Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08008


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Full Text
I Ijljluylns^unjjnannnji

-U'
Por tres mezes adlantados 4$000.
Por tres mezes vencidos C$000.
QIAIITA Fl IRA 16 DE MARCO DE 1859.
Por nnnu adlantado 15$000.
Porte franco para o subscriptor.
EICMIECIDOS DI SUBSCRIPCO NO NORTE.
Paralaba, o Sr. Joco Rodolpho Gomes; Natal o Sr An-
tonio Marques da Silva; Araraly, o Sr. A. d.' [..mus Braga-
eara, o Sr. J. Jos de Olivoira; Mareaban, o Sr/fns T.-i-
r.
xeira de Mello; Piauhy, o Sr. Jos Joaquina Avonn; l'u
AUDIENCIAS DOS TRIBUHES DI CAPIL.
PARTID* DOS CORREIOS.
Olinda lodos os das as nove e ineio horas do da.
Ignaras,, Goiannae Parahiba as segundas e sexUs-fciras ;
S. Aniiio, Becerros, Uoiiiiu, Caruar, Altinho e Garanhuit* Tribunal do eomroerrio: serondas c quintas
i>"'",'';?''"v'ifns-. Helado: iwas frirase MblMdos,
rao a Atoo, Nazareth, l.imoeiro, Brojo, Posiiueira, lngazei-1 Pazenda: loteas, ouinlas e sabhados as 10 hu
ra, Flores, \ illa Bolla, Boa-Vista, Ourieury e Kx naa Juo do eommerco: quintas ao ineio dia
queras feres. ; i,,, ,,,. orphes: torcas o sextas as 1 ti horas.
oaU. J' RafllS: AmM"nas- u Sr' J-'""y, da Cabo, S(.rinl.a:ln, Rio Formoso, Una, Bam-iros, Agua Prc-j 1
la, Pimenteiras e Nalal quintas foiros.
(Todos os eorreios parten as lu horas da manhaa.
'riiieirn vra da rvel: torras h sextas an meio din.
Segunda vara do civol: (|uarlas e Sabbados B0 linio dia.
PARTE OFFICIaL
MIMSTKHIO DAJISTICA. ,
acMtfon* 2,350 he 5 uk prtuf.iho re 185.
flrfaruia a secretaria de eslado do* negocio* da
juslica.
l'sando da autorisaoo* concedida ao govornn o-
la le u. 781 de 10 do se.tenibro de 1854, hu )r
bem decretar o seguate ;
CAPITULO I.
Un urijanimraoda secretaria.
suc/vo I.
004 eniuregadox.
. V- A secretaria de estado dos negocios da
justici ser composia;
1." De uro direotor-geral.
*.* De doiis consultores
3." De cinco directores de seecio.
4.* Uedozo primcicusofucacs.
5." De oilo scgunaaf ditos.
(':' De oVa amanuenses.
7." Do dez platicantes.
8." De um purleiro.
M." De dous ajudantes.
10. lli.'dous continuos.
11. De seis eorreios.
sicrio ll.
Da dirimo da secretaria.
Art. 2. A secretaria de estado dos negocios da
justo; ser dividid* as seis seguimos sec-
ocS.
5 1." Secan central, inmediatamente dirigida
polo director gccal.
S 2." Sei-cdde juslica eeslalislira.
S 3. Seccao de negocios e bonolieios ccclesias-
lcos.
5 -i.* Succao de polica, prsocs e tona pu-
blico.
$ 5." Seccao de ateamente.
S 6." Seccao do archivo.
Art. 3." X seccao central lera a seu cargo :
1." a chancellara mor do imperio.
j i." O processo ouT|reparo para a saucoo das
leis e propostas legislativas.
3." A publicaco das leis,
S i." A correspondencia com o pudor legisla-
Uro.
j ." o relalorio animal 4110 deve ser p'eseiile
as.enib|a geral.
4 i." II preparo do despacho imperial.
8 7." Os negocios reseados couimotiidos pelo
ministro ao director geral.
8 8." O asseoUnienlo dos empreados da secre-
taria com as olas respectivas.
5 0." Os termos de juramento Jos ciupregados
que o deveiu prestar na secretaria.
10. O montii pin dos servidores do Estado.
3 11. Oliyiu do ponto dos einpregados.
$ 12. A direccao e roiuessa do expediente.
S 13. A liscalisaco das despeas da secre-
taria. '
14. A mrisio da redaftau dos actos que se de-
fes expedir.
2 15. O registio da entrada e desliuo de lodos os
papis que yierem i secretaria.
S 16. O livro da porta.
S 17 Asyuopse c ndice alphabelioo dos nego-
cios sobre os. quaes consultada a seceso de jns-
18. A synopse e indico alphabetico dos pare-
ceros da meauia seccao com as resoliices respec-
S 1U. A synopse e ndice alphabulico das leis
relaliras aos negocios da juslica.
Art. 4." A seguudasec.aodi;iiislica e eslalislica
i'oinprehende :
8 1.' Todos os actos relativos :
A organisarao judiciaria ;
\. cuii(er.a o rntorun dos cdigos e legistiu
coiicerueuieiiijuiijijfieiio da jiisUca ;
A ndiuuiLira\ao da" Justina civil, commeicial e
crimiiial :
As questes sobres inlollgcnca e iiilerprelacao
oas leis ; "
Vos TOiidictos de jurisdreao ;
Au exequtur das siiitemas e precalorias de ju-
nsilincao ostrangeira, que devoin tor exeeuco 110
imperio.
8 1* A collec;ao aunual de todas as sobredilas
quesloes.
3"".u Pfseesso dos embargos oppostos chan-
i." O quadro da dvisao civil e judiciaria.
8 o. A nooseaco, remoran, recondiuvao, por-
mula suspensao edemssao dos magslrados e em-
prugados da juslica. /
8 6 A matricula aunual d/os bachareis formados
com as nolss prestadas pelo directores das facul-
dades do direU. j*
S 7." A matricula dos jaitas mumeipaes o aco-
motnres habilitados par ji/izos de direilo.
8 8." Ohvroem que se/devem linear as untas
ruiatiras ao exercicio dos Kiiies de direilo munici-
pal ss e promotores.
8 A statislica policial, commercial, civil e
crunioal, assim com alexpeaicao das orden ne-
1 essanas para a reiaessa das aforniacoes e niappas
respectivos. ^^
S lo. Sobre embargos oppostos na chaiicellaria. tre
Sil. Sobre os eootrates. >nt<
S 12. Sobre lodos os negocios do jurisdiorao con- gm
letieiosa do conselho de estado. Dii
lodosos empegados respectivos, comas notas rela-
tivas ao seu evercieiii v conducta. -
8 8." o livro do tombo espacial de rada un des
I raniosde servicuque euiupele s mi-una. secres,
I conleudo ew resumo e por ordesn chroDologica a
1 le, decretos, bulla ou qualqner arto da siia insii- neeocios ccelesisticos dar sen pi
linean, e as alleraroes que leni ha\ ido al o estado '
elll que se arhaill.
CAPITULO II.
Do* cni/treijaifus.
* SKCljio I.
fomtaeio, apaseslaitarm, lietnrat, rtnememto$ e
rorrernio do* cut/ireiiait'i*.
Art. III. K diseneioaaria oissiepeBdeiitedeoiiIra
regra que au seja u ineii-cjineiilu a linniea -au do
director geral, Konaallores, directores do seccao,
porteaos, ajudantes, comimos e eorreios.
Arl. II. 11,-pende de arcesso, mas nao de auli-
guulade, a nomeacao dos priiueiros o segundos olli-
ciaes o aiiiauienses.
EPHEMERIDES DO HEZ DE MARQO.
4 l.na nova as 4 horase 51 minutos da larde.
12 (liarlo cnsienle as 2 huras 20 minutos da manliaa.
18 lea eheia as 7 huras e 2( uiiiiulus da larde.
26 Uuarlu niiiiguante as 7 limas e 8 minulns da mauhaa
PRE.VUAB DE IIOJI'..
Prinieiro Segundo as 2 huras e 30 minulns da tarde.
OAS DA SEMANA.
I i Segunda. S. Maihildes It.-iinha: S. \frudi/io 11..
1*1 Tena. S. Ileiiiique rei ; S. I.nuguhihu sul.lado
ID Uarla. Ss. Cyriaro eTarian mm.: S. Abrahiio Eremita.
17 (Juinla. S. Patricioap. da Irlanda : S. i.einnle> v.
18 Sexta. S. Gabriel mr.; s. \an i/u are.; S. Krigdiano b.
1! Sal.liado. S.Josc Rsposo de Nossa Senhora.
20 Domingo. S. Marliulio Dumieuse are.; S. (uilherlo b.
ENCARREGADOS DI SUBSCRIPCO NO SOL.
Alagos, 11 Sr. r.laudino FalcDo Das; Rahia, o Sr. Jos
Maiiius Alves; Rio de Janeiro, o Sr. Joo Pereira Martins.
1-M PIRNAMBUCO.
O propriolario do DIARIO Manoel Figueiroa de Faria, na
sua livraiia praea da Independencia ns. 6 e 8.
vigariu da fn
;uezia de liraraU e a do Li-,Costa, Vicente Kerreira de
das duas fre-ide ello, Man,,, Alves Ferela Jtte]Sftp^^ !^-*-. "W
ai: o que consta dos papis melos. | bommuiiicou-sc ao chefo de polica. vm que acamara municipal mande levantara
\rl :!> Competo esneeialmenle ,., enusulim- ib 1, ,u,. ,i""""''1"ll;'"1'! das. ariiias.-iieiern.in.,. Dilo ao mesmo.Paco com este aprcsenlar a V. planta da villa, para que nova eililica.au v sendo
...... ''' "'''""-"" ""-">''""> dos nesta dala que pela Ihesourar.a de fa/euda sejam. Esc. para ser ins,......donado,orecrula Joan temes convenientemente dirigida e se comeo: a coirigir
luvn Peiei,-.. _r....,.......1......_.......i..x.........1;..;.. 1 w< jl.(t.i(uSi que ., fa|ld ,k. ,., !,!-,,., lcm
ecei
ms e sempre
acompanbadas de acressorioa desagrariafeis.
O scalo do progresso e as ideas humanitarias,
mo grado a apparieo da ferrenha agio'tagem, nun-
ca liveraoi mats pleno desenvolrimento. O rom-
pilo ao coiniiiandanie saptrior da guarda naci- I 1
Ar, 12. K sujeila a concurso previo a Horneado tecnlLst'cdl^h^^adu.'1" ""^^ g dot^nTua^oe S^tt. S STLe J 5K S* '^ ** ^d
"'O BS para ,, concurso, a num,,,n dos emuleil* "* ^^ ^ ^ ',U, *'' ^'I S^SS^SS? Z ......
.xamiaadnres ser feita pelo niiuislr... Os- hacha- slfeio h> T I 'TV dus San ns Li-, tilo ao comuia.nianle superior da guarda nacio-
ivis formados os dou.tores em qualqner (acidado Dos direcl^ de Peceo < i'i', m '",r deber*^ d," ',""," d" q"'" i d''S"; ""'PlO.-Expeea V. fcxc. ,uas urden,
llcam dispensados do concurso. Vrt 31 tia^irector^?%?io,-!-. '"i i- P*" P > [* eo- I para que s 5 horas da tarde do buje se poste nina
,,': A Ulr'' ""',' ''' '.....". '","ni1" ; "" *" infnrmou em seu ollioiu n. lis do 2 de guarda em frente da icruia da Coucirau dus Mili-
lhos de que' a.Vo";.i" ^",aMi^ "* ^^ I "' "lljl""- E* de fa,,,- liuua- ffi"do esTylo.0
i r .,,,'r,. i..', o a" ""l,"al"'-""* da div.s.0 naval.-l'elos capiliu do tercviro batalhao de inlanlaria da guar-
s w ^r W! d" sa*ffc5oe-J "l!""'"s' '!"" v- s- uir'?'"-..... i 1 do cor- da nacional, Joo Antonio de Paula Rodrigues, q
Representlr ao disector geral quando os rente, sons. 21 oSi, Hqiiei inteiradodequeobri-j tallei-eii hoiilem.com
gue.isiiina liiu/ii sahir para o presidio de Fernn- seu olliciu desla'dala.
Art. |8. II aecesso se d dns platicantes para
amanuenses,deslespara segundos oflkiaes e distes
para primeirOS.
Arl. li. Ser por ilecrelu imperial a uomeacu
do director geral, .....sultores, directores de seccao,
primeiros e segundos otciaes: e per portara a dus
amanuenses, pralicanlos, porteiro, sens ajudantes,
cuiilinuus o eorreios.
Art. 15. 'udeui ser aposentados com ordenado 1 dns os traba
ompregados (orea insumeientes para u sersiro, mi
quando nao iiimprirem suus devores, e doixarem de
execular suas ordeiss.
4." Dri,
\ Kxc. me couimunica em
do boje s { horas da lard .
Dilo ao inspector da thesooraria de fazenda.Ao
ir, examinar, fiscalisare prninuver lo- 1.....iiuaudaiite e olliciaes do lale Capibaribe, que
porinjei ns e,npre^..s,..... tiverein trinannos I enm&?^..........." T ^ tt TS^S^ ^^ ""....... '" :
Ser-, .' ""'''r""'"1"11" ?1*" "loral- S 5* 1,,,'s,ar ''"l'"lar dos outros direclures mar, o.-.;,,,,, ,, "s.
se .,0 posenlados com o ordenado proporcional; tudas as iiuonnaces que (oren, ueceasarias para
ueiies, que leudo mais de 10 anuos. Ocarem un- | que os trahaihos das sen oes sejam perfeitos.
8 0." Aprcsenlar au dii
po-sihilila.los physica 011 iiioraluiunle de exercer
seus empregos.
Arl. 16. lis einpregados adunes que forein Con-
servados, anula que lenham o lempo de sereno
exigido un artigo antecedente, s poderse ser apo-
sentados com OS ordenados lirados por aste regu-
laiuenlo, as tiverem Iros aunes de exenetoio depois
de sua execucao, salvo so coulareiu 35 anuos de
servieu.
Art'. 17
tor geral nu 1" do mar-
co o relalorio dos negocios que rerrcieui por suas
see-oes, para se l'a/.er o relalorio geral da repar-
lieau.
8 '" l'.ommunicar ans outros directres n que se
louverfeiio e tenlia relacao com os negocie, que
Mies eslao iuciimliidos.
8 8.* Examinar ns negocios que estejam lindos
ou prejiidicadu,, e remellar ns papis ao director
"eral com as notas respectivas.
No lempo de servco uecossaro para a
np-e.Maduria nao se peder contar uiais de um Arl. :I5. Serao suiituids em seu impedimento
11no do servieu prestado em roparlicao provincial 1 pelos prinieiros olliciaes, pelos segundos OU pelos
ou inuiiicipal amauui.-nses da seccao, por categora e auliguidade.
Arl. IS. 11 oinpregadn que livor 11 lempo neees>a- cvmi 1.0 111
rio para aposonladona podor continuar a servir se Ha ordem, lemuo e ptoct-0 do trrica
New'' CU."S'- n' '""v""i,M"" Pcostimo.! Art. 36. Os Irabrlhos da secretaria censatario
i,nen u ;jf r- '"" ?"*"l'!"U !",s s,:us "'"- Sd "* <"? 'I'"-- mi rorein de guarda ou loriados,
.11111 ulus o qual g,.,-;, gradual 08 de > em ;. aniins, as 9 horas da Manhaa
se'^'.t.i'i. 1|,0r ,:'Mll P"r CI,,'la Ve/- '"'P'"-""1'- P" este lim o purleiro abrir as ponas da casa
se ao ordenado para o caso de oposenladoria s6-, s uilo huase niea
atente metade du dito augmento. "> Art, 37. \us dias j
Arl. 1U. uanlo s liceucas, cessacaoou descon- | afluencia dos
lo de ordenado ou gralilicarao, veucaentos que
lcm lugar no caso do siibstituicn, uu numeacu de
empregados aposentados, ou accumuUeo de apo-
sentadorias, sao applicaves aos ein|iregados da se-
cretaria de estado dos negocio, da juslica as mes-
as disposicoes do regiilauento ti. 2,313 du 29 de
Janeiro do anuo correte.
Art. 20. Os veiicmenlos dns empregados da se-
cretaria de oslado dos negocios da juslica sao os que
consumida tabella annexa n. 1.
Art. 21. os emolumentos regulados pela tabella
annexa n. 2 licaiu pertencende reeetta do im-
perio, o serao arrecadados na reparlicao Compe-
tente. r
Art. 22. Sao causas de demissao, ainda que o em-
pregado leiiha oais de 10 anuos desorvico :
8 1. A pronuncia deliniliva nos criines'de paila,
falsnlade, moeda (alsa pcrulalo (urto roubo .
homicidio, oslellionalu e irregularidado do coil-
ducu
guarda e feriados, quando a
NOS ou n servieu publico o eri-
gir, o Irahallio eomecar para lodos nii para algn
eniprogados hura designada pelo director geral.
COUledorias do me/ de
ao cominaudaiilo da divi-
san naval.
Dito ao inspector do arsenal de marraba.For
parle da admiuislracao geral dos estahelocimeiilos
de caridade sern presenladas a Vine, as duas a-
lricnas Kvres Domingas e Honorata, cojos serviros
sao dispensados nu grande hospilal do caridade."
Dito ao mesmo.Mande Vm boer oscooeertos
necessarius uu rapar lajahu, (ornecer os sobresa-
lenies precisos para o seu iiiachinisuio, eucravilli.ir
a chapa da roda du leme, e prever do earvae nao s
eso navio, como o vapor t'rut**hy, em cojo casco
o luaajbiuismo se executarao laiubeui os reparos
convenientes.
Dito audireeliir das obras militaros.Vala a sua
inidrmaeao de 15 do corrente, sob n. 35, auloriso
> me. a la/er com a compauhia du Beberibe o con-
Iralo iooessariu para foriiecinienlu d'agna au hos-
pilal militar, conforme as. eondiiiies medanle as
quaes sao uios contratos semelhantes com parti-
culares, deveudn Vine subinelter approracao da
presidencia o ajuste que Ixer.
Dito ao mesmo.Pode Vme. fa/.er vender em
hasta publica para quem mais vanlageiis olTerecer,
as uiadeiras que Rearara das larimhas, que nos di-
verso* corpas de guarda turara substituida
nr''io da.u,-.l.l.'lr ''" ^rr"' 'l">' I'""" .,"'"' '"'-\ Uuma correspondencia no vosso flirio, onde
cu..-lo, sujeitaudo o contrato a unnha appro- : seu au.or di/.ia ,,'ue a eompanma de fapores-Per-
txb^msss. sea: esTdriir" ,:"ja "ea*- ^^c do meu
^nrae:.'';!1;1'!':"!;' U SJ?S''"" "S v,M"MII"i"";< Knthusiasla do progresso. almejando somenle a
das prares do destacamento sob o commandode realisacao dos meraoranwotos moraes e malcriaes
JA- respondo ao seu ollicio de S do ~\te,^#^!2S
Pnrtaria.-Onresidenle da nruvinsia .liHnH!!!!"".P--?.'S,0..de ""'" emP'* T"1 newssaria-
'orlana.O presidente da profinsia, atlendendo
ao que requeren u 2," estripliirariu da ihcoiiraria
Diiu au chele do polica.Ordene V. S. ao admi-
nistrador da casa de deleie o que me reale ludas
SS alluraeoes que evperieucia leuha acoiiselliadn
como uocessarias nos noves rain, que se eslao
cunslriiindo, o quaes OS deleilosdo raiii em servieo,
que convoni currigir usque se aslao(azeiido, as-
-1111 ionio ludo quanto eutoiuler elle conveniente auno prximo passjdo para tratar de sua saude
Iraxerau meu eoiineeinwnlo, o sobro que possaain-l Dita. O presidente da provincia, atlendendo ao
da providencir-M'com vaiilageui. queIhc requeren Jos Felisherlo da Costa Gama,
iiutru sim, o necessariu que o referida adminis- profeseiir publico de instauccao primaria da Iregne-
liador .suliinetla.a V. S. 11111 projato de rogiilamen- zia do Poro da I'anella, resolvo coiueder-lho ine-
por lim organsar una secciio de i zes de liceuca com veiicimeulus para tratar de sua
provincial, hachare! Antonio WHrurio Pinto llau-
deira Acciolic Vaseuncellos, e leudo em vista a in-
lormaro do respectivo inspector, datada do i do
rllenlo. ,nh n. 58, resolv- prurogar por 2 mozos,
com ordenado na (urina da lei, a licenca que lhe
fui concedida por portara de 28 de outiibro do
por ca-
-...... mas de madeira com psMe ferro, partteipandu
rece l:i av,sar aquellos que devam cumpa- I presidencia o resollado da arremalaco.
Jo'au 11 1- ,, """"u inspector da Ihesouraria provincial. Ao
do V ,"ar-s''',lli'!1 Por I'"10' M Irahalhus.q.ian-. Ihesouroirn pagador da reparlicao das obras puhli-
uo o dueelur geral despedir os empregados, nunca ...... *-
l'oreiu antes de duas lunas da larde.
Art. :pj. li empregados da sarretaria, menos o
uirector geral, os consultores, us empregadns do
gahiinli-, e us curreius que nao esliverem de ser-
vieo. assiguar.io logo que entreo o livro do ponto,
que estn para esse lim sobro a mesa do purleiro.
AS J horas o nieia ser encerrado o ponto, o o li-
vro guardado pelo porleiro para ser presente aodi-
reclor.geral.
o purleiro, ajiidanles, conliinios e oorrrcins de
servii-o devom oslar presentes s horas o luea da
uanha.
Art. O
K.bede!'evmT''T, .""'*, f'"'e'" 1"cul""i'ls- 0| uesuueiloi erom a sua, orden,. co, a iuizu do director "eral
conu o mmiT' ?" "''i"''"- ''''. "i'"i|daS' U A','- '-' N'J '"" ''" m"' S,'r'' li,r" Jn P01""
Ari "i?, "711.' sul"- > obaerracuesdo director geral. remoUiSo ao di-
Arl. 21. o inimslrn pielera suspender correc.cio- \ redor da sereo do orcamenln
iialiueule a qualqner empregado por tres mozos.
Art. 25. O elfeiln da suspensao privar o em-
pregado do exercicio du emprego, da anttguidado,
1 ssalilicacau.
.Clcmi
re.spe -tivns.
S l.Os mappasscmai e mensaes.
Arl. j A lerueirasecbaot das negocio, e beneti-
cins ecclosiasticus llllialllMilii
8 1.^ A divisao ecclasiastica.
i i A npre-sentaiiC nrula e remoi o dns he-
nelicms ecclemaslicos, dispensas e quaeiuer actos
rcspeetiTM, ;
8 3. r.onftirios de jarisdiceao.
8 i." Recurso cora.
8 5." Beiieplarilo imperial e uceneaspn'viaspara
as granad csptriluaes que se impelro da Sania S ,
seus delegados.
8 6." Os negocios com a Saulajsfou seus dele-
gauoa,
8 7." Os negocios relativos aos :
Srnimarios,
Conventos,
Capella imperial,
Calhedraes,
Paracaiaa,
Ordeus tereeiras, iraandades e rnnfrarias.
A,- "U8"'0S relativos aos uniros cultos nao
calhiiliins.
Art 6. A qiiarla seccao de polica, prisoes c tor-
ca publica coinprehonde ; .
! l'o A Poli('aesegnranca publica.
8 z. A divisao policial. '
8 Os telegrauhos.
8 4." 0 tranco de africanns.
8 5." A illuminaco publica.
8 6.a As prisoos.'
8 7-" As enlomas penaos.
8 8." A auiuastia, perdo e coinmulaco de ne-
nas. v
*,.9". A or8'"|iC-ao da guarda nacional e corpo
policial da corlo. '
8 10. A nomeacao, suspensao, remoran, passa-
gera. reforma e demissao dos oflieiaes da guarda na-
cional e curpo policial da corte.
8 11. Amanenla de todos os ollicias da guarda
nacional e corpo policial da cdrle.
8 12. Os quadros da fosca qualilicada pidV o .ser-
vo;,1 activo e de reserva.
3 13,. Os quadros da forca do corpo policial da
corlee dos carpos pnlii'iaes'daspnivincias.
8 14. Tudo que disser respeito ao snico, ar-
mamento e dissipiuia da guarda nacional e corpu
policial da curte.
Arl. 7. A quinta seccao de on'amonlo eonipre-
lieude :
1," A organisacu do orramonlo.
8 2." A dislribiiien dos crditos.
S :)." A creacao do crditos suppleinenlares e ex-
Iraurdiuarios.
g 4." A expedicao das ordeos sobre as despezas
du ministerio e a liscalisaco deltas.
. i 5." 0 bala uro provisorio.
3 6," Os quadros semanaes o mensaes das despe-
zas e estado dos crditos.
8 7." Os contratos.
8 s-" As indetunisacoes.
Arl. 8. A sexta seccao do archivo comnre-
hende : r
8 1." A guarda,tlassiucacd e arrumaco dos li-
vros c papis Undos ou prejiniieados.
. 8 2" A bibliolheea.
8 3." 0 extrato dos jornaes do imperio.
k''o*' emmum a todas assecres :
9 Aguardados papis pendentes ate seren
lindos ou prsjudicados.
8 2." As certidoes.
8 3." Os regulamentos, instrucciies, decises e
quaesquer arios relativos aos negocios da sua com-
petencia.
8 4. 0 registro por extracto de lodos os negocios
que correrem ppr ellas, com ind ai o do processo
que torera segurado e deeisoes que tiverem :
9 5. O batanen animal dos papis respectivos,
} 6, A expedicao dos ttulos dos empregados,
cuja uomearo se faz por ellas.
8 7." O quadro, asseutamento ou matricula de
ordeuadn c
Arl. 2fi. Alera da suspensao peder o director ge-
ni admneslar o reprehender os empregadns.
A reprehensao pode sor publica ou particular.
SKl.CVO II.
Do director gerat.
Arl. 27. O director geral o chefo da secretaria
de estado dos negocios da juslica, e a ello osLio su-
bordinados lodos os empregados dola.
Cumpole-lhi! o ttulo do conselho.
Arl. 2. Incuinho-lhe :
8 1." Dirigir, promover inspeccionar lodos os
Irabalhos, especial e iininediaiaiuonle, os que eslao
a cargo da seccao central.
8 2." Manlor a ordem o regularidade do servco,
admoeslando, reproheiideudo e suspeudeudo os eiu-
proganos.
3 3." Organsar al o da 31 de mareo, o sub-
meller !i ennsideracao du ministro, o relalorio que
deve sor aproseulado aiinualinenlo asseinbla
geral.
S l. Execular os Irabalhos que lhe forom com-
ntetlidos pelo ministro, e preslar-lheasinforniacoes
pareceres que ello exigir
S 5." Pazer as cuiuiuuiiicacoes de tudas as 110-
., o qual liquidar as
tallas do cada um empregado, e passar.i o altes-
ladO de liequeneia para ser BSSignado pelo dree-
Inrgeral oreinellidn ao IhesOuro.
Art. 3, Em geral, a forma do processo dos ne-
gocios o a seguale :
N.-1111111,1 papel subir presenca do niuslro ;
I.* Sem nota ou sgual do registro de entrada':
2." Sem informacao do presidenle da provincia,
presidente du tribunal, juz 011 empregado, por
cura intermedio ou com cuja nformaeo dova o ne-
gocio ser rouietlido secndara : *
3." Sem rnrpoata un audiencia do empregadn a
quem se reforirniiogocio.se for queixa, aecusacio
OU represeulai "10 :
4.* Sen extracto e informacao da seroo a que
perlenca o negocio, referiudo 'os proceflolos havi-
dos. u oslylo da reparlicao o ajunlando os papis
respectivos, ou que forem importantes, convenien-
tes e anlogas para a derjsao :
5." Sem o visto do director geral, que margem
do extracto e informacao da secrodir oque mais
COIirier, dando lamlHmi o seu parecer.
6." Sem pan.....r dos consultles nos casos de que
tratan oaarts. 31 e :i2.
CVPITCLO IV.
Ditpoticdet neraen
Arl. 41. O ministro podor Romear para 0 seu ga-
binete um nu mais empregados da secretaria d
cas, mando Vine, entregara quantia de tiOjOO reis,
aliui do ser ndeinuisado o propriolario da casa,
que tem de ser demolida para execucao do 28." lau-
co da estrada da Victoria.
Dito ao eommaildanle do corpo de polica.Man-
de Vine, dar baixa ao soldado do Corpo de seu cum-
ulando Antonio Jacob de lama.
Dito ao gerente da cnmpauhia Pernanihiicana.
I ndo Vino, fazoi seguir o vapor Perxinanya, para
os pullos do sul 110 dia 20 do crtenlo.
Dito a (rei Mano
nha,
guanlas hitemos o externos que tendan) a seu car-
go lodo n sillico do cslabelcciiuenlo S dis|.....se a
gualda policial, que l se acha, sondo aproveiladn.
para o alisUmeule da referida secin ns guardas
pnlieiaes que livoroni dadu pruvas-de ptimo com-
porta UMtntO.
Dilo ao mesmo.Tendo S. II. o Imperador con-
cedido u seu imperial exequtur nomeacao do Sr.
D.Juan Ahglada lilho. para vin-eoosul de llespa-
nha nesta provincia, em substituicao do Sr. D. Mi-
guel Brayau y Liferraore : assim o couiiuuuru a
V S. para sua inlelligenta.f.oiiiinuiicnu-se tam-1 s%eonlratarara para sorvir^nn 9." batalhao dVu
he ao inspector da Ihesouraria defazouda caoi'an'aria da guarda uaciiiual de Olinda, como V. S
saude.Cemmunicou-se ao inspector da Ihesoura-
ria provincia] e ao director geral da inslrucco pu-
blica.
Expediente do secretari'i do qftrerno.
Olliciu au coiumandauto superior da gualda na-
cional dos municipios de Olinda e Iguarass.S.
Esc. o Sr. presidente da provincia manda coramu-
nicar a V. S. que, por despacho desta dala, autorisou
o inspector da thesourana de fazenda a mandar
abrir asseutamento de praea aos cmelas Marcelino
Caetano Barbosa, e Pedro Perreira da silva, que
capilao do porto
Dito ao inspector geral de arllharia nesta pre-
mela. r.nuviudo em que 0 teueute do oslado
maiorda primeiraetasse Berardo Joaquim Correa,
que se acha nosla pruvineia, disposi. o da presi-
deniia, exerca as tunecoes de ajudanle de orden,
de V. S., >isto achar-se doenlo o segundo lente
duquarlo batalhao do arllharia a pe Jos Antonio
Ribciro de Preilas ; assim o communico a V. s.
liara sua inlelligoiicia. Commiiuicuu-se ao com-
maiidauto das anuas o ao inspei.lor da Ihesouraria
de fazenda. .
Dito ao mesmo.v-Pelo seu ollicio de 19 do cor-
rele, liquo inleirado do que nesta data loria V. S.
de dar comeco inspeceo do quarlo batalhao de
arllharia a pe. Coiniiiuiiicou-se au inspector da
Ihesouraria de fazenda.
Dito ao couselhero delegado da reparlen espe-
cial du Ierras publicas.Remullo a V. S.', para sua
iiilelligeucia, a copia inclusa du aviso do uiinisle-
a tre Manuel de S. Petipra. Pelo onicio rio do imperio, expedido pela reparlicao geral das
le ila copia inclusa e modfllo, que acoiupa- | lenas publicas, em 12 do Janeiro ultimo, sh 1111-
1111 uxemplar do Diario de l'erna
couiiuuuieoii iioseu oili.-io de lado crrenle.
Dito acamara municipal de Olinda.Ao ollicio
da cmara municipal de Olinda, datado de 18 do
cortele, sob n. 100, respondo, de ordem deS. Ere.
0 Sr presidente da provincia, que forain n'cehidos,
o balance, orcamentoe cantas, a que o mesmo olli-
cio se refere.
INTERIOR.
, _. ._. .....,,, u ,,,,,,,_ ,,io um 011 mais empregadns da secretaria do
nieacoes, licein.as, demissoes, despachos e deci- i qualqner categora que sejam, os quaes torio, nlm
""<",' S b. Accusar o recebuneuto de relatnos, leis o ceder de2:100S. livre .....linislro chamar para
quaes oulras informaroes que reinellerem us presi- este exercicio nina ou duas pessoas ostrauhas as
denlos das prnviuoiacs, o oulras autoridades 011 Iri-lquaes lorn lam.......tma graliliea.-au exlraordin-
buuaos, associaces o particulares.
S 7. uequisilar em nimio do ministro a qualqner
auiordad.', com excepro somenle das cmaras le-
gislaiivas, ministros e eonselheiros de oslado, bispos
e presideiilos das pruvincasas iifnrmacese pare-
ceres que fofeiu uecessarios para inslrucou dos ne-
gocios.
S 8." Recebar e abrir toda a correspondencia of-
Hcia], dar-lhe direccao
un
1 para us
na, qoo nn exceda ao voiiciuienlu marcad
consultores
Arl. 45. O actual nlHcial-maior da necrelaria,
sendo aomeado director geral, lerl, em lugar da
graliliea. o mareada, na tabella annexa n. 1, a de
.'i:b00a, termo medio dos omolumeulos que ora
vence. '
Arl. ifi.
.. As primeiras iinmeaciies dos empregados
lev ai ininedialaiueiile ao da secretaria serao discrieiouarias e sem depeiideu-
,0 w "o ute", ',S,r'' a'1Uella qUC l,U,SUa "U-Ca "^^-laholecidas ueste regulamen.
"T^"-."u'/r'a quenicnnvier. para seu conho- I *& "' ""*" 8- oisposicOosem con-
ciinenlo e execucao, copra das deeisoes do governo ; Jos Thomaz Nab.uo de Araujo dn meu conse-
e dos regulamentos expedidos para a bda execucao Iho. nriuis.ro e secretario de estado dosiSoeU*
sil 1 1.. i.....* i- v idaniamiha, assim o leuha entendido e faca exocu-
nioli ,'o a' d'a^os empregados, porgar. Palai iodo Ptio de Janeiro, em 5 de fovore de
mnuiu jitslo. l8oi_ pns da injopendenc;.! e do Imperio -Com a
S 11. propdt ao ministro em execucao e como rubrica de S. H. o Imporadnr.-JoS1 Tl.Za- \abn
coiiipleiiientn deste rogulaineiilo as instcuCCes lio- co de iranio laumu. .\aon
cessarias para direccao, distribrnicao e economa
do servieo, mareando as ohrigaeoes dos ulliciaes,
amanuenses, partanles, purleiro, ajudantes, con-
tnuns o eorreios.
8 12. Crear os livros que forem uecessarios para
o boin e regular andamento du servco.
13. Designar os empregos que defer ler cada
seccao, cundirme a importancia afluencia dos seus
Irabalhos.
8 14. Servir de secretario da'sesso de juslica do
conselho do estado, lavrar a acta do que ocerrer
as conferencias, e os tormos necessarios nos pro-
eessos que correrem peanle ella.
Art. 29. Km seus impedimentos servir o direc-
etor de sereno que for designado, polo ministro. A
dosignaco sotar logo que osle regulamcnto entrar
em execucao, u pode sor revogada discricouaria-
meiile. .Nos impedimentos do designado servir o
director do seccao mais amigo que estirar prsenle.
SECC.VO 111.
fax contultores.
Art. 30. Incumbe aos consultores individual ou
conectivamente:
8 1.* Consultar rom seu parecer sobre todos os
negocios que o ministro mandar.
8 2.0 Organsar e preparar o relalorio c exposico
de motivos para as proposlas legislativas, os regu-
lamentos c quaesquer Irabalhos que o ministro Ibes
encaonar.
Ar. 31. Ao consultor dos negocios da juslica in-
cumlie especialmente dar seu parecer:
B 1.* Sobre pelicoes de graca.
8 2. Sobre iidemnisaces.*
8 3." Sobre queixas contra magistrados c einpre-
gados-
8 4." Sobre aposentadorias.
8 o- Sobre remocao e suspensao de juizes de di-
reilo.
8 6." Sobre suspensao de magistrados
gados.
8 7. Sobre duvidas suscitadas a respeito da exe-
cucao de leis e regulamentos.
8 8." Sobro apresamenlos de navios empregados
no trauco, e quesloes relativas a bancas.
8 9." Sobre conOiclos.
empre-
7:2nosono
IKKMI.jlhH)
5:0OOj -l:iHMi.yMHi
:t: (009INNJ
2:IMBInKMI
WHIjOiNI
2: ii:|-ihiii
1:IMrjOOO
i:2nojjono
1:100jIKKI
VKXCISF.NTOS bosunsasiHM
Director geral........
Consultor...... '
Director de seccao......[
Prmoiroollicial '.......'.
Segundo otlcial...... .
Amanuense.......i !
Pralieanle.....
Porteiro.......
Aldanle......[ [
Continuo........ "
Correio..........
Os eorreios leem mais 2g por da quando sem-
rem, e 1509 por auno para cavallo.
-------------------
GOVKRA'H II \ PROVIM'IA.
Expediente du dia 1:1 de fevereiro.
Ollieio ao Kxm. presidenle da provincia do Cea-
ra.Sendo conveniente tor nesta provincia, por
dous 011 tres mozos, um ongeiilieiru hvdraulicu,
que faca no porto algutis exames, de que precisa, e
de sen parecer sobro uiolhorainentss do mesmo
porto, rogo a V. Kxc. so digne de permittr que o
engeiiheiro contratado na Europa por cotila da pro-
vincia do Ceari, venha a osla cidade no prximo
vapor, que passardn norte para o sul, e cum o lim
de ser empregado portuiu), como couvicr ao servi-
eo publico. _.
r.orrondo o serrirdraMue ello se deve destinar
por cunta do miuisteriopa inaiiiilia podor V. Kxc.
conlinuar-lhe os seus vcnciineiilos para seren de-
pois iudemnisados polo referido ministerio, a quem
dou parle desta niinha deliberai o, arbitraudo-lhe
\. Kxc. nina gratilicaeo mdica para a vlagem,
que maudarei aqu abonar-lhe sob miuha respon-
sabilidade, serviudo-se de udiaular-lhe ah os seus
veucimeutos por dous mezes, e jera quiuto uao re-
solve o governo imperial a sua aatilitui.au aos co-
fres da provincia.
Se V. Exc. couvier uisso prestar um servieo
administraran desla provincia que. leudo grandes
inelhorameiiius hydrauiiros a seu cargo, nao dispoe
todava du una habililaco especial para elles. '
Dito ao hispo diocesano.Rogo a V. Exc. que
1 se sirva de dar o seu parecer sob a qucslo que en-
'gllllll' .
One pode a c.ompanba concertar a ponte, com
lano que o faca do modo a nao iiitorromper o tran-
sito publico.
Ouo nao possivel convir presidencia no pedi-
do que lhe feiln, de vedar ao publico o transito
pela punte, nans porque o transito de pesadas 110-
llbum mal podo fazor, como porque a nlorrupcn
de coiniiiiinicaces du bairro de Sanio Antonio com
o do Itecife, pela punte volha. seria um inconve-
niente miiiln sonsivel para a populaen.
Ouo desejauln a presidencia auxiliara compa-
uhia de Itoberibo mis COncertoS de que a punto
precisa, para ler a segnranca nocessaria. nu s pa-
ra sustentar 08 camos, como para dar passageni
populacho, visto como o publico inlnmnan muuo
nesse concert, nao duvda carregar com motado das
despezas, que a couipanhi.1 llzec para dar ponto
volha a solidez iudispeusavel ao Iransto, com lau-
to que essas despezas por parle do governo Bao ex-
cedan] de lt):IKI0a res, que sejam pagas cniupa-
nhia no lim das obras, o eslas si^jam feilas de mo-
do a asseginar o transito publico pelo menos por
3 anuos, salves os casos de forca niaur.
Dito aoeonselho administrativo para fornecimen-
lo do arsenal do guerra.Auloriso o conselho ad-
niintslrakf o a comprar para forneciinonio dn arse-
nal de guerra, os objeclos mencionados nos pedi- I
dosjuiilos.sob ns. 191 e 192. Coiumuiiicuu-se ao
inspector da Ihesouraria de fazenan.
Rito ao conselho encarresado dotoruecimento dos
navios da armada e oslabelecinienlos de uiariiiba.
Ao ollicio que em 17 do corrente dirigio-me o con-
selho eiicarregado dn (oraecimeulo dos navios da
armada o ostabolociiuontns de marnha, respondo
declarando, que podem ser ullimadns os cuntralos
retios para a venda dos objertos nieuciouados na
relacao n. 1, e aceitas as proposlas constantes do
termo, que acoinpaiiha a nota de n. 2.
Dilo ao niesnio. Podo o conselho encarregado
do loi neciineiilo dos navios da armada e eslabelo-
ciuienlus do marnha, promover a acquisico dos
nbjectos conslaulesda relacao annexa ao sen' officio
de 17 do corronlo, obsorvado-so as disposicoes dos
arligns 9o1l do rogulainenlo anunxu ao decreto u.
210 do 20 de fevereiro do auno pasando.
Dito ao mesmo. Respoudendo ao uHicio, que
em dala de hoiiteui dirigio-me o conselho encarre-
gado do (oniecimoiilo dos navios da armada cosla-
bnleeimentoade marnha, solicitando providencias
contra os urn......duros, que aprosenlam gneros de
qualidade iiiferinr que fura ajustada, 011 um quan-
lidades menores quo as eslipulaijos, leuhn a decla-
rar que, para prefinir (actos semelhaules deve o
conselho, nos contratos que lizer, ostaheleeer mul-
tas, que serao cobradas administrativamente nos ca-
sosde nao cun primelo dos meamos contratos.
Portara.O Sr. gerente da compauhia Periiam-
bucana mande dar passagom para Macul, no rapro
PtrttHHHija, em lugar de r destinado para passa-
geiro do govoruo, ao Dr. Horacio Casar, e caso 11,10
baja vaga, o transporte ser roalisadn pnr emita do
minisioriu da iiiariuha. Coinniunicou-se ao 00111-
mandanle da divisan naval.
"'i'! ~" l,rHS',','nte da provincia, atlendendo ao
que lhe h prosonlou a cmara municipal de Olinda
ni ollicio do 27 de Janeiro ultimo, soh 11. 95, resol-
ve approvar provisoriamente os segrales artigns
de posturas
1. As iuhumaces devero ser feilas nos cemi-
lertos pblicos eslabelecidos pela cmara munici-
pal : os cncarregadus dns eiilerros, donos, pren-
les ou Honores dos fallecidos, e os que se presta-
ren] a dar sepultura aos cadveres tora dos referi-
dos; remtenos, ou lugares designados pela cmara,
serao multados em 308 reis e 8 dias do pris.io.
2. Os dimos de rasas do negocio uu industria,
que au salisllzcreni o respectivo imposto munici-
pal de 2,S res animaos gando brasileims, c do 4a
res, tambera por anuo, sendo eslraugeiros dentro
do prazo marcado pola cmara snftrcro a multa de
9 resItemeiiou-se copia desla portara i canta-
ra municipal de Olinda.
Dita.o presidente da provincia, atlendendo ao
que requeren o promotor publico da comarca do
Sanio Vnlao, barharel Jos liara Ribeirn l'araguas-
su, resolve cnucoder-lho 11 m mez de lcenca com
ordenados, dovondn entrar no gnzodella no' prazo
de la das contados desla dala.
Expediente do secretario do gorerho.
Officio ao cliefe de polica.- S. Kxc. o Sr. presi-
denle da provincia, manda declarara V.S., que por
despacho desla dala, autorisou o inspector da Ihe-
souraria provincial a pagar au ajudaule fornocedor
Jos. Elias de Oliveira a quantia do 84} reis, dis-
pendlda cora 2ienlehoes o outros tantos travessei-
ros, para a enfermara da casa de delenco, como
consta da conla o recibos, que acompanharam o of-
hcio de V. S. 11. 159 de honlem.
n_ 21 -
Ofucio ao conimaiidante das armas. Faco apre-
sentar a V. Kxc, para seren inspeccionados, os re-
crulas Agoslulio Soarcs de Souza, Juao Dias da
emigrantes.
Dito au eommandante da difisao naval. pfelo
seu officio de 19 do corrente, sb uuuioro 25, liquo
uiteirado de tor de regressar buje tarde para a
Babia a caiihiineira llajahy.
Dito ao inspector da Ihesouraria defazouda.
Visto o quo pondera o inspector da alfandega 110 of-
iicio que por copia acorapanhoii o de V. S. de 19
do corrente, sb numero 113, auloriso, sb mnha
responsabilidad.!, a despeza que Ur nocessaria al
a quantia de lifKljDUU para a cunolusn das obras
doedilu 10 eiu que fiincciuua aquella reparlen.
Diloao eommandante superior da guarda'nacio-
nal da enmarca do Santo Antn. Ilaja V. S. de ex-
pedir ordem para que ao lente da segunda enm-
panhia dn batalhao numero 23 de infautaria da
guarda nacional do municipio da Bacana, Thom
Rodrigues da l'.unha, se pasee guia, us termos do
artigo 15 do decrolo numero 1130 de 12 de marco de
1853, visto ler elle Asado a sua residencia na fre-
guesa do Poco da Panella purteiicenle ao municipio
do llecife. '
Dito ao capilao do porto.Paco apreseutar a
Vmc, para seren inspeccionados, os recrutas Ana-
cilo Barbosa da Silva e Manoel Nicolao.Commu-
nicou-se an coiuinandanlo interino do 9." batalhao
de inlanlaria de Oliuda.
Dito ao mesmo.Tendo concedido ao roerala Ma-
nuel Nicolao, que cora ollicio desla dala niaudoi
apreseutar a Vine., o prazo de l dias para provar
a iseueao, que diz ter para nao servir na armada
assim o communico a Vmc para seu cunheci-
nionio.
Dilo ao juz de direilo da prmeira vara Com-
pareca Vmc. ueste palacio nu dia [ de mareo pr-
ximo viudouro, s2 horas da tarde, aliui deservir
na junta, que se tem de reunir para julgar o pro-
eesso iiisiaurn.l-. par criiue de descrean contra o
soldado do corpo de polica Policiano' Pereira do
Lira.
Dito ao eommandante do corpo de polica.Man-
de v me. avisar an niajor do corpo sob aeu sont-
mandn para servir na jimia, que se tora do reunir
ueste palacio 110 da 1 de mano prximo vndou-
r.i as 2 horas da larde, alim de julgar o processo
do soldado do mesmo corpo policiano Pereira de
Lira.
Dilo ao mesmo.Salisfazcudn ao que se lhe rc-
coiiimendoii em officio de 1 i dn corrente indique
lwv.'u.P''SSua i'lm"-''1' 'I'1" conduza a quantia de
DUOnw rs. para sor entregue ao colleclor de Ca-
ruar.
Dilo ao direator interino das obras publicas.___
Coovm que Vme. mrnaea ao dminlatrador da casa
de delenco o que for necessario para que soja pin-
tado convenientemente todo o edificio interior e ex-
leriormeiile, pela forma porque e fo a casa de sua
morada.
K o de neenasidade que Vmc. me diga qual o
lempo, que devo deeorrer de urna pintura a oulra
para que o edificio estoja sempre bem COnscr-
vado.
Dilo an mesmn.Dovolvendn o incluso orramon-
lo, que acompanlmu o officio dessa directora dala-
do de 1H de agosto de 1857, para o caleamento e
esgntu das mas dos harros da Boa-Vista o Santo
Antonio, leuhn a recnnimondar a Vmc. quo, ns
considerando o snbrodilu nn-ainenln, declare quaos
as mas que cutivenha calcar pelo svstema de pa-
ralollipipedns, pelo de Mac-Adam oii polo actual,
oreando nesta ronfnrmiilade as despezas, que se te-
lilla de fazer com o caleamento.
Dilo ao mesmo.Remetta-me Vmc. quaesquer
plantas, planos o Irabalhos, que existrom nossa
repartirn relativos construrro da ponto do Re-
cite.
Dito an promotor publico da comarca do Cabo.__
Couslandn, de participaco ollicial, que no en"e-
nho Arassagj, comarca "do Cabo, Manoal dos Ao-
jos Mra gravemeute ferido com um tiro de embos-
cada, do qual vcio a runrror dous das depois, re-
commendo a Vme. toda a diligencia em descobrir
o criminoso.
Dito ao encarregado da gerencia da companhia
Pernambucana.Pode Vmc. fazer seguir para os
porlnsdo Sul o vapor Iguarass no dia c hora in-
dicados em seu ollicio de honlem.
Dilo ao conselho administrativo para forneci-
mento do arsenal de guerra .Auloriso o conselho
administrativo a comprar pera a enfermara do
presidio de Fernando as roupas, instrumentos e
utenss mencionados na relacao junta, assignada
pelo delegado docrurgin mr dn exercito.C.om-
municnu-so ao cpmmandaute das amias e ao ins-
pector da Ihesouraria de fazenda.
Dito cmara municipal de Olinda.Ao emeio,
que me dirigi a cmara municipal de Olinda em
18 do corrente, sob 11. 101, respondo declarando
queapprovo a arremalaco do imposto de 40 rs. por
cada pe de coquoro pola quantia do 8U0> rs., que
oereceu Ramuniln Nonato da Cunha.
Dito i dita do Cabo.Sendo natural que a vi"
CORRESPOMDEnCH DO DIARIO DE PERNAMBUCO.
AI.VGOAS.
larasulUdemarco de t5.
A demora do vapor Penisuinaa concedon-me al-
glllll lempo que apruveitei es.le. endn a Vmc
Datando a miuha inissiva de Jaragu, esqucci-iue
deinleira-h. do sua lopngrapha, pusieo commer-
cial e costamos de sua popularse, o que agora ron
fazer. Jaguar pane integrante d.- Haret, mas
exei ce sua influencia us de,tinos cnmmerciaes da
provincia. Nelle ivi.ieni as cuparticoes da Ifau-
Ite, consulados geral e pruawrial.' capaM ^
|iorlo, trapiches, nellc fundoam os navio, e Cnnso-
quentemenle aqu se agitara quasi todas as Iransac-
i-oes cuinmerciaes.
Krisleni aqu as agencias dos vapores das com-
panlnas brasilea, pernambucana e bahiaua
o cuiiegm dos educandos, aulasdeum e mitrse-
xu. shipotiandlor,, emiim 11111 ponto porttil
por qualqner todo, que se posea encarar.
Ha mais diversa., casas importantes Ules coranas
de Sacacera Itarbusa \ C, Francisco Perreira de
An.lrado, Antonio lenlo Barbosa, Jorge Diuz Ma-
ranhao 4 Agotar, Silva Leao i C. s dllerentes es-
laiioioeiinoiilos laoscuniu o bem surtido armazeui
le Manuel Francisco da Silva Carrilu. Joo Cuinia-
raesxl,., Salvador l.eile Vedgal, Itonto Joaqun,
do Medoiros, Silva Itraga, Jos liento e uiilrns J,,
ve \ me. que Jaragu nao una nullidade ni or-
dem das cousas.
Tem mais nina capella soba invocaco de N. S
Mai do Puvu, cuja admiiiislraeau osi conliada a
una irinandado, seu capelln o honrado ancio o
Kvd.Sr. Ignacio Joaquim da Cosa, tambera pri-
moiro supploute um oxercicin da vara de orphos
de Macelo.
Tambera ha nina subdelegada cuja influencia
volate l'ajn ara o suascircunibisiiihancas, est bem
mal exercida.
Olanlo aos costuraos de seus habitantes igual
ao de lodos os lugares anudo o cominorcio oxerce
mais iillueucia : menos idias o mais pnsilinsias
comprar e vender, mercadejar em pequea 011 grn-
ele osala, guerrearem-se mutuamente emiim to-
dos eamraham afanosos a por o melal sonoro a
realidade.
San francos e hospilaleiros, preslaiu-se de bom
grado a remirem as preriaoes dos taieuses, aao
uvidara auxiliar aos lioraens do poquenu coinmer-
110 embora d'ah Ibes resulloni projuizos, decep-
coos o desarraiijos comnierciaescomo ainda ha pini-
co aonn tocen com u honrado negociante K. p. de
Andrade victima de sua boudade e genio prestante
e cuidoso.
As reparto-oes (unecionam com a regularidade
precisa. K iuspeclor da alfandega o Dr. Manoel de
Sobral Pinto, o consulado provincial ptimamen-
te dirigido poli, honrado lenoiilo-curoncl Francisco
de I aula Mosquita Cerquoira, a capitana est en-
tregue ao secretario, aguardandn-se o novo capilao
dopnrl.....mirado o capitn de fragata \ 11 liraio Car-
los Pigueira do Pigueirodn. Do collegio dus edu-
candos director 0 coronel Joo llelarmiuo dos
sanios.
A visita dos navios foila com rapidez e regu-
laridade, nao.s da parle do guarda mor Julio da
Silveira l.ubo, como do empregado da polica fila-
ses do Carvalho.
lia eifeilvamenle tundeados no porto 10 a 12
navios brasileims. ingleses hamburguezes : o ago-
ra ha um de guerra o hiato l'arahibaua, cajo h-
bil eommandante o primen lente Vital de Oli-
veiia aeha-aM oceapado na axploracao da l.aga,pa-
ra onde iiioiiiliirmaiu trata-sede agenciar a forma-
cao de nina compauhia de pequeos raperes.
Coiameretalmente (aliandorema aqu alguma des-
iiilelligeucia entro cerlos negocianles. promovida
pela casa Silva l.oo que a lodo cusi procura su-
plantara casa de p. p. Andrade. Para conseguir o
inumpho reuni-so a outros o formaram um con-
venio para ellos o smenle ellos comprarem o veu-
dereui baealhio, creando assim um munupulio quo
a nao dar-sea concurrencia de Andrade, recibira
sobro a populaen quesera remedio sugeilaria-su a
lodo e qualqner pr.'.,. estatuido polos horneas do
convenio. Felizmente Andrade nu fugiu da palo-
ja o liado no sen crdito e auxiliado por seus 1111-
inerusus freguezes tem conseguid., aoompanha-lus o
desla maueira benoliciainlo ans compradores e pro-
movido realmonle um bonellcio para a pobreza. i
da sociedad.'seiiohniivossem homens taca, e ilo
contrario leamos de euifar a servs aos manejns o
unposieoos aos ambiciosos eiu quem someiilo
actuaiiiointeresse 00 desejo de adquirir furluua,
nao importando os meos.
Pretender enibaracar e dflicultar a concorrencia
importa crear o monopolio ; que sendo planta ex-
tica 110 soculo XIX somenle provoca a odiosidadee
chama a animadvorsao para os creadores c secta-
rios. 0 commerco de todos, e todos podem com-
merciar em prnporco de seus capitaes c crdito, ao
conlrario, um abuso iuqualilicavel.
Opaizc extenso offerere vasla amplido para os
especuladores ; c pois cada qual suslenle-so no seu
po-lo ; porque todos podem sem necessidado de
emprearon a bosllidade impropria de urna daaae
literalmenteordeirae morigerada, porque tem que
perder.
Soi que Fuo ajustn comprar a salfra de Beltra-
nu, que faco eu para fazer nial a Kuao f dirijo-mo
a lleltrano e procuro arreda-lo do cumprimeuto de
seus tratos, pedindu-lbe a pretercucia para mira.
Oue sgnilicacao lem este fado >. prova a mnha
maldade e que procuro por toda a lrma guerrear
um inimigu, cuja sombra causa-mu clicas, calafrios
iusiiDortaveis.
Infelizmente esto systoma vai propagando-se e
adqiiirndo sectarios, e por aeu tumo vai appareceu-
do a desconlianca, a incredulidad o a palacra do
hornera ser rebalsada a menos qoe zero. Dos
permita que eslas miabas refloxoes possamdlar
111. ule creara urna nova era commercial nesta pro-
vincia, ja facilitando as transaoooes, ja transportan-
do passageiros o morcadorias e" ja finalmente, ani-
mando o rom inercia de algumas filias, infelizmen-
te estacionarias falla de ama navegarn regulare
segura o mais vautajosa aos nleresses, pblicos, e
particulares.
Este pruvineia applaudin a creacao da companhia
e desde logo foram-lhe concedidas todas as isen-
eoes, e a asseiubla provincial anniiiudo de bom
grado, conceden a subveneao pedida, que lem sido
paga puntualmente.
Agora eumpre sab.-r. Tem preeuchido lielinenle
as cnielii es estatuidas 1 Tem enrrespondido aos
luis de sua iiistituicao ? Tem agradado ao coni-
uiercu e a Indos os interesados t Toca em todos
os porlos marcados na tabella 1 Os vapores empre-
gados unereeem uscommodos que sao indispensa-
veis o de rigorosa inluieio ? Aguardo a resposta,
e oulao dar-me-hei ao trabalbo de expender algu-
uias rollexoes, custosu resultado de mnha expe-
riencia o observaeo.
Sinln entrar aesta diseussao porque realmente
aprecio os dignos caracteres que compoem a Com-
panhia Pernambucana, e estimo o Sr. lente Mo-
reira, a quem dedico sincera e dusinteressada sym-
pathia. K pois nao sou suspeilo nos meus juizs e
apreciacoes, Espesso as minhas conrieces tan
puras, como sao puras as minhas aspirarles nesla
vida, que smente me oflerece tormentos* e derep-
coes urna serie nao inlerrora|iida de contrariedades
e proracoes. Seja feita a vonlade de Dos, nunca
de-esperoi, nunca descr da existencia, nntro eren-
cas mm robustas na iatereesaao do altissimo a quem
rendo mil hossanas do intimo da uiiuha couscien-
cia, volleuios ao assiunpto.
o diverso, Illm, ha sido o procedinieiito da
Companhia Bahiana, depois que passou a direccao
dos nucs empresarios!
Dispondo jo qualro vapores dous principalmente
o r.ouralve* Varliiu, e l /cria de. Siiiuntb nada
deixain a desojar em lino, riqueza e conimodidade,.
Realmente lennos sorpresos na occasiao em que
lomos visitados,tanta supluosidade excedeua nos-
sa expectativa, julgamo-la um lauto excessiva em
relacao aos pontos destinados da sua navegaco.
Acresee a regularidade das vageus e ponliialidado
110 rumprimento das obrigaces contratadas ; e
consequentemente som receio'de ser desmentido,
possu assoverar, que a companhia Uabiana merece
toda a pruleccio,1cm direilo i subrun^u desta pro-
Ouanto lenlin avancadn relativamente a Comps-
ulua Bahiana partilhado por lodos ; e mearan
au diividarei conllar na consciencia dus dignos
cniniiiandaiiles dns vapores Ignara*** e l'er*iimnaa,
ellos qoo digam se ou nao verdade quanto leuhn
expendido. Oucnt quer alcauearos lins emprega os
meras, e ao conlrario ha completa burla, abuso re-
petido.
Vamos ao noticioso.
0 espirito publicocunserva-se em calma, e con-
fiando na boa o honesta direccao do Exra. Sr. Dr.
Calheirosde Mello, o aguardando o presidente 110-
uioado o Kxm. Sr. Dr. Agosliuho Luiz da Gama.
As inforinaeoes que lomos da illustracao, energa
e oulras qualdadesqueornam ao Exm. Sr. Dr. Ga-
ma, eiirnbusioceiu as nossas apreciacoes relativa-
mente sua futura admiui.straco. Esta provincia
podor sor ingovernavel para aquellos administra-
duros, que como um baixel sem leme deixam-se
tlucluar no ocano procoloso das utopias polticas.
Mas uiu governo que eonservar-se mmuvel como
um rocliedo zumbando do embale das ondas, cque
icaslelar-se uiiicamenlenos mclhoramenlos moraes
o malcraos da provincia, no que ser auxiliado
por lodosos hoiuons sensatos que tem nleresses
roaos na iiiaiiutoueo da paz eprogressivo camiohar
desla Ierra, um tal governo necessaramente conse-
guir o geral consenso dos povos, e seu nome pas-
sar posteridade, coberto das heneaos e de grati-
do da sociedade.
Oue importara as aspiracoes dos partidos infeliz-
mente ainda extremados f l)ue importa o passado
expeclro horrivel, cuja nieordaco ainda inlorpece
as intelligencas dos nosssos homens polticos f A
provincia quer impulso e anmaco, e que conse-
guido caniiuhat plocisameiite ao ponto culmmante
da prosporidade.
Carantia ao mrito e serviros prestados, juslica a
lodo costo, repressao do crime, actividad.' na poli-
ca, boa liscalisaco das rendas publicas, melhora-
im-nios ninraes o materias tacssso asnecessidados
mais palpitantes desla provincia, o mais sao cousas
secundarias. Hasta.
O carnaval deste auno excedeu nossa espeota-
tiva. os mascaras desta vez comprchetideram o valor
iiilrineeeu du carnaval.
Semino gnsto aos vestuarios, o frisante das cari-
caturas, a lina ordem dasevnluces tudo palentcoii
o progresso das entidades carnavalescas. Heceham
niioss dado pelos amareis na casa do Sr. Dr. Silveira na
roa do l.ivramento dofotu all encontramos, quanlo
era preciso |iara o bom enlreteiiimcnto de algumas
horas, passada nos doces folgareS dos mysterios
Terpsicoroanos.
Oxal euiitniem e leremns de pasear outros das
contentes o jubilosos,na fruicao dosprazeres da socio-
dado.
Impronsa.O jornalismo desla provincia acaba
de receber o concurso de mais dmis fortes Iidadores
um o Echo do Maaguaba folha inleiramente polti-
ca e conservadora o lilha legitima de urna socie-
dade insultada na antga capital, o outro o Li-
eeula Alagoano e produi-ro de alguns jovens,
alumnos do liceo desta capital. Ambos desenvolvem-
se do accordo com os principios e lins de sua
creacao.
RegUtando taes a parirnos nao podemos encerrar
no olvido nossas sandaeoea mocidade estudiosa
que lio bellamente extreou-se na vida Ilitera-
ria.
BU, Ilustres mancebos, compre nao recuar da
senda incetada, o porvir vosso e da patria, e ella
bem dir os nomes de lio dignos e talentosos
li I los.
Krguoi-vos allanerns o saudai, jubilosos a trra
que vos vio nascer e que so mediante o auxilio de
seus fllhos pode chegar ao zenith da grandes e
prosporidade.
Abrigai-vos sombra da aoro da sciencia, co-
ln 1 seus sazonados fructos, e immortalisai-vos, co-
locando-vus apar dns Cansancio, Moreira de Carva-
lho, Bastos, Mello Moraes, e tantas oulras capacida-
des alagoauas.
As letlras sao amigos que se nao podem perder e
que por toda a parle nos acompanham.
Sao de lodos os lempos, de todos os secutes, do
todos os paizes, fazem que um litterato nunca seja
forasteiro ; porque um sabio perlenre a todas as a-
mes, o aluda a humanidade: cm toda a parte encen-
tra consolarlo e honra.
1. e..u 1. '--------------.....' -. t~......... '!-. _-.<.- nuil,,,., leto-mes i>o,sjfu anar
do Cabo tonha de proseguir em sou augmento, por i no espirito de alguns, o que assim possam evitar a
Nao tonho lempo p'ra
zo-vos para a prmeira,
tonco do commercin desi
des em qneha lutado,
as suas trasacoes. El1
to das reparto-os o mais
Contina lt sua dsposieii
antigo cam.irada.
entretanto, empra-
fornecerci um his-
frmcia, as difficulda-
ir que domina todas
tarabem o rendimen-
arreimentos.
o pequeo prestimo do
O Cotmopolita.
ral ut supra.
llontem entraran! neste porto, o nossofapor Va-
lena de Sraim da companhia Bahiana. e tambera
o vapor americano Irashaeton, que seguio honlem
mesmo para a california, conduzindo 400 e lanos
passageiros. F.speram-se outros da raesma com-
pauhia, o consta que todos tocarao neste porto.
N J
i
> -________________._________


2
Diario de Pernambuco.Quarta feira 16 de Mraco de 859.
PERNAMBUCO.
ISSEIBLEl LEGISLATIVA PROVINCIAL.
SES3O ORDINARIA ES 11 I'* MARCO DE 1859.
Presidencia do Sr. Bario de Camaragibe.
(Concluso.)
ORDKM DO DA.
Sagunda discussao do projecto u. 56 de 1858, ele-
vando cathegoria do villa, com a denominante de
S. Bento, a povoac.. do mesmo noroe, porteiieente
i comarca de Garanhuus, tundo por termu o lerri-
lorA0e ,r(u?lll'2m ueste nome.
O Sr.P. Itunrle:Sr. presidente, nao desojara
, que este projecto passasse, nem mesnio na primei-
radiscussai), sem que alguem se prouunciasseoral-
nicuie. pi ou contra elle.
En rosolvo-nic a volar a favor do projecto, c o
suslentarci cora as inhibas frats forras : o auno pas-
tado mo pensava assim, porque nao resida onlu
no centro : boje, porm. que lenlio ronliccinu-ulo
cabal da localidad.', entumi que o projecto nevo
passar, visto como recouhern nello una necessida-
de pblica.
A frcquczia de S. Benlo lem 9 mil almas; tem ale
necessidade de ter um batalho de suarda nacio-
nal, pela sua popularo ; dista da sede da comarca
que 6 a villa de tiaranliuns, 12 leguas, pelo que v!
hxc. ve e a casa, que nao SO a justira nao pdela
ser oonvenientemcnlo distribuida, romo aquello*
que lem pendencias no loro, nao deixaiu de sofiror
pravos projuizos: depois, na organkaco do jury,
DOS sabemos quauto nesla capital cusa' cUo reunir-
se, residindo quasi s portas do tribunal os sortea-
dos etomo reunir-so de momenlo, residindo-sc
12 leguas distante, e no centro onde as leguas sao
extraorduJariamenlo extensas ?
Noiiuore,, Uto nao um discurso; sao nica-
mente as bases em que est iirmado este projoclo
que nao o meu, e sim do Sr. Siqueira, masque vt
to a favor doli o por isso eslou aprescutaudo as
bases em que elle se lirmoii...
Ihn Sr. Deputado Defonde-o.
O Sr. P. Duarte : Qucui quixer melliorntenle
Uetendo-lo, pode-o fazer, e por isso apenas direi
que S. Bento 6 untfporuado rico e bstanle eom-
ncmol, que tem roda de si muilas fazendas de
prouj-ielanos abastados; os gneros alimenliciosal-
l sao abundantes; a agua soflrirel. o quasi niin-
caas seccas fa/em secco, que aquella localidade
soflra pela mullid.in que lia de acudes.
Disse o nobre deputado, juiz d diroilo, Hornea-
do para Garanl.uns, aqui em aparto, que nao lia ca-
sa para a cmara, jury e eadeia, etc., e que por islo
nao poda S. lenlo ser villa. Supponlio quu ioi es-
te o sen pensainonln, embora o nao concluisse.
Mas, Sis., eu eslou autorisado para dizer casa
que o meu lionrado amigo o Sr. vinario de S. Ben-
to, lem uuia excellenle propriedade no lugar, e me
d.sse multas vezes, que a onereceria ao governo por
venda para servir de eadeia, casa de cmara iii-
ry, ole... '
l-'m Sr. Depulado. De traca ?
O .Sr. P. Uuarle: Nao, s'enboros, nao o reco-
nhero loo patrila, quo faca rrsso dessa sua pro-
priedade gratuitamente, qando elle nao lem inte-
resses na polilica.
(lia um aparte.}
O Sr. P. Duarte .-E o govcrim nao tem de edi-
car urna propriedade para servir de reparticocs
no caso do passar o projecto ?
Tem ; pois existo urna j edilienda, que a do
llvd. vjgano, que com qualqucr augmento servir
para cmara o jury.
Um Sr. Deputado Se fosse de grana I...
O Sr. /'. Duarte .Seria melhor... '
Depois, Sr. presidente, eu onlcndo que a froguo-
zta de s. Benlo, devendo ludo que a urna fami-
lia all residente, o havendo uma ropresoniaru
nosta casa assignada por quasi toda essa familia e
seus anugos, parece que linham direilo a receber
desta casa, cm atlenco aos beneficios que lem fei-
lo a ceso povoado, o favor que solicita, lauto oais
quauto o elle embeneficio do povo.
Ha um argumento eonira, que o anliciparei, o
qual oque nessa representaro nao existe a as-
signatura do respcilavel Sr. Francisco Ignacio de
lana, nem a de seu lllho, nem mesmo a do llvd
vigario...
Um Sr. Deputado :Quem disso isso?
O Sr. P. uarte : Eu cstou imaginando o que
se pode dizer; e de mais para (pie illudir-me ? Sei
que. o projecto morre, mas nao quero acompanha-
lo no enterro.....
O Sr. Brilo .Eu declaro que vol a favor.
v uSr' D""rte.Esse argumento nao procede.
> "C- sabe, que a obra ronciliaco por mais que
ande nunca chegar nos nussos serios, salvo se qui-
zer esperar polo trem do caminho de ferro. O hon-
rado Sr.^capilao Paiva, anciao respeitavel. e que
tem por timbre ser franco c leal com os scus ami-
gos, por varias vozes disse-me,que nao se oppu-
nna A idea de ser elevado a cathegoria de villa a
povoacao de S. Benlo, que mesmo a applaudia e
achava de necessidade publica essa elevacao, mas
que nao assignava a reproseularo, por so'acharem
" i aS ass'8U0,uras de possoas suas adversarias.
Ja ve a casa, que nislo s ha apenas um capri-
cho, que cumpre respeilar, e nao um protesto con
ira a ulihdade do projecto. A falla igualmente da
assignalnra do meu amigo o llvd. Sr. vigario de S.
liento naoprova tamben] que ello reprole, que a
sua freguezia seja elevada a termo e villa.
Aos dous argumentos que os adversarios do pro-
jecto podem apresenlar, com nlguma vantagem, le-
nho respondido, porque nao podem ser oulros, do
qne a falta de casa para as reparticocs pblicas, e a
talla da assignatura desses genitores.
Sr. presidente, cu acho quo fazer uma disserta-
cao sobre a necessidade de elevar este ou aquello
povoado cathegoria de villa e termo, c enfadonho,
k innadmissivel mesmo; parecc-me que at mes-
mo o orador nao farin um bom papel.
Portante termino aqui, declarando solemnoiuen-
i hU?v.VUt a favor u0 PraJPC'o. c em assim, que
trabalhareiquanto minhas torcas permiltirem, pira
que olle soja adoptado pela casa.
O Sr. Teixeira de Mello :Sr. presidente, o an-
no passado, quando se tratou do se elevar a fregue-
zia de s. Benlo cathegoria de termo, eu, como
niembro da commisso de estatislica, neguei a
ranina assignatura a este projecto, porque nao acho
a povoacao deS. Bento com proporcoes para ser
elevado a cathegoria de termo, mrmente estando o
comarca do Caranhuns dividida j emdous termos,
odcBmquecdcGaranhuns.
VmSr. Deputado:O termo de Buique j foi
rennido.
2alr0 S[' fl'/""" jecto ; se dous era muilo, tres o que ser .'
.'*****<> de Helio:Sr. presidente, a po-
oaVao "o S. Bento pequea ; eu conheco-a mili-
to lenbo-a percorrido muilas vezes. eno'vejo essa
ntluencia, essa populaoo que o nobre deputado lhe
/. i, aonde es,a a s'alislica desse lugar
n c !P-.D'!'>rlr:Xa policia, eu a vi.
"*' ieixe,ra de Helio:Mas nao existe aqui
oiiiiialmenlo. E demais, Sr. prcsideiiie, o argu-
meiito que apresentoii a rcpresentaeo dos habi-
lantes de S. Benlo, era somonte do ma parte da
ireguezia, que distava da comarca 18 leguas. U
anuo passado j isto foi remediado ; uiu projecto
aqni se aprescnlou a semclhante respoilo, e, creio,
passou em primeira e segunda discussoes, faltaudo-
llle 'prccira, o qual acho muilo conveniente soja
pprerado. Esle era o ponto principal em que se
tiindara a representaran ; islo a distancia de
i s leguas, maso remedio a isto j o anuo passado
comecon a dar. Depois, senhores, eu nao vejo
em S. Bcuta o pessoal necessario para oceupar cs-
ses lugares de que carece uma vla...
u Ar. P. Uuarle :Oh pois-uao! ha muilas
pes-soasc muilo importantes.
O Sr. Teixeira de Helio .Tanto como digo,
!?P"ra? lugar de subdelegado, foi nomeado ura
militar. Nao ha eadeia, e nao vejo proporcoes para
que lalcdicio se possa all fazer com brevidade.
t se em S. Benlo nao se encontrou pessoaapla para
eiercer o lugar de snhdclcgads, como arha-las pa-
ra os de vereadores, suppleiiles de juiz munici-
pal ele. ?
O Sr* P. Ovarte :Ha genle muilo sufflcicnlc ;
para ludo isso.
OmSr. Deputado :E para jurados?
O Sr. p. Duarte :Aonde ha nove mil almas,
pode por certo haver mil, para jurados.
Um Sr. Deputado .-Essa estatislica, est sem
base.
O Sr. Teixeira de Helio :A populaio c quasi
loda deyaqueiros, pessoas dadas crearao de gado,
possoas ignorantes, que nao eslo a par" desses ne-
gocios....
Um Sr. Deputado: Por essa razio, no serto
nao deve haver villas.
OSr. Teixeira de Millo ;Mas lem cortos luga-
res em que apopulaco est mais atrazada, como
succedoem S. Bento, que um lugar mais retirado,
e sem esse grande commcrcio; porque apenas ha
alli uma feira aonde se vendom rapaduras o fari-
njaa, e algumas casas de negocio em que seusdonos
podero levar da prara 1:000 ou 1:2009 ris...
O Sr. P. Duarte:Nao apoiado ; o mea nobre
collega osla muilo previnido; s eu ebuheco 4 ou
5 casas de negocio.
0 Sr. Teixeira de Mello:loo nao negocio im-
portante.
E- de mais, como j disse, alli nao existcui pro-
redes para uma eadeia ; e assim acoulecer o que
porco
est aconlecendo no Buique, em que ainda uo hou-
e rcuiiio de jurados, que nao houvesso ovasao de
Sresos; eslo lugiudo lodo .os das : haver reu-
iao de jurados, e haver fujjide presos : em S. Ben-
to ha de dar-se o mesmo, nao se pnder fazer ea-
deia; por cuseguinto certo c a evaso do
sos.....
pre-
s circunistancias, ao melhoramento do lugar e nao
a inliucnria de celtas pessoas, como disse o mcu
nobre collega...
0 Sr. P. Duarte: Eu fallci em serviros, e
nao em influencia, e se 6 influencia isso 'muito
legal.
O Sr. Teixeira de Mello: De mais a mais nao 6
s a assignalnra do Sj. Paiva, que falla nessa roprc-
seulaco, falla a de pessoos muilo respeilavcis,mes-
mo da familia do Sr. Valonea; o Sr. I.uiz Paulino
e outras pessoas daquclle lugar, da familia do Sr.
\alenca, nao assignaram, porque ludo isso foi por
raim examinado. Se na comarca de Garanhuus r
necessario fazer-se uma diviso do termo, ento
uesse caso a divisao deve ser na freguezia de Papa-
cara, cuja importancia e muilo maior, ruja locali-
dade muilo diversa. S. Denlo um terreno est-
ril, secco, pedregoso, e Papacara lhe muilo supe-
rior, um terreno frtil, abundante o muilo popu-f
loso,etc. Se nocessaria a diviso, Papacara deve
ser preferido a S. Bento.
A vista deslas razos que do repente me occor-
rem, a casa far ju>lira, rejeilaiido o projecto que
se discute.
y ai mesa o soguinte reqiierimento *
llcqueiro que ollieialmeiile se peram iuforma-
roes ao juiz do direilo o cmara municipal de 6a-
raiiliuus, a respoilo deslo projecto, licaudo no on-
tantoo projecto adiado. S. II. llanos de 1.a-
cerdu. !
Apoiado entra em discussao.
<) Sr. Mello Heiio Raphael): Sr. presidente,
nao mi! opporci ao requeriinenlo que acaba de ser
lido, visto quo elle lende a orientar a rasa acerca
do modo por que deve volar nosta queslao ; o des-
Becossario ser-me-liia oceupar a alleuro da rasa,
se euno livesse de fazer algumas rcflexes em op-
posicao ao que disse o men nobre collega que se
acha iiiinba esquerdn. Permilta-nic elle qup lhe
diga com franqueza, que nao acljei poso as razos
que apreseiitou para combaler o jirojerto. As-
seviira o nobre deputado que S. liento nao B9tA no
caso de ser elevada cathegoria de villa, por fal-
tarem-lhe as condires precisas ; mas isso nao pu-
de servir contra a creaoao do termo, c o projecto
dispe sobre ambas as cousas.
O primevo cuidado do nobre deputado deveria
ser ptovar nao smenle que apovoaoo de S.
Benlo nao rene as precisas condiroos para ser vil-
la, mas tambera que a freguezia" do mesmo nome
naoi pode compor um lermo.....
I'ni Sr. Deputado:Quem innova quera prova
O Sr. Mello llego (Raphael) :l/iiein aprsenla
a idea lera uma coiiviero formada, quem se oppoe
a ella, deve mostrar que essa idea nao razoavel,
nao lem fundamento solido. Por em tanto, an-
da que a puvoaro de S. Bento nao se arhe no
caso de ser eleva'da a villa, nao se segu que uo
possa a freguezia ser levada a termo quando mili-
to serveria isso para elevar-nos a examinar se ha
outra localidade que melhores condires onerera
para ser a sede do lermo.
Disse o nobre deputado que em S. Bento nao ha
pessoas para servir o lugar de subdelegado.
Sr. presidente, so ha iusufcieucia de habilila-
coes na freguezia de S. Benlo para os cargos poli-
ciaca, o mesmo se d em todo o serto. E se a
proposiro do nobre deputado funda-se no fac-
i descr o subdelegado de Sao Benlo, um mili-
tar, esse fado prova de mais, prova tambera
contra loda a comarca de Oarauhuiis, aonde j fui
delegado um militar.
E seria islo por nao haver em Garankuns uma
pesada habilitada o de conlianra do governo para
excrcer esse lugar 1 Nao, logo o argumento do no-
bre deputado 6 muilo fraco, e quem se soccorre a
elle por que nao lem oulro mais forte.
Disse ainda o nobre deputado que em S. Benlo
nao ha gente para servir de jurados. Mesmo assim
isto nao razo.
Sr. presidente, V. Exc. sabe muilo hem que nes-
tas creares do termos nem semprc se allende ao
numero de pessoas sullicienle paracompr o jury ;
termos ha em que uo lia jury. A condirao princi-
pal, nica que se deve ter eni vista, primeiro que
ludo c o inleressc dos povos, quauto distribuiro
da justira.
Est a conveniencia da justira que haja um ter-
mo uaquclle lugar ? Aquellos poros privados des-
se termo, ticam ou uo inhibidos da boa distribui-
co da justira que se Ibes deve ministrar? Esla
que a questo.
o argumento do nobre deputado de qucS Ben-
lo dista s doze leguas de Garanhuus, nao me pa-
rece valioso, porque se forraos a atlender nica-
mente s distancias, e no sertao aonde uo ha es-
Iradas, aonde as couimunicares sao dilliceis, aon-
de os caminos sao pessimus, entau nao s loria-
mos de uo crear novos termos, que su nucessa-
rios, mas al deveriamos supprimir alguns que exis-
leni, por excmplo o de Oliuda, porque est a me-
nos de uma legua desta cidade e com muilo boa
estrada.
Disse mais o nobre deputado cm apoio de urna
opposiro ao projecto, que em S. Bento nao lia ea-
deia.
Se o fado de nao haver eadeia tem valor, se po-
de provar contra o projecto, ento deve valer con-
tra outras villas e at comarcas, que nao us tem,
ccitareiuma bom imprtanle enolouge desta
capital, llio Pormoso. Qual a comarca de fura
que lem ba eadeia S cotillero tres, Limoeiro,
Guianna, Brojo......
Vozes :Uuricuiy.....
Outras Vozes Pesqueira.
O Sr. Mello lego \llaphael) :Pesqueira e Ouri-
cury nao lem eadeia : o governo lem uma casa que
comprou em cada uma dossas villas por seis ou
oilo cotilos de ruis ; mas nao tem eadeia.
Se o faci de se 1er comprado urna casa argu-
mento a favor da localidade, S. lenlo est em
inuito boas condires porque l ha casas, u pde-se
comprar uraa.
(ll%um aparte.)
(I Sr. Mello llego Raphael):Nao vem agora ao
caso discutir se a casa de Pesqueira ou nao pro
pria para eadeia. Eu a examlnei e sei oque ella
Um Sr. Deputado: E ento una eadeia nao
iullao para a uroaefco de um termo? .
O Sr. Mello llego I Raphael) : j um mcio
Senhoreseu encaro as cadeias i inno meiu de poli-
ca ; sao muilo necessarias, bom que hajaiu, mas
islo uo razo para deixannos de volar pulo pro-
jecto ; pelo menos razo a que nao se lera allei.-
dido tiesta casa.
Disse o nobre deputado que Popacara que est
as circumstaucias de ser elevado a tormo e nislo
concordou o outru nobre deputado por aquello cr-
culo.
Mas o que se segu daqu que ellos e eu, que
tambera pertenro ao mesmp circulo, estamos em
falla para com Papacara, cu por igiioranle porque
nao sabia quu essa povoaro eslava era condires
to prosperas, mas isso uo quer di/.er que uo
elevemos a freguezia de S. Bento a villa o termo,
se S. Bento est no caso de ser elevado a villa e ter-
mo, so tem as condires necessarias para isso, fa-
fazendo o mesmo a Papacara ; a concessao feita a
uma nao prejudica a outra."
Kmllni, eu como gosto de votar com eonscieiicia,
e acho que todos assim fazem, uniendo que ha con-
veniencia em approvar-se o requmenlo, visto ro-
mo elletein por lim obteriuformaros, e ninguno
por corlo as pode dar uielhorcs, do que aquellos a
quem o reqiierimento as pede.
Voto, pois, polo rcquerimenlo.
O Sr. '[Inodoro da Silva:Prescindindo Sr. pre-
sidente deemitliro meu juizo sobre o projoclorom
relarao s pessoas que liguram na representaran
Irazida u casa c que motivou sua apresentaro, c-
cupo-nic dclle pelo lado da sua ulilidade.
Nao conhero bem a comarca de Garanhuus, com
quanto tivess'e ido a ella ltimamente. A minha
estada alli foi passageira; tanto quu por mira, pou-
co poderci dizer a respeilo do projecto. Mas, quan-
do alli estivo, por me lembrar de que nos traba -
lhos do anno passado ligurava o projecto, de que
se trata, pedi e oblive a respeilo de sua ulilidade,
nfnrmarcs de pessoa que mais habilitada me pa-
receu, j pelo sen desinteresse, j pela sua posi-
rao ollicial. Essa pessoa foi o meu antecessor, o
Sr. Dr. juiz de dircito Bandera de Mello ; e, alm
dellc, consulloi i: oiivi oulros fimecionarios da co-
marca de Garanhuus ; sendo que todos foram ac-
uerdes, ou antes me allirmaram que o projecto,
que eleva cathegoria de villa a povoaoo de S.
Bento de nenhunia ulilidade.
Fiz mais : suppondo que seria talvez ouvido nos-
ta casa, quando se disculisse este projecto : e para
que podesse dar inforaiarcs exactas alm das que
me linham dado, procure ir e effectivamontc fui a
S. Benlo. Porm transtornos de viagum obriga-
ram-me achegaralli de nole, em vez de da, ro-
mo desojara, para que podesse bem observar a po-
voaro. Porianto nao a vi bem ; mas, pelo qne
pude observar, deularo casa, quo ella mu pe-
quena.
Prescindamos, porm, deslas informares pro-
prias, que sao insufliricntcs ; deslas informares
que eu pretend alcanrar, mas uo alcance! com
mciis proprios olhos; e vraos s que me den o
meu antecessor. A comarca de Garauhunscoiitm
diversas povoaces ; alm dolas lia duas villas,
uma deObranhns e outra do Buique. A villa do
tiaranliuns, que a cabera da comarca, est no
centro de lodas as povoaces : dista de Buique 22
leguas ; do S. Benlo 12," de Papacara oulras 12,
para Crrenlos apenas 10, e lioalmc'ulc mats ou
menos leguas para oulros povoados.
Porlanto, a ter de ctear-se alguma villa ou al-
gnm termo na comarca do Garanhuus, deve-se pro-
curar desses povoados, que excupro de Buique,
que j c villa, eslo todos equidistantes de Gara-
nhuus, o que tiver mais vida, mais riqueza e popu-
laro mais densa.
distancias, os recunos proprios das localidades, e
a densidade de sua pupularo. .
Em S. Benlo nem grande a distancia da sedo do
terraoa que perleneo, nem apopulaco densa,
uem os recursos de que dispe si. o abundantes.
O Sr. P. Duarte :Tem nove mil almas.
0 Sr. Theodoro da Silva :Pens cu, que as
creares de villas, nao se Irala de uma simples di-
visao territorial ; nao : trata-so ao mesmo lempo
de uma crearlo importante, os us a que sao des-
tinadas as villas. necessario, pois. para que urna
povoaro soja elevada cathegoria de villa, que
seja mais quo urna simples povoaro, que tenba re-
cursos de corla ordem. E por isso, porque nao
se lem procedido assim, que vemos quasi todas as
villas da provincia, jazorom no abandono ; visto
como suas cmaras municipaes, vivendo de irregu-
laridades o no desloixo, nao leeni rendimeaios pro-
prios rom que possara satisfazer suas ueeasBades.
Sei que osla uo anuir razo do abolimonto
de nossas villas : a rano principal osi na lei; e
a falla do iiscalisaeo sobro as cmaras ; mas de
certo nao inlliit pomo essa outra que aprsenlo.
K por essa razaodevo oppor-me ao projecto.
Senhores, S. lenlo mu pequeo povoado, po-
bre de recursos, sem vida alguma e com uma ou
duas rasas de eummercio. Qual *nt resollado
se all se orear uma, villa ? O resultado ser que
d'aqni das o governo lera do edilicar, por Sua
coula, a casa da cmara, a eadeia o ludo o mais que
for necessario ; c nao obstante isso a futura villa
vivera sempre na miseria. J su v que nislo ha
mu gramle inconveniente ; porque lodos os ouus
da rreacio rio a pesar sobre a provincia, que
alias nada lucrar cora ella.
Argiimeiilou-se com n distancia. Mas quera, co-
lillero as anilladas distancias que ha nos povoados
das comarcas centraos, de cerlo nao poder sus-
tentar que devia crear-so um lermo cm S. Benlo,
porque dista 12 leguas da cabera da comarca edo
termo ao qual perlonce ; quando oulras comarcas
centraos tem povoados distantes das respectivas se-
des mais de 20 e 3(1 leguas.
Doze leguas de nenhuma populaco, o que posso
assev erar casa, pelo que viera eaminhoK no,
pois motivo, s por si, para aerearn do um tormo.
Pin tanto, eu coucluo por todas stas, razos, que
nao sao nimbas, porque as ouvi outras fiessoas
mais habilitadas que eu, queaadupro do projec-
to nao conveniente.
E ainda por outra razo, quo uo se-lo-ba para a
rasa, mas quo o para niiiu, opponho-mc ao pro-
jecto.
A rioar-se villa em S. lenlo, mais cedo ou mais
larde alli havor um termo para administrarn da
justira ; mas viudo elle a ser um termo ins'ignili-
raule, porque constar de umas freguezia, em vez
de mu juiz municipal ecclivu e letrado tora juina
supplenles, juizes leigos. E eu que sel o que sao
juizes leigus, anda por isso rao oppoiiho ao pro-
jecto,
O Sr. Diiorte: Ento uo se crietn mais
termos.
lio Sr. Deputado .Aonde for preciso, rriem-se.
0 Sr. Mello llego (Raphael) :Sr. prcsidenlc, U
nformarocs que acaba de dar o nobre deputado, sao
desaiiimadoras ; mas ou esperava que elle eoncluis-
No 6ommreiat do Rio-Grande do Sul, l-se : i ja da Paz, no aliiihaniento dascasas da travesea do
Ar.rvo jieritobia.Hontem cheios de pozar an- lado da igreja matriz dos Afosados, obrigando-se a
nunciamos o passaraeulo do Sr. Gandido J. Erancis-' domol-lu sua rusta, som inderanisaio alguma,
co i.ularte, capitao do briguc Sumputhia. | quando para o lim de alargar-se a mesm'a Iravessa fo-
l.embrando-nos do estado pouco lisongeiro de rom cortadas as casas alli construidas ; era mais
sua numerosa familia, que forcosamcnlc se roseen- vantajosa, assim para a peticionaria, como para o
te da sorle adversa que com pertinacia acommellera publico, dn quu n rao um abollo como prescnle-
sempreo Sr. Guiarle, a perda deslo chote de fami- monto oxiste.Denogon-se alicenca.
ha nos pareca alm de irroparaval, mais uma da- Oulro do Bacal do Hecife, remclli'-ndo nina rela-
quollas calamidades, que sde accommttcr um circo- rao dos nemes que a seu ver, devom ser mudados,
lo de amigos privando-o de um apreciavcl mombro, de coilas mas olravessasda niesma freguezia v
c envolveu de lulo, esposa e lilhos entregue mais commisso do edilicares.
cruel incerteza. Porm uma noticia consoladora Oulro do Bucal da loa-Vista, informando mina-
veto mitigar a dr quo nos accommeltera; dous res- liosamente sobro o orcorrido na Ddiflcarao de duas
peitavets negociantes desta orara, os Srs. Eitfrazio casas, que oslronslruindo JoMuitn de'Albnqucr-
Lopesde Araujo o Francisco Jos da Cunha, levados que e Mello, na l'.apunga, quando elle lisral para
Eor aquellos delicados sonlimonlos ipic tanlo euno-' alli se dirigi com o lim de obstar a continuario
reciim o houiem, qiiizeram oITcrccer um recurso da obra, ]ior nao estar ella sendo leita em regia!
aquella familia, que lalvez se julgava abandunada
OU esqiICCida do lodos.
Estos dous cavalloiios abriram uma subscripcio a
son favor, inleressaiidu-so oeste arto do beneficen-
cia as almas generosas quo a sangue (rio nao po-
dem ver derramar lagrimas, nem conhecot alheias
desgracas.
Consta-nos que felices na sua empreza, os Sis.
Lopes de Araujo o i'.unha ciicontrarain echo eni io-
dos os rorarors, aos quaes se dirigirn!, o podem
promelter infeliz familia do Sr. Guiarle um ron-
solo, se a peda que acaba de soltrer, o pude admit-
tir. A acrao dos Srs. Lopes e Cunha do numero
daquellas que mal sao expressadas por palacras :
olla ganbacoin o silencio, o loda equalquer absli-
iioneia de reflexoes que se queir.i (azor, de per si
falla mu alio, o rom uma oloqueuria mu persua-
siva.
Em nome de lodas as pessoas suisivo.-, que dev i-
danionle sabein apreciar a dedicarn desles Srs.,
Ibes oaTerocamos os mais sinceros agradociraenlos.
Era neme das pessoas a quera dorara urna favo-
\ niesma commisso
Oulro do liscaldeS.Ji.se, informando que Jos
Mara Placido de Uagalhaes pode concorlar, romo
requer asduas Irapeirasda casa de sobrado dn tres
andares u. 2'J na ra de Sania Hila.Cuucedeu-se
.1 lireliea.
Oulro do mesmo, dando parle de certas obras
que lem feitoaCumpanhia da estrada de ferro, es-
trellando a largura da estrada do maladooro, e im-
peduido a entrada e sabida das aguas ; o duendo
que essas obras foram feiUis repentinamente.lu-
tbirada por j se ter providenciado a respeilo na
sesso de 2 do correulc.
Outra do mesmo, participando ter lacrado ter-
mos do ornada contra Joaqun Piulo e utios mar-
chantes [derlarou oa sena nomos) porinfraecodos
arls. II e 22 do titulo das posturasdeSOde junlio
de 1849.lnl.iraila.
Oulro do adminlslrador do inaladouro da Caban-
ga, dzendoeiu raspoaU portara da cmara de 1|
de feveroiro iillirao, lor feito observar o arl. 11 li-
lulo das posturas de 30 do junho de l8W,
mulo, a agiolagem arraslou a patria degradarn, c
a Inglaterra perduu os furos de primeira nar&o da
Europa.
O rynLsnio c a poltica subterfugiosa do hornera
do Slraburgo coiiseguio aterrar as outras naroes.
Pi IX cercado de baoneUs, espionado, sem ae-
ran, como um baixel sem bine Buctoa entre as ar-
rogancias do Napoloo, o a polilica acanhada o nao
definida de francisco Jos 1
Entretanto a Italia entrelida n'um oslado de
continua Icrmcntaco revolucionaria, Vctor Em-
ilia miel esqiiccendo da tremenda lico do desfecho
carregando ds barras brasileiras Bebedourot e iris,
Adeos, uo tenho lempo para mais.
Disponha do pequeo presumo do
Cosmopolita.
Sr*. redactores. l.emos cmseu Diario de sabba-
do uma rorruspondenda do Sr. corouel '.oureuco
Cavalcanli de Albuquerque, ex-delegado do muni-
cipio de Pao d'Alho, e como fosse relativa a corlas
oceurreneias que alli se durara por ocrasio de um
i riilameiiiu ultra-violento procedido sua ordem,
do qual fumns espectador, entendemos qunnosrar-
t Aiistriacos, acerca-so dos de-111IIIS DelII qua| f0 a )vr4 do dgIlu correspondente.
mgogose hroes de indas as pocas revoluciona-^que, ^ m, romprmi.,Ier jousnomes, o do Exm.
ando-so a arrostrar cura a in- Sr. Dr. Eraiiciscoioto Carneiro da Cunha. e o do
Dr. S juiz municipal o de urphos daquclle termo.
fluencia da Austria
i
Orno ,, ,' l",n '. i v t,."al"" < **. Pr isto mesiuo, mais crcsccu om nos a de-
Omm o rund./de rojo an al. sino ? Nap.il.-ao, tan ii:.,,.:M,' de cscrever ,;,, lillhas para o publico.
':'," *Vr*m*Utv>>m> desleal era cun.pr.r. H.-: pmclan.audo ao Sr. coronel ura principio de razo
8UIM leneati*
Pobre Italia eni vio lenta* elevar a fronl.
qm
.1
ravel occasio de pateulcar sua pbilanlropia, Ibes ; 110 dia .'. do dito m.-z, depois de so ter retirado do
se de modo diverso porque o fez ; islo que leruii-
iia.-so volando pelo requerira.nlo, por isso mesmo
que elle declaroii que as inforuiaeovs que aprMen-
tava, un erara propriasuo nasciainde o\ame e in-
dagaroes propnas. Ora, sendo o nobre depulado
aiiloridade no lugar, e leudo de voltar para elle
muilo breve, quu mal ha, (e elle mesmo deve ter
muilo inleresse, em que oslo projecto pane, ou
tiene de passar, segundo as conveniencias da jusli-
<;a da sua comarca] em que se espere pela poca do
seu exercirio alli, para por si mesmo examinara
materia e dar sobre ella os esclareriinenlos preci-
sos ? O nobre deputado disso, que nao vioS. Benlo
como desejava, que alli chegou noile : mas do
juiz do dinilo e tambera de oulras pessoas, colheu
as informares (jue nos don.
Senhores, em i.ogcios desles, nao nos (levemos
guiar pelas informares encontradas de' uns c ou-
Iros que podem ser maisou menos pareiaes. Osqu.-
informaram ao nobredeputado dizemqueS Benlo
nao lem vida ; mas o nobre deputapo que falln em
primeiro lugar c mora l, diz o contrario. Entre
este jgoouinconlro de opiniea, o quu manda a
prudencia e aconselha a boa razo ? Nem ha moti-
vo para desconliar-so das informares que se podem.
Os que se uppem ao prujeclo, j veem pola opi-
iioautecipada do nobre juiz de direilo, que elle
nao fnvoravol ao mesmo projecto. Se, pois, elle
ehegara dar uma opinio favoravel no mesmo pro-
jecto, porque S. Benlo est realmente no cato de
ser elevada a villa. Portante, senhores, acho pru-
dente que so approve o roquerinicnlo.
{lia uni aparte.)
O Sr. Mello Reg 'Raphael) :O requermenlo
encofra duas partes : anda mesmo que podes-
semos dispensar as informares do juiz de direito,
falla-nos a da cmara municipal. E pode ser quo a
da cmara seja lo favoravel ao projecto, que do
mesmo dospeito deslas dadas pelo nobre depulado
a casa pronuncie-se por elle. Voto, pois pelo re-
quermenlo al por um dever de conseiencia.
Encerrada a discussao, approva-se o rcquerinieu-
lo, tirando o projecto adiado.
Segunda discussao do projecto n. 2 doste anuo,
lixando a forra policial para o anuo de 1859 a l8f>0.
adiado o reqiierimento do Sr. Barros de Eacer-
da, aloque se dislribua na casa InaproBTu o proioc-
lo c o relatorio do presidente da provinda.
Segunda discussao do projeclo n. 37 de 1856,
marcando para o dial." de maio a poca da aber-
tura da ussembla provincial.
E approvado.
Segunda discussao do projecto n. 15 de 1858, que
determina sejam pagos os credores da fazenda pro-
vimial indi-pendente du volaro de fundos, logo que
suas dividas sejam cscripluradas da reparliro com-
petente.
Vai mesa e approva-se a seguinte emenda :
Supprimaiu-sc as palacras cm qualqucr lempo.
Souza. Reis.
O Sr. lego Montriro faz a'.gumas observarnos era
ordem a mostrar a inconveniencia do projecto, por
quauto vai ello alterar o s)aloma decscripluraco
adoptado na Ibosuuraria provincial e declara que
pela forma porque so acha elle concebido, lhe nao
pude prestar o seu assentimenlo.
Posto a votos o projecto approvado, bem como
a emenda sem mais discussao.
, Continua a segunda discussao das posturas do Li-
moeiro, sendo upprovados os arts. 4.", ti.", 7.", t."
o regeitado o 5.". sendo adoptadas algumas emen-
das : aos mesiuos oll'ereridas.
Dada a hora o Sr. presidente designa a ordem do
dia e levanta a sesso
dirigimos as expressus de ora recoiibociineulo pu-
n i- sincero, porque dcsmiiheceiuos a lisonja, E
felicitamos a cidade do Rio Grande, por contar no
numero de seus generosos habitantes, cavalleims
corao os Srs. Lopes de Araujo o Cunha, que lo
bemdeseiiipenbuui seus devores de humera e de
amigo.
Do Jornal do Comniercio de Lisboa, copia-
mos :
TiiE.vTRO iif. vaiukuadks.O antigo thealro do
Salitre, transformado em theatro du Variedade,
talvez aquello que iiiais prospera actualmente,! A
mgica Reino das t'adas, fui para elle uraa fada
portentosa, depois da Aiteria do Diabo.com a qual
o thealrolirou uma boa sorle. Agora ah lem aifo-
visla rfelS5, que lhe promelle euebentes sobre en-
dientes.
Na len-a-foira festejou a assoca^o o auniver-
sario da soa iiiaiiguraro. El-reio Sr. D. Fernando,
Mu protector e os Srs. infantes D. Luiz e D. Joo
l.onsaram a eslacoiu a sua prusenra.
Depois duexecutado o bymno da associarao,
pela orcboslra e pola banda de iiifanlaria 2, e'su-
bindo o panno, entran em scena, o Sr. D. Jos d'Ai-
mada, vico-prosidenla da assuinblca goral acunipa-
nbado pela diroccao, e pelos artistas. O Sr. D. Jos
d'Aluiadaeulo recitnu uraa exeellenle poesa iuti-
tulada .1 fralernidade e a arte, quu fui calorosa-
mente applaudida. Os espectadores ouvirain om p
a recitaeo da poesia, prestando assiiu juslo trbulo
du deferencia aquello acto solemne.
Seguio-se urna comedia intitulada Xo rolla
aos carallickos .' que provocou luna daquellas pa-
teadas que Jos Agoslinho dassilica de reaes. Foi
um temporal desfeito. Nao havia actor que resislissu
ao estampido du 200 ps hatende furiosos. Eulo
um dos actores dirigindo-sc, dissc-lho .-
Paroce-ine que melhor dcscer o panno. *
< Apoiado gritaram 200 gargantas, c o pao
deseen, no meio da indignaco goral.
< Apoz a tormenta vem linnanca. A Revista de
1858 yeio compensar os especUdores da parva, sem'
sabnria da anterior comedia.
A Reoist de 1858 obtove um exilo brilhanlis-
simo. A Revista alludu a lodos os a.-onluciuiontos
nolaveisdo anuo, satyrsaudo aquellos que o meru-
curaio. A salyra s vezes pungente, raas sciupre
chistosa, eexempta de personalidades ou de allu-
ses vedadas ao thealro. O ridiculo espalhado s
mos chcias sobre lodos os successos que mais pren-
dera.n a altenro publica, o epigramiua lino e es-
pirituoso reverberando os tactos quo eslo sob o
seu dominio, liveram o publico em constante hila-
ridade. Notum-se especialmente algumas coplas
mu espirituosas, militas das quaes foram repulidas a
pedida geral do publico
matadouro por se a.-har linda a niataura o lorem si-
do examinadas polo medico as rozea moras cliega-
a un.a poirn do gado, perteiiconlea Joaqnimn-|illustrado .- por isso cnrdialn.Snie amado pt'lo
lu e osle aorove.tai.dn-se da sua ausencia, manda-i seu povo. I rgido pela rigorosa necessidade de cu-
ra malar i rozos pura o consumo ; mas que tundo i rar as profundas fej
_ principio
olnio, isto que iiiugiiem se pude juslilicar de
i seu pruceder com siiuplires negativas, Cortando
! e ;WM ,'llllll''llil"ll'F'"iPtlHr'J* ven.urando aldvos i loa. Este
e .g id"1 q"" -""""1'; l"-U.arlido alm de serperigOCO para quem d'elle re
' fn.|,Vl.,!","',S t""-'"''- ,""s"""'as- 'IWorre, quo cedo ou lardo convencido, uma
lerdadeiros expantalhos da sua cunea diploma- fra.pieza inaudita
Euiqiiai.lo eiilreti'-m r.-laeesCOMUMS rom a llus-
sia a ipicni|ii impedir a eshibio de seus manojos, .-.o quanto
tergiverse com a Austria e a Prussia, queris sa-
ber qual a sua poltica era rolarn aos pequeos
Estados, passoinus pe.nsula e na torrados N.iiiu.
I.amos. Castro o Albuquerque oiirunlraromos a
mais frisante prova do desrouimunal procedimenlo
desse hornera alio enllocado,
Portugal, o pequeo reino da poninsula ibrica,
pobre de meios, mas rico de cecordaroes grandio-
sas, yivia deesperaneas juslanieule depositadas no
en joven rei, que nioslra a culi.ira do um vario
ello.scioncia do.si.iii.traern no dia seguinte, dura lu
parle ao liscal para proceder rnica u infractor.
In tetrada.
Antonio fereira da Cmaro Lima, lercoiro juiz
de paz do segundo dislrirlo de Joboalo presin
juramento por procuracao queden a Joo Friniuo
Gorreia de Araujo.
O Sr. Gaineiro roquoreu, a dmissSo dn fiscal da
t anea, allegando furtos por ello pralieados menos
honrosos masuioteado apresentadu pravas, re-
solveu-se que as apreaenlasse, para enlao tomar-so
a providencia conveniente.
A roquorimciilodoSr. Mello, raaudou-sc por em
prara os lalbos dus arnug.n-s pblicos deS. Jos e
Boa-Vista, cuja contrato de arreudanieuio, foi res-
coi..lid...
Dospacliarain-se aspeliees de Amaro de Barros
Crrela, (2| Antonio Pinto* de A/evedo Jnior, Cus-
todie Ah es Rodrigues da Gusta, Senador Francisco
do Paula Cavalcanli do Albuquerque, Jns l.uciu
l.ins. Lu/. Maiioul Rodrigues Valonea, Haiio.-I de
Jess Jordn Galdera, Mana Arcfiauja da Pa/.
A mesa regednra da innaiidadeda Soledade, lia.ha-
rol Silvino Cavalcanli de Albuquerque, Sabino Bru-
no .lo Rosario : e levanten -se a seasao.
Eu Manuel Ferreira Accinli, secretario a escrevi.
llegue Mbuiiuergue,pvosidenle.Harros llego,
franca.llego.Uarutc diMmeida.Mello.
Firmo.
Um Sr. Depuldo:-
O Sr. Teixeira de
pode haver eadeia.
: Pots elevaremos a
houver eadeia, quando
calhegoria de villa, 4
houverera os edilldos neressariuspara esses mista-
res de villa etc. San Bento, senhores, dista daca-
Hca da comorca 11 leguas, o que por cerlo uma
distancia muilo 'imitada.
na0prera,>' ^"^' ~^ia lguaajjo serto sao 16
v;2.,,f,i" Tiuirta de*"'o.--feloeirario. A di-
n A' "T .e: alrn-afre?iezia. Ora. co-
mo dividir um termo nest. distancia ?
Eu desojo muito os maUwramenlos da minha
comarca mas tanto quanlo for pastel enecessario
Porm elevar umpojroadoicaibegoria denlTs-
mente para satisfazer a vonladc de certas pessoas,
entendo que nao fier justira. Devemos atlender
Mas, S. Benlo uo osla ncsle caso ; c nao houve
uma s pessoa, com quem cu fallasse em Gara-
nhuus a respoilo, que nao me dissesse que no
caso de esculla, a comparar.e S. Bunio com Pa-
pacara, anta deveria ser preferida para villa.
Se se quer, pois, crear alguma villa, algum ter-
mo na_ comarca de Garanhuus, convm que du pre-
ferencia a S. Benlo se esooUia Papacaca, que lera
mais vida prnria, mais rianeza, maior popularn,
edevo sor animada. Por^Wse lado j o projecto
nao merece approvaro ; agora vou mostrar que
a nao merece por outros molivos.-
Era de certo muito conveniente que nos fizesse-
mos com que a juslica se administras.se de braca em
rrsno, assim como que a distribuirn do
itual chegasse a todas as portas." Islo
DUilu vantagem. Mas, pelas nosaas cir-
eunutancias, convm nao monos quando se traa
do crear villas, termos ou freguezias, allcuder as
REVISTA DIARIA.
Com a Hornearn do Sr. brigadoirn Favilla,
est o .oi.selho de compras do arsenal de guerra
dosla proi inda assim composlo :
Presidente.
O Sr. brigadeiro L. A. Favilla.
Vogaes.
Sr. Coronel, Joo Francisco de Lhaby.
Sr. Coronel, Benlo Jos Lamen ba Litis.
Sr. Coronel, Francisco Juaquira Pereira Lobo
O Sr lente coronel Pinto, foi exonerado.
_ Hontem nao houve sesso da asserabla pro-
vincial, em eoiiscqueiicia das chuvas quu cahuaiu
durante a manha.
O Sr. Dr. ltaphacl Sanchos, uperador chega-
do ha pouco da corle, pralioou 1.0 dia 11 a oporacao
do catarata no olho esquerdo da Sr*. i). Isabel Sil-
veira de Miranda Seve, viuva do negociante Joo
Mara Seve, polo melhodo da exlracco, que diz-so
ser bojeo mais adoptado na Europa." A operaco
apozor dos 68 anuos de idade da paciente, com
com a maior felicidad.', e apenas concluida a enfer-
ma recoubeceii os objeclos quo lho licavam cm
freuto.
O Sr. cirurgio Jos Francisco Piulo Guima-
res lambom pralioou no mesmo da igual operarn
em ambos us olhos du Portugucz Alvaro Joo Mon-
toiro.recolhido ao hospital do caridade. A opera-
co foi feita cora habilidade, dundo to feliz resul-
tado, quo apenas cfTecluada o paciente vio perfei-
famentc todos os objuclos quu ocercavam, nao obs-
tante a perturbar., era que eslava a vista.
Assisliram i operaco os Srs. Drs. Pilauga,
Silva Ramos e Seve.
O Sr. Germano Francisco de Oliveira, empre-
zario da companhia dramtica do nossu thealro,
chegou aole-hontem do Rio de Janeiro.
O Sr. Dr. Ovidio da Gama Lobo, detnittio-su
hontem do cargo de delegado de policia desta cida-
de, seguindo hontem mesmo para a provincia do
Gear, onde vai exercer o cargo de secretario da
provincia, com que o bunrou o governo geral.
Do Crrelo Mercantil extractamos :
Outra noticia de importancia para a oslrada de
forro a chegada hontem do Sr. Jacob Ilurabird nu
navio aiuerica no llanshee.
i 0 Sr. Ilurabird dos socios dj firma adjudicala-
ria o que lem mais longa experiencia em tunuuis,
especialidade a que se dedica ha mais de 20 anuo...
Teiu-se dado o caso de quebrar u umpreituiru de ura
tnel e a companhia coulrala-lo cora o Sr. Ilurabird
por preeo duplo, sub a Banca nicamente da sua
reputaran.
Parece que a estrada de ferro da Tijucarai ob-
teudo um trafego esperancoso ; us carros sao mu.
procurados, e ha das em que as viagens marcadas
sao in.su ilirienii s para a concurrencia dos viajantes.
A olguem que acredilava pouco na ellicacia desta
empreza ouvimos que o resultado excede muito a
sua expectaro; desilluso muito commum era ma-
teria du estradas de ferro.
Pelo ministerio da justira e por decreto de 31
de dezcnibro prximo passado se ubrio ura crdito
supplemenlar do Dti!) 07ji979 para uccorror s des-
pezas no exercicio de 18571800.
Pelo mesmo ministerio e por decreto du d.
fevereiro se abri oulro crdito supplemenlar de
371:1149100 para occorrers despezas uo exercicio
de 18581859.
Pelo ministerio da fazenda so nomcou uma
cuinmissu de tros empregados, presidida peloSr.
Joao Esleves da Cruz, (para examinar a escriplura-
co dos livros da alfaudega da corte e 1111 penr dus
causas du atrazu e demora dos despachos para con-
sumo.
Pelo mesmo ministerio se expedirn) ordeus
alfaudega e ao consulado contra e pratica de rece-
bereiu alguns guardas e ajudantes de couforenles
dinheiro das parles para cumpiireiu os sutis deve-
res.
Para a alfaudega da Babia lambom se vo lo-
mar providencias para se cortaren) abusos de que o
governo leve noticia. *
Communicados.
Srs. redactores.Consent que prenles o admi-
radores das difluiras quididades que ornara a pes-
soa de un dos mais illuslres. dos mais puros ca-
racteres de Peruambueo, venhamos rosan acre-
dilado jornal mostraran publico que sabemoscom-
preheuder aforra de sangue us deveros da o.nisa-
ue, e tributar ao ment os encomios que o houiem
sisudo e amigo do sen paiz lhe deve.
Existen. 11a Parahibadu Surte os Correa de S,
cont.ecidos pela familia Arahu e Alagna-Tapada
du llio do Poixe. A esta familia pcrlencemos e
polo sangue lomos lambom a honra de ser ligados
ao Ilustro coronel o Sr. Antonio Pedro de S Br-
relo.
Este cidado inminente, que ao serviro da patria
eotisagroii sua mocidade, esle typo das' mais ele-
vadas virtudes sociaes e domesticas, 110 llio do
A questo da barca (liarles etGcorgeo atierro Poixe olhadu com profundo respoilo': viva o iuimur-
da Boa-Vislaas mcslras estrangeirasa exlincco
do monopolio do sabua cmaucipaco dos protn
na fricaos festejos reaesa raoe'da falsao Ca-
f Cui.cerlu o Diario do tlorernoos theatrosn
cometaos vendedores de fumoo contrato do ta-
bacoos navios viudos de Inglaterrae innitos ou-
tros successosc muilas outras eousas figurara na
Revista, dando lugar a chistosos epigrammas, e a
alluses mais ou menos engruradas,
I). Provincia, uma das personaguus da cumedia,
leudo de ser provida n'um emprego, foi esludar
n'um eollogio paro cima do Paco do Uem Formoso,
mas sal.indo de la declarou qu sahira mais grea
de que entrara,porque aamestras eramgregal per-
gontou-lbe alguem c as mcslras sendo gregas usa-
laiu de turbantes, rcspouduu-lbc D. ProcincitB=iE
oh gue turbantes!e dizendo islo, abanava as mos
ao lado da cubera para significar que erant largas.
Todos euteiideram a allusao.
A Recista termina brilhantemenle. O Cometa
que viera para arrasar Lisboa, suspende as suas
iras, runsidorando no generoso espirito de Asso-
ciarao que se lem desenvolvido, c que lao auspi-
cioso u concille apparocendu uma brill.anln vis-
redoura improsso tem aqui oausadu o fado do sua
priso : no Rio do Poixe s ha um sentimenlo, o
do mais vivo, domis pronunciado inleresse pelo
honrado coronel, seufllh e seu cimbado.
Beeeha o dislincto Pernambucano esle publico
losieiniinho de nosso respoilo, de nossa amizade,
do inleresse que devenios a unidos mais preemi-
nentes merabros do nossa numerosa familia.
Cidade de > 1 u/a Sde maree de 1850.
Os do Rio do Peixe.
Correspondencias.
.lara^u,
13 do marro de 1859.
ll-LSI. %R.
Que sublime panorama, que iranienso o divinal
espectculo a Providencia olferece minha con-
toraplarn ncsle momento, que vou escruvur para o
son Diario!
atasquen sou eu, pobre c mesquinl.o obreiro,
miseravel macaqueadur dus grandes hoinous, para
a. na qual se l, emluminosas lettras. Associac, tEfti* dM **"* u tsPleullor da MaKus-
Promolora da Educacao do Sexo Feminiuo, coino
digno remate desse, impulso civilisador do espirito
de Associarao-
0 autor da Revista, o Sr. Oliveira, foi chamado
ao proscenio, e inmensamente vicloriudo.
Na quarla-fciraa concurrencia foi tal, que en-
cheria duas vezes a sala du theatro, se houvessc lu-
gares.
Mortalidadc do dia 15 :
Joanna, parda, 5 anuos ; losse convulsa.
Benta. parda, escrava, solleira, 106 anuos; febre
nlermillenle.
Francisca, branca, 20 dias ; espasmo.
Joo. branco, 7 dias ; espasmo.
Antonio, branco, 2 anuos ; anazarca.
Maria, parda, escrava, 13 mezes ; gaslro iulerite.
Miguel, pardo, 3 mezes ; convulss.
I'assagenos do briguo Damo entradodo Hiu
de Janeiro : Jos Jacome Tas-so, Antonio Tacares
Jos Lopes Sampaio, Jos l'.omizana, Manuel F Gui-
maiues, Manoel de Oliveira, Jos Cardozo de Men-
donca, Manoel Antonio de Oliveira, Benlo Salmo
i.a/irairo L. Barboza, Alexandrc Ferreira, Custodi
Jos Mnrlins, Antonio Jos Pereira, Manoel Peixoto
da Fenseca, e Manoel Gomes.
Passagciros do vapor Paran sabido paraos
portos do ..orle : Hodolpho Kruckonbcrg, Eneas I
Albuquerque Mello, e seo iriuo, Joaquira dos San-
ios ibeird, Herculano Alves da Silva, Joo da Sil-
va l.eite, Domingo Jos, Antonio L. de Carneiro
Sem, Antonios Jos de Siqueira, A. Juliano do Al-
inela Mondones, u 1 est-ravn, Jos del). Aluioida
sua senI.ura, 1 criado com 1 lllho A. Hebra'- I.ope-
rier, Vidoriano Augusta Borges, Jos Marra-
lino do So.iza Vital de Obleera, sua senhura c 1 cria-
do Pedro de Alcntara P. M. Veras, Antonio Jos
paulas, Jos da Silva Coelho, Manoel M. Caniacho
hachare! Ovidio da G. Sobrinho, com 1 escrava e 1
criado. Chrisliniano da G. Lobo, Jos Antonio Pe-
reira Viiiagre.Priino Pacheco Borges.
Hospital de caridade.Exislein 53 homens, 53
mulhores, iiacionaes ; 1 homem, eslrangeiro 3 ho-
mens, escravos; total 110.
Foram visitadas as enfermarlas pelo cirurgio
Pinto s 8 horas da manha, Dr. Doniellas as 8 o 10
minutos hovas da manha, e Dr. Firmo As 5 horas
da lardo de houiem. Falloceu um enfermo de plhv-
sica pulraouar.
CAABA. Mi:\U i vi. DO RF.CIFE
SESSO EXTRAORDINARIA DE 5 DE MARCO
DE 1859.
Presidencia do Sr. Barros Reg.
Presentes os Srs. Reg, Mello, Barata, o Ga-
ineiro, faltando s.-m causa participada os mais se-
nhores, abrio-so a sesso ; e foi lida e approvada
a acta da antecedente.
Foi lido o s.-guinlc
EXPEDIENTE. :
Um ofliciodoF.xra. presidenle .'a provincia, re-
nielleudu copia de oulro que em data de 4 do cor-
lento, dirigir ao director interino dos obras pu-
blicas, e dundo com elle soluco ao nflicio desla
r.uara de 1 de marro do aun passado, acerca da
constriicco de tima purea., de caes era terreno de
marraba, de que foreiro Antonio Jos do Maga-
lhes Bastos. lnloirada.
Oulro do cidado Francisco Casado da Fonseca,
1 supplenlc de juiz du paz do lerceiro dislricto dos
Afogados, commuuicaudo achar-se dounlc, como
provava com o attestado que reinenia, e uo po-
der por isso vir prostar o juramento do eslylo para
servir o dilo cargo."uo se chamasse o iuime-
dialo.
Oulro do advogado, dizendo que para intentar o
prooesso de desapropriar.o contra Joo Ferreira
dos Santos, segundu lhe tora ordenado, precisava
saber seja I.avia sido vorilicadaa ulilidade de des-
apropriacj, na forma do capilulo i arl. 15.1a l>i
provincial u. 1 j9, pois que sem esta furmalidade
nao pudia lor lugar o prooesso ; acrescentando que
j leudo havido desapmpriaco para a estrada, que
provincial, enosendu a de que se trata muni-
cipal, como colligia dos papis que lhe foram en-
viados, era de recoiar que liouvessu pleito reul.i-
do, cijo resultado nao poda alliai.rar.Posto em
discussao eslo otlicio, u Sr. Regu requeren e foi a|i-
provadoque se consultasse ao governo da pro-
vincia se a lei do orcaraento municipal vigente,
que 110 art. 29 manda'fazer essa desaprnpriaeo de
preferencia, traba revogado nesla parte, a den. 9
aolO de junho de 1835, que delineo que seja es-
trada provincial, c estrada municipal, nao pudendo
doixar de estar compreheudida no numero daquel-
las a estrada do Pao d'Alho, onde tica a mesraa
oorhoira, eque fui feila o empedrada .'. rusta dos
cofres provinciaes, qae tambora rarroguram rom as
dospezas das desapn.priar.oes que se uzeratn para
a sua couslrurcao. '
profundas tejidas que lhe doixaram as rovo-
es e revollas, orcupava-se de reformas econ-
micas e de dar impulso o animaco aos Irabalhos
pblicos ; nesse eiuponho deparava rom inuliipli-
rados embalaros, porque a m poltica eslrairara-
lbea adrainisiruro e comproracllora seu Ihesou-
10 : entretaulo .1 economa en patriotismo dos seus
bllins proeuravam operar o milagro de sua regene-
racao nnanceira.
l m u.igi lio horrivel derramara a desolar.), o
lulo a orphandado no seto da capital da ninnarchia
porlngiieza, Mradezimadaa sua popnlano victimas
illuslres sureurabiiam lorrivol aggrossao da febre
aiuarella.
O llagullo passou. a niorlo eslava furia de virli-
mas, e l.isbua il.-iilro cm pouco esquecera o lulo c
trajando restes festivaes saudou enlhuMasta aprin-
cexa Slhephanea de Uobenaollern, que gustosa
paiiilho.ii. Ibrouo do Pedro V.
F.mq.iauto Portugal roslabelocido desuasfadigas,
cuidava uui.Miu.o.ile nos inolliuraiiuMiIns 11.oraos a
materaes e assim roadquirinde o tempe inuti Usado
lias lulas da pulilicu mesqninl.a, creada per lili.os
degeuarados; eniquanlo Poriugal prorurava auvi-
liar o governo de um principe Ilustrado o talvez
lada.lo para ainda .1111 dia lilH.-rta-lo da proslra. ..
que odeliiiba, um fac.. mes|uinbo e pygmon e.n
suas ciicuinslancias, uma eventualidad!' 'estril de
causas justas, uraa miseranda osleularo de um po-
der dictatorial amcaeava entorpecer sua marcha e
a.iiesquinharseusfursde naro.
O apresiouaniento de ura cbaveeo fraurez empre-
gado ira inmoral trauco do escravulura, apresiona-
uionlu lano mais justo quanto era aulorisado pe-
la influencia dos tratados feilos a proposito com as
naroes que linham mais inleresse naeeasaejn desse
eummercio horrivel e escandaloso, disperlu o odio
o a vinganca retardada de Napoloo III, ainda nao
esquecido das gloriosas lar ai. lias das plialanges
purtuguezas contra as bostis'aguerridas de N'apo-
leo I. v
As victorias de Bussac, Vimeiroo Torres Vedras,
a heroira dofe/.a do Porto, orara traeos indeleveis
que cumpria apagar ; porque com'memoravam o
pi imeiri! eclypso das Agolas vicloriosas n altanen as
do maior guerreiro de nossos dias Portugal devia
pagar com usura o nobre arrojo do? inslinclos pa-
InoUcos e generosos desous lilhos, quando ousa-
ram resistir ao inimigo audaz, que Mneacava re-
duzl-los misera posieo do polaco sempre vencido
e subjligado e sempre seravisada.
Era a vnnlade de Dos que ciicelava a obra do
desmoronainoiito do colosso, era obrado du acotio)
dos povos, que repercutiudo mais larde cm Walor-
luo, nroduzu a unirle poltica e a desapparico de
um imperador da face da lorra, a dyninaslia do ho-
mem, do Austcrlilz e Vagram deixaja de figurar
nos raappas das nai-cs na lisia dos mouar-
cl.as.
Kapnleao III a quem nao se pode contestar va-
riadissiraanslru.ro, o 08 furos de grannde m.labi-
lidad.-, aproveitou'o fiililousejndo apresionameulo
legal do Chavecu negreiru, e desdo lugo resulveu
encelar a obra do insulto odesrespeilo an pequeo
roiuoe assim produ/.indo dous resultados favoraveis
para osse.is projer.lns gig.meseos, Primeiro lavar
a airronta du lio,,-segundo causar calaf. ios i sua
Del caudalaria e alimaa Inglaterra.
Du primeiro sabio caberlo de repruvuro, man-
chado do nodoas e rebnixado 110 ooueeilu das na-
roes. Impoz cuino mais forte e Portugal cedeu, sim,
as bravatas napolenicas, porm seus foros o Mos
de liaran lioaram inlactos, Sessonla cunlos de ris
pagns bucea do cofre domaran) a furiosa hydro-
uhobia do altivo didador, foi uma pequea esjoo.l-
laco, um negocio bom arranjado pelo agiota puli-
licu. ,
E quauto ao segundo ? Oh, sim, anda mais uma
vez mostruu a Inglaterra a sua dubia o uscillante
siluaro, c que somonte arrogante e altiva quando
se irala de ame.icar a pequeas e indofezas na-
roes. Que cavalleroso procedimenlo da antigae
bel alliada do Portugal! Oue cxemplo frisante para
alguns Estados que nuda acreditara naprotcc.'o
do governo da Gra-Brelanha !
Oh, sim. illuslrissirau, quando romes um tyranno
conculcando a f dos tratados, espesinhando o di-
reilo das genios e anieayandoa trauquillidnde e in-
legridade das naroes. Quando vemos a rcligiu co-
me que bauida e fugindo espavorida da face da
torra, atacada pele robiuocracia e phuriscosde no-
va especie, genle para quera o culto Diviudade
encarado como fanatismo o proprio da ignorancia.
Ouando vemos a agiolagem arompanbada de seus
horriv.-Ls satlites a usura, fraude, contrabando,
monda falsa, monopolio o miseraveisque ainda hon-
tem patiuhavam nos naos da miseria, pobres como
Job; entretanto que boje alardean, a posso de for-
tunas cnlassacs, dispondo de avultadas sommss do
metal sonoro, ei-los elevados posi.o do graudos
da tena'
E o dinheiro lo mal adquirido constituido a
massa esiuagadora, inutilisundo a acro da virlu-
do, di'sformisaiid.i quanto ha de mais bello, oh"us-
enndn a hunra, ducapilando o mrito, torturando
as nielboies concopres dos grandes hnmcus, sulTo-
candn as nublos aspira.-oos dos tlenlos que pOruhi
vegetara esteris, a falta de selvas o animaco .
fiorquo os ambiciosos repellen) a concurrencia do
louieui, que nao pactua com as alicantinas e cor-
rupru da poca uo selvagein, inmoral e anti-civi-
lisador positivo
O dinheiro rehabilita o hornera o mais horrivel e
manchado de nodoas, o mais asqueroso sectario da
iinnioruraldade, oente o mais impuro leudo di-
nheiro lem a corteza da impunidad.-, zomba da ani-
madyerso publica, e pode sem rereio ostentar a II-
laneia, insensatez eos meios descorainunaes pro-
prios do* paladinos do secuto XIX.
A Icgisla.-o impotente, nao pode Iutar com os
desmandos o desatinos dos fariseos, a auloridadc
desmorece o v sua gloria embuciada, no listante,
que resolve conter as eihibicoe* nojenlas dos ho-
mens, que dispem da riqueza; porque elles e s-
nienlo elles pdem dispr dos gozos, desfructar os
encantos e acccrcarenr'-se dos saponados fructos que
Dos enva a seus (lhos.
.M.uiopolisam o ar, a agua, os gneros de primei-
ra necessidade, especulara era tudo, nada escapa
voracidade c clculos hornves dos malditos espo-
cnladores, para quem ahuinanidado nao lera sig-
nlicaro, o o nobre raouos que zero, seu lirado
rouquenho polo sofTiimenlo, e abalTado e conli.lo
pelos manejo e mordara imposta pelos mimosos
e prulegi.lus du poca. E ai do homem que o usa
erguer a voz, que procura combaler aos ambi.io-
sos, necessidade e continuas privac&es, .allm
suas vozes, e o pobre fugindo da sociodade que
nao o cuinprohcndo, busca a suldo, aonde longo
da sociodade e dos mos nstinotos dos homens,
procura 1110 balsamo consolador na contemplaro
dos sacrosanlos ministerios da diviudade.
Basta por buje meu charo, tenho o vapor vista,
vai suur a hora da sua partida, e cumplo aprovei-
ta-lo.-
Pouco lonho que noticiar, entretanto bem que
mo cegador, procurarei respigar alguma cousa
niaisuolavel.
Toda a altenro da provincia est volvida para
Pernambuco d'undc dever vir o novo presidente
o Exm. Sr. Dr. Gama, entretanto o Exm. Sr. Dr. Ca-
llo-iros allendeiido para a situaco vai Oxpandindu-
O verme, que no campo resvalando,
Ergue a nmvel cabera;
A aguia sobre asnuveng retnntando,
}'. do ar relalhando a massa espessa :
A garganta Iravessa
Do leve rouxiuul; e u peilo forte
Do leo que esbraveja e insulta a unirte,
O mar embravecido;
A torra do mil inicios, quu a guarnecer,
- Toldada, com que as Torcas reverdecen)
Do hornera atrevido :
Tudo apona a suprema iutelhgencia,
Adoravel autora da existencia
Depois desta bolla e frisante deseriro do gran-
de orador, profundo lilteralu e poeta" lyrico brasi-
leirn, o padre Sou/a Caldas, que mais se pode
dizer.
Oreo, a trra, o mar, os planetas, o homem, o
todo da sublime croacan, ah eslo para alteslar os
graudos, fecundos e infinitos poderes de Dos.
Que importa os arrojos insensatos dos reprobos
e impos da Ierra, que importa a ficticia osteula-
co dmaoa miserandos villes galvauisados com o
ouro aiuonloado cusa dos graves sacrificios du
povo, e lagrimas da humauidade, sempre presa dos
scides e lyrannus das naces, sempre nianiulada ao
carro dos expolise acurrada do jugo tyrauuic dos
zangos sociaes.
Em vo prelondein conloslaro poder do Dos, os
sacrosantas dogmas da religio, a benigna influen-
cia da virtudo, .1 sublimidad.- da moral, os rasgos
do amor puro u generoso dos raarlyres do catho-
lecismo! ,
Nao, uo podem, ponpje Dos revella-nos a ca-
da momento a alta raagoificuiicia da sua 111.mensa
magcslade.
Salve sublime religio de Jj-sus Chrislo! salve
eveelsa cmanacaol salve cdigo sagrado das verda-
des daquullo, qne sull'ruu o marlyriu da cruz pura
remii- nossas culpas c apagar os'horrivus trucos de
ura passado luctuoso !
Mas aonde camnha o meu pensanieuto?...
tratar da religio no socolo da irap.edade, secu-
lo da agiolagem. sceulodas uiulacus rpidas, se-
cuto dos onropcis c galvanismo, seculo da escravi-
do, usura o monopolio, seculo dasarlimanhas, es-
peculacos e rapias dos vampiros sociaes?
Quando ventoso inachiavelisino, a Irairo e a in-
sensalcz col locadas no alio da cpula social dispon-
do da sorle das naces da trra, quando vemos um
grande paiz rebaixdo a feudo du ura atrevido es-
peculador, que auxiliado do cymsmo, nupinnagnm
e inleresse de sua conservaro, sulfoca os ...sme-
los gen.-rusos, a lil.eidade do pom, esrravisa c iu-
torpece a acro du scienria, a liberdadede iiupreu-
sa, desterra para inhspitas plagas os mais robus-
tos lidadores da causa nacional, os homens mais
sinceros e devutados doonsures da causa da huma-
uidade.
Quando vemos .0 mimoso e predilecto lllho da
anarchia e dasr.irr.mista.uias, por tortuosas vere-
das, ultingir ao subido grao do mouarcba de uma
das principaes naces, e auxilaudo-sc da Iraico,
conseguir a ficticia approvaro, mediante um "es-
crutinio vorgonhuso, em que o povo represen!.... o
papel do servo de gleba, com o terror das novas co-
llones prelorianas, que escudan, o Ihrono desse ho-
mem fuda.io para exercer a posieo do Altila e lla-
g. lio das naces,
Sim, mouarcha poderoso, arbitro dos deslinosda
Europa, quo dos Vctor Ilugo, Lamartine, Ledro,
Ulano, Changarnier, e lautas outras notabilidades
franco/as? Aonde existen. ? No exilio, em luta
com as provacocs, exterillsados falla da soiva e
a"s,m9a.JV01 da P*tria,- a w ,^na.ipplcacode"providei.cias de accirdo a mi-
m,oTirf.TTr'M'.U,a,!l fTUH dih2" norar o tuu estado creado pela incuria e indiir-
mem do da do dezcnibro, do factor dn golpe de rfillca '
estado, fatal abuso, que inauguro.! uraa nova era
de tragedias c secnas descoi.l.ecdas na lorra das
sciei.eias e civilisaro.
Que da f dos trlados por vos invocada quando
Esteja cerloo Sr. coronel, que
nao eom es-os meios que se acarea o oonceilo
publico.
Pareco-me, comtudn exlranho e cousa digna d4
mais profunda deploraro, e ui.iiiaineiilo triste, que
o Sr. coronel, lo avaeade em idade, foss- agora
que se leiubrasse de, por modo lo pone., airoso ,
sua posieo. oceupar a imprenta, depois de volho,
na qnadra em que domina prudencia e o zelo pela
honra, atirando aos outltos an mais graves, quauto
falsas imputa-oes, armado smenle cora o triste re-
rurso de que sem prevaleccr-se os nvoncioiieii-os.
e cavilosos, recurso quo todos sabeiu qual si'ja, e
de que o Sr. coronel acaba do dar documento.
Sabemos, Srs: redactores, qual a causa, qual
a nrigeiu do alian com que procedeu o digno cor-
respondente, atiiu de desviar aaecusarao que lhe
foi feita 11a Revista do sen jornal, atlribui'da errada-
mente aoSr. Dr. Francisco Joo. 0 Sr. corouel tiul.a
umaraor extremo delegada de Pao d'AU.o, mas,
infelizmente, uo so fazia digno della, por nao se
acercar de gente, seoo quo o comprometa, que
abusara da sua simplicidade : e cabe aqui muilo
ao juslo p ;, proposito, lembrar-lhe o que se disse
era Pu d'Alho pela bocea pequea, sobre o mo-
tivo que levou alguem .1 alcanrar de S. S.J (negorin
em que salvamos a sua Imafff a soltura de um pre-
so da Gloria, que mu gloriosamente foi posto eni
liberdade. Assim que un considerando o governo que
o Sr. coronel nao pudia mus continuar a sor dele-
gado, quando, por fatalidade se derain as oceurren-
eias notadas, ei-lo possuido de grosso resenlimcn-
lo e al mesmo do indignaco, como a toda genle
se musir aqui ua cidade, j negando o que fez. e o
que por sua ordem fizeram, e jugando fulsidades
rnutra ns Srs. Drs. Francisco Joo o S, j quero..
do tomar contas ao governo por sua d.-niLssn, e o
que mais que ludo, envolver e.n seus lomei-arin-s
jui/os aulluencia de una pessoa altamente enlloca-
da, que antes lhe devora merecer allonro por
muiljs motivos, do quft exprdaeas do njusio des-
peiloquo lhe irroga lodos o .dias, seja dlau'.e do
quem fr.
Desramos, agora, aoque 6 positivo da enrresoou-
denda do Sr. coronel l.nurenco Cavalcanli, contra
os Sis. Drs. Fraucisco Joo c S.
Censuraran) cnlresi esses senhoroi, o como era
foilo o recriitumeniu qu.iso fazia eni Pao d'Alho, o
liiibaiu, com cITeilo motivos para aceusurarpurq...-
o tal recrutaraento pisava nsau tropel a consiitni-
e aslcis, enlranilo-se violoulainente a hnras moras
as casas dos cida.los. Diz o Sr. coronel que islo
uma mentira t Ns lhe responderemos que uma
verdade, que pode ser altestada pola villa inteira
do Pao d'Alho, e, Setiveramos o oulcio do Sr. Dr.
juiz de direlu.em resposla a uma represcnlacao que
lhe dirigi o Sr. Dr. Fraucisco Joo, olcio que vi-
raos, e do que damos f, daramos um desmentido
completo ao Sr. corouel, porque ah o Sr. Dr. juri
do direilo cnnfcssa o faci, e responde qne j tem
olHciado a S. S.a podindo-lhe providencias.
Mas vejamos o que diz o Sr. coronel.
Diz quo o que fez, apenas, foi mandar agarrar
(exprossao que periei.ee a S. S.*) certoa individuos
turbulentos que so re.iniam diariamente uoite as
proximidades dorio, e que lodos fornm agarrados,
ainda e exprossao deS. S.*) quando estarara fura
de suas casas, oxcepro de um, quo logrou eva-
dir-se, c cuja casa foi cercada, c, ao amanbecer do
dia varejada.
Quando, porm, isto fosse a verdade, ouro e fio,
o que alias contestamos com o testcmunhn de uma
villa inteira e com o oiricio do Sr. Dr. jnit do direi-
lo ,0 que dafci resulla em primeiro lugar quu
o Sr. coronel deixou cahir uma proposicao espon-
tauea de sua bocea, reveladora de sua negligencia
e frou xido, islo i, a turbulencia desses individuos,
que era para ser de diverso modo reprimida por S.
S.*, o que olloi lilamente o nao foi ; om segun-
do lugar o que se enfeude, a cnuflsso de cerco du
casas o de varejus, apenas modificada com dizer-se
queso houve um circo, e um vsrejo, e que osle s.-
fez de da e nao de noile. Negar ludo tora de cer-
lo alirar a barra mu longc. Mas demos da barato
que- assim fosse, o que contestamos, (e nao pesie
ser mesmo sustentado pelo Sr. coronel, porque o far-
lo corren por rula e risco dos seus inspectores,
arltaiido-se Si S.* raui longo du scena noson e.ige-
nho Petrib) dado, mas nao concedido. ..em por
isto deixara de ser eensuratel o cerco e o varejo
de uraa casa para recrular, por ser o recrutamento
uma practica odiosa c Uear sendo deste modo mais
ainda do que o .
Mas, sao cousas estas, qu escapan) intelligen-
eta do Sr. coronel.
Ncga o Sr, coronel o ter mandado embora o pro-
so do Dr. juiz municipal e diz que uem o conhece I
Eis ah o que ha uo mais interessante na correspon-
dencia a que rospondemus. Saiba, pois, o publicoo
que u.n homem que mora om um casa ds Sr.
coronel e tire dahi argumento pasa a boa f desse
senlior. Gomo coudemna a culpa !
Saiba mais o publico, que foi essa pristi e o af-
IIneo de a fazer effectiva du parte do J)r. juiz muni-
cipal, com o motivo mais justo, o facto que capri-
chosainciitetaoveu o Sr. coronel a prender vilen-
la e illegalmcute o portuguez de que falln e que
disse ter sido lirado pelos Brs. Francisco Joo e S
do poder de sua ordenanza.
Ghegamosao ponloda maior aleive contra o mui
digno juiz municipal de Po d'Alho, que soubc ha-
ver-se com sobaja passividade de animo 1
Relatado nccorndocom a Hdetidade que o Sr.
coronel calculadamente subtraJo-se com o nico
lito lie apresenlar u mesmo juiz sob inauspiriosa
rundirn, oque houve, foi exclusivamente da parle
do Dr. Francisco Joao, a exigencia da ordem, por-
que ia preso aquello portuguer, responsahilisaudo-
se o mesmo Dr. pola entrega delle, quando a Irnu-
xessem os soldados que m-ondu/iam ; procedimen-
lo era que ha muito lusimento de nobre/a, muilo
aecordo cora a lei, porque a todos nos irumhe de-
feudorinos um ao oulro du violencias e iniquidades,
quaiidu pur ventura sotlrainus.
Mas, se nislo, entretanto, nao levo parte o Sr.
Dr. S, como, pois, uiivolve-lo ahi 1 Estar segu-
ro do que disse o Sr. corouel o promplo pera res-
ponder ueste ponto perame os Inbunaes, se o r.ha-
marem?...
Quauto ao cerco da casa em qne estarn) ns Drs.
juiz municipal e Francisco Joo, o que ha a dizer, ,
que um semclhante procedimenlo com as eirrums-
tancias que o acompauharam e pela maneira por-
que fui praticado ; longe do abosar ao Sr. coronel
a energa de que faz alarde, aprcscnle-o, pete con-
trario, como uma auloridade que ignorara as mais
comosinhas instituicus da le, c que demais em
sua imbecilidade, rompa todo o conselho. E dize-
mos islo, porque leudo o Sr. coronel a seu lado o
seu geuro Dr. Pina, promotor da comarca de Na-
zarclb, que sirmproesl em Pao d'Alho, como esto-
vo durante a noile dota) rocrutemente, se o admit-
tisse a guia-lo nao praticaria laes exceasos. o que
o Sr. coronel talvez pense, que a autoridade s
severa e inspiradora du respeilo, quando arbitraria
desptica e brutal ; porm, bem que se lhe diga
que nao; que o respoilo da auloridade depende de
outras condires, como por exornlo a dreumspec-
ro, a moralidad.-. Tome ola disto.
Temos, Srs. redactores, respondido i correspon-
dencia du Sr. comoifndanle superior Lourenco Ca-
valcanli. Foi um preito que rendemos a verdad.-,
o ura serviro de misado qae prestamos om dete/
de amigos acerbamente aggrodidos. Nao preten-
demos voltar carga porque j distemos bastante
sobre oissumplo.
livesles do lulnr com o gigante do Norte ?
Que da grande e benigna inlluoucia do direilo
internacional, que fustes coma espadaa mo re-
clamar do autcrata da lluasia 1
No zonith da grando/a, nrgulhoso de uma victo-
ria gauha rusta dos povos sacrificados ua barbara
rarneil, na da Crimea, dissestes como Cesar; venit
rit rini(, o ento esteiidestos as vistas do lincee
como Rriarco abriste os bracos a dissestes :
Lia naces da Europa curvai-vos ao meo poder,
genufloxai anlo minha grandeza, respeilai o sobri-
nho do meo lio, cojos louros e violorias pretendo
eclipsar. Vera soberba Albion, emndece leus bros
patriticos, curva a cervis oh poderosa raii.ha dos
mares abate leu pvilho vi. tunoso, e vem saudar
o sobrinho do heme, qne traroeira encerrastes as
cavernas da frgida o sopulchrl Santa Elena.
E a famosa dominadora do Ocano usqueceu sua
grandeza, calln s.ii. justa indignaco, suscitou seu
coiistru.-co. patriotismo,o humilde per domis'pagou.com usu-
Outro do engeuheiro rordeador, informando quelra a explendida victoria de Waterloo I... Sim, Pili,
a onsirucco do muro que pretende alaria Archan-< Wolington, Robert Pool estavam encerrados uo tu-
No dia 10 foi posta em execu.o a reforma do
carpo policial c logo uumcadu para couiuaudanle
goral, um cidado honrado e prestigioso, uma das
influencias reaes da provincia o coronel chufe de es-
teda maior da guarda nacional Manuel da Cosa Mo-
mos. Embora partidista, sua uomearo passou in-
clume, nu desallou nem poda desaliar a repro-
vaco, laes sao as <|.ululados que ornan) a pessoa
du 1,omeado. A polica precisava da direceo du
um homem honesto e couheddu, pela bunrade/ de
sua vida publica, um homem que infuudisse res-
poilo sociedade.
No dia 9 do corrente na occasio que se recolhia
a I.....is-,'n do Cin/.a na cidade das Alag dn o delegado do termo o barharel Alcpvia, pro-
ceder a um rigoroso recrutamento, na populaco
quo atluira a adorar aquella exposico religiosa I *
Eulo estamos 0.1 uo no s.-culo do progresso !
Tanta aclividade para o mal lauto indlTerenlismo
para o bem.
Continua a caresta no gneros alimenlicios,mui-
lo nos lem servido a fariuha viuda de .oulras pro-
vincias o o coinmodo proco do bacalho.
O assucar conservaos meamos preros ; adiam-se
Srs. redactores.Vm dover imporioso, qual o de
defender o mrito nos impe a restricta abrigar.,
de nao consentir passar desaperechda uma domis-
Ko aun iniciada pela Revista Diaria, artigo de re-
dar.-o desse jornal. Queremos fallar da domissu
do 111111 digno cunimnodanle superior Lonrouro Ca-
valcanli de Albuquerque, do cargo de delegado des-
la comarca, e igualmente tuna caria d'aqni dirigida
com o nico lim de censurar a policia do nosso
preslmoso amigo.
Nao dala de poneos anuos, que a policia desta co-
marca est c.rallada ao commandante superior I.ou-
riMieu Cavalcanli; ura dbs caracteres mais dislinclos
d.-sle lugar, ose quizessemos lascar a vista sobre <
passado, se quizessemos analysara sua vida puWi-
ea, veremos ou. homem que nunca se poupou aos
servicea do governo ; veremos cm criticas circums-
taucias da provincia, ahrindo a sea botoa paracou-
securo da tranqnillidade de lodos, Irabalhando do
livre volitad.: para iriumpbo da causa do governo.
Nos afaslando desse passado, onde deixou um no-
mo digno demeredmenlo.se olharmos paro a ac-
tuatidade, veremos o mesmo homem sacrificndo-
se pelos interesses da comarca, oceupando sem
conveniencia algum particular cargo, que lhe sao
pesados, e nesles lugares sempre impardal, sempre
jusceiro, o que nao c commum encontrar-se em
homens in.lopondenles do governo-, os quaes na
maior parte ino olfendendo as honrosas ctcop<*s)
s exercem lugares polidaes vara tatisfareren) nao
s as suas romo as paixes dos seus affeicoados.
Es 1 n I bando ura caminho honroso.seodo-se irfi-
parcial ejusliceiro, quu se podo gauhar a nonside-
ra.au o a alleico dos homens, duiando de parle
as paixes polticas que se podo exercer- un. cargo
rom dignidad.1, osquereudo a parcialidad.' que so
chega a ganhar niu nu me, cuja probidade dillldl
contestar.
Nem Ioi de outra maneira que se lorhou recom-
meudavel o uoiue do Sr. commandante superior



Diario de Pernambuc Quarta feira 16 de Marco de 1859.

r
r
i
i
Lourenro Cavalcanll de Albuquerquo. Negar cssas
qualidades-, oscureceros beneficios que teiu resul-
tado da delegara do-nosso presliinoso amigo tran-
quillidade publica desta comarca, c pretender orTus-
oara verdade, retribuir o favor com aingralido,
e nao vemos, quem, a no se expr mu desmentido
solemne, aponte um s tacto que deponha contra a
honradez do nosso ex-delegado que esquociaa a mi-
sado para fazer trinmphar a justtea.
Esses predicados que ornam o nome do mui dig-
no commandantc superior de Paod'Alho, csse m-
rito sempre recoiihecido por varios presidentes do
Peru.imbuco, censura aljamia poder apagar : ese
noje tima apparece as paginas do Diario de Per-
nambuc, nao deixa de ser llllia da inveja, csse sen-
timenlo vil, cignobit que s domina alma-: mesqui-
nhas, dignas de completo despre/.o. Estamos con-
vencidos que o nico fim de tal censura fui exigir
a demissao do Sr. commaudaute superior do cargo
ile delegado ; a nao ser isto au adiamos de mam-i-
ra alguma razoavcl, censurar-se a urna autoridad'',
que por ver procurar-scdcsmoralisa-la. emprega a
torca para tajar respeilar-sc a si e a lei. Fui o que
justament, se den com u Sr. I.oiirunro f.avalcanti e
os Srs. Drs. Francisco Joan Canicii o' da Cimba, e
francisco TViieira de S.
t:abe-nos aqui dcr que o uosso amigo nunca
compromotleu a anin,lado, nem lem completa
ignorancia da legislacao do paiz. tanto que nunca
loiicorroii para a desmoralisarao da polica.... e por
nos fallem os Ilustres nomos dos Exms. Srs. Manuel
Hlzardo de Souza e Mello, Joaquim Pires Mochado
Portilla, quo o conservaran] sempre ua delegada,
Sergio Tcixeira de Macedo, e Jns Bcnto da Cimba o
Figunircdo, aos quaes o nosso Mico pedir a sua
demissao, e nao Ih'a quizeratn dar apontando-se
snuipre qneo lugar de delegado eslava bem prehoii-
iludo pela pessoa do Sr. commandantc superior Lou-
renco Oarulcatiti, e depois podero censura-lo co-
mo mo delegado, e Hornear uutruque dcsouipciilio
melhor ?
Resta-nos pedir perdo ao nosso amigo se tormos
com estos poucas e humildes palavras olli-ndcr sua
modestia, apenas aeeite-as como signal de sincero
respeiloqucao mrito tributa
_, -,, O Podalliense.
_Pao d Albo 11 de marco de 1859.
COMHKRC IQ.
Caixa Filial do Banco do Brasil
em. Pernambuc.
Km lo de mai Dircctoroe da semana os Srs. :
\ntunio Marques de Amorim eJos Pereira da
r.iiiini.
V caixn aoscoata letras com prazo at G me/.os
a st II ao anno, loma saques .sobre a praca do lto
di'Janeiro, e recebe dinheiro a premio a l II ao
anuo.
NOVO BANCO
IMGRtfVMBI iO.
KM t5 T)l. M AHCO IF. 1859.
O Raneo descoma na present] semana a 51 (I 0 ao
auno at o prazo de 4 mezes, e alOO'O at o di- 6,
e loma dinheiro em conlas correiites simples ou
com juros pelo premio e prazo que se convencional-.
Ex-escripiurario Antonio Francisco de ,
Souza Mngalhes, pelos din-i tos de 5
0/0 do ordenado de 6003, relativos a 6
presta.es.......... 15S000
Ex-guarda do 1." armazem Antonio do
Carmo Ferreira, pelos direilos de i0 0
do ordenado de 30U.....' 15S000
Ex-professor de msica Pedro Nolasco
Bautista, pelos dircitos de 50,0do or-
denado de 4005........ 20JS00O
Dito ThoodoroOreslos, pelo resto dos di-
reilos de 5 0 0 do ordenada que mec-
hen deadt 11 de fevi-ii'iro de 1852 a 31
dedezembro 1I0 inesiiio anuo. !>$9(S
Hospital regiment!.
Ex-boticario Antonio Francisco das No-
ves, pelos direilos de 5 0 0 do ordona-
do de 800$, relativos a 9 preslaroes 30$0tin
Ex-pratiranlc Jiiao Athaydi; t.a-
valcauti Siini'.s, polo sello do
ordenado de 2409.....2$100
Pclus direilos de 5 0 0 do orde-
nado que receben desde 12 de
fevereiro i 30 de agosto de
1850.........8S599
Pelo registro.......ljOOO
Ex-praticante Manoel Joaquim
das Tresvas Marinlio, pelos di-
reilos de 5 0 0 do ordenado de
240'}, relativos a 4 preslaces
Pelo registro.....". .
-------- 9f9M
Para o Aracaly.
Sabe por toda esta si'mana a barraca Vari
Amelia, di' primeira oan lia, com todos os comino-
dos, para carga anda dos maiores voluntes trata-so
na rua da Cadeia 11. 57.
Pan o llio de Janeiro
sabe breve, por lee parle do carregauento prompto,
o brigue nacional Helena, .apilan Domingos II.
MaHra : a tralar com os seus consignatarios Tasso
li inaos, ou com o mesiuo capiliiu.
Segu wagem at o da 31 do correle para o
Rio de Janeiro, o patacho nacional Geora /
carga lrala-se na ra di- Apollo, armazem
ou com o capitn a bordo.
COLLEGIO
DE
,,".
NOSSA SENH0R4 DO BOICOIVSELIIO.
INSTALLADO NO RECIFE
j] Ra do Hospicio n. .!), a 7 de novembro de 1858.
DIRECTOR.10AQ l IM BARBOSA LIMA.
4$000
igooo
--------- 53000
85000
Rilo Miguel Balliinn Salgooiro de Sania
Rosa, pelos direilos do ordenado de
2ill>, relativos oilopreslacoos. .
Secretaria da lliosoniaria de fazenda de Pernam-
buc em 11 de marco de 1839.
O olfirial-maior inlerino,
huiz Francisco de S. Pato Silva.
Declaracoes.
Directora eral da iiistruccfio publi-
ca da provincia.
Por esta secretaria taz-se constar a quem convier,
e di- onlem do Sr. director geral interino 0 Dr. Jo-
rouvmo Vuelta de Castro lavares, que em cilicio do
Exm. Sr. ,-onselhcro presidente da provincia do 4
do crtente foi determinado o seguinte que os pro-
fessores pblicos devetn requerer presidencia por
intermedio da directora, alim de que sejam logo in-
formados os seus requerimentos; e que Ibes nao
dar licenca para tralar de negocios seus, sem que
deixeni substituto a contento dos delegados Ilite-
rarios.
E para que cliegue ao coiiliec.imcnto dos nteres-
sados se uiandou publicar o presente pela inipreusa.
Secretaria da inslruccao publica 11 de marco de
1859.( secretario, Frazeeo Pereira Freir'.
O cobrador da recebedoria de Pernambuc
avisa a quem convier, e principaliiieutc aos pro-
prictarios de canoas, que ser diariamente encon-
trado dasfl s 8 horas da inaulia, em sua casa na
ra dos Pires n. (ti A, alim de mais Ibes facilitar n
pagamento dos impostas que nao foram pagos na
reparto o em o lempo competente. ,
Em praca publica do lr. juiz dosfeilos da fa-
zenda provincial, se bao de arrematar por venda
em ultima praca
REALCOMPANHIA
ni.
Raqueles inglezes a vapor.
\ic o da 16 deslemetespen-sedo sul o vapor
Tvxk, coiiimandaiile Sawyer. o quol depus da de-
inora docosliihu- seguir para Soutliamptou tocan-l
do nos portosde S. \ cenlo e Lisboa : pura passa-1
gensele, lrala-se rom os agentes damsou, liowio
i C, ruado Trapiche Novo a. (2.
P. s. Os einbrullios s se receben) ato duas lio-
ras antes de se fediarem as malas e depois mais
una bura pagando euto uiupalaco alm do fete.
Lei loes.
SUMPTUOSO LEIL\0
DE
AU'ANDEGA.
Rendiiaento do da 1 a 14. .
Ideinddia15......
203::l99$56fi
8:778S.ll(i
212:1 78882
Descarregam hoje 16 de marco.
Barca americanaImperadorfarinha.'bolacluulia
e milbo.
Patacho americano John C. Kaffcr farnlia do
trigo.
Rana americanaFlyiug Clauddem.
Palhaliotenacionalilous Amigosfumo e cha-
rutos.
K0VIMF.NT0 DA ALFANDECA.
Voluntes entrados com fazeudas .
* com gneros .
Voluntes sabidos com fazendas
com gneros
155
21C
Finos movis, \u\ros, \>von
es, evvsViu's, novcelaua,
nrata e
etc., etc.
oulros aTtigos
Urna casa terrea de taipa na povoai o do Cacban-
, com 32 palmos de frente e 40 de tundo, cozinlia
Iiuportacfto.
Palhaliote nacional Ouh Amiqo$. rindo da Itahia,
ciinsigiiadii a A. L. de liveira Azevedo, manifes-
t'iu o seguate:
i oauas bezerrus enveruisados; a Rahe Schame-
tam \ i:.
1 dita caries de vestidos; aN.O. Kiebei.
1 embrulhn meias; a Scbafeitlim J C.
1 caixa charutos ; a F. A. WergelilU.
1 dita ditos; a A. L. de Oliveira A/.ev
2 barricas lalhas de loma ; a F. JosfJB*
Julia Botellio. ^JT
13 pipas fumo muido ; a Menron & C.
-l*asraximbos de gesso, 1 dita cinza azul, 8
caacodajnnU: de palma, 8 caixas e i fardos charu-
tos; 1 caixo fumo picado, 1 dito cigarros, 1755 cai-
xas charutos, 2 barricas talhas para agua e quarli-
nhas. 4 duzias loros de Jacaranda, 12 meios ditos,
08 fardos fumo, H vossouras depiasseba, 00 man-
gotes da mina; a ordem de diversos.
CONSULADO GERAL.
Rendmento do da 1 a 14. 00:3818710
dem do da 15....... 3:293$17G
ra, um quarto, e copiar na 'rente trazera, quintal
cercado de madeira, e com algumas fructeiras, sen-
do o soloforeiro, por 1-200, cuja casa fui petiho-
rada a Vicente Ferreira da ("aisla Miranda.
I ma casa terrea na fregu/.
dos Posaos n. 22, com 19 palo
fundo, coziuha dentro, quintal
em mo estado, por 6ll;OO.
Oulra casa ua mesma ra n. 24, com 19 palmos
de freute e 40 de fundo, coziuha dentro, quintal em
aborto, atembes) acasaem mo estado, or 8ffc>;
cujas casas foram penhoradas a Miguel Loorenco
Lopes.
Os prelendonlescomparecam un sala das audien-
cias as III horas da niaiiha do da 17 do crtenle
tnez de niarco.
Pela subdelegada de S. Jos foram aprehendi-
dos dous cavados, que vagavam pelas ritas, sendo
um casi.lobo c nutro russo : quem se julgar com di-
reilo aos mesmos, compareca na misma subdele-
gada com documentos comprobatorios. Subdelega-
da de S. Jos do llecife 12 de marro de 1859.O
subdelegado, Jos Carla* de Souza /tbo.
Inspecco do arsenal de ni rinlin
Ti-ndo de ser posta em arrematai-o, conforme
ordenou o Exm. presidente da provincia, a execuco
de reparos necessnrio* nos edificios do Lazareto do
Pina, concernenles a pedreiro, carapina, pitor, etc.,
convida o lllm. Sr. inspector aos que queram in-
cumbir-se disso apresentarem-se ne dialdo
coi note me/, pelas 11 horas da manhaa, em que
lera lugar tal arrematacao ; sendo quo antes, para
melhor cnnhecimeulo desses reparos, poderau rr i
ou consultar a respectiva descripeo minuciosa,
com cojo flm aclta-se patente ou franca, na secreta-
ria desta inspeci-ao, em Indos os das ules, desde
as 9 lloras da manhaa s :l da larde.
,^_^ Inspectao do arsenal de marinha de Peniambucu
^^111 lUde marco de 1859.O secretario,
-l/exiiiidre Hodritjttes dos Anjoi.
Pela recebedoria de renda internas geraes se
faz publico, que se leudo concluido o lancatncnlo da
laxa de esiravos do exerdeio correte, podem vir
paga-la todas as pessoas que apivscnlaram reta-
rdes para a actual matrcula do quinquenio de
1858 e 1803, c na occasio do pagamento recebero
os competentes certificados. Recebedoria de Per-
nambuc 15 de marco de lt>59. O administrador,
Alauotl Carueiro de Souza l.accrd.t.
III. I!l) lllini R. 48, PRIHFIRO ANDAR.
Sexla-feira 18 do correnle.
a, ii wm
eucarregadn pelo lllm. Si. Dr. Joan Pedro Maduro
da Fonseca, que ha |......-o tetirou-sopara a Europa,
far Icilode lodosos movis perlencenles a S. S.,
os quaes consisten] em rica tnobilia de Jacaranda
gosto modernissimo, exceUente piano forte de ja-
caranda, urna linda mohilia de iiioguo para gabine-
te, toitatoS, peches, guarda vestidos, guarda ron-
das com espelho, comtuodas, ptima secretaria, es-
crivauinlia de IBj/OgliO, osianles para livios, cadei-
ras e bancas de charo, ditas de diversas qualida-
des e feitios, bancas de OOBtura, mesa de chao
para caf, escolente cama franceza com cortinados,
isla Miranda. I marquezas de dormir, caijias de ferro, releles, bi-
nados .yogados.. roa I deis, cabidos, lavatorios! com podra, aparadores
nios de frente e 4b de mesa elstica, dla simples, guarda lomas, apaiv-
ai em aborto, e a casa ihoa d.- Boa porcelana Manca para almeco e jamar,
ditos dourados coni malves, vidros e crystaes para
servicu de mesa, ricos vasos e llguras *e mais eu-
feiles de porcelana de Si'jvres para sala, lapecaria,
caiulelabios, laiilernas, terpentnas de crystal,' ran-
dieirosde bron/.e ameridanos, lanlcrnas ingle/as de
casquinha lina, ptimo l-slojo de pistolas inglesas,
espingardas de 1 eS canos, O muilos outros objec-
les de gosto e capricho,! que fdra impossiTel enu-
merar, os quaes s cumia vista podem ser devida-
niente apreciados : no sobredto dia sexta-Ierra 18
do correnle as 111 horas! em poni da manhaa, na
ra do liriiiu n. 18, praieiro andar.
TRANSFERENCIA
P.VIIA
Oniflla-feirt 17 do correle
GRANDE LEILlO
DE
; Movis diversos, camas a-
mei*ieaas|,s. ca\violel, eav-
Desdi'7 de Janeiro do correle anuo abri este estabetecimento suas portas a lodosos e-
nbores paisde familias que Ibe qui/i-n-m coudar a oducacaodc seus filhos.
Da ordem sobque luarcba o si-i-viio msle collecio, de .-.-os comtnodos, asseio e de sua
disciplina escusa-se o director de fallar, por ser para isso o menos propriu : mas desdi- j o
sulijcia a iisjicci o de todas as pe,.asiue liverem real uiteresse em conhere-lo, cello de
qin- ao oibo conscieiicio s.i nao escaparao as diligencias e telo, com que ambiciona o directorsa-
lisfazur as exigencias de urna educa, o regular, a que lem direito os seus collegiaes.
Caciras de ensino.
Phimi.iius i.f.ttius.Pelo methudo Caslilho, regida pelo Sr. major Antonio Ignacio da silva.
Lvrw.Prinie'na cadeira, regida pelo SrJoaquim BorgeS I anniro.
-> Segunda cadeira, regida pelo Sr. Jos Nicacio da Silva.
Fraxcez i: im.lkz.Prifieira cadeira, regida pelo director.
Segunda cadeira. regida pelo Sr. licorge Targuhar Moilinner.
Itamwo.Regida pelo lir. Francisco de A. Houlinho Lima.
Ai.leio.Regida pelo Sr. l'raiiciaco Jos da Cuaba.
GEOnBtMA.Regida pelo Sr. Dr. Antonio Egidio da Silva.
i.koohm-iuv t: iMin-osoniiv.-i-gida pelo Sr. Dr. A. R. de Torres liandeira.
Hiietiihicabpotica.Regido pelo Si. Borges Carneira.
Di simioRegida pelo Sr. Dr. .1. J. de Carvalbo S. Varejo.
Mi wc.Regida pelo Sr. llanojil^Aiigustii de Men.-zes Costa.
.Mrsiev DB imano.Regida pelo Sr.loaqiihu Bernardo de Mi-ndonca,
DaXS.1.Regida pelo Sr. Manoel Francisco de Souza Magalhes.
As condiccoes de entrada sao as mesinas consignadas nos estatuios do rollogio, que esloa 11
merc de quem os quizer lr. *1
CASA DE SAlE ~~
SITA EM SANTO AMARO.
DOS
^^. ^^^^ % %^^.
Neste i-siabelecimeuio lia as melliores acommodacoes para se trataren) doenles de qnalquer cathe-
goria e sexo.
Adiara menor lie. de 39500, devendo o pagamento ser feilo por quincenas odiantes.
llavera omaior/elo e empcnlio no tralamcnlo dos docntes os quaes serio visitados pelo menos
duas vezes por dia pelos mediros proprielarios do estabelecimento.
09:67J892
DIVERSAS PROVINCIAS
Kendimenlo do dia 1 a 14. 3:3JS97
dem do dia 15....... 462g200
3-.880SO97
DESPACHOS DE EXPORTACAO EI. VllEsTlO
CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA 15
DE MARCO DE 1859.
CanalPatacho inglezMedea, Soulhall Mellors A;
t'.., 1,070saceos assucar mascarado.
BosUin^Paladio ingle/. Einily, Johnslon Pater i
i'.. 400 saceos assncar mascavado
CibraltarPatacho hollandez Cepbiena Helena,
Saunders Brothers i C., 350 saceos assucar
branco.
I.ninda Patacho portuguez Tarujo II, Manoel
Joaquim da Costa 4 C, 150 latas assucar re-
tinado.
PortoBarca portugneza Sania Cruz,., Marques,
Barros A c., ROO saceos assucar blanco, 100 di-
tos dito mascarado.
Exftortae&o.
Araraty, lancha r.aines, de 31 toneladas, con-
duzio o seguinla 218 voluntes gneros eslran-
geiros, 2 fundos de cobre, 2 canos dito, i serpen-
tinas,
BECEBEDOR1A DE RENDAS INTERNAS GERAES
DE PERNAMBUC.
Reudimenlo do dia 1 a 11. 31:48.iJtKHl
dem do dia 15....... 852585
po^as, ca
(azendas
ea\a\\os
pvos de eoiidu/Mr
da a\fandega.
\ois ce., etc.
Partiripa-so ao respeilavel publico, que for-
necc-se comidas com aceio prstela, e se encar-
rega de lavare i-ugomniar : ua ra do Mallo), casa
nova iinln do Sr. Bastos. Na inesnia precisa-se
alugar urna boa co/.inheia e una engomiitadeira,
preferindo-se captiva.
Arrenda-se um silio em Saut'Anna : a tratar
na ra do llangel u. .50.
Onlem terceira ale S. Francisco.
Tendo a mesa regadora da veneravel ordem ter-
ceira de S. Francisco desta cidade rcsolwdo man-
dar pintar o domar a sua igreja, convida pelo pre-
sente as pessoas para isso habilitadas, a examina-
rom a mencionada igreja, c a enviaren! suas pro-
postas em carta fechada al o dia 25 do correnle ao
irmo secretario.
Precisa-so por alugucl, de um prcto de meia
idade, que eutenda alguma colisa do Iraballio do
campo, d-se sustento e roupa : a tralar no pateo
do i.armo ii. 9, ou na Passagcm da Magdalena, em
ea>a do Dr. Ftnqo.
Precisa-se de im oOicial de pharmada para a
l'arabiba, que lenha bstanlo pratica, o soja de boa
conduela : a fallar ua rua do (.inclinado com J.i.v
Joaquim de l-'aria Machado.
Precisa-se de urna ama para comprar e cozi-
uhar para tres pessoas de familia : ua rua do Col-
legio, luja n. 9.
Folliinliiis para 1859.
Acbani-se venda na livraVia n. C e 8 da praca
da Independencia, as folbinnaa do auno ib' ib'.i,
para as provincias de Pernambuc, Cear, Rio Gran-
de do Norte e Alagos, das .seguimos qualidadi-s :
1-lliinba do priprielario agrcola contendo
alem das materias do costume, as lois e
regulaini ilus das Ierras pnblisas nidadas
cun lodosos avisos e ordons que as tem ex-
plicado e ampliado at o me/de selemluo ul-
timo, pelo Sr, Dr. Antonio Vasconcellos Me-
Iiezes de lli uinm-iud ; esta folhiuba he es-
sencialmente necessaria a todas as pessoas
que possiiem um palmo de Ierra para mais,
fiois com ella estn habilitados para nao ca-
lireni em multas e nao seren Iludidos, preco 500
Folhinlia de porta ris........". 160
Folliinha eccbsiaslica OU de resa feila pelo Rvd.
Sr. eonego penitenciario da S de Olinda, se-
gundo a rubrica e ordena da Santa S, ris. 400
D. Anua Joaquina Tcixeira da Molla Cavalcan-
li arrenda o sen engenho Novo no termo de Igua-
rass : quem o pretender, dirija-so ao B3U silio
Outeiro, encravado entre Ierras do mesmo enge-
nho, OU na villa de guarassi'i, rua da Matriz, casa
ii. 9, a tratar com o lilbo da proprietaria, que
Constando que Benle Fernandcs to J"^ Teeira da Mona cavaicanti.
Passo, cidatliio portuguez, pronrictario e duas muas",'','.,lencem.-s aoX'noWo rio"
lluii do Hospicio sobrado de
vm andar (do Sr. Can-
tanil) seando depo da
casada Ledo de Ouro.
possiiidot* do, boa fortuna, solirinho c um
dos Ipslamentcii-os de Domingo Rotlri-
gnes do l'asso, lallifera cm Popitigal, de-
soja-sp salicr se elle deivou nesta pro-
\ i ne a alguns procuradores; no caso atr-
inutivo pede-se aos iiit'siiios Srs. proctira-
Slores o l'a>or de declararen! por esle Din-
rio os seus minies para se llies toiiiiuuui-
car negocios de grande monta.
O.bacharel Jos Bonifacio de S Pereira lem
aberlo o seu cscriplorio de advogado nnbairrodo
Redfe rua da Cruz n. ls, segundo andar : quem
THEATRO
DE
Santa Isabel.
O artista dramtico Cermano Francisco de Olivei-
ra, lem a honra de aniiuuciar ao respeilavel publi-
co, que se acba de rolla a esta capital, c que vai dar
comeeo aos seus trabalhos scenicos.
O pessoal de sua compauliia ititeiramente novo
e e.colbido, que lem de aprosentar, eonta elle, que
igualmente preeneber os llns a que se proprie,
em progresso da arte dramtica, e que bem satisfaz
a ,-spec.talivii publica.
Tcodo de dar a primeira represcnlacao no sabba-
do 19 do correnle, convida por isso s pessoas que
quizerem assignar lano camarotes como caderas,
que podem desde j fazerno escriptorio do tbealro,
das 9 horas da manba s 3 da tarde, sob os condi-
cies seguintes:
As assignaluras serao elTectuadas por 15 ou 30
recitas ; no prinniro caso lera o a-sigua n I.- o abati-
iiiento de ti 0 il BObro o total da importancia da as-
signatura c no segundo caso ter o assiguante o
ab.iiimeuio do 1000pagas adiauladas.
O programla do primeiro espectculo ser cir-
ciiinslaiiciadaiiieule aiinuuci.ido pelos jornaes, sen-
lo o drama o
WLM
de ordem e eonta lie urna familia nobre, que se re-
tira para o centro Ua provincia, far leilo dos ob-
jeetos meiicionodoi pertcncentes a mesma a salicr :
excellente tnobilia de Jacaranda com podra a l.uiz
XV, ptimo piano lie Jacaranda francs, caderas,
banquinhas e sofi de gabinete e quarto especial,
toileles, lavaturiok com pedra, guarda vestidos,
cominodas, guarda roupas, camas francezas com
cortinados, ditas db solteiro, marquezas, mohilias
propria de quarlot, dita de sala de jantar, mesa
elstica, guarda liucas, aparadores, mesas de en-
goiumar, ditas dacoeinha, aparelhos de porcelana
de varias qualidaaes para almoco e jantar, vidros
para servico de njesa, candieiro's de diversos fcilios,
lanlcrnas de bronce, candelabros e lanlernas do ci-
dro, eufeites de pbreetana e crystal para sala, tpe-
les, c.-leiras e ou ros muitos objeclus etc., etc., as-
sim como i excellenles carros americanos de qtialro
rodas, um cabruaet, cavallos, una crnica, 2 car-
ros de conduzr fazendas da alfaudega e bis : ludo
islo ser vendido sem reserva no supradilo dia
quarla-feira lti do correnle na rua do Hospicio so-
um anflar (do Sr. Cantanil) segundo depois
de lluro.
quizer encarregar-Io dopalrodnio de suas causo* ""^s convidados para o dia domingo 20 doeor-
pde prociira-lo no mesmo escriptorio, das 9 horas ** "* fc 14 de maceo
da manba at s i da tarde.
estrada dos Amictos, onde mora o mesmo doulor,
sao ambas ca.-laiilias, mansas de sella e carro, es-
lo manada- lias peritas logo abaixo d'anca, e una
que he menor est lanibem marcada as orelhas:
quem as liouxera son dono, ou dr informacoes do
lugar onde estejam, ter una graUBcaco.
Aluga-se o segundu andar e solo do sobrado
da rua das l.arangeiras n. 11: no aterro da Boa-
Vista ii. 6, terceiro andar.
^ A i,mandado de N. S. da Soledad,- da Bna-
Vlsla avisa a lodos os seus irmos, que nao se leu-
do reunido os mesmos no domingo, 13 do correnle,
para a formaco da mesa geral em que se lem de
proceder a eleico da nova mesa, c tralar-se de
mais objectos de mnilji importancia a bem da
mesma irmandade, pelo presento icam os senhores
Precisa-se de urna ama para o servico de urna
casa de pouca familia, preferindo-se esclava : a tra-
lar na rua Nova, luja n. 44.
AVISO
Furtaram ha 20 das do moirao do si-
tio da moradia do abaixo assignado na
Passngem da Magdalena urna canoa de
ca freir de um so pao, anda nova e to-
da pintada de verde com a marca da ca-
pitana do porto Al n. 171 : roga-se a'
( exisla de participar no dito sitio ou na
rua do Torres n. 14, que sera' gratilica-
do,Antonio Jos Leal Res.
de l!So9.O cscrivao da mesma,
Joot/uiii Josi1. J/i/r/f/is-,
Aluga-sc um criado ptimo para ludo o .ser-
vico : a tralar na rua do Terco n. 62.
Veecifa-se de unta ama para casa de familia
de duas pessoas : na rua do (Juciuiado n 16, pri-
meiro andar.
&
COA1PAH1IIA
ALLIANCE
l.slabelecida em Londres
CAPITAL
Cinco mllUocs de \Uivas
esterlinas.
Saunders Brothers & Cien a honra de informar
oes Srs. negociantes, proprielarios jdo casas, ea
quem mais convier, que cslao plenamiiileautorisa-
dos pela dita rotnnanhia para etTtiduar seguios so-
bro ,-diiicios de lijlo epedra, rubertos de tvlha e
r* igualini-nle .-obre os oltjcctosque contiwi, ui OS I es-
mos educios, qiierconstsla cui uobilia ou em fazeu-
das d,- qualquerqualidade.
Muga-se lint pido ,o/ii,!:,ii-,i : .pieio o pre-
tender, dirija-si- i roa do I abugi. toja Ii. 2.
gg Aluga-se una casa propria para pOUca ta-
^?? miliasila na rlstaucia : a tralar na rua da
j ** Cadeia do Becifen.9, primeiro andar.
a. i> r 5 < t t i- 5 ^ ? t t {,
ti sr. Joan Ferreira da Cosa Amara! t>-m una
caria viuda do Maranbo, na rnada Cruzn. 27.
Precian premio de om por ceiilo ao mez, com o prazo de
um a dous anuos,e garante-so acntenlo do ,-ui-
preslador: a pessoaqoe para isto estiver habilita-
da, dirija-se a roa das Triuclieiras, casa n. 1, que
dir quem precisa.
Ilesappareceti do sitio do abaixo assignado,
nos Afogaios, um cavallo caslanb-, com os pea cal-
cados, gordo, e anda bem : quem delle der noti-
cia ser recompensado, ou no mesmo silio, ou na
rua do l-'ogo n. 8.
Padre Leonardo Joao '.rnjo.
Ilo-sc lices de ranc,-/. em casas particula-
res : a quem convier auuuucie.
Km 4 do correnle fazein 6 anuos que fallcceu
Jos Francisco Beln.
Ku abaixo assignado, declaro que tiesta dala dei
interesse ao Sr. Francisco Bernardo da Cosa, na-
lerca ibis lucros de uiinlia talieiua sita na rua Mien-
ta u. 9., Ii, aillo de boje em dianle girando sob a tir-
illa de Joao Raptisla da Rocha \ C".
Iieciie, 12 do Marco de 185.
Joo BaptUta l.evy Samuel, participa as pessoas quem pos-
83 iiileressar, que o Sr, Levi Siuiou deivou ami-
ga i lme a sua companliia.e que nao se respoiisabili-
.-,, por s.-us negocies.
Pernambuc, 11 de Marco de 1SJ9
Rua do Queimado n. 48.
Fa/em silente aos seus l'regiiezcs, que recelieram
pelo ultimo vapor todas as fazendas precisas para a
prsenle quaresnia, como sejam ; resUdosde Groe-
denapoles bordados a velludo com hahados ; di-
los bordados a gorguru c grosdenapoles de todos
os pico ; mantas de Monde e icos ; casimiras re-
las : pannos., do melhor que lia no marcado ;
entes (krfiiHeles de velludo, seda o grosdenapoles,
bordados e lisos; linas de pellica de Jnvin : ditas
de relio/, bordadas ; meias de seda ; ditas de laia
limito elsticas; gciinhase manguitos ; casaVeqnes
e manteletes prcto e de cores ; chapeos para
boim-in, o mais fino que be possivel ; rtogWS pa-
lenlc ingle/, e lucios cliroiioinelros; um grande sor-
timunto de Obras de ouro de ludo quanto se pre-
cisa ; calcado, lauto para hoiiiem como para senlio-
ra ; roupa feila de ludas as qualidades; e oulros
muitos objectos de gusto que eslaro patentes aos
Srs. fregueses, que avista das bellas qualidades das
fa/endas e o commodo preco nao detxarao de fazer
uegoaio.
LOTERA
PROVINCIA
OSr. thesoureiro manda fazer publico
que se acliam a venda todos o dias dat 9
horas da manha as 8 da noite, no pavi-
mento terreo da casa da rua da Aurora n.
20 e as casas commissionadas pelo mesmo
Senltor thesoureiro na prao.a da Inde-
pendencia numero 2 e na rua Diteita
n. 83, ate as horas da tarde, somente os
hilheU.' e meios da primeira parte da pri-
meira loteiia de S. Jos de Riba Mar,
cujas rodas deverao andar impreteri-
velmentc no dia tM do correnle mez.
Thesouraria das loteras 12 de mareo
de 1859.O escrivao, J. M. da Cruz.
&M)MMBTOIIU
XA
Roa do Qncimado n. 7.
leste est ihdeeimento acharan os compradoras
o ma.s variado e cmplelo .-omnenlo de todas as
qualidades, como sejam :
Vestidos dr .soda pretos com babados o
Ditos de dila de cor com babadas. .
Grosdeaaple arelo lino de 1000 a .
Ilicos iiiaolel.-i, s pidos ,i pnii, e/.a Clotilde
s
2,-iSUO
>
1S280
rrjIHW
res de calcas de hrim de linho de cor a
l.arlciras de perfumaras ingle/as. .
Camisas francezas de todas as qualida-
desdeS*Qutra........
Palelotsde panno franeezes delGJa .
Ditos de al],ac francezos......
Poupolina do seda de 900 a.....
Chitas finas o invado........
Ditas francezas o corado......
lti,-os eufeites para senhira.....
I', ules de tartaruga modernos de 7}a .
''Iliulias e iiianguilos de croch. .
Canir americana.
Vende-Se carne de vacia americana, em hanis,
cada um cm JtIO libras, por preco barato : ua rua
de Apollo ii. s, arutazom de Pacheco i C.
s'Hil
lilalHIt
12j00
20
S
1">*KI0
ltlfOtl
Calcado.
Vendem-sesapaii-s de vaqueta de lustre de Nan-
les.comduas solas, lvenlos, pelo diminuto preru
de 7-5 o par : ua rita da Cadeia do Recite, esquina
,1a Madre de lieos. Na mesma luja eaisle um com-
pleto sortimenlu de calcado para homens, senhoras
e meninos.
Ao aterro na Boa-Vista n. 8, neste ultimo va-
por, chegaram queijos de Minas nimio frescos.
Arreuda-se ou trende-ae uto sitio no lugar da
Torre, margen do rio Capibaribe. com excedente
casa de viveuda para grande familia, contendo i
salas, 10 quarlos, coziuha fura, urna seuzala, coche-
ra |.ara 2o-.i 3carros, qnartos parra criado e pretos,
estribara para 6 cavallos, quarlos para animaesdo-
mesticos, galinheiro, cacimba com cxcelleulo agua
de beber, e oulra com bomba e casa de batihu, jar-
dim com vasos finse figuras, baixa do capim, po-
mar de larangeiras, alm do outras fruclas do paiz:
a pessoa que pretender, dirija-se a rua do S. Jos,i
n 45.
Ofr. I). Raphael Saucher, tendo deretirar-se
I,elemento para Europa, participa ao publico alim
de que as pessoas que quizerem utiiisar-se de seu
presumo, como medico oculista c procuren) cm a
sua residenciahotel inglezde unta at 4 horas
da larde.
Precisa-so de urna ama que saiba cozinb.ir,
engominar e tazar o servicu de casa : no prii.oir.i
andar do paleo do Terco n. 26.
Sabbado,12 de marco, fugio oescrarocrioulu
de iionie Flix, com os seguintes signaos: alto,
desdentado.com muitos pannos pelo rosto eeorpo,
muilo regiisla, em um lado do bozio tem um p>l-
m.io procedido de urna facada ; protesta o proprie-
tario de-te eseravo conlra quem o tiver em seu
poder inlegal, o jornal diario de 3 que o mesmo
csrraro ganhava : quem do mesmo livor noticia,
mesmo capitaes de campo, ou agentes da polica,
oapprehendam elerem em Fura de Portas u. 111.
rua do Pilar, que sero gratificados. Oeclara-se
que ,- tambeni torio dosolhos, por isso tem signaos
muilo evidentes, e portante muilo fcil de descu-
bn-loem qnalquer parle que andar.
Na taberna de Costa & Silva, ua rua da Praia
ii. M, vende-se um excellente mulo de alcance.
Na ilha do Nogueira vende-se urna porcao de
cocos seceos com casca, proprio para embarque, e
p,,r prc.o commodo : quem quizer, dirija-se a
mesma ilha, ou a rua Imperial n. 63.
Rologios
de ouro patente inglez de um dos
mclhorcs fabneaotes de Liver-
pool, chegMta nltimamente pelo
ultimo paquete e nlauns de aova
in\ riu iii coberto e eseobertos a
vontatle do possnidoi*: em casa
deArkv,rgkt& C. rua da Cruz
u.C.l.
- \ en,iem-sn
1$00 cada unta

<^>
v"-;
XS-. Ir-
DENTISTA FRANCEZ.
Paulo Gaignoux, dentista, rua das La-
rangeiras lij. Na mesma tasa tem agua e
p denuden..
I -:-.-.
9 9 '
-
LOTERA
lirado de
da casa do l.ed
32:33S-TtC.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenio do dia 1 a 14.
dem do da 15
31-222S19I
1:2,(115906
35:453S307
Movimento do porto.
ou
fn
Tamben, subir a scena
tnjsterio em 4 actos
bre emento o magnifico
GABRIEL ELUSBEL
icflao
lili US
Navios entrados no dia \'i.
Rio de Janeiro2 dias. brigue brasileiro amao,
de 234 toneladas, capitn Manoel Jos \ ieira,
equipagem 12, carga|varios gneros; a Antonio
Luiz de Onvira Aevcdo.
Navios sakidos no mesmo dia.
Portes do NorteVapor brasileiro Paran, ront-
mandnnle o capitn tlnenle Jos Leopoldo de N.
Torre/o.
Rio de JaneiroBrigue escuna americano jHoiite
Cello, capitn Hoptins, em lastro.
MaceirjPatacho inglez Exprs*, capilo I. l'.Or-
soto, em lastro. Suspenden do lamaro.
OBSKRVAC0ES_HETFX)ROLOi;iC.VS.
OA 15 IIK SUBCO.
Milagros de Santo Vnlonio
cuja srenario e vestuario fui preparado no Rinde
Janeiro. A empresa eonta como sempre com a prv
1,-cco do pnblico em geral.
Avisos martimos.
3
3]
6dam.

1/1 dia
Hdat.
0 >
I
Nimbus
*


NE
F.SE
EE

TElUtOSETKO
Ron.
Reg.

Bou.
2T.0
26.1
27.1
26.6
2b,1
20.0
20.8
21.7
21.3
20.8
mm.
756
756.5
756.8

A noite a prtucipio nublada acabou com copiosa
chura e trovoada e assim amanheceu, o vento va-
tiavel em direoco e intcnsidadu.
U.bservatorio do arsenal de marinha 14 de mareo
del859.
Vi loasJCNIOR.
Editaes.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria de fazen-
da desta provincia, manda convidar as pessoas a-;-
btil mencionas pdra rirem pagar, dentro do prazo
de ID dias, contados desla dala, o que ainda se a-
eham a do#"r 'dos direios de suas noraoacoes na
qualid.irle de empregados Ciris do ministerio da
guerra, eertns deque o nao fazendo se proceder &
cobratica judicialmente.
Arsenal de guerra.
l-i-almoxarife Antonio Maris de Haras
Neves, pelos direilos de 50/0 do orde-
nado de 800?, relativos C prestacoes SOffOOO
Para o de Janeiro sahe com milita brevidade o
bem conhecido luigue Sagitario ; para carga e pas-
sageiros, lrala-se rom Manuel Kraiiciseo da Silva
Tarrico, na rito do Vigario n. 17, primeiro andar.
Aracaty.
Segu nesles dias o patacho .Santa Cmr, recebe
carga afrete epassagoiros : a tralar com Caotano
Cynaro da Costa lloreira, no lado do Corpo Santo
n. 25.
Para o Rio de Janeiro.
O veleiro e bem conhecido patacho nacional Ju-
lio, pretende seguir rom mura brevidade, tem par-
te de seu corrcgamenlo prompto para o resto que
Ihc falta trata-se rom o seu consignatario Antonio
uiz de Oliveira Azevedo, no seu escriptorio rua
da Cruz n.l.
Para o Rio Grande
do Sul,
segu com milita brevidade o brigue nacional
Duque da Terceira, por j ter dous tercos da carga
prompta : para o resto, lrala-se com o" consignata-
rio, rua da Cruz n. 54. -
Companliia Prnianiburaiia.
O vapor nacional Tersinumjo, commandantc o
segundo teuente Horeira, segpir para os portos
do sul de sua escala no dia 20 do crrente as 5 ho-
ras da tarde. Recebo carga at o dia 19 ao meio
dia.
O vapor Iguarassu' espera-se dos portos do norte
al o da 16 e seguir para os referidos portos dias
depois que se annunciar. Desde ja se recebe carga.
Sabbado 19 do correnle.
T. B. Urowne estando prximo a reti-
rar-se parala Europa ara' leilo por in-
tervenidlo dp agente 01 iv. ira, de toda a
mobilia da casa de sua residencia no
campo, coiUistinJo em. cadeiras, sof,
mesas redondas de jogo e de costura,
consolse mais adornos de sala de visitas,
cadeiras dej balando, de encost e de bra-
cos, ditas de mogno, um esplendido pia-
no dos rei-dadeiros fabricantes inglczes
Collard A Collard, aparador, mesa de
jantar, la iternas, espedios, leitos de fer-
ro e de mndelra grandes e pequeos, ca-
tres para nentnos, guarda vestidos, lava-
torios, espedios, lampei'iet, quadros, lou-
ca, crystaes e nlc'in de outros artigos di-
versos un, bello carro e um lindo apare-
|ho de | rata raagnilicamente lavrado :
sabbadu do crrente, as 10 boras da
inanliii.i, ua indicada casa, sita na Capun-
ga perto do porto denominado do Jaco-
bina.
Gasa de conimissao de es-
cravos na rua larga do
Rosario n. 1% segundo
andar.
Nesta casa recebem-se escravos para sercm ven-
didos por coinmisso por coala de seus senhores,
allanca-se o boni tratamento e a prompta venda,
afim de os donos nao soffrerem empale com a ven-
da dos mesmos : nenia mesma casa ha sempre para
vender eseravos para ungenQO, Inoleques e uegrus.
CASA DE SAI HE.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier, proprlelario da an-
I liga e acreditada casa de saude sita ao norte da ,
I Irada da passagcm da Magdalena, entre a ponte gran-
; de e a pequea do Chora-menino, e na mesma re-
sidente, lem disposlo os ni,-Inores commodos para
I receber qnalquer pessoa enferma, e arhando-se o
Escriptorio dos engenheiros na villa do Cabo 10 l seu estabelecimento nas mais agradaveis eondiees
. m.^... .1- luri, i 1....^.:^^. ...!__ .1___. ..... r
Vl\ FRREA
DO
RECIFE A S. FRANCISCO.
A cnnipanhia scacha proinpla a receber propos-
las para a couduci-io de una grande quantidade de
inlli,,- ,- uniros maleriaes perlencenles a mesma
via frrea do litloral das Cinco Ponas, onde preseu-
lemenle se acham, a,i lugar chamado Uoa Sieca ou
Berttoga, silo no rio Ipojura.
As pruposlas deverao ser enviadas por escripia,
marcando o preco por arrobis inclusive carregar e
descarregar o peso que pode ser condu/.ido porca-
da barcaca, o maior numero deltas que se poder mi-
pregar tiesle servico assiin como o lempo gasto om
cada \iageni.
de marco de 1859.
W. II. Penitton,
Kngeribeiro em chefe.
VIA FRREA
no
Recife a S. Francisco
A companhia precisa empregar 300 obreirns ad-
dicionaes entre a villa do Cabo e Uliuga, e offerece
as seguintes vantageus.
Est resolvida a contratar os aterios em lances
pequeos, por preces que garanten] maior tuen
lvsos diversos.
Hogh-se ao Sr. Paulino da Silva Mindello o fa-
vor de ir ii rita da Sen/ala Velha n. 91, resgatar
um val san da quanlia de 60. visto que o lempo j
he do sobra.Jost .inlouio Feruandes Fradigue.
Precisa-se de milito
boasjeostureiras para fazer
eolletcs: na rua da Madre
de Bfeos n. 36, primeiro an-
dar
t Precisa-se de ofliciaes de
chatuteiro pafa-se a 500 rs. o
cen o e carregaco a AOt rs.,
bon fumo para Irabalhar: na
rua Imperial n. 41.
Ama.
hygienicas; Contina a offerecer os seus servieos, af-
liaueandu o melhor tratamento e o niaiiir lelo no
curativo das inulestias. O mesmo dontor, lem des-
tinado una sala para parios, cuja utilidade he iu-
conleslavel.
sao F.NcvHnEG.nos n guinea
Operacoes. lllm. Sr. Jos Francisco Pinlo Gui-
mares, cimrsio do Grande Hospital de Cuida-
de, cuja pericia he bem conhecida.
Medico Consultante.O lllm. Sr. Commendador Dr.
Jos Joaquim de Moraes Sarment.
Parios.O lllm. Sr. Dr. Silvio Tarqumio Villas-
Boas.
Paidologa dtilrina.^-0 proprielario do eslabeleci-
mento.
aos conlratadores, duque oque se reali-a pelo Ira- A diaria ser de 3S100 e 2S0O0, conforme a gravi-
balbo diario. dade c U[a,:,0 da mu|eslia.
Empregar-se-nao todos os homens de Torca e ac- As pessoas qu qui/erem ttm tratamento dslincto,
tivos por umprecopropordonal equivalente i 1280 pagaro na razio, da iespeza qnexerem.
rs. Oanos. Operacoes, sanguesugas, conferencias serao pagas
uintralar-se-no pedreiros, carapioas, oQIciacs | aparte da diaria,
de pedreiro, fenviros. assim como oulros meclieui- | Passagcm da Magdalena 22 de dezembro de1858.
eos, medanle condiceoes favoraveis einpreita ou mediante paga diaria correspondente, no caso Precisa-so de una ama de bule forra O*con-
que profenram. uva, para una casa estrangeira, nao se olha a prero:
Haverao nioradtas para osonreiros, cojos manti- na rita do Trapiche Novo n. \i. Precisa-se tambm
menlos serao transportados graluitamenle da esla- de um preto para pagem ou sen-ico de casa.
can das Cinco Ponas aos pontos das suas moradas1 ___ Aluca-se um snhraiin a m-u-rr.-m
pelaUnba. Tambem se conceder urna passagcm ^tuga se um lODtaao a matfjem
Itvre ao Recite para todos os que forem emprega- do 'l0 Laptbaribe, na estrada de ponte
dos, para ida e yolla nos sabbados, depois de felo o
pagamento ; assim como a lodo lempo se dar pas-
se livre, de 20 lmmeus, um, para o lim de com-
prar monumentos.
Escriptorio dos engenheiros na villa do Cobo 1
de marco de 1H5U.
Hr. .V. Penitton,
Engenheiro em chefe.
DO
RECIFE A SAO FRANCISCO-
A coinpanhia esl prompla para entrar em ajut
Os billielus rubricados pelo abaixo as-
signado achatn-se a venda nas lojas do
costume pelos segrjintet precos
Bilhetes 5,<800'
Meios 290
vende-se etn seu escriptot-io na rua do
Collegio ii. 21 primeiro andar em por-
ro de 50s para cima pelos seguintes
precos a dinheiro
lli Hieles s'iOO
Meios i'.sTOii
P. J. Lavme.
Fugio de bordo do brigue nacional Almiran-
le o eseravo Joao, de nacao, do idade de 2 an-
uos, pouco mais on menos, alto e cheo do corpo,
rosto redondo, sem barba, e falla mal ; levou ves-
tido calea e camisa azul, c chapeo oleado : quem o
appreheuder, levaiido-o ao escriptorio de Jos Joa-
quim Dias Pernandes & Filho, no largo da Asaos
Idea n.lO, ser bem recompensado.
Pre, isa-se de nina ama, que ciuinhe e engor-
me : a Iralar na rua .Nova n. 10, loja do Sr. Avellar.
_ Precisa na de urna ama para casa de una fami-
lia de pouco servico : quem quizer dirija-se a rua do
Amorim n. 19.
Caetano Pereira de Tirito tendo alcancado o
titulo de solicitador no foro desta cidade, ohe'recc o
seu presumo s parles que delle se quizerem ulili-
sar pode ser procurado no caes do llamos, junto a
lalierna do retiro, primeiro andar.
Bernardino Jos Leilo faz ver ao publico e
igualmente aocommercio, que seu mano ecaixei-
ro sabio de sua casa, pois que nao se responsabilisa
por qualquer debito ou transaeco que elle fizer em
seu nome ; assim como igualmente a todos os cu-
quelnosde suas casas, que nao Ihc paguem sob pena
de pagar segunda vez.
Ama de leite.
Precisa oo de urna ama de leite que o tenha bom
e seja de boa conducta, pira acabar de criar nina
erianea com 4 mezesde uascida : a tralar no paleo
do l.ullegio, luja de li\ ros u, G.
Oflicial de barbeiro.
Na rua da Cruz sala de barbeiro u. 51 primeiro
indar, precisa-se de um official de barbeiro : a tra-
tar na mesiiia sala com Antonio Barbosa de Barn
Aviso aos Srs. negociantes
amisolas de la para eseravo
na rua do Collegio, loja n. 9.
Cevada
superior a2$500 a arroba : vende-so na rua do A-
niorim n. t, armazem de Travassos Jnior & C.
Cama roe seceos.
Acaba de chegar taberna do largo da rilieira de
S. Jos n. 1, esquina da rua de Santa Uta, una
grande poreao de camaroese peixe seceos, chega-
do ltimamente d,, Haranho, e se vende por me-
nos preco do que cm oulra qualquer parte, por ha-
ver una grande porco o vir por minha eonta ; as-
sim como lodos os gneros perlenrentes ao dito
eslahelecimeulo ; se vende ludo milito barato e
dos tuolhores que ha un mercado, como seja iiiau-
leiga iugleza, dila franceza, queijos muilo novos,
eii.i hysson e p.-rola, arroz pilado aSOelOfArs.,
>inhos muilo bons c de lodos os urecos, sendo do
100 a 800 rs. a garrar.
^ i .oiiiiima estar por alugar a casa de Jos **
Gonealves Ferreira Cosa em Santo Amaro,
de um s andar, entre as dos Srs, Starr e
Jos Pereira Vianua, com quintal murado,
cacimba e muilo boas acrommodaroes,
anda mesmo para grande familia, a "qual ,
fui piulada ltimamente : quem a quizer |
ver pode vir a qualquer hora em casa de
sua reside-neja, eme tein quem amostre.
. i "y i y iTiX*ft xff.y^yiiBiT yryffo
a..rrf7rrrr?TnTf r?r?jJi'
Saceos com milho.
\ en lem-se saceos com milho novo, e rcenle-
mente rhegado do norte : a tralar no Recife, rua
da Cadeia, lojas nr. 23 e26.
de liclioa : a fallar na rua da Aurora
26.
Frederico Lemckc,
Precisa-so de urna, ama que cozinhe perfidia men-
te e eogomme alguma.cimsa i.jia, rua d CoUtgip
n. 3.sesundoandar. ,-,i
Est fgido o preto Manuel Cangalha, que tem
as pilmas milito lorias e levou erica azul e camisa
branca : quem o pegar leve-o a laberna do Porto.
PHOir.SSOR DE PIANO E CANTO
Iiiii ilo Sol n. lo.
Pneisa-se alugar um p reto robusto proprio
1 para o servico diario de tuna casa : d-se comida o
roupa, e paga-so bem : a Iralar tiarua do Collegio
com quaesquer pessoas que queiram encarregar-se i n. 15. armazem.
de transportar maleriaes dos lugares das Cinco Pon-' Precisa-sede um cozinheiro ou urna cozinhei-
Uis e villa do Cabo para os pontos de Pavao, Olin- ra : no aterro da Boa-Vista n. 12, segundo andar
da. Para e Timboass, assim como oulros pontos Precisa-se de urna ama para casa de houiciu
das divisos mais distantes da via terrea. solteiro : na rua Direita n. 01.
O abaixo assignado eslimar receber propostas i Predsa-se de um feitor para um silio na Pon-
por escrplo, eslabclecendo o preco por legua por te de L'rhoa, porm qoe seja sollero e entenda de
cada arroba de peso, pelo qual os proponentes se horliriiliura : a tratar ua rua da Cruz n. 45, primei-
obrigarao fazer transportar os mesmos maleriaes. ro andar.
Todas aquellas pessoas que consoguirem este i Precisa-se para urna casa estrangeira de urna
ajuste com a coinpanhia, tero o privilegio de po- I mulatiiiha de 12 a 16 anuos, rua do Trapiche Novo
derein nliler passagera livre pela via frrea, c re-|u. 12.
metlerem seus proprios gneros pelo frete. mnimo Prerisa-se alugar urna casa-terrea em bom es-
estahelecido pela tabella. I lado, uo bairrn de Santo Antonio ou Boa-Vista : di-
Escriplorio dos engenheiros na villa do Cabo 10' rija-so ,', rua do Crespo n. 2.
[Ao publico e ao corpoj
do commercio espe
cialmente.
O bacharel abaixo assignado offerece
os seus serviros de adrugado em am- !
lias as instancias un civcl, crime e com-
mercio na capital e fora della. Espero
ser pmcurado, afliruiando que lomar '
o maior interesse pelas cansas que Ibe
forem conliadas. 0 lugar de seu es-
criptorio no primeiro andar do -so-
brado novo n. 4 da rua do Collegio
aonde mora, pudendo por isso ser con-
sultado a qualquer hora. =c francisco
Luiz Corveta de Andra4e da Gilva*
Precisa-se de um homem para feitor de enge-
nho distante desta praca ; quem pretender, dirija-
se ao Recife, roa da Cadeia, loja n. 20.
Fugio do ahaixo assignado, no dia 6 do cor-
renle, um eseravo por nome Germano, idade d
30 anuos, pouco mais ou menos, cujos signaes sao:
baixo, secco do corpo, um tanto a barriga crescida.
ps apalhetados, muilo rcgrisla, para maior signal
rece bexigas de pouco lempo ; julga-so andar pe-
los arratialdes desta cidade, e por isso rogo as au-
toridades puliciaes a ,-,pitaes do campo a appre-
henso do dito eseravo, e levem-no a seu senhur,
na rua da Praia n. 48, taberna.
Joaguim Jos de Piako.
Offireee-sc urna ingleza para ama de casa es-
trangeira, nao sendo para rozinhar ou comprar : na
terceira casa da rua do Prazer do lado esquerdo
Precisa-se de um caixeiro para taberna : no
largo da ribeira de S. Jos n. 1, esquina de Santa
Rita.
Na padaria da rua Direita n. 24, compra-so ou
aluga-se um eseravo padeiro.
Compra-so um cavallo que lenha andar baixo,
e que nao exceda de 200} : quem o tiver anuuncie
para ser procurado.
de marco de 1859.

.;


IP. M. Penislon,
Kiigenheuu em chefe.
A -
Jos Joaquim Dias Feruandes f3i Filhos nttt-
daram seu escriptorio da rua da Cadeia para o largo
da A-scuibla, prueiru andar da casa u. 10.
,'
111,11.
Trapiche do Cuitfia.
Neste estabelecimento recebem-se e embarcam-
Se saceos com assucar, com toda a promptido e
aceiu pelo diminuto preco de 40 rs. cada um.
Avrlissemenl 4 lous les ne-
gociante de celle place.
Trapiche Cunha.
Dsormais on embarquen le sucre, daus cet cta-
Missemeul, 0 rs. le sac. On garanil tuute la
promptitude el la plus grande propel daus le
serviee.
iviselo all Ihc traors licre
eslablished.
Trapiche Cunha.
Nolices hereby given (hit horiceforward eacli
sack of suggar shalt |>ay 40 rs. for depositing and
embarkmg. Promplitude and cleanluiofs iu the
servicu ve warrauted.
Precisa-se de um caixeiro portugaas que le-
nha pralua ,le laberna e d dador a sua conduela :
na rua de Santo Amaro u. 28, taberna.
Os mais ri
com habados
vendem na
lo. de l.eite
-vr
Os abaixo assignado* azem scion-
tes ao publico que se dcsencanrialiaram
corn a carta em que vinbam pelo Igua-
rassu tres leudas que por avisos de Ma-
celo loram soenticados de ter la' si-
do firmadas pasaje Srs. Silva Lea o dr. C,
daquella cidade,a favor dos abaixo as-
signados em data de 31 de Janeiro pr-
ximo paisado-|Lt5 tnezes de prazo, sendo
duas de t0:00of cada urna e urna de
10:590.e previne-e a todas as pessoas
que no farara negsxao algum com as
supra mfncionadas lettra, visto nao te-
iein a* usesavas ainda chegado U tnaos
do abaixo assiguados e por isso nao
podena tero nosso endoco.eos Srs. Silva
Leo dt C. ja estilo prevenidos de no pa-
gaf eiiaa> aos abaixo assignados..
Pernambuc 15 de marijode 1859.
James Crabtree di C.


. -- '----.
Ama.
Procisa-sc de una ama para serviro de portas a
dentro de tuna casa de pouca familia, paga-so bcm ;
a quem rnnvler dirija-se praca da Boa-Vista n.
32, segundo andar, entrada pela ruado Arago.
Kngomma-seroopa de toda a qualidude coro
perfoieao ; quem quizer mandar e laubcui
para lavar roupa branca e de cilita dirija-se a Ira-
ressa do Carran, 2, sobrado de un aud.tr junto a
esquina da ra do Fogo, pora o ajuste.
O Sr. estudante Antonio Silverio Barbosa da
Silva teni urna carta de importancia -no escriptorin
de Mauoel Ignacio de Oliveira |ri Fimo, praca do
Corpo Sanio.
Precisa-se de um pequeo para caixeiro do
taberna e que tenha alguma pralica freferindo-se
.dosses ebegados ha pouco do Porto : na ra da Cruz
o. 20.
gfft- Prociea-se por aluguel oh compra de una es-
lava di' meia idade mas que saiba tazer lodo ser-
*i*^o de una tasa : na ra das Cru/es n. 20.
ATTENCAO..
Passa-se una loja na ra Direita rom miudezas
ou sem ellas ; quem a pretender dirija-se n aguia de
ouro na do Cabug n. 1 B, para se tratar do ajuste.
I>eseja-se alugar um moleipie de 12 a 15 au-
no* para o servicn interno de una casa depona
familia : quem tiver algiun que o queira alugar di-
rija-se a ra Nova loja da viuvaGadault que adiar
cun quem ajusfar.
D-soeffeclivamente dinbeirn a premio sol
penbores de ouro ou prata : na ra Augusta nu-
mero 48.
Antonio Joaquim Rebello P.astos com taberna
no paleo do Terco n. 11. declara ao publicoe ao Sr.
Luiz Jos Jlarquesquede hnje em diaute nao vende
mais em sen eslabeleciinento bebidas espirituosas
de producoao brasileira.
Espartilhos francezes de novaijU,
inveneno.
Veodeui-se espartilhos fraucezes de molas e car-
riteis, o melliorque se pi'ide encontrar neste gene-
ro na bcmh-ilruia e na coinmodidade, a quem usar
dalles, nelo baralissimo prero de 6, 7 e 88 Estes
espartilhos sao cliegados no ultimo navio ancez
e so se cnronlrain na ra do Queimado, na 1.....i co-
nhecida luja de miude/as da lloa Pama n, 33.
, ~ \eiulo-so ou perniuta-se por casas nesla cilia-
do do Ilecife, o sitio da travs** dos llemedios u.
.1 Ireguezia dos Afogados : quem assim o preten-
der enlenda-.se Coui o sen proprietario Caelano Pin-
to de veas.
Diario de Pernambuco.Quartafeira 16 de Marco de 1859.
- ^ endem-se 12 casaos de canarios do imperio
em seu i > iveiroa : quem os pretender lodos sr ren-
de por inoiios prei-o; igualmente se vende casaos
e llainbiirgode milito boas qualidades
invonco
1>F.
andes ou almofadas
crina para penteado de
senhoras.
da Cadcia do
Velas slerinas
para lanternas de carro.
Champagne de sidra,
em bairicas de 3 duzias.
Compras.
Compra-so moeda de ouro brasileira, de 20 a
2050, e de 10$ a 10$250 ; no pateo do Carino,
quina da na de Moras n.2.
Compra-se um par de silbos para ileira : na
ra dai Plores n. 37.
A saboaria da ra Impe-
rial compra sebo em rama
a 9$ a arroba a dinheiro
vista: a tratar com o seu
administrador.
Compra-so urna casa terrea no bairro de San-
io Antonio ou nos limites de S. Jos com o de Santo
Antonio : a pessoa ipie tiver, poder tratar o ne-
gnoio na na de S. Jos n. 45.
Compra-se no armazem de materiaes, na ru
dn Cades de Santo Antonio n. 17, chumbo velbo.
Vendas.
Calcado superior e barato.
Kua Direita n. 45.
Borzeg.iins tle senhora (Jol\;. 4#800
Ditos de liomem. 8.s800
Sapato* de trancinlia. I.st.llO
nesobrado da ra de S. Francisca n. 8, como quem
vai para a ra Bella.
N^ LOJA DA
AGUIA BRANCA.
Bandcija e lalheres
Vende-se bandeando folha grossae tintas mili-
to linas em tornos a 8S e 98 e solas a 28, 2*500
S. 3S500, 4$, 4$5O0, 58 e 6$, seus modornnsniol-
des e bom gusto de desenlio de suas pinturas dvixa
bem ronbecer qiianlo sao ellas linas e baratas por
taes procos ; \oiidoiu-se tambem tacase garfns de
cabodc osso redondos, oilavadus e erados a 3$200
e 3gS00, ditas com cabo de baleia envidase ralbas
linas a 3$600 o 4<> a du/.ia, ditas iinissiiuas com ca-
bo de veado, de osso pollido e baleia, o inellior
que se pode encontrar a 5$ 5$500 6$ e 0*500 a
ilnzia, ditas con cabo de inartini e folha de ac a
12j e 14$, ditas com cabo de osso para meninos a
320 o talber, trinchantes omito linos a 23500 e 3g,
colbercs de metal piincepe lio linas que se con-
liindein rom as de piala sendo para simpa a 53500
a du/.ia e para cha a 2$800, ditas octulinagre a
l$600e 18, ditas grandes e muito linas a 3$ cada
um : na loja da aguia branca nos qualro cautos da
ra doOueimado n. 16.
Vinho Bordeaux.
Em casa de Henr Bruiin & C, rua da Cruz n. 10,
vende-se vinho Bordeaux de diferentes qualidades
romo l.afolle, Cb, l.eoville, l.s. Julicen, em cai.xa
de una duzia por barato proco.
Na loja do Sertanejo
Rua do Queimado n. 43 A, loja de laboleta junio
ao boceo da Congregarao, segunda loja do (aseadas
quem vem para o l.iviaiueiilo, tein para vender um
grande sortimenlo de hiendas novas di: gustos,
como sejam : grosdenaples de cores milito linas o
corado a 13*00, ditas pretas de diversas qualidades o
ovado a 134011, 1$a00, 1300, 1371H), 48800, dita
lina a 28 e milita lina a 28400 e 2$000, sarja pida
espalduda muito tina de duas larguras a 28 o aova-
do, cniiiziiihas para senhoras de lodos os compri-
uioiilos coiu progiiinhas, obra muito lina a 63 o
63500, golas e manguitos deludas as qualidades o
lodo osortimento para eseolher, eniquanto ao pre-
co garante-se vender mais barato do que em ouira
qualquer parle ; assim como sejam palolols de pan-
no muito lino forrados de seda a18.>, 205, 228, 21$
e 263 : roga aos seos respeilareis freguezes, que
lem amostras especiaos sullicieiites para levar as
(alendas tiara ver se agradara.
Cortes d la.
Ainda reslam alguns corles de lia fina para ves-
tidos, eoui 16 eovados cada corle a 13, osln-se .1-
cabando: na rua do Queimado 11. 22, na loja da
boaf
\ende-se urna poroao de barricas vasias de
liacallnio e oulras qualidades, por prono com modo ;
na rua da Praia, armazem n. 18.
Aterro da Boa-Vis-
ta n. 60.
Vendem-se muito superiores casinetas mesrla-
das, com um pequeo toque de mofo, pelo baralis-
simo preco de 360 rs. o corado.
r -----------------------~ o(
....
a loja de Leile 6: Irmn, na rua
lleiile n. 48.
l*ara tonar tarros. .).;
Vende-sedaniasco de seda de bonitos ")\
h gustos e muito propno para loriar carros: (2
Campos & >K
Vinho champagne conle de
na ruado Crespo n. 12, loja u.
I.un.i
r
A
P&IBA
landieiros de gaz.
na
IBMIDBCOTJIIIDI),
>elldem-te caildieiros de gaz, puquios para ci-
ma do mesas de salas ; osles eandiciros loruani-se
loconinionilav eis pela limpeza o boa luz. assim ro-
mo oiilios mais pequeos, proprios para lioineiii
solleiro, pois.-ao mais eeoDomiros do que velas, e
inelhor luz : quem os vir nao deixar de comprar,
e os procos sao comuiodns
Yonde-se efieclivameiile farello de Lislx'ia lias
Cinco Ponas n. 63, por menos do que em oulra
qualquer parte.
Em casa de Tasso Irnios.
Cognac.
Cognac superior em raixasde nina duzia, vende-
e em casa de Henr llruiiii \ C, r na da Cruz n. 10.
K$
Alcatifa
Vende-so alcatifa com qualro palmos
do largura milito propria para forrar
salase grojas aJjOO rs. o rotado: na
rua ilo Crespo n. 12, loja de Campos
Cima.
;"*
coberlos e deacobertos, peqneuos e grandes, de ou-
ro patente inglez, para hrimem e senliora, de um
dos moMiores laliricanles de Liverpool, viudos pelo
ultimo paquete inglez ; em casa de Soulhall Mel-
lon 4 C
No armazem do E. A. Burle \ C.*, rua da
Cruz u. 4, ha excollenle chainpaiiho da inelhor
marca quo lem viudo ao mercado a 253 o gigo.
Hicos enfeiles com vidrilhos
para cabeca.
Vendem-se os mais ricos enfeiles pretos e de
coros coiu vidrilhos, pelo baratissiuio proco de i3
69 cada um : na bem conhccid.-i loja do miude/as
da lloa Taina, na rua do (Jueimado u. 33.
Vende-se em casa de Saunders Brolbers & C,
rara do Corno Santo, relogios do afamado fubri-
r|mle Rnskell, por preros con......dos. o lambem
ancellius e cadeias para os niosnios, deexccileille
bslo.
Na loja da empanada encarnada, na do l.lu
do n. 37. acaba di- recebar ltimamente ne Franca
um completo soilimoiilo de faiendas piolas, pro-
pilas para os arios da semana sania, bem como
sejam, 1 ioscries de testlos degrosdenaple pro-
to. bordadas .1 velluda o .1 retro/, manteletes de
grosdenaple preto, rieameule enfeitados, maulas
de til.', piolo o los prelos, fa/.i'iida iiniilo superior, a
melliorque na no, mercado, grosdenaple preto de
muitas qualidades, um completo surtiineulo de
panno lino prelo ele casomira prela para lodos ns
preins, olilas oslas ta/.emlas se venderao por me-
nos pie.'o do que em oulra qualquer parle ; lam-
bem seallanra do servir agradar ceno luda a deli-
caile/a indas aquellas pessoas que frequeulareui
esle osiabolecinienlo.
\ endi'-so una escraia crioula, moca, bouila
ilgura, a qual sabe bom co/inliar o eiigoniuiar. e
mais algumas habilidades: a tratar na roa do Pa-
dre Floriano n. 32.
Veude-se o lerreno silo na rua do Alecrini.
pegado ao silio denomiiiado viveiro : quem o pre-
tender, fallo na ruado Crespo n. lo, que dir com
quem dote halar.
\ endein-se 6 negros' mocos bous Irabalhado-
ros de enchada, 3 negras com algumas habilidades,
moloques de n a 12 aunse nina negra de meia
idade por proco oiinuiodo : na rua larga do Rosario
n. 22, segundo andar.
Para a quaresma.
Mantas pretas de lil boAdas a 55 cada urna :
na rua do Crespo loja de Adriano A Castro.
Farinha de trigo
Velas de carnauba.
No anligodeposito da rua do Vigario 11. 7, ven-
dem-se volas de carnaiiba em pequease grandes
j poicos, sendo de 6. 7, 9 e 12 em libra, por menos
I do que era oulra qualquer parle.
Meiasde borracha.
CHEGADAS LTIMAMENTE M) NAVIO I H.vNCl.Z.
Na rua do Queimado, 11.1 bem roiihecida loja de
mtiidezas d.i lloa Fama n. 33, j lem para vender
por proco barato as muito procuradas mcias de
Borracha, nicamente profirias o approvadas para
toda e qualquer encbaco as peinas.
Farinha, millio e
farclo.
Attenco.
Para os senhores de en-
^ genhos.
Acaba de chegar urna forja porttil com lodos os
periciiees neiessarios rara trabalhar de (erreiro,
moldada sobre rodas, e da mais solida construirn :
esta forja ulilissima para engenhos por poder .ser
ouiidu/.iila (acilmenle para qualquer lugar onde se
precise de um concert, e pelas 1 quimas ferraraen-
laa que cmupoe o seu lodo de grande perfeioao,
loruaudo-se indspeDsavel em um engolillo : os que
a pretenderen), podera examina-la na loja de fena-
''"* ^SS*11* ^ 'uimaraes, rua da Cadcia do
ecife a. 59, onde laubem enconlraro cmplelo
sortiioecto da encbadas e oiitros iiislriin.....los de
agnculJaSae ferrageus, e miudezas em todo gene-
ro, por p'recoscoramodos.
Vende-se na rua da Cadeia escrip-
torio n. 50, galoes, palheta, cordao, et-
pi{>uiltia, renda de excellentet gostos,
linliu de rriz, enfeitada e de ns. 1 a I,
toaJliat de lindo de diverso tamunlios
para mesa e rosto, retroz, cochint, ca-
8 55 Aterro da Boa-Vista 5 5
Casa deF. Poirier.
Vende-se laboas do pinlio do resina del 1/4 el
1/2 pollcgadas de grossura, por proco muilo ra-
zuavel.
XAROPE
Kissel, relojoeiro francez, vende relogios do "
r* ouro e prata, coucerta relogios, joias e inusi- -0:
ras, ja aqu be conliecido ha niuitos anuos, *j
y> habila no paleo do Hospital n. 17. 3
Rua da Senzala Nova n. 42.
Vende-se em casa de S. P. Jouhslnii i C. vaque-
tas de lustre para canos, sollins o sillines ingleses,
candeeiros o caslicaes blon/eados, lonas iuglezas,
lio de vela, chicle para carros, e montara, arreios
para carro de um e dous cavallos, e relogios d'ouro
patente ingle/es.
Aviso.
No armazem de Adarason, Howio, i c, rua do Tra-
piche n. -12, vende-se sellius para liiiineui o senhora,
arreios pirateados para cabriolis, chicles para car-
ro, colleirasuara cavallo ele.
para seringa, perfumaras, bengalas, di- i
versas miudezus e fazendas francezas
Veude-se saldo Ass abordo do brigue i:i-
rira : a tratar ua travssa da Madre de lieos n. 7
ou a bordo com > capitn.
Vende-se um escravo miM-.o, milito robuslo,
pratwa nos Irabalhos de armazem de assucar, bem
romo urna linda escrava crioula ptima engomma-
deira e cozinheira : na rua Nova n. 67,
andar.
primeiro
Novidade na loja do
Sertanejo.
Ricas sabidas de baile o melhor que pode liaver
no mercado e gostos que ainda nao foram vistos a
preco de 35J e 4lg, e mais baixas a 32, meias mui-
lo linas para padre de laia a 1S500, ditas de seda
para senhora a 2a2(HI e 2g50n, dilasjirancas a 25lKl
e 3$,chapos do alpaca forrados de seria, muilo uoiii-
inodos a 2g200 e 2g(00, manas prelas deTITonde a
lj e123, ditas brancas a 7j e 7?50l), lencos de seda
L?'tl'e*grand,:s a 'S800 e 'S*10- e "''1
2_2IKM ricas bengalas de massa lingindo unicoriie
i'fl1"^ fln,s "^S500 1S. las de raima a
ISaUtl, chicotes de estalo muilo linos a235(H} dilos
seso estalo a lj c 90(1 rs., palelols de alpaca de co-
res e pretos de lodos os tamaitos para meninos e
horneas, o preco conforme os lmannos ; assim
como sejam penles virados Iraperatriz o mais mi^
derno que pode haver a,168, 18e 25jvditos sem
ser virados a Jg e 5, e ludo o mais, que se pode
procurar, ludo tein vonlade do comprador.
Toacas para meninos.
Na rua po Queimado n. 37 loja de 4 portas tem
ura variado sortiment de toncas para crismas mili-
to bem eufeiladas para 2S000, ditas muito finas e
Imrdadas a 4SO00, lambem tem coifas prelas e de co-
res, de retroz, muilo bem eufeiladas de vidrilhos
por preeocommodo.
Cera de carnauba
Na rua da Cadeia do Recite, loja n. 50, esquina
defronte da rua da Madre de Dos, ha para vender
saceos com cera de carnauba de superior qualidade,
Carteiras grandes com chaves.
Vendem-se por preco muilo barato carteiras
grandes com chave, proprias para guardar dinheiro
e letras : na na do (Jneiniado, na bem conliecido
nja de miudezas da Boa Fama n. 33.
Chapeos para meninas.
25
Rua do Queimado.
Na loja de miudezas da rua do Queimado n. 25,
venderse porprecos commodos chapeos de seda
enfeitasjas, de muito bons e variados goslos para
meninas: quem os vir nao deixar de comprar:
da-se amostra com o competente peuhor.
Dll
DA
i> LOW MOW,
RiTTlaSeiizala Kovij.042.
Neste eslabelecimenlo continqaSnaver um com-
pleto sortimentu de moendas e aflEs moendas para
engenho. machinas de vapor e (Sus de ferro bati-
do e coado, de lodos os tamanhos para dito.
Aviso.
Luvas de pellica, de JouvinajSTdadeiras a 2S000.
muilo novas, e banha franceza as libras, meias li-
bras e qnarUs at oncas a 2gM0 a libra
de miudezas do aterro da Boa-Vista n. 82.
na loja
Foi transferido o deposito deste xampe paro a
botica de Jos da ( ruz Sanios, na rua Nuca numero
53 : garrafas 58500 o meias 3?, sondo falso lodo
aquello que nao for vendido nesle deposilo, pelo
que se faz 0 prsenle aviso
IMPORTANTE PAHA O PUBLICO.
Para cura de pbl ,-siea em lodos os seus difTeren-
los graos, quor in.itivada por consliparoes, tone,
astlinia, pleuriz, e; carros de sangiie, dor de cosa-
dos e peilo, palpilaco no coraco, coqueluche,
broncbile, dor-na garganta, e todas as molestias
dos orgos pulmonares.
Potassa da Russia
E CAL DE LISBOA.
No bem conliecido o acreditado deposito da rua
da Cadeia do Ilecife n. 12, ha para vender polassa
da Itio-sia o da do Rio de Janeiro, uuva e de supe-
rior qualidade, assim como tambem cal virgen) em
podra : ludo por procos muilo razoaveis.
Relogios.
Vendem-se relogiof de ouro inglezes de patente:
no armazem de Augusto C. de Abreu, rua da Ca-
deia do Recite n. 36.
TACHAS
a
olido-so osla agua a inelhor que lem appareci-
dolpara Ungir o cabello e suissaa de preto ; na li-
viana universal rua do Collogio n. 20, d-so junto | Sibii a lialar tom
umiinpresso gratis, cusinamlo a forma de applicar.
A'LOJA DA ESTRELLA
| NA
Rua do Queimado
numero 7.
Nesle eslabelecinieiiid acbaro ns compradores o
mais variado e completo sorliiiu nlo de fazendas de
ludas as qualidades, como sejam :
Chitas de cores seguras, covado.....
Hilas de ditas linas, covado......
Ditas fiancezaslinas, covado......
Pecas de cassas de cores.......
Goliiilias o manguitos de croch.....
Cortes de caseinira a81 6......
Chales do frco..........
Iliini trancado de linho, vara.....
Maulas o grai alas linas.......
Miissolinn do gaz, covado.......
IIicos enfeiles para senhoras......
Chales de merino bordados (coiu lOfliie de
mofo)............
Lencos do canibraia de linho, duzia 4g e. .
l'rinceza prela. covado........
Drim de llainluiio n. 7. vara .
Pianos.
Vendem-se pianos Iones do inellior
gosto e modelo que tem vindo a este
mercado e por preco* commodos: iu
run da Cruz r"o Recite n. 50.

Ve mi i do solii-tlo, rua \n\ n. 61.
O abaixo assignado leudo procisaode ir i Europa
tratar de sua sade, vende sua casa de sobrado, onde
tem soa roc.lieira : quem quier pussuir bom pre-
dio, aproveite a occasio. O inesmo roga o especial
favor a lodosos seus llovedores de carise oulros,
a pagar suas coulas, para evitar oulros meios, alim
do poder liquidar os seos negocios.
. Adolahf llnnrijeiii.
Vende-se ou anenda-su o engenho Sao Jos,
na fregue/.ia de Santo Antiio, i legoas ao sol da ci-
dade da Victoria, cojo engenho mecora agua, lora
grande cercado, liuipo o circulado por vallado,
minia malla, o preparado do lodo necessario para
moer; c..... grande casa de vivenda, sen/alia, ele,
casa para bagaco, com estufa e assentamenlo para
relame; quem n pretender dirija-se ,
sin proprietario.
Relogios.
Vendem-se relogios de ouro e doura-
dos patente para liouietn e senhora de
diversos tamaitos por precos commodos :
na rua da Cruz do Keciien. 50.
Algodao monstro.
Conlinua-se a vender o beni conliecido eecon-
mico algodo nioiislro com 8 palmos de largura,
nronrio para qualquer obra por dispensar lodo o 1ra-
balno do costura ; aproveitem emquauto ha : ua
rua do Queimado n. 22, na loja da boa f.
Asverilaiieiras linas ucJovin.
A loja d'agoia branca acaba de receberas verda-
deiras luvas de Joavin, viudas de sua eiicominonda,
lano para liomeiu como para senliora, alianeando-
se que sio as melhores que em tal genero se lem
visto aqui : vendem-se a 2jJ5(M) upar : assim como
oulras igualmente novas, e lambem mui boas a 2
o par. Oui'in aprecia o bom, he dirigir-so rua do
1-f$000 Queimado nos qualroaranlos, loja d'agoia bronca n.
16, que ser bem servido. Na uiesina loja existe um
grande sorlimeiilo de luvas de seda de militase di-
versas quahdados lambem para homeiu e senhora,
e a preepS:baratissiinos.
= Antonio I.niz de Oliveira Azevedo lem para
vender :
Jacaranda superior.
Farinha de mandioca em sacos grandes.
Colla da Baha do l'e 2a qualidade.
Fio de algodao da Baha.
Espelhos grandes.
Vendem-se espelhos grandes para parede rom
bellas molduras enverniaadaa a domadas e vidroa
mui linos e claros a 4$e -r)jl na loja d'aguia bran-
ca us qualro cantos da rua do Queimado n. 16.
120
1n0
140
simio
lonot
5^100
S
1280
4S500
5SIHM)
500
480
GRANDE SORTIMNTO
DE '
loupasleilaseljizendasl
NA BA no QUEIMADO N. 4G.
LOJA
Ilalelols de alpaca de cor o pelos pe,,
., -; diniiniilo proco de ^. diSsUo fustn bran-
3 eos le de flr a 5,s, diios ^> muilo superior a SS, ditos de esguioo da
-33 l'.hiaa cor de laranja a 5$, ditos de palha E*
.. :
los
cor
':>
ida a 5, ditos de meia casemira pro-
de cores a 8, dilos de casemira de W**
adroes muito modernos a 18$, dilos "'
prels a 18$, sobrecasacas de panno mnito
^ lino kireto com golla de velludo e forradas
9 de sitia a 22$, e a 2g, calcas de casemira -'"
";:. prelas e de cores a 6$, 7$" e 8$. alele* -
5B 'te gdrgurao de seda a 5$, ditos de velludo
" preto a 7$, ditos de cores a 9$, ditos da K
:j luslaii e brim a 8$ii00 e ', ceioulas de VV*
de cam-
e oulras
, inuilak obras feitas e fazendas que s
H visla '
^5
^;- braminle a 1$600 e 1$800, lencos i
braja|de linho duzia isiio > 6, t
S obras feitas e fazendas
que se pode avahar a perhincha.
Appafelhos de porcellana.
Vendem-se mu bonitos e delicados apparelhoa
de porcellana dpurada proprios para lirinquedo de
mollinas, sendo ellos de diuerciilcs lamanhos e
gostos a 1S500, 2$,2,^H1. 3J, 3S500 o .($ : llarua
do Queima Jo nos qualro cantos loja d'aguia bran-
ca u. 16. i
ENFEITES PARA CABERAS.
Mui modoriios e delicados enfeiles de llores, tilas,
plumas e (moa para senhora a G$, 8$ e 10$, preces
estes barolissinos visla da perfeicao e Imm goslo
com que sao] ellos acabados, assim como oulros
prelos de vidrilhos obra de apurado goslo e inlei-
ramenle modernos e pelos diminuios procos de 4fe
5g; para qualquer pessoa se certificar da verdade
de que fallamos, dirija-se a loja d'agoia branca, nos
qualro cantos da rua do Queimado n. 16.
WAWW ^ O
Na uihIquo de Ierro de D.
W. Bovvman, na rua do Brum,
passando o chafariz, continua a
haver un completo sortimenlo
tle lachas de ferro fundido e ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bica,
as quaes se acham venda por;
preco commodo e com promp-,
lidao, embarcaa-se ou carre-
gao-se em carro, sem despezas
ao comprador.
Chapeos para meninas.
He na loja de quatro portas na rua do
Queimado n. 37
que seenconlra um rico sortimenlo de chapeos para
meninas e meninos riramenl.) enfeitados, e tambem
chapeos para senhora. de palha enfeitados, todos
de gostos modernos, e se vende mais em conta do
que em oulra qualquer loja.
Vende-se superior linha de algodao, brancas e
do cores, em novillo, para costera : era casa de
Seuthall, Mellorc C, rua do Torres n. 38.
Com pequeo toque de
avaria
Pecas de madapolao a 2s500 e 3000 : na rua do
Crespo, loja 1s>i juina qoe volta para a rua da Ca-
|dc"-_________________________
Fazendas prelas para a
la.
i a nnn
Com pequeo toque de avaria.
JU loja do Preguica vende-se madapolao com pequeo toque de avaria a 8(400 a oeca dito* mais
Unos largos a 3J800 a peca, chitas francezas lar* core escnri* a linrtn -*-F v all maia r------ ^;a^ ,, ,rll;u ue asm
3, hJ'SLrsa^^ ss^T^rtlTp c^SSl :pa,
i rua da Cadeia n. 28, defronte da rclacao.
Aguia branca.
Novo e completo sorti ment de
meias para homens,
mulheres.meninos e meninas
de 2 a lannos.
Vendem-se muilo boas meias rruas sem costura
para humen a lfBOO a duzia e 100 rs. o par, ditas u-
glezas muilo tinas a2g500 eiiSoOO a duzia, ditas
niuito encornadas de lio dobrado a 4g50O a do/ia e
400 rs. o par, ditas tambem de lio dobrado para s-
nboras a 3g600 a duzia eSSOrs. o par, ditas linas
a 400, 500 e 600 rs. o par, ditas para meninos me-
ninas conforme os ditrerenles lmannos, asseveran-
do-seserem mais baratas do que era oulra qual-
quer parte, meiasde la muito finas para homem a
500 rs. o par, ditas finissimns de lio da Escocia a
600 e 800 rs. o par, ditas de laia para padres a
1S600 o par, ditas do seda mu finas prelas e bran-
cas para senhoras a 3fl, 48 e 5g o par ditas mui li-
nos para meninas a 2S500 o par, assim como mili-
tas aulras miudezas eobjectos de gosto, que estn
patentes na loja d'aguia branca, nos quatro cantos
da rua do Queimado n. 16.
Na rua da Cadeia n. 28, defronte da relaco,
ha pora vender bixas hambunguezas em poroao e
a retalhoe tambem sealogam por preco commodo.
Superior cal de Lisboa para fabrico de assu-
lll
No aterro do Boa-Vista, loja n. 60, de Cama ^
Silva, sendo um completo surtiineulo de grosdena-
ple.- pelos, pannos e caseiniras, pelos procos se-
guimos : grosdenaples, o covado a 1S280. '1s600,
19800, 2-j. 252 ii, casemirapretas, conos a fOO,
6SII0, 7s500 Ar. 12 cada corle, e pannos prelos
de ditforontes precos e qualidades.
Kua do Queiuiado n.,.
Na loja na rua do Queimado n. 1, amigamente
Conhccida pela do meia pataca, existo um completo
sortimenlo de a/endas, que se desoja liquidar por
qualquer um preco, alim de em breve se poder das
novaorganisacao niesma loja. Mas niio sendo por-
sivel mencionar um por um, todo arligos de que
se compoe o dito sorliinenlo, limilaino-nos aos se-
gundos, iidiciuiiando-llie seus baralissimos precos,
alim de me os amantes do barato focam n devida
idea do qoanlo eronomisarao em se sortirem em
dila loja : corles de cassa chita a IgllO, dilos tinos
a pinta miudiuba a Z$, cassa de cor, vara 320 res,
ditas tinas e lixas na cor a 440,ditasfiancozas mili-
to lina a 610. sedas de quadrinhos a 1, ditas mili-
to largas a lgGOO, dilas de quadrinhos miudinhos
assenles em grosdenaples a lgOO, fazenda de laa
rom ipiadros de seda a 320 o covado, dila superior
a 100 rs., chaly padroes iiiteirainenie novos a 1g,
chitas rancezas superiores, tanto em panno como
em tintas a 320 o covador ditas escuras a 260 o co-
vado, alpacas de una so cor, fazenda muilo lina a
500 o covado, ditas com listras de seda a 500 o co-
vado, tiras bordadas de 6 metros, por menos 25 por
0/0 do que em oulra qualquer parlo.
Loja n. 37.
He na rua do Queimado a loja
de (muro portas.
Seenconlra um completo sortimenlo de grosde-
naple preto de IS600, l;j00, 23, 28200, 2800,
2,N00, 3g e 3,200 o covado, dilos de cores de 1,600
e 2 o covado, panno lino prelo de 2,500 at 128 o
covado, dito cor de rap c verde cor de garrafa,
fazenda muilo superior a 7J o covado, easaveqnes
de fuslo ricamente enfeitados de ricas iranias lin-
gindo lindos bordados a 1N|, cortes de vestidos de
phantasia muilo lindos e dos mais modernos a 18$,
ditos bordados a vellud.v dv cores muilo lindas a
308, dilos bordado, a seda cora lindas flores a 28$
cada um, palelols de panno e de casemira pretose
de cores de 16 ot 25$ cada um, ditos de brim
bramo muilo linos de 5$, 5,500 e6$ cada um, ricos
pannos da mais lina casemira de lindas cores paro
cima de mesa de mein de salo, loalhas de linho cru
1 proprias para rosto a 182*1 cada urna, redes de
I cores viudas da Babia da Traicao, obra muilo bem
acabada, pelo diminuto preco de 18$ cada urna, e
oulras muitas fazendas que s com a vista do com-
prado! se poder! mostrar, e se venderao por pre-
co muilo commodo.
Chapeos de palha escura para
homem por precos haratos.
Na bem condecida In'p da boa f, na rua dn Qnei-
madon. 22, enconlraro os bous freguezes um com-
pleto sortimenlo de chapeos inglezes de palha escu-
ra de formas inleiramente modernas o bonitas da
ultima moda. Tornam-se reronimcndaveis porse-
rem mu leves e frescos para a prsenle estacan :
vendem-se pelos baralissimos precos de 4$ *e5g,
voiidein lambem chapeos e bunels da mesma quali-
dade para meninos a 3$ 3$600.
Em casa de Robe Schmettan & C.
rua da Cadeia n. 37, venclem se elegan-
tes pianos do afamado fabricante Trau-
miiiin de Hamburgo.
Almeida Gomes, Alves & C.a
VEXDEM XO SEU ARMAZEM
8| RUA DA CRUZ %J
CHAPEOS de feltro soiiidos, da fabrica acreditada
de.Carvalho Pinto, do Kio de Janeiro.
SARAO das fabricas do Rio de Janeiro.
\ 1NHO de champagne de superior qualidade.
SALVAS, baudeijas e oulras obras de prala.
Fernandos & Filhos lera superior farinha de Iri-
go da marca SSSf rbegada antes de lioulem que
vendein a preco limito em emita '. no seu armazem
rua da Cadeia n. 63, boceo da Madre de lieos 11. 12.
(El M) 1MMTO.
0 Projtniii osla Quoiiiinmlo.
Na rua do Queimado 11. 2, esquina do beren do
Feixe Frilo lem o Preguica para vender por bara-
lissimo preco mu completo sorliuieulo de fazendas
bem 1 onio sejam curies de cassa e seda de lindis-
-imos KOStOS a (85IKI cada um, dilos de laa o seda
de lindissimos goslos e superior qualidade a 7$ ca-
da 11111, cortes de caiubraia branca cosu salpicos a
:t$5IMI, dilos de dila com llores de cores a 30800,
gangas mescladasde padroes e superior qualidade
a 5$ftKl o covado : chitas oscuras o claras de cores
lixas a 160, 180, 2IH1 e 2II rejs o covado ; dilas
francezas de lindos padroes e de cvi olientes pan-
nos a 240, 2611, 280 e 300 reis o covado, oanihraias
engenho adamascada', para cortinados de camas pocas de 211
varas a 1)8. grvalas prelas e de cores com mola o
sem ella a Mili e 1S cada nina, ditas com mola mui-
lo linas a 1$6H0, lencos de seda com algiiin enhilo
a 800 reis cada 11111, grosdenaple de cor de boa |
qualidade a 18800 o covado ; corles de caseinia
lina a 6$, dilos de meia casemira o 2$, ditos de di-
la mais Una a 2$filO cada um,cortes de brim de li-
nho a 18700 cada um, dilos de dito lo anco com lis-
Iras e de puro linho a 1$920 cada um, corles de
gurgitrao para eolleles a 3f cada um, ditos de me-
rino bordados de lindos goslos 4$500, dilos de case-
mira prela bordados a 9&800 cada um, eambraias
lizas de 8 varas a 3$5(KI, 8. I|400, IJfJOO e 5$500 a
[na dilas lapadas com 10 varos a 4$, 48500,
o$00, e.SlH) e 7S21M1 a poca, corles de org'aody fo-
zoiula muilo larga e lina a 2gfl00, alpaca prata com
6 palmos de largura propria fiara samaras e capas
de padres a 800 reis. lanzinhas de quadros proprias
para vestidos de senhora a 360 o 500 reis o covado,
chales de laa linos com barra inalisada a 8500, di-
los de merino I i/os o sSOO, dilos de dilo bordados
a 68200 cada um, lencos broncos com barra de cor
a 100, 120 e 130 reis cada 11111, chitas frnucezas lar-
gas para robera a 210 reis o covado, brim bronco
de listra de puro linho a 800 reis a vara, dito de
lindissimos goslos e superior qualidade a 18-140 a
vara, dito bramo muilo lino I$280 e l$400 a varo,
cassas de cores de lindissimos gostos B360e 400
reis a vara, iiiiissullina cun pequeo loque de ava-
ria de lindos padrees a 230 0 covado; dila sem ava-
ria a 300 reis o covado, dila luda encarnada a 2211
res o covado, dila mais larga a 32n reis, casemira
pula a 2$. 2$2lld, 28100,38500 e 4$ o covado,
panno lino azul e cor de rap de superior quali-
dade a 5$ 0 invade, dilo preto a 4g, 5$ e 5$50O o
covado, dilo azul proprio para fardas a 2$, o cova-
do, lencos hrancos para man de senhora de bico
largo e muito linos a 800 e Ig cada um, chitas es-
curas de tintas livi a 5J200 a peca, alpacas de se-
da de superior iiua.idade a 900 reis o covado, pe-
cas do eoinb.ai lia coiu pequeo loque de mof a
28, dilas de brelanl-a de rolo com 10 varas a 2$,
aliialhado largo mnito lino com honilos Livores- a
182*0 a vara, lalknas, especie de cainbraia pinla-
tada de cores Ovas e lindissimos goslos a 480 reis
a vara, eambraias t'iaiue/as de lindos padroes e es-
cellenles pannos a 500 reis a vara, cassas pintadas
raiiidinhas a 320 n is a vara, luvas de lio da Esco-
cia, brancas e de cues a 320 lois o par, eambraias
napolitanas roxas e nzues de quadro a 360 reis a
vara 011 220 reis o covado, riscadinhos francezes de
quadros a 180 reis o covado, bramante muilo largo
a 28100 o invado, velbotina de todas a cores a 720
reis o covado, meias rruas para homem a 160, 200,
360 o (00 reis o par, ditas para senhora de ludas
as qualidades, palelols de alpaca prela a 5$, dilos
de meia casemira a 8$, ditos de panno prelo o de
cor a 108, luvas de seda para senhora a 1 $200 o
par, dilas de seda bordadas de lindos gustos a 2S2IKI
o por,; o outras nimias fazendas que se ileixain de
Uiem-binar e se vendern por baralissimos precos c
se daro anioslras cuui peuhores
Veiflem-se sol
cantara : a trotar na rua do Torres, escriptoriode
I.eiuos Jnior & Leal liis.
vendem-se saceos com farinha, niilho e farelo,
ludo o inelhor possivei : na taberna grande da So-
ledade.
James laahlree A; I'.., leeiii para vender em
sen arma/eni, rua da t.iuz 11. 42, os seguimos ar-
tig
13IAMPAMIAde superior qualidade, onrgigos de
duzia de garrafas, e lambem em gigOS de duas
duzias ile meias dilas.
litl |i|. \ Kl.\muilo forte [o molino que lom \ in-
do a osle mercado] e prnprio para coser saceos
com assucar.
ARMU'.iil.S DE SKI.I.1XSlauto para montara de
senhoras como para hoineiis.
CHICOTESpara carros.
l'EHNEIIIAS muilo bem follas.
AltltlCIUSpara carros de um o dous cavallos.
-'IVEI.ASde fono eslanbado para obras de sel-
leilos.
Para meninos.
Rois de gorgiiran de seda furta-cores, obra de
muilo gusto a s : na loja d'aguia branca, na rua do
l.luoiruado nos qualro calilos n. 16. A grande ex-
Iracro que elle lem tido, e a peouena quanlidade
que resta, faz-nos dixer que quem nao se aprossai
licai.i -0111 ellos, por isso apparecam boje mismo
quem uuizer dars [estas aos seus pequeos.
Cal de Lisboa.
A4&SOO.
Vende-se superior cal de Lisboa a mais moderna
qov ha no mercado, loda em pedra a 4*500 o barril -
na rua do Brum 11.18, armazem de assucar.
Liulia lloriz farelo e semen.
Na rua do Torres, eseriptoriu de Guilhornie Car-
valho ,\ C.
Vendem-so dous guarda Inucas de moldura do
bonito goslo : na rua da Aurora n. 20. loja de mar-
ciiiei.0, so aiiuiinria por ser a rua retirada.
Kua do Cotovello n. 81.
VtMldl'-Si* II 111.1 IDOblSfl dlj 101/ ifc iillKUt'llo tMll.li*
olijiTttis : 111 < jii t|ui/t-r a|spari'i;i.
CHEGUEM
Aloja da Boa F
TouIIims ndamascudas.
Kio de vela.
Biscoutos em lata.
Vendem-se em casa de Arkw-
reglil Si f>l, por barato preco.
m
grande fabrica de fe-
mancos da rua Direita,
fsquina que vira pata S. Podro 16, lem ellecli-
ramenle riquissimo sortimenlo de lamancos de to-
das asqualidades, proprios para a eslacafi iiiMinosa,
e^vende-se lano a retalho como ein grandes por-
coes. por mellos proco que em oulra qualquer
parle : os senhores cuiniueriianles de tora deven
prevenir-so, pois o invern esta prximo.
MACHINISMO
tetras e sacadas de pedra de

ponas a 5J500 cada um.
Rua do Queimado n. 1.
Liste um bom oratorio
Vaquetas.
Nesta loja existe um bom oratorio de Jacaranda
para vender.
Vendem-se boas vaquetas de lustre para cobrir
carro : na rua Novan. 61.
Madeira de pinho.
Vende-se mais barato do que em outra qualquer
parle : na rua da Cruz n. 40, primevo andar, e na
rua do llroni. arniazem n. 10.
"'" ii i .
f\ neciiegaoa a nova faciura de camisas in-
9 gle/es superiores de pregas largas e estrellas g
de lodos oa tamanhos a loja da rua do Qnet- 9
.' madoii. 10. de i.oiio A; Correia.
y
Vendem-se 8 bonitos osera vos vindoa do nor-
te, entre estes ha 1 carapna, 1 ferteiro, 1 cozi-
nbeiroel barbeiro, nina linda mulaliuha com nina
cria de :i mozos, duas muleras de 16 anuos, una
negriiiha de 10 anuos, nina negra engomma-
doira de 2. anuos e una dila quitandeira ludo por
precos razoaveis: na rua Direita n. 66.
Parn cavnlleiroK.
Variado sorliinenlo de falofeito fraocez e inglez,
de diversas fazendas e varias cores ; casacas prelas
do panno linissimo iuipermeavel; chapeos de castor
prelos e broncos ; charutos da reserva de encom-
ineiida especial.
BORDADOS FINOS.
N\ rua do Queimado n. 37,
loja de 4 portas.
Tem um complet sortimenlo de bordados, romo
aja golinhas para 600,800, 1g e 18200 at 3a, man-
guilos de 1S600 o par al 2$i00, manguitos com
golinhas de ricos goslos a 18, "15, 65, 8a, Illa e a
125 o par, completo sortimenlo de tiras bordadas e
ntremelos fraucezes, liras bordadas iuglezas de di-
versas larguras e de nina fazenda muilo supejior
propria para ralcinhas de criaiuas e para oasave-
qoos, camisinhan bordadas com golinha e inangui-
los por preco conimudo.
Veude-se em casa de C. J. Astlev
&C. :
Cabos da Russia edeManilha.
Palliinha de junco preparada.
Vinlios de Rlieno, de Hoselle e de Br-
deos.
Roldas de cobre e pregos do mefino.
Salitre ieliuado.
Barcada.
Vende-se una barc.aca de lote de 800 sac-
eos ou 4,000 arrobas, nova, inadeiras esco-
lludase apparelhadade um ludo: paraesa- 15
minar no enes do Collogio e para tralar na
rua da Cadeia do Ilecife n. 9, priiueiro
andar
Sementes.
Vendem-se semcnlesde hurta I ice de lodas as qua-
lidades, chegadas ltimamente de Lisboa : na rua
da Cadeia do Recito n. 56, loja de ferragens.
LPICA BRANCA.
vonde-se alpaca branca rom duas larguras a 15 o
covado : na rua do Queimado u. 34, loja do Lavra.
Vende-se um armario por qualquer preco : na
ruada Cadeia do Sanio Antonio n. 11 B. *
Vende-se urna casa terrea com quintal e ca-
cimba, no entrar da rua da Casa Forte, na fregue-
zia do Poco da Panella : os prelendentes queiram
dirigir-se no Recife, na rua larga do Rosario, loja
n. 24, na Casa Forte, na taberna do Sr. Santa Mo-
nica.
Vende-se fumo em folha e cola chegada recen-
lemenle da Bahia, por menos preco do que em ou-
lra qualquer parte : na rua da Cruz do Recife n. 13,
primeiro andar.
0)
.\a rund-o tic forro do cngcukiro Da-
vid \V. Dow man, na rua
do Diiiin, passando o rhafariz.
lia scnipre um grande sortimenlo dos segantes
nbjoolos de inecasismos proprios para engenhos, a
a saber : inoeiulas o meias moendas da mais mo-
derna loiislruecao ; lachas de fi-rrn fundido e bali-
do, de superior qualidade o de lodos os lamanlins ;
rudas dentadas para agua ou animaos, de ludas as
propon-oes ; crivos e bocea de foinalba o registros
de hoeirii, aguilhoos, brnnzes, paratuzos e cavi-
lhoes, moiiihnsde mandioca, ele etc.
NA MESMA FUNMCO
se ejecutan todas as enc.ommondas com a superio-
ridnde j conhecida com a devida presteza e coin-
modidade em urei.-o.
AUMAEEM
he
Fazendas e modas
M
MIGUEL JOS DE ABREU,
i i Kua do Oueimado ii
Esle eslabelecimenlo que inquesiionavelmente he
boje um dos melhores nesle genero acha-se n>ii-
plelamenle sorlido de tildo o que de mais rico, mais
bello, mais .moderno e de mais elegante a apurado
gosio existe no mercado relativamente fazendas e
moilas lano para senhora como para cavallieiios.
Nao se especialisam aqui os diversos arligos que
cousliliiein esle variadissiluo sorlimento, piirque
isso laria deniasiadaueiite longo, o por coiisequen-
na fastidioso o intil osle innuneio; masasaegnra se
M respoilavel publico e especialnieiile as senhoras
o cavalheiros do li.ni lom, que 0 que cima se allir-
ma nao he o coslumado e Irn ial engodo eom que se
procuro attrahir a concurrencia, masnm a exacta e
liel evpressao da cordado.
Ao que fica dilu s rosta accrescentar que todos ns
arligos serio vendidos pelos mais moderadosproros.
Que rsl veudendo muilo barato.
Crosdonaple preto muilo superior a 1.S00, 2f,
2,500, :y, :t,O e 1^ o covado. sarja prela hespa-
nliola muilo superior a 2,200 o covado, selini m.i-
co muilo superior a ;l.riW) o covado, panno preto
lino a 2jj, 3, 4, 5, 6 c 8$ o covado, casemira prela
minio lina a 2$, 1500. 3g. 3.500 e 4S o covado,
neos linios de eofctes de velludo prelo bordados a
12>. dilos de diio de cores a 7jj e IOS), e muilo su-
periores a 13$, ditos de gorgiirao preto a 3,500, di-
tos de dito de cores a 4,500, merino preto seliin
muilo lino a 1,120 o covado, alpaca prela minio
lina a Oitl. 800 1$ o covado, meias prelas de la
muilo superiores proprias para os senhores sacer-
dolos a 2j> y par, cambraia de linho muito lina a
6 a vara, esguiao de linho muilo lino a 16,000 rs.
a peca com 12 jardas, brelanha de linho muito e
milito larga a 2t);000 a peca coiu 30 varas, cam-
nala adamascada para cortinados a 12,000 a peca
com 20 varas, bramante de linho muito superior,
rom duas varos de largura a 2,400 a vara, aloalha-
do adamascado com mais de 8 palmos de largura a
1,280 avara, brim liso, Hamburgo, limito lino a9
a 10$ a peca enm 20 varas, esguiao de algodiio
muito lino a 3,200 a poca com 12 jardas, cambraia
lisa muilo lina a 5S o peca uim 8 1/2 varas, dita
muilo lina a 6$, 6,500 e 8j r^ieca cum 10 varas,
dila mnito lina com salpicos a OOO rs. a vara, e a
1$ a peca rom 8 1/2 varas, lil de linho bordado a
1,400 a varo, maulas prelas bordadas a 10$, veos
do mesma qualidade a 12,000, gollinhas de fil
muilo bem bordadas c bstanles largas a 1,200 ca-
da nina, lencos de cambraia de linho rom bico lar-
go ein volta a 2$, meias hranras de seda para me-
ninas a 2s o par, ditas brancas de algodao muilo
tinas paro senliora a 3,600 a duzia, dilas inglezas
muito superiores lambem para senhora a 5$ a duzia,
ditas para meninas de todos os .ftanhos a 280 o
par, dilas para meninos a 240 o par, dilas de algo-
dao ero para homem a 1,800, 2$, 2,500, 3 e 4$, e
inglezas muilo superiores a 5,000 a duzia, loncos
brincos de cambraia para algibeira-a 2,400 a duzia,
ditos maiores a 3,000 a duzia, ditos muito grandes
proprios para a cabeca a 400 rs, cada um, ditos
muilo linos de esguiao de linho a 7,500 a duzia,
dilos de linho de cores escuras e lixas proprios
para os tabaquistas a 400 rs. cada um, diales de
merino liso de lindas cores com franjas de se'da a
tt$, dilos de chaly com listras de seda em volta e
coui franjas lambem de seda a 7$, ditos de merino
bordados a 9>, dilos de touquim muito superiores
bordados em duas ponas, rom franja muito com-
prlas, pelo baralissimo proco de 45$000, ricos
penles de tartaruga a iraperatriz a 12' e a 20$, lo-
ques muilo linos a 4,500, ligas de seda a 1,280 o
par, chapeos de feltro muilo Anos a 5 e 64, brim
bramo trancado do linho muilo Uno a 1,280a vara,
dilo iucorpado muilo superior a 1,440 a rara, dito
do cores de padroes muito bonitos a tf a vara, di-
tos de quadrinhos mijito proprios paja obras de
meninos a 200 rs. o covado, ganga amarella fran-'
'r/M muilo lina a 320 o covado, ditas escuras muito
superiores a 560 o covado, camisas de riscado mui-
lo l>cni foilas a 1,500, eambraias francezas decores
muilo bonitas a 400 rs. a vara, entre meios" muito
lim.sal.y20 a peca, liras bordadas muito finas
3 o a 4$ a peca, o alera disto um cmplelo sorti-
menlo do fazendas linas e grossas, que vendem-se
por preros mui commodos, s alim de se fazerem
grandes vendas : na rua do Queimado n. 22, na
bem conhecida luja da Boa F.
m IUDDU8 PIRAS
, PARA A QUARESMA.
Superiores corles de seda adamascados, pelo ha-
ralissiiuo proco do30$, ditos adamascados de ba-
ilados a_ llljj o corle, dilos adamascados com duas
saias a 70$, ditos muito superiores de duas saiasa
90$. dilos muilo ricos bordados a velludo, lindos
cazaveques de seda pretos bordados, superiores
manteletes de seda pretos bordados, dilos de lil
bordados o oofeilados rom muilo gusto, grosdena-
ple prelo a 1S200, dilo a lijCOO, dito a 23, dilo a
2$40D, dito muilo superior a 2$l00 o corado, sedas
prelas adamascadas, setim prelo macan, sarja prela
muilo superior, velludo prelo, inanias prelas de
lil de seda a 10, 12 e 11$, ditas pretas de lil de
linho a 16$, e oirlras mallas fa/endas do gosto, por
precos mais eoininndos do que em oulra qualquer
liarle : na rua du Queimado, ua loja do sobrado
amarello n. 29.
Veude-se urna esoswjl crioula, de 26 a 28
anuos, ongoinmadeira, coslureira, e cora oulras ha-
bilidades : na rua Augusta n. 17.
Rua do Queimado.
Nesla loja vendem-se loalhas e lencos de labyrin:
thos, rendas das libas proprias para loalhas, biens
pn-los de seda de lodas as larguras, ditos blancos o
franjas de seda de lodas as larguras, lilas do ultimo
goslo, ditas de vellido preto o de recorte, flores ib-
via* qualidades, linioos de vidro e vellido de diver-
sas cores, para casaveques e eulras muitas iniudo-
cas de goslo que so lonja desnecessario mencionar
e que se prometi vender em sonta
Veids-se farinha de mandioca superior quali-
dade era saceos grandes, feijao mulatinho, pelo e
bronco era saceos, gomma de mandioca, farelo de
Lisboa, ni 11 lio arroz de casca, farinha de trigo pro-
pria para engordar animaos o saeeo com 5 arrobas
a 43 rs. : ludo se vende por menos doqueem ou-
lra parle : na rua eslreita do Hosario n. 29. ar-
mazem.
O Leite & Iiiiiao coiitinuam a
torrar.
Miissulina Inda encarnada, covado 220 rs., cam-
braia liso muilo lina a 3$80, 4$800, 5$200 e 5$600
rs. a peca, de 10 jardas, brim do linho para calca
de bonitos padroes a 880 rs. a vara, corles de meia
casemira a 3$ooo rs. cada um, lencos de cambraia
de linho a 3$2tKI e muilo finos a 4$500 rs. a duna,
chales de touquim pelos, dilos de merino proles,
dilos de merino liso de todas ascresa 4$800 rs., e
bordados a 6$800 rs., chitas francezas de cores li-
xas a 220. 240, 260.280 e300 rs. o covado, madapo-
ln a 2$800. 3$200, 3$800. 4$000. 4$20O. 4$800,
50000 e 5$500rs.,e muito fino a6$000rs.apeca, de
20 varos, palituts de alpaca muilo finos a 6$O00 rs.,
corles de coleles de casemira a 6$000 rs., esparti-
lhos para senhora ai, 6e 8ars., e dos modernos a
93 rs., saias para senhora a I56IK) rs., bordadas a 3S
rs., e muilo superiores a 4> rs., gollinhas muilo
bem bordadas a 39500 rs., manguitas e camizinhas
muilo linas paro senhora, cortes de cambraia do
gaz a-fers., (apeles para sala alsSOO rs., para por-
ta de sala a 4 rs., e para cabriolo! a 2j500 rs.,
meias muito linas parr senhora a2a800 rs. a duzia,
ricas colchas de damasco do soda a 25 a 328 rs. cada
una, corles de cassa de lindos desenlies a 2} rs.,
boas chitas escuras a de lindos padroes a 200 rs. o
covado, meias de todos os lainanlios para menino e
menina, guardamanos a 4a rs. a duzia, pecas de
cambraia lisa de 12jardas a 3S rs., inussiilina'bran-
ca a 300 rs. o covado, loalhas paro mesa a 4 rs., re-
des de folha a 6jrs., e ha oulras muitas fazendas
que se vende por barato preco, e de tudo se dar
amostras.
Em casa de Brender a Iiranrlis d
C, rua do Trapiche Novon 16, vendem-
se charutos da Baha da afamada marca
forma de Ha vana, prime! ra qualidade *
genebra em ti-asqueiras especial para casa
de particulares.
Vende-se um negro ofticial de marrineiro de
loda obra, muilo moco e robusto: na rua larga do
Rosario n. 22, segunde andar.
. Hecousa muito boa.
Vende-se a verdadeira pomada para tingir ca-
bellos, pelo baralo preco de la a caiiinha, com es-
covinha propria ; lambem se vende massa para
aliar navalb is a 320 : na rua do Queimado, na bem
conhecida loja de miudezas da Boa fama n. 33.
iras e ipkiql me
Vendem-se as verdadeiras luvas de Jouvin, lano
para horactn romo para senhora, pelo baralissimo
prcKji de 2*6fl0.n par : na rua do iieimado, na bom
conhecida loja de miudezas da Boa Fama n. 33. !
Vende-se a preco commodo, em casa de Bar-
roca ci Medeiros, rua da Cadeia do Recite n. 4 :
Vinho do Porio, superior Chamico,
Podra em lagedo e portados.
I'ipas, meias e barris vasios. .
MUIDA IIIAFAMA.
Vendem-se por preco que faz admirar rioiiissimas
filas lav radas de ludas as cures e larguras, lilas lisas
com pona o sem ella, bicos bramos de seda de mui-
lo lindos padroes e de lodas as larguras, Irumoias
abortas de linho para babados a 120 e 160 reis a vara
jarros para flores a2$ o par. atacadores ou euliadun-s
de seda de todas as cores paro vestidos.ditos proprios
para espartilhos, tesonras de'(odas a3 qualidades
as mais linas que he possivei eiicuiitrar-se.agulheiros
de tiinrliin 1.....Iras muitas qualidades, lilas de vel-
ludo de todas asqualidades, bolombos de minina
muilo lindas para meninas de escola, frasquinlio
com cardinal a inelhor cousa que lem anpareeido
para tirar nudoas em qualquer qualidade de fazen-
da. pelo muilo barato proco de 2$, Iraucinhas de se-
da de lodas as cores moilo lindas proprias para en-
feitar roupintia para meninos e meninas, e- oulras
inuilissiinas colisas que se afianca veuder-se ludo
por proco baralissimo : na rua do Queimado na bem
conhecida loia de miudezas da boa fama.
Escravos fgidos.
Soxla-feira 11 de fevereiro fugio no Varanho
a Antonio francisco de Azevedo, o meu escravo
crinlo do iiume Paulo, de idade 21 aunos, alfaiale,
prelo pono rtenlo, alto, magro e franziuo do
corpo, rnstn romprido, olhos nm tanto grandes,
pouca barba, peinas delgadas, gagueja quando prin-
cipia a fallar, e lem voz gultural ; consta que pre-
tenda embarcar para o sul no vapor Oyopock, em
companhia de una pessoa vinda 110 racsuio vapor,
oque est munido de passanorle com o nome de
l'edro: quem o pegar 011 delle iler noticia, eulenda-
se no Maranbao com o Sr. do dilo escravo, e nesla
cidadecom Mauoel Ignacio de Oliveira 4 Fbo.que
gralilicarao geiierosamenle.
Fugio do poder do abaixo assignado no dia 8
de fevercirorrozimo passado, urna sua escrava de
mue Isabi'Cnr parda clara, o de idade pouco mais
011 menos 30 annos ; bastante gorda, e lem mili-
tas sardas 110 roslo, e um dedo da mao direita des-
proporcionadamente mais grosso que os outros.lem
0 cabello corrido, e usa trazarlo ponteado, levou
un chales de laa amarello o costuma-andar calcada.
K natural do sertio do rtanc ( aagundo infbrmam|
e por isso pnn avel qoe para all procure refugiar-
se a titulo de forra roga-se a captura della e pro-
melle-se generosamente recompensar a quem a pe-
gar e levar rua do Brum, armazem de assucar n.
28 B.
Jo>* da Silva Loyo.
No dia 20 de fevereiro prximo passado, fu-
gio o escravo cabra Manuel, conliecido por Mauoel
1 ..netao. 1. com os signaos, seguinles : pode ter 25
annus de idade, grosso do corpo, altura regular,
cor clara, cabellos carapinhados, anda sempre can-
tando e elogiando, levou chapeo de baetinha branca
j usada, camisa de algodaozinho e calca de risca-
diiibo j usado ; fo da provincia do Cear de Anto-
nio Tollos do Menezes, vindo para ser rendido 110
Ilecife ao Sr. Gmalo Jos Alfonso, por isso que se
supe ter do para o Recife ou para o serto assim
roga-se aos rapilaes de campo e is autoridades, que
delle tiver noticia de o apprehender e ser entregue
no engenho Telha, freguezi'a de Serinhem a To-
me Joaquim de Oliveira.
No da 14 de agosto do anno prximo passado,
fugiram dn engenho Sete Ranchos, freguesia de
Nossa Senhora da Encada, comarca da cidade da
Victoria, os seguinles escravos: llamiao, crioulo, de
2a anuos de idade pouco mais ou menos, cor fula,
beicos grumos e meio arrebitsdos, tem orna cicatriz
na testa proveniente de um roice de animal, pemas
linas e alguma cousa arqueadas para tora, esnarma-
Un, espaduado, altura regular, e est burando ago-
ra. Jacinlho, crioulo, de 28 annos de idade poaco
mais ou menos, altura regular, cor prela, pouca
iiarlia beieus grossos e faz certo geito na bocea quan-
Uo talla, tem una cicatriz em urna das faces, pernas
nnas, esmalmado, fuma, e locador de viola. O
primeiro (oi comprado so Sr. Joo Francisco Barbo-
za da Silva Ciimarii, e o segundo diz que foiescra-
voda familiado Sr. Joao Nunes, da fazenda do Sitio,
em I'ajet de Flores e comprado na praca de Per-
nambuen. Consta que ditos escravos estoemPa-
je de Flores por portadores que mandei ede la vie-
ra ni: roga-se as autoridades policiaca e rapilaes de
campo de os negar e levar ao referido engenho, a
Bernardino Barbo/a da Silva ou na praca dePer-
nambuco aos Srs. Manuel Alves Ferreira 4 Lima, na
rua da Moda n. 3, segundo andar, que seo re-
compensados com a quautia cima.
PERN.: TTP. DE M. F. DE FARIA. 18M.
5

*.
*
,*-
PIW........1 w. I1H


Full Text
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