Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08014


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Full Text
7

ti
ANNO XXXV. HUMERO 67.
Por tres mezos adlantados 4$000.
Por tres meses vencidos G$000.
QUARTA FEIRA 93 DE MAll O DE 1859.
Por auno adiantado 15$000.
Porte (raneo para o subscriptor.
EICIHEGIDOS DI SUBSCRIPClO NO NORTE.
Parahiba, o Sr. Joao Itodolpho Gomes; Nalal, o Sr. An-
tonio Marques da Silva; Araealy, o Sr. A. do Lomos Braga;
Loar, oSr. J. Jos do Olivoira; Marauhao, o Sr. Jos Tei-
xoira de Mello; Piauhy, o Sr. Jos Joaquim A volteo; Para,
oSr. Justino J. Ramos; Amazonas, o Sr. Joronyiuo da, CabS, Scrinliem, llio Fnrmoso, Una. Barrciros.
PARTID DOS CORREIOS.
Olmda lodos os da. as nove c neta lonas do dia
Iguarass, Coianna o Parnliilm as segundas e se las-feiras
S. Anlo, flozorros, Bonito, Caruarii, Alliuho e
as tercas foiras.
Pao d'Alho, Na/.an-ili, I.imoeiro, Bn-jo, Posqueirn1
ra. Florea, Villa Bulla, Boa-Vista, Ourivuiy
guaras friras
Costa.
la, Pimceteiras e Natal quinlaa friras.
[Todoa us eoneioa partem as 10 horas da manli ia.
araiihine
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DI CAPITAL.
Tribunal do roinmerrio: segundas e quintas.
Relaro: torras (airas e sabbados.
Ingazei- Panuda: Ierras, quintas a sebbados as lOhoras.
nasl Jui/o doeontinerfto: quintas ao meto dia.
i Diiodo orpbaos: Ierras e sosias as 10 huras.
J^gua Pro-; Primeira vara dorm: Ierras o sextas ao meio dia.
Segunda vara do civel: quarlaa e sabbados ao mi'io dia.
Kx
EPHEIERIDES 00 DIEZ DEMARCO.
4 l.na nova as 4 horas c 51 minutos da tarde.
12 (.Miarlo cresrenle as 2 lonas e 20 minlos da manhaa.
18 l.ua rheia as 7 lonas o 2ti minlos .la larde.
2U Quarto minguante as 7 horas e 8 minutos da manhaa.
PBEAMAB DE IIOJK.
Primeiro as 7 horas o 2 minutos da manhaa.
Segando as f% lona- o (i minutos da larde.
DAS DA SEMANA.
21 Segunda. S. Benln ah. fundador: S. I.upecino ab.
22 loica. S. Emmvgdeo b, m. ; s. Benveuulo b.
2:1 Quarla. Ss. Irlis e Domicio uno. ; S. \ ietoriana ni.
2j Quinte, s. Agapilo ab. : s. Latino l>.
2.'. Sexta. Aiiuiiui ia, de Nossa Sonhoia ; S. Ireneo li.
2t Sabbado. s. Lndgero i.. s. Rraulki h. ni.
27 Domingo. S. Roberto b. : S. Pileta o l.vdia sua mollior.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPClO NO SUL.
.Magnas, n Sr. Claudinn Paleto Das; Babia, o Sr. Jos
Mal luis Alvos; llio ,- Janeiro, o Sr. Joo Pereira Martins.
I M PF.BNAMBOGD.
O propriotaiio do DIARIO Manoel rigueiroa de Paria, na
sua linaria praea da Independencia os. 0 e 8.
Ministerio
eimummm ao m\ 1
A' Recebedoria.O Sr
doria lique na iutoUigei
rao das predios, de que
de heraneas e. legados, d
radares dfi mcsuia repar
rulares, riara se evitar
a Uada nocional, sw
liarlioiilares. a quem nao
interos-ses da luomua, tem
esli aquellos empreados sujeito:
Valfandoga, declarando que o fado de ler-se
rassado o titulo de despachante a un individuo ac-
ensado du crino; de contrabando, o depois absolvido
pelo juixo municipal, nao o inhahilita perpetua-
mente do ser admittido na repartirn, como j [ni
explicad por portara de 27 do agosto do 18(9.
nica vas qne ello se ache as condar.nes do desem-
pea as respectivas obrigaroes. ios termos dos
arla. 50, 51 e 53 das disposiees preliminares da la-
rifa.
T- 19
A'presidencia da provincia doS. Pedro.Illm. o
Exiu. Sr.Respnndendn ao oflicio de V. Exc. n. :!:(,
do 29 de oulubro ultimo, no qual participa ler man-
dado liquidar erecolher oos cofres provinciaes to-
das as quanlias provenientes de beus de evento,
que foram arrecadadas para os cofres geroes. depois
da lai provincial n. 150 de 181*, que iucluio na
sua ruceila o producto daquelles bens, e sujeila o
seu procedimenlo A di-tiniliva approvacao do go-
verno imperial; cabe-me declarar a V. Exc. que
seraelhantes quantias devem sor removidas para os
cofres provinciaes, nao por acto moramente admi-
nistrativo, mas a requisiro ou polo menos com
iulerreiicao da autoridade judiciaria, a cuja ordom
foram depositadas nos cofres geraes. para que a sen
para o
una si
tullida
enes m
'tn Sr Deputaita:Mas nao eslava.
.1/ O J. b"
oacoes. '^ i <|umiiianus" lizoraYn rm"7|iio a ami/.ad<; quo a V.' missao, haviadados Slifticionies para que ella tives-1
diaposices amigareis dos Eslados-I nidos] I les. jo a V. Kxc, com quem to proun4amento Exc. consagro repousc hoje em una sympathia pro se emiltidn un juizo indcucndenle de nevos osla-! ,j r \ Portella K i
m as repblicas da Lmerica do Sul nao sao sympaaWse, essa gloria ; desojo-a para o goreruo funda. j reclnenlos mas apezar do nao ler eu kilo una ;,],, deciso da assembla '
iples declararo preparada para esta oppor- dos Estados Unidos, ligado por lo bello oxeinpto Foi-ino dado contribuir efficazmente para o des- analyse desses documentos, como devem ler feilo | /, Sr. Deambulo uno cu acho aae ha in-
e, pois que un laclo eslaboloiido por ac- eada rea ni s as suas jo\ en* irinas do sul. | enlace feliz, das dill'cioiicas existentes entre os Es- pelo uoliro deputado que suslenloii o parecer, nao conveniente lia deei sao acera
les i generosas, que dalim desde a sua Entretanto seja un noto teawmunlio das es- lados -ruidos e esta repblica. A reeordacao des-; duvidu prouunciar-aie coutn a coiu-lusao do ea- OSr. .\ Portillo, -Masa' uuesi.io era se o iuiz
oinanciliacao, e que so aeham ideuliticadas ha mu- treilas relaooes de amizade ]ue ligaui o governo da lo da seria fecunda no futuro das relaees fraier- recen, islo quanlo ,i necessidade de sorem ouvi-, ,|e orpbaos da Escada ano hivio Dtoeedido ainven-
>ilo ao commandanledas armas.Na conformi- \ lo |imii||o com a sua historia. Nunca doviain esque- confederseao com o de V, txc os tormos do Done- naos entre a eonfedcraco argentina a o Paraguay, dos o rigario do Serinbaem e o prelado dioeccsano. tarn de bous de pessiia ni
recommefidacio anterier, queira V. | cor as iepiiblicas do origt-in hcspanliola que ao pri- volele deferencia pessoal que llie merero, e o va- cada voz mais oslreilas, e que rceonliecoinlo inte- Disse 0 uobre depulado, memliro da
Itsso com a antecedencia nucessaria
liiioao Exm. presidente do r.ear.r.om o ofR-
cio i|iin V. Exc. so serrn dirigir-mu em 2.'t do fe-
veroiro ultimo, recebi um cxcmplar da eollecrao
doaactas legislativos promulgados pela assembla
dessa Tfoviucia na sua gessu ordinaria do anuo
proxini i lido
dade da loinh;
Kxc.
peseoa que atorara no cngenbo da
coinmissau, Ksoada era coinpeteiile. enibura as Ierras do engo-
lillo ao ateslo.Teudn adiado paran dia 19 do
COrrenlea reunio da junta, que devejulgar o pro-
eessn do soldado do rorpo de polica Feliciano Pe-
reira de Ljrra: assim o roramunico a V. Exc'., alim
de que se sirva de mandar avisar para aquello dia
olliciaos superiores designados para servir na re-
ferida juma.Olliciou-se no uiesino sentido ao juu I sincero
lempopoNsam asprocalorias ser dirigidas admi- u mr,'l, da. primoira vara e ao commandanto J
nistracao provincial e uio da fazenda naci- ""
nal.
A' thesouraria de Minas.Francisco de Salles
Tosres-Homem, presidente do tribunal do thesouro
nacional, respoudemio ao offlciu do Sr. inspector da
ihesouraria de Minas n. 10 de 12 do me/, lindo, no
qual participa lee mandado descontara quinta par-
lo do ordenado do contador da m.isma thesouraria
Joao Daptisla Teixcira de Souza durante osdias de-
corridos do 1." do junho, em que fiudou a liconcn
de que gozava, al 21 de julho do anuo passadb,
em que fui aposentado, nos quaes uiio cappareceu
a-roparticao por molestia, lhc declara quTdetenui-
uandnodecretodelide oulubrnde 1*57 queso de-
pois de 60 das de fallas se verilique o descont
quando o substituto do empregado impedido o re-
querer, nao se devia ler eiroetuado o descont de
que trata o referido oflicio, nito s porque nao dc-
correram 60 dios daterminaciiu da licema npo-
senladoria, como porque nao se linha ralisado a
coudieo indispensavel para que elle tenba lugar,
i-lo e, ra quoge Ihe abonasse a quinta parle que pela
substiluirao lhe compela.
A' de Coyaz.Francisco de Salles Torres-
llomom, presidenle do tribunal do thesouro nacio-
nal, respnndendp aooinciodo Sr. inspector da the-
souranadoGoyazn. 138 de 11 de novembro ulli-
corpo de policia.
Dito ao commandanlesuperior da guarda nacio-
nal deste municipio.Maja V. Exc. de habilitar-ine
com a sua inforniaoao do modo a poder satisfazer o
que ruqiiesilao F.xm presidente da provincia do
Amazonas no offleio constante da copia junta.
Dilo ao presidente, da relacao.l'.omniuiiicu a V.
S. que o bacbarel Sebasliao do llego Barros de La-
cerda assuinio em 23 de fevoroiro lindo as fUDcCoes
do jniz de direiln da comarca dn Brejo, e em 25 do
mesmo mez passou a vara ao sen substituto, para
lomar assenlo na assembla legislativa dessa pro-
vincia.r.omniuiiicou-su lamben ao inspector da
thesouraria do fazenda.
por sua posicao actual, julga-se o meu paiz com i RaaaoafwaV MiNisrro dos Estados (/nido*. I Exe. estas notareis palanas, que Qcaram gra
lilqlos |ara esperar do Untas ellas a jiislica que ol < Km n-sposla bondosa o lisungoira carta dala- em meucoracao : A visita de V. Exe. do
leva a a luardar do Paraguay a sincerado dn seu de- da de houlein com que fui honrado por V. Kxc, per-
sojo de oalisar com elle reacoos amigareis. Nao millome dlzer que lerei iutinilo ergulho e prazer
taco mo s do que echoar os soiitiineulos do meu go- j em dar ooiihooimentn ao meu governo desta evidon-
verno, ; asegurando ouira vez a V. K,x
lavadas : tro que nada sabia, porque linda coulava de sua se-
bn- Icretaria ? Eis-me por eonsngyiinle na necessidade;
ra para mim e de gloria para a minha patria. lde rolar contra o parecer, porque nao eat deatona-1 queatof
Ao despedir-me, perniilta-me dizer-lhe que a aiui- liado a necessidade da audiencia deasas peanas a y ,v,. y
sade de V. Exc. me proporcionou una gloria que | queni elle se retare. Portanlo, para que exigirmos
[uella pode tomar coiihecimcnto desta.
Ku nao vejn, nao sei por ora quem tcm razio.
L'm Sr. Ueputmlo :Entao como quer decidir a
le regular amigavelmeiito tnd
mutuo
rencas, do restabolecor as relceos d
nos sol re bases duradouras de amizade
rospeili.
Httpotta lio presidente dn Paraguay.
Sr. COmmissionadO especial dos Kstados-l ni-
dos.( Paraguay o ultimo dos povos na ularelia
da civil isacao e do progresso, pela poltica que, du-
rante a dictadura do Dr. Francia, fui toreado a adop-
tar, coi lando primeiro da seguranca do paiz do que
do.con mercioe das relaooes exteriores.
E po ni a nacionalidadi! mais anliga, a priuioia
que seguio o exouiplo da irinaa mais velha das re-
publicls americanas.
Qi ando o Exin." governo dos Estados-ruidos
roenul coeu a independencia nacional do Paraguay,
,\c. un desojo le prova de una amizade que tao sinceramente re- eslimn mais que todas, e que vai encuerde orgulho mais osles eselareeiiueulos.
des estas dille- cipmca. I a miuba patria. O povn argentino o paraguayo san I l'm Sr. Depulado Para termos re
osdonsgover- Ao reconhecor as altas obrigaroes de que. somos Ue hoje em .liante verdadoirainonlo Unaos. Os, OthrK. Porlelia : Mas se nos j -.....
,m o coiiipreheiHlcni dovidamen-! que lera de nos ser dada ? enlendo que desta ma- taes e laes ngenhos coiitinuein a perleneer a tal
n a amanea de ambas as repu- neira sera mannos o lempo sem ncnliiima utili- fre-iiozia ?
Dito ao mesmo.Conimunico a V. S. que o juiz i e celel rou um tratado do amizade, commercio e a-
mo, no qual consulta seo art 3 o 8 2" do decreto lcri" da a'''^ni, de3 do overeiru ultimo, qu
ii. 1,995 de 11 do outubro de 1857, isniou os em-1 'l|,|'r^lu ue ** de Janeiro prximo^ lindo, fr:
pri-gados de fazenda, no caso de molestia prolon-
gada da obrigacao que Ules imposta pelo art. 55
do de 20 dr nuvruibrodu W50, de solicitaren, li
sen coilieciiiientn. e alim de une mando abo
aiiiietii. ^...p.-ir,..-. 4piaiirr;rver-~-et, > .....
pozas de sua viagem, conforme e deteruuiUl jUU
cenca da autondade compelonie o ne."ie caso se o
imprecado, prov2na7r-**>-oriformic:d> pnrniile>
respectivo chefe, pode dcixar do comparecer rc-
partirao por lempo Ilimitado, como se deduz du
mencionado g 2. do art. 3., lhc declara que mal
entendeu o art. 55 do citado decreto de 20 de no-
vembro, porque neste artigo nao so obriga os em-
pregados doentes a solicitarem licenea da autori-
dade competente. Para irue o empregado seja con
siderado doenle c com direilo a seus voiirmenlos
legacs basta que justilique monsalmonte sua eufer-
inidade, dependendo snmente do chefe dareparli-
co a aceilaro da justificacao, que pode ser por
elle rejeitada por justos motivos : nao se dando
porisso oontradiceao alguma entre o mesmo art. 55
o o S 2." do art. 3." do decreto n. 1,995 de 11 de ou-
tubro de 1857.
- 22 -
X thesouraria do Pernambuco, declarando
que a lianza de que trata a ordem do thesouro de
22 de outubro do auno passado sob n. 113, dove
ser prestada pelo empregadn do tribunal do com-
mcrun da njesuia.provincia, que esliver encarrega-
do da arrecadaco e guarda dos emoliimeiilos e do
pagamento dos despezas do expediente dauuelle lii-
bunal, competentemente ordenadas ; sendo neces-
itara, para a tomada das eontas que osse emprega-
do lem de prestar thesouraria, a romessa dos do-
cumentos origiuaes das coutas por elle pagas, o
bem assim a remessa official de urna (Arlidao au-
tentica, extrahida do Uvro respectivo, da qual cons-
to quaes os emolumentes recebidos durante o perio-
do cujas eontas teeni do ser lomadas. ,
municipal e de orpbaos do termo da Basada, ba-
cbarel Francisco Hablas l.ius. passou no dia 27 de
fevereiro linde, ao segundo suppleiile Manuel C.on-
calves Pereira Lima o exercicio daquella vara para
tomar assenlo na assembla legislativa desta pro-
vincia.Comuiiinii ou-se lantbem ao inspector da
thesouraria de fazenda.
Hilo ao inspector da thesouraria do fazenda.
Mande V. S. pagar a gralilicaciio que compele ao
pratico que dirigi o vapor de guerra Pedro II do
porto do Marauhao aln dista capital.Communi-
cou-se ao commandanto da divisan naval.
Dilc ao mesmoConstando de aviso do lamis-
que por
ra no-
meado priineiro esci'ipturariodo Uwwouro nacional
O ollicial mainr da secretaria Emilio Xavier So-
brenade Helio : assim o c/iimunico a V. S. para
abonar
vega.; o, a repblica vio uesses ociosa base de
lolicii ide.
lie
ca i-u
do go,
cilieas
mo in
ua pol
dos p.
dado, sem iionliunia conveniencia?
l) Sr. Sonsa llei*: Enlao oppoe-se ao parecer ?
O Sr. X. Portillo : Decididamente. Eis a- ra-
no porque eu nao quera a urgencia desla dis-
eusso.
J
sposla
,_ sabemos a
devedores a V. Kxc. por haver lio prompla e es- seus governos a
pontaneamenle donado o son paiz. com grande sa- \ le, o o futuro sorri
erillcio de suas conveniencias pessoaes e dos inte-1 Micas.
ressos pblicos, para o lim de promover a paz o Abraco a V. Kxc. com toda a cfTiisn de mi-
restaurar a harmona, tinto que. meras manifest-1 nha alma, e me repito, etc.Justo./. de Urouisa.
roes, por mu cordiaes e sinceras que sejam, nao ---------
sito mais que um dbil e inadiquado desencargo da j piiocumacao aimcnu AO POTO i;oiiiif.vtino pki.o oe-
divida que este acto imprimir nos coracoes dos nekm. kbqdixs si a volca do vaiiagi av no anni-
meus coiieidad.'ios, o que elles reconhecer sompre I vkhsmiio ok casi.hos.
com orgulho e felieidado. Por esforoos lao desin-
teressados na causa da hiimaiiidadeudo progresso,
0 que os platica s pode encontrar recompensa no
peilo que os inspirou e naquellas Heneaos que sao
una promesBa sagrada ao autor da paz.'
Pelo que respoila aos calorosos encomios com
que V. Kxc. se dignou qualiticar os meus humildes orgulho para saudar-vos, meus bravos coinpanbei- j "ido suas ideas : mas, me permillam que Ibes diga,
esteros, que V. Kxc. teffl secundado com tanta ha- ros de gloria, tanto mais quanlo o adquir s para a nenhiima das razos nITerecidas por elles me de-
Portella Nos decidimos a questo
naquolla parle que nos compele, o poder judiciario
decide-se lambem na parlo que lhe pertence.
Diz-se que a questao de limites nnlre proprie-
larins; mas perguntn, nao podemos nos decidir que

t in Sr. Depulado :Mas a questao saber a que
engenho perteuceni os terrenos litigiosos.
O Sr. X. Portella : O nobru depulado est em
engao, nao trata de saberse laes terreuos perten-
eci ou nio a tal engolillo : so se Iralasse disso en-
\ e pois Y. F.xc ja ve a casa que nao reco- t;,o 0......a .ssemblea era Incompetente ; mas nio s.'
icco i.ecessidade da audiencia do prelado e do lrala djsl0 ,ra,a.sl. ,,,. salipr J M icrr0110s que
terrenos do enge-
gracadamenle. perturlmu-se a boa inlelligeu- hilidade e zelo para restabolecor amigavelmonte as minha patria, a quem pertence a minha vida inteira
lieos quiz. que me fusse dado lazer um esforro
para evitar urna guerra desastrosa, que pareca iin-
minento entro a nussajoven e immediata irmaa do
Paraguay, e a nossa grande e poderosa irmaa do
Ministerio da guerra.
RxrKniF.NjF ao iu\ 21 di fi-.vkrkiro ok 1859.
s ~tVo presidente de Pernambuco.Illm. e Exm.
Ti a exPPrienia mostrado que ofracciona-
nicnto da tropa de linha que guarnece essa provin-
cia longo de otferccer garanta publica tranquili-
dade ( pois que de nenhuma utilidade podo ser
considerada a permaneucia, em quolquer povoado,
de nina pequena escolta insulUciente al para a cap-
i. a cnmi"030S ). acarrala pelo contrario, a
quebrada disciplina, o osquecimentn dos mais tri-
naes praceitos da vida militar, observando-se que
os soldados, alera de nao seren inspeccionados por
snusproprios chotes, deshabiluam-se da obedien-
cia-Restes devida, o que constitu! a base ossencial
do loda a organisabio militar, e convindo fazerdes-
apparecersemelhaute mal quanlo o pcrmillirem as
iiossas peculiares circumsUncias : resolven S. XI. o
imperador que a forra do exercito existente nossa
provincia seja d'ora em diante distribuida pela se-
guipte otaneira ;
Io, no centro das comarcas mais remotas da ca-
pital ser postado um batalhio, na povoaoio por
V. Ejic. designada ;
2., desta povoacao destacar-se-ham at sele
rompanhias para os pontos mais importantes da co-
marca, llcando urna companhia com o cstado-maior
do corpo ;
_3., estes destacamentos por compaiihias nio so-
rao subdivididog, salva a necessidade de urna dili-
gencia temporaria ;
4.", as companhias sero rendidas mensalmenle,
j substiliiiiido-se reciprocamente nos diversos
pontos'quo oceuparem, j sendo trocadas pela que
bouver ticado eom o estado maior, em ordem a que
todas ellas deniro do anno estacionem allomada-
mente por algum lempo junio ao mesmo eslado-
inatnr ;
i-", as companhias marcharan infallivelmentc
com os seusofllciaes efectivos ;
_6. o balalbo mudar ennuaimente de guar-
nirn
< "., as comarcas mais prximas da capital ser
enllocada no ponto igualmente por V. Exc. desig-
""kTi' "'!* ^ um batalhio, para cuja snbdiviso c
sulistauic.no seguir-se-ha, quanlo. possivel fr, o
que ordenado ra em rclaco s companhias do
iiatalhao em comarcas remotas ;
8. teda i mais forra de linha que possa existir
nal do citado aviso.
Hilo ao mesmo. Cowaadin, a V. S. para sen i
conhecimento, que nuia 1 flocorrente foram con-
cedidos pelo presidente do tribunal da relacao an
desembargadot D. Francisco Hallazar da Silvoira 30
das do licenea com veiiciuieutns para continuar a
tratar do sua saude na provincia do Marauhao.
Dilo ao Dr. Joao r.apislrano llandcira de Mello.
Pelo seu ollicio de hontoin llquei scenle de ha-
ve.r V. S. assumidq naquolla data as funecoes de
director interino da famldadc do direilo, por tero
ell'eciiv temado assenlo na assembla legislativa
desla provincia. Coinraiiiiicou-se ao inspector da
thesouraria de fazenda.
Dilo an capilio do porto. Respondo an oflicio
que Vine, me dirigi em 2i de fevereiro ultimo,
declarando que subsiste a ordem expedida em 28
do mesmo mez, acerca dos sele recrulas que se
achara depositados a bordo do briguu barca iinma-
racri.
Dilo ao direclor das obras militares. Pelo olli-
cio que Vme. me dirigi hoiitom, sb n. 51, liquei
inteirado de tcroui sido substituidos por 30 barras
de madeira com ps do ferro e travesseiros as ta-
i'imbas dos guardas dn palacio, thesouraria de fa-
zenda, alfandega o consulado.
Dito ao director do arsenal de guerra.Faca Vme.
recolher a esse arsenal os 1,2110 cartuxos embala-
dos, que se remotleram para a freguezia da luz, os
quaes lhe serio aproseiitados por parte do Dr. che-
le de polica.Cominunicou-se a este.
Dito ao mesmo.Mando Viuc alistar na compa-
nhia de aprendizos deSM arsenal, se furoiu julgados
aptos em hispe,-can de sade os menores l'.lorindo
Francisco de Souza Magalhes e Luiz llias do Tole-
do, que lhe Serio aprosenladis por parle do chefe
de polica, preeuchende-M as formalidades exigidas
no art. 4 do rogulameiito de 3de Janeiro de 1812.
r.oinmiinieou-se ao chele de policia.
* Dito ao director interino das obras publicas.
Respondo ao offleio que Vine, me dirigi honlom,
sb n. 48. declarando que em 18 de fevoroiro ulti-
mo so expedio ordom thesouraria de fazenda pa-
ra entregar 5tX)g de que trata o citado ollicio.
Dilo ad agento da companhia brasiloira de paque-
tes a vapor. Pode Vine, fazer seguir para os Dor-
ios do norte, hora indicada em seu ollicio de lion-
lein o vapor Tocaiilins procedente do sul.
Dito a,i eousolhn administrativo para forneci-
nienlo do arsenal de guerra. Aulonso o consalbo
administrativo a comprar, para foruecimeulo do ar-
senal de guerra, os objectos mencionados no pedido
junio.t'.ommiinicou-so ao inspector da thesoura-
ria de fazenda.
Expediente do secretorio do gocerno.
Ollicio ao inspector da thesouraria de fazenda.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda traus-
inllllr a V. S. as cinco inclusas ordens do thesouro
nacional sb OS. 18. 19. 20,22 e 23.
Dito ao mesmo.S. Kxc. o Sr. presidente da pro-
vincia manda Irausmillir a V. a inclusa ordem du
thesouro nacional dalada de 18 de fevereiro ultimo
c .-,',1, n. 21.
Dilo ao director interino das obras publicas. S.
Exc. o Sr. presidente da provincia, manda coin-
municar a V. S. em resposta ao seu ollicio de hou-
lein, sb n. 19, que acaba de autorisar a thesoura-
ria provincial a pagar, vista do competente certi-
licadn, a quautia de 1208. em que importa o quar-
to quarlel do primeiro anuo da conservarn Jo ca-
nal de Arequind, einpreitada pela companhia Per-
nambiicana.
re osdous peina, apezar de indos os esboces rell.......s entro repblicas irinas, e nutrir, quer as
erno paraguayo. Os protestes de vistas pa- [sympathias nacionaos, queros primeirns vinculos
que miro no discurso a que este rosponde ; "aciouaes devidos, retribuo a V. Kxc. ludo o que sei
que V. Kxc. poderia desojar, os meus curdeaes agra-
dociinenlns. *
A allitude armada a que V. alinde por sua
parte a consequeiicia do que pareca ao meu go-
xorno nina necessidade nevitavei, poste que a mais
penosa ; o V. Kxc. nao taz mais do que justica no
espontaneo tributo qne as convieroes e sympaihias
pessoaes de V. Kxc. rendeiu ele.vacSo dos seus
sentiiueiitos tao opposlos violencia como o ini-
migo da eivilisaco, e na roiitiauca que manifosla
un profundo sentiinento ,1o justica o eqadade, pelo
qualfoi, e ser senipr,: animado.
Bem quo nao possa admittir que a presenra da
vrflb^nlerpro*aKi-^u4uniinijt^rta^ connnoiitaiios
setmenteS dj> njMHMlQ)nA<- seus pru|iiios movimeutoso accoes), a iigoiiuftT"
piraiiia conflanra de que eiicunlrarei justica
tica amigavol do governo dos Estados-Uni-
r o restabelocimenlo das boas relaeos.
ArRKSKMVC.Ul lio MlMsruo lio IIIIISIL.
Discrnsii dn Sr. Amoral.
El ni." Sr.S. M. 0 Imperador do Brasil, meu
augusl i soberano, ha por bem ouviar-ine repbli-
ca do 'araguay como son ministro residente em
nnsso ospeeial, aeredilando-me nease carcter por
meio i! i credencial que Icnho a honra de entregar
a V. R: e.
essr meio S. M. Imperial manifosla mais
a consideraco eui que li'in a repblica,_e
norte.
k (Juiz Dcos
ue fosse
a paz,
< Ser 'i
V. Kxc.
sua ben
poderosamente contribuido para que se os-
as retacos de amizade que ligara os dous
(uiar-rae-hu lambem no desempenho da
honnisa missao que s. M. julgou conveniente con-
liar-ine
feliz se conseguir preenchft-la. Queira
boaceder-me para isso o valioso auxilio de
'volcncia.
Hespnsta dn presiden te.
c Sr. uinislro. Recebo com siimmo aprero a
caria au ographa de S. M. o Imperador do Brasil,
que houi'c por bem enviar a V. Kxc. como seu mi-
nistro eiii nnsso especala repblica.
* Esla prora mais da consideraco em que S. H.
I. lem a repblica o o governo que a preside, im-
pe ao iresidnnto do Paraguay o grato dover de j
conserva as relaooes de araisade que ligan ambos
os paizc:.
O Si, ministro encontrar no governo para-
guayo a nielhor disposieo paraos objectos de sua
honrosa missao.
IXIUMMCAO CONH1IKNC.1AL IIOC.V.NKRM. CRQ11ZV.
A'oto ao Sr. Bowliit.
O ahpixn assigiiado, capitn general e prosi-
dente. dal coiifedoraro argentina, lem a honra de
dirigir-selao Kxm. Sr. Bowliu, cominissiouado do
governo (los Estados-I.'nidos da America junio do
da repblica do Paraguay, para Iribular-lbeiim tes-
lomunho le eslima o rocoiihecimeiilo pela ruaiioira
honrosa d benevolente com que acoeilou a sua in-
lervencioiconlideucial nosassumptosqiie fazom ob-
jeelo de sua missiio.
.< Ao temar a rosoluro de abandonar a repnblica
easgravespllrneoes que all exigem a minha pro-
senca, paralvir a esta capilal por a minha pessoa e
os meus decididos esforoos aoserviro dos inleresses
dobalidos.aam de evitar a guerra que parocia i ininoiile
entre os Kstados-luiidos a o Paraguay, alarmou-mo
menos a all ilude armada com que se iniciara a no-
gociacio e ol carcter das questies peudeiiles, do
que cunliei lia nobroza o elevaco de inlencoes da
poderosa naiuo de que V. Exc. digno represen-
tante, em suas relaces com eslas repblicas, e na
modorare e patriotismo do Ilustre chele do Para-
guay, com qlicm intima amizade me liga, o que
multe havia o}* ajudar-me em meus projectos con-
ciliatorios
Eslava lolige de abrigar as apprehenses que a
cmulacao se nipeuha em inspirar para impedir a
influencia beiielicn que nossa poderosa irmaa cha-
uiun alguiiias follias da verde olvoira. Consider-
me feliz que sejais vos, cidadaos de Corrientes, os
prinieiros Argentinos com quem o celebro neste
dia de imperecedera recordarlo o de gloria eom-
mum.
< A grande naci, cujas inslitiiicoes imitamos,
nao um poder que nos assusle coma altivez do
forte para com o dbil: magnnima eslende os seus
bracos s suas jnvons irinas do s'ul, r Ibes duerece
a iutlueiicia de una poltica elevada. Sede vos em
sejapVi|iitiilo n-ibiil.ir a l ino-Aiuorbaiia a ho; 1Mibro',l
njHrlagoni de dfflor e gratido pelo bello exeinplode" '"> si-
lla poltica, conciliadora o fraternal que acaba Jff" "
movem deconrioco intima que nutro de que a as-
sembla 0 competente parajnlgar do caso sujeito
sua consideraco.
(1 noluv depulado que impugna csso direilo da
assembla o primeiro a roconhecer, que nao
resta din ida de que ella competente para tratar
o cahissem sobre I d"as qucsloes relativas a lmites de freguezias. isto
o coinpelenle para determinar limites, para re-
nlica-b T
Um Sr. Depulado: Em risla das luis exis-
tentes.
O Sr. N. Portella :. indopondenlo das leis que
as erearam, porque a assembla nao est adeslrcia
a determinar que. laes e taes sao os limites, por-
que una I, i os determinen, porque ella pode re-
vogar essa lei, pode alterar ossos limitas.
OSr. S'-uza lliis :Issoouli'icousa.
-*jii
me obriga a recouhocer com prazer que \ Kxc. ron- dar, e pela onnolii-oceehwa cunsideraco de lUWfi
de urna justa hoineiiagera ao seu illustro amigo o objeelo por parle do seu digno representante no P.-
presidenle Lpez, rujo espirito conciliador e illus- I ragnay.
Irado, e cujo trato Cortez inrocam do mesmo modo llevo aproveiLar tainbcm esla occasio paradi-
0 meu lesteniunlio prazenleiro. zer-vos que o governo e o poro paraguayo sao dig-
Aceito eom agradecimente, em nomo dos Bata-, nos de loda a eslima fraternal do povo e governo ar-
dos-Unidos da America, a iulliieiiria bruelica para gentiuo. I'.ullvam por vossa partea inliinidade
com as repblicas do Sul deste continente que V. i que deve ligar-nos ; somos alliados por intoresses
Kxc. Ihesattiibue. Poslo que os actos de huuiaiii- Icommuns, por ideutidade deorigem e do deslino;
dade Icvaui coinsigo, como j o tenho observado, a preparemos o futuro, que j so devisa para o en-
sua principal recompensa na satisfacao intima qu
produzein, seria peior que hypocrisia manifestar in-
dilfcrciira an sen galardo. *
O rconhecimenlo que V. Exc. faz dn espirito
alentador o amiga vei que sempre lem manifestado o
meu governo para com suas irinas mais toreas do
sul, nao piule deixar de augmentar o seu desejo, e
de iorlilicar a sua rosoluro de querer e" fomentar
0 desonvolvimeuto de nstiliiires idnticas, e o en-
grandccimcnlo de naeoea destinadas um dia a ser-
vir sem florida de exemulo a lodo o mundo de in-
dustria livre, e de felicidade, assim como de prns-
peridade material. .
Falta-me apenas acrescenlar o anhelo com que
secundare! o desojo exprossado por V. Exc. de que
os desagradareis nssumptos quejociasioiiam a ininba
presenra aqu sejam promplauon e levados a urna
concluso amigavol e honrosa. Nao reclamando
mais do que o que julgainos justo : estamos dspos-
losa sustentar,senumo-nos anmalos a esperar que
i nao seremos contrariados relalivanente s disposi-
1 enes razoaveis e pacilicas que V. Exc com tanta
conlianca attribue ao presidente desta repblica.
Km concluso, qualquer qut seja o resultado
da negociacu pendente, mnovo a seguranca de
que oftereei o ramo de uliveira, o coiilinuarei do
mesmo modo ; e rogo a V. Kxc. icredite que con-
servarei sempre a memoria de sua benevolencia
entre as mais preciosas reconaces da minha
vida.
A semelhaura Intima das insliluires da con-
federacao com a dos Kslados-Liidos.noshabilitam a
considerar a patria de V, Exc. oh a face de um ali-
Ihado poltico, que jamis invitar em vio o conse-
lhoc o apoio do seu padriuho
Se V. Exc. se compraz 'Ui manifestares d
inada a eiorct
r as repblicas do sul, que imitaii-
granderimeiiioe prosperidade coinmum.
O chefe da cotifederaco fo alli objocto das me-
lliores pravas de consideraco o sympathia. Honra
ao governo e povo paraguayo Paz o amor de ir-
mos |iaru com ellos! Que o ac que acabo de alar
seja eterno A vos. Correntinos, cabe cinpregar os
esforoos melhurcs para eonserva-lo '.
Tao pouco devenios esquecer neste grande dia
o imperio do Brasil e a repblica Oriental. Partici-
pes da gloria de r.aseros, nao ha do ser esla a ulti-
ma voz. iiue a allianca nos ligue para aperteiroar a
situaco poltica do continente.
K mn bello sonho a frateriiidaile internacional
do sul, 0 vede que esse sonho loca sua rivalidade
A politica de paz o fraternidade quo foi dado iniciar
ao governo argentino depois da grande victoria em
que vos coiibe lio brilhaiile parle, e que boje cele-
bramos, d fruc.tos de ouro ; compre recolhe-los
com esmero.
< A naco argentina resplandece ao longe na
venturosa situaco que busca : o fuluro nosso.
< Disposto s grandes colocos, com o coraro
cheio de sentimentes que o espectculo da paz ins-
pira, com que gozo pisei em Corrientes a Ierra Ar-
gentina Como me commoveu o eiithusiasmo do
vossa adheso, e do vosso.patriotismo Com que
satisfarn aperlci entre meus bracos tantos bravos,
que lerei ao combate, e que brilhrnm de herosmo
a meu lado Que ventura sinto a ver a prosperida-
de que devisa este bello vergel do Paran, lo do-
tado pela naliiroza, to fecundo no valor e no pa-
triotismo de seus filhos, como lias riquezas do seu
solo !
u -O vosso cnthiisiasmo era urna gloria mais que
derla eolher em minha carreira. Levo gravadas en
meu coraro asrecordaces deste anniversario. O
parcialidade amigavel, que sino orgulho em haver- general l.'rquiza vos pertence : se a vossa Iranquit-
hc inspirado, para congratula;o^moii governo por lidade, se a vossa felicidade uecessilam de meus
EXTERIOR.
PARAGUAY.
.Vpposfit t :n:u> do ministro dos Esta-
dos-Unidos.
Discurso dn Sr. Uoirlin.
, Como commissionado especial do governo dos
romP,, unir, %?"!*'e'h* ^W?""" "? Mpl Eslados-Unidos da America, tenho a honra de entre-
icaexcepoaa de um destacamento que se | gar a Kxc a lninha carla crcdcnrial, acompanha-
mauter, se V. Exc. o julgar conveniente, na villa
do (.abo, em alteucao ao maior concurso de indivi-
duos occasionado pelos trabalhos da va frrea : es-
te destacamento porm. nio deixar de sor mensal-
menle rendido.
Communicando a V. F.xc. quanlo lea determina-
do, tenho unicamr-nte a acrescontar, que V. Exe.
autorsado a rosolvor as questes de delalhc, que un
presente aviso nao se achem previstas, expediudo as
suas ordens ao commandanle das armas ; e de tudo
dando conhecimento a esta secretaria de estado.
"eos guarde a V. Excilanoel Felizardo de Sou-
-o t Mello.Sr. presidenle da provincia de Per-
nambuco,
GOYI.R\o DA PBtl\1^CIA.
espediente do dia a de marro.
da de ampias faculdades para conciliar e regular
todoa os embaraces, cuja existencia infelizmente
obsla hoje boa inlelligencia entre as duas rep-
blicas.
Aproveito cora prazer o eusejo que me propor-
ciona a execuco deste dever para de novo assogu-
rar a V. Exc. o ardente desejo do governo e dos ci-
dadaos dos Estados-Unidos de cultivar com o gover-
no e os cidadaos desla repnblica as mais oslreilas
rolarnos comniereiaes, lirmadas sobre as nicas ba-
ses duradouras de consideraco, amizade c aproeu
reciproco.
K%to to simiente o que o meu governo lem
procurado e procurar conseguir desta joven e ro-
busta repblica : reacoos polticas, sympathicas o
amigareis, e um movimenlode commercio liberal,
mutuamente vautajoso para ambas as nacos.
do suas inslili ic.is, dmiraui com sinceridade o
engrandecime lio colossal da grande potencia ame-
ricana. A ra nha patria, Sr. commissionado, que
seorgulhade haver bebido as suas iiisliliiices de
lo maguilica Cunto, nao tom recebido do govetnn
dos Eslados-U lidos sono teslemunhos de leal e
generosa amizade, de benevolencia e de estimulo.
Seja-me permiitido dizc-lo bem alio, ainda sensivel
reeordacao dis concoitos especiaos com que fui
honrado polo actual ministro dos Flslados-L'nidos no
acto de sua rooopeio.
Julgava coni razai que devia fazer conceber ao
meu grande e llora amigo o presidente Lpez con-
vicro anloga nue desvirtiiasse o intluxo de causas
prejudiciaes e de detractores interessados.
_ Acreditara Itainbem que as minhas informa-
dles e as minhas vistas, que o meu teslemunho
devia contribuirlpara desvanecer a irapresso des-
favnrave! que lili animo do governo dos Eslados-
Unidos, e no den. Exc. mesmo houvessem prudu-
zido informacoea utteressadas e apaixnnadas.
i Dcvo agradecer a V. Exr. o havor-me dado oc-
casian para nao antes de iniciar a missao de que ri-
nda encarregadoJ llevo agradecer a V. Exc, igual-
mente o lor-me manifestado ora alguma de nossas
conferencias que la minha rinda nao tora intil, e
que a minha inllilcuoa contribuir nio pone, para
despojar a alraosuhora e preparar o terreno alim de
que V. Exc. tivesslo occasio de fazer riuihoeor os
scnlimeutos de eqjiidade. do nobroza e de justica,
com que o seu gol-orno desejava proceder.
k As etoquentea patarras do ootavel dscursoque
V. Exc. dirigi ao ISr. presidente do Paraguay, to
dignamente respondido por osle, corresponderam
s esperanzas que lie ; anlemo ou tinha concebido,
c que se fortilicaratn quando tive a honra de apre-
ciar os enebros dolos pessoaes que adornam a V.
f:xc.
O governo de V. Exc. deve congratular-se de
lo acertada escolha. Para agentes como V. Kxc.
desapparecem os qscolhos de lo ardua missao V.
Kxc, iiisnuoii-se j lie modo que augura o xito, e
eu conlio nellc
Seja-me perinijltidn manifestar de novo a Y.
Kxc. que nonhiiiu oslorco pessoal pouparei para que
a negociacu de quel fni eucarrogadu obleiiha um
exith favoravel paz, que tanlo importa ao gover-
no de V. Kxc niant
V. Exc. por valioso
sem
OfllcioaoKxra. presTdeaT.rda provincia do Par.! menospreco de nenhuma. E sem arrogar-se urna
Opportunaioento farei chegar ao seu deslino o posirao que o mundo lhe nao oiilorgnc de boa ron- I 'amo importa a estes
offlrio, que para ser enviado ao Sr. ministro bra- i lade', toinou o meu paiz a iniciativa de eslender a lariioaperteiroaiuou
sileiro residente em Pars, acompanhou o do V. Kxc. urna repblica irnia, que, ionio ella, sacudir um le que sao to vido
de 8 de fevereiro ultimo que tica assim respon- I jugo albeio, esforcando-se por levnular a bandeira L m resultado
dido. ; dos principios livres, a rao da amizade para junlar mais do que o empn
Dito ao Exm. presidente do Rio Grande do Norte. | as bencos do commercio mutuo, e o intluxo be- nesta occasio. 11. ,-
Tenho presento o offleio que V Exc se servio i nlgno do sua associaco, sua experiencia c o seu prudente, moderado
dirigir-me i!m8do r.orrente,pedindo-mc que indi-I cxeraplo. | lliistre amigo, o Sr
i,,., lima ,u* nn..____ V.____i.- m taal
rom estos paizes ligados ao de
inleresses commerciaes, que
paizes nascentes para prnspe-
o social, coiiimorcial o politico
5.
nciliatorio honrar a V. Exc
go das armas do estril gloria
a V. Kxc. garanta de espirite
Ilustrado e poltico do meu
presidenle do Paraguay, que
v ---- -----**vtm VUir, l/CIIIIIUII lll< UUV **" l ^-^-|--. ,
qjie urna casa commercial que se incumba' Assim que, apenas o Paraguay comerou a ama tent a paz, ron o o pundonor nacioiial,
de fazer supprimentos Henriq'ue Joaquim Barbo-i abandonar a sua anterior politica exclusiva, e ai 0 governo argn ino, levado por urna politica
sa Tinoco, e Francisco Gomes da Silva Jnior, que I inaugurar sob a admiistraco de V. Exc. um sys- I de paz e traternidad i que lhe foi dado iniciar por
.' HIAUP'y
sua escolha du minhas pobreshabilitaces para re-
gular as milito serias couiplicces entre nse es-
la rego, que expresses de elieilaro poderia eu
empregar para manifestar os mus senlimeiilos pela
boa fortuna da Confedcraco Argeiilina em haver
elevado ao poder a um chefeque une temeraria
coragom do guerreiro a prudette sabedoria do ho-
meui de eslado ?
< Conliando em que a longiausencia de V. Exc.
por motivos to generosos e limaiiitarios o enca-
recer cada vez mais no apren de seos concidados
submello-mc rom gralo respeojdeV. Exc,, ele.
James II. BomUn.n
O general Urquiza no minisro norte-
americaiii.
Exm. Sr. e distinelo aiuio. Os meus votos
estao cumpridos. O Sr. pres. ca e V. Exe. derain-mc uccaspo de presenciar o
feliz desenlace das quesloes peldeiiles eiilre os Es-
lados-Liiidose a repblica doi'araguay, que leve
hoje lugar. A conferencia quobnuve. coreada de
um xito perfeilo, corroboro! quanlo em minha
carta anterior oipreatei a V. kc, e multo especial-
iiienle no que linha rolaran om as elevadas quali-
dade de V. Exc. Enviados cano V. Exc, sao ver-
daderamente de paz e de auizade : felizes estos
paizes su rerabisse sempre a scolha em to recias
o nobros personagens ,- jniaqbaveria motivo para
de-inlelligoiicas entre as nadies poderosas e estas
repblicas, que lano iiecessfaui do apoio de sua
amizade e influencia para afcveitamente de seus
Trogreasos commerciaes e inoistriaes.
Son a nielhor testemuuhi de que V. Kxc. nao
poupou esforco algum para oler urna Iransacao
digna o honrosa, o que sem linio zelo, lanta pru-
dencia e sabedoria, bouvera ido dillicil. Nao po-
deria despojar-me de gloria ti) apreciavel, como a
parle que altribuo em lio [efe resultado; porm
seguramente que anda nistoinesnio devo a V. Exc
occasioes delicadamente oll'eucidas. Por pouco que
valha, hei de impr-ino o dsver de recoinineiidar
ao meu grande amigo o pr, silente dos Kslados-Uni-
dos, o procedimento elevadotle V. Kxc, a o quanlo
por elle devo de gratido funde uaco americana
e ao seu governo.
Don a V. Kxc. um aperado abraco de felicila-
ro e de amizade, e seja-mepermiltido roeordar-lhe
que eoeto que V. Exc. se ,igue visiUr-me em S.
Jos para celebrar alli, no lia do immorl il Was-
hington, a paz entre os Ksados-l."nidos e 0 Para-
guay, polo que importa em-,i. c polo quo respoila
aos domis estados da Amena do sul, que apre-
ciarn esta prova dejustiniiiolncza da grande ua-
co, coutribuindo a liga-la e>u> ellas em bens cuii-
renientes aos iusteresses rojprocos c prosperida-
de cominiim.
Olfeaeco a V. Exc. no jen paiz, na minha po-
sico ntiicial, e como um aaigo que deseja relri-
buir-Ihe as provas
tcm merecido ; e
Urquiza.
0 general Vrguiza ao Usidente do Paraguay
' Meu grande e hom aigo, Ao partir ditoso,
esforoos, exigi-os: se necessta de minha vida, pe-
di-a !
Eu sei que cont com a vossa lcaldade. vos-
sa frente, frente do velho exercito de Caseros,
nao vejo inimigo sulucicntc para a minha patria,
uem guerra difllcil para a sua gloria, para a sua in-
legridade, para conservara sua dignidade, a sua in-
dependencia c a sua bella coustiluico.
Correntinos Quizera aperlar-Vos a todos en-
tre os meus bracos ao despedir-me de vos com pe-
zar. A todos abraco no meu Ilustre amigo o'go-
vernador Pujol. E digno do amor que lhe consa-
gris : conservai-o. .Muito ha elle feilo para esta
situaco feliz porque C COiuIimH a halla Corrientes
ao futuro*. Keroiihcro nelle todo o mehto do um
goveruador patrila o illuslrado, o a confederaco
lhe deve um lugar disliuclo entre aquellos de sus
lilhos, cojos mues a sua historia lem de eolher.
Saude unio e prosperidade do povo corren-
tino. Justo Jos de l'rquiza.
Jornaldo Commercio do Rio.)
PERWftMBUCQ.
Constando o reslo da sesso do 21 de dous dis-
cursos, e nao estando revistos pelos autores, alter-
namos sua publicarn, para nao demorar os Ira-
balhos.
uno um anigo que ueseja iwa-
is de cQus$!raoo e apreco que lhe
i subscrcrSuie, etc. Juo /. de
1SSEMBLEI LEGISLITIVa PROVINCIAL. _
BBSlKQ oaniNARU em 22 np. mvrco o. 1859.
Presidencia do Sr. Bario de Camaragibe.
Ao meio dia, fcita a chamada, verilica-sc estarem
prsenles 24 Srs. depulados.
Abre-se a sesso.
I.-se e approva-se a acia da anterior.
0 Sr. 1." Secreta rio menciona oseguinte
F.Xr-EPIF.NTK :
L'm ollicio do secretarlo da provincia participan-
do que foi a informar thesouraria sobre o reque-
rimento que acompanhou o ollicio desta assembla
de 19 do crrenle sob n. 10.luteirada.
L'm requerimento dos emprogados da Ihesoura-
ria provincial pedindo augmento de vcitciuicntos.
comiuissn de oroameulo.
dem da Associaco typographica Pernamlnioana,
pediudo se lhe concodam 4 loteras de 120 contos
cada uina.i commissu de pelices.
dem de Mathias dr Albiiqiierque Mello, primeiro
labellio de olas do termo da Ksoada, pedindo urna
providencia qne estabeteca o equilibrio dos venci-
mentos dellc supplonle com os dn segundo labellio
do mesmo tormo.A commissao de justica civil e
criminal.
I Conlmuar-u-ha.)
Discurso do Sr. deputado ,\'asrimento
Portella pronunciado na sesso de
19 docorrente.
O Sr. N. Portella : Sr. presidente, nio era
ido a asseujjiloa
. '"^serinhaeni'com a" Esca
2i!^!-^!IKuiv que as autoridades de urna
e nutra Bastas freguezias leom outeudido quo so-
jara. Has dis o uobre depulado, a quosto escapa
da nussu juiisdicco toda a vez que se traa nao da
questao do limites, mas do questao do dominio de
Ierras.
Nao allende purera o nohro depulado que as di-
visos de livgiiezias enlro nos sao eslabelecidas
pelas divisos dos engenhos e que assim nenhuin
inconveniente podo resultar do acto da assembla
em que reconhece, que o terreno tal comprehon-
de-ee em (al freguezia. A autoridade judiciaria en-
tao devora veriliear, se por ventura os terrenos que
perlencom a esses engenhos san nconteslavelmeu-
tc do sua jiirisdirc,",,,.
" Sr. Sonsa Jleis .Assim al talvez fosse pre-
ciso assembla fazer nina demarcarn.
OSr. V. ParteUn Nao, perde : a assembla
dizos limites desta freguezia sao os engenhos laes
e laes comprebondeiido lodos os terrenos desses
mininos engenhos. Suscita-se questo entre as au-
toridades de urna e outra freguezia, vem a questo
4 assembla provincial para determinar quaes sao
os limites ; a assembla repele o que j disse -os
MBtttea sao pelos engenhos taes e taes, eomprohon-
dondo todos os seus terrenos : qual 6 o inconve-
niente que ha dalo ? Neiihum, porque nao podedi-
zer o nobre. depulado que a questo escapa nossa
alnada, porque trala-se de uina questo do limi-
tes de freguezias : e as autoridades judiciarias com-
pele ento examinar al que poni chogain os ter-
renos desses engenhos que a assembla designou
como divisa da freguezia ; isso que da compe-
tencia da autoridade judiciaria, mas declarar que
taes engenhos perlenccm a tal ou tal freguezia,
ncoiitestarelmente do direilo da assembla pro-
vincial.
Cruzam-se alguna apartes.!
O Sr. X. Portella. o segundo argumento do
nobre deputado este : a questo est atlecta ao po-
der judiciario, o tribunal da relacao j* lomou co-
nhecimento dola, e .mida est pendente a deciso,
e neste caso qualquer deliberarn desla assembla
nada penos importa do que iuvaso do poder ju-
diciario, do que prerlnir juizo, nada monos impor-
ta do que collocar esse poder na posico de nao to-
mar resoluco alguma.
Veritiquemos uto,
Comprohende o nobre deputado por ventura que
a deciso que Uve de dar assembla, a esla ques-
to lera eireilo retroactivo, lomando millos osados
do poder judiciario* Nao.
E por ventura a deciso que der o poder judicia-
rio faz com que os actos das autoridades que por es-
so facto se consideraren! dentro de suas jurisdicoes
se ternera dignos de approvacao ?
Sem dunda. Dahi v o nobre depulado que cm-
bora a deciso da assembla tenha ludo o vigor pa-
ra resolvers quesloes futuras, para legalisar os ac-
tos do poder judiciario j praticados deve appare-
cer a deciso do tribunal da relaro.
Um Sr. Deputado .Como so.'concilia isso?
O Sr. Portella "Mas nao podo a assembla di-
zerces mu o, uumeo j.^l r~,0,,a,a ResDon-
da o nobre deputado.
(I Sr. Sou:n Vfris. Mas om vista do quo?
O Sr. X. Porlelia :Em visla dos pronrins actos
da assembla, do alvar citado pelo nobre depu-
lado.
lia um aparte.}
Mas se diz: como vamos nos tomar conhecimen-
to desta questo ex-olhcio? Pois nos temamos co-
nhecimento ex-ofiicio, quando o presidente a pri-
meiro oxpoe a necessidade da deciso desta ques-
to, tanto que a sujeita aoconhecimenlo da assein
bla ? Nao devenios ueste caso lomar deliberaco
alguma?
Por tanto, Sr. presidente, cu nao vejo inconve-
niente algum entre a deliberaco que esta casa lo-
mar sobre os limites das freguezias de Seriuhem o
Escada e entro a deciso que poder dar o poder ju-
diciario sobro essa mesma questo que tem havido
entre os juizes dos respectivos termos : a deciso
do poder judiciario regular os actos praticados por
qualquer dossas autoridades e a deciso da assem-
bla provincial regular o marcar a jurisdico que
cabe a cada uina dessas autoridades de ora om
diante.
, nos nao tratamos
renos do engenho
_Daezia.
0 Sr. S. Lacerda :Nem podemos decidir isso,
porque os-es engenhos lera tm renos duvidosos, is-
lo sobre cuja posac ha duvida.
0 Sr. X. Portella :Est engaado o nobre depu-
lado, uio essa a questo. O engenho Tres-Bra-
cos considerado hoje pertencenle Escada, ha
boje conflicto de jurisdieco cnlre os juizes munici-
paes de Ksoada c Serinbaem, por que uuidiz: este
terreno pertence i minha jurisdieco, outro diz :
oslo terreno pertence ao meu tormo.
L'm Sr. Deputado :Nao ha tal, a questao sa-
ber-se a que engolillo pertence um corlo terreno.
') .Sr. X. Portella :Uem : diga-me o uobre de-
pulado, a assembla pode determinar que as ter-
renos que perteucem ao engenho tal coutinucm a .
pertencer a tal fr-'gnozia ? Pode: ora se sempre se
considerou o engenho Tres-Bracos pertencenle
Escada, hoje a assembla dizeiidb que osse euge- >
olio continua a pertencer a essa freguezia, o que
'O aMJ......"""'In? ir ^"f!!^-- -' u.'"*"*""
_ i uuz-se a resolrjifajj^asajiloridades a qiieBloaX
u<11 dominio das ierras.
Um Sr. Deputado:Urna a nica questo.
II S*. X Portella :Mas que inconveniente ha
nislo ? A vista disto, pois. Sr. presidente, cu voto
contra o parecer, porque nao vejo necessidade de
0U1 ir-so as autoridades que ja foram Olivlas, vol
contra o requerimento do nobre deputado que re-
conhece a assembla incompetente para decidir a
questo o por islo sujeito consideraco da casa
uina outra emenda.
s
Cabe por ventura a assembla provincial tomar-
se mera espectadora desses actos, esperando ludo
da autoridade judiciaria ? Nao, e cuappellopara os
tactos, para a pretina desla assembla. Ainda nao
ha milito tompo, rete que o anuo passado mesmo,
um conflicto so ileu entro o juiz inudicipal da Esca-
da e o ,!o.Cabu.
O Sr. S. Lacerda :Nao eslava na relacao.
OSr. A"; Portella:Nao sei, mas eslivosse ou
nao, poda l Ir em qualquer lempo o no entretanto
a questo foi atVoeta assembla provtncial pelo
presidenle da provincia; a commissao tomou co-
nhoeimenlo da materia como taz a desle anuo.
l'm Sr. Deputado;Foi na legislatura passada.
(I Sr. iY. Portella:Tem razio; mas o que
corlo quo a assembla toraou conhocimenlo di,
tacto sem esperar pela deciso do poder judiciario.
O Sr. ouza liis Quid inde:
O Sr. A'. Portella: quo sao actos praticados
por osla casa e que nos devem regular em casos se-
melhanles.
L'm Sr. Deputado: F. seotiver feilo inderida-
roenle, devemos segui-lo.
REVISTA DIARIA.
Iloutem na Passagem da Magdalena, estando,
em consequoiicia da edificarn de urna casa, ar-
mado um apparelhu de subir madeiras, com duas
guias atravessando a eltrada, sem com tudo inler-
ruiupur o transito de carros; acontecen que na
passagem do mnibus um moco que ia sobro elle,
e que nao se ahaixou para passar por baixo das
guias, cahisse sobre o cairamente da estrada.
Comqitanto a queda fosse bstanlo forte, todava
nao leve consequencias graves, o que nao obstan-
te, don lugar a que o Sr. subdelegado do Beeifc,
que ia no homnibus, delle sahisse, e mandasse cor-
lar as guias do maslro, a despeito das reclamacoes
que os operarios da obra faziam, por estar subin-
do urna das Ierras da casa em ediliraro. Corta-
das as quaes, a trra vcio abaixo ; mas felizmente
nao occorreram as desgracas que poderiam ler
acontecido. Alm dessa imprudencia, o Sr. sub-
delegado entendeu. por um tacto todo casual, de-
ver fazer prisocs, que originaram urna confusao ter-
nvel....
Ifonlem um carro na ra do Mondego, pas-
sou sobre uma-prcta e parlio-lbe urna daspernas.
E preciso urna providencia contra esses boleei-
ros, que andam a atrepellar loda esta cidade I
L'm boleeiro boje, dirigindo um carro pelas nas,
6 objeelo de recoio pora todos quanto nclles an-
dam I
L-so no Correio Mercantil:
* O dia de hontem (11 de fevereiro) foi sinislro.
Nao menos de trez e talvez quatro suicidios tire-
rain lugar em diversas pontos da cidade.
No Cllele suicidou-se com um tiro de pistola
o bzendeiro Joo de Souza (uimares.
Eram 11 horas da manhaa; o infelizconversava-
um pouco com seu genro, e entrando para um quar-
to, a pretexto de tomar um uanho, descarregou a
arma na regio precordial, e a bala sahio-lho no
homopl.iia. Sucumbi immcdialamciile.
O Sr. Cuimares havia algum lempo que soflria
dcsarranjo mental.
O segundo tacto deu-se na freguezia da Cloria.
Ignnra-se ainda quem seja o individuo : suicidou-se
tambera pistola, e o cadver foi encontrado com
os seguintes trajos : paletot de casimira preta, col-
lete da mesma fazenda bqrdada, grvate de seda
preta, camisa de linha, dita de meia de algodo,
caira de casimira preta, bolinas inglezas, chapeo de
pello de lebre de cor branca achucutada e chapeo de
sol pelo. Encontrou-so-lhe as algibeiras um re-
logio de ouro com trancelim, urna nota de 5J, urna
Blanda Au SOil rt, -,-i p*. omentatej
com as iniciaos M. J. 1. Signaes pnystol
rosto comprido, cal,ellos prelos, sulssas serradas,
higodes raspados, estatura mais quo ordinaria e
corpo delgado.
0 terceiro suicida ainda nao tinha suecumbido
honlom. noito, mas ha pencas esperances de sal-
va-lo. K o Sr. Joo Zeferino Mamede. que lncen-
se ao mar da barca que parti de S. Domingos para
a corle s K1/2 horas da manhaa.
Achando-se desempregado e sem recursos Jiara
manlersiia numerosa familia, tomou aquella deses-
perada resoluco.
A barra prou incontinente, e o mesmo fez a
que segua da corte para Nictcrohy ; soccorrido por
alguns passageiros, c espi-cialmonle pelo prcto Luiz '
da companhia de Niclheroby, foi condnzidoa bor-
do, mas quasi sem forras e em um eslado moral do-
loroso.
Chegando i ponte, foi conduzido santa casa
de Misericordia. Os passageiros abriram entre si
umasiibscripro, que montou a 130$ a favor da fa-
milia do desgrarado, i qual dcixra elle urna carta
explicando os motivos por que ia deixar de existir.
Hontem foi igualmente encontrado as proxi-
midades dos camos da Carioca o cadver de um ho-
mom bramo, junto ao qual havia ama pora de
sangue.
Ignora-se se a morle foi o rosultado de suicidio
ou de um assassoato.
Avisada a pnlicia mandn immediatamenle
proceder s necessarias averigoaroes.
Como explicar a coincidencia desles lamenta-
reis tactos ? ltespondam os sabios da Escriplura :
a mis s os cuinpre deplora-los e fazer votos para
que nao se reproduzara.
Lista dos bantisados havido na freguezia de
S. Jos de 13 a 1 do corrente :
Francisca, parda, nasuda a 29 de outubio de 1858,
lilha legitima.
Antonio, pardo, nasrido a 5de setembro de 1858.
Iilbo legitimo (Santo Oleo.)
Francisco, brauco, uascido a 4 de oulubro de 1858,
lilbo legitimo.
Amancio, piolo uascido a 4 de maio de 1858, lilho
legitimo.
Julia, parda, nascida a 1 do'.outuhro de 1858, lilha
legitima.
-_
I- "-[.-


r-
2
Mortalidad!.
Joo, Africano, dade 56 anuos, solleiro, escravo.
Antonio, branco, idade 2 unos,
loo, branco, idade, 7 da.
Maria, parda, idade 13 mezes.
Pedro, pardo, idadn i annos e meio.
Eleodoro, pardo, idade 10 mezes.
Francisco, hranco, idade 3 mezes.
Antonia Ouirina da Conccico Barros, tranca ida-
de <1 annos. '
Maria Innocencia do Nasciiricnto, branca, idade 25
annos, solleira.
Sabino, Africano liberto, idado 30 annos, solleiro.
.sabino Africano liberto, idade 30 annos solleiro.
Mortahdade do dio 22:
Lucas de Mello exposto, pardo. 5 mezes; phlysica.
"ao, brauco, 3mezes; espasmo.
Mauoel Francisco Vctor, pardo, viuvo, 48 annos;
gastnle aguda.
Ceraldo, pardo, escravo, solleiro, 32 annos ; sesao
cardiaca.
Miguel, proto, escrave, solleiro. 30 annos ; plitysico
JIospital de caridade.Kxistcm 58 homens, 52
mulheres, uacionaes ; 1 liomem, estraugeiro ; 2 ho-
mens, escrayos ; total 113.
r'uram vlsiiadas as enfermaras pelo cirurgio
'"'>*.71/2 horas da inaiili.ia.Dr. Domellas s
o 1I> minutas da manha, e l)r. Firmo as 1 2 ho-
ras da larde de honlein.
CHRONICA JUDICIARIA.
* TOIBUNAL DI REUCsO.
SFSS.U) KM 22 DE MARCO DE 1859.
inSlnFXCU 1)0 KXJI. SH. CONsn.llKlllu KHH1LINO
As 10 horas da maulia, presentes os Srs. dcs-
nrnbargadons Uitirana, Lonreuro Santiago, tiucr-
'" ;Sllil Comes, Caelano Santiago, procurador da
corea, o o Dr. juizdos feitos da fazeuda telina Ca-
valcauli, foi obeiia a sesso.
rateados os fritos entregues os distribuidos,
procedeu-sc aosjiilgaineuios seguinles:
airavo ok iN-.inim:\ro.
inlonio Pereira do Abreu
francisco
PiarioJe^^nambuco.^Quarta feira 23 de Marco de i 859.
Sorteados os Srs. desembargadores Silva ornes,
e Guerra.
Deu-sc provimenlo.
_ Aggravante, Leandro Cavalcanli da Silva Cuima-
res ; aggravado, Adolplio Wanderloy I.ins.
Sorteados os Srs. desembargadores Silva Gomes.
e Uilirana.
Deu-se provioiento.
WMUAcRs oros.
Appellante, o prelo Manoel; appclladn, barharel
Jos Filippe de Souza I.eiio.
A' averbar a di/.imo.
Appcllanle, Jos Moreira da Silva : appellado,
Antonio Amando da Cosa.
CouHrmaram aseiileiiro.
CKllD'.S.
Appellante, ojuizo; appellado, Joaquim Comes
Confirmada.
nii.ir.i-Ncti r.ivF.is.
Com vista ao Dr. curador geral as appellacoes
civeis:
Appellantes, o desembargador Jcronvmn Martinia-
no Figneira de Mello e uniros; appellado, Thomaz
no Carvallio Soares llraudo e oulros.
cribes.
Com vista ao Sr. desembargador promotor da us-
ura, asappollaros crimen :
Appellante, Balduino Pereira da Silva ; appella-
do, ojuizo. '
Appellanle, o juizo ; appellado, Mauoel Bezorra
Maduro.
Appellante, ojuizo ; appellado, Joao Francis-
co de Mello Curinga.
Appellante, padre Antonio Claudino Pessoa ; ap-
pellado, o vigario Antonio Thomaz Teixeira Galvao.
Arfsignou-sc dia para julgarncnto das seguinles
appellacoes civeis:
."Xppollonle, o bacharel Manoel Thomaz Barboza
freir ; appellado, Fseacisco Malinas Pereira da
DISTRIBCICOES.
Distribuiram-.se ao Sr. desembargador Gilirana
as appellacoes civeis :
Appellante, Bento Bozcrra Ferreira de Mallos
appellado, Domingos Francisco Cavalcanli.
As appellacoes crimes :
Appellanle, o escravo Vicente; appellado. o
juizo.
Appellante, o juizo ; appellado, Benlo Ferreira
Lian.
Appellante, Flix Correa Villela ; appellado. o
juizo. l
Por subslituicao:
Appellanle, o juizo ; appellado, Jos Firminn de
Soldanha.
Ao Sr. desembargador Santiago, o agzravn de
policio :
Aggravante, Elias Emiliano Ramos : aggravado
o jnizo.
As appellacoes civeis :
Appellanle, Jos Bento de Mello ; appellado, Ma-
noel Francisco do Reg
Por subslituicao, a
agsgaSajjrtip!^,-,^., si^uit
Lopes (.oirtioi,.. "-"-,"
As appellacoes crimes
Appellanle, o "juizo ; appellado, l.oureneo Fran-
cisco da Silva.
Appellanle, ojuizo ; appellado, JosCassiano da
Cosa.
Por subslituicao:
Appellanle, ojuizo ; appellado, I.ourenco Finio
de Oliveira.
Ao Sr. desembargador Silva Gomes, as appella-
coes civeis :
Appellanle, Joaquim Lobato Ferreira ; appella-
do, o cnsul porluguez.
As appellacoes crimes
Appellantes, os oscravos Manoel e Antonio; ap-
pellado, ojuizo.
Appellante, ojuizo ; appellado, f.vpriano Jos da
Silva;
AppollaBte, Domingos Jos Soares de Olivcira ;
appellado, o juizo.
Por subslituicao :
Appellante, o juizo : appellado, Joaquim Jos
dos Sanios Leal e oulros.
Foi julgado improcedente o recurso adiado na
sesso passada (19 do corrento.)
A's i horas da larde encerrou-se asesso.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
Ilnnleni, depois do expediente, cootinuou na
nssembla provincial a discussao do projeclo n. 2
dcsle anno, que lixa a fon-a policial, orando os
Srs. Souza Reis e Theodoro'da Silva.
Apretentandn o Sr. Dellino Cavalcanli o seu
diploma, foi ioterrompida a discussao, para dar-se
asiento a esse Sr. depulado, depois do que pedindo
a palavra o Sr. Manoel Cavalcanli, sobre o projci-lo
1.2, icou a discussao adiada pela hora.
O Sr. presidente morcn pava ordem do dia
de hoje a continuadlo da anterior, c primeira
discussao do projeclo n. 59 de 1857, 5e 10 desto
anno, e levanlou a sesso.
Communicados.
nao sejam traficante*, iiem traidores da boa f nha viagein, alguma cousa com que me enlrelcn..a.
alheia, mas sem que sejam smeulc aquelles, qu
menos se Icnham distinguido no professoralo pela
inlelligentia, pola independencia de carcter, e pela
probidade.
Provaremos mais que ha desses entes que d.io
potitos, que trahem sua ronsciencia approvandoes-
tupidos, j por pedidos de influencias eleitnracs, j
por imposico dos seos superiores, a quem se cur-
ran! humildemente, j& por temor bem fundado para
com as pessoas, que os tcem de examinar, j por di-
nheiro e por mullos oulros motivos torpes, que,
estamoscertos, o amigo da boa ordem nao desco-
nfele.
Provaremos enifini, que, pondo de parte tudo
quanto Oca dito, uenluima censura podo caber ao
professor, a quem alinde o amigo da boa ordem
no fado, que trouxe a imprensa, ej era pblico
pelas razes seguinles:
1.aQue esse professor comecou a leccionar, o
Son, Srs. redactores, etc.
Dr. Sabino O. I.. l'">ho.
22 de marco.
.Srs. redactare*.A correspondencia do Sr. coro-
nel I.ourenco Cavalcanli de Albuquurque, inserida
cm seu Diario de 12 desle mez, en iristicaeio de
artos seus, como delegado que foi desle municipio
na parte cm que, o mesmo diz que cu na qualidadc
de juiz municipal desle termo, fiz soltar um preso
que o tinha sido a sua ordem, c que assim proce-
d, de mos dadascomo Sr. Ilr. Francisco Joao Car-
neiro da Cuuha, encerra nina asserco menos ver-
dadeira e leal, e reclama de minha porte e inconti-
nente, a mais prompta couteslacao. Muito zlo po-
nho em minha reputacao, e no carcter que leuho
c prezo da posicao qo oceupo, para deixar passar
incolune una tal proposiciio que se nao pona
. mal o iioaii- de aleivosia ; e, pois, veuho olemnc-
professor em queslao, n'uraa poca, em que naouo- mente refuta-la. sempre do modo inais grave e col-
dia advinhar que loria de ser o seu examinador, i too, que iiiesinu da lianquillidade da consciencia,
por quanto as lices comecaram em 17 de Janeiro ; o gesto da verdade, una brandura iudulgcnle que a
prximo findo, quando o govcrnojionieaia smenle denuncia,
habililacoes aos professu-
para examiiiador de tac
res doi.Munasio.
2.aPorque esse professor foi o primeira que de-
clarou por toda a parle que eslava lecckoaedo a
esse individuo para esse liiu, depois de ter elle pro-
curado um oulro, que llie pedio urna paga supe-
rior, no que estai a em aeu direito.
3."(.loo o proprio director da inslruccio pbli-
ca, antea de concluido o exorne, leve connecimcnlo
do fado ; e, n.io leudo obstado a que o professor
coiitiiiuasse a ser examinador, reconheeea me ue-
nhiima immoralidade ha> la, ueiii a lei ou Justica se
oppiuihain ao mesmo fado.
4." Que havendo esse contraa cflerluado-se
quaudoo professor nao poda prever neniao menos
esperar que deixasseui de ser Horneados os profes-
sores do Cvmnnsio, que lenham nouieacao ell'ecliva,
que nao havendo na lei motivo algn) para suspei-
caoou impedimento, rislo que aecusaco seme-
Hianie banal.declamatoria, Injusta efillia depre-
vencoes despeilosas e desarrazoadas.
Seo amigo da bou ordem lemdesejosdequc laes
r*""'. l''."'" ln aa -"ilnifji-........." Exm
or. presidente da provincia, uiuilo.J III nulre o professor acensado, porque eaininhando
cm sua vida pblica e particular sem myslcrins
neni liypoci-isia, cunsi.-rva sempre pura a sua cons-
ciencia. E ser mais um meio, (explicados os tac-
tos devidamoiite,) de lirinaro governo, a directora
geral e o pblico no bonKConceito, que este pro-
fessor por si s, pur seus trabalhos nicamente,
por sua inlcgridade sem bajulacoesa seus superio-
res, a quem muito respeiu e estima, sem empe-
nhos, sem intrigas, ieui enredos, teui sabido d'eiles
conquistar; a ponto de merecer-Ibes a confianca de
ser constantemente Borneado examinador dos con-
currentes ao provimenlo das cadeiras vagas e no-
vainenle creadas, e para os habililacoes dos seus
proprios collegas mais antigos no magisterio. Em
nenhum caso poder a maledicencia, nem o furor
ranino do amigo da boa ordem, faze-lo perder essa
coutianca, desmerece-lo aos olhos dos homens de
beni, nem jamis descer da posicao, que esse pro-
fessor occupa.a qual nunca lia dc'clevar-scoaiiiig
da boa ordem, ou qualquer salellite seu, que por-
venlura exista.
O imparcial.
Insf ie:i no moritii.
Comarca da Boa Vista.
Odclralor. diz um celebre cscriplnr, com o Uro
de sua envenenada lingua faz coiiiiiiuiiiiueiilo Irez
morios : mata a sua alma, a de quem o escuta e
rouba a vida civil quelle do quem mal diz.
E com osle sublime peiisainento, charos leilores,
que bem serve para caraclerisar ao veperino cor-
respondente desla comarca, que com o pseudono-
inede Noliciador appareceu no Otario de Perita ai-
buco n. 273 de 27 de noveniliro prximo passado,
satnicamente abocaiibando a illibada rcpulaco
Pondo de parte a triste exposico das scenas di-
que fui iheatro esta \illa, e duque, alias, j deve o
publion estar inlcuado, occiipar-uie-hei, apenas,
i-oiu esse puni da correspondencia do Sr. coronel,
caiain-iue, enibora, as faces ao chao e de ver esse
senhor allirmar una cousa que se n.io deu, islo c,
que de sua casa me tinha visto com o Sr. Dr. Fran-
cisco Joao Carneiro da lamba lomarnios ambos de
seus soldados o preso que conduziain.
Ora, pelas proprias e formaos patarras do Sr. co-
ronel cm sua correspondencia, defendeu-mceu ca-
balmenledo que ah( nesse sentido rai dito,remet-
iendo o* leilores ao Irccho della, em que S. S. diz
que, inmediatamente ao caso, dirigir una caria
ao Sr. Dr. Francisco: Joao, pedindo-llie as razOOSdo
seu proceder, o quelda bem a entender, que, si em
lalcii'cumslancia autiresse paite, etao pronuncia-
da, mise dirigir p Sr. coronel nicamente a-
quclle Dr. c-, ceilo, que laubcm liaveria de imler-
pollar-me.
Valeu-nie ahi a crdade qnu nunca se deixa occul-
lar de todo : e eis um exemplo vivo do como Iropeca
e cabe semsenlir-se.'qiiem quer que della se a|iarta.
un lauto desembaraco.
iiiiin, ^
pTuTIT
simplesesinceni. ll(igo-lhcqueenlieem si, queso
desafogue de paixacl, e, fura de luda a m rontad
que me tem, sem motivo qiielh'eu desse, diga.com
o coraran tranquillo, a verdade dessa emergencia
E urna* prnvocacao que faro a sua iuteirezae sua
honra.
Osleilorcs compri-hendein perfeitamente, que, se
OU prolicasse o acto de reler o tal preso, e fosse
mim que os soldados o cedessem, por nao qucie-
rem contrariar-me, como disse iiipeiisadamenle o
Sr. coronel, nao deve.iia ser ao Sr. Dr. Francisco
Joo que se elle hornera de dirigir, porm a mim,
por isso que eu fura a causa desle aclo ou quem
principalmente nclle influir. Mais urna vez que
o Sr. coronel confessa, que, unicamenlo aquello
Dr. pedio as razes de sen proceder, claro est que,
lancando-me urna inipulaco que me nao cabio, a-
Iraicoou-se si mesmo, e'della arredou-nie por es-
sa. Lcmbro-me aqui o que disse o celebre Sue :
que a verdade como a cnica, que quanto mais a
impelleni ao fundo d'agora, "mais ella procura a
tona.
E n.io so cm una parle de sua correspondencia
que islo se nota. Atienten) bein os leitores iuipar-
ciaespara ella, c ver.io o que anda diz o Sr. coro-
nel sem pensar, quando allirma que Ihc disse asna
ordenanca, que o Sr. Dr. Francisco JooIhedissera
3aeaprem ficara alli. E ]iois, n.io interviin, nem
roela nem indirectamente em lal aconlecinienlo,
j pelo que lira demonstrado, e j\ pelo leslemunlio
das pessoas mais gradas desla villa, e de todas sem
resei-va, para os quaes appello, que lim enl.io
[iropoz-se o Sr. coronel em arrastrar para ahi a m-
nh.i responsabilidade, Buchando-a pelos cabellos?
Dcvo remalar aqui o exposlo. c nao fallar do que
meu preslimoso e honrado amigo o lllni. Sr. Belar- praticon comigo o Sr. coronel, e nem mesmo de
mino Ferreira Padilha, digno [iromolor publico des-
la comarca.
Sendo o meu amigo, nomeado promotor interino
desla comarca, c nao lendo ainda pralicado um'>'
acto reprovado, qur na sua vida publica e quer na
articular; para admirai-que houvease um senie-
nantc delralor que sealrevease a atassalhar a bem
conhecida reputacao, de que goza o meu respeita-
vel amigo, Sr. Padilha.
Mas, Sr. Noticiador, os seus diablicos clculos
malograrani-se, pois, a rictima de sua ferina penna
delinha, porm no morre. porque, uuein eouhece
de petio ao digno promotor interino desla comarca
faz justica a suas bellas qualidades, protestando
contra a descoramunal alrabiliz de S. S.; e eu li-
mis delxaria de rabiscar algumas linhas, em dec-
za houra do meu respeilavel amigo, tai. atrozmen-
te calumniado pele Noticiador desta comarca.
Alllanco-lhe, Sr. Noliciador, que o pulrido lama-
cal em que S. S. pretenda atirar ao nieu dislincto
iihuui dos seus actos. O meu nico tilo c defen-
der-me, e guardar silencio ao mais. Cuiiipre-me,
porm, antes de lindar, expor o fado cm que fui
envolvido, sem embargo de ser-lhe exlranho.
Foi preso o Porluguez Jos Constantino, e viuha
escollado para Bcadoia, quando o cnconlroii o Sr.
Dr Francisco Joo Carneiro da Cimba. I'ergiiulou
esle aos soldados que o acompanliavain se Iraziam
a ordem escripia da prizao do mesmo, e elles lhe
respondcr.io que nao.
Disse-lhes enl.io que a fossein buscar, Prcteve o
preso espera della. Islo mesmo coufessa o Sr
coronel em sua correspondencia, usando porm di
nulrftiiliraso, que disse ouvio dos soldados oque j
por mim foi notada : isto que aquello Dr disse-
ra.oue o preso ficavaalli, Foi tudo oque houve.foi
ludo o que se passou. O Sr. coronel entendeu que
se podia ser preso sem ordem escripia, e lobrigan-
do falsamente nesse aclo urna prepotencia contra si,
lomou o raso no ar, e derramou-se. Mas, creiam
amigo, lien reservado para quando S. S. arrancar! os leitores. n.io houve da parte do Sr. Dr. Francis-
ser apresi'iilados em manuscriplos, pois que para
isso e que a secretaria possuo tantos uatpregados,)
licou as.sembla pruvincial, durante luda a legis-
latura passada ( 2 anuos ) sem o menor conheci-
mcnlo das boas obras do governo Hoje que co-
lillero que sobaja mata tinha eu em insistir na re-
messa de taes appensos; porquanio, si fossem
apresentados no devido lempo, ou emquanto tivoa
honr.-Litow^a,-|Bjilvr^^:as^aJ^ }h
qT^prrrtSSe-Ii^ttrque o acCUSOU agora na Jte-
essa abjecta mascara com que sempre se se envol-
ver os vis covardes, e perlidos calumniadores.
Quciram, seuhores redactores, inserir estas liabas
em seu bem cojiceiluadn Diario, que muito lhe
leilor.
co Joao Carneiro da Cunha alfronta alguma ao Sr,
coronel, se nao fora a paixo que Ufa figurasse :
porque, bem disse un poeta latino, que a paixio
como a ictericia, que faz o que a soffre ver tudo da
suar-Or.
coroncT cve'conhcccr-nic "de perlo- para JjHmi;
voquei mui pusiiivamente a quem Iransmillio essa
"':",.la_ Plaque declarasso auto o publico o nome
~ .espeilo al para a prop...
uo mesmo sr. juiz municipal, aliui de declarar
esse fado lev,, lugar como se disse.
A \ isla disto, teudo feilo ver a falla do exacli-
a.intia iioti.ia aquo me tenho referido em todos
os seas nonios, osperava que o seu autor seapre-
sentasse a desroberlo pela imprensa, seguiudo o
m.-o exemplo, : sustentar e compiovar como ihe
cumpria a ieracidade dos fados por elleconiniuni-
cadose dascircinnslancias, deque a seu bal-prazer
os qni/. revestir ; mas j que assim nao sueeedeu, e
qu.- cm resposta a minha correspondencia apenas
appareceu urna oulra auonima no sen Diario de l
deslu mez, baratear-me insultos, aos quaes por
ceno me ai-ho mu superior, ca insistir de novo
nos fados de que fez nienco a dita nolicia, ciim-
pre-mo declarar i case noticiador que sabendo de-
vidamenle prezar a minha dignidade nao me rehai-
xaiei jamis al um anom nio para com elle eotreter
qualquer discussao pila imprensa, saliendo mu
subeijamente volar ao mais profundo desprezo to-
das as calumniase inticlivas que conlra uiiuiqui-
zer jugar quem i|uer que nao liiei a precisa C0M-
geiu para alacar-mede frente e que nao duvida re-
correr ao anonymo no proposito de moleslai-me,
iiijuriaulo-rne assim acoberlado, invorlendo e deiu'-
-iindo alguns dos ineus actos e atliiliuindo-nie ou-
lros que jamis scriam por mim platicados.
I.stou promplo aceitar qualquer discussao sobro
osados qiiedisserem respeito ao excreicio do lu-
gar de delegado, qneocrupeiem Piod'Albo ; mas
por isso lorna-se indispensavel quo aquello que por
elles livor de accnsar-ino o faca sdb sua assignalu-
ra, dando a coiihecer o sen nome, porque do con-
trario sem demorer-me do meu silencia deixa-lo-hci
entregue a si mesmo c miseria de sua cobarda.
Reciie 19 de marro de 1859.
l.uurcnro Catalcanti it Albaqmrque.
cia, pelo Ilustrado secretario do governo, pelas ou-
tras autoridades cirio, militares e ecelesiasticas, pe-
los c.irres|iondenles do Diario de Prrnamtuco, c at
p .i- alguus medirosaUopatbas Domeadamenle polo
provedor da stude to porto o dislincto Sr. Dr. Jos
Antonio Babia da Ciinlia. quo nes.sa poca sacrili-
eoii o orgulhn allopalliico ao Ifem da humanidad?, e
doaempeuhoii cabalmente sua honrosa missao.Era
pois nina provincia inlcira, que, cansade de vero
morticinio causada pela molestia o pela medicina
oicial. lancou miio da bomeopalhia como nica
labua de salvarn, e nella enconliou vida, que
antes se esvaia debaixn dos mais horrorosos sof-
friinenlos !Era de ver e admirar a instante soliei-
lude, euin que de tollos os ngulos da provincia se
pedia ao governo a remesa de medicamentos ho-
meopalhicos, o ao mesmo lempo se Un- enriaran) as
mais formaos sttestacoCS acerca de sua eflicacia II
Si. Si o Albuqiierque, que al enl.io liaiia deixado
aos mdicos os cuidados de saccorrerem a popula-
co, coadjurando-os com lodos os meios sen al-
cance, espanlou-se ao ver a descrenca que o povo
tinha na medicina ofUcial, e a confianca mmensa
que doposilara ua bomeopalhia Administrador
iiupiii-ci.il, justo, Ilustrado e respuilador dos dog-
mas conslilurionacs, elle nao se deliberou a lomar
sobre si a respoosabilidado de espalbar os mediea-
meiitos bomeopatbicos, seno quando vio o espi-
rito publico nleiraiiienle manifest em favor da
bomeopalhia. Como prora de sua imparcialidade,
Iranscrcvo o seguinlc trecho de urna sua carta n
mim dirigida mm dala de I de deznmbrn dolKVi.
Becebi a corla que \ S. dirigio-no- em dala '
- de 10 do enrenle n*isiiu como os50 oxeiuplart*s
lo sen opsculo .1 niietiii'itliiti r o l'holrra, :
Bescafregam hoje it de mano.
Barca brancezaflndafazendas.
Barca americanaSaonfarinha de trigo.
Barca brmensellokinslonpeidein.
Barca americanac. E. Losdem.
Briguc nacionalDamoolijedos para o gaz.
Brigile nglezEclypseliacalhn.
Brigue poriiigMe/.Tarujodiversos gneros.
Iliigue lliglezI estal liacaho.
Rrigue nglez \ginsulein.
Brigue ingle/ liiaourdem.
Pet.ie.ho americanoCommerre farinha de trigo
Samaos bespanholaArdila\inho o azeiie.
Escuna iliuauarquezaBenedldacar vio.
Escuna americanakinaliskermercadorias.
llana ngle/aTrinciilobacalho.
MOY1MENTU DA AI.FANDEA.
Volumes entrados com fazendas 208
i com gneros 109 i
, AactM entrados no dia 22.
I Barcellona e Malaga54 dias do primeiro porln e
2i do segundo, brigue hespanbol l'rbaito, de 202
i mudadas, capilo Juan Baptista Durall, equipa-
geni 9, carga viuho c mais gneros: a Anuala
lliyan. Seguin para os pnrlosdo sul.
Varios fallidos no mesmo din.
\ CanalBrigue duamarqucz Fingal, capitn Fri-
moudt, carga caf.
LisboaBrigue porluguez Luia 1, capi.io Manoel
Mara de Oliveira, carga assucar c caf.
I.nandaPatacho porluguez Tnrujo II, capito
Jos do ti. Fancro, carga assiicir c agurdenle.
LiverpoolBarca ingiera Csnccica, capitn J. Tur-
ner, carga assucar o algodao.
I
Editaes.
Volumes sabidos com fazendas
com gneros
7117
~180
304
Is
para
ili'slribuir
pnr
Publicacoes a pedido.
i><>iit:inii-iili>s para a historia la !<
iiiu|mi tliia pelo Dr, Kaiiiuo Olv^a-
rio l.nilarero Pinlut.
ttetpota ao velatorio du estado sanitaria da pro-
rinria de l'ernambwo no nnnotle ISti, nprcseii-
lado pela lommissi* de lujijienc publica.
[ Impresso no lili do auno de lsj7. i
X. B.O artigo, a que se responde, transcrip-
to por paragraphos, qui se dislingueni da res-
posta por estaris marginados e colimados entre
pareiillieses.
IIOSriTAI. IIOMKOPVlilICO.
i i'.sta materia ntetraz a recordacao de um
< hospital, cuja director prosumptivo lizera
- graves aecusa^caao administrador da prn-
vieta, s porque nao foram logo impressos
OS appensos de seu relalorio lido na abollo- 5a0" JJ _;'!1_1:l.'"," .ll0!,"'"il mlrepido, professor
ra da asseinbla legislaliva provincial do an-
no passado j lh."i6, ) os quaes so referiam >
<< i|ueshies de sa-de publica. )
Esle exordio j deixa antever o lili), queso pro-
poz p eximio historiador do cholera em Pemainbu-
io, relatando a ereafiodo hospital bomeupatbivo,
cojo diredor presumplivo leve a anaudia de levan-
tar sua traca voz no racimo da assembla provincial
conlra a administrarn do Exm. Sr. uonselbeiro ,
Jos liento da Cunha eFigueiredo I Udigno historia-1 h.'"1U1'"1 ue que cima fallei o o Dr. Marius-parte
que \ S. olTornoMl-m
- pessoas iii-iu intencionadas, e que se nao deixem
influenciar pelos allopathas.
Vgrndevoa V. s o sen cstimavel prsenle, ao
qualdaiei o convenieiile deslino.
i-ta cidadenoso froqneules os casos de cho-!
lera, mas os de cholerina sao numerosos. >os ul-
ti.....sprincipalmente o bomeopalhia lenisido ap-
- plicada com Blgums victoria. Faro esta declararao!
devendo confessar a V, S. que nao sou combaten-
le na lula entre bomeopalhia e allopathla. Na-I
< da eiitendeudo de medicina, deixo aos campooes
i de ambos os syslemas a discussao acerca da su-
pieinaiiade um ou de oulro. Todo o meu inle-
ressec que sejam soccorridosopportunamente os
infelizcs liahilantes desla provincia na quadra em
< que nos adiamos. Fique a gloria bomeopalhia
ou allupathta, isso'nao inlluir em meu espiri-
' lo, si-n.io para inoslrar-iue reconliecido ao ren-
redor.
Se registre, essas victorias da bomeopalhia nes-
la ciliado, dcvo tambero declarar \ S. que na
ciilade do Peiido e em l'iassabuc, segundo a
' npiuio dos mediros allopalhas l cominissiiina-
dos, a honieopailiia lem sido fatal aosdoentes('
Kslas revelaeoes iiodciu ler alguma inlluencia
. no espirito de V. S.
A leitura dcstedociunenlo denota que S.Exe. ai.-
ah nao baria fundado o seu juizo acerca das tinas
medicinas. Continuando porm o mal a accom-
metler furiosamente a capital, e existindo ahi che-
;i un houieui intrpido, professor em
lionieopalhia, nleiramenle dediaado ao servico do
humanidade, e queso nrniiibira da tralainenio ho-
meopalbico dos enfermos, leve o Sr. S e Albuqiier-
que di' presenciar a snnremacih do niethodo ho-
meopalnico sobre a reina allopathia de lal sorle
que sendo fondo do flagello prefiri para ser por
elli! tratado, sendo sali em puncas lunas pelo
mencionado Dr. Babia, qu.- na qualidade de seu
medico lhe ministrou as convenienies doses. (i
Impoi'ta<>ao.
Bricne portuguez Tan/jo t, rindo de Lisboa con-
signado a Manoel Joaquim liamos e a>l\a mauites-
lou o seguinle :
caixas ligos, 100 barricas a/eile de Oliveira, 11
caitas chapas de futrara, 10 barricas xardnhas, ,i
pipas o 40 barris rasios, IDO raras de lagdo ; ao
consignatario.
250 barris n 20 1 2 pipas vasias, ItO caixas cera
em \.la-, 90 barricas sardiuhas, 46 barris cava li-
nhas. 7 caixas rape, s pipas e 20 barris rindo, .1
pipas o 5 ditos vinagre lito : a Tbomaz de Aqui-
iio Fonsuca \ I'ilho
Tela nspeci n da alfandega se faz publico,
que no dia 26 do crlenle depois do meio dia, se
nao de arremalcr em.hasta publica, porta da
mesina repartirn, 20caixas de pinho vasias a 32(1
rs. cada nina, total li; 01). 2 gigo ditas a 160 rs.
total 120 rs. ; abandonados aos diretos por Jos de
Sou/a Ferreira, sendo a arrematadlo liirc du di-
reilos ao orreninlaule.
Alfandega de IVrnanibum 22 de mareo de 1K59.
ii inspector. Benlo Jos Fernandos Barros.
Declaraces.
grapho noquiz perder loo bella occasio de uivee-
livar-me cusa dos cofres pblicos, com o lim os-
tensivo de rendar suas honuraagens ao Sr. eonse-
Ihelro Jos liento Bem podia ello salisfazer os seus
deseios sem detrimento de minha pubre indvidun-
lidade ; mas cnleudeu que devera ozpr-nie ao ri-
diculo para melbor sobrosahirem os Borricos, que
tinha em vista prestar ao seu Fidus Achates. Por-
suodu-me, porem, que couseguirei reverter conlra
o meu aggressor a esfarrapada capa do ridiculo,
com que pretenden envolver-me.
Nao exacto que eu lizesse graves aecusacoes ao
admiinsliador da provincia, t por que nao foram
logo impressos os appensos do relalorio, o sim por
que fazendo elles parle integrante do mesmo rela-
lorio nao foram remedidos assembla nem mes-
mo depois do haiercm sido requisitados por ella.
A assembla provincial eslava desejosa de saber o
quo coniinliam esses appensos, que em seu rela-
lorio fi'eqiieutcmenle se referia o administrador da
provincia. Ella quera ter conbecinieiilc da iodos
os actos da administraran, e muito particularmente
dislincto philosopho-naluralisla, e perfeilo hoineo-
paibo, iis releranles serviros prestados pelo Dr.
Marius-Porte nunca ser.io esqiiecidos em Macei,
nem pelo Sr. S e Albuqueique, sempre que su re-
cordar dossa quadra calamitosa de sua vida admi-
nistrativa que tantas magnas lhe causn pelos sof-
frimciitos pblicos, e que ao mesmo lempo lana
gloria Ihc den pelo deseniolvimenlo dos recursos
de sua nlellig.'nr.ia, por sua ca idade o pelo solem-
ne recBlihecimenlu que lodo povo lhe Iribulou.
Como ja disse, oSr. Se Albuquerqueanlepondo
o bein publico aos inleresse e precouceilos da me-
dicina qfitcial, lomou a si a responsabilidade do es-
palbar por toda a provincia os medicamentos, quan-
do a opiniao publica clara c nleiramenle se pro-
niiuciou em favor da nova medicina. E assim ohe-
decendo a consciencia do dever, o nobre odiniuis-
dordeu um Indio exempio dorespei|o e derocaoao
sysleuia ronslitucional que felizmente nos rege.
A visla pois de ludo isso digamos liniueiis- since-
ros, Ilustrados, o conscienciosos, quem merecer
crdito: una populaco inteira que por si aprc-
do modo porque so curou dos sollriineiitos pblicos l;!""."" n>'"\ <** *">* u"rs, l>nndade e riiiudade
durantc a epidemia. EnlreUnlo, prelexlo de nao u,os'!0V,S IDP"'i""'-< le curar : ou o Sr. Dr. Cosme
eslarem impressos taes appensos, (quo bem podiam '''' Sil Bre,.r* ,odn "? culu,rl1, allopalhica, que nao
____. '. .* minrAm ,,in,t.....i'm. t.r, \,.,,. quereni enebergar na homeopalhia, se nao mu meio
de especulac.io ,'-,
Coiitinuar-se-ha.'
COiMLIMERCIO.
i caixas rinlio ; a Domingos Alfonso Ferreira.
1 cailote livros ; a Manuel Nones da Silva,
2 barricas a/arcan, 2 caixas mercurio ; a Aulonio
l.uiz do oliveira Azcredo.
lili barricas saidinlia, 10 barricas atum, 20 ditos
a/eile doce, 25 dilos \ nbo : a Aniorim Al lrm.io.
2 barris carne em saleada ; a Manoel Jos de Oli-
veira.
o barris azeite doce, 10 dilos hanhade porco, (0
ditos loucinbo, 50 dilos sardiulias, 5!) caixas cera
em lelas; aF S. Rabillo A; Filho.
100saceos semeas,5 barris rinho ; a I.uiz Antonio
Siqieica. -'jS
51 barricas sardinlias, 10 barris atura, Vdilus
peive salgado ; a -loso Fernandos Lima. *
2il saecds semea ; a Augusto C. de Abren.
J raizles camas de ferro e seus perleneos ; a
Aulonio l'.iiarques de Gusruo.
100 barricas e 200 barris sardinfaas, 200 saceos
semeas, 50 barris loucinho, 25 dilos vinagre ; a
Tasso Imn.
1 caixa livros impressos ; a Manoel Gonealves da
Silva.
1 emeapado com conlavo prelo : a Luz J. da
Silva i.uimar.ies.
loo barris azeiie ; a Bastos \ l.emos.
1 barril vinlio, 1 encapado diversos objcclos ; a
I.. V. Dobouriq.
:m saceos semeas a J. F. de S Leilao.
1 caixole livros ; a los Delinque Ferreira.
2 caixas sapalosdc Irauciulia ; a Manoel duAze-
*oilu Audrade*
10 barris choiiricas; a Custodio J. Coastalves
Cuimares.
I barril ditas ; a Domingos Ferreira Maia.
50 barris loucinho a Jos Marcolliiio da llosa.
L caixa vidros, 1 fardo retatho de pellica ; a Jos
de Abreu Santos.
1 caixa drogas ; a Vicente Jos de Brilo.
3 caixas o 1 barril drogas .- a J. Marlinhn da
Cruz.
Barca ingle/a Trimula, viuda de Terra Nova,
consignada a Jobustoii Pater Al C. ; mauifestou o se-
guinla :
1,150 bonicas; aonmcimon
Brigue ingles .elipse, viudo de llalifax, consig-
nado a Whalcly Forslor Ai C. ; uiauifeslou o se-
guinle :
lilis barricas c 12 unios ditas bacalho ; aos
meamos.
Ilole nacional llom Amigo, viudo do ass, con-
signado a Caetano C. da Co>ta Moreira ; inanifcslou
o seguinle:
SH alqueires sal, 600 mullios de palha
nauba, 1l> barricas a 7 saceos sal de espuma, K meios
de sola, 180 roeros liudos, 4 couros salgados ; a
ordem.
Brigue nglez Oraur, vindo de Terra Nova, con-
signado a II. Forslcr Al C. ; manifestou o so-
guiulo :
2020 barricas bacalho ; aos meamos.
litigue ingle/ I r^tal, viudo de Terra Nova, con-
signado a James Crablreu Al C*, manifeslou o se-
guinle :
2064 barricas bacalho ; aos mesmns.
Brigue nglez Ignc*. vindo de Terra Nova, con-
< oiisi-1 lio i.l n.nisti-Hlix ..
ii coiisi.||iii administrativo, para fornei imenlo do
arsenal de guerra, lem de comprar os objectos -
guinles:
Compatihia de arti/irr*.
Caldeir.ies de ferro balido para 50 praeas 2 ; cor-
r-ule do ferro para canecos, com 21 ps de ronipri-
meulo e .1 altaros de grossnra 1 : espumadera de
ferro 1 ; partos de ferro 1 ; paz de ferro 2.
/' Acido celrico, libra 1 ; dito actico, garrafas 7 ;
agua inglesa, garrafas 7 ; amendoas dores, libras :l :
aineixas, libras 7 : amoniaco liquido, libra 1 ; cr-
mor trtaro, libra 1 ; emplastro adesivo estendido,
varas i; espirito de vinlio, garrafas 2 ; cther sul-
phurico, libra 1 ; llores oordines, libras 2 ; ligos
si-ccos, libras i ; tlor de tilia, libras 2 ; extralo.go-
moso de oleo, onen 1; purgante de M. Leroy de 3."
grao, garrafas 4 : inann de lagrima, libras 3 : oleo
de amendoas, garrafas duas ; peraronnlia em n,
oie a t*. iodoreto de poiassio, libras duas : oleo
cominum, garrafas 2; oleo de recine, garrafas 2 ;
pillas de iodoreto de ferro (de Pudagnill em vidro,
libras 2; serano folhas, libras 2 : semenles do l-
nliaca, Ubras 4 ; s.-menle musanla em p, libras 4 ;
siutonina, oncas 2; untura denos-vomica, oncas2 ;
semenles de manuello, libras 2; especies peilracs.
libras 2 ; sulphalo de magnesia, libras 2 ; sulphalo
d soda, libras 2 ; sulphalo do quinino, ouea 1 : sul-
phalo acido de alumino depotassa, libra 1 ; pomada
de saturno, libras!; tintura de rnica, libras 2 :
liulura de belladona, libras 2 ; tintura de hyorcia-
musniger, nucas X ; tintura le absinto, ocas (! ;
tintura de camnmilha, libras 2 ; mis do galha, li-
bra I ; cassarnlas de ferro rom porcelana :l panel-
las de ferro rom pon ellana 2; chocolateiras de
cobre 2.
I'ara o 8." bala I bao de infantaria.
I'm lirro com 100 folhas com as denominacies
estabelecidas para o geral do registro dos titulns'dns
voliinlarios.
Para o meio batalho da Parakiba
Papel almaco, resmas 6; caivetes2 ; tinta pro-
la de escrerer', garrafas 6; lapis 72 areia preta, li-
brasti; exemplares da grammalica portugueza do
Monte-Verde 1 .* edieco >; exemplares do compen-
dio da anlhraeticapo'r Avila 6 ; paulas B.
Para a aula do aprendi-.es menoret do arsenal
de guerra.
16 economas da vida humana ; 15 cartas de A,
R, C; 15 taboadas : 25 pedras de Lousa; 6 macos
de lapis.
Vuem quizer vender os objectos cima mencio-
nados, comparera com suas propostas em carta fe-
chada naasccretaria do conselho"no da 30 do cr-
lenle s 10 horas da mauha.
Sala das sessoesdo consolho administrativo, para
foniecimento do arsenal de guerra, 22de marco de
1859.fenlo Jos. Lamtnha Lint, coronel presideu-
de'er ''"""'ro'"-co Joaquim Pereira Lobo, rogal se-
1 crelario.
O autor da publicarn a pedido que se assig-
na O amigo da boa ordem, (impressa no Libe-
ral Pernambucanoii. 31) terrespostanossa, quan-
do se derem as condicoes seguinles :
1.aLargara mascara, em que procura occultar-
se, o assegnar quanto escreve.
2.*Deixar a duvida e varillaran da expresso
dizem, e alrmar os tactos sob su immediata res-
ponsabilidade, ou declarando de quem os ouvio.
3.a Quando se mostrar menos despintado pelo
que tem sofTrido, e mais educado, quando fallar
cm pblico.
Nossa poca cnlo lhe mostraremos que nao ha
professor alguin, que sejulguc eterno n'um impor-
tante lagar de examinador ; e. se algum ha que
trato de fazer desse lugar seu patrimonio, sem
sn Viiij#,nqnBr por pane aos seos superiores, qur
por Iransacoes com os pretendemos e empenhos
dos amigos.
F.nto nessa poca mostraremos, que prestar um
professor pblico os seus servcos no leccionamen-
to de qualquer examinando, por dinheiro, nada
tem de ccnsuravel ; e um lado, que praticam os
lentes o professores das universidades e collegios
europeiis o do Brasil: podendo smenle considerar-
se ac^oo indigna, quando o professor aviltar-se cm
approvar o seu discpulo, nao comprimi elle todos
os deveres de examinador imporcial e recto. A paga
por um trabalho lilterario de um medico, de um
advogado, cscriplnr pblico ou professor tao hon-
rosa, to justa e pura c lo condigna com a mora-
lidadc pblica e as relace.es sociaes, quanto o sala-
rio do operario mecnico, os productos do agricul-
tor deligentc c os grandes lucros do commerciante
honrado.
Nem a sociedade, nem a moral pblica, nem
leu algumas pdem privar um professor pblico do
direito que elle temoe exercer a sua industria, e por
meio della adquirir aquellas rantagens, que lhe sao
inherentes. Longo de degradar-se um professor
semelhante, eleva-se aos olhos de si proprio e dos
seus concdados, nao s porque exerec urna indu
tria immaterial, que ennobrecc- o espirito, mas tam-
bero porque emprega o seu lempo em cousas uteis,
e nao em intrigar os seus collegas, em offender aos
seus semelhanles, cm bajular aos seus superiores
e sim rcspeita-lose eslima-los, nem praiica min-
ias outras, infamias, que o amigo da boa ordem,
sabe que entre ns se praticam,
Entao nessa poca mostraremos, que nao ha finu-
ra nem pulca em lecciouar-se um candidato pela
quanlia do com mil ris, quando uniros eslaram
promptos a faze-lo por duzentos ou mais ; que nao
ser faser t baptisar, quando o examinando se mos-
tra tao habilitado, que adquire approvaco plena,
nao sendo leccionador nem o Sr. director geral da
insiruccao pblica, nem oulro professor, que eia-
.0J?reinos Wn?bcD1 apontando o nome dos indi-
viduos (quo o amigo da boa ordem bem conhece)
que nao caso rxrgem nesta cidade ou provincia ha-
yer prefeuorts propetarioi, que deem dinheiro a
juros, o facam iransaerdes commerciaes, qur nes-
ta praca, qur com os homens do interior, embora
Dehaixo dcste titulo acaba de sabir luz um pe-
queo compendio,c.onleudu a historia desenvolvida
da compauhia de Jess, que no XVI seculo, reprc-
seiilou um grande papel na revoluco dos espiritas,
mas lira resumo prccUo, claro c completo de todos
os episodios e peripecias do drama representado
por essa immensa corporaro quo durou 233 anuos.
Est escripia em boa linguageni e elegancia.
Na ebolico perenne das ideas, que coniccavam a
fermentar nos principios do XV seculo, com o sa-
crificio de Joao Huss e de Guilhermc Praga, com a
bulla de Leo X, que fulminara de escumunhao ao
propheta do Witemborg, porque se oppozcra ao
pagamento de indulgencias a Boma, para acabar
o Vaticano, essa obra colossal, comecada por Julio
II, eiuliin com lodos os grandes suscessos que pros-
cederam os povos na sua marcha esplendida para a
Iiberdade de consciencia, o na entrada do templo
augusto da civilisaco moderna ; nessa lula enr-
gica e suprema do espirito para urna completa re-
lorma social, appareceram dous homens predesti-
nados, um para defender c firmar o principio de au-
Inridade, e nutro para contrafaze-lo : Ignacio de
Loyolla, e divino.
O primeiro, tarto dos doces perfumes da gloria de
soldado e de poeta, aspirando nutra cari eir tura do
mundo ordinario, loniou-se um visionario, procu-
rando galgar os lugares maiselevadbs.alim do fallar
com Dos. Desperlou do sou eslazies, vio todos os
poderes da tetra aballar e a igreju prestes a sui-
cumhir. Defender o principio de autnridade, de
que Roma era a personillcaco viva no mundo, era
o seu pcnsamenlo e o meio que lhe uccorreu ao es-
pirito foi organisar esta vasta corporaco da com-
enhia de Jess, que por esparo de qusi tros seru-
as leve seus pes povos e "reis. Loyolla Irium-
phou em todos os seus p rojee tos. Foi o fun-
dador dessa companhia fornudavel, que por militas
vezas apagou oa. raios do Vaticano, c morreo
donando leis e regulameiilos, que anda boje serven!
de modelo.
Calvinio suecumbio no principio da sua empava,
ignorava o seu alcance, e por oulro lado nao era
aquerido pela chama mysteria c divina do genio.
O Sr. Llanos Godinez comecou o seu resumo des-
de a fundacoo da ordem por S. Ignacio de Lovolla
c acabou no dia 22 de seteinbm de 1774, quinido
ella exhalou o seu ultimo suspiro, depois de ter
goyernado quasi lodo o occidente e urienlo do
mundo.
No meio de todos os abusos platicados pela com-
panhia de Jess, inclusive o assassinalo de dous
ponlilices.un que lhe tinha sanecionado a orga-
nisaco, eo oulro que tinha assignado a Bulla, que
a dissolvera, uo meioda todos esses abusos o cri-
mes, a sociedade moderna deve immensos benefi-
cios a esta importante corporaco.
Embora quizesse monopolisar para si a suprema-
ca de todps os cspirilos, cnsinou aos poros que o
poder dos reis nao vinha directomente do Dos,
e que a Iiberdade de pensor era o primeiro dom,
com que a providenci-, a l...... tnuion, e que
"*" "' mundo, povos e reis, eram ieuaes pe-
ranle Dos.
Nao smente a Europa que deve importantes
serviros Companhia de Jess. Toda America do
Sul, inclusive o Brasil, deve-lhe una parle da sua
Civilisaco e asuacmancipaco do jugo brbaro
dos indignos.
Todas estas phasas, todos estes serviros, assim
como os crimes c vicios verdadeeiros ou falsos, a'-
Iribuidos por varios historiadores a Companhia do
Jess ; posto que aprcsenlados em largos traeos
nao escaparam apena cloqucute e Ilustrada do'Sr'
Llanos Godinez,
E um scrvfco importante que lhe devem as lel-
tras patrias, um tributo merecido, pago a memo-
ria dessas sombras plidas e mudas que deixnram
este mundo, ha mais de dous secutas, que o en-
cuerara com tanto herosmo c expleudor.
Felici tamos ao Sr. Llanos Godinez pelo seu "anor-
tante trabalho. '
22 Je marco.
piala, pondo cm mim o amor a verdade para sabir
a detcnde-lo.
Se loco nisto, sopor abono minhalinguagem,
aos meus sentimenlos. Mas cnifim,... se nao pu-
de enln acabar comigo cm fechar os olhos nina
aecusaco injusta que se fazia a outrem, achei ago-
ra, quem me irrogasse quejauda, seno peior. Sao
as compensacocs desle mundo !
r.oucluindo, espero, Srs. redactores, que o publi-
co sensato acolha a miuha defeza, o d por justifi-
cado quem lia pouco principou a ser juiz, eeiicnn-
Irou logo taes embaracis -
Pao d'Alho 19 de mateo de 1850.
FVaqci'srco Teixeira de S.
jornal, relatar ao phlii
se me faz
F.u, honiem pacifico
Srs. redactores.Veaho hoje no seu coneciluado
o a perseguico injusta que
Correspondencias.
Sr>. :edactores. \\em sei que o Sr. Dr. Cosme
de S Pereira se acha na Europa ; mas nao sei a
que vem fsso para que cu deixassc de publicar ago-
ra urna resposta n assen-oesque me sao relativas
pelo mesmo Sr. cm um folhelo que por *ahi corre.
Que ver-se-hia quo eu esperasse pela sua chegada
para cnlo defender-me ; de sorte que se elle c
nao voltasse mais. ou se tivesso a infelicidade de
morrer (o que Dos nao permita),eu deveria llcar in-
defeso Boa lembranca !
Em dezerabro de 1857 sabio luz o folheto do
Sr. Dr, Cosme '14 ou 15 mezes, e uo i annos) ; c
durante o periodo decorrido dessa dala al a sua
partida para a Eurppa, eu achei-me a maior parte
do lempo encerrado por causa dos meus solTrimen-
tos dos olhos. Anda quando eslivesse eu de per-
fcita sande, e nao quizesse responder seno agora,
nao linha contas quo dar a ningucm por esse ca-
pricho de minha volitado.
Vcnha a resposta do Sr. Dr. Cosme, ou de quem
quer que scii, quando quirsr ; sempre ser bem
rinda; c at desejo encontrar quando rollar de mi-
inleirameulc inoffensivo,
que vivo s do meu tr balho, rejo-mc agora pro-
nunciado por crime de oflensas phisicas, o com a
minha casa invadida pi la polica F. tudo isso por
que ? Pela infelicidarle que me persegue, de nao
ser amante da taholagnn, do gago e do las-
quinet !
I'm dos senhores de ta fregnezia do Poco, em
cuja casa se diz queba mnstanlemente jngatna, lo-
mou-me comoobjectodt um odio profundo, e dissn
rcsultou que no dia da fe la da Sade,oslando cu mui
Iranquillo em minha c isa, viesse ter comigo um
criado do meu inimigo, p 'ovocandu-me com palavras
insul Diosas ; pelo que i u lhe dei voz de prisao
ordem do Sr. suhdclcgai o. E como pessoas de mi-
nha familia interricase i na qucslo, pedindo-mo
que deixassc o insolente ; cu matulei-o retirar, c em
minha casa fiquei muili tranquillo. Pouco depois
fui chamado preseuca < o Sr. Dr. Ovidio Lobo.enlao
delegado, que me rece >eu dizendo o Sr. est
com trabalhos.
Indagando a razo, no disse o Sr. Ovidio, que
tinha uiuaqueixa contri mim, pelo motivo de ha-
ver eu dado una tabica la no fmulo do meu ini-
migo.
En sem me recordar [uo o Sr. Dr. Lobo ainda
aparentado com o meu inimigo, o que ao domis
eslava descontente de tiim por causa de alugueis
de carros ; contei-lhe o ocrorrido, e voltei para
a minha rasa.
Comecou o processo, c apezar de ncuhuina das
testemuiihas, apezar j e dependentes do meu ini-
migo, de pr contra n im, limitando-Fe a dizer o
que onviram, fui pron melado por cITeilo da alta
juslica do Sr. Dr. Ovidi i, que Dos o tenha l pelo
Cear. emquanlo o sen iiarcntc liver, como so diz,
casa de labolagem, de q e vive.
Apenas pronunciado, em um crime affiancavel, a
minha perseguico entr u logo nos clculos da vin-
g.mca do meu inimigo, e ao Sr. Vctor Lieutbicr,
em exercicio da subdehgacia. den o Sr. delegado
nritom rgcuto ue minhi prisao. Dizendo-se que o
Sr. Viclor foi poulual en cumprir a ordem do Sr.
delegado; fica sabido o nso com que se houve elle
quando foi minha casi procurar-me.
Confesso, que o Sr. ictor muito boin moco,
mas lem uns fogachos lo fura de proposito, que
nao pude conformar-se c ora a prudencia e gravida-
de que deve ser inhere lo aos agenles'da lei.
Foi o Sr. Viccor min ib casa, e nao me achando,
nao duvidou dcscnusid rar minha inulher o fami-
lia, acabando por prend r o meu criado !
lis-aqui, senhores re lactores, a historio do meu
processo, o motivo delle e a minha porseimicao 1
'demarcode 185D. B
Joo da Cunha liis.
Srs. redactores.to eu Diario de 12 do corren-
te, tiz publicar urna con espondencia demonstrando
a inexartido de urna w ficia Iransmitlida da villa
de Pao d'Alho acerca dr modo por que se effectuou
um recrulamenlo, que cm virtudc de ordem supe-
rior mandei alli procedo -, como delegado de polica
no da 28 do passado, e Je alguns oulros tactos que
me foram attribuidos p ir occasio dessa noticia, o
qual foi publicada na H. nata do seu jornal de 8 do
andante, sendo eu levido a oceupar a attenrodo
publico a tal respeito cim o lim de. restabelccer a
verdade dos fados que clmente liveram lugar, e
ao mesmo lempo com o de n-lirar de sobre mim a
responsabilidade dos qu > nao lendo sido prallcados
com tudo foram relatad js na referida nolicia, in-
digilando-sc-me como i autor deltas, com o desig-
nio manifest de se me apresentar ao publico como
orna auloridade arbitra; ia, caprichosa e desrespi-
ladoradas leis.
Na exposicao que liz, quando live de palentcar a
falsidade de semelhanlc noticia, referi com a mais
escrupulosa fidelidade maneira incoutcslavelmeii-
te regular, porque se fi z o lecrulamcnto mencio-
nado, puz em relevo o irocedimento illogal do Sr.
Dr. Fraucisco Joo Car iciro da Cunha e do seu col-
lega ojuiz municipal i o termo Francisco Teixeira
de S, acerca do facto le havereni tomado do poder
de um soldado um poituguez que de ordem minha
era couduzido ajuiulia presenea para urna averigua-
can, fazendo ver em seguida a necessidado era que
me vi collocado, de en cnnscquenchi de semelhan-
te fado fazer respeitar a lei e manter igualmente o
acatamento que me en devido enmo auloridade a
quem se procurara m Itioscabar e finalmente pro-
' r-
as arguicoes feilas actos meus, que muito me
honrara, c que os homens do bom sonso e impar-
ciaes nao deixaro de louvar.
Nao live a fortuna de ser re leilo para a nova le-
gislatura, o que agora muito deploro, por que, si o
fura, conversara de mais alto com o nobre histo-
riographo, lhe exprobaria a dcslealdade com quo
procurou moralisar os tactos que me sao relativos,
e lhe mostrara quo revollantes sao as injusliras
Sue em seu escriplo fez a mim e a mailos, dieta-
as to somente pelo espirito da mais odiosa par-
cialidade. Teriamos enl.io a vanlng-m de serillos
ouridos e lidos pelos mesmos individuos, os quaes
apreciando as razos pr e contra nos julgariam
com toda a seguranca. Todava aproveilar-nie-hei
a
ALFANDl'.l-,
dem dodij ti .' '.
......-"3"
2J:iiCUa
340:779J608
do recurso, que me rcsla, para demonstrar a tod
luz que nao era possivel nem mais dedicaco par,,
levaraelfeilo a crearo do hospital homenpalhico
com o fin de soccorrer aos miseros cholencos, e
nem mais paciencia para sonirer as argucias de
quera isso se opptinba.
( O hospital homeopalhiro morreu no nns-
cedoiiro, e as commnnicacocs officiaes, que
exislema seu respeiio, nao se pieslam aoin-
leresse que o seu inslludor quiz mostrar,
quando uo reciulo da assembla provincial
por mais de una vez csligmatisan a admi-
nistrarn do conselbcire Dr. Jos Benlo da
Cimba e Figueiredo : a insistencia cm seus
pedidos, tantas vezes fetos com arrogancia,
pareca bvar a cre-que alguma cousa baria
< nesse nerocio que desluslrusse o adminis-
Irador da provincia, oque por isso mui de
i proposite se os nao imprimir ; mas o exo-
me dascimmunicacoes Offlejaes respeito,
va demotstrar nesta insistencia antes un de-
sejo oceuto de aggredir, do que um bro of-
tendido, i )
Si ceno que o hospital homeopalhico marren
no nascedouro, porque razo nao rnnlenlou-se o
eximio hisloriograilio com referir esso aconleci-
menlo sem os comnentarins, deque recheou o seu
escriptoem meu desabono, e em defeza do Sr. rnn-
solhciro Jos Benlof Ouem baria acensado ao di-
to Sr. conselheiro or ter deixado morrer no nas-
cedouro o hospital lomcnpalhicor
Por ventura adinrlei algumas expresses quer na
assembla provincia quer na imprensa conlra o Sr.
Jos Benlo pelo molvo de n.io hnecionac o mesmo
hospital f o iiobrehisloriador ouvio tudo o que eu
disse no recinto da assembla acerca da adminis-
trarn do Sr. Jos Brote, e nessa occasio nada dis-
so em snstentaco ms seus actos. Em meus dis-
cursos fui to inodeado que de nenhum modo se
pode suppr algum cssenlimenlo particular de mi-
nha parte.
As censuras que u ao Sr. Jos Benlo foram mo-
tivadas nao s pelo slemne canard, que pregn
assembla olfcrecen-llie documentos, que nunca
l cbegarain, como Imbem polo modo porque fez
o coMrato de illumiiarao a gaz, sobrecarregando
a provincia de uma lespe/a eiionuissima, podendo
le-lo feilo com raitigens immeusas para os cofres
pblicos. Nessasraisuras ningnem, .i nao ser o
llnstradissimo esiriplor, poderia envergar desejo
oeculto de aggred, pois bem raanifeslos erara os
meus desejos tanti de salvar a dignidade da as-
sembla da peca qiHho havia pregado o governo,
como de palentcar' toda a provincia a maneira es-
candalosa por que e-a deslribuida a fortuna publi-
ca em favor de algn bemventurados protegidos do
presidente da prvida. Ahi andam impressos no
Diario de Pernamtico esses discursos que lauto
pareceram olfeudera susceptibilidade do Sr. Dr.
Cosme : e se nao tenesse cansar a paciencia dos lei-
lores, eu os trensrrecria aqui, afim de que podes-
sem todos apreciar isem razo, com que o Sr. Dr.
Cosme me attribue nnlivos menos nobres para cen-
surar a administrarlo do Sr. Jos Bento, embora
para mim fosse ui,ia lido a provincia di P-rnombuco.
lama moderaco i calma manifestei em miabas
censuras que o distinto Sr. Dr. Franrisco Joao Car-
neiro da Cunha em un bello discurso tendente a
defender a administreo do Sr. conselheiro Jos
liento, de quem era (higo, quasi que se limilou a
bonrar-ine com ben6'olas expressoos, elogiando a
maneira porque cu Irtava desse negocio censuran-
do os actos e respeilado a pessoa. .
Se alguma cousa biuve na creaco do hospital
bomeopalbico que dluslrasse ao "enlo adminis-
trador da provincia, ver o publico na conlinuac.in
desta analysc ; e ao Sr\ Dr. Cosme deixo a Iiberda-
de de concluir que, ou os seus cxanies feitos as
commnnicacocs olficiae foram muilo snperficiaes e
eiyados da mais renro-ada parcialidade, c talvcz
odio ; ou sua boa fe fo infantilmente Iludida no-
quein lhe ministran tae documentos apresenlandor
Ibe somcnle aquellos, ue me podessein cpmpro-
inctler, occullando os nitros que podessem escla-
recer o negocio c honrr a dedicaco, com que me
prestei gi-uruifanicntcau servico'publico. Nesla
ullima hypotbcse perig o criterio do presidente de
nina corporaco scienli ca que pretendo os foros
de historiador.
(< Pelo mez de jneiro c fevereiro nao vinha
correio de Macen que nao fosse o portador
dos novos e prodgiosos resultados da ho-
i meopalbia alli cnpregadaconlra o cholera..)
Fsses prodigios eram referidos nao s pelo povo,
como pelos jomaos d.rpoi incia, pelo Exm." presi-
dente o Sr. S e Albuqilrque, peta chufe de poli.
o cho-
com a
nao i
i') E podera nao ser, sendo apnlicada pelos pro-
prios allopalhas, inimigOS ligadaes da nova me-
dicina !
M Xa Pagina Amina do Diario de Pernambuco
de25do Janeiro se l o seguinle :
O Sr. Dr. Sabino Olegario langero Pinho,pro-
siileiile perpetuo da sociedade llomeopatbica lle-
nelicenle nos conlinii algiiinas carias de Macei,
escripias a S. S. por pessoas imporlanles damell
lugar, das quaes nos appressnnios em exlrahir os
lopicospriiicipoes quedizeni respeito excellencia
da bomeopalhia, e proficuidado della no Irala-
meiiin do cholera.
.... Tenho mu hbil pliarmaceulicn engajado ...
Baha na direccaode uma pharinacia nesla ciclarle por
conla do governo. Elle lem preparado o espirito de
camphora, que faz porte dos medicamentos Im-
meophalicos por V. S. aconselhados no tralamenlo
do cholera.
.... Em algumas localidades da provincia
tara va sendu combatido exclusivamonie
bomeopalhia, e a uiorlalidade por hora
grande.
cKoala cidade o Dr. MariusPorle vai fazendo im-
portantes sen icos. E un humera todo devolado ao
uiteiesse ebem dn humaiiidode. O uso do limo rai
sendo do inconstante resultado nesla provincia.
Parece-me quo uma arma fatal na mo dos igno-
rantes. Nesta cidade a sua applicacao lem sido be-
nigna, mas em geral lem sido presidida por mais
ou menos lliistraoo... > (Do Exm. Sr. S e VI-
buquerque.Em dncuirente.)
.... Sinto o desapontaniento porque passou V
8., querendo remellcr-nie as carleiras bomeopa-
Ucas. Tem feilo rauila falta. Espero-as brevemente
segundo \ S. mandn dizer-me... Do mesmo
am 17 do correnle.l
.... Com prazer acceilo a recommeiiilaco quefa-
zesdoSr. llarius Porte, l'ropiizeram-lh.i diversos
senhores de ongenhos grandes rantagens pora que
elle fosse pora o centro; eu c alguns devotos de
Uanliemann uns oppuzemos sabida do Sr. Marios
da capital, e lhe osseguramos um partido del;200jj,
por mea emquanto dorasse o cholera. Nao tomodo
que anepinder-nosdese passo : o Sr. Mariuslem
sub iicansavcl cm acudir pobreza, u lem con-
currido pora que os estragos do cholera nao sejam
too grandes como Be tema. O Dr.|llabia (medico ol-
lopalbo, uosso medico assisleule leudo cm pregado
o Iratamenlo homeopalhico. ^rota-so de umadoen-
lf) quiz ouviro Sr. Marios a meu pedido, e enlo
live de apreciar lodo o respeito, de que digno esse
cavalloiro. O Dr. Bahia aquiesceu as indicacoesdo
Sr. Marios: a doenle esta boa... Se al aqui comu
sabes, lunho arredilado profundamente na excel-
encia do syslema, agora com o iratamenlo do cho-
lera teiibo-me inarai libadoa homeopalhia lem
feilo conquistas ; nao ha um medico ollopatha, que
nao tenha feilo ensatas c experiencias, c licam ma-
rarilhados : Assim eslou nhjilo disposto a roodju-
var com todas as minhas torcas a homeopalhia; e
como presdeme de Sergipe eu faria osmoioies bens
quelle povo na quadra epidmica, se lu esse o
auxilio de alguns mdicos bomeopalhas. Do Exm
Sr. Correia de S, presidente de Sergipe.Em 18
do correnle.) r '
" O Iratamenlo homeopalhico esl muito arre-
dilado em Macei, c seus remedios son procurados
de preferen.iia. Voce goza aqui de mullos crditos,
e seus medicamentos eseus livros devem ler promp-
laextrarco...>.Do Dr. Pinho medico allopalha.-
I m 18 dn correnle.)
....0 povo tem lomado urna confianca mmensa
na bomeopalhia, o o terror pnico que se tinha
apoderado do povo, lem desapparecido com as cu-
ras feilas pela homeopalhia. Aqui nao ha mais ter-
ror. As autoridades desta cidade csto muilo salis-
fcilas com a homeopalhia, assim como de minha
oslada na ndade. O numero de bol icos que lhe lem
pedido o presidente desta provincia, urna prova
rio favor que go/a ella.... [Do Dr. llarius. Em 4
do crreme.)
.... Esta capital j4 est escapa do cholera : a
epidemia va declinando ; eos casos sao menos in-
tensos. Temos brincado cornos casos fulminante*
applicando logo a camphora; estem morrillo gen-
io que, desnresando a molestia, ou querendo ata-
ca-la com chas ou com limo a deixanj chegar o
pomo de nao ler mais remedio, e oulros por gulo-
sos, llecomniendo-lhe muilo a camphora e a ipe-
cacuanha. Estes dous medicamenlns sempre tem
sido bastante para impedir molestia de fazer pro-
gressos...
Oescriptor acrescenla que tres mediros allopa-
lhas que licaratn na capital; estavam curando ho-
meopiilliicaineiile, com resultados felizes. Do
mesmo.Em ls do correnle.)
.... Pernainbiico lera talvcz un Lundum mons-
tro seo governo naofa\oreccra bomeopalhia. esc
os allopalhas forem leimosos. Consla-me queaallo-
iialhiavai empregandn o espirito de camphora de-
haixo do nome de Salva-vida... 'Do mesmo.Eiui
19do correnle.)
.... llonlera pelas nove horas da manha cabio
fulminado por um forte ataque do cholera o nosso
rozuiheiro (escravo;. Foi soccorrido immediala-
nicnlc, egracas a homeopalhia d algumas espe-
ranrasde vida. (Do addilaraoulo aoBolieiim doNn-'
ln.i.Hn. ll.i,/... J^ 4 J____,. '
dos porlos do
NOVO BANCO
IIK
PERNAMBUCO.
EMS2DI. MVr.OTIF. 185.
O Banco desconta na presenil! semana a 80 dan
auno atoprazo de -I mezes, e a 9 0,0 at o de ti,
e loma dinheiro em contas correnles simples ou
com juros pelo premio que.se convoncionar.
A pessoa que deixou na administraran do
signado a Saunders Brothers 6; C.J, mauifestou o i correio uma carta para Joaquim da Costa So'l, sem
direcrao, queira apparecer ua mesma repartiru
para dar Ihc o desliuo.
. J?.ai* dirceloria das obras militares se tora de
lazcraivcrB'j^ouc^ri'tav iiiji'o-.j'-" --".i" uoeitluo
iiue serve de qnsrel general, no Hpndego : quem
desle trabalho se quizer encarregar, comparera
com suas propostas na referida directora no dia 28
do correnle, as 10 horas da manha. O director,
Manoel Ignacio Dricio.
Couselho administrativo.
0 conselho administrativo, para fomeciraenlo do
arsenal de guerra, tem de comprar os objectos se-
grales :
Para o presidio de Fernando.
2a milheirosdc brochas, 10 libras de linhas par-
das de peso, 12 caixas sedo, 1000 soreles finas e
grossas, 50 Iroquezes, 12 podras do amolar. 100 fa-
cas lomados de rabo de pao, 50 martollos, 10 de-
diles de alfaiale em ponto grande, meia arroba de
breu, meia dila de cera amarella, ;! libras de galha,
J libras de esparosa, 25 papis de agulhas grossas.
8 libras de pus prelo, 1 libra de cera branca, 211 to-
ros madeira de genipapo para furnias, 50 varadores,
al craradores, 50 borradores, 12 limas finas de li-
mar salios, 12 grosas linas de nui palmo decom-
primento, 600 meios do sola, 600 couros de vaque-
tas, 1200 ditos de cabro, 1200 ditos de bode, 600 va-
ras de algod.ioziiiho topado para forro, 3000 novel- .
los de lio paro coser.
Para o 8." batalho de infantera.
1 livro de lim folhas com as denominadles esta-
belecidas para o geral do registro dos ttulos dos
voluntarios
Quem quizer vender taes objectos ar rsenle os
suas propostas em caria fechada na secretaria do
conselho s 10 horas da manha do dia 26 do cor-
renle.
seguinle
240.1 barricas baralhp; aos consignatarios.
Barca americana, Soena, viuda de .Nova DrWans,
aa* ........i., ,**!..._^- l'uislr 22iC barricas falte*, de trigo, 200 barris banha
de poico, olSU pranvw.s taboas de pinho; aos
mesmos.
Vapor nacional focanlins, lindo
norte, manifesluu o seguinle :
100 saceos farinha do mandioca ; a Machado \
Dantas.
ri saceos farinha do mandioca; a Ferreira &M.1-
lllells.
1 encapado ignora-se ; a Dojningos Alies Ma-
theus.
I caixa ignora-se; a Antonio Jos Marques.
1 eiubriilho ignora-se ; a Cosario O. S. Juca.
Iliale nacional Exkalaeo, viudo do Aracaly, con-
signado a Curgel & lrmos, maiufeslou o seguinle :
18 caixas velas de carnauba, 30 molbos peltea,
120 couros salgados, 11 molhos esleirs ; a Curgei
& lrmos.
til caixas velos, fl couros salgados, 49 meios sol-
la ; a Jos Joaquim Rodrigues lleudes
106 caixas velas le carnauba, 177 saceos cera
do dila, 54 molbos pellos, 24 ditos esleirs, 21 cou-
ros salgados, 16 meras sola ; a ordem.
Polaca bespaiihnla Ardilla, rinda de B e Mala-
ga, consignada a Aianaga ir. Bryan, mauifestou o
seguinle :
'JO pipas 8 meias o 260 barris vinho, 40 ditos
azeiie, 200 raixinhas o 20 caixocs passas, 40 caixas
chumbo; ans mesmos.
CONSULADO GERAL.
Rendiinenlo do dia 1 a 21. .
dem do da 22......
90-mpn
5:143S63.i
95:367S202
DIVERSAS PROVINCIAS
Rendiinenlo do dia 1 a 21. .
dem do dia 22.......
5:8Mn7
264S220
KW4S296
DESPACHOS DE F.XPORTACAO PELA MESA DO
CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA 22
DE MARCO DE iar>9.
Porto Barra portugueza Santa Cruz, Manoel
Francisco Marques, 120 saceos Mancar brauco,
SOdilosdilo inascavailo.
Lisboa Barca portugueza llorlencia, Amorim
lrmos, 700 saceos assucar uiascavado.
Lisboa Brigue porluguez Activo, Amorim lr-
mos, 400 saceos assucar mascavado, 200 ditos
dito branco.
LisboaPaladn porlugue/ Zurro-, Jos dos Sao-
tos Pereira Jardim, 50 saceos Bssnaat brunco.
LisboaPalhabole porluguez .'Maria-, David Fer-
reira Bailar, 70 saceos assucar branco.
Rio da PralaPatacho hespanhol Lauriano, Car-
neiro J liamos, 200 barricas assucar branco.
Philadelpliia Barca americana Imperador", M.
Auslin V C.j 1,200 saceos assucar mascavado.
FalmouthBrigue ingiez D. Joan, Whately Fors-
ter C, 500 sarcos assucar mascavado.
llarselhaBarca bancaza Leverrier. N. O. Bie-
hei-(S[ C, 1,200 saceos assucar mascavado.
Exportarlo.
Loanda por Benguella, patacho portuguez Ta-
rujo II, de 255 toneladas, ennduzio o seguinte
271 pipas, 50meiasdilas, 4 barris de 4." e 115
dilos de 5." agurdenle, 60 mangles lbaro, 40
barriquinhas assucar, 300 latas dito roQnado, 258
camuas charutos.
Baltimore. paladn americano J. C. Kfler, de
26i toneladas, conduzio o seguinle : 3,700 sac-
eos assucar.
BECEBEDORIA DE BENDAS INTERNAS GERAES
DE PERNAMBUCO.
Rendiinenlo do dia 1 a 21. .
dem do dia i2 .
41:5388110
1:9861319
43:524,729
CNSUL VDO PROVINCIAL.
Rendimenln do dia 1 a 21.....16 277S689
dem do dia 22....... 3:547j914
49:825S6(W
Movimento do porto.
OBSERVACOES METEOROLGICAS.
BU 22 np. Mineo.
6dam.
9
1/2 dia
3 da t.
Cmulos
Cirrus
\T.
o
3
Fresco
Reg.
TKR0*r.THO
26.1
27.7
29.4
28.8
27.7
20.8
22.2
23.5
23.1
22.2
1
mm.
7 756.8
767
757.5
757.8
_A noite estere clara rom alguns neroeiros, vento
NE.veio poro o terral e rondn ao imanheccr pelo N
iciadpr Alagoan de 17 do crreme TsVignado ^io dr-W" ^ "'^ "" ^"^ ** mar-0
Exm. Sr. presidente de Alagas.) I Vtioas Jttno..
sala das sessoes du ccnsolho administrativo para
toriiecimento do arsenal do guerra 19 de marco de
1859.fenlo Jos Laiiunka Lint, coronel presiden-
te. Francisco Joaquim Pereira Lobo, voaal secre-
tario.
Conaelho administrativo.
0 conselho administrativo, para fornecimentodo
arsenal de guerra, lem de comprar os objectos se-
guimos :
Para o presidio de Fernando.
Estojo pequeo de i-irurgia portaiel 1 ; esearill-
cadorl ; laiicntoirn com 4 a 6 lancetas 1 caixa com-
pleta para operaeo de hydrocolel; vidros para
ventosas 12; chinellas rasas de couro cr, paras S5 ; '
chicaras e. pires, cazaesl2 ; ourinoes de louca com
lampa 6 ; jarra de barro pequea ; 1 tigelia de fo-
lba 30; guardanapos do brim 30; lences de brim
j0 ; tualhas de brim 12.
yuem quizer vender laes objectos aprsente as
suas propostas cm carta fechada na Recrotaria do
conselho s 10 horas da manha do dia 26 do corren-
le mez.
Saladas sessoes do conselho administrativo para
fornecimento do arsenal de guerra 18 de mareo de
1859.Vento Jos l.amenba Lins, coronel presiden-
te-Francisco Joaquim Pereira Lobo, rogal secre-
tario.
Conseibo administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimento do
arsenal de guerra, lem do controlar o seguinte :
Para diremos corpas.
Em consequenria das orden, que este conselho
acaba de receber do F.xiu. Sr. presidente da provin-
cia, em que .deicrmina que se proceda a compra de
casacas militares para dillerentes rorpos do eerci-
lo, conforme a informa, n dada pela thesouraria do
fazeuda, avisa-se a quero convicr contratar o forne-
cimento de ditas sobrecasacas, sendo de panno azul
proprio para ardameulo, con) os vivos, que ero
indicados nos fornecedores, e pelo proco de 129308
cada uma ; comparera na sala das sessoes do con-
selho administrativo no dia 23 do correnle mez.
Sala das sessoes do ronsclho administrativo, para
fornecimento do arsenal de guerra, 17 de marco de
1859.tiento Jos l+menka l.ins, coronel prestdrn-
le.Francisco Joaquim Pereira Lobo, vogal e se-
secrelario.
Conselho de compras navas.
Tendo de contralar-se na sesso de 23 do corren-
le o fornecimento de viveros e oulros objectos. ne-
cessarins ao consumo dos navios do armada, arsenal
e mais eslahelecimentos de marraba, pelo lempo de
3 mezes a lindaj no ultimo dejunhoproiimo, sen-
do os vveres c mais objcclos os abaiio declarados,
convida o conselho aos pretendenteg a apresenta-
niii-se em o dito dia, pelas 11 horas da manha,
com suas propostas cm cartas fechadas, e arompa-
nhadas das competentes amostras ; certos de seren
pagos do que fornecerem, pela forma ha muito em
pratica, e assim asss conhecida; bem como de su-
geita-los o contrato ao pasamento de uma multa do
6 0 0, em favor da fazeuda, cobrada administrativa-
mente, caso nao fornecam os objectos da qualida-
de, e na quantidade, contratadas.
Vireres e mais objectos.
Arroz do Maranhao, agurdente, assucar branco
grosso, azeite doce de Lisboa, bacalho, bolacha,
carne secea, carne verde, cal, eangica, farinha d
mandioca, feijo, manteiga, mate, pao, loucinho,
vinagro, velas de carnauba, velas stearinas.
Sala do conselho de compras navaes em15de
marco de 1859.O secretario, Alexandre toiri-
gues dos .lujos.
Obras do porto.
De conformidade rom as orden* do Exm. Sr. pre-
sidenle da provincia, manda o lllm.'Sr. inspector
do arsenal de marinlia fazer publico o rontralar-se
no dia 7 de abril prximo, s 11 horas da manha
a trtara de eses nos lagares ainda nao o tondu'
rneiprohendendn desde o mesmo arsenal al o Por-
i te do Manos, pelo lado da baca do porto, e i mar-
II
1% fl
.


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f
i
I
I
#
geni do Rio, no bairro de Santo Antonio, entre as
iluas ponles denominadas do Rccife e provisoria ;
porm dividida em 3 nticos (rontralanilo-se cada um
nm separado, convindo aos pretendemos) ol."des-
dcodito imenal at o trapiche dn Angelo, o 2."
il'ahi al s obras de Jos Antonio do Araujo no
Forte do Mallos, e o 3." consliluindn toda a exton-
sao entre as referidas ponles ; isto por ta do pro-
postas em carias fechadas, apresentadas naquelle
di c nrn menciopada, e nffertuado com qucni me-
Jhores vanlagcns oircrecer, quer sobre a presteza e
pcrfeioo da obra, mas ainrta para a fazenda oble-la
com a maior economa, podendu antes os preten-
demos dirigircm-se a esta iuspecoo pata o conhe-
rimeato das condicoes e do mais, concernentes a tal
obra, urna e oulra cousa constante da discripcao c
orrameiito, quo, pois, Ihe ser franqueados. '
Inspeccio do arsenal de marinlia de Pernanibiiro
em h de mareo de 1859.O secretario, Alexmdrt
lodriqne* dos Anjot.
Pela contadura da cmara municipal do Rccife,
se faz publico, que o prazo marcado para pagamen-
to dos impostes de estabelocimentos, linda-se no
ultimode marco do correte auno, c todos aquelles
que nao paftarem, fican sujeitos multa do tres
por cenlo ao valor dn mismo imposto. Contado!
na da cmara municipal do Rccife 10 de fevereiro
de 1H59 O contador,
Joaquim Tomara Rodnralho.
Hireetoria eral da instrut^-Ao puhli-
a da proi in. ,i.
Foresta secretoria faz-so constar a qiiem ennvier
" intiTPSsar, quo o Sr. director geral uterino lem
marcado o da 28 do concille, gunila-f.ira para
concurso a pnineira cadeira dn historia ogoo"ra-
plua do gymnasio peniamburano, cujas materiases-
liio designadas no regulami-uln iuli-rnn do im-suin
gymnasio, nrls. 127.128, 129-e 130, a sabe,-. |,sto-
na dos lempos primitivos, povo hr-breu, cvprios
As-vnos, r.abylojiios, l'licuicios, lindas e Persas :
historia e gcographia da Creca ; geographia e his-
tona-Romana ; geographia e historiada idade nio-
dia. K para que cliegue ao conhecimento dos iiite-
vasados so mandn pulicar o presento pela iui-
preusa. '
. *^rclaria to>slrn(?io P"Wica 16 de marco de
l-^i'J.U secretario, Francisco Pereira Freir'
Ueordcui dolllm. Sr. inspectp- da thesoura-
na do tazonda dessa provincia so faz publico para
que ciegue ao conhecimento das pessoas a qoem
uitcrcssar, que se acha marcado o dia 2( do enren-
te inez as duas horas da larde para a arremalaco
na musma thesourana, quem mais der, do alu-
gncl do predio nssobradado pcrtonccnle aos uro-
pnos nanouac* em frente do arsenal de inarinha ao
qnalesleve servindo at agora. Secretaria da the-
sonraria de fazenda de Pernamlnico 17 dn marco de
I*".Servindo de oflicinl maior, Manoel "Jos
l'into.
THEATRO
Santa Isabel.
KHPHK/.l -G KJI.V\I>.
Recite extraordinaria livre da
assi-iiliii-.i.
QUBTIFEIRa 23 DE MARQO OE 1859.
Subir scena a escolente comedia drama em
e qualro quadrns de coslumcs militares.
miudezas, ferragens linas e grossas e culilerias de
minias qualidades, ludo moderno e proprio do
mercado : quarta-feira 2d do crrente, s 10 ho-
ras da tnanhaa, no sen armazem, ra da Cruz do
Rccife.
GENLIO

Diaijio de Pernambuco.Quarta feira 23 de Marco de 1859.
Ousirta-feira 23do rorrelo
\0 ARMAZEM DO AGENTE
PESTAA.
Una do 1 irjano n. 11,
BE
A publico.
Precisa-so alugar mu miilt-quc ^|ue lenha 10 a 12
anuos, anda que nao lijnha habilidade algiima,
mas que seja bstanle especio, para vender ouro
pelas mas da cidade coiji nina caixinlia bstanle
leve : a pessoa que livor s queira alugar, niuiiiiii ie
!nr osle jornal ou dirija-so nu da Santa Cruz n.
5, que achara com qucmltratar.
- Precisa-so de un plelo de moia dad'1 para
ajudar a um hoinnin q
vendi'iido agua pelas ra.
a Iralar na ra do Cahug
Precisa-so alugar n
a dentro, para cozinhar
Boa-Vista n. 80.
Alguna pessoa qii.
dirija-se a na da Ponlia
ou nutraqualquer.
Na ra da Cadeia d
e anda com ulna canora
: do hairro da Boa-Vista:
luja n. 9.
la ama secra para portas
engnnnnar : nu aterro da
precise de algn) criado,
i. 0 ; sendo casa (raneen
> Recite n. 51, toja, exis-
Ricas c e\cgantes moViltas
o jacavand. ca-
de mogno
nrioiet, carros, parela-
as, <\uauros, o Y* vas Ae
ouro, Vi joutcrias ele., ele.
tero carias paja os segn essenhores : llr. Jos Aji-
; (encalves dn Mbuquer-
Vinia, Amonio Muniz Marha-
1, Jos t'.esar Vaiella atollin de inl'aiilaria Ala
Adriano Rameiro de Al-
io 's .irlos
OU
H OR A f
No fin do drama, o actor Pinheiro executar a
Craciosa scena cmica, em carcter Saloio
0 MANOEL D'ABALADA.
Terminara o espectculo com a linda comedia em
mu arlo
JJlJvM LM m FUL.
Tnmam.parle os Srs. Lisboa, Hermano e Pinheiro,
n as Srns. Satnela n Carmela.
Principiar s 8 horas.
s Srs. aasignanics tein preferencia aos seus ca-
marotes e cadeiras, deveudo mandar husca-lus, os
que osqui/ereui, at is 11 horas do dio 23, dessa
hora em dimite sero vendidos.
Avisos martimos.
PARA OS PORTOS llO NORTE.
Segu em poneos dias a laucha Flor do Rio
Crande. por ja ler parte de sun carga : para o res-
to, trala-se na ra do Vigario u. 5.
Gompanhia Pernanibucaua.
O^'apor nacional Iguarats,segu para os portes
do norte no 1" de abril e recebe carga al o dia 28
al. o mein dia,
ARACATY.
Segu nestes dias o hiale nacional Serjipaiio : pa-
ra carea o passageiros, Irata-se na ra do Viga-
ro n. 5.
Para a Baha.
O vrleiro e. bnin condecido pnlhaliote Dnws Ami-
gos, pretende, seguir com muita brevidade, tem par-
te de sen carreganmulo prompto : para o resto. Ira-
ta-se com o sen consignatario Antonio I.uiz de. Oli-
vnira Azcvedo, no sen escriplono na da Cruz n. 1.
Para o Ass.
segu oestes dias a escuna nacional Esmeralda, re-
ebe carga a frete : trata-sn com o sen consignata-
rio Antonio Luis de Oliveira Azevedo, no seu es-
ctiptorio na na da Cruz n. 1.
RIO CRANIIK DO Sil..
Va seguir em poneos dias o brigue nacional
D. Aflontw, capitn Marques, pode receber algu-
uia carga para o mencionado porto, assim como
Essagciros : os pretondcuteit entendam-se com
altar & Oliveira, na ra da Cadeia Velha, eseriplo-
rio u. 12.
ouio Rabia da Cimba, J(
que, Joan l.eoeaili
do. Albino da Silva l.i
Franca, icncnic do s.M
rianndos neis Rspindola
buqucn|ue.
Desoja-so arrendar Atn engenlin que lonha Imas
lenas, escravos e an'unaijs, o nao se pora duvida em
pagar algnoa anuos adi^ailados : coutraut-se na rita
datluia n.lii, seguado almiar.
Precisa-se de un 1 c.'ii\eiro de II a 10 anuos
pera uns vctula, e que tl'uhn platica de mesma : na
na da linda n. 52, SO oir quem quer.
Aluga-se una cafa de pedia o al, grande, a
moderna, ruin uiobiliafleiilro, na povoacao de San-
a ra lllreila u. 95.
23, alogam-se
Ires anas senas, sendii una parda, forra, de niuil.i
capacidode para reger pina rasa, eagomma, cozinba
e lava ; e duas escrav.is, urna rrioula.de 19 anuos,
e nutra, cabra, de 23 Jumos, esla tem as mesmas
habilidades que a ciiua, e aquella serve para com-
prare ensalmar, eeonij algum principio de co/.iiiha :
os prelendeiiles prociirem na nii.'iicionada casa,
das 7 as8 8/4, edas 8s Ave M.'iria.
Qoem precisar/de una ama que sabe bdm
iralar e zelar de nieuinos, dirija-se a ra eatreita
do Rosario, tereciro indar n. 13.
(tll'erece-se ump ama para casa de pouen fa-
milia, ou de honieni solleiro, que sabe cozinhar e
ngommar : no berco da camboado Carmo.
O referido agento oncarregado por urna respei-
lavel familia que se retiroa pan Europa no paque-! lo Amaro de Jalioalo: fi Iralar n
le Tyne vender cni leilio no dia acuna designa- Na ra da Roda, ctsa Ierre
do e pelas 10 horas dn manilla em sen armaxcm
i'iua cmplela mobilia dn mogno de apurado
gosto,sendo os consolos e mesaeom umpos de
inarmnre.
Una bem acabada mobilia de Jacaranda, obra de
taina a Luis XV.
l'iu rico guarda vestidos do mogno do elegante
modelo.
Um guarda roupa de amarello do grandes jotn-
mod idade*.
Ij'm guarda louca de Jacaranda com portadas de
nanea.
Urna estante para lirros, de lindissima niadcira
de mogno.
L'macarteira de caslanhoperfeitamenie nova.
Cadeiras, mesa e aparador para sala de janlar
Louca, vidros, porcelanas, cnslaes, candelabros,
lanlernas e varios objectos de utilidade e serventa.
Diversas obras de ouro e um escolenle retoo
palele inglezete.
i ni rain niel de milito gosto chegado prxima-
mente de Franca.
Um carro de 4 rodas de-um dos mais afamados
fabricantes de Paria, anda em muilo bom nso.
Na mesma occasiao vender-se-liio varias obras
de Indas as qualidades de madeirns estraageiras e
nacinnaes, e urna infinidnde do objectos do com-
inndiiladc o ornato para casas de qualquer crar-
ebla. '
LEILAO
di;
c BOLACHA AMERICANA.
Sabbado 2f> do corrente.
PELO AGENTE
Caixeiro para es-
cripia.
Na ra da Cadeia do Reciten. -I i, se dir quem
precisa do um caixeiro que tenhaalguina pralica de
escripia.
Precisa-se dn um moco para caixeiro de de-
posito, que a sua idade seja'de 1 i a 10 anuos : na
ra dos Pescadores n. 4-3.
I'recisa-se de um forneiro e dous amassadorea
que enlendaiii perniMinenlc darle de podara : na
ra larga do Rosario, nadaran. lM, junio aoquar-
icl do corpn de policia. Da mesma nadara cima
aiisenlou-se .un escravo por nomo Fiilppc, de An-
gola, estatura ordinaria, ogO do olho Csuucrdo, sal-
vo erro, boiros baslanle gTOS-sos, cabello grande,
cou nina roroa na rabeea de carregar panacu :
roga-so aos senhores capities de campo e pessoas
encarrilladas de polica, nu a outro qualquer senlior
por quem possa ser encontrado, o mandem pegar e !
entregar na ra do (Juarlel de Polica, padaria n.
18, que se recompensar com generosidade a quem
tal son iro prestar.
No me/, de fevereiro de ISTiO nppari'ceii no
engenbo Pintos o pelo Kstaquio, que diz ser escra-
vo do Sr. Vicente Klias, morador p lavrador do en-
genhn Alma nova : seu senhor peder uianda-lo
buscar. Nao inn responsabiliso pela fuga do mesmo
escravo, nam pela vida.
.In Caixeiro.
Pr.risa-.se de um caivniro que lonha boa letra
oqne enienda de escriplo por partidas deliradas,
quem estiver nestas circnmslancias, deixe caita fe-
chada nesla lypographia indicando sua inorada, ad-
veriindo-s,. que prefore-se at a idade de 0anuos,
botando na subscripta da carta as iniciacs r. R.
Dgrapbu
prefriv
ripia r
Sorveles.
Aterro da loa-Visln n. 3.
A pedido doalgnmas familias, e para patenlear a
boudade do verdadeirn sorrete a moda de Pars,
nina .sala reservada para as familias sero d'ora em
diante aborta todas ai nuiles al s U horas, na pii-
meira luja de sorveles ao p da ponte. Todas os
nuiles lera duas qualidades de sorvele.
A nova senaria dcfronle de S. Fraucisco pro-
poe-sc a vender lalioado mais barato dn que em nu-
tra qualquer parle, rcrohciu-.-o eucoinnieiidas.
en, que
asa ib-
ii! illas-
/CASA DE SALDE
SITA EM SANTO AMARO.
^
DOS
rlecimeulo lia as mollinresaconimodnces p,lrj i,i iralatem doentes de qualquer calhe-
Nesle esla
goria c sexo.
Adiara nufnorhc de 2*500, deveudo o pagamento ser feilo por qninznnns adiantos.
llavnr o rnaiorzelo o empenlio no tratainenlo dos doentes os quaes sero visitados pelo menos
duas vezes por dia! pelos mdicos propriclarios do eslabelncimento.
i PEDIAS PltEWSAS.
Adcrecos d
diamantes
brilbantes,
perillas,
pnianras, al ineles, brin-
cos e rosetas, boties i:
Para
o Rio Grande
do Sul.
Segu infalivelmente at. olimdo presente roez o
brigue nacional .Duque da Terceira, porj tersen
carregamento quasi eampleto : para algum resto da
carga, trala-sc com os consignatarios na ra da
Crnzn. TA.
Para a Baha.
Avcleira c bem conhncida.sumaca nacional ttor-
teucia, pretende seguir com muita brevidade, tem
dous tercos de sen carregamento a bordo : para o
resto que lhe falta. Irata-se com o sen consignata-
rio Antonio Luiz de Oliveira Azevedo, no seu es-
rriptorio ra da Cruz n. 1.
Para Lisboa segu cora a maior brevidade,
por ter parte de seu carregamento prompto, a bem
condecida barca portuguesa Horle.icia : quera na
mesma quizer carregar ou ir de passagem, enleu-
da-se com os consignatarios Amorim rmos, rua
da Crui n. 3, ou com o capilo Joo Silverio Roma-
no, na praca do rommen-.io.
O veleiro brigue portuguez Aclico, deve se-
guircom muita brevidade para Lisboa, tem promp-
ta a maior parte do carregamento ; para o resto
a frete, ou para passageiros, aos quaes offerecc cx-
cellentes commodos, trata-sc com os consignatarios
Amorim Irmaos, rua dn Cruz n. 3, ou com o rapi-
laoGuilherme Waddington, na praca do commcrcio.
Para o Rio de Ja-
neiro.
0 bem condecido e veleiro brigue nacional Da-
rnio, de primeira mercha, pregado e forrado de
cobre, pretende seguir com muita brevidade, tem
parte do seu carregamento prompto : para o resto
que lhe falta, trata-se coufo sen consignatario An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo, no seu escriplorio
rua da Cruz u. 1.
Para o Rio de Janeiro sohe no dia 31 de marco
obcra conhecido brigue Sagitario, o qii.il tem a
maior parte do seu carregamento prompto, para o
restante e passageiros trata-se com Manoel Francisco
da Silva Carneo, na ruado Vigario n. 17, pjiuicirn
andar.
Cear.
Segu com breTidade o hiato Boin Amigo, rece-
l>e carga a fr*te. a tratar com ('.aciano Cyriaco da
C. M., ao lado do Corpn Santo n. 25.primeiro andar.
O referido agente vender por conla de quem
nerlencer porta do armazem dn Sr. Aunes de-
fronte da nlfandega no dia cima designado c lelas
10 heras da mnnha
10 barricas com bolacha americana.
A 31 do corrente.
N. O. Bichee \- C. farn leilao por interven- o do
agente Oliveira, do lindo e ptimo sitio com baixa
de rapira para 3 ou 4 cavallc, e cora urna elegan-
te casa construida ha i anuos moderna e com to-
da i solidez e i smnro. coiilendo grandes acommo-
daces para numerosa familia o com lodos os mais
antojos de cocheira, estribara, casa para feilore
ciiados, e os competentes adornos dejardira, ludo
como da discripeo fcita por osle Diario em 10 de
jullio do anno paseado, dia em que Coi vendido po-
lo anterior proprietario Manoel do Nascimenlo da
Silva Raslos, revondendo-se agora por mntirw da
prorima retirada para a Europa do Sr. C. II. H.
Holm, socio gerente da sobredita casa comiucrcial
dos Srs..N.O. Bieber iC. n visto achnr-se o indi-
cado silio collocado ao correr da estrada denomi-
nada Santa Annaulefrontc do sitio do finado rom-
mendadorAntonio da Silva) fcil ser eseconvidam
aos pretendemos para o e.vame previo de ludo an-
tes do leiln, que ter lugar quinta-feira 31 do cor-
rente. s 11 horas da iiMirlw.'i, no escriplorio do
nicnciouado agente, rua da Cadeia.
LEILAO
A 31 do corrente.
Manoel Jacques da Silva e os mais herdeiros do
tinado commendador Antonio da Silva (ario Icilo
em um s lote, por intervencan do agente Oliveira,
do seu grande e bello sitio com duas espacosas ca-
sas, chao- proprios, lendo a frente no lugar da es-
trada entre Santa Auna e. Casa Forte e fundos
margem do rio Capibaribe, de couformidado
com a planta que so olTorece para exane previo
no escriplorio do referido agente, onde lera lugar
o leilao un quinta-feira31 dn Borrante, as 11 horas
da nianha.
GRANDE LEILAO
DE
Predios, carros, cabrolet,
cavallos e arreios.
QuiiUa-feira ftl d< corrente.
Hita iXont n. 61.
por conla o ordemdo Illin. Sr. Adnlpho Bourgeois,
que se relira para Kuropa no prximo paquete,
vender em leilao quinta-feira 31 de marco as l(j
horas em ponto na residencia do mesmo os objec-
tos abaixo declaredos os quaes sero vendidos sem
reserva de proco algum em ennsequencia de sua
breve viagein, em lote a vontado dos compradores :
1 sobrado na rua Nona n. 61 de 2 andaros.
2 carros novos de vidraca.
2 dilos sem vidraca.
1 dito pequeo.
4 ditos em bom uso.
2 cabriolis.
5 parelhas de cavallos.
4 cavallos bous para cabriole!,
pares de arreios para carro e outros objectos
que serao patentes no acto do leilao. Pede-se por-
lanlo aos Sis. prelendentes que tenham a boudade
de ruin antecedencia irem examinar dito predio,
cirros e cavallos que se acham a exposic4o do pu-
blico afim de que possam laucar sem" escrpulo
algum.
aaneta i
goslos e
bril liante..
Compram
trocam pra
lhantes, di;
rolas, e nu
joias de \
ro on por
dUTereulct
magnficos
vendem e
a, ouro, bri-
maiitns n pe-
ras quaesquer j
Inr, a diuliei- H
obras.
lehiiaiii! k E. Mmi
JOALHEIHOS
Hotel inghz8ala n. A.
Rcrclifiii [Dn- todos os NM*!
| res la Europa o do Rio de Ja-1|
neiro ohras do mais moderno^
"josIo, lauto de Franca como;
Vi desta ultima capilal. as quaes
\enileni rom toda a garanta \
na qualidaile dos inelaes el
Pdas pedras, e pelos precos^j
mais commodos possiveis,
leudo sempre a disposicao dosgj
ifreguczesnm bello e >ariadof
tsorlinienlo.
(II ISO E KELOGIOS.
Adi reros completos de
ouro, meios dilos, pul-
ceiras, alfinetes, brincos
e rosetas, cordos, tran-
celins, medallias, eor-
rentes, entoiles e corren- '
lies de ouro para rclo-
gios, e outras muilas
obras de ouro e de coral.
Rclogios patente inglez
dosmclhorcs fabricantes,
ditos suissos, tanto de
ouro coinodeprata.chro-
nomelros a meios chro-
iioinelros e tambera re-
logios horisontaes de ou-
ro c de prata. Vendem o
trocara.
emprezadeaceio, lm-
peza < irrigaefio precisa de tra-
liilhadorcs para o servido de
I impar as nas da cidade e con-
trata sobas condires seguin-
los:
ESTACAS DE I\\ER\0
O senico comeca as s-.-is da
mauhaae acaba as quatro da
tarde, teudo meia hora o Iralia-
Ihadorpara almocav. O salario
' de I $280 por dia. .V empreza
offerece casa para dormida dos
trabalhadores. Precisa tambeiu
contratar \ carroceiros pagan-
do ii). Villa do Cabo.
O abaixo asaignodo f.u. si-ienle ao pub
ai-rio na villa do Cabo, mi do l.ivrainento,
fronte do cnizoiro, urna casa de negocio i
mime.io de ga/. a lioile, onde, vende fa/.ndas de
diversas qualidades, calculo- francezes i- da Ierra,
miudezas, roupa fetla, etc., etc., r ludo por precoa
ntttiln commodosFranceodt Paula Rnjino.
Na rua dos Copiares n. I desejn-se fallar
com os Srs. Prancisro de Mello Braga, Manoel Ro-
drigues Barbosa, Manoel Vieira Franca, Jos Mar-
ques -ios Santos, a negocia de son inleresse.
Continua a estar fgido o escravo Salvador
preto, niarinheiro da barra Sania Mara Boa Sor-
. ti ruin uma orelfaa de menos; consta an-
dar pelas Cinco Ponas, descontia^e que se intitula
forro e esteja Iraballiaml.- na estrada de ferro :
quem o pegar nu der noticia, sari gratilicado no
esiriplorio d Manoel (juinahes da Silva.
GABINETE PORTUGUEZ
DE
LEITURA.
A directora de Gabinete P0rtugae7.de Lettura.
lemlo em e-iiisiiier.nao a ordem e regularidade que
de-.chaveriioeslabileriiiieiilo. avisa aos senhores
associadoa, iiuoiram ler a bondade de mandar en-
tregar na bihliotheca os linos sabidos para leilura
ale o lim de fevereiro prximo passndo.
Secretaria 18 de marco de 1858.O 2. secretario
Jos F. arrolle.
Por erro typograpl.icn deivnu este aviso de ser pu-
blicado como agora o o /{/;.
AMA.
Precisa-se alagar uma ama forra, que saina lavar
e engonimar. de boa conducta, pudendo lambem vir
is 6 horas da inanhaa e rollar s ti da larde : paga-
se bem: no aterro da Boa-Vista, loia de bimelcs
11. fi.
Aiten<-ao.
Precisa-se de uma ama que eiigomme e saiba
tmilear roupa, que seja limpa e fiel ; na liba dos
ales, casa do fallecido f)r. Navarro.
r.Sr.UAVil FGIDO.
Fugio no dia lj de pueiro a pela Victoria, de
naci .Mossambique. tem uma serrilha da testa at
a pona do naris, representa Inr 10 anuos, falla um
tanto alrapalhada, altura regular, magra e decaa
feia. cor meia fula, anda muilo depressa, luvou
vestido de chita escura, panno da ('.osla azul : as
pessoas que a apprehenderom levem-na em casa d
sen senhor, que sero bem recompensadas, na Ca-
punga, silio do Arantes, ou na praca da Indepen-
dencia 1,. 11. loia de calcado.
Cabriole!,
\ondo-se um cabriole! inglez com muitopouco
nso, muilo largo e enm ezcetlontej molas, cornos
coiiipe-ni-s arreios: quem o pretender e quin-r
ver, dirija-se ao sierra da lloa-\ isla numero, em
casa do Sr. I'oirier.
tende-se uma taberna rom poneos fundos, un
becco Largo 11. 0 : que:n a pretender dirija-se a
mesma que achara com quem tratar.
Vende-so uma cscrava 1110- .1 cniu habilidades:
no Pateo de S. Pedro n. 6.
SI
Km casa de <:..!. AsIlev&C.
XW1
Na Irav.ssa d.i rua do Vigario n. 'J, terceiro
andar, se offerece uma mullier para fozer comida
para qualquer pesso, dando lhe iodos us pr-paros,
a que tari por puro conunodo.
ti abatvo assignado, subdito portuguez, reli-
ra se at o Inn deste crranle me/, para o lliu Glan-
de dn Sul, a Iralar da sua sandu.
MiiHoel iBHleiroda Ctmha,.
AU(.mk;;*io.
Roga-se ao autor do annnncin inserido no Diario
n.tidei dn corrente,que diz haver no Rectfe,
ein cerla rua urna pessoa por notin- elemento, que
nao se importa rom o seu uegoeiu e siui rom 0 de
outros, n favor de declarar por esle Diario se ae
1 iiiemii- -lim oabais-i assignado, morador ua rua
das Cruzes n. 30.
r/cmrii/r Frrr. ira ile C'trcullio.
PERDIDO.
Peidou-.-e um bolio de pun.'ei de camisa, desde a
rua da Cruz do Recite al a rua do Trapiche Novo
n botao i redondo, de podra verde escuro, ron
dous ganchos o uma cora no meio, de ouro : a
pessoa que o aenoii, quereiido entiega-ln un caf do
conimcrcio do Sr. Blandin, lhe sera, entregue o va-
lor do mes-no.
.\o\a loj:i fie fuitilVii-.
Precisa-sede um nflicial de funileiro para admi-
nistrar uma Inja. sendo fiel lira I un resultado : ua
rua da CrUJ do Itecife u. 37.
Na loja de alfatale, no boceo Largo n. i. fa-
/-'iii-se capas, balinas, sainaras, capas rialorias,
becas e liabiius para k*reeiro: -' u inesiun mestre
da rua de Apollo. Ale\andriiio Cesar de Mello.
ti Sr. Ilomiugoada Silva Tortea deivnu de ser
-aiveiro d.i Sr. Manoi-1 I raneisio da Silva l'.irri-o.
Na padaria do pateo da Santa Cruz 11. t, pri -
cisa-se muilo billar com o Sr. Vulnnio lleniardo
Dias. natural da villa de Santo Tliinno, casado;
chegpu a esla provincia ionio engajado, no brigue
portuguez Trovado, em 1T de man- de lr-07 :
lambem s raga a qualquer pessoa que delle lenha
conhecimento ou noticia, o favor do a/.er aviso na
mesnia padaria, que se lhe licar muilo ubrigado,
pela grande precisan que ha de saber deste mesmo
Sr. Dias.
Precisa-se de um caixeiro com pralica de la- Sintil TllPI'PZa U. 2, f IflUPlIP, Rit lia PS-
berna, capaz da gerencia da mesma, d-se huiu or- |..i., .1.. Aaal4a 4. ni*iiiioimt -nul'ii-
denadoaquem posea preenchor este tugar, sendo **' *- prilllt iro .lllU.ir,
preciso dar fiadora sia conducta, su estiver desar-1 IIOlailtlO-SP,l|llC aillllOS SI0 (Ift llOllllil ti-
gura o tfiitMii pretender trijase aos hi-
Cahus da llussia de manilha.
Cubre para forro, com pregos.
Vinhos de riiaupaiiha. Moselle e Bordeaux.
Salitre refinado.
J lmenlos garanlioos.
Sao esperados dous de pura raca and.ilusa, qnp
se veiideriio a proco eoinuioilo : na rua da Cadeia oe
Itecife n. ',.
\enile-se urna eserava erioula tl
2i) anuos, salir riiionnnar e ro/.e |ier't'
laiiiciilc lotla e (|iialiiui,r tjiialiilaiip <''
costura: ijuem a iirelender dirija-se a
na isirrila do losario n. 12, primeir
andar.
Vende-se um escra o crioulo de 22
anuos, oliit-ial de sapatriro e aprendiz de.
petlreiro; e (ambein urna cabritilla de. 8
annos, esla pde-se proenrar na na de.
Caixeiro.
Itoga-se
vorde ir a rul
um val seu di
oSr. Paulino da Silva Mindello o fa
da Seozala Velha n. fl, resgatar
Precisa-se por alugue", 0"c um preto acineia
idade, que enlenda alguina cnnsn do trabalhn do
casa dn llr. firmo.
COMPAffHM
ALLIANCE
val seu d quantia de 00. visto que o lempo j i campo, d-se Mstenlo e roupa : a Iralar nu paleo
he de sobra.- Mal Amonio Fernanda Fradiqut. \ dn Carino n. 9, ou na Passagem da Magdalena, em
O hacha el 4os Itohifacio de S Pereira tem
aborto osen escriplorio de advogado no hairro do
Itecife rua d Crn/. n. 18, segundo andar : quem
quizer cucan egar-lo do patrocinio de suas causas
pode procura lo no mesmo escriplorio, das 9 horas
da uianba alr s Ida tarde.
AVISO.
I nrtar.-i n lia 2(1 dias do mona o Jo si-,
to da moiadia do abaixo assignado na
Passagem Ja Magdalena uma canoa de
carreira de um s pao, ainda nova e to-
da pintad; de verde com a marca da ca-
pitana da porto M n. 171 : roga-se a
quem a ti ver adiado ou soul>er aonde
exisla de participar no dito sitio ou na
rua doTirres n. 14, que era' gratilica-
do,Antonio Jos Leal Reis.
No palco do Ten-o n. 12. precisa-se do um cai-
(Ciro hbil o diligente para lomar conta de urna
taberna por bataneo, ao qual se dar bom ordenad
ou Inleresse, urna ve/, que d fiador a sua pessoa,e
lenha conducta irreprebeusivel.
Quem precisar de nina innlher j de idade, e
natural da I Iba de S. Miguel, para ama de casa de
punca familia, dirija-se a Iravcssa da Madre de
ticos n. il, ou a rua do niesmo nome n. 36.
Joo Jos Penetra, subdito liespanh.nl. reli-
ra-se para fura da provincia, iralar de seus ne-
gocios.
Na nianbaa do dia il de fevereiro de 1859'
fugio do engenho da Matas da comarca do Cabo,
um escravo de nome Vicente, idade do 90 anuos.
ponr.o mais ou menos, altura regular, tem falta de
denles na frente, foi campia dos AfogadoS, e fui
escravo de Theodora Francisca de Barros, morado-
ra na r.nibiribeira : a pessoa que a apprrli.ndrr,
entregar na rua Nova, taberna dn Sr. Jos Fer-
nandos Urna, ou no engenh
sanenlo se gratificara.
Para Lisboa
vai sabir at o dia 17 do abril prximo futuro o ber-
gsnliin nacional tDespique de Bciris, capitao
Faustino Joo de Carvalho, forrado, enravilhaao de
cobre, de primeira marcha, j tem nielado do car-
regamento engajado : para o resto o passageiros:
trata se com o capitao na praca do commercio, ou
na ruada Senzala.N'ora u. 4, o travessa da Madre
de Dos n. 10.
Leiles.
Leilao
-A 23 do corrente.
N. 0. Bieber & C. Taran leilao por intervenco do
agente Oliveira, do mais completo sortimento de
Avisos diversos.
VIA FRREA
no
RECIFE A S. FRANCISCO.
A rnmrtanhia searha pronipla n receber prnpns-
las para ;J con.1 ucean de urna grande quantidade de
irilhos e bulros materiaes perleiirenles a mesma
va frrea dn liltoral das Cinco Ponas, onde presen-
teinenle ie acham, ao lugar chamado Roa Sicca ou
BerliogaJ sito no rio Ipojuca.
As pnfcoslas deverao ser enviadas por esenpto,
marcando o preco por arroins inclusive carregar e
desearrefcar o peso que pude ser coiiduzido porca-
da barcau, o maior numero dolas que se poder cm-
pregar n esto serv ico assim como o lempo g.isln em
cada vil nm.
Escri| lorio dos engenheiros na villa do Cabo 10
de man de 1850.
M'. iV. Penislon,
F.ngenheiro em chele.
VIA FRREA
no
Rcife a S. Francisco
A con panhia precisa empregar 300 obreiros ad-
diciouai s entre a villa do Cabo e Lliuga, c oll'ercce
as segui iles vanlagens.
Ksl i esolvida a contratar os aterres em lances
pequen) s, por procos que garanten maior lucro
raladores, do que o que se realisa pelo ira-
ario.
gar-se-hSo todos os horneas do forra e ac-
iini preco proporcional equivalente i I928O
^cvnamhuctina.
Hoje(23).is 7 horas da noite.em sessn eilraordi-
naria do cnnselhn lera lugar a couliniiai o da pri-
meira discusso da reforma dos estatuios.
Secretaria da Associaco Typographica l'crnam-
bucaua 22 de mareo de 1859. l." secretario, J\
A. de Azeredo Coiilinho.
Contina fgido desde o dia 6 de agosto do
auno paoximo passado, o escravo Antonio Carange.
com ossignacs seguimos: representa tcr:i6 anana,
pouco mais 011 menos, altura regular, cheio do eor-
po, rosto redondo, pouca barba no qucixo de baivo,
cor, preta cangiieiro no andar, falla pouco, e lem
marcas de reino, casado e foi escravo dos herdeiros
do finado Caelano Gonealves da Cunlia ; consta a-
char-se refugiado em Ierras do engenho Cacimbas,
da comarca de Santo Anlo a pessoa que o nppre-
hender conduza-o ao engenho Ciircaliy da comarca
l'an d'.Vlno, ou no llecifc na rua da Cruz 11. 02, ter-
ceiro andar, que ser generosamente recompen-
sado.
OITerecc-sc uma ama para casa de horncm sol-
leiro para o servico de portas a dentro : na rua da
l.apa II. 5.
SEGURO CONTRA FOGO
NORTHERN ASslIKANCE COMPANY
LONDON.
CAPITAL a 1,500,000.
A-gentc Ct. 1. \st\ey e C.
OIToroco condicoes muito favoraveis e premios
moderados.
AMA SFXCK.
Precisa-se de tima ama na rua Nova n. 20, quo
saiba comprar c cozinhar, lavar e engommar, indo
com perfeicao, para casa de homem solleiro, paga-
se bem dando a pretndeme Banca sua conduela:
na rua Nova n, 20.
pgame
se lim-
piar mu
Kscri
aos con
balho d
Fmpr
tivos po
rs. diari
Conlr Ulr-se-ho"' pedreiro?, campias, officia
do podr iro, ferreiros, assim como outros mcham-
eos, me llanto coudiccoes favoraveis cmnreitada
ante paga diaria correspondente, no caso
riram.
1 10 mui.idias para os obreiros, cujos manti-
ern transportados gratuitamente da esla*
lineo Ponas aos pontos das suas moradas
a. Tambero se conceder urna passagem
Itecife para todos os que f.uein emprega-
ilo ; assim romo a lodo lempo se dar pas-
de 2(1 liomens, um, para o fin de com-
1 ilimentos.
lorio dos engenheiros na villa do Cabo 10
de maro 1 de 1809.
II'. .1/. Penitton.
F.ngeuhi'iro em chufe.
m
Estabelccitla em Londres
EX
CAPITAL
Cinco milnocs de Vibras
esterlinas.
Saunders Brothers & C.alem a honra de informar
aes Srs. negociantes, proprietarios de casas, ea
quem mais convier, que estira plenamente autorisa-
dos pela dita roiupauhia para elVecluar seguros so-
bre edificios de lijlo epedra, coberlos de ti-lha e
igualnu'iiie sobremos objectos que coiitivercm os mea-
mos edineios, quer consista em mobilia ou em fazen-
das de qualquer qualidade.
Parlicipa-se ao rcspeilavel pulihco, que for-
nece-se comidas com aceio e presle/a, e seencar-
' rega de lavare engommar : na rua doAlalho, casa
nova junto do Sr. Bastos Na mesma precisa-se
alugar urna boa cozinheira e uma engonimadcira,
preferindo-se captiva.
GASA DE SALDE.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier, proprietario da an-
lign e acreditada casa de saude sita ao norte da es-
trada da passagem da Magdalena, entre a ponte gran-
de e a pequea dn Chora-menino, e na mesma re-
sidenii-, tem disposto os melbores commodos para
receber qualquer pessoa enferma, o ochando-so o
sen estabelccimenln as mais agradareis condicfies
hygienicas; contina a offereccr os seus serviros, af-
Bancando o melhor Iratamento e o maior telo no
nr.ilivo das molestias. O mesmo doulor, tem des-
inadn nina sala para parios, cuja ulilidade he in-
loutesiavel.
svo BmuanECABos m cutnca
Operacoes.O lllm. Sr. Jos francisco Pinto Gui-
inaraes, cirurgio do Grande Hospital de Canda-
do, cuja pericia lie bem conherida.
Medico consiilianli.Olllni. Sr. Commendador Dr.
Jos Joaqiiiin de Muraos Sarment.
Parios.O lllm. Sr. Dr. Silvio Tarquinio Yillas-
P.i'ias.
Palhologia dutrina.O proprietario do estabeled-
mento.
A diaria ser de 3S000 e 2>5000, conforme a gravi-
dade e durarn da molestia.
As pessoas que quizerem um iratamento distincto,
pagaro na razo da despesa que lizerem.
Operacoes, sanguesugas, conferencias sero pagas
aparte da diaria.
Passagem da Magdalena 22 de dezembro de 1858.
Dr. Ignacio Firmo Xavier.
Aluga-se um sobrado a margem
do rio Capibaribe, na estrada de ponte
de Uclioa : a fallar na rua da Aurora
n. 20.
Precisa-so alugar um p reto robusto proprio
para o servico diario de una casa ; d-se comida e
roupa, e paga-so bem : a halar na rua da Collegio
n. 15. armazem.
Precisa-se alugar uma casa terrea em bom es-
lado, no bairro de Sanio Antonio ou Boa-Vista : di-
rija-se rua do Crespo n. 2.
Agencia de passaporles.
Claudino do llego l.ima lira paasaporle pura den-
tro c fdra do imperio, por commodo preco e pres-
teza : na rua da Praia, primeiro andar n.' M
acuna, que geuero-
DO
1
V
Ri;0FE A SAO FRANCISCO-
conipanhia esta pronipla para entrar em ajuste
com qujn-squor pessoas que queiram encarregar-se
de Irausjnttrtar materiaes dos lugares das Cinco Pon-
las o vi la dn Cabo para os pontos de Parao, Olin-
da. Par e Timboass, assim como outros pontos
d.is divi .oes mais distantes da va frrea.
O alu imi assignado estimar receber prnpnslas
por esc ipto, estabelecendo n proco por legim por
cada ar oha de peso, pelo qual os proponemos se
ODrigari o fazertransporlaros niesmos materiaes.
Toda: aquellas peanas que conseguirem este
ajuste 1 >m a companhia, tero o privilegio de po-
derem blcr passagem livre pela va frrea, e re-
metiere n seus proprios gneros pelo frete mnimo
estabel cido pela tabella.
Escri dorio dos engenheiros na vilta do Cabo 10
do man o de 1859.
W. If. Benitton,
Engonheiro em chele.
P ecisa-se alugar um andar de sobrado com
bous c< mmodos, taes como 2 salas, 4 quartos que
Sirvan para dormidas, 1 para Imnho, quintal com
estriba a, etc. : a tratar das 10 horas da mauhaa s
3 da la de, no escriplorio da companhia da via-fer-
rea, ru 1 do Crespo n. 2.
Na rua do Terco n. 62, defronle da tinlureira,
fazem-pe bandejas de doce para casamento; e na
mesmrjcasa tambem fazem-se casavee,ues, vestidos
para c smenlo muilo bem feito, eludo muito em
conla.
"-
Ao publico e ao corpoj
do commercio espe-
cialmenle.
O bacharel abaixo assignado offerece
os seus servicos de advogado em am- :
lias as instancias no civcl, t-rime e com-
mercio na capilal e fora dola. Espero
ser procurado, allirmando que lomar
o maior inleresse pelas causas que lhe
taran cumiadas. O lugar de seu es-
criplorio no primeiro andar do so-
brndo^novo 11. 4 da rua do Collegio
aonde mora, podendo por issoser coa-
liado a qualquer hora. = Francisco
'; Correia de Andrade da Silva.
rs. negociantes
raca.
para
qual
Ama de leile.
Precisa-se de uma ama de leitc
crear uma creani-a de 2 mezei, a
agradando pagase bem : a tratar na rua
da Aurora n. 42 no primeiro andar ou
na rita do Torres (pracado Corpo Santo)
eseriptorio n. 14.
Arrenda-so ou vende-se um sitio 110 lugar da
Torro, margem do rio Capibaribe, com exreUente
casa do v venda para grande familia, conlendo i
salas, 10 quartos, cozinlia fura, uma senzala, coche-
ra para 2 ou 3carros, quartos parra criado e pretos,
eslibaria para t cavallos, quartos para nnimaes do-
msticos, galinheiro, cacimba i-om excolleiile agua
de beber, c oulra com bomba o casa de banho, jar-
diut com vasos finse figuras, baixa de capim, po-
mar de laraugeiras, alm de outras fruclas do pi/.:
a pessoa que preteuder, dirija-se a rua de S. Jos
n. 45.
Vai a praca pelojuizo da segunda vara a casa
de sobrado dea andares, sita no bairro do Itecife,
rua da Cruz n. 17, 110 dia 23 do corrente, pela quan-
tia de 1:500a animal, pelo lempo de 5 annos : as
condicroes estn declaradas no escriplo que existe
em poder do porleiro do juizo, Santos Torres.
Betira-sc para Europa o Sr. Jolu Bayliss e
sua familia.
Precisa-se de uui enzinheiro para nina navio
que vai para Lislioa : quem estiver nestas circunis-
tancias dirija-se an largo do Corpn Santn, g ar-
111,170111.
Trapiche do Cunlw.
\esle estabelecimento recebem-se e embarcam-
se saceos com assucar. com toda a pmmptidao o
aceio pelo diminuto preco de 40 rs. cada un.
Avrtissement lousles n-
gociants de relie place.
Trapiche, Canha.
Ilsnrmais nu einbarquera le sucre, daus re ta-
blissemenl, 10 rs. le sac. On garanul tonto la
promplilude el la plus grande propet dans le
servico.
Avise lo all lhe Iraders here
eslablished.
Trapiche. Canha.
Notiros liertoy given that hcncefbrward each
saejf ofsuggar shll pav 40 rs. for depositing and
-mbarkiiig. Promplilude and cleanliness in the
service ave warraulud.
.:::.: nm Hnmmm
:: DENTISTA FRANCEZ.
<^l*. Paulo laignou>:, dentista, rua das La- *J..>
*r* raiigeiras 15. Na mesma casa lem agua e -4*
^^ p deulilico. *?*
Precisa-se de um criado paca o servico de
mesa, e de um para o buhar, naga-so bem : na rua
do Trapicho Novo 11. 2, hotel da Europa.
roado; e aquello que estiver arrumado, pode di-
rigir-so por caria techada taberna n. M do aterro
da loa-Vista, es.lina do becco dos Ferreiros.
Iloga se a todas as pessoas que se jiilgarcm
credoras 011 que liverem emitas com os conlraladn-
resdas ulnas da Ilumina, n ,1 gaz dcsla cidade K.
T. Belhouse C, de*as aprosentar 110 escriplorio
dos contraladores, na tabnca do gaz, e entender-se
com oehgenlieiro cncarregado das obras, o Sr. C.
Wilmot, ou dirlgirem as conlas ao mesmb senhor,
mi escriplorio dos Srs. Bostron Roofcerdt C
Sabbado 19 do corrente fugio una negrinba
crionla de 1 a 15 anuos de dado, levon vestido a
'bales usado, e nina Irooxinba com alguiis vestidos
usados, tem una cicatriz na mo direila, cabello
corlado baslanle rente, altura regular, socca do cor-
pn, rnm algiins pannos pelo roslo : quem a pegar,
leve,! casado Bcntn loaqilimGomes, na Passagem
da Uagdalena, taberna na esquina que vira para os
Remedios, ou a sen senhor Bernardino Jos Arantes
em seu engenho Carneiro, villa de Serinhiem, que-
sera generosamente recompensado.
O abaixo assignado declara que o annunrio
ans senhores de consideracio, publirauo do Diario
ih Pemambueo n. (ifi de 22 do corrente, rospeilo a
lilemente, em certa rua do llecife, nao se enlende
rom dmenle, morador na rua da Madn- de lieos
n. 3S. Itecife 22 de marco de 1859.
Desiderio foelho Fernanda.
Fugio no dia quinta-feira 17 do corrente mez
de marco, um escravo de nome Januario, estatura
regular, eabello cortado de novo, com cafurna na
trente, rosto redondo e niuio chelo do espiadas,
pea grossos o o direilo bstanle luchado, com duas
feridas na perna. urna maior que oulra, ambos os
ps com principio do.instan de erysipella que lhe
lem dado, sabio com camisa de bala verde, calcas
escuras, levara um eestinho de limbo, um chales
encamado com barra amarella. urna almofada de
costura e dous vestidos de menina : quem o pegar
leve-oa laberlla de. Jnao Jos Lopes da Silva, no
becco das Barrcirasna Boa-Vista, que ser genero-
samente recompensado.
t ajtaiao assignado avisa a um lavrador do en-
genho Berlinga da freguezia de Ipojuca que lhe res-
lilua una lellra da quantia de 1 0.JO00 de princi-
pal, vencida desde o dia 18 de fevereiro do anuo
prximo passado, com 03 competentes juros venci-
dos, que com o sudpradilo principal monta rs.
I73f6O0. Desojando esclarecer ao Sr. lavrador,
digo-lhe que essa lellra foi saciada contra Vine, pe-
lo lllm. Sr. tcm-nlo-coronel Isidoro Carneiro P. de
Siqueira f.avalcanli c que lioje me pariente cuino
.....inuiiiquei a Vine, e que tive em raspala um
pedido seu para reforma-la, visto como s o poda
pagar em IS60, o que assim leudo feilo C remelllo
iios a lettra velha como a de. reforma, para me
mandar assignada, \ me nulilisando a assiguada
nao quiz mandar a de reforma ; perianto poco en-
caieridaineiile a Vine, que no praSD da puMieacau
deste a |n dias entregue ao seu amigo u Sr. Isidora
Carneiro Pessoa de Siqueira CavalcanliJautor dita
lellra on a de reforma depois de assignada, do con-
trario publicaroi seu nomo por extenso. Peen ao
Sr. Isidoro Jnior que lonha a boudade de, lindo o
prazo dos 40 dias, declare por osle Diario se foi
ou nao receido da fallada kltta. Pesqueira, 4 de
marco de 1H59.
Joaqnim lgnaein de Siqueira.
Una pessoa chegada ha pomo do Ico desoja
fallar com a Sr." I). I.ibauia Mara da Luz para en-
tregar cartas do sen genro Varejo : no armazem de
sal da Sr." D. Joanna na rua daCouceioo da Boa-
Vista.
Quem tiver um breviario ja usado annunrio a
sua morada.
Precisa-se de dous olliciaes de marcineiio
para Irabalhar em obras de jacaraud o lambem se
tomam discpulos sendo livrSS ou captivos, daudo-
sc-lhe de comer u casa para inoradla : na rua da
Camboado Carino 11. 14, loja de morciuero.
O padre Manoel Jos de Oliveira Bcgo, vai a
Kuropa Iralar de sua saude.
Precisa-se de uma pessoa com baslanle pra-
lica e habilitacoes em negocios do ferragens
quem estiveraessecaso dirija-se a rua da Cadeia d
Id --fe n. 48, primeiro andar, que achara coui
quem Iratar.
Olerccc-se uma ama forra para servico inter-
no de urna casa de homem solleiro ; na rua do San-
la Tin-reza 11. 19.
Joo Antonio Carpinleiro da Silva retira-se
pata Europa, deixando tiesta por seus procurado-
res seu sobrinho Manoel Cariiiulciru da Silva, o
Sr. Jos Joaquim Dias Fernandcs e os Srs. Malbens
Austin & C.
Boga-se encarecidamente ao Sr. fiscal do C-
ralo da S queira lmar suas vistas sobre o sobrado
da ru i Nova, ein que'morou o Sr. coronel Lobo,
cuja coberta est prestes a desasar.
Fulliiohas para 1859.
Acliam-se & venda na Errara n. C e 8 da praca
da Independencia, as folhinhas do auna de 1859,
para as provincias de Peniamhucn, Cear, Rio Gran-
de do Norte e Alagnas, das seguintes qualidades :
Fnlhinha do pripriulario agrcola conlendo
alem das materias do coslume, as leis e
rcgulamenlos das Ierras publias notadas
com lodosos avisos o ordens que as tem ex-
plicado o ampliado at o mez de Setembro ul-
timo, pido Sr. Dr. Antonio Vasconcellos Me-
nezes de Dnunmond ; esta folhinha he es-
sencialmenie necessaria a todas as pessoas
que possuem um palmo de Ierra para mais,
>'iis com ella estn habilitados para nn ca-
irem em mullas e nao seren Iludidos, preco 500
Folhinha de porta ris........'. ico
Folhinha ecclesiastica on de resa feila pelo Rvd.
Sr. conego p.-nilenciarin da S deOlinda, se-
gundo a rubrica eordenada Sania S, ris. 400
Na larde do da 13 do corrente, perdeu-se
nina pulseira denuiode lei, sendo lacrada e bas-
tante larga, do caminho do Itecife a Sanio Amaro
de Jaboalan, tendo-so certeza que a peda fura do
engenho Suil'Aima pela estrada, at o engenho
Soccorro, onde se deu por falta : a pessoa que
aclmu, quereiido restituir, dirija-se a esta Ivpogra-
phla.ou no hotel, em Santo Amaro, do Sr. Alejan-
drino, que ser gratificada com 209.
Novo i'.iiico de Pernamlnico.
Os Srs. accionistas sao convidados a
receberem o segundo dividendo feito em
28 de fevereiro ultimo, na razo de7s300
rs. por acc3o.
RecifeOde marra de 1859. No
mpedimenlo do presidente, Jos Jn5o de
I Amorim.
A lltIMt
PEHWMBl'W.
-A.
.-:
m
^S Por ordem dn Sr. vice-presidento do
'X^ ^''"-'"cu-l'ernainbucano, taco publico que ^*!
< se acha marcado o dia 25do corrente, s "';.
59 10 horas da manha, para se proceder i ';'
chico dos funecionarios, que devem 32
.K. comiior a mesa nos prneiros qualro mu-
^<, zesdo presente anno lectivo. Secretaria BB
do Alheen 22 de marco de 1859.
O primeiro secrelario
Joaquim Morcirn de Castro.
f3s
Para senhoras.
Vende-se na loja de Nahuco & C. na rua Nova 11.
2, ricas basquinas de blond preto bordados, chales
de.ditos, manteletes de seda pela, ditos de blond
piolo bordado, luvas de seda preta bordadas, adere-
ce preto para cabeca etc., e outras militas lazendas
prelas proprias para a quaresma.
E \ endem-se rhapelinas de seda para
. nliora, chapeos de pallia sustento o escuro ?
. c.,111 plumas, ditos de palha de Italia en- --.
'',a"os- J'tos de fcltro amazonas, chepos B
S de seda para meninas, ditos para meni- t*;
M nos, ditos de palha de diversas qualida- S!
f des e enfeiladog para meninas, ditos de I
B fellro branco de cores nnfeitados para H
g menino ele: na loja de If aboco 4 c. u
^mmmm mmmnM
Vende-se na loja do Nahuco r C, na roa No-
va n. 2, paletotsde panno fino preta para hoaioni,
ditos de casemira de cor, ditos de alpaca preta e
de cOr, ditos do brim de diversas qualidades, rnl-
| leles de velludo preto e de cor, ditos de seda, di-
los de casemira, dilos de fustn e paletots e calcas
de la propra para a oslaco presente ele, e ou-
tros milites objectos para horneas.
Vondem-sij lencos de cambraia bnrdados com
trico para seuhora, golnhas e manguitos de cam-
braia bordado para seuhora, camisinhas hnrdadas
propra para mnntaria, entremeios < babados bot-
dad-.s, i-ilerecos devidrilho para cabeca. dilos do
frocoelllas.luvasdo seda decores bordadas para se-
uhora, h-ncinhos do relroz e outras umitas blen-
das de go..ln que se vendem na luja de Nabuco I
C, rua Nova n. 2.
Vendcin-se ricos vestuarios de velludo, de
sed, de casemira e de brim para meninos a meni-
nas : na loja d- Nal-neo ^v. 1.. na rua Novan. 2.
Para irmandade,
Vendem-se fitas de chamalole encamada para ir-
inandade: naloja de NabucoAC. na rua Novan. 2.
Vende-se na loja de Nahuco & C. na rua Nova
11. i, ricos nenies de tartaruga para alar cabellos a
129. lcese .IOS cada um, chapeos de sold
seda a 8$ cada um, ricas anidas de baile de case-
mira bordada, ca.savoqucs de hislo bramos e de
inussilina para senhora, ditos para meninaseic.
Vi-ndr-sR na loja de llabuco vV C. na rua No-
va 11. 2, camisas, smolas e ineias de U proprias
para pessoas doentes.
liircs ilclpriiiiiiiiilos.
Camas de ferro.
Na ioja do \ ansia.
Biquissinias camas de (erro de casal, com arma-
cao para botar cortinados, ditas de solleiro. da bo- .
ritas modellos. Indas por proco muito commodo :
na rua Nova n. 20.
mito* pan.
Xa loja do Vianna.
Biquissimos apparelhos de melal do principo,
foleadosde piala, ditos de metal branco de haratis-
sinio preco, salva do metal dn principe folcada do
prata, riquissimas lerrinas e pratos coberlos do
me.mu metal, e oulros muitos objectos no niesmo
metal, que com a vista do fregus, muilo devero
agradar por ser fazenda chegada de novo : na rua
Nova n. 20.
Bandejas finas.
NA
Ternes de bandejas imitando charo, ditas ordi-
narias para todos os procos, guarda-comidas de ra-
me, lampas do rame para cubrir pratos, tslheres
ara mesa de todas as qualidades. riquissimas co-
In-res de metal fino para sopa c cha, riquissin.as
bridas de metal dn principe do riquissimos model-
los, ditas esporas do mesmo melal, a outras muilas
Cutilherias, quo ludo nesla loja se vende por proco
muito commodo, em [.oreo c a retalho : na na
Nova n. 20, loja do Vianna.
Mobilia barata.
Vende-se uma mobilia de Jacaranda completa,
lendo 1 sof, 2 consolos, 1 banca redonda com po-
dra branca, 12 cadeiras de guarnico, i ditas do
bracos, 2 ditas de bataneo, sendo muito modernas
o bin feitas, e outros muitos trastes, lano de ama-
relio como de Jacaranda. Na mesma loja tomam-se
discpulos para aprendercni o ollicio, tanto livres
como captivos, dando-so-lhes de comer e casa para
inorada. Na mesma casa precisa-se de dous ofticiaes
do iiiarcineiro ; na na da cambna do Carmo n. II.
Na loja ao |> do arco- de Santo
Antonio,
cliegou um sortimento de loalhas de labyrinlhn,
lencos de dito, rendas estrellas e tucos largos.
Sylindro para pa-
daria.
Vende-se um svlindro ainda novo, ej experi-
mentado : quem o quizer comprar, dirija-se a pa-
daria do pateo da Saula Cruz n. 6, que achara com
uem Iratar.
Na na Novan. 2 lo-
ja de Nahuco C. vende-se excolleute
fumo francez fverdadeiro caporal) para
r cachimbo e cigarros, taubem'tein ci-
;'_garros do Bio e papel para os cigarros.
Nahuco & C. com loja ua rua Nova n. 2, ven-
den! chapeos de castor preto inglezes para ho-
mem, dilos de castor branco raspado, chapeos dn
Chyli, dilos de fellro copa alta, ditas baixa, ditas
do Chyli para meninos, bonets de panno para ho-
mem e meninos.
A FAMA VOA.
Y. 15.
Ruado Crespo.
Lencos do seda grandescpequeos ni$000 |'i
cada um. Oh que pechincha.
Na latinea do espnlos da rua Direila n. 17,
continua a ler espnlos das melhores qualidades e
preco o maiscommodo possivel, assim como alcoul
0 mais subido em graduacao que ha no mercado.
Vende-se na loja de Nahuco t C. na rua Nova
11. 2, borzeguins de lustre para homem a 8$ e lOg,
ditos de bezerro tachiados, dilos de pelica gaspea-
do de lustre, borzeguins do duraque relo gaspeado
para senhora a -igoOO, ditos de cor, ditos pretos pa-
ra meninas a :i,$i00,botinsde bezerro para homem,
sapatos razos de lustre com salto a sem elle, ditos
de bezerro, sapatos de lustre para meninos a 5$,
e dilos de bezerro a 4.
'-
l FAMA VOA.
Rua do Crespo.
Nestes estabclecimentos de fazendas Boas '
;. v ende-se ricos corles de vestidos brancos com '
I hallados ricamente bordados a 16} e goli- ,
3 nhas buriladas de Iraspasso a 31)200, ricos bi- j
uoculosde martini, espartilhos de carretel e
J:_ molas a S.-J cada um e mitras muitas fazendas
U^ de goslo e Unas se venderao por baratissimos !
..; procos.
HQMEQPATHIA,
O Or. Casanova. avisa a quem possa ititeressar
que havendo determinadofazeruma viagema Fran-
ca, lem vendido todos os medicamentos que estis
1 iam em seu consultorio ; poreni oo se tendo rea-
lisado, essa viagem, lem novamente recebido de Pa-
rs, urna oulra cnllecco de medicamentos inteira-
menle. novos, e os mais bem preparados possivel,
comn tamhem earteiras mu ricas a livros : assim,
quem desoja os verdadeiros medicamentos pode pro-
cura-Ios em seu consultorio homeopathico ein Per-
iianibuco 28 rua das Cruzes n. X.
2, (ioIiIimi S(|iiii'c, Londres.
negent Ntrei't.
J. C. OI.IVK1RV Tendo augmentado, com to-
mar a casa contigua, ampias e eicellcnles arcom-
mod.icoes [ara muilo maior numero de hospedes-
de novo se recommenda ao tavor e h-mbranca dos
seus amigos e dos senhores viajantes que visitem
esta capilal: contina a prest.r-lhe* seus snicos
e 1- -is olCicios, gniando-os em todas^ls cousas que
precisem conhecimento pratico do paiz, etc. Aleru
do portuguez edo inglez falla-se. na casa o he*pa-
nhol e francez.
Na grande fabrica de ta-
mancos da rua Direita,
esquina que yira para S. Pero a. 10, tem efiecti-
vamenie riouissiino sortimento de tamanens de la-
das asqualiaades, proprios para a estacio invernosa,
vende-se lano a retalho comn em grandes pnr-
c-ies, por menos proco que em .mira qualquer
parle : o* senhores rommerciantes de inri dfn-m
prevenir-se, pois o urverno est prximo.

t
''''. .'V


r
'..
J

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H
Ama de leite.
Na rija da Cadeia do Recife n. 35, loja, precisa-se
oe p ma ama d0 leite, adverte-sc que se paga e se
,r.Ata bem.
O abaixo assignado, teodo de relirar-se para
a Europa a tratar de sua sade, e nao podendo des-
Eedir-se de todos os amigos, o faz pelo presente, of-
irtvcndn o seu diminuto prestimo na orara dn
porto.Antonio Jos Lopet da Si/ra,
DeDOvaraentc san convideslodososcrednres
da mosso do fallecido Manoel dos'Santos Pinto, a
apresenlarem no oscriplorio do Sr. Domingos Alvos
Maehs, conta legalisados de seus crditos al o
di*WJ do correte niez, alim de serem contemplados
no dividendo que se tero de fazer, logo que seja ao-
torisado pelo Illro. Sr. I)r. juiz de orphus. Recife
21de demarco de 185.Domingoi Alves Matheux.
Precisa-se alugar mcnsalmentc dous ou tres
escravos burees, dando-se-lbe comido, para irabo-
lhar nesla lypograplna : na livraria u_. C e bda
praca da Independencia.
No aterro da Boa-Vista, o Sr. Beiriz, na do
Collegio, o Sr. r.ypriaoo. dirn quem d un mi
dous contos de ris enm hypothoea ou firmas
Um rapaz. sotteiro que d couhecimcnlo de
sua conducta, prppoe-ae a ensinar primeiras letras
em alguiu engenho. ou em nutra qualquer parle
particular, nos arrabaldos desla cidade 4 a 12 le-
gos : quem de seu prestimo se quizer ulilUar
dmja-sea ra Augusto i,. 1, taberna, que sc ,|r,-,'
o prelcudente eaa-se arrumado, c n,iivo de -a-
liir se dir.
Ricos enfeites com vidrhos
para cabeca.
Vendcm-se os mais ricos enfeites prctos e d
cores cora vidrilhos, pelo baratissimo preco de 4g
*>S cada um : na bem conherida loja de iniudez;
da Boa Fama, na ra do Oueimado n. 33.
Carteiras grandes com chaves
Vendem-se por proco muito barato carleirv.
grandes com cliavo, prprias para guardar dinlieifo
e lelrns : na ra dn Queimado, no liem conhcciJlo
toja de miudc/as da Itoo Tama n. 3:1.
AlU-ni-fio
Vende-se o bem arredilado unggenlo que mala
rpidamente ralos e baratas, pelo mdico prerolde
18 cada um : n* ruadaSenzau Velha n. 50
Vende-se una prela de 20 a 25 anuos, sabia
o rom habilidades : na na de Joo Femantes
Vieira, sobrado n. 15.
Vende-se um caixn com rcparlimcnlos, pro-
proprio para taberna, em bnm oslado : DO M ten
do t'.armo n. 9, primeiro andar.
Diario de Pernambuco.Quarta feira 23 de Mar Negocio.
Vende-se o pequeo deposito da rua de S. Fron-
clsco n. 6, ruiu Indos os gneros ou sem ellos, ou
somonte a armaran : no pateo do Carino n. 9, pri-
meiro andar.
Vende-se una prela perita engommadeira,
lioa de brrela e sahae, en/inha bom o diario de
urna rasa, lamb ni se troca por oulra que seiba ven-
der quitanda : quem quizer comprar ou indar, di-
tiJtXJXjSZgJi SVS Ey.TSJT.-5Sj! BET
Preeist^de/iOflobrc hvpolhc-
ca en un cabnolet e mullo para o dilo,
fferecendo-sf o premio de ;> por rento
ao niez : quem quizer fazer esle negocio
dirija-se a ra Direila u. 811 das 9 da
oiauhaa as t da larde.
Compras.
slcnnas
Champagne de sidra,
irricas de 3 duzias.
Yinln> champape conle
para laulernas de carro.
M IIMii
ao p do arco de Sanio
Anlonio
CHEGUEM
Ao bralo.
0 Prejnica est Qneimando.
Na rua dn Qucioailu n. 2, esquino dn berro dn
Vive frito Icni o l'nguira para vender pur bara-
isslliio prern um cmplete sorliiiieiilii de fazendas
ui'in romo sejam corles de catea < seda de liodis-
siuios goslos o (>g500 rada um, ditos de loa o seda
de lindissinios gustos e superior qiiolidadc a 7g ra-
lla un, corles de enmliraia branca rom salpiros a i
3g)00, dilo, de dito rom flores de rores n 3.S800,
g igos mesrladasde padrees e superior qualidade,
a &IO o rovado ; chitas" escuras e claras de cures i
as a 160, 180, 200 o 340 reis i rovado, lambraiasi
amasrodos pora rornedos de romos, peros de
varas a 11} rada urna, gravlos pretos e de rores
ti
ai
21
gosto que se tem visto, aneis
senhnra, ditos para honiem ; ludo islo se vende pur
menos do que em oulra qualquer parle,
i Vendem-se 66 travs do mangue do eompri-
meiiln de 35 a 10 palmus e grussiiro regular : lio
forte do Mallos u. b, tabenta.
Thor.
Em casade Tasso Irmos.
le
tompram-se uns arreios paracabriolet, oque
eslejam em bom estado : quem livor annuncie ou
dirija-se rua da Cruz do Reciten. 60, loja de rea
que se dir quem compra.
A saboaria da rua Impe-
rial compra sebo em rama
a 9$ a arroba a dinheiro
vista: a tratar com o seu
administrador.
Compra-se nina rasa terrea no bairro de San-
lo Antonio ou nosiirnites.de S. Jos rom o de Santo
Antonio : a pessoa que livor, poder tratar o ue-
gncio na rua de S. Jos n. 45.
Vendas.
Vende-se um escaler novo c bem construido :
a tratar na rua da Cadeia do Recife n 4.
Vende-se um cabriolet descoberlo, muito bem
tratado, com arreios : no paleo do l'araizu n. 10.
Vende-se urna junta de bois mansos deearro-
oa, e gordos : quem quizer dirija-se a rua de S.
(tonclo, casa n. 10.
Conliaua-se a vendis superior doce de goia-
ba lino a ljriOO cada caixo, proprio para doente :
na na dos Morunos n. 14
Vende-se um cabriolet de balaustre com seus
competentes arreios, com eavallo ou sem elle ;
assim como vende-se tambero um carro de 4 rodas,
forrado e pintado de novo : na rua do Aragao n.
37, ou nos Altliclos, sitio do Dr. Velloso.
&i&
Relodos
o
de onro patente in^lez de um tlok
inclliores fabricantes de, Livci-
pool, flipoiidos ltimamente pe1
ultimo paquetee alguns de noi
iiveacao coberto e descoberlos
vonlade do possuidor: em casi
de Ark rialil k C rua da Cri z
n.ni.
3
Novo zortimenio de obras de ouro dos melhores
gostos emais em moda, lonto para seohoras como
poro lioinens e meninas : na loja de OUIVCS de Se-
rapliim & Iriuo, rua do Calinga n. 11.
Attencao.
Vende-se gnmina de mandioca novamenle che-
gado, e por prern rommudn : i,n armazem da bu-
reas* da Madre de lieos n. 1.
Relogios.
Vendetn-se relogiosde otiro e doma-
dos patente para lionvem e seuhora de
diversos tamanlios por preros cominodos :
na roa da Cruz do ltecifen. 50.
Vende se excellenle bolacbiaba por 38200 por
arrobo, e superiora 3g840, bolorhiiiha dore a 4$ 160,
biscoilo grosso ordinario a lg2H0 a arroba, pao o
120 a libra, muito bnm pan o hulachinha de segun-
da qualidade a 100 rs. a libra : na rua larga dn Ro-
sario, padaria u. 18; lamben) se renden Bielas
barricas vacias muito em coiila e com o prezo de
timo inez.es.
'lOj DI
AGUIA BRANC
Bandcija c talheres
Vende-se bandeijas de fnlha grossa e linl s min-
io linas pui lernos a 8g e 9> e solas a 28
aS, 3500, 4J, 4S500, 5J e 68, seus inndorii
rhegou mu rico sorlimenlo de obres de ouro de lei,! r..... molas mullo tinas a "800 ^IHIO, ditas sem
si ni romo sejam aderems, pulreiras dn melhor ellas a 800 1$cad ueW.dilas com molas muito
pora menina, ditos tinos a 18600, lenros de seda rom algiiin enfeito
a NKI reis rodo uin, grosdi-naple de cor de boa
qiioliilade a 1.88011 o corado ; corles de casemira
lina i 6j, dilos di' meia casiinira a z, ditos de di-
la mais lino o 2S60II coda um.corles de liriin de li-
uho o IS700 cada um, cortes de gorgu roo para col-
leies a 38 cada um, ditos de merino bordados de
lindos gostos4$5O0, dilos de casemira preta borda-
dosa 3SMI0 cada um, cambraies lbtas de8\oroso
38500, 4$, 4S400, .is*00 e 5%00 a peen, dilos topa-
dos com ni i aras a 48. 4f500, 5g80D, fejSOO e 7.82IK)
a pera, cortes de orgondys, fazenda moilo larga e
tino o SfjjOO, alpaca preta rom 6 palmos de largura,
puquio para somarras e capas de padres a 800 reis,
chalesdelaa Qnos rom borro matizada o 48500,di-
los de uterino' lisos o 48800. ditos de dito bordados
a 68200 roda um, lenros brancos ruin horro de cor
a 100 e lio reis iodo uin, chitas rauepzas paraco-
berta a 2(i reis o corado, briui branco de lislra de
puro lilibu o NMI reis o vara, dito de liiidissimos
goslos e superior qualidade a Islilla varo, dito
branco muito lino a 18280 o 18I0O a vara, ros-os
de rores de liudissliiius goslos a 360 e 100 rs. a
varo, miisseliuo de rores a 320 o rovado. dita en-
ramada a 220 o corado, casemira preta a 2?. 282ihi.
2.8100, 3,851 NI e 18 o COVado, panno lino azul e cor
de rap de superior qualidade a 58 o invado, diln
prelo a 2*800, 3J500, 4J, 48800. r>8 e 5S5IKI o co-
vado, alpacas de seda de snperiur qualidade a 900
rs. o corado, rolos de bretanha com lo varas o 2.8,
oloolbodo largo niuiln Uno enm bonitos lavoresa
l$8U o rara, luvasde Be de Escocia brancas e de
cores o 320 o par, canibraias napolitanas roas e
azues de quadros a 360 a varo, uu 2211 o cucado,
riscadinbos francezea de quadros a 180 o corado,
bramante muito largo a28400ocovado, velbutiuas
de lodas as rores a 720 o covado, meias croas para
Toncas para meninos.
Na rua po Queimado n. 37 loja de 4 portas tem
um variado sorlimenlo de toncas para crismas mili-
to bem eiifeilodospoio 28IMNI, dilos muito linas e
bordadas a 48(NNI, tamben tem coilasprelas e de ro-
res, de relroz, niuilo bem enfeiladas de vidrilhos
pin- prern rommodo.
Cal de Lisboa.
A 4$500.
Vende-se snperiur rol de Lisboa a niois moderna
que ba lio Ulereado, Inda ein pedio a 8500 n barril:
no rua do ttrinti h.Ik, armazem de assurar.
ilLMilllISiriMILM
NA
lina do Queimado n. 7.
Neste eslabelerimenlo achario os compradores
o mois variado e completo sortimento de todos os
qualidades, rumo sejam :
vestidos de seda pretos enm babados S
Ditos de dita de cor com babados. ... $
l'.rusdenople prelo lino de IfOOO o 28800
Ricos manteletes pretos pnnreza Clotilde 8
Cortes de caifas de brim de linho de cor a 18280
Carteiras de perfumaras inglezas. 5; Comisas fianre/.as de ludas as qualida-
des de 2)000 a ........ 4S0IMI
Poletulsde ponnn (ronrezes de 108. a 90OOO
Hilos de alpaca francezea ...... 128001)
Poupelina de seda de 800 a..... 1(200
Chitas tinos o covado........ 180
Hilos Brancezas o covado...... 20
Ricos enfeites para senhnra..... g
Pentes de tartaruga modernos de 7| a 158000
Golliuhas e manguitos de croch. IOjOIKI
>-,i He ihegodo o una facturadas mais su- ?;
^U periores camisas ingb/.os do lodos os la-
Jj manhos loja do roo dn Queimado n. 10.
, \-.::/,yj!Sf^.Yi&^Lm XA-;r:ptMEHS._
.miiiiitHiii iiiiiiiimigi
Calcado superior e barato.
Kua iiireita n. 45.
Borzeguins da trra de 55 a 57,
obra boa a 5000
Borzejjuins de senbora (Jolv). isSOO
Ditos de liomem. 8.s800
Sapato*de liancinlia. l.st>00
iVGI^iCI.Y
SfSOO,
is mol-
des e bom goslo de doeiihu de suas piilun I dei\a
bem conhecer quanto son ellos linas e han las pur
laes procos ; vendem-se tamben) facas e ga los de
cabo de ossu redondos, oilovodos e cradns i 38200 I
e 38500, ditas com cabo de baleia cravadas i fullios
linas a 3g600 e 4$ a duzia dilos linissimos iniiica- Esi)iirlllS lraiH'f/OS
Do de veodn, de osso polhdn e baleia, o melhor *
invenco.
Os mais ricns vi^os para chapeos de se-
nbora do todas os coros se vendem nica-
mente na rua do Oueimado luja n. II), de
I.eite i Crrela. i-,-
Vendem-se os caixes do um armazem de as-
sucar, sito na ruadoBrum. lado do embarque, por
preco muito commodo: quem os pretender, dirja-
se a dita rua n.10.
Alpacas de cor fazenda com quadros
miados muito modernas pora vestidos ib
senbora: sr vendem nicamente na loja
da rua do Queimado n. 10, de Leite & -
-4. Crrela.
ft A 4 6 6 A Ht'..........
que se pode encontrar a 58 58500 68 e (l.slMI a
duz.ia, ditas com cabo de niarlim e folha di oro a
12$ e 148, ditas com cabo de osso para me niiios a
320 o lalher, trinchantes muito linos a 2S5t 0 e 38,
rollines de metal princepe too linas que e ron-
fundeni com os de piolo sendo pora soupa 1 58500
.1 duzia e pora cb o 88110, ditas oclulii agre a
18600 e 18, dilas grandes e milito linas a 1$ cada
um : na luja da aguia branca nos qualro ca itoa da
rua loOueimadu n. 16.
Vende-se enVclivamcnlo farello de Lisboa nos
Cinco-Ponas n. 63, por menos duque ei i oulra
qualquer parte.
Vinho Bordeaux.
Em casa de Henr Brunn & C, rua da Crn. n. 10,
vende-se vinho Bordeonv de dilVerenles qu lidad
como Lafnlle, Ch, I.eoville, l.s. Julicen, el
de nina duzia uor barato lueco.
Cortes de laJ
Ainda restam alguns cortes de loa fina p ra ves-
tidos, com 16 corados cada corle a 4S, esli o-se a-
rahando : na rua do Queimado n. 22, na luja da
boa t.
Fazendas prelas paraaquaresma.
No aterro da Boa-Vistan. 60, loja de Gama &
-Silva, sendo um completo sorlimenlo de grosdena-
plcs pretos, pannos e casemiras, pelos precos se-
guimes : grosdenaples, o rovado a 1^80, '1*600,
18800, 2*. 28240, casemiras prelas, corles a 58500,
0*500, 7J6O0, at 128 cada corte, e pannos pretos;
difrereuliTlirecos e qualidades.
A 3*000.
I m^TWfcBM ** grtizivgrfg^j
Alcatifa
Vende-se alcatifa rom qualro palmos
de largura muito propria para forrar
salase grojas a 600 rs. o invado: na
rua dn Crespn n. 12, luja de
Limo.
1S-
aratis-
Cortes de vestidos de cambraia rozas
com assento branco com 3 ordens de baba-
dos polo barato preco cima dilo : na loja
da rua do Oueimado u. 10,
imtam.Hnfi mnnr
Feijao prelo novo.
O nico que ha no mercado vende-se
no Forte do Mattos, armazem de Ileme-
terio & irmfio confronte ao trapiche do
algodao.
No armazem de' E. A. Burle & C", rua da
Cruz n. 48, ha excellenle champanhe da melhor
marca que tem rindo ao mercado a 25a o gigo.
Na loja das 6 portas em frente
do LiVramento.
Barato para acabar rom nlgiim resto
de ra/.riulus.
Pecas de raras de rores rom 33 covodos a 6*000,
covndos a 200 reis, pecas de liia rom 32 covodos e
bstanle larga a 5*4)00', covodos a 160, cortes de
caca com 11 covados a 19200, lenros de rctros a
500 reis, camisinbas com gnllinhos para senhnra a
2J000, mussullina encarnada e bronca a 320 a co-
vodo, corles de la de quadros e fazendas bastan-
te largas a 5*000, lazinha lina para vestido a 400
o covodo, pecas de bretanha de rolo a 2*000, In-
icos de seda encarnados e branros a 800 rs. I)A-se
amostras com pinhores; a loja est aberta das 6
horas da manhaa as 9 da noile.
RUA MOVA Ha 18.
Ricas sahidus de baile.
M. A. Caj & C. tem para vender um rico sorli-
menlo de sabidas de baile as mais bem acabadas,
3ue se pode encontrar ueste genero, um sorlimenlo
o camisinbas e manguitos bordados parasenhoras,
lindos enfeites para cabera, chaposinhos enfeila-
dos pera crianras, toucas para ditas, chapeos de
sol de seda de mola, ditos de seda c paninlio para
hornero, ligas, chales de la o seda prelo e de rores,
ricos cazaveques de seda preta e de cores para mon-
tara, um lindo sorlimenlo de caixinhas de conchas
de mariscos e busios para guardar joias, ludo por
preco razoavel que agradarn as vistas dos com-
pradores.
Revalenta arbica.
He com este nome ha potico lempo conhecida nes-
le paiz urna fcula, cujo longo uso e miro vil busos ef-
feilossanha muito mohecidos e bem notorios na
Europa. F.sia fcrinbo que os mediros mais circiims-
pertos e expelientes tem empregado em diversos
molestias e rircunistancias Ibe tem grangoado o rre-
dilo bem merecido de que hoje goza. Arevalenta
arbicaalem de militas e variadas enfermidades,
que ella cumbale sem o menor soffrimeiilo do pa-
ciente, he especialmente applicada as pessoas que
eorecem de um alimento delicado restaurme e de
fcil digesto, o qual longe de ser repugnante pode
ser lomado com upetite como qualquer nutro ali-
mento ordinario. He esperialmente empregada nos
padecimentos pulmonares, debilidades de qualquer
orgao enfraquerido por toda e qualquer dnenca
particularmente para molestias no peilo.romo les-
ees, coqueluches, aslhma, azias de estomago, ala-
Jues nervosos, affeCcoes do ligado ele etc. Ven-
e-se smenle na ru da Madre de Dos n. 1, Per-
nambuco, botico c arntazcm de drogas de Joo dn C.
Bravo.
Hechegado a loja do Leconte, aterro da Bob-
Visla n. 70, excellenle leite virginal de rosa bran-
ca, para refrescar apelle, tirar pannos, sardas e es-
pinnas, igualmente o afamado oleo babosa paro lim-
efazercrcsccr os cabellos; assim como p impe-
rial do lyrio de Plorenca para bortoejas e asperida-
des da pelle, conserva a frescura e o avolludado da
primavera da tida.
Na loja das 6 portas" em frente
do Livramento.
Cortes de seda com babados e com 27 covodos a
20*000, ditos com 19 covodos por 18*000, dilos de
loa fazenda nova cnm-12 covodos a 5*000, mangui-
,0?J?rdados a ^WO-. BtHtinhas finas 1*600, ditas a
1*000, camisas com golliuhas a 2*000, lencos do
seda encarnados e brancos a 800 reis, fill de linho
prelo de salpico muito fino a 1*200 a vara. D-se
amostras com penhores; a loja est aberta al as 9
horas da noile.
Aterro da Boa-\
ta n. 60.
Veiulem-se milito superiores casinetas Tiescla-
das, com uin pequeo loque de mofo, pelo 1
simo preco de 360 rs. 0 ruvodn.
Ai T"? TTf YT 5TT-T? rTYTTTTTY
| 4TTEI\CiO.
t Kissel, relojneiro francez, vende relogio
> ouro e prata, concerla relogios, joias e mnsi- <<
P cas, ja aqui lie condecido ha muilos anrlos, ^j
> habita no paleo do Hospital n. 17. 3
A_SJ__5. LXXx- s.i.i...is_s__iij4t,iy
Rua da Senzala Nova n. 42.
Vende-se em casa de S. P. Jonhslon C. vaque-
tas de lustre para carros, sellins e silbos ingjozes,
randeeiros e rastiroor, bronzeados, lonas inglezas,
lio de vela, chirote para carrea, a montara, arreios
para rarro de um e dous rovallos, e relogios djouro
ptenle inglezes.
Aviso. I
No armazem de Adamson,lIuwie,i-c.,ruadoiTra-
pichc n. 42, vende-se sellins pora honiem e senllora,
arreios prateados para cabriolis, chicles para jar-
ro, colleiras ora cavallo etc.
XAROPE
Vendem-se ospartilhns francezes de molas e cor-
reteis, o melhor que sc pode encontrar nesle gene-
ro, no liemfeilroio e na conimndidade, a quem usar
delles, pelo borolissiinu pieen de 6, 7 e 8*. Estes
esparlilhus san ehegadOS no ultimo novio tiaucez,
e SO se eiiconlrain na rua dn Queimado, no bem co-
nhecida luja de miudezas da Boa lamo n. 33.
Para meninos.
Bnnets de gnrgiirn de seda (orto-cores, obra de
milito gosto a 4g: na loja d'aguia branca, na ruado
Queimado nos qualro cantea n. 16. A grande ex-
Iracro que elle tem lulo, e a pequeo quantidade
que resta, faz-nos dizer que quem non se apressar
tirar sem elies, por isso opporeram hoje inesino
quem ouizer duras festas uns seus pequeos.
Nova invenco aperfeicoada
ni;
Bandes ou al mofadas
de crina para penteado de
senhoras.
Na loja de Leile & Irmoo, na rua da Cadeia do
Recite n. 48.
Para forrar carros.
Vonde-sedauascn de sedo de benitos
goslos c muito proprio para forrar corros :
I5j na rua do Crespo n. 12, loja de Campos &
P Lima.
hornea 16, 200, 380 e 400 rs. o par, dilas para
seulioros. de Indos as qualidcdes, paletots de alpa-
co prela a s. dilns de meia casimira a &*, ditos
| de pannos pelos e de cores a IOS, luvos de seda
| paro seiihoro o 1,200 o por, dilas de seda bordadas
I de lindos guatos a 2gz0 o par, mornn selim de
Indos os cores a 720 o rovado, e Miras mullos fa-
zendas que se deixam de mencionar, e se vendaran
por borolissimos procos ; e se doran amostras rum
penhores.
Vende-se o terreno silo na rua do Alecrim,
pegadn ausilin dennmiuado Viveirn : quem o pre-
tender, falle na rua du Crespn n. 10, que dir com
quem dere tratar.
Vende-se urna prela de 25 anuos, rozinha e
engomma muito bem, urna nutra prela de 20 an-
uos, bonila figura, um preln peca de 22 annos, car-
reiro, um lindo mulato de 17 Unos, com ufOcio, e
ptimo para pagein, garante-se a conducta : a Ira-
lar na rua do Cabug n. 9, no segundo andar.
Vende-se um armazem todo envidrorodo, por
valor de madeiramante o ridros, e mais um arma-
rio : na rua da Cadeia de Sanio Antonio u. 11 11.
Algodao monstro.
Continua-se a vender o bem conhecido e econ-
mico algodn monstro com 8 palmos de largura,
ronito para qualquer obra por dispensar Indu o tro-
albo de costura ; aproveilem cniquanlo ha : na
rua do Queimadon. 22, na lujada ba f.
As verdadeiras linas ileJovin.
A loja d'aguia branca acaba de recebar as verda-
deiras luvos de Jotn in, viudos de sua encomnienda,
tanto pora lininem rnmn poro senburo, olioiironiln-
se que san os inelhores que em tal genero sc lem
vislo aqui: vendem-se a 2>!5(H) n par : assim como
uniros igualmente novas, e tambeni iuu boas a 2j
o por. Quem aprecia o bnm, hedirigir-se rua du
Queimado us qualro cantos, loja d'aguia branca n.
16, que sit bem servido. No mesma l"ja existe um
grande sorlimenlo de luras' de seda de muilos e di-
versos qualidades tanibem para homem e senbora,
ea procos baratiasiniAB
Aterro du Boa-Vista n. ;o.
Vendem-se muito superiores cainnetas mescla-
das, rom um peqneno loque de mofo, pelo baratis-
sinio prern de 360 rs. o covado.
a loja do serlanejo
Quem espera seus freguezes.
Hita to Qiieimailo n. l.s A.
Grande sortimento de fa-
zendas para a quaresma.
Assim como sejam cortes de vestidos pretos com
Ircs saias, o melhor que pode bonr. o prern de
50 e 60*, grosdenaple preto a preco de 1$400, 1S500,
1S600, 1S700, 1j!8lH), 13900, 2$. 2^200 e 2J400, di-
los linos o 26lNI, dilos muito Unos enm 4 palmus
de largura o 2>800, sarja preta rom duas lorauros a
1*900 e 2$2O0 o invado, mantas pretas de velludo
finas a 10,s-, dilas as mais finos que poden baver, e
moilo largas a 17 e 18$, panno Uno de diversas qua-
lidades, meias de lato pretas paro padre a 1$500,
FUNDIDO LOW-SOW,
Itua da Soii/.al.i \o\a n." 42.
Nesle eslabelerimenlo continua a haver um com-
pleto sortimento de moendas e meias moandas pora
engenho, machinas de vapor e laixasdc ferro bali-
do e roadu, de todos os tomoiibos para dilo.
Aviso.
Luras de pellica, deJourinrerdadeiras i 25000,
niuitu novas, 'e bonho franceza s libros, meias li-
bras e quoiias ole uncos a 2;50O o libra : na luja
de miudezas do aterro da Boa-Vsla n. f2.
Vende-se fumo em olho e rula rbeiPdo recen-
lemeiile da Rabio, pur menos proco dn que em un-
ir qualquer parle : na ru da Cruz do Recife n. 13,
prinieiro nadar.
Corro freguezes, ;' loja do
serlanejo.
Rua do Queimado n. VA \, para comprar.
Enfeites de (loros por ig, 5*e i'.gOO, dilns de CO-
KS e preinsrnm vidrilhos o 7$ o t<$, reos bengalas
de uniriirne o pivro de 7 e S.<. ditos muito tinas a
IOS, dilas de ronno a 1(500, chicotes Anos de estah
o 2g200,dilos sem estalo a ls e Mini rs., goitinhas,
maiigilus e couiistnbas de Indos os gustos e.muiln
barato, aberturas de esguiio de linho muito linos o
1>100, dilos de tiu da Escocia a itNi rs., damasco
prnprio para panno de mesa, duas iarguras, a pre-
eu de 2*61KI orovado, e ludn mais aqui se arba o
vonlade dos compradores, e garante-ee o vender
mais barato do que em oulra qualquer parte, assim
cuino sejam pentes de lartarnga a imperatriz, de
diversas qualidades, que s rum a visio du compra-
dor, he que se pode opreri'or.
Velas de carnatlha.
No anligo deposito da rua dn Vigarn n. 27, ven-
dom-se vlasele rariiaiiba em pequeas e grandes
porcies, sendo de 6, 7, 9 e 12 em libra, por menos
du que em oulra qualquer parle.
Gouveia & Aran jo.
25
Rua do Queimado.
Chapeos de sedo paro meninos, de m.iiln bnns e
variados gustos, penles de lartoruga pon alar ca-
bello o 4,1, sTilNJ e 9,;, dilos tirados a 10*1 e 13,
flores artificiaos de 500 a 2J o ramo, (uncos de filo
poro momas, por barato proco, franjas pretas ditas
de tudas as rores, loros de seda prelas e hra.icos,
e outros muilos ohjeclos que se vendem mais ba-
rato que ein nutra uuolqucr parle.
Cheguem a pe-
chincha.
Xa loja grosdennple preto da roelhor qualidailc
que e possivei pelo l>.iratissimo proco r.
I,00, 2,000, 2,200, 2.400, 2,800 e 5.S
o covado.
Meias de borracha.
CHEGADAS DLTIlIAsTENTE NO NAVIO PBANGEZ.
Na rua do Oueimado, no bem conhecida loja de
miudezas do Tino Fama n. 3-1, j lem pora vender
Enr preco barato as muito procuradas meias de
urrorbo, nicamente prprias e approvados para
toda e qualquer enchacao as pernos.
James Crablree f C, leeni para vender em
seu oriiia/eni, rua da Cruz. n. 42, os seguimos ar-
tigos :
dilas de seda prelas e broncos a 2$500 e 3S, dis d CIAMP.VMIAde superior qualidade, em gigosgle
algodn pora senhnra a 4IH1 ra., calcos de casemira duzia de garrafas, e tambein em gigns de duas
prela a 7$500 e9, cuteles de velludo pelo a 7$500
e 8S, ditos de cores a 10 e 11*.
Vcndeii-se 12 casaes de canarios do imperio
emseui viveiros: quem os pretender lodos se ren-
de por menos preco; igualmente se vende casaaj
de rulas de llambiivgu de muito bas qualidades :
no sobrado da ru de S. Francisco n. 8, como quem
val para a rua Bella.
Ga
di-:
duzias de meias dilas.
FIO IIF. VELAmuito forte [o melhor que tem viu-
do a este mercado) e proprio paro coser saceos
com assucar.
ARMACOBS DE SELLINStonto para montara de
senhoras como para homeiis.
CHICOTESpara carros.
I'EIINEIR.VSmuilo bem feitas.
ARREIOSpara carree de mu e dous carados.
FIVELASde ferro estanbado nara obras de scl-
hiros.
Espelhos grandes.
Vendem-se espelbns grandes para parede com
bellas moldurasenrernisadas e douradas e vidros
mni linos e liaros a Me na loja d'aguia bran-
ca us qualro cantos da rua do Queimado a. 16.
Fazendas pretas para a
cobertos e descobertos, pequeos e grandes, de ou-
ro patente inglez, para homem e senhnra, de um
dos melhores fabricantes de Liverpool, viudos pelo
ultimo paquete inglez : em casa de Southall Mel-
lors i C *
Vende-se em casa de Saunders Brothers & C,
praca do Corpo Santo, relogios do afamado fabri-
cante Roskell, por precos comnindns, e tambem
trancellins e caricias paro us raesmos, de excellenle
goslo.
Foi transferido o deposito desle nampe paila a
botica de Jos da Cruz Sanios, na rua Nuva numero
5:i: garrafas 5$50l> e meias JIS, sendo falso liidn
aquello que nao for vendido ueste deposito, pido
que se faz. o presente aviso
IMPORTANTE PARA O PUBLICO.
Paraoura.de piltrafea em lodos os seus differeki-
tes graos, quer motivada pur conslipacoes, loa
aslhma, pleuriz, escarns de songiie, dorde ros
dos e pena, palpilacao no curaron, cnqiielurlle,
broiuliile, dor no gorganla, e todas as mnlesbs
dus orgaos pulmmures.
Potassa da Russij
CAL BE LISBOA.
No bem conhecido c acreditado deposito da
da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender polos o
da Hussia e da do Rio de Janeiro, nova e de sup s-
rior qualidade, assim oomo tambem cal virgem e n
pedra : tudo por precos muito razoaveis.
Relogios.
Vendem-se relogios de ouro inglezes de patent
no armazem de Augusto C. de Abreu. rua da C -
deia do Recife n. 36.
TACHAS
para
DE
^ ende-se esla agua a melhor que lem apporeci-
dn para lingir o cabello e suissas de preto : na li-
viana universal rua dn Collegio n. 20, d-sc junio
um mpresso gratis, ensillando a forma de apnliear.
Pianos.
Vendem-se pianos forte do melhor
gosto e modelo que tem vindo a este
mercado e por precos commodos: na
rua da Cruz do Recite n. 50.
Apparelhos de porcellana.
Vendem-se mui bonitos e delirados apparelhos"
de porrellona dourada propros para brinquedo de
meninas, sendo ellos de differentes tanianhos e
goslos a 1JS00, 2g, 2^00, 3S, 38500 e 4g : na rua
do Queimado nos qualro cautos loja d'aguia bran-
ca n. 16.
ENFEITES PARA CABEQAS.
Mui modernos e delicados enfeites de llores, fitas,
plumas e frorns para senhnra a 6g, 8*. e lOg. procos
osles boralissmos vista da perfeicao e bom goslo
com que sao elles acabados, assim como outros
pretos de vidrilhos obra de apurado gosto e inlei-
rameiile modernos e pelos diminutos preoosde4Se
5$ ; para qualquer pe-soo se lerliticor- da rerdade
de que fallamos, dirija-se a loja d'aguia branca, nos
quatro cantos da rua do Oueimado n. 16.
;-| Aguiakanca.
meias para horneas,
mulheres,meninos e meninas
de 2 a lannos.

Na fundicao de ferro de 1).
W. Bowinan, na rua do Bruip, |
passando o chafariz, continua ai
haver um completo sortimento
de tachas de ferro fundido e ha-i
lido, de 3 a 8 palmos de hca,
as quaes se acham venda por
preco commodo e com promp-
tidao, embarcao-se ou carre-
gao-se em carro, sem despezas Novo^ completo sortimento de
ao comprador.
Chapos para meninas.
Be na loja de quatro portas na rua do
Queimado n. 37
que se encentra um rico sortimento de chapeos para I Vendem-se muilo boas meias rruas sem costura
meninas e meninos ricamento enfeilados, e tambem para homenalgSOO aduzia o160ts. o par, ditas in-
chapeos para senboro, de polha enfeitados, lodos glezas muilo linos a 28500 e 38500 a duzia, dilas
de gostos modernos, e se vende maisem conta do muito cncorpadas de lio delirado a 48500 aduzia e
que em outra qualquer loja. | 400 rs. o par, ditas tambem de lio dobradn para se-
Vende-se superior lmha de algodao, branecs e nhoras a 38600 a duzia c 320 rs. o par, dilas linas
do cores, em novello, para costura: em casa de a 400, 500 e 600 rs. o par, dilas para meninos me-
Seulhall, Mellor4 C, rua do Torres n. 38. nios conforme os differentes lamanhos, tssereran-
de-se seren mais baralas dn que em nulro qual
1 quer parte, meias de loa muito finas para homem a
,500rs. oper, dilas linissimos de o da Escocia a
600 e 800 rs. o par, dilas de laia para padres a
. Ig600 o par, dilas de seda mui unas prelas e bran-
I cas para senhoras a 3,$, 4S e 5f o par, dilos mui li-
nas para meninas a 28500 o par, assim cormunui-
Pccas de madapoliio a 2J500 e 3J000 : na rua do tas outras miudezas e objectos de gosto, que estao
Crespo, loja da esquina que volta para a rua da Ca- patentes na loja d'aguia branca, nos qualro cantos
I deia. da rua do Queimado n. 16.

No aterro do Boa-Vista, lojo n. 60, de Gama &
Silva, sendo um cmplelo sorlimenlo de grosdena-
ples pretos, pannos e casemiras, pelos precos se-
oioies : grosdenaples, o covado a 1J280, "1*600,
>00, 28, 25210, casemiras pretos, cortes a 55500,
6$500, 7*500 a 12$ cada corle, e pannos pretos
de differentes pcense qualidades.
Rua do Oueimado n.l.
Na luja na na do Queimado A. 1, antigamenle
conhecida pela do meia palaca, exisle um completo
sortimento de fazendas, que se desoja liquidar por
qualquer um preco, alim de em breve se poder das
nova organisaroo .1 mesma loja. Mas no sendo por-
sivel mencionar um pur um, todos artigus de que
se rompo,- o (Jito sorlimenlo, limitr.mo-nos aos se-
guiutes, adicionando-lbe seus baratissimos precos,
alim de que os amantes do barato facam a devida
idea dn quanto economisaro em se'sortireni em
dila loja : curtes de rassa r.hitaa 18600, dilns Unos
a pinta miudinha a 28. cassa de cor, vara 320 reis,
ditas finas e fixas na cor a 410, dilas (ronce/as min-
io Uno o Gil, sedas de quadrinhos a 18, ditas mui-
lo largas a 18600, dilas de quadrinhos miudinhos
asenles em grosdenaples a 18500, fazenda de loa
com quadros de seda a 320 o covado, dila superior
a 400 rs., chaly padrees iiileiromenle DATOS a 18,
chitas francesas superiores, lano em panno cuno
em tintos a 320 o rovador dilos escuras a 260 o ru-
vodn, alpacas de urna s cr, fazenda limito fina a
500 o covado, dilas com lislras de seda a 500 o co-
vado, tiras bordados de 6 metros, por menos 25 por
0 0 do que ein nutra qualquer porte.
Loja ii. 37.
He na rua do Queimado a loja
de quatro portas.
Se encontr um completo sorlimenlo de grosde-
naple preto de 1S600, 18800, 28. 28200. 28400.
2,800, 38 c 3,200 o covado, ditos de cores de 1,600
e 2S o cuvado, panno tino preto de 2,500 al 128 o
corado, dilo cor de rap o verde cor de garrafa,
fazenda muilo superior a 78 o rovado, casaveqnes
de fusin ricamente entallados de ricas trancas tln-
gindo lindos bordados a 188, cortes de veslidos de
phonlasia muito lindos e dos mais modernos a 18g,
dilos bordados a velludo decores milito lindas a
308, ditos bordados a seda com lidas flores a 28S
cada um, paletots de panno e de casemira pretos t
de cores de 16 ate 258 cada um, dilos de brim
branco muito finos de 58, 5,500 e 6g cada um, ricos
pannos da mois lina casemira de lindas cores pora
cima de mesa de meio de salo, loalhas de linho cru
prprias para rosto a 18280 rada urna, redes de
cores viudos da Bohia da Traiclo, obra muito bem
acabada, pelo diminuto preco de 188 cada urna, e
imtras umitas fazendas que s com a vista do com-
pradoi se poder mostrar, e se vendern por pre-
co milite commodo.
Chapeos de palha escura para
homem por precos baratos.
Na bem conhecida loja da ba f, na rua do Quei-
mado n. 22, encontraran OS bnns freguezes um com-
pleto sorlHiiento de chapeos inglezes de palha escu-
ra de tormos inleironienle modernas e bonitas do
ultima muda. Tnrnain--o rernuunendaveis por se-
rrn mui leves c frescos para a prsenle estacao :
vendem-se pelos baratissimos precos de 48 '58,
vendem tambem chapos e bonets da mesma quali-
dade para nieninns a 38 38000.
Em casa de Kabe Scl>mettan & C.
rua da Cadeia n. 37, vendem-se elegan-
tes pianos do afamado fabricante Trau-
mu un de Hamburgo.
Alraeida Gomes, Alves & C.a
VENDEM N'0 SEU ARMAZEM
%J RUA DA CRUZ
Gommissao de escravos.
Rua do Livramento n. 4.
Vendem-se dutis mulatos de 22 anuos com todas
as Habilidades, nina negro de meio id.ule, que co-
zinha muilo bem e engomma com perfeicao, urna
dila de 20 aunse urna nioleeo de 14 anuos de bo-
nila figura, e um mulalinho de 12 anuos : na mes-
mo roso enmpra-se e recebo se para vender de
cuniinissoo.
Botinas de camurca
para liomem.
A nova loja de calcado tle
Burle Jnior Cabug u; L6, rsoeberam ulli-
mamente superiores botinas de
camurca, ditas todas de dura-
que preto e de cores para se-
uhora, assim como um grande
sortimento tle cateados grossos
para honiem, proprios da esta-
efio invernosa.
Vendem-se 4 asediantes voceas de leite, una
com bezerro e tres prximos a le-lo : na encruzi-
lhada de Bellein, loberua do Andr, se dir i|iiem
as vende.
Vendem-se
duas carroras para boi, novas feitas de
encommeuda e que ainda nao presta-
ra m nanhum trrico, no obstante isso
abate-se alguma cousa no prero quo cus-
taiam. Para ver na Boa-Vista rua que
(ca em seguimento da do Rosario ou
ConceicSo oflicinu do Sr. Joaquim C->r-
neiro Leal, e para ajustar na rua estrei-
ta do Rosario n. 00. piimeiro andar.
Toalhas adamascadas.
Fio de vela.
Biscoutos em lata.
Vendem-se em casa de Arkw-
reglit & i, rua da Crnz n.
fil. por barato preco.
EL
de seda com veos para senhnra, ns mais delicados
e os do melhor goslo que vem oeste mercado, pelo
minutO preco (le 15alXHI : na rua do Livramoiito
n. 2, esquina.
MACHINISMO
3j
Com pequeo (oque de
avariii
CHAPF.OS de feliro sorlidos, da fabrica acreditada
de Carvalho Pinto, to Rio de Janeiro.
SARAO das fabricas do Rio de Janeiro.
VINHO de champagne de superior qualidade.
SALVAS, bandeijas e uniros obras de prala.
Rua do Queimado n. 1.
Nesta loja exisle um bom oratorio de Jacaranda
para vender.
Cognac.
Cognac superior em caixasdc urna duzia, rnde-
se em tasa de Henr Brunn & C, r ua da Cruz n. 10.
Na loja Ha empanada encarnada, rua do Oueima-
do n. ;I7, acaba de receber ltimamente ao Franca
un completo sorlimenlo de fo/.endos prelas, pro-
prios para os acios do (enana santa, bem como
sejam, ricos caries de vestidos de grosdenaple pre-
ln, bordados a velludo e a retmz, manteletes de
grosdenaple preto, ricamento enfeitados, mantas
de lil preln e ls pretos, fazenda muito superior, a
melhor que na nu mercado, grosdenaple prelo de
limitas qualidades, um completo sortimento de
panno Uno preto e de casemira prela para lodos os
precos, e todas oslas fazendas se venderao por me-
nos proco do que em mitra qualquer parte ; tam-
bem se a I lauca de servir o agradar com Inda a deli-
cadeza Indas aquellas pessuos que frequentarem
esle eslabelecimenlo.
Vendem-se 6 negros mocos bons trabajado-
res de embodo. 3 negras com lgumas habilidades,
4 maleemos de 8 a 12 anuos e urna negra de meia
idade por preco commodo : na rua larga do Rosario
n. 22, segundo andar. t
Farinha de trigo
SSSF.
Fernandos & Filhns lem superior farinha de tri-
go da marca SSSF ehegodo antea de honiem qtle
vendem a proco muilo em conta : no seu armazem
rua da Cadeia n. 63. becen da Madre de Dos n. Vi
Veudem-se sob-iras e sacadas de pedra de
cantaria : a trotar na na do Turres, escriplorio de
l.einos Jnior & Leal Reis.
Nadeira de pinho.
Vende-se mais barato dn que em nutra qualquer
parle : na rua da Cruz n.40, priiueiru andar, e na
rua do Rriim. armazem n.10.
Para ea \ :i 1 leiros.
Variado sorlimenlo de falo frito francez e inglez,
de diversas fazendas e varias cores ; casacas pretas
de panno tlnissimn impermeavol; chapeos de castor
pretos e brancos ; charutos da reserva de encom-
meuda especiol.
BORDADOS FINOS.
Na rua do Queimado n. 37,
loja de 4 portas.
Tem um completo sortimento de bordados, romo
seja golinhas para 600,800, 1S c 1S200 al 3, man-
guitos de 1<(600 o par al 2g400, manguitos com
golinhas de ricos gostos a 4g, 5, 69, 8*, lUa) e a
129upar, cmplelo sortimento de liras bnrdadas e
entremetas(rancezes, liras bordadas inglezas de di-
versos larguras e de tima fazenda muilo siipejiur
propria para calcinhas de crioncas e para casave-
ques, eamisiiihos bordadas com gulinha o mangui-
tos por preco commodo.
Na fuuilicao V lem do cngeiiliriro Da-
Vid \\. r.owiiiini, na rua
do Bi'iim, passando o clial'ai'iz.
Ha sempre um grande sorlimenlo dos seguintes
objectos de meconismos proprios pora engenhos, a
a saber : moendas e meias moendas da mais mo-
derna eunslriiceon ; taehns de ferro fundido e bali-
do, de superior qualidade e de Indos os lomonbos ;
rodos dentadas para ogua nu aniases, de tudas 03
proporcoes; crivus e bocea de fornalha e registros
de boeiro, aguilhes, brnnzes, parafuzos e cavi-
lhes, no linho- de mandioca, etc. etc.
NA MISMA FUNDICAO
se execulao lodosas encommendas com a superio-
ridadejl conhecido com a devida presteza e com-
mndidade em areco.
ARMAZEM
DE
Fazendas e modas
DB
MIGUEL JOS DE ABREU,
II Rua do Oueimado II
Este cstabclecimcntn que inqiieslionavelmenle he
hoje um dos mellones nesle genero acba-sc com-
pletamente surlidn de ludo o que de mais rico, mais
bello, mais moderno e de mais elegante c apurado
gusto exisle nn mercado relalivomeule a fozendos e
mudas lauto para senhora eottto para cavalbeirns.
.Nao se espeeialisam aqui os diversos arligos que
constituem este variodissimo sortimento, porque
isso faria demasiadamente longo, e por consequen-
cia faslidioso e intil esle annuncio; masassegura-se
00 respeilovel uiiblic......speciolmeiile os senhoras
e cavalheiros do bom lom, que o que cima se ofllr-
ma 1100 he o costumodo e trivial engodo com que se
procuro ollrahir o concurrencia, massini a naca e
llel expressoo da verdade.
Ao que tica dilo s resla arcrescentar que todos os
artigos serao vendidos pelos mais moderados oreaos.
Vende-se farinha de imlho a 120 rs. a libra,
e em porcio a 100 rs. : na padaria da rua dos Pes-
cadores n. 1 e 3, o na rua do Rangel n. 13, depo-
sito.
Vende-se urna escrava crioula, de" 26 a 28
annos. engommadeira, costurclra, e com outras ha-
bilidades : na rua Augusta n. 17.
Vende-se a cosa na Solodade, chita proprios,
livre e desembarazada : a tratar na mesan o. 42.
Calcado francez.
Para acabar.
Vendem-se no rua do Cabug n. 9, pelos seguin-
les prefos :
Borzeguins de lustre para bomem 8911OO
Sopolios de diln para dito a 59 c H0tMl
Hitos de bezerro iNantes)...... 48000
CHEGUEM
Aloja da Boa F
Que osla \ endeudo muito baralo.
Grosdenaple prelo muilo superior a 1,800, S,
1,500, 3g, 3,500 e 4S o covado, sarja preU hfsf.il
nhola milito superior a 2,200 o covado, selim ma-
can muilo superior a 3,500 o covado, panno prelo
lino a 2g, 3, 4, 5. 6 e 8g o covado, casemira prela
muilo lina a 2g, 2,500, 3$, 3,500 e 4$ o covadu,
ricos curies de cuteles de velludo preto bordados o
12}, ditos de diio de cores a 7S e 10, milito su-
periores a 13jt, ditos de gorgnroo prelo a 3,5O0| di-
tos de dito de cores a 4,500, uerin prelo setiin
muilo lino a 1,120 o corado, alpaca preta muilo
tina a 640, 800 1$ n covadu, meias pretas de lija
muito superiores prprias para oe seimores sacer-
dotes a 2g o par, cambraia de linho milito tino a
6$ a vara, esguio de linho muito fino a 16,000 rs.
a peca com 12 jardas, bretanha de linho muito e
muilo lorga a 20jOOO a peca com 30 varas, cam-
braia adamascada para cortinados a 12,000 a pea
com 20 varas, bramante de linho muilo superior,
com duas varas de largura a 2,400 a vara, aloalho-
do adamascado com mais de 8 palmos de largura .1
1,280 avaro, brim liso, Hamburgo, muito lin a y
? a 10$ a peco com 20 varas, esguiao de algodao
muito lino a 3,200 a peca com 12 jardas, cambraia
liso muilo lina a 5g a peca com 81/2 varas, dila
muilo lina a lig, 0,500 e 8S a pera com 10 raras,
dila muito tina com salpicos a 900 rs. a vara, o a
7g a peca com 8 1/2 varas, lil de linho bordado a
1,400 a vara, maulas prelas bordadas a Wf; veos
da mesma qualidade a 12,000, gollinhas de lil
muilo bem bordadas e bastantes largas a 1,200 ca-
da una, lencos de cambraia de linho com bien lar-
go em volta a 2g, meias brancas de seda -para me-
ninas a 2g o par, ditas brancas de algodao muito
tinas para senhnra a 3,600 a duzia, dilas inglezas
muilo superiores tambem para senhora a 5JJ a duzia,
dilos para meninas de lodos os lamanhos a 2H0 o
par, dilas para meninos a 240 o par, ditas de algo-
dao cru para homem a 1,800, 2g, 2,500, 3 e 4g. e
inglezas muilo superiores a 5,000 a duzia, lencos
branros de cambraia para algibeira a 2,400 aduzia,
dilos motores a 3,000 aduzia, ditos muito grandes
proprios para a cabeca a 400 rs, cada um, -ditos
muilo linos de esguio de linho a 7,500 a duzia,
dilos de linho de cores escuras e fixas proprios
para os tabaquistas a 400 rs. cada uto, chales de
merino liso de lindas cores com franjas de sedo a
6g, dilos de chaly com lislras de seda em rollo e
com franjas laiobejn de seda a 7g, ditos de meriu
bordados a 9JJ, dilns de toiiquioi muito snperions
bordados em duas ponas, rom franjas muito com-
pridas, pelo baratissimo preco de 45J0O0, ricos
pentes de tartaruga a imperatriz a 12 e a 20g, lo-
ques muilo linos a 4,500, ligas de seda a 1,280 o
par, chapeos de feliro muito finos a 5 e 6g, brim
branco (roncado do linho muito fino a 1,280 avaro,
dilo iucnrpado muilo superior a 1,440 a vara, diln
de cures de padres minio bonitos a Ig a vara, di-
los de quadrinhos muilo proprios poja obras de
meninos a 200 rs. o covado, ganga amarella fran-
ceza muito lina o 320 orovado, dilas escuras muilo
superiores a 560 o covado, camisas de riscado mni-
- lo bem dilas o 1,500, combroias fraocezas decores
milito bonitas a 400 rs. a vara, entre meios muilo
tinosa 1,920 a pera, tiras bordadas muito finas a
3 e o S o peca, e alem disto um completo sorli-
menlo de fazendas linas e grossas, que vendem-se
por precos mui commodos, s afiat de se fazerem
grandes vendas : na na do Queimado n. 22. na
bem conhecida loia da Roa F.
Vende-se emcasadeC. J. Astlev
&C. :
Cabos da Russia e de Manilha.
Palhinha de junco preparada.
Vinlios deRheno, de Moselle e de Br-
deos.
Rolhas de cobre e pregoi do meimo.
Salitre ieuado.
25
Rua do Queimado.
Nesla loja vendem-se loalhas e lencos de lnhyrin
thos, rendas das ilhas prprias para toalhas, bicos
pretos de seda de todas as larguras, ditos brancos e
franjas de seda de todas as larguras, lilas do ultimo
gosto, dilas de veludo preto e de recorte, flores de
varias qualidades, boles de vidro e veludo de diver-
sos euros, para casaveques e eutras imillas miude-
zas de gosto que se torna desnecessario mencionar
e que se promelle vender em conla
O Leite & Irmao contiituam a
torrar.
Mussulina toda encarnada, covado 220 rs., cam-
braia lisa muito lina a 3g800, 4$8O0, 5$200 e 5g600
rs. a peca, de 10 jardas, brim de linho para colea
de bonitos padroes a 880 rs. a vara, cortes de meia
casemira a 3g000 rs. cada um, lencos de cambraia
de linho a 3g200 e moilo finos a 4g500 rs. a duzia,
chales de touquim pretos, ditos de merino pretos,
dilns de meriu liso de Indas asedresa 4g800 rs., e
bordadosa 68800 rs., chilos franrezas de cores li-
i.i- a 220, 240.260.280 e300 rs. o covado,madapo-
ln a 28800, 3S200, 3J80O, 4g000, 4S200. 4g800,
58000 e 58500 rs., o muilo fino a 68000 rs. a peca, de
20 varas, palitots dealpaca muito finos a 68000 rs.,
curtes de coleles de casemira a 68000 rs., esparti-
lhospara si-nhora a4, 6e 89rs., e dos modernos a
9Srs.,saios para senhora a I96OO rs., bordadas a 39
rs., e muito superiores a 49 rs., gollinhas muilo
bem bordados a 3s5IMJ rs., manguitas e camizinhos
muito linos poro senhora, corles de cambraia do
gaz a45rs., apeles para sala a 19800 rs., para pnr-
lode salo o 49 ., e para cabriolet a 29500 rs.,
meios muilo finas parr senboro a29800 rs. a duzia,
ricas colchas de damasco de seda a 25 e 329 rs. coda
urna, corles de cosso de lindos desenlies a 29 rs.,
lios chitos escuras e de lindos padrcs a 200 rs. o
covadu, unios de lodos os touiaulins para menino e
menino, guardanapos a 49 rs. a duzia, pecas de
cambraia lisa de 12jardas a 39 rs., mussulina'bran-
ca a 300 rs. o rovado, toalhas para mesa a 4a rs., re-
des de folha a 69 rs., e ha outras muitas fazendas
que se vende por barato preco, e de tudo se dar
amostras.
Em casa de Brender a Brandis &
C, rua do Trapiche Novon, 16, vendem-
se charutos da Babia da afamada marca
forma de Havana, primeira qualidade ;
genebra em frasqueiras especial para casa
de particulares.
eslidos pretos bordados
inbem com duas saias, sc
la rua do Oueimado u.
f.orreia.
He cousa muito boa.
Vende-se a verdadeira pomada para fingir ca-
bellos, pelo baralo preco de 19 a caixinha, fiorn *s-
covinha propria ; tambem se vende maesa para
aliar navalhas a 320 : na rua do Oueimado, na bem
conhecida luja de miudezas da Boa Fama n. 83.
IOTAS M IPMIEA EDU
Vendem-se as verdadeiras luvas de Jouvin, tanto
paro bomem como para senhora, pelo barassimo
preco de 2a500 o par: no rua do Queimado, na bem
conhecido loja de miudezas da Boa Fama u. 33.
L0J.VUAB04FAIA.
Vendem-se por preco que faz admirar riquissimas
filo 1,-n rodos ib- lodosas crese larguras, lilas lisas
com poni e sem ella, bicos brandis de seda de mui-
to lindos padrcs e de tudas as larguras, tramlos
abortos de linho poro babados a 120 e 160 reis a rara,
jarros para flores a 28 o par, atacadores ou eufiadores
de sedo de Indas as cores para vestidos,ditos proprios
para esparlilhus, tesouras de todas as qualidades
as mois linas que he possivei encontrar-se.agulheiros
de marfini e outras muitas qualidades, fitas de vel-
ludo de todas as qualidades, boleinhas de camurca
muito lindas para meninas de escola, frasquintin
enm cordiual o melhor cousa que lem apparecido
para tirar nodoas em qualquer qualidade de fazen-
da. pelo milito barato preco de 2g, trancinhas de se-
da de todas as cores muito lindas prprias para en-
feilar roupinha para meninos e meninas, e outras
muitissimas cousas que se alionen render-se ludo
por preco baratissimo : na rua do Oueimado na bem
conhecida loia de uiiudezas da boa fama.
Escravos fgidos.
Seila-feira 11 de ferereiro fugio no Maranho
a Antonio Francisco de Azevede, o meo eseravn
rrioulo de nome Paulo, de idade 21 annos, alfaiale,
preto pouco retento, alto, magro e franzino do
corpo, rosto comprido, olhos nu tanto grandes,
punco barba, pernos delgadas, gagueja quandn prin-
cipia a fallar, e tem voz gultnral ; consta que pre-
tenda embarcar para o sul no vapor (hfapoek, em
companhia de urna pessoa viuda no mesmo vapor,
e que esli munido de possaporte com o nomo de
Pedro : quem o pegar nu delle der noticia, enfeuda-
se no Maranho com o Sr. do dito escravo. e. nesla
cidade com Manoel Ignacio do OliTeirifilho.qne
gratillcaroo generosamente.
No dia 14 de agosto do anno prximo pausado,
fugiram do engenho Sele Ranchos, freguezia de
Nossa Senhora da Kscada, comarca da cidade da
Vil-loria, os seguintes eseravos : Damiao, crioulo, de
25 annos de idade pouco mais ou menos, cor fula,
beicos grossos e meio ambilados, tem urna cicatriz
na testa proveniente de um coico de animal, pernas
tinas e,-lignina cousa arqueadas para fora, esmalma-
do, espaduado, altura regular, e est bocando ago-
ra. Jacintho, crioulo, de 28 annos de idade pouco
mais ou menos, altura regular, cor preta, poma
barba, beicos grossos e faz certo geito na bocea quan-
dn falla, tem urna cicatriz em urna das faces, pemas
linas, esmalmado, fuma, e tocador de rila. O
primeiro foi comprado ao Sr. Joo Francisco Barbo-
za da Silva Cumarii, e o segundo diz que foi escra-
vo da familia do Sr. Joao Nunes, da fazenda do Sitio,
em l'aje de Flores e comprado na praca de Per-
nombiieu. Con^t que ditos escravos estn em Pa-
je d- Flores por portadores que mandei ede l vio-
rom : roga-se as autoridades policiaes ecapilesde
campo de os pegar e levar ao referido engenho, a
Bernardino Barboza da Silva ou na praca dePer-
nom buco aos Srs. Manoel Alves Ferreira k Urna, na
rua da Moda n. 3, segundo andar, que serio re-
compensados com a quantia cima.
PEBN.: TYP. DE M. F. DE FARIA. 18.


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