Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08025


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Full Text
ANNO XXXV. MU IIO 7&.
Por tres metes adlantados 4$000.
*w res meces vencidos SgOOO.
mimo
Ql ART % FEIRA 6 DE ABRIL DE 1859.
Por anuo atilantado 15$000.
Porte franco para o subscriptor.
PERNAMBUCO.
PARTID DOS CORREIOS.
Olinda todos os dins as nove e meia lloras do dia.
lguaiass, Coianna o Parahibn as segundas e scxtas-feiras.
S. Anlio, Re/orros, Bonito, Caruar', Allinho e Garanhuns
as Ierras feiras.
Pao d'Alho, Nazarplh, l.imooiro, Brejo, Pesqueira, lugazri-
ra, Flores, Villa Bella, Boa-Visto, Ourirury e Ex nasl Juizo doeoiiirncrein: quintas ao nniu da.
qnartas feira-. Dito de ocphon: ledas e sextas aa 10 horas.
Amazonas, o Sr. Joronynio da! Cabo, Serrahaem, Bio Formosn, l'na, Barreiros, Agua Pre- Primeira vara do civol: torces es.-\ias ao meto dia.
la, Pimenleiras e Natal quiulas feiras i Segunda vara do rivel: quarlas e sahhadns ao meio dia.
(Todos os correios parlm as 10 horas da manlia.
EKMIEIIDOS 01 SUISCftirtfO NO NOITE.
rerahiba, o Sr. Joio Rodolphn Gomes; Nalal, o Sr. An-
tonio Marques da Silva; Araoalv, o Sr. A. de l.einos Braga;
Ceari, oSr. 1. Ja de Oliveira; Maronhao, o Sr. Jos Te-
xeira de Helio; Piauhy, o Sr. Jos, Joaquina Avelino; Para,
o Sr. Justino J. Ramos; '
Costa.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DI CAPITAL.
Tribunal do rommoreio: segundas e quiulas.
Rolaoao: lenas feiras e sahbadus.
Fazenda: torcas, quintas e sahbados as 10 horas.
EPHEHERIDES DO IEZ DE ABRIL.
3 La nova as 7 horase 5R minutos da manhia.
111 Quarlo desenle as !l horas e I minlo da manhaa.
17 I.na dieta as fi horas e 46 minutos da niauhia.
25 Quarto mineante as 2 horas e 26 minntoa da manhaa.
FREAMAB. HE HOJE.
Primeirn as 7 horas r 12 minutos da manhaa.
Segundo as 8 horas e 6 minlos da larde.
DAS DA SEIANA.
i Segunda. S. lzidorn, are. ; S. Zozimn, c. ; S. Plalo.
5 Terra. S. Vicente Ferror; S Iria, v. m. : S./.niio.
ti Uarla. S. Marcelino, ni : Ss. Dionenes e Plalnnidrs.
I 7 Quinta. S. Eppbank), h. ni. ; S. Ilulino, m. ; S. Pelu/io
I 8 Sosia. Commemoraro da Paivin de Jess l'.hristo.
9 Sahhado. S. Demetrio, b. ; S. Waldi-irudos. \inva.
, 10 Domingo da Paixo. S. F./oquiol, pmpheta ; s. Pompeo.
ENC.RREGOOS 0A SUBSCRIPC0 NO SOL.
Alagoas, o Sr. f.laudino Falrio Ilias; Bahia, o Sr. Jos
I Hartias Aires; Rio de Janeiro, o Sr. Joo Pereira Mariins.
EN FF.RNAMBUCO.
O propriPtario do DIARIO Manoel Figueirna de Fari, na
sua hvraiia prara da Independencia ns. 6 e-8.
PARTE OFFICIAL
COUHWDOIUS ARMAS.
Quarlcl jicnpral provar que nio muilii plaiisvel a razio, de falla lo poneos, nio so aproveilam desse* benolicios rom Sr. vigario esl prsenle e en o acaiiiiaria. As ina-1 8:03flg, osquaes doveni gahirdos cofres pnivinri.-n-s deputado, s nos dase que eslava emcslvlo na rasa taros Da0 devem entrar rom
I oh de dnas loteras, das que Ihe foram enne*"1''*"** i.**......-..i.i j..;0 a a..-.. __:_,.: I
I pela lein. llHI, mandando-as correr desde j.
para
de engenheiros dada pelo nohre deputado, porque o lelo, cora o iiilere,sse religioso que lhes rapos- Uit.es de Panema o Papacara esli sendo folizmoii- ou de duas" loteras, das que Ihe foram'concedidns nu'vir-se o Exal, prelado depois das diias primei-1 oa'e^ra"jVoVi||5aea~"ae^"seu^ curpre que
ras dwensaea, sin que ji passou como moda, I ciiegue al la a illumiiiaoio a gaz, visto como'est
cu mostr que um engenheirn osla em tal lugar e i lo e que lodos devora ter. Vejo tamben) queislo le rom miiilo zelo e probidade regidas,
uo toalarufado que nao possa fazer urna viagem ainda mas desagradnvel a resptito daqnclles vi- Oulras exigen auxilio, e pero por isso ao nebro
de 12 legoas, e que. aceita cargos de polica. garios que au lendn o auxilio dos cofres proviu- depulado que de o sen vulo miiilia emenda.
O Sr P. de Jlrito; A censura ao director, o caos lem o dos povos. Neslas circumslaiuas se Ha um uparle.
flf l'crnitlllllliril, lliH'illillll' (lo Rpcif, nan ao engeiiheiro, que nao ha do ir sem ser man-'acha urna freguezia do circulo que tenho a honra O Sr. P. Duarte':Isso do imposto parochial por I Quanto as loteras, remelle o supplicanie ao gn-
A lie tlifil lie 1 Ni'i'l i dado.^ ^ i de represeMar, a do lpojuca. A matriz est jaca- ora nao compreheudo bem; tnlvez ainda me expli- remo da provincia, o qualum vista das preferencias
" Sr. (OHI'all'l'S uiumrfs- l'.ll .inpn.ic rpliin I liimlit mi n.:n\ ArialO mi.'in n uno siii.-i iinnitslit nirncliinl n. nur g\rm |I|||> COSlllllia d.'lT est.1 Casa e Hile ludlS ICIO DOdclll UTO
re < A.ommissao de fa/enda eoreanienio n.-ga a: fe/er-se a transferencia deides defregueaa. sem n0 plan0 da cidade. Aguardo-me para fazer mas
.quantia pedida em face dos enibaraios dos cofres, previa autonsacao do prelado, de sorle que Indos algumasreflexoes se furem uccessarias, depois une o
i se dolles houver de se hrar essa soiiiina. os nossos Ircballios vio assim. nobr8 ,|irt.,.|or dasobraspubhlicase dignar respou-
' i dado.
I O Sr. Conrnlors Guiiia/ar* :Ku apenas rrlinil hiinlo, ou nao existe .
HllliK.M llil DIA NUMERO 216. o faci, e digo que a ocenparao desse engenheirol /'ni Sr. D'pnlario :Nao asate.
O lenle gnnciaj eninmandante das armas, faz uo tal, que o prive de ir levantar urna plaa; v i O Sr. S. Ijtctrdn :O ilvd. Proi Sebaslo lenilo
piiblu-o para sciencia da guarnicao e devida obsor- por tanto a quera locar. :dc missionar naquella fregnezia, agencien una
vanria, o avuu circular do ministerio da guerra de Tenho allingiilo o men lim, qne era justificar a subscrirco no valor de dous a tres conloa de res e
H de. marco ullimp, que por lopia Ihe foi trausrael- iniulia emenda, e di/er alguma cousa acerca da re- i logo principien a edificaran da matriz ; alguma i.....-
lidn pela presidencia cora offlcio daladu do primei- parlicao das obras publicas, o assim tenho con- sa fez; comprnn mullos nilnriaes ; mas o Rrd. vi-
1 clnido. ^ gario de lpojuca se continen eme servieo foi por i nuiilo particularmente o Sr. Dr. Manuel r.avalcanli
O Sr. S. Laeerda :Sr. presidente, logo que se pouco lempo, por poneos das, e o fado e, que eiis- sen valioso apoiu, sen vol para as miiihas einin-
' poz em discusso o arligo 12, ocrorreu-me a idea le na man delle a nuantia de dous molos, e, creo da
(Ha doeraos ttpnrir*.}
ro dwsle me/..
circular.Rio de Janeiro.Ministerio dos nego-
cios da guerra em 8 de marco de 1359 Illm. e
l'.xm Sr.Sendo necessirio remover as dnlougase de pedir o adianieul'da sua discusso.
dilliciildades, que obstara o prompto pagamento s
praeas do exercito crednras do estado por venci-
meiilos de sidos, e fardamnuto nao percebidos em
lempo compeoiitii. Determina S. M. o Imperador,
q. d ora em diaute para verificar-se o embolso do rece as pretencoes desta^ordem, por isso qii
lats dividas. V. F.xc. inca observar o segninle: adiamenlo arnmpaiiha a diseosaao e eu me v
1." As pracasque sejulgaremenfloras requeran]
pieviaiuente aos commandantes dos rorpus a que
perleiiceraoi, eertidao do que Ihe fr devido.
-f"t "*"'l'',s desto documento drtgiro sua peti-
(*ie pagamento rcoarlico competente, sem que
par isso seja necessano osperarem ser escusas do
serro.
3." Nos corpos logo que se passar a eertidao de
que cima, se trata, far-so-ha a competente nota no
livro mestre em nrdem a nao se dar duplcala de
pagamento, evitaudo-se que as escusas sejnra con-
quem o que seja iuiposlo parochial, mas por ora
nada sei.
A respeito da obra da matriz de Garanhuns nada
mais direi, do quo dsse, porque existe na casa o Sr.
Dr, juiz de direito daquella comarca, que a viu e
poder he ni informar. I'.u appello para a piedadee
religiaoilos uobres deputodos, e pedre mesuio
pubhlirajse dignar respo
, der a minha inlerpellacao. Nao sei se serei tao feliz
O Sr. (,. Gmtmamt* ;-Mas como Totar-se neste este auno qnanlo fui o passado. que est casa allen-
. ojelo, qiiando nao se Imha dito urna palavra a deudo as rainhas reclamacoes mandou, que fosse
s. r salishilas a medida dos desejos de quem as ol^ respeito delle ou acerca de sua conveniencia O resllludo aos habitantes da ra Imperial, e que in-
tem, e so qiiem bem, o doviilamcnle pode altender nohre depulado que me proceden, disse-nos que o i devidamenle oagarara por um imaginado calra-
a nmand.ide da Boa Vista. oslado daquella maln/.era mi : masislo nao c.ons- raenlo -
I de abril de l59.-'iirnro rf-i Cu.ihn.-liar-, ta de parle alguma, nao foi ouvida reparlirao algu- ; 0 Sr. Aoseimento l'orltlln : Daremos em ou-
ro.v llarrrtn.Jmtiiiitin de Mello llego, vencido.) ma a semelliante respeito, e quando pelo contrario iro numero l
8." Joo Francisco .'........... ----------' *- :l -'--------------- ----- --------
Anliine
n Sr. M. Cacitleanli : Edillcl.
que, niloreiilos mil res, e poivao de material com-
prado, entretanto a obra esl parada e se esta de- O Sr. P. llunrle :Nao arho dilfiruldade nisto;
lerioranda coniplelamenle sera que o Sr- vigario se as oiinhas emendassoa que pede IKJj! rs para
anime a daruin nico pasco para adlanla-la. inelhoramenlo de nina seria, asegunda relativa a
ti anuo passado apresenlei um requerineulo una cadeia e a leneira, a que elevi. I qnola pa-
casa peiliuilu infnrmaroes sobre os diuli.iiros adqui- ra concerlos das malrizes A20roulos de res,
ridos pelo luissiouario pura este lim, na realidade Siippouho ler dito qiraiilo 6 baslanle em juslili-
porqui
refer
>bra. publicas, nbjecto lalvez o mais importante do
on amento, sem termos os relalorios do respectivo
director; mas como o regiment da casanao favo-
c o
acompaulia a discusso e eu me vera
sempre no mesnio embarace, deixo do aprsenla- vieram, mas em lempo que eu jame achava no cacao das minhai
j lo : todava se alguin dos uobres depulados apre- i Rio de Janeiro ; esle anuo live de v*r esses papis cnlegas que sejam benignos' para com ellas, que ..
i senlaro adiamenlo eu me comprometi a votar por; que vieram a mea poder e driles consto o segninle: eslarei prompto a adoptar qualquer que se apre-
I elle, porque para miin de ausolula necessidadu que o Ilvd. Fre. Sebastiao receben 2:701)5, gastn senle, sendo de reconhecida iitilidade publica.
: ltenla a falta do relatorio. i ft* 0 eulreaoii ao Sr. vigario 2:5211$, islo pela in- OSr. M. "
_, arrematante da il- em nimbas naos pira um documento que prnva o
luininaeao da cidade de Uliuda, pede que Ihe seja contrario do que se aranrou.e o relatorio dadi-
exlensii a a indeiniiisaco concedida to arramatan- rprtoria da inslruccan publica, manifestando o pe-
le da do Recite.
I A eomroisaao de tazenda i
randoqne, nenhuma nutra razan raovcii a assem- era frequeutada de alumnos e o lugar e insalulm .
j bla a allender a Antonio da Silva GusmaO, arre- Ora, para esta loralidade que se quer Iranferir a
raatdutcda Iluminaran do Rocifc, senn a grande, sede da malriz de Marauguape?...
alca no proco do azejte em \ isla daquelle tomado' F.n vol, pois pelo requerimcnln apresenlado
por base na eelebraro do sen conlracln ; razio esta, > pelo meu nobre amigo o Sr. Mello r.avalcanti. pe-
qne em todas as mais parles, o na mesma poca, dindo que o Exm. Sr. hispo
O Sr. Suuza Reis : Daremos em outro nu-
mero.I
, O Sr. Curneiro da Cunha : Bem pouco tenho a
ddo do delegado do dislnclo literario daquella lo- \ dizor. A coramissao ainda nao falln em defin, e
orramerilo, conside- ralidade para a transferencia da cedeira. porquenao p0r5K0 o pode ser acensada por um fado que nao
pralicou. Ha punco ouvi um Sr. depulado rilar
urna auloridade de quem obture informacOes, com
que apoiou sua alrmaliva de haver mais dinheim
do que suppoc acamara, mas essa auloridade pres-
tigiosa, e que linha lucios para bem informar ca-
w .
propore que sejam ni-
dilo qiranlo 6 baslanle em jiislih-l que em todas as mais parles, o na mesma poca, dindo que o Exin." Sr. hisoo seja ouvido, porque : a diz tambem o segrale
s emendas, pero aos ineus nohresl assislc ao pelicionraio, tornando assim seit pedido depois da audiencia do prelado, nos poderemos co- I "para evilar esle delkii
Apezar, porm, Sr. presidente, de nao poder rdrmac.au do prefeito da Penha ; pela do Sr. vigario
itrar na apreciarn das obras emprehendidas, eu receben elle 3:2759 ; este excesso supponlio ser dos
apresenlei algumas emendas e enrre-me odeverdu
jnslilica-las.
Ku son daquelles, Sr. presidente, que entendem,
que lia verba relativa a malrizes, a asscmbla deve
templadas as mesmas dividas leudo j ido pagas, se contentar somente em volar a quota sem desg-
ou tendo-se dellas dado documento. ; liar tanto para urna, tanto para oulra, porque pela
Dos guarde a V. ExcManuel Pelisardo de Sou- experiencia que tenho desles corpos, vejo que to-
za e Mello. Sr. presidente da provincia de Per- i dos nos queremos apreseutar nossas emendas e d-
nambiico.
Cucalcaiili: Para que esta trau-
sacro J
O Sr. P. Dwirle:Supponho quo nisto nao ha
nada de exlranhavel. e quo nao ha seno uuia mui
materiaes comprados.
Gonsia-ma lambem que urna pessa cuja probi- i razoavel reciprocidade de interesses pblicos. Dev
dade nao pode ser contestada, lera em sen poder j cessar o rigorismo quando se tratar de urna neces-
uma quantia destinada para esta obra, e que por i sidade que reverle ero "
nao ler ronliauc.a no vigario a nao quiz entregar. | don. j
Sei mais que o vigario, hoje cuno administrador, Sr. Machado da
dos bous de urna rapella da mesma fregnezia, re- j numero).
quercu a entrega desla quantia, o que creo que ja | O Sr. M. llego {Raphael\ diz que no pe em que se
se como que um eniillicto, pode-se assim dizer, ou se efeciuou : de sorle que tomos a quantia de tros ; acha a discusso. au Ihe parece milito necessario
rme, Horacio de Gusuinn Coelho, alferes por outra vota-se por todas as emendas, ellas pas- conlos de res a disposicao do Sr. vigario, c elle na- o adiamenlo proposto pelo Sr. So
vlle facaracel- nhecer o que conven! deliberar, escusando assim tcrrninpidas oporliinamente a* obra* que te fa-.eai
opones deseo tnmar-se tempo a casa cora um trabalho que pod- \pr administrara,, r. as que cstio sendo execuladas
. da (.unlia.- ser perdido, islo quando ha Irabalhos importantes ( pP|0 rnjciinciro' oiuerfc, visto serem dasconlrala-
ajudanle'de ordens do coramando.
PERNAMBUCO.
ASSEIILEA LEBISLATIVA PROVINCIAL.
Sf.ssvo oasiNARU na 2 ni: abril de 1859.
Pretidencia do Sr. Bardo de Camaragibe.
(Conclnsan.l
O Sr. Gonrnht* Gui niara es: De dia em da
crecem os recejos que tenho do fallar nesta casa,
porque alm de desconfiar de minhasnenhiimas ha-
hiliticiies, ( Pfo apoiadott J vejo que as ve/.es son
obrigado a cingin
,. ne a termos que agradem a alguns
uobres depulados ; e soem oulras qnesloes tenho
essas dilflruldadcs, na presente ellassobem no pon- respondo por lodos,.assim como^oTiobre depulado
to tal, principalmente tondo pela frenle o nobre di- ":
sam excedendo-se assim a quota, de maneira que o
arbitrio do presidente que si: prelende evitar, que
clleriivamrnlo se di e em resultado o governo faz
o que quer.
O Sr. il. Caralcnli .Mas consoguc-sp o lim.
O Sr. S. Laeerda:Eu nao sei qual o ftm.
(Ha ii ni aparte.)
OSr. S. Laeerda:0 nobre depulado como nao
lem emenda, dir que urna reconimeiidacao.
O Sr. .V. Caralean'i:K' por ah assim!
O Sr. S. Laeerda:Ku aceito ; mas o nobre de-
pulado nao admille consciencias puras como a sua
para apresenlarem emendas sera esse lim t f.reio
que admille. Eu pois Ihe declaro- que apreseuio
emendas de boa f.
O Sr. 31. Caralcauti:Responda por si.
O Sr. S. Mcerda :Eu nao respondo por mira,
rector das obras publicas, de cuja especialidad!" vou
tratar.
Srincipiaroi, Sr. presidente, notando que a nobre
imisso de orcaraenlo devendo lomar por base o
que Directivamente se gasto na aclualidade com os
empregados da repartirlo dasobras publicas, apr-
senla quasi sempre una cifra de 40 e tantos conlos
para esse lim, quando para pagamento dos eiuprc-
xadosjgasta-seai conUis ; nao quero com Lsto dizer
que essas 4(1 cornos de es sejain lodos dados a es-
sos einpregadns, mas o que certo que o exces-
so Selles reverle pura as obras publicas, podendo
ali/S ser applicado a oulras melhnramenlns do que
tambem a provincia lem prec.isao.
O Sr. M. Caraleauii ; (jue nao sejam p-
blicos?
O Sr. Gonfalvet Guimarts: Quo no sejam
obras
O Sr. M Cavalcanli:Por exeniplo.
O Sr. Gonralvn Guimare*: Nnquoro preci-
sar obras, ncm o lira ; o que digo que pode esse
excesso ser applicado s obras publicas, mas lam-
ben) poda sMo a outraa necessidades da provin-
cia, que nao obras publicas, como cosluma-se pla-
ticar.
As emendas que scachnm sobre a mesa rae desa-
nimaran) de sorle, que recejo, que nao so aquella
que mandei mesa nao passe, cooio que se passar,
seja infructfera ; porem em todo o caso direi quo
a emenda, que.se acha assgnada por raim e mais
dousciillegas, mandando edificar um quartol para o
destacamento da villa de l.imociro, justificada pe-
la razao do que o pequeo edificio que sefvia de
quartel que exista naquella villa, propriedade da
enmara municipal, demolio-se. e desdo enlao o des-
laeamenlo aqnartella na rasa que serve de cadeia, o
!iip lem trazado grandes estragos ao edificio ; e no
a na villa quem lenha urna casa que aliigue para
Juartel, pelo que e muilo conveuienle a edilleaciio
e nina casa ; mas ]i digo, rec.eio que nao pas.se
essa emenda, e m segundo lugar, passando ella,
receto que so torne iuulil pelo-numoro excessro de
emendas que ha.isloc.iquo nanhumn valha ; salvo
se apnellarmos pasa ,o Dominas proviieA do nos-
so nobre loiloga, que oque poder* dar remedio
i isso.
Sr. presidento, anda lamento hoja como em ou-
fe'
tras sessoes anteriores, nao se ler eilo a ponto do
rio (apibarihc no lugar chamado Camorim, e isso
tanto mais scnsivel, quando achaudo-nos com urna
grande obra em construyelo, que a estrada, que
seguo do Po d'Alho para Nazareih, nos lempos in-
vernosos todas essas despezas que so tem feto, se
tornan inuteis pela falta da ponte do Camorim.
Quero somante com islo lerabrar, que essas obras
que se estilo fazendo ficam quasi quo iuulilisadas
pela falla da ponie, e perdidas quasi lanas dos-
pezas.
Decreta esta assemblca a factura de acudes no
Rom Jardim e outro n'uraa travessja entro o Olho
d'Agua d'Onca e C.hos, mas ale boje nao lem sido
possivol leva-Ios a offeito ; lenho por raoilas ve/os
pedido ao nobre director das obras publicas una
expUcacao a respeito, o sempre me tora dito, que a
razio de, se nio fazer essas obras, t a falla de iragc-
uhcirns; mas eu nao o tenho entendido assim, por
que para urna obra que oxigisse a presenca cous-
lante de um engeiiheiro podia valer essa ra'z.io, po-
rem, Sr. presidente, os nossos engenheiros nao se
ocenpam constantemente na sdmjnislraco das
obras, donde collijo, que nao lem havido um dese-
jo muilo manifest de se oceorrer a essa necessida-
do. ("iVrio apoiadot.)'
Creio que nio sou eu s quem ligo isto, a cama-
raxfaquellaloenlidade pedio n factura desse acude.
0 Sr. Vfffo Bejo (Rapkael) Niugnem nega a
uecetadade, eu sou o priaiei'ro a reconhece-la.
0-8r. GoHfalret Gnimaris :Bem, mas a razio
dada de falla de engenheiros, uaoa achn plausirol,
porque o nobre depulado sabe quo em Santo Anto
reside parmanenlemento um engeiiheiro.
O Sr Mello Rega Uaphaelj :Nao, senhor.
O Sr Cofatoes Gmimaram:Voa sao tantos os
trabalboa de que se acha ello sohrecarregado, que
nao possa sahir para d'alli 12 legoas? Desde que se
encerrou a aaaemMa ease eagenheiro s vnio aqu
em marco deste anno.
O Sr.'Millo lea {Rapkaei): Bala engaado,
paaaou aqu Iros mozos.
O Sr. Go*caluet Guimaraee:Vas quintos pas-
sou na Victoria i Seis meics, ou. mais : pois neese
lempo o ougenheiro do Victoria nao poda Ir levan-
tar a planta desse acude u 12 leguas de distancia ?
O nobre depulado nao recondene que a importan-
te, povoaco do Bom-Jardim merece sor tratada com
alguma deferencia, mrmente quando se traa do
abajtocimento d'agua poUvel ?
O acudo daquella povoaco foi decretado, fez-so a
planta, (ni praca, mas nao apparereram licitantes,
porque o orcamento foi feilo a 4 ou 5 annos, o nao
e possivel que actualmente se arremate urna obra
oreada sobie dados daquello lempo.
Quanto ao outro acude, o nobre depulado reen-
nhec a sua necessidade, sabe as circurastancias
daquella lucalidade, porque j por li tem passado ;
* nmanecessidade palpavel a conslruoco de um
acude naquella travessia.
'" Sr. Depulado : E os povos nao podem fa-
zer esse acude?
O Sr. GonfAire* Guimarei:Nao, porque nao
n uro lugarpovoado ; os habitantes que teem suas
fnzendas duii e tres leguas arredado desse lugar,
lem seos acudes particulares, mas esseque est de-
cretado para os viandantes, que do centro da pro-
vincia se dirigem i esta cidade.
Agora acaba de me dizer um nosso nobre colle-
ga, que tanto as occupacdcs dos engenheiros nao sao
lio grandes, aat acaba m du aceitor o cargo do
subdelegado suppleote.
fm Sr. DepiUado : Nao incompativel.
O Sr. Laeerda :Nem prova falta ds oceupacio.
OSr. Goncalces Gutmaret: Acho bom e en-
granado ver, que um empregado que estipendiado
pela provincia para trabalhar na repartico das obras
publicas, aceite cargos policiaes, morm'ente nos ar-
rabaMes da cidade, que 4 lugar para a polica de
muilo trabalho ; e dizer-se aqui que nao prova fal-
ta do oceupacio I
O Sr. Jfeffo Jroo (ftapAac/): Esses cargos sao
obligatorios.
O Sr. Gonealret Gnimaret: Isto serve para
uao se referi a mim s ; pelo caso em que se faz
a pergunla por esse niesmo se di a resposta.
Mas, Sr. presidente, no artigo respectivo de obras
publicas, nao milito essa razio, a verba extensa e
pode comprehender todas as emendas, quer cora a
conclusao das obras, quer com a construccao de
nhras novas etc. Eu apresenlei tres emendas, uraa
aulnrisando aediQcacao de una casa que sirva para
as nossas sessoes.
K' vergonhoso na realidade que a provincia de
Pcrnamburo dispondn dos immensos recursos de
que dispon, nio tonlia umacasa para as sessoes da
assembla provincial, digna deste fin ; vejo nies-
mo a casa em que nos adiamos no oslado em que
esl.
Um Sr. Diputado .Esl com a espinhella ca-
hula.
O Sr. S. Lnetrda;\ qnola que temos de de-
signar para concert nio de certo pequea, j ou-
vi dizer que andava por 20 conlos de ris.
Ha um uparle .
O Sr. S. Lcenla .Nao sei que fundamento le-
ra issa, maso que certo c, que se nao poder
gastar milito pouco e alera disto, consta-me que se-
gundo a planta da cidade deve licar neste lugar
nina praca e assim desde o momento em que se
comecarem os concerlos dosla casa, apparece o em-
bargo da cmara.
(Ha a m aparte.)
O Sr. S. jicerda :O que & ccrlo i que nao ha
occasio mais opporluna para c.omerarmos aedifi-
cacao d'uma casa, para a assembla provincial, do
que esta. Kn nao son competente para designar o
lugar, vejo mesnio que de anteraao nao se pode
fazer a designarao do lugar ; parccp-me que lal-
vez licasse o edificio bem redorado se fosse frito no
Cleo de Palacio em frente do thcatro ira em umdos
ios.
0 Sr. it.fego (Raphael, d um aparte.
0"> S. Laeerda:O nobre depulado que en-
genheiro j diz que nao conveniente, por isso fi-
que o local esculla da reparlirao competenle.
Esta emenda creio que de ntilidade de primei-
ra intuirn.
Apresenlei urna oulra emenda aulnrisando urna
picada, ou concert em urna estrada que vai de Ca-
ruar ao Brejn.
Eu por occasio de ir aquella comarca, procurei
o caminho msis perlo ; pelo l.imoeiro sao 48 a 50
leguas, por Caruar poupa-se 4 a 6 leguas de dis-
tancia : ha um ponto nesta estrada na serra do
Cachorro um ponto denominado Sorra doMolequc,
oome que foi bastante para merecer a anlipathia
do nobre doputado que se assenta defronle de
mim.
OSr. Jf. Caralcanti:Nao, senhor.
01 Sr. S. Laeerda:Esta serra muilo ingreme.
O Sr. M. Caralcanti d um aparte.
O Sr. S. Laeerda: Nao posso proseguir no fio
de iiipii discurso sem dar urna breve resposta ao
aparte do nobre depulado. Ku nao dise ao nobre
depulado que por essa estrada uingunm andava.
O Sr. M. Caralcaiili:Nao, que all s passara
quem a de proposito para o Brejo.
O Sr. S.lAicerda :Ku disse isto ao nohre de-
pulado do modo seguihte : como o nobre depu-
lado so inlcressa pelo bera-cstar, perguulou-me co-
mo eu tinha adiado o Brejo ; cu disse que uoera
mo lugar, mas que para mim nao tfnha derlas
vantagons que oulro Ihe podia adiar; eu disse-lhc
que para mim nao era muilo bom lugar, porque
na havia urna estrada que passasse na villa do
Brejo, aue s li ia quera tivesse negocios ; mas is-
to neo quer diccr, que a estrada de Caruar ao
Brejo c deserta, por all se vai para oulras locali-
dades, nao quer dizer que a dstrada de Caruar ao
Brejo so serve para mim como o nobre depulado
deu a entender. A estrada de Caruarii ao Brejo c
una estrada real como oualquer oulra, nao sei se
das mais frequentadas do sertao, porque eu quan-
do audei no sertao, em geral nao vi estradas muito
frequentadas.
A parle de estrada que demanda esle concert de
que falla a emenda, nao extensa, pequea,
em desvio de urna serra que presentemente com
grande difticuldade se passa e constou-me, perto
desse lugar, oue havia um desvio muilo bom e que
encurlava ate o caminho.
Tambem me animou a apresentr a emenda a
circunstancia de que a quantia que se poder des-
pender nisto muilo pequea, lalvez seja de 400
rs. a l:0u0j), mas mesmo que sejam dous ou mais
conlos de reis, eu creio que o sacrificio com-
peusado pela vanlagem oup tem as pessoas que
transitan! nessa estrada, indepondenle mesmo da
vantagem que a mim proprio pode vir segundo diz.
o nobre depulado.
Sr. presidento, lenho de apresanlar tambem urna
emenda de rouita importancia a respeito da qual
peco ao meu nobre collega que tonha a bondade de
me prestar silencio e veja que ainda nio c o dese-
jo de recoramendacao que me forra a aprescnta-la
e que lance sobre ella as suas vistas benficas, nao
suppondo que deixe de haver boa f.
disposic
da ha feilo lia dous anuos pouco mais ou menos.
Eu nio quero qne aupponham quo eu rae apr-
senlo aqui como acciisador desso vigario, nao co-
lillero pesso.ilmenle esse senhor, nunca live a hon-
ra de me dirigir a elle, nao lenho mesnio um ttulo
para accusa-lo, mas refer este fado por inuilos
motivse inoriue.nle por Mr representante daquelle
circulo ; tralando-se do orcaraenlo nao devia ca-
lar-rae.
Vejo mais que o Sr. vigario de lpojuca deia de
residir na, fregnezia, e nao sei porque procura o lu-
gar do il anude esl, doixando na fregnezia um
coadjutor que segundo tue. consta nao proendic
muilo hem os seus devores. O Sr. vigario, segun-
do me conoto, na noile de fesla, nd1 disse missa,
na igreja que serve de matriz. Nao sei vorda-
deiraraenlp aquilatar o grao dessa falla, mas os
nobres depulados que sao ecclesiaslieos poderio
dizer se ella i pequea ou grave.
0 Sr. P. Ruarle : O vigariu de lpojuca que
responda por si.
( Criizatn-se ou trox apartes /
O Sr. .S'. la -r,,la .tile disse Ires missas era di-
versos lugares, mas na igreja que servo de matriz,
nao disse nenhuma, nem mesmo o Sr. coadjutor
pTO-pa rocho.
O Sr. P. Dnarte :Klles que rospondara por s.
O Sr. S. Laeerda :Kn nio o chamo para de-
fender o vigario, nem para accusa-lo, porgunlciso
a falta era grave, porque nao estou habilitado a co-
nhecer a gravidade dola.
proposto pelo Sr. Souza Res, visto co-
mo os esclareciraentos desojados j vao apparo-
cendo ; mas que nio sendo o seu lim coratiatero
adiamenlo, passarii materia do artigo chamando a
Silencio da casa para a nsufiidoncia da quota pro-
posta pola coramissao para o pagamento dus con-
tratos existentes, continuacio de novas obras e re-
paro e conservaran ; queso os contratosMamedn e
Mile noexercicio futuro nio consumirn! menos
de equidade. Ede parecer i/ue seja elle[aeiiracel- nhecer
men deferido na proporeao dos lau
contratotde abril de 1859Carneini _
Joaquim de Mello Rogo.Barros Brrelo ven- i em andamento, como por exemplo, o qu diz re*-
c'l,o0 peito a nslruccio publica, sobre o que lia um prn-
4. Cinco empregados do consulado provincial jecto do anno passadu, que nio leve ainda discus-
alli trabalharam com cathegorias menos convenien- i sao algume.
tesa hoaordem de servieo. O Sr. Joo Alfredo : Temos posturas de ca-
Pelp^regulamcnlo mandado observar desde julhn I maras...
O Sr. (7. Cuimnraes O nobre depulado parece
que esl.'i prevenido eomigo, dsposlo a dirigir-rae
ditos amargos... Pois quando eu Irato, ou rae re-
tiro a Irabalhos importantes, o nobre depulado fal-
la em posturas de cmaras, coran so posturas nao
fosse tambem trabalho desta assembla, mas como
i bom da humandade./.I/loto- de 1853 passaram a ter as denominamos del."",
11.' e3."" escriplurarios. K em consequenria des-
SJtitt :-=(Daremos em outro i sos qulifleacdespretenden!que.desde lK53,ai1S55,
se lhes mande pagar, o que de menos recebeflun de
ordenados e porcentagera corrospondeules s laos
qualilicares, quaudo iinuhuma lei Ihesd direito.
E dioso confessara.ein sen requeriraento.apontau- por escarueo a mira...
do a do n. 3 li. que fui a que deleriuinou o paga-j (lia dicersos aparte.)
meiilo em rolaran as novas cajhegorias. O Sr. G. Guime.rae* : Sr. presidente, nao posso
Por lano deve ser indeforida a policio quanto continuar assim ; voto pelo requeriinento do Sr.
s !." quatro emnresados. Mello Caralcanti: para licar addiadn o prnjeclo al
que, sobre elle, seja ouvido o Evin." prelado dio-
aos i," quatro empregados.
Pensa porra a cuuiraissio que, ao ultimo dos pe-
tioiniiaros, neiihuiu ordenado, ou porr.enlagein
tendo receido de julho de 1853 i jonho de 1855,
se deve maudar pagar o que Mr divido era relario
de 150 ionios doris; as preswres a pagar no a" '"garde praii-anie naqurlle lempo, lugar rirai
Tem por lim, estoparle de nimbas observarles vem serloco entregues.
mesmo oxercicio deobras arrematadas montara a
80:713351, os quaes unidos i quantia cima, pro-
fazado 53il:7:l;j:!51. Ora, sendo a verba proposto
dc2l7:907f7Ul, restara gmente 17:16f$:ls9 para
conservaran e reparos, calcamenfo, casa de dclen-
rao etc. cumprindo notar que a verba para con-
servarn e reparos nio deve ser menos de 90 a 100
contos de rs. JA se v pois que dado mesmo que se
suspendan) ludas as obras por admiulstraaao e s
Irato de satisfacer os cumpromssos existentes e con-
servar o que esl feilo, a qunla do projectu in-
sulnciente.
Quanto a informarles solicitadas pelo Sr. Theo-
doro da Silva, dir, que com o contrato Mamcde
nada se lem despendido al o presente, porque nc-
iihum laneo foi ainda entregue, nao obstante o es-
forco com que o respectivo crapreileiro lem tra-
balhado.
Sendo as primeiros lauros de cada urna das es-
tradas a parle mais diffic.il' dos Irabalhos, nao tem
sido osles Concluidos, mas tambera certo que
vencidos esses primeiros lauros, mujtos outros de-
O Sr. Manuel Caialcanli:Estou no meu
reilo.
O Sr. S. Laeerda:E eu lambem eslou pedindo
seu valioso apoio.
Mas tenho de presentar esta outra emenda que
versa sobre a necessidade que tem a cidade do Re-
cite, mrmente o bairro de Santo Antonio dos caes
que anda hoje nio existen). Na realidade ver-
gonhoso neo s para o estrangeiro como tambem
para nos mesmos vr-mos o ralcanicnto no estado
reclamar providencias da parte de quem as poder
dar, para que o Sr. vigario melhor romprohciiden-
do os devores nio s de parodio como do simples
eidadio, continu a obra da matriz.
O Sr. Del fian Cncalraali :Sr. presidente, foi
com algiini acanhainenlo quo aprosenloi as emen-
das que o nohre primeiro secretario ha pouco oca-
bou de ler, mas com essas euienJas nao live por
lim senao promover nlercsses bem eniondidosdo
circulo quo lenho a honra de ropros"nt,ir.
Kallarei primeiro- da emenda que diz respeito
rnnstriicco d'uma cadeia.
Ksl visto que dous conlos de reis nao quantia'
sullieiente para se formar urna cadeia, apenas
nm remedio para melhorar a cadeia actual, islo ,
a pequea casa que serve de cadeia na villa do Bo-
nito. Ku fui all juiz municipal e delegado nao
nouco tempo e fazia-me d ver como podiara all
habitar homens. Quando rhuvia era o mesmo que
oslar na ra, i noile era preciso urna vigilancia ex-
traordinaria, e se um horaem estova all doos an-
nos,corra risco do morrer logo que sahisse.o se alli
mesmo pernuneceste por mas tempo. Ku pois
apresontando esta emenda nio uve por fira outra
cousa, a uiu ser promover a satisfarn de uin.i no-
ceasMade palpitante para urna Ierra qge al hoje
nao tem entrado na partilha desses beneficios que a
assembla tem outorgado a todos os (erraos da pro-
vincia.
Un Sr. Depulado Nio apoiado, que o anno
passado se volou a mudauca do ro.
O .Sr. Delfinn Cacnlcanli ..Mas at hoje nada
se fez.
Apresenlei pois a emenda para ver se consigo se
faca alli urna cadeia que suppra aquella que l
existe eque nao presta para cousa nenhuma.
Quanto emenda queda um conlo de ris para
urna malriz, eu souhe que era costme na casa vo-
tar-se urna quantia englobada deixaudo-so a dis-
Irbnirao ao arbitrio do governo, pelo que nio te-
nho dunda era retirar a miuha emenda e deixar
isso disposirao do presidonie : s desojo da casa,
se o arhar conveniente, o seu voto em favor da
emenda que consigna quola-para a cadeia do Bonito.
O Sr. P. Ditnrte : Sr. presidento, sempre que
deposito na mesa algum prnjeclo, ou emenda, quan-
do nao seja levado por uiu acrisolado patriotismo,
por muito zelo, posso comtiidn affianrar casa, que
de muilo boa f, qne a minlu consciencia nao n-
prova.
Eu mandei i mesa tres emendas e asstgnei una
oulra, tratando da odifieario de urna cadeia na villa
do Bonito, sendo que esta, o bom senso a approva,
porque riimpre, Sr. presidente, que acabemos com
esse meio de prisao lerrivel, e humilhanloque an-
da eib)te=o lronco= porque sebera, que um cri-
minoso soja ura homem repellido pela sociedad
comludo merece ser tratado rom humandade, com
blandura mesmo, depois de capturado e posto em
custodia.
A minha segunda emenda, a que marca 400o
para o concerlo da serra de S. Jos no Buique.
Parece-me quo urna quantia muilo diminuta,
tanto mais quanto sei, que alguem ha que esl rc-
solvido a fazer essa obra por menos.
Um Sr. Depulado : A justilicaco est nauli-
lidadp...
O Sr. P llnarie:A ulilidado esl reconhecida ;
um mo caminho : nio seri bora melhora-lo
quando o dispendio lio peuucno ? Esl claro que
sim.
Mandei tambem urna oulra, marcando vinte con-
tos de ris para os concerlos das raalri/.es.
Um Sr. Depulado : Quando estamos em d-
ficit ?
O Sr. P. Duarle :A esse respeito deixo de di-
zer alguma cousa, porque o Sr R. de l.arorda j o
disse.
Desejava defender o vigario de lpojuca...
O Sr. S'ii/:i/ Rein:Elle nio foi aecusado.
O Sr. P. Duarte : ...mas o Sr. B. de Laeerda
fulmiiiou-o de tal maneira o oom tanta lgica, que
Juasi que nao tenho argumentos sufilcionles para
efende-lo.
( Ha ii m Aparte. )
O Sr. /*. Duarte': Nio o aecuso, mas tambem o
nao defondo, porque nao tenho documentos em con-
trario ; nao me proveni driles, e pareco-me que o
Sr. vigario de lpojuca tora bastante senso para de-
feuder-so daaecusacio que Ihe frita. Entretanto
di- aproveilo-me deste incidente para elogiar o zelo.
com quo o Rvdra. vigario de Caranhuiis lera proce-
dido no adianlamento da obro da grande e impor-
tante matriz
urna igreja quo nao tem nada a invejar aos me-
drares tomlos da capital.
Um Sr. Depulado Enlio nao precisa mais di-
nhoiro.
Respoudendo a un aparto diz o orador, que
exacto que o empreileiroj quiz entregar dous l-
eos da estrada do Pao d'Alho, ao que o orador se
oppoz por entender que a entrega dos lauros deve .
comerar pelo primeiro lanro e nio por laucos desta- vel.rrimc c privativo de capellas e provedorias : esto
caaos-. e deduz. essa sua opiniio da expresso do'lab"""
[ue elle ontrou para o consulado.
Para o que se deve remetter, pelos ernios rnmpe-
tenles, o requerimento ao governo da provincia.
Sala das eominissocs 4 de abril de 1859.Cor-
aeiro da Cunha.Joaquim Mello llego.
OHOKM DO DA.
1." discussio do projectu u. 28 desle anno, que
approva a alleraco frita no compromisso da irman-
dado de N. 8. do Bora Conselho.
Approvado sem dbale.
A requerimento do Sr. N. Pnrielta, 6 dispensado
o inlreslicio para ser dado para ordein du dia de
anianha.
I." discusso do projeclo n. 20 deste anno: que
supprimoo lugar de i." tabelio de notas da villa da
Esrada.
O Sr. M. Caoalcanti, pede explic.icio acerca do
senlido deste projocto.
O Sr. Arruda h'atco .-Senhor presidenta, como
o nobre depulado deseja simiente oxplicacoos para
poder determinar o sen voto a respeito deste pro-
jeclo, eu vou dizer o que me oecorre a semelhanle
respeito, para ver se posso salisfaz-lo, e supponho
que para isso nio preciso mais do que dizer, que
no tormo da Kseada existem dous tohellies, ou
escrivies, uin de orphos, com alribuioes no crime
ecivel, e oulro, labellio de notlas, escrivio do ci-
piniao ila exp
contrato quando diz que a estrada comecava na
margem esqnerda do no Capibaribe e seguir por
Tracimliaeni ele, etc., al Nozareih, e que Ira/, a
idea de ligarn o Conunuidade na execra 'ao e en-
trega dos Irabalhos.
Tendo porm o orador se relindo de sua repar-
liciopara a assemblca, nio sabe o que a esse res-
peito resolveu o governo ; mas acredita quo nao
se receben depois dissn Unco algum.
Respondeudo ao Sr. Coinalves Guimaries diz,
que as obras a que esse nohre depulado se refere,
nao teem sido Pstudadas, porque nio lera havido
engenheiros disponiveis, aciiando-se esse a quo o
nobre depulado se refere empregado nos esludos
da Serra do Mascarenhas e cadeia de Nazarcth, nio
tendo havido assim negligencia da parle da repar-
lirao.
O Sr. Souza Hete .-[Daremos em oulro nu-
mero).
O Sr. Manoel Caralcanti combate o artigu, fa-
zendo diversas consideracoos geraes acerca do
mesmo.
Tendo dado a hora.
OSr. Presidente designa a ordera do dia para a
sossan segninle e levanta a de hoje. Erara 3 horas e
meia da tarde.
SF.SSAO ORDIMIRU ES 4 HE ABRIL DE 1859.
Presidencia do Sr. barn de Camaragibe.
As 11 1.2 horas da manhaa feita a chamada, vc-
nfica-se estarem prsenles 31 Srs. depulados.
Ahre-se a sessio.
L-se o approv-se as acta da sessio anterior.
O Sr. 1." .Secretario menciona o segninle
KXPl IM1.MI .
xai a imprimir, depois de julgado ohjerlo de de-
liberadlo o seguinte projerto:
A coramissao de fazenda e orramenlo altendendo
ao que requeren Slarr & C, e ao parecer desla as-
sembla de 1855, isem niandn os edificios em que
tem seu estabelecimento do pagamento de dcima
por 10annos, de parecer que se adopto a segnin-
le resolurao.
Arl. nico. Fcam isemplos por seis annos, a
contar da dala desla lei em dianta, do pagamento
ilo decimas os edificios em que Slarr & C. tem seu
estabelecimento de fundirn na na da Aurora.
4 de abril de 185. Cnrnriro do Cunha.Mu
llego (Joaquim I.larra* Barrito.
tabellin, nao lera processos orphaualogoos ou nio
lucra cousa alguma, ou lucra muito pouco, tamo
que nao chega para a sua subsistencia e esta ra-
zan o obrigou a pedir i casa que houvesso de pro-
videnciar para que Ihe pmporcionasse matas de
subsistencia concernentes as suas necessidade- e
ao lugar que oceupa. Mas como era vista do g 7."
lo artigo 1." do acto addicional se podia entender
que ossembla nao compele, seuio croar e snp-
primir erapregos desta ordcui, razio porque a cora-
missao enlendeu que eslava em seudreilo propon-
do a supprcssio do lugar de 2." labellio, porque
assim Reara o 1." labcTliio com todas as fnnei des
dos dous, o que Ihe dara os meos de concorrer
pa a docente subsistencia desse empregado. Nao
sei seo nobre depulado me tem entendido.
O Sr. Jf. Cavaleaitli : Parece que entend.
_ O Sr. Arruda Faleao : Eu nio entro na ques-
tao do projeclo, porque pelo em quanto nio foi com-
batido, rezorvo-me para quaudo o fr dizer o que
julgar conveniente.
O Sr. .l. CavalcantiDeclara votar contra o pro-
jeclo apresenlando algumas consideracoes geraes a
respeito da materia nelle couda.
Encerrada a discussio, o projeclo approvado.
Primeira discussio do projeclo n. 11 desleanno ;
que transiere para Nesga Scnbora do de Pao
cesano.
Encerrada a discussio, regeitado o requerimen-
to do Sr. Mello Cavalcanti, e approvado o projeclo,
com o requerimento do Sr. Corra de Andrade e
Mello Reg.
Contina a segunda discussio do orcamento pro-
vinrial.
Sobre o arl. 12 e emendas, adiado da sessio an-
turior.
O Sr. C. Cunha :Sr. presidente, eu direi muito
pouco, o reclamo a.attoncao do nobre depulado
que na sessio passada taxou a commissio de pouco
franca, por ler redigido paragrapho em discussio
como se ai-ha escriplo, que eulereipara mentor fi-
xar a silencio: (li>).
Sr. presidento, en lamento com n nobre depulado.
acninpanho-o no scntimenlo por ellecxpressado de
que tao pequea seja a verba para cousas de tanta
importancia, as quaes decididamante nio so das
menos necessarias na provincia. E at mesmo sup-
ponho que sem ellas a provincia hade muilo per-
der. Mas nao se pense que a commissio pouco
franca, por que apresentou essas obras englobada-
mente, nao. A commissio poderia adoptar esle
meio ja que de outro nao pode tancar mo para
mostrar a rasa as dilliculdades que tinha a respeito
de despeza, desta nalurezas chamando assim a al-
lencao da casa ao estado dos cofres, mostrando-lhe
assim que lalvez para cousas de maior magnetnde
para a provincia, que nio haver quota sufficion-
le. O nohre depulado percorrendo todo o orenuen-
to ver qne a commissio limitou o mais quelhc foi
possivel qualquer verba de despeza, e assim mesmo
o que arhou para obras publicas? Obras que eslo
em conclusao, urnas e oulras adiantadas, e breve
podindo seu pagamento, e nutras que foreosflmentc
se bio de fazer ainda que nao esto votadas por lei.
De onde pois, quera o nobre depulado que a cora-
missao lirasse dinhero ? Impondo de novo, ou
augmentando as imposires existentes ? a commis-
sio, que uo quer desta vez ser laxada de pouco
franca, declara que nao lem animo, nem para im-
pr de novo, ncm para augmentar o que existe. A
commissio leve animo o boa ventado de propr o
cerreamenlo de militas despezas e a suppressao do
outras, porm a commissio sabia que nao tinha pa-
ra isso vol sullieiente.
Um Sr. Diputado : Teve vontade, mas nio te-
I ve animo.
O Sr. Carneiro da Cunha .- A commissio teve
para isso animo e boa vontade, mas s linha de
que dispor tres votos, porque a commissio s se
compe de tres membros...
O Sr. M. Caralcanti: Podia contar com o
meu.
O Sr. Carneiro da Cunha : Nao bastara...
I'm Sr. Diputado : Havia mais.
O Sr. Carneiro da Cunha : Nio duvido, mas
anda alguns mais, nao eram bastantes.
das as mais dispendiosas, e segundo pens as me-
nos urgentis.
Nio sendo islo possivel restar o recurso do em-
prestimo etc. etc.
E quando se dar dficit a passar semelhanle opi-
niao t
A commissio, Sr. presidente, fez o seu orcamento
sem apresentr dficit. Nio deu maior quantia para
obras publicas, porque_ nao achou no resultado de
sen oame sobre os meos de recdtadeque podia
dispor, e por isso englobou todas essas obras, mas
a commissio mi tem a fatuidadc ou est bem lon-
go de se persuadir que propoz nesta casa um traba-
lho, que nio merera correecao, e a casa est em seu
direito fazendo aquellas qu entender, se englobou
as obras foi para quo a casa reconbecesse as ditfi-
culdades com quc_a commissio lutou. nio pode es-
perar, mas a cada'um dos senhores depulados cor-
re a obrigacio de propor emendas ao trabalho da
commissio, e isto ser melhor de quo ogoslode
dar quinaos commissio, quando nao se trata pro-
priameute de verificar se ella trabalho bem, mas
ue adiar melhores unios do que os propostos, o que
parece haver mais desojo de censura aos membros
della.^ do que de fazer melhor trabalho.
O Sr. Jf. Caraleauii diz que nio concorda em
que a commissio lome para si o monopolio de eco-
nmica, porque os factos demonstrara o contrario,
sendo os succedidos o anno passado, que deram mo-
tivo siie desintelligancia com seus collegas da
commissio de fazenda.
Sustenta a emenda que assignou com o Sr. Souza
Reis, e concluc volando contra o 8 3."
O Sr. Naeeimrnto Portilla : ,Daremos em ou-
lro nuinero.i
O Sr. Mello Reg (Raphael] .-Tenho mui pouco
a dizer, Sr. presidente. O nobre depulado o Sr. Pei-
xolo Duarte est equivocado, suppondo que o que se
fez na estrada do Hanguinho foi empedramenlo,
quaudo o que se fez foi calraineiitn pelo avalenta de
Mac-Adam no centro da ra em urna largnra do 30
palmos, sjndn o restante da ra calcado como se lem
feilo as outras ras. Isto milito dilTereiite do
que so fez no aterro dos Afogados, ou na ra Impe-
rial, que consisto om urna fita de empedramenlo de
20 palmos do largura no centrada ra, iicando de ca-
da lado 15 ou 20 palmos com aterras de areia. Foi
Sor esta razio que a assembla mandou rectituir os
inheiros que se havani recebido dos proprietarios
dessa ra.
Entretanto devo declarar ao nobre depulado que
essa ctassificaoao da ra do Manguinho corra pela
thesouraria proviucial c nio pela reparlicio das
obras publicas ; mas acho que a thasouraria proce-
ded m-iio bem, porque essa parte da cidada est
dentro do permetro sujeito decima, e tendo-se
feto alli ral, amento, nao se poda dcixar do cobrar
os 15 por ceto da lei.
Vereoa-se uao haver numere legal, e proceden-
do-se a chamada na forma do regiment,
O Sr. Preside.nl designa a orddm do dia para a
sessio seguinte, e levanta a sessio de hoje. Eram 3
horas da tarde. '
. e a prava
Amarello a sdc da freguezia de Maranguape. esl noque se tem feilo at aqui, o orcamento ja
Vai i mesa e apoiado o seguinte requerimento: vai mais onerado do que sahio da commissio :
Um Sr. Diputado : Protesto contra esse raono-
poiado o seguinte reqi...
Ui-qiieini que seja ouvido o Sr. hispo diocesano ,
l/W/o
E approvado o seguinte parecer:
A coramissao dos negocios de cmaras o postu-
s, tendo examinado as da villa da Kseada de pa-
recer que vio a imprimir para entrar na ordem dos
O Sr. P. Duarte :Precisa, porque essa obra tem
sido frita quasi que a expensas do povo de Cara-
em que se acha e anda mais, o estado das nossas iihuns, que alias nao dos mais ricos; cis a razio
praias.
Eu aprrsento, pois, urna emenda autorisando o
Eresidente a fazer os caes que devera circular o
airro de Santo Antonio, devendo essa despeza ser
indemnisada pelos particulares, segundo as testadas
dos seus torreno, salvando esla hypothcseno ca-
so dclles se prestaren) a fazer a obra.
Sr. presidente, direi alguma cousa lambem so-
bre a verba das matrizes.
Sigo neste ponto syslema difiranle dos nobres
depulados que apresentam emendas, nio as lenho ;
mas tenbo de fazer a seguinte consideraran : que,
quando nos temos tanlo trabalho nesta casa, nos
extorcamos lano para fazernins passar as nossas \
porque mandei i mesa aquella emenda marcando
vinle conlos do ris para as obras de matrizes, por-
que tenho f, que alguma pane reverter tambera
era favor da do Garanhuns.
I ni Sr. Diputado : Eu acho pouco !
O Sr. P. Duarte :E nio o diga por irooia; eu
acho lambem que pouuo, e por isso marcando-se
apenas no orcamento vigente 10 conlos, elevei a ver-
ba a 20.
Um Sr. Depulado : A matriz de S. Bento ?
O Sr. P. Duarte: Essa est em bom estado:
nio esl acabada, mas o que existo feilo bora, eo
Sr. vigario a cura com muito zelo, rosultando estar
malriz sempre aceiada o digna de, nella se exer-
emendas, am de que essas matrizes sejam benefi- i cerem os orados divinos.
ciadas, triste ver que alguns vigarios, lalvez mui-' A matriz do Buique... nao digo nada, porque o
Sala das commissoes 4 de abril de 1859. P.
Duarte.Oliveira.
Tambera se approvam os seguintes pareceres :
1. O professor publico de inslruccio primaria de
Gnil que oblere gralificario addiccional por mais
de 12 anuos de servieo, pretende agora ter adquiri-
do esse direito desde"agosto de 1851, vmdo assim a
devor-se-lhe dcatrazadosa quaulia de 7299214 cor-
respondentes a seis annos. 5 mezes o 24 das de ser-
vico ; mas nao tondo instruido a sua petico de
modo a poder a commissio de fazenda c orcamen-
to averiguar o seo direilo ; de parecer que" se pe-
ram ao governo da provincia inforraacoes a res-
peito.
Sala das commissoes 4 de abril de 1859.Carnei-
ro da Cunha.loaquim Mello Reg.'.
_ 2." A commissao de tazenda e orramenlo nio
pode conviremser retirada a bandeira'da Capunga,
como pedem seus habitantes; nao s porque j se
acha ella arrematada e a nao continuarlo trar re-
clamacoes para abales, come porque o resultado do
pedagio far falla aos cofres, que alias pagam illu-
minaro o eslrada, o de que se aproveitam os mo-
radores e froquenladorcs da Capunga, pelo que
de parecer qne sda indeferido o requerimento.
4 de abril de 1859.Carneiro da Cunha.Bar-
ros Barrito.Joaauim di Mello /Jejo.
3." O professor de instruccao primaria de Bebe-
ribe leudo para alugucl da casa 100$, e oblido o an-
uo passado mais 50g, pede esle anno mais 109, afim
do prefazer a quantia de lfiOg.
Insiri- sua policio com o recibo do senhorio
da casa na importancia animal daquella sninraa.
Parece commissio de fazenda c orramenlo
que nio sendo o meio requerido pelo peticionario o
nico bom para oceorrer a falta quo senle, sim
tambera o de tomar casa mais barata, deve ser elle
siipplicanii." indeferido.
4 de abril de 1859.Carneiro da Cunha.Bor-
ros Barrito.Joaquim Millo Reg.
Sao adiados os seguintes pareceres :
1." Tendo o vigario da freguezia da Victoria
recebido para reparos de sua matriz a qnantia de
3:0008, /ueneficio de nina lotera) e despendido de
mais897S5iH), vem agora pedir a assembla o cra-
bolco, desta somma.
A commissao de fazenda o orramenlo parece
quonenhum direilo tem o vigario a" tal pagamento,
visto como devera ter limitado as obras a quantia
marcada.
4 de abril de 1&59.Come ro da Cunha.Joa-
quim de Mello Reg.
Adiado por pedir a palcvra o Sr. N. Portada
2.Confessandoa irmandade do SS. Sacramen-
to da Boa Vista desta cidade, j ler recebido do Iho-
souro provincial 10:800$ para as obras daquelle
templo, qur agora Ihe mando dar a assembla mais
sem prejuizo da primeira e segunda discussio. S.
R.Corre-a de OlietiraMillo Rigo [Joaquim).
O Sr. Millo Caoalcanti :Sr. presidente, eu vo-
to contra o projeclo, mas nio tendo ainda chegado
ao meu ronhecimento algumasinformaroes queso'
bre elle solicitei s pessoas de minha cnfianranio
eiiirarei por agora na discussio de sua ntilidade,
limitandn-mo apenas a justificar um requerimento
que. vou mandar mesa nos seguintes termos (l).
Eu vejo que os Ilustres autores do projeclo aca-
bara de mandar mesa um requerimento no sen-
tido de ser ouvido o Exm. diocesano acerca do mes-
mo projocto sem suspensao da primeira e da segun-
da discussio ; .porm me parece mais conve-
niente que a discussio desse projecto lenha lu-
gar depois que nos consto qual o parecer de S. Exc.
Rvm. cen-a delle parecer esse que es proprins
autores do projecio, julgam de necessidade e
por isso enlendo que dove Bear adiado o projeclo
que se discute no sentido dado nesse requerimento
at que se ouca a opiuo do prelado diocesano.
Le-se c apoia-se o seguinte requerimento :
Requeiro que seja ouvido o Eira, hispo dio-
cesano, Iicando adiada a discussio do projectoS.
H Mello Caoalcanti.
A Sr. M. CavalcantiContina a insistir para que
os signatarios dos projectos os justiliquem, e declara
que vota contra ludo que nao fr justificado por
seus autores.
O Sr. Correa de Oliceira Sustenta o requeri-
mento que assignou com o Senhor segundo
secretario, invocando os precedentes da casa, se-
gundo os quaes, os projectos concernentes paro-
lina, sao votados primeira e segunda vez antes do
parecer do bispo.que vera influir na terceira votaran.
Contra esta pralica, diz o orador, nada ha a
oppor-se : a audiencia do diocesano pode ser pre-
via ou posterior; alm disto adianta-se trabalho, e
eis urna razio de conveniencia.
Satisfazendo os desejos do honrado depulado, o
Sr. Manoel Caralcanti, o orador diz em sustenta-
cao do projecto que asede da freguezia de Maran-
guape est om um lugar insalubre, onde s ha a
igreja matriz om ruinas e urna casa m, em qne re-
sidera por successao os vigarios.
Na estario invernosa este lugar fira de tal modo
innundado que os parorhianos nao pdem procu-
rar o vigario para suas necessidades espirtuaes.
No liltoral existem dous excedentes povoados :
um delles, maior, nao tem igreja capaz de ser ma-
triz ; o outro. Nossa Senhora do de Pao Amarel-
lo.-cuja mxima distancia para todos os pontos da
freguezia de 3 leguas de bor.s caminhos, lem urna
excedente igreja.
O orador pondera finalmente que os cofres pro-
vinciaes nao supporlam a despeza da reedificarlo
da actual matriz de Maranguape, que os respectivos
paruchos tem abandonado a matriz, por doenles, e
que indispensavel que as sedes das freguezias se-
jam os lugares mais povoados.
O Sr. G. Guimaraa .J tinha a patarra quan
do ralln o nobre deputado que acaba de assen-
ar-se.
O Sr. Pritiiinti :O nobre deputado nao eslava
inscripto.
O Sr. G. Guimarts :Nio censuro a mesa por
isso, quiz apenas mencionar o facto de que j >i-
nho pedido a palovra quando o nobre deputado
fallou, mas nem por isso entendo dever deixar do
dizer alguma cousa sobre o projecto. Eslava dis-
posto a volar contra esle projecto, porque vendo
propor-se a transferencia da sede de urna freguezia
de um lugar para nutro,nao vi dizer-se urna palavra
a favor de semelhanle medida, apenas vi apresen-
tar-se por parle dos autores desse mesmo projecto,
um requerimento pedindo quo fosse ouvido acerca
delle o F.xm. Sr. hispo, mas sem prejuizo de 1'e
2" discussio ; no que nao concordo, porque a
rasa sahe que se o Exm. prelado diocesano nio con-
vier nesta transferencia ser trabalho perdido o que
se houver feita; isto quando nos temos muitas cousas
a fazer para as quaes nao chega o tempo. O nobre
polio de economia.
O Sr. Carneiro da Cunha: Monopolio, nio : a
commissio tinha umita vontade e animo de cercear
algumas despezas c propr a suppressio de outras,
mas sabia que nio era ac.ompannada pela casa. O
nabre deputado disse que daria o seu voto, e en
Ihe respond: s um e nio basta...
_f'i Sr. Deputado : Hara mais, e a commissio
nao s quem tem o previlegin de ser econmica.
O Sr. Carneiro da Cunha ; Sim, senhoies, o
nobre deputado, pode ser mais econmico no seu
pensar do que eu.com o syslema de ludo negar. Mas
eu entendo que a consiento negativa para as despe-
zas nio 6 economia. [Apoiadns).
Senhores, a commisao nio tem a vangloria de
se suppor a nica econmica, mas esse chuvelro de
emendas, raostr* bem, eoqne jpassou, qual o
espirito de economas que domina na casa, e que a
commissao nao se engaen quando deelarou nio
contar cu que seria secundada as redcenos e sup-
presses....
O Sr. M. Cavalcanti d um aparte
O Sr. Carneiro da Cunha : Ura, para que Iraz
o nobre depulado essa historia, toda pessoal ? Sr.
presidente, a commissio redigindo este paragrapho
como se acha, attingio o tim a que se propoz, que
foi chamara attencio da assembla para este as-
sumpto, fazendn-a sentir de que para as cousas mais
necessarias, havia poucos fnndos, que a commissao
com 247 contos nio os sabia dividir por tantas cou-
sas eobras indispensaveis. Quero e espero aceitar
toda a correcrlo que os Srs. depulados Ihe quizerem
fazer : marquem para urnas obras o que entenderem,
com as preferencias que lhes parecer melhor, ang-
mentem a despeza, mas nao so esqueram do prin-
cipal, que dinhero sufficente. Nao se esquecam
de dizer donde ha da vir o dinhero.
I.oem-se e apoiain-se as saguintes emendas :
N. 18. 8.Os proprietarios da estrada do
Manguinho serio iodemmsados pelo thesouro pro-
vincial dos 15 por cento que pagaram indebidamente
pelo empedramenlo da mesma estrada.S. R.
Peixoto Duarte.
N. 19.g 3.Ficando o governo autorizado a
mandar proceder ao cairamente da villa do Cabo,
desde a exlensio da estrada dp ferro at a igreja de
Nossa Senhora do Rosario.S. R. Barros de La-
cerdaReg Barros.
N. 20.(4,Inclusive 2:000$ para as matrizes de
Rio Pormoso e Una.S. R.Lopes.J. Mello Re-
g.Pereira de Briito.J. Alfredo.Mello Caval-
canti.Pastos da Silva.A. Leo.Salgado J-
nior.llaplista.P. Duarte.
N. 21.93.Com as emprezas das estradas do
norte, de Pao d'Alho, Nazareth, e de Tamandar
150:0009.
2." Reparos e conservarlo das obras 100:000$.
3." Obras j arrematadas 85:000$.Souza litis.
M. Cavalcanti.Machado da Sifra.
N. 22.5:1A emendado Sr. Souza Reis eou-
tras, acrescente-se, com as obras da casa de deten-
cao 50:0009.V. Portilla.
N 23.5 3.Depois das palavras arrematadas
diga-se e obras administradas.B. di Laetrda.
.V. Portilla.
OSr. Peixoto Duarte : Sr. presidente, mandei
a mesa urna emenda relativamente a urna queslo,
que aqu tralei o anno passado, mas essa outra re-
lacao o que em idnticas circumslancias della hoje
me oceupo. Slnto que nao esteja na casa o nobre
depulado das obras publicas...
Vozes:Est. esta.
O Orador : Bem. Os proprietarios da eslrada do
Manguinho pagam 15 por cento de imposto addicio-
nal decima e islo iudevidamente, Sr. presidente,
porque essa estrada nao est sendo calcada, mas
simplesmente impedrada, como me informara algu-
mas pessoas que por alli transitara. Eu
Discurso do Sr. itevutaido Gon^alves
Guimnrtes, prouuaelado no princi-
pie da sessio de do corrente, que
por Migarlo ilevou ato ser eolloea-
do no lugar proprio,
O Sr. Concalves Guimarts: Sr. presidenta,
pela simples leilura do projeclo em discussio, eu
nem rae (embrava do motivo que me tinha levado
o anno passado a pedir a palavra sobredio, mas pe-
la leilura das emendas que acaba de fazer o nobre
primeiro secretario, recordo-me que ped a palavra
por causa desta emenda sobro limites de Grvala
com Santo Anlao : (li)
Ora, tendo a freguezia de Grvala sido creada no
anno anterior com os seus limites, e nio vendo cu
nessa occasio razio para alierar-se urna lei feita no
anno passado, entend que nao devia deixar passar
essa emenda sem esclarec men los, sem discussio ;
mas havendo j na casa um projecto que trata do
mesmo objecto, apiesentado creio que esle anno, e
estando eu informado das difflculdades que appare-
ccram quando se tirn parta da freguezia de Santo
Anlao para Grvala, porque pessoas que moravam
a ditas e tres leguas da sua malriz, passaram a flear
8 e 8, convenci-me, e por consequenria nada mais
lenho a dizer, senao que voto pela emenda, romo
j eslava disposto a votar polo projeclo.
REVISTA DIARIA.
Entrou hontem em discusso na assembla pro-
vincial o artigo da le do orcamento que vota sub-
vencoes para as rompanhias" lyrica c dramtica do
nosso thcatro; abriodo-se sobr amatoria urna dis-
cussio animadissima. Alguns Srs. deputados nao
querera thealro, muilos querem somonte o dram-
tico, e poucos o lyrico I
f. nesse campo que est eslabelecido o dcbate.que -
promette ser largo e duradouro.
Na sessio do anno passado, quando o goslo pela
opera nesta provincia nio eslava desenvolvido, por
que nunca Iinhamos lido companhia lyrica regular,
o contrato Marinangeli passou suavemente: mas
hoje que se lancou a popolacio urna paixio que ella
nio tinha, que, por assim dizer, a querem abalar
no nacessedouro 1 Agora que se descubri a ne-
cessidade de animar a litteratura nacional, incar-
nada no drama agora que se reconheceu que a
provincia nao pode carregar com a despeza do tbea-
tro lyrico I agora que se enlendo que devemos
ler abastecmento d'agua gratuita I
Um faci deploravel r rnvoltanle oceorren an-
tc-hootem no cemiterio desta cidade e qne nao de-
ve passar desapercebido.
Poroccasiio de um enterro o Sr. coadjuclor des-
ta freguezia, de Santo Antonio, tendo-se dirigido -
quelln lugar, jumamente rom a irmandade de sua
matriz, foi sem nenhun motivo poderoso, brutal-
mente esmnrradn por um dos membros dessa irman-
dade, que nos informan) ser guarda da alfandega
desla cidade!
Nem a posicio de sacerdote, nem o respeito o ve-
neraro que a todos deve inspirar o jazigo dos mor-
ios, garantirn) o Sr. roadjudor do desacato que
softreu!
Veremos o que da averiguaeio desse fado, resul-
tar.
A maneira porque se accumulam os carros,
de transportes de volumes as ras adjacentes
alfandega desta cidade, empedrado o transito at
de pessoas, devem sem dunda ter despertado o
zelo do Sr. fiscal do Redfe, para estabefecer pro-
videncias a respeito ; mas parece-nos que esse func-
cionario municipal nio costuras andar por aquel-
los lados. Neste supposlo chamamos hoje a sua
allencio para esse ponto. Ah se o Sr. fiscal se
quizesse nlrometler com os toes carros, que servi-
eo nio prestara ao publico '
lnformam-nos, que uraa deslas noles foi es-
faqueado na ra das Larangeiras desta cidade, um
individuo, sem que fosse capturado o criminoso.
Confiamos, porem, que, a ser verdadeiro esse
facto nao flcar impune.
Somos informados que a direccio da compa-
nhia da estrada de ferro, tez em Londres a chama-
da das duas libras que tinbam de pagar os accio-
nistas all residentes para que llqtiem na mesma
porrio das estradas aqui effertuadas, ficando assim
em perfeito p de gualdade os accionistas d'aqui o
de Londres.
- O Sr. Domingos Aires Malheus, nos enva a
mas pessoas que ooraiii iransiiam. Ku qmzera que 1 seguinto correspondencia.
o nobre director das obras publicas rae dissesse al- Sr. redactor da Rtrifta Biorio.-Pprmtta-me
guma cousa re ativamenle ao oue Irato. isto se \ que em resposta i correspondencia do Sr. Manoel
cousidera aquella parto da cidade como estrada, ou 1 Antonio da Silva Bios. hoje publicada, ou me orru-
como na, porque se no primeiro caso, os proprie- I pe segunda vez do tacto, que leve lugar na Passa-
,.i
mmi'-f-.


gom da Magdaleua, co di 22 do mez prximo
lindo.
Para provar que os dous gunnlins, que alra-
vessavam a estrada, nao intcrronipiam o Iransiio
dos carros, diz o Sr. Rios, que antes do mnibus,
cm que cu a, passaram muilos carros, como os dos
Srs. commendador Joan Pinto de Lemos, Dr. Fon-
seca e Dr. Jos dos Santos Nunes de Oliveira, sen-
do que at passaram livremeate outrus mnibus.
ignoro se passaram mullos euros, como di o
Sr. Rios; ignoro se passaram os carros dos Srs
Pinto de Lemos, o Dr. Fonaeca, mas afflrmo que nao
passou o do Sr. Dr. Nunes de Olivelr. Este se-
nlior acompanhava o mnibus em um cabriolet, que
foi igualmente embarazado, e dcbaixo de cujas ro-
das quasi morre urna menina, que roltava da esco-
la, sendo semelhante desgraca maravilhosameme
evitada nao sei como. Appelto pira o testemunho
t Sn DJ Nunes de OWv"i s"1 eoo par o do
Sr. Dr. Firmo, que eslava porto, e que acudi
i idos d'esta ordem !
Na occasiao,eni qnnforam cortados os gnardins
tiniiain deixado o serrina todos os operarios do Sr!
Ilios. c iusullavam e ameacavam os passageiros do
mnibus -. como, pois, rm "tal occasiao suliia una
Ierra ? Para que loima o Sr. Rins, em afurniar urna
urcunistancia, que so nao deu, comoposso provar
com o leslonuinho das pessoas mencionadas em mi-
nha primeira correspondencia 1
Diz liiialmciiic o Sr. Rios. que incapaz de in-
sultar. Nao diivido ; mas ha de coufessar que
quanili) lazia choro com seus operarios, c estragara
om a pecha infamante de introductor de cdulas
falsas a uui dos hiais dignos caracteres d'esta pro-
vincia, eslava tora do sou juizo : e rnente por
sta razio pude o Sr.Rios,ter-so desmemoriado tan-
to de 'us adose das verdadeirascircuiiislancias do
facto a que deu causa.
Perece que o S. Hioi, somonte lem conversado
rom seus operarios, c a nao ser assim nao remata-
ra sua correspondencia, dizendo que ninguem dei-
xou anda de censurar-me. Eu sei o contrario, c
estoii prompto para justiiiearo mcu acto comtesie-
munhas uisuspelas e com a lei.
Sou Sr. redaclorelc. ele.
Dnminqo Aires latheus.
Recite 1 de abril de 1859.
Passageiros do vapor Paran sabidos para os
portos do hit: D. JoaquinaF.. K. de Mobpics, 2
lilhas p I criad, Dr. Francisco P. de Souza Paraizo
Joao ('.. Slniocs, John H. SlolTen, Dr. Jos N. Hi-
rue ira Costa, 7 tilhos, Seriados e 5 esclavas, A. A.
da Cosa Mayor. Trislo Modos Santos, suasenho-
ra e-f (litios, Antonio Jos C. Cocino da Silva,!). B.
P. de Concalves, Francisco R. Setas, Joao Ferrei-
rado Oliveira, Jonquiu Antonio Viliarouco, osex-
-oldados Joao Francisco e Cuilhermino Jos da Sil
va, o lenle Jos C. Vnrells da Franca, Cycero B.
de Mello, 2 retratas, Antonio G. Gil Pimcntcl e 1
i-srravo, Jos Syper, .Miguel Syper, Antonio F. Cor-
redora, William Heard. Firmino C. de Figneiredo,
Antonio Jos de Carvallio; Jos de Souza Cuinia-
raesJuniot, Francisco Antonio, Antonio Filgncira
Iiinior,Francisco Antonio Filgoua el criado, Joao
los do Monto Jnior, leado e \ esrravo Daniel
He. Mealles, Joaquim Jos da Costa Pioheiro, Jos
I.. Culinarios, Anionio Jos da Silva, Jos V. dos
Santos, Hereulano Elias, Jfanoel S. da Rocha Lins,
Maria da Conceican, Jos Alvos Guimares, Epifa-
nio V. da Silva e 1 criado. HermogenLs dos Santos
Vezerra, Manoel Pereira, Antonio P. Pinto, Cacta-
uo P. Coelbo, Pedro A. Evangelista, F. II. Cordoto,
F. Tailor, Jos Anionio de Oliveia, James lluntcr,
A uierico Jos dos Sanios, Jos 1. de Oliveira.
Relaco das pessoas fallecidas na fregueziade
Santo Antonio do 27 de ruaren a 2 denhrtl.
Joaquina l'mbelina do Carmo, parda, casada, 25
annos.
Honorato, pardo, escravo de I.uiz Caetano Rorges 2
mezes.
leauna. Africana, escrava do Francelina Eudocia
Acciolis e Vasconcellns, 10 annos.
\nionio, pardo, tilho de Manoel Antonio Pereira
doBrito, 11 inezes.
Anionio Luciano, crionlo solteiro, 32 annos, pobre.
Leonardo Xavier de Souza, pardo, viuvo, 90 annos,
pobre.
Idalina, branca, fllha de Jos Rodrigues da Cruz, 3
roezes, pobre.
Maria, parda filha de Thereza Maria de Jess dous
annos.
do rprrenlo, para o consumo desia cidade, 74
rezos.
No dia i 72.
Uorlalidade do dia 5 :
Manoel, exposlo, pardo, 8 mezes, convulsoes.
Julia, branca, 11 mezes, bexgas.
Olimpia,branca,2 anuos, hidropesa.
Maria, branca, 2 mezes, espasmo.
...'.i.!, i,-a, uui niiidr- 4 no
mens, srravns ; total 111.
mez prximo pasudo, que contrislou a lodos que
dclle liveram noticia, e do qual se lem oceupado
os redactores dos dilTerentes jornaes e peridicos.
Essc faci foi o andamento de um rapaz de 15 an-
nos de idade, que teniendo ser recrutado laucon-se
ao rio Capibnribc no lugar do caes da presidencia.
A polica foi, na forma do coslume, o alvo a que
se dirigirn! lodos os tiros do que sincera ou fingi-
Aamenie lastimavam essa Uisto ela*tropha: s
costas della ou antes do sen digno chefe foi atirada
a responsabiliilade desse facto casual, eproeurou-se
chimar o odio publico sobre esso funccionario, que
tantas provas havia dado de prudencia e tino admi-
nistrativo.
Croa correspondencia do tnsjor Francisco Jos
Silveira ex-subdelegado supplente da freguezia do
Santo Antonio, pareceu agsravar de alguma sorte
certos boitot, de que a ordem para csse recruta-
mento extemporneo e imprudente, partir do Sr.
chefe de policia, e que por conseguntc i elle se
----------v qw um ni <_ i > um, t. ni um til" fiHV'lJi imnillm< ma twialnm iianna/riiiiiwn.i. As. .-... na4'
Icou com admiraco que nao havia lesio.
< Tambera ainr'mo que nao passaram outrosom-
.a'i """"f0,0 V] ndam pela estrada da passou naquella noite, c quo fomos informados mi-
.uagaalciia, o de Jnboalao c o de Caxang ; no pri- nuciosamente do que antes se passra entre o Sr
metro, as quatro horas da tarde, ia cu; o segundo chefe de policia, e o Sr. Silveira, nao podemos sof-
lenapassar urnaihora dcpois. Cusa a crcr que o frer que a verdade seja supplantada pela men-
>r. Kios se derenda de urna maocira tao pouco de- tira (permitta-se-nos a expressao]: e agora que o
enrosa, e que letra a coragem de provocar desmen- nosso acto nao pede com razio ser ailribuido a esse
cortejo autoridade, tomamos a deliberacao de oc-
cuparmos a attencao do publico por algun's momen-
tos, narrando fielmente ludo quanto se passou en-
tre o elicfe de polica e o Sr. Silveira, restabelecen-,
do assim a verdade dos (actos.
Na tarde do dia 2 i de marca o Sr. major Silveira !
prnenrou o Sr. chefe de policia, e com elle leve urna i
conferencia acerca du um plano, que havia conri
bido para recrular naquella noile : o que entre el- [
les se passou fui pouco mais ou menos o seguate I
Quera o Sr. ex-subdelegado que se pozesse son j
disposico una torca de linha para cun ella cercar
o paleo do Paraizo na occasiao cm que a msica do .
corpo de policia all tocasse.
O Sr. chefe de polica (segundo ouviuos de sua!
propria bocea) respoudeu quo nao aunuia a sume-1
Ihaule plano, jiorque nao goslava do recrutamenlo '
em uiassa, que alm de uenlium resultado prove-1
toso, smente serva para causar alarme c laucar o !
terror no meio da populacao: que alm diss ac-
crescia que era aquella noile urna noite de regnsijo
publico, vespera do juramento da consliluicao. que I
porlanlo apenas mandara por sua disposiriio seis !
ou oilo pracas. para coip ellas policiar o seu dis- ]
tricto quando por elle percorressem as msicas; que |
entio se cnconlrasse nessa occasiao liguas dos in-
dividuos quo elle conhecia aptos para recruta, os '
pretidesse sem o menor apparato.
Eis o que se passou na tarde do referido dia 2 i.
A' noite pedio o Sr. chefe de policia ao Exui. Sr. |
prodenlc da provincia que mandasse por 4 sua
disposicgo a torca dcsponivel que existissensquar-'
le de policia para acorapanhar as msicas, e evitar
a reproducao dessas svenas contra as quaes diaria-
Olale se lirada pelos jornaes.
Com eluulo o commaudanle do policia leve ordem
de pilr .'i disposico do Sr. chefe de policia a forra
pedida, que foi distribuida do modo scguinle, se-
gundo nos infonnou pessoa que diz ler consultado
o commaudanle de polica a respeilo.
Oito homens toram apresentados ao ex-subdele-
gado de Santo Antonio, e o resto da torca segar
para o pateo do Palacio, na formado costme cm
noite de fesiejos, a disposico do Sr. chele de po-
lica, quo apenas disse bcomuianiianliutordtu
*ao a do eostumehlu acompauhar as msicas
o evitar disturbios.
A hora em que comcearam os toques,.o Sr. ex-
subdelegado dirigio-se o commandantc da fon-a, o
lente Guedes, e Ihe disse que aquella torca esla-
va a sua disposico para rocrular, e unindo e-i.i ,,
que j lbe linba sido aprescnlada, deu o cerco] c
comecou a recruUr com os seus inspectores.
A cousequeucia uessa imprudeucia lodos us sa-
bemos.
Asprevisoes do Sr. chefe de polica realisaram-
se: o_susto, o o terror apoderou-se da parle da po-
pulacao mas tmida, um infeliz (nao dous ou Ircz
como se diz) perdeua vida, o ninguem foi lecrula-
do, porque mnguem foi preso, que eslvsse no ca
so deservir.
Ninguem mais, alm do Sr. ex-subdelegado, re-
crutou naquella noile.
Ocummaodaolo de polica, que linha ido a pala-
cio fallara S. Etc. sobro a saluda do destacamento
para Goianna, nao recebcu orden para tal: sua
presenca inesperada, duvcm dous homens a vida,
pois a elle se deve o salvamento de dous individuos
que toram lirados do rio, quasi desfallecidos.
Os ofliciaes que alliforam vistos,nao eslava ni cm
sen ico : toram apreciar as msicas como todos o
niin all fmiiii
Diario de Pernambuco.Quarta feira C de Abril de i8o9.
concorre para o adianlaniento de um poro smen-
te a coustruccao de estradas.que nos custain udobro
de que vnleui; a educacaoe priiicipalnieute a edu-
cacao religiosa, com especialidade das mulheres,
nao deve ser olvidada pelos poderes da provincia.
O cailiolico.
u.j.j!^ .,- ,-v sen ico: loram apreciar as msicas como todos os
Mari qo Carmo Africana liberta solteira. 66 que all forau.
a"hSr-i.j ii ... Aprecie pois o publico sensato o que lica exposlo
aatadouro publico. Mataram-se no da 3 ? decida, quem foi o causador, se bem que invo-
1 correnie. nari o consumo rtpt:i c
-----------.., .,^, u. ., ,, xda.i^iuwi, ai; uta
luntario, da desgraca, que lameolamos.
Pareen-nos que Sr. chefe de policia obrou co-
mo lhecumpria quando no primeiro dia til propoz
a demissao do subdelegado, que tiio aberlaniente
coulrariou as suas ordens verbacs; c que assim de-
veria fazer, nao s para correcin delle, como para
excmplo dos oulros.
Nao passa como verdade que o Exni. presidente
OrOVlll'.1 P n -Si* l.Kofa H.. nnn!. II..-------.. __
\o publico.
Ao avanbeccr do dia 15 de (evereiro do crreme
auno estar cercad a miulia cas nn ra do Rau-
gel, n. 18. Appareceu-me o Sr. subdelegado da
Boa-Vista,c enlregando-me urna cartero.que havi
achado em poder de um preto meu, que disse-meo
mesmo subdelegado levav preso, convidou-nm a
acompanha-lo at residencia do Sr. Dr. chefe de
polica, que desejava fallar-mc Occorreu-me, pela
presentacao diquelli carteira, que se traiava d'al-
gum roubo ; e nao querendo eximir me a qualquer
esclarecimenio immedialo, de que pon-entura ne-
cessitasse a autoridade, acced ao convite e acompa-
nbqi o subdelegado.
as immediacoes do quartol da policia disse-me
o mesmo subdelegado que lalvez anda nao houves-
se voltado o chefe de policia de urna diligencia fura
da ridadc.eque melhor era que me ontrelvcsse com
o commandaiile no quarlel at sua rolla. Tranquillo
cm miiihaeonscencia, continuei a entretera con-
versacao com o Sr. subdelegado at o estado maior
do supradito corpo, onde dcixou-mc o Sr. Rufino
som uln cumprimeiito dirigir-le.
Tcndo esperado mais rio que era razoavel, cm vis-
ta do que me havia dito o subdelegado, procurei
sabor do Sr. ofRcial de oslado maior, spj na secre-
taria de polica oslara o chefe. Foi nesse icio de,
no cumulo da boa f, querer eu sabir, que o oifi-
Cial de estado coiiiinnnuou-iue, que eslava preso !
Quando tal declaraco me fazia o ollicial, choga-
vaiiui lillio mvu, que me viali participar a prisao
de seu innao c lio. Cercado nosso engcuho, toma-
das todas as avenidas, por numerosa forca, baten
porla o Sr. chefe pe polica, e com desusada aspere-
za etlectiiou a prisao de meu tilho e Plumado. Eia
osla a diligencia de que balara o subdelegado.
SeoSr. Dr. Agoslinho I.uiz da Cama linha em
poucaconta Antonio Pedro deS Brrelo.OS estvlos,
conveniencias e regias da hyerarehia social nao me
permitliam haver-se doui"doporquese houvecom
o coronel. Cercada a minha casa, escoltado eu por
um subdelegado, recolhido ao quarlel da policia ca-
vilosaiuenlc,_ islo uaosentou bem na minha pessoa,
e taiiiheui nao foi certamento digno da autoridade
que o mandou pralicar Pois nao bastara um sim-
ples e-lcio do Sr. eliefu para queeu me reeolhesse
prisao ? Nao ha na provincia um quarlel general i
Era eu um facinora, suspuito du luga ? A ultima
decisao do Sr. chefe de policia, responde que nao ;
mas parece que no,lempo da minha prisao S. Exe.
nao va pelos mesn ollios... A presidencia tam-
bera eslava vifamenic mpressionada.
Preso, e de un modoallrontoso para mira, v-nie
depois enredado n'um processo com um mea Ollia o
cunhado. Era una falaldade que pin tal nos collo-
cava. Se nao fui um plano de perversidade, foi una
illusao de animo acobardado e em desvario...
Nao a historia do processo, que cu quero fazer
ao publico; felizmente o despacho de improceden-
cia fa-lo por inim ; csse despacho, depois de lodo o
ditt havdo, diz inulto alto, quo somos innocentes,
visto que depois de una >M*a, cun lodo seu cor-
tejo d incoiiiuiunicabilidadps.detenpao deeseravof,
auto de repoiiheciiiipnlo do cavallo, etc. nao >e che-
gou a indicios para urna pronuncia. O que eu quero
e alliimar ao publico cm puncas patarras, que o at-
lenlailo de 8 de fevereiro nao parti de nos, nem
podia parlr. O crinie sein niuiivo nao crine,
loucura : no caso presente o mulivo assignado
lima infeliiidadi: para nos. & verdade, mas urna
falsidade. Se tal molivo fosse verdadeiro, de ha
mullo deveria ter sido sabido por nos; se o
pungir do desgosto li\essc de levar-nos a um alten-
lado, nao esperaramos, que Ippareccssc a necessi-
dadn de pernetra-lo no centro da cidade ; u milito
menos escolherauos para exeeiilarnm prenle nos-
so, que de risita se demorara enlre nos. que nao co-
nhecia as ras da cidade, por Icrscinpre estado em
nosso eiigeuho...
A policia foi limito infeliz no seu caminhar ; que-
rendo regular seus passos pelas acobardadas pulsa-
ees do hroe da tragedia, oliedeceu sua desva-
nada ndicaciio, e tumos nos as victimas. Agora,
onde esliio os autor, s do allenlado ?
Depois de velho, com 58 anuos de idade, leudo
prestado por longo lempo ineus snicos ao paiz, ser-
ricos coiiscieiicinsos, sem que por lodo esse lempo
mu cabjsse urna nodoa na repulaci, _agora que
tranquillo no silencio do meu engenhn' tratar de
educar nicus lilhn c garantii-ine o futuro, sou con-
duzdo prisiio por crinie de morte, por um subde-
legado de polica.
En havia'me recolhido tanto ao silencio, que o
Sr. chefe nio sabia, que en era coronel reformado
do exercito, quo o subdelegado esqueceu, que eu
havia conimandado as armas por sele anuos nesl.i
u.io lem asignatura mlha, p nem lenho lembran- I MOV1MENTO DA ALFANDEG\.
ca de a ter feto. Tcnho, porm, lembrauca de ter ', Volumes entrado com fazeudas .
tr^ii ; i r j iiokki cuuiu teruaue que o txui. presidente
uosptMidecandade.hxistem ;i.homens, 53 da provuicia, e o Sr. chefe de policia livessem as-
s, nacionacs ; 1 homem, cstraugeiro ; 2 ho- sistido das varandas do palacio, ao acto do Sr. ex-
subdelegado, pois asseveram-oos que ellos so Uve-
i'Mtn rntiltnomiinin Ai. din. !;. ...i^^fi. ..
.......,r,a,, ,o.i ni suooeiegaao, pois asseveram-nos que e.lless live-
ora_ra_VLsiiadas as enfermaras pelo cimrgiao ram conhecimenlo do que havia acontecido na ma
fin -f P h9rt? d* tuauhaa, Dr. Doradlas nhaa do dia 25.
aso10 minutos dl manhia, Dr. Firmo s 4 horas da Quando as seenas, a que nos referimos, se darn
irrte de honlera, cirnrgiao mor do corpo de poli- js a.horas da tarde.
CHRDNICA JUDICIAR1A.
TBIIIIIL Dl BELf0.
1
s. _
larde
ca :
SESSAO EU 5 DE ABRIL TE 1850.
PRESIDENCIA DO EX. S. C.ONSK|.MEI0 IUIL1N0
. ns mi.
A.Whovs dn lounba, presentes osSenhorcs
ii'sembargadores Cilirana l.ourenco Sutjgu ,
i.uerra, S1\ a Conies, Caetano Santiago, procurador
da iiiroa e nl)r. juiz dos teitos dafazeuda L'choa
flfaTMMU, foi SbcTti nses,ao.
Passndos os felina c entregues' os distribuidos,
procedeu-se aosjulgameotos seguinlps:
APPLLACOES CRIHRS.
Appellairte, ojuizo ; appcllado, Jos dos Sanios
i ana Jnior.
A noro jurj-.
Appellante, ojuizo ; appcllado, Francisco Rodri-
gues de Holl.
luiproredcnle a appellacao.
AppelLinle, o jnio ; a'iipellado, Jos Caetano
Lopes e onlro.
A novojur)-.
Apprllante, o jubo ; ippcllsdo, Bernardo Veira
dos Santos.
A novojurv.
Anpr-Hanlr-; o juro; appellado, Candido Jos de
\ novo jury.
DILIGENCIAS I HIMF<.
<:om vista ao Sr. desembargador promotor da jus-
lic-i, sap|M-||npo \ppellinte, Galdino Jos da Assumpcao ; appel-
lado, o juizo.
nisrnmciroKs.
I)islriliuh*am-se ap Sr. liesambargador Gitirina,
a appellacen raVei :
Appellante. Manoel Bezcrrade Caslrp Mello ; ap-
pellano, Alexandre Ferreira Pioheiro.
As appelln as rrimes
Appellante, o juizo ; appellado, Manoel Romcro
de boava Jnior.
Appellanle, Uuilherme Augusto da Silva ; appel-
lado, ojuizo.
Ao Sr. desembargador Loprenco Santiago, as p-
pellacoes civeis
Appellante, Ucnriqtie Manoel da Silva ; appella-
do, Luiz de Franca Comes do Alencar.
^s appellaQes rimes :
Appellanfn, Joao Ferreira Gomes; appellada.
Mana Benedicta do Espirito Santo.
Au Sr. desembargador Silv Gomes, as appella-
eofs riveis :
Appellante, a cmara municipal ; appellado, Ba
siliq Alves de Miranda Yarejao.
Q recurso crinie :
, "-cconenle, o juizo ; recorrido, Joao Coflho
do Rosario.
A' ] h.ra !?. \uie encerron-se asessao.
DURIO DE PERNAMBUCO.
Na spuso da assambln de honlera, -depois do
expediente, disculio-se o projeeto u. 9 deste anno
que augmenta os vencimeti toa do regente do hospi-
inl do candade.Foi approndo cm primeira ds-
i-ussio.
Segunda discnsso do projeclo n. 29, que appro-
va as alteracoes do compromissn da irmnndade do
Bom Conseibo, sendo approvado com as emendas
dos Srs. Guimares e Carneiro da Cunha. A emen-
da do Sr. Martins Pereira foi regeitada, tendo o Sr.
Goncalres Guimares justificado a que apresentou.
Primeira dscussaodn projeeto n. 49 de 1857 que
reforma a inslrncco publica.Foi approvado, re-
quemado o Sr. Joaquiui Porlclla dispensa de inters-
licio.
Continuoua Icrccira disepssao do projeeto n. S9
de 1856, que eleva i calhegoria de vjll a povoa-
cao de Agui| Preta. O Sr. Manoel Poriella orou e
concluio pedindo a retirada de suas emendas. O
Sr. Epamiaondasipreseotou urna emenda marcan-
do os lmites do termo, c os Srs. Goncalres Guima-
res e Mello Bego (Joaquim) oulra, acerca dos li-
mites da freguezia do Limoeiro, orando sobre ella
os Srs. Barros de Lacerda e Guimries.A diacus-
sao flcou adiada.
Contnuacao da discusso do ornamento provin-
cial.Foi votado o artigo 12, sendo approvado com
a emendas nmeros 21, 22, 17, 3 e IB.
Sobre o artigo 13 oraraui os Srs. Martins Pereira,
Manoel Purtella, Soua Res, llaphaul e Carneiro da
Cuaba, ficando a discusso adiada, e com a pala-
vraosSrs. Manoel Cavalcapti, Epaminoodas, R-
puael o Penlo Duarlc.
Dad* a hora, o Sr. presidente deu para a ondem
ilo da de boje a conuuacao da anterior, primeira
disp.ussa do projeeto n. 26 deste anno, asegunda
Jp/niimero 51 de 18S7, e levanlou a sessao.
t ram 3 horas da tarde.
Com municados.
-----------' "-, ^^ a I.-HUIUU9, suuaiain
eslavam elles reuuidos, c conversando ua salla de
rcpcprao.
Soaienle acreditara nisso, quem nao (ver couhe-
cimenln do Sr. conselheiro Saraiva, e o Sr. Gama :
elles jamis cousentiriam em laes acto na vespera
de um dia de festa nacioual.
Nio temos odio ao Sr. ex-subdelegado, antes lhe
somos afTeieoados, mas nao tolerara os que elle, cm
vez de npprovctar o tempo quaresmal, e fazer acto
de eoatrirao queira dar a palernidade, e execucao
de sua (ejix lembranca ao Sr. chefe de policia, nia-
gislrado incapaz de remar ante a responsabilidade
de sens actos, anda mesmo que livessem o cunho
da irrefiexao.
Com a publicaco deslas (iplias escripias lio so-
monte para o fim de esclarecer a verdade milito o-
obrigario ao seu constante letor.
Veri Ins.
Recite. 1 do atilde 1859.
O Kxm. pfe Dr. A. L. da Gama, ex-
ebefe de polica desla pro lucia.
Ha das deixon a chnfaiura de polica desta pro-
vincia o Exm. Sr. Dr. Cama, lendo sido pelo go-
verno de S. M. o imperador uomeado presidente da
provincia das Alagoas.
Seja-nos permittido dizer duas palavras a respei-
to do lio dlslincto fllho da provincia de Malto-
Grotso.
S. Exc. no esparo de un anno o alguns mezes
de exercicio na administracao policial soube gran-
gear de todas as parcialidades polticas desta pro-
vincia um nome chcio de prestigio e de ropulacao
quer como magistrado Ilustrado e iulngro, quer
como autoridade enrgica c o> maior solicitude oa
exlinccap dos abusos e da immoralidade, quer cni-
fitn como um cavallciro dolado das mais insignes
qualidades, sempre benevolente para os que o pro-
curavam, at mesmo de iucrivel paciencia, como
livemos occasiao de saber por mais de urna pessoa
que nos asseverou.
Entretanto c.oin estas qualidades S. Exc. nio de-
xar du possuir desafteicoadas gratuitos que se es-
forcarao por contestar o que havemo dito : mas
islo natural, S. Exc. liomem de govero, cum-
pridor dos seus deveres, eucarregado de um im-
portante ramo d'admiuistraco jamis sa\ie. remar
un passo quando trata dos interesses da justica e
da soeiedado, e porlanto, S. Exc. se justifica b-
lhautemenle com a existencia desses individuos que
lhe quizercm obscurecer suas qualidades.
Podamos registrar alguiis faclos que claramente
traduzssem a realidade das uossas palavras, mas
nao esse o nosso intento : nio temos em vista
npresentar de novo ao publico estas oceurrencias
_ que se nio demorara boje no esquecmento, ao me-
nos a esponja do lempo as tem feto totalmente
desappareccr.
.. Al,'m disso nao hstoiiamos a admnistracio po-
licial de S. Exc, porque os juizos da populacao
sensata da provincia fazetu justica aos principios
ac intuir imparcialidad!- que sempre acompanlia-
ram osseus actos deixando ressumbrar o tino, a il-
luslracao e prudcocia que oruam a pessoa de
mu drerso o nosso fim ; hoje, que o Exm. Sr.
ur. Gama nada mais lera eomnosco. e que lbe foi
conuado merecidamente o exercicio de mais altas o
geraes fuuccoes, aprazemo-uos, como observador
severo, a felieiU-lo sinceramente pelo seu novo
destino, dmgiodo-lhe innmeros rotos pela sua
prospendade e Inumphos era sua primeira missao
presidencial.
no^0^'*^0* ^F*0-' *sim Mno as uossas res-
pcitqsas despedidas.
U. G.
provincia c esqueceu consegnintcmente dizer aoSr.
chefe, que elle subdelegado u.io linha carador pa-
ra eonduzir-mc prisao.
F.ra a minha cniz, que chegava : carrcga-la-hci!
Corre de hopea em bocea, consta do processo que,
fazendo-se justica ao meu cararler, a altribuicao nao
me cabia, e devia ficar s sobre meu filho'e meu
cimbado. Agora descendo aos que la! dS3eram ou a-
croditavam; porque a ulciican era de fazer-me hon-
ra, dcvolvo tal juizo. Gracas a Dos, sei sernele
de minha familia ; nem o'motivo a.ssgnado pnderia
existir, sem que cu o souhesse, nem meu filhn c
meu cimbado se alvorariam em raeus desau"roula-
dores revelia de miin. Se a primeira irifelicdade
o motivo, existiese, se a segunda, o atlentado l-
vesso de existir, cu nao seria cslranho, porque' re-
pito, sei ser chefe de minha familia. Felizmente
mens tilhos nreslam-me obediencia, pedom me con-
selho cm lodosos actos de sua vida ; nao seria para
facto de lio fcia mgnitude, que um delle3jul"aria
poder dispcusar-me, sendo cu alias o primeira in-
leressado o rcsponsavel, sendo esse filho o mais
velho e por conseguinle o mais acostumado a obe-
derer-me e. ouvir-me.
Recolho-me 4 minha retirada habitacao tranquillo
e pesaroso; tranquillo em minha ronsciiicia, porque
perante esta sou o mesmo, que era antes do da 8
de fevereiro; pesaroso, porque qniz a serte que ou
servsse de mais una limo, do quanio difficil guar-
dar illcsa a reputacao de una rasa, do quanto f-
cil a certos instrumentos, alias dspresiveis emba-
p-Ia... Mas ludo tem suas compensaioes ; noac-
ceilo a opiniao de Cezar: antes quero parecer c
nao ser, do que ser nao parecer....
Nao levo urna golta do le no roraeao. No alto e-
xiste quem nos julgar lodos Foi'a minha cruz
que chegou ; carrega-la-hei. '
liiionio Pedro de S llarreto
Recfe.5 de abril de 1859.
O nosso dislincto amigo o Sr. Dr. Ovidio da Ga-
ma Lobo, nomcado ltimamente pelo goveroo im-
perial paca o cargo de secretario da presidencia do
Ceara ah chegra felizmente uo vapor Paran
sendo recebido com felicitamos pelo jornalismo d
todas as cores
O joven cheio do talento, que durante seu tiro-
cinio acadmica, se lizera coubecido do paiz pela
sua dedicacao A causa religiosa, dcfendend-a com
ardor as paginas de um jornal miiilu estimado
por su ortbodoxa, se aprsenla peante a socieda-
de rico de ttulos de umita honra, que desde Ja o
nobililani.
Os bous Cearences fazein juslic s eminentes
qualidades do Sr. Dr. Cama Lobo, o porfiara em
iributar-lhc as mais lanceras ovucoes.
E um tributo muito murecido qo se rende ao me-
nt, como esle que aqu consagramos : sincero
espontaneo.
Timn.
I'm fado k den nefla cidade na noile de 24 do
i\o Srs. deputudos provlraciaes.
"Je <*ue ,* 'nd'nerpnca cm, materias religiosas
passa como bom gosto e elegancia, nio deve correr
desapt-rceb.do o zelo e constancia, com que o ca-
pellao do recolhimenlo de Iguarass o ^vd. Flo-
rencio Xavier Da procura sustentar o seu brilho a
ao respeitarcl instituicao. Com s quantias vo-
tadas pela assembla provincwl tem o padre Flo-
rencio conseguido reformar a coberta do edificio,
fazer dormitorios, substituir o assoalho que esUva
podre, concertar cosinha, que eslava inteiramen-
te arruinada e dar principio ao rfeitoro que ja se
acha bem adianlado. Muito porm resta aida a
fazer: o andar terreo esta sem Iadrilho, falta o res-
to do assoalho; o frontispicio da igreja que vedar a
entrada das aguas pluviaes, que estragara o choro
a torre que j lem muito bom principio ; a sachris-
tia, o throno da capella mor c parede' posterior da
dita capella, e muro do quintal.
O patrimonio do recolbimenlo consiste em algu-
mas acedes da divida publica, que rendem animal-
mente 744J, e nao podem chegar para o sustento de
28 recolhidas, que as horas que deixara vagas o
offico divino e orneoes proprias doestabelecimento
aprendem a ler, escrerer, costuras, bordados, flo-
res e msica.
Sem a contnuacao da coadjuvaco dada pela
assembla nada se podeni continuar 'a fazer Sa-
bemos que nao Hsongeiro o estado dos cofres
provinriaes ; porm tambera sabemos que grande
quantia se desuna para obras publicas que nao
feito, o lomo a sua patermiudade, replica, que
tambora se conten na certido ; replica, que lem
por ltn destruir os jurdicos /un da me ufo* lo duvi-
da, posto que um cscrivio, que sabe perfectamente
o direilo, e por issose julga habilitado para ser juiz,
advogado, partidor, etc. etc. ; mas na replica eu
disse pouco raais ou menos o seguinlc : A legisla-
cao commercial citada na peticio tem applicacio
questo. e quando nio lenba, 'poderia cnamr-sc
emapoiodapeticao aord. lir. 3." lit. 86}} 1:1 a 18;
a duvida do escrivio nio procede ; e a elle nao
compete por duridas sobre disposicoos de dreito
applicaveis ou nio s questoes : ora, quem liver
mesmo leves noces de'direito, veri que nenhuma
censura posso solTrer i visla e tal replica, visto
como a ordem citada estaem vigor ; e e de dreito
0 que eu disse sobre a duvida do escrivio.
Mas como quer que o rfouo escrivio tivessedito
na duvida, que a accio tiuha sido tratada no foro
cotnmum, e que por conseguinte a legislacio com-
mercial nao era applieavel, talvuz se euche'rguo mo-
livo para censura no facto de querer eu applicar
urna disposico de dircito commercial a urna ques-
to tratada no foro cotnmum. J disse, que a pcl-
eio nio est por mim assgnada, e que nao tenho
I fembraura de a ler feto ; porm posso dizer, que a
legislacio commercial foi invocada em virlude de
ser a divida, cuja execucao se promova, constante
di-urna lctlra de Ierra,"que segundo o decreto n.
7:17 de 25 de norombru de 1850, pede ser ajuzada
no (oro commercial ; e mesmo porque uesla comar-
ca, quando comecou a ler execucao o cdigo com-
mercial e seus respectivos regula'mentos, as icces
coinnierciaes, sendo (raladas, como aind i sio.'pe-
ranle os mesmos jnizes B esrrivaes perante quem
eiaui tratadas as du f uo coinniura, nao liaban) o-
escriTies protocolos diflerenles, de son que no
mesmo protocolo em que se lanearam os requeri-
ineulo do foro rommuin, erara laucados os do toro
coiniiiorcial, c dahi resuliou, que quando se reconhe-
ppu a nceessidade de estabelecer-se disiiiipo enlre
os actos do toro commercial e os do tora "011111111111.
alguns advogodos enlendiam, que as aceies que
lossem cotnmerciaes, euibora livessem sido trata-
das no toro commuiu deveriam as eteeiices ser
reguladas pelas disposicOes couimerciaej ;'porque
nao pareca muito curial, que o erro que se linha
dido prejudicasse ao direilo das parles. F. verda-
de que na replica uu suslenlei que a disposico com-
mercial linha applicacio i questo ; inosl'rei tam-
bera a disposico do direilo commiiin. que aulorisa-
va o requerido, fui ai tendido pelo juiz, e a parte 00-
nhuiii rociirso nlerpoz. Nao sei, pois, oni que me
desabona tal facto.
( segundo documento outra certido, com a
qual pretenden trurarirato provar, me eu era urna
execupo iluseulcnca figurei como advogado ileexu-
quenlcs, e duexeculado.
A vimae tilhos de A. II. da Silva execiitavatn o
coronel F. .1. da Costa, sendo adrogado delles o
Dr. V. de A. Mello, o fi-ita a penhor, apparere-
ram iliversos crednres do dito coronel Costa, pro-
testando us para ralco, e oulros pcdiiido prefe-
rencia, sendo seus dobilns reconhecidos, o nao con-
testados pelo dcvrdor. Os que poda ni nieto nao
ponlestaram I preferencia ; somonte podan] ra-
lco na nj11.-111ii.-1 restante da preferencia, e que li-
nha de ser r......biela pela vuva c tilhos de A. II. da
Silva ; ora a questio de rateo enlre estes e os ere-
dores s.'i poderia ser discutid depois da arremala-
1 ao dos heos ; dnpois ini-sino da procrcivncia ; e
por i iso antes da arreuialacaO s se poderia sqsci-
lar questo enlre os exeqneutes viuva e (ilhns de
A. II. da Silva e o exceulado coronel Cosa ; por-
que 08 oulros cieilores nao proraoviam execuio
qii-riam raleio e preferencia 110 paso do seren'ar-
rematados os bous; e assim nio estar eu impossi-
bilitado de aceitar procurado dos credores, que pc-
diain preferencia, dos que pedian ratnio, do exc-
eulado.
No decurso da execucao leve o coronel Costa de
oppor embargos pon lima fcila em seus bous pe-
los seus credores viuva e filhos de A. H. da S. ou
ules leve demostrar por meio du embargo! que a
a arreraataco dos seus bous,sendo feilacoino se pro-
leudia fazer seria prejudicial nao s a elle como tam-
bora aos credores, principalmente aquellos que pe-
dian preferencia, o que ludo se pode ver nos autos
respectivos; eu cnln aprsente!por parte do coro-
nel Costa esse embargos, mostroi a realidade do
prejuizo que soirriam o executado o os credores
preferentes; enera porisso oifendi o dreito dos
constliiiiilcs, alguns dos quaes eslavam nesla vil-
la, o snuberam dooccorrido, eos oulros cu Ibes
communiqiei, o at bojoneubum reliruu a procura-
cao que me havia dado.
Anda quando nao so livesse dado o facto como
acabo de referir, poderia muito bem em una causa
eu ter sido advogado de exequcules e cxeetltados
sem quo podesse por isso ser censurado : sunpo-
nha-se que diversos criadores demandara a um
mesmo llovedor ; e que esle recoiihcccudo o debi-
to de alguns dos credores nenhuma opposico faz
ao seu pagamento, mas que nao reconhecciido o dos
oulros credores, conlesla-o e se oppe ao paga-
mento. Pergiinlo, podiria nu nao ueste caso sera
quebra de probidade, cu aceitar procpraeao do exe-
cutado contra os credores cujo pagamento cllecon-
lestava ; e aceitar procuracio dos credores, que li-
iihaiu sido reconhecidos He parece, que uerhu-
ina duvida pode haver, que sim; j v pois o
triumvirato que o seu documonto caduco e nao mo
offende.
Parece-me, que lenho moslrato a improceden-
cia dos dous documentos ; passarei agora a dizer
duas palacras acerca daslinhas que precederam na
publicaco dos documentos.
Disse o assignante da publicasio que cu era r-
bula e collector das rendas provociaes, e segundo
me disseraiu, taes palavras lera or fim fazer co-
nliecer, que eu exerco dous lugares incompaliveis:
assim cumpre-iiic dizer n essc ignorante, be aos seus companbeiros, que estao em erro, e que
tal asserco moslra clarameule a sua crassa igno-
rancia.
A incompalibilidade do advogar d-se smenle
acerca dos collei-lo'res das rendas geraes ; nao s
porque estes as comarcas sio cncarregados das
execucoes que a fazenda proraove contra seus de-
vedores, como porque leudo a seu cargo aarrecada-
i.o de diversos imposto, centre estes alguns, que
como o sello dos papis exigem, urna allenco se-
ria, e urna occupaio permanculc, nio Ibes e licito
advogar ou exercer nutro qualquer emprego, que os
possa dislrahir do cumprimento dos seus doveres
maso mesuin nao se d cora oscollccloresdas ren-
das provinriaes, porque nao sao cncarregados de
questoes de fazenda, pois que ha ajudantcs do pro-
mrador fiscal, aos quaes est incumbida a obriga-
pio de tratar das execucoes e mas negocios judi-
eiarios ; e uesmo porque a seu cargo est a arre-
cadneo de jioucos imposlos ; inminente na eollec-
toria desta villa, onde s appareceu meta sisa de
escravos, e una ou outra vez sello de beraneas e
legados, de sorto quo sem prejudicar as obrigaces
de colliM-t.ir, eu posso culrogar-uie a oulra qualquer
occupaio.
Accrscc inda, que nessa ridade, o gcralmcnte
nas capilacs os procuradores liscaes, e as comar-
cas os seus ajudanles advogam ; e al boje anda
pessoa leuibrou-sc de ieiisura-los.
Concliiindoesta.digoaotriuiiivirato.qiiccomquan-
lo cu seja rbula, toda ra nao receto por mens ac-
tos paralellos aos de lodos, ou de cada um de seus
inembros ; e que gozando de conceito para com os
uieus constituimos, e para com os primeiros advo-
gado dessa cidade, eprimeiros negociantes dessa
praca, pelos quaes lenho sido eucarregado de ques-
toes importantes, nio me alRijo com as pnhlica-
com gneros .
Volumes sahidos com fazendas .
com gneros .
CONSULADO GERAL.
Rendimenlo do da 1 a 4 .
dem do du 5 .......
DIVERSAS PROVINCIAS
Rendimenlo do di 1 a 4 .
dem do dia 5 .......
. 105
. 577
------ 762
133
. 21:!
------345
12:960 jGOa
4:119$240
17:079J85I
1:6341035
416J075
I^oOJTO
DESPACHOS DE EXPORTACAO TELA MESA DO
CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA 5
DE ABRIL DE 1859.
BallimureHiato americano Rosamond, llenry
Forstcr i C, I,(ti5 saceos assucar mascavado.
BostonBarca americana Saune, Henry Forster
& C, 900 saceos assucar mascavado.
C.euavaPolaca hespanhola (Edurigest, Amorim
Irinos, 200 saceos assucar bronco.
Cibrallar Brigue ingles (Asjnez,Sannders Bro.
thcrsciC., 6(l saceos aasnearbranco.
LisboaBrigue portugnez .Taruju I. \. P. del.c-
tuostS; C., 1011 saceos assucar branco
Rio la Praiallaiguo hespanhol Diana, Arauaga
\ Rrvau, t) pipas agurdenle.
Genova Polaca hespcuhola Edurigr- Feidel
Pinto t r., OiMi >.icms assuear branco.
Kxportae&e.
Marelha. barca france/a f^rprricr, de 328 to-
neladas, coiiduzio o seguinlc :----{,1111 sanos as-
sucar.
lU.Ci.llEIIOIUA DC RENDAS INTERNAS Ci-.ItAI-S
DE PERNAMBUCO.
Rendimenlo do da 1 a i .
dem do dia Ti ....
THEATRO
DE
Santa Isabel.
EMPREZA-GEHH.WO.
Beeita pxlraordinarla livre da
assLjjnntnra,
QUIRTI-FEIRl' 6 DE ABRIL DE 1859.
Subir 6ccn o magnifico myslcro em qulro
actos :
01; os
Milagros de Sanio Anionio.
Principiar As 8 horas.
Os Srs. assignanlcs tem preferencia aos seus ca-
marotes c endeiras, e por isso sao rogados, os que
0 quizaren!, a mandaren! busca-lu ao escriplorio
do Ihcalro at quarta-feird s 10 horas da manhaa,
dessa hora em oanle sedespnr dos que restaren!
Avisos martimos.
!) 810|*5)
J:(l:tSilil)
11:6333943
CONSULADO PROVINCIAL.""
Rendimenlo do da 1 a 7l9SSz20
dem do dia r........ 2:709$115
10:a)JS3:tr,
Movimento do porto.
-V./rio.s entrado no dia Ti.
Bio de Janeirozi dias, brigue hespanhol rirae,'
de 1B< toneladas, capitao Jos Villa, eiiupageni
111, om lastro ; a Araan Unan.
Parabibii6 das, oate brasl'ero Conceifo Flor
din Virtudes, de 2(i toneladas, capilao Alevan-
drino na Silva, equlpagem 5, carga loro- de man-
guc ; a Paulo Jos Baplisla.
.Varios takido no laetmo din.
BardadnosVapor americano de guerra Hnfie-
ll't/i/, coniuiandanle II. 1:, Pegranil.
BarhaiinesVapor americano de guerra Fallo, j
ciiiuni.unanlo I. A. Aluiv.
Portos do Sul-Vapor bras'ileiro Paran, coinnian-
ilanlc o caplo lenle J. I.. de.N. Torrcsio.
01lSI.ltVACOLS MCIT.IIUOLOICVS.
nn ) iip \Riui,.
TENT. TF.UMOMVTRO
-- 1 1 l 1
0 i 5 8 5 B 8
^ *^ *^
na Cumiilus SE IU'g. zfi'.fi zl!:i m 77
fidam. inm. 75ii
9 > - 27.7 ii.i NJ 7S T56.
1/2 dia .. z!l 2:15 i 7!l i.w
3dal. Z8.S 22.0 X.I sil 751..
6 w j Z7.7 l.-> HZ 75H
Para Lisboa segu com a niaior brovdide,
por ter parle de sen t-arregamentO prnmpln, a bem
conhpcda barca pnrtugneza torteada : quem na
mesina quizar carrogar OU ir de passagem. enlen-
da-se rom da Cruz n. 3, nu com n capilao Joao Sil rcrio Boma-
no, na praca do poiiinicrcio.
O voloro brigue poriuguez ietiro, deve sc-
guireom mulla bn-v idade para Lisboa, tem promp-
la 1 maior parle do earregametrto : para o reslo
a rete, ou para passageiros, aos quaes offerece ex-
pelientes coinniodos, trata-se com os consignatarios
Amorim limaos, ra da Cruz 11. 3, 011 pon o capi-
lao Guilherme Waddingtnn, na praca do commercio.
Para o Rio de Janeiro sabe rom muila brevi-
dade a hem ronbecida barca Iterife ; para carga c
psasenos, trata-se rom Manoel PrancrseO da Silva
Cerrin, na na do Vigario 11. 17, prinu-iro andar.
lo Grande to Snl.
Sahir brevemente o brigue nacional Impera-
do!, capilao Clemente Jos da Cosa para carga
ou passageiros, lrata-se com Domingos Ferreira
Maia, ra de Apollo n. 4.
Rio de Janeiro.
Segu com brovidade a barca Yuya ; para o resto
da carga e passageiros Irata-eeenai i'.aeiauo r.vria-
111 ''a '.. M 110 largo do Corpo Santn. 25.
Pitni o Ido ile Janvim.
Pretende seguir nesles Sdias o veleiro c. bem eo-
nheeido brigue nacioual/.n un, lem parle de sua
carga prompla para o reslo que lbe falta lrata-se
rom o sen consignatario Antonio Luiz do Oliveira
Azevedo, no seu escriplorio. roa da Cruz n. 1.
Para o Rio de Ja-
neiro.
O veleiro c licm coubecido brigue nacional falos
pretende seguir com muta brevidade, lem parte de
-eu carregamentn prompto para o reslo que lhe
falta, lrata-se com o seu consigualario Vntniuo Luiz
de Oliveira Azevedo,
Cruz n. 1.
110 sen escriplorio, run da
salas, 3 quarlos e cozuha, e o quintal cm aberlo.
l'ma casa terrea de pedra e cal sita na ladeira
da Bira de S. Pedro Marlyr com 3U palmos de fren-
te 60 de fundo.
Os pretndanles podero desde j examinar as
ditas propriedades, c para quaesquer csclareriiiien-
los dirijam-se ao mencionado agente, que ludo Ibes
ministrar al a hora do leilao.
diversos.
A noite esleve clara, vento SK, veio para o Ier-
ra! c ao amauhecer rondn pelo S.
Observatorio do arsenal de marinha 5 de abril
de 1859.
Vicgas Junio.
Editaes.
O Dr. Anselma Fraadfco Perelti, comuiundador da
imperial ordem da llosa e juiz de direilo especial
do commercio desla cidade do Recfe, capital da
provincia do Pernainbnco c seu lenuo porS. M.
1. c C. o Sr. I). Pebio II, que lieos guarde, etc..
Paco saber aos que 0 presente edilal vireni, que
a requerimenlo de Firmo Candido da Silveira J-
nior acba-se iberia a falbuicia de Joan lioncalves
dos Santos pela seiitenca do Iheor spguintc : "
Tendo em vista peticio de lis. 2 de Firmo Can-
dido da Silveira Jnior, os litlos de lis. 5, C c7,
caria do fls. 8. e iiiquiriro de lis. !l a lis. 11, por
oudn so moslra que Joao Goncalres dos Santos, com-
luercanle esiabclecido com oja de (azendas na ra
do Passcio Publico desla cidade 11. 7, lem cessndo
os seus pagamentos, declaro o mesmo Santos em
estado de quebra, n lito o termo legal da existen-
cia della a contor do 1." do correle. Nomeio p re-
ferido Firmo Candido curador Hscal da fallcucia, e
p credor Henry Gibson, deposilario interino. E
prestado pelo priineiro o juramento do cslylo, c pelo
segundo o respectivo termo de deposito, o esenvo
remetiera copia da presente ao juiz de pazcompe-
leulc para a apposicio do sellos, que mando se po-
iihaui em todos os bous, livros e papis do fallido.
Feito o que, e cumpridas as disposicoes dos arlgos
12 do cdigo commercial e I2il do Vegulameulo 11.
136 para a publicaco desta e convocaran de credo-
rus, se proceder s ulterioradiligencias pelo uies-
1110 cdigo e regulamciilo determinados. Recite 28
de marca de 1859.Anselmo Francisco Pcrolli.
E mais se nao coulinha em dita senteuca. E para
cuinprimcnln da mc.sm.-i convoco a lodos'os credo-
res presentes do referido fallido liara comparecer
na sala dos auditorios s 10 horas da manhaa do dia
du crranlo, flm de se proceder nnmeaco do
depositario nu depositarios, quo bao de recber e
administrar prorisoriamente a casa fallida.
E para que chegue ao conhecimenlo de todos
inandei passar editaes que sern publicados pola
imprensa o alIUados nos lugares designados no art.
12!) do rcgulainunto 11. 7;lB de 25 de novembio de
1850, e no arl. 812 do cdigo commercial.
Dado c passado nesla cidade do Recite de Per-
lianibuco aos 4 de abril de 1938.Eu Manuel Maria
Rodrigues do Nascmenlo, esi-nvo tsubseri.
Aiuelino l'raneiseo Peretli.
Correspondencias.
Srt. redactores.Promelti ao respeilavel publico
responder publicapuo, que em referencia a mim so
le no Diario de 31 de marco prximo passado, e
por jsso venho hoje cumprir'tal promessa.
Kao ha muito tempo que se orgauisnu nesla villa
um Iriumriralo, que lendo por lim nico locuple-
lar-e com os bens alheins, resolreu, como era na-
tural, declarar guerra a lodo aquello que preten-
desse por obstculos aos seus damnosos desejos ; c
como quer que eu na qualidadede advogado, tenlia
sido eucarregado de diversas causas, em defeza das
quaes tenho procurado mostrar, e me parece que le-
nho conseguido, qual o airo a que se dirigo o tal
triumvirato, a mim principalmente que por mais
de urna vez elle tem procurado ferir ; M bera que
cobardes, pomo sao os seus luemhros, s o tenham
fcilo deb.iixo da capa do anonymo, e por meio de
alusocs.
O tal triumvirato compe-se de entes despresi-
veis.e sdignos de coinpaixao. lim Dr. Mamo dcRo-
quoira, Iracanle mais conhecidn por Dr. corta espe-
ros ; um kagado ou Ferrabrnz do RioGrande do Nor-
te; e Onaimente um Dr.MorcugoHcspanhol.so asen-
lidades, que compondo o triumvirato.pretendcm in-
sultar aquello que o embaraca na realisaco dos seus
uns ; sem se lombrar, quo ente* taes como elles, e
cujos teitos sao lo coiihccidos como os seus, nao
podem desacreditar pessoa alguma, que o despre-
zo e a mais convincente resposta, que so pode dar
aos seus escnplos.
Contra osdous primeiros membros do triumvirato
os quaes sempre se onvolvem no capa dos hypocn-
ls, para assim passarem por sanios o innocenles
euslem actos tao patentes, que os fazem ser tidoa
bandos por hemens sem probidade, e indignos de
viverem na sociedade, e contra o terceiro, que sen-
do inepto para a scienria do dreito, na qual (tenho
nejo do dizer) formado, grande na arle das ve-
Ihacadas, existem os actos praticados com os infcli-
zes J. J. de S. Anna Valerio, seu cunhado, c com os
Sr. Thpolonio da Silva Veira, A. G. Ferreira e ou-
tros muilos, que deixo de mencionar ; os quaes fac-
los nao deixam em duvida a sua bem reconbecida
probidade.
Sao estes os autores da publicaco que se 1 no
Diario, a que cima me lefcri; sao estes os homens
aos quaes eu nao me oceuparia cortamente de res-
ponder, se alm da divida, que coplrah para Am o
publico na minha correspondencia de 31 do p. pas-
sado, publicada em 4 do correnie, nao me lembrasse
que os seus escripios leem de ser lidosem lugares
onde tal vez elles nao sejambm conhecdos.
Islo posto; procurarei most'ar, que s taes docu-
mentos publicados, nao me offeudem.
O primeiro documento urna certido cnnlcndq
urna petco de Joaquina Maria, petiro despachada
pelo 111. x-juz municipal desla villa J. r. M. de
Andrade, c a qual nada prora contra mim, porque
cues, que por ventura appareram, porque lenho
conscicnca de que ellas nao me poderia prejudi-
car, c assim protesto nao rosponder-lhcs linda
mesmo quando appareca sem a capa do anonvmn,
porque nao me couvciii gastar lempo com ente
lo rale.
Cabo, 4 de abril de 1859.
Jo* Paulo do Reg Barrito.
COHfMEBCIO.
PRAQA t>0 RECIPE 5 DE ABRIL DE 1859.
AS TRES HORAS D\ TARDE.
f.olacies oincaes.
Cambio sobre llamburgo 710 rs. por ni. branco
TMI d,'r.
Cambio sobre o Rio de Janeiro1 O'O de premio.
Cambio sobre Londres25 1/2 90d/v.
Camino sobre Londres5 S'S 2S 3'l 90d'v.
Descont de letras8,10 p 11 0/0 ao anno.
Assucar branco someno2S900 por arroba.
Fred. Robilliard, presidenle.
P. Rorges, secretario.
Caixa Filial do Bauco to Brasil
em Pornambuco.
Em S de abril de ih.'.ii.
Directores da semana os Srs. :
Antonio Manpics de Amorim e Jos Pereira da
Cunha.
A caixa descoiila letras com um prazn at 6 mezos
a 8 0 0 ao auno, loma saques sobre 1 praca do Ro
de Janeiro, e recebe diuheiro a premio a 611 0 ao
anno.
Declaracoes.
Crrelo.
Pela administracao do rurroio desla provincia se
faz publico que a saluda do vapor Persinunga foi
transferida para hoje (6) do correnie, pelas 5 horas
da tarde ; o as malas que o mesmo tem de cnidu-
/.ir para Tamaudar o Macci, sern fechadas as :<
horas da tarde em ponto.
Arsenal de marinha.
De ordem do lllm. Sr. inspector taco publico que
admiitcin-.se carpinleiros de machado, caldcireiros
e lornciros de ferro, devendo os preleudeutes apre-
sentaren-se para admisso nos dias uleis a hora
cm que principian) os trabalhos512 da manhaa.
lnspecco do arsenal de mariona de Pernambu-
co cm 28 de marco de 1859.O secretaaio,
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
0.
NOVO BANCO
PERNA11BUCO.
EM 5 t)E BARIL DE 1859.
O Banco desconta ua prsenle semina a 80 0 ao
anuo at 9 prazo de 4 mezes, c a 90/0 at o de 6,
e toma dinbeiro em con las crtenles simples ou
com juros pelo premio c prazo que se convencionar.
ALFANDEGA.
Rendimento do dia 1 4 ; .
dem do dia 5 .
98:832J443
Descarregam hoje 5 de marco,
larca honorenanaGeliafarinha de'trigo
Barca InglczaI.unantachas e carvao
Brigue inglezT|ielesfazendas.
Brigue francezt'.ear- idem.
Brigue brasi|eroLaurafumo e rharulos
Hiale americanoRosainomlfazendas.
Barca aincrranaOspulaazeile de pexe.
Barca braslleiraRcrife diversos gneros.
Barca ingli-itaseraphinaferro e carreo,
De ronformidade com as ordens do Exm. presi-
dente da provincia manda o lllin. Sr. inspector dn
arscrul de marinha fazer publico o conlratar-se uo
da 7 de abril prximo, as 11 horas da manhaa, a
tartera do caes nos lugares inda nao o tendo, coni-
prebendendo desde o jnesmo arsenal al o Forte
do Mallos pelo lado ds hacia do porto e i niargein
do rio, 110 bairro de Sanio Aulomo, entre as duas
ponlp.s denominadas do Rppife e provisoria ; po-
rm lal factura dividida em tres lances (contratan-
do-se cada um pm separado ronvindo nos preteu-
dcnles) o 1" desde o dito arsenal al o trapiche do
Angelo : o 2" d'ahi as obras de Jos Antonio de
Araujn no Forte do Mallos, e o 3 ronslitiiindo loda
a extenco entre as referidas ponles; taso por va
de proposlascm ranas fechadas apresentadas na-
quelle dia e hora mencionada, c cfferluado rom
quoni melhorcs vantageus nfleraeer, quer sobre a
presteza e pprfeieao da obra, mas anda para a fa-
zenda obte-la rom a maior eronnmia, pudendo an-
les os prelendentes dirigrem-se a esla inspecen
para o conhecimento das condiciiesedn mais pn-
retnenlps a tal obra, urna c outra rousa constante
da discrippoe orcamcnlo que pois lhes ser iran-
queadas.
Inspcccao do arsenal de marinha de Pernambu-
co em 17 de marro de 1859.O secretario.
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
O subdclcgido do 1." districto da freguezii
dos Afogados, abaixo assignado, annuncia que se
acha recolhido casa de delenco 4 sua ordem,
por andar fgido, o preto crioulo, esrravo, diz elle,
do seuhor do eogenbo Guabiraba, na freguezia da
Luz : quem com direilo se julaar a elle, compareca
munido dos 9cus documentos a jusiilii^i-lo, que ser
enlregue. Subdelegad do 1." dislriclo dos Vfo-
gadosl.0 de abril de 1859.
Jos Gorgonio Pacs Barreto.
Segunda vez torna anounriar o subdelegado
do 1." districto dos Afogados, que antes da festa
foi recolhida i casa de detonrao, por andar fgida,
urna preta Morambique, qu disse ser eserava de
urna senhora nesla praca, mais nao quiz < onfessar
acosa ou ra, ora dizia que era na ma estrella do
Rosario, or di Boa-Vista, liem peder ser a an-
nuiciada pelo Arantes : quem com direilo se jul-
gar, rompareca justificando-a para lhe ser entregue.
Por esla subdelegara acha-se um cavallo ro-
dado pi-drez, que foi achado prximo i ladeira Lavar
Iripa : quem fr seu lcginio dono compareca nesli
subdelegara, que provaodn lhe ser entregue. Sub-
delegara ile Bcbenbc 4 de abril de 185
Para o Rio de Janeiro,
Para e Rio d Janeiro sahe pon muila brpvidade
O bem eonbecdo palbabole l'iedade, do qual cea-
pilao Agostinho Gomes da Silva, para carga a frete
o pissagetros a tratar na ra da Madre de Heos mi-
mero 2.
PAR.\ OARACATV.
Segu cm poneos dias o hiato Serginnno para
carga e passageiros dirijam-sc a ra do \ garion. 5.
Para o Araratvo hiale Incencirel, para carga
e passageiros lrata-se com Martins A Irmo, roa
da Madre de Dos n, 2.
ou ao
Para Lisboa
Seguir com brevidade a barca portuguezaTejo>,
capilao Jos Kmigdin Ribcro, lem grande parle de
sen rarreganiento proniplo, e recebe alguma carga
a frele, bem como passageiros, para os anaon olbi
rece bom commodo o Iralamenlo : a tratar com
Amorim Irmaos, na ra da Cruz, escriplorio 11. 3,
011 com dito capitao na praca do commerrio.
Leiloes.
SUMPT10S0 LEIliO
DE
Vinos muveis.v*it\vos. crys-
taes, v>^vc\'\;vn;vs. pratas,
\n*iv#A*s. um vico piano
cic.,cte.
PALACETE DA RUAD* PRAIA.
(Juarta-eira (} do frrente.
m, is mmik
encarregado pelo [lim. Sr. Dr. Joao Fer-
reira da Silsn, que se retira para o Cea-
ra tara'leilao de todos os movis per-
teucentei as suat duas casas do sitio e da
prara, os quaes deixam de ser especifi-
cados por serem muitos e por conteguii<-
te seria um nunca acabar. O leilao dei-
xade ser feito emseu armazem da ra
do Collegio, em conseqnencia de nao ha-
ver commodos suflicientes para a arru-
macao de tantos olijectos. A visa-se nos
Srs. prelendentes que dito saino oslara'
aberlo as 9 horas do dia cima indicado,
para o examedetodosos artigo,cuja ar-
rernatarao sera' l'eita sem reserva de pre-
ro algum.
Sem reserva de preco.
Sevla-feira 8 do corrente.
fara' leilo no da cima desig-
nado em seuarmazemda ra do
Collegio n. 15 as 10 horas em
ponto de todos os objectos nel-
le existentes. Pede-se portad-
lo aos Srs. donos dos mesmos
que tenham n hondadedeseen-
ttmderem com o referido ngen-
te, porque do contrario serao
vendidos no mesmo dia arima
por lodo e qualquer preco; no
se attendendo depois a nenhu-
raa reclamago que por ventu-
ra possa apparecer.
LEILAO
di:
Tres predios
Seguuda-feira 11 de abril.
PELO AGENTE
PESTAA.
p referido agente competentemente nutorisado
pelo Sr. Manoel Frtmci*o de Amida, far leilao
no dia cima designado pela* 10 hora da ma-
nhaa em sen armazem na do Tigario n. 11, dosse-
! guintes predios sito-' na cidade de Olinda perten-
eenles ao diln senlior, todos com expelientes aeom-
raodacocs para familia, e de interesse para arren-
Snlidplcgacia'do 1." durtriclo do Afogados i? de da.",emo P,or 5erenl ,odo edificados em chao pro-
abril de lR50._jo,c Gorgonio Paes Barreto. ; V*- *****: .
Urna casa terrea de pedra e cal. sita na ra da
Boa llora, rom solio, leudo 20 palmo de frente e
60 de fundo, quintal amurado e rom um terreno
do jado do poente anncxn dita rasa.
lim sobrad de um andar sito na rua de S. Bcnlo
com i-i palmos de frente e 86 de fundo, com duas
Quinla-feira 7 do eorrente, pelo julio dos fei-
to da fazenda nacional, depois da audiencia do
memo uno se bao de arrematar a quem mais der
os seguiutes bens :
L'ma rasa terrea com soto n. 13, sita na Iravessa
da ru _de San-Jote destt cidade, com 8 palmos de
trente, 70 de fundo, coiinlia fra, quintal murado
e cacimba, no valor de 1:200, penhorada aos her-
deiros de Haran Hermogene da Coocoicao.
I ma dita terrea sita na rua do Rio da freguezia
do Poco da Panella n. 7, com 20 palmos de freute
-Lde fu,ldo- """lia dentro e qointal murado, por
alWJ, penhorada a irmandade do 6S. Sacramento
da mesma freguezia.
l ma dita dila sita na rua do Caldeireiro dn fregue-
zia de San-Jos n. 61. com 24 palmos d frente, o
de fundo, cozmha fra, quintal murado e caramba
meeira, por l:b, penhorada a Thereza de Jess.
Im cavallo de por alazao, em boas parns, e de
>ons andares por W);, penliorado aos herdeims de
1 edro Jos Carneiro Mmiteiro.
Ouciii .piizer a possa de cada un do bo- cima
ileclarados, compareca hora no lugar do postumo.
Iterife \ d.- abril de 1330.O solicitador do jui/o
Jooijuibi Tl.eodoro .4/re.
O cirurgian Francisco Jos r.MUo Leal mudon
a sua residencia do largo de S. Pedro para a na dn
i.iiieiiuado sobrado u. 44, prmairo andar, por cima
da Inja do Sr. liernardino Jos Monteiro, aonde o
acuario como sempre prompto par o exercicio de
sua prolissao.
Roga-se ao Sr. lierinano o especial favor de
pedir ao lllm. Sr. I)r. chefe de policia, nara que niin
consinla um csame de tolineiros, qu tendo Ilumi-
nas tnrrinhas, se vem collocar nos corredores do
Ihcalro e nas portas dos camarotes, cncommodan-
do as pessoas que estao nos mesmos, que por de-
cencia os tolerani.
y...,
D-sc I0!rj a urna pessoa que j lenha servido
na primeira linha, para sentar prora por -mitro :
tralnr na rua da Praia n. 80, ou na typographia da
Orrfrmna mesma rua n. 43.
TRAPICHE DO VAPOR
NO
Rio de Janeiro.
Esto Irapiehe alfamlegado um dos meluores n
mais bem construidos desla curte, com 9 armazens
do 54 a 63 palmos de. largura, ua grande sobrado
para mercaduras, tres ponles, duas de madeira e
urna Inda de cantara sobre sele arcos, com tres for-
tes guindastes oudc atracam ao mesinn lempo 5 na-
vios do alio bordo, acna-ee montado e preparado
para facilidade c promptiao do recebimnD) e entre-
ga de loda a sortc de gneros, coro irilhos de ferro
de todas as ponles a todos os armazens, guincho
para icar canas de assncar, e grandes estrados de
madeira corridos pm toda a exicnsao dos armazens,
para receber sacros de jfMuaur e'de nairos gneros.
Ne-lc trapiche ha o maror rel possirel noarndi-
ciunamento e guarda dos gneros nelle dennsilados,
c o aluguel que estes bqtupgam nmiiscoRimodo
possivel. lia mal de i anuos que recebe assucar,
e boje, melhor preparado para isso, prope-sc a re-
rebor do ora arante este genero polo seguinlr- alu-
guel, quer seja em rai.xas, barricas ou sacros :
Por estada at 3 mezo paga 60 re. por arroba.
Por estada de 3 at mezes paga 70 rs. por ar-
roba.
Por estada de 6 at 12 mezes paga 80 rs. por ar-
rolla.
Por safamento e embarque, o que marca a tabel-
la do governo.
Para tratar soiire o rccebimeiilo e aluguel de lodos
os mais gneros, dirijam-se & casa do proprietario,
Anionio Ferreira Alces, rua das Violas n. 6, ou ao
mesmo trapiche, onde artiarao urna tabella de alu-
gucl muito modificada.
Conipanhia das carnes verdes
em liquidacao.
Estando realisada a liquidaran d inesuia conipa-
nhia faltando smente a cobrnca de urna divida do
sertao, de 3:00(1, que deve. Domingos da Posta Ra-
mos, c pendente urna reclamarlo contra a cantara
municipal ; a gerencia liquidadora, mandou proce-
der ao ultimo rateio dp todo o existente que se aclia
liquidado, tirando nicamente pendente a referida
pobranc, p rcclamaro ; so convidados os Srs. so-
cios da mesma companhia a rccebrreni seu divi-
dendos em mao do caixa da liquidaran, o Sr. Can-
dido> Tlinma Pereira Uulra, em qiialqi|er da til
das 8 s 11 horas da manhaa, na rua de Apollo, casa
n. 21, no Recfe.
Prccisa-sc de um caiieiro de 12 a 14 annos :
na taberna da rua da Guia u. 44.
Ausenlou-se de casa um pardinho forro, flllio
de urna escrava do abaixo assignado, le'rilO' anno,
rabellos crespos, secco e nio feio : julga-se Wr
sido Iludido oii vendido como escravo : fik'm dpl-
lc souber, dirija-sc ao abaio assignado, que r
gratificado : cojo escravo chama-sp Tiago.
Manoel Joaquim do Reg Albuquerqu*.
No lim do correnie mez ate 2 de maio, peran-
te o juiz municipal de Iguarass,' na mesma Tillo,
vai h praca pela renda trienal de 1:500 por apuo,
o cngenbo Jaguaribe, rooente e correntq, jias
obras, grande producrim, tendo em suas Ierras uni.i
ralheira de cal branca, a melhor da provincia, que
psl arrendada por 800S.
No engenho Miissupinho cxislem vasos ilons
sitios de lavradbr, com casa e senzala de esclavos,
boas varzeas de planfacio : dirijam-se ao mesmo
engenho.
Ordem terceira de N.S. da Car-
ino da Rpcife.
O secretario da venerarel ordem terceira de li.
S. do Carino, em nome da mesa regidora, convida
a todos os seus ciiariseimos raaos para que no dia
8 do correnie, pelas 3 horas da tarde, comparecnm
em nossa i groja paramentados eum seu habilos,
para, em comunidad, irmos rompanhar a pron-.- '
sao do Seahor ion Jess dos Passos, que sahe rio
convento do Carmo para o Corpo Santo, por convi-
te daquella irmandade.O secretario.
Francisco Lopet da SJi-a.
Iriniuirlade de H. Jone d'Aaessiti.
ti secretario da irmandade de S. Jos d'.igouia,
erecta no convento de N. 3. do Carmo, de ordem da
mesa regedora, convida a todos os seus dignos ir-
maos pira se reunirem no consistorio da irmandade
no dia smta-feir, 8doporrente, pelas S 1/1 horas
da tarde, alim de, enoorporados, arompanhar pm-
eisso do Senhor Bom Jesu* dos Passos, qnp teta
de sahir do Carmo para o Rpcife ; e pede a Indo
que lem capas em sen poder, e nao possam arom-
panhar a este acto, de as mandar entregar no pateo
do Carmo n. 22, em cas do thesoureiro.
Ayiso.
Thomaz Paym e sua senb.ora
tcndo de retirar-separaEurppa
no vapor 4t?on, que deve che-
gar no dia 11 do crrante, vem
por meio deste agradecer a to-
dos os seus amigos e freguezes
o bom tratamento e protec^o
que sempre receberam dos mes-
mos e esperam que na sua vol-
ta que nao exceder de a 5
mezes, os mesmos seus amigos
e freguexes lhe continuaro a
j(restar a mesma t-oufianca e
proteccaq para cora elles na sua
rasa de hospedageui na villa do
('abo ande preLendem cont-
uuar com o referido estabel-
eimento. zVpprqveitamos o en-
sejo para offerecermos aos nos-
sos amigos os nossos diminu-
tos prestimos no caso de tiue-
rerem ujisar-se delles. Oujro
sim j ulgamos nada dever nesta
praca a pessoa alguma, com tu-
do se alguemse julgar seuscre-
ddres queiram apresentar suas
contas em a villa do Cabo, qi^e
serao i inmediatamente pagos,
como tambem esperamos que
Qs ^ossos deYe^qres faro o
mesmo.
De ordem do lllm. Sr. inspector datheoeura-
na de Tazenda desta provincia so tai publico, que
nao se tendo e.ffectuado a arrematacao annupcUda
fa ""l*. r"ca do arredarcenln do predio aso-
iradadp, que estere a cargo do arsenal de marinha,
tica a mesma arrematacao transferida para o dia
do correnie- mez. Secretaria da Ihesouraria de fa-
zenda de Ternambi.cn i de abril de 1859.-0 offlrial
maior, L%i: Frarci'co de S. Paibe .Silva.
.
- ;.
-
,*>-
*


Diario de Pernambnco.Quaila feira f> de Abril de 1859.
3

PROVINCIA
O Sr. theioureiro manda fazer publico
que te acbno a venda todoi o dial das 9
hora dmanhla as"i da noite, nopavi-
ment terreo da cata da ra da Aurora n.
26 e nat caiai cotnmitiionadat pelo tnetmo
Senhor theioureiro ua prac da Inde-
pendencia numero 22 e na ra Dii-eita
n.-83, ate' ai 6 horat da tarde, tmente ot
bilhetes e meto da terceira parte da pri-
merra lotera do convento de S. Fran-
ciico de Olinda, cujas rodal devero
andar impraterivclmente no dia 16 do
corrate mez.
Thetouraria dat loteras 2 de abril
de 18590 etcrivfio.J. M. da Cruz.
Attenco
Pigrio, arhando-se sollado, na noiledeSl do mez
prximo pretrito, doquarlol general, no Mondcgo,
mu Avallo ruco podro*, marcado imanarlo esquer-
do com o n. 4'J, pcrlenrenlo a onmpanhia flxa de
i a\llana : a pessoa que orondu/.r aquello lugar,
ser ra/oavolmonte gratificado.
Piecta-ie de una pessoa com ha-
bilitae/es battantet para contramettre
era loja de alfiatc : na ra da Madre de
Deoin. 36, primeiro andar.
I'reoisa-se alugar nma pessoa (pie saiba co-
/mbaro diario de lima casa de familia! na na do
Hospicio II. 15.
Alngom-so duas casas terreas silas naCapun-
ga, ra da Amizadc, acabadas e pintadas de novo,
rom 2 quartos e 2 salas cada una, co/.nha fura,
cop cacimba de boa' agua para hober; o mais nina
qie se acha em concorto contigua ns mosroas, a
ii nal lein 4 quartos. 2 galas, cozinlia fra, sendo esta
m ponto baixo: a tratar na na da Santa Cruz,
liberna u. 1, esquina da ra da Alegra.
;0 abaixo .-ujsigitado faz sciente ao respeilavel
publico que dohou de ser caixeiro dos Si. Bailar
& OUvcira desde o dio 3 de abril; e lhe agradece
miiitu o boai tralamenlo durante 9 annosque esteva
em sua casa.
4 Jos Francisco Maia.
fugio una ejeravTi de uooie Calharina, rotin-
t% nnm ns signaes seguimos : alta, de bonita li-
gera, choa do corpo, com um popo no olho, lem a
''''7 no ''orf>' *inal da 'erra della, levou vs-
"atede chita o panno prolo, julga-sc ler mudado o
pauno ; por aso toga-se aoa capities de campo e as
autoridades policiaes, a approlienso da dita osera-
a, i; levoni-iia a na do Cinamomo n. -i, que serio
recompensados do sou trabalho.
BEMEDI9IHC0MPARAVEL.
lAT.n-vro nni.i.nwv.
Mililitros de individuos de ludas as naroos pdrm
testommiharas virtudes dcsle remedio ncompara-
>ol e novar oai caso ueceasari, que, pelo uso que
dellc fueran) lem seu corpo e inembros intoiramentc
sij dcpiiis ilo haviT empreg'ado iiiutilinoiilo uniros
iratemenins. Dada pessofl poder-se-lia convencer
desdas curas mar idiosas pola leitura dos peridi-
co-, quelh'as relatara lodos os dias lia muilos an-
uos; e a maior parle deltas sao lo sorprendentes
que admiram oiii.Iins mais celebres. Quaulas
pessoas recobraran] com este soberano remedio o
uso deseiis bracos o peinas, depois do ler perma-
necido longo lempo nos bospitaos, onde doriain
soBrera amputaran Dolas b mullas que bavendo
dcixado esset asylos de padocimenlos, para senio
submoltoroin o.-.-a nnrraro dolorosa fnram cura-
do* completamente, medanlo o uso desse precioso
remedio. Alguuias daS tees po.sso.is na cntuso de
-oiirocoiiliiciinonio declararum ses resultados be-,...
ucQcos diantc do lord corregidor e outros magislra-j Jo pede a todas as auloridades policiaes o capules
ilos, lira de mais auTcQtccarcm sua lirmaliva. | de campo que o peguera e avise ou mando ao men-
Nfllguein desesperara doestsdo desndese li- [donado lugar que ser* bem recompensado,
bastante conllaiira para ensaiar osle remedio! Antonio Cavalcanli de Vndrade.
i "iislauleuienlr si-guindo algmii lempo o lralamon-*|
lo queiiecessifasse a iiatuieza do nial, cujo resulta- ;
do seria prnvariuronlcstavclmeute : Que ludo cura. !
? unicaentu he til, mais particular-
ttnito mis se^nintoK rasos.
O abaixo assignado encarregadoj
dat barcarpt denominada! Paquete do
Paco, Flor do Pacoe Abitmo do Paco,
ettat de propriedade do lllm. Sr. Joa-
quina de Souza Silva Cunha, negociante
e residente na villa do Paco de Camara-
gibeprovincia dat Alagoat, tcientica at
peuoat que te tervirem carregar quses-
quer objectos delta praca para aquella
villa, de e tervirem marcar ot volumes
dot mencionado! objectos com a devida
marca e com declaracao pava o teu des-
tino, attim como ter a bondade de de-
clarar no verso do subscripto da carta a
quantidade dot volumes que acompanha
e neite sentido espera evitar ot eitravios
quesedao, por faltadas competente! de-
clarares e O contrario verificado icarao
depositados no trapiche, sugeitos a urna
armazenagem que lhe loi impasta pelo
proprietario do trapiche, icando o pos-
suidor das barca ras iiemptos de todas e
quaesquer respousabilidadet. Ai bar-
caca! cada urna faz urna viagem por se-
mana, a dirfgirem !e a ra da Cadeia do
Recite n. M.
Tliomaz Fernandet da Cunlia.
fh'ih'm Icrrcint il<> S. I'iiinciscc
iht liccifv.
O secretario da vencravel nrdeiu terceira de S.
Francisco do ltecifo convida ora nomo da mesa re-
godora ateiiscbariasimos irataos n romparei-erem
no dia f* do crrenlo, pelas 2 luirs da lardo, na
i^reja da mesma ordem paramentados de scus lia-
bitos, alim. de cnonrporjdos, ncoiupanliar a pro-
cissao do Senlinr Hom Jess dos Passos, a conviie
da irraandade.O secretario,
ledro Urinal dn Cosa Soartu.
Partidas dobrudas.
Quem pretender um guarda-livros babililado pa-
ra escrever por este syslema, dtrija-Se a ra da Ca-
deia do Recite n.!).
Furlaram no dia 1. do abril prsenlo nm alfi-
nete e um par de argolas de ouro esmaltados de
verde e rso claro, cujo esmalle finge nina rosa
com follias verdes, ambos objectos iguaes ; roga-se
porlanlo a pessoa a <[uora for offerocido, i^ qtilzor
restituir, de lcra-lo a ra Helia, sobrado novo pr-
jimo a maro, primeiro andar, que ser recoiu-
pensada-
Precisa-se alugar nma ama que soja capaz
para o sorvioo interno de una pequea familia : na
ra das Cruzes n. 41, segundo andar.
Bernardo Jos Piulo com casa de consigna-
ces, o negocio de cunta no Rio' de Janeiro, roa do
Rosario n. a4, declara nada llover ou ser responsa-
veliiesla praca, ou fra della por letra, indosse,
abono, banca ou titulo.
H
H0UE0PVTUI4.
PRESFJIYATIYO CONTRA AS REXIGAS
GR.VTi:iTO PARA TODOS.
lievielhorprevenir oitialdo quecura-ln
Lavrandu nclualmoule a oesle de boigas, o pos-
suindo a lioiuoupalliia meios etlica/.es para preser-
var de lo lorri\ o| molestia, fao dosiribui-las gratui-
tamente a todas aspessoassemdislinco de rico ou
pobre, lodos os dias uteis desde as 10 horas da ma-
nha alao nieio dia. A experiencia nieautorisa a
affirmor, que lodos aquellos que fizerem usodetaes
preservalivos flcarao isenlns do mal nriolico e
que, qnnndo por ventura alguem chegne a soffrer,
as pstalas, nao serlonem inuitn numerosas, e neni
de in qunlidade. Nao uecessita resguardo, apenas
abstinencia do cafpreto.
Consultorio Central Homeopathico ra de Santo
Amaro ( Mundo Novo ) n. 6.
I)r. Sabino 0. 1. Pinho.
Trccisa-se aluzar nma pieta escrava que sai-
ba fazer lodo o servieo de urna casa : no Recife, ra
da Croa n. 31.
Precisa-so de urna ama para cozinhar em urna
casa de pouca familia : na ra da (lua n 9, ta-
berna.
\. ..'.... OB .'.' V. i ,.
Avisa-se aos tlevotos to :
i Senhor tos Passos qu. lom :-
: par devoQo acoinyiauliar o i
: mesmo SpuIiop da matriz :
' do Corpo Santo para o Car- I
; ino, \\\u> \enhain comprar r
: lanteraas de papel tle lia- :
\ tas cores para ti procissao [
: de quinta-feira a noite : na |
loja de Nabuco & i'., na ra |
M Nova n. 2. I
"i .i i i r. i r i !-! i;. i > i i i it
Kugio no dia li de feverciroum prelo crioulo
do lime Syuriano, idade lili e lanos anuos, alio,
magro, cor lula, barba bastante branca, cabello ra-
lo : roga-se a quem o pegar, ou dellc souber, leve
roa llireila n. 69, que ser bem recompensado.
Jos Amonio Moreira Dias, Urasileiro, vai
Europa.
Conipanliia Pernamburaua.
Os Srs. accionistas da Com-
punhia Pernambucanase con-
vidados a reuni'-se em assem-
bla geral ra (fuarta-feira ('do
corrente as 11 horasdamanhaa
na sala das sesses d associa-
eao conintercial benelicenle.
CASA l)E SAIE.
0 Dr. Ignacio Firmo Xavier, proprietario da an-
liga o acreditada casa de saude sila ao norte da es-
trada da passageni da Magdalena, entre aponte gran-
de e a pequea do Chora-menino, e na mesma re-
sidente, lem disposto os mclhnres commodos para
receber qualquer pessoa enferma, e achando-so o
sen eslabelecimenlo as mais agradaveis condiedes
hygienicas; contina a olTerecerossens servidos",af-
tiaiicaudo o nielhor tralamenlo e o maior zlo no
curativo das molestias. 0 mesmo doutor, lem des-
tinado urna sala para patios, cuja ulilidade he in-
contestavel.
SAO OC.UIBEGATIOS DA CLNICA
Operaces.0 lllm. Sr. Jos Francisco Pinlo Cui-
mares, cinirgiao do Grande Hospital de Canda-
do, ruja pericia he bem conhecida.
Medico consultante. O lllm. Sr. Commendador Dr.
Jos Joaquim de Mocaos Sarniento.
Partos.O lllm. Sr. Dr. Silvio Tarquinio Villas-
Bdas.
Palhologia dutrina.0 proprietario do estabcleci-
nienlo.
A diaria sera de 38000 e 28000, conforme a gravi-
dade o duraco ila molestia.
As pessoas qu quuerom um tralamenlo distinctn,
pagaro na razao da despeza que fizerem.
Oporacoes, sangnosugas, conferencias sero pagas
aparte da diaria.
Pa-sagem da Magdalena 22 do de^embrn do 1858.
Dr. Jgtiacio Firmo Xavier.
COMPAHHIA
ALLIANCE
Esliiliclociila oni Londres
i&gf Q) 31 mu.
Saunders B
aes Srs. negociar
quera mais convier, que esli plenamente autoriaa-
dos pela dita eoinpanhia para olTocluar seguros so-
bre edificios de lijlo e podra, coberlos de lelba e
(i Df. nsanuva, ansa a quem possa nloressar
que havondn dolerniiailo fazorumn viagem a Fran-
ca, tem vendido todos os im-dieomenlos que exis-
tan) em seu consultorio; porem nao so leudo rca-
lisadn essa viagem. lem nnvamente receblo dePa-:
ria, nina nutra oollereo de medicamentos inteira-
nienle novos, o os mais bcun preparados possivel,
como lanihem cnrleiras niui ricas o livros : assini,
quem di'sejn os veriUdoirosinediramontospodopru- jcommercio, precis:i-se do um bom co/inheiro edous
cura-Ios ena son consultorio boiiioniiailiicii em Per- serrante!.
'^O ^___ J_. .-_________ .i r
l.ava-se o engonima-se com perfeico o |j-
brevidade rnnpas de liomeni e de sonhora : g^
na ral da Cru/ n. 53, 6.
SWMSRSE3SK5y. S2S3S93r3?SK2SBK
iihi'ih-mh. Mil i te* Hn
Na ra do Trapiche n. 22, cafo reslaiiraiil do
SEGURO CONTRA FOGO
VORTHKUN ASSLRANCE COMPANV
LONDON.
CAPITAL f 1,500,000.
Agente C I. Astley e C
Offerece condices muilo favoraveis e premios
moderados.
Aos sentares lii-a-ileiros e Portopezes.
PARIZRA MOXTtlOLON rt. 30
Pars la place Cadet.
Madame Schroo tem a honra de prevenir aos se-
nhores Brasileiros c Porluguezes, que ella mudou
seu hotel da ra Famboury Poissonnire n. "1 para
a ra enumero cima, casa miiiespacosa e de nma
elegancia excepcional ; tem quartos" mobilhados,
que offerecem todas as eommodidades desejaveis,
nao s pela grande como pela boa distribuirn,
lem um grande sali alm da sala de janlar a mo-
da brasilcira, casa de banho, e carroagem sempre
rompa c a disposico dos viajantes. Este cstabe-
ecimenlo parlicularmonto mil aos senhores Bra-
sileiros e Portoguezes, pela facilidade de nelle se
usar da lingua destas nacoes. As pessoas doentes,
encommodadas, sern tratadas com esmero pnruin
dos mais habis mdicos de Pari?, que emprega-
do no eslabelecimento : ns procos sao mili commn-
i dos, o servien i'^ feito com limpeza e exactido, e as
i senhoras brasiloiras eiiconlrarn nosle hotel o Ira-
lam nio que Ibes for conveniente.
Iloseja-so arrendar um engenho que lonlia boas
j Ierras, esclavos o miniaos, e nao se pora duvida em
pagar alguiis anuos adianlados: conlraia-si- na roa
da Guia u. Bi, segundo andar,
i Precisa-so de urna ama paro cozinhar o ongnm-
raar na ra Nova ti. 10, luja,
i Procisa-se do una ama forra ou BKrava, que
saiba rnzinbar e engommar : na ra do Cabug n. 8,
j segundo andar.
Barlliolomeu Francisco de Souza, fa/. sciente a
| quem convier, que por meiados do correte niei
I passar por esla capital, de. volla para o Kiu de J,i-
CVPITAL ni iro. o Sr. Dr. M.inot l Nones da Costa, que fui a-
g~i, ._ [ perteicoar scus conheciinenlos cirnrgicos a Europa,
V^iinCO nWlliOCS dC lluras ^^^weapeetalidadaapiilieoa-sotomofeatiasde
t | ulhos e ras urinarias e a parios.
CSteriinftS. .OSr. Iir. Xuues daCosta prope-sc nos poneos
ntlum t- r n ,i ,. a- r dias de sua oslada msla cidadea operar osinfelUes
i ? de informar ;<|e lenhau. perdido a vista, ou que leulinm algum
':!.' 1,:..?'!??pta.rl* Jel.Casa?- .e a Jefeite nos olbos : v. g. os vesgos : iucumbindo-so
igualmente da cura radical das hernias.
Todos os pobres sero halados gratuitamente.
\s pessoas abastadas que deseiai'e.Bi fazer-so uno-
? al nle sobre os objectos que con tivorem mes- rar poderao dirigir-se ao hotel Fr^co7oude
nos,,,bros, quor consista era inobilia ou en. fazo,,- eonfiwSoo Sr. I.r. Nuuesda io~l
das de qualquer qual.dnde. U vjs|u s- (| d
Ama.
Precisa-se una ama para cozinhar : na taberna
da ra da Praia n. 27
Precisa-se de um caixeiro que lenhn praliel
do taberna, e di fiador a sua conducta : dirija-so a
ra Vclha n. 67.
Da-se dinheiro a premio sob pcnbores de ou-
ro ou prata : na ra Augusta n. 48.
Precisa-se de urna ana para cozinhar: no
aterro da Boa-Vista n. 34.
O tbesoureiro da irmandade do Senhor Bom
Jess das Portas, creca na igreja da Madre de Dos,
faz sciente a seus irmos e ao publico, que domin-
go 10 do corrente em dianle haver missa todos os
domingos e dias santos as 7 boras.
No dia 2 do corrente perdeu-se do engenho
Beiiio Volho, era Santo Anto, at a ma'do Sol n.
11, no Recua, um alfuielc de peite de senhora, de
urna pollegada de diamelro, forma ouval, circulado
de um aro a loreal de ouro tino, que serrem de cai-
Compras.
Comprara-se dous ejemplares da grammalica
ingleza por Oliudor, pagando-so como se foascm
novos, caso sejain usados : na ra dos Guararapes
u. ;!2.
A saboaria da ra Impe-
rial compra sebo em rama
a 9$ a arroba a dinheiro
vista: a tratar com o seu
administrador.
ez p.
iln lll
p. II-
nanihiif o 28 na das Cruzes n. 28.
>'o da 4 ao amanecer de 5 do mez
gio do Bfejo de S. Jos termo da villa do Hinque e
enmarca de liaranbuns, o oseravo Venancio, com
os sigoaissegnintes : pardo, alio, grosso, cabellos
caropinhos, snbrancelbas cerrarlas, nariz chato, bei-
cos grossos, principiando a barbar, abaixo do um-
bigo de um lado urna ealriz de una furada. no
peilo de um dos pos lem urna cicatriz de um talho,
idadepouco mais mmenos de 22anuos, olcial do
sapateiro c muilo divertido. O abaixo assigna-
Precisa-se de um ainassador para lomar con-
la de urna maceira : na ra larga do Rosario u. 48,
padaria de Monlciio & Soares.
AM4.
Pvecisa-se de nnuinveta
captiva de meia idade \v.\ v.v
ama de casa de n\nito\ionea
familia: & tratar na ra do
Qneimado n. 4ti,\o}a.
MporeaS* *
i aimbras.
liallos.
raaceres.
''orladuras.
Dores de cuheea.
das cosas.
dos menibros.
Knfermidados da culis em
geral.
Ditas do anus.
Krupcoea e eacprbulicas.
Fistiila noabdoaien.
Frialdadc ou talude calor
ns extremidades,
l'rieias.
'^npvas escaldadas.
Inchaeees.
InSanlecio do ligado,
da bexiga.
firflnmmacau da maslri?.
aca
Males das pernas.
dos peiios.
de olbos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pululos.
Qiioiiuadoliis.
Sarna,'
Supiiracoes ptridas.
Tinha, em qualquer parle
que s"ja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea,
do ligado.
das articulaces.
Veias torcidas ou nodadas
as pernas.
ende-e este ungento no estabeleciraenlogeral
le Londres n. 244, Slrand. ena loja do indos os
liocanos droguistas e nutras pessoas encarregndas
de sua venda em toda a America do Sul, Davala e
Hesjlanha.
V'onde-se a 800 rs. cada bocelinha, contm urna
nstriicco em portugus para o mddo de fazer sou
de-te ungento.
O deposito geral be em casa do Sr. Soura, phar-
waceiilico. na roa da Cruz n. 22, em Pernambnco.
VIA FERR*
RECIFE 1 5. FRANCISCO.
A rompanhia seaeha prnmpla arecehor pfbpos-
i.ispara!} oonducrnde una grande qnanlidade de
irilhose mrns ntiteriaes perlencentes a mesma
wafetreaiftlitlorldasi'.inco Ponas, dhde presen-
ivuin^aeacham,ao lugar chamado Boa Sicca ou
Berlinga, silo no rio Ipojuca.
As propostas devoran ser enviadas por escriplo,
marrando o preeo por nrrobis inclusive rarre'gar '
(tescarrtgar o -pi>so n^ie pMe ser conduzidn por ca-
da barraca, o maior numero dolas que se poder em-
pn*ar neste sen ico assim como o lempo raslo em
cada viagem.
CASA DE RAMIOS
8
Neste eslabeleciiiienlo de to grande ulilidade haver lodos os dias desde as G horas da manha
al as 10 ou 11 horas da noite banhos fros simples de agua crrenle da Companbia do Beberibe, ditos
aromticos, dilos de rlioque e iluiiiseo, banhos montos simples o aromticos, assim como banhos me-
dicinaos sul|ilioio.Mis o salgados, viudos de l'aris, das mili acreditadas pliarniacias de Mes. Sarhand,
Vanqueliii e Pelli-lier Pai o: Filhos.
Chamamos a alteneao dos lllms. Srs. Drs. em medicina para osle estabelecimeiito, que poder
faciliiar-lhes alguuias curas importantes. Ha lugar reservado e coinpletaiuente separado para as fa-
milias.
PRKCO DOS BANHOS.
Trinla cartees para banhos fros com l'enol de de linho. .... 15gfKM)
(Jiiiuze dilos dito dili................. 8.40tN>
Sido dilos de dito.................. 4HI0
Trinla dilos para banho nioriio de choque, chiiviseo ou farelo com
lenel de linlio o toalha propria............ 20$00
yuiize' dilos dilo dito................ 10&IMMI
Sote dilos dilo dito................. !J000
l!m banho avulso fri ou mnrno com lenel e Inalha...... IStHKI
Dito aromtico, mais o valor da esseiu-ia..........
Bnnlio medicinal artificial salgado............ Ig.'iOO
Dilo dito dilo de Vii-liy................ 2SIHKI
Dilo dilo dilo do Barege................ 2JI0on
Os abaixo assignados esperara merecer a coadjuvaeo do respeilavel publico, e adverlem, que os
carios nao sao transferiveis.
Aijniarii Fre**.
da qual deila agua para a casa de banho que fiea ai
p, jardim com ligeras e jarros de lonco linos, mu-
rado na fenle com portan de ferro, baixa de rapim
que sustenta aunual dous cavallos, pomar de laran-
geiras, selectas c de umbign, alm de nutras fruc-
teirasdo paiz : os pretendemos dirijam-se ao aterro
do Boa-Vista n. 2, segundo andar.
Anjos para procissao.
Na ra da Cruz n. 50, por cima do cscriplorio dos
Srs. Seve Filhos C, veslem-se aojos para procis-
sao, com n maior accio e gusto, e cummodu proco :
na mesma casa acham-se vestuarios bordados, re-
ceidos pelo vapor inglez, e porlanlo qualquer pes-
soa qiioqucira urna figura ricamente vestida, pode-
- dirigir-se mesma casa, onde sero saisfeitos
us desi'jos.
Perdeu-se no dia 30 do p. p, mez ao sabir do
Ihealro ale a ra Direila, sobrado n. 82, nina pul-
seira de ouro cora algum esmalle verde, o palmas
abortas sobre a parle lisa : quera a aunar, queren-
do levar ao lugar indicado, ser bem gralilicado.
LOTERA
GABINETE PORTUGUEZ
ni;
LEITURA.
A dirertnria do (.abincle l'orluguez de Leitura.
lendo em consideraco a ordem e regularidade que
deve haver no estabelecinieiilo. avisa aos senhores
associados, queiram ler a bondade de mandar en-
tregar na bibliolhecn os livros sabidos para leitura
at o flm de fevereiro prximo passado.
Secretaria 18 de marco de 1859.O 2. secretario
Jos F. arrolle.
* > >
HAS
5 5T
^X )H1MHHI
B DENTISTA FRANCEZ.
< Paulo Gaignoux, dentista, ra das La- oO
rangeirns 15. Na mesma rasa lem agua e <***
I
"-
p denlifico.

otro.
DO
2 PKDRAS PRECIOSAS, t
'j Adereces de brilhan- ,
"' tes. diamantes e peclas, ~
',: pulcoir.is. allinetos, brin- (^
cus e rselas, bules e '.,
2 aunis do differentesgos- '
'') los e do diversas pedras \*
-^ de valor. ;^
."' Comprara, vendem, ou *
..; trocara pvat, ouro, bri- ..
"' Ihaiites, diamantes o pe- *
'; rolas, e oulras quaesquer
A joias de valor, n dinhei-
"j ros ou por obras.
MOREIRA & DliARTE
l.njii de onri\es
RA DO CABUG& N-7-
<*Xi t tAt.tt,t.iA.t.lLXJfr>
2 OURO E PRATA. C
A
-.' Adereces cmplelos de \
' ouro, meios dilos, pul- :^
2 ceiras, alliuetes. brincos ""
Kecebem pOr tOtlOS OS ;* rselas, .ordoes, tran-j>
1 sellas, medallias, corren- r>
Vapores (la pll ropa ,1S ;; tes e enfeHes para reto-I
obras do mais moderno
'Ksr-riptorio dos engenheiros na villa do Cabo 10
de mano de 1859.
W. il. Penii
F.ngeiiheiro em
m FRREA
uo
S. Franjeo
gosto tanto de Franca
como de Lisboa, asqnaes
vendem por preeo coin-
inodo como costnmam.
gio e oulros muilos ob- t
jeclos de ouro.
Apparelhos complelns R
dejas, salvas, casticaes, >
cullieres de sopa c cn.1 e
muilos oulros objecl.jsde ;..,
prala. J
A compantoa pncisa empregar 300 obieiros ad-
dicionaes entre a villa do Cabo e iJiioga, c offerece
assefuinliSTanla^etis.
FJil*wolvi pequeos, por preces que garantem maior lucro
aos Contratadores, *i que a que se realisa pelo tra-
balho diario.
F.mpregar-se-ha todos os humen de forca e ac-
tivos por un preeo proporcional equivalente'i 1280
. OlwsiO*.
Cnnlrayir-sa-hSn pedreims, campias, oOciaes
de pedri-fcn, ferrrtms, assim como outros moctiani-
oos-, mediaste mdiccoV* favoravels i emprestada
ou'medanle paga diaria correspondente, no caso
que prfrrirao.
Haterio mavadias para os obreiros, cujos mami-
mente Ser** rrtnSportados gratuitamente da esta-
ca das Cinco Ponas aos pontos das suas moradas
ela lroha. Tambem se conceder urna passaKom
I ivronRocKe para todos oB que foim impreca-
dos, panf ida e voUa nos sabhados, depois de feito o
pagamento ; assim como a todo lempo se dar pas-
e vre, de H) brihiens, i um, para o Qm de ciim-
prar mSnSnientbs.
Fjcriplorio dos engenheiros na villa do Cabo 10
de mareo de 1859.
W. U. Penitton,
Engcnbeiro em chefe.
TO Wlttfffl
DO
4 m FRANCISCO-
na esta prompta para entrar em ajuste
coiu quaeMuer pessoas que queiram encarregar-se
de Iransporlar materiaes dos lugares das Cinco Pon-
as e vi^U do Cabo pwa os pontos de favao, 01a-
i a, i ara o Timboass, assim como oulros pontos
das diviso? maa diiUntes da via frrea.
u abauo assignado eslimara ceber propostas
por ewriplo.eslabelecendo oproco por legua por
cada arrota de pso.ue|o qual os proponentes ae
obrigarao faier transportar os mesmos materiaes.
Todas aquejas pessoas que conseguirem esle
ajuste com comnanhia, terao'o privilegio de po-
dejemobtexpassagewlivrepela vi. frrea, e e-
Tte^drfarXlf,g0neCUSpel0 frelt mD'no
rf. M. Pniston,
Engenbeiro em chefe
AttencSo.
Precisa-se do urna cruda" que saiba cozinhar e
engommar para pone familia : na hia de Sania
IsaM n.1,
DENTISTA DE PARS.
ffrederieo Gantier,
cirurgio dentista, com pralira de seis annos no Rio de- Janeiro e Ires na Bhia, alem do quena sua re-
cente viagem a Franca pralicou dous annos como ajudante nos gabinetes dos primeiros dentistas de Pa-
rs; e enriquecido aos aperfeieoamcnlos e descober,tas mais modernas que so tem feito, lem a hanra de
annunciar an respeilavel e illustrado publico que acaba de chegar a esla cidade aonde pretende fixar a
sua residencia e pralicar todas as operaeocs da sua arte, lacs como linipar, limar, chumbar e tirar den-
les, Irabalho este que excrula com sumuia habilidade. Chumba denles com OURO Pl HO^uando o per-
railtem o estado e a conformaioda caria, e nos mais casos emprega urna nova composico branca como
o dente, tarado corpo com elle, com a qual a chumbagem se faz som presso nem dotes, e que nunca
se altera nem muda de cor. Cnlloca denlos arliflciaes com perfeico at hoje desconhecida nesla cidade
quaes imilamtamboio os naliiraesquenuse podem dilfcrencaf e preem bem todos os seus flns, lan-
para a falla e a masligacu como para compdr as feiroesdo rosto. Porlsso, julga-se estar em cir-
cumslaocias de atlrahire merecer conlianca, e convida'as pessoas entendidas a dignarem-se honra-lo
com a sua visita para se convenceren] da superioridade do sen liahalho.
Acha-se no seu gabinete lodos os dias das 8 horas da manha at ao nieio dia COM CERTEZA, o
al as 4 da larde quando nao tiver de ir em casos particulares.
Ol pbaixo assignados vendern* em
scus bilhetes aa ultima parle da segunda
e primeira da terceira do gvmnasio os
seguintes premios :
Ns.1933 meio billiele 1:000$
2891 meio dilo 200.S
bilhete 100.^
meio 1 OO.
bilhete 50^'
meio 50$
Os 8 porcento da le e pago na sua
loja da praca da Independencia n. 40 ;
os meamos tem exposio a venda seus fe-
lizes bilhetes da terceira parte da pri-
meira de S. Francisco de Olinda.
Vieira & Rothechild.
2191
1850
1727
2201
Allonclo.
Acha-se ausente desde o dia 4 do mez p. p. da
casa do abaixo assignado. com quem aprenda o
ollicio derarpina o mulalinho Pruno de idade. M
anuos, escravo da Sr." viuva Silveira : qireni o le-
var a dia casa na ra da doria n. 46 ou der urna
noticia exacta a respeito do mesmo ser generosa-
mente recompensado.
I.uiz Ignacio Nones de Oliveiro.
_ Os amantes da boa pitada acharan sempre ra-
p fresco, princeza do Rio, grosso e meio-grosso, e
Heuron : no aterro da Boa-Vista, loja nova a. 74.
Confronte an Rosario, eonfeitaria 39 A, recobeu-
| se doce lino de gOiaba.
Cralilica-se com 208000 a pessoa que der no-
ticia exacta do lugar n'esta provincia, onde fallecen
Roberto de Aranjo, natural de Sanlarem om Portu-
gal ; do qual apenas consta, que resida a 3 ou 4
' li-oas de distancia d'esta cidade ao lempo de .-en
| lallocinienlo. islo era 1855 ou 1856 : na ra do
Vigario ii. :t. ou annuncie por este Diario.
j Precisa-se de um feilor para um silio perlo
Ida praca. a Iratarna travessa da Madre de Dos,
orniazem n. 21.
Agencia de passa-
portes.
Claudinn do Reg l.ima tira passaporlcs para den-
i tro e tora do imperio, por coiiimodo preeo e pres-
teza : na ruada Praia n. 4:!, primeiro ailar.
VtU-noiio.
, Aluga-se urna grande casa lenca e de solo, na
liba dos Ratos, tonteado 4 salas, 2 gabinetes, 7
quartos, corinha fra, cacimba, quintal murado,
| propria para numerosa familia : a tratar na mesma.
O abaixo assignado faz ver ao commcrcio que
lem justo e contratado a loja de calcado no paleo
do l.ivrameuto n. 11, pcrlenconlc a (lampos & Cor-
roa : quem se julgar com direito mesma, apre-
seule-se no prazo de 3 das ; o mesmo abaixo as-
signado faz ver que precisa de 8 ou 10 oUiciaes de
charutetro, pagando o cenlo de 40a 800 rs., de-30
a 600 rs., de 211 a 500 rs., a de carregaco a 440 :
quem pretender trahathar, dirija-se a mesma loja
decalcado n. 11, para tratar.
Manoel Lui: Correia.
Precisa-se de um amassador que enlenda de
botar massaem selvuJro : na nadara do Forte do
Maltos.
pequea mosca preta que voa; Indo arranjadn de
pequeas pennas naluraes na poreellana, cnberio
do vidro ou cryslal de rocha : obra mni rara
aqu porque induslria secreta do nma familia
naneo/a, o somonte se vende na fabrica do poreel-
lana de Sevres, em l'aris : a pessoa que o adiar,
ou apprehender, leve-o ao dito engenho Rento \ i-
llio, ou a roa do Sol n. 11, que ser devdaniculo
recompensada.
Precisa-se de nina ama forra pu captiva : na
ra Nova n. 35.
Precisa-se de urna ama de lcite que nao te
nba filho, para acabar de criar urna menina, qual
paga-so bem : na ra Augusta, casa de Anacleto
Jos de Mendonca.
Precisa-se de urna ama para o servieo interno
de una casa de pouca familia : a tratar na rua da
Cruz n. 53.
Declara-so que o Sr. Jos Pedro, meslre de
ulnas, j satisfaz os jornaesqiie.devia ao servente
Scralim.
Precisa-se de un caixeiro que tenha bastante
pralica, para loja de miudezas, (laudo liador de sua
conduela : na rua llireila n. 1IH).
Bailar J Oliveira sciunlilicam an commercio,
que o Sr. Jos Francisco Maia deixou de ser seu cai-
xeiro desde o dja f do corrente mez de abril.
No dia 27 de mareo desappaiercu da casa de
-eus pas um moco branco de uome Antonio Jos
Raplo, falto de juizo, com os seguintes signaos :
idaoe w annos, barbado,, com os signaes de bexi-
gas, cr plida, nao du^epusa acertada, levou ca-
raiba de riscadinho de cmta e calca de riscado, cha-
peo do C.hili ; julga-se andar de'p no chao : por-
lanlo roga-se a quem dellc souber de o levar So-
ledade, sitio da llaco que se gratificar.
Precisa-se de nm pequeo para caixeiro do
taberna, mas que tenha pralica da mesma : na rua
das Cruzes n. 20.
Precisa-se de um caixeiro que tenha pralica de
taberna : na rua do Encantamento n. 77.
Precisa-so de mu carapiua forro ou captivo,
anda que nao seja bom ollicial, para Irabalhar a
jornal : na rua Nova n. 3a.
Precisa-se de una criada para o servieo interno
e externo do nina casa lint ni n. 2.
Miguel Jos Rodrigues da Cosa relira-se tempo-
rariamente para a Europa no prximo paquete, e pelo
que faz scicnle a esla praca e a quem inleressar possa,
aneo seu eslabelecimento no aterro da Boa-Vista n.
i2,cnnlinia em seu movimento commercial sob a fir-
ma de Miguel Jos Rodrigues da Costa & Moreira, a
contar dol.- do corrente, em virlude dasociedade
que cclehrou com o Sr.Manoel Joaquim Moreira, o
qual durante a ausencia do annunciantc fica gerindo
ledas as transacrcs,u para seus negocios parlicula-
res constituido seu primeiro procurador, e em se-
gundo lugar o Sr. Antonio Duarte Carneiro Vian-
na, o em terceira o Sr. Antonio Jos Villar.
Irmandade do Senhor Bom Jess
das Portas.
O actual escrivo, em nome da mesa regadora,
convida a lodos os seus irmos a comparecer na
igreja da Madre de Dos sexta-feira, 8 do corrente,
pelas i i/i horas da tarde, para acompanhar a pro-
cissao do Senhor dos Passos.O escrivo,
Jo*i Fernande* da Silva Teixeira e .Vello.
Offcrece-sc para cnsinar franoez um moco, o
qual lem as hahililaroes necessarias: quem d seu
presumo se quizer ulilisar, dirija-se a rua da Vira-
rio n. 25, que achara cun quem Halar, por preeo
cumiando.
Precisa-se de um caixeiro que Icnha pralica de
taberna na rua da Aurora n. 28.
IA3A 'I3 0 MA23132JA, '
2, Golitcn S(|ii:in\ Londres.
Hesent Si-eet.
J. G. OLIVEIRATendo angmuiilado, com to-
mar a casa contigua, ampias e cxcellentes accoiu-
modacoes para muilo maior numero de hospedes
de novo se recommenda ao favor e lembrama dos
seos amigos e dos senhores viajantes que vsitcm
esta capital; contim'ia a prestar-lhcs seus servicos
o bons offloios, guiaiido-us em todas as cousas que
preciscm cunhecimento pralico do paiz, etc. Alem
do portuguez o do inglez falla-so na casa o hespa-
nhol e francez.
Hechegado a loja do Lecontc, aterro da Boe-
Vsla n. 70, excellenle letle virginal de rosa bran-
ca, para refrescar a pello, tirar pannos, sardas e es-
pinnas, igualmente o afamado oleo babosa para lim-
e fazer crescer os cabellos; assim como p impe-
rial do lyrio de Florenca para bortoejas e asperida-
des da pclle, conserva a frescura e oavelludado da
primavera da vida.
Preparam-se bandejas de dilferentcs formas
com bollinhos linos das melhores qualidadcs, para
qualquer acto de igreja ou funeco particular ; as-
sim como precisa-se alugar una prela que saiba
vender quitanda na rua, c paga-se mensilmente :
quem quizer ajuslar ou alugar a rela, dirija-sc i
' rua da Penha n. 25, segundo andar; que far-se-ha o
ajuste.
Vendas.
PEORAS PRECIOSAS.
Adereces de brilhantes,
diamantes o perolas,
pillseiras, alunte-, brin-
cos e rosetas, botoes e
aunis de dillVrentes
Eosto.s c de magnilicos
rilhaules.
Comprara, vendem e
trocara prata, ouro, bri-
lhantes, diamantes e pe-
rolas, e outras quaesquer
joias de valor, a duibci-
ro ou por obras.
ILehmano & E. Itliim.
JOALIIEIROS
Hotel inglez su I a n. A.
Recebem por lodos os >i|io-*-;
p res da Europa e de Rio de Ja- $
ltiro obras do mais moderno
jfjwslo, lantode Irania como
idfsla ultima capital, as quaes
J vendem com toda a jiaranlia
iua qual idade. dos melacs e
das pedras, e pelos precos
I mais commodos possiveis,
I tendo sempre disposico dos
freguezes um bello e Cariado
sortiiiento.
Ollllli; KELIMilOS.
Adereeos completos de
ouro, meios ditos, pul
ceiras, allineles, brincos
e rosetas, cordoes, trau-
celins, medalhas, enr-
renles, enfeiiese eorren-
toes de ouro para relu-
gios. o oulras muilas
obras de ouro e de coral.
Relogios patente inglez
dos melhores fabricantes,
ditos suissos, tanto de
ouro como do prala,chro-
nomeiros e meios chro-
nometrus e tambera re-
logios horisontaes de ou-
ro e de prata. Vendem a
trocam.
PERNAMBCO
CIDADE DO RECIFE
COLLEGIO D'AURORA.
DIRECTOR 0 PROFESSOR JUBILADO
Silvano Tiloma/ de Souza Nagalhaes.
O director dcsle eslabelecimento avisa aos senhores pas de familia e com especiali-
dade aos senhores pas de seus collegiaes que se acha restabeleclo de sua saude. assim
como na roiitinuaco da directora de sen collegio.
Sempre solicito no mclboraraciito da in-tnicco de seus discpulos, qual dedicado
a 22 anuos, aprsenla agora ao respeilavel publico en resumo oquadro da reforma, que
julgou adoptar para o progresso da ediicar.au da iiiocidode que lhe cnuliada.
Artigo i." A instruno lica dividida" era Iros classes ; sendo primaria, secundaria c
recreativa.
Art. 2." A inslruccn primaria coinprehcnde :
1." I.er e escrever ;
2." Principios geraes de moral ;
3." Doutrina christ ecivldade s
4 F^xercicios grammalicaes.
5." Noces de arithmelica;
6. Seii desenvolvimcuto em applicacoes pralicas; quer em inteiros e quebrados
qner em dcciiuacs e regras de proporco ;
7." O syslema dos pesos e medidas do imperio ;
8." Elementes de geographiac historia, ooiu especial idade a do
H." Geometra rectilnea.
Rrasil
CASA DE SAUDE
SITA EM SANTO AMARO.
DOS
Neste estabelecimeuto ba as melhores acommodacoes para se tralaiem doentes de qualquer
i qualquer calhe-

wi-'
Neste estabelecimeuto
goria e sexo.
A diaria menor he de tS-'SOO, devendo o pagamento ser feito por qunzenas adiantos.
lavar p maior zelo eempeoho no tralamenlo dos doentes os quaes sero visitados pelo menos
duas vezes por dia pelos mdicos proprietarios do estabelecneiiin.
.......
A cadeira de inslrucco primaria regida pelo Sr. Manoel Francisco Coelho jnior.
Art. 3 A instruceo secundaria rnniprehende :
1." Aualyse da grammalica pbilosophica do Jernnyrao Soares Barbosa. Esla cadeira
e regida polo Sr. Manoel llarbosa do Araujo, acadmico do primeiro auno da faculdadc du
direilo desla cidade e professor publico da provincia de Sergipe ;
2." Calim.Esta cadeira regida pelo Sr. Mauoel Francisco Coelho, professor nublco
da freguezia de S. Jos : p
3. Francez, lido, escriplo e fallado. Esla cadeira regida pelo Sr. Dr. era bellas le-
tras Joaquim de Oliveira Souza, professor particular ;
4." Inglez, lido, escriplo c fallado. Esta cadeira regida pelo Sr. I.ui, do Nasrimen-
lo Mavignier, acadmico do segundo auno da faculdadc de direilo desla cidade *
5." Arithmelica, algebra e geometra. Esla cadeira regida pelo Sr. Dr.' em medi-
cina Augusto Carneiro Monloiro da Silva Santos, professor particular
, f" Pbilosopbia racional e moral Esta cadeira regida pelo Sr. padre jpeslre
Joao do Reg Moiira, professor puhheo do liceo da provincia da Paralaba c acadmico do
terceirn anuo da faculdadc de direilo desla cidade ; -
7. Rhelorica, potica eanalvse dos classicos. Esta cadeira regida nelo Sr Dr
Antonio Rodrigues Torres Bandcira, professor publico do gvmnasio desta cidade
8." Geographi e historia.
Art. 4. A inslruccn recreativa comprchende :
1. Dansa. Professor o Sr. Manoel Francisco de Souza Magalhes
2." Msica vocal e msIrumeuUI. Professor o Rvm. nadre mestrt
Tavares ; r
3." Desenlio.
Art. 5." Coudicciies de entrada :
l'cloanno lectivo em quatro pagameulos adianlados-
u?* tT"0S^'"S ".l^.^irectororuecer medico o botica, pagaro re-
gulando cada quai le na razao du 105$. 420AO00
.i *qu*"e ('S|,IS foruecereul "lxico 'botica' pagaro regulando cada quar-
tcl na razao de 90S- .................... .3608000
Os semi-internos pagaro regulando cada quartel na razo de 54S. lGjlMO
O externos pagaro adianlados raensalmenle por cada urna das aulas. 58000
Art. f. O collegio da ralis a todos os alumnos iolernos e seni-iulerdos urna aula,
todas asmis serao pagas na razao de ajera quartis tami-in adianlados.
O director aproveita o cnsejo nao s para anda desla vez agradecer aos Srs. neis de
seus alumnos o honroso conceiloque no/lo sempre bao depositado, coran tambera afllancar-
Ihes que seus disvelos e cuidados nos meios de promover o adiaulaiuento de seus co'lle-1
giaes jamis arrefecero um so instante.
meslre Primo Feliciano
O arrematante da aferico dcsle municipio,
scicnlifico a quem inleCessar, que dera principio s
revisos da mesma aferico no dia 1." de abril do
corrente anno, assim como avisa aquellos que at
esta data anda nao aferiram os pesos e medidas de
seus eslab leciuienio-, que venham aferir, e ticain
sugeitos a pagar logo as revisoes vencidas, enlen-
dendo-sc tambera o mesmo aviso para aquellos que
mandara vender pelas ras lcilc, niel, azeito de car-
rapa tu, milho, arroz, carne de porco e agurdente
em ancoras. Recife 4 de abril de 1859.O arrema-
tante, francisco Pedro Adoiucula.
O abaixo assignado tendo justo urna conta
como Sr. Emilio Xavier Sohreira de Mello, naves-
pera de sen embarque para a corle do Rio de Janei-
ro, de que houve um saldo a favor do abaixo as-
signado de quatrocentos e sessenla e cinco mil e
lanos res, de cuja eoula lhe passuu o mesmo Sr.
Emilio Xavier Sobreira de Mello urna letra a 6 me-
zo- e lendo o abaixo assignado 8 ou 10 dias depois
mandado selar na volta foi extraviada e como ig-
nora-se aonde foi perdida avisa-so a loda o qual-
quer pessoa que tiver achado o a quizer restituir ao
abaixo assignado que. recebar urnas al viraras, cer-
lo de que ella nao servo de nada pessoa que a
houver achado por nao estar anda vencida e nem
autorisada pelo abaixo assignado de cujo extravio
foi logo avisado o mesmo Sr. Emilio Xavier Sobrei-
ra de Mello. Recife 5 de abril de 1859.
Manoel Antonio de Jess.
Precsa-se de dous amansadores que enlen-
dam perfeitamente do fabrico do pao e bolacha : na
rua larga do Rosario n. 18.
, Precisa-se de nma ama secca para todo o ser-
vico, pnga-se bem : na rua de Santo Amaro atraz
da fundirn, padaria.
=s Pecdou-se o cano de nma lamenta de carro
aonde segura a vela, de casquinha ordinaria:
quem a achou querendo reslitui-la dirija-se a rua
largado Rosarion. 33, receber o achado.
Irmandade das almas da ma-
triz de S. Fre Pedro C.onoal-
ves do Recife.
0 ailual escrivito em nome da mesa re-
gedoraconvida a todos os seus irmos
a comnarecerem na igreja matriz de S.
Fre Pedro Goma Ivs, sexta-feira 8 do
corrente, pelas 2 horas da tarde, alim de
reunidos acompanhar a procissao do Se-
nhor Itom Jess dos Passos.0 padre
Antonio Manoel d'Assnmpco.
Aluga-se a loja do sobrado n. 69 da rua Nova,
em que o Dr. Lopes Netto lem escriptorio : a tratar
na mesma loja.
Attencao a Aurora.
Pateo da Santa Cran.
Neste hotel acha-se por desoecupado um quarto
cora jauella para a rua, e que se aluga iu pessoas
que nerossitarcm ; d-se comida por diminuto pie-
co, e fornece-se para fura comida com aceio e pres-
teza, e precos commodos.
OSr. George Prederick Collier, socio gerente
da casa commercial dos Srs. James Ryder & C
faz publico, que retirando-so para Europa, dcixa na
administrarn da dita casa, como gerente, o Sr.
Carlos Henrique Berlien.
Attencao.
Passa-se urna loja de miudezas ou sem ellas, na
rua Direila : quem a mesilla pretender dirija-se a
rua do Cabug n. 1 B, aguia de ouro, que se trata-
r do traste.
Officiaes.
Na fundiroda rua do Bruna n. 28, precisa-sede
officiaes de serralheiro e machinislas.
Precisa-se de urna ama para o servieo interno
de urna casa de pouca familia ; a. ir.ii.ir na praca do
Corpo Sanio n. I/,
Meias de borracha.
(.MECADAS LTIMAMENTE NO NAVIO FR KSC.T.Z.
Na rua do Quemadn, ua bem conhecida loja de
miudezas da Boa Fama n. 33, j lem para vender
Car preeo barato as muito procuradas meias do
irradia, uflicameute prnprias n approvadas para
loda e ujiahiuor rucharn as pernas.
Ricos enfeites com vidrilhos
para cabega.
Vendcm-se os mais ricos enfeites prclos e de
cores com vidrilhos, pelo baratissiino proco'de -lt
6a cada um : na bem condecida loja de miudezas
da Boa Fama, na rua do (.racimado n. 33.
Vende-se superior farinha de milho muilo no-
va : na padaria da rua das Cruzes n. 30, por preeo
comino.
Vende-se loite muilo bom : na rua do Qnei-
mado a. 21, das 7 horas em dianle.
Com toque de ava-
ria.
Hamburgo fino com 30 varas a preeo de 4$800 :
na na do Crespo, loja da esquina que volla para a
rua da Cadeia.
Moinhos de nova invengo.
Na loja do Yianna.
rhegado nestaloia grande-sorliinenio de moi-
nhos para moer caf, de novos modellos. e de su
periores qualidadcs, afianrado- pelo aulor, que
muito facilite a pessoa que quizer usar delle, e pur
procoa muito commodos ; assim como um grande
surifraenin de cutilharias de todas as qualidadcs, e
or precos muito commodos :, na rua Nova n. 20,
aja do Yianna.
Vende-se urna rede com 33 bracas de compri-
da, propria para dispescar viveiro : u rua Imperial,
no ultimo armazeio de sal.
Modas francezas
Aterro da Boa-Vista n. 3.
Madame Millochean Buessard tem a honra do
participar sscuhoras suas freguezas, que acaba do
receber lindos e ricos chapeos para senhoras, mori-
uhas e meninas, da ultima moda, gollinhas Maria
Anloinelte e imperalriz com mangaa. ricos ves-
tidos para casamento com os seus enfeites, luvas
de pellica de Jouvin, lindos enfeites para cabera,
bonilos manteletes de seda bordados e de bico, etc.
Attencao.
Excellenle verniz de tartaruga : na rua da Ca-
deia Velha n. 61.
Nada ha mais ba-
rato
do que cassas com cores llxas e padrees muilo bo-
[uuitos por 210 rs. o covado : na rua do I.mmenlo
n. 2, esquina.
Para a quaresma.
Na rua do I.ivramenlo n. 2 lera cortes de vestidos
de grosdenanle- preto com 3 ordensde babados pelo
preeo de 40J o corte, para acabar, por isso se ven
de to baralo.
Pentes de todas as quali-
dades.
A loja de miudezas d'aguia branca est provida
do um grande e variado sormeoio de pentes de
lodas as qualidadcs, sendo de tartaruga, virados,
mui fortes e de gestos ns mais modernos possiveis
a 12,14 o 1G000, dilos sem ser virados a 3(500e
53, ditos de masss, virados, tmbem de muilo gus-
to, e tan perfeilos n'obra que pouco diferem dos de
tartaruga a 2}300 e 3J, dilosjgn serem virados,
igualmente bonitos e bl Ihdos a 1 e lgZOO,
ditos traressos de rcasdfl PMfea para meninas,
o inelhor que se pdeWrcWtrPl 800, 1$ e 120l.
ditos mui linos de borracha para alisar a 1* c 1J280,
ditos de bfalo brancos e pretos e de baleia a 3211.
400, 500 e 640, dilos de borracha, pequeos, mu
proprios para segurar o cabello a 6fO. ditos de bor-
racha e bfalo para piolhos a 400. 500 e 640 rs., di-
tos de martlm e tertaruga para alisar a 2, 3 c 4S-
Alm disso arharo os freguezes um grande sorli-
mento de escoras finas para denles, cabello, unhas
e fato, e muitas outras cousas, que enumera-las, se
ternaria enfadonho : assim quera precisar de qual-
Suer objecto de miudezas, dingir-se a rua do
ucimado, no quatro cantos, loja d'aguia branca,
que ser bem servido cora agrado e sinceridade.
Na loja d'aguia branca.
Bicos pretos, franjas e trancas com vidrilhos. Es-
tes objectos quede presente sao essenciaiuieiite ne-
cessarios para enfeites de vestidos, manteletes o
rasaveques pretos, se acharo na rua do Oueimado,
nos quatro canto-, loja d'aguia branca n. 16, sendo
bicos prolos de bonilos padroes enleiladus de vi-
drilhos, franjas de seda, e velludo com vidrilhos,
trancas de seda de dilTerenles larguras e moldes
tambera pretas e com vidrilhos, ludo por precos
baratssimos.
Luvas de todaS as
qualidades.
Acaba de chegar loja d'aguia branca um novo c
completo sorlimento de luvas de todas as qualida-
des, sendo as verdadeiras de Jouvin brancas, cor do
cauna e pretas para homein e senhora a 2g500 o
par, lisas de seda brancas e amarellas para senhora
a 1J280 o par, dilas com borlotes a I96OO, ditas
bordadas com lindas palmas a 2|, ditas mu linas o
bonitas eofeitadas com palmas e bicos a 2^500, di-
tas prelas tambem de seda com palmas e bicos en-
fcitadas com vidrilhos a 21500, ditas com palmas o
lisas a i$ e IfOOO, ditas de torcal mui linas cora
palmas de vidrilhos a 1$, ditas 'tambem linas com
palmas de relroz e lisas a 1S500 e 1200, ditas de
seda para meninas a 19200, dilas para hornera a
1$600; assim como muilas oulras de diversas qua-
lidades, como de Uo de Escocia brancas e de cores,
brancas de castor, mu boas e fortes, e de algodo,
Eroprias para montara e guardas nacionaes, ao-
aratissimos procos de lf ate 320 o par : na rua
do (Jueiraado, nos quatro cantos, loja d'aguia bran-
ca 11. 16.
Enfeites prelos e de cores
com vidrilhos..
Na loja d'aguia branca acharo as senhoras de
bom gosto um lindo c novo sorlimento de enfeites
pretos e de cores com vidrilhos e de mui bonitos
desenlio aos baratissimos precos de 4, 5 e 6|: na
rua do Queimado, loja de miudezas d'aguia branca
n. 16.
MM MTOETiMBHiTIDS.
Visporas e dminos.
Visporas em bonitas caixinhas de madeira enver-
nisadas, com t trancas a 2$, em outras caixinhas a
lfOO e lg^ dminos mui bem feilos e seguros a
19501) e 1J80 : na rua do Queiiuado, loja d'aguia
branca n. 16.
Vendem-se alguns escravos do servieo de
una familia que se relira da provincia, garanlindiv-
se o comportemento e saude dellej, porm s se.
venden a pessoa conhecida c capaz de trata-lo-
bem : neste typographia.
Vcnde-ee multe bom doce seceo de caj : na
Soledade, taberna grande confronte o oitao da igre-
ja, se dir quem vende.
ffffim-nfmnifffmaa
Ricos vestidos pretos bordados com ba-
hados e tambem com duas saias ae ven-
dem na rua do Oueimado u. 10, loja de
Luile 1 Correia.
Vende-se uma caixa de estojo con-
ten do quatro duzas de facas e garios
graneles e pequeos e 2 pares de trin-
chantes de cabo de marn de superior
qnalidade : na ruado Crespo loja n. ".

1



Farinha de trigo
SSSF.
Diario de Pernambuco.Quarta fera 6 de Abril de 1859.
remandes & Filhos tem superior farinha de tri-
go da mana SSSF rhegada ames de hotitem que
\ endem a prero miiilo conln : no nu nrmimii
na da Cadeia n. 63. boceo da Madre de IK-ug D. 12
Venderse urna casa terrea : na ra
de iiortas n. o t.
Calcado superior e barato.
Ra jjireitn n. 45.
Borzcguins da trra de 35 a 37,
obra boa a
Borzeguini de senhora (loly).
Ditos de homem.
Sapntos de trancinha.
Hecousa muitoboa.
r>sooo
moa
8x800
UoOO
DA
FUNDlCiO LOW-MOW,
Ra da Seazala Nova n. 42.
Neste oslabeleciinenlo continua a haver um com-
pleto sorlimento de moendas c meias moendas para
engenho, macbinas de vapor e taixasde ferro bali-
ilii e coadn, d todos os tamanhos para dito.
CHEGUEM
Aloja da Boa F
Que esl vondontle mnilo barato.
Crosdonople preto milito superior a 1,800, 28,
2,n(M), tS, 3,500 e 48 o rovado, sarja preta hespa-
nhola limito superior a 2,200 o corado, setim ma-
oo muito superior a 3,500 o covado, panno preto
lino i 28, 3, 4, 5, 6 c 88 o corado, casemira prcta
mallo Bal a 28, 2.500, 38, 3.500 e 48 o corado,
i nos lurtes de rodetes de relindo preto bordados a
129. ditos de diiode cores a 7$ e 10a, e muito su-
periores a 13$, ditos de gorgurao preto a L500, di-
tos de. dilo de cores a 4,500, merino preto setim
nimio tino a 1,12(1 o covado, alpaca preta muito
tina a 10, &00 18 o corado, metas prelas de laa
muito superiores proprias para os senhores sacer-
dotes a 2g o par. cambraia de linho muito 'fina a
6g a varo, esguio de linho muito fino a 16,000 rs.
a peca rom 12 jardas, Lretanha de linho muilo e
milito larga a 208000 a pera rom 30 varas, cam-
luaia adamascada para cortinados a 12,000 a pera
roa 20 varas, bramante de linho muito superior,
rom duas raras de largura a 2,400 a vara, atoalha-
diii adamascado rom mais de 8 palmos de largura a
'280 avara, brim liso, Hamburgo, muito fino a9
e a IOS a Pa rom 20 raras, esguio de algodao
mnilo fino a 3,200 a peca com 12 jardas, cambraia
lisa muito fina a 5* pera com 8 1/2 varas, dita
muito fina a 68, 6,500 e 8jj a peca com 10 varos,
dilo muito fina com salpicos a 900 rs. a vara, e a
78 a pera com 8 1/2 varas, fil de linho bordado a
1,400 a rara, mantas pretas bordadas a IOS, reos
da mesma qualidade a 12,000, gnllinhas de fil
muito bem bordadas e bastantes largas a 1,200 ca-
da urna, lencos de cambraia de linho com bico lar-
go em rolta a 2|, meias bromas de seda para me-
ninas a 28 o par, ditas brancas de algodao muito
linas para senhora a 3,600 a doria, ditas inglesas
mnilo superiores tanibem para senhora a 58 a duzia,
dilas pora meninas de todo9 os tamanhos a 280 o
par, ditas para meninos a 240 o par, dilas de algo-
dao c.ni parahomeru a 1,800, 28, 2,500, 8 e 4g, e
inglezas muito superiores a 5,000 I duzia, lencos
broncos de cambraia para algibeira a 2,400 a duzia,
ditos niaioresa 3,000 a duzia, dilos muilo grandes
proprios para a rabeca a 400 rs, cada um, ditos
muilo finos do esguio de linho a 7,500 a duzia,
ditos de. linho de cores escuras e fixas proprios
para os tabaquistas a 400 rs. cada um, chales de
merino liso de lindas cores com franjas de seda a
6g, ditos de chaly com lislras de seda om volta e
ron franjas tamhm de seda a 78, ditos de merino
bordados a 98, ditos de touqnim muito superiores
bordados em duas ponas, com franjas muito com-
pridas, pelo baratissimo prere de 458000, ricos
pentes de tartaruga a imperalriz a 12 e a 20$, to-
ques muilo linos a 4,500, ligas de seda a 1,280 o
or, chapeos de fellro muito finos a 5 e 6S, brim
bramo lianeado de linho muito fino a 1,280 avara,
diioincorpado mnilo superior a 1,440 a vara, dito
de cores de padrdes muito bonitos a 18 a rara, d-
los de iiuadrinbol mnilo proprios pa.ia obras de
meninos a 400 rs. o covado, ganga amarella fran-
rexa mnilo lina a 320 o rovado, dilas escuras muilo
superiores a 560 o rovado, camisas de riscado muf-
lo hem feifas a 1,500, cambraias frncezas decores
muilo bonitas a 400 rs. a vara, entre meios muilo
linos a 1.920 a pera, liras bordadas muito finas a
ea 4S a peca e aleni dislo um completo sorti-
mento de fazendas tinas e grossas, que vendem-se
por procos mili romniodos, s aflm de se fazerem
grandes rendas : na ra do Queimado n. 22. na
bem ion herida loiada Roa F.
CHEGH
Ao barato.
0 Propica est Queimando.
Na ra do Oueiuulo n. 2, esquina do becco do
Pexe Frito tem'^fenguica para vender por bara-
lissuno preco um tfKkto sorlimento de fazendas
bem rumo sejam Jg Jb; siibos gustos a CJBPBMBi. ditos de la e seda
do lindiskimns rijQd* e superior qualidade a 7$ ca-
o""^on*^o>raia branca rom salpicos a
igOO, ditos de dilo rom flores de cores a 34800,
gangas mescladas de padrees e superior qualidade
a al!) o corado; chitas escuras e claras de cures
lixas a 160,180, 200 e 240 reta o covado, cambraias
adamascadas para cortinados de camas, uee,as de
20 varas a llg cada urna, grvalas pretas e de'cores
com molas muito finas a 800 e IgOOO, dilas sem
ellas a 800 e 18 cada umS, ditas com molas muilo
linas a 1J600, lencos de seda com algnm enfeito
a 800 res cada um, grosdenaple de cor de boa
qualidade a 18800 o covado ; cortearle casemira
lina o 68, ditos de meia cajamira a 2jff|ns ^ a'-
la mais lina a 28600 cada b, apiles de brltp ite li-
nho a Ig'OO radaum, cortes de gorgorito pajra col-
leles a Jg cada um, dios de merim) blidos de
lindos Rnitos 4$500*ditos de casemira pteTaliorda-
,,'?A3?8Wc*Mlffi cambraias lisos de 8 raras a
iSoOO, 4g, 4g4OB!5|80p e 5g500 a peca, ditas tapo-
dos com 10 varas alflUMO, 58800, 6g500 e 78200
rPPCV^Pseo^*nd\nK'd* mu'' larga e
lina a2>H,;alpara gretacoYflpalmos de largura,
Jcnde-se a verdadeira pomada para ungir ca-
bellos, pelo barato preco de 1 a eaxinha, cun es-
corinba propria ; lamhem se rende massa para
aliar navalbos a 320 : na ra do (jiu-imado, no bem
conherida toja de miudezas da Boa Fama u. 33.
Chegoein liijii nova
NO
Aterro da Boa-Vista n. 74,
Que adiaran o novo e completo sorlimento de
miudezas, e ationca-se vender mais barato do que
era outra qualquer parle : facas o garios de cabo de
bataneo a Sf a duzia, ditas milito finas a 6/e 7a,
ditas de cabo de viado a 4*200, dilas rraradas c oila-
vadas a 38200, meias para senbora a 240, 320 e 400
rois o par, dilas prelas para hornem a 260, ditas
rnias para hornem a 160, 200 e 320 o par, dilos de
cores muito finas a 200 e 210 o par, baralhos de
cartas porlugiiezas a 200, ditas frncezas a 320 e
400, pemos iie aro de lonra a lg agrosa, dilas sem
o ser 500,ricos ahornad uros pora plumosa 640 o par,
caixinhas com agulhas frncezas a 240 e {20, mas-
sos de grampos a 40 rs., cartees e caitas de colche-
tes a 70 rs., rinturos do borracha a 600, susponco-
rios a 240, enfiadores de linho para espartilh a
120 e 160 cada um, caites com lamparinas a 60 e
80 rs., resma de papel de peso a 38100, dilo almaro
a 3g c 3g500, sapatos de luslre para senhora, obra
muito bem fei(a a 18600, ditos de marroquim rdxo
e preto a 800 c 900 rs., sapaloes de lustre para ho-
rnem a 3g800 e 4g o par, ditos do Araraty para me-
ninos de 6 a 10 annos o 18120 o por, muito ricas
franjas pretas de seda e de la e linho para enfeitar
vestidos, tilas de todas as qualidades e tisouras de
todas as qualidades e muitos mais objeclos que se
loma enfadonho menciona-los.
Loja n. 37.
Aviso.
le na rua do Queimarlo a loja
di' quatrn pomtas.
Seenronlia um rniupleio sorliniinto de grosde-
naple preto de lgfiOO, IgStKI. 2J, 2*200, 28(00,
2,800, 3g e 3,200 o covado, dilos de cores de 1,600
e 2g o covado, panno fino preto d 2,500 at 128 o
rovado, dito ror de rap e \ erde ror de garrafa, I
f.-izeuda muilo superior a 7g o covado, rasaveqnes
de fusl.io rirameuleenfeiiados de ricas iranras fin- '
giudo lindos bordados a 18g, cortos de vestidos de ;
phanfasia mnilo lindos e dos mais moderaos a 18g,
dilos bordados a velludo decores muilo lindas a
30g, dilos bordados a seda com lindas flores a28g
cada um, paletols de panno e de casemira pretose
de cores de 16 at 2.rg rada um, ditos de brim ,
branco muilo linos de 5g, 5,500 e 6g rada um, riros
pannos da mais fina casemira de lindas cores para
cima de mesa de meio de sala, toalhas de. linho rru
proprias para rosto a lg280 cada urna, redes de
cores vindas da Baha da Trairo, obra muilo bem
acabada, pelo diminuto preco de 18g cada urna, e
nutras militas fazendas que s com a vista do com-
l.uvas de pellica, de Jourin rerdodeiras a 28000,
muito novas, e banha franceza s libras, meias li-
bras e (piarlas al miras a 2(560 a libra : iu loja
de iniudezas do aterro'da Boa-Vistan. 82.
ltcloios de ouro patente in-
gle/, de um dos melhores fa-
brica ules de l.i\ ri-pool, dos iillimanientc pelo ultimo
paqiicle e algiins de uo\a i ti
M'iiri'io colierlo e dcscolici'los
a vonlade do possuidor em ra-
sa de Arkvtijrht t ('.. ra da
Cruz n. 61.
Relogios.
Vendem-se relogios de ouro inglezes de patente:
no ormazem de Augusto C. de Ahreu. ra da Ca-
(i- i .i do llrrifc II. :tti.
aiiii\z:.u
DE
prador se poderA mostrar,
o milite commodo.
e se renderao por pre-
SYSTEWA MEDICO DE II0LL0W AY.
PII.LLAS IKll.I.WOYA.
F.sle inesiiniarel esperidro, romposlo inleiramen-
te de horras medicinies, nao coalem mercurio, nem
alguma oulra substancia deleclerio. ftenelino mais
lenra infancia, e a compleico mais deliroda he
igualmente promplo e seguint para desorreigar o mal
na enmpleirao mais robusta : lie inteiramente inno-
cenle em sois operaries e elfeilos : pois busco e
remore as doenras de qualquer especie e grao por
mais antigs e tenates que sejain.
Entre niilliares de pessoas curados com este reme-
dio, muitos quej eslavam os portas da moile,' pre-
serrando em sen uso : conseguirn] recobrar a saud
etreos, depois de harer tentado intilmente lodos
os outros remedios.
As mais afilelas nn derem enlregar-se a deses-
peraran : faram um competente ensaio dos etfirazos
effefos desta assoinbrosa medicina, e prestes recu-
perar.io o beneficio da saudo.
Nill se perca lempo em tomar osle remedio para
qualquer das seguinles enfermidades :
SI
GRANDE SORTIMEHTO
DE
Roupasfeilase fazendas
NA ltl'A DOQTJEIMADO N. 46.
F.VZEMI.VS E MODAS
DE
TACHAS
para
Na fiiiiflico de ferro tle D.
W. Bowman, na ra do Brum,
passando o chafariz, continua a
- a
Novozorhnienio de obro^ ouro dos melboresl
goslos e mais en moda, tai. par -cnboras como
para linmens e meninas : na luu de ourixe- de Se-
raphiiu \ Irmiio, ra do Cabog n. 11. ,
Relogios.
Vendem-e relogios de ouro < doura-
do patente para liorr.em e senhora de
diverso tamanhos por pri'ros coininodos :
na ra da Cruz do Reciten. 50.
\ende-se o engenlio l.imeirinlia na romorea
dn Nazarelli a niargem do llio Trarunliaeni. com
Ierras e obras siillicienles para sofrejor dons mil
pies, opiimo de uaacar e com bous paatoradoret,
havpr um rniiinlpl snrtmonta|,eI"ln",na bondesiiaiao, d muilo teresse, por-
' fien fl Hit IHO ,,. as aguanienles I piasi Indas M
|.re-
Po
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Arrias (mal de).
Aslhma.
Clicas.
Convulsoes.
Debilidade on evtenua-
cao.
Debilidade ou falla de for-
ras pora qualqnercousa
Dysinleria.
Dorde garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no rentre.
Enferiiiidades no rentre.
Ditas no ligado.
Dilos venreos.
Eiuaqueca.
Herjsinido.
Pebre biosas.
Febrelo internilenle.
Febrelo da especie.
Goda.
Heiunrrhoidas.
Hvdropesia.
Icieriria.
Indigestos.
Inllonimaroes.
Irregularidades da mens-
tniai ;o.
f.ombrgas de Inda espe-
cie.
Mal de pedra.
Manrlias na culis.
Obslrurrao de renlre.
l'htysra on ennsumprao
pulmonar.
Relencau deourina.
flhoiiiuafistno.
Srniplnmas segundarios.
Tumores.
Tico doloroso.
Cceras.
Venreo (mal).
\ omlcui-sc estas pilnlos no esta'belerimento ge-
rol de Londres n. 22(, Strand. e na loja de lodos
os boticarios droguistas e oulras pessoas enrorrego-
dasdesua renda em Inda a America do Sol, Bara-
ta c Ilesponho.
Vendem-se as bocetinhas o 800 rs. rada urna dol-
as comlm una inslriicco em pnrtuguez para ex-
plicar o modo de se usar deslas pillos.
O deposito geral he em cosa do Sr. Soum pbarma-
ceutico, na ra da Cruz n. 22. em l'ernanihnoi
lYIACHINISIYIO
TjH s KISTO.
Ricos sohrecasacos de panno lino preto
5g com goda de velludo e sem ella a 22, e V
":-* 25g, paletols saceos do casemira de cores C" ~
";_ escuras a 10, ditos sohrerasaros padre' -
*$ modernos a 15g e 18, dilos de alpaca pre- r
~*. 1 la e de ror a 4g, dilos de brim pardo g
2^ trancado muito boa qualidade a 5g, ditos iy
3 de esguio da China a 5g, raleas de brim **
' ... de rores a 3g, 3g500, lo, ditas' de la pa- -
^M droes modernos e iniudinlios a [#, dilas r^
3j brancas de brim de linho a 5S, (lilas de C
>($ casemira prela e de cores o 6$, 7, 8j e tg
^y 9g, cerouias de bramante a lgtJOO. 1<^00
j| e t, paletols de meia casemira a 7g, col-
5? leles de gorgurao de seda a 5g, ditos dse- ?5>
": lim macan a 5g, dilos de velludo prelo a ET*
, ,r 7g e 10g, ditos de brim e bunio lf&08 K
*W e 3, linas de, Jourin detodas as corea a mp-
";. 1g800. camisas de esgoiiio muilo lino a .'
; SfSM e oulras militas fazendas e rou- p*
i pasfeitas que s visla que se pode
avahar a pecliinrha ;
NA McSMA
LOIA HA
iraaquaresma
mandando-se fazer por medida garanlin-
"' do-se o areio e benifeiloria da obra, sen- -C
"H J.0 d muito bom panno prov de ','-
t limo pelo diminuto preco de lg, assini t,
< guez o (0g, allancando-se seren lodas for-
radas de setim macao ou seda.
Ra da Senzala Nova n. 42.
Vonde-sc em rasa de S. P. Jonhston & C. vaque-
tas de luslre para carros, scllins e silbos inglezes,
candeeiios e caslicoes bronziMdos, lona* ingleas,
lio de vela, chicote para carros, e maulara, arreios
para carro de umedoos car aUos. e relogios domo
p.llellle inglezes.
Xa fiinilicao de ferro do enjienliejro Da-
jiii W. Dow man, ua ra *
do Brum, passando o chafariz.
Ha sempre um grande sortiroenlo dos seguinles
objeclos de mecanismos proprios para engenhos, a
a saber : moendas e meias moendas da mais mo-
derna conslruccan ; tachas de ferro fundido e bati-
do, de superior qualidade e de lodos os tamanhos ;
rodas dentadas para agua ou animaes, de todas as
propon-oes ; rrivos e bocea de fornalha e regislros
boeiro, agnilboes, bron/.es, parafuzos e cari-
Aviso.
No armazem de Adamson.Hnwie,& r.., na do Tra-
piche n. 42, vende-se geUins para nomeai e senhora,
irreies proleados para cabriolis, chicles para car-
ro, rolleiras para cavallo elr.
a 6J200 ilWa unKen>.os braheos com barra de ci
o 11HI e I i(l rejuflda um, chitas franrezos para co-
berta o 2ll uns o corado, brim bronco de. lislra de
pino ImhoyS 00 reis aSoro, dito de lindissimos
goslos e superior qualidade. a 1*140 a rora dito
braniywniiio lino a1gi80e1gi00 a rara, co-sas
detfires de lindissimos gostns a 360 e 400 rs. a
rata, miMWMina lie cores a 320 o covado, dilo en-
carnada a 520 o corado, casemira preta a 2j, 2S200
2g(00, 3J500 e 4g o corado, panno fino azul e cor-
de rape de superior qualidade a 5g o covado. dito
preto a 2g800 3g900, 4. 4s800, 5 e 5S500 o co-
vado, alpacas ile seda de superior qualidade a 900
rs. o corado, rolos do bretanha com 10 varas a 2g,
atoalbado largo muilo fino com bonitos lavores a
lg280 a rara, lurasde fio de Escocia brancas e de
cores a 320 o par, cambraias napolitanas rdxas e
azues de quadros a 360 a rora, ou 220 o corado,
riscadinhos franrezns de quadrns a 180 o corado",
bramante muilo largo a 29400 o covado, velbulinas
de todas as cores a 720 o covado, meias croas para
honiem a 160, 200, 360 e 400 rs. o par, ditas para
senhoras, de todas as qualidcdes, patetots de alpa-
ca prela a 5g, .ditos de meia casemira a 8, ditos
de pannos pretos e de cres a lOg, luvas de seda
para senhora a lg200 o par, ditas de seda bordadas
de lindos gostos a 2g2u0 o par, merino setim de
todas as cores a 720 o covado, e outras muitas fa-
zendas que se deizam de mencionar, e se vendero
por baratissimos precos: e se daro amostras com
enhores.
Espartilhos Irancezes de nova
invenco.
Vendem-se espartilhos Irancezes de molas e car-
reteis, o melhorque se pode encontrar neste gene-
ro, na bemfeitroia e na commodidade, a quem usar
delles, pelo baralissimo preco de 6a, 7 e 8J. Estes
espartilhos sao chegados no ultimo navio fJancez
e si'i se encoritram na ra do Queimado, na bem co-
nhecida loja de miudezas da Boa Fama n. 33.
Apparelhos de porcellana.
Vendem-se mui bonitos e delicados apparelhos
de porcellana dourada proprios para brinquedo de
meninas, sendo ellesde differenles tamanhos
gostos a lg500, 2g, 2g500, 3g, 3g500 e 4g : na ra
do Queimado nos quatro cantos loja d'aguia bran-
ca n. 16.
Na loja da Esperanca,
Tina do Queimado n. 33 A,
vendem-se para a quaresma todas as fazendas pro-
prias desses artos, e especialmente franjas pretas
comvidrilho, largas e estreilas, de 600 a 1ga vara,
ditas sem vidrilho a 400, 500 e 640 rs., e tambem
mais estrellas a 320 a rara, trancas com ridrilho
proprias para as manas em uso a 640, 700 e 500 rs.
a rara, cuteites pretos com vidrilho a 4 e. 5, ulti-
mo gosto, fitas de velludo largas e estreitas a pre-
cos commodos : na mesma loja se encontrar mui-
tos objeclos, diversas miudezas que ate hoje teera
sido exclusiras de renos estabelecimentos desla
praca : todo o sorlimento em perfumaras, pos,
opiat, eitractosdiversos, Uile virginal, pommada
regeneradora, imperial, agua de Colonia de diver-
sos fabricautes inglezes e francezes, saboneles cor-
mechiques, escovas, espelhos, pentes, etc. '
lhes, moinhos de mandioca, ele. ele.
NA MESMA FUNIHCO
se executo todas as enrommendas rom a superio-
ridade j conhecida com a derida presteza e com-
modidade em oreco.
No armazem de E. A. Burle & C, ra da Cruz
n. 48, ha constantemente para vender:
Champagne, marca de fogo da melhor que vem ao
mercado.
Chocolate de todas as qualidades.
Burras de ferro das melhores que tem rindo a este
mercado.
ATTENCAO AO BARATO.
Na traressa da Madre de Dos n. 12 rende-se mais
barato do que em outra parte, e em sacos grandes,
corada muilo ora, trelo, milho, feijo amarello e
branco, ancorlas de azeitonos, ludo rhegado lti-
mamente do Porto.
Cortes de la.
Anda reslom algnns corres de laa fina para ves-
tidos, com 16 novados cada corle a 4g, eslo-se a-
cabando: na ra do Queimado u. 22, na loja da
boa f
O Leite & Irmo continuam a
torrar.
Mussulina toda encarnada, covado 220 rs., cam-
braia lisa muito fina a 3g800, 4g800, 5g200 e 5g600
rs. a peca, de 10 jardas, brim de linho para calca
de bonitos padroes a 880 rs. a vara, cortes de meia
casemira a 3S000 rs. cada um, lencos de cambraia
de linho a 3J200 e muito finos a 4g500-rs. a duzia,
chales de touqnim pretos, ditos de merino pretos,
dilos de merm liso de todas as cores a 48800 rs., e
bordados a 61800 rs., chitas frncezas de cores fi-
las a 220, 240,260,280 e300 rs. o covado, madapo-
Uo a 2g800, 38200, 3g800, 4g000, 4S200. 4g800,
5g000 e 5g50O rs., e muilo fino a 6g000 rs. a pera, de
20 raras, palitots de alpaca muito finos a 6g000 rs.,
cortes de coletos de casemira a 68000 rs., esparti-
lhos para senhora a 4, 6e 8a rs., e dos modernos a
'J-5 rs.,saias para senhora a 19600 rs., bordadas a 39
rs., e muilo superiores a 49 rs., golliubas muilo
bem bordadas a 3S500 rs., manguitas e camizinhas
muilo finas para senhora, cortes de cambraia do
gaz a49rs., tapetes para sala al9800 rs., para por-
ta de sala a 49 rs., e para cabriolet a 2500 rs.,
meias muito finas parr senhora a 2800 rs. a duzia,
ricas colchas de damasco de seda a 25 e 329 rs. cada
urna, cortes de cassa de lidos desenhos a 29 rs
boas chitas escuras e de lindos padroes a 200 rs! o
covado, meias de todos os tamanhos para menino e
menina, guardanapos a 4 rs. a duzia, pecas de
cambraia lisa de 12 jardas a 39 rs.. mussulina bran-
ca a Uu rs. o corado, toalhas pava mesa a 4a rs re-
des de folha a 69 rs., e ha oulras muitas fazendas
que se vende por barato preco. e de ludo se dar*
amostras.
L0J4D4 BOA FAMA.
Tendem-se oor preco que faz admirar riquissimas
fitas lavradas de todas as coreg e larguras, fitas lisas
com ponto e sem ella, bicos braheos de seda demui
to lindos padroes e de todas as larguras, tramoias
abertas de linho para babados a 120 e 160 reis a vara
jarros para flores a2g o par, atacadores ou enfiadores
de seda de todasas cores para restidos.ditosproprios
para espartilhos, tesouras de todas as qualidades
as mais nasque he possirelenrontrar-se.agulheiros
de marfim e outras muitas qualidades, fitas de vel-
ludo de todas as qualidades, bolr.inhasde camurra
muito lindas para meninas de escola, frasquinho
com cardinal a melhor cousa que lem apparecido
para tirar nodoas em qualquer qualidade de faze-
da. pelo muito barato preco de 28, trancinbas de se-
da de todas as cores muilo lindas'propriag para en-
feitar roupinha para meninos e meninas, e outros
muitissimas eousas que se atianca vender-se ludo
por preco baratissimo : na ra do* Queimado na bem
conhecida lo la de miudezas da boa fama.
NA
nmu
Ruado Queimado 11. 7.
Neste estabelecimento acharao os compradores
o mais variado e completo sorlimento de lodas as
qualidades, como sejam :
Vestidos de seda pretos com babados .
Ditos de dita de cor com babados. .
Grosdenaple preto fino de 18900 a .
Ricos manteletes pretos princeza Clotilde
Corles de cairas de hrim de linho de cor a
Carteiras de perfumaras inglezas. .
Camisas frncezas de todas as qualida-
des dc2000a........ 4J000
Paletols de panno francezes de 16g a SOjOOO
Ditos de alpaca francezes......128000
Poupelina de seda de 900 a.....Ig200
('.hilas finas o rovado....... \g(
Dilas frncezas o covado ..'.'.'.'. 240
Ricos enfeites para senhora ...'.'. t
Pentes de tartaruga modernos de 7Sa 159000
Gollinhas e manguitos de croch. lOgOOO
Camisas inglezas.
Vendem-se superiores camisas inple-
zas: na rua do Oollegio loja n. .1
Vinho Bordeaux.
F.m casa de Henr Bninn & C, rua da Crnz n. 10
.vende-se vinho Bordeaux de differenles qualidades
como Lafolle, Ch, Leoville, l.s. Julicen, en caixa
de una duzia cor barato preto.
Vendas.
Relogios de ouroe prata, cobertosc descobcrlos,
patente inglez. os melhores que exislem no mer-
cado, e despachados boje, vendem-se por precos
rozoaveis : no escriplorio do agente Olireira, rua
da Cadeia do Recite 11. 62, primeiro andar.
Sal.
Vende-se sal do Asan de muilo boa quajidade : a
bordo do patacho llom Jesus, 011 na rua da Madre do
Dos n. 2. '
Caixas com fblhas de Flan-
dresavariada.
A 8^000 rs. a cai\a.
Vendem-se na loja da rua da Cadeia do Recifen.
64, ou na loja de lunileiro do caes de Apollo junio
ao arco da Conceiro.
Vende-se urna mulatinha de 16 anuos, muito
bonita figura, tem muita pratica em servicos de
casai e principios de costura e de eugommado : na
loja do Sr. Jos Brando da Rocha, quina do Cabug
Vende-se urna escrava de Angola, com 36
annos, que sabe rozinliar, engnmmar c lavar de
barrella e de sabio : na povoaru de Jaboatao, a
tratar rom 1'eliwManoel do Nasrimenlo Valoes.
Chapeos a Garibaldi.
Ainda restam algnns chapeos de palha de Italia,
rendados, a arihauti, pelo diminulo preco de
18500, enfeites de ricas flores para senbora a 59
ditos de retroz 39, dilos de la 2a, chapellinas de
seda para senhora a 8, toucas de fil e bico de
blond muilo delicados para crianras a 2{!, grava-
las de seda finas e de bonitas cores a I950O, dilas
mais ordinarios l 640, bonete de panno de brim e
chamalotr poro hoineiu de 2a :S. ditos para meni-
nos de todas as qualidades. lilas de seda lavadas,
e urna porro de bico de blond preto e brance e
de lodas as larguras, o qual quem quizer comprar
para lomar a vender, se far todo o negocio : na
Sraca da Independencia 11. 3, toja de chapeos de
noel Ferretea.Pinto
Vende-se urna escrava de 26 annos de idade,
com muito boa conducta, elegante figura, sem vi-
rios nem achaques, sabe com perfeico ensalmar, e
tem principio de engommar ccozinhar: a tratar na
rua da Couceico da Boa-Visla n. 10.
Na loja das seis portas
EM
Frente do Livramento.
Cassas frncezas, fazenda nova, a 160 rs. o cova-
do, e a pera a 59 com 33 corados, cortes de cam-
braia com salpico a 38, dilos pintadas a 2g, lencos
de retroz a 500 rs., luvasdeseda pretos lizas e bor-
dadas para senhora a 19, chales de merino com
barra estampada a 4g, musselina branca a 240 o
corado, dita encarnada a 320, relludilho de cores
parare-upas de crianras a 800 e 1g, fil de linho
preto, fazenda fina, a lg280 a rara dao-se amos-
iras e a loja est aberta das 6 horas da manhaa As
9 da noite.
Loja das seis portas
F.M
Frente do Livramento.
Grosdenaple preto para todos os precos, mantas
pretas de linho com bordados de sedS. lurasde se!
a 1 d?UsPUn ""iEn' U- Knlllnh8s bordadas a
se'hrif "naSa ,S600iInan^lil03 3. lencos de
seda bramos e encamados a 800 rs. camisas frn-
cezas brancas e de cores finas a 2g, paleoT brancs
de bramante fino a 5g, ditos de brhn pardo 38
ditos de alpaca pretos a 4 e 59, dilos de. casemira
M. dito, de fusUio de cores a 5f T\oj
horas da manhaa s 9 da noil.
MIGUEL JOS DE ABREU.
\\ Uhii Ao Queimado \\
Para senhores
(orles de vestidos pretos de grosdenaples, gorgu-
roes c noblezas, bordados a velludo e a seda, em
alio relevo, de gosto Aquile, Ires folhos e duas
saias.
Manteletes prelos no caprichoso gosto i Maiii-
lenon ; peregrinos pretas de nobre/a, rom bordado
de sedo em alio relevo ; taimas prelas de seda im-
perial, guarnecidas .1 roquete e o velludo faconne,
e vestidos de seda de coroso Mainlcnon, guarneci-
dos de rendas.
Maulas de blond prelo bordadas.
Marahuts e enfeiles prelos pora toilette.
Manteletes, peregrinos, capas de cor e chapos
paro posseioepora visita, chiras de pellica de Jou-
rin brancas e de cores.
Pentes de tartaruga c lodos os objeclos necessa-
rios a um toilette de senhora, iucluindn adereces
de ouro guarnecidos a perolas e a coral, ultimo
gosto.
Para cavalleiros.
Casacas, sobn-rasaras c paletols de panno preto
iinpermeavel, e de easomiras prelas r de cores.
Calcos de casemiros prelas e de cores.
Chapeos de castor braacos e pretos.
I.uras de pellua de Joiivin, brancase de cores.
Charutos superiores de reserva.
E lodos os objeclos necessanos ao toilette de
um caralhniro, iiicluiido correutes de ouro para re-
logio, do mais elegante e apurado goslo.
Kste estabelecimento estar aberto al s 9 horas
da noite, ennrenientemente Iluminado para re-
ceber as familias que se dignaron] visita-ln, aiim de
avaliarem da sua importancia para a preferirem.
Vendem-se 5 eseravos prelos du \H a 22 an-
nos, oplimas pecas, de muilo boas figuras, perfei-
tanienle sadios e sem defeilo, sendo um bom cozi-
nheiio, outro perito carreiro, e. os outros aptos
para quolqnor Service de campo ou da praca, um
mulalinhode 12 anos, um outro de uxcellnte fi-
gura c conduela, de 17 anuos, proprio parapagem,
tuna prela de 25 anuos, boa rozinbeira, por prero
commodo a dinheiro ou a praze : na rua do Cabug
11. 9, no segundo andar.
Vendem-se duas esrraras pardas, sendo urna
muilo mora e bonita figura, com habilidades, e ou-
tra de 30 anuos, que coziuha bem e larade barrel-
la,: na rua Direila 11. 121.
Vin.le-se una escrara mora, e muitobonila
figura, com muitas habilidades :' 110 segundo andar
do sobrado que faz quina para a rua das Flores.
tO GRANOE ARMAZEM
Roiipii I eita
NA RU4 NOVA H. 49,
Junto a Conceiro dos Militaras.
Neste armazem encontrar o publico um grande
e variado sorlimento do roupos feilas romo sejam
casacas o sohrerasaros, fraques, gndolas e paletols
de panno lino prelo e de cores, paletols de casemi-
ra de cores, de merino, de alpaca prela e de cores,
de hrim bronco e de cores, de riscadinho de linhos
calcas de casemira prela e de coros, de brim de li-
nho branco e de cores, de gongo, de meia casemira,
de merino e de riscodos, rolletes de setim e gorgu-
rao pelo, de velludo preto e de cores, de merino e
casemira prela, de fusliio branco e de cores, cha-
peos, grvalas, rural e camisas e nao agradando
ao comprador algumosdas obras feitas se apromp-
larao oulras com loda a presteza para o que lem
grande sorlimenlo de pannos finos, casemiras, gor-
guries, velludos selins e brins de lustro
,.............. vender na por-
fe lachas de ferro fundido e ba-1,a i'"r '"<" pv'1"1" da ** v umoeiro: os
.. ,-, 1 I tendentes dirijam-se ao engonlio l'iudohal em
tido, de .5 a 8 palmos de bica,|d'Aiho.
as quaes se arham venda por
preco commodo e com promp-
tidao, embarcao-se ou carre-
gao-se em carro, sem despezas
ao comprador.
Potassa da Russia
E CAL DE LTSBOA.
No bem mnherido e arredilado deposito da rua
da Cadeia do Recite n. 12, ha para vender potassa
da Russia e da do Rio de Janeiro, nova e de supe-
rior qualidade, assim como lambem rol virgrin em
liedra : Indo por precos muilo razoaveis.
;~ i '; ; i i i i TfTtA
ATTENCiO.
Kissel, relojoeiro franrez, vende relogios de
ouro e praia, roncera relogios, joias e iniisi- *<
ras, ja aqui he ronhecido ha muilos annos, *j
habito no paleo do Hospital n. 17.
4 > i 1/LAJ.tkt.iAX-XAi.t ata i.ttiXXy-
eude-se por 1: jOOg una esrrai a de 21 annos,
o qual cozinha, engoiuma o lava : no- paleo de S.
I'edro n. 6.
adamascadas,
latas.
em easa de, Ark-
rnadaOnzii.fil,
preeo.
f
Gheguem a pe-
chincha.
Na loja do Preguica tem para vender |
grosdenaple preto da mellior (pialidade
quepotsivel pelo baratissimo preco de
1.900, 2,000, .,200, 2,400, 2,800 e 5s
o covado.
Farinha de man-
dioca.
No deposito do largo da Assemblra n. 9, rnde-
se superior farinha rhegada ltimamente, em sac-
ros grandes, por rommodo prero.
Alcatifa
Vende-se alcalifa com uateo palmos
de largura muilo proprio pora forrar
solos o ireias a 60(1 rs. o corado :
9
1$280
5a000
Fazendas prefas para a quaresma.
No aterro da Boa-Vista n. 60, loja de Cama &
Silva, sendo um completo sorlimento de grosdena-
ples prelos, pannos e casemiras, pelos precos se-
guinles: grosdenaples, o rovado al/280, *lj6(10,
800, 2;2g2i0, rosemiras pretas, corte* a 5500',
DtoOO, "8500, al 12J rada corle, e pannos prelos;
dilVerenles procos e qualidades.
Vende-se um prelo ramo e robusto, e de boa
ligura : na rua da Senzala Vclha n. 0, padaria.
,\f.GOI)\0 IH BAHA
No escriplorio de Mannel Ignacio de Olireira &
Filho, vende-se algudao da Babia e lio de algodao
em lloredos.
Vende-so urna armaco de amarello envidro-
cada, propria para loja de'fazendas ou outro qual-
quer eslabelecimento, eedendo-se s loja onde ella
se acha, na rua llireila n. 88 : quem a pretender,
dirija-se ao segundo andar do sobrado da mesma
loja.
Eseravos venda.
Vendem-se 10 eseravos pecas de 15 a 26 annos,
e 2 mualas rom habilidades,' e muito bonitas figu-
ras : na rua Velha do Boa-Vista, casa n. 69.
Vendem-se qudros com encllenles estampas
colorida.?, de santos, em formato grande, proprias
para a igreja : na rua do Oueimado n. 43.
Vende-se urna escrava crioula, de idade de
16 annos, sabe lavar, coser, engommar ecozinhar :
a tratar na Ilha do Retiro na Passagem da Magda-
lena, ultima casa na beira do rio.
Vendem-se cinco acedes da Companhia de Be-
beribe, passando lambem para o cessionario o di-
videndo do actual semestre, a vencer no ultimo do
prsenle abril: quem as pretender dirija o sen offo-
recimento em carta fechada, com desiguacao de
sua morada, sob o adresso seguintn :__J. M.'c. M.,
na rua Nora n. 43, ou na estrada do Rosarinho, si-
tio fronteiro a rapella, que ser procurado.
Vende-se urna porco de caibros e algumas
Iraressas. ludo de qualidade, e urna sacada de can-
torio com 8 palmos : no pateo do Terco n. 32,
Saias bordadas
a 2^500 rs. cada urna.
Na rua do Crespo n. 16, loja de Adrionn 4 Castro.
Chapellinhas.
Lindas chapellinhas com reo para senhoras o
mais moderno que- lia am Taris: em casa de J.
Falque,, ruado Crespn. 4.
Vendem-se 5 qnarlos naros, gordos e mansos,
de carga e roda, 7 egoas lambem oras, gordas e
mansas, de carga e roda. 2 potros, 6 bois noros,
gordos, e de rara taurina, bastantes grandes e
mansos, de corro e rarrora.e 2 carros noros ; quem
pretender dirija-se ao engenho Forno da Cal, con-
liguo a Olinda, onde achara com quem tratar.
DE
AGUA
E
\ ende-se esta agua a melhor que lem appareci-
do paro lingir o cabello e suissas de preto : na li-
viano universal ru do t'.ollegio n. 20, d-se junto
um imprraso gratis, ensillando a formado applirar.
Pianos.
Vendem-se pianos lottes do melhor
gosto e modelo que tem vindo a este
mercado e por oreos commodos: no
rua da Cruz do Recife n.50.
Nova invengo apereicoada
Milho para planta
o mais limpo possivel.
Feijo preto novo
sem igual no mercado Vendem-se estes gneros
no Forle do Natos, arma/em de Hemelerio, Ir.
mao (VC., confronte ao trapiche do algodao n. 18-
Aprecien) o bom goslo.
Na loja do Ser I anejo
n. 43 A.
Bicas sabidas de baile dn melhor goslo que pode
haver, lano em fazenda como em preco, laazinlias
de quodros miiidns e granitos a 420 e 460 rs. o co-
rado, chapeos de velludo prelos aT, dilos de al-
paca fornidos de seda, muito commodos para andar
a fresca a 2.S400. gollinhas de diversas qualidades
o 1J o IfJOO, 1S600, ICttO e 2}!8IK1 gollas e man-
guitos a :f-:iim. >e 5S-MKI, manguitos, gollas eca-
uiaiiiIioso69, '9 e 111}!, colleles fcilos de relindo
o lll, 11 i; 12}!, cairas de casemiras de cores, fei-
las, ricas bengalas de massa lingindo unicornc o "g,
8|e lll>!, grosdenaples de i-Or a 1{9IK)e 2.S0II0, seda
branca larrada. ricas camisas paro senhora rom pro-
gas e de muilo goslo a 7i!e Sacada urna, ricos pan-
nos poro mesas, e muito linos a 7j, 8S e98, riros
casoveques de fusloo e do melhor goslo que pode
llover a 150 e 181, dilos de mussulina muilo bem
enfeiladns a llg, 128e 1:t9, e avisa ao respeilarel
publico, que manda de qualquer urna fazenda amos-
tras para ver se agrada, assim como tambem da a-
mostrasdeixando penhor.
Vende-se um esrravn bom official de sapatei-
ro, moco, de bonita ligura, sem ricins c de multo
bom comporlamento, e bem ronhecido nesla cida-
de : a Iralar alraz da prara da Independencia, loja
de raleado n. 2 A.
Fazendas pretas
para a quaresma.
No aterro da Boa-Visto n. 60, toja de Cama &
Silva, sendo um completo soriiiuenlo de grosdena-
ples prelos, pannos e rasemiios. pidos precos se-
guintes: grosdenaples o rovado a 1280, ljfim
IjlWHI, 2S:22lll, casemiras prelas cortes a 5g00,
6S50O, 7$50O, all2{ cada corle, e MUROS pretos,
diferentes precos o qualidades.
Vende e tahoado de assoalho de
pinlio a I (l.s a duzia: no armazem de
Rarroca & Medeiros rua da Cadeia do
Recite n. 4.
XAROl'K E PASTA DF. CODERA DE Bl-RTIIK.
As propriedades notareis do Xaiioi-k o a Pasta
de I'.oiikivv tein sido propaladas pelas sabias ex-
periencias clnicas o comparativas de Ma.ikmuk,
Bhhikh b'Ajpexs, Vuxuas Canunav, Martin So-
ln etc., membros do inslilulode I'ranra, do aca-
demia de medicina, e mediros dos hspitaes de
Pars.
As experiencias continuadas pelas recentes nb-
serracoes dos Srs. Arvx, Vim.\, G. Dcboxt, profes-
sores da faculdade de medicina de Pars, mdicos
dos hospiloes de fariselc, ele., tem demonstrado
que o XAROrn a Piar* de Cookiw de Bf.ktiik sao
os remedios mais ellirazes para lodas asdores nervo-
sas, agudas, o as rezeslo rebeldes; e que alfn.xa
com una rapidez mararilhosa, os arcessos come
cutiros e que lauto cansara, do (.atvhhiio, da tossk
r.nNVI'LSV, da RHOM-.HITF. O (1.1 PUTHISICA PII.JIONAH.
O Xahopk e a Pvstv de Cohkina de Bkhtiik en-
cmilram-se em lodasas pharmacias de franca edo
eslraiigeirn.
Para evitar a falsilirarao deve-se exigir em cada
ridrn a vssniNiTi n\, e o xojie Bkhthk.
I'irigir os pedidos em grosso i:\sv Mkiif.h C."
n. 37, rio Santt Croix le la Hrelnnnrrie em
Parir.
Grande sortimento de fa-
zendas prelas proprias
da quaresma.
Vestidos de grosdenaple relo rom
babados bordado a M'lliidn. f
Hilos dilos preto com babados borda-
dos o seda......... ^
Dilos dito de rores e bramos. S
Dilo* de cambraia bordados ao lado J
\ (-Iludo, prelo u melhor possirel, c-
v*>............ 5fl0
Grosdenaples prelo liso, rorndn 1$6(K>
............ 2H600
Olio prelo lavrado, rovado 2j! a 2f44ai
St'lmi prelo maco, corado 2ji0(l a .r>S00O
Sarja prela bespaiibola, ...vado 2f! a 2^MKI
Csosdeiiaple liso de lodas as coles, eo-
.rado........... Iftm
Dito de quadriiibos iiiiudos, covado 1,Cri(HI
Dito branco lavrado, corado 1J21S a SgTilMl
Dilo de cores e prelo com ( palmos
de largura......... 1}tK>
Belleza da China e inaurilanade seila,
ovado.......... latn
Follar de Pars e chalv de flores, en-
>odo....."...... 1<|10(
Popelina de seda e duqueza de (lores,
_ corado...... 900
Frondolina e barege de seda, corado. tNI
Mein velludo prelo i- de coros, corado 1 j2H(l
Vcthutiua decores e pula, covado "IKI
Chitas franre/.as claras e escuras, co-
rado 2H0 a......... 1(0
Panno prelo e de cor fino prora de
liman, corado 3$5IK) a 7J500
Casemira prela .selim, miado 1J900 a (SiOU
Arlandys dennvosdesenhoslinas.vara. 1gWHI
Cossos frncezas linas, vara. ... 64(1
Mantas de blond prelas e branras. %
Dilas de linho o mais rico possivel. g
Chales de merino lisos de cor e pretos 4grl00
Dilos de dito estampados de ;t$ a 1tVI0
Hilos de dilo franja de seda .... 6#SMl
Dilos de dilo bordados a seda c a vel-
l'ido............ g
Dilos do sedu prelos roxos e de cores. g
Lencos de lahrriiilhn linos de lg a 1kmm
Manguitos e gollinhas bordados Anos. g
Kuirenieios o liras bordadas. ... g
rlleles de relindo e casemira preta
bordadas......... g
Cerouias de brim de algodao e de li-
nho de IgrJOO a...... 2$500
Camisas frncezas brancas e de cor
de 2g a........ lfN0
('.osaros g sohrerasaros de panno pre-
to lino. ... g
Polelols de panno preto e de cores,
francezes.......- g
i.,-leos do i-aseiuirn prelas e de cores. S
Coleles de sedo de varias qualidades g
Chapeos francezes direitoseaTamlHT-
Uek. ......... $
Patetots de merino selim prelos e de
ror forrados........ OgOOO
Hitos ite alpaca prela e. de cor com
golla de velludo...... 8$"""
Dilos de hrim branco e de cor lina. ligOOtl
Dilos de alparo de varias qualidades
com golla de velludo..... figOOl)
Dilos de olpaeo preta e dernr nirsrlada :ts-sim
Passando o becco da Congregarlo, do lado direilo
em seguimeiilo para o l.ivramenlo a quarla loja de
Ires perlas com rollos broncos.
I
Fumo.
DF.
Bandes ou al mofadas
de crina para penteado de
senhoras.
Na loja de Leite & Irmao. na rua da Cadeia do
Becife n. 48.
Para torrar carros.
Vende-sedamasco de seda de bonitos
goslos e milito proprio para forrar carros :
na rua do Crespo n. 12, loja de Campos 4
Lima.
Vende-se fumo em folha rhegado rerentemenle
da Babia, por menos prero do que em oulra qual-
iquer parle: no ru da Cruz do Recife u. 13, pri-
1 meiro andar.
Algodao monstro.
Cniliniia-se a vender o bem ronhecido e econ-
mico algodao monslro com 8 palmos de largura,
proprio para qualquer obra por dispensar lodo o tra-
balho de costura ; aproveitem emquanlo ha : na
na do Queimado a. 22, na loja da boa f.
Almeida Gomes, Alves & C.a
VENDEN NO 8E ARMAZEM
$f RUA DA CHUZ %fl
CHAl'F.OS de fellro sonidos, da fabrica acreditada
deCarralho Piulo, do Rio de Janeiro.
SABAO das fabricas do Rio de Janeiro.
\ INDO de champagne de superior qualidade.
SALVAS bandi-ijas e oulras obras de prata.
Cognac.
Cognac superior em caixas de urna duzia, vnde-
se em casa de Henr Brunn 4 C, r ua da Cruz n. 10.
Carteiras grandes com chaves.
Vendem-se por preco muito barato carteiras
grandes com chare,. proprias para guardar dinheiro
e tetros : na rua do Queimado, na bem conhecida
loja de miudezas da" Boa Fama n. 33.
Aterro da Boa-Vista n. 60.
Vendem-se muilo superiores casinetas raescla-
das, com um pequeo loque de mofo, pelo baratis-
simo preco do 360 rs. o covado.
Vende-se superior linha de algodao, bronces e
do rores, em norello, para costura: em casa de
Arroz de casca.
No arinazenr'defrnnte do trapiche do 'algodn,
nulo ao anuazem do Sr. Guerra, vende-so error-de
casca por commodo preco.
Em cas de C. .1. Astlev AC.
Cabos da Russia de manilha.
Cobre para forro, com pregos.
Vinhos de chompanba, .oscile e Bordeaux.
Salitre refinado.
Vende-se ou arrenda-sc o engenho S. los,
silo na fregni-zia de Santo Anio, quatro leguas an
sol da ridade da Victoria, rujo engenho moe com
agua, tem grande cercado, limpo e circulado por
volado, muita mata, e paramentado do todo o ne-
eessario, sendo : rosa de v ir onda boa e grande,
senzala para eseravos, casa de bagaro, estufa, caso
de relame, ote., e tildo no melhor calado possivel:
quem o prelender, dirija-se ao sen prnprielario que
o dnemsenhn Sibir da Sorra para tratar negocio.
Vende-se umai rica cade-ira de bracos com
snas competentes concias, por preco commodo,
por ter sen dono sabido pora fra da provincia :
Siiem a pretender, entenda-se com Caclano Pililo
e Veras
Vendem-se dons escalios para ver e tralar
al 9 horas da manhaa, o de tarde s 5 horas : no
Passagem da Magdalena, paseando a ponte pequea
junio laberniy
Vendem-se diamantes inglezes para cortar ri-
dros, dos melhores que tem apparecido neste mer-
cado, chegados ltimamente dn Inglaterra, por pre-
co razoavel: na rua das Trineheiras, loja de tras-
es ii. 50.
Vende-se um boi manso e bstenle gordo : na
encruzilhada do Belem em urna taberna.
Arados americanos e machinas pa-
ta lavar roupa : em casa de S. P Johns-
ton & C. rua da Senzala n. i2.
Cnapos de palha escura para
homem por precos baratos.
Na bem conhecida loja da boa f, na rua dn Uuei-
| mado n. 22, enrontrarao os bons freguezes.um com-! Seuthall, Mellor & C, rua do Torres n. :t8.
i pelo sortimento de chapeos inglezes de palha escu-
ra de formas inleirameute modernas e bonitas da
ultima moda. Tornam-se recommendareis porse-
rem mui teres e frescos para a presento eslaco :
vendem-se pelos baratissimos precos de -i$ 5$,
vendem tambem chapeos e bonete da mesma quali-
dade para meninos a 3g 3B'600.
Em casa de Kabe.Schmettan 4 C.
rua da Cadeia n. 57, vendem-se elegan-
tes pianos do afamado fabricante Trau-
miuin de Hamburgo.
de cores a
esta aberta
A dinheiro a vista.
A QUARESHA.
Na loja da empanada encarnada, rua do Queima-
do n. 37, acaba de rereber ltimamente ae Franca
um completo sortimento1 de fazendas pretas, pro-
prias para os actos da semana santa, bem como
sejam, reos corles de vestidos de grosdenaple pre-
lo, bordados a velludo e a reros, manteletes de
grosdenaple preto, ricamente enfeilados, mantas
de fil prelo e los pretos, fazenda muito superior, a
melhorque ha no mercado, grosdenaple preto de
muitas qualidades, um completo sortimento de
panno fino preto e de casemira preta para todos os
precos, e todas estas fazendas se vendero por me-
nos preco do que em oulra qualquer parte; tam-
bem se ollanra de servir e agradar com loda a deli-
cadeza todas aquellas pessoas que frequcularem
este estabelecimento.
Farinha, milho e
farelo.
Vendem-se saceos grandes e pequeos com fari-
nha da Ierra, milho e farelo de Lisboa, ludo por
commodo prero: na taberna grande da Soedade.
Relogios.
Belngios patente inglez, por um dos melhores
fabricanles de Londres ; reude-se ua rua do Crespo
n. 19, primeiro andar.
Para a quaresma.
Vende-se na loja de Nabuco tt C. na rua Nova
n. 2, ricos manteletes de seda preta para senhora,
chales de blond prelo bordados, basquinas' de
blond prelo bordadas, mantas de blond preto bor-
dadas e oulras muilos fazendas proprias para a
quaresmo.
Vendem-se ricas e mais modernas chapelinas
de seda para senhora, chapees de palha enfeitados
com plumas, ditos de palha escura e cinzenta,
chapelinas de seda para meninas, ditas de palha,
chapeos de palha enfeitados para meninos, dilos
de palha, gorros de velludo para meninos, chapeos
de castor prelo com pello forma ingleza, ditos bran-
co raspado, ditos de seda para homem, chapeos do
Chyli para homom e meninos: na loia de Nobtro
& c. na rua Nora n. 2.
Vende-se na loia de Nabuco & C. na na Nova
n. i, casarequesde fusin bronco para senhora a
18j, ditos de musselina a 12J, dilos de cambraia a
9, dilos de fustn bronco para meninas de 8 a 12
annos a 14J, ditos de cassa lisa com bicos e ren-
das, ricas sabidas de baile de casemira bordadas a
velludo prelo e" de cores, proprios para golla e ea-
sareques de senhora, ricos enfeites de troco, filos e
de retroz para senhora, e outras muitas fazendas de
gosto que se vendem por precos commodos.
Vendem-se capachos grandes e pequeos pro-
prios para sala na foja de Nabuco & C. na rua
Nova n. 8.
Vende-se urna armaco toda enridrarada, por
valor de madeira e vidros, e mais um armario : na
rua da Cadeia de Santo Antonio n. 11 B.
___ Vende-se a elegante casa terrea com solio no
cobertos edesroberlos, pequTnosT grTndeT'de ou- i 2** > 3g. Vendem-se superiores cortes de vesti h **& ingl"z- P"^>" e ?e*Zl\ de um H* P.hespanhola dosdecroademanl .. d,e velt|-! dos melhores fabrironles de Liverpool, rindes pelo I #>. Pale'ots de panno fino forrados de seda a '" nusarvorcdosde.ruetos todos mu no-
aos de grosdenaple preto com babados ultimo paquete inglez : ero casa de Southall fiel-; >S. W e 25S. pannos pretos de todas as qualida-
des, velludo preto e de rores, seda preta lavrada.
Os jesutas.
Sahio luz esla bella e interessante produrro
da iienuo do Dr. Ildefonso Llanes Gndinez, e arfia-
se desde j venda no largo da Independencia ns
6 e 8 : na rua do aterro da Boa-Vista n. 82, loja
de miudezas: no caf do Sr. Paira, rua da Cadeia
de Santo Antonio, e em todas as livrarias desta
cidade, a 2$ o exemplar.
Caf a vapor
Na loja do Yianna.
Ha chegadonesta loja um riquissimo sortimento
de machinas para fazer caf, emum quarto de hora,
, approvadas na ultima exposicao de Pars pelas suas
I boas qualidades, rende-so por preros muito com-
I modos : na rua Nora n. 20.
Cheguem ioja do Serlanejo
Ruado Queimado
n. 3 A.
Que rica pecliinrha para a quaresma se e3t aca-
bando, bem como sejam : corles de vestidos de seda
prelos com 3 saias q melhor que pode harer no mer-
cado pelo commodo preco de 50j, 608 e 70$, gros-
denaples de todas as qualidades a 18400, 1S500
18600,18700,18800,1890(1, 2, 2200,2|400 o fifxi
e muilo lino de 4 palmos de largura a 29800, man-
tas de blond pretas a 10J, ditas muito finas o me-
lhor que ha no mercado a 168 e 181 cada urna,.
| meias pretas de seda a 28600, ditas brancas a 2O0,
Eseravos fgidos.
de velludo e bem assim adamascados pe- ''
lo barato preco de 60s : na loja de 4
portas prximo ao arco de Santo Anto-
nio n. 3.
.".^ superior farinha de Santa Cathari- Vende-se em casa de Saunders Brothers & C
na a bordo do hiale Desterro, c uci armazem de praca do Corpo Sanio, relogios do afamado tebn-
Martins & Irmao na na da Madre de Dos n. 2. cante Roskeli, por precos commodos, e tambem
.Zl',,'"na P J*>dosa' Propria para trancellins e cadeas para os mesmos, de excellenle
serriros ordinarios : na rua do Rango! n. 7. goslo.
dita branca, mantas brancas de blond a 7J e
ricos enfeites de ridrilho do ultimo gosto a 45,58,
68, 98 e 108, ricos espartilhos do melhor gosto que
pode harer de carrltel a 88.98 e lOg ; assim como
sejam obras feitas de todas as qualidades, pentes de
tartaruga Imperalriz o melhor que pode harer, e
tudo mais que se pode procurar se acba neste es-
tabelecimento a rontade do comprador; garnte-
se render mais barato do que em outra oualauer
paHe. ^ ^
vos, urna excellenle cacimba com boa agua, tendo
um pono para a rua dos Pires, e o
podero examinar : a tratar na praca
No dia 14 de agosto dn anno prximo passado,
fugiram do engento Sele Ranchos, fregneaa de
Nossa Senhora da Escoda, comarca da cidade da
Victoria, nssegiiintes eseravos : Damin, crioolo, de
25 annos de idade pouco mais ou menos, cor fula,
beicos grossns e meio ambilados, tem urna cicatriz
na testo proveniente de umroice de animal, pernas
.Unas e alguna rnuso arqueadas para tora, esmalma-
do, espaduado, altura regular, eeali bnrandn ago-
ra. Jarintho, criuulo, de 28 omos de idade pom-ji
mais ou menos, altura regular, rflr prela, pouco
barba, beicos gromos e fazcerto avilo na bocea quan-
do falla, tem urna cicatriz em urna das faces, pernas
linas, esmalmado, fuma, e tocador de viola. O
primeiro foi comprado aoSr. Joao Francisco Barbo-
za da Silva Curoaru, e o segundo diz que foioscra-
voda familia do Sr. Joio Nunes, dafaxendado-Silio,
em Paje de Flores e comprado na praca de Per-
nambuco. Consta que ditos eseravos es'faoem Pa-
jeude Flore por portadores que mandei ede lvie-
ram: roga-se as autoridades polieiacs ecapitaesde
campo de. os pegar e levar ao referido engenho, a
Beruardino Barboza da Silva ou na praca de Per-
nambuco aos Srs. Manoel Aires Ferreira k Lima, na
ruadaModa n. 3, segundo andar, que serio re-
compensados com a quantia cima.
Contina fgido desde o dia 6 de agosto do
anno paoximo passado, o escravo Antonio Cscange,
com os signaes seguinles: representa ter S anuos,
pouco mais ou menos, altura regular, cheio do cor-
po, rosto redondo, pouca barba no queixo de baixo,
cor, preta cangueiro ao andar, falla pouco, e lem
marcas de relho, casado e foi escravo dos herdeiros
do tinado Caelano Gonralvcs da Cunha ; consta a-
char-sr refugiado em le'rras do engenho Cacimbas,
da comarca de Santo Anlo ; a pessoa que o appre-
hender conduza-o ao engenho Curcahy da comarca
Pao d'Alho, ou no Recife na rua da Cruz a. 6, ler-
ceiro andar, que sera generosamente recompen-
sado.
No dia 16 de marro do corrente anno fugiram
do engenho Canoa Rachada, freguezia d'Agna Preta,
comarca do Rio Formoso, os eseravos seguinles :
Barbino, cabra, de 25 annos de idade, pouco mais
ou menos, cara lisa, testa grande, olhos vivos, ros-
to redondo, lem um signa! pequeo entre as so-
brancelhas, pouca barba, bocea pequea, beicos ar-
ribilados e unos, estatura regular, secco do corpo,
espadando, pernas tinas, ps bem feitos, bastante
fallante Manoel, cabra de 25 annos de idade, pou-
co mais ou menos, phisionomia Iristonha, cara des-
carnada, nariz apapagaiado, pouca barba, estatura
regular, secco do corpo, tendo marcas de ventosas
na barriga, proveniente de molestia, pernas Anas
com marcas de boubas, e coxeia um pouco de um
quarto, que mal se divulga pelo andar ; o primeiro
foi comprado no Recife 'ao Sr. Marcelino Francisco
Alves da Silva no mez de ontubro do anno prxi-
mo passado, tendo rhegado ha pouco de Pagen de
Flores do lugar Baixa-Verda, e o segundo tambem
foi comprado no Recife no mesmo lempo do primeiro
ao Sr. Jacintho Jos do Amaral Aragao, tendo sido
de Allinho ; porm presume-se terem ambos toma-
do a direcro de Baixa-Verde,
um portao para a rua dos Pires, e os pretendentes'ao ,a mrerr ae oaixa-verde, poi terem sabido
da Boa-Vista'jun "n,roxados e com duas armas tinas, sendo
um clavinote e urna espingarda, ambas usadas: ro-
ga-se 4s autoridades pnliriaes ecapitaesde campo,
Hn ni nan- n I...... .. _____ J 1..^ b;
. isla
n. 14, taberna.
ILUJIAS m IPISILILIKCii BDIS
v wsm.
>endem-seas verdadeiras luvas de Jourin, tanto
para homem como para senhora, pelo baratissimo
preco de 28500 o par: na na do Queimado, na bem
conhecida loja de miudezas da Boa Fama n. :tt.
de os pegar c levar ao referido engenho a Jos Fi-
lippe S. Tiago Ramos, ou na praca de Pernambu-
ro ao Illra. Sr. Antonio Goncalres Ferreira Cascan,
ue serio recompensados com a quantia de 200.
anoa Rachada 25 de marco de 1859.

-:
. .
.*


Full Text
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