presidente, nao mo ac-
cusa a eonsciencia de haver dito urna s patarra de
lido.mas parece-me que nao podem exceder a trinta
coutos de ris, eu procurei inosuio ler hoje o Din-
rio em que vem publicado aquello ofiico mas nao o
pude encontrar.
Tenho pois de oOeancer consideradlo da casa
nma emenda, mas nao quero ser precipitado, espe-
ro ainda por inorniaoes da commisso o apresen-
larni a cmeudadepois' que ella as der, 011 deixarei de
apresenlar se suas razos me convenceren! da ne-
cessidade da consiguaco tal qual est.
0 Sr. ('. da Cunha .Nao convencem.
" Sr. Souza Rei* :Sr. presidente, eu lenhn de
entrar agora na discusso relativa ao raudo porque
a compauhiada estrada de ferro lem procedido e
apreciare! (pormilla-so-mc faze-ln) o acto, pelo qonl
somos hoje obrigados a consignar essa qtunliu de
j ums animalmente. \
l'm Sr. Depulado : E podo fazer islo >^
OSr. Smeza Reis :Eu Sr. presideule, nao tec-
mioaroi meu discurso como o nobre deputado qdc
me procedeu, porque entendo que o nao posso fa-
zer, e eu nao quero que. me aecusem de fazer aquie-
to qu 11,10 posso.
O Sr. P de Brito :A visla do contrato.
O Sr. Souza ifei :Al cerlo ponto Sr. presi-
denta, tenho receo de entrar nesta discusso, por-
que j hontem um nosso collega taxou de desani-
mndoras das emprezas da estrada de ferro (odas as
considerarnos que so Dzeram nesta casa, e que heni
longe de teuderein a mostrar que nos nao devenios
ler laes moins de transporte, concorrern no meo
fraco entender para que se eiupreguem lodos os
ineios para nielbor se levronla elfo i te essas estra-
das ; apoiadosl e cu Sr. presidente, se soubesse
ou serisae, que discu lindo -se ueste sentido se nao
pretenda melborar esse estado de censas, en por
certa nao quererla carregar eom a peeha de concor-
rer para desacreditar emprezas desta ordem, por-
que declaro, e nao cedo a palma aninguem neste
onte, desejo muito que enire nos so ralisem me-
lioramenlos desla ordem.
l'm Sr. Deputodo :E que se denuncie o que vai
mal. .
O .SY. ."tica Reis :Sem duvidn alguma, porque
enlo se conseguir que v raelhor.
O Sr. ;Y. Porlella : E Dos nos livre que o si-
lencio seja algum dia animador.
O Sr. Souza Rei.Sr. presidente, digo que
ra mal a compauhia pelo que se'sabe de positivo
relativamente As obras que ella lem levado a eflei-
lo. ltimamente na estrada de ferro se don urna
ruina, que segundo me dizem est sendo reparada
e brevemente permitlir o livre transito...
O Sr. Luix Filippe :Foi forra maior.
0 Sr. Souza Re :Agora mesmo o nobre depu-
lado anana de attribuir isto a torca maior e hon-
tem tambem o nobre deputodo a quem tenho a hon-
ra de responder disse islo, mas o meu nobre ami-
go, hade permittlrque diga que nao sei que torca
maior foi essa que fez afrouxar os esieios deniia
ponte sobre que tem do passar um trem de estra-
da de ferro e que deve lersido taita eom toda ase-
guranea, quando esse desastre altribuido s muito
poucas aguas que tomara ni os nnssos ros.
O .Sr. .!/. Cavalcanti:Urna enxurrada.
O Sr. Souza Rei: A nao ser isto deleito de
constriici-o, eu creio que nao tem outra expli-
caco.
fc' Sr. Deputodo : Defeilo que todos conhecem
desde seu principio.
O Sr. Souza /ten .- Nao houve urna cheia da-
qucllas cujos effeilos nos temos lamentado por mais
de urna vez, cheias a que obras muilo mais antigs
do que aquella tecm resistido ; foi preciso, Sr. pre-
sidente, una cheia como a de 1851 para que fizesse
abalar a conslruceo da importante ponte do Cachau-
g, que todava nao llcou inutilisada. Por esta ra-
zo, Sr. presidenta, eu acredito que alguma cousa
ha de real no que se diz em desabono das abras da
estrada de ferro.
Mas, dizia o nobre depulado que se acha agora
ausente, o Sr. Barros de Lacerda, que nao havia
porigo nessa ponte, c tanto que ale hoje nenhum
desasir houve. Senhores, devenios nos esperar
pelos desastres para ento dar o pergo como coito ?
llevemos esperar pelo resultado de tactos desta or-
dem para demonstrar o recete delles?
Qual o facto que se apona i a ruina de urna
ponte que devendo ter sido feila eom toda segran-
os e que apenas tendo, creio que dous annos de tai-
ta, abaten, interceptou de alguma forma o transito
da estrada de ferro, porque, como so sabe, nao pas-
saiu por cima da ponte as locomotivas. Dahi, digo
eu, lira-se a concluso de que etlecti ramate essa
conslruceo nao foi boa, e que ha pergo ilumnente,
sera que para atlirma-lo deramos esperar por al-
f;um desastre,e desde que se demonstra que os traba-
hos feitos pela compauhia nao sao bons, nao
sao regulares, lia razo, ha motivos sufQcientes
para se azerem censuras. (Apoiadot).
Eu, Sr. presidente, nao irei a faites de outra or-
dem, porque um facto s que eu demonstro pela for-
ma porque foi demonstrado este que se acaba de
apreciar i bastante para que se d como certa esta
ascerso que s tem avancado na casa. ,
Deixarei de parte essas lulas em que a propra
compauhia tem andado eom o emprcileiro ; nao,
Sr. presidente, porque entenda que nos deremos ser
urna improvidencia da parta delle : foi isto o que
fez cora que o nobre depulado que se acha em mi-
nlia frente assenlado, dissesse que nao podia rom-
prehenderislo. Eu, Sr presidente, entendo como o
nobre depulado que se assenta minha direila ;
prmeira vista, o aclo do rocebimento provisorio,
pareca ser o melhor que podia pralcar o ento pre-
sidente da provincia, viste como o engooheiro fiscal
Ihe declarara, que a estrada tinha deleitas e qui-
nao poda ser recebida.
I'ut Sr. Depulado :Nao eslava prompta para
ser recebida, mas eslava era estado de ser abena
ao trausiio.
0 Sr. Souza Rei :Ora, um presidente que v a
populaco anciusa'por transportar-** pola estrada
de ferro.....
O Sr. l.uiz Filippe :Nio se lance toda a culpa
coinpanba.
OSr^Souza Reis:A culpa que cu'linha de
laucar compauhia j a lancei, e sem querer cul-
pa-la por ter aberlo ao transito publico a estrada,
eu digQ que os Irabalhos da estrada Je ferro mere-
cer censura.
l'm Sr. Depulado:Merece-a o governo que per-
raillio a'abertura.
. que o nohro deputado podesse inforir, que eu ac-
do Assu um furioso vendaval acompanhado de ton- I cusava a commisso de fazenda por futilidades,
la ehuva, que causou um susto geral desmoro- 0 Sr. C. da Cunha .Nem eu disse isso.
nnndo militas casas e muros,
seculares.
e derridando arvores
O Dr Tarquinio vai no Iguarasg de muda eom
a familia para essa provincia, e creio quo leva vis-
tos de oppor-se a una das cadeiras dessa Facul-
dade
Hoje reunio-se a jury da capital presidido pelo
Dr. Lobo.
As aulas do Atheneu vo funrcionando regular-
mente, tendo sido o inspector da thesooraria defa-
zenda mbelino Guedes de Mello ltimamente no-
0 Sr. Souza Rei : Mas o nobro deputado dis-
so em aparte, que se alguma accusaeio se devia fa-
zer por censido radies futais, caba isso thesouraria
provincial c nao commisso, donde se pode infe-
rir muilo bem, que cu fiz aecusaces desla ordem
! nobre commisso ; mas tal nao h'a, fiz apenas leves
censuras por nos nao fornecer ella dados alguns que
nos conveneessem da necessidade da decrelaeo
deslcs fundos : creio que posso fazer censuras, tan-
to mais quanto taco eom bons modos o boas pa-
tarras.
" Sr. Souza Rei*:.' disso que ou agora eslou
tratandi.
/.lia um %partt.)
O fituSou^ ge, .Digo, que em vista da an-
ciedade qW^tfcria aa populaco do transportar-so
pela estrada Mefafro, em vista do desejo m-ismo
ne havia de vr^e^neelfeilo produzia em faror
da agricultura es? unjo meio de transporte, era
visla da dcclaraco'tuiejua o engenheiro da com-
panhia de que ella poeMptlac'.menle fiinccionar,
parece que o melhor alvitre que podia lomar o pre-
sidente, era conrir em abrir-se a estrada ao tran-
site, ficaudo certa a populaco, que o governo nao
julgava a estrada em estado'tal de dar transporte, e
tanto que a recebia provisoriamente.
l'm Sr. Depulado :E o publico que fleasseex-
poslo ao pergo que resullasse dahi f I
0 Sr. Sonsa Uii:Eu j disse a mafteira por-
que se justificara o governo, e declarando que
lecabia a estrada provisoriamente, porque eslava
certa de que ella nao podia ser recebida definitiva-
mente. (.Vo apoiadot)
(Cruzam-ti inuitos aparte.)
0 Sr. Souza Rei :Senhores, em vista de todos
estes apartes ou creso que uo fui do-idamente
comprehenddo. Eu nao alfirmo como opinio mi-
nha, que se o presidente da proviucia aceitou pro-
visoriamente a estrada, foi porque julgasse que el-
la se nao prestara ao transito publico, digo, que se
so quizer admitiir estahypothose, ahi estara o pu-
blico vendo que o governo assim recebia a estrada
e euto se efectivamente havia risco em transpor-
tor-se em tal estrada, o publico devia considerar-so
prevenido e nao se expozesse.
(Ha em aparte.)
O Sr. Souza Rei :0 que jmtnlade porm
que foi devidamnnte explicada peloaki nobre col-
lega director das obras publicas, a razo por que o
presidente da provincia aceitou a estrada proviso-
riamente, elle declarou e eu achei miiim razoavel,
que a estrada nao foi considerada como completa-
mente acabada...
Um Sr. Deputado :A razo porque ainda hoje
o nao est.
O Sr. Souza Re :... e sendo recebida defini-
tivamente, a provincia carregaria eom a despeza de
seu completo acabamente a titulo de conserracao e
reparos, e tinha a provincia assim de pagar os ju-
ros da conslruceo debaixo deste titulo de conser-
vadlo e reparos.'o que con viuha evitar. Esta que
a razo justificativa do acto d presidente da pro-
vincia ; mas eu direicomo meu nobre collega que
se assenta minha direila, nem mesmo assim de-
via ser recebida a estrada. (Apoiadot e nao apoia-
dot). Houve.urna improvidencia da parta do presi-
denta da provincia.
0 Sr. M. RegO (Raphael):Nao houve imprevi-
dencia : o governo nao podia evitar que se abrisse
a estrada ao transito publico, por isso disse, podem
abr-la, mas cu nao pago os juros.
OSr. Souc Ret't :E o quo quer dizerpodem
abrila *
Podia ou nao o governo dizernao ahram que en
nao quero ?
/" Sr. Deputado :Nao podia.
O Sr. Jf. Bgo I Raphael):8 no caso nico em
quo a estrada nao podesse preslai-se ao transito
seu pergo.
O Sr. Souza Res:Houve imprevidencia rusto
mesmo digo, porque esse presidenta da provincia
devia saber, que governo geral 'permilta-se-medi-
ze-ln) sempre facila prestar-se a esbanjamentos dos
dinheiros pblicos... (Reclatnaeott.)
O Sr. M.Caralcanii : Nao se horrorisem.
O Sr. Souza Rei:....o Sr. Taques loria ca-
minhado melhor se tiresse impedido que se abrisse
a estrada... [Apoiadot e nao apoiadot), cairelan-
te que consentindo que ella se abrisse e dizendo
como disse que era provisoriamente, isto mes-
mo autorsou o governo geral a declarar que o re-
cebimento podia ser feito definitivamente c conse-
guinteraente. que os juros deviam ser pagos desde
ento.
Um Sr. Deputado : E as razoes de ordem su-
perior ?
0 Sr. Souza Rei : Sr. presidente, diz-se que
razoes de ordem superior foram as que levaram o
absolutamente indiferentes a ellas, mas porque na- governo geral a mandar, qne os juros se pagassem
da sabemos de positivo a respeito e c preciso que
nao avancemos nesta casa cousos que nos podem
ser contestadas, talvez eom vantagem. Digo que
nos nao podem ser ndiffentes estes tactos, porque
embora se diga que os desmandos do empreiteiro
cerrera por conta delle, porque elle tm feito um
contrato eom a companhia, e quer gaste muito, quer
gaste pouco, nos haveraos de pagar o juro na razo
daquilio porque eom elle secontratou, vejo que des-
sa desharmonia, dessa luta, resulta como agora
mesmo resulluu, a resciso do contrato, c por con-
seguinte novo contrato se tem de fazor, contrato
que pode ser mais onerozo, c dahi, a consecuen-
cia que nos podemos lambem vir a pagar juros
mais crescidos, 011 quantia maior de juros.
/ j Sr. Deputado Nos s pagamos juros na
razo do prmairo orcamento.
desde que pela prmeira vez se abri a estrada ao
transito publico : mas que razos sao estas ? Eu 011-
vi aqui 4izer-se que urna dellas era ser preciso ani-
mar as emprezas que se reahsam eom capitaes es-
trangeiros. Oh senhores Infeliz animaco de em-
prezas Devemos por ventura querer emprezas eom
um grave prcjuizo nosso 1 Para qne queremos nos
emprezas ? Queremo-las por certo para termos van-
tagens e lucros de que muito precisamos. Por ven-
tura havemos de querer essas emprezas eom sacri-
ficios ou antes ou 111 prejuizo de nossa parte ? Senho-
res, expliquemos isto de outro modo : ou esse paga-
mento de juros foi auiorisado pela farilidade que
tem ognvorno em se prestar aos esbanjamentos
dos dinheiros pblicos, como eu disse, 011 ento
Islo devido ao nosso noviciado nestas cousas...
n Sr. JV. Portilla : K melhor porabi.
"'*ywr
**

1
V~i
s" .^.


2
O Sr. Souza Reis


Mas au se eiuprcgue can
oxprossuo misterioso u coiisidcraooes do ordem su-
perior expressio que pode significar tonta colisa e
pode nao signilicar consa alguma.
Eu possarei a outro ponto.-Sr. presidente,fallou-
se aqu na direccio que se den a essa estrada de
Ierro, e na diseussio que se suscitou na occasioo
emque se tratara de lhc dar cometo, e cu disse ao
nobre deputado que cnlio osava qne senta bem que
esta diseussio j nao aprorcitasse, porque realmen-
te os entendedores dizcm, que a direccio dada foi
m, talvcz mesmo mais dispendiosa," seuao pelo
eusto principal, ao menos pela cooservaco e repa-
ros; assimpos eu que vejo que j de nada pro-
vena esta diseussao, detxo-a de parte. Nio posso
porem deixar de parte a diseussao quanto a le que
autortsou o juro addieionalde douspor cento.
Sr. presidente, nao posso de maneira nenliuma
anotaros que dizern que a estrada de ferro do Re-
ate ao b. Francisco se nio levara a eTeito se por
ventura o juro addicional nio fosse autorisado e
tanto mais, Sr. presidente, eu nao posso concordar
<-om Bspsqiie assim dizern, qnnnto vejo que o argu-
mento driles o apenas este : que leudo a Baha ou-
lorisado esse juro addicional, era preciso para que
ciiirossomos em concurrencia com ella nos paizes
c-irongeiros procurando capilaes para esta obra
que tambero o autorisassemos, poique do contro-
110 a Rabia nos vencera. Sr. presidente, qnem
quorquo quizesse encarregar-se desla empreza pro-
curara por ventura saber qual era o juro addicio-
nal, ou procurarla antes saber qnaes eram as ran-
lagous que doviam resultar das ditas referidas es-
tradas de ferro *
*' Sr, S. huertia : En respondo : urna e outra
cousa.
O Sr Souza Reis: F. se" se podesso provarqne
a estrada do Recite ao S. Francisco Irazia ranlagens
muito superiores em (aror da compauhia que se or-
gainsasse para faze-la, a aquellas qucrcsultarian da
estrada da Baha ?
("nii Sr. Deputado : lato hypothptico.
O Sr, Souza Reis: K, mas nio deria isto cal-
lar minio no animo dos emprezaros para que pozes-
sem de parte csses dous por cento sendo com ef-
l.ito as ranlagens da nossa estrada superiores as
daquella r
Sr. presidente, o facto Tem demonstrar o contra-
rio do que se avaucou na casa com relocio a essear-
gumenlo.c; quc.londu sido a Baha a'primeiraque
votou o juro addicional de dous por cento, at boje
nao temaindaa Baha eslradade ferro, nem mesmo
u que mis temos. A onde est pois a fluencia do
l'iroaddinnnal?
O Sr. S. Lacerda : E como se rcalisaria a em-
preza para a estrada de l'ernambiico com 500
quondo o Baha dar7? '
O Sr. Souza Bei* : yucro dizer comalo que
a nossa estrada era de lio reconheridos esuperiores
vanlagens, que ella se roalisaria independente dessa
garanta de juro addccnnnl....
/ w Sr. Deputado : E diflicil de provar islo.
O Sr. Souza Reis: Tambern nao se prnvou que
ro essejuro addicional que fez com quo os eapitaes
esiraugeiros aftluisscm para a empreza da nossa es-
trada, mesmo nio possivel que os estrangeiros
quaesquer que sejam, tenham smenlo em vista'
es*, garanta, e lanto nao assim, digo eu, que
ellos concorreram com sous capilaes para Pernam-
nco, antes de concorrerem para a Baha, que pri-
meiro votou essejuro addieraonal.
' m Sr. Deputado: A razao nao cssa.
O Sr. Souza Reis : Digo que clles concorreram
i,n'es para a empreza da nossa eslrada do que para
a da Babia, e isto porque viam vanlagens superio-
res na empreza da nossa estrada, ou taes que se
nan davaru na empreza da estrada da Babia.
Sr. presdeme, anda lenho um argumento pos-
so assim dizj-lo, em meu favor; tenho a opiniio do
Sr. actual ministro do imperio, e creio que iodos de-
vemos estar lembrados de que esse nobre ministro
disse que esse juro addicional nao era necessario
para que esta empreza se rc-alisasse...
liu Sr. Deputado: Depois que a Baha o do-
"i'elou era.
.)*(ro Sr. Depilado : bom nao fallarmos nisso.
V Sr. Sotes Heit : Porque 1 pos nao a opi-
niio de um horoem que eu devo suppor que cuten-
de da materia e que eslava mais do que niugnem
liabilitado para fallar acerca della, porque se cha-
va na Europa e foi eocarregado de negocios desla
ordem, conio nosso ministro?
lm Sr. Deputado : E se podiu fazer porque
nao fez 1
Outro Si-. Deputado : Razies esperiaes hou-
veram.
Outro Sr. Deputado : Mas quo nao sao miste-
riosas.
OSr. Souza tteis: Elle declarou que nao era
preciso tal juro addicional...
Vm Sr. Dtputado: E tambera declarou que
quando appareceu a lei da Babia, todos os seos ex-
oreos para fazor esse contrato sein a garanta dos
dous por cento, tinham sido baldados.
O Sr. Sonsa Res: Sr. presidente, nao sera
antes a razio da autorsarao de tal juro, esse com-
nromisso que contrahi o enlao administrador
la provincia, com o nosso ministro em Londres, de
"hter o juro addicional dos doiis por cento? Islo
Sr. presidente, foi o que concorreu para que o cou-
iracloda estrada se nao Hzesse tsem o juro addi-
eional; foi esse administrador que st
um terror pnico ao Ter a lei da Bah
prometteu com o nosso minislro em U
desUcasa o juroaddieional, apiessaudo-so unristo
a convocar urna sessao extraordinaria, a convidar os
amigos particularmente fazi'iido-lhes vr a necessi-
dade que han destejare, no seu entender, para se
realisar a empreza ou antes, no moa entender, pa-
ra se livrar do compromisso para com o iui> hrasileiro em Londres... *
Vm Sr. Deputado: Se censura (Wfresidrfi'te.
eensure tambern a assembla.
O Sr. Sonsa Heis: Eurou M.-eVpeTO que os
nobras depotados se nao dcsgoslem com o que eu
disaer. Oque exigira esse administrador desla ca-
sa que lhe nao fosse conceMo ?
l'm Sr. Diputado: jjtame ?
O Sr. SoM HeiaS -^gbcialmente a titulo de
uiellioramenlos materiaes?
''"' Sr- Deputado : Ponpie se era mais ceg
enlao do que Boje 1 A lei dos circuios Iraria a luz?
OSr. Sonsa fei: Arazao porque havia se-
guelra realmente.
Im Sr. Deputado: porque haria falto anui
uc algucm.
OntroSr. Deputado : porque o nobre denu-
lado nao eslava ca.
O Sr. Sonsa R*U .Nao sei se era alguem que
tena traier essa luz, mas .sei que eiTectramente
havia cegticira...
O Sr. V. Portilla :Havia ealhusiasmo.
O Sr. Souza Re* :Aceito a explicaco do no-
bre flepulado, massabe o nobre depuwdo....
tf Sr. Deputado : Havia patriotismo, como
anda ha boje.
OSr. Souza heit : Mas sabe o nobre deputa-
do, que o eulliusiasmo segu.
Sr. presidente, como disse, o meu um era de-
monstrar que nao devenios votar a consignaro do
S2." romo esl, mas apenas a importancia'de 30
ennlos deris pouco niaisou menos, e bem assim
que nao devemns volar a consignaeSo do g 3 e
se discut fra desles termos, fui nicamente por
querer aroropanhar a diseussao no ponto em que a
ai hei. creio quo quauto ao meu Hm, eu e conse-
gu, todava nao insistirei no meu modo de pensar
seanobrecommissaode fazenda, ou qualquer nr>
bre deputado a presentar argumentos que me con-
rencam do contrario. Tonho concluido
O Sr. Luiz Tilippe : Muilo bem em parte.
ShssIo ordinru eh 5 ni nit nr. 1859.
Presidencia do Sr. iaro da Camarogibe.
As 11 1/2 horas da nianhaa faita a chamada, ve-
litica-se eslarem presentes %i Srs. deputados.
Abre-so a sesso.
LA-se e approv-se _a acta da sessao anterior.
O Sr. 1.* Sforeario menciona o seguinte
EXFEDIEVTB.
Lm ofiinio do secretario do goremo enriando a
relaro dos credores de eiercicios lindos liquida-
do al hoje.A commisso de oreamenlo pro-
vincial.
Dous ditos do mesmo. em que ce participa le-
rem sido mandados informar i Ihosouraria provin-
iial os requerimenlos doioao Antonio da Costa Me-
deiros, e Alexandre Jos Oomellas.Inteirado.
Oulro do mesmo, declarando que foi a informar
a cmara municipal desla cidade o requerimento
de alguna de seus empregados.lnteirada.
Oulro do mesmo, enviando por copia o acto da
presidencia pelo qual se providencia em sentido de
evitar-se os inconvenientes que resultara do retar-
da meato dos conselhos do julgamento das uracos
do rorpo de polica por falla de auditor. Intei-
rada.
L"m reouerimenlo de Flix Cavalcanli de Albu-
querque Mello, escrivo do jury da cidade da Vic-
toria, pedindo que se lhe marque o ordenado de rs
1:0009000 pago pelo cofre da municipalidade.renun-
ciando o supphcanle ao direto de reeeber da mes-
iiia os emolumentos de cscrivo.A commissio de
oreamenlo municipal.
Oulro de Antonio Francisco de Paula Barreto ox-
rollector .do municioio de Santo Antio, reclamando
seu direito olfenddo pela thesouraria provincial,
exigindo delle a quanlia de 495J065 rs. de quo nao
devedor. A commissio de oreamenlo provincial
Outro do Jos Theodoro Gomes, ajudanlc do pro-
curador fiscal, pedindo ser relevado do pagamento
dos juros de que devedor a fazenda.A mesma
commisso.
Approvam-se osscguinles pareceres :
1.".Jpo dai Cunha "Wanilcrley, arremaUnle do
impc-slo de 2J500 por cabera de gado vacum con-
sumido em >azarelh, requer um abate de 6:iD0iju00
por ler perdido na arremalaco que fez.
A commisso de fazenda nao ochando fundamen-
to sulBcienle para deferir a pretenco do sippllcan-
tc nos motivos allegados por elle em seu requeri-
'"Pn'o, de parecer que a assembla o indelira.
>aladas commisscs5 de abril de 1859.Barros
llnrreto. Carneiro da Cunha. Juaqiin, Mello
*,A- prolcasora publica do Rio Formse, requer
a asspmblca que lhc mande dar a gralUicao, a nue
M julga com direilo por ler mais Uc t annos de
exereicto. "
A commissio de ornamento provincial, conside-
rando que o art. 28 da lei regulamenlar da instruc-
eao publico dispoe o que necessario para taes pre-
tencoes nao Jterem enderecodos a osla casa, de
parecer que seja indeOrido o requerimento.
sal i dos fommissoes 5 de abril de 1859 Bar-
Diario de Pernambuco.Quinta feira 7 de Abril de i 859.
liguroii ; explica qual essa duvida, e termina vo-
tando contra a emenda.
A diseussao tica adiada pela hora.
Continua asegunda diseussao do oiianieuto pro-
vincial.
l'rocede-se i votaeio do art. 12, e emendas ao
mesmo oirerccidas.
E retirado a requerimento de seu autor, o adia-
menlo proposto da diseussao dcste artigo.
Approva-se o artigo, salvas as emendas e bem as-
sim as emendas ns...... sendo regeitadas as de
oa......
Entra em diseussao o art. 13 e seus g
Art. 13. Com o tbeatro de Santa Isabel.
S 1- Administrador.
i. Compauhia lyrico.
g 3. Dito dramtica. .
1:8009000
20:000*000
12:0O0S0O0
ras Barreto.Carneiro da t'iiii/m.Joaanim Mel-
lo llego.
A commisso de estalistica a quem forom pre-
sentes una nova representaeao de grande numero
dos habitantes de N. S. do O' e Goianninha, solici-
tando a adopeo em lei do projecto n. 41, que crea
urna nova Ireguezia na eapella de N. S. do O', des-
membrada da de N. S. do Rosario de Goianna, e o
referido projecto. com as informacoes do parocho
dcsto, do digno visitador e parecer negativo do Exm.
Sr. hispo dioccesano : entendendo quo o recla-
macoes dos represontantea devem ser reconsidera-
das, visto que se Ibes nao pode negar o direito de
requererem e ioalarem por urna medida quo jul-
gam essencial ao bem estar de suas consciencias :
considerando que nao possivel manter-se intactas
freguezias que por sua extensao e popula5o, tor-
nan) quasi impossivel cura d'almas nos coedi-
?6es, a que deve aspirar o lilho da verdadeira igre-
ja : considerando que a ireguezia de N. S. do Ro-
sario de Goianna se acha nenias circunstancias, nao
podendorazoavel e liristmenle prevalecer sobre
ellas a s considcraeao das vanlagens pecuniarias
de um parocho: considerando que ja em 1857
quando se pretenden crear a fregueza de Cruaagi,
o respectivo visitador aehoueonvenienteessa rna-
i ao, lendo cni vista o exeessivo lamanlio da de
Goianninha, bem romo quo agora mesmo sostena
essa conveniencia com a clausula somonte de pe-
quena uiiidicaeoo : considerando, analmente, que
a recusa de S. Exc. Rvm provem da convierao em
que est, de que a todas as ovelhas daquell relia-
nho nao falta o pasto espiritual, ao passo que fal-
tar ao parocho a decente subsistencia, que espe-
cialmente recommendam os regros disciplinaros da provincia era possuidora de mn corto n uniere de
santa igreja. contra o que protesta a suprimen-j aceoes desla enmpanhia, as quacs forom dadas em
conada reprcsenln;ao ; entende a cnmmUsao c pagamento compauhia que edilicou o tbeatro de
de parecer, que pelos meios .-ompelentes, se sub- Santa Isabel. Rcahdo assim a provincia pri. ada dos
mella a reconsideraeao de S.Eie. Rvm. o refer-1 lucros que essas acides lhe podiam dar, no passo
do projecto com a representaeao, seni prejuizo da I que hoje se dispende 20 eonlcs de ris com urna
33-8009000
S.
Vio i mesa os emendas segnlntes
Ao jj i. Em vez de 20:000$ diga-se 36:00M
TLEpaminondos le Millo.
Siipprima-se o$2..Vello Reqo 'Raphacl.,'
Supprima-se o 5 3.Soma tteis.
Emenda ao jj i. Em substituirn as palavras com-
pnnhia lyrica, diga-se :na compra de acedos da
lonipanhia de Beberibe. s. R.Murlins Partir.
O Sr. Mortins Partir .Sr. prosidente, a emen-
da que mondei a mesa, Icm por lim applicara con-
signaro nieada para a compauhia lyrica do lliea-
tro, na compra de andes da companhia de Beheri-
he, para que dentro de alguna anuos a provinein se
orne senhora dessa obra, e possa facilitar ao pu-
blico agua gratuita. V. Kxe. e a casa sabem que a
provincia era posnldora de um corto
segunda diseussao
Sala das eommissdes 5 de abril de 1899.Dr.
Joo Alfredo Correa de Oliieira.Manoel Caral-
eauti.Pinto de Campos.
K adiado por pedir a palavra o Sr. Reg Barros
o seguinte parecer :
Jos Pereira de Araujo, insta por uni abale ja
pedido o anno passado, no preco de 2:2103000 pelos
impostos da collecloria do municipio do Cimbres.
Fundamenta seu pedidj com o engao de cifras
commettido pela pessoa a qnem elle eucarregou de
esc rever a carta que thesouraria dirigir com suu
uflertn.
Pensa a commisso de fazenda, que a occaso de
desfazer esse engao devera ter sido quando o sup-
plicanle reccebeu o ramo,quando assiguou o termo
provisorio, e anda quando aasjgnou o ilelluillvo, e
as compclenles lettras e nio agora. I'orlanlo 6 de
parecer que seja o peticionario iudeliridn. 5 de
abril de 1859.Carneiro da Cunha:Barros Bar-
reto.
Voi a imprimir o projecto de oreamenlo muni-
cipal.
Sao lidos e approvados os seguintes requeri-
menlos :
Requeiro que pelos canses competentes se peca
que pelo jnizo de orphios desla capital se informe
que qiianliosse lem pogo oo cofre provincial a ulu-
lo de seren devidas or sello de heraneos, por me-
nores recoubecidos filhos naiiiroes em'teslamento
especilicaiido-se o quanlo cada um dos menores
tem pago.Souza Reis.
Requeiro que pelos coacs competentes peea-se
cmara municipal dcsta cidado copia do contrato
felo------'-----
compauhia lyrica queiieiiliun proveito Iroz ;: pro-
vincia...
Vm Sr. Deputado :lsso diz o nobre deputado.
WSf. Varltns Partir:Poder.1 agradaran nobre
ilepiitadn, e aoutrosque frequenlam o thealrn, mas
medio esl em suas mos, piixeni de suas bol-
Sr. .V. Porlella: .... e por issu eu au eslou
disposlo.a dar o meu voto a essa emenda.
O Sr. Souza Reis (liaremos em oulro nu-
mero.)
O Sr. Mello Reg : (Daremos em outra oc-
caso.!
O.Sr. C.dr Cunha : (Daremos em outro nu-
mero.)
Dada a hora -
O Sr. Vresidenle designa a ordem do da e le-
vanta a sessiu.
SESSAO ORlUNAllU EX 0 HE ABBIL UE 1859.
Presidencia do Sr. baro de Camarogibe.
Ao nielo dia fcila a chamada, acharara-so pre-
sentes 25 Srs. dopuladus.
Abro-so a sessao.
O Sr. 2." Secretario declaro 09tar na mesa a ac-
to anterior.
O Sr. 2." .Secretorio d cont do seguinlo
EXrF.l'IEVTE.
Sao lidos c mandados imprimir os seguiutes pro-
jeclos:
A assembla legislativa provincial de Pernam-
luico resolve :
Art. nico Fieain iseuios do pagamento do
decimaa por dea annos, a parle do cdiUrio em que
lem eslabele imciilo typographiro Manoel l'iguei-
rda de Paria, t os eililirios em que letn esleheleei-
inenlnde tundieio Mesquila o David Bowman.
Paro d_a assembla legislativa provincial, G de
abril de 1859 FranciscoPcixoto l/uarle.
e A commisso de eslalislica, leudo examinado o
projecto n. 1 desle anuo, e o achondo de ulilidade
para a hoo administiaeao dos Sacramentos o bjenc-
liiiu espiritual daquella fraerie de. nabilantes da
freguezia de Garanhuus, do parecer que sendo en-
vido o prelado diocesano sem prejuizo da primeira
e M-iinda diseussao, se adopte a seguinte reso-
lucao:
i A assembla legislativo provincial de l'eruoin-
buco resolve :
Art. 1. Pica creca em matriz a copello de S.
Aniiiio do Corrate, lilial doGaranhuns.
- 2. Os limites da nova freguezia serio damniii'i-
ra seguinte: Comeear pelo lado do poenle do lu-
o r
sos e pagucm o divcrlmenln que querem ter : ea>- '" f>......". -".- i-,1" .""" ,u" P"i"'*i u" ,u_
em do seu cnio do que da provincia, mesmo na- ??? Jen a que nio succeda como suceedeu com a ultima V1Sa.a es,1,aa 1"te vi" P?" i1 'f-enda do Guiuiorics
t
ra un- oau suiceua como suceeaeu com o i
empreza em im......mprezario ganbou tanto, que ,.,^""d', "a '"-'goe/ia de Papacaca. e dobi se-
deixou n'uuia coso ingina 17 cantos de ris a guar- e",ra a,"TT s"' a"'a l's'!''",a das Cacimllas :
dar, epor rcrlo os cofres pblicos nio devem con- ? v,I1"'," ,'10 ''ulU' Pnnapiar do mesmo poni a
correr para que qualquer empretaito, illudindo o a."'"a l ras Brancas, o daln o lugar denominado
publico enriquec da ooile para o dia... ;"as-.1' seguir o mesmo rumo alo ao pe da sena
Vm Sr. Deputado-.-- lsso oi porque elle ni inoira, cpnlronto a casa de Antonio de Barros, e
eumprio o contrato tomara daln a dirceeao da estrada do Recite, ser-
O Sr. Martiut Pereira :-NO eumprio o eonlraln, '".""! "."";snla uB '"'^a al o acudo do Salobre :
faltn a elle, mas depotiitou em urna casa ingloz pol la 17 mulos de ris, o me por eerlo nin em Lene- !I0S'luc dividen, o romarra de Garanhuns rom a d
licio publico, quo necessariameiile ser maor se "."""" c Plu la"0 <" '' Umiter-ae-ha rom a pro-
em um corto numero de anuos fr a provincia Sr.- i 2-'*!Mi"e AW*> -"""'.''r com a Cruz de S
dasacedes dessacoinpanliia c poder assim facilitar S PunUM.le I""*1"
populaeio agua potavcl, graluilnmenlc. De mais, I
seuliores, a Compauhia de Beberibe, nao pode este-
belecer chofarizes nos diversos pontos, em que sao
hoje necessorios, por que do relatorio do digno o
Arl. :l." Fieain retligados todas a Uisedis-
posiedes em contrario.
< l'aeo da assembla legislativa provincial d
Pernanibiieo. fl de abril de 1850.Dr. Joo Il/rfi7.
I uririi de tlliceira.Pinto de Campos. IfanoeJ
' avalcauti. u
(Continuar-te-haJ
REVISTA DIARIA.
Teruiiiioii boniem na assembla provincial a
diseussao dos siibvenedes para os emprezas do doro
tbeatro. licaiido em resultado as conau no stulu
l/IIO. '
i iiiiliiiuaremos a ler tbeatro italiano e lyrico.
Manuel, pardo, Sdias : espasmo.
Muladouro publico. Mal a rain-
do comente, para o consumo Ueste
rezes.
No dia 6 do mesmo 70.
Hospital de caridde.Exislem 5 i horneas, 51
mulberes, nacionaes ; 1 homeni, eslrangeiro ; i ho-
mens, escravns ; lotal 108.
Foram visitadas as enfermaras pelo cirorgiao
Pinto as 7 o 3/1 horas da nianh.i, lir. Iioniellas
Ss s I 2 horas da manhio, Dr. Firmo as 5 1 2 horas
do tarde de hontcm.
. i i*'1 '1'"' a emprezu, muilo ojuizadamenle, vai
no da ] eiiniprindo o precinto iupuslo ao IbeatrO (fe faznr
cidade, 18, taiubein a sua perigrinania religiosa, jtumpaiiiie-
iii"- o drama em seu desCnvolvimiinto, observan-
do-o com calma e rotlexoo.
Diphiles.
i"
Correspondencias.
Sr. redactores.Em respostaao lerifasdo Dia-
l Hcnezes, Joaquim Ferreira da Cruz e Jos da
Cosa Pessoa, um os autos de pcrgunlos que Ibes
foraui (rilas; de Francisco Bernardo em suas de-
claraces juradas, e linalmenie do ollicio de dele-
gado de pulira de Villa Virosa, ao Exm. presiden-
te da provincia.
Taas, lio claros e irresistiveis proras dessa
enorme imniorolidade, nao deixam o menor duvida
-obre O quo levamos dito.
Estes ordis subiram de ponto. Cyriaco, orru.-a-
lo pelos appelludos, foi condemnado a 20 anuos de
DIARIO DE PERNAMBUCO.
Hontcm na assembla provincial, depois do ex-
pediento, descutio-se o projecto n. 29 de 1656, que
elevo i calhegorio de villa a povooeio do Agua-
Prete. Orot o Sr. Goncalves Guiioraes, sendo | pesio de 1856 a 57, da casa d"e aftiuguu no ra do
approvados as enieinlas oirerecidas ao projecto, cuja Rangel n. 24, quando nunca tivc'semelhonte casa,
voiaeio leon addiada al a segunda diseussao das oeougiie nem esubeleciineiilo algiini, nem iambeni
mismas emendas. lieodoro Francisco das (.hagas, que vein incluido
Segundo diseussao do projecto n. 51 de I87,qnn I *'*> andado, para ambos pagarem o imposto.
propunhadesapropriaeoes de terreno* na villa do I l!ra' senhures redactores, al onde ehegao ilesa-1 se
Cabo. Poi rogeilado depois de orar o Sr. Baphael.
Segunda disrnssiin do proiacro n. OdnslO anuo
que aulnrisaa cmara de (nindaa aforar ., n. i.i.1
son o terreno do pantano, os Srs.- Epamiuondas e
Ranos de Lacerda anresenlaram emendas au proler-
lo, uroiulo os Sis. Lacerda e Bapi-la. Vdb-cussao
lirn odiada.
Segunda diseussao do oreamenlo provincial. So-
bre o artigo 13 (allaram anda os Srs. Manuel Por-
lella, Manoel Cavalcanli, Raphacl e Peixoio Hilarle,
-endo approvadoe regeitadas os emendas a elle of-
lerccidas. Knlrou em diseussao o artigo 1 i. < como
Mara Pereira do Nasciuienlo uroram em villa
Jr" TI *'Hw fui nolifleado por um Vicosa, em urna especio de justificacio por paga
offlcial de iuslica_da fazenda para pagare novo im- peranle um juiz municipal subsliiul, am no enre-
a ;>,. do .asa de aftmgue na ra do | .odor, que-Francisco Bernardo fura seduzido'r'elo
appellado Carneiro!
Mas dos autos esl plenamente provado que Fran-
cisco Bernardo, teslemunha de viste do rrmie esli-
vera por mullos mezes oceulto ou prtnrio. or
.seu amo Joaquim Vives runhodo dos reos no-
foro desles empregados. mandaren pora jubo re- ranie revolar oque sabia; me por uuiii.i-dlHteu-
laeoc-iouinomes ,p- nado devem tarad, o ras da policio pode ser cnrnn rodo no termo do
para melborsevero verdad.^, alnesla a nmondo- villa Vicos., o.nle jnrou : f Analmente que,..".
Minos do .Nonlissimo Sacramento, que e pro- Francisco enlardo, da casa dos reos, fmulo da-
do do
nio houvi sse
casa para se volar, o Sr. presidente
mandn fazur a chamado, verificando
lirado os Srs. A. I.eao,
Jot
lereiu-se re-
o, Concalres Gulmaraes, Epa-> ar puldirld.dea esla
minondas, Amoriin Salgado," llego Monteiro, Vrrii-I "ai1" "'* ser sen aM
da Faleio, Bautista e llego Barros, designou para a
ordem do dia dia de hoje o eoiiliuuaeao do anterior
Primeira discusso dos projectos ns. :lSde |sr,.s ,'.
I desle anno, segundados dr us. 13de lsr,s ,. 31
leste anno, e lereeira do n. l i- II7, etevantou-
se o sessao. Eram duaa horas e meia do larde.
prelaria da .-asa, a qual dir se em algum lempo Uva v,uellr seu prente Joaquim Alies, e por lanto ,-
oslahclci-imonto algiim em sua casa silo na na do tuspeila
llangel n. 24 quando eMa casa ..esse lempo era oc- .\a0 ontente com ludo isto. tiram de sobre si
. o,,,la por Pedro da t.nsta Xavier o nella Un,., para lanear ao oppellado Carneiro, hnmem de in
...oupiie ,. niorou com seu eslolielecnnenlo por te.ra |l,idade, qne s pode -er argido do rom.p-
mai-do 10 anuos: portento, senhores empregados, lor pelo appe.llonle, que tem uecessidode de exag-
I10I0111 em outr.i porto, que esto esl 1 fechada. < em- rar a lodo Iranse
dem quanlo ante, en dcsm.111rl.ar esta ladroer.i, Fiug-m-se oS reos persegnidos por intri-fis em-
01. ... gano, qnej.. os nao posso Morar. pruataM parenleseos !, loslemunhas ^C d,
I orlaiilo, rogo aos se......res redactores, queirom deelo.uores. e entretente porque, foto Carneiro d,.
isln-easl.nbas, qne muito obn- Silva, irniao do infeliz assossinado lem, em sua
wgnante mogoo dito olguroos palovros conlra os reos, acal
li.loi.io de Sonsa nnnroz. de reeeber um recado desles. ameo.ando-o de _
____________________________________________ sulrer lombem o ampntecaa da lng'ua !! f. na
Diikl!n<...A^ nn.^:Jn verdode, se o resultado desto processo for o mesmo
rUDllCaCOeS a pedldO. V* toeo*elead.tivadamorte(nto eremw que
___________ '"' oconleeol em 1834, nao 6 de esperar se nin a
Gommunicados.
\npellacao de deeisao do j.irv da eidade de So- ES^i! t*TOIM!imesde igual gravtdalle, sendo
Kiflreiinliamo-nos i--la nianhaa com
bru
nal na moran de rernami.ucn
O reo Joo Ferreira idimes, appellanto; os aillo
----------------I res II. Morio Beio-diclo do Espirito Sanio o Pedro
a h ilora das anndro da Silva, appellado*
vez resistir o Ionios o lio exlroordinarios osfon'O,
poro a impunulado dos rns.
Agora m fundamento* com que appellou loto
Ferreira (iomes :
ilustrado prosidenlo dessa compauhia se depnhen-
de que nio eonvenienle a conslriicciu de novos
cliafarizes, pora nao diminuir o lucr dos acede,
nem diminuir o valor deslas por quanlo sendo nc-
cessara nova emissio paro o conslruccio de novos
rhafarizes, os luiros annuaes serian memores, por
que soriam divididos por maior uiiiaero de DCCO-
.. nslos (l que cerlo, senhores, que a coiupauhio
,/.i P ",CSma llda,1,-'-"c""'SO e">r deste privilegio sem piovoiln immedialo
' '""" paro o publico, e se ella edificar novos cliafarizes
oiweh uo un. I elle Rear perpetuo...
Primeira diseussao do projecto D. 9 deste anuo I ''" *"' i)el>Hta<1" que augmenta os veucimentos do regente do hosui' 'iue so acabar-se o privilegio, lerenio* urna calaini- soes da aMunhtea. Taires mesmo lenbom ellas d
tal de earidade. ;u'""'-
Appruvado sem debate. Ar- fartins Pereira :O nobre deputado, en-
Segunda diseussao do projecto n. 2!l desle anuo i '?n,3L' .assiul> *'" "lleudo que cunveni enllocar se
e approva o compromisso da irmandode de n' i p| l0u"s us pontos do enlode, e que se
deve dar aguo grotuila, sendo isto um beuelicio que
se (ara a populaeio.
Creio que tenho justificado a miiiha emendo,
quondo nao seja pelo utilidodcqne tror o posse do
companhia de Beberibe pelo provincia, oo menos
pelo nenliiimo ulilidade a esperar-so da coniponliio
lyrico.
Itelliclim
iiii'inbros d
um pouco sobre a razio qu
lio ilustrada assembla o .1
poruiim, ufe ,/ue o nutro lhe responde**.
1 a os "llt Pdein presi-iuiir de responder, ou
matos da
que
S. do Rom Coiisellw.
Vio mesa as seguintes emendas :
v I't"a PProvaJ compromisso da irmandode de
H. S. do Rom Parlo, erecta no igreja de S. Sebos-
Uoo de Olinda.Carneiro da Cunha.
Pisan igualmente approvados os romproniissos
dasirmandades do ti. S. da Conccrio da cidade de
Cariioru, ss. Sacramento, S. Jos o N. S. das Do-
res, erectos na matriz do Bezcrros.-S. R._Var-
ita* Partir.
Ficam igualmente approvados os compromissos
do SS. Sacramento da matriz de S. Jos dos Be/.er-
ros, com exeeprio dos palovrosbocea do aaerarM
00 arl. 17, e as palavrasvivosdo art. 10.
O compromisso da irmandode de N. S. da3 Odres
erecta na igreja malriz de Rezerros, excepto o
cap. 12. r
O compromisso da irmandade de S. Jos do mes-
mo motriz de Bezerros.
O compromisso do irmandade de S. Rencdielo
11a igreja do Rozario de Coiaiiua, exrepto o juramen-
to do que trata o arl. 11.
O compromisso finalmente da irmandade de N.
a. da Cooccieio de Caruar, axceplo as palovros
brancos e pardosdo art. 1.S. -R.lionrahes
Ouimare*.
Sr. G. Cuiuaret: Sr. presidente, mondei
conibouiissos de que j ha projectos a respeito, co-
mo me imormou o otLtciol-maior : vi que linha es-
oapado a commissio respeclivo, algumas cousas que
deviam sur cortadas nesses mesmos compromissos,
sendoalgumus al reprevadas por S. Re. Rvm.. co-
mo por exemplo se v na appruvarao de S. Exc.
Rvm. nesle (l.)
Islo escapou a commissio. No compromisso de
Uruor, vi a>e uo artigo 1." se faz referencia a qua-
Uuades e entend que nio era conveniente que isto
cootinuasse a subsistir. No compromisso de S Jos
de Barreiros, nao lem nada qu.i precise emendar se.
No de N. S. das dores, vem o capitulo 12, que eu jul-
guei eonvenienle siipprimi-lu. porque a sua materia
nao lem nada com a irmandade, conten) penas a
quem Irouxer este compromisso assembla, com
raspaduras ect. Ura, como cA chegou sem isso, pode
muilo bem ser corlado. O oulro e de S. Jos do ser-
tan de Bezerros. deve approvor-se menos no parle
em que o prelado o olio approva c que diz respeilo a
ixposrao do Sacramento na bocea do sacrario: o or-
tigo 10 o que me retiro, diz que a exposirao do Sa-
cramento ser feila no throno ou no bocca*do Sacro-
no, o que contra o rito.e eolio a commissio devia
lazer este emenda assim como a palavra visos do ar-
tigo 1/ ; nios como lhe escapou isso. eu a aprsenlo.
Agor finalmente per^o que na ocasiio de se impri-
mireni estes compromissos, se faiam as devidas Cor-
recces poi-que elles esli escripts misernvelmente.
Sao estes os esclareCimenios que nosso dar, e
creio sao suflicienles para justificacio de minha
emenda, e que ello pode merecer a pprovocio da
casa; reduzindo-sc tontos projectos de compromis-
sos de irmondades o um s.
Encerrada a diseussao. approvado o projecto e
emendas ao mesmo offerecidas; lirondo prejudica-
da a do Sr. M. Pereira.
Primeiro diseussio do projecto n. 49 de 1858, re-
formando a instrurcoo publico.
E approvado, sem debate.
A requerimento do Sr. Mochado Portella, dis-
pensodo o intersticio para ser dado pora ordem do
dio de amonhaa.
Terceira diseussio do projecto n. 29 de 1856, e lc-
Tondo 4 cathegoria de villa a povoacao de Agua-
Prete. r
O Sr. K. Portella:(Daremos em oulro nnmere).
Consultada a casa sobre o pedido do Sr. deputa-
do, con vem.
Continua a diseussio do projecto.
Jai mesa e apoiodo a seguinte emenda:
Sendo os limites do termo os da oclual freguezia
do mesmo nome.S. R.tpamiiionda de Mello.
A nova freguezia de Grvala nao altera os limites
da do Limociro.S. R.ti. tinimares.Joaquim
Mello Reg. '
O Sr. ti. Guimaraes :Sr. presidente, a razan
que me levou a apresenlar este artigo oddillvo oo
projecto em diseussio molivoda pelas dissencocs
e conflictos que se tcem dado entro ospororhos do
Limoeiro c Gravte.
Aqui no coso existe urna representaeao neste
sentido c mesmo j este negocio foi aflecto ao pre-
sidente da provincia. As duvidas exislem em con-
sequencia da le que crcou a freguezia de Cravol
dizer que os limites eram o riacho Cangorra o d'ahi
a seguir em linha recta etc. F.sto direccio, com-
prehendeu nmo coso da freguezia do I.imoeiro, em
que mora um porluguez de nome Medeiros/isto
quondo o mesmo projecto fallava, em encomiar os
limites do Limoeiro; do modo que cu que me ocha-
ra nesla casa, nao me persuodi, nem nlugucm se
persuadi de que os limites do Limoeiro, fossem
Alterados, mas por linha recia que foi trocada, en-
icndcuo vlgorio de Gravte que no suo freguezia se
comprehenala essa casa de que ha pouco fallei, c
como pouco, ou nada ibflia, quo urna caso, sja
desla, ou daquella freguezia, c havendo razio para
que seja conservada como eslava, mesmo porque a
fregiiczia de GravalSpertence oo dislriclo elcilorol
do Bonito, e nio se pode por cousa dos limites de
urna freguezia, alterora divisao eleitotl, eu enlen-
do que conveniente expressar-se em urna lei, que
os limites da freguezia do Limoeiro, nio foram alte-
rados pela carao da freguezia de Grvala. Este
o lim da minha emendo.
O Sr. Presidente :Eu devo sempre observar que
me parece inconveniente; que a um projecto em
3.a diseussio se apresentem emendas contendo ma-
teria alheia a do projecto, mesmo porque assim se
contraria a disposigio do regiment e do acto addi-
cional que quer que os projectos sejam dados para
ordem do da, com antecedencia de 24 horas, c pas-
sem por 3 disciisses.
Apresentam-se na terceira diseussio emendas
contendo materia eslranhaa que se discute, e sem
ter sido doda para ordem do dia,e todava eu nunca
me cousiderei.como presidente desla casa.aulorisa-
doa apreciar estas emendas, aceite-las, ou recusa-
las o que serio um arbitrio que tomara a presiden-
cia, do qual olgum perigo podero resultar. Mas nao
posso deixar de fazer estas considerarles para que
a casa as aprecie, e aceite, ou dexe" de aceitara
emenda.
E preciso que islo seja avahado pela assembla,
e nio pela presidencia.
O Sr. B. de Lacerda concorda com as observa-
cues fetas pelo Sr. presidente, e eulende que a
emenda do Sr. Goncalves Guimaraes nao resolve at
dundas que se dio entre os parochos de Grvale c
Limoeiro, porque nio ella a que o Sr. deputado
- e a festa continen anda por olgum lempo.
A exposieao tem do durar anda 15 dios.
O Sr. Dr. Joio Ferreira da Silva embarco hoje
as 10 limo- do nouhio pora o Sobral, leudo passa-
do o direccio da provedoria da soude ao Sr. Dr. Ale-
xandre de Souza Pereira doCormo, nomeado pora o
substituir durante seu impedimento.
-" No llraz Tisana encontramos o seguidle
facto ;
No dia4dcu-se sepultura na Collegiado de Gui-
maraes o cadver de um idiota, lilho primognito
irazerolgumo ulilidade, dispertando a atlencto do
directorio do nosso Ihcolro, para quo lio auno se-
i guinle se nao inliinjam os contratos do mesmo mo-
do porque jo o lem sido algumas vezes.
Dando oslo noticio 00 publico, s nos resto dirigir
felieiiai des aos dilerlouli e oos Iliterato*. Tetemos
drama pora animar os lettras, teremos opera para
adionlor os orles.
Nio lem fundamente o boato que rorreu hon-
lem de que o Ihesouroro gerol linha suspendido o
troco de nulos dilaceradas, porqoante pelo 1 hora
da larde mandamos alguma- que foram prompla-
USr. A. Portella : Sr. presidente, cu nio sel minie trocadas.
qual a rozan que tverain us liebres depuiados que Anle-honlem no casa de detenrio desla cidade
acabam de apresenlar essa- emendas para que eu dous presos tentaran) evadir-se por mel de um
possa concorrer c.......meu voto adoptndoos, nao rrombamento nos paredes do edificio, inos sendo
sei: a menos de nao s.'i-a nica ideo que nesla coso desruberio a lempo esse intento, liiou no lodo
sempre apparece da dillicienco dos cofres pblicos, frustrado.
>. Exc. e a coso sobem que ha um contrato leitu pelo Temos boje o noite o procissao do Irasladaeto
goveraoe cases individuos emprezaros das cumpa- doSenhordos Passos, do igreja do Corpo Sonto po-
nina- Ij neo e dramtica : nesla casa por mais de ra o convento do Carmo, d'ondc lem de sabir omo-
11 mo vez tem-se opresentado a idea da suppressio nhaa a de Passos.
deslasubveiicio, mas sempre isla idea tem --ido re- O onlign roslume de ser o Senhor Ironsferido po-
peiiido porque a assembla lem entendido que a ca- ra o Carmo, iriumphouda innovaco que tazia sa-
jiilol de Pernanibueo necessla de um thealrn, sean liir a procissio de Passos do Motriz do Boa-vista.
Dom, ao menos na ptuposican das forras da proviu- Esl oulro vez em regra a procissio do Senhor
ca esio uecessidode lem sido sempre reconheciila, o pora o Cor.no.
por cerlo a caso boje nao a descoiiher. Depois co- No Correio Mercantil se lfi :
mo disse, a casa sabe que exislem boje contractos, Teve honlem lugar a abertura do academia das
com csses empresarios, como pois nio se consignar Bellas Arles, a que assisliram SS. UM. II. oo Sr.
piola para pagamento das subvoiiees marcados minislro do imperio, secundados por um numeroso
nesses contratos! O auno passado a assembla con- concurso de artistas e pes-oos dislmclos.
siguou guaes quanlias para as loiiipaiibia-ljrica e A exposieao de Irabalhos arlislicos. principal-
draniati.a, eja enlio estavom feilus os contratos mente ada'close de pintoras, una das mais uola-
eoni1 esses eniprezonos c o odoprao desla casa o es- veis que all se tem feilo, porque bem poucos vo-
sas con.-ignacoes, importo a approvacio desees mes- es se tem reunido um lio grande numero de qua-
mos contratos ; como pois a assembla que culi os drus orignaos de grandes mcslrcs, amigos c 1110-
approv ou. ha de hoje recusar a subvencio iiclles es- demos, e de discpulos aproveilados.
lanelecida lia approvacuo da assembla a estas Alm disso, a Pinacolheca, que lanto rumor lc-
leiDos, depois do. ouectuados os contratos nao se vaniou eulrc os entendidos quando se edilicou
pode concluir sena a approvacio tedia dos mes- presta as melhores condires para dar realce a
mos contractos. Leu nio sei, Sr. presidente, como efieito dos quadros.
os nobles deputados possaiu desconhecer a iiecessi- Fez lambom um ensoo de bom ogouro, que con-
ooac ue um thealrn hnco e dramtico, nem sei sisle mi exposieao de alguus objeclos de industrio
mesinocouio posaam desconhecer a necessidado e fabricados 110 paiz. laes como duas ou tres inochi-
obngaeao emque estamos de sustentar essescun- nnsfeilos na .asa da moeda, e diversas amostras de
iraios etlerliiados oelo governo e approvados tacita- cristal da fabricado vidros da Praia Foimosa. Au-
mente judo assembla. pareceram tambern bellos trabalhos de lavorsobre
om ar. ve,ulado: E agora expressamente ra- vidro de umo fabrica nacional, do quol mais de es-
n s "'" u. .. ,-. Prii nos haremos oceupor.
., s, n orle"a: t o meio de reprovar um A abertura da academia coincidi desla rez rom
toniraio. negar-Ibe o quota deuda"! Eu creio que o dia annversorio da fundocio do Conservatorio de
nao. tu nao posso deixar de entender que os nio- Musir, eos duas festividades iiveram assim lugar
nos que levaran) os nobres depuiados a apresen- simultaneainenle. Os discpulos do conservatorio,
lar esias emendas fui o de.-ejo de augmentar a verbo dirigidos pelos seus professores. canlaram e toca-
das obras publica-. ram em presoma de SS. MM. 11. diversas peros de
iniiures, o preciso que nao nos malcriabscmos malea, que riveram lisongeire acolhmcnlo.'cniro
ionio assim, que nao consideremos ludo quanlo nio as quacs urna cntela, composrlo de um da.iuelles
uiz respeilo o obras pblicos, como prejuizo pora, discpulos.
o provincia. Pois, senhores, a provincia de l'er-I Suas Magostados rclirorom-sc ilnpois duas horas
nombuco, que o anno passado dislrbuio C00 con-' -
tos paro obras publicas, e que lem seus cofres coui-
prnmctlidos em grandes melhorameutos materiaes,
sao 32 contai de ris que consigna pora conserva-
can de um theatro, que hio de ser applicados pora
obras publicas?...
Lm Sr. Deputado : Nuigucm por oro applicou,
poro isto, ou squillo.
O Sr. .V. Portella: Eu como nio sei a razio,
suppuz que era para essa quontia ler esla applica-
eao ; mas eu creio que nos niocheganios 00 [ionio
de querer applcar todos os dinheiros pblicos, ni-
camente poro obras pblicos, o que por cerlo mo-
leriulisar muito, visto que nos temos muitas ou-
Iras nacessidades imperiosas. Senhores, a commis-
so de ordenados lem sido solicito em apresenlar
ndcierunentos a pedido do empregados para quo
se lhe augmente seus \ encmenlos, mas o nobre de-
putado nio descnihccoii que nio possivel que os
empregodos do secretaria da presidencia, da the-
souraria, do ossamblo, do consulado, ole, eonti-
nuem a manter a suo subsistencia, com lio dimi-
nutos ordenados...
Um Sr. Deputado : FoisJjem, tiremos das gar-
gantas italianas, pora dar a csses empregados: as-
sim eoncilia-se ludo.
O Sr. .V. PortellaConcilio-so, se por venturo
se lzesse isso. mos os helos demonslrom o contra-
rio : as prelonees desses empregados, tem sido
aqui indeferidas...
l'm Sr. Deputado : Pelo contrario.
O Sr. Jv. Portella : Oh senhores, pois eu nio
sou primeiro secretorio, c nio tenho lijo os pare-
ceres da respectivo commissio ? Como ia dzendu,
Sr. presidente, ha muii.s necessidades o ollcnder,
nio sao smente os obras publicas, que devem me-
recer considerocio desla casa. Mas, diz-se, concor-
damos em que se de essa verbo para augmento dos
empregodos pblicos. .
111^ Sr. Deputado :=Eu nio concordo.
0 Sr. .Y. Porlella :Nio concorda o nobre de-
putado isso sei eu.
1 ni Sr. Deputado : Tambern nao concordo :
quem nio esliver contente com o emprrgo deixe-o
Ontro Sr. Deputado :O emprezano quo aug-
mente o preco dos camarotes, mas nao se dem 32
cultos de ris em beuelicio dos assianantes.
O Sr. ,Y. Vorlelta :Mas porque eu reconboea
que os empregados pblicos precsala ou recia-
mam a nossa altenrio, segue-se que a capital da
provincia nao reclama tambern a manutencio de
um theatro ?
Senhores, eu nio estou longc de pensar, que
quem concorre ao Iheatro pague paro a sua nianu-
tonrao ; islo natural, mos ocho lombem natural,
acho mesmo indispeusarel que esla assembla faca
resneilar os contratos feitos.
Lm Sr. Deputado :=De maneira que auem qui-
zer fazer seus contratos manda-Ios para c para
nos cumpnr-mos. Nio
O Sr, .V. Vortella :-Eu digo estas palavras, Sr.
presidente, para ver su os nobres deputados dio a
razao porque apreseutaram suas emendas, porque
eu nao sei os motivos que Iiveram. Nenliuma das
nypolhcsasqueeu figurej abracada petos nobres
depuiados autores das emendas, devo por conse-
guinte persuodir-me que alguma outra razio lenha
influido no animo dos nobres depuiados.
Nio lerminorei sem dizer alguma cousa acorra do
emenda do nobre deputado o Sr. Marlins Pereira.
tu reconhero, Sr. presidonte, que o fim quo o no-
ble deputado teve em vista sem duvida muilo
patritico, porque elle pretende que dentro em pou-
co lempo a cidade do Recite tenho agua sem pa-
gar, mas creio que o pensme uto do nobre depu-
tado nao se pode realisar. O que sao 20 conlos de
ruis ?....
Um Sr. Deputado :E quem pode obrigar os
proprietarios a vender as suas aceoes y
Oulro Sr. Deputado :Pois nio urna oftenso
00 direilo de propriedode I
0 Sr. X. Porlella : Creio que a quontia tio
pequea que e nobre deputado com a sua emenda
nio (llegar ao fim que desojo ..
que, a |
monda vamos licar privados do anjeo
diverlimento que pnssuiainos, o que Ionio agredn
luellionl
zoos da oppelloi'io, consistente na supposieao de
perseguiedes, uirnisades o sedureoes da parle do
s nossas familias, e lano lem 1.....unido nant i appejydo Pedro Carneiro da* Silva!...
desenvolver ogostodo bello sexo pela msico ro- *,rt!fa>'' v' ",na haria loo bem desenvolvido,
ral o instrumental, esse dom celeste, esse inslro- : ll('nl ln0 ** grao de oorrupeao como esse de que
mente decvilisac.io, que Ionio prumovo a ameni- i* armn a defezo. no voslissimo terreno que lhe
nade dos coslumcs. I m concedido por aberneio das regras legos, pora
Os melhoramenlos malnri.es nio devem ahso- dissimiilar o inaudita perversidade,o monstruoso
ver Inda o ollenr.io do assembla os inoraos lom- 1""n Parado crinie do oppellante, c scuscnnipa-
bein devem merecer os cuidados dessa bolla norrio "
ll.l I..I ..... *hI...... ... -11* 1 -11
porcirlo uni-
do jovei.s talentos, que all brilham
giiem dolodo de bom sonso, podenf negar a
fluencia que sobros rostoraes o educaran dos po-
ros exeiro o msica com cspeeialidado a msica
dramtica.
Reronhecemos que ha necossidade de muilo cri-
terio no distribuir do renda publica, o muilo
mus na quadro actual ; porem parece rigorismo
quererse privar a pnpulaca de um diverUmenl
nheiro.-
Mos, osso iiniro c frivolo recurso do oppellante,
111- ?SSI' an'''a 1'"-',p l,!ln );iJn lugar por considerarnos
parales dos reos que porloncem o familia do ,
nao pode ser sanceionado por osle egregio Irihuiiall
que rom suo olio sobedorio ojuisor do vilnr e me-
reiimoiito dos prnvo* em que se innia o jusli.o do
eoiidemiiaeiodo oppollonle, proferida com todas as
formalidades lgaos.
Doi\areiiios pelo (11.1I lem dado proras dr predilcerao. Nao sera '"lentos com que se appellou. paro demonstrar o
a verbo do 20 conlos poro 111110 companhia lyrica : W*0 &" 'lepravaeao moral do appellanlo, ou a inau-
que causar embora.os 00 andamento das obras : ('''a P''rversidade com que colcou oos ps lodos os
publica-, em cojo favor se promove um empresli-
mo de qnatro mil conlos ; paro i-so ha dinlieiru de
sobra.
Confiamos pois, que os Ilustres mombros do os-
scmnl. nio supprimirao a companhia lyrica para
a qual j se lem volado quota em anuos anterio-
res, quondo n prajrineia linha a su. ronda mais
resumida, deixando-nos em pusmareira todo o an-
no, entretanto que provincias de ordem interior
10I0111 consgnoeoes para laes divertimentos.
O Iheatro dramtico nao satisfaz bstanle, como
temos lido ocrasioo de observar ; preciso eiitre-
ler u povo com o elemento moral de que nos oecu-
pomos, a msica que lano suoviso o peso de seus
duros trabalhos.
Assim espera;
... l'm ""o povo.
fi do abril.
(luTOiiia (li-aniatka.
11.
senilmente, que fazem a honra da especie humana.
Vlnte e duas lesiimunhas dopuzeram ai.los da
pronuncia, sendo, olin das oilo principoes, onze
referidos, e iros que joraram sobre um pomo espe-
cial ; e lodos ellas sao contestes no rereurao do
erime, e de lodosas circumslanrias que n coream,
ou para molhor dizer : lodos concordoni com os de-
eloroccs de Iros que presenrarom o cnuimcllimen-
lo do delicio, c suas circunstancias
Eis o coso :Em 1834, havendo o desdilnso An-
tonio Carneiro da Silva, queixodo-se de Cosme do
O', por furtos de gados, lornou-se este, por isso seu
inimigo e tentn assassina-ln, doodo-lhe um Uro
por meio de emboscada, de que felizmente escapou
o referido Carneiro.
Acusado Cosme por esla tentativa, foi escanda-
losamente absolvido polo jury da cidade da Granja:
Eslo precedonlo ocha-se prnrado nao s pelos tosli-
iiiunhas primeira, lereeira a sexta ; e referidas qnar-
la, quinta, stimo c Dilata, como lombem pelos in
' lerrogaloros de Inaocendo da Silva Conlfnho, Je-
..: i ronimn Marlins Ferreira, e Anno Mario Mogdolena :
sri.n.rinum n ^*' '*"" vni, fonll.",""ld" "THlles irmaos, o osla millherdo reo Cosme,
e-.i.s, loiKiosamen.e. nao pHsou sem algum inters- Palhahdo pois seu plano de perversid.de ; Mat*r-
.^e paro o nosso pblico do Iheatro. Destinada o
ocempoubor dio por dio o movimento da scena em
seus Irinmjihos e em suas quedos, ello aspira a cor-
lo influencio a que a critico lem bom direilo. Cor-
rigiromigovelmenle os vicios do actor, roporar-lhe
os quedos, oconsollio-lo nos dilliciildades do exe-
cueao, preveni-lo quondo o abandono o naliir.ilido-
de, pr-lhe oos olhos os loncos lolizes, ns transpor-
tes delirados, trozer-lhe sempre altenrio lodo es-
te apparelho do circumstencias que rnneorrem para
a boa son da acrio : eis-aqul desde j para a criii-
ea um lim grandioso e nobre. Ao pblico nao
menos ulil este genero de publieacio ; se o nosso
prospecte Mr realisado (o esta aqu'i o grande difli-
rulilado !) ler-se-bo cooperado para lomar o sen
jnizo mais seguro e mais solidas os suas convienes.
Andar aqui porvcnlura desvonerimenlo : mas
rerloqne o pblico do thealrn de olgum modo len-
to j o critico, nao opplaudindo smenle, mas pro-
curando distinguir quando o actor iriiimpha do em-
barace, ou quando victima delle. Seja como
ior, se os posaos apreciadores de theatro levain o
mol oslo tmido tentativa, e nos recusam a honro
de Ibes havermns proposto um assumplo novo en-
tre nos :reconhero-sc pelo menos que umo co-
lumna poro o Iheatro, elctrica- ou i, sempre
inspira um tol interesse
do fallecido conde de Rosto, do quol ero madrasta a l>ir-*e-hia aqui, lalvoz o proposito, que de lle-
l.xm. coudesso do mesmo ltelo. Fjda senhora, em philess tenho o nome, e este emprestado e em-
Vl".CaSa '"e a''" luu'los ""ios inandou-lhcla- preslado rom muilo segredn.
l.evoiilar-so-hio indignadn deseo tmulo oonli-
zcrum pomposo enterro, ooqual ossistirom os prin-
cipos pessoas da ridade. Teve oflicio de aiijuho,
apezar de icrSiaunos, e ia \eslido de S. Joio
Evangolista. A missa foi de instrumental: oflicia-
ram os lllms. Srs. eonegos Chantre, Gouva e Vei-
ga ; receben o cltave o Exm. Sr. conde da Aze-
nho. .
l.-se no Oriente, jornal do Porto:
o lia das chegou de Lisboa um frade lozarisla
que dizern ser o celebre Sipolis, que no capital
tora dar um innocente e hygieuico passeio de campo
com umo orpbio n'uma carriiagem, conforme no-
ticiaran) algnns jornoes. Esle santo frade ocha-so
""spedado, seguudonos allirmom, 110 hospital da
ordem terceira de S. Francisco, em companhia das
suas rnrf i com o seu novo hospede, dz-se que continan)
a tratar mal os doenles c a irmia puiiugueza que
all se acha, nao obedecendo tambern aos memhros
da commissio daquella ordem, por cuja caua, e
bem assim pela hospedagem quederamoo frade do
collegioda Formga, se despediramde meiubrusda
mesma commissio o Sr. padre Amonio da Mizcri-
cordio e o Sr. Ferroz.
Os artistas da forrara trem-sc querido amoti-
nar pora liror.hlli aquellos irmias. Algqns cavo-
inciros os leem retido com cusi ; c porecc-uos
que, se nio liouvereiu promptos providencias, o re-
sullodn nio ser satisfactorio.
. Por causa de se dospedirem os mombros que
ja citamos, alguna irmios da mesma ordem Iralain
de requerer ao Sr. governadnr civil para ser no-
meada urna commissio completo. Por causadaeo-
rirfade franceza vio-se dando estas scenas, e a
causa dolas o demasiado zelo do Sr. Jos Gaspor
da Orara e de quem prestou a aulorisacao que as
tulroduziro.
1 Lf se no Jornal da Commereio de Lisboa ;
Os leilorcs lembram-sc de havermos noticiado
que andova grande reboligo no alto lozorismo por
causa de cerlo escndalo. A cousa deu que fallar,
mas baixinho l entre os iniciados, e o desenlac
foi a victima relirar-sc para fra do reino, pondo-se
pedra no escndalo.
Kntciideu-seque ero mois decoroso sarrificar
a victima sem castigar o infame que lhe occasionara
um cuinn 1 umullmenlo. Elle contina festejado e
1 espoliado por aquel les mesmos que, segundo pa-
rece, coraram ouviudu a historia de caso. Mas a
honra da cousa e os interesses do luto exigiam e
impiiiihaui o silencio, embora ficasse impune urna
infamia.
Passageiros do vapor brasileiro Persinunga,
sabido para os portes ou sul :
Joio Francisco da Coste, Ignacio Mendos Ribeiro,
Luiz Ignacio de Olveira Moreira, .Manoel Francisco
de Borros el lilho, Manoel Prado, Antonio de Pau-
1 I,,c'andea Eiras. Jos Gomes do Nascimenlo,
Jos Rodrigues do Silva Rocha. Augusto Bernardo
(omesde Araujo e sua senhora, Mara das Brotase
1 lilho.
Morlalidade do dia 6 :
Adelaide, parda, 18 mezes ; vermos.
Josepha, preta, 49 anuos, solteira ; pneumona
Thereza, prcla, solleira, ;15oiinns ; plhysica
Manoel Ignacio de Freilas, blanco, 27 annos ta-
bre lypboide.
Mario Luizo do Espirito Santo, parda, 50 annos
varilas.
Lourenco Jos de Araujo, pardo, solleiro, t an-
nos; plhysica
L'm sr. Deputado .Era mais umo reparlicio pu- \ Joio Raptista de Sania Anno, pardo, casado, 22 on-
blicaque se 10 crear. nos: inflommacao intestina.
fossem psaliiiodiar eslo
go poete, cmico se lio
arenga dramtico
E assim, como que escrevemns poro o Iheatro?
E, quem se encobre nesle desusado pseudonvmo en-
tre tontos que por ah lio, lio estampad'? Nesle
poni se revelou o curiosidodc publico A nos
mesmos, nos inlerrogoram : Qem eslo Diphiles
que loo desapiedadoinonlo se atroii ao bom drama
do dislim lo lillorato Jos Romano ? Alli o ten-, di-
zia nutro : aquello pretencioso quo nio estima o
Iheatro, porque nao nasceu para elle. Eis acbrn-
nieo que Iriompha exclamramos comigo mesmo.
E, se os leilorcs anda nos penniltssem umo di-
versio de nosso assumplo. exprimiramos anda o
ancioso interesse com que os espirito* eseolhidosse
prcoceupavom em percorrer com a viste as gale-
ras, procurando encontrar aquullcs olhos lnguidos,
monos do amor, que mu liara m a segundo noitedo
humilde chronisto. Mas o anjo linha desapparoci-
do passro briliimtc como umo visan, luminoso,
rpido, -ublil como o sccntelha que o co des-
pede.
Vein entretanto urna bello e sentimental ouver-
luro roiibor-nos nossas medilaees: o j.i a prmei-
meira scena dos Milagres, sublimemente eloqdente,
nos prende a altenrio para o drama. Ha aqui par
oSr. Germano de (lliveira umo corto de gloria a
hando-sc a intriga em conseqiieneia de lor o infe-
liz chamado o Cosme, e sua familia, 011 prenles,
ladres furinisueiros-; [terceira testiiniinhoj e li-
iialuieuto, conliados na proleccio que j umo vez
os havia arredado do puuicao legal, ar.ordaram de
novo triste eonsoquencia daqjiella absolviii !) em
prolcor o ossossnolo 110 infeliz Carneiro, onloian-
do-sc para isso,Cosme; seu irmao Selistiuo do
Silva Conlnho ; sen sobri.ihoo appellonleloto
Ferreira Gomes; Manuel Moreira. da casa daqnel-
les; .loan Cvriaco. prenle dos mesmos, evaqueiro
do o.ossinado ; e talvez oulros oiuda nio desco-
bertos.
o tiro bovio falhodo 110 primeiro tentativo, por
consegu.He, um nudo mois seguro fui de prninplo
adoptado pola moldado dos ossassinos ;o punhal!
Antes daexerurio dnrrime. eram quasi phlieis
as ornearos de Cosme e sous prenles : elles moni-
festevam, que para saciar seus desojo* de vinganea
hoviam di'corlar a lingiia a sua infeliz victima !
(lesliiniinlios lereeira e quinto, c referidos 5-07). O
111011 eoracter dos reo* principoesCosme, seu ir-
mio e -ohrinio oppellante. prevena aopiuiio
geral do assassiaato premeditado, lano que a vic-
tima antecpadanlente advenido pora orautelar-se
doqnellos ornearas (testemunlio quinta, e referida
segunda; mas, infeliz nao pensou que a tanto po-
dee c lo-gar a perversidade desses seus inimigos,
unios cp.o o odjavaniein sua vida maneo o pacifi-
ca primeiro e lereeira leslimunhos.)
O plano pois foi posto em execueio pelos reos,
como lioviom elle predilo ;
Na noite de 11 do maio de 1857, na fazendaJa-
mbaproprieilade do infeliz Antonio Carneiro do
Silva, onde ero voqueiro a pouco Joio Ciraco da
Silva, prente de Cosme, que mancomunado com
este lingio-sfl amigo daquelle, c solicilou ser seu
voqueiro; depois do hoverem esperado a hora em
um lugar prximo a caso (primeira, testiintinha :
interrogatorios de lyrioro, onde deu-sr o mois cla-
ra revelo, o de iodo o occorrldo, c leslemnnha pre-
sencial Franrisro Rernardo) na quol ochavo-so de
prevencio o reo Cyriaco, siirprenderam o victima,
que leudo entrado em rasa aponeos momentosdcs-
ranrayo em urna rede, ramputaram-lhe a lingual
lereeira escita tcslcniuuhas: presencial Francis-
co Rernardo, e eonlissin de Cyriaco. 1 Neste eslodo
simivivo. eoiid.izira.n violentamente pora o eo-o de
Cosme, onde lhe deramos ltimos golpes, apunha-
londo-o 'Interrogatorios de Cyriaco e do suo tau-
Iher Anno Jooquiuo.j Ah eni coso de Cosme, foi
conservado o cadver por quasi dous dias. [Inter-
rogatorios do esiravo Joio, e de Silverio Lopes Gol-
vino, prenle dos ossassinos) e nao podendo supor-
tar o estado de pulrefoceio em que se achava, o
eonduzirom, c dcpnsiloro'm no nosso denominado
Lspoduodo, onde foi encontrado por milites pes-
soas, que procurovoiu 00 mesmo Carneiro, troz dios
. --------------",,..-.., u >, .|..t |.. ... 111.1 1 .in mi mi -1101 1 .ui ot-iio iti-/. hu-
indolinivcl posicao, emque se contemplo Fr. Auto- depois de sou desapparecimento: 0.1 do assassnato,
nio de 1 aouo ao romper do occao, revela o talento I sendo entio vistos e examiuados os fnrimenuis tei-
sopenordo artista que se identifico com o pens- los com punliol ou faco.-o omputacio da lingua-,
mciilo do autor, r so elevo ocimo delle. O xtasis miililocio do rosto, crneo ele. el. itcstemuiibos
sublime em qne Fr. Antonio de Poduo se sorprende terceira sexto e oulras )
euma crearan i.riginolissima e muilo feliz, do Sr. Esto .rime pois nao podia ser obro de umo s
i.ermano. K toreo conrcsso-Io : esto drama reli- pessoa de Cyriaco somciilo, como diz o appellante
gloso, que lao opporlunamenle se apnlaudc no thea- '
tro, acha no Sr. Germano de Olveira um feliz in-
terprete. A eloquoncia ungida de piedodc, que o
autor empresta a Fr. Antonio, exprimida com
sentimenlo e delicadeza. E, o Sr. Germano de Oli-
veira possue o segredo do ocomponha-la com os
gestos mais temos, mais locantes, mois ssiitimenlais
que se concebem. Alli, quando o cardeal faz a
visite do conrento de que ero Pr. Antonio religioso
que o esto acenso o geral da ordem, despeilado de
lonas os horriveis circumslancias que o cercom ; os
provas mois iuconcussas, leslcrnuolus presencaos
de lodo o oce.irrd.i, demonstran) que os ciuco in-
dividuos ocimo apuntados foram os perpetradores
delle.
Trez sao as lestimnnhas, que collocaas no lhe-
tro do erime, polo presidencia, observaron! todos os
movimentos, e os revelaron) ante a autoridade p-
blica:Auna Joaquina, mnlher de Cyrkco; Fran-
co Reruordo, e u proprio Cyriaco, provas estas,
- w ----. --------1-.------------ ..^ ~.. >^ rano rolado de ciumc devorado pela ambicio; que reunidas a lodos os circumslancas reveladas
am odmira-se um delicado arrcbalamento que'o pelos nmras lestcmuuhas patcnteiom a verdade.
Sr. Germano executa admiravclmenle. A bumilda- nio deixam duvida alguma sobre a culpa dos reos
de com que o religioso responde s prfidas nter- sondo oinda corroborada, quanlo ao impelanle
Se uinguem fallou ao jurado, nao podio elle re-
eeber suggestes, nem ser abalada asna conscioii-
eia por iulluencio alguma.
Mos, ocresceula o appellante, que antes disso ji
o mesmo jurado roiumnnicova-se com nm outro in-
dividuo ; c disto nio deu a menor prora, afirman-
do- smenle sb suo cinerridade.
hatrelonto acho-se plena mente prorado d contra-
rio por esse mesmo alleslado, as palarTa* du-
rante o lonijo processo do julgamento, cuja exae-
udoo o appellante reennMce e confcssa.
Onde est, pois, o infrocrjio dus principios consa-
grados no lei ?
Allega mais o appellante que o meritissimo dou-
lor jii.z de direilo propnndo umo quostin sobre
complieidade. rommctleu nina irregularidode. vi-
lo nio se ler fallado ;diz elle) drsse ponto nos do-
bates, ele.
Primeiromcnlo clarissimn que o queslto ac. que
se irata versa sobre o mesmissimn eriiqo menrio-
iiado no libello ; e em segundo Fugar admira que o
appullaule tio depresso esqueees.se quedos debates
resol la 10 ;u eircumstancias que podiamTnodillcar os
tocios do oceusaco.
Aenliumo prova, porm, don elle dessa sua asser-
0, e anida aqui exige ceg opoi S sua simples pa-
lavra t
A com|ilcidode nio um erime novo ou de diffe-
renlo especie do que faz objectn do aeriisacao; noli)
oquesito, por cousequencio, mndou anaturezado
delicio.
Onde esl, pois, a irregiilaridode que tio prn-
lunclorianieiite allega o appellanto ?
Onde, em que direito se fundo elle para desli-
gar do facto principal as circum*tancias que indu-
zem complicidado ?
Em suinmo, nem por momento duvidamos do
justo o bom merecido desprezo do nppellarin ; mas
se por venturo contra nossa expectativa ella for pro-
vida tero de niillilicara absolvirao do reo Celestino
la Silva Couiiubo, revogado qu seja o processo do
julgamento.
Senhor I Nio sao smenle os direilo* dos appel-
lado* que ueste causa devem ser attendido* : o ap-
pellanlo eseus companheiros no* erime feriram a
sociedade inleira. pelo rnbo da preciosa etistenco
'I.' 11 m do seus estimaveis membrns, sobre quem sr
reaiisou a oiion-o publica, doixando na miseriae
eousleriiara o cinco infelzos orphios de mu tenro
lliode !
I., pois, pelas razoes expendidas, pelos dentis
i.indamcntosque este egregio tribunal suprir ram
o eiame dos autos, esperamos que a appellario se-
ja desprezodo por nao haver omissoo algtma de
oniialidode substaiiriol, condemnando-se aooppel-
laute nos rusia*, no que se far jiutica.
Sobral, 5 de ferereiro de 1859-
Oadvogado, Justino Francisco Xavier.
Pedro Carneiro da Silva.
pclloresdn ambicioso geral, o Sr. Germano a tra-
duz por urna linguogem insinuante, repossadade
dr profundo, que toco o eon.move ; aquelle olhor
de piedodc, em que se espclha a eontriceao mais fi;r-
vorosa, vale mais para, o elTeito do a'cco do que
urna phrase brilhanto. Eis 11 ni lance feliz, em quo
brilha mais o talento do que na rectaco o nojogo
das phrases, que fazem a gloria do oulor.
Havcriamos molera de sebra para um artigo ex-
lensissimo, se pretendessemos enumerar urna
urna as mil bellezas de dicrio e de movimenlu.em
quo frtil o assumplo dos Milagres de Santo .In-
tento. Em gerol, nio sio elles um Irobalho dro-
motico ocobadi.
pode ron-liluir
senio como un
lempo proprio. Por mais que se lenha dito da mis-
ato do Iheatro, elle nio ser nunca o inissionario.
Rom entendida este regra que a oxageraeio pode-
ra tornar absurda, digamos com franqueza : 11* Mi-
lagres de Santo Antonio nao conlni umo occao
dramtica. Este jnizo, que poder parecer eslra-
nbo, ronfirmam-no as regras d'arto. Mas nio nos
demoremos nesle ponto.
Joio Ferreira Gomes, pelas declararles dessas mes-
mas testemunhas, de ler elle, ao amaubecer do dia
12 de maio, logo depois do delicio, ido com Cosme,
a coso da fazendAJabotlavor com agua quente
ns vestigios de sangue que abi ficaram, para que nao
fossem vistos, como preseuciou Cyriaco, e allirmom
a segunda, sexta c oilava testemunhas.
Entretanto o appellante o eo-ros tem gozado dr
urna proleccio espantosa Iporque sao aparentados
de pesadas que merecem alguma consideracio
o que muito Ihestem valido, nos manejo* mprtv
gados para olvidar-se o crlme, cuja punicio alta-
Submolto i judiciosa apreciaren do F.xro. presi-
dente da provincia, e 4 do lllra." Sr. Dr. Reg Dan-
tos, juiz de direilo da comarca do Cabo, e do
Illin. Sr. Dr. Vosco..cellos, promotor publico da
mesma Comarca os documentos abaixo trans-
criptos :
.\.1.
Diz Francisco Lnurenro, que a bem sen preciso
que V. S. monde o escriran Araujo, revondo o.
autos de execurio de Antonio Gon-alve* Ferroir.i
Coscan contra Antonio Ferreira Bailar, certifique
em que dato foi passado a rendados escravos, que
lizeram o executado, e sua mulher, quantos escra-
vos vendidos, por que quanla, data do ronheci-
mento do siza, o nome do collector, que recebeu a
siza, oadvogado, que assgnou os embargos de nul-
lidadc, com que so oppozerom os ejecutados
etecurao, o advogado que assiguou os embargos do
lerceiro, com queso oppozerom mesma execurio,
quem so servio do papel da venda, a finalmente a
sentones que desprezou os embargos ; certifique
mais que i vista do embargo, ou arosto que, a re-
querimento de Antonio Goncalves Ferreira Coscan,
Tez em bens de Antonio Prreira Bailar, em que
data fot felo o aresto, e quem o depositario qus
assgnou o mesmo deposite do aresto; bem como
o da peuhoro.
Pede a V. S.lllra. Sr. Dr. juiz mnnicipol e do
orphios. digne-so de assim o mondar.E R. M.
Deferido. Cabo, 36 do. morro de 1859./. La-
cerda.
Manoel Jos de Sania Anna e Araujo, segundo te-
belliao de notes, cscrivo do erime, civel, de or-
phaiis e ausento) vitalicio desla villa e coiu.ir.-o
do Cabo, da provincia de Pernambuco, por S.
M. o Imperador o Sr. Dom Pedro II, que lieos
guarde ele.
Certifico, que revendo os auto* que existen) em
meu cartorio, de execueio de Antonio Goncalves
Ferreira Caseto, contra Antoaio Ferreiro Bailar, de
que fez mencio a petieto retro, delles consta que .1
papel da renda que flierom dos os,cravos o mesmo
Antonio Ferreira Bulare sua miifher, foi passado
em date de ;i de agosto do 1855, paga a iza no
da 3de *etemhro do mesmo auno ; que,os escra-
vos vendidos foram troze, e todos pea quanla do
cinco conlos de ris, o foi o adrogoilo Jos Paulo
do Reg Barrete, que na quolidade de das rendas provinciaes deste tormo, recebeu a
uuaniiade inogrs de siza. correspondente 4 ven-
da, como conste do respeclivo conhecimento.
Ceriico mais que o mesmo advogado Jo*< Pau-
lo do RegoKarreto naqaalidade da adrogado do
executado Antonio Ferreira Bailar, assgnou os
embargos de nulldade com que se oppoz o exoeu-
tndo Rallar dita execueio; e foi o referido advo-
gado Jos Paulo do Reg Barreto, qne na qualMade.
de advogado do* embargantes terceiros CUudino et
llego Rorros e oulros, assgnou os embargos du
lerceiro com que 90 oupezeram i mencionada exe-
curao e juntou como documento aos embargos de
teir.tiro, o dito papel de venda dos ircze escravos
o conhecimento de siza.
Certifico mais que o embargo que se prneedeu
om oilo escravos, a requerimento de Antonio Con-
ivalvos Ferreira Caseto, contra dito Ferreira Bailar
para seguraoca, foi efteotuado no dia 4 do agosto
do referido auno de 1855, por mandado expedido
no da 3 do sopradite mez e anuo; a foi e deposi-
tario nao so dos bens embargados, eomo ao depois
dos mesmos bens penhorados, o bario de Ipo-
juca. (M
Certifico finalmente que a seutenea iuterlocntoria
que dispenso.) os embargos de nulliilade e de ler-
ceiro, do theor reg.iir.te :
iS'ei.fenca.
Desprezo in limine os embargos do fls. 84, o os
de fls. 25, e condomno os embtrgantea as otas*-
Fou-
eral, naosao elles um Irabalho dra- mente reclamada pelosoppellados. pelas leise peta 'w fii InI1i i t3 T~
o; nem este assumplo de pied.do I sociedade toleiro. No processo deI formaeoo do cul- ',M ^'n-bro de 1855.-A?u.> ton-
oc^a^^rS
vas de lao escandalosa fraude enconlram-se nos ou-,__________' """ ln|t ________"
tos, pelas declaracoes da terceira teslemunha; de () Sempre juntos imbo florentes rate, ar
Cynai em seus interrogatorios ; te Joio do Sou I ende* ambo.

-, -.. j:.----\- "-' '; '- '' '-. .! '--:-J-.-..'--:. ': '' ''-'./ Si
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independencia e do imperio do Brasil : escrevi e
issignei.Km fe do verdde..Vniioe/ Jos de San-
ia Anna Araujo. >
N. 2.
Diz Francisco Leurenoo que a bem seu, precisa
<|iiu V. S. maude que o escrivao Araujo visla dos
antes de eondemnaoo de rirocoilo a requoriroenlo
do Joaquina Mora dn Conreino centra Bonifacio
francisco d,' Miranda llio di por ceriidao a Delicio
da mcsnia certificando so a ceriidao do conctliadin
lu ou nao falsificada, e por (jacto falsificada, qiinl
Vuadvoaflo 1ue s-'ignou a petico. Pede V. S.
Mu. Sr. l)r. iui municipal e de orphaos dign-so
de assim u mandar.E B. M.
Dellrido. Cabo 26 de narco de 1859.- La-
cerda.
Manoel Jos de Sania Anna e Araojo, segundo ta-
hellilo de olas, escrivao do crime, civcl, de or-
phaos e amonte? vitalicio, desta villa e comarca
do Cabo da provincia de Pi-rnambuco por S. M.
o imperador o jr. I). Pedro II, quo heos guarde
efe. ele.
O-rtiUcufuc revendo ns aulas do que faz raenro
:i pelirao tro, '(Mos cansa a poli.;o podida pnr
ertidao e dn leur seguidle :
ftliimt.
Di/. Jnnqnliia Mara do Coiiroio.o, que tendo cha-
mado iimciliai.ao o sen devedor Bonifacio Fran-
-im-ii do Miranda, este comparecen uo juizo de paz,
> coirfcssnu o podido da quanlia dcTi09000 u juros
'la loi ; mas naopagou o pnr isso roquor a snppli-
i nulo a \ S., que visla da conliss.n do snpplica-
dn mande V. S. au esenvio a quem fnr destrbuida
osla, .pie anteando tnm o* documento jiiuln, .suba
iiinetusio sollados o preparados para que soja o sup-
licado condeninadu do pmceiio no principal, iu-
ros e cusas, portento podo a V. S. Sr. juiz Muni-
cipal assim llio deflra.K fl. M.Advogadn, leon.
Despacho.
Como roquor. Cali 2(1 do marco de 1851.Fer-
rriro.
K mais so nao eoiilinha Din dita petiro o des-
parto.
Certifico mais quo a polico est assignada pelo
artvogado Jos Paulo do Rcgo Bnnolo e quo o do-
cumento junte mesma pet-ao, a conidio do
termo de conciliario etTooluada a vale do fererei-
ro do mesmo auno de l&54pcrantc o julzo do pa/.
entre o mesmo advogadn Jos Paulo do Reg Bar-
rlo Como procurador da crudora enm o devednr
llomiacio Francisco do Miranda, o que pola cerii-
dao so conheco quo o tormo fuide concilladose
ouo osla palavra da, ou alterada paraa do iiieonciliados.
Cerlillco finalmente, quo a leltra enm quo foi fa-
bricada a altcr.irao tom toda a semclhauoa com a do
proprio advogadn Jos Piulo dn Bego Barrlo ; o
aos proprios autos mo reporto ; o osla val sera coli-
sa quo duvida faca, por miin escripia n assignada
nesla villa o enmarca dn rabo aos 29 das do me/
do marro do 18.V) 38." da independencia o do im-
perio do Brasil, oscrevi o assignei.
m de verdade
Manoel Jos de Simia Anna r Araujo.
vrisla do ta.s documentos fiquotn a auturidado
superior da provincia o as da comarca do Cabo sa-
liendo quem n cnllector provincial, adrogado c
camarista Jos Paulo do llego Brrelo !!.'
Diario de Pemambuco.Quinta feira 7 de Abril de 1859.
3
nao sondo aUmillida concurrencia a proposta que
niio esliver conformo com o annuncin.
Secretaria do delegado do cirurgiao-nir dn o\er-
cito em Pernambui n ff de abril do 1859.Dr. Jos
Augusto de Soura Pitonga, segundo oirurgi.'io is-
sislonlo.
Helarn dos objectos Ifue siio precisos para comple-
tar a ambulancia, que se tem de remetter para a
enfermara de Villa bella, a saber :
CliineHas, pavea 10.
Travgpeiri ).
Cobertores do .ilgodo 30.
Pratos de folha 2.
Tigellas de folha 24.
Canecos de folliu 21.
Colhercs de cha 24.
Talheres 12.
Pires e chicaras, casnes 8.
Bulo de folha pequeo 1.
Chaleira de ferro grande 1.
Colhor metlica de corintia 1.
CQees do folha 2.
Manloiguoira do folha 1.
Assucnroiro de fnlba 1.
Secretaria do delegado ilo cirnrgiao-mnr dn exor-
dio en Pcriiambiiro Si de mano de 1859. Dr. Jo*t
Sergio Ferreira. delegado dn dritrgiao-iin'ir do
exercild.
Conselho administrativo.
0 eouscllio adminislraiivn, para fnrnnj imoiilo do
arsenal dr guerra, em i iininriinonto dn arl. 22 dn
rosillamente de 14 do dczenibro de 1852, (npabli-
co, quo foraui aceitas as proposlas dos .sonlion-
abai.\n declarados.
Para (orntciiucnln dn arsenal de tierra.
Jos Anlonjo dos Sanios Coeljio705 corados de
panno azul fino do p. 6 a 2-J:IOO.
Jnao Carlos Augusto da Silva100I1 ranadas do a-
zeile de oarrapato, medida nova a lilil).
Mano, i Cardoso de Sau/a06 libras de fio do al-
godao a 880 rs.
Sampaio Silva \ ("..5 arrobas de bren a 2.
Pura n iiteio batalhao do Cea ni.
Anlonio Fern.ira da Cosa llragn50 grvalas do
sola de lustre a (i 0 rs.
O conselho avisa aos sonhnros cima inoiiiiiina-
dos, que di-vi-ni reonllior ou nbjectos romprados no
dia! do corronle s lll iioras da manhaa.
Saladas sessocs dn rousollin administrativo, para
fnriiecimoulo do arsenal do nm, 5 do abril de
1859.Francinco Juagniii l'ereira Lnlio, vocal se-
cretario.
Conselho administrativo.
COMMERCIO.
ril VCA DO REr.TFF. 6 DE ABRIL DE 1S59.
AS TBES HORAS DA TARDE.
Cotaces oOlciaes.
Cambio sobre Londres25 1/2 90 d/v.
cramo sobre Londres 25 3.4 90 d/v. letras de
fura.
Fred. Rohilliard, presidente.
P. Borgos, secretario.
AtPANDECA.
flendimcnlo do da 1 a 5 .
dem do dia 6......
98:832j3
2vl2S7.ff
127:0155187
Descarregam hnje 5 de marco.
Itrigue ingle/.Tlielosfazouda-.
arui inglo^Soraphinaferro e carvu.
Iiarca. inulczal.un.iuiacm.
MOVIMf.NTO DA ALFADKGA.
\ uliimes entrados com fazondas .
t com generus .
Volumes sahidos com fazendas .
* com gneros .
758
612
-----1400
1H1
174
------365
CONSULADO GEIUL.
Rendmento dn dia 1 a 5 17:079gK5
dem da di* C....... 6:503319:1
23:583$I47
DIVERSAS PROVINCIAS
Rendimenlo do dia 1 a 5 .
dem do dia 6.......
2:0508110
0432OO
2:851$312

DESPACHOS DE EXPORTADO PELA MESA DO
CONSULADO OBSTA C1DADE NO DIA 6
N ABRIL DE 1859.
l-iahoa Brigae porlugiiez Tarujo 1, Bastos lr-
nMos, 200 saceos assacar bronco
PortoBurea perluguwa Flor da Maja, Manoel
Joaquim Ramos e Silva 100 sacros assaear
tranco,
cibrallarBarca hoooveriaa 6eKa>, Saundors,
Brolhere 4 C, 2,000 sacos assucnr braoco.
ll
  • ^.flana aanuricana Saoae, Hcury Forster
    *.C-, 1,100 saceos assucnr mascavadu.
    lialtimoreHiato americano Bosamond, Ilenry
    Forster k C, 565 saceos assucar masca vadu.
    ConovaPolaca hespanhola Nicacia, Aranaga &
    Bryan, 800 saceos assucar branro.
    \vres Patacho hamburgnez xOrienlp>,
    Amorim lrraos, 200 barrica assucar brauco, 150
    ditas dito maseavado.
    Exporta^ ao.
    Lisboa, hrigue porlugnez AcHto, conduzin o
    segninto : 2,965 saceos assucar, 20 pipas agur-
    dente, 2 raixes oharutos.
    Philadelphia, patacho americano Comnieroo.,
    ile 208 toneladas, con*nio o soguinte : 2,200
    -aecffliassuear, 1,119 couros saleados.
    Rio da Prata, patacho hnmbnrguez Uurothea
    I rnestina, de 158 toneladas, conduzio oseguinte :
    47 pipas cachara, *) barricas e *l barriquinhas
    assucar.
    RIXEBEDOBIA DF. RENDAS INTERNAS GERAES
    PE l'KRNAMBUCO.
    Rr-ndimentn do da 1 a 5 .
    id-un do dia 6......
    Para Lisboa
    Seguir com hrev idado a barca porlugueza Tejo \
    capitn Jos Emigdin Ribciru, lom grande parle do
    son enrogamento prompto, o recebo alguma carca
    a rc-li-, bem como passagehws, para ns qnaeeoBe-
    roce bom comuiodo o iraiamrnio : a tratar cont
    Amonio Irmaos, na ra da C.ruz, cscriptorio 11. :l,
    ou com dito, apilo na praca docnnimercio.
    Ay
    Para Lisboa
    vai sahir at o dia 17 do mez correntc o berganlim
    nacional < Despique de Bciriz, capito Faustino
    Joao de Carvallio, forrado e encavilhado do cobre,
    de primeirn marcha, j tcm melado do carrega-
    mento engajado, o para o resto e passageiros, tra-
    ta-so rom o capilo na praca do commercio, ou na
    ruada Senzala Novan. 4, e Irarcssn da Madre do
    lios n. 10,
    Sali enm milita breiidade o bom innlieridn o
    releirn patacho Bom Jesut, por ter parle de acu
    rarregamenlo prompin ; para o resto Irala-se na
    ruada Hadn- di- Deosa. 2,
    Leiles.
    Seni reserva de pceo.
    Sevla-fpira S do coripnip.
    fara1 leilao no dia cima ilosif,'-
    nailociiiseuanna/i'inda ra do
    Collegio 11. 15 as i 0 horas em
    poni de lodosos objectos nel-
    le existentes. Pede-se portan-
    toaosSrs. donos dos mesraos
    O conselho administrativo, para innicrimoulo do (|UC (Cllhaill l IlOIldailti (]f Sl't'll-
    arsenal do guerra, lom de comprar ns objectos se- '
    guintes:
    Para o pmidio de Fernando.
    Fariulia do mandioca, medida volha, alqueires
    521; panol almaco resinas 2 : dito paulado, ros-
    mas 2 ; folhinhas do algiheira 2 ; caivetes finos 2 ;
    peonas de ac? canas 2 ; dilas de ganso 100.
    J'nro a enctipturaco das o/fieinas do arsenal de
    guerra
    l.ivrns de talo para conhecimento dns pagamen-
    tos dos feilos dn fardamenlo, equipamentn o roupa
    de hospital 60 ; livros da hitla do quarlu para dis-
    tribiiiciin dos mesmns artigo* 60.
    Para os recriitas ertacianadns na prorincia das
    .[tngtms. i
    Grvalas do sola de lustre 60.
    Ouoin qui/er n-uder taos objectos aprsenle aSj
    suas prupnslas eiu carta taluda na secretaria do i
    cniselhn lis 10 horas da manhaa do dia 13 dneor-J
    renle mez.
    Saladas sessocs doconsellio adminislralivo para '
    fornocimoiitu do arsenal do guerra 5 do abril do I
    1859.Luix Antonio Fatilla, brigadeiro presiden- I
    te do conselho. Francisco Joaquim Pereira Lobo, I
    vogal secrelario. !
    Arsenal de marinhn.
    Deordem do IlUn. Sr. inspector faeo publico quc|
    admitlem-so earpinteboa de machado, ealdeireiros j
    e torn.'iros do ferro, devenda os pretcndcnlcs apre- j
    sontarem-so para admiti nos dias uteis a hora
    em que principiam os Irabnlhos51 da manhaa. !
    Inspeccn do arsenal de marinha de Pornambu-
    co em 28 do marro de 1859.u seorelaain,
    Aleaadrn Rodrigues dns Anjns.
    11:633$943
    776J120
    12410J063
    . }NSULADO PROVINCIAL.
    Rendlmelftft do dia'T a 5 .
    dem do dia 6
    10:2053335
    3:1023403
    13:307$788
    Movimento do porto.
    Xavios entrado no dio 6.
    Ilhas Sandwich6 meros barca americana Pra tx, de 298 toneladas, capitn James A. Haniellon,
    eatpagem 29, carga 2:900 barriscom azoKe de
    peixe; ao capitn. Veio refrescar.
    Macei2 dial patacho ingle Erprem, de 173 tn-
    nelada, c.pilo Orsato, equipagera 9, carga assu-
    car : a James r.rabtren 4 C*. Veio reeeber ordens
    e segu para o canal.
    llio de Janeiro10 dias, galera -franecza Odtlte, de
    458 toneladas, capitn Boullanl eqnipagem 15,
    em lastre : a Tyssot [rere & C.
    A'octo raAidos o rnusnio dia.
    Porta* do salVapor nacional Pertmttn^a, eom-
    maadanle 2o. lente Joaquim Alves Moreira.
    ParabibaBrigue liespanhol Cine, capito Jos
    ViHa, em lastro.
    Cabo da Boa-Bsperanna(alera ingle/a FAbereal,f.t-
    pilaeS. Jai^nan. Suspende.u do lamare.
    OBSERVA0ES METEOROLGICAS.
    ___ BU 6 I'g IBRll.
    0.
    He conformidadec.nu as ordens do Kxui. presi-
    dente da provincia manda o lllin. Sr. inspector do
    arsenal do marinha [azerpublico o eonlrnlar-so no
    dia 7 de abril prximo, as 11 horas da inanbaa, a
    farlura do caes nos lugares inda nao n leudo, com-
    prehcndoudn desde o mesmo arsenal al o Porte
    do Mallos pelo lado da baria do porto e margen)
    dn rio, no bairro de Santo Aulonin, entro as ditas
    pontos denominadas do Becife e provisoria ; po-
    rm tal factura dividida em Iros lances (contratn-
    dole cada nm em separado ennrindo nos prelen-
    dentes) o \" desdo o dito arsenal at o trapiche do
    Angelo ; o2" d'alii as obras do Jos Antonio de
    Araujn no Forte do Mallos, e o 3" rnnsliliiindn toda
    a extencn entre as referidas pontos ; isso por va
    de proposlas em cartas fechadas apresenladas na -
    quelle dia e hora mencionada, o elfecluado com
    quem melhores vanlagens ollercccr, quer sobre a
    presteza e perfeicao da obra, mas anda para a fa-
    zenda obte-lacom a maior economa, podeudo nu-
    los os prelendentcs dirigirem-se a esla iuspeceo
    para o conhecimento das condicosedn mab cu-
    c.erneiilos a tal obra, urna e outra rousa constante
    dn disiripcoe on.amonlo que pois lhes ser mo-
    queadas.
    Inspecoo do arsenal de marinha de Pernambu-
    co em 17 de mareo de 1859.O secretario,
    lexandre Rodrigues dos Anjns.
    Por esta subdelegada acha-se um cavallo ru-
    dado pudrez, que foi adiado prximo ladeira Lava-
    tripa : quem Yir seu legmo dono comparcra nesla
    subdolegaoia, que provandn lhe ser entregue. Sub-
    delegada do Bcbenbc 4 de abril de 1859.
    THEATRO
    DE
    Santa Isabel.
    F.MPRK/.A-GEIUIA-VO.
    7.* RECITA DA ASSrGNATL'nA.
    SABBVDO 9 OF ABltlI. DF. 1859.
    Subir senna o exrellente drama em 5actos, ori-
    ginal doSr. Heniles Leal Jnior
    PEDRO.
    Conhecidn vulgarmente porPKIIBO SI.M MAIS
    N AD.'-
    A empreza deu-so pressa em repetir o drama ci-
    ma mencionado, para satisfazer ns minio, desejos
    de pessoas que o preferem a onlro qualquer.
    Terminar* o espectculo rnm n graciosa secna c-
    mica :
    0 JOS MARA
    SJJDBIBaAJ) 'IiD "ilIAMili).
    PF.BSONAGKNS.
    Jos Mara, rncoiro....... Correia Vasques.
    F.duardo, moco do bolequim. Piuheiro.
    Principiar s 8 horas.
    tenderen com o referido agen-
    te, porque do contrario sero
    vendidos no mesmo dia cima
    por todo e qualquer preco; nao
    se attendendo depois a nenhu-
    ma reclamaeao que por ventu-
    ra possa ap|arecer.
    LEILAO
    Tres iredios
    Segunda-feirall de abril.
    PELO AGE.NTE
    PESTAA.
    O referido agente lompelculomenle aulorisado
    pelo Sr. Manoel Francisco do Arroda, far leilo
    no dia cima designado e polas 10 horas da ma-
    nhaa em son arin.izom ra do Vigario n. 11, dosse-
    giiiutos predios sitos un oidado de Olinda porlen-
    cenles anditoseulior, todos rom exrellciilos acom-
    modaces para familia, e do inleresse para nrren-
    damenln por serem todo edilicadns em chaos pro-
    prios, a sabor:
    lina casa lema de podra o cal, sita na ra da
    Boa llora, com solio, leudo 20 palmos de frente e
    60 de fundo, quintal amurado n com um terreno
    do lado do poenle anuexo dita rasa.
    Um sobrado de um andar silo na ra de S. Rento
    com 45 palmos de frente e 86 de fundo, com duas
    salas, 3 qnarlos e rozinha, e o quintal em aberlo.
    lima casa torreado podra e cal sita na ladeira
    da Rica de S. Pedro Marlyr com 39 palinns do fren-
    te e 60 do fundo.
    Osprelendenles podero desde j examinar as
    dilas propriedades, c para qnaesquer eaelareciann-
    tos dirijam-se ao mencionado agento, que ludo lhes
    ministrar al a hora do leilao.
    Leilo
    A 9 do corrente.
    K. A. Burlo & C. faro leilao por inlervciiro do
    agente Oliveira, de anillado snrtimeiito das melho-
    res fazendas dosle mercado e para a actual
    quaresma, assim como de algumas mais em ser da
    oxlincla ttrma, as quacs serno vendidas sem limi-
    tes em procos : sabhado8du crrente, s 10 horas
    da tnanha, no seu armnzoiu ra da Cruz.
    Avisos diversos.
    4.
    Ddam.
    9 .
    1/Sde
    3 da t.
    6 '
    I
    6
    Comulus
    >

    Clrrus
    >
    vexio.
    X
    g
    s
    Rg.
    a

    >

    TeanonKTao
    tt.l
    27.7
    19.4
    28.8
    27,7
    20:8 7
    22.2
    23.5
    22
    22.2
    =5
    184
    75
    mm.
    757
    8H775H.8
    T56.5
    75B
    A nuitc estere coni graudcs nevoeirqs alguna
    aguaceiros, vento varia ve] e bonanenso, Picando no
    tcrrral e ao amnnhecor mndou pelo S.
    Observatorio do arseoal de marinha 6 de abril
    Yucas Jcmios.
    Delaracoes.
    Trlkanal docomaierolo.
    Pela scen-taria do tribunal do commercio de Per-
    nainbuco se faz publico, que aesta dala lica inacrip-
    w em o oompetaote liirro o Sr Candido Alberto 8o-
    dr da Huta, cidadao portugaez, do 35 annos de
    idado. domiciliado coa (na casa de commercio de
    to-neros de estiva, em groeso, nesla cidade. Se-
    eretoria i de abril de 1859O afficial-maior,
    Dr. Aprigio Guiniaraa.
    aMtoBMlm do eiruratlBu-mr do
    xerrito.
    , delegara do cirurgiao-mr do exerello precisa
    comprar o onjeclns abaixo declarados, que deverlo
    ier onlregues nn hospital perante ajunla militar de
    sade. As pessoas que os quizer vender reunidos oa
    separados deveat remoller suas proposlas em dupli-
    ala em carta fechada secretara do delegado do ci-
    rurgiao-mr do axerciln na praca da Boa-Vista n. 10
    i as 10 horas da manhaa do da sabhedo9 do cor-
    ronle, emquese lem de eHoctuar a compra delles ;
    4
    Avisos martimos.
    aDBajM'jjj!
    l'M\0 BE.\EFICE\TE
    DOS
    ARTISTAS SELLEIROS
    Km nN'i'iiiuiihiK'ii.
    3ue tennn- tfl> solomnisar o segundo aiinvcrsrin
    esta sociodade. domingo, 10 do correle, no pala-
    cete da ra da Praia, faz publico para que os se-
    nbores socios elfccllvos e honorarios e mais pessoas
    O veleiro brigue porlugiiez Activo, deve se-
    guir com milita hrevidade para Lisboa, lem promp-
    la a maior parto do rarregamenlo ; para o resto
    a frote, ou para passageiros, aos quaes olfereceex-
    collentes rnmmndns, train-secnm os rnnsignalarios
    Amorim Irmns, ra dn Cruz n. 3, mi enm o rapi-
    ln liuilherme Waddinglon, na praca do commercio.
    Para o Bio de Janeiro sabe com mula brovi-
    *ade a bem conhecida barca Recife : para carga e
    passageiros, trata-se com Manoel Francisco da Silva
    Cerrir.o, na ra do Vigariu u. 17, primeiro andar.
    lito (runde do Sul.
    Sahir brevemente o brigue nacional Impera-
    dor-, capitn Clemente Jos da Costa para carca
    ou passageiros, Irala-se com Domingos Ferreira i ranco'zu,
    Main, ra de Apollo n. 4. | lana de Sev
    Rio de Janeiro.
    Segu com brevidade a barra Taya ; para o resto
    da carga o passageiros trata-se com Caetano Cyria-
    co da O. M o largo dn Corpa Sanio n. 25.
    Para o Rio de Janeiro.
    Pretende seguir nestes 8 das o veleiro e bem ro-
    nhecido linsue nadounl Laura, lem parte de sua
    carga prompla ; para o reslo que lhe falta trnta-sc
    coa o seu consignatario Antonio Luiz du Oliveira
    Azevedo, no sea escriplorio, ra da Cruz n. 1.
    Para o Rio de Ja-
    neiro.
    O veleiro eDem mohecido brigue nacional Veloz,
    pretende seguir com niuila brevidade, tem parte d
    seu carregamonlo promplo ; para o resto quo lhe
    falta, trata-se com o seu consignatario Antonio Luiz
    de Oliveira Azevedo, no seu escriplorio, ra da
    llriiz n. 1.
    Para o Rio de Janeiro.
    Para o Bio de Janeiro sahe rom milita brevidade
    o bom contiendo palbaliolo Piedade, doqual ac-
    pite Agoslioho Comes da Silva, para carga a frele
    o passageiros a Iralar na ra da Madre de Dos nu-
    mero 2.
    PABA OARACATT.
    Segu em pnucos dias o hite Serjioitno; para
    carga c passageiros dirijam-se a ra do Vigario n. 5.
    Para o Arncatvo hiate fwntiref, para carga
    e passageiros trala-se rom Marlins & frraao, ra
    da Madre de Dos n, 2.
    que nosquizerem honrar, comparecam as 10 horas
    da inanhaa. Sala das cnmmissoes'da sociedad* 7
    .le abril de 1859.Rodrigo Pinto Moreira, Victorino
    Ribeiro dos Santos, Chrialovao Jos de Abrou Cui-
    maraes.
    Ama.
    Predsa-se urna ama para cozinhar : na lalierna
    da ra da Praia n. 27
    Precisa-se de um caixeiro que tenha pralica
    uo taberna, e df fiador a sua conduela : dirija-so o
    ra Vclha n. 67.
    D-so dinheiro a premio sob penhores de ou-
    ro ou prata : na ra Augusta u. 48.
    Precisa-se de urna ama para coziuhar: no
    alerrnda Boa-Vista n. 34.
    O thesnureiro da rmanaade do Senlior Bom
    Jess das Portas, erecta na igreja da Madre de lieos,
    taz scicnte a seus irmaos c au publico, que domin-
    go 10 do correlo cm dianle harcr missa Indos os
    domingos e dias santos as 7 horas.
    No dia 2 do correte perdeu-se do engenho
    Denlo Velhu, em Santo Anuo, al a ra do Sol n.
    11, no Recite, um allinelc de pelte de senhora, de
    una pollogada do dimetro, f.'.rnia ouval, circulado
    de um aro e torea) de ouro lino, que servem do cal-
    va a um fundo de madrcperola, por cima do qual
    assenla nina placa de pur?ellana, em cuja face se
    va una figura de passaro verde com azas e bico
    prelos, golla encarnada e algumas pennas amarel-
    las, e como que quorendo pegar rom o bico una
    pequea mosca prela que v.ia ; ludo arronjadn do
    pequeas pennas nalunies na porcellana, cobeilo
    de ndro ou crystal de rocha : obra mui rara
    aqu porque industria secreta de urna familia
    o somonte so vendo na fabrica de porcel-
    sovros, em Paris : a pessoa que o achar,
    pu approbondcr, love-o ao dito engenho Bento Vo-
    ltio, oua ra do Sol n. 11, que sera devidamenle
    recompensada.
    Precisa-se do orna ama forra ou captiva : na
    na Nova n. 30.
    Iiiiiaiulatl*- de S. .(<>* d'A|guiat.
    0 secretario da irmandade de S. Jos d'Agonia
    erecta no convento do N. S. do Carmo, de ordem d
    mea cegedora. convida a lodos os seus dignos ir-
    mano para se reunirem no consistorio da irmandade
    no da sexta-feira, 8 do corrente, pelas 2 1 > horas
    da larde, alini de.encorporados, acompanh.ir a pro-
    cissao do Senlior Rom Jess dos Pasaos, que lem
    de salar do Canno para o Recife ; o pede a lodos
    que tem capas em seu poder, e nao possa m acom-
    panhar a este acto, de as mandar entregar no pateo
    do Carmo n. 22, em casa do thesoureiro.
    No Jim do cotrenle mez at 2 de ionio, peran-
    te o juiz municipal de Iguarass, na mesma villa,
    vai a praca pela renda trienal de 1:500o por anuo,
    u engenho Jaguarbe, raoente e corrente, boas
    obras, grande producciio, leudo era suas trras urna
    calheira de cal branca, a melhor da provincia, que
    est arrendada por 800$.
    Precisa-se do una ama para o servico interno
    de urna casa de poura familia : a tratar na ra da
    Cruz n. 53.
    Precisa-se de um caixeiro que tenha bastante
    pralica, para lnja de miudezas, dando fiador de sua
    conduela : na ra Dlreiln n. 100.
    Rallar & Oliveira sdenliflcnm ao cnmmercn,
    qitc 0 8r. Jos Francisco Maia dexou de ser seu cai-
    xeiro desde o dia 4 do corrente mez de abril.
    Precisa-se de nm pequeo para caixeiro de
    taberna, mas que tenha pralica da mesma: na ra
    das Crnzes n. 20.
    Precisa-se de um caixeiro que tenha pralica de
    laborna : ni na dn Eneaulamonto n. 77.

    ISO.
    Thouiaz Pavm e sua senhora
    ! lemlo do retiu'-separaEuropa
    !no vapor Avon, que deve cae-
    : gar no dia 1A do corrente, vent
    por iueiodesto agradecer a to-
    dos os seus amigos e fregueses
    o bom trataincnto e proleeoao
    qut semprc recoberam dos mes-
    mos e espci'nm que na sua vol-
    ta que nao exceder de A a 5
    mezos, osiiicsmus seus amigos
    leh'guezes lho eontinnaro n
    prestar a mesma confanca c
    protee^o para com elles na sua
    casa de hos|>etagem na \ illa do
    Cabo aoiuie pretendem conti-
    nuar como referido estabele-
    cimento. Approveilamos ocu-
    sejo para ofierecermos aos nos-
    sos amigos os uossos diminu-
    tos prestimos no caso de que-
    rerem ntilisar-se delles. Onlro
    [siinjulgamos nada de\er aesta
    praca a pessoa alguma, rom til-
    do se alguemse julgar seuscre-
    dAres queiram apresentar suas
    conlasem a villa do Cabo, que
    Isero nmediatameute pagos,
    como tiiinbi'iu esperamos que
    os nossos devedores larao o
    mesmo.
    Precisa-se de um eaixciro de 12 n 1 i anuos :
    na lalierna da ra da liuia n. 44.
    No engonlm Miissupiuliu existen vasioe dous
    silios do lavrador, com rasa e Baada de escravos,
    linas raneas do plantario : dirijam-se ao niesino
    engenho.
    Precisa-so de um earapina fono ou captivo,
    ainda que nao soja bom nfflcial, para Irahalisr a
    jornal : na ra .Nova n. :t.
    Pioeisa-se de um.loriada para o Servico interno
    c externo do una casa do poma familia : na ra do
    : llruin n. 2.
    Miguel Jos Rodrigues da Cosa rotira-sc lempo-
    I rariaroenle para a Europa no prximo paquute, pelo
    I que faz seieiilo a osla praca e a quem interessar possa,
    nano seuestabeteeiaMnib no aterro da Boa-Vista n.
    li.cnilinaemscii movimenlocoinmerrial soba lir-
    ma de Miguel Jos Rodrigues da Costa A Moieira, a
    contar do l.- do corrente, em viriudc da sociodade
    i que celebrou rnm o Sr.Manoel Joaquim Moreira, o
    | qual durante a ausencia do aniiuncianle tica gerindo
    I todas as Iransacenos.o para seus negocios parlirnla-
    Ires consliluido seu primeiro procurador, e em se-
    ( gundo lugar o Sr. Antonio limite I arneiro Vian-
    . na, o em terceirn o Sr. Antonio Jos Villar.
    ! Irmandade do Senhor Bom Jess
    dos Portas.
    O actual escrivao, em nomo da mesa regodnra,
    convida a lodos os seus irmaos a comparecer na
    isroja da Madre de Dos sexla-fora, 8 do corrente,
    i pelas > I 2 horas da larde, para acnmpaulinra pro-
    ' rissao do Senhor dos Passns.O escrivao,
    Jos* Feruandes da Silra Teixeira e Helio.
    Precisa-se de um raixoiro que tenha pralica de
    laborna : na na da Aurora n. 28.
    Proparam-se bandejas de dilTerofles formas
    enm bollinlins linos das molhorcs qualidades, para
    qualquer acto de groja ou fuuerao particular ; as-
    sim como precisa-se singar una prela que saiba
    vender quitanda na ra, e paga-se monsilraenle :
    quem quizer ajuslar ou alngar a prela, dirija-se i
    run da Penha n. 25, segundo andar, que far-se-ha o
    ajusto.
    O arrematante da aferidio desto municipio,
    scientilica a quem interessar, "quo dora principio s
    revisos da uiosmn aforicao no dia 1." de abril iln
    cnenle anno, assim como avisa oquelles que al
    osla dala anda nao aferiraiu os pesse medidas do
    seos esialiolecinieiiios, q,, renham afertr, o Ucam"
    siigeilos a pasar Ingn as ri'vises vencidas, enlen-
    dondo-.-e lambem o mesmo aviso para aqqelles que
    mandam vender pelas mas leile, niel, azeile do ear-
    rapalo, millio, arroz, cama de pareo e agurdenle
    em ancoras. Recito 4 de abril de 1850.O arrema-
    tante. Francisco Pedro Adciiuulu.
    O abaixo assign.ido tendo juslo una conla
    como Sr. Emilio Xavier Sonreir de Mello, na ves-
    pera de seu embarque para a corte dn Rio de Janei-
    ro, de que homo um saldo a favor do abaixo as-
    signado de uuat rcenlos e sessenla c cinco mil o
    lautosris, de tuja conln lhe nassoii o mesmo Sr.
    Emilio Xavier Sobreira do Mello urna letra a 6 me-
    zos c lendo o abaixo assignadq 8 ou 10 dias depois
    mandado selar na volla foi extraviada e como ig-
    nora-ae acude foi perdida avisa-se a loda o qual-
    quer pessoa que liver ochado c a quizer restituirn
    abaixo assignado que receber urnas alviearas. rer-
    tn do que ella nao serve de nada a pessoa que a
    Imuver adiado por nao estar anda vencida c iiem
    auiorisada pelo abaixo assignado de cujo extravio
    foi logo avisado o mesmo Sr. Emilio Xavier Sobrei-
    ra de Mello. Rerifo 5 de abril do 1850.
    Manoel Anlonio do Jess.
    Precisa-se de dous amansadores que enleii-
    dam perfeilaiiieiilo do fabrico do pao e bolacha na
    roa larga do Rosario n. 18.
    Precisa-se de urna ama seeca para lodo o ser-
    vioo, paga-se bem na ra do Sanio Amaro alraz
    da fundirn, padaria.
    = Pecdeu-sc o cann de nina lantcrua de carro
    aonde segura a vela, de rasquinha ordinaria :
    quem a achoii qaeijendb reslilui-la dirija-se a ra
    largado Rosarion. 33, receber o adiado.
    Irmandade das almas da m a-
    triz de S. Frei Pedro (loncal-
    vesdo Recife.
    0 actual escpivo em nome la mesa pc-
    edora convida a todos os seus irmaos
    a rompai-erei-eni na igreja matriz de S.
    Frei Pedro Goncalves, sexta-feira S do
    corrente, pelas 2 horas da tarde, nlim de
    reunidos acoiii)ianJiar a procissao do Se-
    nhor I lo ni Jesns dos Fnssos.0 padre
    Antonio Manoel d'Assurnpcao.
    Alnga-so | leja do sobrado n. 69 da ra Nova,
    em que o Dr. Lopes Mello lem escriplorio : a tratar
    na mcsnia luja.
    Attenco a Aurora.
    Pateo da Santa Cruz.
    Neslc hotel acha-se por desoecupado um qu.ino
    lom janella para a ra, e que se aluga s pessoas
    que necessilaiein ; d-se comida por diminuto pro-
    co, e fornece-sc para fura comida com ardo e pres-
    teza, e procos cnnimodns.
    O Sr. George Prederick Collier, socio arenle
    da casa comiiiercial dos Srs. James Ryder & i: ,
    faz publico, une relirando-se para Kuinpa". deixa na
    adminislracio da dita casa, como geieiite, o Si-
    carios lleiiriquu Rnrlion.
    Attenco.
    Passa-so unin loja de miudezas ou sem ellas, na
    ra Direila : quem a mesma pretender dirija-se a
    ra doi.abug n. 1 B, aguin de ouro, que se trata-
    r do ajuste.
    Companhia Pcrnanihcana.l
    Iiinconsequencia.de ao se
    reunir numero suffiento tlosi
    Srs. accionistas lara a rcuniaol
    annunciailu para < orrenlc.
    Roga-se aos meemos senhores
    para compai-ecerem no dia t)
    do corri'iile as 11 horas da ma-
    nila a na san das sessoes da as-
    sociaQao commercial lieneli-
    t'imte.
    LOTERA
    n.\
    Officiacs.
    Na fundieoda na do Brum n. 28, preci*a-sede
    otliciaes de serralheiro e inachinistas.
    Precisa-se de nina ama para o servico intern
    do urna rasa de pouca familia : a tratar na praca do
    i'.orpo Santo n. 17,
    No dia 1." de abril enrenle fugio da ean dn
    abaixo assignado a sua eserava crinula, de nome
    l.uiza, idade de 30 annos, ponen mais ou menos,
    baixa, lem no rosto alguns pannos, foi eserava do
    Sr. Miguel Piros Falcan, do engenhfl Agua Fra de
    I[iojucn, o foi aqu vendida pelo Sr. Manoel Alvos
    Ferreira de Lima dosla cidade, prcsnnie-se que le-
    nha seguido para a povoaeao de Ipojuca : roga-sc
    as autoridades policiaes e capities de i-ampo a cap-
    tura da referida eserava, e a entrega da mesma a
    seu senhor na ra do Collegio n. 21, lerceiro an-
    dar : o abaixo assignado declara que protesta con-
    tra quem por ventura a livor amulada. Recife 3
    de abril do 1859.Silvino Cuilliermc de Barros,
    A profesrora particular II. Cica Francisca da
    Silva Coulinlio avisa aos {tais do suas discipulas e
    a quem convier, que iransferio a sua residencia pa-
    ra o paleo da Penha, aonde conlina a rooebcr
    meninas internas, externas e ineio pensionistas;
    fazendo objocto de sua aula o onsino de costura'
    bordado de todas as especies, e bem como o onsino'
    de primciras letras, fraucoz, geographa e msica,
    ncluindo ucsta o onsino de piano.
    Precisa-se de urna aman-era para casado
    mulo po.ca familia ; paga-se ln-m : na ra do
    Hnspicio n. 34.
    A. compiinhie do gaz prensa de foguistas : os
    pretendentes dirijam-se fabrica.
    Precisa-se de urna pessoa habilitada, com pre-
    ferencia a um sacerdote, para onsinar primoiras le-
    tras, lalim e francez : quem se julgar rom loes ha-
    biluacoes o quizer r para o mato, dirija-se ao pri-
    meiro andar do sobrado n. R6, no aterro da Boa-
    ^ Bta, que achara rom quem tratar.
    O abaixo assignado faz seiente so publico, e
    os|H-i ,-ilmi-nlo ao coipn do eommercio, que desde :ll
    de dozombro dn ann prximo passado sedeeliflou
    da firma Cannha & Monleiro, licanda com o esla-
    bolecoiunlo, e responsavel pe.....-Uto e passivo
    dessa llrma; assim como fax scirn.....ledoiSde
    ni.uto desle anno admittin como seua socios a seu
    mano Joo Raptsla dos Sanio- i aminha e Anlonio
    Nogiieira Bocrm da 1 unseca, que usar da lino.; i a-
    niinlia, miau o: i'., quo cssase responsahiUsara
    pelo activo e passivo das firmasCatainlia&Montei-
    m, e Ricarda Ferreira dos Sanios i.aniiiilia Per-
    nambuco 6 de abril do 1850.Hicaroo Ferreira des
    Sanios Caminha.
    Qiieu annuneioii querer asaociar-se em um
    engonlio 9 legoasdesle praca, com una pessoa que
    leulia r> i-scravos, e animaos, dirija-so ao engenho
    i:.....en a,,, i;iU Bebarbe, ou anoneje sua nonada
    para ser procurado.
    Campos & Correia (azoro scicnle ao commer-,
    co que venderam sua loja de (aleado na ra do
    Livramento U-ll.aoSr. Manoel Luiz Corroa ; jnl-i
    gam nada de\,.r, mas so algiiein se julgar (-redor,
    aprsenle sua conla nesles tres dias. para ser con-'
    fonda npaga. Recife Cde abril de 1859.
    Preciso-so de nina ama para cozinhar o diario
    de nina casa de poma familia : quem pretender,
    dirija-se a ra dol.liieiiiiado n. 18, primeiro andar
    a Iralar rom l.aoriano Jos de Barros.
    Manuel Jos l.uedes liagalhai vai Eumm
    Iralar de sua .-ande, llcando na gerencia de sen es-
    labelecimenlo e inluressado, Lourenro Pereira Mon-
    de-, por seus procuradores duranfe sua ausencia
    os Srs. Joo Ferreira Ramos, vngeln Baplisla do
    N'asctmenfta e Dumingos Ferreira das Nevos Gutma-
    raes.
    Irmandade de Nossa Senhora do
    Terco.
    () secrelario da irmattade de N. S. do Toreo con-
    vida a .-.eos irmaos a lomar opa em sua igreja, sex-
    ta-feira, 8 do corrente, pelas i 1 i horas da larde,
    aOm de ora corporaro acompanbar a procissao do
    Senhor Bom Jess dos Passns.
    Sexta-feira,8 do crreme, depois da aodien-
    ea do Dr. juiz de orphos lem de se -il'ociuar a ar-
    remalaeao dos reudimeotos ananaes das casas da
    riiadu Aleeiini ns. II c 16, ra de Uorlas n, 78,.-
    ra Augusta, sobrado n. i).
    Precisa-se de um menino para caixeiro de
    loja do miudezas, que lenha 12 a lli anuos : no ater-
    rada Boa-Vista n. 74.
    Precisa-se de un lionicm reino, soltoirooo
    casado, para tomar conla do um silio porto dosla
    praca: a fallar no atorro da Boa-Vistan. 17, segun-
    do andar, para se ajustar.
    Ordem terceira de, \. S. do Car-
    mo do Itecife.
    O secretario da veneravel ordem terceira de X.
    S. do Carmo, em nome da mesa regedora, convida
    a todos ossous charissimos irmaos para que no da
    8 dn corrento, pelas 3 horas da lardo, comparecam
    em nossa igreja paramentados com seus hallos,
    para, em comiinidade, irmos acompanbar a procis-
    sao do Senhor ilom Jess dos Passos, que sahe do
    convento do Carmo para o Corpn Santo, por convi-
    te dnquella irmandade.O secretario.
    Francisco Lope* da Silra.
    O abaixo assigdado faz sdonle ao respcilavel
    publico que dcixou de sor caixeiro dos Srs. Bailar
    & Oliveira desdo a dia 3 de abril; o lhe agradece
    milito o bom tralaiuenlo durante 9 aunosque estove
    em sua rasa.
    Jos Francisco Maia.
    Compauliia das carnes veriles
    em liqqidaco.
    Estando realisada a liquidafaoda mesma compa-
    nhia fallando smenle n i-nbranra de urna divida do
    sert.io, de 3:0008, que deve Domingos da Costa lia-
    mos, o pendente urna reclamadlo contra a enmara
    municipal I gerencia liquidadora, mandou proce-
    der ao ultimo rateio de lodo n existento que se ada
    liquidado, llcando nicamente pendente a referida
    cobranoa, e reclamarlo : sao convidados os Srs. so-
    cios da mesma compauliia arcreberem seus divi-
    dendos em mi do caixa da liquidadle, o Sr. Can-
    dido Tiloma/. Pereira ltulra, em qualquer dia nlil
    das 8 as 11 horas da manhaa, na ra de Apollo, casa
    n. 21, no Recife.
    Fugio no dia 11 dn feverciro um prelo crinlo
    de nome Synriano, idade 60 e lautos annos, alto,
    magro, cor lula, barba bastante, brama, cabello ra-
    b : roga-se a quem o pegar, mi delle souber, leve
    ra llireita n. 69, que ser bem recompensado.
    Jos Antonio Moreira Dias, Braseiro, vai
    Enrona.
    -. ... .-.-, ,W, .,.",,,,', ,:v7-
    Avisa-se aos devotos do i
    | Senhor dos Passos (pie tem |
    % por devocao acompauhar o l
    - mesmo Senhor da matriz :
    | do Corpo Santo para o Car- -
    : mo, que venham comprar 'i
    3 lanteras de papel de lin- :
    j das cores para a procissao i
    ' de quinla-feira a noile : na [
    I loja de Nabuco & C. na ra I
    I Xovan. 2. i
    :.,,,,,. .-, ,.,,.,. ,.;,
    Precta-*e de urna pessoa com ha-
    bilitacoes bastantes para ontramestre
    em loja de ulfaiate : na ra da Madre de
    Dosn. .~C, priraeiroandar.
    """.I.),.. '
    Lava-se e engomma-se com perfeicao "
    brevidade roupas de homcm e de senhora:
    na ra da Cruz n. 53.
    Na ra do l ranielie n. 22, caf roslaurant do
    commercio, predsa-se de um bom enzinheiro e dous
    srvenles.
    .y"m,a-f''ira do corrente, pelnjuizo dos fci-
    tos da fazenda nacional, depois da audiencia do
    mesmo juizo so bao de arrematar a quem mais der
    os seguimos bens :
    Orna casa terrea com snto n. 13, sila na travessa
    da ra _de San-Jos dosla i idado, com S palmos de
    rente, il) de fundo, rozinha fura, quintal murado
    o cacimba, no valor de l:200,-penhoradaaos her-
    deiros de Mariana llormogones da Conceico.
    Urna dita terna sita na ra do llio da'freguezia
    ilo Poco da Panella n. 7, com 20 palmos de frente,
    -A.,. f""do- coz>"l'a dentro e quintal murado, por
    Ml, penlmrada a irmandade do SS. Sacramenlo
    da mesma froguezin.
    Lina dita dita sila na ra do Caldeireiro da fregue-
    zia de San-Jos u. i, rom 2! palmos do frente, 90
    de fundo, cozinha fura, quintal murado c cacimba
    meeira, por 1:8008, pcnhnrada a Thereza de Jess.
    Um cavallo de cor alazn, era boas carnes, e de
    I-mis andares por 9116, penhoiado aos herdeiro.-. de
    l'odro Jos Carneiro Monleiro.
    Quem quizer a posso do cada um dos bens cima
    declarados, compreos ibera no loRrdocostume.
    Becife f rio abril de 1359.-0 solicitador do juizo,
    Joaquia Theudoro loe*.
    ri-sc Ollj a urna pessoa que JA tenha servido
    na pnmeira liulia, para sentar praca por onlro : a
    Iralar na ra da Praia n. SO, ou na' lypographia da
    Unlem na mesma ra n. (3.
    Fugio urna eserava do nome Calharina, retin-
    ta, com os signaos seguintes : alta, de bonita fi-
    gura, elida do corpn, rom un papo no olho, lem a
    cicatru no corpn, signa] da torra della, levou ves-
    tido de chita e panno preto, julga-so ter mudado o
    panno ; por isso roga-se* aos capitie.- de campo e as
    autoridades policiaes, a apprehons.io da dita esera-
    va, e lovem-na a ra dn I.ivramentu n. I, que sern
    recompensados do sen traba lho.
    I)eseja-se arrendar um engenho que tenha boas
    Ierras, escravos o animaes, c nio se pora duvida em
    pagar alguns annos adianlados : conlrala-sc na ra
    da i.ma ii. 81, segundo andar.
    Precisa-so de urna ama para cozinhar e engom-
    mar: na na Nova n. 10, loja.
    Precisa-se de urna ama forra ou eserava, que
    saiba cozinhar e engommar: na ra do Cabuga u. 3,
    segundo andar.
    .* Arronaa-ee um sino com exceitenle casa de
    vivenda no lugar da Torre margem do rioCapiba-
    ribo confronte estrada doJHanguiulio, cuja casa
    alm de ser edificada com millo goslo e ser enlloca-
    da em um ponto du vista agradavel tanto por della
    avistar-se todas as casas da Capunga, Passagem o
    Ponte de Dcha, contmlsalos de 30 palmos qua-
    drados cada una, sendo 3 forradas de rico ppelo
    o tecle- de estuque, 11 quarlos, sendo 5 forrados de
    papel o o tocto de estuque, cozinha fra, bstanle
    OSparoso, cocheira para :i carros, quarlos de cria-
    do i- de prelos, estribara para 6 cavallos, casa para
    gallinheiro e animaos domsticos, 2 cacimbas, u-ua
    com excellciile agua do liebor, nutra com bomba,
    da qual ih'i'.a agua para a casa do banho quo lira ao
    pe, jardiin com figuras e jarros de louoa finos, mu-
    rado na fenlo com portan de ferro, baixa do capim
    ipio sustenta animal dnus cavallos, pomar de larau-
    geiras, selectas c de uiiibign, alm de outsns frur-
    leirasdo pala : ns pretendentes dirijam-se ao aterro
    da Boa-Vista n. 8, segundo andar.
    ,'
    PROVINCIA
    O Sr. thesoureiro manda Fazer publico I
    que te acham a venda todos os dias das 9
    horas da manhaa as 8 da noie, no pavi-
    mento terreo da casa da ra da Aurora n.
    26 e as casas commissionadat pelo mesmo
    Senhor thesoureiro na praca da Inde-
    pendencia numero 22 e na ra Direita
    n. 8.1, at as 6 horas da tarde, somonte os
    bilhetes e meiosda terceira parte da pri-
    men-a lotera do convento de S. Fran-
    cisco de Olind.i, cujas rodas ievero
    andar impreterivclracnte no dia 10 do
    corrate mez.
    Thesouraria das loteras 2 de abril
    de 18590 escrivao. J. M. da Cruz.
    O abaivo assignado encarregado
    das barcacas denominadas Paquete do
    Paro, Flor do Paooe Abismo do Puro,
    estas de propriedade do Illm. Sr-. Joa-
    quim de Souza Silva Cunlia, negociante
    e residente na villa do Paco de Cmara-
    gibe provincia das Alagoas, scientilica as
    pessoas que se servirem. carregar qutes-
    quer objectos desta praca para aquella
    villa, de se servirem marcar os volumes
    dos mencionados objectos com a devida
    marca e com declaracao pata o seu des-
    tino, assim como ter a bondade de de-
    clarar no vetso do subscripto da carta a
    quantidade dos volumes e ueste sentido espera evitar os estravios
    quesedao, por (altadas competentes de-
    clararles e o contrario verificado licarao
    depositados no trapiche, sugeitos a urna
    aroiazenagem que lhe oi imposta pelo
    proprietario do trapiche, (cando o pos-
    suidor das barcacas isemptos de todas e
    quaesquer responsabilidades. As bar-
    cacas cada urna faz urna viagem por se-
    mana, a dirigirem-se a ra da Cadeia do
    Recife n. H.
    Thomaz Fernandes da Cunha.
    Ordem terceira de S. l-'ranrisrc
    to Recife.
    O secrelario da veneravel ordem terceira de S.
    Francisco do Recife convida em nome da mesa re-
    gedora a seos charissimos irmaos a compare*erem
    no dia 8 do concille, pelas 2 horas da larde, na
    Xreja da mesma ordem paramentados de seus ha-
    llos, aiim. de curoi-porddos, acompanhar a prn-
    cissao do Senhor Bom Jess dos Passos, a rnnviie
    da irmandade.O secrelario,
    Hedro llarral da Costa Soares.
    Partidas tobrautas.
    Quem prclendcr um gunrda-livros habililadn pa-
    ra escrever por esto sistema, dirija-se a ra da Ca-
    deia dn llertfe n. 9.
    Precisa-se alugar nina ana que seja capaz
    para n servion nlenio de una pequea familia: ua
    ra das Cruzes n. 41, segundo andar.
    O cirurgiio 1'raiidsco Jos C.vrillo l.eal mndou
    a sua residencia do largn de S. Pedro para a rua do
    Uueimadn sobrado n. j|, primairn andar, por cima
    da loja do Sr. Iloriiardino Jnse Monleiro, aonde o
    acharan romo Sempra promplo para o o\ercicio do
    sua prnlissao.
    Ausenlnu-se de casa nm pardinlio forro, filho
    de una eserava do abaixo assignado, lera 10 anuos,
    cabellos crespos, steeo e nao fein julga-so ter
    sido Iludido on vendido romo esrravo : queiu dol-
    i souber, dirija-se no abaixo assignado, que ser
    gratificado; cujo esrravo chnma-se Tingo.
    Manoel Joaquim do Reg llbuquerque.
    lio da I ao jimanliocer do 0 ilo mez p. p. lu-
    gin do i'.rejodo S. Jos termo da villa do Buipie e
    comarca de Garanhuos, o eseravo Venancio, enm
    OS signaessegiiiiiles : pardo, nllo, grosso, cabellos
    carapinhoe, sobranrelhas cerradas, nariz chalo, bei-
    cos grossos, principiando a barbar, abaiio do um-
    bigo do um lado urna sicalriz de urna furada. no
    peito do um dos pstem urna cicatriz, de um talhn,
    idade ponen mais ou menos dc"22 annos, offlcial de
    sapateirn e c mnitn divertido. O abaixo assigna-
    do pode a todas as autoridades policiaes e capilfies
    de campo quo o pegeme avise ou mande ao men-
    cionado lugar que ser lieni recompensado.
    Antonio f.avalcanti de Andrade.
    Arijos para procissao.
    Na rua da Cruz n. 50, por cima do escriplorio dos
    Srs. Seve Filhos&C, vestem-se anjos para procis-
    sao, rom o maior acete e gusto, e commodo proco :
    na mesma casa acham-se vesluarios bordados, re-
    ceidos pelo vapor intiez, o portante qualquer pes-
    soa que queira una figura ricamente vestida, ode-
    r dirigir-sc i mesma casa, onde seo satlsfeos
    seus desejos.
    Perdou-se no dia 30 do p. p, mez ao sahir do
    Ihealro al a rua Direita, sobrado n. 82, urna pul-
    seira de ouro com algnni esmalto verde, e palmas
    abortas sobro parle lisa : quem a achar, uurreii-
    do levar ao lugar indicado, ser bem gratificado.
    Precisa-se de urna ama Oe lcle que nao te
    nna fillin, para acabar de criar urna menina, qual
    pjga-so bem : na rua Augusta, cosa de Adete
    Jos de Meiidonca.
    GABINETE PORTUGUEZ
    A saboaria da rua Impe-
    rial compra sebo em rama
    a 9$ a arroba a dinheiro
    vista: a tratar com o seu
    administrador.
    r.ompra-sc urna casa terrea no bairro do San-
    io Anlonio mi nos limites de S. Jos com o de Santo
    Anlonio : a pessoa que liver, podeta tratar o ne-
    gocio na rua de S. Jos n. 45.
    r.oniprani-se em casa do N. O. BieberJlC.,
    rua da Cruz n. 1. eneas nes^paasolas, uenicaua,
    sbennos e inoeaaa porluguezas de icd-i
    Vendas.
    DE
    LEITURA.
    A.directora do Gabinete Portuguez de Leiiura.
    leudo em consideracao a ordem e rcgularidade que
    oeve haver no estabelecmento, avisa aos senhores
    associados, queiram ter a bondade de mandar en-
    tregar na bibfiolhcca os livros sahidos para leitura
    ate o lim de terereiro prximo passado
    Secretaria 18 de marco de 1859.O 2." secrelario
    Jos F. liarroltt.
    Precisa-se de um feilor para um sitio perto
    da praca. a tratar na travessa da Madre de eos.
    armazem n. 21.
    Agencia de passa-
    LIVRABIAIMVERSAL.
    Rua Ao i'iO\\e;io !t>.
    (iumar.n* i Oliveira fazem publico, que pelo ul-
    timo vapor rcccbcratn da Iterara du Se. 11. L fear-
    nier, do llio de Janeiro, as obras que o mesmo se-
    nhor havia nnnunciado pelo Diario de Pemamhuc:
    e oulras que abaixo se menciona, as quaes sao ven
    didas na livraria dos annunriautes polos nesmos
    procos porque o Sr. Garnier as vende no llio d.- Ja-
    neiro,
    llovisla Popular, Jornal de Lilteralura (por ftssig-
    nalura .
    Grammatica Latina por Castro Lop^s.
    Historia da Idade media por Calogeras.
    Callu-cisco da Doulrina CLrislaa por Pinlu-iro.
    Arilhnielica grande e pequea por Avila.
    Algebra grande e pequea polo mesmo.
    Compendio do Grammatica Porlugueza por Cyrill.i.
    Titeraturu el inrale por Boosmalen.
    Crdito rural c hypolhecaro porWorneck.
    Bordo, Diccionario ilaliauo-poriuguez e rine-ve a,
    Soiibia Prinlemps por A. Huma filho.
    0 Mrquez de Pombal pormenco Hoberl.
    Marllia por Max Valrej.
    Ilaphael e a Fornarina por Mry.
    1 lli ma Marqueza porMirecourl.
    liccehein-se assignaluras para as seguintes obras o
    Jomaos Cinerario-. :
    Tratada pralico sobre bancos por Gilbarl.
    Copilal, Circulaco e balice por Wilson.
    Revista Popular.
    Galera Lusitana.
    Iniverso llluslrado.
    I ma Triudade de pennas.
    Jardim Pilloresco.
    Relogios
    de ouro patente infjlez de um dos
    melhores fabricantes de Liverpool
    chegados ltimamente pelo ulti-
    mo paquete e alguns de nova in-
    veurio cobertos e descobertos a
    vontade do posiuidor em casa de
    Arkwright & C na rua da Cruz
    Ci.
    OTsMIlOflfilfC
    Rua do Collegio n.20.
    Obras chegadas de prximo que se venden; por
    barato proco :
    Hete/a do Clirislianlsmo ou Conferencias sobre a re-
    ligiao, porMousenhor 1). Frayssinou*.
    Deroco das Dores da Virgem Mi de Dos,
    l'iedosas Medilacoes sobre o Paixio de \ S. Jess
    Clirislo.
    Conferencias pronunciadas na igreja de Jess, em
    liorna, pnr R. P. G. Passaglia.
    A Profanaco do Domingo por Gaumc.'
    Meditadles, oraees o exercicios para lodos os dia-
    do anuo pelo Principe de Hohenloc.'
    Marn, Estrella do Mar, obra de I). Luiz liara de
    Ooncils, precedida de urna Inlroduccio por
    Gaunio.
    \ Impiedade combatida por ronfissao dosmesmos
    impos Opsculo em defeza da Religij.
    As tres Romas. Diario de urna viagem i Italia pelo
    abbade f.aume.
    Relogin da Paixo.
    r.olleceCio das obras poticas do padre Jos \gosli-
    nho do Macedo, acompanhadas ile una bingra-
    phia do mesma e catalogo alpbabetico de todas as
    suas obras.
    Anedoctaszlo Ministerio do Mrquez de Pombal.
    Toalhas adamascadas.
    Fio de vela..
    Estopas.
    Vendem-se em casa de Arkwight
    i C. na rua da Cruz 11.-6I.
    Vcnde-se nma casa de laipa, terreno prnpno
    no lugar da Baixa Verde na Capunga : a tratar uu
    mesma rom Antonio Franrisco de Lima.
    BOM E BARATO.
    Corles de casemiras de cores, fazenda superior,
    >r4 : no Passeio Publico, loja n. 11. '
    Pentes de tarta-
    ruga.
    Vendero-ae ricos penles da tartaruga imporatriz
    a 18 o 14g, ditos sem ser imporatriz alo j/j, verda-
    deras luvasde Jouvin a SftflIO o par, ditas do seda
    para senhora a 1J280, f$000 e 1S800 o par : no
    aterro da Boa-Vista, loja nova n. 74.
    Pecas de madapoao com
    pequeo toque.
    Na rua do Crespo, loja de 4 portas n. 4, junto a
    da esquina que volta para a rua da Cadeia, ven-
    dem-so pecas de madapoao Uno o largo com pe-
    queo loque de arara a 3g500 e 3$800 cada urna.
    portes.
    Claudino do Rogo Lima lira passaportes para den-
    irn e fora do imperio, por commodo preco c pres
    teza : na rua da Praia u. 43, primeiro ailar.
    AUeni-an,
    Alu?a"s" urna grande casa- terrea e de solio, na
    liba dos Ralos, contendo 4 salas, 2 gabinetes, 7
    quarlos, oo/.iuha fra, carimba, quintal murado,
    propria para numerosa familia : a tratar na mesma.
    O abaixo assignado faz ver ao commercio que
    tem justo e contralado a loja de calcado 110 paleo
    do Unamente n. 11, pertenceute'a Campos r Cor-
    roa : quem se julgar com direito 4 mesma, apre-
    sonie-se no prazo de 3 dias; o mesmo abaixo as-
    signado faz ver que precisa de 8 ou 10 otliciaes de
    cliaruteiro, pagando o cunto do 40a 800 rs., de 30
    a 000 rs., de 20 a 500 rs., c do carregacio a 440:
    quem pretender trabalhar, drija-se a mesma loja
    decalcado 11. 11, para tratar.
    Manoel Luiz Correia.
    Precisa-se de um amassador que entenda de
    botar massa em sulvndro : na padaria do Porte do
    Mallos
    LOTERA
    Os ;-!>ii\o assignados venderam em
    cus bilhetes aa ultima parle da segunda
    e primeira da terceira do gvmnasio os
    seguintes premios :
    Ns.1953 meiobilbete 1:000
    2*01 meiodito 200$
    bilhete 100$
    mcio 100#
    bilhete ."iO.s-
    meio 500
    Os 8potcento da le o pago na sua
    loja da praca da Independencia n. 40 ;
    os mesmos tem exposto a venda seu f'e-
    lizes bilhetes da terceira parte da pri-
    meira de S. Francisco de Olinda.
    Vieira & Rothechild.
    2191
    1850
    1727
    220V
    Compras.
    Compra-so nina eserava nota, sadia som vi-
    cios, que SMbaeoiinhar e engommar: no paleo do
    Paraizn n. 10. v
    Compra-se urna carreen em bom estado que
    tenha aneaos proprios para cavallo : na rua do
    Crespo, loja do \islo Aieira t'.oelho \- C,
    I'ma Baixa completa com fcrro= de cirurgia
    para amputacao, rende-se na rua das Cruzes 2*.

    po
    V endem-se na rua do Qutmado n. 19, mantele-
    tes prelos ricamente enfeitados, e sendo toda a fa-
    zenda bordada e o mais moderno em gosto ; a ellos,
    antes que se acabem ; grosdenaple preto de toda-
    as qualidades, o per menas do que e:u outra parle.
    Venda.
    Anda esta para vender-so urna bem construida
    e forte carroca para boi, nova e sem uso algoni,
    da-se por menos alguma cousa do que rusten :
    para ver, na offlcina do Sr. Leal, rua em seguimeu-
    to a do Rosario ou Conceico, na Boa-Vista, o para
    ajuslar, no primeiro anddr do sobrado n. 30 na rua
    estaeita do Rosario em Santo Anlonio.
    vonde-se urna ptima eserava coz.iuheirn, eu-
    gommadeira c lavadeira : a pessoa que a quizer
    comprar dirija-se rua do Cano n. 38. Vonde-se por
    precisSo. '
    Vcnde-se urna casa terrea em chaos proprios
    a tratar na na da Conceico do Boa-Vista n. 27.
    f,^?8^6 Penteg a Imperatriz, de massa que
    pouca difteronra fazem dos de tartaruga, para quem
    quizer andar moda com pouco dinheiro : na loja
    ao tartanigiioiro na rua das Trincheiras n. 8 ; v< 11-
    de-sc mais barate do que eU1 outra qualquer parle.
    Luvas de todas as
    qualidades.
    Acaba de ebegar i loja d'aguia branca um novo e
    completo sorlimento de luvas de todas as qualida-
    des, sendo as verdadeiras de Jouvin brancas, cor d.-
    caima e pretas para homcm e senhora a 2$5O0 o
    Pnr- J'5fs de seda brancas e amacollas para senhina
    k 1 j par' d'1"" ,ni" borllas a lJfiOO, dilas
    bordadas com lindas palmas a 2$. ditas mu finase
    bonitas enfeiladas com palnfts e bicos a 2n00, di-
    tas pretas tainbcm de seda com palmas e lucos en-
    tenadas com vidrilhos a 2*500, ditas com palmas e
    'isas a 2$ e 1|600, ditas de terral mui finas com
    palmas de vidrilhos a 2$, ditas tambero finas coiu
    palmas de relroz e lisas a 1J500 e 1200, ditas .te.
    ^da para meninas a 13200, dilas para homcm a
    i-ji^ iss'm como militas oulras de diversas qua-
    lidades, como de lio de Escocia brancas o decores,
    brancas de castor, mui boas e fortes, e de algodan.
    proprias para montara c guardas nacionaos, aos
    baratis.-inios pn-cos do 1| ate 320 o par : na rua
    do (Juoiniado, nos qualro cantos, teja d'agnia bran-
    ca n. 1C.
    oras e dminos.
    Vispi
    Visporas ero bonitas csiiinhas de madeira envoi-
    nisadas, com 2 lian as a 2jj, em oulras CaUinhasa
    IglM) e 1S. douilns mui bom feilos e segaros 1
    ISOOo 1SZS0 : na rua do Oueirjado, loja d'aguia
    branca n. II!.
    Vendem-se alguns escravos do servico de
    nina familia que se retira da provincia, garanliodn-
    se o coinporlnmcnlo e saude dclk -. pecea '. s.-
    renden a pessoa cntrhecida e rapaz dn trata-ln.
    bem : nesla trpographia.


    >
    Farinha de trigo
    SSSF.
    Fcrnandes 4 Filhos tem superior farinha de tri-
    go da marca SSSF rhi>gada anin do. hontem que
    cndeiu a prego raiiilo i>m nula mi sou armasen]
    na da Cadeia n. 03. beeco da Madre de Den-- n. 12
    Vende-ie uma cata terrea : na rua
    de llortas n. 3li.
    Calcado superior e barato.
    Rua Direita n. 45.
    Borzeguins da trra de 55 a 37,
    obra boa a
    Borzeguins de enhora (Joly).
    Ditos de homem.
    Sapa tos de trancinha.
    5*000
    8s800
    IsfcOO
    xVGF.XCAV
    FUNDIClO LOW-MOW.
    Rua da Sonzala Nova n. 42.
    Nesle estaholorimenlo continua a haver um com-
    plelo sortinieiilu de nioendas e meias uioondas para
    engrillan mai lunas de vapor e taixasdo ferro bali-
    do e coado, de lodos os lmannos para dilo.
    CHEGUEIKI
    Aloja da Boa F
    Qne sl vondendo muito barato.
    o Si?!k!Snapi'> '"''','1 m"i'" spP"'r a 1,800, 28,
    2,.illU. .t$, J.500 e 4g o covado, sarja preta hespa-
    nhola mmto superior a 2,200 o ovado, golim ia-
    oo mnilo superior a 3,500 o aovado, panno pelo
    lino a 28, 3, 4, 5. 6 e 88 o covado, ensenara prela
    manto lina a 2g, 2,500, :18, 3,500 e .(S o covado,
    ricos corles de rlleles de velludo prelo bordados a
    12, ditos de duo de cores.a 7$ c 10, e inuilo su-
    periores a 138, ditos de gorgurao prelo a 3,500, di-
    tos de dito de cores a 4,500, merino preto setim
    muito Uno a 1.120 o covado, alpaca prela milito
    Unaii 640, 800 18 o covado, meias pivlas de la
    mallo superiores proprias para os senhores sacer-
    dotes a 2j o par, ramhraia de linlio muilo fina a
    6S a vara, esguiao de linho muito fino a 16,000 rs.
    a peca com 12 jardas, brntanlia de linlio muito e
    muilo larga a 208000 a peca rom 30 varas, cani-
    braia adamascada para cortinados a 12,000 a peca
    com 20 varas, bramante de linho muilo superior,
    com dua varas de largura a 2,400 a vara, aloalha-
    do adamascado com mais de 8 palmos de largura a
    1,280 avara, hrira liso, Hamburgo, muilo fino a9
    e a IOS a peca rom 20 varas, esguiao de algodao
    muito liiu a 3,200 a pera com 12 jardas, cambraia
    lisa muilo fina a 58 a peca com 8 1/2 varas, dila
    muilo lina a 68, 6,500 e Sjj a peca com 10 varas
    dila muito flifc com salpicoa a 900 rs. a vara, e a
    7$ a peca com $ 1/2 varas, fil de linho bordado a
    1,400 a vara, maulas pretas bordadas a 108, veos
    da mesma qualidade a 12.000, golnhas de fil
    minio bem bordadas c bastantes largas a 1,200 ca-
    da uma, lencos de cambraia de linho com bico lar-
    go em vqlta a 2S, meias hrancas de seda para me-
    ninas a 28 o par, ditas brancas de algodao muilo
    linas para senhora a 3,600 a duzia, dilas ingieras
    muito superiores tambem para senhora a 5$ a duzia,
    dilas para meninas de todos os lmannos a 280 o
    par, ditas para meninos a 240 o par, ditas de algo-
    dao cru para homem a 1,800, 28, 2,500, 3 e 48, e
    inglezasmuito superiores a 5,000 a duzia, lencos
    brancos de cambraia para algibeira a 2,400 a duzia,
    ditos niaiorea a 3,000 a duzia, ditos muito grandes
    proprios para a cabera a 400 rs, cada iim, ditos
    muito finos de esguiao de linho a 7,500 a duzia,
    ditos de linho de cores escuras e las proprios
    para os tabaquistas a 400 rs. cada um, chales de
    merino liso de lindas cores com franjas de seda a
    6g, ditos de chaly com listras de seda em volta e
    com franjas tambem de seda a 7$, ditos de merino
    bordados a 98, ditos de touquim muito superiores
    bordados em duas ponas, com franjas muilo com-
    pridas, pelo baratissimo preco de 4581)00, ricos
    peales de tartaruga a imperatriz a 12 e a 208, le-
    ques muito finos a 4,500, ligas de seda a 1,280 o
    par, chapeos de fellro muilo finas a 5 e 68, brim
    branco trancado de linho muito fino a 1,280 avara,
    dito incorpatfo muito superior a 1,440 a vara, dito
    de coros de padroes muilo bonitos a 18 a vara, di-
    tos de quadrnhos muito proprios paja obras de
    meninos a 200 rs. o covado, ganga amarella fran-
    reza muilo fina a320 o covado, dilas escuras muito
    superiores a 560 o covado, camisas de riscado mui-
    lo bemfeitos i 1,500, cambraias francezas de cores
    muito bolillas a 400 rs. a vara, entre meios muilo
    linos a 1,920 a peca, liras bordadas muilo finas a
    I ea 43 a pera, o alem disto um completo sorii-
    mento do fazendas finas e grossas, que vendem-se
    por preros mui commodos, s alim de se fazerem
    grandes vendas : na na do Queimado n. 22 na
    bem ronhecida loiadaBoa F.
    CHEGIEM
    Ao barato.
    0 Preferir* est Qneimando.
    Na rua do Queimado n! 2, esquina do becro do
    Pene Frito tem o Preguira para vender por bara-
    lusimo preco un completo sorlimenlo de fazendas
    bem como sejam rrtos de cassa e soda de Jindis-
    simos goslos a 68500 cada um, ditos de laa e seda
    de lindLssimos goslos e superior qualidade a 78 ca-
    iorI'J!'' i''"r,l's ""robna branca com salpicos a
    .ijjooo, ditos de dita com flores de cores a 38800,
    S""f mescladasde padroes e superior qualidade
    a 540 o covado ; chitas escuras e claras de cores
    xas a 160, 180, 200 e 240 reis o covado, cambraias
    adamascadas para cortinados de camas, pecas de
    20 varas a 118 cada uma, grvalas prelas e de'cores
    Ti"' """ mU't0 flnaS a ^ e 'S000' dit*8 s'''"
    ellas a 800 A> 18 cada uma, dilas com molas muilo
    linas a 1600, lencps de seda com algum enfeilo
    a euti res cada um, grosdenaple de cor de boa
    qualidade a 1J800 o covado ; cortes de casemira
    Una a 6$, ditos de meia casemira a 28, ditos de di-
    kmai4 a 2$60" Mda ">, cortes de brim de li-
    nho a 18700 cada um, cortes de gorgurao para col-
    etos a 3g cada um,: ditos de merino bordados de
    lindos goiitns 48500,1 ditos de casemira prela borda-
    dos a 38800 cada uro, cambraias Usas de 8 varas a
    |5u'.4#.4g400. 4g(*00 e 5g500 a peca, ditas lapa-
    das com 10varas at, 4g500.58800,68500 e 78200
    'I^^l^deorghndys, M*nda niuilo larga e
    lina a geoo, alpaca prela com 6 palmos de largura
    propria para samarrhs e capas de padres a 800 reis'
    hales de laa finos con barra matizada a 48500 di-
    l0lu,n"'rin lis0H 4*800' dilus de it0 lardados
    ?? a ,lm- l*Cs brancos com barra de cor
    a 100 e 140 reiscadalum, chitas trancen* para ro-
    bera a240 res o covado, brim bramo de lislra de
    puro buho a 800 rek a vara, dito de liiidissiinos
    goslos n superior qujlidade a 1440 a vara, dilo
    branca muito fino a ll|280 e 1S400 a vara, cassas
    de cores de Iindisslipos goslus a 360 e 400 rs. a
    vara, mussebna de e ares a 320 o covado, dila en-
    wS? /0Tadr ?*emira pr,ta a 2200'
    2$ 100, .tgoOO c 4g o cavado, panno luto azule cor
    de rape de superior riiialidado a 5g o covado dito
    preto a 2gS0d. 3g500]4g. 4800, 5 e 58500 o co-
    vado, alpacas de sedal de superior qualidade a 900
    rs. o covado, rolos do bretanha com 10 varas a 28
    LIS1"10 larg0 muiloi flno com bonitos lavores
    18280 a vara, tovas del fio de Escocia brancas c de
    cores a 320 o par, rajnbraias napolitanas roxas e
    Unes de quadros a 360 a vara, ou 220 o covado
    nsc adinhos francezes de quadros a 180 o covado'
    bramante muilo largla S400o covado, velbutinas
    de todas as cores a 720 o covado, meias cruas eara
    homem a 160. 200, 360 e 400 rs. o par, ditas para
    senhoras, de todas as jualidedes, paletots do alpa-
    ca preto a 5g, ditos de meia casemira a 8, ditos
    de pannos pretos e d cores a lOg, luvas de seda
    para senhora a 18200 par, ditos de seda bordadas
    de lindos goslos a 2J2O0 o par, merino setim de
    todas as cores a 720 zendas que se deixara qe mencionar, e se venderao
    por baratissimos precoft; e se daro amostras com
    enhores.
    Espartilhos francezes de nova
    inyenco.
    Vendem-se espartilhos francezes de molas e car-
    retLs, o melhor que se pide encr.nlrar nesle gene-
    ro, na bemfeilroia e na commodidade, a quem usar
    delles, pelo baratissimo preco de 6, 7 e 8. Estes
    esparlilnos sao chegados no' ultimo navio tiancez
    e so se encontram na rua do Queimado, na bem co-
    uhecida loja de miudezas da Boa Fama n. 33.
    Na loja da Esperanza,
    lina do Queimado n. 33 A,
    vendem-se para a quaresma (odas as fazendas pro-
    prias desses actos, e especialmente franjas prelas
    com vidrilho, largas e estreitas, de 600a jga vara
    ditas sem vidrlho a 400, 500 e 640 rs., e tamben!
    mais estreitas a 320 a vara, trancas com vidrilho
    proprias para as mantas em uso a 6*40, 700 e 500 rs.
    a vara, enfeites pretos com vidrilho a 4 e 5, ulti-
    mo gosto, fitas de velludo largas e estreitas a pre-
    ros commodos ; na mesma loja se encontrar inul-
    tos objeclos, diversas miudezas que al hoje teero
    sido exclusivas de cellos eslabelecimentos desta
    prara : todo o sorlimenlo em perfumaras, pos,
    opiat, extractos diversos, leite virginal, pommad.i
    regeneradora, imperial, agua de Colonia de diver-
    sos lanncantes inglezes e francezes, sabonetes, cor-
    echiquesm, escovas, espelhos, pentes, etc.
    Para a quaresma.
    Ka rua do Livramento i.l tem corles de vestidos
    de grosdenaplos preto com 3 orden de babados pelo
    preco de 40 o corle, e para acabar, por sso ^ {.cn.
    de tao barato.
    Hecousa muito boa.
    Vende-se a verdadeira pomada para Ungir ca-
    linos pelo barato preco de 1 a caixinha, com es-
    rovtnha propna : lambr-m se vende massa para
    aliar navalbns a 320 : na rua do Queimado, na bein
    onlieiida luja de miudezas da lloa l'aina n. 33.
    Clieguem aloja nova
    Aterro da Boa-Vista n. 74,
    Que acharan o novo complclo sorlimenlo do
    mmdevas, e aliauea-se vender mais barato do que
    em outra qualquer parle : tacas e garios de cabo de
    bataneo a 5ga duzia, dilas muito fiuas a 6/e 7
    ditas de cabo de viado a l200, dilas cravadas e oita-
    vadas a 3K200, meias para senhora a 240, 320 e 400
    res o par. dilas prelas para homem a 260, ditas
    cruas para homem a 160, 200 e 320 o par, dilas de
    cores muilo finas a 200 e 210 o par, haralhos de
    inias Porl"f;"p/JS a 2(,. dilas franrezas a 320 e
    400, peonas de acn de lama a 1g agrosa, dilas sem
    0 ser 500,ricas abotoadiiras para piinhosa64(lopar,
    raixinhas rom agulhns franrezas a 240 e 320, mas-
    sos de grampos a 40 rs., cartn e raixas de colche-
    tes a 70 rs., cinluroesde borracha a 600, suspenro-
    rios a 240, enfladores de linho para csparlilho a
    120 e 160 cada um, caitas com lamparillas a 60 e
    80 rs., resma de papel de peso a 3gl00, dilo almaeo
    a 3) e 38500, sapatos de luslrc para senhora, obra
    muito bem feila a 1600, dilos de marroquim roxo
    e prelo a 800e00rs., sapa toes de luslre para lio-
    mem a 38800 e 4g o par, dilos do Aracaly para me-
    ninos de 6 a 10 anuos a ljl20 o par, nimio ricas
    franjas prelas de seda e de liia e linho para enfeilar
    >estidos, filas de ludas as qualidades e lisouras de
    todas as qualidades e amitos mais objeclos que se
    torna enfadonho mencioia-lus.
    SYSTE1A MEDICO DE B0LL0WAY.
    PIEDLAS HOIXWOTA.
    Kste uiesliniavelesperiliro, roniposlo inleiramen-
    te de uen as niediciones, nao canlm mercurio, nem
    llgunia outra substancia delecten*. Beneflno mais
    tenra infancia, e a rompliiao mais delirada he
    igiialmenlr promplo e seguro para dusarnigar o mal
    na ronipliiao mais robusto be inleiramente inno-
    enile em suas operacoes e efleitos; pois busca e
    MinovM asdoi'iiras de qualquer especie e gru por
    mais antigs e leazos que sejam.
    Entre inilliaivsde pessoascuradas com esto reme-
    dio, inuilas queja eslavaui as piulas da niorte, pre-
    sen ando em sen uso : conseguirn! recobrara saude
    e forras, depois de liaver lentado iiiiililinenle Indos
    os uniros remedios.
    As mais allullas nao devem enlre^ar-se a deses-
    peraran ; faram um rompeleiile ensaio dos ofliraz.es
    efleitos desla assombrosa medicina, e prestes recu-
    peraran o benellcio da saiule.
    Nao se pena lempo em lomar este remedio para
    qualquer das seguinles euferinidados :
    Pobreto da especie.
    Cotia.
    Ileinorrlioidas.
    Hidropesa.
    Ictericia.
    Indigestoes.
    Iiillamiiiai oes.
    Irregularidades da mens-
    truaro.
    I.ombrigas di' loda espe-
    Piario de Pernambuco.Quinta fera 7 de Abril de 1859.
    Loja n. 37.
    lh
    Aviso.
    na ma do Queimado a loja
    de quatro portas.
    Seenconlra um cmplelo orlimea|n de grosde-
    naple prelo de 1g600, 18800, 28. 28200, 2JHMI,
    2,800, ;lg e 3,200 o covado, dilos de cores de 1,600
    e 2g o corado, panno lino prelo de 2,500 al 12j> o
    covado, dito cor de rap e verde enr de garrofa,
    fazenda muilo superior a 7g u covado, casaveques
    de fuslao ricamente eiifcitados de ricas Iranras lin-
    gindo lindos bordados a 18g, corte de vestidos de
    phanlasia muito lindos e dosniais modernos a 188,
    dilos bordados a velludo decores muilo lindas a
    30g, ditos bordados a seda com lidas flores a28g
    cada um, palelols de panno o de casemira prelose
    de cores de 16 at 5g cada um, ditos de brim
    bramo muito Unos de 5g, 5,500 o 6,8 rada um. ricos '
    pannos da mais fina casemira de lindas cores para
    cima de mesa de meindesala, loalhas de linho rru '
    proprias para rosto a 18280 rada urna, redes de
    ores vmdas da Babia da Traicao, obra muilo bem
    acabada, pelo diminuto proco 'de 18g cada urna, e
    Mtras niuilas fazendas que s rom a vista do com-
    prador se poder mostrar, e se venderao por pre-
    co milite commndo.
    \ ende-se muilo Uoni dore secen de caj : na
    Soledade, labenia grande confronte o oiao da gra-
    ta, se dir quem vendo.
    Luvas de pellica, de Jnuvin verdndeiras a 28000,
    muilo novas, e banha francesa as libras, meias li-
    bras e quarlas al ancas a 29660 a libra : na loja
    de miudezas do alerro'da Boa-Vista n. 82.
    lti'loios de ouio |i:ilcnlr 11-
    illi'/ ilc tni dos iiicllioiTS fa-
    lniciinli's de I.M'i|iool, rliejw-
    dos iilliniaiiiiMili- polo ultimo
    paqnele o alguns de no.a in-
    MMit;aololici-lo p iIimoIii-Mos
    a >oiiiadedopossiiidon'iu ca-
    sa de, Arlwigfct 4V ('.. rua da
    Cruz n. til.
    Relogios.
    Vendem-se relogios de miro inglezes de palele:
    no arniazeni de Augusto C. de Abreu, rua da i a-
    doia do Kecife n. 36.
    TACHAS
    para
    GRANDE SORTIMENTO
    DE
    ; Roupas Teitas c todas:
    NA RfJADOQUEIHADO N. 10.
    exlenua-
    Arridenli.s epilpticos
    Alporcas.
    Auplas.
    Arelas mal de).
    Aslliina.
    Clicas.
    r.onvulsoes.
    Deliilidade
    rn.
    Dcbilidadc nu falla de for-
    ras para qualquorcousa
    Dvsinlrna.
    Dor d' garganta.
    de barriga.
    nos rins.
    Dureza no vonlre.
    Enfermidades nu venln
    Hilas no libado.
    Dilas venreas.
    Enxaqucra.
    Hi'ivsini'la.
    Pebre biliosas.
    Pobreto inleriiilenle.
    Vondem-se astas
    GOES V* HAS I O.
    2 ', Ricos sobrecasacos d
    'ei/js, rom golla de velludo
    5g, paletots sarros de casemira de cores I
    .. escuras u 10, dilos sobrecasacos padroes
    panno Uno preto
    sem ella a 22g, o
    Mal ile podra.
    Manillas na cutis.
    (Ibslrucrau de vonlre.
    I'lilysira ou consiimprao
    pulmonar,
    ilelencao de ourina.
    lllieiiiualismo.
    Syinplnmas segundarios.
    Tumores.
    Tiro doloroso.
    ulceras.
    Venreo (mal*.
    le estas pillas no estabeleeimento ge-
    ral de Londres n. 221, Slrand, e ni loja di? lodos
    os boticarios droguistas <<. mitras pessoas eucarrega-
    das de sua viuda em toda a 'America do Sul, llava-
    na u Hespanlia.
    Vendem-se as bocetinhas a 800 rs. cada nina dol-
    as conilni nina inslrurrao em porliigucz para ex-
    phcar o mudo de se usardestas pilulas.
    V) deposito geral be em casa do Sr. Soiini pliarma-
    ceuliro, na rua da Cruz n. 22. in Peruambuor-
    MACHINISMO
    0)
    Na fundirao de ferra do n^enheiro Da-
    \ id \\. Bortman, na rua
    do liiiini, passando o rhafariz.
    Ha si'mpie um grande sorlimenlo dos seguinles
    objeclos de inri-anumus proprias para engenhos, a
    a saber : tnoendas c meias nioendas da mais mo-
    derna conslrucriio lachas de Ierro fundido e bali-
    do, de superior qualidade c de lodos os lmannos ;
    rodas dentadas para agua ou animaos, de todas as
    proporroes ; crivos e bocea de fornalha e regislros
    de boeiro, aguilhes, bronzes, parafuzos e cavi-
    Ihoes, monillos de mandioca, ele. ele.
    NA MESMA FINDICO
    se execulo todas as encommendas com a superio-
    ridade j conhecida com a devida presteza e com-
    modidade em nreco.
    No armazem de E. A. Burle & C, rua da Cruz
    n. 48, ha constantemente para vender:
    Champagne marca de fogo da melhor que vem ao
    mercado.
    Chocolate de todas as qualidades.
    Burras de ferro das melhores que tem rindo a este
    mercado.
    ATTENCAO AO BARATO.
    Na Iravessa da Madre de Dos u. 12 vende-se mais
    barato do que em outra parte, e em saceos grandes,
    cevada muito nova, trelo, milho, feijao amarello e
    branco, ancorelas de azeilonas, ludo ebegado ulli-
    niuincntc do Porto.
    Cortes de la.
    Ainda reslam alguns cortes de la fina para ves-
    tidos, com 16 rovados cada corto a 4g, esiao-se a-
    cabando: na rua do Queimadu n. 22, na loja da
    boato.
    O Leite fe Irmilo continuam a
    torrar.
    Mussulina toda encarnada, covado 220 rs., cam-
    braia lisa muito fina a 3g8O0, 4g800, 5g200 e 5g600
    rs. a peca, de 10 jardas, brim de linho para calca
    de bonitos padroes a 880 rs. a vara, cortes de meia
    casemira a 3S000 rs. cada um, lencos de cambraia
    de linho a 3g200 e muilo finos a 4J500 rs. a duzia,
    chales de touquim pretos, ditos de merino pretos!
    dilos de merino liso de. todas as cures a 4g800 rs., e
    bordados a 6S800 rs., chitos fraucezas de cores 11-
    xas a 220, 240,260,280 e 300 rs. o covado, madapo-
    lo a 2g800, 3g200, 3g800, 4g000, 4g200. 4S80U
    5g000 e 5g500 rs., e muilo lino a6g000 rs. a peca, de
    20 varas, palilols de alpaca muito finos a 6$00 rs.,
    corles de coletos de casemira a 6g000 rs., esparti-
    lhos para senhora a4, 6o 83rs., e dos modernos a
    9jrs.,saias para senhora al9600 rs., bordadas a 3a
    rs., e muilo superiores a 4 rs.,' golliuhas muilo
    bem bordadas a 3500 rs., manguitas e camiziuhas
    muilo linas para senhora, corles de cambraia do
    gaz a49rs., topetas para sala al800 rs., para por-
    ta de sala a 49 rs., e para cabriole! a 2500 rs.,
    meias muito finas parr senhora a 29800 rs. a duzia,
    ricas colchas de damasco de seda a 25 e 329 rs. cada
    uma, cortes do cassa dHindos desenlies a 29 rs
    boas chitas escuras e de lindos padroes a 200 rs.
    covado, meias de todos os taannos para menino e
    menina, guardanapos a 49 rs. a duzia, pecas de
    cambraia lisa de 12jardas a 39 rs., mussulina'bran-
    ca a 300 rs. o covado, loalhas para mesa a 49 rs re-
    des de folha a 69 rs., e ha outras militas fazendas
    que se vende por barato preco. e de ludo se dar
    amostras.
    L0J4D4 B04F.4MA.
    Vendem-se por preco que faz admirar riquissimas
    Utas lavradas de todas as cores e larguras, Illas lisas
    com ponta e sem ella, bicos brancos de seda de mui-
    to lindos padroes ede todas as larguras, tramoias
    abertas de linho para babados a 120 e 160 reis a vara
    jarros para flores a2g o par, atacadores ou enfladores
    de seda de todas as cores para veslidos.ditos proprios
    para espartilhos, tesouras de todas as qualidades
    as mais Aasque he possivelenrontrar-se.agulheiros
    de marfim e outras muitas qualidades, Utas de vel-
    ludo de todas as qualidades, bolcinhasde ramurra
    muilo lindas para meninas de escola, frasquinho
    com cardinal a melhor cousa que tem apparecido
    Sara tirar nodoas em qualquer qualidade de fazen-
    a. pelo muito barato preco de 2g, tranrinhas de se-
    da de todas as cores muilo lindas proprias para en-
    feitar roupinha para meninos o meninas, e outras
    muitissimas cousas que se afianca vender-sc ludo
    por preco baratissimo : na rua do'Queimado na bem
    conhecida Iota de miudezas da boa fama.
    NA
    TMiLU
    IIua do Queimado n. 7.
    Nesle cslabeleeimento adiaran os compradores
    o mais variado e completo sortimento de tudas as
    qualidades, como sejam :
    Vestidos de seda pretos com babados .
    Ditos de dito de cor com babados. .
    Crosdenaple preto fino de IgOOO a .
    Hicos manteletes pretos i princeza Clotildu
    Curtes de calcas de hrim de linho de cor a
    Carleiras de perfumaras inglezas. .
    Camisas francesas de todas as qualida-
    des de 2(000 a ........4g000
    Paleiols de panno francezes de 16g a 30aQOO
    Ditos de alpaca francezes......12g000
    l'nupelina de seda de 900 a.....Ig200
    Chilas finas o covado........ 180
    Dilas fraucezas o covado...... 240
    Hicos enfeites para senhora..... g
    Pentes de tartaruga modernos de 79 a 159000
    Golliuhas e manguitos de croch. 10}000
    g
    Sg800
    9
    18*80
    59000
    dres modernos c niiiidiulios a 49, dilas
    brancas de brim de linho a 5g, dilas de
    <9 casemira preta e do "cores a 68, 7$. 8s e
    < remlas de bramante a l'g600. Ig800
    ' 1 '' -9. paleiols de meia casemira a 7$, col- *&
    ' ', leles de gorgurao de seda a 5f, dilos dse- 8*
    lunmncoaSg, dilos de velludo prelo a gr
    | 7f elOg, dilos de brim e fuslao a 2g-500
    .je 39, luvas de Jnuvin deludas as cores a gT
    ";( 188041, camisas de esguiao muilo lino a jg
    ', a 3g500 e unirs militas fazendas n ro
    pas(ellas que s vista que se piulo
    "ai ""liar a pechiiu ha ;
    NA MfcSMA LOJA HA
    Casacas para a quaresma|
    maudando-se fazer por medida garanliii-
    do-se o accio e beinfeiloria da obra, sun-
    -. do lambeni de muilo bom panno prora de -
    limo pelo diminuto preco de 35g, assim
    ; romo do melhor panno & esculla do be- *
    -uez a 40g, alianrando-se seren todas or-
    ,. ', radas de setim niaro ou seda.
    Rua da Senzala Nova n. 42.
    Vende-se em casa de S. P.Jonhston i (.. vaque-
    las de lustre para carras, sollms o silbaos inglezes,
    randreiros e eastieaes bromeados, limas inglezas]
    lio de vela, chicote para carros, e montara, arreios
    para carro de umedouscavalliis. e relogios d'ouro
    patente inglezes.
    Aviso.
    No armazem de Adamson, Hovn,& C, rua do Tra-
    pirhe.ii. 42, vende-se sellins para homem e senhora,
    arreiospraleadospara cabriolis, rliicolis para car-
    ro, colleiras nara rarallo ele.
    Camisas inglezas.
    Vendem-se superiores camisas ingle-
    zas : na rua do Collegio loja n. 7.
    Vinho Bordeaux.
    Em casa de Henr Bruiin & C, ma da Cruz n. 10
    vende-se vinho Bordeaux de diuoreiilcs qualidades
    como Lafolle, Ch, l.coville, Ls. Julicen, em caixa
    de una duzia Dor barato preco.
    Vendas.
    Relogios de ouro e prala, coberlose descoberlos,
    patento inglez, os melhores que exislem no mer-
    cado, e despachados hoje, vendem-se por procos
    razoaveis: no esrriptorio do agenle Oliveira, rua
    da Cadeia do Recite n. 62, primeiro andar.
    Sal.
    Vende-se sal do Ass de muilo boa qoajidade : a
    bordo do patacho Hom Jess, ou na rua da Madre de
    Heos n. 2.
    Caixas com folhas de Fian-
    dresavariada.
    A87$OOOrs. a caixa.
    Vendem-se na loja da rua da Cadcio do Reciten.
    64, ou na loja de luniteiro do raes de Apollo junto
    ao arco da Conceico.
    Vende-se urna mulatinha de 16 anuos, muilo
    bonita figura, tem muila pralica em serviros de
    casa, e principios de costura ede engommad : na
    loja do Sr. Jos Brandio da Rocha, quina do Cabug
    Vende-se urna erara de Angola, com 36
    anuos, que sabe cozinhar, engommar e lavar de
    barrilla e de sabao : na povoacau de Jaboaliio, a
    tratar coa Flix Manuel do Naseuneato Valor*.
    Chapeos a Garibaldi.
    Ainda reslam alguns chapeos de palha de Italia,
    rondados, a Caribaldi, pelo diminulo preco d
    lg500, enfeites de ricas Unios para senhora a .r>9,
    ditos de relroz 3, ditos de lia 29, chapellinas de
    soda para senhora a 89, tnicas do lll e hicode
    blond muilo delicadas para enancas a 2g, grava-
    las de seda finas e de bonitas cores a 19500, dilas
    mais ordinarias a 640, bonels de panno de brim e
    rbamalole para homem de 2 a 3g, dilos para meni-
    nos de todas as qualidades, filas de seda lavradas,
    e uma porco de bico de blond prelo e brance c
    de todas as larguras, o qual quem quizer comprar
    para lomar a vender, se far lodo o negocio : na
    prara da Independehcia n. 34, loja de chapeos de
    M'iuoel Ferreira Pinto
    Vende-se uma escrava de 26 annos duidade,
    com muilo boa conduela, elegante figura, sem vi-
    cios nem achaques, sabe com perfeirao ensaboar, e
    tem principio de engommar e cozinhar: a tratar na
    rua da Couceirao da Boa-Visto n. 10.
    Na loja das seis portas
    EM
    Frente do Licramento.
    Cassas francezas, fazenda nova, a 160 rs. o cora-
    do, e a peca a 59 com 33 corados, cortos de cam-
    braia com salpico a 3g, dilos pintadas a 28, lencos
    do relroz a 500 rs., uvas de seda pretos lizas e bor-
    dadas para senhora a 19, chales de merino rom
    narra estampada a 4g, muselina branca a 240 o
    covado, dita encarnada a 320, velludilho de cores
    para roupas de criancas a 800 e lg, fil de linho
    preto, fazenda fina, a 1gz8Q a vara ; dao-se amos-
    tras, e a loja osla aberla das 6 horas da manha s
    9 da uoilc.
    Loja das seis portas
    KM
    Frente do Livramento.
    Grosdenaple preto para todos s preros, mantas
    prelas de linho com bordados de seda, luvas de se-
    da prelas para senhora a 19, golliuhas bordadas a
    a 19, dilas finas a lgfiOO, manguitos a 3$, lem-os de
    seda brancos e encarnados a 800 rs., camisas" frau-
    cezas brancas e decores finas a 2g, paletots brancos
    de bramante lino a 5g, dilos de brim pardo a 3g
    ditos de alpaca pretos a 4 e 59, dilos de casemira
    de cores a 5g, ditos de fuslao de cores a 5g: a loja
    est aberla das 6 horas da manha as 9 da noite
    Ricos vestidos pretos bordados com ba-
    bados e tambem com duas saias se ven-
    dem na rua do Queimado n. 10, loja de
    Leite & Crrela.
    Vende-se uma cuiva de estojo n-
    tendo quatro duzias de facas e garios
    grandes e pequeos e 2 pares de trin-
    chantes de cabo de marfim de superior
    qualidade : na rua do Crespo loja n. 7.
    Pentes de lodas as quali-
    dades.
    A loja de miudezas (Vagla branca esl provida
    de um grande e variado sorlimenlo de pontos de
    todas as qualidades, sendo de tartaruga, virados,
    mui fortes o de goslos os mais mudemos possiveis
    a 12, 14 e I69OOO, ditos sem ser virados a SgSOOe
    59, dilos de massa, virados, laiubem de muilo gos-
    to, o lao perfnitns n'obni que pinico dilTcrcm dos de
    tartaruga a 2.S500 e 89, dilos sem seren virados,
    igualmente bonitos e bem acabados a 19 o IgSOO,
    ditos travessus de massa o borracha para meninas,
    n melhor que se pude encontrar a soo, 1S e 19200.
    ditos mui Unos de borracha para alisar a I91 lgZRO,
    ditos do bufalu brancos e pretos e de baleia a 320,
    400, 500 e 610, dilos do borracha, pequeos, mui
    proprios para segurar o cabello a 610, dilos de bor-
    racha o bufalu para piolhos a 400, 5tH) e 610 rs., di-
    tos de marfim e tartaruga para alisar a 2, 3 c 4$.
    Alem dissn arliarau os trnguezes un grande sorli-
    inculo de oscuras Unas para denles, cabello, iinhas
    o falo, o niuilas unirs cousas, que enumera-las, se
    tomara eufadoulm assim quem precisar de qual-
    quer objerlo de miudezas, r dirigir-so a rua do
    (.lueiinailo, no quatro cantos, loja d'aguia brama,
    qne ser bem servido com agrado e sinreridade.
    Na loja d'aguia branca.
    Ricos pretos, franjase Iranias com vidrilhus. Ks-
    lesobjerlos quedo prsenle sao ossciiriaiineiile ne-
    cossarios para enfeites de vestidos, manteletes e
    casaveques pretos, so acharan na ruado Uueimadu,
    nos qualro cantos, luja d'aguia branca 11. 16, sendo
    bicos pretos de buuiios padroes enfeitados de vi-
    drilhos, franjas de seda, e velludo com vidrilhos,
    Iranras do seda de. diMercnlcs larguras e moldes
    tambem pretas e com vidrilhos, ludo por procos
    baralissimos.
    Enfeites pretos e de cores
    com
    Na loja d'aguia branca arhnrao as senhoras de
    bom goslo um lindo e novo sorlimenlo de enfeites
    pretos e de cores cun vidrilhos e de mui bonitos
    desenlies aos baralissimos proras de 4, 5 e 69: na
    rua du Queimado, loja de miudezas d'aguia branca
    11. 16.
    Vende-se superior farinha demilhn muilo no-
    va : na padaria da rua das Cruzes 11. 30, por preco
    cuinmodo.
    Vende-se leile muilo liom : na rua do Quei-
    mado n. 2(, das 7 horas esa dianle.
    Novo zorlimenio de obras do miro dos n olhores
    gastos e mais em muda, lano para senhora- romo
    I1'11'1 h.....rus o mollinas : na luja do nurives de Se-
    raphiin A Irmao, rua do Cabngi n. 11.
    Relogios.
    Vendem-se relogios de 01 ^ *? d -ura
    dos patente para liomem e 's" .hora de
    diversos tamaitos por prpro4;oiDtnodos .
    na rua da Cruz do Kecife i. 50.
    Vende-se n engenho I.inieirinha na comarca
    de Na/areib a margem do Rio Trarunliaem, com
    torras e obras siiUirienles para safrejar dous mil
    paos, oplimode assucar e com hons pasliuadores,
    leinlo una boa deslilacao, da nimio inleresso, por-
    que as agurdenles qnasi Indas se vendem na par-
    la por licar porto da estrada de l.imociro : os pre-
    lendenles dirijam-se ao engenho l'iinlnlial em Pao
    i d'Alho.
    Na fundQo de ferro de D.
    W. Bowman, na rua do Brura,
    passando o chafari/., continua a
    haver um completo sortimento
    de tachasde ferro fundido e ba-
    tido, de 3 a 8 palmos de bica,
    as quaes se acham venda por! 1U Ifin liara nlonlo
    preco commodo e com promp-
    tidao, embarcao-se 011 carre-
    gao-se em carro, sem despezas
    ao comprador.
    Potassa da Russia
    E CAL DE LISBOA.
    No bem conhecida e acreditado deposito da rua
    da Cadeia do II.-rife n. 12, ha para vender pollsi
    de supe-
    da Russia e da do IIlo de Janeiro, nova
    rior qualidade, assim como tambem cal virgen em
    pedra : ludo por preros muilo raznaveis.
    .;;..-::
    ATTENCAO.
    . Y"5~ fo
    W Kissel, relujorirn franre/, veude relogios lh
    :> ostro o prala, roncera relogios, joias niusi- =<
    cas, ja aqu he mohecido ha minios anuos, *j
    yo. habita uo pateo do Hospital n. 17.
    * i. ? 4l : -A -. ;.-.>;;:? > ^ > 1
    Nada lia mais ba-
    rato
    do que cassas com cures ItM e padrne muilo bo-
    muitos por UO rs. o covado : na rua dn Livramento
    n. 2, esquina.
    Atteneao.
    I-Acollonir verniz du tartaruga : na rua da Ca-
    deia Velha 11. til.
    Toalluis adamascadas.
    Biscoitos pin latas.
    Fio dovt'la.
    Vondom-se era tasa ih Ark-
    por barato prw;o.
    DE
    $ E MODAS
    DE
    MIGUEL JOS DE ABREU.
    11 Rua do Queimado 11
    Para senhores
    Corles de vestidos pretos de grosdenaplos, gorgu-
    roes e noblezas, bordados a velludo e a seda, em
    alto relevo, de gosto Aquile, tros tullios e duas
    saias.
    Manteletes pretos no caprichoso gosto Main-
    lonoii ; peregrinas pretas de nobroza, com bordado
    de seda em alio relevo ; taimas prelas de seda Im-
    perial, guarnecidas a roquete e a velludo faronne,
    c vestidos de seda de cores Maiulenoii, guarneci-
    dos de rendas.
    Mantas de blond preto bordadas.
    Marabuls e enlejes proles para toilette.
    Manteletes, peregrinas, capas de cor e chapos
    para passeio e para visita, e luvas de pellica de Jou-
    vin brancas e de cures.
    Pentes de tartaruga e todos os objeclos necessa-
    rios a um toilette de senhora, inclniidn aderecos
    de ouro guarnecidos a perolas e a coral, iilliruo
    goslo.
    Para cavalleiros.
    Casacas, oobrecasacas e paletots de panno preto
    impermeavel, e de casemiras pretas e de cores.
    Calcas de casemiras pretas e de cores.
    Chapeos de castor brancos e pretos.
    Luvas de pellica de Jouvin, brancas e de cores.
    Charutos superiores de reserva.
    E lodos os objeclos necessanos ao toilette do
    um cavalheirn, inclninilo enrenles de ouro para re-
    logio, do mais elegante e apurado goslo.
    Esto cslabeleciiiiento estar aberto ateas 0 horas
    da noite, convenientemente illuminado para re-
    ceber as familias que se dignaiem visila-ln, ollm de
    avaharen! da sua importancia para a preferirem.
    Vendem-se 5 esrravos projos do 18 a 2 an-
    nos, oplimas pecas, de muito boas figuras, porfei-
    tanienle sadios e sem defeito, sendo um bom cozi-
    nheiro, oulro perito carreiro, e os oulros apios
    para qualquer sorvioo de campo ou da praca, um
    niulatiiihodo 12 annos, um oulro de escolenle li-
    gurae conducta, de 17-anuos, proprio para pagem,
    uma preta de 23 anuos, lioa cozinheira, por preco
    commodo a dinheiro ou a prazo : na rua do Cabug
    n. 9, no segundo andar.
    Vendem-se duas escravas pardas, sendo uma
    mui 5!>0,-'a e boni,a "g". oom habilidades, e ou-
    Ira de 30 annos, que cozinba bem e lava de barrel-
    la : na rua Direilau. 121.
    Fazendas prelas para a quaresma.
    No atorro da Boa-Vista n. 60, loja de Cama i
    Silva, sendo um completo sorlimenlo de grosdena-
    ples pretos, pannos e casemiras, pelos precos se-
    guimos : grosdeuaples, o rovado a 1/280. 'l600,
    19801), 28, 28210, casemiras pretas, curtes a 5M00
    6B500, "J500, al 12S cada corte, e pannos pretos;
    dinerentos precos e qualidades.
    Vende-se um preto moro e robusto, o de boa
    figura : na rua da Senzala Velha n. 6, padaria.
    ALGODAO DA BAHA
    No escriutprio de Mannel Ignacio de Oliveira 4
    Filho, vende-se algodao da Babia e lio de algodao
    en noveiios.
    Escravos a venda.
    Vendem-se 10 escravos pecas de 15 a 26 annos,
    e 2 mualas com habilidades.'e muilo bonilas figu-
    ras : na rua Velha da Boa-Vista, casa n. 69.
    Vendem-se quadros com escelluntes eslampas
    coloridas, de santos, em formato grande, proprias
    para a groja : na rua do Queimado u. 43.
    Vendem-se cinco accoes da Compauhia de Bc-
    beribe, passando tamben! para o cessiouaro o di-
    videndo do actual semestre, a vencer no ultimo do
    presente abril: quem as pretender dirija o sen offe-
    recimeuto em caria fechada, com designaeao de
    sua morada, sob o adresso seguale :1. M.'c. M.
    lia rua Nova n. 43, ou na estrada do Rosarinho, si-
    lio frunteiro a rapella, que ser procurado.
    Saias bordadas
    a 2$500 rs. cada uma.
    Na rua do Crespo n. 16. loja de Adriano & Castro.
    A QUARESMA.
    Na loja da empanada encarnada, rua do (.lueima-
    do n. 37. acaba de receber nllimamenle oe Franca
    um cmplelo sorlimenlo de fazendas prelas, pro-
    prias para os_ actos d semana santa, bem como
    sejam, ricos cortes de vestidos de grosdenaple pre-
    to, bordadas a velludo e a retrozt manteletes de
    grosdenaple preto, ricamente enfeitados, mantas
    de fil prelo e los pretos, fazenda muito superior, a
    melhor que lia no mercado, grosdenaple preto de
    militas qualidades, um completo sortimento de
    panno lino preto e de casemira prela para todos os
    precos, e lodas estas fazendas se venderao por me-
    nos proco do que em nutra qualquer parle; tam-
    bem se afianca de servir e agradar cun tuda a deli-
    cadeza tudas aquellas pessoas que frequentarem
    este estobelecimeuto.
    Cheguem a pe-
    chincha.
    Xa loja do Preguica tem para vender
    grosdenaple preto da melhor qualidade
    que posivel pelo baratissimo preco de
    1,000, 2,000, 2,200, 2,400, 2,800 e 3
    o covado.
    Farinha de man-
    dioca.
    No deposito do largo da Assemblca n. 9, vnde-
    se superior farinha rhegada nllimamenle, em sac-
    eos grandes, por commodo proco.
    Alcatifa
    Vende-se alcatifa oam qualro palmos
    de largura muilo prupria para forrar
    salase grojas a600 rs. o covado: na
    rua do Crespo II. 12, luja de Campos
    Lima.
    DE
    \ ende-se osla agua a melhor que iem appareci-
    do para lingir o cabello e suissas de prelo : na li-
    vraria universal rua do Collegio n. 20, d-se junio
    um impresso jsralis, ensinandu a forma do applirar.
    Pianos.
    Vendem-se pianos fortes do melhor
    gosto e modelo que tem vindo a este
    mercado e por precos commodos: na
    rua da Cruz do Recite n. 50.
    invengo aperfeicoada
    1)F.
    Bades ou almofadas
    de crina para penteado de
    senhoras.
    Na loja de Leile 4 Irmn. na rua da Cadeia do
    Recife n. 48..
    Para torrar carros. ;);
    Vende-sedamascn de sejio do bonitos pjf
    goslos o iniiiiu proprio para fmrar carros:
    na rua do Crespo n. 12, loja de Campos &
    Lima.
    0 mais limpo possivel.
    Feijo preto novo
    sem igual no merrado Vendem-se osles gneros
    no Forte do Mallos, armazem do Henielenn, Ir.
    inao fji C, confronte ao trapicho do algodao n. 18-
    Apreciem o bom gosto.
    Na loja do Serlanejo
    n. 3 A.
    Ricas sahidas de baile do melhor goslo que pode
    haver, lano em fazenda como em proco, laaziuhas
    do quadrm muidos e graudosa 1211 o {fio rs. o co-
    vado, chapeos de velludo proles a 7jj, ditos de al-
    para forradas de seda, muilo rnnimodos para andar
    a fresca a 2J400. golliuhas de diversas qualidades
    a Iga 15200, 1$f00, 2*200 e 2,MNl gallas e man-
    guito. a ifcOO, lac 5.COO, manguitos, gollas o ra-
    inizinhasa69, elOg, rlleles (ellos do velludo
    a 108, 118 o 12$, caira de rasemiras do cores, (si-
    los, ricas bengala. de mansa lingiinlo umconic a "S,
    8g e IDg, grosdenaplos de eot a ls?J00 u 2.SOO0, seda
    brane* lanada, liras camisas para senhora com pre-
    gas e de muilo goslo a Tje Sacada urna, ricos pan-
    nos para mesas, o muilo finos a 7$, 8 casaveques de fustn e do melln- gusto que pode
    haver a 15j e 18$, dilos de mussiilina muilo bem
    enfeitados a llg, lije 1:1;, cavisa ao respoilavel
    publico, que manda de qualquer urna fazenda amos-
    tras para ver se agrada, assim como tambem d. a-
    moslras dcixando penhor.
    \ ende-se um eseravo bom ollirial de sapalei-
    ro, moco, de Inuiia figura, sem virios e de milito
    bom roniporlamouto, e bem conhecida nesla cida-
    de : a tralar alraz da prara da Independencia, luja
    de calcado n. 2 V.
    Fazendas pretas
    ! para a quaresma.
    1 No aterro da Roa-Vila n. 60, loja de Cama i
    i Silva, sendo um completo sorlimenlo de grosdena-
    ple proles, pannos e casemiras, pelos procos se.
    punjes: grosdenaplos o rovado a l2ri0, '1S600,
    1W0O, 2, 2j210. casemiras pretas cortes a gOO,
    B|500, 7$500, all2S rada corle, e aannos pretos,
    dilTerenles preros e qualidades.
    Meias de borracha.
    CHECADAS U1.T1MVMENTK NO NAVIO PBANGBZ.
    Na rua do Queimado, na bem conhecida loja de
    miudezas da Boa Faina n. 13, j lem para vender
    por preco barato as muito procuradas meias de
    borracha, nicamente proprias e approvadas para
    toda e niialiiuor oncliai o lias prrnas.
    Ricos enfeites com vidrilhos
    para cabeca.
    Vendem-se os mais ricos eiifeiles pretos e de
    cores rom vidrilhos, pelo baratissimo preco de 4g
    6 cada um : na bem conhecida loja de miudezas
    da Boa Fama, na rua do Queimado n. 33.
    Moinhos de nova invengo.
    Na loja do Vianna:
    K chegado nesta loja grande sorlimenlo de moi-
    nhus para moer cat, de novas modellos, e de su-
    periores qualidades, allancadn. pelo autor, que
    muilo facilita a pesaba que "quizer usar dclle, e por
    precos muilo commodos ; assim como um grande
    sorlimenlo de culilharias de lodas as qualidades, o
    por procos muilo coiiiiuodos : na rua Nova n. 20,
    loja do Vianna.
    Vende-se nina redecoin33 bracas de compri-
    da, prupria para dispescar viveiro : na rua Imperial,
    no ultimo armazem de sal.
    Vende-se taboado de assoalho de
    pin lio a I O.s a duzia: no armazem de
    Barroca & Medeiros rua da Cadeia do
    Recite n. 4.
    RABOTEE PASTA DE CODK1NA DF BF.RTI1K.
    As prnpi edades Ilota veis do \aiioi-k e a PT*
    de Coiikix tem sido propaladas pelas sabias e\-
    perienrias rliuiras o comparativas de Mvukmuk,
    Bmihikr h'Amikns, VV11.1.HJIS C-BEOOnT, Martin So-
    i o\ i r,:., membros do instituto de Franca, da aca-
    demia de medicina, e mdicos dos hospilaes de
    Pars.
    As experiencias confirmadas pelas recentes ob-
    servarnos dos Srs. Aran, Viola, C. Imhont, profes-
    sores da faruldade de medicina de Paria, mediros
    dos hospilaes de Parisetr., ele., tem demonstrado
    que o JURTE o a Parta de Coor.is de Bertrr sao
    os remedios mais eflicazes para lodas as dores nervo-
    sas, agudas, c as vezes lao rebeldes e que aftroxa
    com urna rapidez maravilhosa, os accessos conse
    eutivos e que lano cansam. do i:\tarrho, da tosse
    c.onvilsa, da rrom'.hite e da nrrmsfca fi-lr-okar.
    O Xarope e a P\sta de Cooeixa de Bertre en-
    ronlram-se em todas as pharmacias de Fraiu-a e do
    esirangeiro.
    Para evitar a falsiflraco deve-se exigir em cada
    vidro a asmoRAIcns, e o noe Berthe.
    Dirigir os pedidos em gronso casa Mrkier & C
    n. 37, r% Sanie Croix A* la Hretonturit cm
    Pars.
    Grande sorlimenlo de fa-
    zendas pretas proprias
    da quaresma.
    i
    i
    i
    5$500
    SSAIN)
    2)illl
    .riifNNI
    4hm
    1JIHIHI
    tpMI
    JtJTsal
    Vestidos je giosdonaple prelo rom
    babadoS bordado a velludo. .
    Dilus ditos prelo com babadas borda-
    dos a seda......
    Dilus dilus de cures e brancos. .
    Dito de cambraia bordado ao lado .
    Velludo prelo o melhor possivel, ca-
    vado............
    Crosdeuaples preto liso, covado i)!
    a.........
    Dilo prelo lavrado, covado 2)8 a .
    Satina preto niaoo, rovado 2JH00 a .
    Sarja prela hespaiihola, covado 2g a
    Grosdenaple liso de todas aseare, no
    vado...........
    DilouV quadrinhos miiidas, covado .
    Dilo branca lacrado, rovado 1J20U a
    Dito de cores e prelo com 4 palmo
    de largura......... ]fM0
    Belleza da China e mauritana de si-da,
    *.......... 1Siuo
    Follar do Paris e rhalv de flores, ca-
    vado....."...... 130OO
    Popelina de seda o duqueza do llores,
    cmado........., 900
    Froiulelina e barege do seda, rovado. iki
    Mimo velludo prelo ede cores, rovado 1#2MI
    Vellmlina de rores e prela, rovado 700
    Chilas francezas claras < oscuras, ca-
    vado 280 a........., :i|0
    Panno preto re cor fino prova de
    lima... covado SjtOO a 7$S0O
    Casemira preto setus, covado 1J900 a MjBitRl
    Arlandvs de nevosdesenliosllnas.vara. 10Ji
    Cassas francezas fiuas, vara. 6411
    Maulas do blond prelas e brancas. S
    Dilas de linho o mais rico possivel.
    Chalos de merina aaa do coz e preto 4^800
    Ditos de dito i-staupados do 3 a 1-rsS)
    Ditos de dito franja de seda .... tiglHNI
    Dilos do dilo Bordados a seda e a vel-
    luda............, R
    Hilos de stda pretos roxas e de cores. 8
    l.oiicii.s Jo laliyriulho linas de lg a 18l"l
    Manguitos e golliuhas bordados linos.
    Knlrenieios e liras bordadas. ... g
    Colleles de velludo e casemira preto
    bordadas......... J
    Ceroulas de brim de algodao e de li-
    nho de lg600 a...... SglNi
    Camisas francezas brancas e de cor
    de 2g a......... agOOO
    Casaros e sobrecasacos de panno pre-
    lo uno.......... $
    Paletots de panno preto e de cores,
    francezes......... g
    Calcas do casemira pretas e de cores. s
    CUetBS do sinla de varias qualuUdos j
    Chapeos francezes direiloseaTaiiiber-
    lick........... $
    /'alelni de morillo setim pretos o de
    cor turrados........ 9|00fl
    Dilus de alpaca prota e de cor com
    golla de velludo 8*000
    Ditos do brim branco e de cor fina. 6{fi00
    Ditos de alpaca de varias qualidades
    rom galla de velludo..... 58000
    Dilos de alpaca prela e deeor uiesclada :l800
    Passando o boceo da Congregaran, do lado direilo
    em segnimenlo para o Livramento a quarla loja de
    Iros perlas rom ruin los 'brancas.
    . BEyuBms
    cobertos e descoberlos, pequeos e grandes, de ou-
    ro patente inglez, para homem e senhora, de um
    tuiT 0res faurica"Ies de Liverpool, vlndos pelo
    ors&ca'qU,!,C",8U'';: "m Ci,sa de so">'lMe'-
    V ende-se em casa de Saunders Brolhers A C
    praca do Corpo Sanio, relogios do afamado fabri-
    cante Roskell, por precos commodos, e tambem
    tranrellins e cadeias para os mesuos, de excelleule
    gosto.
    Arados americanos e machinas pa-
    la lavar roupa: em casa de S. P. Jolins-
    ton & C. rua da Senzala n. '*2.
    Chapeos de palha escura para
    homem por precos baratos.
    Na hem entallecida loja da boa f, na rua do Quei-
    mado n. 22, encontraran os bous freguezt-s um com-
    pleto sortinieuto de chapeos inglezes de palha escu-
    ra de formas inleiramente modernas e bonitas da
    ultima moda. Tornam-se recommendaveis porse-
    rem mui leves c frescos para a presente estaran
    vendem-se pelos baratissimos preros de 4g 'e 5g,
    vendem tambem chapos e bonets da mesma quali-
    dade para meninos a 3jf 3S600.
    Em casa de Rabe Scbmettan & C.
    rua da Cadeia n. 37, vendem-se elegan-
    tes pianos do afamado fabricante Trau-
    mann de Hamburgo.
    Os jesutas.
    Sahio luz esta bella e inleressante produeco
    da penna do Dr. Ildefonso I.laues Godinez, e adia-
    se desde j venda no largo da Independencia ns
    6 e 8 : na rua do aterro da Boa-Vista 11. 82, loja
    de miudezas : no caf do Sr. Paiva, rua da Cadeia
    de Santo Antonio, e em lodas as linarias desta
    ridade, a 2J o enemplar.
    Cheguem aloja do Serlanejo
    Ruado Queimado
    n. 3 A.
    Que rica pechincha para a quaresma se est aca-
    bando, bem como sejam : cortes de vestidos de seda
    pretos com 3 saias o melhor que pode haver no mer-
    cado pelo commodo preco de 50, BOJ e 70$, gros-
    deuaples de lodas as qualidades a 1*400, 1S5O0
    ISoOfJ, 1J700,1S800,1J900. 2a,2g200, 2l(We2|60
    e muito lino de 4 palmos de largura a 2(800, man-
    tas de blond prelas a 10g, ditos muilo finas o me-
    lhor que ha no mercado a 16g e 18a cada uma,
    meias pretos de seda a 2J600, dilas brancas a 2j50()|
    29800 e 3g, ditas de laia para padre a 18700 e 2$.
    sarja preta hespanhola de duas larguras a1900e
    2Sit)0, paletots de panno fino forrados de seda a
    208, 228 e 25$, pannos pretos de todas as qualida-
    des, velludo preto e de cores, seda preta lavrada,
    dito branca, mantas brancas de blond a 78 e 8S500,
    ricos enfeites de vidrilho do ultimo gosto a 48,5j,
    6$, 98 e 108, ricos espartilhos do melhor gosto que
    pode haver de carrltel a 88,98 e 108 > assim como
    sejam obras feitas de todas as qualidades, pentes de
    tartaruga Imperatriz o melhor que pode haver, e
    tudo mais que se pode procurar se acha neste es-
    tab.-le monto a vontade do comprador; garnte-
    se vender mais barato do que em nutra qualquer
    parte.
    Fumo.
    Vende-se fumo em folha chegado rorontemenl
    da Babia, por menos preco do que em outra qual-
    quer parle : na rua da Cruz do Recite n. 13,
    ineirii andar.
    pri-
    Algodao monstro.
    i.onlinua-se a vendei o bem coiahecido eecon-
    mico algodao ministro coni 8 palmos de largura,
    Iiroprio para qualquer abra por dispensar lado o tra-
    ialbo de costura ; aproveilcm emquanto ha : na
    rua do Queimado 11. 22, na loja da boa f.
    Almeida Gomes, AI ves &C.
    VENDEM NO SEU ARMAZEM
    RUA DA CRUZ
    CHAPEOS de feltro surtidos, da fabrica acreditada
    de.Carvalho Pinto, do Rio de Janeiro.
    SARAO das fabricas do Rio de Janeiro.
    VIHUOde champagne de superior qualidade.
    SALVAS bandoln e outras obras de prala.
    Cognac.
    Cognac superior em caitas de uma duzia, rnde-
    se em casa de Henr Brunn 4 C, r ua da Crus n. 10.
    Carteiras grandes com chaves.
    Vendem-se por prego muito barato carteiras
    grandes com chave, proprias para guardar dinheiro
    e letras : na rua do Queimado, na bem conhecida
    loja de miudezas da Boa Fuma n. 33.
    Aterro da Boa-Vista n. O.
    \endem-se muito superiores casinetas mescla-
    das, com um pequeo toque de mofa, pelo baratis-
    simo preco de 360 rs. o covado.
    Vende-ge superior linha de algodao, brancas e
    do cores, em novello, para costura: em casa de
    Seulhall, Mellor 4 C, rua do Torres n. 38.
    Farinha, milho e
    farelo.
    V endem-se saceos grandes c pequeos com fari-
    nha da Ierra, milho e farelo de Lisboa, todo por
    commodo preco: na taberna grande da Soedade.
    Relogios.
    Relogios patente inglez, por um dos melhores
    fabricantes de Landres ; vende-se na rua do Crespo
    11. 19, primeiro andar.
    Vonde-se urna armaco toda envidrarada, por
    valor de madeira evidros, e mais um armario'- na
    rua da Cadeia de Santo Antonio o. 11 B.
    Vende-se a elegante casa terrea com sotoo na
    rua do Palacio do Bispo, com bastantes commodos
    cdilicada ha pouco lempo, com um grande quintal
    coia bastantes arvoredo de frurtos todos mullo no-
    vos, urna excelleule cacimba com boa agua tondo
    um porto para a rua dos Pires, e os pretendemos
    podorao examinar: a tratar na praca da Boa-Vista
    n. 14, taberna.
    LITO M MUOL M
    V endem-se as verdadeiras luvas de Jouvin, tanto
    para homem como para senhora, pelo baratissimo
    preco de 2500 o par : na rua do Queimado, na bem
    conhecida loja de miudetas da Boa Fama n. 33.
    Arroz de casca.
    No armazem defronle do trapiche do algodao,
    unto au armazem do Sr. Guerra, vende-se arroz de
    casca por rnmmodn preco.
    Era casa de C. J. Aslley&C.
    Cabos da Raassia de inauillia.
    Cobre para forro, com pregas.
    Vinhos de chnmpanlia, Moelle e Bordeaux.
    Salitre refinada.
    Vende-se 011 arrenda-se o engenho S. Joo,
    sito na freguezia de Sanio Anlao, qualro lejo ao
    sul da ridade da Victoria, cuja engenho n com
    agua, lem grande cercado, limpo e enrulado por
    valado, muila mata, e paramentado de todo o ne-
    cessario, sendo : casa de vivenda boa n grande,
    senzala paro escravos, casa de tu gar, estufa, casa
    de reame, etc., e ludo no melhor estado possivel:
    quem o pretender, dirija-se ao sen pmprintarie que
    o do engenho Sibir da Sorra para tratar negocio
    Vende-se uma rira radi ira do bracos com
    suas competentes correias, por preco commodo,
    por ter sen dono sabido para fra da provincia :
    3uom a pretender, entenda-se com Caetonn Pinto
    e Veras
    Vendem-se dous cavallos 1 para ver e tratar
    at 9 horas da manha, e de tarde s 5 horas : na
    Passagem da Magdalena, passando a ponto pequea
    junto taberna.
    Vendem-se diamantes inglezes para cortar vi-
    dro-, dos melhores que tem apparecido neste mer-
    cado, chegados ltimamente de Inglaterra, por pre-
    co raznnvel: na rua das Trincheiras, loja de bas-
    tos n. 50.
    Vende-se um boi manso e bastante gordo : na
    ncruzilhada de Belem cm uma taberna.
    Escravos fgidos.
    No dia 14 de agosto do anno prximo passado,
    fugiram do engenho Seto Ranchos, freguezia de
    Nossa;Sonhora da F.scada, comarcada ridade da
    Victoria, os seguinles escravos: Damiao, rrionlo.de
    25annos de idade penco mais ou menos, oflrfula,
    heicos grnawos e meioarrebitodos, tom vmi cicatriz
    ua testo proveniente de um coico de animal, poma
    finas o a[guma cousa arqueadas para fora, rsninlma-
    do, espaduado, altura regular, e esla bucando ago-
    ra. Jaciuiho, crinlo, de 28 anuos de idade pomo
    mais 011 menos, altura regular, cor preto, pouca
    barba, beicos grossos e faz certo geito na bocea quan-
    do falla, tem uma cicatriz em uma das faces, pomas
    finas, esmalmade, fuma, e tocador de viola. O
    primeiro foi comprado ao Sr. Joo Francisco Barbo-
    za da Silva Cumar, e o segundo diz que foi esera-
    vo da familia do 8r. Joao Nones, da fazenda do Sitio
    em Paje de Floros o comprado na praca do Per-
    nambuco. Consto que ditos escravos estn em Pa-
    jeude Flores por portadores que mandei ede lvie-
    ram : roga-*e as autoridades poliriaes e capilar- de
    campo de os pegar e levar ao referido engenho, a
    Bernardino Barboza da Silva 011 na praca dePer-
    nambuco aos Srs. lianoel Al ves Ferreira k Lima, na
    ruada Moda n. 3. segundo andar, qne seo re-
    compensados com a qoantia cima.
    Contina fgido desde o dia 6 de agosto do
    anno paoximo passado, o eseravo Antonio Cacaage,
    com os signaes seguinles: reprsenla ter36 anno*,'
    pouco mais ou menos, altura regular, ebeio do car-
    po, rosto redondo, pouca barba no queixo de baixo,
    cor, preta cangueiro no andar, falla pouco, e tom
    marcas de relho, casado e ro eseravo dos herdeiro
    do tinado Caetano oncalves da Cunha: consto a-
    char-$e refugiado em trras do engenho Cacimbas,
    da comarca de Santo Anlao ; a pessoaque o appre-
    hender conduza-o ao engenho Curcahy da comarca
    Pao d'Alho, ou no Recife na rua da Cruz n. K, ter-
    ceiro andar, que ser generosamente reeompen-
    No dia 16 de marco do corrento anno fugiram
    do engenho Canoa Hachada, freguezia d'Agua Preta,
    comarca do Rio Formoso, os escravos seguinles :
    Barbino, cabra, de 35 annos de idade, poaco-mais
    ou menos, cara lisa, testa grande, olhos vivos, ros-
    to redondo, tom um signa! pequeo entre as so-
    brancelhas, pouca barba, bocea pequea, beicosar-
    ribitados e tiuos, eslatura regular, secco do corpo,
    espadando, pernas finas, ps bem feilos, bastante
    fallante Slanoel, cabra de 25 annos de idade,pou-
    co mais ou menos, phisionomiatristonha.cara des-
    carnada, nariz apapagaiado, pouca barba, estatura
    regular, secco do corpo, leudo marcas de ventosas
    na barriga, proveniente de molestia, pernas Coas
    com marcas de boubas, ecnxeia m pouco doum
    quarto, que mal se divulga pelo andar ; o primeiro
    foi comprado no Recife ao Sr. Marcelino Francisca
    Alves da Silva no mez de oulubro do anno prxi-
    mo passado, tendo chegado ha pouco de Pageu de
    Flores do lugar Baixa-Verda, e o segundo tambem
    foi comprado no Recife no mesmo tempo do primeiro
    ao Sr. Jacinlho Jos do Amaral Aragao, tendo sido
    de Altinho ; porm presume-se torem ambos loma-
    do a direceo de Baixa-Verde, por terem sabido
    juntos, entroxados e com duas armas finas, sendo
    um clavinole e uma espingarda, ambas usadas: ro-
    5s-se s autoridades policiaos e capitaes de campo,
    e os negar e levar ao referido engenho a Jos Fi-
    lippe S. Tiago Ramos, ou na praca de Pernambu-
    co ao lllm. Sr. Antonio Goncalves Ferreira Cascio,
    que serio recompensados com a quantia de 200j.
    Canda Radiada 25 de marco de 1859.
    PERN.:-IYP. DE U.'t. DE FAMA. 188.
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