Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08016


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Full Text
' :
AlfNO XXXV. HUMERO 60.
Por tres meies adiantndos 4$000.
Por trea meies vencidos SgOOO.
DIARIO
EICtlREGiOOS 01 SUBSCRIPglO NO NORTE.
Paruhiba, o Sr. Jnio Hndolpho Gomes; Natal, o Sr An-
toniu Marque da Silva; Areraly, o Sr. A. de Lemos Braga
Cear, oSr. J. Jos de Olivcira; Marauliao, oSr. Jos Tei-
xoira e Helio; Piauhy, o Sr. Jos Joaquim Avelino; Para,
o Sr. Jusliuo J. Ramos; Amazouas, o Sr. Jerouvuio da
Costa.
PARTID DOS CORREIOS.
Olliiua lodos os das as nove e mi-iu limas do dia.
Iguarass, Goianna e Purahiba as segundas e soxlas-feiras
S. Ani.iii. Bentrros, bonito, Carur, Alliuho e fiaranbans
nas loroas eiras.
Pfl d'Alho, Nazareth, I.imociro, Brejo, Posqucira, Ingazei-
ra, Flores, Villa Bella, Boa-Vista, Ouricury e Ex nas
quarlns (eiras.
Cali, Serinhiom, Rio Forninsu, L'na, Barreiros, Agua Pre-
la, Pimoutclras e Nalal quintas eiras.
(Todos os corrios parlera as 10 huras da manhaa.
SABBADO 26 DE MARCO DE 1850.
Por anno adiantado l$O00.
Porte franco para o subscriptor.
PERNAMBUCO.
AUDIENCIAS DOS TRIBUHAES 01 CAPITAL.
Tribunal do rnminercio: segundas e quintas.
Itclacio: tercas fciras e salibados.
l'a/enda: Ierras, quintas e .-aliados as 10 horas.
Julzn do rommcrrin: quintas ao meio dia.
.Ditodo orbaos: lenas e sextas as 10 horas.
Primeira vara dorivcl: linas e sextas ao meio dia.
Segunda vara do civel: quailas e sabbadus ao meio dia.
PERNAMBUCO.
Ef-HEMERIDES DO EZ DE MARCO.
4 l.ua nova as 4 horas e 51 minlos da larde.
12 Quarte creecenle na i horas e 2tt minutos da manhaa.
18 l.ua eheia as 7 horas 26 minutos da tarde.
26 Quito uiiiigiianle as 7 horas o 8 minutos da manhaa.
PBEVMAR DE BOJE.
Primeiro as 10 horas e fi minulos da manhaa.
Segundo as lll horas e 30 minulos da larde.
DAS da semana.
I 21 Segunda. S. Beato ab. fundador; S. I.uperino ab.
22 Tena. S. Emmvgdru b. ni. ; S. Beuveiiulo b.
2:1 Quarla. Ss. Pella e Ilumino mu. ; S. Nirluriano ni.
2_i Quinta. S. Agapilo ab. ; S. I.alino b.
25 Sexta, if Aiiiiiiniiai-ao de Nossa 3c idiota ; s. Ireueo b.
2t Sabbado. S. I.udgero h.; S. Braulio b. m.
27 Domingo. S. Roberto b. ; S. Plelo e l.ydia sua miilher.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCO NO SUL
Alagnas, o Sr. Claudino Falcan Dias; Baha, o Sr. Jos
Marlius Aires; Rio de Janeiro, o Sr. Joo Pereira Harliiis.
EM PERNAMBUCO.
O proprietarin do DIARIO Manoel Figneiroa de Faria, na
sua livraria prara da Independeni-ia ns. t e 8.
quera dar un, vol de eopSaU^ e.que mosiun un-1 que se devia dar a forja policial, ou pelo mmi U \. \ preven,., dos dolidos, s pode depender da ^to .^"rteT SCS *aS*L 2* *-. .................... ?I "~ **T -"radicio dos que
tenda que a coniniissio linh.i id
0 Sr. P. Duaite :So assiui
projeeto.
O Sr. Sonsa Reis: Tarabem, s
qiianto a esta paite, o nnlire de
ausente u que em ulliino lugar
ASSEMBLEA LEGISLATIVA PROVINCIAL.
Discursos dos Sr*. depuUidos Souxa
BelH e Tbeudnro da Silva, pronun-
ciados na sessao de de marco.
0 Sr. Snuza Heis :Sr. presidente, entrando na _
segando discussio do projeeto de Rxaeao de fon-a discussio, disse que nio poia
imh.ui eajunto bastante que Bao eslea na caa cao do artigo 1" do projeeto na sua ultima parle se- lo," Sr. presidente, quanto ao numero de oraras, v-
, di nntorh' a '7 lu*!r /aU, a "*" n? "*1" _* : eu dUsoeni aparte, que nao 1- inos apenas que divwsos membrus desla Vasa ..IV.-
11 iu.ua malina ,o Mr. Di. Brandao) visto que ten- una sido eUa a mente da cnunnisio, qu a rom- reeeram urna emenda que rou .ra apreciar Ir'
.'.' Sl^?JC,"li^**f!,r"CM a ,I,S,M1SS".....! ""^"'"'atidu.-i idea apenas de flxar o numero de fona polieUl para auno flndncero de 185
m u.iii aguaito sonre ella e bindu asswnailii oraras niitnriaiMuIn n mnin ..^^.. 4- n............. !4iMri....__/. .i....!u .
COUl
gai l
ultimo
jara
tal ve*
curio
Kiilretanl
le em
dor i
outn
assi;:
ti me
espora
se ao'
_Sr; P/1^';1"1'1''. priucipiare respoiideudo ao no- proviura a aulorisario ampia de organisar corno r
0 s'/-. son;a Bti :Par-i a prereneao nao, meii
collega.
Pulanlo,essa razio dada pelo nohredepuladoqne
isla ausente?, nao procede eui-caso algiiin, paraqu
lir o augmenta de impostas le.mbrado pelo nobre
U sr. Carmetro ria Cimha : Poresse modo at inspector da Ihesouraria, a inais 10 epntos de res.
13210 e pinico. eolio lira prefazeudo o toUl de 1,2U:7 ( <> Si: Son:* Itri*: Ku snlo que nao se possa rada a despesa disto, v-se que ha utu deicit de
ilar inais ; a comiuissao procurou dar o mais que' ll:60i.S0tNl.
vago, iucerto, iudetlnido, creio que cahiram na
inesuia raguido, na mesilla incerteza que censura-
vam. K porm anda inais nolavel a contradirn
dos nobres depulados qtie procuraram emendar o
prnji'rlo da rommissaii, por router nimia connnra,
ando cites proprios lixandu a tuna policial ui
00 praeas, ao pasAi que a commissao alixava em
neiiliuina bas*- eslabelece quanto despieza
dever-se-bia fazer com ella:
Sr. S. I.ueerda. Anda nao lempo.
.SV. Throdoro Ju Silva: A vlvula de salva-
f essa.
.SV. 8. lMctrda : Nao ha neressidade de val-
de salvaran : a realidade, Pois quena que a
da ao artigo 1." besa um projeeto subsli-
vo?
Sr. Thtudnro da Si/rn: Mas o que certo
reforjado na a emenda ao art. 1." do projeeto
:outui Muiplesmenti! a idea de lixarao de for-
bre ih-putado que em ultimo lugar fallou na pri-
meira discussao. Fui a comiuissao, a que pur-
leuro, argida por elle de ter cabido em pal-
pareis coutradiccoes no projeeto que se discute,
ai nscoiilando elle que cusas coutradicoes se tor-
ueterniinaudo-se todava a'despeza que se dere fa- d
zrr com essecorpo, se eulendeqiie essa aulnrisa-
ciio urna prova de coetnea que deposilamos na
admiuislrarao. Nao quero "com islo dizer, ueni
preciso que o diga, que o administrador daproviu-
naram maUrauentcs depoLs que cu live a palavra, ca nao merece tal coiiliama, mas digo que' a ma-
dep.ns que eu procurei sustentar esse mesiuo pro- leria nao >' tal que se faca della questio di- conttn-
jerto.
I
1
Vejamos porlanlo que conlradiccocs foram es-
las, que o nobre depulado enxcrgou na couunisso.e
ii'jaiiiiispurcoiiseguiute.seo nobredeputadnaqiicm
respondo, foi feliz qiiaudo avancoo, que liaviam
laes eoutradii;oes e que ellas se lornaram mais sa-
lientes depois que ou uve a houra de fallar.
A primeira coolradiccao apuntada polo nobre de-
pulado. fui a esle respeito : que referiudo-se a
commissao na razio de ordem do projeeto, as cou-
sideraf&es trazidas a esta casa pelo nobre adminis-
trador da provincia, com relaro neressidade que
havia de se tr urna polica, n'u urna forra policial
por tal modo orgauisada, que garantisse luelbor os
serviros que deltas se pndiam esperar, uenhuma
des3as ideas procurou a coiumissau incluir no- pro-
jeeto, sendo que at pela ampia autorisacao conce-
dida administraruo. de orgauisar a forra policial,
podemos flear redo/idos ao slnln iho'\ islo a
esle estado de colisas que geralmente se deplora,
e que se poderla licarredu/.ido ao tlatu i/uo, por-
que S. Kxc. palia muda de opiiiio, S. Exc.
puda deixar a adminislrare antes que podes-
m dar nova organisaeao ao' eorpo poli-cial. Mas,
Sr. presidente, qu fez. a commissao cun re-
laro organisaeao do eorpo ? A commissao re-
conhere eon o iiobre administrador da provincia
i ueressJadede tara forja policial urna organi-
s.i,n. que mais aiquada sejaao flu que se deve
ter em vista, qual a de garantir a seguranea pu-
blica e individual; a commissao vendo qde as idra.
a respeito expendias pelo nobre administrador da
pmnucia, haviara ido gcralineulu aceitasnesla ca-
sa como boas, nao^ui/.ser queiu primeiro dissesse
qual era deltas a lutlhor e delxoii ao administrador
da provincia a escriba entre as su.is diffe.-euies
ideas, nara que o leripo e mesmo a discussao que
devin haver uesta asa, o Hzesse conherer, o II-
zesse adoptar aquelli que Ibe parecessfl luelbor ; a
commissao porlanlo, cm vista mesmo da ra-
zan de ordem do pmjerlo, nao poda suppor a
hypoiliese da continuvo do estado actual de cou-
sns, porque ella nn su' mente, attendendo a taes
considcraroes exnendllas pelo presidente, foi qu
se resolveu a formular o prujeclo ueste sen-
tido.
Quanto, Sr. presidente, ao argumento de que po-
de o administrador da provincia mudar de opiniao,
f. elle favoravel commissao, porque a coiumissau
se funda nas boas idis ciniltidas por S. Exc,
no que o nbre depulado a quem respondo est de
arcordo com a commissao, e o nobre administra-
dor da provincia mudar de opiniao c que sem
dovida lem recouliecido que easas suas ideas
eiium-iadasnestaiMisa, nao sao as melbnres e con-
srgiiiiiiemente nao devemos esperar, senao que elle
mudando de opiniao, [ara semprc o mulhorque for
possivcl.
Nao ha pnrtanto, Sr. (residente, coutradiccao
nenhuma ncsla parte. Tambem a nao pode haver
em quanto a dizer o nobre depulado que S. Exc. po-
llera retirar-se daqui antes de organisar o eorpo
policial, porque qualquer que seja o administrador
da provincia por certo que nao desprezara os cstu-
dos que o actual tver feto; nao dcsprezarA tam-
bem as cousideracoes que ncsia casa se lera apre-
seniado, u a discussao que tem havido ; eslon certo
que proceder a respeito da materia como for mae.
conveiiJente ao estado da provincia, leudo anda
em vista o que for vencido nesla casa, donde se
roiirlue que este argumento de nao continuar o
presidente na administraran nao rom nada em apoio
da opiniao do nobre depulado. nanlo asegunda
eontrailicco refere-se o nobre deputadn alera com-
missin marcado quola para a despeza. Felzmenle
n nobre deputadn coulessou que isso tuhauma ex-
pluarau razoavel na nefeessidade da torc! publica,
portnito dispeusnu-me elle mesmo de ccmhat-lo
nesla parte.
A lerceira ronlradccau apuntada refer'-sc i au-
torisacao queso deu o governo para srgauisar o
eorpo e isso porque expoudo eu o peiuaiueuto da
comiuissao doclarei que euteudia que a esla casa
Rio perleiica o dar a nrgjuisarao brea policial,
e rouio, dlzia o liebre depulado, se nio compete a
a isla casa dar organisaeao & torca lolieial, como
lio-rmpete autorisar o presidente' a quo d a or-
g.ioisarao que niaiscouvier ?
Sr. presidente, creio que Pipliquri islo de ma-
neira a tirar toda a dur ida ao nubr depulado para
que dalii poderse concluir que havia cuntradiccao !
Eu disse, senhor presidente, e repito, nao que osla
rasa-fazia cessao de um diaeito, pulado disse, cu appello para o mcu discurso e pa-
ra a rasa : eu nao disse que se (izia ressiio de um
direilo, eu disse que esta casa eslava no go-
zo desse direilo, mis que quanto a mim eslava in-
devidamenle, pqne S. Eac. havia consentido ueste
gozo, por que havia aceitado a organisaeao que a
issenihla havia dado, porconseguinte nos, deixan-
do de dizer ao presidente qae organisasse o eorpo
de polica como melhnr conviesse, sem duvida llie
aiavamos as miios, porque elle leria escrpulos, de,
seni essa anthorisarao em una orspunsacao ao
rcopo policial, quaudo essa que existe lioje,' havia
sido dada por esta casa.
Eu creio, senhor presidente, que esta explicaro
d bastante para tirar as duvidas com que o nobre
diputado preleudeu fazer disto una conlradicrao.
Anda o nobre depulado arliou contradicca na
disposirao ronlda no projeeto quanto ao aproveia-
iiieuiir dos olllriaes, dizendo que havia nislo deta-
llie, que liara mesmo principio de organisaeao, en-
tretanto a roinmssao, que nao se quera ingerir na
nrganisaiao do eorpo de polica, o azia de um mo-
do indirecto, dava, pelo menos urna base, porque
dizendo quo seriaui aproveilados os offlemes, dizia
que o eorpo leria urna organisaeao militar etc.
Mas, senhnres, o projeeto nada diz no sentido em
que devem ser aproveilados esses homens ; e o que
a ventado que, seja qual lr a organisaeao da forra
policial, esta hade ter sempre directores, commaii-
daules, essa forca, digo, hade ter directores, parerc-me
que o termo mais proprio de que posso usar, sem
daht so inferir qual seja a organisaeao dessa forca,
e eolio nosses lugares de direetore dessa forca,
podem ser aproivetiados esses officaes sem desce-
rem de sua aignidade, como pareceu ao nobre de-
pulado, por que disse que someute poderiam ser
apruveitados como soldados, ou que a commissao
pareca querer que clles lossein apovetados tomo
laes.
I'm Sr. Deputadn :E para quo essa carta de re-
conuncaajlot
O Sr. Soaio Bei ;Por tanto nao ha a menor
inlencao da parte da commissao de ingerir-se na
organisaeao do eorpo, e. mandando que os officiaes
fossein aproveilados, nao levo em vista senao ga-
rantir a estes hgmeus os serviros que tem prestado
at boje, apenas quizdizer-lhes, vos que tendeapres
'ado bous servicios, se vos couvm continuar a pres-
h-los, ahi tundes lugares voasa disposieio, vos
Mteil aproveilados segundo a vossa aptidao. Nao ha
insto a menor sombrfde organisaen, por lauto nao
lia essa contradicca que o nubre depulado eucher-
goi.
fc Depois tmpugnou o nobre depulado o prolec-
lo, r qnanto a aulorisacao que elle chomcu am-
p(k que se rnntem nelle. E ja que nesla parle en
re.sp_.ndo ao nobre depulado, opri^veitarei a oc-
rasidn _ara responder a outro nobre depulado que
se aidia e-u frente daqnelle, e que, tratando desla
materia, cianiou a atiendo da casa pata a couu'an-
ca para a administraren da provincia..
O Sr /'. Dtmrte : quaudo se pode fazer ; o
nosso voto de graras.
O Sr. Son;a Hei*:O nobn" depulado a quem
respondo disse anda que a commissao nao havia
altendido aodelicit que nos auuuiiciara o ailminis-
Irador da provincia, que a commissao nao havia ai-
tendido aos principios econmicos que esta casa tem
seguido sempre.
Sr. presidente, a censura de nao atlcnc.io ao defi-
cil de que falla o relalorio da presidencia se pode ler
algiiui peso s.oii duvida punpie essa aunuucia-
cao de delicit nos foi feila pelo presidente, por que
esta casa nao sabe de real nada a semelhaule res-
peito, nao sabe nada de exacto quanto a esse de-
licit. Mas, Sr. presidente, o proprio presidente da
provincia quem nos diz tambem em seu relalorio o
seguinte : IU)
Na diminuicio da forca de polica tciu tdo o
eorpo legislativa em vista' a reducro da despeza
para achar nn-Rai ampios, com que fazer face as ne-
cossidailes sempre crescenlesde obras publicas, Es-
se liiu luuvavel; cuiupre porm nao esquecer quo
a rodiiccao do cor|>o de polica nao Importa sempre
a rrducr.in de despez, pois que a dclli'iencia da
terca policial supprida pela guarda nacional, cuja
despeza corre pelos cofres provincias em virtudc do
aviso de....
Anda mais: S. Exc. diz-nos aida o une nasso
a lr : (li) H '
Continuaiu as Amenidades com que lula a ad-
ministrarao para completar o eorpo. A maior est
na despnipon-iio enorme que se d entre os sidos
dos soldados, e os jornaes que fio pagos aos Ser-
rentas das Obras publcase particulares.
Dahi que conclusao tiro eu? Tiro a conrliiso de
aoemboraS. Exe. reconheea que se pode reeeiar
um delicit, todava enlende que a fona policial me-
rece por tal fnna nossa atlencao, que nos nao de-
venios reduzt-la a pretexto de receto de dficit, a
pretexto de grande despeza. E se, romo disse, o peso
deaae argumento est um ter sido odellcil .mnuiiiia-
du pelo nobre presidente da provincia,o este mesmo
quero nos aeonsulha que nos angmnnlemos a (orea
poprial, que nsaiigmenlemos mesmo os venei-
nieiilns della, porqu......s faz ver as dilliruldailes !
que tem tdo para coinjilelar o eorpo, dizendo que
easas dilliculdadoscxistem na desproporco do que
boje ganham os jornnleiros com o que'ganha um
soldado, nao euteudendo eu quo esla dec.laraeao se-
ja eitn nutro limseno o de fa/.er augmentar esses
veiiciuenlos, evidente que tal argumento cahu
por trra. E na ver.kde, Sr. presidente, cuino dis-
se, este delicil que si- anuuncoii nao eousa que
se possa dizer boje real, apenas um roecio, e um
roceode lodosos anuos, mas que felizmente sem-
pre desapparere, de manera que nunca a provin-
cia lem solfrido as suas rousequencias, pelo menos
do certo lempo a esta parte, e eu espero que anda
desla voz esse receio desappaieca.
O Sr. P. Diutrte:Eu nunca o tivo.
O Sr. soasa Reit;Entretanto direi, que a com-
missao nao marchen n asmo nusta parte ; a com-
|-missao marrando a qula de 2")0conlos de ris, at-
iende* muito a ecunnmia com que esla casa deve
proceder : augmenten os vuncmentos, mas aug-
ineiiluu-o.de manera, quo a despeza total nao
viessea prejudicar as despi-zas ordinarias da pro-
vincia, as necessidades della, e cu posso afilrmar
ao nobre depulado, qu anda com a qula de 250
conloa de res, que hoja pode ser diminuida, pas-
sando a emenda do nobre primeiro secretario, que
reduz a forca a400 praeas; digo anda mesmo com
a quola de250 ionios, nao tmente nao haver d-
ficit, mas talvezat possa haver um saldo.
Poderia, Sr. presidente' nesla occasio explicar
ou demonstrar isto que venho de dizer, mas eu
me aguardo para oulra parle do meii discurso.
Nao so acha na casa o nobre depulado quo se as
senta miiiba direita, o qual apreseiilou um argu-
mento nico contra o projeeto, e foi, de nao ter
elle dado um remedio contra esse celebrrimo avi-
so, coja dala al hoja se ignora, e que lodos lem ci-
tado sempre com reticencia. Eu. Sr. presidente, la-
mento tambem como esse ineu nobre amigo e-eol-
lega, a doulrina desse aviso, masque remedio te-
mos nos contra elle ? Que poderemos nos fazer nes-
la casa que possa ser exerutado pelo presidente,
quaudo o governo geral mandar que i, presidente faca
o contraro f
m Sr. Deputadn :E quaudo nos dissermos nao
se faca isto +
Oulra Sr. Deputadn : A questo nao est no
aviso, est na manera por que elle tem sido en-
tendido,
O Sr. .Soaso Rei :Creio que o nobre deputadn
nao tem razo...
Um Sr. Deputadn :Depende cm todo o caso de
una deciso nossa.
O Sr. Souza Res: 0 remedio que cu vejo
tal, que parecendo i primeira vista que destroe o
effeito dcste aviso, todava nio o destroe completa-
monte, mas apenas na parte en que a provincia po-
do ser sobrecarregada com maior despeza do que
aquella que deve fazer com a forra policial, nao o
destroe porm na parte cm que a" guarda nacional
pode ser mais vetada. O nico remedio quero eu
dizer, marcarmos o menor numero de praeas pos-
svel, lixannos por ejemplo 100 praeas de polica, e
o governo precisando de MI ou 00 preeneberia es-
se numero com a guarda nacional, paga pelos corres
provincaes: assim a despeza seria a mosiua, ou
menor, por que os venciuiculus da guarda nacional
em destacamento sao menores do que os do eorpo
policial; mas qual era o eOollo dislo ? Era apenas
dutpender-se o mesmo ou menos do que dlspeude-
nios, islo a despeza nao auginenlava, mas licava o
facto de continuar o destacamento da guarda nacio-
nal ; nao ha por tanto remedio para acabar com
isto
ganisai aii da forra, podanlos cahr no mal, que se-
gundo a razan de ordem do projcrlo, nos quera-
mos evilar.'uUo podamos Bear no aatata eao :
entreunt, esse argumento forte dessefnobre depu-
lado.assigliatarioda emenda servo boje contra elle...
O Sr. ln/rro* de hicerda :Nao serve ; j o Sr.
Dr. tirando cxplicnu cabalmente isso.
OSr. Sekra Rei.-I) Sr. Dr. Brandao... no
posso diz.erto que quera porque esse noble depu-
lado est adaenle, e nao quero ser aecusado de me-
nos leal. OAle esl a organisaeao .' lis unbres de-
pulados coutordaram com a cominisso ; aeli.iui
b
que um dos arguiiieiilos de que i niellido criines ; mas quem ouvr isto so persua-
o noble depulado, e com que procurou I dir lalvez de que sao destes delirios que pdem
deiiiou.slrar que a commissao lnha cahid.....u ron-!'razer a desmoralsaco aos agentes de polica.
Iradicca, foi este : que adoptando a coiuniisso as | Mas un, sao fallas meramente do eorpo de poli-
uluas enliuiiciadas pelo presidente, ou dando os-| ca; por exumplo: o nao comparecer a una revista, n
seiitimeillo aellas, nao linba declarado no projec- ter sido encontrado ein dias deservico sem a farda
Jo qual lidias de preferencia aceitara, e dando en- | etc., qualquer deslas cousas que conslitue no cor-
o ampia aulorisacao ao governo para a or-' po de poliria, um crimo, nas que nao pode pro-
vara desmoralisaro, neni o anlUimeoto a que se
disse que o eorpo de polica tem chegado.
Alem diato vemos,que nessa parle mesmo esse
eorpo tem melhorado muito. Eis o mappa do eor-
po de polica que nos fui enviado pelo Sr. presi-
dente da provincia e dille se r o seguinte : Prc-
Isus de correceo tres, para sentenciar sete, de jus-
r neiihum. J v porlantb o nobre ilepnlado,
que o eorpo nao pode merecer essa iurrepaco to
forte ao ponto de se dizer, que tem elle desc'ido ao
ultimo grao de aviltaiuenln...
OSr. P. Hitarte:-Felizmente, nao son o nico,
que o diz.
'* .SV. Souza Rei :Mas d'onde nascem essas
aerusneoes 1 Nascem simiente do dito vago de que
nio ba polica entre nos ; que se rommcltcm cri-
ines em toda parle e nao se vem soldados de poli-
ca aecudiudn mmediatamenle. Mas isto nao n
lanle para se concluir contra a niurulidade desse
eorpo.Assim jiois, Sr. presidente, entendo, que
o argumento de se rommetterem atteuladna publi-
camente a qualquer hora, e em qualquer lugar,
nao importa a rela\aco do eorpo de polica
nos venenemos que actualmente leen, os oficiaes U^J^T^SX tf^tSA ttSSS!ZSr!SttX
do eorpo e para que se augmenten, as mais des|.e- augmento para que nejamos a cortar a larga to- que um mal u" nos Sffl^ uue ios o ri,' ,e .
*^!T"i,i'n^.'- 'I'"**'?'''" 8asar.MU-s...v. \ das as despezas.vislo que isso pode falhar um dia o SnUne ? ^Ll'Z'^^ ES ^SJSfTi^.
Um Sr. Deputadn : Na parte policial, podemos
acabar.
O Sr. Souza Reis : F. eu digo que assim iamos
acororoar mais a vexacao da guarda nacional.
Sr. presidente, o nobre collega que est ausente,
e a quem me retiro nesta parle, dissenao se faca
mais do que dizer ao presidente tica cm vigor o
aviso de.... e faca elle o servico com a guarda na-
cional.
Mas V. Exc. v uiuilo btiui que nos uao podemos
legislar sobre a guarda nacional; nos nao podonios
dizer ao presidente que chame a guarda nacional
para este ou aquello servido. Por conscgiinte an-
da este alvilre nao podia produzir ctTeito algum.
(Ha dsaerao* aparten.)
O Sr. Sohso Reis:O executor da lei geral que
ha de recouhecer essa neressidade o nao nos. Por
tanto, nao vejo remedio contra este aviso ; o reme-
dio est nicamente ub bom senso do governo ge-
ral ; este que revoguc esse aviso, nao entre assim
nas allribuicoes das provincaes ; nao queira dispor
dos dinbeirosdellas, poupando tanto os seus...
Um Sr. Deputadn :Nem elle disse.
OSr. Sousa ReiV. o que isto?
Iin Sr. Deputadn :O aviso todo jurdico,
todo fundado na le.
Oulra Sr. Deputadn :O presidente, nao pode,
nem deve chamar a guarda nacional sem aulorisa-
cao nossa : esle n remedio.
O Sr. Souza Rein:Finalisando a primeira par-
te do meu discurso, relativamente resposta que
devia aos oradores que me succederam na primeira
discussao, e aos que me precederam nesta, eu pas-
sare.Sr. presidente, a outros pontos.
US, evequiVeise aceilaveis as ideas do noble pre-
sidente da pnovinca o acnsceiilaraiii queso dovia
consignar nolprojecto...
/ ni. Si: Debutada :lima dolas, e esta especial,
esta na emenda.
OSr.Sonsa Rei:....a organisaeao que devia
ler a forra polfcial em vista daquellas ideas, mas
nano llzeram lia sua emenda. Entretanto disse o
nobre depulad*, e di/.a, quaudo discuta eslaques-
lao o OUtro nolire deputado que est ausente u
Sr. Dr. Brandao|: a organisaeao estaa emenda,
porque nos di/.imos nella que', das (01! pravas de
quo se deve coilipor a forca, 20(1 licaro nesta capi-
tal para Cazereaperialmenlc o servico della, sem
que possani serlremovidas
ni Sr. Depiiladn .E lorao una organisaeao
especial.
O Sr. Soasa leis :Sim senhor, e lorio urna
organisaeao especial, e (011 serio dislribuihas um
destacamentos pelo centro.
(ira, quem di que um eorpo teri nina organi-
saeao especial, endito porveuluraqii.il ser a or-
ganisaeao que ti r esle eorpo ? O nobre depulado, e
aquello quo esl ausente, increparan! a commissao
por nao ler dad) base para a organisaeao mas
aonde esl essa base na sua emenda Pois, dizer
quea forca se inmpnri de 00 praeas o que 200
ucario na rapit ti e dizer que lorio estas una or-
ganisaeao espe al, dar orgauisneio a essa forca ?
_ Um Sr. Depi toda :Determina^ que a organisa-
cio actual nio continu.
0 Sr. Soasa Reis:Mas slo o projeeto tambem
auiorisa...
1 m Sr. Deputadn:E tambem aceita, a que existe.
OSr. OHzd Rein :\ emenda porlanlo, Sr. pre-
sidente, nao ti az do novo nutra cousa, se nio o
augmento de | raras o nada mais. E, Sr. presiden-
te, dando-se esle augmento de praeas se d
augmento de espeza, e o que quer dizer aug-
mento de de peza nas circuuistancias adunes e
na lingiiageiu do nobre deputado, se nao falla de
alleucao ao di llicit que nos foi aununciado e nio
atlencao aos ] rincipios econmicos que esta casa
Constantemen e lem seguido ? E se a coniinisso
merecen cens ira do nobre depulado pelo augmen-
to do despeza elalivainenle a que faz boje o eorpo
de polica, ni. ..r Ibe cabe poique maior augmen-
to de despeza consigna a emenda que com outros
assignou. Cre 0, seubores, que me teubo feitu
compreliendi'i, e creio tambem que refer exacta-
mente os arg montos do nobre deputado e que te-
Uno combatid os seus argumentos e suas ideas
conforme os principios. Entretanto, o nobre depu-
tado que est ausente, quiz. couveiicei-uos deque
na sua emeiul i havia, se nio orgauisacio, dela-
Ibe, islo quau lo eu Ibe disse em aparte, que s ha-
cia distribuir i. E realmente nio sei mesmo que
se possarhanii rdetalbe isto que est na emenda. Eu
creio que nesli casa ba quem enleiida desla mate-
ria : detalhe ) adislribuicio do servico diario da
terca.
li Sr. ileUnUlegn :Isso detalhe de si
lio de nrgaiiilariii
O Sr. Soasd Hei* :<) que verdade como en
dizia, que a emenda nio conten mitra cousa mais
do quea dUtriluiicao da forca ; porlanlo a emenda
tem essa lacinia, que se disse que o projeeto li-
nba ; lacinia qae eu nao acbo, porque enleudo, que
orgauisacio deve ser toda dependente da melhor
intelligeiiria, dil melhor parecer do administrador
da provincia.
Sr. presidenke, cousiguaiido a emenda a idea
do augmento da forca para ser elevada a (iO
praeas compre (examinar que razos livuraro os au-
tores della para que assim o Uzeasen). Eu ouvi,
Sr. presdeme, Uar-se nesla casa a esle respeito ra-
zos laes, que realmente nao posso por ellas dm
ineu assenlimenlo a essa emenda ; razies vagase
milito vagas de talla de seguranca individual, 1ra-
zendo-se para pAnva disso attent'ados mais ou nn--
nos auuarlosotue se tem rommeltdo entre nos
/'ni Sr. fepulildu : Isso dewle o secuto passado.
OSr. Snu so /tri:Trouxeram-se fados quees-
lavain eequeeUas em soasa memoria, e que nie-
Ibor seria que niio fossein mais lembrados.
fui Sr. /ir/iiiiitiu : Parios de poca auli-dilu-
viana.
O Sr. Souza liis :Produziram-se anda ra-
zes no sentido di se apreseiilaro eorpo de polica
por tal forma desuno alisado que se devia suppor
que elle tinha desculo ao ultimo grao de arma-
mento....
O .SV. P. Duurti :Eu o disse, e prove.
OSr. Sonsa Rai*:Essa segunda parle nio ad-
;'2-j:2ltll09 rs., Islo harrea mu augmento d
l7;-l72aMK) rs. sobre a despeza actual do eorpo
um augmento de 75:2103109 rs. sobre a despeza au
lorisada pelo projeeto e um augmento de 101:2108109
rs. sobre a despeza que se far passando a emenda
das 400 praeas.
Eu creio que assim, com urna dcmouslracao des-
la ordem, cujo resultado eu garanto porque live
muito cuidado em fa/.er este calculo, nio a possi-
enUiot eremos necessaViamente delicit I -S^^J^^J^U^^^^
Entreunto, como difia. havendo probab.l.dade de I os vUsque a explicaran!, com relacio ucsina
da
augmento de recei.a es.se delicit pode desapparecer uardT^coual^&^ndo desuda e servico'
e se adoplarmos-a emeuda das 100 praeas, teremos I u0ic_a H uCT^u em se,,_u
e!','lin!!a.,de|,1C"CU '!a.al),o.,ao ^'i000, P.'" F.u nao descubrire luz, nio: muguen, esp
eulao esla despeza u 101:2103109 menor do que a por sso. i""8"" que se far se passar a emenda que eleva a 0110
praeas.
Eis-aqui o resultado a que eu eheguei meu nobre
vcl que se consulta em passar a emenda que auto- I amigo [ dirigiudo-se ao Sr. t. de enla I e porque
risa as 000 praeas, e para que possa a casa compe- tanto esperara, ou suspirara mesmo V. Exc.
O Sr. R. Lacerda : Eu esteu suspenso, nio me
salisfez anda.
netrar-se do que acabo de dizer, eu paseo a demons-
trar que a recela provavel da provincia no anuo
futuro, d para a despeza quea cninuiissao autoriza
mas nio para a despeza que passando a emenda se
deve fazer.
0 Sr. H Porte.Ua :Islo que 6 verdade.
O Sr. Souza feix :Sr. presidente as despezas
que a provincia tem de fazer por forca dolis, laes
como: ordenados etc. importa em 7i5:28j(MjO rs.
O Sr. C. da t niilui :Neg que seja s isso.
O Sr. Souza Hei* :En nao inclu a despeza
com o eorpo de polica, com as obras pblicas etc.
O Sr. C. da (uulia : Ali!
OSr. Sonsa Acia;Tve razao para slo, por-
que sabe o nobre depulado que sao despezas estas
que dcpeudcrn de votarao da casa ; fallo das que j
i-.u, Sr. presidente, so qiuzesse referir-me ao que esli aulorisadas por le.
se passa nos paiz.es mais cultos, que dispcm de OSr. C. da CiihIui :Nio o eslon impugnando,
inais recursos em lodos os sentidos, leria fados i quero esclarecer mais a quistan.
multo importantes, muito notareis que, se podase ] O Sr. Soaso Rein;Para as obras publicas d o
mitlo.
0 Sr. P. Duar
0 Sr. Souza 1
pillado que est au
para o relalorio di!
le 300 praeas di
No mcu modo de entender.
Nestc sentido o nobre de-
lante, Sr. presidente, appellou
. Exc.,no qual tinha visto que,
l se compunha o eorpo de poli-
prevalecer esse argumento contra a polica, da-
riam (tollos a peior idea, quaudo alias se allirma
geraluieiile que a polica modelo ou a melhor quo,
se pode desojar. Mal eu creio. qnv isl j se podo
considerar como lugar commum para questoes aps-
la ordem, e eu gasto pouco ue gastar lempo com
argumentos taes.
Sr presidente, a moralidade dos habitantes de
nossa capital protesta contra todas essas razos
que foram aqu apresonladas para mostrar o receio
pela seguranca publica o individual. Anude se tem
arnimbado casas, aonde se tem assaltado o lar das
familias, quer nesla cidade, quer einseussuburbios,
Siara que se possa dizer que preciso augmento de
urca para se garantir a propriedade e a vida ? Nio
ha um faci desla ordem, e porque se tenlia prati-
cado umou outro attentudo, se hade concluir que
as nussas vidas, e as nossa propriedades esto ar-
riscadas?
Se se dissesse que a populacao mostrava ten-
dencia para desenvolver grmeos de immorali-
dade, de depravacio e apresenlava mos insliuclos
e taes que assustavam, que ameacavam um nial
immiiieiite, que nio se podia dormir quieto, tran-
quillo, cutio eu dira : augmvnic-so a forca, pnnlia-
se um soldado porta de cada cidadio : mas nos nao
estamos ueste caso. Sr. presidente, felizmente nos
podemos dizer isto, e por tanto os recelos pela se-
guraufa pblica e individual sao infundados,e es-
ta nio exige anda esse augmento de forca que
se pretende.
Sr. presidente, anda nao vejo razio para se
augmentar o rnrpo de poliria, quandu por esse
meio se pretende evitar o voxamc, o atropello
da guarda nacional. Foi este um argumento
apresentado em favor da emenda. Do relalorio de
S. Exc. se v que o numero de guardas narionaes
destacados para o servico de polica foi de 8!l
consta do mappa da forca policial que fui fornecido
por S. Ex., que existeni'ao servico policial de toda
a provincia 310 soldados do eorpo de polica, os
quaes com os &9 guardas naciouaes prefaz o numeru
de 105 homens ; ora, dando o projeeto 150, v seque
d mais 15 do que o numero que foi empregado
nesse ailen, assim da polica, como da guarda na-
cional ; logo, para que havemosdar mais 150, ele-
vando assim a forca a 600 homens i
Um Sr. Deputadn : Esquece-se do batalhao des-
tacado aqu na capital.
OSr. Souza Hei : Esse hatalhio nao faz ser-
vico de polica, e er mesmo o nobre deputado que
aiignientando-se o eorpo de polica se hade dispen-
sar essa forra destacada, que, como sabe, para o
servico da guarnteio 1 Nio crea, porque a polica
lujo podo servir para isso...
Um Sr. Deputado :Tanto maisquanto, se deter-
minan! 200 homens para a cidade.
O Sr. Souza Hei:Foi este um argumento coiu
que si- combaten o projeeto, ou com que se preten-
den mostrar que o numero de 600 praeas devia
passar : creio, porm, que o combat de manera a
dcstrui-lo completamente. Sr. presidente, em vista
dssle arguuienlo.que me foi fornecido pelo relalorio
doS.Exc.de combinacao com o mappa aque me refe-
r.nio pouho duvida at em votar pela rcduccode
50 praeas, segundo a emenda do nobre 1. secreta-
rio, porque, como se vio no anuo que findoii. s se
exeedeu esse numero em 5 [iracas ; urna dilfcreii-
ea tan diminua, que sem roceode damno ao ser-
veo puhlno se pode diminuir as 50 iracas, que
alias importando em mais de vale coutos de ris
faz poupar i-sla despeza. ,
Agora, Sr. presidente, passarei a demonstrar a
dislribuicio da quaulia que a conimissio enlendeii
dever marcar para os veinimenlos da forca policial,
e mu salisfazer agora ao uobre depulado n Sr. S.
I.acerda) fazeudo-lhe ver desde j. que elle nio le-
vo razan atguma quaudo Ule ceusuiou por nao ler
demonstrado essa distribuirn quaudo fallid na pri-
meira dscussio. Nao leve razio alguma, digo eu; o
nobre depulado que me havia precedido, nenhuma
censura tez ao projeeto este respeito.
O Sr. S. htrerdn : Mas eu nao perguntei ao
nobre deputado de quanto era o sold T
O Sr. Souza Hei : Mas quera que lhe respon-
da, \88 se' linbam jlnriiadn criminosas o anuo pas-
sado. Mas em ultibo resultado o que provam to-1 desse era um aparte ? quera que lizesse urna de-
.1.. >< i^>.B I V ----*__1 i \ iiiiiii.l.iie'n. eoiu.i aiinn i-1111 '. -i ii r \un -vi nrtoci _
ornamento da Ihesouraria 297:116*740 rs. Eu qui-
tara que se desse milito mais para obras publicas.
OSr. (;. da Ciiulia:Anda esta em lempo.
Um Sr. Deputadn:S com os 4 mil Boatos.
O Sr. Sonsa Heis .'Mas creio que nio se pode
dar: pode ser que a nobre cuuiuiisso de orcameuto
nos ministre dados para ter-mos mais dinheiro do
que pens que havenios de ter, mas se esla nos niu
ministfar esses dados, creio que se nao podo dar
para as obras publicas mais do que isto, que e o quu
pete oirameulo se diz que absolutamente uuces-
sano.
O Sr. C. da Cunha :O ureaiuento diz, que so-
bra apenas isso.
O Sr. Soma Re i :E assim teremos ji a despe-
za de 1:012: i29W00rs. restando anda estas peque-
uas consignadles de despeza....
O Sr. C. da t'iiiiha :Migalhas.
O Sr. Souza Hei:...aula do commercio 3:000.
Esta aula uio esl creada e podemos muito bom
nio autorisar esla despeza. A'o aooiados.) Nao
occasio competente; quando su discutir o orca-
meuto, eu deinoustrare se ou nao apoiavul esla
miuha idea.
Ao Sr Arcenio 1:200(000.
Um Sr. Depulado :Isto da le.
O Sr. Soasa Hei :Acaba-se esle anuo segundo
me informaran) na (hesouraria.
I.ivros para a bibliotheca2:4009000.
O Sr. Epamiiionda: verdade, bibliotheca e
livros uio uocessnrio. {Irnico I
O Sr. Son za Hei :Eu nao disse isto.
OSr. fc' de Vello :Eu sou quem digo; trata-so
de obras publicas someute.
O Sr. Sonso Hei :Eudarei a razio que tenho
para a puntar esta verba como supriiuivel.
Um Sr Oc/jh/iii/o :liuarde para u ocrasiiu up-
portuua.
OSr. Souza Hei:Nao, devo responder j a
esle aparte.
Bata verba tem sido consignada em 3 orra-
inriilos e nenhuma applicacio se lem feto della!
0 Sr. J. Portella :Entao cont com ella.
O Sr. Soaso Hei:Perdi, nio estamos hoje
em dlltculdades 1
Porque razao nao havemos de deixar a bibliothe-
ca publica por mais um aano sem esses livros ?
Uue tem a provincia perdido e o que perder com
isto? Eu snu tambem amigo dos livros, mas a bi-
bliotheca j os tem e muitos, e se possivul apro-
veilauno-iios dessa quanlia sem ofender urna lei,
aproveiieino-nos della e estou que fazeinos bem.
A illuiniuacan do Rio Formoso c a de Nazareth,
que nio tiver'am anda execusio e a collocacio de
mais 60 lampies nesta cidade tem a consignaco
6:312(000. '
i'ruzani'se cautos apaMe.)
Ku estou informado de que se consigna verba pa-
ra 60 lampies os quaes se podem dispensar, o por
couseguiule nao se consigne este auno esta verba.
O Sr. \l. llego (Raphael): do contrato de il-
lumiuacao a gaz.
O Sr. Son ni Reis :11 guisameiitu e fabrica das
malrizes 1:772j000.
0 Sr. I', da Cunta Sao bulla ah.
O Sr. Snuza Hei : Porque? por ser com a
groja.
O Sr. C. da Cuulia:Com os padres.
O Sr. Soma Hei (dirigiudo-se ao Sr. P. Duar-
te.) Da licenra !
Um .SV. Diputado :Acha que he muito ?
O Sr. Snuza Hei :Eu snlo ser lio pouco, e que
uio possa fazer ahi urna reducrio de que proviesse
graude pcoveito. Siuto que se nao lenhaui dado lo-
dos os anuos 120 coulos de res, por excuiplo: por-
que tinha-mos essa eennomia a fazer, porque eu
nao vejo razio nenhuma para se dar isto que nen-
huma le auiorisa. K a lei do orcameuto que todos
os aunos di viole e lautos mil res a rada parodio ;
urna bagalella que importa como eu o disse em
1:1729000. Entretanto Sr. presidente eslas fregue-
zias em geral sao. lio rendosos, lio pingues e por-
que bao de querer us vigarios receber dos cofres da
provincia rinte e tantos mil res para comprar hos-
tias, vinho e nao sei que maisfI
O Sr. Souza Heis: Nao duvido.
0 Sr. U. Lacerda : Tudo isso hypothetico,
nao posnaudo o cmpresliuio...
f) Sr. Souza Hei ; Ah se passar o einpres-
timo Pois, Sr. presidente, havemos de incluir
nos iiussos clculos um projeeto que esl aida no
nasecdouro f
L'm projeeto, Sr. presidente que pode nio passar
e contra o qual se uiauifesta mais estaTaz.au da de-
mouslraeio de nosso estado tnanceiro pela com-
binacin da recela com a despeza.
O Sr. II. jieerda : Islo razio para passar o
em presumo.
O Sr. Snuza Hei : E com que pretende o no-
bre depulado que se amortise esse euiprestuo e
que se. pague o juro desse dinheiro t
O Sr. S. Mcerda : Temos recursos pan issu
no mesmo orcameuto.
0 Si: Souza Reis : Eu olgarei muito se tic
convencido disto.
O Sr. ('. da Cuuhu : Fique descaucado que
nao o ha de ser.
O Sr Snuza Reis Dizia eu, Sr. presidente,
que tinha chegado ao resultado a que me tinha
propiMto isto demonstrar a toda a evidencia
spere
Um Sr. Depulado : -Ella j existe.
0 Sr. TReodoru da Silva .Ella existe ; o que fa-
rei ser aproveilar-me do reQexo que os nobre, de-
puiados espargiram, para ver se com elles cami-
nliamos, se podemos fazer alguma cousa de mais
positivo, firme e provetoso ; porque nada se fez
anida a esse respeito.
Diz a le da guarda nacional art. 87 : IU)
Diz o art. f; (le-)
A respeito de semelhanle disposieio baixaram
dous avisos, um de 1U53, do Sr. Euzebo e outro do
1857, se me nio faina a memoria.
Um Sr. Deputado :Do Sr. Ihogo.
O Sr. Theodoro da Sites : Estes avisos, pre-
ciso coufussa-lo, omnada ampliara ni as dlsposires
do lei da guarda nacional, relativamente aos desta-
camentos da inesuia guarda nacional em servico
policial: olios sao mesmo jurdicos no meu enten-
der, porque nada inoovam e apenas (azeru appli-
cacaodas prescripces cuntidas uaquella le. Ser,
porem, constitucional a lei aparle, em que deter-
mina que a guarda nacional destacada em servico
policial seja paga pelos cofres provincaes?
II Sr. Soasa Hei*:Entendo que nio.
O Sr. Theodoro da Silva :Otfender essa dispo-
seau a atlribiiicio, exclusivamente nossa, de legis-
lar sobre a nuci da forca policial; attribuicio da
qual se tem entendido que dimana como conse-
quencia, a obrigacao de pagar essa niesma forca?
Sao questoes eslas, a meu ver, muito graves. Nao
prociirarci saberse a le da guarda nacional ueste
ponto constitucional ou nao ; o quo sei que o
-. ~. I -. 1--- v ~ vu-j.iiHwuiiai ou lino O OUU sil li. UUO O
combinando a recela da provincia com a sua des- .,_ peque ella i,,,, su0 euleudida, colfeiisivo a
peza, que nao possivd que passa o augmento da
torea para 600 praeas, sem mis darmos coq_o certo
um delic.il de inais de 96 contos de res, ao passa
iiossasatlribuie
uiribiiicoes ; o que sei c, que se, em virtudo
de semelhanle Tlisposicio, os presidentes conluua-
, rein a entender que podem, independeute de auto-
que otado o numero que consigna o nrojecto, ape- nsaco expressa nossa, convocar; chamar a guarda
nas o delicit sera de pouco mais de 19 eontos de nacional ao servico da polica, elinalmeute Vara-
das essas razos? 1E possivcl que se pretendam
prevenir dolidos dalordeni destes que foram enun-
ciados nesla casa, cem o augmento da forca poli-
lcial Creio que se poderia dizer, e pretender
mesmo com tal augmento que nio ficassein impu-
nes, ou aules que uip llcassem soltos os criminosos
para que podessem sor sujeitos accio da justica,
para que fossem devdamente punidos ; para isto
entendemos que possa servir a forca policial, mas
para prevenir delictosl nao.
Eu disse aqu em aptrie ao nobre deputado que
est ausente, o Sr. Dr. Brandio.que a preveucio dos
delietos dependa antes de urna polica lal que fosse
dirigida por urna boa cabera e nao por bracos por
mais valeules.por mais fortes, por mais numerosos
que elles fossem
Eu creio que lenhol nislo razio, pelo menos
Sr. presidente, em toda la parte a prevencao dos
monslrario como agora vou fazer ? Nio era possi-
vel que u o lizesse senao usando da palavra do
mesmo modo porque o nobre depulado o eslava eu
lio fazendo.
O Sr. S. Lacerdu : Mas qual foi a resposta que
cu cutio tive '.' disse que nio sabia.
O .ny. Souza Heis : Disse-lhe que nao sabia ?
OSr. S. lacerda :Disse.
O Sr. Snuza Htm :Enlao disse mal, porque eu
sabia e sabia-o bem.
O Sr. M. Renu (Rapkael) :Quiz dizer, que o nao
sabia dizer em aparte.
O Sr. Snuza Heis :Sim.
Sr. presidente, com o eorpo de polica como est
organisadn, sendo completo, isto com 350 praeas
se dispende 107:737*100, sendo com as praeas'de
pret 127:7509,vencendo cada nmal por da: cornos
officaes.seus sidos c mais vaiitagens20:848a700,e
com nutras despezas 19:13S$600. A commissao te
delietos depende de um certo tino o do emprogo I ve em vista augmentar o vencimento das pracascom
de certos recursos e ijiens de que snnnle dis- ; 200 rs. punco mais u menos para cada uoia'diara-
poe nm boro chele de piilcia, dapende de una boa I mente, e por um calculo que fez cliegou ella ao
polica secreta. O defrito porlanlo de fulla de pro-' resultado de poder augmentar 240rs., de manera
venci dos delirios uiolpodc recahir sobre o rnrpo j que de hoje em diante um soldado, umapraeade
policial, nem pode ser ttolvo para que se rompo-| polica ou um hornero que Icnha de prestar s.rvi-
nha elle de maior, ou nenor numero de praeas i eos como polica, fieme a ganhar 18210 rs. por da.
porque estas servem ape ios para coadjuvara accio I trcio que em vista das circiiinstancios que nos re-
' Ha um aparte )
O Sr. .S'ousa Heis : O que verdade que
nao oileiidemos lei nenhuma supprimindo isto.
Eventuaes 20 coutos de ris.
Um Sr. Deputado pouco.
OSr. .S'ousa Reis ; Pcrdi.i ; sabe o nobre de-
pulado que isso de consignar despezas eventuaes e
nao consignar a mesma cousa...
O Sr. Theodoro da Silva : Enlao todo o or-
namento eventual.
O Sr. Souza Heis : Porque sabe o nobre de-
putado que o presidente da provincia quando acon-
tecer que urna despeza sobrevenha,sem ser espera-
da, a mandar fazer seja qual for a verba de even-
tuaes, muguen] lhe ha de ir as mios porque elle
a faz.
Um Sr. Deputado : Mas donde tira-la.
O Sr. Souza Reis : Dos cofres assim como ti-
rar havendo consignaco de eventuaes. Estas con-
signarnos lio pequeas, considerada cada urna de
per si. mnntan a 34:7148000.
O Sr. Canieiro da Cunha : Treze tinha eu
achado.
OSr. Sousa Heis : J vejo que trilhou o mes-
mo calumbo que eu.
O Sr. Carneiro da Cunha : Todo o mundo
caramba por ah sem erro, mas os 20 contos de
eventuaes nu sao dispensaveis.
res.que pode muito bem ser compensado pelo aug-
mento da recela, o que passando a emenda das
400 praeas, a que eu presto o meu apoio, de prefe-
rencia.eui lugar de delicit haver um saldo
O Sr. llego Mouteiro : Nao possivel rednzir
a forca de 450 praeas ; eu aida a acho penca.
O Sr. Souza Heis: Agora, Sr. presidente, per-
gunlarei en, quem cabio em contradicca, a com-
missao da lixarao de forra policial, nao dando bases
algumas para a organisaeao, deixando esla ao pre-
sidente da provincia, fundados em que islo compele
efectivamente a elle, ou os nobres depulados auto-
res da emenda, e principalmente aquellos que com-
bateram o projeeto,*que impugnaran! por islo o
projeeto, e que lio bem deixaraiu a orgauisacio ao
arbitrio de presidente da provincia?
O Sr. S, Lacerda: Quer que eu responda ?
Foi a commissao.
O Sr. Epauiuvndat: Eu quero saber qual a
opiniao da commissao a respeito da luelbor orga-
uisacio do eorpo policial.
O Sr. Souza Heis: U nobre depulado nao pode
exigir isto da commissao, quando v que ella julga
niciimpotente esta rasa para dar a organisaeao, sen-
do perianto desnecessaria lal discussao.
Um Sr. Deputado : Comot por ser incompe-
tente? V V
O Sr. Souza Reis: Creio que o nio pode exigir.
Um Sr. Deputado: Anda quer recouhocer a
icninpetencia?
O Sr. Sousa Reis: (juera, Sr. presidente deu
mais ampia aulorisacio ao presidente da provincia?
A comiuissao daudo-lhe apenas aulorisacao para
organisar o eorpo e lxando o mximo da despeza,
ou os nobres autores da emenda daudo-lhe essa au-
lorisacao com toda a amplitude quaula deu a com-
missao....
Um Sr. Deputado : Reslriugindo,
O Sr. Souza Heis: .... e ate deixando inteira-
mente a seu arbitrio os veocimentos dessa forra '.
Um Sr. Deputado: Houve igualdade.
O Sr. Souza Reis : Quem, Sr. presidente, at-
teudeu menos ao delicit que foi annuocudo na ca-
sa .' Quem se mostrou meuos econmico, menos
respeitador desses principios de economa que se
diz que caraclersam os actos desla casa ? foi a r.om-
missio determinando que se gastassem-apenas 250
contos com 450 praeas, ou os impugnadores do pro-
jeeto, os autores dessa emenda que eleva a 000 pla-
cas o eorpo de polica e que nao determina a quan-
lia que se se deve despender?
Eu creio, Sr. presidente, que uinguem deixardc
recouhecer, que os assiguatarios da emenda que
combalerem o projeeto com argumentos desla or-
dem foram os que cahiram em contradicca, foram
os que deram mais ampia aulorisacao ao presidente
da provincia, foram us que mostraraiu menos nle-
r'-sse pela economa dos dinheiros da provincia e
5iip mostraram menos receio pelo deflc.il annuncia-
o o almonos respeito pelos principios econmicos
rom que esta rasa se distingue na opiniao do illus-
Ire e uobre deputadn que assim su exprimi aqu.
Creio, Sr. presidente, que nada mais me resta
dizer para sustentar o projeeto de lixarao da forra
policial, destruiudo us argumentos com que tres
nobres depulados se opposeram a elle, e demons-
trando a toda a luz une a elevaran da forca a 600
piaras icoinpativel com a recela da provincia.
Esta casa resolver como melhor entender.
foses: Muito bem, muito bem.
O Sr. Theodoro da Silva: Sr. presidente, nao
oceupar-mc-hei como tem feto alguns dos nobres
depulados que me precederam, com as coutradicoes
cm que suppocm ter cabido a commissao de ala-
cio de forra policial, nem tambem com as que sao
ttribuidas quclles dos nossos collegas, que apre-
senlaram una emenda para remediar essas contra-
dices e nem lio pouco, llnalmeute, com a theoria
de i onliaiica mais ou menos lata, mais ou menos
restricta, que devamos adoptar com relaro ao pro-
jeeto e k emenda olferecida como correcro a esse
projeeto. O que me parece certo, a esse respeito,
que tanto a nobre commissao, como os nobres de-
pulados que procuraram impugnar o projeeto por
ella offerecido, cahiram no mesmo defeito, per
dem-inc que Ibes diga com franqueza, foram cou-
tradilorios, tanto os nobres depulados, repito anda,
como a commissao.
lima Voz: Venha a correcro.
O Sr. Theodoro da Silva : Nio: os nobres de-
pulados que me conbec.em, que conhecem minha
insiillicienria, mo apoiados) nao podem esperar
que cu molino e. (oo apiados) o trabalho do de-
Eotados io destnelos, como sao ns nobres mroi-
ros'da comuiissio e os que procuraram currigir o
sen trabalho.
As contradeces da commissio me parece que
foram tlagrautes. Ella dizia, por um de seus niem-
bros, que entenda competir smente i assembla a
atribuicio de Uxar a forra de polica; ma3, nao
-.------polica, e lualmeiile paga-
la pelos cofres provincaes de certo qiie'a uossa at-
tribuicio mi subsistir, que o acto addicoual nes-
la [ionio tornar-se-ha completa ulilidade. (Muitos
apniadot.J
Ou temos ou nio a attribuicio de fixar a forca
policial ; se temos, se nossa, e exclusivqmeuie
nossa, comu ja disse, sem duvida que ella perder
o seu valor, porque de nada valerao os nossos pro-
jectos de lixacan de forra, se alm daquella que fi-
xarmos o presidente poder destacar a guarda na-
cional e paga-la pelos cofres da provincia.
O Sr. Souza lei :S appello para o bom sen-
so dos agentes do poder geral.
_ O Sr. T. da Silva .Assim, senhores, estamos
neslas dilliruldades : ser ou nao constitucional a
lu da guarda nacional uu ponto em questio ? Es-
ta rio os presidentes em sen direilo ou exorbitarao
delle, se obedecerem aos a visos do governo, que
Ihes mandara que cumprain a lei ? O que certo
que, se nos determinamos aos presidentes que nao
cumpram a lei, elles, que sao agentes do poder ge-
ral. na collisio, sem duvida obedeeerio ao governo
geral, meuospresarao nossas deliberaces, c at
mesmo poderio deixar de sanrciona-las. E islo o
qu sera duvida ic.ontecer se dissermos :o pre-
sidente Oca inhibido, impossibilitado de pagar
guarda nacional, empregada no servico de polica,
pelos cofres provincaes. De duas, porlanlo, una :
ou nao sancionar a le, ou, se a saoccionar, arras-
liado pela uecessidade, impellido por ella lera de
obedecer de preferencia i le e avisos, menospre-
sandu assim as nossas deliberaces.
Um Sr. Deputado :bedecudn le.
0 Sr. T. da Silva : Obedece ao governo e i
mesma lei. O que se pode pois fazer '.' Por meios
directos crea que nada se poder conseguir. E por
meios indirectos ?
Um Sr. Deputado : Qual elle ?
O Sr. T. da Silva :Nao sei se se pode ; eu vnu
fazer hgeiras consideradlos a semelhanle respeito ;
se mereccrem a approvcio da casa, se forem apro-
priados ao Um para que as aprsenlo, a casa as
aceitar.
Nio nos ronvm, verdade, porque no produzi-
r eifeito, determinar, prohibir que se pague pelos
cofres provincaes a despeza que fuer a guarda na-
cional destacada, urna vez que ella tenha sido cf-
fectivomenlc destacada ; mas temos o direito, me
parece, por isso que lemos n de flxar a forca poli-
cial, determinar de modo claro, c prer.iso que, alm
da forra tlxada, nenhuma oulra da guarda nacional
seja destacada em servico de polica. Assim, nin
enllocamos o presidente na stuaco de desobede-
cer lei eao governo geral: mas fazeinos rom que
elle, observando nossas disposicoes, nio grave os
cofres provincaes ; e dahi resulto o fado benfico
de que. Ovando nos 3 forra policial e pagando-a,
lixanios aquello numero que nos parecer- e for
siifcieule, nao flrandn ao presidente o arbitrio de
eleva-la indeterminadamente por meio da guarda
nacional. Toda a difOculdade a meu ver, est em
hdhililarmos a presidencia com meios bastantes pa-
ra que possa alieuders necessidades publicas ; es-
ti em darmos-lbe a precisa forca para que depois
nao lique privado do recurso que tinha de chamar
a guarda nacional paca oserviro policial, de modo
que se nao entorpera sua aerar, governaliva e nao
precise de laucar mo da guarda nacional. Este po-
der nos compelo, por que somos os nicos compe-
tentes para, em vista dos recursos da provincia, flxar
a forra policial. por isto, senhor presidente, que
oflerero una emenda ao art. 1, a qual concebida
nos termos seguntes : (l)
t'in Sr. Deputado :Lea o aviso e a lei da guar-
da nacional.
0 Sr. T. da Silva : Ja assim ficar dispensado
o auxilio da lei da guarda nadonal ; porque, no
momento nm que recnuhecermose flxarmos a for-
ra precisa ao ordinario serviro policial da provin-
cia, para o que somos exclusivamente competentes;
no momento em que, alm disto, estabelecermos
que nos casos de absoluta uecessidade possa a for-
ra ser elevada a 600 praeas ; temos o pleno direito,
urna vez que satisfazemns todas as hypotheses, de
exigir do governo que, alm desta forca destacada,
nio lance mi de nenhuma da guarda nacional pa-
ra o servico de polica.
Um Sr. Deputado :Isso de nada vale, porque o
presidente esta aulorlsado a laucar mi da guarda
nacional, quando Ibe parecer.
O.S'r. T. daSilca :Vale ; porque nio determi-
namos que se nio pague a guarda nacional pelos
cofres da provincia, urna vez que tenha sido desta-
cada ; o que prohibimos de ora em diante que el-
la se destaque : porque damos meios suf&dentes
para satisfazerem-se as necessidades publicas,
O Sr. Snuza Heis.e. se o governo enlenderque
sao poucos?
0 Sr. T. da Silva F.ntio. senhores, enlao nos
nio poderemos absolutamente fazci cousa alguma ?
-.-..-. -.


2
O Sr. Souza Rtis:NSo, em vista da lei.
0 Sr. T. da Silca :Podemos ; poique somonte
a nos que compra tizara fon-a precisa -. e, d-mo
llorona para continuar, (|iie lh'o deuionslrarci.
O que nos nao podemos, porque nao produzir
i-hvitu, prohibir que o governo, una vez que te-
iilia cliamado a guarda nacional ao servico policial,
deixa de paga-la pelos cofres provinciaos ; porque
na colliso do obedi-cer ao governo, de respeitar a
lei geral, oii de observar o nosso acto, a presideu-
cia uo exitar ; mas oque fazer".' Conservarmo-
nos ucsla infeliz siluaeao? Nao haver remedio
para ialoY Entendo que sim, nao directamente, mas
pelo meio indirecto que proponho ; islo evitando,
nao o facto do pagamento, qu inevitavel, unta
v.-z que soja chamada a guarda nacional, mas o em-
preo della.
O Sr. Sonsa R'eit:Eu creio que a emenda do
nnbre deputado o mais que pode fazer coarctar
abusos da autoridade.
0 Sr. Theudoro da Silva : J um lim bene-
liru.
1 m Sr.
Deputado:Nao o deremos esperar;
porque se o presidenta quizer commtlcr anuos,
nao lia de ser a emenda que o ha de inhibir
disso.
O Sr. Theodoro da Silva :Rasgucm-so culo
todas as nossas leis provinciats ; porque se sequi-
lar, comnioltor-se-lio abusos : isto prova de mais.
Talvez eu nao me lizesse beiu cuuiprehender.
Nao quero prohibir presidencia directamente
que pague guarda nacional destacada pelos cofres
provinciaes ; mas quero prohibir que a destaque ;
porque evitando-se assim o seu emprego, evita-se o
BOU posterior pagamento, para cojo lim llie dou os
precisos raeius. .' a nossu altribuiro de livor a
forra.
" S,-. s. Lacerda .-Nao disse que elle nao pude
ilesoliedecer lei f
0 Sr. Theodoro da Silva :A lei o que manda
que a guarda nacional, urna vez destacada, seja pa-
ga pelos cofres pruviuciaes. (ira, eu nao proponho
que se vede & presidencia o pagamento; o que
proponho que se prohiba o destacamento da
guarda nacional em sen ico policial, 1. um mein
indirecto, em o qual evito o facto ulterior do pa-
gamento, e que a despera nao seja feila pela pro-
i inris.
Creio ter-me feito entender suffkicntciiicnte.
Se, pois, a lona policial for isullicienle alguma
vez, o presidente da provincia teui o recurso, que
so Iho d rom a emenda, de elevaro corpudo 400 a
(00 pracas ; mas, se Ihe concedemos lodos estes
meios ampios de governar, lodos estes meios de
exocular as leis, de fazer respeitar a seguranca in-
dividual ; podemos tanibem, temos direilo de di-
/er-llio : j que possuis lodos osles to ampios
pieios, nao podercis mais usar da altribuiro da
lei da guarda nacional, chamando a esta para o ser-
vico de polica.
I.'m Mr. Deputado :Isso uo pode ser, porque
elle lem a disposico da lei em seu favor e nos nao
Ihe podemos determinar que nao cumpra a lei
geni.
(Ciuzain-se amitos apartes.)
O Sr. Theodoro da Silva :Eu pens assim, por-
que a lei da guarda nacional nao deve ser enten-
dida isoladamonte, mas de combinarn com a attri-
bu ico, que nossa, do ttxar a forra policial c au-
torisar o seu pagamenlo ; e porque so com aquella
combinoro e quepodem cu-existir a lei c rssa at-
Iribicao. Talvez minha opinio nao seja a mais
acertada: eu sujeilo-a consideraran da casa.
Cnmreloco, Sr. presidonte, ao numero em que
se ttxa a torna, me inclino a votar pul emenda
ltimamente* olferecida pelo meu nobre amigo 1."
secretario, quo o mais econmico e que por isso
aceito.'
Nos temos neressidode de um corpo de polica
brmorganisodo.de um corpo de polica rujo pes-
soalseja bom e acuitado, corto ; mas, a par
dessa neoessidade, temos outras minias e preciso
que, na apreciacao deltas, nao sacrifiquemos urnas
s nutras : porque tambem verdade que nao de-
vemos votar um ramo de serviro publico com am-
pios meios, an inosmu lempo que* outras licam lu-
tando com a coherencia delle. Islo o que se di
com as pessoas moraes, com as provincias, com os
estados, e em relaoo As subs aeressidades, o que
acontecou tambum com os hoiuens nos actos da
vida, com relaro as suas dilferentes prensos. El-
les sao urgidos' a remediar todas ellas: mas devem
procurar satistaz-las da conformidade com suas
posses, com seus recursos. Se, pois, nao temos re-
cursos ampios; se os uossos meios pecuniarios
nao sao abundantes : se, alm disso, ameacam-nos,
nao Mi se razoavelraentc com um dficit, se, para
n-mediar esse dficit, j se falla n[um einpreslimo
ovultadissimo ; se a(6ra o emprestioao, j se lem-
bram da creaco de impostas; 0 se, finalmente, j
temos eompromissos tao renes, tao pesados c com
os quaes despendemos grande parle de nossa re-
celta ; oque nos aconselha aprudencia que nao
votemos a maior parte de uossas rendas para sa-
tisfazer sement a fiecessidade, na verdade, palpi-
tante, da seguranca publica ; porm que llie desti-
nemos o que for posssivcl, seni prejuizo de ou-
tras necessidades, lo reaes, lo legitimas como
ella. E* por isso que cu nao e\ito em adoptar a ul-
tima emenda olferecida pelo Sr: 1." Secretario, por-
que a mais econmica. Tem do dar-se o que
necessario, um augmento de sold s proras de po-
licio : e, so alm desse augmento, tormos tambem
augmentar avnlladnmente o corpo de polica, ten-
do-se demonstrado ha ponen que esse augmento ab-
sorver a quarta parte, provavelmcntc, de nossa re-
i cita, resultar de tndo isso que minias outras nc-
ri-ssidadi's deixaro de ser sallsfcitas ou teremos
bancarrota, l'.onvui isso ? E' necessario, portanto,
se* prudente, reflexionar; necessario que, apar
dista necessidade, nos nao esqjjecnmos de ou-
tras.
Como, porm, nao quero embancare governo, o
autiu-isu, emeasn de absoluta necessidabe, a elevar
a torca a 6fi9 oraras. Assim, creio en qne mmpri-
mos o devr de darmus torca ao governo o ao mos-
iuo lempo o dever, nao menos imperioso, de sermos
econmicos.
nanlo A organisaco do corpo policial direi tam-
bem Igmna musa.
Folgo de ver que ideas minhas, por mim outr'ora
omiltidas, sao hoje acuitas. Eu o anno paseado di-
na que corpo de policio eslava organisado incon-
venientomente ; eu dizia que nao comprphendia ro-
mo esse corpo, que era destinado militas tees a
obrar s omitas, sem ser visto, titease urna orga-
nisaco toda militar.
Ha Sr. Dtputado :Esse nio anda o diaipr
defeito.
O Sr. Theodoro da Silva :Nao era s isso ; hn-
via mesmo luxo militar; porque elle annunciava-Se
pelas mas por nina banda de musir, que de mais
era paga pelos cofres provinriacs. Eu, pois, folgo
de ver que aquellas ideas qoe ento tinha, sejam
hoje adoptadas geralnente.
Ser, porm, conveniente que se desmilitarizo n
corpo absolutamente ? Ser prudente que lodo o
corpo de polica passe.de militarmente organisado,
a se-lo urbanamente ? Entrado que nao : urna
evperienria nm csalo que se ra faier; nao sa-
bemos o que resultar des?e eusaio ; runvm, por-
tanto, observar e esperar. Desmllitariscmos umn
fracrao do corpo,mas conservemo-1'o militarisado na
sua maior porte. Elle, assim destnilitarisadu, nres-
tar-se-ha an servico da ridade, ao serviro urbano
por assim di/.er ; "mas, a par disso haja tambem al-
guma forra milltarsada para a reptessao de cri-
incs no interior da provincia.
f.omprehoiide-se o que seja polica urbana na ci-
dade, mas, no centro da provincia, urna illuso,
nenhum resultado trar. Todos que conhecetn as
rircuinstancias dos lugares cenlraes, a falta de po-
pulaco o sen despovoamento de muirs leguas e a
densldade de suas matas comprehendem que a po-
lica do interior dever ter urna organisaco militar
Voto, pois anda cela desmilitarisaco da policio
comanlo que seja parcial. Vou concluir.
Sr. presidente, o corpo de polica coasome .i
pode authorisar-soseuielhaiile npiuiaocoiu a leda
guarda nacional porque essa s diz que a gualda
nacional poder ser chamada para esse serviro, de-
vendo porm eiileiider-se, que sosera de iiaiicira,
que nao excedo o un mero marcado pida assenibla.
Surque o coiilrari disto seria a obsorpeao do po
erlegislativo, pelo mocuuvo, ao menos uesta par-
te, visto que isso a nada menos tendera do que a
nullilicar um acto legislativo.
U Sr. J. Caiatcanti, sustenta de notamente as
suasideias j emittidas rm outraoccasiao.
OSr. Reg .tfonleiro, declara volar por 600 pra-
cas por entender que a extenso da provincia re-
clama esse numero. Parecerlhe que com o crdito
do 250 cotilos marcado no projeclo, se poda fazer a
despeza necessario paro o pagamento desse numero
de proras, pela razao de que n.io so completando
esse numero, logo no romeco do anno linanceiro,
o resultado sera nao se fazer a despeza na impor-
tancia total das 600 piaras.
Encerrada a dscussao* approvada a emendado
Sr. N. l'ortello, e a 1.a parle da do Sr. Theodoro da
Silva
Entra em disriissan o art. 2.
0 Sr. Gouralvex Grinaret, (nio devolveti seu
discurso.)
Encerra-se a discusso c,posto a votos o ariigo,
approvada al.'1 parle oregeitadaa i."
Entra em discusso o art. :1."
Vouiesoe apoiam-seas scguintes emendas :
Em lugar de 250 contos, diga-se220 cotilos. Sou-
za liis.
Vigorando a actual tabella de sidos. J. Mello
Reg.
liada a hora, o Sr. presidente designa a ordem do
da e levanta a sesso.
Diario de Pemambuco.Sabbado 2f> de Marco de 1859.
gundo discusso
qnereu dispensa do i
do dia de hoje
lu seguida fui s
n, lamben deste annj
renca a Thomas Jos
da lazeuda prorincu
llego (Joaquim) rcqi
Sr. Goncalvaa Guimaresre-
itersticio para entrar ua ordem
Mailins Peieira c I
fossoouvido oSr.
segunda discusso, 1
de l.acerda, que pi-
llada a hora, o
dein do dia de lioji
discusso dos proj
como a do paren
poderes, que propt
que desmembra do
acudidos a lempo pelos empregados dos bairros,quei nio, parret uniurnl 'iie a* aitloridude* oh o* ho-
giiinla discusso o projeclon.
. que loncede umauio de li-
da Silva liusmo, Ihesoureiro
, c foi -approvado. 0 Sr. Mello
eren dispensa do intersticio
para ser dado para 01 lem do da de hoje.
Soguio-se a [irimoira di-.u-sao do projeclo n. 7,
que crea nmo fregiiezia em S. Jos do Raposa,
orando sobre elle osISrs. Souza Reis, Baplisla, Ma-
noel r.avalcanli, Barrbs de l.acerda, Martins Pereira,
Manle Piulo de Campos.
Eni approvado rom a emenda dos Srs. Baplisla,
"lollo Reg (Joaquim) para que
spo, sem prejuizo da primeita o
sendo regeitada a do Sr. Barros
diao adiinento at se oblerem
informocoes do Sr.lpresidcnte da provincia e do juiz
de direilo da comarca do Ronito.
11 projeclo da tixBco de lona policial, foi appro-
vado em segunda [discusso, com a inunda do Sr.
Souza lteis, redu/jiiilo a 220 cotilos o crdito que
se vola para a organisaco do corno.
r. presidente marrou para o or-
a cuuliuuariio da auteiior, e :t."
ctos n.* H > 10 deste anuo, bem
da commsso deconstluicu e
e a aceloco do prujecto de le,
ii'ornnliaiu para Pao d'Alhu os
ngenhos l'-arabale Aldeia, ao qual negoii a admi-
nislraro da proi-iiicia sua saneco ; e levaulou a
MSSiO
du ccslo mereceui todo o ekigio, nao leut tiueHM-
bido iio/i/iii alot arnmmtllido*. Hao lia Vcidu iil-
gttuia vibrca efcaxia da hoiiifipitlhiti.
Anido esrrcvid esta, quoudo volta da Poni o li-
wt n* priuci/VM* a lerr hra&em coa/irrii/ii.'-
Ui ao garteo intacroes weriforias pratien4tt$ por
anjee* i'i'liuiniis, ron oitN tftilot dastu/pliearetiho^
mfopatictl*. l'iiUisrut ilui-i'lii rrxtilioii o gritod\
Iho do Hi. l'.ataucourt. o diz-nie que a pessna ac- detttptro da oligarrhia aUopalhica contra os no/- ni.-iroiulo remedios. Eram dous anjos de quem si
Siss.Co ORiiiNAni.v r. 24 he .neo ne t859.
PrttideHeia du Sr. harn de Cumaragibe.
Ao lucio dia, feila a chamada, veritica-se estarci
presentesSS Srs. depulados.
Ahre-se a sesso.
Le-se e approva-se a acta da anterior.
O Sr. 1." Secretario menciona oseguinte
r.xrKiiir.NTK :
L;m offirin do seerelario do governo, arompa-
nhando a copia de mitro da cmara municipal de
t.aruaiit, i-\poiido as necessidades de son munici-
pio.A' commisso deorramenlo municipal.
dem do mesmo, enviando oflirio da cmara
municipal de r.imbres, ilalado de (i do crreme, c
popis aunexos.A' commisso de negocios de c-
maras.
dem do mesmo, fnzendo rernessa do outro da
cmara municipal da Escada, cvpuudo as necessi-
dades do sen municipio.A' mesma commisso.
Ouli-o do Sr. deputado suppleulc Francisco Joo
C.arueiro da Cunha, aecusando o recebimento do
ofciu do Sr. prinreiro secretario da nssembla, con-
vidando-o a tumor ossento e declarando queso o
pode acquecer a esse convite mais tarde.nlei-
rada.
L'm reqnerimento de Joaquim Lopes de Alineida,
Sedndo autorisaco para contratar com a cmara
e i (linda o aforamcnlo de alguns terrenos alagados
pertencenles mesma cmara. A' commisso de
negocios de cmaras.
Sao lidos c approvados os scguintes pareceres:
A commisso de obras publicas, a cuja ronsi-
deraro foi submellido o requerimento de Juo Ilyp-
politi de Mr ira l.ina, arrematante do 15" lauco'da
estrada do sol, precisa que por intermedio da'pre-
sidencia da provincia sejo ouvida a repartirn das
obras publicas para, em vista da infonnaro desta
offerecer consideraco da asseiublca o que llie pa-
recer convenante adptdr-Se.
Sala das commisscs, il de marco de 1859.
Dr. Nascimentf.Portella..lugititu rte Otirtira.
A commisso de obras publicas preciso que so-
ja ouvida a ropartiro dos obras publicas, sobre o
requerimento em que Evarislo Mendos da Cunha
Azevcdo c nutres, moradores na Estrada de Joo de
Barros, da freguezia da Boa-Visto, pedein que se
determine a abertura da antiga cainbiia de Taca-
runa ao Manguinho, e assim de parecer que por
intermedio da presidencia da provincia seja ouvida
aquella reparlicn.
Sala das cominissoes da asscmbl.i legislativa pro-
vincial de Pemambuco, 2i de mareo de 185'J. Dr.
NatrimtktoPortellu.Jlunnrl Cavaleanti.*
E' lido, julgado objecto de delibcraco e va a im-
primir o segiiinte projecto :
< A asseiubla legislativa provincial de Pemam-
buco, resolve:
Artigo nico. A sede da freguezia de Ivossa
Scnhora dos Prazeres de Morangnope lira.transfe-
rida pora o povoado de Nossa Scnhoro do de Pao
Amorello, ruja capclla licar erecta em motriz ;
revogadas as disposices em contrario.
Paco da asscmbtea logislativa provincial de Per-
nambuco, 21 de marco de 1859.Joaquim de.Hel-
io lega. Juo Alfredo Correa de Otirtira .|-
drade.
C Continuar-se-ha.)
REVISTA DIARIA.
No da 19 do corrcnle, o Sr. IIT. Carolino proli-
rou a resecro de uroa parte do osso maxilar supe-
rior em um ti Iho menor do Sr. Joaquim de Souza
Cime, de nove annos de idade, e morador na ra
das Trinrheiras n. 50, c isto eihl ronsequencia de
u_m tumorosteo-sorcoma que oceupava toda apor-
can inferior do osso que fca abaixo da ala do na-
riz, desde o primeiro denle incentivo at a lubero-
sidade maxilar direila.
Dilatada a bocea por meio de urna inciso, e se-
parados convenientemente os lecMos saos, foi o
osso serrado em dous pontos e extiohida toda a par-
te aflectada mediante o escopro e a tenaz inci-
siva. .
Foram ajndanles da operaco os Srs. rs. Dama-
zio, Teixeira e Villas Boas.
A crianra nao sendo chloroformisada, em eonse-
quencia da sede do mal, resisti grave operaco
com urna coragem superior a toda a especlati'va.
Sendo corto que seu estado promette um breve res-
tabcleeinento.
lnformam-nos que o digno delegado de Goian-
na, tendo ltimamente de pascar nma revista na ca-
deia dnquea ridade, nella encontrou Francisco Lo-
pes Pereira Lima, preso ha mais de 4 anuos, que
sendo em outnbro de 1855 condemnado pelo jury
a 6 mezes de priso, por rrime de terimeato, e ap-
pellando o juiz de direilo da deciso do jnrv, an-
da hoje nao leve logar a soluro do processo. con-
tinuando o pobre hornera, que tinha quando milito
de solfrer nm anuo de priso, por ser o mximo da
pena, na priso por lempo milito superior ao de
sua condcinnaCo I
E que repararn hnverft para esse pobre hninem ?
OSr. Augusto Vieira da tu ola, que nesla c-
dade se achara recolhido, cm consequem ia de um
processo' instaurado em lguarass. para all soguiu
aiiie-liontem, alim de ser julgado.
OSr. ehefede polica, em atlenro posicV) do
Sr. Vieira, o fez acompaiihar por um oliici.il e cinco
pracas montadas.
Chamamos o attcncode quem for competente,
para acabar com o ajunamento de almocreves pe-
las ras, ao ponto de embaracarcm o transito das
pessoas a p, como aconteccu ante-hontem na ra
das Cruzes c do Queimado
O Sr. Domingos Alvcs Malhens, subdelegado
Publicajeoes a pedido.
\|iiint:iiiu-iitos |inra a historia la ho-
ni< "palliln |ielo Bf. Saliinti M-^:i-
rh liiil^eiii Pitido.
Hespo-ita ao velatorio do estado saniUtrio da pro-
vincia de l'enitiiiitiuco no anuo de 1S51J, upri'^en-
lado pela COINNIMSffO df Ui/ifienp publira.
( Impi-essn no lim do annu de 1H57. )
N. 11.O artigo, a que se respnnde, Iranserip-
lo por |iaragraplios, que se disiingueni da ras-
pusla BOC estarem inargitiados e rullucados entre
parenllirses.
nusrii \L IIOSV.OPATHIC.O.
t'oiitin miran./
( Desenvolvida a epidemia em Santo Au-
ne lo, dous campies, dentro o numero dos ch-
ic liosos honicnpalhos, Ininoraiu a peilo laxar
emprego exclusivo deste systeina na cidade
da Victoria, e al cerlo lempo guzoraui deste
" privilegio, alenlas as circuuislaiicias, que j
nrain referidas etn outro lugar. )
'.oiilra a vontade do Sr. Dr. Cosme alii est um
bello elogio doiisridados curiosos homeopallias,
que pouiln de porte o seu socego, c sens com modos
se eutregaran ao orniidavel servico de soccorrerem
aossrus semellioiile; com os meios que lililiam
sua disposico; ao passo que uciit mu curioso al-
omini.llida, logo que Ihe. applicou a dose. il< u .. /
nal de rula.
Azora mesmo son avisado, que succunibira hoje
s 2 huras da tarde um accuinuieltido no lugar Aris-
co, contiguo a Cacimbas, o qual lem de ser sepul-
tado, como lodosos mais o foram, pela policio, ou
por pessoas forradas por esta, fisto romo senegain.
V. S. veria no Diario de Pernambuco a ni unir
por que dividimos a ridade para melhur conunodi-
dade dos soccorros etn lempo, e por um descuido,
ou por falta mesmo da lempo nu corattSaniquei a
V. S.,do que llie peco petdo, una vez que assim
se dereria ter Rilo.
Meu amigo uo teuho tempode tratar dos meiis
negocios, somenle Indo empregado no salvarn dos
rneus rnncidados, o Dos me queira dar forras e
conservar Ittb do mal, pato prestar os Barrios
huinauidade. '
Estamos festejando o nosso orago Sanio Anlo.
Muilu estimo sua saude, e aqu mu lem disposlo
pora o sen son OO,
Sun de V. S., milito ltenlo obrign, venerador e
criado. Tiburtino Pinto de Almeidu.
Victoria, 20 de Janeiro de 1858.
P. S.Chegou de Cacimbas o lilho da Dr. Biltan-
court e o padre raneo, r deixaram Miras tre me-
comwettidos : e futti pausos u quem anterior-
mente dernut o* preseroutirii*, nao tem nido ar-
eommeltidd*. 's h horas da noite.)
(Publicado no Diario de l'einumbuco de 28 de Ja-
neiro de 1856.1
Anda tendea inois o seguiute documento, que
iieiu por vos e ucni por pessoa alguma foi cunles-
tade.
bolkiim n.\ sor.iKiniir. noaBOr*1UICa BSSHKBRE.
CommuDtoain-nos da enmaren de Pao d'Alhoqoe
n cholera contina na povoocan da N. S. da idio-
cia All se tem empregailo o liman, com o que
miiitos melhuram ; mas. apparerendn a sede devn-
railora, apenas os deiiles ucbcm agua, morrem.
As commnhicacoes da cidade da vicluria, san as
segiiinles :
< II Lindera vai terrivelinente assolafldo : lem fri-
to batanle* victima* depuis da chgadn d>n mnli-
rn, ignorando-se a causa disso; parece que urna
dos causas haver o povo de Locimbos emigrado
para a cidade.
Tonlio Irobalhailo multo, n.io podando anda di-'
/.er-llie o numero dos que tenhn curado ; moa ponan
assererar-lhe que a homtopathia tem levanladi.
milita gente.
Tem havido lerriveis recahldas, em
ca de comidas e Jesvio de rgimen.
Teuho dudo preseri'aliros a curias pe**oas, c es-
tas al o prsenle vo em paz. >
Al esse momento ludo corra plcidamente
recia que a limite recuava diante de dous alijosfl
Ihns do Sr. |lr. Biltaiicourl. que voavam luda a
parle levando os snecortos homeopalbicos.
Com razao allribue-se, romo una das causas da
fenetco* carinos, contra u homtopathia, e contra
deUijado dr pulira i animados pelos jornaesde Ha.
re", que tambem a principio endcosaraiu a lionico-
pathia (0 Sr. Di. Cosme nn t. capaz de mostrar
um s numero dos jornaes de Muren, que .. autho-
ri*t a negar o triumpho da Rmtopathia ate" o 'm
da epidemia. S o maligno prazer de adulterar a
rrrdade opoderin lerur / dutidui dism e 80-
hrcludo, leudo por alguiu lempo orampn livre .11-
< ir o povo allerrado, porque os priinciros incdl-
cos c acadmicos que pora allloram mandados,
voltorain cidade ou doentes ou liorrurisados,
podero sustenlar-se por olgum lempo.
Paraca pois incnnlestarel que as
soccorrer atllicta bomamdade; cahtb lerido do mal
e vnou ao mo do Uiissimo.
Lu Inda a parir na Vcbnia onde a dr appare-
cia, eram emniitradn- dnos m.icinlios, um Jo 12,
nutro de It aunos, animando os enfcruios e admi-
proinpto soi
a. ."ei das ilili
serviraa Providema lantu para
dos iiifclizes, como paro sanrtillcaeao das inleneui
das peaMias rjiidosas, que cmpregivam a Uomeo-
patliia ; porque nansa idade, em que as paixes
apenas come^am a desabrochar, uo jiodrria entrar
o calculo do interesse material. Eram riles os li-
Ihosdu S. l>r. Hittaiiciiuri. 0 mais moro, que se
chamava Mumwl Joaquim Xarier de /'if/i/iiroiir,era
dolado de grande actividade. e se possuira lanto do
desojo da salvarn dos enfermos, que al como que
se esquoria da refeii n e descanen do curpo. x-
lenuodo pelo Luliga. e esquerido de si, elle nn
prestuu atlenro aosprimeiros srmptunias choleri-
111 maiiilestaraui, os quues rom tal ra-
[iie nao foi possi-
No esta lo lgido
lo pola liquidarn da snriedade, en suri
creira Cesar indemnisauo du seu capital e
eos, quesr
iilnridades, ou
homens pnneipaos da rielara, lizeram sentir ao pide* c > inlencia se suecederam
governo as .antageiis da liomeopalliia ; e isso mes-t vel couibale-los VlrforiosamenU
nm se dedil/, do um ollirin, mais odiante Iraiiscrip-
tu, a mim dirigido pelo presdeule iki provincia,
coiividandn-mo para ir aquella cidade.
(.ue a honirnpalliia SOSteiltOU-SC sempre no seu
posto de honro, apesar dos ambararos dos allopa-
thas, iini fado s contestado pela ni.l l : e ate
una deducio logira das palanas dos Sis. l)rs.
\quinn e Cosme. as troquemos, ida-, e mllas dos
Srs. mdicos allopathas, apopoliira sprna acha-
ra recursos nos intrpidos curiosos hpmeopatbas,
de quem cima fallei, e em mais duai pcssASM-
mcadaa pelo governo, sendo nina o Sr. Jos Uves
Theiiorioe oiitru o crurgiu Francisco Jos Uodri-
ges.
O Sr. Thenoriu, que duroule mais de dousannos
praticava a homeOpaUla era met consullurio.acha-
va-seuesseservii-o quando fui nomeadu : eembora
lile lizesse inuita falla sua retirada,vista a.lllllleli-
cia iinmensa de trabalho no eonsiiuorio e botica,
oconselhe-o para que porlisse iminediatanii'Ule ; o
que fez em lio boa hora que fui uui dos mais deno-
dados albinias contra o uagello, nunca abandonan-
dn n seu posto at o lim da epidemia, e al receben-
do elogios dos proprios allopalba- !
O cirurgio Francisco Jos Rodrigues, boje falle-
cido, era um honiem reiierarcl pela sua idade, e
pela sua praliea medica. Nos -rus nltiinos anuos
alira.'nu a homcopulhia, svuao com aquella pureza,
que era de desalar, ao inanos segundo o pucn es-
ludnque poda laxar em una idade lo ciescida.
Na ridade da Victoria fni elle se convencer de que
rdadeiro tralamento do cholera s exista ua
e o numero dos que tenhn curado ; moa posto. Iiomcopathia ; e lanto assim que escroi endo
Mal bt Inn i.llfl it ItO nllliili^ll JkU1 t n an Iji llfli.f jl./. I ii A l -a A **.. ,_l ?12 S I i 1
e no molo das horrorosas contufsoes ihe propuze-
ram pora que lomaste o sueco dn liino e outros
remedios sUopatbiooa; mas elle de modo algnm
rotlSCnttO, respnidendn que o seu mal etaiie unir-
le ; que tinlia cnusrteiira deque neuliuiu remedio
n pujeria salvar; e pnr isso pedia que -O deixas-
sem morrer lomando os ri'moaios nomeopalhioos,
com que hara curado a lauta gente '
Tanta conveeBo e tanta placidez de espirito em
momento lo solemne s poda caber em um anjo!
E assim tniciiu esto vida de provaees pulo gozo da
bemavanluranra, deixando ao mnndu uxcmplos
bem incaute- de ciiii-lancia, de abuegai.o, de amor
lilial, e de verdadeira catidode. i')
(Continuar-se-ha.)
EP.lt ATA.
No eommnnicndo publicado no Diario n. 67, e
assignado il iinpareial, na columna 2*. linlia f
e as patarras mas sem que sejam aqullos
leio-se mas sim que sejaiu aquellos; na mes-
illa columna, lindas ;t2 quando diz director geral,
Icia-sc director geral interino : e na mesma co-
lumna linli.is 11, eiu ve/ de que tciihatu linuiea-
cni, leia-se que liiihitm noinearu.
COMaKiMioT
PI'.M
consequcu-
inleusidadee evlenso da epidemia, emigiaii
ao passo que nem um curioso ai- dM hui|antM dl. r.a.-iml-n. povo deve roiivorcci
lopalha. nem algum boticario existente na cidade | M da V(.ll|adf. l|e que ([l! JJ ,:...
pelo contrario parece que Dos
! se da verdade de que a fuga uno o lirra da peste ;
da \ irtona appareceil oenuibater o inimigo i:nm as
ti/anas. chorupados e mais petrecbos dos arsenaes
Uopalhicoi! Infelizmente o Sr. Dr. Cosme leve, a
maligiiidadr de occullar sen, iionies, talve/. com o
proposiln de sublrabi-lns ao recoiiiieciineutu dos
amigos do liumanidade. Eu porm me iiicumbirei
de salva-Ios du i'squecimenlo reteriudo a verdadei-
ra historia dn cholera na cidade da Victoria tundo
por base nao so os bnlclius da Sociedude llomcnpa-
para puni-lu do
duixam seus par-.
que
desliiiiiianu abaudouu em que
ines, lillios, iruins, prenles, amigos, e cm uiua
palacra aus seus semelliaules, o imligita pora de
preferenria ser alocado e solfrer euli
carta familia dando usfrurj*oes acerca da epide-
mia, ar.uisolhavo o uso dos pretereatiro liomeopa-
lliiros, e indicara OS medica nirntns liomrnputliicus, I
que decano ser empregado segundo as circumslau-
riu< sgmptnmulit as.
llevo aqu roiniiiunicar mu fado bem Conhecido
pa- na \ ictoria, e que iiidignuu Indo- que o souberain.
-I ni individuo esliaiigeiro llliluladu uieijico.cieio
que sem titulo algum.Iralava allopallileaiiienle una
lilha do Sr. coronel l'orraz, a qual, ape/ar dos ca-
lreos desM* Sr., eslava prestes a hixar sepultu-
ra. Eni tal cnvniusl incia lu chamado o cirur-
giao Rodrigues que dopos do emprego de alguns
medicamentos bomcopaihicos conseguio sallar a
dneule.
A mi IIIX.II'K 21 riF.MVftCO IIF, 1859.
S TRES lltilt.VS |i \ TMIKK.
CotS^Oes >>ili' iaes.
Aiisucar mascavado2(l8 por arrobo do Canal
Vssucir iiranco sAmeno2s!)50 por arroba.
rele da Parahiba pora Liverpool3 8c 5 0 0
ibra de
l'M'llUlll
;odao.
letras, lt) e 12 0 0 ao anuo.
Eivd. H iiiilliird. presidente.
P. Burees, secretario.
por
ALIAN'DEGA.
flendinicnlo do dia 1 a 2:1. .
dem do dia 2 ......
35t:198|3S3
21:9tiTSl
W9:165j46fl
Nn podio nsse individuo ver com bons ollios um
Descarregam hoje 2fi de marcu.
Barco americanaSaenfarinba de trigo.
Barra luemenslloheii-lanperdem.
tocto, que o desconreiluava dianle de Ulna popula- Barca americanaI'.. K. I.e\taboado
obliga,
.los I
livros.
Secreloria 2! da mareo de 1850.
Or. Apriqiotiuimarcs.
OlUcial maior.
Ti'iltu-ia I lo <'Oiimior<-io.
l'.la secretaria do Iribunal dn cnmmercindo pro-
vincia de Pernambuco se faz publico, ((,. 1,,.,-t.i ihita
tica inscripta em o competente livro, cariado i -
gi.-lro do patacho nacional Julio, do porte de I1G
I......ladas, dn qual proprielana ll. Eugenia l'rau-
risea da Coila Mendos e meslrc Manoel dos Sanios
Pereira e Silva.
Secretaria 2i de niarro de 1S50.
Dr. Aprigio tlnimare-t,
uflirial-maior.
t'onsflh de revista.
Peranlc o ennselho de taris!a da guardo nacional
deste municipio, sao convidados a comparecer ua
sala das sesses da cmara municipal, no dio 2 do
coi-rente s 10 horas da manha, os Srs. olciaes o
guardas seguimos :
1. tem ule Joo Crtsiiumo Pacheco Soares.
C nardos.
Ricardo Soares de Eteias.
Jos Joaquim Lupes Pereira fiiimares.
Joaquim .lu.-e l'ereira.
Vitguslo lljginu du Miiauda.
Uuhcrme BcssoneAc vimeda.
Franciscn Antonio da Oliveira.
Bento Gomes de Andrade.
Januaro Pereira dos Alijos^
Pedro Celestina Soaresde i Jirralho.
Joo Vicehli de Tomes Bandeir.i.
Joo Marreliuu ltibeiro.
Manoel Tliomaz de Earia.
Miguel Vieira de Mello.
Sala das sesses do conseibo de ievL-ln da guarda
nocional rio Recit!I de morro de lfefl.ti seere-
lario doconsellin, r'irmiha Jasr de Olireirn.
i mis.-ti,n luliuiuistratlx <.
O ronsellin admiiiislralivo, para fnrnerinienlo do
arsenal de "uerra, lem de compraros nbjeclos se-
giiinles ;
Paraprocimentn dos armazenx do almora-
rifao.
Vzelo de carrapalo, caadas 11KM1; Rod algo-
dan, arrobas -: salitre retinado e ralsinado, arro-
bas ; bren, ominas 5 ; brelas, inarosftf).
Pura n H." balalhn de infantera.
Randeira nacional 1 ; liaste de baudeira 1 ; capa de
brim para a dita 1 ; dita de Orando para a dita 1.
l'iiru n meio balalho do Cear.
Craratas 511.
Quem quizer vender taes nbjeclos aprsenle as
suos proposlos eni carta fechnda na Secretaria do
coiiselbo s 10 horas da manha do dia 2 do abril
prximo vindouro.
Saladas sesses dn consellio administrativo para
foineriinento do arsenal de guerra 24 de marco de
1859.Uento Jos l.amtnha Lins, coronel pnrsiilen-
le.Francisco Joaqun Pereira Lobo, vogal seere-
lario .
O almoxarife do hospital militar convida a
iialqner pessna que se queira propor a tnrnerer do
de abril vinduiiro corno verde, pao, galinhas. e
mais gneros de cumesliveis da mellen- qualidade,
stigeilando-se no exorne dos facultativos a compare-
cer na seerelario do mesmo hospital no dia 29 do
correle pelas 10 horas do dia.
cao inteira
travaiuln-se mu dia de razos com o
a pena de eruraiao, o ullraiou indianamente, sem o'.tender
faliao. ,kuxando-o morrer no mes.no abandono, ; d^Snroporro quohavia entre um moco de eonstitni-
cao forte, o nm t albo vab-ludinarin.' Seja dito em
e morrer, e t a|JO,l0 J( moralidade do povo da Victoria, que niu-
hi.-a Benelicenle por mim publicados no Diario de i i''"';L'"".'s>"i ".',"':""! "' ""'"""" "";1'"'1''""' 8" ul'i<,,u 'lo lL'l'r01 nrocedine.....deseoma-
Perniimbmo, o que nunca loran contestados, cuno ''" "v"'' "!,rt'sl:.'"' d"v 'J ", ,'0l""';1""i nal desse individuo, emboca morros-..- o velhu c-
t t "'ri,r'"''' "n.,a "riode '.l'-o-ll"-!!.. 0 lio- rllr :1(1 som VM w^n0 L,ss,. ilrage pela justica
mein em sua vida, e o honra dcpois de sua morte.! publica
Vroiirelliamos ruin todo o fundamento, que na-1
fuja de suas habilares, emquanln durar
a
ser-
um dia ha
vel, uiellior
lo que romo infame Cu-t
tainliein ascoimniinieacesquasi diarias, que d'alli
me eram dirigidas, a que consono eni meu poder,
e igualmente alguns trechos do olboto do uiesmis-
sinm Sr. Ilr. Cosme.
Dcpois de ter organisado a Sociedade Homeopa-
lliica BencBcenle com ramilicaco em toda a pro-
vincia, nomeei para a commisso da freguezia da
Victoria aos cidado Dr. Joo Francisco l.oelho de
Bitlaiicourl, coronel Tiburtino Pinlo do Almcida, e
vigario Francisco Xavier dos Santos \\), os quaes
proinnveram iimasubscripco, e preporam-se para
receberem oinimigo. I'assa'dos puucosdios, monifi^-
larau-se eni Carimbas, lugar distante dos leguas
da cidade da Victoria, os priinciros rasos de chole-
ra, que lodos terminaran] poto mora. Senda o de-
legodo de policia o coronel Tiburtino informado
disso, pedio ao Sr. ,\lesandre da Molla Canto, lis-
cal da enmara municipal, que para all fosse soccor-
rer aos infelizes iccoiiiiiielldns. Parti o Sr. Molla,
c l chegaudo horrorisou-se de ver cadveres pu-
Irefcilos e insepultos, a a miseria debalendo-se com
a ninrle. Depois de ter coridosaiiienlu medicado os
eufermos, vollou a dar porte do que presenciara;
e enio o Dr. Joo Francisco Coelho de Bitluucourt
olfereceu ao delegado um de seus lilhos, aquem den
iuslruccese una ambulancia hnineopalhica. .'2)
Porlindo esse. moco em romponhia do Bvni. na- l m *f''': '"'/*'' o quo di/, o Sr. Ir. Cosme na pa-
dre Bronco, e com alguns soldados do policia pa- fm* (.1 do sua binrbuio.- I Sr. Ilr. Aquiuo diz:
lcaram lodos prodigios de valor, um inedcaofio, i ''"' Sa^AnUo, o delegado capitaneando os bo-
oulro contessaiido, e os outros enterrando os *or- ll,."'l'*Ulli,!' A"''"-'e '{ "' '<""" /'".';""" '""'""/"'-
los. Ka Victoria cemeearam aappareeerateajtoca-("* """, 'r**'0" '"<' /.>''' ftemrar
sos de cholera que fora'iu curados pela houTeopa- d'**Pfl homtopathia Islo r urna calumnia.)
Ihia ; e a emigraco da gente de Cocinillas, irouxc
paro a cidade o germen dn mal, que ento se desen-
volveu rom toda a intensidade. At o dia 21 ou 22, ?""'/'""'<'. obsequiando e dundo
de dezembro, deutre mais de cen atacados apenas """"'',""" ****" 'l".e jmra M/br.
havioin niorridn duas pessoas. Estova ento a ci-
dade entregue ooprivilegio dos curiosos hdmeopa-
thas, e a populaco inuilissimo saliseila com os
desvellados soccorros que Ihe prodigalsavam os
gneni luja de suas
epidemia ; niiigiieni lenli.t o menor recelo d
vlr e socorrer aos enfermos.
Aosqucadoptaiii a homeopatha, diremos que
deven tomar o preventivos, ua certez] (je que ii-
carao iscntos da peste, ou pelo menos pouco sof-
trero; aos que nolla nio acreditan), pediremos
mu- por grara, por brincodeira, uu pnr posso-leuipn
tacara essa asneira, que nao ser a primeira nem .i
ultima que lenliam fcilo ou possam fazer em sua
vida. E si ns mdicos ollupalhas nos podessum
ouvir, Ibes diriamos : abram bmra, feichem os
olho*,e engullm iillecnadamente ulqiins giobnlus
dr citmprnm, de ceralcuia, e de arscnicuiu, e ilepuis
digam u que quizereni contra a homeopalliia.
[Diario de Pernambuco de 29 de Janeiro-.
Slo sei si as aiilhondades da Victoria cm sua-
coinniunicaces com o governo da provincia se ex-
pressaro acerca da protlcuidade do bomeopalhia ;
poisu Sr. Dr. Cosme na tal sua historia do cholera
nada diz de positivo; mas parece que alguma cousa
existi a este resucito.quo nao agradou oligarchia
allopolhca. Haja vista o que dissC o Sr. Dr. Aquiuo
Segundo se diz, fez crer popularn (Outra cu-
liiuinia, qitt o procediinenlo ulterior do deleqadn
loda a for cu
, rain, assaz rf-
inenle)que nao havia mclhor remedio contra a
pidemia do que os globul
ina americanaKinaUskeridem.
Brigue poiiuguezTaiujndiversos gneros.
Barca inylezal.unaiimercaduras.
Barca ingleza Seraphiuadem.
ilOVIUKNTO HA ALFANDEGA.
Vnlumes entrados cun fo/.endas .
: com gneros .
Voluntes sabidos coin fozendas
Com gneros
CONSULADO. GF.lt AL.
DIVERSAS PROVINCIAS
Rnndimenlo do dia 1 a 23. .
dem du dia 2 i.......
correspondencia explieonde o tacto que aule-hon-
lem noticiamos, occorrido na Passagem da Magda-
lena, por occasiio da queda que do mnibus deu
um nassageiro e como bastante larde nos chegas-
se ella as maos, deitamos de dar-lho hoje publicl-
dade, o que tero lugar no primeiro numero, com as
observacoes qne nos parecerem razoaveis, fundadas
em novas e melhores utorniares, que modificaro
as primeiras.
Passageiros da escuna brasileira EMieralda,
sabida para o Ass :
Jos Antonio de Araujo, Francisco da C. Maia,
Tertuliano Jos Gouralves Lisboa, Francisco \avicr
provincia grande' parte Se seus impostes; com esse I "'as de Albuquerque e 1 menor, Libanio da C. Ml-
pririlegiados. Salvemos do esqueciinento os no-
ines de lo intrpidos e humanos ridados, que, sem
o menor esperauca de remunerarn, se en I regara m
de corpo e alma, rom risco quasi certu de suas rdas
ao servico da humanidad) Sao elles : os Srs. I ir.
Joo l'ranseisco Coelho de Bitlaucourt, ex-juiz iiiu-
nicip.il, e odvngado no Victoria ; seus dous lilhos
Antonio Manoel Xavier do Bitlaucourt e Manoel Joa-
quim Xavier de Biltaurniirt victimo dn sua dedico-
c0); padre Francisco de Souza Bronco ; padre For-
tunato Jos de Sonto ; Flix Cavalennli de Albu-
querque Mello ; alm do mencionado Sr. Molla, c
de Outros, cujos nomos me uo foram enviados.
Assim esteva a cidade da Victoria quando o meo
fado que presidia aos destinos da adiuinislraco Ihe
suggcrio a idea de mandar para lo um medico allo-
palha, o qual em lugar de aproveilar a dedicaro e
boa vontade de lo caritieso- cidados, que asss
Ihe dei lam servir em lo formidavel orcasio, foi
tratando immediataniente de hostilisa-los, e ridi-
cularsa-los, atirando frn os remedios homeopa-
thicos, que encontrara nos rasas dos enfermos! ...
Aqu principio a medonha nhase da epidemia
nessa infeliz cidade!...
O illuslre esculapio julgaudo-se sufficieiilc para
rencor o iuimigo e cuinuetente e nico pelos seus
litulns para dar o plano de batalha, poz mos a obra:
acestou toda a arlilheria alloputhica, fez as mais
rcrioiras ponto ros, deu voz de fogo..., mas errou o
alvo...; e em lugar de destruir a doem-a, dcslrnio
doentes...; o no dia seguinle era tal a morlandade
que o povo horrorisadu maldizia a hora em que a
candade do governo Ihe havia tuaiidatki tal soccor-
ro, edesfazia-se cm iuiprecaces contra o genrale
suas armas I Aconleceu que"este, julgaiidu-se gra-
do Recite, tere a bondade de rcmetler-nos una | veniente ferido no combale, abandouassu o campo
corpo azem-se avultadissiiuas despezas ; ser pos-
svel, agora que se-trala de organisar tima torca ur-
bana de policia ; com a qual anda mais avuftaro
as despezas, couseguir-sc que este servico se faca
de modo mais suave, de modo menos oneroso a
provincia, que nio quem aproveitar direclamen-
le com a guarda urbana? Talvez que o seja. Nao
garanto o bom effeto da medida ; mas se se creas-
se um imposto municipal, que recahisse exclusi-
vamente no municipio da capital e que fosse espe-
cialmente destinado existencia c conservacii} de
urna, guarda urbana, me parece que a impbsico
approvetaria milito, alera de que era summamen-
te justa, porque recahia somentc sobre quem se
aproveitasse do servico para que ella fosse creada. A
guardapolicial urbana, queaproveitasanRecife.lal-
vezque nicamente por elle deva ser paga ; assim
il i spo nonios de mais recursos para augmentara tor-
ca total da polica Talvez a idea seja Bem aceita,
l'embro-, e s for em occasiio opportuna dar-
Ihe-hei o desenvulvimanlo e detalhe, isto quan-
do se discutir o orcamento municipal apresentarei
as bases dalla
Teuho dilo.
SESSA0 0RD1M.HU El 23 DE S.VSi.0 DE 1859.
/'rria'eiiciodoSr.Bardo dt Cumaragibe.
(Conclusio.)
ORDEM DO DA.
1.a discusso do projeclo n. 10 que aprora os es-
tatutos do hospital portuguez de beneficencia.
li apprpvado:
O -Sr. t. Iluimaret. pede dispensa do intersti-
cio para ser dado para ordem do da o projecte.o que
approvado pela casa.
Contina a discusso adiada da sesso anterior
(Fixar.ode oi*ja policial.)
O Sr. Presidente:Tem a palavra o Sr. A. Ca-
valctnli.
O Sr. A. Caoakanti, (nao devolveu seu dis-
curso.)
O Sr. Panla Baptista, (nao devolveu seu dis-
culpo.)
O Sr. Epuminondas. nao devolveu seu dis-
curso.)
04r-l" ra as40u pracas, por ser a mais fovoiovel pelo la-
do econmico c estar convencido que com os WK)
proposias, nem anda rom o dobro se pude bem po-
"larrf,rTl1CaJ So"''"!*, que o governo Kio
tem odire.lo de destarar indiflnidamenle aguarda
naaonalpara seoecupar no servico da polica pnr
que a consoquenea seria, j perdeW u lempo .
a assemblo consonio na iscusio Ja Torca poli-
cial, slo que o presideuln P6d qnnndo entender
augmeolar o numero lixado pbia assembla.e nio
1-1 nnlavel que sinenle os curiosos luimeopalhas
livessein valor bastante para periuauecereiu cons-
lantemonle de enrolla com o nagello... F. que o
verdade imprime no espirito ronvir.-e- fio profun-
das que nao o fazein reinar nem peanle us tormen-
tos do corpo, nem dianle dos horrores da unirle.
Nu meu proposito trola,- especialmente de lo- ,tendimenlo d.i'diaT'a"'!
dos OS mdicos, que loran niondados a \ iclona : dem du dia 21
mas non me possn eximir de tributar um lestcmu-
! nhn publico de respeilo, rousiderarn o eslima ao
! Sr. Dr. los Joaquim de Souza, pela sua intrepidez,
I pelo sen iioni senso. e pelo procediinenlo nobre,
desapaiionndo c cavolleiresco, que leve naquclla
cidade.
Adversario do Sr. Dr. Souza nos syslemas de cu-
rar, sem com elle ter reloces de amizade, talvez
se esperasse dn mim an mesnos o esqnecimente de
sen nome nesla OCcasio; mas... saiim cnqitelri-
buere... Sei dar Cesar o que de Cesar. V. nao
permita Dos que em nenhum momento de minha
vida o amor de systema ou o espirito de partido me
sigue a punto de follar com a juslica a qiietn quer
que n morera.
ti Sr. Ilr. Souza chegando Victoriatomou rumo
dilTerenlc de alguns ilos seus antecessores. Achou
a homeopata empregado pelos curiosos, e pelo ci-
rurgio Rodrigues ; dexou-os em seus poslos ;
auimou-os em seus esforrus para bem servrcm
liuiiianidado aproveilou os serviros de alguns, bem
como-do Sr. Tenorio, na de-infecro da cidade, e
do remitero ; ri'Oniiiou a populaco coin a sua to-
lerancia, actividade e valor; segua o que Ihe dicta-
ra oderer e a consciencia, respeitaudo as alindas
convieces ; termiiiou emlim us seus Irabalhos, c
vollou coberlo das benro- do povo, e da gralido
,Si elle assim u fez
fni porque reconlieceu a cerdude manifestada petos ','''' botneopatlias o allopathas !
/Vicios-, i/ne se passucum dimite de seus ollws, c nao j ^ Ojtie prova Indo is-o, Sr. Dr. Cosme ? Nao uro-
tinhacnioo Sr. Dr. Aqttinoeten coUegas.u grossa I )3r.''1 ?e *' prmeiros mdicos mandados a vic-
tracc daprecenco que Ihe encobrisse a vista. }__E ; 'or''' '''ossem o lino, a prudencia, o tolerancia, e o
lal foi a habifiddn que os especuladores[Esptcu- lftn.1 sc,|sodo Sr. Dr. Souza as cousas nunca che-
ladores!!.. hoaiens que uo recebium paija'e x-
mentepor caridade serciam aos seus semelliaules!!..
Especuladores'!., rom urna molestia que atacara dr
preferencia nos pobres que uadapodiam pagar
oiiiprcgaraiu que conseguiram seduz-la, regeilan-
do ella por sugestes suas os soccorros mdicos
entes.
goriam ao estado que cJiegaram ? Por rerto que
sim Como pois altibuir aus curiosos homcopalhas
os males da Victoria ? Viuda mais ; dizeisem vossa
brochara [p. 12) que era Garanhuns, prineipatmen-
E milito escarnecer du bom se aso publico !!...}__ Icem Papacacu .' u epidemia fuivicdonlia ; mas nao
diznis que l boiivessem cu.iiososhoiueopalhas que
perturbassem a arro dos mdicos ollopalhas.como
respeito da Victoria. Si assim si l
j alliruiaes
que Ihe eram ministrados por pessoas compete...v
etc.;Atis outra calumnia, e de tal calibre, que\ ""f" baria quem lizesse nial por meio da homeopa-
mcsmoSr. Dr. Cosme se oceupou de refutar na uu-! "I'a. 'luc allribuis a edioudez da epidemia na-
gina 107 da sua brochura !) \ quclla comarca que foi um dos pontos mais ossola-
Ougamas ao Sr. Dr. Cosme. V cidade falta de lo- provincia >
du o regiuiep sanitario, pessima era a agita, mi a I So's '""' 'acil, Sr. Dr. Cosme; e por isso vos
erpusiru e aullncarao do seu cemlcrio; i'iidn is- \ achaes a cada passo em palpareis conltadicces !
i.iiii-ri-is saber que (levis atlriburos males do
Victoria, e sem dunda de todo a provincia 1
E-Io ; nn sou en quem vos diz ; o rcsi
lo exista antes da chegada dn medien alnpalhu,
entrelaiiln eslaia a murle, coma foice rryu!)e
alm de ludo isso eul regu aos curiosos hnmenpa-
thos,[Felizes os habitantes da Yicloria u tce-
sela enforcado a primeiro allnpalha, que para l
foi, e conlinnassem a receber ns cuidados desse*
homenscaridusos, que nunca os abandounruui. e
nem cnrreruin da peste, que iain debellar !)qiie
para fazerem prevalecer o syslema que seguiain, lo-
uiaraiu por ponto principal desacreditar es mdicos I'
que para alli iain, u o sen syslemade curar ;(Foi- '
sidade de arotto calibre'. Esln* paturras indicam\'
que o Sr. /*/-. Cosme incoitsequente no que enere re,'
quem vos diz ; c o respeitavel
Sr. Ilr. Jos Joaquim de Muraos Sarniento, cuja il-
luslraco e conceito nao podis contestar :
< .... Os purgante* e romiiorio* podem ser, e sito
'* effecticumeiile deiiruitile rantnijeiu em cedas m-
i ciinutancia* : mn< cuino u sen emprego demanda
" muitaprudencia e cnmbinaer*, que nu estn ao
' alcance de todns, receianios acnnselhur unsnde
laes medicamentos ; e al eslranhamus que elles
leaham mi/u npcesenladn* rumo fuzendo u base
geral
--......-................-,.,.,..r ...yiy.r r.in y----- do tralamento... iiiiuisT.i O'Ote SE VAI
listo que em sua resposla uo Alunfeslu do Sr. Dr. BATOJO ciiiaiiE p.l vicioitt\, OMiR... o tviitvku
l'jio,Hn referida pagiuaWf, elledesmenle ludoii' MTICO... n.ioo Pon c.ii.vkl.vt.vks tu n.iro vic.ti-
qne aquiasserera !,-, assegiirando coinonthiisias- tu l**tCF.-tS.
mo ao povo ignorniile, que o preservativo hoineopa- Vedes T Os purgantes a vomitorios iiiataraiu
Ihco para o cholera era infallivel;[Becaia subir m|ita gente! mu medico allnpalha quem ni
90
1,331
Tin
106
318
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1:111^1 lili i
:uno|l 6
DESPACHOS DE KXPOIITAQ.VO PH.A MESA DU
CUN'SLADO DESTA CIDADE NO DA M
DE MARCO DE 1859.
Lisboalarca porlugueza Santa Cruz, divei-.-n-
carregadnres, barriquinlias BSBUCar hraiico, i
barricas arroz, 1 dita caf, 1 caixo doce, gar-
rafes agurdenle. 4 papagaios.
Lisboa Brigue portuguez Constantes, Sebastian
L. remira Braga,:! barris niel.
Lisboa Brigue portuguez Activo, Amuriru Ir- W^^'^'v-'lV
mos, 10 pipas agurdenle.
Lisboa Barca porlugueza llorleucio>, Amonio
lrmos, jll .vicios assinar mascavado, GUil ditos
dito blanco.
Lisboa.Patacho porlugue/. cJaKOS, Jos dos San-
tos Pereira Jordim, 1 barricas assucar brauco,
l) ditOS dlO UlaM-avado.
llaltinioreItarca ingleza Vestal, James Crablree
i\ C, 1,800 saceos assucar iiiasoa\adu.
BaltimortPatacho ngtez Ciaoar, llenry Furs-
ler i\ C., 1,600 saceos assucar mascavado.
Ul'.CEllEDOlllA DE RENDAS 1NTK1INAS CEltAES
DE PERNAUBUCO.
Rendimento do dia 1 a 2tt. 17:127S1(2
dem do dia 4....... l:UHfl38
Avisos martimos.
Para o Aracat).
Solio no dia MI do correle o velero hiato Xoro
iii'jclca, de primeira marcha, capilo Jos- Jua-
quiui Aires da Silva ; para carga trata-so com P-
renle Vianna &C, na ra do Cadeia u. ", epara
passageiros com o copiUo.
ParaoiVracatv.
Sabe no dia til do corrente a barraca Varia \ me-
lin : pora carga trata-so coin Vrenle Vianna i C,
ua ra da Cadeia n. 57.
Papa o Aracatj.
Segunda feire 28 dn correnlc seguir o hiato Ex-
halarn ; para o resto de seu carregoinenlo trata-se
coin Curgel lrmos, ru da Cndjia do llecife, pri-
meiro andarn. 28.
Companhia Pernambucana.
O vapor nacional Itjuarots,segu para os portes
du norte no 1" de abril c recebe carga al o dia 2t>
at o meio dio,
RIO CRANDF. DO SIJL.
Vai seguir em poneos diai o brigue nocional
D. Alfonso.., capito Marque, pode receber algu-
ma cargo para o mencionado porto, assim roinn
passageiros : os prelendentes enlcndoui-se rom
Hollar A; Oliveira, no ra da Cadeia Velha, escripln-
rio ii. 12.
Para o Rio Grande
doSul.
4c.m$m
CONSULADO PU0V1NC1AL.
Reiidimeiilo do da 1 a i. .
dem do da 21.......
.j:l-:il$164
2: VJx$Ha
MBtSOl
randa
Passageiro do patacho brasileiro Jnlio, sahido
para o Rio de Janeiro, Manoel Pereira do Aze-
vedo.
Alatadouro publico. Mataram-se no dia 21
do rorrenle, para o consummo desta cidade, 27
rezes.
Alortalidade do dia 24 :
Dionua, parda, solteira, escrava, 12 anuos, lyfoide.
Bento Antonio, exposlo, 3 dios, espasmo.
Joanna, branca, G mezes, toce convulsa.
JoaodaCruz Ferreira Uuedes, betico, casado, 30
annos, phthisica.
Luiz GuucalTes Clemente de Almeida Sarinho.bran-
co, casado, 23 annos, phthisica.
Um menor remetlido uo hospital de caridade pelo
chefe de policia, sem folla.
Manoel Eerreira,pardo, sollciro, 14 annos, diarrha
Brasilia Hara do Espirito Sanio, pardo, sulteuu,40
aunos, phthisica,
Adelaide, branca, 1 anuo, enterite.
Joo Jos Abil Lopes, brauco, casado, 80 anaos, fe-
bre intemitente.
Hospital dt caridade.Exislem 58 homens, 52
mulheres, naciouaes; 1 homem, eslrangeiro; 2 ho-
mens, escravos; total 113.
Foram visitadas as enfermaras pelo cirurgio
Pint s 7 3/4 horas da manha, c eitraordina-
te as 6 horas da larde, Dr. Doruellas as 8 horas e 5
minutos da manha, Dr. Firmo as4 horas da tar-
de de honlcm, c eitraordinariamenle s 101/2ho-
ras da noite para reccitar um doenle.
CHRONICA JUDICIARI&.
. TRIBUNAL DO COMERCIO.
SESSO JUDIC1ARIA EM 24 DE MAHCO DE 1859.
PRESIDENCIA DO EX. SR. DESESBAIlUADOa
OVIA.
Secretaria, Dr. Aprigio Cuimaraes.)
resentes todos os membros do Iribunal.
PASSAGEM.
Appellante, Jos Baplisla da Fonsera; appella-
dos, os administradores da massa fallida de Barbo-
za & Lima.
Do Sr. desembargador Silva Guiuarcs ao Sr.
desembargador Guerra.
DIARIO DE PEfiNAmBUCO.
Na sesso de ante-hontem discutio-sena assem-
bla provincial, depon do expediente, o projecto n.
10 desie anno, que approvu os estatutos do hospi-
tal Portuguez de llencticciicia, e o votado em se-
da batolha no lim de um uu dous dios, e collas-,
para o capital, doixandu a mais completa anarchia
como l rophei i de sua gloria Islo posto, a sereui-
dade e cuiiliani-a, que antes exisliam, desapparece-
ram para darem lugar ao mais funesto terror. A
epidemia tomando grandes dimences, e sendo nu-
merosa a morlandade, ninguem se quera prestar
ao enterro dos morios, sendo necesaria muita ener-
ga e dodicacao do delegado de pulicia o mullo dig-
no Sr. coronel Tiburtino Pinto de Almeida para se
conseguir esse flm, sem embargo do que muitos
cadveres licavam insepultos por e-paco de dous
e mais das no interior das rasas abandonadas, as
margen.- das estradas e do rio.
lt aqu se couclue que a malignidade do cholera
sesperav pela presonca de um medicoallopalha
titulado para fazer suas victimas, respeilando cn-
tretanio os curiosos houieopalhos cm seu privilegio!
Duvidaes disso, Sr. Dr. Cosme ? Pois ahi tendea um
documento iususpelu, porque de una aulhorida-
de, oUicial, quo uenhuin (ulerease lem em occullar
a verdade, porque nao e combtante na luto dos
dous systhcmasallopalhicb e hoineopatheo.
Illin. Sr. Dr. Sabpio O. L i'iiiho.As nimbas 1-
dasse tem niulnplicadn del maneira, que anda nao
pude escrever a V. S., o qkie agora faco mesmo em
um momento eni que son, avisado d ter sido ac-
ciiiiniieiiido um individuo no lugar da ponte desta
ridade, e para onde segiciininiediataineiile um li-
lho do nosso humano Dr. Bitancourt com os reme-
dios homenpathico.
Appareceu o mol em Ca
inspector veio este facto ao|
pois que liiiuu o primeiro
exisliam seis enfermos, do-,
ole a nnte perereram 4;
Motta Canto, o qual esloi
proveito, porque os medi
de tempoj liuorom, e al
pessoas.
Heje tem alli estado lodo
do nosso Dr. Bitancourt, c
padre Francisco Ferrcira d
an de 7 doentes que exisliaii seguudo a revista que
hontem mndei fazer pela luolicia; c at este mo-
mento (6 horas da tarde) anda nao voltaram; e por
isso nio com mmico a V. S.lo resultado.
Kisto cidade se lem dado pao poucus casos, mas
(I) Este cidndos compenetrados da sublimido-
de de sua missau nao pouparau esforeos para bem
servirem humanidada. Eltes dividiram a cidade
em punios so Hilarios e os deskribuiram por dilferen-
tes pessoas, as quaes foram ipcaosaveis uo cumpri-
iiieniu de sua sublime, commlsaao.
12) Si o egosmo nao fosse o apanagio da poca,
em que vivemos, esta occao magnnima do Sr. Dr.
Bittancourt nao deixaria de ser commemorada co-
mo um bello typo de amor humauidade.
Si a historia imparcial e s< vera refere com res-
peitosa odmirarao os fado de alguns pas que
mandaram seus lilhos deten lur a patria,(Testruta-
do homens, como poder olvi lar o daquclle que a-
boncoando sens lilhos lhes foi aere os meios de sal-
varen! a seus senielhanles no entro de urna terrivel
epidemia ?
Descame o Sr. Dr. Biltanc mi em sua conscien-
cia. fia o .-eran os eseriptores le agora que Ihe hao
de fazer juslica. Aos vindouro: 0 que esta destinada
essa mistao
m.senhnr, tndu o furor da cussa culera: uo foram
elle* que o disserum ;ftu eu, e foram lodotot medi-
con humeo/ialhando unirersn; e mais lidiante eos for-
necerei um documento oUicial, que ros mnstrar
que temos razao em assegiirar ue/ficucta iotprettr-
valuon) elles senbores da Ierra.[Alleuda-se be.
imbas e por omissao do
meu ronlieciineiilo, de-
aconimetlido, quando j
quaes uesse mesmo da
lancei iiiao du alteres
all um dia, mas sem
idos por elle (creio lora
OBtem suecumbiram 13
dia o lilho mais volho
untamenlu o reverendo
Souza Brauco, tratan-
fallo.
Para defeza da homcopathia esle lestcmunho
limito poderoso.
Estaos salisleito, Sr. Dr. Cosme de S Pereira?
Tendo promellido opresentar um documento Qui-
cial, que siillicienteinenle prova o cllicacia dos
para et'la exprensoseuhores da Ierra.AT~i ciis/u preservativos liomeopalhcos, deivode referir oque
que Santo Anto ou a cidade da Vicloriasej a feudo sc possou em inhiba familia, na de raeus amigos.
de pessoa ulijuma e uiuito menos dos curinos Iw- !'' "as ^K mullas oulras, que lizeram uso d'elles rom
meopatluin; e pur isso a exprensoSenhores da os melhores resultados. Creio que esse documenta
trraiiio pode significar outra cunna stuoos 1 va''' raa's "*u 'l111' ',ul 'l"l; ('u podesse apresenlar
homens piiheipaes do trra, pur sua posioao olli- sem carcter of&cial; poisque a authordade que o
ciale sueial.Ora, estando a populaco du I icio-1^' gusa dn inellior ronceilo, cnmnlioinem honesto,
riu a bracos ruin um terriiel mal, e 9ppHrfceiirfols'su^. illuslradn, e iidepcndenle, ealin d'isso
para a noccorrer alijntu hornean caridonon munido* ,occupa a importante posiro do juiz de direilo nao
tendo o menor inleresso em fazer prevalecer esle ou
aquello systema de niedecina.
Extracta dn officio du Sr. Dr. Jnrtquim Cunralce*
Lima, juiz de direilo do Bonito, ao presidente
du provincia, datado de 22 dr fevereirn de. llsTifi,
r mandudo publicar pelo gorerno uo Diario de
Pernambuco de 10 dV abril do uie*mo annn.
iN'iio devo occullar V. E\c. o que
Movimento do porto.
Navios entrado no dia 21.
Montevideo12 dios, vapor americano de guerra
llarciet htue, rominaudanlc Fnuuce.
I'ein'do5 das, late brasileiro Brberibe, de 30 lo-
nclladas, i apilan J. B. de Mello, equipageni ,
carga pedia de amolar; a Pedro B. de Siquera.
l\'acin* sabidos no mesmo dia.
llainpton Roads Barca americana flyng Cloud,
rapitn J. YV. Bcauchamp, carga assucar.
Parahiba-Barca americana J. A. Ilazucd, capift)
C. S. WiHiains. carga taimado.
CorkPatacho ingle/. Medra, capiln-Bayles, cargo
Ovsucar.
Bio de JaneiroPatacho brasileiro Julio, capilo
Manoel dos Santos Pereira o Silva, carga as.-ncar
e luois genero-.
AssEscuna bra-ileiro E*meralda, capitn Joan
Custodio de Lemas, carga lastro e alguns g-
neros.
Segu infalivelmente at o fin do presente mez o
brigue nacional Duqueda Terceira, porj tersen
carregamoiito quasi camplclo : paro algum resto da
cargo, tratarse com os loiisignalaios na ra da
Cruz ii. 54.
Para Lisboa segu com a maior brevidade,
por ter parle de seu corregomenlo prorapto, a bem
conhecida barca portugseza Borteneia: quem na
mesma quizer carregar tu ir de possagem, euten-
da-se com os consignatarios Amorim lrmos, ra
do Cruz n. 3, oucom oiapilaoJonSilveri Ruma-
no, ua prora do rommeicio. .
O vci'ini brigue (urtuguez Aeliro, deve se-
guir rom mili la brevidade para Lisboa, lem prnmp-
ta a maior porte do rarregamento ; para o resto
a Ii ele, ou para passageiros, aos quaes olfereee cx-
cellentes cuminodos, tiata-secom os consignatarios
Amorim lrmos, ra da Cruz n. 3, ou rom 0capi-
tn l.iiillierine \\ addingtnii, na prac.ldo commercio.
Para o Rio de Janeiro sohe no dia 31 de marco
o bem roiiliecdn brigue Sagitario, o qual tem o
nioior parlo do sea carregamenlo prompto, para n
restante e passageiros trata-soouin Manuel Francisco
da Silva Carneo, ua ruado Vigario n. 17, ptimeim
anda.-.
Cear.
Segie cora brevidade o hiato Bom Amigo, rece-
be cari a frele. a Halar com Caetano Cyriaco da
C. il., ao lodo do Curpo Santo n. 2i.primeiro andar.
Para Lisboa
dos medcamenton homeopalhicos compradon sua
cunta, e anda mais sem esperauca de reniunera-
{", Na pagina 107 da tal historiado Sr. Di. Cosme
se le o seguiute :
(OSr. Dr. Aquiuo ao presidente do provincia! :
Os facultativos que A cidade da Victoria foram por
urdeui de V. l.xc, sull'rerain insultas, viram-se ape- obsen el durante isla epidemia a respeilo do tra-
. if
.
drejados c liieram de retirar-so de surto que
cholera nada encontrando que se nppozesse ao sen
furor, fez innmera.- victimas ; caiuda hoje um s
facultativo uo poderia permanecer alli, se uo (dea
o desengao, e ter declinado tanto a epulimu que
se ajulgaoitinrta; enlrelonto n que praticava o
delegado da Victoria era nma latraeeo do repula-
mento, eos estragos da populaco a consequeu-
cia.
(O Sr. Dr. Cosme em refutaco :1 Antes de tirar a
minha roncluso, que me levar a inn ponto di-
versa do vosso, Sr. Dr. Aquino, eu deid* dizer que
algumas das vossas p'oposlces ueste paragrapho
rontidasno eslo provadas ; parle sao destituidas
de lodo o fundamento ; n exprimindo-vos na se-
guiute forma,segundo dizemdais a entender que
nao lendes razoes sufDcientes anula para provardes
o que ovancacs ; que o delegada de polica de San-
toAntu rpitaneiinne homeopathan, umn ansec-
co sem fundamento ; que os medicus fura ni ape-
drejados, una falsidade ; e que ueiiliuiu medico
poderia alli permanecer, sc nao fura ter declinado
o epidemia a ponto de julgar-se extiucla, urna of-
lenra classe : eosfaclos dados com os mdicos
que pura alli foram uo forte da epidemia, proenm
u contrario ; etc.
Bem sabis, Sr. Dr. Aquiuo, que a homeopatha
au dada de hoje, e por is.-m n-hou-a plantada a
actual administraco ; logo como desta oceurren-
cia tiraos criminalidad para a administraco pro-
vincial (um systema que o poro abraca, e culti-
va ii imitaco de muilos mdicos, nao saquie.omo
em todas as grandes ridade*: nao a aceitis,
tambem nao a aceito ; porm como impedir que
este systema derramado pelo poro tonda tantos
cliarlatjes. como tem o allopalhia iiislrni-lo o
nosso dever, e n.io processa-lo c mulla-lo ; o que
a prudencia manda que se faca com aquello que
julgamos lindados -
A vista das pioprias palavras do Sr. Dr. tu-, Cos-
me aqu nioucioiados, comparadas com as que ci-
ma analyso, digam os homens iinporciaos oque se
deve pensar do criterio du eseriptor da historia do
cholera em Peruoiubuco ?! Fnica vi nem lauta
de-h ii uioin.-i de peiisamcntu, nem lano desrespei-
lo aos preceilog lugicos !
prupliylolicu uu proservotiro, acon-e-
elos lioineopallias. A pozar do ser ne-
OBSERVAgOES itETEOROLOUlCVS.
UU Zl Ilr. MARtjO.
Vl.STO. TF.RHMI'.TRO
es z.
es S |f O 4 - 2 *3
c u O SI ~Z S
O & ^ o 1 P t
s - i
mm.
6dam. Cumuliis so Bou. 26.1 20.H TU 76 757
9 " SE t 27.7 22.2 N2 79 756.8
1/2 dia ESE i> 29.1 23Ji 85 83 756.5
3dal. Cima ENE 28.H 23.1 Ni w 756
6 m: 27,7 22.2 K> i W
lamento
litado pe
< gado osla virlude por pessoas aiildorisados, que
rotiibaleiu esse syslema, pusso alfiancara V. Exi.
n que tirci limito proveito d'csse tralamento e do
< rgimen proseriplo s pessoas, quedelle usarotn.
" Os que em minha casa, e em outros, quoquize-
rom seguir o meu excmplo, lomoram o preser-
votivo e observaraui o rgimen, ou uo sofre-
rain o mal !al hoje', uu npenas liveram o citle-
i ria mui benigna, que ceden s primeiras do-es
de chanioiuilla u mercurio.ou oo sueco du liman.
< ou outros medicamento allopathicos. A consci-
enc.ia me impoe o dever de t'azer esto revelarn
- em proveito a humanidade, nouco me importan-
do que v ferir esle ou aquello systema ou a sus-
i ceplibilidade de seus sectarios. Tcnho em vista
i somente concorrer para o bem dosqiie se quize-
rem ulilisar de um meio tao fcil de preserva-
k reni-se do mal, ou ao menos de disporem-se para
que elle se revele debaixo de urna forma mais
benigna, b que nao to pouco........
Este documento responde enrgicamente la ins-
cientes c desteinneradas aecusoeoes que nos (Izerain
quando acnnselliamos os preservativos houieopo-
tbicos durante a epidemia. Pique elle aqui regis-
trado para em lodo teiupo Constar que as verdades
da setnela, ao passo que sao negados por aquellos
mesmos que as deveram recoiiheccr e propagar,
mas que por um reprovado capricho lingem igno-
ra-las, nao o sao pelos espiritas Ilustrado eimpar-
ciaes, que, apesar de nao haverem prescrulado ns
arcanos da medicina, san bastante esclarecidos para
receberem e proclamarem os seus resultados pra-
ticos.
Ao terminar este artigo me grato declarar qne
os servicosprestados pelos Rvm. Fiados dn Carmo,
,na tremenda crise epidmica foram to reb-vontes
que nunca podero ser esquocidos pelo povo, e
nem mal apreciados pelos poderes do Estado. O
herosmo do Rvm. Fr. neroniano do Corarn do Je-
ss Brillo, na cidade da Victoria, adornen a sua or-
dem com urna cora de gloria lo rutilante que em
lodos os lempos bnlbai para atleslar o poder da
caridade chrisla.
Igualmente nn deixarei de consograr algumas
lianas a memoria de um maiu-ebo que soiopondo os
lacos, que o prendiam i familia, ao doce praser de
.
A o*'iie esleve clara com aigiius novooiros, vento
NE, veu para o terral, e ao amanhecer rondn
pelo S.
Observatorio do arsenal de marmita 23 de marco
de 1659.
YiECAsJiNion.
Declaracoes.
vai sabir il o dia 17 de abril prximo futuro o ber-
ganUm mcional lies-pique de Bciris, capito
Faustino Jo de CarvaAin, forrado, eneavilbado de
cobre, de primeira marcha, j tem melado do car-
rogo ment engajado : para o resine passageiros:
Irata so com o capitn na praca do commercio. ou
na ru da Seszala Nova n. 4, e travessa da Madre
de Dos n.10
Para o Rio tic Janeiro
sahe breve, por ter parte do carregamenlo prompto,
o brigue nacior.al Helena, rapitq Domingos H.
Motl'ra : a tratar com os sotos consignatarios Tassn
lrmos, on com o mesmo capito.
COMPA
RASILEIRA
Directora fi-eral da instruecu publi-
ca la iii'ov iiu'ia.
Por esta secreloria faz se constar a quem con-
vier, que o Sr. director geral interino marcou o
prazo Ce 60 das, a contar da data deslc, para a
insoripcoe liobililo'o dos que so queiram oppr
s codeiros de instruceo elementar do 1. grao,
nova mente creadas por's. Exc. o Sr. conselheiro
presidente da provincia, por portara de 22 do cor-
rente, pora o sexo masculino, ta villa do Buique, e
para o femenino na villa de Caranhuns. Secreta-
ria da instruceo publica em 24 de marco de 1859.
Francisco Pereira Freir.
Secretario.
Tribunal do commercio.
Pela secretaria do tribunal do commercio da pro-
vincia de Pernambuco se faz publico, que nesla dala
flca inscripta em o competente livro, a escriplura
de solui-o do sociedade, que grrava nesla cidade
sol a lnna do Jos Teiveira Lcite; lirondo este
() Mais feliz do que seu fallecido irmo, o Sr.
Manoel Xavier de Bittancourt Ihe sobreviven pora
continuar no exerricio da caridade. O aspecto do
cadver do seu compouheiro de infancia e de traba-
lho, em lugar de provoeor-lhe o desanimo, accen-
deu-lhc cada vez mais o ardor de bem servir
humanidade. O telo c actividade nunca o abando-
naron! al o ullimo dia ao epidemia na Victoria. E
quando alli eslava ludo terminado, veio pora esta
capital completar sua misso, olfcreccuuo-se-nie
para ajudar-me no servico dos pobres, o que cum-
prio Belmente fazendo-se credor de minha eslima e
gralido.
Entretanto esse joven que lanos servicos presta-
ra o que ludo sacrificara por amor do prximo, vive
esquecido e sem proleccu I E' assim que militas
i e/es nm espirito sublime se aiuosquiiha e sc per-
de na- tempestades da vida pnr falta de estimulo e
de auiuacao s suas mais justas aspirac&es !
PAQUETES \ VAPOR.
O vapor Oyopock, coniuiaiidanle F. F. Borges,
e.-pera--e dos porlos do sul em seguimeulo aos dn j
norte al o dia 30 do corrente mez.
Recebe-se desde j passageiros, frete do dinln-i-
ro e encoinmeudas e ngaja-se a carga que o va-
pof poder i'uudiizir, sendo os voluntes despachados
com aiiiecedencia al vspero do sua chegada :
agencia ra do Trapiche n. 40.
Para o Rio de Janeiro seguir com brevidade
a barca laya, para carga a tratar com Caclauu Cy-
riaco da Coso Hnreiro.
O brigue portuguez -enlistante seguir para
Lisboa uo dio 30 de-b' mez iuipreterivelmenle, <-
por isso -o ruga oos senhores passageiros se acheiu
a bordo as 11 horas da manha dn referido dia.
Leiles.
LEUAO
Til-
BOLACHA AMERICANA.
Sabbado 2(i do corrente.
PELO AGENTE
ffARA.
O referido agento vender por ennla do queii
pertencer i porta do ormozeiu dn Sr. Annos d'-
fronto dn alfandoga no dia acuna designado e peas
10 horas da manha
40 barricas com bolacha americana.
A 31 do corrente.
N. 0. Bicl'or & C, faro leilao por inwenco do
'



, '

is
}
>
iarlo de Pernambuco.Sabbado 2C> de Marco de 1859.
agente Olrtjislt do lindo o ptimo sitio com buixa
de MpimJpi te casa construida ha I annos moderna e com to-
da a solidez t esmero, conlendo grondes acoinmu-
damfesporaniiim-iusa fauilin e eoai todos os mais
rfiamjos de cocluHra, estribara, rasa para feitore
criados, e. os competentes adoraos dejardim, ludo
cuino da dwerinciiu feila por este Diario em lll de
julho do anuo passadu, dutem que foi vendido pe-
lo anterior proprietario Manool do Nascimenlo da
Silva Bastos, rovondoiido-se agora por unitivos da
prxima reumla para a Kuropa do Sr. (i. II. ||.
Holm, sucio gorenle da sohrcoita casa conniicrciai
dos Srs.(l. (J. Bieder M-. e visto acliar-se o indi-
cado sitio collorado ao correr da estrada denomi-
nada Santa Anua dcli-nule dosillo do tinado com-
iMiidador Antonio da Silva) fcil ser c seconviilam
"Os-prctendcnlos para o uane previo de ludo an-
tes do leilo, que ter lugar quinta-feira 31 do cr-
renle, s 11 horas da manhia, no cscriplorin do
nenciouailo agenta, ra da Cadein.
DENTISTA DE P
Frederieo Qaiit
crurguo dentista, rom pralira de seis annos no Itio de Janeiro e Ires na Baha1
rente viagem a Frailea praticoo dona annos como ajudante nos gabinete dos p imeiros dentistas da Ta-
ris; o enriquecido dos anerfeiroamenlOS e descobertas mais modernas que se l m feilo, lem
i
TeiT.i-Vira 29do concillo.
M. de Boria
de orden do llln>. Sr. llr. juiz especial do com-
nierciu o a requerimcnlo de Jos Rodrigues Perci-
ra, depositario da inassa fallida de Doulley A; C.
far/leilio de urna excellente casa terrea que faz
esquina oa travessa que fica por delraz da ma-
l -i/ do Toco da PanoIIa, na lerca-feira 29 do
correnle uo sen armazom na rna do" Collegio n. 15
as 1U horas em ponto. Pede-se aos Sis. prelon-
dentes queteiiham a bomlade de examinar a refe-
rida casa, para que possam laucar com todo o cu-
li liccimen t.
CHANDE LEILAO
< DE
Predios, carros, cabriolet,
cavalls e arelos,
ina-teira 31 Ao crvenle.
Alia Nova n. 61.
porcoiita c ordemdo lllm. Sr. Adolplio Bourgeois,
que se retira para Europa no prximo paquete,
venUerA eiu leilio quinta-feira 31 de mareo as 10
horas e-m panto na residencia do mesiiio os ohjec-
tos abaixo decl.n edos os quaes serio vendidos sem
reserva de proco algum em consequencia de sua
brovp viagem, em lote a vonlade dos compradores :
1 subrado na ra Noua u. (11 de 2 andares.
Sxajjtf! novos de vidraca.
2 iKiqs siem vidraca.
1 dito pequeo.
4 ditos em bom uso.
acabriokts.
5 parellias.de cavallos. .
4 cavallos bous pra cabrjolcl.
O pares de arrcios para carro c oulros objcclns
que serio pateles no aclo do leilio. rede-so per-
ianto aos.&rs. pretendentes que tenham ahondado
de rom antecedencia ircm examinar ditu predio,
carros ecavaflos que se arhain a exposicao do pu-
blico aflu de que possam laucar sem" escrpulo
algum.
aiinuiiciar ao respeilavel e illustrado publico me acaba de chegar a esta .'ida
sua residencia e pralicat ledas as operaresd sua arte, laes como limpar, lii
tes, Iraballio este qi.....\eeula cen gumma habilidade. Chumba denles com O
mitlem oestado e a coutormaroda caria, enoa mais cases emprega nina nova
odeule, uzeado corno roroelle.com a qual a-eliumbagcn se faz sem pressoo
se altera neni muda de cor. Collm-a denles artiuclaes i-om pcrfcieao al boje
os quaes imilam lambem os naluraes que nio se podom diiTcrenrar e preenrlie
lo para a falla e a masligaoan romo para romper as l'.-i. oes do malo. Por issi
constancias du allrahir e merecer eenflanna, e convida aa>pessoas entendida!
com a sua visita para se ronreurerem da sperioridade doseu Irabalho.
Acba-se no seu gabinete Indos OS das das8 limas da luanhia al ai
ale os 4 da larde qiiaudo nao lirer de ireiu casas particulares.
alera do quena
a honra di
amule pretende llx.ir a I
tr, chumbar e tirar den-1
lio Pllto quandoo per-|
composii;o branca como
lem dores, e que nunca
escmihec'nla nesla cidade
i todos os sella lins, lau-
julga-se eslar em eir-
a dignarcni-se honra-lo
Ao publico.
Prccisa-se alugar um moleque que lenha 1tla 12
anuos, anda que nao lenli.i habilidado alguno,
mas que soja bastante esperto, para vender ouro
pelas mas da cidade com nina caixinlia bastante
leve : a pesaoa que Uvera queira alugar, anuuncie
or esli jornal mi dirija-se ra da Sania Cruz n.
">, que achar com quero tratar.
GABINETE PORTUGUEZ
DE
LEITIJRiL.
LOTERA
Aviso as Srs. negociantes
a
dia COM CERTEZA,
Qu
LOTERA
i Roga-se ao Sr. Honorato Jo
morador lia na do Padre
possivel nunca se ciu-nn^rai
mesilla ra
ignorar.
:
: .
DENTISTI
Paulo Caigiinii'
A directora do Gabinete Portuguez de Leiluro.
lendo era consideraco a uidenl e rcgulardade que
deve haver BO cstabelecinento. avisa aos aenhores
assnciados. qu.'iraiu lera bondade de mandar en-
tregar na biufinlhcra os lirros sabidos para loilura
al liin de [evereiro prximo passado.
Secretaria 18 de marro de 1659.02. secretario
Jas C. Hui-ruUc.
A empreza de aeeio, lim-
."otvoVdtdirigir^llpe7- c irrigado precisa de 1ra-
balhadores para o servico de
limpar as ras da cidade e con-
traa sobas condiedes seguin-
de Kisiieiredoi
n. 32, a lu/gocio que \. S. nao deve
......' ? i ? -'.u.
: i y : c -. ,";.. .
FRANCEZ.
dentista, ra das l.a-
.Na/inesma :asa lem agua e O
pt5C)*999 i 9T^
i s V V ','^ .
De uovami.'iite k'io comidos lodos os credores
damassa do falicrid Manoel dos Santos Pinto, a
apreseutaruin no esciiplorio do Sr. Domingos Alvos
Malbeiis, coma legplisadus de seus credilos al o
dia IO dt correlo mtz, atini de seren contemplados
Os abaa asignados lem exuoslo a rauda os>3X "^"f
seus feli/.es bilheles da ultima parlo da segunda e > l1" deuiiiico.
prnueira d%terceira do tiymnasio. Os mesmos ven-1 ';';. '' "I5*.*
deram os segiiuiles premios da priuieira parle da
primeira lolcria de S. ioe de ltiba ar :
N. 2802 mciu, bilbete 5rtHS
N. Xt)C um billiclu 1:000a'
K. SO m,i(, 100a
-N. 2215 uioiii 10|)j
Os possuidoies d
he
. i aiuo ue marro uelw.nnmutij
I tan & lolherhiU. Joao Antonio r.aiiiinleiro da Silva
Preciso-se fallar ao Sr. lenle Antonio de
Ronza llanoso, a negocio que lhe dizrespeilo ; na
travessa das r.iuzesn. 11.
Precisa-se de una ama que saiba cozinhar o
diario de uma casa de poma familia: na ra da
l.ruz dollecife n. 31.
Pelo vapor Tocfiitti'v cliegadu do norte nodla
19 reccheo-si' ti escrai os do 211 a > anuos, bonitas
figuras, entre estes ha um ptimo coznheirn, assiro
como ti escravas com as habililacoes de eiigninniar
e corinbar, ludo vende- se por preces razoaveis:
na roa Direila n. lio.
-
. .
Os possmdores de ditos bilheles podem rir rece- i no dividendo qne sefTem de traer, logo que seia l-
ber os 8 por cenlo da le na sua loja da praca da torteado pelo 111,,,. kr. Br. juiz de orpuaos. ecife
Independencia n. o. id,: de marro de l.Donihoos t/cr Uathe*.
retira-se
para Europa, deixanuo nesta por seus procurado-
res seu sobrinh Manuel Carpiuleiro da Silva, o
Sr. Jos Joaqiiim 1)
Austin & l'.
da ru i Nova, em qil
cuja cobi'ila osla i
Na loja de al
zem-se capas, bal
Carros fnebres.
A 31 do correnle.
Manoel Jacques da Silva e os mais herdeims do
finado cominendador Antonio da Silva fario leilio
em uro s lU-, por inlervencio do agente. Oliveira,
doseu grande e bello silio com.duas espacosas ca-
sas, chaos,proprios, leudo a frailo no lugar da es-
trada entre Santa Aona e Casa Porte c fundos
margen) Ib. rio tlapibrilB!, do conformidado
com a planta que se offorecc para exame previo
no escriptorlo do referido agente, onde lera lugar
o leilio ua quinta-feira 31 do correte, as 11 horas
da munhaa.
Avisos diversos.
. 11___._________________________________________________^_
Precisa-se de nra homem ou de um escraro
V senlior dever aliaucar sua con duela, pagn-se bem:
a trotar na roo do Uuumft, njo n. O, -.JF1
Roga-se o'Sr. Jas Pedro, ineslre de obras,
que foi encarregado das obras do Sr. Tasso, haja do
liagar os jornacs do serroute Sernpbim, que lia
mais de qualro mazes esl deveudo, do contrario
ser chamado a juizo.
Precisa-se de olilciaes de charuteiro, paga-se
a 560 rs. o cenlo. e carrega;io a 400 rs. : na ta-
tema da ra Imperial n. 41.
Precisa-se de urna ama secca para casa de
Puca familia,, que saiba cozinhar o diario de una
c*a e engoinouu-,,preerindo-se algunia preta cap-
tivi :,na na; dos Marlyrios u. 20.
Precisa-se. tomara premio 4:000, c d-se por
"ypofjeca corno garante, melade de urna casa ter-
rea nm construida, em chios proprios, e mais
nma.iHrle de outra casa tambem em chaos pro-
pnos, eninbas ellas nos principaes roas da fregue-
zla de Sanio Antonio uesta ciuVida, o mais tres es-
craros crnulfs, pecas, ludolivre e deseinbararado
de qualquer di.vida, como se provar com as con-
dicoejque.se jistar, anda inesmo que llquc nl-
y6B ilglins toi asertivos ,eoi poder de quem der
l> a qieai convier, auniiucie para ser
F.SUVO FfilDO.
ligio no da 15 lo. Janeiro a prela Victoria, de
naci Mocaiubique, (em urna serrillia da.testa a
ponta do nariz, representa ler D anuos, falla um
lano atrapalhado, alUra regular, magra e de cara
teta.cor neiafiria, arda muilo depressa, levou
vesudo de chita escura, e panno da f.osla azul : as
pessoas que aflpprelieiidrem, levein-ua casa de
seu senhor, oueaMilo bem recompensadas, na Ca-
punga, silio d* Arantes, ai praca da Indepeiiden-
cia n. 18, loja do calcado.
Toma-.se inga mulluy estrangeira para ama
gractjae siw tnaior occupaio costura, sendo
pessoa que nao leuhn familia na loja n. ;t, prxi-
mo ao arco de Santo Antonio.
A, ^Jjflpns Brasileim e Perlncuezcs.
PaRIZRA MONTUOLON >. 30 n
Varis la ilace Cadet.
ladame Schroo lem a honra de prevenir aos se-
nhoroa Brasileiros e Portuguezes, que ella muden
sen hotel da ra Famboury Poissonnrre n. 71 para
a< rna enumero cima, oasa mui espacosa e de urna
elegancia excepcional ; tem quarlos' mobilhndos,
que ofTerecem ldan as commodidades desejaveis,
ni s pela granda como pela boa distribuicio,
lem um.grande sali alm da sala de janlar a mo-
da brasileira, caaa-da baiilio, e carrnagem sempre
Crompa e a dispabiaoidus ajames. Este estabe-
icunenlo partcula miento utii aos senhores Bra-
sileiros eortugmaes, pala facilidade de nelle se
usar da liapia dostas nares. As pessoas dnenles,
eiieiimiuodadae, serio lrutados com esmero porum
ilos,juais habis mdicos de Paris, que emprega-
do oo estabeieiimento ; os precos sao mui commo-
dos, o serrino jeito com limpeza e exactidio, e as
senioras brasileiras encontraran neste hotel o Ira-
lamento que lhes for couvenieute.
Ufforeoe-se urna ama para casa de homem sol-
iniro para o servico de perlas a dentro : na na da
Uina n. Ti.
4TTENC0.
MtiSifeas para thea-
tro.
1 Manoel d'Abalada acaba dereceber la do linlio
pelo ultimo paquete um grande sortimenlnde val-
sinhas. minuetes, conltaoancas avulsas, ele. etc.,
que polo seu ariginalisino, laconismo e insignill-
canlismo lornam-ae ninkii reeommendaveis por
serem as musieas hoju mais apropnadas para pre-
enchiaientos dos iaterrallo theatraes, muilo prin-
cipalmente aqu, que apenas estamos acoslumados
aouvir nesst* oecasies as montonas cavatinas,
nsmassanles duetos. e os estrondosas ouverturas
dos caducos Bellini, Domzeti o Vcrdi, et reliqua
O Sr. diraclor da orchostra do Uiealro de Sania Isa-
bel nao deve perder a occasiio de fornecer-se de
novo desse importante narctico, para que o publi-
eo paisa eoulinuar a guiar o inefTavel prazer de
dormir sssentado abalado de calor os longos mi-
nutos dos intervallos : aellas, antes que se acabem
Uo engcuho l/rigorio fugio no dia 4 do cor-
renle um negro de nome lliilinn, baixo, secco,
neiit espadando, eor Tirela, eorpo regular, nlhos
mediauoi, pestaas grossas, bous denles, de idade
de 30 annos, punco mais ou menos, gusta de an-
dar limpo ; levou um capote azul d..s mais bara-
tas, ja relho, u i cosuuua apresentar-se tailo :
qiHin o pegar 4e ao dito engenhe da fregunzia de
Tracunharm, qne sari recompensado.
O'i'm tirer eonias com o casal do Uado Jos
llolwfto da iloraes Silva, digne-se de spresenta-lss
dentro deoito diasv fazendo entrega dedos ao 8r.
Joaquim Maria do Carvalho. na ra da Koda u. 23.
O Sr. kXaymaodo Antonio Pires da Fonseca
lem nma carta rinda pelo paquete Tocand'w, na
ruado Vigarion. 15.
as Fernandos e os Sis. Uatheiis
lloga-se encaiecidamenle ao Sr. fiscal do Cu-
rato da S quena |j mar suas vistas sobra o sobrado
murou o Sr. coronel Lobo,
esics desnbar.
aiale, no boceo Largo n. 2, fa-
llas, samarras, capas vialmias.
becasu hbitos pan lereeiro- o mesmo meslre
Adniinislradnr desle eslalieleciinenln, silo em
um armasen do convento de s Francisco confron-
te ao lllm. Sr. Dr. Sarneuto, lem a honra de parti-
cipar ao publico e aos seus amigos, que est pre-
parando tudo de novo, e espera merecer acoadju-
vacao que sempre se lhe lem prestado, extorcndo-
se a bem desempenhar a sua obligaran, encarregan-
do-sc de ludo que for necessario a qualquer enter-
ro, Officios solemnes de corpo presente, e stimo
dia; asseverando a commodidade de proco em
qualquer deslas olorigacies, para o que p'de ser
procurado-no mesmo annazem. ou na ra da Cadeia
do Sanio Aulouio n. 31.
Ninguem poder contratar negocio algum com
Joao Xaner de Mello, morador em Beberibc, com
os bens que elle possiie, sem consentimento de sua
mullier There/a de Jess r.avuleniili de Alhuquer-
que, licando nudo Indo e qualquer negocio feilo
sem osla conformidade. Recife 11 de mareo de
2959.
Lourenco Pogi, com loja de Ingle uo atorro
da Roa-Vlsla n. 27, declara que Jos Gali nao
mais seu caixeiro, e por isso neiihiiiua Irausaccio
noder fazer cuncernenti! dila sua casa, llecife
22 de marco dr 18.
Precisa-se alugar para una casa estrangeira,
urna inulalinlia de 12 a 1G anuos : na ra do Trapi-
che Novo n. 12 ; paga-se bem.
-* Precisa-se de um caixeiro que* lenha bastante
pratica de taberna e que seja deligcnle para o bal-
cao: alralarno largo da uibeira de s. Josn. 1,
esquina da ra de Santa Hila.
Aluga-se una mulata para o servico interno*
na ra do C.ollegio n. 16, lereeiro andar."
F.sl fgido u prelu Manoel Cambeta, que lem
as pernos muilo lorias, levou calca azul e camisa
branca : quem o pegar leve-n taberna do Possas.
Prccisa-se alugar urna ama que saiba engom-
mar e cozinhar, para casa de pouca familia : na ra
Nova n. 30.
(Jiicm precisar de um bom reloglo.de ouro pa-
tento inglez, vende-so em segunda mi por preco
commodo ; assim como de urna duzia de colneres
de prala para sopa, com pcrlo de 200 oitavas, mili-
to emeonta: procure na ra do Livraiuenlo n. ;I5,
loja de calcados, que se ajustar.
Osabaixoassignados scientilicam ao respeita-
vcl publico, e com especialidade ao corno do com-
mercio, que elles lem celebrado sociedade na taber-
na e hotel, eslabelecidos na loja e primeiro indar
da casa n. 28 A, sita na na do Trapiche, gvrando
ambos na razan de Manoel Antonio Pires & C. ; pe-
lo que indas as pessoas que se julgarem credore:
doassocindo Manoel Antonio Pires, qaekan apre-
sentar-se cun seus Ututos, afuu de serem conferi-
dos e pagos, porler o mesmo Pires de fazer una
rugen), duraule a qual encarregado de lodo o ne-
gocio o seu associado. ftecife 21 de man-de 18.)9.
ilanoel Antonio Pire.Jos Rodrigue de An-
dradt.
, Arrcnda-se um sitio rom exceilenle casa de
vivenoa uo lugar da Torre margem do rio f.apiba-
ribe confronte estrada do Maugiiinho, cuja casa
alm de ser edilicada, com muilo gusto e ser enlloca-
da em um ponto de visla agradavel tanto por della
avistar-ae todas as casas da Capunga, Paasagen c
Ponte de L'chda, conten (salas de :I0 palmos qua-
dradoscada urna, sendo 3 forradas de rico ppele
o tecto de estuque, II quarlos, sendo "i forrados de
pliel a o ledo da estuque, rozinha frn, bstanle
espacos,.. coebeira para 3 carros, quarlos de cria-
do e de prclns, estribara para 6 cavados, casa para
gallinheiio e animaos domsticos, i cacimbas, u-na
com excellente agua de beber, outra com bomba,
da qual deita agua para a casa de banlio que Sea ao
p. jardim coni figuras o jarros do louca finos, mu-
rado na frente com portao de ferro, liana de capim
que sustenta animal dons cavallos, pomar de larau-
geiras, selectas edenmhigo, alm de outras fnic-
loirasdo paiz : os pretendentes dirijain-se ao aterro
da lloa-Visla u. 2, segundu andar.
AMA.
Prccia-se de una ama para comprar c cozinhar
para nina pessoa; na ra das Larangeinuj n.14,
primeiro andar.
les:
ESTA{\0 DE INVERN
0 ser\ iro comeca as seis da
manliaa e acaba as tpialro da
tarde, lendo nicia hora o traba-
Ihadorpara a I mocar. 0 salario
c de 1,$5S0 por dia. A empieza
offerece casa para dormida dos
Irabalhadores. Precisa lambem
contratar A carroceiros paitan-
do 20,> mensaes,comida e casa.
OSr. lliesoureiro manda fazer publico
que se achara a vcnJa todos os dias das 9
horas da nianha as 8 da noite, no pavi-
mento terreo da casa da ruada Aurora n.
26 e as casas commissionadas pelo mesmo
Senlior tliesouteiro na praca da Inde-
pendencia numero 22 e na roa Direila
n. 83, ate as C lioros da tarde, simiente os i Mis*
Tmpicht
Noslo osl.'tiiolt'ciinf'hlii rt-i
sesacco* com ftssocAr, coro
aceia pelo dimioulo preco d
a.
l"-ni---t' e ciUiKirrnn]-
ImU n prompiido e
1 in rs. cada mu.
Avrlissomontlouslesii-
gociaiils de eelle place.
Conreil.iria 39 A,
confronto ao llosario em "-lano Antonio, rndame
riesli loja a rerdadeira agua de malabar paratingir
cabellns. etc., e linfa para marcar roup;i, paga-se o
dobro do importe desles obieclos se o coiitrariareiu ;
vendesu lamben um liipiidu para tirar iiodoas.
CoiifeilariaSOA,
confronte ao Rosario era Sanio Antonio, vendani-se
ii. -la rasa paslillias de orlelaa-pimeatai muilo
proprias para i|uem sollre do estomago, ditas pei-
loraes dc*hocolole, de gonuna, alcarus e laiauja,
j i1 oulras militas de nidos para azia e lirar a toase,
unu-liiiias [tara apiMinplar caf, i'li e chocolate elll
lll a 15 minutos.
bilheles e meiosda ultima parle da segun-
da c ptiir.eia da lerceira loleria doG> m-
nasio l'ernarobucauo, cujas rodas deve-
rao andar iin|ireteiivelmeii!e no dia 2
do futuro mez de abril.
Thesouraria das loteras 23 de marco
de 1859.Oescrivo.J. M. da Cruz.
Villa do Cabo.
0 abaixo assignado faz seiente ao publico, qne
abri na villa do Cabo, ra do l.ivramenlo, rasa de-
finntcdo cruzeiro, nma casa de negocio com illu-
mina^n de gaa i noite, onde vende fazendas do
diversas qualidades, calcados francezes e da ierra,
miudezaa, roupa feila, ele., etc.. e indo por precos
nuitu eonimodos.Franeiteo de 'aula Rufino.
Precisa-se de um forneiro e dona amassadorea
que enlondam perfeilamenlc d'arto de padaria : na
ra larga do Rosario, padarian, 1^. banlo aoquar-
tel do corpo de polica. Da mesma padaria cima
aiiseiitou-.se un escravo por nomo Pilippo, do An-
gola, estatura ordinaria, ceg do olbo OMiuordo, sal-
vo erro, heleos bastante grossos, cabello grande,
comuna roroa na rabera de carregar panacu:
roga-se aossenbores capiliies de campo e pessoas
encarregadas de polica, oa a outro qualquer senhor
por quem possa ser encontrado, o manden pegar e
entregar na ra do Cuartel de Polica, padaria n.
In, que Be recompensara com generoatdade a quem
tal servico prestar.
Trapiche Ciinha.
ormai on embarquen le sucre, dans rol la-
iiueiii. i 10 re. le sac. Un garautil lunle la
promplitud
me
el la plus grande propot dans h
oslablislied.
Trapiche f'imha.
Nolices hereby given Ihal hencefmwaril each
sack ofsuggar shall paj !(l rs. for deposiling and
embarkiiig. Prumpbtdc and cleanliness in lhe
Ser\ ice ave wananted.
da ra de Apollo, Icundruio tesar de Mello.
O Sr. Ilominjosda Silva Torres deixou de ser
caixeiro do Sr. Mai oelFrancisco da Silva Carric.
Na padaria d< paleo da Sania l.ruz n. 6, pre-
cisa-se muilo falla emu o Sr. Antonio Bernardo
Dias. naluial da illa de Sanio Thircio, casado ;
ebegou a esta pro\ incia como engajado, no brigno
puiiuguez Trova lor, em 17 de maio de 1857 :
lamben se roga a qualqnr pessoa que delle lenha
couhecinioiilo un i oliuia, o favor de fazer aviso na
mesma padaria, i ue se lhe licar muilo obligado,
pida grande precis o que ha de saber desle mesmo i
Sr. Dias.
Prccisa-se d
liorna, capaz, da gi|
donado a quem \\
precisa dar liador
rumado; e aquell
CASA DE SALDE
SITA EM SANTO AMARO.
DOS
Vende-si> on arrcnda-se o engonho S. Joafi,
silo nafrigiieziade Sanio Anlao, qaalro leguas ao
Slll da cidade da Victoria, ciljo ellgenho me com
agua, lem grande cercado, limpo e circulado por
valado, umita mala, e paramentado de lodo o ue*
cessaho, sendo : rasa de vivemla boa o grande.
IYKP !. All [|lPil")lOf\ MOl'1 s*'"*** Par escravos, casa do bagaoa, estafa, casa
-.11.11 5U quem o pretender, dirija-se ao sen proprielario que
o do ellgenho Sibir da Sena para tratar negocio.
iPiHle-seuiiia eserava ciioiila de
20 unios, sabe ciinommap p, com porfei-
taneite loda o qualqnpr ipiatlaile de
toslura: qm-ui a nretender dirija-se a
na eslreiln do Rosario n. 12, pi-iineiro
aiiar.
Vende-se um escravo cjoulo de 22
anuos, ollidal do sapalciro o aprendiz de
r.|n-iliTn>-, r liinilirin una liiliiinlia de S
annos, esta pde-sp procurar na rna de
Sania Taereza n. 2, c aquelle na da es-
Ireita do Rosario n. 12 primeiro, andar,
nolando-sp que ainhos sao de bonita li-
sura o ijueiii pretender dirija-se aos lu-
gares determinados.
Camas de ferro.
rt loja do Vianna.
Iliituissimas camas.de ferro de casal, com arma-
cao para botar cortinados, ditas de sollcirj, de bo-
nitos niodellns, ledas por prejo muilo commodo :
na ra Nova n. 20.
[Ao publico e ao corpo|
[ do commcrcio espe-|
| mmente.
I o bacharel abaixo assignado offerece "A
g os seus serviros de advosado em ani- 3
has i- instancias no civel, crimo e com-
mercio na capital o (ora della. Kspero ["
ser procurado, affirmando que lomar
o maior inleresse pelas causas que Uie
foniu coiiliadas. O lugar de seu cs-
rriptono no primeiro andar do so-
brado novo n. da ra do Collegio
loado mora, podeudo por isso ser con-
suliado a qualquer hora. = Francisco
Lmis Correia de Andrade da .SU.
Prccisa-se de urna mullier que faca o servico de
una casa de poma familia : na rna da Cadeia do
ife n. 30, loja de ferragens.
Nesle eslabelecimento ha as uielliores acommodacoes para se trataren doenles de qualquer calhe-
goria e sexo.
A diaria menor he de 2cful, devendo o pagamento ser feilo por quinzenas adianles.
llover o maior zelo e empenho no Iralamenlo dos (lenles os quaes sero visitados pelo menos
duasvezespor dia pelos mdicos proprielaaios do estahelecimento.
mu caixeiro com pratica de la-
rencia da mesma, da-se bom or-
issa preeneber esle lugar, sendo
sua conduela, se osliver desar-
que estiver arruinado, pode di-
rigir-se por caria I .-diada taberna n. t do aterro
da Boa-Vista, esqaina do becco do l'ern-iros.
Roga se a ti das as pessoas que so julgarem
credoras ouque ti .ereiu conlas com oscoiilralado-
res das obrasdail uminaiao a gax dcsla cidade B.
T. telliouse C, de as apresenlar no escriplorio
dos conlratadores na tabnca do gaz, e eulender-se
con o eiigenheiro encarregado das obras, o Sr. C.
Wilnot, ou dirig em as conlas ao mesmo senhor,
no escriplorio dos Srs. ltostron Ilookonx; I"..
(l abaixo assignado avisa a um lavradur do en-
genta] Uertioga dji frcgiuvia de Inajuea que Iheres-
liiua umaleitra Ja quaniia de 1-IOsOO de princi-1
pal, vencida ilejde o dia 18 de fen-rciro do anuo
prximo passadel com os competentes juros venci-
do-, que com osodpradilo principal monta i rs.
I73J600. Ilesejando esclarecer ao Sr. lavrador,
digo-lhc que essp leltrafoi sacrada coiilra Vmc. pe-
lo lllm. Sr. lem ile-coronel Isidoro Carneiro P. de
Siqucira Cvale; uli c que hnje nn- pertenee como
commiiniquci a Vmc. e que live em resposta mu
pedido seu para reforma-la, visto como s o poda
pagar em 160, e queassin lindo feilo e remellido
nao s a lcltra ellia como a de reforma, parame
mandar asaigna la, Vmc. inutilisando a assiguada
nao quiz manda I a de reforma ; portanlo peco en-
care, -idamente i Vmc. que uo prazo da publica o
desle a 10 diasimlregue ao seu amigo u Sr. Isidoro
Carneiro Pessoa de Siqucira Cavalranti Jnior dita
lettraou a de i iforma depoisdoassignada, do con-
trario piildicari i seu nomo .por aitaaao. Peco ao
Sr. Isidoro Juu or que lenha abondade de, lindo o
prazo dos 40 d as, declare or. esle lliario se foi
ou nao receid i da fallada lettra. Pesqueira, 4 de
marco do 1639.
Joaquim Ignacio de. Siqucira.
Precisa-so de dous olliciaes de marcineiro
para trabalhar un obras de Jacaranda e tambem se
loin.ini discpulos sendo livres ou captivos, dando-
se-lhe de come? e casa para muradla: na ruada
Camboa do Canoo n. 14, loja de marcineiro.
Precisa-se de urna pessoa com haslaule pra-
tira e habililacoes em negocio de ferragens :
quem estiver netse caso dirija-se a ra da Cadeia do
llecife u. 48, primeiro andar, que achara com
quem tratar. !
__i
I PEORAS PRECIOSAS, i
Aderecos de brilhanles,
diamantes e pendas,
pulsciras, alllneles, brin-
cos e rosetas, bolees e
aunis de dinerenws
goslos e de magiiilicos
brilhanles.
Compren, vendem e
Irocaiu prala, ouro, bri-
lhanles, diamantes e pe-
ndas, c oulrasquaesquer
i joias de valor, a dinbei-
f ro ou por obras.
iLelimami & E. Blum
JOALIIEIROS
Hotel inglez man. A.
Recebem por lodos os vapo-
ff res da Europa e do Rio de Ja-
Snciro obras do mais moderno?
goslo, lano de Franca como
i dcsla ultima capital, as quaesE9
>cndem com loda a sarn lia
ina qualitlade dos melaes e
das pedras, e pelos precos
[mais commodos pssivis,fi
[ I nulo sempre disposirao dos |
>^rresnezes um bello e variado
sorli lucillo.
Os irinns da contraria de N. S. do Bom Con-
seibo sao com idados para mesa geral no dia '11 do
correle as II horas da inanha. llecife Z~i de
marco de jjltfiO.t) juiz interino, llr. I.ouien)
Trigo de l.oureiro.
O Sr. Dr. Carlos Agosnho
de Lafert Laperiere, tem urna
oSTreSios. I Z "?.ma ^ Crespo loja uu"
__ SC;-) tiltil ti *..
Adereces completos de
ouro, meios ditos, pul-
ceir.Ls, allineles, brincos
e rosetas, conloes, tran-
celins, niedalhas, cor-
rentes, enfeites e corren-
ties de ouro para relo-
gios, c- oulras militas
obras de ouro e de coral.
Relogios palente inglez
dosmelhores labriraules,
@ ditos misma, tanto da
ouro como deprala.chro-
nomelros e meios ebro-
BOnelros o lamhem re-
logios horisonlaes de mi-
ro e de prala. Vendem o
troca m.
Na loja do Vianna.
Riquissinos apparelhos de mell do principe,
foleadosde prata, ditos de metal hranco de haralis-
simo pnvo, salva de metal do principe foleada de
prala, riquissimas terrinas e pralos coherlos do
mesmo metal, e oulros inuilos ohjectos no inesmo
metal, que com a visla do froguez, milito devoran
agradar por sen fazeuda chegada de novo : na ra
Nova u. 211.
Bandejas finas.
IDJJfiBQTl
Ternos de bandejas imitando cbarao, ditas ordi-
narias para todos os procos, guarda-comidas de ara-
Precisa-se de um caixeiro para urna taberna
em S. Lourenco da Malta, que tenha pratica de ne-
gocio, e que d fiador a sua conducta : quem esti-
rar instas circutustaucias, dirija-se a ra da Praia
n.19.
Os abaixo assignados fazem seiente ao publi-
co, e com especial i Jado ao corpo do coinmeriio,-
que em data de 31 de dezembro do anuo prximo i me, lampas do artlin'e para cubrir pralos, tallo-res
passado dissolvcram de commiim accordo o amiga- para mesa de todas as qualidades, riquissimas co-
veliueutea sociedade que tinham na loja de cha-liberes de metal lino pata, sopa e che, riquissimas
s peos da praca da Independencia, que gxrava de bridas de metal do principe de riquissimos model-
,'! | oaixn da firma de Madureira Pinlo, Cuando a li-
(\i! quidac.io da extincla Urina a cargo do socio Manoel
Cernir Piulo, a quem lica pertencendo a iilcncio-
uada loja, e desonerado do activo e passivo o socio
Jos Antonio de Paula Madureira. llecifcde Per-
nambuco 2 de feverciro de 1839.
Joo Antonio de Punto Atudureira.
M'tuiH'l Ferreira Pinto.
O bacharel Jos Rouifacio de S Pereira Ion
aberlo o sen escriplorio de advogado no bairro do
llecife ra da Cruz n. 18, segundo andar: quem
quizer eucarregar-lo do patrocinio deslas causas
pode procura-lo no mesmo escriptorio, das 9 horas
da mauliaaat s i da tarde.
AVISO.
Furtaram lia 20 dial do rnoirSo do si-
tio da inoradla do abaixo assignado na i
Passagcm da Magdalena urna canoo de !
carreira de um s pao, ainda nova e to-
da pintada de verde com a marca da ca-
pitaniado porto M n. 171 : roga-se a
quem a tiver adiado ou souher nonde
exisla de participar no dito sitio ou
Compras.
^
GRANDESORTIMENTO
DE
'lasen]
NA IUADOQLKIM.VDO N. 4G.

Fiiiiiiliiis para 1859.
Acham-se i venda na livraria n. 6 e 8 da praca
da Independencia, as folhinh.is do auno de 1859,
para as provincias dePernainbucn, f.eani, Rio Gran-
de do Norte e Alagoas, das segrete* qualidades :
Folhinha do priprielario agrcola conlendo
alera das materias do costume, as leis e
regiilamentos das tenas publiras notadas
com todos os avisos e ordens que as tm ex-
plicado e ampliado al o mer. de setembro ul-
timo, pelo Sr, llr. Antonio Vascom-ellos Me-
nezes de Drumoiond ; esta folhinha he es-
scncialmenle noeessaria a todas as pessoas
que possuem um palmo de Ierra para mais,
Cois com ella eslao habilitados para nao ca-
irem em multas e nao serem Iludidos, preco 500
Folhinha do porta ris........*. 160
Folhinha ecclesiaslica ou de risa feila pelo Rvd.
Sr. conego penitenciario da S deOlinda, se-
gundo a rubrica e ordens da Sania S, ris. 400
Knsina-se a fallar e. escrever as linguas in-
gleza e franceza um pomo lempo: na ra Novan. 65.
Precisa-se de urna ama para engommar, co-
zinhar e fazer o servico de casa : no pateo do Terco
n. 2li, primeiro andar.
No dia 21 do correnle desanparcceu de casa o
miilatinlio Ladislao, cabellos cachiados, olhos par-
dos, nariz chalo, bocea regular e um hombro mais
alto que outro, feio u tem lli anuos representa ter
18, l, asarero e conla mal, sahio com boiiet prelo,
raleas de brim parece ja denotada, camisa de m.i-
dapolo e jaqueta de riscadinho. U mulaliuho li-
vre mas como para dar-lhe olcio o abaixo assig-
nado o Irouxe da cidade do Ico com permisso da
respectiva autoridade por isso gratifica a quem o le-
var ao segundo andar da casa n. 09 lia ra Nova
onde mora ou a sua loja de ourives n. 26 na roa
larga do Kosario.
Francisco Oomesdc Mallos Jiinior.
A mesa regedora da rmandade de N. S. da
Soledade do bairro da lloa-Visla, pela lerceira vez
convida a todos os seus iruiaos em geral para reu-
nidos em mesa procederemaeleielo da nova mesa
e Iratorem de outros negocios de importancia da
uiesma irmandade no domingo 27 do correnle.O
cscrivao, Joaquim Jos Marlins.
Prccisa-se de um caixeiro para lomar conla de
nina taberna por bataneo e que lenha liador: no
i!ir> do llamos irma/en dos Srs. Nascimenlo \ Lo-
mos, se dir cun quem deve tratar.
GOE$ fc BASTO.
2J| Ricos sobrecasacos de panno lino prelo
c?g com golla de velludo e sem ella a 22J, e
-i>$, pab-tnis saceos de casemira de cores
^,'j escuras a 1US. ditos sobrecasacos padrees
; modernos a 15g e 185, ditos de alpaca pre-
2-1 e de cor a 4jt, ditos de hrim pardo
3| liaucadu muilo boa qualidade a 5, dilos fc
i'?', deesguioda lihiua a 58, calcas de brim !
^t;s3 de cores a 3$, 3}!lt), 4, ditas' de lii pa- K
^"rj droes modernos i- iniidiuhos a 49, dilas ra
<} brancas de hrim de liuho a 5j, dilas de Pt
<4 casemira preta e de cores a Gj(, 7J, 8S e
^t 9g, ceroulas de bramante a 1|600. 1S00 *%*
5^ e 2|, palelols de meia casemira a 7g, col- ^^
''-1 leles de gorguru da>seda a 5J. dilos dse- 0Z
. in maro a o;;, ditos de velludo preto a E
. ; "JclOg, dilos de brime fustao a 2J500 fc
gie 3s, luvas de Jouvin detodas as cores a kT-
:i lgsOO,camisas de esguiao muilo fino a Bp
4 a3g500 e outras muitas fazendas e rou- E?
v pasfeilas que s vista que se pude 9 '
Ja avaliar a oechincha :
Aviso.
O abaixo assignado pretende relirar-se para In-
glaterra e faz publico por esle Diario que deixa
procurarfio bastante na mao do Sr. George Boud
aulorisaiido o mesmo Sr. George Boud dcsla data
emdianli- a fazer as vozesdo Sr. lieorge Fornesscon-
tratador da eslrada de ferro do llecife a San Fran-
cisco a mais que uo caso da inorte ou da retirada
do Sr.George Boud para Inglaterra, William Chari-
ton e Richard Broome que moran cm Ulinga de
Cima recebero todas as communiracoes e lambem
fario as vezes do Sr. George Firrness'na minha au-
sencia. Joan uys.
Rccifo 23 de marro de 1859.
N. eSMA LOJA. HA
Casacas para a quaresma
';'/ mandaiido-se fazer por medida garanti-H*
C; do-se o aceio e bemfeitoria da obra, son- E
^ do lambem de muilo bom panno prova de [,
"S ''ni',n P''' diminuto preco de 35g, assim B
,.i,*i como do iiu-lbiii panno cscolha do fre- '
'S\ B,,KZ a40g, aliaui-ando-se serem todas for- -
- radas de selini macan ou seda.
mmmmmwm
_ SEGURO CONTRA FOGO
NOKTHEKN ASSURANCE CMPANY
LON'DON.
CAPITAL tf 1,500,000.
A.gentc C1. \st\cy e C
Offerece condicocs muilo favoraveis e premios
moderados.
AMA SECCA.
Prccisa-se de urna ama na ra Nova n. 20, que
saiba comprar e cozinhar, lavar e engommar, tudo
rom perfeico, para tasa de homem solleiro, paga-
se bem dando a prelendente flanea A sua conduela :
na ra Nova n, 20.
Fructuoso Martins Gomes vai Kuropa, julga
nada dever a pessoa alguma: se porem houver
quem se considere seu rredor, aprsente a conta no
prazo de 8 dias. a contar desla data. Oulro sim, tica
na administrarn de sen estabelecimento da ra es-
trella do Rosario n 4, o Sr. Jos Pedro Fernandos,
e com procuraran bastante os Srs. Jos Moreira da
Silva e Joaquim Goncalves Salgado.
Fructuoso Martins Gomes pede aos senhores
que em sua mi depositaran) peubnrcs de ouro e
prala qs retirem dentro do prazo de S dias, do con-
trario .-eran osles vendidos pira pagamento.
Deseja-searrendarum engenbo que tenha boas
trras, escravos e auimaes, e uo se pora duvida em
pagar alguna annos diautados : coutrala-se na ra
da Guia n. 64, segundo andar.
Precisa-se de um caixeiro de 14 a 16 annos
pera uina venda, e que tesina pratica de mesma : na
ra da Roda n. 52, se dir quem quer.
Alguma pessoa que precise de algum criado,
dirija-se a ra da Peuha u. 9 ; sendo casa franceza
ou outra qualquer.
Precisa-se alugar um p reto robusto proprio
para o servico diario de una casa ; da-se comida o
roupa, e paga-se bem : a tratar na ra da Collegio
n. 15, armazein.
COMPANIIIA
ALLIANCE
Eslaklcctda em Londres
CAPITAL
Cinco miliioes Ac libras
esteTlinas.
Saunders Brothers & G." tem' a honra de informar
ra to torres n. 1*, que sera gratifica-aes Srs. negociantes, proprietarios de casas, ca
do,Antonio Jos Leal ReS. 'I111'' mais convier, qne eslo plenamente aulorisa-
dos pela dila compauhia para efleclnai seguros so-
bre edificios de lijlo epedra, ciibertos de. telba e
igualmente sobre os ohjectos que conliverem os mes-
mos edilicius, quer consista emiuobilia ou em fazen-
das de qualquer qualidade.
GASA DE SALDE,
O Dr. Ignacio Firmo Xavier, proprielario da an-
iiga e acreditada rasa de sande sita ao norte da es-
trada da passagem da Magdalena, enlre apnnlc gran-
de e a pequea do Chore-menino, o na mesma re-
sidente, tem diaposto os melhorea commodos para
recebar qualquer pessoa enferma, e arbandn-se o
sen eslabelecimento mis mais agradareis condicocs
hygienicas; conliua a offerecerosseus serviros", af-
flanrandu o melhor Iralamenlo e o maior zelo no
curativo das molestias. 0 mesmodoutor, lem des-
tinado urna sala para parlus, cuja ulilidade he in-
conteslavel.
sio FM:\niiv.cAnos n clnica
Operardos.O lllm. Sr. Jos Francisco Pinto Gui-
mares, cirurgio do Grande Hospital de Carida-
de, ruja pericia he bem conliecida.
Medico consultante.O lllm. Sr. Commendador Dr.
Jos Joaquim de Muraos Sarniento.
Parios.O lllm. Sr. Dr. Silvio Tarquinio Villas-
Boas.
Patliologia dulrina.O proprietario do estaheleci-
mento.
A diaria ser de 3,4000 e 2$000, conforme a gravi
dade e durarn da molestia.
As pessoas que quizeren um Iralamenlo distincto,
pagano na lazo da despeza que Uzoreni.
Operacoes, sanguesugas, conferencias sero pagas
aparle da diaria.
Passagem da Magdalena 22 de dezembro de 1858.
Dr. Ignacio Firmo Xavier.
Aluga-se um sobrado a margem
do rio Capibaribej.na estrada de ponte
de Uclioa : a fallar na ra-da Aurora
n.26.
Precisa-se alugar urna casa terrea cm bom es-
tado, no bairro de Sanio Antonio ou Boa-Vista : di-
rija-se ra do Grespo n. 2.
Agencia de passaportes.
Claudino do Reg Lima lira passaporle pira den-
tro e fura do imperio, por commodo preco e pres-
teza : na ra da Praia, primeiro andar n. 43
Arrenda-se ou vende-se um silio no lugar da
Torre, i inargem do rio Gapibaribe, com excellente
casa de verenda para grande familia, conlendo (
salas, 10 quarlos, cozinha fura, urna senzala, coche-
ra para 2 ou 3carros, .piarlos parra criado e prelos,
estribarla para G cavallos, quartos para animaes do-
msticos, galinheiro, cacimba com excellente agua
de beber, e outra com bomba e casa de banho, jar-
dim com vasos finse figuras, baixa de capim, po-
mar de larangciras, alm de oulras (ruciasdo paiz:
a pessoa que pretender, dirija-se a ra de S. Jos
n. 45.
O abaixo assignado, subdito portuguez, reti-
ra-se at o lm desle crrente mez para o Rio Gran-
Je do Sul, a tratar do sua saude.
Manoel Monte iro da Cunha.
PERDIDO.
Perden-se um bolo de piinho de camisa, desde a
roa da r.ruz do Recife at a ra do Trapiche Novo
o bolo redondo, de pedra verde escuro, rom
dous ganchos c una coroa no meio, de ouro: a
pessoa que u achou, querendo cntrcga-lo no caf do
commercto do Sr. Blandin, lhe ser entregue o va-
lor do mesmo.
A<>v a loja de funileiro.
Precisa-so de um ollicial de funileiro para admi-
nistrar nina loja, sendo Bal lira bom resultado : na
roa da Cruz do Recife n. :I7.
Prefnase de um criado para o servico de
mesa, c de uto para o bilbar, paga-se bem na ra
do Trapiche Novo o. 2, hotel da Europa.
Sorveles.
Aterro ila Boa-Vista n. :i.
A pedido do algumas familias, c para palentear a
bondade do verdadeiro srvele a muda de Paris,
urna sala reservada para as familias seo dora em
(liante aborta todas as imites at s 'J horas, na pri-
meira loj.i de sorveles ao p da ponte. Todas os
nuil.s lera duas qualidades de Brrete.
A nova serrara defronte de s. Francisco pro-
pe-aea vender taboado mais barato do que em ou-
tra qualqmr parte, recebeiu-se i-iicuiumeiidas.
Attencao.
Precisa-se de una ama que engomme e saiba
pontear (oupfl que seja limpa e fiel na liba dos
Ralos, casa do fallecido Dr. Navarro.
VIA FRREA
DO
RECIFE A S. FRANCISCO.
A rompanha seacha prompla a receber propos-
laa para a condurc.io de nina grande quanlidade de
Irilhos e oulros maferaes pertencentes a mesma
Via frrea do lilloral das Cinco Ponas, onde presen-
lemenlc se arham.ao lugar cliamadn Boa Sicca ou
Berlioga, sitovio rio Ipojuca.
As proposlas deverao sor enviadas por escnplo,
m.ircaudooprecoporarrolns inclusive carregar o
descarregar o peso que pode ser couduzido por ca-
da barraca, o maior numero dt-llas que se poder em-
pregar nesle servico assim como o lempo gasto em
cada viagem.
Escriplorio dos engenheiros na villa do Cabo 10
de marco de 1859.
W. M.Peniston.
F.ngenheiro em chefe.
VIA FRREA
lio
Recife a S. Francisco
A compauhia precisa empregar 300 ohreiros ad-
dicionaea entre a villa do Cabo e L'iinga, o offerece
as seguinlesvanlagens.
Esl resolvida a contratar os aterros em lances
pequeos, por precos que garanten) maior lucro
aos conlratadores, do que o que se realisa pelo Ira-
balho diario.
F.mprogar-sc-liao todos os.liomens de forra c ac-
tivos porum preco proporcional equivalente 1*880
rs. diarios.
Cotitratar-se-ho pedreiros, carapinos, ofciaes
de pedreiro, ferreiros, assim como outros mechani-
cos, mediante coudiccoes favoraveis empreitada
uu mediante paga diaria correspondente, no caso
que preferirn).
llaverao moradias para osobreiros. eujoa mauli-
mciilos serio Iransporlados gratuitamente da esta-
can das Cinco Ponas aos pontos das suas moradas
pela linha. Tambem se conceder nma passagem
livre ao llecife para lodos os que fori-m empresa-
dos, para ida e vollanos sahbados, depoisde feilo o
pagamento ; assim como a lodo lempo se dar pas-
se livre, de 20 humees, um, para o Um de com-
prar manlimeulos.
Escriplorio dos engenheiros na villa do Cabo 10
de mareo de 1859.
1K. J7. Patino,
Eugenheiro em chefe.

DO
A fJflV F Vtl
A compauhia est prompla para entrar em ajuste
com quaesquer pessoas que quoiram anearregar-sv
de transportar mate, aes dos lugares das Cinco Pon-
las e villa do Cabo para os puntos de Pavo, Cun-
da, Pnr a Timbonss, assim como oulros pontos
das divisos mais distantes da vil frrea.
O abaixo assignado eslimar receber proposlas
por escupi, ostaln-lecendo o preco por legua por
cada arroba obrigaro fazer transportar os mesmos malcraos.
Todas aquellas pessoas que conseguin-in este
ajuste eom a companhia, lerao o privilegio de po-
derem obter passagem livre pela va frrea, e re-
metieron seus proprios gneros polo frete miiiiino
estabelecido pela tabella.
Escriplorio dos engenheiros na villa do Cabo 10
de marco do 1859.
W. M. Peniston,
Engenheiro cm chefe.
Precisa-se alugar um andar de sobrado rom
bons commodos, taescomo 2 salas, 4 quartos que
sirvan para dnnndas, estribara, ele. : a tratar das 10 horas da maiiha s
3 da larde, no escriplorio da companhia da via-fer-
rea, ra do Crespo n. 2.
Precisa-se de um prelo de meia idade para
ajudar a um homem que anda com una rarroca
vendeiido agua pelas ras do bairro da Boa-Vista .
a tratar na ra do Cabug, loja n. 9.
Precisa-se alugar uina ama secca para portas
a dentro, para cozinhar c engommar : no aterro da
Boa-Vista n. 3C.
O padre Manoel Jos de Oliveira Reg, vai a
Europa tratar de sua saude.
Compram-se cm casa de N. O. Bu-ber & C, ra
da Cruz n. 4, oncas hespanholas e mexicanas, so-
beranos e moedasporlugiiezas do GjjliOO.
Compra-so urna canoa que pegue de 50 a 100
saceos de assucar : a tratar na praca do Corpo
Sanio com Palmeira o: Bellrao.
A saboaria da ra Impe-
rial compra sebo em rama
a 9$ a arroba a dinheiro
vista: a tratar com o seu
administrador.
Compra-so urna casa terrea no bairro de San-
to Antonio ou nos limites de S. Jos rom o de Sanio
Antonio : a pessoa que liver, poder tratar o ne-
gocio na ra de S. Jos n. 45.
Vendas.
los, dilas esporas do mesmo metal, e oulras umitas
ciililhorias, que ludo nesla loja se vende por preco
muilo commodo, em porco e a relalho: na ra
Nova n. 20, loja do Vianna.
Mohilia barata.
Vende-se urna mobilia de Jacaranda completa,
leudo 1 sof, consolos, 1 nanea redonda com pe-
dra branca, 12 cadeiras de guarnirlo, 4 ditas du
bracos. 2 dilas doobalanco, seudo muilo modernas
e bem (citas, o outros muitos trastes, lano de ama-
relio como de Jacaranda. Na mesma loja loinam-sc
discpulos para aprenderem o olRcio, lauto livres
como captivos, dando-se-lhes de comer rasa para
morada. Na mesma casa precisa-se de dous ofnciacs
de marcineiro : na ra da camboa do Carino n. 14.
Na loja ao p do arco de Santo
Antonio,
cliegou um sorlimento de toninas de labyrinlbo,
lencos de dilo, rendas estrellas c bicos largos.
Sylindro para pa-
daria.
Vende-se um sylindro ainda novo, o j experi-
mentado : quem o quizer comprar, dirija-se a pa-
daria do pateo da Sania Cruz u. 6, que achara com
quem tratar.
l\araN0?al.2lo-!
! ja de N'abuco & C. vende-se excellente
fumo francez {verdafleiro caporal) para
cachimbo e cigarros, tambem tem e-
i do Rio e papel para os cigarros: 1
\ ende-se urna porcao de garrafas c botijas va-
lias, por preco commodo: na ra Imperial n. 17.
Mndernissimos chapeos de palhiuha 'Il-ilia os
maisieves e frescos que se podem encontrar pelo
haralissimo preco de 13500: na ra do Collegio
LIVRARIA UNIVERSAL.
IVuu do CoWegio 1.
1 iiliiiuaiHi. .lo rataloso publicado
nos as. S4, r.r, tu JO desle Diarlo.
Vlauz.et, Essai sur les peines.
Ampre, Philosaphie des Sciences.
Avril, Communanl.
Ailclz, Dirlionnaire des C.onciles.
Baillel. tiuide d'tudianl en droil.
Bilhard, Traite du benfico d'invcnlaire.
Benllian, Preuves judiciaires.
Boiisquet, Uictiounaire des presrriptions..
Bouillier, Thorie de la raison impersonelle.
Bonin, Commcntaire du Code Penal.
Blariobet, Ilroit Commercial. 1^
Corbierc, Uroit priv.
Corpus Juris Civilis.
Donoso Corlez, Ensaio sobre el Catolicismo:
Descubres, Couvcruement represeulalif. 4
Uolavigne; Baccalaurat s-lctlres. -
ciinLa, philosophie du Droil.
Cr.ilry, Couuaissancc de Dieu.
I.arombiere, Thoorie et praUflue-des obligalions
Marlrulini, lliscussion sur l'nsure.
Ballein, Ilroit adniinistratif.
Jlerger, Manuel du Jur.
Marbeau, Kcouomic sociale.
Molinari, Etadts cononiiques.
l'arieu, inirioffsurla ptopril.
Proudhon, Trail du domaine public.
Rivire, Repetilions ccrites sur le Code de Com-
merce. *
Sajr, C.ithecismc d'conomie politique.
Siiiith, llichesse des nations.
Serrigny, Ilroit adniinistratif.
S. Alphonsi de Llgorio, Thelogia Moralis.
Thilivolin, I.iltrature du Ilroit.
Ventura Le Pouvoir Politique Crtien, o todas as
obras publicadas.
Viniis, Inslilutionum Impcrialium. '
Arroz de casca.
No annazem defronle do trapiche do algodio,
junio aoarmazem do Sr. Guerra, vende-se arroz de
casca por commodo preco.
Vende-se urna escravaqno lem 20 annos, cose
Eorfeilanieule, eugonimn e cozinha, a tem muilo
na condurla e sem vicio : os pretendentes procu-
rem na ra da Praia n. 55, segundo andar.
Cheguem aloja nova
NO
Aterro da Boa-Vista n. 74,
One acharan o novo e completo sorlimento do
miudezaa, e afianca-sc vender mais barato do que
em outra qualquer parle : facas c garfos de cabo de
balanco a5gaduzia, dilas muilo linas a 6/c 79,
dilas de cabo de riado a 49200, ditas clavadas e oila-
vadas a 3,>'!fN), meias para seuhora a 240,320 e 400
n'-is o par, dilas prelas para homem a 200, ditas
-ras para homem a 160, 200 e 320 o par, dilas de
cores muilo linas a 2110 e 2-IO a par, baralhos de
cartas portuguezas a 200, dilas fram-czas a320e
40(1, peinas de ac de lanra a If a grosa, dilas sem
o ser OO.rieas ahumaduras para piiuhos a 610 o par,
caivinhas com agulhas rancezas a 240 e 3211. mas-
sos de grampos a 40 rs., carlees e caixas de. colche-
tes a 70 rs., entumes de borracha a 600, suspenro-
N'abuco AC. com loja na ra Nova n. 2,en-
dem chapeos de castor preto inglezes para nri-
mem, ditos de castor brauco raspado, chapeos do
Chyli, ditos de feltro copa alia, ditas baixa, dilos
do Chyli para meninos, bonels depnuo para, ho-
mem e meninos.
A FAMA
N. 15,
lina do Crespo.
i
Lencos de seda grandes e pequeos a 1S0O0
|J cada um. Oh que pichincha.
usar-
!\a labnca de cspnlosda ra Direila n. 17.
-aonlinua a ler espritos das melborus qualidades
preco o mais commodo possivel, assim como alcool
o mais subido em gradiiacooquo ha no mercado.
Vende-se na loja de Xa buco 4 C. na ra Nova
n. 2, borzeguins de lustre para homem a 8J e lOg,
ditos de bezerro lachiados, ditos de pelica gaspea-
do de lustre, borzeguins de durSquc reto gaspeado
para senhnra a 4g580, dilos de *r, ditos prelos pa-
armeniias a 3J500,botina de bezerro para homem,
pptos razas^daIpatoe canaaallo e sem elle, dilos
de bezerro, sfpasos de lustre para meninos a 58,
e.diteadebezerroU4g.
|A FAMA V
Ra dtf irespo.
Nestes cstahelecmentos de fazendas finas
vende-se ricos cortes drjaestidos brancos com
3 hadados ricamente bordados a lt>9 c goli-
nhas bOrdadasHde Iraspasso a 3^200, ricos b-
naruluade marm, esparlilhus do carretel, e
molasa-Sg cada ara e oulras muilos fazendas
de eosto e finas so venderlo por baralissimo*
a p'o*- .
Vende-se m escaler novo e bem construido :
a tratar na ra da Cadeia do Recife n 4.
tende se urna nMatinha de idade de 10 a 11
anuos: na ra da cadeia de Santo Antonio n. 6\
Ruado
D.I.
Na loja na ra do Qaenado n. 1, anlignmento
conhecida pela do meia pateca, existe um completo
sorlimento de fazendas, que se desoja liquidar por
qualquer um preco, ansa deem breve so poder das
nova organisaeo i mesma toja. Has ao-sendo po.-
sivel mencionar um por um, todp artigo* de que
se compoe o dito sorlimento, Hmitamo-nos aos se-
guiules, adicionando-lhe sfcus baralisslmos precos,
ailm de que os amantes do barato taran) a devida
idea do qiianto economisaro em se'sortirem em
dita loja : cortes de cassa chita a 1J600, dito finos
a pinta miudinha a28, cassa de cor, vara 320 res,
ditas linas e fixas na cor a 440, ditas francezas mui-
lo lina a 6t0, sedas de quadrinhos a 1$, ditas mui-
to largas a 1J600, dilas de quadrinhos miudinhos
assenles em grosdenaples a lgdOO, fazenda de la
com quadrns de seda a 320 o covado, dila superior
a 400 rs., chaly padrus inleiramenlo novo a 18,
cintas francezas superiores, tanto em panno como,
em tintas a 320 o covador ditas escuras a 260 o to-
rios a 210, enliadores de linio, para esDariha vdo, alpacas de urna s cor, fazeuda muilo fina a
120 c 10(1 cada um, caixas com lamparillas a 60
MI rs., nstM de papel de peso a 38100, dilo almar-o
ajtegSOO, sapalos de lustre para senhnra, obra
minio bem feila a 1600, ditos de marroquim roio
e preto a K00 e IHltl rs., sapaloes de lustre para ho-
mem a 3S800e 4g o par, ditos do Aracalv para me-
ninos de 6 a 10 annos a 1X12(1 o par, nimio ricas
franjas prelas de seda e do mi e luiho para enfeitar
vestidos, fitas de todas as qualidades e tisouras de
todas as qualidades e muilos mais ohjectos que se
lorua enfadouho mcuciona-los.
500 o covado, ditas com listras de seda a 50(1 o co-
vado, tiras bordadas de 6 metros, por menos 25 por
0/0 do que em outra qualquer pacte.
Para senhoras.
\*ende-se na loja de Nabuco & C. na ra Nova n.
2, ricas basquinas do blond prelo bordados, chales
de ditos, manteletes de seda prela, dilos de blond
prelo bordado, luvas de seda prela bordadas, adere-
eo prelo para cabera etc., e oulras muitas fazendas
prelas proprios para a quaresma.
i


mi ''.. mm


lo
i
j)iario de Pernambflcx).Sabbado 26 de Margo de 1859.
DA RA DA
ORENT
FAB. NACIN
M JL Grande soijmenlo de f^JH[/%
Grande soijlimenlo de _______ ._____^
jinturaria, MACHIAS DE COSC garantidas.
14
Na lnjtfa empanada enramada, na do Qucima-
,.H"' ",acaba Ul' receber ullimamculc ue branca
um cmplelo gorlimenlo de fazendas prrlas pro-
prias para os arlos da semana sania, bem como
sojain, neis cortes de vestidos de grosdenaple pre-
lo^ Urdados a velludo e a retro/, manlele.es de
grosdenap o preto, rteamrnlo (nfeitados, manas
de Ho .u, e los prelos, a/.enda mullo superior, a
muiV-fJ'1"0,";1 /"' '"""lo.irosdenapK. prelo de
'"las qualidades nompl.lo soilinn...... de
panno uno preso e de casemira prela para lodos os
prejos.eludas oslas azendas se rendirn par mo-
MOspreeo do que em oulra qualquer parle ; Inm-
el. .S"a 'a]";a d" ^rvire.gradar rom loda a deli-
mSu&SES? ,"'ssoas q"c fri"""""-"'
Farinha de trigo
SSSF.
Fornandes 4 Filhos lem superior farinha de tri-
go da marea SSSF ehegada antes de luinlem que
veudem a preco nuilo em cotila : no seu arniaiom
na dal.adean. 63. berro da Madre de Bous n. 12
\end..ui-si. gemirs e sacadas de pedra de
canlana : a tratar na ra do Torres, escrpforio de
Lemoj Jnior & Leal Res.
BORDADOS FINOS.
Na ra do Queimado n. 37,
loja de 4 portas.
Tem um completo sortfmenlo de bordados, como
Reja golinhas para 600,800, 1g e 18200 al. 3.}, nian-
goitns de 18600 o par at 28(00, manguitos rom
golinhas de ricos gustos a 48, 5, ft, 8, 10 e a
129 o par, completo sortimento de tiras bordadas e
ntremelos francezes, liras bordadas inglesas de di-
versas larguras u de urna fazenda muilo supeiior
propna para calcinbas de enancas e para casavo-
ques, ramisinha* bordadas com golinlia e mangui-
los por preco comniodo.
O Leite & Trmo continuara a
torrar.
Mussulina toda encarnada, covado 220 rs., osa-
VaaBnnWnmnnnnnnnamnnnnnnml .-------_ fa
_ ._. Mioiuutjfl, ii'iuuii &%j rn.,
braia lisa muito fina a 30100, 4g8lK), 58200 e ._
re. a peca, de 10 jardas, brim de Hubo para calca
de bonitos padroes a 880 rs. a vara, corles de nieta
casemira a JfOrs. rada um, lencos de cambraia
de linho a 3f!00 e milito finos a 4$500 rs. a duzia
chales de Inuqnim prelos, ditos de merino prelos,
ditos de merino liso de todas as cores a 48800 rs., e
bordadosa68800rs., chitas francezas de cores li-
las a. 220, 240,260,280 e 300 rs'o covado, madapo-
no," 'SSL38200-:)SK*!- 4s00- 4&m- ,i*s.
Kon ^K-ln "^' "O"""' 'm', -0U1l. 4JOUU, i....: i
58000 e 5ja00rs.,e muilo lino a 68000 rs. a pera, d_ ',
2U Varas, nalilols ri.'lnarn m..l,. (nnD o filil .r* *-' "
20 varas, palilnts de alpaca muito finos a 68000 rs
corles de coleles de casemira a 6S000 rs., csparli-
hoapara senhora a4, 6e 88rs., e dos modernos a
99 rs.,saias para senhora al9600 rs., bordadas a 3
rs., c muito suDeriores a 4j> rs., gollinhas muito
bem bordadas a 39500 rs., manguitas e camizinhas
muito linas para senhora, cortes de cambraia do
gaz a49rs., tapetes para sala a1j800 rs., para por-
tado sala a 4j rs., e para cabriole! a 29500 rs.
meiasmuilo finas parr senhora a 29800 rs. a duzia,
ricas colchas de damasco de sed* a 25 e 329 rs. cada
una, cortes de cassa de lindos desenhos a 2} rs.
boas hilas escuras c de lindos padroes a 200 rs. o'
covado, meias de lodos os lmannos para menino e
menina, giiardanapns a 49 rs. a duzia, pecas de
cambraia lisa de 12jardns a 39 rs., miissulina'bran-
ca a30O rs. o covado, lualhas para mesa a 49 rs., re-
des de folha a 6rs., e lia outras mullas azendas
que se vende por barato preco, c de ludo se dar
amostras.
Em casa de Brender a Brandis A
C., ra do Trapiche Novo n 16, vendem-
se charuto d-B*r.ia da afamada marca
forma de Havana, primara qualidade
de particulares.
Aviso.
Lavas de pellica, deJonvinverdadeiras a 28000
muito novas, e banha franreza s libras, meias li-
- oras e quarlas at.ticas a 29560 a libra : na loja
de miudezas do tetro* Boa-VisUn. 82.
LNftifc BOA FAMA.
Vendem-se ^^Hpe faz admirar riquissimas
Atas lavradasftHas tscoks e larguras, litas lisas
com ponte e sem eJ1, bkasffeancos de seda de mili-
to lindos padres lettPas larguras, tramoias
aocrtasdeluiUo para baMMa 120 e 160 reis a vara
jarrospara Dores a2$ o par,atacadores ou enfladorei
de se de todas as cores para vestidos.ditos proprios
para nartilhos, tesouras de todas as qualidades
as mais flnasque he possivelenronlsNse.agullieiros
demarum e ostras militas qualiddw, fitas de vel-
ludode indas as quajidades, b'olcinliasde camua
nite lindas paja meninas de escola, frasquinlio
com cardinal a melhor eousa qu lem apparecido
para tirar nodpas M qualquer qualidade de fazen-
da. pelo matoiarato preco de 2J, framinlias de se-
da de indas as cor8*uito lindas prourias para en-
feilarrou|linhagB|nWDiaos,e rtinfinas, e outras
muilissimascusas qoe'-sa aflanra Vender-se imb,
por preco baratissinur: na'ru'a do Oaeimado na bem
conhecida loia de uuodezasda boa faina.
Cheguem a pe-
chincha.
Nu loja do Pregutca tem para ve*
groadenaple preto da mJhor qu
qoee possivei pelo baratissimo preeo de
1,900. S,00*4|llt0, 2.400, 2,800 e
o covado.
Reos iiiitMloseoin vitlnlho.4
pora caheca.
Vendem-se os mais ricos enf.iles prelos e
cores com vidrilhos, pelo aaratissimo preco de 4
69 cada um : na bem ronherida bija de miudezas
da Boa l'ama, na ra do Qncimado n. 3:1.
A Ierro ti Kou-Vista n. i;.
\endem-se muito superiores casinetas mesclj
das, rom um pequenu loipn.de mofo, pelo barata-
simo preco de 360 rs. o covado.
as
para lanlernas de carro.
Champagne de sidra,
em uai ricas de 3 duzias.
Vinlio champagne cont de
Negocio.
Vende-sc a pequea deposito da ra de S. I'ian-
,is...... '''. <<"> lodos os gneros ou s.in elle*, 00
s......."le a armaran : no pateo do Carmu u. 9, pri-
ineiro andar.
mima
ao p do arco de Sanio
Antonio
chesou um rico sortSmento de obras de euro de le,
assim romo sejanj atteroros, pulceir.is do melhor
goslo que se tem visto, aunis para menina, ditos
seiibiira. ditos para holllem ; ludo sin se vende por
menos do que em OUlra qualquer parle.
F.m casado Tassn limaos.
NA .0.IA "DA
AGUIA BRANCA.
Randcija c lalliei-cs
. Vende-se bnndeijas de folha grnssa e Untas mue-
lo linas em tornos a 8$ e !),$ e solas a 2g, 2S5I10.
3|. 354>. s. lolHl. r.g r.,S. seos ,.....l..,nns innU
des e bom goslo de desenlio de suas pinturas deixa
bem ronhecer quanlo sao ellas finas e baratas por
tees preeos ; vendem-se inmbem facas e garios de
cabo de osso redondos, oilavados e erados a 32K)
e StKI, ditas com cabo de haleia cravadas o folhas
tinas a 3S600 e (Ja duzia, dilas inissimas com ca-
li de veado, de osso pollido e haleia, o melhor
que so pode encontrar a ;>$ 58500 6g e 6S500 a
duzia, dilas com cabo de marliin e folha de ac a
Novo zorliiiiMiio de obras de num dos melhores
oslse mais em moda, lano para senhoras (......o
iara linmens e meninas : na hija de ouiives de Se-
pliim 4 inuao, ma do C.abug n. 11.
Relogios.
Vendem-se relogios de otiro c douta-
>s patente paro hoii.em e senliora de
versos taraanhos por piceos commodos :
ra da Cruz do Kecif'e n. 50.
Vende-so farinha de millio a 1211 rs. a libia,
ni porcuna Hlllis. : na padaiia da ra dos Pes-
ia ii. 1 e :l. e ua ra do Rangel n. 13, depo-
Alcatifa
Vende-se alcatifa com nualrn palmos
largura nuilo propria para forrar
salase grojas a600 k o corado: na
roa do Crespo n. 12, loja de Campos
V.
relei
ro, ii
d espa
tartilhos trancezes
i ii veneno.
ndem-se esparlilbos frauc
i, o melhor que se pode
de

nova
GIIEb'LEM
Ao baralo.
0 l'i'osuira fst Qiieimando.
Na ruado Queimado n. 2, esquina do boceo do
Peixe Frito lem o Pregtlica para vender por bara-
lissimo prec.....u completo sortimento de azendas
bem lomo sejatn corles de cassa e seda de lindis-
sinins goslos n tigrillo cada um, ditos de lia c seda
de limlisMiuos goslos e superior qualidade a 7j ca-
da um, rorles de cambraia branca com aalpicos a
H.S'ilMI, diios de dila com flores de cores a SS800,
gangas miwladasde padroes e superior qualidade
a 5II o covado; i-hilas escuras o claras decoros
Qxas a 160, 180, 200 c 210 reis o covado, cambraias
adamas.-adas para cortinados de camas, pecas di
20 varas a 11< cda una, grvalas pretas e de cores
com molas muito linas a 800 e 1J000, dilas sem
ellas a 800 e Ig cada nina, dilas com nulas nuilo
linas a I96IKI, lencos de seda com alguin enfeilo
a .Sihi reis cada mu, grosdenaple de cor de boa
qualidade a lgSOO o corado ; corles de eaaeaiira
lina a 6j, dilos de nieia casemira a 2, dilos de di-
la mais fina a 2.S600 cada um'.cortes de brim de li-
nho a IjfTOO cada um, cortea de gorguo para col-
leles a Sacada....., dilos de merino bordados de
lindos Bustos $500, ditos de casemira prela borda-
dos a 33800 cada um, cambraias lisas di'8 varas a
3S500.4S.-IS 100, 4{J800 e ri.-MKl a peca, dilas tapa-
das com 10 varas a 4$, 48500, afioflO, 645110 e 7,<2iK)
I a peca, cortes de organdys, fazenda muito largan
lina a Sllll. alpaca prela inm (i palmos de largura,
propria para amarras e capas de padres a 800 reis,
chaios de laa linos com barra matizada a 41500, di-
los ib- merino lisos a ($800, ditos de dito bordados
a ($200 cada um, lemos brancos com barra de cor
a lml e 1 0 reis cada um, cilas frani-ezas para co-
! birla a 21(1 reis o .ovado, hruii bi,.....o de li.-lr.i de
; puro linho a 800 r.-is a vara, dilo de lindissinios
I goslos e superior qualidade a 1>0 a vara, dito
i brauco muito lino a 1$280 e 1$|IHI a vara, ra>sas
| de cores de liudissinios goslos a 360 e 400 rs. a
rara, musaeliua de cores a 320 o covado. dila en-
camada a990o corado, casemira prela a 25. ZfSOO,
28-100,32500 c4S o covado, panno lino azul e cor
de rap de superiiir qualidade a 5$ o covado, dilo
preio a 98800, 3*600, ij', l800, j e 58500 o co-
rado, alpacas de seda deaaperior qualidade a !HX>
rs. o covado, rolos de brelanlia com 10 varas a 2$, .
aloalliado largo nuilo lino cun bonitos lavnn s a
18280 a vara, luvas de lio de Escoria brancas c de
cores a 320 o par, cambraias napolitanas rosas e ;
zoes de quadros a 360 a vara, ou 22U o COvadi
Toncas para meninos.
Na na po Queimado n. 37 loja de .( portas.lem
mu variado snrliiniiilo de toncas para crismas mui-
lo bem enlejiadas para 28000, dilas minio lina:, e
bordadas a 48000, laajbem lem roifasprelasoderu-
res.de r.-lroz, milito bem eiil'.-il.i.las de vidrilhoa
por preco cominodo.
Cal de Lisboa.
A isr.oo.
Vende-se superior cal de Lisboa a mais moderna
que ha no mi -irado, loda em pedra a 9500 o barril:
na na do lliiim n. 18, anuazem de asanear.
JlliMiMISnilUUi
x.v
Calendo superiore baralo.
lina finito 11. t.">.
Borzeguint da trra de ." a 57,
obra lioa a ."i.s'000
Borzeguim de senhora (Jol\). ljf8M
Ditos de booaem. s.sHoo
Sapa tos de trancinha. I.SdOO
FUNDIDO 0W MOW,
Rila daSrnzala \o>a n." 42.
zes de molas e car-
nci.nirar nesle genc-
i bemfeilrnia e.na coinmoiliilade, a quem usar
. pelo baratissimo preco de 69, 7 e 89. Estes
11 lilhns san chegados no ultimo navio tiancez,
-18. dilas com cabo de osso para meninos ,1
320 o lamer, trinchantes muito linos a 2$5ou e 3$,
COlhores de metal princepe lao linas que se con-
funden) COm as de prate Sendo para soupa a 58500
a duzia e para cha a 28800, dilas octalinagre a
1SWK1 p 1$, ditas grandes e nuilo linas a 3$ cada
um : na loja da aguia branca nos quatro cantos da
ra lo Queimado 11. 16.
Vende-se elTecllvainenle farellode Lisboa lias
Cinco l'ontas 11. 63, por menos do que em oulra
qualquer parta
Vinho Bordeaux:
Em casa de H.nr Itrunii & C, ra da Crnz n. 10,
e .,i Li> eiieonlram na na do Queimado, na bem 10-
nliecida loja de miudezas da Boa Fama 11. ;l!.
un
iniiil
' ,r "- ^"v.auc boa Iti
penera em frasquetras especial para cusa ^TTTTTTTrfTT-TTTrrrrTTT-Sr?; X
deuaiticulares. nvnr,,-,.; "i
1.111 casa ue iionr iirimii v K., ru.i da Crnz n. 10, ~...wv^. w nnnunuiu.-'
vj-nde-si- vinho llordcaux de dilfereules qualidade /lrv oonn nAmn .,,..! .l I
eomo Lafolle. Ch, leovUle. U. Julicen, em eaixa OC Cl'llia 1)31*3 peillCado d
de una duzia un- barato iuei .1. *
/>, i~ senhoras.
Cortes de laa.
Ainda reslam alguns Corles de la fina para ves-
tidos, rom IB i-ovados cada corte a 4g, eslio-se a-
cahando: na ra do Qaeimadu n. 22, na loja da
boa fe
ATTBCO.
Kissel, relojoeiro franrez, vende relogios de J(
> onro e prala, conrerla relugins, joias e mus- *4
P cas, ja aqu he conhecid* ha muitos anuos,
> habita 110 paleo do Hospital 11. 17. 2
Ra da Senzala Nova n. 42.
Vende-se em casa de S: 1'. Jonhslnn & t-.. vaque-
tas de lustre para carros, sellins e sillines ingleses,
cainleeiros e caslicaes bmnzeados, lonas inglezas'
fio de vela, chicle para carros, e montara, arreios
para carro denme dona cavaHoe, e relogios domo
patente inglezes.
Aviso.
Noarmazcm de Adamsnn.Howie,&c.,ma do Tra-
piche n. 42, vende-se sellins para homcm e senhora,
an eins pcateados para cabriolis, chicles para car-
ro, colleiras uara rarallo ele.
XAROPE
DO
i^sS
Calado francez.
Paracsrrt^
Vendem-se na ra do Cabiigi't peIosegui-
de lustre para liomem .
dilo para dito a 5 e .
.rro '.Naules
.*
Gouvll'Aranj 25
Ra do Queimado.
Chapeos de seda pura nieniaMi de mullo kons'e
variados goslos, penles de terMwga para aterra-
helio a 4f, 58500 e 9j, ditoa vKos aHo* a 138,
llores arlilkiaes de 500 p
era crianzas, por barato,]
B todas as tores, bicosil
e outros muitos objecto%
ralo que em outra quale
i o ramo, toncas de filo
i, franjas pretas, ditas
fia pretos e brancos,
i rendem mais ba-
arte.
Os mais ricos v
nhora de todas a
| menleca ruadoH
Leite fcCorreia.
ra chapeos d se-
6 se vendem unica-
bado loja n. 10, de
FeijoploMvo.
O nico qae ha no mercado vende-se
no Forte da Hatto, armazem de Heme-
terio A IrmSo confronte ao trapiche do
algodSo.
Alpacas de cor fazenda com quadros -c,~>
3 miudos muito modernas para vesiidos de
o senhota: se vendem nicamente na loja Z:-
2g da ra do Queimado n. 10, de Leite & 4
^ Corre i a. Fazendas pretaa para a quaresma.
c:!^ leT d* BoB-\ 60. loja de Gama &
S Iva, sendo am completo sortimento de grosdena-
ples pretos, pannos e casemiras, pelos preeos se-
fiaoif iig52SS,Mp,"Bl, covado a 1^80. '160.
MW, /500, at 12| cada corle, e pannos pretos;
diferentes preeos o quahdades.
Foi Iransferidn o deposito desle xarnpe para a
bolica de Jos da (niz Sanios, na ra Nova numero
5:): garrafas 5$r>0ti e m,-ias :i,S. sendo falso lodo
aqucnme nio for vendido nesle deposito, pelo
que se fifi o prsenle aviso
JKIIU'WIT. |'AU.\ (i PUBLICO.
Si' pbl.'-ica em lodos os seos differen-
uer 111..lirada por conslipacoes, losse,
Iriz, oaearroa de sangue, dorde costa-
, palp-.taco 110 coracao, coqueluche,
Jor na garganta, e todas as molestias
p ulmnn.iros.
ssa da Russia
E CAL DE LTSBOA.
conheoido e acreditado deposito da ra
do Recite n. 12, ha para vender polassa
itf da do Hio de Janeiro, nova e de supe-
Idade, assim como laiubem cal virgeni em
Hdo por preeos muito razoaveis.
Relogios.
' Vendem-se relogios de ouro inglezes de patente:
a armazem de Augusto C. de Abren, ra da Ca-
eia do Hecife 11. 36.
TACHAS
para
Na fundi$o de ferro de D.
W. Bowman, na ra do Brum.j
passando o chaariz, continua a!
haver um completo sortimento i
de tachas de ferro fundillo e ba-j
tido, de 3 a 8 palmos de bica.i
as quaes se acham venda por!
preco commodo e com promp-l
tidao, embarcao-se ou carre-
ija de
Para meninos.
els de gnrgurao de seda furia-cores, obra de
goslo a 4$ : na leja d'aguia branca, na ra do
(Jinn ado nos quatro cantos 11. 16. A grande ex-
Irai-ca 1 que rilo lem li.ln, e a pequea qiianlidade
que iilsia, faz-nos dizer que quem uao se apn-ssar
ra Isein ellos, por uno apparecam boje nicsioo
iiiizer dar as (islas aosseus pequeos.
lie
quem
No'
1
a iinciifio aporfrifoada
DE
andes ou al mofadas
Na lo
Uecifi
- jr
1
Rua (lol)iioiiiiailoii. 7.
Nesle eslabeb-ciineiilo acharan os compradores
o mais variado e completo sorlinienl
aualidades, como sejam :
VeSlidOS de seda prelos com bailados .
Hilos de dila de cor com babados. .
lirosdenaple preto fino de I sano a .
Ricos inanleleles pieles prince/a Dlolilde
Corles de calcas de brim de linho de cor a
Carleiraa de perfumaras inglezas.
Camisas franrozas de ludas as qualida-
des de 29IIOO a ........
Palclots de panno francezes de 16i| a .
Hilos de alpaca francezes......
I'nnpelina de seda de 000 .1.....
chilas finas o covadn........
Hilas francezas o corado......
Ricos i-nfeiti's para senhora.....
Peales de tartaruga modernos de 7t a .
l.ollinbas e mauguilns de croch. .
.ll.Hilii.i a t t
de todas as
?
8
l'SMMI
I
18280
TijOO
48000
:!ii.-iiun
12.IMKI
I 200
l-ii
ll
s
159000
lll-IHKI
. lie chocada a nova faelura das 1
^| perioies camisas inglezas de lodos
->;, maflhos alojada ruado Queimado 11.
E a loja do serlanejo
Quem espera seus freguezes.
Hua do 4JneiniaI n. 43 A.
Grande sortimento de fa-
zendas para a quaresma.
Assim como sejam corles de vesiidos prelos rom
,, tres saias, o melhor que pode haver, a preco de
riscadinlio, francezes de quadros a 180 0 corado" :50c 608, grosdenaple preto a procodelgiOO, 18500,
bramante muito largo a 23HKI0 covado, velbuiinas I "S600, 1371x1,18SMI, lsoo, 28, 2,^200.- 28400, di
de todas as cons a720 o covado, meias rruas para "
liomem a 160, 200, 360 8 HKI rs. o par, ditas para
senhoras, de todas as qualidedes, paletoi- de alpa-
ca prela a 58, ditos de meia casemira a 89, ditos
10.8,
a de Leite & Irmao. na ra da Cadeia do
48.
rara forrar (uros.
leiide-sedaiiiasi-o de seda de bonitos
,. r rara forrar carros: ~.
uadn Crespo u. 12, luja de Campos & j^

z\ gos os e mnilo propnopara forrar carros :
LjS "a ua do Crespa 11.12, luja de Campos ("
A^ i.in 1.
BEIMNm
cobertoa e descobertos, pequeos e grandes, de 011-
r" pat.....> inglez, para liomem e senhora, de um
dosmelh lies fabricantes de Liverpool, viudos pelo
ultimo p iquete ingl
lors & C
em casa de Soulhall Mel-
Vende- w em casa
prava do
cante Rm
Irancellin*
goslo.
Vend
do para 1
vraria 11
um i 1111 -1.
gosto e
mercad >
111a da
Apps
Vende
de poree
meninas
goslos a
do 0ueii|
ca n. 16
E
Mu
pluma
astea h
com qi
pelos
ramcnl
5f;pa
de que
de
.. Saunders Tliolhers & C,
'.orno Sanio, relogios do afamado fahri-
kell, por iiiecos commodos, e lambem
1 e cadeias para os inesinos, de exeelleule
NOVA AGUA
a
a agua a melhor que lem appareci-
ngir o cabello e suissas de preto : na li-
rersal ra do Collegio n. 20, d-se junto
ssoaralis, enaioandoa formado ajipucar.
Pianos.
Vi-ndem-se pianos Iones do melhor
nodelo que tem vindo a este
e por preeos
commodos: iki
Cruz do Rccile n.50.
irelhos de porcellana.
1 i-se mui bonitos e delicados apparelhos
lana riourada proprios para brinaaedo de
sendo ellos de dilerenles lmannos e
18500. 28.28500, B, 3g500 e 4S : na ra
lado nos quatro cantos loja d'aguia bran-
FEITESPARACABECAS.
idernos e delicados enfeites de flores, filas
focos para senhora a 68, 8g el OS, procos
ilissinios a vista da perfeieo e 1.....1 goslo
san ell(~i acabados, assim eomo outros
vidrilhos obra de apurado gnsln e inlei-
innderiinse pelos diminuios procos de 48 e
1 ipialquer peasoa se certificar da rerdade
llamos, dirija-se a loja d'aguia branca, nos
lml
ral
quatro|canlos da ra do Queimado n. 10.
r;ri"rr ao comprador.
Chapeos para meninas.
He na loja le quatro portas na ra do
Queimado n. 37
que seencontra um rico sortimento de chapeos para
meninas c meninos ricamente enfeilados, e tambem
chapeos para senliora, de palha enfeilados, todos
de gustus modernos, e se vende mais em conta do
que em outra qualquer loja.
Vende-se superior linha de algodao, brancas e 11I101
do cores, em nove lio, para costura: em casa de a 400
Seuthall, Mellor C, ra do Torres n. 38.
V(
para
glezij
miiil
meias para homens,
n ulheres.meninos e meninas
de 2 al2annos:
ndem-se mullo boas meias croas sem cnslura
homen a 1S800 a duzia c 160 rs. o par, ditas in-
s muito linas a 28500 e 385(10 a duzia, dilas
1 eucorpadas de fin dnin-ado a 4$500 a duzia e
Uli. o par. dilas lambem de fio dobrado para s--
s 3S600 a duzia e 320 rs. .1 par, dilas finas
, 500 c 600 rs. o par, dilas para meninos me-
nina.- conforme os dillerentes tamanlins, asseveran-
do-scoserem mais baratas do que em oulra qual-
quer barte, meias de la muito finas para hnmem a
nn rT f2u{'ar d"as ""'ssinins de fio da Escocia a
tcni re" """ dl,ils de laia Pnra padres a
IS6OOI0 par, dilas de seda mui finas pretas e bran-
cas pata senhoras a 3g, 48 e 5g o par, dilas mui fi-
Peris de madann' i., 1 9*>uin o innn i"13 PT* meninas 2S50(I P", assim como mui-
recas de maqapolao a 2*500 e 39OOO : na ruado tas outras miudezas eobiectos de ansio nue estn
Crespo, loja da esquiua que volla para a ra da Ca- patentfs na loja d'aguia branca, no^Tat?"c. los
fle,a> da ra do Queimado n. 16.
Com pequeo toque de
avaria
iguia branca.
Pi-
de pannos pelos e de cores a 10,8, luvas de soda
para senhora a 18200 o par, dilas de seda bordadas
de lidos goatos .1 28200 o par, merino setim de
todas as nn.-s a 720 o covado, e outras mullas fa-
zendas que se daan de mencionar, e se venderlo
por baralissimos preces: e se daro amostras cun
penhores.
Vende-se una prela de 25 anuos, enzinba e
eugomma milito bem, una oulra prela de 20 au-
nns, bonila figura, um prelo peca de 22 annos, car-
reiro, un lindoi inulalo de 17 anuos, com ollicio, n
ptimo para pagem, garante-so a conduela': a tra-
tar na ra do Cabugl 11.!), 110 .segundo andar.
Vende-se um armara todo envidracado, por
valor de madeiramenle e vidros, e mais um arma-
rlo : na ra da Cadeia de Santo Antonio n. 11 l.
Algodao monstro.
Conliniia-se a vendei o bem conliei ido o econ-
mico algodao moiisirn com 8 palmos de largura,
proprio para qualquer obra por dispensar lodo u Ira-
halho de onstnra : aproveilem emquaiilo ha : na
ra do Queimadon. 22, na lujada boa f.
As vrniadeiras luvas tleJoiin.
Aloja d'aguia blanca acaba de receberas verda-
doiras luvas de louvin. viadas de sua eiicuin.....nda
i.oim para nomem cnnul'p!,,,, M-nnnia, ail.iinaiiilu-
se que sao as inelbores que em la] genero se lem
valo aqu: vendem-se a 2S500 o par : assim como
nutras igualmente novas, e tambem mui boas a 28
o par. (.iiiem aprecia o bom, he dirigir-se ra do
lili. .1..-. ItlI.lM I '_ J- 1
toa linos a 28600, ditos muito' Daos rom 4 palmos
de largura a 2SS00, sarja prela com duas Unturas a
< vellud
haver.
!_ laOOO o 8200 o covado. maulas pretas de vellud
linas a 108, dilas as mais linas que pndem haver,
muito largasa 17 e 18g, panno lino de diversas qu.
fUjiiil"" HKhiim 1 fifirrir1*iii|]||jiriiiiii iir'
yin uado nos quatro reatos, loja d'aguia branca 11.
"6, que ser bem servido. Na inesma loja existe um
raudo sortimento de luvas de seda de muilfise di-
versas qualidades lambem para homem e senhura,
e a preeos bantiasbans.
Espelhos grandes.
Veadem-se espelhos grandes para parede rom
bellas molduras envernisadas e douradas e vidros
mui finos e claros a 48e 5$ : na loja d'aguia bran-
ca nos qualro calilos da ra do Queimado n. 16.
Alraeida Gomes, Alves&C.a
VENDEM NO SEU ARMAZEM
%if RA DA CRUZ %Jj
CIIAPKOS de fellro sonidos, da fabrica acreditada
d.-.l'.arvalho Piulo, do llio de Janeiro.
SABAO das fabricas do Rio de Janeiro.
VINHO de champagne de superior qualidade.
SALVAS, bandeijas e nutras obras da prala.
Ra do Queimado n. 1.
Nesla loja existe um bom oratorio de Jacaranda
para vender.
Cognac.
Cognac superior em raizas do nina duzia, vende-
se em casa de llenr llrunn & C, r ua da Cruz n. 10.
Carteiras glandes com chaves.!
Vendem-se por proco muito barato carleiras
grandes com chave, proprias para guardar diuheiro
e letras : na ra do (Jucimado, na bem condecida
loja de miudezas da Boa Fama n. 33.
Ao barateiro e de
boa qualidade.
Na ra do Queimado n. 19 A, loja do Cimba, ha
chegado de nroximo um riquissimo sorlimenlo de
manteletes de seda prelos bordados rom babados
de Meo de blondo, fazenda do ultimo goslo, a 4IIJ,
ditos da mesilla qualidade enfeilados com franjas e
sem babados a 35g, grosdenaples pelos muito in-
rorpados a 28800, dilo com milita largura a 3 o
covado, e dilo mais a baixo em qualidade a 2,8500
dilo de largura regular a 2810O e 2, fazendas que
a vista das qoalidades os freguezes de bom goslo
nao deixarn de comprar, mantas pretas de blondo
de soda para senhora a 128, ditas de fil de linho
bordadas a 78, meias de seda prete para senhora
superior fazenda. a 53 n par, riquissimas roberas
de velludo de hellissimo goslo, guarnecidas de
franja de seda o borlas lias qualro ponas a 25a.,
manguitos com gollinhas de cambraia lapada a
>9500, gollinhas linas a 19000. manguitos de cam-
braia fina transparente a 38500, grvalas de setim
prelo bordadas, de duas vallas a 28700, e dilas de
urna volla a 2,8. chapeos de inassa francezes a ti,
[eslao-se acabando) madapoQo entestado, superior
azenda, com f jardas a 6500 apera, cansas fran-
ezasde modernissimo goslo a 600 rs avara di-
tas miudinas a 500 rs.. corles de gorgurao de soda
K3wfOU!etes 3S. l'ius misturados com algodao a
Z8-J|K', riquissimos tpeles com franja a 8, dilos
Sem franja a 89, lencos de cassa com barra pro-
prios par rrianea a80rs.;e alm das fazendas
acuna mencionadas, tem outras militas por procos
commodos. '
Os jesutas.
Sabio a luz este bella e interessanle produrrao
da iienna do llr. Ildefonso Manes Godinez, e acha-
se desde j venda no largo da Independencia us
6 c 8 : na ra do aterro da Boa-Vista 11. 82, loja
de miudezas : no can-do Sr. Paiva, ra da Cadeia
de Santo Antonio, e em todas as livrarias desla
cidade, a 29 o exemplar.
\ende-se na ra do Pilar 11. 95 em Fura de
Portas, lodos os dias de tarde peixe, agulhas frescas,
assim como peixe de urral de hoje at sabbado de
mauhaa cedo e se guarda para aquellas pessoas que
lizer eurotuineiida.
Espelbos moldura
dourada.
Najojade miudezas da na da Cadeia do Re-
cite esquina da Madre de lieos, lem para vender
um lindo sortimento de espelhos com moldura dou-
rada proprios para sala, chapos de seda enfeila-
dos para meninas, cliapelinas de palha enfeilados
para senhora a 1*8, enfeites pretos de vidrilho pto-
pnos para a quatesma, manteletes prelos bordados
e um completo sortimento de calcado para homens,
senhoras e meninos o que ludo se vende por pre-
eos commodos.
lidades, meias de laia pelas para padre a 1X500.
dilas de seda pretas e brancas a 28500 8 3. dilas de
algodao para senhora a 400 rs.. cabs de casemira
prela a 7.S5O0 .-8. rolletes de velludo prelo a 7S5IH)
e 8,8, dilos de cores a 10 e lis.
1)K
Nesle i-sIblH-lecimeiilu cnnliuiia a haver um com-
pleln sorlinkeuin de inoendaa e meias moendas para
engolillo, machinas de vapor e laivasde (erro bali-
do e coadoJde lodosos tamaitos para dilo.
Corre! freguezes, loja do
serlanejo.
Itua to Qili'imado n. 43 \, para coiiiprar.
Kneiles di' troces por 18, 59 e 08500, dilos de co-
res e pelos dum vidrilhos a 7g e b$, ricas bengalas
iinicoine li preco de 7 e 8$, dilas mullo finas a
108. dilas de laim.i a 1C500, rhicntes linos de estalo
a 2^200. diloJ s.-.....alalo a 1.8 e 900 rs., gollinhas,
manguitos e bamisinhas de iodos us goslos e muilo i
liaralu, aberli ras de esgnio de linho nuilo finas a i
IglOO, dilas do fio da Escocia a 400 rs., damasco
proprio para panno de mesa, duas larguras, a pre-
co de i9tsi o corado, e indo mais aqu se aeha a
vniilado dos compradores, e garanle-se a vender
mais baralo dique emoalra qualquer parle, assim
como sejam ionios de tartaruga a imperatriz, de
diversasqualii ades,que so cuma vista do compra-
dor, he que se pode apreciar.
Vel is de carnauba.
. 27, vt'fi-
1 grandes
do quiten. nuliL .
Meias de borracha.
CUEGADAS l rilIAMBNTE NO NAVIO FRANCEZ.
Na ra do i) leimado, na bem ronbecida loja de
miudezas da lli i Fama n. 33, j lem para vender
por preco bara n as muilo procuradas inoias de
borracba. unic; mate proprias e approvadas para
toda e qualqiierlenchai o as peinas.
CHEGUEM
Aloja da Boa F
Que esl > pudendo muito baralo.
Grosdenaple prelo muilo superior a 1.S00, S8.
2,500, 38, 3,500 e 4g o covado, sarja preta hespa-
nhola muilo superior a 2,200 o covado, selim ma-
co mnilo superior a 3,500 o i-ovado, panno prelo
lino a 2$, 3, 4, 5; 6 e 88 o covado, casemira preta
muilo lina a 2J, 2.500, 38, 3,500 e 48 o covado.
ricos curtes de rlleles de velludo preto bordados a
125, dilos de diiode cores a "S e fon, e muilo sn-
perinres a 138, ditos de gnrgurao prelo a 3,500, di-
tos de dilo de cores a 4.500, merino preto setim
muilo lino a 1,120 o covado, alpaca prete muilo
lina a fijo, (Mi 1J o covado, meias pretas de la
muilo superiores proprias para os senhores sacer-
dotes a jj o par. cambraia de linho muito lina a
68 a vara, esguian de linho muilo fino a 16,000rs.
a peca rom 12 jardas, brnanba de linho muito e
muilo larga a 208000 a peca com 30 varas, Cam-
braia adamascada para cortinados a 12,000 a peca
com 20 varas, bramante de liho muilo superior,
com duas varas de largura a S400 aTara, atoalha-
do adamascado rom mais de 8 palmos de largura a
1,280 a vara, brim liso, Hamburgo, muito fino a 9
a a 108 a peca com 20 varas, esgnio de algodao
muilo lino a :|,2IMI a peca com li jardas, cambraia
lisa muilo lina a 58 a peca rom 8 1/i varas, dila
nioiiii una a (8, Ci.mki i- 8g a peca com 10 varas,
dila muilo lina com aalpicos a 900 jts. a vara, e a
7,8 a [leca com 8 1/2 varas, fil de linho bordado a
1,400 a vara, mantas pretas bordadas a 108, veos
da mesma qualidade a 12.000, gollinhas de |l
muilo bem bordadas e bastantes largas a 1,200 ca-
da urna, lencos de cambraia de liuhs com bico lar-
go em volla a 2g, meias brancas de seda para me-
ninas a 2g o par, dilas brancas de algodao muilo
linas para senhora a 3,600 a duzia, ditas inglezas
muito superiores lambem para senhora a 58 a duzia,
dilas para meninas de todos o* lmannos a 280 o
par, dilas para meninos a 240 o par, ditas de algo-
dao rru para homem a 1,800, 2$, 2,500, e 48, e
I inglezas muilo superiores a 5,000 a duzia, lencos
Xa rundiro Ib ferro do ensenheiro i)a-
\il\\
do i-ii ni
lia soiupl
escravos.
Ra do Livramenlo o. i.
Vendem-se dona mulatos de 22 anuos com todas
as habilidades, urna negra de meia idade, que co-
/iulia muilo bem e engomma enu pi-rfeico, urna
dila do 20anuo.se ulna mulera de 14 annos de bo-
lilla figura, e nm iiiulatinho de 12 anuos : na mes-
ma casa enmpra-se o recebe-so para vender de
cominiss.i.
Bolinas de eamurca
para liomem. -
A nova roja do calcado de
Hurlo Jnior & Martins, n.a do Stt'SES.""
Cabugan. 10, rscdberam ulli-
inaincnle superiores botinas de
eamurca, ditas todas de dura-
que preto e de cores para se-
nhora, assim como um grande
sortimento de calcados grossos
para homem, proprios ta est-
cao invernosa:
No amigo dcViiisito da ra do Vigarin n.
dein-se \elasi|. rarnainiba cui uoiiilelias
.....cues. .sendo|de6.7.ye12omlbra, p,u menosi! "R"'/ns mu"" ^'P-'iore a &Ja duxi. lemos
uiialiiiier narle Raucos decamhraia para algibeira a 8,400a duzia,
ditos maiores a 3,000 a duzia, dilos muito grandes
proprios para a caliera a 400 rs, cada untj. ditos
muilo linos de esgnio de linho a 7.500 a duzia,
dilos de linho de cores escuras e< fitas proprios
para os tabaquistas a 400 rs. cada nm, chales de
merino liso de lindas cores com franjas de seda a
68, dilos de chaly com lislras de seda em rolla e
com franjas lambem de seda a 7g, dilos de merino
bordados a 9$, dilos de muquini mnito superiores
bordados em duas ponas, com franjas muito com-
pridas, pelo baratissimo privo de 450000. rico-.
penles de tartaruga a imperatriz a 12 e a 208, le-
quos muito finos a 4,500, ligas de seda a 1,280 o
par, chapeos de fellro mnilo tino*, a 5 e 68, brim
branro llamado de linho muito Uno a 1.S80arara,
dilo ineurp.ido muilo superior a 1,440 a vara, dilu
de coros de.-padroes muilo bonitos a 1| a rara, di-
los de quadriuhos muilo proprios paja obras-de
meninos a 200 rs. o covado, ganga amarella fran-
ceza muilo fina a 320 o covado, ditas escuras muilo
superiores a 501 o covado, camisas de riacado mui-
lo bem fcilas a 1,500, cambraias francezas decoros
limito bonitas a 400 ra. a vara, entre meios muilo
linos a 1,920 a peca, tiras bordadas muito finas a
3 ea 4$ a peca, e alem disto um completo sorli-
inento de faz.-ndas linas e grnssas, que. rendem-se
por preeos mui commodos, so aflm de se fazerem
grandes vendas : na ra do, Queimado n. 12. na
bem i-oubecida loia da Boa F.
Toullias adamascadas.
Hio de Jela.
Biscouts em lata.
Vendenaj-je em casa de Arkw-
O. ra da Crnz n.
i ralo preco.
CHINSIMO
l'Ul\
*
. llov iiiMii, na i-lio
passaiido o chaariz.
grande sortimento dos aeguinles
Vesluarios de phan-
objoiios de mil-ai sinos proprios para engeiihos, a
a sabor: moendas e meias moendas da mais mo-
derna i'niislriiiio ; luchas de fono fundido e bali-
do, de superior qualidadee de iodos os lanunbos;
rodas dentadas para agua ou aidmaes.de ledas as
proVorces; envaso bocea de oinallia e registros
M^guUiQijjL bronzes, parafuzos e cavi-
'*9*.*^m!r^7TlW^^ nandio.-a. or. oto.
XA MKSJ1.V Ft'Mlll'.VII
se eseciilo todas as encoannendaa com a snperio-
lade conliecida cun a devida presteza e com-
-scrava crioula, de 20 a 28
immadeira, coslureira, e cora outras lia-
na ra Augusta n. 17.
anuos, en;
bilidades
25
Ra do Queimado.
Nestaloja vendem-se tnalhas e lencas de labvrin
thos, rendas das Ibas proprias para'loalhas, bicos
retos do -da de lodas as larguras, dilos brancos e
tanjas de seda deludas as larguras, litas do ultimo
goslo, dilas de velado prelo ede recorte, fiaros de
varias qualidades, holoes de vidro eveludo de diver-
sas core, para caamqaea e euiras militas miude-
zas de goMo que se turna desnecessario mencionar
e que se promelle vender ein conta
faca napa tniminAe l^~ V'"d,c-S'" u,u l"liolet com foberla. forte e
IdSlci |l(ll il lllCIllIlOS. d "'""" b conslriico : un i.wnnasin.
Na ruada Cadeia do Recite esquina da Madre dp '. ;M. l? j V 1 :>: *. i .'1 \ i'. ,'iT
mS^S^S VCSl"'1r,0S "" l,h3'"n,sia P"ra r Vendem-se rhi.....linas de seda para so- R
snSre^SK? ttSST BMd,dos. P M nhora, chapeos de palha smzenlo',-escuro
fT'lL!f'Sm3!5'f0rt,C"l T:
en- -**
lln.l, j-:L i i .............i. ""i- o;ii.is .- ; ,-oin plumas, Ultos Ue i
'ommodos 1"'rdadas l"lra senno,a ",,i0 Pr I'ri'"s W Wto*. dil"s > M" "'""as. chepo.
' > de soda para meninas, dilos para iiieui- H:
I vi til si* I I lkC ,^. nos, dilos de palha de diversas qualida-
m9I llUL-lllUSt iK "es eenfeilados para meninas, dilos de SS
Ni no ,1, r, i,;, ,i u c i .. .'~' fellro branco e de cures enfeilados para H
lieos vn lo, '.l0,,,'',f" *q"ila Madre de -. meni.m ele. : na lojade Nal....-,, & l'.. na -A
lens, ,.dem-se opliinns binculos de madrepero-;..rr. rna Nova 2 a M
la, uiarliin, bfalo.-meial envernisado, assim ro- ** ,
mo um c.xplemlido sorlimenlo de jarros de vidro ,. &;\M \ l$& i i l 1 ,:~
porcelana para llores, ludo por preco muilo com- '
modo.
Chapeos de palha escura para
homem por preeos baratos.
Na bem conliecida hija da boa f, na ra do Quei-
mado n. 22, encontrarlo os bous freguezes um com-
pleto sortimento de chapeos inglezes de palha escu-
-------- ,.l.... ..._.. ,. .- u.- p.on,y carai-
ra de lornias inleiranienle modernas e bonitas da
ultima moda. Tornain-se recnmniendaveis por.se-
rem mui leves e frescos para a presente estacio :
vendem-se pelos baralissimos procos de \% ', 58,
vendem lambem chapeos o bonets da mesma quali-
dade para molimos a 3g 3M00.
Jfm cnsa de Kabe Schmettan & C.
ma da Cadeia n. 57, vendem-se elegan-
tes pianos do afamado lubricante Trau-
mann de Hamburgo.
Loja n. 11.
He na ra do Queimado a loja
de (ualro portas.
Seencontra um compleln sortimento de grosde-
naple prelo de 18000, 18800. 2$. 28200, 28100,
2,801), ,18 o 3,200 o invado, dilos de sores de 1,600
e 2g o covado, panno lina prelo de 2,500 al 128 o
covado, dilo cor de rap e verde cor de garrafa,
fazenda minio superior a 7g o covado, easaveques
de (usln neamenle ondulados de ricas trancas lin-
giudn liados bordados a 18J, cortes de vesiidos de
phaulasia muilo lindos e dos mais modernos a 18J,
ditos bordadas a velludo de cores muilo lindas a
308, ditos bordados a seda com lindas llores a 288
cada |im, paletolsde nanno e de casemira prelos e
de cores de 16 at 458 cada um, dilos de brim
braoco muilo linos de &S, 5,500 e6g cada um, ricos
pannos da mais fina casemira de lindas cores para
cima de mesa de mein de sala, tnalhas de linho cru
proprias para rosto a 18280 cada urna, redes de
cores viudas da llahia da Traicao, obra muilo bem
acabada, pelo diminuto preco de 188 cada urna e
outras muilas fazendas que s com a vista do com-
prador se podera mostrar, e se venderao por pre-
co muile commodo.
Farinha de man-
dioca.
No deposito do largo da Asseuibba n. 9, vende-
se superior farinha chegada ltimamente, em sac-
eos grandes, por commodo preco.
Espingardas muito
finas.
Vendem-se espingardas muito finas de um c dous
cannos em cala, com lodos os pertences, c sem
caira : preco muilo barato vista da qualidade na
ra da Cadeia do Recife n. 64.
Vende-se urna casa terrea de pedra c cal na
'rayessa da Capunga, com 15 palmos de frente e 64
de fundo, e quintal c cacimba, sendo chao proprio -
a tratar na mesma com Mara Eugenia da Conceico.
Vende-so na loja de Nahuco A C, na ra No-
va n. 2, paletolsde panno lino preto para homem,
dilos de casemira de edr, ditos de alpaca prete o
de cor, dilos de brim de diversas qualidades, a-
lele* de velludo preln e de cor, dilos do seda, di-
los de casemira, ditos de fustn e palclots e calcas
de la propria para a estaco prsenle etc., c ou-
tros muitos nbjectos para homens.
Vendem-se lencos de cambraia bordadas com
bico para senhora, golinhas e manguitos de cam-
braia bordado para senhora, camisinlias bordadas
propria para moularia, entremeios e babados bor-
dados, .--derecos de vidrilho para cabeca, dilos de
froco e lilas,luvas de seda decores bordadas para se-
nliora, lenrinlios de relroz e nutras minias fazen-
das de goslo que se vendem na loja de Nabuco 4
(.., ra Nova n. 2.
Vendem-se ricos vesluarios de velludo, de
seda, de casemira e de brim para meninos e meni-
nas : na loja de Nabuco & i:, na ra Nova n. 2.
Para irmandade,
Vendem-se filas de rhamalole encamada para ir-
mandade : na loja de Nabuco .V C. na ra Nova n. 2.
Vende-so na bija de Nabuco kV C. na rua Nova
ii. 2, ricos penles de tartaruga para alar cabellos a
12, 16,8, i8e30g cada um, chapos de sol de
seda a 88 cada mu, ricas sabidas de baile do case-
mira bordada, c.-isaveques de fuslo brancos o de
mnssolina para senhora, dilos para moninasoio.
Vende-se na bija de Nabuco \ C. ua rua No-
ra n. 2, camisas, semillas e meias de l proprias
para pessoas doeules.
AtteiiQao.
Na rua Direila n.16, fabrica de lamancos, sedir
quem vende 4 carros e seus compou-nles bois, pro-
prias para uso de eunduouos commerriaes, muilo
em conta.
Relogios.
Relogios patente inglez, por um dos melhores
fabricantes de Londres ; vende-se na rua do Crespo
n. 19, primeiro andar.
Vende-se urna rica cadrira de bracos com
suas eompeontes cormas, por preco commodo,
por ler sen dono sabido para fura da provincia !
quem a pretender, entenda-sc com Caelann Piulo
de Veras.
Vende-se um prelo da Costa Uom cauoeiro, e
proprio para todo o frrico : quem o pretender,
dirija-se a ruada Senzala Nova n. 2, das 8 horas
al o meio dia, que achara com quem ii alar.
Vende-se fumo muito superior, chegado ago-
ra de Garniihuiis : na rua do Colovello n. 42.
Gabriolet.
Vender um cabriole! inglez com muito pouco
uso, muilo largo e com exceflentes molas, com os
competentes arreios : quem o pretender e quizer
ver, dlrija-sc ao alerro da Boa-Vista numero em
casa do Sr. Poirier.
Vende-se una taberna com poucos fundos, no
becco Largo n. 6: quom a pretender dirija-se a
mesma que achara com quem tratar.
Vende-se urna escrava moca com habilidades
no Paleo de S, Pedro n. 6.
Hecousa muito boa.
Vende-se a verdadeira pomada para tingir ca-
bellos, polo baralo proco de 1j a caiiinhiT, enm es-
lovinba propria ; tambem se vende massa para
aliar navalhas a 320 : ua rua do Queimado, ua bem
cuiihei ida loja de miudezas da Boa Fama n. 33.
ILMAS'M-IPIELMW ME
Vendem-se as 'ordndeiras luvas de Jouvin, lanln
para nnme^iiomo para senhora, pelo baratissimo
piern de 25STOo par-rnsTUdOOueiinailu. naJum
conliecida loia de MHHezai da Boa Fama ifl 33. .
Em casa de C. J. Astlej &C.
Cabos da Itussia de manillia.
Cobre para forro,"coiu pregos.
Vinbos de cliampauha, Moselle e Bordeaux'.
Salitre refinado.
Jumentos garantices.
Sao esperados dous de pura raca andalusa qnp
se vendern a preco commodo : na rua da Caieia oe
Recite u. i.
Escravos fgidos.
No da 14 de agosto do anro prximo pasando,
fugiram do engenho Sele Ranchos, freguezia de
Nnssa Senhora da Kscada, marca da cidade da
Victoria, nsseguales escravis: Damiao, rrioalo, de
2a aunas de idade pouco ms ou menos, cortla,
beji-osgrossose meioarrebi/ados, 'tem urna cicatriz
na testa proveniente de uracoice de animal, pernos
finas ealnuma ciuisa arqueadas para fora, esmalma-
do, espadilado, altura regular, e est bucando ago-
ra. Jarinlbo.rrioiilo, de 28 annos de idade pouco
mais un monos, altura regular, cArprela, poura
barba, beiros grossos efaz certo geilo na bocea quau-
dn falla, lem ama cicairir em urna das faces, perns
linas, esnialmado, fuma, e tocador de-tioia. O
primeiro fui comprado aoSr. Joo Francisco Barbo-
za da Silva Cumar, e o segundo diz qi|e foiescra-
voda familia do Sr. Joao Nune, da fazenda do Sitio,
em Paje de Flores e comprado na praea de l'er-
namburo. Cansa que ditos.esi-ravos estioemPa-
je de Flores por portadoresqne mandei e de l rie-
ran] : rnga-so as autoridades pnliciaes ecapiUesde
campo de os pegar e levar ao referido ngenho, a
Bernardino Harboza da Silva ou na praea dePer-
nambuco aos Srs. .Manuel Al ves Ferreirt Lima, na
ma da Moda n. 3, segundo andar, ijae sero re-
compensados com a quantia cima.
Sabbado 19 do crrante fugie unta negrinha
crinla de 11 a 15 annos de idade, leroU vestido e
chales usado, e urna trouxinha com algnns vestidos
usados, tem urna cicatriz na mi dirsila, cabella
corlado bstanle rente, altura regular, secca do cor-
pn, com alguns pannos pelo rosto : quem a pegar,
tere casa de Bento Joaquim Gamas, na Passagem
da Magdalena, taberna na enquia que vira para os
Remedios, ou a seu senhor Bernardino Jota Arantes
em sciiensrenho Carneiro. villa deSerinhaem, que
ser generosamente recompensado.
Fugio no dia qiiinta-leira 17 do rorrele me*
de marco, um escravo de borne Ja una rio, estatura
regular, cabello corlado de novo, oiu Catarina na
frente, rosto redonda e mnilo chelo de espinhas
nes grossos c o direito bstente inchado, com duas
feridas na poma, urna niaior que outra, ambos n.
pos com piincipio dearistim dei-nsipella que Ihe
tem dado, sabio cora camisa de baOla terde, calcas
escuras, levava um ceslinho de timb, un-chah-s
ncariiadoconi barra amarella, una almobda de
costura e dous vestidos de menina : quem o pegar
leve-o a taberna de Joo Jos Lopes da Silta, no
becco das Barreiras na Boa*Visla, que ser gea'ero-
samente recompensado.
Continua fgido desde o dia 6 de agosto do
anno paoxmo passado, o escravo Antonio Cacange
com os signaes seguintes : reprsenla ler 36 annos,
pouco mais ou menos, altura regular, cheio do eor-
po, roslo redondo, pouca barba do queiio de baixo,
cor, preta cangueiro no andar, falla pouco, e tem
marcas de relho, 6 casado e foi escravo dos herdeiros
do miado Cacteno ouealves da Cunba; conste a-
ciiar-se refugiado em Ierras do engenho Cacimbas,
la comarca de Santo Anteo; a pesaos que o appre-
liender coiiduza-o ao engenho Cureahv da comarca
i ao d Albo, ou no Recife na rua da Crux n. 68, ter-
ceiro andar, que ser generosamente reeompen-
ESCRAVO FGIDO.
Fugio no da 15 de Janeiro a arete Victoria de
nacao Mossambique, iem urna aerrilaa da leste at
a poula do nariz, represente ler 40annos, falla um
tanto alrapalhada. altura regular, magra c de cara
lea, cor meia fula, anda muito depressa, levou
vestido de diite escura, panno a Costa ail as
pessoas que a apprehenderem levem-na em casa de
seu senhor, que serio bem recompensadas na Ce-
punga, sitio do Arantes, ou na praca da Indepen-
dencia n. 11. loia de calcado, r"
Contina a ester fgido o escravo Salvador,
prelo. mannheiro da barca tanta alaria Boa Sor-
le. alto, e com urna orelha de menos: conste an-
dar pelas Cinco Pomas, desconfla-se que aeinlilula
torro e esteja tralialhando na estrada de ferro :
quem o pegar ou der noticia, ser eTaaiuealo no
escriplono de Manuel Concabres da Silva.
PERH.: ~ TYP. DK II. F. DB PABIA. 1858.



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