Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08013


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Full Text
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*
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(
ANUO XXXV. IIMERO 00.
Por tres me/os nilianlados 44MM.
Por tres me/es vencidos 5$000.
DIARIO
ENCARREGADRS DI SUSSCRIPCkO NO NORTE.
Parahiba, o Sr. Joa Rndolpho Gomes; Nalal, o Sr. An-
tonio Marques da Silva; Ararat?, n Sr. A. de Lomos Braga;
t:ear, oSr. J. Jos de Olvoira; Maranho, o Sr. Jos Tei-
xeiru de Mello; l'iaiiliy, o Sr. Jos Joaquini Avelino; Para,
o Sr. Justino "
Costo.
TERCA FEIKA 22 DE JIAIt< O DE 1859.
Por anuo adlantnilo i:$000.
Porte franeo pira o sulisi-r: |.i or.
RIDIEICIIS DOS TRIBUHAES DI CAPITAL.
PiRTI IOS CORREIOS.
Olinda Indos os das as nove e nt-ia huras dn dia.
lgnaras-.il, Coianna e Parahiba lias segundas e sextas-feiras
S. Anlini, Bezerros, llonilo, Caruaru, Aliinho e Garanhunt Tribunal do commrrcio: segundas e quintas
as lenas oiras. I Relarao: Ierras reirs e satinados.
Pi d'Alho, Nazarena, l.imoeiro, Brejo, Peaquera, Ingazei-I Fazeda: Ierras, quintas < satinados as 10horas.
ra, llores, Villa Bella, Boa-Vista, Ouiieiiry e Ex ti Das! Jui/o dn ulinmorrin: quintas .i uu-m dia.
_T| quarias feiras. Dito de orahaos: Ierras e sellas as 10 Loras.
J. Ramos; Amazonas, o Sr. Jeronynio da Cabo, Sorinhem, Rio Formoeo, Una,Rarreiros, Agua Pro-; Primeira vara tlootel: Ierras e sextana nn-io dia.
la, Pimenli'iras e Nalal quistas feiras. Segunda tira do riveft qurlas e sabbadns ao mero dia.
(Todos os correios parlvm as 11) horas da manhaa.
EPHEMERIDESDOMEZDEIMRCO.
4 l.un nova os 4 horase 51 minutos dn tardo.
12 tju:iti fifsi-cnit i> z horas e 2<> minutos da manhia.
14 i .un rliti.i ;is 7 horas p 20 minutos da i.trd*1.
ii Quariu mniguautn as 7 horas e s minulos da manhaa.
PREAAB DE BOJE.
r*| mnalos da maiiliaa.
1 fs minulos dn tarde.
DAS DA SEMANA.
21 Segunda. S. Bonlo ab. fundador; s. I.uperino ab.
22 Terra. S. Emraygdro b. ni.: S. Bcuveniilo b.
\ linaria. s>. Polis o Ihimirin nuil. ; S. \ ielnriano m.
: Primeiro as I'. Imras e
' Segundo as 7 horas e
i i Quinta, s. Vgapilu ab. ;
'~t Sexta. >fc* Annuneiarn
20 Sabbadn. S. langero h.
. 27 Domingo, s. Roberto b.
s. Latino b.
Nossa Konhora ; S. Iretieo I.
s. Braulio b. ni.
s. flelo i- i.tilia sita mulher.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPQlO NO SUL.
.Magnas, o Sr. r.laulino Pairan Das; Babia, o Sr. Jos
Martina Aires; Rio de. Janeiro, o Sr. Joan Pendra Mariins.
KM PKIINAMBCCO.
O propriclario do llIxRKi Manoel Kiguoiroa de Paria, na
na linaria piara da independencia ns. 6 e 8.
PERNAMBUCO.
Eu j dectarei nina ve/, que nao poda expAr a ra so boje i que (actos desla orden se dessem uesla tuos boje, se a |iroriticia pude rom essa despeza. que uiereceu ns loitvores da autoridade ccuipelenta cieiiriosanientc digo que o bao roasidero rapa/, mu
malcra dos nieus oifirios, porque niio linlia aulnri- capital enunca delles livetM.....s conhecinouto.
sarn para fa/o-lo, mas do quo diz o Exm. Sr. I'r. Noentanlo, Sr. presidente, en nao ponso co-
Taquos nesle officio que arahei de ler, se deprelien- inn-apuollcs que altribuem tallos esses niales lu
milito beni, que eu nao (ui iiidilTcreulc
Ku, Sr. presidente, segundo j ouvi un do> no- Kis a ordom que receben esse empragadj : ,1i
bres deputados membros da romtubi&o de orea-i Ordeno ao Sr. capitn de noticiaJosFrancisco
menlo, vejnqucnu posftiv$d dtspenderoios -t*o Carnero Moutciro, que seguindo para a villa de
cootos, com a pulira, porque nos leslam, feito o Caruaru, como se Ibe determina, lome o ronimando
calrulo tas despezas ja decretadas, e de outras que do destacamento, que o 11 i existe, e proceda em lude
dos de accordo com o juiz de droiu
tereinos de decretar, apenas llOcoutos. tira, si
2011 cnnlostivermos delirar WO que i o augmento
ta despexa a taxer-#*e com u aogmenlo projiosto na
emenda, licam 7"....
i Se itrpniata:Eu posso allrniar. que o
augmento cbogar a I*", conlos.
il Sr. .V. Portrlla:V. pois preciso provar que a
prnv inria de Pemambuco naos nossos cofn^ esta
em rin-uinslaueias di- siipitoiiar un aiignieul
la COUMrva, se-
e prestando inteiro apoiu
i' diligencias |udiciaes.
guindo a> suas insfntcee
s suas ordena, mandad
II. .1 rfejr. Fo^an >
oque eoinpre mis averiguar para ronhecer-se
do modo porque prova deu esse delegado, sem
dunda saher-se, se elle eulupriti as urd^ns que Ihe
obrigassem a isso,
OSr, i'. Itii'trlr:Cora isso est di/.eudo lano
iu mais dn qne eu disse.
') Sr. Brandan .'.Preste ao presidente da pro-
rincia apoio; mas apoioserio; mas un apoio ra-
zoavel; mas un apoio fundado na conscienria pro-
funda di* u-lis doveres; nao posso prcstar-lbe es-
sa COuHanca illimilada, essa eouliaie'a extrema qui-
a ntibre deuntado Ihe presta; presto-lhe sim, re-
pito, o apuio serio, o apun eonsceneioso, n apoio li-
nalmeiite queeu entendn que nm n-presenlanle da
provim-ia, qno un representante da nacao. dev
ASSEIILEA LEGISLATIVA PROVINCIAL.
skssvo MniHAMA ES 19 he avioo ni: 1859. | de multo beni, que cu nao lu nuiliorenie a esse orgamsarao do eorpo de ptela, ueiu mesrao ao
PrmitkHriadoSr. Dr.Carntirtidn l'unliii. fado pessoalde que ello se compon Mas apezar de as-
[Concluslo. He parece, porlanln, que esta juslilirado o pro- sim eifleuder, eu nao esloiillunge de rermilnrer
OllllKM RODIA. cediinenlodoprnmnlor publiru da euniarra do Bu- qin-a organisaran du eorpu de ioliria, nao aquel-
Contina a segunda disrussao do projeclo n. 21 lorm relarao a esse fasto, mas de novo e antes laque lalve/. mais lonvenlutlao servir publico e
desle anuo, que lu a fu na policial para o auno li- de assentar-me, pe<;o ao nalu-e depulado que de- porlanlo eslou de arcordo coiil aquelles que enteu-
nanceiro de 1859 a lSfill i clare o que sabe a meo respeilo.... dem que conveniente que Ai procure ai liar un
i) Sr. .Wurti l'errii :Ainda nm outro inci- Sr. Atcrria .-hn j di#r, qno nao .pieria de- oulro meio de organisacio daferra pulieial. Nesle
denle, Sr. presidente, mu lovou a pedir a palarra elarar. poni, creioque eslou de arrorilo rom a rasa, por-
pida segunda vez: tinba feito prnposil de nao to-I Sr. G. GftHUirat* :-=?0|nio nada lia para de- quo me parece que islas san ;Ls ideas gei alenle ,
mar parte na disrussao da forra policial romo j I clarar. j.j receidas fte arcordo, poja, com estas ideas, cabe em eireumsiniirias de snpnarlar nm augmento desla terminad em suas inslfucres, o isso c o que lira | na senda dn d
o disse o oulta oreasiio porque, preieiidia linii- ''' L*SFWelln ;Ponfe nada sabe ecr os pontos de desacord em que posso estar. I onlem, quaudu eiu iiiiimIIMii n I un apenas 70 con- i-abaluieule demonstrado pelo documeillo que pas-l (Mito* apoiado.
tar-me a votar pelo proiect, on poral-uma ornen-1 Sr. Martin* l'errirn .Mas se nada sabe, diga V nobre eomiQissn entendeil que devi dar ao los para mitras Obras queeauu derrotadas, e nutras so a lr : U- U Sr. /'. OnarU I. que o nobre depulado lem
dn que njo pareemsc mais ronveinenle" e tender- I ""da sei, porque qiiem muir o nobre depulado di- presdeme pe arlign 1." do seulprojnilu, 150 pru- que eolivein derrelnr.... ." Alteslo que o illm, Sr. i apilan .!"-' Francisco | a prtia do parlamoutu grale eu nu lenho.
se a satisfazei as necessidades publicas. O nubrel,,rmi yurro drrlnrardir que o uobro depu- ias para a forra polieial, e lambl>m eonreder-lbe a l'm Sr. Hepntado : K o i.HOD Conlos ? I Carnero Monteirn na qualidade de runiuiamlanle; (l'i*n .1
depulado, que faiiou em primeirn lugar, referio-se lado sabe alguma cousa o qne se o nao diz por faruldadu d.....gauisar esse corpd policial, mi essa I) Sr. A. I'ortelln : Nao fallo ni lies, quando | do destacamento desla cidade, pnrimi-se iiiuito O Sr. Urando;Para islo nao precisa ler pra-
deferenria a inini, ou por allenrao rasa : dispa-se forra, pela maueira que julgar conveniente e dis- or OCCaSio eu me pronunrian acerca dessa mate- lien, e na de primeira supplente de delegado diste lirado parlamcnlo geral, nao tem inesmo nada rom
de todas estas rousideraroes, diga Urlicamente o tribu-la lambem pela maneira me julgar mais a- ra. Assim pois eu vejo que aperar dos bous dse- termo bouvease com honradez e bstanle pindn-1 o parlamento geral.
que souber, porque a derlaraeao do nobre depulado cortada e lixa a quantia ]iara pajjar essa forra em jos do nobre depulado de proporcionar provincia n cia, que multo conlribuio para osorrgo deque go/a ; De mullos anuos senbores, eu tenbo opinioes
iniiil iuleressa a iuopalidadu dos agentes do fune- j 0 cotilos. A emenda offrrcridal por alguns dos maior numero de pra
nobres deputados e leva o numero
oram dadas peinjui/ de diroilo.segundo Ihe o de-I prestar ao gnvorno qtieruuipro
r e que lem
a lei, que marcha
roBscicneia de si.
n lacios rrimuiosps pralicados na comarca do Bo-
nito, anndo exerco funreoes publicas, o que me
obrigou alornai parle na drscnsso. tlceiipando en-
lo a alleuco da casa, fui por diversas ve/es inter-
rumpida por apartes dos nobres deputados os Srs.
Barros de Lacerda e Manoel Cavalranli.
O Sr. M. ('ara.lc9nti. O lueu cosime.
') Sr. Martin* Vertir Oiiando eu fallara e
em resposta a nm aparte, nao soi romo, urna pro-
pnsicao que, acaba va de enunciar, den lugar a esto
ulliuio senbor dizer um rasgo de eloqueiiaia -
Ku em resposta a este aparte disse ; nao sei se
rasgo de cloqucucin, mas sel e posso adirmar ao
nobre depulado que a mentira nunca manchn mcus
labios, c ainda que me aproveilasse deliberado
') Sr. Brandan :Porque elle obra como agente
material,.....no forra auxiliadora, no cnlanlo que
lia urna iutelligcnria que dirige, que a autoridade
policial, a quera incumbe a pnvuaco dos" deliclos,
c a punir delles. Portante nao quero lanear so-
bre o rorpo de polica essa imputaran ; uim llie
perleiue uiiicameule, perteuce a mais alguem: per-
lence, lalve/, au syslema geral de polica. (Xpnia-
ilo*.'
ti Se. SoH-.a litis :De maneira que em ultimo
resultado nao poderemos nos dar-llie um remedio.
OSr. Ilraudiiit:Mas porque diversas mollas
de nina mesuia maquina cieicorrem para o mo re-
sulladu dola, nao poderemos nos por i entura me-
llinrar una de-las mollas.' Iteremos dizer pelo
i'iHItrario que essa molla nao lem parle na causa dn
desmantono goal da maquina"! Nao cortamente.
Siilmres, que o eorpode polica ra nial, que a
rorpo de policiar demanda imperiosamente urna
unva nrganis.To, organisai;i milito rndailosa da
parle da ailmuiislraco, o prora exuberantemente o
relatarte do nobre presidente da provincia Nao son
ii quem o diz, elle quem o aliirma. S. Etc. di/.
eionalismo publico
150 piaras do guranra indivial, para
lina emenda fui apresenlaua pelo nobre depu- projeeto a 800 e estabelere a idaleqnczOO sejara primido, nao posso deixar deesiarein desaccordn
que bu- preciso para a se- I esta cidade, nao obslauleas provocarocsque sulTreu, sern as ullimas palavrasque direi a respeilo desla ano no anuo ultimo Isa soldados de polica enast-
ile o crime seje punido c re-1 e embaroros que enconlrou, e circumslanrias espe- materia) lenho upinies, digo, a respeilo dessa ex- deraot-se criminosos. Ora, quando o eorpo nao Che-
lado o Sr. Dr. Rrandao, que consullando-me, antes | emiiregadas no servico da polica na capital, e o n
de a apresenlar, a respeilo de sua materia, e lendo- lo Mt, noservco de deslacamoutop as dlfferenles
IhedilO0 que se pensava a respeilo, ouvi a sua il- ; comarcas contraes.
lustrada opiniu, com a qual me conformo, opinio Eu, Sr. prasidenle, pronuncin-lne conlra esta
COm elle, porque os cofres provinciaes nao podeiu
i nm essa despe/a, e inesmo porque segundo vejo
pelo expediente do governoo sistema bojeadpola-
que me levou a prestar minha assignalura a essa emenda, e prniiuncin-nic lambem i
maque lem porfim augmcutarn numero da Carca nuicamenle a respeilo do numero i
que marea o projeeto apresenlado pela commissoi sentado qur no projeclo. qur na
respectiva. Ku eutendo, que convenienle o aug- i leudo, Sr, presidente que primeirn
ment da forra do'rorpo de polica, por isso preste! I nos resolver urna quesl&o pa min
pensadamente di^la circumslncca, pira elogiar a a ,n"llia assigualiira a essa emenda a que pretendo | tente tiesta malcra.
urna familia qne nimio roo merece, nao faria mais prestar o ren vota, deixaudn de dar as razoes do A bu e regulameulo das
do quo imitar ao procediioenlo de nmilos uobn's aiigmenlo, porque ellas bao de ser apreentadas tarei dislinn-ao entre servlroi
i quo imitar ao proredimvnto
deputados que rendem constaiiles elogios, e elogios
s ve/es iinmerecidos....
Era o jatea que eu formara de alguns elogios
que tem sido fritos aqu a diversas pessoas : eu
supponho que tenbo a liberdade di- pensar o de
exprimir o raen peiisameuto. Mas nessa ocrasiiio o
Sr. Barros de Lcenla pedio-me fados, en Ihe res-
pondr, que nao tinba lacios para npreseutar, por-
que nao quera personalisar. O nobre depulado, a
quem me lenho referido, disse: ento a sua prn-
piitiro nao tem merecimento. Km resposta a este
apartado Sr. Barros de Lacerda, que pareceuque-
rer offender-me ou depreciar o que cu hara dito,
profer inimediatameiiie : Islo o que o nobre de-
pulado costuma dizer, de ludo quanto nao c obra
sua.
Aonde ha, senhores, nestas palavras que acabo
de repetir, motivo....
0 Sr. II. Lacerda :Mas o modo ?
0 Sr. Martin Ptrrira. PoLs lwm : aonde. ha,
repita, motivo parao nobre. depulado na ocrasio
de usar da palavra, possuido, permilta-se-me di-
zer, de raiva, com voz forte e gesto irado, querer
stipplantar-me, laucando sobre nuiu o ridiculo?....
O St. iMerrria .Nao, senbor.
H Sv. Martin Pertira .Se o nobre depulado
qner dizer, que no que avancou nao bouve iulen-
ro de olTensa a minha pessoa, por que ra/o nao
luinou o nobre depulado o que eu disse em resposta
ao nobre deputadn, que o f rom a mesma iulenco
sem inanifestarn de olleusa"!...
OSr. f. Aicrrda Pelo modo de dizer.
" Sr. Martin* l'ereira :i.iual ser.i o modo por
que se pronuncian! as intensas ?
Mas o nobre depulado nao licou ah ; o nobre de-
pulado aproveilando-se deste ndenle, lancou so-
bre mim oceupaciiesgraves....
') .SV. B. I.nctr'da lambeio nao lancni.
0 Sr. Marliiu Pertira .-Disse que se qu/esse
oceupar ao (anoiolor publico du Bonito, o podia
fazer. Ku atflrito osle eusejo para pedir ao nobre
depulado cmrdlga o que sabe do promotor do Bo-
nito, pero ao nobre depulado que o taca ; un favor
que presta a mim, 6 casa e justica publica, por-
que s assim os facas chegaro ao Vnuliei ment da
presidencia, que dever mandar syndicar delles e
seforem vrrdadeiras, a minha rcsponsabilidade se
tornar effccliva.....
O Sr. B. Lacerda .Eu nao quiz chegar a esse
resultado.
O Sr. Martin Pertira :0 nobre deputade sa-
liendo que um meruhrn do poder judiriarin des-
pieza o cumprimenlo de seus deveres, corrupta,
lem obrigacao de apresenlar os tactos....
O Sr II. Lacerda :Podere, se quizer, ohriga-
cu, nao ; ninguem o obrigado a ser denunciante ;
s ao promotor publico, compre daiiuuciar nos ca-
sos que a lei marca.
0 Sr. Martin Pireira :Isso & r.ollocar-ine em
in pusicao, e tanto mais assim quando o nobre
depulado osteve ha pouco ua comarca do Bonito,
deinoraudo-se en Caruar, o que faz suppor que l
soube alguma cousa do promotor.
Para provar, senhores, que nao fuiindMereiite a
esse fado de que se taln na sessao pistada, vou
ler nm officio em resposta a oulro que dirig ao
do pela presidencia quaulu distribuico de forc.-i
ntra o projeeto, doliuha pelo centro da provincia, tal que ni
as pracas apre- rere poder dispeusar-se esse inesmo augnienl
memla. Ku en- eorpo policial.
pie ludo, cabe- Ku couieiilio que essi forra destinada para 110
a mais inipnr- centro roadjuvar a lueiiio da autoridade nao seri
a -iillieieiiii-, mas recun peranle a dea de aogiueu-
larda liarimial eslahe-1 la-!a com mais 2tHI linmens, pete estado em que es-
as que ajiDcsma guarda j tu os nussns cofres,
com toda a lucidez pelo nobre depulado autor da I nacional pode prestar 0 qu rulriliuido pelos co-1 Por islo, Sr. presidente, eu Bao posso lambem
niesina a quem au quero roubar a gloria da inani- fres goraes, e o servico qne a mesma guarda naci- estar de arcordo com o projeeto guando eleva a iO
feslarao de suas ideas, por islo vou assentar-me, de- nal presta quando destarada em semen meramente pra. a.- a forra pulieial, puja cmisidcrai o de que
clarando, que roto pela emenda. de polica e recebe retribnteo pelos cofres prorifl-
0Sf. -V. Porlella.Sr. presiflenle, a disrussao : ciaes. Mas como j Uve oci-asiiio li anuo passadn
que lem havido oeste casa, qner por ocrasio da i de dizer nesla casa o servico que presta a guarda
votacao do projeclo, qner inesmo depois que elle nacional e que retribuido ou pajgn pelos rofn
eiaes, em quo se arhou collocado ; o que indo den
lugar que o niesuio Sr. nao podesso melhor sa-
lista/.er os seos bous desejos de bem approveltar
a esie lermo, sendo por >iu iiiiiiudailas quasquer
arrusaci'iesquc se Ihe lizereni no sentido de marrar
|ia-1 a sua honra de militar e de einprcgado publico.
do ; Esta, passu cin abono da verdade, e sem que me
loase pedida. Cidade de Caruaru 17 de setembro
de 1858.Manat t'nrrtin Lim iijuiz de direito, pois, quaudu o capitn Cameiro
pressaoeoniianca.Tenho considerado que a pa- gava a contara forca completa, quando apenas te-
lacra coiiflanca, e conllanra exirema.^ n*u passou ,ia OO praecs. que se apresentam 188praeat des-
e rorpo consideradas ciiiuin&sos, declaradas cuino
provinciaes, nao daquelles qne
mente designados na le e regulan enlo da guarda
nacional, l'm aviso do governo
faz pagar pelos cofres provincial-
slo especial-
fni poste em 2." discussao, me leva a fa/er algumas
consderacfies, tanto mais quaulu, vejo que a emen-
da offarocida par alguns'nobles deputados eleva a
forca policial ao numero de (ill praras, e quando
tnuites outras questoes, j de competencia da as- serrieosqu hoje presta a guarda n.-i-ional destca-
la] existe, quo
esses QieSloS
i mecer e a as-
ile esse estado,
a fazer pagar
licin,il que se
i
urna reforma na oi-gauisacao do"eorpo policial, nao
6 das cousas mais lacis a reaCjpu; nao una me-
dida que apezar da sua lecoiiliecida ulilidade, se
possa realisarde promplo; ujua medida que ser
iniciada de um modu que nao, possa romprouicller
os cofres provinciaes e necessnrio por oulro lado,
que ella nao possa romproraolfrj esse mesmn ser-
viro que preste o actual eorpo un polica. A esti
respeilo en ouvi a pessoo que n enlendeii com o
Sr. presidente da provincia di/.ertiuc elle se con-
tntala com INI pracas porque pretenda iniciar o
syslema de polica urbana, dar uutra organisai u ao
eorpo policial, mas nao empregando logo um pessoal
sembla, ipianlo organisaco dessa forra, e j do I da na provincia. E preciso, pol
meio de evlar-se que a provincia continu a dis- | senililea examinar, se convenio
pender dos seus entres dinlieirus, cniu a guarda na-i preferivcl que o presidente contini
cional destacada nesle servico de pulira, e aida pelos cofles provinciaes agenla
mais outras considerarnos que lem sido feilas, al- i destina a esse servico, 00 lomar un a medida pela \ numeroso, que 50 pracas eran balantes para elle
gomas das qiiaes eslo de accordo comas ideiasquej qnal essa despeza genio faca pelos cofres provio- iniciar essa nuva orgaiiisaco. Assim eutendo que
lenho e oulras em manilesla opposicn. ciaes; que emliin estes Qqnem illirieittemenle I a asseinbla maiiteudo e numero de 351) pracas que
Ku entendn, Sr. presidente, que a questao gra- j garantidos de uo pagar despe/a qn< resulta de ser-1 a le anterior marcara ao inesmo lempo dando mais
ve, e que cada um de us deve prestar-lhc a iiiainr i vicu meramente policial que presl a guarda na- j 511 para esse ensate da nova oiganisaiu, temos,
altencao. ^ | riuiial destacada no centro da provincia. couipreliendendn a siluacu dos cofres provinciaes,
Quexo, Sr. presidente, tiver altendidol maneira! A respeilo da conveniencia, Sr. pnsidente, eu en- i atlendidn s necessidades da provincia, o ao mes-
por que a discussao comecou pela 1." vez ,se con- leudo que a assemblea nao a pode rjecailhecnr, por | nm lempo salisfeito ns AesejOS da presidencia, por-
venrer de que elVeclivanienle o eorpo de polica I que alm de nao importar em ponen aquanlia que que temestncomdo pararealisanaode suasiaas.
tem cqegadu a um gru de AViltamenta exlraurdi- se gasta pelos cofres provinciaes, porque o numero
nario. I dos guardas oacionaes destacados para esse servico
Qualquer que tiver atlendidn s consideracoos 6 superior lalve/ ao de cen, accresee que lodos nos
sabemos as dilliculilailes que exislem para a aequi-
sien dessa mesma geni
de uma expressao njoramonle sabalistira ; e urna
expressao cabalstica, digo, por que pode envolver
ai, por exeniplo a proguica do Irabalho... (MnUrt*
apunlos} essa proguica proverbial que di/ein oses-
criploi-csda Europa, que pesa com man de ferro so-
bre as corporai-ies dos trpicos. Pode inuiln liem
essa expressn cnullani;a cxlrema igualineitle en-
volver em si o calculo poltico ; pude ser
Mnnliiin iiillin'a ilsmiu mielan, dava-lbe um ai- vezeso resollado do furor de um partido, nesses
tostado Oestes termo? sem que Ihe fosse pedido. lempos lastimosos em que nao se quer saber o que
A vista disto pois, Sr. prndente, c a vista do of- lazan aquelles que governam, poren basta saber-
Dcie da presidencia i- inquesliouavul, que esse (une- se que fulano e rieras) eslo no governo
cionarin cumprio bem seus deveres, o que acensa-1 r ') Sr. P.
cao lo grave comn a que Ihe le/ o nubre depuladu, i pocas,
nao deve merecer crdito, e nao deve serfeila 86-
no quando bascada em documentos sullicieule:
Dnurlr : Nos
!
nao
eslamus nessas
lae:
l'm Sr. Depulado:Nao stio 1SS pracas, sao ,
188 fallas o lumias faltas podem ser cnmuicllidss
por uma s prora.
') Sr. Ilrandn:Sujeta as palanas do relaturio
do presidente podem dar-lbe a interpretarn que
' quiseren.
(Gmzan\-9 alijan* aparte*.}
<> Sr. Ilrandao :\J\ iiei.
ti Sr. P. IIiiiire :O nobre depulado est rorri-
gilldo o ineu discurso.
" Sr. Ilrandiio:1) seu discurso nao precisa
correo -o ; foi lo bello, lo brilhanle que. nao pre-
n sr. Ilrandao F.u nao digo isso. e-iou expli- rjsa sercorrigido. (Rim.
nao quando bascada en documentos sullicenles,, cando ao nobre depuladu como entendn os diver- Lis as expressites de que usa o nnbre presidente
que ponan mudar a npioiae de que gu/.a eSM em- i sos sentidos a que se presta essa expressao cabalis- da provincia filiando do eorpo do polica interpre-
pregado pelosseusseniros, e o coneeita qne gozai ita ebamada-cuillanca.- ie,-na, como uuixerem, que eu lom-as laes
na provincia. Portante senhores, nunca em leda minha pequea quaes ellas se acham escripias: (UJ
En pois, Sr. presidente, nao poda lomando parle vida poltica enuiicie. nein enunciare! jamis osla
nesla disrussao, deixar de (aliar sobre esle ponto do I proposicopresto conl'ianca illimilada a (ulano ou
i cicrano que esteja H0 poder, (.ipoindns por que
fuese flzeran, se convencer, sem duvida, deque
Indos os males de qne se res ente a provincia
quanto repressau dos crines sao devidos i-m-Iu-
sivamenle ao eorpo de pdlicia. Quein allender
discussao, mas que nu atienda s cnlivicciies que
cada um lem, nein as ideias que cada um forma,
pd(T> assim pensar. Mas no enlantn qne lem-se
tratado de diversas questoes, lem-se dcixado de
parle nuiles oulras rnnsideracoes, para se coabe-
vi'r a origen causa dess- nial que lodos mis reru-
nhecenos, Nu so, uen se poder dizer,que
s da lula ou in nig.inisaro dn curpo.de polica,
du bntii ou^iio pessoal de que elle se rompoe, de
hila ou m iisripluia Idesse rorpo; quo resnllan es-
ses males que lodos roi-oabeceiiio.. Nu, senho-
res, para se fozerem accalaces lo graves, tra
preciso que seunlrasse naanalvse, no exame dos ac-
tos de todos caT funccioiiarios a quem caiba a poli-
ca e a repressao dos crimes, para em resultado se
poder asseveror, que sem duvida o eorpo de polica
o nico responsavel por esses males.
Assim, poLs, Sr presidente, para que arensacoes
I ao graves podessem ser hitas no corpudo polica,
preciso era que aquellos que dolas se encarrega-
rem tivcssem demonstrado que a polica, por seus
dillereules agentes, tem sido exercida devidamcnle
que os ditteren'.es orgos delta tan cumplido fiel-
mente os seus deveres, tem cnipregado os mcios
para a repressao dos crimes soja una realidide.
-No enlantn uo se entra na analise dessas conside-
races, nao se allende ao modo porque a polica en-
tre nos exercida, nao se atiende maneira porque
a polica feita, nao se atiende as diliculdades
que imposibilitando leda e qualquer prevenco,
por mais fortes que sejam os senlimenlos de aibe-
sao as insfilnicoes do paiz, do amor a tranqulidade
publica, eiiconlrainseinpre os funccioiiarios pbli-
cos no exercirio de fuuccies policiaes. K assim
Exm. Sr. Dr. Taques quando presidente desla pro-1 'I.111'. Sr. presidente, ns fados lamentareis que ul-
viucia : elle concebido uestes termos ; [Ir liuiamenle se lem dado em nossa provincia sao alri-
< Palacio ilo governo de Periiambuco, em 17 de buidos exclusivamente no eorpo de polica, a sua
julho del&58.
Hecelii o seu officio do 12 do crrente, e ligo
intirado do que me connnnica Vmc. arena das
boas disposcoes manifestadas nossa coman-a de-
pois doacontecimento a que Vmc. se refere.
Itaoa guarde a V. S.B. A. de M. Taquee.Sr.
promotor publico da comarca doBonito.
FOLlIETm.
ORIGINAL DO DIARIO DE PERNAMBUCO.
A CARTEIR4.
19 DE MABQt) DE 1859.
m urganisacn, ebegando-se me-smo "a querer fa-
zer acreditar que estes fados e outroe iguaes nunca
se deram seno de certa poca para c, desde quan-
do se enlende que a organisacio do eorpo de poli-
ca m, como se por ventera esles e uniros fados,
nos nao os lvessemos vista pralicados en dilfe-
rentes pocas nesla provincia, como se por vento-
ral; mas, se coiidumnamos o exr.esso da tenden-
cia, porque summameiile prejudicial, estamos
em nosso direito, allirmandn que e este o lado pelu
qual se vai ella desenvolvendo presentemente, e
n'uma escala assusladnra.
Assim, nos que principiamos por dizer que ha na
para que se preste a esse
servico, e alm dislo o inconveuieiile que Ihe pro-
vn lavoura o unirs industrias de nossa provin-
cia. Pnr consequeni ia os inconicnienles, ns malea
que dali resullain uo sao somonte para aquelles
que presten esse servico sao para nuitos outras, e
leos poruolru ladn os prejui/os da lavoura, e das
mais Industrias, o que terna bem patente a incon-
veniencia. K pois minha cnnvicco, que uo de-
venios cunsenlir que continu a cxecuco'desse
aviso.
Mas qual o modo do realisar-se essa idea .' Kuj
o vi, seno apresenlado aqu na casa, mas particu-
larmente. A idea consignai-se una quantia al
B qual possa o presidente dispender con a guarda
nacional. Eu declaro que eslou tange d.. adherir
a essa idea, arho-a iiiconvenin.ie. Kulendo que a
dea manifestada en urna emenda do Sr Brando,
para que expressaiueute se declare, que inleira-
mente prohibida qualquer despe/a feita com aguar-
da nacional a que conven, e nesle ponte concor-
do com o nobre depulado.
(.mamo porm ao numero de 600 pracas,que elle
eiilendeii dever manar, eu eslou em dcsaccordo.
Segundo um calculo que o nobre depulado autor do
projeeto, ou relator da cmnniisso me a|iieseutnu,
eu rejo que a elevacao da forca policial a 150 pra-
cas tra/ nm augmento ds despeza de nao menos de
80 conlos de ris.....
l'm Sr. Depulado ;Pode Irazer.
0 Sr. N.Porlella:Segundo un calculo que vi
do uobro deputadn autor da emenda, observo que
a despeza da polica que hoje orea em ICO contos,
sobe a 270 ionios....
/ m Sr. Depulado : E,se der augmento de suido,
lia de chegar a dOO contos....
/"/" Sr; Dtpatado :Elle nao d augmento.
O Sr. Ilrandao:Don augmento pulida ur-
bana, calculo em ljisn ris diarios a cada indi-
viduo.
0 Sr. A". Porlella : calculo do nobre depulado
bascado em um s veiicimenln para as pracas li-
xadas na sua emenda escudo assim a despe/a, cu-
ino disse, sobe a 200 conlos, mas se addcionarmns
a despeza necessaria com a reli-ibuico para quem
tomar a dirciru dessa forra, taremos que essa des-
peza chegar a 300 contos. Aquesta pois saber-
tal ou qual desenvolvimento, a nao querer denomi-
nado de mnvimeiilo eivilisador.
A rivilsaco da ilrecialirmou-se as letras e as
arles; Roa que irnitou-a, excedeu-a no pdenlas
Se assim ti/ermos ; se a experiencia for feita ; se
obtivernoe os resultadas que lodos nos desojamos,
eiiiao a sssonbla poderi en sua legislalu-a futu-
ra ir procurando fa/er con que essa idea se nalise
en maior escala.
\u projeeto da-se ao governo a SUlorisacO de or-
ganisai a forra policial como julgar conveniente.
Nesle ponto eslou de aecordo com a ronnissao, nu
porque eu conbue rom aquelles que enleudem
que a assemblea alem da faruldade e nbrigac que
temdellxara forra, ten) lambem obrigar.io de pa-
ga-la. Mas esta quustio como se lem dito j nui-
tu debatida, ja foi julgada; r questao vellia e que
nada aproveila lia nrra.sijnj| por isso eu nada di-
rei acerca ilejia^ a i;ouCJo em, .. tacto, com
ludas as suas consequem-ias.
Deixaudo pois este queste direi smenle que as-
sim romo llxamos, e pagamos, dSmos-lho lambem
lambem a organisai'io que bem nosaprourer, e co-
mo nos nao temo.- ideas dilinlivas sobre a organi-
saco da forra policial, concedamos aulorisaco
presidencia para dar essa organisaru e fa/er essa
distribuirn.
Eu pois, Sr. presidente, farei uma emenda ao
projeeto para que em lugar de 150 praras, soja o
numero reduzido a 100, com o que temos um ex-
cesso de 50 sobre onumero que actualmente existe...
l'm Sr. Eeputado : K preciso um oulra cousa,
que lixar-se a despeza.
') Sr. -V. Porlella : Pois bem, far-se-ha o cal-
culo.
Eu siulo, Sr. presidente, que nao estoja agora na
casa n nubre depulado o Sr. Dr. Martins Poreira.quo
na sessao passnda tratando dr um fado dado na co-
marca, em que exerce o enipregn de promotor pu-
blico, dase, expondo as cirenmstancias que se de-
ram. e o uo resultado que lveram as diligencias
e actividade o seguinte ; MI.
Sr. presidente, una aecusaco tan grave fni feila
auma das autoridades du termo do Bonito, an de-
legado noneado pela presidencia, pouco lempo an-
tes do nobre depulado chegar a essa comarca, e
nao podia en pois deixar passar em Silencio esle
fado, sem examinar as circuuisl.incias que se t-
nliain dado e a maneira porque hara obrado esse
enpregado, proeurarui pois informar-no, e delle re-
reb as que vou npreseutar a casa, que me parece
san sullicieiites para mostrar quanto infuiidida a
arrusan fela pelo nobre depulado roBlr.i esse de-
legado que lo bem soube comprir seus deven.
discurso do nobre depulado
" Sr. Martin l'ereira :Km lempo courauaiit-
te responderei.
Nai mesa e apoada para entrar em discus-
sao i seguinte emenda:
Km vez de -150 pracas, diga-so 100.S. B.
A. Porlella.
O Sr. Brandan:Senhores, dos oradores que se
uccuparain da discussao do projeclo da forra poli-
cial, s dousenlr.i rain na materia desse projeclo,
que furam 0 Sr. depulado pelo dislricln de tlara-
nbuns e o nobre deputadn que acaba de fallar; os
uniros trataran de incidentes, e pouco ou nada dis-
ceram a respeilo do projeclo que se acha em dis-
cussao.
Eu, pois senhores, pnncipiarei pnr fazer algumas
cmisideai-es a respeilo da piiineira parle dodis-
rurso do nobre depulado pelo circulo de Caianhuiis;
e me propunho a fazer essas consuleraebea, porque
leudo sido cu e o mea honrado amigo' o Sr. B. de
Lacerda, esqueprindoalnonle inpugnaran o pro-
jeclo na primeira disrussao, pnssur que as reflexes
feilas pelo nobre depulado de alguma maneira nos
caben.
"Se. J. Duarle:Nao live isso em vista.
II Sr. Brando.- Senhores, o nobre depulado
disse que votan pelo projeclo le lixaro de forra
policial lal qual a couimisso n apresen! ai a casa ;
islo i-, sem eslabelecer base alguma sobre a qual o
prciBiitoata d prorinria se firmasse para fazer essa
mu a organisaru, que presume dar elle ao mesmo
eorpo, porque depositara plena e extrema cunQan-
ca no presidente dn provincia, eeuleiidin que nes-
la materia o vicio eslava nocenlio e a virlude nos
extremos.,.
O Sr. p. Duarle .'Apoiado, e lauto que nao vo-
to por emenda alguma.
O Sr Brandan:... donde se deve naturalmente
concluir, que cu e os nieus nobres collcgas que de-
signamos uma emenda estabelecendo nella um cel-
lo modo, pelo qual ser orgauisada a forca policial
futura, nao depositamos con llanca emS. xc, nao
estamos no caso do nobre depulado, 0 por conse-
guinte devenios ser suspeitos para a adiuiuislracu
da provincia.
0 Sr. P. Duarle: Isso concluso que o no-
bre depulado lira. Nu seru lo extremados co-
mo cu.
ti Sr. Brando .-Estaremos pelo menos no cen-
tro, por i-uuseguinte esteremos ao vicio e o nubre
depulado na virlude.
II Sr. P. Duarle .Conforme o meu axioma.
OSr. Brandan:Senhores, nao me proponhn a
fazer manifestaco alguma em relaco ao nobre pre-
sidente da prouincia, seria isto ocioso, escasado;
por que lodos sabciu.. que eu comn representante
da proviueia na assemblea geral preatei o meu pe-
queo apoio a esse nobre presidente, que ontoera
ministro de estado; e se naquella posicn, e quan-
do elle eos seus col legas solfriam uma opposie.in
desabrida, eu assenlei mili cnnscienciosamenleque
Ihe devia dar o meu apoio, parece natural, r logi-
camente se deve conhecer, que hoje por corto nao
Ihe faria opposii o, salvo as circumsiancias extraor-
dinarias, se actos posteriores de grande monta o
vlnlaresdo le, do que eu na verdade o muto cons-
no quero que mis digan que um calculo poltico:
pus: (U.
II Sr. Tlieodnro da Si/cu ;Ku adopto as suas
ideas, mas veja: somonte duas oram entregues ao
foro ciiiumiim.
II Sr. Ilrandao :Essa explicarn nao me satLs-
e todas as nares deseuliam-se ua historia comu ly-
actualidade miilns objedns que'porsi ss'prendcm pos de an Vivac especale de um progredir que
majs do que outros a altencao publica, ja sol a re-1 ihes exclusivamente proprio
Iros lados nao deixam de baver lambi-slalguiusoii-
Iros objeclos que igualmente se prestam a mui va-
riadas e profundas Lavestigacoea. ^*
A primeira idea, que naiuralmenlo se despcrla
conquistas e no valor das armas e todos os povos i na iulelligeneia do homeiu judicioso, ao fixar a vis-
*Lcims rosal sbs.iks. o or. n.t ot. novo
ENTRE NOS.
io tantas os objeclos que actualmente prendero
a altencao publica, assim no mundo litlerario, co-
mo particularmente no mundo poltico e soda!,
que, senos quizessemos darao Irabalho dn inves-
tigados S organisar sobreelles uma estatistica mais
ou menos regular, uo salteriamos desempeiihar
essa missn.
To diffiril hoje formular urna exacta uoraen-
rlalura relativamente a todas essas questoes que
ah se dnhatem, no imprensa de quasi todos os pai-
zesrivilisados, e que s reduzem quasi seiuprc ao
exame de nutras tantas necessidades, de outros
tantos intereases com que a sociedade eutendo i
Anal'.
No mundo das altas especularnos industriaos, o
materialismo, dsenvnlvendo-se por militaros de
nperaciics em que o calculo o as ranlagens indivi-
duaes entrara n'uma escala prodigiosa, tem lido o
poder de captivar d'uina vez para sompre amis
te uma ntelligencia robusta, qne adiara em si mes-
ma forres de sobra para dedicar-so a explorarnos
d'oolra ordom, por ventura mais dignas desua'so-
licitude.
Nao mornlisamos au cssos aventurciros, juga-
dores da fortuna, onIHLSradorcs servs do deusdi-
nheiro, que somonteTprocuran, por que vem nel-
le a realidade, a unir, a legitima realidade que so
lhes ptesenlaem seus sonbos de'ambirjls desmar-
cada.
Mas quem nao recoohece que osla uma das fa-
ces mais salientes da sociedade actual? Quem nao
descnbre que o mercantilismo, abriudo um campo
i ni menso s pesquizas do espirito humano, tem con-
tribuido para cevar no meio do populares intuirs
uma paixo desonfreaba pelos gozos materiaes, c
ateado cada vez mais a rhamma de mil desejos
immoderados e talvcz perniciosos ? Quem nao v
que esse amor lo exclusivo que se vota ao incre-
mento dos melhoramentos materiaes, ao progresso
de nleresses menos soriaes do que particulares,
vai produzindo um mal incalculavel. pelo que diz
respeilo As ideas de moralidade e de verdadeira ci-
vilisaco?
Pdeserque nos tachem de demasiado espiritua-
lista; mas quem assim pensar hade convir em que,
no caso de cotlisao extrema, antes esse lado que
abracamos do que o outro. emais, Ura injuslica es-
se inesmo ajuizar ;porque nos que nos exprimi-
mos nesta liuguagem, nao levamos o aferr s nos-
sas convic^es sobre a moralidade social a tal pon-
to que abjuremos e exterminemos todas as investi-
garoes razoaveis e judiciosas, d'outra qualquer na-
lurcza
lacao puramente lilleraria, j sob a relarao social
e poltica, exprimimos urna verdade quaudu asse-
veramos (porque faci ncoiiteslavel) que um
desses objectos que mais influencia exercem na
sociedade o industrialismo em toda a sua exa-
geracio, ou, sera fallarmos com precisan, o mer-
cantilismo.
O secuto em que vivemos tem muto de positivo :
ninguem podel-'o-ha contestar. Ah est uma das
feic.ocs mais caractersticas por que se elle assgua-
la :a agiotaaem. Ksla ou apparece descarada e
sem veos, como na praoa publica, no centro das
grandes cidades commercianles, no meio de asso-
ciaces vidas do gauho o sattuiosas do augmentu
cada voz mais rpido de seulnapitaes ; ou encapa-
se, e toma um ar de byporrisa, c assoma com un-
gida modestia nesses militares de eslabelecimeiitos
o de insliluices que & primeira vista parecem mui
favnraveis au bem oslar da especie humana
Mas, se dizomos com rzo que o longo periodo
da idade inedia foi todo absorvdo uas ideas religio-
sas, levadas ao seu mais alto ponto, e que tudas as
paixcs magnnimas da vida cavalleiresca estampa-
rain-se bullanles no quadro d'esse periodo ; se af-
lirmanios que ns seculos dos Mediis, de Luz
XIV foiam pontos luminosos na historia das lellras
e das sciencias humanas ; se asseveramos que a
poca da celebre Revoluco francote foi frtil de
grandes fados, de aeces elevadas, e ainda mais
de crimes aboniuaveis e nefandos ; porque nao
tereuins o direito para dizer que o seculo ac-
tual mais do que nenhum ou'tro do secuta do
materialismo, ou, antes, do dinheiro c da es-
peculadlo industrial ?
Quem quizar que observe, e diga seo que temos
proferido e o que ainda vanos proferir OU uo urna
verdade.
Nao ser a lilteratur de boje al corto ponto oi-
Nao ser isto um fado real : uu ser de natu-. rada dessa lepra du materialismo, em quasi Indos
reza tal que a illenco so lixa espoulaiieamenlo so- os povos que lemjusao titulo de Ilustrados? Nao
Quando lancamps os olhos por lodo esse vaslissi-1 pa do que no primeiro
mo quadro em que se nos representa a humauidade,
inste seculo, avulla muto para nos o que ahi ob-
servamos, quanto febre iiieilinguivel dos interes-
ses materiaes.
Ja tivemosoccasiiode mostrar que essa tenden-
cia, to natural romo qualquer oulra, nao deve ser
encarada sempre sob um aspecto perigoso eimmo-
bro ello, e o pensamonto alcaiua-o como um ponto
de seria, de profunda meditarn"
Relliclamos. Lin dos inleresses mais goraes,
mais vivos e imperiosos un sociedade actual, oin-
leresse material : digamos antes que o predomi-
nante.
Trahalha-se, ganha-se, angmenlam-se as (batee
da pruduccao o da riqueza publica ; abrem-se ca-
uiuhos a Inda a casta de melhoiameiilns, coman-
lo que sejam materiaes ; estende-se a dominio da
industria por teda a parle, vai-so fa/ondo j das fi-
nancas o da economa poltica o mais especial, o
quasi exclusivo estudo quando se trata de scien-
cias sociaes ; e o mais que essa tendencia lo vi-
sivcl e to notavel se derrama talvcz por todas as
carnadas da sociedade, e manifesta-se em todas as
relacoea da grande familia, da humauidade.
Dizemol-'O, porque somos inimigo do Irabalho,
porque descoiiheceinos o valor real dos elementes,
que mais ou menos llguram comn ellira/es moios
para a suslentaco c desenvolvimento da vida d
todos os homens e de todos os povos ?
Nao ha lal : apreciamos o Irabalho, como apre-
ciamos o capital, como nao podemos deixar de apre-
ciar lambem a OBtureza ; e antes mesmn de consi-
dera-lo sob a face meramente econmica, o Ira-
balho j em si. olhado material ouimmalerialmon-
te, a fonle mais productiva da riqueza, uma condi-
co indispensavel ao apcrfcirnamciilo, ao progres-
so, al propria marcha da sociedade.
Pnr antro lado, o dinheiro, que mis chamaremos o
elemento monetario, nao e de pouea influencia, nao
de pequea forca para a oblenro d'esses luusmos
flus de to elevada niagniludc. Kntrelauto.de o reco-
senlir que a sociedade se resolve n'um circulo de
ferro ; que-as ideas que passam alm d'esse circulo,
nao sao commummente applaudidas nein aprecia-
da ; quo a propria educaco, que deve ser mais mo-
ral do quo material, n'esic pouto muto oais ani-
llan quero que oulros digam. que e essa proguica f/- nao quero saber a qualidade dos crimes porque
lopical, nao quero finalmente que baja tambom tanto crine nesle caso pralicar tim Tacto que es-
quem diga que cu usu daquella expressao para en- leja sujeilo ao Toro coinnium, como commelteriima
cobrir a minha deliciencia, a minha ignorancia so- I falla de disciplina, l) soldado que commollc uma
bre a materia de que se trata, [hilaridade) Por ten- | desobediencia, uma falla de disciplina, un desses
te direi sempree presto um apnin leal e serio ao crimes militares que eslo sujeitos a ponas estabe-
homeni que govema 6 condi/ionc; islo por que lecidas as leis militares, nao pode certanieute ser
enli-ndo que esse hornera capa/ de executar a lei, bo'iu soldado.
de respeilar os direitos dos povos o de curar dos n-1 Cono nieus senbores, que hade ser bom poli-
leresses da sociedade; cmquaiito assim for, em- cia, como c que hade vellar na seguranca individual
quanto elle assim proceder, cante com o meu apuio o soldado que desobediente ao seu coiumandallle?
leal o serio, mas desde o linimento en que assim
nu for, eu Ihe retirarei esse apoio. Ksla unguagem
me parece que a mais natural, mais digna deuui
representante do potro, lapo\ado* repetido*} e eslou
Certa do que foi esto o sentido em que o nobre de-
pulado falln.
" Sr. .1/. Cacalcauli:Pouco mais OU menos.
" Sr. Ilrandao :tem, tendn assim dito algu-
mas palavras a respeilo da primeira parle do dis-
curso do nobre depuladu, eu devn lambem dizer ou-
lras lanas a respeilo da primeira parle du dis-
Pur tanto uo importa dizoi-se que OS crimes di-
que falla S. Kxc, se bem que ns nu especifique,
que esses crimes sao meramente do eorpo ; o que
verdade que appareoou no relatorio do presiden-
te da provincia, que hade correr por lodo o impe-
rio que lHn soldados do eorpo de polica comniel-
leram fallas foram julgados criminosos.
K quando senhores, acontece um fado dasles,
quando o prusidonle da provincia revela casa,
que as colisas pelu eorpo de polica marrham por
esta forma, que se diz nesla casa, que o eorpo de
..-.. ...j. _... _... j---------------- ,- ...... iw.ihm, w uti 7X-. ni/, i n. .-> > l|OM|. (IllC O I'ti
rnrso do nobre depulado.qne acabou de fallar o que ( polica uo responsavel, ou sobre elle nio iein de
parece que lem igualmente alguma rularan eomigo reeahir urna grande parle de imputar desse es-
tado pomo e-ti.(,o linio em que nos adiamos?
I) Sr. .Y. porlella :Ku disse,jjue -ubre n rorpo
c rm meu nobre amigo n Sr. Barros de Lcenla
O nobre depulado no lnuvavol proposito-de arre-
dar de sobro o eorpo de polica du paoriafin alpina
toa opinian que por ventura se pndesse (a/er em
vista das disrussoes desla casa, disse que Ihe pare-
can injustas algumas propostcocs que aqu se e-
niiuciaram, e que como que ilavam a entender que
esse corpO eslava podre, inteiranu-nte podre.
OSr, V. Porlella :Chegnu-se a dizer que esla-
va no ultime esiado de aviltamento.
II Se. Britmhiii : Ku nu.
O Sr. .V. Porlella :Nao fui o nobre deputadn,
foi 0 Sr. Peixulo Duarle.
') Sr. /'. Duarle :K provei-o.
(' .Sr. Brandan :Ku disse senhores e parece me
que disse uma verdade admitidla pela populadlo
inteira da provincia, pue u curpo de polica de Per-
iiambuco resseulla-so de vicios profundos em sua
organisaco, e expressando-me desla maneira, me
parece que expressei-u,ie de confurmidade com a
verdade, de coufonuidailo com os fados ; nao quiz
fazer injuria, nein aecusaco dos homens, quiz a-
penas assgnalar esle facl, islo que o eorpo do
polica de Pemambuco, de cortos annos para c,
nao tem prestado aqueltea serviros, que a provincia
que a assemblea provincial o que todos tiiiham d-
reiio a esperar delle : c eolio como terei mais a-
diaule de tratar da materia, quaudu tratar de jus-
tificar a iiiiunn emenda, eu creio que poderei nrssa
occasio provar ao nobre depulado que o eorpo de
polica de maneira purque est orgrnisado, nao po-
do continuar, nao pode ser por maneira alguma
apoiado pola assemblea provincial.
O Sr. A". Porlella :E o que eu uo duvido, mas
digo, que lodos os niales nao prnvui delle.
il Sr. Brando :Concordo com o nubre depu-
lado em parte ; cu nao digo que soja ello o nico
responsavel pelo mo estado de seguranca pessoal;
nao tille seguramente...
O Sr. .V. Porlella : isso que eu quero.
van as sciencias adquirindo pouco e pouco certa ca-
rador de positivismo ainda mais calculado e fro
do que o lveram provavelnenta em pocas .inte-
riores ? Nao vemos nos a poesa mais arretacada e
palaciana, mas artificial e eontrafeita de que natu-
ral e singela?
Sao proposicea oslas que envolvom milito ns-
sumplu para serias meditaces; e nsconleulamus-
nos, urna vez que nu podemos ir adianto, em dei-
xa-las aqui enunciadas para que as deseuvolva quem
poder o quizer.
Quanto ullima, porm, permillir-nos-hao um
appendice : todo nosso. Detestamos o excesso
das formas i ni muraos de que se vesta a licenciosa
poesa paga ; lambem aborrecemos a poesa por
demas obscura, baixa c vulgarissima, tasada em
moldes grosseiros o anli-sociaos ; ficam-lhe mal, a
essa arle das artes, assim o dusuiedidd classicismo
como o ruinanlisino desonfroado : e por isto que-
remo-la natural, pura, candida, espoulaj
iuiiulsos, bem dirigida nos seus vdOfl
Aquelles que a coiivcrtem em plebea
sem concoito, sao tao injustos para edm ella como
A' cada seeulo a sua civilisaro, assim como
cada horaeni a sua physionnmia particular : at
ahi vamos de accordo.
A Phcnica, por eiemplo, leve a sua elevacao
como potencia commercianle, c como prince/a pela
navegarn ; c n'esses lempos em que ella ligurou
taliez sem rival, ninguem dir que nu existia um
os que a querem para philosnpha
inhiira ; e o
uea ein seus
sem nomo e
menos que ella pode ser commercial. Deixem
passar o carro da eivilisaran material que vai cor-
rendo por lodo o mundo, lo accelorad > o impel lio-
so, graras ao vapor, clcclriridadu i ao dinheiro,
que represoulam por si sus como tres i tolas insepa
raveis desse mesmo carro ; mas nu p -ocureni mo-
delar por esse quadro a poesa, nein queiram que
ella se identifique com as vas forreas com os tele-
graphos elctricos, com os lunneissub iiarinos.com
o agio e as finanras
Desde o momento em que a poesa berder o que
tem de ideal, de nohrc.de verdadeirairjeiile celeste,
para converter-so em panegyrista da ra/o e dos
clculos, da melapliysica e da mechanica, dos ban-
cos e das transnecoes mercanls, ser* mesmo que
deixar de existir; porque ser impossisel fazer sur-
gir, do meio do fumo do carvode peora, um topo
que reproduza Vctor Hugo, Mery, Lamartine, Mus-
set, Mauzoni e outros.
Se por esse lad o, que temos observado at aqui,
o mundo e o seculo presente offerecerp muitocom
que entreter a altencao e excitar o ex me, por ou-

y^mmmrrr
la sobre a marcha da sociedade actual, a queja
litemos a franqueza de enunciar.
II mtrcnntili*mo nec.essariamente a primeira
manifestaco deste seculo em que vivemos; e por islo
esse o primeiro painel que se paletilla aos olhos
do observador. Mas. lia oulra face pela qual o mun-
do de buje Se vai j representando mu essencial-
menle ; a face pulitica.
A osla hora mesmo, quando oscrevetnos oslas li-
onas, quanlos nao esto a pensar, a scsmar solita-
rios ou associados, sobre os negocios polticos da
Europa, sobre os procacei* ou probabili*imo*
acuulecimentiis da Italia, sobre a posico critica ou
favuravel de Napoleo 111, sobre o papel que esl
ou deve estar reservado Austria nessa lula de
tantos inleresses sociaes e humanitarios I Quantos
nao sonharo com o Piemonte, com o Lonibardo-
Vcncziano, com Vctor Kmniaiiuel, com Mazzn ou
Garibaldl, com a ndepeiidencia decisiva e final de
tantos coiileuares de homens, escravos da prepoten-
cia lyranuica, ou victimas incautas das paixes re-
volucionarias e dos arrojus demagugicos !
Quantos, pesando com toda, a rircumspeoco e
madure/a, com lodo o lino o perspicacia, tndos os
Tactos, incidentes, circumsiancias, episodios e at
os contrastes da vida poltica de lodos esses povos,
uo se imagina!o n'uma sessn de plena diploma-
cia, com a balance do direito internacional em uma
das mos, e com a espada cbauiiiojanle daguerro
na nutra !
De fetlo, preoecupn-se quasi toda a gente pen-
sante eilluslrada, preoecupan-se igualmente quasi
lodos os que ineuns pansam, o que ments Ilustra-
dos sao, com o desenlace dessas altas questoes de
poltica ; e nao sao poneos os que dorinem e acor-
dam todas as uoilos e todos os das com o pensa-
monto no paquete da Europa, que ha de Irazer mue-
la noticia fresca.
A inania do ser poltico todo o transe vai en-
contrando suas razos bom valiosas us proprtos
fados que ah so lem eflorecido e quo so van ollere-
eendo sempre contempladlo o ao esludo de todos.
Homo a grande questao do Oriente: eslasdeu
multo que pensara minia caheea em ambos os mmi-
dos; den milito que. escrover a mais de un verda-
deiro poltico, o a mais de um especulador gaze-
teiro. Veiu em seguida, e como conseclariu daquel-
la, a questao dos principados Danubianos: a nies-
ina fonie de Bppranensoes serias, de pensamerttos
piofuudos, de conceproes sublimes. Ha pinico lem-
po agitara todosws espirites a queslo do Charles el
t'.eorge: e lodos senliain-su pussudns de sympa-
Iha por una naeo fraca. mas generosa, e indigna-
dos para com urna pniencia, que nao fra nisso tao
amiga do direito cono devora ser.
Agora, voltam-sc todos para a queslo austro-
italiana, o todos desojan ardeniemente ver romo
se resolve esse grande problema entre as nacoes da
Europa,enm espectelidde entre a Franca o a Ingla-
terra. Oque far esta? Rain ha do indiislrialismo,
ella o lambem da velbacara poltica ; e ainda pnr
osla vez ha vivo inleresse em observar comn enca-
ra a situarn u tnutroado gabinete de S. James.
Dgam l o que Ibes ver cabera ; a poltica tem
suas bellezas, lem suas seducros; e se nao se
engaa ojolholinista, nao das cousas mais dilli-
ceis. Sobro poltica disserta-so, escreve-se, falla-se
por toda a parte ; e desde o depulado, o senador e
o ministro de estado ate ao simples decurio de
una classe de grammalica, eslo lodos igualmente
habilitados para tratar dos ulereases polticos, ain-
da que lambo ni se possa ratar dos nleresses par-
ticulares.
Quando na poltica se envolve uma dessas ques-
illos de rilis alto alcance, diz-se que lira uuramen-
le para os grandes estadistas o comproher,dSl'-a, o
esliidaP-a, o desenvolvel'-a ein toda a sua exien-
so. E por islo, sem duvida, que a attencu de
quasi todos us polilicus se acha uvada snbre a mar-
cha dns acontecinentos polticos o sociaes da Eu-
ropa, que mais ou menos devem influir, como sem-
pre ten succodido n'outras occasies, sobre o na-
tural andamento dn todo o mundo social.
Mas o corlo que esses objectos, a que de ordi-
nario se presta a mais seria cnnsideraco, por isso
mesmn que ellos sao de reconhecida "importancia,
pnr isso mesmo que enleudem com a vida intima e
publica da humauidade, em qualquer dos paizes el-
vilisados, e soja qual Mr o syslema governativo
desses pai/es ; sao apreciados, estudados, cumprc-
henddos e iivesligados al a sua final desenvolu-
co por muitos quo de um momento para oulro se
constituem polilicos e se arrogam o titulo du dipl-
malas e estadistas.
E esta ainda uma face particularissima da nossa
poca e da sociedade ein que vivemos. esta uma
das physionomias mais cnmmuns do mundo ac-
tual, o que mais ou menos se vai ligar por uma
relacao immediata a esse carcter do inaterialisniu
eslerilisador c forrcnlio, que por toda a pariese
mostea dominante.
Pense cada um sobre osle ponto, o ver que is-
lo assrjnpto para indas as conversaoes, para dis-
ciisscs amplissimas, para discursos estirados c re-
pletos de milita orudi n histrica e poltica, om-
lim para intiila meditcao aturada no silencio un
gabinete. .
de pulirla nao devia posar exclusivamente como so
linlia querido fazer, a respunsabilldadc dos crimes.
" Sr. Brando : Se isso estamos concordes.
II Sr. .\. Porlella .-Porque eu concordo que ha
deleita na organisaco.
O Sr. .S'oiiu llei : Que remedio havemos dar
a isso ?
0 Sr. Brandan : Senhores. S. Exc. convencido
do mo estado do rorpo de polica, em seu relata-
rlo falla de nina maneira clara e positiva, ello iui-
cia ideas que nutre a respeilo de uma nova Turma
de organisaco ; elle enlende ser iiccessario que na
capital da provincia exista urna Torca policial per-
nenente cniu urgauisaco especial; declara mais
que enlende, que o resto dessa forca deve ser distri-
buido en destacamentos, de maueira que for julga-
da mais conveniente : e, pois, so o presidente da
provincia se explica desla maueira, se elle que deve
ler estudado, que deve ter obtido inforniares para
que pussa bem proceder a respeilo da materia ma-
nifesla a iiecessidade do dar-so uma organisaru dif-
ferente ao eorpo de polica, que esta assemblea
ha de desconheoer esta verdade, deve desconbecer
esia neeessidade ? Eu creio que nao. nista que
eu eslou de accordo cora o nobre depulado ; nao
ua conanca extrema e ilUmitada, mas na runlinn-
ca ra/uayel, no apoio serio ; e assim eutendo que a
asv-mbla provincial nao deve negar ao presidente
da provincia a Taculdade de organisar o eorpo de po-
lieia, do dar-lbe a forma mais conveniente, de esco-
llen- mesmo o pessoal que elle julgar que mais
proprio para que esse eorpo preeucha o seu lira.
O .Sr. ('. de Olireira .Islo dar bases para no-
va organisaco ?
II Sr. Ilrandao : Ku l vou, nao se aprense,
uo se ineonnode.
(I Sr. C. de llliceira.- Eu posso dar apartes.
O Sr. Ilrandao .Temos muto lempo.
Nngar-so-ha, porventura, que o seculo material
por exrellencia lambem o seculo essencialiuenle
poltico ? Podor-se-ha runlr.ist.ir a evidencia dos
Jactes que todos os das se peen diante dns olhos,
como oulros lanos quadros em que perfeilameute
se reprsenla a moderna sociedade ? Nao sao estas
as mais eminente! questoes com quo se oceupam
quasi tudas as intelligencias robustas ou tracas,
nesla poca de positivismo e de inlesses nauceiros
e industriaos ?
Nessas ennsideraces, por sua propria naluroza
to vastas e lo inrommensiiravcis, sbe-se com oj
espirite al as mais longfaquas regios do direito
poltico : e nao raro que em explanacocs laes se
vejam citados j os principios econmicos, j os
frincipiosde publica administradlo, unas vezes as
is civs, nutras ve/os as leis commerciaos, ora a
diplomacia com todo o seu cortejo de etiquetas po-
lillas o astuciosas, ora o direito das gentes com toda
a sua vastido indefinida e indeterminada de pre-
ceos c regras.
Em quanto o mundo anda ueste gyro continuo,
salando um pouco do son circulo de ferro o tornan-
do para elle ; em quando a sociedade se revolve
sempre nesta lula de inleresses elevados e de intc-
resses nesquinbos o individuaes; emquante a hu-
manida sube as exploraccs da sciencia, nu desee
nasespoeulacoes materiaes ; o que faz o pensaiucu-
tu, que papel representa o espirito ?
Kespondcr-sc-lia que ludo islo civilisacao, que
islo mesmo progresso, que a sociedade se' purifi-
ca, se iiinralisa. que o mundo poltico se encami-
nha directamente para uma phase de ascenrn glo-
riosa, para um plano de harmona commura,' de fra-
lernidado universal ? !
Nao o eremos de maneira alguma.
Este secuto de materialidade indescriptivel :
e por mais que pretendam salval'-a. da pecha de e-
goisiica e immoral, a sociedade de hoje revcslese
de ambos estes caracteres, e assignala-sa por urna
physiouomia toda especial emuilo notavel.
t) nosso paiz, por exemplo, que em muilas coisas
e sob muilas relacos ainda se acha fra dessa in-
fluencia inaterialisadora o desapiedadadu exci'ssivo
progresso Industrial, da civilisacao tazada nos ty-
pos innmeros do mais abjecto mercantilismo ; u
nosso paiz que al hoje lem passado mais ou me-
nos inclume, no meio das mais arriscadas clises
do mundo poltico, o que deve, por certo, a Linda-
do de suas instiluices sociaes : nao vai tentando
j at certo ponto a'acro immediata dessas ideas
que hoje azem o gyro do globo, com lodo o magni-
fico tropel de innovacos anle-moraes e ate ante-
polticas ?
Responda-o quem quizer, ou quera se reconhe-
cer habilitado para tanto.- falle, por nos a ques-
tao vital da poca, essa nossa queslo' du lo
iminediato inleresse social, a queslo de cofoitisa-
r.o.
A quantas conslileracOos \ anonas o oppostas nao
tem dado lugar isto mesmn a que em o nosso paiz
ollicial, e, mais ainda, em o nosso paiz social, se
presta a denominaco de inleresse de primeira or-
dem Quantos plauos se nao tem j combinado c
desfeito, quantos ji so nao tem tornado a combinar
c a dosfazer semelhanle respeilo em tantas cabe-
cas de estadistas, de polticos, de financeiros, de
diplmalas, de homens di sciencia, de homens do
lettras, de lodo o povo enfln !
Se em a nossa natural obscuridad o nao nos da-
do alcanear alm do um pequeo espaco adianto
dos olhos ; nu dcsrniilieceuios.lodavia, q'ue a ques-
lo de ouluiiisaeu o pora o nosso paiz, to necessa-
rin, lo importante como realmente vai abrindu
o campn a muilas outras questoes de nao menor
transcendencia, e sobre cujn desenlace o espirito
publico esta quasi magnticamente lixado.
Acrise violenta por que vamos paseando, quanto
,'t falta de bracos para a nossa agricultura, que
anda nascciite, e que importa sobre ludo animar e
robustecer ; tem gerado a neeessidade imperiosa de
acudir do momento a esse ramo de industria, que
de lodos o mais conveniente, o luas proveitoso pa-
ra nos.
O Ir.ifego da esersvatura que eraum mal immcn-
so, que ora uma calamidad.- incalculavel para a
nossa vida, como povu e romo naro ndopondon-
le, cessuu de existir, verdade ; mas esse panto
que j dora o governo para o nielhoramenlo so-
cial entre nos, despertou a idea da substitu! o in-
dispensavel dus bracos escravos pelos bracos livres
para a nossa industria agrcola.
E este neeessidade que uma das mais impe-
riosas actualmente, nao a vemos produzindo oulras
muilas, ou abrindo espaco a outras militas questoes
do palpitante interesso ?
A mais grave de todas, a nica, talvoz, de ncon-
leslavel transcendencia, vai actuaudu pudorosa-
mente snbre o espirito pblico; o todos esporam
dos representantes do paiz, dus directores da nossa
sociedade poltica, d'alla administrarn do estado
urna soluco lal que satisfar aos inleresses nacio-
naos, sem conipromoltor a nossa dlgnidade moral
o, o que mais a nnssa posico rantajosa c neces-
saria sob a relaco puramente religiosa.
A queslo sobre us cnsainentos saurios a ques-
lo magna, o objerto siitnmo para nos presente-
mente : dehatcm-se ahi ideas grandiosas, Iradi-
ces venerandas, principios fundamentaos, toda a
moralidade, tuda a polilica, toda a civilisacao de
um paiz novo.
Qual ser o resultado final ? Como a romprehen-
dero os poderes do oslado? deixa-la-ho pastar
sem a indispensavel discussao, sem a lucia neces-
saria ao conhocinionto das grandes questoes, ao der
senvulvimenlo completo da verdade ?
Cabo a oulros a resposta pela experiencia e pelo
estudo que hajam feito ou lenham de fazer : a nos
apenas duas palacras mais.
Para Indos que vivemos associados nesle grande
imperio d'America, a questao a maior, a mais
alta o profunda de ludas,aporque uma queslo
verdadeirameute social. Entendem com ella a re-
ligo e a poltica : e se por um lado ha convenien-
cias niatoriais que devem ser consultadas na
soluco delta, por oulro lado ha principios de emi-
nente importancia moral que nao devem ser pos-
losle parte.
endent, entretanto, que esta materia oecu-
pa boje a alleuco do todos os Brasilciros; eoque
se quer, o que se desoja c v-la elucidada, desen-
volvida e rosolvida de um modo conveniente ei-
vilisaran e moralidade do paiz.
Ouizoramos v-la tratada no terreno da poltica
e da ndigio ; mas de lal sorlo que nem se procu-
rasse sacrificar um desles dous principios ao outro,
por meras consideracoos de particular inleresse,
nem so fizosse de um dellesdo principio religioso
que lambem i- eminentemente social, una abs-
traern myslica, una simples Iradiro, uma idea-
lidad.'.....
Felizmente, urna das nossas intelligencias, ainda
nova, mas j robustecida o confirmada pelo esludu
e polo sincero amor sciencia, vai entregar brevo-
uienie ao dominio da publcidade algumas conside-
raeoet de grave inleresse em rolarn a esta ques-
lo.
Aguardemos a occasio, e reservemos-nos para
apreciar o presente quando nos for permittido ob-
surva-lo e saborea-lo.
Perguntaremos agora ; vista de ludo Isto que
di-i vano. loco b i per su ninm rpita, nao ha razo
para dizer que sao muitns os objeclos que prendera
actualmente a altoucu pblica, sob quasi todas as
relaces sociaes, j na sua vasta geueralidade, e j
en sua especialidade quanto ao nosso paiz ?
Assentamos que sim ; porm rccolhamo-nospor
um momento, guardemos algum silencio por em-
quanlo sobre estas cousas, e preparemos-nos para
outras aceas que sero bem viudas e salisfa-
torias.
Referimos-nos a nova quadra de enlretenimen-
tose distraces variadas c amenas que se vai abrir
hoje em o nosso elegante Santa Isabel.
A i o.-gada do Sr. Germano com a sua companhia
dramtica, um fado da actualidadt, muito inte-
ressante para nos que apreciamos devidamenle o
talento o o mrito deste disliuclu artista, e que te-
mos o maiordesejo do que soja elle ainda o digno
objecto das acclamaoes e dos applausns dos en-
tendidos. Como emprezario do nosso theatro, elle
nos merero muito; e estamos muito inclinado
a crer que a companhia que elle nos Irouxe ha de
Mtisfazer a publica expectativa.
Nada mais podemos dizer por boje : hora em
que escrutemos oslas linhas. preparamos-nos para
ir tomar parte no quadro dos exportadores.
Vpenas -uos permittido dizer que o 29, ou Hon-
ra e Gloria, que por 27 vezes no Rio de Janeiro con-
quisten para o Sr. Cermano tanta gloria e tanta
honra, ha de ooneorrer para a cantinuaro do bri-
lhante coneeita de queja elle goza entre nos, c para
a satistaro de todos que tem de aprecia-lu.
Abbdalah-el-Krativ.
.i' ai.lt


Diario de Pernambuco.Terca feira 22 de Marco de \ 859.
O Sr. S. Rsis: O que me parece e, que o 110-
bro dcpulado estAj concordando contigo.
O Sr. Hrunrfio :Est engaado.
Mas, senhorcs, vejamos se o projecto em disous-
sio preenchc o II ni que eu disse, e que a assembla
devia let i'ni visla. O que venios nesse projeclo ?
Vemos urna autorisaco impla, lillia segurooienio
da Incuria do nobre deputado por Gnrauhiins.
O Sr. S. Reis :Nao apoiado ; declaro ao nobre
depulado, que nao.
O Sr. Brandan :Mas o que vejo eu no projeclo
em discussao ?
OSr. S. liis :Nao pela theoria de ronflanca
ra, jo disse mais de urna vez.
O Sr. Brando: O nobre deputado nao deve
agaslar-sc, nao usei de urna expressao offeasiva,
nao lenbo em visla olTender a nobre commisso ;
mas vejo que o projecto nao outra cousa mais do
que a theoria do nobre deputado roduzidaa oscrip-
to; porque, o que dil o projecto ? Eica marcado
o numero de 450 praras, que o presidente organisa-
r como entender, ou iulgar conveniente.
O Sr. S. Res: E o que diz a sua emenda ?
(Ajotado*.)
0 Sr. Brando : = Eu j lhe mostr o que diz a
emenda ; nao se atlija.
\ '' pois que o projecto da nobre commissio na-
da diz, nada inicia, nada declara a rnspeito dessa
opinin einillidn pelo presidente da provincia
l'm Sr. Depulado ;Diz o que uccessarin.
II Sr. Brando: O projeclo, como acabei de di-
ler, estabelece o numero de torca e nada mais,
linio dahi por dianle lira ao arbitrio dn presidente.
Has. dizij en quando se tratou da 1.* discussao do
projecto, nos representante s do povo, que esteno
Sita casa, que devenios estudar as questoes, que
reremos discutir com lodo o criterio ecuidado,nn
devenios n'unia occasio destas declarar ao presi-
dente da provincia, se a nossa opiniao est ou nao
de accordo com a de S. Exc."! Hacemos de limitar-
nos nicamente a estabelccer disposices vagas,
indelerminadas, que nutra colisa nao' siguilicam
mais do que a theoria da contlanra Ilimitada .'
A emenda, senhorcs, posto que o nobre relator
eonimissao diga que exprime a inesma cousa que o
plujecto, basla serlida para dar aconhocerquu as-
sim nao e da emenda Qxa-ee a (brea e ao uicsmo
lempo estabelece-se a inaneira porque essa forra
lia de ser orgauisada, da-se urna liase.
Sr. S. RcU :-Qual a base ?
Sr. Brando : Na priraeira parle da emenda
se diz, que 200 das pracas que esli marcadas, for-
uiario urna torea permanente na capital da provin-
cia, o que alguma cousa mais do que oquessti
no projecto.
O Sr. S. Reis : Mas isso que tcm com a orga-
nisacao ?
OSr. Brando:O nobre depulado est cou-
fundindo organisacao com detalhe.
Na outra parle da emenda se estabelece, que as
400 pracas sejam distribuidas em destacamentos pe-
las comarcas do interior da provincia, o que tam-
bem j alguma cousa mais do que o que se acha
no projeclo.
i .mando na prime-ira discussao tratei da materia,
disse, que era um dever da assembla eslabelecer
as bases e que eslabeleccndo essas bases (ariamos
conhecer, se approvaramos ou nao as ideas do pre-
sidente da provincia. Ora, a emenda estabelece a
idea deque una parte da torca tica na capital ;
approva por conseguinle a id do presidente da
provincia, que foi enunciada no rclalorio. A outra
parte da emenda eslabeleccndo, que as -{(JO praras
sejam distribuidas em destacamentos, tambem mus-
ir que approva outra idea do presidente da pro-
vincia, e que se acha incluida no rclalorio : assim,
a assembla moslra, que est de accordo com o
Eresidente da provincia, que aceitou as suas Icm-
ranras, que acha-as boas e que d o scu asseu l-
menlo para que ellas sejam execuladas ; mus nao
pelo modo porque se determinen no projecto.... (I
que que ahi se diz ?l-'icam marcadas 450 pracas
para a polica e nada mais; de sorto que o presi-
dente lira ignorando se a assembla c ou nao de
opiniao, que haja mun loica permanente na capital;
tica ignorando se opiniao da assembla que o resto
da torra seja distribuido em destacamentos. Parece
paranlo, que na emenda ha alguma cousa mais es-
pecificado, mais positiva do que no projecle ; por-
que- no projeclo o que vejo too vago, lao illiuiilado,
que tudo tica ao arbitrio da presidencia, nio ha
raais do que essa contiaura illimilada que a com-
misso cu a assembla tcm, ou ao presidente da
trovincia, e enlao temos copiar na Incuria du no-
ro deputado.
O Sr. P. Duarte:Elles c ho do cliegar.
OSr. A. Cacolcanli :Eu nao.
OSr. /'. Duarte:Por diversos caminhos.
(Cmzam-se outros aparte*.)
O Sr. Brando :., porque approva a idea da
S. Exc, e creio que os nobres deputados queme li-
zeram a honra de assignor a emenda, eslao nos
niesmos principios ; isto approvnm e acham boa
a idea do presidente da provincia de dividir a forra
em duas partes, e de ticar urna na capital com or-
ganisacao especial, e a outra ser dividida em des-
tacamentos, e justamente islo o que se acha na
emenda.
Se o pensameuto da nobre commisso foi appro-
varemgloboo queS. Exc liana dito em scu rela-
lorio. eu enlendo, que esta approvocao tacita, esta
approvaeo silenciosa quando se trata de legislar
em materias desta ordem, limito perniciosa,
miiilissimo perniciosa. O representante da pro-
vincia devo ser claro, deve ser explcito, deve dizer
a verdade, deve enunciar-se perauto o poder e di-
zer-lhc qual a opiniao dos seus constituimos. (A-
poiados.)
O Sr. U. Cavahanti :Dos seus ronsliluntos ou
as suas ?
O r. Brando:Ao menos deve estar de accordo
com elles se quer ser reeleilo, do contrario, nao o
ser.
O Sr. Jf. Caraleanli .Eu quando aqui venbo,
para obrar como entender.
O Sr. Brando :Eu nao duvido que as ideas do
presidente da provincia se achein contidas no pro-
jeclo englobadamcnte, masen repito, que no poni
de legislar, (ao menos sao estes os principios que
tenlio bebido em alguns escriplores que teuho lidoj
en malcras de legislaco, tudo deve ser explcito ;
manifest de modri quo" se nao presle a diversas in-
teiprelacoes. (Ipoiudos.)
Heais, se o presidente da provincia noquizesse
Suc a assembla dsse un voto de apqrovarao ou
e reprovaro a esta sua idea, nio faria menso
della em sen relolorio, masdor-se-lhe um voto t-
cito, silencioso, me parece que inconveniente, que
6 mesmo pernicioso.
l'm gr. Deputado:E o porque disse qual era
o seu peusamento a respetlo da organisacao da
forra t
O Sr. Brando :Eiiunciou ideas. Ahi o que es-
t a conaura, masa conlianca, como cu enlendo,
; conlianca ra/.oavel quensdevemosnopresideule
da provincia, dando-se-lhe arbitrio, mas um arbitrio
serio ; um arbitrio de que nao podemos prescindir,
que o o de distribuir a torea como elie entender
nuil emente, designar-lhe o furdainento do que dere
usar.
UutSr. Deputado:A emenda uo d arbitrio,
cinircta-,).
O Sr. C. de Olireira .Pela emenda d-se me-
nos arbitrio.
O Sr. Brando :Isso que i materia puramen-
te administrativa, mateaia de detulhe, mais os no-
bres deputados ronfundem bases com detallo-.
O Sr. Souza Reis .lie isso !
O Sr. Brando :A emenda diz o seguulc (l):
Eica ao arbitrio do governu dar-lhe ou nao
urna organisacao especial, elle pode modificar sua
opiniao como entender: e isto seguramente con-
lianca que se lem no presidente da provincia ; por-
que'se nao fosse assim, se su quizesse contrariar a
sua idea, se dirao presidente dar tal organisa-
cao.Por isso, disse cu, a emenda d arbitrio,
mas arbitrio razoavel: e esta que a conlianca no
mcu entender razoavel ; deque, nenhum lioiiiem
de boa f se pode escusar de dar a um governu,
que nao lem praticado desatinos, c contra o qual
nao ha fado que se lhe possa tancar em rosto.
O Sr. P. Duarte -.Tanto faz dar-lhe ua cabeca,
como ua cabero dar-lhe.
0 Sr. Brando :Eu eslou no mel termo, es-
lou no vicio ; V. Exc. est no extremo, isto he na
virlmle. .
.'m Sr. Deputado :Pouco disla.
O Sr. Brando .Ha tanta distancia que urna
vicio, outta he virlude.
Ora nao s esta primera porte de emenda d ar-
bitrio a S. Exc. o presidente da provincia como de
mais a mais estabelece nina base quando so diz,
que parte da forra de polica ha de ficar estaciona-
ria na capital : liase que S. Exc. desenvolver co-
ma achar conveniente. Porlanlo nao digam os no-
bres deputados que liram junio a mim, e que me
tem dado apartes que nao base na emenda. lia urna
base, adoptii-se urna idea do Sr. presidente.
'in Sr. dtpntvdo :A emenda trata smcnle da
dislribucio da futra.
O Sr. Brando .-isto nao distribuirn, se-
nhor; o nobre deputado comprehende perfeila-
mente que isto nio distribuir.
O Sr. Coneja d'OUieiro .A mnha intelligen-
ria nao mu deixa comprcheuder outra cousa.
O Sr. Hrandiio :Coinpreheude-se que nao
distribuir quando se diz :200 pracas liram na ca-
pital.Isto eslabelecer urna basu para a orgatisa-
ro do corpo.
l'm Sr. depulado : distribuir.
O Sr. Correvt (TOliveira : Kmfini, o nobre depu-
tado entende assim, cu enlendo o contrario.
O Sr. Brando :Na segunda parte da emenda
ainda se diz, que as 400 pracas serio organisadas e
distribuidas em deslmenlo pelo modo porque o
presidente determinar.
O *. U. Coralconti:E distribuir.
O Sr. Mrando : Isto dar arbitrio S. Exc,,
r-sse arbitrio do que eu leuho fallado, que so nao
Ce negar & quem governo, e ao mesmo lempo
a outra base : isto que parte da torca ser
distribuida ou destacada pelo centro da pro-
vincia.
i'm Sr. deputado .-Com que organisacao ?
O Sr. Brando :O detalhe, Sunhor/isso a que
os nobres deputados cbamam organisacao. Tolvcz
seja deleito meu, ou da nossa lingoagem talvez cu
me nio possa fazer comprehender pelos nobres de-
putados, porque dizer que parte da torca ter urna
organisarao especial, Bao detalhe ; detalhar de-
terminar quantos espitaos existirao como su cha-
marlo, ele. etc. etc.
t'm Sr. deputado .Isso organsarao.
O Sr. Bratkfdo :Luamos em coufu.-iio.
l'm Sr deputado Detalhe o serviro ordinario
do corpa
O Sr. 3. Caralcanti :E nnlhoro nobro depu-
tado tratar de outra materia edeixarislo.
O Sr. Brando :Nao sen luir, 6 necessario mos-
trar, que aqui existe mais alguma cousa do que no
projeclo da roilliiiissio.
(i Sr. .4. Coro/can/i:Mas alguma cousa, islo,
mais ronliaiica.
l) (i Sr. Brando :Admitamos mesmo, que lu-
do isto que est na emenda se acha DO projeclo da
commisso, mas ha sempre una vaiitageiu, c
que, o que est orcullu no projeclo da commisso,
est aqui claro, esl explcito, e islo j c umn van-
lagem.
Agora, senhor, vou-nte oceupar da questao do nu-
mero.
O Sr. Sou=a Reis:Remetti-o para as cifras nes-
ta parle.
O Sr. Brando :0 nobre depulado que me pro-
cedeu, disse, qua nao poda votar pelo numero de
600 proras que a emenda coiisigna.em razio do estado
dos cofres pblicos, c revcllou-nos al, que um dos
menibros daaromntisso de fazenda havta declarado,
que si'i nos reslavain 2110 conlos de ris da renda pro-
vincial para satisfazernios os diversos serviros. Nao
eslou taoliein informado como 0 nobre depulado,
respeln mas areilo a sua dcrlararau.
Senhor, o nobre presidente da provincia nos fez
ver no seu relalorio a importancia, a graridade que
baa a respeilo da seguraiiea individual no estado
presente, no estado laslimavcl em que nos urha-
IIII1S.
l'mSr. depulado : Todos reco iliccent csse es-
lado,
o Sr. Brando :Todosreconheccm isto, como
diz O nobre depulado ; e su isto una verdade,
mister, se a presidencia recoinineiida que entile-
mos, c cuidemos milito seriamente da segniaiu a in-
dividual, nao ser mais prudente, que, corlndo-
se mais alguma outra despeza, se vote una quota
mais forte para a crcacio de una torra destinada
a fazer a polica da capital e da provincia ?
O Sr. .Y. Polifila : Nao sei aonde corlar; se
o nobre depulado me discesse donde tirar essa quan-
tia.
O Sr. Brando : De corto lempo a esla parle
senhores, tem merecido especial cuidado desla casa,
as obras publicas, consla-uie que no auno que est
a lindar gasla-sc com obras publicas ( c cM pre-
sente o digno chefe dessa repartirn que podera ra-
tificar algum engao que haja du'iuiutiaporle ,000 e
lanos cotilos de ris.
O Sr. M. Reg Raphael : Nao senhor.
O Sr. Souza Reis : 397.
ll Sr. Brando : Pois esla intormaro mo foi
dada por peana, que eu julgo compcleulo.
0 Sr. M. Reg Rapliavl) : De 185" a 38 gas-
t.:i,no se Un cont.
O Sr. Brando : Bcm : ora vole-sn para as
obras publicas, creio, 400 a 500 conlos de ris; mas
nao ser mais conveniente, a vista da situacao em
que nos adiamos, a visla da insolencia com que os
as-js-iuos mesa ua capilal da provincia, vao 8g-
gredir a vida do cidado...
l'm Sr. Depulado : E isso cousa nova ?
O Sr. Brando : Mas que importa que nao se-
ja lim.i '.'
Nao devenios melhorar este oslado de cousas *
devenios continuar assim nessu estado semi-bar-
baro !
fui Sr. Depulado : K snppoequo a polica po-
de obstar a ito '.'
IISr. Brando: Enlu arabe-.-e com luda a
Soficia,para que se vota polica? A polica destinada
jiaraislo, sao osuiuios du aerees de que dispoe
as autoridades paraazer prender oscrimiuusose para
ptevenir oscri-mes.
f'm Sr. Depulado : z= A polica preventiva nao
perlence ao corpo armado.
O Sr. Brando A quem perlence *
l'm Sr. Depulado : polica civil.
II Sr. Brando ; Mas o chefe de polica, essa
Jolicia civil que ha de sabir pata a ra a pten-
er os criminosos "r
O corpo de polica as roins da polica, os
meios de que a auiori Jade dispou para prevenir os
dolidos e prender os criminosos.
O Sr. Souza Reis : uasi sempre a boa policia
depende mais da cabeca du que dus bracos.
II Se. Brando : Ou exacto senhores, como
eu creio, que todos eslao convencidos do estado
pouco satisfactorio da seguranca individual na pro-
vincia, unestu caso misler dar ou agentes puli-
ciaesos meios du podercm prevenir os crines g re-
presciita-los, ousetto exacto, enliu inulil a
despeza com o corpo de polica.
U Sr. Soma Res : Nao sei como o nobre de-
pulado avanca isto.
') Sr- Brando : Avancando.
nica esperaiica e du sua ti milia, um grande
mal.....
{.'mi Sr. Depulado:Se ao
lenos hoitvesso cer-
teza da cllicacia do remedio iranseut.
OSr. Brando:-Destacar res me/es e nao re-
ceber ao menos o sold de un i soldado de policia,
mas o que percebe um suida o de tropa de liuha,
CptMM que nao sei explicar !
Du nanoira que o guarda n cional est
co mais crilica do que o pr
I icio.
L'm Sr. Deputado i.iuand i moraui 10 o 12 le-
guas e vem destacar
O Sr. Brando -Senhorc4
u eu que tenlio andado por d
provincia tenho-o mu ido sentir....
t"i Sr. Deputado :Al c irlo poni tambem
exagerado, porque sao hO i
vinca.
O Sr. Brando :l'ois beni
destacados agora deixatn du e
zes vem oulros, e assim por i iaule al que vera to-
dos ou milites a sollrer.....
Um Sr. Diputado : E p
commodam-se 300 oa 400.
U Sr. Duarte :Estou qiiasij votando pela emen-
da do nobre deputado.
II Sr. Braudu :Ainda linio, senhores, en Uve
di' conversar com um hoiiiemlila cidade da Victo-
ria, aonde esU destarada niiial porro du guardas
narionaes, e eslu lioiiiem Ine disse que aquellos in-
di\idoos, estaO all moliendo ; lome, porque rece-
ben! 4UD rs. que o sold da liopa do liuha. Ksla
forra tem rancho, coiiiem no q larlel, ten nina pa-
nella ciiinmiim, mas o guarda
oeste casoe recebe 490 por dia,
Ora,senhores, ueste teniiio
rs. pode vivar e sustentar fami
II Si\ Duarte :Nein almor
" Sr. Brando :Porlanlo,
em [iiisi-
prio soldado de po-
, este clamor gcral,
versos municipios da
aras en toda a pro-
, mas cslcs que esli
lar, daqui a dous tne-
uaciuital lian est
m lioiiiem com Utl
Entende mais a comaiissao que a segunda ra-
zio en queso fiiudou S. Exc, de nao haver ossen-
linienlo do diocesano, dcsippareceu arista du refe-
rido otlicio do V. I'ac. Hvbi., allii de que, quando
mesmo eslu asscnlmeiilo ainda nao lives- sido
prestado", esla razio era improcedente, pois que
elle poderia ler lugar posierioiiiiente romo surre-
dcii; lano o Exm. presidenta assim entenda
que inste sentido dirigi ao Exm. diocesano o olli-
eio de 12 de jiinlio, dous das dupois de haver reci-
bido a resliicio.
A commisso nota finalmente que abiaiigendo a
resoluco alteracao dn limites de comarcas, e lmi-
tes de freguezias, S. Exc. negandn-lbu a MBCCio,
nao falln naquelles, c smeiile uestes, e assim
que, sendo quuslio unica a desles limites, tem a
assembla a seu favor os.valiusiw inolivosque a le-
varan a adoptar a resolocio, a improeedencia das
razoesde S tic. e o importante assentinenlo do
Sr. bispo. pois a commissn de parecer que seja
a resoluco submeltida nova discusHo para ser
adoptada talqual. Seiotido do llego Barros La-
rerdii. Joo Ufando Corra de Oliceira. l)r.
Paula Baptitla.t
Vai a inprinir o projeclo dcnreamenio provin-
cial.
( Contnitur-se-ha.)
beni.
Isenliores, foi esta
razan principal pela qual redij i aquella emenda :
quiz dar ao governo maior so nmu de meios para
elle auxiliar a policia, e desla fi rma allivar a guar-
da nacional desae flagollo que esa sobre ella, nao
s ua capital, mas tmbelo en diversas parles dn
interior__
fui Sr. Depulado :En alguns lugares us guar-
das narionaes sao mais alnq elladus pelos seus
comiiiaiidantes do que pelos di stacainenlos.
O Sr. Brando:Seja con > diz o nobre depula-
do, as nao se pdeduvidar uepara mu homem
que vive da sua lavoura, para o artista que vivi-
da Ba industria, u ilcsl.'iraiuciilu nn seja nina des-
grara ; porque o nobre depulado sabe perleilamen-
le que BSM lionen perdend dous ou tres muzes,
perde ludo quanto poda alcaSicar. O homem, por
exemplo, que vive da lavoura, arrancado della para
o destacamento, em lempo que devia fazer a limpa,
que devia tratar della, quando volta a lavoura est
perdida....
l'm Sr. Depulado :Eo/remedio para o artista
que faz serviro na capital 1
t> Sr. Brandan : ll remedio geral.
Senhores, en i,o eslou improvisando : islo que
digo boje no recinto da assembla provincial le-
iilio-o dito, e eont luda a torca no tuciulo da assem-
bla geral.
Sempre us clamores da popiilaro pobre, quesof-
fre poreaso servico acharan da tiulia parle iodo o
aeolhiinenlo ; live sempreflodn u cuidado a res-
peilo disso, e se o governo geral nao lem dado as
providencias, K o governo geral nao ten attendido
a esses clamores, a culpa lica-lhe a elle, porque eu
os lenbo denunciado na assembla geral: o boje
quando com o meu amigo o Sr. Hunos de Lcenla
e oulros, aprsentenos esta emenda a nossa idea
fundamental fui ver se deste modo, dando ao gover-
no meios mais ampios, aliviara aguarda nacional
desle flagello.
Senhores, a hora est dada e eu nao quero can-
car a paciencia da cmara ; lenbo dilu oque pen-
s com toda a liberdadu ; leuho fallado da ina-
neira que enlendo ; cada um pode eiinuiiciar a sua
opiniao, por que eu nao taco mais do que eiinun-
ciar a ininliaque, rae parece, est de accordo com
una grande naturia d.i provincia que sollre oestes
lempos calamitosos. Se essa naturia ou a provin-
cia inleira nao livor esperances nesla assembla,
en quem a lia du ler '.'
Eu nao taco quesles da adopcao ou nao adopro
da emenda, O que desejo ver approvada a idea
|UC ella encerra para ver su desta forma allivin
una grande parle lia rlasse que solfie, e com isto
teuho eiimprido o mcu dever.
Foses :Milito bum, omito bem.
Tendo dado a hura o Sr. presidente designa a
ordem do da da sessao seguilllc e luanla a de
boje.
Eran 2 horas e 1 i da tarde.
Mas eu que enlendo Sr. presidente, que o estado
de seguraiiea individual deploravel, cuque en-
lendo que necessario Irazer remedio promplo a es-
te estado de cousas.asscnlo quocom!t0lla40il piaras
nao so poder sin fazer, nao se peder conseguir
semelliante resultado.
V. Exc. sabe que o corpo de policia na nossa pro-
vincia j leve 800 praras no enlanlo nessa poca
em que o corpo de policia leve em pessool, nein a
provincia rendia tanto como hojo, neni seguramen-
te o estado de seguranca publica e particular era
peior du que actualmente.
Ynzes: Nao apoiado, era peior.
O Sr. Brando :Matava-se na capilal, mata-
va-so pelo centro da provincia, hojo lamhem se
mata.
O Sr. Sonsa Reis : Matava-se mais.
Um Sr. Deputado : Malava-sc dedia.
O Sr. Brando :Tambem boje.
O Sr. Souza Reis :Isso em quolquer parte suc-
cede.
O Sr. Brando :Nao diz nada de novo.
O Sr. Souza Reis ;Entio por que diz isso ?
OSr. Brando .Digo islo para mostrar quo se
em oulro lempo em que o estado da provincia nao
era seguramente peior do que hoje, o corpo de po-
licia leve 800 pracas, niio ocho extraordinario que
boje lenha 600.
t'm Sr. Deputado :Assim houvesse dinheiro !
OSr. Brando -.Mas, digo cu, segundo a ac-
lualidade da provincia mais conveniente, mais ra-
zn.ivel cerecar-se algumas das despezas que boje se
fazem, raas conveniente fazer-se isto do que flxar
um numero insigiiilicanlu para o corpo de policia...
Dn Sr. Depulado :Mas que despezas su hio de
ccrceai'i
O Sr. Brando :Obras publicas.
Nio se adoptando o expediente lembrado pela
emenda, a casa poder minio beni saber qual ser
o resultado. Tre/.enlas ou quatro reas pracas,
nao podem fazer a policia da provincia ; uta mu
fado lio incouciisso, que nao se pode prever sonaa
que o resultado ser continuar a guarda nacional
destacada, e entio teremos de ver a conliuuar.o
dessa desgraca...
Um Sr. Depulado ;E o augmento do corpo de
policia, evita o destacamento da guarda nacional "!
O Sr. Brando :Seiscentas pracas evitan...
l'm Sr. Deputado :Nein que sejam mil.
O Sr. Brando :lima boa admiustracio, com
600 pracas e com alguma torca de liuha, pode fazer
a policia da provincia...
L'm Sr. Deputado :Entre o poder e o fazer,
que esli a diiferenca.
O Sr. Brando :Isso suppr urna ni.'i aduii-
Irarao....
Um Sr. Deputado :Nao sei.
O Sr. Brando :Mas eu como nao faco esse
juzo...
l'm Sr. Depulado :Ncm eu lio pouco.
" Sr. Brando .... de suppr unta m odmi-
nsirarao, e como os nicus exforcos nio teem sido
seuio para dar remedio a estas queixas, a esse cla-
mor que o nobre Uupulado hade ler ouvido, u lodos
teem ouvido...
Um Sr. Depulado :E tomos nimio quo ouvir.
Oulro Sr. Depulado :. que nio est cut uossas
miios remediar.
O Sr. Brando :Para deixar de ouvir esse cla-
mor da guarda nacional a continuar destacada...
Um Sr. Deputado :O remedio oulro.
O Sr. Brando :Mas qual o remedio? o no-
bre deputado deve apresenla-lo. Se o remedio nao
este, augmentar o corpo de polica, dar um pes-
soal maior, dar mais meios policia para poder
obrar, mas meios regulares, eutao uio sei qual o
meio; o nobre depulado deve apresenlar o que
tem, e assim salvar urna grande parle dos seus e
meus roucidadios desse tlaKcllo...
O Sr. Antonio Lniz : Em lempo competente
allorei a esse respeilo.
O Sr. brandan :E cu terei muito prazer em
Ouvi-lo ; eu nio imagino oulro meio, aquello que
me occorreu foi esle, augmentar o corpo policial,
dar ao governo meios de dispensar us destacamentos
da guarda nacional...
Um Sr. Depulado .Mas eu creio que nunca os
dispensar.
O Sr. Hrando:Mas entio, dando nos unta for-
ca igual a 000 pnrase com alguma forra de linha,
da qual se pode destacar urna poroto para O cen-
tro, e, sem embargo disso, continuando a destacar-
se a guarda nacional, eu dv-claro pida minlia parle
e na occasiio mais solemne que leiihu, que heidu
censurar o governo que assim continuar...
L'm Sr. Deputado :Eu nio quero viver nessa po-
sicao doloroso.
O Sr. nratido :O nobre depulado nio quer,
mas cu declaro que o goveruo que assim obrar,
um mo enverno. 0 bom senso esl mostrando
que 300, 4110 pracas nao sao BomcienteS para fazer
a policia da provincia ; e por tanto cu vejo o mal
da guarda nacional destacada, e vejo a razio que
assiste ao governo, sinlo-me n'uma posicao dolo-
rosa ; mas dando-se-lhe 000 pracas, con alguma
trupa de linha, se elle continuar a" destacar aguar-
da nacional, cu enlendo que c por luxo.
(Ha dicersos apartes.)
O Sr. Ilriiiniio :Quando ha rircumslancias ex-
traordinaria scessa tudo, mas cu fallo nos casos or-
dinarios...
O Sr. jtnlomo Luis :Eu tenho muito mdodcs-
sos piopoMcrs absolutas.
O Sr. Hru mlo:K eu pens que rom 600 procos o
governo lica dolado com maior somma de meios pa-
ra poder fazer a policia, e dispensar a guarda na-
cional desse servico, E se 600 pracas nio sao suf-
licienles, menos serio 400.
Eis a razio porque enlendo que .i provincia con-
vm mois fazer um sacrificio, augmentar esla ver-
ba da despeza com o corpo policial, do quo conti-
nuar csse clamor que existe, nao s na capital co-
no nos municipios do (ora. L'm pobre homem des-
tacado, abandonando sua pequea lavoura, sua
SESS.lO ORIllSAIll em 2i hk unco he 1859.
Presidencia do Sr. Bardo de Camuragibe.
Ao meio dio, feilaa chamada, verificarse e-lan-ni
prescnies27 Sis.deputados.
Abre-so a sessao.
I.-so o approva-sc a acia da anlerior.
O Sr. 1." Secretario menciona oseguiute
EXPEDIENTE !
1- ni oiliciodo Sr. depulado francisco Carlos Bran-
do, participando nao poder comparecer s sessoes
portor de sabir para fura dn viJoJe, nCn d u-
dar no restabelecinieuto de sua sade. Inlui-
rada.
Oulro de Antonio Joaquim de Mello, pedindo um
auxilio pecuniario, para continuar a impressao de
sua obra intituladaBiographias de alguns poetas
homens Ilustres da provincia do Pernambuco.
A rommissio de pelires.
dem de Jos Francisco Antenas, arrematante da
illiiniiuacio pblica da cidade do Otiuda, duranlc o
lempo decorrido do 1856 a junho do anuo passado,
solicitando qoe se tora extensiva a seu favor a in-
demiiisacio.que foi concedida a Antonio da Silva
Ousniao.A commisso de oreamento.
dem de alguns babilonios dus quarteires de llia
chao, Papagaio e ("arrapicho, reclamando contra a
iei 11. 432 de ti de junho du 1857. commisso
de estalislic.a.
dem de Joo .looquini da Coste Leile, cono ad-
ministrador de sua niiilheie entesaos, pedindo se
ordene commisso de oanla d du aforamcuto
ao supplieonle 3,500 palmos no pantano de Oliuda,
de que estere sempre do possea mulher do, sup-
plicaitle c seus lilhos ha mais de 30 anuos.cum-
uiissao de. negocios dn cmaras.
dem do bacharel Joan l.uiz Cavalcauli de Albu-
querque, pedudo ser preferido no aforamuulo do
nina lian.- do paulano de Olinda, a H. Ijibsoii. que
lem igual pretencio na assembla, viste cuino su
comprometa a dar maior poma animal cma-
ra. A commisso de negocios de cmaras.
San julgados objeclo de deliberaeio o vio a im-
primir osseguinte proieetos
A assembla legislativa provincial de Pernam-
buco resolve :
Ari. 1." Eica creada nina villa na povoacio de
Papacara, coma denoniiiiaeao do villa do Iloin-Con-
selho.
Art. 2. i) termo da mencionada villa se rnm-
!or doterrilorio das fregu,iasde Papacacae Aguas
lellas ; revogadas as disposicoos em contrario.
Paco da assembla legislativa provincial, 21 do
marro delS5'J.Peixolo DuarteTeiieira.Epa-
miiimidas de Mello. >
A assembla legislativa provincial de Pernambu-
co resolve :
Art. 1." O presidente da provincia tica autorisa-
do a contratar o encanananta d'agua potavcl na
villa do Cabo.
Art. 2." Para este fim o presidente da provincia
podera aceitar as condieoes que lhe parecerem mais
vanlajosas ou sejam proposlas por estrangeiros ou
nocionoes, por individuo ou por romponhias con-
venieiimcnle orgauisadas, concudendo-llies ospri-
vDegios que julgar attendiveis.
Art. 3." Eicaiu sujeilnsa desapropriaro todos os
terrenos, predios, beiufeilorias, cuja d<^molii;io for
necessaria para levar a effeilo as obras do cticaiia-
meiiln, sendo o eraprezario obrigado a iudeinnisar
aos prutiiietarios na couformidade da lci du 10 de
junho de 1835
Art. 4." O presidente da provincia dar o rcgula-
meulo para a boa execucio da presetitu lei.
Arl. 5. Eicam revogadas trs disposicoes em con-
trario.
Poro da assembla legislativa da provincia de
Pernambuco,21 da mano de 1859. laJomguim
do Reg Barros.
Sio lidos c approvados os segninlos pareceres;
A commisso de negocios de cmaras, leudo exa-
minado a pelico du Antonio (encalves de Moraes,
em que pud por aforamenlo a cmara municipal o
aforamcuto de terrenos situados na ffcguczia dos
Atogados, he de parecer que a respeilo do pedido
se focum pelos canaes competentes infurmaeoes a
miini'ripjlidade do Recite.
Sola dossesso821 de morco de 1859. Peixoto
Duarte.Kpnminnndat de Mello.Olireira.
A commisso de petires havendo examinado o
re j.ii-i imi-tiin de Maria Francisca Pcssoa de Mello,
em que pede aposentadoria correspondente aos an-
uos de servicosque prestou como directora do cel-
legio das nrphias, de parecer que, pelos transmi-
tes do eslylo, se pecam informrcies sobre lal pre-
preleni o'ao conselho administrativo do patrimonio
dos orphaus, nao s quanto ao tuuipo que fuuccio-
tiou como directora como sobre o bom ou mo
compoi lamento que levu^scu zulo e aplidio uo re-
ferido emprego.
Sala dos commissoes em 21 de morco de 1859.
llego Barros.A-morim Sulgado Jnior.
V. lido c val a imprimir o scgniulc parecer :
commisso do constituirlo foi presente a re-
REVISTA DIARIA-
A commisso de ni-.-amento provincial apre-
senloii hontem assembla u projeclo de lei res-
peetiio, fazi-iido lodos as roduccoes do despesa que
lhe parecern! pos-iveis, aliiu de aplailiar asdidi-
culdades linanreiras, sem crear e augmentar impos-
tes. Ao criterio da assembla, pois, ileixoti a com-
misso a Vcrdadeira goteen) da questao.
O soldado que nodialO assassinou Maria Joa-
quina do Espirito Santo, nafreguezia dos Atogados,
foi preso hontem na cidade de Olinda.
Anle-hoBlem houve un grande disturbio un
poleo de S. Pedio, originado por dous prelus que
Migaran.
Est nomeido segundo escriplurario da thc-
souraiia provincial o Sr. Alexandre Primo Camello
Pcssoa, em consequencia du concurso a que sesu-
geilou.
Essa nomcacio, sein contestar o mrito do no-
meado, revella o despMpnsito consignado no regn-
lamenlu daquella reparti'-an, quando admiile con-
curse para os lugares superiores, deixando o dimi-
to da livre nomearo para os inferiores. Por esse
modo o etnpregado que bem tem servido, que con-
t largos anuos deservir, e que, pela praliea ad-
quirida, offerece a garanta de bem oceupar um lu-
gar superior, nunca poder contar que o direlo de
aecesso lhe seja respeilado. A eveiilualidade de un
concuo onde um concurrente, que nao inspira a
conlianca da piatica, e que militas vezes s ten por
si hablitacoes de algibeira ; preletv o bom empru-
gadu, o servidor iiilelligenle e antigo !
O incentivo que deve lem empregadn de bem ser-
vir, para nbler o premio do aecesso desapparecer
com a pratica desse eoncuisn absurdo.
esperamos que na rufonna desse regiilanienlo, o
nial seja removido.
De GaranhoBS recbenlos a caria obaixo, data-
da de 12 do correte :
A varila est grasando e lem atacado indis
tinclaiuenlc a quasi toda a popularn desla villa,
mas com carcter benigno. Nn ha aqu pus vacci-
nieo, cuja remesas prompta seria nulilo para deso-
jar que os autoridades desta comarca pedissen, a-
llm de ser applicado ao menos aquellas que nu
alimenten u prejuizo popular, que anda infeliz-
mente existe entre os habitantes do serlo, em como
a inoculacn do virus prescrvalivo de funestos re-
sultados principalmente sendo pralicada durante
nina epidemia varilica como a que presentemente
reina nesla villa o em todo 0 termo.
I.isla dos baplisados havidos na freguezia de
Santo Antonio desde 13 al 10 do crrente.
Francisca, branca, tilha legitima de Francisco Olim-
pio Undrigiies e Olimpia .loaiina, liberta, crioula.
Olinin.i, branca, lilha legitima de Antonio Caetano
Vieira. e llosa Maria da Cunceii o.
Manoel, hranco, lilho legitimo de Joaquim deson-
za l'.irne e Catliarina Joseplia de Souza BorgCS.
Isabel, parda, lilha legitima de l.ouroneo iustinia-
no Pereira dos Santos cMaxiuiiin Maria dos Pra-
zeres.
Olegario, bronco, fillio legitimo de Francisco Comes
Castellao c Thereza Francisca dn Novaos Cas-
tellao.
Casamento!.
Miguel da Purlfiraru Comes com Isabel Amelia
da Silva Lisboa.
I.isla dos baplisados havidos na freguezia da
lloa-visla du 13 a 1!) do correle mcz.
Candida, branca nascida em 22 de dezembrn do au-
no passado, lilha legitimo de Sebastian Jos Pei-
xolo e Anua Joaquina dr Freilas.
Leopoldina, branca, nascic'a en 11 de Novembm do
auno passado, tilha legitima de Francisco de Pan-
ul Pereira, c II. Amia Anglica da Fonseca Pe-
reira.
Maria, parda, com 5 meses de nascida, lilha legiti-
ma de Sergio Huliiiiauo u Felicidade Perpetua
Gorgonho.
Emiliano, pardo, ronxV mezesde nascido, fillio na-
turorao Harta Haajjaania, solteira.
Caroliuo, branca, nascida em 27 de dezembro do au-
no passado, lilha legitima de Theobaldo Brodcue
u Elosa Rosa Brodene.
FrancLsco, bronco com 2 anuos de noscido, tllho le-
gitimo de Domingos Francisco Itaualho e Senlin-
rinha Maria Coclho Kamalho.
Fronklin, bronco, nascido em 3 de oulubro do atino
passado, filho legitimo de Domingos Francisco
Kamalho e D. Seiihorinha Mona Coclho Kamalho.
Antonio, bronco, nascido em 29 de agosto do auno
passado, lilho legitimo de l.uiz Alves Villula u
Francisca llliiuiiuala do Jess.
Candida, parda, com 0 annos do nascida, Cilio na-
tural de Jnaiina Thendora llaplis'.a.
Passageiros do vapor brasileiro Iguarass,
entrado dos porlos do noilc :Francisco Alves de
Luna e sua sciihora, Joo do llego Itarros, Jos
Koviniindo, Jos Rodrigues Machado, Feliciano E.
II. Brasileiro, Alfredo de E. liveira, Manoel Bar-
boso do Noscinieuto, Francisco -los da Coila o Sil-
va, Manoel Paulo dos liis, Antonio Joaquim da
Silva, Antonio H. Cavalcauli Mello, Joaquim An-
tonio Imitado M.. Antonio Hollando C. Jnior, Dr.
Delliuo A. Cavalcauli de Albiiquerque, Roberto
id Concalves Freires, Dr. Leopoldo
Abren, Francisco Antonio di' Olivei-
podliguei Pimental, Jos Marcos de
Pereira llibiapino, Prxedes Juvi-
Canieiro, Francisco Jos Pacheco
noel Alexandre de Lima, Dezidcrio
a Ciiimares, Virgilio Nuncs de Mel-
ntouio Seve, Virntino Francisco de
.dos SantosCaminlia, P. Nunes Pes-
Joo Nunes Campos, Manoel Jaques
isco Comes do Silva Jnior, Jos
o, i; Jauuario da Silva, Jos M. A.
I Amaro llarr.cto Alhuquerque Mara-
") Antoniu do Amoral, Jos Joaquim
a, jaaquim Jos de Mcdeiros, Paulino
iros, Jos Fernandos Carneiro, Jos
Fraucisco di Olireira Lima, E. Tertuliano de Al-
liubuerque. Franci-co Carneiro R. Barros, Luiz
Manoel Moraes, Francisco Antonio de V. Albernou,
Roberto FetTcira Portado, Joio Nicolao Fernandos,
Kliziarlo Antonio Cordeiro, Isabel Maria da Cen-
ia Joaquina da l'.onceii o,
Augusla E. Albernor, Flnii-
i Albernor, Carolina V. Albeinor,
Domelildc Rufino V. Albernor, Emilia C. S. \ Al-
bernor, Maria C. de Jess, Doria Carolina da Albn-
querquu, Mena Vergitino A. Mello, Auna Franrisra
Mello e Souza, Mario L. Castro e Souza, aiiim L.
Castro, Jos Jeronyino Souza l.imoeiro c sua se-
nhoro, 2 criadas, 3 escravos e 1 criado, Ilr. Tar-
quinu B. de Souza Amarante e sua senhora, Seria-
dos e 2 escraros, Manoel Leopoldo Raposa Cmara
e sua senliofta, Augusto Joaquim Carvalhn, sus se-
nhora, 1 tilha e 1 criado, Candido Gomes Santos
Cordeiro Siqueira, Joaquim Jos Cordeiro.
Passageiros do vapor brasileiro 7'ocmi/in.
sabido oara o Rio de Janeiro ? porto* intermedios:
Claudio Ceolma, Emilia A. da Silva e 1 criado,
J. F. Paes Hrrelo e 1 escravo, Sebasliio J. L. dn
Silva Pereira, Raphael da Cosa, Cosemiro L. Bar-
bosa, .los Manuel, Agoslinho Caelano P. da Silva
Virgens, Manoel Pereira da Silva Brambillo, Eduar-
do P. Wilson. sua senhora, 1 lilho, 1 criado e 1
criado, Joio Fraiiciscn Mallo, J. J. de Limo Bacal-
lar, Joaquim Pereira de Mendonca, Dr. Francisco
C. Rrandio e 1 criado, Monoel Antonio dos Sontos
tuardio, Joaquim Pereira Arantes, Seve Samuel,
Miimul Jos Machado, Joo Joaquim Alves, Joio
Q. do Silva Machado e sua senhora, Francisco A.
Moura Azevecu, Ignez Ifrancisra da Conceicio, Ma-
nuel Antonio de Oliv.-ira, Joj) Cardoso de Mendon-
ca, Custodio Jos '^uiiiz, Jos Comesana, Elvira
tosa Browtip, 2 lilhos menores c 1 criado, Carlota
Silveira Luna e sua lilha.
Passageiros do vapor brasileiro Persinnnga
aabidos para o sul: Angula Francisca do Costa e 1
criado, Antodio Jos Caivalbo do Mendonca, J.iahV
llin Soores Menuzus, Alberto Tallone. Joan Adrio-
no de Mello Dulra, Pedro B. Caralcanti Mac.iel, Jos
Alves Macial Junior, Antonio Carlos Pereira de Bur-
go Poncc de Leao 0 5 escravos.
Passageiros do vapor Tbcaiin'ni entrado dos
partos do nnrle : o desembargodor .xudr Bastos
de Otiveira. suo senhora, 1 tilha e 1 escravo, o al-
teres Joo Manoel llias, sua senhora u 1 escravo,
II. Rosa Maria da Conceicio, Joaquim Monlciro da
Silva, Francisco da*Miagas Araujo, Vicente Augus-
to Rodrigues de Limo o 1 escravo, Ctistododin Mou-
vii, l.uiz Venancio de Vasconuollos V. de Mello, Pe-, Vrlislas honrai-vos, que as arles sio nobres,
dio NoiasCO dos Santos Aliueida, Uayimindii Perei- Vs glorias dos pobres, do rico o thesouro ",
ra Sunches Coqueiro, Jos Lopes Gunaraes, -'! es- .vio posso aponter-vos melhor liorisoute,
deles, 9 soldados, 1 ex-praca, 5 recrulas, 1 descro- Depor-vos na ronte mil c'ras de louro !
res. menores u 4 escravos a entregar. ',,. .- t n i -* i
- Maladouropnbl,.-o.-Mi,^n,t no dia 19 do :"' '!'' '''^ deslumbras a yista,
eorrente para n consumo desla cidade 70 rosos. """r ilr"~Ul- "'.''"-1- PJ""'
So dia 20 do inesuio til. I 'r.....8 'I"" >na te chama, te acea,
So dia 21 do mesmo 08.
Hospital de caridade.Exislmn 56 lionens, 53
miilheres, narionaes ; 1 homem, eslraogfiro ; lio-
uii-ns, escravos ; total 115.
Foram visitadas as enfermarlas pelo cimrgo
Pininas 73 1 horas da niaulia, llr. Doniollas s
Me 10 minlos da nanhaa, o Dr. Firmo as 61/4 ho-
ras da larde de huniem, igualmente s huras, e
10 minutos.
Morlalidade do dia 20 :
Manoel Saraiva da Fonseca, bronco, solteiro, 20
altaos, penciimuiiia.
Juao Novaos da Costa, bronco, solteiro, 45 annos,
gastro iulerite chronica.
Antonio Francisco de Medeiro, branco, casado, i"
annos, penrumonia.
Maria. branca, 1 hora, convulsoes.
Candida, parda, 1 anuo, inflamarn de intestino.
Hanoella Maria do Nascimenlo pardo, solteiro, 30
annos, coBvnlsoes,
Doninga, prcla, earrava, solteira, 50 annos, febre
cerebral.
Josd da Bosa, brauco, solteiro, 12 anuos, febre
amarella.
Prosegue na scena, deslunibra de novo !
I". Ift, que gigante, zumbando d'iiilrigas,
Por iiluis que prosigas S llores enruiilias ;
lii-spoiii.i, astro novo, surgiud das Iteras,
Da Ierra te elevas, nos astros rumuiitas.
l.lue um povo das glorias, das arles manta
iieindiz-ie incessanle, por genio te aclaman
No Ihrono das arles assanto le dando
leu noiue espalhandu as asas da lama.
Jiii-iiiidiio Mouteiro.
AO SUBLIME ARTISTA
ERMi\ FU .MUSCO DE Ol.lVEIRV-
Gloria ao genio se aV perenne, eterna
MacxluesSaudades.
Viestes Boramonte, ador sublima,
Ao querida proscenio!
i".u vos bendigo, prastinoso artista,
Fu tossado, genio
Baltiinorc-i'ataehn aiuaricaau /. C. Keffer, capi-
tio I. Rouse, carga assuear.
Brest Brigue francez de guerra Eulreprenan,,
commaudqnl Molct.
Porlos do sel Vapor brasileiro Tocantins, coin-
iiiandaulc o I." lenle P. II. Duarte.
Editaes.
Pcidel, lnn
Hollino G.
ro, Freder
Souza, Cal
uiono do Cl
Medeiros,
Fortuna l't
lo, -l.l.'l lili
llrito, o4
loa e 1 crit
da Silva, i
rbosa Tii
uslo Jua
nho; Poi)
Castro llar
Cariiel
nioiii/ia,preta, I mezes,espasmo.
Jos, branCO, 9 mezes, coovhIsos.
Antonio, branco, 11 mezas, hoxigas.
Joaquim,brauco, 5 anuos, ttano.
Anua do Tal, parda, solteira, 12 anuos, estopor.
CHRONICft_lDI CIARA.
. TRIBUNAL DO COIflMERCIO.
SESSAO ADMINISTRATIVA EM 21 DI'. MABC0
DE 1859.
PHF.-IIIKNc.lv 110 f.XM. SK. IIESF.SIB Vllll VliOll
MUZA.
As 10 horas da niaulia, achando-si'presentes os
Srs. diputados Uaslo, Leos Silveira, o Senhor
presidente declamo alierla a sessao. Fui lida e ap-
provada a acta da antecedente.
Lcil-se o scgniulc
EXPEDIENTE.
I "ni nlficio do secretario do tribunal do continer-
cio da provincia do Uaranhao, remoliendo a rola-
cao dos Gomnercianlcs matriculados en fevemiro
prximo passado.Accuse-se a recepcu e arrhi-
ve-se.
Oulro do mesmo, acensando a recepeo do Otucio
desle tribunal de 3 do crrenle.Archivo-s.
DESTACOS.
Informados pelo Sr. desenibargador fiscal, osse-
gllole rrqueinneiito :
Un de ll. Eugenia Francisca da Coso Mendos,
pedindo carta de registro para seu patacho Julio.
l'asse.
Huiro de Manuel Alves F.-rreira e Manuel da Cos-
ta Lima, replicando do despacho desle tribunal, ue
23 de dezembro ultimo.Nao ha que deferir lis-
la do parecer do Sr. desenbargsdof liscal.
Oulro de Sampaio Silva \ Coiiipanhia o Manuel
Concolves Mouteiro, pedindo o registro deseo con-
trate social.llegislre-se.
Oulro le Manuel Jos Leile e Joo Ju.itjuini Cor-
reia, pedindo o registro do seu contrate social,
Declaren a forma dos arbitros.
Huiro de Jos Tcixciru I.eilu, pedindo malricu-
lar-se.Como reqiter.
Otltro de Joo da Silva Faria, pedindo tensen
malricubr-se.Como requer.
Iin uqiieriincnio de Jos Toixeira Leile e Jos
Pereira Cesar, pedindo o registra dn dislralude
seu coiitiato de sociedadc.llegislre-se.
Oulro de l.uiz Jos da Silva Cuiuiares e Juan Pe-
reira Reg, pedindo o registro do sen contrato de
sociedade.Satisfacam o parecer doSr. desenbar-
yadur liscal.
Fui com visla ao senhor dosembargador lis-
cal, o seguinte requerineuto :
I ni de Candido Alburio Sodr da Molla, pedindo
matricular-so.
Sem informar.i :
i requcrimeiiiii de Patn Nash & Companhia, pe-
dindo u registro da procuracio que ajiiulam.Cu-
ino requeren.
O de Antonio l.uiz de Olireira Atevedo, pedindo
0 registro da escriptura de liypulheca que ajuula.
llegislre-se.
Nada mais honre a tratar.
SESSAO JID1CI \RIA EM 21 DE MARCO DE 1859.
pur.siiit \i;i.v oo k\s. SU. iu:si:iiiiniuA|iuii
S0I7.A.
(Secretario, Dr. Aprieto GuimarSet.)
Falln u Sr. deseniliargadurCuerra, e por (len-
le o Sr. depulado EtogO.
lusinim icio.
Appellanle, Rento Jos da Cosa ; appellido, os
adiuiuislradorus da massa fallida de Audrade i
Leal.
(I.scrivio Morlins Pereira.)
Ao Sr. deseinUaigador Silva Cuiuiares.
Correspondencias.
Senhores rednclorttCoinerandn-se desde j a
jeclainar conlra assorroes por mim emitlidos no
trobalho, que eslou publicando no scu Diario, rogo-
Ihes que nao deixem nein um s dia do continua-
ren! sua publicarn ot termina-la, pois desejo ler
lempo de dar qualquer salisfacio o quem quer que
n exijo. At 14 de abril me acharan promplo para
reparar as iuexactidoes, que pur ventura me sejam
apuntadas.
Sou Snrs. RR. ele.
Dr. Salino O. L. Pinho.
21 do marco.
Sr*. redactoresLindo a Diario de boje, nello
deparei com os aponlainenlos para a historia da ho-
uieopatliia pelo Dr. Sabino Olegario l.udgoro Pinho,
em resposta a algumas proposices que meu mano
e amigo Dr. Cosme de s Pereira. avaneoo no rc-
lalorio, que apresentot coinn presidente da com-
misso de higiene publi6a, durante a epidemia do
cholera -morbos, em referencia creaco do hospi-
tal homeopalhico pelo mesniu Sr. Dr. Sabino. Nao
meu llm defender meu mano u responder ao Sr.
Dr. Sabino, e sim empraza-lo para receber a deu-
da resposlo quando elle vollai da Europa, onde su
acha ha mois de um anno.eo se antes disto nao i|iii-
zer ou nao pnder responder-lhe, bem como que
a iusimiaco que lhe dirige de ler elle recehido
a misso de docsta-lo, em seu nonu-, lli'.i derolvo
intacta ; e nn sei se o Sr. llr. foicavolheiro aven
litando esla qheslo estando elle em Paris impos-
sibililado por isso de dar-lhe prompta e immodiata
resposta, eso depois de dous anuas da publicarn
do sen rclalorio ; o pblico qucjilgue.
Recite llt do marco de 1S59.
Jos Bonifacio de S Pereira.
P.n lisies, oeste povo que vos ama
De saudade- uncliesles,
Mas agora, cnberlo de Iriunphos
\ iiitiiroso vientes!
Chegasles, viisii fronte altiva slenla
Mil glorias o lam-eis :
\s llores que mis rajan, perfunosas
Vos vio eair aos ps !
Areiteiestes versos, sao bem pobres
Ua* nu us compra dusliiuibraiilo ouro,
Jiinei.ii mais usta lior singla e pura
V mil c'ras du lomo !
Genio, genio, que aleanraS mil applausos,
QuejCooquistas mil coras;
No leu brillin se p;-smo ouiiiielo inteiro,
E da fama as azas lu ruvoas.
Quem nao su curia li, genio sublime ?
yuem nao te ama, artista soberana!
Rstes i.iiuia- queo povo teonerece
Ifereceste-as, taernssnol
Viestes lluramente, actor sublimo
\o querido proscenio !
F.ii ros bendigo, prestinoso artista,
l'.u vos saiido, genio !!
Bessoni.
10 de marco de 1859.
Juan Baplistade Castro e Silva, ofiieial da ordem
da Rosa e inspector da thesouraria de fazenda da
provincia de Pernambuco por S. M. I. que Dos
guarde
Faz publicar que em virtude de ordem do Exm.
Sr. presiedte do tribunal do thesouro nacional de
5du eorrente mez se abrir concurso nesla thesou-
raria nu dia 18 de abril prximo para preenrhimen-
menlu de um lugar vago de terceiro escriplurario.
Smenle os pralicantes sio admittidos a estecon-
curso, a que estn mesmo obrigados aquellos quu
t'-m dous annos de praliea, devendo ser examina-
dos tas materias de que trata S) art. 45 do decreto
n. 7:t de 2'J de novembro de 1850.
Thesouraria de fazenda de Pernambuco 17 do
ni or.o de 1859.
Joo Baptisla de Castroe Silca.
S. Exc. o Sr. b,igadeiro cumulndome supe-
rior da guarda nacional desle municipio, faz salier,
que no dio 21 du crrenlo, asll botas da moiihio,
se reunir o rooselho de revista na sala das sessoes
da cmara municipal desla cidade, alim de tumor
innhecimenlo dos recursos do ronselho de qnalili-
raco da freguezia de Sanio Antonio, por haver si-
do entregues os livros de sua quotiucacn, depois
de encerradas as sessoes dn ronselho de revista.
i.iuarlel general do coinmando aaperiirrda gual-
da nacional du Recife 211 de marco de 1S5U.O m-
ccetario, l'irtnino Jos de Otiveira.
COMMERCIO.
AI.FAN11ECA
Rendimenlo do dia 1 a 19. 297.-fl28f97G
dem do dia 21 ...... 18:791(939
316:4205915
Descarregom buje 22 de marco.
Brigue nacionalDam&odiversos gneros.
Ifate brasileiroF.xholarogneros do paiz.
Brigue portngUPZTarnjo lcascos vastos B fardo
Sumaca hespaubnlaVrdilavinho o azeile.
Barca fraueezaOlinda(aseadas.
Barca americanaSaonetarinha.
Barra americanoC, E. I.exarinho.
Pc.ieilui americanoComnierce forinlia e trelo.
Escuna americanaKinatiskertarinha.
Brigue inglezVestalbocolio.r
Brigue inglezF.clvpsihocallio.
Brigue inglez(iaouridem.
Rorro in(/le/aTrllenlo bacolbo.
Escuua dinamarquesaBenedictacarrito.
OVIMENTO DA ALFANDEGA.
Volunies entrados com fazen.los 281
com gneros .. 179
Declaraces.
Volumes sabidos rom fozend.is
* com gneros
CONSULADO GERAL.
Rendimenlo dn dio 1 a 19. .
dem do dia 21.......
4C3
Ti
303
~45f
S:i796$712
ti: l27SS5r.
9():22(S5Gi
DIVERSAS PROVINCIAS
nendimenlo do dia 1 a 19. .
dem du dia 21.......
5:3rifO90
isfieo
r>:,s20gU7(i
niuwiu .-VHtUHIU i.uiuki
reirao e seu lilhos, Mari;
Maria .lus.Jiiilhertiiirie
lia S. Vascovicelliis Allier
DF.SPVC1IOS DF. F.XPORTACAO PELA MESA DO
CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA 21
DE MARCO DE 1859.
Loando Patacho porlugiiez Tarujo II. Miguel
Joaquim da Cimba C, ltK) latas assuear refi-
nado.
LisboaBrigue portuguez Laia l, Francisco S.
R. & Filliu, 12 bcrrilinhos e 6 latas doce.
Lisboa llalhabole portuguez cXaria, diversos
carregadores, 211 saceos assuear branco, C2 ditos
dilo masenvado.
Lisboa Brigue porlngiiez t^onstanle, T. de A.
Fonseca & Filho, 12saceos sanear branco.
Porlo llana portuguesa*Santa Cruz, Manoel
Nascimetilo de Araujo, 2 iiarriquinhas e 201) sac-
COS assuear brauco.
LiverpoolBarca iiigleza oBaliamiau, Jamos Ry-
der & C, 1,100 saceos assuear mascavedo.
CanalPatacho inglez, Soulhall Mcllors A
C., 2.300sacros assuear mascavado.
LiverpoolBarco iugleza cGeuevnsvea, James Ry
derL I'.., 30 .saceos algodo.
Biieuos-Ayres Patacho hollandez l.auriano.,
Isacc, Curio ^ i.., 200 barricas assuear branco,
100 ditas dito mascavado.
PhiladelphiaBarca anieiieana Imperador, M.
Auslin i C,, 2,1tlll saceos assuear mascavado.
l".xport;i'aii.
Parohilio da Norte, lancha Conceicio Flor das
Virtudes?, ile 2G5 toneladas, cuuduzio o seguinle :
123 voluntes gneros estrangeiros, 8 mangas de
ferro, 2 soceos caf, 4 ditos arroz, ti ditos asnear,
5 calvas rape, ItKlarrolias de carnu.
III-'.CI-.BF.DOR1A DE RBNDAg INTERNAS CLRAF.S
DE PERNAMBUCO.
Rendimenlo do dia 1 a 19. 38:C21g350
dem do dia 1....... 1 ;il $u
41:538$410
Ai'senut ilc marinhn.
De ordem do lllin. Sr. inspector faco publico, quo
ailmilleiii-secaldi-ireir.is de ferro, crpinteiros de
machado, e seKeiiles ; devendn os preleudenles
apiusenlarem-se para adinissio, uosdias utois, a ho-
ra eiu que principian os iraballios51/2 da ina-
nba. Inspeicao do arsenal ba mariuha de Per-
nambuco em 21 de marco de 1859. O secretario,
Mi'sniuirc Rodrigue* dos Anjos.
Consenso administrativo,
ii rotiftelho administrativo, para fornorimento do
arsenal de guerra, lem de comprar usobjeclos se-
guiatea:
Para o presidio de Fernando.
25 milheirosde brochas, 10 libras de linbas par-
das de peso, 12 caitas seda, 1000 sovolas linas e
grossas, 50 Iraqueses, 12 pedras do amolar. 100 fo-
cas lomadas de callo de pi, 50 inartrllos, 100 de-
diles de olfoinle em ponto grande, mete arroba de
bieu, meio dita de cera amarella. 3 libras dngalha,
3 libras de esparoso, 25 papis de agulhas grossas,
B libras de pos preto, 1 libra de cera branca, 20 lo-
ros madeira de goui|iapopara>fdruiaa, 50 votadores,
50 cravadores, 50 burladores. 12 limas finas de li-
mar sollos, 12 grosas finas de mu palmo de emu-
lo menlo, Cil meios de sola, 6TJO eourosde vaqe-
las. 1200 ditos de cabra, 1200 diiusdo bode, (imi ta-
ras de algodiozinho topado para forro, 3000 novel-
Ios du fio para coser.
Para o 8." balalho de infantera.
1 livro de 100 tullios rom as denominaces esl.i-
belecidas pora o geral do registro dos lilulos dus
volunlarios ,
(Juem quizer vender laes objeetos aprsente as
suas proposlas em caria fechada na secretaria do
conselho s 10 horas da nianhia do dia 26 do cr-
lenle.
Sala das sessoes do conselho administrativo pora
fornecimento do arsenal de guerra 19 de. niarin do
1859.Ututo Jost Ijimenhu l.ins, coronel prnden-
le.Francisco Jonguim Pereira Lobo, vo^al secre-
tario.
Connelho adminlirtrfUivo.
O conselho adminislrntivo, para fornerimentn do
arsenal de guerra, tem du compraros objeclos se-
guintes :
Para o presidio de Fernando.
Estojo pequeo de cirurgia porlalcl 1 ; escarifi-
cador 1 ; Uiueeleii-n com 4a0 lancetas 1; caita com-
pleta paro operaran de hydroeelel ; vidros para
ventosas 12 ; rhinllas rosos de couro rr, pares 25 ;
cliicoro e pires, cazaesl2; uurines de loura com
tanipo : jarra de barro pequea ; 1 tigrito "de tu-
lla 30 ;' guardaiiapns de briui 30 ; lenees de. briiu
50; toalhas de briml!.
Oueni quizer vender toes objeclos aprsenle as
suas proposlas em carta fechada na secretaria dn'
conselho s 10 horas da niaulia do din 26 do coi ren-
te mez.
Saladas sessoes do conselho administrativo para
fornecimento do arsenal de guerra 18de marro de
lS-VJ.liento Jos LamenUa Lint, coronel presiden-
te.Francisco Joaquim Pereira Lobo, vogal secre-
tario.
Conselbo administrativo,
O conselho administrativo, para fornecimento dn
arsenal de guerra, lem de contratar o seguinle :
furo dirtrtoa torfokm
Em consequencia das ordens, que este conselho
araba de receber do Exm. Sr. presidente da provin-
cia, em que determina que se proceda o compra de.
casacas militares para dilferuiites rorpus do exerei-
lo, conforme a informaran dada pela thesouraria do
fazenda, avtsa-se a quem coitvier contratar o forne-
c i meato de ditas sobrecasacas, sendo de panno azul
proprio para tardamento, cora os vivos, que serio
indicados aos fornecedores, e pelo proco de 12308
coda urna ; compareca no sala das sessoes do con-
selho administrativo no dia 23 do corrento mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo, para
fornecimento do arsenal de guerra, 17 de marco de
1859.Wenlo Jos iMmenhn Una, coronel presiden-
te. Francisco Jouguim Pereira Lobo, vogal e se-
secretario.
Publicaces a pedido.
solueo desta assembla que transiera os engenhos | lindo da Silva, Francisco Xavier le S Leiln, llr
Ald e Carauba de Tracunlietn pora a frcgiiezio
comarca do Pao d'Alho, c cuja soneco foi negada
pelo l'.vni. Sr. presidente da provincia em 19 de ju-
nho de 1858 : 1." por nao ser mouifesta a ulilidade
da alleraro dos limites parochiaes, nella contida:
2." por nio constar que o diocesano prestasse o seu
asaan tinento.
Tambera foi presente a commissio a copia do
ofTicin que o diocesano dirigi ao Exm. presidente
em 15 de setembro de 1858, e em que antiiiio a es-
la transferencia, esperando quo S. Exc. lhe com-
muuicasse a sua sanrcao para providencinr a respei-
lo. Esle olfieio om resposlo a outro do Exm. pre-
sidente com data de 12 de junho.
Enlendo a commissio que nao procede a razio
de nao ser miiiiifeslu a ulilidade da alteracao dos
limites parochiaes : porque esta ulilidade se'existe,
como foi prudentemente resollido por esla assem-
bla, e porque, alm della nio ha inconveniencia
aos iuleresses da provincia, que justifique a nega-
cio da saneco.
Joo Nones de Campse 1 escravo, Thomaz Com
do Silva, Francisco Antonio de Oliveira, Saliisliouo
Jos de Limo, Fejisordo Froucisco do Reg, Jos
Flix do Reg, Jos Mendos, Alexandre lasa la
Silva Marques, Joo Antonio C. Dios, Antonio Fran-
cisco Moreira, Antonio Jos Dantas, Jos Marcelino
de Souza, A. Lopes da Silveira, Manoel Jos Rodri-
gues Lima, Joaquim E. Harboza, lleiiedirln Marques
da silva Aconta, Jacintho Jos Medeiros Correa.
fiante de Lima, Jos de Azevedo e Silva. I'ran-
circo Jos de Moraes e Silva, Joio Tovares Panuira.
Jos da Silva Leal, Antonio de Souza Cruz, leruny-
mo Miliano, Antonio de Freitas Culinarios, Itenri-
Iao Alfredo Foscr, Andr Thono Itodolpho, Kern
emherg, Manoel Francisco de Moraes, 2 soldados
escollando um preso c 10 escravos a entregar.
Segiicm para o sul: o 1." lenle da armada
Ignacio A. de Yasconcelios e 1 criado, Antonio da
Silva Teixeira e 2 criados, tenente Jos Joaquim da
Silva Rosa, Auna Mana do Nascimento, Manoel Mo-
reira Ramos, Joio Jos Pereira de Parias e 1 escra-
A CHEG.VDA
DO
GERMANO FRANCISO) RE OLIVEIRA.
Chcgastes Ierra que aprecia o mrito,
Que ao grande artista sabe dar valor.
Bem viudo, nenio ; nossa scena ospera-te,
Vem dar-lhe vida, animarn, color.
lio sul s plagas visitaste ovante,
Deixando a (ama, que deixoste aqui ;
E inda hoje o echo que aroi don tan uome,
Por l se escuta i reboar por ti.
Poder do genio I em toda a parto grande,
Ve todo o povo se arraQlar-lho oo p !
Aqui marlyrios, acol tFHmphos,
llescrenca um dia, u'otilru dio a f.
Bem viudo sojas enlrc nos, bem viudo !
Que a nossa scena veos Iro/.er color,
Aceito u luaeo que lu enva o bardo,
Que ao grande artista sabe dar valor.

18 de marco de 1859.
FELIZ CIIEUADA
no
llliu. Sr. Germano Francisco tic Oliwira.
SO.iETO.
Mais oulro vez, mais grato e mois garboso,
Resurge era nosso polco radiante,
Eximio covolloim, o hroe prestante,
Rico de glorio, de rome honroso.
Bem viudo seja o nobre ador mimoso.
Bizarro em tudo, em tudo insinuante;
Da natura fiol representante,
Egregio, iulelligenle o portentoso.
Ttom vindo seja, e entro nos resida.
Resida pora sempre, i sempre ufano,
Leve sempre os seus zoilos de vencido.
I.'nidn oo povo seu Pernambucano,
Veiiha, \enlia Irazer-nos nova vida
Habitar entre nos venhaCerniano.
P. B. M.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenln do da 1 a 19. 43:1591,110
Ideradodia21....... 3:118$579
M 277S689
Movimento do porto.
OBSERVAgOES METEOROLGICAS.
Iil* 21 DE SACO.
(3 VENTO. rciiMOSF.ruo
i C O 4 a u. a t
K. B1 a s fS 3
, o ^* *ts o
=5 a 9 3 s. 3!
-^ 5 6 C s u =: O
5dam. ruiniilus 1 Proseo 2c!t 8 T9 7l mm. 75B.5
) 27.7 22.2 S2 n 757
l'dia 1 lleg. 29.4 22.5 83 Hi 757.5
3dat. 28.8 23.1 si w 757.8
6 9 rirrut * - 2K.3 22.11 s:|
INSIGNES ARTISTAS
GERMINO FRANCISCO DE OLIVEIRA
E
Artistas sublimes, bem viudos, chegasles
Mais lauros juntesles i c'nte de gloria ;
De llores mimosas ainda urna palma
ltouboiid.) de Taima saudosa memoria.
Coliurtos de gloria parlisles da corlo
Chegasles ao norle mil palmas ganbastes,
A frontes sublimes altivos erguei-as.
yue as glorias allieias jamis inrejasles.
A loule estero clora com pe.pienos uevoeiros, ven-
to EE, vea pora o terral u ao amonhecer inudoii
pelo X.
Observatorio do arsenal de mariuha 21 de marco
de 1859.
_ Vir.ms Jcmor.
barias saltillos un da 20.
Para e porlos inieriuedios7 dias, e do ullimopor-
luuo 7 huras, vapor brasileiro Tormliiu, r.uiu-
maudanle o priraeirn lenlo Pedro llyppolilo
Duarte.
Arot-aly13 dias. Mate brosileirn r7.r/ii/aro,de 37
lonelados, capitn Antonio Manuel Mnimo, equi-
pogoui 0, carua cura de carnauba e raals gneros;
o Crugel Iriiians.
Cliarleslon32 dias, barca americana I. A. Ilotard,
de 250 toneladas, capiliio C. I. Willians, equipa-
gem 12, carga madeiras de pinho : a Watly Fors-
terarC.
Coree13 dias, vapor francez de guerra Untreas-
ireaux. romiiiaiidante lloubel.
Afliius tullidos no mesmo dia.
Havre Brigue francez irritando, capitn Muriu,
carga assiicar.
IdearHiale brasileiro Sobralense, capiliio Fran-
risco Jos da Silva Ralis, carga fazendas u mais
gneros.
PiauhyVapor brasileiro l'rutiuky, rommandan-
tc o primeiro lente Alvaro Augusto de Car-
valho.
Portea do sul vapor brasileiro
riiiumaiidoulu o i." lente Joaiiuim
reir.
A'ncios entradotno din 21.
Porlos do norte 11 dias, e do ultimo portla' ho-
,
*

i
itmt
in Ve
Conseibo de compras navae*.
Tendo de ronlralar-se ua sessao de S3 do corren-
le o foriiecimnnlo do vveres e outros objeetos. ne-
cessarios oo rnusumo dos navios da armada, arsenal
e mais cstabelecimcnlns de-mariiiha. pclotempode
:i mezesa lindo i no ultimo de junho protimo, sen-
do os: vNpres e mais objeclos os auaixo derlarodos ;
convido b ronselho aos pretendentes a apresenta-
rem-se em o dito dia, pelos 11 horas da manha,
com siiasjropusias om cartas fechadas, e acompa-
niadas djprompeteutes amoslras ; cerina de seren
pagos do que fornecerem. pela forma ha muito em
pratica, e assim asss conhecida ; bom como de su-
rila-los o contrato an pasamento de urna multa de
11/0, ent favor do fazenda, cobrada administrativa-
mente, caso nao foroecam os nbjectos da qualida-
de, e na quantidade, contratadas.
l'trcrrs e mot objeetos.
Arroz do Maraulian, agurdente, Mesurar branco
grosso, azeile doce de Lisboa, bacalho, bolacha,
carne sueca, torne verde, caf, cangica, farinha de
mandioca, feijao, mouteiga, mato, pi, toucinlm,
vinagre, velas de carnauba, velas slearinas.
Salo do eunsellio de compras novaas em 15 de
morro de 1859.O secretario, Alexandre Rodri-
gues dos .lujos.
Obras do por to.
De couformidade cora os orden o Etn. Sr. pre-
sidente da provincia, manda o nlm. Sr. inspector
do arsenal de mariuha fazer publico o contratar-so
no dia 7 de abril prximo, ta!1 horas da inanha,
o factura de caes nos lugares ainda nao o tendo,
cumprebendeudo desde o mosmo arsenal al o Fio-
te do Mallos, pelo lado da hacia do porto, e a mar-
gemdoRio, no bairro de Santo Antonio, entre as
duas puntes denominadas de Recito e provisoria :
per.'ui dividida esa 3 lances (contratando-te cada um
em separado, couvindo aos pretendentes) o 1." des-
de o dito arsenal al o trapiche do Angelo, o 2."
dahi at s obras de Jos Antonio do Araujo no
Forte do Mallos, e o 3.* couslituindo toda a exluu-
s.io entro as referidas ponlcs ; isto por va de pro-
postas em cartas fechadas, acrecentadas uaqucllc
dio e hora mencionada, e effectuado com quem uie-
lhores vantaguus ulierecer, ,quer sol|rii*PJ*sle/i| v
perfeicao da obra, mas atete. para a taeuda obl"-|o
rom a maior economa, filil latm ps\WtH4iii h i
denles dirigirem-se a esla inspec<;o para 0 como'-
ciraenlu das condieoes edo mais, cenrernentesalat
obro, urna e outra cousa constante da disuipcan e
urrameuto, que, pois, lhe ser franqueados.
lii.-peoe.ii, do arsenal de mariuha de Pernambuco
em li de mareo dn 1859.socmtario, Alexandre.
Rodrigues dos Anjos.
Directora areral da innmniceo publi-
ea da provlartn.
Por esla secrelaria fo;.-e constar a quem cnnver,
c de ordem dn Sr. director geral interino o Dr. Je-
ronvran Vilella de Castre Tajares, que em ollirio .lo
Eira. Sr. ronselheiro presnBte da prorinriii de
do eorrente loi determinado tTSegum que os pro-
lessores jaajtoos devem'roquerer 4 presidencia por
interman^nidirertorio, ofm de que sejam logo in-
formodos*laso.is requerimenlos ; e que lhes non
dar liconco poro tratar de negocios aeus, sem que
deixem substituto conteanjV dos delegadas lute-
rarios.
E para que rhegue ao ennhecinaato dos teres- '
sados se mandou publicar o presente pela impronsa.
Secretaria da inslruccao publica ii de marco de
1859.O secretario. Vonrco Pirateo Freir'.
Pela cuiiladoria da cmara municipal do Recife,
se faz publico, que o prazo mareado para paganiou-
tndos tmpnstos de estabeleeimeotos, ftada-se no
ultimo de mano do eorrente anno, e lodos aqnelles
que non pagarem, licam sojaitos multe' de tres
por rento ao valor do messao impasto. Gontado-
ria da cantara municipal do Recife 10 de favereiro
Mo-
l iigo,. n 1S59.O contador.
Joaquim lavares Rodovalho.
Pela recebedoria de rendas internas geraes se
faz publico, que se tendo concluido o lanrsmenlo da
ras, vapor brasileiro Iguarassu', comiuandanle laxa de escravos do exercicio corrento,'podem v ir
Anotiiiu do Silveira Uociol Junior. I paga-la todas os pessoas que apretenlarara rela-
Terra-Nova35 dios, brigue inglez gur, de 177 cues paro a actual matricula do quinquenio de
toneladas, capilao John Baker, equipagem |lll, 1858 e 1863, c na occasiio do pagamento tereberao
carga 2,4:t barricas com bacalho, a Sauudcis os competentes cerlillcodos. Recebedoria de Per-
llrnlers v G nambuco 15 (le moren do 1858. Q admipislridor,
Aarios saltillos no mesmo dia. Manoel Curueiro de Souza laceria.
Baha Sumana bmsileiro llortenciu, capitn Joa- !
quilo de Souza Coulo, carga milho e mais ge- Directora ajeral da isUrtriie^'ao ptthU-
. hitos. ca da provincia.
ibraltarPatacho hollandez Gepbieua Helena,cu-' Por esla socrelaria fai-se conslar aqun rontier
pilan J. P. Vries, rorga assuear. I e interessar, que o r, director geral interino tem
in Potar hu inglez Umily, capilao C. Acland, ; marcado o dia 28 do crrenle, segunda-feir, B"
carga assuear. o concurso i primeira cadira de historia e'geogra-
I

. -i
-, : '-*"' *.. f>. '' .' ~*

'
.
.
,'
'"


^H|p(u.
Diario de Pernambuco.Tercafeira 22 de Marco de 1859.
*
pha dn gymnasio peroambucano, cujas materias es-
la, c1..sigu*d3 no regnlamcnlo interno do mesmo
* ;mn.is:o. arls. M, 128, 129 e 13(1, a sabor : hislo-
,. dus temos primitivo, novo hebreo, Egvpcios,
-. BUbvIunios, Hleoicios, Modas e Persas ;
h*mi <-Rengrapliia dn Creca : prographia o his-
nrta Romana ; gengrapliia o historiada idade rac-
ha, pora que chcgiM ao Qonheriincnlo dos inle-
rossndus su inandou pulicar o presente pela ini-
prensa. r r '
Siji-ri'taria da instfMC&O publica 10 de marco de
'"'*'> secretario, FrancLieo Ptreira Freir.
Donrdeui dolllm. Sr. imperto- da Ihesoura-
ria de fazonda dessa provincia se faz publico para
que Chagua ao conhecimento das pessoas a quem
inlcftss ir, que. se achamarrado o din 26 do corren-
le me/ as duas horas da tarde para a arremata, o
"^ursina tlirsouraria, i quem mais der, do alu-
gueLilo predio assohradado pertencente aos uro-
prioa nariormes cm frente do arsenal de marinha ao
pial esteva soVindo at agora. Secretaria da llie-
Soiuaria de faicnda de Pernambuco 17 de mano de
18.VJ.Scrviudo de olcial maior, Manqel 'Jos
Pinto.
. *.
\
THEATRO
DE
Santa Isabel.
Recita extraordinaria line da
as-,i;iiatur.-!,
QU1RTA-FEIRA 23 DE flAUgO DE I859.
Subir scena o exceilente comedia drama cm
Iros actos c qualro quadros de coslumus militares.
gosto, sendo us consolos c mesa rom tanipos de
maniere.
I 'na liem acabada mobilia de Jacaranda, obra de
tal lia a l.uiz XV.
Cm rio guarda vestidos'do mogno de elegante
modelo.
fui guarda roupa de amarillo de grandes rom-
niodidaib's.
Um guarda loara de Jacaranda com portadas de
vidraca.
I na estante para livros, de lindissinia madeira
de mogno.
Urna carleir.i de castanho perfeitamente nova.
Cadeiras, mesa e aparador para sala de janlar
Lnnea, vidros, porcelanas, crystaes, candelabros,
lanlrruas i- varios objeciosde utilideile eserventa.
Diversas obras de ouro b um excelleote relogio
patente inglez etc.
I ui eabriolel de muito gosto ebegado proxima-
mente de Franca.
lu cairu de raas de um dos mais- afamados
fabricantes de Para; anda cm muito bom uso.
Ka mesla oecasio vender-sc-hio varias obras
de lodasas ipialidades de madeiras estrangeiras u
naiionais, e urna utQnidade do objectoa de coin-
moudade a ornato para casas de qualquer jerai-
cbia.
:
m'd4&
\
ou
Nnlim do drama, o actor Pinhrirn executar a
graciosa,srena cnanra, entcaxacter Saloio
lor Pinheiro execi
LCjiai'ter Saloio
0 fflkNOEL O&BALADA.
Terminar o eapcrtaeutnrnu alinda coinedia em
um arlo
UMk LUDA I FUL..
Tomam parle os Sis. Lisboa, Hermano e Pinheiro,
C88 BtaS. Manocla e I.mnela.
Principiar sS horas.
lis Sis. assignanlcs tem preferencia aos seos ca-
marotes e oadeiras, devendo mandar busca-Ios, os
que osqui/eteui, gtt: s 11 horas do da 23, dessa
hora .-m dianle scruo vendidos.
Avisos martimos.
Terea-feira 22 do correnle.
POKTODOEQUALQUER PHF.C.
Ilua doCottegio n. 15.
1IK
CARROS.CAYALLOS.ESl
CR4V0S E MOVIS.
cscravos.
Ra do Livramento n, h.
Vendem-se dous mulatos de -- annos rom indas
as habilidades, una negra de meia dade, que co-
z.iulia muito hem e eiigiunnia com perfeirao, urna
dita de 20 aunse una mulera de 11 anuos do bo-
nita figura, e uto mulalinho de 12 annos : na mes-
mn casa compra-se e rocube-ae para vender de
euintnissn.
Bolinas de camurca
para homcm.
loja do calcado de
A
Bin-
Para
PARA OS POBTOS 1)0 NORTE.
Segu em poneos dias a lancha Flor do Rio j
firmes, por ja.ler parle de sua carga : para o res-I
lo, trala-ee na ra do Vigario n. 0.
Compaohia Pernamhucana.
O vapor nacional guarau, segu para os portes
do norte no 1 de abril o recebo carga ale o da 23
;il o meiodia,
ABACATY.
Segu oestes das o hiato nacional Sergipano ; pa-
ra carga e passageiros, trata-se na ra do Viga-
rro n. 5.
Para a Bahia.
O veleiro e bein conhecdo palhabote Dona uli-
co, pretende seguir com muila brevidade, lem par-
le de seuearregaiuenlo proinplo : para o resto, tra-
ta-se com o scu consignatario Antonio l.uiz de Oli-
veira Axcnvdo, no seu csrriploriu ra da Cruz p. 1.
Para o Ass
segife nestes dias a escuna nacional Esmeralda, re-
cebe carga a frote : trata-se com o seu consignata-
rio Antonio l.uiz d Oliveira Abovedo, no seu es-
ciiptorio na ra da Cruz n. I. x
RIO CRANDK DO SlJf..
Val seguir em poucos dias o brigne nacional
il). AITonso, capito Marques, pido receber algu-
ina carga para O mencionado porto, assim como
i.issagHros : os prelendenles enlendam-se com
hallar & Oliveira, na ra da Cadeia Velha, escriptn-
rin n. 1'2.
o Rio Grande
do Su!.
-^ Segu ifalivelmenleal o Um do presente mez o
brigue nacional Duque da Teneira, pnrj tersen
i arrvgainenlo qua-i camplelo : para alguiu rosto da
carga, tfafa-se com os consignatarios na ra da
Cruz n. 5i.
Para a Bahia. *
A vcleira o bem conhecida sumaca naciona^//or-
leiicin, pretende seguir com mnita brevidade, tem
dous tercos de seu carregamento a bordo : para o
resto qne lhe falta, trata-se com o seu consignata-
rio Antonio l.uiz de. Oliveira Azevedo, uu sen es-
rriptorio ra da t'.ruz a. 1.
Para Lisboa segu com a maior brevidade,
por ler parte de seu carregamento prnmpto, a bem
ennbecida barca portuguoza llnrlencia : qneni na
mesma quizer carregar on ir de passagem. onlen-
da-sc com os consignatarios Amnrim Irmaos, ra
da Cnu D. 3, ou cora n capito'Joao Silverio Roma-
no, na prora dooomraemo.
O vefeiro briguc portuguez Acliro, deve se-
guicom muita brevidade para Lisboa, lem promp-
ta a maior parte do carregamento ; para o resto
a trote, ou para passageiros, aos quaes onereoe ex-
celleiHos commodo^, trata-se com os consignatarios
Amnrim lrniios, ra da Cruz. n. 3, ur..... ocapi-
laoCoilbernif Waddinglou, na praca^lcomminio
Para o Rio de Ja-
neiro.
O bom conhecido e veleiro brigue nacional Da-
iiiim, dn prmeira menrha, pregado o forrado de
rlobre, pretende seguir com muila brevidade, tem
parle de seu carregamento prompto : para o resto
que lhe falta, trta-se com o sen consignatario An-
tonio l.uiz de Oliveira Azevedo, no sen estriptorio
ra da Cruz n, 1.
Para o Rio tle Janeiro
sahe breve, por ler parte do carregamento prompto,
o brigue nacional Helena, capitn Domingos H.
Malta : a tratar com os snus consignatarios Tasso
Irmaos, ou com o mesmo capitn.
Segu vagem al o dia 31 do corrente para o
Rio de Janeiro, o patacho nacional F.vora I : para
carga trata-se na ra de Apollo, armazem n. 10,
ou com o capito a bordo.
far Lilao no dia cima indicado de 2 carros rom
i cavallos, um CabrinkH, i negro-, 2 negras o Indos
ns movis pertenrentes a una familia que seretirou
para Kuropa, cujos procos nao lom reserva : bem
como um sitio na povoacao do Rano cora 80 pal-
mos do testadae 78 bracas definido, tem casa de
viveada com 5!) palmos do frente contendo 3 salas,
o terrena foreira ao emtenho Peres o plantado
do diversas friiotoiras; sendo jaqueiras, fruta-pao,
mangueiras, oiti-eoroe bstanles laraugeiras novas
o de mnio boaqualidado. entro ollas algumas j
dan miii doces o apreciarais laranjas. Todo o sitio
cercado do Umoeiros. onsegnltemento convide
aos apreciadores dos bellos arrabaldos dessa cklade
que nao deiiem de comparecer ao refi-rido Lilao,
aiim de arrematareni um sitio qne offoreee as im-
Miores vantagenspossiveispara um bom passamen-
lu de festa.
Leilao
A 23 do correnle.
N. O. Biebcr& C. farnleilo por inlervenco do
agente Oliveira, dn mais completo sorlimento de
miiidezas, fejagens tinas e grnssas c cnlilerias do
militas qualmides. tudo moderno e proprio do
mercado : quarla-eira 2d do correnle, s 10 ho-
ras da maiilia, uo seu armazem," ra da Cruz do
Recite.
Avisos diversos.
nova
e Jnior Martins, ra do
Cahug n. 1(>, rsceberam ulli-
mamente superiores botinas de
camurea, ditas todas de dnra-
que preto c de cores para se-
iora, assim como un grande
sorlimento de cajeados grossos
para lionicm, proprios da esta-
ca invernosa.
Vendem-se
ditas carracas para boi, novas eitas de
encotntncnda e que anda no presta-
ran nanlium servii;o, nao pbttaale isso
bate-se alguma cousa no preco quo cus-
tarara. Para ver na Boa-Vista ra ciue
(ca era seguiraento da do Kosario on
Conceicao ollicina do Sr. Joaquiui C.r-
neiro Leal, e para ajusta* na ra estrei-
ta do Rosario n. 30. primeiro andar.
Ilelira-sc para Europa o Sr. John Bayliss e
sua familia.
Precisas de um co/inheiro para nma navio
qne vai para Lisboa : quem estiver nestas cirennis-
lancias dirija-se ao largo do Corpo Santn.6, ar-
ua/em.
\ i'iido-se um escalcr novo nbem construido :
a halar na na da Cadeia dn Heeue n I.
\.nclc-sc um eabriolel deseoberto, muito bem
ralado, com arreias ; ao paleo do Paraizu n. 10.
Negocio.
Vende-se 0 pequea deposito d.i ra de S. Fran-
isco o. (i, rom indos os genenis on sem ellos, ou
ouioiite a srmaro : un paln do Carino n. 9, nri-
eirn andar.
Veudi'io-se oxci-Uentes vaccas de leito, una
ni becerro a iros prximas a to-b> : na enrru-
ada de Hellem, taberna do Andr, se dir quem
rende.
Vende-se nma prela perita engominadeira,
ia de barrla e sabu, enzinha Inmi o diario de
utua casa, lambem so troca poroutra quesailia ven-
der quitanda : quem quizar comprar ou tralar, di-
rija-se ao lugar dos Arrumbados, na cidade de
llanda, defronle da capella, que se dir quem quer
VlL'llIrr.
horas t Hamos
'y'' ('Siv
14SA DE BACHOS
uis desde ;i> i; horas (a manhaa
lite da Companhia do Beberibe, ditos
aromticos, ditos de choque e cuvscn, bandos momos ampies e aromticos, assim romo lianlms mo-
dicnaes snlphorosos p salgados, viudos de Pars, das mu arrediladas pharmaras de Mes. Sarband,
VaUUUOlill i Pell.-liiT l'ai A Lilllns.
Cliamninos a atlenco dos lllms. Sis. Drs. im medicina para este
farlitar-lhcs algumas raras importantes, lia lugar reservado romp
lilil,!-.
LOTERA
pstabolotMniPiito, que podar
elanicnlc Hn..... pa b ns IV.-
Grande sortimeito de fa-
zendas pret proprias
da quaresma
preco dos han nos.
di- lilil,i
s
s
5J500
2600
iSilill
ri.viKn
iSMiU
IgSM
1 gallO
igm
1J500
1.SIHI
lljtltli)
Pergimla-so ao Sr. secretarln dn C. P. de le-
lera, se 0 aviso do 18 do vigente me/, se emende
cornos livros qne esto fnalom do lempo pros-
cripto. OU com lodos indistintamente.
lie nnvamoulc sao oonvidos lodos os cre.lnres
da massa do fallecido Manoel do< SsBtOS Piulo, a
aproseiilarein no escriplorio do Sr. Domingos Al ves
llalheiis. cnnla legalisadns di' sons crditos at o
dia 30 do en'rronte mez, afira de serum contemplados
no dividendo que so lem de fa/or. logo que soja au-
Inrisadu pelo lllm. Sr. I)r. joiz de orphos. Kecife
2idu de mano de 1S5'J.Uoinimj .. Aleta Mulhnis.
Caixeiro.
Precisa-so de um caixeiro que tenlia boa letra
eque eniciula de escripto pnr partidas dobradas,
i|uoni i'stivi-r nestas cirrumslam ias. deixe carta fe-
chada nesla lypogranliia indiraMo sua morada, ad-
vorlindn-so que prolcre se al a idade do Sllaiinns,
Dotando na snbseripta da caria as nieiacs F. n.
Sorveles.
Aterro da rWlt-Visla n. 3.
A pedido de algumas familias, e para palentear a
boudade do verdadeiro aorveie a muda de Pars,
nina sala reservada para as familias soro d'ora em
dianle aborta todas as noiles al s 9 horas, na pri-
meira loja de sorveles ao p da ponte. Todas os
nuiles tora duas qnalidades desunci.
_ A nova serraria defronte de S. Francisco pro-
poe-se n vender tabeado mais barato do que em nu-
tra qualquer parle, ive.-hom-se eiiiommonilas.
Ama de leite.
Na ra da Cadeia do Ilccife n. 15, loja, precisa-se
de nina ama de leite, adverte-So que .se paga e se
trata bem.
0 abao assignado. tendo de relirar-so para
Europa a tralar de sua sadc, e nao podeodo des-
pedir-sede lodos os amigos, o faz pelo presente, of-
terecendo o seu diminuto presumo na praca do
porto.AntonioJeti Lopes da Si//.
Atlcncp.
Alcm de lAnilas tradeauras. ou tnnis portuguez,
roubos. apresenlou-ee um mo^o pelos acouguos,
signaes seguales : ns pos cambados, mo-
SI:
n
\ ende-se urna presa de 20 a 25 anuos, sadia
Mn liabilidadis : na ra de Juan Fernandos
ra.
T$500
3j5O0
I^IUHI
till
S
>>
-SMHI
7S500
CfOOO
S
s
1 S-(H)
i
i
snbrado n. 15.
Vende-se um caixo com reparlimenlos, pro-
rio para taberna, em bom estado : DO paleo
arnig n. 9, prinieiro andar.
Vende-se urna junta de bilis mansos de can o-
gordos : quem quizer dirija-se a ra de S.
Colgalo, casa u. 10.
i'.oiilinua-so a vender n superior dote do guia-
ba lino a 1|40cadacaixao. proprio para doeole :
na rha dos Marlyrios n. \{. .
Ijoaquim l'crreira .Mondes Caimanes, leudo
no l.ilerut i'enianibueauu de lu de marca do cor-
reala um .uiiiuiicin, quo se diz Icilu pnr s'eu oiinha-
dO, alsente. Jo.io Manuel da Costa e Silva, lio .pial
ro Dgjirater sen dito cuchado constituido procura-
dor, declara snlemiieiiieiite que em parle alguma se
acha iirocurai n, na qual veja n abaixo assignado
constituido procurador de seu dito cunnado, mas
sini oiltras pessoas. Esta coartada bem mostraqae
a pateinidade do tal aiiuuiicio pertence a nutro que
nao a 4.-u euobado.
Itrecsa-se alugar um andar de sobrado rom
boaseammodos, laescmo 2.-alas, 4 quarios que
sirvanil para dormidas, 1 para banlio, quintal com
estribarla, ele. : a tralar das 1(1 horas da inanha as
:i da laadu, no escriplorio da companhia da via-for-
rea, ruq do Crespo n. 2.
p do arco de Sanio
Antonio
rhcgou lim riro sorlimenlo de obras de ouro de le,
assim odmo sejam adereros, puieeiras do melbor
gosio qui se lem visto, aiines para menina, ditos
senhora, ditos para liomeui; tudo isla se vende por
menos d( que em outra qualquer parte.
Alteiicao,
Procisaj-se de nina ama que engomme n saiba
lupa, que soja liinu.i c liol na liba llo-
sa do fallecido l)r. Navarro,
odio Antonio Soarcs vai a Portugal, t
seus procuradores os Srs. Joaqnini llias
.Bernardo de Cerqueira Castro Muuteiro e
.luiiliii Mnntciro Jnior.
F.S-t.ltAVO FCIDO.
o dia 15 de Janeiro a prela Victoria, de
ambique, tem urna serrilha da testa at
pontear r
talos, c
Ca
deixa poi
Fernandc
Joaquim
Fugin i
na. io Mn
Leudes.
LEILAO
11K
w NI PORTO.
lcr(^a?Tif Ti do corrente.
PELO AGENTE
(ara
lili
Thnmaz de Aquino Fuiseca & Fi
por interieue.ao Un referido agente no
ilusignadne pelas 11 horas da inanha
alfiindea por coala de quem perlencnr
ce
lu pipas com viulio tinto do Porto.
le
i leil.n
cima
|Hirla da
c;i:\iiio
E
Quarta-feira 23 do correnle
KOliMAZGI DO AGENTE
lo Vigario .11,
DE
Hieas e elegantes moViHas
Ae mogno e. Jacaranda, ca-
ntiolet, carros, porcela-
nas, onadros, onras de
onro,^V^ontevtasele., etc.
O referido agente cncarregado por urna respei-
lavel familia que se retirou para Europa no paque-
te fyne, vender em leilo no dia cima designa-
do e pelas 10'horas da maana em seu armazem :
Urna completa mobilia de mogno de apurado
oinprando carne a 2 mandando chamar por
' querondn so fallar doste procedimenln, diz
elle que sea industria : como osle hnmcui nao
iculia meios de viver,seri bom que a polica de-lhe
aova iduslria.
Na ra do Terco n. G2,"defronle da tiulureira,
fazem-se bandejas de doce para casamento ; e na
mesma casa lambem fazem-so casaveques, vestidos
para asamenlo muito bem feilos, e tudo muito em
coala.
Contina a estar fgido o cscravo Salvador,
preto, marinliciro da barca .Santa Maria Una Sor-
te, alto, e com urna orelha de Oleaos; consta an-
dar pelas Cinco Puntas, desconlia-se que se intitula
furro e estoja liabalbando na estrada de (erro:
quem o pegar ou der noticia, ser gratificado no
escriplorio de Manuel Goncalvcs da Silva.
No mez de fevereiro de 1S59 apparecen no
engeoho Pintos o pelo Eslaquio, que diz ser cscra-
vo do Sr. Vicente Elias, morador e lavrador do en-
golillo Alma nova : seu senlior poder manda-lo
buscar. Nao uw respcmsabiliso pela fuga do mesmo
escravo, nem pela vida.
Jos Fernando da Cruz.
Precisa-se alugar meiisalmente dous ou tres
eseravos bucaes, daudo-se-lhe comida, para traba-
lhar nesla lypographia : na Uvraria us. Ce ti da
praca da Independencia.
Atts sonliorcs de 'onsidera^nio.
No llecife, cm certa ra, ha um homeni pnrno-
me/Cteinoiile, o qual nao .emporla com o sen ne-
gnciu parasecmportarcDir^s dos mais ; assim lo-
me jui/.o, veja que isso nao assenlano senhnr, em
andar vendo o contando oque se faz
Nansa da Soda, casa torrea a. XA, alngam-se
lies .-mas seccas, sendo nma parda, forra, do iiiuia
e tipies dade para raavr nma casa, nasamawii enriaba
e lava ; nduas escravas, urna crioula.de 19 annus,
e nutra, cabra, de 23 annos, esla Sem as inesmas
habilidades que a cima, e aquella seno para enm-
prar e ensahoar, ecoin algum principio decozinha :
os pretendonles proco rem na mencionada casa,
das 7 as 3/4, odas :is Ave Maria.
Ouem precisar de urna ama que sabe beni
tratar e telar de meninos, dirija-se a ra eslreila
do Itosario, liireiro andar n.43.
Oll'erece-se una ama para casa de punca fa-
milia, ou de homcm solleiro, que sabi. cozubare
engommar : no beccodacamboadoCarmo.
Caixeiro para es-
cripia.
Na na da Cadeia do Reciten. 44, se dir quem
precisa de um caixeiro que tenha alguma pratica de
escripia.
Precisa-se de um moro para caixeiro de de-
pnsiin, rpie a sua idade soja de t a 1G anuos : na
ra dos Pescadores n. 1-3.
Aluga-so urna casa de podra o cal, grande, a
moderna, com mobilia dentro, na povoacao de San-
io Amaro de Jaboalao: a tratar na ra litrcila n. 95.
Thealro de Santa-Isabel? Para que serve a
msica no thealro dramtico ? para precneber os
entre- actos com escolladas ouverturas, de maueira
qua^ae o enojo aos espectadores durante o lempo
nea^Sario para oarranjo dn soonario. No tbealro
mente lem musical lem. One faz ella?
de outra vez diremos o que faz a msica no Santa
Isabel, e o porque.O ditectaiilc.
Precisa-se de um forneiro e dous amassadores
que enlendan pcreilamonte d'aite de padaria : na
roa larga do Rosario, padaria n. 18, junto ao quar-
tel do corpo de polica. Da masma padaria cima
ausenlou-se un escravo por nomo Filippe, de An-
gola, estatura ordinaria, cego do olho esuerdo, sal-
vo erro, beii-os bastante grossos, cabello grande,
rom urna iuroa na taboca de rarregar panacu :
roga-se aostenhores i-apiles de campo e pessoas
encarregadas de polica, ou a oulro qualquer senhor
por quem possa ser enruntrado, o niandem pegar e
entregar na rita do Quartel de Poliria, padaria u.
18, que se recompensar com generosidade a quem
tal servir prestar.
Vestidos de grnsdcnapln peto com
bailados bordado a velludi. .
Dilos ditos nielo rom babadis borda-
dos n sevia..... ...
Diins dilos de cores e ornatos. .
Hilos da caiiiln'.iia bordados so lado .
Velludo preloo melbur possiiel, co-
rado............
Crusdenaples preto liso, corsdo 1S600
a............
Dito pelo lavrado, eovada ~ Seiiin preto macen, corada f Sarja pela bespanliola, rovaau 2.S 0
Cosdenaple liso de todas aseares, ca-
vado...........
Dito de qnadrjilins niiudns, corado .
Dilo brauco lavrado, (ovado 1>;MU a
Dilo di- copes e preto com 4 palmos
de largura.........
liolle/,,1 da China o maiirilana de seda,
invado..........
Follar de Paris o clialy do linios, co-
rado...........
Popelina de seda o doqueza de Boros,
cavado.........
Frundeliia e baregu de seda, cavado.
Mein velludo preto o de cures, oovado
\ i'llmiiiiii decores o prela, aovado
Chitas fraiicezas claras e e-iuras, in-
vado 280 a.........
Panno preto e de cor fino prora de
liman, aovado 3$5lHI a .
Casemira pela scliin, covadu IJOtlO a
Arlaudys domo ns di-sen luis linas, \ ara.
Cansasfrencezas linas, vara. .
Manas de bliind pnlis c brancas.
Dilas de linhn o mais rico possivel
diales do merino lisos de cor eprelm
Dilos de dito eslaupados de 3 a
Ditos do dito franja de seda .
Dilos de dito bordados a seda o a vel-
ludo...........
Ditos de seda relos rovos o de cores
Lencos de lanyriutho finos de ls ;
Manguitos o golliubas bordados linos
Enlremeios e liras bordadas. .
Colleles de Velludo e casemira proli
bordadas.........
Ceroulasde brm de algodo e de l-
uho de IfJSOO a......
Camisas fraucozas brancas c de car
de si.........
Casaros e sohroeasacus de panno pri-
In lino..........
Paleluls de panno prelo e de core.,
franoezes.........
Calcas de casemira presas e de cora.
Lidelos de seda do varias qualid.ul s
Chapeos franceses direitoseaTamlia>
lcl;...........
Paletots do merino selim pretos e lo
cor forrados........
Dilo.- de alpaca prela e du cor cim
golla de relliido......
Ditos de brini- branco O de cor fina. .
Dilos de alpaca de varias ipialidaie-
com golla de velludo.....
Diins de alpaca prela educor sseselrdi
l'.issanilu u boceo da Congregai n, n lado dneili
em .segninuiilo para o l.ivramoniu u guara loja de
tres partas con rtulos blancos.
Precisa-se de nina ama para oziubar para
duas pessoas : na ra dos Pescadoresb.s. 1 e 3.
REMEDIO rOMPARAVEL.
UNGENTO HOIXOWAY.
Hilharesde individuos de todas as naio-s pdem
lesiemuMlfaras virtudes deste remedia btompara-
vel o provar em caso necessario, que, pebusoqne
delle fbternm lem sen corpo cmemoras uttdramcule
saos depois do haver i'inpn'gado iiiutiliuoile oulros
tralamenlos. Cada pessoa poder-se-ha 'onvencer
deesas curas maravfhosas pola leitura des peridi-
cos, que Ibas velatam lodos o- dtns Li niuilos an-
nus ; c a maior parte dallas sao lio sorjfendenles
que admram os mdicos mais celebres. Qaaatas
pessoas recobraran] com este soberano remedio o
uso de seus brneos o penias, depois de Lr perma-
necido longo lempo nos bospilaes, once deviaro
soffrera amputarol Dellubamnitasqni haveudo
deixadn esees asylos depadecimeolos, pira sean
subinellereiii essa operaco 'dolorosa l'oam cura-
das completamente, medante o uso dessi pri.cioso
remedio. Algumas das laes pessoas na uifuso de
si'ii rocooliei-inienlo declaraiam estos resillados be-
nficos dianle do lord eomgeder e mitins magistra-
dos, aliin de mais aulentecaroin sua tiniuliva.
Niiiguoni desesperara doesfsdo de s.nde se l-
vesse baslanle conlinnca para eusaiar esbremedia
coiistantoinente seguindo algum lempo o rataineri-
lo que iieiessilassi- a mtluie/.i do nial, cuj resulta-
do seria provar inconlcstavelnieiito : Quv nido cura.
O ungento lie til, miis pui-tfculnr-
uiente nos seftiifntes -:;s >s.
Trinis emir.. para banhos trios mi lenel d
Quinar dilos dilo dilo.............
Seto dilos de dilo..............
Trinis ditos para banlio momo de choque, rhmiseo ou fan
lenel de liubo loallia propria.........
Qllilixe dilos diln dilo.............
Sele ditos dilo dilo..............
I'm iiaiiiiu avulso iin nu iiioinn com lenel e Inallia. .
Dilo arnmalirn, mais n valor da essncia.......
Itanho un dn iiiai artflral salgad)..........
Dito dito dilo de Virby.............
Din. dito filio de Barege.............
(t- abafcn nssigtiados espirram merecer a coadjnvaeo do res|Mtavi
carines ii.ni saa Iransferiveis.
Agniar i Freia.
. i5 . XiODO
. 4J000
!......tu
. socooo
. JOfOOtl
. 5StNI
. 1 s>:i:l
! iffioo
. 2S000
. iSIlilll
i publico, c adu'rlom, que os
1 **&
OSr. thesoureito manda fazer publico
que se acham a venda todos os dias dns (I
horas da manhaa as 8 da noite, no pavi-
mento terreo da casa da ra da Aurora n.
2(i e as cafas commissiondas pelo mesmo
Senlior thesoureiro na praca da Inde-
pendencia numero 22 e na ra Diivita
n. 83, ate as 6 lloras da tarde, somente os
bheles e meios da (iriiceira parte da pr-
meira lotera de S. Jos de Riba Mar,
cujas rodas devero andar impreteti-
veltuente no dia 23 do correnle mez.
TheMunria das loteras 12 de marco
de 1859.O escrivSo.J. M. da Cruz.
Pr.DBAS PRECIOSAS.
Aili'ivnis do Irrilhan- -
' los, diamantse porolas,
|Hi!*i-ir.t-. lliiifl'-s, lirin-
.: ios p roseta*, ImjIos e
niineisdo (HfToiviiltvsgus-
]"_ ios p di1 diversas pedras '
. do valor.
r.Miii|u;im, vondom, mi
. Irocaui prai i, miro, lui-
' Ihantes, diamaiUos e pir-
rlas, e oulras qua'si|iuT
-: joas de valor, a dinioi-
roa mi por obras.
!OREIB\&H'.\RTE
J >j:i te iiirive
R'jaDOCABUGA' N 7-
Recbelo por lodos os
vapores ila Europa as
obras do iitis uiotlcriio
gosto lano de Franca
como do Lisboa, astpincs
veadem por preco cora-
modo como costumam.
ui'iiti r
i
PRATA.
adereros completos ile -
' (illl.i. lihn,> dilOrt, pul- -
.; e.ir.is. .illim-lcs. Iniiins
.' e rosetas, rordoes, Irn -
selius, i),, dalhas, rorrea- -
,' tos o eiitiMirs para relo-
. ^iii c oulros muilos ob- i,
jecUis de miro.
3 Apparellius rompl
.. de prata para cha, han- .
; dejas, Bnlvas, castiraes,
.; cullieres ile sopa e en e
J amitos oulros abjeetosde
" piala.
Caixeiro.
SALDE
%%.%
12
SITA m SANTO AMARO.
DOS
Nesla eatabeleejmenlo lia as melhoresacn.....idaces para se iralaicm doehtes doinialquer calhc-
gnria o sexo.
A diaria menor he deStfSOO, dcvrndo n pasamento ser feito por i|iiiii7enas adiantos.
llavera o niaiiir/ele e cmponlio no Iralamoiil.idus doentes us quaes serio Visitados pelo n:
iluas ve/es por dia pelos mdicos propietarios do estabelccimcoto.
IKVI
::smiii
LohmaBiE. Bliim-
JftUBEB0S
Hotel inglezsala 11. A.
HereliPiii por lodos os vapo-
res da Europa c, to Rio de .la-
neiro on-as do mais iiioiIim-iio *
tosi, lano de Fraiini romo t
ldosla ultima rapilal,asquaps
M'iitlpin rom luda a garaiilin
na qualidadp dos molaos c
das podras, o polos proros;
mais commodos posshois,
londo sempre disposicao dos., >
frotiiozos um h-IIoo variad*91
sorliiiionlo.
01 E r.i.l.lM.KlS,
Adereros completos de
ouro, meios ditos, pui-
eeiras, alliiielcs, brincos
c rselas, cordoes, Iran-
ci'Lns, incdallias, cor-
rcnles, eneiles e corren- !
Bl loes de ouro para relo-
gios, e nutras militas !
obras de umn e de c nal.
Itelogios patente ingles
dosmelhores fabricantes,
ditas siiissus, tanto do
ouro conindeprala.cliro-
nometros a meios cfaro-
luiineirus e lambem re-
lngios borisontaes de ou-
ro e de prata. Tcndem o
troeam.
Nopalrn do Trro n. 12, precisa-se do um cai-
xeiro hbil e diligente para lomar cnnla de una
taberna por balaiiru, ao qual se dar bom ordenado
mi inleresse, urna vez que d.^ fiador a suapesMt, a
lenlra conducta irreprebonsiroJ.
II011E0P VTHIA.
PRESERVATIVO COSTRA AS REXIGAS
K.V'JXITO PARA TODOS.
lie mrlhnrprc.'fitir umaldu quecura-lu
Larrand i actualmente o peste de boxitas, e pos-
suiulu a iHiineopatbia lacios efllcazes para preser-
var de Lio lerrTelmolestia,taco desliibui-las .ralui-
lamente a Indas as pessoas sem disliacao de rico un
pobre,todos ns dias uleis desdo as 1() horas da ma-
nbaa aiea.i nieiu dia. A esperiencia meautorisa a
Sffirmar, que iodos aquellos que !i/eroni oso de Ijh s
preservativos flearo [sentos do mal varilico e
pie, quaiido por ventura algucm ebegoe a soSrer,
as pstulas,ano scronem uiuin numerosas, o nem
de in.i qii.iiidade. Nao uecrssita resguardo.apenas
abstineucia do ea preto.
i'.oiisulioi'io Central llnmcopaihiro ra de Sanio
Amaro | .Mundo A'ovo ) n. fi.
Dr. Sabino O. L. Pinho.
Ouem precisar de nina inulher j de idade, e
natural da llhn de S. Miguel, para ama dr casa do
pouca familia, dirija-se a travessa da Madre do
Dos u. 9, ou a ra do mesmo coa n. ;IG.
Joan Jos Ferreira, subdito hespanhnl, reti-
rn-se para fura da provincia, tralar do seus ne-
gocios.
Escravo fgido.
Pagio nn dia 18 do curente me/ de marco ama
prela de nonio Thercza, de idade de H annos, ponen
mais mi menos, romos signaos seguales: estatu-
ra pequea, cega do olho esquerilo, c aleijada de
nm ileiliide nina das maos : qiiom a appronendcr,
leve-a ra do fnllegio n. 1!1, segando andar.
Na manlia do dia 25 de fevereiro de 1859'
fugio do engenho da Mallas da comarca do Cabo,
um escravo de noine Vicente, idade de 20 annos,
pouco maisou menos, aliara regular, lem faltado
denles na frente, foi campia dos Afogadns, c foi
escravo de Tlieoiiora Francisca de Barros, morado-
ra na Embiribeira : a pessoa que a apprehender,
entregar na ra Nova, taberna do Sr. Jos Fer-
nandos Lima, ou no engenho cima, que gencro-
ameute se gratificar.
Roga-SC ao Sr. Paulino da Silva Mindelln o la
rorde ir a ra da Smala Velha n. 91. resgatari idadi
a pona d > nariz, representa ler 10 anuos, falla um
lano atr; palenla, altura regular, magra e de cara
fcia, cor meia fula, anda muito depressa, levou
vestido < o chita escura, panno da ('.osla, azul as
pessoas I uc a apprehcnderem lerem-na em casa de
sen senh ir, que sern bem recompensadas, na C.a-
puoga, i lio do Arantes, ou ua praca da Indepen-
denciaii 11. luia de calcado.
GABINETE PORTUGUEZ
I)E
LEITURA.
A dir -loria do Gabinete Portuguez de Leitura.
tendo ei i consideraran a ordem e regularidade que
deve ha' er DO qstabeloi.imento. avisa aos senliores
associad m, querraui ler
I regara bihli
ndade de mandar en-
llioca os livros saliidos para leitura.
Sccre aria 1>de marca de 1859.0 2." secretario
Jns! F. arrulle.
I recsa-se do uina ama para cozi-
nliar, scrava on forra: na ra do Crespo
u.23.
AMA.
Prcci a-sc alugar urna ama forra, que saiba lavar
mar, de boa conducta, podendo lambem vir
as da manhaa e rollar s G da larde ; paga-
no aterro da Boa-Vista, loja de billieles
c engon
.is 6 ho
so bem
n. 56.
Prcci
tar um
tel ingl
V
ni. ni.i
Porte di
Atleuco.
ia-so alugar por mez uui escravo para carre-
lalmlela, cmnnjoias, das 10 horas da ma-
jal al as 4 : quem livor, |ide dirigir-se uo bo-
de roptis.
mosquitos.
Inllaiuuiaen da maslriz.
Lepra.
Males dajpernas.
dos p.
de ol
Morded
Piiadiiri
Piilmoefl
Queim
Sarna.
Supurad
Tinba,i
que SOj
Tremor
Iberas _
do ligada
das ailicilacms.
\'oias lorcitas ou lindadas
as peines.
lo geral
lodos ns
tridas.
alqm l'
ervos.
inaa.
rti
fu

r
um val seu da ipianlia detiO. visto que o lempo j
he de sobra.(ogr.tntouio r'sriuinass Fradique.
Preeisa-se de muito
boas eosiureiras para fazer
colletes: na na da Madre i
de Dos n. 36, primeiro an-
dar.
O bacbarel Jos Bonifacio de S. Pereira lem
aborto osen escriplorio do advogado nobairrodo
Rccife na da Crox n. 18, segundo andar: qiioin
quizer eiicarregar-lo do patrocinio do suas causas
pode procura-lo no mesmo escriplorio, das 9 horas
da manhaa al .s ( da larde.
\YIS0
Furtaram lia 20 dias do moiriio do si-
tio da moradia do abaixo assignado na
Passagem da Magdalena urna canoa de
carreira de um s pao,ainda nova e to-
Procisa-se por alugnoi, de um piolo ue meia
i, qne eiitenda alguma cousa do trabalho c"
campo, da-sc sustento e roupa :
do l.arniii n. 9, uu na P.
casa do I Ir. firmo.
a tratar no pateo
da Magdalena, cm
COllPAHHIA
Eslaliolorida om Londres
va
z, sala n. 4.
bndem-SC 66 travos de mangue do compri-
le 15 a 10 palmus e grossura regular : no
i Mallos n. 8, taberna.
P 'du-se encarecidamente an Sr. fiscal do hair-
rn da I naife, quo lance as suas vistas para a ra
dos Ta MMros. desde as 7 limas da noite. em dian-
le, pa a observar, e ao mosinn lempo corregir
(orlos moradores da mesma, que (nem da na
praia, i> a grande porrada que bolam da janella
abaixc a poni de safocarom ns visinbos da mesma
(i iucommodado.
Oortimenio de i'dfra^dfoa^'dos molhorel^ffereee ';!Sf, l)l,'a 'OI'll' o mais em moda, lano para senboras ionio
lomens e meninas: na luja de ourires de Se-
goslo
para
rapliijn (S 11 iii.iii, ra do f.abug n. 11.
Calcado IVancez.
Para acabar.
Vi dom-se na ra do Cahug a. 9, pelos seguin-
losi
Bura
Hilo
reos :
guins de lustre parabomeni
Sap; loes de dito para dilo a 5} o
de bezerro (Nanlcs] .
BjMO
(i>(JIHI
IgOOO
Para theatro.
ale
\
gai
ve-
-' ---
I adamo Milloc'neaii Bnossanl olTerece ao osculhi-
me lo das senboras um lindo sorlimento de onfeitos
caneca, gallas Mario Anluinelte com mangas,
rnll irinhos a imperatrix, pichnl a componezaoom
gnitos, luvas de Jouviii, ricos uiaiileioles bor-
dad is, grande sorlimento do chapeos do ludas as
qiulidados en modas: na sua loja de modas do
ro da Hoa-Visla n. 1.
Alinelo.
ende-se gomma de mandioca nnvamenle che-
por proco commodo : no armazem da tra-
a da Madre de lieos u. 1.
Alporeas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Oores ile cabera.
das COStas.
dos mombros.
Knferuiidades da culi.-, em
geral.
Hitas doanus.
EnipcOes e escorbulicas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade OU fallado calor
nas extremidades.
Frieiras.
Cengivas escaldadas.
Inchaces.
Inflamarlo do figadu.
da bexiga.
Vende-se este ungiieiiln no estabobcii,
(le Londres n. 221, Strand. enalna .
boticarios droguistas a mitras pessoat encSrregailas
dosiia venda em luda a America da Snl, llavaua e
llespanlia.
Vende-se a 800 rs. rada horelinha, conlm una
insl rucian em portuguez para o modo de fazer son
desie ungento.
O deposito geral he cm casa do Sr Sniim, phar-
maceiilico. na ra da Cruz n. 22, em Ptrnambiico.
Manoel Ribeiro Fernandos vai i Portugal e
deixa por seus bastante procuradores em primeiro
lugar ao Sr. Francisco Pinto da Costa '.ima, em se-
gundo o Sr. Joaquim Paos Pereira da Silva e em
tereciro ao Sr. Francisco Antonio Martins.
A emprc/a do aceio, lim-
peza c irrigar o precisa de tra-
ba Unidores para o servico de
1 impar as ras da cidade e con-
trata sob as condices seguin-
tes:
ESTACAD DE INVERSO
O servico eoineca as seis da
niauhaa e acaba as ipialro da
larde, tendo meia hora o Iraba-
Ibadorpara almocar. O salario
' de 1^280 por dia. A empre/a
dos
Irabalhadores. Precisa lambem
contratar 4 carroceiros llagan-
do 20$ mensaes, comida e casa.
Aviso.
Fugio linnlcm 17 do corrente o preto Joaquim,
de uai;o, de estatura regular, cor uiu pouco fula,
e minio gago, levou vestido camisa de bala a/ui
o calca de algodo da mesma cor, foi montado em
um cavalln ruco, grande e inuilo novo, com a mar-
ca A em una das peinas, aparelhado de cangalba :
quem n pegar, ou ilor noticiado cavalbi na ra da
Concordia, na retina, o, ser beui grtillrado,
Precisa-se para nina casa eslrangeira, le nina
mnlalinlia para alugar, de 12 a 16 annos, pagarse
bem : na ra do Trapiche Novo n. 12.
Villa do Cabo.
O abaixo assignado faz scienle ao publico, que
abri nn villa do Cabo, ra do LivranMnto, casa de-
fronle do cruzeiro, una casa de negocio rom Un-
minaeao de ga/. a noilo, onde vendo fazondas de
diversas qnalidades, raleados frauce/es e da Ierra
iiiiii.Iiv.i-. roupa toita, etc., ele., e indo porpreeos
nuilociimmodiis.Francisco de Paula Rufino.
Na ra dos jupiares n. 15, deseia-se fallar
rom os Srs. Fraucisco de Mello Braga, Uaiioel Ro-
drigues Barbosa, Manoel Vieira'Frauca, Jos Mar-
ques dos'Santos, a negocio de seu inleresse.
CAPITAL
Cinco mi\\i-5cs de \ibras
eslcvlmas.
Saitnders Brothers & C." lom a honra de informar
aos Sis. negociantes, proprietarios d.- rasas, ea
quem mais convier, que estio plenamente autorisa-
des pela dita companhia piara ou'eoluai- seguros so-
bre edificios da lijlo epedra, cobertos de telha e
da pintada de verde coin a marca daca- igualmente snbr.....lobjeclosquecontiveremosme*-
pitaniado porto M n. 171: roa-se a! n,"!i,1,,l',i'''f.,l'" re,,>i,ia emmnbiaou emfazen-
r i das de qualiiueriiiialidade.
quem a tiver adiado ou touber aonde; p,rtcna-se ao nspailavel publico, qo fer-
ixisia Ue participar no dilo sitio ou na I neee-se romidas com aceioe presteza, e se encar-
rila do Torres n. 1 i. que sera' fialilica- r,'Ka 'w l,av;".''' ,'ll?ominir: "' do Atalho, raai
nova junio do Sr. Bastos Xa mesma precisa-so
.ilugar nma boa cozinlioira c utua engommadeirn,
profi rindo-se captiva.
CASA DE SALDE.
O f)r. Ignacio Firmo Xavier, prnprielario da en-
liga e acreditada casa de .-ande sita ao norte da es-
trada da pas-agem da Magdalena, entre aponte gran-
de i a pequea do Chorar-menino, e na uiesma re-
sidente, lem disposto os melhores commodos para
receber qualquer pessoa enferma, a artundo-se o
sen cslabelciimenln nas mais agradareis enndicocs
liM-'ii'nicas; cnnliua a olTireeeinsseus serviros", af-
liam andii n .....llior tratamenlo c. a maiur ido no
ruralivo das molestias. II mesmo doulor, tem des-
tinado una sala para partos, cuja utilidade he in-
roiilestavol.
sin BmunicAMM a* cune*
OperacSes.O lllm. Sr. Jos FranciSro Pinlo Cai-
manes, clrurgio dn Grande Hospital de Canda-
do, ruja pericia he bem conhecida.
Medno consaltante.O lllm. Sr. Cnmmendador Dr.
Jos Joaquim de Moraes Sarment.
Parios.O lllm. Sr. Dr. Silvio Tarquinio Villas-
Bas.
Palhnlogia dutriua.0 proprietario do estahclcci-
meoto.
A diaria ser de 3g000 o 25000, ronforme a gravi-
dade e durarn da molestia.
As pessoas que quizenm um tratamenlo dislinclo,
pagano na razan da despo/a que (izerem.
Operacoes, sanguisugas, eontereneUs serio pagas
aparte da diaria.
Passagem da Magdalena 22 de dezembro de 1858.
Dr. Ignacio Firmo Xavier.
Aluf>a-se uu sobrado a margem
do rio Capibaribe, na estrada de ponte
de Uclioa : a fallar na ra da Aurora
ii. 26.
VIA FRREA
DO
RECIFE A S. FRANCISCO.
A onmpanliia .> arha prnmpta a rareber propos-
tas poras eoiidncimle una grande quantid.ule de
halaos o oulros inaleriaes perlencciiles a mesma
via frrea do lilloral das Cinco Ponas, onde presen-
temente se acham, ao lugar chamad.i Una Sicca ou
Berlioga, silo no rio Ipojuca.
As proposlas devcr.io ser enviadas por escripto,
marcando o proco por arrobts inclusive carregar e
doM-arregar o peso que podo sor conduzido porra-
da banaca, o maior numero dolas que se poder ein-
pregar nosle servico assim como o lempo gasto em
cada riagem.
Cscriplorio dos engenheiros na villa do Cabo 10
de mareo de 1859.
W. M.Penittou,
Engenheiro em cliefe.
VIA FRREA
no
Recife a S.
Ao publico e ao corpoj
do commercio espe-
| cialinente.
j O bacbarel abaixo assignado nflrroce.
I ns seus serviros do advogado em nm- I
has as instancias uo rivel, crime e com-
5 mi icio na capital e fura della. Espero
t ser prururado, allirmaado que tomar
I o mainr inleresse pelas causas que 1 lio
D forro conliadas. O lugar do sen es-
1 rriplorio un primeiro andar do so- i
f lirado novo n. 4 da ra do Collegio
8 amide mura, podendo por issbser rn-
' aullado a qualquer hora. = Francisco
S l.uiz Correin de Andrade da Silva.
.- .i
S9IIW^I!^v ^0^nfi B^iaulMHMIlWH
Aviso aos Srs. negodanles
A companhia precisa eropregar :t0> breteos ad-
dicionaes entre a villa do Cabo o L'linga, e olferece
a> seguintes vantagens.
Est resolvida a contratar os aterros em lances
piqueos, por prefOS que garantem maior lucro
aos ronlraladores, duque o que se renlisa pelo tra-
balho diario.
Empregar-se-ho lodos os homens do forra e ac-
tivos por um proco proporcional equivalente ls2tt
rs. diarios.
Conlr.-ilar-se-lio pedreiros, carapinas, ofJieiaes ,-
depedreiro. foiroiros. assim como oulros nn cliani- j rUei ra do^tri-spo n. 2.
i os, mediante coadicces favoravois emprcilada
OH mrdianle paga diaria correspondente, no raso
que preferiram-
averio moradias para osobreiros, rujos manti-
mcnlos sern transportados gratuitaiiionle da esla-
cao das Lineo Ponas aos pontos das suas moradas
pola liuha. Tambem se conceder una passagem
Ivre au llecife para Indos os que oroui emprega-
dns. para ida o milanos sabbados, depois de feito o
pagamento ; assim cuino a lodo lempo se dar pas-
se livre, de 20 homens,i um, para o lim de com-
prar inaiiliiiioiiins.
I'.scriplurio dos engepheiros na villa do Cabo 10
de mareo de lt&'J.
11'. M. Penislon,
F.ngeiilieiro emchefe.
^1
DO
RECIFE A SAO FIUMISCO-
A companhia estprbmpta para entrar em ajusti
com i|iiaesquer pessoas que queiraui i ni anegar-si
de transportar materiaes dos lugares das Cinco Pon-
as e villa do Cabo para os pontos de l'.ivo, lin-
da. Para e Tiinboassi, assim como outms poutos
das divises mais distantes lia via terrea.
0 abaixo assignado estimar receber proposlas
por escripto, oslabeloceiido o proco por legua por
cada arroba de peso, pelo qual os propouentus se
obrigar.'io fa/er transportar os ninsinos naleiiaes.
Todas aquellas pessoas que cousegiiiri'iu este
ajuste com a companhia, tero o privilegio du po-
derem obter passagem livre pela via lorrea, e re-
mellereui seus [iroprios gneros pelo frele mnima
esLilielecido pida tabella.
Escriplorio dos engenheiros na villa do Cabo 10
do marco de lsi). *
W. M. Peista,
Engenheiro em chefo.
Precisa-se alugar um preto robusto proprio
para o servico diario de urna rasa ; d-se comida e
roupa, o paga-ae hem : a tratar na ra do Collegio
n. 15. armazem.
Precisn-se alegar urna casa terrea em bom os-
lado, no baino de Santo Antonio ou Bna-Visla : di-
ja-sei ruado Crespn. 2.
Agencia de passaportes.
Claudino do Rogo Lima lira passaporlo pura den-
tro e fura do imperio, por commodo preco e pres-
teza : na ra da Praia, primeiro andar O. 43
(1 abaixo assignado agradece rordialinenlo o
bom e carinhosn Iralameiiloque rerebeu do Sr. Da-
vid Wei. Bownian drente o lempo que esleve em
-ua e.i-.a, o como livesse de donar a dita can, i.-./
por este Miente ao publico.Joaium Oliveira
Slaia Jnior.
Ama de leite.
Precisa-te de utna ama de leite para
crear uina creanca de 2 miv.es, a tpial
agradando paya-se bem : a tratar na ra
da Aurora n. 42 no primeiro andar ou
na rua do Torre* (pracado Corpo Santo)
eseriptorio n. 14.
Arronda-so ou vende-so um siiio no lugar da
Torre, margem do rio Capibaribe, com eicellenle
casa de vivenda para grande familia, coutundo i
salas, 10qiiarlus, coziulia lora, umasonzala, coche-
ra para 2ou 'icarros, miarlos parra criado eprelos,
cstribaria para 6 cavallos, quailos para animaes do-
msticos, gaiiiihoiro, (.nimba com excellenteagna
de beber, e outra com bomba e casa do lianlio, jar-
ona iniii vasos linos e tiguras, biiva ihytapim, po-
mar de laraugeiras, alcm de oklrasfructasdopai/:
a pessoa que pretender, iL.ij'a-se 6 na de S. Jos
ii. 45.
Vai a praca pclo^tfuo da segunda vara a rasa
de sobrado do -\ andjfe..., s-.Ca no bairro do Reeie,
rua da fruz u. 17.no dia -l do crrenlo, pela quan-
(ia del.uiqf aniu.il, pelo lempo de 5 anuos ; as
eoiidie. oes esfo declaradas no e-orriplo que existe
,.m poder do porteiro do juizo. Sanios torres.
Trapiche do Cunha.
Xesle esiaheli-ciinento rerebem-se e rmbarram-
sesaccoscomassacar.com toda a promplido e
aceio polo diminuto preco do .(I rs. cada um.
A\rtissement i touslesn-
gocianls de eelle place.
Trapiche Cunha.
Dsormais on embarquera le sucre, daus cel ta-
blissemeut, 40 rs. le sac. On garantit Ionio la
proinplitudu el la plus grande propet daos le
servico.
Avise lo all Ihetraders here
eslablished.
Trapiche Cunha.
Nolires hereby given Ihal liencoforvcard carh
sack nf suggar shll pay 40 rs. for deposiling and
embarkingv Promplilude and cleanlinoss in lhe
servico ave ivarrantcd.
Atlenco.
Precisarse alugar um escravo oanoeiro : quem o
livor dirija-se ao Forte do Mallos,rua da Horda o. 23.
C. II. Bradley, inglez, parle para a Europa.
0 abaixo assignado faz scienle ao publico, que
leudo de retirar-se para a Kuropa, deixa por seus
procuradores, cm primeiro lugar ao Sr. Manuel Car-
pinteiroda Silva, em segundo u Sr. Francisco Jos
Lopes, e em terceiro o Sr. Manoel Mondes da Cunha
'iuimares : quem ge julgar credor apresenlc-se
instes oilo dias.Antonio licau.
DENTISTA FRANCEZ. %
<*> Paulo Caiguoiix, dentista, rua das La- -.
*f> rangeiras 15. Na mesma tasa lem agua e 5t P" dentiflco. ^
Prensa-sc de um criado para o serviro de
mesa, e de umpara o bilhar, paga-se bem : na roa
do Trapiche Novo n. 2, hotel da Kuropa.
Foliiilias |i!ir i ,859.
Acham-se venda na livrnria n. 6 e 8 da praca
da Indopendonria, as folhinlias do anno de 1859,
para as provincias de Pernambuen, Coar., Bio Gran-
de dn Norte c Alagues, das seguintes qnalidades:
Polhinha do priprielario agrcola contendo
aleui das materias do cusame, as lcis
regulamentos das torras pubU as notadas
com lodos os avisos e ordens que as lem ev-
plicadu o ampliado ato o mez de selembro ul-
limo, pelo Sr, Dr. Antonio Vasconcellos H'-
nezes de Driiiiimond ; esla folbinha le
sem ialiuenie uceessaria a todas as pessoas
que possuem um palmo do trra para mais,
(mis com olla oslan habilitados para nao oa-
lircm cm mullas o ao serem Iludidos, proco 500
Folbinlia de porta ris.........1U)
Polhinha ocelesiastica on de rosa feila pelo Bvd.
Sr. conego penitenciario da S dcOlinda, se-
guodo a rubrica e ordens da Santa S, ris. 400
Na larde do dia 13 do rorreule, perdeu->e
nina pulseira de ouro de lei, sendo lavrada o bs-
tanlo larga, do ramiuho do Becifo a Santo \main
do Jaboato, tendo-se certeza que a perda fura du
engenho Sant'Aiuia pola estrada, al o eiigenliu
Sncrorro, onde se deu por falta : a pessoa que
aoliou, queicndo restituir, dirija-se a cuta lypogra-
phia, ou un hotel, cm Sent Amaro, do Sr. Alcxau-
driim, que ser gratificada com 20g.
Novo Banco de Pernambirco.
Os Srs. accionistas sao convidados a
receberem o segundo dividendo feito em
8 de fevereiro ultimo, na razao ie7jj500
rs. por aceito.
llecife i 6 de margo de 1859. No
impedimento do presidente, Jos Joilode
Ainoritn.
Ama.
rrocisa-=e do urna ama para o snico de portas
dentro, pira rasa de homcm solleiro na rua do
Collogin n. IX, terceiro andar.
Precisa-se de um pequeo de 14 a 16 annos,
para caixeiro de taberna, prefere-se portuguez : a
tralar na rua de llorlas n. 18, taberna.

II 1^^1% fl


T&


PBms*
JaeiiUw Jes de Amaral e Anigao
faz scicnle a quem poder intoressav que
tendoarrcmalado todas as dividas e ct-
tras passadas era fa>or da raassa fall da
Js Carreiro da Siha, smenle ao an-
uunrianle devero ellas ser pagas mi a
seas procuradores legilimaiuenle consli-
luidos. liedle 17 de marco de 18;.
- o "'" da Una-Vista, 0 Sr. Bciriz. na do
i.oiiegio, o sr. Cipriano, dirn quem d un ou
dous cotilos de reis rom' hypolhcra ou firmas.
irecisa-sede una ama forra ou captiva para
casado punca familia : na ruado l.aldeircro n.60,
un rapaz solteim que d conbecimentu du
sua conducta, propoe-se a ensinar primeiras letras
un aigiim engenho, ou rni outra qualqm r parte
particular, ns arrabaldes deste. cidadr .-, h le-
pas queni de scu presumo se quizer utilisir
dinja-sea ra Augusta ,,. 1. liberna, que sr dir :
ojirclendenlo aclia-se arrumado, e u motivo de sa-
bir Se dir.
.,~ Prerisa-se de urna mulhcr ou prela forra
iuosa,que saiha eoziuhar o diario de casa d<
ca familia, para lomar conla de una
quizer, dirija-se a ra Nova n. 53
Precisase de 430$ sobre lnpolhe-
ca em un cabriolel e caballo para o dilo,
olTcrecehdo-se o premio de o por tente
ao mez : quem quizer fazer este negocio
dyya-se a ra Direita n. 83 das ) da
maHliaa as b da larde.
nao"elredaSn"->li<"f'"' Mm S'0 ner, da f. 1
L2?* _0.renda DDI,ual: P.refere4en-
ireiro n. 41).
pou-
casa : quem
~w ->. iiiun iillllllill ni
do porto de embarque: na ra do Canc
Compras.
esielam ",r""a'i""SP ",,s "rreins P cabriolel, e que
enejan em bom estado : quem liver aiinuiicie ou
fcii da Cnu d0 Becifc 0. loja de .-era
|ue se dir quem compra.
A saboaria da ra Impe-
rial compra sebo em rama
a 9$ a arroba a dinheiro a
vista: a tratar com o seu
administrador.
Conipra-se una casa Ierren no bairro de San-
io Antonio ou nos limites de S. Jos com o de Sanio
Anionio : a pesaos que liver, poder tratar o ne-
gocio na ra lie S. Jos n. 45.
j.7 \f"I,,,ri,rs'> n" armazem de maleriaes, na ra
daGadado santo Antonio n. 17. chuffibovelho.
Vendas.
de seda rom veos para senhora, os mais delicados
eos ,io niclhor gosto que vem a esto mercado nelo
siminulo prero de I59OOO : na ra do Livramento
n. 2, esquina.
Vende-se o terreno sito na ra do Aleerim
pegado ao sitio denominado Viveiro : quem o pre-
tender falle na ra do Crespo n. 10, que dir com
quem deve tratar.
Vende-se um cabriolel de balaustre com seus
competentes arreos, com cavallo ou sem elle
assim como vende-se lambem um carro de ( rodas"
terrado o piulado de novo : na ron do Arago n
.!7, ou nos Afilelos, sitio dollr. Velloso.
>.?*_?
Ricos enfeites com viilrilhos
para cabeca.
Vendem-se os mais ricos enfeites pretos e ii
cores com vidrillios, pelo baratissi.no prero de 48
d?Kn,a|""' : "'' "V.....'l"'i,la '"Jau" mi"d
ta Boa Fama, na ra do (inclinado n. 83.
Carteiras grandes cora chave..
por prero muiio barata earteir
propnas paia guardar dinhei o
i
Vendem-se
grandes rom rilan
:;'"s :. '";, do Queimado." na tan ronhcc.
lom de miudezas da lina Pama a. 33.
l ende-sc o bem arredilado ungento que na
rpidamente ralos e baratas, pelo modiro pre.
na roa da Seo/ala Velba n 50
1-5 rada
Carne
americana.
carne de vacca americana, em ban-
cada mn rom 200 libra, por prero barato : na t
de Apollo n. 8, armazem de Pacheco A C.
Vende-si
para laulernas de
Diario dejjrnambuco.-Terca feira 22 de Marco de 1 859.
mmg
Relogios.
Vendetn-se relogios de ouio c doma-
dos patente para hoir.em e senliora de
diversos tamaitos por precos commodos:
na ra da Cruz, do Recife n. 50.
Vende sr eiccllenle holachinha por3|200 por
;" Toba, e superior* 3f840, b.dnrbinba doce a 481611, 0 rTI'llMO esl Olll'i lllilllllll
bwcoilp grosso ordinaru, a 1928(1 a arroba, poa ': Na na do Queiiudo o, ,.,,, ,, ,,,
20 a libra, miiiln bom pa e bolacl.inlia de segn- Peto Fril
mam
Aobaralo.
da ipialidad
sarin. padaria
Champagne de sidra,
de 3 duzas.
(iiampagne conle de
em bniricas d
re
bar
a 1IK1 is. n libra : na ra larga do lio- ILssuuo proco mu rumelo sorimeuln d
. lanibeiu se vendem meias w'm romo sejam colea le raam
cinco mear:
casias iuiiiIii em conla o
"*.'
Alcatifa
o do
li'Ui o Ic.guira para vender por bara-
fa/viidas
o praaode simoagoslosa (SSOcadi......~ "ditos "de lia e seda
I de liiidissinius goslo.-e supi-rini'iiualidade a 7J ra-
daum, cortes de rabraia brama rom salpic* a
'>-"" Wos'do dila un Ubres de rorea 3S800,
^''."r,".....s^ada.-drpadrors e superior nualidade
540 krovadn; J, ufe escuras e claras de cores
nxas a 1i.il, lao, llffeSWreUo corado, cambraias
adamasradas para cortinados decanas, pecas de
20 varasia llgcadaima,grvalos prrlasec'
s milito utas a blXI e lgOOO, dita'
para meninos.
Na ra po Queimado n. 37 loja de 4 portas lem
um variado aortimento de lionas para ertsmas toui-
lo bem enfeiladas para 2$(MK). ditas muiio linas e
bordadas a 4g000, (ambem lem coifasprelase deco-
res, de iilni/, muiio bom cubilada-, de vidrilhns
por proco cotnmodo.
Cal de Lisboa.
A isr.oo.
Vriide-se superior cal de Lisboa a mais moderna
i que ha do mercado, lodl em pedra a l;r>iin n barril: i
. na roa do llrum u. ls, arma/rio de asanrar.
NA
Ra do Queimado n. 7.
Ncsle estabelecimento acharo os compradores
o mais variado e completo sortimenio de tudas as
Calcado superior e barato.
Ra Direita n. 45.
Hnr/.e;;uins de senhora (Joh), is800
Ditos de liomem. 8.v8()0
Sapntosde trancinlia. 1 ;i,iiii
lYGfHSCYl.Y
LOW IOW,
\ eadem-se espartithos bancozea de-molas e car-
retns o melborque se pode encontrar neste gene-
ro, na bemfeitrqia e na coinmodiiladr, a quem usar
driles, nelo baratissimo pirro de f>{, 7 e 8. Estes
espamthoa sao rhegados no ultimo navio ancez
e su se encontram na ra do Queimado, na bem co-
nhccida loja de miudezaa da Boa Pama n. 3:).
. .^nVe5aem"se ea,ni80to de lia para escravos a
1^400rada una : na ra do Collegio, lojan.O.
Para meninos.
Bonels de gorgmo de seda furia-cores, obra de
muito gosto n 4g: na loja d'aguia branca, na ra do
Queimado nos anatro canto* n. 1. a grande ex-
Iracrao que elle lem Udo, e a pequea quarrlidade
que resta, faz-nos di/.rr que quem nao se npressar
loara sem riles, por isso appam-am boje mesmo
quem ouizer dars n-sias aosseus pequeos.
......... "" ""i "o. (ainiiiaia:
3J500,4J,4g400, 4$80l r simi
das cuto 10
KALWA DA
AGUIA BRANCAj
Randeija e lalheres
\ iin enfio aperi
1)F,
Bandes ou al mofadas
de crina para petateado de
sen botas.
""Ditos de alpaca trnceles .
. .4f W**%^f\%gtt*;N"'
Os mais ricos veos para chapeos de sr-
nlinra de lodas as rores sr vendem miira-
niente no ra do Queimado loja n. Ki, de
I.eite & Correia.
Vendem-se oscain.es de um armazem de i-
surar, tito na ruado Brum, lado do embarque por
prero minio commi.do: quem os iirelender dria-
sn a dita ra n. lll. '
Atoaras de cor [azenda com quadros
muidos milito modernas para vestidos de
<. senliora: se vendem unicamenle na luja
X a nla do Queimado n. 10, de l.eilc A-
Correia.
-
Fozendas pretas para aquaresma.
tn IT.0 Bo"\'i loja de Gama i
hlva, sendo um completo sorlimenlo de grosdena-
plcsprelos, pannos e casemiras, pelos precos se-
fSSfi i8S5!.^,plcs 'vad0 a 1'2S0. <*6o.
fiSan' -2-i gemirs pretas, cutes a 5j5(HI,
dtlTerentes preros equalidadrs.
T V V V T V 7 1
A 3,S000.
Cortes dfl vestidos de cambraia rrtxns *J
com assento branco com 3 ordens de baba-
dos pelo barato prero cima dilo : na loja
da roa do Queimado n. 10,
Vende-se bandeijas de follia grossa e tintas m
lo Unasem temos a Nj; e 9$ solas a 2$, IJSltO "
J, 3^0, Ag, 4J500, 5J r fj|, seus modernos mi I'
nos bom gosto de desenlio de snas pinturas deiu
bem ronlirrrr quanlo sao ellas linas baratas p ir
mes precos; vendem-se tambem focase garlos le
rabo de osso redondos, oilavadosa erados n 3S2V0
.; 3s500, ditas com cabo de bateia rravadase folb a
inns a gWIO e 4ga du/in, ditasflniasimas come
lio de veadu, d osso pollido e baleia, o melbi
que se. pode encontrar a 5,S ojjr.lKI Bg r 6S500
dii/.ia ditas com cabo de marliui e fnlha de aro
12.Se 11;.', ditas rom rabo de nssn para meninos
-*-" tolhcr, trinrliaiilrs miiitn linos a 25 e 3
rnllirrrs de metal piinrrpe lao linas que ge CoX
tiiinlriii rom as de. piala sendo para souoa a SjEQO
a duza e para cb a 2JWKI. ditas ocluliiiagre
NalojadeLeileAIrmao, na ra da Cidria do
Becifc n. 48.
i'ara forrar carros.
Vendc-i
goslos e m
na ra do Crespo n. 12, leja de Campos &
Luna. :-\
TTfl!^"'fSAir" rmTOnn mi ....... pS*
pun lobo a MH) iris a vara. dil.. de lldissimos
goslos superior qualidade a 1(l.a vara, dilo
'"ani......mo lino a IJ280 e 1MO0 a vara, cassas
de nos de lindisstmos goslos a 360 e 00 rs. a
vara, uussebna d corea a 320 o cavado, dila en-
rainaia a_220 o corado, casi-mira prela a 25, 2g200,
2f'i00.3.S.)IHl e ,y' o invado, panno lino azul 1 cor
de rap5 de superior qualidade a 5S o rovado, dilo
preto 2g80tf, 3J500, 4', aHOO. 5a e *,M o co-
lado, pacas de snla de superior qualidadr iliHl
rs. o orado, rotos de brolanba com 10 raras a 2S,
ntiialluio largo muiio lino com bonitos lavoresa
Ig280 avara, luvasde lio de K.scoria brancas e de
cores a 12(1 o par, cambraias napolitanas rxas e
azues di quadros 1 3B0 a vara, 011 2211 o cavado,
risradinlos franeczes de quadros a l.sn o corado,
bramanb muiio largo a 2looocovodo, velbulinas
de lodasas cares a 72(1 o invado, meias croas para
liomrm 11611, 200, 360 IIKI rs. o par, ditas para
senliora:, de'odas as qualidrdrs, palelols de ipa-
ra prela a 5,s, ditos .Ir meia casemira a 88, dilos
de painiis pntos e de coras a los, lavas dr seda
para senhora 1 I$200 o par, ditas de seda bordadas
SJ maullos i luja da ra do Queimado n 10 SZ
Aterra la Itou-vistii n. <;i>.
\endein-se muito superiores casinetas mescla-
das, rom um pequeo toque de mofo, pelo baralis-
simo pin-,, de 360 rs. o invado.
itua da Sen/ala \o>a 11." te.
Nesle 1-l.iln !.. irniuli, iociIiihi.i a li.ivn um rnm-
plelu sorliiurnlo dr lunma- e ni. ias mol mas para
engonho, machinas de vapore laiasde ferro bali-
do e ruado, dr lodosos lmannos para dilo.
Aviso.
I.uvas de pellica, deJoorinverdadetras n ZfOBO.
muito nuvas, e lianlia basjyna libras, meias li-
S bras e quarlas al nncas i 2>50O a libra : ua loja
S de miudezaa do aterrada Boa-Vista u. 82.
2$800 Vrnde-se funiuem fulba e rola rln-gada rrrrn-
5 Irinrulrila llalli,!, pnrillrllospr.ro lio que em 011-
12h0 ; ira qunlquer part-: na ra da Cruz do Recife n. 13
5)000 primeiro andar.
forjo Correi freguezes, loja do
30:000 J
i?? sertaneo.
iko lina do (laciniado 11. U A, tara couiiirar.
2 0 Enfeites de frocos por Ig, 5#e fJSSOO, dilos de co-
$ res e pelos rom vidrillios ,1 73 e i>-, ricas bengalas
de unicorne a proco dr 7 e M, ditas muiio linas a
101, dii.isde caiina a I $500, chicotes finos de estala
.1 2$200, dilos sem estelo n 1$ e 900 rs., gollinhas,
manguitos e camisiobas de todas oagostos e maite
barato, aberturas de esguiao de linho muito linas a
1X400, diias do fio da Escoria a 400 rs., damasco
projirio para panno dr mesa, duas larguras, a pre-
ro de 2B(I0 O rovado, e ludo mais aqi se arlia a
vuulade dos compradores, e garante-se a vender
mais lmalo doque amoulra qualquer parir, nssim
romo sejam pentes de tartaruga a imperalriz, de
diversas qaaaades, que sd com a vista do compra-
dor, he que se pode apreciar.
Velas de carnauba.
No antigndeposito da ruado \ gario n. 27. ven-
dem-se velas de raroauba em petiuenas e grandes
: pnreoes, sendo de 0. 7, 'J e 12 om lil
do que em outra qualquer parle.
Gome/a & Araujo.
Ra do QueiHiado.
Chapeos de M'da para meiiiun<. ib* muiio Ihiiis e
variados goslos, pentrs de tartaruga p ara alar ca-
S. r-.M>0 r il,S. dilM virados a i Os
arliliriaes de 5IKI a 2$ 0 ramo, loura di
13$.
lilo
I a loja do serlanejo
Quem espera seus freguezes.
Rata iii> iueiiiiailo n, -i:s A.
Grande sorlimenlo de fa- Meias de borracha.
[Htl* llll'IIIIS
zendas para a quaresma.
siiilos pelos com
liaver. a prero dr
Assim roniu sejam curtes de
Z\" rnnS' B,e'n0f 'I'"' pode
' .J0*' t-TesdenapIr prelo a prero dr 1SJIH) 15(KI
>, 1*900, '
ira iorrar carros. .) ^TSA
'-seilamnsro ,!, srda dr bonitos "J-, penlinris.
nuilo propno para forrar carros: SI ,-~
Crespo n. 12, loja de Campos & ;)-, ~,\a\
lffiOO o 1$, ditas grandese muiio linas a 3$ radti
um : na loja da aguja branca nos qualro cantos da
ra lo Queimado n. 16.
Vende-se eUcctlvamcntc fnrello de Lisboa n.-js
Cinco Ponas n. 63, por menos doque em mili
qualquer parle.
Vinho Bordeaux.
Em casa de Henr Bruna & C, run da Cruz n 1
vrndr-se vinlin llordeanx de diirerenles qualidad
ron,,, Cnfolle, Cb, 1.,-ovillr, l.s. Julirrn, em cni
de umaduzaoor barato proco,
Cortes de la.
Aimln rrslnni alguns cortes de lia una para ve
lides, rnin 10 rovadns rada corle a 4f, eslo-se
na ra do Queimado o. >>, na loja i
wmm
coberloa e descobertos, pequeos i
ro patente inglez, para liomem e .-.
dosmelhores fabricanles de Liverpool, viudos pelo
ultimo paquete ingl..........
Los sv_ i:
grandes
nilnua
M-/.: em casa dr Southall Mel-
ca band
boa t.
Aterro da Boa-Vis
la n. 60.
Vendem-se muito superiores casinetas msela1
das, rom um pequeo loque de mofo, pelo liurati- -
simo prero de 300 rs. o rovado
grs t x 'Tr??r'TT-TT"yTTTrrrrTTTf
ATTEXCAO.
Feijo prelo novo.
O nico que ha no mercado vende-se
no Forte do Mattos. armazem de Heme-
teno & irmao confronte ao trapiche do
algodSo.
- No armazem de E. A. Burle & C. ra da
i.ru/ ii. 4, ha excellente chnmpanhe da nielbor
marra que tmi viudo ao mercado a 25 o gigo
Na loja das fi portas em rrente
do Livramento.
Barato para acabar eos alicum resto
le fazeuda s.
'''i'" "aSEMde '"''IS nim M covodos aOOOO.
22" m >' XP de laa com 32 wvodos e
Matante larga n 5901)0, eovodos n ICO, corles de
caca com 11 covados a 18200. lencos de reros a
gWreu, cani.sinhns rom gollinhas para senhora a
ZWJH), mussullina encarnada e brama a 320 o rn-
vodo, cortes de laa de quadros e fazendns bastan-
te largas a 5*000, laazinl.a fina para vestido a 400
^'0d0,,peas d'' l,"'|anha de rolo a 2*000, len-
cos He seda encarnados e broncos a 800 rs nn-se
n-^mrh..P^a:aao^aeS,abert' RIJA 1VOVA N. 18.
Ricas sahidas de baile.
mii.C*'$-?C-,emP,rl Teuder '"" "< sorli-
l!2lLS;'h"il,S dc balc as n",is bp>" "rabadas
3.";rd,0 enconniesle genero, um sortimento
din5"m ?'-'as P ,"an8u',os bordados parasenhoras,
1 ndos enfeites para cabeca. chaposinhos enfeita-
dos nara enancas toncas para 'ditas, chapeos de
sol de seda dc mola, ditos de seda c paninho para
liomem, ligas, chales de la e seda prelo e de cores
rirnscazavequcs de seda prela e de cAres para moi-
tana, um lindo sorlimenlo de ciixinhas de conchas
ue mariscos e bustos para guardar joias, ludo or
preco razoavel que agradarao s vistas dos com-
pradores.
Revalenta arbica.
He com este nomc ha nonio lempo condecida nes-
lo paz urna fcula, elijo longo uso e miravilhosos ef-
leitos sao ha miiiln ronhrridos e bem n......ios ua
Miropa. Esia farinha que os mediros mais rirr.....s-
pectoava experientes lem empregado em diversas
molestias e nr, umstancias lbe tem grangeado o cre-
a ahuT W dp arabita-alem de multas c variadas enfermidades
quenlliconibalesem o menor soffrimento do pa-
ciente, he especialmente applicada as pessoas que
carecem de um alimento deficado restaurante e de
fau digesteo.oquallonge dr ser repugnante pode
Z',0^"'" n** q-lquer oulroF.li-
i
> Kissel, relojoeiro francez, vende relogios dc
onro e piala, comerla relogios, joias e niusi-
C ees, ia aqni he eonhecido ha muilos anuos
>> liainla mi pairo du llusiiital n 1"
Ra da Senzala INova n. 42
Vrnde-se rm rasa de S. V. .luiilislon & C vaque
las de lustre para ranos, srllins r silhoee inaleze.
ran.lrrnos e rnslirars broii/.rados, lonas iglexw
Bode vela, chic..... para carros, entontara, arreie
para carro de ume dous cavallos, e relogios d'oun
patente inglezes.
Aviso.
No armazem de Adamson, Howie, & C. ra do Tra-
pnlir ii. 42, vende-se BeUins para liomem e senhora
arreos prateados para cabriolis, chicotes para car-
ro, cnlleiras uara ravallo rlr.
XAHOP
\ endr-sr em rasa
orara du Corno Santi
Boslcel
cnnlr
tranrr
goslu.
de Saunders Brothers A r..,
, relogios do afamado fnbri-
P0' picos co.....iodos, e lambem
Hus e cadeas pan OS liirsinos, de exrrllrnte
6 .teM
DE
B
endr-se esta agua a ni
do para Ungir o cabellt
vraria universal ra do r.oll
110
loi transferido o deposito desle tarop para a
holira de Jos da ( ru* Santos, na ra Nova numero
53 : carrafas SfoOO ,. .,, -^ sl,lUl n,| aquelle que nao fnr vendido nesle deposito pelo
que se faz o prsenle aviso
IMPORTANTE I'AIIA O PUBLICO.
Para cura de pin .sua em lodos os seus difieren-
tes graos quer niolivada por roustipaiors, tosse
nslhma, pleura, r.cnrros de sangue, do'rde costa-
dos e peilo, palp.larao no roracao, coqueluche
bronchile, dor na garganta, e todas as molestias
dos orgaos pulmonares.
Potassa da Russia
E CAL DE LISBOA.
No bem eonhecido c acreditado deposito da ra
da Cadea do Becife n. 12, ha para vender potessa
da Bussia e da do llio de Janeiro, nova r de supe-
nor qualidade, assim romo lambem cal virgem em
pedra : ludo por prrros milito razoaveis.
Relogios.
Vendem-se relogios de ouro ingle/es de palenti-
no armazem de Augusto C. de Abreu. ra da Ca-
dea do Becife n. 36.
inr que tem appareri-
suis-as de preto : na li-
,.io n. 20, d-sr unto
un. imnresso gratis, ensinandoa (brmade applicar.
Pianos.
Vendem-se pianos lortes do melhor
(josto e modelo que tem vindo a este
mercado e por oreos commodos: aa
run da Cruz rio Recife n. 50.
\ eade-H urna prela de 25 anuos, cezinha e
engommi muln bem, tima oulra prela de 20 an-
uos, bonita finir, um prelo pera de 22 nonos, car.
reiro, um linu mulato de 17 anuos, ruin ollirio. c
ptimo pira pigcm, garante-se a conducta : a Ha-
lar na roa do ".aluig n. 9, no segundo andar.
Vende-si um armazem todo euvidrarado, por
valor de iiindeinnienle ovidros, c mais um arma-
rio : na ra di Cadete de Sanio Antonio n. 11 B.
Aleodao monstro.
Conlinua-se a vender o bem roiiliecido e econ-
mico algodio nnnslro com 8 palmos de largura,
proprio para qialquer obra por dispensar Indo o tra-
balbo de cnstira ; aproveilem einquanlo ha : ua
ra do Qneinudon. 22, na loja da boa fe.
As vpiikuleii-as linas de Jovin.
A loja d'agub branca acaba dereceheras verda-
s luvasdejoiivin. viudas de sua eiiroinmenda.
pn'iaaTso.KiiNs.roiirirsd, Iludo prelo a 7*500
ees,ditos decores a lo e 11.-.
ESCRAVOS \ VPKDA.
>rn, erii-se na ra do ColtegiOB. 21. 8 escravos,
m ndo iodos peras, por rommodo pino para liiiui-
lo'lMuli!-','"'' '""a ,"'l"llia de ** !""ll,s. '""'-
Vendem-se 13 casaes de canarios do imperio
em sen j viveims: quem os pretender todos se ven-
ae por menos preco; igaalmenta se vende casaos
ai. roas de Hamburgn de muiio boas qualidades
;\prrn.^d.eSFf*,H!i,,oo"-8'eo....."-'"
SYSTEIA MKIIIC0 DE H0LL0WAY.
I'll.l'LAS HOLI.WOYA.
hslr ineslimavel esjieciUco, romposto inieiramen-
! ur nenas mediciuaes, uo cnnlm mercurio, nem
.lignina oulra substancia drlrrlrna. Ilrnrlinn i mais
irnra infaiiria, e a cumploiran mais delicada he
*""" V-.WI"'.P'""I.' e seguro para desarraigar o mal
tanto para hamem romo para senhora, aflanrando-!"" '"'nplriran mais robusta : he inteirameute inno-
seqursao asmelhnres que em tal genero se Inii!''''.......'" --uas nperarnes eeffeilos; pois buscar
vislo aqu: retidem-so a 2S500 o par : nssim ruino ri'".'><' as donims de qualquer especie e ario or
oulramgaalmente novas, e lambem mui boas a 8g ""ais antigs c tenaxes que sejam
upar, (.iiieu aprecia o bom, bedirgir-se run d
niiriuiailoiris qiiairn ranios, lojad'aguia brancan.
lo, que si-i-.i lit-in servido. Na mesma loja existe um
grande sortjue.....deluvas Ve seda de militase di-
versas qaadades lambem para lioiiiem e senhora,
ea preets baratisanoe.
Espelhos grandes.
Venden-se espelhos grandes para parede rom
lirllas mildiirns enveriiisadas e domadas e vidrs
nuil lino; rlaros a 4$e j : na luja d'aguia bran-
a nos qiatro calilos da roa do Queimado u. 10.
FkoiiiIis pretas para a
<:.!
GRANDESORTIMENTO
Roiipasleilaselazendas!
NA IIDAntJQUF.IMAIlO N. 4.
GOES *fc HASTO
I nlelnls de alpaca de cor e pelos pelo B
- diminuto prero de 4f, ditos de fuslao bran- K.
| os o de edr a M, dilos de brim pmdo 1%
-> nimio superior a :>$, dilos de esguian da
m l.hina cor do laranja a 5$, dilos de pal lia *
H de seda a 5J, ditos de meia casemira pre- -
ili- -:'-
mulo %
. tos e decores a sg, ditos de easemi
.-: cor padrues ninilo modernos a 18
;; : l'rrlosal8,S,solirer,isarasdepanu,','
.^ lino prelo rom Rolla dr velludo e forradas -
de seda a 22<, r a 25?, rnlras de casemira "
pulas e de cores a 6$, 7,S r bjl, rolletes <',
>A de gorguro de seda a 5S. dilos dr velludo : >
i P"'1" a 'S. ditos decores a >J<, dilo, ,|,. K"*
] ustio e Brim a 2SKi e 36, ceroias de it
S braina.ile a UoOO u 1S800, teneos de ca
, lnaia de linlio duza .S500 r ti8, ,. ou.ras
; S minias obras taitas o fazendas que s
g vista e que se pode araliar a perhincha.

^.pparelhos de porcellan.
Vendem-se mui bnnit
m -linas, sendo
TACHAS
ose delicados apparelhos
porcellaiia dourada proprios para brinauedo dS
Queimado nos qualro cantos loja d'aguia bran-
n que siio ellrs arabadns
(os dr vidrillios obra de
gosl
assim rumo uniros
' apurado gosto e inlei-
nmie modernos e pelos diminutos precos de 4| e
; para qualquer pessoa sr certicar da verdade
ili.riaiiamns.d.rija-sr a lojad-oguia branca,nos
p airo cantos da ra do Queimado n. 16.
I: ira
fllllll01*10 tic
ferro tle 1).
mente, ordinario He especialmente empregada nos
padecimenlos pulmonares, debilidades de uualuuei
orgao enfraquecido por toda e qualquer dcil.', e
particularmente para molestias no peilo.como tos-
ses, coqueluches, asthma, azias de estomago ata-
ques nervosos, auccresdo ligado ele ele Vcn-
de-se somenle na rita da Madre dc Ib-os n 1 Per
nambuco, botice c armazem de drogas de Joa da C.
v T fle;J;eaa,) a 'ja do Lecotile, aterro da Boc-
>ista n. 70, excellente leile virginal de rosa bron-
ca, para refrescar a pclle, tirar pannos, sardas e es-
pinhas, igualmente o afamado oleo babosa para lim-
e fazercrescer os cabellos; assim Como p impe-
rial do lyno de Florenca nara borloejas e asperioa-
des da pelle, conserva a frescura e oavelludado da
primavera da vida.
Na loja das 0 portas em frente
do Livramento. _^-~
Cortes de seda com babados c com~27 eovodos a
anjOOO, ditos com 19 eovodos por I89OOO dilos de
aa fazenda nova rom 12 eovodos a 5000 mangni-
osbordados a 31500. gollinhas finasWO, ditfs a
22^ruS2f3f' k g0"inl,as WVtenVo d .
Ittn Xl m ^ b!"anc09 m rpis- ""o de linho
Si,,. P,C T" nno a 121 ra. D-s
S n01tePenh0reS; ,0ja eS "ber,a a,
Na iuntncao
W. Bowraan* na ra do Brun^
passando o chafariz, continua a
haver um completo sortimento
de tachas de ferro fundido e ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bica,
as quaes se acham venda por
preco commodo o com pronip-
tidtlo, embarcao-se ou carre-
go-seem carro, sem despezas'v
ao comprador.
Chapeos para meninas.
He na loja de Queimado n. 37
No atino da Boa-Vista, loja 11. 60, dc Gama &
Silva, smdo um completo sortimento de grosdena-
plrs pretos, pannos e casemiras, pelos precos *e-
Ruinfes grosdenaples, o covado a 1280, 'bono,
\*Pm. & 2-520, casemiras pretas, curies a 5-5500,
68500, TflO tt 12$ cada corle, e pannos pretos
de dilfeinles precos e qualidades.
Ra do Queimado n. 1.
Na lo/i na ra do Queimado n. 1, -amigamente
ronlieriuipela do meia pateca, existe um completo
SOrtimeote dc blandas, que se desoja liquidar por
qualquer um prero, afim deem breve se poder das
nova organisario mesma loja. Mas nao sendo por-
sivel mencionar um por um, todo* arligos de que
se romporo dito sortimento, limitarao-uos nos se-
guiutes, adiciaaando-llie seus baralissimos precos,
alim de que o amantes do barato farnm a devida
idea du quanto economisarao em se'sorlirem em
dila loja : roces dr cassa rhilaa 1S&IK), ditos linos
a pinta miudiiha a i$, cassa de cor, vara :12(I reis,
dilas linas e utas na cor a 440, ditasfrancezas mui-
to lina a (40,sedas de quadrinhos a lg, dilas mui-
io largas a lfflOO, dilas de quadrinhos niiiidinlios
assenlrs em rosilriiaplrs a lgTilHI, fazeuda de laa
ronvquadrosde srda a ."i-'ll o rovado, dila superior
a M0 rs., chaly padroes inicuamente oovos a lj,
chitas fraiicams superiores, tanto em panno romo
em Untas a 320 o rnvadur dilas escuras a 260 o in-
vado, alpaca.- de urna s cor, hienda muiio tina a
500 o rovadii dilas rom lislras de seda a 5(MI o in-
vado, liras lindadas de 6 uniros, por mellos 25 por
0,0 do que en oulra qualquer parir.
Loja n. 37.
He na ra do Queimado a loja
de, qualro portas.
Se cnronln um completo sorlimenlo de grosde-
Daple prelo le 1S600, 18800, 2g. 2*200. 2$ 00,
2.WMI, .! e 1.200 o covado, dilos de rores de 1,600
e 2g o covado, panno fino preto de 2,500 al 12$ o
rovado, dito cor de rap e verde cor de garrafa,
(azenda muito superior a ~g o rovado, casaveques
dc fuslao ricamente enfeitados de ricas trancas Bn-
gmdo lindos bordados a 18g, cortes de vestidos de
phaninsia minio lindos e dos mais modernos a 18,
ditos bordados a velludo decores milito lindas a'
JOS, dilos bordados a seda com lindas flores a28g
cada um, palelols de panno e de casemira pretose
de cores de 16 ot Obi rada um, dilos da brim
branco muito linos de 5g, 5,500 e 6g cada um, ricos
pannos da mais lina casemira de lindas cores para
cima re mesa de meiodesola, loalbas de linho era
propnas mira rosto a lfKW rada nina, redes de
.....vs viudas da Babia da Trairu, obra muiio bem
acabada,pelo diminuto preco de 18g rada una, e
oulras miiilas fazendas que s com a vista do coi'n-
pradnr se peder mostrar, e se vendero por pre-
ro milite rommodo.
saub
Indi
inirr miihares de pessoas miadas rom este reme-
dio, militas qurjrsl.n amas portas da i.....le pre-
servando em s......su : conseguirn, recobra
< lonas, drpois de haver lentado niililmen
nsnilrus remedios.
Asmisainirlas nandrvrin ei,ln%u-sr a deses-
peraran ; f.iram um competente cnalo doseflirazes
rueos desta assouilirosa medicina, ,- prestes recu-
pertSrau o liriiriuio da snude.
o se pena lempo mi lomar osle remedio para
uferinidadrs :
Pobreto da especie.
Rolla.
qualquer das seguiil
Accidentes epileplin
\lpnrra-.
Ampnlns.
Arrias (mal de),
Asthma.
Clicas.
tlonrulses,
Debilidad).......xtenua-
riiii.
Debilidadeou falla dr fnr-
rcousa
llrltlolTlloidas.
Hydrnprsia.
Ictericia.
Indigestla.
Iiillaininarnrs.
Irregularidades da mens-
triiaru.
Lombrigaa de tuda espe-
CHEGADAS LTIMAMENTE NO NAVIO PB.VNCEZ.
Na ra do Queimado, na bem conhecida loja de
aiudezas da lina Fama ti. ., j tem para vender
por preco barato as muito procuradas meias de
borradla, nicamente proprias e spprovadas para
loda e qualquer cucharan as percas.
Ja.....s l'ralilire ( t'. leein para vender em
sen armazem, rila da Cruz n. 42, os seguales ar-
ligos :
I'.IIAMP.VNIIAde superior qualidade, em gigns de
du/.ia de garrafas, e lambem em gigns de duas
du/.ins de meias dilas.
FIO IIF. VKI..Vinuilii forte ;o melhor que lem vin-
do a este Horrado r proprio para coser sarros
rom assurar.
ABMACES BE SKI.l.INS-lanlo para monlaria de
senhoras como para horneas.
CHICOTESpara carros.
I'KUNKIII.VSmuiio brm fritas.
AUltKHISpara ranos de um r dous cavallos.
F1M-.1.VSde ferro cslanbado nara obras de sl-
lenos.
Toalhas adamascadas.
Fio de vela.
Biscoutosem lata.
Vendem-se em casa de Arkw-
reglil & O. ra da Crnz
fil. por barato preco.
Na grande rabnca de ta-
mancos da ra Direita,
esquina que vira para S. Pedro 1(, tem ell'erli-
vamrnir riqiiissimo sortimento de lamanens de lo-
das as qualidades, proprios para a estoean invernosa,
e vende-se lano a relalho romo em grandes par-
|'"-. por meaos proco que em oulra qualquer
parle : os seiihnres rommerciautes de lora drvrm
pivveuir-se, pois o inver.....M prximo
MACHINISIVIO
i as para qualqu
Dysintrria.
Dor de garganta.
dr barriga.
nos ritis.
Dureza no ventee.
Enfermidades no vnnln
Dilas no ligado.
Dilas \ eucreas.
Enxaquera.
Herysipela.
Pebre biliosas.
Pebreto uiternitente.
Vendrni-sr islas
ral de Londres n. 22
os boticarios droguistas r ouiras pessoasencnrrega-
dasdesua venda em inda a .imericadoSul. Dava-
la r Hrspanlia.
Vendem-se as bocetinnasa 800 rs. cada urna dol-
as ri.mlrn nina instruirn em portugus para ex-
pluar o modo dr sr usar desloa pilotas.
o deposito geni he em rasa do Sr. Soum pharma-
r......'" "a ra da Cruz n. 22. em Pernambro.
Mal de pedra.
Manillas na cotia.
Obslruecao de reir.
I'lilysira ou riilisuuiprao
pulmonar.
Relrnrao dr uiirinn.
Illlrlilu.llisuio.
Svmptomas segundarios.
1 lllunrrs.
Tiro doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
pilnlas do estabelecimento ge-
(Slrand,ena loja de iodos
MIGUEL JOS DE ABREU.
Ra do Oliendo \\
agradar com "loda a deli-
pessoas que freqiieutarem
que seencontra um rico sorlimenlo de chapeos para
rneoinase meninos rirament.i enfeitados, e lambem
chapeos para senhora, de palha enfeitados, lodos
de goslos modernos, o se vende maisem conla do
que em oulra qualquer loja.
Vende-se superior linba de algodo, brances e
do cores, em novillo, para costura: em casa de
Seuthall, Helloro: C, ra do Torres n. 38.
guia branca.
ovo e completo sortimento de
meias para homens,
n ulheres,meninosemeninas
de 2 a 12anuos.
(ndem-se muiio boa..
V
para h
gle/a l
meias croas sem costura
nonirn a lgbOO a duzia e 161) rs. o
llllliti
40(1
mudo tinas a 9g50fj Vo?980 VBiial>tu
encorpadas de lio dnbrado a 4U5fK) a du/ia e
par,diiaa lambem dr lio delirado parase-
m\mta,,,Kia "3;nrs- ,,I,ar- ^ntiasi
a 4IMI olKl e 600 rs. o par, dilas para meninos me- '
ninas bonforme os diirerenles lamanhos, assrvrran-
do-se erem mais baratas do que em outra qual-
3<'Z/rr mc'^de I, muito finas para homem a
finfl^U? d"ns f""ssimas dc n"da Escoda a
iSnllfrfTr Y. P5 "" dfi ,aa Para l,"lr'"i
lgfJOOdpar, ditas de seda mui finas pretas c bran-
cas pari senhoras a 3g, 4.? e 5g o par, ditas, mui fl-
Pecasde madapolo a 28500 e^iOOO na r rtr, ?1Z IJ^T8 a *&$ Par- assDI C0DI "">'-
\ da ra t o Queimado n. 16.
2~. -
Com pequeo toque de
avaHa
ii
- ni 'i-fn
Chapeos de palha escura para
homem por precos baratos.
Na bem conhecida loja da boa f, na ra do Quei-
mado n. 22, encnnlrarao os bons freguezes um com-
pleto sorlimenlo de chapeos inglezes de palha escu-
ra de formas inteirameute modernas e bonitas da
ultima moda. Tornam-se recommendaveis porse-
rem mui leves e frescos para aprsente astacio :
vrndrni-se pelos baralissimos preros dc 4g 5$
vendem tambem chapos e bonels d mesma quali-
dade para meninos a 3g 3gG00.
Em casa de Rabe Scl>mettan & C.
ra da Cadeia n. 37, vendem-se elegan-
tes pianos do afamado fabricante Trau-
mann deHamburgo.
Almeida Gomes, Alves & C.a
VENDEM NO SEU ARMAZEM
f RA DA CRUZ f
CHAPEOS de fellro sorlidos, da fabrica acreditada
de Carvalho Pinto, do Rio de Janeiro.
SAI1.VO das fabricas do Rio de Janeiro.
viNllO de champagne de superior qualidade.
SALVAS, bandrijas e nutras obras deprata.
Ra do Queimado n. 1.
Nesla loja existe um bom oratorio de Jacaranda
para vender.
Cognac.
Cognac superior em caixas de urna duzia, vende-
se em casa de Henr Brunn & C, r ua da Cruz n. 10.
Na loja da empanada enramada, run do Queima-
do n. 37, acaba de reeeber ltimamente oe Franca
Min complete sortimento de Calendas pretas, pro-
pnas para os arlos da srinnnn sania, bem romo
Sejam, ricos corles de vestidos dr grusdenaple pe-
lo, bordados a velludo c a retrox, manteletes de
$rosdenaple prelo, ricamente enfeitados, mantas
ue mu prelo e los pretos, fazeuda milito superior a
melhor que na no mercado, grnsdenaple prelo de
minias qualidades, um completo sortimento de
panno lino prelo e de casemira prela para lodos os
preros. e lodas eslas fazendas se vendern por me-
nos prero do que em oulra qualquer parle; lam-
bem sealianrn dr servir
cade/.a ludas .-iquillas
esle eslnbelerimeiilo.
Vendem-se 6 negros moros bons trabajado-
res de ruchada, :i negras com lgumas habilidades
Vi"le1uede8a 12 aunse urna negra de meia
idade por prero rommodo : ua ra larga do Rosario
n. 22, segundo andar.
Farinha de trigo
SSSF. '
Fernandos & Filhos lem superior farinha de Li-
go da mana SSSF enegada antes de ho.....m que
vendem a prero muiio em coala un seu armazem
ra da Cadeia n. 61, becco da aladre dr fleos n. 12
\endeni-se solrirns e suradas de pedra de
rantaria : a tratar na run ilo Torres, escriptorio de
Linios Jniort Leal Deis.
Madeira de piho.
Vende-se mais barato do que em oulra qualquer
parle : na ra da Cruz n. 40, primeiro andar, e na
ra do Brum. armazem n.lO.
Para ravalleiros.
Variado sorlimenlo de falo feito francez e inglez
de diversas fazendas e varias cores ; casacas pretas
de panno linissimo impermeavel; chapeos de castor
pretos liranms ; charutos da reserva de encom-
menda especial.
BORDADOS FINOS.
Na ra do Queimado n. 37,
loja de 4 portas.
Tem um completo sortimento de bordadas, como
SCU go inliaspara 600,800, 1ge 1g2fl0at39, man-
guitos de 1S6MJ u par al 28(00, manguitos com
golmlias de ricos goslos a 4, 5*. &J, 8, 10a e a
1Z?> o par, cmplelo sorlimenlo de liras bordadas e
ntremelos franeczes, liras bordadas inglraasde di-
versas larguras c de urna fazeuda muito rapador
propna para calrinhas de mancas e para casave-
ques, ramisinha* bordadas com golinha e man"ui-
tos por prero commodo.
Vende-se emcasadcC. J. Astlev
4 C. :
Cabos da Russia e de Manilha.
Palhinha de junco preparada.
Vinhos de Rbeno, de Moselle e de Br-
deos.
Rollias de cobre e pregos do metmo.
Salitre i cunado.
/*
_3l
Xa fiiiiilico di len-o ilo engeihein Ua-
\U\\\. lowiiiaii, na ra
(lo lii-uin, passando o thal'ariz.
Un srinprr um grande sorlimenlo dos seguintes
objectos de mecanismos proprios para eagenboa, a
asaber: i......mi as e meias moendas da mais mo-
derna ronslrnrrao; lachas de ferro fundido e bali-
do de superior qualidade e de iodos os lmannos ;
rodas dentadas para agua ou animar'-, de lodas as
proporrors ; rrivos r bucra de fumalha e registros
de lioriro, agailhdes, bromos, paranuos e eavi-
iiiors, iniuuiiusdr mandioca, ele. etc.
NA NESMA Fl.MllC.Ul
se execuiao indas as eocommendas cosa a superio-
ndadej conhecida rom a devida presteza erom-
miididaile em iirreo.
DE
Fazendas e modas
\\
' Este eslahelerimenln que inqiieslionavelmeule be
hiqeunidos melhnres ueste genero aeba-ae cma-
plrlanirnlr sorlnlo du ludo o que de mais rico, mais
bello, man moderno e de mais elegante o apurado
gosto existe ne mercado retelivame.....a razndose
modas lano para senhora romo para cavalheiroa.
Nao se rsprrinlisam aqu OS diversos arligos que
riuislilurm este variadissimn sorli.....nlu. porque
issii furia drinasiadnmriile longo, r por i onsequeii-
cia fastidioso e intil este aimiiiirin; masa.-srgura-se
ao respeilnvel publicu e esperialuirnle ns senhoras
r ravalheiros do bom lom, que o que cima sr afir-
ma mu he o roslumndu e trivial engodo rom que se
procura attrahir a concurrencia, massim a exacta e
fiel expressao da verdade.
Ao que tica dilo s resta accresrenlar que lodos os
arligos serao vendidos pelos mais modaradosprecos.
yendo oe farinha de milho a 120 rs. a libra
e em porcia a IIKI rs. : na padaria da ra dos Pes-
cadores n. 1 e 3, e na ra do Hangel n. 1:1, depo-
sito. '
Vende-se urna escrava afona, de 20 a 28
anuos, eiigummadcira, ruslurelra, e com outras ha-
bilidades : na ra Augusta n. 1".
Ra do Queimado.
Nesta loja vendem-se loalhas e lencos do labyrin
thns, rendas das ilhas proprias para loalhas, taco*
pretos de seda de todas as largaras, ditos broncos r
franjas do seda de lodas as largaras, lilas du ullimn
gMtO, dilas de vellido pelo ede recorte, llores de
varias qualidades, SOtdesde vatro e velado dr diver-
sas rres, para rasaveques e eulras militas iniudr-
zasdr gosto qur se torna drsneressaiiu uiriirnuiar j
e que se promellr vender eni cunla
O Leite <& Irmao conlinuan a
torrar.
Miissulina luda encarnada, covado 220 rs., cam-
braia lisa miiiloflna a 3g800, 48800, 58200 o 5S600
rs. apera, de 10 jardas, brim de linho para caira
de bonitos padroes a 880 rs. a vara, curtes de me'ia
casimira a 3g00 rs. cada um, lencos de cambraia
de linho a 38200 e muito Dnos a 48500 rs. a duzia.
chalesde-touquim pretos, dilos de merino pretos
ditos de merino liso de todas as cores a 4S800 rs. e
bordados a 68800 rs., chitas francezas de cores fi-
jas a 220, 240,260,280 c300 rs. o rovado, madano-
i 2*ft0- 3S20- 3$80- 'S000- ^S200- 4S8O0,
5SOO0 e SfSOOrs., e muito lino a680O0rs. a peca, de
20 varas, palilots de alpaca muito linos a 6SOO0 rs.
cortes de coleles de casemira a 6S000 rs., esparli-
llios para senhora a 4, 6e 8rs., e dos modernos a
Srs.,saias para senhora a 1?600 rs., bordadas a 3j
n., e milito superiores a4rs., gollinhas muiln
bem bordadas a 31500 rs., manguitas e camizinhas
muito Unas para senhora, cortes de cambraia do
gas airs., tepetes para sala al98O0 rs. para por-
ta de sala a 4S rs., e para cabriolel a 23U0 H
ninas muilu linas parr sriilioia a 2g8INI rs. a duzia'
ricas cub-has de damasco de srda a 25 r 323 rSjBMd
urna, cortes de cassa de lindos deseabas a Wrs
: boas i hilas escuras r dr lindos padroes a 200 rs.
cavado, metas dr iodos os lamanhos para menino e
menina, guardacapas s 49 rs. a duzia, pecas de
cambraia lisa de lijantes a 35 rs., iiiussulina'braii-
ca a :K) rs. o covado, loalhas para mesa a 4* rs. re-
des de folha a 68rs., e ha outras muitas fazendas
que se vende por barato preco, e de ludo se dar
amostras.
Em casa de Brender a Brandis &
C, ra do Trapiche Novon, 16, vendem-
se charutos da Bahia da afamada marca
forma de Havana, primeira qualidade ;
genebra em frasqueiras especial para cesa
de particulares.
para crinucas, por barato nreni, franjas prela ?. ditas
de Indas as cures, lucos de seda prelos e lu.inco-,
r oulios mullos ohjrrlos que sr \riidrm iiuii-. ba-
rato que em oulra qualquer parir.
Cheguem a pc-
ehincha.
Na loja do Pregutca tem para vendef
grosdeiinple nieto da mt-lhor qualidade
que possivel pelo baratissimo pre^o di-
I ,!00, 2,000,'2,200, 2,400, 2,800' e Tin
o covado.
Vende-se a casa na Solrdade, chaos proprios,
livree desembararada : a trate! na mesma n. 42.
I'aia (nnn mora fura da ridaile.
I'olo o ill\Clllll.
Vende-e um rarrinhn de 1 assrnlos, rabertO, e
airrios para um i ravallo, por srr muiio bn r, no-
vo, e muito em coala : na corbeira do Sr. uiiln-
ro, na ra Nova n. 51.
V'enae-se urna empanada nova, rom merba-
nismo complelo : para ver ajuslar. rni rasa de
J. Falque, ra do Crespo n. I, onde lem nina em-
panada igual.
CHEGUEM
A loja da Boa F
Que. osla veudeiulo ninilo barato.
(irosdenaple prelo muiln superior a l,sHI 28
2.5IH), 38, 3,500 e 4,S o invado, sarja prein hetpa-
nbola muito superior a 2,200 o covado, selim ma-
can muito superior a 3,500 o invado, panno prelo
fino a 2j, 3, 4, 5, 6 e 8J o cavado, casemira prela
muito lina a 28, 2,500, 3g, 3,500 e 48 o ovado,
uros corles dr rlleles de velludo prelo bordadosa
12, dilos de diio de cores a 78 e 10, e minio su-
periores a 138, (ill"s de gorguro prelo a 3,5110, di-
los de dilo de cores a 4,500, merino preto selim
muito lino a 1,120 o rovado, alpaca prela muiio
lina a 640, 800 18 o covado. meias pretas dr laa
muiln superiores proprias para ns senhon-s sarer-
dolrs a 2j o par, cambraia de linho moilo lina a
6g a vara, esguiao de hubo muilu lino a 16,600rs. -
a pera rom 12 jardas, brelauba de linlin muiio e
muiln larga a 20^000 a peca com 30 varas, cam-
braia adamascada para cortinados a 19.000 a pea
rom 20 varas, bramante do linho muiio superior
com duas varas de largura a 2,400 a vara, aloalha-
do adamascado com mais de 8 palmos de largura a
1.280 avara, brim liso; Hamburgn, muiio Uno a 9
.' a 10$ a pea com 20 varas, esguiao de algodau
nimio lino a 3,200 a pera com 12 jardas, cambraia
lisa minio lina a 5$ a peca com 8 1/2 varas, dila
minio lina a 6g, 6,500 e 8j a peca com 10 varas,
dita muito tina com salpicas a 1)00 rs. a vara, e a
J8 apera com 8 1/2 varas, lil de linbo bordado a
1,400 a vara, mantas pretas bordadas a IOS, veos
da mesma qualidade a 12.000, gollinhas de lil
muiio bem bordadas e bastantes largas a 1,200 ca-
da nina, lencos dc cambraia de linho rom luco lar-
go em vnlta a 2j, meias brancas de seda para me-
ninas a 28 o par, ditas brancas de algodio muiio
linas para senhora a 3,600 a duzia, dilas inglezns
mnilo superiores tambem para senhora a 58 a duzia,
ditas para meninas de todos os lamanhos a 280 o
par, dilas para meninos a 240 o par, dilas de algo-
dno cru para homem a 1,800, 28. 2,500, 3 e 4g, e
inglezas muiio superiores a 5/000 a duzia, leiros
bramos de cambraia para algilieira a 2,40o'a duzia
ditos maiores a 3,000 a duzia, ditos muiio grandes
proprios para a rabera a 400 rs, cada um ditos "
muiln linos de esguiao de linho a 7,500 a duzia,
dilos de linho de cores escuras e fixas proprios
para os labaquistas a 400 rs. cada um. diales de
merino, liso dr lindas cores com franjas de seda a
68, dilos de chaly com lislras de seda em volla e
com franja, lambem de srda a 7J, dilos de merino
bordados a 9$, dilos de tmiquim muito Superiores
bordados em duas ponas, rom franjas muiio com-
prlas, pelo baratissimo pino de 458000, ricos
proles de tartaruga a imperalriz a 12 e a 208 lo-
ques muito linos a 4.500, ligas de seda a 1,280 o
par, chapeos de fellro muito finos a 5 r 6T brim
branco trancado de linbo moilo fino a 1,280 avara.
dilo iucorpado muilu superior a 1,440 a vara, dito
de cores dr padrues muito bonitos a lg a vara, di- f
los dr quadrinhos muiio proprios pan brasele '
"meninos a 200 rs. o covado, gauga amarella fran-
reza milito lina a 320 o covado, dilas escura muiln
superiores a 560 o rovado, camisas de riscado mui-
io bem faltas a 1,500, cambraias francezas decores
muito bonitas a 400 rs. a vara, entre meins muiln
linosji 1.920 a peca, liras bordadas muiio linas a
3 ea 48 a peca, e alem disto um completo sorli-
menlo de fazendas finas e grossas, que vendem-se
por precos mui commodos, s aflm de se fazerem
grandes vendas : na ma do Queimado n. 22 na
bem conhecida loia da Moa F.
? ? ? ? f ?? ? ii ? ii
Os mais rico* vestidos pretos bordados ;
com babados e lambem coro duas saias, se
vendem na kjja da ra do Queioradn n.
Id, de Leite Jj Cnete.
Hecousa muito boa.
Vende-se a verdndeira pomada para Ungir ca-
bellos pelo barata preco dc 18 a caisinha, rom es-
covinha propria ; lambem se vende massa para
aliar navalMsTa 320 : na ra do Queimado, lia ,,,
roulierida luja de miudezas da Boa Fama n 33
IOTAS M MllKl MI
Vendem-se as verdadeiras linas de Jouvin, lano
para lionirin romu para senhora, pelo baratissimo
prero de 25500 o par : na run do Queimado, ua Bem
conhecida luja de miudezas da Boa Fama n 33
LOJA DA 1104 FAMA.
v endem-se por preco que faz admirar riquissimas
filas lavradas de lodas as cores e larguras, lilas lisas
com pona e sem ella, biros brancos de seda de mui-
lu lindos padroes e de todas as larguras, tramoias
abrrlas delinho gara babados a 120 c 160 reis a varo
jarros para flores a 28 o par, atacadores ou enfiadon-s
de seda de lodasas cores para veslidos.dilosproprios
para esparlilbos, tesouras de todas as qualidades
as mais linas que he possivelenronlrar-se.agulheiros
de marfim e outras muitas qualidades, litas de vel-
ludo de todas as qualidades, bolrinhasde camua
muiio lindas para meninas de esrola, frasquinh'u
com cardinal a melhor cousa que tem apparerido
para tirar nodoas em qualquer qualidade de fazeu-
da. pelo muito barato preco de Sf, trancinhas de se-
da de lodas as cores muito lindas proprias para en-
tonar roupinlia para meninos e meninas, e oulras
muilissiinas cousas que se aianra vender-se ludo
por preco baratissimo : na ra do" Queimado na bem
conhecida loia de miudezas da boa fama.
Escravos fgidos.
Sexla-feirall de/evereiro fugio uoJIaranhao
a Antonio Francisco dc Azevedu, o me esrraro
rniiulo de nniiie Paulo, de idade 21 aunns, alfaiale
e prelo pouco rtenlo, alto, magro c fraiiziiio do
corpo, rosto comprido, olhos am tanbi grandes,
punca barba, penias delgadas, gagueja quando prin-
cipia a fallar, e lem voz gutlurar; consta que pre-
tenda embarcar para o sol no vapor Oyopock, em
rompauhiade una pessoa viada oo mesmo vapor
e que est munido dc passanorte com o nome d
Pedro : quem o pegar ou delle der noticia, entenda-
se no Maranbao com o Sr. do dato esejavo, e nesla
cidade com Manuel Ignacio de lireira & Filho.que
graltbcarao generosamente.
No da 14 de agosto do auno prjimo passado,
lugiram do engenho Sele Ranchos, fregiieria de
Jiossa Senhora da Escada, comarca da cidade da
Victoria, os seguintes escravos: Damiao.crioulo.de
ju aunas de idade pouco mais ou meos, crtela,
beiros grossos e meioarrebitados, tem urna cicatriz
ta lisia proveniente de umeoice de animal, pernas
linas ealguma cousa arqueadas para tora, esmalma-
do, espaduado. altura regular, eest burando ago-
ra. Jarintho, crinlo, de 28 anuos de idade pouco
iiaU ou menos, altura regular, cor prela, pouca
barba, beiros grossos e faz certo geito na bocea quan-
do falla, lem nina cicatriz em urna das faces, pernas
unas, esmalmado, fuma, e locador de viola. O
primeiro foi comprado aoSr. Joao Francisco Barbo-
za da Silva i.umar, e o segundo diz que foi escla-
vo da familia do Sr. Joao Nunes, da fazenda do Sitio,
em Paje de Flores e comprado na prara de Per-
namburo. Consta que ditos escravos eslo em Pa-
je de Flores por portadores que mandei ede lvie-
ram : roga-se as autoridades policiaes e eapilaesde
campo de os pegar e levar ao referido engenho, a
Bernardino Barbosa da Silva ou na praca dePer-
nambuco aos Srs. Manocl Alves Ferretra t Lima, na
ruada Moda n. 3, segundo andar, que serio re-
compensados com a quanlia cima.
PERN.: TTP. DE U. F. DE FAMA. 1856.
i
X
t
f
i




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