Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08011


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Full Text

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I
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I
A
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ANNO XXXV. M >ll IIO 64
SAB1IADO 19 DE MAII^O DE 1859.
Por tres mezes adiantados 4$000.
Por tres mezes vencidos 5$000.
Por nnno adfantado 15$000.
Porte franco para o subscriptor.
EHCIHREGJ.DOS 0 SUBSCR1PC0 NO NORTE
Parahiba, n Sr. Joo Uodulphn Gomos; Natal, o Sr. An-
PSRTID* DOS C0I1REICS.
Olinda lodos .s das as nove e mua horas do da.
Iguarasso, Gotanna e Parahiba as segundas e sextas-feiraa
S. Antao, Bexcrros, Bonito, Caruar, Altinho e arauhun!
jonio Marques da Silva; Araraty, Sr. a! do Lemos Braga;! Pao ifAlli'oi Nazareth, l.imoeiro, Brcjo, Pcsqueira, Ineazoi-
ceara oSr. J. Jos de Olivara; Maranho, oSr. Jos Ti-i-i ra, Flores, Villa Bella, Boa-Vista, Uurirury c Ux as
xoira de Mello; Piauhy, o Sr. Jos Joaquim Arelino; Para, quarlas feiras.
o Sr. Justino J. ltauos; Amazonas, o Sr. Jcronyniu da. Cabo, Scriiihcm, Rio Formoso, L'na, Barreiros, Agua Pre-
Lsta. la, Pimcnteiras e Natal quintas feiras.
__________________________________________ I (Todos os crrelos parten as lil horas da manha.
corpos desla arma sejaiu formodos das orabas es-
colnidas dos de infantera dos respectivos munici-
pios, nada baque providenciar sobre a materia da
Ministerio da justic Isobredila repretentaeSo, urna vez que V. S. lenha
Measte n. 2,:t(2 mi 20 dc ivxe.ro bk 1859 :''-'"'; ,'u'"" '!"' '""'I'':1"- conveniente dUtribui-
" de.l.i4, regulando-sc essa disthbnicao pelo
PARTE OFFICiAL
d.i aiilcortuenU
reren) snr cono
1.1 dos iraladoH,
sul rjnu subiucll
AUDIENCIAS DOS TR1BUNAES D CAPITAL
'rihunnl do romnierrio: segundas e quinlas.
laro: Ierras feiras e sabbados.
Pazi-ntl.-i: leri-as, quintas e saldados as 10 horas,
lui/o do i'uiiiiiii'M ni: quintas ao meio da.
Hilo de orpbos: Ierras e sextas as 10 lunas.
rimeira vara docivel: Ierras e sextas ao meio dia.
Segunda vara do eivel: quarlas e sabbados ao meio dia.
EPHEMERIOES DO RIEZ DEMARgO.
4 l.ii.i nova as 4 huras e 51 minutos da larde.
11 uu.iiio eresrenle as J horas e 2o minutos da manlia.
ls Lu cheia as 7 horas e 28 minutos da larde.
-'* Quarlo minguante as 7 horas e 8 minutos da manlia.
PliKAMAll DE IIOJE.
Primeiro as horas d
' Segundo as ( horas e
30 minutos da nianha.
54 minutos da larde,
DAS DA SEMANA.
II Segunda, s. Halhildes Rainha: S. Urodzio ni.
15 Tena. S. Henrque rui ; s. Ijtnguinlin soldado.
Ii Uarla, Ss. Cvriaro e Taciaun inra.: s. Ibrahao Eremita.
17 Ouinla. s. Palririoap. da Irlanda; S. Gelrudes v.
18 Sexta, s. liahriel en-.; s. Non-izo are.; S. Prigdiano b.
l'.l Snbbado. S. Jos Esposo de Nossa Si-uhora.
20 Domingo. S. Marliiiho Dntnieusc are.; s. Ijuilberlo b.
ENCARRECADOS OA SUBSCRIPQAO NO SUL.
.Magnas, o Sr. ('.laudino Falt-n Das; r.alna, n Sr. Jos
i Marlins Alves; Rio de Janeiro, o Sr. Joo Pereira Mailius.
EM PI.i;NAMB(;CO.
0 propietario do DIARIO Hanoel Figneiroa de Paria, na
1 sua linaria prora da Independencia as. ti e 8.
Mieiiilciulo proposla do presidente da provin-
eia do Para, hei por boui decretar oseguinte :
Vil. I." l'ira dividida em duas son oes de bala-
ihaode tres COmpanhias eada urna, com as dnsig-
naceade Ia e5" do serviro arlivu, o S" balalhao
de infantera da guarda nacional da provincia do
Par.
Art. 2." A seceso de balalhiion. 4 eoinproheude-
ri as Iresprimoir.is compauhias dn auligo M" hala-
lho; e a de n. 5 ser formada das nutras tres ;
temi aquella a sua parada geral no districlo da
Caohoeira, e pula no de Snitro,
JosThoaiazNabuco de Araujo, do ineu eonse-
lho ministro e secretoria de estado dos negocios da
justiia, assim olean* entendido e (ara executar.
Palacio do Rio de Janeiro em 20 de Janeiro de
1899,88*daiudependencia c do imperio.Com a
rubrica de S. M. o iiu(ierador.=./oe Tkomaz Xu-
Imca de Arauju.
disposlo no citado decreto n. 1171. alim de que o
liatalho de arlilliarin nao lenha (orea superior
que se ai-ha designada : o que V. S. (ara constar ao
iioiniiiaiidaiile do referido balalhao u. 14.
Hilo ao promotor publico da roman-a de Santo
Vntao.Recnuheccudo-se na thesouraria de (azcu-
dascrem bisas as du.is untas de 20?, que com as
si.-us oJReios de 5 e 14 do corrcule i'mc. nuvioii-
ine, al'nu de seren examinadas,
ao l)r. chele de polica, para qu
esnaa promotoria, tome as providencias neeessa-
rias en taes rasos, e Vine, reeohimendo todo o do corren!
eiunenho as avi-rigum-oes, que sao precisas, alim lorisario qui
de proceder-se como coiivm. rei-elninenlo
_s_ de 1,000 bcj
tillicio ao Exm. hispo diocesano.Derendo ler'l>'"' d'Albo, i
leerca des (nvores que peusade-
idos aos vapores orienlaes, .i ^is-
iin otTerece a dizer ao Sr. con-
csse assiimpto deliberaro do
governo unperii cuja decisao aguardo.
Renov ao Sr. cnsul es proteciosdo minha esli-
ma e considerai
Dito ao dinvl
Mande Vini. f.i
substiluiedejS, q
Un ollieio jllllli
fe dc polica.
Hilo ao ne-si
conhci-imonto <
ni Pedro de vi
dirigir essa rao
assento na assi
EXTERIOR.
10.
ir interino das obras publicas
r na casa do delencu as obras e
Jie indica o respectivo administrador
ir copia. r.oiiiiiniiiieou-su ao elie-
OllimunieO a Vine., para sen
que designo o rugenhot-
lo.
din
aular.i dos le.iiinarae- Pexote para
rlic;.....mquanto ,Vme. estiver i
nhla legislativa pruvinrial.Coin-
li/. dellas reuiossa niuuicou-se lai lium au inspector da Ihusourariapro-
de accordo rom viueial
.UlniMterio du fazenda,
KCaattOBC 2ti DK VKVKHElnO IIK 1859
Esliibeltce ptuns
Hilo ao mesi io.Respondo ao sen oll'uio de 2fi
b n. 32, oisendo que
\ ine. pedio para lavrar o termo de
unitivo da ulna do entpcdrantcnto
I no 17." e 18.* lauro da estrada de
testa dala reoinHiendo ...
lugar ainanhaa,. 1 luna da larde, a abertura da ''' Ihesouraridprovincial, que avista do compelen-
sessan ordinaria da assembiea legislativa provincial: le *friiBeado,J mando pagar a importancia da pres-
assimo i'omiuiiui'ii a V. Exc alim dequesesirvf '''.'ao, a que|lem dircito o arremalnnle daquella
de ir celebrar a musa votiva do Espirito Sanio na "'"!
igrejn malrizda (regi.iezia do Rece. "ll" ciujiiiiaudanle do corpo de polica.En-
Dilo ao mesinn. vista da represenlniau Copia :'''ndendo-se ji-oiu o presid-ule do louselho admi-
A gratule politlea e as ajwestteci
siM-iimlui'ius.
O iiuigressii de l'aris ha de por si constituir nina
pnea na historia doseculo \1\. Klle elevou <> di-
reiio puldi......ii ni i..... cima da politea egostica e
arbitraria dos Iraladosde Vieuua. A santa nllianea
elevara a Kuropa ao grao das potencias contra
lanles.
u Rongrassu de Pars houve em momento ques-
Ifin de pnvns. Tralou-se do roowistriiir a nactona-
lidade ronaua, llzeram-se owrir palarras sympa-
i liir.is ,-ni favor da naeao italiana.
Este congn-sssn celebre, dizemo-lo em honra de
ludas as puleui-ias que 1.....aiHnj |rle em suas di -
lboraees, desempenlmu o sA dever com tuda a
iliguidade. Havia-se interdicta lodo o espirita di
iiieuii2 parles ; mas qnein se recordar da dis-
ussao que houve o auno passado, quein esliver a
' que
era
.ta-
llas linas Sii-ilias foi convidado a deferir ao voto do
congresso.
O re Fernando recusen prestar cenias ; eonles-
louas sua- potencias, que baviam tomado til ini-
ciativa o dircito de engirirem-se nos negocios da par dos tormos desse contrato, conh
Pennsula, (.inesiau de aples duas parles se retaren) aquellas que esse indindu..
Novo esrolhn da grande poltica, por quaiilo as ja haviaronlraladocom acamara municipal. Kisto
potencias occidentaes, nao ousandn apoiar por actos materia de segunda disenmo ; na segunda dis-
a i- desejos que haviam inanifesiadu. rwao as suas cnssan se poder! determuar precisamente quaes os
_ ii |iieseiilaciies aiiiiiqiillarem-se colilla a poltica limitas dessas duas partes que o Sr. (Hbsou quer
lurar : mas islo nao razio para que na prinicira
.Nao duvido, Sr. presidente, que baja alguma la- -.., nada ; poniue como diste, neaUa materias
na expressao do projecto, quando diz si.upl.-s-, s curemos virtuosos ; vista coato, senhores.
eu nao sel o que qurdixer uma nssi'inlila provin-
cial, mi nutroqiialquei- corpo politicii,prestar couliaii-
ca ao governoem umascousas, e em oulras.nau ; a-
peuas so provar una desconnaoca alisolutamenle
inconveniente. Deveinos, pois, autoriaaf o gover-
ii" para organisai o corpo de polica, nao porque
cu deseonhe -a que podemos lanibein orgauisa-lo,
mas porque leudo esta casa tantos Irabalhos a dar
cuita, exisluido mesmo lano expedienta as pastas.
ni- '"v'ls;i" c Jc conqoisia, toda o qnalquer rantagem
material
obstinada de Fernandu
ti resultada fui mu rnmpiment diplomtico, discussio se enipn
que anda dura. fundamento de que"
'iin-siiiu Pieinniiie acreditou as sytnpathias ma- assignatadns.
infestadas em favor da rausailaliaua Por tanto nao senda islo razo bastante me pa-
Na sessaodeBde abril de 1856, proposito da rece que o roqueriuienlo de adiamanto dere cahir e,i", .' ,"'.....................','"'........' "".i
SM S, ,i co......de Walcrrski havia feito en.en- e ser re.eit.ido', assuu como .i, ve c.ihi, e s,^ rc'gei- tari!1 *"" """5Ul"" '
UtT norp- *;.. < i.i -_ .r -a
"7" ly.V'r.........' nscessWa* ilZ sente'na ^rimeiiidiscu-^co: fi?(^.1^i^^^^8 ^^^S^M^.
...fea *,.,, ,,- r.7,.,/P.,s. .. 1 Agora, dlusire cubro ,p,e se djgnou lomar a JSSS ?' !^^^JZ \^u"^quo dcol
MeglIllldO ess.1 Oldeni de nle.is n emule lie W.-i- lialavra liara n,in,io.,:,r a ..;..i......_. ....i_w f.... .. !. ".""
a ulilid.ide do projecto pelo eu entendo que nao nos devenios oceuparde cou-
iimites do terreno ni.....staojaas lio minuciosas, que perteneemao presidente,
no silencio de seo gabinete, visto qne elle se acha
laisa par das neeessidade da provincia, do que
ca-
to
e
20g
generas, a juizo do inspector
Art. 2.* Na mesiun mulla incorrer o dono ou
consignatario do volme em que forera encontrados
laes gneros, e que lenhaiu sido descarregados para
a alfandega com declaracao de coulerem mercado-
rias dllterentes : o ueslea^iso cobrar-sc-ha em do-
liro a armazeiingein contada do dia da descarga
Nao ter lugar, porm, a mulla, se antes da des-
carga o dono ou consignatario dos voluntes tiver fei-
to a declaracao competente por escripta ao escrivao
da descarga.
Art. 3. guando as mercadorias. de que traa o
arl. 1, vierein manifestadas com direccao ordem
o at o penltimo dia da descarga da embarcacu se
nao liver apresentwta na alfandegaziessoa compe-
tente para o despacho na (orina do citado art. 182
do regutaiucqlo de 22 de jiiulio de 18:16, o inspec-
tor as liiajidac arrematar om praca precedendo edi-
laes de-^fes' das, publicados pelo menos na (o-
llia oincial, e, deduzidos os direilos e mais rendi-
mentos devnlos, o liquido ser levado a deposito
para ser entregue a quera pcrlourer.
Vrt. i. Antes do cuinecar a descarga da etnbarca-
eau, a escrivaii da descarga far.i extrahir una rea-
nlo dos voluines ou mercadorias de que se trata, e
a romeller ao administrador das capalazias, para
que nio leiihaiu entrada na alfandega. Ao guarda
encarreaado4adescarga taiobem se dar una rela-
iao igual para que nao desembarque laes volumes
sem ordem expressa du CSCrivaa da descarga.
Verilicada a existencia uus^anua/Miw ,1.
po p
do lli mu d a salva do costme
Hilo no mesmo.--Uncir V. Exc. informar sobre l
materia do incluso reqiierimenlo de Manuel Jlartins
Coins.
Hito ao mesmo.Pode V. Exc. mandar abriras-
scniaineuto de praca aos recrulas ProOrio Pereira
de Alineida, de que trata osen ollieio de 5do Cr-
rante sol ii. 170.
Dito ao mesmn.l'de V. Exc mandar por em
jiberdadeo recruta Manuel Petix de- Lima, que foi
uilgado incapaz de serviro do exen-ito, como V.
Bxo. coniiuuuicou em sen ollieio de 25 do correte,
sob n. 171.
Dito ao director da faeuldade de direito desta ci-
dade.Queira V. Exc. informar sobre o que pede o
Dr. Augusta l.ariiciio Monleiru da Silva Sanios, lio
requerimenlo incluso.
Dito ao presidenta da retacan.Commanicoa V.
S. que ii bacliarel Francisco Caldas f.ins. segando
p.irlicipou-nie em offlciu d^- 21 do crlente, eiilrou
uaquella dala em exercicin do cargo de juiz muni-
cipal e de orphosdii lermo da Eseada.i'.oininu-
nicou-se lamliein ao inlpeclor da Uiesouraria de fa-
zenda.
Dito ao com mandante da divisan naval.Ordene
i. s. que se d transporte para a corta nu vapor
l'edrn II ao uiachiuisla Manoel de Sorba Vendes.
Diio ao inspector da Uiesonraria de fazenda-r
leudo nesla dala prorogado por 4 mezes u praso de
5, uoncedido ao bacharel Joo Carlos VugnsloCa-
LimiIi ^ ulli i., ibh a iipiriiin' iii>j^^rn rrnTTTH
dc juiz municipal e de orphios do lerlno de Igna-
ra ss a : assim cuiiimiinini a V. s. para seu conheci-
inculo.
Dito ao mesmo.Ordene V. s. que seiam Iroca-
das por notas du thusouro as do banco do Brasil
KESo?ST "" ........commandante do vapor (V..Btf. reeebe
L:. ..'1 .!'.".rar.. 1?." ?bra- ?"* e naosaoa.eltas sem grande abate na provin-
cia para onde elle segu em COIIllllissao do gover-
tio imperial.Communicou-sc ao referido comman-
dante.
Dito ao mesmo.Mande V. S. pagar op'portnna-
mente a importancia das madeirascompradas, como
declara o inspector do arsenal de marinlia no ollieio
junio por copia datado di- 25 do correnta sol u. 67.
Communicau-so au inspector do arsenal de ma-
nnha.
Dito ao mesmo.Em resposta ao seu ollieio de
20 de fevereiro se me oDerece a dizer que com ef-
feio irregular qu
COIII o
p poder desempenhar essa eommisso
i Manuel de Borba Mendes, que Vine.
quizer, seguir pa-
ao
di
.ilfamiBja ou lU-piisnus nailomres-, de qnalquer vo-
lume de gneros semelhantes, ser intimado o dono
mi consignatalario, se fr conhecido, para dentro de
21 lloras despacha-lo c retira-lo ; e nao o faz.endo,
ou nao senda conhecido o dono ou consignatario,
proceder-se-ha venda em hasta publica, como li-
ra determinado, cora a dilfere
prazo da arremulacao se
r a mulla c armazenageju na forma do arl. 2.
Art. 6. Se o capilao, dono eu consignatario das
mercadorias heuverfeita em termos a sua declara-
cao, e nao obstante a mercadoria d'u desear regad a
para a alfandega, hr-se-ha elfccliva a multa ao em-
pregado por cuja omissao a mercadoria eutrou na
alfandega.
Art. 7. (Xs cnsules do imperio, quando legali-
rem os manifustos das embarcacoes, daruu conheci-
menlo da disposirio do artigo aos respectivos ca-
pitaM, e assim o declara.o nos mesmos inauifeslos.
Arl. 8. Ficaiu revogadas as disposicoes em cou-
trario.
Francisco de Salles Torres Homem, do meu
vei.ci.neulo mensalde 200I f'''''''; ,s,s,'"lr!','-'.'l1s 'lu" ";"l'*m de declarar nao !
poderaoser acolhidns senao com gralidaodo mun-
do inleiro. (.luem ha que quiaesse apagar urna s
Imhado trotado de l'aris?
Kisa grande poltica. Eslavamos no dia seguln-
! ao de una guerra que abalara a Europa, exaltara
o patriotismo, dispo/era os soboNuos os estadis-
Ins agrandes e nobres s.uriliiios. mutuas conces-
sues. As grandes polencias reeoiciliadas julgavam
que o equilibrio eiirupeu eslavajissseiitado subre ba-
a
pie tu prematuras esprancas
por un anu
rs., visto na
o macliiiiir.1
tara desem ircar, podendod
ra corta i vapor Pedro //.i:oiniiiuuicuu->i
inspector da thesouraria de fazenda.
l)i|o a Francisco Ruttno de Arate CavaleanU juiz
paz do sjguiido districlo da freguezia de Maran-
guape.Knl resposla ao seu ollieio que Vmr. me
r:io em 41 do correte, declarando qui
farmaeoes acerca de poss/s e sesma- |t* P7d"l"ai; S"I,iaS 1l-l'1,a l^;*r'e~r poiilic'
. ... '"'"-11 c generosa que tao prdmalur.is espuranca
fez conceller
'.luem pois pi)de romper esse accordo de vonta-
|ue dere \ me. dar em' prazo breve : "'s' ''S
cues exig as pelu ollieio
de ministra
ras, visto le, tanda entrado ha pbaeo lempo, em
exercteio dif seu cargo, ignorava a existencia de or-
a seiMdhaule respeito, se me offerecc a dizer
..>..u o tueiios plausivo, para so demorar o nfnra-
incnle proteslacio i 'uculo do pantano de rtlinda, essa pretenrao da ea>
I. ueste caso o congresso nao teria dado ii Italia ,ni"'a do Itucife, se que a lein; e at una injus-
si-uao essas provas de couipaixao banal e de inte- JJS, esperar por essa ulilidade nue o governo posss
resse estril, que, |ierlo de tinte anuos, foram con- -l
signados nos processus verbaes das nossas asseui-
de futuro, nuuia poca anda nao determinada, ti-
rar desse pantano, para o deixar em abandono, no
estado em que esta al que em alguin lempo um
presidente queira utitisar aquellos lenos. Se por
ventura o gnvomo bouvesse declarado que quera o
pantano para logradouro pblico de preferencia a ou-
iros pretendentas, ealao poderia o nebro desatado e
u'ilros ler razio para fazer esta uposi.aoaoaforaineu-
sejara as compras muidas do
arsenal de guerra bulas pelo (undante do porteiro
s-lli... ministro e sucrelano^ lado Z^on^ ^.t bmdu o lTrclt, V^Mt
dazenda e presidente do tribunal do thusouro na-
cional assim o lenha entendido e faca executar.
-n'*2 i" Rio (l'' J""'il'1 era 26*de fevereiro de
1S.>a,-18 da independencia e do imperio.Com a
rubrica dc S. Mo Imperador r'ra-Nrwco de Saltea
torre* Homem.
I.KCOF.TO IIK 26 PE H.VKHFIIIO l,K 1859.
I.lfra o uiime.ro do feores da me. ludii du corte e altera o rmeimentos dos ar-
queadores e guardas da mtsma mesa.
I sando da aulorisarao concedida no arl. :!0 da le
n. 968 de 18 dc selembro -de 1815 e nos arls 2!) e
46 da l.i n. oli de 28 de ouliibru de 1818, hei por
tieui ordenar o seguinle
Art. 1. Ficaelevado asis o numero dos (citaren
conrereiues da mesado consulado da curte.
Art 2. O vencimeiilo dos arqueadores datnesma .-.
mesa tica igualado ao dos felores conlerenles c o I sadu, sl. nu
. do arsenal de guerra
neunuma ronllanca naquelle empregado, convm
que coiiliniiein as compras a ser (eitas como al
aqu : ii que se eu.nmunic.-i au govemo imperial
com os motivos da irregutaridade, que V. S.
ola.
me cun
corren-
l'ito ao capilao do porto.Coiiformaiido-:
o que Vine, propoe em seu ollieio de 25 do _
te, leiilio designado Francisco Firmina Uontairo,
empregado na secretaria de-sa capitana, para exer-
cer provisoriamente a- (uncces de secretario em
quaulu esliver com assenlo'na aSSembla provin-
cial ii baenarel Antonio Kpaminondas de Helio.
Commumcou-so ao inspector da thesouraria de fa-
zenda.
Dito ao mesmo.-Declara a Vmc., com referencia
as suas informacoes de 2i docorrente, que nao
sendo prohibido as mallas particulares, em virlu-
Je do aviso circular de 5 de fevereiro do anuo pas-
llilo aiJ consellio adiniilslralivo do patrimonio
dos nrpljaus. Mande o eonselho administrati-
tivo no (liiriiniiiiio dos nrphos entregar ao com-
manilanlfc do corpo de polica, mediaule a ne-
cossana emaisacao, 50 das camas, que foram
coiniuenjladas pelu inc.-ino eonselho, a rocoi
ac^uii_u-nreiii,(Mij..u.ailli-fii, dnsnri
en-
teeeu-
rpli.nn -
furneein
nasceram as complicaroes secundaras cujo desen-
volvimento vamos seguir.
artigo 20 estirado a nova frQiitcira da Bessara-
bia, estipulara que a liiilu de demarcarn turco-
russa passaria ao sul de Itelgrad. Ora haviam duas
aldeas cora o uonie de Belgradt-.Oual a que se ha-
via designado'* Urna discussao pueril einpeiihou-
se sobre este nenelo ........i| )jfcua^clir.~~j[i i-
e com a poss.-ssaii n
pequea ill.a dasSerpentes, cujo tratado nao havia
.nav-Ss dlSdaTes^eSnte^
r^-nVr^s^ei^i^'^lrif,;^;;^
dos nav os da armada e eslalieleein.e iL d ,a tarra Z^T>^^ZV *"** 1"la-
nha, reipondo declarando ,, approvo o eon^to deTovo^ uelra ^M d" ,Ue eBce"t
que seguido consta do termo annexo ao citado olli-
eio loi (celebrado com Antonio VasconccIloSde Hen-
donca fiara o fomecimenlo de madeiras de construc-
cao aefessarias ao arsenal do marinlia.
l'ori ira. ii Sr. agenta da rompauhia brasil
dos --
em
blas parlamentares, em favor dir Polonia '
Nao nos rumore, neste golpe de vista da poltica
geral, pronnnciarmos-iiossobre a alternativa depai
ou ou de guerra, que se levanta presentemente:
essa tfnestira foi discutida com mais autoridade ede
um modo coiiveiiieiite.
Se porm a divergencia dore taruma snlu.-a..di-
plomtica, se, assim como o congresso de l'aris lein,
evindieaclu o privilegio, os Estados entre os quaes i """'ua de precisar d'esses terrenos para logradouro
es eosns belli parece immiueiile aules do empu- I'ubluo ou oulra servenlia, nao vejo fundameiiio
i a rctn as armas, devein recorrer inlervencao, aos Parn 1"c "<" elTectue este contrato, e se espere at
a
un
lo; mas au hacend essa declaracao da parle do
governo nao leudo o governo manifestado inleucao
.o generosa, ein una patarra, da grande
polilica do congresso de Pars.
ClI. IllIAIXK.,
La l'resse. )
PERNAMBUCO.
pajiiiolos mande transportar para o Uaranhao
lugar de r desuado para passageiru de estad i
rvallio Serru.
tlf retvc onet cla' W,ali"n,ente a -'eao L MoldoMla-
_ -*SSEHHr tESt3tTIVA r-fISVIHCIAL.
SKSSMl olUUX.inH Kll 1, liK sivhc.O UF. 1839.
Presidencia do Sr. Dr. Carneiroda Canta.
(Conclusao.)'
OKIIEM DO DIA.
Primeira discussaodo projecto n... que aulorisaa
cmara municipal deOlinda a aforar a 11. Gibson
parles do pantano que faz parle do patrimonio da
mesma cmara
0 Sr. Braudo diz que nao duvidaria volar pelo
projecto, se nao livesse escrpulos, que Ihe foram
el.
mar
. i
uuii-ipio para sena logradouros Se a cmara do
llecitequur terrenos forado seu municipio para lo-
gradouro publico, ha de entrar em concurrencia
cito que lein qnalquer particular; a ca-
ser prelendenle, hade requerer de
que Ihe afon
mar ha d
llliiian
Saraiva.
Um Sr. Depulado :Xao Iragaa discussao para
alu.
O Sr. P. Uarle : Kcpilo, prolestam os prece-
dentes honrosos do Sr. Saraiva, e por isso estou
serlo que elle niiiicauiais.su ha de esqueenrdos
internases da provincia de l'eriiarabuco...
OSr. Lacerda : Nao disae isso
OSr. P. iiurtcO nobre depulado disse, que
S i por un acaso, ou por f.-.lalidade elle poda mudar
de oiiiuiao relativamente aos negocios de Pernau-
buco...
(I Sr. Lacerda :Nao apoiado.
O Sr. P. Unirle :... ou que livesse de relirar-se
para a corto.
O Sr. Mcerda : Veja o que ou disse ; a rau-
danca de rcsolacao, ou de opiuiao, nao importa o
dizer, que ser contia os inleresses da provincia
de Peruambiico, pode nao levar a emulo esse toa
ballio, por differuutes motivos.
0 S. uarte Ncsse caso, pode mandar orga
uisa-lo por una eommisso...
-'mi Sr. Depulado: Est provocando umaag-
greasio.
O Sr. Ditari.- : Dj parle de quem ?...
(I Sr. .1/. Cacalcanti : De nos todos...
O Sr. Bisarte: Mas cu s estou fallando aqui
com o nobre collega o Sr. Barros de Lacerda. O
que convm senhores, que nao percamos o lem-
po ; o que convm que a provincia seja libertada
desse oslado degradante em que at hoje lem esta-
do {apoiado *)
Sim, senhores. relativamente seguranca de vi-
da o prospuridade, o que convm que o cidado
enoaolre proiec-o na lei, o o criniiuoso lenha a
certeza de ser punido.... apoiadus .
(Ha um aparte.)
0 Sr. Hitarle (declinando a voz] o nobre depu-
lado est enfadado coiuign i
Lto Sr. Depulado : Continu !
Os assassiuos, senhores, j nao proi-uram os lu-
gares erutos, e as emboscadas; no centro da capi-
tal, dentro de nossas casas.VMeados de nossas fa-
milias, ellos vem cevarsua ferocidade.
E o que se
lio l.oiirencu ile Carvalbo Seria
< presidenta da
o que piupuz o Dr
12do correte, sul
cargo de subdelegado da freguezia dc Crava-
l.uiz Bellrao Jorge, visto que all nao reside e
:i para o mesmo cargo \ nial Pereira de Mello
eciipa o de 2. supplenle, para u qual no-
to Jos Soares de Olivcira Grande.Coniniu-
nicilu-se au chefe de polica.
I Expediente do secretario do governo.
tlilicio ao commandante das armas,O Exm. Sr
P'-efcideule da proriucta, autarisando ne.-la data o
llis lector da thesouraria de fazenda a mandar iia-
gai os \ encimemos do alfares Joaquim Jos
a Tiiii.riii.i
taniunta possivel as diversas classes da sociedade
Em poucu leiiipo a llussia leve o bom goslo de ce-
der a liba das Serpenles.
A mais importante das qucstes reservadas pelo
Congresso de l'aris era a dos principados, a qual an-
da nao se acha resulvida. --,------. -,-.....- .........
O arl. 2i do tratado estipulara que um diva,, (/(, nscitodos por informacoes que leve deque o affo-
hoc, composto de modo a ropresenUar o mais exac- ue sl- pretende approvar vai prejndiear a
diversas pessoas, uno desde moitos anuosoceupam
dillereiiles (rac.oes do pantano de Otinda. Cons-
ta-llie que essas pessoas requererani. e redama-
ra m contra esse aforamento feito ao Sr. Gibson, e
entendo que seria imprudente e censuravel appro-
var aquello aforamento, sem se saber se elle pre-
jodua us auligns oceupadores os quaes em lodo
caso devora fer preferencia a respeilo das parle. ,|,,
pantano que oceupam, ou a titulo de servidoo dos
seus predios, ou por qnalquer oulra razo.
Diz mais, que por umitas ve/es lein elle depula-
do reclamado do governo geral na cunara tempora-
ria o esgote e apiuveiaiiniiiu do pantano de Olin-
esse da salubrdade daquella cidad.
O partido nacional iiiclinava-se a uuiao ; a Franca
appoiav com loda a lealdade esle projecto de re-
constituir a nacionalidad.- romana ; a Hussia, em
vea de liberalismo, acceda a esta soluco, que pa-
recia estal no espirito do tratado ; mas preponde-
rancia du occidente enmecava a diminuir nos prin-
cipados romanos voltados aseusanligoserros. Pre-
sos por assim dizer. entre a Austria e a Porta, elle.-
doviaiu sentir a influencia deltas. A questao da
unio era separada a priorj pelo
Souza.
...-Miau A Vustria .,, "-r------------i-wp., w
Lu abuiidawi ueste sentido. A Inglaterra hesitara ia q TJ ""? P0"6 Mnaoiar urna iniustica, appro-
le 7 do o ente ^ ,1'''';aU 'V *" lto- W JJ^ da Franca eaffiS! ****** vainJoun, aforamento que nao sabe % va, oi'uo
'i.....u chefe de imlulla.-S Exc o Sr ore 1 ^S wl*Stf ^ t'-au- governo
He da provincia manda cuiuinuil-ai- si' in'^\lKI"a '"'"' ? a pirita do coug.es-
S de'iecorameudar .....SM alnlK I ff.-5L?!!L*_?f ""10)lsla- JFf**~ I
fe pague a quautia de 30*000 rs., qu
du nos meze
dosluaitVlH7nrfo~nr,^oT, C.H -SkC 1"' S"'' "'"""" 1IIS- '"'"f"-' ^'"aile.ra de ,ma-
etavadana^^L/^s.SRi83 d tr"Pl.cnhes. rc lo "" vnhalico, nao pod.....itouoer-se que seiam
*7i*ta^E2EZi w;nd".-*" '"? Kratiaca- sujeilos prohb.-ao os pr.iu, h.-s des-, made ,a.
1 irZriZ m "p ""'i'1 ^':.n''"1- <""'" !"* estoo os de quaesuuer ,..ras
Francisco de Salles.Torres Homem, do meu eon-
selho. raiuisiro o secretario de estado dos negocios
da fazenda e presidente do tribunal do the
cional assim o tenha enlendid
.uralar', do 'o de Janeiro jL
iso, da independencia e do imperio. Com a
rubricado S. M. a Imperador. Francisco de Salles
Torres Homem.
GOVEHNO DA PitoVl\( i v.
Expedientedo dia SO de fevereiro.
OUcioao Exm. enviado extraordinario e minis-
tro plenipotenciario do llrasil em Londres _Te-
nho a honra de remetter a V. Vxc. os inclusos
relatnos acerca do tralamentodostrabalhadoro ,
Inngeiros a servico da estrada de ferro.
i.omiiiissiunei por parte do governo o Sr. vice-
presidente Porlella para averiguar todos os tactos
e quenas dos trabalhadores, por elle e por miiu
que tambera visitei o catuinlio de ferro, o todos"
os Irabalhos, verilicoii-se que os eslrrangeiros
tem sido c sim ptimamente tratados, e que n em-
preilciro ha cumprido exactamente os seus contra-
tos.
Julguei conveniente dizer isso a V. Exc. por
ser lalrez necessaro demntw|r|na l.urqpa, mi-
de convior, que sao falsas asquelas que militas ve-
zesefrequontemente levanta s trabalhadores
Dilo ao commandante das armas.Faro apresen-
tar a V Exc, para seren inspeccionados, os re-
initas Canuto Alves Moreira e Joaquim Antonio
I)ourado.=Communicou-se ao chefe de polica.
Dito ao mesmo.Faco apresenlar a V. Exc para
ser inspeccionado, o rerruta l/.idoro Angelo de
Souza.Commuuicou-se ao chefe de policia.
Dito aocnmiuandanlo superior da guarda nacio-
nal do municipio do lleeife.-Queira V. Exc. infor-
mar sobre o iucluso requerimonlo de Domingos Su-
riano Alves da Silva
'" L'rW?
notas* de20,
liiaesquer .miras
que nao sejaiu reservadas.
Diio ao mesmo.Ao seu oiii.-io de 13 do eorren-
souro na-| le, respondo declarando que o recruta Joo Jos da
teca exocutar. | Chagas foi destinado para ,, exercito em 21 do cor-
e fevereiro do! rente.
Do ao mesmo. Pono* Vmc. i disposico do
commandante da divisao naval, alim de simonlsrrm
(iraca, caso nao tenham obtido prazo para provar
iseui-n legal, os sele recrulas que se acliaui a bor-
do do brigue barca llainaraci, a cuja guaruii o lica-
rao pertenceudo.Comiuuiiicoii-se ao coiiiuiaiidau-
te .l.i divisan naval.
Hilo a 11 director da.* obras militares.Pico inlei-
rado de que as obras da cacimba e lauque do quar-
tel da Snlodade, oreadas e arrematadas pela oiian-
bade 500.1000, lerio de importar na de 65Uj000
peloacrescn.....[no convm taxer-lhes, como Indo
me commiinicou Vmc. em sen ollieio de 25 do ror-
rele, sob numero 17.Coiumimicou-se ao inspec-
tor da thesouraria de azcuda.
Dito ao mesmn.Mande Vine, calafetar conve-
nieiiiemeiiie o pavimento superior do hospital mi-
litar, alim de se poderom lavar as enfermaras nel-
lecollocadas, edeclare-me a deapeza que cura isso
sensor. Communicou-ee ao commandante das
armas.
Dito ao director do arsenal de guerra. Fica
Vmc. aiilorisadn, como solicita em seu ollieio de Ir.
do correnle, sdb numero iti, para mandar encader-
nar os documentos de despezas eilas pelo pedago-
go dos aprendixesmenores desse ais, nal, despen-
dendo com issoaqnanlia de $a :)$(Nl0qiii! calcula
ser precisa.Communicou-se ao inspector da the-
souraria de (azenda.
Dito ao mesmo.Mande Vmc foroecer ao qnar-
tel dn corpo de policia 5U camas cun travesseiros e
psde ferro, remetiendo aconta da despeza respec-
tiva para ser indeuinisada pela thesouraria provin-
cial.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Com quanlo da quautia distribuida para obra da ca-
resle a de 2:007-3021 rs.,a
pesa de i:500$000 ordenada
Dito au cbaie de policia.Remoliendo a V. S
duas uotsrraezOa, que cora os dous olcios juu- ..
los, sobns.l e 2, me foram remettidos pelo pro- sa de" detenco apena
motor interino da comarca de Sanio Anlo, que I mande Vmc."fazer a d.
suspcitou serem falsas, e como laes foram conside- pelo meu offlcio de 2:1 do corren!
radas pela thesouraria da fazenda, une as exam- un,. ,, -
nou.comose ve das offleos de ns 3 a 6. lenho a ",^o m.-smo.llaja \ me de ordenar que o
recommci.dar a V^S. que, de accordo cora o refe- T^nJiL!,*??"?"'' ?*"*'. C01"0 fVnslla-
r.do promotor, di asairovidencias necessaras nes- i ,,, \"T "," """,'''",'L'A1""' l'"iH''- SJa
tes casos, tendo enAtlcuco a circumstanca de ,'""""'" da1WI rs. em que im-
existirem na eirculacio tantas notas falsas cn,,, !."."""' S|,1-'",:d" Prel ".clnso en. duplcala, oa
parece revelar a apprehenso das duas,
liro-me.
Dito ao commandante superior da guarda nacio-
nal da comarcado Rio FormosoTenhu vistea
iiilormacao, que V. S. ministrou um 5 do correnle.
""las alsa3, c0ln0 ve i p,.|a c
a que re-
assimcoiuo a reprusenlaco e mais papis, em que
o commandante do balalhao n. 44 de infantera dn
guarda nacional do municipio do Rio Formoso de-
clara que a [alta de conveniente decisao do distric-
lo, em que se compreheudem o seu corpo c o de
artilhana d lugar a que o commandante desic le-
nhai alistadoi as respectivas corapanhias todos os
individuos domiciliados na cidade do Rio For-
moso e seus suburbios. E dando soluco a esle
objerlo se me olferece a dizer,o seguinte :
Que estando o balalhao de rlilharia organisado
de conformidade com o art. 1 do decreto ti 1471
de 4 de novembro de 1854, que determina que os
genes da villa do l'od'Albo as pracas da guarda
iiacii.nal.deslacadas na mesilla villa, durante o mez
de Janeiro ultimo.Comiuuuicou-su ao inspector da
thesouraria de fazenda.
Dito ao mesmo. llevolvo a Vine, os papis da
divida, de que pede pagamento .luu Jos Pinto de
OUveira, proprielario da casa que serve do quarlcl
ao destacamento da villa do Cabo, para que seja
proeessada que perlence ao exercicio lindo, e sa-
tiseia a anee relativa ao exercicio corrente, sendo
o aluguel contado a 'J000 raensaes ale u da 3 de
agosto ultimo, e na razo de 20-000 de i desse mez
emlante.Commnnicou-se ao chefe de polica.
Dito ao vice-consul da repblica oriental do Uru-
guay.Acensando recebida a commumeacao que
em 16 do correnle dirigio-me o Sr. Antonio" Valen-
tn) da Silva Barroca, vice-consul da repblica ori-
ental dc Uruguay, iiisistiudo em suaopinio cniitti-
- sodespen-
ue novembro du anuo prximo pas-
to a Janeiro ultimo, com o aluguel da ca-a
que serve de quartel ao deslacunieulo do 2. disl
tetodo termo desta capital, una vez que esteja
termos lgaos a conta em duplcala, que a-
inpanhoii o ollieio de V. S., sob n. lli'J, Je 6 du
rrenle.
Ilitoaol. secrelario da assembla legislativa
provincial dia dizer em um de seus discursosolDcies. Pe-
lo que taca aos principados se alguein admira o
liossu desaccordo cora alguns dos IIOSSOS ciliados
por que a Franca, em sua poltica desinleressa-
du, lem sempre protegido, lauto quanlo o permit-
irlo os tratados, os votos da populacau que linhain
volladosua.s vistas para ellos. I
DepoiS que as potencias, cunduzdas a soa pol-
tica particular, tem-se auaslado d..s principios li-
beraes eiu momento proclamados pelo congresso, as
I irio
Dita ao tegedor do Cviunasio.S. Exc. o Sr
| residente da provincia, manda coniiiiunicar a V S
j jc a Inesouraria provincial tem ordem para sa-
sfazer a quautia de 5IOjO00 rs., em que iinpur-
l m as mesadas dos alumnos internos, e meio-pen-
ouisla gratuitos desse Gymnasio, relativos aos me-
z. s dejaiieu-o a marco desta auno, como se v da
laeao, que acomnanhou o olcio de Y. S. de -'ti
OuiTCrltc"".^^.
Dito ao eiigenheTm liscal da eslrada de ferro.
Exjii. Sr. presidente da provincia iiiaud a declaras
. *., em resposta ao seu ollieio de 23 do correu-
qoe. per ibsp.ichode.sla dala, autolisou a the-
si unira de fazenda a pagar a quautia
s despendida coma reinessa. que V. S.
que acalmo a intarvncio desintaressada
a ; a questo dos ducados, obscura dispu-
ta que us diplmalas alintaos, nao terminam, alim
de lerem sempre um processo diplomtico as maos
e por esle modo, exercerem a soa auliga mana de
protocolos. Nao ha um oslado da Europa, por mais
pequeo que aoja que nao tonba lido tambem sua
lula poltica.
Tiremos a quesillo de Montenegro, a qual foi an-
tes posta de parte, do que resolrula Deminimis
non cunt.
Cessomos de considerar a Europa rom o apurado
(Mr o de nosso oculo, e vollemos apoltica geral,
queso debata sempre na interpretarn das ques-
toi s reservadas.
loyioo j rjs plenipotenciarios iam rennir-se do novo, em
uzei.i para | congresso, alim de estatuir dellinilivanienle sobre a
lio
le
cavt
l
do
ca
gacao do Danubii
'I texto do tratado dn
mal.
mas a Austria a sen
cipio da lioso nave-
Pars era entretanto for
lem como tastemunha, peante emm\dno o>fe*^ ''nneipados ; .,
in^sliga.-u, de que V. s. i presidente, Tao anal "ri"ailI'"'ro prin
esponder o soldado da companbia flxa de
allana .lose Benicio llezerra.
iioaiica^io commandante do destacamento
> ilia-uella.o Exm. Sr. presidente du provin- esttpolava que a navegacn de Danubio
reraellendo ao inspector da thesouraria pro- na0 P"* oslar sujeila a obstculo algum, que os
vin :ial. nesla dala, paraseram salisfeitos os pretal n'-,,la""'ll">s a eslabelecer seriain concedidos di-
na importancta d.- 328800 rs. dos vcncimeiilos.".""'". '.favorecer, lano quanlo fosse possivel, a
das pracas da guarda nacional destacadas uessa vil- ull','"laCao dos navios.
la,; contardo I." de Janeiro ultimo at 31 de mar- 0n' ''""l"auto urna eommisso europea eslacio-
coi toximo vindouro. assim o manda coinmonicar ",l, na embocaduras do rio e reforcava-se por
a\ S. em esposla ao seu uliiciu de S do cilade i ,or"ar o Sulina accessivel dos navios, una commis-
meS de Janeiro. sao rioetrinAa animada de um espirito exdlusivo,
l' lo .i cmara municipal desta cidade S. Exc o l'lini';|Va-se nos regiilanienlos de uavegaciio, que
Sr. iresidenle da provincia manda commiinic-ir ,,,st;,va. eiii-arregada de elaborar, em niajiler o mo-
can: ira municipal do Recite que vai ser Iransmit- I "",l0 I(l0 commereo e do cabolagein lluvial era
acom-
ia do
tida ao governo imperial a representaaao, que
pan ou o ollicfo da mesma cmara datadu de
con ule, sob n. 15.
COMANDO DAS ARMAS.
Quaji-iel ciii'i-al ilo coniniiintlo tos armas
ili' Pcpiianiliiico, nt titlaile do Kecil'e,
I/ilcmaiTodciSo'J.
o
0RDB1 1)11 111A NUMERO 208
enenle general comandante das armas faz cer-
10, pira conliecimoiilo daguariiieo e devida obser-
vara: a, que a presidencia resolvu na dala de hon-
lem [iieoSr. 1" lenle do 4" balalhao de rlilha-
ria a ie, Francisco Villelade Castro Tavares, passas-
se a lervir intarinaniente do .-ijuajautc do director
das obras militares desta provincia, e nomeou pro-
visoriamente para ..cargo de director, o Sr. tenen-
le-coronel do corpo de eslado-raaior de Ia classe,
Mouoel Ignacio llricio.
Assignado Jos Joaquim Coelho
Conforme. Horacio de Curanto Coelho, alteres
ajudanle de ordens do commando.
prejodicar a direitos por ootros adquiridos
liecorda-.se, que em certa poca un grande pro-
prielario desta cidade, o fallecido Oervasto pires
I orreira pi-eleinleii beuelicar aquello pantano cora
a condieao de lhe icar perlenceiido, ou era plena
propriedade, ou por aforamento, mas que nao pode
obler islo talvez porque o governo entondeu, que
esse pantano poda ser utilisado para algum lim pu-
blico, ei besa podo ser jjuo anda naja este peusa-
menteda parle da admuistraco.
A vista pois de ludo islo, entendo que, para nao
acontecer bzer-sc urna lei que vi prejudicara ter-
c.-irns, e atacar direitos adquiridos, ou contrariar
alguma medida ulil que o governo queira lomar,
mais prudente ouvir ao presidenle da provincia e! a
caiaara de Hunda, o nesle sentido propoe uaddia-
iiiento do projecto.
K lido e appoiado oseguinte requerimenlo :
Requeiro que lique o projecto addiado al ser
ouvido o Exm. presidente da provincia e a cmara
dc Otinda.Bramto.
0 Sr. M. raralcanli :Sr. presidonle, eu adop-
te em grande parle as reflexoas do nobre depulado,
mas lenho anda una Observadto a (azor, da qual
rae parece que depende a marcha regular das deci-
soos desta casa.
0 projecto diz oseguinte :
Fica a cmara municipal de Ohnda aulorisada
a aforar duas parles etc. Eu nao sei que parles
sao oslas de que traa o projecto. Duas tercas, duas
quarlas ou duas oilavas partes, ou oonipfcheiido.
mas duas partes, creo que ningucn enleiide oque
e. nao lem sentido neuhum. Se ll pantano for divi-
dido por excmplo, em cen parles, ser cousa mue-
lo diminuta,mas tari isSo? Ser mais? Ser me-
nos-; E' preciso que iissaihanins o que se pretende
fazer, e preciso que daqui nao saiain cousas desla
ordem. (Apiados.)
OSr. P.Duarte:fjastesio fcil de explicar-so
divide-se o termo em qualro parles e aforam-se
duas.
" Sr. M. i'ttralcaiiti:uioi: dividido o pantano
em qualro partes, mas por ventura diz o projecto
islo? Se se dividir em seis ?
'( Sr. p. Uarle:Afora-se proporcionalmonio.
O Sr. M. rruhiiiiii: V esse aparte s ii Sr. s.
Lcenla pode dar explicarn.
Eu faco esla redexao aomenta para nao pasear
desapercebida essa parte do projecto, votando peto
requerimei.ln de adianiento.
O Sr. Epaminoadasde Mello : Sr. presidente,
de ha niuilo lempo se tem recouherido que o pan-
tano de Otinda ouiro serrico nao pode prestar, se-
an sujeilaiido-o a aforamento a particulares, de ha
milito lempo o governo prorurou dar a esse panta-
no ouiro destino, mas taes dilliculdades apparoco-
rain, que o abandono dos projeclos concebidos (oi o
uuico resultado, c o pantano lem permanecido no
mesmo estado SAI que se acha.
Hecoiihecido que neiihiima ulilidade o pantano
prestara no estado em que se achara, e que essa
utilidades*) poderia apparecer com os aforamentos
(etos a particulares, a cantara de Olinda pedio ao
governo da provincia autorisacao para eOectuar es-
ses aforamentos, ecom clfeito'o governo dn protili-
ria a concedeu : em virlude dessa concessao a c-
mara fez aforamento ao Sr. Gibson, e oulsos mora-
dores do Olinda. Faites os Contratos e dependeiido
da approvaco da assembla provincial, para aqui
foram elles remettidos, sendo renhda a discussao ;
0 auno passado depoisde erguer-se caprichosameii-
le urna opposiro injusta e infundada contra esses
contratos, Opposicao que fui refutada plenamenle,
cujos fuudameiilos foram distribuidos satisfactoria-
inenle nesta casa, passaram os contratos em pri-
meira e segunda discussao ; viudo a cahir em ter-
ccira por urna especie de sorpreza, por falla de al-
proveto dos ribeirnh
Prolestoii-se, em nonie do principio da liberdade
dos nos abertamente violada no acta de uavcgaco
do Danubio. '
Anda se protesta, e esla nuil dasqffensas legi-
timas taitas Franca contra o gabinete de Vienna.
Quanlo ao mais, a Austria explora por si s essa
Viapolllieae COmmcrcial, a qual serve desigual de
unan sua allianra com a Porta j.ella recusa al
passaporle maivr" parle daquellSB que quereni
descer o Itere Danubio, para dirigirete-se aos Prin-
cipados.
Senhora do curso do rio ella donma de fado em
Servia. Ora. pergunto anda nina ver, acaso osla-
mos no espinto, oslamos na lollra do tratado de
Pars ?
Cheguemos Rnalmenta queslio que ueste mo-
mento nci upa a altonco da Kuropa ; questo ita- gnus riicrabros que nao tiiiham comparecido e pelo
liana. O oto, por mais reservado que fosse, emil- nico prelexto de que a autorisa.-u do presidente
lido pelo congresso de Pars sobre a situarlo geral da provincia, nao era sullicicnle o" que era necessa-
da Italia novia trazar complicacoes
esses, terrenos, como qual- '. lem dado desgranadamente nesla capital foi "o que
|U t particular lem o d.re.lo de requerer. so deu no da 8 de fevereiro ; ellos
roante, osla razan anda u.:.u pro.....b. p ,. y,-., mai.ir [ii.li..i,i ,,, .
aia iitn'.1"-;!^""'' ["*** """""' taudanioute ha su JaimpovattaUdade da pottata,
para que se deixe de approvar o projecto em pri-
meira discussao, assim como neahuma razo ha
para que se prolelle, se adi a vola.-o do pro-
jeclo. '
Julgo ler dado explieaees sullicientes e voto pe-
lo projecto e cintra o requerimenlo
OSr. Brandad Diz
' m Sr. Depulado : E para acabar com isso o
que preciso ?
O Sr. Duarte: Autorisaro goveruo a dar ou-
lra organisaeo ao corpo de policia, ou regenerar o
actual, iiioralisando-o, fazeudo-o comprcheuder,
que a elle est incumb lo a guarda das vidas, c pro-
......I" 'Piando propoz o ad- l pnedades dos cidadaos, que a elle compele garau-
diamento do projecto ignora ter eBe j cabido na nr a ordem publica.
Na poca em que, cheis de f e de um santo ar-
dor pelos principios que acabavam de proclamar
em nomc de lieos lodo poderoso, as potencias nao
hesitavam em pedir a applicarao delles, o governo
provincia, nao era sullicicnle e que era necessa
ra a aulorisarao da assembla provincial apota-
dos. I Cabidos os contratos, nada mais restara fa-
zer do que pedir a autorisacao a esta casa e de no-
vo contratar, e c islo o que acaba de pralicar este
preteiidcnte j outr'ora couiratatite.
ses-ao do auno passado, e haver a cmara luunici
pal desta cidade pretendido os trrenos do panta-
no de Dunda par* logradouro, como acabada in-
terinar o seu hourado amigo o Sr. Reg Mouteiro.
se pois, somier esta informacao julgava impruden-
te, que o projecto fosse approvado antes de ser en-
vido o presdeme da provincia, a cmara de Olin-
da, cun manira de razo repula agora desarrazoa-
do e censuravel esse acoda.....nlo com que se quer
que elle pass.-. Ha por ventura perigo publico em
deinurar-so a approvaco do aforamento feito ao
i!, "" ? ^"'Ull'< mais que do proprio requeri-
nielrlo desse Sr. se v. que elle falla em demandas,
que vai propr a respeilo do pantano, se o afora-
ineulo for approvado ; que demandas san essas '
O que quer islo dizer Parece, que nossas expresses
lia nina amosca aos velhos passares; e ser acerta-
do qu.- asa assembla se apresse era acorocoar es-
sa lula, que nao pode deixar de produzir inqiicla-
coes ? Certo que i,o.
Huiro sim, sea cmara do Recite quer n pantano
para logradouro publico, porque nao seibo ha de
dar a preferencia, salvando sempre os direitos dos
terrenos ? Porque ha de ser Sr. GibSMI o escoUti-
do o acamara desla cidade a preterida ?
Nem pareeom ptansiveis a ello depulado as razos
allegadas pelo precedeule orador, porque nao v
iiellassnlllcieiiles motivos de COnviccO, que acou-
selbein nina decisao precipitada sobre a malcra, o
por isso COntiana a votar pelo addiamenlo.
\ai mesa e apoia-se o seguinle requeriinenlo :
Requeiro que sera ser preterida a volarn da
primeira discussao, se peoam as iiiformaces re-
feridas no discurso do Sr. Dr. Oraudo.S. lt. IA
Pereira.
Encerrada a discussao e posta a votos a materia,
e o projecto approvado, sendo regeilados os adia-
ra etilos propostos.
0 Sr. Marlins Pereira : Parece-mn, Sr. presi-
donle, que a minha emenda au requeriinenlo do Sr.
Dr. P.i andan, satisfaz ao Sr. Dr. e aquelles que de-
sojara queu projecto passe em 1." discussao. O Sr.
Dr. prendi, nao contesta a ulilidade do projecto,
deseja apenas ser esclarecido com as informacoes
que pede ; outros Srs. depulados qoereui que o
projecto passe : ou propouho que contine a iliscus-
cusso do projecto, que deve ser votado sem prajui-
zo as informacoes pedidas pelo Sr. Dr. Creso pois
que es-las palavras sao sullicieutes para justificar a
materia da minha emenda.
Encerrada a discussao, sao regeilados os requeri-
menlosdos Srs. Brandan e Marlius Pereira e appro-
vado o projecto.
Segunda discussao do projecto n. i deste anuo,
que lixa a forra policial para o auno de 1859
1 ai mesa e anprovada a seguinle emenda,
siibsliluiliva aoarl.l.0 ;
i A torea policial para o anuo linanceiro de 15'J
a 1860 constar de 600 pracas, 0 das quaes 20 I po-
.leio toruma organisaejo especial, romo o presi-
denta da proviciajulgar conveniente, e sero empre-
gadas no sorvico exclusivo da policia desla capital,
o 400 sero urdan i sadas o distribuidas em destaca-
mentos, polo unido que o mesmo presideule deler-
iniiiar. Ilrandao. Lacerda. Teirriru. Anuda
Fatcao.Passosda Silra. Sette. M. Pereira.
Aiiinrim Salgado Junior.Pereira de tirito.
0 Sr. Peixoto Hitarle : Sr. presidente, sem
dunda iniiil.i aniuiosidade da minha parle, fallar
dianta de um concurso de pessoas lio Ilustradas o
de lana pratica parlamentar E todava, cuiupre-
nio dizer algumas palavras.
Procurarei ser o mais breve possivel, como cos-
turan, mesmo porque ligeiras observacoes lenho a
fazer relativamente ao projecto que se cha em dis-
cussao.
Senhores, eu voto pelo projecto tal qual se acha
redigido, ou por oulra lal qual foi apreseutado pela
nobre eommisso, porque alm de oulras razos,
ha nma, que cala mullo em ineu espirito, que a
razo da couliauca.
UmSr. Depulado : Em quera ? Xa eommisso,
ou no presidente ?
U Sr. P. Hnarie : No presidente, est claro :
quando se trata de dar ou retirar a conflanca aos
goveruos, ou entendo que a virlude esl nos extre-
mos, o vicio que esl no meio...
l'm Sr. Depulado .Nem sempre.
0 Sr. P. Uuurtt:Voto, repito, pelo projecto tal
qual est.
, (Ha um aparte.)
O Sr. P. Duarte O nobre deputado deve en-
tender, que eu arrastro a questao para o vasto cam-
po da poltica. Ou o Sr. conselheiro Saraiva nos
merece couliauca, ou nao...
Fosas .Moiia, miiila.
OSr. I'. Hitarle : Se merece umita conflagra
devenios cuiiceder-lhe ludo para que elle Uve a
provincia ao estado lloiescente que ella pede e nos
desejamos...
Um Sr. Deputado : De muita, a tudo ha urna
grande distancia.
0 Sr.P. Duarte .-... e se pela negativa, se em S.
Exc. nao confiamos, ueguemos-lhe pao e agua ; uu
presos, e pmces-
(fasSr. Depulado: 0 orador, est elogiando a
eommisso.
O .Sr. s<; Hei : Cornil voto de confian.-a *
0 Sr. Duarte: Dc oulra raaneira, nao psso
apreciar o projecto ; se nao pelo voto decontiau-
i.a, como exphea-lo 1
Senhores, n actual estado de cousas quando se
trata da seguranca particular o mais deploravel
possivel. Nao temos garantas, vivemos a merr
dos Iiossos inioiigos.e do punhal dos seus seuuazes.
(Apoiadoe.)
E se nao, senhores, dizei-me com a organisaeo
actual da policia, qual oajsassino que lera encn-
irado reprusso ? Dizei-me o que feilodosexecu-
tores que arraiicarara a vida ao infeliz delegado de
luga/eir ?
O que feilo daquelles que tentaram contra a do
juiz dedireilo du Bonito?...
O Sr tirito : Ha centenares desses, por ah.
Apoiado.)
O Sr. Duarte : O que feito do mandante, se-
gundo a voz publica do assassinato du vigario do
Bonito?..
O Sr. M. Pereira : Estao
ssdos.
0 Sr. D.tarlr. : (ls mandatarios, talvez?...
0 Se. M. Pereira: Nao consta do processo,
que houvesoni mandatarios.
O Sr. Uarte: Aoude est o bolieiro, que as-
sassiuuu inpune e publicamente a um Allemao
na Boa-Vista ?....
Piases : Foi absolvido, pelo jury.
O Sr. Duarte : Nao me consta que fosse pre-
so ; apezar da solecilude du subdelegado, que por
mais deligenle que seja elle, e outros agentes po-
liciaes nada faro com semelhante corpo de poli-
ca. Senhores eu vou continuando.
que feitos dos mandantes, ou mandatarios de
horriveis assassinalos pralicados as ras desta ca-
pital ; cujo sangue regou suas lages ? O que feilo
dos mandantes, ou mandatarios dos escandalosos
homicidios platicados s portas da nossa cidade, nos
suburbios mais populosos, Apipcos, Casa-Forte ?
Oque feilo dos mandantes, ou mandatarios dos
assassinalos perpetrados com ostentarn no l.imo-
eiro ?
Senhores, seria longo enumerar a lista dos man-
dantes emandalarosdosdiversoscrines pralicados
na pionucia.e nao querendo eu faligaracasa por mais
lempo com essa eslalislica criminal, pata aqui, mas
no entretanto cumpre dizer que esses homens a-
chani-se inpunes, nao de ido islo [alta de zeta das
autoridades polciaes, mas sim pussiraa organisa
rao do corpo de policia.
Dizei-me, senhores, que serviros lem prestado
ella nossa provincia, o que lhe devenios!-..
l'inSr. Depulado ; Isso, coulra o projecla.
0 Sr. Duarte: Nao porque ello quer que
se do aova organisaeo ao corpo de policia...
O Sr. (V. Guimaraes : t. contra porque o pro-
jecto uiauta conservar os actuaes oQiciaes, e o no-
bre dup.it.liado sabe que as guerras, o que val
quera alean, a a victoria.
OSr, Duarte : corpudo policia, lem deso-
do a um grao de aviliaraeulo cousideravel...
0 Sr. Lacerda : Vamos aos factos.
ll Sr. Duarte: Eu vou contar um.
Possoa que me merece ramio criterio disse-mc
que indo em urna occasio par o Cabo, no lugar,
Areias, encontrara dous soldados de polica unifor-
memente trajados, guiando uraa prla, e pergun-
do-se-lhes o que iam azer com aquella prta e para
onde a conduziam, responderam, que a prta es-
tar fgida o a levavam a mandado a seu seuhor.
Ora, es aqui os soldados de policia servindo de ca-
pilaes de campos__
Um Sr. Depulado : Logo, est avillada ?
O Sr. Duarle :Acho, que sim, porque uo se
emprega no mistar para que foi creada...
Ouiro Ir. Deputado:E.o Sr. depuladosabe.se
- soldados iam por mandado de autoridade su-
perior ? se iam em curapri/nonlo dc ordens?
OSr. Duarte:Oque se segua dahi era que
essa autoridade quera humilhar o soldado de po-
lica, daiido-ihe urna cuiuuiissao impropria da far-
da. [Apoiados.)
Senhores, j que estou .din a palana e para nao
ser objeclo de tantos apartes dos meus nobres col-
b-gas, mais habilitados do que ea para fallaren!
tiesta materia, eu farei um pequeo passeio pela
comarca de Caranhuns, um passeio policial, por-
quanlo nao desejarei mais, a nao ser provocado fal-
lar sobre o projerto que se discute.
S.nliorcs, a comarca dc tiaranhuns, 6 uma das
mais iiipni'taiites,da provincia, ao menos pela sua
Irn pululado, pelo modo porque all se distribu-
a justica : ha partidos, niuguoiii o contesta o li-
beral .....un-orador, mas sement se sabe que
estao divergentes em ideas, em occasio de elei-
eoes ; sao perfetamenta irmos, sao da melhor n-
dole possivel, coniprehendein cabalmente o que se-
ja a tolerancia poltica. O delegado de policia do
primeiro lermo, e o capitao Florentino Cyprtano da
Costa, que tem prestado relevantes serviros or-
dem publica. O que tora faltado I villa 'de Gara-
V

"r*?*-
rlal


2
Diario de Pernambuco.Sabbado 19 de Marco de 1859.
anda
(|lle un
nliiius un destacamento de linlia para que soja
aliviada aquella porcn do cidados perteucentes
guarda nacional que lia perto de 6 mezes ou maLs
est alli destaedda ; mas parece-me que esle incon-
veniente leer sanado, visto que o Sr. presdeme
ila provincia lein de mandar para Villa Bella o 8"
balalhao de linfas, que fornecer destacamentos
para enmarcas prximas.
i) sub-dolegado deS. Rento, tem-so portado co-
mo devera relativamente, policia tanto, que sim-
ptesaMrU com 3 soldados e polica a freguezia nao
sendo olla das menores que ha na comarca.
Em Papacara, por ora nada alli leni barido que
canse vulto : os nimos achatn-se mais calmes,
i'nenien, senhores, seria reservado para rom uui
poro lo importante, se alguem teutasse persegu-.
lo. A polica vai bem. Entretanto que nao suece-
de o mesmo em Pancma, e desde ja peco o gorcr-
no da provincia que lame suas vistas benignas pa-
ra aquella freguezia, porque alli o simples fado de
ser um cidado considerado liberel, c motivo mais
que suUicientc para ser atrozmente perseguido...
lia um (parte.)
O Sr. Duarle :Eu taro excepeo de Panemas e
pero a allem ;o do governo. Lu homeni que alli
existe cobert de sangue ede erimes...
l'm Sr, Depulado :Isso 6 horroroso.
O.SV. Duarle... tem sitio o tlagello daquelle
poro de Pont mas...
l'm Sr. Deputado :(Jueni essa fra ? K auto-
ridade ?
O Sr. Duarle :O nohrc deputado lea a historia
criminal da provincia e ver que o nomo desse in-
iliviiluo, neeiipa nellajnm lugar muitoimportante:
e um homem injurioso da sua iiiobillissiina e hon-
rada familia, i pprobrio de seus concidados...
O Sr. Manat Cacaleanti:Essa discusso, nao
conveniente. [Apoiados e nao apoiados.)
OSr. Duarle :Bem, se o nolire deputado nao
quer que eu continu, taro-lho a vonlade, nas
enlao pedirei ans Srs. lachigraphos, que lenham a
bondad,, de arresrentar urnas reticencias.... Sou
muito dcil ans conselhos dos mais velhos.
Ini agora, Sr. presidente, ao Buique, se lien), que
deveese deixar eatatarofa para o ineu nohre colle-
ra eompanheiro de circulo, mas pouco dire a res-
uello dessa localidadc. No Buique ha um delegado,
nnniom suinin.-iiiicule probo o honrado e que lein
sabido al hoje cuinprn* os seus devores, e por isso
ns negocios pulieiaes no Buique uiareham da luc-
idor maneira possivel : nao me constando que lia
j.ini casos do perseguidlo, quer de um lado, quer
de entro lado poltico*; creo por oonsegninio que
" gnremo da provincia deve estar tranquillo a res-
peito daquella parte da enmarca de (iaranhiins.
Meus senhores, volando eu pelo projeclo co-
mo se ficha confeccionado, lenho npresentado cnin
a mainr franqueza o baldado os meus seiitiinonlos
polticos, tenho prestado ao presidente, com no-
broza, tealdade e desinteresse, um \olo deoonfian-
ea que elle merero, pela sua pialica governativa,
pelo sen nome j bem conherido no paiz. c pelos
seas precedentes, muito honrosos, o nao pos-
sivel. Si. presidente, que S. Eso. lenha volitado,
on qnoira perder om Pernambuco o que tem ga-
ndo em oulr.isprovincias. Tenho concluido.
(.Vulto bem,muilo bem.
Vai mesa e apoiadu para entrar em discusso
o segiiinic artigo subslilulirn ao prmeiro du pro-
jeclo.
O Sr. f. Vertir : Nao pretenda, Sr. presi-
dente, tomar parle na discusso do projeclo da
bina policial, e tencionava apenas liuilar-me a dar
d meo voto, porque emendo Ser islo bastante para
ronhecer-so qual a miiha opinio a seniolliante
Tespeito, mas (ni obligado a tomar parte no debate,
divido proposii oes emittidas pelo nebro deputa-
do que me precedeu, que teem referencia a lacios
pratieados na comarco do Bonito ; pois exercendo
ou all funecoes publicas, scriatn esses fados
para mini, una censura manifesla, se cu, orgo da
justira alli, nao tivesse feilo o que me rumpria, nao
tivesse promovido a punirn dos criminosos usan-
do dos recursos que a lei'mc faculta.
O fado que o uobre depulado alludio, deu-sc na ,
cidade de Caruar, que por mini sabido nesta ci- "0 'l"11"1" aran
dado, muito me penalisou ; nao s porque linha ___''[. 'ssena pl
sido praticado conlra u juiz de' direilo daquella co-
marca, o I)r. Manoel Corroa Lima, como porque
ira um fado quo dar urna idea muito Inste do
poro daquella localidadc. Nessa occasio ou oc-
oupava un lugar nesla rasa; depois de concluidos
os seus trabalhus para alli me relirci, echogando
cidade do f.aruar, cncontrei os nimos bastante
exaltados por causa das noticias encontradas que
oxistiam, ou de proposito se faziam correr, allri-
biiindo-se j a mis individuos, j a outros, esse
faci por domis dcsagradavcl. Na qualidade de
promotor pblico, em cujo carador previamente
me baria entendido com a primeira autoridade
da provincia, contando com a ronlianca que me
vola toda a gente da comarca, prnourci indagar com
cuidado,attenejo e muilo minuciosamente esse fac-
i, examinando sua origcm e suas oonsoqueucias.
Alguem dizia, Sr. presidente, que o muito digno
Sr. tepenle coronel JoaoVieira de Mello o Silva,
que era delegado cnlo, havia concorrido para esse
laclo... w
familia, o laclo nao foi procurado por luioi, mas
sendo promotor da comarca e tondo do tratar das
pessoas que concorreraui para essa prisiio, nao era
possivelqueeu deixasse de render o elogio mere-
cido a pessoas que eslo altamente enllocadas.
(Ha um outro uparle.)
o Sr. ti: tortita :A essa familia, cuja influen-
cia, nao o undadada no bacamarle...
o Sr. 31. Catalcant :t um rasgo de eloquen-
cia- i >
I) Sr. 31. I'ereira :Nao set se e rasgo de elo-
quontia, mas sei e posso allirmar ao nobre deputa-
do que a mentira nunca manchn meus labios, o
resultai
gente
lleix,
dcpiilai
guando
o, como podo acensar alguem de ucgli-
mos prm este negocio, o aflirmo ao nobre
o que s don alguma resposla desagradar. I
son toreado : nem todos lein um sangue fro
;i prnva de bomba, ou de agua ; aiiiino-mo, enon-
leriso-ilio, mas sao colisas passaceiras. nao p.issam
daqni. lite mais, se eu foase um depulado muito
tralialhajdor, que apresoiilasso muila COUSa, anda
se podia dizer: Aquello quer ser chul, quer Luda a
gloria. (Mas en que nao aprsenlo piojeclos, que
apenas gistu do aprosoular cousas ligeiras, peque-
as retleKues que mo occorrem aqu na casa, como
. n., nuil' i. i.. ..i.. .... .........----------1, i, j. ,, -, i,* i>
.,aproreitasse deliberada e pensada- ''"> 'Va h/-acerca da discusso da polica, nao
me......testa circunstancia para elogiar nina familia Wnhopocoiisequcncia o menor fado, a cousa mais
que muilo me merece, nao foria mais do que ilui-! msignihtiiitle por onde so roo posu attnl.uir ou .li-
tar ao procodmciilo de rauilos nobres deputados 1"<' W<> I"'" ?e 1''"2- u m"" u" V" os
que rendem constantes elogios, o elogios s vezes
immerecidos...
O Sr. Mcerda :Vamos aos fados.
" Sr. M. I'ereira : Eu nio quero pcisoiiali-
sar....
O Sr. lacerda :Ento a sua proposico, nao
tem mererimenlo.
O Sr. 31. I'ereira :Isso o que o nobre depula-
do oostuma dizer. de ludo acianto nao obra s>ia...
O Sr. M. Cacaiamti :Elerrivel esle modo de
argumentar.
II Sr. U. Pereira :Se mo, eu vim aprende-lo
aqu, quando para aqui ontrei ja achei....
O Sr. Correa de Olireirtt:Outros dizem quo
veio do Bonito; ha opiiiio.es encontradas.
O Sr. 31. Pereira :Uutros dizem que mo de
Goianna.
Outro Sr. Depulado :Ha quem diga que cos-
tiiine peral.
O Sr. 31. Pereira :Se costume peral, nfio
de estrauliar que en o faca agora ; mas O que t cel-
lo que se ostraiih.ini cortos fados, quando esses
fados loconi a cortos individuos, mas parece-me
que nao doria haror essa nianiostaio do ciume...
O Sr. 31. faialranii:Ciiiim-. nao : a dignidad.'
la casa pede que se nao tragaiu essas disenssoes
para aqu.
OSr. 31. Pereira :O nolire depn
oulis faJeui, por que a coiicluso era que pouco ou
nada prestara, porque eu pouco faeo.
Sr. prndente, mas que tem isto com a discusso
da torca pVilicial '. Nada, en pois lindo o uieu dis-
enrso nesae poni, guaraiindo-me para sustentar o
artigo suistitutiro que osla na mesa, se os outros
signatario!, sendo elle combatido o nao defonde-
rem. S noste caso fallarei. Knlendi que niio po-
da deixaride dar resposla quando so me lauca um
defeito, cofai que se inc qiit inoloslar.
Peco doaculpa aos meus collegas, por Ibes ler
roiibado tatito lempo.
" .Sr. 3la\ioel Caralcanti:Sr. presidente, iio
para adniirar que CU nao levo a discusso ao terre-
no em quo lem sido enllocada, porque ou redamo
sompie o loto que se entra nesse terreno, por que
eu pievejo, que os elogios exagerados do lugar a
censuras; oJ elogios indo alin do quederom, do
sempre esse resultado.
Eu, pois, lito acompauharei os Srs. de|iutados,
mesmo para ao cahir uaquillo que eu censurara
aos outros, mpsdirci una nica cousa a ineu res-
poilo
Trouxe-se-alpii a miuha longa vida, etc., ole, e
eu responder! a ludo o que se disse, que eu s res-
pcilo duas coufas, a le e as minlias conveniencias:
quem falla assiin, nao doixa a menor duvida; se
lado lian lora ",n inspector de quarloiio me lizer qiialquei iuli-
mais desejos que esta casa couson e sumpre digni-
dade. Seo nobre deputado leudo nina longa vida,
firmado nos seos actos podo appellar para elles,
ou que nao lenho essa vida longa, com ludo rom a
que tenho, anda que curia, posso della ino. servir
para provarque en aoinle eslou procuro sempre /<>
lar a dignidadeda rorporaeo a que pertonco, ou a
lunilla dignidado pessoal...
(Ha nm aparte.)
o Sr. Pereira :Se o nobre depulado nao quer
que eu fallo, ou o vou satisfazer, exige pouco de
miiii, por que cu nao Linha mais que dizer ; teni-
se-iue ilirijido lanos apartes, a discusso tem sido
Lio iiilerrompida que eu vejo-me nbrigado jiara
nao continuar ueste dcsconchavo de ideas sentar-
me, salisfazendo assim ao que quer o nobre depu-
lado.
O Sr. larras de. Laetrdn : Sr. presidente, a
dscussin lein seguido um curso inleiraineiile cs-
Iraiihn ao que lodos nos dolamos esperar que ella
i......isso ; porque deixoii-sedo parlo o projeclo da
forra publica, a proposilo de so fazor um discurso
sobre conliaii.a presidencia ; disse-se bonitas
cousas.
" Ha anda outros documentos, que, por nao es-
clarocerem as duridas, deixaiu do ser menciona-
dos.
A commissn, para proceder com mais segu-
ranca e prudencia, enlende que dev>- ser ouridoo
viga rio de Seriuhem, erequerque so peca sua in-
formacn por inlerniedio do Exin. Sr. presideule da
provincia, bem como ao Exm. Sr. hispo diocesano,
copiados documentos, que boiivcr na cmara epis-
copal, relativos a laes lmeles../, i. Correia ./*
(llireira. 31anoel Caialmute, (vencido). Piuin
de Campos.
( Conliltuar-se-ha.)
O Sr. /'. Duarle :Elle era iucapaz disso.
_<) Sr. J/. J'ereira :Eu na qualidade do promotor
pUlliJSda ffnruaroa procnrpi etindm- t^;-nimos,o
litocnrar lambem.se assjm me posso cxprimir.mcs-
mo penetrar a cnnseiencia publica, depois do que
ino convenc o mais porque a miuha opinio ante-
riormente formada, foi que o-digno Sr. lenle co-
ronel J. V. de Mello e Silva, era incapaz de ler con-
corrido directa ou indirectamente para a pralica
di; (actos seiucllianles. A. muilos outros individuos
foi igualmcate allribuido este fado, mas eu nao
pude com certeza, nem mesmo firmado em proba-
bilidades descobrir a origcm, nem os autores desse
fado, porque foi um fado praticado alia uoite e
no silencio desta, e acerca do qual a opinio alli
oslara baseada com boatos adrede osnalhados.
Kxerca nessa occasio as funecoes de delegado o
eapito Jos Francisco Carncir Monteiro, que mal
oomprehendciido asna posico, nao se tendo com-
penetrado dos seus devores na qualidade do delega-
de doixoudu proceder iuimedialauenic o como Ihe
ciimpra.as averigua(es e pesquizas neeessarias
para araliaro fado que se deu na noile de 12 de
juulio do auno passado; sendo que eu cheguei co-
marca no dia 49, isto 17 das depois do suce-
dido. Talvez pois, que pela falta do eapito Car-
iioiro_ Uonleiro* deixou aacco da le de fazer-se
olectivacm tal emergencia, lirondo occullo o au-
tor, ou autores do fado a que me tenho referido.
Na qualidade de promotor pnico enlrelivo rom-
muuicacoes officiaes com a primeira auloridadn da
provincia, relatando-lho todos os tactos que se li-
nli.mi passado, expondo-lho o estado da comarca
Os meus offieios cxislem na secretaria do goreruo
nao tenho aulorisaco para manifestar a materia dos
inesmos ; so alguni nolire deputado entender que
os dore pedir para saber o que ellos ronlin, re-
queira ueste sentido c assim se habilitar a avahar
do promotor pblico da comarca do Bonito.
hisse-se que o tiro dado no jnz du direilo, era
le-uliado ila correico : o Sr. Correia Lima, que
em lodos os cargos que tem exercido ha mostrado
sempre muila aclividado, muila energa ; obrando
sempie sem a ostenlocao que costiiniam por ahi
manifestar cenas autoridades, o que d origen a
lados desagradaveis ; mo parece pois nao sor bem
cabida a origeni defse tiro rorreiceo que estara
aberta o lindnu, arelo que nesse luesuiodia.
Os autores do assassinaln do vigario do Bonito,
eslo presos e processados e em breve tem de res-
ponder no jury os erimes comniellidos na comar-
c.i do Bonito, lein encontrado da parle das autori-
dades da mesma lodo o cuidado.
I ltimamenle exista naquollas paragens um cri-
minoso importante de nome Thomaz Aulonio de
loiiv6a....
OSr. Vfriln : Cujaprisose dore a nina familia
o nao polica.
O Sr. Ixicerda :A polica, nao foi estranha a es-
sa priso....
O Sr. 31. Pereira:'-Eu Iratarei de elogiar a quem
merece.
Em direccao do termo do Bonito, demnrei-me
eni casa do Sr. commaudantc Xavier Lima a ahi
son be que Thomaz de Couvoa demorava-se, alli al-
gores o que baria arrojado a ir fazenda desle se-
nhor, onde insultara pessoas de sua familia o a-
meacra algumas com a morte : achei a sua illus-
ire e'presliiiiosa familia em conslornaco, e ahi
mesmo me dirig s autoridades pulidaes du termo
do Bonito e animei os membros dessa familia que
j eslavam disposlos a proceder captura desse
iiomem com auloiisacn do delegado do Bonito.
bogado que fui a Caruar, convidei o delegado da-
lo para tomar parle nesta captura, no quo fui
promptamonte atteudido. Felizmente, snnhoros, o
resultado moslra, que os meus desejos nao foram
infiiicliforos Thomaz Antonio deGouva, foi pre-
so, o para isso muito concorreu a familia Sapu-
caia....
O Br. Lacerda :Mas a aceo da polica nao foi
alheia a este fado 1
O Sr. fln'io .Foi urna familia particular que cf-
fectuou a priso.
O Sr. Ltcera:Nao apoiado.
O Sr. M. Pereira:Supponho que das palavras
que acabo de enunciar, n&o se pode inferir que a
policia fosse estranha a esse facto, muilo mais leudo
ou dito que minha animaco muito coucorrra para
que essa familia se empenhasse uessa diligencia, e
SO ella nao soubesse que a autoridade policial a
ajudaria de corto se nao animara a isso, porque
nao poderia animar-se para fa/e-lo sem couscnli-
mento da autoridade.
tt resultado, como eu disse, foi Thomaz de Gou-
vea ser preso e os meus desejos seren cornados com
trio feliz evito. A familia Sapucaia toro grande e
valiosa parto nesse facto, foi quem leve a gloria de
prender Gouva, nao obstante ler sido nessa occa-
sio acnmpanhaqa por torva de policia, que lhe foi
mandada de Caruar....
' O Sr. Brito .Depois da priso feita.
O Sr. If. Pereira :Antes da priso dous das.
O Sr. .Lacerda.E nm desses senhores dessa
familia, nao era inspector?
OSr. V. Pereira .Era....
OSr. Lacerda :F.is ahi a autoridade.
O Sr. brito:Elles resolvetam-se a procurar
prender este assassiuo, porque elle foi sua cosa
querendo-os matar.
OSr. II. Pereira .Foi preso por essa familia,
com a coadjuvaeao da torca de policia, mandada de
Caruar pelo delegado S.' Brrelo.
l.'m Sr. Deputado:Como ipspcclor, fez a sua
obrigwao,
(Ha cmtro cparftty
OSr.M.Pereira:%anlo procuro elogiar essa
(( Sr. 31. Cxvalcanti: Foias cousas.
O Sr. II. jicerda : So cu qui/.osse entrar com
o escalplo daanalyse, o examinar os aruumciitiis
apreseulados pelo nobre depulado, primeiro orador
nesla discusso, nao sei al anude chegaria...
O Sr. P. Duarle : Eis a razo, porque mandei
acerescentar reticencias
OSr. II. de. Lacerda : Mas, Srs., urna cousa
quede algum modo me molestoii, foi a assevera-
Qo que esse uobre deputado fa/.ia de proposices
(lilas por miin, ao passo quo eu as contrariara, mas
elle continuara...,.
O Sr. P. Duarle : Eu dou, pelo que o nobre
depulado disser.
O Sr. D. de Lacerda : Ento cabe por lena lu-
011.
, rimeira discusso desle projeclo
que linha loda a coulianca no Sr. Saraiva.disse que
usperava que o son nome licasse gravado em al-
guma empresa til nesta provincia, masque alm
de Significar prora de ronlianca, o projeclo que se
aprsenla era concebido em termos taes, que na
exeeiico podia dar-se cni resultado a conserraco
da organisaeo actual do corpo de policia. Foi este
o meu pensamenlo ; disse, que passando a aulori-
saco ampia como est no projeclo, poda o Sr. pre-
sidente mudar de opinio sobre a organisaeo do
corpo policial, c assim contrariar de algum modo as
vistas da assembba ; onde segundo en creio osla
intciranienlc eondemuada a organisaeo.
" Sr. P. Duarle: Foi o que eu disse.
" Sr. II. de Lacerda : l'oder dizer-so o tra-
dii/ir--.! como o nnbrc dopiiladn traduzio, islo ,
que o Sr. Saraira pode amaulia mudar de juizo
e Dio se importar com os interseos da provincia...
O Sr. P. Duarle: Eu risco a tradueco.
O Sr. II. de Lacerda : Nao, porque ou quero
que a explicacan appareca.
Passando deste incidente, que como foi o primei-
ro que hoje levo lugar na casa eu primeiramenlc
fallei i'.elle, declaro, senhores, que cu nao preten-
d* "-'ra ni nmi riiewaaa," n fosse obrigado e
proroeado n ^n^lrnlar nonda- iffwgi tono
oulros collegas, e se estes que sao muilos segundo
ouvi lr o nao siisleulasseiu. Mas desta emenda
nao so tratoii, porque o nobre deputado promotor
publico do Bonito, nao disse nada acerca della e
apenas entendoii qne devia dar explcaces acerca
macan, ou o obedece ; nina autoridade constitui-
da em virtudr dh le, ou a respelo, mas fura disso,
nada mai
QuanlO Ihootiada coulianca, eu eroio que nao
ha nada mais absurdo do qne u coulianca plena.
Quem diz confialea plena, nao ponsa...
" Sr. P. Ihuirl:nbrigado.
o .Sr. .1/ CamneauH ;Sui senhor...
') Sr. I'. Duarle:Nao parece que quer levara
discusso para nutro lado.
O Sr. 31. Caruhaiii:0 homem erra...
O Sr. P. Duur(t .As vezes errando se aprendo.
O .Sr. .1/. Vi en/clin/i:Podc-so ler muila eonlian-
ca, jnas plena nul se pode ter om uinguem, ues-
te ou naquellc |>nnlo, pode ter-se conOanca, mas
({uem lein confianza plena nao pensa. Nunca se
diz: eu lenho coulianca plena ueste ou naquellc.
De minha parlo eu nao a lenho em ningiieni: gran-
de conOanca lenhewn em pouca genio, preciso
minia cousa para eu ler grande coulianca.
B esie o meu moil.i de pensar, e sobre esle pon-
to nao digo mais nada.
Passaroi agora u tratar ta materia que so. cls-
enle. 1
Eu j disse na primeira vez quo fallei, que luda
a discusso sobre auixaio da torc policial .seria
milla, se nao se tivrjssc Usado una idea sobre o
aviso de tal.... ; nao te fazendo islo, ludo que de-
lil.i.T.irmns seria inulll, por que polo aviso de tal...,
o presidente pode chamara lona de guarda nacio-
nal que Mr precisa par.i a policia, lazendo a despe
za pelo cofre provincial.
Senhores, na lixaeo da torca policial, lodos nos
temos om vista os recursos da provincia, e se uo
damos sempre um grahde corpo para o sorrico da
polica, uo por que entendemos que nao h ne-
cessiiiado dello, e sim pela circuuistaiicia, que mui-
lo dte pesaren nossoanimo-, dequeoa mojos que
temos a nnssa dsposico, nao sao por lano sulli-
cicutes. Contra isso, que nao resisie a boa razo,
resiste o aviso de tal...... por que mu claramente
di/ o presidente da provincia, que a assembla lem
querido com a dimiuiiicu da torea fazor ccono-
mias, sem se lembrar do aviso de...... lem autorisa-
do os destacamentos da guarda nacional por coul-
da provincia. Islo me parece que quer dizer, ri-
se elidiera, quo ou farci o que entender...
l'm Sr. Devalado ;Quer dizer, que tacamos urna
le de, mera formalidade.
O Sr. 31. Cuvalcuuti .Esle modo de que se ser-
vio o Sr. presidente, para fallar a osla casa, fez-mc
talvez perder conOanca....
O Sr. 31. Portella:Acho que essa franqueza
devu ser elogiada; foi franco, disso o quo na reali-
dade ora.
O Sr. II. Caralcanti: Quem quizer que elo-
gie...
Este aviso sem data, nao existe na casa ; mas
ainda que diga que a torea da guarda nacional que
fr chamada para o semen policial, seja paga pelos
cofres proviuciaes, nao pode dar-so-llie nutra inlcr-
prolaco ?
No caso aflirmativn, preciso que a assembla
diga que podor ser chamada para esse frrico,
em casos extraordinarios, tal numero do pracnsj e
nao dcixar arbitrio.
Senhores, se nao ha remedio
ppnri.cer, eHe qce
n REVISTA DIARIA.
seriasaprehenecs. \ reccita calculada pela the-
souraria provincial d iusiilfieioiilo para a despeza
ordinaria da provincia. K islo una qucslo muilo
seria, que precisa ser rosolrida com muilo criterio
e prudencia, para que o futuro da provincie nao se
Ionio cheio de eoiiiproinetliinenlos inianareis.
A cnmmisso de orcamento provincial animada
da lealdade que deve .les seus collegas, nos ombara-
ens om quo se ada, convelo em que o Sr. i Ir. Car-
ueiro da i'.iiuha, o priinoiro deseos uieinluos, con-
vocasse a reunio qun leve hnntcm lugar om sua
casa, para ollerecer no exame de bulo os senhores
deputados as dillieuldades exisLonlCS, u com ellos
courenconar uo nioo mais aceeilavcl de .sabir
dolas.
Nao sabemos ainda O quC se ha reSOlvido ; mas
confiamos na prudeucia com que os dignos deputa-
dos deverao proceder em circuiuslancias laes.
o Sr. lenlo-coronel Trancisco Antonio Bau-
deira de Mello, que SO havia recolllido eadeia do
llio Forniosn, foi transferido para una das prisoes
desta cidade,
O Sr. Ilr. Rufino Augusto de Alnn-i Li, foi pe-
lo Sr. presidiiilo da provincia, noineado nicmbro da
direccao do lliealro do Sania Isabel.
Diversas roehuuares lomos recchido sobre o
grande lamaeal que se eiicouira uo paleo do arse-
nal de iiiariulia, tronleirn ao porlo das canoas. La-
ma assim no roco da cidade, soso encouir.i no Po-
co da l'anella. ,
h preciso, portautn, alguma providencia para es-
ta cidadeinleira nao se comerla em aloleiros.
Foram, por portara de 16 do correle, no-
meados :
I'rofessorde [pojuca^-Vieontc debloracs Helio J-
nior.
De Bom .lardini Manuel Lopes de AlhuqiierqilO.
He N. s. do ti de Goianna, Jos Marcelino da Cosa
Jnior.
O Sr. lenonlo-coronel Manuel Ignacio Bricio foi
Horneado iilorinAuoiitu engeiihoirn das obras mi-
lilares, em liigarui Sr. leneule-corunel Jos Joa-
qun! Hodrigiies Lopes, removido no uicsiuo cargo
para o Maianho. Como ajiidanle do Sr. Bricio de-
ver servir o Sr, lenlo de artilbaria, Francisi-i
Vilellade Caslro Tararos.
Huanle o mez do Janeiro do enrenle anuo,
foram capturados 50 criminosos, a saber
De morte...... 9
Tentativa de morte . , 111
Cmplices de morte . s
Feriinoulos graves. . 5
Ditos leves..... (!
Itoulios....... :i
Ksloleonalo..... 1
Furtos...... u
Moeda falsa..... t
Armas dolosas. . 1
Fuga de presos. . 2
Itapto....... 1
11 esist enca..... 1
senao
ppuiei.i lullliaillUif
de provocar o conflicto, ua voz que ello indis-
pensavel.
Tendamos a cnlagem de nos pronunciar a esle
respeito. Eu nao sei que aviso foi este, nem que
ministro O expedio, nem isso me importa saber, o
de um facto que por lodos nos sabido, o que foi quo C ceno c, quo nos temos direilo de. redamar
conlra esse aviso, e vejaru os senhores da llieoria
do coulianca, que quando a resistencia legal nao
appareca, queapparece a resistencia extra-legal;
se as oorporaces incumbidas de velar na guarda
da constiluico, nao fazem essa resistencia legal,
deixam campo a quo o poro cni misas a faca ex-
tra legal, o as pessoas amantes da ordem nao de-
ven concorrer para quo apparecam estos fados, de-
vendo por sso ruiiiprir com osen devor.
Amanba, quando a discusso continuar, eu
acrescentarei mais algumas rellexes.
Tendo dado a hora.
O Sr. Presidente designa a ordem do dia para a
sessiio segiiinlo, e leanla n de boje.
Eran i \ horas da larde.
51
l.m criminoso de roubo foi lanihem autor de um
ferimenlo leve.
Uestes 50 foram presos por estarn pmnuu-
ciados'lS, esli sendo processados 88.
Passagoiro do brigue porliigucz Tarujv I, en-
Lradode Lisboa:Joo de S. Miguel.
Passageiros do hiato brasileiro Sinla Luzia
entrados do Camaragihc Joo Augusto B. de
Mello, Gregorio de Uacedo Bollo, Antonio Jos de
Mondonra, Julio Cesar de M. I choa, Alfonso Jos
Miranda l'cboa. Heraldo Antonio.
Passageiros do hiato brasileiro llnm Amigo en-
trados do Ass:-joo Goncalres I'ereira e Jos C,
Teixeira da Silva.
3latadouropublico.Malaram-se no da 17 do
correte para o consumo desta cidade T rezos.
No dia 1M do ii..-leo ',>.
3ltnlalidude do dia 18 :
Mara Innocencia do Nascimento, branca, solteira,
25 anuos ; tubrculos pulmonares.
Hospital de caridadc.'x\<\em 5!l homons, 51
mulheres, nadonae* ; 1 homem, estrongeiro ; i ho-
mons, escravos; total 113.
Foram visitadas as enfermaras polo cirurgio
Pinto s 7 12 horas da manha, Mr. Doruellas s
ti 1 1 horas da inania, e l)r. Firmo s 5 horas da
tarde de lionlem.
rosado em sen passanorte, com o qual me liana ti-
rado sem querer restitui-lo, mas que no intuito de
procossa-lo, ou o haria ligurado nos autos cum 17
aunos de idade.
Eu porm repetirei para o restabelecimenlo da
rerdade, n facto pela forma porque se Jen, o por-
que foi pronunciado por pessoas ciliosdepoimenlos,
que me ser fcil consegui-los, u viro comprovar,
e euiao vero os senhor. s jurados convocados na
sosso, prximamente linda, c especialmente os ser-
ie.oos para o conselho de aenu-n a no julgameuio
de dilo portngnez, o publico, que elle maliciosa-
iiieulo meillin, ou porque sabia que a sua mentira
favoreca suadefeza, ou porque sendu dislo instrui-
do, della quiz tirar partido.
PO da 2 de noreinbro do anuo prximo passado
i miuha presenca foi conduzido o referido Uorclra
em companhia de um outro menor que aprcsenlara
nina das mos com profundos lalhos, dlzendo lerom
sido ellos folos plusoii coinpanheiro u mesmo Uo-
reira, e pedindo que, como autoridade policial, eu
proridenciosse a respeito do facto.
Paroeondo-ine pelo que representara o offGnsor
que nao loria mais do 12 ou l;t anuos, e que pr-
tenlo comprebeudido na escusa consagrada no arti-
go ifl l.udocmligo penal nao poda ser responsa-
bilisado pelo faci que lhe imputara sen compauli i-
ro, mandei pela minha ordenama que o levas-e
casa de son pairan, dizendo-llie Llu mesmo : api-
as acabara eu de assim ordenar, explicou o refe-
rido Morera uestes leruios : nao senhor, OU le-
nho 17 aunos,ao que ainda lhe relorqoi admiran-
doi-oum era possivel queja elle livcsse 17 ai.....-,.
Ento de noro ronelio-uic elle :lenho 17 anuos
porque sali de iniulii Ierra rom mais de 13, posto
que ineu passaporle apenas dina 13, eaqu choguni
ha mais do :t anuos.porguulci-lhe pelo sen pas-
saporlo para verificar o qne ello duia, c leudo om
resposla que eslava em .asa de sen pairan, o liz
buscar, o rom oUeito cvrtiliquei-mo da veracidado
do que lhe hara dito, porque son passaporle foi
passado a 20 de sclcmbro .le 1835, aqui cneguu el-
le no brigue Trovador no ola Idodezembriieaprc-
seiilou-se un consulado portugnez o polica no dia
t> dosobredilo mez de dezembiu do mesmo auno
de 1855.
Agora que est repetido o fado pela forma por-
que tero lugar, o porque romu disse se comprora
com os depoimenlos de dillereules pesSO is que a el-
le foram presentes, o pele passaporle boje no po-
der do Hini. Sr. Dr. promotor publico, perguiila-
roi ? que proreito linha eu em figurar Morena na
idade Ue 1 i aniins, para procossa-lo, quando sua da-
de perlificada, cerificada, c por elle proprio con-
fess.ni.i habililava a responder por seos actos
Todo mundo v que uenhuma nceossidadu linha eu,
ainda quando obrigado por forra do meu devor
procossa-lo, de angmentar-lhe i idade, c que por-
laulo suas .le lara.-es falsas, maliciosas, oulro lim
nao liveram senao offendendo-me om minha repu-
lacae que muilo pre/.o, Iludir a conriveo de seus
jiiizcs, rereslindo sen acto da mais completa au-
sencia do doscrpeo o nuitadc.
Resla-me agora lamben' dar um desmentido so-,
Inmnc ao mesmo Morera, quando na ultima pane
de suas declaraces fez acredlarquc sen passaporle
havia sido demorado em meu poder
E rerdade que lire em meu poder um tal passa-
porle, mas porque onlregaudii-o eu a elle, me pe-
dio que, estando preso lemiaque u liraasem, ou
se desencaminhasac, o que ou livesse a honda le de
< guardar ao que me pieslei poique nislo iioulium
inconrenienle via contra nin, o porque uo me
passava pela mente que i'iu UiO leiira idade com
que lie se llgurara, j soubesse armar arda, c es-
palhar tacos, en que prendendo-tue, podesse tentar
fortuna para o sen lrranienlo.
Tendo historiado o faci da mauoira porijue se
passou, e crendo-nio ler justificado ante a opinio
publica, a quem presto hoineiiagem.
Rogo-lites, senhores redactores, que dtvm lugar
em suas enriquecidas columnas a estas toscas li-
nhas do de Vmcs. leilor o assiguante
Josr Carlos de Suma Loto.
Ilecife 1G de marco de 1859.
Importuno.
Barca inglcza T.iucrilo, rinda de Terra-Nova, con-
ignado ; Johnslon Pater i; C, luanifeslou o sc-
guinle :
3,750 barricas com bacalho; aos mesnins.
Polaca liospanhola Procer. Minia ,|,. Bnenna Ai-
1.' Que u aponson. 5. que a rospeilo do lindura
otTereei assembla provincial, nao so ada anda
publicado, e isso por circtnslancias indopendeales
de minha \ untado.
2." Q......o. fallando assembla provincial em
1856, nao poda roporlar-me ao rolatorio da junl.i
d
ii
no sui" essi.r ein 18i
3;" '.'.....- se honrados .nitores, que o leram ror,"to Hlro""; ordem.
redigidu segundo sua.....(ciencia e sema menor; r.oNSUI.VDO CI'ftAL
suggesto de minhai parle, sao mu sullicenlM pa- Rendinenlo do diaTa7. .
ra htmarem sobre si a responsabllidade, que creio jj^mj,, (jja i(j
piaiueiiie nao querero subrogar.
Agradeocndo a ortezia com que V. S. me trata,
tenho a honra de eonfessar-nio
De V. S.
Humilde e muilo obrigado serr.
Sot lenlo du 1'uiilia e l'igueiredo.
Recite, 23 do Janeiro de 1858,
lllm. o Exm. Sr. ooiisi Iheiro Jos Rento da Cunda
e ligoeircli..Agradoooiido i \. Exc a presteza
eom que so dignou de responder a minha carta an-
terior, rojo-ule ainda na necessidado de pedir-lhe
cortos esclarecimeiiios, que un- sao indlspcnsavets
pira a boa ordem. que devu dar analyso do os-
cnplo da coiilinisso de higiene.
rico interado da deditiaco da responsablldade,
que faz \. Esc. ta infiel narra, o dos lacios queso
e hygcne, une y 8. alinde; porque esse doeu- cl,signada ; Aranaga Bryan, mamfeslou o se-
tenio foi apiesentado nao a miin, mas ao meu dig- ..,,,,1,. ;
2,000 quintaes hespanhes de carne socca, 1fi cou-
T9.1fi7g97i
8:855088
"252z$IKI2
l:70IS28i
2llg:(7l
4-06J657
lVF.nS\S PROVINCIAS
Roiidimenlo do dia 1 a 17. .
dem do dia 18 .
DESPACHOS DF. EXPORTACVO PELA MESA DO
CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA 18
DE MARCO DF. 1858.
Liverpool Barca inglcza ..lieiierievc, Southall
M.llors \ i:., 210 saceas algndn.
Luanda l'alaclio porliigiioz Tar.ijo II, Manool
Joaquini llamse Cilra. 3 ciscos agurdenlo, lili
I 1 *"U'(illlll MU
looiu no rolatorio da comnussau de hygiene, o con-1 maglin),,.. |,aco i1S caixinhas com charutos
icguintemente das .Ilgicas o gratuitas consequen- Lisboa-Baiacbo porlugiiez Maria, Carralho No-
cas, que a niosiua cointiiissio levo a boiidade deli-
rar om desfavor duminhas nlnneos. osle respei-
lo, pois, onloiider-ine-hoi ooiu a dil.i rommisso, o
mullo particularmente com o sen presidente o Dr.
Cosme de S Pereira, que nao besitou om lomar a
si a patemidade de indo que me relativo na qucs-
lo do hospital hoiiieopalhieo.
Em sua resposla me diz V. Exc., que o appemo
Nogiieu.i \ C, 1fcl sarcos aasneai branro, o 25
ditos dilo mascarado;
Havre-Brigue francez .Fernando, F. Souvago f
C. 50!I saceos assucar branro.
MarselhaBarca tronceza l.everrier, N. O. Bie-
beriV C, 600saceos assucar mascavado.
tiliraitarPatacho hollando/, tjcphieua Helena.,
Saunders Brolhcrs {i 150 saceos assucar
brane
n. ;>, por V. Kxc. offorccidn assembla provincial
cni IH.M;, nao se acli.ua anula impressoe iss por Lisboa-Brigue porlugiiez l.aia I, F. Francisco
rircumstaiicias iiidepnndentos de sua rontade. Poco '
permissa V. ttxe. para d/or-lhe. que esa do-
cumento j so acha iinpresso, nao duvhlando eu,
qie V. tve. anda o nao lenha vislo ; o como ou
possua mu exemplar, que a bondad-: de um amigo
me forneeeu, depois que tire a honra de oudere-
oar a V. Exc. a iiiiitha primeira carta, essedocu-
lueulo que me suggere n objecto da present
V leitura do doeumenlo que mo retir
me surpreza, e nao deixOude mp
prito com franqueza o confesso] a doscoullanca d
S. 11. A^ Filbu, :IIMI saceos assucar raascaiaio.
LisbiiaPatacho porlugiiez ..Zarco*, Jos dos San-
ios I'ereira Jardim, W4 saceos assucar bramo.
Ro da l'rataPatacho l.-espauhol (Laurianua, Car
valbo 4t llamos, 200 barricas a-suear br.iuco
Kxportafo.
Luanda, brigue porlugiiez Trrumphaiile, do 331
toneladas, couduzio o scguinle : 100 latas rllll'
' rinio. causou- | | ,Ji5 ^ ; ..
T^.,!^.^:175b.Vri.de 5." oUdi.os d,'.|." Cachaca, 28 m
I luis do sal.
(-.. .. i.-i.u o.e.j.. i.ii MIHtLODV ** "'l'lllllllll u mr ( i l z .[
algum Irania entra o meri'o. qne por ventura po-; nee,.-,..?"..^.!, nF nciantg i\'tfiivv desse lera ,le,i,eaea. con qu- !ne presloi ao roela- >-l >-l >'OUI.V DF. Hl.MIvS INTERNAS CSUBS
mi. da liuiu.iiiiilado -. por quinto, haron.lo \ Kxc. ."/ nMXKUWKO. .....^
iratado unnueiosamentedStodosn. faetos.de lodos Kd dialS .....i2rf?iS
os episodios. ,,,. sedera,,, aillos, durante o depois | W'1" du da 1....... ^:tiU,Sn.S
Publica^oes a pedido.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
trazido polo nobre depulado que tallou em pri
ro lugar. '
O Sr. P. Duarle : J eslou arrependido disso.
U Sr. II. de Lacerda : No meio desla cxplca-
co, e entrando em outros acontccimentos tallou
especialnicnle do faci da priso do Tboma?. Anto-
nio de Gouveia, e como que quiz tornar estranha
ou alheia a aceo da juslica noste ocio.
0 Se. M. Pereira : nobre depulado nao me
ouro bem.
0 Sr. II. de Lacerda: 0 nobre deputado como
que quiz tornar estranha, a aceo da policia nesse
Tacto, tanto assim que cu c mais alguem reclama-
mos : en pcrguutei por mais de una vez : o delega-
do nao inlcrrcio nislo'.'Este Sr., da familia Sapu-
caia, nao era inspector i E o que inspector'.' Nao
um agente policial ?
Oulro nobre depulado, que segundo creio linha
tambem o mesmo pensamento que o orador emen-
den que eu quera deprimir a gloria dessa familia,
mas eu direi ao nobre deputado que disse que este
inspector foi fazor essa priso por ler sido agredido
por Gouveia, que com isto ello diminua os bros
desta Ilustre familia a quem elle quera elogiar. O
uobre deputado quiz tirar o moreeiinento da aceo
ao inspector, quem quer que elle (base, porque elle
linha obrigaeo, mesmo sem ser agredido, de fazer
a diligencia.'
Senhores, eu- quera fazer sentir que a aceo da
polica nao era estranha a este acto, mas o nobre
depulado enlende que com islo eu quera deprimir
ou menoscabar o mcrecimouio do acto, que se diz
foi praticado pela familia Sapucaia,; nn, senhores,
eu entendo que essa familia merece lourores, eqne
o inspector tambem merece algum.
No seguimeiito desta discusso, en logo antes dis-
so, dando ou um aparto, rospondeu-me o nnbro de-
pulado que ento fallara, que en entenda ou que-
ra que ludo que fosse feilo pelos oulros nao tives-
se merecimento.
Eu eslou n'uma posico lo difcil, que nao sei
como responder isto.
O Sr. Marlins Pereira : Taes como eu tenho
feito, doixando sem resposla militas cousas seme-
ntantes.
" Sr. Lacerda : O nobre deputado pode assim
obrar, mas eu carero de dar urna resposla.
Senhores, eu sei que s rezos lomo um corlo ca-
lor n.'is disenssoes, que talvez lenha mesmo um es-
pirito do contradieco, porque me oceupo do discu-
tir aqui questes mesmo pequeninas ; mas, senho-
res o quo verdade 6 que apezar de eu lomar al-
gum calor as disenssoes, quando passo aquellos
rospnslciros, todos somos amigos, nao me importa
mais com isso. Se assim sao os fados, como e que
o nobre deputado, do quem lenho a iiojira do sor
eompanheiro este auno pola primeira vez, pode as-
sererar o qne avaneon 1 Senhores, eu lenho aqui
nma nica desafeirn, o Sr. Dr. Baptista por cau-
sa de disenssoes havidas aqui, mas isto urna ques-
to vellia que nao rem aocaso. 4' nobre depulado
estere comign o anuo passado aqui, tres ou quatrn
dias, oslo anuo que tenho a honra de ser sen coin-
panheiro; peoo-lhe quo aprsente um fado, um ac-
to meu, una palana s ueste sentido ; desafio-o
completamente; aprsente um fado nico, uina
mora presumpeo, qur se retira asi ou a qualquer
oulro collega.,.
O Sr. M. Pereira : Eu appello para a conscien-
cia do nobre deputado.
0 Sr. Lacerda. Aprsente um facto, eu creio
que na minha consciencia nao ha cousas lo horri-
veis, to misteriosas que se nao possam apresontar,
venham os fados, porque alias uz-sc-mc urna ac-
cusaco da qual uosei-inc defender ..
L'm Sr. Depulado : E injusta.
0 Sr. Lacerda: Mais alguma cousa...
0 Sr. 31. Pereira : Estou juslilicado.
U Sr. Lacerda : Esle facto 6 posterior, c o no-
bre deputado nao podia, fundado n'um fado futuro
dizer que o meu comporlamento era esse que a-
vancou
Meus senhores, o meu terreno 6 oulro muito dif-
ferenle ; talvez que se eu me quizesse aproveilar da
occasio provocada desagiadarolmente por esse in-
cidente que appareceu, cu podesse fazer aecusa-
ces ao promotor do Bonito ; depois da narraco
que elle fez, lalrez lhe podesse fazer, porm sigo
terreno dillercnlo, eu senhores, poderia de algum
modo dizer, c sem querer mesmo molestar o nobre
promotor do Bonito, podia, digo, fazer rellexes
muito sensatas, muito serias, e alguma cousa pro-
fundas sobre o comporlamento do promotor em ro-
laco aos fados, ou narraco fcila por elle nesla ca-
sa. 0 nobre promotor, censurou o procedimenlo
do delegado por nao ler cumpndo rom os seus dc-
i eres; por que se elle o houresse feilo, naturalmen-
te se lerio conseguido a descoberta do criminoso,
lira, para urna asseveracn destas, parece que acta
no espirito do nobre promotor, alguma cousa ; al-
gum lactoiipor onde elle possa saber, que 6 urna
rerdado que se o delegado tivesse praticado, taese
laes actos se teria conseguido a descoberta do cri-
Mouv,' bontojSScasii Ja ainenttilB proruiCL
r qual s se discuti o parecer darromniisso de
cstalislira, que pedia informal oes ao governo sobre
os limites enlre as freguesas da Escada o Sori-
nhaem.
Oraram os Srs. llego Monteiro. Manoel Caralcan-
ti, Correa de (lliveira, Sonza ltois, e Manoel Por-
tella, sondo approrado o parecer com a emenda do
Sr. Sonza Rcis, para que (Osee a quoslao decidida
no foro.
Dada a hora o Sr. presideule marcon para ordem
ilo dia de hoje, a continuarn da de bonteni, o le-
ranlou a sesso. Eram dus horas da larde.
PLBI.ICAC.VO DO INSTITUTO HOMEOPTICO DO
BRASIL,
.ajiontaiaentos pnra a liistoriu d lio-
llMMI|)lltllU.
Pelo Dr. Sabino Olegario Lndge.ro Pinito, vieilico
pela imperial academia de medicina da Halua:
primeiro propagador das dontrinas homeotntlhi-
eat us prni-iiiiiiis do norte do llrusil: fundador
das suciedades lionieopiilliicus da Piirahibu e do
3liiriinliiin fnwlitilor e director da escola liomeo-
pathica de Pernambuco : fundador \ltoatdadt
homeopallin-ii beueficente, e sen presidente perpe-
tuo: niembco de iiiiiilus suciedades srieutijicns mi-
eionaet eetlrangeira: ex-dtpuindo amemUfa
procincial de Peina inbnco, etc. ele. etc.
Bes, non verba.
PROLOGO.
Depois do longo ldar na propagado, da homeo-
pathia, o vendo com indisnel pra/er eoroados os
meus estoicos pelo mais bello e formal neolhimenlo
da opinio publica, tontei a TesOluco de concen-
i .ir-
Communicados.
minoao. Mas o que sabe elle para allirmar que o
delegado foi negigenlo,eso sabo, o nobre opu-jquando foi auodelcgaiiu ; ti
tdd oxercendo as suas funecaes e nao obicmlo uso I quartoiro no lugar q quest
8ESS..0 ORniNAiiu em lh i>e arco he 1859.
Presidencia do Sr. Bario de Caiarugibe.
Ao meio dia, fela a chamada, acham-se prsen-
les 31 Srs. deputados.
Abre-se a sesso.
Liem-se e approram-se as actas das scsses de
loe 17 do correte.
0 Sr.l..Secretario menciona oseguinto
EXPEDIENTE.
1 m requerimento do Jos Antonio Pereira, pro-
pretarjo dos engonos Potos o Parnaso, pedindo au-
lorisaco para organisar una companhia, sol sua
vlireccn que se encarreguu da factura das obras da
estrada do sol da provincia enmprchondidas dorm
do 15." lamo no ongcnho atassangana. at cidade
do llio Formoso. v commisso ilo obras pblicas.
Outro dosempregadosda secretariado governo,
pedindo augmeulo de ordenado. comniLsso de
ordenados.
Outro da junta administrativa do hospital Porlu-
giiez de Beneficencia, pedindo a approvacie dos seos
eslalulos.A commisso de legislaco."
tlutra dos moradores da poroac da Cupit, pe-
dindo que aquella .apolla lilial soja elevada callie-
goria de matriz.A' commisso do estatslioa.
Oulro dos moradores du districlo do Olho d'Agua
dos BredOS, pedindo quo scjaiu removidos os gados
que paslam naquelles lugares, por seren terrenos
propnos para planlaco. commisso de negocios
das cmaras.
Outro de Mara Francisca Pessoa de Mello, -di-
rectora do collegio das orphns, edindo ser apo-
sentada na razo do 12 anuos que excrceu aquello
lugar.A' roiumisso de pelScol,
Outro de Alexandre Americde Caldas Brando,
1." escriplnrario da tliesoiiraria provincial pedindo
se lhe pagiiem ns seus ordenados dos mozos de fe-
verelroe maren, na iuipniinnoi.i del l!l.<33('i. i ni que
na qualidade de Offlcil do 6." balalhao da guarda
nacional, quando este foi aquarlclado.A' commis-
so de legislaco.
L-se o approva-se osegiiinle parecer :
A commisso de postaras examinando as di
RioFormoso, do parecer, que sejam ap|irovada
o vao a imprimir para entrar na ordem dos li.i-
halhos.
Sala das cominissoes 12 de marco do 1850.
r.piiiuiwndas. A.J. dtOlivtira.
Entra em discusso o segu,,lo parecer :
3eC.Parecer n. 12.
Dos papis, que foram remetlidns pelo go\ orno
a esta assembla, para seren rosolvidas as duridas
suscitadas sobre limites da freguezia da Escada con
a de Serinhiem, vio a commisso de cslatlslica e
diviso ciril o ccclcsiaslica, a cujo parecer foi sub-
mollida a queslo :
1 One o juiz municipal do termo de Seriuhora,
om 19 de norembrode 185, levou ao conhccimoii-
to da presidencia o conflicto de jurisdieco, que se
deu entre elle e o juiz municipal do termo da Esca-
da a respeito de um terreno alm do rio Sebir en-
tre os engolilles Tres-bracos c Jussaral, no qual fui
manutenido o propriolano deste pelo mesmo juiz
municipal de Serinhein, c mais de um anuo de-
pois o proprieprio d'oqnelle polo juiz municipal da
Escada. Assevera aquello juiz que o rio Sebir li-
inita as duas freguezias, e diz que da cmara mu-
nicipal de sen terreno nada consta ; mas que tal
limite foi sempre observado e reconliecido;
2." One a cmara municipal da Escada, em u-
lieio de 1 do dezeinbro, iuforuion o oonlrarjav olla
allirma quo os limites de toda a comarca de S. Au-
llo, alo bom conhecidos, o que o teireuoeui ques-
lo sem duvida perlenconto ao termo e freguezia
da Escada, cujas autoridades alli eierceram sempre
actos de seus ollicios;
3." Oue o vigario da Escada, em oflicio da mes-
ma dala, dirigido i cmara, den a inforinaco, que
por ella foi perdida, no mesmo sentido;
4. Finalmente que oiuiz municipal da Esca-
da declaren, em oflicio de 18 de dezembro, presi-
dencia que pertcnce ao seu termo o terreno em
queslo, e para mostrar que o rio Sebir nao li-
inle das duas freguezias, como pretendo o juiz mu-
nicipal de Scriuheru, nota que o sitio de Antonio
do O' do dentro, alm do mencionado rio, perten-
ce ao ciigonlio Caxncira, que 6 todo da Escada, u
limilropho de Tres-bracos ; alTirmando mais quo is-
lo nuuca_ eptrrm_ eui duvida, e que ello mesmo,
um inspector du
No dia 15 do oorrcnle houve exame no concurso
que se procedeu para o lugar de segundo cscriptu-
raro da Ihesouraria provincial. Como o exame fos-
se publico, tomos ver apreciar csso acto.
Compareeeram dous oppositores, o professor jubi-
lado o Si. Alexandre Primo Camello Pessoae o Sr.
amanuense da mesma repartirn, Joo Celar l'.aial-
caoli de Albiiquerque. Disseram-nns alli mesmo
que havia um oulro oppozilor, empregado lambein
da reparlo.io, mas que osle desistir da preleueo
na hora do exame.
Os examinadores foram dous lentes do Ovninasio
os Srs. Dr. Jos Soares o Antonio Egidio, outro
examinador mais foi o contador da Ihesouraria, o
Sr. Uueiroz Pnnseca.
Este exaniinou sobre partidas dobradas llieorica
e pralicamentc ; o Sr. Aulonio Egidio sobre calcu-
lo, reducoos de inoedas ao cambio as pracas ex-
irangeras, prnporco simples n coniposlas, juros
conpostos etc., o*. Dr. los Soares argulo sobre
gramnatlca pnrtngneza; pouro pergunlon pelas
regias gramiu.itcaes, nu regencia; toda sua argu-
mentadlo oral, o por escripia, foi analyse lgica.
(I exame prineipiou sll horas o aoabou s 1 ho-
ras da tarde. Costamos de ver o desoinbaraen, in-
lolligoncia c preciso com que o Sr. Pessoa res-
nalislieas, o deixando a oulros mais InhiHlado*
ampliaco das ideas c dontrinas do minora! llah-
neinaiiu.
Alin disso, habitualmeiito docnlc desdo os meus
mais tennis anuos, n tendo passado sempre urna vi-
da de vigilias o de trabalhos.-os meus snffrimenlos
tem augmentado do ulonsidade nestes ltimos tem-
pes, por cojo motivo lenho sido obrigado a roslrin-
gir-nie ao servir inicuamente indispensavel para
prevenir os mos etfeitns do innaeeo e da vida se-
dentaria.
islo posto, longe eslava eu de entrar na aprecia-
dlo dos fados, que se passaram durante a epidemia
do cholera-morhiis nesla provincia, na parte que
diz respeito hnuienpalhia, e muito particularmen-
te na quemo relativa; mas infelizmente sou eum-
pellido a isso pela ndiserico de um homem, com
quem sempre nutr relacoos de amisado desdo os
bancos da faculdadc de medicina da Baha at as
cadeiras da asceinbla provincial de Pernambuco,
o qual, despresando essas antigs relaccs, nao be-
sitou em lomar a si a ingrata missao de doestar-mc
a titulo de defender a administradlo do Exm. Sr.
conselbeiro Jos Rento da Ciinha Figueiredo.
Motivos, que nao compre apreciar, levaran, a en-
liga commisso de hygiene publica, presidida pelo
Sr. Dr. Joaquim de qiaino Fnnseca, a eximir-so do
serri.o da mesma durante n reinado da lorrirel opi-
demia. Mesas cireunslanciaa fui chamado o Sr.
Dr. Cosme de S Pereira para presidir a nova roiu-
misso leudo por collegas os Srs. Drs. Ignacio Fir-
mo Xavier ( Joan Jos Innocencio Poggi. Termi-
nada a epidemia ora do deror da commisso ipro-
sentar ao govoriin o rolatorio ilo seus Irabalhos;
mas em lugar de um rolatorio da commisso ao gc-
rerno, appareceu com essas honras nm discurso, ou
o quer que seja, do Sr. Dr. Cosme de S Pereira
aprosoutado mesma commisso, oirado de odios,
o em que san referidos os fados com a mais estu-
penda inlid.hdadi-.
Nao pois cnmmisso, a quem tenho do dirigir
o sim ao seu pi-
da epidemia ; nem una s patarra diz acerca do
hospital homeop.iihico,que (o un fado publico,
que nao s dou lugar a troca do correspondencias
entro niim e V. Exc, como lamben, algum eoni-
menlarios dos jomaos da provincia, c al dos da
corle, purria dos cnrrospondctilcs de ci.
Nao quero por ora anleeipar.isliypolliosos, a que-
so presta lo sensi el lacinia ; por quo nao desojo
para nin os opithelOS de imprudente e inmodera-
do, interpotrandn esse fado anteada ser deiida-
nonte explicado por V. Exc
Islo posto, rogo encarecidamente a V. Exc, que
so digno de rospomlor-me :
1." Om- motivos tero para doixar.lo referir o fac-
i da creacan do hu.spital linmeopalliico no appou-
so n. 5, en que V Exc, cunta a historia do chole-
ra -niorliiis-epidoiuie.,, na provincia em lS'iii.
2." Si o hospital hoineopalliico deixou do fiine-
ciouar por moiiros dependentes do miaa ton-
udo.
i." Oue jui/o fez, o faz do ineu procednieulo a
lal respeflo.
Nao una importuna exigencia, que faco a V.
F.xc, e sim um podido muilo respailse-, de cuja
Saljsfaco depende o ineu proeodinu.nl, ulterior.
K mais um appello que faco ao seu earalleirismo,
desejand.....uito qne \. Exc", se exprima com luda
a franqueza, lealdade e dureza.
V. Exc, que lanlosalie apreciara sua honra, dig-
nidadee ropulaco, n.io podor sem dunda levara
mal, que ou trato de sustentar a minha, Lrabalboea-
nienle a.Iquerida, e lia mal avahada por espirites
previnidns,
Tenho a honra do sor com o mais profundo res-
pei lo
lie V. Exc.
Muilo ltenlo e muito obligado Brindo,
Dr. Sabino Oleaario Ludycro Pinlio.
27 de Janeiro do 18iW."
lllm. Sr. Dr. Sabino Olegario langero Piiho.
En resposla ao segundo precioso favor de V. S. em
dala do boje, tenho a dizer :
Oue se no mou colatorio acerca do cholera, nao
se fez menean do hospital homeopathieo, foi en
eonseqneneia de nao le- elle funecionade.
Om- \. s. iiiosirou-se lo terroroso en levnta-
lo, como eu em auxilia-lo. E se bom me record,
creio linea eaus por que nao funceionnii, foi laico/,
o hacer faltad,, a V. S. algiins recursos com que
contara, quando fez o sou olTereciinento, ou r-
pida d'-dinaco da epidemia, que successivanienle
acouseliioii o en cerra monto de alguns hosjdlaes : no
H-nlrelanlo appello pan a memoria ib- V. S.
II liama qne V. S. suspoila nao pode deixar de
ser parlo de urna inj
i nijm.ta.I|Ceoeciipacn, que si,ico.
3, mBI nin. ..pndci .j.j.,1
necer
Son com a mais perfaita estima
De V. S.
Aliento e muilo humilde s"rro,
Jos Denlo da Cuaba e Pigueiredo.
Ilecife, 27 do Janeiro de l8.
As resposlas de S. Exc. mo nao saliste/.-ram :
porque a demora daimpressn do appouso u
* jC:9r'1'i-i
CONSULADO ROVINCIAL.-
Rendimonlo do dia 1 a 17. ,. 4il.345S0.i9
dem do da 1S....... 1:874tl
12 220S6.'I5
Moviment de porto.
Aoi ios entrados no dia tt).
Richmond 2\ dias, barca amoricana Heindeer, de
i3li toneladas, eapito E. S. Peucknes, ei|uip. 12,
carga 3350barricas com farinha do trigo', a Ros-
Irou llouker & C." Seguio para o Rio lo Ja-
neiro.
Piula lolphia32 dia, patacho americano Commer-
ce, 17 i loucladas, eapito James llamo, oquip. U.
carga 925 barricas cnin farinha do trigo o mais
Konoros : a Joiuislon Paler 40'
Philadclphia47 dias. barca americana C.karlm K.
Ler, de 197 toneladas, capilo M. V. Almeida.
eqnip. 10, carga 910 barricas com .iiinlm de tri-
go o mais gneros : a Saunders ltrotliers A I'..*
Ncw-Oiicaus03 dias, barca americana Saone, do
do 292 loucladas, eapito Rarsleno, eqnip. 1(1,
carga 2248 barricas eom familia de trigo e mais
gneros : a Henrr l'orstar !'..
N'en -tlrleans tldias, hijatn americano Vunm/, de
383 loneladas, i-apilan Henry Wcks, equip. 9.
carga 3201) barricas cun farinha de trigo o mais
gneros; a Rostrou iooknr \ t;."
Roslnn35 dias, escuna americana Kenqfuther, de
\j toneladas, capitn Alberto llolmes, equip. 5,
carga 500 barris de plvora, madeira e mais g-
neros a Joluisloii Pater 6: 0.*
Havre33 dios, ((alera francesa Olinda, de 317 to-
neladas, capilo Lorer, equip. 14, carga fazendas
o mais gneros : a Tisset Frore \- C'
Malaga31 dias, sumara he-panliola Ardilla, de
112 toneladas, capilo Jaioe Ferro, equip. II),
carga vinlio o mais gaeres : a Aranaga Bryan.
Halifax35 dias, brigue ingle eendeer, de 155
toneladas, capilo II. Hays, equip. 8, carga 2lll,:i
barricas com bacalho : a Saunders Brothers &
L." Seguio para o Rio de Janeiro.
Ass9 dias, hiate brasileiro //om Amigo, do 77
toneladas, capilo A. C da Silva I'ereira, equip.
S, carga sal : a ('.. I'., da C. Moroira.
Ilainaragibc3 dias, date brasileiro Santa Luzia,
do 21 toneladas, capilo Estenio Kibeiro, equip.
1. carga assucar e>uadeira : a Jos T. I.eile.
Terra Nora34 dias, brigue iuglez VenVif. de 1H0
- tom-Jaiks^eapito R. Harcknuss, equip. 12. earga
ihi barricas com baenmao :'* ordem.
Lisboa33 das, brigue portiiguez Tnrujol, de 222
toneladas, capilo Msuoel do O. Paneco, equip.
12. carga rindo e mais gneros: a Manool Joa-
quim II. e Silva.
iiondia a resolva os clculos, listando o Diario e ""' "" """','1 r',sl">sli'' s"" '"' seu presidenle, a
lirro de razo. e nello escriiiliirandn Indas as addi-''!....." l'e'-'" *Z*f< "> P"r v011""'1 ll- ftp-
ilarenias mmtios expressites, as quaes porinais for-
tes que fosseni, nunca soriain uqiii[iaradas doloro-
sa improsso. que me causn a leitura do sou es-
cripln, o sua talla de cavalloiiismu para com o seu
enligo amigo.
Rom quizera eu nao onrolror cu minha resposla
n nome do Sr. consellieiro Jos Bentu da liuha e
Figueiredo, eom o Hu de poupnr-lhc desgoslos
com a rennvaeo do fados, que talvez nao deixoiu
de magon-lo : mas o nome de S. Exc. se aelia de
lal modo ligado ercaco do hospital homeopathi-
eo de Pernambuco, imprudentemente trazido a dis-
cusso pelo Sr. Dr. Cosme, que nao me possivel
prescindir de analysar o seu procedimento n tal res-
peito. Alliauco a S. Exc. que so nao fosse n rigo-
roso devor de manier illosa a minha diguidade, e
de ri-sialleli-oer os luelosjio p em que ellos se pas-
saraiu, por ceno que por mni nao wria agora n-
eommodado. Ao Sr. Dr. Cosme agrafleca pois S. I.xc.
qualquer dissabor que Ido possa causar a miiiha
analyse.
Logo que li o improsso do Sr. Dr. I'.osmo. o me
pareeenito que a narraco acerca do hospital ho-
meopatliii o apresentava algum vislumbre da In-
fluencia de S, Exc, lauto mais quanto vom relata-
da urna circumstancia, que nao consta de documen-
to olllcial, o que o Sr. Dr. Cosme nao poderla saber
S nao sor referida por S. Exc, dirig ao Sr. conse-
Ihoiro as tinas seguimos carias, que furnia respon-
didas successvamoiile.
Se os concursos san para soconhcccr as habili-
tadles c inaior intellfgeuria, forca contestar que o
Sr. Pessoa deseuipenhou salisfactoriamenle.
A nonieavo ves ila l-'orsei'a liara inspi'cli.r ,l:t
iiistriifOMo jiMU-a na rreirupzia dis
Afii^iul.-.
Con a norte do coronel Vanna. tendo ruado va-
go o lugar de iuspedor do circulo luterano da fre-
guezia dos Afogados, dizem que muilos preleuden-
les doiirorain, o entre ol, s gndara palma, e foi
noinoade o Sr. Jos Marcelino. Foi brilhanle o con-
curso. Fados se do em nnssa Ierra, que rerollajaja
o homem mais prudente, e que parecem nutro flaV
nao ter se nao animar n criino, e perpetuar a cor-
rupeo, o immor.ilidodo; Lacios que nao apresen
lain nina conveniencia pblica, tactos em lim es-
candalosos, e sem eiplicaco alguma.
Costa a crr, que o Sr. Jos Marcelino, que, ha
pouco foi demitiido de Inesoureirodas obras pbli-
cas, processado a prozo por falsilicador do recibos
de dinheiros, leuda siJo escolhido o iiomeado para
presidir inspeccionar a attrucco pblica uoj A-
logadns; mas ,' urna realidade, elle foi o ,lomea-
do !! E muilo escarnecer da opinio pblica.
Se assim continuarnos, tercios de ver em breve
premiado o crine e a prostituidlo, e banida de nos-
m Ierra a virtudee a honra Estamos curtos que S.
Exc. o Sr. presidente da provincia fez lal nomeaco
en boa f, e por ler-lbc sido opresonlado o nomo do
sr. Jos.- Marcelino.
Dizem, que, o Sr. Jos Marcelino foi despiouuii-
ciado; mas (pie imporla islo? Nos sallemos, como
se fazem em nosaa ierra essas cousas.
Tinhaiuos mnllo ainda a dizer ; mas agunrdamo-
nos para autra occasio. se tormos rontesladosr e
ento levantaremos lodo o veo, que al aqui lein
encerrado esle negocio.
..Correspondencias.
Sesfkort
II,or ,jue
einprogadi
un- w\\iu
contra mi:
ductores.Desejoso de cumplir o me-
for possivel s meus deveces como
policia, nao posso consentir que 10-
eslumhre de verdade, urna impulaco
trofilrda, que, so por um lado por s
mesma se desta* e nenhum peso merece, porque
laucada por uiujncnor, rovellu sua falsidadc o ma-
licia ; c por
orna se ser,
o qual foi r
cenias do ill
racihaule ii:
Irarei, em (
lado, um respeitavel tribunal,
do jury, e o publico illustrado ante
inonciada, com direilo me ped
o reprovadoprocedimenlo, quo
icio me empresto, o que como m__
alguma verdadeia, sendo sem
duvida, SUggeflda pelos desejos que nutria seu au-
tor, de inooccnlar um sou aclo. No Liberal Pmr-
nambucano do 1." do andante mez se v muerta
urna discripeo das resposlas que ao lllm. Sr. Dr.
presidente do jury', foram dadas polo porlugiiez Joa-
quim da Silva Morera, na occasio em que, pro-
nunciado por mim no art. 202 do cdigo penal, e
regularmente sustentada sua pronuncia, tendo de
Sur julgado oa interrogado : ahi se observa que
sendo dilo porlqguoz onlorrogado pela sua idado,
elle respondo quo apenas tinha 13 anuos, como era
lllm." e Exm." Sr. ronsellieiro los Rento da Cu-
nta a Figueiredo. Acaba de chegar-me s mos
nm papel improsso intitulado llelatorio do Estado
Sanitario da Provincia de Peruiiiiibuco lio annodf
1856, npresentado pola commisso de hygiene pu-
blica, no qual so pretende contar a historia da epi-
demia do cholera que tere lugar durante a admi-
nistradlo de Y. Exc. i; como ni sse papel se trata
da miuha pessoa om relaco a de V. Exc. e da cor-
respondencia bavida entre nos acercada ereacio de
um hospital hoineopathicn naquella Iremenda erise,
para Iratainonlo dos enfermos pobres, o ainda pa-
rece, i do ovidente que o cuntido en lal rolatorio nao
seja oulra cousa mais do que os appensos promel-
lidos por V. Eic ao seu rolatorio na abertura da
assembla provincial em 1856, uo tenho remedio
seno dirigir-mo \ I.xc podindo-lho reverente-
mente que se digne de declarar-me se loma sobro
si a responsabilidad.- de ludo quanto so acha escrip-
lo nesse papel da comiuso do hygiene aparte
que me relativa.
Confio muilo no earalleirismo de V. Exc. ; e por
isso nao devo duridar que serei patisfeilo ; pelo que
anleripo os meus agradecinieiilos.
Tenno oecessidaae, Sr. conselbeiro, da resposla
V. E|c parame saber dirigir na analyse qiiede-
t i/.cr ab mencionado rolatorio da commisso que
anlo iutoressa miuha dignidado, como do V
Exc.
Tenho a honra de ser de V. Exc. atiento reveren-
te criado, jtftl
Ilr. Sabino Olegario Ludgero Piulm.
20 de Janeiro de 1858.
lllm. Sr. Dr. Sabino Olegario Ludgero Pinho.
N'o Uve a fortuna de reeober a carta que V. S. so
dignen dirigir-meen dala do20 do coirente, oque
rom inipressa no Diario do lioje ; todava aeudiudo
ao appello quo V. S, faz (tu meu caralluirsnto,
aprosso-niii om respoiider:
nao inhbia a S. Exc de fornecer ao Sr. Dr. Cosmi
as informaees, que fazem a base das accusagies
quo me sio follas por aquello senhor ;2.", porque
o Sr. Dr. Cosme nao poda saber qne os adoradores
do sijttema llahiieinun insistinm no detejo de rer
montado nm hotpital, si isso uo fosse referido
por S. Exc, una ves qne nada consta de documen-
to algum ;3.", porque ouo trr (unecionado o
Hospital nomtopalhieo nio eia razo para que
S. Exc. deixasse de uienciona-lo lio dito appouso.
una vea que com elle se dospeuderam dinheiros
pblicos, deque S. Exc. devera darrontas ; e por-
que sendo um fado publico corra a obrigaeo de
declarar o motivo por que nao fiinccionou donde
naturalmente se ennelne que o cenladeiro motivo
porque S. Exc. noo referi no appouso tt. 5foi por
que contara com a dovilidade do Sr. Dr. Cosme em
subscrever ludo o que fosse til & seus iiilercsses
coiomuns ;-4." Un ni,nenie porque S. Exc racilla
na duvida das causas, por que nao fiinecionou o
hospital, o as allribuo a me harcrem faltado o re-
cursos, com gne a,niara, guando fiz o meu offere-
cimentii, ou rpida declinadlo da epidemia.
Da leitura dos dociimonlos, quo aprsenlo no
correr dente eaeripto, so ver que S. Exc. labora
em engao, quando nilirma lor-ineeu offerocido pa-
ra croar un, hospital liomeopalhlc, ; pelo contra-
rio, se ha de ver que fui convidado por S. Exc pa-
ra le ara effeitO essa cr.-ac, que me presloi
com a inelhor vonlade, boa t, e dedicarn, alm
de ((un uo me fallarn os recursos, com que conta-
ra, visto que nao olt'creci seno aquillo que
linha.
Em urna cidade populosa como a do Rccifo, on-
de a inmensa inaioria da populado, acredita na ho-
meopatdia, a tTeaco ao monos de um dospil.il bo-
nioopalhico en lempos de epidemia, una neces-
sidado de tal ordem que uoiihum gorerno dere
desprezar sem incorrer na indignarn publica. ()
I) Sr. consolheiro Jos liento, sem dunda reco-
nhecendn osla rerdado. quiz aprorcilar o olTorec-
menlo que lz dos meus serru-os pessoacs, e dos
pequeos recursos da Sociedad)- llomeopaldica Re-
iielii-oiitu ; mas peccou por falta de franqueza ; e
por lim de cautas fez recan* sobre mim e sobre
sociedad-.! a culpa que nao coinmelteinos.
Se a Sociedado Homeopoihica Rcnclieeole dis-
pozesse de meios sullicicnles uara montar e matitcr
um hospital, por corlo queflatella feilo sem con-
sultar o goreruo, e sen, ameSbr ostentadlo olllcial;
por que nenj eu, o nemjlg/iin de seus membros
procurramos oulra recompensa que nao fosse a sa-
lisfsdift' ntima de hacefmos praticado o bem.
lia nm anuo que aeren estar prompln esle trj-
balho; mas como n.io ios., isso posairel em tons--
quoiicia de freqiientes iqihlalmi.is, quo mu solire-
riorain, e que lioje meobrigan .fuer urna ria-
g.uii Europa, resolv faz-lo s prcasas, mandan-
do para a typographia o antbogcaphoa medida (pie
o ia i'oinpoiidu, afn de ser improsso autos de mi-
nha viagelll.
E'prorarel qucnello setencontrem muilos dc-
fotos ; mas como o esseueial osla de aceordo com
i liuda cnnseiencia, i-rmu a lidelidade dos fados,
nao peco dosculpa para mim, e sim justira para a
u,tuba causa.
Si ros uo agradar a iulroduco, leilor, ledo
ludo oque so segu que lalrez aches alguma cou-
sa quo vos seja til.
ICoiilinnar-se-ha.)
OBSKRVAgOES MEfEUUOWGICAS.
MI 18 DE MVRiO.
vk-sto. Itkuioiietro
f


3 c o o 2. a g l^ V E 0 V
tt) 1 3 3 i i 1 5 i 01
dam. Cumuliis SE Reg. 2r,:i 20^8 7!) 76 mm. 75(1
N Un bus 27.7 22.2 82 T9 7Sti r,
1/2 dia Cuuiiilus 2!). i 23. :, K:t 7S7
Ida 1. KSK 2M.K 23.1 H4 84 rQ7.5
6 Crrus 27,7 22.2 H2 *
A uoite estero clara rento SE, o assiin aiujiihe-
ceu.
Observatorio do arsenal de marinha 18 de mareo de 1859. Viboas Junio..
Editaes.
I) Ilr. Anselmo Francisco l'oretli, commeudador da
imperial ordem da Rosa, juiz de direilo especial
do commercio nesla cidade do Recito de Pei-
nambueo.
-Faro saber pelo presen te que Antonio Rodrigues
rinloin.....utros me dirigirn a policio seguinte ;
lllm. e Evm. Sr. Ilr. juiz do commercio.Anto-
nio Rodaigues Pinheiro, Aguiar e Furias, Alvos ,-
lima o Joo Praeger & t:., credores de Jos Fernan-
dos de MagaldesHaslns, o primeiro de ISOjnTlll, o
segundo de 1 tOlj'JO, o lercetro de :|0lg280, o
quarlo du 2-">r,}!)70 quanlias esla* prorepienles do
compras que lizora o mesmo .upplicado para o son
deposito de massas e: oulros objectos, sito na ra
llir.it,i n. 112, queajmfdze-lo citar para a primeira
desle jiizo fallar aatfcrmosdc urna acoordinaria
pela ijual pondera-rne os supplicanlusas referidas
quininas : roquerom pois a V. Exc. se digne de o
mandar cilar com a pena de rerelia licaudo logo
citado para todos os termos da causa at final exe-
eiico. O supplicado abandonou o utabelecirncn
lo o se ausentou para lugar nao sabido pelo quo foi
V. Exc. servido mandar feiiar e embargar'o mes
mo esliliolecmeiiln, deveudo'lalim Se por edilos a
citaco requerid* o< supplicaliwa prorarnm j a
ausencia o a imlBr/a do lugar. Pede a V. F.xr. fa
vorarel'deteriunVo.E R. M.Joaquim Jos' da
Fonseca.
Nada mais se.continha em dita pelicio na qual
profer o d.-spacho eguinla^,..
II. Cie-se naforma rv^SJanU*, sendo os editaos
passados eom o pra/o de 30 dias. Recife 15 do
marco do 1850.A. F. Pcrolli.
Por torea dosle despacho o scrivo a quem fui
distribuida aquella petieo. e que esto snlwctcveu,
fez passar o presento pelo theor do qual vai ser ri-
lado o supplicadoJnjU!raii(isi'0 do Jtagalhes Bas-
tos para lodo itfl Hfe na petieo e despacito
aqu Irausrriptoafl Hatllo todas "as pessoas, p-
renles, ,-iniigos eUBfcidns do supplicado lhe ta-
cara aviso de que por esto tica citado para todos os
termos do urna aceo ordinaria, a lim de que no prn-
zn de 30 dias compareca neslu juixo sob pena do
rerelia.
E para que a todos chegue noticia mandei passar
editos que sero allixados nos lugares do costume e
publicados pela imprensa.
liado o passado nesta cidade do Recife aos 17 de
marco do 185'J. Eu, Francisco Ignacio de Torres
Randeira, escriro do juizo especia] do commercio
o liz esererer.
.-Invefiio Francitco Perelli.
Joo Baptista de Castro e Silva, official da ordem
da Rosa e inspector da ihesouraria de fazenda da
provincia de Pernambuco por S. II. 1. que Dos
guarde
Faz publicar que em virtnde de ordem do F.xm.
Sr. presidedle do tribunal do theaouro nacional do
5 do correnle mez se abrir concurso nesla thesoti-
rara no dia 18 de abril prximo para preonchimeu -
ment de um lugar vago do terceiro escripturaro.
Sement os pratiranies so'admittidos a esle.ui-
rurso, a que eslo mesmo obrigados aquelles que
lem dous anuos ib-pralica, derendo ser examina-
dos as materias de que trata o art. 45 do derroto
n. 736 do 29 de norombro de 1850.
Thcsouraria de fazenda de Pernambuco 17 de
marco de 1859.
Joo Baptista de Castro e Si/ro.
ODr. Bernardo Machado da Cosa Doria, ollicialda
imperial ordem da Rosa, c juiz de direilo da pri-
meira rara criminal da comarca do Recife, porS.
H. o Imperador que lieos guardo etc.
No Rio deJeneiro o tinado marquez de Paran, Faro saber era nrtode do artigo 286 do cdigo do
de quem o Brasil sempre so ha de recordar com processo crimine!, que tendo sido convocada para
profundo reconbecimenlo, abri um hospital do- o dia 21 do mez prximo passado a primeira sesso
iiicopalbico, o o enlregou aos cuidados do Sr. Dr. do jury desle termo, iustaJoii-se. no dia 24 do nus-
Maximauo Marques do Carralho, quedada feilo um I mo mez, eencerrou-se no dia 12 do correnle, leu-
offurucimenlo igual ao meu, leudo porm um atie- do sido judiados om dita sesso 1) procossos, solo
coso pralico mais feliz. jile r6os presos, contoodo nqvo ros, e quatro alQan-
COIOIERCIO.
AI.PANDEGA.
Rendimeulo do dia 1 a 17. .
dem do dia 18......
211:0708133
22:8315162
263:1)015895
Descarrogam lioje 1!) de marco.
Barca americana Imperador farinda do trigo
Rarca (raneenOlindafazendas.
Brigue nacional llamandiversos gneros.
Paladn americanoCommorcofarinda e millo.
MOVIMKSTO l)A AI.EVMIEA.
Voluntes entrados rom fazendas .... 5f>
* a com geueros 106
Voluntes sahidos com fazendas
cum gneros
156
~206
:i3
~4

>
..- i.-:
" '


Diario de Pernambuco.Sanbado 10 de Marco de 1859.
3


rodos. Foram assiduos os senhores jurados offecli-
vos seguimos:
Genuino Jos Tavires.
.Manoel de Paula Corra.
l)r. Joo Doningues da Silva.
Manoel Augusto de Miranda Costa.
fase Kstevao Mu-Girada Costa.
I.ni/. Carlos da Costa t'.aiuucllo.
Manoel do Hnllaiida Lavalcanli do Albnqnnoqiio.
Foi menos assiduo por motivo jusiicadn o jura-
da effeclivn :
Francisco Carniro Machado Bios Jmiior.
Foram tambera assiduos os senhores jurados siip-
lentos seguimos :
r. Vleeote Ferrcira Lima.
Manoel Jos dea Sanios.
\ malo do Frctas Tavares.
Fioiiuo Pcssoa da (ama.
Jos Aulouio de Azevedo Santos Jnior.
Gabriel Moreira Kangcl.
Fork Paes da Silva Pereira.
fase" Loureeco da Silva.
Manuel Joaquim de Miranda e Souza.
Jos Franciseo de Salles Baviera.
I 'rain isci. Ignacio de Modoros.
Ismael Cesar Ruarte Biboiro.
Jeronyiuo Emiliano de Miranda Castro.
Joaquim dos Sanios Azevedo Jnior,
Amonio Jos Mauricio.
Jos Hachado Pimental.
Manoel da Silva Mendoiira Vianua.
Amonio l'rocnpio de Souza llarrollns.
Manuel Theodora Rodrigues Pinto.
Augusto Jos Goncalves Lessa.
Juo Pedro da Jess da Molla.
Manoel llibeiro da Cunlia Oliveira
Fraucisou Paulo do Souza Halagela.
Jorga Palrhett.
I)r. Manoel liinocencin Pires de Fgueirodn Camargo.
I Ir. Joaquim Antunio Carniro da Cunta Miranda.
Manoel Joaquim Dias.
Anlonio Francisco das jetes.
Dr. Francisco Jos Marlins Penna Jiiuior.
Joaquim Jos ItaptislaJuiiier.
Joslioiioalvos Pcrrcira da Costa,
Manuel Anlonio Marlins Pereira.
Foram menos assiduos por motivos justificados os
similores jurados supplenles seguimos:
Lmz Comes Ferroira.
Jiw Joaquim Dias Fernandos Jnior.
Jos Pereira de liocs.
Jus Mara Peslana.
I.uiz Pereira do Parias.
Dr. Jalm da Cosa Monleiro.
Foram militados em 320)5, Por haverom fallado a
16 diasde sesflo os senhores jurados efteclivos
i a rada um)
Virginio Rodrigues Compeli.
Vicente de Araujo Pinliciro.
I.uiz Francisco de Paula llamos.
Anlonio dos.Sanlos de Souza lean.
Foi multado em 800$ o jurado :
Caotanoda Silva Azevedo.
Foi multado om tM0$ por ter deixado de rompa-
recor n 14 dias do sessao o jurado :
Angelo Bodriguijjj da Silva.
Foi multado em 260$ por ler deixado de compa-
recer a 13 dias de sessao o jurado :
Francisco Goncalves llosa.
Foi linalmelo multado em 80$, por ter deixado
re comparecer a qnalro dias de sessao o jurado :
Gamillo Pinto de l.emos,
Foram absolvidos os mais jurados multados as
sessoes anteriores por navereni juslillcado as fallas.
V. para que rheguu ao cenhecimento de lodos
uiandei passar o presente que vai publicado pela
iinprensu.
Cidade do Recite 15 de marco de 1859. Eu Ma-
noel Correa Gome de Aluieida, escrivao interino
do jury a o.crevi.
Bernardo Hachado da Coala Doria.
Directora Kcral la instru4^<&<> publi-
ca da provincia.
Tor esta secretaria faz-se constar a quem convier,
e de ordem do Sr. director geral interino n Dr. Jc-
rnnymo Vitalia de Caslro Tavares, que em ollicio do
Iaui. Sr. conselheiro presidente da provincia do i
do corrcnle foi determinado o seguinte que os pro-
fessores pblicos devem reqnerer presidencia por
intermedio da direcloria, alini de que sejam logo in-
formados osseus requerimeatos; oque fhesnio
dar ticonca para tratar de nogOCOS sius. sein que
deivem substituto contento dos delegados Ilite-
rarios.
K para que chegne ao cnnliecimento dos inleres-
sadoa se mandn publicar o presente pela imprema.
Secretaria da inslruccn publica II de marro de
1S59.II secretario, Franriaro Pereira Freir.
O cobrador da rerebedoria de Pernambuco
avisa a quem convier, e principalmente aos pru-
prieiarios de canoas, que ser otariamente encon-
trado das 6 s 8 horas da manha, em sua casa na
ra dos Pires n. 4A,alim de mais llies facilitar o
pagamento dos impostas que uo foram pagos na
repartir o em o lempo competente.
Pela r-onladoria da cmara municipal do Borifo,.
sr- taz publico, que u prazo marcado para pagamen-
to dos impostas dr- oslaiiolccinionlos, linda-seno
ultimo de marro do crrante anuo, e iodos aquelles
qui'nao pagarein, liean sujeitus mulla do Iros
por aente ao valor do mesino imposto. Contado-
ria da cmara municipal do Becife 10 de fevereiro
de ls.'i'J.O contador,
Joaquim Tarare Bodoralho.
Pela rocobedoria de rendas internas genes se
faz publico, que so temi concluido o Inncamenlo da
laxa qe escravos do psercicio corrente, podom vir
paga-la todas as pessoas que apresehtaram reta-
rdes para a actual matricula do Quinquenio d
0 alteres instructor.Valle.
0 sargento da 8 ".Manuel Correin.
29, quartelciro da 8." e caniarada de Jorge, 60 na-
nos.Germano.
Escopeta, rancheiro.Manoel Amonio Nones,
Itaiafiulo, remita.Manoel Antonio Pinheiro.
1 ni paisano.Francisco Correia \asques.
1." grillcla.Virgilio.
2." dito. Francsro.
Marta, Qlha na SU.D. Manuela.
Anglica, mulher de 29, etavajeira dobalamao.
Ii. Jesuina.
OHiciaos, sargentos, caliese soldados de carado-
res 5 c dr. regiment Ki, recmlas, faxiuas, msi-
cos, eorneteiros, tambores, etc.
\ acojo passa-ae no Castalio de s. Jorge, o o ulti-
mo quadro no campo de Lhirique em Lisboa.
poca1855.
0 resto dos bheles acham-se anuida noescrip-
lorio rio Ihcalro ras S lunas em diante.
Principiar is8 1 i.
N. B. Segunda feira 21 do correle ser a segun-
da recita da assignnlura, cio programnia ser an-
nunciado pelos ornaos rio da.
Declaraces.
Coiraellio administrativo.
O conselho administrativo, para frrrneciinenlodo
arsenal de guerra, tein de compraros objeclos se-
guintfls:
Para o presidio de Fernando.
Batata pequeo de cirurgia porlatel 1 ; escarifi-
cador 1 ; laiiceleirnconi ia6lncelas 1 ; caixacom-
pleta para opinaran do hydrocele 1 ; vidros para
. enlosas 12 ; cliinellas rasas do couro en, pares 25 ;
chicaras e pires, czaos 12 ; ourines de louoa coui
lampa 6 ; jarra de barro pequea ; 1 tigella de fo-
lhaSO; giiardauapos de briui30; lenrocs de brim
MI; taallias de brim 12.
Oiu-m quizer vender taes objeclos aprsenlo as
suas uropostas em carta fechada na secretaria do
conselho s 10 horas da manha do dia 26 do crran-
la. IIIi'Z.
Sala das sessoes do conselho administrativo para
fortiorimcnlo do arsenal de guerra 18 de marco do
1859.bruto Jos Lainenha Lina, coronel presiden-
ta. Francisco Joaquim Pereira Lobo, vogal secre-
tario.
Cnnselli administrativo.
O conselho arlminislralivo, para fornecimento rio
arsenal di-guerra, tem de contratar o seguinlc :
Para dirtnot torpn.
K.m conscquciicia das orden, que esto ronselho
acalia de receir' do Eim. Sr. prr'sideulc da provin-
cia, em que determina que se proceda a compra de
rosaras militares para dilTerentes corpos do exerci-
lo, conforme a Inturjnacan dada pela thesnurara do
azenda, avisa-si- a quem convier coulratar o forne-
cimento de ditas Wilui-casacas, sendo de panno azul
proprio para fardameulo, com os vivos, que sern
indicados aos fornecedores, e pelo proco de 129308 Poia-sA 1 'l'ibn
cada uma ; compareca na sala das sessoes do con-
selho administrativo no dia 23 do correte mez.
Saladas sessoes do conselho administrativo, para
fornecimento do arsenal de guerra, 17 de marro de
1859.liento Jote Lameyha Lina, coronel presiden-
te.Francisco Joaquim Pereira Lobo, vogal i- se-
secrrtario.
Cousellio de compras minios.
Teudo de contratar-se na sessao de 23 do corre-
le o (ornecimenta de riveras e uniros objeclos. ne-
- irinsau rutisiimo dos navios da armada, arsenal
e insis eslabelei-imentos de marinba, polo lempo de
"* -neies a liodaj no ultimo de junho prximo, sen-
. qninqnenio
1858 e 1863, e na orcasio do pagamento rerebero
os competentes certificados. Becebedoria de Per-
nambuco 15 de marro de 1859. O administrador,
Manoel Carniro de Souza Lcenla.
Directora n<-i-:il da instriicco publi-
ca da provincia.
Foresta secretaria faz-se constar a quem convier
e interessar, que o Sr. director geral interino tem
marcado o rlia 28do crtente, segunda-eira, para
o concurso primeira radeira de historia e gnogra-
phia rio gvmnasio peruambucano, cujas matarlas es-
Gio designadas no resulamunlo hitaran do m<*smo
gvmnasio, arte. 127, 128,129 e UM, a sabio-: histe-
ria do lempos primitivos, povo behreii, Kgvpcios,
Assvrios, Hal>> Ionios, Phonirios, Modas e Persas ;
historia e gcographia da Greria ; geographia e his-
rnria Romana : geographia e historia da dado me-
dia. F. para que chegue ao conhecinienln dos inlo-
ressados se mandn pulicar o prsenle pela im-
prenaa.
Secretaria da inslruceo publica 16 de marco de
185!).O secretario, Francisco Pereira Freir.
Pela subdelegada do primeim districto da fre-
guezia dos Afogados srr faz publico, que se arha de-
positado um i-avallo raslanlio, andador, que foi ap-
prelicndido pelo inspector doqnarteirao da Ibura,
por Irrapparecido em Ierras de ongenho Ibura, a
ser no lugar desr-onhecido, indicando ser birlado :
quem se julgar com dircilo compareca. que pro-
vando lho ser entregue. Subdeb-gacia do primeim
districto dos Afogados 15 de marro du 1859.los
Horgonin Paes llnrrelo.
A delegada do drurgio-mt do e.xerdto em
Pernambuco, |irecisa comprar ossegnintos objeclos.
Os Sis. pliarmareulicos e droguistas que qoiie-
rem vender os referidos objeclos comparacam na
delegada pelas 10 horas do dia 21 do crtente mez,
na praca da Boa-Vista n. 19.
Secretaria rio delegado do cirurgio-nir do exer-
cito em Pernambuco 17 de marco de 1859.Dr. Jos
liiguslo desonza Pilonga, assislente do di-legado.
Notadas drogas, medica mentse ttteneiliosprec'uot
para a botica do hospital militar.
Assucar retinado alvo 16 arrobas.
Acido ntrico 12 libras.
Ararab.i em p 1 libra.
xlr-ool 36." -i caadas (em garrafol. ^
Agurdenle 1 ranadas.em gamfo).
Agua de (.abarraque :lil garrafas.
Bicarbonato de soda 2 arrobas.
Carbonata de magnesia 16 libras.
Cytialo de potassa2 libras.
Corada 1 arroba.
Capsulas de oleo de ligado de bacalh 30 calva-.
Capsulas de oleo de cnpahiba 30 r-aixas.
Capsulas de cnpahiba e cubebas 10 caixas.
Cvaiiurelo de mercurio 2 onras.
Carbonato de polassa -1 libras.
Castreo M onras.
l'oloes de rosas 2 libras.
Banha de porro fresca 2 arrobas.
Cera branca em flor 2 arrobas.
Caixas para pilulas 3 grnsas.
Caixas de pinhn para ungento i grnsas.
Deiitorhloriireto de mercurio3 onras.
Escamonea d'Ahpo 1 libras.
Extracto de mulungiVS libias.
Extracta dr' valeriana 1 onras.
Exlrarto de fumaria onras.
Ksseucia de salsa 20 i idros.
emplastros de cicuta mercurial 10 libra.
Figado de enxofro S libras.
Garrafas preta* pequeas 300. ,
Funis de vidro pequeos 3.
lodurelo de potassio libras.
Iodo 10 eneas.
Estrato de larraxaco 1 onca.
Gomiua arbica 16 libras.
Acido sulphurico 16 libras.
Sueco de ponas de osp.irgo 6 garrafas.
Avisos martimos.
Conipaiiliia PernainiHiraaa.
O vapor nacional Persinnnga, cniumaiidanle o
seguudo lenlo Moreira, sr-gnir paraos porlosdo
sul de sua escala no dia 20 rio correnle as 6 I 2 ho-
ras da manha. Recebe raiga al o ilia 19 ao muio
dia.
RIO GRANDE 1)0 Sil..
Vai seguir ein poneos dias o brigne nacional
(D. Affonso, capilo Marques, pode rc-ceber algu-
ma carga para o mencionado porto, assiui como
passageirog : os pretndeme enlendam-ee com
Bailar iv Oliveira, na ra da Cadeia Vollia, cscriplo-
rio u. 12.
Para o de Janeiro sabe com muila brevirladc o
hein ronhecido brigne Sagitaria; para colgar- pas-
sageirus, Irala-se com Manoel FranrLseo da Silva
Cariico, na ra do Vigario n. 17, primeiro andar.
Aracaty.
Segu nesles dias o patacho Santa Cruz, recebe
carga a frele e passageiros : a tratar com Caotano
C.vriacn da Cosa Moreira, no lado do Corpo Sanio
n. 25.
tervencao do agente Oliveira, de toda a
mobilia da casa de sua residencia no
campo, consistinJo em cadeiras, so's,
mesas redot das de jogo e de costura,
consolos e mais adornos de sala de visitas,
cadeirai de halanco, de encost e de bea-
tos, ditas de mojrno, um esplendido pia-
no dos verdadeiros fabricantes ingiezes
Collat;d & Collard, aparador, misa de
jantar, lanternas, tspellios, leitos de fer-
roe de madeira graooet e pequeos, ca-
trespara meninos, guarda vestidos, Uva-
torio*, espellios, lampeares, eptadros, lou-
ea, crystaes o ale'm de outros artigos rli-
versos um bello cano e um lindo apare-
lho de prata magnilicamcnle lavrado :
salibado 19 do corrente, as 10 horas da
manha,na indicada casa, (tana Capnn-
ga periodo porto denominado do Jaco-
moa.
CASA DE SAI
sn Ein santo mro.

stabclerimenlo ha as melhoresacommoda"
^m

,es para se lialan-m i! :,:. de quabriier i:ilhe-
Nestei
gnria e sexo.
A diaria menor he de S95O0, derendo o pagamento ser feilo por quinrena
llavera omaiorxelu empenho no Iralamenta .los docntes "~ quaes mijo ,1 ii, j ,. pelo dii nos
dnas ve/es por dia pelos medico proprietarios dn estabeledroenfo.
J4
m
Torea-leira 21 do crrenlo.
P08 TODO EQUAI.QIEK PKF.;0.
lina doColleijio H.-15.
mano&E. BiiiRi
ni:
CARROS,CAVALLOS,ES-
fAS EI
m
Si
Adercpos de brilhanles,
diamantes c pernios,
pnlseiras, alQnctes, brin-
cos e rosetas, botoes u
Simis do diiTcrciilos
gustos v de magnilicos
\ brilhantes.
Compram, vendem e
Erocanl piala, runo, bri-
lhanles, diamantes e pe- V
rola-, e outrasquaesquer
joias dr- valor, a dinbei-
r.....1 por obras.
i carros
COMPANKIA BRASiLEiRA
MALIIEBS
Hotel inglezsaln i. A.
Receben por lodos os vapo- :
res ia Eartfa e do tii i!c te- % !
iaeiro obras do ais moderno>R
;oso, iaiiio de Franca como >
desla ullima eapilel/asqnaes^
vendes com losa a prana
na qualidade dos ntetaes o
das pedrs, e. -icios precesf
mais comniodos pessivis,
I tendo soiiipce disposicaa dos ,.-
.Jh.iTpp/.csi.iiii bello e variado
sortmeitt.
Ola!) E RELOCies. f
Aderecos compi ^los de
miro, no-i' s diios, pul- -j'
: .-. alunles, brincos
i-1las, rordes, lr.ii
'ius, medallias, 1 ..
. nte, eol-.-iies e < orren-
im i!-- oiii'.i para relo-
gios, c onlras mnitas -
obras de oure e rio coral.
Relo^ios palele ingle
isiui lioi.-s fabricantes, "'_
ditos suissns, lauto de V
oure como dcprata.elu-ri-
nonir-tros v muios rhro- ^ \
nometros e tamben re- '.
logios horisonlaes d*- mi- ^
10 e de prata.' Vendem -.- r!
trocam.
:l
-.--
rio os vveres e mais objeclos os ubaixo declarados ;
i-oDvida o conselho aos pretend ules a apresenta-
reoi-se om o dita dia, pelas 11 horas da mauhaa,
rom suas proposlas em cartas fechadas, e acompa-
nliadas dascompelenles amoslras ; certas de seren '
pagos do que tarnecerem, pula forma ha inulto em
pratica, c ossim asss conbecida ; bem como de su-
gPIUhlM o contrato ao pairamenlo de urna multa de
(i 0/0, em favor da fazenda, cobrada administrativa-
mente, caso nao toinccam ns objeclos da qualida-
de, r- na quanlidade, contratadas.
Viceres e mais alijectos.
Arroz do Haranhao, agurdeme, assucar bramo
groaso, azeite doce de Lisboa, baralbo, 1- Vicha,
carne eeca, carne verde, caf, cangiea, farinlia de
inondinca, feijo, mautoiga, mate, pao, toucinho,
vinagre, velas de carnauba, velas stearinas. -
Sala do conselho de compras navaes emlsde
marco ile 1K)9.O secretario, Alexandre Rodri-
gues dos 4n/i).
Obrn>> du nort.
De conformidade com as ordens do F.im. Sr. pre-
sidente da provincia, manila o Illiu. Sr. inspector
rio arsenal de marinlia fazer publico o contratar-so
no dia 7 de sbril prximo, Su 11 horas da manha,
a factura de caes nos lugares anda nao o teudo,
i-omprehendeiido desde o jOHmo arsenal at o Por-
ta do (tallos, polo lado daflHa do porto, 1: mar-
itemdnlo, no bairro devinto Anlonio, entre as
duas pontea denominadas do Recifu c provisoria;
porin dividida cm'.l lances (contralando-se cada um
em separado, courindo aos nreteudentes) o i." des-
de o dito arsenal at o trapiche do Angelo, 2."
d'ahi at as obras du .loso Antonio de Araujo 110
Forte do MattojLe 0 a." conslituindo toda a exlen-
sao entre as reIMflRes ponlcs ; islo por via de pro-
postas em cartas" fechadas, aatesenladas naquelle
cha e hora mencionada, e eTeepado com quem me-
lhores vanlagens oITcrecer, qner sobre a presteza e
perfeico da obra, mas anda para a fazenda oble-la
com a niaior economa, podendo antes os prelen-
denles dirigirem-se aesta inspsecao pava oconhe-
r-iinento das condic* e do mais, rencernentes a tal
ubra, uma e oiitra ronsa ronstanle da discripciio e
oreamculu, que, pnis, lhe sera franqueados.
Inspcccio do arsenal de marinha do Pernamburo
em 17 de marro de 1850.O secretario, Alejandre
Rodrigue* do Anjot.
S0V0 BAW.OMMilWMmct.
Relatorio da coaM mu liscitl, apre-
sentado eru afsseVRbm serul ilos.--
eionisitas, do II de marco ale IHr,!),
Senhoren accionista* do Nono llanca de Pernam-
ouct.A commissiin liscal do Novo Daen de Per-
nambuco, em observancia ao preceita d* 5 :i do arl.
O dos estatuios que o regem, tem a satisfarn de
exp^r consideraro da asaembla gr-ral dos Srs.
accionistas o resudado dosexames a que proredeu
em devidas pocas nos livros o cofres do mesnio
Banco.
Compraz-se a commissiin em reconber-erque a
gerencia, no desr-mpenho de suasallrihuices, pro-
ra-ileii com criterio, zelo e inlelligrncia. A prora ma-
mfesta-se sobre tudo da boa execucao que tiveram
ns estatutos e regiment interno, br do convenientemente prudente porque seefteclua-
rain as operacoesdo Banco Para se verificar a re-
friilaridade e acorto dellas basta dizer que iicm a
emissao excede* jamis ao capital ofloclivo, nem
tan pouco o deposito em ttulos e em dinheirn foi
inturiora garanta devida.
A commissao ohservou mais, que a cscripturaco
relativa contabilidade anda rm dia, e est orga-
nisada em muito aceio, clareza o regularidade. Km
parte islo devido aos empregados, que, em geral,
alm da necessaria aptido, porlam-se com gravida-
de ecrcumspeccan.
Km roncliisan pois. pensa a commissao que sa-
tisfactorio o astado do Novo Banco de Pernambuco.
Becife 10 de marco de 1859. Jfa noel Francisco
de Paula Caraicunii de Albuqiifrqne,Benlo Jos
Fernandes Barros.
Directora das obras militares.
Pretande-se fazer o encanamento dacaixa d'agua
para o hospital militar, e do chafcriz da Soledade
para o interior doquartel do mi-sino nomi Igual-
manta lem defazer-se varios colicortos no quartel
dos guardas nacionaes aquarteladns : quem destas
obras se qniaw encarregar, comporoca iiea di-
reetnna.
mam ""tw*^
Rnxofre sublimado i libras.
Mann commum i arrobas.
Mercurio 16 libras.
Moscas de MilaoO.
Nitrato de prata fundido 10 onras.
Oleo de am a estrellado 10 micas.
Oleo de figado de bacalho 1 arroba.
Tilulas de Valle! :> vidros.
Pilulas de Blanrar SO vidros.
Pi's negro 1 arroba.
Resina de augieo 1 arrmba.
Ursina de guiaco 1 libra.
Colpa de tamarindos l arrobas.
Ilullias franrozas boas 1000.
Sueco du grosellos 10 garrafas.
Oleo de aoir-ndoas doces 2 arrobas.
Turbilh vegetal em p 2 libras.
Tarjas para vidros 1000.
l'ouciras de seda cobertas 2.
Penetras de cabello cobertas i.
Xarope peiloral ingle/. 20 garrafas.
Papel de e.nibrulho 2 resmas.
Papel de fellro 1 resma.
Sebo de Molan.la 2 arrobas.
Sabugneiro 10 libras.
Oleo re oliveira 2 arrobas.
Agua dislillada de llor de larangeiras :I2 libras.
Agua distillada de rosas 30 libras.
Baelilba para coadores 20 corarlos.
Marella gallega i libras.
Emplastro adhisivo francei 20 varas.
Y B. Todos estos objeclos devem vir compe-
tanlomonlo arranjados em vasilhas proprias e nao
umbrulhados em papel.
Botira do hospital militar em Pernambuco aos 17
de marco de lftiO.llamingos Comes llarge<, phar-
maeeuUeo.
- Por Ordem da subdclegacia do 1. districto da
cidade da Victoria, se acha recolbido cidria da
mesma cidadr, o escravo llomingos, ciioulo, o qual
escravo na occasiio em que foi preso declaron an-
dar fgido, e que era escravo de I). Mana de tal,
moradora no silio verlenle da freguezia do Curato
de lloin Jardim ; portante, a pessoa a quem pertn-
cer dito escravo, apresente-se petante a dita tunde-
b'gacia munido da coupeteule juslilicacao que lhe
ser entregue. Cidade da Victoria 15 de marr-o de
185!).O subdelegado,
Alcxaudm i"* de. Ilollanda Caralccnli
De ordem de Illiu. Sr. inspeclo" da thesoura-
ria di' fazenda dessa provincia so faz publiro para
rpie rhegur ao ronhrruuonlo das pr-ssoas a quem
interessar, que se acha manado o dia 20 do corre-
le 1111/ as duas horas da larde para a arrematarlo
na mesma Ihesouraria, quem mais der, do au-
guel do predio assobradado perlencenle aos pro-
prios nacionaes em frente dn arsenal ib- marinha ao
qual estove servindoat agora. Secretaria ra Ihe-
souraria de fazenda de Pernanibnr-o 17 do marro de
1850. Servindn dn ollbial maior, Manoel Jos
Pinto.
PAQUETES* VAPOR.
O vapor Torantns, commandanle o primeiro trr-
nenle Pedro II. Diiarle, r-spi-ra-se dos portas do
norte em seguimenta aos do sul al o dia 20 do cor-
reme.
Bucebe-se desde j.i passageiros, (reto de dinhei-
ro c eurommuiidas o eugaja-se a carga que o va-
por poder roudu/.ir, sendo os voluntes despachados
rom antecedencia at vespera de sua negada :
' agencia ra do Trapiche n. 40.
Para a Baha.
O veleiro e bem ronhecido palhabote Dous Vm-
gos, pretende seguir com muila Inundado, lem par-
le de sen cariigameiito priuupto : para n res 1 o, Ira-
la-se rom o seu consignatario Antonio Luis de Oli-
veira Azevedo, 110 Sun nsiriplono ra da Cruz 11. 1.
Para o Rio de Ja-
neiro.
1> bem ronhecido e veleiro brigne nacional /n-
timo, de primeira morrha, pri gado o forrado de
cobre, pretende -seguir com mua hrovidado, lem
parle de seu carrugamenlo promptn : para o resto
que Ib.- falla, Irala-se com o s.-u consignatario An-
tonio I.uiz de Oiiveira Azevedo, no sen esciiplorio
roa da Cruz 11. 1.
Para o Ass
segu nesles dias a escuna nacional Esmeralda, re-
cebe carga a (rete : lrata-so rom o seu consignata-
rio Antonio l.ui/ de Oliveira Azevedo, no seu es-
riiptorio na ra da C.rn/. 11. 1.
Para o Hio de Janeiro
-abe breve, por ler parle do i-arri'gaiuenlo promptn,
o brigne nacional ll-l.-na, eapiUo llomingos II.
Mall'ra : a tratar com ns senj consignatarios Tas.-o
huaos, 011 com o inesmo capilao.
Segu vlagem al o dia 31 do correnta para o
Bio de Janeiro, o palacho nacional Evora I: para
raiga Irala-se na ra de Apollo, armazum n. 10,
1111 com o capilao a bordo. _^
Para o Rio de Janeiro.
O veleiro c bem conhocido patacbo nacional Jh-
li", pretende seguir com muila brevidade, lem par-
ir- de seu rorregamente prompta para o resto qoe
Ibn falla lra!a-se com o sen consignatario Antonio
I.uiz du Oliveira Azevedo, no seu escriptorio ra
da Cruz n. 1.
Para a Bahia.
A veleira e bem conbecida sumaca nacional Ilor-
lencia, pretende seguir com mnita brevidade, tem
dorts leos de seu carregameulo a bordo : para o
resto que lhe falta, trala-se com o seu consignata-
rio Antonio I.uiz de Oliveira Azevedo, no seu es-
criptorio ra da Cruz n. 1.
Para Lisboa segu com a maior brevidade,
por ler parle de seu rarregamentn promplo, a bem
conbecida barca portugueza llortencia : quem na
mesma quixer carregar nu ir de passagem, enten-
far leilao no dia ar-iuia indicado de
cavallos, um cabriolet, 2 negros, 2 negras e iodos
os movis pcrtcnccMesa urna familia que scrctirou
paro Kuropa. cujns preros niro lem reserva; bem
como um sitio na povoario do Barro com 80 pal-
mos di- testada ero bracas drfundo, lem rasa de
virenda com 50 palmos de (renta contando :i salas.
O terreno (orciro ao enxenho Peres e c plantado
de diversas frurtriras, sendo jar|iieiras, (ruta-pao,
mangneiras, oiti-core bstanles larangeiras novas
e de muito boa qualidade, entro ellas algumas j
dan mui doces e apreciaveis laranjas. Todo o silio
i cercado de Limoeims. Cousegnintamcntc convido
aos apreciadores dos bellos arrabaldes dessa ridade
que nao deixcm de comparecer ao referido leilao,
alini de arremalarom um silio que olieron- as me-
lhores vanlagens possiveis ara um huin passauu-n-
lo dc-fr'sla.
Avisos diversos.
5 oso ca cao ^{logvauUtcA
^JcvnaiuhucAtia.
Domingo ^20) em sessao extraordinaria do conse-
lho ter.i lugar a primeira discussao da reforma ros
estatutos.
Secretaria da Associaeao Typographica Pernam-
bueana 18 do marco d.^ "1859. Ol." secretario, /'.
A", de .1 sendo Coulinho.
Preeisa-se do i50$ sobre bjpothe-
ca em um cabriole! c (-avallo para o ililo,
oll'piccpiiilo-sp o premio iIp i poi- ceiilo
ao mez : (nem gaizer fazer esle negocio
iliiija-se a roa Direila n. H',\ das ) ta
inaiiliaa as (i da larde.
-- Preeisa-se de urna ama para cozi-
nliar, escravo ou forra: na rua do Crespo
Manoel Ribeiro l-'ernandes vai a Portugal e
llena porsens bastante procuradores em primeiro
lugar ao Sr. Francisco Pintada Costa Lima,em se-
gundo o Sr. Joaquim Paes Pereira da Silva e em
lerceiro ao Sr. Francisco Antonio Marlins.
O abaixo assignado faz scienle ao respeilnvcl
publico e rom especialida ao corpo do coinmen io,
que lem cedido c traspassado aos seus irmaos os
Ms. Maximino Marlins da Silva Borges eDavid Mar-
luis da Silva 11 irgr-s as suas duas tabernas u. 1,
dosqiatro cantos da Boa-Vista ao primeiro, o o. :I6
ra 1 un ilo Arago ao segundo, os qnaes sao rompe-
tantos para gyrarem e administrarem ditas estabe-
lecimentes como seus, c com quanlo so julgucm
nada ilever i praca por dehitopc.....rbidos em seu
mime para as mencionadas tabernas : roga todava
a quem se julgar sen rredor o (avor do apresenlnr-
llie -oas omitas na taberna n. 91 da roa Uiroila.
Becife 18 de mano de 1839,Florencio Marlins da
Sma llorges. v
Compra-sc uma cabro (biso) que. tenha bas-
tante leite, paga-se bem : na ruado Qiiuiraado loia
11. 12.
Florencio Marlins da Silva Borges, faz publi-
co que polo jnizo municipal da scguiid 1 vara uscri-
vo Molla, jiislilir.ou competciiliminli- com rilacao
do Sr. I.uiz Jos Marques arrematante do imposto
de agurdente de producco brasileira, haver dei-
xado de vender esse genero em sua taberna sita na
rua do Arago 11 3G, desde o primeiro do Janeiro
de 18j!) em diaule o leudo sido sua justifieaco
julgada porsentenra, faz esta declararan para que
nao possa o Sr. arrematante allegar ignorancia
em lempo alginn.
o abaixo assignado roga a quem se julgar
i-rednr do Sr. Joaquim Leal Pereira por dbitos
ronirahidos para a taberna que o inesmo leve na
rua Direila u. 91, baja de apresunlar-lhe suas rentas
na niesuia taberna, par.- m-iviii conferidas e pagas.
Recita 18 de marro du 1859.Florencio Marlins da
Silva Borges.
Vende-ge uma empanada nova, com mecha-
iiismo completa : para ver e ajustnr, em rasa de
Prerisa-sc por aluguel, de um preto de meia
idarle, qne emenda algunia rousa do Irabalho do
1 ampo, il-.i Mstenlo e noiii.i : a tratar no pateo
do (armo n. 9, ou na Passagem da Magdalena, em
casa da |)r. I 11:110.
Prcrisa-sc
roziiihar em casa de homem sol-
da Boa-Vista 11. 2, achara com
w
i
Arham-seivendanalirrarian.fi e 8 da praca
da Independencia, as folhinhas do auno de 85B,
para as provincias de Pernambuco, Ccara, Rio Gran-
de urna ama para
leiro : no aterro
quem tratar.
VENDA XI I.I.A.
P. 1'mbelina de I-aria Gnsmio, mulher do coro-
nel Aulnuoi Jos Gurjo, declara por seu procu-
rador infra assignado, que nunca den poderes a
seo marido para vender, como lho consta haver'
vendido sen engenho Caducas ao vigario de Cam-
pia Orando, Gamillo di- Meudonca Furtado, rii
eujo poder protesta relu e-)o por a. io cpmpetenle. | .. 5KS *? "' M e "'"' "',v'" "luJu'-1
Ueste mudo previne o publico para que nao ge faca
negocio alguiucoiii o vigario Lamillo sobre o refe-
rido eiigouho. Timbauba 1.' de marco de 1859.(i
procurador, ./. Borges Carniro.
Precisa-sede I:500j00 a premio com hypo-
theca imii bens do raz: quem pretender annuncie,
Precisa-so de um criado para o servco de
mesa, e de um para o nilbar, paga-se bem : na rua
do Trapicha Noron. 2, hotel da Kuropa.
Ilaphael Fernandos branles aununcia a toda
1 qiialqiior pessoa em geni, que dralgum objecto
liarlo, ou outro qnalqner negocio com algum es-
cravo seu, que elle nao se responsabilizasentlevar
bilbelr' seu.
Folliinhas para
rham-se venda na livrarla n
idependencia, as folhinlias .
as provincias de Pernambuco,
de do Norte i- Alagoa, das seguinles qjialidadi i:
Folbinha do priprietario agrcola eontendu
lem ras materias do cosime, as tais e
regulanienlos das Ierras publbas notarlas
com todos os avisos e ordens qne m tem ex-
plicado c ampliado ata o mez de setembro ul-
limo, pelo Sr, Dr. Antonio Vasroncellos Me-
in'/.rs de Urummoml ; esta (olbinha he 1 s-
sencialmonta necessaria a todas as 1 ssoas
que possuom um palmo de Ierra para mais,
pois com ella eslo habilitados para nao ca-
nudos, pl. o
u porra ruis........
Folhiulia r-cilesiasllca 00 de rr-sa frita pelo llvd.
Sr. conego penitenciario da S deOlinda, se-
gundo a rubrica e ordena da Sania S, res.
Xa imite de 12 do correnta marco [ugiram
duas nulas pe li-nceiilcs ao Dr. Doria, do sitio na
estrada dos Aflictos, onde mura o me-nio doutor,
sao ambas cos'.aiihas, mansas de sella u carro, es-
lio marradas as peinas logo abaixo d'anro, e urna
que he menor esta lamben marcada as orelhas:
quem as trouxera seu dono, ou dr inibrmacoes do
lugar onde e'slcjam, lera uma gratiOcaco.
A irmaniladi- de X. S. da Soledade da Boa-
\ isla avisa a lodos os seus irmaos, que nao se ten-
i, 13 do e
500
160
400
vir
O Sr. tbetoureiro nutiida lazcr pul.! co
qoe ce acharo a venda lodos 03 dias das 9
liorai 1!.: maoba as 8 da noile, nopa\i-
mento terreo d:i casa da na da A mora n.
2(J i-mis raas rom missionadas pelo mesnio
Seobor tliesoumrd na praca dn Inde-
pendencia numero 22 e na rua Direila
11. S.l, ato as (i lioras da (arde, sornente os
bheles e mcios da primeira parte dapri-
ir.eira lotera Je S. Jos de Riba Mar,
cujas rodas deveruo .-indar mprcteri-
velmenle no dia 23 do renle mee.
Thesouraria das loteras 12 de mareo
re 1859.O escrivao./. M. da Cruz.
Uaimel Jos Bovaliuo, i-lira-se paran Kuropa.
Pn risa-s de um caixeiro portuguei rpie ic-
nha pratica de tabern e dfl liador a sua conduela :
na rua de Santo Amaro 11.28, taberna.
Os abaixo asignados fazcm saca-
tes ao publico que se desencaininliaram
co:n a caria em que vinbam pelo Igua-
rassii ti es lettras que por avisos de Ma-
cei oram scieotificailos de ter la' si-
do firmadas pelos Srs. Silva LeSo C,
daquella cidade a favor dos abVixo as-
signa Jos em data de 31 de aneiro pr-
ximo passt do a "1 me7.es de prazo, sendo
duas de 0:000$ cada urna e urna de
(0:!l).se previne-se a todas as pessoas
<|ue nao (acara negocio algum com as
supra mencionadas lettras, visto nao le-
iem as mesmas ainda cliegado as maos
dos abaixo assignados e por isso nao
podetii tero nosso endoco eos Srs. Silva
Leio & C. ja esto prevenidos de nao pa-
gar seno aos abaixo assignados.
Pernambuco 15 de marco de 1859.
James Crabtree Si C.
Precisa-se de muito
boas costureiras para fazer
collctcs: na rua da Madre
de Dos n. i>(>, primeiro an-
dar.
Adencao Aurora.
ARTiSTAS
Nr-sle boiel d-so comida c
uma pessoa" mensalmenlepor
noce-SO para fva, r* precisa-si; de um criado ; as-
>im romo vende-se uin deposita rio inassas linas com
urna rica armario, por ciiminodo proco. Nos do-
mingos hai er mo do vacca.
S1122J)AJ)3
LI\i\0 BE\EFICEXTE
DOS
SEUEIROS
Km Pernimibiit'it.
Fm virlude do arl, is do capitulo i." dos novos
estatuios, convido a lodos os senhores socios para
compareooreiu domingo, 211 do corrcnle, as 10 lio-
ras da manha, na sala das nesses da sociedade,
alim de elegerera o novo conselho que tem de di-
rigir os Irabalhos da sociedade, no auno de 1858 a
18(i0. o secretario, Jost Francaeo Lsteio.
O Iracbarel Jos lioniCario de S.i Pereira tem
aberlo o seu cscriplorio de advogado nobairrorio
Kecife rua da Cruz n. 18, segundo andar: quem
quizer eucarregar-lo do patrocinio (lesnas cansas
pode procnra-lo no mesnio escriptorio, das 9 horas
da maulia at as i da lardo.
WISO
Furtaram lia 20 dias do tnoiio do si-
tio da inoradla do abaixo assignado na
Passagem da Magdalena uma canoa de
carreira de um s pao, ainda nova c to-
da pintada de verde com a marca da ca-
pitana do porto M n. 171 : roga-se a
quem a tiver adiado 011 souber aonde
exista de participar no dito sitio ou na
limaos convidados para u dia domingo, 20 doro:-1
reir-, as9 horas da iiianli.-a. Recite 11 demarco
re 1839,o escrivao da mesma,
Joaquim Jos Marlins.
Na larde do dia 1:1 do rorrele, perdeu-se
ama pulseiradeourode tai, sendo lavradae bas-
tante larga, do i-aniinbo do liocife a Santo Amaro
de Jaboalao, tendo-se certeza que a peda tora drr
engenho Sant Anua pela eslrada, ato o engenho
Soeeorro, onde se den por falta : a pessoa que
aehou, quereodo restituir, dirja-se a esta lypogra-
phla.ou no hotel, em Santo Amaro, do Sr.Alexan-
drino, que ser gratificada com 20;.
Pernambuco.
Sflo convidados a
receberem o segundo dividendo feito em
28 de fevereiro ultimo, na razao de 7x500
rs. por accao. x
Hecife l de marco de 1859. No
impedimento do presidente, Jos Joao de
Amorim.
; rasa de morada para rv,.,.,. i_.___1
rommodo prer-o, e for-! ^> O BaHCO 06
Os Srs. accionistas
dase com os consignatarios Amorim limaos, rua J. Falque, rua do ilrespo 11. onde
ra Cruz n. 8, ou com o capilao Joao Silverio Roma-
no, na praca do rommesaio.
O veleiro brigue pflrtuguez Acliro, deve sc-
gnircom muila brevidade para Lisboa, lem promp-
ta a maior parlo do osriegamento ; para o resto
a frele, ou para passageiros, aos quaes olTerece ex-
cellonies rommodos, trala-se com os consignatarios
Amorim limaos, rua da Cruz n. 3, oucora o capi-
lao Guilherme Waddingion, na prar-a do commercio.
Leiloes.
;i:\i\o
E
panada igual.
lem nina ein-
Aviso.
COH1PARHIA
Ao publico e ao corpo]
do commercio esp
nalmenle.
O hachare! abaixo as.-ignado olTr-rece
os seus servicos de advocado em msw
bas as instancias no civel, crime > cum-
merrio na rapilal e fora delta, rajua
ser procurado, allirmando que lomar
o maior inleresse pelas cansas qne lhe
fon-ai confiadas, o losar de sen cs-
criptorio no primeiro andar do so-
brado novo n. i da rua do r.ollegio
aonde mora, pudendo por isso ser cun-
suli.ido a qualqucr bora. =: Frooctaea
I.uiz Concia de Andrade da Silva.
\viso aos Srs. negociantes
desia praca.
Trapiche dn Cunlm.
Xesta estabelecimento recebem-ao e euibarcam-
sosaceos cora assucar, com toda a proiupiid.10 e
aceta peta dimliuto pn-co de 40 rs. cada um..
Eslabclprida m Londres
m mu,
CAPITAL
Ciinco mWiiocs de Vibras
esterlinas.
Sannders Brolhnrs & r.." tem a honra de informar
aes Srs. negociantes, proprietaros de casas, ek
quem mais convier, me eslo plenamente antorisa-
dos pela dita r-oiia.inliia para effectuar seguros so-
bre edificios de lijlo epeira, cnbertoade talha e
igua!en'ii 11- sobre os sbjectosque conlivercm osmes-
inosi diluios, qnerembista r-in mobilia 011 emazen-
das de qualouerqualidade.
l'arlicipa-se ao rcspcilavel publico, que [or-
noco-s:- comidas r>
a do Torres n. I i, que sera' {;ratlca-1 % Ss^SS '"'"'' ""^
nova unta do Si. Bdstos
alngar uma boa eozinheira
do,Antonio Jos Leal Keis.
TIIEATRO
DE
Santa Isabel.
EMPRF.7.A-GKIW.WO.
1." RECITA DA ASIGNATURA.
SIBBADO 19 DE M1RC0 DE 1859.
Tlepoisqiir' a orcheslra. regida pelo Sr. Francisco
l.ibanio Colas, liver execulado exi-elbuile syinpbo-
nia da opera
OBERTO
do maestro Verdi, a coinpanhia dramtica nacional,
snb a direccaO do artista Germano, ri-pn-senlar a
comedia-drama dec
rpiadros, oflcreeido
1). Pedro V, por seu
rimes militares ein :i arlos o i
o dedicado a S. M. el-rei o Sr.
autor o Sr. Jos Romano :
01:
Ouarla-reira 23 do corrale
X0 ARHAZEll 1)0 AGESTE
PESTAA.
fun do I igario n. 11,
-ni- -
Ricas e elegantes mollias
Ae mogno c Jacaranda, ea-
liriolet, carros, porcela-
nas, cuadros, ol>ras Ae
onro.liijjonteriasctc., ele.
O referido agenta encarrgado por ulna respei-
lavel familia qnese retirou para Europa no paque-
te rjfne, vender em leiliq no dia acuna designa-
do e pelas 10 boras da man.'ilia em seu armazem :
i ma completa mobilia de uiogno de apurado
goslo, sendo os consolos e mesa com lampos de
inarmorc.
Ulna bem acabada mobilia de Jacaranda, obra do
talha a i.uiz XV.
lu rico guarda vestidos de nioguo de elegante
modelo.
lu guarda roupa de amarello de grandes com-
modidados.
Um guarda louca de Jacaranda cora podadas de
vidraca.
lima estante para livros, de lindis.-ima madeira
de uiogno.
I ma carteira de casianho perfeilamenle nova.
Cadeiras, mesa e aparador para sala de janlar
Loara, vidros, porcelanas, crystaes, candelabros,
lanternas e varios objeclos de ntilidade e serventa.
Diversas obras rio ouro e um exrellciilc relogio
patente ingle etc.
Um cabriole! de muito gusto cliegado proxima-
mciile de Franija.
Um carra degradas de um dos mais afamados
fabricantes de Paris, ainda em muito bom uso.
Na mesma ixjrasian render-sc-hao varias obras
de ludas as rpialidades de raadeiras estrangeiras d
nacionaes, o urtia iulinibile do objeclos de coin-
modidarb- e rnalo para rasas de rraarquer j
i ugio linntamlT do correnle o preto Joaquim,
deaaiao, de estatura regular, cor um pouco tala,
e 6 muito gago, levou vestido camisa de baria azul
r- calca de algodao da mesma cor, foi montado em
um cavallo ruco, grande o mullo novo, cora a mar-
ca A ini uma das pernas, oparelbado di- i-angalba :
quem o pegar, ou der noticiado cavallo na ruada
Concordia, na refinacao, ser bem grlifirado,
I'recisa-se para una casa eslrangeira, de. uma
mulalinha paraalugar.de 11 a 1< anuos, paga-se
bem : na ruado Trapiche Novo n. 12.
Vende-sc farinha de niilhn atiOrs. a libra,
e em porcin 100rs.: na padaria da rua dos Pes-
cadores ii. 1 e a, e na rua do inngcl n. 13, depo-
sito.
SOCIEDADE
ARTES MCHANOS ELiBERAES
DE PERNAMBUCO.
llavera sessao extraordinaria as 7 horas da larde
de 21 do corrente, pora coucluir-se a discussao do
regularmente interno.O 1." secretario,
Targino Francisco de Helio.
l'erdcu-se um bolo de puubo de camisa, des-
de a rua da Crn do Recite ate a rua do Trapiche
Novo ; o botao redondo, de podra verde escuro,
com dous ganchos e umo corpa no moto, de ouro :
a pessoa que 0 schou, querendo entrcga-lo no caf
do commercio do Sr. Blandi, lhe ser eiilteguco
valor do mesnio.
Quem annuncinu querer lomar 1 TilHIailOO
premio, cora seguranca em bous de rai/, falle ou
procuro na ruado Rangel n. 21, que se dir quem
se prupoe a faser o dito negocio.
Villa do Cabo.
i) abaixo assignado faz setenta ao publico, que
abri na villa do Cabo, rua do l.ivramenlo, rasa de-
fronle do cruzeiro, urna casa de negocio cora illu-
ininacao de gaz a noile, onde vende fazendas de
diversas qualidades, calcados rance/.s e da trra,
iiiiuilozas, roupa taita, ele., etc., e ludo por procos
muito coinmodos.francisco de Paula Ra/ino. '
Para i|iipiii mora lora da cidade.
1'el o tnvernw.
\ i ude-se um i-.-irriubn de 4 assenlos, coherlo, e
arrotas para um su cavallo, por ser muito leve, no-
vo, e milito em emita : na cocheira do Sr. Quintal-
ro, na rua Nova n. o i.
VIA FRREA
na rua rio Malbo, casa
Na mesma precisa ae
e urna eiigoiiiiiiadr-ira,
1)0
pri-fi-iiiido-.se captiva.
CASA DE SAME.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier, pmpnctario da en-
liga e acreditada casa dr- .ande sila ao norte da es-
trada da passagem da Magdalena, entre a ponto gran;
de c a pequea do Chora-menino, e na mesma re-
sidenle, tem disposto os melhores commodos para
receber qnalqner pessoa infirma, e achando-ae o
KU eslalieleriniciilo lias mais agradareis i-ondir-es
hygienicas; continua a olerecerosseusservicos,af-
ani-.-rndo o nielhor tratamento ir o maior zelo no
curativo das molestias. O meemo doutor, tem des-
uado urna sala para parios, cuja ntilidade he in-
conlcslavel.
a toHsiesae-
goeianls k cette place.
Trapiche Cunha.
Pcsormais on embarquera le sucre, daus col -la~
lili- .cuieiil, 10 rs. le sac. Ou garanlil tonta la
prompliludc el la plus ando propet rlans le
sovviee.
\\iseIo all lhe Iraders bere
esfablished.
Trapiche, f'itnha.
Noiiies berchygiveu thai henetfntwafd each
sack nfsuggir shall pay !0 rs. for Senesiling and
embarking. PrnmpUtdeand cleanliness iii lhe
service ave warranted.
Atteneo.
Prpoisa-so ningar um KCHtl oraotfO quom o
tivrr dirja-se au lorio do Mnllos.rua d;i .Moeda n. .
O rurpo di* inUriacdiiipm 00 covadng de pin-
no azul para rali-ns: quem oa livor o qui/or fnrnp-
cer, apresenlc-se na ecretaria do bmbiuo i 11 hn-
r.is do da 1!* to lorrt'nle, com as amostras e Wa
proposlas ein carta fechada.i tenerte aeentario,
Luiz Jeronymo Ignacio dos Santn.
RECIFE A S. FRANCISCO.
A companhia se acha prompta a receber propos-
tas para a roiiduocao de uma grande quanlidade de
irilleis i1 outros iaioriaes perteucenteS a mesma
via forrea do litioral das Cinco Pontos, onde presen-
temente se acham, ao lugar chamado lloa Sirva ou
Berlinga, silo no rio lpojma.
As proposlas dever&O ser enviadas por escripto,
marrando o proco por arrolns inclusive carregar o
desearregaro pesoque pdcser condolido purea- i
da barcara, o matar numero dellas que se poder em- Sl
pregar oeste servico a.sim romo 0 lempo gasto em
cada riagem.
Escriptorio dos engenheiros na villa do Cabo 10
de marro de l^'J.
W. M.Pcniston,
Engenheiro em chefe.
s.vo f.^c.vbkkcados n.v clnica
Operacor-s.O Illm. Sr. Jos Francisco Pinto Cui-
maraes, cirurgiao do Grande Hospital do Canda-
do, cuja pericia he bem Coiiherida.
VIA FERRn
DO
Rciife a S. Francisco
H"3Mn l GLORIA.
PI'.nsONAC.KNS.
O general.Manuel Joaquim Vasques.
O coronel de caladores n. 5.dem.
O ajudante decampo.l.iberio Moreira do Valle.
Jorg-, capitn da 8* coinpanhia.A. I-'. deC. Lisboa.
Placido, sargento instructor.Thomaz Antonio Es-
pinel.
Ha-Cara, sargento da \.'.Msnoel Anlonio de Car-
vslho,
ehia.
Leilao
Ama.
I recisa-se de uma ama para o servido de portas
dentro, para casa de homem solteiro na rua do
Cnllegio n. \H, lerceiro andar.
Uabaliai assignado, nao podeudo, pela pres-
teza de sua viagein, despedir-sr- de torios osseus
amigos, o faz pelo prsenle, Ibes olfun-n- o seu
presumo em Lisboa, para ondoso dirige.
Manat JosCarntiro.
Precisa-se de um pequeo du 14 a 16 airaos,
se portuguez : a
na.
i quinos: na rua
luga.
Sabbaqo 19 do corrente.
T. B. UroWne estando proxirno a reti>
ra-se papa n Europa tara' letlSo por in-
mme o saiba
Wi '. na llha dos
para caWeiro de taberna, pre
Iralar na rua de Hurlas n. 18j
Aluga-sn uma sala rom di
do I.ivraminln u. 21, se dir qi
\ti-ii-r:i
Prei-isa-se de urna ama que
pontear roupa, que seja limpa e
Ralos, casa do fallecido Dr. Navarro.
Custodio Antonio Soares vai a Portugal, o
deha por seus procuradores os Srs. Joaquim Dias
l-'urnandes, lleruardo deSiqueira Castro Monleiro .-
Joaquim Claudio Monleiro.
Precisa-se de uma ama para enzinhar para
duas pessoas : na rua dos Pescadores ns. 1 e :i.
Precisa-se do uma mulher ou prela forra,
idosa, que saiba cozinhar o diario de casa de pnu-
ea familia, para lomar conla de uma casa: quem
quizer, dirija-se a na Nova n. 53.
Acoiiipanliia precisa empregar IllMI obreirns ad-
dconaes ruiln- a villa Bo Cabo e L'tinga, e otlen-ce
as seguales vanlagens.
Est resolvida a contratar os aterres em lances
pequeos, por procos que garanten! maior lacro
aos eontratadores, do que o que se n-alisa pelo tra-
baiho diario.
Kmiiri'gar-si'-ho lodos os homens de forca c ac-
tivos por um proco proporcional equivalente 1&280
rs. diarios.
Contralar-se-hao podreirui, carapinas, olTiciaes
depr-dreiro, ferroiros, assiin como outros ascham-
eos, mediante condicfes bvoraveis .'i empteilada i
oo medianil-paga diaria correspondente, no ca-o
qne preferiram.
Ilavi-rio inoradlas para osobreiros, eujos ma:ili-
mentos serio transportados gralutamenta da esta-
can das Cinco Pontos aos pontos das suas inoradas
pela liaba. Tambera se conceder urna passagem
livre ao Becife para todos os que fon-iu emprega-
dos, para ida i-vollanos sabbados, depois deleito o
pagamento; assim como a todo lempo se dar pas-
se livre, de 20 homens, um, para o lim de com-
prar inautinienlos.
Escriptorio dos engenheiros na villa do Cabo III
Je margo de 1851).
11". IT. Penislou,
Engenheiro em chele.
DO
RECIFE A SAO FRANCISCO-
A compasha esl prompts para entrar em ajuste
cora quaesquer pessoas qne queirara rncarregar-se
de transportar materiaes dos lugares das Limo Pon-
las e villa do Lalo para os poutos de Pavo, Ulin-
da, Para e Timboass, assim como outros punios
dos diviso s mais distantes da via frrea.
O abaixo assignado estimar receber proposlas
por escripto, estabelecendo o proco por legua
Jos Joaquim de Moraes Sarment.
Partos.0 Illm. Sr. Dr. Silvio Tarrmino Villas-
Boas.
Palhologia dulrina.O proprietario do eslabcleci-
mento.
A diaria ser de 3S000 e SffJOO, COBUrme a gravi-
dade e diiraio da molestia.
As pessoas que quizerem um tratamento distincto,
pagaran na razo da despoza que tizr-n-m.
Operarnos, saiiguesugas, conferencias sern pagas
aparte da diana.
Passagem da Magdalena 22 de dezembro de 1858.
Dr. Ignacio Firmo Xavier.
Aluga-se um soltrado a mur/jem
do rio C-.ipl>atibe, na estrada de ponte
de Ucliou : a fallar na rua da Aurora
n. 26.
Ao barato.
0 Pregn(a psl Queimanilo.
Na rua do Queimndo n. 2, esquina do boceo do
Peixe l-'rilo lera o l'reguica para vender pnr hara-
ilssimo proco um completo sortimento di-azondas
ni. i como sejin ri'rrlr's re cassa c- seda 'Ir' lindis-
simos gustos a GS-'WU rada um, ditos do la o seda
de liudis-inios gustos e superior qualidade a 7J ca-
ria um, cortes ib- cambraia branca com salpirus* a
3|S00, ditos de dita com flores de cores a 800,
gangas mcscladas de padres e superior qualidade
a 540 o covado : cilas escaras e claras de coros
tilas a ICO, 180, 200 2-i) res o covado, combraias
adamascadas para cortinados de camas, pecas dr'
20 varas a llg cada uma, grvalas prctase decoros
com molas muito linas a 8011 e IgOOO, ditas sem
ellas a HIMI e lg cada urna, ditas com molas muito
. Lommendador Dr. I'",1S n t.SCOO, lencos de seda com algum eafoito
Precisa-se alugar um p reto robusto proprio
para o servico diario de uma rasa ; d-sc comida e
ouiia, e paga-se bem : a Iralar na rua da l'.ollegio
n. 15, armazi-ui.
Precisa-so rara uma rasa eslrangeira de uma
mulaliuha de- 12 a l anuos, na du Trapicho Novo
n. 12.
Precisa-se alugar urna rasa terrea em bom os-
lado, no bairru de Sanio Anlonio ou Boa-Visla : di-
rija-so rua do Crespa n. 2.
Toma-se 3:000(4 premio pelo lempo c condi-
roes que sa convencionar, e d-sc por garante tres
escravos Dleiramonta pecas, mui sadios, sem vicio
ou achaque, sendo 2 escravos e escravo, lodos
mui coiihecidosaqui na cidade onderesidem ha mui-
tos anuos, livros c di -r-mhara idos de toda e qual-
quer llovida ; o r-scravo mui liel, inlelgenle,
excellonte compradore de todo servico; uma escra-
va muito pratica e excedente quilaudeira de vender
na rua em laboleiros e lavarleira do sabo ; o uma
linda crinla do lOannos, que nunca sabio rua,
mui honesta, bem educada, com eieeile
duela, lava, coso c cozinha. mili-cuidadosa para
criancas no amanho das qnaes lem multa pratica ;
nao se duvidari dar Sdcstes escravos para o poder
de quent empreslar o dinheirn ronformo 0 ajusfe
qnese lizer comtanto que a querer a mucamns de
ISannos, s.i se lar estanegoeio com pessoa de fa-
milia honesta, para cojo poder ella vi e com enndi-
co i isla nao sabir i rua, pois que sendo esta como
Silida rirgem, nao se desoja a prosiucao delta :
quem convier esle negocio annuncie para ser pro-
curado.
Arrendarse rm rende-ae um sitio no lugar da
Tone, raargem do rio Canibaribe, rom es
casa de vivenda para grande familia, contando4
satas, 10 qnarlos, cozinha fora, umasenzala, eoche-
a &n reis cada um, grosdenaplo de cor de boa
qualidade a 1800 o covado; cortas de caseiiiira
lina a Gj>, ditos de meia r-asemia a 2g, ditos de di-
la mais lina a -i-i*'M' cada ora,cortes de brim de li-
nlio a i $700 rada um, corles de gorguro para col-
lljcada um, dilos de merino bordados dr'
lindos gostos IS500, ditos de casemira prela borda-
dos a KSOOcadaum, cambraiaa lisas de 8 varas o
3J500, (S, 4g40O, -i$>s00 o r.-TiOO a peca, .tilas tapa-
rlas em lo i aras a 4j?, 48500, 5gSO0,6SOO e 7p)0
a peca, corles de organdvs, hienda muilo largan
lina a2S600, alpaoi prela romO palmos de lnrgnra,
propria para samarras i-capas de padres a 800 mis,
chales de lia linos cun barra matizada a 4JJ50, di-
tos de merino lisos a SrsOO, ditos de dilo bordad is
a t-siOO cada um, lencos bramos cora barra de cor
a 100 e 1 (0 res i ola om, chitos francezos para cu-
bera a 240 res o covado, brim bronco de lislra de
puro linho a 800 reis a vara, dito de lindissiinos
gosl03 e superior qualidade a 1JMI0 a vara, dilo
branco muilo lino a 1$280 e 1g400 a vara, masas
de cores de lindisstmos gostoe a 360 e 4IW rs. a
vara, musselina d.....ires a 320 o covado, dita en-
carnada a 220 o covado, casemira pela o 2J, SgSOO.
2$illfl, ;',;.V.i;i e i$ o covado, panno Uno azui e cor
de rap de superior qualidade a 5$ o covado, dito
preto a 2$00, 3J500, 4J, 480. b e 58500 o co-
vado, alpacas de seda de superior qualidade a 000
rs. o covado, rulos dr' hretanha cora 10 varos a 2$,
aloalhado largo mullo lino com bonitos lavoresa
I $280 a vara, linas de lio de Escoria brancas o de
i ores a 320 o par, canibraias napolitanas roaos e
azucs de quadros a ICO a vara, ou 20.o covado,
rlscadinhos francezes de qnadros alto o covado,
bramante muilo largo a 2si0tl o covado, refbntinas
do Indas as cores a 720 o i ovado, metas Cillas para
homem a 100, 200, 360 e 00 rs. o par, ditas para
senhoras, de Lo las as qualidedes, palelols de alpa-
ca prela a 5$, ditos de meia casemira a 89, ditos
re pannos pretns e rio cures a 10{t, luvas de seda
' para senbnraa 1J200 o pr, ditas de seda bordadas
lindo.-, gosl 1- a i^i',! o par, merino setim de
por
cada arroba de piso, polo qual ns puoponeutes se
obrigaro |s Todas aquellas pessoas que cunseguircm <-; (r-s'.i diaria para 0 r avallo, quarlus paraSspPadri-
ajusle coma coinpanhia, lero o privilegio do po-
derem obter passagr*m livre pr-la via fen-ea, o re-
lio ttcroni seus proprius gneros pelo frele mnimo
estabelecidopela tabella.
Escriptorio dos engenheiros na villa, do Labu 10
de marco de 1859,
W. Jf. ftftiston,
Engenheiro em chefe,
mesticos, galiltlo-iro, cacimba r-oni cxcHenle agua
de beber, e oiilr.i com bomba e 1 .isade banhn, jar-
dim com vasos tinoso figuras, 11 un, po-
mar de larau'.'i'ir.is, alm de nutras fnu-tasdo par-
a pessoa que prelenib-r, dirija-so a rua de S. Jus
n. 45.
Ao aterro na Boa-Visla n. 8, neste ultimo va
por, chegaram queljos de Minas muito frescos.
Indas ns cores a 720 covado, a ouiras militas fa-
zendas que se deixam de mencionar, e > vendern
por baralissimos procos; e se dao amoslras com
penhores.
Vende-se uma poreo de barricas vasiaS de
farinha de trigo, pelo proco du 500 rs. cada uma :
na rua Dimita 1. 10.
Vende-sc urna prela de 25 annos, cozinha o
engoinina milito bem, una oulra puta di' 20 an-
uos, bonita figura, um prelo pi-.-a de -2 annos, car
reiro, um lindo mualo de 17 alios, com atio, e
ptimo para pagein, garante-sc a conducta : a Ira-
lar na rua do Cabug 11. 9, no segundo andar.
Vende-se uma famosa negra de 40-annns, p-
tima eozinheira, laradi ira e doreira de toda quali-
dade : narria dos Martvioisn. 14.
i'.. 11. Bradley, inglez, parle naja a Europa.
O abaixo assignado faz scienle ao publico, que
leudo de retirar-sr- para a Europa, deisa por seus
pnv'iiradoi-es, em rinn 110 lugar aoSr. Manoel 1 ai
pinleiro da Silva, ein segundo o Sf.- Francisco Jo
Lopes, r' i-tn lerceiro o Sr. Manoel Mandes da Cimba
Guimsjtes ; quem se Julgar credor preswjte-w
nesles oilo dias Antonio tau.
.


mmmtm tm
4
Diario de Pernambuco.Sabbado 19deMarcodel859.
AMA.
Precisa-S alugar una ama forra, que saiba lavar
- e engouiuiar, de boa conduela, pudendo tamboril M-
as 6 horas da manha e vollar s 6 da tarde ; paga-
se bem :. no aterro da Boa-Vista, loja de bilheles
n. 56.
Fueo no dia 5 do marco crrente o molcquc
Constantino, de 17 annos didadc, bem pido, es-
pigado, sera defeilo, signaos visiveis, lanoeiro, tcm
trabaliiado em agurdente, no Recite e na a da Praia ; uando
i Mi fgido rosltinia trabalhar de servente em obra*
de pedreiro, inlitulando-se forro : roga-se a quem
(i descubrir leve-o ou de parlo na praca da Roa-Vis-
ta, luja de cera n. 7, que se gratificar.
Precisa;ne de una ama de idade para andar
coin una menina, a bzer maia algum servico de
casa, menos eorinhw : no Recife, ra da CniJ
ns. :il e 33.
O aliaixu assignado avisa a scu mano Jimio
Chinaco de Yascoucellos, que mande quanto antes
conduzir da estaco do Cabo scus dous fardos coni
rateadas, remedidos no dia 11 doeorrente, porquan-
I" l imam vistos em deploravel estado de motila-
dos, por causa das arluaes churas, e de niio estarem
convenientemente abrigados. A carta que acompa-
iihuu os meamos, existe na dita estacao, e conlm
o conhecimonln.'ou bilhele do despacho, etc./". S.
. Vasconcellos.
Precisa-se de un eaixeiro que tenlia ortica de
taberna, e boas qualidades, que dando fiador a sna
conducta, nao se olha ordenado : a tratar na ra
larga do Rosario, taberna n. 40.
- Beuiii Antonio Carpinlcro Silva relira-se para
Kuropa a tratar de scus negocios
Retira-so para Europa o Sr. John Bavliss c sua
familia.
Quera quizer alugar una prcta que seja fiel e
saiba vender quitandas na ra, pagando-se mensal-
lueule, dinja-se a rua.ua Penhu n. 25, para ajus-
lar-.v.
O avaixo assignadodeclara que desde o dia 1(1
do me/, prximo passado tcm lixado sua residencia
no bigardo (iiqni, freguezia dos Afogndos. Heci-
fe 11 de mano de 1859.
Jos Mu iii; Ttixeira Guimartt.
Precisa-se para o servico de liomem solleiro
de un criado de 12 annos, forro ou captivo, pnrein
tiel e diligente : ua ra Nova n. 15, priuieiro andar.
Aenco.
Precisa-se alugar por mez un esrravo para carre-
garuma tabnlela, comojoias, das lll limas da ma-
nhia at as i : queni liver, pode dirigir-se no ho-
tel inglez, sala n. 4.
Esta tratada por venda a casa de uui andar e
solio na ra Direila n. 121, pentencente aoSr. lla-
noel Coelho de Horaes e Silva : queiu se achar coui
direilo a ella, acuse na na da Guia n. 40.
Joaqiiim P. de Azevedo, subdito Porluguez,
retira-se para o Rio de Janeiro.
Qiicm se julgar credor do abaixo assignado,
aprsenle as suas contas para serem devidameule
examinadas e pagas at odia 8 de abril 'prximo
vindouro : qiiem taniheni est devendo au abaixo
assignado, trate de pagar al essa data, paxsada a
anal, c\ui\o o fazendo, se proceder na ferina da
lii. O abaixo assignado dora em diante nao se
ri'sponsabilisa por conla algiima, sem que apresen-
lea caria ou qualquer documento' sen.
Anilrf Altada Fonteea Jnior.
Jaciullio Jos do Amaral o. Aragac
Tai scienle a qiiem poder iiilorossar quo
londoaiTcuialado ludas ts dmilas c lel-
tras passadas em fa\or da massa fallida
Jos Carrcii-o da Siha, siiienlr ao aii-
iiuiuiaiile devero pilas ser paisas ou a
scus procuradores legiliiianieile ronsli-
luidos. Hecifp i 7 de marro de iS!).
No aterro da Boa-Vista, o Sr. Beirut, na do
Collegio, o Sr. Cypriano, dirn quera d mu ou
dona contos de res cora hypolkeca ou firmas.
Jos lenlo da ('.osla Correia de Almeida, sub-
dilo porluguez, relira-se para o Porto.
Precisa-se de nina ama forra ou captiva para
casa deponen familia : na ra do Caldeinuro n. 60,
I'm rapaz solleiro que d ronliecimento de
sua conduela, propoe-se a ensinar priroeiras letras
em algum engenho, ou era oulra qualqner parte
particular, nos arrabaldes desla ridade 4 a 12 le-
guas: quem de sen presumo se qnizer utilisar,
dinja-se a ra Augusta u. 1, taberna, que se .lir.'i :
"prclendcnlc acha-se arrumado, e o motivo desa-
lar se dir.
De'sapparereu no dia 7 do concille, do largo
dos Afogndos, un cavallo rodado, pequeo, sella-
do, lem oetpinharo lodo ferido, os quadris ralados,
lem na sainelha nina mana atfliga, magro e anda
MU a pao, bastante artigo, rom um carimbado
lado e.-.qiierdo, ea marrado lado direilo, que logo
1(M appania se apreselitar : pedo-seas autorida-
des policiaes ou qualquer pessna particular que
dcllc tver noticia, nnnncie por este Diario para
ser procurado, ou leveni-nn a esta prara, aira/, do
Corpo Santo, na da Cruz n. (I: un Giipji, sitio do
rapilao Jos Florencio de Oliveira e Silva ; em
Morillera ,m Diajor Jos Carlos Teiveirn ; mi era
Sanio Anio, aoseudono o lente Joo Jos de
Moura, que se pegar toda a despez.
LOTERA
i
O* bilheles rubricados pelo abaixo s-
signado achum-se a venda us lujas do
costumv pelos segrate* preco*
llietes b.s-800
Meios 2$900
vende-se em seu cscripturio na rua'do
Collegio n. 21 primeiro andar em p'or-
caodeSO.? para cima pelos teguintes
preros a dinheiro
Rilhetes 5jji00
Meios 2.s"00
P. J. Layme.
Reliram-se para F.uropa os abaixo assignados;
II. II. Sonden.
C. II. God/reg.
John llurmil.
Iliniil Calder.
K. T. Hiibimtou.
o aiiaixo assignado nao pudendo pessoalnien-
le despedir-se de lodos seus amigos e mohecidos
pede por asta falla desculpa e olferecendo seu di-
minuto presumo na ridade do Porto.Antonio de
S Lopes Feruandes.
Precisa-so de ora bom amassador que saiba n
seu irabalho e desempenbar com inda indulgencia ;
na padaria do paleo do Livraiuento, nao se ollia*
ordenado.
1 ni hornera rasado que tcm niuila pralica de
agricultura e se acha interessado em um engenho
mo, como n.io esteja sstisfeito no mesmo, se pro-
poe a lser una administrarn Belmente com seu
corpo soou com 8 esrravos para todo servico da for-
ma que convier: a pessoa que de seu presumo se
quizer utilisar pode dirigir-se a ra Dircita n. 95 ou
annunriar para ser procurado, que se far tralu
seguro.
Carteiras grandes com chaves.
Vcndem-sc por prero uiuilo baralo carteiras
grandes com chave, proprias para guardar dinheiro
e letras : na ra do (Jiieimado, na bcui conhecida
loja de miudezas da Roa Fama n. 33.
Vende se excellenle bolachiuha por 3J2IHI por
arroba, e superior a :t?80, bolnchinha doce a 4, biscoiio grossn ordinario a 11890 a arroba, pao a
120 a libra, nimio bom pao e bolachinha de segun-
da qnalidado a 1IKI rs. a libra : na ra larga do Ro-
sario, padaria n. 18; lambem se venden meias
barricas vastas milito em ronls e com >> prazode
cien Ineses.
\inho champagne conle de
AlU'iM-n
\ ende-se o bem acreditado ungento que mala
rpidamente ralos o baratas, pelo mdico prero de
19 cada um : na ra da Sen/ala Vellia u 50
Carne anidricana.
Vende-se carne de vacra anicriraiin, em barris,
cada un cura 200libras, por preco barato : ua roa
de Apollo n. S, ainiazein de Pacheco A C.
Velas slerinas
nas v carro.
Cliainpagne de sidra,
le nova
para lanlernas de rano.
Fracasa de lassn Irmos.
Espnitilhos iiantc/es
uivencao.
Vendem-ge esparlilhos franeezes de molas e car-1 Na ra p
ritiis. ii melhor que se pode inci.iilrar nesle gene- um rariadi
ro, na lieuiteilroia e ua COUlUludidade, a quem lls.ir'i
driles, pelo baralissiiuo prero de Oft, 7 e s>. Estes
esparlilhos san rbegadns no nltin.....avio fjamu>z,
i- m'i se enconlram na ra do Queimado, na liein cu-
nhecida loja de miudezas da Roa t .una n. 3:1.
Vendem-se camisolas I$400rada nina : na ra do Collegio, lujan.9.
Para meninos.
Rois de gorgurio de sida furia-cores, obra de
mnilo gosto a ij : na luja d'aguia branca, na ra do
Queimado nos qualro cantos n. lli. A grande ex-
Iracrao que elle lera rulo, e a pequea quanlidade
que reala, taz-nosldser quequem nao sq apressar
lirar sem elles, por isso apparecam boje luesm
quem Quizar dars fnslas aosses pequeo
Calcado superior e barato.
Kna Uireita n. 43.
Borzejjuins de senbora (Joly). S800
Ditos de liomem. 8.s800
5a putos de Irancinha. 1 ,-j(.00
Toncas para meninos.
Queimado n. 37 luja de 4 portas lem
lortimentode toncas para crismas mni-
lo bem eiifeil.idas para IgOOO, ditas milito linas e
bordadas a 4J000, lambem lera coilas pelas e deV
res, de iilin/, uiuilu bem eufil.nl.is de vidrilhus
pur preco coniniodo.
Uvas de Itauarac.
Vende-se a Ija libra : na taberna n. 5, da ra de
Sania Rila, principio do lado da rilmirai
Cal de Lisboa.
A 4SSUO.
Vende-se superior cal delisboaa mais moderna
que lia no mercado, inda em pedra a is'ilill u barril:
na ra do Rrum u. 16, armazem de assucar.
todas as
i
JSsnil
1SH0
."i;lilii)
" i*;*'.#;& ^:;;^;^.^;'^::A;
em barricas de 3 duzias.
Novaiineiicioaperfeicoadai
di:
lande
de crina
Na loja de l.eiii
i-ife Ii. -.S.
ou al mofadas
>ara pcnleado de echaras.
i! Irinii, na ra da Cadeia do
Para
Vende-sed imasc
/; gOStOS e lllllil
\ na i ii.i iln Cn
<( Lima.
SE
KA LOJA M
AGUJA BRANCA. I
lHili'ija i' tilllicrcs
Vende-se bandeijas de folha grossa e tintas mili-
to linas em temos a 8 e !! e sullas a ig. 2,*"im),
3g, SfBOO, 4f, 4JS00, j! e 6$, seus modernos mol-1
des e bom gOBlo de desenlio de suas pinturas deixa '
bi ni conhecer quanto sao ellas tase baratas por I
laes prei-ns ; veiiilein-se lambem facas e garfos de
Cabo de ussn redondos, oikavadns e cradns a 3^110
e 3^600, ditas rom cabo de baleia cravadasofoilias
linas 11 3SWIO e Hl duzia, ditas linissinias nuil 1,1- "leiiinr luz
DO de readO, de nsso pnllido e baleia, o melhor e "s f^W*
que se pode encontrar a 5$ 5$300 BS e BJ500 a
duzia, ililas com cabo de iiiaillm e follia de aro a
1 -S e 14s', ditas com rabode nsso para meninos a
320 o lalier, trinchantes muito Anos a 2>;-r)tK) e 3g,
colberes de metal piinrepe lo linas que se Con-
funden] com as de prala sendo pan simpa a 5500
a duzia e para cha a SjjftOO, ditas ocliilinagre a
I36O8 e 1J, ditas grandese muito linas a 8j|cada
um : na toja da aguia branca nos qualro cantos da
ra 4o ueimadu n. lli.
Vendese enecllvamente farellode Lisboa lias
Cinco Ponas n. C3, por uienos do que era oulra
qualquer parle.
VinhoBordeaux.
Em casa de Ilenr llruiio ft I... roa da Cruz n. 10,
vende-se viubo Rorteaiw de dien-ules qualidades
COmO l.afolle, Cli, l.enville, l.s. .Illlicell, era Cai\a
de nina du/.ia iiur barato prego.
Cortes de la.
Anda restam alguna cortes do la una para ves-
tidos, com 1(1 eovados cada corle a 4t, eslo-se a-
1 aliando: na ra do (Jueiiiiadu n. 22, na loja da
boa f.
Aterro da Boa-Vis-
ta n. 60.
Vendem-se mnilo superiores casinetas meseta-
das, com um pequeo loque de molo, pelo baralis-
siiuo prero de 360 rs. o corado.
Kisscl, rrlojuriii) fr.mrt-/, vi-nilc 1'rlogOS dfi
Oliro (f prala, ruiift'iia reltMOS, joias e D1U8-
ras, j,i aqu lii! conhecdo lia nimios dimos, "**.
habita ou pairo Hua da Sonzala Nova n. 42.
Vende-se.....casa de s. P. Jonhston \ C. vaque-
las de lustre para carros, sellins e silhes inglezes,
randeeiros e lastuaes bromeados, lonas inglezas,
lio de vela, cliieole para carros, e montara, arreios
para carro de um e dous cavallos, e relogios d'ouro
patente inglezes.
Aviso.
No armazem de A.damson,Howi,& C.rua do Tra-
piche u. 42, vende-se sellins para homem B senlnira,
arreios praleados para cabriolis, chicotes para car-
ro, colleiasuara cavallo etc.
55 Aterro da Boa-Vista 5 5
Caso deF. Poiricr.
Vende-se taimas de pinito de resina del 1/4 e 1
12 pollogadas de grossura, por prero muito ra-
zoavel.
XAROPE
Vende-se alcatifa cora qualro palmos
,-:"! de largura limito propria para forrar
salase igrejas a000 rs. o covado: na
S na do Crespa n. 12, loja de Camp

IJLNIBiKSinBUyL
NA
HuadoQiicinuiilon. 7.
Nesle esiabelerinieiiin acharao os compradores
0 mais variado e i oiiiplelo ,-mtiinenlo d
qualidades, como seiam :
Vestidos de seila pelos cora babados .
Ditos da dita de cor rom babadas. .
Crnsdenaple pelo lino de IgiWO a .
lucos inaiilelele.s pelos piuteo/a Clotilde
llles de raleas lie lil lili lie lllilio lie rol II
Carlcirasdr perfumaras inglezas. .
Camisas franrezas de indas a- qualida-
des deS00Oa ........
| l'aleinis de panno franeezes deK$a .
Hito- de alpaca franeezes......
l'oiipelina de seda de 900 a ...
I Chitas tinas a corada........
hilas Iraiicezas o invado......
Kicosenfeiles para senhora.....
Pcnles de tartaruga modernos de 7$a .
Gollinhas e manguitos de rroeh. .
Vende-se nina rasa de pedra e cal, na fr
zia dos tingados, ra de s. Miguel : a tratar
ra Imperial n. 151, das 0 s M limas da iiiaiiliaa,
e das i da larde em diantc.
Vende-se una linda es.iava crioiila de 211
anuos c.......in,i cria de 10 iinzes, a qual engom-
ma co/e lien.: na roa da Praia n. 13, primeiro
andar.
\ ende--*'um escravo sadio, para lodo servico,
de :M a 32 anuos : na na da Cruz n. ii, segundo
ailar.
Correi freguezes, loja do
sertanejo.
Hua iloQui'iniado 11. All A, pa toniprai-.
Enfeiles de frocos por S. 5Sc DJ500, ditos de co-
res o preloa com vidruhos a "S e l'.. ricas bengalas
de uiiicniie a preen de Te ei;s, dilas iniiilo linas a
I US, ditas de canna a 1(500, chicles Unos de estala
a 2SJi">. ditos sem slalo a Ig e llll rs., gollinhas,
manguilos e caraisinbas de lodos osgoslos e milito
baralo, aliorturasde esgllio de liniui miiilo lina- a
IJIOO, ditas do i'm da i .luna a 100 rs., daniaseoI '''-'i.....> de .-oda para meviimstde muito hnns e
proprio para panno de niesa.duas larguras, a pro-1 variadas ioMos, penies de tartaruga para alar ca-
ro de 2X000 o "i a, lo. e ludo mais aqui se acha a bello a s. :,<:*n\ ,. uj;, ditos virados a 10$ r 13$,
imitado dos compradores, e garanti-se a vender I llores arliliriaes du50tl a 2,s 0 ramo, toncas de lit
mais barata do que em oulra qualquer parte, assiiu I l'ara rrianras, por Innato prero, franjas prelos. dilas
nio sejaui piules de lartarnga a impeatii/. d
(iouveia k Aranjo.
25
Ba do Oueimado.
Velas de carnauba.
forrar (uros.
di' si-i!;i jo bonitos
I
uropnopara loriar eurros : ;^i
po u. 12, loja de Campo.-. Si I S
Cand|iros de gaz.
t
o.
iauttjDinimaM.
Vendem-se ca dieirs d
Illa de mesas de s las ; este:
n
um outros mal
solleiro, pois sao
melhor luz: quei
san ci
gaz, p.iqinos para n-
caudieiros loruaiit-se
oniiiiendaveis] i-la impeza < boa luz, assimeo-
eqiienos, propiios para liomem
nata econmicos do que velas, e
i os vir nao deixa- de comprar,
munido.
. ;- -.." -
- No armazem de E. \. Hurle j i;.', ra da
Cruz ii. 48, ha excellenle rhampanhe da melhor
mana que lem rindo ao mercado a 2.150 gigo.
Ricos enfeites com \ iilrilhos
para cabera.
iiideiii-se os mais ricos enfeiles pretos e de
1 com vidrilhosi pelo baralissimo preco de S
a loja do serlanejo
Quem espera scus freguezes.
tu lie Oiu'iiiiu!. 11. 4i:t A.
Grande sortimeto de fa-
zciulas para a ipiarcsina.
Assim cuino seiam cortes de vestidos pelos com
tres saias, o melhor que pode hacer, a prero de
M e 60|, ernsdenaple prelo a preco de 1J100. ikSOO,
lis'i'H'. IgiOO, IJ800, IstMIO, 2S. giOOe 28400, di-
tos lino, a 2SIKMI, dilos .....ito linos rom i palmos
V
curt
Ojeada un : na bem" conhecida loja'de miudezaslde largura a 2ssnu. sarja rela com duasia
da Moa Fama, na ra do Queimado u. 33. 1W00 e igUtO a uado, inanias pelas de velludo
11 o 1 i >' linas a Ins. ditas as mais linas >pie poilein haver e
~\ muito largasa I7el8$, panno fino de diversas qua-
hilados, nielas de tala prelas para padre a I$500,
* ditas de seda prelas e Inanias a 2g5O0 e 38, dilas de
algodo para senhora a 4IHI rs.. cabs d
l$000
311-I II ii i
12-......
IJ200
|MI, diversas qualidades, que s rom a visla do coiiipra-
240|dor, beque se pi'ideapreciar.
S
15*00(1
lOgOOO
le- ,
nal ^" anligodeposito da ruadoVigario n. 27, ven-
di'in-se velas de rarnauiba em peqiieuas e grandes
poreoes, sendo de (. 7. II e 12 em libra, por menos
do que era oulra qualquer parle.
Na ra da Cruz u. lili, vende-se gorguraoroxe
de minio boa quatidade, proprio para opas.
Vcudem-se raixas de passas a otm rs.: de-
fronte da alfandega, armazem do Sr. Anncs, e no
paleo do Trro n. 21.
Meias de borracha.
CIIF.C.VDAS t I.TIM VMKM'K NO NAVIO PBANCEZ.
Na ra do Queimado, na bem conhecida loja de
miudezas da Boa Pama n. 33, j lem para vender
por prero barato as limito procuradas meias de
borracha, nicamente proprias e approvadas para
toda e qualquer eiich.n ao lias peinas.
James Crablree j C., leem para vender em
seu armazem, ra da Cruz n. 42, os seguinles ar-
ligOS :
CIIAMI'AMIAde superior qualidade, em gigos de
du/.ia de garrafas, h laniU'iueui gigos de duas
duzias de meias dilas.
FIO I1K VEL.\muito lorie [o melhor que lem lin-
do a este mercadoj e proprio para coser saceos
com assucar.
U'.m \i i-.s DE SELLINStanto para monlaria de
nhoras como para homeus.
ra i iiaueas,
le Indas as euros, bieus de Reda proles e blancos,
millos niiiilos obieelos que se lendeni mai- ba-
|iie em oulra qualquer parle,
rain
1 Para lliealro.
aiii
Pr.KNKIH.VSimiitn bvill fi'ilas.
AUltKHisnata carros de um u dous cvanos.
FlVKLASde Erro utanhado para obras de sel-
leiros.
Compras.
Compram-se mis arreios para cabriolel, e que
eslejam em bom estado : quem liver aiinuniie mi
dirija-se ra da Cruz do Recite n. 00, loja de cera,
que se dir quem compra".
A saboaria da ra Impe-
rial compra sebo em rama
a 9$ a arroba a dinheiro
vista: a tratar com o seu
administrador.
Comprn-se una casa terrea no bairro de San-
to Antonio ou nos limites de S. Jos com o de Sanio
Antonio : a pessoa que liver, poder tratar o ne-
gocio ua ma de S. Jos n. 45.
Compra-seno armazem de malcraos, na ra
da Cadea de Sanio Anlonio n. 17, ebumbu velhn.
Vendas.
AGENCIA
FlNBiCIl) LOW MOW,
Roa 4a Sonzala Nova n. 42.
Weste estabeleeiiuento continua a haver 11 ni com-
pleto sortimeto de mueudas e meias inoendas para
engenho, machinas de vapor e taixas de ferro bali-
do e coado, de todos os la maulo is para dito.
Aviso.
Luvas de pellica, de Jouvin verdadeiras a 2SO0O,
muito novas, ebanha franceza As libras, meias li-
bras e quartas at onras a 2j60 a libra : ua loja
de miudezas do aterro da Boa-Vista n. 82.
Cevada
superior a 28500 a arroba : vende-se na ra do A-
morimn. 43, arniazuui de Travassos Jnior i C.
a de Sannileis RrolherB
Uto, relogios do afamado
Vende-se em c
praia do Corpo Si
cante Roskell, pa preeos romrnodo
Iram ellins e cadei is para os inesiuns, de
gusto.
lambem
xielleiile
Mt AGU.
... Unir que lem nppareei-
do para Ungir o clbello e suissaa de prelo : na li-
vraria universal na do Collegio n. 21), d-sejunio
mu iinpressu gratisl emanando a formado applicar.
Vendem-se
gosto c modelo
mercado e po<
run da Cruz Uiiill lllll ti

lauos.
muios lories (lo
que tem vinrlo a
precot coiumodos
Recile n. "(>.
melbor
este
tu
Os niellinres biimuulos que lem viudn ao *
meicado vendem-se em casa de Julio llj
Conrado, rua do Oueimado u. 4. i.
*? ? t ? tllMHU 1 *,
\ ende-se mnilo superior doce de goiaba tino
a 18400 cada caix.io, proprio para doeiile : na rua
dos Mari y ros u. 14.
Vende-se ou arrenda-se o engenho Sao Jos,
na freguezia de Santo Aiilo, 4 legoas ao sul da ei-
i dado da Victoria, enjn engenho nu'ie com agoa. lera
grande cerrado, limpu e circulado por vallado,
mulla lilaila, e preparado de lodo necessario para
moer: com grandeeasa de vivenda, senzalla, ete.,
casa para bagaco, enin estufa e asseulaineuln para
relame; quein n pretender dirija-se ao engenho
Sibir a tralar com o sen proprielario
Relogios.
Vendetn-se relogios de ouro e doura-
dos patente para Iioii.ui e sculioia de
diversos tamaulios por preros comiuiidos :
na rua da- Cruz do Uecife u. .
Aigodao monstro.
Cnntinua-se a vendei o bem couhecido e econ-
mico alendan monslro rom 8 palmos de largura,
proprio para qualquer obra pur dispensar lodo o Ira-
balho de costura ; aproveitem emquanto lia : na
rua do Queimadon. 22, na lujada boa f.
As vonlailfiras linas tlcJovin.
A loja d'aguia braucaacaba de receberas verda-
deiras lavas de Jouvin, viudas de sna encommeuda,
tanto para homem como para senhora, allantndo-
se que sao as inellmres que em tal genero se lem
visto aqui: rendem-se a 2S500 o par : assim como
nutras'igualmente novas, e tambera mu boas a 2
upar, (.lueui aprecia o bom, he dirigir-so rua do
Oueimado nos quatto ranlos, lojad'aguia brama "u.
10. (pie ser bein sen ido. Na inesina Inja existe um
grande sorlimenlo de luvas de seda de muiase di-
versas qualidades lambem liara huuieiu e senhora,
ea preces barassimns.
GRANDESORTIMETO
it
-. Roupsis foitas e fazendas
N,V RlADOCTEIMAlHi y
46.

" inulto superior,! g, ditos
Cliina ci de laranja a5g,
Coi transferida n deposito ilesle \arope para a
botica de Jos da I ruz Sanios, na rua Nora numero
53: garrafas 58500 e meias :ts. sendo falso iodo
aquello que nao fue vendido ueste deposito, pele,
que se faz o presente aviso
IMPORTANTE PARA O PUBLICO.
Para cura de phWsica em todos os seus difieren-
es graos, quer motivada por eonslipacoes, loase,
asinina, pleuriz, escaos de aangue, dorde costa-
dos e peito, palpitaco no coracao, coquelnche,
hroin hile, dor ua garganta, e todas as molestias
dos orgos pulmn ires.
Potassa da Russia
E CAL DE LISBOA.
No bem condecido e acreditado deposito da rua
da Cadeia do Reeie n. 12, ha para vender polassa
da Russia e da do lio de Janeiro, nova e de supe-
rior qualidade, anuir como lamben cal virgem em
pedra : ludo por procos muito razoaveis.
Relogios.
Vendem-se relogios de OorbDgtezes de patente:
no armazem de Augusln C. de Abren, rua da Ca-
deia do Recite n. 30.
TACHAS
para
Na fundieo de ferro de I).
W. Bowman, na rua do Briiin,
passando o chafariz, continua a
haver um completo sortimeto
de tachas de ferro fundido e ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bica, Novle
as quaes se achan venda por
preco commodo e com promp-
tidao, embarcao-se ou carre-
go-se em carro, sem despezas
ao comprador.
Chapeos para meninas.
He ua luja de quatro portas na rua do
Queimado n. :t
que seeiiconlra um rico sortimeto de chapeos para
oes Trasto.
PaletOlS lie alpaca de cor e pretos pelo fe"*
diminuto prero de .S, ditos de fustn bran- ft
i eos o de enr a Tei, ditos de brim pardo
de esguio da -V'
. ditos d.' pallia '"
seda a 58, dilos de meia easemira pn-
2 i los e de cores a 8g, ditas de easemira de-fig
?^ cor padroes muito modernos a I8fi, dilos )'.".
2 I pn-tos a I8f,sobrecasaeas depannu muil i
^3 tiiiii pelo com golla de velludo e forradas -:
3 de seda a 22$, 0 a 25S, calcas de easemira E '"
-.:. prelas e de corea i 6$, ~i e 8,S, rolletes .'
^; degorgurao de seda a5$, ditos de velludo
o pretil a 7$. ditos de cores a !)(, ditos de fc
, tuslo e brim a M500 e :ii, ceroulas de ?>.
. bramante a IJtjOO < IfflOO, lencos de caro- -
,.' braia de linlio du/.ia l^iOO e6j, e oulras
limitas obras feilas e fazendas que s g
2 v tela que se pode avaliar a pechincha.
SllliliHUIlil t. .
Apparelhos de porccllana.
Vendem-se mui bonitose delicados apparelhos
de ponellana domada propriOs para brinqaedo de
meninas, sendo elles de dillenules lamanhos e
Mos a 1S500, 2S.2?Ti00, :,?, 8*500 e 4,-! : na rua
do Queimado nos quatro calilos loja d'asia bran-
ca ii. 16.
ENFEITES PARA CABERAS.
Mui modernos e delicados enfeiles de Dores, filas,
plumas e frocos para senhora a 0$, KJ o 1M,\\ preros
estes baralissiinns vista da perleicio e bom gosto
COm que sio elles acabados, assim como OUlTOS
pretos de vidrilhos obra de apurado gosto e intei-
rameiilc modernos e pelos diminuios procos de Me
5S: para qualquer pessoa se certificar da rerdade
de que fallamos, dirija-se a lojad'aguia branca, nos
quatro cantos da rua do Oueimado n. 1B.
Aguiabranca.
completo sortimeto de
meias para homens,
mulheres,meninost; meninas
de 2 a lannos.
Vendem-se mnilo boas meias croas sera costura
para humen a 1800 a duzia 160 rs. o par, ditas in-
gh-zas muito tinas a 2&m il.Citltl a duzia, ditas
miiiiu eneorpadas de fiodobradoa 4g500 a duzia e
400 rs. o par, dilas lambem de lio doblado paras"-
nhoras a 3g60O a duzia e30 rs. upar, dilas finas
101), 500 e 600 rs. o par, ditas para meninos me-
ninas conforme os ilitrerenles tainanlins. asseveran-
meranase meninosricamenla entenados, e lambem do-se -reni mais baratas do que em nutra qual-
chapens para senhora, de palha enfeitadns, lodos quer parle, meias de Kia muiln linas para honieni a
de gostos modernos, e se vende mais em conta do 500 rs. upar, ditas linissimas de lio da Escocia a
que em .mira qualquer loja. 600 e 800 rs. o par, dilas de laia para padres a
-se superior lmlia de algnduo, Urances e lgeOO o par, ditas de seda mu linas prelas e bran-
do cores, em nove
Seuthall, Mellor&C
para costura: em casa de cuspara senhnras a 3$, 4,$ e 5$ o par, ditas mui li-
nas para meninas a 2$T>00 o par, assim como mul-
tas oulras miudezas e objeetos de goslo, que oslan
patentes na loja d'aguia branca, nos qualro cantos
da rua do Queimado n. 16.
Chapeos de seda rom veos para senhora os
mais delicados e os de melhor gosto que vem a esle
mercado, pelo diminuto preco de 155 : na rua do
. vramenlo n. 2, esquina.
Pecas de madapoln a .aoOO e 3JO00: na rua do ; Vendem-se pedras de fogo, em porco de 10
Crespo, loja da esquina que voila para a rua da Ca- milheiros para cima : na rua da Cadeia do Recite
dea. ii. 31.
Com pequeo (oque de
avaria
Espedios grandes.
Vendem-se espelhos grandes para parede com
bellas molduras envernisadas e deliradas e vidros
mui linos e claros a 4#e 5$ : na loja d'aguia Inan-
ia nos quatro calilos da rua do "ueiinado n. 16.
Fazendas prelas para-a
quaresma.
No aterro da Boa-Vista, loja n. 00, de Gama /t
silva, sendo um completo sorlimenlo de grosdeua-
ples prt-los, pannos e caserairas, pelos preeos se-
guinles : grosdenaples, o covado a 1S280, ltflOO,
18800, tt.ttlUO, caseiuiiis piolas, cortes a 5|00,
6S500, 78500 ..t 12J cada corle, e pannos pretos
de difiranles preeos e qualidades.
Ruado Oueimado n.l.
Na luja na rua do Queimado n.l, anligamenle
conhecida pela do meia pataca, existe um completa
sortimeto de tamurias, que se desoja liquidar por
qualquer um preen, aliui de em breve se poder das
nova organisarao mesilla loja. Mas nao sendo pm-
sivel mencionar um |ior um. Indos arligos de que
se conipoe o dito sorliraenln, limitamo-OOS SOS se-
guintes, adiciunandii-llie seus baralissiuios preeos,
aliui de que os ainanles do barato facain a devida
idea do quanto ecoiioinisarao era se sortiiem em
dita luja : corles de cassa chita a 1$G00, ditos linos
a pinta miudiulia aSg, cassa de em-, vara 320 res,
dilas linas o livas na cor a i40, dilas francezas mili-
to tina a 6ill, sedas de quadriuhos a Ijt, dilas mili-
to largas a ljiOOO, dilas de quadrinlios miiidiiibns
assentes em grosdenaples a ljjiio, fazenda de laa
com quadros de seda a 320 o invado, dila superior
a illl is., ehaly padrees inleiraiueiite novns a Is;,
chitas francezas BUperipres, lano em panno como
em tintas a 320 o covador ditas escuras a 2611 o co-
vado, alpacas de nina s cor, fazenda muiloflna a
5IHI o covado, dilas coin lislras de seda a 500 o eo-
vado, liras bordadas de 6 metros, por menos 25 por
0/0 do que era oulra qualquer parle.
Loja n. 37.
He na rua do Queimado a loja
de qaatro portas.
Secnrnntra um completa sorlimenlo de grosde-
naple prelo de 1S6IKI, 1$00. 2$. 2g200, 2S00,
2,800, 3$ e 3,20(1 o covado, dilos decores de 1,600
e 2g o covado, panno lino prelo de 2,5IKIal 12{ o
covado, dito cor de rap o verde cor de garrafa,
fazenda uiuilu superior a 7j o covado, casaveques
de fustn ricamente eufeitadus de ricas trancas lln-
gindo lindos bordados a 18f!, corles de vestidos de
phantasia muito lindos e dos mais modernos a 18$,
ditos bordados a velludo de cores muito lindas a
30$, dilos bordados a seda COm lindas flores a 28;}
cada nm, paletotsde panno e de easemira pretose
de cores de 16 at z5| cada um, ditos de brim
bi lineo muito linos de 5$, 6,500 e lij! eada um, ricos
pannos da mais lina easemira de lindas cores para
cima de iinsa de nieio de sala, toalbas de lindo eru"
proprias para rosto a 1J260 cada nina, redes de
cores tiudas da Babia da Traiio, obra mnilo bem
acabada, palo diminuto preco de 18$ cada nina, e
milras multas fazendas que s coin a vista doconi-
pradoi se poder mo&lrar, e se vendern por pre-
co minie commodo.
Chapeos de palha escura para
homem por preeos ha ratos.
Na bem conhecida bija da boa f, na rua do Quei-
madon. 22, encontraran os bous fregueses ura com-
pleto sortimeto de chapeos inglezes de palha escu-
ra de formas inteiranie'ule modernas e bonitas da
ultima unida. Tornani-sc recoiiiinendaveis porse-
lem mui leves e feseos para a presente estacas :
vendem-se pelos baralissiinns preeos de 4$ eBl,
\ eiidein lambem chapees e bonets da inesma quali-
dade para memiins a di 3j600.
Era casa de Kabc Sclimettun & C.
rua da Cadeia n. 37, vendem-se elegan-
tes pianos do afamado fabricante Trau-
mniiii deHamburgo.
Almeida Gomes, Alves&C.a
VENDES! NO SEU ARMAZEM
if RUA DA CRUZ
CH.VI'KOS de feltro sonidos, da fabrica acreditada
de l'.arvalho Pinto, do ltiu de Janeiro.
SABAO das fabricas do Rio de Janeiro.
\ 1M1U de champagne de superior qualidade.
SALVAS, baudeias e oulras ulnas de prala.
Rua do Queimado n. 1.
Nesta loja existe um bom oratorio de Jacaranda
para vender.
Cognac.
Cognac superior em raias de uma duzia, vende-
se em casa de llenr Brunu & C, r ua da Cruz 11. lo.
seniira
prela a 7S5O0 erjg, colleles de velludo prelo a 7S500
eSg, ditos decores a lo 11?.
KSCRAVOS \ VFNDA.
Vendem-se na rua do Collegio n. 21, 8 escravns,
sendo todos pecat, por commodo preffl para liqui-
dar, e entro elles uma negriuha de 18 anuos, mul-
to bonita.
Vendem-se 12 casaos de canarios do imperio
em seu* vivoiros : quem os pretender todos se ren-
de por menos preco; igualmente se vende casaos
de rolas de Hamblirgode .....ito boas qualidades :
no sobrado da rua de S. Francisco n. 8, como quem
vai para ,i rua Helia.
\ ende-se nm cabriolel era perfeilo estado, for-
te e de boacoiisiniciao, e igualmente um exfolen-
le cavallo para o mesmo, por coiunindo preen a
iralar na roa da Aurora n. 52.
SYSTEM iEDIGO DE IIOLLOWAY.
I'II.IIAS HOI.LWOYA.
Esle illeslliiavel espeeilieo, eolnposli) illleiralllell-
le de bervas medicinaos, uo conten uiemirin, nem
alguma oulra sulislancia delucleria. Benelluo mais
lem,! infoncia, e a coinpich-fto mais delicada he
igualmente prnmpto e seguro para desarreigar o mal
ua cunipleican mais robusta : he htleirameate inno-
cente em suas opera, oes e etTeitos ; pois busca e
roinnvo asdoeueas de qualquer especie egro por
mais antigs e leazos que -ejani.
^ l'.ulre uiilbares de pessuas curadas enm osle reme-
dio, militas queja eslava 01 as pollas da Illorte, pre-
servando ein sen uso : eoiiseguirain recobrar a saode
e toreas, depois do haver tentado iuililmente todos
os uniros remedios.
As iniis,illliilas naodevein eulregar-se a deses-
peraeao ; fiieaui um competente eusao dos ollieazes
elieitoa desta assombroea medicina, e prestes recu-
peniran o beiielieio da saudo.
.Nao se perca lempo em tomar esle remedio para
qualquer das seguinles iiiorinidades :
Accideules epilpticos.
Alporeas.
Anilas.
Arelas mado].
Aslhraa.
r.ulieas.
tlolivillses.
Debilufade ou extenua-
ran.
Debilidadeou [alta de tor-
eas para qualquerronsa
Hsinleria.
Dorde garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza un venlre.
Kiiferiudades
Ditas no ligado
Hilas venreas.
Knxaqueea.
Ilensipela.
Pebre biliosas.
Pebreto inteniitenl
Veiuleni-se oslas i,
ral de Londres n. 22,
os boticarios droguista
venlre
speele.
l'elirelo da i
illa.
Ileiiiorrhiiidas.
M\driipesia.
lelerieia.
Indigestos.
lllll,linio,le leS.
Irregularidades da luen
(ruai;ao.
I.ianhrigas de toda ospe-
Mal de pedia.
Manchas ua culis.
Illislruceao de venlre.
IMilysiea ou eoiisompeao
pulmonar.
Kcteiii;aii de oiiriua.
Hlieuiualismo.
S\ ni plomas segundarios.
Tumores.
Tiro doloroso.
I'horas.
Venreo (mal),
estas pillas no rstabeleeiniento ge-
Slriind... e na loja de lodos
e oulras possoas encarrega-
Toallius adamascadas.
Fio de vela.
Biscoutos em lata.
Vendem-se em casa de Arkw-
reglil & C. rua da Cruz
(>l, por baralo prero.
Na grande fabrica de la-
mancos da rua Direila,
esquina que vira para S. l'edro n. 10. lera etTecli-
vainenle liquissiiuo sorlimenlo de taniancos do to-
das asqualidades,propospara a eslacfio invernosa
keiide-se lano a retalhn cuino em grandes por-
os, por menos proco que em nutra qualquer
parle : os senliores c.....nierrianles de fra deven
prevenir-se, pois o invern esti prximo.
MACHIN1SM0
<3)
\;t funtliro to forro tio eagmlein Da-
litl \\. Cowiuaii, ua rua
to Hriim, passantio o ihal'ari/.
lli sempre um grande sorlimenlo dos seguinles
objeetos de mecanismos proprias pan ongeuhos, a
a saber: mueudas e meias nioemlas da mais mo-
derna ciiiislruc iin ; lachas de ferio fundido e bali-
do, de superior qualidade e de lodos os tamauhns ;
nulas dentadas para agua ou animaos, de ludas a..
propon-oes; rrivos e bocea de funialha e registros
de I.....iro, nguilliiius, bronzes, parafuzos e cav-
limos, iiioiulios de mandioca, ele. ele.
KA MISMA l'IMili'.AU
se e\ iriilo tudas as eninmnienilas cura a superio-
ridade j conhecida com a devida presteza o com,-
mndidade era oreco.
ARMAZEM
di:
em Inda a America do Su I, Dava-
las do sua venda
na o Despalilla.
Vendem-se as bocelinhasa MKI rs. cada nina dol-
as coralera uma inslriieeau em porluguez para ex-
plicar o raudo de so osar distas pillas.
II deposito peral he em casa do Sr. Suiin pliarina-
ceiilieu, na rua da Cruz n. 22. em Peruambuco.
MM
Na lojad empanada enramada, rua do Queima-
do n. 37, acaba de rcrolier.ultimaun-ulo de I"ranea
ura completo sorlimenlo d fazendas piolas, pro-
prias para ns actos da semana sania, bem coran
sejain, rieus ertes do restidos dejrxosdenaple pre-
lo, burila.los a relindo e a retro/, manteletes de
grpsdenapte prelo, ricamente enlejiados, inanias
de fil prelo e los pretos, fazoudi muito superior, a
melhor que na uo mercado, grosdenaple prelo de
militas qualidades, ura cmplelo sorlimenlo de
panno lino prelo B de easemira pula liara lodos os
preros, e todas estas fazendas su vendern pur me-
nos preco do que i'in nutra qualquer parle ; lam-
bem se alian.a de servir o agradar rom toda a deli-
cadeza todas aquellas peSSOaS que frequeiilarein
esle eslabelecinionlu.
Vendem-se 6 negros mogos bons trabalhado-
res de anchada, 3 negras cura algumas habilidades.
4 muleqiies de 8 a 12 aunse nina negra de meia
idade por preeo eoraiuodo : ua rua larga do Rosario
n. 22, segundo andar.
Farinha de trigo
SSSF.
Feruandes Filaos lem superior farinha de tri-
go da marca SSSF chegada antes de honlein que
vendein a preco mnilo em conla : no seu armazem
rua da Cadeia n. 03. becco da Madre de DeOS n. 12
Vendem-se subirs e sacalas de podra de
Untara : a Iralar na rua u Turres, escriplorio de
Lemos Junior A: Leal Reis.
Nadeira depilo.
Vende-se mais baralo do que em nutra qualquer
parlo : na rua da Cruz n. 40, primeiro andar, e na
rua do llruin. ariuazein n. 10.
I'nra pavalleiros.
Variado snrlimoiilo de falo feilu francez e ihglez,
de diversas fazendas e varias cores ; casacas pretas
de panno liiiissimo imperineavel ; cbapeosde castor
prelos e branoos ; churulos da reserva de encoiu-
Uleiida especial.
UOUDADOS FINOS.
Na rua do Queimado n. 37,
loja de 4 porlas.
Tem um completo sortimeto de bordados, como
soja golinhas para 600,81X1, 1g e l$200at 33, man-
guitos de 1)600 o par al 2$ S00, inanguilos cora
golinhas de ricos gostos a 4$, >. f>s, 89, 10j> e a
12o o par, completo sortimeto de tiras bordadas
entremeiosfraneezes, liras bordadas inglezas de di-
versas larguras e de ulna fazenda ramio superior
propria para calcinitas de criaiuas e para casave-
ques, camisinba bordadas com golinha e mangui-
los por preco comuiodo.
Vende-se em caso de C. J. Astley
&C. :
Cabos da Russia e de Manillia.
Palliinha de junco preparada.
Vinbox de Klienn, de Moselle e de Br-
deos.
Bolitas de cobre e pregos do mesino.
Salitre ieliuado.
Sementes.
Vendem-se smenles de horlalire de todas as qua-
lidades, chegadas ltimamente de Lisboa : na rua
da Cadeia do Recite n. 56, loja de ferragens.
Vende-se um armario por qualquer preco : na
ruada Cadeia da Santo Anlonio n. 11 II.
Vende-se fumo em folha e cola chegada recen-
temeulc da Babia, por menos preco do que em ou-
lra qualquer parte : na rua da Cru'z do Recife n. 13,
primeiro andar
Fazendas e modas
11R
MIGUEL JOS DE &BREU,
1. Ba do Oueimado I.
Esle estabeleciineiiln que iiiquesliuuai cimente he
boje um dos molliures ueste genero arbu-se com-
plel.traoiile surtido do ludo o que de mais rico, mais
bello, mais moderno e de mais elegante e apurado
goslo existe no morcado relativamente a fazendas e
randas lano para senliura como para ea\ nllieirus.
Nao se osperialisain aqui OS diversos arligus que
constituein este variadissiiuo soiliineiilo, porque
isso fria demasiadamente longo, e por consequen-
cia fastidioso e intil este anuunrio; inasasM'gura-se
ao respeilavel publico e especialmente as seuboras
I e cavalheiros do bom tm, que o que cima se alar-
ma nao I.....costiimado e trivial engodo tura que se
procura attraliir a concurrencia, mas sim a exacta e
tiel expressao da verdade.
Ao que lira dito s resta accreseentar que todos os
artigos seo vendidos pelos mais moderadospracos.
Grande sorlimenlo
'M MBBUL8 IPURM
PARA A QUARESMA.
Superiores cortes de seda adamascados, pelu ha-
nlissiino preeo de30f, dilOS adamascados do ba-
ilados a n-* o corte, ditos adamascados cura duas
-musa itlg, ditos limito superiores de duas saiasa
mis;, diios mnilo ricos bordados a velludo, lind
cazaveques de seda pcetos bordados, superiores
manteletes de seda pelos bordados, dilos de lil
bordados e eufeitados com muito gosto, grosdena-
ple prelo a 1200, dito 186011, dito a 23, dita a
2j400, dito muito superior a 2^600 o corado, sedas
prelas adamascadas, setim prelo maco, sarja preta
muito superior, velludo prelo, mantas putas de
lil de seda a 1(1, 12 el4g, ditas prelas de lil de
linhoa \l, e oulras militas fazendas de goslo, por
preeos mais comnindos do que em nutra qualquer
parle : na rua do Queimado, na loja do sobrado
araarello n. 29.
Vende-se una esclava rrioula, de 26 a 28
annos, engommadeira, costurelra, e rom oulras ha-
bilidades : na rua Augusta n. 17.
25
Hua do Queimado.
Nesta loja vendem-se loalhaa e lencos de labvrin
liras, rendas das Ibas proprias para toalbas, buos
netos de seila de ludas as larguras, dilos bramse
tanjas de seda de (odas as larguras, lilas do ultimo
gosto, dilas de velado prelu ede recorte, flores de
varias qualidades, bolesde vidro e vellido de diver-
sas cores, para 1 asaveques o eolias militas miude-
zas de gosto que se loma desueiessariomencionar
o que se priimelle vender em ennla
0 Leite & Iiiiiilo coiiiniaiii a
torrar.
Mussiilina luda encarnada, covado 220 rs., cam-
braia lisa mullo lina a :is>IHI, 4JMXI, 5)200 5$600
rs. 1 pea, de lll jardas, brim de I111I10 para calca
de bonitos padroes a 880 rs. a vara, corles de meia
easemira a :|>,1KXI rs. cada um, lencos de cambraia
delinbo a 3j>20U e mnilo linos a 4500 rs. a duzia,
chales de louqiiiiu pretos, dilos de merino pretos,
ditos de merino liso de todas as cores a 4j800 rs., e
bordados a fi-iMMl rs.. chitas francezas de cores li-
zas a 220. 240,260,280 eMOO rs. o cavado, madapo-
ln a 2g800, 3$200, :!,sMHi, 4SIXXI. .21X1. 4, 5S000 e $500 rs., e muito lino a 6(XX> rs. a peca, de
2(1 varas, palilots de alpaca muito tinos a 600(> rs.,
corles de cleles de easemira a 6>IXXI rs., esparli-
lhos para Senbora ai, 6e 85 rs., e dos modernas a
9-5 rs.,.saias para senhora a I36OO rs., bordadas a 3
rs., o muito superiores a 4 rs.i gollinhas muito
bem bordadas a ;i>iixi rs.. manguitas e eamizinbns
mullo linas para senhora, corles da cambraia do
gaz al8rs., tapetes para sala a lMX) rs. para por-
ta de sala a 49 rs., o para cabriolel a 2o"jiI! 1 rs.,
meias muito linas pan senbora a2.>HlX) rs. a duzia,
ricas colchas de damasco de seda a 25 c :)2$ rs. eada
urna, cortes de cassa de lindos desenhoa a 29 rs.,
boas chitas escuras e de lindos padroes a 200 rs. n
invado, meias de lodos os lamanhos para menino e
menina, guardanapos a 49 rs. a duzia, peas de
cambraia lisa de Izjardas a la rs., mnssullnabran-
ca a:iixl rs. o covado, toalbas para mesa 4s rs., re-
des de folha a 68rs., e ha oulras minias fazendas
que -e vendo pur baralo preco, e de ludo se dar
amostras.
Em casa de Brender a lirandis &
C, rua do Trapiche iSovon. lt>, vendem-
se charutos da Baha da afamada marca
forma de Havana, primeira qualidade
genebra em Crasqueiras especial para casa
de particulares.
Vende-se uma preta rrioula de 36 annos de
idade : na rua da Cruz do Recife 11. 33, primeiro
andar.
Chcgiiem a pe-
H.inelia.
Na loja do Prerjuira tem para vender
grosdenaple preto da roellioi-qualidade
que possivel polo tmrutissiino preco de
I.'.IOO, 2,000, 2.-200,-2,400, 2,800 eos
o covado.
Vendem-se duas caimas de caireira, sendo
nina para fainilia e nutra menor que pode rom oilo
pessoas: a Iralar ua ruada Concordia, armazem do
sal, ou un estaleiro do Sr. Canalho.
Farinha, m I lio e
farelo.
Vendem-se saceos com farinha, niillio e farelo,
ludo u melbor possivel : na taberna grande da So-
ledade.
CHEGUEM
Aloja da Boa F
Que osla wiidoHdo muito barato.
Grosdenaple preto rauilo superior a 1,800, 2$,
j 2,51X1, 3j!, 3,500 o 4$ o covado, sarja prela hrjnpa
nliol.i muito superior a 2.200 o covado, setim ma-
co muito superior a 3,500 o chivado, panno prelo
fino a 2,<. 3, i, 5, 6 e 8j! o covado, easemira prela
muito lina a 2g, 2.500, 3$, 3,500 e 4$ o covado,
ricos corles de rolletes de velludo preto bordados a
12}, ditos de do de cores a 7,S e 18, e mnilo su-
periores a 13$, dilos de gorgorito ureto a 3,500, di-
tos de dito de cores a 4,500, merino prelo selim
rauilo lino a 1,120 o covado, alpaca prela mnilo
lina a 6 lll, MX) 1$ o covado, meias prelas de laa
mnilo superiores proprias para os sciihon s saeer-
dotes a 2 o par. cambraia de linlm rauilo lina a
t'S a vara, esguio de liuha rauilo fino a 16,000 rs.
a peca com 12 jardas, bretauha de liuho muito e
muito larga a 20g(XX) a peca com'30 varas, cam-
braia adamascada para cortinados a 12,000 a peca
coni 20 varas, bramante de linho muiln superior,
com duas varas de largura a 2,400 a vara, aluaUa-
do adamascado rom mais de 8 palmos de largura a
1,280 a vara, brim liso, Ilainburgo, limito lino a 9
. a 10 a peca com 20 varas, esguio de algodo
muito lino a 3,200 a peca com 12 jardas, cambraia
lisa muiln tina a 5;> a peca com 8 1.2 varas, dita
mnilo lina 0j, 6,500 o 8$ a peca com 10 varas,
dila muito liua cora salpicos a !)(X1 rs. a vara, e a
7J a peca com 8 1/2 varas, lil de liuho bordado a
1,400 a vara, maulas prelas bordadas a 10>, veos
da mesina qualidade a 12,000, gollinhas de lil
mnilo bem bordadas e bastantes largas a 1,200 ca-
da uma, lencos de cambraia de liuho rom bico lar-
go em volla a 2$, meias brancas de seda para me-
ninas a 2$ o par, ditas brancas de algodo milito
linas para senliura a 3,600 a duzia, dilas inglezas
muito superiores tambera para senliura a 5$ a du/.ia,
dilas para meninas de todos os lamanhos a 280 o
par, dilas para meninos a 240 o par, dilas de algo-
do eru para homem a 1,800, 23, 2,500, 3 c 4g, e
inglezas mnilo superiores a 5,000 a duzia, lencos
bramos de cambraia para algibeira a 2,400 a duzia,
dilos mainres a 3,000 a duzia, ditos muilo grandes
proprios para a cabeca 40 rs, cada nm, ditos
muito tinos de. esguio de liuho a 7,500 a duzia,
ditos de linlm di' cores escuras e li\.as proprios
para os tabaquistas a 400 rs. cada um, chales de
merino liso de lindas cores euui franjas de seda a
6$, dilnsde chaly cora lislras de seda em volta e
coin franjas lamben] de seda a 7|j, ditos de merino
bordados a 9}, dilos de fouquim muilo superiores
bordados em duas ponas, com franjas muito rom-
p idas, pelo baralissimo preco de 45>IXX), ricos
piules de tartaruga a imperalriz a 12 e a 20$, lo-
ques limito linos a 4,500, ligas de seda a 1,280 o
par, chapeos de feltro muilo finos a 5 o 6$, brim
branco traurado de lhihu muito Uno a 1,280 avara,
dilo iiieorpado muito superior a 1,440 a vara, dilo
de cores de padroes multo bonitos a lg a vara, di-
tos de quadriuhos omito proprios paja obras de
meninos a 200 rs. o covado, ganga amare Ha fran-
ceza mnilo linii a 320 o covado, dilas escuras muilo
superiores a 560 n covado, camisas de riscado mui-
lo bem foitas a 1,500, cambraias francezas decores
muito bonitas a 400 rs. a vara, entre meios muito
linos a 1,920 a peca, liras bordadas muilo linas u
.'! ea S a peca, e alera dislo um completo sorli-
menlo de fazendas linas e grossas, que vendem-se
por preeos mui commodos, s atim de se fazeroui
grandes vendas : na na do Queimado n. 22, na
bem conhecida loia da Boa F.
He cousa muito boa.
Vende-se a verdadeira pomada para ungir ca-
bellos, pelo baralo preco de 18 a caiiinha, com es-
envinha propria : lambem se vende massa para
aliar uavathas a 320 : na rua do Oueimado. na beiu
mohecida luja de miudezas da Roa Pama n. 33.
iotas m numi m
Vendem-se as verdadeiras luvas de Jouvin, lauto
pora liomem como para senhora, pelo barotissimo
preco de 25(X) o par : na rua do Quarmado, na bem
conhecida loja de miudezas da Boa Fama n. 33.
LOJA ll\ BOA F.4MA.
Vendem-se por preco que faz admirar riquissimas
filas lacradas de todas as cores e larguras, fitas lisas
com pona e sem ella, bicos braneos de seda de mui-
lo lindos padroes e de todas as larguras, Irarunias
abortas de linho para.babados a 120 e 160 reis a vara
jarros para flores a2$ o par, atacadores ou euliadores
de seda de todas as cores para vestidos.ditosproprios
para esparlilhos, tesaras de todas as qualidades
as mais linas que he possivel encontrar-so,agnlheiros
de marlim e nutras militas qualidades. Otas de vel-
ludo de todas as qualidades, bolombas do camua
muilo lindas para meninas de escola, frasquinho
com cardinal a melhor cousa que tem apparecido
para tirar nodoas em qualquer qualidade de fazen-
da. pelo muilo barato proco de 2$, trancinhas de se-
da de todas as cores muilo linda proprias para en-
eilar roiipinlia para meninos e meninas, o oulras
inuitissinias eonsasss|ue se atianro vender-so tuda
por preco baralissimo : na rua do Oueimado na bem
conhecida loia de miudezas da boa fama.
Escrayos fgidos.
Sezla-feira 11 de fevereiro fugio uo sfaranho
a Anlonio Francisco de Azevedo, o meu SSSMVO
crioulo de iiouie Paulo, de idade 21 annos, alfaiale.
prelo pouco rtenlo, alio, magro e fraiizino do
corpo, rosto coiuprijjs^olbos mu lano grandes,
punca barba, in.is delgadas, gagueja quando prin-
cipia a fallar, e lem voz gnttural ; consta que pre-
tenda embarcar para o sul no vapor Oyapock, em
rompanhia de uma pessoa vind no mesmo vapor,
e que est munido de passaporte com o nome d
Pedro: quera o pegar ou delle der noticia, emenda-
se no Maranh.'in com o Sr. do dilo escravo, e nesta
ridade com Manuel Ignacio de Oliveira i Filho.que
gratificarn generosamente.
No da 14 de agosto do anno prximo passado,
fugiram do engendo Sete Ranchos, freguezia de
Nossa Senhora da F_scada, comarca da cidade da
Victoria, os seguales escravos: amiao, crioulo, de
2-> anuos de idade pouco mais ou menos, corfula,
beieos grossos e meio arrebilados, tem uma cicatriz
na testa proveniente de umroice de animal, pernas
linas e alguma cousa arqueadas para tora, esmalma-
do, espaduado, altura regular, eest bucando ago-
ra. Jarintho, crioulo, de 2 annos de idade pouco
mais ou monos, altura regular, Cor prela, pouca
barba, beieos grossos o faz oerto geito na bocea quan-
do falla, tem uma cicatriz em uma das faces, pernas
linas, esnialinadu, fuma, c tocador de viola. O
primeiro foi comprado ao Sr. Joo Francisco Barbo-
za da Silva Cumar, c o segundo diz que foi escra-
vo da familia do Sr. Joo Nuns, da fazenda do Sitio,
em Paje de Flores e comprado na praca de Per-
nambuco. Cousta que dilos escravos esto em Pa-
je de Flores por portadores que maudei ede livie-
ram : roga-se as autoridades policiaes eeapitesde
campo de os pegar e levar ao referido engenho, a
Beruardino Uarboza da Silva ou na praca dePer-
iiaraliui o aos Srs.Wanoel Alvos Ferreira A: l.una. na
rua da Uoda n. 3, segundo andar, que sero re-
compensados com a quantia cima.
_PEBN.:-TYP. DE M. F. DEFAMA.- 1859.
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