Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08006


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Full Text
AUN XXXV. NUMERO 50
SEGUNDA rilHA 14 DE MARCO DE 1850.
Por anno adlantado 15$000.
Porte franco para o subscriptor.

EutaalEfilDOS DI SUBSCRIPCIO NO NORTE.
Parahiba, o Sr. Joao Rodolpho Gomes; Natal o Sr en-
torno Marques da Silva; Araraly, o Sr. A. de hemos Brasa;
,1, rt u T ." Uv,'ua: "Mo. "Sr. Jos 1Y-
xeira de Mello; Piauhy, o Sr. Jos Joaquini Avelino; Para I n
ar Jimlino J. Ratnos; Amazonas, o Sr. Jeronvmo da f.abo
Igiiar esa, Goianna e Parahiba mis segundas o sextas-eiras
S. An
as
Mo (i
ra,
5o, Be-zorros, Bonito, Garuar, Altinho e Garanhun
linas feiras.
PARTE OFFICIL.
O Sr. Souba
potencia.
O Sr. Bran
l'111 Sr. Dep
aulorisaudu a
lido,
O Sr. Ilntnd
Tribunal do mnimorein: segundas e quintas.
. Helar..: lorras feiras e Mohadas.
Aino. Nazareih, f.imociro, Breta, Pesqueira, ingazei-! Panuda: quartas anubados na 10 horas.
loros, \illa Bolla, Boa-Vista, iirirury e i'.xi asJaira doonimiier.-in: quintas ao moi.. da.
; las fon-as. 1 i,,n de orpbens: torra* o ralas as 10 horas.
s.-rinliarm. Rio rormoso. Una, Barreiros, Agua Pro-; Primeira ara dorivel: Ierra o sextas ao moio da
la, 'iiuonloiras o Natal quintas Cetras. Scgund"
To os iis rorroios parlom as 111 huras da manha.
tttit: Quid indo ? E da w.ssa ciiiii-
egaodl vara do eivel: quartas o sabbados%o moio din.
4 l.ua nova as -1 horas o 51 minuto* da lardo.
13 uarlo cresrenle as luirs ai minutos da Manha.
18 l.ua i'lii-ifl ns 7 horas o aj minutos da larde.
20 Quarln 111 11 -11.1111 as 7 limas c S minutos da manha.
PRKAMAR DE HOJE.
Primeiro aos :0 minutos da manha.
Segando aos .~> minutos da lardo.
I i Segunda. S. Mail.il.I.s Rainha; S. Vfrodizin m.
I". Tena. S. Ili-nti.|in- rei ; S. I.nugniih.i soldadn.
10 (.Miarla. Ss. i.iri......pTariann 111111.: S. obraban Eremita.
17 Quinta. S. Patricio ;ip. da Irlanda; S. lioliiidcs v.
\x S.vt.i. S. Gabriel err.; s. Kan-isa aro.; S. Frgdil..... b.
1!l Sahbado. s. Jo. Espose de Nossa Senhora.
ai Domingo, s. Uartinlio 11.....iense re.; s. Guilbcrlo h.
ENCIRREGIDOS 01 SUBSCRIPQiO NO SUL.
Magnas, o Sr. Glaudino Falcan Das; Rabia, o Sr. Jos
Marlms Alves; Rio de Janeiro, o Sr. Jn.io P.rrira Marlins.
IM PKnWMRKO.
n prnprielarn do DIVBIO Manool Figuoiroa do Faria, na
sna livnria prai a da Indi pendencia ns. 6 o 8.
id
COIMAXDO DAS ARMAS.
Quartel geieral do t-oniiiianilo tas armas
dePenutnhitca, iatillado, du Recife,
12 de, marro dpis:)!).
ORDEM DO 'DIV NUMERO 205.
(Jstiuidi ao tenonte general comiiiaiidauln das 'deapondar
armas que alguos olllciaes dos enrpns do exordio i II Sr. Bt
estacionados insta capital, doslonibrados da ro- repito Sis
cominoiida.-ao que so ha leu,, para rosidircm o le, .1 nimio pra
niais prximo possivel dos respectivos quarteis, I vcrno islo ,
achaiu-s^aatualiiioiitc morando na ciliado do lllin- I rogulameiilar
da, Knsa*aYfn e utios lujaros afaslados da parada : deve fazer d
de seus cornos-, determiaa que sereolliam qiianlo lugislativo', que
ania a csl acidado. Os senhonw cnmmaudanlos' cer qual a op
doseorpos velaran un cumplimente da prsenle or-; latino Srs
dom, ... procedetao coalra os fraoUires. i saber se a'aisui'ri
.Wiunadu.'4o*f Jauquint Cotlhn ..pinino a respe I
Uniformo. Hurneio de Gkiuiu Coelhn, alferes liiial da provine
njudanti- de ordens do eumniaudo. j seml.lauui do
io : Sem llovida....
I111I1,: V. 0 |irojeil,i remoliere isso
Mauisaro ueste mi nuqoeUe sen-
apnivoilaiiieiil.. dos artuaes ,,ili, iaes de
aillos do apres.-nl.-ir 1. projorln
i : K verdado, se nnda nossa
r.oinpiieuiia, s nao nos porteuce ato, eom que di-
reito a coiuini: ioproprue que a assenihla auto-
riw o governn ara oigauisar ?...
Lu Sr. epi titilo : Aiilorisa o gorernO:

.--i--------------- 1-......- -, -- -*. m uf.1 tiin; ii.in iimii.i imoiiiii 11 u ,1 r(| H -\ >Lt' ir a i]t> l|h"'a \,i ai i- r< lilil ti ir"' \i 1 < .--------------"------
gonaoc- eiitendeaae? amda idea lixaa nspoilodo modo porque dovia >er ApoiMo*.) ni-.Ui,i.id. onl.nuara Maso nobre depulado dou um aparte que permil-
I Adiiiilliiloporuni.Sr.piesidenie que o .residente organisado ,110 .rpo poli.ial 0.1 a fi,r.a deque a faci do autorisnr o nresidonlc a orannisar n ",'!". "'tAX}v "a0 lcni "*
ne,a das desse nova or^.o.sacao sem aulo, >, oesta casa, provincia precisa, e sua.s ideas era,,,'mais o!, me-1 corpo de |.Mt ^ nK**^ u,| f" "".""' 7 T"" ,0d a CO,n a
einpiv- pi.rvenlora obrava regulannente ? nos as que so acha>a,n comidas ,10 rehilen.., e mes- toriWao que nos lho dainosTse t nao "nu.s o "5*?" d <"<:* f 1' *ta.
t Sr. Depuladi,:- Nao preeiMva de autonsa- 11,0 que qulqner nrganisacao que se des,,, a esla direil de organisar como o delegamos" 1. 0,Sr''arr'" .rfe *"*: sonhores. 011
Cabio na jao, haslava-lhe usar des.se direilo. f.uca seria por agora de mera enano, o por lano o Ha ,,. J,,,r, 'ligamos ,,,lldu ,|l|n q||C ^^ dar j mpu y[io d(, con_
_____PERMAMBUCO.
ISSEMLEA LEGISLATIVA PROVINCIAL.
SF.S-sio QBMMfU FM 11 |.E MVU...O UF. 1859.
I'midtaeia doSr. Raro de Camoragibe.
i.i.oclusao. )
OUIIKM DO 1)1 A.
1" discnssiio do projccfo que llxa a torea policial
da prorincia para o anno de 1859 a 180.'
O.Sr. Bruudn : II m.-o estado Q> saude, se-
uliores nao me pormiltia rorlamoute quo eu enlr.is-
se coi nina dcussao agora, mas simo o de.ver de
pedir nobre canimissao que nrganisoii eslo pro-
jeeto, algunas ipiisaeios. Fot A iKiueosdias pu-
blicado o mlatockidu nobro admiuisrrador da Jro-
viacin, c nelle avena S. Exc. .-ligninas ideas a res-
poilo das quaes parece querer saber eoino peusnm
os representantes da proriucia. Km jgeral ahi se
aprsenla o historiro on oslado em que nos acha-
uiu.se quando S. Kxc. tratou da forea publica, lem-
brou algumas medidas, como quo consultando a as-
semhla provincial sobre asnaadop.-ao e realisacao :
allon, por exemph., a respeito Ja' creacao de urna
forea urbana, na capital da provincia, para segran-
os dos cidadaos ; falln anda ua orgauisaro desia
for;a, na rreacao do urna forea montada,*e parece
que oxplicando-se assim, que'r seguramente ouvir
uopiniao desta asamblea sobre laos assumptos.
Ora, toda o matulsabe que ji em oulras .ras
lioiive urna i-ompjolii i de (-avallara do polica ties-
ta cidade t [o Uti> no lempo em que diriga os des-
tino da provincia o Sr. Barao, hoje visconde da
Boa-Visla, mas a assembla nos anuos posteriores
entended, que essa forra era desuocessara, tanto
que votando annualmoute alixaco corpo de polica
iiiiii.-amais Inrtou daquella compmtbia. Parece,
pos, que quereiidn olla hoje mudar '
ve [raeametite explicar-se, e dijera;
da eom as ideas do presdeme da p
assim todos os artos de S Exc. que ....
lisnr essa ideas tiraran leudo pnr base a opinii
dos represontautes da provn-ia o scrao por cons.;-
Kiuiile mais considerados, bom aceilos jero o pela
popularao. ff>
, K vrdade que a commissao me oir que conhe-
cedo a forra pola uiauera porque eoiisla do pro-
>!f*u; a assembla approva tudo quanto o presiden-
te bwhrou coran mais ulil e conveniente aoservi-
Aulnrsa a organisa
lellilo que o deselivolvllle
ico de sua execileo compele an Ro-
que perlence an di.iuiuio da aleada
is eslabelecer as liases do que se
exclusiva competencia do poder
por eslemeiu Urt o goveruo eoiiho-
nio da provincia on da uai-ao,
que ,. iii.bre administrador ha de
bla provincial tein ou nao a sua
do modo de organisar a ierra po-
li ? Oual o meio que a mesilla as-
in de manifestar as siis couviceoes a esle
respi ""
Sis., mzeiido slas ligeiras c.nsiileracoes iinica-
i-ameiite para p avocar o dbale, visto como a ina-
1,-ri e laip'oilaii o, o cada .liase torna mais delica-
da, eu au pos o deixar de parte tmbelo una ou-
lr consideraran que di/ respeilo ao numero de pra-
cas que a eouiin ssao flxa para o corpo de potiefa
/ i Sr. drfiuiiuiu : Y. eu enlendo de outra 111,1- ; para isi,., nao poda elle por si s,'. dar nova ur- mente
"'i'>r'l' i- 'ganisacao. Era ao presidente a queui.....upuliada-la.l polica.
o Sr. WiiiiiiIiiu :Tein ampia facuhlaile para i.-sn, mas exisiindo nina i.rganisai n. dada por esta casa Ti ve occasiio d
!'l;!X",ieHih!.'!!:;(""""'>sK ''"""" em u,Va;l'":s" -1""1 "" ,v"!':llir' s""i" <"""''"" k-v.-.-,,.. i,,.: ,,,ieie,-nie eom S, Ia, ,.....re adminisliador da
" .tlle' |IIOS''S|''"'k'V' |a.T '1",U Sg or*"llsa'> 'le inclhor i provincia, e S. Kxc. me d.sse que nao linlia niesmo
ai's, d'is m ^a"-",ea"- ',0,,l,"- cl"-'" C- t'" e;,d!r B ., "'"';' 'a respeim do modo perqu dovia ser
Llip.ll-.SC U.IS pCSSOaS__ Ui.i.li.l.inuni.i C. ........ I .... i ........_----iil.^i. I .---------*M ....
<"i Sr. deptUuda : P,.r urna eonseqi
les anteriores, qne dau direilo a osle;
gados.
() Sr. Braiif/ :... sendo que por isso cabio na cao, baslava-ihe usar desse direilo.
man. .luplnravel incoherencia, incoherencia cala n Sr. Souza Rei :Pcrd.W-uie o nobre depula-
que a assembla nao deve aceitar, e antes deve no-; do, o presidente nao pode usar de un direilo eni
gar-lhe o seu asseiilmeiiln, formulando unta le, qualqner caso quando esta assembla eitiver no go-
ein que sejam resohridas as qoestr.es aventadas i m debe.
pelo presiduule da provincia, para que d'ora eindi- O Sr. Barro de jfrda: Nao sendo de oom-
aiile a soguraiiea pessoal soja mais bem garantida petencta della I- .saiariunar a iniasiii dos no-
do que lem sido. dores.
Im Sr. /)(;lado : So hoiiver urna le ueste Crnzam-*e outro* uparte*.]
sentido, en a adopto. 0 'Sr. Sou-a Rei* ; A assembla den una or-
V *aa#--l.ei, que estabeleca as bases ganisacao ao corpo do polica o presidente ac.-i- I OSr. /randa,,: Isso linha-se paseado entra
(le um syslema renecltdo, do una organisacao adop- ; Ion esta organisaeao dada pela assembla, podia o nobre depuladu e S En
lada as circuiustancias da provincia. o presidenleda provincia reformar esla organsa.-ao lui-iou miiilo com
/ i .Sr. Depuladu. f. estar dentro do circu., de sein que a assembla provincial Ihc dissesseque a
inissas allribuicncs? Esta a queslai.: no acto ad- aeformaase?
diccional di/, somunle :lixar. Um Sr. depulado : Se olla nao tinlia
" Sr. Ilraiido:K qiieslao velha, ja debatida reilo.
e decidida; queui llxa a Corea, lem o indeelina- OSr. Souza Ao'< :Mas o presidente aceil
ral ilneito de determinar .. maneira porque ella .1.- ; nao roconheceu o direilo da assembla como p,
(< ser organisada... \ fazer a reforma so por si I
O Sr. Hrand.i; ;l.-lu urna razan mais em fa-
vor da idea que embateu .. nobre depulado.
O Sr. Sonsa It'i' lato um argumento eom
de
Humo T^KaT.ta*#3tt J2 Sra: K ,,,,, sahiodo e
que assim apenca, le, Ilegalidad........tttt&lEEttZtt^
: 43r, iSPLWRS.'" ^?'' -o o nexo eom a
iiiu.ii;,io que i
direito de organi:
..rea sena por agora de mero ensafo, e por lano.. Ha mu mrlr
que aas>e,obla resolv.sse leudo a........ao ne- u A>. Ilarro* de lcenla :So o nohredonnlado TZ' T'1' I"31"1'' n.w temos urna nutra piwa
" do ronlianca que podemos dar ao presidente acoe-
teinos
doc
a. a isac5 t*.** SLttffff^lAS
Senliores, saliendo que em quas lodos nsmiiiii- ;
ssaonxa para o corpo de policfa. : ripios e couiarcas da provincia, os destaca.....utos
iris io l.xado e, nn meu entender, pe- | sao ieilos pela tropa de linda, o vendo a guarda na-
ca policial l.
De se ler ped ido o contrario ha resallado oque
desgracadaineule mis temos visto ha :t ou i anuos
esla parte, islo a guanta nacional constantemen-
te a,|,lanciada, e chamada em diversas partes da
provincia, para o servi.-o que de va perteucer a Cor-
... Sr. Deputa to : Apoiado, o a provincia vai
nagind...
O Sr. rundan
vernu imperial
ser paga pelos co
opiuio, ile*
* so doncur-
cla, porque
re m a rea-
.....sendo que dentis o go-
luleudeu que essa despe/.a devia
res provnciaes...
0 Sr. Soasa //, i: Isso bom de dizer na as-
sembla geral.
Um Sr. Depulako : E aqu mo-uno.
l) Sr. Sou; He < : I.'deve pruduzir melhnr
clCeito.
0 Sr. Ilrnudi'fi
vezes, mas nao es
bem dessa rlaniin (
do corpo de polici
escauda-lu qne ha
vncia....
Um Sr. Diputadla:Nao escndalo, urna ne-
cessidade.
I) Sr. Brandan Y. um escndalo, que causa
indignara : porq. i dolloroso viro artista, o ho-
mem do povo, quo nao lem o pao diario...
Um Sr. Deputai u .-Servir a patria...
O Sr. Itrando ..... somonte porque guar-
da nacional, ser o irigado a anuarlelar-sc, deixar
sua familia sem p io para comer: ver, por exorn-
lo, o balalhau da >aulo Amaro de Jabualiin, que
La o lenho dilo por militas
ou prohibido de repoli-lo aqui a
e cidadaos, pediodo oaugmeulo
, para que deixe de existir edka
aniins se observa na nossa pro-
<> sr. iiriindao:Ora, uno ate tem leito coa-1 mo a organisaeao actual linba sido dada por osla
vencer da neressidade que sent esse corpo do nina I assembla.
reforma radical, para .se poder prestar ios Dos de I OSr. Ilraiido :Nao romprehendo
sua insliluu-.io, mas nada disto por corlo seconso- O Sr. Sou-.a ri : Se me nao eomprehende
guir.i se passar o projeclo da eoininiss.i sem ser ( porque nao quer. Querendo combalor uie ter
emendado; c ueste ras,, rotarai contra elle; cu-; miitn bous argumentos para faze-lo, mas dizer que
entretanto ja consegu o ii ni a que me propuz, que me nao eomprehende, nid admiti.
fui provocar a discussao o eom islo eslou salisfeilo, O Sr. Ilraiido :Nao comtireheudo quando drz
o lermiuo as uiinhas ubservaeoes. Muito bem.i que a assembla nao lem direilo, e onol.ro depula-
ii Sr. Souza /(<: Sr. presdeme, presiei mui-! do como membro da commissao usa desse di-
icao ao dlscuaaa.que acabado proferir o no- reilo.
. uaflfc qii
bre deputado, u adBei-iue, que principiando o
iiosso nobre rollega^or lamentar o estado actual
da provincia em rolarlo a fallado se-guraiira indi-
vidual, cunoliiis.se declarando que em vista de lio
lamenlavel estado como o que elle ma-iifeslMi
nesta casa eom relacao forra policial,- que me-
Ihor ora que nao houvesse forea policial.
O Sr. Ilramlao:Se ella liado continuar da ma-
irganisarao qne mais convier a,, servir,, publico. Al ha esta parlo do disirUmica.., que nao aei se '& !.^Z'.T\ I'0'''' !" pala"a d,'li''il Vr"1
veiihau. ellos a solfrer. Eu oliln lho loiubrei! ser dolall.e ou cssencia /, u s" e "'."l-'ompregado esle anno liorna nosso pesar ; mas
que a assembla podia determinar que Cosseai essej Devendo aproveitar iis artuaea olliri es ,. 2 <1"u ''ss" -"l "',0 f,v hotroT M>nl"'-n '-
o.liriaos aproveilados. e S. Exc. .poio. minhal Eu entend o creio que lalve, todos mis en.endos- K," ^.,^-f,,,,' -^ ''"' ""SS.n,0U.'TT
"I'""',,. semSi ,,,. isl0 -, J, .ia rpr(,rjr sf,ii.nn. na_ I l^d (rpo policial, creio que en, 1IIU oontos d
r. ar, presidente, cumiando ou no bom seos
tino administrativo deS. Exc, ueuhnnta ii
ve, e comigo o meu nobre eollega da co...,.,
ein conieecionarmos o piojo. t neste sentido, prn- I hinam o que dao a entender quo se traa de oraa-
Cipalnieule quaado a nossa opiuio era ellecliva- I nisaeio
nenie
io a orga-
lenso, no nisacao do corpo, n.io s pela rolaoiio que existe por
unida Ii-1 estar no niesmo artigo, como peta ralaeao que ha
minssaii, entro olhVial, tropa, corpo sao ideas que so com-
eis.
II Sr. Souza Rea: Menos.
O Sr. Barros de hunda : Todos os annos o
que eu noto nesta assembla, o que eu aehn muito
nuvavel que qualqner allerarao que mis quoro-
0 Sr. Souza Beis .
neira por que vai, anles nao baja.
II Sr. Souza HtU :-Seja dual Cor O deleito do
organisaeao, o nobre depulado hade leewnheeer, za, podriaiuos ler corpo de"olca hui
0 Sr. Souza Rei*:k assembla praticaodo esso
acto que o nobre depulado diz que um direilo
nnu eu excrco, nao faz mais do que recoiihecer, que
nao tem direilo, declarando ao presidente mis
lizeiuosisto, mas reronheceinos hoje que nao lomos I do que eu esclarecer o nobre deputado
esse direilo, exercei-o vos. far.
O Sr. Epamiuouda* : Se neste sentido, voto
contra o projeclo.
OSr. Sonsa Rei:Agora. Sr.presidente, qnau-
10 adespeza lixada ; sonta lixasse-nins essa despe-
respnsla ao nobre depuladi
alginnn forma salisfeilo.
iiru,. ua cas,. e ein
me parece estar de-
que essa forra hade prestar seuiprc algnin sorviro
para que a segranos individual se garanta.
Y. se o nobre deputado lamenta o estado deplnra-
yo| da soguranra individual, como coneluio que mo-
lino- .ra que lian houvesse furia policial ?
OSr. Ilraiido:A tropa dolinha Cari o ser-
vir,..
O Sr. Souza Res :E o nobro depulado nFu. l.i-
nienioii tambeni, que a tropa de liulia cstvesse dis-
seininnda por esse centro, que a guarda nacional
... oslivesse sondo veixnda eom o servi.-o 1 Portanto
quarte'hoa, se be n me record, o anno passa.lo, | como combinar todas estas ideas do nobre depula-
BcaraquiSou 3 i lezes, deixando esses homens do, que n.io baja forra de polica, que se nao eiu-
pregue a guarda nacional, que se nao dbuembae a
suas familias dislai tes da capital reduzidas foi
lias pequeas I ivouras abandonadas. ( lailai
apoiado.},
: lempo, dizia e
U materia...
est clamando n
altamente a somul
un. mal ncuravel
0 Sr. Ilmndiui ;4-
classos pobres da o
nesta poca em qu
eo da pnlicia. Maa, aenhores, ou eulcnduque quan-
do se lala do nbjo.-los tao graves^ nanoiariojijie. ".os'r '/'',/
o* representantes do povo ennncieniBe nina nt-
ucra decisiva e clara asauasopinies, o nao se li-
mitem u conceder a forea e deixar ao presdeme da
prormria o arbitrio ampio de orgauisa-la da uin-
ueira que entender.
Has parece niesmo, que S. Exc, bem intenciona-
do, como desoja ouvir a opiniao da assembla,
porque fazendo a organisaro como ella o decretar,
lica eom a sua consciencia'tranquilla....
O Sr. fanotl Capalcanti.- Ta'.vcz nao Oque.
O Sr. Braado : Pelo menos, o nobre deputa-
do ha de. convir, que flea a coborto da respomabili-
dada moral, porque excrulou e le, o que talvez
uao acoiilcce no caso contrario, porque ludo lica
involfido as sombras, uinguem sabe como a as-
sembla ponsa sobre as diversas queslf.es uveula-
das no relalorio, e d'ahi pode suceder que alguem
eulenda que a nova organisaeao nao salisfaz aos
sentirnentos, e necessidades da provincia.
Domis, senhore.;, conhecendo, como canheco a
miiitos annos o nobre administrador da provincia ;
sabendo da reclidao do suas iiiteucoes, todava le-
nho principios invariaveis dos quaes me nao affas-
to, u, m por consideracao ao lempo, neui aos ho-
meiis: suslenlei sempre na assembla geral, que
nosodovem conceder eslas autorsares ampias o.
sem limites aquelles que governam, nao s porque
ellas os podem milito seriamente comproinellcr co-
mo tn io lie m porque enlendo, que o povo nao queros
seus representantes assim falsellqucm o seu mn-
dalo, concedendo arbitrio ao goveruo sobre materia
que lhe compete examinar.
Im Sr. deputado.Hesmo a organisaeao do cor-
po de polica ?
(Ha diverio* aparte*}
0 orador (continuando): N'o respondo aos apar-
,es. porque io tantos, que se atropellam. Em ge-
ral dwei o seguinte : Seja o presidente, ou o go-
vemo que Cor ; tenha eu nelle a conliauca que ti-
ver, nunca presrindirei de cumprir eom os meus
deveres : e se assim nao deveiu pralicar os eleitos
da provincia, melhor ser queogoverno tomeron-
ta da sociedade, e que se poupeiii ao povo tantas
despezas, tantos iucommodos, tantos trabalhos,
como os que acarrelam qualqner eleirao. .
Um Sr. depulado ;Tudo o que e'slabelccemos,
sao bases.
0 Sr. Brando .-Rom. porm entenda-se que eu
nao quero que nos inlrouietamos em materia regu-
lamenlar ; que a le enlre em ohjectos de deta-
lhe, mas sim que estabelecamos as bases da que
se deve fazer, e desta uao podemos declinar, por-
que derer do representante da provincia, esludar
as suas oecessidades. e decretar os meos de reme-
dia-las ; entretanto que esse dever nao c,impla-
do, quando se concedem autorisaroes ampias, e
nada se legisla sobre os assumptos "que to oppor-
tuna e refteetidamente loram lembrados pelo nobre
presidente da provincia no seu relalorio. (Apoia-
dos).
Senliores, cu enlendo, que lempo de cuidar-
mos minio siriamente do ramo do servico publico
de f^y*1* Projeclo : a vida do cid'adao est
ruiistaatemente ameagadaj nao so nos centros,
nos serian e lugares pouco povoados, mas lam-
bem na propria capital da provincia que ella corre
pongo. Esle estado de cousas revela que o sysle-
ma de organisaeap do chee de polica seguido al
hoje prpfundamenle viciosa, apoiado) absur-
do, e nao pode mais continuar. De que serve a
provincia dispeuder lanos cotilos de res ?
De que serve fazer tantos sarrilicios, se a forea
publica nao presta garanta vida do cidado ?... "
Um Sr. diputado ;Muilo bom ; isso pura vr-
dade.
O Sr. Brando .- misler pois que mudemos
de systema : que a assembla, e nao o presidente,
que chegM ha pouco, que nao ronhece a provin-
cia, e que talvez anda dentro de um anno nao as
possa conhecer. estabeleca as bases do nina organi-
saeao mais conveniente aos flns que se deve ter em
vista.i.
UmiSr. esputado .- Para tsto,
multo lempo.
Outro Sr. deputado :E elle tem milita pralca
O Sr. Brando .Tem milita pratica de oulras
i, de cuidaniius seriamente des-
Arho- fue o o.bre depotado
aVserto ; a impronsa tem fallado
anlo respeilo e intilmente:
. Heno* al ao prsenle.
de virmos ein sor.corrodas
ciedada, que solrem inulto ;
niesmo aquellos que poaiuem
riquezas se queixi seria brbaro nao alien,ler,
alliviar ao boinem pie vive do son salario, da sua
Buchada, do seu Ir baln. ; e por isso me pareca
que i nobre coninii ;sao devia ler tomado eni con-
siderar., e vir ein auxilio desses infelizes, aug-
luetilando o iiuinur de pracas do corpo de polica,
para livr.i-losih. aq lartolaiiieuto.
Um Sr. Ileputiidi : Y. nao augmenta .'
O Sr. Ilriiiidim : -Oualro cenias o ciucooiila pla-
cas Ora, diga o n ibro deputado em coiiscicucia,
rom IM pncas, po, a-ae fazer a polica da provin-
cia ? Eu supponho que o corpo do polica j tuvo
300 pracas e creio < le al chegou a ler 800, e me
parece que a proviri ia nesso lempo nao renda mais
do quo actualmente
Se pois o corpo d polica j leve 800 pracas,
claro quo boje, que i populaeo se acha son a'pres- i acto addicioual, efeo'Umbem em virlude desaas
sao de nina oepanto a miseria, seria muito conve- I 'deas de S. Exc, que determinado o numero de
mente, muito huma 10, u mesmo muito poltico, pracas lho deseemos autorisacau para organisar o
de huli.i-.' ouaio resultado? Seria quenem
o existira essa segranos individual que boje
existe. O que eu vejo por cusequencia, que as
conclusocs do nobro depulado se coiitradizein inlei-
ramente eaaa aaaaaa principios.
O Sr. Brando: -Vpauhando as deas por"essa
maneira, esl visto.
0 Sr. Souza Rei :Mas, Sr. presidente, nao fui
esto o lim que mo Irouxe discussao, meu luu fui
justamente responder ao nobro orador que me pre-
ceden na inipugua.-o que tez ao projeclo em dis-
cussao.
O Sr. Brando :.\ forma do projeclo.
O Sr. Souza liis : llirei anles de ludo, Sr. pre-
sidente, que quando se Iralava de eleger as coii-
tnissoes desta casa, um meu nobre amigo einembro
dola me diste quo se h.ivia combinad,, em fa/.er eu
parle da cummissoda lixaro da forra policial ; eu
declarui iuiinodiataiueiile que iieiihuiiia duvida lea
ein aceitar a eoinmissao.musque eu linba a respeilo
uiii.i idea da qual me nao apartava, e era, que a os-
la casa s,i competa Uxarn numero de pracas, e que
alem disso, vendo eu no relalorio do digno presi-
dente da provincia algumas ideas novas relativa-
mente a organisaeao do corpo policial, era miaa
Opiniao, nao lmente por aquella idea que eu liaba
e em virlude da obrga. o que temos em vista d
elevar o curpo de p ilicia a una torca maior, eom
tanto que a guarda iaciou.il deixassu de ser desta-
cada...
OSr. Souza Beis E qual o numero de pracas
que o nobre depulai a julga seria preciso parase
fazer essa polica (
O Sr. Brando: .Nao entrarel nossa queslo,
porque tenln, dilo q, auto bastante para ne fazer
coiupreheiider.
O que lenho em vi; las que a assembla reven-
dique, o sou direilo, islabelecoudo as baes da fu-
tura i.rgauisar.il. do orpo de polica, que enuncie o
seu pensamenlo sobr as qucslcs que o presidente
da provincia lhe sub letteu, que o auxilie coiu os
seus estudos. o que i o deixe passar concessoes en-
capotadas.
" Sr. Souza Rei* Eu levantarei o capole.
O Sr. Brando: Pois Coi para isso ; para quo o
nohre deputado leva lasse o capoto que eu tomci a
palam...
I'm Sr. Diputan : -E o que oslar debaixa do ca
pote?
Outro Sr. Depulad :Alguma espada branca.
O Sr. Bramlo:1 ntrelanto nao me posso oscu-
sar de dizer, que imito notavei um dos artigos
do projeclo ; digo qui milito notavei, porque con-
traria directamente a I opiuio que tem enunciado
em seus apartes o noli
misso.
re deputado relator da rom-
nao se precisa
Disse elle, quo nao & da competencia da assem-
bla determinar o mo lo porque deve ser Cuita a or
gaiiisa;o do corpo d i polica, no enlamo que no
artigo a que me lelln nao so osquuceu de iulro-
duzir a disposico so$ inte : (J.)
O Sr. Souz Rei Quid inde?
O Sr.iBraddo:( ra, se a commissao entenda,
qne a assembla nao odia decretar cousa alguma a
respeito da nrganisaci o do corpo de polica, como
que eslabelcceu, que' su devano aproveitar os ac-
tuaos otciaes do cor| o existente ? Porque nao dei-
xou islo a volitado do presidente da provincia ?
Senliores, quem p e o mais, podo o menos...
0 Sr. M. Cavalran i :Nem sempre,
O Sr. Brandan : ni regra assim s,alvo se ha
outra lgica : diversa laque eu aprend; quem po-
de o mais pude o me ios : o pois, se a nobre com-
missao j ulgoii esta ass mblca cun o direito de resol-
vet sobre a sorte des os ofQciaes, o que minio 1 lio
louvo...
l'm Sr. Depulado : Sao recommendar, le-
gislar.
0 Sr. Brando :. ro... como lhe nega a fa-
culdade de determina que haver um corpo de po-
lica, eom urna comp, nina de carallaria, e organi-
sada desta ou daquelu forma ?
0 Sr. S. Rei* : I so que est no arlgo, para
respeitar direilos adq liridos.
rpo romo bem lhe naiecene. O meu collega me
disse:eu lamben, nao eslou fura du pensar assim
por que adopto as ideas do presidente. Elfeclivu-
luenle eu fui eloilo membro da conimisso e estan-
do apenas na casa o nobre deputado que se acha na
minha fenle concordamos u eu apreseutei o iirn-
jecto... '
- m Sr. Depulado : Mas se apenas queriam
lixar a lona, como deram diuheiro 1
II Sr. Souza llei* :Koiesla, pois, a razo por-
que me adianlei em pedir I palavra para respondor
ao nobre deputado ; tondo essa idea parlido origina-
riamente do iiiiin, noquiz que sobo, o meu nobre
collega psame a obrigaVio de responder ao nobre
depulado.
l'mSr. Diputado: Ello
cousa.
ha de dizer alguma
euga-
smo?
0 Sr. Brando :
a asta assembla o dr
organisaeao do novo
o urna base.
0 Sr. Brando :
provincias, mas o nobre deputado sabe, que as lo- mas nao posso deixar
calidades, os costumes e mesmo os iulercsses de ca-
da provincia diversilioam, e que por isso preciso
esluda-los, o nos que moramos em Pernambuco, e
que o temos ou devenios ter estudado de mutos
annos porque nao consignamos no projeclo que lixa
a forea policial, alguma idea? Porque nao olfereoe-
mos o goveruo o resultado de nossas lucubracoes,
de nossos pensamenlos a esle respeito ? Porque nos ,
limitamos.como quer a commissao.a llxar vagatnou- i que qualqur que ella
te o numero de 450 pracas. e a consiguar duzcutos 1 mosmos.
e lautos contos de ris para o pagamento dessas
pracas, sem dizermos urna nica palavra, sem apre-
senlarmos urna idea sequer sobre o modo porque
ser de ora em diante organisada pela Corea ?...
O Sr. M. Caralcanli: Faltn urna' cousa no
projeclo, e tai nao billar no aviso.... tal: isso era
preciso. O aviso de... convm que se trate delle.
0 Sf. Sousa Ret : Nao nos compele.
0 Sr. Brando : Diz o nobre depuladu, que nao
da nossa competencia, resolver cousa alguma so-1 est m sen direito,
bre o piodo porque ser organisadn o uovo corpo de saciio, o depos dist
polica : no entauto, que mesmo neste deve saber | direilo ?
qninqbienio, a assembla alguma cousa estabeleceu : Um Sj. depuiadn ;
em relaco ao modo da organisaeao as les que II- | O Sr. Brando :__
lo essa medida ; loan at a commissao pela idea ;
reparar, que negando ella
feito do estaliclecer as bases da
:orpo, e o svstema que deve
ser desenvolvido, dea ;a ao detalhe du recommen-
dar, ou deturminar q Je sejam aproveitados os ac-
tuaes olllciaes I
/.'i Sr. deputado :- Esta disposro dos olllciaes,
Tanto se refere organisaeao,
seja, ho de oQiciaes ser os
OSr. S. Rii:-U
O Sr. Brando :
se a commissao julgo
tanto, certa.....ota
xaramla forra policial...
Isassenao desta maieira.
Nao trato disso, nem comba-
o prova a meu favor.
roca contra o nobre deputa-
do, porque disse pe jcu que u assembla, noti-
nha esse direito...
O Sr. S. Rei* : i para dar destino a emprega-
dos provnciaes
Ou/ro .Sr, Depulado .-Se qnizer.
O Sr. Souza Rei* :Uosejo mesino que diga, por
que eslou corto que me aiudar muito nesta dis-
cussao.
O nobro deputado qne me preceden combaten o
projeclo ein discussao, primeiro quanto ao fado de
termos apenas lixado o numero de pracas o nao ter-
mos entrado no detalhe ou na organisaeao. ou mes-
mo por nao termos ao menos olCurecido' bases para
essa organisaeao.
O Sr. Brando :0 nobre depntado est enga-
ado ; se tomn nota veja que cu fallei em estab
cer bases para nova organisa.-o.
O Sr. Siiitt Rei ;Eu nu disse isso nesi
O Sr. Brando :Fallou em detalhe, o que nao
foi idea miaba...
OSr. Stwsa Rei*:Quanto a is(o, Sr. presidente,
ja disse, e minha opiniao que esta assembla em I
vista do acto addicioual nao podo fazer outra cousa
seno determinar o numero de pracas.
O Sr. Brando: materialisr o acto addi-
cioual.
" Sr. Soasa Jte :Por que T
II Sr. Brandan: Por que a palavra fi xar deque
falla o acto addicinuiil incliie em si nao iitiicamon-
tea ideado determinar o numero, poten mais al-
guma cousa.
O Sr. Soasa Rei*:laso o que diz o nobre de-
putado, o creio que lho posso asseverar, que na
easamesmo nao enconntra a maioria a sou lado.
(t'riizamsr vario* aparte*.!
O Sr. Souza Rei* : Emendo, Sr. prosidenle,
que esla assembla deve apenas flxar o numero,
isso a que nosaulorisa o acto addicional....
O Sr. Mello Reg Raphael} (d um aparlo que
nao ouvimos.)
O Sr. Brando :Olhe.aqui o Sr. Raphael pro-
0 Sr. Theodoro da Silca : E cu.
OSr. Barro* Brrelo : Eu offereeo um contra
protesto.
O Sr. Souza Rei*....que deve apenas llxar, que,
nao lhe compete tuegiuo fazer a despoza eom o cor-
po o coiiseguintemeule uao lhe compele orga-
nisar. "
O Sr. Epn mi nanitas de Mello : Compete tudo
isso.
O Sr. Souza Rei -.Que nao lhe compete fazer
a despeza porque o servico da polica um servico
geral, e consoguiilemente aquella despeza deve sor
fela pelos cofres genios. Que nao lhe compete dar
organisaeao, porque a organisaeao acto de exe-
euco, c mis, St. presidente, nao temos .atribuirn
nenhuma exocutiva, mas apenas legislativa. 'Eis a
razo porque eu entend, que apenas podemos lixar
o numero, eis a razo portanto porque o projeclo
apenas llxou o numero e lhe nao deu organisaeao :
essa a nossa opiuio em visla das razos que aca-
bo de expender.
Mas, desse o nobro deputado, quo seno nos cabe
/ m Sr. depulado :Mas, os principios do, nobre
deputado r r ..,.
O Sr. Sou;a Rei* A assembla geral nao tom
lomado providencia alguma ueste sentido, pelo con-
mino, os poderes- genes lem deixado entender que
nao q.ierem mesmo tomar sobre si seincthaiilc pe-
so ; so n.is nao veannos hoje. a despeza para o cor-
po de policio, mis uo o teremos, por tonto i com-
iiussao coiisiguaiidii a idea de fazer a provincia essa
despeza, nao o faz seno |iela noressiilado, nao re-
cnnheoe a obrigaro; en creio que esta assembla
linde aulonsar despezas, embora nao tenha obrga-
'.ai. de la/.e-lasquando ollas sao n.jcessarias. Neste
soiKido Coi qne a eomiuissao cnloiiileii dever aillo,
nsar essa despena at que os poderes genes se re-
SOlvam a tirar das pr.n inrins semolii......| oinuos.
'1Sj SS' "0'"',-' 'tepmndo aiinl-i oulra dispo-
sn.ao do projeclo contradbl o principia eslabelecfdo
pola eomi.iis.sao, .-,, se ,,|,r,Toiieiji sTJIRrlSee
do corpo.ni. sr. plsmente pois d,e"sde que n'eoms
missao diz, que sejam aproveitados os offlciaes qui
existeui actualmente ao corpo, ge pode entenda-
que lenha a commissiio delalhado como diz .. no-
bre depulado a organisaro seja ella qual bu-
que o presidente tenha de'darf Pois por rentan
nao ve o nobre depulado que nesta expeesso d-
vendo aproreilar os aciuaes oIBciaes do corpo
nao pode a commissao referir-su seno s pessoas
empregadas hoje no corpo como olliciaos dando-lhe
o goveruo o emprego que qnizer?
O Sr. Brando : O projeclo dizdevendo.
(' Sr. Souza Rei*:Pois pode-se increpar a
commissao por querer recoiihecer o direilo que lem
esses homens aos serviens que teui prestado !
O Sr. Brandan : Eu lomo mullo a commis-
sao nesta parle, mas nao posso deixar de recoahe-
cer que contra os principios por ella oslubele-
cdos.
O Sr. Ilirro* de Lacerda : Y. muito iiiclh-az.
Como quer que o presidente use dessa autorisa-
cau >.
O Sr. Soasa Bei*:Como dizia, a commissao nao
leve em visla seno recoiihecer o direilo que teiu
esses hoinens aos servicos que tem prestado al
hoje....
O Sr. Barro* de Aceran, : Mas islo xar
forea ?
0 Sr. Souza Bei* : ... mandando que o pre-
sidente os aproveilc.
ReOro-me portanto, Sr. presidente, s pessoas
dosles olliciaos, nao dizemos que se aproveitom
como capitcs, como tenentos, como alferes ; se ao
monos se dissesse Lsto parece quosedevoria enten-
der querer a organisaeao militar, mas o projeclo
nao diz islo, rofere-se'aos individuos quo exorcom
esses cargos para o presidente aprovotia-los como
qnizer e dalii nao se pode inferir que a commissao
determina a organisaeao que o presidente deve dar
'* Sr. Barro*de ccrda : Mas ionio aprovei-
lar esses homens ?
0 Sr- Souza Rei* : Sr. presidente, se s.-mo-
lante argumento quo vejo agora repetido pelo no-
bre deputado nao serve apenas para protollar a dis-
cussao tiesta parlo, nao sei realmente que presumo
elle possa ter.
O Sr. Barro* de Lacerda : Obrigado Peco a
palavra.
" .Vou;a Rei : Anda combaten o no-
bre depulado o projeclo quanlo ao numero do pra-
cas ileiermiiiadn nelle e o combaten dizendo que o
numero era insullicienle.
Sr. presidente, este argumento do nobro orador
me parece que nada prova absolutamente contra o
projeclo, porque eu nao sei mesmo so esta casa pu-
d apreciar devidamonle o numero de pracas que
sera preciso para policiar borne cIGcazmcnt toda a
provincia.
O Sr. Manotl Caralcanli : Sofrvelmente
pode.
O Sr Souza litis: Mesmo assim nao sei, mas
auuiitiido que pode, cu creio que o nobre deputado
nao ha de querer que esse numero seja ( creio quo
o posso dizer bom ) menor de 200 pracas, e eu vou
fazer um calculo eom que o uobre deputado neces-
sa na ui o ule hade concordar. Que numero de pro-
ras por oxeiuplo acha o nobro deputado que soja
preciso para policiar a capital 1 Acha que o pde-
la sor eom menos de :I0 homens ?
" Sr. Kpainiuonda* : Pode.
II Sr. Soasa Bei* : Nao me (embrava de que
o nobre depulado autoridade policial nesta ci-
dade...
Mas ou creio que o numero de 300 homens in-
siillicionlo.
0 Sr. Munoet Caralcanli : preciso saber ro-
mo se dislribue.
O Sr Souza Rei* .- Como quizerem. De Cor
ma nonliiima possivel e assim quanto a cada una
'li'13"0' ra cada urna destas localidades deve merecer as nos-
sas allence.s. e todas lem o direilo do exigir poli-
ca,e alm disso nao se hade querer que o numero
de homens para policiar cada urna dessas localida-
des gmam 5 ou 6, isso nao possivel.
0 Sr. P. Darte: S. Benlo esl sendo polica-
do por 3 soldados.
0 Sr. Souza Rei*. E se Cor assim como quer
o nobre deputado nem 2000 proras c entretanto o no-
bre depulado sabe que SUDO pracas nao se pagam tal-
vez nem eom dous torcos du nossa renda. Ora nao
sendo possivel portanto que nos smenle para esse
ramo do servico gastemos os dous trros da nossa
renda, possivel nao que Uxemos o numero de pra-
vas que sao ncrussaras para policiar a provincia e
Eu desojara que o nobre deputado me dissesse so
era em outros lugares do fuluro corpo, ou u'oulrus
i .ir. llraii'lim : .\ao eslou, nao Sr., so ostou I lugares pblicos
saliste!!.,i porque vejo a discussao. j O Sr. Souza Rei* :_N"a organisaro que livosse
Bom, entao nutro melhnr i de dar, soja ella qual f.ir.
e o sals- O Sr. Barro* de acerda : Logo ora detalhe de
organisaeao.
O Sr. Barro* de Lacerda : Sr. prosdeWe, esii- II Sr. Souza Bei*.-Annde est o detalhe *
mol multa que se eiirelassc a prsenle discuss... O Sr. Barro* de Mcerda .-Ser rceoniii.endaeo
ii nosso nobre o.llega que se assenla na primeira I das pessoas ?
cadoira desta baucada iniiilo inelhor do que eu .. b> Eu nao sei eom qualilique islo senhores Se
na desenvolver a queslao. rco.omincndaru para esses individuos que sao ho-
II Sr. Brando: Nao apoiado. he olliciaos, digo, que taires fosse urna anomala
il Sr. Barros rf Lacerda: Minio melhor do I porque essas pessoas podem ser dominlas om iiuai-
,qur eu desi'iivoU......s ponios que doviam ser Ira- UM instante pelo presidente da provincia nao sei
zulos a discussao e de que a respectiva oomuiisso i que rorommendaco esta que est mesmo Cora do
se devia oecupai espocillcadameiile. Eu Helia o pri- | ludas as atlribuie.'ios da assembla ; nos nao pudo-
ineirii a tallar apezar do recoiihecer a distancia que ; mns rccoinmeudiir pessoas para serm conservadas
ha entre mim e osle nosso nobre eollega, o a dis- nos lugares...
ciisso ti\ esse do sor oiirerraila sem que (oseedeba-
tida, sein quo alguem pedase a palavra, p.uque.
Sr. presdeme, as ra/,ies allegadas por esse nobro
depulado exisuam j no meu espirito e ou desejaia
apresenla-las ; sendo porm lo liem previuilo por pra/or.
olio, eslava mais quo salisfoil
pa sem se sabor qual a despeza a fazer-se'? Per-
gunto, tem a commissao OS dados necessarios para
saber qual esse augmento ? Com a sua autorisa-
eao augnieiita-se ou diminue-se o sold ? A commis-
sao nao sabe.
O Sr. Soura Rei: Na segunda discussao.
O Sr. Barro* de hicerda : F.u esperava por al-
gum aparte certo ; mas eu j disse que entenda que
a primeira discussao versara sobre a utilidade (W
prejeetos, nao ulidade vaga indefinida, porque
onln osle projeclo do for a publica devia passar
sem discussao.
(ni Sr. Depntado : Mas o nobro depulado nao
pode oITcrecer emendas?
O Sr. Barro* de Lacerda : F.u fallei porque me
chamaran! dHCUssao, mas eu quando trato do
a presentar os defeitos da commissao. nao posso dei-
xar de apreciar todas a sdispnsiroosdo projeat.i.
Um Sr. Depulado.Entao quer matar o pro-
jeclo ? '
O Sr. Barro* de .acerda :Nao, quero que pas-
II Sr. Sou-.a Rei* :\o podemos?
dos oxponlanoaiiienio pelo prosidenle ,-i seu b.'l
elle, eslava mais que saliseil.. porque a discussao OSr. K. I'orlflla : A assembla j don um
linba aparecido e desejava licar silenciosa, lauto oxemplnquando ac.iboueom o Ivce,, creou vCrm-
inais que eiu mim sempre domina o laeonLsino.s.
fallo rranraiiient
se discuta claramente, porque se nao a Un, do
toda a discussao o osclareciiueiilo, o nobro depu-
tado nao me dar a razan porque disculio, noin por
que responden ao nobro depulado que falln em
primeiro lugar.
Eu jiislifiro-nio dolor fallado hoje, porque fui
o nobre deputado como quer que ellos passom
ele modo que me provucou e me obigou a pedir pal* a nova organisaro? Nos actuaos postas? Tem
II Sr. Brando :\ muito louvavel, ropilo, mas fazer outra cousa seno lixar, porque razo aulorisa-
.'I Pnimtaa'i.'i >.>!.... n ...........I.!.'... ...m. i .n.ln ..^^^ i mnn m'... .. ^^.._.. .1_________f___*_ .*.
U a ,-issombla autorisada para mos nos o governo a dar organisaeao ?
porque reconheceiii que olla O Sr. Theodoro da Silca : E a fazer o paga-
inarcaiido as bases da organi- \ ment.
, porque poe em duvida eslo | 0 Sr. Souza Rei* :Eu respundorei : autorisou
o projeclo ao presdeme ador organisaeao o a fazer
-Nao, senhor.
iu nao posso entender as cou-
0 pagamento, porque tondo esse corpo nina organi-
saro dada por esta casa, nao poda o presiden-
te altera-la sem quuesta casa o aulorsasse
alai ra.
0 Sr. Souza Iris:Antes eu nao livosse respon-
dido.
OSr. Barro* de Lacinia:Y.a lanibeiu delica-
damente aceolei o compromisso e eslou usando pos-
to que muito mal. (Saoapoiodo)dalaculdade que
lenho de representar a provincia nesta casa. (Sao
upniudo*.}
Vejo que a discussao hoje lem versado sobre va-
rias ciuilradiociics ; eu mesmo talvez esteja em roji-
tradicoo, porque ao passo que o nobre depulado,
que acabou du fallar nolava que eu talvez tivess
dado aquella aparto para protellar a discussao, eu
que nao linba tal lim, o proloiiganionlo da discus-
sao. ostou em contradco agora que eslou diseu-
tndo. Repito, a discussao hoje lem versado sobro
eonlradicco, mas esla minha parece que expli-
ca! el.
As contradiocoes da nobre commissao exislem e
existen] rada vez mais salientes depos que o nobro
deoulado falln. Apoiado.)
Sr. presidente, eu enlendo, que na primeira ds-
eussao ile um projeclo, posto que sninenle se tenha
de tratar de eonstliutoialidade o do utilidade de
medida, todava nao se pode considerar em abstrac-
to o que o projeclo disp.e : assim pnr oxomplo o
prometa de f.,rrj na primeira discussao deve ser
discutido ainplauciile todas as vezes quo algiuis dos
depuladns ou a commissao reconhece que os arti-
gos deste proje.to nao sao convenientes, nao lem
utilidade, porque a utilidade da discussao neste
ponto, nao a utilidade de turca publica em geral.
Assim vejo que a occasio milito oppurluna pa-
ra so entrar em discussao minndosa e espeeifleada.
0 Sr. Souza Rei*:Quem contesta islo?
" Sr. Barro* de Lacerda : Ningiieni, mas eu
posso dizer alguma cousa sem sor coiisteslado
prior.
'' .Sr. Depulado .-Anda est om exordio.
Huiro Sr. Depulado Nao j fallou as conlra-
dirrors da ronimisso.
OSr. Barras dt Alenda:Vejo Sr. prosidenle,
que a nobre eommisso nao se pode dizer que nao
tivesse una idea llxa, ou una idea predominadle,
por nutra, ella nu navegou ein mares desconhec-
dosr lauto que no exordio do seu projeclo aprsen-
la o que foi Irazido casa pelo Sr. prosidenle da
provincia e mesmo no corpo do projeclo Iraz algu-
ma cousa que eu classilicarei de detalhe, por oulra,
que nao sao theses geraes, nao sao abstraccics. De-
baixo doste poni de visla eu vejo que a cjnimisso
nao proceden com a lgica ocois aria, porque se a
commissao quera referir-se ao que nos foi relatad,,
pelo presidente da provincia, devia no meu fraco
entender accoitar algumas das ideas enunciadas por
elle e debaixo destas deas formular sen projeclo...
0 Sr. Souza litis :Milhor ainda dando-lhe loda
a liberdade.
O Sr. Barro* dt Lacerda :Mas a commissao que
reconhece a Coica dessas ideas, I niosma que ad-
miti a possibilidade do coiiluiiarom as musas m.
estofa '/'">. Siippoiihamos qne o presdeme da pro
viuria nao continua por qualqner oireuiustaiiria a
pensar como no relalorio, no eutanlo que o pensa-
menlo dominante ua assembla a reforma da or-
ganisaro da polica, all lomos quo o estala quo
continua. Supponhamns que o Sr. Saraiva nao con-
tinua a administrar provincia, o que he muilo
possivel porque as administra, oes boje sueeedoni-
se rapidaiueiilo, ahi veem as cmaras geraes, elle
mouibro e podo ir tomar assenln, ou por qualqner
oulra eroumstancia, tomos nos que continua o de-
ploravel estala quo provocar isso pela propria com-
missao que depos de recoiihecer a existencia de
um mal adiniltc, ou adopta o moio delle continuar.
Esla urna das conlradcrocs bem salientes da no-
bre commissao.
Oulra eonlradicco da commissao foi explicada,
quanto a mim, rasoavelmonte pelo nobre deputado ;
quanto queslo do pagamento; elle reconhece
que a nossa misso somenle lixar a forea publica,
que lixar nao involve a obligarn de pagar, mas el-
le don urna razo que me sausier a neressidade.
Nao foi coherente ainda o nobre depulado quando
ruin a iieeossidadu ,aao destruid o principal argu-
mento do nobre depulsje, que fallou om primeiro
quanto ao direito que lem a casa du organisar
e forra ; em lugar do nobre depulado descouhe-
nos actuaos poslos f Te
ospoiio, on e ludo vag
eu nao se se existir*
Ideas cortas, Uvas a osle re
II Sr. Souza Iteis : So
esses postes.
II Sr Barros de Lacerda :Y. anda vai adianto,
nao sabe se existirn esses poslos ; do maneira que
pode bem ser que o futuro curan nao i.nli.-i alte-
res, lenles, capilaos, nada que su parec com
iota...
OSr. Souza Bei*:Oabi que concliiso lira ?
0 Sr. Barro* de Mierda : Pastarn esses lli-
ciaos a sor soldados ?
Se admitte que rheguemos a essa hvpolheso, de
so haverem soldados, e o aproveitamoiito que te-
nha de sedar a esses individuos soja esso, se para
garantir o pao a esses homens os reduz a esse pon-
to, Iristo recommendaco!
0 nobre deputado parece que nao lem idea fixa, e
se lem, digne-se dedi/e-la, porque eu eslou figuran-
do varias hypolheses, para saber qual a dea da
commissao, mas nao posso atinar.
So a nobro commissao quer que consorve-sn a es-
sos humeas a sua grada.;.", respectiva, uma ba-
se espeelicada e minuciosa nara a Catan ,1.
sacio.
minuciosa para a fulura organi-
pareee portanto que devenios determinar o numero cer tal direilo do assembla como dusconhuce
que mais ou menos parec sullicciile para esse lim. u continuar com o argumento da neressidade era
A rommissao entenileu que 450 pracas era pouco I melhor que reconhucussu o direito que esta'casa
mais ou monos sulli. ionio para este servico c esta | tem sempre exercido mas o nobre deputado deixoo
a razani porque o d.lerniinnu assim : o nem o nobre j esse lado importante da queslo e autorisar o que
depulado mesmo se atreveu ( permita que lhe di-1 elle condemnava a invasao dospoderes. Ou o uobre
-:iiar esse numero, lio dilllcil acha o \ deputado reeoohecia que a assembla ero incompe-
recisaniento, tao dilHcil ocha mes-1 tente para a organisaeao do corpo eque ieeonve-
0 Sr. Souza Rei:Isso nao esl no projeclo.
OSr. Barro* de Lacerda:Seno est no projec-
lo, seo nobre depntado remullere que pode ser que
nao sejam conservados os poslos quaes sao os qne
dui a essas pessoas? Querer a ennsorvacao desaas
olliciaos no futuro corpo em que qualidado? Em
qualqur hvpolheso o nobre deputado reconhece
olllciaes no futuro corpo, o nohre deputado esl pois
.ni i oiilradirii. por que quer entrar n organisa-
rao depos de dar esse poder ao prosidenle de nao
lera assembla poderes .para organisar.
Se > uobre depulado nao tem idias lixas nem a
OOmwissaO, ato, seno sabe so esses homens se-
ra,, ou nu conservados na gradua.-o que hoje pos-
suein o se se podo por esso d.-ia v aga em que esl a
commissao admillir at a hypothesi- do que o futuro
corpo nao tenha olliciaos, que peso ter esta clau-
sula do projeclo?
O pao garantido a esses luuneiis ? triste recesa-
nioiidac Irislissima I E imismn quanto a mim o
proje.to nao podo passar como esl, uniaautorisaco
amp a ao presidente, para mim c tacto inconse-
bivul.
Criisilm-se a parle.)
0 Sr. Barros de Lacerda :Digo para mim, pode-
mos nobre deputado aceitar essa idia, mais para
mime Cacto inconsebivel urna aulorisaro ampia.
I'.oiilio muito uo Sr. Saraiva, acredito mesmo que
elle nao sahir.'i da provincia de l'crn.iiiiluir.,, sem
deixar seu nonio lembrado por minios anuos, sei de
s.u espirito omprehondod.ir e boje felizineiile para
mim, appareceii um projeclo de milita importancia
o lieos qii.ira que elle passe porque ou no iiielho-
Ihorameiilo do port ou seja qual for sempreza,
acredito que o nomo do Sr. Saraiva, tiear elorna-
uioiilo lembrado em Pernambuco : mas soja o Sr.
Saraiva, fosse ou proprio. fosse presidente o meu
mais intimo amigo, nunca dara nina ampia auturi-
sacn. ueste sentido, atormente uestes areumstea-
cias.
Depon nao asi mesmo o que parosse osle favor
que a assembla quer fazer.
Um Sr. Depntado : Favor nao .
II Sr. Barro* de Lacerda :Nao chamarei favor
o creio que os nebros doputados nao entender ni o
sentido .-ni que ou fallei om favor. Nao sei mesmo
como explicar eslo vol de plena conliauca, nao acho
niesmo om termo que abranja a nimba idia,
mas eslo prsenle imprtame que. mis vamos
offererer ao presidente depos delle nos tocar em
alguns pontos especaes o que nao sao lo gouoricos,
depos d,, nobre membro da commissao, declarar
que nao regeilava nenhuma das dias do presdeme
o mesmo aceitarla, j por que as nao repollo j mes-
nio pelo principio do projeclo nao sei o que me pa-
rosse a tal aiilorisacio ampia. Ora, se n.is dormos
urna autorisacio ao presidente, concebida nos ter-
mos em que elle no-la pede, pode-se assim dizer,
on em que ello no-la aprsente sobre o corpo de po-
lica, temos feito um acto tao importante como es-
te, temos dado prora de conlianr.i lo plena e mais
ellioaz do que osla o tudo o que exceder dahi, .'
urna couza sein sentido, sem signil'uaro c nos lo-
mos i-iimpri.lo nossa misso, de torta que o projeclo
quanlo a mim nao pode iioiu deve passar como
est.
ga | a determina
determinar-ge p
mo que esla casa possa volar fundos para
ro quit preciso.
A ludo islo, Sr. presidente, ou acrescentaroi uma
cousa quo servir de razo ultima jusjiticaliva di.
Tojecto eom relacao ao numero de pracas, com r-
selo a aulorisaro concedida ao prosidenle da pro-
beta o presidente descouheredor dos seus devores
n'essa occasio orroii igualmente com a assembla
sanecionando a lei ou aceitando essa aulorisaro e
eolio nao dewa autorisar novamonie o presiden!
- usar dessa delegarn incompetente, ou nao, en-
, ^ ..... r --------- ------~ *~-(j *** *" **'' ni' un i,ii. <- i7i
incia em toda sua pleiutude, com relacao linal- to o nobre depulado devia reconheccr a legalidad.;
P. Ruarle:Tem-se dado a oulras admi-
s do presidente guaes proras de coaa-
OSr.
nistrac'
aura.'
H Sr. Barro* de Lacerda :E dahi ? Nao digo
romo o nohre deputado que fallou autos do mim, que
nienlemenle tuina exercido esse direilo eque tam-' esle a parle, seno lem por lim protellar a discussao
nao sei a que vom.eu quero mosino que .. nobro de-
putado que acaba do lnu\ar-nie com seu a parle di-
go, qual o lim delle.
II Sr. B. Duarte : Poz termo discussao
0 Ss. Barros de jiccrda ;Eis-aqui oulra ronlra-
dircioaprcsentada hoje na casa
II Sr. I'. Uarle: Somos econmicos al do
patarras.
" Sr. Burro* de Lacerda : A que vem esle
parle".'
n Sr. /' Duuite :A respeilo do economa.
OSr. Barro de Lacerda :S se para mostrar
a Cacilidade de successo de ideas do nobre deou-
lado. a,
Mas sendo o espirito da casa sempre econmico,
quando largas diseussoes tem tido lugar por qual-
qner pequeo augment, nao sei como a nobre com-
missao aprsenla um augment desles sem ao mo-
nos nos dizer o emprego delle, sem que mesmo
nos diga de quanto ha de elle ser ; uao sabemos
nada.
(Un u m apa re. I
O Sr. Burro* de jicerda :0 nobre membro da
commissao obriga-ine a dizer o scguiule sem querer
ninlosia-lo :a commissao nada sabe do que se vai
fazer.
0 Sr. Souza Rei* :Da organisaro, nada.
O Sr. Barros de Lacerda :No entretanto a no-
hre commissao enlendeu que posto nao soubesse de
quanlo devia ser oaugmeulo, devia dizer sao
tantas pracas o mais tantos contos de augmento de
despeza, islo nao sabe de cousa alguma ej llxa
o numero e quanlia.
O Sr. Souza Bei* .-Isso da lei.
O Sr. Barro* de Lacerda :A commissao que nao
tem ideas llxas sobre a organisaeao, ate no ponto
seguinte foi incoherente dizendo o presidente
organisara H distribuir de sorte que se elle nao
distribuir, nem ou mesmo sei o que ha de suc-
codor.
(la uni aparte.)
0 Sr. Barro* de Lacerda :Y. mal que nos prose-
gu-, lodos mis lomos nossa hora falale Dos quei-
ra que seja s urna hora cada da.
Tenho concluido.
(Muilo bem, muilo bem.)
OSr. JV. Caoalcanli :0 projeclo lam sido bas-
tante aggredido....
Um Sr. Depulado :E sem razio.
O Sr. M. Caralcanli;Nao, creio que com al-
guma razo. Quanlo a mim, porm, do ponto mais
essciirul n.io se tratou ainda. Pos a commissao
nao vio no relalorio do presidente, a parte onde so
diz o seguinte : (U) Esse fim louvavel; cum-
pre porm nao esqueccr que a raduccao do corpo
de polica nao importa sempre a rcdiirro do des-
peza, pos que a deficiencia do corpo d'e polica
sunprida pela guarda nacional cuja despeza corre
pelos cofres provnciaes, cm virlude do aviso
de.... >
Km quanto nao traannos desse aviso de.....nada
de importante teremos discutido ; porque se sub-
siste a doutrinado aviso de.... escusado oceupar-
uos desta materia. Deduas, uma, ou acaba-se com
0 aviso, ou nao se fixc forea....
Im Sr. Depntado:Mas que fazer? Podemos
discutir, mas uo projeclo nao podemos a semelhanle
respeilo fazer cousa alguma.
0 Sr. M. Caralcanli:O projeclo nada poderia
dizer Nao sou dessa opiniao, o al supponho que
alguma cousa se podfa acrescentar no sentido que
acabo de fallar......
OSr.So;oei* ;_Eb protesto acompanhar o
nobre deputado nessas ideas.
0 Sr M. Cacalcanti .Nao se poderia dizer
aqu: alem desta forea nao se chamar por conta
do cofre provincial mais alguma outra ?.....
fmSr. Depulado : Podia dizer-se alm desta
forea a provincia nao pagar outra.
Oulra Sr. Deputado .Fizada a quanlia que se
P"'lp despender, claro que ella nao pode ser ex-
cedida, o havendn mais fon-a claro que mais se
lem de despender.
0 Sr. I/. Ca ralea nii:Se nos nao podemos dizer
nada sobre o aviso tal....
Um Sr. Depulado .Podemos dizer.
Outro Sr. Deputado :Jase disse muilo a anno
passado.
H Sr. M. Caralcanli .-Septos nt podemos fazer
nada, entao toda a discussao ociosa ; a fixco da
forea nao serve de nada, porque nos nao lixiaios
nem numero, nem despeza : Lsto be lgico. So e
a iso subsiste intil a lixaro da Corea ; uma
burla rompila. Para que augmenten a commissao
1 forra de polica de 300 a 450 pracas? Para
quo?...
OSr. Souza le Para noserhamar a guar-
da nacional.
0 Sr. .*. Caralcanli .-Mas isso nao priva que el-
la soja chamada.......
1 ni Sr. Deputado .Eu, enlendo que nao.
O Sr. M. Cacalcanti : Nao se pude local-
mente.... .
Um Sr. Depulado Ogovemo geral lem enten-
dido que sim.
O Sr. .V. Caralcanli A ]ei da guarda nacional
permuto quo esta saja chamada pan o servico po-
licialo a ussoinoiitc compele determinar quando
isso deve ler lugar aulorisaudo enlo a despeza.
Diremos como ha neressidade de (orea o prosidenle
destaque por renta da provincia tal" ou tal numero
de guardas naconaos. Para este servico a lei da
m


y
2
guai la nacional deslina sta furto, crcio que 6 pre-
ciso haver alsuetu auo ordene que isso se faca, e
haver alguemquoordene que isso se laca, e
este alguem 6 por corto quem liza aforra policial;
e ni > sei como se pode dizer, que em casos ettraor-
dioa ios o presidente competente para destacar
tal ol tal numero.
lh i Sr. Diputado.-Em casos extraordinarios o
governo laucar mao da forra que precisar, sem
que carera ser isso determinado.
0Kr. M. Caralcanti: Eu fallo desles casos ex-
traorainarios simples, por ciemplo da existencia
de ui i grande numero de presos em urna comarca,
sem haver a forra policial necessaria para os
guar ar ; neste caso e outros semelbantes, desla-
que o governo tantos guardas nacianaes, mas mar-
que-s: o numero que se pode destacar, porque,
repite, se nao houver um obstculo a respeito do
arijo de... escusado fazercousa alguma. Eu en-
tendo que devenios consignar no projecto urna dis-
posie o prohibitiva dos destacamentos de gnnrda
naci lal por cotila da provincia ; a nio haver ella,
imilil ser a llxarao de torca que se discute,
l.'n Sr. Deputado .Has, se nao podemos dcixat
defLnr.
O Sr. V. Caralcanti:Podemos lixar nm nu-
mero peqnenn o prohihiro servioods guarda nacio-
nal. Esta queslio principal, sera slo se deci-
dir, Indo o mais ocioso, wni liase, sem funda -
nienio nenhum. Auloriso-sc o governo a destacar
fnrea da guanta nacional mi casos extraordinarios,
.porque do modo porque osla, nao pode subsistir,
o serio enlo iim .absurdo, o que dispoo o aoload-
dicional cm sua interpretadlo, que em verdade nao
se podo lgicamente entender.
Os detritos do projeclo fnram enumerados da
maueira mais minuciosa possivel; a commissao
nao levo em mente idea alguma da organisaio,
liza o numero de procos e o quantum a despender-
se, mas nisto mesmo arbitrariamente, salvo se a
commissao leve eni monte alguma organisaeo. A
rasa nao esta mais atienta, eu se fallo .ilgums ve-
res, c para ser ouvido, como ella agora nao o
i[iier, en me reservarei para em outra discussao lo-
mar a palavra.
Encerrada a dissusso, o projecto subinellidu
votaoo e approvodno.
il Sr. Prndenle designa a ordem do dia para a
i Segunte e levanta a de hoje.
Eram 2 horas c meia do larde.
S. Exc. no relat rio, con que abri a sesso ordi-
naria da assembl
vincial se exprim
A neoessidad-
mais anropriada
aconselha a orgai
de urna pequea
Ora, segundo
citados, S. Exc.
distinctas para a
cial: primo um ( arpo
guante, mais npioprii
cidade, quo se li
te a aceiio prev
emn scmolhonle
licia poderia ser
oulros pontos, i
locainenlos di' li
Diario de Pernambuco.Segunda feira 14 de Mraco de i 859.
i tratando da torca publica pro-
da maueira segunte:
de nma polica mais vigilante,
grande popularo desla cidade,
isaeao de urna torca especial para
en aortieo, que i >. localise e possa auxiliar etlieas-
mente a arcan pn ventiva de autoridade.
Com a creaca i dessa torca poderia todo o actual
corpo de polica er empregado cm destacamentos
sugelos a inspeci oes regulares, e peridicas, e per-
der o aparato mi lar que possue, ganhando alguma
cousa^ em seus m jumentos pelo restabelecimento
seccao de cavallaria.
jornaes de Sergipe e das Alagoas, quo nada Orara ni o Sr. Souza neis e o incsmo Sr. Kpaiui-
do inleresse. nendas.
tivemos
adiantaiu
Do Curreia Sergipense extraamos :
fvcto iioHuotioso.No dia 12 do prximo lindo
mez |ielas 6 horas da uianhoa Florencio l.uiz do
Nanamente asssstinou sua iiiulhcr no lugar Cauaviei-
ra do districlo do ller coni de; (acudas, estando
ella no ultimo periodo de sua gravidez.
Consta que uina das feridas foi tiio dilatada que
um dos bracos do telo por ella sahira.
Por ora anda se nao sabe a causa de semelliante
ferocidade.
O criminoso refugiou-se, segundo se diz, na pro-
vincia da llahia, c foram dadas as necessarias pro-
sdus trechos do relatado cima videncias para sua captura.
embra duas cousas inteiramente Terminou sabbado 12 do cprrentc o concurso,
irga
[anisarao da torea publica poli- as cade-iras vagas de N. S. do de Ipoiuca, N. S.
io especial de polica mais vi-1 do O de Goianna e Bom Jarda* : os irobalhos cor-
riada grande popularo desla! reram com toda a regularidad?, sob a direcoo do
oblise e possa anxilar etlcazmen-1 Exiii. S-. l)r. Jeronymo Vilclln de Castro Tacares ,
Uva de autoridade; secundo que,! o os Sis. examinadores Simplicio da Cruz Hiboiro
rearia lodo o actual corpo de po- j padre Miguel Vieira do Barros Harnea ; e sen re-
sollado fui o soguinle :
o |ilt>sBnieutiVrenle de Moros Mello
empregado em destacamentos nos
liraudo-.-e desses lugares os des-
la.
Entretanto, coi i o numero de 450 proras para to-
da a provincia, com a qiiautia de 250:00lty rs.,
nao se pode obl r salisfaclorianienle Os dous lins
indicados por S. Exc. ; por quanlo, se se pretende
recnlher eapli I os deslaramentos de liona, que
esli espalliados pelo malo, claro que liiaiiiln-.se,
por exeinplo, de 430 praras 300 para oservioodo
interior e 150 p; ra o eorpo especial, que deve per-
manecer nesla ( dade, nem as preeisiss do malo,
nem as da praca llcaro regularmente satisfeilas;
porque eom lo | equena torca < mpossivel pnlidar
eonvenieiiiement'. um territorio lio voslo, como o
da provincia de 1 ernamliuco, e um tacto que nin-
ueni ignora.
Enlao ser mis er, reservando-so 1(00 homons pa-
ra o interior, qu soconservoiii por algiim lempo
ainda os deslaca lenlos de trapa de Haba, e que o
corpo especial pa ti a capital tenlia 150 pravas, mas
isto nio satisfaz ;
Une lOhomot
vieo desta cidad
inonstramos nosl > Diario, que dando-so dous bo-
rnea* para cada
beeeo, eram noc
sf.sso onniN'um r.x 12 bk v.vrco bf. 189.
Presidencia do Sr. flaro de Camaragibe.
Ao meio dia, feita a chamada, acham-se presen-
tos 24 Srs. deputados.
Abre-so a sesso.
t.ida a acta da anterior, approvada.
O Sr. i. Secretario da cnnla do soguinte
tXfBDIEXTR.
l'm requerimenlo de Antonio do Souz:a Borroso
airemalaiite da barrea de Voto, nlnmb, pedindn
sotncao de urna policio quo o auno passado ende-
ressu a esta ass.nibla sen Dador Gitilhermc A.
II, Selle. \ eoniinissao de orramonlo provincial.
Sin lidns o mandados imprimir os seguales pro-
joelin :
\ rommissio dos negocies ('eclesisticos, leudo
com aecurada attcuciio o rompmmisso da irraanda-
de de Nossa Senhora da Cooceicioio de Cariiar,
julgandn nao haver em suas disposicies Colisa al-
guma contraria as leis do poiz, morecoudo do Kxm.
prolado diocesano sna approv.icoo na parle religiosa,
i ile parecer que se adopto a segniute rcsolueao :
V assemUa logslalia provincial resolvc":
Ui. I nico. Fita apprnvado o compromisso da
irniaudade Itt KossaSenhora do Conceirao di t'.a-
uahL creada na rapella da mesma cidade ; e revo-
gadaos disposirocs^im contrario.
Sala das comriiisses 12 d marro de 1859.Pa-
dre Francisco Peiioto Duarte. Padre Marral Lo-
pes deSiqueira.Pinto de Campos.
#Henry Gbson, prelcndendo aforar perpetuamen-
te (loas parles do pantano de Olindo, pagando por
urna o Mro animal de 103J e por outro o de GOO,
reaner que esta asseiubla aulorise a cmara du-
queHa cidade para fazer o aforamenlo.
A commissao de negocios de cmaras, a quem foi
rcmeltida lal pretenrio, lendo em vista as vanla-
gens que o supplicante otterere, julga que ella pude
seratlendida, e por isso subniette a cotisiderai iio
di casa a relaco segunte :
A asscmbla legislativa provincial de Pernambu-
co rosoli e:
Art. I'niro. k cmara municipal de Olinda fleo
ainorisada para aforar a lleury Gibson duas partes
do pantano daquolla cidade pelo foro o com as con-
diooespor elle ofl'erecidas no requerimenlo que a
esta acompanha.
Sala dalcommiss6esda..issombla legislativa pro-
vincial de Pernambuco 12 de marro de 1859. />-
dre t'rcijeo Peixoto Duarte. Antonio Epami-
Himdasde Mello'Oliccira.
K assnmbl legislativa provincial resolre:
Art. 1. Fican oreados dous lugares de cobrado-
res, que fariio parlo da terceira sessio do consula-
do provincial.
Art. 2. A estes emprogados pertcnceri a cobran-
ca do imposto da dcima dos predios urbanos, qua
ser cobrado na residenciados contribuimos.
Art. 3. O ordenado e mais vantagens dos cobro-
doresserio iguaes aos venciiueulos que actualmen-
te perceheni.os lerceiros cscripturanos do consula-
do provincial.
Art. 4. Os individuos que forem nomeados par
os lugares croades, prestaro peante a thesoura-
ria provincial flanea idnea.
Art. 5. Ficaui revogadas as disposiroes em con-
Paeo da assembla 12 de marro de 1859. Lui:
de lbuquerque Martin Pcreir.
Continuar-se-ha.)
Disourso do Sr. deputado \as.inioiili>
Portella pronunciado na sessn de
a do frrente.
O Sr. i% Portella : Pedi a palavra nicamente
para fazer algumas renovos quo a loilura do pro-
jecto me sugere e ao mesmo lempo pedir ao se ti
nohre autor que me de os osrlarccimenlos re que
preciso, para poder concorrer com o mou voto pa-
ca odopjao do projcplo tal qnal se ocha concebido.
Sao anas asduvidas o^ue tenho sobro esto projec-
to : l nrlmoira dolas fi relativa ao lempo donlro
do qnal ocredor da fazenda-provincial pode apre-
senuir-se perante a thesouraria o reclamar son di-
roilo cxigindo a quaulia que lho devida...
0 Sr. Sonsa teis: Isso est provenido pelas
leis de fazenda.
OSr. N. Portella: A segunda relativa ma-
ueira porque se pode reclamar esse direito, islo ,
a dependencia apenas da esrripturacao da divida ;
porque segundo parece a cscripturacan nao pode
ler lugar senao em virtude da fei. (S'o apoiado./
Vm Sr. torculado: Tenlia-se un livro de pro-
posit para Issd.
" Sr. A". Portella : S em virtude da lei, que
a cscripturanio pode ler lugar.
(Ha um aporte.)
O Sr. 1S'. Portella: Ou a csoriplurario das divi-
das |6 fe"ita ha thesouraria om virtude da loi, ou in-
depnenle dola ; se om virlude de urna lei, cn-
to ac parece que o inconveniente que descubro
lem desapparecido, porque a escripturaco nao po-
de U-r lugar seoin qiiaudo o poder compelenle livor
doiejrniinado a esriipturaro de.sa divida a que lem
dir lo o devedor.
O Sr. Souza Iteis: Isso esl determinado na
loi ri'gulamcuiar da thesouraria.
0 Sr. N. Portella : Mas quaudo a escripluracao
nao feii.i om virlude de urna loi, quando feita
em virtude de simples deliboracio mesmo da llie-
souijaria, ueste caso, como s por esse tacto de se
acbar escripturoda a divida, se considerar aqucllc
qu. .iiernnte ella se aprsenla com direito bastante
par| feceber aquanliaque pretende? Sao estas as
(luvidas que eu tenho, visto que o projecto d lu-
gar a que na sua execuco duvidas inuito serias se
poskam suscitar.
Bu relo que mesmo pola legislaroo que hoie re-
gula a thesouraria provindal ha m praso dentro
do qual nao sendo cobradas as dividas, estas se tor-
nam prescriptas; mas o que vejo do projeclo que
olio conten disposices quo londem a nulliGcar
ro pletamente esta utra que segundo pens existe.
1 i Sr. VepHtado: Mas nos nao podemos revo-
gai essa lei que ( gerl.
J Sr. jV. Portella : Bcm : loi geral. nas a as-
sombla provincial Ou nao roiopotenlo para legis-
lai sotre a maneira porque a thesouraria provin-
eiill tem de rreradar os seus direilos? E, por ron-
se uinte confeccionando nos nma lei em que se diz,
qi e o credor a todo o lempo podo aprosenlar-se pe-
ra ile a Ihcrourara e receber o diuheiro a que tem
dihlo....
O Sr. Saxza Heis .Nao se entende com a pres-
crlipro na forma das leis geraes.
O Sr. .V. Portella : F. preciso tornar isto claro.
O Sr. C. da Cnnhu : Aprsente urna emenda
q le nos a aceitamos.
O Sr. J. Portella Porque em vista do projec-
lo parece que so pode por om dunda qual das duas
disbosices se deve resjieitar.
Estas, pois, Sr. presidente, sao as duvidas que te-
Uho. Conlieco perfeitamonte qual foi o pensamenlo
que dominou o nobre autor do projeclo quando o
oonfercionou c submelteu a consideracoo da casa,
mas tal qual elle se me aprsenla, sugrc-nie estas
duvidas que me obrigam a pedir os esrlarecimentos
que estnu bcm cerlo me hao de ser dados pelo no-
bre deputado e que hao de ser laes que me levem
a preslar-lhe meu voto.
IIECIFE, 12 DE MABCO DE 1859.
S G HORAS 1IA TAIlllK.
Betrospeeto semanal.
A commissao de lixacao de orcos apreseulou na
sassao de 10 do corrento o projecto, que tixo a fon;a
de polica para o exerdeio de 58 a 59. l'm dos mem-
broa da commissao pedio dispensa da impresso do
projecto, e que fosse dado para ordem do dia na
sessio seguintu : urna e oulra cousa foram conce-
didas.
O projecto lisa a torca policial para o anno flnan-
teifosegiiuitc em 450 praras, e marca a quautia de
230:000a para a respectiva despeza.
Conforme o art. 2. que diz : o presidente da pro-
vincia organsar e distribuir a forca, como enten-
der mais conveniente, devendo aproveitar Os acluaes
officiaes, a primeira vista parece dar ao adminis-
trador da provinria um voto de conOanca ; mas por
outro lado a prescipcio de 450 praras o a quantia
marcada para a despeza tiram esse cracler de con-
tlanca, e ao mesmo lempo parece que estas disposi-
roes nao esli de harmonio con o que diz o Sr. pre-
sidente da provincia relativamente aforra publica
desla cidade.
ao presiden!
rises da cidade o
ta com eniente,
I
neeessidades.
nao sao sullicenles para o ser-
cousa inconteslavel, o j ile-
Disculio o projecto n. 5 de 1851. que aulorisava a
desapropriacao do terreno de odiUcacio, na povoa-
cao de Sanio Amaro de Jnboalao. Foi regeilado
depois de breves rcflexoesdo Sr. Barros Brrelo.
Entrando emjt discussao as posturas da cmara
municipal do I.imaeiro, foram approvados os adi-
s 1" i" e :i".
Sendo duas horas, o Sr. presidente marcou.para
oo dem do dia de hojea continuarn da da sessio
anterior, o 2' discussao dos projeclos n. 37 da 1856,
36 e 45 do auno passado, eidesle atino, enTvanlou
a sessio.
Communicados.
ra c urna para rada travesse e
harina OTJ para toda a cidade.
Ora, com onin lera de 150 homeiis o serrino ha
de sor iuiperfeil o a despeza por eoiisequiicia
piosi intil.
Se assembla ptotonde dar un voto do cmtfianca
co no oslamos persuadidos, o as pr-
evigeni, eiilo vote-se uiiiaquan-
leixando o mais a descripon e
lia roiiienienlo, Lioixanuo o mais a uescnprai
prudencia da prinloira auloridode da provinria.
Em urna das si is SQ1ICI, o assembla apreri
lombctu um prop
da, quoisenlava d
do imposto, nn d
era desenvolver
dislinclamenle e
lodos aquellos q
Se um individuo p
mesmo lempo, ni
para islo, o esta c
fazer, nao regeilar
parle; por quanlo
poderia oflerecer
non
lo aprosonlado na sossiio passa-
iiniioslo da dcima os individuos
quo ediflcassi-m u ais de 1 casos dentro de um li-
nio dado. O proje io foi impugnada, e cabio na pri-
meira discussao.
Com oolra redo ci, entendemos que o projeclo
devia Sor adoptad i; pois que poda proporcionar
grandes vantageii ao publico o ao particular.
Com elVoilo, o i limero de quatrn casas prescrip-
0 pelo projecto | ora poder isenlar o proprielario
lia pastar. So o funda proposla
edilicaco, devia-se animar in-
ein delerininoco de numero,
a para islo poiiosscm oonrorror.
ido edificar qaatro ou i; casas ao
u todos tem ineios sullicienles
nsidoracao fora suflicionte para
i projeclo, mas mndilica-lo nosta
concebido em oulros termos so
ulilidade, e lalvez a sonrio do
imposto da doriina por um corto lempo, soja o mei
mais ofliaz para c liinular os particulares na edi-
liraeio da cidade, nao SO encheudons lacunasqiie
se cnrontraui em algnmas nas, como abrindo-se
ras novas.
Approvado i
Jnior.
Approvados simplesiiicnle
Jo-e Marcelino da Costa Jnior.
Manoel Lopes de Albuqilerque.
lleprovailos
Antonio Aires Perreira bftiribeea.
\egilio Vieira da Cosa Pinto.
Joaquim Manoel de Oliveira o Silva.
Lista dos baplisados havidus na freguezia d
Santo Antonio do llecife, do 27 do passado a 12 do
crenle: ,
Caihoiuia, Seieiina, erioulus, es eraros de .los joa-
qiiiin da Costa l.eile.
Ai lindo, blanco, lillio legitimo do Antonio Piulo de
Souza o Moria Viceneia Ferreira de Son/a.
Martiuiaiio. .orioulo, escravo de Joaquina Ignacio
-Mavignier Ferreira.
Germano, crioulo, lilho natural de Mara Francisca
do Rosario. Sanios leos.
Domingos, pardo, escravv de Uuliua Dob'ires.
Barthalomoo, pardo, eaerfvode Rutina Dolores.
Joauua, parda, lillia natural di' Joaquina Mana da
t^onceiro
Honorata, rrioiila, liberta.
los, branco, lilho natural de Mara Engracia.
Mara, branca, lilho legtima de Antonio Jos dos
Res o Eleodora Jacinlha Poreira.
Adi, orioulo, eseravo de Joaquina Mililana de
Jess.
Agoslinba, crioula, lilho natural de Mara da Con-
ceirao.
loaiiu.!, crioula, lilho natural de Mara da Cou-
eeirio.
Sndalo, branco, lilho legitimo de Beata Alves Ro-
drigues Tnpinaiub eA.ildalino Antera.
Joo, brauro, lilho natural do Mara Francisca da
Silva. Santos leos. I
Francisco, branco, lilho legitimo de Seraphm da
Silva Ramos e Mara Carolina. V
Thoiua/, [iudo, esccavo deiAuuada Coeceieo l'.ain-
peliu.
Lisia dos casaineiilos hondos na freguezia de
S. Antonio do 27 do eveieiro a 12 doeorrenle:
Manoel Marques liias Jnior com Porcina Antera
da Soma Rois.
Joao Igii.ieiu Soares de Vi
de Bileiieonrt Soares.
Jos Meniiosde Oiii.ira e
eeieo Alcntara.
Emidio Bonifacio Celestino
llirniina Jardim dos Pasfees.
Joaqnim de Paulo Meira 1.
Tavares de Lira.
Passagciros do vapor
Macei o porlos iiitoruiediojLj
Francisco L. Moreira l.iaw, Jos Flix Je Jess
l.eile, Domingos de Olivan a Bilieiro e (i e>cravos,
que de Azov odo Mello,
Joaqnim Itndrigues do
b de Mello Dulra, Jos
Apellar para a c Ocurrencia, sobre qualquer oh-
jecto n'iim poiz aoi le os capilaes ainda sao vasque-
ros, o que enronlr m o oclrotivo sedulor de 1 e de
112 0 0 ao raez, -ni desconlos de letras e em ou-
tras transaoeoes us irarios, nao se pode esperar too
codo que esees ca| itaes se vo empregar era odili-
carocs de predios, ue, quando milito, niio dio mais
do que um premio de 4 a 50/0 ao anuo, o com as
honerosas despeza de materiaes, serventes, offi-
ciaes, c adiiiinslra ores, o domis amis com pa-
gas de trbulo paralcalrametilo de ras, dcimas e
multas do cmara pbr cansa de coleados, etc., etc.
Todas asconsas i o mundo econmico, assim co-
mo em ludo o mus, os principios, por mais absolu-
X^^Pvr,ra,,, lt,,cona.' ,,,,,Pri'li,-;'llllr|l",nl-i"Sjoaqui.n l.eile Bastos. Joaq
relativos. A livro o ucurrencia tem proriuzdo mu-1
los bens a soch-dad ;, ninguem contesta islo
Aavesufm.
Ha cinco mezes escrevumos para este jornal ;
Os progresos serios, que a navegaco ji deve s
evcursiies do hiolo Parahibaiio. sao milito esliuia-
vos paro que o nomo de sen diguo commandanlo
o Sr. 1." lente M. A. Vital do oliveira possa ser
osqueoido. Sabe-so, rom enVito, quantns sorvicos
importantes se deven]acate jovem de um talen-
to raro, que as folizes disposiroes do espirito rene
nino cvee.uro fcil c urna applicacao esmerado.
Dispensando-nos do aprsenlo! oulros do seus
mullos e variados Irobalhos, a que o governo im-
perial lem sabido dar o valor o o preeo." otlerece-
inn.s aos peritos o entendedores o segniute deserin-
cao das lionas, sobre i ujas liosos exarliasintas foi
levantada a planto, lomada em ordem do dia pido
merotissiiuo chote da estacan naval desla pro-
vincia. *
V importancia desla feliz explorario, ordenado
oo hiolo sob o oommandu do Sr. Vital de Oliveira,
boje auloiisada por jiizos competentes ; e resta
ao Sr. Vital do Oliveira a glora de haver raclilica-
do os dados olforecidos pelo brigne inglcz Sirca,
e rest.'ibeloeido as indirarrios plantadas pelo pri-
meiro e.vplorador sobren BitLeo dn< Cabra*.
Depois desta cnuimissio, exoculada com mestria
d"arle c louvavel diligencia, consagra-so o Sr. Vital
de Oliveira oo lcvouloiiicnlo da planta de oesto oo
sul da estacan desla provincia, o leva quasi ao robo
osla dillicilima tarda, tontas ve/es iiiterrompdo
por oulros Irobalhos de ntnniento, mas sempre pro-
seguida com ardor o zolo infatgovi'l
ltimamente ainda o Sr. Viral do oliveira as-
signado polo ministerio da Uarinhs solicitaclo do
Exm. presidente das Alagoas, paro o exploradlo
dos lagos oo norte da provincia, depois do eiijo
Oame dir o simi voto sobre a pratieabilidade da na-
vegaco a vapor. A planta hydrographico, a cargo
do hbil irmo dorio, vir Irozer a solueii do um
problema de que grandes iuieresses commerciaea
estn pendentes.
Ao dislincto oiillega, os nossos luiivoros o as ani-
moeoes mais sincerase espontaneas. I
Exportaeao.
Rio Grande do Sul, barra nacional Tberczal,
de 2?>7 toneladas, condnzlo o segunte : 2 caixas
faxendas, 50 garrafoes. 1.700 bairicas e 110 saceos
assucar, 14 barril de 5." agurdenle.
Harselha, bgue francez Tama, de 293 tone-
ladas, conduziuo soguinle :i.000 saceos assucar.
Paralaba, hiato nocional Flor do Brasil-, con-
iluzio o soguinle : 268 vnlumcs gneros eslrau-
goiros, 300 ditos ditos narionaes.
Canal, escuna sueca Joham, conduzio o soguin-
te : 2,100 sorcfaassurar.
RECEBEORIA DE RENDAS INTERNAS GERAES
DE PEBNAMBCO.
Rendimento do dia 1 a 11. 25:21 i$211
dem do dia 12....... 1:653,-(50
2il:867?CGl
CONSULADO PROVINCIAL."
Beudmenlo do dia 1 a 11.
dem do dia 12 ,
Pedros de amolar. ,
dem de filtrar. .
Idelll ceblos
Piassara em mullios .
Ponas de hu .
Sanio......
Salsa ponilha .
Sebo em roma ...
Sola ou vaqueta [meto)
Tapioca.....
I tahas de boi, .
Vinagra .....
Illll.l bit)
f B0i)0
uami
II111 220
cotilo 5g000
libra 120
arroba 2IStKKI
a 7000
um arroba. ifoon 3aoo
cont 00
pipa iosooo
Correspondencias.
Srs. redactores. Assignando eu o Diario 25:563*627
1-.M0S843
2b77:lSTO
Plt \C\ DO RECIPE 12 mTmARCO DF. 1859,
AS 3 BOBAS DA TAHIlF.
ne\ isla semanal.
Cominos-----------Sacou-se sobra Londres a 25 1 2
o 26 d. imr l,s, -iibri Parisa 390
rs. porlr. e oo par sobre o Rio ib'
JauOiro : os soques sobre Londres
nioiitaran acorro de 1211,iHIli li-
bras esterlinas, sendo lin.tinii a
25 I 2, 2ll,(HMI a 25 3 I, e OIlOtl
o 2lid.
Algodn- a primeira qnalidade vendeu-se
de 7.S70II o 7}8HM) n a segunda a
7P0O, leudo entrado 2fi saccis.
Agiionleiiie- \ ondeii-se a 5> por pipo.
Assucar-----------\ etilroda rogulou por 27,000 sa-
cos. Os blancos suureram decli-
noeo, sendo compradas pelos
aruiozeuarins de 3*100 a :!:(IOn,
pela 2." o 3.* sorto, o I." de 3J;2(
o 3$306, e o someno a SgSOt
sini romo os mosrovodos de 2S5Q0
a 2*600 por arrobo. F'izeram-se
olgumns vendas do masoavado
America paro exportarlo de 2$55tl
a 2*600 e Canal de 2*300.
Couros-------------- tis seceos salgados rederam-se
de 230 o2ll rs. por libra.
tmil ----- Vendeu-se a 2*2:rfl por arroba.
A/eile dore--------(I do Moditerraiico vendon-se a
2*100 e o de Lisboa a 2*600 por
galn.
Bocollio-----------Km atacado venden se a 11*200
por barrica, c a rolalho de 10* a
15*. lirondo om ser4,600 barricas.
Corno serio \ do Rio Ciando vondou-se de
5*100 a 5*700, e a do Rindo Pia-
la do (3 ,i 1}HII0, lieando ..... w>r
10,000 arrobas do primeira o Silln
da segundo.
,:af,;.....V.-iideii-se do i*8tN) a 55500 por
arroba.
Movimento do porto.
Ifatio* entrado no dia 12.
Baha8 dios, hiato brazileim Dous Amigos, do 116
toneladas, capitn Joio Custodio de Lentos, equ-
pagein 8, carga charutos e mais generas j aAn-
luuio l.uiz de Oliveira Azeredo.
Riode Janeiro25 dios, bares inglesa Manj \nn
Da/fcs, de 31s toneladas, capitn GeorRe loves,
oqiupagem 12. em lastro, a Scoll HTelson&C.
Veio receber ordena, segeguio pora S. Joba.
Liverpool3* dios, barra inglesa Serafina, de399
loiielodes, copilan Will.im Carne, oquipagem 12,
carga fazends: a JobustonPater&C.
Philodolpbia32 das, barco americana Imperador,
de 378 loneladas, cap loo \V. Hubbord. eqnipa-
gem 1, carga 2,600 barricas rom (arinba de trigo
o mais gneros ; a llatheus Viisiu A i.
Aiicnx sahidos i.o mesmo dta.
PorahiboPatacho iiiglez iota Cniaa. capitn
tieorge Bursell, em lastro.
Iliode Grande do SulBrigne brosiloiro Mafra,ca-
pilao Jos .loaguin Das dos Ptazores, caga as-
sucar.
PorahiboSimiaca licspanhola riini'H,caplo Vi-
cente Riroio, em loslro.
i barris pregos de ferro para costado de 4, 5, 6, e 7
pollegadas.
20 gross parafusos de ferro de 1,1 1/2, 2,21,'2 c 3
pollegadas.
4 grosas pernios d'oco.
600 parafusos de metal de 1 a 3 pollegadas.
10 arrobas pregos de cobre para costado de 5 pol-
legadas.
10 arrobas ditos de dito para oslado do 6 polle-
gadas.
1 sinete de armas nacionaes.
1 safra.
4 arrobas selio em pao.
40 latas tinta prela.
50 ditas dita branca.
21 torneiras de metal.
80 grosas torcidas de algodio.
1 jogo linleirnde estanho.
20 garrafas tinto de escrever.
Sala do rnnselho do compras navaes om 1.1 do
morro de 1859.O secretorio, Alexandre Hodrignes
do* Alijos.
iisneccto do arsenal le marinli
Temi de ser posla om arremataran, conformo
orib'iiou o Exm. presidente da provinria, a rxecurao
de reparos nocossorioi nos editieios do Lazareo'dn
Pina, coneornonles a pedreirb, roropino, pHor, etc..
convida o lllin. Sr. inspector aos que queirotu iii-
cninbir-se disso onrosentarpnyse no diaiSdu
rorrente me/, polas II horas da niiinho, .ni que
lora lugar tal arremalacio; sendo que autos, para
nielhor conheeinieiito desses reparos, poderia rr
ou consultar a respucra descripeo minuciosa,
com eujo Um arlia-se paleplequ franca, no secreta-
ria desla inspecro, iin todos os das uteis, desde
as '.t horas da manhoo s 3 da lardo.
In.sporceo do arsenal de aiarinha dt< Pernambuco
eiu lo do moiro ile 1.S59.O secretario,
Aleiundre Itodrigne* dos Atjo.
Pela contadura da cmara municipal do Recite,
\ loraiv lliati' brash'iro Colirio do Xortf, capitn se faz publico, que o prazo marcado para pagameu-
Fronrisio l.fiv Nogueiro, 'carga fazeudos o mais I '" dos iuiposlos do eslaiH'lofinenlos. flnda-se no
ros. | ultimo de marro do correiito oiino, e todos aquellos
1 que nao pagareiu, lie.un sujeilos i multa de Iros
por cont ao valor do mesmo imposto. Goutado-
no do cmara municipal do llecife 10 de fevereiro
de 1959.O contador,
Jiifl'/ini Tarare*Rodoralho.
ni ^S_
QBSEKVACl H.S METF.OKULJG1C.AS.
mi 12 D nviu.o.
lorcoiu Emilia Adelaido
11 Mario Francisca da Gan-
da Fonseca com Maria
os.
na com Anua Joaquina
Persinuiiga, entrado de
Cosario Jos Chovons, llfnr
AntnnioJos Alvos Poreira,
Albiiqiicrque, Jos Adrin
llvgiuo do Miranda, Lui/. d Franca Rogo, Joaqnim
Pinto Ferreira, os crimiiioslisde morte Jos da Sil-
va e Manoel Antonio de So
ras de pulira que as oseo
Araujoo. Antonio Mortins d
sos ao $r. Dr. cli
colln.
Passagoiros do hiale
entrado da Baha
Froncisro do Silva Torrei 'O.
Passagciros do halt
lYorfe, sabido paro o Poroh
Dr. Jos Alexandre do An
de Anioritu Garca, 11. Ri
ninguem conlesla islo ; mos
o experiencia acn elha que em alguns cosos ella
o iimmal evidente, eque por isto deve ser substi-
tuida pelos monopu ios otltciaos. A isencio de um
imposto por um le ipo dado concedido iudislincta-
menle a qualquer i divduo, que quera desenvol-
ver urna industria rovoitosa, que por falla de ca-
pilaes nio pode s- lo, uio mu privilegio odioso,
nao um desses pr raemos que.sao marcados com
o carcter do indiv dualismo. um estimulo, um
incentivo que se ol .'rece a quem quera e possa ex-
Slorar urna industr proveilosa ao grande numero,
este caso a conce? lo oITcrecida aos particulares,
que queiram odificir, nio lem carcter algum de
privilegio.' a pi opra lvre concurrencia cujas
portas so abrem a i m numero limitado de pessoas:
por que o numero os que possuem bens da fortu-
na, que os possam distrahir com objeclos que dio
poucos lucros, taml em limitado.
Se o odioso da pr iposcio relativamente aos an-
ligos prourietarios cntio, ainda ueste raso, nio
vemos odiosidode alguma. Amigamente o preco
dos malcraos o da mao d'obra era vnte vexes me-
nor do que nos cire mslancias acluaes: alm disso,
os lucros que os c ilicios oulr'ora construidos lem
dado al o prsenle j sio lalvez superiores aos ca-
pilaes ento emp egados. Ora, se a saoso da
derima llzer deseui olver a edifleaco, eosaoosta-
mos persuadidos i] io o faro, muir a boralezo no
aluguel dos predio operado por esse desenvolv-
monto, ser tao sen lvol que prejudique aos antojos
proprietarios ; mal anda quando fosse, serio n'uiu
grao mvi diminuto e u'umlempo em que essa pe-
quena perda j se icha iudemnisada pidos lucros
3ue tem dado os i nligos predios, e pela baraloza
os materiaes e di mi d obra, no lempo da res-
pectiva editicacoo. Assim, considerada a questio,
sobo ponto de vis a dos amigos proprietarios. nao
vemos que se oITci dan os principios da concurren-
cia, nem os inters es desses mesmos proprietarios,
porque como dei amos demonstrado, ellos j se
acham largamente compensados com os lucros .'in-
feridos al hojo, e com outros vantagens, no caso
de haver prejuizo, o que contestamos. A popula-
ran desla cidade j i est mili crescida, e a edilira-
eao nio lem ougmi ntado na mesma propono ; os-
sim a procura de asas sempre continuar na mes-
ma razio, o prov lelmenle os preoos sempre se
conservaran os ni smos. A vonlagoui orlo e real
!ne a iscneo Irnr ha de con.sistir om tornar mais
ucil a acquisicao e urna casa, que boje lio dif
fioil.
E a proposta, ap ireseutada na asscmbla provin-
cial, nao e urna ul po nem una innovarn revolu-
cionara, una o usa pralieada em paizes da Fji-
ropa, onde mais s i respeitom os principios da con-
currencia. A ra lo Riroh, urna das mais bellas de
Pars foi ediOrad por um privilegio idntico, no
lempo de Nopulei I, e agora mesmo se organisa-
ram algumas com lauhias, as quaes se conc.cderam
privilegios desla n itnreza, para demolirem baiiros
inietfos,cujas ruai eram mu aperladas, allm de ree-
dilica-las de novo A propria Inglaterra, berro da
li re concurrencia tem frito a mesma cousa para me-
Ihorar a odicaoi de Londres, e nunca esperou pe-
lo exponiaiieidadi dos particulares.
Se em algum t( mpo a edilicaco desta capital so
desenvulveii com nais actvidade, era isto devido a
colisas especiaos: s notas falsos, aos largos lucros
quo ib'ivovaiii o f mtrabando de Africanos, > i folla
e garanta para s capilaes que alguem pretendi
dar a premio ; m 3 isto mesmo era praticado por
um numero limi adissimissimo de individuos.
Em conclusio, Ora para desojar que snapreutas-
se a mesma idea, Jobatvo de urna forma mais regu-
lar pois que as v ntagens que resultariain da adoii-
cio de scmclhaul j medida nao sao de pequeiia uli-
lidade : o aformo- 'amonio e deseiivolviuiouto da ci-
dade, e a baratez no aluguel dos predios, que sao
Mortalidade do dial
.looiina de Alineida l'ehoa.
iza, bcm como duos pra-
laui, Marlnho Jos de.
Araujo rouieltidos pro-
fe de polilla o 3 praras que os es-
irssileira Dom Amigo,
brasilero Comi do
bs
o'iin Garca, Dr. AgusUi
o Aiiiiiues Garca, .tus
im Duorte Puheiro.
nos tubrculos pulmonar S.
viuvn, G5 anuos, pan-
Luis Moraes Piulo, pardo,
Ivsio.
l.uiz, pando, 3 mozos, onv tabes.
Beiivndo, parda, 5 anuos, kastro inlerlo.
Matadouropublico. latnrans-M no diolOdo
rorroiile para o consumo delta cidade 19 rezes.
No da 11, 311.
No da lz, 78.
Hospital de car ida de .4-Exislem 55 honiens, 52
mulhores, nacionaes : 1 ht uielll, estraugero ; 3 bo-
inoiiv, escr.n os ; total 111.
Foram visitadas as enf frutaras pelo ciriirgiao
Piulo as 7 horase 40 iiiiunt is da iiiauhoa, Dr. Dor-
nollos as 81 2, e Dr. Fnn
hoiiiem.
CHRONICA
branca, solloira, 27 an-
as 5 horas da larde de
J
UDICIARIA.
TRIBUNAL D RELIQ10.
SESSO KM12 DE IIAHCO DE ia59.
PIESIDEXCM 110 EII. SU. CONSF.LHKIHO l.RlIII.INO
nr. i.k ,o.
As 10 horas da maiihi i, prsenles os Srs. de
einborgadores Ciliraua, I. inreiio Santiago, Guer-
tVniumtiiro o rocebendoroustaiiloinoule. as remes- .,, i,' i *.eiu> ^
sos truncadas eom fallo de alguns mansos quei- "r"",|". '",,; 2aJ82,"!l,,?",,h7
vei-n.e a sen proprielario de ,,-, irregularidad,',e '' l>Pdra" l,',r.1" a ,'^':"0,l P"r ,oneUd!
osle senhor den so prln a niiiiha justo redamara
rerummeiidando ao ageulo do rorreio no 1101010 os
providencias a lal respailo ; pense!, Sis. rodado-
res, que nada mais buuvesse a tal respeito, poces)
engonei-ino, o Sr. Joio Gomes do Silva apreseulou
as columnas do Diario de sexta-feira 28 de Janeiro
urna correspondencia em que se justifica pma-
nienle porque diz elle, ninguem dir souift eu
que lho ossisle obrgaco de mondar os Diarios a
casa dos ossignonlcs; que gostnho de robiscar, Sis.
redaclores! aoude mostr o Sr. Joio Gomes na mi-
aba reclamaeo e na advertencia do Sr. Figueira
que se Iralasse de remesso ou nio remosss de /Jin-
rio por consumirem-so corlas o folhosna agencio
o mesmo que sor abrigado o remoller a coso dos
sssignantos '? outro otlicio Sr. Joo Gomos ; era que
poca maudoii-me Vnic. Diarios a casa ? em que
poca exig eu que Viuc. o lzcsse ? diz o Sr. Joo
Gomes que nao me responde como o caso evige por-
que preso mais do que eu a sua repiilacio, ora da-
se um disparato igual f em que inacule a minho
reputadlo ou denegr o do Sr. Joio Gomes? se o
Sr. Joio UonMS dissosse que iiiiuieiidora o son de-
le xo para nio macular a suo reporlco, dira bem,
porque a reputadlo do homom que e'xerco fuemos
piiblicns osl no cumprimenlo exacto de seus date-
ros ; em quanlo a eu nio presara minho fien milito
agradecido ao Sr. Joio Gomes a pena que dislo lem,
poro que tanta bandado comgo.
Sis. redaclores, Icnham a bondade do dar um
lugarxinho em suas columnas a oslas mal trocados
iinliascntn que obrigoiau ao sen i.....atante leitor e
asa ignanle.
Jos Crrela Pessoa de Mello.
Publicacoes a pedido.
vasqitoiros.
lommuiicoriios do Europa, e mas-
r do lado do norte, quer do sul
ra, Silva Gomes, i .octano >
corda, o o Dr. juizdos foi os da fo/.eiida Lebo Ca-
ralcanti, foi anorta asesto.
Possodns os foilns o el llegues os distribuidos,
prorodeu-se aosjulguuien os soguiutos :
REccasos cauris.
Recrreme, ojuizo; lecorrido, barharel Joio
Francisco Paos Brrelo.
Sorteados os Srs. desom jargadoros Silva Gomes,
Santiago c Guerra.
Improredenle.
Rerorronle, o juizo ; recorrido, Joio Podro da
Souza.
Sorteados os Srs. desen bargadores Gilirana, San-
tiago e Guerra.
Improcedente.
Ilocorronte, o juizo ;
Souza Mello.
Sorteados os Srs. dse
Guerra o Santiago.
Ficoii adiado.
Recrranle, o jnzo
de Carvalho.
Sorleados os Srs. dosi
Gilirana e Guerra.
improcedente.
Recrranle, o juixo :
Francisco Paos Rarrclo.
Sorleados os Srs. desdinbargadores Gilirana, San-
tiago o Guerra.
Improcedente.
arreUsMas cauES.
Appollanle, Manoel do Nasctnenlo Reg appcl-
lado, o juizo.
Improcedente a appe lacio.
IAS CB1MBS.
ubargodur protnolor da jus-
lira, as appollaroes crin ios *
Appollanle, Joio Pies Barbosa : appellado, o
Anceiosos esperramos pela conclusio do pnbti-
caeo da celebro nfuimaeo, que a intitulada ir-
niainlade ibj SS. S. do fuairizdo freguezio do Cobo
den eontraf-o Red. vigario> Jos l.uiz l'ereira de
Oui-iroz ; porque prolendiamos responder is falsi-
dades, que conlm tal informacio, quo hoje vimos
ser ossignoda smenle por solo irmios, os quaes
principiando-a, ou alguem por clles, com vivos de
cao, liualLs.ironi com berros de seudeiros. Agora,
porm, que lentos a desojada conclusio, mudamos
inteiraincnle de resolucio, e estamos dispostos
nao responder a esse parlo da escaldada imagina-
cao do ooulo M......E...; nio s porque nos pare-
ce sor um disfrute de nossa porte responder aos sig-
natarios da i barnada iuformaooo, alguns dos quaes
(digamos de passagom] sio sopaleiros, e oulros
sio....; como porque o Rvd. Sr. Jos l.uiz bem co-
nhoeido nesla provincia, e em oulras do imperio,
i nao sern por corlo homens lio objeclos, como
antaga,'Trurador"Vd ;(g'"as da infurmacio, que coiiseguirom
^^ .... i l'v.rriuli :t. i:
TEMO. n tiiioMi.riio


o su
Q f, o o 3 E
an
- 2 v t) a ^
^ O "? *-
)dam. r.umulu> SF. Reg. 26 1 208 T 7fi
9 > *> > 27.7. 22 2 *179
1/2 dia > 29. ( 2.1.5 5 82
Sdal. 6 > irriis. 9 > * 2S.8 27.7 2:1.1. 22.2 % 8:
-? sa
mm.
756
756.5
756.8
__
A noile ost.-vo clora coui alguns ne.oeiros, vento
SC rain paro o briol e ao oiuourro'cor rondn polo S.
Observatorio do arsenal do martiha 12 do mano
do 1859.
YlKOASJl MOn.
a do
erando.
Coneja--------------dem de 5jj6O0 a 5f700 a du/ia
de garrafas.
Parinha de Ligo -Tiremos dous carregamenfos eom
os quaes o deposito Ucou boje cm
26,000 barricas, sendo 12,000 de
Hirhmoud, 6,600 de Trieste, :l,00
doBoltimore, 2,000 de Philodol-
phia ; lendo-se retalhodn a pri-
meirade 17sa 10$, a segundo de
2\H o 2:1^, o a terceira de 15$ a lJ
e as duas ultimas a 18}.
Dito de niondiooo-Voiiilou-ae do 5jJ a" |Kir saeco.
Pi-ijiu---------------],|om dolKMlO a (,$500 por ar-
roba.
I.ouea ------ \ ingleza* ordinaria vende-uso a
272 por conlo de premio sobre a
factura.
Manlega- O mercado boje cou de possede
1,200 barris, tendo-se vendido de
550 o 500 rs. por libra da tranc-
is o de 620o700.lu inglesa.
Sanio-.....Regaln a 100 rs. por libra da
oiuordlo.
Toueinho-----------Vendeu-se o 11 rs, por ar-
robo.
Vinagre-----------dem o 120$ rs. o pipo.
Descont-----------Os bancos refaateram o 9 0,0 c os
particulares de 9 a 12.
Frotes-------------- Un osMirar da Porahibo paro o
Canal o 37-6 por tonelada.
Knirarain durante a semana os seguimos vola-
mos dos partos oslrongoiros, 7,15'. borricos e 590
sacros farinha de trigo. 50 caixas ch : dos do im-
perio, 200 soceos fardo, 200 ditos farinha do man-
din.a, 357 ditos foijo.3 12 ditos caf, 200 barricas
farinha de Irigo, 50 ditas ceneja, 100 ditas geuc-
l'io, 207 soceos, 52 arrobase 9 libras cera do car-
nauba, 36 eai\as velas, 800 pantos o 1,500 unbjs
de boi, 22 ineios de solo, 28 couros de bo, 3S ol-
quoires sal. 1 Omolhos peles sorlidas, 9U(I chapeos
de polh.t, 10 fardos o 16 pipos fumo, 22 caixies, 2
pacotas e 120 caixnhas charutos, 310 remos de faia,
500scaixassabio, o 170 voltimes diversas merca-
donas.
Sahirain : para os porlos eslraugoiros 10,200 sac-
eos assucar, 5,277 couros salgados ; paro os do im-
perio 812 volumes mercaderas estrangeiras o -129
ditos ditos nacionaes.
Acham-se a carga 10 navios, sendo 1 para Inglater-
ra, 2 para Lisboa, 1 paro o Porto, i para o Rio do
Janeiro, 1 para o Rio Grande po Sul, 1 para Baha
e 2 poro os portos do norte : desles 1 inglcz, 3 pur-
litguezes c 6 brasil oros.
Editaes.
O lllin. Sr. inspector da ihesoiirario do fazen-
da desta provincia, mando convidar as pessoas a-
bii'.o mandonas pora virom pagar, dentro do prazo
do 15 das, contados desla dala, o que oiudo so a-
cbom a dever dos direilos de sitos iionieaees no
qualidodo de emprogados rivis do ministerio da
guerra, cortos de que o nao fazendo se proceder
robranra judicialmente.
Arsenal de querr.
F.x-alino\arifc Antonio Moria Ue Farias
Noves, pelos direilos de50'0 do orde-
nada de NOOS, relativos i 6 prestacoes
Ex-eseripMrorio Antonio Fraucisco de
Soitzo Magalhios, pelos direilos de5
0 0 do ordeuado do 600jj>, relativos a 6
prestacoes..........
Kx-guarda do 1." arniozom Antonio do
Carnio Ferreira, pelos direilos de 5 0 0
do ordenado de 300$......
Ex-professor de msica Pedro Nolasoo
llopllsla, polos direilos do 50 Oda or-
denada de 4005........
Hilo Thoodaro tlresles. pela rosto dos di-
reilos de 5 0 0 do ordenado quo rece-
ben desde 14 de fevereiro de 1852 a 31
de de/eiubro do mesmo anuo. .
Hospital reiuienlal.
Ex-boticario Antonio Francisco dos Ne-
vos, pelos direilos de 5 0 0 do ordeno-
do de sOOJ, relativos a B prestacoes
Kx-pratironlc Joio Alhaydo Ca-
valcauli Simos, pelo sello do
ordenado de i (9.....
Polos direilos de 5 0.0 do orde-
nado que reeeboit desde 12 de
fevereiro a 30 de ogoslu de
1856 ........
Pelo registro.......
socorrido, Mexandre de
nborgodores Silva Gomes,
ecorrdo, Paulino Perera
mbargadores Silva Gomes,
recorrido, bachorol Joio
juizo.
Appellanle, o promo
veira Uorges.
Appellanle, o promo
do Freir.
or; appellado, Joio da Sil-
or; appellado, Miguel Eduar-
Assignou-se dia par 1 julgauento das seguntes
appollaces crines:
Appellanle, o juizo appellado, Francisco Jos
Lcite.
doniosiodamente
Nao bouvorom
1110 acontecen qu
do imperio.
A proviucia es i cm paz.
Falleceram du ante a semana 47 pessoas, sendo :
19 homens, 11 m Iberos e 12 pan tilos livres : 1 ho-
luem, 2 iiulliejo e 2 prvulos escravos.
RESISTA DIARIA.
Foi houlem ni indado pOr om libcrdade o dolento
.11 -u Vidaurre, 'isto como deciarou querer fazer a
sua viagom por 1 erra, recusando a passagem que o
Sr. chele de po cia llie quera dar al a provincia
do Para.
As observa ;es que temos feito sobre o corte
dos cabellos de. sus Vidaurre, se tem dado lugar a
que o Liberal P ruambucano faca dellas uso para
sensurar o Sr. c icfe de polica, que nio podemos
dcixar passar se u a declaradlo de que nio nos con-
formamos com : aso. Em ueiihuma dessas observa-
cocs temos lomado o Sr. chefe de polica, respousa-
vel pelo fado di que se trata. As nossas primeiras
senauras enleni iam com o rigorismo do regulamen-
oueio.o depois apenas nos referimos
em lime de Vidaurre se nos entre-
o Liberal Pernambiicano quer sen-
e do polica que o faca por sua con-
ro tanto taremos quando entender
ssario. Se uenhnma cousideracio
Dislribiiirom-se ao
o aggravo do pelieo :
Aggrovaute, Muoe
lhies; oggravado, I).
O recurso crime
Recorreule, u juizo
"Rezerra Cavalcanli,
- Por subsliluirio
olanle, o preti
MSI liBlICOKS.
Sr. desoinbargador Gilirana,
dcsacrodita-to.
Alm disso, o publico sensato enmprehender fa-
cilmenlc, que se em una freguezia lio vasla romo
a do Cabo, e habitada por alguns homens respeilo-
veis, smenle os sele signatarios da informacio se
apresentam aecusando ao itvd. vigario, nio senio
lorque os tactos allegados o as aecusaeocs Celtas sao
Isas, e filhas da intriga.
Se o Kxm. Sr. presidente, a cujo alto coiihcc-
inenlo lem de ser levada a celebre informacio, qui-
zer mandar ouvir o Sr. vigario Jos Luiz, temos cor-
loza lirme de que, as oceusaedes das quaes victi-
ma o mesmo Sr. vigario desapporecero ; e que
elle (quorondo) far totihecer os itiiseravois signata-
rios da informacio ; Irazendn an cauhocimeulo du
publico as seus feilos de eterno memoria, qur co-
mo rmiasdoSS. S., qur como cidadios.
Conduindo, pois, eslaslitihaslembramos ans sig-
natarios do informacio, que publiquem os docu-
mentos, que se relerem, e os nnmes dos magis-
trados, advogados e pessoas nulaveis, que coutpe
o irmandade bem como que declareni quem sao
ossas duas pessoas, quem lano allitdoin na sua
informacio, pois do contrario alom de epit helos de
mentirosos e calumniadme., que desde j llie da-
mos, podorio ler o de cobarde,
V. dosonio-lhes que, quem quer que sejam ossas
Ceosnos, podemos asseverar, que ellos somonte se
embrario dos signatarios da informarn, para en-
trega-Ios ao merecido desprezo de que sao diguos.
Km 12 de marco de 159.
Paula dos preros corrpnlps do asiioar,
algjodo r. mais ^eneros c produc-
roes nacionaes
que se despachan! pela mesa do consu-
lado de Pernambuco na sema-
na de 14 19 de marra 011 espirito
COJIJIERCIO.
PRAGA ,00 RECIPE 12 DEMARCO DE 1859.
AS TRES HORAS DA TARDE.
Cotsroes ollidaes.
Assucar nranco someuo2$950 por arroba.
Ered. Robilliard, presidente.
P. Borges, secretario.
ALFANDEGA.
Rendimonln do dia 1 a 11. .
dem do dia 12......
183:2153817
:0I6$679
191:292S196
Rodrigues da posta Mogo-
\m..iiio Mora do Castro.
; recorrido, Manoel Jonuaiio
| ERRATA.
No Diario de segunda felfa 7 do corrente, sb a
cpigraphe Tribual do Comuiercio dissemns
que a exliucta firma de Vicente Alves de Souza Caf-
ar ao Sr. chefe de polica as censu- Ia'J. *,CnraPJontia. em quidarao, rostava rs.
m cabives, tamboni nenhum mol- 7*^ m dlv'aa3 activas, o que hoje dodara-
va a dar-lhe a responsabilidade de raos l" Sldo e"Sp. rectllcando sor 1:606*092.
lo da casa de de
a declararn qu
gou. Se, pois,
surar o Sr. che
la, que nos ou
que isso nec
nos tolbe de fa
ras que Ihe for
vo nos auloris
actos que nio tao seus
Em nossa ultima revista noticiando a discus-
sao badila na lasscmhld provincial, sobre o pro-
'ecto de fixaria de fono, dissemos que o Sr. Souza
Iris, autor dolprojeclo o liana sustentado. E co-
mo na piiblc.ii'o buuvesse supressio dessas duas
patarras, agora as restabolecamos. Oulro lauto po-
rm nio farem os sobre as iiiexactidss que conlm
a noticia dos 1 mros que tao merecidamente est o
Sr. Ciichiar 1 ulhendo na cidade da Parahiba, para
noo 1 onirainn 9 a obrgaco de eorrgir outros en-
gaos que no: la revista s derem.
as appollaroes civeis:
Manoel; appellado, barharel
JosFilippedc Souza I.eio.
Ao Sr. desembargador Santiago, o aggravo do
peli';ao :
Aggravante, Francisco Acciol de Gouveia Lins
aggravadn, o juizo. [
Os recursos crimes :
Recrreme, o juizo ; recorrido, Venancio Fer-
reira de Helio.
Recrreme, o juiio ; recorrido, Francisco Ma-
noel de Souza.
Ao Sr. desembargador Silva Gomes, o aggravo de
pelieio :
Aggravante, D. Antonia Rodrigues Villares; ag-
gravado, o juizo.
O recurso cridie :
Recorreule, o juio : recorrido, Silvestre Ferreira
dos Sontos.
A's 2 horas daiSjsjta encerrou-se a sessio.
Desoarrogam hoje 14 de marro.
Paladn amerirano John C. Kall'or farinha de
Irigo.
Bao americanaFlyoug Claudidem.
Barra amcriraua Imperador farinha, milho e
bolacha.
Brigne inglezII. Joioobjeclos para o gaz.
MOVIMENTO DA ALFANDEGA.
Volumes eiilrados cosa fazeudos .
S com gneros .
Volumes sabidos rom fazends
com gneros
CONSULADO CERAL.
Rendimeoto do dia 1 a 11. .
dem do dia 12.......
93
J
~2M
295
"581
48:2 tg 109
1:477f5l6
Assucar hranco.....
dem masoavado* ....
Algodio out pluma 1." sorte.
dem idem 2.-'dita. .
dem idem 3." dito .
dem eu raneo ....
Agurdenle afcpol
de agurdente .
dem cuaca.......
dem de cana.......
dem genebra.......
dem idem.......
dem licor.......
dem idem........
Idem reslilnda e do reino. .
Arroz pilado.......
dem com casca.....
Azeile de nnmonu.....
dem de mcndoiin o de rlro.
dem do poixe......
Aves oraras.......
dem popagaios......
Idem porequilos.....
Bolachas........
Riscoitos........
Cacao .........
Cachimbos.......
Caf em grio bom.....
dem idoni reslolho ....
dem idem com casca. .
dem moids.......
Corno secoa .......
taro de carnauba em pao .
Idem idem em velas ....
Charutos bous ......
dem ordinarios.....
luem regala e primor. .
Cocos seceos.......
'.ouros de bo saldados. .
dem dem seceou espichados
dem dom verdes.....
dem de 011ra......
Idem de cobra cortidos .
Idem de rarnriro dem .
Doces de calda......
Idem de Guiaba......
Idem seceos. ...*...
Idem do jeleia ......
Ksponadores grandes ....
dem pequeos......
Esleirs de preperi.....
Kstoupo nacional.....
dem oslraugeira (mo d'ohroj.
Farinha de Aramia .
ldeui de mandioca.
armbi
couada
lint ja
caada
garra fo
ranada
arroba
olqueire
caado


urna
mu
1
arroba
milneiro
arroba
ceulo
libra
libro
nina
arroba
olqueire
2IIJ0O0
ljpjOO
15$000
ttfQQO
5g946
:lii$00ti
Avisos maritinCrS.
Para Lisboa.
Segu impreterivelmcnle 110 dia 20 do cnrrenle o
polaebo portueuoz Jareo, novo e de primeira mar-
cha, recebe alguma carga.afrete : para tratar rom
Jos dos Sanios Poreira isrdjrn, ou cora o rapilao
Jos Marques Ooelho Sobrlobo.
Para Lisboa.
Saltica' no dia do corrente mez o
brigue portuguez Laia, pdr te* oseu car-
regamento' quasi completo ; qaem nelle
qutzer carregar o resto que It.e falta ou
ir de passagem para o que tem escelien-
t es com modos, dirijam-se ao capituo aa
praca do comuiercio ou aos seus con-
signatarios Francisco Severiano Rabello
& Filhono largo da Assembla.
Para o Porto, a baica porlugiieza Suato (Va:
vaj sabir mprelorivelmente no da 31 marro ; as pessoas que na mesma qoizerem carre-
gar ou irda passagem,para o que lem bons comino -
dos. dirijom-se aos ronsiguatarios Thomai de Aqui-
uo Eonseca & Filho 11a ra do Vigario n. 19, primei- .
ro andar, ou ao capilio na praca
Para o do Janeiro solio rom muila breridade o
bem ronbecido brigne Sagitario ; para carga o pas-
sageiros, Irata-se rom Saninl Francisco da silva
Carneo, na na do Vigario n. 17, priraeiro andar.
2tOil
6g599
1^0110
Kx-praliconte Manoel Joaqnim
das Tresras Marinhn, pelos di-
reilos de 5 0 0 do ordenodo de
240J, relativos a 4 ineslaroes
Pelo registro.....". .
9SH9!)
gooo
IfQM
--------- 5g000
Dito Miguel Balbino Salguciro de Santa
llosa, polos direilos do ordenado de
2409, relativos oito prestacoes. 8J0OO
Secretaria do thesouraria de fazeuda de Pernam-
buco eiull de marco do 1859.
O ollicial-maior interino,
Lui; r'i-uiicco de S. Paio e Silra.
Declarares.
Idem de millo......arroba
49:725$985
DIVERSAS PROVINCIAS
Rendimcnlo 1I0 dia 1 a 11. .
dem du dia 12.......
DIARIO DE PERNAMBUCO.
Anlc-hontem (uuccionou a assembla provincial
havendo deizado de comparecer a sessio os Sis.
A. de Oliveira, Manoel Cavalcanli, Luiz Filippe,
Correa Solt, Brapdao, Mello Cavalcanli, Kego llon-
teiro e -Anuda Falcan.
Depois do expediente disculio-se e projeclo n. 36
de lo7, que regula a aposentador!.1 dos empre-
'1 gados do consulado, sendo approvado em segunda
- Pelo Pe nnunaa entrado bontem de Mcci I discussao com s emendas du Sr. Epamiuoiidas.
2:7108907
105S495
2:8161402
DESPACHOS DE F.XPORTCAO PF.I.A MESA DO
CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA 12
DE MARCO DE 1859.
liba de S. MiguelPatacho portuguez Souza & C,
Luiz Jonuario da Coma, 1 barriquinhas assucar
branco, 4 bocelas doce.
Porto Brigue portuguez Espranos, Barroca &
Medeiros, 200 saceos assucar branco.
Lisboa Brigue portuguez Constante T. de A.
Fonseca j Filho, 5 saceos e 1 barriquiuha ussu-
car branco.
LisboaBrigue pnriugiu / Laia I, F. S. Babello
ti Filho, 175 saceos assucar branco, 25 ditos dito
niascavado.
Portos d'A frica Brigue pnrluguez Tritimphanle,
A. Irinos, 2,000 jobas de leuha.
Rio d PralaBarra americana J. E. Wiliamcs,
Bailar i Oliveira, 150 barricas assucar branco,
150 ditos dito uiascavadn.
Fejao.........
Fumo em rolo bom ....
dem idem ordinario ....
Idem om folha bom ....
dem dem ordinario ....
dem idem MStoillO.....
Gongibre........
ilumina (2 arrobas).....
Ipecocuanha ......
l.enha em SOBOS grandes. ,
dem idem pequeas ....
dem em loros......
Madeiras praucliocs de amarello
de dous 1 oslados.....
dem idem de louro ....
dem tahuas de eosladu de anta-
relio de :15 a 411 p. de c. e 2
1 2 a 3 de largura ....
dem idem dilo de dilo uanaes.
dem' idem custadiuha de dilo.
dem idem sualha de dilo. .
dem idem fono de dilo. .
dem idem costado de louro .
dem idem cosujdiuhu de dilo.
dem idem soalho de dilo .
dem idem fono de dito .
ldeui idem dito de redro. .
dem toros do lalajuba .
dem varas de poreira. .
dem varas agiiilhodas .
dem quiriz ....
Idem cm obras rodas de secupi-
ra para carros......
dem idem eitM de dita para
ditas.........
Mol...........
olqueire
arroba
olqueire
arroba
rento
3S600
2|60
r0
III!
7SO0O
P50
550
350
4IKI
610
240
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280
800
23500
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300
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2S8O0
2X500
HjDOO
11*000
5.S0OO
13*100
\ 6*01 HJ
4*000
5*000
32*000
2*500
ISoOll
12*000
30*000
16*000
Segu neslos dias o patacho Santa Cruz, recebo
carga afrete e passagoiros : a tratar com Caelao
Cyrtaco da Cosa Moreira, no lado do Corno Santo
n. 25.
Para o Rio de Janeiro.
O veleiro e hem ronhecido patacho nacional Ju-
lio, pretende seguir rom muila brevidade, lena par-
to de sou rorregomeiito promplo para o resto que
lhe fallaIrala-so romo son consignatario Antonio
l.uiz de Oliveira Azeredo, no seu escripturin rus
da Cruz n.1.
Para a Babia.
Prodendo seguir al o fim da presente semana a
velleira o bom ronhecido sumaca nacional lirteme,
lem melade do seu cirregamentn o bordo ; para o
resto quo lho. falta, trata-se com o sen ronsi^nalarij
Amonto l.uiz de Oliveira Axeiedo, no seu esorip-
lorio, rilada Cruz u. 1.
Para o Rio Grande
d Sul,
segu com muila brevidade o brigue nacional
Duque da Terceira, por j ler dous tercos da cargo
promplo : para o resto, trala-se com o" consignata-
rio, ra da Cruz n. 54.
(ompaiiliia PernainbucaDa.
451000
20*1 HK)
12*000
lOfono
jtlNlO
10SIHKI
8*000
e-aiiin
Directora das obras militares.
Prclende-se fazer o onconameulo da eaixa d'agua
pora o hospital militar o da ohafariz da Soledode
para o interior do qtiarlel do mesino nome. Igual-
mente tem de (asente varios concorlos no quartol
dos guardas nacionaes aquarlolados quem desloa
obras se quizer eucarrogar, eomparera nesla di-
rectorio.
U cobrador da rerebedoria de Pernambuco
aviso o quem rain it. e prineipalmente aos pro-
prielorios de roaos, que ser diariamente encon-
trado das (i s 8 huras da inaiilioa, em sua caso na
rita tos Pires 11. 16 \, allm de mais lites facilitar n
poganienln dos impnslos que non fnram pagos na
repon cao em o lempo competente.
E'm praca publico do Dr. juiz dos feitns da fa-
zenda provincial, se ho de arrematar por venda
om ultima prora :
l'ma casa terrea de loipa na pornsco do Cocho li-
g, com 32 palmos de frente e 40 de fundo, oozinlia
dea, um quarlo, o copiar na trono trazoira, quintal
cercado do madoira, o 00111 algumas frucloiras, sen-
do o solo forono, por l'200j, cuja casa foi penho-
rada a Vrente Ferreira do Coso Miranda.
Lua caso tonco na frogue/ia dos Afogados o roa
dos l'ossos o. 22, com l'J palmos de frente e 46 do
fundo, coziuha doutro, quintal om aborto, e a casa
om mo estado, por 6O3OOO.
Uutra cosa 11,1 mesma ruau. 2i, rom 19 palmos
do frente e 4C de fundo, eoxinbs dentro, quintal em
aborto, e taiubeni acasoem mi estado, por 80};
rujas cosos forain penhorados a Miguel l.ouroueo
Lopes.
lis pretondonlesconiporeram na sala das audien-
cias os 10 horas da mauh do dia 17 do correte
mez de marro.
Pola subdelegada de S. Jos foram aprehendi-
dos dous carelios, que vagavam polas ras, sendo
um eostaiiho e oulro russo : quem se julgar com di-
reito aos mesmos, romporeca na mesma subdele-
gada com documentos comprobatorios. Subdelega-
do deS. Jos do Rerite 12 de marco de 185!).U
subdelegado, Jos Carlos de Souza /.o/o.
Pela administrarn do mesa do consulado
desta cidade se faz publica, que em virlude dodis-
poslo 110 art. 2!t do rogolamenln de 22 de jiuiho de
1K36, 110 dia 18 do corrente ao meio dia em ponto,
se lio de arrematar em leilao, porta da mesma,1
i soceos com assucar, sendo 8 de branco, posando
40arrobas e22 libras, 110 valor dol (6r475, e 20 do
masoavado. posando 102 arrobas e 21 libras, no
valor de 256*640. os quaes fnram apprehendidos
polo guarda Francisco de Paula Machado, por vi-
re 111 do en geuho Sania Cruz do Porto Calvo, pro-
priedade de Francisco Alfonso de Mello, e reines-
sodos o Antonio Uonrolvrs Ferreira Caseto, na bar-
rara linos Innas, sem a respectiva guia, e se
acham depositados no armazn! do Tiburcio Jueves
A v> andei lev. A arrematarn ser livre de direUo
ao arremtame. Mesa do' consulado de Pernam-
buco 12 de marro de 185.O adminisirador,
Joo Xacler Carneiro da Cuaba. .
Cousellio de i'iniipns navaes.
Tendo-se de proceder a acquisicao dos objeclos
abaMi declarados, perleucendo 00 material neces-
sario ao consumo dos navios da armada, orseual
mais estobelerinutitos de mariuha, convida o con-
selho aos quo quizerent veiidc-lus aprcseitla-
rent suas proposlas om sesso de 15 doeorrenle
mez, polas 11 horas da manha, om carias fechadas
e acompanhados dos amostras do que fr possivel,
cortos de serem pagos do que venderem de confor-
midado rom a prolira j a osle respeito bem ronhe-
cido, assim romo de licorero sugeilns, em favor da
fazendo, o tuno mullo de 6 por 0 0 do valor de cada
objeito quando non os eniregucm do qnalidade, o
na qttantidade, controlados.
O vapor nacional Persinungn, corrrmandantc o
segundo lenle Moreira, seguir para os portos
do sul do sua escala no dia 26 do corrente as S ho-
ras da tarde. Recebo carga at o dia 19 So meio
dia.
O vapor guara**' espera-se dos portos do norte
at o dia 16 e seguir para os referidos portos dios
depois que se aiinuuriar. Desde ja se recebe^ carga
REAL COMPRIMA
DE
Paquetes inglezes a vapor.
Al o dia 16 deste mez espera-sedo sul o vapor
1'iNh, rommandanle Sawyor, o qual depois dado-
mora do costme seguir para Soulbampton turan-
do nos portode S. Vicente e Lisboa: para passa-
Si.-iis ele. trata-se cotn os agentes Adainaon, Ha ie
: C, ra do Trapiche Novo-11. 41.
P. S. Us embruliio s se recebem ate duas ha-
rs antes de se fecharen! as malas e depois mais
una hora pagando enlo um patacho alm da fele.
I;
i
Leudes.
Transferencia de leilao.
O leilao do 200 caitas com passas attnunriado
para sesta-feira 11 do corrente tica transferido pa-
ra seguuda-feira 14 ao meto dia i porta do arasa-
zem do Sr. Aunes defronle da alfandega.
LEILAO
DE
St'minda-feira 44 do corrente.
PELO AGNTK
PESTAA.
^io dia cima designado e pels 11 horas d ma-
nha a porta do armazem doSr. Annes defroblo da
alfandoga por conla de quem perlencer rindas de
Londres un navio Ilalkelen
Morca EW rom diamante C&H 74 caitas rom cer-
veja branca em garrafas.
Marca dita com dito dito12 caitas coqi cerVeja
bronca em meios garrafas.
SHIPTtOSO LEILiO
I)E
Objeclos.
6 ancoras de 6 a 1:1 quintaos.
5 arrobas, algodo em rama
1 bule de metal.
777 fnlhus, cobre bruto.
:t|0O0 50 sardes, ferro inglez de 5/8.
quintal
'tu/ Ul
par
caada
Milho.........alqueire
4i>0O0
1K280
IglsKl
1K0
1g280
308000
lok5ouo
220
:ig!00
/ 1
50 ditos dilo dito de 618.
30 ditos dito dito de 8 8.
3 loneladas, ferro bruto.
50 paos, gomma eloslico.
26 arrobas, grava da Rio Grande.
12 duzias, lapis.
1 livro mappo.
600 folhas, ficha de vidro.
5 arrobas, linha de barca.
60 limas triangulas de 4 a 5 pollegadas.
5 arrobas, merlim.

Vinos movis, viros. Yirm-
/.es. ervslaes, \nrev\anv\.
V>vi\ta e ostras rufos
etc., etc.
RI RI RBIil X. li. PIIIUIO A\UI.
Sexta-feira 18 do correiile.
11,1
eiicarregad pelo lUm. Sr. Dr. Josa Podro Maduro
da Fonseca, que ha punco retirou-sc para a Kuropa.
far leilao de lodosos movis pertencentes a S. R.,
os quaescoosislem em rica mobilia ile jacarando
goslo inodernissimo. oieollenle piano (orl#) de ja-
caranda, urna linda mobilia de mogrio para gabine-
te, loileles, peches, guarda vestidos, guarda ron-
J__d
I
*
y
A


pas cou espelho, roihnigd.n, npliiua seretaria, cs-
< i vana t* de mogno, e.-t.tutes para Kvros, cadci-
rf I KM de chano, ditas de diversas qualida-
des o fe tos, Lauras de costura, uiosa de chatio
pora cal ', excedente, cama franceza cun ronunidos,
marque) ns do dormir, canias de ferro, retretes, bi-
dets, cal idcs, lavatorios rom podra-, paradores,
mesa el: si ira, dita simules, guarda loucas, aparc-
llins de iua porcelana branca para ilmoro e jantar,
tilos do irados cum mataos, vidros e nvstaes para
suruco i e mesa, ricos fases e tiguras e niais cu-
files do porcelana de Svres par, ala, tapcaiia,
candela! ros, lanierna*t serpeutnSa* de crysal, ran-
dieiros il bron/.e amranos, lhtenins inglo/as d*
rasquin! a lina, ptimo oetojo de pistolas ingle/as,
sspjgatlasdii 1 e2 canos, e muitos Otilios objec-
InsdejoKln i-cjprich^ pul fura bnpossivel ena-
morar, o* qu.-ics s com a vista podrin ser devida-
iiiemVadroi .idos : nOwbrediln di sexla-frira 18
do inviile as Kljwws en poirtn da manhaa, na
rua do Bi'um n. 18, priineiro andar.
Oiiala-feira 16 do correle
GII\M)ELEIL\0
Movis diversos, camas a-
in<|ru*anas, ca\mo\et, car-
*^. carros t\e condniir
faiemlns da Hanuegn ,
cayaUos, Wts etc., etc.
Rua do Hospicio sobrada de
um andar (do Sr. Van-
tanii) segundo rispis da
casa do Leo de Onro.
jjcvn.-unlmc.iu.i.
Diario de Pernambuco.Secunda feira 14 de Marco de 1859.
i "''J"-'!4'
Mu as i ho
linca na 1 i
le ordem o conia de urna familia uobrv, riuo sorr-
_ lira para n centro da provincia, far leilao dos ol-1
jeitos mencionados pcrlencontrs a mesma a saber :
exrellnhte mobilia do Jacaranda rain podra a l.niz
XV, ptimo piano de Jacaranda francez, cadeiras,
lianquinhas sofs de gabinete e quarto especial,
mueles, lavatorios com pedfa, guarda vestidos,
eommodas, guarda roupns, camas francezas cnni
cortinados, ditas de solleirn, marqnezas, mobilias
proprln de qinrlos, dila de sala de jantar, mesa
elstica, guarda loilras, aparadores, mesas de en-
xonimitr. ditas de cosiulin, aparelhos de porcelana
de varias qualidades para almoco c jantar, vidros
para servico He mesa, ramlieiros de diversos feilios.
Linternas de brouze, candelabros e lairternas de vl-
drn, enfeitr-s de porcelana e cristal para sala, tape-
tes, esleirs c ontros muitos onjcclos etc., etc.. as-
sim romo 3 cxcnllonles carros americanos de quatrn
rodas, nm cabriolet, tavallos, urna carro-a, 2 car-
ros de conduzir fa/ondas da ilfaudega e bilis: ludo
isto sera vendido sem reserva no snpradito dia
quarla-frira 18 do frrente na ra do Hospicio so-
brado de un ailar dn Sr. Untanii; segundo depois
Avisos diversos.
Ra do Oueimado n. 48.
I azem ciento, aos seus nvgucr.es, que receboram
pelo ultimo vapor tudas as uzeadas precisas para al
presente quan-suia, como sejam ; vestidos de 4ms-j
deuapoles bordados a velludados cem babados ; di-I
los bordados a anrgnrao a g/osdeunpoles de todoi
o.s preco ; mantas de blondei- veos ; casimiras pre
prelas; panno?, do melhor que ha no morcado
corto? de rlleles de velludo, seda e grosdenapnlna
bordados e lisos ; luyas de pellica de Jnviu ; diln ;
deretroi bordadas ; metas de seda; ditas de lai
innilo elsticas; gnlinhase manguitos; casaveqm,
e manteletes prelo e de cures ; chapeos par i
liiiinem, j ouhs lino fie he. aossivel refegios pa
i"nlo ingle tronometros; un grande sui
lmenlo de obras de. ouro de ludo quontn se prt
isa.; calcado, lama para homem como parasenbc
ni ; .ronda frita de Indas a. qualidades; e nutro i
luntfisnbjerlnsde gosto que estarao pntotle au
SrsUiygiiees. quO.avisla das bellas qualidades da i
fazendas e o cinnmodo preco nao douaro de fazer
negooio. <
haver sesso extraordinaria do conse-
as la noitc, no lugar do costme.
Secretar; i da Assoeiaeao Typographica Pernam-
le marco de 1859.
/'crjeiiiMO titilo dt ATtmlo Coutinho.
1." secretario.
Eu al ixoassigiiadn.dri'.laruqiie nesla daladei
Sr. FiancisiHi Bernardo da Costa, na-
terca dos Micros de minha taberna sita na ra llirei-
ta n.95, liLaodo de liojccni diante girando sob a lir-
Dja de JoT/e llaplisla da ltorha i Cf
Hecife.liduMarcodelsr)!).
Joit U piula da HofAa. .
Lew Samuel, participa as iessoas quem pos-
sa intcn ar, que o Sr, Levi Simn doixou aiui-
gavelme sua ciini|.aii]iia,e que nao se responsabili-
sa por si ts negocios.
Pernw buco, 1 de Marro de lti'J
ga-so nina casa propna para pouca la- Jfc
ta na Kslaniia : a tratar na ra da H*
do llerife n.9. pritneirn andar. U*
..*** ? ?*? ??????? 6>
'[Sr. Joan FiHToira da Costa Amaral tem tima
caita viuda dn Haranho, na rna da Cruz n. 97.
eei.sa-.e de cinco a de/, contos de res a
premi de mu por cont ao me/, como prazii de
un a llous anuos, e garantc-se a contento do hiu-
preslidlor: a pessna que para isto esliver habilita-
da, dilija-se a ra das Triiicheiras, casa n. 1, que
dir quem precisa.
JPrecisa-se de oflkiaes tte charuteiro, paga-se
a fitjrs. o ccnlo, carregaciio a 4110 rs., bom fumo
paratrabalhar: a tratar na ra Imperial n. 41.
/No eserptorio de Guilherme Carvalbo 6; ('...
ra (lo Torres, existeui carias |iara os Srs. los de
.Vlm^ida Flix a -nlonioCedestino lves da i'.uuha.
Desappareceu do silio do abaixo tissiguado,
uosLvfogailos, ii ni cavallo caslanho com os pea cal-
cadas, gordo, u anda beiu ; quem delle der noti-
cia Ber recompensado, ou no ineu silio, ou ua
rua/do Fogo u. S.
Padre Itotuirdo Joiio Grego,
Dao-se licies de (ranee/, eui casas parlicula-
a quem convier aniuiticio.
Km 4 do crrante fazein Gannos que fallecen
lOpc. Fr&ncisco llelcm.
2, (olden Square, .oinlrc...
Resent Street.
J. G. OI.IVF.IU.V Tendn augmentado, cun to-
ldar a casa contigua, ampias o escolenles aeeom-
odacoes para muilo manir numero da hospedes
nevo se reconinieiida ao favor e lembraiira dos
[lis amigos e dos senhores viajanles que visitem
bous ollicios, guiando-os rm ludas as iniisas q'u
reciseni conhecimenlo pi-atico do paiz, ele. Mein
o porlitgiiez edo iuglez falla-se na casa o hespa-
hol e francez.
Sorvete
Na casa de banhos.
3
COLLE&I
Compras.
IF.
Todos os liar
uleis das C horas s 10 da noile.
Nos das sanlilii adns haver tanibem de dia das 11
as 1 da larde sal.ornsos snrvetes de -reine e xaropn
p.-niense. lia lasilhas para conduzir de C a 10 pa-
ra quem qnizei tomar em casa.
COSIPAKniA
ALLIANCE
Esl bclccitla cinLondi-os
wiAa?Q m mu,
CAI'ITAL
Cinco miluocs Ac \ibras
esterinas.
Saunders Brothers & R.* tem a honra de informar
aes Srs. negociantes, proprietarios de casas, e a
3110111 mai.s iiiivier, qin- eslao plenamenteaitlorisa-
08 pela dita ciiiupauhia iara elVecinar SOKUCOS so-
bre editicios de lijlo epedra, coberlos de telha e
igualmente sdbre os objeclosque conlti enin os mes-
moseililiriiis, qucrconsisla eiu luobiliu ou cm fa/eu-
das de qualqiierqualidade.
NOSSA SENH0R4 DO BOM CONSELHO.
INSTALLADO NO RECIFE
Rua do Hospicio n. 19, a 7 de novembro de 1858.
DIRECTORJOAQUIM BARBOSA LMA.
esde" de Janeiro do correnlo auno abri este eslabelecitnento sitas portas a lodos
pais de familias que lhe quizerein confiar a educaron de seus filos.
i l.ompra-se moeda de ouro br.i-ili-ira, de 20a a
20:000, o de 10SalOSr.O; no paleo do .anuo,
quinada roa de llorta.s n.2.
OS 0-
Prccisn-se alugar urna casa terna cm bom es-
tado, no baitro de Santo Antonio ou Boa-Vista : di-
rija-se ruando Crespo n. 2.
.los .l(i.-n|uim llias Fern.-.ti(ies & l-'illms mil-
daraiu seu ilscriplorio da rua da Cadcia para o largo
da Asseiublt-a, printeiro andar da casa n. 10.
l'rocisn-ic de un liotu lornelro : na padaria
do Forte doljlattos, roa dn Burgos.
Bu*n lavail e eitsoiitmnfla..
Na rua do Crespo, prinuro andar n. 19, toma-
se freguezla para lavar o engouimar para fra,
ndo pehi proco seguinlo : camisa lavada e eu-
Des
nitores paisi
la ordem sob (pie marcha o servico nesle collegio, de seus comm.idos, asseio e de sua
disciplina eseusa-se o director de fallar, por ser para isso o menos propino ; mas desde j o
subjeita a inspeecan de todas as pes.-eas que tivereni real inleresse eui conliecivln, cello de
que au olhn co.'iscieiicio s nao escaparn as diligencias e zelo, com que ambiciona o director sa-
lisfazer as exigencias de iiinaeducaco regular, a que leui direilo o. seus collegiaes.
Cadeiras de ensillo.
Piumimus lettras.Telo iiieihodo r.asiilho. regida pelo Sr. mejor Antonio Ignacio da silva.
I.\tih.Priuieia cadeira, regida peto Sr.Joaquini t'.urges Cameiro,
Segunda cadeira, regida pelo Sr. los Nicarinda Silva.
Fiiini.iz y. inulbz.l'rinieiracadeira, regida pelo director.
Segirpda cadeira, regida pelo Sr. George Targuhar Hortinner.
Itm.uvo.Regida pelo itr. Francisco de A. Ilnutinho Lima.
Ai i.r\i\o.Regida pi lo Sr. Pranciaco .lose da I imita,
lii (iMi"riii\. liiida pelo Sr. Ilr. \nlonio Kgidio da Silva.
i.i oi.ihi-iiivEFHiLOsorillA.Regida peloSr. Dr. A, II. do Torres Itandeira.
Biietorici EP0KTICA.Regida pelo Si. Itorges .ariteiro.
Di skxho. Besada pelo Sr. Dr. J. J. de Carvalho S. Varejio.
HtstcA.Itegida pelo Sr. Maiioel \ugiisln de Metiezes Costa.
Misn.v pk puno.Regida peloSr. Jnaquin Bernardo de Hendonca,
DiN.-i.Regida pelo Sr. Manocl Francisco de Souza liandhaes.
As roudicroesde entrada sito as mesaias consignadas nos cstatntodo collegio, nieeal
mcrce de quem os qtiizcr lr.
A saboaria da rua Impe-
rial compra sebo em rama
a % a arroba a dinheiro
vista: a tratar com o seu
administrador.
Compra-se no anua/era de maleriaes, na ru
l da Cacea de Sanio Antonio n. 17, chimbo reino.
Vendas.
ana \J
Calcado superior e barato.
Rua Diteit n. 1").
Bor/.rjuins de senboia (Jol>). i.sSOO
Ditos Je lioraem. S,s800
Sapatosde trancinba. 1 ;d00
Barcaea.
Vende-se na rua da Cadeia eterip-
torio n. 30, gale, palltela, cordo, es-
piguillia, renda de excellentei gostos,
linha de roriz, enteitadae de ns. 1 a 10,
toallias de liuho de diversos tamanhos
para mesa e rosto, retroz, cochins, ca-
padlos, fallas lisas e bordadas. Iiocaes
para seringa, perfutnarias, Ijengalas, di-
versas miudezai e fazendas francezas.
Venh>-se una prea idosa. mais sadia, por
barato proco, a qual en. quem a pretender, dirija-se a luja de l'.nillieruie
da Silva GuinMraes, prximo ao arco de Sanio \u-
tonio.
Ven,le-se urna famosa negra de t) anuos, p-
tima (o/iiiheira e don ira, e tambern lava le
saho e brrela, c tem alguma luz de eugouiniado ;
lamben! se troca por mu negro da tuesina idade :
na rita dos Martyrios u. 14.
r.oiupra-M'" urna casa lerna no bairro de San-
to Antonio ou nos limites de S. Jos com o de Sanio
Autopio : a pessoa que livor, podcrl tratare ne-
gocio na rua de S. Jos. n. 45.
Vi-ioie-so nm mulalinlio escuro com annos
de idade : na rua Nova n. 71.
Aterro da Boa-Vis-
ta n. GO.
Venilem-se muilo superiores casinetas mesi la-
das, com nm pequeo loque de mofo, pelo baralis-
simo preco de tfttl rs. o .vado.
Fazendas prelas para a
geminad.!
dilo dito a
\
1
f
tUOrs., calca dito dito a 16o, ollcte
120, paleto! dilo dilo a320.
Ama.
se de urna ama para casa de homem sol-
- cozinhnr: no aterro da Boa-
roiuprar
ii. 82.
OSr. thesoureiro manda fazer publico
que se acham a-renda todos os dias das 9
horas da manhaa as 8 da noite, no pa?i-
iniento frreo da casa da rua da Aurora n.
t!6enas casoscommissionadas pelo mesmo
Senhor thesoureitx) na praca da Inde-
juidencia numero 22 e na'rua Direit
a. 83, ate as 6 horas da tarde, somenteos
bilhetet e meios daprimeiraparte da pii-
uaeira lotera de S. Jos de Riba Mar,
cujas rodas devera andar mpreferi-
velraente no dia 2o do con ente mez.
Thesouraria das loteras 12 de marco
de 18590 escrivao. J. M. da Cruz. '
LOTERA
Grande sortiment de f -
zendas pretas proprias
da qua resma.
CASA
SITA EM SANTO AMARO.
BOS
Precisa-
l(-iro par
Vista, loj
Alutn-se nm prelo i o/inlieiru : qneui o pre-
tender, djrija-se a rua do Catinga, loja n. 2.
Jnsit Joaqun] Gnnralves Bastos, na wi au-
sencil pira a Kuropa, dei\a encarregados de seus
negocios em priineiro lugar ao lllm. Sr. Manoel
ltibeiro i o l.arvallio, oiu segundo ao lllui. Sr. A-
driano A IglMlo (le Aliueida, em terceiro aos Si-.
ioies I aslns.
I'e le-sc ao Sr. Joao Jos da Costa Santos o
favor de ipparecer na rua Nova u. 30, ou de decla-
rar sua murada para ser procurado, alim de tratar-
se de niigocios que o mcsnio senhor nao ignora.
I Allcnnio m hotel Airtra
No
l*tew la S:ina Cruz.
Acliar-se-ha do dia 12 em dianle sorvete, e nos
domiii; os e dias santos miio de race, isto com
grande accio ; nodetn chegar os roguezes ao bello
sorveti e mo de vacea, que acharan de bom agra-
do ; e atiibeui fornecc-se comida para fra pul di-
uiinuMssimo preco.
Trccisa-sc c urna cozinheira : na rita do Tra-
3)
Nesle estahelecimento ha as melhores acommodaees para
gori.i e sexo.
Adiara menor he de25500, devendo o pagamento ser feito por quin/enos adianto*.
llavera o maior zelo c empenho no Iratanienlo dos doenles os quaes serao visitados pelo menos
duas vezes por dia pelos mediros proprietarios do eslabclechueulo.
Precisa-sede orna ama que compre e co/inhe
na rua Nova n. 35.
Iralarem doenles deqialqiicrcathe-
Pretina i_de una pessna com bstanle pla-
tica e habilitaees ein negocio de ferragens : queir.
esliver nene caso dirija-sea rna da Cadeia do Re-
chn u. 48, primeiro andar que achara com qnein
lralar.
Na uoile do dia 3 do correnlo desappareceu da
Kslrada Nova, junio ao sobrado grande, un quart.
Fuliiinhas para 1859.
Acham-sp ronda na livrnria n. 6 e 8 dn nr.nra
-----. .....*'".J.......V aouiuu" titiiuc. iiiii i|M,i.,.Mi i Ui i !-/
caslanho, nafego de nm quarto, com marca lo pe- "a ''"''I"-""-'" :. as folhtnlias do atino de 1i),
toral, rangalha e saceos, o qualede Joaquim do lie- I'-'11-" "M" '*i'';is de fernambnco, l.ear, KioCrun-
go llanos Pessoa, proprielario do engeuho Novo Coi- ",?0 ortB,e AtaSOfS, das se-uinl, s qualidades
l, freguezia da l.u/. que gratificar generosamente I-olh"l,l-ll (l" pnprMano aginla contend.
i contina fgido o pardiuho Adnlphn.
i Sr. Ilr. Manoel Joaquim l'.arueiro da Cu-
piche
n,8.
Os bilhetes rubricados pelo abaixo as-
signado acham-se venda as tojas
costuine petes seguinles precos
Bilhetes 5J800*
Meios i 2.c;900
vende-se em seu eserptorio na run do
Collegio o. 21 primeiro andar em por-
930 de ftOj para cima pelos segu ni es
prei;osa dinheiro
Bilhetes 5jJ*,00
Meios 28700
1 P- J. Layme.
Fugio de bordo do brigue nacional Aimiran-
le,ooso-avo Joao, denacao, de idada de iHan-
nos..poiu-oinais.ou menos, alto e li.-io do cupo,
rosto redondo, sem barba, o falla mal ; levou ves-
tido calca e camisa azul, e chapdo oleado : quem o
appreheodcr, lerando-o ao cscriptorio de Jos Joa-
quim Utas remandes & Filho, no laifo da Asseni-
Idea ii. 10, ser bem recompeusado.
A comraissao encarregad.-i das obras da matriz
da freguezia do S. Antonio desla cidade, ein (irlu-
de de dejiluiraeio da mesaodralmslrativa, comida
a Indos os proessores de pintura, que. queiram fa-
zer o dourarasjente da capella-mr, hajam de apro-
senur-se munido do sen nrcatnenlo, afim de que. a
iiiesina mesa possa deliberar a respeilo, at o fm
do corrate mez.
I'r.qisa-se de nma amo, que co/inhe e eu^om-
me : a lralar na rua Nova n. 10, lojadoSr.Ave.llar.
lleseppareeiM no dia 10 do correule. do so-
brado da rita Direila n. 81, segundo andar, um pa-
pagto contra (cito, muilo tallador e por sigoal ex-
prime o 1I9W1- de populo com muita galliardia :
quejp "JP^r panhado pode feva-lo a casa cima
que ser*gratiiittdo.
i'reisa-si! de uinaama para rjtsa de urna fami-
lia de ponto sernco : quem qnizer dirija-so a rua do
Anorini n. 19.
Uoga-se ao Sr. subdelegado da freguo/.ia de S.
lose, que lance suas vistas sobre uns peliutras da
rua Imperiul q'uorivema insultaras familiascipazes
da ine Onetanri FerreiSn dn Britn leudo alranrado o
litulo de solicitador no foro duela cidade, olTerece o
en prestio s partes que delle se quizerem utili-
>af. pndeser uroenrado no caes do Ramos, junto a
taberna do retiro, printeiro audtr.
TSr. Bnlmiro Augusto de Almeida niin fui cha-
marlo pelo Diario rua Nova n. 30, por motivo de
divida, mas sim para negocios de seu inleresse, o
l'"'.1"1 previno para evitar iuUos temerarios e of-
hnsivos.-P. C. Ca*tilo.
AnUiuio Celestrino AIts da i'.unha retira-se
para 1 orlueal, p. duna por seus bastantes procura-
Ooros em l. lugar no Sr. Manool Coelho t'iuheiro,
nm c*,**- Bernardino Francisco Junqueira eem
.1. o r. Joao l'rauciscu Otero.
llogo-se- ao Sr. P. J. de S. o obsequio de ap-
parei-er no deposib. da I.ingueta u. 6 a negocio que
lhe di/ respeilo. H
Btiniardiuo Jos Leilao faz ver ao publico e
igualmente nocomnierciu. que seu mauo ecaiiei-
ro saino de sua casa, pois que nao se ruspousabilisa
por qtialqiter dnbrio ou trausac.o que elle fizer em
sen nomo ; assim como igualmente a todos os en-
qiieliuosde suas casas, que nao lhe paguemsob pena
de pagar segunda vez.
Ama de leite.
Precisa-se de urna ama de leite que olenha bom
e?ej ile boa conducta, pira acabar de criar una
enanca com 4 me/es de nasrida : a tratar no pateo
dn l.ollegio, loja de livros n. IV
Vestidos de grosdenaple prelo com
babados bordado a velludo. ...
Hitos ditos prelo com babadbs borda-
dos a seda......... g
Ditos ditos decores e branros. Jj
Ditos de cambraia bordados ao lado g
Velludo prelo o melbor pussivel, co-
vojdo."........... 5$50O
l.rosdenaples prelo liso, corado 1-HiDil
............ 2S600
Dito prelo lavrado, corado 2.S a -'.s-IKI
Seiim puto placi, cavado sO0 a fi<000
Sarja prela hespaiihola, corado 25 a 2j5UO
Grosdenaple liso de todas as roles, co-
v.ido........... 1|800
Dilode quadriiihos niiiidos. rotado 1$50
Dilo braitcu lavrado, miado 1<2!K) a 2S500
Dilo de cores o prelo com palmos
de largura......... 1}OO
Belleza da China e mauritana de seda,
evado.......... 1g(HI
Follar de Paris e rhaly de flores, -.o-
vado........... igoOO
Popelina de seda e duque/a de flores,
cavado.......... '.mmi
Frnndelina e barege de seda, corado. 600
Mein velludo prelo e de cores, invado 1$20
Vellmlina decores c preta, eovado 700
Chitas francezas claras e escaras, C0-
vadoatlla......... 310
Panno prelo e de cor lino prova de
rimo, eovado 3$500 a <7jOO
Casutuira prela setiln, eovado lgytK) a 38500
Arlandys denovosdesenliosliiias.vara. lJOOO
Cassasfrance/as linas, vara. CW
llantas.de blood pretas c brancas.
Ditas dia liuho o uutis rico pussivel. g
i.hales de merino lisos de cor e pidos IsMiO
Ditos de dito estampados, de 3 a 7g500
Ditos de dito franja de seda bgO/K)
Uilos de dito horditdos a seda a vel-
ludo............. c
Ditos de seda relos rovos e de cores. g
Lencos do lahuiutho linos de lg a lg800
Manguitos e gollinhas bordados Unos. g
ntremelos o liras bordadas. ... g
Cohetes de velludo c casemira prela
bordadas. .,....... g
f.eroulas de brim de algodo e de li-
nho de lgliOO a...... 2$0d
Jq I Camisas frajicezas brancas e de cor
de 2g a......... 3gOO0
Caicos i; sohrecasacos de panno pre-
lo lino. ... ..... $
Palelols de panno prelo e de cores,
francotes......... g
Calcas de casemira prelas e de cores. g
Holtelesde seda de varias qualidades g
hapeos fraiiie/.os dircitoseaianiber-
lick. .......... jj
oaletots-de uierin setiin pretos e do
cor forrados........ !.mhm
Ditos de alpaca prela e de cor cun
;olla de velludo...... SgBOO
Diltos de Inin branco e de cor fina. bglKH)
is de alpaca de varias qualidades
loin golfa de velludo..... 5S1KI0
Hilos de alpaca prela e de cor mesclada h.smmi
aseando o boceo da Cougn-gai-o, do ludo direilo
enscguiucnto para o I.ivranientn a quarla loja de
tres porlus cotu rtulos brancos.
Vende-se nina barcaea de lote de Silll sac-
gj eos ou 1.000 arrobas, ova, madeiras esen-
Ihidase apparelhadade un ludo: paraexa-
niinnr no caes do Collegio e para Irat.ir na
gj rua da Cadeia do Reerfe u. 9, primeiro
>i. andar
*-:"v^^;^^-^v-l^5aH;
No aterro da Bna-Visla, loja n. 60, de Gama &
Silva, sendo um completo sortimenlo de grosdefla-
ples pretos, pannos c rasemiras, pelos precos se-
guimos : grosdcnaplcs, o eovado a 1g280, "18600,
Z 1^,'- 8, *9i0, rasen-liras prelas, corles a 53500.
,B 6$50l>, TtlK) M 12S cada rrte, c pannos pretos
de differentcs precos qualidades.
Semcntes.
Or lea terceira de S. !'i-aiuis.
Ten lo a mesa regednra da venerare! ordem ter-
ceira teS. Francisco desta cidade resollido man-
dar pipiar e dourar a sua igreja, convida pelo pe-
seme as possoas para isso habilitadas, a examina-
ran a mencionada igreja, c a enviarem suas pro-
postas era carta fechada at o dia 25 do correnlo ao
irmo secretario.
Na freguezia de Serinhem do sitio liba
erando do Carauguejo, fngio no dia 1G de Janeiro
de ll<59 o prelo Paulo, rom os signaos seguinlo :
altura regular, seno do corpo, representa ter 50
anuos, punco mais ou menos, de Angola, rosto
rom-brido o seceo, tem falla de denles, bochichas
chupadas, quando falla as vezes gagueja, tem uuia
pona mais secca do quo a ontra, e mos curias,
anda roxo e pucha pela peina ; suppoe-se andar
em lilulo de. forro : quem delle liver noticia mi
pegar, leye-o ao dilo silio a seu seuhor Manoel do
Arauju Vilella cojo sitio tica distante lucia legua
da villa de Seriehem, quesera gratificado.
4" Precisa-sede un pequeo que seja portuguez
para raixeirn : na rua dos Pires, paduiia nova.
j Precisa-se por aluguel, de un preto de meia
idde, que etitenda alguma rousa do trabalho do
campo, d-.-e sustento o ruupa : a Iralur no pateo
di. Carino n. !), OU na l'assagetu da Magdalena, em
asa do Dr. Firmo.
I Precisa-se de lOOgOOO a juros, daudo-sc urna
boa garantia : a tralar na rua da Gloria u. 13.
1 Precisa-se de urna anta que saiba lavar, en-
gommar e (-ozinhar, para casa de pouca familia, e
paga-sc bem : a tratar na loja de ferragens da rua
Ilireita n. 06.
Os Srs. accionistas do Novo Banco do Per-
nambuco sao convidados a reunirem-se no mesmo
banco as 11 horas da iiianliaa do dia lodo crtenle
mez, alim de ser levada a elfeilo a deleriuinaciio
o arl. 23 dos estatuios. Recite 11 de marco do
S59.0 preside.ule da assembla eral,
Bao de Cumaiagibe.
Arrendase um silio com casa de pedia e cal,
om terreno para plantar alguns arvoredos quem
pretender, dirija-so aos Remedios defronle da
igreja, a lralar com Cnelano Baptisia de Mello.
IIOMEOP.VTIIIA.
ESEHVATIYO CONTRA AS RI-XICaIs
GRATUITO PARA TODOS.
Ilt welhorprivenir nmaldo queatrtf-lo
vrando actualmenio a pesie de bexigas. e pios-
lo a homeopaihia meios elllcazes para preser-
van eto lerrivol molestia, faro deslrihui-las gralui-
l.iiiii lili- a todas .isiiessoassendislineao de rico ou
pobiy.todos os dias uteis desde as 10 lunas da ma-
lina alean meto lia. A experiencia meaiilorsB a
aftlrijiar, que todos aqtiellcsquc li/erem usixletaes
preservallvns licaro Lsenlos do mal varilico j e
que, quando por ventura alguem (llegue a sotuer,
as pi si utas, nao seroneni milito numerosas, e neiu
de n a qualidade. Nao necessita resguardo, apenas
alwli lencia do caf prelo.
Co isullorio Central lliuueopatliiro rua de Sanio
Ama o ( Mundo Novo ] n. C.
Dr. Sabino 0. L. Pinhn.

) Dr. Casaera, ansa a non poseo intenwMr
que bkivendo determinado fazer urna viagoma I-rau-
ca; lem vendido lodos os medicamentos que esif-
linm iini sen consullorio; porem nao se leudo ma-
nado
essa viagem, lem novamente recebidn dePa-
VIA FRREA
DO
RECIFE ft S. FRANCISCO.
A coutpanhia seacha prompta a rerober' propos-
tas para a rondticcao de urna grande quanlidade de
irillio. e uniros maleriaes pertencentes a numa
ra frrea do litloral das Cinco l'ontas, onde DMaen-
leineolese achaiti, ao lugar chamado lloa Sieca ou
Berlinga, silo no rio Ipnjuca.
As prnpostas deverao ser enviadas por escripto,
marcando o preco por arrulns inclusive carregar e
desearregar o peso que pode ser condu/ido porca-
da barcaea, o maior numero dcllas que se poder em-
prear nesle servico assim como o lempo gasto em
cada viagem.
I'seripioi io dos engenheirns na villa do Cabo 10
de marco de 1S09.
W. ^f. Peai*loh,
F.ngenheiro em chefe.
VIA FRREA
no
Recife a S. Francisco
\ eompanhia precisa mpregar 300 obreiros ad-
dicioiiaesenlre a villa do Cabo e t'linga, e offerere
as segoinles vanlagens.
Esta resnlvida a contratar os atorros et lances
pequeos, por precos que garanleui maior lucro
aos conlraladores, do que o que se realisa pelo tra-
balho diario.
F.miiogar-so-hao todos os horaens de torca e ac-
tivos por um pre.jo proporcional equivalente "i 1 J2U
rs. diarios.
Coiilralar-se-hao pedreinn, campias, ofciaes
de pedreirn, ferreiros, assim ennu. outros loechani-
cos, mediante MndiejOes (avootrnis empreitada
ou medianle paga diaria corrcspondeiite, no caso
que preferirn).
Harerao moradias para os obreiros, cojos manli-
mi-iilos .serao transportados gratuitamente da esta-
can das lauco l'ontas aos pontos das suas moradas
riela hiiha Tambern so conceder una passageiu
ivre ao Recife para lodos os que torea) empringa-
dos, para ida e volla fios .-abluidos, depois de feito o
pagamento ; assim como a lodo lempo se dar pas-
ee livre. de 20 homens. um, para o fim de com-
prar mantiinenlos.
KseriploriodoR ciigenheiros na villa do Cabo 10
de marco de 1859.
W. M. Penisla,
l'.ngeiiheiro ern chefe.
a quem o livor reculhido, o ferro exprimo o uome do
dono.
Anda
oscrato do sr. Dr. Manoel Joaq
liba, e desconlia-se que teulia sabido para o mallo,
ein procura da loai, que seacha de presente em Rio
l'orinnso : pede-so porlanln s aulnrid.ides policiae-
a captura do referido pardiuho, v d-.-e generosa
gratilicacao a quem o apresentara seu senhor, em
Olinda, ou nesla cidade ao Sr. Mello Reg, na ilha
dos Hatos.
Participn-sc ao respcitavel publico, que, for-
neee-se comljas com accio e preste/a, o se encar-
rega de lavar e engommar : na rua do Atalhn, casa
nova junio do Sr. Bastos Na inesma preeisa-se
alugar una boa cozinheira e urna eiigonnuauVini,
[neerindo-se captiva.
Saca-se para o Porto e Lisboa : na
rua da Cruz n. 40, cscriptorio de Car-
valho Nogueira S C.
No dia 20 de fevereiro prximo DasSadO, fu
giooesemvo cabra Manoel, conhecldo porlfanoul
l'.aetano, com os signaos segtiinter.: pode ter i
anuos de idade, grosso do corpo, altura regular,
cor clara, cabellos carapinhados, anda senipre can-
lando e elogiando, levou chapeo de baelinha branca
j usada, camisa de algodoziuho e alca de risea-
iliuboj osado ; foi da provincia do Cear de Anto-
nio Telles de Meue/.es, viudo para ser vendido no
Recife ao Sr. Gmalo Jos Alfonso, por isso que ge
supoe lerido para o Recife ou para o serian assim
roga-se aos capiles de campo e s autoridades, que
delle liver noticia de o apprclicnder e ser enlroglie
no engenbo felha, fregue/ia de Serinhem a Tbo-
hk Joaquim de Uliveira
Ao publico e ao corpo doconi-
inircio espet'ialiiiente.
O Mcnarel abaiio assignado ottrece ns seus ser-
viros de advogado com ambas as instancias no ci-
vcl, crime e Commenio. Espera ser procurado, af-
firtnando que lomar o maior intefesee pelas clu-
sas, que lhe forem confiadas: pode ser procurado
no priniciro andar do sobrado novo n. 1 da rua do
Collegio onde mora, a qualqner hora Francisco
Lu-. Cumia de ndrade da Silra.
Desappareceu hnnteni lo becco de S. Pedro,
um entallo rodado escuro, pequeo, na testa (em
signa] de branco, tem olhos feios, levou rangalha,
e de prego, as inquirideiras sao de im'oira verme-
Iha, tem andar por lora, crinas grandes, em grao,
lem o ferro J M C : quem delle der noticia, pdc di-
rigir-se na Ilireita n. 14, 00 ao i'ngenlin i'.ov.is,
freguezia do Secco, que ser generosamente recom-
pensado.
Na noite do dia 8 perdeu-se urna cabelleira
de cachos, do Manguinho at a Trempc : quem a
arl,<*i queira entregar na rua dos Mari) tos li. 32,
que recbela 5| de gralil'oaeo.
Arrcnda-se um sitio em Sant'Anna : a tralar
na rua do Rango! u. 00.
Procisa-se de una ama que lenlia bom leilo,
paga-se bem : na rua da Cruz do llerife n. 23, se-
gundo andar.
alem das materias do costunte, as lela e
regiilamenlos das Ierras puhliNis notadas
Com lodosos avisos e orilens que as lem ex-
plicado ampliado al o mez de selembro ul-
timo, pelo Sr, Dr. Antonio Vasconcelioa Me-
nezes de Drummond ; e9a folhinha he es-
sencialmente necessaru a todas as peones
que possnem um palmo de Ierra para mais,
poiseom ella esfo habilitados para nao ca-
Iiirem em mullas e nao sema Iludidos, preco 500
Folhinha de poria ris........'. 160
folhinha ecelesiaslica ou de resa fcita pelo Rvd.
Sr. coiiego poiiilenciario da S de Ulinda. se-
gundo a rubrica 0 ordens da Sania S, ris. 400
II. Auna Joaquina Teitein da .Mulla Cavalcan-
l arrenda o seu engenbo Novo no termo de lgua-
ra.-s : quem o pretender, dirija-so ao -cu sitio
tiniciro, enclavado entre ierras do masase enge-
nlio, ou na villa de Iguarass, rua da Matriz, easa
ii. 9, a lralar com o lilho da proprielaria, que '
Jos Teixeirada Motta Cavalcanti.
Agencia de passa-
porte.
Claudinodo Rogo Lima lira passaporle para den-
c fra do imperio, por i-omioodo preco o presteza :
na roa da l'raia, primeira andar u 43.
Ningnem faca negocio alguin sobre o engenbo
Diamante da freguezia de S. l.ourenco, propriedade
do major Antonio Lonrenco Tararos, pois e.-ie enjie-
nho esl sugeiio a urna eieeiicao de mais de 15:01103.
D-se dinheiro a pn-mio sobre penbores ou hy-
polheca : na roa do Crespo n. 19, primeiro andar,
das 11 s 3 da tarde.
No mez de fevereiro do correnle anno, appa-
receu no engenho Pililos o prelo escravo, que diz
perlenrer aoBr. Viceuio Elias, morador no eng--
nho Minas Novas ; seu senhor o poder mandar
bascado : niio mo responsabiso pela fuga do mes-
mo escravo, nem pela vida.
/os Fernando da Cruz.
mmmm -;- :\
5 DENTISTA FRANCEZ. 2
o. Paulo Gaignomr, dehUsfa, rua das La- 2^
rangeiras 15. Na inesma tasa lem agua e <*
po dentifleo. '"
''. ^
.;;-.
Salitre refinado.
Vende-se salitre retinado de superior qualidade,
a SjjOOO a arroba : no armazn do Porte do Mallos, ,
de Moreira Dias, rua da Moeda n. 23.
Rua Na loja na rita do Qucimado n.l, anligamenle
eonhecida pela do meia pataca, existe um completo
sortimenlo de. fazendas, que se desoja liquidar por.
qualqner mu preco, aflm de em breve se poderdas "
nova organisacao inesma foja. Mas nao sendo por-
sivel mencionar um por um, todos artigos de que
se compile o dito snrtinienln, limilamo-nos aos se-
goinles, adicionan.lu-llie seus baralissinios precos,
alim de que ns amantes do barato facnm a devida
idea do quanlo eeonomisaro em se'sorrirem em
dita loja corles de cassa chita a 1S6O0, dilos finos
a pinta mindinlia a 2J, cassa de cor, vara 320 reis,
ditas finas e fixas na cor a 440, ditas francezas mui-
lo il|ia a (j 10, sedas de-quadrinhos a 1J, dilas mui-
lo largas a 1$600, ditas de quadrinhos miudinbos
assenles em grosdcnaplcs a 1S500, fazenda de Lia
com quadros de seda a 320 o eovado, dila superior
a 400 rs., rhaly padroes inteiramente novos a lj,
(hitas francesas superiores, tanto em panno romo
em tintas a 320 o covador ditas escuras a 200 o eo-
vado, alpacas de urna so edr, fazenda muilo fina a
500 o corado, dilas rom lislras de seda a 500 d eo-
vado, tiras bordadas de 6 metros, por menos 25 por
0/0 do que em outra qualqner parte.
Rua Nova numero 18.
11. A. Caj & C. reroberaui um sorlimcnto de
Superiores cenes dc^eda adamascadsrplo ha- I camizinhas com manguitos para senhoras e nieni-
Vendem-se semcules de horlalicede lodas as qua-
lidades, chocadas ltimamente do Lisboa : ua rua
da Cadeia do Recua n. 5ti. loja de ferragens.
Vcude-se urna porciio de barricas vastas de
bacalhio e oulras qualidades, por preco coiumodo :
na rua da l'raia, armazem n. l.
Vende-se um escravo uioeo, milito robusta,
pralico nos trabalhos de armazem de assucar, bem
como urna linda escwva crioula oplima engoninia-
deira e cozinheira : na rua Nova n. 67, priineiro
andar.
Vende-se fumo em folba e cola -bogada reren-
temenleda llalua. por menos preco do que em nu-
tra qualqner parte : na rua da Cruz do Recife iu 13,
priineiro andar.
ALPACA BRANCA.
\ ende-se alpaca branca com duas larguras a 13 o
eovado : ua rua do Quoimado n. 34, loja do Lana.
\ ende-se um armario por qualqner prero : na
rua di Cadeia de Sanio Antonio-u. 11 11.
Vende-se una casa terrea com qninllil o ca-
cimba, no entrar da rua da Casa Forte, na fregue-
zia do Poco da Patulla : ns preleiidcnlcs queiram
dirigir-se no ltecie. na rua larga do Rosario, loja
n. 1 i, ua Casa Forte, na taberna do Sr. Sania Mu-
llica.
Grande soilimento
PARAAQUARESMA.
ris, u na oulra collerro de medicameulos inicua-
mente novos, > os mais bem preparados possivel,
romo mbem earleiras ntui ricas o litros : assim,
quem leseja os verdadeiros medicamentos pode pro-
rura-liM cm seu consultorio hnmeopalhico em l'er-
iiainbii-o 28 rua das Cruzes u. 2d.
N lpja ilas 6 portas em frentej
do Livrameiito.
Barato para acabar com al|(uin resto
de fa/.i-iiiiis.
Pecaslde cacas de cores rom 33 rovodos afisOOO,
corodosla 200 reis, pecas de la com 32 covodos e
baslaiilel larga a 53000, rovodos a 180, corles de
caca cornil covados a 1.J200, lencos de retios a
5f)0 ri'is.jcamisiuUas ini gollinhas para senhora a
2g000, mussitUina encarnada e branca a 320 n co-
vodo, cortes de laa de quadros e fazendas bastan-
te largasla 53000, liazinha lina para vestido a 400
o covndoj pecas de brelanha de rolo a 2SO00, len-
cos Je. .l|a encamados e brancos a 800 rs. D-.-e
amoslrasl com pinhores; a loja esl aberla das b'
iberas ds insnhia a- n da noitc.
Dt)
RECIFE 4 SAO FRANCISCO.
A eompanhia est prompta para entrar em ajuste
COm quaosquer pessoas que queiram encarregar-se
de transpurlar niatn iaes dos lugares das Cinco Pon-
tas e villa do Cabo para os pontos de Pavao, Olin-
da, Para c Tiiiiliiijss, assim como A outros pontos
das divisos mais distantes da via frrea.
(I abaixo assignadn estimar receber propostns
por escripto, estabeleci'iido o preco por legua por
cada arrobado peso,pelo qual os propouentes se
obrigarao fazer transportar os mesmos materiaes.
Todas aquellas pesseat que coiiseguirem este
ajuste enin a cumpanliia, ler.io o privilegio de po-
derem obler passageiu livre pela via frrea, e re-
mellerem seus propriosgeneras pelo frete minimo
estabelecido pela tabella.
F.scriplorio dos engenheiros na vilta do Cabo 10
ide mareo de 1859.
W. M. Peniflnn.
rcenlo .;.. o,o ..befe.
Ama.
Precisa-se de urna ama para casa de homem sol-
teiro : na rua do i.iueimado n. 40, loja.
Pi'ecisa-sp de um (ixppo que, le-
nlia pralit-a de. padaria e que d fiador <
sua conduela, papa nina padaria desla ci-
dade : quem esliicr ueslas circumslau-
cias dirjase a rua do Rangel deposito de
5ao onlr'ora botica defronle do becco do
rem.
Aos Brasileiros e Porlu-
guezes.
Madame Schrno lem a honra de prevenir os se-
nhores seus fregueses, que j se hoatnram da sua
presenta durante a sua residencia em Paris, me
ella se niuihiu da sua casa da rua fnnbourg l'oison-
niere n. 71. para um magnifico hotel muilo espaco-
so e milito arranjado, de una elegancia exeeplion'al.
Osquarlos mobilhados oll'oreeoui (odas as com-
tuodidadi'S, desojando por suas grandezas, pelas
sua- boas distribuiroes e o i onfortavel.
Ha um magnifico salan, grande sala de janlar,
eoiuiuodos para os viajanles. feilaamoda brasileira
poreilameiile servida, sala de banhos e carroagens
sempre pmmptas a disposicao dos viajantes.
Esto eslalielecimenlo se fecommenda s familias
lirnsileirase l'orlngiiezas pela facilidade que ellas
acharan para se fazer coiiiprehonder, visto que o
dono do hotel e as petateas empregadas ao servico
fallan] pnrlugucz, e priucipalmoiile pelos cuidados
particulares que podoro ser preciso s pessnas do-
enles ou incommodadas, um dos melhores doutores
de Paris, empri'gado nesle eslabelecimenio. Km-
liui nos podemos afianzar aos senhores eslrangeiros
que ellos acharan em sua casa lodas ascoiuniodida-
des reunidas as approvaces que au se acham ordi-
nariamente iinsesUiheleciinentos deste genero.
O servien se faz com muita limpeza e eiactidio,
por preco muilo moderado.
Precisa-sede una ama deleite forra ou cap-
tiva, para urna casa estrangeira, nao se olha a proco:
na rua do Trapiche Novo n. 12. Precisa-se tamben
de um prelo para pagem ou sen ico de asa.
Aluga-te um sobrado a margem
do rio Capibaribe, na estrada de ponte
de Uchoa : a fallar na rua da Aurora
n.20.
Roga-se ao Sr. t'.hristovo de Santiago do Nas-
i'iinento, que tcnia a bondade de vir rua dos Mar-
tyrios u. 36, taberna, alim de Iratar de negocio qu
nao ignora.
.... \.. ...
Casa de commissao de es-
clavos na rua larga do
Rosario n. 22, segundo
andar.
Nesla casa recebem-se escravos para screm ven-
didos por commissao por conta de seus senhores,
atianca-se n bom tralamento e a prompta venda,
aGui de OS donos nao sonreren) empate com a ven-
da dos mesmos ; nesta mesma casa ha sempre para
vender escravos para Migenlm, moloques e negros.
CASA DE SALDE.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier, proprielario da an-
liga e acreditada casa de saude sila ao norle da es-
trada da passageiu da Magdalena, entre a ponte gran-
de e a pequea do Chora-menino, e na mesma re-
sidente, lem disposto os melhores commodos para
reiiber qualqner pessoa enferma, e adiando--e o
seu cstaheleriuiciilo lias mais agradareis condiroes
hygienicas; contina a offerecer os seus serviros', af-
flanraiido 0 melbor Iratameiito e o maior zelo no
ruralivo das molestias. O mcsnio doutnr, lem des-
tinado urna sala para partos, cuja utilidade he in-
conle.slavel.
sao Exc.tnnEc.Anos ni clixic*
Operacoes.O lllm. Sr. Jos Francisco Pinln Cui-
maracs, ririirgio do Grande Hospital de Carida-
de, cuja pericia he bem eonhecida.
Medico consultante.O lllm. Sr. Commeodador Dr.
Jos Joaquim de Mnraes Sarment.
Parios.0 lllm. Sr. Dr. Silvio Tarquinio Villas-
Bas,
l'athologia dutrina.O proprielario do cstabeleci-
mento.
A diaria sera de 3f}000 e 2g000, conforme a gravi
dade e duraco da molestia.
As pessoas que quizerem um tratamento dislincto,
pagaro na razao da despeza qne fizereni.
Operacoes, sanguesugas, conferencias serio pagas
aparte da diaria.
Passagem da Magdalena 22 de dezembro de 1858.
Dr. Ignacio Firmo Xavier.
Sexla-feira 1.1 de fevereiro fugio no Haranho
a Anlonio Francisco de Azevedo. o meo escravo
crioulo de nomc Paulo, do idade 21 anuos, alfaiale,
e prelo pouco rtenlo, alio, magro e frau/.ino do
corpo, roslo coinprido, olhos nui tanto grandes,
pouca barba, peroas delgadas, gagueja quando prin-
cipia a fallar, a tem voz gottiiral ; consta que pre-
tenda embarcar para o sul no vapor Oyapoct, em
eompanhia de urna pessoa vinda no mesmo vapor,
e que esl munido de passaporle com o nonio de
Pedro: quemo pegar ou delle der noticia, emenda-
se no Maranho com o Sr. do dilo escravo, e nesla
Cidade COm Manoel Ignacio do Uliveira & Filho.que
gratilicaro generosamente.
Vugio do poder do abano assignado na dia 8
de fevereiro prximo passado, urna sua escrava de
nome Isabel, c6r parda clara, e de idade pouco mais
ou menos 30 annos ; bastante gorda, c tem mili-
tas sardas no rosto, e um dedo da mao direila des-
proporcionadamente mais grosso que os outros,tem
o cabello corrido, eusa lraze-ln penleado, levou
um chales le lia amarclloe cos una andar calcada.
ratissimo preco de 80$, dilos adamascados de ba-
bados a 40$ o corle, ditos adamascados com duas
saiasa 70$, ditos milito superiores de duas saiasa
008, dl,s muilo ricos bordados a velludo, lidos
ca/.aveques de seda prclos bordados, superiores
manteletes de seda pretos bordados, ditos de lil
bordados e enfeilados com muito gosto, grosdena-
pleprclo a 1i200, dito a 13600. dito a ta, dilo a
2,SiO0, dito muilo superior a 2$GIHI o eovado, sedas
pelas adamascadas, sema prelo macan, sarja preta
muilo superior, velludo prelo, mantas pretas de
lil de seda a 10, 12 el4g, ditas nielas lie fil de
liuho a 16j!, e oulras muilas fazendas de gosln, por
piei os mais commodos do que em outra qualqner
parle : na rna do Oueimado, na loja do sobrado
amanillo n. 29.
Revalenta arbica.
He rom esle nome ha pomo lempo eonhecida ues-
te paiz nina fcula, eujolongo uso miravilhosos ef-
feilos sao ha muilo conhecidos e bem notorios na
Kuropa. Ksia farinhaque os mdicos mais circuuis-
p.-cios e evperieiiles tem empregado em diversas
molestias e circumstancias lhe lem grangeado o cr-
dito hu un re ido de que hoje (joza. Arevalenta
arbicaalem d! muilas e vanadas rnfi-riuidades,
que illa comliaie simu o menor sollrimenlo do pa-
cienle, he especialuiente npplicada as pessoas que
rare ein de ilm alimento delicado la^stauraiite e de
fcil digeslo.ri qual longe de ser repugnante pode
ser lomado con: apetito como qualqner oulro ali-
luenlo ordinario^. He especialmente euipregada nos
padeciliietito- pulmonares, debilidades de qualqner
orgao eiifrai|uecido por toda e qualqner doeuca e
particularmente para molestias no peilo.como los-
ses, coqueluches,asthjna, azias de estomago, tta-
ques nervosos, alfecces lo ligado etc., etc. en-
de-se soincnle na rna da Hadrode Dos n. 1, P,-r-
iianiiiucu, boUce e armazem de drogas de Joao da C.
Uravo.
Frcderico Lemcke,
PROFESSOR DE PIANO F. CANTO
Rna do Sol n.4!>.
' I', natural do serian do Tianc ( segundo informam
r?*- i e por isso prnvavel qne para alli-prootre refttgiar-
if! se a titulo de forra : roga-se a captura dola e pro-
:^'melte-se generosamente recompensar a quem a pe-
.- gare levar rua doBrum,armazem de assucar n
i8B.
^'.."..-x-^-;. \.-J\. \.-..i" -':Z^'. 7 'recisa-se de mu fritor para um sitio na Pnn-
~~\#isrx.!\#;j?A\(.'.. ,-..".,.:>.-.;?fe>-.. te de l (boa. porem qne seja solleirn e entenda de
I recisa-se alugar um p reto robusto proprio linrtirultura :
para o servien diario de nina casa ; d-se comida i
roupa, e paga-se bem : a Iratar na rua do Collegio
n. 15, arma/cin.
0 abaixo assignado (az ver ao publico que
despedio de sen eslabeleciinenlo do becco da l.in-
gola n. 5, a Joio Pereira dos Sanios.
Jote IHu.< brandan.
Precisa-se de um a dous ainassadon s de pa-
daria, queoiiendam perfeilamento de pito e bola-
cha na rna larga do Rosario n. 19.
a tratar na rua da Cruz n. 45, priinei-
ro andar.
Precisa-se para urna casa cslrang ira de urna
mulatiulia de 12 all annos, rua doTrapirhe Novo
n. 12.
Precisa-se de urna ama que saiba cozinbar e
engommar para casa de pouca familia no Passeio
Publico, loja n. 11.
unereie.su urna mobilia de rali de amarello
e in.iLsobjeclos : quem qnizer dirija-se a rua do l'o-
tovellon, >l,que se dir quem rende,
RUA MOVA H. 18.
Ricas sahidas de baile.
M. A. Caj & C. tem para vender um rico sorti-
menlo de sabidas de baile as mais Lem acabadas,
que se pde encontrar ueste genero; um sortimenlo
de camisinhas e manguitos bordados parasenhoras,
lindos enfeites para rabera, cliaposinhos enfeila-
dos para enancas, lomas para ditas, chapeos de
sol de seda de mola, ditos de seda e pauinlio* para
homem, ligas, chales de l o seda preto e de cores,
ricos cazaveques de seda prela ede cores para mon-
tara, um lindo sortimenlo de ramullas de conchas
de mariscos e busiospara guardar joias, ludo por
preco razoavel que agradar.io s vistos dos com-
prador).
He chegado a loja do T.econte, aterro da Boc
Visla n. 70. eicellenle leite virginal de rosa bran-
ca, para refrescar apelle, lira pannos, sardas e es-
pinnas, igualmente o afamado oleo babosa para lim-
e fazercrescer os cabellos: assim como p impe-
rial do lyrio de Florenca para borloejas e asperida-
des da pelle, ronservaa frescura e oavelludado da
primavera da vida.
Vende-se urna escrava crioula, de 26 a 28
annos, engommadeira, costureira, e com oulras ha-
bilidades : ua rua Augusta n. 17.
Rua do Queimado.
Nesla loja vendeni-se loalhas o lencos de fabvrins
tbos, rendas das ilbas proprias para loalhas, bicos
iretos de seda de lodas a larguras, dilos brancos e
ranjas de seda de todas as larguras, lilas do ultimo
goslo, ditas de vellido preto e de recorte, (ores de
t inas'qualidades, bolesde vidro e veludo dedit ri-
sas edres, para casaveques e eutras muilas miinle-
/.as de goslo que se torna desnecessario mencionar
e que suprometle vender em conla
-*- Vends-se farinha de mandioca superior quali-
dade em saceos grandes, feijao mulatiubo, preto e
branco era sarcos, gomma de mandioca, trelo de
Lisboa, milho jitoz de cusca, fariuba do trigopro-
pna para engordar animaos o sai ro com 5 arrobas
a 4t rs. : ludo te vende por menos do que j ou-
tra parto: na rua estrella do Rosario n. 29. ar-
ma /.el li.
0 Leite ft IrracK continuam a
torrar.
Mussulina toda encarnada, eovado 220 rs., cam-
braia lisa muilo fina a 3,e800, 4$800, 5)^00 e SJfiOO
rs. a peca, de II) jardas, bruu de linbo para calca
de bonitos padroes a 880 rs. vara, cortes de meia
casemira a ittOQQrs. cada um, lengos de camliraia
de liuho a 3$i00 e muito liuos a 4$500 rs. a duzia,
chales de tniiquim pretos, ditos de merino prclos^
diiosdu nierui liso de lodas asxoresa 400 r-
bordados 6 las a 2zu, 240, 2G0,280 e 300 rs. o eovado. madano-
lo a 2.S800 3J200, 3S800, 48000, 4S200. 400
58000 e 5J500 rs., e muilo fino a 6$000 rs. a peca de
20 varas, patols de alpaca muito finos a GSOOO rs
cortes de coletos de casemira a 6g000 rs., csparli-
lhuspara senhora a4, 6e 8rs., e dos modernos a
9 rs., sa>as para senhora a 15600 rs., bordadas a 3
W.- j> muito superiores a 4 rs., gollinhas muito
bem bordadas a 39500 rs., manguitas e camizinhas
muito linas para senhora, corles de cambraia do
gaz a4rs., tapetes para sala a lj>800 rs., para por-
tado sala a 49 rs., c para cabriolet a 2r:VHJ rs.,
moias limito finas parr senhora a 23*10 rs. a duzia,
rii as colchas di damasco de seda a 25 e 329 fs. ada
urna,cortos de cassa de lindos desenlies a 2} rs.,
boas -.bitas escuras e de lindos padroes a 200 rs. o
ovado, ineias ee Indos os tamanhos para nicnino e
menina, guardaiiapos a 49 rs. a duzia, peras de
Cambraia lisa d 12 jardas a 39 rs.. mu.ssuUiia bran-
ca ao.lll r.s.ocotado, loalhas para mesa a 4 rs.,re-
des de folha a 6>rs., e ha oulras muilas fazendas
que se vende por barato prero, e de ludo se dar
amostras.
Em casa de Brender a Brandis &
C, rua do Trapiche Novon 1C, vendem-
c charutos da Baha da afamada marca
forma de lluvaua, primeira qualidade ;
genebra em frasqueirus especial para casa
de partcula re*.
as, os lidos padroes que se podoro encontrar,
11 tn sortimenlo de caixiubas de conchas e husos
proprios para guardar jotas para um presente, por
seren luuilt lindas e exquesitas sua factura, por
preco comnxido.
Loja d. 37.
He amado Queimado a loja
de quatro portas.
Se enconlra um completo sortimenlo de grosde-
naple prelo de lg600, 1S800, 2$, 28200, 2|ji00,
2,800, 3g e 3,200 o eovado, ditos de cores de 1,600
e 2j o corado, patino fino preto d 2,500 al 12jt >
rotado, dito cor de rap o verde cor de garrafa,
fazenda muito superior a 7 o eovado, casaveques
do fustn ricamente enfeilados de ricas trancas lin-
gindo lindos bordados a 18jj, cortes de vestidos de
phantasia muito lindos-e dos mais modernos a 18J,
ditos bordados a velludo de cores muito lindas a
30J, ditos bordados a sida com lindas flores a28j{
cada 11111, palelols de panno ede casemira pretos e
de cores de 16 al 25$ cada nm, ditos de brim
branro muilo finos de 5j, 5,500 e (ig cada um, ricos
pannos da mais lina casemira de lindas cores para
cima de mesa de meio desala, loalhas de linho em
proprias para rosto a 1J280 cada urna, redes de
cores viudas da Babia da Trairao, obra muito bem
acabada, pelo diminuto preco do 18g rada una, o
nutras muilas fazendas quu'sfi com a vista do com-
prador se. poder mostrar, e se venderao po pro-
co 111 inte commodo.
Chapeos de palha escura para
homem por precos baratos.
Na bem cnoheriua.loja da boa fe, na rua do Quei-
mado n. 22, encontrarlo os bnns freguezes nm com-
pleto sortimenlo de chapeos ingjezes de palha escu-
ra de formas inteiramente modernas e bonitas da
ultima muda. Tdmam-so rcominendaveis por se-
ren mui leves e frescos para a prsenle estacao :
vendem-ee pelos baratissimos precos de 4J e5J,
vendemlanihem chapos o bouets da mesma quali-
dade para meninos a 3J 3S600.
Em casa de Kabe Sclimettan & G.
rua da Cadeia n. 37, vendem-se elegan-
tes pianos do afamado fabricante Trau-
mann de Hamburgo.
.Almeida Gomes, JUvestG."
VENDEM NO SEU ARMAZEM
RUA DA CRUZ
CHAPEOS de feltro sorlidos, da fabrica acreditada
de farvalho Pinto, do Rio de Janeiro.
S.VUU das fabricas do Rio de Janeiro.
VISHO de champagne de superior qualidade.
SALVAS, bandeijas e outras obras de piala.
Rua do Queimado n. 1.
Nesla loja existe um bom oratorio de Jacaranda
para vender.
Madeira de pinho.
Vendo-se mais barato do quo em nutra qualqner
parte : na rua da Cruz n. 40, primeiro andar, e na
rua do Brum. armazem n.10.
Vaquetas.
Vendem-se boas vaquetas de lustre para cobrir
carro : na rua Novan. 61.
Veudem-se soleiras e sacadas de podra de
c.i niaria : a tratar na rua do Torres, eserptorio de
Lemos Jnior 4 Leal Reis.
Vende-se um preto mnito moco e de boa fi-
gura : na rua da Senzala Velua n. 96, pstjarta.
fl He chegada a nova factura de camisas in- .
a Rlezes superiores do pregas largas e eslroitas S
g de lodos os tamanhos i leja da rua do Juei- g
Tj mado n. 10, de Leite & Correia.
-'.-.. .v.-i.^a-&i-.aK-.- >: .^---i
Vendem-se 8 bonitos oscravos vindos do nor-
te, entre estes ha 1 carapiua, 1 ferreiro, 1 coii-
nbeira e 1 barbeire, urna linda miilitiuha com urna
cria de 3 nJetes. duas moteras de 16 annos, una
negrinha de 10 annos. urna negra engomma-
deira de 22 annos o urna dita quitandeira ludo por
precos razoaveis : na rus Ilireita n. 66.
Para -avalleiros.
Variado soilimento d- falo (pito franrez e inglez,
de diversas fazendas e varias cores ; casacas prelas
de panno flnissimo impernieavel; chapos de rnslor
pretos e brancos ; charutos da reserva de encom-
menda especial.
BORDADOS FINOS.
Na rua do Queimado n. 37,
loja de 4 portas.
Tem lira completo soilimento de bordados, romo
seja golinhaspara 000,800, lg e l*"' a''1 :,9. 'nai'-
(juitosde lStOO-o par al ^400, nianguifos com
golinhas de rteos roslos a R 59, 65, 8, KBJ e a
ztopar, complcto*irlimento de tiras bordadas i;
ntremelos Francezes. liras bordadas inglezsde di-
versas larguras i de urna fazenda muito supeiior
propria para calcinhas de enancas e para rasave-
quos, r.noisinha bordadas Com golinha e mangui-
tos por proco cominuSo.
Yende-sc em caa de C. J. AsttVv
4C :
C:il)os da Tusr.ia edeManilhn.
Palhinha de junco preparada.
Vinbot de Itheno, do Moselle e. de Br-
deos.
Hollias de cobre e presos do metmo.
S.iliti icliiiado.

'


Hecousa muitoboa.
Vende-se a verdadcira pomada para fingir ca-
ballos, pelo barato preco de 19 a caixinha, com es-
covinha propria ; lamboin se rende inassu para
aliar navalbas a 320 : na ra do Queimadn, na bem
ronhecida loja do miudezas da Roa Pama n. 33.
MAS M MJLEJl M
mwm.
\ cndoni-se as verdadeiraa luvas do Jouvin. tanto
para hu.uo.n rosno para senl.ma, pelo bnral.ssiran
privo de 29500 o par : na na do Queimado, na bem
i nnlirrida loja de miudezas da Boa Fama n. 33.
\ ende-se a preco cominodo, om rasa de Bar-
roca & Mfdeiros, ruada Cadeia do Rerife 11. 4;
Vinho do Porto, siqreriorl'.ha.u.ro.
Vedra oiu lagedn e portada*.
l'ipas, iii'ki- e barris vasios.
\ onde-sc a rasa de pasto, a qual teni trotante
freguezia, e tem armarn para taberna, no berro da
Roa n. 12 : a tratar na mc-siua.
i Espaiti
hos 'raucezes de nova
Diario de Pernambuco.Segunda feira 1 4 de Marco de 1859.

Sorvete.
n nos
I '
era-te espai
Nova invenco apeiieifoada
DE
nvencao.
Vendera-te espartilhos (raneles de molas e car-
retis, o m lhor que ae pode encontrar neate gene-
ro, na bem: itroia e na conimodidade, a quem usar
delles,.peU baratissimo preco de 69, 7 e 89. Estes
espartilhos .ao oliegados no ultimo navio faancez,
i su se eni miran, na na do Queimado, na bem ro-
nhecida 1( a- de miudezas da Boa Fama n. 33.
Vene e-so una elegante cscravn rom habili-
dades nactaarias para qualquer rasa de familia :
na ra da Erna n. 35, secundo andar.
. ~ Vrnle-ae ou permula-se por rasas nesta cida-
dedo Rerife, o sitio da traveasa dos Remedios n.
21 (regueKia dos Afogados : quoni assim o prelon-
der enti'ii la-so ruin o sen proprielarie Cantono Pin-
to de Vei s.
Ver m-ee 12 Casaos de canarios do imperio I S ii*. ruado Crespo il. \ loja de Campos & '"f1-
emseu* iveuns: uiiciu os urelender ImWse ven- i? Lima. *V
andes ou al mofadas
de|crina para ponteado de
senhoras.
NaJoja de l.iMlecS Innio, na ra da C.adeia do
Re i* u. 4S.
Para forrar ca-ios. Sfc
Veade-?edamaseo%e anda de bonitos i<
gistes o limito propno para forrar carros
Casa de commissao de es-
cravos, na ra do Livra-
mento n. 4.
Vendem-se 2 mulatas de 22 annos, de bonitas fi-
guras, rom todas as habilidades, 2 negras el mote-
ra de 12 annos : na niesma casa se compra e rece-
lie-se para vender de commissao.
Todos os das tora sorvete na casa de Lufas Puech,
ra do Trapiche Novo n. 12,
LOJA D4 BOA FAMA.
Vendom-sc por prero que fa* admirar riquissimas
lilas lavradas de todas as corea e larguras, lita-s lisas
rom pona e tem ella, bicos brancos de seda de mili-
to lindos padrees e de todas as larguras, tramoias
alienas de luiho para babados a 120 c 160 reis a vara,
jarros para flores a 2 o par, atacadores ou enfiadores
de seda de todas as cores para veslidos.ditosproprios
para espartilhos, tesouras de todas as qualidades
as mais lin.isque he possivelencsmlrnr-se.agulhoims
deniarfini e oulras muilas qualidades, titas de vel-
ludo de todas as qualidades, bolcinhas de camua
minio lindas para meninas de esrola, frasquinlio
rujOi cardinal a melhor cousa que lem apparerido
para tirar nodoas em qualquer qualidade de fazen-
da. pelo milito barato preru de Sj, iranrinhas de Be-
da de todas as cores minio lindas proprias para en-
tonar roupiuha para meninos e meninas, c oulras
niuilissimas rousas que se alianra vender-sc ludo
por proco baratissimo : na ra do Queimado na bem
rouliecida loja de miudezasda boa fama.
reros : quem os ptetrflder Indos se ven-
de por m nos proco ; igualmente se vend' rasis
de rolas le llainburgn de milito boas qualidades :
no sobrai o da ma de S. Francisco n. 8, como quein
vai para a ra Relia.
Estio-se acabando.
Chap
Para os sentares de en-
genlios.
Acaba de rhegar urna forja porttil com lodos os
perlenres neressarios para tmballiar de ferreiro,
montada sobre rodas, o da mais solida construcru i
esta loria ul.lissisna para engenhos por poder sor
rondu/ida farilmrnte para qualquer logar onde se
prense de um roncerlo, e pelas ptimas ferramen-
las que compon o seu todo de grande perfeiro,
tornaudo-se indispe.isavel em umengenbo : os que
a prelenderom, pndem examina-la na loja de erra-
-'iiis de \ ianna & l.uiniares, ra da Cadeia do
lleiife n. r>9, onde lamben) cnrnnlrariio complelo
sorlimeiilo de ruchadas e oulros instrumentos de
agricultura e ferragens, e miudezas em lodo gene-
ro, por preros commodos.
Ve ndc-se urna casa terrea na Iravessa da Ca-
punga, de pedra ecal, chaos proprins com 15 pal-
mos de frente e 64 de fundo, com cacimba e quin-
tal : a tratar na mesma casa com Maria Eugenia da
Conceico.
Vendem-se urnas casas terreas sitas nos bdirros
de s Antonio e S. Jos : a tratar na ra de Hurlas
n. ,Hi.
Cal de Lisboa.
A4SSOO.
V ende-se superior cal de Lisboa a mais moderna
que ha no mercado, toda em pedra a 49500 o barril:
na ra do Brum n. 18, armazem de assucar.
Para a quaresma.
Mantas pretas de fil bordadas a 5 rada urna :
na rua do Crespo loja de Adriano 4 Castro.
^ ende-se no engenho de Tiuma freguezia de
s. i.nuretii-o da Mata, urna pnrrao de burras carnu-
das c muito novas, rapaz de trbalhareni e por pre-
i.o commodo : entender-se com o proprietario da-
quelle engeulio.
Velas slerioas
para lauternas de carro.
Champagne de sidra,
em barricas de 3 duzias.
Vinho champagne cont de
Thor.
Fm casa de Tasso Irmaos.
Cognac.
Cognac auperior em raixasdn una duzia, vnde-
se em rasa de llenr Bruiiu & C, r na da Cruz n. 1(1.
Novdadenalojado
Sertanejo.
Ricas sabidas de baile o melhor que pode haver
no mercado e gastos quo anda nao foran vistos a
pi ero do.33 e (Oj, e mais bailas a 32. moas mui-
to finas para padre de laia a 1*500, ditas de seda
para senhori a 2200 c 23500, ditas brancas a 28500
e d#,chapos de alpaca forrados de seda,muito rom-
n,J.do?A2*200,!2S*w. mantas pretas de blonde a
V ''1 res grandes a lg00 e 18900, e milito linos a
ZJWW, ricas bengalas de masas fingindo uniconie
iJgS*?. I",a8 *8g500 e 10J, ditas de canna a
JSauu, chicotes de estalo muito finos a 2S500, ditos
sem eslalo a 1 e 900 rs., paletols de alpaca de co-
res e pretos de todos os tamanhos para menino? e
homens, o preco conforme os lamanhos ; assim
romo sejaiu pentes rirados i Imperatriz o mais mo-
derno que pode haver a 16g, 18 e 25, ditos sem
ser virados a 4g e 5J, e ludo o mais, que se pode
procurar, ludo tem i vontade do comprador.
s _d<* palliinlia rendados de Italia A Cari-
na piara da Independencia ]
-~
I
boa
A ni
di
-
. ma di
l.ma.
Calndieiros de gaz.
2o.
ULM9IBUM.
Vendem-se candieiros de gaz, proprios para ci-
a de mesas de salas ; estes raudieiros lornain-se
i'oroinuiondaveis pela limpeza e boa luz, assim ro-
cino oniios mais pequeos, proprios para bomom
solleiro, poisso mais econmicos do que Telas, e
melhor luz : quein os vir nao deixar de comprar,
e os preros sao roiumodos
\ ende-se una esrrava de meta idade, ptima
para o siivico de casa de familia por ser as habili-
taroes necessarias : na rua Direila, botica do Peo.
Rlf II infili^
\endej-se bandeijas de folha grossa e tinlas mni- f 1 I* I.v I I F I | I r\) 1
o linas i m temos a bg e 9j e solas a 5>S, 2S500, I*'J "-^ l-Jx-^ s*J J \/ \^
3g, 3S5f I, 4g, 4g500, 5g e 6j!, seus modernos mol- coberlos e deseoberlos, pequeos e grandes, de mi-
des e lw n gosto de desenlio de sisas pinturas deixa ro patente inglez, para homem e senhora, de um
bem eos leccr qiianlo siso ellas linas e baratas por' dos molhores fabricantes de Liverpool, viudos pelo
baldi i IhoOO e' 2000
ii. 31.
>':-;.! i'. tniii :i; : .:::i>
V pnde-su um ranoa'de 'rar'reira muito
e nova por 1303 : a fallar em Santo
ro, na taberna do Reg, ao p da fun-
Alcatifa
Vende -se aira I i fa rom qualro palmos
de. largura muito propria para forrar
salase igrejas a600 rs. o invado: na
rua do Crespo n. 12, loja de Campos
Lima.
Cruz
PMA
V.ii: '.uiiiiiin':
NALOJA DA
IA BRANCA.
Bandeija e talheres
:
1
Na
ultimo paquete inglez : em
lurs l C '
casa de Suntliall Mel-
laos pre os ; vendem-se tambem heas e garfos d
rabo de isso redondos, oitavados e irados a 3g200
e 3J.VI0, dilas rom cabo de hlela cravadas e folbas
linas a ; (6110 e 4$ a du/.ia, ditas linissimas com ca-
bo de vt ado, de osso pollido e baleia, o melhor
que se [ ode encontrar a 5g 5g5tH) 6g c 6S500 a
duzia, d las rom cabo de marliin e folha de'ac a ,
12ge 14!, ditas com cabo de osso para meninos a ; rnde-se em casa de Soiinders Brothers & C,
320 o ta Iscr, trinchantes muito linos a 2500 e 3<, i Pr""a "" '"rP Si"lo. relogios do afamado fabri-
rolliercs de metal priurepe tan linas que se ron- ''''"''' ""~kl'll, por preros roiumodos, e tambem
fundeiu com as de.piala sendo para soupa a 3g5U0< '''"'"''llins e radeias para os meemos, de exrellenle
a duzia u para cb a 2g800, ditas octiilinagre a i g"s1"-___________
1S600 e ig, ditas grandes e muito linas a 3g cada
um : na oja da aguia branca us qualro cantos da
rua 1o C leimado ss. 16.
Vinho Bordeaux.
Em ca a de llenr Rrunn c C, rua da Cruz n. 10,
vende-si vinho Bordeaux de difTereules qualidades
romo La alie, Ch, l.eoville. La. Julioeo, um caixa
de ii iii uzia por burato preco.
Una d
ao becco
quein \e
grand
como sejjmi
rovado
oja do Sertanejo
Queimado n. 43 A, loja de laboleta junto
'a Congregarao, segunda loja de fazeudas
para o l.ivrainrnto, lem para vender um
rliniento de fazeudas novas de (osles,
grosdeuaples de cores milito linas o
, dilasproUs de diversas qualidades o
covado a 1giOO, lgSOO, 1g(i00, IgTOO.'igSUO, dila
fina a 2g i umita fina a 2g4O0 e 2g600, sarja prcla
espanhola muito lina de duas larguras a 2g o cova-
do. c.iinizi has para senhoras de lodos os conipri-
nieulos ci m preguinhas, obra muito lina auge
OgOO, gol s e manguitos de ludas as qualidades e
todo osorl sncnlo para escollicr, emquanto ao pre-
co garante-be vender mais barato do que em oulia
qualquer phrle ; assim romo sejam paletols de pan-
no muito tillo forrados de seda al8j. 20g, 22g, 2g
e 26g : roas aos seus respeisaveis freguezes, que
lem amostrhs especiaes sulficientes para levar as
fazeudas ira a ver se agradara.
Vende se effertivamoite farellode Lisboa as
Cinco Ponl n. 03, por menos do que em oulra
qualquer pi re.
ffTTTrr rrTTT?T-TTTTT T*rrrmr?ii.
<
et
j; imiynui j
) Kissel, relojoeiro francez, vende relogios de ^
g ouro e pr isa, conceda relogios, joias e mus- "<
^ cas, ja aq ti he ennhecido ha niuitos annos, "*
i habita no pateo do Hospital ti. 17. 2
Rua di Senzala Nova n. 42.
Vende-se m casa de S. P. Jonhston & C. vaque-
tas de lustre tara carros, sellins e silhoes inglezes,
candeeiros i rasuraos bronzeados, lonas inglezas,'
lio de vela, r licole para carros, e montara, arreius
para carro di um e di.
patente ingli es.
ATTEN(1A0.
iloiis cavallus,
Aviso.
alugios d'ouro
No armazc n de Adamson, Hewio, C, na do Tra-
piche n. 42, ende-se sellins para 11011101 e senhora
arreios prate idos para cabriolis, chirotes para car-
ro, colleiras ara eavallo ele.
55 At< rro da Boa-Vista 5 5
CasadeF.Poirier.
Vendo-se laboas de pinho de resina del 1/4el
1,2 prrliega as de grossura, por prero muito ra-
Ziianl.
XAROPE
Toncas para meninos.
Na rtiapo Queimado n. 37 loja de 4 portas tem
um variado sortisuento de toncas para crismas mui-
to bem onfeitadas para 2g000, ditas muito finas e
bordadas a 4g000, tambem tem coifas pretas e de co-
res, de retroz, muito bem enfeitadas de vidrilhos
por prero commodo.'
Cera de carnauba
Na rua da Cadeia do Recite, loja o. 50, esquina
defronte da rua da Madre de Dos, ha para vender
sarcos com cera de carnauba de superior qual idade,
Cai'teiras grandes com chaves!
Vemjem-se por preco muito barato carteiras
grandes com chave, proprias para guardar dinheiro
e letras : na rua do (Jneiraado, na bem conheesda
loja de miudezas da Boa Fama n. 33.
Cortes de la.
Ainda reslam alguna cortes de la fina para ves-
tidos, com 16 covsdos cada corte a 4g, cstac-se a-
cabando : na rua do Queimado n. 22, na loja da
Chapeos para meninas.
2S
Rua do Queimado.
Na loja de miudezas da rua do Queimado n. 25
vendesn-se por preros commodos chapeos de seda
entestados, de muito bons e variados gostos para
meninas: queqi os vir nao deixar de comprar:
d-se amostra com o competente peuhor.
AGENCIA
DA
FUNDIDO LOW MOW,
Roa da Senzala Nova n. 42.
Neste estabelecimento continua a haver um com-
pleto sortimento de moendas e metas moendas para
engenho, machinas de vapor e taias de ferro bati-
do e ruado, de todos os tamanhos para dito.
Aviso.
I.uvas de pellica, de Jouvin verdadeirrs a 2g000,
muito novas, e liautia franceza As libras, meias li-
bras e quarlas alt nucas a 295611 a libra : na loja
de miudezas do aterro da Boa-Vista n. 82.
Foi Iran 'rido o deposito desle nampe para a
botica de Ji s da Cruz Santos, na rua Nova numero
53: garrafal 5g5tH> e meias 3g, sendo falso lodo
aquello que nao for vendido neste deposito, pelo
que so faz i presente aviso
I MI >KTAi\TK PAItA O PUBLICO.
Para curarle phlvsica em todos os seus differen-
tes graos, uer motivada por constiparles, tosse,
asthma, pli iriz, e: farros de .augur, dorde costa-
dos e peil palpitaeo no eborario, roquelurhe,
broiirhile, c or na garganta, e todas as molestias
dos orgos mlmon.ires.
LPotassa da Russia
I! CAL DE LISBOA.
No bem i onhecido e acreditado deposito da rua
da Cadeia ( o Recite n. 12, ha para vender potassa
da Bussia e da do Rio de Janeiro, nova e de supe-
rior qualid de, assim como tambem cal virgem em
pedra : tud por procos muito razoaveis.
Relogios.
Vendem- o relogios de ouro inglezes de patente:
no armazen de Augusto C. de Abreu, rua da Ca-
deia do Kec fe n. 36.
TACHAS
para
Na ft.ndico de ferro de D.
W. Bow man, na rua do Brum,
passan o o chafariz, continua a
haver u m completo sortimento
de tach isde ferro fundido e ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bica,
as quae 5 se acham venda por
pre^o c >mmodo e com prorap-
tido, umbarcao-se ou carre-
gao-se (m carro, sem despezas
ao com] rador.
Chapeos para meninas.
He na loj de qaatro portas na rua do
Queimado n. 37
que se neos tra um rico sortimento de chapeos para
mensnase n eninos ricaments enfeitados, e tambem
chapeos pas i senhora, de palha enfeitados, todos
de gostos m demos, e se vende mais em conla do
que em outn qualquer loja.
Vende se superior ltnha de algodo, brances e
do cores, ei i novello, para costura : em casa de
Seuthall, Me lort C, rua do Torres n. 38.
Com
.a
\ende-se isla agua a melhor qin- lem appareri-
do para lingir o rubello e snissas de pri'to : na li-
vraria universal rua do Collr/in n. 20. d-se junio
um improssojxralis, ensillando a furnia de applrar.
A'LOJA DA ESTRELLA
NA
Rua do Queimado
numero 7.
Neste eslabelerimenln arliar.'ro os compradores o
mais variado e completa sniliinonlo de fazeudas de
todas as qualidades. romo sejam
Cliiasde corea seguras, eovado.
Dilas de ditas linas, covado. .
Hitas fraurrzas linas, rovado. .
Poras de eassas de rores.
Coliuhas e manguitos de rroch.
Corles de rasemira a 8$ e .
Chales de frro......
llriui tramado de linho, vara .
Mantas e grvalas linas .
Musselina do gaz, corado. .
Ricos enfeites pan senhoras. .
Chales de merino bordados (rom loque d
4g500
HOOO
500
4S0
120
180
240
25000
1tlg(KKI
5gi00
g
lg280
. 143000
mofo)
I.enrna de rambraia de linho, duzia 4g e.
Prinrrza prela, rovado.......
Briui de tlaiiilriii".on. 7. vara ... i
Pianos.
Vendesn-se pianos (orles lo
gosto e modelo que tem vtulo
mercado e por oreos commodos:
rua da Cruz do Recile n. 50.
melhor
a este
n
GRANDE SORTIMENTO
HE
! Koupas loitas o Hizeiidas
NA RUA DO QUKIMAIlO N. 46.
ES s BASTO.I;:
Paletols de alpaca de cor o pretos pelo ,"*
diminuto prero de 4>, ditos de fiistao bran- g
ros c de ror a 5g, ditos de briin pardo Ci
muito superior a 5$, ditos de esguiao da 2"*
China cor de laranja a 5S, ditos de palh,
de seda a5|, dilosde ineia casemira pre-
a ts e ->q\ cor padrees muito modernos a 18$, ditos v,
pretos a 18$, sobrerasacas de panno muito l"
tino prelo com golla de velludo e forradas c
de seda a 22$, e a 25$, calcas de casemira ^
Sretas o de cores a 0$, "$' e 8$, colines
e gnrgurao de seda a 5$, ditos de velludo
Sj prelo a 7S, ditos de cores a 9$, ditos de
SS bramante a 1$600 e 1$S00, lencos de cam-
S; braja de linho duzia 4$500 e 69, e oulras
f militas obras feitas e fazeudas que s
vista que se pode avahar a pechincha.
^ 5 i TTTTT e v (TTf?f?Trt 5 TTy.
Apparelhos de porcellana.
Vendem-se mui bonitos e delirados apparelhos
de porrellana dourada proprios para brinquedo de
meninas, sendo ellesde differenles tamanhos e
Lgostos a 1S500. 2g,2$500, 3$. 3S500 e 4$ : na na
do Queimado nos qualro cantos loja d'aguia bran-
ca n. 16.
ENFEITES PARACABEQAS.
Hu modernos e delicados enfeites de llores, filas
plumas e frocos para senhora a 6g, 8g e 10$, preros
estes baralissimos vista da perfeiro o boui gosto
com que sao elles acabados, assiiu como outros
pretos de vidrilhos obra de apurado gosto e inlei-
ramente modernos e pelos diminutos preros de 4$ e
5$; para qualquer pessoa se certificar da verdade
de que fallamos, dirija-se a loja d'aguia branca, nos
qualro cantos da rua do Queimado n. 16.
Peras de n
deia.
pequeo toque de
avaria
adapolao a 2*500 c 38000 : na rua do
Crespo, loja < a esquina que volla para a rua da Ca-
6BEBBEQ fi PEIBCQOIBeaa
poetas a5J500 cada um.
.- .'.,: .
Com pequeo toque di i avaria.
Na loja do Peguifa vende-se madapolo com pequeo toqu de avaria a 3g400 a peca ditos mais
finos largosaS|Sp0 a peca, chitas rancezas largas cores escuras e lindos padrees com pequeo toque I car. em moros suuo bem "feWqu'e'rv'em Tara
de mofo a 200 resh o covado, chales de merino com algumas mi as de mofo e con. lindVpalmas ..as conducao de agurdente e por preco commodo : na
1 rua da'Cadeia n. 28, di-fronte da rlarao.
Aguia branca.
Novo e completo sortimento de
meias para horneas,
inulheres.meninos e meninas
decagannos.
Vendem-se mnilo boas meias cruas sem rostura
para homen a 1S800 a duzia e 160 rs. o par, dilas in-
glezas muito finas a 2$500 e 3J500 a duzia, ditas
muilo encorpadas de fio dobrado a 48500 a duzia e
400 rs. o par, ditas tambem de fio dobrado para se-
nhoras a SgoOO aduzia e320rs. o par, ditas finas
a 400,500 e 600 rs. o par, ditas para meninos me-
ninas conforme os disterentes tamanhos, asseveran-
do-se sercm mais baratas do que em oulra qual-
guer parte, meias de la muito linas para homem a
500 rs. o par, ditas linissimas de fio da Escocia a
600 e 800 rs. o par, dilas de laia para padres a
18600 o par, ditas de seda mui finas pretas e bran-
cas para senhoras a 3$, 48 e 5$ o par, ditas mui fi-
nas para meninas a 2$500 o par, assim como umi-
tas oulras miudezas e obiectos de gosto, queestao
patentes na loja d'aguia branca, nos quatro cantos
da rua do Queimado u. 16.
Na rua da Cadeia n. 28, defronte da rolarn.
ha para vender bixas hamburguesas em pnrro e
a retalhoe tambem sealugam por preco commodo.
Superior cal de Lisboa para fabrico de assu-
Na loja Ja empanada enramada, rua do Queima-
do n. 37, araba de rerrbor ltimamente He l'ranra
un rompilo sortimento de blendas pretas, pro-
prias para os arios da si mana santa, bem romo
sejam, ricos corles de vestidos de grosdeuaple pre-
lo, bordados a velludo e a retro/, manleleles de
grosdenapie prelo, ricamente enfeilados, manas
de lil prelo o los pretos, fazenda muito superior, a
melhor que lia no morcad, grosdenapie piolo de
muilas qualidades, um completo -m lmenlo de
panno finir prelo e de rasemira pela para lodos os
preros, eludas estas fa/.e.irlas su vendern por me-
nos prero do que em oulra qualquer parlo; lam-
ben, se alianra de sen ir o agradar rom toda a drli-
radi'/a trrdas aquellas pc-.so.is que freqiionlareln
1 slr- oslalielooiinenln.
Correi fregu-
/.es antes que se acabe a pe-
chincha.
Cento de ceblas a .">00 rs. e o milhei-
ro a 5$, as mais novas que lia no merca-
do : no armazem de Manoel Joaquim de
Olivair.1 i C., rua do Codorniz n. 1C, em
frente do becco da Madre de Dos.
Farinha de Irigo
SSSF.
Fernandos Filhos trm superior farinha de tri-
go da marca SSSF dragada antes de hoiilcm que
vendem a preco muito em cosita : no seu armazem
rua da Cadeia 11. 63, bocio da Madre de Dos 11. 12.
0 Preguira est Qiiciinantlo.
Na rua do Queimado n. 2, esquina do becco do
Peixe Frito ten. o Pregnira para vender por bara-
vende-so madapoln com pequeo loque de avaria tissnuo prero um completo Sortimento de a/ondas
a 18600 a pera, dito limpo a 2a a peca, ricas co-|betu como sejam corles de cassa e seda de lindis-
lienas de vellndilhopara rama a 10&000 ris, man- simos osloe a 6$5(MI rada um, ditos do la e seda
tas de froro para senhora, organdisa 640 ris a va-, de lindissiinos gustos r auperior qualidade a 7$ ca-
ra, rlala. 1a de llores a 400 ris o covado. da um, cortes di- Cambraia branca com salpicos a
Vende-se 01. arreuda-se o engenho Sao Jos,! 38500, ditos de dila com Rotea de corea a 3J800,
na freguezia de Sanio Aislan, 4 leguas ao suida ci- gangas mcscladas do padioes e superior qualidade
lade da Victoria, cojo engenho niecom agoa, tem ( a 5S400 o rovado ; chitas escuras o clama de cop-
0 armazem 1.- K. A, Burle & C.", rua da
n. 48, ha Direente champanln da melhor
marca quo lem viudo ao mercado a 259 o gigo.
Ricos enfeites com v ulrilhos
para calieca.
Vendem-se os mais ricos enfeites pretos e de
rores com vidrilhos, pido baratissimo preco de 4$ e
63 rada un. : na bem rnnlirrida loja de miudezas
da lina Fama, na rua do Queimado si. 33.
Attenco.
Yenda do sobrado, i-ua \ova n. 61.
O abaixo assignado tendo preriso de ir Kuropa
tratar de sua sade, vende sua casa de sobrado, onde
lem sua eoeheira : quem qnizer possuir bom pre-
dio, aproveite a occaaio. i) meamo ruga o especial
favor a todos os seus devedores de carros e oulros,
a pagar suas cootas, para evitar oulros meios, aliui
de poder liquidar os seus negocios.
t. Adolplie Buurqeiii.
Na loja ao p do arco de
Sanlo-Aiiioii
Velas de carnauba.
No anligo deposito da rua do V'igario n. 27, ven-
de.n-se velas de carnauba em pequeas e grandes
pon oes, sendo de 6, 7, 9 e 12 em libra, pur menos
do que em oulra qualquer parle.
Meias de borracha.
CHICADAS UI.TIkUME.VTE NO NAVIO FRANCEZ.
Na rua do Queimado, na Jtem'ronherida loja de
miudezas da lloa Fama n. .1:1, j lem para vender
por preco barato as muilo procuradas meias de
borracha, iiniramciite proprias e apprniadas para
loda e qual.(hit encharo as peritas.
Farinha, milho e
farelo.
Vendem-se saccos'com farinha. milho e farelo,
ludo o luelhur possivel : na labcrua grande da So-
ledade.
James Crablree 4 r-. tcem para vender em
sen armazem, rua da Cruz n. 42, os seguimos ar-
ligos :
CHAMPANIIAre superior qualidade, em gigos de
duzia de garrafas, e lamben, e... gigos de duas
duzias de meias dilas.
FIO DF; VKI.Amuilo forte (o melhor que le... vin-
do a este mercado) e proprio para coser saceos
run assucar:
ARMACKS DE SELLINStanto para monlaria de
senhoras como para homens.
CHICOTESpara ranos.
PERNERASmilito bem feitas.
AIIREIOSpara rarros de un. a dous cavallos.
I'IVI'.I.VSde ferro eslanhado para obra de sel-
lnos.
Na rua do Torres, escriplorio de Guilhorme Car-
valho & C.
Para meninos.
Rois de gnrgurao de seda furta-rorrs, obra de
muilo gosto a i : na loja d'aguia branca, na rua do
Queimado nos quatro cantos ... 16. A grande ei-
Irarvu rp.i' elle lem lido, e a pequea quanlidade
que reala, faz-nos dizer que quein nao se apressar
licar sem riles, por isso apparecan. boje incsiuo
quem uuizer dars testas aos seus pequeos.
grande cercado, limpo e circulado por vallado,
inuia malla, epreparado de lodo neressario para
moer; com grande rasa de vivonda, .scnzalla, etc.,
rasa para bagaro, ron. estofe e asseutaineuto para
relame; quem o pretender dirija-so ao engenho
Silrir a tratar con. o seu proprietario.
Relogios.
Vendem-se relogios de ouro e doura-
dos patente para homem e senhora de
diversos tamanhos por preros commodos :
na rua da Cruz do ltecife 50.
Algodao monstro.
Continua-se a vender o bem conherido e erono-
mico algodo iuonslro com 8 palmos de largura,
Eroprin para qualquer obra por dispensar lodo o tra-
all.o do coatura ; aproveitem emquaulo ha : na
rua do Queimado n. 22, na loja da boa f.
As M'i'tliiilcinis luvas deJovio.
A loja d'aguia branca acaba de rrcelier as verda-
deiras luvas de Jouvin, viudas de sua encommenda,
lauto para homem rumo para senhora, aliaurando-
se que sao as mclhores que em tal genero se lem
visto aqui: vende.n-se a 2J500 o par : assim como
oulras igualnieule novas, e tambem mui boas a 2jj
o par. Quem aprecia o bom, he dirigir-se rua do
Queimado nos qualro cantos, loja d'aguia braman.
16, que ser bem servido. Na mesma loja existe um
grande sortimento de luvas de seda de muilas e di-
versas qualidades lambis, para hotdem e senhora,
e a preros baralissimos.
= Antonio Luiz do Oliveira Azevedo tem para
vender :
Jacaranda superior.
Farinha de mandioca em saccas grandes.
Colla da Babia de l'e 2" qualidade.
Fio de algodo da Babia.
Espelhos grandes.
Vendem-se espelhos grandes para parede com
bellas molduras em ernisadas e douradas e vidros
mui linos e claros a 4$ e 5 : na loja d'aguia bran-
ca nos quatro cantos da rua do Queimado n. 1C.
ARMAZEM
DE
Fazendas e modas.
II RUA DO QUEIMADO. II
Para senhoras.
Variado sortimento de ricos cortes de vestidos de
gnrgurao prelo bordados a velludo, manteletes pre-
tos bordados, vestirlos e manteletes de seda de di-
versaa con*, marala e variado sortimento de en-
feites par loilel, chapos sem contestarn o melhor
que a arte pode produzir para salisfazer" ao apurado
gusto das senhoras, vestidos de plrantasia pretos e
de todas as rores para passein e soiro.
Usas a 160, 180, 200 e 210 reis o rovado: dilas
fraure/as de lindos padrors e de exrellentes pan-
nos a 210, 260, 280 e 300 reis o rovado, rau.braias
adamascadas para rortinadosde ramas |.....as de 20
varas a 11 I. grvalas pelas e de rores rom mola e
sem ella a 800 e ig rada nina, dilas con. mola mui-
to linas a JOOO, lencos de seda con. algn, enfeilo
a 800 reis cada um, gcosdcnaplo de cor de boa
qualidade a 1;800 o covado ; cortea de casemira
lina a 6$, dilos de n.eia casemira a 2$, ditos de di-
la mais lina a 2600 cada um,corles de brim de li-
nho a 18700 cada nm, ditos de dito bronco com lis-
Iras e de puro linho a 1$'.I20 cada um, corles de
gnrgurao para Golletes a 3$cada um, dilos de me-
rino bordados de lindos ROMOS S500, ditos de case-
mira prela bordados a 3.SS0O rada um, eambraiaa
l.zas de 8 varas a SgOO, Ag, .(UIO, 48800 e 5$500 a
pega ditas lapadas con. 10 varas a i,<, ($500,
o$00, 6,<500 e 7;2O0 a peca, corles de organdy fa-
zenda muilo larga e tina a'2600, alpaca pela com
6 palmos de largura propria para samaras e capas'
para volidos de senhora B 360 e 500 reis o covado,
chales de la linos com liana malisada a -($500, di-
tos de merino lizos a 1S80O, dilos de dito bordados
a (8200 cada um, lencos brancos rom barra de ror
a 100, 120 e 130 reis cada un, chitas francesas lar-
gas para cubera a 240 reis o covado, brim bronco
de hstra de puro linho a 800 reis a vara, dilo de
lindissiinos gostos c superior qualidade a 1S-I40 a
vara, dilo bronco muilo lino 18280 e 1$H10 a vara,
eassas de cores de lindissinios gostos a 360 e 400
re.s a vara, n.iissullina rom pequeo loque deava-
deslindo*padresn250 o invado; dila seuia\a-
na a 300 reis o covado, dita toda encarnada a 220
reis o covado, dila mais larga a 32.1 reis, casemira
prela a 28, 2820.1, 2,ill(l, 3j|500 e 48 o covado,
panno lino azul e cor de rape de superior quali-
dade a 5g o covado, dito preto a 4f, 5J e 5$500 o
covado, dito azul proprio para fardas a 2g, o cova-
do, lencos brasicos para mo de senhora de bico
largo e muilo linos a 800 e 1$ cada um, chitas es-
curas de Untas lix.-n a 58200 a peca, alpacas de se-
da de superior qualidade a 900 res o covado, pe-
ras de rambraia liza rom pequeo loque de molo a
28, ditas de hrelanl,a de rolo com 10 varas a 28
aloalliado largo muilo lino com bonitos lavores
1^280 a vara, italMias, espade de cambraia pinla-
lada de rores lixas i'lindissiinos gustos a 48 reis
a vara, eambraiaa [raneen* de lindos padrees e ex-
cellenles pannos a 500 reis a vara, eassas pintadas
miudiiihas a 320 n is a vara, luvas de lio da Esco-
cia, brancas e de cares a 320 reis o par, eambraiaa
napolitanas roxas o aznes de quadro a 360 reis a
vara ou 220 reis o covado, lisr-adinlms fraacexee di
Toalhas adamascadas.
Fio de vela.
Biscoutosem lata.
Vendem-se em casa de Arkw-
reglil & o. rua da Crnz n.
CI. por barato preco.
Na grande fabrica de ta-
mancos da rua Direila,
esquina que vira para S. Pedro n. 16, tem elTerti-
vaiuenle riquissimo sortimento de lamancoa de to-
das asqualidades, proprios para a palacio invernosa,
e vende-se lauto a relall.o romo em "grandes pur-
roes, por menos prero que em oulra qualquer
parle : os senboreS ruinmerrianles de IiVra deven.
prevenir-so, pois o invern est prximo.
MACHINISMO
Xa fundiro de ferro do engenkeiro Da-
vid \\. Bow man, na rua
do liinm, passando o chafariz.
Ha sempre un. grande sorlin.ento dos seguintes
objertos de mecanismos proprios para engenhos, a
a saber: moendas e meias moendas da mais mo-
derna roustrucro ; lar-has de ferro fundido e bati-
do, de superior qualidade e de todos os tun.anl.os',
rodas daadas para agua uu amulaos, de todas as
proporroos ; Caros e bocea de fornalha e registros
do uoeiro, aguilhoes, bronzes, parafuzos e cavi-
lhoes, moinhns de mandioca, etc. etc.
KA MESMA KU.NIHQO
se executo todas as eucomnicudas com a snperio-
ridade j.i conhecida cos, a devida presteza e com-
modidade em meco.
ARMAZEM
DE
Fazendas e modas
DR
MIGUEL JOS0E ABREU,
11 Rua do Queimado 11
Este estabelecimento que inqiiestionavelsnenle he
hoje um dos melhores neste genero acha-se rnm-
Elelamente sorlido de ludo o que de mais rico, mais
ello, mais moderno e de mais elegante e apurado
goslo existe no mercado relativamente a fazeudas e
Lifllia Roriz Trelo e semen.
a Torres, escriplorio de Guilho
Banha de poreo
Para casas particulares.
Hclluada, em latas de 10 libra- a 400 .-.*. 3 libra
na uta do Ainoriiu 11. 1:1.
Vende->c a loja de calcado sila na rua do l.i-
vramenlo ... II : a tratar na mesma.
CHEGUEM
Aloja da Boa F
Que est v endeudo muilo barato.
r.rosdenaple prelo muilo superior a 1.H0O, 2$,
8,500, :l5, .500 e -tjj o covado, sarja prela hespir-
nhola iiniiin superior a 2,i00 o covado, selin. ma-
ni muilo superior a H.'ski o rovado, panno prelo
fino a aj, 3, 4, >, 6 e 8 o rovado, rasemira prela
muilo lina a 2$, 8,500, 38, 3,500 o 4jJ u rovado.
riros rrles de rolletes de velludo prelo bordados a
18f, ditos de diio de cores a 7$ e IO9, e muilo su-
periores a 13g, dilos de gorgurao prelo a 3.500. di-
los de dilo de rores a 4.500, merino prelo setin.
muilo lino a 1,120 o rovado, alpaca prela muilo
tina a 640, 800 lj o rovado. meias proles de la
muilo superiores proprias para os senhores sacer-
dotes a 2J o par. rambraia de linho muilo tina a
68 a vara, esguiao de linho milito lino a 16,000 r.-.
a peca com 18 jardas, bretauha de linho milito e
muito larga a 808000 a pera rom 30 varas, ram-
braia adamascada para cortinados a 18,000 a peca
con. 20 varas, bramante de linho muilo superior,
com duas varas de largura a 8,400 a vara, aloalha-
do adamascado com mais de 8 palmos de largura a
1,880 avara, brim liso, Hamburgn, muilo lino U
J a lOg a pera rom 80 varas, esguiao de algodo
muito liiin a' 3,800 a pera rom 18 jardas, cambraia
lisa muilo Una a 5j a peca rom 8 1/8 varas, dila "
muito Usa a 68, 6,500 e 88 a pera rom 10 varas,
dila muito lina com salpicos a 900 rs. a vara, e a
78 a pera com 8 1/2 varas, fil de linho bordado a
1,400 a vara, mantas pretas bordadas a 108, veos
da snesma qualidade a 18,000, gollinhas de tilo
muito bem bordadas e bstanles largas a 1,200 ra-
da urna, lencos de cambraia de linho enm bien lar-
go em volla a 88, meias hrancas de seda para me-
ninas a 88 o par, dilas brancas de alaodao minio
finas para senhora a 3,600 a duzia, ditas inglezas
muilo supe liosos tambem para senhora a 58 a duzia.
dilas para meninas de todos os tamanhos a 280 o
par, ditas para meninos a 840 o par, dilas de algo-
do rm para homem a 1,800, 28. 8,500, 3 e 4j|, e
inglezas muito superiores a 5,000 a duxia, lean
broncos de cambraia para algibeira a 8,400 a duzia,
ditos maiores a 3,000 a duzia, ditos muilo grandes
proprios para a cabera a 400 rs, cada nm, dilos
muito linos de esguiao de linho a 7,500 a duzia.
dilos de linho de ceros escuras e ti xas proprios
para os tabaquistas a 400 rs. cada um, chales de
merino liso de lindas cores rom franjas de seda a
68, dilos de chaly com lislras de seda em volla e
rom franjas tambem de seda a 78, ditos de merino
bordados a 98, ditos de touquim muito superiores
bordados em duas ponas, com franjas muilo rnm-
pridas, prlo baratissimo preco de 450000, rico-
peales de tartaruga a imperatriz a 12 e a 20f, lo-
ques muilo Unos a 4,500, ligas de seda a 1,280 o
Car, chapeos de (Uro muilo finos a 5 e 6$, brim
raneo trancado de linho muito Uno a 1,880 avara,
dilo inrorpailo muilo superior a 1,440 a vara, dito
de cores de padrees muito bonitos a 18 a vara, di-
los de quadriuhos muilo proprios paja obras de
meninos a 800 rs. o rovado, ganga amarella fran-
ceza muito Una a 380 o covado, ditas escuras muilo
superiores a 560 o rovado, camisas de riscado mili-
to t>m fruas a 1,500, rambraias franrezas decores
muito bonitas a 400 rs. a vara, entre meios Mito
tinosa 1,980 a peca, tiras bordadas muito finas a
3 e a 48 a peca, e" alem disto um completo sorti-
mento de fazendas finas e grossas, que vendem-se
por procos mui commodos, s alisu de se fazerem
grandes'vendas : na rus do Queimado n. 28, oa
bem ronherida loja da Boa F.
Escravos fgidos.
speitavcl publico e e-.pi
e ravalheiros do bom tom,
ror n .. i P "Lf e ""'heiros do bom tom, que o que cima se aflir-
,ar riii-, ,!. s ,1' "I '',"'? S:",,ura a 1^m ma ,,i"J "' costurando e trivial engodo con. que se
o nar *lmlranmi m" f"* "^ ^^ pr0Cura a,,rnl,ir a concurrencia, mas sim a exacta e
mencin, ,-J i "- i,"'"(11as 'I1.'" f> de''" d Bel expresso da verdade.
amotrr'^ra l7 l,ara"ss"uos PS> Ao que tica dilo s resla
.e ri.o.io amostras r-oin in-o uo-rs ,rtiBn.I.__r.___.....i-i^^__,.
accrescenlar que todos os
rtigirs soro vendidos pelos mais moderadospreoos.
No da 14 de agosto do anuo prximo passado,
fugiran. do engenho Sele Ranchos, freguezia d>>
Niissa Senhora da Escada, comarca da cidade da
Victoria, os seguintes escravos: Damiao, crioulo, de
25auuosde idade poiu-o mais ou menos, cor fula,
beiros grossusc meio arrebitados, tem urna cicatriz
na testa proveniente de um roice de animal, pernas
finas ealguma cousa arqueadas para tora, osmalnia-
do, espaduado, altura regular, e esta bucanAo ago-
ra. Jacintho, crioulo, de 28 annos de idade pour-o
mais ou menos, altura regular, cor prela, poma
barba, beiros grossos e faz rerto geil na bocea quan-
do falla, tem una cicatriz em usnadasfac.es, pernas
finas, esmalmado, fuma, o locador de viola. O
primeiro foi comprado ao Sr. Joo Francisco llarho-
za da Silva Cumar, e o segundo diz que foi escra-
voda familia do Sr. Joo Nones, da fazenda do Sitio,
ent Paje de Flores e comprado na praca de Per-
nambuco. Consta que ditos escravos estaera Pa-
je de Flores por portadores que mandei'e de l vie-
ran) : roga-se as autoridades policaes e capilar-., re
campo de os pegar e levar ao referido engenho. a
Bernardino Barboza da Silva ou na praca de l'oi -
namhuco aos Srs. Manoel Al ves Ferresra rkLii.ui.ii.i
rua da Morla n. 3, segundo andar, que seio ir-
enmpeusados com a qnantia cjmt.
Dos premios.da stima parte da segunda lotera a beneficio do Gymnasio Pernambucano,
____________________extrahida a 12 de Marco de i 859.
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