Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08021


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Full Text
ANNO XXXV. NUMERO 74.
Por tres meses adlantadoB 4$000.
Por tres mezes vencidos S$000>
/
DIARIO
SEXTA FEIRA 1 DE ABRIL DE 1859.
Por auno adiantado ir.SjOOO.
Porte franco para o subscriptor.
PERNAMBUC
ElCallEGaDOS DI SBSCRIPgO NO I0RTE.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DI CAPITAL.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olinda todos os dias as nove e meia horas do da.
Iguarass, Goiannac Parahiba nas segundas e s.-vtas-feiras
S. Anio, Bozerros, Bonilo, Garuar, Allinhn e Caraiihuns! Tribunal do minmoi-rio: segundas e quimas.
Parahiba, o Sr. Joao Bodolpho Gomes; Natal, o Sr. An- nas torras feiras. i Ri-hv-n: Ierras feiras e saldados,
tomo Marques da Silva; Aracaly, o Sr. A. de I.emos Braga; Pao d'Allo, Nazarelh, l.imnriro, Brujo, Pesqueira, Ingazei-| Paseado: lorias, quintas e Kabbedos as 10horas.
Cear, oSr. J. Josdo Olivona; Maranho, o Sr. Jos Tei- ra, Flores, Villa Bella, Boa-Vista, Ourit-ury e Ex nas! Juizn dORODimemo: quintas an mcio dU.
xeira de Mello; Piauhy, o Sr. Jos Joaquim ATelino; Par, quarlas feiras. I Dito do oxphaoe: tercas o sexlaa as 11) horas.
'; Sr. Jusiiuu J. Hamos; Amazonas, o Sr. Jeronymo da Cabo, Sorinlii-m, Rio Pormoso, Una, Barreiros, Agua Pre-I Primeira vara docivel: Ierras e sexta* ao meio da.
Losta. ta, Pimenleias > Nalal quimas feiras. Segunda vara do ivi-i: quarlas e sabbados ao meio dia.
_______________., .;._______________ i (Todos os conatos partein as 10 horas da manha.
EPHEMERIDES DO IEZ DE ABRIL.
.'I l.ua nova as 7 horas e 58 minutos da manlia.
10 Quarlo crescenle as !l horas e 1 minuto da manha.
17 l.ua cheia as (i horas e 40 minutos da manha.
l'i Ouartu minguanle as horas e 26 minlos da manha.
PBEAMAR I)E HOJE.
Primeira as 2 horas e O minutos da manha.
Segundo as 3 horas c 1K miniilos da larde.
OAS OA SEMSN4.
ENCARREGADOS OA SUBSCRIPgAO NO SUL.
.28 Segunda. S. Alexandre ni-. : Ss. Castor o Doroteo mm. Alagoas, o Sr. r.laudino Falcan Das; Baha, o Sr. Jos
, l.l Tina. S. llerlholrio r. ; Ss. .luna- Barrachisin e Pastor. Marlins Alvos; Rio de Janeiro, o Sr. Jodo Pon-ira Martin*
Hl (.loarla. S. Juan Climaco ; S. limo, ali. ; S. Angela f.
:tl (.tilinta. S. Ilalbiiia v. m. : S. Benjamn m.: S. Amos.
1 Sovla. S. Macario S. Valeroo ati.
2 Sahhado. S. Francisco di- Paula fundador ; S. Maria.
i :i Domingo, s. Rirardo ni ; s. Benedictof.; s. I rbiro.
EM PEBYVMBL'CO.
O proprielario do DIARIO Manoel Figueiroa de Paria, na
sua livraria piara da Independencia ns. 6 e 8.
PARTE OFFIClAl.
GOVEBXO DA PHOYIXCI V.
Expediente do din 5 de marco.
flfllrio an roininandaar das armas Sirva-se V.
Exc. de expedir as suas nrdens para que os com-
iiiauri.iutos dos Corpus, que pciloiirem ns deser-
tores constantes ds rclaro jimia, apprehi'ndidos
ii" lermo de S. Aulo polo i" cadete Mauoel Anto-
nio di' Moraes, passom os allnsladus do e>U4o, alim
do seren remettidos an delegado do referid" tormo,
que os requisilnu om nlltcio de 20 do fevcreru ul-
timo. OlUciou-se ao inspector da Ihesouraria de
fazenda n%ra mandar pagar a gralilirac.. devida
das despezas, que ahi so toiu do fazer nos ditos
roezes por contado ministeriodbimperio.
Portara.O Sr. agenlo da t.ouipanhia Pornan-
hurana do paquetes a vapor mando dar passagcm
do r para o Cear, no primniro vapor quo vier do
sii^io sobro o .ano-, dovo sor eSpCCUtlineule ap- lorio da inarinlia Din 8. de fovoroirn ultimo, .leol.i- dos negocios da juslica.O Exm. Sr. presidente da I) quo corlo que boj.....i.......lio perece pi-nd
piteada an cali-amento, raudo quo, por decreto de 19 daquellc ...../.. loi no-1 provinoia manda acensar o rerebimenlo da coiiiinu-' fortemanto do lado da Inglaterra
Dtlo ao director interino das obras publicas.- i. meado director geraldaqiiella secretaria do estado | nicacao, quo no primeiro do correle lho fez V. I l.riaiiiiim da-seahi preponderar
nea e os Estados-Luidos con'servarein
secundario.
,,.,..,.,., .,, ..,. ,,.. ...,,.... ijii.., |icn uoini" ni- i:> n.i.iiieuu inez, mi ini-i provnola niiiiia aecusnr o receoimenlo Ha cummii- Inri.-maulo do lado
Dito an director interino da obras publicas.S. meado director geraldaqiiella secretaria do estado I nicacao, que no primeira do rorrele Ihe fez V. I brilannicn da-M ah
Exc. o Sr. presidente da provincia manda cominu- OennselheiroFrancisco Xavier Romtempo.Bemol-1Ese. de aneo requerimonto, cm que Antonio Joa- : mente a Franca e
mear a V. S., em resposta ao seu oflieio de honlem, leu-se-copia do mesmo aviso an inspector do arso- qiiiin de Almcida r.uodes, pedia ser nmneadn bedel um intareese socun.
. do seminario episcopal da cidade de (llinda, tere o
ra provincial que, a vista do conipetoiiie corlilca- Dilo ao inosinn. Remello por copia a V. S. para seguinle despacho.Requcira ao Hvin. hispo da dio- j
do, pague a quaulia de 2: 5Ijll!l9 a que tem direito sen oonheeimonto, o aviso expedido pelo minute- cese.
Bul,a Victoriano Augusto llorges, haveudo lugar sol n. 61. que acaba de rocniuiioiidar lliesuura- nal de inarinlia o ao rapila do parlo.
vago para paaeeiro de estado.
lita.O prcsidenlo da provincia, allundeiido ao
que requeren Manuel Joaquim l'orroira, Ihesoiireiro
do consulado provincial, o leudo em vista as infor-
macoesdas reparlioiios coropetenleft, resolve ronce-
der-lhe seis me/os de licenra rom vencimenlos na
torina do arl. i!) rio rogiihion-nlo de :< de agosto do
4852 para tratar de sua sado fra da provincia.
Expediento do terrelnrw do gomrHO.
(inicio ao director interino das ninas pblicas.
gneo pareo pender ..,,, desagradavol, e l.oiza, que depois de sua mo-
, d' ', ,t, 22E2S. 'l,Mi'1 ,u,uin H. Pfon lambem do salame ao
-..:"5a..?I'_?.?! .!: *> '1"" Hlacortava urna parle om pequeas trin-
ou d
ao referido cadete, leudo em visla ns allesladns c .-'
mencionados, e commonicou-se ao delegado de S^-'- srpresulenio da provincia manda com-
policia de Santo Antao. : niumcar a V. S., o, resposta ao seo ollicio de
Dito o mesmo.Devolvendoa V
\ niunicar a V. S., em resposta ao son
' honlem. snb n. "7, que por despacho de hoje,
i que leni
o arremtame dos reparos da ponto de Goiai
Circular aos Kuns. presidentes das provincias dn
norte.Participo a Va. Exes. que osla provincia Oca
Irauquilla.
ollicin ao Exm. presidente da provincia da Babia
Foram-me enlregnes pim o ofllcio de V. P.xr". de
11 do rom-lile > colleccnes das leis promulgadas
pola assembla dossa provincia no anuo prximo
passado.
Dito ao mesmo,Acenso a recenco dn olurto,
I. 1.1 ON.
.lia PrmrJ
Elc8P"f^s:nriso
do it de Janeiro ultimo, remcllo-lhe por'copia a i d" ^mpeloulo cenillcado. a qiiantia de 900, em eom a nrd.-m do Irihunal do Ihesouro, sol. n. :I2 ro-
que aeuiurianh.iram o *-u ollicin de u. 81), e data
thesonraria provincial a pagar, & visla' que V. Exc. se servio iliiigir-mo om II do crranle
u.forniacio do Dr. chote de polica do 1" desle mez, ?"e ,mP"rt,,1 af",larml m':"vl1- a 'I'" ^"' ,r''"" '"dlcu-se ... inspector da thesonraria de fajenda
da qnal emutam as pessoas uue capturaram os ibs, '"^Ti ci permanente da us-, copia do ollicio, de que acuna se trata, e a refonda das notas assignadas, ao inspector da thesouraria
lant.iri.1 Aiilnuio Pa-! lr,lda d(''0 d Alh"- ,, ordeiii do lliesnui... provincial.
12 Dito ai. coiiiinaudaiite das armas.Fa.;i. eom es- Diln a., inspector do arsenal de inariuha.Na
OWcio ao cnnlinandaiitt-das armas.Sisva-so V. te apreseiiiara V. E\o. para seren inspeccionados, confonuidade do aviso, junto por copia expedido
Exc.de mandar pflr em liberdade o reernta Firmi- i os recrutas Nicolao Jos da r.unlia, Manuel Francia- polo ministerio da mariulia em o primeira do cor-
no Conealves de Siqueira, que Un fui apresenlado C0_de Barros, Manuel Jos de Barros, Jos Foij l'.a- rento, mando Vine, construir nesse arsenal, alim
rio da guerra emo primeira do crente, declaran- Dilo ao comuian'daiilo das anuas.(I Exm. Sr.
do ai h.ir-so legalisada, polo de II de oulill.ro do presidente da provincia, leudo iiideferiilu, vista ila
anuo prximo lindo, a licenra concedida ao teen infi.nii.ic.io da thesonraria de fazenda de 10 dn enr-
e general Jos Joaquim i:oolbu.r.oinuiunicnu-e a rente, constante da rupia junta, n requoriinenlo em
rsl1'- que o alteres Manuel da Cesta rouseca, pedin'do in-
Diln ao mesmo.Transmillo a V. s. pan seu i demuisaro da quanlia de WaOOO res, que despen-
cnnheriiucnlo, oito relacoes impressas das notas as- don rom eomedorias de onil.arq.ii- bordo do l.ri-
signadas at :tl de ilo/oinl.ro do anuo prximo pas-l Ru barca llamoracii, quaiulo regressou do presidio
s.nln, lieiu como urna outra relar&a das firmas ori-| de Femando para provincia das Magnas : aaiam
ginaesdos assignalarios iilliinamonlo naneados: o | o manda eouiinunic.ir a V. Exc, alim de quo o faca
que iioio mefoi remetlido pelo Inspector geral da I couslar ao peticionario.
caixa de ainorlis.iciro eom o ollirio rio priiiioiro do Dito ao priint-iro secretario da
crrante.Rcuietteu-se urna nipia da relacao das
llrni.is originaos, boni como una retacan impressa
CORRESPONDENCIA 00 DIARIO DE PERNAMBUCO.
Hollanda.
Anislerilain, :t de (evereira de lnr.9.
\ queslao italiana que ocrupa iiestg muinonlo a
Europa inlcira, interessa vivamente a Hollanda. Os
sentimejilns manifestados aqni au sao Caveraveis a
independencia da Italia, emliora osnossos anlepas-
sados toiibaui contribuido em urna larga nropnrcn
para o abalimento da casada Austria. Eatflmoa
nossos ulereasesj se nao confundem coni os da
)
\
sertorus do 10 baialhao de iua
Iricio da Silva. FrancclinoJi.se dos Sanios e Jos
Ferreira de (Mivi-ira, licaudo assim satisfeilo o que
\'. Exc. solicilou no rilado officio.
Hito aochcfe de polica.Os recrutas enviados
pelo delegado de Pao d'Alho, que me foram apre-
senlado* eom o ofRcinde V. S. datado de hoje, san
trabalhadores da estrada de Po d'Alho, dousden-
Ire elles casados.
Com esse motivo os mandei por cm liberdade,
pois que o goveruu imperial em seus contratos, e
a presidencia, por racio de promessas bem explici-
tas, tem consagrado o principio de isenco dore-
i'i'iitaiuento para todos os cidados, que com seu |
traballio auxitiam a conslruccao c dcsenvolvimen- ]
lo das vas de commiinicaeao.
E conveniente que V. S. taca sentir aos deloga- I
dos e subdelegados que a presidencia osla disposta
a apiar enm o maiur empeiibo a sua arcan, o con-
correr, quaalo poder, para fortalecer o seu presti-
gio, mas sol a coudicao de observarcm ellas as
-nas rerommendaciios, o assenlarein os seus actos
no maior respeilo lei e As conveniencias publicas.
Umcidodao casado, e com Pilhos, nunca pnder
sor recnitado, qualquer quo suja a conveniencia
que resulte, para o municipio, do sua sabida, e-
i escendo que as autoridades poiiciaes leeni mui-
los meios para corrigir osmios .- os individuos da-
dos ao furto de cavajlos e outros criiues, que nao
pil.un sor proeussados ev-ollutio.
Hito o lymseHieiro prendante da rlarao.Cotu-
municoa V. S. quo o juiz municipal e de orphaos
do lermo de Cimbres, hacha re I Miguel Arcliaujo
Mouieiro de Audrade, participou ler reassumidoas
luiirrues do seu cargo no dia 11 de fevereiro prxi-
mo lindo, por haver passado as de juiz de direito
interiuo da comarca ao juiz municipal do lermo do
llrejo.Commuuiroit-se lambem ao inspeclorda
Ihosnuraria de fazenda.
Dito ao inspector da Ihesouraria do fazenda.
Mande V. S. pagar os venrimenlos da Iripolaco do
vapor f.'riuiMAK relativos .10 mez de.fevereiro ulti-
mo, liemcvno os do niaclnuisla, que deseiubarcoii
rio mesmo vapor.Communicou-se ao commau-
dants dadiviaao naval.
Diloan masmo.Certajdu rouledo do seu olli-
cin n. 138 de 3 do crranle, tenho a dixer em res-
posta que pode V. S. aceitar o ollerecimento, que
fez o liciMnte Francisco Martins dos Anjos Paula,
para se enuerregar da factura da obra iioce.ssara ao
ariiia/eai a.45 da alfandoga desla capiul, medanle
a quantia de 4'4Ui|, e snb as roudicoes conslanies
.1.1 copia, que veio aiinova ao rilado"ollicio.

OUicio ao Exm. presidente da provincia do Piau-
hy. Tando-sc mandado azer uo vapor Lriusuluj,
perlcnceute a essa provincia os concertos e forne-
cimento de oue trata o trecho jnulo por copia, e a
relacao que toi-me remettida pelo inspector do ar-
senal de mlrinha, digue-se V. Exc. de expedir as
suas nrdens, alim de ser indemnisado o cofre na-
cional da quantia de T73083 despendida com o re-
ferido vapor. Comuinuirou-se ao mencionado ins-
pector.
Dito ao coinmandante das armas armas. Srva-
se \. Exc. de ordenar ao uiajor commaudaule da
lnrtale/a de Tamandar que inforuio. acerca do re-
querimeoto incluso do padre Jos Porllrio Gomes.
Dito ao mesmo. Sirva-se V. Exc. de informar
sobre o que couvem fazer em allenro ao que pon-
dera o director interina da colonia militar de Pi-
menleiras uo ollicio junio, datado do 1." do cr-
renle.
Dito ao mesmo. Pode V. Exr. mandar abrir as-
senlamenlo de prara aos recrutas Antonio Paulo
Mondes da Silva e Jeremas Vatlie.us de Frailas, de
que (rala osan ollicio de 9 do crranle, snb u. 03.
Dilo ao iiiusiuo.Mande V. Exc. por em litwrda-
do o recruta Antonio Mauoel da Rocha, visto que
fui julgado incapaz do s.-rvico, como consta do ter-
mo de inspeccao anuexo an oilkio de V. Exc. de 9 do
rorreule, sdb n. 404. i'.ommuuicon-se ao ebefe de
polica.
Dito ao mesmo. Pode V. Exc. mandar abrir as-
seiitamento de prara aos recrutas Francolino Auto-
ni'li Jos de Sanl'Ana, Ualheos Mauoel Viecenledo
Safraniento, Jos Manoel do Nascmenio, Jos An-
losfi da Costa Bezerra e I.oureuio Bernardo, deque
irata o seu ofllcio de 9 do correte, sdb n. 405.
Dilo ao mesmo.Qoeira V. Exc. informar sobre o
incluso requerimenlo do alteres Antonio Raymuedo
i ampollo.
Dito ao mesmo. Alm dos ofciaes superiores,
deque Iranio mpu ollicin do 3 do correte, sirva-se"
V. Exc. de mandar avisar mais um para servir com
aquellos na junla convocada para o dia 19 deste
mez.
Dito ao presidente da relacao. Cummunico a V.
S. que, segundo constou-me de particiiiacbes oIR-
oiaos, o Dr. Jos Bandeira de Mello, sendo removido
para a comarca de Amias na provincia da Paraby-
ha, passou no dia 1." do crrente o exerricio das
fuurces de juiz de direilode Garanhuus ao Ur. Theo-
doro'Machado Freir Pereira da Silva, uomeado por
decreto de 17 de Janeiro ultimo, e esto por ler de
tomar parle nos Irabalhos da assembla legislativa
desla provincia, passou no dia 4 o exercicio das res-
pectivas funecoes aoscu substituto o juiz municipal
lia.harel Joo Francisco Duarle Jnior. Commii-
uiroii-se lambem ao inspector da Ihesouraria de fa-
zenda.
Dilo ao mesmo.Commiiuicu a V. S. quo o juiz
de orphaos da capitel, bacharel Ernesto d'Aquiio
Fouseca, participou que, por doenle, passara no dia
3 do crranle o exetcicio do seu cargo ao 1." sup-
plenle barharel Pranrisro de Paula Santos Allaluia.
Communicou-se lambem aoinspeclur da ihesou-
raria de fazenda.
Dilo ao inspector da Ihesouraria de fazeuda.__
Communico a V. S., para os flus convenientes, que
o presidente da directora da caixa fllial do Banco
do Brasil nesla capital participou em ofllcio de nen-
ien) que, depois de 25 de jnnho do anuo prximo
passado, entraram mais em circulacao as notas de
eniissaoda mesma caixa filial dos valores e parli-
'iilaridadcs constantes da relacao juma por copia.
Commonicou-se lambem ao 'inspector da Ihesou-
raria provincial,
Dito ao mesmo.Remetiendo a V. S., paraos
convenientes exames, os prels e relacoes em du-
plcala dos vencimenlos das pracas da colonia mili-
tar de Pimentrira relativamente aos mezes de Ja-
neiro e fevereiro ultimo, oautoriso a mandar adian-
lar ao respectivo director, nos termos do aviso da
reparlicau do imperio de 42 de maio de 1857, a im-
portancia dos veocimenlos, que se devem abonar
s referidas pracas no crranle mez e no de abril
prximo vindnuro, devendo essa quaulia ser en-
tregue no ajudante daquelle eslabeleciraeuto.
Dito ao mesmo.Nos termos do aviso de2i de
maio do 1857, msnde V. S. adiaotar ao ri'rector da
colonia militar de Pimenteiras a quantia que fnr
precisa para ocenrrer ao pagamento das despezas,
que all se tem de fazer porconta do ministerio do
imperio no presente mez e no de abril prximo
vindouro, devendo essa quantia ser entregue ao
ajudante daquelle eslabeleeimenlo.
Dito ao director das obras militares.Confor-
mando-ate com o que Vmc. prope em sen ollicio
de hootem, sob n 64, tenho a declarar-lhe quo po-
de porem prac, poralguns dias, as obras do enca-
uamento do hospital militar e do quartcl da Sole-
dade.
Dito ao regedor doGymnasio. Pico inteirado do
que me communica Vmc. em seu ollicio do 10 do
crrenle, acerca dos seus iocommodos de sade,
que o obrigam a permanecer em linda por 15
das, fleando a direccao doeslabelecime.nln iucuiu-
bida ao respectivo censor.
Dito ao director da colonia militar de Piuientei-
ras.Em visla dosofOcios, que Vmc. me dirigi em
4 do crrante, sob n. 9 c 10, aulorisei o inspector
da ihesouraria de fazenda a mandar adianlar-lhe
nao so a importancia dos venc montos das pracas
dessa colonia, relativos ao presente mez e ao de
abril prximo vindouro, mas lambem a quantia,
que for necessara para occorrer aos pagamentos
- ii. i"iiuini> ". *"* ----- llil-
primeirosecretario da assemMa legisla-1 ""","';' i,!,','ri!""la:i- A """'"''ao dasriquo-
livaprovincialn. W.Ueordem do s. Evc. o Sr. '" '_''';''"* llullanaezes urna narao das mais con-
presidenle da provincia remello a V
chas que mctlia em vinagre. Ella dou depois qua-
Iro destas pequeas trinchas a sua criada, que as
pnz de lado para as levara sua mi. Isla apenas as
romeo senlio-se nial, e sna vida estere dorante
das i dias em perigo.
Joao que tanta comido um bom pedaco de sala-
me, morreadas mais vivas dores depois de qiialro
dias. Posto que durante os quakO dias que diiraram
os siiiliinienlns de Juo, coinecou-sn a mspeitar
un oiivenenameiilii; parece comludo que estassus-
poilas nao leriam dado logara nm inquerilo, sena"
porque a cninnissaria ao i.-nlrar chnrand.i no quarlo
onde se achara Jnao, narran quo sua mi eomecava
a aprasenlar os vinntnaias do mesmo mal, depois
de lor comido as -tochas de salame, que ella Ihe
, tiulia loiadn.
^r .....i.-/, un HuiMiman una uacao uas mais con- ^ polica fui advertida, e interveio no negocio,
uara seren i s''n,'1lll,ras. lornamo-nso boje, em virtude dos nos- Fo' reronhecido que o general liuha lambem rom-
*' Sil
l'i' .-iw.iiK. u.r um i'i-i.i lemei mi .i i r>., liara SOI oru ............. ...-. .,.- --------- ,-- 0................
presentes assembla legislativa provincial 88 s "ocursos inexgottreia os grandes brdenos dn P"" salame, e depois arsnico.
exeiiiplaresimpressosdoorc.imenlod.ireceitao.les m""un. As nossas economas leem enlrado nos 0s .'lou3 mbrullios depnslns |
pea provincial para o exercicio de W5t> a 1860 e i t'ml''';sl>1"/ de lodos os governos. Nao exagerare- *V"P,' que devm encerrar bilhelc
igual numero dn l.alau.o do exercicio proximo-lm0*''"> duaenU milhes rio llorinso total roiumba folhas brancas, ao passo
i- i (tus IilliflnS mufl ii'u. ..i.iiint-mlj... .1.......,.. .-. ._! eilll.nillili nm- iI.^i-i.-i oniiln*., I....I-..
com o meu ollicin rie 25 do fevereiro ultimo
Dilo ao mesuio
Exc, para
Francisco da
polica.
Dito ao mesmo.
ra seren inspeccionados, o recrutas Mauoel Flo-
renlino Bezerra, Miguel Francisco dos Santos, Jos
Martins da Rocha e Antonio Martiuho de Araujo.
Communicou-se ao elude de polica.
Dito ao director coral interino da insfrucrao pu-
bliiui. Vutoriso oforiiecimenlo dos utensilios, que,
para o uso de sua escola, pede a piof.-ssoia publica
de iuslrurrau primaria daridade de Cnianua Mara
Cavalcanli de Albuquerque Mello na rel-i.-ao que por
rupia acomponhoii o ollirio dessa directora (talado
de 24 de Janeiro ultimo, o sob n. 11
Dito ao mesmo.Pode V. S. mandar foruecer os
movis constante, da relacao annexa ao ofllcio des-
sa directora de 3 de fevereiro ultimo sob n. 15, e
roquisitadus pelo professor publico de inslrucr.io
elementar do segundo grao da fregueziada Boa-vis-
te, para o uso de sua escola.
Dilo ao mesmo..Vutoriso o fornecimeuto dos
movis, que, para sna aula, raquisilou a professdra
publica de inslruccJio primaria do bairro da Boa-
vista desla cidade, como consta da rolaran annexa
no ofllcio dessa directora, datado de 3 de fevereiri
ullim
valcanti, Martioho Rodrigues d
lindo.
Dito ao inspector do arsenal deMarinha
, ---------------------- -----................. guerra.U Exm.
crreme sob ii. 207. ideVmc. fazer com urgencia os reparos, de que Sr. presidente da provincia manda communicar a
Dilo ao mesmo.Ao ollicio de V. Exc. rie II do precisan! as caldeirasdo vapor de guerra Krhtribt, V. S. quo, por despacho dcsta dala, aulorisou o
rorreule, sol. n. 210, respondo declarando que au- i de forma a poder elle fazer viagoin no dia 30 rio inspector da Ibesooraria de fazenda a maudar pa-
lomo o fornecimeuto dos objecin precisos para a Borrante.Communicott-ee aocommandante da di- gara .Vnlonio Luiz do (Miveira Azevedo a impor-
pliannacia io hospital militar, observando-se a esto visao naval. lanciada fele dos objeclos, que por i'-sse arsenal
respeilo o que se delermiiioii por olfioio de 10 de '
le mez.
Dilo ao mesmo.Communico a V. Exc. que por rom recolhtdoa a esse arsenal os facoes e facas, que ,
decretos de 19 de fevereiro ultimo, houve S. SI. o tem sido approhoudi.los pelas autoridades poiiciaes.'
Imperador por bem exonerar o lenlo coronel do Comiuuuicoii-se ao chefe de polica
...... ."''. : i.uit-i.i un uuio mis ui.jocios, que por esse arsenal
| Dito aodireclor do arsenal de guerra.Mande i foram enviados para a provincia da Babia m. pala-
Vine, receber oasecrolaria de polica, alim de se-1 rho nacional .S. /ati.
sob n. lti
Dilo ao mesmo.Auloriso o foriiecinienlo dos I se a0 inspector da Ihesouraria do fazenda e ao ro-
ninvois, que, para sua aula, requisita a professora j eridn lente coronel.
publica de inslruorao primara de Serinhaoiu. como Dilo ao mesmo.Remello por copia a V. Exc,
enasta da relacao annexa ao ollicio dessa directora. P-11'/> >"a iulolligoucia, o aviso iixpedido pelo mini-
lerio da guerra om 25 de fevereiro ultimo, deelaran-
enrpo do estado maior de l."rlasse Manuel Ignacio
Bricio do logar de director rio arsenal de guerra
desla provincia, e Hornear para o substituir uo re-
ferido lugar o coronel reformado Jnin Francisco de
l.habv. Fizeram-se as commiiuieacos necessa-
nas.
Hilo ao mesmo.Teiido-me sido declarado, em
aviso da repartirn da guerra de 19 de feverein.; li';ao da poli.-ia. e reclher nesse arsenal oilo
iiltiiiio que neesa dala Idra uomeado membro do nadeiras, urna pistola, e duas palronas, que all se
oonseiiio administrativo da nruvncia do Marauho eeham.ComoMoicou-on no chefe de polica,
o teiicnte coronel do rorpo do estado maior de 1." i Hito ao mesmo na eonformidade do aviso do m-
r.lasse Manoel Ignacio Bririo : assim o ciiiiiinunico nislerio da guerra de 2de fevereiro ultimo, mande
e. para seu ctmhcrimcnto.Coi......inicou-: Vmc. foruecer ao meio batalho do Cear as pecas
Dilo ao mesmo.Por parle dn commandanle das
armas ser remedida para esse arsenal, alim de ser
ah conservada en boa guarda, a bagagc.ui pesada
do oitaco batalho de infamara, que ra destarar
uo interior da provincia Commnnieou-se aocuin-
uiaulanle das armas.
Dito ao mesmo.Mande Vmc receber na repar-
ra-
EXTERIOR.
41 eillial de \i<:u -agua,
Bem liuhainos previsto o que acontoee.
ralo c escrupulosa, nada i-onlia d
foram alenos,
heles de banco s
qI.........-.....-.............-a uiiiim-3 ni: i.iiiinsu iouii ""..... "..........i u |.>sso qiieosegundo
dos fundos austracos compradas, durante estes ni- euil.nilho quedevia coulero lestaiuenlo do gene-
O Fxm l'"l0s 'i'inos, na bolsa do Anislerdam- fcil de ril!- ''ra 'orinado por um corlo numera de carias es-
conipreheiider quanlo os nuinerosos credoies da r"!'1"* ontr'ura por l.ui/.a ao general. O general
Austria ueste pniz recciain os aconleciuientus que ''"'ikel acaba de ser enviado ao tribunal provincial
iiussam restringir a salvabilid.ide dos seus de-!" hollanda Meridional, sob a acciisarao de Iros
hilos. l.nlaiivas de euvenenamento, dos quae's um fo si-
tiada um aqu aprecia os fados atravez do prs- : 8"'do de homicidio,
na das suas esperancas, embora para ser justo, i Anniincia-se a morto sbita de U. M. Travers, drs-
| rumpra dixer, que o discurso do imperador apo- : l'0 m"ilo lempo ministro residente da N'eerbando,
leo Icnha dado nascmenlo a militas apprehensoes iunl" das corles de Bad c de Baviera, cnsul goral
serias de guerra. em Manheiui.
A niisso recento de lord Cow em Vienna, d.i lo- -Vs transaccoes commrrciaes vo nofraquecendo
darte aos optimistas a maior eaperanca. ronsideravelmenle depois de dous mezes. Os nego-
Islo dilo, fallemos da situaco interior do paiz. c'? dn hnlsa sao (tonco numerosos. F.s-aqui as co-
A primeira cmara se oceupou rom milita anima-1 '"1"'8 de hoje :
cao das diversas qnestdes eoncernentos a adminis-j Hollandadivida activa8,^61 1 i 1 !
trarao das Indias, c com o monopolio que a mi pa-
tria se reservn sobre a exportaran dos productos
indios. Estas discusses estabelccram mais una
I ve/ quanlo era diflicil c Irabalhoso a posicao de um
i govorno quando su faz plantador, industrial, o sobre i
! ludo raercador.
(1 ministro das colonias anuiincioii honlem ofli-
Auslriamelalira5 58 l't 60
Bnssia1798 5 101 3/4
llespauhadivida deferida1 1/4 28 7/8 29
Portugalcmpreslimo3 43 1/8 44
ti.
datado de 3 de fevoreiro ultimo, sol. n. 17
Dito ao inspector da Ihesouraria de fazenda. Ex-
pela V. S. as suas ordoo.s, alim de quo o colU-oto,-
de rendas geraesda villa da Escaria, aliono H dia-
rias para siisloiitn dos presos pobres da caricia da-
quelle termo, procedeinlo a thesonraria provincial
necessnria indemuisaco, cuino ora se determina.
Olcioo-se a semelhaulv respeilo aoiuspeclorda
Ihesouraria provincial, e communicou-se ao chefe
de polica.
Dito ao inspector do arsenal de marinhn.Tendo
reconhecido a aeocasidade do c.-s em continuaco
ao da companhia Pernaiiibucana na pequea praca
dn Forte do Mallos, contigua aos terrenos perte-
centesaos Uerrieiros do fallecido coronel Mamede,
nao sosente par, regularisar a correte das aguas
que, espraiando-se uo ponto dossa praca, eslragam
a parle ja fela pelos particulares, como lambem
para commodidade o facilidade do rarregn e des-
carrego das barraras, alvaiengas e falas, que Irali-
cam no porto, de cuja obra deve aquella fazer par-
le, tenho porcoiiveiiiuule ordeuar-lhe que trate de
fazer, cun urgencia, essa parto de caes e aterro da
referida praca observando-se a planta da cidade
nesse [.unto.
Dito ao direrlor das obral militares.Approva a
delineasesa que Vmc touiou, deicuinbir a liento
Jos de Mello, ali.inr.ado por Ignacio Nery Ferreira.
a obra de calufelo necessara ao pavimento superior
do hospital mililar, pela quantia de 3404, dando o
referido Mello os maleriaes precisos.Coinmun-
coo-se ao inspector da Ihesouraria de fa/.euda
Dito ao director iuleriiu. das obras publicas.
Communico a Vmc. que o requeriufeulo sobra qur
versa a sua nformacan de honlem, sob u. 0, o no
de fardamenlo designadas na inclusa nula sob'n
Bltoao director Jas obras militares.Mande Vmc.
caiar-as prisoesda forlaleza do Brum.Communi-
coii-se aocommandante das armas.
Dho ao inspector da Ihesouraria provincial.Ao
Ibesonrairo pagador da repartirn das obras pbli-
cas, mande Vmc entregar o saldo, existente aesn
ejan destinados a preourlier as vagas, que Ihesouraria, da quaulia ah recolhida para as des-
se vi-riliraieiu uas musirs doscorposde exercito, penas rom a obra do enea rie palacio.Commun-
l;""' exceprao tmenle daquelles, que, por sua ha- i le un qualquer arle mechanica, nao devam "ito an juiz municipal ila primeira vara.Trans-
dO que os inciiuros dn arsenal de giieria, qiiaudn
adianlados na msica livcreiu cbeg.iiio idade, en
que devem ser desligados das respectivas compa-
nhia- -:......'- "- '
INTERIOR.
os Iribunaes provinriaes Gcam supprimidos; sern
es pro
pello
sor lirados do corpo ou cniupaiihias do artlleos pela
falta, que possam faz.-r ao dito arsenal.Remet-
leii-so copia do iiiesmo aviso
de
mitin a Vnic. pan os Bnsconvenientes, osantos de
identidade pessoas dos sentenciados Antonio Jos
'mpre!
fui jornal, orgo especial da industria mineira,
aprecia a situaco uestes termos ;
J4 as proposlas affl.iemiins escriplorios da
ra de Provenga, onde se succedein coutinuamen-
tsx^it^3S^i^^. rppfilldas "a^s*^jzj?
leuideodoofiituroiminiuisod^Amnimnicai^^ri- ?t^2!!^l}Vi;4** ?^f_to.*
luna aberta entra os dous mares,appressam-se em
lomar a frente para aproveitai as vantagens que
estao inherentes essa empresa.
l"ma grande companhia de capitalistas e emprci-
teiros reunidos olferecu-se tomar por empreilada I
a execuco dos Irabalhos.
Essa companhia, dizem, que subscieveria s por
si cincoeula milhes
C0RREP0N0ENCI1 DO DIIRIO DE PERMMBUCO-
.lIABAXH.Vt.
1S de iiinr.o de tnr.!.
Vlcgre passou entra nos a quaura ao cnlrudo, a-
substituidos por conselho de juslica, que substitu- p n?ve* njlllU,s *es chara a cantazos. Nao
rao ao.mesmo lempo os tribunaes de dislrictos es-1".._.?'.'." ?!?'. 1-nm,udo para que deixasse de h.i-
labelecidos uas cidade
tribunaes provinciaes.
- w----- > i .i.(. uviauoiv uc m-
tabelecdos nascidades, em que fiicciouain hua os Vl'rt"'.' I'l'lb unl luz'do baile de mascaras, e na ler-
-".......------1. ra finra du entrado
_ cavalcada das summidados
carnalvalescas.
Xa noledo baile do Club cabio urna cliuva tor-
al alo as 9 huras. Comludo o baile estove ani-
eii-so copudo mesmo aviso uo director do arsenal | Gomes Miguel Ribeteo Nanea, que falleceram no I Una outra companhia de capitalistas iu^lezes e
Je guerra. presidio do Fernando, como me communicou o res- de armadores subscreveria setenta milhes e crea-
Dito a., mesmo.Remeti por copia a V. Exc, i peclivo ronimanrianle em olHcio de 7 do i-orrenle.! immedialamenle una liuha especial de vapores
pan seiicoiih.-n......Uo, o aviso expedido pelo mi- "H" ao niesino.-Traiismitlf Vmc para tereiu 'raiis-oceanicosparlicularnionledcsliiiadosao Irans-
iiislerio da guerra em 85 de fevereiro iilluno, de- conveniente desuno, as guias di
arando que o inarecbal de campo Francisco Ser-
^feflS*"*'le'" d'r,'ilo ao pagamento da qnan-
lia b63fit>6, como tono da remonta das cavalgadii-
ras, que Ihe Ihe compelein;Coininunienu-se ao
inspector da thesouiaiia de fazenda e ao marocha!
Sergio.
Dil" aomesnio.Ilemotto por copia a V. Exc,
para sua nlelligeiiria, o aviso expedido pelo minis-
terio da guerra em 3 du rorreule declarando que
pos,, mandar proceder juslica e arrio no edificio
que serve de quartcl general, despendendo-se at
a quantia de 1:(KX)g(llll). Coiiiniuiiieoii-se ao ins-
pector da thesonraria de fazenda.
liitoao mesmo.Na eonformidade do aviso, jun-
to por copia, expedido pelo ministerio da guerra
om 3 do curente, qm-ira V. Exc declarar se o tal-
lecido lente raformado do exereito Manoel Bizer-
ra do Valle, assentou piara em nutubro de 1817,
como cadete voluntario ou recrutado.
I Dito ao chefe de polica.Mande V, S. receber a
qualJose llyginn de Miranda pedio se Ihe mandas- bordo rio brigue escuna Xmq, para seren postes
sepassar titulo de um terreno trontotro sua casa disposicudojuiz uiunicipa da 1.* Vara ns presos
os presos
Roberto Florencio do Espirite Santo, Jeronymu | Um lerceiro grupo
Barbosa, Joo Fernandes de Souza. Jos Comes renla milhes, ra.servaudorpara si lima parte de
I.ucii.' porto das malas u dos passageiros
de capitalistas ollerece qua-
As cansas penaes sero julgadas nesses collcgios camcn'e vcsli.ln.
por iiuatro iiiombn.s. Os crimes que san punidos IMra pariiciilarmenle sobresahiram urna for-
zlo a pena de mor.-, ou com a pena mais prxima ,llnsf 5r''''; c unl Piorrot de novo goslo, que trazia
' conse- .? nuro n'"m orr" ,l,! eda rom plumas
ii Ciirriii 1.1 t i .. & i ^_____< a t t *
da de inorle sao sojeitos ao jiilgamcnto dos -.
Ihos de juslica coniposlos uesle caso dn seis mem-
iuos. A jnrisdiro dosjiiizts de Causaro recebe
nxleorlo. 0ministerio publico ser exercido pelo
procurador geral junio ao tribunal supremo, pelos
offleiaes de justica junio dos eonseihos de juslica, e
telos tribunaes de dislrieto e pelos funceionarios
da ra da Palma n. 72. levo o despacho sogiiiiil
Volleao Sr. inspector da ihesouraria de fazenda
para mandar proceder na roiiformidade da informa-
co junta por rupia, do agrimensor dos terrenos do
inariuha cun datado 3 de riezembro ultimo, e sob
o. 50, obrigando-se o suppliranle por clausula ex-
prossa no titulo que su Ihe passai, a fazer a punan
de i es que Ihe tuca, mt prazo que so marcar para
esse lim. Igual coiuiuuiiicaco se fez cmara
municipal desla cidade.
Dilo ao couiiuaudaule do corpo de polica. Ao
sen ollicio de hi.ulem, sob u. 116 respondo, decla-
rando que, uaquella da data se mundou designar
um oflicial do exereito para funecionar na jimia,
em lugar do major do corpo de polica.
Dito a cmara municipal de Cimbres. Remul-
lendo por copia cmara municipal de Cimbros o
oIBcio que em 2S de fevereiro ultimo ilirigio-me o
director geral dos Indios, f.i/.oudo ver que essa c-
mara tem eslendido o seu patrimonio s Ierras dos
Indios da serra de nrb, que continan! a ser es-
bulharios, cumpra que, em quanlo nao su lizer a
demarcaran dos lerrenos desse palrimouio e da
piisse dos iiiesmns Indios, observo acamara res-
triclamente as orrieus tiesta presidencia expedidos
em oficios de 80 de seteiubro de 1853 e 13 de jn-
nho de 1856, providenciando para que os Indios
nao soffram detrimento em suas lavouras por parte
dos criadoras de gado e seos visinhos, e fazoudo
respoilar os limites rias Ierras dos Indios com os do
tialriioouio dessa cmara, de modo que liquom el-
B8 m ntidos em suas antigs posses. llemetteu-se
copias deslo oilinu au director geral dos Indios
Portara.0 Sr. agente da companhia brasileira
de paqueles a vapor mande dar passagcm para a
Cnrte, por couta dn ministerio da guerra, no vapor
que se espera do norte, a Joo Francisco da Malla,
que tere boixa do servico no 10" batalho de in-
fanlaria.
Dita.0 Sr. agenle da companhia dos paquetes
brasileiros a vapor mande dar transporte para o Ma-
ranhao em lugar de conve desluado para passagei-
ro de estado a Domingos Jos.
Dita.0 presidente da provincia, allcndendo ao
que requeren o jniz de direito da comarca deTaca-
rat bacharel Francisco Bernardo de Carvalho, re-
spire prorogar por 30 dias a liceuca de 8 mezes,
com vencimentos, que Ihe foi concedida por porta-
ra de 80 de setcnibro do anuo prximo passado.
Expediente do secretario do gooerno.
Ofllcio ao chefe de polica De ordem de S. Exc.
o Sr. presidente da provincia, communico a V. S.
que por despacho de hoje, autorisou-se a Ihesou-
raria provincial a pagar a quanlia de 28$560 que
se dispendeu desde o 1* do novembro at 10 de de-
zembro do anno passado, com o sustento dos presos
pobres da cadea do Buique, sendo que esteja nos
termos legar a cunta que acompanhou n nfncio de
V. S. u. 848. dolado de honlem.
Dito so mesmo.Por despacho de hoje autori-
sou-se Ihesouraria provincial a pagar a quanlia
de 103{B40, que se despenden com o alluguel da
casa, que serve de radei no lermo de Buique des-
de o da 10 de marro de 1856 ale o ultimo de mar-
ro de 1858, como se ve dos recibos, que ammpa-
nharam o nfhxto de V, S. dactado de hontem sob
numero 849: o que communico a V. S. de ordem de
S F.xc o Sr. presidente da proviucia.
Dito ao mesmo. S.Exc o Sr. presidente da pro-
vincia manda communicar o V. S. que expedio or-
dem ihesouraria provincial para pagar a quantia
de 15$, proveniente do aluguel da casa que servio
de cadea no termo do Buique nos mezes de abril a
junho do anno prximo passado ; urna vez que es-
teja nos termos legaes o recibo que acompanhou o
ollicio de V. S. datado de hontem, sob n. 850.
Dito ao 1 secretario da assembla legislativa
provincial.N. 67.Manda S. Exc o Sr. presiden-
te da provincia transmillir, por copia, a V. S. os
papis iurliisos, alim de quo a assembla legislativa
provincial, tomaudo-os em consideraco, se digno
de resolver a que termo perlencem os quarteires
denominados Papagaio, Carrapichoc Riacho,
Dilo ao mesmo.N 68.De ordem de S. Exc o
Sr. presidente da provincia remello por copia a
V. S. alim do ser prsenle assembla legislativa
Lu/ Roberto Floronciu do Espirit Santo, Jeronymo
Barbosa, Joao Fernandes de Souza, .los Coins
V letra, Simplicio Dias NuneS e Francisco Burgos da
Ponaeea, que vieran do presidio de Fernando por
naverem cumprido as penas, a que foram condem-
nudos, e Jos Maria Cavalcanli. que tem de respon-
der ao jury uo lermo de Coianna, como consta da
guia junta.
Dito ao inspector geral interino da caixa de amor-
ro a Vmc que a autui-isa. o concedida em meu of-
lieio de 8 do crranle, nao se eslende aos vapores
brasileiros que continuarn a tundear nos lugares
do aoeoradouro do porto, que para os.- lim su
acham destinados.Comuiuiiicnii-se ao capito do
porto e ao agenle da companhia brasileira dos pa-
queles a vapor.
Dito ao director da colonia militar de Piuieiilei-
ras.Kespuudondn ao seu ollicio rio 1" rio crranle,
tenho a ili/er-llie que por ora nao pude ser dada a
forra pedida por Vmc. para augmentar n destaca-
mento dessa colonia.
Dito ao vigario da fraguaste de S. I.ourenro de
Tijucupapo.Com o parecer junio por copia, do
ooiiselhori. delegado da reparliro especial das
lirias publicas, respondo ao oftiri que Vmc. me
dirigi em 82 de fevereiro ultimo solicitando a so-
luco de dundas sobro o registro das tanas.
Parecer do ronaellieiro elegndo das terrut publica*.
Illra. Exm. Sr.Informando, como V. Exc. me
ordena, acerca das dovidas, que o vigario de Tiju-
cupapo, em ollicio de it de fevereiro, propiie no
._ pralicu
por dous Franceses, Mr. Flix Belly que o con-
cessiunario deste negocio, e Mr. Thom de Ganiond
que sobre elle luz" os principaes esludos.
tese nao nos sorprendera.
Como mais de nina voz temos dito, os ingleses
leem urna certeza de perspicacia que Ibes d subi
nos asna oconlestavel superioridade, por isso que
dezeseis membros. itidependenlcdo presidoute edos
dous vice-presidentos.
As cmaras toro de oceupar-se nesla sesso de
um projerlo do lei, que regule a abolicoda cscra-
vid.io. Se este projecto tem adversarios enrgicos,
que o interesso de, na sua opposico, loni numero-
sos defensores cheios de enthusiasmo.
0 banco dos Paizes-Baixos araba de publicar osen
perleoee ; nos incapazes de produsi-la como elles
remo-nos expeliles dos mercados que elles para si
abrraui, o o capital, acanutado renuncia secundar
urna industria bastarda, c coiiscqueiileinouto poucu
pruditctlva.
E isso o que lia de acontecer com o canal de Ni-
caragua, cuja posse poda seruossa, pois que o con-
de tirar pravas pholographicas com o soccorro da
lints do imprimir. Esta desroberta, que capaz de
ler resultados immensos, excitou urna viva emoro
no mundo illustrado.
V.m grande numero de babilaules de Siirianam
acaba de aprosenlir nina pelicao a segunda cama-
lisaco.Com o ollicio, que V. S. se servio de di- loranle an registro das trras publica, tenho a di-
ngte-me no 1.* do correte, reeebi des exemplares
das relacoes Dpressas das nulas assignadas at 31
de dezembro ultimo, o bem assim nina outra rela-
cao rontendo as Urinas originaos dos assignatarins
iiltimainenle nomeados, e do ludo dei senaria s
raparticuescompetentes: oque rommunico iV.s.
em resposla ao cilado OfBeio.
Dilo ao presidente da relamo.Conslanrio-me,
de cominiiuicacao da secrelaria* de oslado dos neg-
nos da juslica de 22 de fevereiro lindo, que por
portara daquella dala. S. M. o Imperador houve
por bem conceder tros mezes de licenra com o les-
peclivo ordenado ao desembargado!- d'osso tribunal
D. Francisco llallhazar daSilveira, assim o cnminu-
mco a V S. para sua inlelligoiicia.Comiiiiuiicou-
se lambem ao inspector da thesonraria de fa-
zenda
Ditoao commandanle da divisao naval.Expcr.a
> S. as suas ordens para que sejam postos dis-
pnsico do chefe de policia os presos Jos Maria Ca-
valcanli, Ludo Roberto Florencio do Espirito San-
to, Jeronymo Barboza, Joo Fernandes de Souza,
Jos Comes Vieira, Simplicio Dias Nuiles e Fran-
cisco Borges da 'misera, qm- ii.-ram do presidio
de Fernando no briguu escuna Ximj, como me
parlicipa_o commandanle rio mesmo presidio em of-
lieio de 7 do crranla.
Dilo ao direrlor geral interino da insiruccio p-
blica.Communico a V. S. que tiesta dala "oxpeco
ordem ao inspector da thesonraria provincial para
mandar pagar ao professor pblico de iu.-trnooan
primaria da povoaco de Crranles, Antonio dos
Santos Falco, os vencimenlos que Ihe coinpelem
polo arligo 86 da lei n. 368 de 14 de maio de 1855.
visto ter-se habilitado na forma da mesma le. se-
gundo consta de ollicio dessa direcloria datado de
86 de fevereiro 'ultimo, sob n. 32.
Dilo ao inspector da Ihesouraria de fazeoda.Re-
meta por copia a V.^S. para sua iulelligeucia, o a-
vjso que me fui dirigido pelo ministerio da guerra,
em 28 rie fevereiro iillimo. approvaudo delibera-
cao que lomei. de mandar pagar os prels vencidos
da guarda nacional destacada na cidade de i Huida,
e aiilnrisando-mn a continuar o pagamento dos pre-
ls futuros, em quanlo nao esliver cumprida a dis-
posir.o do aviso de 21 daquelle mez sobra a distri-
buirn dos balalhoes pelas diversas localidades da
provincia.
Dito aomesnio.Vquanlia de 40JO00 res, que
o cncarregado das despezas mudas do arsenal de
guerra, despenden rom luz para o palacio da pre-
sidencia, deve ser paga sob minha responsabilidade
Vialo que atha-se esgotado o crdito aberlo para
despezas dessa naloreza, como V. S. declara em
seu oOGcio de 10 do correule sob n. 149.
Dilo ao mesmo.Communico a V. S. para seu
conl,.-cimento e devida execuco, que o Exm. Sr.
ministro da fazenda recommendou-me, em aviso de
4 do crrante, que faca seguir quanlo antes para o
seu deslino, o primeiro escriplurano noraeado pa-
ra o Ihesouro Emilio Xaxier Sobreira de Mello, que
exeree o emprego de ofcial maior da secretaria
dessa Ihesouraria,
Dito ao mesmo.Porconta do crdito de80:000}
de reis, concedido para a continuaco do caes de
palacio, mande V. S. entregar ao'lhesoureiro pa-
gador da reparliro dos obras pblicas, sob minha
responsabilidade", a quanlia de 4.961 s596 reis para
pagamento de urna parte da dita obra, com quanlo
nao tenhs viudo a ordem do tribunal do Ihesouro,
a que se refera o aviso expedido pelo ministerio do
imperio em o primeiro do crranle, e que remeti
a W. S. com o meu officio desla dala Communi-
cou-se ao director interino das obras pblicas.
Dito ao mesmo.Transmuto por copia a V. S. o
aviso da ministerio di. imperio do primeiro do cor-
provincial, o officio que em 85 de fevereiro ultimo, rente, declarando ter-se solicitado do da fazenda a
sob n, 88, Ihe dirigi a cmara municipal do Reci- \ expedicao de nrdetu para que nessa Ihesouraria seja
fe, propondo a elevaro do imposto sobre carro, c i posla a quanlia de 80:0008000 de reis para ser ap-
a creaco do de 800 reis annuaes por cada palmo de \ pilcada continuaco da obra do caes do palacio da
frente "de terreno nao edificado dentro da cidade. | presidencia.
S. Exc. de parecer que a importancia de qual- Dito ao mesmo.Remollo por copia a V. S. pa-
quer augmento que a assembla resolver, na impo-1 ra sua inteligencia, o aviso expedido pelo minis-
zer quanlo a primeira, .que marcando o primeiro
prazo, o segundo e o terceiro sao consecutivos, uns i
termos do aviso n. 5 de 16 de junho de 1856: quan-
la a segunda que, quando o terreno a registrar es-
liver estendijo em duas freguezias, deve ser re-
gistrado em ambas com as rircumstancias espe-
ciaos, segundo a extenslo, que om cada urna se
eomprehender, na eonformidade do aviso de 18 de
dezembro de 1854 > quanlo a lereesn naraeo-me
Iue o arl. 103 do regiilamento de 30 de Janeiro do
854 lo expresso que os vigarios nao podem por
qualquer pretexto cobrar mais do que dous reaes
por lellra, quocontiver o exemplar no momento
om que Ihe for apresoiilado ; mas V. Exr. niolhor
resolver as mencionadas duvidas. *
Dilo au subdelegado suptenle em exercicio do
segundo dsnicto da Victoria.Remellando o mo-
delo de. mappa, que Vmc requisita em seu ollicio nal de Nicaragua soja Caito por ingleses ou por fran-
do Ido correte, tenho por conveniente roaos*- rozos. Nossu amor proprio nacional nos faria dese-
meudar-lhe que, rom urgencia, d rumprimenlo jar vero nome da Franca figurar altamente nessa
ordem constante do ollicio desla presidencia do 88 empraza humanitaria ; quaosquer porm que sejam
de ouliihro ultimo. as coudicoes que acompaiilicm a eftucluarao do ca-
lillo a cmara municipal de Olinda.Nn sendn nal o essencial que ello se realise e dentro em
sdmisnvel a proposta de Bajmundo Nonato da Cu- pomo semelhanle empreza lera realisaco quer de
nha, a visla do que me. declara a ramera uninici- ~"
pal do (llinda, o Donata do seu ollicin de 85 de fe-
vereiro ultimo, sob n. 103o. papis annoios, tenho
resolvido que se poiiha novamente em prara o im-
posto de 40 rs., por pe de coqueiro, observaudo-se
o que foi declarado por esla presidencia em oflieio
de 14 de Janeiro ultimo.
Portara.0 Sr. agente da companhia brasileira
de paqueles vapor, mande dar tres passageus de
estado para a edrle a Emilio Xavier Sobreira de
Mello e sua familia, haveudo lugares vagos.
DitaO presidente da provincia, conformndo-
se rom a emposta do chefe de policia de 10 do cor-
relo, sob o. 245, resolve exonerar a Joaquim Mar-
ques da Costa Soares do cargo de subdelegado de
policia da fceguezia do Cabo, e nomeia para o mes-
mo cargo a Bernardo Ferreira de Barros Campello.
i'.ommuiiicoii-se ao chefe de policia.
Dita.O presidente da provincia, leudo em vista
a iuformaco do lenle general commandanle das
armas, dataria de 11 do correule, resolve nomcar o
primeiro lenle do qnarto batalho de artilharia
ap Francisco Vilella de Castro lavares, pora exer-
cer interinamente as funccOcs de director das obras
militares.Fizeram-se as commuuieaccs oecessa-
rias.
Dita.O presidente da provincia, conformndo-
se coma proposla, quefi apresenladapelo inspec-
tor da alfaiidego, e com a qual concorda o da ibe-
sooraria de fazeuda, resolve, na eonformidade do
artigo segundo do regulamenlo. que baixou com o
decreto n. 2826 de 16 de fevereiro ultimo, nomear
para a capatazia da mesma alfandega os cuiprega-
dos seguidles :
Para ajudantrs do administrador.
Manoel Cariolano dos Santos.
Eustaquio Zeferino da Silva Braga.
Para (ts do rmaseos.
Armazem n. 1 .Joo Baptista Cezar.
-4.Joo (iermano de Paula.
- 5. Joaquim Vital Machado.
fi.Elias Francisco Mindello.
* 7.Tertuliano Scipio da Fonseca.
< 8.Jos Francisco Schelfler.
k. 9.Salvador Cocido o Drumond Ca-
valcanli
10.Manoel Jos de Albuquerque Mello
11.Manoel da Silva Neves, c ordena
que nesle sentido facam-se as necessarias commu-
eessionaro um Francez, o onde uossos Irabalha- nainlililo de pedir a regeicodo nrojeclo do lei
dores, uossos ui.irniln.-iro e negociantes nao che- '""" "1,"l:":-" ''"---------"""' *-- J-
garain seuo dupois de todos os oulros, como cos-
to me.
E somos nos que com orgulho gabamo-nos de
maraar por loda a parlo frente da civilsaco e du
progresso !
Inventores da Iluminarn gaz.'. nos servimos
del la viole anuos depois dos inglczes ; Inventoras
do vapor adnptamo-lo muito lempo depois dos in-
glezes ; inventores da Iclegraphia elctrica tratava-
mo-la anda de brinco de crianca.quando a Altema-
uha e Inglaterra utilisaraiu-se dos mil.igr.-s della.
Foi preciso o geuio ingles para eomprehender e
apreciar o mrito de Philippe de i.irard e. lanos
uniros que poderiamos rilar, rujas inveuces de o-
rigein francesa, nao tem adiado apoio aos olhos ria
Franca seno quando se apresenlam acoberlados
pelos ingleses,
l'oiico importa porm nesle momento que o ca-
um quer de uulro modo e com applausiis unnimes
de lodos os povos que della saborearem os beuuii-
cios.
A Inglaterra que j tem quatro vasos de guerra
nas aguas de Nicaragua dur-se-ha pressa de iustal-
lar sobre este slo abeucoado do co seus colonos e
seus trabalhadores c latees que nao estoja longe o
da em que aproveilaudo a oceaaiao ella unir as
inesgotaveis boleas de Chonlales s ricas escavares
da Australia e mais tarde far-nos-ha pagar bem'ca-
ra o ouro que loriamos podido recolher.
Como quer que seja, o negocio marcha paseos
agigantados para sua definiliva soluco, ese uo l-
vennos probabilidade do explorar e colher os trac-
tos ili-lle, teramos pelo menos a honra de haver
preparado os meos e applanado o camiuho.
Dcmo-nos ao trabalho de reproduzir estas li-
nhas porque ellas clarameulu exprimem o nosso
pensamenlo. Deciridameule a Franca nada .......-
prebende das alias emprezas.Nspor issoqueso-
mos muilo impacientes s adherimos s operaooes
quer boas quer ms que nos apresenlam urna pro-
babilidade de realisaco immediala. Mais linos que
nos, os Ingleses obram e os aqui a prava do con-
concurso oclivu que elles do a esla empreza.
A junta fundadora da companhia internacional do
canal de Nicaragua araba de enviar na qualidade de
commirsarios extraordinarios na America ceulral,
dous olficiaes superiores do servico de S. M. Bri-
laiiuic.i,
Esses ofliciaes e seus ajudantes partiram hoje
mesmo pelo vapor de Southamplon para S. Joo de
Nicaragua (Creylowu) de onde irio ter com os ge-
neraos Mari.....z e Mora presidentes das duas rep-
blicas de Nicaragua e de Costa Rica.Elles foram
cncarregados de entregar suas ezcellencias os offi-
CIOS do comit fundador, scientilica-los da prxima
chegada do primeiro comboi de esagenheiros c de
operarios couduzidos por Mr. Belly, o qual partir.!
15 de fevereiro, de convidar a S. Exc honrar
com sua presenra e com um ceremonial ol1ici.il, o
processo verbal* de abertura dos Irabalhos e a col-
locaco da primeira pedra do canal de Nicaragua.
Confiando esla misso dous offleiaes superiores
do exereito ingle?, o comit fundador quiz sobretu-
para a abol, o da escravido na colonia de Suri-
n a ni. A petico motivada sob dous pontos: 1.,
que a emancipaco seria funesta sem urna emigra
;o anterior ; 2.", que o algarismo do pagamento da
indemuisaco era insufflcientc.
Chamamos a alteneo dos seus leilores sobre as
cousequeiicias funesta de urna imprudencia que
militas pessoascnmmettcm talvezsein ler conscien-
ria. Um operario de Dercnter, leudo laucado um
phosphnro ardeule n'um lugar parlicular, riahi re-
sultou urna explosao e urna cmflamaco taes, que o
operario rocebeu orinientos lo graves que lite po-
zoram a vida cm perigo.
O Edzoze Scherpbier acaba de morrer em Oudc
Pekte, na idade de 63 anuos. Este l.elloputaiiu bol-
landoz perf.-itameiito formado, tinha um p de 8
kilogramos : tinha ura metro de altura.
A snciedade rie rommerco contratou com M. de
Sieboldt, o sabio intrpido qoe j passou seto anuos
no Japo, e couhece o paiz tinto quanlo possJTel
a vollar para ahi. M. de Sieboldt e cncarregado pe-
la sociedade de commercio a visitar os portos japo-
neses abortos ao commeno, alim de saber quaes
sao os artigos mais propriosao commercio com Ja-
pao. A residencia de \t. de Sieboldt se prolongar
durante rinro anuos
Eis-aqui alguns ponueiinres sobre o negocio do
general liunkel do que fallamos em nossa ultima
correspondencia. Desde muilo lempo relacoes in i-
mas exisliam entre o general Gunkel e l/uiza, que
faz hoje 56 annos de idade. Esta morava com seu
nicares.r.omiuuuicou-se ao inspeclorda Ihesou-
raria de fazenda
i ial, nsolve conroder-lhe 8 mezes de licenra com
vencimenlos na forma da lei para tratar de sua
sade.
Expediente do secretario dogoverno.
Ollicio ao oicial maior da secretoria de estado
ruino, alguns annos mais velho do que ella e que
nvia de urna peusp que oblivera como otGcial iu-
fenorde arlilheria. General por um primeira trata-
mente, dizem que dera urna parte de sua forluna a
Luisa, c depois a instancias desta, instituir por um
segundo testamento legatario, seu irmo Joo, no
caso cm que ella viesse a morrer. Em 1847, Luiza
, lendo ganhado mais viole surtes de com mil Bo-
rins, o geueral receben della um montante desta
somma, e converte-a era papel. Elle fez dcstes va-
lores um ombrulho sellado que entregou a l.uiza.e
ao mesmo lempo Ihe deu outro embrulho igual-
mente sellado, que parara comer o testamento do
general. Como o general fez valer esta somma, o
que anda nao claro, mas sempre julga-se que foi
couvencinnodo, que emquanto o embrulho perma-
neessse iridiado, o general devia dar Luiza de 15
em 15 das, urna somma de 10 florins.
Depois de algum lempo Luisa tratando du abrir
o embrulho, achou que elle nao encerrava de valor
seno por oulras tantas centenas de francos, queso
julg.iva ter L'ma contenda leve lugar a este res-
peilo, ento fez-se a par. Persuadida Luiza que a
somma era mu completa. O embrulho foi encer-
rado e o general escroveu sobre o envoltorio as pa-
lavras seguintes: Em caso de morle isto perlen-
ce ao general G....
As cousas eslavam ueste estado, quando um dia,
a 89 de junho, poucu mais ou menos, o general sa-
bio de casa de Luiza. E, esta se sentou mesa.
Deram-lhe soupa, mas Luiza c seu irmo Ihe eu-
conlram um gosto lo desagradavel.queno pode-
ram comer, e quando mais larde lancaram a comi-
da.! ra, os caes que a comeram morreram ponen
lempo depois. Algumas testemunhos aflirmam es-
tes tactos.
No mez de setembro seguinle, um acontec ment
igualmente extraordinario leve lugar de novo,
general oHurecera umriia-a Luiza nm copnho de
genebra, e a persuadi instantneamente a beb-lo,
dizeiido-lhe que Ihe faria bem. Pouco lempo de-
o seguinle dislico : Pierrol Saehero. 1,'m cbminu-
niranlr. Jo Jornal do Commercio diz a este respei-
lo que urna prava de quanlo a Se". Saehero es-
timada, e qm- seu nome luspirou a um admirador
do sen canto e da sna belleza arrear um traje, co-
mo ..otrora mu Franca foi creado o pierrol Luiz
ai a Luiz XV, e oulros que sao por ubi conheci-
A Cavalcada das sunimidadcs carnavalescas foi
lambem magnifica, c percorreu a p, a cavallo, e
em earruagetis as principaes ras da cidade. Era
grande a coiicurrenria dos mascaras o dos curiosos
que assim passeavam ao sora de urna boa msica.
Entre os mascaras, ricamente vestidos, disliiigiiia-se
un que reprsenla!! o deus Bacho, reclinado em
pello de tigre mosqueado, engrinaldada a cabrea
com horas e pmpanos, fazendo copiosas libares,
fingindo urna delicada embriaguez, esaiidando'rnm
o ropo e com o gesto ns sen horas e os honiens. No
meu modo de entender foi o mascara o mais bem
caraclensado, e que melhor identi(ieuu-se com o
papel que rnprcsenlava.
Accrcsccnle-se a islo a ausencia do vermelho.
nos pos, da agua, e das eabsriohas, ou limoes rie
cheiro, cdiga-sese artiialmenlc nao temos.....Ino-
rado em relacao ai. gosto e saude.
C.hegaram iilliiiiamonU rie Pars os principaes
rhafanzes da companhia do ciiraname.it.-, desaguas
do no Ail. Alg.nrs desses ch.ifariz.es j foram col-
locados nos seus lugares, e sao bollos, e de ferro
fundido.
N'o largo da groja de S. Joo, distante algons
vinle paseos da porta da igreja. foi cpllocado um
que representa urna nympha ao sabir do banho mcia
despida.
Em rolarn ao'estudo dn n urna admiravel es-
lalua, e ha muito que admirar no seio cheio de vi-
da na ospadua lisa u bella, e nas formas arredon-
dadas. Este expcctaculo mundano, embota ans-
Uro desagradou popularao, porque dentro do
templo a eslatua era visla, e as suas formas mun-
danas havia por forra de perturbar as solemnidades
graves e austeras do culto csthulico.
O nosso Ilustrado e piedoso prelado represenlou
ao governo e a eslua foi removida.
( nosso virtuoso prelado amigo da arte romo
l-eao x, mas o que Ihe falla sao os meios. S. Exc.
muilo bem sabe apreciar a fonnosura da arle, mas
nao confunde as rousas terrooas rom as consas ce-
lestes. O que e do templo do templo, o que da
Ierra da Ierra, e nesle ponto por mais sublime que
seja o pincel de Miguel Angelo, a fama de Paulo
III, ede Paulo IV nea alguma cousa escurecida pe-
la atrevida liberdade que se observa no magnifico
quadro do im'ro final na Vaticano.
J que tallo na pessoa do Exm Sr. D. Manoel da
Silveira, vou dar-lhe urna noticio, que se c verda-
deira, musir por domis a sua Ilustrarn. Cons-
la-me que S. Exr. j represenlou, mi vai represen
lar ao governo geral sobre a uecessidade de se crear
no seminario dnsla provincia urna radeira de eco-
noma rural. O seminario vai pois enriqueeer-se
eom mais esta cadeira utiliissima, a economa rara!
vm ser um dos indispensoveis preparatorios para Os
futuros sacerdotes. Assim os tulliros parachos ho
do propagar e animar as boas doutrinas agrcolas
nas suas pa rocinas, e farao para a nossa rolineira
agricultura nquejem lempos antigos fizeram na
Europa corlas ordens monsticas. Nos seminarios
da Sucia, cm mutos paizes da Allemanha a eco-
noma rural ensuada nos seminarios, o o pro-
gresso agrcola desses paizes bem reconhecido c
admirado.
Anda nao se sabe dizer rom certeza quaes sao as
pessoas que ho de compor a lisia trplice dos can-
didatos senetoria. Por ora os candidatos mais vo-
lados sao os Srs. commendador Belfort, conselheiro
Vieira e baro de S. Bento.
Mas falla saber-so a cleiro do rollegio da Caro-
lina. Consta que o baro de S. Bculo nao tom vo-
laoo nesle collegio, e que tem toda a votaco o ro-
ronel Izidoro Jansen. Nesle caso ser excluido da
lisia o bsrao de S. Bcnlo. Se o coronel Isidoro en
irar na lisia pode ser contada a sua elniro como
grande frica, e mais ainda como signal de muita
popularidad.-.
O coronel Izidoro pleteiou a elotes* uniramcnle
com os seus recursos, visto que fo guerreado pelos
partidos liberal conciliador e conservador.

do render homenagem alia proteceo elfectiva da
qual S. M. Britaniiica cercou a obrado canal de Ni- pois Luiza so sentiu un ommodada, depois desla in-
ccragua. | disposico seguio-se urna especie do paralysia dos
A Presse de 22 de Janeiro j annuncava, era sua j membros, que foi tratada como urna afleicao rheu-
correspondencia particular de S. Juan del Nortimalism.il. Alguns dias anteado anear as comidas
jGreytowiil a presenra de irnalro vsso.s de guerra que causar.un a morle do irmo de Luiza, o general
.ingleses uas aguas "de Nicaragua. E fcil com- j liuha (sito um presente semelhanle, e elle pro-
mi L Pr'vVaen,' da provincia, attendeudo ao prchender que essa pomposa manifeslai o da prio liuha comido um pedaco de salame; mas no
qm. requeren Alexandre Americo de Caldas Bran- ; proiecro de S. M. Brilaniiica deveria modificar os. quarlo dia quando Luiza Ihe perguutou se elle l-
:".'!' ?".!n.?.!ro.??c"P!nl?.no^s Ihesouraria provin- primei'ros procedimenlos rio Comit fundador, o qual | nha plorado daquillo elle rcspondeii nao: lz al-
conio ja disemos, administrador provisorio de urna i gumas visitas do prim.-iro doaniu. ebobi alguns co-
soriedade formada de concessionarios Francezes, i pos rie Malagar, islo me incommodaria. E assim que
Icnlava conservar Franca urna certa preponde- o general parti, o irmo de Luiza corlou uin pe-
rancia na companhia inlerii.icion.il do canal de Ni- daco de salame e provou
rangua. o comer, Joao observou quo a carne tinha um
Parahiba 1< de mar.-...
O correio publico de 4 do andante levou sua
presenra a ullima misslva que Ihe dirig, a qual nao
pode seguir uo Cruzeiro do Su/, pela pressa com
que o Sr. Gervasio Mancebo logrou safar-so deste
porto, conforme Ihe coinmuniquei cm um por
criplum a ella appeuso.
Semelhanle ecleridade assaz prejudicial nao
mente ao commercio que nao pode preparar em
taobieveespaco a sua correspondencia, como aos
particulares que ordinariamente aguardara o signa!
do lelegrapho para escrevercm suas cartas ; e
quando suppoem que o tem feito muito a lempo,
passam pela deceprao de saber quo ja nao existe uo
porto ut-m sombra do vapor !
Julgo aquellas razos mui procedentes, para se-
rum turnadas em consideraco. por quera fdr com-
petente a previnir este inconveniente no futuro ; do
contrario que utilidade prestara ao publico, nas pro-
vincias, os vapores da companhia brasileira de pa-
quot-, se nom servem paraaquelle misler?
iieojaiei que as minhas palacras sejam attendi-
oas devidamente, para lorrarem-me o desgoslo de
voiiar sobre osle assumplu mais explicitamenle.
< onlinuamos a Rosar de paz e trauquillidade. (I
caruata! passou sem que a policia fosse gravemen-
te incommodadn. Apenas um ou outro disturbio
avivou sua olleneo, porm de insignillr.oiioia ial
que me dispenso da menro.
Houve pouca animacao este auno nos mascaras,
que se aprosenlavam pela maior parle relaxados e
' -


Diario de Pernambuco.Se\la feira 1 de Abril de 1830.
luuiuudus. hacend ueste numero gente da inliiiia
classc, c al cscravos. Haro foi o mascara que re-
preseoton um carcter; quasi lodos nada significan-
do geni espirito aurora, lornavam-su sobrcumieira
inspidos e massantes.
Os vestuarios de luulher tiveram a preferencia
dosuHMores, e enire ellos alguna nolci docu3loso
preo.
Diversos mocos, as ultimas duas noiles, rouni-
1,-mi, a mullidos de um soffrivcl realejo, dirigiram-
80 a varias casas de sen roiihernieulo, onde exe-
cuiaram algumas dansas. Parece que estes tiveram
mais juizo quo os paletas que andaram a passo de
iuforcado pelas ras, de bocea aberta papando mos-
cas etc.
Enlendo que torna-se de urgente necessidade a
creaco de urna sociedade carnavalesca, que impri-
ma certa ordem e decencia neste divcrlimento, do
contraro relaxar-se ha de todo.
O baile publico de mascaras gorou, ja depois de
annunciado, por certa iiitrguiuha de bastidor, que
appareccu, mui ridicula e mesquinha.
Ha liomcns que. desconhecendo a posioo em que
se aclimu collocados, de ludo so prevalecen! para
clarear umavingancasinha, emhora miseravel.
Essa qiieimpedio o baile foi lo pequenina como
pegueuino o individuo que a praticou.
Prnsi-guem carissimos us gneros de primeira ne-
cessidade do consumo da populacho. A carne ver-
de susloula o preoo de 300 e 320 ris por libra ; e a
arinha de 100 a '480 ris a cuia. Os legnmes vio
apparecendo, devido chova que lem cabido, a
qual promette centinuar.
O rio l'ai aliiba desccu com aguas do serto, sig-
na! evidente de copiosas cliuvos, por aquellas pa-
ragpus.
Segundo cartas reccnlemente recebidas, a mor-
tandade de gado liavia cessado, acbando-se os croa-
dores bastante espuraneados com o invern.
Os monopolistas do bacallio contiuuam desapun-
tados com o carregamento daquelle genero ebegado
a casa Medeiros Correa \ C", coutornic lhe com-
niuniquci, e parecem retirados do mercado espe-
ra que elle su acabe, para iiuprem depois o sen pe-
los procos que mui bem quizercm.
O mesmo lempo do quarusma em que estamos
favorece purfeitauente os scus clculos insaciaveis
de lucros, dando-llivs um resultado superior a scus
dese-jos, e com que de cerlo nao contavnm. Bem
cerlo o dilado quu diz que oh rios corren) para o
mar.
Um lins do mez passado funecionou o jury na im-
prtanle cidade de .Mainunguape, sob a presidencia
do integro o illustradn juiz de direito da comarca,
o Ilr. Francisco de Assis Pereira lloclla, esse magis-
trado modelo que Unlo faz o nosso orgullio. Ocru-
pou n cadeira da promoloria publica o Ilr. Jonqoim
do Nasementoda Coala Cuuha Lima, moco de una
intelgencia clara o de um bello candar.
Foram julgados sote processos, aprcsenlados ao
tribunal pelo juiz rouuicipol daquelle termo, o Dr.
Joo Cavalcanli de Alhuqnerquc, comprehendendo
igual numero de reo, dos quaes, qualro tiveram
sCUtBOes de condeinnaeo o tres de absolviefm.
No ilia II do correlo Irahalhar igualmente o
jur) desla capital dcbaixo dos meamos auspicios.
Consta-Hio que poneos processos eslo preparados
para entrar em julgainenlo, apezar da eadea estar
atulhada de criminosos.
A sociedadeRecrcio Familiardeu partida no
sabbado passado, qual sssisli com a pnnlualidadi
oostumada. A concurrencia "foi limitada, havendi
entrelanto bastante auuiiaoo. Dancarau-se varias
quadrlihas, schots e lanreros.
V simplicidade dos toilels encantou-mc. O anjo
tutelar que meoecupa os sentidos, nao esteve pre-
sento, com bastante senilmente nicn. O servico da
partida andou regularmente. As duas horas rcli-
iei-me chcio de doces omooes.
i -lando nos actualmente no lempo de penitencia
supponho que associdades deverio enterromper os
seus Irahallios, atim de cada um tratar de purificar
a sua conscienria dos peccados que houver commel-
lido que nao dcveni ser poneos.
No domingo ultimo houvecm palacio um soire
magnifico, ao qual comparecern! grande numero
de senhoras, entre ellas algumas bem capazes de
transtornar a bola ao mais phleugmaticn genlle-
nian*. Varios toilels de gesto se apresentaram
nesia occasiao, dos quaes um de nivea cor captou
odas as aliennos. Possuia-o urna linda flur quo
apenas desabroxa. Dos a fado bem para que nao
caa as inhas d'nlgum entupido.
A Kxra." Sr.* D. Guilbermina, digna esposa do
Sr. coronel Rohan, desempenliou com a maior ama-
bilidade as honras do salan.
O Sr. presidente, como distincto caralheiro que
; penhorou todos os convidados, com sua Ihaneza
e aerado.
Madama Cuchian c sen marido exccutaram*varias
arias c duelos, bem no caso de serem apreciados,
emhora a opinio menos favnravnl, que forma des-
les cantores, o sen Ilustrado redactor da Revista
Diaria, que foi um pouco inexlioravel para coiunos-
co, seja dito sera rancor. Mais benignos foram os
dih-llanti da curte com os Pemambocauos, deixan-
ilo passar sem criticas os elogies pomposos toe idos
s prima-donas Sachero e Patrezi! One sao estas
cantoras a par de urna I.a C.rango, Stlotz, ou La
lrua < Nada mais que verdadeiras nullidades ly-
ricas. Contentemo-nos com a nossa surte, e timba-
mos a precisa resignarn para collocanuo-nos no
lugar que nos compete'.
Em regra de porporro, madama Cuchian est
para a Parahiba como Sachero e Palrezi para Per-
nambuco, da mesma forma que La Grango o Sllotz
para a corte. Cada um oeo.upo o lugar que lhe ca-
be nesla escala, que o podo tazer sein ndigiiidadc.
r?4 nuarta-feira pasuda tivemos a procisso de
Cinta, frita com decencia pelos lerceiros da ordem
de S. Francisco, a qual foi pobre de anjos como
nunca vi.
A prorisso desccu ao Varadouro, para nao per-
der o costme de dar este posscio, bem intil, visto
subir lodo o povo cidade alta, quando lem lugar
algiim desles actos, cando apunas all urna ouou-
tra familia p/o fonula, como arvore destacada no
deserto Mas que qoer, se isto um luxo antigo
dos encarregados desta procisso, j4 arranjado de
forma que s urna vonlade de ferro poderla exlir-
Ca-lo Hao de por forca fuzer dcsccr a procisso ao
aradouro, emborao f acara a Icple, no meio de in-
coherencias, cscangnlhudn ambares, partindo ima-
gens, iucommodando todos, etc. ; s para que ella
lhes passe pela porta Muito pode a estupidez de
enrolla com o Imni tanto do nosso cnndesceiidente
i gario, que bem podia prevenir scmolliautedeaa-
cato, se nao lemesse perder algum voto lornaii-
do-se severo
O bom cabalista sacrifica tudo, com tanlo que nao
dimina de influencia.
Prestando, como sabe, o maior culto a verdade,
devo dizer-lhe que mal me expressei a respeilo do
nioio batalho de linha desta cidade, quando lhe
dlsse que me pareca que, so para os prels, havia
gente naquelle corpo. Os meus rollegas do pas-
nialorio que sao uns intbrregiveis mal dizentes,
a quem o commandante interino desagrada, nao
sei porque motivo fizeratn-me cahir naquella
mexactidao. Hoje estou informado que o meio ba-
lalhao de linha auxilia consideruvelmeulc a policia
em suas diligencias, da manen a qne lhe possivcl,
lendo alm disso cento e tantas pracas destacadas-
em dilTcrcntes pontos da provincia," oceupadas na
i apliirade criminosos ele. Cousta-me tambem por
pessoa competente, que o servico no meio batalbo
marcha com toda a regularidaJe ; que a escriptu-
raco acha-ae feita com mxima limpeza. e perfeila-
mente em dia ; ()uc o rancho inspeccionado ac-
tivamente e de cxcellenle qualidade ; que a arre-
cadacao esU na ufelfior ordem e economa ; que o
hospital assidhamento cuidado o visitado : que os
uielhoramcutos no quarlel esto quasi concluidos;
ludo decido ao zelo e caparidade doseu comman-
dante interino, o dig_uo major Luiz Jos Pcreira de
Carvalho ; sendo infundado o meramente ca-
lumnioso tudo quanlo por ah corre em opposicao
no que lhe asssevcro, que nao mais que o re-
sultado de intrigas mesquinhas, e desalfeicoes ran-
corosas.
Trolesto por-me em guarda com os meus collegas
do pasma lorio d'aqui em vanle, para forrar-me
ao trabalho de fazer raclicacoes, que nao deixam
de massar-rnc pitantum tat.'
De commercio pouco ha a dizer; todos os gneros
permanecer as cotacoes que lhe avisei, com pe-
.luenas alteracOcs. O" assucar tein-se comprado de
:l100 a 2J30O. bruto ; o algodiio de "#100 a 7200 ;
C os r.ouros de tS5O0 a 6S600.
A alfandega renden no mez passado a quantia de
22 rontos e tantos.
Por falta de tempo dcixo de justar urnas conti-
nlias rom o divino-mestre, que qual outro fa-
riuu lancou-se sobre mim como cao damnado por
causa do punco quo lhe disse sobre a queslo Que-
rinn. ouc faria se cu lhe fallasse em cerlo assassi-
tiatp ahi perpetrado por caridade, ou no plano
tenchioso para dar fin existencia de algum pre-
sidente, que incommodasse sua importante pessoa?
Isto enlao faria uina bulla que aturdira o orbe in-
letro.
Creio que l chegarei pelo gesto que leva o nego-
cio. No prximo correio fallaremos.
Sade, patacos e felicidades lhe desojo, etc.
PERNKMBUCO.
SSEIBLEILEBISLITI! PR0VIRCIIL.
sessxo onnix*Ku ex 24 be abco ue 1859.
Discurso.
O Sr. Ilartal : tu voto pelo requerimento do
honrado membro o Sr. Lacerda, mas antes de dar
as ratoes que me levaoi a assim proceder, seja-me
permitdo entrar um pouco na questao, que foi sus-
citada 4 pouco pelos dous nobres deputados. oue
me precederam a respeilo da independencia c har-
mona que so deve manler entre os dous poderes
espiritual, o lemporal : confesso Sr. preaideulc,
que sou o menos habilitado para dizer alguma cou-
m. que satisface aos nobrea cnllegas [apoiadot]
mas nao posso resistir ao desejo, qe de manitestar
minhas opinioes arespeito.
Disse o mcu nobre amigo o Sr. Pinto de Campos
que nao convinha de mancira alguma que a assem'
bla croasse urna freguezia,quando contra sua crea-
cao se pronunciasse o F.xm. prelado diocesano
i) honrado membro o Sr. Souza Bcis enteodo que
wndo ouvido o Sr. hispo, qualquerqne seja a opi-
niao de S- Re. a assembla provincial deve resol-
\er, como entender.
Fu vi Sr. presidente, que os nobres deputados
prnenravam fazer ostentaeao da independencia de
um e ouiro poder, mas vi tninbcm, que nao pro-
curavam manter a liurmouia que cutre ambos doce
haver ; permitan) os dous honrados membros. que
eu Dio parlilhaudo de suas opiuiocs me colloque
entro ambos, para mostrar, que a harmona entre
os dous pudores se pude manler fcilmente sem
quebra da dignidade da independencia de qualquer
delles, esem que se caia nos extremos, a que as
quizerara enllocar os nobres deputados.
O Sr. Pinto de Campos:o nobre dcpulado esta
me emprestando pensamentos, .que nao tive.
O Sr. Morral : Ao menos fui o que me pare-
cern! revelar as palavras do nobre dcpulado. Eu
enlendo, Sr. presidente que a opinio do prelado
diocesano na creaco, diviso, e guppresso das
freguezias seinpr necessario, de mancira que,
uando urna medida desta fdr iniciada na casa, sen-
o ouvido o Sr. hispo, eoflerecendo elle razessuf-
licienlca, que provem a nenhuma utlidade della,
acisasem quebrada dignidade de sua indepen-
dencia deve aceit-las, porque obrando assim, lem
guardado para com o prelado aquella allencao, a-
quella dfferencia, a que elle tem direito ; mas quan-
do a assembla reconliecer que a medida eflorecida
de urna necessidade tal, que entra as vistas de
lodos, c o prelado, ape/ar disso, por um motivo
Sarticular, ou por um capricho, que no espero
elle e de que o julgo incapaz, nao der o gen apoio
esla assembla nao deve renunciar o poder, o o di-
reito, que tem de adoptar a medida | muilos upoia-
dos J.
O Sr..)/. Cacatcinli : Muito bem.
" Sr. I'inlo de Campos : Com que proveito ?
com que ulilidade ? A insliluro cannica quema
d a assembla *
O Sr Morral : Quando um poder se afasia das
regras do justo,.quando obra contra as convenien-
cias publicas, ou caprichosamente | fallo bypollie-
licamenle ) deve-se reagir contra seus actos | mu-
loa apoiaps.)
I) Sr. S'.:-i lln's : Muilo bem.
O Sr. Morral : A assembla provincial, assim
TOCcdendo tem salvado sua conscieucia.qucr como
i'gisladra, quur como chrislaa nao responsavel
pela fallada inslitulcao cannica.
En lamenlarci, Sr. presidente, se se derem con-
flictos entA os dous pudores espiritual e temporal,
e ainda mais lamenlarci e forem ellos provocados
pelo poder espiritual ; porque delle, que devein
partir liede edificalivas, e eXemplos de inoderacao
apoiados). O orgulho, o" o egosmo nao pdenla-
credilar aquellos a quem cst4 confiado o poder es-
piritual [apoiadot.) ,
Nao posso concordar, que se diga, o que ha pou-
co ouvi insta casa, isto que a assembla creando
urna fregue/.ia contra o assenlimento do Sr. hispo,
e nao querercudo oslo provc-la cannicamente,
ambos eslao etn seu dircilo. Ol! Senhores, pos-
sivel que ambos os poderes eslean) em seu direito
quando se v claramente que mu negou a diu"ercn-
cia que o outro linha, e obreu por conseguinlc
coiilra a iuslica e direito falla de accordo entre os
dous puderes revela ajusllca, quep-esidio aos ac-
tos de nm delles.
A conclusao de tudo qnanto hei dito que a as-
sembla deve aceitar as justas razos do prelado,
dando ello tambem o sou valioso apoio, quando vir
que a assembla obra em sentido de memorara si-
tuaco dos nossos cuncidadus. K esla, senhores, a
minha opiniao, quenao manifestada de nina ma-
neirasatisfactoria ; porque nao lenho em exprimir-
me, a facilidade que nulo em ou tros honrados mem-
bros ojueu pcnsameiito llca abalado pela fallado
expressoes couvcnienlos [ nao apiados) entretanto
a casa me desculpara de haver oceupadu sua alten-
cao por alguns momentos.
O Sr. V. Pereiru : Agora do o nobre dcpulado
as razos, porque vola pelo requerimento do Sr.
Barios de Lacerda.
(; *r. Mu raI: Voto pelo requerimento, por-
que se o projeclo nao merecer a approvacaodo Sr,
hispo, o as informaces da presidencia tamjiem lhe
forem adversas, lera elle de ser regeilado e para
que nao eslejamos a perder lempo rom disocussoes
imitis, enlendo que leve ser adiado al que clie-
guem as informaces, que pede o requerimenlo.
Sesmo ohoinauia em 28 he marco de 1859.
Discurso.
O Sr. liarroi de Lacerda :Sr. presidente, assig-
nando o parecer qne ora se acha em discuss&o com
a resolucao que diixou de sersanecionada pelo pre-
sidente, sou obrigado apedir a palavra para darres-
posla, ao menos quanlo em minhas torcas couber,
ao nobre deputado que acaba de assenta-se.
Sr. presidente, eu receiei que esta di9cussu fos-
se levada para um lado mais diOicil, mais compli-
cado, porm, felizmcnle ella nao tomn esse curso,
porque em verdade, senhores, o fado do presiden-
te repellir um acto da assembla, e o da assembla
confirmarlo, podiam dirigir a discussao n'onlro ler-
renn...
t'm Sr. Deputado :Era o uso de um dircilo.
O Sr. Barros de Lacerda: Sim, senhor, era o
uso de um direito, mas tambem exacto que a
questao levada para esse lado, dava motivo en-
irar-se em oulras qnestoes, de ennfianca, do falla
conlianea, em consderaecs polticas "c ele etc.
Ora, como reconheco ist, felicilo-mc porque ella
seguio rumo dilTerente.
Sr. presidente, negou o presidente da provincia a
saneco resolucao desta casa, que fazia passar ou
transferia os engenhos Caraba e Aldeia da fregue-
zia de Tracuuliacm c comarca de Nazarelh, para a
freguezia e comarca de Pao d'Alho. No acto add--
cional se eslabelecem duas hypolhescs, em que o
presidente deve negar a san-cao as resoluces da
assembla provincial: como quando as asscinblas
legislam sobre objeclo que nao pertencea suasal-
liihuisOes : quando legislando deulro da esphera de
suasattribuioes, approvaui alguma resolucao, que
nao de ulilidade pblica, ou sao contrariados os
uteresses da provincia. Esta hypothese frisada
claramente ^elo acto addiconal, artigo 15, e nelle
baseou-so o presidente da provincia para negar a
saneco i resolucao de que se trata.
O nobre deputado na histrico que fe/, desle ne-
gocio, foi exacto em partes, mas em nutras, foi um
pouco infiel. S. Exc. negou a saneco ao projeclo,
nordous motivos: 1. por falta de'utlidade mani-
fest, sobre os limites parochiacs ; 2." porque S.
Exc. llvm. nao linha dado o seu assenlimento a esta
divisao decretada pelo projeclo. A conimisso no
seu parecer nao procuren merecer senu a quali-
ficacao de lgica, e resumi o parecer quanlo foi
possivcl, mas infelizmente vimos, que o parecer fui
atacado em suas bases pelo nobre deputado. O no-
bre deputado nao quiz aceitar, que fosse queslo
nica a venlilar-se a dos limites parochiacs, o nobre
deputado aprociou a materia por dous pontos: pri-
meiraiueute dizendo, que nao s liavia questao de
limites parochiaes, mas que havia questao de limi-
tes civis e criminaes, e disse mais que se a queslo
de limites parochiaes, fosse tomada no sentido res-
tricto, nao comprehendesse limles de outra ordem,
esciisado seria a negaco da saneco,porque dado
assentiniento do presidente, a saneco deviadar-se
necessoriamente. Senhores, eu divino do nobre
deputado.
O presidente da provincia negou a saneco sob a
relaco dos limites parochiaes, ou pela lteracao
que havia uesses limites ; parece-me, pois, que bo-
je nao c occaso opportuna para Iratar-mos de en-
carar a questao por outro motivo, que n.io seja es-
te, e nao posso entender que o nobre deputado se
eiiearreguti de apresenlar razocs de ordem diversa
daqtii-lla que o presidente nos deu, e pela qual elle
declarou ue sauccitmar o projeclo.
O presidente nao negou a saneco ao projeclo por
causa dos limites de municipios,'ou comarcas, s o
fox em razio dos limites parochias : c sendo assim
cu nao son obrigado a dizer cousa alguma em rela-
coaquellos, visto qo o Sr, presidente nao tocou
nellcs.
Poi tanlo, a commisso disse, c disse muilo bem,
que a queslo se reduz a um nico ponto e saher
se a resolucao deve ou nao ser sanccionadapela al-
teraco dos limites parochias.
O nobre depulado distingue a queslo, eu nao
posso fazer outro tanlo. O nobre depulado quer
que todas as vezes que a assembla tenha de crear
urna freguezia, annuiudo a essa creaco o prelado-
jmo facto o presidente a aceite, ma'sisto, senho-
res, e contra o espirito de nossas leis, urna au-
diencia especial Eu enlendo, que quando o pre-
lado der o seu asscnlimenlu a urna alteraeo qual-
quer de 1 i miles parochiaes, ainda assim o presidente
nao flea obrigado a sanecionara resolucao : nos de-
vemos por corlezia, ou mesmo por ohrigaco ouvir
o poder competente, mas neni o assentimento do
sr. bispo nos obliga a conformar-nos com sua opi-
ulao, nem o presidente ilea na obrigaco de saccio-
nar a le que n6s flzemos, somonte porque 0 prela-
do a ella den o seu assenlimento ; pode nega-la toa-
das as vezes qne razes de utlidade publica a ella
se oppoiereni:
Nos podemos nao attender ao assenlimenlimento
do prelado e o presidente negar a saneco 4 resolu-
cao, emhora esse assenlimento...
Vm Sr. Depulado:Sim, senhor, mas por oulras
razes.
9iSr' "' Lacera ~ pcl!ls mesmas porque a
bilola por onde o Sr. hispo mdc as necessidades
pode ser diversa daquella porque nos as apre-
ciamos. r
Sr. presidente, a commisso encarou a questao s
pelo lado dos limites parochiaes, a que S. Exc. se
referi ; e nao podia, or corto, ella deixar de prestar
homenagem ao aclo desta casa, nao quero com isto
dizer, que esla homenagem fosse levada ao ponto de
privar qualquer deputado, ou msmo a casa, apre-
ciase toda a resolucao, mas a commisso vendo
3ue se tratava de urna resolucao que passou por3
iscusses ; que foi combatido pelo nobre deputa-
do ; que as razes que elle apresenloil sao as mes-
mas que a casa jouvio e uombalcu, despresan-
do-as, como musirou pela sua vtaco, julgou con-
veniente mostrar o acto da assembla.
Um Sr. Deputado : E a negaco da saneco
prova alguma cousa contra o projeetn.
Outro Sr Deputado :Nao prova nada.
O Sr. 1. de Lacerda : A negaco da saneco,
baseou-se s na questao de limites parochiaes.' Se
se ti ve-sem apreseniadn oulras razes, a commisso
seria obligada a destruir, ou sustenta-las, segundo
jiilgasse conveniente, mas a questao de limites pa-
rochiaes fui a nica que se apresenlou.
Iiisse-se mais que a falta de assentimento do pre-
lado, era motivo da negaco da saeco; elle desap-
parece, porque esse asseiitimcnlo li dado.
Srs., se o assenlimento do Sr. hispo, ainda era
desconbecido, isto so S. Exc. Rvm. nao linha
emiiiido sua opinio, como dizer-sc, nao sanecio-
nava o projeclo pela falla de assenlimento do pre-
lao T Que o motivo de nao saneco s a queslo'
Ue limites, fra de duvida, porque nao pode sup-
por-.-e que .-o houvesseiii ootros, nao fossem men-
cionados pela presidencia : S. Exc. diz apenas que
nao saiicciona o projeclo, por nao ser elle do ulili-
Ldade inanifosla naltrarao parocllial. Entre nenhu-
ma ulilidade, c Ulilidade inanifosla, ha por cerlo
glande dilTercnca. Se a saneco fosse negada etn
ra/.o da innulilidade do projeclo, ainda se pedera
argumentar, o bem, mas por nao ser a ulilidade ma-
nifesta, seguir-se-ha que nao baja alguma ulili-
dade?
Sr. presidente, nao sei -o me escaparla alguma
cousa mais : deixo do responder s oliservacoes do
nobre deputado, quanlo a distancias e o mais que
disse ueste sentido, por ser materia velha, debati-
da c decidida pela casa, approvaudo o projecto em
trez discusses. A queslo nica a que a commis-
so aprecia, cessa parece-me queda em resultado
dever approvar-se o projeclo tal qual como passou
na casa.
Ari. 7." Fieam revogadaa as dlsposiroe* em con-
trario.
Sala das coiiiini-sos3l de marco de 1K."i(l l'au-
In de Amorim Salgado jnior.Al'i: dr Albui/Utr-
iiii- Hartint Peieim.
I Connuar-se-ha.j
ERRATA.
O projeclo que aulorisa a presidencia da provin-!
ca a mandar con.-lruir urna eadeia na villa do Bo-
nito, foi aprcseiilado pelo Sr. deputado boU'nio Ca-I
valejiili, e uo pelo Sr. Antonio l'.avalcaati. como I
por engao se puhlicou.
SESSAO ORDINARIA EM 31 DE MARCO DE 1859.
Presidencia fio Sr. Bariio de Camaragibe.
sll horasc 3 4 da nianha, feita a chamada,
verillca-sc eslarem prc5enles25 Srs. deputados.
Abre-SO a sesso.
l.idas as acias das anteriores, sao approvadas.
O Sr. l..S'creario menciona o seguintc
BINWiKtKB.
L'm offlcio do secretario da provincia, transmillin-
dn copia do offlcio da cmara do Becife, acerca do
aforamento do pantano de Olinda. couiiuisso de
negocios das Cmaras.
Oulrndo mesmo, remetiendo a informaran do di-
' rector das obras publicas rcrca do requerimenlo de
| Joo llypolilo de Meira Lima. conimisso de
, obras publicas.
Oiro do msmo, participando ler-se exigido da
] Ihesourara da provincia a nota das despo/as hitas
pela reparlico das obras publica.-, no oxercicio de
I8b7af858.Intelra.
I i lilil, do mesmo, enviando a inforuiaco da re-
. jinrlii'o das obras publicas sobre a preteneo de
los Antonio Poreira. commisso do obras pu-
| Micas.
Ouiro do mesmo, romir.uuicaiido haver-se reiuot-
i tido no Exin. lusiio o projeclo numerni. Inlei-
rada.
Outro do mesmo, remetiendo a ntormarSo da re-
parlico das ole-as pblicas sobre n requerimenlo I
de Evaristo Mondes da Cunlia Azzcdo.A rommis-i
Sao de obras publicas.
l'm requerimento da mesa geni da irmandade
acadmica de N. S. do Bom Coiiselbo, pedindo ap-
provaco das inn.lificu oes que foram follas no cora-
promissonelo qual se rege. V commisso de ne- '
goeios ecclesiaslicos. \
Outro dos guardas municipaes ao servico da c-
mara do Recito, pedindo augmento de seus ordo- ;
nados.A commisso de orfamohlo municipal.
Ouiro de Tbomaz da l'.unh'a Lima Calillara, pro- ;
fessor de msica do collogio, do-, nrybaos, pedindo |
augmento de ordenado. commisso de urde-1
nados.
Outro de varios iruios da oiih-m 3." do Carino..
contra os estatuios da mesma ordem 3." que foram i
submellidos approvacn da assembla. V COUI-
missan do leglslaco.
Ouiro do Pedro l.eito de Albiiquerune, arroma-'
tanlo das obras publicas dn Hinque, pedindo nina
indeinnisaco pelos piejui/os que lem sotfrido. V '
commisso de obras publicas
Ouiro d<- lgnacia Hara do Carmo, vinca do los
Perreira, pedindo a consignfio de quota na le do i
orcamenio municipal para ser paga pela cmara de ,
olinda da quantia de !lls10,que lhe esl a deverde
foros de um terreno oceupadu por um i casadopa-j
Irimoiiio da mesma cmara. coinmisso de or-j
eamenlo municipal.
Outro dos hahitanles dos suburbios da Capunga, :
reclamando eonlra a barreia collocida na estrada I
que do Manguinlio entra paraodlo lugar.A com-1
nnsso de orcanienlo provincial.
Outro dn padre Francisco Xavier dos Santos, vi-
gario da freguezia de Santo \no, pedindo se mar-
que quola na le do oreauonln para pagamento da
quaiilia de 975,500, que so lhe deve das obras de
sua matriz. commisso de nrcamenlo provin-
cial.
Outro da irmandade do glorioso S. Benedicto,
recta naigreja do llos.irio dos domee pretos, da
cidade deuoanua, pedindo a approvacode seu coni-
protBiSSo.
Ouiro dijs hahitanles de N. S. do O de Goianua,
expondo a urgente necessidade da diviso da fre-
'guezjade X. S. do Rosario daqu-lla comarca.
! commisso de estallslica.
Ouiro de Manoel Marques da Costa Soarcs, pedin-
do aulnrisaco para a cmara de Olinda tornar el-
r.ctivo o aforamento que fez com o sppjieanle, de
una parle do pantano de Olinda. hoje solicitada por
I lli-ury Gihson. commissau do negocios de c-
maras.
REVISTA DIARIA.
O Exm. Sr. Ilr. Agostinbo Luiz da Gama, lendo
de seguir brevemente para a provincia das Ala-
gos, am de entrar uo exercieio da administraco
3ue lhe foi confiada, entrega hoje, as 10 horas do
ia, o cargo de chefe de pulira ao Sr. Ilr. Bernar-
do da Costa Doria, que tem de preencher essa inle-
rinidade al a ebegada do Se |ir. Araripe.
O Sr. Dr. Gama, que lio dignamente occiipou n
caigo de chefe de policia desla provincia, garante
aos nossos innos das AlagOOS una adiiiinisliaco
inleiramenle condigna das boas inicenos e ill'us-
Iraco de que dolado.
Fui honlem publicada a sontenoa do Sr. Dr.
chefe do policia, eni que julgou improcedente o
sonimario instaurado contra nsSrs. coronel S Bar-
rolo, tenenle Vctor, c Porllrio Biboiro.
Era esle n desteto que todos esperaran), desdo
que das diligencias policaes nada so pode colbor
que cnmprometlesse os presos.
As corridas de cavalloseslo eni moda |iara as
bandas do Cal,
Jl l.i.lMKVIO.
Appellanle, Manoel de lio/ende BcgO Barros ;
appollado, llenriqucda Silva Moreira.
i'niiiiniiiiu-M- a -.-uleiiea nppollada.
MSI llllu icio.
Vppollanle, Jeaquim Perreira Uendes Guimares ;
apnelladon, Barroca & Castro.
I.M'rh ao Alhoqui-ripie.'
AoSr. deoeuibargador Guerra.
DIDEKnflBCO.
Ilonleni hoave sesso na assembla provincial,
ilisculindo-sc depois do expediente o projeclo II 2
disto auno, que llxa a forca policial, sendo regei-
tada a emenda do Sr. Manuel Cavalcauti, e appro-
vado o projeclo em lerceira discussao.
Scguio-se a segunda discussao do projeclo II. 13,
que orea a reccila o despeza da provincia para o
anuo do iKi'.l a 1800, orando sobro pile os Srs. Ma-
nuel Cavahanti, Portella j Joaquim ) Caraciro da
Cuiilia, Portella | Manoel' llanos de Lacerda e
llaphaol. Viilaiam-so os arligOS 8 a 10, licaudo o
arl. II addiado pela hora.
_o Sr. presidente noaaeou paracomobr a conimis-
sio que deve levar au Sr. presidente as leis sp'prO-
vailas, os Srs. Kaphaol, l'eixoto Duarle e Amorim
Salgado, o marrandn para a ordem dn da de boje a
cnniiniiaee da do honlem. primeira discnssn dos
do ns. 1 desle anuo e i do le38, e lerceira do de
numera !') de 1856, levantan a >essfin.
Erara 3 horas da lardo.
Para mais osclarecimenlo do que hnnlem disso-
iiios ,i respeilo das censuras feil.is ao proprictario
esio Dinriii na assembla provincial arroscenlare-
lla'tres domingos, quu no lu-
;ar do \fogadinho se loone grande numero de pe mes mais o se-juiule
soas para tazerem apostas por cavalios, e as corr- ] < contrato relativo impressao dos iralialhos das
das do27 csliveram hrilhanies, nao s pelo numo-1 i"oparlb-os provinriaes, consta de dos partes :
ru do cavalleirus que so apresenlaram para correr, | urna que foi oreada c sem pro executada polo mes-
como laiiihoiii pela luullido que aquello sitio con- mo proco ; e nutra de diversos documentos quedi>-
correu. Muilas familias dislinatas all se acharam, pois desse nrcamenlo se julgou conveniente puhli-
sendu os corredores recebidos com toda a anima- car para mais porfolio esclarecimculnda assembla
..ao o eulbiisiasinu. Se ,, ntralo ronslassu nicamente da impressao
s carreiras, e diversos cavallei-1 dos Irabalhos coulralados, e os aulographos fossem
ro> ganliaraiii apostas
I.STVTISIII.V 111 CIIiaIiK DE OI.IMiv
Popularo.
Popnlacolivre. .
dem esciava ....
Edi/irios publicur.
Palacio episcopal .
l'.adea pblica ....
dem dos ceclcsiasticos.
i asa da antiga academia.
Ceiuilero pblico. .
Ouaiieis......
lasa de guarda. .
I-orles desarmados, .
Foliles d'agua ....
Templas.
Conventos......
Igrejas.......
Capelllas......
Edificios par ira In res.
Casas terreas..... 717
dem de sobrado 103*2
Lslabelecimciitii de sustentarais pblica.
Seminario episcopal 1
Collqgio de orpbaos. 1
lulas primarias mascu-
linas.......
dem dem femeninas. 20
J/iriso da Cidade.
Bas ....... 2S
Pateos....... 5
Buceos,...... 1013
..512
6806192
1
i
i
I
l
j
T

7-i
ii
:>-2.i
tasas de negocio.
fazendu .
iremoltidos a lynpgrapbia em lempo, induhilavel-
I mente eslariam impressos no momelo ronrencio-
; nado. .Mas desgracadamentu as reparlices puhli-
' cas que sao ..brigadas a enviar documentos eni un
lempo dailo, nao a DOdcm bzur, pois que llu-s fal-
' tara os dados uccossarios e mu pessoal conveniente,
je si- estas ie|,aii,-,,es Iransponi o> liuiilos era
I que devem remeiier para a olflcina as peras que
ileveni ser impressas, conionoder uu-lo em dia a
Ivpogrannla ?
S-- a Ihesourara nao pode dar sena balamos o
nrcamenlo antes de Janeiro, o smenlo o baiau-
role j no Ora desle un/., e oulras documentes em
, levoreiro ; sea inslrucro publica nao pode confec-
cionar o seu relaiorio antes de 10 de ierareiro ; se
i reparlico das obras publicas nao opudefazer
nulo- de 1:1 do mesmo mez; se a presidencia da
provincia nao recebe todas essas pecas antes do
lili) de. feveroiro. porque todas ellas saoacompa-
; libadas de mappas iinporlantes, alguns dos quaes
nao poden) sor mpressos em menos de um me/.
como ha do dar impressos uma lypograpbia qu
recebo todas ao mesmo lempo ednico de poneos
das ? '
x assembla gcral abre-se om malo. Os aoere-
i.nios de oslado san abrigados ,i apresenlar os seus
relaioiois no principio da abertura da sesso, uvas
acontece q......sse. relalorios nunca licam impraS-
sos ames do segundo mez de sesso, salvo um ou
ouiro a que nao se renen) documentos instractiros,
o como ser possivcl que om motado desle lempo]
islo e, om monos de um mez se faca o mesmo em
Permnnhuco .'
Osrolainrio.-da presidencia poura dilh-ronca a-
zem, em eitenro dos relalorios dos ministros e al-
guns ha de presidentes desta provincia que os ei-
Icodem.
Os iindinieiilos da provincia erescein lodosos
anuos e por coiiM-quenca lamben) erosiona mes-
ma proporrjao a OMirpInracao e os doeumenlos
que leein iio sor inipios-.ii>. Neste caso preciso
mais lempo para dar rencucnlo a impresaao desle
accresrimo de Irabalho. lie duas urna, ou a aaavm-
iihasedeM- contentar sement com publicarao
Boticas.......
Lujas de fazendu ... .(
I aheinas...... :!ll
Lujas de iiiari-iuera 2
Chapcleiros..... 2
liinih-iins...... 2
Cocheira...... 143
O Sr. Manoel Aolouio da Silva Bios onvinu-
nos a scguinlo. correspondencia a respeilo doacon-
lecimeiilu da Passageni da Magdalena :
- Sr, redactor da Itevista Uiuria.Leudo a cor-,
respoiidcnea dn Sr. Domingos Al\ es .Malln-us, in- ill" 'I'"' -o lizer al o lim dn annn linanceiVo aiilocc-
.-orta na lli vista Diaria de z>l do rorrenle, eot que denle, mi eiiln den- mudar odiada abertura da
elle coolestandii a narracn que li/eram Viucs., da *."'' S'-.-s-n, no caso de querer esclarocimenloa al o
OCCUrrencia que leu- lugar na Passagem da Magda- lira dn mez de de/euihio.
lena, no dia 22, a refera de um ouiro modo, do que l" que acabamos da expir, v-se ano o more*
me pode resallar O juizo deata\ oravel daquelles que sor nao pode ser acensado de falla de eninprnioiiio
anda ignoram cuinos.-dora realinenle o faci, nao I de cimlraln. i) que lem liavido falla de lempo
posso deixar de lir imprensa., para reclamar, co- !'"ra a imprasso regular a em lempo do augmento
mo llectivaHientc reclamo, cunira as inexuciidoes do Irabalh.i que iodos us annns lem luj;.
da nosma correspondencia, asseguraiuln a Vmcs. o rrsas reparli.o,-
ao respoilavel publico, que inleiramenle verdadoi-
uarraro feita por Vmcs. em sua Bevisla dn dia
2-1. Os dous giiardius que alrave-savain a estrada
Ouiro de Abilo Fernandos Trigo de I.oureiro, ar- : a*0 inlerroinpiam de forma alguma o transito dos
rematante do cmpcdramenlo dn 21." lauro da esla- ] canos; nendii que antea do mnibus, em que foi o
dada l doria, pedindo se lhe luaiide" restiluij a I Sr. Doiningo> Alus Matlious, passaiaiu livremeiito
mulla que iiidiridamenle cohrou do supplieaiile a I oiuilos carros, conao os do Sr. oomiueudador Joo
ibosonraria provincial. commisso de obras pu-1 inte de Lcnios, Jr. Fonseca, Dr. Jos dos Sanios
blicas. gunesdeaUlireira, ale pnssaram outros mnibus.
San lidose approvados os seguinles pareceres : \ K tambem corlo, que na occasiao em que se rorta-
A commisso de fazonda o orcamento provincial, | raui os guardiiis, despelo das reclaiuaces que os
tendo examinado a petieao do Alexnndre Jos Uor- operarios da obra faziaiu, eslava subinilo urna terca;
nenas, que pede o pagamento da gratilicaeo para "
mais de doze annos de exercieio como professor
publico : emende que nao bastando o lacio matc-
gar as d-
Passenios agora a tratar do contrato relativo a
publicarao dos Irabalhos da assembla. Segundo
este o contratante obrigado :
A teros laeliigraphos precisos para lomar 08 Ira-
balhos integralmente ;
A puhlii a-Ios dentro dclres dias ;
v publicar as reolilicacoes, dos sennores(lpala-
dos, dos erro.-, da vespera ;
A daros discursos para Remo revistos pelos au-
Ipres.
. Ondej-sla a falla dociiinuriineiilo deslas coml-
iini ou ouiro senhor depulado nao quer
rial de haver elle exercdo o magisterio por doze
annos, e sao necessarios outros quisilos, de pare-
cer que pelos transmites competentes e do estylo,
se pecam informaces ihesourara de fazonda pro-
vincial, eadirecloria geral da instruoro publica.
Sala das commisses 31 de marco ifc 1S59./.
Helio Regn.M. J. Carneiro da Cunhn.
A commisso de ordenados, tendo examinado a
pelico de Joo Antonio da Costa Medeiros, profes-
tieiouario continuar na publicarao da serie de b'
graphia de alguns poetas e houcns Ilustres da pro-
vincia de Pernambuco.
A commisso de peliios deixa de manifestara
sua opinio acerca do 'niereciiiiento lillernrio do
proveitoso e patritico Irabalho do peticionario, por
que tendo cada um dos membros desta assembla
recebido cxcmjilaresdos donspiimeims volnmes, o
juizo da commisso (quenao a competente! seria,
sean inconveniente, desnecessario.
A commisso nao pode deixar de rcconhcrcr, ain-
da que rom magna o diga, que Continuara a jazer no
nlvido o passado heloico, grandioso e Ilustre de
Pornambucanos, que tanlo honraram ecnobroreram
a sua patria, se esla assembla nao renovar o'auxi-
11o qnej prestou ao peticionarlo.
A commisso senle que os recursos pecuniarios
da prtnincia nOsejam tantos que a inhibam de li-
lieralmcnte conenrrer, para arrancar do somno do
esquecimenlo, aos varees que nos deram a patria,
da qual hoje nos raugloriamos de serlilhos-, mas
Julgaqiie com o projeclo de lei qneoBereec a con-
sideraro desla assembla, nao aggravar o estado
dos cofres da provincia, e concorrer part que nao
pese sobre a geraco prcsehlc o labeo do ingrato,
que por cerlo pesar se em lempo nao roalisarinos
Osuiim ciiiijuc ridnere.
A assembla legislativa provincial de Pernambu-
co rosoh o.
Arl. 1. Picaro concedidas ao conjiuendadur Anio-
nlo Joaquim de Mello, autor do 1. e 2." voluines
das biographias de alguns poetas e hornens Ilus-
tres da provincia de. Pernambuco, duas loteras de
120:000$ cada uma.
Alt. O producto do beneficio deslas loteras ser
empegado na conclusao da serie de biographias
que fazeiu objeclo d6 3." e demais volumes que lem
de ser publicados. ,
Art. S." As ditas loteras podero ser exlrahidas.
p< v)or ao conressionario.
Alt. 4.* Osacluacs thesoureiro e escrivao das lo-
teras nao men irn na uxtraco das presentes, pa-
ra as quaes peder o concessiohario nomcar pessoas
de sua cscollia, dependendo smente nomcaco do
presidente da provincia.
Alt. 9: O plano para exlraco das mesmas sera
priiuciramenle approvadn pela autoridade compe-
tenle.
Art. 6. O concessionario receber desde j e como
empreslimo ; a quantia de 4.0008, que restituir
aos cofres da provincia, logo que realUar a exlraco
de uma das loteras concedidas no prsenle prejt co.
em oonso-
que obrigaro o sen, oteManuel uUiniada Silva di) pela cmara o Jornal do Commercio, .
"n -. v '(uencia de havir publicado uma dcliberaoo loma-
Passageiras da barca nacional lleiife viuda dn da em sesso secreta. Isto e razoavel
BiO de Janeiro : I). ursulina Angelada Silveira, I). Por espaco de 10annos tem esta empreza publi-
r-ulalia Mana da toueeicao. cado os Irabalhos da asamblea provincial sendo
1 assasjstros do vapor nacional Oyapock sahi- \ dous anuos do partido liberal, c desla mesma reco-
dos para os portes do norte : Dr. Joaquim Geor- ; heu uo seu eucerramenlo louvnrcs, e de nuvo con-
go dos Santos, 5 lilhos o 5 escravos, Joo G. liui- tratnu com a respectiva commisso de policia a
maraes, Manoei L. Castro, Joo Baptista Pereira de puhlicaco dos Irabalhos poi mais dous anuos No-
Mello e 1 criado, Manoel Zeferno da Silva Amaral. Une que o partidn linha sen peridico
..u.. leudo bavidn muilas desgracas, porque as ou- Wrft us seus discursos, so nao sn contena com
Iras lonas, que j ostavan em seus lugares, c uni reviso da casa, se nao quer oncarregar aal-uem
andamie que anda exista no interior da casa pode- desle Irabalho : por ventura devora sor imputado
rain oblara cabida do mostr. | ao contraanlo a falta que daht resulta Entretanto
Vspessoas que me cuiihccoin, sabem perfeila- emente lem apparecido queixas de incorrecces e
mente que eu sou incapaz de insultar ou injuriar estas iiicorrceeocs leom sido lilhas da hora adiantada
pessoa alguma, anida mesmo que me ouendaiu, co- em que sao entregues os discursea, para serum enn>
mo masa OCcaaiao em que o Se Domingos Alvos postes e correctos no mesmo momento, fallas que
.Matlious u- traten por malvado outros noines;' se dan alias cni ludo Irabalho feilo fra de horas e
prendendo-me alm disto I E portante inexacto o' si" acontece a lodos ns jomaos que Irabalham I
mesmo Sr. quando dU que eu o insultara. noile. Nacite todos os dias sao recuBeadosos
Acnhiiiua das pessoas que virara o (acto ou que discursos dos senhores deputados e senadores; na
sor cathedralico de inslruci-n primaria da fregu- souheram como elle so passou, deixou ainda de cen- Europa, nos panes onde ha assemblas, nao ha da
zia de S. Pedro Marlyr de Olinda, na qual pede n j *r o Sr. Alvos MatMaUj e islo rooslre conclu- I pagamente da diltcreiica de ordenados que deixou denlemente que de sua parte uo havia rasas para u sobre os discursos publicados na vespera No'en-
de percober como professor effectivo desde 15 de 'le praticou. lamo nem na corle, nem nosses pai/es estrageiros
maio dcl855at 3 de junho de |K5 ; de parecer Tundo ractilicado a narraco de Vmcs.. peco-se allribiieni soiiielhanles faltas a ffl exncucao de
que se pecam informaces ihesourara de fazenda lhes que deem publcidade a estas liuhas, com o!Contrato*. Apenas no Bio de Janeiro foi ccsura-
provinclal.
Sala das commisses, 31 de marco de 1H59.M.
J. rarneiro da Cunta.Calda Lis.
Fieam adiados os scgttintas pareceres : o prtnei-
ro por pedir palavra o Sr. N. Portella e o segun-
do por assignar vencido o Sr. Caldas Lins.
A commisso de fazenda c orcamento, tendo om
considerarn o estado do cofre provincial, quo re-
clama economas pela deficiencia em que esl : e
de opiniu que seja iudeferdo o requerimento jun-
io, em que o padre Florencio Xavier Dias de Albn-
querque, pede mais dous conlos de. ris para as
obras do rcrnlhioif ote de lguarass.
Sala das commisses da assembla provincial de
Pernambuco, 31 de marco de 1859..1/. J. Carneiro
da Cunta..1. Mello Reg.Barros arreto.
A commisso de ordenados a quem foi presente
o requerimenlo de varois erupregados da secreta-
ria do govflrno, pedindo augmento em seus ordena-
dos, em vista do oslado dos cofres provincises, nao
pode acquescer aos desejos dos supplicanles, nao
obstante as razes por elles allegadas, e por isso
de parecer quo ao menos esle anno nao sejan al-
tendidos.
20 de marco de 1859.M. J. Carneiro da Cnnha.
Barros Brrelo.Caldas l.ins, vencido.
Sao julgados objecto de dcliberaoo e mandado
imprimir, os seguinles projeclos : "
A assembla legislativa provincial de Pernambu-
eo resnlve:
Artigo nico. Todo o territorio existente entre a
barra da Jangada e Pirpiri e ao nascente da Sorra
Grande, lira pertencendo a nova freguezia da Qui-
pap, creada pela lei provincial o. 432 de 1857 : re-
vogadasas disposieoes em contrario.
Paco da assembla provincial de Pernamburo, 29
de marco de 1859.Dr. r>nci*eo de Paula Bap-
tista.
A esla assembla dirigi o cnmniendador Antonio
Joaquim de Mello nina pelico na qual pede a con-
linuaco do auxilio, que prompta o liberalmenle
lhe prestou esta assembla, para poder o mesmo pc-
' lio-
Jos C. de Oliveira, Jos da Silva l.eiin, Arnozo Jo-
s Candido, Leoncio Jos Theopho, Luiz Filippe
Candido ti, dos Santos Siqcra, Lucera B. de Ama-
ceno, Jos Piulo de esquila, Antonio V. de Maga-
lhes, 2 Binas e 1 escrava, Raimundo Jos Minen in-
do, Douala L. Cahral e 1 Dina, I). Leocadia F. de Je-
ss, e 1 sobrinha, teuciile-corunel Jos Joaquim II
Lopes e sen tiln.. Pedro Jos de Carvalho, Antonio'
G. da Silva, Antonio de Aducida Gomes, 1 rabu de
osquadra, 1 soldado, 1. Mondes.
Passageiro do hiato nacional /.'j/.a/nroosahi-
dopara o Araeaty : Joo Jos Ferreira.
Mortalidade do dia 31 :
Mara Felicia Ventura, branca, viuva, 17 anuos, n-
flammaconns inlesliuos.
Antonio, reto, escravo, solteiro, 08 annos, hvpa-
lile ohronica.
Thoaaz, eiposto, 1 mez, rnnvulses.
Jacinto, preto, escravo, solleiro, inllammai-an nos
enleslinos
A actual commisso de policia sabe mu bem dos
embaracos cm que se acha todos ns annos ocnntra-
lante, c sempre leni eoonbecido que elle runipre
as condii-es dojseu contrato; e a assembla em
suas decusas faz ao contratante a devida bastir.
Correspondencias.
Villa ale CahrolM r, de marro
de im.-.s.
.Sr-. redactores.Cumprc-nos nao deixar sob a
louza do esquecimenlo ns benficos resultados de
nove dias de misaras nesta villa pelo Hvd. fre Cae-
lao de Trailla, immc tanto mais prodigioso, quan-
lo se faz conhecidn por Inda a parle, nnde sua uo-
Itria ebega : por isso procuramos as paginas do seu
conceiluadn jornal, como mu vehculo decente, ii
proprinpara Iransmellir nosso reconhecimeuto, a-
1 /Ollilii un i liol ,,.4.. j ...
Foram visitadas as enfermaras pelo cirurgio
Pinto a 7 el/2 horas da maiiha, br. Dornellas
s 9 horas menos 5 minutos da mauha, Dr. Firmo
s 61 '4 lloras da larde de honlem.
CHRONICA JUDICIARIA.
. TRIBUNAL DO COMERCIO.
SESSAO ADMINISTRATIVA 1 M 31 DF. MARCO
HK 1860.
PRFSIUKNCU 110 EXH. SR. lil.SF.XRVRVAIli.R
As 10 horas da inanba, achando-se presentes os
Srs. dopiilados pasto, llego, Lemns e Silveira, o Sr.
prosideiiie declarou aberta a sesso.
cm que nns deveria enlranhar de i-iirnlla com
abeilo darle ; mas temos eonsciencia de nos. e j
mais pretenderemos um roo para que nos faltara s
azaa, que su d a sciencia. Porlanin uma simples
oxposicn, como dssemos, ser nossa missaa
Ki-ln
A Sde fevereirn prximo pnssado chegnu aqui a
noticia, de que achava-se na povoacu de fazenda
iirandeitm missionario pregando a liivina Palacra,
e logo o nosso vigario o padre Antonio Jo- Plrmlno
de .Novaos, conhecendn os liona desejos de seus fre-
gncziis, nao hesiten em convidar aquello missiona-
rio para vr pregar nesla villa, sde.de sua fregue-
zia. Uo feiin foi aceite o convite, e 18 do mesmo
mez, sahio daqui oRvd. vigario aeompauliado de
o a"S d,: St'"s ParoC',i|,nos. e foram buscar o Sanio
11 adre (se-assim nns podemos exprimir' para esla
Foram lidas a approiadas as actas das duas ante- "nd* $'g'nH> luao? embarcados em canoas
cedenles
Leu-s o .seguidle
r.xrEtnF.xTr..
l'm ofiicio do secretario do merilisimo iribunal
do commercio da capital dn imperio, de 17 do cor-
rente, acensando o roecbimenlo do que Un- foi en-
viado da parle desle Iribunal em 3 dn mesmo. Ar-
ehive-se.
IIF.SPACHOS.
L'm requerimento de Joo Chrysostomo de Lima,
pedindo rehabililar-se.Autoadn pelo ollicial Di-
namcrico Augusto do Reg llangel, baja vista ao
Sr. desembargado!- fiscal.
Outro de Guimares & Rcgo, salisfazendo o des.
pacho dn tribunal de 21 do enrenle.Reglslre-se-
Outro de Manoel Jos Leite e Joo Joaquim Corra,
salisfazendo tambem o despacho deste tribunal de
21 dncorrenlc.Registre-se.
Outro de Jos Joaquim Pcreira de Mendonra e
Jos Joaquim Pinho do Mendonca, declarando con-
Unuarem por mais um auno a sua sociedade, soba
tirina de Jos Joaquim Pereira de Mendonca 4 C.\
que se findou no ultimo de dezembro do auno pr-
ximo passado.Organisem novo contrate em con-
formidade do arl. 307 do cdigo do commercio.
Outro de Joo Raptista Praga, informado pelo
Sr. desembargadnr fiscal, pedindo malricular-sc
Nao tem lugar.
Outro de Candido Alberto Sodr, igualmente in-
formado, pedindo tambem matricular-se. Como
niquer.
Outro de Lima* Marlins, pedindo o registro do
seu contrato social que ajuntam. Informe o Sr.
desembargador fiscal.
Nada mais houve a tratar.
SESSO JUDICIARIA EM 31 DE MARCO DF. 1859.
PRESIIilNCIA UO EX. SR. IiF.SKRaii. \|>o|i
SOl'ZA.
Sfretorio, Dr. prigio Guimares.!
Tsenles lodos os membros do tribunal, menos
o Sr. deputado Silveira.
pelo rio San-Francisco cima, rio, que hanha este
turnio pelo lado oceidenlal, 0 no ponte dn desem-
barque fnram recebidos por um concurso de pes-
soa, uiiislinctemenle de Indas as classo.-., que em
proeMsao bem distribuida Irnuxeram a esla villa
casa destinada o seu rcpnuso o Rvm. missionario
que tocando prinieiramenle a groja malriz, ahi
mandn entoar a Salve Raitiha, que na forma do es-
tylo fez o Rvm. vigario oircrecimenlo, depois do que
o Rvm. missionario pronuncien um pequeo discur-
so anlogo, e despersou a reunan ao entrar na casa
que lhe eslava destinada.
Fin lodo esse quadro s so obsrvala a dedicaco
do espirito religioso, e nos semblantes de lodossc
recouhecia a esperanra depositada naquelle, que
visita despertar em nossos coraees, deveres, que
nos incumbe pela nossa rcligio, de quo estovamos
esquecidos, como terriveis e obstinados pecadores.
Pomo da 24, que leve lugar o primeiro sermo
lao eloiiuenlemenle pronunciado do envolla com
os mais bem applicados exemplos da Sagrada Es-
cnplura, que por cerlo licarain preheuchidas nossas
esperanzas, e sobremaneira satisfeila a especlaliva
de todos os ouvintes, que atentos esculavam a lii-
vina Palavra, pelo orgo que nos dado.
Assim srcessivamente de. seis horas as oilo da
noile, e das cinco as sete da manha pregou por
espaco de nove dias nesta villa o llvm. missionario
frei Caelano de Troma, e cada dia mais eloquente,
e mais frisante aponte de persuadir, cconverter)
chamando ao *erdadeiro cainiuho aquelles que illu-
diilos paravam as vacilantes azas do fraco pensa-
menlo humano no tocando aos vehementes impul-
sos da carne. Desta mancira nos exprimimos, por
que acreditamos na impressao que ileix a Div.na
Pala ra nos corteos verdaderamente chrislos, cu-
Ios fruclossazonados. suppomos cotbiaoS por um
mu doulrinado na f, cuja prova sero seus aclos
do futuro ; j nao queremos os do presente, que
acredita aquelles. De quanlo capaz um verdadeiro
missionario, que sem hypucre/ia e lluscs Cora-
prchende sua posico sublimo Oue forca lem a
Divina Palavra pronunciada por sua lincea! I F. in-
roinprehensiiell!..
Nao iremos adianlc sobrf! esse assumplo, >ue por
coito nos confundiremos.
Uuda locaremos no que de bem nos Ac nos sem-
pre temblados nove dias de misses por frei Cae-
la.....le Troin.'i. A ordem, e harmona, que dcixuu
gravados entro lodos aast niissinnariu, saliendo ar-
rancar cntranhaveis e inveterados odios, dasnei-
las, que pndenam tor bem funestas consequencias,
fa/ um Irinmiiho para aquelles a quem dado lan-
o prestigio, fazendo desterrar raneares, e nao se
ouvir era urna Ierra n.-criniinaces d'ouir'ora, e ver-
se por ludas as parles abraros da fraternal amisadfl.
B justamente o que sueeedeu boje nesta Cabroh
to aniigo, e lo esquecidn de quem devia ser mais
lemhrado.
Anda pmpoz-se, e eonseguio lo dislincto, quan-
lo bi-nigun pudro, deixar-nos uma lem branca viva
de seu nomo; um cemiterio, que era de tanta ne-
cessidade nesta Ierra, quanlo nos resentamos pela
salubridade publica dosoiiterraineutosteitesnas 'ce-
j.i, desla villa.
Com eiTeilo lem hoje a villa de Cabroh um ce-
niilero de podra de. quatroccnlos palmos de circum-
ferencia, elevado altura de dez palillos,construido
para grande durarn, avahado quando aperferoadd
om lies ou quatrn ionios de ruis, ol! (.luanlo 'obri-
ga-uoso Rvm. Irei Caelano de ''mina \* Nao seo
palacras que lhe piguein, lano Irabalho,tama cons-
tancia, lauto sacrificio '.' Nao por corto, aeremos
musanles em bem dzerpora todo serapn- o nomo
de fui i'aelano de Troina.... Tainbein nao podoram
aqui sor es.piei-idos jamis,pelosaens sorricos pres-
lados por occasiao da sania misaao bem desta ier-
ra os Srs. ngario e Novaes, juiz de din-iio inlerino
lir i aido.-.o, delegadoAvilUus, juiz municipal Sil-
va, o assim mitins militas, disliiigiiindoo o pro-
prielario a dislincto cidadnios Francisco dos tan-
tas, que deixando em lempos orilleos sua laruura
o seu ga lo, aqui anda e.ta na adminislraoo qini
lhe fo confiada da nbra do cemiterio, que segu om
-eu .'ipoifeii-oamelllo.
Tenas foitu nossa exposieo, e sua Impetteieo
siijaa a bem; uidado do publico, quo nos apreciar.
I'.n t'iiliruhense.
Sn. rcilariuiTs. Lendo uma misturada com a
epiuraphodiCorrespondencia om sea jornal da
10 do corrente, onde o reverendo Francisco Viril?
-uno llamleira, professor publico de Beberibc, sob
aasquorosa tapa do aoouymo (meio esto j lo
desacreditado depois de haver despejado sua viru-
lenta u peslifi ra liaba, o teda a afrabillis do pos-a-
mo humor de qno formado, prclcudondo mesmo
as suas lavas, vocm- alcancava um ouiro alvo d.
sua reuuiiiad.i maledicencia aoreverendiasima vi-
gario desla freguezia, que nada leudo com o nego-
cio, que presentemente entro mim e u reverendo
professor, se discute, ha muito lhe tem volado so-
berano despreseo -. depois de se lee fariado de gra-
tuitas e falsas aoeusaces, contra mim, concille por
uma desuas mais arrematadas hvpocrisias apre-
goando-su caridoso!......
Ira, Sis. redactores, isto quo pretender dOS-
pojadamnnlo zumbar da hiimanidade !..
Se o Sr. padre Baudcira, professor de Describe,
om son asnalicu nrgulbo, prtendesse inihiiindu ao
publico, apiegoar-so de sahio, o mesmo de valen-
t io, apezar de ja le f, ludia Bernardina lhe de-
iiioii-lrado o contrario, quando rom elle telando,
inelizmenle deixou de realisar-lhe a oporaco bo-
nofica, que pretenda, por haver internas uma ler-
ceira pessoa, transen!, pois que segundo a opinio
do vulgo quo quem mais grita, mais sabe, n que
a valenta mais propriamenle apreciada nos irra-
cioiiaes, depon h; da vonlade, o nn dn animo ; po-
rm caridoso, Srs. redactores .'.' o no momento em
que se aprsenla eonlra mim devoraudo-me, como
lliosdenlo ompreslaiido-uie inesnio tudo quanlo
publico e nuloiio lhe perloucer, por cerlo nao o es-
prala eu, sem que o reverendo liveaM perdido o
iillimo inslinctnque lhe assiste. Um clrigo, que
por qualquer d ci aquella palba, arroja-se sobre
sou semoUiante. assaca-lhe o qu pode haver de
mais injurioso, nao poupaiuin delrahi-lo, pelas
ras, casas, tabernas, esquina-, c quaesquer para-
gens, por nudo aclualmenle anda vagaudo nesse
Hecife, sendo que o Magisterio de que se acha en-
ennegado, para ollu uma verdadeirapulha, eagora
depois de ludo i.-to, lome perdu, porque sou cari-
doso !...
Santa Jlai de Dos F.' a hynocrisia mais he-
dionda, que teuhn ehservado em meus dias. Nn
pretendo,senhores, desear ao charco em que o re-
verendo professnr Francisco Vrissimo Randeirn se
oiicapuu, para responder-llie a todas, quanlas per-
versidadea me attrihne ; porquanlo o modo e inve-
rosiniilbanea, por que foram aniinnciadas, sao as
pravas mais cabaos das palpitantes eoulradiecs e
falsidades por que o publico as podem jnlgaf; po-
n-ni nao deixarei de tocar leveinenle as calum-
nias, falsos (eslemunlins e insinuacoes pwrreisas,
que nesse enfadonho escripia se observa, sem que
pretenda desmascarar o reverendo professor, pois
que felizmente S para si vive elle mascarada, o
que me faz recordar do dito judioinsn d'nin cscrip-
lor cnniemporanen, que nao bacogueira maior do
que a daquelle que uo quer ver.
Principiarei pnr um Hete que vem appenso
sua moxilin.ida. com o qual pretenden o rererendo
Bandeira, que carilalivo eximio, assim como que,
n rererendo vigario desta freguezia nao Sepulta pu-
liros sem dinheiro ou fiador quando fuiloslemu-
uha neniar quejns Teixeira, otlieial de pedreiro,
que se achara Irabalbaudo ao padre Bandeira, na
frente d'nma casa, que com as madeiras de nutra
do fallecido Manoel Antonio llias, fez nesta villa,
para nclla constituir a aula, fallecendo-lhe um li-
Iho, apreseiilnu-se ao roverendissimo Sr. vigario
com o referido bilhole, queixaudo-so, que tendo di-
nheiro de suas ferias na uo do padre Bandeira
elle lhe o nao quera dar. oll'ereceudo-lhe aquelle
hilhele, assim como nao Ih'o dava, para nutras
precisi.es. ohrigando-o a tomar elfeitos em sua ta-
iierna, por duplicado valor do que oiu oulras se
vendiam.para pnr Bu descontar, Jos Teixeira,
ptimo ollicial de pedreiro, nunca foi pobre de ne-
ccssilar do csmollas, eniqiianlo viren, o nem o re-
verendo Bandeira emqiianlo residi nesta fregue-
zia nanea me constan desse um vintom decsinoll.i
a pobre algum, antes por occasiao da epidemia do
cholera, foi o primeiro que eleven os preeos dos
gneros de sua venda, assim como vended 'oraches
contra a postea 166 w. cada urna. Km mitro tempo
desiratou a cmara municipal deste termo, por nao
deferir um sea requerimenlo em que pedia fosse
demolido s,m perda de tempo, um ranrlilnho com
mcia duzia de telhas d'uma pobre o honesta fnu-
Iher, sobre pretexto do bem publico, o que uo as-
-senlin a cmara, por ler sido informada verdi-
camente de que a prelenco do reverendo Randel
ra tirmava-se lo sosenlo na amhiro, que lhe
nao permitlia ler prximo de sua taberna, uma po-
bre rol ha que venda arroz doce, cocos seceos, o
oulras sarandalbas com que grangeava os meios
da sua Irisle subsistencia; nesle mesmo dia em
que acabava de requerer cmara, contra a infeliz
velha, arrastou ao iribunal do juiz.de paz coronel
Francisco Antonio de Barrse Silva a um misera-
vel homem, a qnem lhe dando faculdndo para plan-
tar em sen siliu, dermis crescendo-lhe os nlhos no
roeadubo dn pobre homem, aecusando-o de uo
ter eumpridn as coiidiceseslipiiladas, lh'n preten-
deu tomar, uo encontrando na autoridade porm
apoio para lo brbaro procedimenlo, descompon e
destratan a diversas pessoas. Ouanlo ao maro do
esmitenodesta freguezia aqui, Srs. redactores,
que n reverendo francisco virissimn Dandefra en-
toudeii dcsi-obrira occasiao ousada, para pregar os
caninos denles nos calcaUnaes do reverendissimo
vigario desla freguezia, o muro do cemiterio, ,diz
o padre Bandeira em seu nojcnlo cscriplo) foi todo
folio do barro e areia, o que motivou ao engenbei-
ro milites, quando l apparereu para informar-se
das obras da resperlva malriz, julga-la mal diri
gida e de pessimo material, por enja informarn
deixou o aduiinislradnrde recoberura saldo a seu
favor, que talrez comodizem. por alguma esper-
la. Sabem tonos os habitantes desla freguezia
que do numero do cemiterio desla matriz, foi o
llvm Sr. Frei Sebastin da Virgen) o administrador,
quando aqui estove missiouando, e que por conse-
giinle rmn a sua boa ou ni adminslracao nada
tem o roverendissimo parodio, que apenas com a
cola ae quintante* mil ris, ultima que da Ihesou-
rara havia recebido, pude fazer o alicoree de lodo
o dilo muro, levantando-ocio altura de 3 a A pal-
mos, a exconcaodo lauco da frente, que j eslava
quasi concluido, e havia mais comprado obra do
12 milheirosde lijlo, que se nao era bom, foi de
mellior, que por aqui existia, j, com algumas es-
mollas, qne para dito flm linha podido alcancar;
lijlo este de que lanoou ino o reverendlssiinn
missionario para canclir dito muro. Foi pois o
Rvm. Sr. missionario que alm dessa grandiosa
obrado lana ulilidade emagnilude,eonseguio im-
par c cercar u calado o grande cemiterio dos cho-
lencos, e entregar ao reverendissimo parodio um
como o. niioceiitns o trinla e tantos mil ris, coln
qne se demoli a anliga canella-mur desta matriz,
e so deu principio rcedificaco da nova ; como
pois, senhores, poda esse enguhero dar uma in-
lormaeo. como diz o reverendo professor, sera
fallar a verdade, tanto mais que vlnha elle exami-
nar as obras postas em execu^ao, com a referida
prestaco do quinlieuios mil ris, e euconlrou-as
no valor de mais de dous conlos de ris, feilas pelo
Rvm. Sr. missionario? s se o engeoheiro nao
soutie ao que veio, do contrario taz-O manifesta a
calumnia oo padro Bandeira eonlra o Rvm. missio-
nario, c jamis contra o Rvm. parodio, que como,
ja disse, nada tere propriamenle com a factura do
muro.
Demais cu desejava que o Rvm. Sr. Bandeira
me dissPsse, acxcepeo da fUndaeo da nova ca-
pella-mr da malnz.'qual o edificio que nesla
resuella osislcque nao seja de barro e areia ? e
em que parte se venda lijlo nasta villa de melhor
Sualidadn no que aquelle do que foi feito o muro
n cemiterio porm vamos ao reste que mais de-
monstra ainda, o quilate do calumniador, qu tai
vez diz ello" por isso dcixasse o administrador de
receber um saldo, porsupporcm talvez uma es-
perteza. O simples modo por que isto exposto,
demonstra at a evidencia, pdc&j de calumniar,
quo nao se anima dizer ou asseverar, porm lis-
uandosomeole varilla c usa da phrase talvez, tal-
vez !_ com que prova, padre prefessor, que o Rvm.
Sr. Frei Sebastio, administrador do cemiterio des-
la freguezia, ahdasse cobrando saldo e so preten-
de alludir o Rvm. parodio, dondecollige ou arran-
joii mais essa infamia.
O Rvm. parodio sabe, qne da assembla e uo
da Ihesourara, quo se recebem os saldos, gastes
superiormente ao dinheiro recebido, ecoinn i que
0 pretenden receber, sem ter turnea requerido, por
ai e nem por procurador ? Sendo que desde a pri-
meira prestaco que receben para esta malriz, ale I
esta ultima de 5UHS, tem sempre levado saldos a
sou favor, sem que delles se tenha prevalecido, '
diga quo seo Bvd. professor lhe loeasse osla mis-
sao, sim, descubrira incio ile o fazer lucrativa, por
que emlim hasta ule liabil. Ainda insiste o Itvd.
Francisco Vorissimo Basceira. a querer fazer per-
suadir, que fez sorvicos nesia freguezia pelo lem-
po do cholera-morbus corresppndonlos aquella al-
Inrio de allostados qne por esle jornal aprsenla,
sem se leniluar, que existe em nu-u poder uma lis-
ta de seu proprio punho, c assignalura, em que
com mentiras e todo, coala 7H conlisses, todas
quanlo fez nesla freguezia, inclusive a villa e con
Iru, durante os tres mozos d'uma epidemia assola- \
dura] Enlerrogue-se ao Rvm. coadjutor de eulc.
desta freguezia, e saber-ae-ha, que achando-se com
urna inllamaco no ligado, privado inleiramenle do
montar a cavallo, e que nesle estado, a p perenr-
reu distancias do mais de legoa. para soccorror os
aciTimeiiiiios do mal, lano cspiritualmenlp como
corporalinenle com inedcamentos hnmenpalhico-,
o allonalliicos ; a um padre Bernardina Teixeira,
que Ojcuando-se lambem solfromlo de sua sade foi
ineaiii-avel ; o llun. Vicente de Faria Mrjo : o
llvm. .Nicolao, a Uviii+tliguel Jnaquim o o H\m. An-
tonio Fernandos da l'aiva, e qnaulos capelles aqui
exislian, e conheeor-fle-ha, que cada nm destos
clrigos, nao tem lermo de enmparaio, o que li-
zerara, a respeito do- infelizcs aceomettidos dn ,
mal, enm as7lcoii!is.ies dn Sr. padre Bandi-ira, o
quo. mesmo alguns em um s da dos en) qne n
mal mais se aoihou, le/, mais conlisses dn que as
.!) que desereve i-m sua relaco n flvd. prnfersnr, i
durante todo tempo da pesie"; un entretanto m -
nliuin Oestes dignos chiigos, exigi um s atiesta- '
dn, nenliuiu ainda e\ae. ron laes sorvicos, antes la- '
inentatn suas fra-as forras lhe nn poriiiinironi.pai'a
que podessiMii nccnrivr a qUjntfos noce-siiaraiii
I pioa o caridosos soccofros, exsliiuln ape-
nas no i-oraiodos pnvos a gralido. o respeilo, o
a estima de que m- lornaram eredres, ao posso que
0 11 td. Francisco Vorissimo Bandeira, aafou-se com
ninas duas resmas de papel inn altesladns, e hri-
guu com muilas pessuas, pnrque Ih'os nao deram,
inclusive o Rvm. vigario desla froguezia que Ih'o ;
nao den com dselageraroM que elle quena ; po-
rm senhores, esle o cosiume do Sr. pndre Bau-
daira sempre qne se retira de nm lusjar, emborn
n'elle deixo amaldicoada sua numoria, para asgo-
raees prsenles e futuras, adquirir um sem nu-
mero do altestadns, o que to somonte se explica
com o exornlo de quanlns enmu ello de taimen.
hineam mo.
I.emhra-me o Sr. padre Randeira a ronflssio, o ,
recninmenda-nipquoonSo facaconi um cerlo con- '
fossor, que ello o descreveu a eu geito : desejava
por coiisegninte, que o Sr. Hvd, profissor me in-
culcasse algum, on declarasse ao menos, que fui n
sen, e ainda mesmo n de sua presadiss'una inii, n ir-
maes, que nao Uve a honra de o* conhecer, dnran-
e la ii annos que aqui moraram, e que nem aos
domingos aompanNierasa no templo !
i.onvmdo anda que, o Kvd. pmfessOr de- ItCbe-
ribe, me explique, quem foi que comotleu o sacri-
legio, na ancdota, que refere, so o ennfessor, que
.'in qiianln tema oroqnete o oslnlla na sachristia,
eu lhe faco mna p?rgnnla, e logo que pile prnnuu
ia a primeira palavra, V. Rrm. no mesmo- mo-
mento entrando, nos sorprPhendeu com berro de-
salmados, por ter sospeitadn, qne se fallara a sen
respeilo, e nesle estado vai celebrar Mim*. ou o
eoufessor, que com a prudencia, e calma, que lhe
sao proverbian*, prolesta que nao quer contesta -
ces eoiu o senhor qne respeito o lugar, c folla
para o exercieio de sua misso, dando a Sagrada
i.ommuiiho ao penitente, que nada ouvindo de
sua bocea leve de observar com pasmo, o desres-
peilo, que o Sr padre Bandeira pralicoi a morada
de lieos! K o Sr. padre Bandeira sabe mesmo n
que soja sacrilegio, por certo quenao, pois que se
osSUbesaa reeonheecriit, que o Sr. padre Bandeira
todo um sacrilegio.
Base titulo do muito presada mi, que a P5Sade-
savenlumda velha, depois que morreu, applwa, nn
sera anda uma das suas arrematadas hvpnrnsias ?
pois que emquaiiln viven", todas as pesadas da vi-
sinhanca presenciaram o despreso, que o Sr". pa-
dre Bandeira lhe dedicara, as necessidades rlue ella
carpir, os qneixumes o lamentos, que tana! pelo
desamparo em que se va, e o Sr. padre professor,
no seu sitio com sua prima, e..... que lhe enviara
os alimentos de raeo Sendo que j se adiando
ella gravemente atacada da enfermidude pela qual
suceumhira, o Sr. Rrd. vendo-a ueste estado, foi '
parto Iteeife, n que fez, quo essa infeliz velha fale-
eesee impenitente porquanlo tendo a fnda de seu
leilo as Sras. lis. JoannaCavalcanll, Benedicta Ma-
na, e suas dignas lllhas, rogmdo-IHe, qne Secn-
fessasse, ao que olb responda, que BiO, pnrqno
nao acreditava em padres, o que conservan al o '..
ullimo momenio, quo j existindn sem falla ainda
aeeuava com a caneca qnsVan. procedimenlo este,
que hornuisnu a quantos fiis delle tiveram noticia,
o arrancuu sinceras lagrimas as piedosas mtilrrcres.
que a rodeavnra : e que tendo sido s 2 hntas da
madrugad da sexta-feira dn Paitan, na vesiiera,
qmnta-feira santa, quando j ella se achara de-
sengaada, esliveram nesta matriz, at depois de
meio da, e em casa do Rrm. Sf. vigario at 1 ho-
ras da larde, tres Rvm*. Srs. sacerdotes, afora o
parodio, que ti', leve utida de todo o orrorrido.
ao ainanhei-er do dia, quando dlaj nao exista.
Esto fado, Sr. padre Bandeira, nao historia das
que n Sr. Bvd. coala, e as vezes al adlrma com
o seu verbn sacerdotes, quo parece nao sen-omn o
do-uniros, porm um fado real, pxistindo vivas .
ainda as pessoas que o presenriaram !
Ouanlo marinla em que se sepilltnu sita m\\,
pois que impropriamente se lhft d o nome de cn-
tacuiuba, uSr, Itvd. ha-do adiar tribunal que lhe
do razo, quando entre nos houver tribunal de ho-
rales, assim coinn noile provar, que o regulamen-
to especial do cemiterio pblico dessa capital de-
ver, sem que a lei o ordene, reger o ecmllerlo
desta malriz, privando-a quem o adminitrt dn di-
reito por lei aiiliguissima de se ahrircm as sepul-
turas e catacumbas, logo qne tcnhrun nm anno. O
quo me parece o Sr. padre Bandeira rncsmO nao
erer, c simiente disto tratar, pelo espirito de enn-
Iradicro, que lhe assiste, porquartto a estar este
ceiuilero sujeito ao rcgulamento dn desse Rerlfe
nao podia o Sr. professor abrir o tal jasigo pin Mi-
lilitro do anno prximo passado, pnrque s a 7 do
abril desle auno complelir-se-hn os 2annos.
Sr. padre Francisco Vorissimo Bandeira lomo o
conSelho que lh vnu dar, nao trate de mim, nem
da freguezia da F.scada. cuja gente sensata faz do
Hvd. o juizo devido, e se lhe do alicatados, para
demonstraren) sua bonomia, sendo que tamliem pnr
olla calam os horrores, que a seu respeito abom, e
alguns prpsenciaram.
O Sr. Bvd. cm qualquer parle, que onoeo-
nhccam, podnri ir vendendo seu peixe : pori-iu
aqui, nao mea sfiffior.
V Rvd. entretendo-se com esse Beberihe. dga-
Ihp o quequizer : porm esqueca-sc da Ksrada.
Os seus sote mil ris, esUo ainda em ser, pde-os
mandar receber quando quizer, nao os gaste!, son- .
posto este homem cohorte dos baldees, nue sobran-
do-llie me empresta, ns quaes lhe devolro intactos,
conlcntando-me em afBrmaMhP, que assim mesmo
don parahrns minha sorte, pois que al n presen-
te, nao fui pesado sociedade em que vivn, e se o
ser sarhrisln, tocador de sino, na phrase dn Sr.
professor empregn baixo, c despresivel, ao meu
Fensar por demais honroso, pois que na groja de
'eos, nao rnmprohendo haja empregn pequenno ;
sabendo demais o Sr. Rvd., quo assim romo aun,
ou mesmo como me pinta, lenho em miaba enri-
aba cousa que lhe diz respeito, pois segundo a
mi diz e o pblico confirma, lho corre as veas.
Adcos Rvd.
Muilo abrigarn Srs. redactores, a lnscrco des-
taslinhas em seu jornal, ao seu venerador p. criado,
Florlano Jos de Souza.
Villa da Escada, 17 de marcodc 185.
Srs. redactores.F.m sen jrirnal n. 67 de 23 do
corrente vem publicada uma correspondencia do
Sr. Joo da Cnnha Res, rujo Dm diz elle expnr
au pnhlicn a perseguidlo da qual victima.
Nao me importara com a correspondeocia do Sr.
Joo da Cuuha que compromettido em um pro-
cesso est em seu direito quando emprega aquellos
meios de que julga poder eolher algum proreito,
se pnr ventura o nome de meu prezdo (lho Ovi -
dio da Gama Lobo, ex delegada desta capital, han
viesso envolvido nesse negocio, o contra elle nao
oujasse o Sr. Joao da Cmin.i Res fazer insinuaoos
odiosas, cuja publiraoo guardn para depois de se
ter elle retirado desta provincia. Cumpre-me pois,
responder ao Sr. Joo da r.nntta, alim de que nao
fique indefeza, pessoa qno me to cara.
Crimen-amonto direi que nao ha homem sensato
que acredite na histeria que o Sr. Joo refere" em
sua correspondencia. O que diz elle. ? guenodia
da fesla da Saude o creado de umscu inimigo mo-
rador nesta freguezia fot provoca-to em sua easa
com palavras insulto osas a quo havendo sido pro.o
por elle, leve depois de snlla-lo pbr inlervenro de
petsaas de sua familia, o oue foi hastante para ser
processado e pronunciado. llavera quem crein em
somelhanle historia 1
O que me consta que na dia cima inenrinna-
do indo um creado do Sr. Ansiles Duarte a casa do
Sr. Joo tratar nao sei .le que negocio parece-me
Iue comprar agua ) travandn se uo sei como i na
e palavras entre o creado e o Sr. Joo, esle pega-
ra de um pao e espancra sou contendor. O olte.n-
dido recorren juslica.
Informam-me de que no processo ha vistoria
3no atiesta a existencia do espticamente, que nelle
epozeram tesleniunhas que compromettcni o Sr.
Joo, que sua pronuncia toi pedida pela promolo-
ria publica, e que meu fllho o pronunciou, man-
dando passar como asseveram-mc ser de lei, man-
dado de captura, o qual ainda nu foi eumpridn pnr
achar-se o Sr. Cunha Res oceulto.
Assim pois, j r oSr. Joo ; primeiro, que se
por ventura nutri esperaucai de que meu tubo o
salvasse da punilo qne contra elle pedia o oAVnd-
do, meu fllho nao podia salisfazer-lhe esses desejos
sem mfracro dos deveces dn cargo que oceupava ;
em segundo lugar, que sua historia torna-se pr de-
mais exagerada ou antes mal contada, parecendn
que assim a contuu somonte para poder dar Mgar
ao desabafo de seu dospeito, alias injustd crinlra
meu fllho, prtr meio dn insinuarnos ljurinsas qn.
lliz o Sr. Cunta Res que toda a cansa da porsp-
gutean que sofTre nao ser amante da tabolagem.
do lasquenel e do gago !*o percebo qual o pen-
taento do Sr. Joo. Ouercrla elle insinuar ani-
men fllho joga ? ... Isn seria calumnia por de-
mais miseravel, pois meu lilho nem ao menos ros-


...


i
l
i'


Diario de Pernambuco Sexta ffeira 1 de Abril de 1859.
3
turna enlroter-so possesjugos lcitos, admillidoscm
loda a parl e as nielhore* sociedades. Ouoreriao
Sr. Joan alludir an Sr. Aristides, poadn-o de estabe-
leeido aqui pcqii> casa de labolagoni, o cnsinuando
que meu filho poiipava a este, ao passo que porso-
:,'i-o a olio ? Pareeo que foi eslc o ponsamonln
In Sr. Res ; mas aiuda nssiui ha nio alsdade.
\esls fn-guezia nao hanouhuaia casa de labolageiu,
o Sr. Joo nao indicar o noinc do uingucui que a
lenlia, 6 una calumnia que o Sr. Arislides tenha
aqu casa d<- lahulagem, elle mota aqu ha minos,
nunca sob esse pretexto loi chamado a polica, ou
ncommodado por ella.
Alnnea ao Sr. Joo que meu OJfco teria cuniprido
seu dever ge fosse verdade o que o Sr. Joo diz ;
mas contra a palavra do Sr. Joao que alias nao se
aminoii a fazer urna asseveranao positiva est o
leslcoiuulio das autoridades de lados os totopos des-
duque o Sr. Aristides aqoi mora, e especialmente
"das autoridades da roguozia actualmente em exer-
cioio, como so ve. dos documentas abaixo publica-
dos. Pretender o Sr. Cuuha Ueis col locar cima
de ludo asesas palavra f Seria ousar a muito.
Falla oSr. Joao em descnotenlauenlo de meu fi-
ln para com elle por causa de alugueis de carro.
Sinlo que o Sr. Joao niio fosse explirito, para po-
der rusponilor-llie convenientemente. Se o Sr. Cu-
nha Keil algum dia cbron do meu filh por alu-
KHH do carros mais do que deveria cobrar-llie, nao
i que por is.to restaste a met lilho algum descon-
loniainonti,, nem eiroumstauea lnpeqncinaquan-
do fosse veruadeira levara a mou filho oxorcer per-
.soguieoos. So quer insinuar que meu lilho deve-
lliu alguma quautia proveuienle do aluguel do car-
ree, o extraordinario quo o Sr. Cunha Iteis lance
niao de semelliaiilo recurso para desabalar son dos-
pmtn, pois sendo publico e notorio que meu liHio
retuava-se para (ora da provincia, so tres dias de.
pois de sua retirada o Sr. Cunha Ueis mandou-mc
aprcseolar-mo una conra de alugueis de carro, da
quautia de ITjflOO a (pial nao pagnoi logo porque
pareceu-mu extraordinario sua apresontaro enln,
nao eslava olirigadoa dar mlcira f aconta do Si
Iteis ecutondi que devia consultar )neu lilho acerca
de sua exactidfio.
Nao sei poiV a que vem o Sr. Cunha Reis fallax
em senielhant* dosconleolaraento, a nao ser que o
Sr. Joao so deixasse cegar ao ponto de nulrlr 8 lu-
ca esperance de que mou lilho por ler-lhe alujado
cairos se julgasse einuaraado para fazer-lue Jus-
'"* O quu ij^erdade qdo p Sr. Cunha Res
1." secrfio.Secretaria da polica de l'cniambu-, Feilio de iiiulosduiineinoi, e dos cai
tica.
mandou-lne ajte?aiilar sua'cunta, depois de pro-
nunciado e dcmittoi e depois de mou lilho ausente.
u Sr, Joao em stu dospeito nao poupou o Sr. sub-
delegado yiclof. 1 Sr. Vctor cuinprindo. ordem
-uperior (o procurado pra ser preso ; mas se oSr.
Iluta eslava pronunciado, savia meu lilho e o Sr.
Vctor deixar do cumprir o lei a sen respeilo '.'
(Jiianto ao tent graridnde do Sr. Vctor, esle
oiejhor do que eu responder ao Sr. Joao, so nao
iitender que autos deve desprezar tao inslita
i&'rcssao.
Aqui ponho im a estas linbasque tui provocado
a (ajirevar; mas nao deixare de ponderar ao Sr.
(aulla llci* que melhor seria que procurasse de-
(ouder-so pelos ineios regalares, abslendonse de
provocar quem nunca o otl'oade.u. Issono Ibe po-
do aproveiloriDcsmo eomo tctica para previnir os
juue*a queo lonha do ser subaieUido seu proces-
-o cuja, resultado di/.-se anda apregoatido aoleci-
pqdameute.
Uueiram. Srs. redactores, publicar estaslinhase
os documentos abaixo ouw o que (ario uin favor a
eu etc.
Jimio liaplitta Pereira Loeo-
27 de maroo de lt!>.
UUn, Sr. subdelegado.Joio Biptisti Poreira
Ixilio, a bem da jnslica e verdade precisa que V. S.
lite atieste e Ule cousta haver 11 esta freguezia al-
gn* casa de labolageiu, e especialmente se lhe
consta que teuha Aristides Duarte Carneiro da Cu-
nba e Cama que uesia freguenia 6 morador, e se es-
to lexa nietos de .vida conheeidos e quaes sejani.
\ostes termos pede a V. S. deferimento. K
II. ,
Poco da Panolla de Recite 23 di marco de 185!)
Jado Bdptim Uretra lobo.
Nao me consta que nosla fregmciia exista presen-
lomenlecasa alguuia detaboligem, pois se existis-
se, oecessariamento en feria disto conhccimciito.
iombom nao me cousta que Aristides Duarte CAr-
ncifo.da Citnlia tenha casa nmiiiuraa de tabolngem,
sondo porem corto que em algum domingo ou dia
de (cala e.Ue, tem sido visto a jogar com pessoas da
sua auiiade, o que praliiam qsasi todos quanto
aqu no campo etistuinaiu reunir amigos em certos
lias. lloro tamheui declarar que o referido Aristi-
des he esubekxido oesla ieguezia eotn urna pada-
iia, o iaata godo |>ara expo-T ao consumo, sendo.
osses seos ineios de vida, o que ludo atiesto.
Subdelegada o Poco da Panella z de marco de
lki).Joan ui; I icor Liealier, sabd#legado snp-
pluite. ^^
lilm. Sr. iniz de pazJoao Baptisla Pereira Lo-
t>o, a bem da jnslica e verdade precisa que V. S.
Ibe Ueste se lhe consta haver nesta fiegnezia al-
t:iiina caga de tabolagem e especialmente se llic
oosla que teuha Aristides Duarte Caroeiro da Cu-
uua e Gama que uesta freguezia morador e se es-
to tem meiosde vida conheeidos e quaes sejani.
Ncstos li'rmos pede a \. S. deferimento 1
K. H.
I'ocoda Pauella 23 de marco de 1859.Joao
Un piula Pereira Lobo.
AIU'SJO qe sobre casa de tablagem nao me cons-
ta quft nenhuraa exista nesta freguezia. einquanto o
Sr. Aristides finarte Cameiro da Cunha o Gama ,
eonsu-cno que jog* pela festa c nos das santos cora
pessaas de sua amizade, mas no que ten ha easa
de Labolagem, pois residindo a annos nesta fregwe-
w nao me consta que elle fosse jamis encommo-
dado pola polica, lendo liavido autoridades que
rosidom bem prximo ifc sua ca6a, aqu no cain-
uttaes das mullos reuuom amigos o. jogan e
iliverlem-se como acontece em todos os nrrahaldes
da ddade : doli sin. sei por ver e ser puMico
quo o mesmo Sr. Aristides vire do negocio pois
mala gado, e estabeleeido eom urna padari. O
que tndo afirmo em f de verdade.
Froguozia do Poco da Panella W do marco do
I8M1.Jobo J"ao Ftrrtira, juir. de paz supplente
um exercicio.
Publicacoes a pedMoT
cu de novetnbro de 1858.lilm. Sr. Teudo ulii-
mamente cabido em esquecimeuto a providencia
que raen antecessor lomou para que nao tiesse a
secna os actores eno nos dias dos seus benfloios,
011 nos em que pela priuioira ve* lopresentan qual-
picr parto, lenlio por convnoienlo eommuoicar a
t. S. que de boje em dianto fica em seu inluro 1 i-
gor aquella providencia, al que soja puhlieado o
regulamento que tem de servir para a polica iu-
lorna do thenlro.
Bees gualrde a V. S. 0 cuete de polica, Agosti-
tio Luiz da (/amo.lilm. Sr. Gustavo Jos do
Reg administrador do theatro de Sania l/.abel.
Theatro de s. lanunrio.
O dcsinleressado e nobre enthusiasmo com que a
mncldade brasilcira-e portugueza nesta corte sem-
pre se presta a animar e proteger com s"u acnlhl-
inento, dodicaco e cahedaeso desenvolvimentodas
Icllras e das aiios nacionaes, auxiliando com suas
assigaaturas nao s as pubtirares poticas e dra-
malicas que sem appareccr luz da imprensa,
nas lambeta aos artistas dstinctos que cutre nos
nos figuian, especialmente nos Ibealros, tom leilo
Macere desabrochar talentos que sito a glora e a
riqueza da patria n de todos os brasileiros.
Assim, tomos visto erearcin-se artistas sob o in-
pulso benfico dos applausos dessa juventude ar-
donte e honesta quo se guia pliilautropaaincnlo po-
los Senlimentos lio seu cOracaO.
Innmero dos artistas mala folzos, daquelbs
quo jamis descralo do altar desse culto popular
m que os eollocaram os seus esforoos, talento e
memo, anilla e distingue-so sobraneciro a todas as
miserias da raidade e do ogoisino lolo e inslenle,
0 illustrado artista dramtico brasileiio Germano
Francisco de Olveira.
Trabalhador modesto, buscando a glora como
complemento do seas esforcos, cstudose sacriiicios
com OS olhos lixos no futuro o o coraco separado
da algiboira, o actor Germano leni sabido conquis-
tar a sincera estima e alTeoo de lodos 03 que bni
lido a fortuna de o ver e admirar, quer curau ho-
mem, quer como artista.
Kslabelecendo-se sua chogada do Poriianibuco
Cmo theatro do S. Jauuaro, conquistou ein breve
tempo a ami/ade e sympathia de um grande nu-
mero de mncenos, que. estimando os l.omens tra-
balhadores, honrados o modestos, em qualquer par-
te em quo oslojam, amaro e prologoriio desde
logo decedidamenie aquello qne reuna em si essas
lies inclytas virtudes. K querendo esses seus ad-
miradores dar-lho um toslemunho de quanlo apre-
ciavain seu mrito e seus esforcos artsticos, oifer-
laram-lhe om a note de 25 de'dezembro prximo
passado um copo d'agua a que assislirain seus ami-
gos e a sua enmpanhia.
Mais tarde os aconlecmentos suscitados pela re-
presentarao da comedia-drama 29 oc Homiv i
Gloriv, originaram entre esses mesnios jovens
una assocacao qne, sdb a mesma devisa trate do
eugrandeoiineiilo da arle o da litloratura dramtica
auxiliando a compauhia que nesta corte trabalba
soba direcio do artista Germano.
Irgauisada a associarao c lendo comecado a rea-
lisar os seus lins, quiz o Sr. Germano e sua enmpa-
nhis, ao retirar-so temporariamente desta ddade,
oirertar-lhe umalmoro eindcmonstracodo seure-
conhedmento pida dodicaco quo Ibes disponsa-
vam.o em orrospondonci daquelle copo d'agua
que lao cavallieirameiile lhe hara sido ofTerladn.
Paraesso lim fnram convidados, alm da sociedade
29, miiiln* ami;
rain no domi
lid, no hotel
reinou a mais absoluta coriiialidade.
A'sll horas foi sorvido um esplendido c profuso
alinooo, em que tiveram lugar entre nutres, osse-
guiules brindes entliiisiaslicaucnte correspondi-
dos :
Ao aclor, cujo mrito artstico apreciado e dis-
tinguido por Sua Hogestade o Imperador, se cuno-
brece pela modestia e pelo cavulheirismo, o Sr. Coi-
mano Francisco de Olveira.
A' sociedade29 Honra e Gloria.
A' disincla actriz I). Manoclla Lucci.
A| compauhiaGermano.
A' enmpanhia du Gymnasio.
A' Sra. U. Gabriell da Cunha ja qual achan-
do-se alojada 110 mesmo estabelecimenlo, veio to-
mar parle nesta reuniio).
A' distincta actriz II. f.udoiina Soares da
Costa.
An Sr. Pedro Jnaquim csua sonbnra.
Ao povo Pernambucano i|ue por mais de una
vez tem sabido altamente proteger o animar o ar-
tista Germano.
Ao actor l.uiz Honteiro e sua senhora.
A' lodos os verdadeiros arUslas que nao fazeiu
da arte urna especulaco.
Ao corpo coinmercial do Brasil, vordadeiro
auxiliador das arlos.
sociedade propagadora das Bellas-Artes do
Rio do Janeiro.
K pelo Sr. Germano, nina saudacio ao m-
rito artstico do seu colloga Joo Cactano dos
Santiis.
OTCimi poesas foram rndladu e ldas, sendo
quasi todas dedicadas ao Sr. Germano e sua enm-
panhia.
Ao terminar o alinooo, o Sr. Germano nropo/. o
brinde de honra..saudando a Sua Magoslade o Im-
perador, a Sua Magostado a Inporalriz, a familia
imperial o a naoo brnsileira.
A esta saudaco a orchosta eiecnlon o hvmno na-
cional entre repelidos e unnimes vivas.
O rcsln do dia foi passado na mais solemne so-
ciabilidade, abrilhanlado por variaoes de piano e
diversas pecas de cauto, que se dignara m exocular
algumas sehoras que so ochavara prsenlos.
Vssim terminen um dos mais agradaveis dias que
haiemos passado. c que deve licar por corlo grava-
do eternamente na memoria o no corarn do Sr.
Germano, da sua enmpanhia e de todos que allies-
liveram..
_No dia seguintc urna oulra emoco e um novo
triiimpho oslavam resonados para o Sr. Germano.
I 111 grande numero deseos amigos, uicmbrns da
sociedade Vinte o Nove, haviam frotado um vapor
para nrompanliar o illuslro artista c sua enmpa-
nhia at ao vapor l'iirnm, ein quo seguiu para
Pernambuco.
xeiros desparhinlos, ele.
Emolninenlos de cerliilfa-s.
Extraordinaria.
Producto liqaMn de invrcadorlai fthnn-
dontdti pilos dirtilos....... .
R--.
\ottrgniulrt valore.
Ilinheiro 2UM7IVT7I
Assignados. ->>:ItiVi
11fK)
l-^ilO
tit:58!lJ>l i '1
ayaoo
.">rt.';.'ims3ti_)
Sollo di' herancas o iegados .
Xotos u velhos' diroilos.....
Imposto de :1 e 4 por conln .
Imposto do 12Srinii......
Passaporle.........
Taxa das aulas de nsirurcao pu-
blica. ........
Cusa.......
Multas.........
l:MWaa77,
1lT,sfl7!)|
:l :J72#>201
I2J8WI
Para o Rio de Ja-
neiro.
Depotilot.
Em bilmco no ultima de
fevereirn. ,......
Entrados unejrrenlo me/.
Sabidos .........
17:2191271
3:331991
71:243)847
llosa do consulado provincial, :ll do mareo do
S.V.C. (J 2." escriplurario,
/.uir de Aztredo Sou :n.
25KG00 velioro o bem conbeddo briguo nadooal h.i
.O'ls.lnV nio.., de |iiihieira niaroha, progado e lorrado do
1918272 cobre, pretende seguir mfa miiila brevidado, lem
8li I parte do son car regaanlo a bordo; para o resto
que lhe falta, traia-M> com o son consignatario An-
tonio l.uiz do Olivoira Azovcdo, 110 son ey-riplo-
rio, na ra da Cruz 11. 1.
2>:J8i?l3
6:8.".fiaS0
13.-7M85SI i
Movimento do porto.
Exisleoles...........
Vo< seguale* rotores.
Ilinheiro.....2:37.19779
l.elms......1l:318772
Contri bu rao de earidadr.
Rendimenlo ueste me/'......... 4in><81
Alfandesa de l'ornatiibueo, 2< de fveteiro de
IS.>!..
t) esoiivao,
h'iiutliii ./ose df.< .S'ii;'o<.
Ini]i;>rlii/ao.
C' vapor nacional Oi,tpock, procedente dos por-
to! do sul iiianifeslnu oseguinlo :
1 vnlume fa/iuidas ; a I.. II. \V\all.
iVaoios entrados- no dia'.M.
LiverpoolGalera ingle/a Bermeou, caplo Towili,
carga a mesma que trouxe de Macei, suspendeu
do lainarao.
.Varios entrados un dia 31.
COflPAHHlTBMSLElRA
I A(fllfeTES \ VAPOR.
aseni.., carne vanos generosa Martuis Ir- do uorlerm seguineiilo aos dosilal odia (de
lilai
Havre, 2."> dias, briguo trance/ Cear, de230lono>
Indas, capitn Bruzens, ugiiipagem 12, carga f,i-
zendnse mnts gneros ; a .Y 11. BiencrA C.
\s-u12 ilias, pataoliii brasileiro Santa Cr*s, de
170 lonclRdas, caplo Joao Ganealres Res, equ-
pagem II, sarga sal; a Bartholnnieii 1.0.1-
|e||CO.
ponos, 1 elogios para cima de mesa, lavatorios,
guarda-comidas, appnrelhos para janlar e almoco,
trens do rosinba, sciins ingle/os, 1 cabriole! para
quatro pe toas; com arnuos e um cavallo, um rico
..pparelho iloclo-prala, [aras, garlos, i-olhcres, oas-
lieaos, viilros eoulios miiitisobjertns.
\s 11 horas da manh.ria do da do leilao harer
mnibus especial no lugar do contuve.
1 caix.i cigarros, 1 cunholo ano, 1 lala un tardo :'
a Braga & Aulunos.
1 caixa i'a/endas ; a Bastos & Lentos.
1 pacote chapeos ; a Alnioidu Gomes Ah es A C.
1 paootes iinpressos : a Anlonio l.ni/ de (lliveira
Azevedn.
1 pncole iinprossos a Guimaiaes \ Olivoira.
2 caixoles exeuiplari'S ; a J. K. V. da Foiisoea.
1 caixa papelo, 1 dita e Zeanastras ioias, l pa-
cote, 1 snrrao e 2 caixis chapeos, 1 dito rouna, I
Aiin ....11.. .1:1.. .:___..^. .1 .. :......._._. .1
dito rollo, I dito cigarros, 1 pacote
iinprossos,
rollo esleirs, 2 enibrullios msicas : a ordem.
i Baillos, 5 volumes 1 lala 1 embrullio e 1
caixinha ignoro o conteudo ; a diversos.
Hiato nacional lacemicel, viudo do Ararat}", con-
signado a Marlns & Irniaos ; niaiiifeslou se-
guinle :
i batricas erra-doce, 5 ditas coiuinhos, 0 ditas
bolachinlia, 1 dita cora de nbelha, 1 dita sapatos, 1
dita chapeos, 2 pocotes vassouras, 72 molhoseslei-1
ras, 211 saceos cora de carnauba, 93cai\as velas do
dita : a ordem de diversos.
Briguo nacional Ir/o, vndo da Baha, manfes-
tou o seguinlo ;
30 barricas genebra, 1 eaixao charutos ; a Anto-
nio l.uis de Olivoira Azcredo.
litl quinlaes do gesso ; a Francisco Pzame.
1 eaixao lirios ; a Marcos Joaquim da Costa.
2 caixotcs garrafas de salsa de brslnl ; ao ca-
p l .i o.
I ditos charutos ; a .los Antonio da Cunha ii
lrmao.
1 dilos ditos ; a Manuel Joaquim do llego.
31 cascos a/oite de palma, 2 pipas gerupiga, 8I>
fardos fumo, 511 ditos panno de algodlo, 2(1 saceos
lio de dito, iOquarlinlias, laidas de louca, 2du-
liu de toros do Jacaranda, 17 caixoes, 19 eaixole-.
.' llha del'ayal7 1n07.es, barca americana Otctota,
de 151 toneladas, caplo W'ebb, equipag n 2,
rarga 210 barr-com a/.oile de pcixe : ao canil.10.
Voio refrescar e segilio para 11 pesca.
Ilio de Janeiro23 das, barca brasilea lUrife, de
::-.2 inneladaa, capitn Manuel Jos lliboiro, ,
eqnip.igem 11, carga :||l harris i-.on plvora, caf I(; Passagciros trala-SG oUtu
emais gneros: a tlanoel Francisco da siha : ,la :,ir,(1r''ul" "("s "-
Carreiro.
Varios sabidos vn mesmo dia.
Araoalyllale brasileiro F.zkalaro, capilo \n-
lonin Manuel Alfonso, carga difTereulcs g-
neros.
CanalBrigue ngloz It.Joo, eapilao David Iones,
carga assucar.
'orlos do norte.Vapor brasileiro Oijap
mandante 1". V. Borges.
OBSKUVACES MF.1EOROI.OG1CAS.
mi 31 m: juni o.
oei, coni-
abrn.
Roc"Imse desde ja possageiros, frele do dinhni-
r i'lieomniondas e Ollgaja-Sl1. carga que 11 va-
por poder enndu/ir. sendo os volumes deopachadns
eom antecedencia al vesp.-ra du sua chegada :
ageucia roa do Trapicho 11. 11.
Gompanhia Pernambucana.
o rapor nadnnal t'rrsiaau'ta, segu para os
porlos do >ul no dia -5 do abril e recebe carga al o
dia I as qualro horas.
Para o Araeaivo hiato Incexcicel, para carga
Martins cX lrmao, ra
Para o Rio de Ja-
neiro.
Avisos diversos.
ol
\i na das Crnzps, n. ift, prmpr an-
(ioiko ila ia tic Ilamarar, a :0 i't'-is
tailn um.
Para as boticas.
v,n.le-se guaran nmitohoma M a libra, tomn
apenas unir.i mi a 91) libra.-, para fecho ilocontns-
11a ra do Vigorio n. 15, arunuem do K. \. de Pi-
nho & i".
Vende-so o verdaileiiM rap Heuron, pe
eoqoe se randa so deposito goral : na ra esireila
lo Rosario, armazem n. 29.

BlCOS \ estelos 1I0 pliant
o larahem com 3 baados chegados polo '
ultimo vapor : se vondeni nicamente na
- loja da ra dot.luoiuialon.lt), do Lcife&
Corrida.

O veleiro e ",10111 ronhecido briguo nacinunl icio;
prelendcseguir com milita brevidado, tem parlo d
Agencia de passa-
porles.
Claudinn do Reg I.na liyn passaporles para den-
Iro forado imperio, por eoiumodo preco o pres-
teza : na ruada Piai.i n :i, primeiro andar.
Lava-so e engc.niina-so com derfoioao, por ba-
rato proco, emais do que ein oulra qualquer parte
na Gamboa do Carmo, lad.i esquerdo n. 40.
No da 29 do marco, 1." e Ti do abril, depois
da audiencia do Dr. juiz de orphos, lem de ser
arrematado por atrendamenlo annual o sobrado de
2 andares sitouarua Augusta 11. 2, perlenconle aos
herdoiros do Ruado Joo Francisco da Cruz, a re-
querimenlo do tutor.
Aluga-se um boui eseraro para todo o servco :
na ra da Cadeia do Uecife 11. .!.
Hoje, depois da audiencia do Sr. Ilr. jui/. d
orpliaos, vai praca pela ultima ve/, a casa tenca
n. 41 da ra da Gloria ; os prelcndeiiles podeiu
comparecer no lugar das andifnrinrt
A procisso do Sr. Iloin Jess dps Varlviios
dos Pebres, erecta na igreja de N. S. du Rosario ib,
burro de Sanio Antonio pretendo no dia :! percor-
rer algumas ras desta ddade, as quaes sao as
guintes : ra da Cadeia do Recfe, boceo da Lingue
la, ruado \gario, boceo da ladre de Dos, aagui-
pre-jr para sen dislricta polas ras <],, GeUegio, Uxra-
meni.i, travess do berro de S. Pedro, roa do Car-
. ino, ra \nva, roa dasTrinhelras, roa do Rosan..
larga eatreili a recolhcr.florearlo Jos* tjunre..
eos estelos de phanla^., on, 2 salas' '""' s;;""'"i"-
Frecis.i-so alngar urna proi.i para o semen de
i urna s possua : na na do Amorim n. 33, segundo
I andar.
Atten^ao.
Aluga-se urna grande casa terrea e de sotan, na
llha dos Ratos, conlendo i salas, 2 gabinetes, 7
piarlos, co/inha fra, cacimba, quintal murado.
propria para numerosa familia : a tratar na mesma.
Procisa-se de um caixeiro para padarin, que
atianee sua conducta, e quo icnha pralica da mes-
ma : na roa daSonzala Velha n. 94.

" :'
Atados americanos e machinas pa-
ra lavar roupa : em casa de S. P. Jolms-
ton & C. ra du S;nzala n. 18.
- Piocsa-s.) singar moa mulher fo/ra ou rnpti- '"" '.'" r."" ua.-jeniam vi
va para o serrieo interno de urna rasa de familia I ~ '* Caraira vai a Kuropa, deixa
na ra Nova n."30. Pnr seus procuradores, em priraeirii lugar Jos Al-
us lama, em segundo Francisco Jos da Silva Sa-
Dcsapparecen ums canoa de canev, matri-|
culada com a letra Mina taboa do popa : quem a li-
vor adiado ou delta livor noticia participe na ra
vrxTO. TEI.MO.1IKTIIO
g O

V
s 1 o o "O 2* 6 l s 1
Q a
**. sj ^ -^
_ Cuinulus SE Rog. 2G\6 21M sil 711
Oda m. inm. 756.5
9 > >* 27.7 22 2 -i-j 7P 756.8
1/2 dia .. 2H.8 23.1 Ni K.\ 77
3 da I. w 28. 22.R K, M' 756
6 " i* > 27,7 >1.2 82
Leiloes.
-' | pos de pallia o de lil para senhora, el '
S> gados pelo ultimo vapor. a'
migosdo Sr. Germano, que se reuni- 1 pacole, I ombiiilho, 2 amarrados e42l> caixinbas cer niudou pelo S.
ngo 6 do crtenle, vespera da sua par- clmrntos ; a ordem de diversos. Observatorio do
I do Anda rain (s aguas forreas) onde Vapor nacional l'erstnuiwa viudo de Macei, ina- \ de 1859.
A note esleve clara com algnns novneiros, ven-
to SE, bnanea, veio para o leNal, c ao auiatilic-
nifesloii o nguiule:
1 mallas joias de ouro, 1 eaixole ditos de borra- !
clin, I pacole fazeudas, 2 carros do ferro, j barris
vlnlin, ditos rnagre, 7 saceos eijo ; a ordem do i
diversos.
Barca hanuofiurinna ISelie, viuda do Fiunie, con-
signada a N.o. Bicber & G., manifestpu o se-
gninte ;
3,237 barricas (arinha de trigo. 50 caixas manas,
45 ditas papel um embrulho amostras ; aos
meamos.
CONSULADO GERAL.
arsenal de mnrnha 31 de marco !
Viecas Jcnior.
SabbadoS de abril.
Mal
la
far leilao no da cima in
s lo
Declaracoes.
Rendimenlo do da 1 n 31).
dem do din 31
130:581S82
3:553p6U
lT:13s">"'l
r
icadolde um bcll- ..
na novoacao do Barro, com 80 palmos de testado
78 bracas de fundo, tem urna excellenle casa de vi-
yenda com 50 palmos de frente cooteodo 3 boassa
las.
la
P
; novas o de muito boa qualidade. enlre ollas algumas
| ja dao mu doces e apreeiaveis laranjas. Todo o s-
dade, que em 21 de fevor'eiro do correnio fizeram os V" ce^** d" limoelro. O sitio tica ponco adianle
i coiumorcanles desta praca Manuel Jos l.eile e Joao i. .H^J ?' l c'l'' i11|"'! 1!c;l ^S"11"1 eousa re-
Jon-iuim Crrela, pelo q.al eslipulam qne a sua so-' '^l'" d" "''"""';;'"? ta ra .Cerca de 40 palmos] e
ciedade durara 3 annos a contar do 1." de ianeiro ul-: i'0^"100'1"" 'lleeido padre Braz. Roga-se por-
ti*o, sob a Orina de l.eile c Corroa, da qual s '?n ""* Sk' pretendenlesque tonham a bondade
le o examinar alim de lancaicm com pleno co-
I ribminl do enmmorelo.
Pela secretaria do tribunal do commorcio da pro-
\ meta de Pernambuco se faz publico, que nesta dala
L'ompelenlemenle registrado o com ralo desocie
onua c.im ou palmos uc trente conlendo 3 boassa
Ins. o terreno foreiro no engenbo Poros, e plan-
tado de diversas foucteiras, sendo jaqueiras, (meta-
pao, mangiioiras, oili-cor c bastantes larangeiras
Oca
raiva, e em terteiroPatricio Jos da Silva Saniva.
PCRRA.
Ouarta-feira .10! a noite, da ra do Vigario ao
theatro de Sania Isabel, perdeu-se una ulaaira
de ouro de ledo Begabtte modello : laeo liso por
com um annel larrado : quem a achon", querendo
entregar ao sen vordadeiro dono, dirija-se a ruado
Vigarion. lo, loja. quesera recompensado.
Nos dias 2Udo mar.;o, l."o 5 de abril, depois
da audiencia dojui/.ode brphos, tem de seren ar-
rematadas por arrendaniei'ito annual as eaaas tor-
reas sitas na ra do Alecrim ns. 14 o 16, dita na ra
."..":."":/*:. "H.'\ .."..". "."..." :\v.?v' "ms suas na ra do Alecrim ns. 14o16, dita na ra
Precisa-e de utna pessoa com lia- : y "orlas n. 78, perlericenles aos herdeiros dn lina-
bilitoroes bastantes para contramestre S^J.rse.rin%dnCJmT*,,a' 1 Sye,T,a"
, ,. I ,.',, '""'f. sendo a arrematacao elTocluada na praca do
em loja de altaiate : na ra da Madre de uli>
Deosn. ."6, primeiro andar. Veude-se urna cscrava crioula, de H3U
-. Francisco, de Paula.K.gueira de Saboia vai ao reXteofe^ d'^noa coSta" T&fc
ruado Rosario da Boa-Vista, casa n. 54.
Mnde-se meia duzia decadente) e una mesa
redonda, Indo He ninarello, com pouco uso, um
candelabro de metal sem ter uso algum : defronte
dn eslaoo das Cinco Ponas u. 14S, se dir quem
vende. ,
Vende-se um silio na Torre, a margem do rio,
(om ptimo arvoredo, murado o di-su por mu
DIVFRSVS PROVINCIAS
Rendimenlo do da 1 a 30. .
dem do din 31.......
S:3*iS"3
13lijS00
8:5Mf57S
Mu pnr
II lilm. Sr, tenenle-coronel Mnuoel Antonio

EIkEifAo
Oojuiz, eaerivu,lhesnureiro. rarsn-
rles mutiN devotos que bAo de fes-
tejar a \ossh Senhora da Coneelrao
em sun eaaella da povoaoao de He-
ribebr no anno de tSttt.
Jviz por eleifua.
ite-coronel Mnuoel Antonio dos
Possos e Silva.
Escrivn.
Mililo Burgosl.cleVi.
Ttiesoureira.
Major Antonio l.uiz Pereira do helio.
Procurador geral.
Kx-juiz Anlonio da Cosa Reg Mon-
Iciro.
Procuradores.
lou da Silva Augusto-
Theodoro Pereira du l.ago.
lfuariot.
Victorino Jos de Souza Travassos.
Jaciuto Alfonso Botelho.
Padre. Francisco \ erissimo Bandeira.
Capilo Francisco llarlins dos Anios
Paula.
Vutouio d'AUemao Cisneiro.
Silvestre, da *lva Guinaries.
J* fr^Urta.-.
Capitn Boavontura do Mello Caslello-
Branco.
Jui;e*|>or deeoeao.
Comincndador Antonio Jos Gomes do
Correio. ,
Coronel Joao Joaquim da Cun.">a Reg
Reros.
Cnsul Joo d'Angiada.
N ico-eonsul Jorge .Nerbll.
Juizo.for eieifio.
A filma. Sra. D. Mara Perpetuado Miranda.
Juizas por eroriia.
deiros.
I). Cosaria Candida de Gusmao.
'. I), liara Rilada Cruz Neves.
* II. ataa Joaquina de Souza Tra-
vaaaes.
, F.icrivati por devoro.
O lilm. Sr. Dr. Hanoel Firraino de Mello.
Joo Manoel de Siqueira.
H Prudencio Marques de Amorim.
n Capilo Jos Maria Freir Ganioiro.
/.Vri,apor deroro.
V 111 ma. Sra. U. Genoveva Lins Wanderley.
* (' D. AiiuaLuizaCoolhoLayiio.
< < B. Bibiana Martins Silveira.
- 1). 1 01 bolina Maria Annos de Souza
Hartonas.
Sra. I). Guilhcrmina Candida Fcrceira
Vn tunea.
- P. Anglica Rosa dos Passos An-
tones.
< D. Genoveva Perpetua da Coila
Amorim.
< li. Anna Hcnriquota de Miranda e
Silva.
* I). Francisca Jovina da Silva.
1). Guilherminade Gusmao.
I). Josepha Amelia Peres Travassos.
II. Agalonica Augusta do Reg Mon-
leiro.
I). Maria Monleirq de Sena Dias.
II. Gertrudes Nunesdas Virgens.
b. Isabel Coelho tUntra.
II. Jenuina de Souza Travassos.
Xdrdonuu.
0 lilm. Sr. Dr. Joaquim da Silva Gusmao.
CapitaoJoo Francisco Antunes.
c Capilo Francisco Lu/. Virios.
^ c Alteres Antonio Jos Conrado.
Bornardino de Vosconcellos.
Major Thnmaz de Almcida Antones.
D. Jse d'.Vnglada. .
< Dr. Joaquim Coelho Cintra.
'v Kx-consul Joo Pereira Rabello Braga.
*, a Samuel Halliday.
* a Antonio Gonealves da Silva.
< Antonio Jos Vieira de Souza.
RKNI11 HIATO DA 1IF.SV 1)1) CONSULADO DE
PERNAMBUCO KM T(ilit) O MK7. DE MARCO lili
1850.
Consulado do 7 por cent o. 125:801j!l3!l
Dito de 2 por cont. Ivsl9t
-----------------125:90935
Ar.eoragem. .
ilelos a,, jr, p0r ,;,.!,,
das embarcacoes oslran-
geras que pasam a na-
cionaes......
Diroilos do 5 por cont na
compra e venda das em-
bareaeoos.....
Kxpodiente das i-apata/.ias.
Sello lixn c proprannal.
F.utiodos ttulos dos ai-
xeiros despachanlis. .
Kmoliimenlosdecorlidoe.-.
(:I72s2M>
nisooo
9SS00
1:1872235
1 181*561
125OO0
23S120
Diversas provincia*.
Dizimo do diversos geno-
ros do Rio Grande do
"orle....... 687.S78H
Dito ditodilo da Parabiba. BHOSUIn
Hilo do nlgodo, assncnr e
couros d dita. .
Dito do assucar das Ala-
roas.
8325*116
13i:iaig551
4f7J32:i
6:"65|58H
As 8 I 2 horas da manha, j.i ,i ponte das barras
lo .Niilieroby se acliava apinhada de innmeros
espectadores que esperavain o Sr. Germano para o
felicitaran ; embarcando muios com ella, bem co-
mo algumas familias e a sociedade de msica Re-
clino dos Artistas, que oxecutou em toda adigres-
so diversas pecas de msica, entro as quaes por
Inais de urna vez foi ouviria a quadrilha 211, com-
posicao do disliucto artista o sr. Cotis.
Antes depassarpara o vapor Paran, foi o Sr.
Germano comprimenlado pela'tlircclojia da socie-
dade 29, que (lie teStemunhou os sentimenlos de
veneracaoo saudade de que a assocacao se acliava
possuida,coma sua ausencia, embor temporaria.
Ao passarem para o Paran, innmeros vivas
saudarmn o Sr. Germano, a Sr.J D. Manuela e a i -
da a enmpanhia, om cojos souiblanlv- se va ini-
pressa a tristeza e a saudade que comecara a desa-
brochar no intimo de seus coracoes.
Depois d o ter seguido al Santa Cruz, as aguas
do Paran, vollou o vapor fretado rom os seus umi-
gos que, ao desembarraren], deram um viva no Sr.
Germano, a toda a sua companhia, s sociedades
Vinte Nove e Rccrcio dos Artistas o a Sua Magosta-
do O Imperador.
Anda depois a sociedade Vinte Novo olfereceu
de msica Recreo dos Artistas um pSqoeno signa)
dwagradecimenlo pelo seu valioso auxilio a um
acto lojiisto e louvavel.o reunidas as dua socieda-
des houveram diversos brindes, que foram cnlliu-
siaslicamoiiie correspondidos.
K oslo o tributo ea consideracao que conquis-
lam do publico honesto os artistas que leem por
divisa parda modestia, a honra e a doria.
l.s IIFUBIIO n.\ VINTK NOVK.
(Correio Wercaniil do Rio.)
8:5Mf573
142:0r*Hl2i
Depsitos.
Km lialaneo no ultimo de
'vereirii......3:5o2J03
Entrado no crrenlo me/.. 40a78
---------------3:971C12
SOsHbS...........1:134*223
Existentes..........2:8379389
der usar o socio l.eile, com o capital de re
::023i932.
Secretaria31 de marco de 1859.
Dr. Aprigio Giiimares.
Oilicial-niaior.
Ti-ibiinnl do eommerdo.
Pelo secretaria do tribunal do enmniercio da
provincia de Pernambuco se faz publico, quo nesta
ilnta tica inscripto cm o competente livro, o Sr. Jos
Toixeira Leilo. cidndao portuguez, de 36 anos du
I nlaile, domicialiado e estabeleeido nosla ddade com
I sou eommerdo do fa/.ondas.
Secretaria 31 de marco do 1859.
Dr. Aprigio liiiimares.
I Ulicial manir.
i Pola directora das ohraa militares so lem do
, fa/.er a pintura e aceio de toda a casa que serve de
i qoarlol general no Mondego: quem doslo traballio se
quizer encarregar, eompareca na referida directora
no da I com suas propostns.s 10 horas da manha.
I Manuel Joaquim Ilririo, director.
liisiifiv-fio do ursenal de mariahn.
Pasme publico, que a commissao de peritos dsle
arsenal, examinando na forma desposta no regula-
menlo, acompanhando o decreto n. 1324 do 5 de
fevoreiro do 1854, osaseos, machinas, calderas,
apparolhos, maslreacdes, amarras e ancoras dos va-
pores lyuarass e Pn-sinuuija da Companhia Per-
ncinbueana de navegaran cosleira, acbou ludo om
hom estado.
Inspecco do arsenal de marinha do Pernambuco
31 de marco de 1859.0 inspector, JCliziario An-
lonio dos Snn/o.
Pela capitana do porlo, so faz publico que pe-
los reinadores e patrio da pralicagem foram apa-
ninados por agua abaixo tres pranchcs de pin!,o c
assim urna canoa aberta que foi ao fundo cacrega-
da de ara ao p da barca da escavaeao e quu foi
lirada por meio de rossega, mas llcando o fundo
em boin oslado, as pessoas que julgarom ter direiln
aos objectos cima mencionados compareinin nesta
capitana alim de pagar as despezas fetas' com os
mesmos objectos.
Capitana dn porlo 29 de mareo defBW.No im-
pedimento do secretario interino, Jos Aveline Sil-
va Jacques: primeiro lenle ajudanlo do capilo
do porlo.
nliecimonto.
DE
Cear a I rotar de sua saudo, a ileixa por seus procu
radores onil. lugar an Sr. Francisco Ferroira Go-
mos do Mi ne/CS, om 2."ao Sr. Francisco Jos dos
Santos Jnior, c ora 3," ao Sr. Monsen & \ mas-a.
Na na das Cruzo* n. 21, precisa-so de um me-
nino para oaixeiro, o qual allnnce sun conducta:
Precisa-se de l:G0OSn juros por 12 mozos, dn-
do-se por garanta S lindas crias de 1 a 27 annos.
miilalinho, mulalinhas e crionlnli.as, ludo por urna
escnplura de brpolhera : quem tiver e quizer dar
niiuunrie para ser procurado.
Ensebio Antonia Morques retira-so para a Eu-
ropa.
o abaixo astignado faz sciente ao rcspelavel
publico, especialmente ao corpo de commercio, o
ao= seus amigos, quo por haver um outro de igual
assignatnra, alm de outra consideracao, d"ora em
dianto em lugar de Jcsuno Cameiro 'de Albuquer-
quo se assiguar Jesuino Carnero da Cunha.
O abaixo nssignado faz prsenlo ao respcila-
vel bublico e espccialinenlc a Ilustre corporaco
commerdal desta prara, que desta dala em diahle
gyrar osen escrptoriocommerrial de commisses
agrenla e especulacoes na ra da Madre de Dos
n. 7, sol; a firma social de Reg &Almeida; por
MoViWa, eseravos e onlvos
olijeetos.
Sabbado2deabnl.
lerendo que custaria, fazcndo-se'hoje : na ra dos
Pires junto a caixa d'agua n. 46 A.
Vendem-sc algumas parles da casa n, 13 na
ra oe S. Jos, e d-se por qualquer preco : na run
dos Piros n 46 A. -
Cheguem ao barato.
Na loja da ra eo Crespo n. 10, vende-se niada-
poljio fino cora pequeo taque de avaria a 8} a pe-
ca, para acabar.
Vaquetas.
Vendem-se boas vaquetas para cubrir carro, e
para calcado, por lodo proco para acabar : na run
da Novan, o.
ESCRAVOS A' VENDA.
c? ..e."f?._'>a ru." 0. Coi'ecn 21. lerceirn an-
nio-
far Intlao no dia cima indicado em seu nnoa-
/eui na ra dnCollegio n. 15, ns 10 horas em pon-
i, de una completa mobilia, louca, vidros, rrvs-
oulros objectos pertcn-
laos, prata, una escrara
cenes a urna familia que se retira para tora da'pr'o-
vincia: hem como de una grande quantidade de
grande poreo de caixas de
rd vendido sem reserva de
obras de folha e urna
bons charutos, ludo
proco algum.
No 1." de abril.
Soulhal!, Mellors & C. faro leilao por interven-
cao do agente Olveira,'do mais completo sortimen-
lo de fnzendas inglezas inleiramenle proprias desle
mercado e bem condecidas de seus freguezos a
quem convidara para o mesmo leilao, que lora lu-
gar seta-feira 1"de abril, as 10 horas da
no seu armazem ra do TraaicheKovo.
LEILAO
manha,
COMMERCIO.
Mesa do consulado de Pernambuco 31 de marco
le 1859.ii oserivao, Jacomo (teido Mara l.-
machi de Mello.
DESPACHOS DE EXPORTACAO PEA MESA DO
CONSULADO DESTA CIDADR NO DIA 31
DE MARCO DE 1859.
Lisboa Brigue pnrtugiioi Activo, Amorim Ir-
mos, 275 saceos assucar branen, e 25 dilos dito
inoscavado.
Buenos-AyresPatacho H. Dnralhea Ernestina,
Amorim Irmos, 500 barricas assucar bramo.
Marselha Barca franceza Leverrier, N. O. Bic-
ber & C, 200 saceos assucar inascavndo.
GouovaPolaca hespanliola Nicacia, l'eidel Piu-
lo A; C, 600 saceos assucar brinco.
GenovaPolaca hcspenhola Edurigos, Amorim
Irmos, 600 saceos nssuoar branco, 3,000 ponas
de bo.
HavreBarca franceza 01inda, Tissct Freres, 519
couros salgados.
PorloReres portugueza Sania Cruz, diversos
csrregadores, 836 saceos assucar branco, 50 di-
li* dilo aiascavado.
Rl'.CKBKDRIA DE RENDAS INTERNAS GERAES
DE PERNAMBUCO.
Rendimenlo do da 1 a 30. 57-809S119
dem do dia 31....... 2:3'78$Gl0
60:1873729
PRAfA .00 RECIPE 31 DE MARCO DE 1859.
AS TRES HORAS DA TARDE.
Cotscocs olliciaes.
Descomo de le ras8,10 c 12 0/0 ao anuo.
Cambio sobre Londres25 J/2 90d/v.
l'red. Holiilli n-il. presidente.
P. Borges, secretario.
AI.FANDEGA.
Rendimenlo do dia 1 a 30. .
dem do dia 31......
477:50fl:133
28:0795812
f.05:5S931i5
\ lllm
Desrarrogam hoje 1." de man;o.
Barca americanaSnoutahoadn.
Barea iagltaLunanfazendas. i
Barca ingieraSeraphnaia/.endas
Rrigun inglezMdrcnrinhacallio.
Barca americanaGeliafarinha de trigo.
Barra nacionalYayadiversos gneros.
Brigue brasileiroVelozdem.
MOVIMENTO DA ALFANDEGA.
Volumes entrados com fazendas .
com gneros .
t




Volumes sahidos com fazendas .
c com gneros .
REN'btMENTO DA ALFANDEGA D
SiTCO NO MEZ DE MARCO DE
ImporlacSo.
Direilos de consumo..........
Ditos de 1 por cento da reexporlajao
para us pmlus estringairoa.....
Dilos de 1 por cento da reexportado
para os porlos do imperio......
Dito de baldearlo...........
Expedieule de ." por cento dos gneros
estrangeiros navegados par cbola*
Rem.................
Dilo de 1|2 por c. dos gneros do paiz.
Dilo de 1 1(2 por c. dos gneros llvrei.
Armazcnagein das mercailorijs.....
Dita di plvora.............
Premio de 1[2 Oodo iMiimalel .
. jHle,r\pr.
Mullas calculadas nos dcs|>arlios. .
Ditas diverts..............
Sello flxo do papel...........
Patentes dos despachantes .......
Ditas dos ajudaniti dos despachantes. .
132
151 x
------283
285
176 ,
7- 411
PERNAM-
1859.
493:1376335
3980
449IR
359389
485
1:14!
.1:
*:25s389
llfiSDK)
5:1789912
1259964
rwan
H%0
2501000
319250
BENDIMENTO DA RECEBEDORIA DE RENDA-
INTERNAS GERAES DE PERNAMBl Ct) DO MEZ
DE MARCO DE 1859. A SABER :
Renda dos proprios nacionaes. f2j500
Foros de terrenos de marinha. 598592
I.auilen,ns......... 762,500
S/a dos bous de rai/..... lfi:lfi8928
Dcima addirional das corporacoos
do mao mora......' 3718(30
Direilos novos e velhos e de clian-
wUaria......... 1:5108565
Ditos de patentes dos olliciaes da
guarda nacional....... 44i$O00
Dizima do cbaiieollaria .... 176|707
Matriculada Kaculdado de Dircilo 12:9028HHl
Mulla por infracoocs do regula-
menta .'...... 10IS30
Sello do papel lixo e proporcional 11:990^755
Premio dos depsitos pblicos 39*1713
Kmoluraeiilos........ 521 $600
Imposto sobre lojas e casas de des-
conlos.......... 10:675$750
Dilo sobro casas de movis, roupas
foitas ele. fabricada em. paz os-
trangdro....... 1:200$000
Dito sobre barcos do interior. lOgtOO
Taxa de oscravos....... l:504$OOO
Cobranra da divida activa. I:301g750
lndeniiiisacOes....... 3728565
THEATRO
DE
Santa Isabel.
F.MPRF.7-A-GERMANO.
Bet-ila extraordinaria livre da
assiaciuttura.
SaBBADO 2 DE ABRIL DE I859.
Subir scena o magnfico niyslero ora quatro
actos :
mmhl a vma
oos
MihjtTO de Sanio Anlonio.
Prineipiar.i s S horas.
Os Srs. assignaiiles lem preferencia aos seus ca-
maroles e cadenas, e podwio manda-Ios buscar,
caso quoiram, al sexla-fera ao meio dia, dessa
hora em dianle uenhuma reclamacn ser acoila.
SEGUNDA-FEIRI4 0E ABRIL DE I8S9.
().a RECITA DA ASSrtl.XATURA.
Subir scena o mystcro em qualro actos :
GABRIEL ELUSBEL
0C os
Hilagres de Santo AoIodo
Principiar sS horas.
Toallia* adamascadas.
'Fio de vela.
Biscoutos em lata.
Vendem-se em casa de Arkw-
reghl & c, ra da Crnz n.
fil. por ha rato preoo.
Vendas.
Avisos martimos.
80:187^729
llocebednria'de Pernambuco, 31 de marco Oe
1S59.O oserivao,
l/nitoe/ Antonio Simes do Amara!.
COalSULADO PROVINCIAL.
Rendimonlo do dia 1 a 30. 69:1008459
dem do da 31....... 2:1425788
71:51438247
REXDIMKNTO DA MESA DO CONSULADO PRO-
VINCLVL DI) MEZ DE MARCO DE 1859.
Direilos 3 por cen do assucar ex-
portado ......... 51:7093358
Dilo de 3 por cenlo do algodo ex-
portado ...... 1:366fi>l2
Dito de 5 por cento de diversos g-
neros......... 5:202S54
Capa uua de ICO rs. por saeea do al-
goJoi- ,....... 185SCS0
Decima dos predios oMianns S:139jf711'
Meia sua de eseravos..... 1:620^.180
1 ara Lisboa segu com a maor brevidado,
por ter parle de sen carregamculo promplo, a bem
conhecida barca portugueza llorteneia: quem na
mesma quizer carregar ou ir de passagom, enten-
da-so com os consignatarios A inm m lrmaos, ra
da Criu n. 3, ou com o capilo Joao Silverio Roma-
no, na praca do commercio.
O veleiro brigue porluguez Aci'i-o, deve se-
guir com milita brevidado para Lisboa, tem promp-
la a maor parle do carregamculo ; para o resto
a frote, ou para passageiros, aos quaes olTerece cx-
eellenti s commodos. trala-so com ns consignatarios
Amorim Irmans, ra da Cruz n. 3, ou com o cap-
tan Guilherme Waddington, na praca do commercio.
Para Lisboa
Tt;r$a-feira 5.de aliril.
H.. le oiia
de ordem do lilm. Sr. Dr. juiz especial do com-
mercio e a roijuermeulo de Jos Rodrigues Perei-
ra, depositario da massa fallida do Donlloy A C,
far lokao de urna excellenle easa terrea que faz
esquina na travess que fica por detraz da ma-
triz do Poco da Panella, na terca-feira 5 de
abril no sen armazem na ra do V.ollegio n. 15
as 10 horas em ponto. Pedo-so. aos Srs. prelen-
dentes quelenham a bondade de examinar a refe-
rida casa, para quo possaiu laucar eom todo o co-
nbeiimenlo.
LILAO
DE
Tres predios
Soguiida-leii-all de abril.
l'ELO AGENTE
PESTAA.
0 referido agente compelenlemente autorisado
pelo Sr. Manuel Francsio de Arruda, far leilao
no dia cima designado o pelas 10 horas da ma-
nha era seu armazem ra do Vigario n. 11, dnsse-
guiutes predios sitos na cidade de Olinda perlen-
centes ao dilo senhor, todos com excellentos ncoin-
modacos para familia, e de inleresse para arren-
daineulo por serum lodos edificados em chaos pro-
prios, a saber:
Lina casa torrea de podra o cal, sita na roa da
Boa Hora, com sotan, leudo 20 palmos de frente e
60 de fundo, quintal amurado e com um terreno
do lado do pnente auiicxo dita casa.
1 .ni sobrado de um andar silo na ruado S. Rento
com -15 palmos defronte e 80de fundo, com duas
salas, 3 quartos e cozinha. o o quintal em aberlo.
I ma casa terrea de podra e cal sita na ladeira
da Rica de S. Pedro Mariyr com 39 palmos de fren-
te o 60 do fundo.
lis protoiidenles pndcro desde j examinar as
ditas propriedades, e para quaesquer csrlarecimeu-
tos dinjam-se ao mencionado agente, que ludo lhes
ministrar al a hora do leilao.
LEILAO
Terca-feira 5 de abril.
PELO AGENTE
arrendou um engenbo distante desta nraca~9 ^'^v il^800'0' .
leguas, e como acha proporroes no engenho p ,z7ra t dfs^ ITL" "T'0' 1 ** boa
grandes safras, convida a qualquer senhor desta, g-"--"--'-'" > S|,u/-ala > "" "6. Pdria.
que lenciona arrendar engenbo para urna snciedade
emparelhnndo 8caplivos, que o rendeiro lem ani-
; maes o ludo mais preciso, conforme o negocio que
flzerem ; e d uiuitos conhecimenlos na praca e no
niatn : qualquerque tcneionar este negocioannun-
cio para ser procurado.
Aulouio Fernandes Predique retira-so para
Portugal.
O hilhete de 2697 da ultima parte ca segunda
e primeira da terecira loleria do Cvmuasio Pernam-
bueano, pertence a Kxtua. Sra. I) Maria R. do P.
O bilhele n. 1551 da ultima parle da segunda I
e primeira da terceira lotera do Gymnasio Pernam- '
bucano, roga ao Sr. thesoureiro o favor de nao pa-
gar senio a seu dono, que Theodoro de tal, mo-'
rador na ra que vai para Santa Rita, por este o ter j
perdido ou loriado. O bilhele inteiro.
Precisa-se de dous horneas porluguezes, sol-
teiroe, para trabalharem em um silio perto desta
praca na roa da Cadeia de Santo Anlonio n. 1 I). Relogios de ouro e prala, cobertosc descoherlos.
O Sr. (corga Predecirle r.ollier, retra-so para pa'enle inglez, os melhores que existem no mer-
Europa. rado, e despachados hoje, xtndem-se por procos
O Sr. T. R. Broune, relira-se para i Europa. razoaveis : no escriptorio do agente Olveira, ra
U Sr. Thomaz Hcyaood, relira-se para Eu- ]da ^tdein do Recife n. 62, primeiro andar.
ropa. j Vendem-se saceos grandes com farelo de I.is-
A mesa regedora do Sr. Bom Jess da Viassa- [ "'"' nrilho farinha de mandioca, feijio mlilatinho.
ero na Sania Cruz da Boa-Visla, avisa aos irmos Dr"nco e prcto. arroz de casca, gomma de maiulio-
desta mesma irmandade para comparecerera na eaem saceos, courinhosde cabra, esleirs (palha)
uossa igreja no dia 3 da abril s 2 hora da tarde :de carnauba, doce de goiaba muito fresral, tndo
para acompaulMir a procisso do Sr. Bom Jess dos Por P""co muito commodu: no armazem d.i ma
Afflctus, que sahir de S. Goucalo.Antonio .llera stn-ilado Rosario n. 29.
Vitalia. -i _
No dia 31 de marco do correnle anno, das 8
para s 9 horas do dia, perdeu-se urna carteira com
143a em papel, desde o aterro at ra das Flores :
quem a adiar leulia a bondade de a levar a taimara
da ra do Mondego u. 37, que ser recompensado.
Aluga-so a casa terrea na ra da Glona n. 12 :
para ver na mesma casa.
Os amantes da boa pitada acharo sempre ra-
S. fresco, princeza do Rio, grosso e meio-grosso, e
curon : uo aterro da Boa-Visla, loja nova n. 74.
Sal.
Vendn-se sal do Assxi de muito boa qualidade : a
bordo do patacho Bom Jess, ou na ra da Madre de
Dos ii. 2.
Doce de goiaba.
Na ra da Cruz n. 19, segundo andar, vende-se
superior doce de goiaba o mais bem feito possivol
a!4S arroba.
vai sahir ateo dia 17 de abril prximo futuro o ber-
gantim nacional Ueaptquo de Bciris, capilo
Fauslino Joao de Carralbo, forrado, encavlhado de
cobre, de primeira marcha, JA tem motado do car-
rega ment engajado : para o resto e passageiros-
trata se eom o capitao na praca do commercio, ou
naruadaSenzalaNovan. 4, e travess da Madre
de Dos n.10.
Para a Bahia.
O veleiro e bem ronhecido palliabnle Dous Ami-
gos pretendo seguir com multa brevidado, tem a
seu bordo melado de seu rarrugamentn ; para o res-
to que lhe falta, trala-sc rom o seu consignatario
Antonio Luiz de Olivoira Vzevedo, no sou escripto-
rio, ruada Cruz u. 1.,

Honrado com a eonlianen de Mr. Ceorge Bond.
que se relira para Europa* no prximo paquete, o
referido agente tari leilao de lodos os movis e
mais objectos de tralamenlona casa ile campo jun-
io residenciado Sr. cnsul bespaiihol uo
MONTEIRO
cujo lelo ser feito no dia cima designado e pelas
12 horas da manha, constando
DE
Mesas redondas, ditas para costura, ditas para
jamar, radeiras simples, ditas de halanco, ditas de
espaldar, solas, apparadores. mesa elstica, urna
rica e elegante carleira, camas de (ierro, quadros,
ornamentos d> alabastro, candieiros, lautornas, es-
PERNAMBUCO
CIDADE DO RECIFE
COLLEGIO DAURORA.
DIRECTOR 0 PROFESSOR JUBILADO
Silvano Thomaz de Souza Magalhaes.
O director deste cstabelecimento avisa aos senhores pas de familia e com espeeali-
dade aos senhores pais de seus collegiaes que se acha restaoclecido de sua saude. assim
como na coulinuaco da directora de seu collegio.
Sempre solicito no melhoramento da inslrucco de seus discpulos, qual 6. dedicado
a 22 annos, aprsenla agora ao respeitavcl public ein resumo oquadro da reforma, que
julgou adoptar para oprogresso da educaco da uiocidade que lhee confiada.
Artigo 1." A instruccao llca dividida em tres classes; sendo primaria, secundaria e
recrean o.
Vrt. 2. A inslrucco primaria comprehende :
1." I.er c escrever ;
2." Principios genes de moral;
3." Doutnna christ e civilidad- ;
4 Excrcicios grammaticaes. t
5." Norups de arithmetica ;
8." Seu desenvolTmento cm appllcocoes praticas: quer em inteiros e quebrados,
quer em decimaes e regras de proporcio ;"
7.* O syslcma dos peso3 e medidas do imperio;
8." Elementos de geographia e historia, com especialidade a do Brasil ;
9. Geometra rectilnea.
A cadeira de instruccao pimaria'0 regida pelo Sr. Hanoel Franisro Coelho lunior.
Art. 3 A inslrueco secundaria comprehende !
1." Analyse da gr'ammatica philosophica de Jeronymo Soares Barbosa. Esla cadeira
regida pelo Sr. Hanoel Barbosa de Araujo, acadmico do primeiro anno da faculdado de
dircilo desta cidade e professor publico da provincia de Sergipe ; |
2." Latim.Esla cadeira regida pelo Sr. Hanoel Francisco Coelho, professor publico
da freguezia de S. Jos :
:l." Francez, lido, oscriplo e fallado. Esta cadeira regida pelo Sr. Dr. em bellas le-
tras Joaquim de Olveira Souza, professor particular :
1. Inglez, lido, esrripto fallado. Esta cadeira regida pelo Sr. Luiz do Nascimeii-
to Marigner, acadmico do segundo anrio da faculdade de direito desta ridade ;
5." Arithmetica, algebra e geometra. Esla cadeira regida pelo Sr. Dr. em medi-
cina Augusto Cameiro Monteiro da Silva Santos, professor particular:
6." Philosnphia racional e moral. Esla cadeira regida polo Sr. padre meslre
Joo do Reg Muura, professor publico do liceo da provincia da, Parabiba e acadmico do
lereeiro anno da faculdado de dircilo desta ridade;
7." Rhelorica, potica e analyse dos clasicos. Esla cadeira regida pelo Sr. Dr
Antonio Rodrigues Torres Bandeira, professor publico do gymnasio desla ddade
8. Geaajraphia e historia.
Art. 4: A iosti necio recreativa coniprchdnde :
1." Dansa. Professor o Sr. Hanoel Francisco de Souza Magalhaes
2." Msica vocal e instrumental. Professor o Rria. padre mestre Primo Feliciano
Tavares ;
3." Desenlio.
Art. 5." Condiceocs de entrada :
Pi lo anno lectivo em qualro pagamentos adianlados:
Os alumnos internos n quem o director fornecer medico e botica, pagarn re.
guiando cada miarte! na razo de 105................42 Aquellos cujos pas fornoeerem medico e botica pagaro regulando cada qiiar-
tel na razo de 90J............... ..... 360K0m)
Os smi-internospagaran regulando cada qnnrk-1 na razo de 5M. '. 216*000
Os cxlornos pagaro adianlados monsalmente por cada urna das aulas. 5*ot)<|
Art. 6." O collegio d gratis S todos os alumnos internos c semi-inlerdns urna aula
todas as mais serao pagas na razan de 5J em quarteis lambem adianlados.
O director apioveita o entejo nao so para anda desta vez agradecer aos Srs. pris do
SPna alumnos S honroso conceilo que. nelle sempre bao depositado, eoiuo lamhem aflianoar-
l los que seus disvelos c cuidados nrts meiosde promover o adianlamente di seus co'lle-1
giacs jamis arrefocoro um s instante.
^_

-


.
-.-
.'
x


Diario de Pernambuco.Sexta feira 1 de Abril de 1859.
CASA DE SALDE. |
O Dr. Ignacio Firmo Xavier, proprietario da an-
lig.i e acreditada casa de saude sila ;u> norte da es-
Irada da passagem da Magdalena, entre aponte gran-
de o a pequea do Chora-menino, e na niesnia re-
sidente, tem disposhi os melhoros comniudos para
reeeber qualquer pessoa enferma, e acbando-se u
sen oslabolociiuonln as niais agradaveis cundirnos
hvgienicns; contina a offcrcccrnsseiis serviros,at-
lianoandn o mellior Iralanienlo e o uiaior zelu no
enralivu das molestias. O mesmo dmilor, lera des-
uad!......a sala para parles, cuja iitfdade lio in-
rontaslavel.
sio FNf.vRnrctnos DA clnica
Operarios.0 lllm. Sr. Jos Francisco Pinto fini-
inaracs, cirurgian do Grande Hospital de Canda-
do, cuja pericia lio be ni conhecida.
Medico consultante.O lllm. Sr. Comiuondador Dr.
Jos Jiiaqoini do Muraos Sarment.
Partos.O lllm. Sr. Dr. Silvio Tarquinio Villas-
Bas.
Pathologia dutrina.0 proprietario do eslabeleci-
inenlu.
A diaria ser do 3$000 e 2j000, conforme a gravi-
dado o duraco da molestia.
As pessoas que quizorem um tratamonlo distincto,
pagaran na razio da despea que fizerem.
Operacoes, sanguisugas, conferencias seo pagas
aparte da diaria.
Passagem da Magdalena 22 de dezembrn de 1858.
Dr. Ignacio Firmo Xavier.
COMPANHIA
ALLIANCE
Eslalielcciila cin Londres
Anjos para,procissao.
.Na ra da Cnizn. 50, por cima do escriptoro dos
Sis. Seve Filiis 4C, vestem-se lujos para procis-
sao, con o maior aceio o godo, o commodo preco :
na mesnia casa aeham-so vestuarios bordados, re-
ceidos polo vapor ingle/, e portento qualquerpes-
soa quequeira urna ligara ricaiueute vestida, pede-
r dirigir-so mesnia casa, onde ser&o satisfeilos
Sen, dr-ejos.
Precisa-sede umeaiviro para to-
mar conta de urna tliberna por balanco,
a e|ual taz bom negocio e promette imii-
10 tendo um lom caixeiro, da-te bom
ordenadoou o intiiesse na meta de dos
lucros : nocaes do Humos armazem dos
Srs. Nasciment & Lemas, se dir' com
quem deve-se tratar.
Tcudo-se de proei'der a inventario nos bens do
linado tenenle-coronel Joaquim Elias de Moura, ron-
vida-se aquellas pessoas que se julgarem eredores
a aprcsonlarem seus documentos al o dia 5 de a-
bril prximo futuro, para seren roconliecidos.
nem livorOs Suspiro* Poticosdo Sr. Ma-
galbes e qui/er vendo-Ios, quoira dirigir-so i esta
Hpographia e declarar sua residencia para ser pro-
curaao.
Na rua do Trapicho n. 22, caf cslauraiil do
ciniiniercio, precisa-sede mu bom cozinlioiroedoiis
serventes.
AMA.
Compra-se
um sobrado do um andar ua fregiiezia da Boa-VL
la : tratar na rua Velba da llo-\ isla no segundo
le sobrado da esquina do bocio de Veras.
andar
Precisa-se de urna ama que saiba coziubar e en-
giimmarboni, nao se otilara pagar bein : na rua do
l.it ramenlo D. 2. esquina.
ty
Si fift
CAPITAL
Cinco mUYioes de libras
esterlinas.
Saiiiuleis Brnlliers\ C." lem abonra de informar
aes Srs. negociantes, propietarios de casas, ca
quem mais cunvier, que estn plenamente antorisa-
Uns pela dila eompanliia para clfecluar seguros so-
bro edificios de lijlo o podra, coberlos de telha e
igualmente sobre os objectos qne eentiverem os mes-
uno, edihoitis.qucrrniisisla emmobiliaou emfazen-
das de qualquer qualidade.
VIA FRREA
RECIFE A s! FRANCISCO.
v rompannia se ada pmmpia n reneber propos-
Ias para a onnducoao do nina grande qnaulidade de
trilitos o oulros materiaes perlcnoenics a mesma
va forrea do litloral das Cinco Ponas, onde presen-
temente se acham, ao lugar cliamado Boa Sirca ou
Hcrlioga, sito no rio Ipojuca.
As propostas devoran ser enviadas por escriplu.
marcando o preco por arrohis inclusive carregar o
di si arrogar o poso que pudo ser couduzidu porca-
da barraca, maior numero dolas que se poder em-
Iirogar neste servico assim como o lempo gasto em
rada riageffi.
Ks.-riptorio dos engenheiros na villa do Cabu 10
de marco de 1859.
W. ti. Penitton,
Kngeubeiro em chofe.
VIA FRREA
no
Recife a S. Francisco
A i oinpauhia precisa empregar 300 nbreiros ad-
dieniiiaes entre a villa do Cabo o Minga, o offerece
as seguimos vnnlagens.
l>i resolvida a conlralar os alnos em lances
pequeos, por procos que garanlein maior lucro
SOS conlraladorcs, ,| qUI, (,e n lealisa pelo Ira-
halbo diario.
Rmpree,K-se-liao lodos os liomeus de torca eac-
i rvospoi un preso proporcional equivalente a 13280 para r'asTde ma7equeua"famia
i1*; i i:iriiK I. .. *. _. .
Ama.
rs. diarios.
Cmilralar-sc-hao peilriinu, carapinas, offlciaes
ile pedreiro, feieinis, assim como oulros mecliani-
roa, niedianle cnudircuc favoraveis eiupreitada
ou mediante paga diaria correspondente, no caso
que preferirn!.
HaviT.'io atoradlas para osobreiros, cojos manti-
mentos KArarf transportados gratuitamente da este-
ran das cium Ponas aos pontos das suaa moradas
pela liuba. Tambein se conceder nina passageiu
livre ao Itecife para todos os quo forom emprega-
dos, para ida e tolla nos sabbados, epois de feito o
pagamente ; assim como a lodo lempo se dar pas-
se livre, de 20 bomens, um, para o lim de com-
prar manlimenlos.
Kacripiorio dos engenlieiros ua villa do Cabo 10
de marco de 1859.
W. M. Penitton,
Ensenheiro em chefe.
DO
RECIFE A SAO FRANCISCO-
\ iciiiipanlna eslprompla para entrar em ajuste
com qiiaesqoer pessoas que queiraiu encarregar-se
ile transportar maleriaes dos lugares das Cinco Pon-
as e villa do Cabo para os pontos de Pavo, Olin-
da. Para e Tiraboass, assim como oulros pontos
das divisos mais distantes da va terrea.
O abaixo assignado eslimar reeeber proposlas
por escripto, estabelecendu o proco por legua por
cada arroba de peso, pelo qual os propouenles se
obrifiarao fazer transportar os mesmos materiaes.
Todas aquellas pessoas que conseguirem este
ajuste com a eompanbja, lerao o privilegio de po-
derem obler passagem livre pela lia terrea, e rc-
niellerein seus proprios gneros pelo fele mnimo
esiabolecido pela tabella.
Escrfptono dos engenbeiros na villa do Cabo 10
de marco de 1859.
W. M. Penitton,
Kngenheiro em chefe.
Precisa-se de um prelo de meia idade para
ajudar a um humem que anda com urna carioca
vendendo agua pelas reas do bairro da Boa-Vista .
a tratar na rua do Cabugii, loja n. 9.
Precisa-se de um liomeiu ou de um escravo
para Irabalhar n'uma carroca ; se for escravo o sen
senhnr dever allanear sua conducta, paga-sebem:
a Iratar na rua do Cabug, loja n. 9.
_ >'a loja de trastes do atorro da Boa-Vista n.
27, i'hcgou um rico sortimento de espelhos de to-
dos os lmannos assim como riquissiraas mobilias
de Jacaranda e de mogno, na mesma loja vcude-se
l.nuhem junco de superior qualidade.
Vos senhores Brasileiros c Porlugnezos.
PaRIZKUA MONTrtOLON .>. 30
Pars la place Cadet.
Hdame Scbroo tem a honra de prevenir aos se-
nhores Brasileiros e Portuguezes, que ella mudou
seo hotel da rua Famboury Poissonnirc n. 71 para
a rua e numero cima, casa mui esparosa e de urna
elegancia excepcional ; tem quartos' mobilhadns,
que offereceiu todas as commodidades desejaveis,
nao s pela grande como ocla boa dislribuico,
ten um grande salao alm da sala de jantar a mo-
da brasileira, casa de banho, e carroagem sempre
prompta e a disposico dos viajantes. Este estabe-
leciniento particularmeuto uti' aos senhores Bra-
sileiros e Porluguezes, pela facilidade de nelle se
usar da lingua deslas nacoes. As pessoas doeules,
encommodadas, ?ero tratadas com esmero porum
dos mais habis mdicos de Pars, que emprega-
do no eslabclt-cimento : osprecossao mui enmmo-
dos, o serviro feilo com limpeza e eiactido, e as
senhoras brasileiras encontrarn neste hotel o Ira-
lamento que Ibes for conveniente.
Precisa-se de um criado : na rua da Cruz
n. 10.
RUA MOYA M. 18.
Ricas sahidas de baile.
M. A. Caj &C. tem para vender um rico sorti-
mento de sahidas de baile as mais bem acabadas,
que se pode encontrar ueste genero, um snrlimenlo
de camisinhas e manguitos bordados para senhoras,
lindos enfeites para cabera, rhaposinhos entena-
dos para mancas, toucas'para ditas, chapeos de
sol de seda de mola, ditos de seda e paninno para
homem, ligas, chales de la e seda preto e de cores,
i iros ca/acoques de seda preta e de cures para mon-
tara, um lindo sortimento de caixinhaa de conchas
de mariscos e busios para guardar joias, ludo por
proco razoavel que agradarn as vistas dos com-
pradores.
2, Goldea Square, Londres.
BeRent Street.
J. G. OLIVF.1BA Tendo augmentado, com to-
mar a casa contigua, ampias e encllenles accom-
modaces para milito inumr numero de hospedes__
de novo se recominendn ao favor o lembranca dos
seus amigos e dos senhores viajantes que vsitcm
esta capital; contina a preslar-lhes seus serviros
o bons otncios, guiando-os em lodas as cousas que
precselo conhccimcuto pratico do paiz, etc. Alera
do porluguez e do iuglez alla-se na casa o hesua
uhol e frailee/.
He chegado a loja do Leconle, aterro da Boe-
Vista n. 70, encllente loite virginal de rosa bran-
ca, para refrescar a pelle, tirar pannos, sardas e es-
pionas, igualmente o afamado oleo babosa para lim-
e fazer crescer os cabellos; assim como p impe-
rial do lyrio de Florenca para bortoejas e asporida-
des da pello, conserva a frescura e oavelludado da
primavera da vida.

Precisa-so de unta ama de leile : na rua de Hur-
las n. 120, nao seduvida pagar bem.
Precisa-so de um cai\ciro de lia lt anuos,
que IoiiIiii alguiiia pralica, assim como de um lia-
lialhailor de masseira : na padaria da rua Direila
H.4.
Vendo-so por l:5(HIJuma eseraAB cabra escura
de 20 annos, a qual cozinba o diario e boa aosa-
boadeira : no paleo de S. Pedro u. 0.
Vende-se muilo liom doce seco de caj : na
Soledado taberna grande comfroiile o oilo da gro-
ja se dir quem vende,
Faiea-ee vestidos, casaveqnes o mais peilen-
cesde senhoras o meninas: na rua atrada matriz da
Boa-Vista n. 32. Xa mesma casa lamben so fazem
franjas lisas para guarnirnos de relroz, la e liulia
do loaos as cores e larguras.
Fugio do cercado do engenho Jaguaribe, fre-
guezia de itarangnape, nina varea arraposada, e ore-
Ihuda por serdopaslo, cojos signaos mais caraclo-
risces so dar a quem dOff dola noticia no dilo en-
golillo ou no sitio do Francisco Ferreira de Mello, no
Salgadinho, onde se gratificar: no mesnio sitio
vende-se duasvaccas boas para assougue.
Aluga-se uina casa terrea na rua do Nognelra
n. :I8 : quem qui/er appareca na mesma casa que
se dir quem faz esse negocio
Sangrador e dentista.
Joaquim Bonifacio Moreira de Faria faz scieiile ao
rospeitavel publico, que se aclia promplo a exercer
a sua profisso como soja em tirar denles, alimpar
e chumbar, e abii-Ios jiiiitanienle.le.in balsamo para
dsspar as dores de denles, tambera sangra e appli-
ca \ enlosas, para cojo lim pode ser procurado na
rua da Cruz do Recite n. 58, loja de Joaquim Ferrei-
ra Fon I es.
Oabaixu assignado, leudo perdido 1 ineio bi-
lholo da ultima parlo da 2." o 1." da3." lotera do
gyiniiazo periiambiicauo, n. 258U, roga ao Sr.
Ihesoureirn, sendo que saia premiado quenao pa-
gue seiio ao abaixo assignado.Joti Jonquim du
Rocho.
Vende-se uma caca terrea com :l palmos de
frente e um portan aolado, com 6 cazinhas dentro,
quo rende perto de 61)8, chao proprio : a tratar na
rua da Couceicn da Boa-Vista n. 27.
Na padaria da rua Dimita n. SI, precisa-sede
um amassador.
Xa padaria da roa Direila n. 8T>, ha para ven-
der um sclyndro em muilo hora uso e por proco
commodn
Dosapparoccu do porto da rua do Sol um pran-
ehio de amarello : roga-se a quem o aehar ou des-
cubrir aonde eativer dar parlo na rua Nova n. 71,
quo ter 2t)g de gralilioocao.
Precisa-se de uma ama escrava mi forra, de
meia idade, que saiba lavar, engoiumar o cozinliar,
eslrangeira : para
taberna
Precisa-se de nma ama para comprarecosinhar:
na rua Nova n 20 loja de orragem.
Precisa-se de dous amassadorea que bein on-
leiidam de sua ollicina, paga-se bom : na rua Impe-
rial n. :I7, padaria do Campos.
Granhca-se com mOOO i pea*o que der no-
ticia exacta d<> lugar n'esli pt cu iiieia, onde fallecen
Itoberio de VraBjo,natural de Saiilarem em Porlu-
gal; do qual apenas consta, que residia a I ou I
legoas de distancia d'esta ridndo ao lempo de son
fallecimoiilo. islu em 1855 ou 1S56 : na rua do
Vigario n. :t:t. mi aiinuiicie por este Diaria.
Itobert lt. Yates, subdilo liriiauuico, relira-se
para Europa.
Precisa-se do um caixeirn para um deposito
de padaria : na rua Direila n. 30
O abaixo assignado scienlifioa ao publico quo
se aclia no exercicio de procurador da cmara mu-
nicipal da cidade de Olinda, porlanlo as pessoas
que liverem de pagar qualquer imposto perlencon-
le a referida cmara, prociirem-no na mesma cida-
de rua de s. Benlo, sobrado contiguo ao edificio
onde fiinccionou a academia.
Jos Joaquim Xavier Snbreira.
O abaixo assignado leudo perdido una aoon
n. 1971, o dous recibos ns. 12 e 129 da caita eco-
nmica, declara que liram laos litlos de uenliutn
eireilo, vislo que lem de reeeber da directora da
mesnia caixa a duplcala delles a vista desta de-
claraco. Recife 29 de mano de 1850.
Vicente Ferreira de Paula.
Xa padaria do paleo da Santa Cruz u. li, pre-
risa-se muilo fallar com o Sr. Antonio Bernardo
Dias, natural da villa de Santo Thirco, casado, clie-
goo a isla provincia con.....ngajado no brigue po-
liiguez ..Trovadori eml7de inaio de 1850, o lam-
ben! Se loga a qualquer pessoa que doli lenlia
conbecnento ou noUcia fazer o favor de avisar na
mesma padaria que si* lite tirar muilo obligado,
pela grande precisau que ha de se saber dosle me-.-
mu Sr. Dias.
zillha viudo as
s 5 horas da
Vendas.
Aviso.
ATTEXCAO.
\ ende-se un cavallo pedrea limito forte, proprio
ara lodo "serum, por proco muilo COmmodo : DO
asar da rua Direila n. lnn.
XAROPE
ca, de Jonvinverdadeiras a S$000,
luuilia Iranreza s libras, meias li-'
al.....o.i a 2< alm.da Boa-Vistan. 82.
f.uvas de pe
muilo novas, e
bras e quarlas
de miildi /as di
lit'lii".iiis ilp ouro palPiili' in-
jSIWS lio UBI los IHI'lllOI-PS fu- ,
brii-anlps de Liverpool, pliega- e^'
dos iilliiiiaii'iili- pi'lo ultimo
|ia|iiPl(> e aljiins de 1101a n-
u'iirocoliPilo e dcscobcplos
a Miiilatlc do |issnidoi' mi ra-
sa di' Ai-kwij'il t\ ('.. rua da
t.iu/. n. 01.
Toalltas adamascadas.
liiscoilos Pili lalas.
I o devela.
\piidoni-sp em casa de \rk-
Ulil A. 11. ina da l.in/ n. (II,
por lia ral o pi'eni.

AK11AZE11
DI
FAZEMUS E MODAS
DI.
Farinha de trigo
SSSF.
Fernandos & Fillios lem superior farinha de ni-
. gn da marca SSSF cliegada antes de hoiilem que
1 venden] a prero mnilo em conla no sen armazem
I roa da Cadeia n. Ca. berro da Madre de Dos n. 12
Ricos enfeites com v'ulrilhos
pura cabeea.
\ endem-so os mais ricos enlejes prelos e de
cores com vidrilhos, pelo baralissinm proco de 4$
Ojeada um : na bem conliecida bija de miude/.is
da Boa Fama, na rua du ilueimado u. '.\'.\.
<*' lllllMUtHI ?????
%Z Avisa-sc aos Srs. que
|j* pertencem \ irmandade
E do Bom Cooselho, que na
3*
Foi transferido o deposito desle rnpe para a
botica de Jns da i ru/ Sani.K, u.i na No va numero
B9 : garrafas 5fS0H meias as. sendo l.Imi imlu
aqnelli- que nao for vendido nesle deposito, pelo
que M! t.l/. n ple-eule .11 i^.i
IMPOSTANTE PVBA O Pl B1.ICO.
Para cura de pbl fsira em nulo os seus ilifferen-
les graos, ipo-r m .lii.idn par. coaatiparoes, taaaa,
astbma, pleiin/, re-earros de sangoe, dorde cosla-
ilus e pello, |..ilp,l,u-,"|.| no cioacu, coqiieloclie,
Inonclnie. dor na garganta, e todas as molestias
dos orgaos pnluinii m.

Precisa-se ileuma ama para c
7 horas, pede qiierendo relirar-se
larde : na rua do (.lin-iinado u. 24.
O escriplorin de conlaliilidade eonimercial quo
se acliava esiabelecido na rua da C.adoia de Santo
Antonio n. 21, foi transferido para a rua das Cru-
zes n. al primeiro andar; ah Be priuuplilicain to-
das ns cenias commerciaea a soescriplairan Ivtos
por partida simples o dobrada, ludo com prnmpti-
do c zelo, sol a adniinislraeo de Chrislovo Cui-
Iherme Breckcnfeld.
Precisa-se do um forneiro e dous amassado-
res : na padaria do Porte do Mallos.
Joo da Silva Ramos, mdico pal] iiniversida-
de de Coinibra, tendo de estar ausente da cidade
por alguna das em conimisso do goveroo deixa o
Dr. Sevo encarregado dos seus doentoS.
Aliiga-souma prola cozinlieira e engomma-
doira para lodo o servico : quem precisar dirija-se
Gamboa do Carino n. 13.
O abaixo assignado relirando-se brevemente
com sua familia por alguna mezi-s para a cidade de
Sobral, alim de cuidar de sua saude, deixa encarre-
gadede seus negociosa sen mano o bacharel Ha-
noel Ferreira da Silva, o de sua clinica em primei-
ro lugar ao Sr. Dr. Alexandre de Souza Pereira do
Carino, e mais aos Sis. Dr. Joaquim de Vquino fon-
Beca t cirurgio Francisco Jos Cerillo l.eal.Beci-
f 2li de mareo Je 1859.Dr. Joo Ferreira da Silva.
Precisa-so de uma ama idosa para casa de
um eslrangeiro, que engomme, cozinbe o faca o
mais servico interno : a Iratar na na do Trapiche
Novo n. 6.
Prera-se de um homem que enleiidado ser-
vico de relinaco : na rua da Concordia n.8.
I'rocisa-se de um foilor para um sitio porto
da prea; a Iratar na Iravessa da Madre de lieos,
armazem n. 21.
LOTERA
loja de Xabiico & V,. na
rua Nova n. 2, ha excel-
lenfce fila para dita inaan-
dade.
fei*ii***n iiiiiiiiiimiS
Relogios.
Vendem-se relogios de ouro ingieres de patente :
no arniazem de Augusto C. de Ableo, roa da Ca-
deia do llecife n. 36.
TACHAS
para
1IIH10.
Na fundicao de Ierro de 1).
W. Bowman, na na do Brum,
passando o chafari/, continua a
haver um completo sortimento
tratar na Passagem da Magdalena aop'd
entre a ponte grande ea pequea.
.\va loja de fumleirn
Precisa-sede um ollicial de fiiniloiro para admi-
nistrar uma loja. sendo'llel lira bom resultado : na
rua da Cruz do Recita 11. 37.
Deseja-se arrendar um engenho que lonlia boas
Ierras, escravose animaos, e nao se pora duvda em
pagar alguns aunns adiantados : contrata-so na rua
da Gua 11.61, segiiinlii andar.
Precisa-se do una ama forra ou captiva para
casa de pouca familia : na rua do Caldeireiro II. 60.
Oflerece-sv para caixeirn de escripia ou lam-
ben para ensillar primeiras letras em qualquer
parte desta provincia, um moco bastante habilita-
do para lacseinpregos, oqualj foi esliidaule, lem
conheciniento de alguns preparatorios, e sabe ler,
eaerever o contar : quem delle precisar, qoeira
aiiniiniiar sua morada, ou dirigir-so a rua dos Pra-
zeres, casa n. 14, que se dir quem .
Precisa-se de uma ama para cozinliar e engoiu-
mar na na Novan. 10, loja.
Precisa-se de uma ama forra ou captiva, que
engomme com perfeico, para casa de poma fami-
lia : nu largo de Pilar n. 12, em Fora de Portas.
AVISO.
Precisa-se do uma ama de leitc : na rua do Col-
lego n. 16, primeiro andar.
To dia 5 do torrente mezo anuo fugio da casa
do abaixo assignado o seu escravo iiiulatiulio de
nome Jacutho, de idade de 18 annos. de estatura
regular, olhos vivos e muilo ladino, consta que
se acliava honlem a bordo de uma barca america-
na para seguir nella donde, veio para torra na lan-
cha do pratico : roga-se a polica de Ierra o do mar
a captura do referido mulalinho, que o aiiniinciaule
recompensar levando-n rua do V igaro n. 12.
Themoloo Pinto l.eal.
, Precisa-se de uma ama forra ou escrava, que
saiba cozinhar e engommar : na rua do Cabug n. :l,
segundo andar.
ATTENCO.
Dosappareoeu uma cabra (bixol prela com ma-
llas brancas, com canga, em urna das ponas lem
uma brocha : quem souher ou der noticia, dirija-se
a rua da Sania Cruz n. 64.
SEGURO CONTRA FOGO
NORTHEKN ASaUnANCE COMI'aNY
LOXDON.
CAPITAL S l.SO.OOO.
iVgenlc C. 1. \st\ey e C.
Offerece condicocs muilo favoraveis o premios
moderados.
Aviso aos Srs. negociantes
desla praca.
Trapiche do Cunta.
Neste estabelecimonto recehem-se e embarcam-
sesaccoscomassocar.com Inda a promptidao o
aceio pelo diminuto prero de 40 rs. cada um.
Avrlissenient touslesn-
gocianls de ralle place.
Trapiche Cunha.
nsormais onemharquera le sucre, daus cet ta-
lilissemenl, 4 40 rs. le sac. On garantit toute la
promptitude ct la plus grande propel. dans le
service.
Avise lo all Ihe traders here
eslahlisbed.
Trapiche Cunha.
Notices hereby gven Ihat heuceforward cach
sack otsuggar sball pay 40 rs. for depositing and
embarking. Promplilde and cleanliness iu Ihe
service ave warranted.
. Arrenna-se um sitio com exceuente casa de
vivenda no lugar da Torre margem do rio Ca piba -
ribe confronte estrada do Manguinho, cuja casa
alm de ser edillcada com muto goslo e sercolloca-
da em um poni de vista agradavel tanto por dola
avistar-so lodas as casas da Capunga, Passagem c
Ponte de 1'cha, conten 4 salas de 30 palmos qua-
dradoscada uma, sendo :1 forradas de rico ppele
o teclo de estuque, 11 quartos, sendo forrados de
papel c o lecto de estuque, cozinba tora, bastante
espacoso, cocheira para 'A carros, quartos de cria-
do e de prelos, estribara para 6 cavallos, casa para
gallinhciro e animaes domsticos, i cacimbas, u-ua
com excellenle agua de beber, oulra com bomba,
da qual deita agua para a casa de banho que lica ao
p, jardira com liguras e jarros de louca Unos, mu-
rado na frente com porto de ferro, baixa de capim
que sustenta annual dous cavallos, pomar de laran-
geiras, selectas e de umbigo, alm de outras fruc-
leirasdo paiz : os pretenden!es dirijam-se ao aterro
da Boa-Vista n. 2, segundo andar.
Pelo juiz de orphos desla cidade ir praca
de venda a casa terrea da rua da Clorian. 41, av'a-
>>aoa em 1:6008, a requerimento dos herdeiros do
lallecido FraiidM o Leandro do Bego, pela ultima
Uiz SCX '""' "a tereeir* audiencia do mesmo
i
lis abaixo assignados lera OXpoSto a tonda Di
seus felizes bilbeles da ulliuia palle da segunda e
primeira da lerceira doliymnasio. Os mesmos ven-
deiaui os segiiinles premios da primeira parle da
primeira lotera de S. Jos do liiba Mar :
V 2802 meio bilbete 5:000$
N. N06 um bilbete l:000
N. 720 meio KHls
N.2215 meio 1lHij
Os possudoros de dilos bilbeles podein vir reee-
ber os 8 por nenio ila loi na sua loja da praca da
Independencia n. 4(1.
I'irira i lliilhrrliUrl.
MIGUEL JOS DEABREU.
\\ l\ua ilo l>\u \m;\t\o \\
Para spiiIiopps
Corles de vesliilos pelo, de groadeoapleS, gorgu-
re> c noblezas, bordados a velludo e a seda, eiu
alto relevo, de goslo Aquile, tres tullios e duas
saias.
Hantcletea proles no caprichoso gosto Uain-
lelioii.: peregrinas pretal de nobreza, com bordado
do seda em alio relevo ; launa* proias de seda im-
perial, guarnecidas a roquete e a velludo faronue,
e vestidos de Mida de cores Maiiilcuou, guarneci-
dos do rendas.
Mantas de'blond prelo bordadas.
.Marabuts o enfeites prelos para toilette.
Manteletes, pelegrinas, capas de cor e chapos
para passeio o para visita, e luvas de pellica de Jou-
vin brancas o de cores.
Peales de tartaruga e todos os objectos Decena-
rios a um toilette de senliora, ucluiido adereces
de ouro guarnecidos a peroles e a coral, ultimo
gosto.
Para ravalleiros.
Casacas, sobrecasacas e palelols do panno prelo
inipermeavel, o de cascmii a> arelas edecores.
Calcas de casemiras prela o de con-,.
Chapeos de castor atancos a pilos.
I.utas do pellica do Joiiviu, brancase de coros.
Charutos superiores de reserva.
K lodos os objectos iiecessannsao toilette de | (|e tachlStll feTO tundido e ba-
um catalheiro, iiicluindo crlenles de ouro para re- ,
lugio, do mais elegante e apurado goslo. | IlUO, (J5 -J l S ll.'lllIlOS (JO. IllCll,
YsW estabclecinienlo estar aborto alcas 9 horas i *. .
da non,., convenientemente illuminado para r- S qiIflrS 86 lCham A Venda pOI'
de|pre50 comraodo e com prowp-
tido, embarcAo-se ou carre-
gao-se em carro, sem despe/as
ao comprador.
Vende-se superior linha de algodo, branecs e
docores, em novello, para costura: eui casa de
Seulhall, MellorA C., rua du Torres n. JS.
Potassa da Russia
E CAL DE LISBOA.
No bein conbecido e acredilado deposito da rua
da Cadeia do Recite n. 12. ha para vender potassa
da Bussia oda do Bo de Janeiro, nova e de supe-
rior qualidade, assim como tambera cal tirgem em
pedra : ludo por precoiinuio rasoaveia,
v '' .:,-..:. i ';.': f('>.
. a
Novo zorlimciiin de obras de ouro dos melhoros
gustse mais em moda, lano para senliora- como
para liomeus e meninas : na loja de ourves deSe-
raphim & Irmn, rua do Cabug n. 11.
Relogios.
Vendein-se relogios de ouro e doura-
: dos patente para homem e senliora de
diversos tamaitos por precos commodos :
i na rua da Cruz do Kecife n. 50.
Vende-se o engenho l.imeirinlia na comarca
do Nazareth a margem do |io Trariinliem, com
Ierra-e obras siillicienles para safrejar dous mil
paes. ptimo de aaaucar com hons pastoradores,
lindo nina boa destilaran, d milito inleresse, por-
que as agurdenles quasi lodas se vendem na por-
ta por Bear perto da estrada da Limoeira : os pre-
lendenles dirijam-se ao eiigeiihn Pinilobal elll Pao
d'Albo.
Vende-se um escravo de meia idade na rua
do Collegio n. 7, segundo andar.
Milho para planta
o mais liinpo pos-itel.
Feijo preto novo
sem igual no morcado Vendem-se osles gneros
no Porte do Mallos, armazem de llemeterio. Ir.
mi ri C, confronte ao trapiche do algodao n. 1-
avallaren! da sua importancia para a preferir. io.
&M&
DE
eseraxis.
NA
li
> < 5 5 V : S : < i e i .
DENTISTA FRANCEZ.
o- Paulo Gaignoox, dentista, roa das l.a-
<* rangeiras 15. Na mesnia sasa lem agua e
J^;* p dentilicii.
'x.

i.Xi:
no
Confronto ao Bosaiiu, coufeitarin39 A, recben-
se doce lino de guiaba.
Precisa se de um eaixeiro com pratirn do ta-
berna, capaz da gerencia da mesma, d.-.-e bom or-
denado a quem possa preeneber este lugar, sendo
preciso dar liadora sua conduela, se eativer desar-
rimado; e aquello que estiver arrumado, pode di-
rigir-so por caria fechada taberna n. 12 do aterro
da Boa-\ isla, esquina do neceo dos Ferraros.
LOTERA
PROVINCIA
OSr. thesoureiro manda fazei publico
que se acliam a venda todos os dias dos 9
horas da manhaa as 8 da noite, no pavi-
mento terreo da casa da rua da Aurora n.
26 e as casas commissionadas pelo mesmo
Senhor thesoureiro na proca da Inde-
pendencia numero 22 e na rua Direita
n. 83, at as 6 horas da tarde, tmente os
bilhetes e meios da ultima parte da secun-
da e primeira da terceira lotera iJoGyin-
nasio l'ei'nambucano, cujas roelas deve-
rfio andar impreterivelmente no dia 2
do futuro mez de abril.
Thesouraria das loteras 23 de marco
de 1859.O escrivao.J. M. da Cruz.
Precisa-se de nma pessoa com bastante or-
tica e habillacoes em negocios de ferragens :
quem estiver nessecaso dirija-se a rua da Cadeia do
Itecife ii. 48, primeiro andar, que achara com
quem tratar.
= Na Passagem da Magdalena, entro as duas
puntes, aluga-se uma escrava ou pessoa livre, pa-
ra oservico exterior de nina familia : no sobrado
direita da estrada e defroiitc do Cajueim.
GABINETE PORTUGUEZ
he
LEITURA.
A directora do Gabinete Portugus de l.eilura.
leudo em consideracao a ordem o regularidade que
devo haver no estabelecimonto. avisa aos sunhores
associados, queiram ler a bondade de mandar en-
tregar na bibliotheca os litros sahidos para leitura
al o fim de fevereiro prximo passado.
Secrelaria 18 de marco do 1859.O i." secretario
tos F. Barrolle.
Rua to Livramento n. 4.
\ ondom-se 2 mualos do bonitas liguras com to-
das as habilidades, negras do meia idade, seudu l
rfeila cuziuheira e eugominadeirn el ninleque de
anuos de bonita figura ; na mesnia casa com-
pram-ee e recobem-se para vender de eommisaao,
aliain;aiido-se a presteza da Venda.
Hicos to.-iidos prelos bordados eoln baba- fi*
do- e lambem com > saias.
Maulas de tib de seda prela o mais su- j*
perior que ha. gj*
Cuariiiioes de lili) prelaseom gollase man- g^
gilos $|X
Veos bordados para chapos de senliora g
de lodas as cores. HJ
Vestidos biancqs bordados para baplisar ^
criancas. jj
Hicos corles de collele de velludo pretu j?J
Mirdadus. ^*
Camisas inglezas superiores de todos os la- -
manilo-. ^p
Alliiieles com camapheu proprios para 5*
mantas gj
Cortes de calca de casemira prelas muto S
baratos. Kslas tazeiidas se tenilem ua lo- g
jada roa do Queimado n. 10 de Lene Bt fe
Corroa. S,
AO GRANDE ARMAZEM
di:
Ron 11a leita
KA RUA NOVA N. 1
>'
Luvas de Jomin
tle todas as cores para horaens
(senhoras,ebegadas pelovapor
Avon om casa de .1. Falt|U<',
rua do Crespo n. 4.
- "
Calini has buriladas para uieinno- se ten
^ dem na loja da rua do (liieiiuado n. Ill.de .'
. l.eiie tv i.urreia. '
.
Vendo-se a propriedade de engeubn Caramu-
r na comarca do Cabo, mui prxima .i estrada de
ferro : quem a pretender dirija-.- casa do coro-
nel l.anienba em Santo Amaro, a tratar como Dr.
Baha.
Ass.
Vende-se sal do \ssii : a bordo do.Voro O/iurfo.
on com Tasto huaos.
Msicas.
Acaba de chegar de Pars um grande o variad.,
sorliinenlo de msicas lodas modernas e de goslo.
enmosejam: polkas, mazabas, polka-mazuka.-, \tal-
sas, schollisrhs, quadrllias, pliant.isias liradas das
melhoros operas para pianno si'imeute. albuns rica-
mente encadernados, conlondo msicas todas e--
colliulns no paleo do Collegio. livraria n. 2.
%4ffi^*;.:j: J.5 : :: lYuv-.'
Sedas de cores com mofo proprias para -
" forro de obras que se t endeiii por lodo -:
prero : na roa do Oueima.lo n. 10. "
'&<:***&&i : t 'ti i t:r >: t w-:-;x;
Caf a vapor
,\ Icj.Hlo \iaiini.
Ha chegado neste loja um riquissiioo sorliiuenlo
de machinas para fazer caf, em um .piarlo do hura,
approvailasna ultima exposico de l'aris pelas-oas
boas qualidades, vende-s*; por procos muilo com-
modos : na rua Nova n. 20.
Chegiiem aloja do Serlanejo
Rua do Queimado
n. ii A.
One rica pecliinrha para a quaresma se est aca-
I .a n.l o, liem com, sejam : cortes de vestidos de seda
prelos com 3 saias o melbor que pode haver no mer-
cado pelo cnnimodo proco de ftj, 60$ e 70J, gros-
denaples de indas as qualidades a lgtOO, l.sfitm
ISfiOO, 1$700, 1S81I0, IgWIO, 2,282110, 2gl00o ttttxt
e ni o un tino de i palmos de largura a 2*800, man-
tas de bloud prelas a 10$, ditas muilo Anas o me-
llior que ha no mercado a ltig e 18 cada um,
meias prelas de serle a 2S600, ditas brancas a 2S0O,
29*10 e 3$. ditas do laia para padre a 1J70 e*g,
-aria prela be-pan hola de duas larguras a 19000 o
2J900, palelols de panno lino.forrados de seda a
20J, 22,^ c 2f!, pannos prelos de todas as qualida-
des. velludo preto e de cores, seda prela tarrada,
dita branca, mantas brancas de klond a *g c NgaOO.
ricos enfeites de vidrilho do ultimo gosto a H, 5g,
6jl. 0>( e 10g, ricos esparlilhos do melbor ansio quo
pude haver do carmel ass, i)g e ltlj : assim como
sejam obras foilas de todas as qualidades, pentesde
tartaruga Imperalriz o melbor que |',de haver. e.
Apreeiem o bom goslo.
Na loja do Seii anejo
n. m A.
Ricas sahidas de baile do nielhnr gosto que pode
haver, tanto em fazenda como em proco, laazinlias
de quadrns miudos e grandes a 1211 e 100 rs. o co-
lado, chapeos de velludo prelos a 7g. ditos de al-
paca forrados de seda, muilo commodos para andar
a fresca a 2x400. gnllinhas de diversas qualidades
a Isa 1$200, 1s600. M200 e ip4*\ gollas e man-
guitos a :bfaO0, ie BK00, nianguilos, gollas e ca-
mizinhas a 6, 79 elllg, rlleles feitos de velludo
a 10J, 11a e 125, calcas de casemiras de cores, foi-
las, ricas bengalas de massa liiigindo uniconic a 7g,
8 e 108, grnsdenaples de cor a 1 iHMI o 2SISI0, seda ',,
branca 'lacrada, riclis camisas para senbora com pro- ''',i" '^ 'm?e pr.*urar se acha neste es-
.. j......:..-._.. wdTZTL.j._ laheteciroento a vunlade do comprador ; garante-
gas e de muilo gosto a 7ge ha cada uma, ricos pan-
nos para mesas, e muilo Pinos a ",%, S? e9j>, ricos
casaveqnes de fuslio e do molhor gosto que pode
haver a l]5 o 1MJ, ditos de miissiilina muilo bem
enfoilados a llg, 12el:la, e avisa ao respeilat el
publico, que manda do qualquer nina fazenda amos-
tras para ver se agrada, assim como lambem d a-
innslras licitando pculiur.
ATTENClO.
)c- Kissel, relojoeiro frailee/., tendo relogios de
."> ouro e piala, roncera relogios, joias e ntusi- <
. Ras, ja aqui be coiiliecido ha luuilos anuos, ^
,.v habila no paleo do Hospilal n. 17. 3
JLi .it.ti.>.
Rua da Senzala Nova n. 42.
Vende-se em casa de s. P.Jonhstoa \- Cvarpje-
las de lustre para carrns, sellins e .silbos iiigle/.es,
candoeiios e caslicaes lironzeados, lonas inglezas,
linde tela, chicote para carros, montara, arnios
para carro de un e dous cavallos. o relogios d'ouro
patente iiiglez.es.
Aviso.
Fumo.
se vender
parle.
mais barato do quo em nutra qualquer
Compras.
Junio a Conct'K'o dos Militars.
Nesle artiiazoiii enconirar o publico um grande
e variado sortimento de roupas feitas cuno sejam
Casacas 8 sobrecasacas, fraques, gndolas o palelols
de panno lino preto e de cores, palelols de casemi-
ra do cores; d* merino, de alpaca prela c de odres,
de brim branco o de cores, de riseadinho de linhos
calcas de casemira prela e de cOres, de brim de li-
nho bramo e de cores, de ganga, de meia casemira,
de merinoe de riscados, (oliles de selm e gorgn-
rao prelo, de velludo prelo e de coros, de merino o
casemira prela, de'fustao branco e de cores, cha-
pos, grvalas, levas e camisas e nao agradando
ao comprador algumas das obras feitas so apromp-
tarao outras coni luda a presteza para o que lem
grande sorliinenlo de pannos linos, casemiras, gor-
gorees, velludos selinse brinsde lustro
Fazendas prelas para a quaresma.
No aterro da Boa-Vistan. 60, loja de Gama
Silva, sendo um completo sortimento de grosdena-
ples pretos, pannos e casemiras, pelos precos se-
guimos : grosdenaples, o rovado a 1/980, 1600,
13800, 25, 2S2I0, casemiras prelas, corles a 59500,
69500, 79500, at 12g cada corle, e pannos pretos;
dilVeienles procos e qualidades.
Gouveia & Aranjo. !
25
Rua do Queimado.
Chapeos de seda para meninas, de muilo bous e
variados gestos, nenies de tartaruga para atar ca-
bello a4$,S$500 e M, Hjtoa virados a 10g e 138,
llore- arliriaes de500 a 2$ o ramo, loucas de lih'i
para criancas, por barato proco, franjas prelas, ditas
de lodas as cores, beos de seda prelos o brancos,
e oulros mullos objectos que se vendem mais ba-
rato que em nutra qualquer parte.
Cheguem a pe-
chincha.
Na loja do Preguica tem para vender
grosdenaple preto da melhor qualidade
que e possivel pelo- Daratissimo preco de
1,900, 2,000, 2,200, 2,400, 2,800 e 5
o covado.
Calcado francez.
Para acabar.
Vendem-se na rua do Cabug n. 9, pelos seguin-
les precos :
Borzeguins de luslre parabomem 88000
Sapaliesde dilo para dito a 5 e 69OOO
Hilos de bezerro (Nanles)...... .14000
No armazem de .\daiiisiin,llnwie,i\C.,riia do Tra-
piche 11. 42, vende-se sellins para homem e senbora,
aireios prateados para cabriolis, chicotes para car-
ro, C..I1. 11,.- uara cavallo ele.
Modcrnissinins chapos de palhinha il'llalia os
mais iet es e frescos que se piidem enconlrar pelo
haralissinio proco de ly500 : na rua do Collegio
n. 9.
Vende-se
um escravo pondo menos de 16 anuos, crinlo,
chegado do serian : no armazn da rua da Cruz
n. a.
Vende-se
sebo do Porlo. cera de carnauba, linda Haba ele,
pelles de cabra, cera de abolha : no armazem da
rua da Cruz n. 3:1.
Camisas inglezas.
Vendein-ae superiores camisas ingle-
zas : na rua do Collegio loja 11. .">.
Vinho Bordeaux.
Em casa de Hear Bruno & C, rua da Cmi n. 10,
vende-se vinho Bordeaux de differentes qualidades
como '.afollo, Cb, Leoville, l.s. Julicen, em caixa
de urna duzia uur barato proco.
Vende-se fumo eni folln chegado reeeiilomenlo
da Babia, por monos proco do que ein oulra qual-
qner parle : na 1 ua da Cruz do flecie 11. 13, pri-
uieiro andar.
Algodao monstro.
Conliiiua-se a vender o bem conbecido e econ-
mico algodao monstro com 8 palmos de largura,
Eroprio para qualquer obra por dispensar lodo o Ira-
alho do enejara ; aproveilen einqoaiiio ha : ua
rua do Ilueimado 11. 22, na loja da iioa f.
As > ppilatloipas luvas de Jovin.
-V loja d'aguia branca acaba de reeeber as verda-
deras lu as de Joiitiu, 1 indas de sua cnonminenda,
lano para homem como para senbora, atlaucaiido-
se que san as iuelhuri;s que em lal genero se lem
vislo aqui: voniloin-.e g -i^H) o par : assim imiin
unirs igualineiiie aovas, > lambem iniii boasa25
o par. Quem aprecia o bom, >he dirigir-se .'1 rua du
Queimado nos nutro cantos, loja d'aguia branca n.
16, que ser bem Servido. Na mesma loja existe um
grande sortimento do lavas de seda de multase di-
versas qualidades lambem para homem e senliora,
ea precos baialissimns.
Espelhos grandes.
Vendem-se espelhos grandes para parede rom
bellas molduraseuteriiisadas e dourauas e vidros
mui linos e claros a 4Se jj : ua loja d'aguia bran-
ca nos .mallo cantos da rua do Queimado u. 10.
Gomes, AheslC.1
Alcatifa
Vende-se alcatifa com qualro palmos
de largura milito propria para forrar
salase igrejas a600 rs. o covado: ua
rua do Crespo n. 12, loja de Campos
Lina.
Nova inven?ao aperfeicoada
DE
Bandes ou a I mofadas
de crina para penteado de
senhoras.
na rua da Cadeia do
Na loja de Leile & Irmao,
-C, Para forrar farros.
vj Vonde-sedainasco de seda de bonio.-
*j gostos o muilo propno para forrar carros :
S*J na rua do Crespo 11.12, loja de Campos &
J5 Cima.
coberlos e deseobertoe, pequeos e grandes, de ou-
ro patele inglez, para homem e senhora, de um
dos inelhoreS fabricantes de Liverpool, viudos pelo
ultimo paquete inglez: em casa de Soulhall Mel-
lo rs i 0 '
A saboaria da rua Impe-
rial compra sebo em rama
a 9$ a arroba a dinheiro
vista: a tratar com o seu
administrador.
Compra-se uma casa terrea 110 bairro de San- sejam, ricos curtes de vestidos "do 'ro^dea'pTe're-
to Antonio ou nos limites deS. loso com o de Sanio !to. bordados avellano e n r-iro" manteVies do
Antonio : a pessoa que tiver, poder Iratar o ne- \ grosdenaple
4 CUARESMA.
Na bija da empanada encarnada, rua do Queima-
do 11. 37, acaba de reeeber ltimamente ae Franca !
um completo sortimento de fazendas pretas, pi- ,
prias para os actos da semana santa, bem como I
Vende-se em eas"a de Saunders Brothers A C,
praca do Corpo Sanio, relogios do afamado fabri-
' cante Roskell, por precos commodos, e lambem
! tranccllins e eadeias para os mesmos, de excellenle
' goslo.
DE
gocio na rua de S. Jos n. 45.
Compram-se em casa de N. O. Bicber&C,
rua da Cruz n. 4, oncas hespanhnlas, e mexicana,
soberanos e moedas portuguezas de fisin
Compra-se ou aluga-se um sitio porto da praca
com casa do vivenda : a tratar na taberna grande
da Soledad,'.
Compram-se ou alugam-se 2 escravos : na pa-
daria da rua Direila n. 24
Vende-se esta agua a melhor que lem appareci-
do para Ungir o cabello e suissas de preto : na li-
1IIII.I.1 ,,,,.. ,: ... ---- ---uw |"BIO ung. V ...-l.w r -,...--...- ur uirro lia il-
'r ,. s V S??en, enfetedos, mantas vraria universal rua do Collegio n. 20\ d-se junto
^\S'^:"t:Z;:^^-al Um *---- '"nade ppi.car.
Pianos.
de fil
melhor"que na mi mercado, grosdenaple pret
multas qualidades, Uni completo sorlimento de
panno tino preto e de casemira preto para todos os
precos, e lodas oslas fazendas se vendarao por me-
nos preco do que em oulra qualquer parte; lam-
bem se abanca de servir e agradar com toda a deli-
cadeza todas aquellas pessoas que frequentarem
este estabclecimenlo.
Vendem-se pianos fortes do melhor
gosto e modelo que tem vindo a este
mercado e por prec-os commodos: na
I ni;i da Cruz do Recife n. 50.
VENKM NO SKU ARMA/KM
%f RUA DA CRUZ %%
CHFEOS de feliro surtidos, da fabrica acreditada
de.Carralhn Pinto, do Rio de Janeiro.
SABAO das fabricas do Rio de Janeiro.
VINHO de champagne de superior qualidade.
SALVAS, bandeiias e outras obras de prata.
Vendem-se 2 terrenos na rua da Concordia :
quem os pretender dirija-se serrara defrnutedeS.
Francisco, e na mesma promette-se vender laboa
do mais baraludoque em mili a qualquer parle,
\ ende-se urna mulata delh annos, com uma
cria de 5 niezes, e com abundante leite para criar,
e sabe engommar e coser, propria para algiuna casa
de familia pnr ser linda figura, du boa conducta.
Vende-se um cabriole! com cubera muilo
forte o de boa construccao : no gymnasio.
Cogoac.
Cognac superior em raixasde uma duzia, vende-
se em casa do Henr Brunn & C, r ua da Cruz n. 10.
Carteiras grandes com chaves.
Vendem-se por preco inuito barato rarteiras
grandes com chave, proprias para guardar dinheiro
e jelras : na rua do IJueimado, na bem cuuhecida
loja de miudozas da Kna Fama n. 33.
Os jesutas.
Sabio lu esla bella e inleressauto produce ao
da pelma du Dr. Ildefonso Clanes l.odinez. e acia-
se desde ja venda 110 largo da Independencia ns
6 e 8 : na rua do aterro da lloa-Visla 11. 8S, loja
de miudozas : no caf do Sr. Paita, roa da Cadeia
de Sanio \ntonio, e em todas as lit ranas desla
cidade, a 2a o exemplar.
Aterro da Itoa-YisU n. O.
Vendem-se muilo superiores casinetas mesola-
das, com um pequeo loque de mofo, pelo baralis-
simo proco do 360 rs. o covado.
Pechincha agora pela
quaresma.
Ovas frescaes de camorim viudas do Acarar : na
25, por 2 e
bain-se.
Vende-se ua loja de *
Nabuco & C. na rua Nova
n. 2, ricos lencos de cam-
braia bordados proprios
para as senhoras amar-
rarem na cabeea quando
va o aos sermaos. *
^;iUttauij.auiuua
> enae-se offecllvamente tarello de Lisboa n_
Cinco Ponas 11. 63, por menos do que em outra
qualquer parte
Chapeos de palha escura para
homem por precos baratos.
Na bem conhecida loja da boa fe, na rua do Quei-
mado n. 22, encontrar,,., ns bons freguezes um com-
pleto sortimento de chapeos inglezesdepalha escu-
ra de formas inteiramenle modernas e bonitas da
ultima moda. Tornam-se recommendaveis porse-
rem mui leves e frescos para a presente estaco
vendem-se pelos baralissimos precos de 4$ 5a,
vendem lambem chapeos e bonets da mesma quali-
dade para meninos a 3g 3$600.
Em casa de Rabe Sclunettan & C.
rua da Cadeia n. 37, vendem-se elegan-
te planos do afamado fabricante Trau-
mann deHamburgo.
Farinha de man-
dioca.
No deposito do largo da Assemblca n. 9, vende-
se superior farinha chegada ltimamente, em sac-
eos grandes, por commodo preco.
Farinha, milho e
farelo.
Vendem-se sacros grandes a pequeos com fari-
nha da Ierra, milho e farelo. de Lisboa, tildo por
commodo proco: na taberna grande da Soedade.
\ ende-se urna morada de casa terrea sila na
fregiiezia dos Afogados rua de S. Miguel n. T6 : .1
halar na mesma casa.
Cevada nova.
No armazem de Ferreira & Martina, travessa da
Madre de neos n. 16, vende-se cevada nova em
barricas, per haratissimn preco ; mui propria
para liolicas, refinaoes, ele.
Relogios.
Relogios patente ingle/, por um dos molhores
fabricantes de Londres vende-se na rua do Crespo
11. 19, primeiro andar.
Vende-se nma rica radeira de bracos com
suaa competentes corrcias, por preco commodo,
por ler son dono sahido para (ora da provincia :
liem a pretender, entonda-se com Castaa Pinto
h Veras.
Arroz de casca.
No armazem defroule do trapiche do algodao,
junto ao armazem do Sr. Guerra, vende-se arroz do
casca por rommodo prora.
M
Rua do Queimado.
Nesla loja vendem-se loalbas e lencos do lahyrin
llios, rendas das illuis proprias para toalhas, birais
!.retos do seda de lodas ns larguras, dilos braucoae
raujas de. seda de lodas as larguras, tilas do ultimo
goslo, ditas de t eludo prelo ede recorte, flores de
vanas qualidades, boluesde vidro e vellido dediVer-
saa corea, para casavequu e entras muilas nuude-
zasde goslo que se torna desoacessario menraaar
e que so promette vender em cenia
Meias de borracha.
CHF.GADAS tl.TIMAMENTK NOKAVIO PHANCKZ.
Na na do Queimado, na bem conhecida loja de
miudozas da Boa Fama n. 33, j lem para vender
u,,r preco barato as muilo* procuradas meias de
borracha, nicamente propriasi? approvariae para
toda e qualquer encbaciio nmpenas.
Em casa de il. J. Astley &C.
Cabos da Russia de manilha.
Cubre para forro, enm pregos.
Vinhos de champanha. Moselle e Bordeaos.
Salitre refinado.
Vende-se 011 arrenda-sc o engenho 8. Jom\
silo na froguezia de Santo Anlo, quatro legoas ao
sul da cidade da Victoria, cujo engenho mne com
agua, tem grande cercado, limpo n circulado por
talado, muila mala, e parameuladu do todo o no-
ces-ario, sendo : casa de vivenda boa e grande,
sen/ala para escravos, casa de bagaco, estufa, casa
de relame, etc., e ludn no melhor estado possitel:
quem o pretender, dirija-se ao sen prnprifltario que
o o doenxenho Sibir da Sorra para Iralar negocio.
Escravos fgidos.
2 esquina da rua do Collegio taberna n.
? 2:500, seno andarem rom pressaacab
8(D(DI BS.
No dia 14 de agosto do anuo prximo passado,
fugiram do engenho Sete Ranchos, fregiiezia de
Nossa Senhora da Escada, comarca da cidade da
Victoria, os segundes escravos: Damin, onouln.de
"1 .unios de idade pouco mais nu meaos, cor fula,
beuusgrussoso meioarrebitains, tem uma cicatriz
na testa proveniente de um coico de animal, pernas
linas ealguma cousa arqueadas para fora. esmalma-
do, espadiiadu, altura regular, e est bucand ago-
ra. Jaointho, crioirlo, de 88 annos de idade pouco
mais ou .....mis, altara regular, rr preta, pouca
barba, beicos grossos o faz corlo geito na bocea quan-
do falla, lem uma cicatriz em uina das faces, pernas
linas, esmalmado, fuma, e tocador de viola, ti
primeiro foi comprado ao Sr. Joan Francisco Barbo-
za da Silva Cumar, e u segundo diz que foi escra-
vo da familia do Sr.ioao Nunes, da fazenda do Sitia,
em Paje de Flores e comprado na praca de. Per-
fiambuco. Consta que ditos escravos es'lao em Pa-
edc Flores por portadores que mandpi ede ltie-
ram : roga-se as autoridades pnliriaes e capitaesde
campo de os pegar e levar ao referido engenho, a
Bemardino Barbota da Silva ott na praca de Per-
nambuco aos Srs. Manoel Alves Ferreira & Lima, na
rua da Moda n. 3, segundo andar, que serio re -
compensados com a quantiacima.
Fugio no dia quiuta-feira 17 do correte mez
de marco, um escravo de nome Januario, estatura
regular, cabello corlado de novo, com cafurina oa
frente, rosto redondo muilo ebeio de espiabas,
Sis grossos e o direito bastante incitado, com duas
cridas na perna, uma maior que outra, ambos os
ps com principio dearistim deerysipella que Ihe
tem dado, sahio com camisa de baula verde, calcas
oscuras, levava um cestinho de limbo, um chales
encarnado com barra amarella, uma almofada de
costura o dous vestidos de menina : quem o pegar
leve-o a taberna de Joo Jos Lopes da Silva, no
boceo das Barreiras na Boa-Vista, que ser genero-
samente recompensado.
Contina fgido desde o dia 6 de agosto do
anno paoximo passado, o escravo Antonio Cacange,
com os signae8 seguimos : representa ler 36 muios,
pouco mais ou menos, altura regular, cheio do cor-
po, rosto redondo, pouca barba no qncixo de balxo,
cor. prela caugueiro no andar, falla pouco, e tem
marcas de relho, casado e foi escravo dos herdeiros
do (toado Caetano Gonralves-da Cuaba ; consta a-
char-se refugiado cm Ierras do engenbo Cacimbas,
da comarca de Sanie Antao; a pessoa que o appre-
hender conduza-o ao engenho Currahy da comarca
Pao d'Alho, ou no Recite na rua da' Cruz. n. 68, ler-
ceiro andar, que ser generosamente recompen-
sado.
PERN.: TYP. DE M. F. DE FARIA. 18.
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