Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08015


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Full Text
-i :.
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1/
Vi /
1 e*



AUMO XXXV. NUMERO 68.
Por tres meses a.liantados 4$0O0.
Por tres mezes vencidos C$000.
CICIIIEGaDOS 01 SUBSCRIPC10 NO NORTE.
Parahiha, o Sr. Joan Rodolpho Comes; Natal, o Sr An-
tonio Marques da Silva; Aracaly, o Sr. A. oY Lomos Braga
Oar. oSr. J. Jos de Olivi-ira; Mnranhn, o Sr. Jos Tei-
xeira de Mello; Piauhy, o Sr. Jos Joaquin Avelinn; Para
oSr. Juelino J. Ramos; Amazonas, o Sr. Jcronvnio da
Cosa. '
PRTID DOS C0RREI0S.
Olinda lodos os dias as nove e meia lunas do dia.
Iguarass, Goiannae Paralaba as segundas e sexta t-feiras
S. Anto, Be-zorros, Ronilo, Carur, Aliinho e Geranhuii-
as tercas feiraa.
Pao d'Allio, Nazaroih, I.imoeiro, Brojo, Prsqnoira, ngazei- Fazeda: letras, quintas e sabbados m 1(1 horas,
ra, Flores, \ illa Bella, fiua-\ista, Ouiicurv e I x as! Juizo docoiiiinorco: quintas ao meio dia
luanas reirs. J niUl. orphaos: tinas e sexlas as 10 horas
PARTE OFFICIAL.
io. S.-rinhi'iii, Rio Formoso, L'na, Rnrrciros, A| ua Pre-I Primen* vara do eivel: Ierras a sextas ao meio dia
la, Pimenteiraa e Natal quintas taires. Segunda vara do eivel: quarlas e sabbados ao meio dia.
(lodos os crrelos partera as 1(1 horas da man han.
(OVF.KVO DA PBOYIACIV.
lente do dia -1 de marco
Olficio ao enviado extraordinario
Dito a cmara municipal de Santo Viiln. In-
| leradode qnanlo mu commiinica a i-amara Muni-
cipal de Santo Anto eni nlliriu do 28 de Janeiro, montos
tenho a declarar-Uie, que mande por noramente eui K apptovado sem discusso.
praca os diversos impostes draga municipalidade, Prime ra disco
slro pie- v's'o que nao appareceram licitantes para a priinei- freguezi

o Sr.
I', Duurle : Rom
fui o autor desl
nipolencariodo Brasil em Pars.A pedido de nm ra arrematarn.
2*!f?IS'.s?_rvio-s:! )' t;vc- u" P- .. '.'.!!".* *rara "P d Villa Hella.-Km res-pmjoclo! e pela presea .leconfecciona-!, nao dele,- dir a palvra,~osi^and
a cmara municipal de minei o l;
poiiaucia lolal dt- fr.
va rri-ebido.
Sendo porem diversos offestobelecimenlos para
que as muas se eoutralaram, oceorre a iicrcssida-
de de soi-onliecer precisamenlo qnanto se despeo-
AUDIENCIAS DOS TRIBUNIES DI CAPITAL.
Tribunal do rommercio: segundas e quintas.
Retaceo: ierras tenas esabbados.
JlinX FEIRA 24 DE MARCO DE 1859.
Por anno avilantado 15$000.
Porte franco para o subscriptor.
EPHERERIDES DO MEZ 0E HIRCO.
Lua nova as 4 horas e 51 minutos da larde.
Quarto cresecute as i limas e 20 minutos da manha.
I.na eheia as 7 horas e 26 minutos da larde.
Quaiio minguanle as 7 horas e 8 mininos da manha.
PRKAMAB IIF. BOJE.
imeiro as S horas e .'(0 minutos da manha.
nudo as N horas e 54 minutos da larde.
OAS da semana.
21 Segunda. S. Rento ah. fundador; S. Luperino ah.
22 Terra. S. Emmvgdco b. ni. ; S. Itciivi-nulo b.
2:1 (.Miarla. Ss. Kelis liomirio....... ; S. Victoriano m.
2 Quinta, s. Vgapilo ah. ; s. Latina l>.
2.i Sexta. >j< Aiiiiiiiiiiaeao de Nossa Seiihora ; S. Ireneo h.
21! Saldando. S. Lndgeru l>. ; S. Braulio b. m.
; 27 Domingo, s. Huberto b. ; s. Flelo e Lvdia sua mnlher.
ENCIRREGIDOS DI SUISCRIPgiO 10 SUL.
.Magnas, o Sr. Claiidiuo Patrio Dias; Baha, o Sr. Jos
Mailius Aires; Rio de Janeiro, O Sr. Joao Pereira Harlins.
I
F.M PERNAMBUCO.
O proprietario do DIARIO Manoel Figueroa de Faria, na
sua livraria praea da Independencia ns. (el.
provine al Thomaa Amonio da silva Uu-tmu Ju- cessarios estudos.
iter quer dentro oo fura do paiz
ija applu-ar c de una utili-
i em Crtenles, comarca de Garanhuns.
. j cauches declarando que espera do a palana nao quiz deixar de osar delta e espe-i tem crodilo para
io., ... auno de l.cenea com todos os seus vene- pelas razos que Ion, de aprsenla,- o autor d.....o- lo que o nohre autor do projeclo e alguom mais I nm e,iunelimo
jeito, e ver se tem ellas alguma modicaro a suas com elle, offereram as razos que t.Vui para sus- dade palpavel o'.-vidente
ideas pis do contrario volara contra elle. tentar esse projeclo, que taires me deinovan a cu ; Apresentou-se aqui a olijec, o do projeclo de ni
...o do prop-, to n. 1 ,,,e ,ea urna OSr Smw H -Sr presidente nao me jul- dar-lhe o me,, rolo. I marcar o mximo do juro. Ku nao terU dunda de
gandoi ilevidamenle haluhlado para discutir a ma- I) Sr. I. ,le Olireira : Tendo Sr. i.residente,! adherir opiniao do nohre depulado, se por ven-
te tena do projeclo, en nao qui/ anlecipar-iiie em pe- de dar algiimas explicaries aos nobles ilepulados! tura nao entendesse, une semelhaiile clausula na
mornr avindade iruiaas de caridade para eta pro- posta ao bllirio em que
riacia, e rom osen otllcio de 8 ae Janeiro, em que Villa Bella remelle copia das actas da eleieao de segundd
.. be. dava noticia da prxima chegada das 10 ir- v ereadnres do muir pi de Flores, aiiesc.iiiando O Sr.
niaas destinadas ao rollegio de educaran uesla ri- T"' '' eleieao llie paren- milla por ler sido feita pe- pro dep
leu a conla das despejas (ritas na im- la qunjillcarao de 1850, ultima a que se proceden, e cesano,
"61,717, j0, que para ellas lia- 'l"e nao representa j os votantes da Iregue/.ia, se saiha o<|
suppoe : tenho para aim que qualquer individuo
que oscupar a radeira da prasidencia, ha de pro-
ceder em ncgocitjjfao imporlanle romo um honrado
bi-asileim, isto como tem pralkado lodos que uc-
cupam pos oes tan elevadas como a presidencia da
provincia com esta.
O Sr. M. I'ni iili-aiili: Dos os ajude,
me onerecea di/erque Cezbem a cmara emdefn- '> Si
rirjurameiilo aoseleilos, que deverao mirar em jodo tok
exereicio, pois que a ra/.ao de uiillidade allegada OSr
_ nao proced; porque as eleii oes sao regulares sem- do uohi
< qiw foran desuada- para cada um dos I'"' '1'"' ,;ii" :i;'las pela ultima qualiflcarao, eiubora de eslai si
\ ai T
Reliieii-o que sobre o projeclo em discusso se-1 observacoes e vou faze-lo.
ja ouvipa a commissao de estatislica.S. R.Son-, l.embio-me, Si. presidenle, 1
denlos a saber: para o Collegio SI'J'.' essa,de data maisou menos remota
das orphas, para o hospital de candado, casa dos Nl" obstante o que lien resollido, reinelte-se no
llft L' para colleSn particular de S. Viccnle gv,'r"0 imperial por copia, o offlrio dessa cmara,
de Paula. para que, pesando as suas ponderal oes, assim como
Ksses estahelecimentos teem n-ceilas proprias e 'P'aesquer oulras, que lenham viudo secretaria do
se pelo poder legislativo provincial forresohiilo que S"verno, resolva anda o que (or mellior e mais
os seus ro'es indeinnisem o da provincia, deve a '"R"'-
pn'Sidencia estar habilitada com lodos os esdare- ''orlara.0 presidente da provincia, eimsderan- rio um cnipi eslimo de qualro mil ionios d
i-menlos precisos para proceder nesta conlormi- "" s'',n elleilo a portara de 17 de Janeiro ultimo,; para m corn-r s obras publicas da oroviiiria
daite. Ilp^m mu imiiinnii i,o..i.^....i l-........ ..... ...... n .r .i.
ai ua iuiormacao V. Kxc.
diier-me se o saldo 1,708, :t o f. foi enlreiV sil- "''"'l ll-1 ""a-Visia, resolv
: Posli a votos o requerimento approvado.
Prin eir dsi-ussiio do projeclo u.....que auto-
risa o aveno a oonlrahir dentro ou fra do impe-
lis,
, Amlra7 SiU- n\r* r '"" !*"& "" S .* ^""''""^ presidente, sao estas trato, mas a isto se responden, que se autorisava o
lera ahondado de ^0B^?JJrtl?J^ P""">-da co-, ns mal ;r.as que nao podeiu passar sen discusso ; govorno a conlrahir um empresli'uo de 000 ionios
..( o f. foietilregue A su-, '"j" '' ^.''A0;' ,olu: ,'0,,"'a'- Pa "'"""" "",'" : priin.-ira sem duvida indisponsa- do rs. Foi e.ilio que se discuo aqu e.ssU empr.-s
uertora gnral por coula de algum dos contratos e "'*"." ua,liar,''l relislmio de Mendonca Vasronccl- vel, po que ella versa sobre a utilidade da ma-"s"
| los Dinlz. Fizeram-se as eoiuniuncaeoes ucees- loria
*valeco-me dJsla opportuuidade para offerecer sar!as-
a V T.xc. a um-a seguranra de miuha perfeila es- "Ha.O Presidente da provincia, rouformando-
tuaa e mui distiuctn ensideracao. Communi- Sl' '""' ? Pr(>P"sla do director geral interino da
cotf-se ao insp.ctur da thesouraria provincial. "islnil'l110 publica de 3 docorrente, rosolve nomear
Dito ao cmuinaiiuaHte das anuas.Duclaro a V ParB.delegados de dislrictos litleraros os cidndaos
F.ic., em nwposta ao seu offlcio de 26 de fevereiro *,Ku'"ls :
ultimo, que bem procedeu em deixar de mandar / Freguezia de Afogadot
render al ulterior deliberaran desta presidencia o ^0st' Marcelino Alvos da Fonseca
ailetes do 10 batalhao de i'nfantara l.iuo AugusloJ
de Carvalho, que se acha destacado em Timbaba
sadi se appiovou ueste casa
truoso, assiui reputado KeraJmODtO, para que se l-
zessem estradas na proruteja ; leinhio-me lambem
que argumcntaiido-su contra semelhanle contrato,
entre oulras raaoescum a de, nao poder a provin-
cia despender dulieiros taes como exiga esse con-
onde exerce o cargo du subdelegado de polica.
Hito ao mesmo.Mande V'. Kxc. por em lberdade
o recruta Vicente Ferreira de Barros, a que se re-
fere o seu otllcio de de Cevereiro ullimo, sob n
lo8, visloter elle dpresculado isenco legal.Com-
niuntcou-se ao che do polica.
Dito ao mesmo.Faco com este apreseular a V.
rxr.. para seren inspeccionados, os recrutes Ma-
noel Jase Pereira, Manoel A1iaiulre de Souza, Jos
Manoel .dos Santos, Kirmino Goucalvesde Siqueira
Jos xerra de Moraes, Manoel' Fidelx do Xasci-
mento. Luiz Jos de Moraes e Vctor Jos de Souza
lHumuuicou-ae ao chele de polica
111,.. ...__ n
I arzta.
Jos Antonio do Rrilo Bastos.
A'mvirfo.
Bacharcl Francisco de Sou/.a Cirne Lima.
Barrtirot.
Itacharel Francisco Augusto da Costa.
Communirou-scao director geral interino da ns-
Iruccao publica.
Dita.O presidente da provincia, atlendendo ao
que lhe representou a i-amara municipal do Reci-
te, em olcio de 25 de Cevereiro ullimo, sob n. 21,
resolve approvar provisoriamente o seguinte artigo
de postura.
Ku c mlesso al que estou um pouco assuslado
entran, o ua discusso desle projeclo, lauto oais'
quantojealendo, que cumpria a queiu o apresentou
jllslilick-lo,
(jueiji innova, quem inicia deas, deve apresen- :
se Iraiavade um empresliiuo diuerente, u sim do
mesmo, pmm apenas modilicado em suas condi-
roes.
K,Sr. presidente, o quevimu
lar razies que nos demovam a acoila-la, e nao es- i QuaJ fui o resultado dessa aulmisacio com lelarao
perar-p da impugnaeo, impugnacao que militas ve- approvacao que a casa den ao cntralo para liue
zes nao ser a mellior, sem ler procedido man- se nzessem as
feslara das razes, que levarain o sen autor a pro- Iho ?
slradas do norte
i pa
Pi
qne
d'A-
P"j,a- Bu lerei o relalorio de S. Kxc. nesla parle, lerei
Entre anto o nobre autor do projeclo deixa-sc fi- laiubem a observaran da lliesouraria relativamente
car asse|iladn, tuda diste, e por isso me forra abrir an resgale das apolces emillidas e quer o que diz
S. Kxc., quer o que diz a thosnuraria nesga observa-
Prelendia-se fazer as estradas de ferrn, com a
garanta de j por cento ; coiilratando-se segundo a
Artigo nico.Fien revogado o arligo 16 das pos-1 essa al
turasaddiciouaes de 24 de julho de 1855, pudendo devo c
a discuskao, pedindo ao nobre autor do projeclo,
ou a qu*m adoptar a idea, que me tiro dos recelos
de que me ardo possuido.
Srnbores, nao se traa da crearan de urna fregue-
zia. trata-sede aiitorisar o govemo a conlrahir um
Mlprestipo de qualro mil r.onlos...
Isso nateria que demanda Inda a altcnco da
casa. (Aniiindn*.)
Ku sci hue son o menos habililado para provocar
sa altearn ; ,'.Vn apiados I mas en entend) que
4 de julho de 1855, pudendo devo cumWrir este dever, visto nao haver quem o do orcamento,oruue o oaerHo maaria a< obras
Dil.i ao mesmo.-Pelo oltlcio de V. Kxc. de 26 de ?S.'!T!;s_?uJ,,,mn,b,ls ser Pehados no Uro da fren-; queira rubprir. ,,ue *e tietsum de far rom di!, Jiro de coutado
ras largas e lias estradas. Felizmente o nobre depulado, que se assenta ao aue deria apparerer com o tmpreslimn Ora S
. .----- iwunw.iK.i *. r,\e. ue 20 C ., ,........
fevereiro ultimo, sob n. 174, flque inleirado de te-! if P"r J cavallos as
rea. sido recolhidos ao hospital militar, para o lim
. coavenieute, os recrutas Canuto Alves Morcira e
Joaquun Antonio Honrado.
Dito ao mesmo.Al ullerior deliberarlo mando
' '-*; M>lre-estar no alistamenlo do recruta Ma-
noe Fidex do Nascimenlo. que maudei apreseu-
tar-lhe com offlcio desta data.
Dito ao presidente da relacao.Communico a V
que o juir de orphaos desta capital bacharel Kr-
nesio de Aqutno *o..seea rcassumio o esereilo de
seu cargo no da 28 do mez lindo commiinicou-sc
lambem ao inspector da thesouraria de fazendn
pito ao mesmo.Cnminiinico a V. S. que o Dr
V ^ Cu-rc,>a de 01ieir Amlrade deixou no
uiazouerevereira Ondo, as fiuirroes de promotor
piibheo desta comarca para tomar"parle nos traba-
mos da assembla legislativa provincial, e no seu
impedimento fui noiueado pelo juiz de direilo da
pnmeira vara para exercer interiuaiuuiile
Remelteu-se copia desta portara niferida c-
mara.
Expediente do secretario dogoverno.
OITico an rommandautedas armas.O Kxm. Sr.
Eresidente da provincia manda enmmunicar a V.
ve. que aulnrisou o inspector da lliesouraria de
fazenda a mandar indemnisar o capitn Jos Vrau-
cisco da Silva, como V Exc. solclou no sen officio
n. 180 do 1. do correte, da quanlia de 16$200, que
dispendeu com aluguel de um entallo para condu-
zir da villa dcOuricury at a de Ingazeira, o solda-
do Fortnalo Gomes Ferreira, que se acha docute.
Dito ao mesmo.S. Kxc. o Sr. presidente da pro-
vincia, tiilorisando nesla dala o inspector da llic-
sourai a pro\ incid a mandar indemnisar o capitn
Jos Francisco da Sjlva, nos termos do olliriu de V.
Kxr. do 1. do crrante, son n. 181, da quanlia de
2o000, que dispendeu rom o fornerimeulo de luz
para o quartel do destacamento da villa de Ouricu- '
iuuerfies o bacnarel Antonio jsii'ua'cosla Kieru' rv do dc,llh"a :W''' novemhro do auno proxi-
que entran em exerricio no dia 28 daquelle mez ""' Pi"isai'0 assim o manda enmmunicar a V, Kxc.
l-mumunichurfe lamben, ao inspector da Iheso'nra pa,1? se" eonhecimento.
ra de fazenda, quunto pnmeira parte do ullicio u"0,, mesmnw-Maii o Kxm. Sr presidente da
cima. | provincia comniunica-*V. Kxc., que por despacho
Dito ao inspector geral de arlilharia.F.m ic-suos-1 dosla di"a' auU,risou inspector da thesouraria de
ta ao seu olficio do l. do correnle, lenh a derla-1 ta"'lllla mandar indei^uisar o c.aoilo Jos Frau-
rarque me conformo coma prouosta une fez V S cisco da siiva. da quanlia de 4SjtilO. em que, se-
do segundo teneute da companhia de arlilices Mi.
guelTeueira Lopes Malheiros para ajudante du or-
dens dessa uispeccao, sendo substituido as fune-
r-oes de secretario o capitao Luiz Francisco Teixei-
ra, que se acha doenle, pelo lenle do estado-
gundo n conla aiinexa ao olficio de V. Exc. do 1. do
meo |adotosquerdo, pedio a patavra pouco depois
de mim. J o projeclo nao passar silencioso.
Pcrsuado-me que o nobre autor da idea deveria
apresenlarlno seu projeclo alguma base, o nao di-
ler sinipleiinonle isto que aqui se v : (If.)
Isto deixar tildo inleiramente ao arbitrio do pre-
sidente, a rralisaco do projeclo, nao lhe fixnndo o
mximo do Ijurn. Porque juro ser conlrahidu o
omprcstiiuof? K o juro que o presidente da provin-
cia julgar c.liivenieiile.
I'os senlinres, pnrecc-me que aga urna allii-
bui.-o de qilc nos nao devenios despir.
O Sr. Sonpa IleU : K as les anteriores que
lambem aiilurisam empreslmns, licaro anda em
vigor }
" Sr. M. (yivalcanti:Naturalmente.
Todava erri conlrapos'uo ao reccio de que eslou
possuido, con i a idea deslo projeclo, ha nina razo
que me Iranq lillisa, e que elle lU-ar archivado
na secretarla la presidencia r nao lera execueo,
salvse algnii inexperienle vier algum da a oceu-
para cadeira da presidencia: esta a miuha opi-
niao.
O emproslii io dentro do imperio erato que tiosc
conseguir po-menos de Ilion 120/0, fra do im-
perio, nao sei se o nobre depulado est habilitada a
allirma-lo, se o est nos far o favor de dizercom
|ue juro espe ra podla ser realisado o cihpres-
preseulados. llsemprestiuios coiilrahulos pelo im- coneessoes idnticas fcitas an governo geral
e que na sessao pas- peno, sao lanos, e seniprecoiu condiccues cada vez Um Sr. Depulado : K qurm nos assevra qne
contrato mmis- niais vaulajosas que elles por si mosliam a esi-qui- sern esses mesmos agentes, que ho de conlrahir
bandado da idea principal do projeclo... este cmprcslmo
Im Sr. fepiUado : K o aulorisado pela asseiu-' ') Sr. I. dr Olivara : O nobre diputado sabe
blea provincial o auno alrazado deXOU de ell'eclu- i perfeilanieiile, pelo modo que se passam as cousas ;
ar ; a le nen letra nimia. i seja qual for o presidenle da provincia, que lenha
O sr. .1. atOliotira ; o emprestimo de que deoxeeuter, ha de fon-osainenie recorrer aos mes-
alia o nobre depulado lodo diverso do que trata "ios canees de que se sene o governo geral.
esle projeclo, os (actos que acaba de referir deslio-1 Senhorcs, a declararlo do mximo dos juros, p-
em os argumentos do nobre depulado. de darlugar ao que avaucei, e ser por lauto antes
llinoc se addicionoii alguma censa i le n. 2% i Um Sr. Depulado : Da provuiria nao. prejudicial,
que ja autorisava oulroeiuniesliino. concordando O Sr. ,|. de Olireira : Ku nu- refer eos em-, BmSr'. Depulado:-late mu Castelln ar, nao
anual a nohre eoiumissao d urcamoato em que nao prestimos contrahidos pelo imperio. toa base.
Sis., toda a questo para luii,.- saher-se se se po- O Sr. A. de Oliceira : K um caslello ? mas os
aert com o simples credilo da provincia obter em factos eslo provando. que exacto o que digo :
Londres um eiiiprestiino, com as oi.einas vanla- ah eslo as estradas de ferro ; ah est esse argo-
nes depois disto ? gens, que se fosee frito com a garanta do aover- ment viro, que moslra beift, se en tenho ou nao
no geral : esta a questo. Ora apriori decidir con- ~
Ira, creo que de alguma inaneira offender o cr-
dito da provincia.
lina provincia que tem urna renda de 1:600 eoli-
tos....
Pose* Aonde ?
0 Sr. .1. de Olireira : F.st no bataneo...
. ? *" l)rl'"lado: A rend oreada, de
1,100 contos.
OSr. A. de Olireira- Ku considero iiiexalo
esse orcamenlo calculado pela Ihesourara, c pen-
sando assim, nao me aparto da opiniao de lodos os
homens que cnlendem dcslas materias.
De ordinario as thesoiiiarias, sao obrgadas a lo-
mar o termo medio da renda de um certa nunieio
de anuos para calcular o orcamenlo, os balancea po
reo constantemente vem ao depois desmentir a
uiexatidao desses clculos ; e 03 iiobres deputados
nao sao eapa/.es de mostrar que exislein exactido
entre os clculos de renda oreada pelas Ihesoura-
rias, como os balaneos de rendas arrecadadas:
una lal dsparidade que na realidade nao se pode
argumentar com tees clculos....
Um Sr. Depulado Nao assim tanto.
Sr. I. de Oliveira Ku julgo que una pro-
vincia como a do Peniambiieo que aprsenla no sen
bataneo urna reeeita realisada 1.600 rontos, pode
mo bem merecer o crdito siilliciente n'uina ora- i
rao, bastante para que eu vote contra o projecto
em discusso, ao menos, a nao ser elle modili-
cado.
Se S. F.xc. depois de expor o oslado dos cofres,
couclue assim : (U)
A thesouraria diz isto tratando de resgale de apo-
lces : l)
l-.iilietaulo que qiiamlo esta casa resolveu que se'
nao c.oiitQuasse a emttir apoliees, disse islo nalei
de Ingazeira para esla capital o soldado Fortunato
Gomes Ferreira, que se acha doentc : assim o man-
da declarar a V. Kxc. em resposlnao seu olficio n.
184 do 1. dn correnle.
Dito ao commandante superior da guarda nacio-
nal do municipio do Recite.O Kxm. Sr presien-
te da provincia manda comniuuicar a V. Kxc, que
por despacho desta data, aulorsou o inspector da
thesouraria provincial a mandar pagar, romo V.
Kxc. soliciten no seu ullicio n. 36 de 2H de feverei-
ro ultimo, os pros, ua importancia de :il2gi50, das
pracas que esliveram destacadas na freguezia de Ja-
boato do 1. de dezembro do anuo passado at 31
Janeiro ullimo.
Dito ao director geral interino da nslrueco pu-
blica.S. Kxr. o Sr. presidenle da provincia manda
commuiiicar a V. S., em rosposta ao seu oIRcio de
houlcra, sob u. 42, que nesta data expede ordeni
thesouraria provincial, para pagar a quaiitia de
1258810, que se dispendeu com a acquisico de
utensilios precisos para a aula de iiislrucco prima-
ria da villa de Flores, os quaes constam la relacao
que vein annexa ao citado olficio.
Dito ao director interino das obras publicas.S.
F.xc. o Sr. presidente da provincia manda commu-
ncar a V. S., em resposta no seu olficio de honlem,
sob n. 52, que acaba de autorisar thesouraria pro-
vincial a pagar, vista do competente certificado a
quanlia de 19Cj20(l, em que importa a segunda pres-
taco, a que lem dnvilo o arrematante do empedra
ment po 7." lauco da estrada da Escada.
como tralanieuln das pracas de pret, que cstive-
ram destacadas sob o eliminando desse ollicial na
r villa de Ouricury, dol. de julho a 23 de uovembro
maior de seguada classe Bernardo Joaquim Corra aoa"no prximo passado.
que servia de ajudante de ordens.Coiumunicou-; .l".loao mesmo.- O Kxm. Sr. presidente da pro-
se ao commandante das armas e ao inspector da I Ylncla' aulorisando por despacho desta data, o ins-
Ihesouraria do fazenda. i peclor da thesouraria de fazenda a mandar pagar a
Dito o inspector da thesouraria de fazenda Mailoel Harlins Gomes, a quanlia de I89OOO, impor-
Commuoico a V. S.. para sen conhecimento e alim l?",a dl> a'"(!"el do cavallo, que conduzio da villa
de que o faca constar a quem competir que, com
aviso do ministerio da fazenda do 18 de fevereiro
ultimo, mu foram remeliidos os-decreto de 5 do
mean mez nomeando elllcial maior da secretara
dessa tnesourana o primero escriturario Jos In-
noceueio Pereira da Costa, primeiros escriplurarios
da respectiva conladoria os segundos escriplurarios
Joao Severiano Kieiro e Jos Filippe Nery da Sil-
va ; segundos escriplurarios os terceiros escriptu-
rarioa Joao Gregorio dos Santos. Igncio Francisco
MaKmsv Jos Francisco de Salles Baviera, Januario
l^Bstaucio Monteiro de Andrade, Jos Candido Vie-
gas, Cosme da* Trevas Teixeira, bem como o se-
gundo esenpturario da Ihesourara da Baha Caeta-
no d Silveira Amaral, e terceiros escriplurarios
os qiiartos escriplurarios Antonio Joaquim de Oli-
veiraadueo Jumor, Miguel da Purlicaco Comes,
Hercalano Deodato de Miranda Henrique, Joan Car-
iS^!8^. ^ |,,,"''">'1''. Prancsco Ignacio de
Medeirns Ulysses Pemambucano de Mello, Manoel
Antonio Cerdoso, Manoel da Costa Ribero, e o olli-
nal da, secretaria da Uiesouraria de Sergipe Anto-
nio Fenmudes da Silveira Carvalho.
Dlloao Dr.Jeronymo Vilella de Castro Tavares.
-Pelo sui offlcio de hontem, sob 11.43, flquei in-
leirado de haver V. S. entrado no exercicio do lu-
gar de direetorgeral interino de iustrucco puhli-
^-ninnicoa^e ao inspector da ihesouraria
Dito an mesmo.Faca V. S. sentir aos prorsso-
ros. pblicos proviuciaes que devem requerer
presidencia por seu intermedio, paia quo veuliam
seus requeruneatos informados, c nao baja tanta
perda de tempe, declarando-lhes anda que a se-
cretaria lem orden de nao me apreseular requeri-
mento algum que nao venha assim dirigido.
Outresim coavra anda declarar aos mesmos
nrure9sores quo a presidencia nao Ihes dar licenra
para tratar de negocio seu, sem que deixem subs-
tituto a contento dos delegados Iliterarios.
itoao director das obras militares.Mande
> me. collocar no paiol de plvora da fortaleza do
Brum prnteleiras de madeirn, comorequesita o res-
peclivo commandante no ofilrio junto por copia.
Comniunirou-M- ao commandante das armas.
Dito an jirix muniripal da primrira varaFaca
\ me. entregar aaDr. juz de direilo Vicente Fer-
reira Gomes, removido da comarca da Palma, na
Eronncia de Ooyaz para a de Serid na do Rio
ronde do Norte, o olcio de rommunica o, que
lhe dirige o presidente da ultima daquellas provin-
cia*, convlndo que Vme. certifique o dia em que
for entregue a supradta communicacn.Coramu-
nicou-se ao Exm. presidente da provincia do Ro
Grande d* Norte.
Dito ao director interino das obras publicas.
Tendo sido iulgada por sentenra do juiz dos fritos
da fazenda do 2 de marco de 1855 a acro commi-
"'ona intentada contra Antonio Jos" de Maga-
Ihaes Bastos para obriga-lo a fazer A sua cusa, e
dentro do prazo de 6 mezes, a porro de caes, a que
se obngou no terreno de niarinha'dequc foreiro,
e que fica prximo tcasa de sua propriedade na
"'* *P' margem do rio, e nao se lendo
tratado deesa construccio como informa a cmara
municipal desta cidade em seu olficio de 21 de mar-
ro do armo passado, sob n 21. rerommcndoaVme.
que verificando nao tr sido al hoje feilo o dito
caes, organise e me remella o orcamenlo para a
sua ronstnjocao,informando nessa crasio sobre a
conveniencia de ser lia realisada por administra-
cao ou arremalaeao, correndo a respectiva despeza
por conta do dito foreiro na forma da senlcnca.
Commuoicou-se cmara municipal do Rccifc.'
Dito ao mesmo.Pelo officio que Vmc. me diri-
gi hontem, sob n. 53, flquei inleirado de se haver
concluido honlem a obra, que se mandou fazer pa-
ra segurar a parte arruinada dn forro da casa, onde
urjcciona a assembla legislativa provincial.
teto adrainistrarao geral dos estabelecimentos
, Vtendade.Pode a administrarao geral dos es-
taDelecimeiilos de caridade mandar apreseular ao
director do arsenal de guerra para ser admitlido
na companhia de aprendizes menores do mesmo
arseiaij.0 posto Ludgero, de que trata o seu ofll-
C1 Ta r 'evereit0 ul'imo, que fica assim res-
pondidoCommunicou-se ao director do arsenal
de guerra.
Dito ao eoaselbo administrativo para forneci-
mento do arsenal de guerra.-Recommendo ao con-
seibo1 adminutraUvo que compre para concert da
i0^r^ian,;^m, de carPin do arsenal de guer-
ra as 2.-000 lelhas mencionadas no pedido junto.-
Commumcou-seao inspector da ihesoureria de fa-
correnle, sob n. 183, mporlaiii as despezas feitas timo?
Um Sr. De litado : F, bastar s a garanta da
provincia ?
O Sr. Al Ci oakanti: Ku creio que nao ; mas
Kxc. o Sr. Taques leudo mandado continuar a emit-
i- apoliees nao obstante esta casa le-lo prohibido,
nao obstante esta casa ler declarado que nao era
preciso por isso que autorisava o euipresliiuo, vi-
-.; I1.111. que se elleo nao realisou, foi porque o
nao pode fazer ; e islo que de simples intuco,
ilemoiislra-so anda mais claramente, porque o'ac-
tual presidente nos vem dizer, que efTectivamente,
pelo menos na provincia, nao possivpl realisa-lo
u anda acreacenla mais. que semelhante le tem
embaracos, temdifflculdades, sobre as quaes pra- ......-<.
piso que a casa reluca. Ora, Sr. presidente, se lem 1 ductores.... '
le que aulorisa mu emprestimo limitando a laxa i Um Sr Depulado : Pode pretender mas se
do juro a 9 por cenlo nao pode ser execu- razoavelmeute lera, a questo
' //.;'*. r. ,1 v ,0S''- l-/ 'reir. :-F.u.senh.)res.coiitrar:
l"i Sr. neputaJo :\a provincia. a,!!..u..'.' l_,ul""l:.d',l'U'ado quanto inesequibilidade
sutlici-
eiiipreslailores aos negociadores de emprestimos,
cousa em que nao lem a menor parto o ptoaklente
desla provincia.
Existe um precedente estabclecido que o indivi-
duo encarregado de negociir' um empieslmo em
Londres, lem direito a urna commissao de meio ou
um por cento paga pelos hanqueiros emprestado-
res : e que nos importe n nos isso.' Kssa coinms-
saopde servir demolivopara que sean contrae a
o emprestimo quando elle seja neeessaria ? Poisj
foi sin motivo alguma vez para impediros empres-
timos que se tem feilo para o Brasil* Seno sao es-
tes abusos o que o nohre depulado alludio, eulo
queira declarar quaes sao...
O Sr. M. Crralcanti: Kstou rom apalavra,
quando usar delta en os a prsenla re.
O Sr. A. de Olireira : Ku nao vejo abusos pos- '
siveis por esse lado.
Similores, eu 1.....ca esperei que o uobre depu-
lado animador, como de ludo que tende bmcli-
ciar-se a nossa agricultura, fosse aquelle que se op-
MSvSmS T "l",ra,and?s,! 322 Posesae ao projecto. U lim do projecto de 1,4-
geiros -^nV \n c0" T'1 *" f*M "SZ?**' ** ,;'" fdeiile, que eu nao sei como pode .le
^.l.r?..- f??.toJ0 '.lu:-'..ho".v'! "nla assembla pro- ser razoavelmente contestado.
O que se pretende com o projeclo conseguir?
viudal, que leve a infeliz idea, de querer arresce-
lar a essa garanta mais 2 por rento, nunca mais se
pode obter estradas de ferro, se,u a garanta de"
por cenlo...
Um Sr. Depulado :E porque nao se linha oblido
por cinco ?
O Sr. A. de Oliceira : Por causa das condicoes
especiaos o do oslado monetario das pracas com-
merciaes da Europa, nao por causa da mo'dicidade
da garanta, seudo um dos prinerpaes motivos a
guerra da Crimea ; cuinprindo notar que militas
estradas de ferro construidas na Europa com urna
garanta inferior a 7 por cenlo, o assim o Brasil, que
elo que diz respeito ao credilo de que goza, est
huju collocado as cund, oes mais favoraveis, nao
precisan, dar maior garanta.
Sim, sciihores. o credilo do nossopaz um d.i-
quelhis que no eslrangeio se acha sob os melhnies
auspicipios e eslimacao.
Um Sr. Depulado':Ora, senlior olhe que 11'is
nao somos meninos.
O Sr. .1. de Oliceira .-Xo comprehendn o re-
paro do nohre depulado, quando esla mnha pro-
.......- ""' .""=< '' creuuo suiicieiiie 11 urna pra- : paro ao utir.- depulado, quand
e.iestraiigeira para levantar um emprestimo como poricao l-in sido sustentada poi
'?i c-lVuapi,'".:a,."ao 'em por lim, anda dar mais praliros da malcra, allirmnndo
lua e deseiivolvimenlo a todas as suas torcas pro- do Brasil esl sobre as bases a
do projeclo, nao posso, nao tenho a f...
ente para poder asseverar que elle ser como seria pe
10 credilo da provincia exequivl em Londres, pos-
suea garanta do govi-run geral, nao vejo duvidas
r
O Sr. Sonsa Rei*:v u empenrm a condlcao
de ser o emprestimo realisadu na provincia?
I'm Sr. Depittad'i :Tralava s do empiestimo
realsado na provincia.
n Sr. Souza lte.<:-O qi'ie dix o presidente que quinto a sua realaeao. COMla-nM que 0,1
o emprestimo na provincia se nao pode realisar, e j presidente da provincia polo vapor queha poueo Das-
acrescenta logoeu su/eUo a posta cmuuteratio ou, j se dirigi ao ministro brasileiro em Ion-
Me neyoco porvilmf* ama iei u.a di/peal-, dres, pedmdo-ii,,. as inbraaeoee aeuossarias attm
de saber, se 110 caso de que este projecto se lome
l se pedera realsnr com o crdito da provincia
um emprestimo em Londres com as mesillas vanla-
gens dos ltimos contrahidos pelo governo ge-
'iir todos os homens
Indos que o credilo
ns mais solidas ; nao
liaveiulo lalvez seno 11111 011 dous paizes, no mun-
do ronimercial. que tenhaiii pira as suas apoljees
de divida publica urna volaco superior s do
Brasil.
' '" *r- P'pilado :Dos queira. que seja assim,
mas nao : nao Sao s dous 011 Ires,
o acabamento dessa rede de estradas que teudem a
proteger anossa industria agrcola; elle nao faz
oais do que habilitar o governo a fazer esse gran-
de beneficio que reclama a nosst lavoura, dentro
do prazo de qualro ou cinco annos, beneficio que
pelos recursos ordinarios da. provincia, s poder
ii-alisar-se em 20 ou 25 anuos!! Nao possivcl
com as rendas ordinarias da provincia fazer as ra-
iiiilicni-o.es das quatro estradas principaes, concluir
estas, calcar a cidadejgc. em menos desle lempo...
i i "'P'"*:E fazer-se ludo isso com
4,KI contos, urna maravilha. O nohre depulado
nao pe,so,, nisso.
OSr. A. de Olireira: E o nobre depulado
anda peusou menos, dando-me esse aparte que na
mereco urna vez que as dscussoes eu procuro guar-
dar lodo o respeito para com meus collegns.
Admirei-me, eslranhe que o nobre deputado que
seinpre me part-ceu um graude prolectoi da agri-
cultuw, nao visee que o projeclo eminentemente
agrcola.
Sciihores, se se pdeni dar abusos na applicacio
dos dinheirns pblicos,despendidos em obras pbli-
cas, isso anda 11,10 motivo parase fazer carga ao
projecto ; porqnanlo a existencia desses abusos nao
eran um pedido que a assembla procure augmen-
tar todos os annos a verba 4as obras pblicas. Sim,
sonliores, sejamosseveros eni condemnar os abusos,
mas procuremos dar ao governo os meios nocessa-
rios para fazer as obras de que a provincia necessi-
.G0HHAXD0 DAS ARMAS.
Quartel general do coiumando das armas
de 1'mia 111 lineo, na cidade do Recifc,
19demartode18o9.
ORDKM DO DA NUMERO 209.
O lenente-general commante das armas determi-
na que passem a fazi-r o servico no quarto batalhao
de arlilharia a p na qualidade de addidos, os se-
nhores alteres Francisco Antonio de S Barrete c
Joaquim Jos l.uiz de Souza, este do 10." e aquello
do nono batalhao de infantera, e que liquen addi-
dos a esle batalhao, os senhorcs alteres do otavo
batalhao da inesma arma,, secretario Luiz de Quei-
roz Coulinho e Manoel Jos dos Santos Porlella,
que pordooiilesscarh.ini imposibilitados de acom-
panharo batalhao em sua marcha para o centro da
provincia.
t) mesmo tenenle-general faz pblico que appro-
vou, oengajamenln que rontrahiram no dia 17 do
correnle os soldados do 10." hatalho de infantera
Francisco Antonio da Silva e Lourenco Jos do as-
cimento, esle da lerceira e aquelle da quinta com-
panhia, promovido pelo respectivo Sr. teuenle-co-
ronel commandante, nos termos do regulamento
3ue baixou, com o decreto 11. 2171 do 1." de mao
e1858.
Assignado Josf Joaquim Coelho
Conforme. Horacio de Guarni Coelho, alteres
ajudante de ordens do coiumando.
22
ORDEM DO DIA N. 210.
O lenle general commandante das armas, decla-
ra para conhecimento da guarnico e devido elteito.
que nesla dala coulratou nos termos da imperial
resoluro do 17 de novemhro de 1H52, para servir
por Ircz annos na msica do quarto batalhao de ar-
lilharia a p, na qualidade de musco de segunda
classe, o pajpno que como tal j servio no mesmo
hatalho Virginio Conralves de Medciros, que alm
dos \ encmenlos que por lei lhe compelirem, per-
ceber o premio de 200$ pago na frma do artigo 6
do regulamento dol.0 de. mniodu 1858.
Declara igualmente que hontem se apresentou
viudo da provincia do Amazonas, e (icn reunido
ao hatalho nono de infantera a que pertcneo o Sr.
alteres Joo Mannel Das.
Assignado.Jos Joaquim Coelho.
Conforme. Horacio de Gusmo Coelho, alferes
ajudante dc ordeus do coiumando.
PERNAIYIBUCO.
ISSEMBLEI LEGISLATIVA PROVINCIAL.
SESSAO ORIUNAHIA EM 21 HE AHCO DE 1859.
Preiencia do Sr. Bario de Camaragibe.
(Conclusio.l
tiltllKM DO DIA.
Primeira discusso do proiecto n. 8, que aulori-
sa o governo a conceder ao thesoureiro da fazenda
emfim lalvez buen nobre deputado "pela sua in-
lluencin na assembla geral se encarreguo de fazer
com que os po lores geraes garanten! o emprestimo.
A garanta da provincia creio que nao sulficicnle
para fra do ii iperio, o nisto nao faco injuria pro
vincia; portaito seo emprestimo nao fr apadri-
nhado com a ;arantia dos poderes geraes, creio que
nao se conseg lira : no cnlrelauto nao me quero
melter nesla meslo.
l'.ii uuvi di/j'i-em conversa particular, advogandn-
se a idea do Arojcrlo c q_ucrendo-.se provar a facili-
dade de obter o impreslimo fora do imperio, (repi-
to isto que o(ivi fora da casa, porque aqui nada se
disse em suftontaco da idea, c son toreado a figu-
rar nlgumas hvpntbeses, a formar algiis castalios
para ir cnnihalendol que o credilo do Brasil era
milito grande em Inglaterra, que os emprestimos se
faziam a 4 e 41/2 pm cenlo. O crdito do Brasil de
cerlo lisnngeiro, mas nao para i por rento.
Eu nao sei porque preco estn hoje as apoliees
do Brasil.
O Sr. ,1. de Olireira:cima do par.
" Sr. .)'. Caralcanli :De f 1 '2 creio qne nao ;
tenho lemhranca um pinico viva do que nao eslo
cima do par-, estou mesmo cerlo de que um em-
prestimo ltimamente coulrahido em Londres para
pgame,,1o de una divida, rujo termo se linha
concluido, que o emprestimo fez-se abaixo do par.
f'i Sr. Deputado :Foi v 5 1/2.
Cruzam-aeoutro* aparte*.)
0 Sr. M. Cacalcanti:Eolio qual o par ? Nao
e-i 1'2? Ku nao son hanqueiro, masrreio que isto,
que eu digo fra de duvida, que os fundos Bra-
sileros nao eslo armn do pnr como diz o nobre
deputado, que o preco porque foi vendido o em-
prestimo geral foi menor do une 4 1/2 ; edahi an-
da se deduz a commissao dos" agentes, o que vem a
redu/ir anda o emprestimo.
1 i Sr. Deputado :As commisses sao pagas
por quem faz o emprestimo.
0 Sr )l. Caralcanli :Isso mesmo, mas quem
as paga :
1 m Sr. Depulado :Quem empresta.
OSr. M. luoalcanti :Nsno teremos de ob-
ter l 4 mil contos, mas muito menos conforme a
laxa porque forem vendidas as apoliees. Ordina-
riamente as apoliees oslando a um preco, baixam
logo que ha. umn nova emisso, diminuem de
valor.
Estas sao as ideas que eu linha para em geral me
opporao projeclo.
Mas diz-setodo o sacrificio pouco para se fa-
zerem as estradas da provincia.Eu creio que nes-
la casa posso gozar do conceilo de querer favore-
cer a condesan das estradas: propugno constante-
mente por essa idea ; entendo que o lim princi-
pal para que se devem destinar os dinheiros da
provincia ; isto nao novo para mim, ha muito
lempo que advogo esla idea. Eu son sempre venci-
do mesmo uestes projertos. nostas grandes palrio-
tagens, mas nem por isso se deixar de n-conhecer
que eu quero as estradas, que as desejo
Sciihores, eu lera consderaees muito largas
que fazer acerca da materia, e silo nao poder dar-
lhe bastante desenvolvimento, tanto quanto deseja-
va, mas sin,o um embarace em enunciar as mi-
nhas ideas, em dizer aquillo que pens ; mas em-
fim farei o que puder.
Eu creio que a nossa econotnia industrial esl
a urna riae..
" Sr. P. I)uarle :Assim dizem.
O Sr. Al. Cacaleanli:... o as pessoas que vivem
um poubo a pardo movimento industrial assgnam-
Ihcs osiuiolivos, elles sao mui claros. A cessaco
do trafico, as emprezas protegidas pelo governo,
estas dos grandes causas alm de nutras, tem s-
do siilliiionios para elevar os salarios a um praco
extraordinario, t'.onlraia-se neslas condires um
emprcsliino, nao se atienda s consequencias delle,
de emprchender-se obras e ahi temos nos maior
concurrencia para elevar os salarios.
Vamos portante, com sacrificio da provincia con-
lrahir um emprestimo, que se ha de realisar segura-
mente d|e modo ruinoso para a provincia, porque
salvo muito pequeas exceproes, o zelo pelas cau-
sas publicas no Brasil iieiihum : o emprestimo
far-se-ha de modo favoravcl para quem emprestar
e s em .detrimento da provincia.
Tudo isto sao ideas geraes em cujo desenvolvi-
mento nao entro por ora. .
Pergunto, para que ha de a provincia coutrnhir
um emprestimo dispendioso ? Para crear mais um
concurrente para alca dos salarios, porque i mil
contse um concurrente um pouco tensivcl, para
se empredienderem estradas ueste tempo, quando
nos veuiiis que nao ha una reparlico de obras
publicas jiuo otada regularmente, capaz de desempe-
nhar meljhoraiuoiilo de certa ordem ?
O orader contina a fazer algumas consderaees
sobre a r parUcao das obras, e da inexactido dos
orcament is feilos improvisadamente e (em os ne-
dadescembaranix que f preciso que v examinis
(Apoiada*,) Digo eu, se um emprestimo apenas dn
000 contos com o mximo dn premio at 1) por
cento, nao pdde ser realisado na provincia.
I'm Sr. Deputado :Nao prora quo o nao po-
desse ser fra della.
0 Sr. Souza liis:Aceito o aparte do nobre
depulado e ento segue-se, que ou o presidente
recoiiheeeii a impossihilidade de realisar o em-
,resumo anda mesmo fra da provincia, ou ento
oi, demasiadamente uegligente em nao tc-lo pro-
curado realisar fra da provincia, porque a lei nao
delermnavn onde ello aerease ser realsado.
Dizin cu, Sr, presidente, se esta le nao pode ser
realisada, como possivcl qne so pnssa realisar o
emprestimo de 4 mil contos de res sem que te le-
nha fixadn o mximo du juro com que esse empres-
timo se dera realisar o principalmente pretenden-
do-se que esse juro nao se eleve a mais de 4 por
cunto* Eu nao creio.
O Sr. A. f Olireira :Quem falln nisso ?
0*Sr. Souza Jjeis .-Perde-me, eu darei a razo
porque fallei nasb.
t, senhores, se esta lei lem de ser inexequivel, se
sua iiiexequibilidade patente, clara en, riela
do que S. Kxc. trouxe no nono conhecimento com
relacao lei que aulorsou o omproslinm dc llil
ral....
Um Sr. Deputado : Ento, seria mellior espe-
rar a rcspusla. '
0lro Sr. Drputadi, Isso nao prova nada.
O Sr, A. de Olireira: Mas se o projeclo, na
opiniao dos nobres deputados letra mora, lem de
dormir osomno daeternidade no p da secretaria,
que mal haver em que so torne j lei da provin-
cia ?
Um Sr. Depulado : O perigo est, em quo po-
de cahir a sua execueo, em inos menos pruden-
tes... '
O Sr. .1. de Oliceira : Senhorcs, eu nao* son
daquellcs, quevcm o horisoule do Brasil coberlo
de uuvens negras, e no seu futuro s infelicidades.
Im Sr. Deputado : Eu, lambem nao vejo isso.
O Sr. ,1. de Oliceira : Al hoje seuhor.es, so-
ja qual fra poltica que lenha dirigido os destinos
dopaizeu nao vi que acorrupeo chegasse ao pon-
to que parerein receiar os nobres deputados.*
I'm Sr. Deputado :Est esquecdo das aecusa-
res que tem fcito.
O Sr. A. de Olireira :Accusei. nao me lembro
tSttn.
quihilidade a olhos vistos. (Apoiados.)
Sr. presidente, tire a honra de ser ouvido sobre
esle projecto antes que elle fosse apresentado ca-'
sa ; o meu nobre rollega e amigo autes delle, mos-
Irou-me-o pergunluu-me se eu tnha ideas a respei-
to c se adopta va as que osla vnni comidas no projecto
eu lhe disse que linha duvidas e apresentei-lhe a
de nao estar lixado o mximo do juro ; o meu nobre
amigo me disse preciso que nao lixe porque as-
sim nos uo obteremos o emprestimo seno por a-
quillo que estiver lixado, entretanto que nos pode-
mos obter com 41/20/0. Disse eu ao uobre depu-
lado tixemos em 5 porque se a razo paia nao lixar
de nao podermos obter o emprestimo seno pelo
mximo do que esliver lixado. marcando ns50/O,
islo em juro com que a provincia poder carregar,
se ti\ ermos quem queira emprestar, melhor ser
pagar mais esse meio por cenlo do que nao se lxar
o juro.
Disse eu anda : e o que se ha de fazer dessas les
anteriores que lambem autorisam emprestimos? li-
ra m ellas em vigor? O nobre deputado me disse,
nao, podem ser revogadas espressamente porque el-
las nao tem servido at boje.
Um Sr. Deputado: E o contrato Mamcdo?
O Sr. Sou;o Iteit : Temos essa diOlculdade ;
ha urna lei que foi feila especialmente para conlra-
hir um emprestimo para occorrer ao pagamento das
prelenres do contrato Mamede, mas entretanto lal-
vez se pdese dar remedio a islo sendo substituido
este emprestimo pelo que aulorisa o projecto.
Foi esta a 2* duvida que eu oppuz e a 8* foi esta
oulra : que contratos se faro com esses dinheiros
que se vo adquirir por meio desle emprestimo !
Ouem far esses contratos ?
Tcr esla casa conhecimentos previo delles ? Nao
estar ainda muito presente em nos esse contrato
que foi discutido aqui o auno passado e que depois
pens, se demonstrar evidentemente, que era mui-
to lesivo para a provincia, para que nos vamos au-
torisar com este projecto novos coitlralos dessa na-
lureza ?
Se ao menos fosse possivcl fazer algumas reslric-
roes ueste seutido, se se podesse dizer, que ne-
nhum contrato faria o presidenle da provincia sem
que primeiro fosso approvado por esta casa, lalvez
ainda eu desse o meu assentimenlo ao projecto.
Mas o nobre deputado me responden, que nao era
isso conveniente, que era nao confiar no adminis-
trador da provincia.Mas Sr. presidente, cu decla-
ro a V. Exc. c casa, que a mnha couanea no
presidente da provincia qualquer que elle" seja,
nunca chegar a aulorisa-lu a fazer contratos como
elle quizer elhe parecer, importando enes contra-
tos em quantias lo enormes como a dc 4 mil con-
tos, principalmente Sr. presidente, quando como eu
j disse, eslo bem presentes os coutralos que o
anno passado foran approvados.
( lia um aparte.).
O Sr. Souza liis : Foram estas consderaees
que me fizeram responder ao nobre deputado, que
tal qual eslava o seu projecto, eu nao lhe dava o
meu voto ; essas considerarles me fazem anda bo-
je repetir islo mesmo, isto parece-me que ine-
siquivcl a materia do projecto com relacao auto-
risaco do emprestimo, mas quando mesmo se rea-
lisasse, oprojcclo est por tal forma confeccionado
que nao e possivel que eu lhe d o meu voto, por-
que acredito, que todos os bons efleilos que delle
se podem operar, se converlero em males para a
provincia.
Tudo.isto Sr. presidente, que tenho dito o o mais
em que fui prevenido pelo nobre deputado quo me
precedeu, eram consderaees que pretenda fazer
para provocar mplesmenie a discusso ; creio que
esta provocarn esl feita, j o estava antes mesmo
de eu fallar, entretanto tendo V. F.xc. me concedi-
jameutos.
O Sr. A. de Oliceira :Assim, nao posso conti-
nuar, cu ouvi os nobres deputados rom milita al-
teneao ; guardei profundo silencio, peco-Ule relri-
buico deixando-ine continua, sem interrompei^mc.
Repito, o projeclo, nao nnexequivel, se-lo-ha
na provincia porque anexar da existencia dos dous
Bancos, nao possivel que tendo elles cada um o
capital de dous mil contos, possam fazer tal em-
prestimo ao governo. Na provincia concordo com os
nobres deputados de que. semelhaiile operaco de
crdito nao poder ser realisada, nem na sua lota-
lidade, nem era qualquer das suas parles. Mas po-
der ser contralllo na praca do lito, de Janeiro,
porque ahija se contrado mu umpreslimo para a
provincia de Minas, que nao aderece maiores ga-
rantas do que a de Peruaiuhiico : se aquella pro-
vincia pode, mesmo dentro do imperio, fazer urna
operaco de crdito da mesran especio nao sei co-
mo se pode alliruiar, que Pernambuco nao poder
faze-lo.
Portento, para mim, ningucm pode afiirmar com
justa razo que a idea principal do projeclo nao
possa ter urna feliz execueo, quer no eslrangeiro,
quer em oulros pontos do imperio. Tarrea que
para elle ser executado, ou realisado o emprestimo
fra do imperio, seja neeessaria a garanta do go-
verno geral: para isto carece-sc de um acto do po-
der competente : pois bem, eu estou cerlo que a
Ilustro deputaro de Pernambuco poder obler
para a sua provincia esse beneficio, sem que islo
seja muito dillicil...
Um Sr. Depulado : urna lei toda hypothc-
tca.
OSr. A. de Oliceira : Como soquasi todos os
projelos de lei.
Um Sr. Deputado : Principalmente as que di-
zem respeito a emprestimos.
O Sr. A. de Olireira : Eu supponho que os no-
bres deputados nao podem prem duvida que com
a garanta do governo geral, a proviucia realisar
com facilidade esse emprestimo em Londres...
O Sr. Manoel Caralcanli : Nao rreio que o go-
verno geral faca isso ; nem o deve fazer : esta
a mnha opiniao.
O Sr. A. de Oliveira:Poiso governo geral que
tem intervindo para oulras medidas dc muito menos
importancia do que esla, negar-sc-ha aquella, que
prometle um beneficio de grande alcance para a
nossa provincia ?...
O Sr. Manoel Caralcanti : Na mnha opiniao o
governo lem errado ; isto na minha extravagante
opiniao.
OSr. A. de Oliceira :Bem : o nobre deputado
ser unitario nessa opiniao ; didereutes goveruos
teem entendido diversamente, e o nobre depulado
deve confiar um pouco, nao digo em mim, mas nos
meus collegas deputados geraes da provincia, os
quaes salieran ciimprir n son dever, sollicitando do
poder competente a conveniente autorisaro, se ella
for neeessaria...
Um Sr. Deputado :Nao goslo dc depulado que
anda pedindo ao governo.
O Sr. A. de Oliceira :Quando pede para si, mas
quando pede e reclama medidas uleis para a pro-
vincia que representa, entendo que 6 urna honra.
O argumento aqui produzido de que oulros ein-
preslimos autorsados por esta casa, nao foram rea-
lisados, nao procedente, nem prejudica o pro-
jecto.
Para que prove desse semelhante argumento se-
ria necessario mostrar-se que os administradores
que tiveram de execular essas autorisacocs anterio-
res, envidamos lodos os esforcos para conseguir
realisa-los, quer dentro, quer fra do paiz. Mas islo
nao se prova, logo temos muito a fazer, antes que
se possa dizer, que a provincia de Pernambuco nao
me as cola.-es dos fundos brasileiros eslo qnasi
iguaes .isdosjii-imeiros paizes do mundo ; esta
iina pioposi.-o, que nao recelo que possa sercon-
t estada.
Vm Sr. Depulado :Agora trato do crodilo da
provincia.
OSr. A. de Olireira:Nao posso, porque ella
ainda nao cnnlraliin emprestimos forado paiz.
Im Sr. Deputado .o que importa saber, 6 o
crdito da provincia na Europa.
OSr. .1. de Olireira:Se por ventura o empres-
timo nao forrealisavel por falta de garanta do go-
verno geral, compelo depulaco de Pernambuco
solicita-la.
I'm Sr. Deputado :V logo no projecto essa de-
ca racao.
0 Sr. ,1. de Oliceira .Para que apriori, se nos
nn_ sabemos se ella neeessaria...
Um Sr. Deputado .Quando rio se sabe, c/io se
faz.
OSr. A. de Olireira:Nesse caso o nobre depu-
tado quer que se espere un anno?...
OSr. M. Cacalcanti .-lim anno ou mais.
0 Sr. I. de Olireira -Vamos applcaco. O
nobre deputado receia que na applicVo desle em-
prestimo, hajam grandes esbanjamenlo's dos dinhei-
ros pblicos...
_f'i Sr. Deputado:F. principalmente narealisa-
co do emprestimo.
OSr. I. de Olireira :Eu, Sr. presidente, de-
claro, que ainda nao ouvi cousa alguma que des-
trua o crdito dequegozam os agentes do governo
brasileiro, que inlervm neslas operaries, e que
intervindo em nutras de muito maior valor, anda
nao foram aecusados por lerem commettido mal-
versamos.
1 m Sr. Deputado :K eu tenho ouvido mu-
las.
O Sr. A. de Olicrirr :Al hoje nao ouvi, gra-
rns Providencia, ainda nao ouvi que nenhum mi-
nistro brasilero, encarregado de taes operaces, le-
nha sido ocenpado por ter abusadora scniclhanlc
respeito.
Vm S/. Deputado:Oh pintada, um ministro
brasileiro j se vio obrjgado a defender-se pelas to-
ldas pblicas, e nao ha muilo lempo.
OutroSr. Deputado:. o nobre deputado j fez
acciisaces milito serias, que revelavam alguma
cousa a tal respeito.
O Sr. A. de Oliveira:Os nobres deputados es-
tn confundindo cousas muito diversas : eu allava
da administrarao geral do par, e de alguiis actos de
um ou oulro ministerio, sem nunca me ter pronun-
ciado contra emprestimo algum.
Um Sr. Deputado:Fallou dos agentes p-
blicos.
Outro Sr. Depulado:Doixou revelar alguma
cousa neste sentido.
O Sr. A. de Olireira Nao sei o que deixar
revelar ; eu nao sou hornera que precise de esti-
mulo para expor as un,ibas opinioes sempre com
franqueza.
O Sr. luiz Filippe : F. o contrato Pricet
0 Sr. A. de Oliveira :Q contrato Price foi cen-
surado por motivos muito diversos ; sendo um dos
principaes, o de ler obrigado o governo a empre-
heiider a coiistruceo da e.sirada de Pedro II com
cnpitaes nacionaes, quaudo o espirito da lei de
H-)0 que essas couslrucres sejam feitas com ca-
ptaes eslrangeiros.
1 m Sr. Depulado :O qee foi um bem, para
nao acontecer o que est acontecendo em Pernam-
buco.
O Sr. A. de Olireira :Nao entro nessa ques-
to
/ lepntado : Sim, senhor, mas eu digo
3ue iui um bem, para nao se estar sujeito a umn
rectora era Londres, como succede em Pernam-
buco.
0 Sr. A. de Olioira Os abusos que o nobre de-
putado receia, eu nao recelo. Demas em vista do
que dispe o projecto, s algum abuso poder ter
lugar as duas priraciras prestacoes do emprestimo,
urna vez que a realisaco dos 3/a do emqrestimo ti-
ca dependente da approvacao da assema. Ainda
assim s essa cautella nao o suQicienle, a carga pode
determinar que o emprestimo nao se edectuar,
sem a approvacao da assembla ; mas cu nao receto
esses abusos, porque o presidente actual, zeloso
como ...
O Sr. Souzo Heis :Dexe a pessoa do presi-
dente.
O Sr. A. de Oliceira :Eu fallo como entendo, e
nao como n nobre deputado quer. Digo cu, o ac-
tual presidente, zeloso como nao indo condico
na lei de ficar do emprestimo sujeilo na sua lota-
lidada, approvaco da assembla, realisa-lo em 3
ou 4 mezes, e sendo eslylo, logo que se contralle
um emprestimo receber-se a primeira prestaco, e
multes vezes duas, pudendo portan lo essas pera-
cues eslarcm concluidas antes da poca marcada
para a prxima reunan de assembla, entend e an-
da entendo que nao deve depender da approvarn
da casa o emprestimo as suas duas primeiras pres-
tacoes.
Comtudo, se os nobres deputados receiam abusos
da parle daquellcs que tem de conlrahir esse em-
prestimo, pouham no projecto as clausulas erestric-
i-Oes que julgarem convenientes pela parto que me
toca, durnio descancado, porque estou inleiramente
convencido de que as cousas no Brasi! nao marchara
lo mal como os nobres deputados pretenden, ou
...-pende-se sem
queaut se faca urna legua de estrada, ao passo qui-
era reananibui'o apnzar dos abusos que se teman-
do e que en deploro, aseini como os u.iures depu-
tados, ao menos cabe-nos a roosolaco,a renda an-
imalmente nao se despende, sem que no meio des-
ses abusos todos os annos nao se tarara mais al-
guna ruinares de bracas de estradas; o que sem
dunda minio honra a esta provincia.
O que. nos compre pois fazer as actuaes circums-
tanrias Nao ser convenienle, peqjajindo nesse
syslema de applicar urna parle impoflmte de nos-
sa reeeita em obras pblicas, sem embargo dos
abusos que se comraettem, aiud sao um meio elfi-
caz para terminar quanto antes as obras cblicas
mais urgentes ?
Nao sendo possivel ao governo despender do co-
tre o producto desse emprestimo, e sendo-lbe lalvez
necessario o prazo de 4 annos para applica-lo con-
lerneiitemenlc, reuniudo-se a assembla provincial
todos os annos, ella tem o direilo na sua reunio,
conheeer da boa ou mi applicaco desse ompresti-
mo adoptando as neressarias providencias, censu-
rando e aecusando mesmo o governo que mal se
bol ver na questo desse ramo do servico pblico....
Um Sr. Deputado .K o governo, que se impor-
ta com censuras ?
0 Sr. ,t. a-Oliveira :Se porm os nobres depu-
tados que s teniem urna mi applicaco do empres-
timo devem eslahutorer clausulas, podem na segun-
da discusso apresentar quaesquer emendas, porm
nao devem embaracara passagem do projecto em
primeira discusso, quaudo o seu lim principal
dar ao governo os meios precisos para efrectuar
dentro de um curto prazo as obras pblicas de que
a provincia carece para augmentar os seus proprios
recursos, islo para que eucurtadas as distancias,
dando-se fcil e conveniente transito aos producios
agrcolas, possa a agricultura prosperar. Em quan-
to a nossa produeco nao poder vir fcilmente ao
mercado desta capital, estou certo que nunca a pro-
vincia poder floresccr; parecendo-me quasi cerlo
que a execueo desta lei dar resultado, de que no
lim dc 20 annos, a provincia tem augmentado a sua
renda, ao ponto que este augmento seja sufDciente
para pagar os juros e amortsacao do emprestimo de
que tratamos.
Um Sr. Deputado : Se for bera appcado e bem
rontrahido Mas a ingrata experiencia diz alguma
cousa em contrario.
O Sr. A. d"Oliceira :Sr. presidente, compel-
aos deputados apresentar emendas estabelecendo
as garantas que julgarem convenientes, urna vez
que essas emendas nao prejudiquem a idea princi-
pal do projecto.
Julgo por tanto lor respondi aos nobres depu-
tados, e como a discusso prometle continuar, e es-
tou persuadido que multas collegas, hao de tomar
nella parle : e assim lerei occasio de poder me-
lhor satisfazer aos nobres deputados, por hoje con-
tenlo-mc em .ter procurado demonstrar que a idea
principal do projecto siga a um flm de utilidade para
a provincia, urna vez que esse lim melhorar a
soric dc nossa agricultura, hoje em estado precario
por ter de hilar com a tcrrivel crise de {alta de
bracos.
_l oto por lauto, para que o projecto passe em
pnmeira discusso.
O Sr. P. Duarte :Muito bem ; fallou professin-
nalmenle.
O .Sr. M. Caamtcanti, tendo novamente pedido a
palavra, combate os argumentos do precedente
orador, dando maior desenvolvimento s suas opi-
nioes, e conclu eiosislindo contra as vantagens
do projecto, e facilidade de obter-e o emprestimo
na Europa.
Dada a hora, o Sr. presidente designa aordetn do
da e levanta a sesso.
sessIo oaoiMBiA m 22 nr. aumoa br 1859.
Presidencia do Sr. bario de Camaragibe.
OROKM llO blA.
Contina a segunda discusso do projecto nume-
ro 2 desle anno, lixando a torea policial para o au-
no do 1859 a 1860.
O Sr. Souza liis:(Daremos em outro numero).
O Sr. Machado :(Daremos em oulro numero).
\ ni mesa n apoiada a seguate emenda :
Emenda additiva ao artigo 1."
Podendo em caso de absoluta necessidade, ou
em casos extraordinarios ser elevada a 600 pracas.
Alm desla forra, nenhuma da guarda nacional
ser empregada no servico policial.S. 11. Macha-
do da Silva.
0 Sr. Presidenle:Esl sobre a mesa o diploma do
Sr. deputado Delfino Cavalcanl, vai ler-se o pare-
cer da commissao de poderes a esse respeito.
Lido o parecer, e entrando em discusso, ap-
provado e o Sr. depulado introduzindo com as for-
malidades do regiment, presta juramento e toma
assento.
Tendo dado a hora o Sr. presidente designa a or-
dem do dia seguinte e levanta a de hoje. Eram 2
horas e 1/4 da tarde.
Sesso ordinaria em 23 ai marco nK 1859.
Presidencia do Sr. bario de Camaragibe.
Ao meio da, feita a chamada, rerifiea-se eslarcm
presentas28 Srs. deputarins.
Abre-se a sesso.
Le-se e approva-ee a acta da anterior..
O Sr. 1." Secretario menciona o seguinte

(.- .-.-..:



ir
Diario de Pernambuco.Quinta feira 24 de Marco de 1859.
it rtuauvaincniu a pencan
l'Agua dti Uredos, cm que
do Pirimrf soja considerada
agricultura e nao para la-
KXFKUIEME : ,
Um ofBcio do secretario do governo, enviando o
halando, coutas e orcanientos da cmara municipal
de Garuar.A' commissao de conlas muuieipacs.
dem do mesmo, remetiendo os documentos da
despeza da cmara municipal da Escada, que dei-
xaram de acompanhar o balanoo anteriormente re-
mettido..V mesma commissao.
dem do mesmo, declarando que nesta dala se
exige da cmara municipal desta cidade a informa-
ran solicitada sobre a prelearo de Antonio Gou-
ralves du Muraos.Inleirada."
dem do mesmo, enviando 40 oxeiuplaros im-
pressos do balancelo da rcceila c despeza provin-
cial no primeiro semestre do exercicio de 1858 a
18S,A" distribuir.
UJem do mesmo, fazendo scieule que se mandn
informar ao conselho administrativo do patrimonio
dos orphaos, sobre o requormento de D. Varia
Francisca Pessoa de Mello.Inleirada.
L'm requerimentn de 4oao Antonio da Costa Mc-
doiros, professor publico de instrucrn primaria da
freguezia de S? Sedeo Marlyr de Olinda, pediudo
que se Ihe inainfotu pagar a importancia de seus
ordenados na qualidadc de professor offoclivo des-
de 15de maiodcl855 at 4 de jullio de 1850.A"
rommissao de ordenados.
Ouiro do Dr. Ignacio Sery da Fouseca, pedindo
a confirmaran do afOMinento que fez cmara mu-
nicipal de blinda, dos terrenos alagados e mangues
iMinprehondidos entre aponte de Molorolomb o
as extremas do sitio de Imhcribcira. A' cdiutnis-
sao du cmaras.
Sao lidos c apprnvados os seguinles pareceres :
A rommissao de negocios de cmaras para po-
der emillir o sen parecer relativamente a pctieo
dos habitantes do Olho d'Agua *
pretendem que a Sorra d
exclusivamente para a
voura, requer quo pelos cauaes competentes soja
envida a respectiva cmara municipal, e enin a
maior hrevidade possivcl.
Sala das commissocs da asscmbla legislativa pro-
i racial de Pernambuco 1:| de marro de USO. Pa-
dre Peixoto Duarle.OU reir.
A commissao de obras publicas, para dar sen
parecer sobre o requeriiuenlo de Joso Antonio Pe-
reira, relativo A estrada do sul da provincia e esta-
bolecimenlo de linlia de mnibus na mesma estra-
da, precisa que, por intermedio da presidencia, seja
envida a repartirlo das obras publicas sobre o mes-
mo requerimonto.
Sala das rommisses, 23 de marro de 1859.
Dr. flascimento Pnrtella.Manoel Cavalcanti.
A rommissao de legislaooo leudo a t tendi ao
que foi requerido a osla assemlila porTliomaz Jo-
s da Silva Gusmo e Alexandre Ann-rico de Cal-
das Brandan as peloes juntas, das quaes consta
que a juuta da thosoiirariaosobrigou a restituir os
ordenados por ellos recebidos como eiupregados da
mesma thesouraria durante o lempo porque como
i.lTiriaes da guarda nacional estiveram destacados,
receberam os respectivos sidos, e vendo que se-
uolhante decisao foi dada eni virlude de 1er assim
determinado o Kxm." presidente da provincia que
declaran ser incompativel o serviro da lliesouraria
com o destacamento da aguarda nacional, por jul-
gar assim solvida n quostflo pelo aviso n. 397 de
27 de dezembro de 1855 que consigna lal doutrina
rofirndo-so aos empregados de fazonda, c conside-
rando que scmelhante doutrina verdadeira, nao
procedendo o argumento de nao ser fundada tal in-
rompatibilidnde na lei, por quanlo tal se nao pode
dizer que nao seja a incompatibilidad!' de que se
trata, desde que se torna evidente que nao pode
dar-se o exercicio simultaneo das funcroes di? ofl-
cial de guarda nacional em destacamento coui o de
enipregado da thesouraria sem que o serviro pu-
blico snlfra, o que consttuc fundamento legal por
que a lei quer o exercicio do emprego sem quebr
absolutamente do serviro publico ; considerando
por islo que a* doutrina do referido aviso, com
quanto em refercuria aos empregados da fazenda
gcral, 6 legal c deve-ser recetada por nos como sao
todas as leis da fazenda, no que ellas sao applica-
veis, sendo que nao obstante esta doutrina que alias
de primeira intuirn, e em virtude da qual nao
devra ser permiltdo aosfpeticionaros acumula-
ren] o exercicio do emprego com o da guarda na-
cional em "destacamento, tal accumulaeo se deu,
constando que cirectivamenle exurceram elles seus
empregos durante todo o tempo por que estiveram
aquartellados, e considerando llnalmente que se
nao pode recusar a paga do trabalho sempre que
este se dr, e que ao exercicio dos empregos cor-
responde o direito aos vencimentos respectivos,
sendo que em tal caso o facto de se negar esses
vencimentos, ou de faz-los restituir quando livor
harido ja a receprao dclles, Importa urna locuple-
taio de serviros sem explicacaojazoavel, e com
olfcnsa de todos os principiosa jnstica de pare-
cer que so julguc terenj direito os peticionarios aos
vencimentos que foram obrigados a restituir, des-
contados os da* que faltaram a repartirlo consig-
i.indo-sc na TW do ottjBmeuto verba para que laes
v.racimenlos Ihes sejam pagos
Sala das commissocs da assembla legislativa
paovincial, 23 de Marco de 1859. Theodoro Ma-
chado Freir Pereira da Silca.Joaquim de Souza
liis.MizFeilppe.
(Conlinuar-e-ha.J
revisTmarii.
Imormam-nos que no Oa 18 do corrente, na
comarca de Goianna, Antonio Francisco Pereira
Jnior, assassinra urna preta escrava de scu pro-
prio pai, com cinco facadas.
Antc-hontem as 8 hdras da noite, Joaquim Jos
da Conceirao, entrou pola casa de Augusto Hozar da
Cruz, morador nos Cdclhos, esbordoou-o, pondo-se
depois em fuga.
frentre Kte pessoas que estavam prsenles, nen-
huma dert-se ao trabalho de impedir o facto Essa
ndiffcrenra acerca dos crimes, lum sem duvida do
trazer conseqoencias mu funestas.
ISzem quc'em Olinda, nos margens do panta-
no, e do lado do Peixinho, se acha acoulado um
calceta, fgido da fortaleza do Brum, que constilue
hoje o terror do lugar, pela pratica de furtos e vio-
lencias enl que permanece. Chamamos sobre este
ponto a allenoao da polica do lugar.
Pessoa da ra da Gloria da Boa-vista, se quei-
xa dacrueldadc de urna certa nii, que diariamente
maltrata ama pobre filha nica, causando visi-
nhanca o maior roustrangimeiUo.
Causa d o estado afllicto e flagellado em que vi-
ve a pobre menina, a quera urna mi desnaturada,
njo poupa tratos cruris esiviciosos.
F.ssa menina orphadc pai, e por isso pedimos
no digno Si- juiz de orphaos, que examinando o
tacto, a lomo sobre sua protereo.
De Cimbres recebemos a carta seguinte:
Embora a mudenca da ostacao que promelte abun-
dancia de chnvas, bs gneros alimenticios conti-
nuam a desappareccr, e por isso a caresta dellcs
espantoaa.
Outros flagellos tambem nos perseguem, como a
Talla de troco, a bexiga, quetcm feilo algumas vic-
timas. Alm disso estamos privados do nosso pa-
rodio.
Ha nove mezes qqc so acha nesta capital tratando
de um processo que aqu levo origcm ha perto de
cinco annos, e qne ate esta dala consla-nos que
inda nao est concluido, apezar de scu iicnhum
fundamento : de um abaixo assignado dirigido ao
Exm." diocesano por grande numero de habitantes
denla reguezia, entr os quaes tlguram alguns que
deram causa quelle processo ; cm quo se mostrou
comevideutva o quanlo poda a calumnia de uios
dadas com S intriga ; com isso estamos sofTrendo
um grande mal, visto como o sacerdote que foi cn-
rarregado de substituir o jarocho, alm de morar
listante da sede da freguezia mais de quatro leguas
ja tem por duas vezes pedido a sua exoneraran.
Este espade de cousas dave acabar.
I.O-se no Glbo,
~~s OS* Hllez imrroz publicou um livrinho com
o titulo Agricolfll*' Primaria que tem tido
muita acdtacio. O sen tim sobreludo prender o
cultivador at) solo, combatendo a tendencia moder-
na que teem os hnreos do campo de abandonaren!
os trabalhos agrcolas, emigrando fiara os centros
iudustriaes.
* Aproveitando os dados laboriosamente co-
Ihidos peld Sr. I.egoyt para a cstAtica da Franca,
o lh\ Karr escreveu um trabalho intitulado A In-
fluencia do Casamento Sobro a Mortalidade em
Franca. w
sso trabalho demonstra fortemente que tanto
nos homens como as mulhcres, dos vhite anuos em
dianle, o casamento um olena! de prolongacao
da vida. ,
< Por outro lado tamliem os; wnncntos prema-
turos sSo falaes ; os dados cstaMstiros demonstran]
que os homens que se casam dos 15 aos 20 annos
nfio tem; regra gcral, longa Tida.
tata condemnac ao do celibato pela estalislica
faz leiriWhr o qnedizia Pi II:
i< A groja latina, por Mas razocs, ptdliihio
outr'ora o casament aos padres, mas, por outras
<< raides melhores, deveria lh'o purmiltir presente-
mente.
Lft-so na mpremo :
Lancamento ao mar do vapor Curios..No do-
mingo, b do corrente, leve com ciTeilo lugar o lan-
camento ao mar do vapor Caxias, com a ceremo-
nia usada cm tacs casos.
Pouco depois das 8 horas da mauhaa, na pre-
sentado Kxm. Sr. presidente da provincia", dos di-
rectores da companhia de nart"gario por vapor do
Maranhao o de algumas senhoras e muilos cava-
lheiros que concorreram ao acto, alm de grande
numero dfe espectadores, que pejavam o caes, e que
assisam a ludo cm escalcrcs, foi lancado ao mar o
vapor, que deseen suavemente do estleiro, cabio-
do ao mar com toda a bizarra, servindo-lhe de ma-
drinha aExma. Sra. 1). Francisca de Mello Couli-
nho de Vilhena, esposa do Ilustre presidente da di-
rectora da companhia.
Em seguida foi servido um profuso tauneh pela
directora aos seus convivas e aos operarios, que a-
justaram as pec;a8 do vapor.
' ^IC' e ""''* a'ulls oulros cavalheiros lizc-
ram brindes anlogos ao acto, que foram correspon-
didos, com eolhusiastno.
E o primeiro barco a vapor que sabe dos esta-
rciros maranhenses, embora viessem todas as peras
fetas de Inglaterra, hio menos um grande passo
que avanzamos na carreira do progresso.
Todos aquelles que amam sinceramente nual-
quer idea de progresso, dHt enxcrgam nesta com-
panhia a base de lodo o futuro desenvolvintenlo de
nossa provincia, devem folgircom mais este auxi-
liar, qu1 animado da vida que lhe soprou Walt, ir
pOr-nos em poucos dias de distancia da ilorosccntc
o commercial Caxias, o das productoras margeos do
lliipiCUI'.
Passageiros da barca brasileira Yaya enlridos
do Porlo: Antonio Teixeira Pinto, Manoel Anto-
nio Corroa, Joaquim Antouio liom alves, Jos Mo-
rcira, Jos Joaquim (jomes, Joaquim Pinlo, Joa-
quim Antonio Villarouca, Ttarlhulumeu Fereira,
Antonio Alves c Antonio Rodrigues.
Passageiros do hiate brasileiro Aracaty sabi-
dos para o Aracaty: Joao F. Begis, II. I.ibania
Petrouilla Fros, I). E. Augusta Frosel escrava, An-
tonio Bernardo de Araujo, Joaquim llenrique de
Almeida, Joao Fraucisc ci dos Santos Mendonca, Ju-
vencio Antonio dos Sontos Meudoiu.a e Francelino
llias l'crnandes.
Hospital de caridade.Exi?tem 50 homens, 52
denanras, que por mira pergunladas se traziam or-
dein para a prisao, me respondendo pela nega-
tiva, acrescenlaram que era a priso feita por or-
dem do delegado, ignorando elles o motivo della.
A mslilicacao me pareceu tan cruel para a boa re-
putarlo do Sr. coinmandante superior, que nao du-
videi lomar, apezar de lodo 0 purigo, a deliberarn
de retar o preso, e por ello me rcsponsabilisar, exi-
gindo dos seos guardas, que fosseiu em busca da
ordem.
Na occasio, saltearam-mc o espirito serias des-
conllancas de que alguem havia interessado em
traliear com ci bom nume co Sr. coinmandante su-
perior e delegado. O lucio empregado alm de le-
gal, pararen-uie azada para a voriticarlo.
Cusa acrr Mas, oh assombiodos ssombrosem
OBSEUVAgOES METEOROUW1CAS.
________DI 23 DE UARcjO.
mulheres, narionaes ; 1 hoiueni, estrangeiro ; 2 lio- direito !
inen-, oscrnvns ; tolal 111. Apenas poucos instantes eram decorridos, eis que
Foram vigiladas as enfermarias pelo cirnrgiao apparere um soldado, apreseiilando-me nina por-
Pinto 7 1 2 horas lia manlia, Dr. Dnrnellas s tarn em quo me declarara o Sr. coinmandante upe-
limas da manilla, Dr. Firmo s -i horas da tarde, rior em termos bruscos que tinha mandado prender
e Dr. Son/a, cirurgiao do curpo de polica, s 5 lio- o paciente por haver este se apoderado de una sua
rasa. E possivcl E crivel seinellianle ablierrac ao
do ospirilo? A resposta pereinploiia; ofartOSQ
(leu ; a porlaria para em meu poder ; ella o enn-
signa. Pico eontozo de rergonlia, quando rejo om
loen. pai/. pralicados lo sem rebino taes cles-
maiidos!
No que levo dito nao leiiho preleiiccjes a acensar
niiiguem, mas a grai idade da arc"u.sac\rio qne me foi
posta por frente exiga que para dcmoli-la llzesseou
rsravarnes em largo esparo.
liefendci-iiie, fui, eco inen nico propozlto; n.i-
6dam
9
1 Idia
3 da t.
0
Ciimuliis
Cirros
>
TF.IOIOMCTRO
N
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Bou.
Itcg.
2fi.l
27.7
29.1
2N.N
2H.8
22.2
23.5
:':: I
lum.
755.8
755
ras da larde de honlom
Mattulf>n,-n publico. Mataram-se no din 22
do enrenle, para o cunsuniiuu desta cidade,
re/es.
No dia 23 do mesmo 52.
Mr.rlalidade do da 23 :
Hara do Patrocinio, preta, Tiara, 50 annos, inte-
nte.
Jos, prelo. esrrnvo, 3 dias, espasmo.
Late, prelo, escravo, solleiro, 18 anuos, npoploxia.
Filippe, brnnco, i anuos, pleura pulmona.
Rana, parda, 10 mezes, espasmo.
A noile esleve clara vento AEOvcio para o tonal,
rondando aoamanhecef pelo n.
Observatorio do arsenal de innrinlia 23 de marro
de 1S59.
Vif.uas JiNion.
Declaracoes.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
Na sesso di: lionteiu da assemlila provincial,
depois do expediento entrou em primeira discussu
o piojento n. 10 dcsto auno, que approva os estatu-
ios do hospital portuguez du beuclicvucia.
Fui approvado.
0 Sr. tionralves Cuimares requeren dispensa do
intersticio, para entrar na ordem do din de noje.
Coulinuou a segunda discusso do projecto n. 2
desle anuo. Sobre o 1. artigo, oraram os Srs. An-
tonio Cavalcanti, Baptisla, lCpamiuoudas, I.uiz Fo-
lippe e Manoel Cavalcanti, sendo approvado com a
emenda do Sr. Manoel Portella, livando o numero
de 400 proras, e a primeira parle da emenda do Sr.
Theodoro, para que o ni casos extraordinarios possa
ser elevado a OUU.. Seguio-se a discusso do artigo
2., orando o Sr. tionralves Guimnres. Foi appro-
va.la a primeira parle, e regeitada a segunda, que
inandava aproveitar os otliciaes existentes. O artigo
3", foram sobro elle aprcsent.idas duas emendas,
nina do Sr. Souza Reis. rediaiid a 220j|000 o cr-
dito que SO consigna para a orgauisarini do corpo,
e onlra do Si. J. Mello llego, para cjue liquo em \i-
gor a actual tabella de saldos.
Dando a hora, o Sr. presidente marcou para a
ordem do dia do hoje a rontinuaeao da anterior, e
primeira diseiisso dos projerlos u. 43 de 1358, e
segunda dos de OS. 2l de 1837, c8e 10desle, e le-
vanlou asessao.
1 rain 2 horas o 1 I da larde.
Correspondencias.
Srs. redactores.ludisivel o constrangimeiito,
qu experimento hoje, entrando no desempenho da
obrigaeo, que me. correde resta,bclccor a verdn-
de dos (actos occorridos na villa do l'o d'Alho, a-
jlultcradus pelo Sr. couimandanle superior Loiircn-
Co Cavalcanti de Albui|uerc[uc, ex-delegado de po-
lica. Se nao fclra esta consdorac-lc, c: o imperioso
dever de acudir em defeia de minha reputaco, te-
merariamente aggredida por aquello senhor; se nao
fciram taes, o to poderosos motivos, nao seria en
visto agor, pedindo-Uies osparo em as columnas
do seu bem conceiluado jornal." E, pois, soja o jus-
te desagraro do meu bom uome de liomein pacifico
o respeilador das Icis que prezo ; soja o resguardo
paro com a estima pblica, que tcnlio em subida
confn ; razocs que me apadriiihcm e me deem des-
culpa de entreler a alinelo dos seus leilores com
quesloes, que primeira* vistaparecen], entender
com a minha pessoalidade.
No entuin de auxiliar a rectilicacio dos fados,
que sio controvertidos, guardarei a' serenidades e
calma indlspensaveis para proveilosa averiguaran
d'cllcs, dcixando someiilc, por isso, sem severos
reparos; a maneira desabrida o indecente porque
son tratado pelo Sr, comiuandanlc superior Lou-
reneo Cavalcanti de Albuqucrquc, em a sua corres-
pondencia de dozc do corrente, que ueste momento
me chegn s maos. Demais ha diiferenra de pala-
dares ; o meu nao est estragado ; c decididamen-
te que nao o do Sr. commandaute superior.
Ainda em subserviencia a taes sentiinenlos, que
sao os de que me aeho e deque sempre estivo a-
nimado, espero se me leve cm conla a asseveraclo
qu faro alto, e bom soui. de quenao lenho a pa-
ternidde da noticia mandada de l'o d'Alho, e. ui-
serida em a licesta Diaria do seu jornal do onze
do corrente.
Ea/.endo, porm, semelhanle protestarlo, com
igual franqueza declaro, que os fados nella nar-
rados cstao debaixo do seu verdadeiro e liel as-
pecto.
_ Bem quizera dispensar-me do reconsiderar a ques-
lio j lo azedada do recrutamento a que se pro-
cedeu eiu dias do mez prximo passado na villa de
Pao d'Alho; Mimado, porm, pelo Sr. coiuuiau-
danlc superior para que declare sob a minha pala-
vra de honra, se foi essa diligencia caractorisada
com feiroes barbarescas, e llegacs, respouao do
modo mais solemne, e cathegorico quo sim. E vem
aqu a ptllo, ponderar ao Sr. coinraaudante supe-
rior que, cin meu poder pira um olnciodo Sr. Dr.
juiz de direito Manoel Teixeira Peixoto, em que es-
to senhor dexa, nido grado seu, escapar semelhau-
te conlissao.
Hasta o que lira dito sobre o recrutamento, que
queslao de cujos pormenores se acha o pblico
inleirudo, o que por estafadas, ja vai causando en-
jos.
Se o magistrado, que esquece a importancia das
suas funcroes, e consentc seja villipendiado o seu
carcter, se expoe a bem cabida censura ; corlo que
ha contrario, credor de elogios, e bem merecidos
encomios se torna aquello que, rompo embaracos,
submeltc-se a desgostos, para que niio soUra que-
bra a sua propria dignidade. Tal o procedimentn
!;uardado pelo Sr. Dr. Francisco Teixeira de Sa,
azendo efTccliva a ordem de prisao de Miguel .lose
de Mello, que S. S. interceptara.
E agdra mesmo que estou escreveudo, se recusam
os raeus olhos a occrodilar a negativa que faz o
Sr. commandanlu superior dessu seuexcesso.
Mas, de ponto sobe o meu pasmo, quando vejo o
Sr. commaiidante superior arrastrlo pela impetuo-
sidade de senlimentosa que nio pode, e uem sabe
resistir, c de cuja qualillcaclo me abstenho, sol o
dominio d'clles, involver o noiuc do Sr. Dr. juiz
municipal c de. orphlos cm um facto a que foi elle
inlciraiuente eslraulio a relcnro do portuguez
Jcps Conslairiino, al que chegasso a ordem de pri-
sao do mesmo.
Tcnho, graras a Dos, bastante forra d'alma para
aceitar a resp'ousabilidade inteira qiie desse laclo
me possa prorir; e assim, nao posso convir ver
nella associada pessoa que n'clu nenhuiua parte
leve directa, ou indirectamente.
Siuto socegar entre, para abrir o acervo do motivos
que impeliera aSt. rommandante superior a iixerlar
essa responsabitidade extica para assim dizer; nlo
o farci; conteutar-uie-liei com indicar a decfraro
d'essc alineoincorporado na moralisarao que se
pode tirar do ucoulecimento que a este pruceduu :
reliro-me interceptado do preso Miguel Jos de
Mello ; naquella circumslaiicia procurava S. S. des-
moralizar o Sr. I.uiz, agora pretendo incrimna-
lo. Este alian obstinado, e cgo diz ludo.
Aqu, pero licenra para narrar o facto da prisao,
ou antes da violencia do que foi victima o desval-
lido portuguez Jos Constantino.
A acensarlo que me foi irrogada de desrespeila-
dor das leis, oppoudo-uic a urna prisao legaluiunle
ordenada por autoridade competente, exige era al-
inelo sua gravidade, que seja a minha defeza
feila cora escrupulosa esmirilhacio. Com todas as
veras d'alma assevero que nanea tire a arrojada
pretendi de por obstculos ao exercicio de legiti-
mas attribuices do Sr. commamlantc superior l.ou
renco Cavalcanti do Albuqoerque, cx-delegado.
Bem pode ser, que, nessa coniunctura, houvessc
cu coramettidu nina imprudeiiria, nao o ponho em
dvida, embargando o passo com que o Sr. com-
mandautu superior na carreira do arbitrio desem-
baracadaraentc corra. Averigemos esto facto des-
de a sua origeni.
_Nodia2 do corrente, estando eu cm conversa-
cao com o Sr. Manoel Lourcnco de Mallos, ex-jju-
aanle de engenheiros, o actual admii ir da
grande estrada de Nazarelh, entrou _-*r--
ferido Sr. o portuguez Jos Constantino, official de
ferreiro, em extremo aterrado, dizendo que linha
sido Mimado de um recado mandado pelo Sr. coin-
mandante superior Loureuco Cavalcanti de Albu-
qucrquc, para que incontinente dcsoccupassc urna
casa de sua propriedade era que eslava montada a
ferrara da empreza a grande estrada de Na-
zareth.
Expondo seus terrores, que eram augmentados
pela atorara de ser a reraorlo ell'ccluada por sol-
dados, mostrou-nos um recibo de sublocacao de alu-
gueU at o dia 23 do corrente, o concluindo a sua
triste narrativa cora mostras de terror, pedio con-
selho, e remedio. Consultado pelo Sr. Mallos so-
bre a providencia que havia no caso a tomar-se.do-
clarei-lhe que nenhuma ; porque considerava o
Sr. coramandante superior incapaz de praticar se-
melhanle altentado ; que se nao compadeca coma
sua idade provecta, e nem lio pouco se alliava cora
a dignidade e gravidade do cargo de delegado de
polica que exercia. E foram decoirendo algumas ho-
ras^ depois desta conversarlo, quando vi aproximar-
se presenca do Sr. Dr. juiz municipal um oflcial
de justira para dar muta de que o Sr. rommandan-
te superior lhe ordenara de viva voz, quearompa-
nhado de quatro soldados efTecluasse o desojo de
que Irato. Acrcdilei que sonhava, e era victima du
importuno pesadcllo, lio extranho me pareceu, ao
ouvi-lo, o caso I
Felizmente Ocou em meio caminho essa arbilra-
riedadc pula advertencia que ao ollicial de juslica fez
o Sr. Dr. juiz municipal, de que nao poda elle pro-
ceder cm caso de despejo, sem mandado judicial.
Agora no que tenho anda a recontar mefaltam
expresses para desenliar o assombro que me do-
mlnoa, quando em seguida, sanindo i ra, encon-
tr o portuguez Jos Constantino conduzido por or-
da mais natural.
Ha un nicio de todas estas orrurriin ias urna
grave qurslio de direito, cuja solacio nao pode por
u ni si'i momenio Bear durdoza. 'Podo acaso lora
da cxepfSe de flagrando delirio eslabelecida em a
nossa Icgislaco ser alguem preso sera ordem es-
cripia, e sem os formalidades u'clla determi-
nadas f
Tenho para mira que o mesmo Sr. rommandante
superior ev-dedegado de polica, nlo lera opnian
Contraria dos entendidos na materia, que se deci-
dera pela negativa. Quando flx a exigencia da or-
dem de prisia por esrripto suppuz-me aeobertado
pelas leis do pniz, cheguei a acreditar que nao po-
da ser despejado do direito que tem lodo o d-
dado.
Presumo anda hoje nao ter-me engaado. \
qualidadc de deputado que tenho polo circulo de
l'o d'Alho, nlo poda racionalmente debilitar lao
importante direito, o de reclamar pelo cumprimeii-
lo das leis.
I'arere-ine c[ue mesmo n'esle ponto labora em
caminho errado o Sr commaudant superior quan-
do parece pJ-ln em diivid. E se por ventura o Sr.
commandaute superior Cx-delcgado liressc lid
rom animo pausado n carta quo lhe clirigi. escripia
com lodo o eommedimeulo, em resposta sua cere-
luiua parlara, carta que hoje nega ler rece bido
tena evitado o escndalo, a que den causa, reco-
nhecendo comgn, que ru/.o me assislia no meu
proreilimeulo, do cpial me nao arrependu um s
inoinenln I
nanlo ajn aereo que mandn o Sr. enramndome
superior fnier na casa om que cu assislia, e varejo
a que maiidbu proceder sem as formalidades lgaos-
e o aparalolbellicosoale que o revestto : o as aiiea-
ras de que bnela boje faz arrogando lepelindo o seu
alardo; declaro simplesmonle que renuncio a esse
Hurlo de gliria : que tanto enfeilicoii S. S. nao
son, felzni'4ile para mira,tan galharflocomo S. S
mas do lodolo meu corarlo lhe uou perdi dessa
sua proroeao sera nome.
Aos homelis asisados deixo a moralisarao de sen
proccdiiucul
Talvcz nib estoja longo de succeder o da
e-m que liaz lio mira venham bous golhardos que
lhe deem niokcida rosposla. Nao me sinlo eu com
desembarazo (para taze-lo ; coiikntar-me-hei na
quadra em qi*- me ado com seguir o exemplo do
lilosopho grogh rernnipensador do ropo/ole traves-
so, qnclhcjoghva pedradas. Avante Sr. eoraman-
danle superior]; avante ; galhardia no caso !
renho-me jkislilirado, o dlo quanlo bastante
para ser aprectoda a minha defeza, e restaurada aH
reputarlo do qic gozo de hornera pacifico, o respei-
tadordas leis. I Anda hem, assaz recunhocida a
mansiieliide dolniru arador.
Engcnlio d'Atoa, 19 de maivo de 1859.
Frailcixco Joao Carnriro da Citnha.
Cunsclhoadiiiiiiislrativo.
o consclho administrativo, para fornednienlo do
arsenal de guerra, lein de comprar os cdijeclos se-
guinles :
CnmpaiikUt Caldoiioes de ferro balido para 5il praras 2 ; cr-
lenle de ferro para raneos, rom 21 pes de romp i-
ineiiln o 3 nilavos de grossiua 1 ; espiimadcira de
(erro 1 ; garios de ferro 1 ; paz de ferro 2.
Pura a botica du cotona de l'iwctiteiras.
Acido celrlco, libra 1; dito actico, garrafas 7 ;
agua ingle/.a, garrafas 7 ; aiuenduas doces, libras 3 ;
ameixas, libras 7 ; amoniaco liquido, libra 1 ; cr-
mor trtaro, libra 1 ; eniplastro.adesivo eslcndido,
raras : espirito dovinno, garrafas 2; ether sul-
phurico, libra 1 llocos cordiaos, libras 2 : figos
mocos, libras i; flor de tilia, libras 2: exlralo go-
moso de oleo, onc;a 1 ; purgante de M. Lcrov du3."
gran, garrafas 4 ; niann de lagrima, libras 3 ; oleo
de amendoas, garrafas duas ; iperacuanha em p,
nucas 8; indorolo de pnlasso, libras dos ; oleo
comraum, garrafas 2; oleo de rocino, garrafas 2 ;
pillas do odoreto de ferro [de Pudngnilj om vidro,
libras 2; serano folhas, libros 2 ; smenles de li-
uhara, libras I ; seinonlc muslarda cm p, libras I ;
sanloniua, miras 2 : untura de nus-vouiica, nucas 2 ;
sement* de marmellOflibras 2 especies peitoraes,
libras 2 ; aalphato de magnesia, libras 2 ; sulpliato
de soda, libras 2 ; siilphalo de quiuino, oin a I ; sul-
phato acido de.'ilumino depolassa, libra 1 : pomada
de saturno, libras!; tintura de rnica, libras 2 :
tintura de belladona, libras 2 ; tintura de hyorcia-
miisniger, onras M ; tintura do absnto, oncas (i ;
tintura de ramomilha, libras 2; uVs de. galha, li-
bro I ; cossarolns de; ferro com porcelana 3 ; panel-
las de ferro com norccllana 2 ; chocolaloiras de :
cobro 2.
ERRATAS.
Na correspondencia do Sr. Dr. Sabiuo, honlom
publicada cxistchi erros que alterara o sentido das
orarocs.
Na linha 4.a quando diz: axserroe* relaticas ,rlo n\esmn Sr., leia-se : asserres que
me sao Matrau publicada pelo uietmo Sr. Na
6." linha iiuandli diz : (Jue cer-se-hia ; leia-se
(Jncrer-se-hia. Ka linha 21." onde osl : anisar
leia-se ; rier.
COI
AI.FANDECA.
Rendlmonto do d a 1 a 22.
dem do dia 23
HERCIO.
3 !0r77950i)8
13:41&S715
351:1983323
Parn o 8." batulbiio de infatilaria.
l'm livm cora 100 folhas com as denomina, oes
osiabelocidas para o geral de registro dos Ululas dos
voluntarios.
Pura o meto batnlho da Parnhilia
Papel almaiM, resmas ti; caivetes 2 : tinta pro-
la de csrrever, gal rafas ti; lnpis72arcin pelo, li-
bras fi; exomnlares da grammatira portuguesa do
Monte-Verde I .* edioelo fi ; exemplares do compen-
dio de arilhmclira por Avila fi ; paulas G.
Para a aula dos uprendizes menores do arsenal
de guerra.
lfi economas da vida humana ; 15 carias de A,
B, C ; 15 laboadas ; 25 pedios de Lousa ; fi maros
de lopis.
t.luem quizor vender os objectos cima mencio-
nados, comp.irora coui suas propostas om corla fe-
chada na secretaria do rnnselbo no da 311 do cor-
rento s 1(1 lloras da manlia.
Sala das sessoes do COOSCluO administrativo, para
fornecimenlo do arsenal de guerra, 22 de marco de
1859.Beato Joi l.amenlia I.ins, coronel presiden-
te.Francisco Joaquim Pereira Lobo, vogal se-
cretario.
Pela directora das obras militares se tem de
fnzer diversos concerlos, pintura e aceio no edlirio
que serve do quartel general, no Mondego : qnom
ueste trabalho se quizcr oncarregor, comparcra
com suas proposlos na referida directora no dia 2S
dcorrente, as 10 horas do manilla. O director,
Manuel Ignacio Hricio.
Conisellio administrativo.
O conselho administrativo, para fornoriuienlo do
arsenal de guerra, tem de comprar os objectos se-
guinles :
Pitra o presidio de Fernando.
25 milheirosde brochas, 10 libras de linhas par-
das do peso, 12 caxas sedo, 1000 sovclas finas e
grossas, 50 troqnezes, 12 podras de amolar. 1011 fa-
cas lomadas de cabo de pao, 50 marlellos, 100 du-
daos de alfaiale em ponto grande, lucia arroba do
bren, meia dita de cera araarclla, 3 libros de galha,
3 libras de esparosa, '25 papis 4c agulhas grossas,
8 libras de pos prelo, libra de cera branca, 20 lo-
ros madeira de genipapo para formas, 50 varadores,
50 cravndores, 50 burnidores, 12 limas Unas de li-
mar salios, 12 grosas finos de ura palmo de com- | ideni.
AR1 cnixnlu viudo da ilha de S. Miguel no pa-
tacho portuguez Alfredo, rnin malea G 191, entra-
do em 26 de dezembro do 1855 ; I. Pedro Leitc.
Sem marcal,caiiaslra viuda do Porto na barca
porlugtie.cn Santa Crus, rom matea G 223, entrado
cm II de Janeiro de 1856: 1 Manoel llaibalho Ri-
beiro-
1 Fcnta-i m n. 7.
Letreiros2 embrulhns amo-iros, viudos do Ha-
vre no brigue frauce/. Alma, coA marcaG 27511 II,
'lirados cm 14 de fevereiro, e dujigosto do 1856 ;
I.uiz Antonio de Siquera.
11 -|- 111 eaixa viuda do Havre no brigue fian-
ce/ lifititicu, com marca E 2*. entrada ein 25 de ju-
lliodc 1853 ; (lliM'ira InoiOS&G.
/.FI embiullio amostras, viudo do Havre no bri-
gue lame/. Belm, com marca I' lli, entrado em
1n de jiiiibo de I (fia ; X. Biebcr i\ G.
JR-I-S I parole ditas, viudo du liara burgo no
brigue hannoverana Miranda, com marra II 13, en-
trado i-ni I! de agilo de 1856; Manuel Joaquim
Hamos e Silva.
Sem marca n. 2191 dito ditas, iodo de llam-
burgo na escuna hainliiirgueza Vinera, com marea
I' ls-i i tilia I i em 1 i de dezembro de 1851 ; .i I'..
Burlo.
Ai: ii.8I dito ilila viudo de Hamburgo no bri-
B.....'"" /-'"'/. ''un marra i" 297. entrado em 9 de
marro du 1835; ,i.i. KellcrA i.
Diamante w dous Iravesses1 dito dita, rindo
o llainlnirgo na horca iuglc/a Corrido, com marea
Gil, entrado om 11 deiulho d- 1-55; Schafhoi-
Him & i .
II -[- C1 dito dita viudo de Hamburgo no bri-
gue brmense Dnrnlliea. rom marra l 376, entra-
do cm U de marro de 1856; eos mismos.
I.eireiroI caixinha dita vinda du Havre na bar-
ra fronre/a rVriMiwfraeo, cora marca G l\i, entra-
da em 11 de fevereiro de 1855: I.uiz Paulino.
IIP1 pacote dita, viudo de llainlnirgo no brigue
haniburguex Olinda, rom morra G 202, entrado em
27 de dozeooro de -55 ; ordem.
I. ireiro1 parte amostras, rindo de Hamburgo
lio brigue duniiiarqui'/. .Iintu Cicilia, Com mana
G 887, entrado cm 21 de nudo de 1856 a Isaac i.it-
rio \ C,
A w -|-C1 dito dita, viudo de Hamburgo no bri-
gue haubiirguez I.V/i.r. com mana II 22, entrado!
em 21 clejulho de 1856; aos atoamos.
Triangulo Iravesso1 dilo ditas, viudo do mes-
mo porio no mesmo navio, entrado na mesma dala :
tos mesmos'
l.clreiro2 voluines ditas, viudo do Havre na bar-1
rn frnnrrr/n Cunte Roger, com marca G 3111, entra-I
dos om 13 do marro de 1856 ; Brunn Praeger & G.
T M -|- N 171 parole dilos, lindo (le llain-
lnirgo no brigue baniioveriano Miranda, rom marra
II !, entrado em b de agosto de 1856 : Timm
Honsen & \ inassa.
R IravesslcI dilo dita, viudo do mesmo norlo
no mesmo navio, entrado na mesma dala; aos
mesmos.
Armazem n. 0.
( l.olreiro1 raixa \ inda de Liverpool na gatera in-
' gleza Seraphina, com marra F 117, entrada em 18
dejiinho de 1S55 ; ao Dr. Alburk.
S o* s travessao1 cesto amostras, viudo de Li-
verpool na barca ingle/n Itommond, enm marca
V193, entrado em 22 de dezembro de 18-5!; a .lo-
hnston Paier & C.
1 sacio viudo da ilha deS. Miguel no patacho por-
tuguez Alfredo, com marea V 28i, entrado no Io dr
marro do 1855 ; Jociniho da Ponte.
AT10 liarris viudos de Lisboa na barca porlu-
gueza Mara Joti, eoni marca F 32s, (airados em
18 de marco de 1855 ; Thonia/ de Aquino Fouseca
& Filho.
Sem marca1 eaixa viuda do Havre no brigue
francez itiliance,' com E 2i, entrada era 20 de ju-
Iho de 1853; foro do manifest.
A.I.M n. 531 caixao viudo da Rabia no hiato bra-
sileiro Amelia, com marca F 182, entrado ein 19 do
Janeiro de 1851; N. o. Bieber & C.
Seto marca1 foixe de louro viudo do Porto na
barca portugoexa Komi Soeces*, com marca E 230,
entrado em de mareo de 1851; Manoel l'.ibeiro
Bossa.
S Fe 111 barrica e 1 barril vasios de Malaga no
brigue sardo Daino, rom marca F 136, entrados em
8 de novembro de 1851; a Scharamm & C.
Sem marca2 sacras viudas de Lisboa no pata-
cho portuguez Saudade, com marca I) 1115, entra-
das ein 29 de Janeiro de 1853 ; Manoel Joaquim
Romos c Silla.
Sera marca8 esleirs vtwas de Liverpool na
barca inglza tjiieem, com marca G 38, entradas cm
8 de agoslo de 1855 ; ordem.
1C1 volme viudo de Liverpool na galera in-
gle/.a Seraphina, com marca L 417, entrado cm 18
de jurtho de 1855; idem.
Sem marca1 peso de ferio viudo de Liverpool
na galera ingle/.a Stvord fitk, com marca F132, en-
trado cm 1 de novembro de 1851 ; idem.
J\ 7 eaixinlias e 1 condeca, viudas do Lisboa no
galera porlngue/.a Margarida, rom marca F 257,
entrados em 20 de marco d.' 1854 ; dem.
Diamante c1 eaixa e 3 jarros i indos de Livor-
pool no brigue inglez Pluk Priuce, com marca 21fi,
entrados em 8 de Janeiro de 1856 ; dem.
Estrellat caxas viudas do Maranhlu no brigue
brasileiro 7/>cf, entradas em 7 de dezembro de Ih5:
gar Itibuua. alirir-se-ha a siena, e peranlc a elli-
gn- de S. II. k, a companhia dramtica cantar o
HYNNO NACIONAL.
li. pois rcpieseiilar-se-ha o magnifico mystcrio em
1 actos
GABRIEL ELUSBEL
til (IS
Milanos de Sanio Antonio
Todo ( scenario c vestuario, inlciramenla no-
vo, o preparado no Rio do Janeiro.
(is Mneles serlo rendidos por lies recitas, qne
tero lugar, a 2.'' no dia sa libado 2ti. com a repe-
tirlo dosM1LAGBKS DESANTO ANTONIOa
3.* no dia segunda-Ivir 28, mm o chaina era 5 ac-
tos PElUtndo Sr. Mendos leal.
lis bilhelcs aeli.nii-.se renda no lugar do cos-
ime.
Avisos martimos.
Para oAraralv.
lenta lale .Voro
i It'la-sc^'om'pol r.^J!!:'.'!'-?..''??*,. *!
Salo- no dia 31 do correiil*
ingeliea, do primeira man lio, cap:
quini Aires da Silva
reulo Vianna &1'., na na da Cadela n. 57,
passageiros i om o capit&o.
Vav\\v'.u*a\\.
San im dia31 to corrente a tanaca Mara Ime-
tia; para rnrgii lrala-si; rom Prenle \ laniu A C#|
na ra ila Cadula n. 7.
Para o 4raeal y.
Segunda fore 2S do correnle seguir o liialef.'i-
halario; para o resto de son rarregameato Irata-ee
com Ciirgel Irniaos, ra da Cadea do llccife, pri-
meiro anclar o. 28.
PAHA OS PORTOS DO NOBTE.
Segno om poneos dias a lancha tirando, por ja ler parte de sua carga : para o res-
to, Irala-se na ruado Vigarion. 5.
Companhia Pernamhucana.
II lapor nacional IguarussA, segu para os portos
do norte no 1 "de abril u rucebe carga at o cj;a 28
al o meio dio,
ARACATY.
Segu oestes dias o hiato nocional Sergipano ; po-
ro carga o passageiros, tiala-se na ra do Viga-
rro o.5.
RIO GRANDE 110 SOL.
Vai seguir em puncos das o brigue nacional
-I). Alfonso, capitn .Morques, pode rereber .lign-
ina Baraja para o mencionado porto, assim como
passageiros : os preloniloiiles eiilcndam-sc eom
Hallar A Oliveira, na ra da (a icio \ Cilio, escrplo-
rio n. 12.
Para o Rio Grande
do Sul.
ScgUO infalivclniule at o lim do prsenle mlr. o
brigue nacional Ituqueda Tcrceira', porji ler seu
carrogamento iruasi completo : paraalgum reato da
carga, irala-se cora os consignaloiios na na da
Cruz n. 54.
Para Lisboa segu com a maior hrevidade,
por ler parle de Sea c arregainenlo proniplo, a l>eni
Condecida barca portvgueza llortencia : ciuom na
mesma c|ui/.er carregor ou ir de passagem, enien-
da-se com ns consignatarios Antoria Irmaoa, ra
da Cruz n. .'l.ou cora ocapilaoJoao Silverio Homo-
no, na praca do commcrcio.
o veleiro brigue portuguez Actiro, deve sc-
guircom muila hrevidade pora l.islnia, lem prnuip-
la a mainr parle do rarregamento ; para o resto
a frite, OU pora passageiros, oos quaes oli'ereco ex-
cellenles corainodos, Irala-se com os consignatarios
Amorim lanos, ra do Cruz a. ', ou cora o capi-
tn Ciiilherme Wadclinglon, na piara do couiraercio.
Para o Hio de Janeiro soba no dia :1 de marero
0 bom conhecido brigue Sagitario, o qual lein a
maior parte do sou carrogo ment pronipto, pora o
restante e passageiros Irala-se com Manuel l'rancisco
do Silva ('.arrien, na na do Vigario n. 17, pjimeiro
andar.
Cenr,
Segu com hrevidade o hiate Bom Amigo, rece-
be cargo o frote, a Iratar com Coolano Cvriaco da
C. M., oo lado do Corpo Sanio n. 25.primeiro andar.
1 sobrado no roa Piona n. 81 de 2 andares.
2 carros noven de vidrara.
2 dilos sera v idraca.
1 dilo pcqacno.
4 ditos em hora uso.
2 cabriolis.
5 parelhas de cavallos.
cavallos bons para rabriolrt.
ti pares de arreios para carro o outros objeclns
que serio patentes no aeto do leiiao. Pedo se por-
l.mto aos Srs. prelcndcntescpie icuham ahondado
de ce.ui onlecrdoiicin irem exoniinar dilo predio,
carros e cavallos que So acham n exposicao do pu-
blicu^Dm de que possam laucar sem escrpulo
alg :m.
LEILAO
A 31 do corrente.
Manuel Jacques da Silva e os mais liordciros do
lin.nlo comiiiendaclor Vnloiiioda Silva arao ieilo
ni mu sc'c Inle, por nlorvcucan do agente Oliveira,
do seu grande r helio sitio com duas esparnsas ca-
sa-, chaos proprios, leudo a frenle un lugar da es-
trada entre Santa Atina o Casa Fnrlo o fundos
un'iigcn do rio Capibarihe, (le conformidado
( ''. i i"> escripiorio cl.i referido agente, onde lera "lugar
>' o leil.io na <]iini.i-fi-ira:tl do corrente, as 11 horas
da manlia.
Avisos diversos.
Para Lisboa
Doscarro jam lioje 2 i de marro.
Barca ingieraTi neniobacalho.
Brigue inglezV stalbacallao,
Rrigue inglezA nosdem.
Barca inglezaSi raphna mercaduras.
Escuna araerican Kinaliskermercaduras.
Barca francezat tlindadem.
Patacho americanoCom morco fariuha de trigo
Barca americana- -C. K. Luxidem.
Barca brmense- -Ifohcnstanpcrdem.
Escuna dnamarq iczaBenedictararvo.
Brigue portuguez -Taruiodiversos gneros.
M0V1H1 NTO DA ALl'ANDEGA.
Volamos cnlrados ruin fozendas 1:11
com gneros ,
Voliimes sahidos ( om fazendas
ora gneros
Rendimento do di;
dem do dia 2-1
CONSULADO GERAL.
Rendimento do di
dem do dia 2
ltt4:949SCH8
.OVINCLi"' w
I 1 a 22.
la 22.
597
Isi
211)
95:367$002
9:5828681
6:0. $296
l:050g25(l
7:13ls56
DESPACHOS 1)P. XPORTAQAO PELA MESV DO"
C0NSULA1M) >F.STA CIDADE NO DA 23
DK MARCO DE 1859.
Lisboa Barca pi rlugueza llortencia, Amorim
lrinaos,:tiHi saccos asiucar mascaado, 6IKI ditos
dilo hrauco.
Lisboa Brigue jporlugucz >Aclivcii>, Amorim Ir-
mos, 200 saces i assucar bronco, 20cascos agur-
dente.
rional Despique de Beiris. Joa-
l'erreira, 2UI saceos assucar
LisboaBrigue n;
quim Fornand
mascavado.
Philadelphia BJirea americana Imperador, M.
Aiistin i\j C, 3, 00 saceos assucar mascavado.
BallimorcPat.ic io inglez alaour, Honry Fors-
ter & C, 1,2 LiverpoolBarcal ingleza Bahomian, Jomes Ry-
der 4 C, l.Oflt! saceos assucar mascavedo.
FolmoulhBrigu ingloz II. Joan, Whalcly Fors-
ler & C, 50 s ceos assucar mascovadn.
MarsolhaBarra fronerza Levcrrior, N. O. Bie-
beri 0., l,80t saceos assucar mascavado.
LisboaPatacho portuguez Jorco, Jos dos San-
Ios Pereira J.rdiru, -i pipas espirilo, S dilas
agurdenle.
Buenos-Ayres Patacho hollaudez Ladriam,
Isnee, Curio & C, :!00 barricas assucar branco.
LisboaPalhabo e portuguez Mara, Anlonio M.
Machado, 2,001 oliifres
Iiomploii Roads- -Barca americana Flyng Cloud,
Whalely Forsl-r & C, 100 saceos assucar mas-
cavado.
BaltimoreBarc i ingleza Vestal, James Crabtrco
t C, 600 sacc is assucar mascavado.
Fxportac/iio
Lisboa, brigue
primenlo, 600 lucios de sola, 600 couros de vaque-
tas, 1200 ditos de cabra, 1200 ditos de bode, 0110 va-
ras de algodaozinho tapado para forro, 3000 novel-
Ios de lio pora coser.
Para o 8." batalho de infantera.
1 lvro de 100 folhas com as deuominarOes esla-
belccdas para o geral do registro dos ttulos dos
voluntarios
Quein quizar vender laes objectos aprsente as
suas propostas era carta fechada na secretaria do
consclho s 10 horas da manlia do dia 26 do cr-
lenle.
Sala das sessoes do consclho administrativo para
fornecimenlo do arsenal de guerra 19 de marco de
1859.Cciio Jos Lamenha Lias, coronel presiden-
te.Francisco Joaguim Pereira Loto, vogal secre-
tario.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimenlo do
arsenal de guerra, tem de comprar os objectos se-
guimos :
Para o presidio de Femando.
F.sloio pequeo de cirurga prtale! 1 ; escarifi-
cador 1 ; lanceteiro com 4 a 6 lancetas 1 ; caiia com-
pleta para operacao de hydrocelel ; vidroanpara
ventosas 12 ; chincllas rasas ele caa%o cr, paros 25 ;
chicaras e pires, cazaes12 ; ourinoes de louc;a oiuii
lampa 6 ; jarra de barro pequea ; 1 ligella de tu-
lla :MI; guardanapos de hrini 30; lenros de hriiu
50 : toalhas de brim 12.
0mn quizor vender laes objectos aprsenlo as
suas proposlos em corla fechada na secretoria do
consclho s 10 horas da manlia do dia 20 do crlen-
te mez.
Saladas sessoes do conselho administrativo para
forneciraento do arsenal de guerra 18 de marco de
1859.liento Jos Lamenha Lina, coronel prosideii-
le.Francisco Joaquim Pereira Lodo, vogal secre-
tario
Obras do porto.
De rnnfurmidade com as ordenado Kxm. Sr. pre-
sidente do provincia, manda o lllm. Sr. inspector
do arsenal de marrana fazer publico o contratarle
no dia 7 de abril prximo, sil horas da manlia,
a faeiura de raes nos lugares ainda nao o leudo,
comprehendendo desde o mesmo arsenal at o For-
te do Mallos, pelo lado da baca do porto, e mar-
een) do Rio, no bairro de Sonto Anlonio, entre os
duas pontea denominadas do Herife e provisoria ;
porm dividida eni.8 laucos (conlralaiido-se cada um
em separado, con rindo aos pretendentes) o 1." des-
de o dilo arsenal at o trapicho do Angelo, o 2."
d'ahi at s obras de Jos Antonio de Araujo no
Forte do Mallos, o o 3." constituindo toda a exlcn-
sao entre as referidas ponles ; islo por va do pro-
poslos em cartas fechadas, aprescutadas iiaquclle
dia e hora mencionada, e clTectnado com quera rae-
Ihores vanlagens olfereccr, quer sobre a presteza e
('.1 dita vinda do mesmo porlo, no mesmo na-
vio entrada na mesma dala ; dem.
AIM u. 531 caixio viudo da Babia no hiato bra-
sileiro Amelia, com marca F 182, futrado era 19 de
Janeiro de 1851: idein.
Alf.uidcga do Poriiarabuco 18 de morco de 1859.
O inspector, zruo Jos Fernanda Uar'ros.
Pela subdelegada do i. distnto da fTegaezia
dos Afogados se faz publico, que se acha recolhido
casa de deleucan o prelo Joaquim, j de idade,
quo diz ser escravo do Dr. I'inuino, o quo anda
ausente da cosa de seu senhor : acha-se lambom
recolhido o menor do nome Adao, ci ionio, que diz
ser torro, e morar no eugenho Pereira, e que ia
sendo conduzido pelo prelo Joaquim, cima, em
un comboy do serlanejos : pelo que quera se jul-
gar cora dircilo a urna e outra cousa. compareea,
Iuo ni celando, lhe ser entregue. Subdelegara'do
." districto dos Afogados 20 do marro de 1859.
Jos Gorgonio Pues Brrelo.
Delesai'ia do cinirsrifio-iiutr do
exercito .
A delegada do ciriirgiio-mr do exorrilo precisa
comprar os objectos abaixo (especificados, que de-
veroo ser entregues no pharmacia mililar prsenle
a junta mililar de saude dentro de 48 horas depois
da compra.
Ossoiihores boticarios c droguistas que quizoreui
vender os referidos objectos, devrin remoller as
suas proposlas cm rarla fechada secretaria do de-
legado do driirgio-uir do nxerrito, no praca da
Boa-Vista n. 19 oi as10 horas da manlia do dia 26
de man; coi rente, era que sa tem de em?oluara
compra dalles ; nao sondo admitlida concurrencia
a pniposla que nao esliver couiplela, ou conforme
0 oiiuiincio
Secretaria do delegado do cirurgio-mr do ox-
orcilo em Pomaiiibueo 22 de marro (ie 1859.Dr.
Joti Auuu*lo de Souza l'ilanna, assislonle (be de-
legad...
frota das drogas e mais objectos precisos para a
promplifuarao da ambulancia de I illa Helia.
(aralo de magnesia, dos libras.
Carbonato de ferro, duas libras.
Botos de rosas, nina libra.
Polassa caustica, urna nina.
Oxido de aneo, meia ohca.
Malvas, moa arrobo.
Corada, urna arrobo.
Kxtraclo de quina, duasoucas.
Extracto de fumaria, seis oncos.
Exmeto de chicoria, duas oiicas.
1 olorianato de quintaos, una onea.
Balsamo de lol, ama libra.
Sulfurilo de polassa, oito libras.
Vcralriua, raeia onra.
POS du joanes, 4 oneos.
"arrio de llelloc, quatro frascos.
raj sabir aleo dia 17 de abril prximo futuro o ber-
gantn! nacional Despique de Beiris, eapitio
Faustino Joo doCarvolho, forrado, enravilhodode
cobre, de primeira marcha, j lem melado do rar-
regameato engajado : para o resto e passageiros:
(rata se rom o capitn na praca do coiiimereio, ou
na ra do Sensata Nova uj.4, u travessa da Madre
de lieos n.10. ) '
Para o lUo tic Janeiro
sabe breve, por ter parto do carregamcnlu prompto,
o brigue nacional Helena, eapito Domingos 11.
Mall'ra : a tratar com os seos consignatarios Tasso
Innos, ou coin 0 mesmo eapitio.
Leiloes.
perfeie o da obro, mas ainda para a fazenda oble-la i Musgo da Corsega, una libra.
coin a maior economa, podondo aillos os pretcn- "
denles dirigirem-se a esta inspeccao para o conhe-
cmenlo das coiidicc'ies edo mus, cenceriientcsa lal
obra, urna e oulra cousa conslaule da discripeo e
oreamoulo, que, pois, lhe ser tranqueados.
Inspeccao do arsenal de raarinha de Pernambuco
em 17 de maride 1859.O secretario, Alexandre
Ilodrigues dos Anjos.
Pela conladoria da cmara municipal do liecife,
se taz publico, que o prazo marcado para pagamen-
to dos impostes de oslabelecimenlos, linda-se no
ultimo de marco do corrente anuo, c todos aquellos
que nao pagaren), Oca sujetos mulla de I res
portuguez l.aia I, de 321 tone-e por ceutu ao valor do niesmu imposto. Contado-
ladas, conduziu n seguinte r2 barricas e 2,750
sacros assucar, 1M1 dilos caf, 1 ancorla agurden-
lo, 12 harria c 61 atas dore
Cana], patacho inglezMrdca. de 296 toneladas,
conduzio 0 seguate : 4,300 saceos assucar.
Arafaly, hiato nacioual Aracaty, de 35 tonela-
das, conduzio o i egullle : 178 volumcs gneros
estrangeiro-, 261 itos dilos narionaes.
Liverpool, bar a ingleza UenerieTe, de362 lo! na mesmalhesoiiVanaT qulim^mas" dr! do ai-
rio da i amara municipal do llccife 10 de fevereiro
de 1,Vj9.O contador,
Joaquim Tacares llodovalho.
Do ordcui do Illin. Sr. iuspeclo- da thesoura-
ria de fazenda dessa provincia se faz publico para
(pie chegue ao conhecimeiilo dos peSSoaS o que.ui
inlercssor, queso ocha marcado o dia 26 do corren-
te mez as duas horas da tardo para a irrenutaco
a Hifti.,,, vueiiciieie, ue ,iuz io- na mesmu thesouraria, quera mais der, do aiu-
neladas, '^"0"^ o o seguinte ; 1,680 saceos as- I guel do predio assohradado porlencente aos ^ro-
n-'fnnf i'^.*."'! ",? S1l?0^ _____ l,rios naciouacs ora fronte do arsenal de marinha ao
RtCEBEBORIA I F. REND,\S INTERNAS GERAES qual aleve servindo al agora. Secretaria da Iho-
souraria de fazenda de l'eniambueo 17 de marco de
Di PKItNAMBL'CO.
Rendimento do d a la 22.
dem do dia 23
43:52(8729
3:6028413
47:12781^2
Rendimento do d
dem do dia 23
CONSl LADO PROVINCIAL.
al a 22.
49:825gC0:l
3:5048661
53 330S164
Movimunto do porto.
A'a ros
Rio Grande do Sul
perador, de 149
da Costa, equip
carne ; a Doniu
entrados no dia 23.
33 dias, brigue brasileiro /(li-
ndadas, eapito Clemente Jos
em 11, carga 6780 arrobas de
s l'erreira Maia.
Porto36 das, baria brasileira layo, de367 tone-
ladas, capilo Mailorl J. Prestello, equipagem 15,
carga varios genetos; a Barroca 4 Medeiros
fiavioitahidos to dia 5.
AracatvHiate brasileiro Aracaty, eapito Joo H
de Almeida, cargalfazendas.
Ilha de FernandoEfeuna brasileira l.iwtoya, com-
mandantc o priuicyo lente Castro.
1859.Servindo de oflcial maior, Manoel Jos
Pinto..
Pola inspeccao da alfandega se faz publico,
que ou.-iind nos'armazens dd alfandega alm do
prazo marcado pelo regulamenlo as mercadorias
abaixo desiguadas, sao convidados os seus douos ou
Consignatarios a virem despacha-las no prazo de 30
dios, contados desta data, lindo o qual seo ellas
arrematadas era hasta publica, sera que Ibes fique
coinpetindo allegar cousa alguraa contra os elfdlos
desla venda.
Armazem h. 1.
Gil5 caxas viudas de Hamburgo nn brigue ham-
bnrguez Olinda, cora a marca G 202, cunadas em
27 de dezembro de 1855; ordem.
H9 fardos vindos de Liverpool no brigue inglez
George lobinsn, com morca t. 275, entrados um 13
do fevereiro do 1856 ; a Patn Nash & C.
Lctreiro- 5 eiiibrulhos amostras, lindos de Liver-
pool no barco ingleza Spring llok, com a marca G
357, entrados em 22 de abril de 1856 ; A. C. de
Ahreu, llonry Gibson k C. e N. D. Bieber & C.
Lctreiro1 embrulho viudo de Liverpool na ga-
lera ingleza Secord sk, com marca I) 25i, entrado
em 31 de marro de 1853; M. Calmont.
1 dilo amostras, viudo de Liverpool na barca in-
gleza J/r>; (>iiem Of Scots, rom marra D 362, en-
trado em 16 de julho de 1853 ; diversos.
Vermfugo americano, rinle c quatro vidros.
Pommodo de pepinos, nina libra,
l'os de linhn, umn arroba.
Kxlraciode foi de hoi, quatro oncas.
Un i ra I iii ii,t> cora pipas, do/.o. ^
Bolonco do libra cora pesos, una. *--
\ clrns sorlidos com rniha, cineoeiila.
Bacas de aromo grandes, duas.
Crol de bronzo grande, um.
I Al laclo de belladona, oilo oncas.
Ani/ eslrelado, seis oncas.
I.nsna, duas libras.
Botica do hospital mililar do Pernambuco 22 de
marco de 1859. Domingos Gomes lorges, pliar-
mocciitico.
Tribunal do ommereio.
Pela soc.rolaria do tribunal do commercio da pro-
vincia de Pernambuco se faz publico, quo nesta data
tu,i registrado om o competente livro, o conlroto de
sodedade, que em 26 do fereretro do corrente oe-
lebraroin Sampaio, Silva >"> C. c Manoel Gomalves
Mortins, aquellos domiciliados nesta cidade, o este
na do Macec'i, provincia das Alagftas, aondo teem
eslabelecido sua sociedade, sob a razo de Sampaio
\ Mortins ; devendo a mesma solidado durar 4 an-
uos a contar de 15 de maio do anuo prximo pas-
sado, com o capital de 6:000j, e compelindo o uso
da Innia do socio Marlins.
Secretaria i do marco de 1859.
Dr. Aprigio Guimares,
Ollcal-maior,
THEATRO
LEILAO
DK.
DI-,
ToiTi-ffia :>hlocorrenle.
a. de Borja
de ordem do lllm. Sr. Dr. juiz especial do com-
inereio e a requernionlo de Jos Ilodrigues Perei-
ra, depositario da masan buida de Donlley 4 i...
far Ieilo do una excellonle cosa terrea que faz
esquino na Irovessa quo iica por dclraz do mo-
triz do Poco da Pouclla, no terco-eira 29 do
correnle no seu armazem na ru do Collcgin n. 15
os 10 horas em ponto, l'ede-se aos Srs. prelen-
dontos que u iiliain a bondade de examinar o refe-
rida coso, para que possam laucar com lodo o co-
nheciniinlo.
que
Sr. George Boud
a ni ni asando o mesmo Sr. George Boud desla dala
era dionle a fazer os rezesdu Sr. George Furness con-
tratadnrda eslrada de ferro do Recilo a Sao Fran-
cisco .i mais que no coso da morte ou da reinada
do Sr. George Boud para Inglaterra, William Charl
Ion e Richard Broomc que moram cm Ctinga ido
cima receberao todas as coiumuuicacoes e lambem
faro as vezes do Sr. George Furness'na minha au-
sencia. Johu Bayliss.
Becife 23 de marco de 1859.
LEILAO
DE
BOLACHA AMERICANA.
Sabbado 20 do corrente.
PELO AGENTE
^GOES ^ Ricos sobrecasucos de panno lino nieto
jEj; com golla de velludo c sem ella o 2S*. o
^Q 25$, poloiois saceos do easemira de cores
SA escuras a 103, dilos sohreirasacos padres
* modernos a 15$ u 1J, dilos de alpaca pre-
i o de cor a 4$, ditos de brim pardo
^jjj Irancadcj muito boa qoalidade a 5$, ditos
*?;' de esguiao da China a 5$, calcas de brim
^r, de coros a l$, 3$500, 4*. dilas" de la na-
^y.J| droes modernos o miudinhos a 4, ditas
,.i brancas de brim de linho a 5|, ditas de
< easemira nri.-tci e do cores a 6|, 7S, M a
Xo^ 9$, reroulas de.bramante a ljJOOO. 1^00
oS >'- 2, palelols de meia easemira a 7f, col-
->W lotes de gorguro de seda a 5fi, ditos dese-
liiu mocan ,i 5$, ditos do velludo preto a
. 7$ elOg, dilos de brim c fuslao a SJ500
: o :!s, luvos de Jouvn de todas as cores a
iS.Miu.c.iinisos de esguiao muito fino a
a :i<500 o outras muitas fazendas e rou-
'.: pos foias que s vista que se pode
^ avalinr a pochiurha ;
NA Me-SSIA LO JA HA
B
asparaaquare
DE
Santa Isabel.
i:ni'itiY\ (.iiimwd,
3." RECITA DA ASSItlNATL'HA.
SEXTA-FEIR 25 DE MIRQO DE IS59.
Urandc-gaWa
TU FFSTF.J0 AO HillUFI. DA UO JCHAMENTO DA COS-
1 inicio lio ItFEHIO.
Logo que o Exiu. Sr. presidente da provincia che-
ii referido agente vender por oonta de quem
pertenecer porta do armazem do Sr. Aunes dr-
tronte da alfandega no da cima desiguado e pelas
10 heras da manhaa
40 barricas com bolacha americana.
2a
A 31 do corrente.
X. O. Bieber & C, taroo Ieilo por inlerveneao do
genio Oliveira, do lindo o ptimo sitio com baixa
de capiffl para : ou 4 cavallos, o com urna elegan-
te casa construida ha 4 anuos moderna a com In-
da a solidez o esmero, oonlondo grandes acommo-
dac oes ara numerosa familia e cora todos os niois
arranjos de rocheira, eslribario, casa pora feilor
criodcis, p os compelcnles adornos do jardira, ludo
como da discriprao feila por osle Diario em 10 de
julho do auno pssado, da em que foi vendido pe-
lo anterior proprietario Manoel do Nascuaento da
Silva Bastos, rev.indcndo-sc agora por motivos di
prxima retirada poro a Europa do Sr. G. II. II.
Ilolin, socio gerente da sobredita casa commercial
dos Srs. (i. O. Bieber a Ce visto acharac p indi-
cado sitio collorado ao correr da estrado denomi-
nada Santo Anua (defronle do sliu do hilado com-
iii en dado i Anlonio da Silva] fcil ser e se convidara
oos pretendentes para o oame previo de ludo an-
tes do Ieilo, qne lera lugar qunta-feira 31 do cor-
renle, s 11 horas da manhaa, no escripiorio do
mencionado agente, ra da Cadea.
GRANDE LEILAO
DK
Predios, carros, cabriolet,
cavallos e arreios.
Quinta-feira M do correnle.
Ra Nava n. 61.
porronlo e ordem do lllm. Sr. Adolpho Bourgoois,
que se retira para Europa no prximo paquete,
vender em Ieilo quinta-fero 31 do mano as 10
horas em pomo na residencia do mesmo s objec-
tos abaixo declarados os quaes sero vendidos sem
reserva de proco algum em consequencia de sua
breve viagem, era lote a vunladc dos compradores :
mandando-so fazer por medida garantn-
do-so o acoiu e bemfeiloria da obra, sen-
'. do tambera do rauto bom panno prova de
imao pelo diminuto preco de 35J, assim
uno do melhor paniu) escolha do fre-
"*; guez a 40J, aliancainlo-se serem todas for-
radas de si-Un inoeo ou seda.
\
Folliiuhas para 183.9..
Acbom-se. vendo no livraria n. 6 e 8 da prora
da Independencia, os folhinhas do anuo de 1859,
paro as pr. n inrias de Pernambuco, Cear. Itio Gran-
de do Norte o Alagos, das segumos qualidodcs ;
lolhinlia do pripriolario agrirola eontendo
alora das mal cras do cusime, as leis e
regnlamonlos das "trras publi-as notadas
com Indos os avisos eordons que as tem ex-
plicado o ampliado al o mez do sotemhrn ul-
timo, pelo Sr, Dr. Antonio Vascohcillns Mo-
iie/c s ce Druinmond ; osla folhinha he es-
soiicialmonle nocossaria a todas as pessoas
que possuem um palmo de torra paramis,
pois rom olla eslo habilitados para nao co-
hirem cm multas e nao serem Iludidos, preco 500
Folhinha do porta ris....... ". J60
Folhiiilio eclesiaslico ou do roso feilo polo Itvd.
Sr. ronero penitenciario da SedeODdda, se-
gundo a rubrica r ordena da Santa S, ris. 400
ESCRAVO FGIDO.
Fiigio no dia 15 de Janeiro a preta Victoria, do
nac.n Mossamhique, trm urna serrilha da testa al
a pona do nariz, representa ter iOainios, falla um
lano atrapalhada, altura rcguhr, magra e de cara
f'-ia, cor meia fula, ando muito dopressa, lcvnu
vestido de diila escura, panno a Costa azul as
pessoas que a appichcndt-rcm lovom-na cm rasa de "
seu senhor, que sern bem recompensadas, na Co-
punga, sitio do Aramos, ou na prora da Indepen-
dencia u. 11. loia de calcado.
Eusina-se a fallar escrevr as linguas in-
gloza o franreza em pouco tempo: na ra Nova h. 65.
Precisa-sr ilo urna ama para onghmmar, eo-
zinhar o fazer o serviro de caso : no paleo do Terco
ii. ti, primeiro andar.
No dia 21 do corrento desappareccu de casa o
miilaliiiho Ladislao, cabellos cachiados, olhOS par-
dos, nariz chalo, bocea regular e um hombro mais
alio quo outro, fcio e tem 16 annos representa ter
13, b"', oscreve o oonta mal, saino com bonet prto,
raloosdebrim parece ja desbolada, camisa do ma-
ilapolao e jaqueta deriscadinho. O mulatinho li-
no mas como para dar-llio officio o abaixo assitj-
nmlo o liinixo da cidade do lee) com permissao da
respectiva autoridade por isso graillca a queja o le-
var ao segundo andar da casa n. 69 na ra .Nora
(ende mora ou a sua loja de uurivs n. 26 na ra
larga do Hogao.
Francisco Gomes de Mallos Junior.
A meso regedora da irmandado de N. S. d.i
Solodadedo bairro da Boa-Vista, pola terecira vez
convida a lodos cjs seus irms em geral para can-
indos era mesa proceder aeleieo da nova mesa
e tratarem de mitren negocios de importancia da
mesma irmandade nn domingo 27 do correnle.O
escrivao, Joaquim Jos' Mnrtins.
Prorisa-so do um eaixero para lomar cotila do
nina Liberna por halanro e que ti'iiha llador r no
cesdu Romos nrmozem dos Sis. N'asrimenlo i Le-
nios, se dir cora quera deve tratar.
Aviso.
O abaixo assignado pretende rclirar-.se para In-
glaterra e faz pulel ico por esto Diario que deiva
procuracao bastante na man do
ro r
v i y.
LOTERA
PROVINCIA
O Sr. thesoureiro maoda fazer publico
que se acham a venda todos o dias das 9
horas da manhaa as 8 da noite, no pavi-
mento terreo da cata da ra da Aurora n.
6 e as caas com missionada pelo mesmo
Senhor thesoureiro na praqn da Inde-
pendencia numero 22 e na n Direita
n. 83, at as 6 horas da tarde, smente o*
bilhetei'e meiosda ultima parte da segun-
da e primeira da terceira lotera doQym-
n.isio Pernambucano, cujas rodas deve-
rao andar impreterivelmente no dia 2
do futuro mez de abril.
Thesouraria das loteras 23 de marco
de 1859.O escrivo.J. M. da Cruz.
Fructuoso Marlins Gomos vai i Europa, julga
nada dever a pessoa alguma : se porcm houvrr
quem se considere son errdor, aprsente a conla o
prazo de 8 dias, a contar desta data. Outro sim, tica
na adminislraco de seu estabelecimrnto da ra es-
trella do Rosario n 4, o Sr. los Pedro Fernandes
c com procuracao bastante osSr. Jos Moreira di
Silva c Jeeaeiuim Goncalvcs Salgado.
Fructuoso Martius Gomes pede aos senhores
que era sua mo depositaran! penhores de ouro o
prala os rriirem dentro 'do prazo de 8 dias, do con-
irario serao osles vendidos para pagamento.
A companhia do illuminr^ia a gaz, queiro
mandar relmear ok bancos qao tet em urna casa
da ra do Hondrgo da froguezi da Boa-Vista, cm
botar o linr os ferros de seus lampeos pois o pro-
prictraio nao tem osla obrigacao, e etc.
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Diario de Pernambuco.Quinta fera 24 de Marco de 1859.

DENTISTA DE PARS.
ra
4
f retorico Gautter,
rirurgin denlista, rom pralira de seis annos na Rio de Janeiro c Iros na P.aliia. alem do que na sua ru-
cale viagem a Franca praticou dous annos romo ajudantc nos gabinetes dos primnos dentistas de Pa-
rs; 8 onriquorido dos aperfeicoamentos n dcscouertas mais modernas que so lem feilo, lem a honra de
annunciar ao rcspeitavol e Ilustrado publico que araba de chegar a esta cidade aonde pretende llxar a
sua residencia e praticar todas as operaroes da sna arle, laes roum iinipar, limar, chumbar e tirar den-
les, Irabalbo osle que executa com siinima lialulidade. Chumba denli's eoinOrUII l'l lio qnaiido o per-
miltem oestado c a conformacodacaria, e nos alais casos empregu urna nova composico branca como
o ilente, fazendo corpo com elle, com a qual a rhumbagciu se faz sem nressao neiu dores, e que nunca
se altera ncm muda ile cor, Collnea denles artiliciaes i mu pcrfcii o at Imje dcsconhoeida nota cidade
nsqvaes imitam tambem os daluraes que nao se podem diHen-near e pri-cuchcm todos osseus lius, lan-
o para a falla c a mastigacn como para coaipr as feiccsdii rosta, l'ur isso, julga-se eslar imii cir-
i umstanefas de atlraliiro merecer cnnlianca, e concida'ns pessoas entendidas a digiiaiom-sc onra-lo
rom a sna visita para se convenceren da superioridade no sen naba'.ho.
Acha-sc no seu gabinete todos os dias dasH horas da manhia at ao meio dia COM i 1.11 '17. \, e
ale. as 1 da tarde quando nao tiver de ir em casas particulares.
LOTERA
Os shaifj assiguadus tem exposto a venda os
seus elzesbilhetosda ultima parte da segunda e
prnnoira da lorceirado Uvninasiu. Os niesinos ven-
di-raui ostteguiilespremios da primoira parte da
primuira loleria de S. Jos de Riba Mar:
N. 2802 meio biUiete 5:000$
N. 806 un bilhete 1:000$
N. 820 meio I lfl
N. 221."i meto 100S
Os possuidores de dilus bilheles podem vir reco-
lier os 8 por cenlo da loi na sua loju da praca da
Independencia n. 40.
Virira & Rolhtchild.
Precisa-se fallar ao Sr. lente Antonio de
Souza Barroso, u negocio que Ihc diz respeilo ; na
iravessadas Cruzesn. II.
-Vs pessoas que liverem obras a concertar na
loja de latoeiro da ra Direila u. 1), venhauj tira-las
no prazo de 4 dias.
Precisa-se do urna ama que saina cozinhar o
diario d urna casa de pouca familia : na ra da
Gnu do Recite n. 31.
Pelo vapor Totautin* chegado do norte no da
19Neebeu-se(iescravosdc2D.i aunes, bonitas
ligaras,entre estes ha un oplimo coznheiro, assim
como (i esrrsvas com as habilitai oes de engoinmar
o coxiuhar, lado vende-se por preces razoaveis:
na ra llireila n. (6.
Carros linteres.
Roga-su-oo Sr. Honorato Jos de Pigiieircdo,
morador ama do Padre l'loriano. visto nao sor
possivel nunca se eiieonlrar, o favor de dirigir-so
inesuia na n. 32, a negocio que \. S. jiiio deve
ignorar.
.........!.....
DENTISTA FRANCEZ.
< Paulo Gaignoux, dentista, ma das La-
'( rangeiras 15. Na niesina jasa lem agua e Y-
'Z V" '"'"tilico.
Ao

Ao publico.
Precisa-se alugar um Dioloquo me lenlia 10 a 12
anuos, anda que nao teiiba h; Mlidade alguma,
mas que seja bstanle esperto, para vender ouro
pelas ras da cid,ule com urna sixinju bstanle
leve : a pessoa que livor e ipieira alegar, aiuiuncie
tur este jornal OU dirija-se ra da Sania Cruz n.
r>, que cebar com quem halar.
Precisa-se de um prole de
ajudar a un homem que anda
vereloic!. agua pelas nas ibi ba
a halar na rus da Cabuga, loja n.
Vrecisa-se alugar nina ama
a dentro, para roziuhar e eogoni
P.oa-\ isla n. :.
Alguma pessoa que precise
dirija-se a na da Penha n. ti
OU oulra qualquiT.
Na ra da Cadcia do Recifc
lem carias pa.ia os Seguinles senl
Ionio Rabia oa Cunua, JusGonc
que, Joo Leocadio Vicira, \nti
do, Albino da silva Leal, Josi
Irania, lenle do 8." balalhai
auo dos lle- EspinJola, Adriai
I llliquerqile.
Oeseja-sc arrendar um eng nlio que lonha boas
ierras, escravos e animaos, e na
pagar algnns aunes adiaiitsdos
da Cuia n. 115, segundo andar.
Precisa-se de um caixeir
pira nina venda, nipietoiiha pr
ra da Roda n. 52, SO dir que
Alaga-so una casa de pe Ira e cal, grande, a
Gaixeiro para es-
cripta.
Na ra da Cadcia do Ilecife n. 44, so dir quem
A empreza de aeeio, li ni
peza e irrigaeo precisa de tra-
balhadores para o servido do
limpar as nas da cidade e con-
P^^ou'n'ctxelrdquetbuliaalgumapratkade [v;X[a sn|, ,s cOIldCeS Segui-
ncia idade para
rom una carraca
rro da l'.ua-N isla .
9.
era para portas
lar : no aterro da
le algum criado,
si| ido casa franceza
o. leja, e\is-
ores : llr. Jos An-
IvcS ile Albuquer-
lio Miini/ Macba-
Cesar Varilla de
de i'ifanlaria Jla-
0 Ranieiro de Al-

se pora dlIVda i-in
eootrata-se na ra
de 1 i a lfi anuos
tica ile mesma : na
n quer.
s >:: \i .

lie novamenle sao convidoS lodos os credores
da massa do fallecido .Manuel dos Sanios Pinto, a
apiescnlarcni no escriplorio do Sr. Domingos Alus
.Matocos, conla Icgalisados de seus crditos at "
dia :iO do correnle niez. aliui de seren contemplados
no dividendo que se lem de azer, logo que seja au-
lorisado pelo lllm. Sr. |)r. jniz de orpbans. Ilecife
lele de marco de 1859.Dominaos .liee UaihtMt.
Precisa-se alugar mcnsalnienle dous ou tres
escravos liucaes, dande-se-lbe comida, para Iraba-
Ibar nesla "typi^raphia : na livraria ns. C e b da
paana do Independencia,
No aterro da Boa-Vista, o Sr. Beirz, ma do
Collegio, o Sr. Cypriano, dia qnem d um ou
dons ronlos de reis com bypoilieca ou liriuas.
Lu rapaz solleiro que d conhecimenio de
sua conduela, propoe-se a cnsinar primeiras letras
em algum engenbo, ou em oulra qiialquer parte
particular, nos ai rabaldes desla cidade 4 a 12 le-
guas : quem d sen presumo *0 quizer utilisar,
dirija-se a ra Augusta n. 1, taberna, que se dir :
o pretenderte aflinno arrumado, c o motivo desa-
i bir ge dir.
Ama de leite.
Na ma da Cadcia do Ilecife n. loja, precisa-se
de nina ama de leite, adverle-se que se paga e se
lala lK'iu.
Joo Auloiihi Carpinteiro da Silva relira-se
paiadiropa, deixaudo nesla por seus procurado-
res sen subrinbo Manuel Carpinteiro da silva, o
Sr. Jos Joaquim Dias l-omandes e os Srs. Mallieus
Ausliu&c.
Roga-se encarecidamente ao Sr. fiscal do Cu-
ralo da S quena tancar suas atas sobre o sobrado
da ni Nova, ein que morn o Sr. coronel Lobo,
cuja cubera osl prestes desaliar.
moderna, nuu mobiliadentro,
lo Amaro de Jahoalo : a Malar
\a ra da Roda, casa, lerr
tres amas si ceas, sendo una parda, forra, de iniiil.i
cnpacidade para reger urna casa
lava : editas esclavas, nina (Huilla, de 19 annos,
e oulra, cabra, de 2J anuos, e.*
habilidades que a cima, e aqu illa serve para com-
prar C ensalmar, COM algum p
os protendentcs prOcurem na
das 7 sfi :!', edas :is .y-e II
lUiem precisar de una
tratar e zelar de meninos, dir]
do Rosario, lerceiro andar n. 4;
Offerce-se urna ama para
leiro para 0 servico de portas
Lapa n. .
'I
Precisa-se de um moco para caixciro de de-
posito, que a sua idade seja de 1 a llj anuos : na
ra dos Pescadores n. 1-"J.
Precisa-se de um forneiro e dous araassadores
que enti ndam perfeilanienle d'arlc do padaria : na
ra larga do Rosario, padaria n. 1S, junto ao quar-
tcl do corpo de polica. Da mesma padaria cima
aii.-enliiu-se um escravo por nome Pilippc, de An-
gola, estatura ordinaria, cgo do olbo esquerdo, sal-
vo erro, beicos bastante grossos, cabello grande,
com nina corea na cabeca de carregar panacu:
roga-se aoss-eiiluires, cipiles de campo e pessoas
enerregadas H^m^iro^^ loflferece casa para dormida dos
ESTACrVfl DE INVERSO
O servico comeca as sois da
maiiha acaba as quatro da
tarde, leudo meia hora o Iraba-
lhador para almfar, o salario
de l$2S0 por dia. A empreza
a povoaco de San-
a na llireila n. 95.
alaga m-se
engomina, eozinha
a tem as inesmas
incipio de cozinlia :
mencionada casa,
aria.
lll.l que sabe lielll
ja-.--e a ra Ostreita
casa de Iiomeni sol-
deittro : na ra da
por quem possa ser encontrado, o inanuem pi..
entregar na ra do Quarlel de Polica, padaria n.
18, que so recompensar com genorosidade a quem
tal servico prestar.
Nome/ de fi vereirn de 1859 npparpced no
engolillo Pintos o piolo l.staqiiio, que diz ser escra-
vo do Sr. Vicente das, morador e lavrador do en-
genbo Alina nova : sen senbor poderi manda-lo
buscar. Nao me responsnbiliso pela luga dn mesmo
escra\o, inni pela I ida.
Jote l'i-nuunli) i'ii Cruz.
Caixeiro.
Precisarse de um caixeiro que tenba boa b Ira
e que enlenda de escripto por partidas lebradas,
quem estiver nestas cireunislancias, deixo carta fe-
chada nesla lypograidiia indicando sua inorada, ad-
verlindo-se que prefere-se al a idade de 20 annos,
botando na subscripta da carta as niciaes F. P>.
Sorvcies.
Aterro da Boa-Vista n. :>.
\ pedido de algumas familias, c para palomear a
boudade do verdadeiro srvele a moda de Pars,
nina sala reservada para as familias sern d'ora em
dianlc aborta ludas as nuiles at s'J horas, na pri-
mera loja desuncios ao p da ponte. Todas os
nuiles lera duas qualidades de Brrete.
A nova serraria defronte de S. Francisco prn-
poe-sc a vender laboado mais barato do que em ou-
lra qualqurr parle, recebeui-.-e encommendas.
trabalhadores. Precisa tambeiu
contratar \ carroceiros pagan-
do Os mensaes, comida o casa.
Villa do CalHr.
o abaixo assignado faz .-cenle ao publico, que
abra na villa do cabo, ma do Ltrraniento, casa ile-
frunlodo cruzeiro, urna casa de negocio com Uu-
uiinacu de gaz a uoile, onde vende fazendas de
diversas qualidades, clculos (rancezes e da Ierra.
iniuile/.as. roupa feita, etc., etc., o ludo porpreeos
muitocpmmodos,Franewco d? Paula 'lufiim.
c.ontina a estar fgido o escravo salvador,
pelo, niarhlboro da barca 'Santa Mana Roa Sur-
te... alto, e i oiii nina orelba de menos; consta an-
dar pelas Cinco Ponas, desconiia-se que se intitula
forro e estoja iialialb.inilo na estrada de ferro
quem ii pegar ou der noticia, ser gralnicado uo
escriplorio de Manuel Gonralves da Silva.
Ao haraleiro e de
boa cpialidade.
Na rna do Oneimdo n. 19 A, loja do f.unha, ha
ele gado de [iloxiilio um liquissimo sorlimeiilo de
manteletes de seda pretos bordados com babaHos
de 'nii'o de blondo, fazenda dn ultimo gusto, a ID?,
ditos da mesma qualidade enfetadoscom franjas e
sem babados a 35>, grosdenaples pretos mrflto in-
rorpados a .sSlKI, dito com multa largura a :3 o
corado, e dito mais a baiiu em qualidade a 2$5fl0,
dito de largura regular a iiW> e i?, fazendas que
vista das qualidades OS Iregn /es de bom goste
nao deixaro do comprar, mantas pretas deblonde
de seda pai.i seiccua a |J,<, ,1;'.,- de lili de liullO
bordadas a 7,S, meias de seda preta para senliora,
superior fazenda, a r.-j n par, riqnissimas cuberas
de velludo de bellissiiuj gosto, guarnecidas de
franja de soda eborlas as quatro ponas a Sr;..
inangiiilos com gollinhas de canibraia lanada a
5a5tltl, gidlinhas linas a 196110, manguitos de rain-
raa Una Iransparenlc a :fc5il!l, grvalas de setiui
prelo bordadas, de duas rollas a J,<7u I, e ditas >!
urna volt i a s. chapeos de massa franeczes a 69,
esli-si' acaban lo ma lapolo ene stado, supi rior
fazenda, com i jardas a 6$00 a peca, cassas iVao-
cezas de modernissmo goslo a 600 rs avara, di-
tas iiiiinlinas a KM rs., cortes de gorgurao de seda
para colleb s a 'i,, ditos misturados coui algodo q
ij$5<)0, riqnissimos tapetes com franja a 9$, ditos
sem '.Valija a S?, lencos de cassa com barra pro-
p.ins par crianca a 80 rs : e alin das fazendas
cima mencionadas, lem nutras mullas por procos
commodos.
Attenco.
Na roa llireila n. 16, fabrica de lancneos, se dir
quem vende carros e seus competentes bois, pro-
prios para uso de eonducos comnierciaes, muitu
em conla.
Gabriolet.
PORTUGEZ
Uelot
Nesle eslal
gor.ia c sexo.
CASA DE SALDE
TAEM SANTO AMARO.
DOS
f^m^ fe fe^lrfe.
33
Ollll
>c
**
ATllI.MI
I PERMMBICAM.
jL, Por ordem do Sr. vico-presidente
:,j.i Atlieiieu-Pernambucaiio, faco publico que
se acha marcado o dia 25do" crrente, s .
-_ _J*
Administrador deste estahelecimenlo, sito em
umarma?,im do convento de S Francisco confron-
te ao lllm. Sr. Dr. Sarment, tem a honra de parti-
cipar ao publico e nos seus amigos, que est pre-
parando indo de novo, e espera merecer acoadjn-
vaoao que seuipre sp ltie tem prestado, exforcando-
se a beui tteseoigenliar a sua nhrigacu, encarregan-
do-se ro, officios solemnes de corpo presente, e selimo
dia ; asseverando a eommodidade de preeo em
qualquer deslas objrigacocs, para o que pode ser
procurado no momio aniiazem, ou na ra da Cadeia
de Santo Amonio n. 34.
Irmandade do Senhor Bom Je-
ss dos A fflictos.
A mesa regedera da irma ndade do Senhor Rom
Jess dos Afflictos, erecta na igreja de S. Jos: de
l!ib-mar, sob a direceao dos Pescadores, pelo pr-
senle declara ao respeitavel publico, que no dia
i~ do crrente tem de apresen lar em solemne pro- :"; comnor a mesa nos primeiros quatro
1 a imagem do seu padruciro, leudo de passar i ,X! zesdo presente auno lectivo. Secretaria
pelas mas segninles : ao sabir da igreja, em fren- \, do Alheueu 11 de marco de 1859.
te ao paleo d Kibeira, rua do ltangel a do Quei- '.OK
mado, pateo do Collegio, ru a do mesmo a vollar
para a do Crespo, praca da Independencia, rua du
C.ibugi, dita Nova, ramboa do Carrao, paleo do
mesiuti, rua de lionas, dita dos Martynos, dita
Vugusta.a vollar no enetariz, pateo das Cinco Pun-
tas, dito do Tere, rua Ihreita, dita do Civi.mien-
to, a vollar para a da Penha, dita da Assumpco,
dita das Calcadas, dita dos Pescadores, dita' de
Sania Rita, Jila do Fagundes, a vollar para o pateo
da Ribeira, mata a rua de S. Jos, e recolher. Con-
sistorio 20 O marco de 1859.O escrivo.
Manoel llicardo Caldas.
Ningucm poder contratar negocio algum com
Joao Xavier de Helio, morador em Beberibe, com
os bens que elle possue, sem cunsentimenlo de sua
niulher Jherozadc Jess C.ava'.canli de Albuquer-
que, Resudo aullo todo 0 qualquer negocio feilo
se,ra esta confrinidadc. Recite 11 de morco de
X
10 horas da nianba, para se proceder "x
eleicau dos funecionarios, quo devein :
me- l5'.
:>;;
duas ve/es por dia pelos medir
i as melnorcs acommodacoes para se Iratatcm doentes de qualquer calhe-
A diaria menor he dc2st00, devendo o p'aganienlo ser feilo poivqunzenas adianlcs.
llavera o maiorzelo o er ipenbo no Iralainenio dos doenles os quaes sero visitados pelo menos
" isproprielarios do eslabelecimenlo.
LEITiUl.
A directora do Oabiuele Pnrlugucz de f.eitura.
leudo em considerai;o a ordem o regularidade que
dere haver no estahelecimenlo, avisa aos senhores
associaJos. queiram lera hondada de mandar en-
tregar na bibliotlieca os linos sabidos liara leilura
oiimiie fevereira pruzimu passado.
Secretaria 18 de marco de 1839.O 2."secretario
Josa i'. BarroUe.
Aleniao.
Precisa-se de urna ama que engomme e saiba
Cuntear roupa, que seja liinpa e llcl na liba dos
alos, casa do fallecido Dr. Navarro.
Na niaulia do da 1"> de fovereiro do 1859'
fugio dn engenlio dajlallas da comarca do Cabo,
um escravo de nomo Vicente, idade de 20 anuos,
pouco mais ou menos, altura regular, tem fallado
denles na fronte, f"i campia dos Alegados, e fui
escravo de Theodora Francisca de Ranos, morado-
ra na Embiribeira : a pessoa que a apprehender,
entregari na rua Nova, taberna do Sr. Jos l-er-
iiandes Lima, ou uo engonho cima, que genero-
sainente se graliliear.
O primeirn secretario
*x; Joaquim Moreiru de Catiro, x
'x-x;x;x.;x;x-x;;x;;x:x:x:;c;.x^
Na loja de allaiale, no becca Cargo n. 2, la-
zem-se capas, halinas, saniarra.s, capas vialorias,
becas e hbiles para lerceiro ; o mesmo meslre
da rua de Apollo, Alexandrino Cesar de Mello.
O Sr. Domingos da Silva Torres deiviui de.ser
caixeiro do Sr. Manuel Francisco da Silva Cnrrico.
Na padaria do paleo da Santa Cruz n. 6, pru-
cisa-se multo fallar com o Sr. Antonio Bernardo
Dias. natural da villa de Sanio Thirciu, casado ;
chegou a esta provincia como engajado, no brigne
portuguez .(Trovador, em IV de maio de 1857 :
tambem se roga a qualquer pessoa que delle lenha
conliecimenlo ou noticia, o favor de fazer aviso na
mesma padaria, qae se llie ftcarf liiuilo obrigado,
pela grande preelsao que ha de saber deste mesmo
Sr. Dias.
iLehmanit k E. BIih
JOAtllElROS
Hotel inglezsala n. A.
RcfpliPin por lotlos os \apo-
p'lsei'r'as alliieles' bin- ^ rCS tlit ElirO|ll e til) ill (le Jil-
iiciro olii-ns to mais niorrno
vaoslo, lano de Franra como
mlcsla iillima capital, asquaes
^lentlcni rom lotla i garulla
na qualiilailf tos nictaes c
4?das pedras, c pelos pretos
mais commodos possiveis,
'1 leudo semprc. t disposicao dos
g IVegne7.cs um liello e \ariado
^sortimeiito.
PEORAS PRECIOS VS.
Aderecos de brilhanles, i
diamantes e pcrolafl,
eos e rosetas, botdea
aunis de dill'erenles
goslos e de magnficos
brilbauk-s.
Conipram. vendem e
Irocam prala, ouro, bri-
lhanles, diamantes e pe-
rolas, c oulrasquaesquer
joias de valor, a dinbe-
ro ou por obras.
33
I.ourenco Pog, com loja de traste no aterro
da B oa-Vista n. 27, declara que Jos Cali nao
mais se) caixeiro, e por isso neiihuma Iransacro
poder fazer concementu dita sua cas a. Ilecife
22 do mareo de 18M.
Precisa-se alugar para urna casa estrangeira,
una mulatinhade fia 16 annos : na ruado Trapi-
che Nyvo n. 12 ; paga-se bein.
I). Claudiua Scnliorinha Vicira de Carvalho,
viura. do negociante Vicente Abes de Souza Carva-
lho, faz ciento ao publico em ger.il e com particu-
laridade au corpo de commercio desla praca, que
ella tem ultimado as sociedades que seu fallecido
marido uua nos casas commerciaes de Vicente Ai-
res do Souza-Carvalho o C, e Rraga Carvalho &
Silva, como j foi publicada no rio de Pernam-
fouo. ns. 22 e 53 de 28 de Janeiro e 7 de mano do*
Precisa-se de um caixeiro com pralica de ta-
berna, rapaz da gerencia da mesma. d-se bom or-
denado a quem possa preenciier ette lugar, sendo
preciso dar adora sua conducta, se estiver desar-
i lunado; e aquello que estiver arrumado, pude di-
rigir-se por caria fechada taberna n. 12 do aterro
da Roa-Vlsla, esquina do becco dos Ferreiros.
Roga se a todas as pessoas que se julgareni
(redoras ou que liverem cuntas com os contratado-
res das obras da illiiminaco a gaz desla cidade E.
T. Belbouse &C., de as apresentar no escriplorio
dos contratadores, na labnca do gaz, e cnlender-se
rom o engeuhern encarregado das obras, o Sr. C.
Wilmol, ou dirigirem as conlas ao mesmo senhor,
no esennterio dos Srs. Rostron Rooker& C.
Sabbado 19 do crlente fugio urna uegrinha
crioula de 14 a 15 anuos de idade, levnu veslido n
O hachare! Jos llonifa io de S Pereira lem
aberlo o seu escriplorio de a Ivogado no bairro do
* gundo andar : quem
l-inio de .-as causas
riptorio, das 9 horas
Ilecife rua da Cruz n. 18,
quizer encarregar-lo do paln
pode procura-lo no mesmo es
da niaulia al s 1 da larde.
AVISO
Furtarnm ha 20 dias
tio da moradia do aba
Passagem da Magdalen
carreira de um s pao
da pintada de verde co
pitania do porto M n
quem a tiver adiado
exisla de participar n
rua do Torres n. 1 i,
do,Antonio Jos Le
[Ao publico c ao corpo]
do commercio espe-|
cialmente. |
O bacharel abaixo assignado nlTereco Sj
os seos serricos de advogado em am- a|
bas as instancias no civel, crime e com-
mercio na capital o lora delta. Espero S|
Ser |irocurado, alMrmaiido que lomar 9
o maior iuleresse pelas causas que llie I
forum confiadas. O lugar de seu es- 9
criptoria nu primeiro andar do so- g
lirado novo n. 4 da rua do Collegio
aonde mora, poilondo por isso ser con- P
sullado a qualquer hora. z= Francisco IjJ
Luiz Correiii de Andrade da Silva.
rslOS.
Rclogos patente ingle/, por um dos mclhores
fabii'-antes de Loudres ; i en le-sc na rua do Crespo
li. 10, primeiro andar.
Vende-se una rica cadeira de bracos com
.-as competentes corroas, por preeo commodo,
por ler sen dono salado para ra da provincia :
quem a pretender, cnlenda-se com Caelano Pinto
OC \ eras.
Vende-se um prelo da Costa bom canoeiro, c
proprio para todo o servico : quem o pretender,
dirija-se a ruada Sen/ala Novan. 1, das 8 horas
al o meio dia, que achara com quem halar.
Vende se urna mulatinha de dade de 10 a 11
anuos: na rua da Cadeia de Sanio Antonio n.8.
Vende-se fumo nonio superior, chegado ago-
ra de Uaranbiins : na rua do Cotovello n. 42.
Os jesutas.
Sabio luz esla bella e inleressante produrco
da peona do Hr. Ildefonso Clanes Oodinez, e adia-
se desde j venda no largo da Independencia ns
(i e : u rua do aterro da Boa-Vista n. S2. loja
de miude/as : nocaldoSr. Paira, rua da Cadeia
de Sanio \ulonio, o em lodas as linarias desta
cidade, a 28 o exemplar.
Vende-se na rua do Pilar n. 95 em Fura de
Verlas, lodos os dias de larde peive, agulbas frescas,
| assim como peine de corral de boje al sabbado de
I niaulia cedo e se guarda para aquellas pessoas que
j zer eiicoiiiiiienda.
I Espelhos moldura
li dourada.
P Na jeja de miudezas da rua da Cadcia do Re-
CI cite esquina da Madre de Dos, lem para vender
ES I um lindo sorlimenlo de espelhos com moldura don-
Qi rada proprios para sala, cliapus de seda enfeila-
BI dos para meninas, chapelinas de palba enfeitados
B I para senhora a li&, entciles pretos de vidrilhn pro-
jg priospara a quaresma, manteletes pretos bordados
H> I e um cumplido sorlimenlo de calcado para humens,
&2 senhoras e meninos o que ludo Su vende por pre-
I Conuuotlus.
Vende-se uo cabriole! rosten com muto pouco
US", incito largo c i iiiu excellenles molas, cm i.s
competentes arreoe : quem o pretender e quizer
ver, dirija-se ao aterro da Boa-Vista numero, em
casa do Sr. l'-irier.
Vcude-av nina taberna com pomos fundos, no
becco l.argu n. li: quem a pretender dirija-se a
mesma que achara com quem Iratar.
Vende-se urna cscrava nio a niui habilidades:
nu Paleo de S. Pedro u. ti.
Km casa de C..!. Astley&C.
Cabos da ussia de uanilha.
i ubi para forro, com prtgos.
Viulios de iliampaiiha. Moselle c Bordeaux.
Salitre refinado.
Jumentos garanhoes.
Sao esperados dous de pura mea .iiidalusa, qup
se vi nderao a preeo commodo : na rua da Cadeia oe
llerile u. 1.
\>D(le-scuma escrava croula ile
211 anuos, salto on^onmar e. cczp pprl'oi-
laraeatp (oda e (narqner t|iialid;:ile cosliii-a: t'.ut'iii i ptTlontlpp tlirija-se a
roa oslreila da Rosario n. \2, nrimeiro
andar.
Veide-se um oscra\o rrimilo dp 22
anuos, ollicial de sapaloiro < aprpiidiz de
ipiIiti'o; c tambem una cabritilla de S
aiios, esta pde-sc procurar na rua de
Santa Thereza a. 2, o aquello na da es-
ircila do iosario n. \'l primeiro andar,
liolando-;.'.' que ambos sito de bonita I-
liura e iiiu'i irplciidcr dirija-se aos lu-
u,;;res deleniiiiiados.
(lamas de ferro.
\a loja do Vianna.
Biquissmas camis de ferro de casal, com arma-
o para botar cortinados, ditas de solleiro, de bo-
nilos modellos, btdas por preeo muito commodo :
na rua Nova n. 20.
>a loja do Vianna.
Riqnissimos apparelhos de metal do principe,
toteados de piala, ditos de metal hranco de baralis-
simo preeo, salva de metal do principe foliada de
prala, riqnissimas terrinas e pralos cohollos do
mesmo metal, e oulros inuilos objeelos no mesmo
metal, que com a vista do Inanes, muito devoran
agradar por ser fazenda chogada de novo : na rua
Nova n. 20.
Bandejas finas.
crrenle auno, por mandado du meritissimo tribu-
nal do commercio desla cidade. Ilecife 23 de mar-
co de 1859.
Precisa-sede um caixeiro que teuha bastante
pralica de Uhernae que seja dcligeutc para o b,
i .o : a tratar no largo da Ribeira de S. Josn. 1, da Magdalena, taberna na esquina que vira para os
chales usai'.i, o urna Irouxinha com alguna vestidos
usados, tem una cicatriz na nio direila, cabello
corlado baslanle rento, altura regular, secca do coi-
do moirao do $i-,
i ;o nssignado na I
uma caima de j
inda nova e to- i
a marca da ca-
171 : roga-se a
u souber aonde
dito sitio ou na
ue lera' gratilica-
Keis.
RECIFE Jl S.
REA
FRANCISCO.
esquina da rua de Santa Rita.
Aluga-setima muala para o servico interno :
na rua do UnUcgio n. 16, lerceiro andar.
Est fgido o prelo Manoel Cmbela, que lem
as pernas muito lorias, levnu calca azul e camisa
branca : quem o pegar leve-o taberna do Possas.
Precisa-sc alugar uma ama que saiba engoin-
mar e cozinhar .'para casa de pouca familia: na rua
Novan. 80. '
Qnem precisar de um bom reloglo de ouro pa-
tente iiighw, veude-sc em segunda mo por preni
commodo ; assim como de uma du/ia de colhcrs
de prata para sdpa, cotuperlo de'2011 oilavas, mui-
lo em conla : procure na rua do l.ivrainenlo n. :l,
loja de calcados, que se ajustar.
lis abaixo assignados scienlillcam aorespeita-
A coiu[iauliia se aeba pr< uipla a recelier propos-
las para a condiiceo de ui ni grande quanliaade de
trilhos e oulros materias perlencenles a mesma
Via frrea do lilloral das Ci ico Ponas, onde prei
Remedios, ou asen senhor Rernardino Jos Arantes I teniente 90 achara, ao luga'chamado Roa SlCCB ou
em sen ensenho Canieiro. villa de Seiinhciii, que Rerlioga, silo no rio Ipoju a.
inle po, com alguns pannos pelo rosto : quem a pegar,
hal- leve casa de Renlo Joaquim Comes, na l'assagem
sera generosamente recompensado.
rugi no dia quiila-feira 17 do correnle mez
de man o, um escravo de nome Janiiariu, cslalura
regular, cabello cortado de novo, rom cafurina na
frente, rosto redondo e muito r.heio de espiabas,
ps grossos e o direilo baslanle inchado, cun duas
tirillas na [lerna, uma maior que nutra, ambos os
pos com principio dearislim dcerysipella que Ihe
tem dado, sabio com camisa de bala verde, calcas
escuras, levara uro cestinho de timb, um chales
encarnado com barra amanilla, uma almofada ib
costura e dous vestidos de menina : quem o pegar
leve-o a taberna de .loo Jos Lopes da Silva, no
boceo das Barrearas na Boa-Tiste, que ser genero-
As propostas dovero si r enviadas por escripto,
marcando o preeo por ario ns inclusive carregar o
di'Soarregar o peso que p lo ser conduzido porca-
da barcaea. o maior nunieio dellasque se podercm-
pregar nesle servico assim como o lempo gasto em
cada viagem.
Kscriplorin dos engenht iros na villa do Cabo 10
de marco de 1H59.
1'. 11. /Viii.-oii,
l'n: enbeiro em chefe.
VIA FRREA
vel publico, ecom especialidade ao corpo do com- i smenle recompensado.
mercio, que elles tem celebrado sociedade na taher- | O abaixo assignado avisa a um lavrador do en-
na e hotel, estabelerulos na loja e primeiro andar l genho Berlinga da freguezia de Ipojuca que lhe res-
da casa n. 28 A, sit na rua do Tranicbc. gyrando litua uma lellra da quanlia de 1408000 de princi-
pal, -
na o hotel, estabelerulos
da casa n. 28 A, sita na rua do Trapi
ambos na razio de Manoel Antonio Pires o: C. ; pe-
lo que todas as pessoas que se julgarem credores
do associado Manoel Antonio Pires, queiram apre-
senlar-se com seus ttulos, allm de serem conferi-
dos e pagos, por ler o mesmo Pires de fazer uma
viagem, durante a qual encarregado do lodo o ne-
gocio o seu associado. Recife 21 de marco de 1859.
Manoel Antonio J'ires.Jos llodrines de h-
drade.
_ Arseada-se um sitio com excedente casa de
vivenda na lugar da Torre margeni do rio Capiba-1
ribe confronte & cslrada do Manguinho, cuja casa'
alm de ser edificada com muito goslo e ser eollora-
<|a cm um ponto de vista agradavel lano por della
avislar-se todos as casas da Capunga, l'assagem e
Ponte de Cchoa, conim4 salas de 30 palmos qua-
dradosrada una, sendo 3 forradas de rico papel e
o tecto de estuque, 11 qurtos, sendo forrados de
papel e o tecto d* estuque, eozinha fura, bstanle
espacoso, cocheira para 3 carros, quartos de cria-
do e de prelos, estribara para G cavallos, casa para
gallinheiro e animaes domsticos, 2 cacimbas, ir.ua
com exccllcnle agua de beber, oulra com bomba,
da qual deita agua para a casa de bahho que Oca ao
p, ardite com ligeras o jarros de louca finos, mu-
rado na frente com porlao de ferio, baixa de capim
que sustenta adDuul dous cavallos, pomar de larau-
geiras, selectas de v.tnbigo, alm de outrasfrur-
leiras do paiz: os preteudcnles dirijam-se ao aterro
da Boa-Vurta n. 2, segundo andar.
AMA.
Preci'a-se de ama ama para comprar e cozinhar
para uma pessoa; na roa das Laraugeras n. 11,
primeiro andar.
2, Golden Stjuare, Londres.
Heacent Street.
S. fi. OI.IVEIRafeudo augmentado, com to-
mar a casa contigua, ampias e excedientes acenm-
modacoespara muito. maior numero de hospedes__
de novo se recommenda ao favor c lem branca dos
seus amigos e dos senhores viajantes que vsitem
esta capital; contina a presta r-lhcs seus servicos
e buns Offltos, guiando-os em todas as rousas que
precisem conheciincuto pralico do paiz, ele. Alem
do porluguez edo ingle/, falla-se na casa o hesoa-
nhol e trance/. '
RIJA UO VA W. 18.
Ricas sahidas de baile.
M. A. Cajd 4 c. tem para vender um riro sorli-
menlo de sahidas de baile as mais hem acabadas,
queso pude encontrar nesle genero, um sortimenl
de eamisinhas e manguitos burdudos para senhoras
lindos entalles para cabee, chaposinhos enlejia-
dos para maneas, toueas para ditas, chapeos de
sol de seda de mola, ditos de seda e pahinno para
hnmem, ligas, chales de I-, e seda irelo e de cores
esqueira, 1 de
Recifc a S
vcucida desde o dia 1S defevereiro do anuo
prximo passado, com os competentes juros venci-
dos, que com o su.dpradito principal monta rs.
173g(0ll. Desojando esclarecer an Sr. lavrador,
digo-lheque essa lellra foi saccada coulra Vine, pe-
lo lllm. Sr. tenaate-eoroftel Isidoro Carneiro P. de
SiqueiraCavaleanli e que boje me pertence como
commiiniquei a Vmc. e que live em resposla um
pedido sen para reforma-la. visto como s o poda
pagar em lStiO, e que aSSm leudo feilo c remellido
nao s a lellra reina como a de reforma, para me
inandar ussignadi, Vine, inulilisnndo a assiguada
nao quiz mandar a de reforma ; perianto peco en-
carecidamente a Vmc. que uo prazo da publicaco
desic a -Sil dias entregue ao seu amigo o Sr. Isidoro
Carneiro Pessoa de Siqueira Cavalcauli Jnior dila
lellra on a de reforma depos de assiguada, do con-
trario publicare! seu neme por extenso. Peco ao
Sr. Isidoro Jnior que teuha abundado de, lindo o
prazo dos 40 dias, declare por osle Diario se foi
ou nao recehido da fallada lellra. Pe:
marco de 1850.
Joaijiiim tijnai-i'i de S'uneira.
Ijuem tiver uiu breviario j usado anniincie
sua morada.
Precisa-se de dous ofllcaes de niarciuciro
para Irabalbar em obras de Jacaranda c tambem se
loinam discpulos sendo livres ou captivos, dando-
se-lhe de comer e casa para inoradla : na rua da
i ain'iua do Carino n. 14. loja de marcineiro.
O padre Manuel .los de Olivcira llego, vai a
Europa tralar de sua saude.
Precisa-se de uma pessoa com baslanle p-
tica e hahilitaccs em negocios de lerragens :
quem estiver nessecaso dirija-se a rua da Cadeia do
Recife n. 48, primeiro andar, que achara com
quem Iralar.
Contina fgido desde o dia C de agoslo do
auno paoximo passado, o escravo Antonio Cacange,
com os signaos seguinles : reprsenla ler 36 anuos, I
pouco mais OU menos, altura regular, cheio do cor-
po, rosto redondo, pouca barba no queixo de bailo,
cor, preta cangueiru nu andar, talla pouco, e tem
mareas de relho, casado e foi escravo dos herdeiros
do Rnado Caelano Concalves da Cuuha ; consta a-
char-se refugiado em Ierras do cngeuho Cacimbas,
da comarca de Sanio Antao ; a pessoa que o appre-
hender COoduza-0 ao engenhu Curcahy da enmarca
l'o d'Alho, OU no Recife na rua da' Cruz n. 02, ter-
ceiro andar, que ser generosamente recompen-
sado.
SEGURO CONTRA FOGO
XORTHEKN ASsUkANGE COMPANY
LOffDON.
CAPITAL < 1,500,000.
\gcnlc Cu 1. \si\c.y c C
Offcrere condicoes limito favoraveis premios
moderados.
AMA SECCA.
A comp.inhia precisa ei ipregar 3011 obreiros
Cabo e L'liuga, e ol
dicionaes entre a villa do
as seguinles vantngens.
Est resolvida a conlralbr os aten
pequeos, por procos qu i garanten!
aos eontraladores, du que
balhu diario.
Einpregar-se-hiu lodos
Francisco
ad-
rice
s em lances
maior lucro
o que se realisa pelo lia-
os humens de forca e ac-
tivos por um preeo propor onal equivalente*a 1^280
rs. diarios.
Contratar-se-hao pedrt irot, earapins, ufliciaes
depedreiro, f; Teiros,as m como oulros meehaiii-
cos, luediaiili mdiccoesj
qu mediante | j diaria
que preferirn .
llavero moradias para
mentes sern transportad os gratuitamente da este-
pontos das suas moradas
jola linba. Tambem se wneeder uma passagem
au Recite para lodos os que foiem emprega-
tavoraveis empreitada
irorrespoiidenle, nu caso
os obreiros, cojos manli-
o das Cinco Ponas aos
dos, para ida e volla nos Labbailns, depOS de feilo I
pagamento ; assim como a lodo lempo se dar pas-
livre, de 21) bonicos,; um, para o lim d
piar in.ilililiienlus.
Escriplorio dos engenl
de mareo de lb'i'J.
eiros na villa do Cabo 10
COMPANHIA
ALLIANCE
Eslalicletida cm Londres
ms h mu.
CAPITAL.
Cineo milViocs de Vibras
esterlinas.
Sannders Brothers & C.a tem a honra de informar
aes Srs. iiegocanies, proprietarios de casas, c a
quem mais convier, que eslo plenamente aulorisa-
dos pela dila eompaiihia para elTecluar seguros so-
bre edificios de lijlo e pedra, coberlos de telha e
igualmente sobre os objeelos que couliverem os mea-
mos edificios, quer consista em mobilia ou cm fazen-
das de qualquer qualidade.
Precisarse de um cozinheiro para uma navio
que vai para Lisboa : quem estiver nestas rirruins-
lancias dirija-se ao largo do Corpo Sanio u. ti, ar-
mazem.
CASA DE SAUDE.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier, proprielario da an-
iega e acreditada can de saude sita ao norte da es-
trada da pnssagem oa Magdalena, entre aponte gran-
de ei pequea do Chora-menino, e na mesma re-
sidente, tem disposto os nielhores commodos para
receber qualquer pessoa enferma, e achando-se o
seu eslabelecimenlo as mais agradareis condicoes
hygienicas: contina a offerecerosseus servicos,afc
flaneando o melhor Intrnenlo e o maior solo no
curativo das molestias. U mesmo doulor, lem des-
tinado uma sala para parios, cuja utilidade he iu-
conostavel.
B.VO EflCAKRMADOS PA 0.1X101
Operaroes.O lllm. Sr. Jos PraDCisco Pinto Cui-
maies, ciriirgiao do Orando Hospital de Carina-
do, cuja pericia he bein conhecida.
Medico consultante.lllm. Sr. Commendador Dr.
Jus Joaquim de Moraes Sarniento.
Parios.0 lllm. Sr. Dr. Silvio Tarquinio Villas-
las.
PathologU dulrina.0 proprielario do eslabeleci-
llieillo.
A diaria ser de 3J000 e 2,^000, conforme a gravi-
dade e duraco da molestia.
As pessoas que qui/erini um Iralamenlo dislinclu,
pagarn na ra/u da desposa que tizereni.
Operaroes, sangnesugas, conferencias serio pagas
aparto da diaria.
Passagem da Magdalena 22 de dezembro de. 1858.
Dr. Ignacio Firmo Xavier,
A luga se um sobrado a margem
do rio C ijiiii 11 be, na estrada de ponte
de Uchoa : a fallar na rua da Aurora
n. 2(5.
Precisa-se alugar um p reto robusto proprio
para o servico diario de uma cusa : d-se comida e
roupa, e paga-se bein : a Iralar na rua da Collegio
ii. 15. iirma/em.
Precisa-se alugar uma casa terrea em bom es-
tado, no bairro de Sanio Antonio ou Boa-Vista : di-
rija-se rua du Crespo n. 2.
Agencia de passaporlcs.
Claudinn do llego Cima lira passaporlo para den-
tro e fora do imperio, por commodo proco e prs-
tela : na rua da Praia, primeiro andar n." 13 ,
Aviso aos Srs. negociantes
desla praca.
Trapiche do ('imita.
. Nesle eslabelecimenlo recebem-se e emharcam-
se saceos com assucar, com toda a promplidO'e
aceio pelo diminuto preeo de i!) rs. cada um.
Ivrlissenienl Ittiislesn-
gocianls de celta place.
Trapiche Cunha.
Dsormais on embarquen le sucre, daus cel ta-
blisseineul, 10 rs. le sae. On garant! loute la
promplilude et la plus grande propel dans I
service.
Vviscloallllielradershere
Trapiche Cunha.
Molleos hereby given ihat henceforward earh
sack ofsuggar sball pay 10 rs. fui- depositing and
embarking. Promplilude and cleanliness iu lhe
service ave warranted.
Vestuarios de phan-
tasia para meninos.
Na rna da Cadeia da Recite esquina da Madfc dp
Uros adia-sc renda vestuarios do phanUsia para
menino, casaveqaes do eambraia bordados para
senuora meninas, soriiuifuio do roupas oilas o
lindas saias bordadas para sehora ludo por preros
commodos.
Binculos.
Na rua da Cadeia do Ilecife esquina da Madre d
Dos, venilein-se ptimos binculos de maiirepero-
la, niaiiim, bfalo e metal envernisado, assim C0-I
un um esplendido sorlimente di jarros de \ idro e
porcelana para Bocea, lado por prefo muito cum-1
modo.
Chapeos de palha escura para
homem por precos baratos.
Na hem conhecida loja da boa f, na rua do Quei-
"' mado n. '11, cncontrarao os bons freguezes um com-
"' pelo surlinienlo de chapeos ingleses de palha escu-
ra de furnias intcirameiile modernas e bonitas da
ultima moda. Tornain-se rccomuiendareis por se-
ren mui leves e frescos para a presente estacan :
vendeiu-se pelos baralissimos precos de A% e5J,
vendem tambem chapeos c honets da mesma quali-
dade para meninos a 3g 3jjju0l).
Ero casa de Kabe Schmettan & C.
rua da Cadeia n. 57, vendem-se elegan-
tes pianos do afamado fabricante Trau-
naim dellamburgo.
Compras.
; Coiu|iram-se mis arreios para cabnotet, e que
cstcjaui em boui estado : quem tiver annuncie ou
dirija-se rua oVCrii/. du Recife n. 60, loja de cera,
que se dir uuem compra.
A saboaria da rua Impe-
rial compra sebo em rama
a 9$ a arroba a dinbeiro
vista: a tratar com o seu
administrador.
Compra-Ce urna casa terrea no bairro de San-
to Antonio ou nos limites de S. Jos com o de Sanio
Antonio : a pessua que tiver, peder iratar o ne-
gocio na rua de S. Jos n. i5.
Vendas.
II'. V. Penitton,
l igenheiru em chefe.
TO fl'ffifBM
1)0
RECIFE A S40 FRANCISCO.
A i'uinpanhia esla pr impla para entrar em ajusl
com qiiaesquer pessoas qu
de
tas
da,
das
m quaesquer pessoas que queiram eucarregar-se eSCVintoriO li 1 4
: transportar mnleriaif dos lugares das Cinco Pon- ,',,,, .,. ,
I e villa do Cabo parios pontos de Pavo, lin- Tor7e Tm o ,"T i" 23 ""! "" '08?
, Para e Timboass.kssim como ......os punios I","", ;"KT ,lu no 'nl"1''"'1"'..''" Oxcellenle
s divises mais dislaf.lcs da via forrea. 'T t uv'"da l''1, B';'J '"'ba. conlendo
Vende-se uma perce de garrafas o botijas ra-
zias, per preeo coniinoib'i: na rua Imperial n. 47.
Farinha de man-
dioca.
No deposita do largo da Assemblea n. 0, vnde-
se supenor fariuha rnegada ltimamente, cm sac-
eos grandes, por conunodo preeo.
\ende-se um eabriolel com coberla, forte e
ile muilo ba eonslruccao : uo Cyniiiasiu.
Espingardas muilo
finas.
Vendem-se espingardas muilo finas de umedous
cuinos eni elija, com todos os perleuces, esem
nal dina : preeo muito barato A vista da qualidade : na
se bem : a tratar na rua '"'' da cadeia do Recife n. 61.
vende-se uma casa terrea de pedra ccal na
IraveSM da Capunga, com 15 palmos de frente e 64
de fundo, e quintal e cacimba, sendo eho'proprio :
a Iralar na mesma com Maria Eugenia da Conceico.
Ama de leile.
Precita-se de uma ama de leite para
crear uma creanca di- 2 me/es, a <
agradando paga
da Aurora n. 42 no primeiro andar ou
na rua do Torres (piarado Corpo Santo)
O abaixo assignado [estimara receber propostas
por escripto, cstabelec
cada arroba de peso,|
obrigarao fazer trans
Todas aquellas pes
ajuste com a companb
dereni ubler passagem
metieren] seus proprii
estabelecido pela labe
neos ca/tfreques de seda prela e de cores para mon- Precisa-se de urna ama na rua Nova n. 20, que conla.
lana, um lindo sortiniento de carimbas de conchas saiba comprar e
de mariscos e husma para guardar joias, ludo por
prern razoavel que agradaro s vlsias dos com-
pradores.
udo o preeo por legua por
lo qual os proponentes se
loriaros mismos materiaes.
;oas que conseenirem esli
a, leraO o privilegio de po-
livre pela via frrea, e re-
generas pelo frete mnimo
la.
Uscriplovio dos euge heiros na vilta do Cabo 1(1
de mareo de 1859.
W. M. Peniston,
Engcnheiro em chefe.
Precisa-se alugar um andar de sobrado rom
bons commodos, taeslcomo 2 salas, 4 quarlos que
sirvam para dormidas, 1 para banho, quintal com
estribarla, etc.: a Iralar das 10 horas da nianhaa s
:t da larde, no escripljurio da ruinpanhia da via-fer-
rea, roa do Crespo n 1.
.Na rua do Tere i n. 62, defronte da linliiruira,
fazem-se bandejas di doce para casamento; e na
mesma casa tambem fazem-se casaveques, vestidos
para casamento mui o bem feilos, e ludo muito em
mprar e cozinhar, lavar e engommar, tudo Xa Iravessa da) rua do Vigariu n. 29, terceiro
com petfeicao, para casa de homem solleiro, paga- andar, se ofierece urna mulber para fazer comida rreeisa-se de um criado para o servico de
se bem dando a pretndeme banca sua conducta: para qualquer pessoja, dando lhe lodosos prepares, mesa, e de um para o billiar paga-se ucru n.i na
na rna Nova n, 20. o que far or prec commodo. do Trapiche Novo n. 2, hotel da Europa.
salas, 10 quartos, co/.iuha (ora, ma sensata, coche-
ra para 2 OU 3 carros, quartos parra criado e putos,
estribara para 6 cavallos. quarlos para animaes do-
msticos, galinheiro, cacimba com excellente agua
ile beber, e oulra com bomba e casa de banho, jar-
dini com vasos finse figuras, baixa de capim, po-
mar de laraugeras, alm de oulras inicias do paiz :
a pessoa que pretender, dirija-se a rua de S. Jos
n. 45.
O abaixo assignado, subdito porluguez, rcii-
ra-se al o lim desle crrenle mez para o Rio Gran-
dedo Sul, a tratar de sua saude.
Manoel Munltiro da Cunha.
PERDIDO.
Perdoste um botan de punhn de camisa, desde a
rua da Cruz du Ilecife at a rua do Trapiche Novo
o liolao redondo, de pedra verde escuro, com
dous ganchos e uma cora no meio, de ouro : a
pessoa que o achoii. querendo enlrej;a-lu no caf do
commercie, 'lo Sr. lllandin, lhe ser entregue o va-
lor do mesmo.
IVova luja de funileir.
Precisa-sede um ofBcial de funilciro para admi-
nistrar urna loja. sendo fiel lira bom resallado : na
rua da r.ruz do Ilecife n. 37.
Precisa-se de un criado para
Temos de bandejas imitando charo, ditas ordi-
narias para todos os procos, guarda-comidas de ra-
me, lampas de rame para cobrir pralos, lallieres
fara mesa de lodas as qualidades, riqnissimas co-
lieres de metal fino para sopa e cha, riqnissimas
bridas de metal do principe de riqnissimos inodcl-
los, ditas esporas do mesmo metal, e oulras umitas
cutilherias, que ludo nesla lujase vende por proco
muilo commodo, em porcao e a relalho : na ma
Nova n. 20, loja do Vianna.
Mobilia barata.
Vende-se urna mobilia de Jacaranda completa^
lendol sof. 1 consolos. 1 banca redonda com pe-
dra branca, 12 radairas de guarnico, 4 dilas de.
bracos, 2 ditas de balanco, sendo muilo modernas
e bem feitas. e oulros muilos Irasles, lauto de ania-
rello como de Jacaranda. Na mesma loja lomam-se
discpulos para aprenderem u oflkio, tanto livres
como captivos, dando-se-lhes de comer casa para
morada. Na mesma casa precisa-se de dous olvidaos
de marcineiro : na rna da raruboa do Carmo n. 11.
Xa loja ao p do arco de Sanio
Antonio,
chegou um sorliuiento de loalhas de labyrinlho,
lencos de dito, rendas estrellas e hicos largos.
Sylindro para pa-
daria.
Vende-se um sylindro anda novo, e j experi-
mentado : quem o quizer comprar, dirija-se a pa-
daria do paleo da Sonta Cruzu. 0, que achara com
quem Iratar.
Fazendas prelas para a
i
No aterro da Boa-Tiste, loja n. 60, de Gama &
Silva, sendo um completo sorlimenlo de grosdena-
ples prelos, pannos e casemiras, pelos precos se-
guinles : grosdenaples, o rov.-.do a l,s2o(l, lsGOO,
IjNOO, 25. SgB40. casemiras pretas, cortes a 55500,
tSOO, 7500 d 12j> cada corle, e pajinos pretos
de dilterentes pi ecos e qualidades.
Loja n. 37.
//c no rua do Queimado a loja
de quatro portas.
Se iii mitra um completo sorlimenlo de grosde-
napln preto de igOO, 1S800, 2, 2jJ200, 2gi00,
,S00. 3J e 3,200o corado, dilos de cores de 1,600
e 2j o covado, panno fino preto de 2,51X1 al 12J o
covado, dito cor de rap e verde cor de garrafa,
fazenda muilo superior a o covado, casaveques
de fustn ricamente enfeitados de ricas trancas fin-
gndo "lindos bordados a lfljj, cortes de vestidos de
phantasia muilo lindos e dos mais modernos a 18g,
dilos bordados a velludo de cores muilo lindas a
30g, ditos bordados a seda com lidas flures a 28$
cada uro, palelois de panno e de casemira pretos e
de (ores de lli at 25$ rada um, ditos de brim
branco muilo tinos de f, 5.500 c 6$ cada um, ricos
pannos da mais fina casemira de lindas cores para
cima de mesa de meio de sala, toalhas de linho cru
proprias para rosto a 1J280 cada uma, redes de
cores viudas da Baha da Traico, obra muito bem
acabada, pelo diminuto preeo de 18$ cada uma, e
nutras multas fazendas que s com a vista do com-
prador se poder mostrar, e se vendero por pre-
eo muilc commodo.
Na rua Nova n. 2 lo-
ja de Nabuco V C. vende-se excellente
fumo trance?, (verdadeiro caporal) para
cachimbo e cigarros, tambem tem ci-
?_garros do Rio c papel para os c|
-:
w
l'illlliillllll III ''-'"'' ''! \5;i
Vendem-se chapelinas de seda para se- !!
nbora, chapos de palba sinzente e escuro
com plumas, ditas de palha de Italia en-
feilados, dilos de fellro amazonas, chepos 2
de seda para meninas, dilos para meni- ;!
nos, ditas ile palha de diversas qualida- **.
des e enfeitados para meninas, ditos de "Vi
feliro branco e de cores enfeitados para 2?
menino ele.: na loja de Nabiiru 6: C. na :r?
rua Nova n. 2. .'**i
Revalenta arbica.
He com esle nome ha pouco lempo conhecida ues-
te paiz una fcula, elijo longo uso e miravilhososef-
feitOSBoha muilo conhecidos > bem notorios na
Europa. Esia farinha que os mdicos mais i irriims-
pidos e expelientes lem elupregado (III llivel-as
molestias e circumslancias lhe lem grangeado o cr-
dito bem merecido de que boje Roza. Arevalenta
arbicaalem de militas e variadas enfermidades,
que ella cmbale sem o menor sollrimenii, do pa-
ciente, he especialmente applicada as pessoas que
ca.com de um alimento delicadojcslaiiraule e de
fcil digesto. o qual longc de ser repugnante pode
ser tomado com apetite como qualquer entra au-
mento ordinario. He especialmente empregada nos
padecimenlos pulmonares, debilidades de qualquer
orgaoentraquecido por toda e qualquer doenra e
particularmente para molestias no peito.como tos-
ses, coqueluches, asuma, alias de estomago, Ma-
quea nervosos, affecrces do ligado etc etc. Ven-
de-se smente na rua da Madre Je lieos n. 1, I'.-r-
naiubucu, bollen e armazem de drogas de Joan da C.
Bravo.
He chegado a loja do I.econle, aterro da Une-
Vista ii. 70, escolente leile virginal de rosa bran-
ca, para refrescar apelle, lirar pannos, sardas p es-
piubas, igualmente o afamado oleo babosa para lim-
e fazercrescer os cabellos; assim como p impe-
rial dn lyrio de Florcuea para bortoejas e asperida-
des da pidle, conserva a frescura e oavelludado da
primavera da vida.


r
Vende-se na loja de Nabuco \ ('.., na rua No-
va n. 2, palclolsdc panno tino pelo para bomeni,
dlie. de casemira de cor, ditos de alpaca prela e
de cor, dilos de brim de diversas qualidades, col-
leles de velludo prelo e de cor, dilos de seda, di-
tos de casemira, ditos de. fuslo e paletols c calcas
de la propria para a eslaco present! ele, e ou-
lros milites objeelos para homens.
Vendem-se lencos de eambraia bordados rom
bco para senhora. golinhas e manguitos de eam-
braia bordado para senhora, camismliaa iiordadas
propria para montana, ntremelos e babados boi-
dados, aderecos de vidnlho para cabeca, dilos de
froco e lilas,lo\ as de seda decores bordadas para se-
nhora, lem mlios do rolroz e imitas mullas blen-
das de gesto que se vendem na loja de Nebuco o
C, rua Nova n. 2.
Vendem-se ricos vestuarios de velludo, de
seda, de casemira e de brim para meninos e meni-
nas : na loja de Nabuco A; C. na rua Novan. 2.
Para irmandade,
Vendem-se lilas de chamalote encarnada para ir-
mandade : na loja de Nabuco \ C. na rua Nova n. 2.
Vende-se na loja de Sabuco 40. na rua Nova
n. 2. ricos pentes de tartaruga para atar cabellos a
12,Hl, 25$e30$ (.ida um, chapeos de sol de
seda a$cada um. ricas sahidas de baile de case-
mira bordada, casaveques de fuslo bramos e de
mussolina para senhora, dilos para meninas'elc.
Vende-se na loja de Nabucn & C. na rua No-
Nabuco c C com loja na rua Nova i~57yen-
dem chapeos de castor preto inglezes para ho-
mem, dilos de castor branco raspado, chapeos do
Chyli, ditos de fellro copa alta, ditas baia, ditos
do Chyli para meninos, honets de panno para ho-
mem e meninos.
4 FAMA VOA.
I. 15,
Wua do Crespo.
Lencos de seda grandes e pequeos al$000 B
. cada um. Oh que pechincha.
' : -.i : .-. :.?-": ~-h
>a labnca de espillos da rua Direila n. 17,
continua a ler esprilos das melhores qualidades e
preeo o mais commodo possirel, assim como alcnul
o mais subido em graduaro que ha no mercado.
Vende-sena loja d Nabuco & C naJoaMova
n. 1, borzeguins de lustre para homem a!{ ( 10$,
ditos de bezerro tachiados, dilos de pelica (aspea-
da de lustre, borzeguins de duraque preto gaspeado
para senhora a 4$50(1, dilos de car, dilos prelos pa-
ra meninas a 3$500, botins de bezerro para homem,
sapalos razos de lustre rom salto e sem elle, dilos
de bezerro, sapatosde lustre para neniuos a 5$,
e ditos de bezerro a 45. *
A FAMA VOA
M. 15.
Rua do Crespo.
Nesles eslabelecimentos de fazendas finas ^
vende-se ricos cortes de vestidos braneos com 3
3 babados ricamente bordados a lfij e goh- j
tilias bordadas itelfaspasso a :1$20U, ricos bi-
nculos de. marnw, esparlilhos de carretel e '
r\ nulas a b.? rada um c nutras umitas fazendas H
.... de''oslo e finas se vendero por baralissimos ''-
- precos.
Vende-se um cscalcr novo e bem construido :
a halar Ka rua da Cadeia do Ilecife n 4.
Vende-se um eabriolel desenberto, muilo bem
tratado, com arreios: no pateo do Parazon. 10.
Rua do Queimado n.l.
Na loja na rua do Queimado n.l. antigamenlo
Conhecida pela do meia pataca, existe um cmplelo
sorlimenlo de fazendas, que se deseja liquidar por
qualquer um preeo, allm de cm breve se poderdas
nova organisario mesma loja. Mas nao sendo por-
sivol mencionar um porSim, todo* artigos de que
se compono dito sorlimenlo, limitamo-nos aos se-
guinles, adicionando-lhe seus baralissimos precos,
allm de que os amantes do barate facam adevida
idea do quanto economisarto em se sortirem cm
dita loja : corles de cassa chita a 1$600, ditos finos
a pinta miudinlia a 2$, cassa de cor, vara 320 res,
ditas linas o I.xas na cor a .140, dilasfrancezas mili-
to fina a 640, sedas de quadrinhos a 1$, dilas mili-
to largas a 1fi0O, ditas de quadrinhos miudinlios
assentes eni grosdenaples a 1$500, fazenda de la
com quadros de seda a 320 o covado, dita superior
a 400 rs., chaly padrees iiiteirameule uovos a 1$,
chitas fraocezas superiores, tanto em panno como
I em Untas a 320 o coi ador ditas escuras a 260 o co-
alpacas de urna so cor, fazenda muilo fina a
500 o covado, ditas com lisuras de seda a 500 co-
rado, tiras bordadas de 6 melros, por menos 25 por
0 II do que em oulra qualquer parte.
Para senhoras.
Vende-se na loja ileNabuco4C.na rua Novan.
2, ricas basquinas de Mona preto bordados, chale,
de dilos, manteletes de seda'preta, ditos de bteml
prelo bordado, luvas de seda prela bordadas, adere-
va n. 2, camisas, seroulas e meias de la proprias J0 prelo para cabeca ele, e oulras muitaj fincadas
para pessoas doenles.
pretas proprias para a quaresma.

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Na lojaj empanada encarnada, ra do Qucima-
do n. 37, araba de rerober ltimamente de Frailea
mu completo sorliniento de blendas pretas, pro-
prias para os arios da semana santa, bem romo
si'jain, ricos cortos de vestidos de grosdenaple prc-
to, bordados a velludo o a retrox, manteletes de
grosdenaple pelo, rieameulr enfeitados, maulas
delll prelo e los pretog, fazenda muili
Ricos enfeites com vidrilhos
para cabeca.
Vendem-se os mais ricos enfeites pretos e de
cores com vidrilhos, pelo baratissimo preco de 4g
(i; cada un : na bem eonliecidii toja de miudezas
da Roa Fama, un ra do (.'rimado n. 33.
Cartearas grandes com chaves.
Vendem-se por prero muilo baralo carleiras
grandes com chave, prprias para guardar dinlieiro
e lelraS : na ra do t.lneiniado, na bem coiihecida
luja de miudezas da l'.oa Fuma n. 33.
Aterro dit i:m>-\ isla n. O.
\endem-c
se minio superiores casinetas
......i milito superior, a das, com mu pequeo toque de mofo, pelo b.i
melbnrquc na no mercado, grosdenaple pelo de simo preco de360 rs. o covado.
uiiiilas qoalidades, un completo soriimenlo de
panno lino prelo e de easemira pela para lodos os
piaros, eludas estas (agendas se vendern por me-
aos pirro do que cm nutra qualquer parir; lam-
ben! so ahinca de servir e agradar rom luda a deli-
railr/a Mh aquellas possoas que requnitarem
OSW rslaiieleriiiirnto.
moscla-
aralis-
Farinha de trigo
Vende-se urna preta de 21) a 25 anuos, sadia
e rom habilidades : na na di> Joo Fernandos
> leira, sobrado n. 15.
Vrnde-se un raivan com irparlinienlos, pro-
palen
Ven
cisco i
gomen
nieiro
Diario de Pernambuco.Quinta feira 24 de Marco de 1859.
Negocio.
-se o pequeo deposito da ra de S. Fran-
6, com lodos os gneros ou srm alies, 011
a armaran : no paleo do Carmo n. 9, Bri-
ndar.
ndr-se nina pela perita engoinmadeia,
na dij brrela c sabio, enzinha bem o diario de
nina clisa, laubrm se troca por oulra que saiba v
der quitanda : quem quizer comprar ou tratar, di-
rija-s.j ao losar dos Arrombados, na oidadu de
Dlnid, defronte da capclla, que se dir quera
vend Ir.
i|llr
proprio para taberna, em bom estado
no Carmo n. il, primeirb andar.
para laulernas di
slerinas
Champagne de sidra,
em barricas de t dunas.
Viiilio champagne eonlc de
che
HA IL'DM
i p do arco de Sanio
Antonio
Fernandes & Filhos tcm superior farinha de tri-
go da marca SSSF (llegada antes de honlera que
vendem a preco muito em cnuta : no seu armazem
na da Cadeia n. C3. hecco da Madre de lieos n. 12
Veudeaxie suleiras e saradas de pedra de
rantaria : a tratar na na do Torres, escriptorio de
Lrmos Jnior & Leal Iteis. .
BORDADOS" FINOS.
Na ruando Queimado n. 37,
loja de 4 portas.
Tem nm completo soriimenlo de bordados, como
soja gounhas para 600,800, 1{t e 1*300 at 3, man-
guitos de I56IIO o par at 2$4O0, manguitos rom
gpuunas de ricos gustos a 4f, 59, 09, 89, I09 e a
.EIr' comPlel0 soriimenlo de liras bordadas e
eutremfiosranrezes, liras bordadas inglezasde di-
versas larguras e de urna fa/enda muilo supeaior
propria pora ralcinhas de mancas e para casove-
qurs, camisiiiluu bordadas com golinlu e mangui-
tos por preco commodu.
O Leile & Irmo coniiiiuam a
torrar.
Mussiilina toda encarnada, covado 220 rs., cara-
braia Usa muilo lina a 3$800, 4$80O. 5g200 e 5S&00
rs. a peca, de 10 jardas, brim de linho para calca
de bonitos padroes a 880rs. a vara, corles de meia
easemira a ,1,1000 rs. cada um, lencos de cambraia
deliuho a 3j300 e muilo finos a 4300 rs. a duzia,
chales de touqurm pretos, ditos de merino pelos,
ditos de merino liso de todas ascresa 4J80O rs., e
bordados a 6J800 rs., rhitas francezas de cores fi-
nas a 220, 240,260,280 e 300 rs. o covado, madapo-
SSJ! ^R^10' ''M)' ^oon- 4$-- ^>">.
5J00 e &S500rs.,emuito fino aGjSOOOrs. apeca, de
20 varas, palilots de alpaca muilo finos a 6S0O0 rs
cortes de coleles de easemira a 6S000 rs., esparti-
lhospara senhora a 4, 6e 8a rs., c dos modernos aM^' Jl>fM- 4, 4*500, OS e (it, srus modernos nlol-
99rs.,saiasparasenhora a 19600 rs., bordadas a 3a '"S b'"" S"sl" '''' ,l,'s''"'1" Jl' suaspinturas d xa
rs., e muito superiores a 43 rs., gollinhas muito b<'m ronlincr quanlo sao ellas linas e baratas por
bem bordadas a 39500 rs., manguitas e camizinhas laVs 1'"'' "s V'"dl'm-Sl' larabem facas e garlos de
muilo linas para senhora, corles de cambraia do ca>,oa\e ossn redondos, oilavados e erados a3<200
gaz a49rs., tapetes para sala ala800 rs. para por- !" '*'*'" ,l"'',s ''"'" '',b" Ul' |,nl"ia rravadase fu has
la de sala a 4 rs., e para cabriolrt a 22500 rs a i$[*m e 4. a duzia. ditas (inissimas com ca-
>a
i
a
3g,
colheres de metal prncepc lio linas que se c m-
fiindcm rom as de piala sendo para soupa a f '(00
a duzia e para cha a 2$00, ditas ocliilinag a
18060 elf, ditas grandese moho linas a 3$ i ida
um : na loja da agoja branca nos qualro cauto, da
ra lo Queimado n. 10.
Veiide-se eHerltvamenle farello de Lisboa as
Cinco Ponas n. 63, por menos duque em o lira
qualquer parle
Vinho Bordcaux.
Em casa de Henr Brmn & C, ra da r.rnz n 10,
vende-sr vinho Bordean* de dilferenles qualid drs
romo I.afollr, Ch, I.eoville, l.s. Jiilicrn, em ijaiva
de una duzia Dor baralo proco.
Cortes de la.
ni un rico soriimenlo de obras de onro de lei,
o romo sejam adorecos, puleeiras do melhor
o que se lera visto, anneis para menina, ditos
senpmra, ditos para hoineiu ; ludo isto se vende pol-
ios do que em nutra quitlquer parte
Vendem-se 00 travs de mangiii
miliilo de 35 a 0 palmos e grossura
l'i|iedo Mallos ii. H, taberna.
do ronipri-
regulnr : no
3
dos melliores
'iiboras como
NAL0JA "1\
AGIA BRANCA]
Bandcija e lalhcres
Vende-se bandeijas de ful ha grossa e tintas n m
lo tinas em ternos a 8S c $$ e solas a 2$, 2>;: moderno. iV' 3^- 4fc 4S5"- S d6' seus '.....
irdadas a 38 '' R"sl" (le desenlio de suas
menina, guardanapns a 43 rs. a duzia, pecas de
Ca oaU" a'<,, 12jardas a 3 rs., mussiilina bran-
ca a 300 rs. o covado, toalhas para mesa a 4a rs. re-
des de fnlha a 6a rs., e ha outras nimias fazendas
que se vende por baralopreco, e de ludo sedar
amostras.
m casa de Brender a Brandis &
C, ra do Trapiche Novon. 16, vendem-
se charutos da Bahia da afamada marca
forma de llavana, primeira qualidade ;
genebra em rras(|ueiras especial pata casa
de particulares.
Aviso.
I.uvas de pellica, de Jouvimierdadeiras a 2g000,
nimio novas, e hnnha frai.....a s libras, meias li-
bras e quartas al oncas a S560 a libra : na loja
de imudezas do aterro da Boa-Visla n. 82.
LOJA DA BOA FAMA.
V endeni-se por preco que faz admirar riquLssimas
litas lavradas dr ludas as Poros e larguras, lilas lisas
coro pona e aera rila, bicos brancosde seda de mui-
lo lindos padroes e de todas as larguras, Iramoias
aberlas de lindo para babados a 120 e 160 reis a vara
jarros para flores a2g o par, atacadores ou cofiadores
de seda de todasas rores para veslidos,ditosproprios
pera espartilhos, tesituras de todas as cualidades
as maisllnasque he possivelencontrar-se.agulfceiros
demarlim e outras militas qualidades, tilas de vel-
ludo de lodasasquajidades, bolcinhasde eamuna
muilo lindas para meninas de escola, frasquinllo
com cardinal a melhor cousa que lem bpnrecido
para tirar nndoas em qualquer qualidade de fazen-
dn. pelo muito baralo preco de 2J, trancinhas de se-
da de lodas as cores muito lindas prprias para en-
fetar roupinha para meninos e meninas, e outras
muissimas cousas que se a llanca vender-se ludo
por preco baratwimo : na ra do'Queimado na bem
conhecida-Unade miuduzasda boa fama.
Cheguem a pe-
chihcha.
i loja do-Preguica tem para vender
grosdenaple preto da melhor qualidade
que possivel pelo baratissimo preco de
1,900, 2,000, 2,200, 2,400, 2,800 e S
o covado.
Calcado francez.
Para acabar.
Vendem-se na ra do Cabng n. y, pelos somiin-
tes primos : '
BorzeKuins de lustre para homem .
Sapaloes de dilo para dito a 5g u .
Ditos de bezerra (Xantcs)
8, 9(100
(JOOO
Novo zortimenio de obras de onro
tosomais en moda, lano pora
honieiis e meninas : na luja de milites dr Sr-
phim Irmo, ra do Cabugi n. 11.
Aencao.
\ ende-se gnmnia de mandioca novamenle che-
gada, e por preco commodo : i,o armazem da Ira-
vessa da Madre de Dos n. 1.
Relogios.
Vendem-se relogios de onro e doura-
dos patente para lioir.em e senhora de
diversos tamaitos por prero commodos :
na ra da Cruz do ReCffen. 50.
\ ende-se fumo em folhaecola che^ada recen-
to.....nie da Babia, por menos prero do que em on-
Ira i|ii.ilquer. parle : ua ra da Cruz do Recite n.13,
pnmeiro andar.
Vende-se farinha de milho a 1211 rs. a libia,
e em poroso a 1011 rs. : na padaria da ra dos Pes-
cadores n. 1 e 3. e na ra do Itaugel n. 13, depo-
WGUEIH
Ao barato.
0 Pi'fij'ilica psl Qnciuiantlo.
Na rna do Oveimado n. 2, esquina do hecco do
Pehce Frito lem o Preguica para vender por bara-
tissimo prei-o iii,i rom pino soriimenlo de ta/endas
I bem como sejaui rrlrs de cassa e seda de lindis-
I simos gustos a 0$5t>0 rada um, ditos de la e seda
de lindissiniiis gustos e superior qualidade a 7$ ra-
da un, miles de cambraia branca rom salpico* a
138-500, ditos de dila rom flores de coros a :smhi,
gangas mesi-ladas de padrfs e superior qualidade
a 510 o invado: chitas escuras e claras de cores
lisas a 160, 180, 200 e 240 reis o covado, cambraia*
adamascadas para cortinados le ramas, peras de
JO vuas a 11$ rula una, grvalas pelas e de cores
ruin molas muito linas a 8tHI c IgOOO, ditas sem
lias a 800 i- 18 rada nina, ditas com nielas muilo
linas a lgCIMI, euros de seda com algiun eneilo
a 800 reis cada um, grosdenaple de cor de boa
qualidade a 18800 o covado ; cortes de easemira
lilla a C$, ditos de meia easemira a 2$, ditos de di-
la mais Ihia a 2$(i00 rada um,cortes de brim de li-
nho a l$7lK) rada um, corles de gorgurao para col-
leles a 3$ cada mu, ditas de merino bordados de
lindosgostos48500, diios de easemira pela borda-
dos a 38800 rada um, cambraias lisas de 8 varas a
38300, 48, 18400, ,-;h00 e 58500 a peca, ditas lapa-
l das com 10 varas a 48, -i$500, 58800, C.S5IH) e :-iM)
a peca, corles de urgamlvs, fa/enda muilo largae
i lina a SS600, alpaca preta com C palmos de largura,
I propria para samaras e capas de padres a 800 reis,
chales de lia linos com barra matizada a 48500, di-
tos de merino lisos a i$S0O, ditos de dito bordados
a R8200 cada um, lencos brancos com barra de eor
a lOOe lo reis cada um, chilas frame/as para co-
liirla a 2(0 reis o covado, brim blanco de lislia de
puro linho a 800 reis a vara, dito de lindissimos
gustos e superior qualidade a Islilla vara, dito
branco muilo lino a 1$280 e 18400 a vara, rassas
dr cores de lindissimos "aislos a 360 e IIHI r>. a
vara, niiisseliua de cores a 320 o covado, dila en-
camada a 220 o covado, easemira preta aSf, 2s2iKl.
2; de rap de superior qualidade a 5$ o covado, dilo
Alcatifa
Toncas para meninos.
Na ra po Queiinado n. 37 loja de 4 porlas lem
um variado sorliinenlo de toncas para crismas mili-
to bem eufeiladas para 2$000, ditas lualo tinas e
bordadas a l$0fl(l, tambem lem i nifnsprrlase dr re-
res, de retro*, muilo bem eufeiladas de vidrilhos
por proco commodo.
Cal de Lisboa.
V -4SSOO.
Vende-se superior cal de Lisboa a mais moderna
que ha no mercado, toda elil pedra a |g500 o barril:
na ra do llriim n. 18, arina/em de assucar.
NA
RiiailoQuciniailoii. 7.
N'este esl.ihi-leriinrnlo arhaio os compradores
o mais variado e compli lo soriimenlo de ludas as
qualidailes, como sejam :
Vestidos de seda prclos com babados .
Hilos de dila de cor com babados. .
Grosdenaple preto tino de 1$900 a .
Ricos manteletes pelos prinreza Clotilde
Cortes dr raleas de hrim de linho de cor a
r.artriras de perfumaras ingle/as. .
Camisas francesas de todas as qualida-
de- ,le 25000 a ........
Palelolsde panno franre/cs de 10$ a .
Hilos de alpaca fr.inee/es......
Poupelina de seda de 900 a.....
Chilai tinas o covado........
Ditas francesas o covado......
Ricos enfeiles para senhora .'. .
Pentesde tartaruga modernos de 7$a .
tiollinhas e manguitos de croch. .
=
S
2sslKI
18280
53000
.S'000
li800
8.S800
1.S 1.(10
Calcado superior e barato.
Ra Direita n. 45.
Borzeguim da trra de 33 a 37,
obra boa a
Borzejjuins de senhora Jol\).
Dito de homem.
Sapa tos de trancinha.
FLNDI0O LOW-MOW.
n.i ta Sfzala X>a n." Ai.
Nesle i'slalielecimento coiililiu.i a haver um com-
plelo soriimenlo de moendas e meias iiioendas para
engenho, machinas-de vapore laizasde ferro bali-
do e ruado, dr lodos os lauaiihos para dilo.
Correi freguezes, loja do
sertanejo.
^U periores camisas inglezas de lodos os la- t*
j inaiihos loja da rila do (.Inclinado n. 10. E*
a loja do serlanejo
Quem espera e us freguezes.
Itiiu tu fjtieintailo n. 3:t \
Grande soriimenlo de fa-
preio a 2.SHIKI, 38500, 4$, leSOO, 5 e 5S500 o co-
vado, alpacas de seda de superior qualidade a 000
rs. o rovado, rulos de brelaiiha ruin III varas ,i 2,.
jloathado largo muito Ono com bonitos lavoresa, /t'lltlas liara a lluari'Sllia.
ls.280 a vara, luvas de lio de Escocia brancas e del
cousa 320 o par, cambraias napolitanas lvase Assini como sejam corles de vestidos pretos com
azues dr quadros a 360 a vara, ou 220 o covado, ln's saias, o melhor que pode haver, a prere dr
risi adinhos Iranrezes de quadros a 180 o covado, ''fi"S. grosdenaple preto a preco de IgiOO, 18500,
tramante muilo largo a 23100o covado, velbnliiiasi1SHI, 18.OO./1SS00, IsOOO, 2$, SOOc 2-lilK), di-
de lodas as cores a 720 o covado, meias croas para l^is linos a islilHi, ditos muito linos com palm
Huei a lo, M0, 380 e 100 rs. o par, ditas para
de largura a 2f800, sarja pela com duas largaras a
de suda
para -enhorna 1>;200 o par, ditas de seda bordadas
dr lindos gustos a 282UU 0 par, merino setiui de
lodas as cores a 720 o covado, e nutras muilas la-
zendas que sedeixain de mencionar, e se venderao
por baratissiuios preces; e se darao amostras com
peiihores.
Vende-se urna prela de 25 anuos, enzinba e
engnmma muito bem, urna outra preta de 20 an-
| nos, bonita ligura, um preto pea de 22 anuos, car-
, reiro, um lindo mulato de 17 anuos, com oflicin, e
Ksnai'tlIllOS IraiieeZt'S tle llOVa'1 'Plim0 Para pagem, garanle-se a conducto: a tra-
" ''abug n. 9, no segundo andar.
Vende-se alcatifa com qualro palmos
de largura muilo propria para loriar
salase igrejas a600 rs. o covado: ua
na do Crespo n. 12, loja de Campos
Lima.
senhoras, de lodas as qualidcdes, palelols de aqia- '0"0 2.S2IKI o evado, inanias pelas de velludo
ca prela a 5|, ditos de meia casi'mira a 8, ditos jBn*8 a ''s as mais Unas que poden haver. e
de pannos pidos e de cores a 10^, luvas desuda nuito largase 17el88, panno lino de diversas qua-
' lidadis, uiciiis de laia pelas para padre a 18500,
ditas de seda pelas e brancas a 285011 e 3o, dilas d
algodiO para senhora a KMI rs.. cairas dr rasrmir.i
prela a 7S500 r 8g, rlleles de velludo pelo a 7};5lHI
e 8g, ditos de cores a 10 e 11$.
l)K
I
Ainda restara algmis corles de laa lina para ves-
tidos, rom 16 i ovados rada corte a 48, esto- e a-
cabando: na ra do Queimado n. 22, na loa da
boa f.
Aterro da Boa-Vis-
ta n. GO.
Vendem-se milito superiores casinetas m sela-
das, com um pequeo tuque de mofo, pelo ba ratis-
siiini preco de 360 rs. o covado.
c
I
...
eKissel, relojoeiro francez, vende relogios)de 3
onro e prnla, colunia relogios, joias e mi
cas, ja aqu he conhecido ha nimios din os, '
) habita no pateo do Hospital n. 17. 2
HKHI 1(. ..1
ATTENC&0.
Ra da Senzala Nova n.
Vende-se em casa de S. P. Jonhston & C. i
tas de lustre para carros, sellins e silhoes in le'zes,
candeeiros e raslicaes lirmi/eados, lonas in lozas,
(lodo vela, chicote para ca rus, e montara,
para carro de ura e uouscavallos, e relogios
patente inglezes.
Aviso.
No armazem de Adamsun, Ho\vir,\ f:., na i o Tra-
piche n. 42, vende-se sellins para homem e se '
aneios praleadospara cabriolis, ctcol
ro, colleiras nara cavallo etc.
rs pa
42.
aque-
rreos
l'ouro
XAROPE
Gouveia & Araujo.
25
Ra do Queimado.
Chapeos de seda para meninas, de muito uoaa.e
vanados gostospento| de tartaruga para alarc-
Wlo4g, 58500 e ditos virados a IOS lS,
llores arliliriaes de 500 a ?S o rano, toncas de fiT?.
para enancas, pdr barato prero, franjas pretas, ditas
tojp as cores, bicos de seda pretos e brancos,
P ouPi n,ui,os "bieclos que se vendem mais ba-
rato aoe em outra qualquer parle.
T'aode-se urna junta de bois mansos de carro-
ca, e gordos : quem quizer dirija-se a ra de S.
(ioncafo, casa n. 10.
Vende-se um cabriolct dofcelauslre com seus
competentes arreios, com cavallo ou sem elle ;
assim como vende-se tambem um carro de 4 rodas,
forrado e piulado de novo : na ra do Aragao n'.
t/^ounosAfllictos, sitio doDr. Velloso.
Os mais ricos veos para chapeos de se-
nhora de todas as cores se vendem unica-
mente na ra do Queimado loja n. 10, de
LciteiCorreia.
"????????????"?I
CrZ >,rBm"',m ^ E. A. Burle & C.\ ra d
.' ha el X i> T* vmd ao mereado a 25 o gigo.
y**Alpacas de c-6r fazenda 'com qiidro?'-
miados muito modernas para vestidos de
4 senhora: se vendem nicamente na loja
da ra do Queimado n. 10, de Leite A
^ Correa.
X Correi.. ^
Fazendas pretas para a quaresma.
Sil *~Z da Boa-N,isla n- O. Na de Cama &
{i nm completo soriimenlo de grosdena-
ples pretos, pannos e casemiras, pelos procos sc-
fiinn i82!d.Allaples' covado 1*1280. '15600,

Toi transferido o deposito de*jtc xarope para a
botica de Jos da niz Santos, na ra Nova i niero
53: garrafas 585011 e meias 3?, sendo falsi todo
aquello que nao for vendido ueste deposili, pelo
que se faz o prsenle aviso
IMPORTANTE PARA O PUBLICO.
Para cura de pbw.sica em lodos os seus d Aeren-
tes graos, quer motivada por ronstipaces tosse,
asthma, pleuriz, escaos de sangue, dor dt rosta-
dos e peito, palp.iario no coraran, roqu duche,
bronchite, dor na garganta, e todas as ni deslas
dos orgos pulmn iros.
Potassa da Russria
E CAL DE LISBOA.
4Qnn 4* <4Ofn'-----' ^--- u i#-o<, 1CUOO,
6S500, 7500, ato 12J cada corte, c pannos pretos1
dilTerentes procos c dualidades
l procos cqualidades.
A 3|000.
Cortes de vestidos de cambraia rozas
com asunto branco com 3 ordens de baba-
dos pelo baralo prero cima dito : na loja
da ra do Queimado n. 10,
fjLft ? ?_ f _?>_.*.. 4, ,
Feijio preto novo.
O nico que hno mercado vende-e
no Forte do Mattoi, armazem de Heme-
teno & Irmo confronte ao trapiche do
algodao.
hora
a car-
da na
polassa
(e supe-
No bem conhecido e acreditado deposito
d* Cadeia do Recite n. 12, ha para vender
da Russia e da do Sio de Janeiro, nova e i
ripr qualidade, assim como tambem cal vil em em
pedra : ludo por procos muito razoaveis.
Relogios.
Vendem-se relogios de onro inglezes de
no armazem de Augusto C. de Abreu. ru
deia do Recite n. 36.
inveiiQuo.
Vendem-se esparlilhos francezes de molas e car-
retel*, o melhor que se pode encontrar nesle gene-
ro, na bemfeilroia e na coinmodidade, a quem usar
dalles, pelo baralissiiuo proco dr (i.j, 7 e 8S. Estes
espartilhos sao ebegados no ultimo navio liancez,
r so se rncoiilram na ra do Queimado, na bem CO-
nbrcida loja de miudr/.as da Boa Fama n. 33.
Para meninos.
Bnnets de gorgurao de seda furia-cores, obra de
muilo gusto a iS: na loja d'aguia branca, na rna do
Queimado nos qualro cantos n. 16. A grande ex-
traerao que elle tem tido, e a pequea quantidade
que resto, fa/.-nos di/.er que quem nao se apressar
lirar si-melles, por isso appareeam boje niesmo
|iiein niiizer dars matas aosseus pequeos.
'~~ in\enfao aperfeicoada
DE
Bandues ou al mofadas
de crina para penteado de
senhoras.
Na loja de Leile & Irmao, na rna da Cadeia do
Recite n. 4S.
Para forrar carros. t 'M
Vend-sedamascu de seda de bonitos lf\
los e milito propno para forrar carros: ...
&S na ra do Crespo n. 12, loja de Campos A JA
H5 l'"ia- H
cohertos e descobertos, pequeose grandes, deoiM
ro pairle inglez, para homem e senhora, de um
dosmelhores fabricantes de Liverpool, viudos pelo
ultimo paquete inglez : era casa de Southall Mel-
lla 4C*
lar na ra do
Vende-se un arraacao todo envidracado, por
valor.de niadeirainenle n vidros, c mais um arma-
rio : na ra da Cadeia de Sanio Vnlonio n. 11 R.
Algodao monstro.
Continua-se a vender o bem conhecido e econ-
mico algodao monstro com 8 palmos de largura,
Eropro para qualquer obra por dispensar lodo o tra-
alhn de costura ; aproveilem emquanto ha : na
ra do Queimadon. 22, na lujada boa f. .
As tcrdadeiras luvas dcJovin.
A loja d'aguia branca acaba de receberas verda-
deras luvas de .louvin, viudas de sua encommeiida,
tanlopara homem como para senhora, aOaacando-
sequesio as melhoros que em tal enero se lem
visto aqu: vendem-se a $500 o par : assim ionio
outras igualmente novas, e tambora mui boas a 2jjl
o par. Quem aprecia o bom, he dirigir-se ra do
Queimado nos quatro cantos, loja d'aguia branca n.
10, que ser bem servido. Na mesa foja exisle um
grande soriimenlo de luvas de seda de muitas e di-
versas qualidade* tambem para homem e senhora,
ea procos baratissiDMs.
Espelhos grandes.
Ven/lem-se espejhos grandes para parede rom
bellas molduras envernisadas e domadas e vidros
mui linos e daros a te 5j| : na loja d'aguia bran-
ca nos qualro cados da ra do Queimado n. 16.
Almcida Gomes, Alves k C.a
TENDEM NO SEU ARMAZEM
gjf RA DA CHUZ %f
CHAPEOS de fellro sortidos, da fabrica acreditada
dv.Carvalho Pinto, do Rio de Janeiro.
SABA0 das fabricas do Rio de Janeiro.
VINHO de champagne de superior qualidade.
SALVAS, bandeijas e outras obras de prata.
Ra do Queimado n. 1.
Nesta loja existe um bom oratorio de Jacaranda
para vender.
Cognac.
Cognac superior em raixasde urna duzia, vende-
se em casa de Henr Brnnn & C, r ua da Cruz n. 10.
Vende-se lem casa de Saundors Itrolhers & C,
praca do Corno Santo, relogios do afamado fabri-
canie Roskell, por procos crunmodos, e tambem
trancellins e cadeias para os mesmos, de excelleule
goslo.
lalenle:
da l.a-
Vende-se esta agna a melhor que lera appareci-
do para fingir o cabello a suissas de prelo : na li-
viana universal rna do Coilegio n. 20, d-se junto
um impressosralis, ensillando a forma de applicar.
Pianos.
Vendem-se pianos fortes do melhor
gosto e modelo que tem vindo a este
mercado e por oreos commodos: na
ra da Cruz do Recite n. 50.
Apparelhos de porcellana.
Vendem-se mui bonitos e delirados apparelhos
de pon'BlIana donrada proprios para brinqaedo de
meninas, sendo ellos de dilferenles tamanhus e
gestos a IgOO, 2, 2$500, %%, 3,<500 e 4$ ; na na
do Queimado nos qualro cantos loja d'aguia bran-
ENFEITES PARA CABEQAS.
Mui modernos e delicados enfeiles de llores, fitas
plumas e (TOCOS para senhora a 68, 8S e lOg, procos
estes baratissimos visla da perfeieao e bom goslo
com que sao ellos acabados, assiin como outros
prelos de vidrilhos obra de apurado goslo e intei-
ramenle modernos e pelos diminutos preeos de 4J e
5g; para qualquer pessoa se certificar da verdad
de que fallamos, dirija-se a loja d'aguia branca, nos
qualro cantos da ra do Queimado u. 16.
O
le D.
Irum,
b-
sica,
por
Aguia branca.
TACHAS
para
Na l'undicao de ferro
W. Bowman, na ra do
passando o chafari/,, contiima a
haver um completo sortimentoj
de tachas de ferro fundido
tido, de 3 a 8 palmos de
as quaes se acham vend
preco commodo e com prtbmp-
tido, embarco-se ou curre-
r^p' "m dB,e!is:te;rpleto srUmenl0 de
r,, K meias para homens.
Qneimado n. 39 de 2 a 12annos.
que seencontra um rico sorlimento de chape is para Vendem-se muito boas meias cnias sem costura
meninas e meninos ricamente enfeitados, e t >mbem para liomen a 1S800 a duzia e 160 rs o Dar dilas in-
chapeos para senhora. de palha enfeitados, todos glezas muito linas a2S500 e 3S500 a duiia ditas
de goslos modernos, e se vende mais em ct na do muilo encorpadas de lio dobradoa4i00 a duzia e
que era outra qualquer loja 1400 rs. o par, ditas tamben, de lio dotrado para s-
\ ende-se superior ludia de algodao, bn ~
do cores, em novello, para costura: em ca
Seuthall, Mellori C, ra do Torres n. 38.
Com pequeo toque d
avaria
Pecas de madapolao a 21500 e 3y000: na jua do
Crespo, loja da esquina que volta para a ra c a Ca-
deia.
nho
"'Sr^'JS^iaduzia e320rs- P. dilas finas
oe a 4UU, o e oOO rs. o par, dilas para meninos me-
ninas conforme os dilferenles tamanhos, asseveran-
do-se serem mais baratas do que em outra qual-
quer parte, meias de la muito finas para homem a
J <>Par. di,as llnissimas de fio da Escocia I
600e 800 rs. o par, ditas de laia para padres a
1J600 o par, ditas de seda mui finas pretas e bran-
cas para senhoras a 3g, 4S c 5g o par, dilas mui li-
nas para meninas a 2g500 o par, assim como mui-
tas outras miudezas e obiectos de gosto, que estao
5atontes na loja d'aguia branca, nos quatro cantos
a na do Queimado n. 16.
DE
Commissdo de eseravos.
Ra do Livramento n. 4.
Vendem-se dous mualos de 22 anuos rom todas
as habilidades, nina negra de meia idade, que co-
staba muito bem e engomma rom perfeieao, una
dita de SOannose nata raoleca de II anuos de bo-
nila figura, e ura inulatiiiho de 12anuos : na mes-'
na casa coinpra-se e recebe-se para vender de
eommissao.
Bol inas de camurca
para homem.
A nova loja de ca Irado de
Burle Jnior <& Martina, na do
Cabugn. 1G, rsceboram ti 11 i
mmente su periores botinas de
camurca, ditas lodas de dura-
que preto e de cores para se-
nhora, assim corno un grande
sortimento de calcados grossos
para bometn, proprios ta esta-
co invernosa.
Vendem-se i excelleules vacias de leile, urna
cora bezerro e Ires prximas a le-lo : na encru/.i-
lhada de Belleni, laberua do Andr, se dir quera
as vende.
Vendem-se
duas carrocas para boi, novas Celtas de
encouimenda eque ainda nao presta-
ram nanlium serviro, nao olistanle isso
abate-se aljuma cousa no prero quocus-
taiam. Para ver na lloa-Vista ra que
ica era feguimento da do Rosario ou
Conceiro oficina do Sr. Joaquim C">r-
neiro Leal, e para ajustar na uta estrel-
la do Rosario n. 30 piimeiro andar.
CHEGUEM
Aloja da Boa F.
Que esl .entiendo nmi'o barato.
Grosdenaple prelo muilo superior : 1,800, SJ,
2.500, 3$, 3,500 e h% o rovado, sarja prela hespa-
nhola muilo superior a 2,^00 o covado, ftetim ma-
can muilo superior a 3,500 o covado, panno prelo
filma 2J, 3, i, Ii e >8 o invado, easemira prela
iiiuift) lina a 2j, 2,500, 3g, 3,500 o 4% r. covado.
ricos corles de rolletes de velludo pr.^lo bordados a
12?. ditos de do de cores a 7 e 10$, e muilo su-
pinles a 1:1$, ditos de Mnrnro prelo a 3,500, di-
los de dito de cores a 4,5011, merino prelu setim
muilo lihu a 1.1211 o covado, alpaca pre.'a rauio
lina a 010, KOI) 1$ o covado, lucias Brotas de laa
milito superiores prprias para os senhoros s.cer-
doles a 2$ o par, cambraia de linho muilo fn> a
C$ a vara, esguian de linho muilo fino a 1C.0O0 rs.
a peca rom 12 jardas, Invtanha de linho muilo O
muilo larga a 211,9 mi I a pe-a com 30 varas, cam-
braia adamascada para cortinados a 12,000 a peca
com 20 varas, bramante de linho muito superior,
com duas varas de largura a 2,400 a vara, atoalha-
do adamascado com mais de 8 palmos de largura a
1,2S0 a vara, brim liso, Hambiirgo, muito fino a 9
. a 10$ a pe a com 20 varas, esguian de algodao
miiilti lino a 3,2tm a peca cora 12 jardas, cambraia
lisa muilo fina a 5$ a pera com 8 11i varas, dila
muilo lina a 6$, 6.500 e 8$ a peca com 14 varas,
dila muilo lina rom salpicos a 900 rs. a vara, e a
7$ a peca cora 8 12 varas, lit de linho bordado a
1,400 a vara, maulas pretas bordadas a 10$, veos
da luesma qualidade a 12,000, gollinhas de'fil
muilo bem bordadas e bastantes largas a 1,200 ca-
da nina, lencos de cambraia de linho com bico lar-
go em volta a 2$, meias brancas de seda para me-
ninas a 2$ o par, ditas brancas de algodao muito
linas para senhora a 3.600 a duzia, ditos inglezas
muilo superiores tambera para senhora a 5$ a duzia,
ditas para meninas de todos os tamanhos a 280 o
par, dilas para meninos a 240 o par, ditas de algo-
dao cru para hornera a 1,800, 2$, 2,500, 3 e 4, e
inglesas muilo superfieesa-,5,000 a duzia, lencos
brancos de cambraia para algibeira a 2,400 a duzia,
ditos mainres a 3,000 a duzia, ditos muito grandes
proprios para a cabeca a 400 rs, cada ura, ditos
multo linos de esguian de linho a 7,500 a duzia,
ditos de linho de cores escuras e fixas proprios
liara os tabaquistas a 400 rs. cada ura, chales de
merino liso de lindas cores rom franjas de seda a
6$, ditos de rhaly com lislras de seda em volta e
com franjas tambem de seda a 7$, ditos de merino
bordados a 9$, ditos de touqaim muito superiores
bordados em duas ponas, com franjas muito com-
pridas, pelo baratissimo preco de 453000, ricos
pentes de tartaruga a imperatriz a 12 e a 20S, le-
.IIAMIAMIAde superior qualidade. em gigos de ques muito linos a 4.500, ligas de seda a 1,0 o
a I S."*.!ai."""'"'"' enl '*"s de d"as I par, chapeos de fellro muilo finos a 5 e 6J, brim
branco trancado de linho muilo fino a 1,280 avara,
dito incorpado muito siiperior.a 1,440 a vara, dito
de cores de padroes muito bonitos a 1J a vara, di-
tos de quadrinhos muito, proprios paja obras de
meninos a 200 rs. o covado, ganga amarella fran-
co/a muilo fina a 320 o covado, ditas escuras milito
superiores a 560 o covado, camisas de riscado mui-
to bem fritas a 1,500, cambraias francezas decores
muito bonitas a 400 rs. a vara, entre meios muilo
tinosa 1,920 a peca, tiras bordadas muilo finas a
3 ea 4$ a peca, o' alem disto nm completo sorti-
mento de fazendas tinas e grossas, que vendem-se
I por preeos mui commodos, s aflm de se. tazerem
i grandes'vcndas : ua na do Queimado n. 22, na
| bem conhecida loia da Boa F.
Una ilo Queiinado n. ''' A, pai-a coni|irai\
Enfeiles de (romapor 13,5}e ($500, ditos de co-
res e prelos com vidrilhos a 7$ e t'i.s. ricas bengalas
dr iiiiirorne a preco de 7 e K$, dilas luiiilo linas a
IOS. ditas (Je caima a 1$500, chicotes linos de estalo
a 2.S200, dilos sem eslato a e OOO rs., gollinhas,
I manguitos e camisinltas de todos os gustos e muilo
barato, aberturas de esgaiao de linho muito linas a
| l.SilHI, dilas de lio da Kseocia a 400 rs., damasco
| proprio para panno de mesa, duas larguras, a pre-
; ni de 23600 O rovado, e ludo mais aqu se acha a
miiiado dos compradores, e garaatc-ee a vender
mais barato do que em oulra qualquer parle, assim
como sejam pentes de tartaruga a huperalriz, de
diversas qaalioades, que s cora a vista Jo compra-
dor, he que se pode apreciar.
Velas de carnauba.
No nntipo di'piisilo d.i ra do Vgftrio n. 27, von-
uYin-st' volas de riirnauba *ui petgueiiAs grandes
|iur-i'u's, sendo de 0, 7, 9e l el libra, por Hit-nos
do que em nutra quaknier parle.
Meias de borracha.
CIIEG.VDAS LTIMAMENTE NO NAVIO FRANCEZ.
Na roa do Queimado, na bem conhecida loja de
miudezas da lina I'ama n. :13, j lera para vender
por preco barato as muito procuradas meias de
borracha, nicamente propria* o approvadas para
toda e qualquer cnchaco as persas.
James r.rablree & C, toen para vender era
seu arraazein, ra da Cru/. n. 42, os segaintes ar-
ligot
4
i
dorias de meias ditas.
FIO l)K VEI.Amilito forte o melhor que lem vin-
do a este mercada] e proprio para coser saceos
cora assucar.
AfiMACKS DE SELLINStanta para motilara de
senhoras como para homens.
CHICOTESpara carros.
l'EUNEIHAS muilo bem fritas.
ARREIOSpara carros de ura e dous ravallos.
EIVEI.ASde ferro estaubadu uara obras de sd-
leiros.
Toalhas adamascadas.
Fio de vela.
Biscoutos em lata.
Vendem-se em casa de Arkw-
reglil & ra da Ginz
fi I, por barato preco.
MACHINISMO
Na fiindicao tic forro ti o onjtcnlieiroa-
iil\\:. Ilonniaii, ua rna
do r.iiiin, |iiisMiiiilo o clialai-iz.
lia sempre ura grande sortimento dos seguinles
Objeetos de mecanismos proprios para engeiihos, a
a saber: moendas o meias moendas da mais mo-
derna conslriicrao ; tacnas de ferro fundido e bali-
do, de superior qualidade e de lodos os tamaitos ;
rodas dentadas para agua ou animaos, de todas as
proporcrs ; crivos e bocea de forualba 8 registros
de boevo, agiiilboes, bromes, parlalos e cavi-
lhoes, moinhosde mandioca, ele. ele.
NA MESMA FUNDICAO
se exeeuta Indas as eueouinieiidas cora a superio-
ridade j roiiherida cora a decida presteza e coin-
modidade era iireco.
Vende-se una escrava crioula, de 26 a 28
anuos, engoininadeir. costiireira, e com nutras ha-
bilidades : na ra Augusta u. 17.
25
Ra do Queimado.
Nesta loja vendem-se toalhas o lencos de labyrin
Ihos, rendas das Unas prprias para loalhas, bicos
prelos de seda de lodas as larguras, ditos brancos e
franjas de seda de todas as larguras, litas do ultimo
goslo, dilas de vellido preto ede recorte, flores de
varias quididades, botdes de vidro e vellido de diver-
sas cores, para casaveques e miras muilas miude-
zas de gosto que se torna desnecessario mencionar
jue si'promelte vender em conta
Vendem-se as urdadeiras luvas de Jouvin, tonto
para hornero romo para senhora, pelo baralissiiuo
preco de 23500 o par : na rna do Queimado, na bem
conhecida loia de miudezas da Boa Fama n. 33.
Escravos fgidos.
No dia II de agosto do anuo prximo passadu,
fugiram do eiigeiiin Sote ltanchos, fregue/.ia de
Nossa Senhora da l'.scada, comarca da ridade da
Victoria, os seguinles escravos: DanHao, crioulo.de
25anuos de idade pomo mais ou menos, corfula,
beicosgrossose ineio arrnbilados, lem nina cicatriz
na testa proveniente de uinroice de animal, pernas
linas e algo oa musa arqueadas para tora, esnialma-
do, espaduado, altura regular, eesl bucando ago-
ra. Jacintho, criinilo, de 28 anuos de idade punco
mais ou uiciios, altura regular, cor preta, pouca
barba, beicos grossos e faz certo geito na bocea qnan-
do falla, lem urna cicatriz em urna das lares, pernas
tinas, esmalmado, fuma, e tocador de viola. O
priineiro fui comprado aoSr. Joao Francisco Barbu-
za da Silva Cumar, e o segundo diz que foiesrra-
voda familia do Sr. Joo Nunes, da fazenda do Sitio,
em l'ajeii de Flores e comprado na praca de Per-
nambuco. Consta que ditos escravos estao em Pa-
je de Floreporporladoreqnemandei ede vie-
raiu : roga-se as autoridades poliriaes e capitaesde
campo de os pegar e levar ao referido engenho, a
llern.iiilino Barbo/a da Silva ou na praca del'er-
nanibuco aos Srs. Manoel Alves Ferreira Lima, na
ruada Hoda n. 3, segundo andar, qne serio re-
compensados com a qiianliacima.
Dos premios da primeira parte da primeira lotera a beneficio de Sao Jos de Riba Mar,
extrahida a 23 de Maree
Mareo de 1859.
NS. I'HE.MS.
1 59
> 5
3 5
s r5
6 5
14 5
15 5
20 09
21 55
23 59
as 109
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97 59
205 59
12 59
13 59
16 59
l'KNS. EMS. NS..PBEMS.INS. I
220 5 447 633
23 59 53 59 25
34 59 56 59 26
35 59 59 209 32
4. 59 61 59 36
58 59 62 59 41
60 65 6f 59 63 61 59 59 48 56
71 59 67 59 61
71 59 70 59 68
77 59 72 59 69
78 79. 59 59 73 74 59 59 70 73
81 59 76 VI 74
82 59 78 59 76
81 59 80 59 77
8G 5 82 59 82
89 59 85 59 83
90 209 86 59 88
91 59 88 5 92
99 59 89 59 as
303 59 93 59 99
4 59 95 59 709
6 7 59 59 96 98 59 59 10 11
10 59 500 59 -11
11 12 59 59 4 6 59 59 59 59 59 23 26
18 59 7 30
23 59 11 35
25 59 12 40
27 9 13 59 42
30 59 18 59 43
32 59 28 59 46
39 59 30 59 50
42 59 34 59 59 59 54
46 47 59 59 35 37 56 57
49 59 41 59 62
55 59 47 59 66
59 59 49 59 69
61 59 60 59 81
G2 59 61 59 83
66 59 64 59 85
69 59 69 5 86
70 59 71 59 88
74 59 74 55 92
80 59 77 59 93
83 59 83 59 95
87 59 86 59 98
90 59 87 59 800
91 59 88 59 3
97 59 89 59 5
406 59 94 209 6
8 59 600 59 13
14 5$ 2 59 15
22 59 7 59 17
26 59 14 59 23
27 59 18 59 32
34 59 19 59 37
35 5 21 109 38
40 59 22 a 41
41 59
59
59
59
59
IOS
59
59
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59
59
59
1:0000
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O escruo, Jot Maa da Cruz.
NS. PKEMS. as. [KEM. NS 1
812 59 1067 5> 1278
43 59 7 59 80
44 59 76 59 8'.
45 59 81 59 8.
53 59 82 59 88
65 59 87 59 9G
76 59 90 209 1308
82 59 92 59 13
97 59 96 59 14
99 59 llm 59 18
902 59 3 59 83
4 59 4 59 26
7 . 59 5 59 28
15 59 8 59 30
19 59 17 59 44
23 59 32 59 50
24 109 31 59 51
28 59 38 59 52
29 59 43 59 53
33 59 47 59 65
34 59 48 5> 81
38 59 50 5' 86
41 59 53 ** 88
52 59 54 59 92
51 59 55 59 93
61 5 56 59 97
62 59 57 59 98
64 59 f.7 59 1413
66 59 68 59 14
79 59 69 59 15
81 59 ~(. 59 20
82 59 78 59 as
83 59 80 59 35
87 59 90 59 36
89 59 92 59 45
90 59 93 59 47
91 59 97 59 48
92 59 99 59 50
96 59 1206 59 52
98 59 8 59 55
1001 59 9 9 56
2 59 10 59 58
3 59 12 59 65
4 59 13 59 67
j 59 18 59 72
11 59 20 59 79
15 59 23 59 83
17 59 25 109 85
21 59 27 59 92
27 59 29 109 93
28 59 30 59 94
36 59 34 59 98
37 59 36 59 1500
38 59 37 59 4
43 59 40 59 5
46 5 42 59 7
49 59 58 59 11
52 59 63 109 17
55 59 65 59 28
60 59 70 59 30
62 5 72 5 31
65 59 73 59 33
l'KEMS.
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59
59
5
59
NS. PKEMS. US. PKEMS. NS. PREMS. NS. PKEMS. NS. PREMS NS. PREMS. NS. PREMS.
1536 59 1794 Sf 2005 5 2169 59 2376 5 2586 59 2799 59
39 59 95 59 10 59 70 59 77 59 90 59 2801 r
49 59 96 59 17 59 71 59 80 59 94 59 2 5:0009
52 59 1802 5 21 59 76 59 89 59 96 59 3 59
54 58 4 59 23 59 79 10 92 59 98 59 5 59
56 59 7 59 26 59 81 59 . 93 5 2600 5 11 59
63 59 8 59 28 59 82 59 95 59 2 59 12 59
61 509 10 59 32 59 87 59 2401 59 10 5 17 59
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67 59 18 59 46 109 90 59 8 5J 12 5 SU 59
71 59 26 5 50 59 94 59 10 - 5 15 59 25 59
72 59 33 509 52 59 96 59 14 5 17 59 29 59
77 59 34 59 53 59 97 59 17 5 19 59 38 59
85 59 44 59 33 59 98 59 20 59 24 59 35 59
H6 59 48 59 56 59 2203 59 22 59 27 59 36 59
89 59 49 59 57 59 5 59 30 59 28 59 3 59
91 59 51 59 59 59 6 59 40 59 8 4009 40 . 59
96 59 52 59 62 59 9 59 47 59 33 59 49 M
1602 59 53 59 64 59 10 59 48 59 34 59 54 59
6 59 54 59 65 59 11 59 49 59 36 59 56 9
8 1009 55 59 66 59 11 59 50 109 37 59 6* 59
17 5 61 59 67 59 15 1009 58 59 38 59 61 909
18 59 64 5 68 59 18 59 62 59 45 59 75 59
20 59 65 59 69 59 19 59 65 59 47 59 71 59
22 20 66 59 70 59 26 59 66 59 48 59 80 59
83 59 67 5 71 5 28 59 6 20 50 59 83 ^ai
26 59 68 59 77 59 30 59 70 59 58 59 85 5/
27 59 75 ' 59 83 59 31 59 77 59 54 8OO9 87 59
28 59 77 59 85 59 31 59 80 59 58 5 90 59
30 59 78 59 87 59 38 59 81 59 60 59 93 59
34 59 80 59 92 59 40 59 85 59 66 59 96 59
12 59 90 59 n 5 42 59 86 ' 59 70 59 99 59
47 59 95 59 96 59 49 59 92 59 75 59 2903 59
51 59 96 - 59 97 109 52 59 2505 59 90 59 4 59
59 59 97 59 2101 59 59 59 6 59 2700 59 f 59
11 5 1900 59 2 59 60 59 9 59 4 59 S 59
78 59 2 59 3 59 63 59 10 59 5 59 8 59
80 59 6 59 5 59 76 59 11 59 17 59 10 . 59
82 59 13 59 9 59 79 59 16 59 19 9 11 59
89 59 15 59 10 59 81 '59 23 59 21 59 17 509
92 59 18 59 13 59 87 59 24 59 83 5 30 59
1703 59 22 59 4 59 89 59 28 59 26 59 21 59
8 509 21 59 15 59 90 59 29 59 35 59 94 59
15 59 29 59 16 59 91 59 30 59 43 59 88 59
16 59 30 59 20 59 94 59 31 59 49 59 31 59
17 59 31 59 21 59 95 59 36 59 50 5 38 59
20 59 39 59 22 59 98 59 45 59 53 5 34 59
21 59 44 59 23 59 2305 209 50 59 56 59 39 59
22 59 45 59 24 59 12 59 51 59 58 59 45 59
23 59 47 59 26 59 18 59 58 59 -62 59 52 59
59 50 59 34 59 20 59 54 59 63 59 55 59
32 59 56 59 35 59 21 59 57 59 65 59 60 59
36 59 57 209 36 59 29 59 59 59 78 59 78 59
42 59 69 59 36 59 39 59 60 59 79 8OO9 75 59
44 5 75 59 42 59 49 59 63 59 81 59 76 9
48 59 76 59 47 59 50 - 59 64 59 88 59 79 59
50 59 81 59 50 59 al 59 69 59 84 59 85 59
62 59 89 59 52 59 58 59 70 5 85 59 86 5
70 59 92 59 59 59 60 59 73 59 86 59 88 59
83 59 99 59 60 209 69 59 77 59 90 5 89 '*
84 59 2003 59 6i 59 70 59 78 50 91 59 97 59
85 5 4 59 65 109 71 1009 81 5 96 59 98 5
Prrnamiaeo : Tjf. M. P. de de Fario. 1859.

He cousa muito boa.
Vende-se a verdadeira pomada para ungir ca-
bellos, pelo baralo preco de 19 a caixioha, com es-
cuvinha propria : tambem .so vende roassa para
aliar navalbas a 320 : na pa do Queimado, na aera }
conhecida loja de miudezas da Boa Pama n. 33. "
IOTAS M IPllMOt BB \
-


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