Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08022


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Full Text

fr
ANNO XXXV. NUMERO 75,
Por tres me/es adlantados 4$000.
Por tres anezes vencidos C$000.
LIBRADO 2 DE AIIRIL DE 1859.
Por auno adiantado 15$0OO.
Porte franco para o subscriptor.
PARTIDA DOS COHREIOS.
Olinda todos os dias as nove o meia horas do din.
Iguoiossi, (.malina o Poioliibo nas segundas e s.-xlas-fciras.':
S. Anlao, Bezerros, Honilof Caruoiii, Aliiulio e liaraiiluiu-'
nas lenas feras.
Pao d'.Vllio, Na/arclh, l.inwoiro, Brojo, Posqueira, Ingazci-j
ra, Plores, Villa Bella, llna-Visla, Oiiriiiry e E\ nas
..,. quarlas fe i ras.
(o la Bamos: Ama/unas, o Sr. Jeronymo daj Cabn, Kcruh.iom, Rio Kormoso. Una, Ramiros, Agua Pre-
la, Pimenteiraa a Natal quintas foiras
_______________^_______^^_ (Todos os rorreius parlen! as 10 horas da mauha.
ElCaRREGftDOS 01 SUBSCRIPQkO NO NORTE.
Paralaba, o Sr. Joo Rodolpho Gomos; Natal, o Sr An-'
tomo Narques da Silva; Aracaty, o Sr. A. de Lomos Braga;;
.earu oSr. J. Jone de Oliveira; Maranho, o Sr. Jos T.--
TOirt de Mello; Viauhy, o Sr. Jos. Joaquim Avolino; Para,
AUDIENCIAS DOS TRIBUNIES DA CAPITAL.
Tribunal to rnmmoiviu: si^nn-las e quintas.
Rolnro: i.'iy.in fi*irn> 0 s.ilii;iiins.
r,-r/.fin|,i: letras, nulitafl e calillados as 10 horas.
.ln/n doroniDii'irio: quintas ao ni<-< da.
DilooV orpbao: Ierras a sextas as 10 horas,
Phmi'ira vara dorivol; Irrr.i-. sextas an meio din.
Segunda vara il<< civel: qoartas h sabbadus ao nn-io dia.
EPHENERIDES DO HEZ DE ABRIL.
:t l.na nova as 7 horas e 58 minutos da manhia.
10 {'?.....rosroi.tr as 9 horas o I minlo da manhaa.
17 Iu rlieia as ii horas e i6 minutos da manhaa.
25 Ouerln niiiiguaiite as 2 lunas o 20 ininnios da manhaa.
PREVMAR HE HOJE.
Primeiro as :t horas e 12 minutos da luanhae.
Segundo as l horas o (i minutos da lardo.
28 Secunda.
2! Terra. S.
:o Uarla. S
:ll (.imilla. S
1 Sexta, s.
2 Sabbado.
:i Domingo,
. OAS DA SEMANA.
S. Mexandrem. ; S-. Castor Doroteo uno.
Beiiholdo i-. ; Se*, .lunas Rarrarhisiu o Pastor.
. Joan r.limam ; S. i linio ib. ; S. Angela f.
. Balbina \. ni. : S. It.-nj uiini m.: s. Vinos.
Uarario; s. Valerim ab.,
s. i i.oiomo do Paula tundador ; s. Hara.
S. Ricardo roi ; S. Benedicto I. ; S. I Airo.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPTO NO SUL.
Abanas, o Sr. r.laudioo Paleas Das; Balda, o Sr. Jos
Martina A Ivs; Rio de Janeiro, u Sr. Juan Pon-ira Nartias.
IM Pl l!N\MRi:C0.
O proprietario do lilMilO Manuel l'igueiroa de Paria, na
sua jurara proca da Independencia ns. 6 o 8.
PARTE OFFICIAL.
i'.uinibro. e u 2.a argoma Ignacio Perreira Sorra,
ambos da eompanhia xa de eavalteria, os quaes
foraiu apprnvadus plciiomculc na nomenclatura
d'arina, son uso, o suas ospeo.es, manojo danua, o
exorcteiodo fogo osela de peloio, o pontana an
alvo.
GOYF.HMl B.\ PROVINCIA.
Expediente do dia 1 de marco.
tilhcio ao coiiimaiidanlc das armas.Provino a
: F:le< 1'"' vieron, a bnnln do brigun escuna A" / ti praeas dn 10" bataUliu do iufaularia e un
aapilao, quo devoran desembarcar.
Uitaao mesmn.-(Jueira V. F.xc. informar sobro
'"'luso rcq.ierimenlo do alteres Miguel Augusto
llarbalhn Picauro.
Hilo ao mesino.Mande V. Kxc. abrir assenta- "J1"1""1" de rdeos do cODimaudo.
mentada praca ao rocrula Aguslmhn Huaros de Soal-
za, do que trata o sou olleio de 22 do .-voroiro, ul- !
.iiiin, snb n. 138. m v-. j
Dito aouiesni.Uuera V. K\c. expedir as suas!
or.lous para que no da 15 do corrcnle, anoivorsa- .
no dn juramento CenlH'ii^o politiea dn imperio,'
rouua-se a tropa de t" lioh, evislenle na rapilal,
a guarda nacional deste muuiei|iio, e eommandatta
toda a fore pelo nllleial, a queui competir, esteja :
(bislada no largo do palacio s 5 horas da larde, a- !
Iiiii do fnzor a euuliuoiirias e dar as salvas do os- i
Ivto dopois do cnrlvjo & augusta elligio de S. M. ni
Imperador, eonvidando V. Exc. para assislir a este
aeto iodos o olliciaus, que so acharen! disiioiu- i
veis.
Os Sr. cnmmaiidanlcs mandarao apresentar ao compra-Ios ijuaildo liouver dinliciru ; ese lomos d
Sr. delegado doeiruiiao-inr dnexereito os senlio-. carecer de algumas duspezaa....
roscadoies, e ns inferiores examinados, alim do; Se. Mmlins Pereira ; Compteu-aa menos
seren inspeccionados do saulo. lijlos.
Assignado -Jornt Jmiquini l'nrlhn 0 Sr. Carutirodu CumIui : Ku lio digo que
Conformo. Boraoio ile Gutmao 1'nelho, altores issu iiiolliapliijca, mas eniipiaulo o nniro ilopula-
iln au explicara id.i que e.-.t ilehaixo dos lijlos
deque falla, nao o s.i enloiidor.
Olanlo compra de livrog acommiiuao proeedeu "rector da Pacubladv iba Ereilo, dir se l lera ou nao lira paraoutro lado os irons, evolta, c da parte dos neeeaaaria a presidencia eal munida do) meios no- ,,,, M ,lo|,r,.. deouladus miando filh
da inesnia ui.iiii-u.-i, eslabelnrou no projecto de on-a- boas obras dn anreilo, o ocatlialAgn desaa bibliolhe- Afogados, acontoc....... >......: -............---...............v...... i.
iiieuiii o endito, mas adiando en que o oslado das raja bu aqu distribuido, peco an iiuliro depulado
Cofres aconselha ecimoiuia, lomos ossa oocasin o que n lea
pnderemos aprovuita-la. Soi que os livnis san miiilo | Sonhoces, nao ha prejui/o cm que continu a ron-
necossariiis, miiilo uleis, preciso compra-Ios, ni.is i signaco, tantu uiais quanlo, se olla nao livor a ap-
plicao
que 11io dusigiiada, a compra de livros,
ouirn lano. Daqui poiaaecou- cessaiioapara, eireeiua-la...
oluo, quo aquellos qm-diri^om essa oslrada. sao os '"' Sr. />c/in/a'o ; Como ?
priiuoirns a roCDiihoeor, quo a ponte nao oBorece 0 Sr. N. PorflBa: l'elu artigo do rcgiilamou- I
garanta, que sobro a ponte nao pudo pasear a lo- m da meseuraria ; boom ? diz o uobre depulado,
comoliva. Ora, se essa puni nao podo supportar o e.ouio o toin foilo a reapeO da polica o de mitras
transito da liieomolivas, porque nao pode sustentar despezaa pan queso Olio lem volado (piola. Tenlio
m i-iu rece-
aiilmisaeao que
Posto a vol-
PEBMAMBUCO.
Ao coininandanto superior da mesina guarda na-
cional taco as iiocessarias recoinnioiidacocs, assim
aino ao director do arsenal do guerra para que te-
lilla promplo n panfio ao artillarla, com q qual se
npresiinlar na parada a comnauhia de arlifices.
Dito So mesmo.Su va-so \ Kxc. ae mandar a-
prvseoUr com urgencia, ao cliofe de polica una
oM-nlta conjposin de praeas del" linha, alim do
i'iinduur: at cidado de Goiauua tres criminosos,:
que teenide responder aojurv naquollo lormo, el
i uja sessao lora principia lije.naimunicou-se
ao i-befe de polica.
Uito ao eommandanle superior da guarda naci- '
nal deste municipio.(Jueira V. txc. providenciar
para que aguarda Hucioual disponivel dosle muni-
cipio seja posta i ordein do lente general eom-
mandanle das armas no dia 25 do orreule anniver-
sario do juramento i constituieao pnlilica do impe-
rio, alim de que, reunid tropa de 1" linha, esle-
ASSEMBLEA LEGISLATIVA PROVINCIAL.
si.ss\o muiiwinx Ka :tl IIK MAIloo IIK 1859.
l'reiiilfiK-iiitlo Sr. baran de 'amuragibe.
Concluaao.)
IIIIIIK IIO IllA.
Discussao da emenda apresenlada em lerceira
ao jiroieclo ein lixaeao de forra policial.
I rejeitada soin di-bate e approv.iilo o projecto.
r.ontiiiiiaeao da discussao do oroaiiKiilo provin-
cial.
Art. 7. Adiada a sossao anterior.i
I approvado.
\rt. S. i .mil as escolas primarias.
* I. Profossores o adjiuetos. .
S AlUguel de casas.....
i '3. Movis e expedientas das au-
las.............
ja postada no largo de palacio, s 5 horas da tarde
afna de fazer as continencias e dar as salvas do cs-
tylo, deposdo cortejo i augusta elUgie de S. M. o
Imperador, convidando V. Etc. para assislir a osle
acto os oIBciaes 'da meama guarda nacional
Uto ao eommandanle da divisan nav
nMcio de liuntcm, sob n. 38, resp
randa !
One podora desembarcar as praeas do 10" bala-
llian de nifaiilaria, que vicram a burdo do brigue
escuna Xingi :
Que se expede ordeni ao inspector do arsenal
de marinha para os concertos do dito brigue-es-
enna :
Ouo pelo arsenal de guerra ser suppridoaquelle
navio comas'i arrobas de plvora grossa ; que for-
neceu ao presidio de Fernando.
Hilo ao iuspuotbr da tbesotraria de fazendo.'
r.oiuiuuuieo a V. S. que, segundo rousiou-me de
aviso do iniuislerio da guerra de 19 de (veratro
ultimo, foi naquella data exonerado do lugar de
nombro do cousolho adminislralivo para forueci-
ineiiio do arsenal do guerra o lenle coronel re-
formado Jos Aulmioi Piulo. l'.oiumunicuu se lam-
beiu ao couselbo ndiniiisiralivn.
Dito ao mesmo.Kxpei-a V. Sas suas nnlens pa-
ra que na rerebedoriA do 'rondas geiaes internas se-
ja arroo.adaia, vista da ola junta pnr copia, a
luipnilaui ia dos ilir-ilns, selle e eiuoluiilenlos, que
esta a devoro brgadoiro>qpiriuadu l.uiz Anlnnin
ravilla, por ler du nnmeado presidente dn con-
soluo administrativo para (ornecimeiilo do arsenal
de guerra dosta provincia.
Hiujao inspector do arsenal do innriulia.Maride
v me. fazer com urgencia os pequeiius colicortos,
quo sao preciaos no brigue escuna Ximji, cuino de-
clara u coinmandante da divisan naval.
Dito ao director do arsenal de guerra.Provino
d Vine, deqne a eompanhia do artfices com o par-
que de arlilharia dever reunir-so torca, que de-
vera marchar s ordens do ttnentc general eom-
mandanle das armas para o largo do palacio do go-
veruo s 5 lloras da tarde do dia 25 do corrcnle,
anniversaro do juramente couslituicao poltica do
imperio.
I'ituao inspector da tliesnurarta provincial.Ke-
iielle.iuln a Vmc. para o lim conveniente, os docu-
mentos comprobatorios das despezas (eilas com a
matriz da fregnezia da Luz, os quaes vo cnberlns
cuta copia do olllcio, que me dirigi o respectivo vi-
gario, lenho a recomiuendar-lliequc, som demora,
mande entregar ao mesmo vigario, medanle llanca
idouea, a quantia de 855S0O0 res, que falla para
proencher n de 1:655} rs. em quo forain oreadas as
obras de que precisava aquella matriz.Comiuu-
inr.uu-se ao mam-iniiado vicario.
Assenlo que a casa pudo multo beiii. siippriinir
osla lospe/a o-le auno e para ai.....talvez,'lalvez,
comprar-se-hao livros o (ar-se-lia oulras militas
cousas.
lu Sr. De/iuliiiln : K.u creiu que essa despo-
za au est aqui ecnsignada eiu viilude da dispo-
sioo de loi alguiua ; o auno passado a asseuibla
marcoii osla qoola para compra do linos, mas foi
para aquolle anuo smante, foi una disposii-ao df
orcainonlo.
II Sr. t'arneirn da t'itiiha : Mclloir.
/' Sr. Dtputado : E creio que essa dispon-
; cao uo levo exeeni n. nao se coiiipiarain livros.
O Sr. l'uriK'iriia\ Ciinlm ; K por isso quo en
| digo, que suppriinindo-su agota nao ha inconve-
, iiienle,
fil:U2!W
7:i(Hl(MKI
i O Sr
2:NI):lslHKI peior?
--------------, obras publicas '!
70:lirij|9 0 Sr. M. CacaJcaMfi: Sr. presidente, ou rolo
O Sr. Machado Porlrlla :Sr. presidente, reja pola cousignaco do oivanicnio, nao obalaata sor
quo o 1" consigna para os profossores o adjuuclos ; lachado de ininign da iii.-truceo publica
Iil:l029i*t. Ilosojava saber soja esl incluida neo-1 O Sr. M. I'urlellu : Nao o tal.
la verba a despe/a com duas cadeiras ltimamente | 0Sr. 1'ucaUauli: Euj o lonuo visto em leltra
oreadas a do lluiquoo a do llaiaiihuns. Ou i/ora que redonda.
algum dos nobres membrns da cnmmisso me dos-i 0Sr. A. t'arnlrauti: lia muilo unci, lenha
se esta infoiwae&o, para no caso do nao estar iu- '. interpretado ssim as palanas- do uobre denotado
cluida essa quantia, ou mandar unta emenda con- i O Sr. M. Canilatnti : Eu o que nao quero
signandn-a que o Ihesouro pague profossores a-lachados, que
lleno por om (pianlo de mandar una orneada so nao cumpreui bous develen.
bro o augmento dos ordenados por nao ser esta a ; fin Sr. Debutado : Assim como uniros euiiire-
oocasiao competente, isto por ser nina ilispnsicSu i gados.
permanente, que nao se inclue n" orramento ; re- II Sr. .1/. Cnrahant : Nao i previlcio e.v-
servo-me para oulra oocasin, mas quizera saber so elusivo para os prole-sores, para todos oaeiuure-
a despeza com as duas cadeiras creadas osla j m-1 gados, e ordinariamente qoando se augmoiilaiu es-
cionl I d"lda1 "a v,'rba 'l"'; v''"' T'.-a""''"". a espere sas despoxas som pro, eilo publico, que ou mu oii-
ivl vo son l|1"' -K"IU dos noi"'es "Ilutados memoro da com- ponho ; mas una despeza com compra de livros
oitdo deca- ""S"', ""' sallsf'"''1- porque se nao tom foilo ha do se supprimii '! Au con-
h lula a seguiute emenda : trariu devemos consigna-la e tazor censuras puriiiie
Ficandn o presiden!.: da provincia aiitnriaadu a de algum modo se-leem feto despezas muilo uiais
augmentar a quota coui aluguoia de casas aea pro-1 preiudieiaes do que esta : tem-se disiiendido muilo
fossores do Kceife e Beberibo.tpammnudut dr dinheiru inililnienle sem sor com compra de Unos
r\.;P'?'ra-. Mi'S isto porque soso mustia iiitorcsse pola de-1
fl Sr. Prndenle declara, que a emenda nao p- poza feila com opessoal : quandu so hala de
ae ser admittida poreonterdi)
O Sr. l'.iiiicalre* l'. ni uta rites :
lem o govemo.
a artigo, approvailo.
I'assd-se ao eapiiiiln lerceiio, o entra
sao o ailign II e seus paragr.iphos.
i Art. II. r.mu auvilius industriaos :
Si. Subvein-u a coinpanliia Per-
uauliueaia........ ,
ni diseus-
40:OOB$000
$ i. Juro adilioional da Jrt:noira I para O nutro lado, u assim
soi-i-iida oslrada du.ferni. .^. 53::t33)333;ttom pasudo sobre a ponte....
so O Ireui que lem de ser coiiduzido pnr mitra loco- .
motiva ?...
I'm Sr. OtpHtadi) :ii iioin posa menos.
II Sr. V. Purtrlla laincordo cun o uobre do-
pulado, mas onnbro deputado lanibem nao ignora
que a locomotiva chegaiidd ponte, minias vnzes
nao lom a forca siiiticiento para que o trnm passo
nutro lado, u assim lem succoilidii
S -I. tillo provavol da soguuda SOC-
'.ao............ M:6M*iK7
120:1111(1,^1(1 cessario.
II Sr. .1/ '
Ira osle artigo, apezar do qualqiior dcRIOIIStrac
que aa aprsenlo, porque lom sua eonviei o muilo
segura a respeito do semolliauc materia.
Ouanln no paragrapbo I. observa, que j o auno
passado leve ocrasiu da (azor algumas reOexoes,
que nu forain allendidas, pot'tanlo nada inais dir
a resooilo.
biniento provisorio o recebimenlo dclinilivo.
Sr. presidente, nao liuuvc tal reeehiineiilo pro-
visorio.
0 Sr. M. C'ii'ihanli:Pola minha parle cslou
de aceordocoai o nolu-o depatado.
O Sr. Mello Itr.ijn llnpliurf llabi que uasee
a cnifusu dns nobres di-piitadns quando iiolaui
ciuilradicio entren |irocedinionlo do goverun fe-
ral o o dn pniueiul.
o que so passou foi o soguiile : cnmiiiuniraiido
a coiiipaiibia que a a estrada achava-sa em aatado
do sor aborta an transito, e foilo o oxamc de inspoe-
o.iii por parlo do goveriio, declarou o engoiilioiro
lineal, que nao estavam as obras concluidas como
devora llcar, enibora a seeeo so podoss* prestar ao
transito publico. V. por que as obras que se Uves-
ser aproyoilada para as obras publicas, visla da 0 poso dola, cuiiio cuiisoulir-sei|iio sobro ella pas- concluido.
II Sr. II. lar.ilianli explica 0 aparto que donan
pri.....dente orador, quando referindo-se entrega
provisorio da asteada do fono, disoera que o acto
da presidencia Mra inim-ovidoiito, porque eaae pro-
Milonie do qiioni era afeieoailo, apezar de alguna
erros, ilevia saber que quando se tazlo contratos
em >u!iiiii.is deiia.-iospoderosaa, UMlaacautella
licar o punca, visto que o ronlta.bi, >oria coinu elleomdor
previo, na oecasio em pie se Iratou da organisa-
Um'Sr. Depulado ." Tem torco, at domis, nao !'" Ja cniipauhi da estrada "do ferro, pagar-so .. sin'lio'fazer dopois de aberra- a hi
ll.o dao a que e precisa juroque (pnzosso.i. fa/or-nos pagar. rteriam de ser levados em contada conservadlo e r
II Sr. V. Porlelln -Ou Ihe nao dao o impulso no- Mas, accreseeiili o orador, o que uau previo foi ,,*, e ;,( de construccao, viudo assim aggra-
o certa e quesvezeaae tem dadoofac- que bouveaae um presidente tan indiscreto, ajuo.de- var.s d(.s|.,:l du ,.si;.0i ,, ,. HmaMuwSeU a
tiiruliiinli diz que lem de votar con- 10 do Irein lien parado sobre a ponte o Ueste caso, pois do obter ludo da asseiublea. dissosse para l.nu- ggravar-se a garanta do uro o presidente da pro
Sr. presidoni.-. pergunlo eu.....al a garantta para ateavli esl isso ludo, e se for preciso mate, nao rmeia, proeedendo com o escrpulo devido deca-
aquellos que- transita.....essa oslrada ? \' bastara deixe de so faxer o contracto, porque eu c me ar- rou que consenUa na abertura da estrada mas sem
os pongos que sao prnprios das estradas de ferro raiijaroii com os rapases esia indiscripeao, o que nao a emol.-n da garanta do juro por nao estar ella
Nao basta a vigilancia que e necessana ter mesmo suppuana nouvesae mu houioin de sonso quon pra- concluida, e subuietleu a su dociso ao conhfi-
nas estradas mala slidamente construidas? Nio ticasse. ment do goveruo imperial
so vo que apezar disto, umitas desastres se lem da- i Sr. C. du l'nnha :o que se acaba do ouvir,
do nos paizes inesiuo om que a pnliiia a mtese- nao por ecrlo discussao sobre o Irabalho da
vera na liscaliSacao doservico das estradas de for- eouimissao, sobro a estrada di-Ierro.
depiltados provinciaes o iinliro dopuiaili. disse apollas que o auno pas-
ante csse tacto que sado so linha volado urna quantia para esta segun-
. noi
e
Entnale que a rommisaae de on-amonlo iin-
/ ni Sr. Depiiliiilo : Para obras publicas me- : niinoiilemeiile conservadora, porque no sen projer- | ro '.' E como haremos nos
lo nao foxran'is du que ennsorvar a que esl dispos- conservar-uos silenciosos
Curiieiriidii Cunlm : E aclia que seria : 'o na le i igeuto, mar. o sua opuiiao que a ronser-
Veha que nao ha grandes vaiitagens nas varan ueui sempre podo ter lugar. Arrscenla quo
lendo-sc o anuo passado marcado para o juro pro-
vavol da segunda sece.io da estrada do forro a
quantia do 2li coutos de i-eis, nao sabe a ra/.n por-
que este auno, que so deve lor mito inais Iralialhn.
se marca igual quota, o onto pede quo a commis-
sao declare qual a base que leve para assim pro-
ceder.
O .Sr. V. Purlella: Sr presidente, padi a pa-
la, ra, ilTio s para ir em apoio de algumas das ideas
do noble depulado quo acallado assenlar-se, mas
pnr entender que orcasiao npaorluna para que se
-oda?....- i (la sossu, que so suppoz dovia acabar, mas nao si
0 Sr. U. Porlelln:Tildo isso linha ciliimon-' londu acabado, deve com ludo ter-.se feilo inais
tn, so nao se livesso tomado providencia al- obras, isto inaiorexlenso do estrada, o por isso
guma.
Um Sr. iiipuiudo :Esse tacto nao perma-
nente.
OSr. .V. Purlella :Eu eslou bem cerlo deque
esse estado nao proseguir; conllo que o ac-
tual administrador ainda nao e sabedor desso
fado....
I'ojex .-E, e j iiianduu providenciar.
OSr. .\. Pnrtellu : Estou convenciilo pois que o
nobro administrador da provincia dar as provi-
i juro provavol devia sor maior
Oulros Srs. dopul.idos dissorain que uesaesta
quantia seria oco-sana, porque uestes dous anuos
nao se dara a couclusao dessas obras. Oraete*
/ ni Sr. HrpiHuditi.)tas a eompanhia aceitn.
" Sr. Mello lle,ip Ttipltueti .-Aceitn chicaiiau-
disso ; disse que sim, e depois disse que nao, acr.s-
coiiiainlo depois quo conli.iva na boa f do gover-
uo, cortil de que este nao lomara urna resoliieo
que nao fosse justa. Entretanto o acto do goverun
fui submetlido ao conheeimeuto dosta cusa que o
apiirovou. 0 goveruo geral o approvott lamhoni !!
la um aparte.)
O Sr. Mello lleijo llaphuel):lliz o nobre depu-
lado :mas como o goveruo geral depois contraren
esse acto do presidente.Creio que razes de alia
diga nlguma cousa tiesta casarespeito dns traba- deuciasnecesarias, mas porque eu lenha conlianca
commiss..,. presa por te. can. o por nio U;r cao., consideracao pesaram no animo do govemo geral,
porque nevera ser marcado mam de 20 conloa, e ; e pesariam no do uobre depulado se estivos? col-
poique ueiihuma quantia devena ler marcado, por locado nacadera do ministro
ciiiisoqueui-ia censurada por ambos os motivos. |.s senhorea, quando por meioje urna le vo-
Agora quero Sr. depulado saber porque marca-. Uida polo corpo legislativo convidamos capitaes es-
n.os nina quantia o nao maior ou menor do que a Iraugeiroa, de que precisamos, para viren ao nosso
ibre depulado que a | paja, amide Ihe ofierecemos emptego com juro cer-
inais? Nao. Portanlo a cumiiiissaodevia haver as
o au pormanonle. | parar um pai do familia, que se diz sem nicins. isso
Sr. presidenta, j
sao passados 5 minutos ou mais depois que o meu
nobre collega pedio a nobro coiiiiuissjo do orea-
menta explicaooes a respeito do arligo em discus-
sao eiienliiima al agora foi dada, salvo so o foi
particularmente.
OSr. M. Purlella:JA me explicaran!.
O Sr. lnnnilce* tluimarae* :En desejava lani-
bem participar dessas iufuruiaees, porque lenho
minlias llovidas, desejava que'ao meaos fossem as
explicacuos ni.lis claras, u.in llenase isso lano em
familia. Como o nobre director da iii-lrucco p-
blica, eu lamben, lenho iiiinhas duvidas...
OSr. Carneiro dul'unliu:X cnnimissu vai
propur que os balaucelcs sojaiu supprimidos, por-
que so aolia n-.(lvida a diivida dns nobres dopula-
ll Sr. Goncaliits Gaiwuroaa; Vejo que o I"
diz profossores e adjuuclos ; quizera sabor so ases-
collas do pniuciras leUfaS da provincia leu ad-
junitiis.
II Sr. .1/. Porlelln :Sim senhor.
OSr. Hanritlre* Guimurt*:Eu laiuhoin esta-1 ciar que esl prmnplo a vnlar'poia coiiipr i"de'Ti-
ia resuhido a apresentar una uiiionda para o go- vros pora a bibliolheca.
vomu naquelles lugares em que o aluguul de casas Assim digo, me dispensara dn responder aono-
lom subido excossivaiuoiitc. augn.euiar o reacuen- ; brn depulado que impiigiioii ossa verba do ora-
lo ipie para osso lim leen, os profossores, mis con- I monto.
sultando com o nobre director da iuslriiccao pbli- | JulgO ronveiiienle, que so voto essa quilla para o
ca, disso-nie que* linha a apresentar mu projecta so- augmento da bibliolheca, oinbnra se diga que ella
aguardo para por ora nao prosla ulilidade algiima.
I'm Sr. D^pulndo : Ouom disse .'
SO despezas apoiadas pela casa, o polo goveruo.
\.\ao npinndox..
Nislo nao ha que admirar, lilho do nosso estado
d -ni -as. m
l.'ui Sr. Ilepiiimlo Pela casa uao se vola sonao
oque do ulilidade.
" Sr. M. I'iiralcunli : Ouoro dizor pelos de-
pillados, por nos.
I'm Sr. Depulado : Tambora nao,
0 Sr. M. 1'uriUitiiUi:Eu aease ramo de scien-
CM inelliapliisica, son multo Iraco.
I'orlaiilo eu rato contra a siippro.ss.io, porque
quero quo api-zar denaosd ler taita, so f.-n a com-
pra do livrOB.
" .Sr. M. Portilla : Sr presidente, eu |indora
deixar de dizeralguina cousa em opposiru ao que
expenden o nobi-e moinbrii da eoiiiuii .san iln nrra-
menlo, visto quo j furaui as suas iil.-as combalidas
pelo nobre deputndoque acaba de asseutar-MC, cuja
i iiianifestacio muilo inosatisfez, porque sondo o iio-
Ibre deputado bastante ucouomiro, pronuneinndo-se
I sempre pela economa dos dinhoirus pblicos, de-
Ihns da estrada de ierro, paja quo a assemblea nao
seja considerada unida oxpocradora dos fados que
se lem dado nossa oslrada. pala que so examine o
nese tem Caita hbbsc ramo doparviru publico, sem
(lucida o mais iiii|iorlanie...
;//'( um uparle.I
O .Sr. K. Porlrlla yue importa isso? o que
aventado que a casa cumpre o sen dever pro-1 mente possivel ? Sr. presidente, ningucm se per- PcHo com o govemo
curando estar a par do que se lem foito a esse I aada que eu assim me pronunciaiido, tenho por OSr. Deputado ;Nao
respeito, deve informar-so se esse sorvco foi- I 'im mostrar, ou palomear pouca ronfiauca na ad- do com isso.
lo conforme Jeclamaut as nocessidades publica-, miiiteiraco da provincia; nao, o administrador da Sr- C.dm CanAa ;Devia lomar lugar em um i OSr. K. I'oriel'a :Se assim que explica ex-
expor com Iraiiqueza o que snhe om rolaco aos provincia lomar as suas medidas, empregar us dns trens, veros inconvenieiiles que liavia, ver se| plica maL
i -_~. -- ..,. h J I f I*------------- "- I."..!" Lili lUT" .AI'U |UIU Ul"
om quo o presdeme data as providencias precisas, "mmissao devia dingir-se a estrada de ferro, ins-; lo a determinado, quando esses capitaes vora con-
lili iiiii> nll i i i .i. 1. 'i ni la I I ~~ .. r>A. -_. <. tiiiii-iniiii na Iriliil Im. i. -. < iu mm -!<> luna ,. I I < nt\ ilJ ._____ > *
u.iuns na prumessa do goverun, amulados pela con-
liaina que o paiz inspira,.! empregar-se nas nnasas
nbras, ser coiivouioiite que logo na primoira occa-
siao mu que trata-so de realtear imssas promossas,
1llL. | info, macos de alguma parte ? Donde T Da Ihci appan-a urna questao porvinb- ou trinla cotilos de
pa- souraria provtucial.que se devia ler uulendido a ros-' ris, em un
pie ellas j leiiham sido dadas, sogue-so que peccionar os Ira bal los, para o que nao lem ella ca-
en como depulado provincial, nao compro meu de- nhecimeiiios especiada, examinar se o que falta se
vei fazendo estas obsorvacoes, ou mesmo com o peder fazer denlro do auno, ou so se precisar
ilion fraco contingente pedindo assemblea para
que coiiiigo manifest o desojo que tomos de
sejain estas providencias dadas o mais prom|
se devia ler conlouta-
m negocio do lainaiilia importancia ?
U Sr. J/. Caralcanli : Bagatolla I
O Sr. P. de llritto :Nao tinliam cumprido o
contrato.
definios iiue cousia oxistlrem nossa va de com-
iiiuiiic.ii o, o dosta maneira eu emendo qucriii
posso dtepousar-me de fazer algumas reflexiies
meios uecessarios para que se lome garantido o ,s alicorees das obras eslo boiu feilos, o que Ihe
iiansilo, mas nos tambera nao podemos deixar de faBa, oinlim fazer essa iuspecio que toca presi-
dizer alguma cousa a oslo respeito, nao devenios I dnete, por meio te engolillen
rea deste objncto quando se trata di-ousignar deixar do manifestar ao publico tamkeau, (peosla-; "l'a nious seuhores, a commissono para isso,
os (uiiilus que s/ioui-cossarios para o pagamento dos u'iis a par daquillo que se passa, que nao somos ; Pnr consoqnciicia so se quer fazer urna censura
juros do capital ciuprogado nesse Irabalho,mi nossa indifierenlesao risco que a populase
obra.
_ Sr. presideule, a assemblea provincial, como V.
Exc nao iguora, tendo autorisado o presidenta a
garantir com inais dous poecenta o juro, ou garan-
ta j dada polo governo gwral, foi esse contrato
efTectuadn cun a cniapauhta da oslrada do forro;
maso sabido laniliein que esse Juro, nu do, ia sor
dado a eompanhia seno quando esla livesso aborto
a oslrada au livre transito, o lamben, sabido que
ella nao pedia ser entregue an transito publico, se-
an quaiulo so livesso roi-iinheculii capaz dosso mes-
mo trnsate: apoMfee) oulro nao pu.ha' sor o lim da
assemblea garaulindu o juro di-J*is porcentasenQ
lliauam garwlin ac il -.s,:-s*at ;..^.-.,^ Im^io-.
inssem apnlii-adc.s ao pagamento ii,esse juro, qnan-
II Sr. Mello lleno 'Huphael) :SenhOfSe, a dif-
fon in;a pola poca da contaeem do juro rem a sor
de :iu a ill coulos de ris, mas assim quando o go-
verno precisava nio afogntar os capitaes, quando
as ae.-oes da estrada da Baha nao estavam ainda
corre, que; estrada de fono, faca-so. mas deste peccado esla passadas na praca do Londres : quando solala,.-.
tomos mesmo o direito de tomar coulas du que porceatoa coiuiiiissaoabsolvida... de rontrahir-se um emprestimo do 15 mil cotilos
UU oeste lemeo, porque concon-emospara elle- J "' ,s-' -Depulado : l.oiiiplelaiiioulo, nao. para a estrada de forro do Pedro II quando so
com urna quantia uao pequea, lal como a quo est -s'' '''" "''<' Pois eu entenda que bao- precisava de capitaes para a estrada de S Paulo e
marcada no $ 2 desie arligo. A assemblea sabe :tav:! ;'S"a bciila, porque o peccado era venial. para umitas outras obras de quo precisa O iosso
que o governo tem um agento ^eu, a sabe que esse m Sr. Depulado:Agua beata nao basta para paiz : e para aa quaes nao lomos capitaes como
emprogadoencarregadu da liscalisaeo, muilo /.e-, peccado venial. por exempto, o porto de Pernambuc >to' sor i
1- 9'~r. Depulado .-Bula rom a igreja, occaaio de queslonar por urna difercca de* tero,
I mSr. Depulado:i. declarou qu a estrada es-1 r -. "''" -Nano coma Igreja porque que poda ser nlhadn em Londres como lima ostia-
lava minio mal feila. ; K"a ho"la I""1'' **' ,'1" casas particulares. Eu leaia filhade m ul? tlterlamurei I
Oulro Sr. Depulado:O govemo lem leilo n nao me incumbo de defender a estrada do forro, Ku nao digo qiiSJMpvia m f de nossa parte dl-
quepode. istoo o m.ip estado em que esl ossa estrada, ou go que, quando em Londres, os capitalistas nao
OSr. A. Purlella : Sim, senlinres. declarou quo iCmofoi foita. Mas so ha censura por sutor con-1 bem a par das riremiistani-ias aue*>jH> teem dado
nao eslava com as coudicocs nocessarias para
IA|HgM w trauma pJhlij. lauvu-u.^or
mas nao obslanteo goveruo ler o seu oinpregado.
eorrid
do a estrada so preslasse aotransiU pnMteO, e ella j P"de suc.ceder quo por um motivo qunlquet estes
Dito ao director das i
receprlo do sflu olllcio ,
Ijfi, e fien cerlo de que |
inoida lem de entrar i
quantia doliljIlOOi
' J
v

militares.Accuso a
Iz do crrenle, sol n.
Luiz Coelho du Al-
pos cofres pblicos com a
Jem quo importaran! as ina-
doiras, que reslaram de'diversa- casa- do guardas,
como se declara no citado otBcio.Cniumunicou-se
ao inspector da Ihcsouraria do fazeiida.
Dito ao thesoureiru das loteras.Tenho por eiin-
veuiema deeterar-lho que o presidenta das loteras
o o delegada do 1 disirirlo ilesle termo.
Expediente do secretario do goverim.
(illicio ao ehefe de polica.S. Exc. o Sr. presi-
denta da provincia manda roinlnuuicar a V. S. que
iranamiUin thesouraria de bzenda, para o lim
ciinvenieiile, a l'via da relavan d. s diarias abona-
das pela conectarte de Sonnhaein us seles rerrutas
do que traa o omcio de V. S. datado de honteiu,
soi n. tea. ,
Hilo au inspector da thesouraria de fozouda.
S Exc. o Se presidente da provincia manila trans-
mutar a V. S. as 6 inclusas urden- du tliesouru na-
cional, sobos. 24, 25, 6, 27, 28 e 30. bem como
ires (inicios, sendo dous da direWoria geral das ren-
das publicas datados de 26 de ferereiru ultimo e 1
do rorrete, o oulro da secretaria de estado dos ne-
gocios da fazenda em I deste mez.
Dito au'diroctor itileriuo das obras publicas.De
ordena de V. Exc. oSr. presidente da provincia com-
iiiuuico aS. S. que, por despacho desla data, au-
inrisoiirse Ihesourarte provincial a pagar, vista
doconipotenlc cerlilicado, a quantia de 2:391g4
res, era que importa a segunda prestaco, a que
tem direitn o arrematante do enipodraiuolo do 4
lance da oslrada da Escada, segundo V. S. declarou
em seu oIBo.io de 2 docormute, sob n. 47 bis.
COMMAMM) DAS ARMAS.
Qiiarlel reicnti% commaml das armas
de PeraaniliBCB, na riilailc du ItiTil't-,
:tldfmarrdp.is;!t.
ORDEM DO Dl.V NUMERO 213.
0 lente general eommandanle das armas, de-
lerraina, que na manhaa 1." do abril, se passe re-
vista de mostra aos rorpos movis do exercito exis-
tentes nnsta cidado. ao da guarda nacional aquar-
lelado, e s couipanhias lixas, pela ordem se-
guiute :
As 6 horas eompanhia de arlices, s01 2 ao
batalho9.' do infanleria, s 7 ao balalho lfi." da
mosma arma, s 7 1/2 eompanhia flxa de cavalla-
ria, s 81 'tan 2." balalho do infantera da guarda
nacional, s 9 1,'z ao 4." balalho de arlilharia
a p.
O mesmo tencnte-general declara para sciencia
da guarnirn e Ons convenientes, que no dialS
deste mez, foram examinados pralicamentc pelas
respectivas rommissdes nas materias designadas no
artigo 29 do regulamenlo de 31 de marco de
1851, e approvados plenamente no manejo da
arma, manobras de balalho, exercicio de fo-
go, delalhe, escripluracao c economa^ os Srs.
capiL'iu Manoel Sabino de Mello, o lente Cao-
tauo Xavier de Oliveira: simplesmentc nas3pn-
lueiras especialidades e pleuamenle nas 3 ullimas,
o Sr tenenle Jos Antonio do Araujo, e simples-
mente em todas o Sr. lente. Joao Antonio Leitao,
porteucenles ao 10. balalho de infantera.
Mas materias especificadas no art. 28 do regula-
menlo, istn na nomenclatura das difTerenteg pe-
cas d arma, seu uso, e suas especies no manejo
urc iustniceo jiblica, jinTIsso nn
essa .o:,a.-iu, mesmo por ver quo u.ua emenda so-
uiclhaiitu nao foi acceita por V. Exc. poc cooter
disposico permanente M
O'ianlo-a dnvidviquo linha a respeito dos afljuoc-
l.is, estOU salisfoilo, mas quauln a nutra eslou na
mesina ; ser por tonta boui essa explicacao : ou a
espero da unbre commissu do oreaiiioulo'.
^ ai a mesa e apoia-si^ a scgiiitilc emenda :
Ao J1" acrescciilo-so l:o(MI(HW.il. Porlelln.
0 Sr. Machado Porlelln :Sr. pmsutento, |iaro-
ro-ino que quasi nada mais lenho a dizer om sus-
teotaro da emenda que maiidei mesa. Pecn.que
se consigue no orean.enlu mais 1-iil'KlsiKHI para pa-
gamento das duas cadeiras ltimamente creadas, o
apresoutei a emenda, porque soube por iuformaeoes
do um dos illnslres uiomlirnsda commissao deor-
cameoto, que essa despeza Dio eslava incluida no
projecto eui discussao.
Devu agora una resposta rosposta que den o
nobro memhro da connnissn do orcamento, aqual
sendo dirigida ao nobre deputado que se assenta de
oulro lado, parece que mais directamente dada
a niiiu que liz a perguiila ou pedi as explicacuos ;
e foi dizer elle, que pedira a auppreasao dos ba-
lauceleso que importa dizer, que houve negligen-
cia do minha parle em pedir essa explicacao dri-
zando du ler os balaucotes.
V. Exc. sabe que oslas cadeiras sendo croadas
ha milito poucu'lempo, nao podan, ter viudo esse
hlamelo que segundo me informara feto em do-
zembro ; por aso oslando om discussao o art. 8 do
Erojecto do oreaineulo nao linha eu de recorrer ao
alncele, nao o podia fazer, era una porgunta que
fazia porque nao sabia so essa quantia que viuha
consignada no orcamento era a meama que viuha
no balaucetc da thesouraria. Por osla razo ped
esse esclaro.-inioiitii que me parece milito rozna-
vel, e que un importa a suppresso dos batane-
les.
Vai mesa c lula a seguiute emenda :
Ao i 1" do arl. 8" acrescenle-so mais 1:6009000
com duas cadeiras em liravat e ltapozas.J7. Pe-
reira.
O Sr. Presidente :Nao pussn admittir a emen-
da do nobre deputado perqu conlem ella urna dis-
posico permanente.
O Sr. M. Pereira : V
Sr. .1/. Porlrlla :Dizoni, nao disse que foi o
nobre deputado.
A bibliotheca foi croada, o a assemblea provincial
no anuo de 1852 ou 53, votaU fundos para compra
de livros, esses livros foraiu comprados e a biblio-
lheca possue mais do 2,7011 voluntes.
ii Sr. C. de Oliveira :Alunamos
OSr. .1/. Porlelln .-.Nu, seuhores, boas obras ;
po.-u ao nobro deputado que lea o oathalogo que
existe impresso.
Esses livros achavani-so em nina sala do anlign
lyceo, mas com a oxlineco do Ivcoo o ereaco do
ilymiiasio, nao haveudo no edilicio una sala con-
vonionte tara collucaen da bibliotheca, nao havoii-
do portanlo aondose guardassem os livros, o admi-
nistrador da provincia, nio qnerendo que Qcassem
inulilisadas as despezas j foilas pela provincia com
esse principio do bibliolheca, laucn mo do um sa0 '' presidente, o Superintendente nao rociinu, o I
meio multo prudente, que foi mandar guardar os
livros na hibliolheea geral da academia.
lia um aparte.I
O Sr. .1/. J'orlella : Nao conloslo que esl mui-
lo mal collncada. como lalve/ estoja a da academia,
mas o que fazer ?
De duas urna : ou ac bar-so com a bibliotheca, e
autorisar-su o goverun a mandar arrematar os Ii- |
vroseapplicar-se esse dinheiru s nbras publicas,
un nao deixar morrer a biblinlhora esquecida.
I'm Sr. Deputado : Ouo ulilidade prosla da-
quolla forma ?
O Sr. .1/. Porlelln; Tratemos de augmenta-la,
porque so ella nao presta como est, havonins de
rodiizi-la a monos anda ?
t. uuia vergonha, sonhures. aos olhosdos eslran-
geiros ipie apparocom entro nos, que urna provin-
anda urna bibliotheea.
O Sr. (.'. deOliceira :Sej lem 2,700 voluntes
de boas obras.
0 Sr. M. Portella : Mas isso bastante para
Pernambuc?
Dous mil o soleremos volunios lem muitos parti-
culares cm seus gabinetes.
Nao nina vergonha para Peniamhiico, que urna
associaeo do eslrangeiros lenha urna bibliolheca
mmlia emenda parece a g ose ,-abinele de loitura, uno est prestando
> Exc. conter dispusnao pormaueiile, mas eu en-'
leudo que uao, ella nao faz mate duque salisfazor
as vistas da lei que roformou a instrueco pblica
da provincia.
0 Sr. Presidente .-Mas o nobre desaliada croa
mais duas cadeiras e isso urna disposico perma
nenie.
0 Sr. V. Pereira :En nao a considero, assim
como o disse porque o presideule est autorisado
para crear as cadeiras, o so nao as crear porque
nu lem fundos para pagar aos profossores...
O Sr. Presidente : Ojiando as crear faz-so como
agora, marca-su quuta.
O Sr. M. Pereira :En entend assim.
Encerrada a discussao. approvado o arligo rom
a emenda do Sr. Purlella.
* Arl. 9. l'.om a associaeo dos artistas :
tactos nao sejanlevados ao conlieriionto do ad-
ministrador da provnote, e por eooseguinte nio se
segu que eu un dova concorrer rom o meu con-
tingente para que esses inesmos tactos clicguem ao
SOU ron lux! lilonli i.
Om Sr. Depulado:J se est remediando.
O Sr. V. Porlelln :Nao sel, mas soi quo autos
de honleni esto tacto ainda se dava, c vista dosta
informaeo ou nio podia licar silencioso.
Agora direi alguma cousa, Sr. presidente, acerca
do paragrapbo ultimo desse artigo.
A vista deste paragraphbnose pode deixarde per-
| guiilar qual asegunda flbco dosta estrada, om que
I estado se acham os trahaliosdossa mosma secro,
que probabilidado, quo presumpeo hado acabameii-
10 dossa oslrada dentro do anuo liiianceiio fu-
turo...
I'm Sr. Depulado :Eslo alrazadissimus.
O Sr. .V. Porlelln :A segunda sesso do Cabo
ciliado Escada, eo oslado destasobras,creio que
muitos depulados sabem k de um completo atrazo,
todas as inforniacoos de pessnas em que devo de-
positar ronltenca c que sao moradores da (reguezia
da Escada, san de que esses Irabalhus eslo muilo
alrazados, e que nao se podo deixar de reconhecer
que era em um, nem em dous anuos pode ossa es-
trada estar aborta ao transito publico al a Escada.
Sei que o empreiloiro tem encontrado militas ataja
ruldades, tem varios moulcs a transpur, tom de
abrir tunis etc....
I'm Sr. Depulado :Tudo isso era previsto.
O Sr. JV. Porlelln :Mas sao difliciildados eslas,
que turnara dilucil a conclusao de semellaanlo
obra, e eu tenho ouvido dizer que ollas so nao
concluirn ainda at no lim do auno de 1860....
Um Sr. Deputado :E eu digo, que nem uestes
dez annos.
O Sr. JV. Portella :Todos saliera que os salarios
ca em diante, como desdo que liana (cite a entrega ?2 mui! S?8',1,le l,a fal,a de oPerarios no P?''--
provisoria, isto em razo de consideraocs do uuia e "D-se tambera que oaemprezanos leom-so esfor-
nao poda prestar-so a esse transito, souo quaiidi
iifTerecesse as goiautios nocessarias pira esse mes-
mo transito. Entretanto, Sr. prosjdcato, o fado
que depois do se ler aborto a oslrada ao transito pu-
blico, podio o superintendente da estrada de ferro,
qiionn s pnr parlo dos cofres genios, como tam-
ben) por parlo dns cufies provinciaes, fosse tomada
ellectiva essa coiilribuii o. a) presidente que enln
administrar-a a provincia, fe scj.vmo pormiltido di-
zer tiesto occasio, mudos actos que o honra, e
polo qual merece elogios)..:.
0 Sr. M. Cavalcnnti: Apoiado, mas... mas....
foi iraprevidouto.
0 Sr. V. Porlelln : Esse presidente a que aca-
bo do roferir-me, ontendoii que osupcrinlendonli-
nao tiuh.-i dircilo an que reclaauava, e nem a pro-
vincia nem os cofres geraos estaa obligadas apa-
gar os juros desde a data da abertura da oslrada au
transito publico, porque em visla do contrato foito
pelognvenio, s ossa garaulia se lomara obligato-
ria, depois que a inspeccao por parte do goveruo
roomihoco-se quo a cunstniccu dossa oslrada olio-
recia as aramias precisas para ser aberla ao tran-
sito publico, por cunseguinle que a entrega que a
cniipoiiliia fazia ao govorno-, nu era auna oiitre-
gailoiiiuitia, mas si.u nina entrega pMrteorte,
que s depois da entrega dollinitiva, que os cofres
geral o provincial eram uhrigados a concorrer com
a garanta dns seto por cont. Apezar desla deci-
da Sr. Depulado : S f
0 Sr. C. du Cunas :....
i........... seus votos
lia um aparte.)
O Sr. Mello Reg [Itapnael) : recusa do go-
,rerno ao pagamento da garanlia naauella nm-a*
concorreramo,, a.i.marainu administradora tanto, pndia Irazorosso consequebei ?razJ3a-l a mees!
i-tn o. Dioso a promelter o que a assemblea linha sariameole : tu'
dado, mas ainda mais, ou ainda aquitlo que
prociiroii os meios necessarloa para que se Ihe lizes-1
se ellectiva a siibynoo, sendo a estrada abona an
transito publico, indepoudeiite de nao oslar promp-
ta, ou com as condlees que o govorno da provin-
cia entenda que s poda a eompanhia ter direitn a
subyoiieo dos seta por cont. O tacto, poriu, Sr.
presidenta) que so deu foi o da eompanhia por raoio
de um aviso, ordem, decreto do govorno geral, sor
mondada en.bolear dos juros, nao s desde essa po-
irdoiu superior...
OSr. M. Cacalcanti : Es aondo eslava a im-
providencia, embora nao censuravel.
O Sr. .V. Portella : Seuhores, eu (pie, cuino
w sabe, nao sou atos mate anetcoados a essa adnu-
tiislraco.
" -Sr. M. Caralcanli: E cu soii-
ue oseniprezarios
cado por adquirir o maior nnniero pnssivel de Ira-
balliailuros. mas apezar disso nao tem podido con-
seguir, o tendo ora visla mesmo a deficiencia da po-
pularn, tem olereeido premios, augmento de sala-
rios, mas a reunio do inuios Irabalhadores em
um ponto, as intrigas, tem feilo afugeutar uns, re-
tirar oulros, 0 que sao uniros tantos motivos que
I impossibiliiam o andamento rpido dessas. Masso-
0 Sr. If. Porlelln:...todava nao posso deixar I ja romo for, o que cerlo, Sr. presidente, quo
de reconhecer que esse ocio foi milito bem pensado, I "a" ha csporaiicas de que essa segunda secro da
que esse acto longo de ser considerado digno de l estrada de fot ro fique pronipta antes do fin do anuo
censura, pelo contrario foi inuitu providente, nimio
digno e merecedor de elogio. Esse acto fundado
na expressa enndicao do contrato da eompanhia
rom o govemo, devia produzir seus eUoitos, genio
livesso S1d0 a decisoque acerca delle deu o gover-
uo geral. Mas o govorno gerol, approvando o prn-
cediiiienlo do governo provincial, e elogiaudo-o mes-1 rato o contrario
de 1860
Um Sr. Depulado E ha tambera quem allir-
me que Ucar prompta .imito antea.
O Sr. .V. Portella : Eu digo isto em vista das
iuforniacoesque tenho...
'ni Sr. Deputado E cu pelas que lenho, asse-
uio, entondeu, que consideraees do nina urdera su-
perior o levaran) a alterar essa dociso du governo
provincial ou a nullilica-la...
f'ni Sr. Deputado: \ improvidencia est era
nao prever essas consideraees do urna ordem su-
perior.
k 3 1. Suhvenro.......
> S 2. Escolo de industria normal. .
I 8 S. Subveuco a rcente Fortuna-
da Silva. -......
E approvado.
Arl. 10. Com a bibliotheca :
< 8 1. Ordenado........
( S 1. Compras de livro e expedi-
ente..........
l:0OOjniKI
6:000|000
1:2005000
8:2009000
900000
2:4009000
3:300fOOO
serviros e quo nos nao toiihomos una bibliolheca ?
O Sr. C. de. Olireira :Bazo de mais.
O Sr. M. Portella : Portanlo digo, OU suppri-
nia-so a hibliutheca, mandando-se vender os li-
vros o rccnlhcudo o seu producto aos cofres pbli-
cos, oai entu preciso todos os annos cunsignar-
se alguma quola para quo olla chegue ao p quo
para desojar.
Diz-se,mas lem-se consignado quota c nao obs-
tante nu se lem comprado livros.
Porm qual a razo disto? porque nao so
tora achado um edificio bom, que deve sei no cen-
tro da cidado para a bibliotheca publica.
O Sr. .V. Portella -A razo porque o governo
nao lom querido. '.\o apoiado.}
O Sr.M. Portella: Nn, seuhores. ou posso T '"'r"!l'"ila M aparte ao tionre Oop,
(firmar aos nobres depulados. que quando me ache, a-tda nr I.''!'' B 7" nara'am"nlar 1e ^
na administrarn da provincia, ca. coi do procurar1 d" Praa0*n<* "" "'< "o a
0 r. A'. Portella : Se fr o contrario do que
en assovero, llcaroi muito salisfeito, porque desejo
e desejo ardentemente que quanlo antes chegue es-
sa estrada importante villa da Escada, aondo os
nobres depulados conliecom os grandes elementos
do prosperidad.; o vida que em si cncerra : ele-
l) Sr. .V. Purlella : O governo gerl nao pndia montos taes que dao em resultado ler essa villa em
ar de reconhecer que a dociso do presideule 11849, 42 casas, e hoje cunta mais de 600, son-
qaie elle entondeu digna de louvores e elo'ios, ora
fundada em justica o diroilo, e onto nao podia es-
so mesmo govemo desconhecet esse diroilo na oc-
casio em que fazia a confissao de que o acto da pre-
sidcneia morecia elogios, oque nn o suslenlava
por causa de considorares de nina ordem superior.
[sin seta dito em resposta ao aparte do nuhredepu-
iini edificio conveniento, om Sanio Antonio, para
bibliotheca ; eiitondi-me at com admiuislraiii
do patrimonio dosorphosa respeito de una casi
sua, mas a despeza a azer-se importava era muilo;
empreguei oulras diligencias.
Todos saliera que na capital ha falta de edificios
iublicos, mulla- repartices eslo pur ah em ed-
icios alugados, mas nem mesmo urna casa particu-
lar foi encomiada com as aceommodaces nect-s-
aarias.
Pode sor que o t-.xm. presidente da provincia
com a -i-inoeao dequalqiier reparticao publica pos-
cominissao linha obrigaco de consignar os fundos
para as verbas decretadas por lei, e nao obstante
isso o membro dacoininisso pode volar pela su-
i presso de urna despeza como....
O Sr. S. Mcerda : E mesmo nu consigna-la
no nrramenlu.
0 Sr. Carneiro da C mili a : Mas se a verba for
i- de lei, nao podia deixar de o fazer. o ainda ha pouco
.ra- A .i lcl0.dr! 0g"- '* *. Pplo,;.- P.0."-1 te a casa que a commissao fui censurada por nao
' M,mvl,~,'"ram 'aminadns no indicado da, ter incluido quantia para duas cadeiras
lo 8 ha^htPa0n"raCnlC Pnr!,cularD1' sa!;Scn'0 O Sr. Jf. orti7a: Nao se
uu o. uaiainao da mosma arma Joas Fernandos do ge expplirares.
O Sr. Carneiro da Cunlm : Sr. Presidente, a \ sa levar a olfeilo essa idea, e onto poder-se-ha
Araujo Santos o Sr. 2." cadete 2." sargento Alvaro
Conrado Ferrete do Agujar, e 2." smenlo Francis-
co de Freilas Moreno, arabos do 9." balalho, e 1."
sargenta ao 10. balalho Sebastio I.ourenco Perei-
ra de Carvalho : simplesmente em as referidas es-
pecialidades o 1." sargento Tiburcio Valeriano de
Arroda, e 2. sargento Francisco Polgonio de Sou-
za Magalhes, todos do balalho 10.
Foram tambera examinados no da 28 desto mez,
o Sr.1." cadete Thomaz Augusto de Vasconcelos
: ceiisurnu, pediram-
xppairaroes.
O Sr. Carneiro da Cunha, : E a eon.iniss.i
podia ignorar o fado da ereaco das duas cadeiras.
' Digo, poNm, que havendo'a tesfjeia creado por
urna lei, a commissao nao podia deixar do con-
signar fundos ; eu porm na qualidade de depulado,
posso votar contra lal ou tal coiisignacio.
{Cruzoste aparte)
0 Sr. S. Laceria: Se isso nao aima Ucean de
raethapbisica, nao sei o que o uobre deputado quer
dizer.
comprar mais livros
O nobre depulado que so assenta era minha fren-
te, o Sr. Epaininondas, aprsenla um projecto pora
a bibliolhora sor removida para o segundo andar da
cadeia vclha, mas nesse segundo audor eslava a ro-
laco.
O Sr. P. Duarle .-Eoca-so logo o edificio.
O Sr. M. Portella : Esl sondo edificado oOvm-
.asio, pode ser que para all possa ser removida a
bibliotheca, alm disso o odifioooo urbana con-
tinua, talvcz so ache una rasa eni Santo Antonio,
aonde possa ser collncada a bibliolheca.
So o eslado desse estabelerimenta nio lison-
mas nao porque elle non soja do conveniencia.
O Sr. y. Porlrlla .Presta pelo .nonos aos es-
tudantes de direitn.
O Sr. C. de Oli.teira : Eu fui osludai.tc de di-
reilo e nunca me aproveitoi da bibliotheca.
Um Sr. Deputado .-Porque nao quiz ; mas l tem
muilo boas obras de direito.
0 Sr. fl. Porlelln :0 nobre presidente que di-
approvacao.
ou antes nao fusse abracado pelo governo geral."pur
y*.0 f"1'1" o que estamos vendo de que a estra-
da de ferro estando aborta ao transito publico, o a
eompanhia percebendo a quantia quo Ihe devida
polo juro dos sote pur cenlo, ninguem pode susten-
tar, que essa estrada ofierece a uocossaria garanta.
Sr. presidente, eu sou informado de que perigo
e nao pequeo, correm aquellos que transitara bo-
je na estrada de forro. Eu sei. Sr. presidente,
desde que eomeeou este serviro
do que de 1819 a 1852 que a odificaoao leve mais
augmento, porque depois dossa poca om ennsc-
queneia do se nao haver precisado o lugar da esta-
can da estrada do forro, levo urna paralisaco essa
mesma edilicacon, .nos hoje que osl determinado
o lugar da estarn decrorquu a edifica, o conti-
nua em prugresso.
Iii/ia eu pnr tanto, Sr. presidente, que eslimara
muilo, que dar-me-hia por muilo feliz, so visse que
as infurmacoes que tenho sao inexactas, e que eram
exactas as do nobre deputado, porque assim vera
mais brevemente chegar Escada esse grande ele-
mento de civlisaen e engrandecimento para essa
localidade, localidad.; que tantos elementos tora om
si de prosperidad.: e vida, que incoulostavelmenle
ho de ser desenvolvidos por esse.
Avista disto, Sr. presidente, eu nu acho neces-
sidade era se volar a consignaco do 8 3 e voto
contra ella.
ello
poderla obterdesses rapazes; votara nutra vez.se
segunda y/, se desse occasio para isso.
UM Sr. Depulado :Eu, nao digo tanto.
Oulro Sr. Deputado :Eu digo tanto, e mate
alguma cousa.
OSr. C. da Cunha Eu nu quero cora istn
dizer, que nao tenho desojos, de que esse servioo
fosse mclhormenle foito, mas nio -o s oslas em-
prezas que van mal, militas cusas na nossa Ierra
VaO nial, ou nn vo to bou. CODI0 do*ejouius. E
ser isto motivo pata so nao fazer, e esperar por
un lempo em que nao s.i se seremos mais foli/es ?
E ser isto motivo para censurar o governo ? Non
S so jiara insliga-lo mais, paro ser mate vigo-
roso ?....
Um Sr. Depulado :Nao para isso.
Outro Sr. Deputado :0 govorno nio pode ter
feilo mais do que tom foilo.
II Sr. (". da Cunha :Ouanln adininislaa.;n
passada, que foi elogiada, censurada por ler acei-
tado provisoriamente a estrada, nao se apreciando
as razes que ella para isso tiren ..
L'm Sr. Depulado:Talvoz 0 l.ntel muquir iu
herba.
II Sr. C. da Cunha :Sim senhor, eu digo que
ello fez milito bem, porque vio o Labe! ungnis in I
herba e talvez sentisso al alguma dentada ; por-1
que se razes do urna orden, superior aconselha-1
vam e at urilenavaiu .pie elle acoitasse a estrada, |
como nao iiitlmriam para a aceitaco provisoria ?
Senhorea, todas estas questoea teriam muito uto-
menta no Rio de Janeiro, para c siao intempesti-
vas e eslou convencido que ueiihiima improviden-
cia houve em se aneilar a estrada provisoria..ion-
io, porque mosnio o governo geral podia Ordear
todos coniprchendem isto.
Um Sr. Depulado :Dispertara o zelo no cum-
plimento dos contratos.
O Sr. Mello llego llaphuel):Mu esse zelo e
cuidado tam havdu ; depois quo o governo eslabe-
loceii u.ua liscalisaeo continua e mais activa, ns
trabadme tem raelhorado.
.Nao o, porm, esse poulo de que quero oceupar-
..... .'I"'' digo que u governo cude.u do direi-
to que linha de queslonar. por que entondeu une
nenhu.ua conveniencia haveria usso ; pelo contra-
rio l.ove.ia iiiconvoiiioiilo.
Foi somonte por islo que ped a palavra, e nao
para entrar na apreciacio da dirnecia do traballm
ao que me nio julgo obrigado, apezar de assim o
enlendor o nobre depulado que nao preceden, quo-
rendo que eu do oxplicaces, porque fui o.atr'ora
empregado na estrada do forro para u desapropria-
rodos terrenos. Nao ion man. empregado all,
e nao lenho assenlo nesla .^.sa era qualidade de eni-
pregado publico : aqui sou depulado provincial.
Por tanto, nao me julgo obrigado a darexpli.-a-
i.os a esse respeito, e assim o declaro.
O Sr. C. da Cunha :Isso methaphysica.
Tendo dado a hora o Sr. presidente designa a or-
dem do dia para a sesso seguiute, e levanta a de
boje.
Eram 3 horas da tarde..
quo acoitasse a estrada por sua
ao seu presidenta
parle.
/ m Sr. Deputado :Podemos negar a quola.
Oulro Sr. Deputado :Nosso, non caba eu.
O Sr. V. Cacalcanti: Eu quero brigor com o
Sr. l-'igiiora, mas com os ingleses, nao.
O Sr. C. da Cunha :Mas senhores aquellos que
allirmam quo oslo quola nao uocossaria, porque a
soccao nao se ha de crmc.uir, eslo bem cortos
disso?
Um Sr. Depulado :Sao os informares.
O Sr. C. da Cunha .Donde vera ellas? pela
maneira porque esses Irabolhns tena sido fcitosal
agora? Nao se pode ir amelhor. ha de se ir para
peior? Depois, senhores, om quanto lempo se ven-
cern! ostrahalhos da 1." seeeo?
rosas :Era dous annos.
O Sr. C. da Cunha :Ej se Irabalho nesla se-
gunda mais do um auno, e ser a soiuraa de Ira-
balho a oirecluar-se maior do que aquella que se fez
na
in a eh"ecluar-se maior do que aquella que se foi
1." secro?
Vozes :Milito maior, e tem-se trabalhado me-
l'm Sr. Deputado : Quem livor aecues da es-
trada de ferro va veudende-as.
O Sr. .X. Portella : O nobre deputado sabe, e
po
. isto e, desde quo
o transito era foito desla cidade al ao Cabo, c des-
so ponto oto esta cidado, nao havia um perigo de
ordem superior, reconhecia-se sim, que havia al-
guna defeitos na estrada, que havia nas curvas, bai-
xas a ponto dos carros andarem muito incli- I a assemblea nu ignora que se por ventura so con-
nados, i cluir a segunda seeeo da estrada de ferro dentro
L'm Sr, Deputado :Diz-se que nas curvas isso i do prximo auno unanceiro embora nao estoja eon-
necessario. signada a verba, a presidencia lem a facilidad.' do
OSr. X. Portella .-Emliui linha defoitos ; o fazer pagar essa subveuco.
se eu nao posso aprecia-los pelo lado scieiitiliro, ''" *" Deputado : Donde tira o quanlila-
todavia entendo que o simples bom senso basta, livo-
pata se reconhecer que a estrada nao poda ser O Sr. JV. Portella :Tirado um artigo do re-
considerada como onereeendo eomplea garan- gulamento da thesonraria, pelo qual o presidente
na.... i tom diroilo de dispor ou ordenar que se tacara des-
iVhi Sr. Deputado:0 bom senso s nao baste, pe/as polos cofres provinciaes...
O Sr. -V. Portella :Basta, e us tocios postorio- Um Sr. Deputado : Issu muito vago,
ros juslilicaran osso j.iizo, porque boje ah eslo. Huiro Sr. Depulado.: E ainda volando-se a
goiro.e porque non lom lido os metas necessonos, abolidos os muros da ponte dos Afogados, o em ron-1 quola, nio so precisando della que mal ha i.isto ?
sequencia disto o locomotiva quo parte das Cinco- O Sr. iX. Portella : Pode a assemblea querer
Pontaa nio atravessa essa ponte.... .lar a ossa consignaco urna applicaciu especial,e o
f M Sr. Depulado :Arnsque-se laido o mundo, nobre deputado nn sabe, dist,
mas nao o locomotiva. / Sr. Depulado : Nem o nobro depulado do
O Sr. JV. Portella :Nao atravessa porque se re-'contrario,
conhece que a ponte nao tem a geranlia. o solidez O Sr. X. Portella : Bom, Sr. presidente, nao
necessaria para supportar o peso da locomotiva, e | ha perigo algum em nao volar-se essa quantia por-
por isso vai urna locomotiva e chogaudo aponte a quo doda a urcumslaiicia pela qual ella 3e torna
O.Sr. C. da Cunha Mas lodos nos sabemos que
se den umo dosiiilolligencia entre a empresa e o em-
preiloiro....
/'. Sr. Deputado :Mesmo antes disso, liaba
ballion-se limito ponen,.
O Sr. C. Cunha :E provavol, mas quando o
tocio sabio ao publico, j elle oxislia do mais lempo,
isso pouia dar causa a essa demora, porque iraba-
lhus tees nu so podn, fazer bem, .piando nao exis-
ta harmona entre aquellos que osdirigom. F. por
isso, senhores, querero os donos desses capitaes,
que eo. trabadlos continuom do-la surto?.....
l'm Sr. Depulado :A quoslo, se podero ven-
cer as d.fiiculdades.
O Sr. C. da Cunha :Senhores, eu entendo que
o estado de paz pode ser muito duradourn mas o
estado de hriga, nao, porque proprin da nalureza
do brigo, acabar, nao estado que possa continuar.
E de mais ha aqu urna potencia muilo forte que
deve fazer terminar essa briga que 60 dinhe.ru; os
donos desses capitaes, ainda contando a;nm a adhe-
so do govorno para pagamento dojuro nadepodom
exigir som que lenhamos estrada por onde so ande.
Por lauto ellos han do procurar com que seus capi-
taes nao cstojaiu parados.
Um Sr. Depulado : Oque ser bem dilcil.
O Sr. C. da Cunha :Mas. supponhamos que se
pode remediar isso, o que o Irabalho s.. concilla,nao se
votando a verba, d'nnde tirar a quantia para esse
Eaga.n.-nln ? o onamento determina que as ver-
os nao possam ser excedidas,!- eiitao como faznr-se
isto que os nobres dopiiiodos dizeiu se pode fazer
mesmo nao se volando a verba Nao soi ? ^E por
isso termino o quo tinha a dizor. enlendendo que ,.
commissao nao merece censura de Irabalho que
apresen lou.
O Sr. Larerda : [Nio devulvou o seu discurso.)
OSr.Mello llego \Haphatl) .Sr. presidente, ou
nao me proponl.o a defender oumpauliia da ostra-
da de forro das censuras que Ihe lem sido feitas ;
antes pelo contrario rae associo a aquellos que de-
plorara, que sentein, que lastiman) os embarocos,
os transamos, as demoras que tem havido na o'xe-
cuco dos i.-aballaos, o uieu lim principal, loman-
do a palavra, foi disfazet ura engaito eni que labo-
Skssvo ordinaru e 1" DE ABRIL na 1i9.
, Presidencia do Sr. Bario de Camaragibe.
As 11 horas el/2 da manhaa, feila a chamada,
reriuca-se esterera presentes25 Srs. depulados.
Abro-so a sesso.
I.ida a acia da anterior approvado. '
O Sr. 1. Secretario menciona oseguinle
F.XPKIllEXTE.
I.m officio do secretario da provincia, remetiendo
por copia as iiiformaces ...in.Mudas pela thesou-
raria provincial cora relaeo s pontos de Holoeo-
lombo o l.arvalhos.A" quem foz a requisico.
dem com a informarn dada pelo inspector li-
ten..o da saiida publica, acerca da preleuro de Jo-
s Aiagusto Leal.A* commissao de comniercio e
industria.
dem declarando que S. Exc. o Sr. presidente da
provincia recehor amanha ao meio-dia a deputa-
rio que lera de apresentar alguns actos legislati-
vos senecio.Inteirada.
Idein cora as infermacoes do inspector da the-
souraria provincial sobro a preleuro dos emprega-
dnsdq, consulado provincial.A'commissao de or-
namenta.
dem com a Informaeo du consclho administra-
tivo do patrimonio dns orphos, sobre a pretcncu
de D. Maria Francisca Pesaa de Mello.A" cum-
msso de peiices.
l'm roquerimenta de Manoel de Almeida Lima,
administrador interino do matadouro, pedindo a
clevaco do seu ordenado a 800$.A' commissao
de orramenlo municipal.
Oulro do padre Francisco Virissimu Randeira,
professor de instrueco olemeutar da povoacao de
Beberibe, pedindo o augmento de 60J0OO para alu-
guel de casas.A' commissao de orcamento pro-
vincial.
Outro de. Anacilo Antonio de Moraes, agente pa-
gador da reparti.-n das nbras publicas, pedindo M
Ihe maude pagar o ordenado quo vcuceu quando
destacado como majar eommandanle do sexto ba-
lalho da guarda nacional.A' commissao de tegk-
laeo.
bulto de Joaquim Pires Carneiro Monloiro, atar
danto do engenheiro, pedindo se Ihe. prorogue ali-
cenra com quo est om Pars estudando o curso do
ongenharia civil.A' commissao de policios.
I Continuar-se-ha.)
revistTdiriji.
As duas ultimas sessoes da assemblea provincial,
tem quasi que sido consumidos comj consignaco
de fundos para o pagamento dojuro addicional es-
trada de ferro. Era lodos os anuos ha um encalhe
no orcamento provincial, e o deslo auno sao os ne-
gocios da estrada do ferro, os quaes se lem descuti-
do por diversos unidos, sondo somonte defendida a
eompanhia por um ou dousdeputados, que todava
noo conleslam a existencia de certas defoitos da
exacucio das obras e applico.-o de dinheiros.
E posto que Dio -t-jamos daquollcs que raaldi/eni
a inlroducco do estradas de ferro no paiz, consi-
darando-as como anlecipadas s nossas circumstau-
cias, e projudiciaos lavourapela distracode bra-
i-osquo na agricultura se empregavam, porque me-
Ihorameniosdesaa ordem nunca sao antecipados, e
nem damnificadores do industria alguma ; nao po-
demos todava deixar do deplorar, com os Srs. de-
pulados, a m execuco que lera lido as obras os
desperdicios do dinheiru que tem apparecido, o a
incuria o uigligoiicia cora que correm todas os ne-
gocios que dizem respeito a eompanhia da nossa
oslrada de trro, onde nem rcgularidade do transito
tem o publico ainda podido conseguir.
O faci que domino.arom na assemblea os Srs.
depulados, de na ponte dos Afogados, pelo seu mo
eslado, ser o trem inipurntdo por urna locomotiva
.-..-'
I


2
Diario de Pemambuco.Sabbado2deAbrilde859.
/

.i



vara ser por oiilra lomado do lado opposlo, nos pa-
rece que devo merecer ao publico a maior impor-
tancia....
Na estrada de ferro, segundo o que nos conlam,
tal o esbanjameulo, que al se invenala emprc-
gos irrisorios para acoramodar alilhados.,
N'o Irabalho da estrada ha eupregados para tudo :
ha aladministradores da pancada do macaco !
ls|e emprego consta de uin homem que assislc ao
eulincamenlo dos esleios, coulaudo quantas panca-
das d o macaco de ferro cm cada esleto !
Lma res que nao se exagerem as sensuras. que
merece a actual queslao dos negocios na estrada
de ferro, ellas derem ser mui convenientes, porque
a provincia que faz o grande sacrificio de oulras
rouilas le suas necossidades, pora auxiliar cssa ciu-
preza, nao levem osseus representantes conservar
ante lano desmancho o papel do mudos cxpeclado-
"7. .Sr-l,r- Bernardo da Costa baria, dignojub
'te direilo da primeira vara criiue desla eidaile, ef-
toclit menle cnli-ou houtcni no exercicio das (ue-
mos de chele de polica interino.
liando iodo o valor an carcter, Ilustraran oso-
M-ridadcdqSr. Doria, acnaiuns que nao pndia caliir
1 interinidad,- da polica do provincia om lucidores
naos.
Inforinam-nosquehonleinna faruldadodeli-
itSle hnu\o gnndesdhdnitius entro os esludanteg
0 que nos parece lo doploravel que esliramos n
ler outra oceasiao de registrar fados densa ordem
Fraileadas por urna mocidade lo esporancosa,
quaato i. devo ser a corporacau acadmica.
Do carias do l.imoeiro consta que um prcto
escravo do Sr. coronel Joo Pereira Freir, que es-
lava preso na cadeia da villa, porhaverassasinado
un pareeiro; tentara cvadir-se acomnicltendo a
guarda e fcriiulo alguns soldados de polica, e ali-
uamao .odendo conseguir o sen lim, den un golpe
no |ie>ei0> que nao sallemos que gravidade lera.
~i lnr"rm,ra"i-nos que o prnmotor publieo des-
ia cinade, eonformando-se rom a deciso do Sr. Di.
ehefe Je polieia, deixara de interpor recurso no prn-
eessos Brrelo, leudo j sido restituidos liboi-
dade os presos.
"T Sr- Ur- delegado de polica, varejou honlcm
* n ,'r"?a da lde|iendencia dos senhnrcs Viei-
ra i Itolleeluld, por siispoila de vender bilbeles das
loteras do Rio de Janeiro, mas nao foram encon-
trados.
I-*--se no Comi Sergipense :
* No dia 6 pelas 9 horas e uieia da manlia che-
ROU a esle porto o vapor Sinumb, trazendo ,1 mu
bordo o Exm. Sr. Dr. Manoel da Cimba Calvo pre-
sidente para esta provincia esuaExtn.' familia.
O Exm. Sr. Dr. Brothero acompauliado de to-
das as autoridades e innmeros cidaduus o foi recc-
her an desembarque quo tote lugar pelas II horas
em frenlc do palacete do governu, onde ge achara
postada nina guarda de honra commandada pelo
Sr. capitn Manoel Agoslnhoda Silva Moreira, que
presin a S. Km. as dcvidasffcntiiicnrias.
Aiilc-honlrin [7) leve lugar a posso de S. Exc.
peante a cmara municipal no saino da casa da as
seiablca, onde se vio postada a mesmJ guarda de
boma, l.oiicorrora posse todas as autoridades e
pessoas deslindas da capital, e de oulros pontos,
qne a ella lem viudo para fazei suas despedidas
aquello que lo bem e justamente lem merecido as
geraes alfeieoes e si mpalhias da provincia.
1 A sociedade llegenerai-ao Dramtica oirereccn
a S. Kic. o Sr. Dr. llrolbero una representaro que
leve lugar no da 5 em seu thcalrinlio. L m'a eom-
missao de seu seio compona dos Srs. capilo de
? n Jos Moreirn Guerra, Dr. Gullicruic Percha
Itebollo, tenenlcs coronis Manoel Diniz Villas-
lloas c Domingos Mondim Pestaa, capiUo Conra-
do Carneiro do llcnezesu lente Eulvcho Mondim
1 estaa, foi ao palacio para acoinpanliar S. Exc. ao
thealro c assim ao terminar esle.
. Amanbaa (10) numerosos amigos de S. Exc.
lhe va* dar um baile ; daremos delle opporluua-
innnlo a devida descripcaj e fallaremos do homem
e do administrador que lo saudosos e gratos nos
deixa.
Felicitamos ao Exm. Sr Dr. Galvao pela
sna assencao ao poder administrativo dcsta provin-
cia: dcsejamos-lhc sincera e cordualuicnle lodas as
prosperidades de que S. Exc. digno.
. Acha-se ja uesla cidade o Sr. cngciilieirn
Andradc quevem encarregar-so dos Irabalhos para
a machina de reliuaco.Anda poderaoduvidarde
que ella s ptissa ra lisa r
Fassageiros que seguiran no vapor Iguaras-
ii, para os porlns do Norte : Jos Joaquim Xled o-
ros, lago Francisco Pnheiro, Candido l'ereira Mon-
teiro e um escravo. Cicero Franklin de Duna, l.uz
Francisco Torres, Manoel L. Rapuzo e Ma sonhora,
Jos Antonio P. Jnior e un escravo, Joaquim Jo-
s Coimbra de Andrade, um criado e dous escravos,
l.uiz de Serqueira Lima, sua senhora.um lilho me-
nor e :t escravos, Antonio de Frcitas Cuimnres, Ma-
noel RaAosa do Nasciuieulo e una mullicr. Eran-
cisco Jos Pacheco Medeiros, Antonio Bcnto Eros,
Jos Joaquim de Caslro Barroca, Joaquim Jos M-
llenos, Thoniaz Comes da Silva e um criado, l.uiz
lauocl de lioraes, Manuel JM4c barias, Calhari-
ua, Concalo Gomes desouza^lgosliuho Correado
Mello, Joo Manuel Mendes da Rocha, Manoel Car-
rea Barros, laso Ferreira, Henriques Tovares de
Mullo, Itarlins Jos Bolelho, Inuoccncio, Jos Joa-
quim de Santa Auna.
Passagciros quo seguiram na lancha Fiordos
Ondas, pata 11 Hio Grande do Norte: Antonio dos
Santos torrea o sua senhora, Marcolino Perera Ca-
bra!, Manoel G. da Silva u um lilbo.
. Malodouro publico. Mataram-sc no dia 30
do correle, para o cousumo desta cidade, 63
re/es.
No dia 31 do mesmo 23.
No dial." de abril 3.1.
ilortalidade do dial. :
Antonio Jos da Rosa, bramo, solleiro, 51 anuos,
hydropisia.
Francisco, branco, 18 mezes, rouvnlsOes.
Leonardo Xavier de Souza, pardo, viavo, SO o li-
nos, diarrhea.
Joo Vioirade Araujo, branco, casado, 72 aunns,
inyelite.
Hospital de caridode.Existem 55 hnmens, 54
mulherca, naciouaes ; 1 homem, estrangeiro ; t ho-
mans, escravos total 112.
Foram visitadas as enfermaras pelo rirurgio
Pinto s 7 c 1/2 horas da mouha, Dr. Dornellns
as 81/2 horas da mauhaa, Dr. Firmo as 5 horas da
larde de hontem.
ventura dispoe, mo dgase entendeu hem essa Ais-, lo, fazendo-se surdo aosgritos da humanidadudes- reir. Tralava um pobre homem du csfolar um
torta de tentativa.Preceden ella a altercara.
foi a sua consequencia ? A pw^talada cons'lilue a
tentativa ou foi dada na vespera da tentativa?
Estas questes nasccm da simples leilura da la-
mosa pera aecusatoria. O aecusador esqueceu-
se de informar o publico das causas edelalhcs
defacto, ti que originou aallercaro? Pode ba-
tee algum commercio directo e. positivo entre indi
viduos separados pela calhegoru, pela lei e at
mesmo pela natetruza. Que motivos do odio poderia
dar o enfermo Costa ao regenta? Ter-me-hia elle
desobedecido em qualquer dos pontos a que mu i
devida a obediencia ? E ueste caso o regulamenlo
interno do eslabelecimento nao me
meios segurse legilimos de reprcssiio
valida, pn-ieiideii com um procedmcnlo desleal o
iuteiramenlu premeditado, com suas informarnos
menos justas e abusivas da anloridade, dcilar'por
trra para mais de. 140 casas, reduzindo ao relenlo
e ao desespero mitras tantas familias pobres, esem
arrimo, cislosem alguma outra razan juslilicavel,
mais que o despoilo c a viugauca que respira em
lodas as suas aeros e lteror procedinientn.
Verdade senhores redactores, que o Sr. major
Antonio Alfonso Vianna pretende passar pelo lypo
dos empregados pblicos zelosos, incancaveis.'pro-
pugnldorcs e defensores da lamida publica, allega
em favor de um lal arbitrio e desmando, una de-
forneceaia I canlada demarcarao, forjada sem a menor cerenio-
V que lim nia legal nos aunos de 1812 : duinarcaco do rom-
correr a nina tentativa de roerte contra um mi- padre, que 11,10 existe senao iu nomine, por quo se
sero relegado da sociedade, Jj|e nenhiim mal po- uo eucoutra cu algum earlorin da comarca, nein
mo se acliaiu lodos os em parle alguma, a meiins quo nao esleja bem 1011-
lhe serte de cnier-
dia fazer-me, encerrado, co
doeotes, no claustro que
ruara J
A iiiverosimillianra de scmellianle acensa. .10
lio evidente que resalla logo que se medita un inf-
lante nesle negocio. Os fados posleriores lemu
encarregado du provarque ora no iiiluilu du ui.iu-
ter a nideiii no recinto do eslabeleriimulo que o
servada na iniaginarao, ou mesmo nos alfoiges do
dito Sr. major.
Aqu esliio, senhores redactores, as nicas ideas,
que nos rstala dcsta famosa deniarcacao, que
nos fonieceram os senhores cscrivo Coimbra n pro-
pneiario Eduardo Jos Teixeira, nicos factores iles-
procedimenlo judicial pelo melhodo synlelico
regento fnlerteio, reclamando da adniimsliacao a i Ciinhec-i o publico Rngalo por RcntCihauls docn-
remocoloinsurgidodpcentro,ondee sen compnr-l menios a veracidade destademarcacoe a nobre/.a
Lmenlo imprudente e oflbnsivo de seus compaube-
ros o piinliaein eminente perigo.
Mas, un o fac.1 Coi occorridu em ."1 do iiiarco do
lorenle auno, coma aflirma o denunciante ;"ou
o que lena lugar em lhti. Se novo e recente,
porque nao pode elle chegar ao couhecimenlo do
publico e da polica, e licaria lalvez ignorado se o
ulho perspicaz e fujitdn do denuuciaule nao dcsco-
brisse oi.osla debaixo du lellieivo, no hospilal da
caridade? Se porm o faci oqne leve lugar um
lCiti ; porque slete calado at boje o denuncian-
te, agora que falla, nao di/, ao publico que a po-
lica de eniao iuspeccionou ocaaoe nenhunasus*
peia couiebeii contra miin ? Em um e outro caso
porque ge dirige an Exm. presidente da provincia,
de carador com qu
lo I Cu 1
Sr. inajor procede a respei-
earia aqu por ora, senhores redactaros,
einpiinliandn a espada do mesmo Sr inajor para o I do ferdo
campo da imprensa, se para corroborar qnaiilolevo
dito, mo lian ocenrresse una palpavel cuulradiro,
em que cabio despejadamente o Sr. major, e com
quem quero rematar, a que (meado eudeeco
em de junlio de l83ti, de dos bracas de terreno
sobre 50 de fundos, com urna morada de casa sita
nesse mesmo terreno, que diz o Sr. inajor perliii-
cer fortaleza, a minlia afilhada Uiopoldina Mara
da r.oucriran ; o nu'Smo Sr. major bem longe de
obstar esta daaeao eoma lhe cumpria no aso rer-
lenie ciiiilirmou-a pelo contrario, preslandu a sua
assigualura um lestomunho desse prucediinen o,
boi 110 lugar denominado llabatiuga. Neste enlre-
lauto apparucemdoug soldados do cavallaria, dos
que tinliam acumpanhado o Sr. Vieira daCifnlia.
Du.1:1:111 pilleras ao lalli.nl.tr, que um homem in-
nof. -usivn, por laso nada lhcs responden. Avista
da imparibilidade do pobre homem, os soldados
continan) a dirigir-lbe insultos e provocaces.
Kutrelanlo cliegam algn.as pessoas, acominodam
ossoldados, que sereliram imuiedialameute. 11 ne-
gocio poderia lerminar-se neste ponto ; mas des-
graradaineule nao acontecen assim. Esscs V>i/en/c
lilhosdc liarle, vendo que o carniceiro se achata
s, j conduzindo seu boi para casa, lancam-se so-
bre elle.e espancaiu-no: resultando dahifcar a vic-
liinacum mu ferjmeoto grate sobre um olho, que
considerado perdido pelo brnllalivo do lugar.
"que maig admira. Srs. redad.nes, que esla
triste acea se passassu no mesmo lugar, um ponen
distante do lugar em que mora o delegado da villa
de lguaiass. u qjial apias limilmi a sua autorid.i-
ile a uiliciar ao comiuandaiiie do destacamento,
daiid.i-llie parle do OccorrCs, r pediiulo a prixie
dos dous. soldados que tiu|iam viudo a paz c a sal-
vamento paca a villa.
11 rarinrcito veiu para Ignaraasn, por mandailo
do delegado, liiar do ferimenlo. Na oceasiao
.ni que tiitlia lugar esla operaco, apparoceram
tanas pesssoas, nclusirn um guarda nacional :i
pai-.in.., du mesmo balalho c eoinpanhia, amigo
A u les de referir o que se passra a res-
pello do hospital homeopailiii'u, devo dizer
< que eorrendo boas o victoriosas as noticias
viudas de Santo Antio sobre a vantagem do
sysleina de Hannnnmann no lia lamen I., do
Cnoleta, oEvinf'Sr. ennselluin pre-ulenie
da provincia rnnvidava no da 27 de Janeiro
ao Dr. Sabino Olegario l.udgero Pinito para
< ir dila cidade prestar seus relevantes ser-
vicos aos individuos accomm. linios da opi-
< demia, cenles na homeopalhia ; ,10 que res-
podeu o Dr. Sabino que nao aceitara esle
convite por oslar moilissimo oceupado, ja
com seus doenles. ja com Irabalhos scientin-
eos, c ja com a cotniniagio beneGccnle ho-
meopathira.
Antes de responder a este paragnqilio conven
Iranscrever og seguinles ollicios :
lllm." Sr.Constando das eommunica;oes 0IT1-
ciaes, que cidade da Victoria se a. ha dividida em
dous rampas IherapeuUcos, senil., alguns imlit dos
serlarios da homeopalhia, e oulros da alliquilliia,
julgo cnivenienie cnniida a Vmc. para dirjgir-se
aquello lugar lim de auxiliar aos que esbvcrcni
curando pela mediciualinmeopalhiea ; de modo que
nao (allem aquella popiilaean lodos os minos |.-n-
denlea a salva-tos da epidemia que infolizmento al-
l esl gragsando com iiitensidade.
Dirige-se ao operador, que igualmente lenle
do balalliao e lhe diz : E11IT10, Sr. lente, esla
quando era mata lgico e regular que denuiiciassc que impoitava o mesmo que aulorisar a defrauda-
polica do regente dos Lazaros i E que desag- cao dos hens uaciunaivs sol sua adminislraeao, cojo
gratme cabe de seuielbanle injuria Chamar doc.iimcnlo deixn "de apresenla-lo, para nao cancar
responsabilidade mu denunciante que se emboca a paciencia dos leilores, o que t'.irei; logoquoais-
11 a apa do incgnito, e que apresentar sem d-, lo for obligado, 11 anda porque, senhores redacto-
vida para responder por si um miseravel deslos i res, a decantada demarcarn de 1842, innmeros
pivjuizns me tem dado, j puntu fui empalado de
continuar na edilicaco de nina casa de sobrado que
eslata levantando em terreno de miaa prendada-
do, na edilicacio de um cemilerin publico, que com
os habitantes desso lugar pretend, para o desean-
co dos que EaUecessom j, porque soudeatruidooa
ludas as niinhns planlai oes pele glande numero de
gado que orden) do Sr. major paslain pelos ler-
reuos de Tamandar, di/eiclu o Sr. major viaiuia,
que os terrenos de minba nova casa, e do ceiuilerio
DIARIO DE PERNAmBCO,
lloulem na assemhla provincial, depnis do e\-
pediente, Iralou-se da primeira discusso do pro-
jeclo n. 59 de 1857, que transiere para Tamandar
a sede da freguezia de Una, orando sobre elle os
Srs. Poilella ,.Manoel), Martins Pereira e Epaminon-
das.Foi regeitado.
Saguio-se a segunda discusso do nrojeclo de or-
namento provincial, orando anda sobre o artigo 11
vsScs. Pereira de Brilo, Souza Reis e Antonio Ca-
t alcauli.Ficou a discusso adiada pela hora.
O Sr. presidente marrn para n ordem do dia de
linje a continuarn dado nonlein, primeira disetis-
do* prnjeclos us. 4 c 20desle anuo, e levantou a
aesaae.
Eram 3 horas da larde.
Communicados.
que primeira lista iiitiiiidoiii d e repugnan-
cia ?
EstaVine parereudo que o denuuaiaiile.siueqiiir
punir com a demissn do lugar que orciipo!... Com
elfeito, ulna apreciaio seria de seu arauzel eiicami-
uha a reflexo a julgar que mais o desejo de me
rer arredado da regencia dos Lazaros, do que o in-
teresse, alias louvat el, de ver punido o criiiie. qnuiu
iiioveu a sua penna. Pois ao ve o denunciante
que, depois de Icr laucado sobre miiii nina aecusa-
1"10 tao vilenla, qual a de tentativa de murte, que,
a serprovada, seria motivo bstanle para a miiiha
deniisso, trabe miseravelmenle a sua inteaeao,
anue\ando-lhe oulros pontos de endent insigui-
licanca ?
No po|p 0 deiiuncianle conceller, como com o
simples ordenado de 200s!, e leudo enlrado para o
mou emprego pobre, possua boje casas, silio, es-
cravos ele, suslculando como sustento orna grande
familia !
Agradecendo ao mea aecusador a conisso inge-
nua que fa/ .le que sustento urna granile familia ; o
que prova que nao son lao mocomo elle pretende,
eu lhe pergunlarei nao v que me esl fazendo
una aecusaco banal e eslupida ? Pois haver
anea) acredite que na artualidade um pai de fami-
lia nutre c alimenta esta com 2IHI,s annuaes? Nao
se v logo <|ue de oulros recursos devodispr para
eaaa elfeito t Mas, allirma o deniincianle que lal-
vez da gerencia do hospital que en auliro esses re-
cursos. Eis-ahi porm o que nao pasea de pn-
sumpeo sua e presum;o grosseira e estupida.
Ouem acri-ditar que a regencia dos Lazaros dar
nao s para sustentar una familia numerosa, mais
ainda para a acquisico de casas, sitios, escra-
vos ele.?
Apezar porm do inventario gracioso que* fez o
met aecusador dos nieus hens, cu nao estou dispos-
to a dar-lhe cotilas do movimento econmico du
hospital, c como para o publico que escroto, eu
direi smenle que a probidad)1, honra e posieo in-
dependente dos illuslrcsmembrus da adminislraeao
dos eslabeleclmcntosde caridade, que me.lem cn-
sertadu a sua ronflanca, desde que ge assumiram
o exercicio desse carg, me garanten) e poem a sal-
vo de toda a suspeita, como de aecusacoes srdidas
e vergonbosas paraquem as faz.
Para que se conheca a pertersidado com que son
aggredido, saiba o publico que alguns bens que
possuo, tenho-os batido por titules de hcraiica,
fazendo-os conservar c prosperar, mui ponen por
corlo, por urna adminislraeao cuidadosa e pela mais
severa economa. Como prava do queavancu, ah
esl urna escriplara publica, que ha pouco mandei
passar, da venda do sitio a que alinde o denuncian-
te. Della se ver que esl assignada por mais de
um consenhor, que o fnra a lilulo de CO-herdeiro.
Tainhem ponto de aecusacao ter eu pesada, a
quem pago, para fazer-me a escripturacao do esla-
belecimento. Nao vejo ahi, por mais que me es-
forc, a culpabilidade que disso me resulta. Acaso
alguem se bunbroaja de iw-usar Sos si-indi-s ne-
gociantes por terem caixeiros incumbidos 1I0 cscre-
verem e regislrarcm o movimento de >uas casas ?
Diz, porm, o denunciante que apenas se a-signar
o meii nomo. E quaulo hasla para dar validado
aos cscriplns que mando fazer por oulrem. Ainda
ninguno disse que para os empregos de simples
adminislraeao, como a regencia de un hospilal
fosscnTcscolhidos lellrados.
Este ultimo trecho que vou iranscrever pora re-
mate as inhibas reflexoes. Diz o denuncame, di-
rigindo-sc ao Exm. presidente da provincia :no
F.xm. Sr., os meios de que elle lauca nio deu-
< tro do hospital que lhe
< e ven"
infeliz
sespero, que ludo tentn para se descartar lo iu-
feliz Cosa I *
Ora, qnem escreve assim uo pode.chamar a niu-
guem de ignorante I yue lucro este de que um
enfermo poderia privar o rugente ? No lucrara
mais o eslabelecimento em ter maior numero de
enfermos ? Como pois quo lucra o regente, ex-
pellindo-os ?
O denunciante Infeliz quaulo as dalas ; no foi
em 187, mais eml819, quaudo presidia a provin-
cia o Exm. Sr. Tosa, que recebi a minba 110-
meaco.
Agora, pergunto eu ao denuuciaule. Como sou-
be tantas cuusas, como esta informado de lautos de
detalhes Foi acaso leslemunha oceular do tacto
capital da aecusaeo f
Esse 6 o segrdo do denuuciaule. Como soube
estas cousas, ucm elle o diz ao publico, nem lam-
bem diz o seu noine. Nao se occullou, entretanto,
lao bem, quanlo suppoe ; debaixo da m capa ja:
um bom bebedor. Y.u o presinto e quasi que llie eslou
com a nio sobre o costado. Devo, porm, allir-
inar-lhe que, a no ser o respeilo que devo a uiim
mesmo e ao publico, eu no me incoiuiuodaria pa-
ra responder a urna aecusacao, cujaredao;aoja por
si nina defeza para ininj."
O publico que leia os documentos que olforeco a
sua considerarn, e aprecie a poca em que esta-
mos, em que lia quem dispute, pela calumnia e pe-
la intriga um emprego de 200g auuuaes. Joo
Francisco de Oliceira.
Os abaixo assignados, enfermus do hospital dos
lazaros, lendo chegado ao sen coubecimeiito una
presdeme de nina sociedade benetlroulo en-ada a
esorcos mens. Alm das nieus servirus-pesssoaes,
eu distribu gratuitamente os mens remedin por lo-
rae prenden sua orden, sobre prelexlo de que,. ,'..'; "'" ?"' ''" ''"" f,Je5efclM
arda narimia, JlmhavMjr. d vida ZS^1S3SE3. &
Este gualda bata o das que ge ada- ,,,,11. a Paita T.ixeira cuja resposla raterirei en, Iti-
sem culpa formada, esem que ao me- gar competente, e depnis coni o s.....lelogado de "* PPlCoe a exiguidade de mdicos kemec-
pronesso; noliciao Sr. Dr. Jos da insta Honrado, o,mal. so-1 patha*.
Ii.sla man. ira julgo ler respondido ao meiicio-
ruspeitu. Este guarda, bata Odias que se acha-1
va peso sem culpa formada, e sem
uosse dsse um pasas pana formacao to|,iu,a>u;
entrelauto no ti." da da priso inquirir i-se as los-, (ci0 ',.
Espero dos seiiliineutos philautrupicus de Vmc.
que u.i se recusar ao meii erclaniu com a posSt-
vei presteza.
lieos guarde a Vmc.Palacio do goveniO dePer-
nambuen 27 de Janeiro de lfwti. Josr Ututo du /',,-
alia h'iijueireiln.Sr. Dr. Sabino Olegario lan-
gero Pioln.
lllm." Exm." Sr.Em resposla an olli. io que
V. Exc. me vi. a honra de enviar, cnnvi.laudo-me
para ir prestar o mou auxilio na cidade da Victoria,
aqurllcsquc allicuraui pelosysleiua homeopathico,
cumpre-medizer que sem embargo do nllicioso cin-
tile de V. Exc, eu ja leria partido em soecorro dos
mens gemelbantes poi delaeracn prnpria, se nao
me arhasse excessivamento sobreearregadee iraba-
lhos. ja medicando grande numero de doenles. al-
guns dea quaes se a.liaiu em criticas iiciitiislau-
cias, a quem no devo abandonar sem expo-los
as lerrivi'is cnnsequeucias du inudaiioas de indito
ede meilio'lo curativo, jasatisfazendo asexgencias
que un- i'a/em de lodos us pontos da provincia,
onde o .bolera tai lavrando, para onde tenho man-
dado numerosas cu,sullas u medramealos, ja pre-
parando Irabalhos suienlittcoa p.....sercm ,1. -tribui-
ilns por lodos os pontos all ciados, com 0 que li-
nlio feiio serviros mportaules, conlinnarei a fa-
z-los a medida que a etpeiieiicta fdf )iililicaudo
0 uliliil.idedos rn.us Iral.allinsauloriores, e ja dan-
do Indas as providencia^ para que aaaciadade llo-
iiM'.ipalluca Reiielicenle. de que >ou humilde presi-
ilenie, pos>a inriiai-M' una realidade na satisfacao
ibis lius para que Coi creada.
Demajs, espeando-se a cada momento acrupcao
do cholera IICSU capinl em consequencia das fre-
quenles coiiimiiuicacoes que ha com os lugares af-
feclados e ale por ja constar que em Jabnalo dis-
tante tres mi qualr leguas, se lem manifestado al-
guns casos, cuten,I., que, cunservando-nie na capi-
tal, prestarci mais valiosos serviros, atientas ao su
rages cima expendidas, como lamben, a exleu-
CONSULADO GERAL.
Reudimenlo do dia 1..... fi: K8f332
UIVP.RSAS PROVINCIAS
Rendimento do dia 1 C98f00fl
DESPACHOS DF. EXPORTVCvO PF.IA HBSA DO
CONSULADO DESTV CIDADE NO DIA 1."
DE ABRIL DK 1859.
LisboaPatacho porutgnex "Jareo, Manoel da Sil-
va Nogueira, 50 sa-eoi asurar branco, 10 ditos
dito mascavado.
Lisboa Rrigue porliiguu Activo, A mor m I r-
mos, 425 saceos assucar -branco, e 13u ditos dito
mascavado.
porto Burea porlngueza Santa Cruz., Antonio
Hap|i>ia Nogueira, :l barricas assucar branco.
PortoBarca portuguesa Flor da llia, Manoel
Joaquim Hamos.e Silva, 100 saceos assucar
branco.
HalifaxBrgue iuglez Eclipse-, Whally Forsler
:C.,700 euros salgados.
Philadelpba Paladn americano Commerce.
loliusiuii Paler & C., -iOl tarros assucar mas-
cavado, 951 couros salgados.
GenotaPolaca hespanhola titearte, Feidol Piu-
lo \ C., 1,201) saceos assucar branco.
Gibrallar Itrigue illglez Ignez-, Sannder- ll...
Ihers A; C, 2,1150 saceos ns.iir.1r iranrn.
Kxportaf&o.
Aracalv, biale nacional Novo Anglica/', de f:i
toneladas, comliizia o seguate : 193 votamos
gneros eslratigeiros, 29 ditos ditos naciouaes.
\racait, biale nacional Exalacu, de 9 tone-
ladas, Conduzo o seguinle : 2(1 volumes gene-
ros estrangeiros, 17 dilos ditos na.ionaes
RICEItEDORlA DE RENDVS INTERNAS GERAES
DE PERNAMBCO.
Rendimento do dia 1..... 3 098gl>.>9
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do dia 1..... 3:09fj}50t;
4
1110 era na salvaran dos
listridanos
o m. o pensaiuculn, e opoz
em e\e. nrn ci ni o mellior resulladn, segundo
consta de alguns ollicios que mo dirigi.
H'ahi de pxpausao aos mens lCsejos fazendo pu-
blicar em lodos os jomaos de Pemambuco o se-
gante aunando.
Ele imtu dc imsTtii t MOKTtMiinr, ni ria.utiK-
NOS hi: lUtlINI ll( C.ilNSIliKlttt Kl.tiKMK l gil: |.|.-
siNIl IBm vtl Ft/FMIO 1, CIIOLa.V-KFinF.IICI).
Para conseguir esle lim basta principalmente
Oulras oraras leu, comu.utlido lurlos en, tojas a-1 gJ S??b ''"" f : '""! P"40* '' 1"^-'''
teinnubas para a formacao da culpa, as quaes lodas| acolheu benignainenl,
unnimemente depuzeram em favor ib. guppeate
criminoso, mas todava ello anda se acha preso, a
ilespeito ila sua uuoueucia.
Os .soldados que espancaram o carniceiro de lla-
batiuga, oslveram presos durante um dia, notes-
peclivn quarlel. Q BJga depois ile rellexes feitas por
pessoas circunspectas ao delegad de polieia acer-
ca da possibldaiie de fuga que favoreca aos gol-
dados, (o que o mesmo delegado os inandou meter
na amova.
na.lo ofllrio de V. xc. datado no hontem c hnjere-
11 nidos.
lieos guarde a \ Exc. Dr. Sabino Otcam-in l.mt
yero 'inhu.
Ilecie 2S de fanetro de 1856.
t mili 11 uaj-se-ha.)
Publicacoes a pedido.
bertas,sendo o furto pralicado em duas dealas ljas i
inspectora* dr qurUSlto.
porienci'ni feralos pela demarcarao de 1842, que do uniros. Releva coufessar que umJos ladrees
or., os ineius ou que ene lauca muo ueu-
11 hospital i que lhe d para' ludo is.se^ e
ulo-se privado le algum lucro por causa do
z Jos TheophilS da Costa, foi lal o seu du-
den 0011 bracas no regalo Macei, demarcaco que
nao exista como j disse, aaetnenle existir para
piejudiear os nieus iuleresses dos habitantes pa-
uilicos 'de Tamandar ; entrelanlo que 1 ni ler
sido a ordem do govcrue, expedida em 2J de 110-
teuibro do annn prximo paseado, para mais de
1#0 familias estariam ra de suas 'asas, porlerem
sido eslas demolidas pelos caprichos do Sr. inajor.
Se o governo da provincia, senhores rodaderos,
quizar mohecer da veracidade da scmelbanles fal-
los, basta mandar-so indicar delles, sem utir ao
Sr. 111-ijur VianMI, porque ust continuar a dar as
suas iiifuiniace.es a bul-prazer. aliui de nao preju-
dicar a sua repiilacan, como diase a um seu ami-
go, e couhectr entao, que pelos eaprehos do mes-
mo Sr. major, tanto lem solVrido os habitantes de
Tamandar, deslc solo, qii> para o futuro otrnrece
grandes vanlaguns provincia de Pernambncn, e
desta sorle pqr termo a que sejam garantidos us
direitos de prbpriedade, que rao sendo anniquilla-
dos a despelodc seus habitantes.
Oueiram senhores redactores, dar publicidade a
eslas toscas riiihas, eaos dous documentos que of-
feecu, com o que muilo obrigaro ao seu constante
leilnr.
O padre,
Jos' Porfirio Gomes.
Tamandar. 25 de mano de 1859
lllm. Sr. inspector da hesouraria da fazenda.
0 padre Jos Pnrliriii Gomes, a bem de sen direilo
se fax preciso que V. S. lhe mande entregar os do-
riiuieulos que niincxns fuiam era um raqueramente
opresenladn a esla Ibesonraria por despacho dessa
presidencia no dia i denoveuibro do mino pret-
rito : por tanto :
Pedo a V. S.' se digne mandar entregar na forma
requerida. E R. Me. O padre. /o! Porfirio
Goaies.
Recite 9 de morco de 1859.
D-se-lhe r.erlidao dos documentos de que lala.
Thesouraria de Pemambuco, 9 de mareo de 1659.
J. Coplista.
Cerlilic.o que os documentos de que faz menso
o supplcaute no requeiimeiilo retro so do llicor
seguinlc :
lllm. Sr. juiz municipal da comarca do Rio Fnr-
inosu.O padre Jos Porlirio Comes, a bem de seu
direilo se faz preciso, que V. S.-' Iba mande o BS-
crivao Coimbra passar por erlidao o llicor da de-
marcarao dos t.renos da fortaleza du Tamandar
fcil.i em 18-12; por iwilo :
Pede ao lllm. Sr. jiz municipal se digne mandar
aasaal na forma requerida. E U. Me O padre,
Jos Porfirio Come*.
l'assc, se'conslar. Rio Forniosu 12 de oulubrode
1858.Caldas.
Cerlilico que, revendo o meu cartorio, nelle nao
encontr! o traslado da intitulad., deniarcacao de
Tamandar feila em 1812, cuja copia uo recebi do
meu antecessor Antonio Mendos llamos: do que
don f.
Rio Formoso 3 de ouliibrn de 1858. Eiajdo
verdade, o primeiro tabcllio publico, JosTGomes
Coimbra.
Numero 17, rs. 160,
Pormoso 8 dc novembr
dureira.
lllm. Sr. Jos Gomes Coimbra. Rogo a V. M..
o favonio alleslar ao p desla a mam-ira como fui
l.izdudia e presenciado portar.aspessoas. Os objec^^^
los fui-lados' foram lomados. Alm de-des des ti- ''" ^X f 'I",dr;' "T
nos ossoldados do laldeslacamenln lem coamel, m^S^SSS? P"l .***" ,J"
1 sanireiii duas vezes an da, pela manba e alarde,
a visitar os seus respectivos quarleires, procuran-
do saber de casa em casa se existe alguem rom
symplomas da epidemia, e, em caso de necessida-
de,ompregarera os primeiroa remedios, dando par-
le disso an medico para esto onlio dirigir nal.i-
iiieuio. De-ia sorte se conseguira embargar o do-
senvolviinenlndos symptomag perniciosos du cho-
lera, e as commissoes de beneueencia aeriam em
lempo avisados dos soecorros que tem de prostar
aos desvalidos.
Esle syslema je-l.i poste em pralica com
se acha preso ; mas cun ludo, as medidas de n-
presso lomadas at hojesotae iracas que lio pu-
dero para o futuro corrigir os autores dessos arlos.
Cumpre isseverar, segundo o dito de todas as
pessoas presentes, na occasio em que o leiieulo
allercou cun o guarda SanCAnna, que asle nautilo
dirigir a menor palacra injuriosa a nem nil. i-i-
va de maueira alguma. Eiilrelanlo o i-ominaudaiile
do destacamento, na parle quo dou ao delegado
coniva Sal'Viiua, dizque elle a chamara ladran:
O me 1 (.mi.> ( isilllltl unti-ai-::.
lllm. Si\ r'rmirisro de Freitas Gamboa. Acenso
a recepcu de seu estimado latordeGde noreaabni,
que ai-nmpauhava um Diario, un qual V. S. cun
grande modestia d aos oulros o que de ju- lhe per-
lenca; ato e, 1 einlia encomios a t arios prolessores,
no numero dos quaes se digna boarar-me; porm
cuino de lauta hondada nao me julgiii- eu merece-
dor, lhe agrade.-o por inhiba parle quanlo pur iniiu
lia obrado, e bem assim os auxilios que me lem
prestado para propagar por inda a provincia dn Cea-
r o sublime uietnade Castilno, o mais ama vez lhe
reeilero mullas s; mpalliias ; porm quem nais que
V s. merece encomies 1 V. S. que lem sido oliel,
restricto o mellior executor dn precise e doleiioso
melhodo deensinet! V. S. que por mais de urna
nu 100rs. desello. Rio
1858. Brrelo. 3la-
ivos da ordem q da moralidad,- publiCb, apenas
lenho em vista chamar a atlenco da auturidade
competente sobre aprsenlo siluacao da villa de
lguaras.su, e pedir-lhe as iiecessarias providencias
para acabar cniu esla siluacao anormal, o reparar a
plisan injusta de que victima o guarda nacional
Avelina Jos Joaquim de Sant'Anna.
I'm iiieirnsi,.
00 de marco de 1859.
Pl'ItLICVCAO DO INSTITUTO HOMEOPTICO
1)0 BRASIL.
Apoiitaiiientos parn a liisturiu da liu-
iii9'ii|iiitliii |ielo Dr. Sabiim illexa-
ri I.iHljcerit l>iiil>>.
Uespusta ao velatorio do estado sanitario da pro-
vincia de Pemambuco no auno de 185G, apresen-
lado pela commissuo de hyyiene publica.
impreaso no lim do auno de 1857. )
N. B.O artigo, a que se responde, transcrip-
to por paragraphos, que su distingucm da res-
posla por eslarciu marginados e collocados entre
pareiilheses.
nosnm. iioaEOr-A-ruico.
{Couliiiuaciio.J
{ KmGoianua, Gamillo llenriquu daSilveira
.- Tarara ludiguua, homopalha como os de
Santo Anio, lambeiu eslava fazendo piro;- i ||u,
He una sociedade bencliix'ule
mentes e iostruoces para surera distribuidos pelos
seus inspectores dc qnarteiro : os quaes em geral
teem desenipeuhado lo meritoria comniissao, do
lal serte que a morbilidad,' da freguezia de Sanio
Antonio nao lem cumparacao cun a que val ha-
vendo as fregue/.as da cidade.
Desojando, pois, enneorrercom lodas as mnhas
brea* para allivio dos solfriiueiilos dos meas se-
metnanies, OSereco aos Srs. subdelegados os reme-
dios e inslrucciiesiiidspensavei.s para seren distri-
buidas pelns respectivos inspectores que quizerem
prestar-se a laopbilanlropco servico.
Os Srs. inspectores que nao poderem com as pri-
meiras applicacoes conseguir a cura do enfermo,
podcro dirigir-so a niiin. tanto por s, romo por
outra qualquer pessna manida das necesapraa in-
oiiii.ii Oes, que seinpie me acharan promplo a 0,1-
vi-los e ajoda-los.
Dr. Sabino Olegario l.udgero Piiho...
A rala (iesie meu nfloreemcnto, grande nnmom
de inspectores, qner da capital, quer de fra, se
apressarain em procurar e levar a seus qnarleirus
so.-corros lo uoceaaarios,e4com muilo iirazerodigo.
foi lal a dedicaeo dc alguns desses senhores, que
de uenbuiii mudo poderia ser excedida.
Ouaulo an servico pmpriameute medico, era tal
a concurrencia nos consultorios homoopalnieos a a
conuanca quenavia na homeopalhia, que os jaro-
prios enfermos j nao exigam a visita do medico,
apenas sucniienlatamcom a remi'ssa do medica-
Movimento do porto.
\arios entrados no dia\.
Re Grande do Snl4t lias, baaaa braileira Wu-
Ihildc, de ;<5U toneladas, l-npil.io Jeronimu Jos
Telies, equip. 1.1. carga 10,024 arrobas de car-
ne : a Manuel Airea Guerra.
Parahiha 2 das, biale hrasilciro Flor dn Hvasil,
do 2 i tunela Jas, ca pilo Joo Franciteo Martins,
equip. 4. carga loros de mangue : a Antonio da
Silva Boa-1 isla.
\acios sabidos 1*0 dia 1.
Delaware BreaLwterbaria americana Charlen I'..
I.ir, capilo M. V. Al incida, carga assucar
Rio i.rande do NorteLancha brasiler.t Flor d'ms
Onda, capilo Miguel A. do Costa, carga (ami-
das e mais gneros.
Ilusin escuna americana Keng Feshtr, capitn
llolmer, carga assucar. .
sas; creara
bnmeopa ibica, cuja presidencia fra confiada | Tudo isso sabe a popular -inteira ; mas como
ao Dr. Pedro de Alhaydc Lobo Moscozo, lio- uo quero que gmenle vaina a minba palat ra, mi-
re-so o Sr. Dr. Cosme neste eepalho.
-Jllio. -Sr.Aceitando com iiiuiti, reeonheciinenlo
o espontaneo iilfurecmeiilo, que \. S. com o mais
louvat el desinterease acaba de fazer dos aeusaer-
vii-os e remedios gratuitos em favor dos babilant
d.sla nnssa freguezia, que geiucm sob a pn-ss/in
allerradora do ilagello, eu me julgo feliz, por nn
sei dada esla oceasiao de poder com lao valiosos
auxilios prestar aos nieus parochianos os socenrros,
de que lauto precisara. I'arerciido-me Ivoa a idea de
- mopaUaSpi 0 Dr. Sabino Olegario l.udgero
. l'ii,UoJb!l'opat|io. cre-a .lainbem urna 011-
Ira com sso beiiellcenle homop-itbica
< nesla capital, cuja presidencia lhu tra cun-
liada.., (2)
Honra e gloria homeopalhia que s ella tem a
forra de dispertar o coraeo do medico em favor da
caridade A' ella se deve a creacao de duas so-
ciedades philanlhrnpicas.das quaes urna limilandn-
se i Goianna prestnu alli todos os soccorros rompa-
tiveis com as suas (urcas ; a a nutra esleiidcndu-se disliibur pelos iuspeclores do quarleiro os reme-
loda a provincia, no deixou um s dia de inos- dios para aecudirem de promplo a qualquer ataque
Quem liverpassado a tisla pelo Liberal 11. 1,940
de 29 de marco fndo, no pode deixar du ler no-
tado urna aecusacao lerrivel, que um inimgo
oceulto e insidioso lirou sobre roim.
A linguagem incorrecta e virulenta, am que
retVgida essa peca, revella bem que o seu autor nao
passa dc um desses miseraveisa quem se convida
com alguns vintens a lomar a responsabilidade de
publicacoes, cujo alcance nao conheccm, nem lem
meios dc apreciar.
Na minha qualidade do empregado publico, eu
devera chamar desde logo aos Iribuuaes o calum-
niador : se lendo, como tenho razes de o suspei-
lar, nao presentisse ahi o dedo cavilloso e trai-
coeiro de alguem, que de lempos a esla parte acoila
cobardemente a administaaeo dos eslabelecimeulos
de caridade, pelo grande e imperdoavrl delirio du
possuir honra e probdade, que estn cima de to-
da censura, apezar das tentativas infructferas de
rertos espertas, que reclamam a sua retirada, pa-
ra se iiistallarem sobre o patrimonio da cari-
dade.
lima aecusacao lerrivel mu foi feila, repito ; mas
o publico sensato que leia ainda urna vez essa peca
infamante, em que os fados sao amootoados sem
crilerio e sem melhodo, e se convencer de que o
astuto embusteiro, em seu furor de oslentar-me
romo um grande criminoso, usa at de eipressoes
que fazem-me elogio. E tudo porque son regente
dos Lazaros, por cujo exercicio percebe o acuitado
erdenado de zOOjjrs. anuuaes!..
Talvez para causar maior impresso, o vil ca-
lumniador destacnu o acoiileciinento de que me
altribue a paternidade de sua verdadeira dala, que
se prende a 27 do marco do 1856, para o enllocar
no dia 5 de marco do correnle anno.
Uro documento, que abaixo publico, em que os
enfermos sob minha din-ceo, narrara o facto tal
como se elle passou, subscrerendo-o, ministrar
aos leilores urna noticia verdico dc todo o occor-
rido, de maneira a me dispensar dc entrar em no-
vo detalhes.
Entretanto, em relacao a este documento devo
desdo j dizer .os Lazaros sao um estabelcci-
ment publico cuja entrada franca a todo o visi-
tanta. Para que nao se diga que o documento li-
lbo da coaecao e violencia, eu convido a lodos,
quo nislo interesse liverem, a virem a esle hospi-
tal informar-se dos proprios doenles, tanto sobre o
pretendido crime que me impulam, romo sobre a
espontaneidade com que se apressaram em prndu-
zir 110 publico um teslemunho, que restabelece a
minha repuiaro de qualquer lerda, que por ven-
tura Iba tenha feito a infame calumnia. Ver-se-ha
que o grande aconlecimento uo passa de um des-
ses actos de indisciplina, que o regulamenlo inter-
no pune e cohibe, e que a sahida do enfermo Costa
para tara do hospital urna destas medidas que a
prudencia aconanlha, no intuito de prevenir futu-
ros excessos a que um espirito rebelde se pode en-
tregar.
Agora, entrare! n'uma ligeira apreriacaodo aran-
zel do meu gratuito aecusador.
Eu convido a ouem n liver lido a que o leia do
novo ; c usando de toda a perspicacia de que por
ptiblicacao a pedido, publicada no Liberal Periium-
iucano c hoje n. 1910 sobre o regente do mesmo
hospital o Sr. Joo Francisco dc Oliveia, na qual
se quer manchar a honra do dito regente, j se lhe
qiierendu dar a jiaternidade de um acoutociiuenlo
que se den nesle hospital com o doente Jos Theo-
phlo da Costa, e j linalraeule pondo-se em duvi-
da a prohidade do mesmo regente, quaulo ao nosso
trata meato.
E porque os abaixo assignados uo dcvaiu con-
sentir cm ser adulterada a verdade, como fez o au-
tor da publiicacao citada ; apressam-su em esclare-
cer os lacios de mancha a nao deixar cu, dunda a
repulaco daqnelle regente, assim como, que o pu-
blico llque dc una vez para sempre couhecendo o
aiilor.de semelhanle publicaste- como um calumnia-
dor, e que outro fim no tem, seno ver se d'esl'ar-
te pode conseguir a regencia desle hospital.
r.m 27 de marco dc 1850 o docnto supradilo lun-
toupertubara ordem desle hospital quereudo assassi-
nar a enferma Helena, o que sabendo o nosso dig-
no regente den as providencias necessarias, c re-
prehenden severamente ao dito doente Costa, (cis a
allercacao de que falla a sobredita publica, an.; No
da seguate porm enraiveeSdo o dilo do'ente por
ter chegado aoconhecimenlo do dilo digno regente
o ocrcorrido, rehellou-se contra todos nos donde
rezultou ser o mesmo doente ferido rom un leve
arranhao (ao que chama o autor da publcacao pu-
nhalada ) depois do que so poz o dilo doente cm
fuga,
.. Aoca.BO de oias' quizser.o meanio doente reco-
mido neste hospital, mas nos receiando alguma
traieo,imploramos diguissima adminislraeao con-
tra a entradadoldilo doente.emque ellanostteudcu
e por isso seacnaelleno lugar em que diz a publi-
caco referida.
vista do exposlo, j se v que o nosso aclual ru-
gente dc maneira alguma cnoperou para os acon-
teciinentos batidos neste hospilal relativamente
ao dito doente, e que nem nos soirremos privacoes
occasionadas pelo mesmo regente, e pelo contrario
somos sempre bem tratados, quer pelas manchas
urbanas de que usa para comnosco, quer pela ali-
inenlaco que nos d diariamente.Hospilal dos
lazaros* cm 29 de marco de 1859.O ex-regentc Joo
Gomes Rodrigues de Mello.-=Josf Domingos de
Sant'Afina Crrela.^Manoel Ignacio de Carvalho
Bezerri.Joan Gualberlo de O"ii-eiro.=-ranri.o
do Coijtco de Jess Mario Jos.zzzYictor da Silra
Campgs.zzjos flo/ino a* 0ltrcira.=F*f.r Jos da
Sihag=Caelano de Liina.
Correspondencias.
Senhores redactare*.Vendo em urna das colum-
nas do seu jornal de 10 do correnle, um communi-
cado assignado pelo Justicciro, que traz por epigra-
pheos terrenos de Tamandar eo commandanto
da fortaleza no posso deixar de rcurcar coi
mais um brado, e clamor hoje publico, e generali-
sado d'cntre os habitantes de Tamandar contra o
actual c imutavel Sr. commandanto da fortaleza
. ) p (It.-in a m.iuriia ciuuo eu (
feila a demarcaco dc 1812 nos terrenos da finale-!
xa dn Tamandar, c solicitada por quem, viste nao
apparecer em seu cartorio a intitulada lemarcncao,
e nem me constar existir em outro qualquer lssa
cidde, e mesmo por ser Y. Me. figurado nella orno
cscrivo, o permitla-me usar de sua resposla como
mclhor me convier.
Sou dc V. Me. aliento obngado. O padre, iot
Porfirio Gomes.
Tamandar 3 de oulubro de 1858.
lllm. e Rvm. Sr. Em resposla sua presada
carta, permitla-me aqui mesmo responder, verda-
de que em 1842, quando era juiz municipal n Sr.
"r._ Fernando Alfonso de Mello, de ordem superior,
dirigio-se comign na qualidade de cscrivn forta-
leza de Tamandar, e all querondn averiguar os
terrenos da dita fortaleza omendou-se as carcas da
praia que servirn) de corda, e medio-se C00 bracas
para o norte, 600 bracas para o sol, e 000 para o
oeste, porm isto sem pillo nem agulha, e a corda
nao era regular, servindo de pillo ajiidante da mi-
da, < de ludo o proprielari.t o Sr. Eduardo Jos
Tcixcira, e a ludo isto teslemunhnu o Sr. major An-
tonio AfTonso Vianna, que j era commaudaiile da
lorlaleza do Tamandar, e o que posso rosponder-
Ihe, e poder V.S." usar de tuiiha respusta para o
que lhe convier.
Rio Formoso 1 i de oulubro de 1858. Seu multo
obrigadissiino criado, Jos Gomes Coimbra.
Numero 10, rs. lOn, pagou 100 rs. dc sello. Ro
Formoso, 8 de novembro de 1858.Itarreto.J/a-
a*nrcira.
Reconheco as letras c firmas retro e supra por
verdadeiras, do que dou f.
Rio Formoso 12de innembro de 1858.Em f do
verdade. O tabellio publico, .tnoiiio Pinhei-
ra da Palma.
lllm. Sr. Eduardo Jos Teixuira. Rogo a V. S.
o favor de alleslar ao p desta a maneira como foi
feila a demarcaco de 1812,nos terrenos da fortaleza
de Tamandar, "e sollicilada por quem; visto V. S.J
ler figurado na intitulada demarcaco como demar-
cante ; u permitla-iue usar du sua resposla como
mclhor me convier.
Sou com todo o respeilo a sinceridade dc V.
S.* alenlo e obrigado. O padre, Jos Porfirio
Gomes.
Tamandar, 28 de oulubro do 1858.
lllm. e Rvm- Sr. padre Jos Porlirio Gomes.
Perralia-rae responder aqui mesmo : em 1842, fui
chamado p:lo Si, Dr. Fernando AlToiiso de Mello,
quando enlo jui/ municipal, achando-so na forta-
leza dc Tamandar o rao pedio para assistir a una
demarcaco dos terrenos na fortaleza, e eu como
anligo propriclario, que miuhas extremas confinara
pelo lado do sul com nimios herdeiros propieta-
rios, fui assistir demarcaco, na qual nao hnuve
pillo, nem agulha, e nem rugularidado. porquaulo
servi-rau de cordas sipois, e o que acomv-i,i para
dita demarcaco, no lim da qual de parle aoSr.
Dr. juiz, municipal, sendo para cada lado 600 bra-
cas, c o Sr. Dr. fe seus asseulos, e que desuno lhe
deu, nao sei.
Constando-me que dita demarcaco foi exigida
pelo Sr. coiiiinatidauc da fortaleza de Tamandar,
o que realmente se passou, e poder usar de mi-
nba resposla o que lhe conteicr.
Tamandar 30 de oulubro de 1858. Sou seu
obrigado e criado. Eduardo Jos Teixeira.
trar-se dignado lim para que fra creada.
E vos, senhores, oque lizesles t !..... Espcrasles
pelo governo para vos empregar as dilVerenlcs
commissoes !..... o vos preparasles para mais lar-
de receberdes por uieslro : por collega a pai Ma-
nuel! !!..... (3)
(* Tantos doenles, lana mortalidade e Io
grandes recursos, nao podiam deixar de se-
duzir os se.clario do syslema de llaonuraann
- e convida-los a mostrar por mais una vez u
1 publicamenle, qual o verdadeiro resultado
du emprego dos agentes iulinilamente pe-
.- quenns ; mas parece que. mi i de proposito se
- fugia 110 encontr de proposicoes tao seduc-
toras; ,: rniuu em lies circumstaucias nao
seja airoso rucuar, 05 adoradores dn syslema
de .Hanueinaui insistiam 110 desojo de rer
montado um hospilal, nao vendo rom praaer
que s houtessem hospitaes allopalhicos e
por sso forcoso fra dar evaso a lanos dc-
sejos, alim de que no esfriasse esse ardor
que s sabe Icr o proselylismo novo.!
Nao seu o que mais admire neste paragraphn ;
se a incoherencia do raciocinio qu sea tortura por
que passa a verdade !
E' concluso lgica das palacras do Sr. Dr. Cos-
me toe a homopaUia era euipregada em grande
escala e peraule todos nao s em Macei, como na
cidade da Victoria ; e que seus resultados j eran
conhecidos o proclamados por toda a provincia das
Alagaspelo novo da Victoria. Sendo assim,
como diz o Sr. Dr. Cosme que mui de proposito se
f ligia ao encontr de prupurtoes Ida seductoras t
ilaveriam propurcoes mais seductoras do que as
quo encontrn a homeopalhia as Alagas C 11a Vic-
toria E'nntavet esta incoherencia!..... Oue uro-
vas publicas quera mais para cimlirmarem a ellica-
cia dos lenles inhuitamente pequeos '! i.luereria
sem duvida que se abrisse um hospital para nelle
ser empregado a homeopalhia debaixo la insper-
e.iu e direceo da commissao de hygiene, 011 tao
somonte da de seu presidente inleriuo? Mou charo
genitor, uingnem call mais nessa esparrella, desde
que foram conhecidos o provados os fados de en-
venenanientos em doentcs do hospilal de aples,
e das picardas no de Leipsig. Os mdicos homo-
pathas nem precisara do concurso dos allopatnas
em seus hospitaes, e nem estn dlsposts a collo-
carem-se debaixo da tulclla e vigilancia desses se-
nhores.
O Sr. Dr. Cosme use tunda em documento al-
gum para dizer que os adoradores do syslema de
llaunemann insistiam no desejo de Vtr montado
um hospital. Se alguma colisa exislio a esse res-
peilo, uo transpiren fra do palacio do governo.
come, pois, poderia o Sr. Dr. Cosme saber djsso '
De duas una, ou o facln nunca exista, eoimbre
histni'iogrupho apenas o nvelou para ahrilhatilar
a sua historia enmpromelleudo o presidente da pro-
vincia ; mi foi verdadeiro, i entao foi revelado pelo
mesmo presidente. No primeiro caso lemos nina
nivenco de mo goslo, que s por si basta para dei-
lar por Ierra lodo o Irabalho do historiador : no
segundo lemos o dedo do Sr. conselheiro Jus liento
dirigiudo a peonado Sr. Dr. Cosme. Em qualquer
dos casos fui eu a victima expiatoria dos peccados
do Sr. conselheiro Jos Rento ("J.
Santo Amonio, 15 defevereiro
(2) A chronologia esl aqui alterada, pois que a
sociedade Hoiuopathica Beiiellcenle por mira crea-
da, foi nstallada a 13 de dezumbro de 1855 e a de
Goianna foi posterior em 1856. Bem purcebo o mo-
tivo dessa alleraro ; mas quero deixar ao Sr. Dr.
Cosme a liberdade de classificar como quizer o m-
rito desse meu acto.
(3) Pai Manoel foi um prelo volho. Africano, es-
Rcconheco as letras e firmas retro e supra, por cravo, que o governo empregou alguns dias no hos-
JkdJi__. J_______ 1___M i.il-ll ,1.. >..^....1.~ au ..1.......1 .. ..... a!..,.. n...< ni.,.)'.
verdadeiras, do que dou f
Rio Formoso 12 de novembro de 1858. Em tes-
temunhn de verdade.O tabellio publico. ,lno-
io Piuheiroda Palma.
Numero 15, rs. 160, pagou 160 rs. de sello. Rio
Formoso 8 de novembro de 1858.lia neto. Ma-
dureira.
E para constar onde convier, se passou a presen-
te certido, que Manoel Jos Pinto. oUicial da se-
cretaria da Ibesonraria de Fernambuco aescrevi nos
9 de marco de 1859. O ofticial maior interino,
Lu: Francisco de S. Paio e Silva.
Srs. redactores.At hoju tenho passado una vi-
da toda particular e obscura, e nunca pensei que
depois de tantos anrios me 1isse obligado a recorrer
s columnas de um jornal para relatar ao publicu
fados ainda Io verdadeiros, como os que vou pu-
blicar pelo intermedio do seu aprcciavel jornal.
.No da 21 do correnle, chegou villa de Iguarass
o Sr. Augusto Vieira da Cunlia, acoinpanhado por
iltn piquito de cavallaria e por urnas prac.is de tro-
Ia dn liuha a p, commaudadas pelo Sr. tcnenle
us Manoel da Silveira. Desde o dia seguinlc da
chegada dcsta forra abrumas pracas tem rommetii-
Antonio Alfonso Yianna, visto como sallando porci- do, como bem, fer'imentos graves, furtos el
ma dc todas as cousideracoes do justo e do nones-1 Com euetlo, no dia "25 cslrearaia cllesa sua car-
pita! de marinha para enstnar medicina ios mdi-
cos allopalhas, visto que estes andat am as apalpa-
dellas c no maior desaponlamenlo sera atinaren,
cora remedio algum que cfllcazmeiite podesse com-
bater o cholera-iuorbus No foi elle o nico mes-
lie que liverain esscs seuboies ; pois que no Para
lanibem houve um caboculo, cujas lices, recebi-
das com estrepitosos applansos, foraui pelos gratos
discipulosilevadas at os coullusdo mundo Menos
feliz com os discpulos, do que o sen collega do Para,
0 pobre pai Manoel vio-se depois em papos de ala-
linas pagando com alguns dias de priso o arrojado
intento do querer com suas tisanas supplanlar os
eruditos do sueco de limo !
One bellos episodios se passaram no tempo da
epidemia para provarem a insulcicncia da allopa-
1 Ina, e a descrenca dos allopalhas !! E so esscs
homens que procurara ridicularisar-nos !
(") De proposito no tcuhn uesta analyse queri-
do fallar dos mcus serviros clnicos nesla capital,
porque reservo isso para oulro lugar ; entrelanlo
necessario dizer aqui alguma cuusaalim de mos-
trar a inexaclido da propusiese do Sr. Dr. Cosme.
Nnguem cm Pemambuco ignora, nem mesmo os
mens mais apaixonados desairelos que durante a
crise epidmica fui incancavel em soccorrer os inf-
lizes quer na qualidade de medico, quer na de
repentino, vou p-la om exeeueo desde j. Per-
mita V.S. que iiaexpuuso de minha gralido lhe
declare que 6 V S. o primeiro, e lalvez o nico
que nesla poca de egosmo lao generosamente
lem viudo 0111 soccoito da humanidade afllicla. Eu
pc-is em nome dos nfelizes de minha parochia lhe
Irbulo os mais fervorosos agradecmentns. lieos
guarde \. S.
Snbdelegacia d
de 18.^1.
Josi- da l'osiu Domado, subdelegado.
lllm. Sr.Agradecendo a V. S. os 50 vidros de
espirito de camphora e as inslruc.fies para sua ap-
applicaco, os quaes ja foram deslribuidos pelos
mcus inspectores, cuinprc-ine ainda agradecer-lhe
a nova remessa de mais 00, que luto o cunvciiieu-
tc destine.
E miraculoso o efleiln do espirito de camphora
quando se dcsenvolvem os prinieiins symplomas
da molestia e prmcipalmenlo us ataques fulminan-
tes Neslcs rasos anda nao vi inorrer uenlium
doente. Os inspectores se achara reanimados e in-
cessanlemente faxom novas reqwaifeea de reme-
diiis.leceiido mil louvon-s e implora'ndo as heneaos
do co para a pesaos de V. S. pela franqueza, "ur-
banidade e paciencia cora que V. S.,OSaolhee es-
cuta, c sobre ludo pela illimlada caridade para
cun os miseros cholencos.
Presenleuicnle acbain-se ,-incoeuUi e lanos doen-
les na casa que foi de Beranger na ra da Flotcn-
liua, iodos pessoas miseraveis e que eslo no fir-
me pruposilo de no se deixarnm condu/ir para
o hospilal do Carino ; u nao pudendo eu r.-du/i-los
a irem-se alli rornlhcr, rogo a V. S. que os v ver
com a possitcl hretidade. embora ja Icnham rece-
bido os primearos remedios, e os soccorros aliiucn-
l.icius com que V. S. se dignou de coadjuvar-me.
E summamoiiio penosa essa larea ; mas eu nao
quero e uo devo carregar com a responsabilidade
nem do curativo, e nem de fnrca-los a se recibe -
reni ao hospital, avista de um '(acto que ha poco
presencie!.
O medico do quartciro obstinando-se om fazer
transportar dalli mu dos aneciados, contra a sua
vontade, acontecen que ao sabir da padiola para ser
levado ao interior do hnanital, em lugar de ura
doente tirou-se um cadver Assim solicilo sua
preseuca na mencionada casa.
Dos guarde a V. S. Subdelegada de Sanio An-
tonio 20 de fcieieiro de l8jli.Jos da Coila Doli-
endo, subdele-adu.
lllm. Sr. com multo presar que communcoa
l. S. que os cincoeula e qualro doenles da ra da
l'loreiiliiia se achara reslabelccdos sem que tenha
perecido algum!
Inmutas gracas pois sejam dadas a V. S. pelos
incesaaotea ,- nunca asss lomados cuidados e vi-
gilias, que V.S. com clles despendeu. Posso as-
suyerar a V. S. que a morlalidade desla .freguezia
tai sendo agora muilo diminuta comparativamente
com as das oulras fretgueziaa ; e muito mais dimi-
nua poderia ser so V. s. se podesse multiplicar
para estar caboceira de cada um doente ; o seu
esles por amor de s meemos fossum bastante cui-
dadnsns em denunciar us pi unciros symplomas da
molestia : mas ha pessoas que s depois de dous,
trez, u mais dias quo se rusolvem a turnar reme-
dio.-, quando o mal j su acha 110 seu maior auge.
Heos guarde a V. S. Snbdelegacia de S. Anto-
nio 2 de mareo de 1856. Jos da Costa Dourado,
subdelegado.
lllm. Sr.Agora que a epidemia se acha extrac-
ta u que a popula.;.',0 desalumbrada volla sua vida
normal, dever da anloridade comraemoiar os ser-
emos dos cidados que a coadjuvaram em lo rao-
menlosas circumslaucias. E como em V. S. en-
contrei couslaiiluuienlu a philanlropia do medico, o
civismo dn cidado, a generosidadu do abastado, a
nobreza do consciencioso, e a caridade do verda-
deiro chrislo, teuho o desvanecimenlo de poder
em nome dos mcus pamchianos reconhecur, e agra-
decer os relevantes serviros que v. s. presin aos
nfelizes, ja se no poupandu s visitas e consultas
medicas,jafornecendo lodosos remedios, ludo gra-
liiilainente, ja se prestando s exigencias desla sub-
delegada, c ja destribuindo os soccorros pecunia-
rios que a Sociedade Hoiueopalhica Bendicente poz
disposico do publico.
Digne-se pois Y. S. dc aceitar esta expresso in-
genua do meu reeonheciinenlo e ao mesmo tempo
levar ao conhccinieiito da Sociedade Hnraeopalbica
Benclicenle o mais elevado apreco que fai-o da bon-
dade do espirito e da philanlropia dc cada um de
seus uiembros.
Deosguarde a Y. S. Subdelegada de Sanio An-
tonio 15 de uiaio de 1856.Jos da Cosa Honrado,
subdelegado.
llcspondam-me agora pelo amor de lieos os Srs.
Dr. Cosme de S Pereira e conselheiro Jos Benl
daCutiha c Pigiiciredo : quem assim proceden fu-
gia mui de proposito ao encontr de proporroet se-
ductoras f
A resposla dos humeus conscienciosos e impar-
ciaespnr corto que ser em meu favor ; e >'nm isto
eslou Hlisfeilo.
hilo boje d-se a qualquer. porm nao a qualquer
que Camine prodigalisa seus louvon-s. Elle louva,
siin, mas a quem '.' Ao mrito a S ao mrito, nel-
le no ha venalidad, a venaUdade no tem entra-
da no templo de Minerva, nem ser capaz de tentar
\polln. Mas quem son eu para teccr encomios ao
llamen extraordinario, ao Exm. I.aslilbo! Oh! se
-tas nimbas iuipcrfeilas tinbas podesseui ferir-He
os ouvidos \ i se ellas locar pndesseni suas mana.....
|ue dila, que alegra seria para uiim que fui disc-
pulo do poela eximio I porm quo insano en sou
um esperar lal cousa, cu que i em agosto do anno,
prximo passado ondor**coi pelocorrco urna cana
a \. S., na qual ia inclusa outra para V. S. fazer
chegar s mam do Exm. 1 astil Iu. na qual lhe nar-
ra! a miiiucinsameiile os senicns prestados pelo Sr.
Dr. Jaguaribc em favor do meUlOdd desejo que
Y. S. me diga se lal caria receben (*'.
De novo lhe agradece a preciosa dadiva que V.
S. me fez de sua propriedade Urinquedos da Pue-
ricia nessa obra moslra V. S. a sua agudeza, capaci-
dad!; u engenho; acrvdilaMUC pode qualquer pes-
soa, que no aprend a ser lisongeiro ; porm cum-
prindo o seu precelo de repetidor, em 6 me/es a
maioria dos mens discpulos sabia ler ; mas quanlo
dilfereule liamdos das nutras escolas I Osdiscipulns
do melhodo Caslilhii aprenden, a ler; osdiscipulosdu
melhndu velho apremleina Icr. a lossir c a masligar
ao mesmo lempo, e ao mesmo tempo a gagiiejar!
Em algiiinasgazclas desta provincia do Ceara, e por
dilTerenles tezes me tem sido lecidos encomios, os
quaes agradece a V. S., porque ao seu litro os de-
vo ; se lenho sido perseverante e cuidadoso no ma-
gisterio efise 0 meu dever ; porm essa perseve-
ranca tem misler de ungeuho.e quem me emprestara
lI engenhotOsUrinquedos da Puericia; nem eu
quero quo em minha aula se estoma por oulro qual-
quer litro, e qual ser mais deleiloao a insliuclitnf
E para lamentar que aqui os nao baja venda. Ito-
gn-lbe pur amor da infancia e do progresso que
mande por aqui venda a sua obra, que mui pro-
curada.
Para a minha aula quero que V S. maude-rae pe-
lo Sr. Frederico Pimeulcl quedesla portador, mais
50dos seus litros, que bem que uo cheguein para
Indos os mcus discpulos, licar ao menos una boa
parte prevenida, niande-nie pelo mesmo portador o
sello das medalbas que lhe bata encummenda-
do (-).
Desejar.'i que- eu tenha oceasiao para mostrar o
quanlo son dc \ S. muilo affbetuoso criado e ohri-
ga. lis,, mu
Joaquim Frederico da Costa llubiin.
Sobral 13 de fevercio de 1859.
OBSERVACOES tlETEOtlOLOUli'.AS.
m 1. nR \bbil.
VENTO. JERSOHFIUO
a =
1 6 5 0 i' c Qa C 9 ^ "i fa c X 0
- 3 -1 4 S a| " K
nini.
Idam. Cumuhis SE Rcg. 26.1 20.8 7(1 ~1 757.5
9 i 1-- 22.i 82 Sil 757.S
1/2 dia i > 29.4 2.1.5 85 S*
Sdal. Cirros 28.8 23.1 81 8.1
6 > 18,1 22. ."
A noile esleve clara i-un alguusnevneirns, ven-
to SE, bouaie a, e assim amanhemu. ,
Observatorio do arsenal de marinha 1." de abril
dc 1859.
Viscas Ji mor.
Declara(joes.
O lllm". Sr. inspector da Ihesburarin provin-
cial manda fazer publico, que do da 2 dn correnle
era diaiiU- pagara-se os ordenados c maisaespe/as
provinciaes vencidas no moz de marico prximo lin-
do. Secretaria da Ibesonraria provincial de.Per-
uainbucu l."de abril dc 1859.O secretario,.
Antonio Ferreira d'Annunciacao.
De ordem do lllm. Sr. inspector faijo constar
que admillcm-.se para os IratwilmV dese arsenal
carpnicrusde machado, caUeiregMB e torneirns
de lerru, devendo os prclendenles aprescnlareni-sc
para a adniisso nos das nleis a bera cm que pru-
cpiam os Irabalhos, 5 1/2 da manhia.
lnspoecio dn arsenal de marinha do Pemambu-
co em otie marco de 1859.O secretario.
Aexandre Rodrigues dos Alijos.
THEATRO
* DE
Santa Isabel.
EMTPRF.ZA-GERHANO.
Recita evtr~.t asKisnatiira.
S1BIID0 2 DE IBRIL DE 1159.
Subir x scena o magnifico mvsterio em qualro
actos :
C030IERGIO.
l'HM'.V DO RECIPE 1." DE ABRIL DE 1859.
S TRES HORAS DA TARDE.
Cotaces olfciaes.
Cambie sobre Poris 375 a 880 rs. por fre. !KI d v.
Cambio sobre Londres25 l'2 9lld/v.
Descont de letras10 II c 12 0 0 ao anno.
l-r.-.l. lloiiilli ird, presidente.
P. Ilnrges, secrelario.
NOVO BANCO
PERNA11BUCO.
EM 29 DE MARCO DE 1859.
O Baen dcseoflta na prsenle seuiaua a 80 Oao
anno at a praxis de i mezes, e a90/0 at o de 6,
e loma dinheiro em cuntas correales simples nu
cora juros pelo premio e pra/.o que se com enchinar.
laliiii.-cu- \ni<> ll.iii.-o de Pernam-
biieu em 31 marco de xr,u
acarro.
Garanta de i-inissn valor nominal
9N5:*l7s:4l2........701:930J0K7
OL OS
Milagres de Sanio Antonio.
Principiar s 8horas,
assignanles tem preferencia:as seus ea-
Os Srs.
maroles e cadeiras, e
caso queiram, al
hora em diante nenhuma1
erao mandarlos,buscar,
uira ao amo lia. dessa
felamacaoier areita.
SEGUNDl-FEIRnDE'ilnlLDEfl.
(i.1 Itl-CIT V DA ASIGNATURA.
Subir scena o mvsterio em qitalro actos :
GABRIEL ELUSBEL
O! OS
Miagres ilo Sanio Antonio
Principiar as 8 hora*.
Deposilos
tetras caucionadas,
l.elras depositadas.
Ac.-es deposiladas
Letras dcseonl,das.
Letras protestadas.
Aluguel de casa.......
Foriiei-menlo........
Juros...........
lleincssa..........
Saques ..........
Despena geraes.......
Cai'j-o.
Nulas dn Ibesoun, baen, caixa fi-
lial, ouru. pratn o cobre. .
72:1)008000
*">:0ine|20
70:3278913
46:370000
. 3,010:3023817
4:541|SO0
2:10050110
17:713SI05
359S949
3:858?781
MWJ510
801g5S3
531:982*372
Reis. 4,503;1O2S3IO
Capital........
Kmisso........
Depsitos da din-eco. .
Ttulos era rauco'......
Iras por dinheiro n-cebdn a juros.
1.untas correnle simples.....
lamias correles com juros .
Fundo de reserva......
Jos Antonio de l-'igucredo Jnior.
Knnwies v Postor......
Dividendos.........
Pscenlos .........
Le ras a pagar........
Gnmmissan dn presidente e gerentes.
Lucros e nenias.......
. 2.000:IKIO,<000
. 1,900:000 jOOli
7I:000$000
122:097^)13
18:O08gl5O
10:580000
19B:06JO57
18:0218056
15:C98i9
13:3078028
:B:O70.S0OII
07:737j629
4:153R8fil
5:757j127
5006:167
Avisos martimos.
---------------------------------------------------------------------
Para Lisboa segu com a maior breridade,
por ler parle de seu curregnmenlo promplo, a bem
cunberida barca atdKugueza Horlrneia : quem na
mesma quizer carregar ou ir dc passagem, enten-
da-se rom os consignatarios Amorim lrmaos, na
da Cruz n. 3, oucnm o capilo Joan Silverio ltoma-
no, na prara docnmmemo.
O voleiro brgue porluguez deliro, deve sc-
guircom minia breridade para lasaos, tem promp-
ta a maior parlo do cartcgamenlo ; para o reslo
a frete, o para passageirw, aos quaes oftaeef ex-
cellenlns coinmodns, Irata-secom os consignatarios
Amorim lrmaos, ra da Gnu n. 3, ou com o capi-
lo Guilherme Waddinglnn, na pracado commercin.
Para o Hio de Janeiro sahe cota muita breri-
dade a bem conhecida barca Ilecife ; para carga .
passagciros, irata-oe com M#uoel Frapcjscp da Silva
Corrico, na roa do Viga rio 11. 17, primeiro andar.
Rio Granee do Sul.
Saldr brevemeute o brgue nacional Impera-
dor-, capitho Clemente los da Cosl part cinta
011 passagciros, trata-sc cam Domingos Permii,,
Maia, ra de Apollo n. 4.
Para Lisboa
Res. 4,503:1029310
O guarda livros,
Frikcisco Joxqiim Pl hkihv PINTO.
AI.FANDEGA.
Rendimento do dia 1..... 22:1965050
Di-scarregam hoje 2 de marco.
Barca ingieraSoraphiiiamercaduras.
Barca inglejaI.nnanidem.
Barra honoterianaCeliafarinha dn trigo.
Brgue nglczMiicurybacalho.
Barca nacionalYayadiversos genero.
Brgue hrasilciro\ elozdem.
Brgue iuglezThelcsinerradorias.
MOVIMENTO DA ALPANDECA.
Volumes entrados com fazendas 119
< t com gneros 747
Volumes sabidos com fazendas
< < cora genero
218
86T,
Brigue
consignado a
guinle :
z.tilo barricas com balalltao
475
taportav&o.
jlfercurj/, vindo de Terra Nova,
nstoh Paler & C, manliestou o se-
aos mesmos.
(*) Foi aqui inserida no Diario de Pemambuco,
n-mciiido ao Exm. Castilhn e ia ser apresentado ao
parlamento. O mesmo destino tem esta.
(*'| J tudo Tica entregue aoSr. Ferreira, loja dc
(erragens, ra do Qucimado u. 14.
vai sahir at o dia 17 dc abril prximo futuro o Iter-
gantim nacional Despique de Bciris, capilo
Faustino Joo de Carvalho, forrado, cnravilhadA de
robre, de primeira marcha, j tem melado do rar-
regamenlo engajado : para o reato e passageiro-
trata se rom o capilo na praca do commercio, ou
na na da SenzalaNota n. 4, e travessa da Madre
de Dos n. 10.
Para a Bahia.
0 velciro e bem ronhocido palhabote Dous Ami-
gos, pretende seguir cora mujla brevidad'e, tem a
seu bordo melado di' seu carregamento ; para o res-
to que lhe falla, trata-su rom o seu consigualarin
Antonio l.uiz de Oliveira Azevedo, no seu escriptn-
rio, ruada Cruz n. 1.
Para o Rio de Ja-
neiro.
O vchro e bem conhecido brigue nacional *Da-
mo, de primeira marcha, pregado e torrado do
cobre, pretende seguir com muita breridade, tem
parle dn seu carregamanto a bordo : para o reslo
que lhe falla, irala-se com o seu consignatario An-
louo Luiz de Oliveira Azevedo, no seu escrplo-
rio, na ra da Cruz n. 1.
Para o Rio de Ja-
neiro.
O velciro e tem conhecida brigue nacional Falo,
pretende seguir com muita brevidade, tasn parte de
seu carregamento promplo ; para o reste que lin-
fa) la, trala-se com o seu consignatario Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo, no seu escriploiio, ra da
Cruz 11.1.
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i
'^4
3.
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w^^w. nmmmmmfmmm
Diario de Perhambuco.Sabbado 2 de Abril de 1859.
r
W

r
I.
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V
I-
Companliia Pemambucana.
O vapor nacional l'ersiianga, scguo para os
porlos do sul nodia 5 ile abril e rcecbu carga al c>
dia .1 as quairu horas.
Para o Aracalvo hiate Imencirel, para carga
0 liMMgoiiot Irntaic coni Martius \ Irma.., ra
da Madre de Dos n. 2.
Leiles.
LEILAO
ni:
lim rico sitio
Sabbado 2 do abril.
ik
tara leilao no dt cima indicado'do ..... bollo sitio
na pnvoac-ao do Barro, cnin 80 palmus de leslada e
8 bracas definido, lem nina excellenle casa de vi-
venda com 50 palmos de fronte conten! 3 boas sa
las. O terreno foroir ao engenho Peres, e e plan-
tado de diversas frucleiras, sendo jaqneirns frucln-
l*io, inaugneiriis, mli-cor e bstanles larangeiras
nova.- e de muiU, boa qualidade, entre ellas algumas
ja diminudoceseoprcriaveis laranjas. Todo nj.
iie cercad > do lnoeirn. O sitio lira pouco adianle
da eap-olla sendo a casa a i|ue llca alguma cousa re-
iirauado nliuhamonto da rua cerca de 40 palmos e
ja pcrlcnoou ao allocidn padre lira?, Hnga-sc por-
lanlo aos Sr. pretndeme*que lenham a li.nid.nle
le ii examinar alim de lancaiem
nlieiinieniu.
. Monsen & Vinassa npres-
sam-so a (lcclarar [n<> nao po-
dem aceitar a p roe tirara o do
Sr. Francisco de Paula Siqueira
de Sahoia, por ssn (pie seus
ilinilos ara/.eres lhe o uo per-
mittein e a nica scioncia que
liveramde semelhante encargo
Coi una caria do iiiesmo senhor
pie llies foi entregue lionlem
"11 de marco pelas iluus horas :
da tarde. | i
-- Unga-se nina casa torrea rom conimodos pa-
ra nina familia, mi linda rna de Malinas Ferreira,
que liea pinico .lisame dos baul.n. galgados: na
primeira rasa junto ao caes da ponte do aterro do
\ aradnnro, achara rom quem Iratar.
Precisa-se alujar nina ama ipic seja rapaz
para n serrieo interno de nina poquciia familia : na
na daslaiiz.o. n. 41, segundi.andar.
Bernardo Jos
cues, c negocio de confa n
Ilusaiin n. 5
cura i
MtibUia. esevavos c oulros
o idelos.
Sabbado 2 de abril.
Piolo rom casa de wuisigiin-
Bio de Janeiro, rna do
lorian nada dever mi ser respunsa-
vijl nesla prina, un fina della por lilla, IldoSSe,
abono, llanca ou titulo.
OSr. Jos .liiaipirhi Barbosa, advogado no fo-
ro da Kseada un dn nabo, ora assistenle nesta pra-
ca, lein nina .arla nesla lyp.igraphla, viuda das
paik> de Goianna.
No dia 24 de marro prximo passado desap-
pareceram do eiigouho Trapiche, freguezia d.. Ca-
bo, dona avallas com os signaos segrales: um
mellad.i com dinas e .amia pelas, lem nm .alio
napa direiln, orolhas ecahccn peipienas, e junto a
canda lem nina barroca : o niilr.i .' ruco, pequeo,
com algunas pintas de pedrez, lem osdous rasios
rolados, nina cicatriz na coslella direita, o canto ib.
nlhodo nio-snii lad" foveiro. e osla relado na jimia
da man direita : quem delles soubor ou os pegar,
leve-osao referido engenlio, ou nesla prora, na rna
eslreila do llosano, taberna dn Sr. Campos, que
ser rcnimpiTisad.
atiii:\i:i
PERNAMBUCANO.
Pnrordem da presidencia da so'ie.lade (ac pil-
blirn, que amanli.ia :l dn ci.rrenle, as 10 horas do
dia, em urna das salas do l'aeuldade, hav.ra sessan
aspe, al para a discuAsio da reforma dos estatutos.
Se nao houver oniimeio que exige o arl. 5f dos
estatuios vigentes, a siia dispnsi.ao ser sem vigor
na dita senn. Secretaria^f de abril de 1859.0
I." secretario, larodatos. I1. Camargo.
No dial." do brrente fugio da padaria dn abai-
xn assignado nm sen r-scravo de nome Jos Angola,
idade de (5 a 50 ainnis pouco mais ou menos, do
boa estatura, seccodfl corpo, lem nina pema mais
grossa que oulra, proveniente de ervsipellas e os
hombros grnssos, lem o cabello corlado e roslo nm
pon.ro opado ; eslava-se tratando de frialdad.' esta
prelii foi amaro da casa ingle/a do Sr. Bidoulai
e ham conliecido : roga-so a todas as pessoaa em- ;
pregada- na polica ou pessoas por queiu possa ser ;
encontrado, o mandem pegare entregar na rna dos i
Quarteis, nadarla n. 18, aonde sern bem recom-
pensadas do trahallio que o tiiesmo der.
No dia 4 ao amanbee er de 5 do me/, n, p. lit-
igio do Brejode S. Jos termo da villa do lluiqne e
! comarca de i.aranl.nos, o escravn Venancio, eom
de ordem do lUm. Sr. Dr. juz especial do com- i os signapsssguintes: nardo, alto, gloss. cabellos
mercio e a reqoerimnto de Jos Bodrigues Peni-' carapiuhos, sobraticellias cerradas, nariz chalo, bei-
ro, depositario da massa fallida de Donllcy & C, V"',s (?rr>ss>s. [iriiii-iiiiundo a tiarh.-ir, abaixo do iim-
far leilao de una encllente .asa terrea que faz
esipiina natravessa que llca por delraz da ma-
triz do Poco da Panella, na ten-a-feira 5 de
abril uo scu armazom na rua dn 'Collegio n. 15
as NI hnras'rn poittii. Pede-senos Sis. prelen-
deiilcs que lenhnra a bondade de examinar a rife-
ridn casa, para que possaui lmar com lodo o co-
iiharimaatf.
fara leilao no dia cima indicado em sen anna-
zem na rua do Cirtlegio n. l, as II) horas em pou-
t'i, de urna coniphta mobilia, hinca, vidros, cr\s-
laes, pr.ita.uuiaescravae r.ulros objeelos perlen-
i entes a uma familia que se relira para lora da urn-
Miicia: liem como de nina grande qnanlidade de
..liras de Wha o aaia grande aniviiu de caixas de
Imns charutos, ludu ser vendido sem reserva de
pre.i) algum.
LEILAO
Tcr^a-feira 5 de abril.
M. Tendo-se perdido ou furlado un bilhcle in-
teiro da ultima parle da segunda o primeira da
lerceira lotera dn uymnasio Pernanibueano n.
1557, roga-se ao Sr. ihcgoiireiro sendo que saia
premiado de nao pagar sean a Theo.lo/.io de Ial,
morador na rua de Santa Hita n.... que sea legiti-
mo dono.
\. ... ... ,.* 1 ,.
A\isa-seaos devotos to ',,
'- Senhordos l*assos tpie lem 5
I por devocio aconipaufaar o -
: inesino Senlior da matriz :
\ do Corpo Sanio para o Car- \
mo, que venham comprar
lanlernas de papel de lia- :
- das cores para a procissiio -
I de quinta-feiraa noile : na 1
'. loj.i de Xa lineo A' C. na rna I
8 No\ a n. 1 \
>lll*l Y *f>l II -.. *4 >-
l-'iigin lia iinile de :il ib- iiian-n o prelo Juan,
de nae.i Angola, idade de 11 anuos, altura regu-
lar, barba crCscida, ps grandes e cal.-.nuhares pu-
chados para Iraz, fui vestido lodo de pelo por lhe
ni morrido ana senhora, chapeo de pello prelo e
[limo, cosluiiia i-iulireagai-se e per SS0 lalvez. lenlia
mudado o raupa : roga-se a ludas as jiessoas de
polica e capiles de campo que o vireui o prendara
e couduzam rua da l'.ad.-ia dn Rcrife n. l't, que
sr rccnmpeiisar bem o sen Irabalho. Bogo ao
lllui. Sr. comiiiaudante do registre de as suas provi-
dencias, para nao embarcar em algnma embarca-
coque leiiha de sabir, pois em oulra fgida que
fi-z leiiliu evadir-se desla inaneira, sendii-inn eu-
iregue pelu llliu. eapilo, mide preslava protestos,
C e.uitra qiiein 0 pn.leger para seinelhanle lim, e
da mesilla furnia contra quem lhe vender agurden-
le, que o motivo de seus desvarios.
Manuel llibeirn da l.unlia Dliv.ira.
... ., --
Llelogios
j patale inglez de um dos melliorcs
IWhricaiites de Liverpool, chegados
ltimamente pelo ultimo paquete '.'.
e alguns de nova iuvenro cohertos
e descobertos a vontade do possui- ';
dor : em casa de Ark\\!;ht & C, '
rua da Cruz n 61.
Sangrador c dentista.
Joaqun) Bonifacio Mnreira de Paria faz. srieule ao
respeilavel puhlico, que -e acha plolnplo a evereei'
a sua pridissiio como seja em tirar denle., alimpar
icliurahar, eabri-lnsjuntamcnt. ,tem iKilsamn |i
Na padaiinda rua Direita n. 8i, precisa-sede
ii ni amansador
Na padaria da rua llir.ila n.STi, ha para ven-
der um -chndr.i Olil milito Imm uso e por pre.
c.>uim.'dn
Precisa-so de nmn ama verava oa forra, de
u.miar
GASA DE SAIM.
dissiparasdoresde denles.tambem .angra appli- idade. que saina lavar, engu
.-a ventosas, para rujo lim pode -r procurada na para casa do una pequea bnuilia esirangcira: para
rua dairnzdn Becife n. 58, loia de Joaqiiilu Pcrrci- li alar na Passag.in da Mngdal.ua au poda laberna
ra Pontea. cnlre a ponte grande na pequ.ua.
Tendo-se de proceder a inventario nos bens do l'esoj.i- i arrendar um engenho que tenlia boas
finado leueiit.-enr,.m I J.iaquim Elias de Uoura, con-1 lena-, escravos e animaos, a nao se pora duvidaem
vida-se aquellas pessoas que se julgarem credoros pagar algn, annos ..dianiados : conlrala-se na rua
a apresenlarem seus documentos ate o da 5 de a- da Guia li. 04, segundo andar.
bril prximo futuro, para seren rcronhecidos. **cnde-ae per 1 ilnie urna ...ia.\a cabra es. na
Quem liverOs Suspiros Poetirnsdo Sr. Ma- de ^il annos, a qual coz.iul.a o diario e boa ensa-
galhais e quiz.er vende-I..s, queira dirigir-se a e.ia
M
cuiaiiii.
Na rua do Trapicho u. 11, cafe n.tauranl do
conimercio, precisa-se de um bom cozinhero odmis
srvenles.
I
,i.|. ira : m. pateo de S. Pedro n. 8.
graphiii c declarar sita'residencia para ser pro-! Vcnde-ae mullo bom doce seco de caj : na
Soledad.- laberna grande comfronte o oilo da igre-
ja so dir qui ni vende,
raz.rni-se vestidos, casavei|ues e mais porlen-
ces de seiihoras e meninas: ua rua aira* da matriz da
Ba-Vista u. '.ii. Na mesiua casa lambem se faiem
franjas lisas para guaiui. ...s di relroz, la e liulia
de lodis a. lores larguras.
rugi do cenado do engenho J.igual ihe, fre-
guezia de Haranguapii, m.r.\ varea arraposada, e ere- i
Muida por sordo pasto, .'iip'. signaos mais caracte-
risros dar a quem der dclla noticia nu dilu en-
Ama.
Precisa-soda nina ama que soibacoz.inharcen-]
gommarbem, nao se exitar pagai
l.iv lam ule ii. 1, esquina.
na rua .1...
O Dr. Ignacio Pimo Xavier, nroprielaiio da an-
lig.i > arredilada eaaa d. Raudo sita a., nurto da es-
ziuliar I '''"la '''' l,as-|i-"'111 "1 Magdalena, nnlre a ].onle gran
'de e a p.'quena .1.. i.lii.ia-inenim, na mesma re-
sllenle, lem dispuslo os melliores roiumodos para
receber qualqner DeSSoa enferma, e achand.i-se o
sen .'.laluleriiuento na. mais asradaveifl condicoes
liygiellicas; c.inlina a nITerererosseua serviros, af-
Qancando n nielhor Iratnnieiito o a nuior wlo DO
curativa das molestias. Omesmodoutor, lem des-
uado uma sala para partos, cuja ulidade he in-
c.iiile.lavel.
s\o KNc\Kni:c.vros ni i.im. v
Operaroe/.0 Illm. Sr. Jos Francisco Pinto Gui-
niares, i inirgiao di. Grande Hospital de Carida-
de, ruja pericia he bem eniiliecida.
Medico consultante.O Illm. Sr. i nmmendador Dr.
Jos Jnaquim de Mi.rae. Sarment.
Partos.u liba. Sr. lir. Silvio larquino Villas-
Roas.
Pailiiiingia dulrina.0 proprielario dn estabeleci-
i ment,
K diaria ser do l.iKHI a SSMM, conforme a gravi-
dade e duraco da molei i
\. pessoas que enizerein um iralamenlo distinelo.
Coropra-se lima enerara de nuia idade, send"
sadia, sem vicios nwn achaques, ponante, enibor*
Din lenha habilidades: na rua da Cruzado II. ene
u. ai.
i'...nq.ram-.e nm raa de N. o. Bii-berA i'..,
i na da liras n. muras ....p.uil.olas, e mevicana,
...ib.i.ui... i modas p.iriogucxas de tisiuu
Compra-e.....i aluga-se um silin pcrlo da praca
cun i asa de vivenda : a tratar ua taberna grande
da Soledade.
i.i.itiprani-seou olugam-sii > escravos : na pa-
daria da rua Huellan. 21
Vendas.
.\lllll.
i
Precisa-se de una ama de I
las n. 120, nao sodurida pagar hem.
Precsa-se de um caxi-ir de 12 a 1 annos,
que lenha algnma platica, assim como de um Ira-
balliador du mas.eira : na padaria da rua llir.ila
n,24.
Anjos para procissiio.
Na rua da Gru n. 50, por cima do escriplorio dos
Si... Scve rilh.is o. C, veslcm-se anjos para procis-
>o, com o maior accioe gnstn, e commodo preen :
na mesma casa aeham-fce vestuarios bordados, re-
rebidos pelo vapor inglez, c porlanlo qnalquer pes-
soa que queira uma figura, ricamente vestida, p.nle-
r dirigir-se mesma casa, onde sern salisfeilus
seus desejos.
Precisa-sede umeaixeiro para to-
mar conta de uma taberna por balan.>,
a qual faz bom negocio e promette mili-
to temi um bom caiveiro, da-se bom
ordenado ou o interesie na metatle dos
.enh.i.iu m. sitio de Kianciscn Ferreira de Melh
Salgadinh.i, nudo se gratilicar: no nicsm..
: vende- dnasvaccas boas para asngue.
: na rua de Mor-1 Alnga-se nina casa terrea ua rua d N. gi
n. 98: quem quzer appareca na mesma casa
se dir iiueui faz. cssu negocio
pagarn na razan da despeza que lizerem.
Uju llpeaiiie., ...niguesiiga., cnnlereii.ias serio pa
-' irle da diaria.
1858.
I
ira
que
GABINETE PORTUGUEZ
IIK
LEITURA.
A. directora do Galiinete Portuguez de Leitura.
leudo em considera, u a ordem e regiilaridade que
deve haver no estabeleeinienln. avisa ans sonhores
associados, queiram lera bondade de mandar c-n-
Iregar na bibliothoca os livros sabidos para leitura
at n lim de levereiro prnsimo passado.
Secretaria 18de inanu de 1856.O2.*secretario
. Jos F. Ilarrollt.
aparte da diaria.
Passagem da Magdalena 22 de dezembm de
llr. Ignacio firmo Xavier.
as
1 *
'
DENTISTA FRANCEZ.
Paule Gaignonx, dentista, rna das La- <.4
rangeiras 15. Na mesma :asa lem agua e -o
lucros : no caes do Ramos aimazem dos pdentitteo.
COMPAilHIA
ALLIANCE
Lslabclecida em Londres
CAPITAL
Cinco m\\\vos de libras
esterlinas.
Saun.i. rs Brothers A; l'.." lem a honra de informar
aes Srs. negociantes, proprietariu. de casas,
|ueinmais convier, que esto plenamen
Para a qnaresnia.
Vende-se na loja de Nabnco 6l I-. na rua Nova
u. 1. lien, manteletes de seda prea parasenhura.
chales de 1 i.uid preto bordados, basquina- de
Iblond piel.i buriladas, maulas de Mond piel., bor-
dadas e mitras mnitas (azendas p'roprias para a
! quarestna.
\ ei.dein-se ricas e mais inndernas chapelinas
' de seda para senlinra, chapees de palha eufeiladns
1 i'itn pinina., dilu. da palllS eseura e einzenla.
chapelinas de Seda para meninas, ditas ,|e palha,
| chapdos de palha eufeiladns para ineiiiui.s, dilns
de palha, gorros de velludo para menims, chapaos
de castor pcetoeom pello turma inglcza, ditos bran-
cu raspado, dilns de seda para honiem, chapeos du
Chyli para homome meninos: na lua de Nabuc
&C., na rua Nova n. .
\ en.le-se na luja de Nabnco \ t'.. na rua Nova
u. 1, casaveques de fustn branco para senhora a
; 18a), ditos de iniisseliua a 12g, ditos de cambraa a
' ?, dilns de iislau branco para meninas de 8 a 12
annos a 1 ,S. ditos de cansa lisa com lucos e ren-
! das, ricas sabidas de baile de casemira bordadas a
! velludo prelo e dt COKS, proprin. para gila e ca-
saveques de senhora, ricos enfeitesdo froco, filos e
I de reiruz para senhora, e oulras m.lilas fazeudas du
gusioque .. veiidem por procos commodos.
\ endem-se capachos grandes e pequeos pro-
prios para sala: na luja de Nutico & C. na rua
' Nina n. .
Vende-se una armacao inda enridracada, p.n-
i valor de madcira e vidros, e mais um armario : na
rua d.i Cadeia de Sanio Antonio o. 11 B.
Senhor Bom Jess das Do-
res em S. (oncalo.

A rnmmissan em nome da mesa regedora convi-
da a lodosos seus irmos, para lomar opas ib.min-
go :l de abril s 2 huras da tardo, que lem de a-
preseiilar a vista dos liis a milagrosa imagemdn
Senhor Hnm Jess dos Pobres Allliclos no banroda
Boa-Vista.iodo Haitoel Lino ra liosa, soeretario.
Srs. Nascimento Lemos, se dir' cotn ,
- ...
-.
K
no
LEILAO
Tres predios
higo de um lado lima sieairiz de una finada, no
p.iln de um dos ps lem urna cicatriz de um lalho,
idade pone, mais un menos de SSannOS, ofDcial de
sapaleiro e milito divertido, o abaixo assigna-
do pede a Indas as autoridades policiaes o capilar,
de .ampo .pie .. pegeme avise oh mande ao inen-
cinna.b. lugar .pie serA bem rociimpensadn.
Anionio Cavalcauti d.- Andrade.
Toalhas adamascadas.
Fio de vela.
Fstopa.
Vendem-se em casa de Arkw-
reg 11 Si C, rua da Cruz n.
(i 1. por barato preco.
AMA.
Pveeisa-se de uma\n*ela
eayUiva de meia idade \ava
uma de casa de nu&ito \>onea
i'amiiia : tratar na rua do
Queimadu u. ACi.Voj-a.
CASA DE iUMIOS
Confronte ao Rosario, ruiifeilaria39 A, receheu-
se doce lino de guiaba.
=r Na Passagem da .Magdalena, entre as dnas
poules, aluga-sc urna escrava mi pessoa lirre, pa-
ra .. servir exterior de nina familia : no sobrad.,
direita da estrada e delrunt do r.ajiieiru.
AMA.
Sogunda-feiraU de
PELO 4GE.NTK
abril
\e.le eslaheleeimeiilo de
al as 10 no 11 horas da uuile
aromticos, ditos de choqnt
lao grande, ullidade h.ner lodo
hamos fros simple. .I.- agna ron
huviseo, baubn. in.irni.s simpl
dicinaes sulpfforosos salgad..s, viudo, de Par
\ au.juelin e IVIlelier Pai & Pillms.
r.liBniauu.s a allenrin dos lllnis. Srs. llrs. ein medicina para e.le
faciliiar-llics algnma.. curas importantes. Ha lugar reservado e romp
indias.
lias desde as fi lloras da niauliaa
lile da Inuipanhia do Itelieribe, dilns
aromticos, assim como banbns me-
tas miii acreditadas pharmacias de lies. Sarband,
e.lnheleeimeulo, que peder
lamente separad., para as ta-
quera deve-se tratar.
Arados americanos e machinas pa-
ta lavar roupa : em casa de S. P. Jolins-
ton & C. rua dn Senzala n. i2.
Precisa-... alugar urna miilher f..rra ou rapti-
va para .. servico interno de urna casa de familia |
na rua Nova n. 30.
Desappareceu urna caima de carreira, malri-!
rulada com a letra Mina tabnq de p.'.pa : quem a li-
ver adiado ou dola liver noticia participe na ruai
da Cadeia n. 13, escriplorio de Claudio Duboux,
que ser recompensado.
Precisa-se de uma pessoa com ha-
biltnc"ie bastantes para contramestre
em loja de alfaiate : na rua da Madre de
Deosri. ."56, primeiroandar.
Francisco de Paula Figucira de Sahoia vai ao
Coara" a Iratar de .ua gande, e deixa por sen. procu-
radnres eml." lugar ao Sr. Francisco Ferreira Go-
mes de Menezes, em 2." ao Sr. Franjsiacn Jos dos
Santos Jnior, c em 3, ao Sr. Monsen \ massa. -
Na rua das Criizesn. 2, precisa-se de um me
nio para eaixeiro, o qual aliance sus conduela.
Precisa-se de 1:6008 a juros por 12inezes, dan-
do-so por garanta 5 lindas crias de 1 a 27 anuos,
uiulaliulin, mulalluhas e crioulinlias, ludo por urna
e-.ripiura de hypotheca : quem liver e quizer dar leguas de distancia d'.sla eid'ade ao lempo de sen
aiinuucie para ser procurado. falleciineulo, islu em 1856 OU18G6: na rua dn
F.usebio Antonio Marques relira-sc para a Ku- Vigario n. 33, ou annunrie por e.le Diario.
ropa. Ilobert R. Vales, subdilo brilannico, relira-se
O abaixo assignado faz scienle ao rcspeilavcl para Europa.
puhlico, especialmente ao corpo de commerrio, e Precisa-se de nm feilor para um sitio perio
ans .eos amigos, que por haver um nulrn de igual da praca a tratar na Iravessa da Madre de lieos,
assignaliira, alm de oulra roii.ideracio, a'ora em annazem n. 21.
dianle em lugar de Jesuino Carnciro da \llniquer-
que se assignar Jesuino Carueiro da Cunha.
O abaixo assignado faz. presente ao respaila- !
vel huhlien e especialmente a Ilustre corporacao
cnmmercial desla praca, que desla dataem dianle
gvrar o seu escriplorio cnmmercial de comniissoes
agrenla oespeculaccs na na da Madre de Dos j rlandim do Regol.ima lira passaporles para den-
n. 7, snb a Urina social de llego & Alincida : por I tro O tora do imperio, por commodo preco e prs-
ter o abaixo assignado admllido como sen socio ao leza : na rua da Praia u. i:!, |irimeiro andar.
Sr. Augusto liuinii de Almeida, o qual licar en- l.ava-se e eng-unma-se com derfeico, por ba-
carregado de loda a gerencia da dita firma. Ile.ife rato preco, e mais do queeiu oulra qnalquer parle :
1." de abril de. 1859.Jiwi Ihiarle Olireira llego, na Camina du Carino, lado esquerdo n. 40.
I'm honiem habilitado a sor'.sonhor de euge- No dia 2!) de marco, l." e 5 de abril, depois
nho, arrendou um engenho distante desla praca !), da audiencia do Dr. juiz de orphaos, lem de ser
leguas, e cuiuu acha propones no engolillo, para i arrematado por arreudameulo anuual o sobrado de
grandes safras, convida a irdalquer senlior desta, 12 andares silo na roa Augusta n. 2, perlencente aos
que lenciuiia arrendar engenho para urna snciedade herdeiros do finado Joao Francisco da Cruz, a re-
genebra em Trasqueiras especial para cusa
de particulares.
Precisa-se de nina ama para comprare cosinhar:
na rua Nova n. 31 loja de ferragem.
Predsa-sede d.nis amassadores que hem on-
Iciidam de sua nllicina, poga-se bein : na rua Impe-
rial n. 37, padaria du Campos.
Uratlllca-so com itloOU a pescoa que der mi-
licia exaela do lugar n'esla provincia, onde fallecen
Roberto de Aranfu, natural de Sanlarem em Pnrlu-
;al; do qual apenas consta, que resida a 3 ou i
UI lilil' III ai. i .
Agencia de passa-
porles.
Vendo-so a elegante casa terrea com sotao na
I ..risa- r"a '!" Palacio do Rispo, com bastantes commodos,
dos pela dita companhia para uVciuar seguros so- edillcadaha pouco lempo, com um grande quintal
bre .diluios de lijlo epedra, cohertos de lelha e com bastantes arvoredos de frnctos Indos nimio no-
igualiueulesobrensobjeclnsque cnnliverem o.mes- 10s. "m;l excellenle cacimba com boa agua, tendu
musedillcios.querconsista emmobiliaou emfazen- ll,u Pnr,r, pata a rua dns Pires, c os pretndanles
das de .lual.pi.r qualidade. pnderao examinar: a Iralar ua praca da Boa-Visla
\rrciiita-sp um sitio com exceiteiita casa de laberna.
> venda nu lugar da Tune.i m.iigeiu dorio l.apiha- \ eude-se urna escrava de 30 annos, por ne-
ribo confronte i estrada do Manguinho, cuja casa cessidade, cn/innako diario de urna asa: quem
alm de ser edificada com mnilo gusto o ser collora- pretender dirija-sFa rua do Fagundes confronto ..
da em um ponto de \ isla agrada! el Unto por della "obrado n. 1(*. que adiar com quem Iralar.
avistar-se indas as casas da Capunga, Passagem o Em casa de Brender a randis &
Ponto de LcliOa, conlui Isaas do 30 palmos qua-jc., rua do Trapiche Novon. 16, vendem-
diados cada urna, s.ndo 3 forradas de neo panoli- .' .. r ,
o teclo d, estuque, 11 quarlos, sendo 5 forrados de se Charutos da Baha da aiamada marca
papel c o tocto de estuque, cuzinha fura, bastante forma de Havana, primeira qualidade;
espa.osu, cucheira para:, cama, quarlos de i lia-
do e de pretos, eslnbar.a para 0. avalles, casa para
galliuheiro e auimae.. domeslieua, 1 cacimbas, urna
com excellenle agua de beber, oulra com bomba,
; da qual deila agua para a casa de hanhu que Dea a.. |
; p, jardim com figuras e jarros de lenca linos, mu-
radona fenle com porliio de ferio, bata de capim
que suslcnla anuual don. ij\ allos, pomar'de laran-
geiras, si-lelas cdciiuibign, alm de oulras fruc-
leirasdo pait: os preteodentes dirijam-se ao aleo
da Boa-A isla u. 2, segundo andar.
Pelo juiz de orphaos desla rulado ir praca
de venda a casa terrea da rua da liloria n. 41, ava-
hada em l:l>0Oj>, a requerinienlo dos herdeiros do
fallecido Francisco Leandro do llego, pela ultima
vez, sexla-feira, na terecira audiencia do uicsnio
juiz...
Precisa-se de una ama forra ou captiva para
casa de pouca familia : na rua do C.aldeireiro n. 60.
Ollerece-se para caix.iro de escripia ou tam-
lieni fiara ensillar primeiras lenas em qualquer
parte desla provincia, um moco bastante habilita-
do para taes empregns, o qual j foi estudanle, tein
conhecimenlo do alguns preparalurios, e sabe lr,
escrever e conlar : quem delle precisar, queira
annuneiar sua morada, ou dirigir-se a rua dos l'ra-
z.er.s. casan. II, que se dir quem e.
Precisa-se de uma ama para cozinhar e engoiu-
inar na rua Nova n. 10, loja.
Precisa-se de urna ama forra ou escrava, que
saiba cozinhar e ciignnnnar : ua na do Labug n. :l,
segundo andar.
(l referido agente rumpclentemcnle autorisa.lo
pelo Sr. Manoel Franciseo de Anuda, far leilao
no dia cima designado e pelas 10 horas da ma-
nida em scu armazcm rua da Vigario n. 11, dosse-
giiinles predios silos na cidade de Olinda porten-'
i-entes ao dilo senhor, todos com exccllcnles acom-
modacoas para familia, o de interesse para arren-
daueiii.i por serera lodos edificados em chaos pro-
prins, a siiIht :
lina casa terrea de pedia e cal, sita na rna da
Boa Hora, com solio, u-ndo 20palmos de frente e
00 de fundo, quintal amurado c com um Ierren..
do lado do pnentc amiexo dila casa.
I'm sobrado de um andar silo na rua de S. Berilo
rom 45 palmos de frente e 86 de fundo, com dnas
salas, 3 lujarlos ecoxntha, e o quintal em nlierln.
lina cusa terrea de podra ocal sila na ladeira
da llica de S. Pedro Mariyr com :!9 palmos de fen-
le (10 de fundo.
lispreteadi'iiies podero desde j examinar as
dil.ui proprpdades, ejtpfa unaesquer isclaieciinen-
H>.s qtfjan>*e ao mejiaiouadi) agente, que ludo Ibes
ministrara at a hoiublcilau
L
Terca-feira 5 de abril.
PELO AGENTE
PRECO DOS HANIIOS.
Trinis carios para hanhoS frius cun lene.'.l de de linho.....
Qninzc dilns dilo dito................
Solo ditos de dito. .................
Trila ditos para l.aiiho morno de choque, chuvisco ou far.,b. com
leiul de linho o In.ilha propria............
Quinza diins dito ditc................
Solo ditos dilo dito..............[
(ni banloi avulso fri 011 morno com lencl e tualha......
Dito aromtico, mais n valor da essencia..........
Banho medicinal artificial salgado.........J .
Dilo dilo dilo de Viehv.............-I
lulo dilo dito de Barege..............i .
ps abaixo as.igua.lns esperam merecer a coadjuvacuo do respcilavel publico, e advertem, que o.
carines au ^t,< Iransferivois.
Agiiiar i Frtitt,
lSOOtt
sjoon
4J000
2HSHII.I
lOjfilNI
5|onn
IfOOO
IJGMI
2JKH)
2fD00
emparelhaudo 8captivos, queorendeiro lem ani-
maos e ludo mais preciso, conforme o negocio que
lizerem ; c d muilus cunliecimentos na praca e no
malo : qualqucrquc teucionar este negocio annun-
cie para ser procurado.
Auloniu Fcrnandes Fradique relira-se para
Portugal.
Precisa-se de dous homens portuguez.es, sol-ff
leiros, para trabalharem em
praca na rua da Cadeia de
. '. >,:-:
IMIIHAS PRIXKISAS.
Adereces de brillan- ;...
:. les, diamanto, o ponda., -
'.': pnlceiras, allinoles, briii-
. eos o rosetas, bules e .
' annei. de dilforenles gos- '
"_ tos e de diversas podras '
.' de valor. ',
Conrpram, vendem, on
,.. Iroram prata, duro, bri- -
' Ihantos, diamantes o pe-
lulas, o unirs quaesque _
t jnias de valor, a diuhei- '.',
-' ros OU por obra..
.

NORMIIU DIARTE
I nja il' niirives
RUADOCABUGA' NI-
Rcebera por lodos os
vapores da Europa as
obras do mais moderno
gosto lano de Franca
como de Lisboa, asquaes
vendem por pjec com>
modo como coslumam.
OL'RO i: l'RATA.
Adrelos coniplelos do
*k ouro, monis ditos, pul-
J eir., alliueles, brincos
i o rselas, enrdes. Irn- i
.lilis, meiiallias, curren-
i., o enfeiies para relo-
- gio o uniros mtilos ob-
jectos de ouro.
Apparelbos completos
de piala para che, ban-
H dejas, salvas, casticaes,
ciillni'es de sopa echa c
.. inuilos uniros objoclosde
" piala.
T.'i'T
DENTISTA DE PARS.
T
Irederieo Ciautier9
quorimento do tutor.
Aluga-se um b.mi esesavo para todo o servico :
na ua da Cadeia do Recite u. :>C.
Precisa-se alugar urna pela para o servico de
uma s pessoa : na rua do Aiuoriiii n. 38, segundo
andar.
Attcneo.
Alnga-.e uma grande casa terrea e de solo, na
n um sitio peno desta:|.Uh dos Ratos, ciiendo 1 salas, 2 gabinetes. 7
Santo Antonio n. 1 f. quartos, cozinha fra, cacimba, quintal murado,
0 Sr. l.eorg.i Fredunck Collier, relira-se para propria para numerosa familia : a Iralar na mesma.
a Lurnpa. I Jos da Silva Saraiva vai a Kuropa, o deixa
0 Sr. T. II. P.ronne, relira-se para i Europa. por seus pmciiradoros, em primeiro lugar Jos .VI-
O Sr. Thoniaz Uevaood, relira-se para a Ku- vos l.ima, em segundo Francisco Jos da Silva Sa-
mpa. raira, e em tereciro Patricio Jos da Silva Saraiva.
A mesa regedora do Sr. Bom Jess da Viassa- l'KRDA .
era na Santa Cruz da Boa-Visla, avisa aos irmos Quarta-fcira ;30] a uoitc, da rua do Vigario ao
desta mesma irmandade para comparecerem na ihealro de Santa Isabel, pordeu-se urna pulseira
nnssa igroja no da 3 de abril as 2 horas da larde | de ouro de lei do seguinU modello : laro liso puro
liara arompanbar a procissiio do Sr. Bom lesos dos
Allliclos, que sahir de S. Uoiiral.Antonio Airen
i Ma.
No dia 31 de marco do correnle anuo, da. S
para s 9 horas dn dia,*perdeu-sc una carleira enm
1 i I em papel, desde o aterro al rua das Plores :
quem a adiar lenha a bondade de a levar a tanoaria
Ja rua do llondego n. 37, que ser recompensado.
Os amante, du boa pitada acharao sbmpre ra-
p fresco, princesa do Rio, grosso o meio-grosso, o
tiraron : no aterro da Boa-\ isla, loja nova n. 74.
com um anncl lavrado : quem a acliou, querendo
entregar ao sen verdadeiro dono, dirija-se a rua do
Viganon. lll, loja, quesera recompensado.
Nos dias SPdO uiar.;o, l.'e 5 de abril, depois
da audiencia dojiiizude robaos, lem deserem ar-
rematadas por arrendamento anuual as casas ter-
reas silas na rua uo Alecrim lis. 14 e 10, dila na rua
de llorlas n. 7S, perlencLiiles aos herdeiros do lina-
do Jos Mara de ,li .o. M.ni./, a reqiieriinento do
tutor, sendo a arremalaco ctrectuada mi praca do
dia .
tn SEGURO CONTRA FOGO
NORTHKHN ASSUKANCL COMPANY
LONDON.
CAPITAL 1,500,000.
Agente C. I. Asttey c C
Offerece condicoes muito favoraveis e premios
moderados.
flesappareceu do porlo da rua do Sol um pran
chao de aiuarcllo : roga-se a quem o adiar un des
cobrir aonde esliver dar parlo na rua Novan. 71,
que lera OS de gratifica, o.
Ac
Grande sort ment de fa-
zendas pretas proprias
da quaresma.
rt
Honrado com a nmllanea de Mr. lieorge Bnnd,
que se retira para Ku ropa no prximo panudo, ..
referido agente far leilao de lodos os movis o
mais objertns de Iralamenlo na casa de campo jun-
to a residencia do Sr. cnsul hospanbol uo
MO.MRIUO
onju Irilio Ber f'-iti no'da ncna designado i- pulas
12 huras da ninnhaa, coostaiidu
he
Mesas redondas, ditos para costura, ditas para
juntar, cadeiras simples, dilas de balanco, ditas de
espajdaj, sotas, apparadores, mesa clstica, urna
ri*aBeJegariJ*crtiha, camas de ferro, quadros,
ornamentos de alabastro, candieirns. lanlernas, es- cirurgiao deutisla, com pralica de seis anuos nu Rio de Janeiro e Iros na Bahia, alem do quena sua re-
polhos, relngios para cima de mes, lavatorios, cente viagem a Franca pralirou dous annos comn ajudanle nos gahinelus dos primeirus dentistas de Pa-
guarda-comidas, apnarelhns para jantar e nlmoeo, ris; c enriquecido dns aperfeiroamentOS e descube ras mais modernas que se tem feiln, lem a honra de
Irefl* dacosmha, selins inglez.es, I cabriolel para annuneiar ao respcilavel e illuslrado publico que. acaba do chegar a esta cidade aondj? pretende lixar a
qutilro pessoas, com arreins p um cavallo, um rico i s,,a residencia e praticar Indas as opera.-oes da sua arle, taes como limpar, limar, chumbar e tirar den-
ipparclhoelocloqirala, facas, garios, rollieres, cas- '''?. Irabalho osle que execula com sumraa habilidade. Chumba denles com Ol RO PURO quinlo o per-
miltem n estado e a conformadlo da caria, o nos mais casos emprega uma nova composii o branca como
o denle, fazendo corro coro elle, com a qual a rhumhagein se faz. sem presso nem dures, o que nunca
se altera nem muda de c.'.r. enlloca denles arliliciaes com perfeico al boje desconhecida nesla cidade
os quaes imitam lamhem os naluraes que nio se podem dillerencar e preeurheni todos os seus fins, lan-
o para a falla e a masligaco como para rompr as feices do roslo. Por sao, julga-se oslar em cir-
. umsiancias do allrahir e merecer conftanra, e convida as pessoas entendidas a dignarem-se honra-lo
com a sua visita para se conveuceretn da superioridade do seu llabalh.
A.ha-se nn seu gabinele todos 09 dias das 8 horas da manlia al aomeindia COVI CERTEZA, B
at as 4 da larde quaudo nao liver de ir em casas parlirnlares.
linaosv futras o onlras muilus ohjecios.
As 11 horas da manha do dia dn leilao haver
imiiibus especial no lugar do costme.
Avisos diversos.
Precisa-se alugar urna prola escrava que sai-
lia fazertodo o scrvicodoiimaoasa : im Rcrife, rua
dat'ruz n. 31.
.-* Alng-..e a loja do sobrado da rua Direita n.
121 para morada de algum hnmem solleiro : a Ira-
lar no mesmo sobrado.
Aluga-se uma rasa terrea na roa do Moudegn
n. m ; os pretenden tes dirijam-se a rua de S. Jos
ii. -I-, que acharao com quem iralar.
0s$mm?tm.
o llr. Lasanova, avisan quem possa inleressar
que haveodo delermtuadn fazer urna viagem a Fran-
ca, lem vendido todos os medicamentos que exis-
tan em seu consultorio; purom au se tendo rea-
lujada, essa viagem, lem novamenle recebido de Pa-
rs, urna ontra collecro de medicamentos inleira-
ineul.; novoa, e os mais bem preparados possivel,
cilio lambem carleiras mui ricas o livros : assim,
q. 'iu desoja os vaNarteiiosmedieainentos pode pro-
cura-liw em son consiiltoriu Inuiieopalhico em Per-
iianibui-ozo rna das i.ruze.s ii 28
pr HOMEOPATHIA.
PRESERVATIVO C0MRA AS BEXIGAS
ATHTO l'AR.l TOBOS.
Hemethorprevenir o mado quecura-lo
I.avrnndo actualmente a pesie de boxigas, pos-
suindo a homeopathia meios efiieazes para preser-
var detio lerrivelmolestia,faco d.stiibui-las gratui-
lamenle a todas as pessoa. scindislinco de rico ou
pobre, todos os dias ul.is desde as 10 horas da ma-
uhaa at no nielo dia. A experiencia meaulorisa a
affirm.ir, que iodos aquellesque Gzcrem uso de taes
preservativos l!carfo isenlos do mal varilico e
que, qiiarido por ventura nlguem chegue a soffrer,
as pisima, nao ser., nem milito numerosas, c nem
de m qualidade. Nao necessila resguardo, apenas
abslinencia do caf preto.
i'.misiillorio Central Homeopathico roa de Sanio
Amaro ( Mundo Novo ) u. G.
Dr. iafrino 0. /.. Pinhv.
i PEDRAS PKEC10SAS.
Aderccns de brilhanles,
diamauies e pendas,
pulseiras, alliueles, brin-
Lft eos o rosetas, bulos o
aunis de dilferenles
go.ios e de magnficos
brilhanles.
Comprara, vendem e
trocam prata, ouro, bri-
llianles, diamantes e pe-
ndas, e uutrasquaesquer
jnias de valor, a dinbei-
ro ou por obras.
5SSrS333
Xelimaim & E. BIiiiik
JOALHEIKOS
Hotel Uigzsalan. A. *<
Recplieni por lodos os Mipo-
IftS da Europa c d Rio de Ja-
iiciro obras do mais moderno
'".oslo, lano de, Franra romo
% desla ultima capital, as quaes^
^\ciidem com toda a garantaj
n;i qualidade dos metaes ti
?das pedras, e pelos precos^
milis commodos possiveis,
! lendo se ni pre disposicao dos..
i fressuezes um helio e cariado
01 lid E KEI.0GI0S.
Aderecos completos de
ouro, meios ditos, pnl-
ceiras, alunles, brincos 55
e rselas, cordoes, Iran-
celins, medalhas, cor-
rentes, enfeiies e corren- '
toes de ouro para relo-
gios, e oulras muilas
obras de ouro e de coral.
sortimeiito.
Relngios palete inglez
5 dos melliores fabricantes,
ditos atsaos, tanto de
" ouro como deprata.chro-
nnmelrns o meios chro-
nometros e lambem re- X
logios horisnntaes de ou- ^^
ro c de praia. Vendem o 'Jb
trocam. i \i
CASA DE SALDE
SUA Ertl SANTO AMARO.
DOS
Neste estabetecimento ha as memores acommodacoes para se tralaiem docntes dnqualqu
_1
Neste estabetecimento ha as melhores acommodacoes para se tralaiem docnte.s do qualquer calhe-
goria e sexo.
A diaria menor he de 28500, devendo o pagamento ser feilo por quincenas adiantes.
Haver n maiorelo o empenhn no tralamento dos doenles os quaes sero visitados pelo menos1
ditas vezos por dia pelos mdicos proprielarios do eslahelecinionto.
PERNAMBCO
CIDADE DO RECIFE
COLLEGIO D'AURORA.
DIRECTOR 0 PROFESSOR JUBILADO
Silvano Tiloma/ de Souza Magalhes.
O director desle estalllo, iincntn avisa aos senhores pas de familia e com especiali-
dade aussenh'ires pais de seus cullegiaos que se acha reslahelecidu de sua Mude, assim
como na conlinuacio da directora de seucpllegio.
Seiiiprc.solicito no melhorainento da insliuccao de seqs di., pulo., qual dedicado
a 22 uuiins, aprsenla agora ao espeilavel publico ni resumo u quadro da reforma, que
julgou adoptar para o progresso da oducaco da mocidade que lhe confiada.
Artigo 1." A iustruei ao llca dividida em tres classes ; sendo primaria, secundaria e
recreativa.
Arl. 2." A inslruccao primaria compreheudo:
1." lar o escrever ;
2." Principios geraes de moral;
3." Doulriiia clirisl ocivilidade .
1 Kxercicins grainmaticaes.
5." Nocoea de arithmeiica ;
6." Seii dcsenvolvimeiilo em applicares praticas; quer em inleirns o quebrados,
quer ein d.'Cimacsc regrasde proporcao ;
7." O sistemados pesos e medidas do imperio;
8." Kle'menlos de ROOgrapbiae historia, com especinlidade a dn Brasil ;
9." i.eoinelna redilinea.
A cadena de inslruccao primaria regla pelo Sr. Manoel Francisco l.oelho Jnior.
Arl. 3 A inslruccao secundaria compreheudo :
1." Analvse da grammalira philnsophica de lernnynin Soares Barbosa. Ksta cadeira
. i.gida pelo Sr. Manuel Harliosa de \raujn, acadmico do primeiro anuo da faculdade de
direito desta cidade e professor jiublico da provincia de Sergipc ;
2." I.atim.Esta cadeira regida pelo Sr. Manuel Francisco Coelho, professor publico
da freguezia de S. Jos ;
." l'rancez, lido, escriplo e fallado, lisia cadeira a regida pelo Sr. Dr. em bellas le-
tras Jnaquim de Oliv.ira Souza, professor particular;
i." Inglez, lido, escriplo e fallado. Ksta cadeira 6 regida palo Sr. I.uiz do Nasciinen-
tu Mavignor, acadmico du segundo anuo da faculdade de direito desla (dado:
5." Arithnietica, algebra o geometra. Ksta cadeira regida pelo Sr. Dr. em medi-
cina Augusto Carneiro Moiileiro da Silva Santos, professor particular;
6." I'hilosopliia racional e moral. Bsta cadena regida pelo Sr. padre mostr
Joao do llego Honra, professor publico do liceo da provincia da i'arahiba c acadmico do
terceiro anuo da faculdade de direito desla cidade ;
7." Hhelorica, poelica e analysc dos classicos. Ksta cadeira regida pelo Sr. llr.
Anioniii Rodrigues forres Bandeira, professor publico do gymnasio desla cidade ;
8." tieographia c historia.
Art. 4. A inslruccao recreativa comprchende :
1." Ilausa. Professor o Sr. Manoel Francisco de S.uiz.a Magalhes;
2." Msica vocal e instrumenta!. Professor o llun. padre nicalro Primo Feliciain.
Tacares ;
l." Desenlio.
Arl. 5." Condicces de entrada :
l'rloanno lectivo em quatro pagamentos adlanlados;
Os alumnos iulernos a quem o director fornecer medico o botica, pagario re-
gulando cada quartel na razio de 105$................420)000
Aquellos rujospais fornecercm medico c botica pagario regulando cada quar-
tel na razio de 00$......................3608000
Os semi-internos pagarao regulando cada quarlel na razio de 54j. .2163000
Oscxlernns pagario aiiianlados mensalmenlc por cada uma das aulas. 5*000
Art. 6." O collegio d gratis todos os alumnos internos o semi-inlerdos uma aula,
todas asmis serio pagas na razio de 5jem quarteis lambeni adianlad....
O director apioveita o ensejo nao sd para anda desta voz agradecer aos Srs. pois do
sen.? alumnos ..honroso concedo que aclle sempre han depositado, como lambem alfiancar-
Ihes que sen. disvelos e cuidados nos meios de promover o adiamntenlo de seus eolio-
giaes jamis arrefecerio um s lisiante.
os senliores Rrasileiros e Porluguezes.
PARIZUUA MONTHOLON rt. 30
Pars la place Cmlet.
Madame SchrOO lem a honra de provenir aos se-
nhores Brasileiros o Portnguezes, que olla mudou
seu holel da rua Famboury Poissonnire n. 71 para
a ma o numero cima, casa mui espaeosa e de uma
elegancia excepcional ; tem quarlos' mobiUiados,
que offererem todas as commodidades dosejaveis,
nao >.*. pela grande como pela boa distribuicao,
tem un grande sali alm da sala de janlar a mo-
da brasilea, casa de banho, e carroageni sempre
irompta e a disposi^io dos viajantes. Esle estaoe-
ecimenlo parlicularmenlo lili! aos senhores Bra-
sileiros e Porliigue/es, pela facilidade de nelle se
usar da lingua deslas naces. As pessoas doenles,
enrommndadas, serio tratadas com esmero porum
dos mais babeis mdicos de Pars, que emprega-
dn no estabelecimentu : ospre.-ossio mui commo-
dos, o servico feito com limpeza e exactidio, e as
senburas brasileiras encoiilrarao nosle hotel 0 Ira-
lamento que lhes or conveniente.
Aula particular da rua de llor-
las u. 140.
Temi me dedicado ao oneroso cierricio do ma-
gisterio ha 6 annos, emprehendi sement no comeen
do auii.i passado estabelecer um collegio, onde a
par do nona estatuios, e um rgimen enrgico, po-
desse collier o inicio desse irabalho de que me hou-
ro, e com o qual crcio fazer um bem real a moci-
dade de ..en paiz ; mas, infelizmente, alm de mul-
los oulros obstculos, que teuho encontrado rea-
lisacio dessa idea, exista um que me pareca im-
posaivel superar : era a necessidade essencial de
urna casa, que remando lodos os commndns pre-
cisos para um eclabelecimenfn desta ordem, nao
participasen dos inconvenientes higinicos de uma
cidade popular como a uossa ; onde a falla de pre-
dios laes me obrigaria a agglomerar criaucas, que
aruslumadas ao ar livre, |iiio s porque a maior
parle dns educandos aqu, sao lilhus de nossos ar-
rabaldes e eugeuhos, como porque a infancia pre-
cisa espaeo, sutfreriaui tudus os iicommodos anne-
xos a essa iiiiidauca de casa ear : o que nao pre-
cisa pravas, pnrquaiiiu a experiencia o ha demons-
trado : hoje porm, emonlrei o que nrucurava, a
acquisicio de um grande predio na Passagem da
Magdalena, margem do rio CapioarilM. Alli, no
centro de urna esculhida porcao de uossa sociedade,
sob a iulluencia de un ai ln re e sadio, dispoudo
de lodos os commodos e meios, proprio para sem
i iiusiiaiigimeuto guiar a infancia ao conhecimenlo
dos rudimeulos das arles e sciencias, vou estabele-
cer um collegio sol a invocacio protectora de N. S.
da Penha. A distancia dosse eslabelecimento, lon-
go de me parecer um inconveniente, julgo uma re-
comiueudacio ; porquauln participando de loda
a ebriUsneio de nossa capital, carece de seus in-
convenienles, feslas o inm menlos, proprios de
espiritos j furmadus, equasi sempro prejudiciaes
a mocidade inexperiente. Bous professores, sia
doulrina ; recreio para a vista, alimento no es-
pirito ; OS, para o que iuvidurei lodos os esforcos,
..ein poupar .sacrificios. Sei que j possuimos
1.....s lollegios, e excellenle direclorej, como sejam
oa Sis. Barbosa Lima, Andr Alves, e etc.; islu po-
in nao Ule desanima ; nao obstante reconheo-r-
ine inferior a astea aenhons, aucoa habis a mipu
racoaos ; porque me conveneo que desla concur-
rencia, e estimulonecessario, coineM a bem uossa
moridadu asss digna de um brilhanle futuro no
vasto imperio da scicncia.
Participo porlanlo aos pais, tutores c correspon-
dentes de meus discpulos internos e externos, que
emquanto faco os pr. parantes precisos para a ab.r
lina desse collegio, alli continuare! no desemp.nhn
du iiniiluis obriga.'oes magislraes ; e aos habitantes
da Pa.ag.-ui a ligaros visinhos, que presenieinenle
tora., professores de portuguez, latim, fraucez, re-
thorica, geometra, guograpbia e msica.
13 de mare de 59.
Jos Compeli de Albuaueroue flalriio.
Compras.
Vestidos de grosdenaple prelo
hallados bordado a velludo. ... g
Ditos ditos preto com bailados borda-
dos a soda. fc....... $
Hilos ditos docoajl e brancos. .* ,S'
Ditos de rambrata bordados ao lado $
Nelludo prelo o mcllior possivel, jo-
vado........... 5$500
Grosdeuaplcs preto liso, rovadn lf60ll
a............ 25fiOO
Dilu preto lavrado, corado 2$ a "ifiillO
Sel ni preto maco. covado 2>800 a riJOOO
Sarja prela hespanhnla, covado 2$ a 2$500
Grosdenaple liso de lodics as cores, cu
vado........... 10,801)
Dilo de quadrinhos miiulos, covado 1S500
Hilo branco lavrado, covado 1S200 a 2S500
DllO de cores e prelo com 4 palmos
de largura......... 1j|500
Belleza da China e mauritana de seda,
covado.......... 13.100
Follar de Paria e chaly de flores, co-
vado. _......... lgOOO
Popelina do seda o duqueza de llores,
covado. ......... 900
Fr.uidelina e barege de Seda, coado. 600
Mein reliado preto e de cores, covado 1$2MI
Velbulina decores o prela, covado 700
Chitas francesas claras e escuras, co-
vado 280 a......... 310
Panno pelo e de cor fino prava de
liman, covado ngOO a .
Cajsemira prela sctim, covado 1J900 a
Arlandys uenovusdeseuhosfinas.vara.
Cansas francesas linas, vara. .
Mantas de blund prclos e brancas. .
Hilas de linliu o mais rico possivel.
Chales de merino lisos de cor e pretos
Ditos de dilu estampados de 3| a 1,s'smi
Hilos de dilo franja de seda .... tigOiMI
Dilos de dilo bordados a seda e a vel-
ludo............ $
Dilosdesedaprelosroxo.se de cores. lt
Lencos de labyriiilbo linos de ljj a 1|BM
Maiiguilos e gollinlias bordados finos. f
ntremelos e liras bordadas. ... $
Colb.les de velludo e casemira prela
bordadas......... g
i'.ernula. de brim de algodio e de li-
nho de 1S600 a...... 2*500
Camisas (rancezas brancas e de cor
de 2jj a......... JfjOO
Casacos e suhrecasacus de panno pre-
to lino......... S
Paleois de panno prelo e de cores,
fraii.eze.-.......... S
Calcas de caseunra prelas e de cores. ;>
(adeles de seda de varias qualidade. %
l'.hapeos fian.ezes direiiuseaTamber-
Ul*,......... $
/'alciui. de merino selim pretos o de
cor forrados........ 9(000
Dilos do alpaca .reta e de cor com
golla de velludo...... 8f00U
Ditos de brim branco c de cor lina. 6(000
Dilos de alpaca de varias qualidades
com gila de relindo..... 5(000
Dilos de alpaca prela o decor mesrlada 3(800
Passando o beceo da Congregario, do lado direilo
em segmmeulo para o Uvramenlo a quarla loja de
tres portas cun i ululo, brancos.
Vendcm-se as v.-rdadeiras luvas de Jouvio, tanto
para honiem como para senhora, pelo baratissinn
prero de 2J500 o par : na rua do Queimado, na bem
conberida loia de miudezas da Boa Fama 11. 33.
Na loja da Esperanea,
lina (InQurimado n. 83 A,
vendem-se para a quaresma todas as fazendas pro-
prias desses actos, e especialmente franjas prelas
em vidrilho, largas e estrellas, de 600 a l( vara,
dilassem vdrilhoa 400, 500 e 610 rs., e lambem
mais estreilas a 320 a vara, trancas com vdriUm
proprias para as mantas em uso a 640, 700 e 500 rs.
a vara, enfeiies pretos com vidrilho a I e 59, ulti-
mo gosto. Illas de velludo largas-e eslreitas a pre-
ros cniumndos ; na mesma loja se encontrar mui-
los nbjectos, diversas miudezas que al hoje teein
sido exclusivas de cellos establecimentos desla
praca : lodo o sorlimento em perfumarias, pos,
opial, extractos diversos, leite virginal, pommada
regeneradora, imperial, amia de Colonia de diver-
sos fabricantes inglezes e fraucezes, sabonetes, eor-
mechiques, escovas, uspelhos, penles, etc.
MACHINISMO
^^^^^R^^^^Q
A saboaria da rua Impe-
rial compra sebo em rama
a 9$ a arroba a dinheiro
vista: a tratar com o seu
administrador.
Compra-se uma casa terrea no bairro de San-
to Antonio ou nos limites de S. Jos com o de Sanio
Antonio : a pessoa que liver, peder iratar o ne
gocio ua rua de S. Jos n. 45.
V


\;i fiiudico de ferro do engenheir Da-
i id W. 15ov man, oa ma
do lirum, passando o chfariz.
Ha sempre um grande sorliiuenlo dos aeguintes
nbjeclns de un i .nuMiuis pruprius para engnuhos, a
a saber: moendas e meias moendas da mais mu-
dorna couslrucao ; tachas de ferro fundido c hun-
do, de superior qualidade e de lodos os tamaitos ;
rodas dentadas para agua ou animaos, da tuda as
proporeoes ; orives o hueca de furnalha o registros
do boeiro, aguilhes, luuuz.s, parafuz.us e ca\i-
Ihes, moinhos do mandioca, ele. i je.
NA MESMA KLNDIC.V
se executn todas as eucommendas com a superio-
ridade j connotada eom a deuda presteza ccom-
iu.i.Hilad.- em xireco.
v.


4
Calcado Superior e barato.
Hua bireita n. 45.
Borzeguin da trra de 35 a 37,
obra boa a 55000
Borzeguin* de senhora (Joly). VsHOO
Dito de homem. 8*800
Sapatos de Iraucinlia. 1 .sliO
FUNDIDO LOW-MOW,
Ra da Senzala Nova n. 42.
.N'o.io ntebeleriiMntocontinua n haver um com-
piwosniim.m,, demoendas o meias moendas para
engenho, machinas de vapor p tainas do ferro bali-
do ciado, de lodos os lamanhos para dito.
No largo do (armo,
quina da ra de lorias n. 2,
eoatiiuia-se ,, ipnder superior niantigu ingleza a
040 el libra, massas do mnales a U libra
superiores ameixas a 240 a libra, nozes a 210 a li-
bnk amendoas a 320 a libra, (arnha de sag oce-
vadinlia a2b0 a libra, passas novas a 48o a libra,
cartas francezas a 20 c OO rs. o baralho, superior
vmho de Lisl.ua 400 e HO a garrafa, dito Hguei-
"J. ,, eo d, ricino a 1$ garifa, arroz pilado
a WelUUrs. a libra; nssim como leui para vender
viuno doi lorio engarrafado, dito moscatel, llur-
deoax e Hadeira Secca, licor trancez, e conseras,
marnieladaem latas de 1 e 1 libras, eaixasde bola-
elunhas linas, e superiores sardinhas de Nantos,
massas linas para sopa, ludo islo se vende por pro-
comis commodo do que em outra qualquer parte.
CHEGUEM
Aloja da Boa F
Qae est vendendo muito barato.
(rnsdenaple prelo muito superior a 1,800 28
2,500, 3$, 3,500 e 4S o covado; sarja prela hcspa-
nliola minio superior a 2.200 o covado, selim ma-
nto mullo superior a 3.r,im .ovado, panno prelo
fino a 2$, 3, 4, 5, 6 e 8,$ o invado, casemira pela
minio lina a 2$, 2,500, 3J, 3.500 c 4$ o covado
ricos enres de rlleles d velludo pelo bordados a
12, ditos de diio de cores ajjc la, e muito su-
periores a 13$, ditos de gnrguiR prelo a 3,500, di-
tos de dito de cores a 4,500, merino prelo selim
iniuto lino a 1.120 o covado, alpaca prela milito
tina a 6I0, 800 1g o covado, meias pelas de l.a
muilo supetiores proprias para os senliores sacer-
dotes aSJopar. cambraia de linl.o muito lina a
6$ i vara, esguian de linlm niiiilu lino a 16,000 rs.
a pera cnm 12 jardas, brelanha de linlio muito e
mullo larga u OjiOlK) a pea eoin 30 varas, cam-
braia adamascada para cortinados a 12.000 a peca
cnm 20 varas, bramante de linlio muito superior
rom duas varas de largura a 2,400 a vara, aloalha-
iloadaijascado com inais de S palmos de largura a
1.280 tara, hrini liso, Uamburgo, muito lino a9
ea lftg peca e.ini 20 varas, csguo de algodao
minio fino a 3,200 a peca com 12 jardas, cambraia
lisa muito Una a 5 a peca rom 8 1/2 varas, dita
muito Una a 6S, 0,500 e 8j a peca com 10 varas,
dila muito lina com salpico a 900 rs. a vara e a'
JS apoca com 8 1/2 varas, l de linho bordado a
1,400 a vara, manas pretas bordadas a IOS, veos
da mesma qualidade a 12,000, gnllinbas de fil
mullo bem bordadas e bastantes largas a 1,200 ca-
da uma, lencos de cambraia de linlio cnm luco lar-
gn em rolla a 2S, moias bramas de seda para me-
ninas a 2j o par, ditas brancas de algodao niuiln
finas para senhora a 3,600 a du/.ia, dilos inglezas
mudo superiores tambera para senhora a 5g a duzia,
ditas para meninas de ludos os lamanhos a 2M) o
par, ditas para meninos a 240 o par, ditas de algo-
dao cru para homem a 1,800, 2S, 2,500, 3 e 4$, e
inglezas muito superiores a 5,000 a duzia, lencos
brancos de cambraia para algibeira a 2.400 a du/.ia
ditos maiores a 3,000 a duzia, ditos muito grandes
proprios para a cabera a 400 rs, cada um, .ditos
iniuto linos de esguiao de linho a 7,500 a Suzin,
ditos de linho de cores escuras e (xas proprios
para os tabaquistas a 400 rs. cada um, chales de
merino liso de.liuda.s cores com franjas de seda a
OS, dilosde chaly com lislras de seda eui volla o
com franjas laubom de seda a 7<, dilos de merino
bordados a %, ditos de louquin muito superiores
bordados em duas ponas, com franjas muito com-
pndas, pelo baralissiniu preco de 458000, ricos
pealas de tartaruga a imperatri] a 12 a a 20S, le-
ques minio linos a 4,500, ligas de seda a 1,280 o
par, chapeos de feltm muito linos a 5 e 6, brim
bianco trancado de linho mudo fino a 1,280 avara,
dito iucorpadu muilu superior a 1,440 a vara, dito
decores de padroes muito bonitos a lg a vara, di-
los de quadrinlios muito proprios paja obras de
meninos a 200 rs. o covado, gauga amarella fran-
ce/.a muito Una a 320 o covado, ditas escuras niuilo
superiores, a 560 o covado, camisas de riscado mui-
lo beru feilas a 1,500, caaibraias fraueczas decores
muito bonitas a 400 rs. a vara, entre meius muito
Uosa 1,920 a peca, liras bordadas mullo linas a
o ea 4g a peca, e alera dislo um completo sorti-
mento de fazendas linas e grossas, que vendem-se
por procos mui commodos, s alim de se fazerem
grandes vendas : na ra do Queimado n. 22. na
bem contienda lnia da Boa F.
CHEGUEM
Ao barato.
0 Preguira est Quehuaiiilo.
Na ra do Queimado n. 2, esquina do berro do
Peixe Frito tem o Preguica para vender por bara-
tsimo preco um completo snrlimento de fazendas
bem como sejam curtes de casa* r- seda de liiidis-
simos gostos a 6J500 cada um, ditos de ln e seda
de lindissimos gostos e suporior qualidade a 7g ca-
ja."m. curtes de cambraia branca com salpicos a
JgoOO, ditos de dita com llores de cores a 3S800,
"a'lfibi m'scladasde padroes e superior qualidade
a 540 o covado; chitas escuras e claras de cores
luas a 160, 180, 200 < 240 res o covado, cambraias
adamascadas para cortinados de camas, pecas de
20 varas a I1g cada urna, grvalas pretas e de' cores
cnm molas muito tinas a 800 e 18000, ditas sem
ellas a 800 e 1g cada urna, ditas com molas muito
''"a2.a l*6"0- lencos de seda com algum enfeilo
a 800 reis cada um, grosdenaple de cor de boa
qualidade a 18800 o covado ; corles de casemira
tina a 6g, dilos de meia casemira a 2$, dilos de di-
la mais Una a 2g60H cada um,corles de brim de li-
nho a 1S700 rada um, corles de gorgurao para cu-
teles a 3g cada um, ditos de merino bordados de
lindos gostos 4g500, ditos de casemira prela borda-
dos a 38800 cada um, cambraias lisas de 8 varas a
3g500, 4g, 4g40O, 48800 e 5g500 a peca, ditas lapa-
das cum 18 varas a 4g, 4S5O0, 58800,6g500 e "$200
a peca, cortes de organdys, fazenda muito larga e
lina a 28600, alpaca preia rom 6 palmos de largura,
prupria para samarras e capas de padres a 800 reis,
hales de laa finos com barra matizada a 4$500, di-
tos de merino lisos a 4(800, dilos de dito liordados
a 6g200 cada um, lencos bramos com barra de cor
a 100 e 140 reis cada un, chitas francezas para cu-
bera a 240 reis o covado, brim branco de listra de
puro linho a 800 reis a vara, dilo de lindissimos
gostos e superior qualidade a l44 a vara dito
branco mullo lino a 1$280 el400 a vara, cassas
de cores de lindissimos gostos a 360 e 400 rs. a
vara, imisselina de cores a 320 o covado, dita en-
carnada a 220 o covado, casemira prela a 2, 2,8200,
28400,118500 e 4g o covado, panno lino azul e cor
de rap de superior qualidade a 5g o covado dito
preto. a 28800, 38500, 4g, 4*800, 5* e 58500 o co-
vado, alpacas de seda de superior qualidade a 900
rs. o corado, rolos de brelanha com 10 varas a 28,
atoalhado largo muito fino com bonitos lavoresa
1J280 a vara, luvasde Un de Escocia brancas e de
cores a 820 o par, cambraias napolitanas roas ,
azues de quadros a 360 a vara, ou 220 o covado,
risradinhos francezes de quadros a 180 o covado'
bramante muilo largo a 2*400 o covado, velbiilinas
de lodas as cores a 720 o covado, meias cruas para
homem a 160, 200, 360 e 400 rs. o par, ditas para
senhoras, de todas as qualidcdes, palelols de alpa-
ca pretS a 5g, ditos de meia casemira a 8*, ditos
de pannos pretos e de cores a lOg, luvas de seda
para senhora a 1J200 o par, ditas de seda bordadas
de lindos gostos a 2g2ut) o par, merino setim de
todas as cores a 720 o covado, e outras muilas fa-
zendas que se deixam de mencionar, e se venderao
por baratissinios precos; e se darao amostras com
penhores.
Espartilhos iraucezes de nova
invenco.
Vendem-se espartilhos francezes de molas c car-
reteis, o melhor que se pode encontrar neste gene-
ro, na benifeitr.ua e na commodidade, a quem usar
delles, pelo barassimo preco de 6, 7 e 8*. Estes
espartilhos sao chegadns no ultimo navio tianccz
e s se encontram na ra do Queimado, na bem co-
ndecida loja de miudezas da Boa Fama u. 33.
Apparelhos de porcellana.
Vendem-se mui bonitos e delirados apparelhos
de porcellana dourada proprios para brinquedo de
meninas, sendo ellesde dilftrentes lamanhos e
gostos a 1g500, 2|, 28500, 3g, 38500 e 4g : na ra
do Queimado nos quatro cantos loja d'aguia bran-
ca n. 16.
ENFEITES PARACABECAS.
Km modernos e delicados enfeites de llores, Utas,
plumas e (reos para senhora a 6g, 8g e 108, precos
esles baratissimos a vista da perfeicao e bom gosto
com que sao elles acabados, assim como outros
pretos de vidrUhos obra de apurado gosto e intei-
ramente modernos e pelos diminutos precos de 4g e
Sg; para qualquer pessoa se certificar da verdade
de que fallamos, dinja-se a loja d'aguia branca, nos
quatro cantos da ra do Queimado n. 16.
Diario de Pernambuco.Sabbado 2 de AT>ril de 1859.
Aguia branca.
Novo e completo sortimento de
meias para horneas,
mu lhercs,men i nos e meninas
de 2 a 12 anuos.
Vendem-se omito boa* meias cruas sem costura
Pfa I........n a 18800 a duzia e 160 rs. o par. ditas ni
gb/as muito linas a28500 b8$500 a duzia, dita.'
Para meninos.
Bonels de gnrgurao de seda'furia-cores, obra de
minio gosto a 4g : na loja d'aguia branca, na ra do
Queimado nos quatro cantos n. 16. A grande ex-
tra.cao que elle tem lid.,, e a pequea qiianlida.le
jue resta, (az-nos diz.-r que quem nao se apressar
licar sem elles, porisso appaiTiam boje misino
quem ouizer dars festas nosseus peojuenofl
A FAMA VOA.
Ass.
N. 15,
Ra to Crespo.
Nesles .-slaheleciuieiilos de fazendas linas
lendc-se ricos corles de vestidos brancos rom
' 3 bahados ricamente bordados a 16* e ;;,>li-
nl,as buriladas de Iraspasso a 38200, ricos hi-
i iiociilos de niailim, espartilhos de carrelej .-
molas a ."-.-; cada um o .miras muilas fazendas
.. de gosto o linas se vendern por baratissimos
procos.
Vcnde-se sal do Ass: a bordo do-Yuro Olinda,
OU cnm Tassn IrulaOS.
\ ende-se a prnpriedade de. engenbo f.araniu-
ru na comarca do r.abo, mui prxima estrada de
ferro: quem a pretender dirija-se i casa do coro-
neLamen!,a em Sanio Amaro, a tratar com o llr.
Babia. "
Aviso.
I uvas de pellica, deJouvin veril.uleiras a 2,8000
nimio novas, bauha fcauc./a s libias, meias li-
bras e .piarlas al oncas a 29560 a libra : na loja
de u mu le/as ,1o aterro da Boa-Vista u. 2
.:,- o^ Itflojiiosilt' oiii-o |ialt'iili' in- --^:
i Mm <'' "i los menores la- ^
| Itrintnli'stlp Lhei-pool,tlii',-)- J**
;;^|; (los iilliiiiaiuiMilc pelo iillinio -^;,'
^ |isi(|iipl<> e atgBs ilf uo\a 11-
>i'iit;aofolifi-to p iIpspsIhtIos
Luvas de Jouvin
de todas as cores para liomens
e senhoras, chibadas pelo vapor
.Vaon em casa de.J. Faltpic,
ra do Crespn. A:
>-
i.abinhas bordadas para meninos se ven-
dcni ua loja d ra ib. i.liiiiinailo o. I0.de
XAROPE
DO
i'lle \ I nrreia.
xar.qie
s. na ra No\a numero
38. sendo falso Indo
ueste deposito, pelo
>
ATTKM'.VU.
\ i ii.h-se um c.ivalli. podre/ muilo
litara iodo oservico, por pro,-.
Iltasarda ra Direila u. Iiki.
furto, proprio
muilo coiuuiiMJo : no
Koi transferido o depo>ii
botica de las da 1'ruz San!.
53: garrafas .Oll1 e meias
aquello que nao fnf v.iulidn
que se faz < presente aviso
IMl'ii|l\Mi: l'Mt.v O 1'ini.H O.
Para cura de pbl .sica em lodos os seos differi'n-
l.-S graos, qiler ni dlVada por nllHipac.ies, lo, .
asihiua, pleuriz, escarns de Mngue, dorde costa-
dos e peilo, palpdaco no corarn, coqueluche,
hroiichite. dor na garganta, e todas as molestias
dos urgos pulmn ires.
Msicas.

muilo encorpadas de lio doblado a 4,8500 a duzia e
400 rs. o par, ditas lambeta de lio dobrado paras
nhnras a 3gC00 a du/.ia e 320 rs. upar, ditas linas
a 400,500 e 600 rs. o par, ditas para meninos me-
ninas conformo os dill'eienles tamaiihos, asseveran-
do-seser.-m mais baratas do que em nutra qual-
quer parle, meias de laa muitn linas para homem a
500 rs. 0 par, dilas linissimas de lio da Escocia a
6f0 e 800 rs. o par, ditas de laia para padrea a
18600 o par, ditas de seda mui linas pretas e bran-
cas para senhoras a 3,8, 4g e 5.8 o par, dilas mui li-
nas para meninas a 28500 o par, assim como mili-
tas outras miudezas eobjertos degusto, qne.sla.i
patentes na loja d'aguia blanca, nos quatro cantos
da ra do Queimado n. 16.
He cousa muito boa.
Vende-se a verdadeira pomada para tingir ca-
bellos, pelo barato preco de 19 a camnha, com es-
coriaba prnpria ; tambein se vende massa para
aliar navalhas a 320: na ra do Queimado, na bem
couhecida loja de miudezas da Boa Fama u. 33.
Cliegueni loja nova
NO
Aterro da Boa-Vista u. 74,
Que adiarn o novo e completo sortimento de
mintieras, e aiianca-se vender mais barato do que
em unir qualquer parte : facas e garios de cabo de
balanco a ufa duzia, dilas muilo finas a 6/e 7},
dilas de cabo de \iado a (4200, dilas cra\ adas c oila-
vadas a 38200, meias para senhora a 20, 320 e 400
reis o par. dilas pretas para homem a 260, ditas
cruas para homem a 160, 200 e 320 o par, .lilas de
cores mullo linas a 2IMI c 210 I par, baralbos de
carias p,nliig,ie/,is a 200, dilas fraueczas a 320 e
400. peonas do seo de lama a 18 a grasa, ditas sem
o ser ll.riras ahumaduras para punhos alOopar,
caunhas com agulhas francezas a 2(lie 320, mas-
sos de grampos a 40 rs., cartees e caixaa de clche-
les a 70 rs., cintur.'iesde borracha a 611(1, suspenco-
rios,-i2i0, enliadores de linho para esparlilh.i a
120 e 160 cada um, caitas com lamparillas a 60 e
80 rs., resina de papel de peso a 380O, dito almaco
a 3s e 38500, sapatos de lustre para senhora, obra
muilo bem feila a lgOOO, ditos dv niarroquini roao
e pelo a 800 e'JOOrs., sapaliies de lustre para ho-
mem a 3$00e48 o par, ditos do Aracatv para me-
uinus de 6 a 10 unios a 1.SI20 o par, mullo ricas
franjas pretas de seda ede laa e linho para enfeilar
vestidos, Illas do todas as qualidades e lisuuras de
lodas as qualidades e mudos mais objectos que se
torna enfadonhu mencionados.
Loja n. 37.
He na ra do Queimado a loja
de quatro portas.
Se encentra um completo sortimcnlo de grosde-
naple pen, de 1J600, 1*800, 28,28200, 2s-ihi
2,siki, 3S e 3,200 o evado, dilos decores de 1,600
e 2,8 n corado, panno lino prelo de 2,500 al 128 o
covado, dito cor de rap e verde cor de garrafa,
fazenda muito superior a 78 o covado, casavoqiies
de fusto ricamente enlejiados de ricas trancas lin-
gindo lindos bordados a lh, cortes de vestidos de
phantasia muilo lindos e dos mais modernos a 18S,
ditos bordados a velludo decores muito linda-a
308, dilos bordados a seda com lindas llores a 288
cada um, paletolsde panno e de casemira prelo* e
de cores de 16 al 258 cada um. dAos de brim
branco muilo Unos de 5f, 5.500 e 6S cada um, ricos
pannos da mais tina casemira de lidas cores para
cima de mesa de meio de sala, toalhas de linlm cru
proprias para roslo a 18280 cada nina, redes de
cores viudas da Babia da Traicao, obra muilo bem
acabada, pelo diminuto preco de 188 cada urna, e
nutras muilas fazendas queso com avista ducom-
pradoi se peder mostrar, e se venderao por pre-
co milite conimudo.
^ a Htnlatlp do possuitloi-pih ra-
m
Toallias ailamast-atlasT
Bisi-oilos pin talas.
Piafa vela.
VpihIpiii-sp pin tasa de Aik-
wijilit iV. C.iiia ta (in/. n. (>1,
por baralo irera.
Acaba de /"hogar de Pars um grande e variado
sortimento di' msicas todas modernas e de gosto.
como sejam : po.'kas, mazakas, polka-mazukas, al-
sas, schollisclis, .niadrilhas, phaulasias tiradas das
iiielhnres operas para pianno si'imente, albuns rica-
meiile eiicaderiiadus.. conteiido msicas todas es-
collo, las : un paleo do f'ollegio. livraria u. 2.
X-.:i.v:i::u; /t:s: u : :?;.:>-.'
-? Sedas de cores con'anoto proprus para -
-~ forro de nbras que se leiidciu por lodo W
.. pie.-o : na ra ,1o lliiein.'ado n. 10. "
>'.ii ::s:u ::::::: "ttt$f
(]af a vapor
Na loja do ViatiH..
lia cliegadi.....-la loja um riqnissii'io SOrtinu-nln
de machinas para fazercai,-, em um qu.irlo de hora,
apprm adas na ullii,,a exposi.ao de Pars lielassnas
Loa- qualidades, vende-se por precos bW.su oni-
ii,i.ilo- : ua ra Suva n. 20.
Novo/rlim.nio de obras I....... dos in.lliors! i !|/t() |WIS|| J| |||J|(|(| SlM'l M lll'll
oslos e mais em moda, lauto para senhora.....mu! Vllll ^111 l I KUtHlW Ul I (1111 JO
i.ir.i bonicos e meninas: na loja de ulives de Se- i .^ ^ ^.^ *
Ruado Queimado
n. 18 A.

; GRANDESORTIMENTO
Roiipas feilas e fazendas
NA KL.VDOQL'EIM.VIlO N. 46.
LOJl
TGOES Je BASTO.I
Unos sohrerasacos de panno lino prelo i **
' com golla de velludo e sem ella a 22$, e IS
'".-' 25$,palototS saceos de casemira de cores Pj
<-, escuras a IOS. dilos sobrecasacos padroes -
..; modernos a 158 e 1K5. dilos de alpaca pro- H.
2 la '' ,1'- l'"1 S. ditos de brim pardo [ >>
>i Irainado niiiilo boa qualidade a Sf, ditos
,4 d" esguiao da China a 5$, calcas de brim S
I ib- cores a 3.8, 38500, (>, ditas' de la pa-
B droes modernos e miudinhos a Is, ditas r^
ARMilZEJIl
1IF.
FAZE^D\SEE M0D4S
MIGUEL J01 DE ABREU.
\l Wua Ao Queimado W
Vmr sonhoi-cs
Lories de veslidns pretos de grosdenaples, gorgu-
roes e nobre/as. lmidados a velludo o aseda, em
alio relevo, de gosto Aquile, tres ful luis e duas
salas.
Manteletes pretns no caprichoso gosto Main-
leii.m ; peregrinas pretas de nubreza, com bordado
de seda em alio releve ; taimas pretas de seda im-
perial, guarnecidas a roquete e a velludo nconlic,
e vestidos de seda de cores Maiiilenoii, guarneci-
dos de rendas.
Mantas de bloud prelo bordadas.
Maiabuls e enfeiles pretos para toilette.
Manteletes, peregrinas, capas de cor e chapeos
para passeio e para visita, o luvas de pellica de Jou-
vin brancas e de eres. *
Peales de tartaruga c lodos os objectos necessa-
rios a un toilette de seiihnra, inclaindo .ulereos
de ouro guarnecidos a perolas e a coral, ulliuo
gosto.
Para caxallpi-os.
Casaras, snbrecasacaa e palelols de panno prelo'
inipeiineavel, e de casemiras pretas e de cores.
Calcas de casemirasprefts e decores.
Chapeos de castor brancos e pretos.
I.uvas de pellica de Jouvin, brancas e de cores.
Charutos superiores de reserva.
K lodos os ubje.-lus necessanos ao toilette de
um cavalheiro, iiicluindo correles de ouro para re-
logio, do mais elegante e apurado gosto.
Este estalieleriinenlo estar aliertu at s 0 horas
da noite, convenienlemenla Iluminado para re-
ceber as familias que se dignaren! \ isila-lo, alim de
avaliarem da sua importancia para a preferireui.
Farinha de trigo
para iioiuens o meiiinw: na i>ji
??SS | rapliim & IruiJo, ra du Cabu n. II.
Uelogios.
Vendem-se relogios de ouro e ioura-
dos patente para lion.em e senlioia de
| diversos tamaitos por preros comuiodos :
ua ra da Cruz do Itecil'e D. ."0.
Fernandes & Filhos tem superior farinha de tri-
go da marca SSSP Alegada antes de bontem que
venden a'preromuilo emcoaU i no aen armazem
ra da Cadeia u. 6:1, becco da Madre de Deas a. 12
Ricos enfeites com vklrilhos
para cabeca.
Vendem-se os mais neos enfeites pretos ede
cores com i idrilhos, pelo baratissimo pirco de ij
O) cada o mi : na bem eonbecida loja de miude/.as
da lina Faina, na ra do Queimado a. 33.
fe^. .......... ...199..?...
Avisa-sc ios Srs.
Vende-se o eiigenho l.imeirinha lia comarca
de Na/aroth a margen! do Rio Tracuiihelli, cnm
Ierras e ninas siillicienles para sarejar dons mil
|,.o-s. nptimode assnear e cora bous pastoradores,
l.iiihi urna boa deslila. n. d muilo inleresse, por-
que as agurdenles quasi todas se veiidem ua por-
ta por Qcar perlu da estrada de l.imneii-n : os pre-
teiidenies diriiain-se ao engenbo Piudobal .ni Pao
dAlho.
- Vende-se um escravo de meia idade : na ra
d Cnllegin n. 7, segundo andar.
i?
que
perlencuju irinandde
ilo lit>ni Conselho, quena
loja de Xabuco fe C. na
rua .\o\a n. '2, lia exeel-
-: lenlt'lila para tlila innaii-
dairle.
I
i
1||1"
.Jg brancas de brim de linho a 58, dilas di
fij casemira preta e de cores a 0,8, 7.8, 88 .
"S, ceroulas de bramanli

n 8GO0. SHOO
Vendem-se relogios de ouro inglezes de patente:
no armazem de Augusto C de Abren, rua da Ca-
deia do Hecie n. 36.
DE
escravos.
NA
I! ua do L.ivrauMiilo n. A.
Vendem-se 22 mulatos de bonitas lisuras rom lo-
das as habilidades, 2 negras de lucia idade, sendo 1
t perfeita coziuheirae eiigummadeira el moleque de
i I anuos de bonita figura ; na mesma casa com-
coiuini-s.io,
1 -,?. palelols de meia casemira a 7$, col- ;'"; PranM8 c rerebein-se para vender de coiumis-
leles de gorgurio de seda a .">8, ditos dse- ^ aliaiicando-se a presteza da venda.
; ":] lim maco a 58, ditos de velludo prelo a fe' "> : iS9 *i ? ? ?.?.. ? 11 ? ......
T,8e10$, dilosde brim e fusta., a 28500 'M/O^XmSSsmdh^MRi^^Sat
s'.je 3i. lucs de. Jouvin de I.na. .,. .....-..^ i i ? Iticos vestidos pretos linrdadus cmn baba-
VVLOJA UA
AGUIA BRANCA.
llaudeija c Udheres
Vende-se hamleiji'i
tu linas
de
folba grossa e Untas mui-
lo linas em temos a t>8 e !)8 e sollos a 28, 28500
S, 3,8500,4g, 4S500, 5,Seli8, seus moderaoamol-
des e bom gosto de desenlio de suas pinturas deixa
bem conliecer quantn sao ellas lin.is e baratas por
laes precos ; vendem-se lambem facas e garfos de
cabo de osso redondos, oitaradose erados a 31200
e 38500, dilas cnm cabo de baloia cravadas e folhas
linas a 38000 e 48 a duzia, dilas linissimas cnm ca-
bo de veado, de osso pollido e baleia, o melhor
que se pode encontrar a 5$ 5J500 (i.8 e 8500 a
duna, ditas com cabo de marlim e folha de ac a
128 e 148, ditas com cabo de osso para monillos a
320 o talher, trinchantes muilo linos a 2$500 e 3g,
i olheiis de metal piiiuepe lo linas que se con-
fuidem com as de prala sendo pan smipa a 58500
a duzia e pora cha a 28800, ditas oclulinagre a
1S600 e 18, dilas grandes e muilo linas a 38 cada
um : na loja da aguia branca nos auatro cautos da
rua jo Queimado n. 16.
Cortes de laa.
Ainda restam alguna cortes de laa apara ves-
tidos, com 16 corados cada corle a 1.8, esto-se 0-
cabaiidu : na rua du Queimado n. 22, na loja da
boa f
O Leite torrar.
Mussulina toda encarnada, covado 220 rs., cam-
braia lisa muilo lina a 38800, 4S800, 5,8200 e 5$6O0
rs. a peca, de 10 jardas, brim de linho para calca
de bonitos padroes a 880 rs. a vara, corles de meia
casemira a 3S000 rs. cada um, lencos de cambraia
de linho a 3,821)11 e muilo linos a .islitl rs. a duzia,
chales de louquim pretos, dilos de merino pretos,
dilosde merino liso de lodas as cores a 48800 rs., e
bordados a 61800 rs., chitas francezas de cores II-
xas a 220, 240,260,280 e 300 rs. o covado, madano-
'o 2S800, 38200, 38800, 48000, 4$200. 48800,
58000 e 5S500 rs., e muito lino a 68000 rs. a peco, de
20 varas, palitols de alpaca muito tinos a 68000 rs.,
corles decdeles de casemira a 68000 rs., esparti-
lhos para senhora a4, 6e 8rs., dos modernos a
9ar.s.,saias para senhora a 18600 rs., bordadas a 39
rs., e muilo superiores a 4 rs., gollinhas muito
bem bordadas a 3>500 rs., manguitas e ramizinhas
muito linas para senhora, cortes de cambraia do
gaz a 45 rs.,1 tapetes para sala a 19800 rs., para por-
tado sala a 43 rs., e para cabriolet a 2500 rs.,
meias muito linas parr senhora a2j800 rs. a du/.ia,
ricas colchas de damasco de seda o 25 e 32 (s.cada
urna, corles de cassa de lindos deseiihos a 29 rs.,
boas chitas escuras e de lindos padroes a 200 rs. o
covado, meias de lodos os lamanhos para menino e
menina, guardanapns a 49 rs. a duzia, pecas de
cambraia lisa de 12jardas a 3 rs.. mussulina'bran-
ca a 300 rs. o covado, toalhas para mesa a 49 rs., re-
des de folha a 69rs., e ha outras muitas fazendas
que se vende por barato preco, e de ludo se dar
amostras.
LOJA DA BOA FAMA.
Vendem-se por preco que faz admirar riquissimas
utas lacradas de tudas as cores e larguras, lilas lisas
com punta e sem ella, bicos brancos de seda de mui-
lo lindos padroes e de todas as larguras, tramnias
aberlas deliuho para babados a 120 e 160 reis a vara
jarros para flores a2g o par, atacadores 011 enfiadnres
de seda de todasas cures para vestidos.ditnsproprios
para espartilhos, tosoaras de todas as qualidades
as mais tinasque he possivelenronlrar-se.agulheirns
de m.11 lim e outras muitas qualidades, tas de vel-
ludo de todas as qualidades, bolciiiliasde camua
muilo lindas para meninas de escola, frasquinlin
com cardinal a melhor cousa que tem apparerido
para tirar nodoas em qualquer qualidade de fazen-
da. pelo muilo barato preco de 2g, Iranrinhas de se-
da de todas as cores muilo lindas proprias para en-
feilar roupinha para meninos e meninas, e nutras
muilissimas musas que se alianca vender-se ludo
por preco baratissimo : na rua do'Queimado na bem
mohecida Iota de miudezas da boa fama.
NA
Rua do Queimado n. 7.
Nesle eslahelecimciiln acharan os compradores
omais variado e completo sorliinerito de'todasas
qualidades, como sejam :
\ osudos de seda pretos com babados .
Ditos de dila de cor com babados. .
Grosdenaple preto fino de 13900 a .
Ricos manteletes pretos prineeza Clotilde
Corles de calcas de brim de linho de cor a
Carteirasde perfumaras inglezas. .
Camisas francezas do lodas as qualida-
des de 2JO00 a........
Palelols de panno francezes de 168 a '. '.
Dilos de alpaca francezes ....
Poupelina de seda de 900 a '. '. '.
Chitas linas o covado........
Ditas francezas o covado ..'...'.
Ricos enfeites para senhora......
Penles de tartaruga modernos de 7; a .
Goluuhas e manguitos de croch. .
i
2,8800
9
18280
59000
43000
308000
128000
1S200
180
240
. 28500
.11, lucs de Jouvin de lodas as i-orosa ,
I; Mili, camisas de esguiao milito fino a &
.-; a 335OO e nutras militas fa/.emlas e ron- .
i pasfeitas que s vista que se pode i
i' aliar a pechinclia ;
-NA HUSMA LOJA HA
Casacas para a quaresma:
fiuanilaiido-se lser por medida garanlin-
do-sc o aceiu k bemfeiloria da obra, sen- s*
dn lambem de muilo bom panno prova de ,'
, limo pelo diminuto preco de 35|, assim r"
<.' 1 romo domelboi panno esculla do (re- |
Hj guez a IOS, aliani-ando-se seren lodas lor- '
radas de selim maco 011 seda.
-
l ? 1, f TTTo 8 SVTTeT? StT% i ?Tk,
\nde-se urna caca terrea com 30 palmos de J?
frente e um portan no lado, com 0 ca/.inbas dentro, lES
que rende porto de 60$, chao proprio : a tratar ua
roa da Conreirao da lloa-\ isla n. 27
<;> m-w:m*:&m_
j Chegaiaiii aloja da rua do Queimado n.
Jg 10 de Leite A Correia. os mais ricos cha- v
r": pos de palha e de lilpara senhora, che- i3\'
Xi gadns pelo ultimo vapor: ;*>"'
t&X&riSW-^-- v.;".s.-?S';-sV-.?-jv^ ;
o mais su- g*
Neillli-se
km
y. >c 5
'.!..-
cus veslidns pretns burilad
dos e lambem com 2 satas.
Maulas de tilo de seda preta
periorque ha.
Guamil es de l pretas cnm gollas e man- g*
gitos ^4
Veos bordados para chapeos de senhora *}
de todas as cores. t*
Vesiidos brancos bordados para baplisar J|X
criaoras. W*
Ricos cortes de collele de velludo preto fej
bordados. ^|^
^!^ Camisas inglezassiiperiores de lodos os la- J^
? manilos. r' JL,
Allineles com camapheu proprios para k*
mantas g^
Cortes de calca de casemira pretas muilo S
baratos. Kslas fazendas se vendem na lo- g
ja da rua Uu Queimado 11. 10 de Leite & Jjt
AO GRANDE ARMAZEM
DE
Ronpa Ma
NA RUA NOVA 11.49
umaescrava crioula, d 24 a 2i i Jiuiln a'Cf\WoU\n'i\rio Uililii-.c
anuos de idade, que cose, marca, faz labvrinlho,! "f ,,tud ,-0,l (fl t, ilO UOS .11111101 dS.
renda, e coziniia, e de boa conducta : a tratar nal "esto armaxem encentrara o publico um grande
rua do Rosario da Boa-Vista, casa n. 5i. '' 'aadosortimento de roupaa feilas como sejam
Vende-se meia duzia de radeiras e una mesa ; casacas e sobrecasacas, fraques, gndolas e palelols
redonda, ludo de" amarello, com pouco uso, e um rfi' panno lino prelo e de cores, palelols de casenii-
candelabro de metal sem ler uso algum : defronle ra ap 'ores, de merino, de alpaca pela e de cores,
de brim branco c de cores, de riscadinho de lanos
raleas de casesaira preta ede cores, de brim de li-
nho branco e de cores, de ganga, de meia casemira,
de merino e de rucados, colletes de selim e gorgu-
ro piulo, de velludo prelo e de cores, de merino o
casemira piola, de fuato bronco e de cores, cha-
peos, grvalas, luvas e camisas e nao agradando
ao comprador algumasdas obras feilas se apromp-
laro outras com toda a presteza para o que tem
grande sortimento de paunos linos, casemiras, gur-
guroes, velludos solins e brins de lustro.
Fazendas pretas paraaquarcsiua.
No aterro,di Boa-Vista n. 60, luja de Gama &
Silva, sendo um completo sorlimeiilo de grosdena-
ple pretos, pannos e casemiras, pelos precos se~-
giiinles: grosdenaples, o covado al/280, 'I96OO,
I'?'.!!)' ?Si?S-". casemiras prelas, corles a 59500,
e pannos pelos;
da esUcao das Cinco Ponas n. 148," se dir quem
vende.
Vende-se um sitio na Torre, a margen] do rio,
com ptimo arvoredo, murado c d-se por um
terco do que ruslaria, fazeiido-se boje : na rua dos
Pires junto a caixa d'agua n. 46 A.
Vendem-se algumas parles da casa n, 13 na
rua du S. Jos, e d-se. por qualquer proco : na rua
dos Pires 11 40 A.
. Vaquetas.
\ endem-se boas vaquetas para cubrir carro, e
para calcado, por todo preco para acabar : ua rua
da Nova 11.5.
KSCRAVOS V VENDA.
Vende-se na rua do Collegio a. 21, lerceiro an-
dar, 5 bonitos pelos de 18 a 21 anuos, 1 lindo mo-
leque de 15, o 2 dilos de 12 anuos, 1 linda negri-
nba de 13 anuos, o 1 mulata de :I0 annos, perita
i o/iuheir.i e eiigommadeira : d-se baralo para li-
quidar esse negocio.
Vende-se um prelo moco e rohuslo, o de boa
figura : na rua da Sensata Veiha n. a6, padaria.
Vendas.
Relogios de ouroe prala, cobertose descnherlos,
patente ingles, os melhores que existen 110 mer-
cado, e despachados hoje, vendem-se por procos
razoareis : no escriptorio do agenle Oliveira, roa
da Cadeia do Recite 11. 62, priineiro andar.
Sal.
Vende-se sal do Ass de muilo boa qualidade : a
bordo do patacho tom Jess, ou na rua da Madre de
Dos n. 2.
Para as boticas.
Vende-se guaran muilo bom a \) a libra, temi
apenas unas 80 a 90 libras, para lecho de contas
rua do Vigariu n. 15, armazem de F. A.
na
nbo A C.
de Pi-
-,
Ricos veslidns de phantasia com 2 sais
e lambem com 3 babados chegados pelo
%
<*">
ao ultimo vapor : se vendem nicamente 11
~; loja da rua do Queiroalo 11.10, de Leite &
Correia.
Araiijo.
2S
Rua do Queimado.
Chapeos de seda para meninas, de muito bons e
variados gostos, penles de tartaruga para atar ca-
bello a 43, 535OO e 93, dilos virados a 10g e 138,
llores artiliiiaes de 500 a 23 o ramo, toncas de fil
para i-riaiu-as, por baralo preco, franjas prelas, dilas
de todas as cores, bicos de seda pretos e brancos,
e mitras mnitos objectos que se vendem mais ba-
ralo que em nutra qualquer paite.
Cheguem a pe-
chincha.
Na loja do Preguica tem para vender
grosdenaple preto da melhor qualidade
que possivel pelo baratissimo preco de
1 ,)00, 2,000, 2,-200, 2,400, 8,800* e 3$
o covado.
Cacado francez.
Para acabar.
Vendem-se na rua do Cabug n. 9, pelos seguin-
les precos :
Bnrzeguins de lustre para bomcm 8g000
Sapaloesde dito paradito a 58 e li-imu
Ditos de bezerro (Nantes)....., 43000
isla
A QllARESMA.
Na loja da empanada encarnada, rua dn Queima-
do 11. 37, acaba de reeeber ltimamente ue Franca
um completo sortimento de fazendas pretas, pro-
prias para os actos da semana sania, bem como
sejam, neos cortes de vestidos de grosdenaple pre-
lo, bordados a velludo e a retrox, manteletes d
.m inrPi Pre,0,I'ara}od* <>s Precos, mantos grosdenaple prelu. ricamente enfeilados, manta.,
pretas de linho com bordados de soda, luvas do so- de lil preto o los pretos, fazenda muito su.....ior a
da prelas para senhora a IS, gollinhas bordadas a melhor que na no mercado, grosdenaple preto de
a la dilas linas a 1$600 manguitos a 3j, lencos de muitas qualidades, um completo sortimento de
seda brancos e encarnados a 800 rs., camisas fran- panno lino prelo e de casemira prela para lodos os
cezas brancas e de cores linas a 23. paletots brancos precos, e lodas estas fazendas se venderao por mol
de bramante fino a 53, ditos de bnm pardo a 3$, nos preco do que enl nutra qualquer parle; lam-
n 13"! !Va1P.re f ? *.-e *"! d"os dl.fMef bem ** alianC de servir e agradar rom toda a deli-
iiSrK\t,- TJ^a S,deustaode H"*; l.oja.cadeza tudas aquellas pessoas que frequonlarem
10}0001 esta abena das 6 horas da manhaa s 9 da Doite. 1 este eslabelerneulo.
i I I > 4 5 i
c ( ; ', v <, ,
-HtTV
I\a loja das seis portas
F.M
Frente do Lveranunto.
Cassas france/os, fazenda nova, a 160 rs. o cova-
do, e a peca a 59 com 33 covados, corles de cam-
braia com salpico a 33, dilos piuladas a 23, lencos
de rclroz a 500 rs.. luvas de seda pretv lizas e bor-
dadas para senhora a 13, chales de merino com
barra eslampada a 43, musseliiia brama a 240 o
covado, dila encarnada a 320, velludillm de cores
para roupas de criancas a 800 e 13, tilo de linho
prelo, fazenda fina,,"i 13280 a vara ; dn-se amos-
Iras, o a loja est aborta das 6 lloras da inanha s
9 da noitc.
Loja das seis portas
ESI
Frente do Livramento.
650O, 7500, ala 123 5da corte,
dilferenles precos o qualidades.
TACHAS
para
Na fu lidian o de ferro de D.
W. Bowman, na rua do Bru,
passando o chafariz, continua a
haver un completo sortimento
de tachas de ferro fundido e ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bica,
as quaes se acham A venda por
preco commodo e com pronip-
tidao, embarcao-se ou carre-
go-se em carro, sem despe/as
ao comprador.
Vendo-so superior linlia de algn.la.i, brancos e
dn i-ores, em novello, para costura : em casa de
Seulliall, Mollino; l'.., rua do Torres 11. 38.
Potassa d Russia
E CAL DE LISBOA.
No bem cnnhei iiln e acreditado deposito da rua
da Cadeia do Ilcito 11. 12. ha para vender polassa
da Kussia e da do lliu de Janeiro, nova e de supe-
rior qualidade. assim como lambem cal virgen em
Podra : ludo por precos muito razoaveis.
. '. i > '. i "( : .' ?.^'^
> Kissel, reliijocii-n francez, vende relogios de 2
& ouro e piala, eoncerla relogios, joiaa emusi- 5
P cas, ja aqu fie conhecido ha minios anuos, ";
) habita no pateo do Hospital 11. 17.
XIJLJU.XJL&&....... ..iJ-Ult!
Rua da Senzala Nova n. 42.
Vende-se em casa de s. V. lonhslon & C. vaque-
tas ,le lustre para carros, sellins e silbos inglezes,
candeeirns o raslicaes lironzeadns, lunas inglezas,
lio de vola, chicote para carros, e moiilari.i, arr.ios
para carro de um o dous oavallos. c relogios d'oiiro
patente inglezes. /
Aviso.
No armazem de Adoinsnii,]lniio,&r..,rua do Tra-
piebe n. 12. i ende-se sellins para hoinom e senhora,
arieios praleados para cabriolis, chicles para car-
ro, collciras liara ravallu ele.
Camisas inglezas.
Vendem-se suppriorex camisH ingle-
zas : na rua do Collegio loja n. ."i.
VinhoBordeaux.
Em rasa de llenr Bruna & P.., rua da Crnj n. 10,
vende-se viuliii llordeom de diHereutes qualidades
como l.afolle, l.h, l.eoville, I.s. Julicen, em caiva
de nina duzia uur baralo preco.
Milho para planta
o mais litnpo postnvul.
Feijo ]>re!o novo
sem igual no increado Vendeni-so osles generes
no Porte do Hallas, armasen de Heroelerio, Ir.
mao A -., confronte ao trapiche do algodao n. 1-
Aprecien, o bom goslo.
Xa loja do Serl ano jo
n. m A.
Iticas sabidas de baile dn melhor gosto que pode
haver, tanto em fazenda Boato em preco, laa/.iuhas
de quadros miados a graudosa 420 e 4liO rs. o ca-
rado, chapeos de velludu pelos a 74, dilos de al-
j pai-a forrados de seda, muilo commndns para andar
a fresca a 2SI0O. ftoUinaail de diversas qualidades
: Ifa IjiiHl, iswui, 2g2tKI o 2.SMHI pillas c man-
| gilos a feDO, loe "i^oo, manguitos, gollas e ca-
mizinhasa69, Tfelllf, colletes feitos de velludo
a 10j, 118 e 12,i?, calcas de casemiras de cores, fei-
las, ricas bengalas de massa nngindo unienrno a 74,
8S ios, grosdenaples de cor a lfMO r. 2|06O, seda
branca lavrada, ricas camisas para seubnra com pre-
gas e de muilo gusto a 74e 8 cada urna, ricos pan-
nos para mesas, e muilo linos a 7,S, Ss e!)8, ricos
casaveques de fustn e dn melhor gusln que pude
haver a 154 In-!., ditos de mussulina muilu bem
enCeilados all, I28e1:l8, e avisa ao respeitatel
publico, que manda de qualquer una fazenda amos-
Iras para ver se agrada, assim como lambeiu d a-
ninsir.is de.s.md.i penhur.
Fumo.
(.le rica pecliinclia para a quaresma se esl aca-
bando, bem como sejam : corles de vestidos de seda
pretos com :l saias o melhor que pode haver no mer-
cado pelo commodo preco de 508, 604 e70S, gros-
denaples deludas as qualidades a 14IIHI, lsflll.
ISfitKI, 1S7IHI, l$itMt, ISWMI. 2,2s2O0,2SI0Oe 2*600
e muilo lino de I palmos de largura a 2&K00, man-
tas de bloud pelas a 10g, ditas muilo linas o me-
lhor que ha mi mercado a Ifig e 188 <"ada nina,
.....ias pelas de seda a 2*600, dilas brancas a 250(l,
2jWKt e 3g, ditas de laia para padre a 14700 e *4.
sarja prela hespaiihola de duas larguras a1?MO0e
24200, paletots de panno lino forrados de seda a
2114, 228 e 258, pannos pretos de todas as qualida-
des, velludo preto e de cores, seda preta lacrada,
dita branca, maulas brancas de blond a 74 e 84500,
ricos enfeiles de vidrilbo do ultimo goslo a -lS. "".
OS. OS e 10S, ricos espartilhos do melhor gosto que
pode haver de oarrllel a 8?, 9J e 10$ ; assim ramii
| sejam ninas feilas de Indas as qualidades, pontos de
tartaruga Imperalriz o nielhor que pode haver. o
ludo mais que se pode prncurar se acha nesle es-
labeleiimenlu a volitado do comprador; garnte-
se vender mais baralo dn que em outra qualquer
parlo.
Farinha, milho e
farelo.
Vendem-se saceos grandes e pequeos cnm fari-
nha da Ierra, milho c farelo de Lisboa, ludo por
coiuiundo proco: na taberna grande da Soedade.
Cevada nova.
No armazem de Ferreira & Martins, Iravessa da
Madre de Heos n. 16, vende-se cevada noca em
barricas, por baralissiuio preco ; mui prupria
para boticas, lelinacoos, etc.
Relogios.
Uelogios patente inglez, por um dos melhores
fabricantes de Londres ; vende-se na rua do Crespo
n. 19, primeiro andar.
\ ende-se nina rica cadeira de bracos com
suas competentes enrreias, por preco commodo,
pur ler sen dono sahido para lora da provincia :
quem a pretender, eutenda-se com Caetano Pialo
de \ eras.
Arroz de casca.
No armazem defronle do trapiche do algodao,
junto ao armazem do Sr. Guerra, vende-se arroz de
casca por commudo proco.
5
\ ende-se fumo em folha chegado recenlemenie
da Babia, por menos preco do que em outra qual-
quer parte: na rua da i.n'i/ du Reciten. 13, pri-
meiro andar.
Algodao monstro.
r.onliniia-se a vendei o bem conhecido ccono-
Rua do Queimado.
Nosia luja vendem-se toalhas o lencos de labvrin
thus, rendas das ilhas proprias para toalhas, bicos
firelos de seda de lodas as larguras, dilos brancos..
ranjasde sedado todas as larguras. Alas do ullinin
gnslo, dilas de vellido preto ede rucarte, flores de
i arias qualidades. boloes de vidro e vahdo de div.r-
mico algodao monstro cnm 8 palmos de largura,; sas cores, para ca-avoques e entras muilas niiiul,-
proprio para qualquer obra por dispensar lodo o Ira-zas de goslo que se loma desnecessariu meii.ioiiar
ualbo de costura ; aproveilem omqiianlo ha : na je que so prometle vender ein cnnla
rua do Queimadon. 22, na lujada boa fe.
As veriaeiras luvas tic Jovin.
A loja d'aguia branca araba de rccelnr as rerda-
deiras luvasde Jouvin, lindas de sua oncoininenda
tanto pura homem romo para senhora, atian.-aiido-
so que sao as melhores que em tal genero se lein
visto aqu: vendem-se a 2.S500 o par: assim como
oulr.is ignalmeiil......vas. e lambem mui boas a f
upar. I.iii.in aprecia o bom, he dirigir-so nii do
Queimado nos quatro cantos, loja d'aguia branca n.
16, que ser bem servido. Na mesma loj existe um
grande sorliinenln de luvas do seda do militas o di-
versas qualidades lambem para houieiu e senhura,
ea procos baratissimna.
Espelhos grandes.
Vendem-se espelhos grandes para parede
Alcatifa
Vende-se alcatifa com quatro palmos
de largura milito prupria para forrar
salas o igrejas a 600 rs. o rmailo : na
na do Crespo n. 12, loja do Campos
Lima.
iniencuo
DL
Bandes ou almofadas
de crina para penteado de
senhoras.
Na loja de Leite & lrmao. na rua da Cadeia do
llecife n. 48.
Para forrar farros. &
Vonde-sedamasco de seda do hondos Sil
goslos e muilo proprio para forrar canos:
na rua do Crespo n. 12, loja de Campos & /}(.
Lima. uV
| coberlos e desroberlns, pequeos o grandes, de ou-
ro patente inglez, para homem e senhora, de um
dos melhores fabricantes de Liverpool, viudos pelo
ultimo paquete inglez: em casa de Southall Mel-
lors para paree
bellas molduras oiivernisadas e dourailas e viuTos
mui linos o claros a IA o 54 : na loja d'aguia bran-
ca nos ii na 111, cantos da rua do (Jueimadn n. lli.
Almeida Gomes, Alves & C.a
VENDEM NO SE ARMAZEM
2% RUA DA CRUZ f
CHA PKUS de feltrn sorlidus, da fabrica acreditada
de Carvalhu Pinto, do lliu de Janeiro.
SABAO das fabricas du Rio de Janeiro.
MN'IIO de champagne de superior qualidade.
SALVAS, bandeiias e outras ubras de prata.
Vendem-se 2 trrenos na rua da Concordia :
quem os pretender dirija-se serrara defronle deS.
I'cancisco, e na mesma promotle-se vender taboa-
do mais baralo do que em mura qualquer parle,
Vende-se urna mulata de 18 annos, com urna
cria de 5 mezes, e com abundante leite para triar,
e sabe engommar o coser, propria para alguma casa
de familia por ser linda lignra, ede boa conduela.
Vende-se um cabriolo! com cubera muilu
forte e do boa coiislruccao : DO gimnasio.
Cognac.
Cognac superior em eaixasde urna duzia, vende-
se em casa ib' Bear Hnnm C, r ua da Cruz n. 10.
Carteiras grandes com chaves.
Yendeni-so por proco multo
grandes com chave, proprias para guardar dinheiro
e letras : na rua do Queimado, na bem coiiho.ida
loja do miudezas da Boa Fama n. 33.
Meias de borracha.
CHF.r.AllAS liLTIU.VIIENTE No NAVIO FlIAMifF.Z.
Na rua do Ouoimado, na bem annbecida loja de
miudezas da lina Fama n. 33, j lem para vender
por proco barato as muito procuradas moias de
borracha, nicamente proprias e apprm adas para
toda e q,iialitucr cucharan as peruas.
.'SI
Em casa de C. J. Astley AC.
Cabos da Kussia de maiiilha.
Cubre para forro, com pregos.
Vinhos do champanha. Moselle e Bordeaux.
Salitre refinado.
Vende-se on arrenda-sc o engenho S. Jos,
afroguezia de Santo Antao, quatro legoas ao
sul daTTilad da Victoria, cujo engenho me com
agua, lem grande cercado, limpu e circulado por
calado, umita mata, e paramentado de todo o ne-
ressario, sendo: casa de vivenda boa e grande,
senzala para escravos, casa de bagaco, estufa, casa
de relamo; etc., c ludo no melhor estado possivel:
quem o pretender, dirija-se ao sen proprielario que
o doenaenho Sibir daSerra para Iraar negocio.
Escravos fgidos.
Os jesutas.
Vende-se em casa de Saunders Brothers ii C,
praca do Corno Santo, relogios do afamado fabri-
cante Roskell, por procos cnmmndos, o tamhem
trancellins e cadeias para us mesmos, de encllenle
goslo.
DE
MLABAR
Vende-se osla agua a melhor que tem appareri-
'"ido para lingir o cabello 8 suissas do prelo : na li-
s vraria universal rua do Collegio n. 20, d-se junio
um impresso gratis, ensillando a forma de applicar.
Pianos.
Vendem-se pianos fortes do melhor
gosto e modelo que tem vindo a este
mercado e por preco commodos: nu
rua da Cruz do Recife n. 50.
Saino luz esta bella e Inte masante prodnecan
da peana no llr. Ildefonso Llanos Codinez, o adia-
se desde j venda no largo da Independencia ns
6 o 8 : na rua do aterro da Boa-Visla n. 82, loja
de miudezas: no caf do Sr. Parra, rua da Cadeia
de Sanio Antonio, o em todas as livrarias desla
cidade, a 28 o etomplar.
Aterro da lt.ni-Vista n. O.
Vendem-se muilo superiores casinetas mescla-
das, com um pequeo tuque de mofo, pelo baratis-
simo precn do 360 rato covado.
Pechincha agora pela
quaresma.
Ovas (rscaos de camorim viudas do Acarac : na
esquina da rita do Collegio taberna n. 25, pur 25 e
2:500, sean andarem com pressa acabam-se.
No dia 14 do agnslo do anuo prximo passado,
fugiram do engenbo Sel* Banchos, freguezia de
Nn-sa Senhora da Escada, comarca da. (dado da
Victoria, ossegiiiules escravos: Damin, cridulo, de
23 annos de idade pouco mais ou meaos, cor fu la,
beicos grossos o meio ai-rehilados, tem urna ciralriz
na testa proveniente de um coice de animal, pernas
linas e alguma cousa arqueadas para fura, esnialma-
do, ospaduado, altura regular, o est bucando ago-
ra. Jaciulbo, crioulo, de 28 anuos de idade pouco
mais mi monos, altura regular, edrpreta, pouca
barba, beicos grossos e faz oerto geilo na bocea guan-
do lata, lem una cicatriz, em urna das faces, poma s
linas, e-maliado, fuma, e locador de viola, o
o carteiras P'^ofoicnn.prado aoSr. JoioFraarisae Barbo-
za da Mlva cuniaru, o o segundo diz que fuie.mra-
voda familia do Sr. Joan Nuiles, da fazenda do Silio,
em Pajel! de Flores e comprado na praca de Per-
nambuco. Consta que dilos escravos esli em Pa-
je de Flores por portadores que maiide ede lvie-
ram : roga-se as autoridades poliriaes ecapilaesde
campo de ns pegar o levar ao referido engenho, a
Berna rd i no ltarho/a da Silva 011 ua praca de Per-
nambuco aos Srs. Manuel Alvos Ferreira A Lima, na
ruada Hoda n. 3, segundo andar, que seo re-
compensados rom a quanlia cima.
>????*?? ??????????>???*j
Vende-se nu loja de
Nabuco fe C na rua Nova
11. 2, ricos lencos braia bordados proprios
para as senhoras amar-
rarem na cabega qnando
vo aos sermaos.
....?..... _* f a ,
Vende-se erfoctivamente farolTo de Lisboa
Cinco Ponas 11. 63, por menos do que em outra
qualquer parte
Chapeos de palha escura para
homem por precos baratos.
Na bem conhecida luja da boa f, na rua do Quei-
mado n. 22, encontraro os bons freguezos uro com-
pleto sortimento de chapeos inglezes de palha escu-
ra de formas iiileiramcule modernas e bonitas da
ultima muda. Tornam-se recommendaveis por se-
ren mui leves o frescos para a prsenle esiaro :
vendem-se pelos baratissimos procos de 4J e5$,
vendem lambem chapeos e bonels da mesma quali-
dade para meninos a lis 3siki.
Em casa de ttabe Sclimettan & C.
rua da Cadeia n. 57, vendem-se elegan-
tes pianos do afamado fabricante Trau-
mann de Uamburgo.
Farinha de man-
dioca.
No deposito do largo da Assemblca n. 9, vende-
se superior farinha rhogada ltimamente, em sac-
eos grandes, por commodo preco.
400S000 de gralincaci.
No dia 23 do passado mez fugiram do engenho
Tabocas, freguezia da Luz, pertencente a Francisco
Antonio Caliral de Mello, cinco escravos, cojos no-
mes e signaes sao os seguintes :
Joaquim, prelo, representa ter 20 anuos de ida-
de, bsixo, secco do corpo, e sem barba, tem muilas
marcas de bichos nos ps ; levou urna argoln do
ferro no peseoco, camisa nova de algodao da Babia,
ceroula velba e chapen de coiiro velho ; de sup-
pnr que lenha buscado as immediacoes do Limoei-
ro, d onde tinha vindo em poder dn'Sr. llr. Nabor,
por compra que dello lizera, e depois, por autorisa-
cao sua, 1110 foi vendido pelo corrcto'r Souza, nesta
praca.
Marcellino, prelo, alio, secco do corpo, roslo
comprido o barbado, representa ler 35 annos de
idade, levou urna calca azul e outra de riscado
jaqiiela e. camisa branca, e chapeo de palha.
Nicolao, preto, alto, i-heio do corpo, representa
ler 22 anuos de idade, levou calca branca, camisa
de riscado e urna bata nova, lem as costas mar-
cas de castigos, e alguns principios de carapina.
Kzequiel, crioulo. bem preto, altura regular,
pouca barba, tem algumas feridas as candas, e
reprsenla ler 25 annos de idade, levou camisa de
madapoln, urna calca brenca e outra azul, e cha-
peo de palha de arroz. Kste negro veio do Para.
Joan, mulato, com 25 anuos de idade, pouco mais
ou menos, bastante alto e barbado, offlcial de fer-
reira, levou chapn de palha, calca de riscado r-
xo c camisa de madapoln, e lambem levo urna
espad#clha. Este mulato veio do Par. Marcelli-
110, Kzequiel e Nicolao vieram do Maranbo.
Roga-sc as autoridades policiaes e capities de
campo que apprehendam ditos escravos, e que os
levem a sou seuhor no referido engenho, ou a Ma-
no-I Anlonio Concalves, na ruado Cabuga n. 3, de
quem receberao 400 de gratiScarao, ou a quantia
correspondente a cada um, no caso de vifem desta-
cados.
Contina fgido desde o dia 6 de agosto do
auno paoximo passado, o escravo Antonio Cacange,
com os signaes seguintes: representa ter 30 annos,
pouco mais ou menos, altura regular, cheio do cor-
po, rosto redondo, pouca barba no queiio de baixn,
cor, preta cangueiro no andar, falla ponen, e tem
marcas de relho, .' casado c foi escravo dos herdeiros
do tinado Caetano Goncalves da Cunha ; consta a-
char-se refugiado em Ierras do engenho Cacimbas,
da comarca de Santo Antao ; a pessoa que o appre-
hender ennduza-o ao engenho Curcahy da comarca
Pan d'Alhu, ou no Recife na rua da Cruz n. 62, ler-
ceiro andar, que ser generosamente recompen-
sado.
"PERN.I-TYP. DI M.F. DE PARIA. -186.
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