Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08017


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Full Text
AII0 XXXV. HUMERO 70.
Por tres mezes adiantados 4$000.
Por tres mezes vencidos G$000.



DIARIO
1
EaClRREGlOOS 01 SUBSCRIPTO NO NORTE.
PIRTID DOS C0RREI0S.
Ulinda Indos os uiag as nove e nioia huras do da.
Iguaross, Coianna e Parahiba as segundas e st-xlas-feiras'
S. Anuo, Becerros, Bonito, Caruar, Allinho e Caranhuns
i.is toreas feiras.
!SI Xl INDA 11IKA 28 DE IIAll O DE 1859,
Por anno ailiantado r.gooo.
Porte franco pura o subscriptor.
PERNAMBUCO
Paralaba, o Sr. Jnio llndolplio Cuines; Natal o Sr An-
tomo Marques da Silva; Araraty o Sr A. de Lomos Braga; Pao d'Allib. Nazarelh, Limoeiro, Breio, Pesqueira, Ineazei-
AUDIENCIAS DOS TRIBUHaES DI CAPITAL
Tribunal do contmereio: segundas e quintas.
Rularan: trras feiras e sabbodos.
Fazi-uda: lenas, quintas e sal,hados as 10horas.
' Juizo do conimercio: quintas no Biio da.
*^n*,lZA CanS, Uto Formoso Una. Barreiro, Agua fcJ SES K feST ttSU di.
a, Pim.-ntairas e Natal quintas feras. Seginda vara do civel: quartas e sabbados ao nielo dia.
.________._______________________I (Todos os crrelos partero as 10 horas da manhia.
Cosa.
PARTE OFFCIAL.
GOVERM DA PROVINCIA.
Expediente do da 5 de marco.
Officio ao onmtnaiianle das armas. Sirva-sc V.
dade do regulameuto annexo ao decreto u. 2.1U8 de tavel ao hospial milrW desla cidade, per,, .', iuhs-
I 21) de fevereiro do armo prximo tumo nao se apre-1 ra companbiaqueiraj sendo posrireLoudcr por ven-
. sentarem propostas de fornecedorcs; segundo q.ian- da ou erupreslimo 2080 palmus dos referidas lobos
do occnrrercru necesidades imprevistas, que dcvam ruja importancia me ser communioada.-Commu-
, ser urgentemente salisfeilas para o andamento das, nicou-se ao director nas obras militares
, obras, e nao convena de modo algum a demora | Dito cmara municipal de llores Vpprorn a
EPHEMERIDESDO MEZDEMaRCO.
4 l.ua nova as 4 horas e 51 minuto! da larde.
12 Quarfo desente as 2 horas e 20 niinulos da manhaa.
118 l.ua cheia as 7 horas e 20 niinulos da tarde.
26 Ouarlo niiiigiiautt- as 7 horas e 8 minutos da manhaa.
PREAMAR DE HOJE.
I Primelro as 11 horas e (2 minutos da manhaa.
Segundo as 11 horas e 0 minutos da larde.
DAS 01 SEMANA.
2S Segunda. S. Alenndre m.; Ss. Castor a Doroteo mm.
23 Torca. S. Iterlholdo c ; S-. .luna- Barraehisio a Pastor.
I" .toarla, s. lio l'.limaro ; S. Clioio ab. S. Angelat.
:ll yuinia. s. Balbina y. m. ; s. Benjamn m.; s irnos
1 Sexto. S.Macario; S.Valericoab.
2 Satinado, s. Francisco de Paula fundador
:l Domingo. S. Ricardo n-i ; S. llwicdi lo f.
s. Mario.
s. [jrbieo.
ENCARREGADOS DA SBSCBIPCAO NO SUL.
Alagos, o Sr. Clautlino Falco Dias; Babia, o Sr. Jos
Martina Al\a>; Rio de Janeiro, o Sr. Joo Pereira Mariins.
EM PKItNAMBUCO.
O proprelario do DI \P.I0 Manoel Figueirna de Paria, na
sua hvraria prora da Independencia ns. C e 8.
V
mals aerad lUdos para o govonio... [.ipoiadot e tuto porm, nao autorisam os presidentes a ordenar es-
apotario.) ,,.".'. sos destaram-nlos da guarda nacional para o sor-
Infelumeiite.senhorr*, a polica hoje traa mais ; viro da pulira ; esses arlaos, seiihores, nao toen
de perseguir do que de garantir: boje os func-io- por lim senao despensar o goremo coral dessa pa-
nanos de pulira, os agentes policiaes sao elogia- gaiente, que alias j correm por sua conla, porem
dos, renos considerados na ramo do mainr nu- minea que o presidente a sen bel-pra/er possa esto-
mero de pnsoes que fa/.ein, mais aelivolade mus- boleeor esses destacamentos,
tram e mais osleulain sen poder. .Yoo apoiadus.
Sao aei senbor presidente, su loria de (azor mais > >.- ... .. r
algum. considerado acerca do projeclo pode ser i c / SlftVta^ STE ""!'"!'"' *** <
que algu.ua cousa me lenha escapado. ? S"" ff 7^r" Prcs.de.ile eu nal fu,
O Sr. T. da Silra Dcpois de ludo Lslo quer di- P?,r ?" c..iiipr.-l..-nd.dn P? deputado -V-
u mais algoma cousa atoda V ZJ- iU\fanr' ou "obr,! deP111'"1',' ere mais urna
qu,.' dispoe e
') Sr. A.
raes, passem os altesAados do eslylo, alim de se- I "il0 serao ultimadas as compras, ex
rom remedidos ao delegado do referido termo, que e"a* to urgentes e vanlajosas; que
os requisitou em olllcio de 2( de fevereiro ultimo.' "
OIHciou-sc ao inspector da Ibesouraria de fa/.en-
dn para mandar Wgar a graliUcaco devida ao re-
ferido cadete, tean om visia os ailestados meneio-
nados, e communicou-se ao delegado de polica de
Sanio Anliio.
O Sr, Thtodoro da Silva : Achu que nissu ha
alguin.'iexageraco; oque lia boje luui navidosem-
pre.
0 Sr. \. Portilla ; E om maior escalla.
>s&^a&szi ;iit'E5=:
de
K contra essesvsle.na, Sr. presid.....e. que eu ca- que roto simples.nenle pela emenda do Sr""orinieil i." ''' "l
Zm^SZii ?S2fl "|nC"""'' q"t' 'r id .""' r" S'"'r"",ri0 r,e,a 1" Crecer de poEao ^^^l
perfeilo alroiMillo dos pobres homens do centro, exprs de chamar-so a guarda nacional oara des-
que sao tirados de seos servos, da agricultura, da lacamentos potieiaes nacional para des
1.".ll,r,.'1:..iV'mlf, '""j1".Jproveilam ao paia, para fa | Kon* :-Muito |wra, muilo bem
O Sr. P. Ilaptirta :Ja vio uin hnineiu doenle
.-------.......> i.,ii'-i- ier recursos *
pela que rou olTerecer de nrnhibieao (i c-. n...
que nem ao menos eslava na monto daquelle a
: arriscar a sua realisaeao porqualq
ntida assim coiumunicar V8K
delibufaciii, que houver tomado,
loes que a justilicam, declaraudo-se
eos dos gneros, que so comprare
aulorisacao eoutida ueste ollicio.
Diloao mcsino.Dcvolveudo a V. Exc. os papis,! P'a 3ue amuipanharam o seu ollicio de n. 80 e data zenUil-
e 22 de Janeiro ultimo, remetlo-lhe por copia a
nifurmaco do Dr chefe dcjiolicia do 1." deste me/,
da qual consta as pessoas'que capturaram os de-
sertores do 10." Iialalhao de infautaria Amonio Pa-
Incio da Silva, Erancelino Jos dos Santos e Jos
Kerreirade Dhveira, leaudo assim saliseito o que
\ Etc. solirilou no citado offlein.
Dito ao raesmo Alteudeiido ao que V. Exc
pouderou no seu oflicio desta dala, sol n. 195, o
Dito aomesmo.lie conformidad
licitou o Exm. presidente da provii
oWo de de fevereiro ultimo, mande Vine, por d Albo.Communicou-se ao chelo de polica
a disposn-ao do Mr. Tis/.et Freres. alim de serein IMto.0 presidente da provincia, leudo vista a
enviadas ao seu destino, as i eslufas com plantas, infonnacao do director geral da inslriiccao DUbli
que vieram daquella provincia, e se acliain deposi- *
todas nesse arsenal.r.oinniuuicoii-se an Exm. prc-
sidenje da referida provincia.


Dito ao mesmo.t)s recnitas enviados pelo de-
logado de Pao d'Alho, que me foram apreseutodos
om o oflicio de V. S. datado de boje, sao traha-
Ihadoresfla estrada de Pao d'Alho, edous dentro
ellos casados.
Com esse motivo osuiandnipur emliberdadc.pois
que o governo imperial emseiLs contratos e n presi-
consagrado o principo de iseucao do rocrutamento
para todos oscdadaos, que com seu Irahallioauxi-
liim a conslrucco o dew-nrolvimeuio dos vas de
roipmumcacn.
Ecoiiyemenleque V. S. faca sentir aos delga-
nos o subdelegado que a presid.Mii ia esl disposta
a apoiar com o maior empeiilm a sua aceito, e ron-
correr quanto poder para fortalecer u seu prestigio
niassob a condiCcao de ubservarem ellas as suas
recominendacoes, e assenlarem sempru os seus
actos no maior a-speilo leieits conveniencias pu-
blicas.
Tmcidadao casado, e com llllios. nunca poder
serrecrutod qnalquer que soja a coiivenienria que
resulte para o municipio de sua solide, accrescendo
que as autoridades policiaesleem muitos molos para
comgir os mise os individuos dados ao furto de
eavallos, e uniros crimes, que nao pdem ser pro-
i essados ex-ofco.
Dito ao presidente da rclacao.Cominuniro a V.
S'i''i"'i"'n,z ,a"uiciPo1 cl termo do Breio bacba-
" lsbe"n Plorenliiio Correia de Mello, reassumio
m, da 2>l de fevereiro ultimo e exerciodo seu car-
go, passando porem no dia 2-">a exercor as fuccoes
Jle jiiu de direilo niterioo da comarca, por ter ef-
foctivo de lomar part nos trobalbos da assembla
irgistativa denla provincia.Commuiiicnu-sc lam-
bem ao inspeclorda thesonraria de fazeuda.
Dito ao mesmn,Queira V. s. dar o seu parecer
sobre a materia do ollicio incluso do iuiz de paz da
iegtuya ,i0 i.imoeiro.
IHIftlo mesmo.Commanico a V. S. que o iuiz
iiiamripal do lerino de Cimbres hacharel Miguel
.ArcbanJaHoBleirode Audnnto. partioipou ter reas-
s'i/mdo as fiiiicoes do son cargo no dia 11 de feve-
reiro prximo lindo, por fcaver passado ao de iuir
dedireilointeriuo da romana o juiz municipal do
lormo do Brejo.Communicou-se uuibem ao ins-
peclor da thesonraria de fazenda.
Diloao mesmoTendo o juiz de direlto da co-
l"'1,an dAlhu "on>eado a Joao Anastacio Ca-
jnelloPessoa Jnior, para eiereer intoriuainentc os
iniircoesde promotor pblico daquella comarca
|K>r ler adoecido o promotor inlerino Francisco Ma-
nee! Bezerra de Vaaunncellos : assim o commuuico
i >. B, para sua inlclligencia.
rilo ao mesmo.-yueira V. S. dar o sen parecer
sonre a materia do officio, incluso, qu^ em 24 de
lovoreiro ultimo, dirigio-me o iuiz de direilo iule-
. nnn da comarca do Rio Formoso
Hilo
ao inpcclor da Ihesnuraria de fazenda.
... -------r-...w. VH .II".....iltlj UT l<
>ito que, segundo consta do oftloin de V. S. de 3
"" "'ento, sol, n. 133. nao ha crdito suillciente
para pagamento da qnantia dn 1:034BIHI rs., em
que importa a folha dos empregados da copalazio
na aiiandega desta capital no mez de fevereiro ul-
nnio, an^riao V. S. a mondar despender, sob m-
nha responsabiUdade, os796}130 rs. que fallam pa-
ra preertcher aquella somma.
Dito aomesmo.Convm que V. S. sob minha
responsobilijadc. no caso de nao haver crdito
ie sausuzer as despezas com o encanamento
n agua para o hospital militar, na conformidadn do
ollicio jumopor copia, quo rae (oi dirigido pelo di-
rector das ebras militares em o Io do crrente sob
datada de houlem sol, n. :i, reserve remover o pro-
fessor de inslriiccao publica da fregue/a de Fazen-
da Grande Eduardo Jos de Santa Amia para o do
tuto ao capitao do porto.Mando V me. por om If- Allinho por asim o haver pedido, o ordena que nes-
anioriso a engatar os Drs. em medicina Pedro An- I "erdade o recruta Manuel Nielan, que Ibe man- te sentido se expecam as convenientes ordens -t:om-
lonio i.osar. o Silvio Tarquinm Villas B.tas, para au-1 dei apresenlar com o meuoOicio de 21 de fevereilp miinicoii-se ao dir, lu geral da nstruerau uuhliea
xiliarem os cirurgioes do corpo de saide do exer- ; ul|i('">.
cito no servico do hospial o dos enrpos om guarn- '"f" s0 mesmo.Coucedendo a aulorisacao, que
Co nesta provincia ate que o guvernuiraporial aug- solicita Vine., em seu ollicio do 26 do fevereiro ul-
Jtente 0 numero dos roferidos cirurgioes. Commu- 'llu0. para enllocar boias na barra de Tamandar e
nieou-sn ao inspector da tliesouraria de fazenda. 'aa!r necessario balisomcnlo, expeco nesta dala
Dito ao chefe de policio llemetlo por copia a | as ordens necossaras ao inspector do arsenal de
l S. u oflicio, que em 2(i, do fevereiro ultimo, sob """rinha. alim de prestar os auxilios, que Vmc.jul-
B. 9, dirigio-me o. Exui. presidente do Ceari com o i 8a precisos para aquello lim.Illliciou-sc noslo
do chefe de polica daquella provincia relativamen- se"llll ao inspector dn arsenal de marinha e ao da
te a remessa de reos condomnados para o casa de "
lelenrao semseremacompanhadosdos compelenlus
guias.
Dito ao mesmo. Intoirado pelo seu oflicio n.
211 de 3 do correte, de liarer V. S. cdtoedido a
Severiauo Carlos da Silva, demissao do empregode
barbeiro da casa de deletalo e nomeado para o
mesmo emprego a Maooel Pairo de Castro e Lima,
lenlio a dizer, em resposlo, q*a dou sCioncia de lu-
do lliesoorari* provincial.CouiinunicoU-se ao
inspector da referida thesouH.
Hilo ao mesmo.Tendo mandado pdr em liber-
dade osrecrulas Antonio Rikeiro da Silva, Manoel
da Tniidade, Pedro Luiz dos Sanios, Jos Comes
Morentino e Manoel Aulonio de Souza Costa, que
lem de apresonlar-se a V S.: assim lh'o commu-
nicocm respdsta ao seu officio dcsladata, sob n.
alfaudega, devendo esle prestar a escuna /i/-
doya.
Dito ao cnmmandanle do presidio de Fernando.
Informe Vmc. se possivcl c proveiloso mon-
lar-se ah urna oficina de sapatoria, para o que me
mandardizer o numero de presos ahi existentes
com esse officio.
Hilo ao director das obras militares.Inleirado
do quanto Vmc. me eommuniea em seu ollicio do
..* do corrente, sub n. 51, expeco ordem Ihesnu-
raria de fazenda para mandar saisfazer as despezas
com o cucauaineulo d'agua para o hospital militar,
na conformidado do que solicitou-se no citado olli-
cio, e recommendo a Virfc, que me remolla copiado
contrato, logo quo esliver assignado.
Convm entretanto, que Vine, faca as diligencias
necessanas para ver so so consegc arrematar a
obra do dito encanamento, por ser isso mais eco-
nmico.
Uio an mesmo.Accuso recebido o officio n
52dol do crrenle, em que Vmc. me rommunica
Mi or Manuel l.uiz Coelho de Almcida, dando por lia-
dor Nicolao Tolonliuo de Carvalho, oirereeido qna-
renla mil res pelasmadeiras que llraramdastarim-
bas das guardas do palacio, thesonraria de fazenda al-
faudega, coosulado e do quartol do Sauto Amaro, bem
roiiio2j20O rs. porcada nina das taboas tiradas da
tai imba do mencionado quartol, e em resposla le-
nhoa dizor que pode Vine, aceitar esse oflareei-
mouto.t:ommuiiicou-su ao inspector da Ibesoura-
ria do fazenda.
publica
o ao inspector da thesonraria provincial.
F.xptdientt di> secretario do gooerno.
Ollicio ao ebefe de policaMaiida o Exm. Sr.
presidente da provincia rommunicor a V. S. que por
despacho desta da tai se mandn pagar a Antonio
Dominnos Pocas a buantia de 13$50l, importancia
das etapes.queo delegado de Nazarelli abonou aos
desertores Eugenio, l'ereira de Souza e Jos Joa-
qun! do Santa Auna, de que trata o olliciu de V.
8. de n. 209 e data de 3 do correlo.
Dito ao mesmo.-S. Etc. o Sr. presidente da pro-
vincia manda cora iiunicar a V, 8. que por despa-
cho de boje aulori iou a thosouraria provincial a
pagar a qnantia do 192f rs., que se despenden com
o sustento dosprcsi pobres da cadeia de Garanliuns
no mez de jauoiro illimn, una vez que estoja nos
termos lgaos a corfla quoacumpauhuu o olllcio do
v. s. n. 211 de 3 di crrente.
Dilu ao inspector lio arsenal do maridha.ti Exm.
Sr. presidente da pHovincia manda cniumuiiiear a
i. S.,que por despacho desta data, aulorisou o ins-
pector da iliesuurar a de fazenda a mandar indom-
uisar a reparlicao de marinha, como V. S. solici-
m"i !r" SPU nici" T '1 du '"""'nto, da quanlia de
1JS2WI queso despvtideu pela eiifermaria de mari-
nha com o curativo Me segundo marioheiro Manoel
do Campos e dosgn nieles Francisco Jos de Sania
Anua o Jesuino Jos do Sacramento, pertencentea
i giiarnicao da escui a l.yndoia.
PERNAMBUCO.
ASSEMBLA LEGISLATIVA PROVINCIAL.
8ESS10 uitiiixMiJ u 2:i i,r. mmo.o di 1859.
' BSisi-ll l-sos.
0 Sr?4. r.inifcoliiti:Sr. presidente, en m
i-isieo dooerto soqolloca aquello une lem de dis-
to ao juiz do direilo da comarca de Pao d'Alho. rulir urna materia jf. largamente tratada por ora-
-Ieirado pelo seu ollicio do 20 do mez prximo dores que molborn enlo comprohendem 'sabe,,
mi IV imC- "Om"''d0 a Jo' **K0 Ca-.desompoiiha.suanfs.sao. A materia do proje lo '
llulessoa Jnior para exercor interinamente as | por domis grave tara o nsi-iiilicaule orador quo
funecoes de promotor publico dessa comarca, lenho ora usa da palavral(.\V,o apuiadoS.) '
acuzer-lhe, quanto asegunda parte do seu citado Trata-se da ilxac,,, da torca policial, discussio
Bao. que nesta dala recommendo ao hacharel i esta que lev
Joaquim Jos de Oliveira Vndrade que siga quanto
antes para essa comarca, ailm de entrar no oxerci-
co do son cargo.
Diloao dilo inlerino do Rio Formoso.Convm
que \ me. faca cunstar aos jui/.es niunicipaes e de-
legados dessa comarca quedevem aguardar a de-
cum peudeuie da rclacao do d'uuricto e da asaem-
uiea provincial sobre questoos de limites entre as
auas comarcas, evitando, uuoulo for possivel, qual-
querprocediuieuto, que possa trazer embaracoa
adninislraeao da juslica, assim como perturbantes
cconlliclos de qualquor natiireza.Igual ao' do
Sanio Auloo.
Dito ad mpsmo.Visto o que Vmc. me declara
em seu officio do 22 do fevereiro uliimo. reniotto-
llie copias dos que dcxou de receber, alim do que
miniaro as uformacoos exigidas acerca do estado
ua industria nossa comarco.
Dito ao dilo do Bonito.Acensando recobido o
oflicio, que Vmc. me dirigi em 23 de fevereiro
ultimo, coiumumcaudo-me a prisao do facinora
Antonio Tnoaaoz doGouva, e de Manoel Antonio
Atvps e Joaquina Antonio de \asconcellos. que o
acoutaramemseueogeobo. lenho a recommendar-
me que louve o zelo da aulondade policial, que ef-
fectuou a nnsao.-Olliciou-se ao choto de polica de-
termiiiando-se-lhe quo fzesse leinover Vis mencio-
nados presos para esta cidade.
Dilo ao dito do Garauhuns.Com o parecer, jun-
io por copia, do conselheiro presidente da relacao
respondo ao officio. que Vmc me dirigi em lado
fevereiro ultimo, sob n. 7. acerca da nomeacao du
a ores Agoslinhn Ferreira da Silva para exercor o
olllcio de esenvao du jury e exoeucoes crimi-
nla ila culpa MM presos, leve em resposlaislo
aqui nao so usa.
" Se. E. de Mello : essa a regra ou a ex-
cepiuio ?
O Sr. I. f'acitlcanti : regra; aquellos que
mais preudum -ni culpo formada, osses que mais
pcrsegueiu aos que nao se curvam a seus desejos,
sao considerados modcllos pelos cliefes de polica
e pelo governo [Reclanuiroes. iido apoiadus.]
I) Sr. Sonsa Re*: Apoiado.
O Sr. /;. de Mello : (Coin*>r$as;. Os facise os
nomes quando nao, nao apoiado.
" Sr. l. Cacalranli : Eu declaro que nesta
casa nao entro ua indagarlo de nomos, e mesuio
nos fados torarei milito ligeirameute.
Sr. presidente, as cousas tera. chegado aponlos
de acontecer que urna auloridade recebcudo un re
querimcnlo de vesloria da parte publica, remete-o
a luilia auloridade sua subalterna o que nao pode
fazer segundo a lei: c este nao s nunca procedo
por esse faci' como ainda mais prende o olfendido
e depoig do alguna dias de prisao de alguns mezes,
solla-o seni lhe ler dado nota de culpa.
O Sr. f.\ de Mello : Acredito quo se desse esse
.. pie | memo p
se devo fazer, mas nao destacar homens que Beam
ganliando urna miseria, que Beam sujeitos a nina
Wofr hT!'C'?V'>I- orsc enchor todo de conllanco
O sr. llego Monle.ro: una calamidad.-. do governo, enlendou quedevia mear era diversos
Jc\arJ;P:Z^"t''/' '""'V S" "S n"S a iaC,OS qUe 1a'"o niiri, demonstrara*? quo i h
socarle ouu, necesarios. Mid.spensave.s. desapnaneido essa conOanca tao faltada no prin-
uiio -n, ,'' ~E ""s ''f s.uclcua(l,! | f'P10 d0 M" discurso, lo o nobre deputodo assim
oue KSS, u! ag" """ m,Se,aV"' 6 "US tac,f-0 em drersM fac,os' como sangue derramad"
X 1 i da q"asl 3empre om Pveitu Je "e,n, <- I nM la8''S desta cidade, tacto, de Apipueos ote
la em boa posicao. c que nao sabe, nao conhece anudo veto a tocar eni mandantes e mi
quem elle allribuo, ou a qui-iii empresta urna opi-
nlae, um modo de pensar diverso do que enuncioii.
uobre depulado disse quo em vista dos
miui eslabelecidos. islo de que
um parecer em contrario a-ereaeoou
uexias dada por S. Exc, Bvm.'podia
ou dividir essas freguezias, devia eu
requerimenlo- Mas, senhores, es-
e nobre depulado de que cu acrescentei
receida geralmenle nesta rasa.
ti*ta : Mas nao pelo nobre depu-
so Re* :Pcrdoc-me. Que a opiniao
casa feralmente que as recomoion-
rno geral eram em sentido contrario
de pensar ?
'jreio iiu pse esqueccii disto.
me esqueci, nao.
nao so esqueceu, devia
a minha argumeutarao.
srenloi!! sendo esta o opiniao
a reroiniuendaeo do governo, sem
oral, sendo
fado.
mas nao e regra, e excepcao.
ve cometo emoceasiaoqiio me nao adia-
ra na casa, o_eniiaue discursos que raostravam es-
ludo da materia, fijram produ/.idos com a neeessa-
ria altencao e vanljagoni.
Por essa occasiap, Sr. presidente, tire de ver com
praxerque a douirina da conflancaera considerada
romo um dos moivos que originaran a discussio
roniida no projecUi. o que ora Impugnada petosdis-
tinctos signatarioqda emenda om primoiro lugar
apreteatoda mesa. una renMde, Sr. presir I nica e exclusivauiente perpetrados pela persegui-
cau das autoridad
O Sr. .1. I'aoalcanli : regra.
V polica onlre mis meus senhores, a mais de-
ptoravel possivcl. [Reciama^e)-
II Sr. M. Caralcanli : Nem podo deixar de ser
sondo graluila.
O Sr. P. Hilarle : Esta discussao ser conve-
niente ?
O Sr. .1. Cavalcanti : E muilo.
" Sr. /'. Ilmirle : E quando cu falloi nutro da
ora iiicovciiiculo Y. nuil al i* inulandis a niosmo
discussio.
O Sr. .1. Caeiilranli : Esla discussio est jus-
tamente dentro '
fra de ordoui ;
quero demonstrar, que'no sao os soldados iiem os
olliciars que daiu Idftar aos crimes que se com-
meltem, quero provar risa rom fados que sao as
autoridades que dispoe da (orea quem autorisam
crimes por suas perseguicoes, por seus arbitrios.
[.iMMaaos, reda maraes nutnrro .
E urna verdade Sr. presidente, e csiou promplo
a sustenta-la. (/tccomofoe*).
Eu nao disse senhores, que a causa nica dos cri-
mes era a perseguirn das autoridades ; eu disse
mesmo que polica gratuito devia-se em grande
parle esse resultado, o comiiiolliinonlo, de crimes ;
disse que o lado de darcm-so assassiuatos ua cap,
tal nada tnba do extraordinario e serviudo-me da
idea que me furnecou um
assenta a meu lado, disse laniboui que om quanto
existis-sem hmeos, haviam do dar-so crimes.
Eu disse por lauto, Sr. presidente, que a causa
dos crimes ora a existencia dos homens, era a poli-
ca graluila, nao quiz di/.or que cases crimes eram

n. 51
Dito ao mesmo -Mande V. S. pagar os venci-
mentos da onpolacao do vapor Vrussuhy relativos
ao mez de fevereiro ultimo, bem como os do ma-
rlonista, qie desembarcando do mesmo vapor
i-uinuiuiiicu-se ao comraandanto da diviso na-
Dito ao nnsmo.Visto o requerimenlo, que a es-
la presideico diripio Manoel Cavalcanti de Albu-
querquo N,cni fazeudo ver que nao se encontr nes-
mo thesouruioo officio de 22 de julho 8o auno pas-
"'"o, peloqu.il se mandou arrecadara importancia
dos direil o emolumentos correspondentes a di-
voraas pat-nles. sendo enlre ellos a desupplicanle.
lernelto cor nipa a V. s. o citado officio para o
nm nelle trden.ido.
"i'!i ao,ne,,n"'-Certo do aontedo do seu officio
n- i.io ae.i do rorrenle, lenho a dizer, em respos-
la; que pede V S. aceitar o oucrecimento, que fez
o licitanU Francisco Mariins dos Anjos Paula, pora
"e enrarngar da factura da oto nocessaria ao ar-
mazem n. ti da olfandega desta capital, mediante a
quantiad; 4:1169000 rcLs. c sob os condiccoes cons-
lanies da copia, que vai annexa ao citado"ofncio.
Dilo an director geral da instruccao pblica.
i'evcivo a V. S. o reqoermenlo dc'l.uiz Augusto
'"ueiro Saviguier. pediudo dispensa da prova de
apndalo professional para ensinar particular-
mente j lioguas franceza e ingleza. alim de que,
lo na*cr,uidade de sua informacao de 3 do corren-
rrn. ii."^?9' aaaa eom fefcrencia ao parecer do
li, .1. d'rector. indelira V. S. a sobredito reque-
nnanto, dirigido a essa directorio.
J 'J^(raesmo.Ao oOicio que V. S. me dirigi
d,? a-nontem' ,ob *. respondo declaran-
i,*;! ac*'gno os professores Simplicio do Cruz li-
n?. Patle "'S"0' v'era de Barros Marreca,
0,-! Or*"noconcur,. a que Is tem de
>wi^.e-par". Preen*imcnto das cadeiras vagas de
i,nr^renmaria 'lo P"moiro gro de Nossa Se-
delpojuca. Nossa Senliora do O1 de
Coianna e Bom Jardim
m -i?r.?f'C,tor Reral dos ndos.-Haja V. S. de
TESE T 'H'0"0"- indicadas pelo conselheiro
noomc,, "f"1^" e*frt das ierras pblicas
cormil ^ CPU daUul doprimeiro do
t,Sn tvil^T".?-'00 arsen',, de aarinlia.-Tendo
fav.'t -u- I"Prto seu officio de 25 de
Arlhi m,.nT0,"b 67" M me nrommJl"anloao'''a's.queflca Vmc autorisado a
promover a compra da madrira. cal e ouiros objec-
>os indispcnsaveis ao aiidamenlo dos obras a seu
cargo nos sopuntes casos : primeiro, quando dc-
pois de feitos os anntincios precisos, na couformi-
Dito a inspector da thosouraria provincial.Man-
de i me. entregar ao thesoureiro pagador da repar-
nKkSio ol"'as Publicas, por meio de cheques de
iMsataiNMlrs. sobre a caixo filiol do Banco do Bra-
sil nesta capital, a qnantia de 20:Ol.r>S000rs., cons-
tante do pedido junto, para a continuacio no cor-
rente mez das obras poradminislracaoa' cargo da-
quella reparlicao, segundo me declaren o respectivo
director em ollicio n. 51 de 3 do corrente. Com-
municou-se ao referido director.
Dito ao juiz municipal supplentn em exercco do
termo de Taearatu'.lnteirado de quanto me com-
muiiica \ me. em seu ofttcio de 29 de Janeiro ulii-
mo, lenho a dizor-lhe que deve ministrar, em prazo
prev, as informacoes exigidas no ollicio de 29 de
Janeiro ultimo.
Dito ao bochare! Antonio Aunes Jacome Pires.
Constando, de cornmiinicacao da secretaria de esta-
do dos negocios da juslica''de 21 de Janeiro ultimo,
-fue por decreto de 17 do mesmo mez, S. M. o Im-
perador honre por bem nomcar a Vmc. juiz muni-
cipal e de orphos do termodq Rio Formoso: as-
sim Ib o coramunlco para sua inlclligencia e alim de-
que, udcpendenlemenle do Ululo, que apresenlar,,
no prazo de 3 aiezes contados desta data, entre
quanto anlcs em exercicio. dcpois de prestado o de-
vino juramento. Cominuiiicou-sc ao juiz dimito
m I crino do Rio Formoso.
Diloao hacharel Joaquiui JosOlivoira Andrado.
I rgc que Vmc. riga quanto antes para a comarca de
rao d Albo, alim de entrar no exercicio do cargo de
promotor-publico, para o qual foi nomeado.
Dito a Honorato Honorio Ribeiro Cranja.Tenho
prsenle o ollicio. que V me me dirigi em 7 de
Janeiro ultimo fazendo ver que Jos Soares de Mello
Avellino, que ao mesmo tempo o vereador mais
volado da cmara municipal de Cabrob, e delegado
de polica desse termo, pretende ossumir presi-
dencia da cantara, passando as funcrocs de aulori-
dade policial a Vmc, que o 1. sii'pplentc de de-
legado e ocbova-se no exercio daquella presideu-
CI* resPosla se me offerece a dizer :
Oue os cargos de vereadores e delegado sao in-
compativeis, como declarara os avisos de 26 de
abril S 1.". e n, 158 de 16 de junho de 18W 5 3.
.Une dada a accuniulacao dos dous cargos, deve a
cmara chamar para subsliluir ao vereador impedi-
do o supplcnle inmediato em votos, o qual deixar
de semr logo que cesseo impedimento do m.smo
vereador na conformidade do decreto n. 429 de 9de
agosto de 1845.
Que se o individuo, de que se trata, est impedi-
do para exercer o cargo de delegado, deve conside-
ror-se no mesmo coso poro o de vereador, e que por
cousbguinte o meio de assumr as funeces do seu
emprego de eleicao obter a exoiicraco do de de-
legado.
Ouanio, porm, aos supplenles do delegado e
subdelegado de polica, que forem vereadores, c-
ve-se ler em viu o disposto nos SJ 1 o 2 do segun-
do nos avisos citados, constante da copia inclusa.
llemolteu-se copia doslc officio cmara municipal
de Cabrob.
Dito ao conselha administrativo do palrimouio
dos orpbaos.Mande jtcousclhu administrativo do
patrimonio dos orphao ateiltir no collegio res-
pectivo o menor DiomedesIfiho do Mara Joaquina
da Porciuncula.
Dilo compauhia de lluminaco a gaz.Cons-
taudo-me que a compauhia de lluminaco a gaz
nesta cidade possue tubos de ferro de pollegada de
dimetro que sao agora necessarios para a cous-
Iruccio do eucauaraenlo desliuado a levar agua p-
denle, que o projeclo contera em si alguma cous;
no sentido da conlianra, mas tambera una ver-
dado, que a emeada apresentada por esses Ilustres
depulados que fcombaloran o projeclo, ainda
mais confiante Jeonsigna em si urna ntoriaaeao
mais ampia, emermos ainda mais latos ; de modo
que a ler de escbUier um dos dous aJvitrcs, decidi-
damento en loria de proiiiinciar-nie antes pelo pro-
jeclo do que pela emenda, (.{potados.)
Eu, Sr. prosidenle, nao desejo dar o meu voto
simplesraente pelo projeclo, felizmente algunas
emendas foram apresentadas no ultimo dia de sos-
sao por dous nohres collegas, que estao inteira-
uionle de arrordo com as ininhas ideas. Eu dese-
jara que a totea policial toase tal. que podesso pro-
porcinnar todhs os meios necessarios poliria o i
juslica para a reprossao do i-rinie; dosejaria senho-
res, que os moioros recursos fossem dados i ad-
ministraran publica, de mancira que nunca fosse
desaliada Urna falla qnalquer, ou um abuso da au-
loridade ; nas tambera observo que esta forca deve
ser dada de ncordo com os nossos recursos" pecu-
niarios, do ajrcordo com as torcas da provincia, ten-
do-sn em vina, as mitras aeeessidades publicas.
Eu nao tenlm esses recoiosque nuire o Ilustro de-
pulado que all,ii n'uma das sesses passa las, de-
que a taita i o forca policial concern como lem con-
corrido em inaopiui.io paro que eriinessejan cum-
raeltldos, a sassiiando-se as mas desta capital,
ele. C.reio, ir. presidente, que nao a falla do tor-
cas policial que lem originado semelhontes crimes
porque elle ise pralicam nos palzes mais cultos, as
mais adan adas ridades da Europa : [upoiados)
acredito mi snm que as nossas circuiuslancias nao
sao de depl irar pelo lado que diz respeilo 5 forra
policial.
Eu na ve dade, nao acho a organisaco actual a
niasprnprii, uniendo que seria conveniente, mes-
an que um i polica urbana so rslaboleccsse nesta
cidade ; mi s esta doiitrino, que aceita por lodos,
entre nos n e parece anda um problema ; por ora
uenhum de nos segundo penco, tem ideas fixas
cere da n udanca de organiscao queso doseja fa-
zer. E assin que conhec-iidn nos vontade na ad-
ministrarn de fazer um ensato no sentido da poli-
ca urbana, seria conveniente proporcionarmo-
lhes os mei >s ; mas meios estes que deveiii ser da-
dos com a i laiorcamella etestriccJto possiveis. Por
islo, senhoi M, a idea do projeclo nao deixa do
merecer-m< algum ossentimento; o emenda porm
nada adan! i, falla apenas na distribuicao das pro-
ras, queno-sas devora Mear na capital e nutras la-
aren ;etS queslo justamento que neiihiim pe-
ngolem. quella quepudia ser afecta admnis-
Irarao aiisolutaiiienle : a fazer-mos alguma cousa,
onlos tratas: emos.de organisar de nossa propria
lavra doqo distribuir a forca, porque a distribui-
cao quasi qiic materia de exocucao. [Apoiado.]
Discute-se olarl.r do projeclo om cuja discussau
se fazem Unideraedea geroes acerca de lodo ello,
creio que quando s tratar dos outros artigos al-
go roas emonUa.s serao offerecidas acerca da materia
delles ; com ludo eu nao deixarei de votar que uc-
nhunia qiioll se apresontasse na emenda ; o meiida
esta que nadse refere somonte ao art. Io queso
refere a dousjou Iros artigos do projeclo ; pelo que
mais me convenc,, que essa emenda revella da
parlo de seusl Ilustres signatarios nina aulorisacao
ampia ao govbrno para gastar aquillo que entender
conveniente
mesmo
que pesa sobro a gente que mais trabalha. (.Ipoia-
do*. y
(C'Tmzain-se alguns aparten.)
O Sr. i. Caralcan-U:Senhores, nao penscm
que isto urna simples declaracao, nao ; eu nao sou
liberal.
OSr.M. Caralcanli:Nao liberol? Nao digo
tal censa. -
O Sr. A. Caralcanli Nao son liberal, como en-
tre nos so enteude.
n Sr. Depulado :Nao o matriculado.
O Sr. A. Carnlcanti Suu conservador o muilo
conservador, mas nao posso deixar de clamar con-
tra estas excepcoes que.trazem em resultado osso-
friroeulos de gente, muilo til, de gente que lem
uioisiiecessidadede prolecco e de garanta.
O Sr. P. Diiarie Esss ideas nao saosomcnle
da opposico radical, sao lambem as nossas.
lm Sr. Depulado:Unje nao ha opposieoo.
0 Sr. P. Iluarle lia alude mais.
O Sr. .1 CaralcaiUi::Eu quz apenas mostrar,
que oxpendnndo estas ideas, nem por isso me tor-
uava liberal.
Uin dos Ilustres depulados que faltaram antesde
mira, quasi que me provocou o fallar quando cu
nao desejesse entrar nesta discussio.
Quando esso nobre deputodo disse, que as 600
da ordem do dia. Eu nao estira pracas consignadas na emenda tiuham por lim fa-
luoro justificar o corpo do polica, zercess.ir os destacamentos da guarda nacional, eu
lhe disse cotu o senliraenlo da mals profunda con-
viccao em um aparte esse flm nao se altinge,
por oulro meio que nos poderemos conseguir esse
resultado.
Foi-me entio exigido'que oxpendesse minhas
ideas a respeilo.
Eu sinto dizer urna verdade: se o governo tem
entendido poder tancar mao da guarda nacional pa-
ra o servuo policial, tendo 300 ou 400 pracas de po-
lica, faito-ha tendo 600, 800 ou 1000; nao ser o
numero que ha do evitar o abuso do governo; que-
londo olio continuar 6 preciso urna providencia for-
te e enrgica. A lamonlacn posterior, as qucixas
contrajo governo que tiver obrado deste modo, apc-
nubre deputodo que se sardos recursos que mis lhe dermos, nao trazem
resultado algum, o mal est feilo ; quem sotlieu,
ja soffreu.
Alin do que fica dito, en quizera tambera que se
marcasse positivamente no projeclo o sold das pra-
cas de policio ; eu nao desejo que passe ama con-
signaco de duzonlos e tantos contos, assim, sem
que se declaro quaulo deve gonhar cada prara,
quer coulinuem, quer deixein de ter organisaco
militar, o que en acho conveniente...
O Sr. C. de Ulireirm: E eu acho inconvenien-
iissirno...
O Sr. A. Cavalcanti ....Mas que entre nos an-
da um cnsaio, naje podemos saber do resultado,
tu acho bom ocabar com esse opporato militar, que
esse diuheiro Que mal gasto seja aproveilado, nao
so em augmentar os sidos dos soldados que mc-
Ihormente sefviram, como mesmo o numero das
pracas quo efectivamente se prestam a servir.
Eu nao soi mesmo, Sr. presidente, ji o disse, o
que. ser mais conveniente, se a mudonca completa
da organisaco militar fornecerum bom resultado;
mas eslou que sempre mellioraremos; mas n que
lizermos boje s pode servir pora un cnsaio,
por aso que eu quando se tratar do ortigo 2.", de-
sojo que se restrinja alguma coasa mais i sua dis-
posicao, se digaorganisar eslabelecondo tantas
pracas militarmente e tantos nao militarmente.
Desejo que boje se faca a experiencia, comecando
por algumas pracas de polica urbana e Meando o
acto militar, afim do que conhecidos os resultados
depois melhormenle cstabelecessemos urna lei ues-
te sentido.
O Sr. S. Lacerda: Est mordos in sebiis.
O Sr. .1. Cacalcuiiti : Quoroudo justificar o
corpo policial a quem se quiz allribuir lodas as (al-
ias, eu disse, que essas faltas que realmente oxis-
lem sao devidas mais perseguioao, mais aceito
das autoridades que mandaui do quo a esses pobres
soldados quo nao tazcui nenio obdoccr.
II Sr. /'. Hilarle: Cuitados !
(Cruzain-se oulros aparles).
O Sr. .1. Caralcanli : Creio Sr. prosidenle,
que as causas que ou assgno, sao justamente a-
quellas quo couconeiii para existencia de rauitos
emes.
Infelizmente senliores, repilo, hoje na sitiiaco
aclual, nao ha ctdado algum que se considero ga-
rantido em seus dircitus, porque prende-so un co-
ronel por um subdelegado esquccendi>-se as garan-
tas que as leis lhe lera dado ; prende-se a um po-
bre eslrangeiro que apparesse na cidade do Recito,
contra quem nao ha a menor suspeila de timo; um
hoineui quo iras lodos os passaporles das autori-
dailades por onde andn, osle pobre Iidiiicui nian-
dado paro a delenro so l esl uns dias, depos
do que c sollo rom a coiidicco do retirar inme-
diatamente.
Aonde vamos narar? !
O Sr. C. de Olirrirn : Porque Jess Vidaure
foi preso ? o fado do menor importancia quo eu
leudo visto !
O Sr. .1. Caralcanli : Nao somonte porque
esse liuinem foi preso, uiuilos oulros fados tem
chegado ao meu conhecimento que autorisam os
recoj,s que eu manifest.
Senhores, contra essa pratca que vai boje la-
vraudo de prender sem culpa formada, que eu pro-
testo, o ronlra esso arbitrio, essa ulfonsa das garan-
tas consliliiciouaes que eu clamo e claman-i sera-
pro.
Um Sr. Depulado : Quera sabe senao seria
peor se nao fosse assim !
O Sr. R. Cara Ua n I i : Eu acho q;io seria rae-
Ihor. Esso sysleina do preiidorem as autoridades
potieiaes a cidadios anda que culpados, sem as for-
malidades da lei, sera so rospoitarem os suas go-
ranlia.s, nao pode deixar de trazer tristes consc-
quencias. (Apoiado].
Isto posto Srs. digo i-ucumo Coasequeaeia de meus
principios : nao a falta do forra policial que sou-
llmos, nao necessario augmentar o corpo muilo
alin de 150 pracas ou mesmo das 400 que d a
emenda pola qual eslou disposto a votar, porque nos
leiemos polica to severa cun um n" maior como
com un, menor.
lm Sr. Depulado : Para a capital suffict-
eulc.
O Sr. 1. Caralcanli : Para a capital
fra.
para
Eu tralarei agora dos destacamentos ,1a guarda na-
cional.
Muid, se lera dilo acerca da legislarn e dos avi-
sos...
O Sr. .1/. Caralcanli : Os avisos sao idhocen-
lissimns.
O Sr. .t. Caralcanli : F.u vou justificaros avi-
sos, eu j disse hunleui que olios s eram mios na
applicar.n.
. Sr. presidente, a lei da guarda nacional inarcan-
enie. nni eu lenho serios recelos ; acho do as allribur.oes dos guardas iiacionaes, nao po-
qucajquaiitiade 2.0 contos quando nos da deixar de oslabelecer como una de suas regras
acnanios amoicados de dficit, e demasiado, acre-jo servir,, policial pago pelos cofres provinciaes; a
uno que tendel nos luto 400 e puncas pracas inclu- lei da guarda nacional foi bastante providente quan-
sne a guarda hacional destarada no servico da no-do croando urna corporaco, deelarou suasatlribui-
licio, nao ha riecessidade de ostabelecorem-sr 600 :
as rirciimstaiu ias do paiz nao sao ms. a popula-
cao o a mais nkoderada.a mais moralisada possivel ;
se se do crim
O Sr. Cor;
mens.
O Sr. A. Ca ulcanli : verdade, porque ha
homens, o so o gum fallada logara que secom-
meiiam militas vezes crimes que podiam ser pre-
venidos ; nao < isso decido torca policial, devi-
do em primeiro lugar polica gratuita na nossa
Ierra. Esle mal que eu dosejaria quo fosse sonado, I isto.
sentido por topa a parte, porque a polica ou se
cordpOe de homVnsquc nioquerem aceitar osear
gos, ou de hem
gratuita
mas isso
tro da Cuuha : porque ha lio-
ceso tambora quaes os poderes a quem incumba
o pagamento dos trricos que ella prestava. Desde
que se rcconhecc como se tem reconhecido ole bo-
je, que o polica deve sor paga pelos cofres pro-
vinciaes, nimio bem diz a lei, que os guardas na-
cionaes quando llzerem servico policial, devem ser
pagos pela provincia.
A le fez ainda muilo bem quando ospeciGcou es-
se trrico a que era abrigada a guarda nacional, por
que se acaso o nao llzcsse esses homens podiam ne-
gar-se a elle dizendo nao estamos obriados a
e Has, dessa previdencia da lei, nao se conclue que
- o governo a sen talante fosso tancar mo da guarda
importa
? .1 l^f&SiWm '?. y', ??*. >*"W"h??' I a asSBmul.a P-evim-al lhe lenha consignado os ue-
... -^-_..... -.MJ, *jt. |nciiiriiii-( nau "eral Si.'
EZSfttS^^ aeremos per-
ln. DrinciDiandoVnr, L .i J?.' --!.?ne_ '"O 1V que pode mclliormente ser aprovei-
lado I t porque a minha opiniao esla, por ven-
tura ser ella bstanlo para quo o projeclo passe,
para que aproveitadas sejam as discussos que so-
bre elle se liverem lido nesta casa Por corlo qui-
nao, nem o nobre depulado o dir' logo, d-se a
concluso que eu lire, isto quo taremos perdido
o lempo. Por tanto 4a v o nobre depulado queuo
eslou contradilorio com meus principios, como pa-
receeu dar a entender.
Sr. presidente, cu acrescenlarei alguma cousa
mais. S. Exc. nao sendo ourido a respeilo desle
projeclo, pode-nos ministrar dados com que nos re-
gulemos melhor iicsta queslo, e podemos com is-
lo evitar urna grande discusso e talvez infructfera,
por isso creio que a medida de sumnia conve-
niencia no sentido do licar addiada a discusso.
Sr. presidente, eu aproveilar-me-hei da palacra
pora pedir a nobre coinmisso de polica que se
jige fazer sentir ao contratador da publicaco dos
dbales da casa a necessdade do urna melhor revi-
soo ilt na. impressio dos discursos que sao aqui
Sroferidos. Sempre que eu nao me dou ao trabalho
0 reveras proras da typographia, 2) vejo que sa-
heni )s meus discursos com Irocadilhos de paiavras
o de Ielras toes que tornara os discursos s vezes
sem nexo enlre as suas paiavras. Eu creio que
quem quer que est encarregado disto nao tem um
revisor, por que por mullo pouco hbil que elle fos-
se, nao deixaria que se pubticassora os discursos
como sao publicados.
Pelo menos qaudo eu rovejo as proras, isto no
apparece, e apenas se nutaui os defeitos da minha
" "tolligencia.
Creio que a continurem as consas dcsla maneira
melhor ser que senao publique.ra os discursos. y
h apaas um pedido quo cu (ac. S
-SfiSlSrWL^
sor ou aiilorisar o governo pora isso. Creio-qnc
disto queo nobre depulado deve tratar.
------eu mandantes e mandatarios
de assassinatos da eomarca do Limoeiro.
O Sr. Presidente :Eu lenho a repetir o que ha
pouco disse : o que est em discusso o artigo 2o
qvo tratada organisaco da torca. Ora, em toda a
parte mesmo na assembla geral, no primeiro
artigo dos projectos de oreamenlo e torca, que se
admiti essa discusso um pouco tala, essa aprc-
ciacao dos diversos ramos do servico publico -
mas nos oulros artigos trata-se da materia e a nao
ser assim, seria um nunca acabar.
Portante nao tenho remedio seuo recordar ao
nobre doputado que se trata da organisaco da tor-
ca o que essa discusso de delegados e subdelega-
dos uno pode ter lugar.
O Sr. G. r.Himare :O remedio s chegou pa-
ra mira, porque tem sido considerado por muilo con-
veniente, tem sido permittido a todos.
O Sr. Pretulente :Masj disse ao nobre depu-
Udo quo o pralica admiltir-se isso na discussa do
primeiro artigo, mas nao era lodos os seus ar-
tigos,
O Sr. G. Giiimart :Enlo nao posso fallar por
ser o discusso sobre o segando artigo ?
O Sr. Presidente :A queslo lerou nao cabi-
mento a discusso no terreno em que o nobre de-
pulade a quer collocar. Acha que isso nada im-
porta?
O Sr. C Gninuires ;Eu quero saber se o que
cu estou dizendo fura de. ordem e se nao posso
- *js&i:TiZr?rtt%L pre*w*"""
Tendo pedido a palacra dTerenles Srs. depula-
dos, lica a discusso adiado.
Deixando essa digresso dizia cu que era neces-
sario quo llxasscmos o sold das pracas ; nao acho
conveniente de modo algum, que se'diga :o pre-
sidente esl autorisado a gastar 250 coutos sem se
declarar ouonto deve toreada soldado ; ou sejam
pracas urbanas, ou propramenle soldados ; elles
devora ter um estipendio marcado por le, por que,
senhor presidente, eu nao gosto muilo das delega-
dos, o na aoiualidade niorinonte, em que parece
que ha una absorco completa das attrihutooes de
iodos os poderes pelo executivo, boje que o poder
exeentivo o nico que o legislativo e judciario
quasi nao existera, desejo que se delegue o menos
possivel.
II Sr. S. de Mcerda:Ojudiciarioexis
i i Sr. Depulado :Faz bem era defender-se. c
vejo que eslo tres juizes de direilo juntos.
O Sr. A. Cavalcanti : Quando a causa chega
oos junes de direilo, ja se tem feilo tudo quanto o
governo quer, elles eslo mais lvres da influencia
do executivo e assim mesmo, assim mesmo... mu-
tasvezes decidom como convm.
(Ipoiados e nao apoiado.)
A pequea experiencia de 5 annos dos negocios
pblicos, me lem feilo crr que a juslica de nossa
torra nada faz seuo de accordo com o governo.
As cousas teem chegado a tal ponto, senhores. de
O Sr. (,. Gutmaraee :Mas seeu era resposta ao
que disse o Sr. Peixolo Duarte concluir contra a
disposicao do arl. 2.", chegar a esse resul-
tado r
O Sr. Presidente .Isso que eu nis vejo, nao
sei a relaco que tem urna cousa com outra.
OSr G. Gimares : Quero chegar ao resul-
tado-de provar que urna autoridade que offictal
do corpa de polica nao merece confiatica para dalii
concluir contra a adopcao da segunda parte do ar-
Ugo; nao posso fazer isto?
(I Sr. Pretidenle .Nao.
O Sr. (,'. Guimarri :Enlo assenlo-mc, para
o fazer em melhor oceasio.
Sessvo ordinaria es 24 i-s marco nr 1859.
Presidencia do Sr. Bario de Cam'araijibe.
(Concluso.)
ORDEM DO DIA.
Segunda discusso do projeclo n. 10 desle anno,
que approva os estatutos'do hospital porluguez de
beneficencia.
E approvado sem discussio.
A requerimenlo do Sr. Goncalves Gomares,
despensado o intersticio.
E tambera approvado em segunda discusso sem
debato, o projeclo n. 8, que aulorisa o presidente
da provincia a conceder um anno de lieenc. cora or-
denado a Thomaz Jos da'Silva Ousnio Jnior, the-
soureiro proriucial.
O Sr. Helio Reg (Joaquim) requer a dispensa
do intersticio, que approvado.
- F!"ra-fm Prinl ', de 1858.
V*i*a m^*a 6 aP'*-*e segufnte requerimenlo :
Requeiro que seja nuvido o prelado diocesano
sem prejuizo da primeira e segunda discusso:
Bapluta. Jforin Pereira. Mello lleqa fjoa-
'/Him.J
O Sr. Souza Reit.-Sr. presidente, eu me oppo-
nho ao roquerimento em discusso, ro porque nao
queira que se deixe de ourir o prelado, mas por
3ue entendo, que mais conveniente que adiada
que a discusso do projecto, oniquanlo tacs infor-
raacoes nao veem.
_ E as razes quo tenho para isto, Sr. presidente,
sao fundadas n'uma doutnna quo ou tenho reconhe-
cido estar geralmenle adoptado nesta cosa e ; que,
oppondo-se o prelado i eceacio de freguezias, esta
casa nao deve approvar loes crcacoes.
Eu ji ouvi mesmo dizer, que havia um aviso, ou
nao sei se alguma recorameudaeo reservado do go-
verno geral, recommendando aos presidentes que
nao sanecionem as leis que crearem freguezias
quando nao forem ouvidos os prelados diocesanos;
donde coneluo, que se quer darcomo necessariaes-
sa audiencia, senao at a approvaco. Ora, sondo
assim, para que cstarmos nos a gastar tempo em dis-
cutir primeira c segunda vez esle projecto, quando
o Eira, prelado pode dizer que nao convm nesta
crearo ? Eu troto que melhor que tique adiada a
discusso at que S. F.xc. Rvdm. d6 seu parecer
Ja digo, esta doiitriiio, de s se approvar a crea-
Cao de freguezias qusndo S., Exc. couvior...
O Sr. M. Cavalcanti/. anli-coustitucional.
O Sr. Souza Reit.-E anti-conslitucional, eu nio
o aceito de maneira nenhuma.
/'/"' ''"l0 .d> Catapot; conforme ao direilo
cui causas civels o presidente declarar ao juiz, que pblico ecclesiaslco ; nao doutrina nova, ji re-
nao convem decidir om favor de fulauo, porque a conhecida
causa do oulro nacional. U Sr. Souza ReU :-0 nobre depulado nio pode
O Sr i "^""f SfTft e 1SS0 l- i u;-.''"rar que conforme ao direilo pblico cc-
II Sr. A. CacalcanU :.Nao posso dize-lo, por- clesiostico r
'!.'!:>J.prometl?ria ?en.ln a 1uem n"".'l"'ero com- O Sr. Pinto ele Campos .-Isto queslo muilo
debatida e jdecedida.
O Sr. Souza Reis: O que debatido nio is-
lo, nao que esta casa nao approve a crcaciode
freguezias em que nao convier o prelado, o'que
debatido, o que conforme ao direilo pblico ec-
clesiaslco, que se nao irato da crearlo sem ser
ouvidoo Exm. prelado, mas nao que se nio cree
nao convindo nelle o Exm. prelado ; ha muita dif-
feronca enlre ser ouvido o convir.
Esta audiencia o que recommendo a harmona
dos poderes civil e ccclesiasrico. Mas se esta casa
reconhecer que o chufe do poder espiritual se op-
ie a urna orearao, nao porque lenha razio para
azc-lo...
I'm Sr. Depulado :' no que nao devenios en-
trar.
O Sr. Sonso Reis:.. mas porque consideraces
de certa ordem o levam a proceder dessa forma* es-
ta casa nio deve estar adslncla a semelhante ar-
bitrio.
i/ sr. Pinto de Campos: Nao c arbitrio, t di-
reilo.
O Sr. Sourt fleis;Veja bem o nobre deputado
o que est dizendo : o direilo nao esta casa sugei-
tar-se opiniao do Exm. prelado...
(lia diversos apartes.)
O Sr. Sonsa Reis :Esta doutrina para mm se-
nhores, absolutamente anli-coustitucional.
O Sr. Pialo de Campos .Nio apoiado.
0 Sr. Sonsa Reis :Entretanto como sei que el-
la existe na casa, o geralmenle, aceita, entendo
que votamos a audiencia pedida sem adiaraentoda
prometter, mas um tacto, urna verdade.
[la ainda um pouco mais anligo, urna ordem, um
ollicio, ou nao sei que da presidencia determinando
ao Juiz municipal, que tendo processado dous indi-
viduos um Brasileo c o oulro eslrangeiro, cessos-
se o processo do eslrangeiro e contiiiuasso o do Bra-
silero.
I'm Sr. Deputado :Ambos co-ros?
OSr. .1. Cacalconti: Co-ros.
II Sr. Ep. de Mello ;Nao pode ser assim.
II Sr. Souza Reis .lslo nao foi no Cabo I Pare-
cc-me que ouvi fallar n'uma cousa semelhante da
estrada do ferro.
O Sr. A. Caralcanli : Pouco mais ou menos.
Veto que em urna certa parte desta provincia nao
sao processados certos iudividuos por que esli to-
ra da aleada do juiz. Posso dize-lo claramente :
a gente da estrada de ferro, por um aviso, portara
ou cousa que ovallia do presidente...
0 Sr. Souza Reis : Carta de cumprimenlo.
O Sr. A. Cavalcanti : Ou como quer que em
direilo melhor nome lenha. Mas diz essa ordem,
que o jut nao competente para processar os em-
pregados da estrada de ferro e sim o engenheiro di-
rector.
O Sr. S. Lactrda :A decisio 6 injuridica, mas
nao o essa : que nao processava sem a previa infor-
formaeo do engenheiro director que era o nico
copaz de conhecer se o crime era voluntario ou
nao.
0 Sr. Souza Reis :- um appendice de juizo.
O Sr. A. Cavalcanti :l.-ma deciso do goremo
dotermiuaudo que o juiz nio possa processar ho- j discusso, perdermos lempo c nos precisamos
iiious dentro do termo de sua jurisdic;o ; que, sua ; muilo de tempo para tratar de Miras cousas de
aceito seria impotente em quanto no'houvesse iu-i mais ulilidade. Vou portante olTerecer um rouue-
forraaro do engenheiro director I rmente em que peco lambem a audiencia mas
Eu que observo, corao disse, toda esta absorco, cora o adiaraenlo da discusso. '
ll Sr. /residee.Xcsse sentido existe o reque-
rimenlo da cmmissao, perianto nao preciso
O Sr. Sonca llei, ; Bem; cutio tenho {con-
cluido. '
que o pudor legislativo quer geral quer provincial,
nao foz seuo aquillo que governo quer. eu que ve-
je por cotiseqiioucia que o poder executivo o ni-
co du estado, desejo delegar o menos quo poder.
Contina a segunda discusso do projeclo n. 2
flcando a forca policial pora o anno de 1&9 a 1800,
e bem assim das emendas offerecidas ao arl. 3." do
raesmo projecto.
Nao .estando ua casa o Sr. Augusto de Oliveira,
que havia ficado com a palavra da sessio anterior!
Encerra-se a discusso, sendo approvado o arti-
go com a emenda do Sr. Souza lteis, flcando pre-
judicada a do Sr. Joaquim Mello llego.
O projecto adoptado em segunda discusso na
forma emendada, c passa para a terceira.
Tendo-so esgolado a segunda parte da ordem do
do da, contina a discusso do projecto n. 7 adia-
da pela hora na sosso de hoje.
O Sr. M Pereira .Voto contra o requerimenlo
do nobre depulado o Sr. Barros de Lacerda, porque
tenho boas razes para faze-lo, e tralarei de jusli-
tlear o meu voto.
Sr. presidente, 6 a primeira vez que em materia
dediviso, suppressaoou ereaco de Ireguezias so
apreseuta um requerimenlo seinclhante. O que a
assembla tem constantemente seguido, mandar
ouvir o Prelado Diocesano : roas nunca mandou
ouvir presidente da provincia em tal materia.
O presidente, necessariomente, se pasear o re-
querinionto do nobre deputado, o o que eu nao es-
pero, mandar ouvir as cmaras miiniripaes de
Caruar e Brejo ; nio sei as razos que dar a c-
mara do Brejo para se opp.lr ao projeclo, caso seja
contraria a crcacao da fregnezia, mas o que posso
nanear casa, que a cmara de Caruar favo-
ravel ao mesmo projecto, porque ella no ollicio que
dingio esta assembla, expondo as necessidades
do sou municipio, diz o seguiilc : ftt).
P?re(^~m Sr Presi(;eDle- ^", l"e acabo do
lor saldente para se saber que a opimo da c-
mara de Caruar favoravol ao projeclo. porque os
lerreuos que o projecto tira ao termo do Brejo se
oehamcoinprehoiididos no dislrieto de Carrapatos.
Todas as iniiovacoes, sem um resultado certo, nao
devem ser admittidas : o que quero nobre depu-
tado, so tem por flm produzir a demora na passa-
gem do projeclo ; nio i resultado a obler-se rom
essas nformaces que se pedem ao presidente
acerca dessa materia, porque S. Exc. ter do dar
sua opino em conformidade com os informaeOps
tas cmaras de Caruar e Brejo, a de Caruari j
o sabida, a do Brejo necessariatnente ha de ser con-
traria. ..
il'Sr. Pinto de Campos:Nao contraria.
O Sr. U. de Lacerda : Necessariamenle ha de
ser contra ; logo mais urna razo para se ouvir a
cmara e ver as razes em que se funda.
O Sr. 31. Pereira :A razo porque a cmara do
Hrejo ha-de necessararaeute ser contra, porque
como lhe diga agora, porque digo todas ss cmaras, lo-
dos os juizes gostam de conservar intactos os seus
termos....
O Sr. U. de lacerda Eu qne tenho comarca
desojara que ella se compozesse apenas de um
termo.
O Sr. M. Pereira .O nobre deputado 6 juiz de
direilo e eu refiro-rue aos juizes municipaes, juizes
de termos. Portante nenlium inconveniente ha em
pie o projecto passe em primeira e segunda dis-
cusso, tanto mais quanto a opimo do digno viga-
no de Caruar igualmente favoravel, c a dos vi-
ganos do Brejo c do Allinho, consta-mo sao era son
lido favuravo a crcaco desta fregnezia. K sendo
coslume S. Exc. tm. guiar-se pelo que dizein
os viganos cerlo que a opiniao de S. Exc. Rvm
sera igualmente favoravel ao projeclo. Parece-me
ler salisfoito osescrupulos do nobre deputado o Sr
souz-a liis, o dado as razes porque me opponho
so requenmento do Sr. Barros de Lacerda, que es-
pero ser regeitado, sendo approvado o meu reflin--
rimetilo, para poder passar ora primeira discusso
o projecto que crea a freguezia de S. Caetauo do
Itaposa,
O Sr. Pinto de Campos: Nao entrarci na ques-
lo que com sorpreza minha se aveutou hoje nesta
casa sobro o direilo que tem o prelado diocesano de
ser consultado e ouvido todas as vezes que se trata
dacroacao do freguezias; porque isto direilo j
tantas veses discut lo e geralmenle abracado...
no""1 fPartt ?** aao ouvimos.)
Pi?', ** '^"P0' ouvir o prelado por
mera civilidade seria desconhecer o se.u direilo ; se-
ria roduz-lo a condicio de urna auloridade subalter-
na, rujo opiniao se deseja saber por domis, sen, .-
he unir importancia alguma. Divino altamente des-
te modo de pensar, seguindo rom toda a preferencia
a doiilrina daquelle que teem peusadu, quetet-m
esiiidado profundamente a materia, o que recenhe-
cem que a independencia o prorogativas dos dous
poderos que regem a socedado um tacto que nio
sonre xmtestaoio, pois que se acha slidamente
consagrado no direilo publico ecelosiaslico.
Lm Sr. Deputado : O que se quer o indepen-
dencia dos poderes.
OSr. Pinto de Campos :.... entio estamos de
accordo ; mas nao; o nobre doputado o outros pa-
(1) A reviso a que costuma fazer qullquer pe-
ridico que irabalha do nolte e dcpois rev as pro-
vas em urna hora bastante adiantada.
(2; Como nio bao de sahir melhor revistos os dis-
cursos correctos peloSr. deputado, se elle tem a li-
berdade deeorrigi-los, mutilando ou augmentando
coran lhe convem? Entretanto este direilo nao ral,,-
ao revisor da casao qual abrigado a ringir-sc
lu-lmeiile aos aulographos que lhe sao apresentados
para corngir as respectivas proras.


*- "^." '


Diario de Pernambuco.Segunda feira 28 de Margo de 8.19.

rueca) entender essa iudcpcndcocia, essa harmona metra* latirs pan o Bexo masculino revogados as
pela mame maneira porque se uniendo a sociedade' J:
nitro o lobo o a ovclha: ludo para un e nada para o
outro I
Podiairfnais adionle; mas, repilo, nao jingo mv
cessarJo desenvolver largamente a materia, porque
isto c consa asseiilmla e vencida, e at o nosso regi-
ment prohibe fallar contra o vencido (risadas.)
(t nobre dopnUido [o Sr. Barros Lacerda) inlerpol-
lando a eommissao sobre os motivos em que ae ella
baseou para apreaeutar projeclo que ora discuti-
mos, disseque ella tora levada n isso sem conheci-
iiiento de causa, pois de Rapuza Dio era bastante para 'esclarecer a
questao.
O Sr. Barros Lacerda: Qaem disse islo fui o
nobre deputado em aparte.
O Sr. Pinto de Campos: Pordoe ; o que eu dis-
se foi, que comquanto essa representaran merecesse
toda a consideraran da eommissao, poia que sc*fa-
zeui ubiallogaois que parecen) justas e legitimas;
todava entenVu que se devia ouvir o Sr. Bispo, o
qual coiiin pastor desta diocese, sabe iiielhor que
niiiguem as neeessidades espirituaes de suas ove-
Ilias, e como tal nos pode ministrar informacocs ou
que corroboren! os ninlivos allegados por aquellos
povos, ou que nsdostruam oiimplelaicnte, oosle
i aso a assemhla nao lera 0 traballio de disculir um
prnjecto cnulra cuja utilidade si-tciiha de pruuuu-
eiar o diocesano, e por conseguinte intil.
Mas para que elle nos desse sua npiuian era noeos-
sario i|ue Ibe offiTecessemos um documento regular,
que lbe seni.se de base, e osse documento niio po-
da ser outro se nao o projecto que se quer conver-
ter emlei. I'ara organisa-lo a eoiinnissa so valen
dos dados que lhe proporciouou a representaran n-
dirada ; dados que me parecen) verdndeiros."
ti Sr. Barros Lacerda d um aparte.
O Sr. Pinto de Campo: As duvidas do meii il-
lustre amigo nao sao cousas que se dissipem com
duas ra/oes ; pois que custa muilo a abrir mande
suas duvidas [ruada*.)
(I Sr. Barros Lacerda : Duvidas semprc razoa-
veis.
0 Sr. Pinto de Campo : Crein boni nisto ; mas
rreio tambem que ditlicil de couteular-se eom o
que se lhe diz, emboca por ultimo ae ronronea da
mi dade das cousas. No caso prcseule, por exemplo,
lian tria razan de estar a duvidarda voracidade das
allcgacoes" dos povos de Bapoza, tanto inais quanlo
eslnu informado de que o visitador, digno vigario do
Brejo da Madre de Dos, foi ouvido sobra essa crea-
ran, e al foi quem tracou o plano da nova fregue-
zia ; mas nao sendo anda nuridos os uniros paro-
chos, cumple que o projecto seja remedido ao Sr.
Itispo, alim de Se verilicar essa audiencia, audiencia
que iHide trazer umita luz a discussao.
(Junto pretender o illuslre lucuibro que seja laoi-
bem ouvido o presidente, couesso que nuocompre-
bendo essa uecessidade; porquaoln, Iratandii-se de
nina devisan ecclesiaslica, naoseique opresidenle
pnssa-nos adiantar cousa alguma indispensavel.
Alm deque, ha muco foi lido na casa um oflieio
da cmara municipal de l'.aruar, que. pede a crearan
da dita freguezia ; e sendo a cmara imiiiieipiil a
aulhnridade a quem o presidente poderia pedir
quiilquer informarn a tal respeito, a leilura do oj-
iado oflieio dispensa essa audiencia.
Por lodas estas raides, Sr. presidente, voto pelas
conclusoos do parecer da eommissao e contra a
emenda que tambem se aclia am discuso.
O Sr. tarral:(Daremos em outro numero.)
0 Sr. Jfrtiioei Cacalcanli: Eu fallo nicamente
por ser inembro da eommissao, c ter que dizer al-
guma cousa em rolarn aos motivos que Uve para
prcstar-lbc minha a'ssignatura, omittindo oulras
observarnos que loria a fazer, porquo dupois que
fallou o nobre deputado que agora acaba do assun-
tar-se, nao posso acresceutar cousa alguma, porque
em verdado fallou da maneira mais orlhodoxa pos-
sivo!.
Sr. presidente, eu vou declarar os motivos que
live para assignar este projeclo : confesso ingenua-
mente, que assignci o projeclo, quanto aos detalhes,
por um voto de coullanra que dei aos nieus collegas
da eommissao, tanto mais quanto esle projeclo li-
nha de ser snbmetlido consideraran do Sr. bispo,
que autoridade muilo competente, mas nao tao
competente, ou a ponto tal,que deramos currar-nos
a elle em ludo quanto qnizer-
Sr. presidente, o projeclo foi baseado cm nmare-
pre.ocutar.ao dos povos, a qualtamde ser levada ao
ennlierimpiito do Sr bispo, para que elle nos informe
se o que elles allegam exacto, e por isso voto,
conforme o parecer, que soja ouvido S. Exc. antes
da primeira discussao, e isto por muitos motivos, c
um delles a differenca que se pode dar entre a
mainria que assistir e votar na primeira e segunda
discussoes, e o que pode existir por occasiao da 1er-
reira, quando a discussao se torna mais interessan-
le, llcando assim sophismado o artigo da constitui-
rn que quer que os prnjectos passem por 3 discus-
soes, para prevenir qualquer sorpreza ou algum
adrnenos rcflectido. Por ludo isto entrado, que
o reqnerimenlo que quer a discussao antes de ouvir-
xc n Sr. bispo, naodeve passar.
Ru, em geral, quero que se ourara todas as
repartinos, como nao quurcrei que seouea a re-
partioao ecclesiaslica, que & urna respeitalulissima
repartirao pblica? Est pois claro, que o meu
voto favor do parecer, mesmo porque nao ouso
volar a favor' do projeclo, sem se ouvir o Sr.
bispo.
Sr. Pinto de Campos : Sr. presidente, o dis-
curso do nobre deputado que fallou em penltimo
lugar veio collocar-rae em posicao ditlicil ; porquo
me torea a contrariar a imputaran que me faz, dizcu-
do, que eu procuro fazer admittir a idea deque o
poder espiritual deve preponderar supremamente
sobre o temporal, anda mesmo em cousas que
pertcncem i esphera deste. Pcrdoe-me o nobre de-
putado, eu nao disse, nem poda fazer admittir se-
mentante absurdo. O que eu disse foi que esla as-
sembla nao devia adoptar um projecio de creacao
de freguezia, que nao tivesse em seu apoio o voto
do Sr. bispo ; mas isto nao quer dizer que a assem-
bla nao tenha o direito de faze-lo; nao ; quer so-
mente dizer que esla assemblea de querer o que
e til, o nao pode ser til urna medida que nao
produz oa seus elteitos ordinarios. Ifuondo so crea
urna freguezia a sompre leudo em vista o bem espi-
ritual dos povos ; mas osse bem espiritual nao
pode ser salisfeilo, sem que a freguezia seja institui-
da cannicamente ; mas, alm do prelado diocesa-
no, quem pode dar essa insiituicao cannica '.' Esla
assemblea 1 Nao, seguramente ; porque se esta as-
semblea est em eu pleno direito creando urna
freguezia, a despeilo das reluctancias do Sr. bispo,
o Sr. bispo est tambem em seu pleno direito quan-
do recusa a instituirn cannica a urna freguezia,
para cuja creacao nao enneorreu, antes se lbe oppoz
por fortes motivos. Ora, ha nada mais razoaref do
que isto. ? Como dizer o nobre dopnlado que eu me
colloco nos extremos ? Sinto que me nao compre-
hendesse. Oque eu desejo que se tocara cousas
uteis, e que nao esiaheleeamos conflictos sem ne-
cessidade, ero proveilo. A'iii titile quod facimus,
esulla mi gloria. A creacao do una freguezia, como
j disse, trazsempre a iila associada do bem espi-
ritual dos povos, nem creio que outro seja o flm de
tal medida, a menos que se queira por a creacao de
umaparochia as mesmas condicesda creacao de
municipio, de um districto, etc.; mas nao; o Um
o que especifica, e determina as cousas. E tanto o
goveruo emende que o tacto material da creaco de
urna freguezia nao bastante, que lem realvido
nao sauccionar as lea que versam sobre este as-
.sumpiu, sem quena sua coufeccaose consultem as
conveniencias espirituaes.
Seuhores, sejamos justos : a sociedade divide-se
em dous poderes ; dfi-se a cada um o que seu ;
baja partillia igual as suas altribuicoes, e nada
de interprezas e conflictos, que so trazem trauslor-
nos i ordem social. Creio, pois, ter explicado meu
pensamento.
O Sr. P. unrle Milito bem.
O Sr. Baplista .(Daremos em nutro numero,'
Encerrada a discussao, approva-se o requerimen-
In dos Sr. Baplista, Martns Pereira e Joaquim Mel-
lo Bego, ficando prejudirado o parecer e o requo-
rimento do Sr. Barros de Lacerda: consultado a
casa acerca do projeclo : approvado era primeira
discussao.
fondo dado a hora.
0 Sr. Presidente designa a ordem do da para
a sessiio seguinte e levanta-se a de hoje.
1 ra ni t horas e meia da tarde.
disposicoes em contrario.
Paco'da assemblea 2t> de marro de 1859.De/-
ftnn .ixaiMlo Ciinilcanti.
(Continuar-se-ha.J
REC1IT., 26 DBMAQO 1K1S59.
S 6 mu \s |i v TABBE.
B'tl-OS|M-l-|<> St'lllItHHl.
k semana foi bastante estril, quanlo a aconte-
cimeutos serios.
A aosembl.i provincial japprovou em segunda
discussao o arl. 1, do projeclo que tlxa a forca po-
licial para o exercicio futuro, modificando esle ar-
tigo no sentido emque liulia sido apresentada pela
respecliva eommissao, e marcando o numero de 400
praeas para o corpo de polica.
Passando a apreciar o arl. J. reduzio a cota pro-
posta pela mesma eommissao, e desprezou a clau-
sula do projeclo, que estipulara que, na nova re-
forma que a presidencia houvesse de dar ao corpo,
fossem considerados os olllciaes actualmente exis-
tentes.
Eallou-sc milito, e consumiram-se das nesla
discussao ; mas apenas um senbor deputado tocou
no verdadeiro sentido da questao. Mustrot que o
objecto principal da discussao nao era marcar o
numero das praeas que deveria ter o corpo de po-
lica ; pimpo- esla quesillo deveria ser regulada sc-
guudo o rendiinenlo da provincia : mas que, con-
forme as ideas enunciadas pola presidencia no seu
relatorio, e conforme o scnlimento geral da popu-
lacao desta ciliado, o que couvinha tralar era saber
3uesyslema se de\ cria adoptar para a organisaco
a nossa forca pblica, a quem se devia entregar O
servico da polica da cidado, e que forma se deve-
ria adaptar oulra parle do curpo destinada ao ser-
vico do interior.
km coiiclusao, o mesmo senhor deputado disse
que estes eram os dous verdaeiros e unios pontos
da discussao ; mas que infelizmente nada se disse
a esle respeilo, que as cousas liearam no mosino
estado, depois de se consumircm varios dias do ses-
gan sem quasi utilidade alguma.
Pela nnssa parle estamos convencidos que o ue-
gocio licai ueste ponto, anda depois da lerooira
discussao.
A phase material do progresso, cspecialmenle
manifestada no segundo quarln dn seculo, un
fado real, um complemento uecessario da phase
moral ; mas nao eremos que o elemento maleiial
seja o uuico lado verdadeiro do progresso ; o mo-
ral tiio til, lio indispensavel, lao uccossario, co-
mo u primeiro. Se os osforcos de una nucao so ap-
plicarcm ao dcsoiivolviinculo do progresso mate-
rial, ilespre/aiido o deseiivolvimento do moral, o
seu progresso ser iucoiuplelo e imperfeilo, ser o
triumpho exclusivo da materia sobre o espirito, c
reciprocamente, se o exclusivismo for em favor do
espirito contra a materia.
Logo, o deseiirolvimonto de um lgicamente
neressitado pelo do oulro.
Somos apologistas dos mclliorameulos malcraos
de qualquer pnvo. Tomos muilas vezes fallado em
favor das vaulugens iiicalculaveis que as yias de
eouimuiuiaroes terrestres pudem proporcionar
nossa provincia, pois que infelizmente nao fomos
duptados pola nalureza com as vas de comiuuni-
caees fluviaes, como foram oulras provincias do
Brasil ; mas tambem temos dedicado em nossos
escriptos o desenvolrimeiito do progresso moral.
Temes clamado por urna organisaco das escolas
primarias u'um sentido mais regular. Temos solici-
tado a abertura de novas (onles de instrueco supe-
rior para a populadlo da nussa provincia ; temos
exigido reformas para certas instiluicoes actuaos, o
a urgauisaru de oulras ; e agora mesmo fomos nos
os priineirnsquo por varias vezes agitamos a refor-
ma do corpo policial para esla cidado, segundo um
systema de melbor organisaco, e de alguma sorte
couforme com o que a este respeilo se pralica em
algumas uacoes da Europa.
Isto sutiicionle para provar o nosso culto tribu-
lado aos molhorameiilos inoraos.
Entendemos pois que deve liaver urna verdadei-
ra uquaeao entre o dcseiivolrimcnto dos melbo-
ramentos moraes e maleriaes, cuo aabsorpeao de
um desses elementos pelo outro.
Mas, depois de certa poca para c, parece que
entre nos .vi se leincuidadn da materia, consagran-
do-se todos os anuos urna larga quola a esto lim ;
ao passo que os mclhorainenlos moraes parecum ir
brando no esquecimento, ou nao leudo arouipaiiha-
do os maleriaes com o mesmo grao do activi-
dad.
Assim, a vista da importancia c do peso que dc-
vem merecer os mellioranicnlos moraes, desojra-
mos que s lizessem mais algunssacrilicins em fa-
vor delles, alim de que igualasscm as materias ua
sua grandiosa asseucu.
Temos debaixo dos olhos unta copia do contrato
assiguado.pela cmara municipal o polos empresa-
rios da companhia particular para a limpezu desta
cidade.
Como os donos de eslabclecimcnlos commerciaos,
abortos as ras prindpaes desla cidade, sito obli-
gados a varrerem as suas tostadas, e remover o res-
pectivo lixo o oulras immuudicies, estes contrata-
rao sua rusta, a limpeza das suas testadas com os
empresarios, nao sendo por consequeucia a cma-
ra municipal obrigada a contribuir com quola al-
guma para esle servico.
As despezas do contrato pois, com o rosto da ci-
dade, corroru por coma da cmara. Ella dividi
os outros lugares em irescathegorias diversas: pri-
meira nas ras prindpaes, pateos o travossas adja-
cenies s ras commerciaos; esla limpeza ser fei-
la todos os dias; segunda, nas ras de segunda or-
dem, praeas, pateos, bocese traressas: na lercei-
ra, as praias o caes das quatro fregueztas, cuja lim-
peza ser feila era dias alternados. '
A miinicipalidade obrigo-sc a dar por esle ser-
vico a quautia de doze contos de res animaos. Cons-
ta-nos quo os empresarios, nao adiando a paga snf-
ficiente, pretenden) solicitar da assemblea provin-
cial um augmento de quola para sen pagamento.
Esla preteni-o nng parece razoavel, pois que, se-
gundo a forma de limpeza estipulada no contrato
para as tres orduus dilferentes de lugares, o ira ba-
bearn de s so lavor'at aqui, dado o ferimenlo, o
nao a uiorto da arela.
Dous dos soldados dccavallariaquo scguiam
para lguarass, aconipanbandn o Sr. Augusto Viei-
ra, foram all pnWis por leroiu cspaiicado cruel-
mente a um pnbrcllinmcm.
Abaixn damos publieidade corrcsponileinia
do Sr. Domingos Ayves Mathoos, dispeusando-uos
de fazer observacOtis sobre olla, puupic avista de
imfortnaeco insusptilas, temos porfilo sua cvpo-
sh;ao :
Sr*. rtdactort a*a Revista Diaria,Hoje Vine,
faz-me a injuslica narrar um faci, que leve lu-
gar segunda feira pretrita na Passageni da Magda-
lena, do modo quo conclu- contra a prudencia c
moderadlo de que sao) sellados todos os nieus artos,
Juerna'quulidade dejfuuccionariu publico, quema
c simples cidadao,
Estou corto que VnVc. discreto e reflccldo.como
folgo de reniibece-lo, mesmo depois da injuslica,
deque sou victima, nli fari duviaa em reforniar o
seu juizo, desprezando informaroes inexactas e sus-
pcitas, com que foi illujdido, c aceitando as que lbe
venlio niiuislrar, cun ii tesleiniinbn de militas pes-
soas dignas o deliaixn [de lunilla palacra de honra.
Nao ventada qu os dousguardios, que alra-
vossavaui a estrada nao inlerrnmpiam o Iransilo
dos carros. A prora de que inlerrompiam o fado
que Droguera conlestal de ter un delles deilado
abaixn da cubera do mnibus um passageiro, que
cabio sobre o calrami'iTto eom evideulo pergo de
vida, apezarde ler o mnibus lomado o nainr des-
\io possivel, de maneira que ferio as calcadas do
lado csquiido da estrada contos cubos das r "las.
< Nao verdado que na occasiao en) que foram
corlados os guardios, eslava, aniado una torca ou
nutra qualqur pera de uiadeira. Esta ciiciiinslaii-
cia inventada pelo informante para poder allribuir-
nie a imprudencia, que ello commetlcu, impediudo
o Iransilo publico, e depois vuuiilando os maiores
insultos e injurias sobro as pessoas, quo reclaniavan
contra o seu prorediuieulo, e que destruirn! o obs-
tculo que so oppunlia a passageiit dos oniiiibus.
< Nao verdado, finalmente, que eu toitioi a reso-
Luro de prender os operarios em cousoquoucia de
sitas rodaniacoes. Elles nao reclamaran!, injuria-
ran), o auii-aearaui os passageirns do mnibus ; esta-
rn! em flagrante delicio, prendi-os i ordein dn
Exiu.Sr. Ur. chele do polica,deixando-os.pnrui, no
goo de sua liberdade al que eu me enleiidesse rom
aquella autoridade, a quem Ibes disse que se doviam
apreseiilar no dia seguinte.
" O Sr. Ilios nao pode contestar do bi>a f ludo
quantn lenlio diln, ese oli/er. contra o seu teslo-
uiualio falso. Icono o leslemunho insuspeito, o
muilo valioso dusSrs. ico-cuiisiil dn Paraguay An-
tonio Valeutim da Silva Barroca,Francisco Cavalcan-
ti de Souza l.eo, Joo Baplista Souza Ilaugel, \i-
ceiitc Jns da Coala, Miguel Paulo do Suu/a Ilaugel,
o Jos Francisco do llego Barros. Elles que cont
tem, se un digo a verdado.
A vista do que Icnlio exposlo espero que ser
rocliliraua a milicia, que don a llecisla Diaria, rc-
innvendo-se de miiii a pocha de imprudente, que por
coito un inocabe.
.< felizmente exerco muilo lempo o cargo de .-ub-
delogadn do llocife, e nieroceiidu a mais elevada
cunliaiica dn iiilegerrinio Sr. I)r. Lopes de l.eo, ex-
chefe de polica, nunca houve quem se queixasse
contra iiiiin. No bairio du Recite que dillirilinente
se pode puliciar, lionve enlo tima traiiquillidude de
que nem antes, nem depois lem havldo. Cura slu
nu nll'eiidu os raous antecessores e successotes. cu-
ja actividado alias recmihocu o louvu.aquese den
no lempo do meu exercicio pode ser offeitnde cau-
sas especiaos.
Cansado de servir, atarefado com os cresccnlcs
Irabalhusde miiilia pmtisso, eu deixe a subdele-
gada com animo de nunca mais exerce-lo, seoiio em
caso de urgente uecessidade.
Infelizmente deu-sc esle caso para ser pertur-
badn o meu repousn, que tanto aprecio, c para ler
o desgosto de ser pela primeira vez om minha vida,
atacado no meu carcter de autoridade, ivnode sim-
ples cidadao, leudo sido um o oulru sem pro rospei-
tado. ^
a Presumo nao ler desairelos, tenlio eonscienoia
de a uinguem liaver anda olfendidn; e como de mi-
nha boa vontade do servir o pai/. me vio resultando
desguslos, declaro que aocilarei com muilo presera
dispensa, que vou pedir, dos nieus servicos poli-
ciaes, hoje principalmente que sobre mira Vai pesar
o commaudu do csqiadriu de c.-i\ aliara da guarda
nacional, servico iucnnipalivclcoiii aquellos.
Domingo \lves Mittliea*.
llerie \ de marco de iS!). >
Lisia dos baptisados e casamentas havidos
na freguezia da Boa-Vista de 20 a 2fi do crreme.
Joio, pardo.com 1 auno de Basculo, lilho natural
de Jnio Silviuo B.isilio, e Auna Maria da Con-
reiro, solleiro.
Jos, branco, com 9 me/os de audo, filho legi-
timo do Jos Cavnlcanl de Albuquerqiie l.ins e
Serafina Auna Ctodo Lilis.
Manuel, branco, tomn os Santos (lieos, naseido
emzT dojiinho do Ih.V), lilho legitimo de Ma-
noelJos Lopes e D. Feliciana da Coneeicao Be-
go Leal.
Melcliiades, pardo, com 24 anim-de dado, lilho na-
lural de Ignacio Itibeiro c Dominga Eolicidade.
Antonio, branco, naseido ha 2 inezes. tillm natural
de Maria Francisca de Medeiros, solleiro.
Joanna, branca, cora 22 dias de uascida, fillia le-
gitima de LuizVieira de Freitas e D. Joaquina
Vieira de Freitas.
Maria, branca, uascida era 14 denovemhro do au-
no passado, filha legitima do Jos Rodopiano dos
Sanios, e I). Anna Rosado Carvalho Santos.
Maria, branca, cura 15 atesta de uascida, filha le-
gitima de Manuel Goncalves Barros e I). Fran-
cisca de Paula Cavalcali de Barros.
Joio, branco, naseido em i do feverairo de 1857,
lilho natural de Jos Martina do Rio Jnior o Ma-
rio Magdalena Seheflix.
Catamento:
Zafirino de Lima Cavalcali, com D. Joaquina lan-
za Viraos, brancos.
Passageiro do patacho nacional ,lna, saludo
para o Rio tirando do Sul :
Dionisio Jos Moreira.
Alquilante, Pedro Delgado de llorba ; appollado,
\inaro Jos Lopes Couliliho.
1 niiiiiinarain a senteuca.
cauris.
Appellanle, o juizo; appollado, Joio los de
Vraujo.
Conlirmada a seiitenra.
Appellanle, o juizo ; iippellailo, Anselmo Pereira
do Lucei.a.
Conllrinaiaiu a sentenra.
Assignnu-se dio para julgamento das srguinli.-s
appelhrc6es civeis :
Appellanle, o juizo ; appollado, Antonio Pereira
do Luccna.
mi.tuF.Ncns caras.
Com vista ao Sr. desembargador promotor da jus-
tica, as appellacies criines .
Appellanto, o' juizo ; appollado, Laurontino Fer-
reira de Vasconcellos.
Appellanle, o juizo ; appollado, Joaquim Rodri-
gues do Almeida.
Appellaiitc, o juizo ; appollado, Flix CorrSa Vil-
lela.
Appellanle, o juizo : appellado, Benlo Ferreira
Lima.
Appellanle, Domingos Jns Soarcs do Oliveira e
uniros; appelladn, O juizn.
Appellanles, os esclavos Manoel 6 Anlonin ; ap-
pellado, ojili/o.
Ap\iellaute, o juizo ; appollado, Cypriano Jos di-
Lima.
M.indaram passar ordem para ser aprosenlado om
spsso do 29 dn enrenle, s 11 horas do dia, ao
paciente Francisco .los llaplisla, que pedio hnbeas-
enrpus.
UISTIlllll n,t.s.
Dislribuiani-se au Sr. dosenibargador Gilirana,
as appi-llaeoes civeis :
Appollanlr, o juizn ; appellados, Jorge de Lima
c oulin.
Ao Sr. desembargador Silva Comes, as appella-
coes civeis :
Appellanto, a vinca filhns de IoSo lleiirique
da Silva ; appellados, os ln rdeirosde Auna Folici.i
de Mua.
Ao Sr. desembargador l.ourcnc Santiago :
Appellanle, Antonio .Norborlo de Souza l.ealila-
de ; appellada, Seiihoriuha Germana do Espirito
Santo.
Asappellacoes ciinies :
Appellanto, o juizo ; appellado,Tranquilino Fran-
cisco de Paula.
Por subsliluican, as appollacoos criines :
Appellanto, o juizo ; appellado, Jos da Costa
Villar.
A' 1 hora da lardo eiioi-rnni-se a sossio.
erivao Athayde lhe pasee por certido o Iheor das
poticoesdo supplicante, a primeira em que reque-
ra cilaro aoediclordo peridico Vapor dos Trafi-
i'itntes, impresso ua Ivpographia Iriiversal n. ilt3
do '.) do fovoreiro do crrenle anuo, Modcslo Pran-
cisro das l'.hagas C. Barros, para exhibir em jui/o o
aiilographo do conumnicaao inserido un mesm
numero ; a segunda, em que requeren a cilaco ao
proprielaio da referida l)pngianlna Cniuiares ,\
oliveira, parao fin cima expendido ; como larabeiu
as respectivas nolilicacoes o tormos de coinpare-
cimenln do supplicante, nas audiencias por V. S.
aplazadas ; c assim peden V. S." assim lhe delira.
-ER. Me.
Certifique, llecife 17 de marco de 1*5'.). Dr.
Pinto Jnnior.
Francisco Ignacio do Athayde, escrivio vitalicio do
enme ecivcl do juizo muiiicipal da segunda vara,
nesla cidade du lenle e sou lermo, rapital da
i Imperador,
DIVERSAS 'KUYINCIAS
Rendimenln do dia 1 a 2i. .
dem do dia 26.......
7:50511 M
1433015
7:T(1HSH',1
DIH10 DE PERNAMBUCO.
Na assemblea provincial traton-so anle-hoiiloiii-
dopnisdn expediente, da terceira disriissn do pro,
ji-clu n. 10 desta auim, que approva os estatuios do
Inispital pnrtiigiie/. ile lieiieliceiicia. Foi appro-
vadn.
Terceira discussao do projeclo u. S deslo anuo,
que concede a Tbuma/. Jos da Silva Giisunio, lhe-
snurciro dn hienda provneiai, um anuo do llcenca |u'.",a: "
para iratar desuasade mido Iheconvier.Foi Ip-
prnvado.
Primeira disriissn dn projeclo n. (:l de 1858, que
resliliie freguezia de Sanio \titio a parte que foi
della desmembrada para a dcCruvat.Poi appro-
vado.
Terceira discussao do projeclo n. lo do 1858 que
dispensa do credilo da asseiiibla provincial as di-
vidas deexerciciiis lindos.Foi approvado.
Segunda discussao do projecto u. 21 do 1857, que
eleva calhegiiria de villa a povnaco de Nossa
Sonriera do II' de Ipojilca.Fui approvado.
Segunda discussao do projecto n. 51 del&57 que
autorisa a desapropriaeao de terrenos da villa dn
r.abo.Foi adiado por de/, dias a rcqiioriiucntii do
Sr. llego Barros.
Segunda discussao dn pmjeclo n. 47 de 1857.
mandando que o prufcssnr do Collogio dos orpbios
seja pago pela Ihosoururia provincial.Foi appro-
i.ido mu a emenda do Sr. Concalles l'.iiiniaios,
para que fique o mesmo protesaor sujeilo .i lisiali-
saeao do din-olor geral da inslrucro publica.
Segunda discussiin das pooluras da cmara muni-
cipal do Liniueirn.Foram approvadas.
Primeira discussao das posturas da cantara muni-
cipal do Boiiiln.Picaran) adiados por niin liaver
numero para se votar.
O Sr. presidenle designen para a ordem do dia de
boje a continuadlo da anterior, lerooira discussao
do projeclo ii. 2 deslo auiin, e primeira dos do nil-
nieros liliantbem desle anime 15 de 1k5n, epus-
Itiras miinii ipaesde r,aranliuus,e Icvanlnu a sesso.
Era 1 hora 8/1 da larde.
Atendi --------
...u .., ,iuj ui^ih HiliL-iriltta IIU lU^ilICS, U ""- 1/IUIISlU JUSU .TllirOlld.
linos parece quasi intil relativamente segn- Passageiros do hiato brasileiro Sania Luzia,
da c terceira ordens deslcs lugares, e por isso nao
dcsarasoado o pedido dos empresarios. Ou se faca
a limpeza lotal do urna inanoira real o completa, ou
cnlao deixe-soa limpeza dos lugares do segunda n
terceira calliegona para quando houverem osrueies
necossarios. O Irabalbo de dous em dous dias, ou
om dias alternados, pode prestar-se a abusos era de-
trimento do pblico.
A cidado osla em paz: mas recente-so da existen-
cia de dous lurriveis flagellos, que embora sejam
esperimentados pela populacao ha muilo lempo,
comtudo actualmente a sua aeco tem subido ao
mais alto ponto : sao a falla dos pnmeiros gneros
alimenticios, do produccao indgena e de moeda
inida para Irocos. Sao dous flagellos lorrveis O
peixe desappareco do mercado, anda nos dias de
precedo, o algum que clioga vende-sc por um pre-
co nunca visto; a farinha de mandioca nao tica
aira/; e quanlo carue, o escndalo no proco e na
qualidade nao eneonlra urna formula precisa para
ser qualilicado. E como nao ha do ser assim I To-
dos sabem que o valor das cousas est na razio da
procura que ellas onconlram nos seus dilferentes
mercados: no dia 24 do correlo malaram-se 27
rezos para o consumo da populacao desla cidade!!
Que cacar neo I! E que remedise hade applicar
a esle mal f Nio vemos um : a concurrencia abso
suta e ilimitada, acouscjhada pelos mdicos da es-
cola do/aisse;-/airc", lause; patseressa m-
xima sublime upparecdo nos lius do sculo pas-
sado, seguida e applaudida hoje cem moderacao e
reservona Europa, e exageradamente entre nos pe-
las uossas profundo e soBien/isimo economis-
tas polticos, sobre tudo quando elles passam do
Communicados.
sabido para Camaragibe
Joaquim Rodrigues de Albiiqiinrque, Gregorio de
Maieiln Bello, Antonio Jos de Marcdo, Joao Mari-
nho Sirupira, Francisco de Souza.
Helaran dos baptisados havidos na fregue/ia
do Santo Antonio do. Recite, de 20 a 26 do cr-
lenle :
Deouizio, crinlo, lilho natural dn Benedicta Maria
da Coneeicao.
liara e Pedro, pardos, filhos legtimos de Caso-
miro Comes da Silva o Rosalina de Sampaio.
Senhorinha, branca, filha legitima de Avcliuo Jos
Alves l'imentol e Maria Francisca Alvos Pi-
luentol.
Jacintlio. branco, lillio legitimo do Manuel Jos Lo-
pes e Feliciana da Coneeicao llego Villar.
Mario, branca, filha natural de Antonia Maria de
Mello.
Cuilbeimina, semi-brauca, filha legitima do Joan
Jns Soaros de Saiit Anua e Maxiiuiana L'mbe-
lina.
Maria, parda, filha legitima do Manoel da Coneeicao
Cmese lomiugas Maria da Silva.
Feliciano, crioulo, lilho natural de Francisca, esern-
vo do Joauua Kianrisca Paes Brrelo.
Maria, parda, filha natural do Emilia Maria da Con-
eeicao.
Capilulina, crinula, filha natural de Benedicta Ma-
ria da Concoieo.
Ai lime, branco, lilho legiliuio de Antonio Augusto
dos Sanios Porto o Leonor Bastos dos Santos
Porto.
Helarn das pessoas fallecidas na freguezia
do Santo Antonio, de 20 a 26 do correte :
llecife 26 de litaren de 185!).
Dcvo contar com a imparcialdade daredacrSo So
Liberal l'i-rmtmbucatio para fazer um protesto contra
sen artigo datado de hoje, c quo se refero 00jura-
mente da caria, que ao Brasil oulorgara o principe de
Portugal II. Pedro de Alcntara de Braganea e
Bourbou,
Eu pndora mostrar como no juramento dessa car-
ta esla sua nullidade e mentira ; mas meu lint
protestar contra o seguinte :
< O povo do Brasil nao adverso monarchia,
ese algumas ideas republicanas loeni apparecido.
san ollas dividas ao manojo dos oligarchas, que pro-
curara por aquello modo falsear a opiniao e exercer
pressao coulr.i o principio inonarchico, conslran-
gondo-o a apoiar-so apenas nos honiens ib- son gre-
mio, efazeudo-so por tal guisa necossarios.
E calculo de niesqiiinha polilica o conloslar-se a
existencia do um partido republicann no Brasil,
quando nunca so econtesloa na iropria Russia, nem
inesmn na Turqua ; ora considerar o Brasil abaixn
dos hutontoles para nogar-lhc a existencia de um
parlido que lula francamente com a monarchia des-
de a guerra dos Ilollandezes, quasi ha 200 anuos.
0 parlido republicano do Brasil faz tanto caso dos
oligarchas, como dos protendidos liberaos carlistas.
e pois marcha sou caniinho conforme as circuras-
lancias dos lempos, o as nocessidades do pala.
Com igual exaclido julga a redaccao do Liberal
Pernoinbm'iino ao Sr. senador Ensebio de Cliieiroz
Coulinho Matoso da Cmara, por ventura um dos
raros caracteres desles lempos de folias o immorali-
dades, Oxali que todos os faccionarios do Brasil
livesseni os tiliilos i- n mrito do Sr. Ensebio ; a go-
verooen do pai/. ira menos mentirosa.
Dr. Antonio ltorgesda Fonseca.
26 1 hora da larde.
Acaba a redoeoin do Liberal de regeilar-me o
Seguinte protesto, que me foi imposto por seu nu-
mero do hoje, recorro imparcialdade do Diario
de Pemilmbua), que sempre me tem honrado com
seu favor para piililica-lo no seu prximo numero
de se"unda-foira, com que muito nieobrigar.
Dr. .1. Ilorges da Fonutq.
SESSlO OlUilMRn ES M DE BARCO'DE 1859.
Presidencia do Sr. bario 4* Camaragibe.
Ao'iiio'0 dia, feila a chamada, verifico-se eslarem
prsenles 24 Srs. deputodos.
Abro-se a sesso.
L-se e approva-se a acia da anterior.
0 Si. \. Secretario menciona o seguinte
EXrEMf tte :
Um officin do secretario da provincia, enviando
oulro da cmara de Cimbres, expondo asnecessi-
dades do seu munidpio eommissao de orramen-
lo municipal.
1 ni reqnerimenlo de Joanna Maria de Freitas
Gamboa, offererendo um drama de assumplo bra-
sileiro, pedindo se decrete a sua impresso, o de-
clarando a peticionaria desistir do premio quo lhe
compita, e do producto da venda dos impressos a
favor do hospital de candado. eommissao do
peliees.
nitro de Jos Pereira de Araujo, repetindo o pe-
dido que fez o anno passado de um abate no preco
da arreraalacao dos iraposlos a cargo da collecto-
ria do Cimbres.A'eommissao de orramenlo pro-
vincial.
Oulro dos proprictarios e moradores da ra Im-
perial alm da casa do cidadao Antonio da Silva
Cusino, pedindo a couslrucro de um chafariz em
frente du Cabanga, que forneca aos mesntos agua
potavel.A' eommissao de obras pblicas.
L-se e approva-se depois de algumas observa-
coes pela ordem do Sr. Souza Bels, o seguinte re-
quenmento :
i Requeiro que pela secretaria desla assemblea so
informe esla casa o destino que leve a represen-
tacto por esta mesma assemblea approvada em ses-
so do anno passado, pedindo assemblea geral,
""rue promnlgassc urna le, considerando erimo p-
blico oui policial o furto de gado vaceum e cavallar.
jrntda Falco.Gonrahu Gnitnares.
K lido a julgado objecto de deliberadlo, e man-
dado imprimir nsegiiinte projeclo
1859=Pro,eclo ... 15.
A assemblea legislativa p/ovineiai de Pcrnam-
bucu rosnlve
Art. nico. Fioa croada na povaar&u de Grava,
ta, freguezia do mesmo numo urna cdvira de pri-
Como lodos sabem que o valor das cousas se me-
dc pela procura, acontece que, se matando muilo
menor numero dorezes, do que equelle que exi-
gido pelas necessida des da populacao, os m ardan-
les, iuimtgos naluraes da sociedade, fazcm isto de
proposito, e veudera hoje urna libra de corno rum
por 400 ris : exemplo, o que se deu no dia 24. E
que remedio so applicar a isto t O aistez-faire. c
latssez passerdos nossos doutoros, illumiuados le-
las theorias de Smith e Say. Cousole-se pois apo-
pulario com esla desgranada siluacao, al que ap-
nareca a nomeacio de alguma eommissao de sa-
bios, encarregadn de remover esle estado de cou-
sas, como j se fez na poca cm que se doilou abai-
xo o monopolio olficial concedido a tres individuos,
para o abastocimento de carnes verdes desta cida-
de ; e como a sapiencia infusa da nossa ierra nao
devia proceder assim !! 0 monopolio otlicial, dis-
se a commissau, 6 obrigadoa fazer smente aquillo
|ue lhe proscripto pelo governo. nem mais nem
Correspondencias.
eslado mediocre a urna abaslancia quasi expen-' Autmiio Francisco de Medeirus, branco, casado, 47
dida. anuos.
Domingos, africano, oscruvo do Dr. Joao Baplista
Casanova, 50 anuos.
Deouizio, crioulo, lilho do Benedicta Maria da Con-
eeicao, 4 inezes.
Antonio, brauco, filho de Francolina dos Alijos Li-
ma, 11 mezes, pobre.
Maria do Patrocinio, crioulo, vinca, 40 anuos,
pobre.
Manuel Francisco Vctor, pardo, viuvo, 48 anuos,
pobre.
Maria, parda, filha de Emilia Mario da Coneeicao,
10 anuos.
Basilia Maria do Espirito Santo, parda, solleiru, 40
anuos, pobre.
Manuel, pardo, lilho de Vicencia Ferreira de Pau-
la, 15 roetes.
Um menor, branco, ignora-so, pobre.
Jos, crioulo, eneran) de Joao Goncalves Lucas Lis-
ba, 20 annos.
.ValadoMro publico. Mat.iram-se no dia 24
menos ; o ncrescenlam os sabios que a concurrencia: do correle, para o cousumiuo desla cidade, 48
e o nico remedio para semelhaule mal, sem se lem-
brar que o monopolio de facto nao lem regra algu-
ma, senio a vontade dos monopolisadores, e cujos
abusos nao podum dar senao as lerriveis coiisequen-
cias por que estamos passando.
_Fallecern) durante a semana 41 pessoas, sendo :
15 homens, 6 raulheres e 15 prvulos, livres ; 5 ho-
rneas, 2 mulhe e 1 prvulo, escravos.
REVISTA DIARIA.
Por portara de 26 do correte foi dimitido o
o Sr. maior Francisco Jos da Silveira do cargo de
4." supplente de subdelegado de polica da fregue-
zia de Santo Antonio, e nomeado o Sr. capilao
capilio Antonio Bernardo Quinleiro.
Sabbado noile por occasiao doajunlamcnlo
que costume dar-sc no pateo de palacio, quando
all locam msicas, a autoridade policial do distric-
to, entendendo opportuno um recrutamenlo, assim
o tez, tomando as sahidas do mesmo pateo. Prcs-
cindindo da inconveniencia desse recrulameulo,
feilo em um acto de festejo de um dia de gala, e ao
som do bvmno nacional, fazoraos smeule raenso
da doploravel consequencia que delle rosullnu.
Amedrantados pelo pega pega da polica, aleuns
rapazes querendo por-sea salvo delle, e nao adian-
do fuga pelas sahidas naturaes da ra aliraram-se
oo rio, naanciedade de se salvaren), edisso resul-
tou a morto de um, cujo cadver foi aute-hontem
ochado atraz do palacio I
Tao exlranho foi esseproccdimcnlo policial, que o
o digno Sr. ohefe do polica, ao que nns informan),
deu-so prussa em propor o exonerarn do sou
autor.
A noticia quo ha poneos dios doraos do assas-
sinato no cugenno Bujary, da comarca dn Goianno,
por Antonio Francisco Perolra Jnior, solhu a modi-
rezes.
No dia 25 do raesnio 72.
Uortalidade do dia 26 :
Amonio; pardo, 7 mezes inflammacao de intes-
tino.
Horacio Jos da Puriilcacio, branco, sollcire, 15
annos, gaslro cephalite.
Manoel, pardo, 15 anuas, maligna.
Jos, prelo, escravo, solleiro, 26 airaos lysico.
J/ospitat de iamaa mulheres, naciouaes ; 1 homem, estrangeiro ; 2 ho-
mens, escravos; total 114.
Forara visitadas as enfermaras pelo cirurgiio
Pinto s 7 3/4 horas da uiaiihia, Dr. Donicllas s
8 horas e um quario da raauha, Dr. Firmo as 51/4
huras da larde do hotileui.
CHRONICA JUDICIARIA.
TRIBUNAL DI RELUCI.
SESSO EM26 DE MARCO DE 1859.
PHESinESCU DO EXB. SR. COUSEUIEIRO ERMU.IK0
DE I.KVO.
As 10 horas da manhaa, prsenlos os Srs. des-
eiubargadores Villares, Gilirana, Loureneo Santiago,
Guerra, Silva Comes, Caclano Santiago,'procurador
da curda, e o Dr. jniz dos fetos da fazenda Uchda
Cavalcali, foi aberla a sesso.
Passados os feilos e entregues os distribuidos,
procedeu-se aos julgamenlos seguales :
ArfELLAi i'lKS cutis.
Appellanle, o bachare'l Manuel Thnmaz Barbnza
Freir ; appellado, Francisco Malinas Pereira da
Costa.
- Foram denprcjados n embargos,
O director *>'><> deSanto Andr
un a director do collegio de A. s.
do Ititiii Coiisi-IIki.
Srs. reductores.Vonho arrancar aoSr. Joaquim
Barbosa Lima a mascara de que se re eslo ao 08-
saliar-nio nos columnas do n." 103 do Vapor Traficante, este posle que lhe parecen o mai-
proprio para aflixar o seu caria/, de dilTamaeio i mi
ujia repulacio publica n particular de directur de
um estab leclmento de inslruccio. t
Cora apiiblicariu dos documentos que esa acom-
pauhaiii, licar o Ilustre publico saliendo que fiel
ao ineu conipromisso para cun o Sr. Barbosa, cha-
moi ans Irbunaes o autor do artigo Um dos offen-
did'is, fa/.ondn para isso citar o Sr. Modesto que tao
benvolamente prestara ao Sr. Lima a declaradlo
por este insera no Diario dr Pernambuco, e na qual
assomira as honras de ediclor e proprirlarin do lal
papelucho. Pois bem, chamado juizo o Sr. Modesto.
declaran com lodo o seu desembaraco e paciencia
que niera ediclor, nem proprielar, iirm mamo
responsucel do Vapor do Truficunles, mas ulna
certa cousa niysterosa, que nem por si, nein pnr
seu advogado.'se dignou dillinir-nos, e revelar-nos,
doixaiido-nos a rror qno he lalvcz o distribuidor
do (al Vapor doSr. Barbosa.
Oro, vista desla declararan do Sr. Modesto, pela
3nal nao s declinou das lionras de coramandanlc
o barco dn Sr. Barbosa, mas al mesmo aiuda
do pildto ou de grumele, fcil de conceber, que
do duas una' ou apocrypha a declaradlo sob
assignatura do Sr. Modesto publicada pelo Sr. Bar-
bosaou o Sr. Modesto um mentiroso de mo
gosto *- e nio querendo escolhcr por esla ultima
hypolhoso pois quo tasemos jostica plena c ab-
soluta ao carcter MOdMedoSr. Modesto, deixaro-
raos por agora ao Sr. Barboso o arbitrio desso es-
coll.a! -
Entretanto, para maior desembargo de nossa enns-
cieocia llzemos ainda citar os proprictarios da typo-
graphia l'nirersal poraexibirem a responsabilidado
do ediclor do lopor do Sr. Barbosa ou do tal
ofiendido, que esle Sr. nao quer ser, e pott .unios
labore, e de andorem os homens da salo para a co-
/iiiha, como diz o vulgo chegouo dia da audien-
cia era que improssores, ediclores. autor responso-
veis e inclusive o Sr. Barbosa tudo viraos por um
oculo de boiii alcance I
E assim que faiem os grandes espiritos da
tempera do Sr. Barbosa !
Nem era de esperar de um re lio sabio.
Proccdesse jamis de oulra maneira.
O pblico que seja, pois, juiz entro mim e o Sr.
Barbosa o o Sr. Modesto que contine a dar as
suas pattagtm de estado aos cavalloijos da cathe-
goria do Sr. Barbosa !
llecife, 21 de marro de 1859.
Andr Alces da Fonseca Jnior.
DOCUMENTOS.
Andi Alvos da Fonseca Juuior, precisa quo o cs-
proi inda de IVruambucu, por S. M
que Drns guarde etc.
CcrUco que u llieor das polii'es e termo de corn
parocinieiito Un supplicanle, conforme pede om sua
pelien i-elrn, da Forma seguinte :
Illiu." Sr. Dr. juiz municipal da segunda vara.
Diz Andr Vivos da Fonseca Jnior, brasileiro, re-
sidente ucsta cidade, onde director dn collcgio de
Sanio Andr, que cm um communicadoInserto no
nomero 10:) do Vapor do* Traficante, folln sema-
naria, que so publica nesta cidade e sob a assigna-
tura, l ni dos oflondidos, he n supplicaiile m-
joriado cm sua repulacio como director daquellc
ostalii.-leeiiiieiilo scicnlilicn ; o como queira o sup-
plicante chamar i responsabilidado o autor de dito
artigo, rom requerer a V. S. se digne mandar citar
o ediclor e proprielar daquella fulha, que o Mo-
desto F. das C. e C. Barros] para vir cm juizo exhi-
bir o autographo e obrigaco de responsabilidado
legal du sobredi! artigo; sob pona de Bao compa-
recendo, ou nao oxf^ibiuo a responsabilidado men-
cionada correr contra o mesmo a aci;io criraiiiaLdu
siip|iliranle, ua forma do artigo 7." % 1 do cdigo
criminal: o pnr isso pode a \. s.' sirva-se fazer ci-
tar o supplicado marcando dia o hora para s\i rom-
pareciuionlo, espera rocebor meice. llecife i\ do
fevoreiro do 1^3'J. Andr Alce dn Foiueca Ju-
nio r.
DupacUo.
Cite-so para a segunda audiencia criine deslo jui-
zo na furnia requerida, llecife 2:1 de leveroiro de
1859.Dr. y'inio Jnior.
yotifu'arao.
Cerlilii-n que sendo nosia cidado ciloi a Manoel
Francisco das Chagas l.anaBarros por lodo o con-
lodo retro, do que licon enleiiilido. llecife 2 de
fevoreiro do 1850. Em f de verdado, Francisco
Manoel de Almeida, oRlrial do juizo.
Antu de vompuret'imento.
Aos 3 do maio do 1859, oesUt cidade do llecife
om audiencia du Dr. juiz municipal supplente Joo
Jos Pinto Jnior, comparuceu o peticionariu An-
dr Alus da Fniisec.i Juinnr para o lim musanle
CU!SUS pelien retrn; pela qual Iraz citado n editor '
e proprielar do urital I aj*or dos Traficantes Mo- '
ile-lo |-'iniii-.ii, das l'.hagas Callbanos, abra de'
aproeutar u aiilhograplm dn coiiiiuiiuicadii assig-
nailn porCm dos ull'eiididos.publicado no diln
1113 de 9 de liieruirn ultimo; coliipan-
ceiulo n referido .Modesto Francisco das Chagas
Callbanos, por elle foi dito e declarado que etlu
nu era proprielar nein editor do jornal de que
so I rala, como prava pulo documento que apreseu-
tava o qual nina certido passada pelo secretan
da cmara municipal, da qual consta que elle dito
Modesto nao o respnusavel [leraule a cmara muni-
cipal pelo mencionado jornal, eque iieslasciicuins-
taiuias nao lhe era possirlaprsenla* o aulliogra-
plin que se exige,
Pelo adrogado do peticionario foi requerido que
doclarasse o citado Modesto qual o carcter emque
respndelo a una carta de Joaquim llarboza de
l.iuia, director do collogio do lloui Consellni, de-
clarando n liaver lido parle o inesmn Luna na
piiblicacao do artigo, cuja responsabilidado ora se
exige, o urna vez que elle, riladu segundo allega,
e prnvoii cm iliicuiuenlo, nu nem proprielar
nem editor dn I ooor dos Ti'itfir.in'rs. pois que esla
romo que cnnlradicio que so d entre aquella sua
deolnraco prestada a Lima, e o que ora allega e
prora, reclama nina explicacio que muito importa
ao direito do peticionario, E pelo advogadu d refe-
rido diado foi dtO que referindo-se a iiolilicaco
que (he foi feila pnr esle juizn para peanlo elle cu-
tir u aulliographo o responsabilidado legal do sobre-
dito a.iligo, o len.ln elle demonstrado endemonen-
lo que nao lhe curro essa obrig.-no. por nn ser u
proprielar, editor OU rospiuisavl de II. a II.. a na-
da mais pude ser cooipedo, tanto mais quanlo nu
pode, nio deve, o nem lb'apra/. assumir iiesse ne-
gocio o carcter legal que a oulrns compita,
Disse mais que recuso-so a dar a explicacio podi-
da, por nao ser para isso possna coiu|ielenle, o po-
der O policiiuiarin salisl'a/er osle son acto de mera
curiosidado por outros meins a sen alcance.
I. nada mais tendu a di/erein o ouvido ludo pido
jniz mandn que se ajuntasse o docuraenlu apresen-
lado, u qual recebia cuino legal; indeferiud o re-
queiiiueiil dn advocado do peticioiiaridPporque
|ielos meios lgaos ik-via cbogar au coiiheciiniinl
do verdadeiro proprielar o edilor do jornal deque
se hala ; e nada mais hanndo u trillar mandn ta-
teresle termo no qual nssiguo cora asparles. Eu,
Francisco Ignacio do Alayde, escrivio o escruvi.
Dr. Pinto Jnior.Andr Alces da Fonttca Jnnior.
Modesto Francisca das ('hagas Ciinuiiburro.
Pelii-ii.
Illm. Sr. Dr, juiz municipal da segunda vara.__
Diz Andr Alves da Fonseca Jnnior, brasileirn, re-
sllenlo nesla cidado nudo director do collogio S.
Andr, que em um cuinmuiiicado inserto no nu-
mero 109 do Vapor dos Traficante, folba semanal,
que se publico nesla capital, e sob a assigiialura
lu dns olfendidos o snpplicanle injuriado e
deprimido em sua repotorao como director que
de un eslabelecimonlo d educaco, dociiinentu
junto, e como queira o snpplicanle'fa/or respousa-
rol o autor do dito artigo polas injurias que lhe
sao all irrogadas, veo) requerer a V. S. se digne
fazer sitar os proprictarios e da Ivpographia Univer-
sal, sita na ra dn collogio desla cidade que sao
Cuimaros j Oliveira, para que veiibaiu evibir pe-
anle osle iuzo n aulographu o obrigaco legal de
responsabilidadc do referido coniuiunicdo, sb pe-
na de nao comparocendo, ou aioexibiodo esta res-
ponsabilidado correr contra os meamos supplicados
a accio criminal du snpplicanle nos lormoa d ar-
tigo J paragrapho 1." do cdigo criminal, e por isso
pode, a V. S. sirva-se fazer citar o supplicado, mar-
cando dia e hura para sen cumparccimonlo, espera
recebar morc. kndr Alce da Fonieea Jnior.
Despacito.
Cilem-se poro a segunda audiencia denle juizo.
llecife :| de mareo de 1S59.Dr. Pinto Juuior.
('turno.
Certifico qnesendo nesla cidade cilda Cnimares
&Oliveira por lodo contodo na peticio e despacho
retro flearam onieudidns. Rndfe de mano de
1859. Km f du verdado o otlicial do juizo Miguel
Moreira do Souza Maia.
Termo de niio comparecimento.
Aos 17 de marco do 1S5U, nesla cidade do Reci-
fe em audiencia que na casa de sin residencia aos
feilos o partes d o 11
Joio Jos Pialo Jnior, comparcccu peticionariu
Andr Alves da Fonseca Juuior, Irasendn rilado
para a presente audiencia a toiiniaries ,V Oliveira,
proprietarios da lypogrophia Universal, para o Un
constante em sua policio, o sendo apregoado o dito
rilado nio cmiipareceu, iieui uiilreiu por elle, para
apresenlar o aulograph do artigo a que so refere a
sua mesma peticio. do quo niaudou o dito juiz fa-
zer este termo no qual assigna cun o dilo peticio-
nario. Eu, Francisco Ignacio do Alayde, esciiv o
i -' revi.Dr. Pinto Jnior. Andr Alie da Fon-
era Jnior.
E mais ni consta do que foi requerido pelo snp-
plicanle para que so lhe passe pnr cerlid que
aprosoule, a cujos origmaea mu reporto. Vai con- .
erid.i, subscripta, assiguada e cuneerluda comigo "dani.
proprio escrivio n principio desla declarado, o ;?.,.*
abaixn assgnad, nesla ciliada du llecife ans 1 de V..
marco de 1859. l'i/. screver e assiguoi om f de ver-
dado e cuiicerlada.O escrivio, Francisco Ignacio
de Alugtft'.
do crtenle, as 10 horas da maiihia. O director,
Manoel Ignacio Bricio.
TIIEATRO
DESPVCHOS DE EXPORTACAO PELA MESA 1)0
CO.NSL'I.AIli) DESTA t.lUADE NO DA 2C
DE MMICO DE 1659.
LiverpoolBarca inglesa Trinculo, JohnstOO Pa-
lcr\ C, 1,:HKI sarcosassuear maornvad.
LisboaBrigue nacional Desplane de Beiris. Jos!
Fernandos Ferreira, 150 saceos assuear branco,
10 dilos dilo raascavado.
Lisboa Barca portuguesa tHortoncia, Amorim
limaos, Col) saceos assuear branco, 250 dilos
dito raascavado.
Lisboa Brigue portugus .Activo, Amorim Ir-
mios, 2011 saceos assuear branco.
Lisboa Brigue portugnaa cConsUnleo, diversos
carrogailoros, :l barricase 10 saceos assuear bron-
co, 21) dilos diln mascavado, 2 blticas rafe, 30
arrobas de doce-.
LisboaPaladn porluguez Jorcos, diversos car-
regadores, IS barris mcl," 2 barricas assuear
branco, ll dltasdflo mascavado.
Fvportn'iio.
Lisboa, brigue porluguez Laia I, de :121 Inno-
ladas, ciuidiizi o segralo: 2 barricas e2,750
saceos assuear, 100 dilos caf, 1 ancorela agurden-
le, 12 barris o 11 l.il as dore.
Kampton Roads, barca americana Flying Cloud,
do 355 toneladas, omidu/.io o Begninle : 4,500
saceos assuear.
Rio do Janeiro, patacho nacional Julio-, de lili
tnneladas, coiidu/i o seguinte: 1,751 vnliinios
gneros dn pai/., i ditos ditos eslrangeiros.
Mausiiins, brigue suecoJenny, de 1:I tonela-
das, candii/io o sogninle : parlo da carga da bar-
ca inglesa Carina.
Ili Grande do Sul, patacho nacional -Auna-, do
'&y | lttl toneladas, conduzio o seguinte : .|5 barris
viiibn, liar barricas farinha dulrgo, 1,000 bonicas
assuear, 8pipos agurdenle.
Lisboa, palh.ibute portugus Maria, de lsl lo-
nelsdas, canduzio 6 sogninle : 1,521 saceos e 1
barricas assuear, 1 caixae podra do filtrar, 16 dilus
lypos velhos.
' Canal, escuna sueco 'ItuLoleii... do 1\\ lonela-
dos, coudiizio o.seguinte : i.'.lllll saceos assuear.
RECEBEDORIA. DE RENDAS INTERNAS CEllAts
DE PERNAMBUCO.
Rendimonl da dia 1 a 21. .
dem du dia 20......
DE
48:31fi73
2:il9S3iri
5():fi80g62l)
C0NSII.AD0 PROVINCIAL.
Santa Isabel.
i:PHt:/..v-Gi:iui\\o.
5" recita da nsslgnniiira, e ultima
da vendidas.
SEfiUHDI-FEIM 21 DE MARQO DEI859.
Subir si-lia o bem conhecidn excelleiite drama
ora 5 actos, do Sr. Mondes Leal Jnior
PEDRO.
TiTminnr a r-sneclacure rom .1 btacom vona ro-
uiit-a, pe- Sr. Piulioirn, tiiicaid-'Ur Saloio
G MANOEL DABALADA.
Principiar sS horas. .
Avisos niaritimos.
ParaAracalv.
Sahcnn dia 111 do crranle releirn hiato .Yoro
Anglica, do primeira marcha, capilao los Joa-
qun Alves da Silva ; para carga Irala-se com P-
renlo Viaiina &*'.., na ra daCadeU n. 57, epara
passageiros cora o capilSo.
ParaOiVtacaiy.
Sabe no dia 31 do crrante a barrara Mora Ame-
lio; para carga lala-so cora Prenle VannoA '.,
na ru da Cndeia n. 57.
Para o Aracaly.
Segunda feire H do corrente seguir o hiato fi-
Italanio ; para o resto de sen rarregainenl Irala se
Rendimenl do da I a Si!""*TT^^S&amBU enm','"r^ '5*0. ra da Cadera do llecife, pri-
Idom d dia 2li....... 1:7i&nl) ""'"" a"uarn- -"-
^s | Companhia Peroambucana.
rilM.'.V no RET.1FE 20DE MARCO DF. IHoO,
AS :i mu: vs DA TARDE.
-\ isla Neinaiuil.
Cambios Sement se i-iri-ctii.ir.iiu algumas
Iransaceos a 2") 1 -i d. por L so-
bre Londres. a 1 por ceoto so-
bre Ri de Janeiro.
- Vieraiu.au meirod 2H0 sacras,
o,iie foram vendidas a 7SHIMI por
arrolla d lino, "TUO d regular,
I 7S2III) dude segunda surte.
Assuear-----------Nao enasta se li/.essein vendas dn
lirancu para ovpnrlaca. O siniie-
iius venileii-se a :1,S, mascavado
panudo 28*00, Amrica bm a
Bf700 e Canal a 2fB0B.
Agurdenlo- Voudeu-so a ottf por pipa.
CoiiniS--------------dem se 2:10 a 210 rs. pnr libra
dos Rceos nlgBdoo.
Air/. A ultima rendo clfoolunu-so .1
-,"s2o por arroba e prorarado.
A/.-ileiInce--------\eiiileu-se a 2$\!iU por galn do
do Lisboa, o a 2< dudo Mediter-
rneo,
Bacalho-----------V ultima venda 0111 alar.idn nego-
ciuii-si' .1 l Is'i'ill pnr barrica, e i
n-lallio a 1, licand em deposito
5.000 barricas.
Cha.......Vndenle de lglOn IJSOOI) por
libra.
Caf.......\eiidou-se de 5S aSyiOO por ar-
roba.
Coneja'--------dem a siliOO por du/ia do gar-
rafas.
I'arinha de trigo-O deposito Rcon buje elevado a
:tl,(KH) barricas, soiiiln 10.5IKI de
II climmid, H.90U de Trieste, 2,!0tl
de llallnmre, :l,H00 do Ncw-Ynrk
O l.lllll de l'biladelpbi.i. lemln-se
relalliad de 17S a IHJ. a Bri-
de tl| a33*.a segundo, de Is
IXl a terceira o a 1K, os dous ul-
liinos.
Dita de mandioca-Nctiiloii-sc do 5J a 74 por sacro.
Pinjan---------------dem de .IjfjOll 11 1S5IKI pnr ar-
roba.
Loma--------------dem a 272 1 2 por conl sobre I
fai tur 1.
Manteiga-----------V inglo/a vondou-so a 700 ris
Para Lisboa
pnr ihrn e 11 fraiice/a allVs'" vai ahir aleo dia 17 de abril prximo futuro o b
licoininciii ser i.000 barris. "' """'m nacional cDeapique de Beiris, canil
oijos--------------\ eiiderain-se a 2J200 os llamen- Fauslino Jo.io de Carvalho, forrado, oncavilhod
gos.
Toiicinlio-----------Mein n 11$ rs. pnr arroba.
\iiiagre-----------dem doHOga 120J1 por pipa.
liiibos------- o de Barcelona rendeu-ofe do
150X o 175 pnr pipa.
Volas -----------tS de cninpnsicni \eiii!eiain-so
a 6S0 rs. por libra.
Proles---------------Para Mediterrneo a 15 e para
Uaoal de36 to.
Descont- Os rebales regulara 111 de S a 10
por cotilo ao aniiu.
Movimento do porto.
Au 1 iosahidos no dia 25.
Rabial) dias, barca ingle/a F.leonor Dudson, de
2ti7 tniieladas, eopilao "/. R Kason, oipjipagom
10, emlarlro : ordora.
JVorios sahidos no inesmn dia.
MarilittSBrigue sueco Jenny, capilao J. E. Ry-
berg, cargafiimn. genolira, e mais gneros.
CamaragibeHiato bnutlrifo Santa Lnzia, capilao
Kslovao lliheir. eirgH rariOS gneros.
Rio Ciando do NorteBrigue porluguez l.uzilaiio,
capitn Anlnniu t. do Araujo,. em lastro.
Vuiioi entrados 110 dia 2.
I'iiiine 01 dias. barca hanoveriana 6>/>a. de 280
toneladas, capitn Menos, equipagcm 13, carga
3.2:17 baiiicas ciiui aiinba do trigo, a N. o. Bie-
ber & C
,V Rio Crande do Sull'alacbo brasileiro Auna, capi-
lao Graciano II. Mafia, carga assuear e mais go-
nenis.
Dr. juiz municipal supplente LisboaMiau porluguez Maria, capilao Antonio
Ferreira, carga assucnr.
OUSERVACOES METEOROLGICAS.
mi 20 he ataco.
-
ERRATA.
Na ultima nota dosAnoatoatento* para a Hs-
turia da llomeopalhia,hontcm pnbUcados, alian-
do so le:Mais feliz do que seu fallecido irmao, o
Sr. Manoel Xavier do Riltaucourt,leia-so : o Sr.
Antonio Manuel Xavier du Billanconrl.
COJOIERCIO.
PIUCA DO RECIPE 20 DE MARCO DF. 185!.
S TRES HORAS l)V TARDE.
Coiacdes omriaes.
Descont de letras10 a 11 00 au anno.
Frod. Rotiilliard, presidente.
P. Rorges, secretario.
3dal.
6
Cumulus
TtnilOSETHO
N
JiSE
NO
^3
og
Iton.
20.0
2!
2!). i
2H,:t
21.3
U.t
21.11
23.5
22.11
mm.
767
756.8
756.5
A nnitoesleve cla/a couiaiguns novnoiros, nulo
variavel licaudu 11 l*-rral, rondn no amanherer
pelo \.
Observatorio do arsenal de marraba 26 de marco
de 185.
VlEGASJl'tlIOB.
Deca racoes.
AI.PANDECA.
Rendimenlo do da 1 a 24. 379:1 SSf Ifi'J
dem do dia 26....... 21:U03$i:IO
403JS8tM8
l> vapor naciniial guarass, segu para os parlas
do norte nnl" de abril c recebo carga at o dia 28
al o moni dia,
RIO GRANDE DO SOL,
Vai seguir 0111 puncos dias brigue nacional
D. Affonso, capilao Marques, pode rocebor algu-
ma carga para o mencionado porlo, assim coran
passageiros : os prelondeulcs enlondatn-su cun
Bailar & Oliveira, na na da l'.aileia \ elba, oscrpln-
rio 11. 12.
Para o Rio Grande
do Sul.
Segu infalirelmenle al o flm do presento mcr o
brigue nacional 'Duque da Terceira, pnrj tersen
carregaiiienlo quasi carupleUj : para algum resto do
carga, trala-sc com os consignatarios na ru.i da
Cruzn. 51.
Para Lisboa segu com a maior breridade,
por ter parle de seu carregaiuentu prontpto, a bcra
conhecida barca pnrluguoza llnrtrncia : quem na
mesma quizer carregar 011 ir de passagem, enlcn-
do-ro cora os consignatarios Amorim Irmaos, rita
da Cruz n. 3, 011 enm u capilao Joo Silvorio Roma-
no, na [naca d commerrin.
O veleiro brigue porluguez Aetira, deve se-
guir con niiiila breridade para Lisboa, lem promp-
la a maior parte dn rarregamentn ; para o resto
a frele, ou para passageiros, aos quaca-uhViwe ex-
cedentes o......nodos, irata-se eom os consignatarios
Amorim limaos, ra da Cruz 11. 3, un cura o capi-
tn Cuilbernio Waddinglon, na praca do rommerco
Para o Rio do Janeiro sobe no dia 31 de marro
o bem mullendo lirigun Suqitaria, qual l-iu -<
maior parto do sou carregaineuln protnplo, para
roslanlo e passageirns trata-so nuil Manuel Fraucisin
da silva Carneo, na ruado Vigario n. 17, pjimniro
andar.
Cenr,
Segu com brevidade o hiato J7oin Amigo, rece-
be carga a frele. .1 tralar com Caclano Cyriaco da
C. M., ao lado dn Corpo Soiilo n. 25.primpim andar.
ber-
ilo
de
cobre, de prraeira marcha, j lem melado do car-
rcgaraenlu engajado : para o resto passageirns:
Irala se com o capilao na praca do comuiercin, u
na ra da Senzala Nova n. -t, e Iravesso da Madre
de Dios 11. 10.
Para o Rio de Janeiro
sabe breve, por ler parle do carregamenlo prninplo,
o brigue nacional Helena, capitn Domingos II.
Matl'ra : a iratar com os seus consignatarios TassO
Irmaos, 011 cora mesmo capiu.
COMPANHIA BRAS1LEIRA
PAQUETESh VAPOR.
O vapor Oyapin-b. cnuiaandanlo F. P. Burgos,
esperarse dos porlus dn sirl em segiilment aos d
norte at o dia 3ll do corrente ttiez.
Becebe-se desdo j passageiros, frele de dinhei-
ro e Hiieiimniondas o eugaja-se a carga que o va-
por poder coiidnzir, sendo naroliimca despachados
com antecedencia al a veopera de oua uhegada :
agencia ra do Trapicho 11. -W.
Para o Rio de Janeiro seguir rom brevidade
a barca Tiiy, para carga a tralar rom Cantono Cy-
riaco da Cusa Moreira.
O brigue porluguez Constante seguir pora
Lisboa 110 dia 3U desle mnz iiiiprcterivelmento, e
por ir.s oo roga aos senhoros passageiros se aclu-in
a bnrbo as'll horas da manliao do referido dia.
(*l Publicando nos a correspondencia supra, somos
obrigadoa a declarar que apenas o lizemos para man-
tel' principio de piibiicidade e independencia, que
dovecaraeterisara imprensan'um poiz ronaUlndonol
e livt'e, cuino n nosso. Foi osle simplesmeiile o mo-
llee que iiosleviiii a publicar artigo dn Sr. Dr.
Burgos da Funscco e au pur que aojamos solidarios
com as ideas cuntidas no dilo arligo.
01 Btdaciort.
Doscarrcgam hoje 28 de mareo.
Rarca honoverianaJuliofarinha de trigo.
Ilarca nacionalYayarailho, farinha, feij.io c ea-
deiras.
Barca inglczaLunanmercadorias.
Rarca iiurlezaSeraphinaidem.
Barca americanaSannfarinha de trigo.
Barca nremenscHnbonstannoridem.
Rrigue inglozAgnesbacalho.
Brigue porluguezTarujodiversos gneros.
MOVIMENTO il.Y AI-FANDECA.
Volumes entrados com fazendas 317
com gneros ... 117
Volumes sabidos com fazendas
com gneros
CONSULADO GERAL.
Rendimenlo do dia 1 a 24. .
dem do da 2G.......
"08
81
889
in9:592J39fi
3:t65S(l7l'.
mTijTsi
< oiis-iiii> ndminiMtrntlTOt
O rnnselho adminisirativo, para fnrneciiiionlo do
arsenal do guerra, tem de compraros pbjoctos,Sp-
guinlos:
Para proriment dos armazrns do altnaxa-
rifado.
Azeilo de carrapatn, caadas 1000 ; liodealgo-
do, arrobas 3 ; salitre rolinadn o calsinado, arro-
bas 5 ; bren, arrobas 5 ; obreias, macos30.
Para n 8." hatalho de infantera.
Bandeira nacional 1 ; ha-lo de bandeira 1 ; capa de
brim para a dita 1 ; dita do oleado para a dita 1.
Para o tneio batalho do Cear.
Cravalas 50.
(.luein quizer vender laes obiectos aprsenlo, as
suas proposlas era carta fechada na secretaria do
consol bu s 10 horas daraanha do dia 2 de abril
priivimn vindnuro.
Sala das sessos dn rnnselho administrativo para
fornecimenlo do arsenal do guerra 21 do marcude
185'J.liento Jos l.atnenha Litis, coronel presiden-
te.Francisco Joaquim Pereira Lobo, vogal secre-
tario
O almoxarife do hospital militar convida a
qualquer possna que se queira propor o fnritocer do
1" do abril vindnuro carne verde, pao, galiuhas. e
mais gneros de enmestiveis da melhor qualidade,
sugeilando-se ao oante dos facultativos a compare-
cer na secretara do mesmo hospital no dia 29 do
corrente pelas 10 horas do dia.
O Illm. Sr. regedordo Rymnaso manda de-
clarar aos pas ou correspondentes dos alumnns in-
ternos, mein peiiciunislas e exlornos do mesmo
Cymnasio que no dia 23 do corrente principiou o
recehiraetito d segundo quartel a contar do 1" de
abril ao ultimo dejunho do crrente ann. Secre-
taria do Gymnasio26.de mareo de 1859.o secre-
tario, A. A. Cabral.
Pela directora das obras militares se tem do
fa/er diversos coneerlos, pintura o acoio noodilicio
Jilo seno do quiinvl general, no Mondogo : quem
. oslo iiabalho na rjqber encarregir, compareea
eran suas prapola ua referida direeloria uo da 28
Leiloes.

REALCOMPINHI
DE
Paquetes inglezes a vapor.
At o dia 29 d.....irrnnle mor, ospera-s1 d Europa
um dos copules desta eonipauliia, o qua depois ua
di'iiinra d cosame seguir para o Rin df Janeiro lo-
cando na Baha : para passagens etc. IraU-se eom ua
agoiilos Adarason. Ilnwte & ('..; ra do Trapicho No-
vo 11. 12.
Para a Baha.
O veleiro o bem cunliecidu palbabole Dous Ami-
gos, pretende seguir com muila brevidtde, lem :i
-en burdo motado de seu carregamenlo; iota o ru-
lo quo lhe tjlta, Irala-se. com b seu omsignalari
Antonio Luiz do Oliveira Azovod, nosi escripl-
rio, ruada Cruz n. 1.
Para o Rio de Ja-
neiro.
O voleiru o bem conhecidn brigue naciraal Do-
man, do primeira marcha, pregado a terrado do
cobre, pretendo seguir cora muila brevidade, lem
parle do son cnrregamanln a bordo ; pan o rcslo
que lhe falla, Irala-se cora n sou consignatario An*
Ionio Luiz do Oliveira Azevedo, 110 seu Meripto-
rio, na ra da Cruz n. 1.

ILII1.M)
Quarta-feira SOdocorrenle.
fari leilau om seu armazn) na ra d Cnllpgiu
15 de nina pon;,o de obras do uiareneiria o outros
miiilus objeclos de gusto, assim como de um carro
americano e 2 cabriolis com bons cavados, ana
arremalaeo ser eila sem reserva de preou algum.
Leilao
A 31 do corrente.
Manuel Jacqnes da Silva far. leiln por nlerron-
c do ogenlo Oliveira, do dous escravos do meia
idado, propiius pai a cainpn e sendo um delles co-
peiro: quinta-lona 31 dn onrreiiloasll horas da
manbaa m es< rlplorio do referido agpnio.
. .


I r
I
1
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i
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*
I*
t
- >
A 81 do correte.
N. 0. Bichcr & C. farao leiliio por inlervencao d.i
agente Oliveira, do lindo c ptimo s.lio cnm'baixa
de capim para 3 on i cavallos, e com nina elegan-
te casa construida ha 4 annos moderna e com lu-
da a solidos e amero, cnieado grandes acommo-
darotaparetimcrosn familia e com todos os mais
arranjos de.coclieira, estribaria, casa para foiloio
criados, e os competentes adorno dejardim, Unlu
como da discripcio feita por este Diario i 10 i.
jnlho do atino passado, da em que fui vendido pi-
lo anterior proprietario Sin noel do Xascimenin da
Silva Bastos, roioiidendo-se agora por motivos da
prxima retirada para a Europa do Sr. C. 11. H.
Holm, socio gerente da snbredita casa coinnierrial
dos SfS.N. 0. Biebcr & C. e visto adiarse o mu-
rada lio collocado ao correr da estrada deiuimi-
narta Santa Anna drfrohte do silio do Uado oom-
iiicudsdor A*toaio da Silva) fcil ser e se convidain
.ios pretendemos para o evame previo de iodo .m-
/esdo leilao, que terlugar quinta-fcira :ll dn ror-
renle, a1 horas da manhaa. no osoriplnno ,:
mencionado agente, ruada Cadeia.
LILAO
Diario de Pernambuco.Segunda feira 28 de Marco de \ 859.
DENTISTA DE Pfi
T
Frederico Gautier,
euiirgiao dentista, com pralica d seis auno no Rio do Janeiro e Iros na Babia, alem do qne na sua re-
cente Tiagero a Franca pralicou dousanaos romo adanle nos gabinetes dosprimeirns dentistas de l'a-
ns; e enriquecido dos aperfeii .-lamentos e dc= obertas mais modernas que se lem fcilo, tem a liorna de
aniiuii.iai- a icspcilavol e illusIrMo publico que acaba de clorar a esla cidade aonde pretendo filar a
son residencia opraticar todas as operarios da sua arte, taes romo limpar, limar, chumbare tirar den-
les, Iralialbo este que executa eom summa habilidade. Chumba lentes comOUU) PI'Ri iraandd o per-
muten! o esjado e a conformaran da .aria, e nos mais casos empresa una nova compuso ."iu branca como
o nenie, fazendo corno com elle, com a qual a chumbagem se faz sem pressao nem dores, c que nunca
se altera nem muda de cor. Colloca denles artificiaos com perfei.-ao ale boje desronhe, ida nesla cidade
os quaes imitam laiubem os nalnraesqnenaose podi.....liuoreacare precnrliem iodos ossnns Bns, mo-
to para a falla e a masligar.i romo para rompdr as feirucs do rosto. Por isso, julga-so oslar em* cir-
cnmstancias de attrahir e merecer conltanca.u convida as pessoas entendidas a dignaicra-se honra-la
rom a son risita para se convcncercm da sperioridade do sen liabalbo.
Acha-s......sen gabinete iodos os das das 8 horas da manhaa al ao meloda COM CEBTEZ\ e
ato as da tarde quando nao liver de ir em casas particulares.
LOTERA
[erca-feira 29 do corrente.
H. de Borla
de ordein do lllm. Sr. Dr. juiz especial do eom-
nierro e a requeriiuenln de Jos Rodrigues Peroi-
ra, depositario d,i massa fallida de Uonlley C,
far leilao de um.i oxcollcnte casa terrea que faz
esquina na Iravossa que flca por detraz da ma-
triz do Poco da Panella, na terca-feira 29 do
corrente no seu armazem na rea do'Collegio n. 15
as 1f) horas coi ponto, l'ede-se aos Sis. preten-
demos que teiihain a bondado de examinar a refe-
rida casa, parn que pussam lancar com todo o co-
nliecimenfo.
GRANDE LEILAO
DE
Predios, carros, eabriolet,
cavallosearreios.
Quinta-Viva *U do corrente.
Btta^.Yoia n. 01.
.#.... ___
tem do lllm.. Sr. Vlolpliu Bourgeois,
ra para Europa no prximo paquete,
adera em leilao quinla-fcira 31 de marro as III
lio em pauto na residencia do ntesmo os ohjoo-
Mlx# declarados os quaes serio vendidos sem
reserva de preco alzum eui consequencia de sua
breve vagem, em lole a yontade dos compradores :
1 sobrado lia ra Nona n. Gl de 2 andares.
2 carros no ros de vidraca.
2 (tilos sem vidraca.
1 riu'pgqueno.
4 ditits em bom uso.
2 cabriolis.
5 pareJbas de cavallos. ,
4 caballos bons para cabriolel.
ti pares de arreios para carro e oulros objectos
que serio patentes no aclodo leilao. l'ede-se por-
tanto aos Srs. pretendemos que leuham abondade
de com antecedencia irem examiuar dito predio,
carros e cavallos que se arham a eiposiro do pu-
blico a/lni de que possam laucar sem' escrpulo
algara.
prava da
Os abatas asignados lem exposto a
seus felizesbilheles da nllima parle da segunda e
primeira da terceira do Cvmnasio. lis meamos ven-
der m os Seguidles premios da primeira parle da
primeira loleria de S. Jos de Riba llar:
X. 802 mein bilhelo r>:HtaK
ti. 06 mu bilheto 1:0003
N. 720 mcio IOII9
N.2215 oieio OOJ
Os possuidores de dilos buhles podom vir rece-
boros por cenlo da leina sua hija da
Independencia n. ID.
Iteira \ RoheehiU.
Prccisa-se fallar ao Sr. lente Antonio de
Souza Barroso, a negocio que llie diz respeito ; na
Irarcssa das t.rnzes 11. 14.
O Sr. ilaymundo Antonio Pires da Fonsera
lem una carta viuda pelo paquete Twuniiii*, na
ra do Vigario n. 15.
Pelo vapor TocnnUm rln-gado do norte no da
19 recobeu-so 6 escravos di' 20 a 25 anuos, bonitas
guras, entre estes ha um ptimo eozinlieiro, ascua
como 0 esrravas com as habililaooes de cu _u ni na r
e cozinhar, ludo vende-se por preeos ra/oaveis-.
na ra llireila n. (H!.
Carros fincbrcs.
Koga-so ao Sr. Honorato los da Pigneircdo,
morador na na do Padre Ploriano, risto nao mi
possivi-l minease encontrar, o favor de dirigir-se
luesnia roa n. :>2, a negocia que \ S. n&'o lleve
ignorar.
S"',.'.C*v
ti; DEMTISTA F^ftNCEZ.
I^j. Paulo liaignoux, denlikla, ra das La- m
5 rangeiras 15. Na mcsmaVcasa lem agua e<
nda os ^-> ,(U u.-nlliro.
..........
9tv9??9l P-

. pO delllllico.
XK i. tJL :- iilitH)
Simfft1 "i:
Denovamente sao convjdos todos os credores
da massa do fallecido llanoel "os Sanios Piulo, u
apreseiilarein 110 escriplorio do Sr. Domingos Vives
Malieus, conta leg.1lis.1dns de
di "
GABINETE PORTUGUEZ
DE
LEITCRA.
A directora do Calnnele Porluguez de Leilnra.
leudo em cnnsiderai .10 a ordem n regularidadc que
deie hnver no estabeleciuieiito, avisa as sonhore*
assnciados, quiiramlera bondade de mandar en-
lugar na bihlinilieca os iivros sabidos para leilnra
ale o lim de fevereiro prximo passado.
Secretaria 18 de marca de I8W.O 2." secretaria
Jun l\ r.tnrollr.
Preiisa-sc tomar a premio 4:011(1?, e da-se poi
hypolhera ruino garante, melado de urna easa ter-
rea heiii eoRSlruida, em chaos proprios. e mais
urna parte de nutra casa tambera em chaos pro-
prios, i* ambas ellas as principis tuas da fregue-
/ia de Sanio Antonio tiesta ridada, e mais tres es-
navos rnoulos, peres, iodo i:\re e desembaracado
de qualquer duvida. como se provar com as fon-
dicoes qi;e se justar, anda mesmo que fique, al-
giiin ou alguna dos escravos em poder de qoem der
0 dinheiru : a quem convier, nnuiicio para ser
procurado.
Aemprezadeaceio, lim
pc/.a c irrigat.'Ao precisa yU> tra-
balhadores para o servico de
1 impar as ras da ciclado c con-
tratasobas eoridi$oes seguin-
tes:
ESTACO de ixvebo
O servico cometa as seis da
maiihae acaba as (ualro da
larde, loado aicia hora o traba-
LOTERA
Administrador deste estabelecimenlo, silo em
um armazem do convenio de S Francisco confron-
te ao lllm. Sr. Dr. Sarment, lem a honra do parti-
cipar ao publico e aos seus amigos, que est pre-
parando ludo de novo, c espera merecer acoadju-
vacao que seinpre so Ihc lem prestado, extorcndo-
se a bem dcsenipenhar a sua obrigacao, cncarregan-
do-se de ludo que for necessario a qualquer enter-
ro, olicios solemnes du corpo presente, e stimo
da ; asscveraudn a commodidade de preco em
qualquer deslas olerigaces, para o que piin ser
procurado no mesmo armazem, ou na ra da Cadeia
de Sanio Amonio 11. 31.
Ningiicni podera contralor negocio algnm com
Joo Xavier de Mello, morador em leberibe, com
os bens que elle possuc, sem cousentimentnde sua
raulher Thereza de Jess Cavolcanli de Albuquer-
que, Orando millo todo c qualquer negocio fcilo
sem osla confumidade. Recite 11 de marco de
Z9-)9.
I.ourcnro Pogi, com leja de Inste 110 aterro
da Boa-Vista n. 27, declara que Jos Cali nao
mais scu caixeiro, e por isso uenhuma Iransaccao
poder fazer concernenle ,'i dilu sua casa. Recite
22de mano de 1SM.
- Precisa-se alngar para urna casa eslrangeira,
Xapadaiia do paleo da Santa Cruz n.6, pro-
cisa-se iniiiio fallar com o Sr. Antonio Bernardo
Dias, natural da villa de Santb Thirrio, casado ;
cliogou a esla provincia com gngajado, no brigue
porluguez Trovador, em li de maio de 1n57 :
lambem se roga a qualquerjc'soa que delletenha
conhecimento 011 noticia, o'^Firde fazer aviso na
Qiosma padaria, que se lhe llc.i r milito obligado,
pela grande precisan que ha de laber desle mesmo
Sr. Oas.
l'rcrlsa-se de um caixeiro rom pralica de ta-
berna, rapaz da gerencia da me: na, d-se bom or-
denado a quem posstl preenchej- este lugar, sendo
preciso dar Dadora sua conduela, se isvor desar-
rimado; e aquello que estirar arrumado, pode di-
rigir-se por caria fechada laberkia n. 42 do aterro
da lloa-\ Isla, esquina do becco Jos Perreiros.
Precisa-se de nina pessoa iloiu baslanle pra-
lica e habililai oes em negocips de ierragens :
quem estirmosse caso dirja-se \i ra da Cidria do
llecife n. 48, primeira andar,
quem tratar.
(rabalhadoros. Precisa laniboia
contratar 4carroceh*os pagan-
do 20$ mensaes, comida e casa.
OSr. tliesourciio manda fazer publico
que se achara a venda todos 03 dial das 9
'toras da machas as 8 da noitc, no pavi-
mento terreo da casa da ra da Aurora n.
26 e as casas commissionadas pelo mesmo
Seobor tliesoureiro na praca da Inde-
pendencia numero 22 e na roa Dimita
n. 80, ate as 6 horas da tarde, somente os
billietes e meios da ultima parte da se^un-
la e primara da terceira loleria do Gym-
nasio Peraambticano, cujas rodas deve-
riio andar impreterivelmente no da 2
do futuro rnez de abril.
Thesouraria das loteras 2o de mareo
de 1859.O esciivo, J. M. da Cruz.
a.
Ama.
de una mullier que faca o servico de
poma familia : na ra da l'.adria di
Precisa-se
una casa d
Berilo 11. ."i9, loja de ferragens.
Precisa-se de um caixeiro para urna Liberna
em S. I.....roneo da Malla, que teiiha pralica de ne-
gocio, e que de Dador a sua conduela : quem e-li-
ver tiestas circumsthdas, diriia-se a ra da Praia
11 19.
Villa do Cabo.
O abaixo assignado faz. sciente ao publico, que
abri na villa do Cabo, ra do l.ivr.imenlo, casa de-
fronle do cruzeiro, nina casa de negocio com illu-
minaco de gaz. a noile, onde, vende faz.eudas de
diversas (nulidades, calcados francez.es e da lena.
miudezas, roiipa frita, etc., ele, e ludo por procos
mullo rommodos.Francisco de l'nula Ruino.
CASA DE SAIDE
SITA EM SANTO AMARO.
DON


Nesleeslabelecimenlo lia as ntelhores aconimodacrics para se Iralaiem doentcs de qualquer rallie-
goria c sexo.
Adiara menor he deSS-'iOO, devendo o pagamento ser feito por quinzenas adianles.
llavera o maiorzelo e einpcnho no Iralanienlo dos doentcs os quaes serio visitados pelo menos
duasvezespordia pelos mdicos proprielarios do estabeleciinento.
r^_-^'.7j
% PEDRAS PRECIOSAS.
Roupas Teitas e fi
N.V nADOQL'KIMADO
zendas;
N. 4C.
4
A 31 do corrente.
Manoel lacquesda Silva e os mais herdoiros do
Uado commendodor A,ilonio da Silva farao leilao
em um solte, por inlervencao do agento Oliveira,
dn sen grande e bello silio com duas espacosas ca-
'liaos proprios, tendo a frente no lugar da es-
trada entre Santa Auna r- Casa Porte e fundos
margem do rio Capibaribe, de conformidado
cora a planta que se offorece para evame previo
no esciiptorio do referido agente, onde tora lugar
o leilao 11a quinla-feiraSt do corrente, as 11 horas
da manhaa. .
A 30 do corrente.
W'liatoly Forstor & C. farao leilao aulorisado pelo
lllm. Sr. inspector da alfandega, por cunta e risco
ile quero pertoncere por inlervencao do agente Oli-
veira, de diversos salvados da galera ingleza G'ar6,
consistindo om corveja etigarrafada, barrilinhos de
arenques, genebra em canas, queijos, pregos em
barra, oleo em bolijes, bnnlia de porco, cadeiras,
raixasde ftilha de l'landres, lenseos grandes de
fumo em folba e um cabriole! de 4 rodas com ar-
reios : quarla-feira 30 do corrente as 10 horas da ma-
nhaa, no armazem o. 11, junio do Trapicho dn des-
cargada sobredita alfandega.
__________________ ^
Un rico sitio
Quarla-feira 30 de marco.
fam-leilao no da cimaiqdicadn de um bello silio
na povoarao do Barro, com 80 palmos de testada e
' fTaM ** fll,ld. 'em nina excelleule casa de vi-
vedd com 60 palmos do frente conlcndo 3 boas sa
las. O terreno foreiro ao engenho Peres, c plan-
tado de diversas frocteiras, sendo joqueiras, frucla-
pao, rnaagneiras, oiti-cor e bastantes larangeiras
novas e de milito boa qualidade. entre ellas algumas
j dio mui doces eapreciaveis laranjas. Todo o si-
tio acercado de limoeiro. O silio lira [uuico adianlc
dacapellasendoacasaarpiohcaalgiima consa n>-
nrada do aliohamento da'na (cerca de 40 palmos! e
ja parlenceu ao lalleeido padre Braz. Roga-so p..r-
l"'Ut0*08 Sr- que o pretenderem que tenhan a
lwndade de o ominar aflm de lanearcm cun
pleno conheameute.
Avisos diversos.
CAIXEIRO.
Prrcisa-se de. urna pessoa /'-
fiancada,ef[ue miba osrttus dcs-
la c,ida Diajo: na licraria da prora da
Independencia, n. i e 8.
j <[uj; no cuitara' respon-
derse, se a terceira condiro do contra-
to da actual empreza do tlieatro de San-
ta Isabel esta' cumprida; coaiinuar-
se-ha.
Attenco.
Pedc-se n Sr. Germano Francisco de Oliveira
que em a sita present empreza nao deixe de levar a
scena os drama Passaro Azul Tres Cidras do Amor.
L'm dilectanti.
Quemtivercontas como casal do finado Jos
lloberto de Hnracs Silva, digne-se de aprcsenla-las
dentro de oito das, fazendo entrega dellas ao Sr
Joaquim Maria de Catv'alhn, na ra da Itoda n. 23.
Tnma-se urna mulher e.-trangeira para ama
grave, que sua maior oceupacao costura, sendo
pessoa que nao lenlia familia : na loja n. 3, prxi-
mo ao arco de Santo Antonio.
Preciza-se de hum bom fomeiro na padaria da
na do Hozarlo largan. 48 de llonteiro &Sonrcs.
" Ped-se ao Sr. acadmico Joaquim de Andrade
Fortuna Pessoa, baja de pagar o restante de una le-
tra que aceitou, pja voocidn ha muito, do contrario
i* i-kamaihi a juizo uestes tres di.i3, visto estar pro-
leiaudn ha mais de um anuo.
Christovo Pereira Pinto.
una miilatinha de 2a tB anuos : na ra do Trapi-
che Kovo ii. 12 paga-se bem.
Precisa-se de um caixeiro que lonha bastante
pralica de taberna e que soja deligente para o bal-
cao : a Ira lar no largo da Itibeira de S. Josn.l.
esquina da ra de Sania Hila.
Aluga-sr una muala para o servico interno :'
na ra do Collegio n. lti, terceiro andar."
F^t fgido o prelo Manoel Gambeta, que tem
as pomas muito lorias, levou caira azul o camisa
branca : quem o pegar leve-0 taberna do Possas.
Prerisa-se alugar nina ama que saiba eugom-
mar e coziuhar, para casa de pouca familia : na ra
-Nova ii. 30.
Quem precisar de mu bom relogln de ouro pa-
tente ingle/., vende-so em segunda mi por proco
commodo ; assini como de urna dnzia do coieres
deprata para adpa, comperto de Oil mtavas, mili-
to em conta: procure ua ra do l.ivruiucuto iu 3,
loja de calcados", que se ajustar.
Os abaixo assignados scientifican: ao respeila-
vol publico, e com especialidade an corpo do cora-
mercto, que ellos lem celebrado sociedade na taber-
na e hotel, establecidos na loja e primeira andar
da casa n. 28 A, sila na ra do Trapiche, gvrando
ambos na raa de Manoel Antonio Pires & C. ; pe-
lo que todas as pessoas que se julgarem credores
do associado Manoel Antonio Pires, queiram apre-
sentar-se com seus tilulos, alim do sercm conferi-
dos e pagos, porter o mesmo Pires de fazer una
vagem, durante a qual encarregado de todo o ne-
gocio o sen associado. Recite 21 de marco de 1859.
Manoel Antonio Pires.Jos Itodriattes de An-
drade.
. Arrenda-so um sino com exceilcnle casa de
vivenda no lugar da Torre margem do rio Capba-
riho ronfronle estrada do Maiiguinho, cuja casa
alem de ser edificada com muilu gosto e ser collora-
da em um ponto de vista agradavel tanto por dola
avislar-se lodaa ps casas da Capiiuga, Passagem e
Ponte de l'chda, contm (salas de 30 palmos qua-
dradns cada nina, sendo 3 forradas de rico papel o
o lelo de estuque, II quartoa, sendo !i forrados de
papel e o ledo de estuque, coz.inha (Ara, bastante
espacoso. eocheira para 3 carros, quartos de cria-
do e de prelos, estribara para fi cavallos, casa para
gallinheini e animaes domsticos, 2 cacimbas, alta
com excelleule agua de beber, oulra com bomba,
da qual deita agua para a casa d banhu que (ca ao
p, jardim com figuras e jarros de louca Unos, mu-
rado na frente com porlao de ferro, ba'ixa de capim
que sustenta animal dous cavallos, pomar de laran-
geiras, selectas c de umbigo, alm de oulras fruc-
leirasdo pas : os preteudeules dirijam-se ao aterro
da Boa-Vista B. % segundo andar.
AMA.
Prec.i.i-se de urna ama para comprar o cozinhar
para una pessoa; na ra das Larangeiras n. 14,
luimeiro andar.
Folliinbs pra 1859.
Acham-se venda na livraria n. 6 c 8 da praca
da Independencia, as folhiuhas do anno de 1859,
para as provincias de Pernambuco. I.ear, Rio Gran-
de do Norte e Alagoas, das seguimos qualidades :
Filil::,ha do priprielario agrcola contendo
alem das materias do coslume, as leis e
regulamenlos das Ierras pnbli:as notadas
com todos os avisos eordensquo as tem ex-
plicado n ampliado al o mez de setembro ul-
timo, pelo Sr, Dr. Antonio Vasroncellos Me-
nezaj de rummond ; esta folhinha he es-
seucialmenle neresgaria a ludas as pessoas
que possuem um palmo de torra para mais,
mis com ella esto habilitados para nao ca-
lirem em mullas e nao seren Aludidos, preco 500
Folhinha de porla res........'. I|j0
Folhinha ecclesiaslica ou de rosa feila pelo Rvd.
Sr. conego penitenciario da S deOlmda, se-
gundo a rubrica e ordena da Santa S, ris. 400
Ensina-se a fallar e escrevor as liuguas in-
gleza e fr.uirez.-i em pouco lempo: na ra Nova n. C5.
Precisa-se de urna ama para cngnmmar, co-
zinhar e fazer o servico de casa : no paleo do Terco
n. 26, primen-i, andar.
No dia 21 do corrente desapparecen de rasa o
mulatinho Ladislao, cabellos oaehiados, olbos (lar-
dos, nariz chalo, bocea regular e um hombro mais
Itiins sobroiasacs de pando lino preto
COm golla -'i.s. palelols sacros de casemlra do cores
escuras i 10?. dilos sobrecasacos padres
* modenios a 15g e ln-3, ditos Je alpaca pro-
J la e do cor a 4J, ditos del brim pardo '
2 llamado muilo boa ipialidadi a 5A, ditos
<.j deesgniaodal.liina a og, clcaado brim I
le ei'ues a Sg, 3f50ll, 4. dil is" de l.'i ua- -
droes modernos.....iudinhis a ls, ditas
.-. brancas de brim de lindo
casemira preta e da -ores a
2ri IJ8. ceroulas de bramante a
.,' e 2s, paletots de inoi.i case:
leles de gorguriio do sedaa: ditos'di-se- -
^ i lu macioa58, ditos de villudo prelo a B"
7|el0i}, ditos de brim e fjislao a 2J500 fc
IHiiiiiiH & E. Biihu .
JOALIEKiROS
Hotel i na lezna la n. L
I! ore lie ni iioi- lodos os Vii]>o-
I pos ta Europa e do 1o de Ja- [
iioii-o oliras du mais modcpuo;
goslo, lano do, Franra como|
jilosla ullima capital, as i|uacs$
hondera rom (oda a garanlia^
ua t|ualidadc dos metaos e
idas pedras, e pelos preeosg
mais commodos possives,
jotas de valor.'a dinbei- mEv tr.llllo Seilinre I llisilOsicail lilis ..
ro o,, por obras. |{rtwZn mi bello e \ariadof
: Vsoplimenlo.
Aderccos de brilhanles,
diamantes e perfilas,
pulseiras, allineles, brin-
cos e rosetas, botoes e
aunis do diirerenles ffl
gnslos c do uiagniliros
hrillianles.
ti
Gonipram, vendem c
trocam prala, ouro, bri-
lhantes, diamantes o pe-
I:. rolas, o oulrasquaosquer
0110 E RELOKIOS.
Aderccos completos de
ouro, nieins dilos, pul-
rrias, ,-illiurles, brincos
e rosetas, cordocs, trau- i
crlins, mcdalhas, cor- M
rentes, enfeitese corren-
loes de ouro para relo-
gios, e oulras militas
obras de ouro e de coral.
Relogios patente inglez j
dosmclhores fabricantes,
ditos sutosos, tanto de
oiiiu comodeprala.chro- '
nomelros e lucios chro-
nometros e tamliein re-
logios horisontaes de ou- i.j
ro e de prala. Vendem;
trocam.
Vs !BR
:S71
:i,s', ditas de
6S, 7, 8 e
lgOOO. |800 p*;
ira a 7J, col-
L" 11 t n L.- .) > _-1 > -
j i! 3, lavas de Jouvin de to
I$800, camisas de esgnio
:: a3$500 e oulras muia.s f
.. pisfeilas que s visla
9 avallar a pechincha ;
NA MESMA LOlIA HA

las as cores a
muito lino a
zondas e roo- "
i que se pn :
araaquaresiii)
edida garantn-
ia da ohra, sen-
pannn prora de
) de 35S. assirn
mandando-se fazer por mlidida garanliu-
do-se o aceio e benifeilnna da obra, sen-
do lambem de muito bom
fj limao pelo diminuto prec
amo do melhor panno .
;uez a (OS, attancaado-w
radas de setim maco ou
escolha co fre-
serem lodas for-
seda. 'S
SEGURO CONTRA FOGO
NORTIfEHN ASSllKANCt: COMPANV
LONDC N.
CAPITAL S 1,500,000.
\gcntc Cala j; vsllcy e C.
Offerece condieoes muito
moderados.
favoraveis e premios
negociantes
Aviso aos Srs.
desla piara.
Trapiche do Cunha.
Neste eslabelecimento ret ibem-se e embarcam-
sesaccoscomassucar.com toda a promplldio e
aceio pelo diminuto preco d a -10 rs. cada um.
M ISO
Furtaram lia 20 dias do moitiio do si-
tio da rnoradia do abaixo assignudo na
Passagem da Magdalena urna canoa de
carreira de um s pao, ainda nova e to-
da pintada de verde com a marca da ca-
pitana do porto M n. 171 : roga-se a
quem a ttver adiado ou souher aonde i
exisla de participar no dito sitio ou na'
rita do Torres n. 1 i, que sera' gratifica-
do,Antonio Jos Leal Res.
C03IPAXHIA
ALLIANCE
lvrtissement
gocianls de
*
a
Trapiche
sn-
elle place.
Cunha. ,
por se vender urna" canoa
carreira em Santo Amaro por 130g, bem
como por alugar urna casa terrea por 15 j
mensaes com muilos commodos: a tralar
na taberna do Reg ao pe da fundicao.
.............."iiiTtmmBmatMiuHmMmmamn
Compaohia Pernainbucana.
A gerencia da dita companhia precisa contratar
o forneciniento de carvao de pedra para consumo
ana seus vapores, as pessoas que quizernm fornece-
lo apresemetn soas proposlas em carta fechada no
escriplorio da (Jila gerencia at o dia 30 do corrente
alloijue nutro, t feio e tem 10 anuos representa ler
13, le, escreve o conta mal, sabio enm bouel prelo,
calcas de brim parec-ja desbolada, camisa de ma-
dapoln c jaqueta de nscadinho. O mulatinho li-
vre mas como para dar-llie oll'u-io o abaixo assig-
nado o trouxe da cidade do leu com permissao da
respectiva autoridade por isso gratifica a quem o le-
var ao segundo andar da casa n. 69 na ra Nova
onde mnra ou a sua loja de ourives n. 26 na ra
larga do Rosario.
Prancisco Comeado Mallos Jnior.
A mesa regedora da irmandade de N. S. da
Snlcdadodo bairra da Boa-Vista, pela terceira vez
convida a lodosos sen* irmaosemger.il para reu-
nidos em mesa proood-reni a eleico da nova mesa
e liatui-ein de outros negocios de importancia da
mesma irmandade no domingo 87 do corrente.__l)
escrivio, Joaquim Jos Martins.
Precisa-sede um caixeiro para tomar conta de
urna laboras por balanoo a que teaba liadnr : no
caes do llamos armazem dos Srs. Nascimenloi: Lo-
mos, se dir com quem deve tralar.
AvSO;
O abano assignado pretende retirar-se para In-
glaterra e fas publico por este. Diario que deia
procuraran bstanle na mao do Sr. Coorge Boud
aiilorisandoo mesmo Sr. Ceurgo Bouil desla dala
em diante a fazer as veteado Sr. Goone Porness ron-
tratador da estrada de ferro do llecife a Sao Fran-
cisco a mais que no caso da morle ou da reinada
do Sr. George Boud para Inglaterra, William Chart-
ton e Richard Broome que moram em L'tinga de
Cima recebern lodas as rommunicaroes e lambem
farao os veteado Sr. George Fiirness'na minha au-
sencia. John ayliu.
Itecifo 23 pe marco de i8f.9.
Dsormais on embarquei i le sucre, daus cel la-
blissement, 10 rs. le sac. On garanlit loute la
prnmplitude el la plus g -ande propet daos le
servico.
Avselo alllholraderstere
eslabl shed.
Trapiche Cunha.
Nnliro es hereby given ti at heucefoi ward each
sack of sujgar shall paj^4( rs. for depositing and
embarkmg. Promptrtudc md eleanliness iu th
Service ave warranted.
[Ao publico
do comm
cia! mete.
o hachar! abaixo
os seus Borricos de aj
has as instancias no ci
mercio na capital e h
ser procurado, anirm;
ao corpol
ci espe-j
.signado offere
rogado em ani-
el, rrime e ruin-
ra della. Kspero
ndo que lomar
maior inleresse pelr s causas que II
fnri-m ronlindas. "O I
rrlptorio c no primei
brado novo n. 4 da
aonde mora, pndendo
sollado a qualquer h
ImZ Correia de Andr
lhe
gar de seu es-
o andar do so-
rna do Collegio
[ior isso sor eon-
ra. = Friiutisco
de da Silea.
Fnictiiosn Martins f'.onfrs vi S Europa, jnl
nana dever a pessoa alguijia : se poreni houver
quem se considere seu credo -, aprsenle a coula no
prazo de 8dias, a contar des a data. Oulro sim, ica
ua ailminislracao de son OSlt belecimenio da roa es-
ireia do Bosario n 4. o Sr. los Pedro Fernandas,
e com procuraco baslanle js Srs. Jos Morcira da
Silva eJoaquim Goncalvcs Salgado.
Fructuoso Marlins Con es pede aos senhores
que em sua man dcposilarai i ponboros de ouro e
prala os retiren! dentro do p razo de S dias, do con-
trario serio estes vendidos | ara pagamento.
Deseja-sc arrendar um mgenho que tculia boas
torras, escravos n animaes, i nao se pora duvida em
pagar alguus anuos adiaula los : coulraia-se ua ra
da Guian. 64, segundo anda-.
Precisa-se de um cai :eiro de 14 a 16 anuos
pera nina venda, e que leiih i pratica de mesma : ua
ra da.Roda n. 52, se dir [nem quer.
Precisase alugar un p reto robusto proprio
para o servico diario de um i casa ; d-se comida e
rouna, o paga-se bem: a I atar ua ra da Collegio
n. 15, armazem.
Precisa-se de um cr ado para o servico de
mesa, a de um para o bilhai, paga-se bem i na roa
do Trapiche Novo u. 2, lile da Europa.
VI4 FRREA
DO
RECIFE A S. FRANCISCO.
A companhia seacba prompla a ryp'ber propos-
las para a coiiduecode urna grande qunnlidadedc
Irilhos e oulros materiaes pertenreules a mesma
via frrea do littoral das Cinco Ponas, onde presen-
temente se acham, ao lugar chamado l'.oa Sicca ou
Berlioga, silo no rio Ipojuca.
As proposlas deverao ser enviadas por esenpto,
marrando o proco por arrobas inclusivo carregar e
doscarregaro peso que pode ser condnzido porca-
da barraca, o maior numero dellas que se poder em-
pregar ueste servico assim como o lempo grfslo em
cada vagem.
Ksrriptnrio dos engenheiros na villa do Cabo 10
de marro de lhytf.
ir. U.PtnistO,
Engenheiro ein rhefe.
VIA FRREA
no
Recile a S. Francisco
A companhia precisa empregar 300 obreirns ad-
dicionacs entre a villa do Cabo e Dtioga, e olerece
as seguinlosvanlagens.
Est resolvida a conlratar os alerros em lances
pequeos, por preeos que garanleui maior lucro
aos contratadores, do que o que se realisa pelo Ira-
balho diario.
Kinpregar-se-hao lodos os homens de forca c ac-
tivos por um preco proporcional equivalente lj20
rs. diarios.
Conlralar-se-li.io pedreiro?, rarapinas, offi.-iaes
depedreiro, ferreirns, assim como outros mcham-
eos, mediante condiccocs favoraveis empreitada
ou mediante paga diarin correspondente, no raso
que prcfeKram.
Ilavero moradias para osobreiros, rojos manti-
mentos serio transportados gratuitamente da esta-
cao das Cinco Ponas aos pontos das suas moradas
icla linha. Tambem se conceder una passagem
ivre ao llecife para todos os que forem emprea-
dos, pura ida o vollanos sabbados, d.-poisde feloo
pasamento ; assim como a lodo lempo so dar pas-
se livre. de 20 homens, um, para o lim de com-
prar manlimentos.
Escriplorio dos engenheiros na villa do Cabo 10
de marco de 189.
II'. SI. 1'eni.itnn,
Engenheiro em chele.
1)11
RECIFE A SAO FRANCISCO-
A companhia osla prompla para enlrareni ajuste
rom quarsquei- possoasque queiram encarregar-se
de transportar nialeriaes dos lugares das lineo Pon-
tas e villa do Cabo para os pontos de Pavio, Olin-
da, Para e Timboass, assim como oulros pontos
das divisos mais distantes da via frrea.
o abaixo assignado estimar receber proposlas
por esi-ripto, eslabeh-cendo o preco por legua por
cada arroba de peso, pelo qual os proponentes se
ObrigaraO fazer transportar os meamos materiaes.
Todas aquellas pessoas que COnSCgnirem este
ajuste coma companhia, leran o privilegio de po-
saren! obter passagem livre pela via farrea, o re-
metieren! sens proprios gneros pelo frote mnimo
estabelecido pela tabella.
Escriplorio dos engenheiros na villa do Cabo 10
de marco de 1859.
W. M. Peniston,
Engenheiro em chelo.
Precisa-se alugar um andar de sobrado com
bous commodos, taes como 2 salas, 4 quartos que
sirvain para dormidas, 1 para bauho. quima! com
estribaria, etc.: atraanlas 10 horas da manhaa s
3 da larde, no escriplorio da companhia da ra-lar-
rea, ra t:n Crespo u. 2.
Precisa-se do um prelo de meia idade para
ajudar a um hnmeni que anda com nina carioca
vendando agua pelas roas do bairro da Boa-Vista .
a tralar na ra do Cabug. loja n. 9.
Precisa so alagar urna ama asaca para portas
a dentro, para cozinhar a engonnnar : no aterro da
Hoa-Visla u. 36.
Precisa-se de um homem ou de um escravo
para Irabalhar n'uma carrora ; se for escravo o sen
senhor dever aOaiicar sua conducta, paga-so bem:
a tratar na ra do Cabug, loja n. 9.
Boga-se ao Sr. Jos. Pedro, mejlre do obras
que foi encarregado das obras do Sr. tasso, haja de
pagar os jomaos do srvenle Scraphim, quu ha
mais de quatro mezes est dorendo, do conlrario
ser chamado a juio.
.- '
Eslabclt'citla em LoiiiIpcs
mm si m-L
CAPITAL
Cinco milhocs Ac Vibras
esterlinas.
Sannders Brothers & C. lem a honra de informar
aes Srs. negociantes, proprielarios de cosas, ea
quem mais convier. que estn plenamente autorisa-
dos pela dita companhia para efferluar seguros so-
bre edilirtos de tijolo e podra, cobertos de lelha c
igualmente sobre os objectos que contiverem os ms-
enos edificios, quer consista em mobilia ou emfalen-
das de qualquer qualidade.
CASA DE SAIDE.
O I)r. Ignacio Firmo Xavier, proprietario da an-
liga e arredilada casa de gande sita ao norte da es-
trada da passagem da Magdalena, entre a ponte gran-
de e a pequea do Chora-menino, e na mesma re-
sidente, lem disposto os melhores commodos para
receber qualquer pessoa enferma, e arhando-se o
si u eslabelecimenln lias mais agradaveis condieoes
hygienicas; eontiaua a offeren-rosseus servicos, af-
fiancando o nndhor tralauu-nlo e o maior zelo no
curativo das molestias. O mesmo doutor, lem des-
tinado una sala para parlns, cuja utilidade he in-
contestavel.
SAO ENCARRF.CADOS OA CLNICA
Operaces.O lllm. Sr. Jos Francisco Pinto Cui-
maraes, cirnrgiao do Grande Hospital de Canda-
do, cuja pericia he bem conhecida.
Medico consnllante.O film. Sr. Cnmmendador Dr.
Jos Joaquim de Moraes Sarniento.
Partos.O lllm. Sr. Dr. Silvio Tarquinio Villas-
Boas.
Palhologia dulrina.O proprietario do estabeleci-
inento.
A diaria ser de 3$000 o SflOOO, conforme a gravi-
dado e durario da molestia.
As pessoas que quizerem um Iratamenlo distincto,
pagarao na razio da despeza que fizerem.
Operarnos, sansuesugas, conferencias serio pagas
aparte da diaria.
Passagem da Magdalena 22 de dez.embro del858.
l)r. Ignacio Firmo Xavier.
Alua-se um sobrado a margem
do rio Capibaribe, na estrada de ponte
de L'choa : a fallar na ra da Aurora
n. 20.
Precisa-se alugar urna casa terrea em bom os-
lado, no bairro de Santo Antonio ou Boa-Vista : di-
rija-se ra do Crespo n. 2.
Agencia de passaportes.
Claudinn do Rogo I.ima lira passaportc pira den-
tro e (ira do imperio, por commodo proco e pres-
teza : na ra da Praia, primeiro andar n. 43
Arrenda-se ou vende-se um silio no lugar da
Torre, margem do rio Capibaribe, rom excelleule
| easa da vivenda para grande familia, contendo 4
salas, 10 quartos, cozinha fura, umasenzala, coche-
ra para 2 ou 3carros, quartos parra criado e prelos,
estribaria para C cavallos, quarlosfiara animaes do-
msticos, galiuheiro, cacimba com encllenle agua
de beber, e outra com bomba e casa de bauho, jar-
dim com vasos tinoso figuras, baila de capim, po-
mar de larangeiras, alm de nutras huelas do pais:
a pessoa que pretender, dirija-sc a ra de S. los
n. 45.
'.'oa luja ile funileiro.
Precisa 'Se de um olTirial de funileiro para admi-
nistrar urna loja, sendo (el lira bom resallado : na
ra da Crol do llecife n. 37.
Aos senlioies Brasilcirose Porlugup.zps.
PAKIZKUA MONTriOLON rt. 30
Paris la place Cadet.
Madame Schroo lem honra de prevenir aos se-
nhores Brasileirof e Porluguez.es, que olla mudou
seu hotel da ra Famboury Poissnnnire n. 71 para
a ra e numero cima, casa mui espacosa e de urna
elegancia excepcional ; lem quartos mobilhados,
que ofTererom lodas as commodidades desejaveis,
nao s pela grande como pela boa distribuicio,
lem um grande sali alm da sala de jaular a mo-
da brasiloira, casa de banho. e rarroagem sempre
prompla e a disposicio dos viajamos. Este eslabe-
iooimcnto parlicularmenlo til aos seahores Bra-
sileiros e Porliiguezcs, pela facilidade de nelle se
usar da lingoa deslas uacoes. As pessoas doenles.
encommodadas, serio tratadas eom esmera pocum
dos mais habis mdicos de Pars, que c emprega-
do no estabeleciinenlo : os preeos sao mui commo-
dos, o servico feito com limpeza e eiactidio, e as
seuhoras hr.isileiras enconlrario neste hotel o tra-
tamenlo que Idos for conveniente.
ESCRAVO FGIDO.
Fugio no dia 15 de Janeiro a prel.i Victoria, de
naeao Mocambiquc, tem urna serrilha da tesla a
pona do nariz, representa ler 40 anuos, falla um
tanto alrapalhado, altura regular, magra e de cara
feia, cor meia fula, anda muito depressa, levou
resudo do chita escura, e panno da Cosa azul : as
pessoas que a apprehenderem, levem-na casa de
seu senhor, que serao bem recompensadas, na Ca-
punga, ilio do Arantes, ou prai-ada Independen-
cla ti. 18, loja de calendo.
.* i-
Precisa-se de una ama para cozinhar em casa de
rapases solteiros.-na roa larga* do Rosario n. 28,
loioeiro andar.
A mesa regedora mandade do Senhor Bom Jess
dosPassos da malriz do Corpo
Santo, convida a -todos os seus
i'iuaos para comparecerein n
consistorio da mesinaigrja ina-
Iri/, hoje 2H do corrente pelo
meiodia alim de Iratar-sc de
negocios urgentes. Recife H\
de marco de L858O escrivAo,
Domingos Alvos Matheus.
Precisa-se de un feitoi
para Irabalhar em un sitio per-
toda praca, prefere-se porlu-
guez ecasado: ua ra da Cruz
n.lO.
pppcisa-sc to oicifs de clia;-ii-
pi'o pii-a-sc;i .*(ll ps. o tonto e carre-
|i(;io a llll ft,:na taberna da na Ini-
lippialn. 41.
Precisa-se tomar a premio 1:0009, e da-se por
hvpolloca Huno garante nielado de urna casa tur-
rea bem consumida, em chaos proprios, o mais
una parle de oulra casa lambem em cilios pro-
prios, e ambas ellas as principaes roas da fregoe-
zia de Santo Antonio nesla cidade. o mait tres es-
clavo, crioulos, pecas, ludo livre e desembaracado
de qualquer. duvida, como se provari, rom as con-
dieoes que se justar, ainda mesmo que lique algum
ou alguus dos escravos em poder de qoem dr o
dinheiru : a quem convier, annuiicie para ser pro-
curado.
Jos Alves Lima l'ilho retira-so para a Eu-
ropa.
Manoel Jos Rodrigues da Cosa vai a Europa.
Miguel Jos da Silva vai a Europa.
Aluga-ae oa eompra-se urna hleira : ua ra
estrella do Rosario n. t, terceira andar.
Aula particular da ra de Hor-
tas n. 140.
T.-ndo me d(-dicado ao oneroso exercicio do ma-
gisleno ha Camos, emprehendi smente no comeen
do anuo passado estebelecer mu collegio, onde a
Siar de bons estatutos, e um rgimen enrgico, p-
tese eidherofiuclodesse Irabalho deque me hon-
ro, e com o ipial creio fazer um bem real a nioci-
dade de ineu paiz ; mas, infelizmente, alm de min-
ios oulros obstculos, que tcnlio encontrado i rea-
lisaeao dessa idea, exista um que me pareca im-
possivel superar ; era a necessidade essencial de
urna casa, que reuuindo todos os commodos pre-
cisos para um eclabelecimenfo desla ordem, nao
parlicipasse dos inconvenientes hygicuicos de urna
cidade popular como a nossa ; onde a falla de pre-
dios Ules me obrigaria a agglomerar enancas, que
acoslumadas ao ar livre, (nao s porque a maior
parle dos educandos aqu, sao lllhos de nossos ar-
rabaldes c engenhos, como porque a infancia pre-
cisa espacoj soffreriam iodos os incommodos anne-
xos a essa mudanca de casa ear: o que nao pre-
cisa proras, porqnanlo a experiencia o ha demons-
trado : boje pon-m, enconlrei o que procurava, a
acquisii-.io do um grande predio na Passagem da
Magdalena, margem do rio Capibaribe. Alli, no
centro de urna escollada poni de nossa sociedade,
sob a influencia de um ar livre o sadio, dispoudo
de lodos us commodos o meios, proprio para sem
coiislrangimenlo guiar a infancia ao conhccimenlo
dos rudimentos das arles e sciencias, vou estebele-
cer mu colle-io sob a invocarin protectora de -V. S.
da Penha. A distancia desse cslabelecimenlo, iou-
ge do me parecer um inconveniente, julgo una re-
comineiidaiio ; porquanlo participando de toda
a ei\ lisoro de nossa capital, carece de seus in-
convenientes, feslas e uioviiiientos, proprios de
espriios j,i formados, eqnasi sempre prejudiciaes
a mocidade iuexperientc. Ilons proMSores, saa
! doulrina ; recreio para a visla, alimento no es-
pirito ; eis, para oque invidaiei lodosos csfnrcos,
sem puupar sacrilicios. Sei que j possuimos
bons collegios, e excelleule directores, como sejam
os Srs. Itariio-a Lima, Andr Alvos, e etc.; islo po-
rm nio mo desanima; nao obstante reconhecer-
me inferior a esles senhores, mocos habis e espe-
racosos ; porque me convenen que desla concur-
rencia, e estimulo necessario," collier o bem nossa
mocidade asss digna de um brilhanle futuro no
vasto imperio da setnete.
Participo portanlo aos pais, tutores e correspon-
denlOS de meas discpulos inlemos e externos, que
Cevada nova.
No armazem de ferreira & Martins, travessa da
Madre de Heos n. 16, vende-se cevada nova em
barricas, por baratissimo preco ; mui propria
para boticas, reflnares, ele.
l\o largo do Carmo,
(fttina da ra de Horias n. 2,
cniitiliti,l-.so a vender superior manliga ingleza a
tul e lS a libra, massas de tmales a 610 a libra.
superiores nmeix.is a itO a libra, nozes a SW a li-
lu.i. amendoas a 'J2Ua libra, fariuha de sag e re-
vadinha a280 a libra, passas novas a 480 a libra.
carias raiire/as a SU e 10(1 rs. o baralbo, superior
viiilni de Lisboa a 400 o 180 a garrafa, dilo l'iguei-
!,i a 480, oleo de ricino a lf agarrafa, arroz pilado
a SO i-l(H) rs. a libra: assim romo lem para vender
viuho do Porto engarrafado, dilo moscatel, Bor-
deau\ o Madeira Secca, licor francez, e conseras,
marmclada em lalasde 1 e i libras, cateas de bola-
i hiiihas linas, u superiores sardinuas de Nanles,
massas linas para sopa, ludo isli se vende por pre-
i.o mais enmiuododo queem oulra qualquer parle.
Casemira para forro de carros; vende-se na
ra do Crespo ii. i, loja amarella, por proco astuto
ra/o.ivei.
Vende-so muilo bom doce secco de caj por
proco commodo: na Solidado, taberna grande da
esquina confronte o oilao da igreja se dir queiu
vende.
Na loja & Esperanca,
Una do (Jar i nado n. 33 A,
vendem-se para a quaresma todas as fazendas pro-
prias desses actos, e especialmente franjas pn-las
com vidrilbo, largas e eslreilas, de COOa 1ga vara,
dilasseiuvidrilhoa 400, 500 o 640 rs., e lambem
mais eslreilas a 3t) a vara, trancas com vidrilbo
proprias para as maulas em uso a 040. 700 e 500 rs.
a vara, enfciles prelos eom vidrilbo a 4 e 5f, ulti-
mo gosto, lilas de velludo largas e eslreilas a pre-
cos commodos ; na mesma loja se encontrar nim-
ios objectos, diversas miudezas que al hoje teem
sido exclusivas de cellos estabelecimeulos desta
praca : todo o sorfimenlo em perfumaras, pos,
opial, exlractos diversos, leite virginal, pommada
regeneradora, imperial, agua de Colonia de diver-
sos fabricaules inglezes e (raucezes, saboneles, cor-
mechiques, escovas, espelhos, pontos, etc.
Continua-se a vender o muito superior dore
de goiaba fino a 19-10!) cada caixio, proprio para
doenle ; aproveilem a pechincha, que ja esla no
resto : na ra dos Martvriosn. 14.
^^^m^mWvTmiTTTvT^
%L Vende-se na loja de
Nabuco & C. na ra Nova '
ii. 2, ricos lencos de cani-
t braia bordados proprios
para as senioras amar-
^ rnrera na eabeca quando
1 vao aos sermos.
"in iianto faro os preparativos precisos para a |ber
tura desse collegio, alli conlinuarei no desempenho
de luinbas obrteaeea magslraos ; e aos habitantes
da Pasagem e lugares visteaos, que presentemente
lerio professores de porluguez, latim, francez, re-
thorca, geometra, geograpnia e msica.
\'A de marco de 59.
Jos Competi de Albnqueruue Galrao.
Na ra dasCruzcsu. 3 primeiro andar, pre-
cisa-se de urna ama de leite para criar urna menina
e que seja sadia e lenha bom leite : quem cstiver
lo.le caso dirija-se a mesma casa.
= Na Passagem da Magdalena, entre as duas
pontos, alnga-seuma escrava ua pessoa livre, pa-
ra o servico exterior de una familia: no sobrado
dircitada estrada c defronte do Cajueiro.
Arrenda-se ou vende-se um sitio com excel-
leule casa na Passagem da Magdalena : a tralar com
o promotor publico de Dunda, Miranda ou com o
Dr. Alroforadu no Recife.
OITerece-so urna ama forra para servico inter-
no de urna casa de homem solteiro : na" ra de
Sania Thereza n. 13.
No dia 16 de fevereiro na occasiDo do embar-
3uo de unas encominendas no porto do Noruha
esappareceu um caixio com nome C. J. B. con-
tend) 48 chapeos de baeta : a pessoa a quem for
offerecido querendo restituir na ra do ltangel n.
8, ser gratilirado.
Fugio de Coianninha provincia do Rio Grande
do Norte o escravo Alexandre, cor mulata, cabellos
micos e grnsso, olhos pequeos, nariz afilado e ven-
tas arregacadas, bocea regular, boicot rasaos, pei-
nas arquiadas, andar apapagaiado, 'offici.it de oleiro
c principios de sapateiro c cosluma a ensinar caval-
los : quem o aprehender e levar a ra da Cadeia do
Recite n. 51 a Joio da Cunha Magalhes que ser re-
compensado.
Thomaz Soares de Almcida Sarzedas, cidado
porluguez, vai Lisboa no prximo vapor inglez,
a tratar de sua sade.
D-se dinheiro a premio al 10:000j, junto ou
separado, com penhores ou firmas a contento : a
fallar com o Sr. Manoel Jos da Silva Cabra!, Ha
ra do Cotovebi.
Precisa ac alugar um prelo de meia idade para
servir em una casa de pequea familia ; s se exi-
ge que soja fiel e nao se embriague : a trotar na
ra do Crespo n. 4.
LIVRARIA UNIVERSAL.
Ra do i oUegio a. W.
Continuaba do vatsdoa; pultl<-a nos ns. 5 1. 55 e O deste Diario.
\lau/i i, Essni sur les peines.
Auipre, Philosapbie des scienecs.
Avnl, Commuuant.
Allear, Dictionnaire des Conciles.
Baillet, Guido d'tudiant en droit.
Ulilliard, Traite du bnflcc d'inventaire.
[Pe-mliaiu, Preuvcs judiciaires.
Bousauet, Dictionnaire des prescriptions.
Buuillier, Thorie de la rason mpersn'nellc.
Ronin, ComnientAiredu Codo Penal.
Blanchel, Ilrnil CSm'mercial.
Corbiere, Droil priv.
Corpus JurLs Civilis.
Donoso Cortez, Ensaio sobro el Catolicismo.
Descubres, Couverucment reprcsenlalif.
Delavigne; Baccalaurat s-lellres.
Clinka, pliilosophie du Droit.
Gralry. ('.onnaissance de Dieu.
Larombierc, Thcoric el pratique des obligalions.
.Marlrolini, Discussion sur l'usure.
Mallein, Droit adminislralif.
Merser, Manuel du Jur.
Marbeau, conomie sociale.
Molinari, Eludes conomiques.
Parieu, Impots sur la proprit.
Proudhon, Trail du dnmainc public.
Rivicre, Repelilions crites sur iu Codo de Cotu-
merec.
Say, Calhecismc d'cconomie politique.
Sniith, llichesse desnalions.
Serrigny, Droit administratif.
S. Alphousi de LIgorio, Theologia Horalis.
Thiercolin, Littralure du Droit.
Ventura Le Pouvoir Politique Crlien, e lodas as
obras publicadas.
Vniis, Iustilutionum Imperialium.
Compras.
Compra-se um piano perpendicular; ji usado:
na run da Cadeia do Recife n. 45 se dir quem
compra. -o
Compra-aumatoalhaloda aborta de labyrin-
tho, ou que lenha um pequeo espaco no nieio : na
ra da Senzala Velha n. 94.
Compram-sc pennas proprias para espanado-
res, qualquer que seja porco, 100 ou 150 (bichos!
besouros, para encastoar em ouro, e servir para bo-
les de peitoenunhos de camisas para homem : na
ruada Cruz n. 57.
Compra-se urna canoa que pegue do 50 a 100
saceos de assuear : a tratar na praca do ilorpo
Santo com Palmeira Ai Bellrao.
A saboaria da ra Impe-
rial compra sebo em rama
a 9# a arroba a dinheiro
vista: a tratar com o seu
administrador.
Compra-se uma casa terrea no bairro de San-
to Antonio ou nos limites de S. Josd com o de Sanio
Antonio : a pessoa que liver, poder tratar o ne-
gocio na ra de S. Jos n. ii.
Vendas.
Ayrcs Pereira de Burgo, natural da provincia
do Haranho, ora resllenle nesta cidade, lendo de
demoiar-se porolgiini tempo, propoe-sc a ensinar
piano o orano, como lambem afina a eoaaerts :
quem quizer utilisar-se de seu presiono, procure-o
na ra do Mondego n. 135.
A nova inarciueria da ra da Praia n. 55
l>-m ricas mobilias de Jacaranda, amarello, pan
d'olhu. assim como umitas oulras obras que so] ven-
dem a\ ulsas como lejam cadeiras, mesas de jamar
luarquezas, lavatorios, coimnodas, guarda vestidos,
i-adeiras de balanco, cama franceza ele, etc., ludo
se i ende barato c a prazos razoaveis ou a dinheiro
e tamhem recebem-sa cucommendas.
Sylndro.
Vende-se um sylindro patente da fabrica do Sr.
Slarr, ainda novo e ja esporimeutado, cajo motivo
da venda se dir ao comprador : a tratar na padaria
do paleo da Santa r.ruy n. 6.
Cliepem aloja nova
NO-
Aterro da Boa-Vsta n. 74,
(Jue acharo o novo e completo sortimento do
miudezas, e afianra-se vender tenis barato do que
em oulra qualquer parle : facas ?|arfos de ciIki do
balanco a5gaduzia, ditas muilo finas a 6/e "jj,
ditas de cabo de viado a 4*200, ditas avadas c oila-
vadas a 3g20tl, meias para seobora a 240,320 e 400
reis o par, dilas prelas para homem a 280, ditas
cruas para homem a 160, 200 e 320 o par, ditas do
cores muilo finas a 200 c 2i0 o par, baralhos do
cartas portuguezas a 200, dilas francezas a 320 o
4"0, pennas de ac de lanca a 1$ agrosa, dilas sem
o ser 500,ricas ab'otoaduras para punhos a 640 o par,
caixinhas com agulhas france/.as a 240 320, mas-
sos de grampos a 40 rs., cartoes e caixas dn clche-
les a 70 rs., ciutures de borracha a 600, suspenco-
rins a 210, enladores do linho para espartilh a
120 c 160 cada um, caixas com lamparinas a 60 o
80 rs., resma de papel de peso a 3400, dito almaco
a 3 c 3g500, sapatos de lnstr,o para senhora, obra
muito bem feita a 13600, ditos de marroqum rdxo
e preto a 800 e 900 rs., sapales de lustre para ho-
mi-iu a 3jW)0e 4$ o par, ditos do Aracaly para me-
ninos de 6 a 10 anuos a 1J120 o par, muilo ricas
franjas prelas de seda e de la e linho para enfeilar
vestidos, Otas de lodas as qualidades e lisouras de
lodas as qualidades e muilos mais objectos que se
torna entadonho mcuciona-los.
RuadoQueimadon.1.
* Na loja na rna do Queimndo n. 1, anligamenle
conhecida pelado meia pataca, existe um complelo
sortimento de fazendas, : que se deseja liquidar por
qualquer um preco, alim de em breve se poderdas
nova ori;anisaco'*mesmaloja. Has nao sendo por-
slvel mencionar um por um, todo artigos de que
se comp&e o dito sortimento, liraitamo-nos aos se-
guintes. adicionando-Ule seus baratissimos procos,
aflm de que oa amantes do barato facam a devida
idea do quanfi economisario em sesortirqm em
dita bpja : cortes de cassa chita a lg&OO, ditos Unos
a pinta miudinha o 2$, eassa de cor, rara 320 reis,
ditas finas e fixas na cor a 110, ditas francesas mui-
lo fina a 640, sedas dquadrinhos a lg. ditas mui-
to largas a lg600, ditas'de quadrinhos miudinhos
assciitcs em grosdenaples a l$50O, fazenda de Un
com quadros de seda a 320 o covado, dita superior
a400rs., chaly padrees i nleiramente no vos a lg,
chitas francezas superiores, lano em panno rom
em lilas a 320 o covador ditas escuras a 260 o co-
vado, alpacas de uma s cor, fazenda muito fina a
500 o covado, dilas com lislras de seda a 500 o co-
vado. tiras bordadas de 6 metros, por menos i5 por
0/0 do que em outra qualquer parte.
visiV-se aos Srs. que
pertencefD irmandade
do Bom CoQselho, que na
loja de Nabuco & C. na
|t ra Nova ti. 2, ha excel-
* lentefitaparadiliirinan-
|E dade.
Vendem-se duas canoas de angelim amargoso,
proprias para mandar abrir para barreira ou pesca-
ra ; vende-se igualmente uma jangada de cinco
palmos e meio, rom vela e alguna podencas, tildo
islo novo ; quem pretender, dirija-se ao Varadouro
de Olinda, ou em casa do assignante, na de S. len-
lo, na taberna ao lado de S. Pedro.
Fumo.
Vende-se fumo em folha negado recenlemenle
da Rabia, por menos proco do que em oiltrtl qual-
quer parle : na ra da Cruz do llecife n. 1:1, pri-
meiro andar.
Vende-se um bom sitio no lugar da Torre,
junto ao sitio do Sr. Privlo, com boa casa de vi-
venda com solo. baiva para capim, viveiro, etc.
quem pretender, dirija-sc a casa de Rostron Roolccr
dt C, praca dn Corpo Santo n. 48. *
Vende-se uma casa era chaos proprios, com
6 quartinhos; ao virar da Trenipe, na ra do Pm-
grosso, ultima nasa, que achara com quem tratar.
Pechincha agora pela
quaresma.
Ovas frescaes de camorim viudas do Acarac '. na
esquina da rua do t ollegio labema n.25, por SrJ o
2500, lento andari-m eom preass acabaui-w.
%

i
i


4
iario de Pernambuco.Segunda feira 28 de Marco de 1859.
FAB. NACIONAL
DA RA DA
FLORENTINA.
14.
Grande srUmenlo / de W^JMMim."MjTJ5y de todas as qiuAidades,
Tinlmar. MACHINAS DE COSER, garantidas.
14
4 OUARESM.
Na loja da enipaiiada enramada, rn;i dn Queima-
do n. 37, acaba de lerolier ltimamente di- Franca
um complot sortinienln de fazendas pretas, pr-
prias para os arlos da semana sania, bem rumo
sejam, ricos curtes de vestidas de grosdciiaple pre-
to, bordados a velludo e a relio/., manteletes de
grusdenaplu preto, ricamente entintados, mantas
lelll pretorios pretos, fazenda mnilo superior, a
melhor que ha no mercado, grosdouaple preto de
minias qualidades, nm compli'to sorlimenlo de
panno lino preto e de easemira pela para todos os
procos, e todas eslas fazendas su venderao por mo-
nos prceu do que cm nutra qualquer parle; lam-
bem seallanca de sen ir agradar rom toda a di di-
cade todas aquellas pessoas que frequentarem
na rstabelecimento.
Farinha de trigo
SSSF.
Fernandos & Filhos lem superior farinlia de Iri-
go da marca SSSF chegada antes de hnntem que
vendem a prero muito em conla ; no sen armazem
ra da Cadeia n. 63. becco da Madre de Dos n. 12
Vendem-se soleiras e socadas de podra de
cantara : a tratar na ra do Torres, eseriplorio de
Lemos Jnior & Leal Reis.
BOUDADOS FINOS.
Narua do Queimado n. 37,
loja de 4 portas.
Tero um completo soj&nento de bordados, como
seja Kuli!mHM0Q0.8D0. \ lSUUatS, man-
guitos de \M j, par al 28,400, manguitos com
golinbasdr rspo-liis j|4J, 5S, t, 8, 10 e a
128 o par, ebrnpbJBu^^^Hifo de tiras bordadas e
eutremeios fr tardadas inglezas de di-
versas larguras^ de Dia fazenda minio supejjor
proprii nata calrinlias de crianca* e para rasan-
queB, catisinha< bordadas comgolinlia e niangui-
tos por preto commodo.
Na loja das 6 portas em frente
do Livrimenlo.
Cortes de seda'coBJbabdos e rom 27 covndo*M
SOKKH), dit*r*m JWvodos por I89OOO, ditos de
laa fazenda nova com 12 rovodos a oflOfllb aaanxiii-
tos bordados a JnfiDO, gollinhas linas IfaVO, ditas a
13)000, camisas com goibjihas a ioOOfteocos da
seda enramadas e brancos a 800 leis, tillo de linho
preto de salpico minio fino a 19200 n vara. D-se
amostras com penhores ; a loja est aberta al as 9
horas da noite.
Ricos enleitos eom viclrlhos |
para caliera.
Vendem-sr os mais rfnfl i'iifeiles pretos r de
corea com vidrUbos, pelo baratissimo prcode ,s
69 rada mu : na bem ronhecida lujado miudezas
i da Roa Fama, na ra do Queimado 11. -i;i.
Aterro il:i Bou-Vista 11. '(>.
\ endem-so mnilo superiores casinetas mesela-
das, cojn un pequeo loque do mofo, pelo barats-
imo prero de 360 rs. o eovado.
liUMffl
no /do arco de Sanio
Antonio
ChegOU un rio
assim eoBH) t
gOSlO [llt SC I
Sfiiliora, ditol
nii'iios do (|o
C
sorlimenlo do ninas de ouro de le,
hain aderecos. pulceiras do melhor
visto, sonis para menina, iliios
para homom ; tinln Lalo se vende por
un outra qualquer parte.
Ao barato.
0 Pieiiiira esl Queiniando.
Na roa do (.im-imado 11. 2. esquina do lloro. do
Peixe l'iiiu lem oireguira para vender por bara-
lissimo preeo nm completo sorlimenlo de fazendas
bem ruino sojara rrlos de rassa c seda do lindis-
siinos costos a li50U cada un, ditos de la o soda
de lindissiinos gostoa e superior qualidade a 7$ oa-
galpiros
Novo 7orli|iieiito de ultras d
ge-luso mai
t para liomei
Vende
AGUIA BRANCA.
I;iiiiIh;i e lalheres
Vende-se liandeijas do folln grossa e tintas mui-
to finas em tornos a Sg c 9$ e sullas a 2S, 2g500,
3S, 3g500, 4g, 4g00, 5g o (is, sena modernos mol-
des e boni goslo de desenhode sitas pinturas deixa
bem conlieoer quanlo sao ellas linas o baratas por
taes preros ; vendeni-se lambem facas o garios de
cabo de osso redondos, oilavados e erados a 3$200 I
e 38500, ditas rom ralio do baleia rravadas o tullas
linas a 3g6O0 o 4g a du/.ia, ditas linissimas ruin ra- |
bo de veado, de osso pollido o lialoia, o mellior |
que se pode enronlrar a 5g 5g500 6J o 6g500 a
duzia, ditas ruin cabo do luarm o fnlha de aro a
12g e 14g, dilas rom rabo de osso para meninos a |
320 o tailior, trinchantes muito linos a 2$500 e 3g,
rolheres de metal piinrcpc lao linas que se ron-1
fuudem com as do piala sendo para simpa a 5,8500,
a duzia o para cli a 28800, dilas oetiitinagre a
lg600 e 1g, ditas grandes o mnilo linas a 3$ cada
mu : na loja da nguia branca nos auatro cantos da
ra 4o Queimado n. 16.
1 dos inelliores
m muda, lanlu para soulioras rumo
e meninas : na loja de oiirives de Se-
iapliim & llfnio, ra do l'.aliug 11.11.
Relogios.
-se relogios de ouro e doura-
dos patente para liomem e senlioni de
i diversos tatnanlios por preros commodos :
na rua di Cruz do Recite n. 50.
Camas de ferro.
\:i loja do Viaimn.
Biqnissinas ramas de ferro de rasal, rom arma-
rao para Ijolar rorlinados, ditas de sulioiro, do bo-
nitos modellos, todas por preeo muito commudo :
na rua Nufva n. 20.
Alcatifa
Vende-se alcatifa com quatro palmos
largura milito prupria para turrar
ase igrejasaC0Ors.il invado: na
do Crespo 11. 12, luja de Campos
da mu, cortes de eanihraia branca ruin
3gS00, dilus de dila com lloros de euros a :.S800,
gangas mesraldas de padres e Superior qualidade
a 510 o eovado ; rilas escuras e claras do cores
lixasa lflO, 180, 200o2l>iosu ornado, ramliraias
adamascadas para cortinados de ramas, poras de
20 varas a 1 IsV-ela una, grvalas piolase do euros
com molas mnilo as a 8UO e lgOOO, dilas sem
ollas a Mili o IS oada una, ditas com molas muito
tinas a laGOO, leos do seda rom alguin ruteito
a 800 reis rada nm, grosdonaplo de cor de boa
qualidade a 1800 o eovado -. cortes de easemira
lina a 6S, ditos de meia rasomira a 2-!, dilos de di-
la mais lina a :>SI'.im rada un. curtos de brim de li-
li ho a I700 cada mu, corles de gorguriio para eol-
leli's a 3,Sioada nm, dilos de merino bordados de
lindos gustos iffiOO, dilos de easemira prata borda-
Josa :i>hiki rada un, eambraias Usas de 8 varas a
3S500, t, 4ft400, .fsHOO e 5800 a peea. dilas lapa-
das com 10 varas a $. 4$S00, 5g80D,ej500 o a pera, isirlosde orgaiulvs, fazenda mnilo larga e
fina a SWH), alpara preia rom 6 palmos de largura,
prupria para samasras e capas de padres a 8011 reis,
olales do la a linos omn barra matizada a 4S300, di-
los de merino lisos a .i$800, dilos de dito bordados
,1 6f200 cada nm, lencos braneoa con barra de cor
a 100 e 110 reis rada un, chitas trncelas para eo-
berta a 210 reis o eovado, brim branro de lislra de
puro linho a X00 reis a vara, dilo do lindissiinos
costos e superior qualidade a 19110 a vara, dilo
branro mnilo lino a 1$280 e 1)5100 a vara, rassas
de cores de lindissiinos goslos a 360 e 100 rs. a
vara, luusselina do cores a 320 o eovado. dita en-
carnada a 220 o eovado, rasemira prcta a 2J, 2,\200,
2f400, 9QSO0 e S o eovado, panno lino azul e cor
de rap
prelo a .
lado, alpacas de seda de superior qualidade a 900
rs. o eovado, rolos de brelanlia com 10 varas a 2J, 1
bonitos lavuresa I
Toncas para meninos,
Na roa pn Queimado n. 37 loja de 1 pullas t.-m
nm variado sortimente de gneas para crismas mni-
lo bem entalladas para SfOQO, dilas mnilo finase
buriladas a .-.'lilil, lambem lem ooilaspiolas o doro-
ros, de retrox, muito bem enditadas dewdiillius
pur preru cominodo.
Cal de Lisboa.
A 1-sr.OO.
Vende-se superior cal do Lisboa a mais moderna
que lia no mercado, tuda em podra a -tgiio o barril:
na rua do Hriiin 11. IS, srmazeni de assucar.
luuiiisr
NA
lino 1I0 Queimado l. 7.
Nestc esialielerimrnlo arbarao os compradores
airtimeiilu do ludas as
o mais variado o completo ;
qoalidades, ounm sojam :
vestidos de seda pretos rom babadas .
Ditos de dita de cor com babadas. .
Grosdenaple preto fino do 1{!900 a .
Itioos manteletes pretos i princesa Clotilde
Corles do raleas de brim de linho de ror a
Carleiras do peiituuarias inglezas.
Camisas fianeezas de todas as qualida-
dos de 2*000 a ........
Paletots de panno francezes de 10,-; a .
Hilos de alpaea fr.ineezes......
l'oupelina de soda de 900 a.....
Chitas linas n eovado........
hitas franco/as o oufSdu......
Ricos enfeiles para senliora.....
Pililos de tartaruga modernos do "Ja .
tiolliiihas e manguitos de croch. .
s
s
2;S00

1*380
59000
1S0OO
:iu-iii"i
12$000
I $200
180
240
3
isiooo
1t.;(KMI
, .>.nni v -,> 11 i iti.Mii>. i',nuil. (!> ,...< ..,
iodo superior qualidade a fi o invado, dilo
a 2gS00, 3jje00, t, 19800. 59 e 5S500 11 co-
lliquissimos apparelbos de metal do principe,
foleados de prata, ditos de metal branro de baratis-
Vende-se nm escaler novo e bem coMtruido :"simo preeo, salva de metal do principe foleada de
IrnH.na.un ,ln r.ilnU ilnllnmlnn l ____._r __;_____ .___I____ *...... ...
Na loja do Vianna.
a tratar na rua da Cadia do Recito n A.
O Leite & Irmao CQntimiam a
torrar.
Mussulina toda encarnada, eovado 220 rs., caro-
braja ILsamnito fina a 3<800, 4$800, 58200 e 5S600
rs.% pega, de 10 jardas, brim de linho para calca
de bonitos padrees a 880 rs. a vara, corles de niela
easemira a 3J000 rs. rada nm, lenros de cambraia
de linho a 38200 e muito finos a 1$500 rs. a duzia,
chales de touquim pretos, ditos de merino pretos,
dilosde merino liso e todas ascOrcsa 48800 rs., e
bordados a 61800 rs., chitas francezas de cores fi-
las a 220, 24O,26O,2S0 e300 rs. o invado, madapo-
ln a 2S800, 3JJ200, 3g800, 48000, 1S200. 4S800,
58000 e 5S500rs.,e muito fino a 68000 rs. apera, de
20 varas, palitots de alpara muito finos a 68000 rs.,
cortes4ecolotes de easemira a 6g0iM) rs., esparli-
lhospara senhora a4, 6c 89rs., e dos modernos
99rs.,saiasparasenhora al9600 rs., bordadas a 39
rs., e muito superiores a c rs., gollinhas muito
bem bordadas a 39500 rs., manguitas e camizinhas
muito finas para senhora, cortes de cambraia do
gaz a49rs., tpeles para sala al9800 rs., para por-
ta de sala a 49 rs-, e para cabriolet a 2500 rs.,
uieas muito finas parr senhora a29800 rs. a duzia,
ricas colchas de damasco de seda a 25 c 329 rs. cada
urna, corles de cassa de lindos desenhos a 29 rs.,
boas chitas escuras e de lindus padrees 200 rs. o
eovado, inrias de todos os tamanhos para menino e
menina, guardanapos a 49 rs. a duzia, pecas de
cambraia lisa de lzjardas a 39 rs., mussulina bran-
ca a300 rs. o eovado, loalhas para mesa a 49 rs., re-
des de folha a 6jrs., e ha outras limitas fazendas
que se vende por barato preeo, e de todo se dar
amostras.
Em casa de Brender a Brandis A
C, rua do Trapiche Novon. 16, vendem-
le charutos da Bahia da afamada marca
forma de Ilavana, primea-a qualidade ;
genebra em frasqueiras especial para casa
de particulares.
Aviso.
Luvas de pellica, de Jouvin verdadeiras a 2S000,
muito novas, e bauha franceza is libras, meias li-
bras e nuartas at onras a 29560 a libra : na loja
de miudezas do aterrada Boa-Vista n. 82.
LOJA DA BOA FAMA.
Vendem-se porpreroqne faz admirar riquissimas
filas lavradas de todas as cores e larguras, litas lisas
com pontn e sem ella, biros brancas de seda de mui-
to lindos padrees e de todas as larguras, tramoias
abertas de linho para babadus a 120 e 160 reis a vara,
jarros para flores a28 o par, aiaeodiiros ou cofiadores
de seda de todasas cores para vrslidos.ditosproprios
para espartilhos, tesouras de todas as qoalidades
as mais finasque he possivelenrontrar-se.agulheiros
do uiarfin e outras militas qualidades, fitas de vel-
ludo de todas as qualidades, bolcinhas de ramurca
muito lindas para meninas do esrula, frasquinlin
com cardinal a mellior cousa que lem apparecido
para tirar nodoas em quflquer qualidade de fazen-
da. pelo mnilo barato preeo de 25, trancinhas de se-
da de todas as cores muito lindas proprias para eh-
feitar roupinha para meninos c meninas, e outras
miiiiissimas cousas que se allanra vender-se ludo
por preeo baralissimo : na rua do' Queimado na bem
conhecida loia de miudezas da boa fama.
Cheguem a.pe-
chinha.
Na loja do Preguica tem para vender
grosdenaple preto da mellior qualidade
que possivel pelo baratissimo preeo de
1,900,2,000,2,200,2,400, 2,800 e 3$
o eovado.
' Calcado (rancez.
Para acabar.
Vendem-so na rua do Calinga n. 9, pelos seguin-
tes preqos : ...
Borzouuins de lustra para bomem 88000
Sapa toes de dito para dtlo a 59 c GsOOO
hilos de. bezerro (Nanlea)....., 4S000
Gouveia & Araujo.
;
Rua do Queimado.
Chapeos de seda para meninas, de muito bons e
. variados costos, pentes de tartaruga para alar ca-
bello a 45,55500 e 95, ditos virados a IOS e 138,
floresartillciaes du500 a 2g o ramo, tomas de fil
Sara crianras, por barato prero, franjas prelas, ditas
e todas as cores, bicos de seda pretos c brancos,
e outros muilos objectos que se vendem mais ba-
rato que em outra qualquer parte.
Feijao prelo novo.
O nico que ha no mercado vende-se
no Forte do Mattos, armazem de Heme-
terio & Irmao confronte ao trapiche do
algodao.
Fazendas pretas para a quaresma..
No aterro da Boa-Vista n. 60, loja de Cama t
Silva, sendo um completo sortimento de grosdena-
ples pretos, pannos e casemiras, pelos precos se-
uinles : grosdenaples, o eovado a 1/280, '19600,
19800, 2*, 2J240, casemiras pretas, cortes a 59500,
69500, 79500, al 12J cada corte, e pannos pelos;
differentes presos e qualidades.

Espartilhos francezes le nova
invenco.
Ven em-se espartilhos francezes de molas e car*
retis, o mellior que se pode eneuutrar ueste gene-
ro, na loinfeitroia o na romiiiodidado, a qiirm usar
delles, polo baratissimo preeo do s, 7 e 8?. Estes
espart Inos sao chegados no ultimo navio fiancez,
e s si enciuilroin na ruado Queimado, na bem ro-
nlieridu loja de miudezas da lioa Faina n. 33.
pra|a, riquissimas terrinas e palos cobertos do
mesino nielal, e outros muilos ulijeelos un mesmn
metal, que com a vista do fregu/., muilo dcvero
agradar por ser fazenda rhtgada de novo : na rua
Nova n. 20.
Modernissimos chapos de palhinha d'llalia os
mais ieves e frescos que se podem eiiconlrar pelo
baratissimo preeo'de 19500 : na rua do lillcgio
n.9.
Vende-se urna escrava que tem 20 annos, cose
piTeiiauciito, engomma e rozinba, o tem muilo
lina rnndurla e sem vicio : os prelendeiiles procu-
rem na rua da l'raia n. 55, segundu andar.
Vinho Boneaux.
Em casa de Ilonr Briinn A: '., rua da l.rnz n. 10,
vende-so viobo Bordeanx i\*' dinVrentes qualidades
como l.afolle, i.b, Leoville, is. Julicen, um eaixa
de ii 111a duzia Dor barato preeo.
Cortes de la.
Anda reslam alguns corles de la fina para ves-
tidos, com 16 corados rada corlo a S, osliio-se a-
cahando: na rua do Uueimado n. 22, na loja da
boa t
SKissel, relojoeiro francez, vende relogios de <^
ouro e prata, conrerla relogios, joias einusi- <<
ras, ja aqui he conhecido lia muilos anuos,
^ habita no paleo do Hospital n. 17. <^
Rua da Senzala Nova n. 42.
Vende-se em casa de S. P. Jonhslon & C. vaque-
las de lustre para carros, sellins e sillies inglezes,
candeeiros o oasliraos bronzoados, lonas inglezas,
Ho do vela, chicote para carros, e montara, arreins
para carro de mu o dous cavados, o relogios d'ouro
patente iuglezes.
Aviso.
No armazem de Adamson, llovi, C, rua do Tra-
piche n. 42, reade-se sellins para bomem e senhora,
arreios praleados para eabrioleis, ehicotos para car-
ro, culleiras cara ravallu etc.
XAROPE
Para meninos.
IiO
ninili
Is di* porgiir;io dt* seda Cnria-cocea, olira de
josto a .-j: na loja d'agai liianrn, na rua do
yuciAado nos quatro cantos n. 10. A grande ex-
Iracfaa rpie elle leu kido. e a pequea (juantidadp
que tiesta, (az-nos dizer que quem nao se aprussar
liani sem fUi's, porisso apparunam lioje naesmo
Njlva in^enco aperfeifoada
/ DE
/ Bandes ou al mofadas
de crina para penleado de
senhoras.
da Cadeia do
E a loja do serlanejo
Quem espera seus ivguiv.cs.
Ba do OiK-iniaii.i ii. i:t v.
Grande sortimento de fa-
zendas para a quaresma.
Assini romo srjam rrlos de vestidos pretos com
tres saias, o melhor que pude baver, a preeo de
le 6)1, grosdenaple preto a proco de 1(400, ljlOi).
1S6KI, ljtTOO, ISnHI, 15W1O. Sj.'2g00e 2400, di-
a.oalhado largo muito lino com bonitos lavuresa i '"s."os a ^"j*"108. ,""i,, r'ose,.,n 4 palmos
HQ80 a vara, luvas de fio do Hscooia brancas e de SjSW'SAll**' sr'a PreU, com TTESEj!
iiresa Sopar, eambraias napolilanas rtias e J.*00 e.*f*3?.0COT'd0, T^" pff! |V '
azuosde quadrosa360 avara, ou 2211 o eovado, ""* a,1"^. d"f. asniaislinas que poden, haver, u
riscadinbos (raneles de quadros a 180 o eovado, '<"'' Urgas al, o lfc panno .,o de diversas qua-
bramaiite muito largo a M0 o eovado, velbu.inasi > d,ad''f ;'as Ul' 'a.a pretas para padre a MMB
de .odas as cores a 720 o ..ovado, meias croas para \ <>'* s',dil P"" as br?ras a f *"*
hnmem aKill, 2I), HriO e 400 rs. u par, dilas para algodao para siihota a 400 rs.. ealeas do raseimr.,
senhoras, de ludas as qualidcdes, palelots de apa- Pwla >,W e Bf. rol o es d velludo prelo a J500
, a prela a 5$, dilos do meia easemira a 8. dilos 1 8S. dltl' de a lu e
do pannos pretos o de cures a 10f, luvas de seda
para senliora a 1$200 o par, ditas de seda bordadas
do lindos goslos a 2,s'200 o par, merino setim de
ludas as cores a "JO o eovado, e outras umitas fa-
zendas que se deixam de mencionar, e se venderao
por baralissiiuos preros ; e se daro amostras rom
neuhores.
Calcado superior e barato.
Ku;i ireita ii. i">.
Borzefjuins ila trra di! r>.":i 37,
obra boa a "i.sOOO
Bor/ejjuins de si-nliora 'Jol\;. i.S'800
Uilos de liomem. 8.s800
Sapatos de Irancinlia. l.SdOO
FINDI0O 10W-M0W.
Rua ila Senzala \ma n." 42.
Neste eslabeloeimeniii continua a haver um com-
plolu sorlimenlo de moendas o meias moendas para
pugenho, machinas de vapor e lafkasde fono bali-
do e coado, do lodosos laiuaulius [iara dilo.
Correi freguezes, loja do
serta nejo.
IIna do Queimado u. \:> A, para roiiipi-ar.
ljifeilos de froros por 4S, -r>9 e (iJTiOll, ditos de co-
ros e pretos com vidnlhos a 7g e O]}, ricas bengalas
do unienme a preeo de "o 8$, dilas muilo linas a
108, dilas de raima a 1S0O, chicotes linos de slalo
22ini. ditos sem estalo a \% e 900 rs., gotUolias,
manguitos o camisilias de indos ossjostos o muito
liaralo, aberturas de esgiiiau de liulin muito tinas a
100, ditas do lio da l'.Miiria a ItH) rs., damasco
proprio para panno dr mesa, duas 'larguras, a pre-
eo de 29600 o rovado. e ludo mais aqui se arha a
vnnladr dns rompradores, e garanto-so a vender
mais barato do que em oulra qualquer parlo, assim
como sejam pontos de tartaruga a impcraliiz, de
diversas qualidades, que s com a vista dn compra-
dor, he que se pudo apreciar.
Velas de carnauba.
No anligo deposito da rua do Vicario n. 27, ven-
deni-se volas de earnaiiba em pequeas o grandes
puri nos, sendo de 6, 7, 9 e 12 em libra, por menos
do queein nutra qualquer parlo.
Meias de borracha.
CHEGA.DAS LI.TIMAMCNTI: NO NAVIO PBANCEZ.
Na rua do Queimado, na bem conhecida loja de
miudozas.da Boa Pama n. :W, j lem para vender
Enr prero barato as muito procuradas meias de
orraeba. uniainonle proprias o approvadas para
loda e iiualqucr encliarao nm ponas.
Na loja de Leite Irmo, na
Recite n. 48.
9rS
(. Para forrar carros.
'^! Vendc-sedamaseo de seda de bonitos
b goslos e muito propno para forrar carros
g; na rua do Crespo n. 12, loja de Campos &
j( Lima.
'.g-sy-Ki
3BLS
Na loja ao pe do arco de Santo
Antonio,
cliegOD um sorlimenlo de loalhas de labyrintho,
lencos de dito, rendas eslreilas e bicos largos.
Vende-se um armarao ludo envidrarado, por
valorde madoiraineiilo o vidros, o mais um arma-
rio : ua ruada Cadeia de Sanio Antonio n. 11 II.
Algodao monstro.
Conlinna-se a vender o bem conherido eecon-
mico algodao monstro com 8 palmos de largura,
pruprio para qualquer obra por dispensar lodo o Ira-
liallio i!" costura ; aproveilein emipiaulo ha : na
rua do llneiinadon. 22, na lujada boa f.
As veriladeii-as luvas dclovin.
A loja d'aguia branca araba de rerelieras verda-
._ i deiras luvas de Jotn in", viudas de sua eiiroininoiula,
r< I tanto para liomem runin para senhora. aflancando-
s ti'' i S(''''"' s'"' lls ,nl'"M,|es que em tai genero se lem
: YCt! visto aqu: vendem-so a 2^500 o par : assim como
outras Igualmente novas, e lambem mui boas a 25
o par. Quem aprecia o bom, he dirigir-so rua do
Queimado nos quatro cautos, luja d'aguia branca n.
16, que ser bem servido. Na mesma loja existe 0111
piando BOrtimentO de luvas de seda de militas e di-
versas qualidades lambem para bomem e senhora,
e a precos liaralissimos.
e 0$, ditos de cores a 10 e 11er.
Bandejas finas.
Temos de bandejas imitando cbario, dilas ordi-
narias para todos os procos, guarda-comidas do ra-
me, lampas de rame para eolirir palos, lalheres
ara mesa de lodas as qualidades, riquissimas co-
lioros de metal lino para sopa o cha, riquissimas
luidas de metal dn principe de riquissimos model-
los, ditas esporas do mesmo metal, e outras militas
rulilliorias, que ludo nesla luja se vende por preeo
muito rouimnilo, em poreo o a rotalbo : na rua
Nova n. 20. loa do Vianna.
Toallias adamascadas.
Fio de vela.
Biscoutos em lata.
Vendem-se em casa de Arkw-
reglil & C. rua da Cruz n.
fil. por barato preeo.
ia 39-A,
confronte ao Rosario em Sanio Antonio, vende-se
mata loja averdadera agua de malabar para tingir
cabellas, etc., e tinta para marear roupa, paga-se o
doliro dn importe desles obieetos se u oontrariarem ". 1
vende-se lambem nm liquido para tirar nodoas.
cobertos e descohertos, pequeos o grandes, de ou-
ro palele ingle/,, para liumoin o senhora, de um
dns melhnres fabricantes de Liverpool, viudos pelo
ultimo paquete ingle/.: eiu casa de Southall Mel-
Iiiis A: C*
Foi transferido o deposito desle xarope para a
botica de Jos da I ni/ Santos, na roa Nova numero
53 : carrafas 5^5011 o meias ', sendo falso lodo
aquello que nao tur vendido nesle deposito, pelo
que se faz o presente avise
IMPORTANTE PARA O PUBLICO.
Para cura de plilysica em lodos os seus differen-
tes graos, quer motivada por constipacdesJ tosse,
.-stlnna, pleurz, cacarrus de sangue, dor del costa-
dos e peilo, palpitarn no coracao, coqueluche,
bronchite, dor na garganta, e todas as muleslias
dos orgaos pulmn ires.
Vende-se em casa de Saunders Brolhers & C,
praca do Corno Sanio, relogios do afamado fabri-
cante Rnskell, por procos commodos, e lambem
Iraneollius e eadcias para os iiiesmos, de exrellenle
gosto.
NOVA AGU&
Potassa da Rusta
E CAL DE LISBOA. I
No bem conhecido e acreditado deposito dja rua
da Cadeia do Recite n. 12, ha para vender p ilassa
da Russia e da do Rio de Janeiro, nova e de supe-
rior qualidade, assim como lambem cal virgo n em
podra : ludo por preros muilo ra/oaveis.
Relogios.
Vendem-se relogios de ouro inglezes de pa lente:
no arma/.em de Augusto C. de Abreu. rua d 1 Ca-
deia do Recite n. 36.
TACHAS
para
Na fnndieo
ferro de
Vendo-so osla agua a melhor que lem appareci-
do para tiugir o cabello suissas do preto : na li-
vraria universal rua do Collegio n. 20, d-so junto
um iinnrcsso ratis, ensiuaudu a forma de aprilicar.
Pianos.
Vendem-se pianos fortes do melhor
gosto e modelo que tem viudo a este
mercado e por nrecos commodos: na
rua da Cruz do Recite n. 50.
Apparelhos de porcellana.
Vendem-se mui bonitos e delicados apparelhos
de porcellana dourada proprios para brnquedo de
meninas, sendo ellesde dilfcrenles tamanhus e
goslos a 18500, 2g, 2$500, 38. 38500 c 48 : na rua
do Queimado nos quatro cantos loja d'aguia bran-
ca to. 16.
ENFEITES PARACABEQAS.
Mui modernos e delicados enfeiles de llores, filas,
plumas e froros para senliora a 6g, 8 e 10$, preros
estes baratissimos vista da perfeieao e bom goslu
com que sao elles acabados, assim romo outros
pretos de vidrilhos obra de apurado gosto e intei-
ramentc modernos o pelos diminuios preros do g e
58; para qualquer pessoa se certificar da verdade
de que fallamos, dirija-M- a loja d'aguia branca, nos
qualru cantos da rua do Queimado n. 16.
Espelhos grandes.
Vendem-so espelhos grandes para parede com
bollas moldurasenvflrnisadaa e douradas e vidros
mui linos o claros a -S o f>g : na luja d'aguia bran-
ca nos quatro cantos da rua do Queimado n. 16.
Almeida Gomes, Alves & C.a
VENDEM NO SKU ARMAZEM
%1 RUA DA CRUZ %f
CHAPEOS de feltro sortidos, da fabrica acreditada
de.Carvalho Pinto, do Rio de Janeiro.
SARAO das fabricas do Rio de Janeiro.
VINHO de rliampagnu do superior qualidade.
SALVAS, liandeijas e oulras obras de prata.
Rua do Queimado n. 1.
Nesla loja existe um bom oratorio de Jacaranda
para vender.
Cognac.
Cognac superior em caixasdo urna duzia, vende-
se em casa d Ilenr Rrunn & C, r ua da Cruz n. 10.
Carteiras grandes com chaves.
Vendem-se por prero muito barato rarleiras
grandes rom chave, proprias para guardar dinheiro
e letras : na rua do Queimado, na bem conhecida
luja de miudezas da Roa Fama n. 33.
Ao baraleiro e de
boa qualidade.
D.
Aguia branca.
W.Bowinan, na rua do Brim,'
passando o chafariz, continua a
haver um completo sortimento
de tachas de ferro fundido e ba-
tido, de 3 a 8. palmos de bi!
as quaes se acham venda
preeo commodo e com pro
tido, embarcao-se ou carre-;
gao-se em carro, sem despegas '^oy^e completo sortimenlo de
ao comprador. meias para homens.
Chapeos pa ra meninas. mulheres,meninos e meninas
He na loja de quatro portas na rua Ido j a ia
Queimado 37 de2al2annos.
que se encontra um rico sorlimenlo de chapeos t ara Vendem-se muito boas meias croas sem costura
meninas e meninos recmenlo enfeilados, e lam em para homen a lgbOO a duzia e 160 rs. o par, dilas in
chapeos para senhora, de palha enfeilados, tolos glezas muilo linas a2$50U e 3$500 a du/ia, dilas
de goslos modernos, e se vende maisem conla do muilo encorpadas de odobradoa 4$500 a duzia c
que em outra qualquer loja. 400 rs. o par, dilas tambem de fio dobrado para s--
Vende-se superior ludia de algodao, branc s e nimias a 3$600 a duzia e 320 rs. o par, dilas linas
do cores, em novello, para costura : em casa de a 400,500 e 600 rs. o par, ditas para meninos me-
Seutliall, Mcllor & C, rua do Torres n. 38. ninas conforme os differentes tamanhos, asseveran-
du-se serem mais baratas do que em outra qual-
|quer parte, meias de laa muito finas para hornero a
500 rs. o par, dilas linissimas de lo da Escoca a
600 e 800 rs. o par, ditas de laia para padres a
1$600 o par, ditas de seda mui finas pretas c bran-
cas para senhoras a 3g, 4> e 5$ o par, ditas mui li-
nas para meninas a 2$500 o par, assim romu nmi-
Ido tas outras miudezas e objectos de gosto, que eslfio
Na rua do Queimado n. 19 A, loja do Cimba, lia
chegado de prolimo um riquissmn sortimento de
manteletes de seda pretos bordados com babadas
de bico de blondo, fazenda do ultimo gosto, a 409,
ditos da mesma qualidade enfeilados com franjas e
sem babados a 35$, grosdenaples pretos muito in-
corpados a 2$800, dilo com muiUt largura a 38 o
envado, e dilo mais a baixo em qualidade a 2$500,
dito de largura regular a 2S400 e 29, fazendas que
i vista das qualidades os freguezes de bom gosto
nao deixarao de comprar, mantas pretas de blondo
de seda para senhora a 12$, ditas de lil de linho
bordadas a 7$, meias de seda preta para senliora,
superior fazenda, a 55 o par, riquissimas roberas
de velludo de bellissimo goslo, guarnecidas de
franja de seda o borlas lias quatro ponas a 253.,
manguitos em gnllinhas de cambraia tapada a
aw, gollinhas linas a 13600, manguitos do cam-
braia lina transparente a 39500, grvalas de setim
preto bordadas, do duas vnllas a 2$TO0, e dilas de
urna volts a '2$, chapeos de maesa franceses a 69,
festao-se acabando) inadapolao enfeslado, superior
fazenda, com 21 jardas a G05OI) a pora, eassas fran-
cezas de mudoriiissmu goslo a 600 rs avara, di-
tas miudinas a 500 rs., cortes de gorguro de seda
para colletes a :1S, 4tus misturados com algodao a
2$500, riquissimos tapetes com franja a 98, ditos
sem franja a 85, lencos de cassa com barra pro-
prios par criaura a 80 rs. ; e alm das fazendas
rima mencionadas, lem outras muitas por procos
commodos.
Os jesutas.
Saino luz esta bella e interessantc produrrao
da poiiua do Dr. Ildefonso Clanes Codnez, e adia-
se desde j .'i venda no largo da Independencia ns
6 e. 8 : na rua do aterro da Roa-Vista u. 82, loja
de miudezas : no caf do Sr. Paiva, rua da Cadeia
de Sanio Antonio, e em todas as lvrarias desta
cdade, a 2a o exeniplar.
Vende-se na rua do Pilar n. 95 em Fura de
Portas, lodos os das de larde pexe, agulhas frescas,
assim como peixe de corral de hoje at sabbado de
manlia,! redo ese guarda para aquellas pessoas que
lizer enromincuda.
Espelhos moldura
dourada.
Vende-se eReeltramente brollo do Lisboa as
Cinco Ponas 03, por menos duque em mili a
qualquer; parle
Botinas de camurea
para liomem.
A nova loja de cateado tle
Burle Jnior & Martins, rua do
Cahug n. 10, rsceberam ulti-j
mmente superiores botinas de
camurea, ditas todas de dura-1
que preto e de cores para se-
nhora, assim como um grande
sorlimenlo de calcados grossos
para horneni, proprios da esta-
ca invernosa.
Vestuarios de phan-
tasia para meninos.
Na rua da Cadeia dn Recifo esquina da Madre dp
Dos aelia-se venda vestuarios de pliantasia para
menino, casaveques de cambraia bordados para
senhora e meninas, sorlimenlo do roupas untas e
lindas saias bordadas para senhora ludo por preeos
eoiuniodos.
Binculos.
Na rua da Cadeia do Recil esquina da Madre de
Dos, vendem-se ptimos binculos de madropero-
la, luarlm, bfalo e metal envernisado, assim co-
mo mu explendido sortimento de jarros de vidro o
porcelana para llores, ludo pur preeo muilo coni-
| modo.
Chapeos de palha escura para
homem por preQOS baratos.
Na bem conhecida luja da boa f, na rua do Quei-
mado n. 22, encontraran os bons freguezes um com-
pleto sin lmente de chapeos inglezes de palha escu-
ra Be formas inleirameiile modernas e bonitas da
ultima moda. Tornam-se recommendaveis porse-
rem mui leves e frescos para a prsenle eslaco :
vendem-se pelos baratissimos precos de 4$ e5$,
vendem lambem chapos e bouels da mesma quali-
dade para meninos a 3$ 3$600.
Em casa de Kalie Schmettan & C.
rua da Cadeia n. 57, vendem-se elegan-
tes pianos do afamado fabricante Trau-
innnn de Hamburgo.
Confcilarhi 39 A9
euiifronle ao Rosario em Sanio Aiilonio, vendem-se
nesla casa paslilbas de ortola-pimeiila. muilo
proprias para quem sotfre do estomaga, dilas poi-
toraos do chocolate, de gomma, aleaeus e laranja,
o outras mullas de ridos para azia e tirar a loase.
machinas para apromplar rafe, chi e chocolate eiu
10 a 15 minutos.

. -
A PAMA VOA.
TU. 15,
lVua do l.ves\u.
Lencos de seda grandes o pequeos a 1S0O0 ij
j rada um. Oh que pecbincha. '^
MACHINISMO
Loja n. 37.
Na fu n di cao de ferro do en^enheiro Da-
vid W. loNMiian, na rua '
do Un ni, passando o tlialaii/.
Ha sempre um grande sorlimenlo dos seguiutes
objeelos de mecanismos proprios para engenhos, a
a saber : ntoendas e meias moendas da mais nio-
derna ennsliooiao ; lachas de ferro fundido e bati-
do, de superior qualidade e de todos oa tamanhos ;
rudas dentadas para agua mi aniniaes, de lodas a3
proporees ; crivns o bocea de fornallia e registros
de boeiro, aguilhoes, bron/os, parafuzos e oavi-
llioes, iiiuiiilios de mandioca, ele. ole.
NA MESMA FIMiigAO
se execulao lodjsas eiieoinmeiulas com a superio-
ridade j ronherida com a devida presteza 8 coni-
modidade em ureco.
Vende-se una escrava crioula, de 26 a 28
anuos, engommadeira, coslureira, e com oulras ha-
bilidades : na rua Augusta n. 17.
95
Rua do Queimado.
Nesta loja vendem-se loalhas e lencos de labyrin
thos, rendas das ilhns proprias para loalhas, bicos
reos de seda de lodas as larguras, ditos brancos e
ranjas de seda de todas as larguras, filas do ultimo
goslo, dilas de vellido preto ede recorte, flores de
varias qualidades, botes de vidro e veludo de diver-
sas cores, para casaveques e eulras muitas miude-
zas de goslo que se torna desnecessario mencionar
e que se proraelte vender em cunta
Vende-se um cabriolet com coberta, forte e
de muilo boa cooslruccn : no Cvmnasio.
HBffiiSaetiSIBaSffi-.-
A FAMAVOA
CHEGUEM
lojadaBoaF
Que esl \ endeudo mnilo barato.
Orosdonaple preto muilo superior a 1,800, 2$,
2,500, 3g, 3,500 e 4g o eovado, sarja preta despa-
lillla muito superior a 2,200 o eovado, setim ma-
can muilo superior a 3.500 o eovado, panno preto
lino a 2$, 3, 4, 5, 6 e 8$ o eovado, easemira prela
muilo lina o 2, 2,500, 3g, 3,500 e 4g o eovado,
ricos nulos do rlleles de velludo prelo bordados a
129. dilos de diio de cores a 7g c 109, e muilo su-
periores a 13g, dilos de gorguro prelo a 3,500, di-
tos de dilo de cores a 4.500, merino preto setim
muilo lino a 1,120 o rovado, alpaca prela muilo
tina a fl(0, 800 1g o eovado, meias prelas de laa
mnilo superiores proprias para os senhores sacer-
doles a 2g o par, cambraia de linho muito fina a
6$ a vara, esguian de linho muito fino a 16,000 rs.
a peca com 12 jardas, bretanha de linho muito e
muilo larga a 20g000 a peca com 30 varas, cam-
braia adamascada para cortinadas a 12,000 a pera
rom 20 varas, bramante de linho muito superior,
rom duas varas de largura a 2,100 a vara, atoalha-
do adamascado com mais de 8 palmos de largura a
1,280 avara, brim liso, Haniburgo, muito fino a9
.' a lOg a pera rom 20 varas, i'sguo de algodao
muilo lino ,1'3,200 a pera rom 12 jardas, cambraia
iisa iiiiiiln Una a 5g a pera oom 8 1/2 varas, dila
muilo lina a CS, 6,500 e 8g a peca com 10 varas,
dita muito lina com salpicas a 900 rs. a vara, e a
7g a peca com 8 1/2 varas, 1116 de linho bordado a "
1,400 avara, manas pretas bordadas a 10$, veos
da mesma qualidade a 12.000, gollinhas -de fil
muilo bem bordadas e bastantes largas a 1,200 ca-
da urna, lencos de cambraia de linho com bico lar-
go em mita a 2$, meias bramas de seda para me-
ninas a 2g o par, dilas brancas de algodao minio
linas para senhora a 3,600 a duzia, dilas ingle/as
muilo superiores lambem para senhora a 5g a du/.ia,
dilas para meninas de todos os iamanhos a 280 o
par, dilas para meninos a 240 n par, ditas de algo-
dao cru para homem a 1,800, 2S, 2,500, 3 e 4$^ e
iDglezas muito superiores a 5,000 a du/.ia, lenros
bramos de rambraia para algibeira a 2,400 a duzia,
dilos maiores a 3,000 a duzia, ditos muilo grandes
proprios para a cabera a 400 rs, cada um, dilos
muilo Unos de esguio de linho a 7,500 a duzia,
dilos de linho de cores escuras e fixas proprios
para ns tabaquistas a 400 rs. rada um, chales do
merino liso de lindas cores com franjas de seda a
6g, dilosde rlialy com lisiras de seda em volla e
ruin franjas tambem de seda a 7J, ditos de merino
bordados a 9g, dilos de touquim muito superiores
bordados rm duas ponas, com franjas muitii com-
pridas, pelo baralissimo prero de 45g000, ricos
lentes de tartaruga a imperatriz a 12 e a SOLle-
quos mnilo linos a 4,500, ligas de seda a 1,280 o
iar, chapeos do feltro muito finos a 5 e 6$, brim
iranoo (raneado de linho mnilo fino a 1,280 avara,
dito iororpado muilo superior a 1,440 a vara, dito
de cores do padres muilo bonitos a 15 a vara, di-
los de qiiadriiihns milito proprios paia obras de
meninos a 200 rs. o eovado, ganga amarelra frail-
ee/, i um e fina a 320 o eovado, ditas escuras muilo
superiores a 560 o eovado, camisas de riscado mui-
lo bemfeitas a 1,500, eambraias fraueezas decores
muito lunillas a 400 rs. avara, entre meios muito
linos a 1,920 a pera, liras bordadas muito Anas a
;l o a ig a pora, e" alem dislo nm completo aort-
mento de fazendas finas e grossas, que-vendem-se
por precos mui commodos, so aflm de se fazerein
grandes vendas : na rua do Queimado n. 22. ua
bem condecida loia da Boa F.
He cousa muito boa.
Vende-se a verdadeira pomada para.tiugir ra-
! bellos, polo barato preeo de 1 a eaivinlia, com es-
I eovinba prupria; lambem se vende inassa para
aliar navalhas a 320 : na rua do Queiuiado, na bem
conhecida loja de miudezas da floa Faina 11. 33.
ilotas m rama UDH
nwmb
Vendem-se as verdadeiras luvas de Jouvin, tanto
para liomoni como pam senhora, pido bnralissiiuo
proco de 2)500 o par : na ma do Queimado, na bem
conhecida loia de miudezas da Boa Fama n. 33.
minias
Em casa de C. J. Astley&C.
Cabos da Russia de manilha.
Cobre para forro, enm pregos.
Vinhos de champaiiha, Moselle e Bordeauv.
Salitre refinado.
Jumentos garanhes.
Sao esperados dous de pura raca andalusa, qup
se venderao a preeo commodo : narua da Cadeia oe
Hecife 11. 4.
Vende-se ou arrenda-so o engenho S. Jos,
silo na freguezia de Santo Anio, quatro legoas ao
sol da cidade da Victoria, cojo engenho moe com
agua, lem grande cercado, limpo e circulado por
volado, muila mala, e. paramentado de todo o ue-
ressario, seudo : casa' de vivenda boa e grande,
sen/ala para escravos, casa de bagaco, estafa, casa
do relame, etc., e Indo no melhor estado posslvel :
quem o pretender, dirija-se ao seu proprietario que
o docnaeuho Sibir daSerra para tratar negocio.
Escravos fgidos.
Com pequeo toque de
avaria
Pecas de madapolao a 2J500 e 3000: na rua
Crespo, loja da esquina que volla para a rua da da- patentes na loja d'aguia branca, nos quatro cantos
deia.
da rua do Queimado n. 16.
Najoja de miudezas da rua da Cadeia do Re-
cite esquina da Madre de Dos, lem para vender
um lindo snrthnento de espelhos rom moldura dou-
rada proprios para sala, chapeos de seda enfeila-
dos para meninas, cbapelinas de palha enfeilados
para senhora a 12g, enfeiles pretos de vidrilho pro-
prios para a quaresma, manteletes pelos bordados
e um completo sortimentn de calcado para homens,
senhoras o meninos o que ludo se vende por pre-
cos commodos.
He, na rua do 1} mimad o a loja
d, quatro pHus.
Se encontra um completo sorlimenlo de grosde-
naple prelo de 1 g000, lg800, 2g, 2g200, 28100,
2,800, 3g e 8,200 o eovado, dilos de cores de 1,600
e 2g o eovado, panno lino prelo de 2,500 al 12g o
eovado, dito cor do rap e verde cor de garrafa,
fazenda muilo superior a 7g o cavado, casaveques
de fuslao ricamente enfeilados de ricas trancas fin-
gindo lindos bordados a l8g, corles de vestidos de
phaulasia muito lindos o dns mais modernos a 18g,
dilus bordados a velludo de cores muilo lindas a
30g, dilos bordados a seda com lindas flores a28g
cada um, paletols de panno e de easemira pretos e
de cores de 16 at 25g cada um, dilos de brim
branco muito linos de 5g, 5,500 e6g cada um, ricos
pannos da mais lina easemira de lindas cores para
cima de mesa de mcio de sala, toalbas de. linho cru
proprias para rosto a lg2.Ni cada urna, redes de
cores viudas da Bahia da Trairau, obra muilo bem
acabada, pelo diminuto preeo de 18{ cada urna, e
oulras umitas fazendas queso com a vista do com-
prador se poder mostrar, c se venderao por pre-
ro muite commodo.
Farinha de man-
dioca.
No deposito do largo da Assemblca n. 9, vnde-
se superior farinha rbegada ltimamente, cm sar-
cos grandes, por commodo preeo.
Espingardas muito
Anas.
Vendcm-sc espingardas muito finas de um o dous
cannos em eaixa, com todos os pertences, esem
caixa : prero muito barato vista da qualidade : na
rua da Cadia do Rer.ife n. 64.
Vende-se urna casa torrea de pedra e cal na
Iravessa da Capunga, com 15 palmos de frenle c 64
de fundo, e quintal o cacimba, sendo chao proprio :
a tratar na mesma com Mana Eugenia da Conceicao.
IV. 15.
Rua i\o Crespo.
Noslos cstabeleoimentos do fazendas finas $
-- vende-se reos corles de vestidos brancos com vS
3 babados ricamente bordados a 169 0 goli- H
H nhas bordadas de Iraspasso a 3g200, ricos bi- g
y iioculosdr marlim, espartilhos de carrelel e >3
3 molas a 8g cada um o oulras muitas fazendas
de gosto e linas se venderao por baratissimos
\ preeos.
ii^liuingiiiag'RBagasr^^'waasariSBa
Attencao.
Na rua Direita n. 16, fabrica de tamancos, se dir
quem vende 4 carros e sous competentes liois, pro-
prios para uso de condurocs coiumerciaes, muito
cm conla.
'
Relogios.
Relogios patente ingle/, por um dos melhnres
fabricantes de Londres ; vende-se na rua do Crespo
n. 19, primeiro andar.
Vende-se urna rica rad ira de bracos rom
suas competentes correias, por prero coiiiiihiiIo,
por lor sen dono sabido para fura da provincia :
quem a pretender, entenda-se com Caetauo Piulo
do Veras.
Vende-se um prelo da Costa bom canoeiro, e
proprio para todo o serviro : quem o pretender,
dirija-se a ruada Sen/ala Nova n. 2, das 8 horas
at o meio dia, que achara com quem tratar.
Vende-se fumo muito superior, i legado ago-
ra de Carauliiins : na rua do Colovcllo n. 42.
Cabriolet.
Vende-se um cabriolet inglcz com muito pouco
uso, muito largo e com excellentes molas, com os
competentes arreios : quem o pretender e quizer
ver, dirija-so ao aterro da Boa-Vista numero, em
casa do Sr. Poirier.
Vende-se urna escrava moca com habilidades:
no Palco de S. Pedro n. 6,
No dia 14 de agosto do anuo prximo paseada,
fugiram do engenho Sete Ranchos, freguezia de
Nossa Senhora da Lscada, comarca da cidade da
Victoria, nssogiiintes escravos: Damio,crioulo,de
25 annos de idade pnuro mais ou menos, cor fula,
beiros grossos e meio arrebitados, tem urna cicatriz
na lesla'proveniente de umroice de animal, pernas
linas ealguma coima arqueadas para tora, eamalma-
do, espaduado, altura regular, eesl bucando ago-
ra. Jacintho, crioulo, de 28 annos de idade pouco
mais ou menos, altura regular, cor preta, pouca
barba, beiros grossos e faz certo geito na bocea quau-
do falla, tem urna cicatriz em urna das faces, pernas
linas, esmalmado, fuma, e 6 tocador de viola. U
primeiro foi comprado ao Sr. Joio Francisco Barbo-
za da Silva Cumar, e o segundo diz que foiescra-
vu da familia do Sr. Joao Nunes, da fazenda do Sitio,
em Paje de Flores e comprado na praca de Per-
nambuco. Consta que ditos escravos eataoemPa-
je de Flores por portadores que mandei ede lvie-
ram : roga-se as autoridades policiaes e capitcsde
campo de os pegar e levar ao referido engenho, a
Berna rd iiio llarhoza da Silva ou na praca de Per-
nambuco aos Srs. Manoel Alves Ferreira je Lima, na
roa da Mnda n. 3, segundo andar, que serio re -
compensados rom a quantia icima.
Fugio no dia quinla-feiral7 do correte mez
de in.ntu, um escravo de nome Januario, estatura
regular, cabello cortado de novo, com cafurina na
frente, rosto redondo e muito ebeia de espinhas,
is grossos e o direito bastante luchado, com duas
eridas na poma, una maior'que nutra, ambos os
pos com principio dearistini deecvsipella que Ihe
lem dado, sahio com camisa de bal verde, cairas
escuras, levava um cestinho de timb, um chales
encarnado com barra amareUa, urna almofada de
costura e dous vestidos de menina : quem o pegar
lovo-n a taberna de Joao Jos Lopes da Silva, no
becco das Barreiras na Boa-Vista, que ser genero-
samente recompensado.
Contina fgido desde o dia 6 de agosto do
anuo paoximo passado, o escravo Antonio Cacange,
rom ossignaes seguintes: representa ter 36 annos,
pouco mais ou menos, altura regular, chfiio do cor-
po, rosto redondo, pouca barba no queixo de baixo,
cor, preta cangueiro no andar, falla pouco, e tem
marcas de relho, casado e foi escravo dos herdeiros
do finado Caetano Concalves da l'.unha ; consta a-
rhar-se refugiado em trras do engenho Cacimbas,
da comarra de Santo Anto ; a pessoa que o appre-
bender coiiduza-o ao engenbo Curcahy da comarca
Pao d'Alho, ou no Recite na rua da Cruz n. 62, ler-
ceiro andar, que ser generosamente recompen-
sado.
ESCRAVO FGIDO.
Fugio no dia 15 de Janeiro a preta Victoria, de
naeo Mosgambique, tem urna senil lia da testa al
a pona do nariz, representa ter JjOannos, falla um
lauto atrapalhada, altura regular, magra e de cara
feia, cor meia fula, anda muito depressa. levou
vestido de chita escura, panno a Costa azul as
pessoas que a apprehenderem levem-na em casa de
seu senhor, que sero bem recompensadas, na Ca-
punga, sitio do Arantes, ou na praca da Indepen-
dencia n. 11, loia de calcado.
Continua a estar fgido o escravo Salvador,
preto, marinheiro da barca Santa Maria Boa Ser-
le, alio, e com urna orelha de menos; consta an-
dar pelas Cinco Ponas, desconfiare que se intitula
forro e esleja trabalhando na estrada de ferro :
quem o pegar ou der uoticie,. ser gratificado no
esoripiorio de Manoel Goncalves da Silva.
PERN.: TYP. DE M. t. DE FAMA. 1859.
I
tn


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