Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08020


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Full Text
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AIVIVO XXXV. \IUIRO 73,
l*or tres mezes adiantadosi 4gOOO.
Por tres mezes vencidos C$000.
QUINTA I 1 IIC \ 31 DE MARCO DE 1859.
Por auno adiaatado 15$0O0.
Porte franco para o subscriptor.
MARIO
IICMKMMS 01 SUBSCRIPQAO NO NORTE.
PARTIDA DOS C0RREI0S.
i Olinda ledos os das as nove e meio lloras do da.
iguaross, Goianua e Parahiba nas segundas c soxtas-feiros
: S. Anliio, Rc/.orros, Bouilo, Caruaru, Alliulio e i.aranliiins
Parahiba, O Sr. Jnao Rodnlpho Com'.-; Natal, o Sr. An-; na. linas (oirs
tonio Marques da Silva; Araraty o Sr. A, do Lomos Braga; Pan dWlho, Nazarolh, l.imoeiro, Bivio, Pesqueira, Ingazei-
Cear oSr J. Jos de (Miveira; Maranhao, o Sr. Jos T,-i-' ra, Floros, Silla Bolla. Boa-Visla, Ourirury eExS nas
xeira de lirllo, Pumhy, o Sr. Jos Joaquim Avolino; Para,' quartas f.-iros. Dito de orphaos: Ierra
o Sr. Justino I. Ramos; Amazonas, o Sr. Jerouymo da, Cabo, Serinhem, Rio Formoso, Una, Barroiros, Agua Pre-i Primeira vara docivel
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Cosa.
PARTE OFFICIAL.
la, PimenleirM e Natal quintan (oirs.
(Todos os corrios partera as 10 horas da manhaa.
Dito ao inspector do arsenal de marraba.S.
Tribunal do rommorrio: segundas e quintas.
Relaco: lorias tetras e sabbados.
Fa/ciida: Ierras, quintas o sabbados as 10 horas.
Jui/ii do cnmmcrcn: quintas ao nioio dia.
Hilo do orphaos: Ion-as o sextas as 10 horas.
seitas ao nioio dia.
Segunda vara do civil: quarlas e sabbados ao moio dia.
EPHEIERIDES DO HEZ DE MARCO.
4 l.na nova as 4 horas e 51 minlos da lardo.
\ (.loarlo rrosronte as 2 horas o ai minutos da manhaa.
IS l.na chela as 7 lunas o 26 minutos da larde.
2b" (.luartu mingiianlo as 7 horas e 8 minutos da manhaa.
PltEAMAR lili nOJE.
Primoiro as 2 horas e li minutos da manhaa.
Segundo as 1 horas B 30 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
28 Segunda. S. Ah-vaiidn- ni. : S-. Castor e Doroteo nuil.
l'.l Terra. S. Bortlioldii c. : Ss. Junas llarraohisio o Pastor.
i -10 "nata. S. Joan Climaco ; S. < linio ab. ; S. Angola f.
: 'II (lumia, s. Hallulla v. ni. ; S. Benjanill m.: S. Amos.
I Sexta, s. Macario; s. Valoneo ab.
i Sabbado. s. Francisco de Paula fundador : S. Mara.
:i Domingo. S. Ricardo ni ; S. Benedictof.; S. I rbico.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPClO NO SUL.
Alagoas, o Sr. Clainlino Falro llias; Babia, o Sr. Jos
Marlius Alus; Rio de Janeiro, o Sr. JooPereira Marlins.
EN Pl RNAMRII.O.
O prnpriotario do HI \RIO Manuel Figneiroa de Faria, na
| sua linaria proco da Independencia ns. C o 8.
GOVEHXO D.V l'HOYIM I \.
Expediente do din lO de mareo.
(Itllrio an F.xru. presidente da provincia do
Grande do Norte.Vcriflcoiidp-so lor ido para o importancia daMasasen*"do volla Europa ibis
Kio de Janeiro o bacbarel Vicente Korroira Coins, operarios belgas Flix llurbuy. o Godefrni Cabarlenv
como V. Exc. si' servir de ver do otlicio junto por "' V. S. solicita eiu son .ilTn-iu de 7 do corrento
su dos
Por decreto de ludo correle (ni Horneado o Sr. semill* provincial. (1 Otario nao est no ..
Ese ii Sr. presidente da provincia manda declarar visconde de Ypanonia membro da junta-administra- uniros jnruaes, A urna folba estipendiada pela as-
.i V. S. que ucsta dala expedo a conveniente urden! tira da caixa da amnrlisnjao. souiblea para publicar os Irabalhus o creio que por
-o napeclor da Ibesnuraria de fazciida para laza Por decretos de 1ft do corronlo foram uomeados esse contrato de algum minise djvc julgar
oulreg, oo agente comprador dessa repartirn Ce-] para a recebedoria das rendas internas da provincia Iriugida essa plena liberdado de censura, soh pena
lilliciu an Kxni. presidente do provincia do llio den l'orjaz do Lcenla, da quanlia de I08000 rs., de Pernambuco. de despre/arinleiraniente quolquer Jiu/o que a sin
INTERIOR.
copia, fuco seguir para II i oque V. Exc remollen- sobo.....
me roa o son de 18 de fevereiro prximo lindo "'lo "o B*. Vicente Korroira Comes. VeriUean-
para ser entregue ao dito bochare!. do-so tor V. 8. Seguido para o i-orlo, roinelln-lhe
Diloan commandante das armas.Teudo proro- de ordem du S. Exc o Sr. presidente da provincia
gado por mois o prazo de 15 dias, que obteve ein nflcioj que a V. S. dirigido por S. Exc. o Sr.
lde (everoirn ulliuiu o ro-ruta Agoslinho Sitares l1 residente do Rin tirando do Norte.
do Snu/a para provar a acucio, que diz tor para_______________________________________________
nao servir no exercito: assiiu o comuiuuico a V.
Exc. para scu coujiovimoulo.
Hito ao misino.Convindo providenciar sobro o
modo pralieo de se ubu-rcni u* jni'.iinmoniu] c
ulotisnios para a pharmacia militar, visto que a
esle respeito son omissos o* regiilamentos de 25 do
novembro del8(-i,sobn.:W7, ede 7 de mano de
1857, sob n. W00, Icnho rcsulvidu que so observe
o seguinte .-
1."Logo que for prevista a necessidadu de for-
necer-se a pliarmacia rom medicamentos ouateu
silius,
por
derrito
i.ancador, o seguiulo eseriplarario Jos Theodoro
I de Seiia.
Segando eseriplarario, o aoianaeiisu Angelo Cus-
1 ludio Rodrigues Franca.
. Amanuense, Jos llaplisla do Castro o Silva.
Por decreto da lucsiua dala ni ileuiillido se-
I giindo escripturario da Ibesuuraria de Malo Grugso
Verissimo Rodrigos de Carvalho.
RIlTE JAHO.
lO de iii;iii-.i de 185U.
Por decretos de 4,7,8,9 ell do coircnle foram
uomeados *
t) jui/.de direilo Minoel Pedro Alvaros Moreira
Villaboim, para o cargo de chele do policio do pro-
vincia du Espirito Sanio.
. o pnarmaceulico respectivo os requisita W^ra M:1,c,,,%A",1""il ^"g"" de
cirurgioJ-mr du ^ do'Amozo.aV8 '" |l,m"
i) liachorel Jos Mariano Alvos Ser'u, para o lu-
gar du jui/. luuiiicipal o do orphaos du terruu de
Carolina, na provincia do Maranho.
O baeliarel Manuel Alies du Luna Cordilho, para
PERNAMBUCO.
ASSENBLEI LEGISLATIVA PROVINCIAL.
SKSSVO ORIIIWaiA F.M 24 BE SMICO IIK 1859.
Prenideneiado Sr. harn de Vnmiirttii'the.
Ilisi-m-sii do Sr. l.-|iiil.ul(i I.:ii-i-i>iI:i,
|ii-i>iiiiui-iailii na sfstan il<- "I do
corrate.
" Sr. s. Lacerda :Sr. presidente, nao entro na
quoslan que so lom aventado sobro a audiencia pre-
via ota posterior do Exm. prolado-, deixarei esta
respeito se laca, porcotilar rom seitrande podei
conliuiiar a desfrutar ile maiieira uiais iudevida a
quanlia que recebe.
o Otario de Peniiiiulntco recebe do lliosouro nina
quanlia para potincar os tralialhos da asseinlila, Esaa publ
oulri-lanlo faz essa pulilic.-o ao da lu.-iueira inais mi-
seravel possivel. En nao presumo de oin'ilor, mas
iiisi-usatu creio que ujii son. (,>uein lor, porem. o
Uiario, o vir o que so diz ein mol iiOtuc, ler-iiie-ha
i-erlariieule por insensato, lia laiiUMbsurdo, lano
doscoiichavo que sein duvid.-i ino tijjoi por insen-
sato, entretanto creio que j cilsO naN faz de miiu
esse jui/.o.
ao Sr. Carneiro da Cunta, acerca du que disse em
sen primoiro discurso.
O Sr. Theodurii dn Silra : Sr. presidente,
osloii disposlo a volar pela emenda offereejda pul
ineu hnnradu amigo o collega o Sr. Manuel Caval-
canti. Nao doscoubei-o, cuino ello desconboco lalvo/,
a conveniencia de que sejain publicados os Irab.i-
Ibos o dolalos dosla casa__
O Sr. M. t'artilciitili : En n.iu ilcscunhecu.
ie em que so passa em panes .-suangeiros, ,,, [n,,. qu# f (( |(ofcM d( |a(jn a(.aba dc aspn
rcr comparar a concurrencia que ha no impresa do K lla sc Sr p.sidente, como a vista de ti
.-. eu BiudeJoiioiro con. a que se da ei.lre nos : .-iilr.- minant-s disi..,sir,.,s das nossas leis provil
O Sr. Throdiirt da Silr : Por SSO diflse lalvo/_ uutados. lom cuiitriliiinl
t-_. .^ ,...l.l:___- J.. ......:_ i......__________...'.
lauto qual ii tacto que ionios no Rio de Janeiro ?
(I Sr. M. t'aralranti :Eu nao Irouxe exempto
do Itio do Janeiro.
OSr. V. I'artelhi :II uobro dopulado disse que
o senado nao pago a pablicaro dos seos Irabalnos:
eu digo, que lauto o senado como a cmara dos do-
dar ossoncia do sv.sloma represen-
lalivo; mas o que me parvee qio'.-e deleriuiulilos
que os Irabalhos, OS debates da casa nao sejaiu inais
estipendiados pela provincia, a asna*mbla au lica-
r rodu/.ida a que seus Irabalhos deixem de sor pu-
blicados, nein a provincia deixar do ler conbeci-
mento de noaaoa dolales, isio, senhoraa, a meu rr
[ora de duvido.
para
si'iupro, o cun
publicacau dos
pequeas.
baldos...
II Sr. U. Caralranli:Eu fujii seaapr
po do Itiu do Janeiro
II Sr. \. Irlella
nos Iroux
II Sr. V. l'uraliaiili:Eu nao Irouxe.
Se oui Mina pocas, en que nao baria compe- para o sonado, disse-uos que esses Irabalho- eran
/ Sr. Oepulado Todo o muido d.i o devi- tecia, ora loivssario provocar o animara- couenr- l uiblicados sein estipendio dos cofres pulilicns. Mas
du descont.
O Sr. Ututoe! l'artikaiili. Mas un descont
demasiado.
F^u ja leiiho vorgoiiha quando vejo o meo uuine
no Oa rio, nao leio.
Islo cielo que nao suicide ooinigo *,luos CU fallo
SU por iiiini. -s
/ lia mi apa re. ]
O Sr. Mmuiel Cucalrauli : Fulo o Diario de forceen gratiiitamenl
rencta, estipendiando-a, essas pocas j nao sao asaj o que que se deu a sciiielhaulu respeito
mesmas, sao iiileiramento diversos. II que vemos Em un dos anuos passados leudo o senado cele-
nos II que di/.eui os fados i 11 que nos vemos, o i brado una sesso secreta, nao devendo 0 que su
que os factos di/.em o cuiuprovaoi, o que araba de paasou nessa sessao sor publicado, o jornal que ti-
assGvcrar. Nos sabemos, por ekemplo, ajue, eom nlia contratado a pnMieaee dos Irabalhos dessa
quanlu bajo un contrato celebrado cun a presiden- canjara enleuileu que doria dar mu rosiimu du que
ca, |iara que os trabalhoa das reparticoes publicas naquella sessau se bavia tratado. I'.ni consequen-
sej.iiii publicados por urna Ivpngrapbia, nutra se of- cia dissn o sonado euteiideu que nao devia conti-
.Resollido pela presidencia o foruecimeuto,
dever o delegado euajuuta militar de sodo, a que
se oddira o pharmarcutico do hospital, promover a
compra dos referidos objoeles por nioio de arroma-
"'r-iDacomfra' que se effectuar se lavrari un. I T'n ~id0!i P"r assi" ^
,a ',. .. buco, para a de lubannins. no do Coar.
., 7TT JTa"10 Se ""al"rao,1d"!,s. ^P'"8. <> juiz do direilo Francisco IJon.-alves do Bocha,
urna para a presidencia, que .remetiera a thesou- Ua ,.omar(.a ,,,. ,llll!uniIlls ,la provlldi| uu ^
'iiambuco.
i-rrcira Cornos, do ro-
, seni o menor relribuicao, uur o son conlralo como Jornal da Commtreio,
i u.suio ueparie. o posto que soja eu uaquelles eraambm-o que lom mu controlo, e pelo qual sein o mcni.r sobrio. visto que elle liiiho infringido nina condieao do enn-
que inais .lesojoin a liarinoina dns pudores, que pago, procede diste mudo e faz censuras iguaes al l'm Sr. Ve/lutada :No Biu do Janeiropoga-se a i trato que bavia celebrado...
mosmn recoilhecem sua uecossidade, nao quero- o.slo que se ve no relrosdeclo i ; iuipressoo do expediente a ..... jornal, o uniros pu- Im Sr. Herniado :-Pur una iutracao do cou-
re em caso algum que o pudor temporal dependa, 0 Sr. Sonza liis; K as notas blicam-o de gra.-a. trato! Dahi conclua para nos .'
do espiritual como querem alguns dos nobles de- n Sr. MWl Caeoleamlt : As notas vem no O Sr. Theodro da Silra A presideucio, di/.io j () Sr, A. forlella :-Dohi a conrlusao que o su-
pinados
rana pora a conveniente BaealLsaco, e. a onlra ser I para a de Tarlr,lu lla de Pcr*
entregue ao director dn hospital para a combinacoo O juiz de direilo Anrisio Fec
I1 l'IAmii fll(t iiiiini-li !: ik (I t\ i>ixtill iliin ii \ ihiiilnH ir -i i ^ .. i examo dos nbjeclos e da couta que o vendedor a-
p res litar. ,
r> "-^-Essaconta.em que o pharmaceutico far de-
clarabas de haver recebido os objectos dola cous-
loules, ser rubricada pelo director, que a trans-
uiittir a thesouraria para ser realisado o pagamen-
dc
to, urna vez que os preros o quaotidades dos objec-
tos iiieneiiiados na mesnia conla estejam de accor-
do eom os termos do contrato recebido naquella re-
particao pelo forma cima declarada :
O que conunnnico a V, Exc. para sua inlelligeu-
marca do Coriliba no provincia du Paran, para a
de Parauogu no dito provincia
0 juiz de direilo Antonio Jos Alfonso Cuiuiaros
da comarca do Algrete no provincia de S. Pedro do
Itio-Crandc do Sul, para a do Coriliba na do Pa-
ran.
Fui recouduzido o bacbarel Jos Marlius Vieira,
no lugar de juiz municipal e de orphaos do termo
da Laguna na provincia dc Sania Calhoriua.
Conccdcii-sc permisso aos padres Jos Antonio
. de Olivcira Paos Leito, vicario collado da trciruu-
',.,,Tl.elTr a ^ hTP" zia d<' S- Jo:, BaPisla ^ iJi'd<; Jl! "cabe, e Joa-
H II 8 f d". "<<"$""'-"">? d re"''- quilo da Fouseca e Cruz, vigario collado da fregu-
Hinietteu-sei-pi. desteolbco ao mspectorda the- xia du sanlissi.no Sacramento do cidade de Caula-
s. i rana do fatenda. I gallo, da provincia e hispado do Rio de Janeiro,
,,,:?: 'ff10' t hcsourari.defazenda.-AI-, ara p,.r.nu.aren, entre si as suas Ireguezias. '
teiidendn aoque requereu o alteres reformado i Tivcram merco de serventa vitalicia -
do exercito Damin Jos de Albuqucrque, ajudaule
da fortaleza de Tamandar, tenho resolvido que,
eiiiqiianto o contrario nao for determinado, sobr'es-
teja-se na demolicao da dsa de taipa, em que resi-
de o mesum olferes o se acha edilicada dentro das
600 bracas daservidoo militar doquello forlaleza.ro-
iiio onusta da relarao aiiuexa ao otHci.i desla presi-
dencia de 12 de agosto do anuo prximo passado :
o que comniunico a V. S. paro sua iutelligencia e
al i ni do o fazer constar ao procurador liscal da fa-
.sniirario nacional, para os ell'eilos necessarios.
Hilo ao inspector do arsenal de marinha.Visl
Manuel Miqueliuo de Almeido, dos ollicios de. ta-
bellioodo publico judicial e notos e escrivoo de or-
phus de Porlo-Alegre, escrivoo de ausente e cs-
crivo do jury e execucoes dos lorios reunidos de
Caravella, Virosa e Porlo-Alegre na provincia da
Bahia.
Francisco Jos da Cosa Ferreira, dos ollicios de
partidor c distribuidor do termo da cidade de Cua-
rotiuguela, na provincia de S. Paulo.
Foram perdoadus;
A Mannol Martins Ferreira, a peno de dous mezes
le prisn e mullo correspondunlo melado do tem-
o requenuienlo, no quol Manoel Ftguetro de Far.a ,, ,,,. ||. {oi ilu,,sl1 p,;r sentenea do juiz uiunici-
podio fosse reformada a coala apreseoUda por esse pal da 1 vara do corle '
arsenal, na importancia do >87a29( rs. proveniente | \ Jos Roberto Bapt'ista, a peo;
du enuci-rto, que se fe nas ofucinas desse estabe- j Uo de prisao rom Irabalho a 'iue
lei-imenio em urna machinado imprimir, que c purseuleiua do jur\
prnprietlade do gappliuaiile, resolv indeferir essa Paran.
Iirelunciio eom o despacho seguiule : Tundo o ar-
senal diHipeodido a quanlia que figura ua conla
junto, nao pode a presidencia dispensar o suppli-
cante deseu pagamento, aiuda que se cousegniss.i
mostrar tersido caro o eoucerlo : o que coiumuuico
a Vine para os devidos ell'eilos.
Dito ao director das obras militares.Vista a in-
formarn que Vmc. ininisirou em 18 de Janeiro
ultimo, sob n. 13, eom referencia ao olucio du l-
enle general coinmaiidaulc das armas, tenho re-
solvido que sejam arrematados lodos os coucerlos
iudispensaveis no quarlel do guarda nacional aqua r-
telada, aabmettcndo Vmc. approvacao desle go-
veruo o contrato, que li/.er.
Dito ao mesmu.Remello por copia a Vmc. a
comiiiunicaco, que dirigio-meem 6 do crrente o
.l.-
ia dc qualru an-
quu fui coiidomuado
Morreles, na provincia do
A gueda lludrigues da Coneeici c son ftlbo
Cunelo Rodrigues do Souza, o reslu do tenipO que
Ibes falla para cumprirem a pena de 13 ounose 4
mezes de prisao eom irabalho, a que foram con-
demuadoa por sentenea du jury do cidade de Oeirus,
na provincia do Piauby.
Foram iiouieadus :
O amanuense do secretorio da provincia de Mi-
nas-Ceraes, Anluiiio Pedro Tassra du Padua, para
o lugar de orlicial da mesnia secretaria.
0 major Francisco Iganaco Ferreira, para coro-
nel comniandaiite superior da guarda nacional da
comarca de Sanio Antonio da Palrulha, da provin-
cia de S Pedro do Rio-Craudo do Sul.
0 major do 7" batalhao de inuntaria da guarda
nacional do municipio da corto Norberto Ausgusto
eiigenheiro da companhia de illuminaco a gaz oes- Lopes, para lenenle-coronel coinmandanlc do ba-
la cidade, acerca doscauos de ferro requisitados por
Vine, em seu otlicio de .') do correnle, sobn. 55.
Dito ao director do arsenal du guerra.Mande
Vmc. apromplar os objectos mencionados na rela-
co junto, visto que podem ser ah manufacturados,
como declarou o conselho administrativo em otlicio
de 7 do crrente.Communicou-se ao conselho ad-
ministrativo.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.Em
aiblilameulo ao meu olDcio de lioulem declaro
lalhao de artilharia do mesmo guarda.
Jos Antonio da Molla e Silva para major do cor-
po de ravallaria n 25 da guarda nocional da pro-
vincia de S. Pedro do Riu-Crande do Sul, Ib ando
sera etreilo a reforma que llie fui concedida por de-
creto ue 28 de dezembru du anuo lindo.
U major del* linha Jos da Silva Marques, para
servir no 8"corpo decavolloria da guardo nacional
da dita provincia.
0 lente da guarda nacional da mesnia provin-
,. ^iiiiiuii im^iviiili uu lll< .-lll.i inui III-
a \mc. que Oca designado o contador dessa thesou- ca Maduel Peroira Mariel; pura aiudanle du corpo
rana Antonio lardoso de (Jueiroi Fouseca para exa- de cavollaria n. la da relerida guarda
minar em escripluraiio pur pan idas dobradas os | Foram reformados nos meamos poslos :
fazer o que a commisao disse.
" Sr. .S'. I.aterda :A ruinmissan acousolha so-
iileule a audiencia, mas nao que nos siijeilemos
deciso do poder espiritual.
11 raza ai-se ali/nns uparlei.)
OSr. S. Lacerda : Eu creio que us tiobres de-
pulados por pcrloiicoroiu milito dislincla classe
sacerdotal, s vcemaqueataopnrtta tado.
O Sr. I'. Duarle :Eu quero a harmonio dos
poderes.
O Sr. S. Mierda :Ficondu superior o OSDeri-
Mas, Sr. presidente, o poni sobre que luem de
versar as miiibas observaeoes ootro. Eu combiuu
porfoilameiile cun a coimisso no concuuo do
parecer ; ciileudo que deve ser ouvido o prelodo e
antes do ser o projootonsubniellido discussao, in-
felizmciilcnao tevetato lugar; e o projeclo veio
discussao m/ forma do raomliiln, mas anda creio
que, u parecer da commissu osla nu caso dc ser
al tendido e deve ser votado nesla parto, taoto mais
quondo j apparece un requeriiuonlu para que
soja ouvido o Sr. hispo depois da priiueira e se-
gunda discussao.
Eu entend), Sr. presidente, que a audiencia do
prelado pode inlluir limito na votaran da casa ; o
mi salido o primoiro discussao sobre a ulilidade
do projeclo, vendo eu por oulro lodo que nao te-
mos liosos paro conliecermos o ulilidade delle, por-
que a nohre coimisso recouliece a MMHiaW
de ouvir-so o prelado previamente, claro que o
recoiiheciinciito dessa necessidade nao s a har-
mona dos poderes, mas laiubom c principalmente
paro saber-so se o Sr. hispo tem razos solidos a
respeito do projeclo.
O Re. r. ae i ampos .i.u cen, que c quem uio.
lhor conhece aStnecessdades du seo rebanhu.
I) Sr. S. Mierda:Sendo 0 prolodo quem inellior
conhece as nocossidades do Seu rehaiibo, como diz
o nobr! dopulado, pudendo suos inforinacoes in-
lluir mesmo no espirito da coiumisso paro que
nao passo o projeito em primeira discussao, deve
sor approvado o parecer da eommissao, a esta lite
deve dar seu voto pnis BSSU1 se exprimi.
Pola importancia que podem ler na casa essas in-
formaedesdo Sr. hispo, uo posso volar pelo re-
querimeutu que quer que elle sejo ouvido soui pre-
juizo da primeira o segunda discussao.
Vejo tambera, Sr. presidente, que o projeclo
alm de crear a freguo/.ia tiro partes de :! oo 1 fro-
guezias : vai mesmo mais adianto, nao s lira par-
Ios de froguezias da comarca do Cmaro, COMO
tamben) de nutras comarcas, e Irazendoialo allera-
ces de oulra ordeni sobre as qoaes as informaces
do Sr. hispo por si s nos nao pdem salisfazer, eu
aprsenlo un requoriiuenlo caso pora que soja
lamheui ouvido u presidente da provincia. II projeclo
traz alteracoes que nao sao meramente espirituaes,
sao eloitorocs ele.
0 Sr. I', de Campos :Eu goslo Unto da harmo-
na dos pudores que voto paro ser ouvido tambera
o presidente da provincia.
0 Sr. S. l.arerda :-Assiiu, Sr. presidente, vou
mandar meso o met requorinieulo.
OSr. 1." .SVrrrnrio rc-qiior que a votaco da
emolida soja por partes, o decidindo-se assim ap-
que OS traoaUMM do senaao ann.s ua rooincacau deve esse Iraliallin sujo
eroin publicados sein a mnima paga : o que nao iui- a nova uorreccao'afim do que essa codincacJKI soja
pedio que os joriiaesdispulasseni entro si a prefo- a mais correcta possivel. Por lauto, se se appella
prorada a primeira parlo da emenda e rejoitada o ; rencia de pulilica-los eom antecedencia. Nao s | paro o que so |issa no Rio de Janeiro, ve-so" que
rooi nianli'iii o que la se passa contrario idea consignada na
segunda
O projeclo vista do regiment fica dependen!
de nova discussao.
Segunda discussoo de oiramenlo provincial.
Arl. 2." Com o assembla provincial :
$ I. Subsidio dos dcpulados em
tres inezes de sessao......
8 2." Ajudo de cusi de viuda o
mita dos depuladus de fora da cidade
o provincia.........
S '-i. Einpregados da secrolaria. .
5 I. Espediente e asscio da cosa .
8 5." Publicarn dos debates. .
1G:560J(I00
3t:62S0tl0
Vai mesa e apoia-sc a seguintc emendo :
Suppnma.se u 5 5u du ort. 2."-.l/. Chtal-
canti.
O Sr. Manuel lUiraUnuli jusliticaiulo o sua eineu-
da produz os razoes que leve para anreseular a
suppresso da consigoaco para a publicacao dos
deboles, o censura novomonle o modo incorrecto
porque se faz nrj Diario essa publicacau. Diz que
a despez que disso resulla intil o prejudicial ;
e prejudicial porque o correccao dos discursos d
logara que ns Sis. deputados nao preslem militas
vezes a precisa alleuru a materias importantes que
se disculem : iiiulil pela incorreci o o irregula-
ridade com que se pubucam esses discursos.
Alera disso diz o orador que miiilo.ioiinigo di
que o contrato fcilo com o
islo : pnis sabemos que o Correio Merca
nina lula recuiibecida o palele com o Jornal do emenda do uobro dopulado. E jior ventura a as-
1'oainiKiTo, por Musa da precedencia nos publico-1 sombb'-o geral que lom visto seus Irabalhos pu-
ces dos actos da adiuiuislracao, dos despachos dos > binad is nos dillerenies jomaos algum dia recuoii
ministerios.
Se, purlauto, em oulras pocas, dizia eu, era ue
cessanoanimare excitar a eoncorrencia, bojejieel l'm Sr. Depuiado :-Al este anuo pStsodo aug-
iioii d isso. ijuandu os factos nao exislissom, eu Benlou-Se a quot.i.
nao cuuiprohenderia que o intoresse dos jornalistas! OSr. I', de tirito:Tamben] aqui se deu o auno
1 :'.)'MfOI)l) nao os obrigosse a fazor essa piiblieoeo, anda que i passado depois do Irabalho feilu mais 500J.
i:'J0jlKI0 gratuita, qiiando del la Ibes resultara, som duvido, OSr. Wl'orlelta :Eu nao me sirvo s dosexem-
-OU9OUI) inaiur numero do ossiguoules e mais importancia pos do Rio de Janeiro para mostrar que a assem-
6:750$IIOO para os seus jomaos. i bla deve continuar a pagar a publicacau do seus
Enleudo coiiseguiuloiuente ipie a eoncorrencia se Irabalhos, slo apenas servio de resposta ao que o
lio de ostabelecer, som necessidade de estipendios, I uobro deputado disse, pois elle appellou para us
o, sendo desla opinio inclino-me a volar pela einen-, osemplos do Rio de Janeiro. Eu vou innslrar que
da do uobre depuladu.
Mos, Sr. presidente, non era sobre esto ponto que.
lar-se.
lo ler
isposices das inissas leis proviucioes,
cuino as que se acbam no artigo 52 da le provincial
de 1n5u" o do art. II! da ledo auno passado, anda
esto casa nao lenho recebido lodos os relalorins e
documentos utiicioes...
l'm Sr. Ilepiilado : E de quem a culpa.
O Sr. A. I'orlella : Eu enlendo que sendo lio
l"a""n>''spressas asdisposioos deslas leis, o que foram
mis tra .decretadas pela grande ililidadade e necocsidade
urgente que ha desses relalorios, para confecro dos
......" lX,|o-, Irabalhos legislativos, o resultado mostra que lio
. .. f'iraiu ellas cumplidas, por que ha milito esta pas-
- O nobre dopulado fo, quem ,..,,1,, 0 {,ri/n ,|1K. Pm |aes dis|,sio,.s fo lllarc!du,
donde resulta que ha urna talla e falla grave.
/ i Sr. Depiilado : Da parte de oueiii?
\.i:,rlella :-l.....bre dopulado appellou ,, .s-,. ,ej,uln " Sr. A. Porlella : Xosei de quem i culpo,
mas consta que os chefes das reparlices tem re-
niettidu MMS relalorios typographia", consto mes-
mo que ogorerno tem remettido ludo, porque oxv-
lalurio do presidente fui litio uo Io de marco e sen-
do confeccionado vista dos relalorios parcaes.uoo
se pode dizer que ellos ainda lhc sejam necessarios
o euiiii parece que dcuirode un mea decorriduha-
via lempo sullcieiile paro que se lzesse a impres-
so.
f'i Sr. Ilepulado : t) controlante tem ( dias,
para o iuipressu dossos Irabalhus
o Sr. x. I'orlella : So o nobre deputado me
assevera isso eu nao podore dizer mais nuda, so-
nao que cxisleiu essas disposirocs legislativas e que
nao foram comprlas.
ruucluu que
procurar rom-
enlos dis-
se mais
ez que se
depois do
isso ape-
nistancias.
___hece eslar
perdendo o seu lempo, hilando contra urna poten-
cia tan respeitovel cuino un gazetero, taoto que
desla classe saliera ministros, depuladus, senado-
res, mdicos e al ongenheiros ; uin gazetero serve
para tudu, pul cunsequenca preciso ler muilaco-
ragnni para lular contra seraellianle gente. Acres-
ceull que sabe que sita emenda nao passa, porque
eu desejava follar, puraue ellej eslavo discutido,
o eu poucu puderia accrescontar aoque se diS-o. So
follei a respeito foi por ler motivos diversos doquel-
les que os nubres deputados desenvolvern!, ein
suslciilacn de suas ideas.
Sr. pre-idente, g orcameulu provincial a mais
importante das resoll oes, que lomamos ; o pro-
jeclo mais momentoso sobre que legislamos ; o
projeclo que demanda dc nansa parle porfoitoco-
nheciraenlo dos recursos da provincia ; o que
exige a aureciaco de diversos documento*, do di-
versos relalorios, eui su mua do mullas pecas oili-
provilegios, e que o contrato feilu com o Diario | ciaes, alim dc que, avaliamlo-se os circuiustani-ias
imuortandu un orevilegiu -n .o'pode diovu- de da provinc), se lhc possa iiuprimr' melhor di-
in.pugi,a-i... o oepotrae mais aiBU.....lA.sitfer..-, ,-,,Cor.. awrnarem-se medidas oneetMatosa mo-
cos eonclue declarando que vota cunta a c.onsig-1
I liorar o sen mo
Mas, Srs., onde esloo esses relalurio... onde eslo J,"rn
-oucurreutes ao lugar vago do segundo escriptura-
rio dessa reparlico.
Dito ao engenheiro W. H. Peuiston.Comniuni-
co ao Sr. engenheiro W. M. Peniston que vio ser
siibmellidos aos ao governo imperial os planos.que
o Sr. Penislou remellen a esla presidencia em 16
de fevereiro ultimo, para o melhoramento do porto
c onii.struecn, da nova ponte do Recite.
Dito ao comiuaiidanle do corpo do polica Man-
de Vmc. dar baixa ao soldado do corpo de seu com
mando Aureliaoo Pereira da Silva Nevos, que ten-
do lindado o lempo de seu conlralo, nao deseja
continuar a servir.
Dito ao provedur de saude do porlo.Faca Vmc
opresontar ao inspector do arsenal de marinha o a-
fricaao livre Joaquim, que eslava destinado para o
servii-o do lazareto do Pina, e que all nao deve con-
tinuar, como Vmc. declara em seu oflicio de 8 do
correte.Commuuicou-se uo inspector do arsenal
de marinha.
Dito ao couselho administrativo para fornecimen-
lo do arsenal de guerra.Autorso o conselho ad-
ministrativo a comprar para a aula dos aprendizes
menores do arsenal de guerra, os objectos mencio-
nados no pedido junto.Communicou-se ao inspec-
tor da thesouraria dc fazenda.
Dito ao couselho de compras navaes.Pode o
conselho de compras navaes acceitar as propnslas
apresentadas para fonieciraeuto de diversos objec-
tos destinados aos navios da armada e estabeleci-
mentos de marinha, como se v da relaco e termo
annexns ao seu otlicio de 5 do correule.
Dito ao mesmo. Autoriso ao conselho do com-
pras navaes a promover, na couformidade dns arts.
8 o 11 do seu regulameuto, a acquisico do mate-
rial constante da relar.ao aunexa ao scu otlicio de 5
do correule.
Dilo 4 cmara municipal do Recita.Convm que
a cmara municipal de Recite me declare se leve
lugar no dia flxado pelo arligo 25 da le regulameu-
tar n. 387 de 19 de agosto de 1816 o reunan da
junta qualilicadora da freguo/.ia de Muribeca e no
raso negativo, a razo porque.
Dito raesma.Cumpre que a cmara munici-
pal do Recite, me informe se a nula qualilicadora
da freguezia do Santo Antonio desta cidade reuni-
se depois do intervallo de 30 dias, para tomar co-
nhecimento das reclamaces, na couformidade do
ortigo 22 da le numero 387 de 19 de agosto de
184fi.
Dito a mesnia. Tomando em consideraciio o re-
querimenlo, constante da copia iuclusa, que me foi
apresentado por Jos Francisco de Souza Leo, as-
sim como o documento annexo,'no qual se mostra
3ue o peticionario, leudo procedido s diligencias
a lei regulamentar Ui 387 de 19 dc agosto dc 1846,
na qualidade de juiz de paz, para a reunan da junta
qualilicadora da freguezia de Jaboato, deixou de
presid-la pelos motivos de molestia, que allegou,
fazendo entretanto as necessarias coinmiinicacocs a
esle respeito, resolv releva-ln da multa de Hlil.jOiMI
!|ue, por portarla de 25 de novembro ultimo, lhe
oi imposta em vrtude do arl. 126 da lei citada : o
quecommumeo a cmara municipal do Recite, para
que nesle seolido expeca as suas ordeus, fazendo
constar esta deliberaco ao referido juiz de paz.
Portara.O presidente da proviuca attendendo
ao que requereu Jos Maximiano Alvos Cavalcauti,
praticanle da thesouraria de fazenda, e tendo em
vista a informacao do respectivo inspector, datada
do primeiro do correnle, sob n. 152, resol ve con-
ceder-lhe 3 mezes de licenea cora veocimeulos na
forma da lei, para tratar do sua saude fora desln
capital.
Expedienta do serrelario do jotxrno.
Offlcio ao primeiro secretario da assembla le-
gislativa provincial N. 66.S. Exc. o Sr. presi-
dente da provincia manda remelter por copia a V.
S., afim de serpreseote assembla legislativa
provincial, o ofcio, que em 28 de fevereiro ultimo,
lhe foi dirigido pela cmara municipal de Gara-
nhuns, acompanhando artigos de posturas.
V ai i mesa e apoia-se a seguinte emenda :
liiipresso don Irabalhos da casa, salvo a pu-
blicacau dus debates, hOlMI-pM).Souza liis...
O Sr. Carneiro da Cnnha :Sr. presidente,po-
de o uubre depuladu que acaba de assentar-se, nao .presidencia, se bem que corra imprusso em Diarios,
essas pecas uflieiacs, too necessarias para que pos-
sainos legislar com acorto .' lla quosi un me/, que
Iraballiaiuus ; o oulretoutu, u que leuius rc-cebidn?
Apenas os balanceles parciaes, e o ornamento do
thesuiirario ; mos nao lomos aiuda o relalurio da
. nMHWD I".. UIO. 1 '.OOS jOl Olios illl|||| UlU l"ll|"ll -. ., ~~-----,------------------ f-----------1 |--------1------
1 onte a ideo de cuiisgiiar-se fundos para a publica- ri"or navido ha discussao induz bem a esperar
,.:, de lao* irabalhos?... cs*o resultado
Declara nao ler fallado nos osemplos do Ro de
Janeiro, niesmo porque quondo quer buscar exem-
plns de alguma cuusa prnveitosa, e isso tem succe-
dido no Rio de Janeiro, fecha os ollios e vai odian-
le : que quera follou no Rio de Janeiro foi ontro
dopulado em aporte. Di/ tambora que amigo da
publicidado, mas quet a verdadera miblicidade.
quer que se publique o que se passa na casa, e nao
o que nao se passa, cuma publicacau soffrivel. Os
factos provain que se pode obler se'm paga do the-
souro, e essa mullo melhor do que a manifesta-
raoque boje se d com a publicacau paga, e esta
uo se inelhurar por corto a nao'ser que. se dem
duas mi tres edieces de discursos.
Emende que a pubticaeao actual, nao satisfaz a
caso, polo menos o nao salisfoz o ello orador, mas
que sendo oaaa sua opinin a can pode ler onlra
contraria e resolver o que entender conveniente
O Sr. I'orlella :Sr. presidente, louvo multo ao
nobre deputado pur non reprcseulor nesla casa o
papel de agente de perindiqueiros ; dou parabeui
osla assembla pela nstciitaeao que faz o nobre de-
puladu de n.iu ceder iulluelicia, preponderara o
omnipotencia da impreusa : laincnlo porm que o
nnoro deputado, nao sotisfoito cora essa sua post-
ran, uo Irejiidasse em quolilicar oos ineuibros da
assembla proviucol de agento! periodiqueirus,
quondo disso que eslava bem Ccrfc de que a sua
01.....lla nao passaria porque os periodiqueirus leeiu "
.....s un lo.i pono.
oulra* cuiisideraees de ordem mulla superior me
levara a votar contra o emenda, e estas sao as sc-
guintes. Enlendo, e o nobre dopulado nao contesta,
porque quasi nao se pude por em dvida que ne-
cessario o publicacao de nossos debates: uniendo
lambem e nao se pode deixar de entender que o as-
sembla desojando a publicacao dos seus Irabalhos,
deve eslar munida dos meios necessarios para que
essa publicacao sejo feilo de raudo que julgar mais
conveniente: enteudo quouostascoiidioeso assem-
bla nao pode de modo algum consentir que seus
Irabalhus sejam publicados incorretamento, nio os-
lando habilitada cun OS meios iiocesranos para ivc-
lifiear essa publi.aoo iniesuta.
l'm Sr. Depafado : Isso
Sr. -V. Porl*lS: llesmo
ual seria a no-rio d.i .
1 sena a pn*i im ua ki
aos Ovesse o'uiroiin do
pinudii ha cnnlrnlo. :
iarfdo nao hoiivor. |
ila, -o cada un dos '
hlicar cuino oiilon-
Desiderio Carcia da Costa Hamos, ienoute-coronel
do batalhao de reserva n. 3 da guarda uacioual do
provincia do Rio de Janeiro.
Jos Juaqoim Comes da Costa, niajor-ajudoule
d'ordcus do exliuclo comniandu superior do guarda
nocional do municipio de Piratiniu da provincia de
S. Podro do Itio-Crande du Sul.
17
Por decretos do 11, 15 o 16 do correnle :
Foi iinnieadu 0 juiz de direitu Manuel Jos de
Freilas Trovossns pora un lugar de deseiubargadur
da relaco da curte.
Concedeu-se as honras de desenibargador ou juiz
de dreito baro de Corono.
Foram removidos por assim o haverem pedido:
II juiz do direilo Vicente Ferreira Comes, da co-
marco dc Serid, na provincia do Rio-Craudo do
Norte, para a de Algrele, na dc S. Podro dn Rm-
Craudo do Sul.
O juiz de direilo Jos Quintino de Castro l.eo, do
comarca de Cavalconli, no provincia de Coyas, para
a de Serid, nado Rin-Crande do Norte.
Foram uomeados :
ll juiz municipal Joaquim Jos llenriquc para n
lugar de juiz de direitu da comarra de Cavalcauti,
na provincia de Coyaz.
t Dr. Horinogeuos Scrates da Silva Cabral e
Vasconcellos, juiz muincipal-do termo de Bag, ua
provincia do S. Pedro do ltio-Craiiib- do Sul.
O bacbarel Manuel Carcia Cl Piuientel, juiz mu-
nicipal o de orphaos du termu de Pelotas, na dita
provincia.
O Dr. Jes Mario Lopes da Costo, cirurgao-aju-
danlc do corno policial da corle.
Francisco Jos Borges, lenente-coronel coramau-
donte do 7" batalhao de iiifoularia do guordo nocio-
nal da provincia do Rio de Janeiro.
Joaquim de Souza Leo, major commandanle da
seccu de batalhao de reserva n. 1U da guarda na-
cional da provincia de Pornambcun.
Foi perdoado ludia Marlba Mara da Conceiro
o resto do lempo que lhe falla para cumprira peno-
de 12 anuos de prisao ai que foi condemnada por
sentenea do jury da cidade de S. Jos do Mipib,
na provincia doRio-Crande do Norte.
Foi coinmutada era degredo perpetuo para o pre-
sidio da ilha de Fernando de Noronha a pena de
morlc, em que foram condemnados por sentenea
do jury do termo de S. Jos do Mipib. os reos Jo-
s Antonio do Carmo e Mara Francisca.
21 -
Por decretos de 1K de marco de 1859 foram re-
movidos
Sessxo oiuiiwiuv km 29 ni: hasio di 1859.
Presidencia do Sr. llardo de Camaragibe.
olllii VI lio DIA.
(Conelusao.)
Torceira dsrussou du projeclo n. 2 desle atino
que flxa a fon-a policial.
\ ai mesa e apoia-so a seguinte emenda :
Suppriina-se o emenda addilivo do artigo 1.c
acresconle-se a emenda du arligo 3., o seguinte :
Picando tambera o presidente autorisado adis-
pender ot quanlia do 20:lllNI$tMI0 com o guarda
nacional empregada no servieo de polica, de cou-
formidade com o arl. 7 da lei n. 603.Manoel Ca-
valcauti.
O Sr. Manoel Cacalcanli : Nao soi se a casa
presin a devida olleiico miaba emenda, o por
isso vou explica-la
i que se inarcou em segunda discussao fui a tor-
ea de Wfl procos em lempos ordinarios, o IMK) em
cosos crticos c extraordinarios. Pcrsuodo-iue que
ha dilliruldade em completar as iOtl Hacas, mesmo
com o augmento do sold ; o so lio dilliciildade em
completar as iOO procos, muilo mois dore haver
era completar as 6110.
lira, se o presidente livor uecossidade de furca,
vai chamar a guarda nacional, conforme a iulelli-
gcucia que se tem dado no ortigo da lei [intelligoii-
Cia que eu nao admiti) chamaiido-se para destaca-
mentos procos de guardas iiaciouaes muilo lem-
po......
Ora, a lei nao monda isto, o que determina o
que os prcsvJcntcs em certos e determinados casos,
como sejam os de condueo do presos, diligencias
policioes, etc., podem chamar a guarda nacional.
correado o desposa por ella leita por cunta do pro-
vincia.
Isto que da lei, e os avisos nao fozem seno ir
deaecurdo cora ella, isto .recoinnieudar ao* presi-
dentes que a dospeza foila com essa forjnscja pago
pelos cofres provincioes ; mas tem-so Jssondo en-
tender lei o os avisos do um modo um poucu gra-
vosu para o guarda nacional, c quando falla torca de
policio deieriniiia-se que tantos hoiiieus da guarda
nacional liquem destacados pei-niauenteinenle. Creio
3110 ningiiom dir que um aesloeamcnlu de puucos
ias, para ronduzir dinheiros ou presus, soja to
gravoso como um destacamento permanente, que
oque eu nao admiti.
Parece-mc que esse mal (lea prevenido com a mi-
nha einenda ; quero que se lixe nina quanlia para
ser despendida com essa verba, porque ulna vez
que a presidencia se julga aulortsada por lei a fazer
essa despez, preciso que nos morquemos umo
O juiz de direilo Ennano Domiiigiics do Coulo, ; quanlia para elle despender, do contrario pode elli
da comarca dos lbeos, de 2J entrela, no provin-1 dspender indefinidamente. Esla despez poda ser
cia da Babia, para a 1' vara crime da capital da foila pelas evenluaes, mas isso assim seria muilo
provincia de S. Pedro do Sul, do 3* entrancia. ampio, c mesmo c preciso que nos lixemus urna
O juiz de direilo Antonio Joaquim Mnnleiro de ideo sobre o iutelligencia da lei.
Sainpoiu, da comarca do Villa Nova, del" enlran-
cia, na provincia de Sergipe, para a do Ilhos, dc
2" entrancia, no da Bahia.
Foram Horneados :
O bacharel lluguliiio Ayres de Freilas e Albu-
querque, juiz de direilo da comarra de Silla Novo,
ua provincia de Sergipe.
Joio da Porciuncula Valonea, major commandan-
le da soccoo dc batalhao de reservo u
nacional provincia de Pernambuco
l'm Sr. Deputado :E priva o presidente de ex-
ceder essa quanlia votado 1
0 Sr. Manoel Cacalcanli :A essa pergunta nao
sei responder.
Se houver umo necessidade extremo o presi-
dente ha de laucar mao do torca c se exceder o quo-
ta, a assembla ha de approva-lo; mas convm
que ns approvemos essa despeza, preciso que
da guarda : ao menos saibamosos motivos por que sodespen-
j de, c nao que so possa augmentar a despeza sera a
Joaquim Alvos Uozorra, major commandante da devida apreciaro dosla cosa. Eu que sou olgumo
seceo de batalhu da reserva n. 8 da guarda na- | cuusa restricto, aprsente! a emenda por entender
cional da provincia do Ccar. i que ella seria um pouco inais conveniente do que
Foi reformado Anlonio de Moraes Lamego, capi- deixor-se ludo ao arbitrio do governo.....
lio secretario geral do commando superior da guar- L'm Sr. Deputado E som os 20 contos *
da nacional dos municipios de Compu Mainr e llaiao 0 Sr. Manuel Caialcaati. Exilo na approvacao
na provincia dn Piouhy, no posto de major da mes- um caso duvidnso e que me parece deve merece,
ma guarda. Um pouco a atlenco da caso.
Coucedeo-se permisso a Jeremas Alberto Fres, Eu submetto esla emenda apreciacu da casa,
Io tabelloo do publico, judicial e notas da cidade ella que lhe d a importancia que achar convenien-
de Pelotas, e a Francisco Jos das Noves, tabcllio te e at mesmo passando ella, j ns nao seremos
do publico, judicial e notas da villa de S. Jos do to speramente censurados pelo sabio economis-
Norte, na provincia de S. Pedro do Sul, para per- la autor do retrospecto do Diario de Pernambuco,
mutarem entre si os referidos ofBcios. que creio devia ser mais atlencioso para com a as-
querer a publicacao dos debates desta casa, por um
contrato, essa a sua opiniao, bem. E al ejj o
acompanbaria neUa.seostivesse persuadido de que
se puderia oblor o mesmo Um gratuitamente. Mas
ocho isso iinpossivel, principalmente em um lempo
em que s se faz reclamar contra as pequeuas pagos,
quamb nao vejo que ajguciu queira trahalhar som
relribuicao. E, Sis-, os Irabalhus gratuitos, nao su
os mois convenientes, e dosla opinio o nobre de
pillado, porque lia puncos dios, quondo elle lamen-
ta va o mo estado em que nos adiamos quanlo
polica, nos disse, que esse estado pruvinha dos car-
gos polieiaes serera exercidos gratuitamente, tira, o
nobre depuladu que assim peusa.entonde agora, que
se pude tor a publicacao dos debates por tachigra-
phos, corrigir discursos, liscalisara publjcai-au, cha-
ma-la ordem quando se llzer iraperfeila etc. c islo
sem paga ? !
OSr. Pereira de Brilo :Que analoga !
O Sr. C. da Cunha :Tem analoga, em se que-
rer um servieo gratuito e uniros nao.
L'm Sr. Deputado : Nos nao precisamos desla
publicacau que acliiolmenle so foz, porque intil.
Oulro Sr. Deputado : Anda que nao so a pol-
ifila, cuiivem quu contine, porque so pode me-
llinrar.
Oulro Sr. Deputado :Temos quera faca o mes-
mo groluilamoutu.
0 Sr. C. da Cunha : Srs. eu nao me lo mui-
lo nisso, porque cedo, ou se ha de pedir urna remu-
nerocau, ou deixor de ozer-se u Irabalho. Eu por
mira, nao quero nado degraca, isto nao quero
servicos gratuitos, o nobre deputado enlendo o
eonlrario ; sao opinies, o codo um de ns est no
seu direilo.
Mas, seiiburos, nao foi pora e que acabo do dizer
que ped o palana. Quera fazer sentir ao nobre
dopulado qi e ostranhoi que elle viesse Irazer para
esla caso, u poro o discussao do projeclo de orca-
meulu a reunan que leve lugar em atiaba cosa', c
poro a qual a convidei...
O Sr. M. Cavalianli: Eu respond ao que o no-
bre deputado me perguntou.
O Sr. (.'. da Cunha : O nobre dopulado falln
em urna reunio no raiolio casa, por causo do deli-
cie cora que j se timba espantado e alerrorisado a
assembla...
O sr. M. Cavalcanti : Disse que ouvi tallar era
dolicil, poi'giiiitaiiilo-ruo o uobro deputado quera rae
hovio ollirmado haver delicit? Eu acrescenlei, foi
o relator da coiumisso; o tonto assim ero, que con-
vduu os depuladus para ulna reiiuao em sua caso,
na qual se deca tratar dos meios de occorrer a esse
delicie
P Sr. C. da Cunha : 0 nobre deputado talln
friiiieiro nessa reunio, perguntou pelo delicit, eu
lie respond, e inoslraudo-lho o projeclo disse-lhe,
veja que nao ha, aoque um Sr. deputado rae redar-
guio : isso copia do orcamcutu da ^hesnuraria,
cuino se copia, ou nao copia, depois que eu o subs-
crevu cura o raen numo e prsenle ua casa, nao se-
jo considerado como upinio minha, ouda commis-
sou deque foco porte.
Srs., a reunio que houve em minha casa, nao foi
para obler OS meios de occorrer ao delicit ; a eom-
missao desejava nuvir a opinio dos seos collegas,
quera sera apralo, familiarmente, saber de onle-
mn qual u systema que a assembla eslava dispos-
ta a seguir, expur-lhe as dilUculdades que linha re-
ronhecido ele, quera saber se a casa eslava dispon-
a a aceitar a suppresso de algumas despezas ea re-
dueco de nutras, ou se a opinio dos iiobros depu-
tados ero a continuarn de ludo que existia, e
augmente rcenra-succva todos os anuos, oque se-
guiido-sc daria em resultado fallar a rucela para
cousas muilo necessarias.
fila um uparle.)
OSr. C. da Cunha :O Diario pode dizer de
mira o que quizer, eu uo tenho nada com isso,
taulo a respeito dessa publicacao, como acerca de
oulras, e nao reclamo ; coda mu segu o camiiiho
que enlendo mais conveniente : o Diario eulendeu
que devia dar essa noticia, deu-a, antes essa duque
Miras.
Mas pora que Irazer a reunio do minha casa para
esta discussao ? para que se diz que eu ossombre
a casa cora o dficit, quando nu projeclo de orna-
mento elle se nao aprsenla 1 Pelo que vejo doro
ler multa reservo em miuho casa, visto cuino podo a
conversoi-n que l livor, ser Irazida polo aqu.
.Sr. presidente, se o nobre deputado quizosse bem
saber o que se passou nessa reunio, nao tinno
mais do que hunror-iue cun o sua presenco uessa
occasio, pois o convidei com instancia por mais
de una voz : nao quiz ir, o agora falla nessas
coosas.
Couclo, Sr. presidente, declarando votar contra
a emenda e a favor do paragraphu, isto porque nao
rae fio era servicos de graca e al porque receio
estas araras.
0 Sr. Sou:a liis : Nao devolveu seu dis-
curso.
0 Sr. Manoel Cavalcanti d ligeiras explicaces
que alias nao su ocompanhados dos respectivos
documentos; nao temos o rolaloriu do inspector da
thesouraria ; nem os dos directores dos obras p-
blicas o iuslriicco pblica; nein o dos eslaboleci-
mculos du caridode ; enilim, nao temos cousa ol-
gumo !...
I'ai Sr. Deputado: A culpa do casa.
Ontro Sr. Deputado :Nao ha quem inspeccione
/ m Sr. Deputado : Convm averiguar so SSSB
falla pnjviii da porto do empresario dessas impros-
ses, ou do quera.
OSr. Pereira de llrito .- Do quera ha do proce-
der, nao sondo delle ?
0 Sr. Theodoro da Silva: Ignoro ; mas o que
sei que o anuo passado, no lei do orcanionto, adop-
tuu-se umo dispusiiou, pela quol so dolerminuuqiio,
10 dios dopuis do oberturo da assembla, todos esses
documentos, de que lenho follado,estivessem distri-
buidos na casa...
l'm Sr. Deputado: O remedio ontro.
'> Sr. Theodoro da Silra : Nu sei ; maso
que soi que a lei existe, e que nao fui cum-
plida !...
-A culpa
Nao ha
esse conlralo T'Deve haver. Pois' a quem'compe-
le isso, multe o contratante se elle faltou s cundi-
nos a que se sujoituu.
II Sr. Theodoro da Silva .Creio que nao sumos
competentes, nem podemus fazer cousa alguma a
respeito; porque suppnuhu que o conlralo, para a
impresso dossos Irabalhos-, feilo com o governo
da provincia.
Nos, portanto, nem nos podemo mostrar queixo-
sos, nem Ofleodidos, porque nu temos direilo de
dizer cuusa alguma !
Mas-, pergunlo eu, nostas circumstoncios, sem o
mnimo documento, poro que possoiuos apreciar os
circuiiistancias da provincia, pora que possomos
adoptar o que tur mais convenioiile a ello : n'uma
palav-ra, sem base olgumo sobre que possomos dis-
cutir e legislar...
I m Sr. Deputado :E umo censara previa do par-
le do impressor, porque impede a assembla de
trahalhar.
0 Sr. Theodoro da Silva : Sejo o que Mr; mas
e corlo que nos sein essas bases nao podomus traha-
lhar, nu podomus legislar do modo mais conve-
niente ; mrmenle quondo se diz que u estado li-
naneeini da provincia melindroso c deploravel.
que fazer-so era toes circunstancias 0 que en-
feudo dever propor, ou o que me necorrem
como melhor e o adiouieulo dista discussao do or-
camonto por 6 dias
esses relalorios
desse, ns Irabalhos da assembla.
/ ni Sr. Deputado :Isso livre.
" Sr. A. Porlella :O uobro dopulado uo ouvio
aiuda a minha cuucluso. Dizia eu, qual seria o
posico da asseuiltla se loase livre aos dilloroulcs
joruaes publicarem seu* trabalhoa como enlondes-
soui conveniente, nao teudo um jornal nllicial era
que podesse destruir as inrorrecces que os oulro*
aprosentasseiil *....
l'm Sr. Deputado :E quando esse jornal foro
primeiro a alterar, qual o remedio?
0 Sr. A'. Porlella -Sobre essso tem a assembla
o direilo delscolisaco, tem o direitu de roctiticar
as iucorreccoes e a seren essas reclticaces pu-
blicados nu proprio jornal que transereveu o in-
correcco...
OSr. P. de Brilo:D licenea para um aparto ?..
F. quando esse jornal eslipendiido disser o nobre
deputado poz em um papel omisas insignilicoiiles,
muliloii c altern o que disse, desla e daquolla ma-
neira, que fazer-so?
" Sr. .V. Porlella :Issu su abusos...
rJ .Vr. /'. de llrito :Sao infraeces do conlralo.
/ M Sr. Deputado ; E por umo s iufracco, o
senado euteudoii que devia rescendir o controlo.
O Sr. A. Porlella : O nobre deputado uo quer
o designaco do quautia para esle servco, porque
ontoiide que a publicacao so far sem estipendio ;
eu digo que isto uo couvra sem que a assembla
tenha meios do garantir a veracidado dessa publi-
cacau. o essa garanta, esses meios s se podem dar
haveddo um jornal estipendiado, que soja obrigado
a fazer as correcces necessarias a respeito das
alteracoes que us outros possam ler feilo,
nos discursos dos depuladus. Nos precisamos
da publicacao, precisamos qu se saba o que se
passa ua caso, mas islo cuuviu que se taco cora
vordode o lidolidode. .Mas disse o uubre depuladu
a publicacao era resumo preferivcl integral, pur
que no revisto dos discursos se corlam as vezes con-
SBS que aqu se passaraui : enlendo porm que sen-
do a publicacau em resumo, oais fcilmente se po-
do fazor isto.
A assembla cora a publicacao nao estipendiada,
licorio em umo posico falsa, porque oslaria sujei-
la ate a nu publicacau se esses jomaos eiitendes-
sem por qualquer motivo que nu doviaiu fazer es-
sa publicacau...
l'm Sr. Depuladu : Em posico falsa osla ella
agora.
O Sr. A". Porlella : Picar em posico falsa,nao
tendo um urgu que publique os seus actos ; fal-
sa pnsicu porque 0 publico uo saber o que aqui
so passa, ou o saber inexactamente, e ser islu
conveniente ?....
l'm Sr. Deputado : Quatidu nao huuver quem
publique, nos providenciaremos.
O Sr. .V. Porlella : Cumo licar a
_ .-aso se os
porque at cnloo podem vir jumaos enlenderem, que nu Ibes couvra publicar
u que aqui se possa ?
iftCII
0 Sr. M. Cavalcanti .Isso nao disse eu.
U Sr. Sui-a/leis : Fui cu.
II Sr. A. Porlella: Eu ouvi osla proposico o
eaufesso que, se nao me julgasso na posico em
que. me julgo, so nao tivosse couscieucia de meus
actos, pensarla que rae pudia issu molestar; mas
nao, nao molesta : o quando muilo pnder ser mo-
tivo para por minha porte dizer alguma coima pelo
que resuena a posico da assembla provincial. \
assembla provincial julga-se pelo menos assim u
croin: mnitii superior paro que seje oqui agente de
poriodiqueiros.
Eu Sr. presidente, que siulo isto pelo que diz
respeito a assembla provincial, nao posso Umbcm
deixar de dizer que o nobre deputado nao comprc-
hendeu a mam-ira porque en fallei nesla queslao
Eu nao me refer ao jornal Diario de Pernambu-
cu, eu nao disse que a publicacao se fizesse por es-
to nom por aquellu jornal; se eu o dissesse lalvo/.
com rano se me podesse attribuir o ser agente de
periodiqueirus ; mas nao : eu disse que entenda
ser conveniente que a publicacao se fizesse, que a
assembla contrato com qualqfier jornal : mas por-
que ? Porque eu eulendo que do interease da
assembla tor urna folba, urna mprensa para apu-
blicocoo de seus Irabalhos. E ser por veotnra
aquelle que enlendo assim que deve ser qualificado
de dominado pelo influencia, pelo prodominio, po-
la preponderancia dos gazeteiros ? Nao, Sr. presi-
prosidentc.
Um Sr. Deputado .-Collados dos gazeler os de
Pernambuco !
O Sr. /'. de Brilo :Coilado de mim !
A minha intenco, pois, que a assembla con-
trate a publicacau com quem mais garantas offere-
cer, com quem contratar de modo mais convenien-
te aos ntoresse* da provincia, mais regular de ma-
neiro a se evitaren! as reclamaces que hoie se
do. '
Mas diz-se :us temos a publicacao pessima
logo e melhor que nao lenharaos nenhuma.Mas
seulinres, pois porque temos umo publicacao m,
segue-se que nao dovemos corrigi-la, que nao de-
voraos emprega rus meios para quo esse Irabalho
iiiflhnre ?
l'm Sr. Deputado :E qual o mein?
O Sr. .V. I'orlella : O hieiu nao o que se tem
empregado aqu coustantemenle!
[lia um aparte.)
O Sr. A. Porlella:O nobre deputado se lor o
Jornal do Commercio hade ver que multas vezes,
quasi todos os dios, ha reclamaces de deputados
contra a irregularidade dos jorna'es...
0 Sr. M. Cacalcanli :-E que importa isso *
0 Sr. X. Porlella .Islo o meio de fazer com
que o jornal corrija os seus defeitos, o mei de fa-
zer elfocliva a sua responsabilidade, c nao acabar-
se com a publicacao porque un ou outro deputado
tem qucias da publicacao. E mais digo, e a re-
clamaco no mesmo joriial que faz a pubcaco e
nao compre hem os seus deveres ; o meio fazo-
rera-so elfeclivas os penas quando o jornal estipen-
diado livor incurrido Helias.
Vm Sr. Dspulcdo .Todos os dias o Diario in-
curro.
0 Sr. X. Porlella .Mostr o nobre deputado em
que?
Um Sr. Deputado .Ainda ante-honlcm quando
fez observarnos aos deputados.
O Sr. X. Porlella .Eu li o contrato, lenho-o
aqu na minha gaveta, c todas as vezes que se fa-
zera reclamarnos, vou ver se porventura o contra-
tante incorreu em qualquer das penas oslipnladas,
ponpie fique certa o nobre depulado que se o con-
i tratante incnrreseeem alguma das penas, eu seria o
lim Sr. Deputado Veja se arranja tambem o
adiamanto da assembla.
O Sr. Presidente : Eu posso informar ou nobre
deputado, que. fazendo ver ao encorregodo desses
Irabalhos a necessidade que havia desses documen-
tos, elle me disso que os nao poda dar agora, por-
que as pecas annexas ao relaloro, agora que os-
laran) sendo romeltidas para a impreusa ; isto rae
disse elle hovera 6 ou8dias.
L'/ .Sr. Deputado : Ha alguma inexactidu
nislo ?
O Sr. Theodoro da Silra :Avista da informacao
de S. Exc, desanimo, porque vejo que a tordaea
da impressoo dos relatnos nial irreiuediavel; nao
soi mi sino de quem seja o culpa ; nein lo punco
que remedio so possa dar mais aquello nial, visto
que nao convm que os Irabalhus da casa liquem
adiados Indefinidamente.
E por issu nem j offereoo o meu requermoiiln,
porque ello tora de ser regeilado ; mas content-
me com o coiisignameuto de raiuhas patarras. Nao
direi mais cousa alguma.
O Sr. X. Porlella:Sr. presidente, cu pedi a
alavra sobro o emendo do nobre deputado que fal-
ui ein primoiro lugar e cujas ideas tem sido acei-
tas por aquellos que se lhe tem seguido, menos um
que meinhru do rommissoo dc orconicnlo. Esto
emenda, Sr. presidente, tem por fin fazer com que
os cofres provincioes nao coiicorr.ini com quanlia
alguma para a publicacau dos Irabalhos dcsto casa :
ein susientaoo desta idea, tem-so dito que a con-
currencia est cstabelccida, que nao ha necessidade
qoo a provincia pague o publicacao dos uussus tra-
balhus, que islo recouhecidu por todos, que o mes-
mo adoptado o estabolecido ein paizes cslrangei-
ros, que ot uu Riu de Janeiro, o senado nao pago
a publicacao de seus Irabalhos, c finalmente que, a
publicacao feilo pelo Diario de Pernambuco i tal
que preferivel nu haver publicarn, e que o re^
sumo mesmo dos Irabalhus da casa proferiytT
e mais convenioiile du quu a publicacau integral
desses discursos. r
Ora, Sr. presidente, estas proposices todas,
apresentadas na casa, precisara de ser apreciadas.
Sr. presidente, estou longo de suppr que o peu-
sameuto do nobre deputado fosse este. .
0 Sr. M. Cavalcanti:PoLs esle.
OSr.X Porlella :Pois o nobre deputado, co-1 Ainda, Sr. presidente, nao posso deixar de dizer O Sr. N. Porlella Fu tambem
nhecedor do que se passa no nosso paiz, e muilo do I alguma cousa a respeito do que disse em ullirao cousa, e se o nobre deputado nao onchergarrazu
f'i Sr. Deputado ;Fica muilo bem.
II Sr. X. Porlella : 0 nobre depulado amante
da publicidade diz que lo amos muilo bem, mas eu
digo o contrario, enteudo que Ucainos mal.
Agora Sr. presidente, ainda por outro lado consi-
dero a Inconveniencia da adopeo da emenda do
nobre deputadu.
E sabido que poro o publicacao dos nossos Iraba-
lhos tornam-ee neersanos lachigraphus, o que nao
importa em pequea despeza; depois disso o espa-
rct que uceupam as nossafl discussoos em um jornal
deixa de seroecupodo por nutras materias, que do
interease sos proprietarios dessas folhas, por con-
segrante ellos toreo um prejuizo sendo privados
dessa roiisignacoo, que lhc confesso os prejuizosa
que me refer, e o resultado ser abaudonarein essa
publicacao.
l'm Sr. Deputado : Elle* publicaro cora mu- primeiro a reclamar a sua impusico.
lo intoresse.
Oulro Sr. Deputado : Porque dahi lhc pro-
viu multa votitogem.
O Sr. X. Porlella : Srs., eu appcllo paro a dis-
cussao haviaa nesta coso quondo leve lugar o dis-
cussao do requerimenlo da sociedade liberal per-
uainbucaua, nessa occasio at se apresenlou um
reqoeriUv."^ para que as discusses que tivessom
do ser publicanas pela Liberal fossera sujeilas a cor-
reccao dos deputados__
Um, Sr. Deputado : A casa, rogeilou esse re-
querimenlo.
Ontro Sr. Deputado : Tu uial fez.
O Sr. X. I'orlella : Mas porque regoitou a casa
esse requcrimcnlu ? Porque linha u meio de corri-
gir quolquer slteraco que esse jornal li/esse....
L'm Sr. Depuladu :i.luem disse que foi porisso
I "i Sr. Depuladu :Logo lhe chegar por casa.
O Sr. X. Porlella O que ? Reclamar ? Nao
a primeira vez que o tenho fcilo : j live al oc-
casio de spresentar um projeclo que appareccu
assignado pelo Sr. Epauu.......las ; mas eu tenho
reclamado porque sao factos que serapre se do
nao s aqui como em tuda a parle ; d-se no Rio
do Janeiro, aoude lodos os dias se vem reclama-
ces nos jornacs.
Demais, senhores, temos direilo de, no contrato
que se lizer, estabelecermos condiccoes com que
o contratador lique collocado em posico, qup nos
conservemos sempre csulRcieutemente garantidos.
O Sr. M. Cavalcanti:E quando o Otario redi-
culansar a assembla ?
O Sr. X. Porlella :Previne-se no contrato.
Eu creio, Sr. presidente, que o pouco que disse
O Sr. A. Porlella : Rogeituu-u por que linha I sobro a conveniencia, sobre a necessidade da con-
um jornal sou para fazer as correcces devidas, por | servaco da quota pora a publicacao dos Irabalhos
que eslava garantida contra qualquer alteraco que | sullicienle paro que o assembla decrete essa
quota e mesmo uo vi razoalguma produzida, pela
qual a assembla devesse uinittir essa verba de seu
orcamouto.
O Sr. M. Cavalconli:Eu nao vi razo nenhu-
ma a favor.
OSr.W. Porlella0 nobre deputado que en-
coiivenieiile resulla da adopto da emenda, como ; leude, que quem iunova deve apresentar razos
aquellesquelenhoaponUdoo nao repelire por nu offereceu alguma ? Diga qual que aoreaentou ? '
U"ma i"*--..... m. ,,... ., o;.. 2 t- Uzease, porque essa alteraco serio desmentida
pelo publicidade verdica que se lizesse na tulla da
caso.
A vista i sias cuusideracos, Sr. presidente, nao
sei a razo or que havemos rocuar ante a peque-
a dospeza i 6 cotilos de rs., quondo grande in-


;/--.!,;..v -.> I
-f

-v
><
?5f-





as nanitas palavras, pcrmilta-me duer-lue, que
lambem a nao vi as suas.
Eu pois, Sr. prsidentc, cntendo que convenien-
te que continu esta consignarn para a publicaco
ilos Irnbalhos. seja essa publicaco feila pelo jor-
nal tul ou pelo jornal qual ; para mim o queslao
de neahuin inlcrosse, quer soja a publirario pelos
jornaes me se diz lurem preponderancia, quer
pnr aquelles que uCDliuma tem, porque aquello
que s vezes se snppoo que menos preponderan-
cia tem, o que mais prepondera. (Apoiados)
Encerrada a discussao, oarligo approvado o re-
ji itada a emenda.
Arl. 3. Coma secretaria provincial:
S 1. Empreados. ...... Io:24000
S i." Espediente e arrio da cosa in-
clusive a diaria dr I501H) de cade ser-
vente ...........;
F.' apprnradu.
Art. 1." Com a directora geni :
8 1." Em pregados. ......
8 2. Expediente e recio da rasa, in-
clusive a diana de IJlilHI do sr-
venle ...........
Diario de Pernambuco.Quinta feira 34 de Marco de i 859.
2I:00000
3.000fi000
8001000
3:800)000
Approvado.
Entra ros discussao o arl. 5.
Art. ")." Coa o ilymnasio Provincial, conlinuan-
i a aulnrisacao da lei anterior :
8 1." Einprrgados c professores. .
Expediente.......
Aluguel da casa, movis etc.
8 3.
ele
3 4." Mcnsalidade de doic alumnos
pobres. *.........
IV apprnvado.
Entra cm discussao o art. 6."
Arl. G. Com a escola de commercio
5 1. Professores.......
10: lifejOtxi
|00}000
S.IHHfcjOOO
3*2400000
7.0000o
:t.OO0.SOtH>
Dr. Fernando Vieira de .Souza e un cscravo, Flix,
Cuadel, Berger Angosto, Torquato Fcrreira Vianna,
D. Maria Barbosa Tranquosa Aranhas, urna lillia,
nmnelo, nmaescrava cuma criada, lenle Anto-
nio David do Nascimento, lente Antonio Alves
Pereira Salgado, 4 prarasde prel. 5 ox-praras.
No Jornal do Coinmerrio, l-sc o segrate :
Ksrihi.v ni. kkhho de 1). Pedro II.ILewiem-
se boje oatoccionislas da estrada de Ierro de Pe-
dro II, para deridirem sobre a nomoarao de um
membro da cuiuuiisso especial por ellos "designada
em 3 de fovereiro proximo,passado.
A discussao minuciosa que lecm havido na itu-
prcusa lera lialiililado os accionistas para bem apre-
ciaren! o precdanle que se quer estabelecer cle-
gendo-se um membro para supprir a (alia que occa-
sionalmenle drixa outro, en una commissao mera-
inenle eonsiiliicn.
At licije era todas as empiezas industriaes lu
sempre pratica cstnbelecida chamar-so <-m casos
idnticos o imiiiedialii ew votos. Assim o delibe-
riui a directora da estrada de forro, o assim o de-
mostramos por esta tulla, esas que min- t eJemplo
se apresentassu eei contrario.
Que motivo, pois, havcr. pata proceder-sc boje
diversamente]
So Jornal da Baha, lA-sc o seguiste:
Ol Wlus m.rus UESTES TEH-SE-HAO 1'Mui M.il I?
No da .'I do fevereiro de manha, ntuilos osludanlcs
de medicina da escola de Limoges, (azendu ito Im
ptala autopsia do cadver de um lueuiuo reecni-
iia-ndo, dcscobriran-lhe na caliera nina agullia
que dora lugar a sita morir. Depois'de urna devas-
ta determinada por esta dr.-rul.erla, acaba-Se de
prender a mai dessa oriaina, que era ama em nina
ca.-a do I.mogos, e a parle-ira que linlia feilo u par
rcspnndur-nie au p deslase as suas relie xiies a mim
referem-se.
Pcrnitla-me fazer do sua resposta o uzo que me
couvicr.Son de V S. aliento criado c venerador.
Andr Aires da Fonseca Jnior.
lllm. Sr. Director Andr Alvesda Fonscca Jnior.
A pessoa que nos deu as iiioima-.-ues que servirode
baze. ao artigo a que V. S. se retere, occullou-nos o
nomo do individuo, director ou empregado do men-
cionado collegio, e por issn nao podemos dciuuili-
vamente cumprir o pedido que V S. nos faz ; cer-
ta porin de une, fazendo justira s suas boas qua-
lidades, arredilamos que essas'alimses nao Ihc per-
leneam.
V. S. pode usar desla nossa resposta como lhe
coiivier. Os redactores da Ordem.
Bneife, 30 de marro de 1850.
Srt. redactores.Nunca tive o mnimo desojo
de exercercargo policial, o fui nomeado subdele-
gado supplenle da freguezia de Sanio Antonio, m ra
ipii- ro lempoalgum lircssu solicitado nada do go-
vemo.
Recuse por muilo tanpo aceitar o cargo, e en-
Irar em exerricio,para oque deixei de prestar ju
ramento.
Estando porem flocule o subdelegado effeclivo, e
auseule un Monteiro, leudo de largur o exerecio
da cargo o sugundosttppleiile para ir lomar osen-
lo na assembla provincial : fui niuio instado pelo
nieu amigo i Sr. Yilinra, subdelegado rliocliut, pa-
ra que pr,-l.is.-e o juraiui'iitn do esljlo e eulra&se
em exercirio, promeitendu-me elle muilo que isla
sera por pooco lempn, visto que brevemente re-
gressaria doHonU-irn, c lomara cunta do lugar.
Vs-itn n ti/. J em exercieio, e em vista das or-
tra quem os detesta, abracasscui cora David a ver-
dade, com que Nalhau o reprehenda, o doris co-
mo Cefs s reprehencocs de Paulo, se defendes-
setn, como lhes era licito, com decencia c morali-
dad.', como prora de que Dio lia virlude, sem ser
humilde, traiavcl, dcil, olliciosa, cmflm confnrrae
a lei do Dos, de quera sao ministros, o que nao
.-nal, eizeniu de qualqiier res|K>usallidadu civil ou
cannica, para poder perseguir a seus desairelos,
e proteger a quem os persiga p ir qualquer meio
que su Un; offereca rumo ha frito comigo, Calendo
ijuescu sachrislose assignasse numa ridicula ror-
respondencia eonlramim dirigida,'porem a cuidado
de mu amigo licira iiiieirunieuie confundido, des-
loe liiili.i.segendnasseguran, declarado ua maioria|.dons expedidas pele.govenio para hacer o recruta-
n menino na>ridn morlo. [ iiientn, bavia resollido eu......a nnile ir ao quartol
I- mi i.iniu: ni: i.mr.iN.i.l'oran habilitados pela de pnliria era occasiim que a msica locasse o rc-
congregacao da faeuldade de medicina da Baha I colher, e abitazer umaescolha ade piada dentro a
para o concurso dos logares de oppositoros da ser-1 genlc que rosluma agglouierar-se para ouvir as
accesorio
KUltes camli-
3:tXMISU0ll
O Sr. M. Ciualciiuli:Sr. presdeme, o orea-
monto vai passando lio precipitadamente, que pa-
rece que a ca>a lhe nao presta allemao.
Esinii informado de que osla escola de rommer-
efo est creada, e eu desojo sabe! os motivos por-
que nao foratn anda MUneados 08 professores. pas-
sando aquj com lano entusiasmo.
" Sr. I'. Duarle:Kssa verba deve sersuppri-
miaa ; eu lenho aqui j a emenda
OSr. .1/. latiikaiiii:Nao eslar.io as cadeiras
prelieneliidas por falta de Diestros'.' Ser por^
que os ineslres nao as Icnham procurado ?
precian que nssaibamos ludo Lsso,
\leni dissn eu nao seise as verbas do orea men-
t que nao lem anplicacao, passam por nutras, si
sao einprcgadas em ouros objectos.
') Sr. M. Pnrlrlla :Peco a palacra.
i''i iizam-se amito aparta*).
0 Sr. Jf. Caraleault:Siio lanos os aparle
qnefn peVeoo fio das ininlias (lase pnr is-.i seu-
lo-nie, esperando que us uobres depulados acaben)
de fallar.
O Sr. M. I'uiinla : Sr. presidente, o nobrede-
piilado que acaba de asseular-se pedioalgumasex-
pliracoes ou quiz provocar a discussao a respeilo
do paragrapbo em cuecussao : din-i oque lera or-
rorrido quanlo aula do commercio.
ti uobre depulado dere estar lembrado de que
cml859 passnu na casa, e parece-mc que cun
grande votacao, a creaciio de urna aula de com-
inerco.
O Sr. JJ. Cavalcanti:Taulu que eu dissecora
enrtrosiasmo.
fitir. Jf. PortrllaBem, vejo que vou acerta-
dn. Como dizia pasaou com grande volarao e ha
pouco lempo a creacao de uma aula,de commercio
porque todos reconlieceram a uccssidade de lia-
ver n'uiiia capital toiniportauli'como esta, n'uma
piara commercial tan consideravcl, nina escola
andese habililem aquelles que se destinara a essa
proUsaip.
Passando a lei foi ella saneconada, e quera se
arhava na adminislrai-au nesse auno, procurando
dar cumplimento lei, nomcou una commissao de
pessoas habilitadas para confeccionaren! o rcgula-
mento respectivo ; este trabalho foi feilo e achaca-
se nn secretaria da presidencia; algumas diligencias
se empregaram para ter resKsaca a idea, mas nao
sei porque motivos deixou de tr lugar.
O Sr. U. Cuvnlcanti:Porque o presidente uan
arnmpanl|0ii oenthusiasmo da assembla.
" Sr. il. I'ortella :Nao sei a razio ; mas pare-
ce qnc o Exm. Sr. Taques disse alguina colisa a
respeilo em seu relalorio o auno passado, o que 6
ceno porem que o nobre presidente actual em
seu rclatorln disse que ia tratar da crearlo da aula
do commercio.
Biseque ee diz: [U)
Se S. Exc. de nina mam ira lio clara e positiva
maiiifesta a sua intcncao de crear a aula de com-
mercio como supprimr desde j uma quola que ha
pouro lempo foi volada 1
O Sr. 1'. Duarle :S. Exc. disse isso '.' Enlao vo-
to a favor.
O S-. U. 'ortella :Tambein em referencia ao
que disse o nobre depulado, drci que nao ha peri-
go em continuar-se com a consignarao de.->oquola
caso nao seja rea lisa da a creacao da escola : o di-
; nheiro nao se evapora, ter una applicaro, por isso
que lia uma dispnsii-ao no orcamenlo determinando
que as verbas que nio tivereni realisarao ou as so-
bras que houvcr sejum destinadas para as obras pu-
blicas. Por consequencia nao ha inconveniente al-
Kiim c pelo contrario ha vanUigem em se decretar
essa quota para execucao de uma le que aqui
passou como o nobre deputado diz, com todo o un-
thusiasmo c que de publica ulildade.
Parece-me que com islo devo ter salisfeilo ao
nobre deputado e casa, que deve estar convencida
da conveniencia da continuaran da verba.
Encerrada a discussao o artigo approvado.
Art. 7. t.nin as aulas de latim. Ti-
rando em vigora autorisaro da le
auteiior.
3 1. Professores.......
8 Aluguel da casa do professor de
S. Jos........: .
Vai mesa e apoia-se a seguinle emenda
Ao arl. 7.
Depoisdas palacras^-com as aulas de laliui
diga-sodevendo o goveruo desde j aposentar os
professores com ordenado proporcional ao lempo de
ensino, se nao for pussivel dar-Ibes destino coirre-
iiienle.S. R.Dr. Corrtia dellliveira
Verlicando-se nao liaver casa.
OSr. presidenlcdesigna a ordemdo dia e levan-
la a sessan.
cao das sciencias
dalos :
Dr. Pedro Bibeim de Araujo
Dr. Ignacio Jos da t.unha.
I >r. Bosendo Aprigio Pereira Guimares.
Dr. Jos Ignacio de Barros Piniciilel.
Dr Antonio Militan deBiagaura.
Passageiros do brigue potingue/ CoiMlaaWe,
sabidos para Lisboa:
l-'raiicisi-o Banco, Francisco Mendes Rodrigues,
Benln A. tlarpiiliiru da Silva, Joao Antonio t.ar-
piuleiro da Silva, Antonio B. Policiano Lourenco
da Silva, Manuel Antonio Pires, lianoel Jusdetl-
i eir Regn.
Passageiros lo patacho brasileo Sanln Cruz
sabidos para o Aracatv : .Manuel Jos Bibeiro.
Miiludiiurn publico. Mal-iram-se un dia 2!l
du concille, para
ro/.cs.
Murlalidade do dia 30 :
Anlonio Luciano, blanco, solteiro, 32 annos
plexia.
D. Auna Joaquina de Honra, blanca, viuva, '.III an-
uos : estupor.
Antonio, pardo, 11 mozos; cesruh-oes.
Hospital de caridade.Exislem 51 hninens, 5
miilheres, nacionai-s ; 1 hornera, estrangeiro ; i ho-
mans, escravos total 113.
i oi-am visitadas as enfermaras pelo cintrante
Piulo s 7 e 12 horas da maiihaa, Dr. Dnrnellas
ra-- da tarde de honlein.
Incalas. I'.ouimuniquei iiiinha inteinao ao chele de
. polica, pedindo-lbe que me foruecesse dezoudozc
bomensde primeira Imbapara a boa execurao do
iiicii designio. O able de polica disse-'iue na
quiilu-leia, que se enleuderia cora o presidente
da provincia o me mandara a resposta.
.Ncsle dia, larde, sera que anda livesso rece-
hido a respostado cuefede polica, soube noquar-
lel de polica, que ha\ia ordetu para se pr mi-
nlia disposii-ao inda a forra dis|Hiuivel : perguuii-i
liara que tama gente, o n-sponderain que nao sa-
ban], e-que noile ira a forra para a porta da ini-
iilia residetu la.
V \ isla .lo que legui iiuniedialamenle ao Sr. che-
le de polica, para cora elle elileiider-me o saber o
que bavia resolvido.
* Sr. chee de pulicia disse-nie, que lendo es-
o consumo desla cidadu, 45j lado com o Evui. prndenle da provincia, bavia,
combinado dar-me a fua de polica que naiptella i
nnile eslava disponivel, e di/endo-lhe eu quo uo I
prerisavade tanta gente, respondeu-m
viessem dar o tiisle espectculo, que deram" de si, I iniualisado. ja acousolhando, como pateco, a seu
publicando infamias c calumnias contra seu irmao i administrador, que Wr igual sorte, alm das es-
tacerdote, que tranquillo em sua cotiscicm ia, de- Irelas cotilas, que dar a Dos pela iufracrao ler-
volve-as intactas ao imniuudo charro, donde salii-' minante do oilaio preeeito do declogo, alm de
rain dessa bocea, cujea labios? segundo Mala- h. 27. \ uniros seus hediondos cri.....s, que pnr justa repre-
devem guardar a sabedoria, porque da sua I.....ca sala podcrii documntalos ou faUum tntimon,m
que se aprender a lei, sahiram a immoralidade e\dicesadcerta$proiimum lunn, para que exerces-
a prostituirn proferidas pin um religioso fiancis- si-m por sua iuspirarao as fuucres dos inimigos da
cano, que talve/ o pblico nunca onvisse dizer ao alma, pondo-ine prova a paciencia i m soffrer e re-
mis estupido do poro, no sanio lempo quaresinal, sislir com a f divina os seus lerrivi i- elfeitns, io
no iueiiioravi-1 dia qnaila-leira de cin/a, em que a contrarios a ......al dr Jess Chrisln extrahida doos-
sanla igreja Ut sentir a sen.- lilhos o deverdo jejtint pililo do evongell
e da penitencia, rom o espargir a cinza sobre a
fronle dus que a n-cehera, dizendn as palacras
tffaimto/ioiho, ohii pwfrw elt tu puitereni re-
reriari, aaiptnileue'mm el tabea tam mltrnam,
finidos cena mente pelo orgulho o soberha de seu
corceo corrompido, como Sal das advertencias de
Samuel e Simo Hago das severas verdades de Pe-
dro!... -Friijihis horror ntembra qualil! Veja-
mos anda se o religioso ir. Benicie com o alicata-
do uirurgieo, que apresonluii a favnr de seu paro-
dio, conseguir provarque uo ha feilo ronUssOes
null.is, e que o respecvu parodia nao pode ser res
ponsabilisado pelas lois cannicas da igreja, GOttseil-
lilldn-as.
Dil o religioso cm sua calilinaria :
Tendu obiido do nieu prelado local lirenca para
residir na villa da Es
gario soiiiciido grav
que n laucou uo leito
me/.
Nesse lempo nao ludia ello coadjutor, e oem nes- go o seu administrador aos s-. dos engeuhus Jun- paroi-huda K
la villa bavia oulro sacerdote, o durante sua enfer- | dil e Sibir Grande i.....i anuencia do llvin. paruchi
que obrigava com -cu silencio as parli
zer-lhe maior quaulia, um
geuerosdade ...
Senhor.-s redactores, i llvm. parodio entend
quo os mai.- deveni ser humildes, Iralavuis, doceii
o ollicin-os para elle.... c au rnutrariu ellesobcrbo
inlralavel, indcil e desabrido para os tuais
de cujas lincoc- parece esl
lu.....rejsilado. ...
ti llvm. parodio queja lem abusado da bobono-
mia, e benevolencia do Exm. Dioecesano, parece
qin i. r conseguir lambem da honrada .....ilia do
Sr. coronel asatlsfaeao de sus vinganca canina, po-
las allusues allrihiiidas a mim de enormes r-rimes,
Sonieule originados em sua escaldada imagiuai ao,
porem i icio em Don- quo nao conseguir! que i-
sirvaui para saii-fi, ,'m de seus funestos capri-
is, ionio rom lana facilidade, illudiudn a f de
S. I.xc, h\ni. conseguir a uiuha sus|ieiiso de or-
oens i ni sua fregnezia, rajado cerlamenle da inve-
j.i, pnr i erque de I'., l.-riin- era chamado por nicits
; amigos para dizer missas, assislir rasamonlos, ta-
| zer baplisaiueutos elr. ulr., que t.ilv -/ descobris-
si-iu im iiiiiu, seja-me licito dizer, luais Iraiiqueza,
ada, eiiconlret o Bvd. Sr. i- e menos interesse do quo no Rvm. parodio, e esa
mente de uma enfermidade : algn- padres du -na freguuzte, ao menos nunca
de dures, oude eslevo um nxigi por uma lugua de camiuno indo a algum
Ierro, ou a alguina niissa cantada iUsOlKIromi
du
cll-
\i-
dc ordena na fregnezia da Escadi, por exigencia
mu si-vedo respectivo parocbo, que a excepro
subn-
Suspenso smenle para nao exercer aclo algum j querido pela supplicaule, sonre o
mesmo das suas novas allegar.oea, S'
tueira duvida nada mais ti/., tenao declarar V. S
que a pausa nao era commercial, e agora cumpre-
insao. a vista
a iiiiuha [iri-
ioralguus tiinii
filos heroicos
midade quaiido alguein mcconvldave para algum.i
conli--,io em artigo de niorte, me cerlilicava pri-
raeiro (quo escrpulo !...! se linlia algum saccnlo-
le a quem recorresse, na fal'a porm, 0 cent con-
senso do Rui. parodio, liz abrumas coiiflssoos, o
depois disto lenho feilo, quando o llvd. parodio so
a impedido, pois que por rozos lem iiieriiia-
[iropon
a salisfa-
seuiprc por
Jepo
acia
'"'e... rer uma eslravagaucia, nao niuhecer o niesinu
au Itecsse pedacuiho de ouro nao deseo- que dnsejauos, e pretender liualmente uma siugu-
jnlislao a mais-lulheiilici de sua crimina- laridade insupportavel na ordem da razio c du
dn, ele
Ouein
brir a con
Jdad
Podiao llvd. parocbo cniservai-si
uto un / sem participa-o algiima do
no, para providenciar a respeilo, au
Sacerdote idneo para ene suas rexes
enfermo
Exm. diocesa-
iiiis.indo a mu
li/.esse, e uo
I Ei ai
por
Uio
sarei a expdro que i
R\ ni. pat ei lio em relare
apo-
DIARIO DE PERNAMBUCO.
Da pubcaciu que boje fazemos das disCUSSoes
havidas na asscmblca provincial, na sesso de an-
le-honlcm, se verifica que a ellas smenle deram as-
surapto a empreza desle Diario! A honra dessa
discussao foi loda nossa, e isso j nao to
pouco !
Assim hoiivcssem as censuras que se lizeram, a
jusiien que dcsta vez ainda falln aos dignos ge-
nitores denotados, que se tera apreseutndo hosleis
ao contraanle da publicaco dos debales da mes-
illa assembla, e das irapressocs provindaes.... Mas
demos isso de barato.
A humamdadc niio infallivel, e militas vezes
a iijusiira ronsiituc uma das suas partilhas.
Sobre a insistencia que fazein os Sis. diputados
acerca do que disse o Ileti-oupeclo, o que honlem
dissemos responder a ludo.
Tratemos de outros punios de accusai-oes que se
fizeram empreza deslc Diario.
Ouauto ao relardamenlo dos relatnos, mappas.
balances e orrmenlos, que por contrato especial
cora a Ibesouraria provincial, tem
que me
mandaia dar toda a forra do quartol, porque sendo : I'" Parias Uuijao, que inora no engonhn Sapuragv,
dia de festejo nanioual todas as msicas reuniam-se protimo matriz, alm de oulros mullos dentro lia
no paie^ de 'alacio e para all concoma o poro.' fregnezia, confessores lodos approvados, cuusenlir
i.nin i-ll'eiio, i imite, quando i-unieron atorar a '|ue o religioso l-'r. Benicio onvisse as ronlisses de
primeira msica, sahi de casa, fui ao quarlel e de-i s,us reguezes, sem u.ue nao coinorresse para a
lerininei que a forra quu linli.i de ir para a niiiiha nullidadede todas as coilttSSOM feilas'
piula fosse postada juiln casa do Sr. Sarniento, e Podia ainda o llwl. parocho, conherendo-si! de
segui para alli. I vezem quando achava-.-e enferinado, consentir que
Ah foi ella distribuida culo a que eslava em pa- conlinuasse o religioso l-'r. Bcuirio nucirs ronlis-
lario pelos ponius ncressarios, sin as emboca-i*eus sem previnir-sc de um coadjutor, quedepres-
inimigo ha pratieado o
du que lira expuslo__
Piestaiido-ine durante o cbulera-iuorbus na Es-
ada a iinnir int.i- coniisses, quo deixara de ou-
snlfresseiu delrimeiitn os seus fregiie/es pela falla i vi-las por dnente, que sempre dizia estar o llvm.
do pasto espiritual e mais devores narochiaes no ; parocbo sendu chamado como 6ra para as da fa-
larga esparo de :tl) das, como delermitiam o sanio ; milia do Alexandriiin eserivao do colleclor da villa,
concilio Tideiilino o Consto Sinodal I | as do honrado l.aurentino Vutonio Pereira de Car-
Podia o llvd. parocho sem procurar providencias; valho, a- de Manuel l'.aniello, e sua millherete. ec.
desua parte, nem i-haniar ao llvd Vicente Pereira iw|ueri itiu al (estado du quanlo preslei-me, aiim
a algum concurso di
tidal!.
I
.. jsta lypographia
de imprimi-los, nao sabemos romo pela demora da i su" l,alieio, dalu vio ludo e nao deu ordotn algu
------------ ... 1 ,im Mln,
duras da Florentina e s. Franciseo, e eu ia man-
dando os meus inspectores de quarleiro oseolher
d'enlre os concurrentes espalhadns pelo paleo, a-
quelles individuos que losscm apios para o recrula-
nienlo, e a albos vistos uo se suspeilasse que po-
derian ter isenco. Oservieo fez-se regularincnle
apenas tomn um ou duus individuos se recusado
entregar prisopara vir ao lugar em que eu es-
lava, leve o inspector de apilar para chamar quem
o anxiliasse. Nada mais.
Aiipare eu-nie depnisn Sr. cominandaule docor-
po de polica, Sebastin Lopes Guimares, acompa-
nbado de seu ajodanle, ainluis a cavallo, dizendo-
ine que duus ou lres individuos se liaviam alindo
j inar para fugireni, e que leudo ido nina canoa
I rom imprtaos marinheiros em soecorro driles,
Irouxe um e vira o outro continuar a nadar .ara o
lado dollecife, suspeitanilo-se que talvezse livesse
afogado, visto que a canda o nio pode mais cucon-
Irar, e apandar. Eiso que houve. Euporlantn, Sis.
ledartnres, uo son o autor ou dono do pensamen-
to de fa/.er-se rcrrularacnlo no pairo de palacio .-
esie recrotamenlo tero lugar com plouo conbeci-
nienlo do Sr. chote de policio e Exm. presidente
da provincia ; sendo que este al ordenou ou disse
aocommandanle dn carpo de polica, que assislissc
anaci, como de tacto l estove presente. O Exm
Sr. presidente da ptovinclaeMeve na veranda de
uta
sa o acharuidentro mesmo da fregnezia, se nao qui- endo ellos naverdolus
ZeSSe lucrar ludo para si, em contrario do direilo
iielural: que um teuha o Iraliallio e oulro sinla o
commodo ; que um guarde a apascenle o rebanbo,
0 oulro se cubra cotu'a sua lia, c se engorde com a
sua carne i
Deixo consideraco do pblico e a do V. Exc.
livdin., para que saiba, que a freguezia da Kseada
e-leve acophala pnr esparn de 30 dias, por dounra
grave do respectivu parocho, sera participaran al-
guna ollicial, uma vez que uo foi ella prvida nc
de que -ci i !--. COUIO sel i l
loeiie/ias.
' i.\in. parocho (crido lalvezomsua susceptibi-
iiaoallnndeiido os beneficios que lhe pie
i, quando elle se roroncenlrava por amor de su,.
vida, e de sita familia, passou-me uu. allestadu
luii.lado Indo ti.. con.-la-uie sem lelul.rar--'
dos que pi.-siei a -na taiuilia, quando a cmara, as
primeiras auluridad.-s, o publico mi g.-ial da villa
illeslaram os meus sen icos, ,|iL. presenriaran, nan
que or aiuiir de classe se-
an da \erdae alti-siasM-m. i vista de SCU attes-
lodo, o contrario do que me nutria de lisougeiras
esperanras do ser elle da pessoa quemai- me agra-
dercria, escut(-me do alguina forma deseo pruee-
dimeulo descommunal. Passados dias, indo cele-
brar missa na matriz encontrei o Rvm, parocho m-
flagranti tallando mal de miiiha pessoa, em pre-
senca de sen .-achrislo, e de seu confessadn que
esperava leceb.-r a couununbo sacramcnial, e tro-
camos algunas palavras: e sem embargo dell
3:SUO$000
por ordem superior. No dia
o cadver de um menino
as praias de palacio, mas
e bem junto dos pranchoes
que ah exi .em, suspeitnu-se que esto Ricniu.'i atn-
gara-se. m 'vx fueiilo iloreriiiim"i- --
sel se lia i *-,i uilailinilidade. (J queporem eecrlu,
que iienhuma rcspnusahilidade me pode caber
por causa desse triste aconteciinento, visto que o
mcu pensamento fui recrular somonte detron'e da
porta do quarlel de polica, o sem grande apparalo
defurea. Cete mesmo que ncuhiima culpa lem as
autoridades por um fado casual. Entretanto sera
razio alguma fui deinillidu pot aclo que meus suv
periores aulorisaram, e expressamente ordeuaram.
i.omo so pode explicar islo"? l-'ico tranquillo em
miaba eansdencia, appello para a cidade iuleira que
bem meconhece, e para os homens que pensara
rom tnporcinlidnde ellos que avaliem se ha ou
nao injiistira revoltaulo na precipitada demissao
rom que prcurou-so fazer cahir sobre mira a res-
ponsabilidade que nao rao perlencc. Son bem 00-
nhccidn, lenho servido varios .largos cora lodos os
governos, e partidos, sem liaver comniellido desa-
lio algum, e islo e a explicarn que deixo escrip
REVISTA DIARIA.
lloiiietii nao hnuvc sessao na assembla provin-
cial por falla de numero de depulados presentes.
_ Inforiiiam-nos que. a poli.-ia do segundo Irielo dos Afogados nao vai bem. O subdelegado que
6 lionieui honeslo e bem iuteiicionado, era por is-
so lem sido feliz cm seu exercieio, pela sua pouca
actividad.-. Confia dentis em seus inspectores, e
estol abusara dessa conllanra. lia pouco acontecen
que lendo um sujelu dos remedios se apoderadu de
um orphao, a quem maltraa e obriga a servir como
escravo, o pobre infeliz lhe (ugisse procurando ou-
lro asylo ; mas foi pelo inspeclor do quarleiro,
'lite aparentado com esse sujeilo, mandado reco-
Iner a casa do seu verdugo, s.ib pena de ser recrula-
do se ouira vez a abendonasse! Dous homeus tre-
v .mito uma briga.deu em resultado tirar un dille,
bastante espaucado, pelo que, por diversas pessoas
que acudiam ao barulho, fui preso o .isburdoador,
.- entregue ao inspeclor, respectivo. O olfendido foi
procurar quem lhe li/.esse \isloria, inasnio o con-
seguio, no entrelanlo que o otVensnr foi pelo mes-
ura inspector posto ein liberdade.
Outros raulos fados de impunidad.- se nos tem
referido, que aqu nao fazemos menino, esperando
que com o que ltca dito, haja alguma providencia.
Foi demiltido do cargo de subdelegado de
tjoanoa, o Sr. Joaquin Baphael de Mello, e Ho-
rneado o Sr. Antonio Pinheiro de Mendonca.
T.-mbeni foi demiltido de subdelegado de Pe-
drasdeFogo o Sr. Uarianno llamos de inendotirae
nomeado o Sr. Antonio Conralves de Olveira.
O Sr. Dr. Francisco Alves da Silva podio exo-
nerarlo da subdelegada de Ipojuca, sendo substi-
tuido pelo Sr. Thcotonio Vieira daCaiiba. Foi no-
meado primeiro suppleule da mesiRa subdelegacia
o Sr. Antonio Peregrino Cavalcanti de Albuquerque.
Pede-sc-nos que chamemos a allemao do Sr.
Isral da freguezia de S Jos, sobre urna padaria
3ue se esl estabelecundo nessa freguezia, contra o
isposlo as posturas addicioiiaes de 13 de iitnho
de 1855- '
Passageiros do vannr Oyapock, viudos do Rio
do Janeiro : Francisco de Carvalho Sena, Jos Bap-
tisla Castro e Silva, Joo tionralres Guimares, Ma-
nuel Ixipesdc Castro, Dr. Jos Ouintino de Castro
Leal e um criado, Agoslinho Comes da Silva, Jos
l.orsino da Silva Rapozo, 2." cadete Auguslo Fort-
nalo da Costa Campdlu, D. Adelaidc Bcbiana de
rastro, I). Ilerculana Maria, Joao Baplista Casa-
Grande. J'oo Bechon, Jos Antonio Ferreira, Joa-
quin Ferreira da Silva, Joto Rostron, sua srnli.ua
e uma criada, Emilio Helleler, Joaquim Jos Pe-
reira Borges, Joo Antonio da Silva, Joo Jaques
llier, brixadeiro Luiz Antonio Favilla, sua senhora
e uma sobrinha e 4 escravos, Domingos da Cruz,
alteres Resende Houtciro de Lima, Augusto Paulo
de Araujo, Jos Pedreira Eranca Jnior, Carlos
Berbier, Cascmtro Antonio Conralves Vieira, Au-
gusto Cesar de Azevcdo Cucdes,"desenibargador Jo-
s Candido Pontos, um sobrinho, um alilhadoeura
escravo, Manuel Joaquim da Silva Leio, Jos We-
les dos Santos, Joslde Souza Guimares Jnior,
Messias de Carvalho Guimares Palmares, Joaquin
Pereira Arantes, Domingos Jos do Sou/a Peixolo,
Bernardo de Souza
i James llunter, An
de 1859,
Francisca Jos Silveiru.
apresenlario dolas i assembla, poseamos s.-r res- Cl" 'onlrario
ponsaveis. A assembla abre-se no l."de marro, o Sr- ohefede polica passou para palacio, atra-
s cm fevereiro que coraeramos a rereber a niaio- {'essando por entre a ratee, .-.umprimenlou os ofli-
ria dos autegraphosdasdivernsrepariiQoes. a mu-. eae9'' nada prohibi, se por ventura vine que ha-
tido de trabalho que se nos obriga a imprimir tal, j Vt alguma inconveniencia. Alm do coinniandante
qnenoinlervallo de um mez, nem de dous pode ficar M corno de polica, astiveram presentes o ajudan-
proniplo. Mappas cxlremamenle grandes, relatnos' '" '"I1 eapilao, um lente, dous alteres e quaren-
volumosos. e oulros trabalhos que tendo muilo que ,n coito praras, ludo
fazere demandando cuidado e pachorra, nao c pos- ^"guinle, apparece
siel ser salisfeilo cora a presten que exigein os sanos, nao
Srs. depulados, aos quaes convidamos para rere "ns ,la endeia velha,
examinar a qiistiiidade do aulogriphos que temos
cm nosso poder.
Agora note-sii una couso uunea nzeuios empe
ni. j.Kra e.iuserxai ocoiitialo das irapressoes pro-
vinciaes. Todos os annos vai elle erara sem que
concorramosa licitaco, c SO por falla du concur-
renlcs, o temos sentado.
Sobre a incorreceo dos seus discursos, de que
se queixa o Sr. Mauocl Cavalcanti, declarando que
se envergonha quando os le inipressos nesle/Jiuiio,
temos nicamente a observor que o Sr. depulado c
o culpado disso. S. S. nio corrige os seos discur-
sos, e uma vez que pela nossa redacrio foi ttmeor-
rigidn, o Sr. depulado qucixou-se que lhe altcra-
rain o pcnsaiueulo. -V vista disto entendemos pu-
blca-los sem correcro alguma, e tal qual romo
sabe das olas larhigraphicas. Parece-nos que isso
lambem nio lera agradado ao Sr. depulado.
Al aqui as missas oliservacoes, porque quanlo a
ogertsa que o Sr. Manoel Cavalcanti mostea contra
os gazcleiros, nio ha nada que dizer. ti publico lem
bastante bom sonso para eomprehender quaes sao
Hpotencia* mais daiunosas no paiz, se os gazotoi-
ros, se os inimigos da liberdade da imprensa.
Pelo Oyapock, entrado honlem dos porlosdosul,
tiremos dalas do Rio de Janeiro, que alcanram a 2;t
do eorrenta.
Por derretosde 11 foratn nonieados :
1." ollicial da secretaria de. estado dos negocios
da faveml.i, o 2." ofllcial Carlos Auguslo de S.
Fcitor riiufi-renie da mesa do consulado da corte,
o amanuense Jos Luiz Mondes.
Tbesoureiro da alfandega do Iruguayana, Manoel
Concalvcs Ramos.
1." esrripturario da nirsma. o 2." dito Joo Paulo
de l'reilas.
2." escrplurario, Sebastio Carlos Navarro de
Andradc.
Amanuense da de Pernambuco, Vicente Tiburcio
Ferreira Malangungo.
Foi reformado u capilio-tenenle da segunda clas-
se da armada Jos Anlonio de Lima, com a gradua-
ran do posto de eapilao de fragata, por contar mais
de :) c menos de 35 annos de serviro.
l-'oi exonerado do cargo de alninxarile da 3.:| see-
caodn almoxarifado de marinlia da crte Francisco
Xavier de Macedo, e nomeado para subslilui-lo
Francisco Jos de Mnura Bibeiro Baslos.
Foratn uomeadns :
I.* ercripliirarioda conladoria da marraba, o 2."
escriturario Daniel Maria Colonna.
2." escrplurario, o M." dito Henrique Eduardo
Nascenles Piulo.
3." eseriplurario, o 4." dito Jos Candido de
Lima.
i." escrplurario, o platicante Francisco Jos Fer-
reira.
Pralicanle, o pralicanle extra-numerario Eunlio
Alves de Brilo.
O Sr. consclheiro Angelo Muniz da Silva Ferrar,
pedio e oblcve a sua demissin do cargo de presi-
dente do Rio ranile do sul, sendo substituido pelo
Sr. conselheiro Joaiiuim Antin Fertiaudes de Lelo
O ministerio de 12 de dezembro sniTreu modifica-
do). O Sr conselheiro Nabuco pedio a sua exone-
racao da pasla da jusli.-a, sendo para esse cargo
chamado o Sr. bario dc'Muriliba.
Da Rabia temos data, dc26. Dos jornaes que re
cebemos, nada encontramos que uiercra raeusio.
Apenas do Jornal da luhia, cxlralaraos o se-
guinle :
incendio. llontcm hora e nieta para duas
horas da madrugada tocn a fugo, que se ateiavaeni
una rasn freguezia da ra do Passo. O incendio
se den em uma rede de carrito, e se iransniiltiria a
lodo o edificio se nao fosse de promplo exlincto a
estreos das pessoas que runcorreram. OSr. Dr.
dicto de polica alii logo comparecen.
De Alagas temos dalas de 29, que nada adi-
antani.
se tenpo de um sacerdote idneo, licando i tuerce j caniiuha para o aliar, abre o saenrio, e administra
do iiin iiianlo religioso, coitfcssnr nao approvadu 1...
Nan esperara que o Sr. Fr. Benicio. que to versado
so mostroii estar de accordo com a doulriua da igre-
ja, c definida pelo llvd. Sr. padre medir Joaquim
Rapbael, cahisse uestee.xpicliareturcompromet-
iendo luais a gen parodio, que estando pnr um mez
doenle, abaudonoii a freguuzia e os seus deveres,
coiiienlando-se com o seu nico administrador, que
latan seja s quem soube dessa enfermidade eu-
. anotada I...
Assim acontece a unta causa mi, quando nao c
hbilmente defendida, sahe-se losqueado !
Nao esta a vez primeira, saiba o pblico q s au-
toridades a quem peilencer, que o llvd. parodio da
Escola abandooa a sua freguezia ; nao.
Km riovembro do atino atrazadode 1857, se me
nio falla a memoria, o Rvd. parodio da Escada
poz-se ao fresco cm caminho para esta praca, per
o pao dos aojos lio sacrilegamente
ludo furias contra mim por rsse accidentepAz em
exercieio activo o seu genio irascivel
ciando-iuc ao Exm. prelado ao presidente da pro-
vincia, ao director geni da iustrucio publica, j
loic.iud-iiic a comparecer em juizu para entregar
um documento in continen que rae perleliria ,
romo assim liz, obrigado peta pena de desobedien-
cia imposta, e linalnieulc induzindo pessoas para
fiiruiarem-im- um processo criuie, alim de ser salis-
fcila a siia sauguisenla vipgaaea, embora pn/esse
em coiislernario ujua mii viuva valetudinaria. .-
tres irmas solleiras, sendu ou deltas u uuico arn-
iuo, e esperanras Yijirfus horror .'!
Eis-aqui o principio, a causa de toda a inimizaile
e persegiiicao que me taz o Rvm. paroco da E-cada.
Quando u prelcnaia por justa represalia bal-lo
e desazer os seos caslellos, que turmnva com a
mosquetera de 36 documentos reroiilieci.lo- e s.-l-
K ,.,,:. i: i.:.. r--------' '-- luosuueiena ae jo auriimentos rerou irrn ..< e s. -
dn"reSMn''1S """ frc,!ex"ll m ,n"0S K que muilo abo.iacam ao Rvm. painel,,,... fui
uwu'iro?-!?, d "e''i convidado pelo llvra. Jos Antonio, secretario de
_ S. Exc. llvm., a quera bavia eu confiado a sua lei-
!\cne lempo, deuuneiados os proclamas, prelen- lora, para consumi-lns, e faze-los desoppareeer de
deu o Sr. coronel Manuel Goncalrw Pereira Lima,! raeu poder, comprometindole a acabar t.na essa
uoeugeiilii, Vicente Caupello, da Escada, obler a' inimizade culto mim o o Rvm. parocho da I
respectiva lieenca para poder casar-se uma de suas
liyias un cunbadas, e nao encontrando o Rvd. pa-
rocho na freguezia, iieni quetu'as suas ve/es li/es-
sc, dirigio-sc, ou ataiieni iiorollo ca.-a do religio-
"......;., eXponue a .....i.. .. .|u. i.., e u can-
de transime que lhe causara, raso nao livesse lu-
gar a lieenca para o casamento, que se achaca ar-
ruinado para aquelle dia; e nada podendo Conse-
guir dn seu administrador, leve de modestamente
exlrauhar o procedimrnto do Rvd. parodio, que
lendo-sciencia antes daquelle casamento, nada pro-
videnciara a respeilo em sua sabida, nao deixandu
alias alguein aulorisado, que suas vezes lizesse : o
rctirou-se mn tanto vezado pelo Irauslurno e prc-
jutzo que lhe causara tal eventualidad.
cada.
,,ido que fosse o Rvd. parocho de seu passeio
devralo lamentar essa sua falla commellida, o que ,
e punida pelo santo concilio, poz-*e o- valenUj di-i *'..
zendo: que osenhor do eugei lio Vicente c^npcl- ""'" "',' r ,a"".h",
lo e seus agentes quizerau. vilenla, a seu atflni- "" "HmualidaJe, nao l,v.
lustrador para comedor-Ibes uma lieenca de casa-
mento, e que era um alaque feitn a sua pessoa, ele.
Saliendo o Sr. coronel e .-cu genio o Dr. ex-juiz mu
"ICipal da Escada, Sergio Diniz de Moura Mano-
la, serrino para repelir dignaiiieulc as man- '}"".."!_"v''/ !,aro''no ?-s indigilava curani aulores des-
ellas que aliraram sobre a uiiulia repulaeio pu-
blica.
Recite, 28 de mar-
Correspondencias.
Jos Joaquim de Oliveira, Dr
Din. Dr. Ricardo Cesar de Goe
Srs. redactores.t.im a publicarn de mitiha
correspondencia de 28 do correle, penseique faria
calar ao Sr. Joaquim Barboza Lima, desvanecendo
ao mesmo lempo loda c qualquer impressio dcsa-
gradavel, que a meu respeilu poiicsse ter produzi-
do ludo quauto o mesmo Sr. Barboza se tem di-
gnado dizer contra mira e o cstabclecimenlo de ins-
truccio que vejo : entrelanlo, pela calilinaria pu-
blicada era seu estiuiavel jorual de boje, vi, enm
magna, que o hornera extraordinario, c a nada se
curva nem mesmo a verdade Porlanto, nao po-
dendo e nem devendo continuar em polmicas com
o Sr. Barboza, declaro, alto o bom som, que lhe
deixo livre o campo, onde a seu salvo, seme o c-
Senmoret redactores.Milito alraz.idoaudaria eu,
se ignorasse o acolbiitienlo que a verdade cnconlia
sobre aHerra, por mais que ella se diga modesta-
mente, aquelles, a quem ella fre a i onsciencia nos
lomara era odio, e nos perseginni, o at que
ponto?...
Diga-o Jeritsalem peto Baplista, e o Calvario por
Jess Chrislo....
K se Jess Chrislo, que bala milagrea em conlir-
maro da verdade. nao escapou a esra gerario de
vboras, quem poderi escapar-lhes .'
(.luetn poi amor da verdade poderi levantar a voz
roiilia a rorriiprio de alguna ministros da lei,con-
tra a midade dos pretendidos sabios, contra os fin-
giutenlos dos hipcritas, contra a depravacao de al-
guna sacerdotes, que nao seja atacada a mi, que
gstente a locha Inill.ante da verdade, para que ca-
brado esta, se apague a luz, e ellos continula nos
seus excessos 1
Infeliz verdade no meio dos homens!...
Nio rae sorpreheiidcu pois. o libello infamatorio,
forjado por quem me nao dcsconbecidn, e subs-
cripto pelo Rvd. Fr. Francisco de N Senhora das
Dores Benicio, que piildicou com o Ululo de cor-
respondencia em seu Diario de 9 do eorrenta mea.
A inesma surto que comeen a experimentar, tcem
lid'j em lodos os lempos, os que corajosos e abne-
gados einbarcaiu-se era lio diflicil empresa.
Pela miiiha parle, nem tudososSrs. sacristn, ad-
ministra.loe e seu respectivo parodio, juntos rae Ca-
rao recuar um passo sequer : seja qual (otra liugua-
gem, ainda a mais ridiculamente pretenciosa c al-
laneira, que contra mira empreguem.
Nao me conhecera ;nao taco caso de proas.
Vejamos se pela publicaco' impresas nesle J5ia-
rio do 1. do correnle, era que declara que o reli-
gioso Fr. Renicio nao podia o nem devia encar-
regar-se de ouvirconlissoes dos que enlcrmasscm
da freguezia, eiislindo o parodio, o alguiis sacer-
dotes na proximidade da matriz, podia autorisa-lo
a attribuir-ma as iniquis c malvolas calumnias, e
se elle fez mais do que a (atar a sua dele/a, quando
seni atlctider o -seu estado, c neui o respeilo que
devia ao pblico sensato, cora iodo despudor nio
trepidou apparecer furioso por uma especie de mo-
nomana, quo costana alaco-lo, e mnlcstar-mc co-
mo um endemoniado com njenlos e nimuudas ev-
pressoes, quo lalvez lizessem corar de pejo a um
vil ,.i ren o. coagi.lo pela nceessidade de umadefe-
za qualquer, foi levado a Iludir a queslio, fazondo-
nm allusues romo um criminoso!...
Sera querer contesta-bi sobre a alllrmativa de ser
ou nao eu o autor daquclla brilhanle verdade, uma
vez que a mim se dirigi cora lana aniraosidade,
contando cora a cllicaz e pudetosa prolecro de seu
parocho, sem considerar que nio eslava' sonto da
censara pblica, e responsabilidadu moral, scuao
legal, como secerdote, se bem que, como dizia Ov
Nao annuindo n essa inipnsiro dura e absurda
rerei-me a Esrada resignado a solfrer os ell'eilos da
perversidade c iiigralidan a mais inaudita : eis
quando una man poderosa, urna alma beinfazeja,
ipiei o fallar do lllm. Sr. coronel Henrique Marque-
Luis. | appareceu-mepara fazer toda reconciliara)
amigavel sob rondiean porem, de lhe entregar pa
ra seren consumidos ns :t; documentos que eu os
possuia contra o llvin. parocho.
Resist ainda por alguna dias a esla rundirn ,
quaiuln opparecondn-..... o lllm. Sr. Theodozio Jos
Sih a Litis, que convidado lambem pelo Sr. coro-
nel para ajuda-lo, como expressou-se em obler de
mim ns ditos documentos comprnmettendo-sc
o lllm. Sr. coronel 1 a fazer donpnareecr lodo e
I qualquer processo contra mim inlcnlado, ( por n-
e acbar rom luda
| essa eveulualidade, uo live oulro remedio senn
eedi'-loa>para soreg dn rnrar.iu alllirto de iiinaea-
nnhosa mii valetudinaria, que au meu lado pedia
por sen lilllo, que era de benran, pela hostia que
consgrala na missa, para que' redesse-os para seu
soreg, se a uo quizesse ver inorier ... (.lual
o enrarao humano que deixaria de assim o tazeri...
i is, senhores redactares, .. fado tal qual aconte-
cido, que juro perante I.....s, que me ouve, e o
blico, e u mundo inteiro que admirem ...
t>ra, o Rvm. parocho da Escada, que havendo-se
eiiipenhadu para que eu enlregassse os :IU ducu-
fei
delle ede -eu- -uliallennis nao deixei nenhum ini-
iiiig.i secular, durante i airaos e 8 raezes que alli
morei, ao passo que 0 Rvm. parocho nao poder
dizer outro tanto, liquei privado de lucrar por nieu
liali.ilho a generosa gratificaran de llttlS, que com
aquella Irauqileu,que propria de louilissimo se-
nhores de engolillo da Estrada, entre o- quaes con-
t numerosos amigos, pedindo-me algn-d-lb-s para
ir piar rom elles atesta do Natal, e celebrar
as missas dn antin pi..\iino lindo, ruja quaulia bem
poil.-ria servir para miuha susteutaeo .- de niiiihas
tres unan solteiras, que rivera honestamente em
miiilia rompa,ihia. como pblico !
lieos poic'iu se coinpaoei a de quem n:ntvou-rae
es.-e prejui/ii. alm .1.....itros forjados.... e que rae
un desampare rom a sua grara !...
Vritta da causa nica porque foi-me imposta a
stispensao local, julgar o pblico sensata da b-ga-
liciade cannica, privando aos frrgnezes da Escada
a liberdade de esrolhcrem eslo sacerdote de sua
.llfei.-o. e lia.i querer que -e rerolleui elll Od -.
decoiitra elle sacerdote], oque parece atili-reH-
gioso '..
Emiim.Srs. redaclores.se en iulenlasse deserever
as v irludcs c as qualidades com que ba tratado
iiiiiitissiiiiiis dus ..-ns fregui-zes ii IIem. parocho,
ere;,, que o-eu Utarode le grande formato, em
que se ada nao seria suHlcienie, se nan lhe ajmi-
lasso um siippleracnln lalvez igual, poriun uo que-
ro iiiedir-me p,!a craveira do sacrislu, e adminis-
Irador, inspirados por -,-.: perucho : porque nin-
guein d u uue nao l-iu.\c.uto dal, quod n"i~<
fahet.
O pul,lien sensata que me despulpe, se kupei
Iguiis mauiiilo. a-na alleir i u.irraiido n-
il i illuslrado, e mui probo llvm.
ida, a quecruiana f do sacerdote,
m que fallo, que ueiibum iuiudgo lenho secular.
-.-nan al.iiiis irui.ni- du meu habito, p--lo criiu s-
uiente de nan eouseulir que su anuuUvi casaueulo,
verdadeiramente conlrahido, pola ignorauda ao
parodio, bem cuno ti/.era o de llatnb, em Pedros
PC Fogo.paido llvul. parodio da Escada, Manuel The-
mol.....le Azcvedo Cauipos,aunultando um easamen-
lo a que h.r.ia a.-sislidn, cnnio ministro aulorisado ;
-ein impedimento algura.do que elle invcnlou.quac-
,lo no aclo do i.-cel,i i neo todos iiiib--utos profer as pa-
lavras:Etego auctoritatc, i>< ro ele. etc. TiriU palT, filia dem .'... ;; /,,<,--
(,',,.. r/li. ,..,............,-----,, i J,. ,,, ,;, ,.......,,
b'ixarque se tcame ni'is-es iinllas lio contrarias
i di-ciplina r--cl,-i,i-lici. por .-inuiionriu de quem
parece versado, para iiu cahir nesse eriniiiei.-j
expieoretum '...
lllm. e Run. Sr. vigarin Simo do Azevedo Can
pos.Estamos no santa lempo da Quaresma, ludo
ducoiiipiinr. i., i -caridade, fallemos claro. Todos
nos semosda inesma uiasn corruptivel, sujeitas
-niesma-Iraquezas, enfermos das mesiuas pai-
vue-, capa/es dus i.iesraus vicios, o virtudes lo-
do- regenerado- rom a grara du baptisino, renidos
eoiu o mngate dejesus Chrislo, <- participante- dos
mesmos myslcrios, o porconseguinte deremos Ira-
lar-nos linios como irnios, lili,,,- do Elerim Pai,
que est no- ,-,.,,-. F.U nunca csir.mhaivi, que se
run-erveiii as jerarrhias, e dislineees legitima-
mente inlroduzidas na- -o-i.-da.le-, i*slranhos que
ellas sirvaiu da pretexta para destruir a equilade
ehristaa.
C.n,iservem-se as dislineees eivs, mas nao se
falta as ohrigaeoos ,-liri-ta-. N,n, pretendo, que I
iodos os homens se cootandatn ; s quero que to-
jo- ns homens se amera.
Purlanlo eu perdn deludo o nieu roraeo, por
amor de Dos, as injurias u calumnias, que pela
borra de.seu adulinistrailor quiz fazer crer pente
o pblico lauto mais quanlo creio, que se bao de
coiifes-ar na presente (.luaresma, e sern peniten-
ciados peta rnfessor severamente, so naoQzerem
suas ,-nnlis-isiiuilas, em puuico de seus enormes
eriuiosi ivis c inoraes ; o Ibes pedirei igualmente
desculpa dos liaver resislidu rnni f viva as suas
sugge-toes. c rngarci a Dees perdi, orando pelos
j denuii-1 que iiieealirnniam, que lalvez desorientados uio
aci rtem fazer seus oxamas de eonsnoneta), como
Je-us Chrislo, que senda Innocente, e Sendo calum-
niado, nao -n enfureca contra os seos calumnia-
dores, antes osinstriiia, e orava por elles, quando
un Golgotha.a seu cierno pai, para que Ules per-
deasse, porque ignorara 0 que fa/iara Paler, li-
niitie Mi* : imii eiirm -un/ ra Sirvain-se, Srs. redactles, inserir a presente
em seu cooceitaade Diario, alim de que se ,-on-
veiira o religiosa Fr. Benicio. que ficou peante a
ipinio puliliea desmnralisadn, assiguaudo por seu
piiiiho um papel, que inoslrnit a sua insensatez,
ilin do que ha feilo na Escada, paracujo lestemu-
tilto appello o de seus moradoras.... Beiire-sepaia
seu convenio, a obedecer a seu prelado geral, que
segundo ronsla-uie o ha desubederidn (ormalmen-
le, contrario a umde seus votos solemnes. Pera
ibsolvi.o, que pende sobre sua cabera, da pea
do exeoiiiiiinuli,, matar, reservada Santa S,para
pie possa estar em contacta couseiosamenle cora o
seu parocho, 0 SPUS fregue/es. Belire-se dosi'cu-
bi, e na., se mella a assiguar calilinaria, que outros
fazein para desilioralisa-lus, e lembre-se do exrin-
plo que Jos Joaquim Barbosa receben por paga de
-en- bous serviros '... Facapenilenda.segundua
legra de sen Santo Padre, que lem deixa.lo de se-
guir porque 'Jai e.r Deoul. verba Dei aadil... I", fi-
nalmente crea que ludo quanlo disse, eu lhe agra-
deeo, porque rende por sacrificio a sua luesuia in-
veja, ed ludo o que pode e o que lera, porqiianlo as
luzes devera lodooseu resplandor s sombras...
lie seu constante leitor e assignante,O padre
francisco Yerissiwo Uandeira.
Ilerife 19 dr marro de 1859.
sa supposla violencia (cito a seu administrador,
chamaran] peranle o delegado de polica era excr-
cicin, ao religioso Fr. Benicio, para que este decla-
raste peranle a autoridade o oais lesininnha- pr-
senles, ge linha liando, ou ao menos desejos de
exlorquir-lhe a lieenca tiara o casamenta cm .lites-,..,
o. Enerando o rcligios......gado ludo quanlo 1 "."'"s q'";. """lo '""'.'"]"i pelosbem i ,
disseno Rvd parodio, satistizeram-e ,-ui obler do .r(?-;""!I,s lr?1?",,.";s. .Um de que houvcsse uma
juizo essa francaconlissio, perdoando por uma ar-'. [Lr"'""""'harao, nao poda n nem devia rovo!
rao heroica o sen Rvd. parodio, que OS calumnia va I .'""}" Psa,'0.'' "em provocar-me mais a r.-
Irairueiaineiilu !...
Que.dir o Sr. Fr. Benicio com mais esse proce-
dimonto, que o fez passar por uma decepcio no jui-
zo criminal f
Nao estar provada a criminalidade de seu Bvd.
parocb,,, embora apresentas-e um alteslado cirur-
gico, que prora por domis !,..
Nao sero as suas conlissoes millas num enmien-
da do respectivo parocho .'...
Loinpadeeo-mc de ana posieao vergonhosa anii a
opiniu pblica ; lenha paciencia.
Ni., facas a outrein, o que nao qoererieis que te
fizessem.
Sr. Er. Renicio,-ainda posso provar que V. C.
falln a verdade, .piando dissera que chegandu
l.s.a.la enr.uilrara o Rvd. parodio no'leito de do-
res, onde estere um mez ; porquanlo senio se le-
era do lempo cm que rhegra freguezia, direilo
que foi em ns de oulubro de 1857, pouco mais ou
menos, era oceatiao das missoes pregadn pelo ve-
nerando capnchinho Fr. Sebaslio, onde achava-se
0 B>d. parodio robusto de gande para fazei bapti-
sados, cannenteB, e aceitar juslilicacoes daquelles
que morreram dn clinlera-morbiis. cujos asscnlos
nio ioram exigidos e nem tomados por quem de-
via, no passo que os seus irmios snrerdnles presla-
lam-se as conlissoes, como funcciics menos pe-
sadas.
Quando ebeguei a freguezia da Escada foi para
exercer a cadena pblica, para onde linha sido re-
iiiinnioa meu pedido pela presidencia da provin-
cia, e nio fui viveras oxpensasdo Itv.l pai ocho, e
nem orcupar eninn-go por elle uoniead,,, como lal-
vez fosse V. caridade, que apostillando de sen con-
venio, romo foragido de Ipojuca, que segundo o
me informar,.como do meu dever : que reque-
ren,In e obtendo a siipplicanto senlcnea de preeeito
no loro rotniuura, anda esla nao (oi ecolluda com
inliiiacio alguma, e menos com cerlides em que
uniste,' que o cxeculado ecculla bous, casos estes,
que suppouho incorria em erro se V. :s. nao iufnr-
ina-se : nio obstante V. S. mandar oque tur ser-
vido.
i .lio, 20 de junho de 1854,0 eserivao. Itaiioei
Jos,'- de Saiif'.lnnae Araujo.
il eserivao compra 0 meu primeiro despacho,
depuie do rerolhida ao cartorio a carta de senieui-a.
i abo, 21 de juubo de 1854. -1/ontfico de tii-
draile.
E mais se nao continua, era diti pclirio, repli-
ca, desparhos e duridas, aqui ben e Geliuente
passadospor rrrlidio, a cujos autos rae reporto, e
esta vai sera ...usa que duvida faca, por mim ,--
crila e assignada, conferida e concertada, nesla
villa e comarca do (.abo, jos 10 dias do mry. de te-
vereiro de 1858, :!7" da independencia 6 ift impe-
rio do Brasil : escrevi, conten, roncertei, e assig-
uei.Em fe de verdade,Manoel Jote de, San?Auna
t Araujo.
Diz .Manuel Francisco das I.hagas e Silva, que a
bem seu precisa que V. S. mande, que o eserivao
Araujo, vista do seu protocolo das audirmia-, e
dosaulos de execucao rummerdal, qm- por este
juizo ei.camiuliaraiii i viuva o lilhos de Igostinho
lleiiriques da Silva e oulros i,duros, cun os
,-\e. -Halos Frain-isio Jos da 1.0618 e sua llinllier,
crliiique ai p desla se ,, a.lvogado Jos Paul
dn Reg Brrelo, na inrstna execuriio, teui sido ad-
vogado dus iros execulados. Contra rredores exe-
,penles : e a.lvogado do raedor,-----exequeilles con-
tra o- mesmos neculados.
Pede a V, S., lllm. Sr. jili/. inunieipal supplenle
,- du commercio, se. sirva mandar certificar o re-
querido.E B. He.
i'.ertiliqte.Cabo 25 de fevereiro de 185S.Si-
qut ira '.''ici/ruii/i.
Manoel Jos de Saiil'Auna e Araujo, segundo la-
bellico de notas, eserivao do crime, civel. de or-
plOS ausentes vitalicio desta villa e comarca do
Cilio da provincia de Peruambuco, or S. M. o
imperador constitucional o Sr. Pedro 11, que
I.-,,- guarde, etc.
CcrtiUco que revendo ns auloi de execurao, e
l,i-._,i.,,-nl., .das audiencias deque faz lueiiciii a pe
licau supra.tuuaia um. u aUiesuidu j.~ l'a.iiudo
llego Brrelo, procurador e advogado dos exoeu
lados Francisco Jos da Cosa e sua mull.ir, e
lambem procurador u advogado do varios crodotvs
exequeiiles contra os mesmos execulados.
Certifico mais, que na audiencia do dia i de mar-
ro do anuo passado, o mesmo ahogado Jos Paulo
,lo llego Barrita, na qualidadc de procurador e ad-
\ogado dos mesmos execulados Francisco Jos da
Costar sua mulher. pedio vista para embargos do
uiilliilade, a uma seguida penltora feita em bens
dos ditos execulados, e na mcsma audiencia e so-
bre a inesma execucao, o mencionado advogado
Jos Paulo do Rogo Brrelo, aecusuu tres petihoras
de tres rredores exequentos, coulra os referidos
execulados Francisco Jos da Costa e sua mulher.
Consta dos .utos u protocolo aos quaes me repor-
to, e pas-n a prsenle que vai por mim escripia o
assignada, nesla villa e comarca do Cabo, aos ll
dias do mez de fevereiro de 1858, :17 da indepen-
dencia e do imperio do Brasil: escrevi e assiguei.
Era f de verdade.lianoel Joe de Sanl'Anmte
Araujo.
Eli RATAS.
Na correspondencia publicada no Diario iu hon-
lem, assignada por Joaquim Barbosa Lima, saiiirara
os seg.ilutes er:os :
l.iuhas :tiNu'ter, leia-se :nao ser.
< iExhibiraui ou assutniraiu, leia-se :
exhibir,, ou assurairiu.
19Andavam a trole ou recuavam, lea-
se : andaram a troto ou recuar.un.
5-1Quanlo vocucio, leia-se : qiianla vo-
cacio.
(12Fazer e quera, leia-se: fazer e
querer.
<< 1011No olrabiles, loia-se na alrabiles.
Alem dos erros, tambera houve engauo na |iagi-
nar.io, que deveria ter colimado a rarla dos redac-
toies da Ordem abaixo do artigo transcripto da mes-
nia Ordem, e em ultimo lugar os pedacuiho- de
oiii-o sobo til ubiCollegio de Sanio Andr.
No com mullicadoo Sr., general Coelho, o Sr.
conselheiro Jos Bcntoalm de alguns erro- tv-
tiographicos, que podem ser fcilmente corrigids,
lia um que altera o sentido,: e por isso o emenda-
mos. Na pagina :).", clluuina i.' o linha 5t ora
lugar docensurado oo parlamento, argido, (nu
podia,,leia-se : censurado no parlaiucnlu, nem
argido......
O aviso que foi publicado ante-houlem cora o li-
luloAo publicoonde diz Dr. Cosa: deve ler-su:
Corla Espurio.
u atrio.
i

o vf
Publicacoes a pedido.
PR \CA 00 RECIPE :) DE MARCO DE 1859.
AS TRES HORAS DA TABDE.
Cotacoes olDciaes.
ilesronto dr letras8,9 c 10 0/1) ao anuo.
Cambio sobre Londres5 1, i DOd/v.
Fred. Bobilliard, presidente.
P. Borges, secretario.
ALFANDEGA.
Rendimenlo do dia 1 a 29. .
dem do dia 30......
453:650ST63
23:85Sj570
477:50'JS:i:i:l
Descarregam hoje 31 de marro.
Barra americana CeliaTariuha de Irigo.
o Brrelo.... oh! que-apoi.io.wo'- 'lar>'''Sl''a-^rapliiiiafazendas.
que ronberimcn.os theoricos e pra- 5are! 'n'^-Lunan-tachas de ferro.
.,......r......................:...,.. ....'., : ''arca americana Saoutaboado.
Barca nar.ionalVayadiversos gneros.
Brigue braslleiroVelozfumo 0 charutos.
0V1MF.NT0 DA ALFvNDEA.
por
.. Iba.... corlo de "que jamis Iho darei palha, visto
tomo Theodoro de Almeida Macei, Manoel Jos como sempre, conveucidissimo
itacnado, Manoel Scbasliao da Rocha Luz, Jos roes, e nao as palavras do Sr
conralves Cuimaraes, Caelano Teixeira Pinto Coe-
lho, Joao Leocadio Vieira, Jos Francisco Ferreira,
Anlonio Teixeira Pinlo. Antonio Joaquim de Car-
valho Menezcs, Jos de Azcvedo Vilaroiieo Jnior,
\ ex-pracas.
Seguom para os portos do Norte : Dr. Joaquim Jo-
s Hennques e uma escrava, lenle Auguslo Lo-
pes Villas-Boas e um esrravo, Joaquim JaslyPa-
rhero, sna senhora e dous lilhos, Joo Baptisla da
Crin-, Francisco Antonio Bavle, major Francisco An-
lonio de Souza Carasao, sua senhora e t lilhos,
sislir as suas sngestoes romo passo a mostrar
Iletirando-mc ao Recite, as ferias da paschoa do
auno de 1857, para Iralarde miiilia raudama, son
be quando c estire, que linha tallecido a rainlia
privada mai no dia sexta feira da paixio, 10 de abril
do dito auno, de um alaque quasi instantneo, i
que sendo chamado o Rwn. parodio para confes
sa-la, se nio prestou, alegando a quera o chamn
que nimba mii era vida diesen que se nio confes
-ana rom elle ...
One ignorancia de sen dever de paslor na hora
da niorte de sua ovelha !!!... Islo tanto mais
acredllei, quanlo soube que sendu chamado para
oiiciinimoiidar oc.irpo Ilion lizera, sahiudo alias ao
passeio, viral, ,, corno a ser uncuinuiciidadu
mira no stimo .lia de gen enleminenlo ...
Quem assim procede nao quer cuuciliacn,porque
vio-se codilhado, saliindoeu rietariesamente vence-
dor de suas pei.-e-uioes diali,,liras, oque nao pen-
snu: lodavia supporle ludo com resignacao evang-
lica, ereiido que nio acharia mais o Rmii. paroeno
oca.-u, para malualar-ne. Ennnei-me, porque
passado um anno.fni a E-cada transferir os osssos de
minha prenda mii, para Bcberibe, o exhuma-los.
da catacumba particular, is mtabas expensas frita,
e a cuidado de deu.- amigos, .rendo que o Rvm.
parocho por todos os motivos, bem conhecidos .
nao devia exhumar os aseos de miuha mii
os exhumados por mado do Rvm. perol
respeilo algum a religiab dos tmulos ...
Nesla contingencia oque fazer? Se o Rvm. pa-
rocb.. vendo que live a constancia de soffrer a lem-
peslade qiiei.iiisoti-ino, e que live aventura de
i-capar de sua perseguieo nio descancou, enera
se deu pornlisfcito?!...
uchei-
io, sem
de eu Instillo, fot sojelar-se ao sorvco de ouira l 'r^i fU "S *' "" f""e" I"'*""
pessoa, ou lugar, alm das penas comminadas, a de l^"*?' T1*-"" 'l'"' ''''""", ''ela f"r"a!lia- l!r
exconiraiinhao maior-ipso fado-reservada a S. "J.1>' f asi"" l,oi!" exphcar-ine, Iriuiupl,
A ..o...........1.1 i___iJ___ni_____... !>:_.:. 'las SU,IS lierseu'lllcues. luisn une. i evia i
dio C'ni pudor non at, orbi dominatur que em como o foi a .Manoel Alves da Silva Calda- para uma
bom portuguezse Iraduzquem nio tem vergonha
todo o mundo seu -passarei a dar alguma- expli-
caces.i-m altenrio sement ao pblico sensato, a
quera presto lodo o apreco e considerarlo.
Conslaiido-rar que o Rvd. parocho da Escada S-
raao do Azevcdo Campos, nomcara por seu adminis-
trador o religioso Fr. Benicio para ajuda-lo as con-1,,.
linn fura da matriz, e que vralo ao Recite alean- | ba'. ''0,", experimeiilara o \ asconccllos
cancar de S. F:xc. Rvm. a respectiva provisiode seu I _!.u,m:a,'111"-'!:"1". el". .f^c^:1";z", 'le
....,, .Olio IHI.I.IU'I XIT lIMMIIt .1 'II1V .">! pIMIUU (I | .,-_, ,
sanio concilio ordena que .seja castigado oarbitrio i|*8f?S! t """ furia<.. Vl''d 4'"'. *mo-
do superior e pelo bispo diocesano, como apostata "'"'" .iSmn ,,'/ '1",; sahe 'nw brilhante depois
I que dissiBiiu as Irevas, ,- o lino ouro que sabe mais
i pela forualha, luilhei
ilirar-iiie, triuuiphaiido
suas perseguicoes, julgou que devia jogar
ainda cora a ultima carta de mi. mandando abrir
uma catacumba particular, de propriedado aheia,
-seui consenso de s.-u dono, violando ns regula-
ii.entosdi,sc.-,,,i.cr,o.-,prota,iai,iio a rcligiio dos
le as sanias miss.-s, que es- ."' u'"' Pf" "taita' mesqumbas vingancas, ale
o presendanm ... Nio dn- %*STJZ l""!^^ ,"or"'- '
-s,- millas, e nem pan i- l.-?u" ''' l'M'ssoe-, con, que pona quallfirar
Lio inaudito procedtmeulo Deixo a cousideraro
pul,li.-a.
I'ubliquei, .iu tormos comedidos, no da 25 de
oulubro do auno prximo lindo uma corresponden-
cia por mim assignada, cm que narrava simples-
mente o tactooccorrido; e quando esperava algu-
ma providencia por parle do Exm. Sr. hispo, rece-
tado mesmo um oliirio cinqiie me declrala sus-
S, como se v declarada dos Elementos de Direiti
Ecclesiaslico pelo Exm. conde de lraj, Ion. 1.
Cap. 15, J 592 in line.
Cheguei Escuda ruino sacerdote pubro verda-
de, porem nao clieguei, como alguein fez, oin um
fardo s cusas, durante as sanias missoes
candalisnii a quanlos
guei alli fazendo conlissoes millas, e nem i
ver de,,i-mlenie. sera liberdade de meus actos....
I fano-me pnr merr de Dos, em dizer-lhe que
tunea deixei raorrer a ningueiii sem coi lissio, co-
no fura i.ile.-nl.t a minha prezada mai, e sem ser
eiicorauend.-id.i .... Nunca privoi a sep iltnra ec-
L'iesiastica, por inimizade, s partes que requeriera
pretend deiiar de fazer Pens denrdensna ftagnezU da Escada.
, sera que primeiro me pa- i J,"ad"-mo, rom menos juslira snspe
' ._ i -I I III- 1,-M, o,icol,....................l.l,. .1.. ..
de suas escravas 1
Nunca deixei, e nem
actos do raen ministerio, sera que primeiro me pa- i ""*'""u-iue. com menos justica suspenso, som
gane o trabalho, comosolfreu o ex inspector Joa- ? ,, s'' ""Vld". '- nem convencido de mcu sup
quii Lins I', cnnie, que assim delerminaio as lets, c cren-
Nunca devolv para seu dono qualquer que foss,-' e'" ;ha tranquilla conscieneja, que nio pelo
quaulia, por menor, ou pouca paga de meu ira- ';mPr,' a '"''a. aborrecendo o hoiuem, e nao ,,
SCUS vicios, que se deve lazer respeilar qualquer
que as inhibas ai:
. Barboza, serio os
que habilitarn o pblico a formar de mim o juizo
quejuslameule lhe eu merecer com < qual eu ru
cuiiformarei.Sou Senhores redaclon
Andr Alves da Fonse
Recite, 30 de marco de 1859. *
lllm. Sr. redactor da Ordem.Liem seu roucei-
luado jornal n. 23 de 25 do correnle, as judiriosas
reilexoes que fazia acerca de un) dof: directores de
Jnior.
coadjutor, nada conseguir por fallar a seu nomea-
do a palele de confessor aulorgada pelo prelado
de seu convenio, que resistir concedcr-lh'a por
sua insubordinarn, impericia, immoralidade eapos-
lasia ao claustro de sua ordem regular, etc. etc.,
como notorio, e quo nao obstante continuara co-
l,, administradora ouvir as rnniisses dos que eu-
fermavam da freguezia, consuliei para a minha ins-
Irucrita a iiiiK.autoridade illostrada, cuja resposta
judi.iosa convenceu-me do mou acorto, quando sus-
lentei quo nbravam em conlrarin a disciplina da
igreja o administrador da Escada,- MU respectivo
parocho, e fui obrigado franquea-la para ser lida, e
iiiesmo publicada, se cnuviesse, como um servir
igreja, e aos reguezes nidiamente absolridos, creu-
missoes
3:0008 '
15 dias '
Nunca concurr para a prisao de pessoas que nio
davara asientos, e por falla da paga dos direilos
coiiegio, aquein allude certos tactos ; cabendo-me, do que o Rvdm parocho o seu administrador dola-
pnis justificar peranle o pdico, como director do I dos da prudem-la e caridade, que deviam caracte-
o Andre, pt-cu-ic o obsequio de1 risa-Ios, iiando-w contra ;etts rrimes, c nao c<>n-
uraiil'e as "taridade, em contrario do que o Evangeiho mu
lueraSM para mais de ris!?*' ,e','-"! "s cxemplosde Jess Chrislo persuadum,
mplore a urna autoridade, o hxra. conselln-u I ir.
Jos lenlo da Cunha e Figueirdo, que a pedido
de um seu nobre amigo, inlerpoz o seu poderoso
valimenlo, adVoraooo-me a causa no tribunal de
Ha Ireze anuos que sou sacerdote o professor pu- \ S. Exc. llvra. eleve o desprazer de nao ser allen-
blico, nio pnssuo neiihum escravo, nao sendu alias dido pela benevolencia do mesmo Exm. prelado,
desperdigado porque nio hei sabido enriquecer que persislodo a nio querer oiivir-iue, como pedio
como raiiitos que entrara para uma freguezia sem n Exm. conselheiro, couQrmou a censura que de-
neiilium i.-al, e ao cabo de 5 afi anuos |inssiiera oi- clarou-me localuuiile imposta por uenhuin dos
lo cativos, peas, e piopriedades de doze ionios de moralistas definida, soflrendo eu a pena, que ite-
ris, alera de luxo c suas consequencias 1 ... i va serapplicada ao Rvm. parodio pelo crime, que
Senhores redactores, o llvra. parocbo da Escada, pralicava !...
que por uraa especiosa capa de virlude ha captado! ilreio bem, que proceden.lo assim, por alguns-
a benevolencia do Exm. Dioecesano, c lem muse- I que o cercara, nao o faz por mo coraran, pur-
guido enlrcler irelaces de especial amisadecom 'quanlo son o primeiro seu adiuirodnr, e de aun
o lllm- Sr. coronel Henrique Marques e sua nume- heroicas virtudes, como as-im creen lodos, a ten
rosa familia, em rujas mos sena-s montada toda sido publicado por algn-, dos seus depulados pro-
a polica da Cesada, julga-se com inia.unidi' pee-' vinciaea,
Comarca nenhuma da nosso centro tori a disiinc-
la hillira de pOSSOirum advogado de lu eminentes
o juiidicos conhcciracnlos, romo na comarca do Ca-
bo o rbula e colleclor das rendas provinciaes Jos
Paulo do Rogo Brrelo.... oh I
sem igual !
lieos: pena que nu sejam aproveitados eui al-
guma academia de direilo rivil e mesmo cannico.
E. para coiiiprnvaruins ,--tas rendados, p.-diniosa'
publicaco dos documentos que soguera : o conti-
nuaremos
Um sen giiud.
Diz Manoel Franciseo duChsgase Silva, que lhe
faz bem \'. S. mande que o escriviu Araujo, re-
vendo o sen cartorio, vista dos autos do execucao
por romblunario de pr.-roilo no Mr., comiliu'm,
que .'iicainiiliou Joaquina Maria da Conceicin, ii.n-
1ra Boiiilario Francisco de Miranda, llie d por eer-
lidio a pelien e replica fritas pelo advogado Jos
Paulo do liego Brrelo ; bem como os despachos
desle juzo u duvidas do eserivao.
Pede i V. S. lllm." Sr. juiz iiiuui ipal supplenle,
se sirva raaiida iiassar a cerlidio requerida. E.
II. II.
Pasee.Cabo 5 de fevereiro de. 1858. StetMira
t'acaleanti.
Manoel Jos de Sal'Atina e Araujo, segundo label-
li.ni de una-, eserivao do crime, civel de orpliaos
casenles viatlieio desla villa e comarca do Cabo
da provincia de l'eriiaubiico, por Sua Magostado
u ImperadoreonaUtucioual oSeuhoc Doui Pedro ti
que leus guarde elr.
Certiflcu que revendo os antes de execucao, de
que faz iiieucio a policio supra, deltas cous'ta a pe-
licao, replica, ilesp.-u-lios e dundas, pedidos por cer-
lidio, o ludo do Iheor seguinle :
Diz Joaquina Maria da Conccicao, que lendo ai-
ran,adu senlcnea por este juizo contra oseu deve-
dor Bunilacio Eram-i-co de Miranda, e nio tendo
sido possivel que seja executada dita seiileiiea por
ler ii uxecutado escondido os ben-, usa do que
roquera supplicanle a V. S. se digne mandar que
es ulliciaes deeui buscas na rasa do supplicado para
se ellecluar a penhora, e nu adundo us b.-us era
casa prendan ao supplicado e conduzam para a ca-
des desta villa, como concedido oestes casos pe-
lo arl. 525 do decreto numero 737 de 25 de uiivera-
brode 1850 ; ucomo pan essadeligenria devota os
offictaes ser auxiliados peta polica, requer a t. S.
-,- digne por seo des,lacho maiidar a qualquer auto-
ridade policial, mi inspector de quaiteirio, que
prestem a terca necessana para esse lim. por tanto
P.-de a V. S. Sr. Dr. juiz municipal assim delira
a suplicante, como requerido tem.E. ll. M.
Passe mandado, e o mais romo requer.Cabo 10
de jiiuho ib- 1854.Monleirn deAudrade.
Mira." Sr. Dr. juiz municipal.Com a decido ve-
nia durado passar o mandado, quanto a respeilo da
prisao : por que, nao sendo a causa ou execucao pe-
lo furo commercial, supponho nio competir a sup-
plicanle exequente as garantios concedidas no de-
cre,, pnr ella citado : V". S. mandar como fr de
uslirta.
Nilla do Cabo 19 de jiinlio de 1851.O esrrivio,
Mitttoel Jos de San t'A a na e Arnujo.
lllm." Sr. Dr. juiz municipal.Cora odevJoros-
peito, diz a supplicanle, que rom quanlo nao seja
lidio a,,s escrivaes proporem duvidas deVreilo, re-
tardando 0 dri-ilu das partes : consliluindo-se as-
sim parle ; allegando aquillo que s. a propria parle
HX-advena o pode allegar, quando au apenas aos
escrivaes cabe as duvidas uennente que dizera
respeilo a ordem do processo ; lodavia passa a snp-
pliratile a de.-lriiira duvida ou antes as raides da
parte, quando quer que o decreto citado pela sup-
plicanle, Sd milite as airrous curamerriacs. Juan-
do mesmo proralecesse este argnnenlo o que se
inv i a supplicanle tra/ia a seu apoio a Ordenaran
l.ivro 3.", Ululo B6, s l:tel8, cora especialidde
esta ultimo, quando di/ o seguinle :
1. se a eveciicu se retardar cora embargos, con
que a parle ron,humada v.-uha, oupor sua causa
senio acabar dentro de tres niezes, o eondemnade
ser preso, e nio ser sollo at que se linde a exe-
curao, ordenaran estaqese acha era inicien vigor,
como se v do regulaueutu de 15 de marco de
1812. (ira ha mais de tres niezes que os olficiaes tera
a sentones da sapplicante, tem elles caucado de
procurar o supplicado. este se esrondo e lem oc-
i ulla, h i os boas, islo uma unba negra velha que
pnssue, sem ler nutro qualquer bem ; por lauto de
joslica, o que requereu a supplicanle, e fra por V.
S. deferido. Espera por tanto que nio obstante as
razn da parle seja deferido.E. R. M.Advoca-
do llego.
0 eserivao ennpM uraeu despacho, nao obstante
a sua duvida.
Cabo 20 de juulio de 1854. Monteiro de. An-
dradc.
lllm. Sr. Dr. juiz municipal c orphios.Cora o
deride respeilo nuda duvido passar o mandado rc-
692
735
Voluntes entrados com tazendaa
< com gneros .
Volumes saludos com fazendas
< i-i,,ii ;;ueroa .
Iruiiorln^io.
Barca bremense Jlobeuiloufen, vinda de Trieste
consignada a N. O. Beber i l-, manifostou o se-
guinle :
3950 barricas farinha de trigo ; aos mesmos.
Escuna americana Kingfisher, vinda de Roslon,
consignada a Johnston Patcr &.C..
100 barriquinhas pregos, 5 machinas c peftenres
para corlar eapim, lzcaixas fogareiros, 10 dita- llie-
reheulina, 7 barricas alvaiade, diios zinco, 1 rai-
xa ignoro ; a Henrr Pnrster k t.
1500 volumes el caita cha, 500 barris plvora,
200 embrulhos papel de enibriilho, 15,307 pes de
laboas ; a Johnslon Paler& C.
raixas serviros do uiadeira e objectos do agri-
cultura, 60 shelele de arados, 6 feixes de cabos
paraos mesmos, 12ditos (febeos. 9 ditos e 6 ma-
drinas para lavar roupa, 1 feixrf objectos pcrleu-
cenies is mnsmas, 1 caixa pecas par as mesmas, 1
feixe ps, 4 ditos oseadas, f dito facas', S.Ju-
hoslon.
22 raixas cadeiras : a ordent.
18 ditas drogas ; a Monsen k Vinassa.
Barca ingleza Serafina, vinda de Liverpool con-
suma-la i Juhsion Patcr 4 C, niairifesluu o se-
guinle :
5:1 fardos c 45 caixas fazendas de algodao. 3 ca-
xas dita de linho, 1 fardos lencocs de algodao, 1
raixa ntei.-is, 2 saceos sevada, 6 cestos batatas; aos
consignatarios.
_ 59 pecas o 7 caixas inachipismo. 15 laxas de trro,
barricas e 1 caixa ferrages, 5 caixas de Sellius, 1
tnrriraculeleria.lG ditas oleo de linhar.a, 8 barris
mas, 15 raixas lio de linho e de algodao, 1,157
barras de forro, 6 ccslos batatas ; a S. P. Johnslon
A C.
7 caixas raachinismo ; a Pernambuco Roderav
& C. '
40 fardos e 35 caixas fazendas de algodao, 1 tar-
do dito de algodao e li, 1 dito cobertores, 25 barris
manleiga, 1 fardo fazendas de la ; a Janes. Crah-
Iree A C.
17 fardos fazendas de algodao, 1 gigo cadeiras,
1 raiva fazendasde algodao ; a N. 0. Bjebei i (:
1 raixa lucias de algodao, 1 fardo tapetes, 4 diios
fazendas de algodao, 1 caixa sedas, 1 fardo bala, 1
raixa fa/.eudas de laa; a A. C. de Abreu.
4 caixas fazendas dealgodio elaa. 1 dita In.ilh.i-
dos de algodao e forros para chapeos, 3 caixas
couros invemisados: a J. Kelluri C,
16 fardse 16 caixas fazendas de algodao ; a 11.
Clbson.
lii carilhas de cobre. 1 caixa p 1 voluifie madri-
na, i barrica prgos, 18 fardos fazendas d algodao,
3 gigbs loura ; a Barroca 4 Medeins.
18 caixas machinismo ; a D. Bowman.
2 fardos fazeuda de lia, 2 diios tapetes ; a Ros-
tron Rooker & C.
3 fardos fazendas de lia ; a Patun Nash 4 C.
1 caixa fazendas de linho, 15 barricas ferrages,
2 caixas biscoilos, 2 ditos perlences para selleiru.
2 ditos presuntos, 60 caixas folhas de Flandres, i
ditas iiiiudc/.as. 400 potes de ferro, 1 parafuso, 1
par folies de ferreiro : a J. llalbidacy 4 C
I barrica queijos, 2 caixas biscoilos ; a J. da Cu-
nha Nevos.
7 caixas matitimenlos ; a J. S. Lima.
4 barricas e 25 caixas cerveja, 1 barrica vinbo,
II caixase 1 barrica comidas, 25 barris manleiga;
a M. J. (lili da Fonle.
. 50 barricas cerveja, 50 saceos arroz ; a A. G. Ro-
drigues.
10 fardos fazendas de linbo, 43 caixas c 35 fardos
fazendas de algodao, 2 barricas vidro, 2 ditas oleo ;
a Are Kenghatc 4 C.
1 caixa e i barricas drogas, 19 ditas oleo de linha-
ca ; a 0. F. de Souza.
i barricas couros e ferrages, 115 folies e 50
diios ferro, 150 barras ferro ; a Prente Vianna
& c.
2 caixas e 3 fardos (azrala do algodao, 18 barri-
cas e 17 caixas ferrages, 6 barricas cutelaria; a
Isaac i >iiiu 4 C.
10 caixas fazendas de algodao ; a C. J. Astley
v C.

i

.
\

-.:
.


Diario de Pernambuco.--Quinta fera 31 de Marco de 1859.
3
71 (aplosc {(caitas fazendas do algodao, 2 ca-'
tas ihta do lio. 12~> barricas eervoja, 1 einbrulho
jiape) ; a J. Rifdor & C.
l lardos e 12 caitas fazendas du algodao, 1 caito
nidias de Jifo ; i t ut Brot.
j caitas e 5 barricas terragons ; a Rrander Bra-
dis i C.
1 caita miudezas ; a I.. A. Siqueira.
2 fardos fazendas de limbo ; a Sanders Brothers
Jtf.
1 caita fazendas de algodao, 7 caitas loncos, 1
fardo Caiondas, 1 cuita ignora-se o coulcilo ; a
Soutbal Meilors & C.
2saceos amostras ; a diversos.
2 barris agurdenlo do Franca, 1 barrica vinho,
2 caitas bUcuilos, 9 caitas queijos, 40 presuntos, 1
caita arenques, 22 oo 30 podaros de presuntos, 55
canas follias de Flaudnts, 55 caitas ditas do dito,
r>0 toneladas earvao, 5 fardis lio do velas, 7 cai-
tas fa/eudas do la, 13 ditas do fo do linlio, 50
liarricasbarrilha, 1 caita camisas de la, 1 dita lam-
pones ; ordeiu.
ticuna diiianiarquezaJfeuerfil'e, vinda do Leith,
consignada a Adocoit Wilson. manifeslou u se-
guale ;
1M5 toneladas carvio ; sos mesmos.
Hiate nacional Beberibe, viudo de Pcnedo, mani-
feslou o segualo:
31 relinos, 500 podras de amollar, 600 tellias,
15 portas de cedro, :i prancbes de diu>, 82 esleirs
do propory, 1 caita Iruin do cosinba, ;J9 pocas do
ubjeclusuo casa e movis diversos : a ordoin*.
Barca americana, J. A. Unzan!, viuda dn Char-
leston, coasignada a Wnately Fousler & C. manifes-
lou o seginle:
137,01 pos ingk-zes de madeirado pinito ; a or-
dem.
Barca americona Charle*E. Les, dePbiladelpliia,
consiguadaa Saunders Brrlhers 6: C, manifeslou
seguiute ;
010 barricas familia do Irigo, 350 dilas do bola-
chas, 100 dilas farinha de millio, 10 ditas arroz,
1U0 barris banha, 5 dilos prezunlos, 10 dilos viua-
-'re, 1,200 baldes do pao, 2,000 resmas de papel,
1 fardo lio, 00 caitas cha, 2,324 tabn* de pinbo,
1./00 ps madoira para estiva ; aos uiesmos.
lialera frauceza linda, vinda do Havre, consig-
nada a Lasserre & lyssut frres & C., mauifostou
u seguiute :
43 vulumea o 10 caitas chapeos, ditos de foltro.
Jiiarmore, crystaes, quiuquilharia, porcelana, canos
de chumbo, marroquim. couros, espedios, arcoes,
instrumentos de msica iraslas; a J. l'edro Alour
&C.
2 caitas pliosnhoros, 1 dila livros e objectos de
calcados ; a Osear Dostibetut.
1 caita tabaco ; a Stalil Smill & C*
1 dita livros, 1 dita conservas; a Almeida Gomes
Alvos &C.\
1 dila livros ; a Guimares & (Hiveira.
1 dila sedas ; a Hampos & Lima.
H volumes modas crystaes, instrumentos, brin-
quedos ele ; a A. llobert & Filhos.
3 voluntes vid rose apparelhos: a J. Falque.
10 barris tinta, 21 volumes drogas ; a J. M. da C.
Correa.
19 gigos champanha, 1 caita verniz, 7 volamos
pannos, sodas, chapeos, i-elogios, balancas de ferro;
a Kcbin Joaquiui & C*
3 caitas vidros, modas, cordas para instrumeu-
los ; a H. Domoui.
14 ditas espingardas ; a Isaac Curio & C*
14 dilas papel ; a J. F. dos Sanios & C."
2 ditas sedas e objectos para chapeos de sol; a
Ch. Sausier.
9 volamos papel, bonls, calcado, c fazendas do
algodao o do uta ; a Seve t Filhos.
25 barris e 25 meios manleiga, 30 caitas queijos, 7
caitas calcado, perfumara, chapeos o dores; a Cals
freros.
6 volumes fazenda de la, mcrceara, obras do
ferro, couros ele, a Ch. I.icrere.
46 caitas piauuos ; J. Vienes.
1 caita arreios ; a J. B. da Fonseca.
13 barris o 12 meios manteiga, 20 caitas queijos,
1 dila marioquius; a *'. A da l'inbo.
W raimaos roana, chapeos, porcelana, trastes,
luvas, chapeos de sol, fazendas de algodao, mar-
more*, bons sCda, brinquedosc roupas, etc. ; Bur-
le & Souza.
2 caitas objectos para relojoeiro ; a Chaprnnt &
Bertrand.
2 ditas modas, sal e mais objectos ; a Bucssard
Milnrhau, ,
10 ditas queijos ; a M. J. de Oliveira.'
6 volumes drogas ; a J. de Almeida Pinto.
2 dilos ferrageas ; a F. llubarry.
60 dito* e caitas, fazenda de la, de seda, cha-
peos, calcado, mtrroquins, bons bengtllas, cami-
sas, roupas, tabaco, drogas, porcelaua, livros, cy-
liudros de ferro, crystaes, chicles, perfumaras ele-
40 barris cogote ; a F. Sauvage o: C*
31 barris lala ; a Barroca k Castro.
2 ditos cognac; a K. Lecomte.
4 volumes camas de ferro ; a Miranda & Vas-
conccllos.
I caixa modas ; a Campos & lima.
21 dilas mercearia, papel e perfumara ; a Fuidel
Pinto & C"
19 caitas ferramoulas, miudezas, couros prepa-
rados ; a l'aieule Viauua & (..'
9 caitas chapeos de foltro e soda ; a Clirisliani
freros.
29 voluntes drogas papel, sodas, modas, vidros
ele 8 caitas ameisas, ti ditas o barr* violtos, 45
1 caito carne do porro e salpicos; a Joaquim
Francisco Main.
lo'O saceos eijn ; a Vicenta Ferroira da ('.osla.
1 caito caslilhaa, 2 dilos macos de liuha, far-
dos capachos do esparto ; a Antonio l.uiz do Uli-
veira Azevndo.
50 saceos feijo ; a Thomaz de Aqninn Fonseca &
Filhos.
120 saceos feijo, 80 dilos milho, 12 duzias de ca-
denas do pao de oleo ; a 1). A. Mttheus.
5 duzias de cadeiras do cerejoira, 1 c.aito com3
cousolos, 1 dito pedrns de marmore, 1 dilo um guar-
da vestido ; a Braga i Antuiics.
1 caixn loncos c toalhas do liuho, tacas c gar-
los, etc. ; a Anionio Jos do Olivoira Braga.
10 sacros feijo, 1 lata salpicos : Antonio de
Souza Pinto.
60 barris rasio* ; a Antonio Morcira Vinhas.
120 cadeiras de olo o de ccrejeira ; a Antonio
Lonos Braga.
433 rodas do arco para pipa c barril; a Cnrvallio
k Irmos.
60 rodas do arcos para pipa o barril; a Joaquim
Vieirade Barros.
51 aucorctas azoilonas, 10 barris salpicos, 1 cai-
to reros ; a Antonio Barboza do Barros.
8 barris presuntos, toucinho o salpicos; a Ma-
nuel Ferreira da Silva Tarrozo.
1 caito urna sorra, 2 ditos carne de porco eni
sal: a Manool Goiiealves do Oliveira.
81 cadeiras do Jacaranda, f sophaos- 20 duzias do
tahoas, 70 saceos feijo, 100 dilos farolo, KM) dilos
milho, 100 ditos covada, 101) ancorlas azoilonas, 2
fardos capachos, Icaitoos retros, 23 saceos rolhn
819 rodas do arcos para pipa e barril, 11)0 barris
chumbo de munico, 389 barras de dito, i jumen-
tos ; a Barroca s'Modeiros.
i caitas forra-cus ; a l.uiz Anionio da Silva.
2 dilas rosarios, missangis, lilas de seda ede ve-
ludo ; a Heuriquo do Oliveira Soarcs.
1 caitao obras do piala : a Morcira & Hilarle.
1 dito salpicoe.-.
2 latas carne de porco; a Antonio Lopes Poreira
de Mello.
1 canaslra mieles : a Francisco Jos Leitc.
1 caita coiu 4 boectas de niurccllos, 1 caita da-
masco galo e lio do soda, reros, e urna caita do
tartaruga com rap; a Jouo Francisco do Arauio
Luna.
Barca in^lo/.a l.unnn, viuda de Liverpool, con-
signada a Saunders Brothers (itC. ; mauife^oii o se-
guate ;
45 fardos e 22 caitas fazenda do algodao,4 fardos
dila de linho, 1 dilo lonas, 2 dilos fazenda de laa,
12 caitas chapeos de sol, 1 moia caita cha ; aos
consignatarios.
35 barricas e 8 caitas forragens, 48 feixes ps,
20 pesos do ferro, 2 feites rame do ferro. 1 caita
espingardas, 1 barrica rame do lato, 3:10 feites
ferro em barra, 90 trilhos do ferro, 1 barrica espi-
gos de dito, 4 paros do rodas com cito, 2 carro-
cas para assucar ; a E. II. Wvall.
2o toneladas forro brillo, 11 i cilindros, 20 latas
do forro, 2 caitas aro, 2 feites poneiras de rame
de lato, 139 chapas tuteo ; a I). II. Bowman.
15 fardos fazenda do algodao ; a James l'.ralilreo
di C.
1 caita fazenda do algodao; a Ramos lluprat
56 latas de ferro coado ; a S. P. Johnslon & C.
81 luneladas carvo, 100 barricas cervoja, 27 far-
dos fazenda de algodao, 40 caitas eanella, 25 sac-
eos cravos, 6 caitas e 2 volumes moris, 1 drto ca-
pclisla, 1 caita cortinados de cama, 1 dila linho o
algodao ; a ordcui.
1 caita lencos de la ; 2 caitas fazenda de algo-
dao ; 1 dilacrtes; a H. Bruno A: C.
60 gigos garrafas para vinho, 5 caitas fazenda de
linho; 3 fardos dila de algodao ; a Patn Nash
Ai C
7 fardos fazenda do algodao, 2 caitas linha ; a
Johnston Palor A: C.
3 fardos panno, 70 caitas fazenda do algodao, 50
barricas cimento ; a II. Gibson.
150 barricas corteja, 21 fardos fazenda de algo-
dao ; a Adamsou Howio A: C.
16 fardos o 45 caitas fazenda de algo.Io, 150
barricas corteja, 2 ditas louca e vidros ; a C. J. As-
tley i G.
72 caitas c 37 fardos fazenda do algodao, 2 fardos
linho ; a Soulhall Mellors A. C.
30 caitas queijos ; a Tasso Irmao.
10 caitas e 1 fardo fazenda de algodao ; a A. C.
de Abroo.
3 saceos amostras.
CONSULADO CF.RAL.
Rendimenlo do dia 1 a 29. 128:287>!r1T7
dem do dia 30.......
dem dem 16 a 3) i 3| a 6|
dem da Pcrnamlmco, Baha, Uaranhio e Para por ~
Secco slg 26a306da8d
espichados 10 a 20 r. 6da9d
Curtido: 7 a 9 ,' 7 d a 10 J
Moldados salgados, 40
* 16 ... 4 d a 5 d
I.Um do Cetra, Parahiba Macei por .
Seceos inlg. 30 a 32 i. 6 1|2 d a 8 d
Moldados a 45 a 50 S.
Cumar por libra bom. .
Ordinario.....
Jacaranda por tonelada, do llio.
Idtm da Babia. ......
liergeliro, por quaileirlo .
Piassava, por 2240 do Para a.
B^bia.......
Piturim, pnr 112 lb<. boa .
Salsa parrilha por libra boa (ns-
luferiur. uliuma)
Tapioca por 112 8 Bio tuperior.
Ordinaria .......
l.'rucn por .8 do Para bom .
Fundof e Cambios.
Fundos ingleiet.
Banco de Ioglnterra (acrAes) Por 0(0228 s 230
Consolidados...... 3 95 l|2 a9> 5|8
Keduzidos...... 396 1|3 a 96 1|4
Fundos de...... ,1
Eslrangoirot.
llolgas.......4I|297 a99
Brntileiros et-dividendn 5102 a 101
4di 5d
|4
1|
15 a 21
10 15
54|
27 a 21
8 15t t 9
15|
w
10 d
56|
Wl i 45,
8 d
Dinainnrquezes
tiospanlies. ,
llollan.lez.es ,
Iteireridiis
Passivos.
4 1|2 04 a 96
385a87
3 13 1|2 a 44 1(2
329 112 a 30
3
Una da Cabo Verdt...... 89000 89500
Vaquetas do Maraobio.....ama 25200 2-00
Dilas dt Pernambuco.....a 2>ltK) 2^600
/ixpor lano.
Agurdenle .
Ateile doce.........
Ameodoa doea em milo ,
Banha da porea.......
Hlalas...........
Cera branca em grumo. .
Dila dila em vela.....
Cebolat...........
Centeit...........
Ovada........... ,
Carne de vacea.......
de parco .
Chauncas.........
Figos ............
Farioha de trigo marca fina
Manleiga de porco.....
-Milho............
Paios............
Presuntos.........
Sal.............
Trigo rijo do reino.....
Dilo mulle.........
Toucinho..........
Vinho de Lisboa linio. ,
Dilo dilo branca......
Vinagre dt Lisboa linio .
Dilo braoco dito......
P. 155!)0atf,0900(l
alm. 2700 29800
39800
'!'
49001
49800
540
360
420
130
360
350
1(9000
2'000
ftJiOO
19000
109000
iosoo
450
1*300
59100
1*500
610
670
3*800
8O9OO.1
IOO90OO 12us0tH)
I 389000 409000
a 38-5000 IO9OOO
. M
. A
. A
6 t
B

A
duz.
,
moio
A
i)
'f
330
800
410
560
580
gusto C. dos liis, carga assucar, luel o m;ii> g-
neros.
f.ear Barca iugloza 1-Ueanor H.iJ.uii, capilo F.a-
son, em Lastro. Suspondeu dolainaro.
Aracal) l'olacho brasiloiro Sh,i/x i'ruz, capilo
Jos V. das Noves, larga varios gneros.
BahaBarca bromease llohenslanffen, capilo ('..
II. I.1111L, carga farinha da Irigo.
Paralaballana ingloza Trinclo, capilo Iloury
Pearco, carga assucar e bacalho.
ParahibaSumaca hospanhola Ardella, capilo
JaymePerror, em lastro.
OBSERVACOtS METliOROLOGlCAS.
________ 1)1\ 30 df. M im_ii. ______
21,265 a 66
4101 a 102
319 7|8 a 20 1(8
3
3
3 45 1|2 46 1|2
5109 a 111
4I|299 a 100
Banco de Franca (aecet). fr. 28,80
Fundos Trnceles. 4 1|2 97.20
3 67.50 a C7.70
Melaes preciosos.
Ouro em barra.....P. onea 77|9
Londres

Parii.
lienova
llamhur
30 d|V. .
60 d|v. .
90 d|d .
100 n,|d .
3 mpl.
3 in(d.
6dam.
9
1/2 dia
3dal.
6
Cuiniilus

l'.irrus
VENTO.
1.S
Rea
TEBMOlir.TllO
1
20.1
27.7
29.4
28.8
.27.7
20.8
22.2
23.5
23.1
22.2
mm.
757
756.8
756.5
Meticanos.
Porlusuezes.
Itssoi.
. 1856
. 1857
. 1853
. rei-div.)
i> Portuguez tm raoeda.
n Brasil .....
Oncas he'panholas. .
n americanas.
Pr.ila em barra .
Patacas brasilairas .
Pesos columnario* heipau.
Carolas. .
perdiiund. .
Pesos dtl repblicas htip.
Moedas de 5 fr. .
Crzalos novoi .
77|5 a 77|6
~\i 1 77|8
77|
75|3 a 7.5|6
1. 61 3|8 a 61 3|4
d 'Mll 5,8
5|2 a 5|3
.' msterdam 3 mpl.
Madrid 8d|v.
Lisboa. ,
Poilc. .
Itio de Janeiro.
Babia e Parnamb.
Amslerdaiu.
ilambargs ,
Pars. .
* ...
5,0 1|4
u 4|1l 3,4 "
. > 5|0 li'i
Cimbioi.
30 d. d. 52 5|8 d. a 52 3,1 d
n 53 1|4 da 53 1|8d
60 d. 1. 2i 1(3 d
Cambioi.
. 53 3|4 a 5,8
. 53 7|8 a 3|4
. 54 a 53 7i8
. 532
. 528
. 48
. 421|2
. 940
Metaei.
Peen de 8*000.......
1 incas hrspjnbolti......
Dilas meiieaaM. ......
Aguias dt ooro dos Estados Unidos
Sbennos a prttt).....
Ouro cereeado (1 ouro ....
Patacas despatilllas.....
Dilas brasilea.......
Ditas mexicanas ......
Viole francos.......
Cinco (raucos.......
Prala (marco)........34 a35 0|OP>r
Fundos e ac.'of.
3 por canto da assantamtnto. 47 1|2 a 18
Coupous # #
Divida dellerida .
Biuco de Purlugal. .
Dilo rorninercitl do Porlo
Dilo mercaulil, dem .
IIKVIMA COHMF.Rr.HI.,
De 12 de fovereiro a 11 de marco.
Do periodo da nossa revista, ao fm to fevorciro
iiutou-sc alguma aclividade 110 mercado, om conse-
83OOO 8*030
15*100 1.59200
1450O0 149100
18^100 188100
44180 45195
19960
955
910
9W
3*520
885
19990
965
950
940
3354O
890
46 1|2 47
31 I|2a3l 3|4
528*000
2489000 250*000
225/000 a 230*000
A noile estere clara vento SE, lionaiica, veio
para o terral, e an amanhocor rondn polo S.
- Observatorio do arsenal do marinha 30 do marco
de 1859.
VlECAS JlNIOR.
Declaracoes.
Irada entre Sania Vnna e Casa Furto o fundns
uiargom do rio Capibarilu', de rouforinidado
com a planta que M oflbrere para etamo previo
no oscriplurio do referido agente, onde teri lugar
n lcUaooa quinla-feira 31 do crrenlo, as 11 horas
da manliia.
LEILAO
DE
Umrico sitio
Sabbado2deabril.
tari lelUo no dia cima indicado'do nm bollo sitio
na povoacio do Barro, rom 80 palmos de testada o
78 bracas de fondo, ton urna etrollonlo casa dovi-
venda com 50 palmus de frente n.nlondu 3 boas s.i
las. O terreno foreiro ao ongnnho Poros, o plan-
tado de diversas frurteiras, sendo jaqueirns, frnrta-
po, mangaeirns, oiti-cor e bstanles larangoiras
novas o de milito boa qnalidado, entro ollas nlgumas
j diur mili doces eaprociavois laranias. Todo osi-
tio cerrado delimooiro. O sitioflea poneoadianto
da cartera sr'ndo a casa a que (lea algunia cousa re-
tirada dn alinlinmenln da na cerca de 40 palmos' o
j portoiieeu ao faUeeido padre Braz. Ruga-so por-
lanloaos Srs. prelendeiitusqne londam ahondado
do o otaminar alim do laneatom com pleno eo-
nliccimento.
Avisos diversos.
Itoli.rl R. Yates, subdito brilaimico, relira-S)
para I nro|ia.
AMA.
1 meios manteiga : a Jonhnston Pa-
DIVF.BSAS PROVINCIAS
Rendimenlo do dia 1 a 29. .
dem do dia 30.......
2:293j705
13iJ:581$2S
8:373S553
llg220
8:3848773
ditos e 50 meios manleiga ; a J. S. Faria.
50 barris e 50 meios man
tertte.*
0 volumes requifes de seda, 15 barris e 30 meios
manleiga ; a A. L. Rodrigues.
2 caitas chapeos de palha ; a J. Saporil.
25 barris e 25 meios manteiga; a J. A. Morcira
bm.
50 ditos e 30 ditos dita ; a J. F. Ferreira.
25 ditos e 50 ditos dila, 1 caita livros; a Beslos
tito.
7 caitas requites, sidas, modas, crystaes ele.; a
F. Radtck.
40 gigos champanhe ; a D. A. Matheos.
1 caixa lapis ; F. G. de Araujo.
50 barris q 50 meios mautetga, 6 volumns couros,
objectos de ierro, selius etc. ; a J. J. Monleiro.
10 caitas sardinhas, 3 ditas sedas. Otas de dila,
armaevos de chapeos de sol etc. ; a Olio Bicbor
125 barris o 125 meios manteiga. 550 gigos bata-
tas, 180 ditos champanhe, 12 caitas sardinhas, 2
DESPACHOS DF. F.XPORTAC4.0 PELA MESA DO
CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA 30
DE MARGO DE 1859.
LisboaBrgue portuguez Despique do Reira,
Jos Fernandos Ferreira, 340 saceos assucar Illan-
co, 20 dilos dilo masravado.
LisboaPatacho portuguez Jareo, diversos car
regadores, 120 saceos assucar mascavado.
LisboaBarra portuguesa Hortenria, Elias Bap-
tista da Silva, "I barrica farinha de mandioca.
PortoBerca porlugueza Sania Cruz, Amonio
Jos Arantes, 1,060 pontos de boi.
HavreBarra fraucoza Oliuda, Cals Irmos, 500
saceos assucar mascavado.
Buenns-AyresPatacho 11. Doralhca Ernestina,
Amoriii Irmos, 320 barricas assucar mascava-
do, 50 ditos dilo hranro.
nenovaPolaca hespciihnla Edaviges, Amorint
Irmos, 600 saceos assucar branco.
Exprtaselo.
Rio da Prata, barca nmcricaoa Jane Williams.
do 506 toneladas, condoli o seguinte 172,289
ps laboado de pinito, 12 carrinhns de mo, 6 bar-
ris grata, 270 barricas bolachas, 210 teios do tinas,
1,350 barricas assucar.
Baltimoru, briguc inglez Vestal, conduzio o se-
gulole : 3,000 saceos assucar.
Liverpool por Macei, baren ingloza Bahamam>,
conduzio o seguale : 2,400 saceos assucar.
Confia, hiate nacional Bom Amigo, do 77 lonc-
dilaa ervilhas, 40 ditas queijos, 1 dila livros, 100 laaaa. Mlduxio o seguinte : 725 volumes geuo-
saeeoe farello; aos consignatarios.
Patacho americano Commeret, vindo do Philadel-
phia, consignado a Johnslon Pater k C, manifeslou
u seguinte :
63 lardos e 10 caitas fazendas de algodao, 300
bnrriqiintias bolachinha, 500 resmas papel, 20
barris vinagre, 100 saceos milho. 100 dilos farello,
920 barricas farinha de trigo, 18 caitas e 6 latas
banha do porco, 1,920 taboas de pinbo ; aos ihes-
mos.
30 gigos champando, 10 caitas fazenda de la,
de seaa do algodao o muta, bordados etc.; aScha-
fhoitlim k ;
5caitas fazenda de algodao, do soda e milla,
rniinas ; a Ramos 4 Duprat &C.
'2* Caitas queijos, 18 ditas, 1 fardo o 11 volumes
fa7ofidas do algodao, de seda, do linho, de laa e
mixtas, ctiapi-os de soda o de feltro, objectos de
conro, armas, bonets, etc. : a II. Bruiiii &C.
10 barrris e III meios ditos manteiga, 60 gigos
champanhe ; a C, J. Astlcy & C.
2 caltas fazendas de seda e objectos para chapeos
deso ; a Manuel,
1 dita modas; a Ch. Hardy.
200 barricas cimento ; a A. J. do Araujo.
1 caita fzenda de algodao ; a Vaz & Loal.
8 dilos mnrroquins, quinquilharia, camisas, per-
fumaria ; a nothe ol Bidoulac.
7 caitas chapeos o objectos para ditos: a J. O.
saia.
2 ditas velas, 5 volumes objectos para carro c ar-
reios; a G. A. Corgeois.
11 caitas fazendas chapeos, calcados, conservas,
etc.: al., A, Slqueira.
1 caixa diapeos de feltro ; a H.Cibson.
2 ditasdrogas, livros, calcados, mcias. etc. ;a C.
de- Laha atierre.
10 gigos garrafas,' 16 volumes vidros drogas, es-
pingardas, etc. ; a J. 8oum C.
1 caita objetaos diversos, 10 ditas queijos; i or-
dom.
15 barris e 25 meios dilos manteiga ; a G. Car-
valho & C.
2 barris vinho, SO volumes o 41 caitas fazenda
de seda, de linho, do algodao e mixtas, galo do
algodao, encerados, chales, Otas, espingardas, olt-
jectosde chapeleiro. rhapos deso, calcado, fa-
zeuda de lia, chapeos do feltro : a Monsen 4
Vianna.
21 volumes, 52 caltas e 4 fardos fazendas de al-
godio, de lia, de seda mixto, chapeos, chales, cal-
cados, roupas, azeiles, pannos, etc.; a Joo Kcller
te.
2 caitas pomada e artigos diversos; a i. i.
Bastos.
45 volamos quinquilharia, chapeos, papel.porce-
lana, filas grvalas, allluelos, luvas, ele ; a Mon-
lelro 4 Lopes.
5 onibrulhos e 1 caitinha ; a N. O. Biebnr 4C.
3 ditos el dita ; a Mouscn 4 Vianna.
1 dito e 1 dita ; a Ramos 4 Dnpral.
1 dito a 1 dita ; a Vaz 4 Leal.
J ditos 1 dita ; a F. Sauvage.
1 dilo e t ditas ; a A. L. Rodrigues.
1 dito e 1 dita ; a Seve 4 Filiios.
2 dilos e 1 dila ; a Schafheitlim 4 C.
2 ditos n 1 dita; a Joao Keller 4 C.
1 dito e 1 dita ; a Monteiro 4 Lopes.
Barca brasiletra Yaya, vinda do Porto, consigna-
O'1 aBarroca 4 Medoiros, manifeslou o seguinte :
800 saceos feijo, 15 cunhetes sebo, 3 barris pre-
suntos, 4 caitas macos de linha, renda de palheta,
pentes, toalhas para roalo, panno de linho etc ; a
Fraucisco Guodosde Araujo.
2 caita reros ; a Joaquim Ferreira Mendes Gui-
mares.
1 fardo eoxonilhos, 25 saceos rolhas o rolhes,
10 ditos milho, 908 ancoretas azeitonas, 40 caas-
teis alhos, 110 rodas de arcos para barril; a Manoel
Dunrin Rodrigues.
50 barris sardinhas, 6 ditos sebo em pies, 10 sac-
eos farolo, 4 ditos milho, 90 caixes vinho em gar-
rafas ; o Jos Antonio da Cunha 4 Irmos.
4 oaities pomada ; a Francisco de Si Loitao.
4 latas salpicoes ; a Jos Joaquim da Costa ifaia.
1 caito carne do porco o salpicoes ; a Jos Joa-
quim da Silva Maia.
i
i
I
ros estransoiros.
Rio Grande do Sul, brgue nacional tDuque da
Terccira, conduzio o seguinte : 210 barricas o
600 saceos assucaj, 100 duzias de cocos de beber
agua.
Canal, brgue inglez 11. Jaao, de 985 toneladas,
conduzio o seguinte : 3,920 saceos assucar.
Liverpool pola Parahiba, barca iugleza (vTrincu-
lo, do 436 toneladas, conduzio o seguinte : 2,100
soceos assucar.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do dia 1 a 29.
dem do da 30
C0:52CSRi4
2:573$15
69:100$159
BOLETIM.
I.IVDRPOOL, 8 DE MAKC DE 1859.
Imporlarao.
I.isres de direilot pan o vendedor.
Cenexoi. Prifat.
Algodao de Pernambuco por lib.:
Bom.....
Mediano
Ordinario .
dem idem da Baha bom. .
Mediano .
Ordinario.
dem da Maranhao, fibra longt:
Atcaatirt. .
Ittpiear. .
Casias. .
dem dt machina bom ....
Mediano. .
Ordinario .
Assucar par 112do Rio, braoco
l.ouro .
Maicavado .
Idtm de Ptrntmbaco branco. .
l.ouro. .
Mttcavado .
dem da Babia e Mteti braoco.
l.ouro. .
Mascavado .
Balsamo de cuptibt por % claro.
Torvo. .
Borracha por lina.....
Mtdiana .
Ordinaria .
Ctbeca de Negro.
Strotmby .
Da Cetra' pallas Sarnaiaby .
Cacao, por 1tJ libras:
Para bom.....S0|
Badil, .... n. 45)
Caf, por 112 Rio i.' sorle. 4j|
Segunda a 401
Kscolhido ... 50)
dem, da Babia primeira sorte. 40|
Stguuda o 38)
Escoihldo. 44|
Caslanba por 112 do Para uov. I61
Sebo par 112 s do Rio Grande :
Bom e duro. .
Mediano. .
Escuro ....
Cera de carnauba, por 1118; .
Chlfres, por 123 de vacet. .
Dt bol .
Cintas da osot par lontltdt:
Branca. .
Preta.....
Clint por 2 dt (avallo. .
de vacca ....
Cobre velho por s.....
Couros por s do Rio,
Seceos de 30 a 35 a.
dt 30 a 24 S.
de loaros, 35 a 44
dem do Re Grande, por :
Saleados, de 65 1 70 R
do 45 a 50
de vtect 40 a 48 5
Ctvtllot seceos, 10 a 13
9 um. fi|
Idtm salgados, 33 a 30
......9|
8 l|2 d a83|4d
8 d8 liid
7 1|2 d a 7 3|4 d
7 3,8dt71|2d
71|4d i7 3,4d
6 7|8 d a 7 d
8 3|4 d 1 9 d
8 3|8d 8:1.1 d
8 d a 8 lit d
7 :i|i d a 8 d
7 5)8 il
7 1|4d t7 1|d
B7| t33j
25|6 t 26|
22|6 a 25(
lli a 32i
25,3 1 26|
22| t 2l|9
27| 1 33(
25,6 t 261
22(6 1 25i
ll
1|10
1,7 1,2
1|1 1|2
1|1
10, 1 11 d
8 l|2d
8 1,2 d
3m-d. 11.17 l|l
b 13,6 1|8
.... 25 30 a 2 35
.... 3 .1. v. 25 10 a 95 15
NAVIOS A CARGA PARA O BRASIL.
Marco 12CoarAricf.
dem 13 dem Frunce).
dem 29Marauho Princesa Victoria.
dem 8 Parahabellu Seott
dem 8demCupid.
dem 9Pernambucof'Ionliiirj Clono*.
dem 8demSouvenir.
dem 9demAun Hoxby.
dem 12demJohnXartin.'
dem 18demRutlunia.
dem 15demllonila.
dem 20demExpresa.
dem 18demSninesffu'.
dem 18dem pela BahaDono- iiimi.
Algodao.As entradas este anuo at ido corren-
lo inontam om 161,9>5 saceos, iiirluindo 17,960 do
Brasil. As vendas at a mesma data andnm por
502,690 saccas, iiicluindo 22.940 do Brasil. Km 4 dn
correnle lieavam em ser 358,910 saccas, incluindo
2,310 saccas de Pernambuco, Cear, etc.; 8,360 da
Babia, etc.; 5,510 do Marauho.
Assucar. As vendas moutain em 50,110 saecos,
341 caitas e 34 barricas de assucar du Brasil aos
preeos do 23/ 24/1 a 21/6 pelo ninscavo, o 29/ pelo
branco mediano de Pernambuco ; 24/6 pelo masca-
vo de Macei ; 24/6 a 24.9 polo mascuvo do Cear,
o 21/ polo niascavo da Parahiba. Tambem so von-
doram Irez cargas, a.saber: una de 300 tonela-
das da Rabia a 25/9 em viagem una de 4,500 saceos
da Parahiba a 25/ para um porto na Escocia, o una
de 3,000 saceos tamdcm da Paralaba a 2 9 anda
em viagem.
Azoilr- doce. Venderam-se al I do crrenle 410
toneladas de 252 galoosdo Indn ns qualiilndes, regu-
lando os preeos do 45 S 455'. Sf 45,10 < 46,
S 4610 .pelodo Lisboa.
Azoilo de palma.As vendas aiulaui por 3,000 to-
nr-ladas nos procos de Sf 19 n 43 < 41 a S# 45, in-
cluindo 1:150 tnneladas 0111 v iagoui a S 42 por tone-
lada. Em ser liiam 1570 toneladas, contra 4,500 to-
ludadas 110 nicsuio periodo du anuo passadu.
Borracha.Em 24 de fevereiro huuve leilau deste
Roiiito no qual se ollorecoraui 697 saceos, 128 caitas
< 9 barris da do Para, o 12S saceos do Cear, o luda
ni rolirada do leiln por falla do eomprudures. Fura
dn leUtro vonderniu-se poquenas punoes da lina a
1/7 e 1/7 1/2, e oulras qualidadus a 1/2, !.', lid, and
10 d por libra.
Cacio.As vendas desdo a nossa ultima sao do 85
saceos du l'ar a 50; o 40 sarcos da Baha a i I .
Caf.Vendcrani-so al 4 do correlo 2,683 saceos
aos preeos do 42/ 42/646/6 47/6 48/6 o 19/ pelo dn
Cear; i5> pelo do Rio ordinario ; 38/ a 44/6 pelo
ordinario, o 46/6 a 48/6 polo ordinario bom da Babia.
Tambem vendeii-se nina carga di* 2,900 saceos do
caf novo do llio a 40 9 em viagem paraoCouli-
nenle.
Caslanha. Eucontra venda regular ao proco que
notamos. Em Londres osla a vender-so do 25' a 26/
por barril. '
Cintas de ossoa. Tem havidn pequeas vendas a
preeosmai rregulatet: aquantidade em ser regula
di' ri.OOll a 6,000 loro-Lulas.
Cuinos.As entradas do Brasil moiilam a 6019
couros. Venderam-se 4073, a saber : polos soceos
salgados do Cear de 32 lib. a 34 lib. do 11/2 por li-
bra a 8 d por lib. o71/ipor lib. pelos de Macei.
Em sor llcun 4,362 eouros. Eiiconlram prompla ven-
da. Nao tem havido vendas do couros do cavallo do
Rio Grande, os quaes nao loni sido procurados. Em
>cr de todas as partes 17,170 couros.
Goniuia do pcixe. Contina a adiar prompla
venda.
Jacaranda.Ha grande falta' deslo artigo, c boa
qunlidade dara para cima de S 21 por tonelada.
Marfini.Neiihunia alteraco a notar desde a nos-
sa ultima em 8 do pussado nioz.
Piassava.Empatada.
Lia.A lavada do porto tom boa sabida aos pro-
cos que cima temos untado.
Larnnju.As ultimas vendas impurlam eml654
caitas de S. Miguel do 23/ a 25/6 pola de dous riscos,
o 20/6 a 22/6 pela de Iroz riscos, o 169 ineias caitas
de Lisboa do 16/ a 19 pnr caita. Em sor licant 610
moias caitas do Porto, 14487 caitas de S. Miguel o
1173 do Medilerrniio.i.
Salsa parrilha.Nao ha.
Urucii. procurado. Em ser s uns 60 paneims
viudos polo Princesa Hoyal, entrado em 6 do cor-
renle.
3uoncia de ordens que do fura vieran] para compras
o ajguus gneros roloniaos e do Brasil; porm o
moviniento commerrial affroiuou alguina cousa em
marco.
Eni resultado das ordens de fura, e de algumas
remossas decouln propria junto aos limitados sup-
primontns rhegados.- tem feito com que os doposi-
los lenhaui iliiuinnido.
Algodao.Aa qualidades do Brasil licam em ct-
Irouia apalhia : as fabricas ltimamente tom-se sor-
lidode partidas dos Estados Huidos, viudas por via
de Inglaterra. O deposito urea-se a 1,900 saccas do
Brasil.
Assucar.As entradas foram 196 caitas, 50 bar-
rica.-., 1780 saceos : sendo 11 caitas e82 saceos da
Babia pela Emilia de l.Uboa, 185 caitas c 17 barr-
cas da mesma procedencia pelo Bella Figueireiue,
1698 saceos e 12 barricas do Pornamdiico pelo p-
lampago, 27 do Cabo Vende pelo Esperancoso.
Em fevereiro o mercado estove animado nao s
nas vendas para consumo, cunto vpara reetportar :
fazondo-se tambem renicssasde coma propria.
Em mareo as noticias viudas do norte pouco favo-
ravois aos assueares paralisaram o morcado limi-
tando-se ns transaccoes s necessidades do consu-
mo : ha falla de braheos linos, mus as qiianlidades
que so cspenin sao sulucicnios para surtir u mer-
cado.
Calculamos o deposito a 10 om :
Caita* Feites Barricas Saceos.
3350 120 2950 10500
Agurdente. Pelo Relmpago de Pernambuco,
foinos suppridos do 10 pipas, para as qualidades do
Crrelo jjs-iai.
Belaco das cartas seguras viudas du sul polo vapor
Oyapoek, para os similores abaiio declarados :
Alexaodre Bernardino do Rois e Silva.
Aureliano Jos dos Santos.
Anionio Anluues do Oliveira.
Antonio Annes Vioira de Souza.
A. da Cunda Mar-dado Jnior.
Bernardo Josc Correia de S.
lzidora Senhorinda Lopes.
Joaquim Lucio Monleiro Franca.
Joo Antones do Alencar.
Joo Baptisla do Arruda.
Joo Barroso de Carvaldo.
Jos Airea da Silva Guimares.
Jos dos Sanios Nevos l'ilho.
Luiz Francisco Teiteira l.emos Junior i Leal Reis.
5293000 i Manoel de Audrado Martina Vallaques,
Manuel Alvos Ferreira & Lima.
Manoel Alvos Guerra.
Manool da Cosa Ramos.
Manoel Domingos Jauuario.
Manoel Gonoalves da Silva.
Sonhnriuha Mara das Virgons.
Tissot Freres.
Vicente Candido Toucinho.
Crrelo.
Pelaadminislrac.au docorreio dosla qrovincia se
faz publico, que boje ;31) do correte, polas 4 ho-
ras da lardo em ponto, seo fechadas as malas que
tem docnudu/.ir o vapor Oyapoek* com desuno s-
provinciaa do norte.
mM)
DE
MoViAia, cscravos c outvos
objectos.
Sabbado2deabril.
far leiln no dia cima indicado em seu nrma-
zem na ra do Cnllegiu n. 15, as 10 horas 0111 pon-
to, de urna completa mobilia, louca, vidros, crvs-
taes, prala, una escravae oulros'objectos port'011-
ecntes a ama familia que se retiro para fora da pro-
vincia : bom cmodo una grande quanlidade de
obras de folha e una grande pon-o de caitas de
bous charutos, tudo ser vendido sem reserva de
proco algum.
THEATRO
DE
46,
48,
+1
56,
'.2(
40,
48,
1 53,0
51,
51,
53,
471
85,
251 s 35,
50, a ,
5 t 6 10|
31 4 10,
7 da3,
9 dal,
10 1|2 d
8 d a 11 d
8d II d
6da9d
5.1 a 6 l|4 :|
5 d a 6 3,4 d
5 d 6 3,4 d
l
|12|
LISBOA, 12 DE MARCO DE 1859.
Precoi correntet don genero* de imporlarao do
Bratil.

>

P
A.
Algodao de Perntmbnco. .
Dito do Maranhao e Para'. .
Assucar de Pernambuco branca
Dila mascavado........
Dito do Kio de Jau-iro m. .
Dilo da Babia b........
Dilo dilo mascavado......
Dita dito nstcvii(lo......
Dilo da Para bruto.......
Aguardaate de caima do Brasil.
Alpitla.............
Arroz da India (Goa)......
Dito do Maranhao e Para tnp.
Dilo dito bom.........>
Dilo dito ordinario......a
Dilo dito molo.........>
Caf do Hio primeira surte. ilp
Dilo dito segunda dila.....
Dilo dito terceira dila.....a
Dilo dito escolha boa.....
Dito da Babia......... i>
Dilo dt Cabo Vtrde......
Dito dt S. T. e Principe. ...
Dito da Angola.........
Cacao do Para........>
Cacao da Bahit........
Dito dt San Thom......
Cara amarilla de Aunla ... %
Dila di la de Benguela.....a
Cravo do MarauliSn......a
Dito grela...........
Courot seceos do Rio da refago, a
Dilutipichidot do Baha. ...
Dilos dilot dtAugolt.....a
Couroi s-lgidos do Maranhao. a
Dilos dilos de Ptrntmbuco. a
Ditos dilos da Baha......d
Ditos ditos de Angola ...
Dilos dilos dt Cabo Verde ...
Dilot dilos du libas......a
Cominhot............ Dentta de mtrflm lei......i
Dilot dilo mello........
Dilot dilo ttcrivtlko......
Erva-doct...........()
Ftrinha dt pao ,.....
Gomma copal amarilla. .
Dila ditt vtrinelbt ....
Diltditt ordinaria.....
Mtltco...........
Oleo de capahibt.....
Ouruc.......
Piment.i da Indit......
Salsa parrilda da Sanltrtm.
Dila dila Currupt'.....
Dila dila Rio Negro ....
Tapioca boa ..., rJT>
Urzella de Angola (llmpa). qt|
Dita de Biugaila........
150
145
2S00O
1*700
1S00
I-.-si
19500
850
33600
69400
556OO
4#800
1)3600
:1300o
aatoo
Jl'10
13600
29400
33700
J30OO
29400
:i:w
330
172
147
101
130
120
113
105
165
2200
I.3IOO
19000
600
800
3*000
33500
900
120
100
A.
>

p
B
arrat.

ri I89000 209000
149000 163000
133000 159000
ffi 2200
139500
133J00
155
150
28700
13800
I955O
29OOO
13600
19-500
19600
489000
900
39600
656OO
69000
59200
49000
39200
23600
39300
18650
29800
49700
113800
3/100
:1900o
29200
28600
335
89
360
300
197
167
140
140
123
140
140
140
170
29300
19100
I9I0O
900
49800
900
3500
44)000
13200
219500
489000
140
150
Brasil tem-se feilo alguma couza para reetportar ao
proco que colamos da uneional genuina omcouse-
quenca de ler concorrido pouco ao mercadu tom
valido de 4g800 a 5S.
Azeile. O mercado lem estado paralysado nas
vendas para eiportacao: 110 onlrolanlo algumas
compras so lem foito para deposito.
Caf.llu ottreina falta das qualidades ordinarias
dn Brasil que lem sido procuradas para reexportar :
no entretanto a 1." sorte do llio declinuii alguma
cousa no proco; as qualidades ooloniaos tem sido
procuradas para consumo.
As entradas limilam-so a 15 saccas da Bahia pelo
Emilia do Lisboa, e a 78 pur via de Londres no Her-
clea.
Calculamos o deposito em 3,500 saccas do Brasil c
6,000 das colonias.
Cera.Alm de corea de 320 gamellas que segui-
ram para o Bio do Janeiro do conta propria no l'iji-
iontr, Julio o Retolvido: Tem embarcado para este
morcado oulras partidas nao s do cunta propria,
como dn compras que se Ozoram em virtude do or-
dens que d'alli rhcgarain no ultimo paquete.
Para Genova e Marselha tambem se realisaram
compras: osprccosregularamde330a335. U mer-
cado licou desprorido desle arligo, e mesmo algu-
ma que existe om segunda mo.
Cacao.No do Para nao consta vendas, no entre-
tanto tem embarcado algumas porco.es de conta
propria : urna partida de 360 saceos' da Bahia foi
vendida para reetportar para Homburgo a 28200 rs.
Tambem se vendeu algumas pan-ollas de S. Tho-
m para consumo de 29400 c 29600 a porta daal-
faudoga.
Couros.Ha mais animaeo noslc artigo, baten-
do vendas nos espichados da Bahia e Angola, e nos
salgados do Marauho, Pernambuco, Cabo Verde
o Angola.
Uinma copal. Teem-se effectuado algumas
transaccoes na amarella e vcrmelha: na ordinaria
alguma cousa se lem foito, mas com mais diflicul-
dade.
Gomma do Brasil.Pequeos lotes se tem ven-
dido para a trra aus nossos ltimos procos.
Mclaco.Pelo Relmpago, vindo de Pernambuco,
entraram 17 pipos e 111 barris : das etistencias an-
teriores venderam-se 100 pipas para o contrato do
tabaco de 219500.
Martim.Em fevereiro realisaram-se transa.-.-5es
do importancia porm ltimamente as vendas tem
sido em menor escala.
Ouruc.Embacaram para Hamburgo 100 pa-
noiros ; ignoramos se foram de conta propria ou de
venda : o deposito apenas de 47 paneiros de qua-
lidado bastante ordinaria.
Salsa parrilha.O deposito dcsto genero muilo
resumido : algumas transacecs so lem feito 11a de
Bastaren.
Urzella.O deposito orca-se por 5,000 saceos :
posto que a animaeo que houvo ueste- artigo af-
froutasse, tem-sc feitn algumas vendas a 13j5<)0
para a boa qualidade de Angola e Benguella.
Vinho.Posto que as noticias viudas no ultimo
paquete do Brasil fossem mais faroraveis, o mer-
cado anisen a-se ainda com pouca animacao ; po-
rm os nossos oreos licam firmes.
EW.iai'.ACvO DESPXCUA.0A.
l'ar.Barca porlugueza Nereida, com 167 bar-
ris e 35 ancorutas de vinho, 80 barris e 20 meias pi-
pas de vinagre, 41 barris e 40 latas do azoite, 230
moios de sal, 122 barris de carnes, 91 de caipasdo
velas de cera, 16 de rap. 44 de massas, 6 de quei-
jos, 60 de batatas, 1,300 molhos de ceblas, 35
borricas de cesadas. 60 volumes cal, 16 drogas, 192
do frtelas seccas, 38 de drogas, 102 de lages o can-
tara o 23 diversos.
UM1IIV BE LISBOA.
rilfildiat
Pernambuco.
14 de fevereiro Reltmpago, Correa.
Para.
17 de dilo.L'niu, Santos.
Brasil.
28 do dito.Vapor inglez Tatuar, Jellicoo.Segnio
para Soulhamplon no dial." do marco.
Sahidas.
Para.
15 de fevereiro.Nereida, Oliveira.
Brasil.
15 de dito.Vapor inglez Tyne, Sawoyr.
Maranhao.
12 de marco. Briguc portuguez Aurora, S. F.
Lopes.
Embarcnre* despachadas em11.
Porntmbuoo Brigues Florinda, Soberano, Re-
lmpago e Bolla Figueirense.
Maranhao.Galera Feliz L'nio.
Para.Barca Amazonas.
A 25 de abril esperado de Liverpool o vapor
inglez Lima, que segu com pouca demora para
Valparaizo o escala pela Madeira o Rio de Janeiro.
Caixa Filial do Banco do Brasil
em Pernambuco.
Km 91 de triarlo de IH59
Dir, lores da semana os Srs. :
Augusto Fredcrico de Oliveira e Joo Pinto de
Lomos.
A caita deseontn letras com 11 m prazo at 6 mozos
a 80/0 ao anuo, toma saques sobre a orara do Rio
do Janeiro, e recebe dinheiro a premio a' 6 0 0 ao
anuo.
Santa Isabel.
i:iipri-:/..\ (;i.is4!yao.
Hit-i tu extraordinaria Uvre da
assi^naliira.
SUBIDO 2 DE ABRIL DE 1859.
Subir scona o magnifico myslcrio em qualro
~UMUm S WSII1L
OL OS
Hilagres de Santo Anionio.
Principiar s 8 horas,
Os Srs. assignantes lem preferencia aos seos ca-
maroles o cadeiras. o podoro manda-Ios buscar,
caso queiram, al setta-foira ao moio dia, dessa
hora em diante nenhuma rcclamaco ser ac.-ila.
SEGUNDA-FEIRa 4 DE ABRIL DE 1159.
6.a RECITA. DA ASSIGNATURA.
Subir scona o myslcrio em qualro actos :
GABRIEL ELUSBEL
OU OS
Hilagres de Santo Antonio
Principiar s 8 horas.
Avisos martimos.
Gompanhia Pernambucana.
O vapor nacional Iguarass, segu para os portns
do norle no Io do abril o recebe carga at o dia 28
at o meio dia,
Para Lisboa segu com a maior brevidade,
por ler parle de seu carregamenlo prompto, a bem
conhecida barca portuguoza llarinicia : quem na
mesma quizer carregar ou ir de passagem, unten-
da-se com os consignatarios Amorim Irmos, na
da Cruz n. 3, ou rom o capilo Joo Silverio Roma-
no, na praca do eommercio.
O veleiro briguc porluguez Activo, deve sc-
guircom muila brevidade para Lisboa, tem promp-
la a maior parle do carregamenlo ; para o resto
a frote, ou para passagoiros, aos quaes offerece et-
cellentes commodos, trala-se com os consignatarios
Amorim Irmos, ra da Cruz n. 3, ou com o capi-
lo Guilherme Waddinglon, na praca do eommercio.
Xo 1." de abril.
Snuihall, Mellors & C. faro leiln por intervon-
caodnagonlo lllin-ira, domis completo sorlimen-
10 de fa/.endas inglezas inloiramonlo proprias dcsl
mercado e bem couhecidas de sena froguezes o
quem coiividam para o mesmo leilo, que lera lu-
gar setta-foira l"do abril, as 10 horas da manlia,
no seu armazom ra do Trapiche Novo.
Leilo
A 31 do corrente.
_ Manoel Jacqnes da Silva far leilo por interven-
cao do agente Oliveira, de dous escravos de meia
idade, proprios para campo o sendo um delles co-
peiroMiuinta-feira 81 do correnle as 11 horas da
iiianha no escriplorio do referido agente.
hWLM ,
A 31 do corrente.
N. O. Bieber & C. faro leilo por intervenrio do
agente Oliveira, do lindo o ptimo silio com'baita
do capim para:! ou 4 carelios, e com urna elegan-
te casa construida ha 4 annos moderna e com to-
da a solidez e esmero, contendo grandes ncommo-
dacrjes para numerosa familia e com todos os mais
arranjos de cocheira, estribaria, casa para feilore
criados, e os competentes adornos de jardim, tudo
como da discrpeo cita por esle Diario em 10 de
julho do auno passadu, da em que foi vendido pe-
lo anterior proprietario Manoel do Nascimento da
Silva Bastos, rerandendo-se agora por motivos da
protima retirada para a Kuropa do Sr. G. H. H.
Ilolm, socio gerente da sobredila casa commercial
dos Srs. N. O. Bieber & C e visto achar-se o indi-
cado sitio collncado ao correr da estrada denomi-
nada Sania Anna (defronle do sitio do finado con.
mendador Antonio da Silva) fcil ser e se convidam
aos pretendentes para o etame previo de tudo an-
tes do leilo, que lera lugar quinla-feira 31 do cor-
rele, s 11 horas da manha, no cscriptorio do
mencionado agente, ra da Cadeia.
GRANDE LEIL\0
DE
Predios, carros, cabriolet,
cavallos e arreios.
Procisa-sc de nma ama para comprare cnsinhar r
na ra Nova u. 20 loja do forragem.
I.ava-se, e engomma-se, ruin porfoicio, por
barato precn, e maLs que em nutra qualquer parlo:
na t'.anihila do Carmo. lado esquerdo n. 40.
Procisa-se de dous areassadores que hem eu-
tendarh de sua ..Ificina, paga-se bem : na ra Impe-
rial u. 37, |iadaria dn Campos.
Cratllica-se com 304000 apessoa que iler no-
ticia exacta dn lugar n'esta provincia, oudofallocou
H..l..-1-lu de Araujo, natural de Santarem em Portu-
gal ; dnqual apenas consta, que resida a 3 ou
legoas de distancia .Testa cidade a Icmpu dn son
fall.-cimonln, isln ora 1855 uA 1850 : na ra do
Vignrio n. *!, ou annuucic por este Diaria.
Oabaito assignndo, leudo perdido 1 meio hi-
lhele da ultima parle da 2." e l." da3." lotera do
gMiina/iu pornamhuraiin, n. 5ftf, rnga ao Sr.
thosouroirn, sendo que saia premiado quo n.'iu pa-
gue soiii'io ao ahaito assiguado.Jos Joaguim da
Rocha.
Vende-sc urna caca terrea rom 30 palmos do
frente e um portan ao lado, com 6 cazinhas denlro,
que ronde porto de 00>, cli.io propria : a tratar na
ra da Conccico da lloa-Vista n. 27.
Xa padaria da ra Diruita n. 81, preeisa-sc do
ii m amassador.
Na padaria da rita Direita n. 85, ha para ven-
der um sclyndro em muilo bom uso e por proco
coinmodo
Desappareccu do porto da ra do Sol um pr-
ente de aiuarullo : roga-se a quem o adiar ou des-
cubrir aonde estivor dar parle na ra Nova n. 71,
que tora 20g de gratifiraco.
Compram-se ou aliigam-se 2 escraros : na pa-
daria da ra Direita n. 24
Caf a vapor
\i loja do Vianna. v
Ha cliegado nesta loja um riquissimo sorlimento
do machinas para fazercaf, em um quartodehora.
approvadas na ultima etposico de Pars pelos suas
boas qualidades, vende-so por procos muilo com-
modos : na ra Nova n. 20.
Prccisa-se de nma urna cscrava ou forra, do
meia idade, que saiba lavar, eugoiumar c cuziohar.
para casa de urna pequeua familia oslrangeira : para
tratar na Passagem da Magdalena ao p da taberna
entro a ponte grande c a pequea.
Fugio do cercado do engenlio Jaguaribe, fre-
guezia de Maranguape, urna vacca arraposada, e oro-
Unida por ser do pasto, cujos signaos mais raracle-
riscus se dar a quem der della noticia no dilo en-
genho ou no sitio de Francisco Ferreira de Mello, no
Salgadinho, onde se gratificar: no mesmo sitio
vendi-se duas vareas boas para assougue.
A mesa regedora do Sr. Bom Jess da Via-Sa-
. rana Sania Cruz da Boa-Vista, avisa os irmos
desta mesma inuandarle para cnniparecerem na nos-
sa igreja no da 3 de abril s 2 horas da tarde, para
acompaiihar a procissio do Sr. Bom Jess dos Af-
ollos que sailir de S. Concalo.
Antonio Altes VHiela.
Al uga-se urna casa terrea na ra do oguelra
u. 38 : quem quizer appareca na mesma casa que
se dir quem faz esso negocio -
Sangrador e dentista.
Joaquim Bonifacio Moreira,de Para faz scientc no
respeitavel publico, quo se acha prompto a eterrer
a sua pmflssao como soja em tirar denles, alimpar
o chumbar, eabri-'ns juntamente,lem balsamo para
dissipar as dores de denles, tambem sangra e appli-
ca ventosas, para cujo lim pode ser procurado na
ra da Cruz do Uecilo n. 58, loja do Joaquim Ferrei-
ra Fortes.
Ama.
Prccisa-se de umtrama que saiba cozinhar e en-
gommarbem, nao se otilar pagar bem : na ruado
l.ivramonlo n. %, esuuioa.
g Sodas de cores com molo proprias "para -
^^ forro de obras que se vendom por lodo JJ'
OT preco : na ra do Queimado n. 10. '
Luvas de Jouvin
de todas as cores para homens
e senhoras, chegadas pelo vapor
Avon em casa de J. Falque,
ra do Oes
dem na loja da ra
p Leile dt Correia.
msBsaB&amsB
is pira meninos se ven-
do (jueimado n. 10, de '
.'-
hVBM
Hor-
Para Lisboa
vai sal.ir aleo dia 17 de abril protimo futuro o hor-
gantim nacional Despique de Beiris, capitao
Faustino Joo deCarralho, forrado, encavilhado de
cobro, de primeira marcha, j tom melado do car-
regament engajado : para o resto e passagoiros:
trata se com o capitn nn praca do cnmmercio, ou
na ra da S.-nzala Nova n. 4, e Iravessa da Madre
de Doos n. 10.
Para o Bio de Janeiro seguir com brevidade
a barca Fatf/4, para carga a tratar com Caotano Cy-
racu da Costa Moreira.
Para a Bahia.
O veleiro e bem coiihecido palhabote Dous Ami-
gos, pretende seguir com muila brevidade, tem a
son bordo melade de seu carregamenlo; para o res-
to que liie falta, trata-so com o seu consignatario
Antonio l.uiz do Oliveira Azevedo, no seu escriplo-
rio, ruada Cruz u. J.
Para o Rio de Ja-
neiro.
O veleiro e bem conhecido Irrigue nacional Do-
man, de primeira marcha, pregado e torrado de
cobre, pretende seguir com muila brevidade, lem
parle do sou car reg manto a bordo ; para i. reato
quo llu- falta, trala-se com o sou consignatario An-
ionio Luiz de Oliveira Azevedo, no seu escriplo-
rio, na ra da Cruz n. 1.
Q uinta-feir H do cot rente.
Tina Nova n. 61.
por conta c ordemdo lllm. Sr. Adolpho Bourgeois,
que se retira para Europa no prximo paquete,
vender em leilo quinla-feira 3i de marco os 10
horas em ponto na residencia do mesmo os objec-
tos abaito declarados os quaes scro vendidos sem
reserva de preco algum em consequoncia de sua
brevu viagem, em lole a vontade dos compradores :
1 sobrado na ra Noua n. 61 de 2 andares.
2 carros novos de vidraca.
2 ditos sem vidra.-a.
1 dito pequeo.
4 ditos em bom uso.
2 cabriolis.
5 pareinas de cavallos.
4 cavallos bous para cabriole!.
6 pares de arreios para carro o oulros objectos
que serao patentes no acto do leilo. Pede-se por-
tanlo aos Srs. pretendenles quo tenliam a bondade
de com antecedencia irem examinar dilo predio,
carros e cavallos que se acham a exposicao do pu-
de que possam laucar sem' escrpulo
COMPANHIABRASILEIRA
blico alim
algum.
LEILAO
DF.
Movimento do porto.
Navios entrados no dia 30.
Terra Novo35 dias, brgue inglez Mercury, de
1S4 toneladas, capitao Williaus Knighl, equipa-
gem 11, carga 2,610 barricas com bacalho; aj
Palter & C.
Bio de Janeiro e portos intermedios6 dias, e 19
horas, edo ultimo 12, paquetea vapor Oyapoek,
commtndante F. F. Borges, equipagemOi, tone-
ladas 1104
Navios salados no mesmo dia.
LisboaBrgue portuguez Constante, capitn Au-
PAQUETES \ VAPOR.
O vapor Paran, commandanle o capilo tenonle
Jos Leopoldo de N. Torreso, espora-so dos portos
do norte i-m seguimento aos do sul al o dia 4 do
abril.
Recebe-se desde j passageiros, frele de dinhei-
ro e enrommendas e engaja-se a carga que o va-
por poder conduzir, sendo os volumes despachados
com antecedencia at vspero de sua chegada :
agencia ra do Trapiche n. 40.
Gompanhia Pernambucana.
O vapor nacional Persinanga, segu para os
porlos do sul no dia 5 de abril e recebe carga at o
dia 3 as qualro horas.
Leiloes.
LEILAO
A 31 do corrente.
Manuel Jarquesda Silva o os mais hordeiros do
finado commendador Antonio da Silva faro leilo
em um so lole, por intervencin do agente Oliveira,
do seu grande c bello silio com duas espm-osas ra-
sas, cbos proprios, leudo a frente no lugar da es-
Terca-feira 5 de abril.
1. de Soria
de ordem do lllm. Sr. Dr. juiz especial do eom-
mercio e a requerimento de Jos Rodrigues Perei-
ra, depositario da massa fallida de Uonlley & C,
far leilo de urna etcellente casa torrea que faz
esquina na travessa que flca por detraz da ma-
triz do Poco da Panclla, na terca-feira 5 de
abril no sen armazem na ra do Collegio n. 15
as 10 horas em ponto. Pede-se aos Srs. preten-
denles que ion ha m a bondade de examinar a refe-
rida casa, para que possam lanrar com todo o co-
nhecimento.
LEILAO
, DE
Tres predios
Segunda-feira 4 de abril.
PELO AUENTE
PESTAA.
0 referido agente competentemente autorisado
pelo Sr. Manoel Francisco de Amida, far leilo
no dia cima designado c pelas 10 horas da ma-
nha om seu armazom ra do Vigario u. 11, dosse-
guintos predios silos na ciliado de oliuda porlen-
centes ao dito senhor, todos com otoellcntcs acom-
modacocs para faaiilia, c do iuteresse para arren-
damenlo por sercm todos editicados cm chaos pro-
prios, a saber:
Urna casa terrea de podra e cal, sila na ra da
Boa Hora, com solo, lendo 20 palmos de frente e
60 de fundo, quintal amurado c com um terreno
do lado do poeute anuoto i dita casa.
Um sobrado de um andar sito na ma do S. Bonlo
com 45 palmos defronle c 86de fundo, com duas
salas, S quartos e cozinha, c o quintal em aberlo.
t'ma casa terrea de pedra o cal sita na ladeira
da Uica de S. Pedro Martyr com 39 palmos de fron-
te e 60 do fundo.
Os pretendenles podoro desde ji examinar as
dilaspropri.-dades,e para quaesquer esolarcrincli-
tos dirijam-se ao mencionado agente, que ludo Ihes
ministrar al a hora do leilo.
Procisa-se de urna ama de leitc : nn ra de
tas n. 120, nao se du vida pagar bem.
Precisa-se de umeaixeiro de 12 a 14 annos,
que lenha alguma ortica, assim como de um Ira-
balhador do mosseira : na padaria da ra Direita
n, 24.
Vende-ee por l:500|uma csera.va cabra escura
de 20 annos, a qual cozinha o diario e boa ensa-
boadeira : no pateo de S. Pedro u. 6.
Vendo-so muilo bom doce seco de caj: na
Soledade taberna grande comfronte o oito da igre-
ja se dir quem vendo,
Fazem-sc vestidos, casaveques o mais perten-
ces de senhoras e meninas: na ra atraz da matriz da
Boa-Vista u. Zi. Na mesma casa tambem se fazom
franjas lisas para goarnices de retroz, laa e linha
de todas as cores e larguras.
Tendo-se de proceder a inventario nos bens do
Onado tonenle-coroncl Joaquim Elias de Moura, con-
vida-so aquellas pessoas que se iulgarcm credores
a apreseutarem seus documentos at o da 5 de a-
bril prximo futuro, para serem reconhecidos.
Quem tiverOs Suspiros Poticosdo Sr. Ma-
galhes e quizer vende-los, queira dirigir-se a csia
typographia e declarar sua residencia para ser pro-
curado.
Desccaminhou-se no dia 24 do corrente mez
um cavallo russo podrez com urna beiiga na sar-
nelha ainda cm frula, tem urnas pintas pretas pelos
joelhos, levou urna carga, sendo 2 caixrs que li-
nha na cabera dos caixos um entufo de ferro e den-
lro urna bomba de ferro tambem: quem do dito dor
noticia ou soubcr, appareca na travsssa do Quei-
mado, na taberna de Manoel llibelro Fernandos, que
ser recompensada.
Na ra do Trapiche n. 22, caf restauran! do
eommercio, precisa-se de um bom cozinbeiro e dous
serventes.
A mesa regedora da irmandode do Senhnr
Bom Jess dos Martyros da igreja nova, tendo de
fazer a procisso do seu padroeiro no dia 1.* de
abril, faz seienle ao publico, as ras por onde lem
de faier a mesma procisso : ao sahir da igreja lo-
mar a drecco da ra das Flores Nova em frenle a
voliar a ra das Cruzes; tomar a direceao do Re-
cite ra da Cadeia, alravessar a Litigela,'ra do Vi-
gario alravessando a direita para o Encantamento ;
e em Santo Antonio tomar a drecco da ra d
Collegio. do Livramento alravessar a' ra Imperial,
e Augusta. Pedimos aos nossos irmos, que em vis-
ta do titulo 4." do nosso compromisso, devem com-
parecer s t horas dt tarde de capa e mursa para
acompanharein a procisso.
Ass.
Vende-se sal do Ass : a bordo do Noro Olindu,
ou com Tasso Irmos.
Msicas.
Acaban de chegar do Pars um grande e variado
sortimeiito de msicas todas modernas e de gusto,
como sejam : polkas, mazukas, polka-mazukas, -al-
nas, sr.hottiscns, quadrilhas, phantasias tiradas das
melhores operas para pianno somonte, albuns rica-
mente encadernados, contendo msicas todas os-
ra.Iludas : no pateo do Collegio, livraria n. 2.
Aujos para procisso.
Na roa da Cruz n. 50, por cima do eseriptorio dos
Srs. Seve Filhos A C, veslein-se anjos para procis-
so, com o maior aceio e gusto, e enmmodu proco :
na mesma casa acham-se vestuarios bordados, re-
cehidns pelo vapor inglez, e porlanto qualquer pos-
soa que queira nma figura ricamente vestida, pode-
r dirigir-se mesma casa, onde serao satisfoilos
seus desejos.
Vende-se a pmpriedade de engenho Caramu-
r na comarca do Cali, mui prxima estrada do
ferro : quem a pretender dirija-se casa do coro-
nel Lamcnha cm Santo Amaro, a tratar com o Dr.
Bahia.
Precisa-se de um criado : na ra da Cruz
n. 10.
Vendem-se 2 trrenos na ra da Concordia :
quem os pretender dirija-se serrara defronle de S.
Fcancisco, o na mesma prom. He-so vender taima-
do mai barato do que om oulra qualquer parlo,
Vende-sc urna mulata de 18 annos, com urna
crio de 5 uiezes, e com abundante leile para criar,
e sobo engommar e coser, propria para alguma casa
de familia por sor linda figura, c de boa conduela.
Vende-se um i-ahriulet com cubera muilo
furtoc de boa consiruc.au : no gymoasio.
Preciia-tede umeaixeiro pora to-
mar conta de nma taberna por balanco,
a qual faz bom negocio e promette mili-
to tendo |nm bom caixeiro, da-te bom
ordenado ou o inloresie na mctaile dos
lucros: no caes do Ramos armasen) do
Srs. Nascimento & Lemos, e dir' cjm
quem deTe-sc tratar.

--. t -*=*

4

CASA DE SAME.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier, propietario da an-
tigae acreditada c.isa de ande sita ao norte da es-
trada da passagem da Magdalena, entre a ponte Dan
de e a pequea ilo Chora-menino, e na mesma re-
sllenle '
rotativo das molestias. Oraesmodoutor;"lera de's-
'n.ttae. Para ""'"" cuja u,iUduUe ,M iu-
SAO F.NCAHRECADOS 0\ CL1N1C4
Opcraco.-s._0 Illm. Sr. Jos Francisco Pinto Goi-
maraes, cirurgiao do Grande Hospital de Carida-
I\ euja penca he bem conhecidi.
led.m eonsoltante -Olllm. Sr. Commendador Dr.
Jos Joaquim de Moraes Sarment.
Sr. Dr. Silvio Tarquinio Villas-
Hedic
J
Partos.6 Illm.
das.
Pamentoa du4rma- Propietario do estaboleci-
A diaria ser de 3S000 e 8*1000, conforme
aaae c duraran da molestia.
a gravi-
AS|n"^S.,q."r 1"","" um Intamenio distincto,
^tSadisr^ co,,fere"das sepagas
Passagem da Magdalena 22 de dezembro de 1858.
Ur. /anaci Firmo Xavier
COMPA11HIA
ALLIANCE
Eslabelecida era Londres
n
MtfO Di tm.
CAPITAL
Cinco miUtcs t\c libras
esterlinas.
StLSfiZ!& c-'lom ,,onra de informar
ac srs. negociantes, proprietarios de rasas e a
nK^f' "r ,'s';'" P'*''n.eautorisa-
bre ,&? ^"IP""1"'1 Par" "ectnar seguros su-
i2".a n n ende **l.'pedW' cobertos de e
n si r "S """'*10*('ue ~~verem os mea-
mos edificios, quer consista eni mobilia ou em falli-
das de qualquerqualidade.
Aluga-se um sobrado a margem
do no Cap.baribe. na estrada de ponte
de Uclioa : a fallar na ra da Aurora
n. 26.
Precisa-se alagar urna rasa terrea em bom es-
tado, no bai.ro de santo Antonio ou Boa-Vista : di-
nja-so ra do Crespo n. 2.
Arrenda-se oo vende-se um sitio no tugar da
Torre margen, do rio Capibaribc. ron. .Mollente
_u. \'k v,v,"!"la para erande familia, .onlcudol
salas, lllquarlns. co/.inha fra, urna sen/ala, coche-
rapara 2ou3carros, quartos parra criado epretos,
estribara para 6 cvanos, quartos para animaes do!
Diario de Pernambuco.:::Quinta feira 31 de Marco de 1859.
a pessoa que pretender, dirija-se a ra de S.'joso
u. 4.
Xov
VIA FRREA
DO
RECIFE A S. FRANCISCO.
Accmpanluaseacliaprompta a receber propos-
as.paraa condurrao de urna grande quanlidade de
trilhosc outros materiaes perlencenlcs a mesma
va frrea do h.loral das Cinco Ponas, onde presen
emente se achara, ao lugar chamado Boa Sicca ou
loja de funileiro.
I recua-sede um olhcial de funileiro para admi-
nistrar urna loja, sendo liel lira bom resultado : na
ra da Cruz, do Recit u. 37.
Dcseja-sc arrendar um engenho que teuha boas
ierras, escravos e animaes, c nao se pora duvida em
pagar alguna annos adiantados : coulrata-se na ra
dat.uia n.64, segundo andar.
, 4.. Vf? vaPr ToMiiiiii* cl.egado do norte no da
moas seno pagas 1 recebeu-se 6 escravos de 20 a 25 anuos, bonitas
guras, entre estes ha um ptimo cozinheiro, assim
como b escravas com as halilitaces de engommar
e cozuhar, ludo vende-se por'precos razoaveis-
na ra Uireila u. 66.
Precisa-se de urna ama forra ou captiva para
casa de pouca familia : na ra do Caldcireiro n. 60.
A pessoa que qui/.er vender uiua rasa terrea
em boa ra, como (lorias, camboa do Carmo, ou
qualqucr oulra ra das principase, assim como
ra do Aragao, (loria c aterro da Boa-Vista : quem
nver dirijo-3c a ra de Hurlasn. 88, que eiiconlrar
quem quer comprar.
Otlerece-sc pora caixeirn de escripia ou lam-
ben] para entinar primaras letras em qualqucr
parte desta provincia, um moro bastante habilita-
do para laeseninrogos, o qual i foi estudaule, lem
'unlierimeulo de alguiis preparatorios, e sabe ler
entrever e contar : quem delle precisar, queira
aiiiiunciar sua morada, ou dirigir-se a ra dos Pa-
sete*, casa n. 14, que se dir quem .
-Na ra da Cadeia do Recife n. 51, desoja-se follar
com os Srs. altano declarados a negocio que ellcs
minio bem saben), Francisco l.uiz Viraes, denun-
cia, Jos Antonio da Silva Grillo, do Recife, Ignacio
Francisco Caelano de Vasconcelos, Lutada Rocha
I eiuira, de Piralibe, Aulouiu Nunes de Melle, de
Nuda, Anaslacio Ji.sc Mara, do Recife. Vicente
rerreira da Costa Miranda, do Cachang. Francisco
do Reg Barros. deOlinda, Joao Baplisla, de Para-
Jibe, Manoel da Silva Pereira, do Recife, Joaquim
Macano, do Recife, Jos Beiilo da Cosa, de (lliuda
Jos tustaquio Maciel Monteiro, deOlinda, Vicente
l ereira de Azcvedo, do Recife, Vicente Fcrreira de
Barros, de linda.
Jos Carnciro da Cimba deseja fallar.aos Srs.
Antonio Aunes Jacome Pires, Joao Bernardino de
v asconcellos, Jos I.uiz da Silva Cuimares, mostr
pedi-eiio Aulouio Victorino, mostr carapiua Ber-
tholdode tal.
Criado.
Quem precisar de um criado de 16 a 18 anuos
f.?.1!!1 da Galiza, dirija-sc ra Nova n. 38 para
un caixeiro para um duposilo
Berlioga, sito no rio lpojuca.
As proposlas deverao ser ei
m iadas por escnnlo
manando o prero por arrobis inclusive earrecar
descarregaro peso que pode ser conduzido porca-
da barcaca o raawr numero dola que se poder em-
pepr neelesi;rvnoassim como o lempo gasto em
a^mlcn'eaiiek0i na vil,a d0 Ub10
W. U. euilton,
r.iigeulieiro em chefe.
VIA FRREA
Recife a S. Francisco
Acompanhia precisa empregar 300 obreiros ad-
diciouaes entre a villa do Cabo e Ulinga, c offerece
..-Mgmnu.svantageiis. 6 <"pm
Ksl resolvida a contratar os tenos em lances
pequeos por preces que garanten maior tuero
ios contra adores, do que o que se rcalisa pelo tra-
balho diario. v
F.inpregar-se-ho todos os homens de forra e ac-
n "diar1, U'U Pa'': Pr"Purcio"al equivalente' 19280
Contralar-se-hao pedreirof, carapioas, ofGciaes
de pedreiro, ferreiros, assim como outros mcham-
eos, medanle condiccoes favoraveis empreilada
ou mediante paga diaria correspondente, no caso
que prefenram.
Haverio moradias para os obreiros, cujos manti-
nientos serio transportados gratuitamente da esta-
rao das t.inco Ponas aos pontos das suas moradas
pela linba. Tambera se conceder urna passagem
I.vre ao Recita para lodos os que orem emprega-
uos.para ida c vollanos sabbados, depois de feito o
pagamento ; assim romo a todo lempo se dar pas-
se livre, de 20 homens, um, para o fim de com-
prar mantimeiitos. "*
Kscriplorio dos engenheiros na villa do Cabo 10
W. M. Penitton,
Engenheiro em chefe.
tratar.
Jos
Antonio Fernandos
un mw&i
1)0
RECIFE A SAO FRANCISCO.
A rumnanhia est prompla para entrar em ajuste
com quaesquer pessoas que queiram eucarregar-se
te iraiisnortar materiaes dos lugares das Cinco Pon-
as e villa do Cabo para os pontos de Pavo, Olin-
da. Para a Timboass, assim como outros pontos
das divisos mais distantes da via frrea.
0 abauo assignadu eslimari receber proposlas
por escriplo, estabelecendo o prero por legua por
cada arrobado peso,pelo qual os proponentes se
origaraoa Tazer transportar os mesmos materiaes
1 odas aquellas pessoas que conseguirem este
ajuste coma companhia, terao o privilegio de do-
derem obter passagem livre pela via fenea, e Ve-
raet erem seus proprios gneros pelo frete mnimo
esUbelerido pela tabella.
Escriptorio dos engenheiros na villa do Cabo 10
de marco de 1859.
W. M. Penitton,
Engenheiro em chefe.
~a rrecisa-se de u preto de meia idade para
ajudar a um homem que anda com urna canora
vendendo agua pelas ras do bairro da Boa-Vista
a tratar na ruaduCabug, loja n. 9.
J'recisa-se de um homem ou de um escravo
para trabalhar n urna carrera ; se for escravo o seu
sennor dever aancar sna conducta, paga-st' bem
a traur na ra do Cabug, loja n. 9.
Facoscicntc ao Sr. Vellozo e mais pessoas,
que assisliram ao Uiealro de segunda-feira, que
peaaoa que Unha vendido o bilhete de camarote por
.n^n^'-,'lU" J"u,ePa80u urna recita e tdo
mais llie perdoei.
Recife 29 de marro de 1859.
Ignacio Ary Ferreira.
Sa loja de trastes do aterro da Boa-Vista n.
27, chegou um rico sortunento de espelhos de to-
dos os lmannos assim como riquissimas mobilias
de Jacaranda e de mogno, na mesma loja rende-se
lambem junco de superior qualidade.
Aos senkores Brasileiros e PartHcaezes
PARIZRA MONTHOLON *. 30
.Pars la place Cadet.
Madame Srhroo lem a honra de prevenir aos se-
uliores Brasileiros e Portuguezes, que ella mudou
seu hotel da ra Faraboury Poissonnirc n. 71 para
a ra c numero cima, casa mui espacosa e de urna
elegancia excepcional ; lera quartos" mobilhados
que oirerecem todas as commodidades desejaveis'
nao ai pela graude como pela boa distribuicao!
lem um grande salao alm dn sala de janlar a mo-
da brasileira, casa de barrho, e carroagem sempre
prompta e a disposicao dos viajantes. Este estabe-
lecimento particularmente til aos senhores Bra-
sileiros e Portuguezes, pela facilidade de nelle se
usar da lingua desta* naces. As pessoas doentes
encommodadas, sern tratadas com esmero por un
dos mais halieis mdicos de Paria, que emprega-
do no estabelecimento : os precos sao mui commo-
dos o servico feito com linipoza e exactidao, c as
senhoras brasileiras enconlraro neste hotel u tra-
lamento que lhes for conveniente.
Precisa-sc de urna ama para engommar co-
zinhar e fazer o servico de casa: no pateo do Terco
n. 26, pnmeiro andar. J
No dia 21 do corrente desappareceu de casa o
mulatiuho Ladislao, cabellos cachiados, olhos par-
dos, nariz chato, bocea regular e um hombro mais
alto que oulro, feio e tem 16 annos representa ler
1J, le, escreve e conta mal, sabio com bonet preto
calcas de brim parece ja desbotada, camisa de ma-
dapolo e jaqueta de riscadinho. O mulatinho li-
vre mas como para dar-lhe olcio o abaixo assig-
nado o trouxc da ridade do Ii com permissao da
respectiva autondade por isso gratifica a quem o le-
var ao segundo andar da casa n. 69 na ra Nova
onde mora ou a sua loja de ourives n. 26 na ra
larga do Rosario.
Francisco Comes de Mallos Jnior
AVISO-
Furtaram ha 20 dias do moirao do si-
tio da inoradla do abaixo auignado na
Patiagem da Magdalena urna canoa de
carretra de um s pao, anda nova e to-
da pintada de verde com a marca da ca-
pitamado porto M n. 171 : roga-se a
quem a ttver achado ou souber aonde
exista de participar no dito sitio ou na
ra do Torres n. 14, que sera' gratillca-
uo,Antonio Jos Leal Reis.
-.. Fradique durante a
sua ida a Portugal deixa por seus procuradores em
pnmeiro lugar o Sr. Joao da Silva l.eile, em secun-
do "Sr. Fortunato Cardoso de Convela, e em ler-
ceiro o Sr. Jos Duarlc das Neves.
Precisa-se de urna ama para co/.inhar e engom-
mar : na na Nova n. 10, loja.
O abaixo assignado faz Menle ao rorpo de
commemo, c muito principalmeule ao Sr. Hai.....I
na ama Santos, e a quem mais inlerassar potaa, que
a taberna ella no lugar denominado San Loureuco
da Malla, pertence a elle annuiu-ianle, e que Bc'r-
nardo Rodrigues (ramoso Cosa, tem sido seu cai-
xeiro, percebendo lo smenle de seu Iraballio e in-
dustria, metade dos lucros que houvereui. e paraa
todo constar erada um nn alegar ignorancia faz o
presenta annuncio.Ju/oniu Fernande* llamos de
Ultveira. \.
O abaixo assignado faz sciente que
nao se responsabilisa por cousa algurna
que a seus escravos entreguem ou que em
seu nome elles pecam. Recile 2(i de mar-
co de 1859.JoaoManoet Pinto Bastos.
Attencao a Aurora.
Pateo da Santa Cruz.
Serte hotel d-se casa e comida para homem por
Precisa-se d. ..
de padaria : na ra Dimita n. 30.
0 abaixo assignado scienlilica ao publico que
se acbano exentara de pmcuradur da cmara mu-
nicipal da eidade de Olinda, portanici as pessoas
que liverem de pagar qualqucr imposte perlencen-
' iifenda cmara, proruirm-nn na inesma rida-
de na de S. Bnto, sobrado lonliguu ao edilicio
mide fiinreionoii a academia.
Jos Joaquim Xavier Sobreira.
O aliaixo assignado leudo perdido urna aecao
n. 1H.1, edous reribos ns. 128 i 12 da raixa eco-
nmica, declara que fleam laos mulos de nenhiini
etreito, viste que lem de rereber da directora da
mesma cana a duplcala delles a vista desta dc-
claracao. Recife 29 de marco de 1859.
Vicente Ferreira de Paula.
, Na padaria do palco da Santa Cruz n. 6, pre-
cisa-se muito fallar com o Sr. Antonio Bernardo
Das, natural da villa de Santo Tbino, casado, che-
gou a esta provincia como engajado no brigue por-
luguez Trovador em 17 de mata de 1800, e tam-
ben) se roga a qualqucr pessoa que delle teuha
conbecimenlo ou milicia fazer o favor de avisar na
mesma padaria que se Ihc ficar muito obligad...
peta grande precisao que ha de se sabor deste mes-
ura Sr. Das.
Precisa-se de urna ama para rozinha viudo as
/ Horas, pode queiendo relirar-se s 5 horas da
larde : na ra do ueimado n. 24.
O escriplorio de conlablidade cnmmercial que
se achara estabelecido uaruada Cadeia de Samo
Amonio n. 21, tal transferido para a ra das Cru-
jes n. ;t( primeiro andar: ah se promptilhaiu to-
das as coalas commerciaes e se encripturam livros
por partida simples edobrada, Indo com prompti-
dao c zelo, sob a admiuislracao do Cbrislovo Cui-
Iherme Breckenfeld.
Precisa-se de um forneiro e di.us ainassado-
res na padaria do Forte do Mullos.
Joao da Silva Ramos, medico peb uuiversida-
de de l.ounl,ra, leudo de estar ausente da eidade
por alguna dias em commissao do govenw deixa o
Ur. sei o encarregado dos seus .lenles.
Aluga-seuma prela cozinheira c engomma-
deira para lodo o servir quem precisar dirija-so
Camboa do Carmo a. 13.
O abaixo assignado relirando-se brevemente
com sua familia por alguna arases para a eidade de
Sobra aliiu de cuidar de sua saude, deixa encarre-
gado ile seus negociosa sen mano o hacharel Ma-
nuel Ferreira da Silva, e de sua chuica em primei-
ro lugar ao Sr. Dr. Alexandro de Souza Pereira do
Carino, e mais aos Srs. Dr. Joaquim de Aqiiino Fon-
seca ecirurgiao Francisco Jos Cerillo Leal.Reci-
te 2b de mareo Je 1859.Dr. Joao Ferreira da Silva.
Precisa-se de urna ama idOSa pura casa de
um esiraiigeiro, que ciigomme, cozinbe e faca o
mais servico interno : a tratar na na do Trapicho
Novo ii. 0. r
Precisa-se de um homem que enlenda do ser-
vico de relinaeao : na roa da Concordia n.8.
Precisa-se de um feilor pura um sitio porto
da orara : a tratar na Iravessa da Madre de Dos
arniazem n. 21.
Pelu jiiizo dos orpbdos, escrivo Brito, lem de
ser levada a basta publica, depuis de lindas as audi-
encias dos das 29 do crlenle, 1 e 5 de abril prxi-
mo a renda dosilio de Saulu Antonio da Mouraria,
no lugar do Mangninho. por lempo de 3 anuos, a
preco de 1X10900(1. porque (Ara avahado, cada um
auno cuta Sitio, faz poni de partida para as estra-
das de Ponte de l choa, e .Unirlos. O escripto da
ay.ilia.ao, acba-su em man do porteiro Amaro, e a
ultima praea. nu dia 5.
Precisa-se de um caixeiro d
que Icnha pralica de venda :
n. 16 se dir quem precisa.
ti.'.-se eneclivameote dinheiros a premio son
penbores de ouro ou prata : na roa Augusta u. iH.
Compram-sc pinnas proprias para espanado-
r.s, qualquer queseja poreo, HHI ou 150 (bichos)
besonros, para encasloar cin ouro. e servir para bo-
lees de pello e punhos de comisas para homem : na
rus da Cruz n. 57.
Compra-se uma casa terrea no bairro de San-
io Antonio ou nos limites de S. Jes* rom o de Santo
Antonio : a pessoa que liier, pdela tratar o ne-
gocio ua ra de S. Jos n. 45.
COmprau-se em casa .le N. O. BieberiC,
na da Cruz n. i. .unas bespanbntaa, e mexicana
soberanos e modas porUiguezas de (>Hi
Coaspra-s.......moleque de 12a 14 anuos, boa II-
gura sein vicios : na Iravessa do arsenal de guerra
vendan. 1, A.
Aviso.
I.uvas de pellica, de Jouvin verdadeiras a 2$000, '
muito novas, e banda francesa s libras, meias li-
bias e murtas al antas a 2jf>01l a libra : na luja '
de miiidezas do aterra da Boa-Vista n. 82.
Farinha de Irigo
Compra-se
um sobrado de um andar na fiegnezia da Boa-Vis-
ta : tratar na roa Vellm da Boa-Vista no segundo
andar do sobrado da esquina do neceo do Veras.
Compra-se ou alnga-eeum sitio porto da-praca
com casa de vivenda : a Katar na taberna grande
da Soledad.-.
Vendas.
1 a 16 anuos
na piara da Boa-Vista
LOTERA
a
Veudem-ee Soleiras e sacadas de pedra de
cantara : a tratar na ra do Torres, escriptorio de
Novo zorlimeiiii. de obras de miro dos melhnres
go.slosemais em moda, lano para senhoras como
para homens R meninas : na loja de iwrivea de Se-
raphim Irmo, ra do Cabug u. II. '
Reloos.
I'ernaudes A Filb.is lem superior farinha de I r- ; Veiidem-sc relofios de duro e loura-
go da marra SSSF ehegada antes de bonleni iiue ,1^, .__,. i i j
venden a preco mu.tu em conta : no seu aimazi-m j* Pd-ente para liotr.em e senliora de
ra da Cadeiaii. 63. berro da Madre de Reos n. 12 diverso tamanllOS por prei/OS COinmodos :
RicOS eilfeites COlll Vitlrilhos inrua da Cruz do Recife 50.
para cabeca.
Vendem-se os mais rirns enfeiles prelns e de
cores com vidrilhos, pelo baralissinio prero de 4|
69 cada um: na bem condecida loja de miudezas
da Boa Fama, ua ra do (Jo.miad., n. 33.
Avisa-se aos Srs. que
perleacem irmandade '
Lemos Jnior o: Leal Reta.
'E doBoin (loDselho, t|iiena
LIVMIIJ. UNIVERSAL. I !t ^ T\ k 2
j,f; lento lita para dita iruian-
$Z dado.
\ende-se o engenho l.imeirinha na romana
de Nazarelh a margem do Rio Trarunliem. com
Ierras e obras sullii-ienles para safrejar dous mil
pes. oplimodu assurar e COS hons pasloradores,
leudo uuia boa destila. ,io. d,i niiiil.. inleressi', por-
que as agurdenles qu.isi Indas se veudem na por-
ta por licar parto da estrada d.- Ijmoeira : os pre-
lendenles dirijain-se ao engenho Piudobal em Pao
d'Alho.
Vende-se um escravo de meia idade : na ra
do C.dlegiu n. 7, segundo andar.
Ra do CoUcgio n. ^O.
< .iiuiiua.:... lo ontitlo^u publicado
ios ns. 84, S5 e O deste Diurio.
Alauzel, F.ssai sur les peines.
Ampre, Philosaphie des seranees.
Avril, Commiiuant.
Alleta, lliclioiinaire des Conciles.
Baillet, Cuide d'liidiant en droit.
Bilhard, Traite du benfico d'invenlaire.
lleiilliam, Preuves judiciaires.
Boiisnuel, lliclioiinaire des pr. seriplions.
Bouillier, Tliorie de la raimo impersouelle.
Bonin, Coiiinientaire du l'.ode Penal.
Blancbet, Droil l.ominercial.
CrbiiTe, Droil priv.
Corpus inris Civilis.
Donoso Cortes, Ensata sobre el Can.lirismo.
Des. ubres, Coiivernemeiil represenlalif.
Delavigne; Baccalaural s-lellres.
Clinka, pliilosophie du Droil.
Gralry, Connaissance de Bien.
I.aroinbierc, Tbeorie el pralique dcsobligalions.
Mariroiini. Dtacnasion surPusure.
Mallein, Droit adminislralif.
Merger, Manuel du Jur.
Mullican. Kcoiioiuie sociale.
Mulinari, Eludes couoiniqu.s.
Parieu, lmpots sur la proprit.
Proiidhon, Trail du dnmaine public.
Riere, Repetilions crites sur lo Code dr Com
nierce.
Say, Calliecisme d'eonoiuie politique.
Sniiili, Bichease desnalions.
Sen iguy, Droit adminislralif.
S. Alpbonsi de Llgorio, Theologta Moralis.
Relogios.
, Vendem-se relogios de ouro ingleses de p.itent
no armasen) de Augusto C. de Abreu. ra da Ca-
| deia do Recife n. 36.
TACHAS
para
Na lundicao de ferro de 1).
; W. Bowinau, na ra do Brura,
passando o chafariz, continua a
i haver um completo sortimento
. de tachas de ferro fundido e ba-
i tido, de 3 a 8 palmos de bica,
-i ,*
as quaes se acnam a venda por
| preco commodo e com promp-
tidao, embarcao-se ou carre-
| gao-se em carro, sem despe/as
Ventara Le Pouvoir Politique Crclicn, e lodas as
obras publicadas.
Viniis, liistiliitioniim Imperialium.
tfe
sr-
Precisa-se de urna ama forra ou captiva, que 'Ti'Z rangeiras 15.' Na mesma casa tem agua e <3>
engomme com perleico, para casa de pouca fami-
lia : no largo de Pilar n. 12, em Fura de Portas
AVISO.
I recua-sede urna ama de leite : na ra do Col-
legio 11.16, primeiro andar.
i-"^- Ia -rMa do ,,|ulre Woano n. Z\ se dir quem
da dinheiro a premio em pequeas qiiaulias cum
puiiliorns de ouro ou prata.
i >iodia 5do renle meze anuo fumo da casa
do abaixo assignado o seu escravu mulatinho de
nome Jacinlbo, de idade de 18 annos, do estatura
regular, olhos vivos e muito ladino, consta une
se achava houlem a bordo de uma barca america-
na para segtur nella donde, veio para tena ua lan-
cha do praliro : roga-se a poliria de tena e do mar
a captura do referido mulatinho, que o annuucianle
recompensara levando-o ra do Vigario n. 12.
Tliemoteu Piulo Leal.
Precisa-se de uma ama forra ou eicrava, que
saiba cozuhar e engommar : ua ra do Cabug n 3
segundo andar.
ATTENQO.
Desappareceu uma cabra (bixo) prela com ma-
llas brancas, com canga, em uma das ponas lem
uma brocha : quem souber ou der noticia, diriia-se
a ra da Santa Cruz n. 64.
Precisa-se de um amassador na padaria
Santo Amaro. r
de
_ SEGURO CONTRA FOGO
NORTHERN ASSUkACE COMPANY
L0NDON.
CAPITAL S 1,500,000.
Agente C. I. A.stley e C.
0fferepe condicOes muito favoraveis e premios
Aviso aos Srs. negociantes
desta praca.
Trapiche do Cunha.
Neste estabelecimento recebe ni -se e embarcam-
se saceos com assucar. com toda a promptido e
aceio pelo diminuto preco de 10 rs. cada um.
Avrtissementtous les ne-
gociante de cette place.
Trapiche Cunha.
Desormais on embarquera le sucre, daus cet u-
^d^^P^^S!2
Avselo allthetradershere
established.
Trapiche Cunha.
Noticesherebygivenlhal honceforward each
sack ofsuggar shall p.y 40 rs. for depositing "
emb.rk.ng. Prompti.ude and cleanliness in hc
service ave warranted. nc
Arrenda-se um sdSO com exceuenle casa de-
Micndauo lugar da Torrea margem do rio Capiba-
nbe confronte estrada do Manguinho, cuja casa
aiem de ser edificada com muito goslo c ser colloca
da em um ponto de vista agradavel lauto por della
avistarle todas as casas da Capunga, Passagem c
lome de Lcha, conlm4salas de 30 palmos ana-
diados cada uma, sendo 3 forradas de rico papel o
o teclo de estuque, 11 quartos, sendo 5 forrados de
papel e o teclo de estuque, cozinha fura, bstanle
espacoso, cocheira para 3 carros, quartos de cria-
do e de prelos, estribara para 6 ravallos, casa para
galhnheiro e animaes domestiros, 2 cacimbas, u-na
cora escolente agua de beber, outra com bomba,
da qual deita agua para a casa de banbo que tica a
pe, jardim com liguras e jarros de louca Anos, mu-
rado na frente com porlo de feno, banca de rapim
que sustenta annual dous cavallos, pomar de laran-
geiras, selectas e de Umbigu, alm de outras fruc-
teiras do paiz : os preteudenlos dirijam-se ao aterro
da Boa-Vista n. 2, segundo andar.
Domingos Antonio da Silva Beiris vai a Euro
pa levando em sua companhia sua seuhora e um cu-
nhado menor Jos Alvos Lima Pilno ; deixa encane-
gado de seus negocios em primeiro lugar seu sogro
Jos Ahes Lima, em segundo seu caixeiro Narciso
Jos Machado, em terceiro Jos Duarlc das Neves.
Jos Antonio Fernandos Fradique vai a Portu-
gal tratar de sua saude.
Jos Antonio remandes Fradique previne a
seus freguezes que Oca encarregado da administra-
cao da sua padaria o Sr. Joao da Silva Leite.
Pelo juiz de orphos desta eidade ir praca
ac venda a rasa lene da roa da Glorian. 41, av-
hu 35 J600?- requerimento dos herdeiros do
v 1." L,eandro d0 Re- Pela >l"a
jiuz'o "a ,erccira "diencia do mesmo
Os abaix.t assignados lem esposto a venda os
seusfelizesbillielesda ultima parle da segunda e
primena da terceira do Cymnasio. Os mesmos ven-
derain os seguinles premios da primeira parle da
pnraeira lotera de S. Jos de Kiba Mar :
N. 2802 meio bilheta 5:000f
N. Nifi um bilhete l:0tKy
N. 720 meio 100*
N.2215 meio llMlg
Os possuidores de ditos bilbeles podein vir rece-
ber os 8 por cont da tai na sua loja da praca da
Independencia n. 40.
I'ici'ro iV Rolliecliild.
DENTISTA FRANCEZ. g
Paulo Caignoux, dentista, ra das La-
ngeiras 15. Na mesma casa tem agua e
p dentilico. V
Dennvamenle sao convides lodos os ciedores
da massa do fallecido Manoel dos Santos Pinto, a
apresentarem no escriptorio do Sr. Domingos Alvos
Matheus, conta legalisados de seus crditos at o
da 30 do corrente mez, alim de serem contemplados
no dividendo que se tem de fazer, lego que soja au-
lorisado pelo Illm. Sr. Dr. juiz do orphos. Recite
21do de marco de 1859.Domingo* AM$ Malhenx.
Precisa se de um caixeiro com pralica de ta-
berna capaz da gerencia da mesma, d-se bom or-
denado a quem possa preencher este lugar, sendo
preciso dar fiadora sua conduela, se estirar desar-
ruiuado ; e aquello que eativef anumado, pode di-
ngir-sc por carta fechada taberna n. 42 do'aterro
da Boa-\ Isla, esquina do hecco dus Ferreiros.
LOTERA
PROVINCIA
O Sr. thesouretro manda fazer publico
que se acham a venda todos os dias das 9
horas da manhaa as 8 da noite, no pavi-
mento terreo da casa da ra da Aurora n.
26 e as casas commissionadas pelo mesmo
Senhor thesoureiro na piaca* da Inde-
pendencia numero 22 e na ra Oireita
n. 83, at as 6 horas da tarde, somente os
bilhete e meios da ultima parte da segun-
da e primeira da terceira lotera do Gim-
nasio Pernambucano, cujas roelas deve-
rSo andar impreterivelmente no dia 2
do futuro mez de abril.
Thesouraria das loteras 23 de marro
de 1859.0 escrivo. J. M. da Cruz.
*- Precisa-se de uma pessoa com bastante pra-
lica e naniutacoes em negocios de ferragens
quem estiver nesse caso dirija-se a ra da Cadeia do
llecife n. 48, primeiro andar, que achara com
quem tratar.
AMA.
Precia-sc de uma ama para comprar e cozinbar
para uma pessoa; na ra das Larangeiras n. 14
pnmeiro andar.
= Na Passagem da Magdalena, eulre as duas
pontcs, aluga-seuma escrava ou pessoa livre, pa-
ra o servico exterior de uma familia : no sobrado
direila da estrada e defroule 'do Cajueiro.
GABINETE PORTUGUEZ
DE
LEITURA.
A directora do Gabinete Portugus de Leilura.
lendoi em considcracao a ordem e regularidadeque
deve haver no eslabelccimenlo. avisa aos senhores
associados, queiram lera bondade de mandar en-
iregar na bibiiolheca os livros sahidos para leilura
aie o 11 m de fevereiro prximo passado
Secretaria 18 de mareo de 1859.O 2." secretario
Jos F. barrolte.
Itodolpho hruckenberg subdito allemao reti-
l para Kuropa : quem se julgar seu credor
icos vestid, is pr.los bordados com ba
dos e tambeui com 2 saias.
Manijas ile lil de seda prela o mais su-
perior que ha.
Guara-ies de lil prelascom gollas a man-
guitos
Veos bordados para chapus de senhura
de todas as cores.
Vestidos brancos bordados para baplisar
crian.as.
Ili.os curtes de collete de velludo preto
bordados.
Camisas inglesas superiores de lodos os ta-
manhos.
Allineles com camaphcii
maulas
Corles de calca .de casemira pretas muito
baralos. Estas (aseadasse Tendera na ta-
jada rea do ueimado n. 10 de Leite &
ATTENCAO.
Vende-se um cavado pedrs muilo torta, proprin
para lodo ..servico, por preco muito commodo : no
basar da ra Innata n. 100,
Vende-se superior palha de carnauba, mais
barata que em oulra qualquer parle : ua Iravessa do
Arsenal de Guerra venda n. 1 A.
AO GRANDE ARMAZEM
proprios )iara
Rougi feita
mm i. f.
Suemn^T1"1 ^ de aril. cnvSl
^-^.taaSiSlr."-0'"---
partir
"a a
que nu

Compras.
A saboaria da ra Impe-
rial compra sebo em rama
a 9$ a arroba a dinheiro
vista: a tratar com o seu
administrador.
Compra-se uma escrava de idade de 25 a 30
anuos, de ra, que cosinhe c lave de sabo : na ra
Nova n. 34.
.1 unto o Conceicfto dos Militaras.
Neste armazem encontrar o publico um grande
e vanado sorlimeulo de roupas fritas como sejain
casacas c sobrecasacas, fraques, gndolas c palelols
de panno lino pretu e de cores, palelols de casemi-
ra de cores, de merino, de alpaca prela e de cores,
de brim branco e de cdMs, de riscadinho de linbos
calcas de casemira pela c de cores, de brim de li-
nho bramo e de cores, de ganga, de meia casemira,
de merino e de rucados, colines de selim e gorgu-
rao preto, de velludo preto o de cores, de merino e
casemira prela, de fuslo branco e de cores, cha-
peos, grvalas, lavas e camisas e au agradando
ao comprador algomas das obras taitas se apromp-
larao outras com toda a presteza para o que tem
grande sortimento de pannos finos, caseiniras, gor-
guroes, velludos setins e brins de lustro
ma.
de Gama \
ao comprador.
Chapaos para meninas.
He na luja de quatro portas na ra do
Miliario n. 37
que seenciinlra um rico sorlimentn de chapeos para
meninas e meninos ricamente entallados, e lambem
chapeos para senliora, de palha enfeitados, todos
de gastos modernos; e se vende mais mi conta do
que em oulra qualquer loja.
Vende-se superior linha de algodao, branecs e
do cmes, em novello, para costura: em casa de
Seulhall, Uellor & C, ra do Torres n. 38.
Potassa da Russia
E CAL DE LISBOA.
No bem condecido e acreditado deposito da roa
da Cadeia do llecife n. 12, ha para vender potassa
da Russia e da do Rio de Janeiro, nova e de supe-
rior qualidade, assim como tambera cal virgem em
pedra : ludo por precos muilo razoaveis.
ATTENCAO.
lo.
>
) Kissel, relojoeiro francs, vende relogios de
i^ oure e prala, eonrerla relogios, joias e miisi- -^
ras, ja aqui lie conliecido ha ninilos annos, 2
> habila no paleo do Hospital n. 17.
XXXXJLIK ii*lii*i*m$
Ra da Senzala Nova n. 42.
Vende-se em casa de S. P. Jonlislon C. vaque-
las de lustre para carros, sollins e sillines inglezes
candeeiros e caslicaes bronzeadns, lonas ingU/as]
lio de vela, chicote para carros, e montana, amos
para carro de um e dous cavallos. e relogios d'ouro
patente inglezes.
Aviso.
No armazem de Adamson, Ilowie, \- C., ra do Tra-
piche n. 42, vende-se selUns para homem senhota
air.ios praieadns para cabriolis, chicles para car-
ro, colleiras para cavallo etc.
Moderoissimos chapeos de palliinba d'll-ilia os
maisieves e frescos que se podein eucoulrar pelo
baralissimo preco de lj>500 i
n.9.
na ra do Collegio
Vende-se
um escravo pouco menos de l annos, crioulo,
chegado do serliio : no armazem da ra da Cruz
n. 33.
Vende-se
sebo do Porto, cera de carnauba, linda Rabia etc.
pelles de cabra, cera de abelha : no armazem da
rila da Cruz n. 33.
Camisas inglezas.
Vendein-se superiores camisas ingle-
zas : na ra do Collegio loja n. ,".
Vende-se um boi dr rara c umacarrora : quem
pretender dirija-sc a ra do Vigario u. 10, luja,
para tratar.
Vinho Bordeaux.
Em rasa de Henr Brunn & C, ra da Cruz n. 10,
vende-se vinhu Bordeaux de diferentes qualidades
como Lafolle, Ch, Leoville, l.s. Julicen, em caixa
de uma duzia por barato preco.
Alcatifa
Vende-se alcatifa rom quatro palmos
de largura muito propria para forrar
salas e igrejas a 600 rs. o rotado : na
ra du Crespo n. 12, luja de Campos
Lima.
Fasendas pretas para a quares
No aterro da Boa-Vista n. 60, loja
Silva, sendo um completo sortimento de grosdena-
ples pretos, pannos e casemiras, pelos procos se-
S'S1gSSIfenaPles' cuvad0 a *&*> '160<).
k25S!' =-P c?a>"as Pretas, corles a 5J(500,
(*. dierenles precos e qualidades.
(oii veia & Aran jo.
25
Ra do Queimado.
Chapeos de seda para meninas, de muilo bons e
vanados gestos, peni es de tartaruga para atarea-
Indio a4g,5A.r)00 e 9g, ditos virados a IOS e 13g
flores artllenles de 500 a 2$ o ramo, toucas de fil
para enancas, por barato preco, franjas pretas, ditas
de todas as cores, bicos de seda prelos e branros,
e oulros minios ..ojelos que se veudem mais ba-
rato que em oulra qualquer parle.
Cheguem a pe-
chincha.
Na loja do Pregutca tem para vender
grosdenaple preto da melhor qualidade
quepossivel pelo baratissimo preco de
1,900, 2,000, ,200, 2,400, 2,800 e 3$
o covado.
Calcado francez.
Para acabar.
Vendem-se na na do Cabug u. 9, pelos seguin-
les precos :
Hnr/eguius de lustre para boineni 88000
Sapaloesde dito para dito a 5j e 6)000
Hilos de bezerro (Sanios)..... 41000
BORDADOS FINOS.
Na ra do Queimado n. 37,
loja de 4 portas.
Tem um completo sortimento de bordados romo I
seja golinhas para 600,800, lSelSOO at 3a'man-I ,
gitos de lg600 o par al 2U00, manguitos rom i C0Der;,,s desrobertos, pequeos e grandes, de ou-
goliuhas de ricos goslos a 48, 5, 6 8 lfla e a i" Pa'''"u' '"S,"'*. para homem e senhora, de um
12 o par, completo sortimento de liras bordadas e ,.* n"-'lnores tabnrantes de Liverpool, vindos pelo
enliemeinsfrancezes, tiras bordadas inglezas de di- i" T Pa1u,',e ,n8l,,/-: em casa de Soulhall Mel-
versas larguras e de uma fazenda muilu supejior
propria para calcinitas de criancas e para casave-
ques, camisinhas bordadas com golinha e mangui-
tos por preco commodo.
Nova in\encao aperfeicoada
DE
Bandes ou almofadas
de crina para penteado de
senhoras.
Na loja de Leite & Irmo, na ra da Cadeia do
Recife n. 48.
as
Milho para planta
mais lampo possivel.
Feijo preto novo
sem igual no mercado Vendem-se estes gneros
no Forte do Mallos, armazem de Hemelerio, Ir.
mo Ai C., confronte ao trapiche doalgndn n. 18-
No armazem de Nones A: Irmo, ra da Madre
de leos n. 4 anda tem has de tartaruga de diver-
sos lmannos rccenlemenle chegados da Patalinga.
teude-sv farellu de Lisboa .ni sacas grandes,
i... armazem de Nunes & Irmo, ra da Madre de
u. 4, e vndente barato.
Vende-se una casa terrea reedificada de novo
nos Afoga.los no paleo da Taz n. 37: a tratar ua
ni. sina casa.
A precieiii o bom goslo.
NalojadoSertanejo
n. m A.
Ricas sabidas de baile do melhor goslo que pode
haver, tanto em fazenda como cin prero, lazinlias
de quadros miudos e graudosa 420 e 460 rs. o co-
vado, chapeos de velludo prelos a"jj, ditos de al-
paca forrados de seda, muilu cummodos para andar
a fresca a 2$4ntl. gollinlias de diversas qualidades
a Iga 1$20A, IfJGlMI, gaio e 2>00 gollas e man-
guitos a 3a500, 4a e 5^500. manguitos, gollas e ra-
misinhasa6. 7 elUf, rolletes taitos de velludo
s 108, 118 e 12S, calcas de casemiras de cures, tai-
las, ricas bengalas de massa lingindn unironie a 78,
S e IOS. grosdenaples de cor a J900 c 2|000, seda
l.iam-a lavrada, ricas camisas para senhora com pre-
gas e de muito goslo a 7 e 88 rada uma, riros pan-
nos para mesas, e muilo linos a 7g, 8. e!)8, riros
casaveques de fustn e du melhor goslo que pode
haver a 15$ e 18$, ditos de mussulina milito heiu
enfeitados a 11$, 12Sel:l8, e avisa ao respeilavel
publico, que manda de qualquer urna fazenda amos-
tras para ver se agrada, assim como lambem d a-
inoslrasdeixaudo penhor.
Sylindro.
Vende-se iimsvliiidro patenta da fabrica do Sr.
Slarr, anda nnyne ja esperiuientado, rujo motivo
da venda se dir ao comprador : a tratar na padaria
do pateo da Santa Cruz u. 6.
Fumo.
> ende-se fumu em folln chegado rerentemente
da Babia, por menos preco do que asa outra qual-
quer parle: na ruada Cruz do Recife n. 13. pri-
meiro andar.
Algodao monstro.
Coutiniia-se a vender o bem conliecido e econ-
mico algodao monslrn com 8 palmos de largura,
propno para qualquer obra por dispensar lodo o tra-
ballio de costura : aproveiiem emquanlo ha : na
ra do (.Inclinadon. 22, na lujada boa f.
As verdadeiras linas deJovin.
A Iota d'agnia branca araba de receber as verda-
deiras luvas de Jouvin, viudas de sua encouimenda
lauln para lioinein como para s.uliura. alian, andn-
seque sao as melhnres que em Inl genero se tem
Visto aqu: vendem-se a IfSOO o par : assim como
OUtrasigualmente novas, e lambem mui Imana i
o par. Quem aprecia 0 bom, he dirigir-se ra do
yueunado nos qualro i aillos, luja d'agnia braman
Ib, que sera bem servid... Na mesma toja existe um
grande sortimento de luvas de seda de militas e di-
versas qualidades lambem para homem e senhora
e a [irecus baratissiiuux.
Espelhos grandes.
Vendem-se esp, llms grandes para parede n
Deltas molduras envernisadas e domadas e vidrus
mu linos e claros a 4$e 5$ : na loja d'agnia bran-
ra nosiiuatio calilos da ra do ni i. -miado n. 16.
Almeida Gomes, Alves&C.
VENDEM NO SEL ARMAZEM
RA DA CRUZ
Para forrar carros.
Vende-sedamascn de seda de bonitos :
gostos e muilo propno para forrar carros: t%
na ra do Crespo a. 12, loja de Campos A
Lima.
sesgase &SS2
A CUARESMA.
Na loja da empanada encamada, ra do Queima-
um r,.mi0. recebcr ""'mmente fle Franca
taM S0r"nen, de hxendas preUs. pro-
seamPr[a, '" f"os, da remana santa, bem como
sejam, ricos corles do_ vertidos de grosdenaple re-
lo, bordados a velludo
Jjrelo, re.,,,,,
de filo prelo e lus pretos, fazenda
grosdenaple pre
a retaos, manteletes de
nucios.
Vende-se em rasa de Saunders Brothers & C,
praca do Corno Sanio, relogios do afamado fabri-
cante Roskell, por precos commodos, e tambem
tramellins e cadeias para os mesmos, de excellente
goslo.
DE
Vende-se esta agua a melhor que tem appareci-
: do para fingir o cabello e suissas de preto : na li-
Pie preto, neame,,^ ennuiados, mantas
des."!.^:r??'?";'^s^un^pr^srai^^^^
melhor que lia n
muitas qui
panno fino prelo
muito superior, a !r.^i^Vlr^!..aA.ol_1!?io ,n_-JdaH,e.?nl0
Pianos.
rf um compleio sortimento de;
^precVtSqu^SemESSK P-no. forte, do melhor
bem se alianca de servir e agradar com toda a dTf 6 modelo que tem Vindb a este
cadeza todas aquellas pessoas que frequeularem,mercado e P<"" precos commodo*: na
este estahelecimenio. j rua da CrKdo Recii n. 50.
CH.VPK0S de fellro surtidos, da fabrica arredilada
de.Carvalho Piulo, do Kio de Janeiro.
SABAO das fabricas do llio de Janeiro.
VINHO de champagne de superior qualidade.
SALVAS, baudeias e oulras obras de prata.
Rua do Queimado n. 1.
Nesta luja evisi.'um bom uratorio de Jacaranda
para vender.
Cognac.
Cognac superior em caias de uma duzia, vende-
se em casa de Henr Brunn & C, r ua da Cruz n. 10.
Carteiras grandes com chaves.
Vendem-se por prero muito barato carteiras
grandes com chave, proprias para guardar dinheiro
e letras : na rua do ueimado, na bem cunhecida
loja de miudezas da Boa Fama n. 33.
Os jesutas.
Sabio i luz esta bella e inleressante produero
da uenna do Dr. Ildefonso Llaues Godinez, e echa-
se desde j venda no largo da Independencia ns
6 e > : na rua du aterro da Bna-Visla n. 82, loja
de miudezas : nu caf do Sr. Paiva, rua da Cadeia
de Sanio Antonio, e em lodas as livrarias desta
eidade, a 2a o exeniplar.
Aterro da Boa-Tinta n. O.
Vendem-se muilo superiures casinetas meseta-
das, com um pequeo loque de mofo, pelo baratis-
simo prero do 360 rs. o covado.
Pecnincha agora pela
quaresma.
Ovas fresraes de rainorim vindas do Acarac na
s,iil",da rua doCollc"giu taberna n.25, por 2 e
2:500, senau andarem rom pressa acabam-se.
Mmnm-nnr..,
Vende-se na loja de
Nabuco & C. na rua Nova
ii. 2, ricos lencos de cam-
braia bordados proprios
para as senhoras amar-
p rarem na cabeca quando
vo aos sermaos.
Toucas para meninos.
Na na po Queimado n. 37 loja de 4 portas lem
um vanado sortimento de toucas para crismas mui-
to bem enfeitadas para 28000, ditas muilo finas e
bordadas a 41)000, tambem lem coifas pretas e de co-
res, de retroz, muilu bem enfeitadas de vidrilhos
por pre;o commodo.
. Vende-se effeclivamente farellode Lisboa as
Cinco Ponas n. 63, por menos do que em outra
qualquer parte
Chapeos de palha escura para
homem por precos baratos.
Na bem cunhecida loja da boa f, na rua do Quei-
mado n. 22, ciicom rara o os bons freguezes um com-
pleto sortimento de chapeos inglezes de palba escu-
ra de formas inteiramente modernas e bonitas da
ultima moda. Tornam-se recummendaveis por se-
rem mui leves e frescos para a presente estacao :
vendem-se pelos baratissimos precos de 48 'e5I
vendeni lambem chapeos e boncls d mesma quali-
dade para meninos a 38 3(600.
Em casa de Kat>e Schaiettaa & C.
rua da Cadeia n. 37, vendem-se elegan-
tes piano* do afamado fabricante Trau-
mann de Hamburgo.
Farinha de man-
dioca.
No deposito do largo da Assemblca n. 9, vende-
se supenor tannha ehegada ltimamente, em sac-
eos grandes, por commodo prero.
No dia 14 de agosto do anuo prximo passado,
fugiram do engpnho Sele Ranchos, freguezta de
Nossa Senhora da Encada, comarca da eidade da
Victoria, os Seguinles escravos: Damiao, crioulo, de
2o annos de idade pouco mais ou menos, crtala,
beicoa grossos e meio a rrebitados, tem uma cicatriz
na testa proveniente de um coice de animal, nemas
tinas e algurna cousa arqueadas para tara, esmalta-
do, espaduado, altura regular, e est burando ago-
ra. Jaeintno, crioulo, de 28 anuus de idade pouco
mais ou menos, altura regular, cor prela, pouca
barba beicos grossos e taz certo geito na bocea quan-
do falla, tem uma cicatriz em uma das laces, peinas
unas, esmalmado, fuma, e tocador de viola. O
pnmeiro foi comprado ao Sr. Joao Francisco Barbo-
za da Silva Cumar, e o segundo diz que foi escra-
vo da familia do Sr.Joo Nunes, da fazenda do Sitio
era Paje de Flores e comprado na praca de Per-
nambuco. Consla que ditos escravos eslao em Pa-
jeude Flores por portadores que mandei ede lvta-
ram : roga-se as autoridades policiaes e capites de
rampo de os pegar elevar ao referido engenho, a
Bernardino Barboza da Silva on na praca dePer-
nambuco aos Srs. Manoel Aires Ferreira & Lima, na
ruadaModan. 3, segundo andar, que serio re-
compensados com a quanlia cima.
Kugio no dia quinta-feira 17 do corrente mez
de marco, um escravo d* nome Januario, esUtura
regular, cabello cortado de novo, com Catarina na
lrenle, rosto redondo .; muito rbeio deespinha-
pes grossos e o direito bastante inchado, rdm duas
lendas na perna, uma maior que outra, ambos os
pes com pnncipio de arislim de erysipella que lhe
tem dado, sabio com comisa de baula verde, calcas
escuras, levava um ceslinho de timb, um chales
encarnado com barra amarella, uma almotada de
costura e dous vestidos de menina : quem o pegar
leve-o a taberna de Joao Jos Lopes da Silva, no
neceo das Barreiras na Boa-Vista, que sera genero-
samente recompensado.
Contina fgido desde o dia 6 de agosto do
anno paoximo passado, o escravo Antonio Cacange
com os siguaes seguinles: representa ler 36 annos'
pouco mais ou menos, altura regular, cheio do cor-
po, rosto redondo, pouca barba no queixo de baixo
cor, preta cangueiro no andar, taifa pouco e tem
marcas de relho, casado e foi escravo dus herdeiros
do finado Caetano Concalves da Cunha consla a-
char-se refugiado em trras do engenho Cacimbas,
da comarca de Santo Autao ; a pessoa que o appre-
hender cunduza-o ao engenho Cureahy da comarca
Pao d Alho, ou no Hecife na rua da Cruz n 62 ter-
ceiro andar, que ser generosamente recompeti-
ESCRAVO FGIDO
Fugio no da 15 de Janeiro a preta Victoria, de
nacao Mossambique, tem uma serrilha da testa al
a ponta do nanj. representa ler 40annos, falla um
tanto atrapalhada altura regular, magra e de cara
lew, cor meia lula, anda muito depress*. levou
vesinJo de chiU escura, panno a Costa azul ; as
pessoas que a apprehendcrem levem-na em casa de
seu senhor, que sero bem recompensadas, na Ca-
punga, siuo do Arantes, ou na prara da Indepen-
dencia n. 11. loia de calcado.
PERN..-TYP. DE M.F. DE PARIA. 18.
Cheguem lojado Sertanejio
Rua do Queimado
n. 43 A.
Que rica perhincha para a quaresma se esta ara-
bando, bem romo sejam : rnrles de vestidos de seda
prelos com 3 saias o nielln.r que pude haver lio mor-
cado pelo riiinmndu preco de 5flB, rillS e 708, gros-
denaples de todas a*, qualidades a JMUI, 'iglNI,
lSfiOO. 1*700. Ij8n0.1900. 2,2S2IK). 28(110 e 2f6lSI
e muilo lino de l palmos de largura a 2J*00, niaii-
las de blnnd pretas a 10$, ditas muito linas o nw-
Ihor que ha nu mercado a 16J e Ib cada um.i,
meias pelas de seda n 286110. dita- brancas .1 2jlkl,
tfoDO e 3$, ditas de lia para padre a 18700 ej.
sarja preta hespanhnla; de duas larguras aljHtsi.-
ZfSOO, palelols de pahno lino forrados de seda a
20$, 228 e 25j, pannos pretos de todas as qualida-
des, velludo prelo. e de cores, seda preta tarrada,
dita branca, maulas brancas de blond a 7B' BfaOO,
lieos enfeiles de vidrilho do ultimo goslo a 48, "18.
>*, jj e 10, ricos esparlilhos do melhor gusto que
pode haver de carmel a Kj, 9g e 10$ ; assim ramo
sejam obras feilas de todas as qualidades, penlesilr
larlaruga Imperatriz o melhor que pAde haver, e
ludo mais que se pode proriirar.se acba nesle es-
i.il.i le. inenio a n.nlade do comprador ; garnte-
se vender mais barato do que em outra qualquer
parte. H
Farinha, milho e
farelo.
Vendem-se sarcos grandes o pequeos rom fari-
nha da Ierra, milho e farelo de Lisboa, ludo por
commodo preco: na taberna graude da Soedade.fl
Vende-se uma murada de rasa terrea sita na
fregnezia dos* Afugados rua de S. Miguel n. 76 : a
tratar na mesma casa.
Vende-se um bom sitio no lugar da Torre,
junto ao sitio do.Sr. Peiioln, rom boa rasa de vi-
venda com solao. baia para rapim, viveiro, ele. :
quem pretender, dirija-se a rasa de Rostrnn Rooker
& C, prara do Corpo Santo n. 48.
Cevada nova.
No armazem de Ferreira & Martins, Iravessa da
Madre de lieos n. 16, vende-se cevada nova em
barricas, por baratissimo prero ; mui propria
para botieas, refinores, ele.
Attencao.
Na rua nireita n. 16, fabrica de tamancos, se dir
quem vende 4 carrus e seus competentes bois, pro-
prios para usu de couduces commerciaes, muilo
em cunta.
Relogios.
Relogios patente inglez, por um dos melhnres
fabricantes de Londres vende-se na rua do Crespa
n. 19, primeiro andar.
\ ende-se uma rica cadeira de bracos rom
suas competentes corroas, por preco commodo,
por ter seu dono sabido para lora da provincia :
3uem a pretender, enlenda-se com Caetano Pinto
e Veras.
Arroz de casca.
No armazem defroule do trapiche do algodao,
junto ao armazem do Sr. ilucn-a, vende-se arroz de
casca por commodo prero.
Vende-se uma escrava crioula, de 26 a 28
annos, engommadeira, noslurelra, e com outras ha-
bilidades : na rua Augusta n. 17.
95
Rua do Queimado.
Ncsla loja vendem-se toalhas e ledros de Iabyriu
tbos, rendas das Ibas proprias para toalhas, Sicas
pretos de seda de lodas as larguras, ditos brancos e
franjas de seda de lodas as larguras, litas do ultimo
goslo, ditas de vellido prelo ede recorte, flores de
varias qualidades, boloesdc vidro e vellido de diver-
sas cures, para casaveques e eutras militas miude-
zas de goslo que se torna desneressario menciouar
e que seprometle vender em conla
Velas de carnauba.
No anligo deposito da rua do Vigario n. 27, ven-
dem-se velasde raruauba m pequeas e grandes
poreoes, sendo de 6. 7, 9 e 12 em libra, por menos
do que em nutra qualquer parte.
Meias de borracha.
CHEGADAS LTIMAMENTE NO NAVIO FRANCFZ.
Na rua du Queimado, na bem ronheeida loja de
miudezas da Boa Fama n. 33, j tem para vender
Eor preco barato as muilo procuradas meias de
orracha. nicamente proprias e approvadas para
toda e nual.iuer enchacao ns pernas.
Coneilaria 39 A,
confronte ao Rosario em Santo Antonio, vende-se
nesta loja a verdadera agua de malabar para Ungir
cabellos, ele, c tinta para marcar roupa, paga-se o
dobro do importe destes ubcelos se o conirariareui;
vende-se tambem um liquido para tirar nodoas.
Confeitaria 39 A,
confronte ao Rosario em Santo Antonio, vendem-se
nesta casa paslilhas de nrtela-piuienla. muilo
proprias para quem soffre do estomago, ditas pei-
loraes de chocolate, de goniraa, alcarus e larauja,
e outras muitas de cidos para azia e" tirar a late.
machinas para apromplar rafe, cha c chocolate em
10 a l minutos.
I
Em casa de C. J. Astley 4C.
Cabos da Russia de manilha.
Cobre para forro, com pregus.
Vinhos de champanha, Mosclle e Bordeaux.
Salitre refinado.
_ Vende-se ou arrenda-se o engenho S. Jos,
silo na fregnezia de Santo Anto, quatro legoas ao
sul da eidade da Victoria, cujo engenho mu com
agua, lem grande cercado, tirapo e circulado por
valado, muita mala, e paramentado de Ikdo o ne-
cessario, sendo: casa de vivenda boa e grande,
senzala para escravos, casa de bagaco, estufa, casa
de rtame, ele., e ludo no melhor estado possivel :
quem o pretender, dirija-se ao seu proprietano que
o do etiKcnho Sibir da Serra para tratar negocio.
Escravos fgidos.
saawi'.*''
;?.:*?..,


Full Text
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