Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08005


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Full Text
iVihW
ANNO XXXV. \1 MI HO 58.
AIIII A*.>0 19 DE HIRCO DE 1850.
Por auno adiantado l.'.^ouo,
Porte franco para o subscriptor.
ENCIRNEGIDOS DI SUBSCRIPC40 NO NORTE.
Paralaba, o Sr. Joao Rodolpho Comea; Natal, o Sr. An-
tonio Marque* da Silva; Ararat)-, o Sr. A. do lomos Braga;
toara, oSr. .1. Jos do Olveira; Maranhao. oSf. Jos Tci-
xerradp Mello; Piatihv, o Sr. Jos Joaqun] Avalu; Para,
o Sr. Justino J. Ramos; Amazonas, o Sr. JerotiMiiu dai Calii
Cosa. ,a_
____________________________________ (Tdi
AUDIENCIAS DOS TRIBUtUES 01 CAPITAL
PtRTID DOS CORREiOS.
Imlns os das as novo e mola lloras do dia.
s, Goanna P Parahiba as segundas sextes-frira*
i. Bexerros, Bonito, Caruar, Altioho e i.arauhuii- Tribunal dn rommervio: segundas e quimas.
roas feiras. ) Relaco: Ierras feiras e sabbados.
Iho, Nazareth, l.imoeiro, Brejo, Pesquen**, Ibbmm- Pazenda: uarlas e sabbados as 10horas.
tres, \illa Bella, lloa-Visia, Ouricury e Exu bagl Juifo doromnicn-io: quintas ao mpiu dia.
feiras. Uilsjde orphios: ierras e sc.xlas as lu horas.
Sj-rinliaoin, Rio Pormoso, Una, Borreiroa, Agua Pre- Proipira vara do i-ivjtl: lenas e sellas ao mein dia.
incnlciras e Natal quintas feiras. : Segunda rara dn rixel: quartas 6 sabbado* ao ineio
. os correios partem as lo horas da manhaa.
I
EPKEMERIDES 00 DIEZ DE MARQO.
\ Quarlo cr,-.,-enli- as i lonas o 211 ininnlos da Blanda.
ls l.i. i rima as 7 liona > 20 minutos da larde.
2I (.loarlo minguanle as ', lonas c s niiiiiilos da manhaa.
I
PRKAMAB lil Huir.
Primeiro as 1il horas
Segundo as II horas
rmiiniios da innuha.
|s lomlos da laido.
OAS da semina.
7 Segunda. S. Tirana/ d*Aqnnab. dntit, da igreja.
S l'on-a. S. Juo d-- lieos Pundador dos Religiosos da rar.
!l (.lo.ola de i in/.i. s. li.iiiiisi-.'i Romana -..: 8. Helliodio.
110 Oiiinla. S. Militan e :ta eoiup. mu, ; S Orolnveuab.
: II Sexta. Ss. Candido elleraclra mm.; S. Viudiciauo b.
1 12 Salihado. S.Gregorio Magnop.doul. da ign a.
i I.: Domingo, s. Euforia v. ai.; s. Rodrigo ni.; s. Rogcrio f.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPQtO NO SOL.
Alageos, o Sr. Claudino Falcan Das
Martina Alves; Rio do Janeiro, o Sr. .1.
ES PF.r.NAMRIi.O.
Baha, e Sf. I
ao Pereira Martina.
PARTE OFFICWL.
Ministerio da fa/.enda.
MCUROS. 2,352 i.k 5 de n:\ kbkibo iik 189
Adapta prnrimriainenle alguma procidencias leu- millas enrr
dente* a reprimir o contrabando de mercado- pago os imposto
ruis M porto de I 'ruguagunn e attgnienla 01111-I Arl. II. Nora
entregues as odiante* competentes pelos empiega-, nado na forma do ari. i\i do re
dos encarregadoa da liquidacio.
Arl. 16. Knceirado o exereieio, abrir-se-hio nos
livros competentes do thesonro o Ihesonrarias,
runa da relarao lio que trata o artigo precedente, as
ules pos que ato cssa poca nao I i ver in
ana divida
ulameiitu de TI de
mero e rtncimentns don empregados dn difunde- dos oimlribuinlcs
gn retptttipa. Iporqnilquer i-ir
Conrindo tomar providencias no sentido de re-' divida aetiva do
primir roiilrahandii de mercaduras snjeitas a di- exorricio, prai
reifosde consumo, que em grande escala so faz
pelo porlo da villa de Uruguayana, na provincia de
S. Pedro, com grave projui/.o para a fazenda na-
eional : hei por lo-in. usando da aulnrisarao ron-
cedida no arl. 29 da le n. 369de Irt de srlcmlim
de lai c no arl. ti da lein 51 i de 28 de oiiliilnu
ko de presumprin de falliuieulo
aeran dirigir-me para s
juuho do 1836. tro brasileo o:u Pars, ler
Ari. 10. Os ajudaules do administrador ocoad- ximopaquete,
juvaro no exereieio do suas obrigaees, segundo Oiio ao dito do Piauhy. iernaando recebido o
as instruccoes quedelle receberem, approvadas p- ollicio, que V. Kxc. se servio dirigir-me em 25 de
lo inspector. Janeiro ultimo, comniunicando qoe no dia anterior
Art. II. Alni das obrigaroes impostas no cap- lomara posse do cargo de presidente dessa provin-
lulo S ilo regolinieiiio de 22 de juuho de 1836 ao ra, relnbuQ a V. Kxc. as suas nenressues liciiovo-
admitiislrador das capatazias e liis dos arma/eos las, asscgnraudo-lhe que len sajnpre iniiila satis-
mai
cues de 27 11
mais disposi
Vil. 12. (Isiln
impostes, almo d
oa hdoca do
lieados nos porto
e onlros semelliantes, ou quando
iiuisiaurias se livor de liquidara para boa guarda, coiiducc.....onsorvacjio dasuicr-
slado, depois do eurerraiiientodo e.idorias, e o promplo expediento ilo sen ro das
r-se-ha nos termos das iuslriic- capatazias, lieaui laiubem a cargo do administrador
as fnmvoes de que iraLini os 5 2" e^'do ail. 38
do siipraeiiiido regulamuiilo.
\ri. \l. Soloe a responsabilidade dos diversos
mpregados das capatazias so obstfrvaro as seguiu-
f.-ieao em cumprir as suas ordens, quer sejam rela-
tivas ao scrvii*o publico, quer ao particular do \.
Kxes
Hilo ao ditodo Rio Grande doWte.Tonho pre-
sente O oiiieio, que V. Kxc. se sen o duigir-ine
em 15 do enneiile, declarando appnoar os leos,
que fbrara ulferecidiis pela porraa aV sarcos e bae-
regras. Sao respousaveis : las rinda dessa provincia.
J l". O administrador : Sendo levado a mandar ultimar a arrematacao
de 1RW, ordenar que na alfandega e mesa do ron- 'I" cobranea no d iniieilio dos devedores, iiicum- I Pelas fallas, avarias, dainos e quaesqunr prejui- pelos motivo* constantes do ollirio do inspeetor'da
solado, eslabelcridaa na referida villa se observem bindo o mesmo ao das estarnos lisraes da liquida-1 zos que soflrerem as mercadorias.desde o seo des- alfandega, que acompauliou o uru de 2i de jauei-
remessa das eerlides para embarque as poules ou raes da alfandega alea en- ro ulliino. estimo que a approraeao dada por \
[mis do encerramento do
nos lermos das inslrnr.-
II o lll de de/illlliro dll 1851 o1
m \ igor.
es das estacos arrecaaladoras de
annunejarema poca dcobrau-j
O proprielario do Di \IIIO Manoel Pigueima de Paria, na
sua urraria praca da Indepi udcnei* na. (i e 8.
r ii'ausiiuliiilo ao ininis-. Osexames das hrm.is decavallaria infantaria, se- lio mesmo periodicn transcreremos o segninte victoria, por cssa forma contrapoata desde o pri-
esau destino pelo pro- rio presididos pelos senhores coronel los Mara [ artigo,_ publicado originariamente pela Gaztt* de meiro passo, e essa presso de lodos os insianies
Ildefonso Ja. omi: da Veiga Pessoa. Colonia : contribue a faze-lo acreditar rada vez mais, que es-
Os de nriilharia s.iao procedidos pelo Exm. Sr. \ ContiiMataJ Reciavann.....-ia. que o pnmeiro ses escudeiros sao os nicos com os quaesetio po-
brigadeiro inspector geral, na forma do artigo 10 alaquacontra a Austria ser dado pida legiao italia- de contar.
do reglamelo de 20 de marro de 1857, visto que se | ua, composta do quatro regimentos de 3,000 lio- Mais doqueninguem, M. Buchanan, araetersem
niens cada uma, legiao de euj i organisaeo se acha iniciativa, espirito varillante, natureza ao mesmo
ado o general l.arihahli. lempo ainbiiiosa efrara, devora ler expcmantario
tao entrara, se Ios-e preciso ua l.omhar- ,.ssas influencias. Todos vem para omlo ellas OCon-
du/iain, mas elle, nao ove anda b agora le-1no.
acha pre-ente, o no exereieio de suas -anceoes.
ii- seuliores eomman.lames de cornos enviaro
quanto antes ao respectivo Sr. presideutedas com-
niissu,.-, relaeocs nonrinaes dos sensores oATeiaes,
ladeies e inferiores que se prnpnzerein a exarae.
Assignado.Jos Jon l'oellin
Cunforme. tforaci ./' Cnaino Coelko, alele-
ajiiilanle de ordens to coiumaudo.
Esta li-
dia para encelar as hostilidades
lie
(aran constar por editaos pu- i le
do niaior circulaeo o prazn
EXTERIOR.
I rao pelo que respaila i
lyana ojuizdos feilos.
lo de i Arl, 13. lia son ma
Esta noticiat por mais singular que paruea, nao
deixa lodavia, de tero sen fundaniento.
Sahe-se i|,> iiiuil.i boa onte que o iiosso governo
auslriaco rerebou cotainiiucaces a osle respeilo,
.- j lomioi a- necessarias providencias.
K corlo que liarilialdi, queso suppunha em suas,
piopnedadesda Sardenlia, se acha actualmente no I
ducado de l'arma. Tinha rom effoito, ido Sarde-
que marcha
provisoriamente as seguintes disposi.-oes
Art. Io. O inspeelor da alfandega de l ruguay
na esecui o do arl. 284 e 292 do regulamentn de -^rl. 13. lia soiAma proveniente das rendas do
22 de juuho do 1S16, poder renietler, quando o i exereieio cobradas lor diligencias do juizo dos feilos
julgar neressano. ropartico llsral mais proxi-, "" decurso do mei
na, aflu de ahi proceder-se ao leilan de que traa "al, oboiiar-se-ha
o art. 288, quaesquer inercadorios que sejam ap- i ilisposi.-i'ies em \
prebendidas polos empreados da mesiua aliando- estabeleaida, sem
ga oni acto de contrabando
Art. 2". Kiraiii prohibidos na referida alfandega
os despachos do reusporlacao de mereadorias para
qualquer oulroporlo.
Arl. 3". O numero e vcnrlmetilns dos emprega- ment
dos da alfandega de que si- irala, seriiu oscnnslaii- i "ln de Janeiro, (i de fevereirn d
empregados das es
mo exereieio e semestre addicio-
sen> enipregados, na forma das
ir, a porcoflaageiu actualmenle
prejuizs da que o competir ao*
acoes lisrae-
trada no aripazem a que foreni destinadas, e da sa-
bida do armazem, devidamentO despachadas alca
conferencia flnal do despacho e sabida da albndega
provando-se que a falla, averia, ele, lora occasio-
nada por colpa ou negligencia do administrador, ou
por causa que ello poda ler evitado.
5 lis ajudautos do administrador :
Pela mesiua fnua do paragraphu aulecedeuti
Arl. 1 i. -'irain siippriinidus do 1." de juuho pro-1 quanlo s alias, avarias, ele, .pie so verilicarem
ximo futuro em di.'
iolernas os livros d
les da tabella que con este uoixa
Arl. i". Picaiu revogadas as disposii des em ron-
trario.
Praucisro do Salles Tnrres-Homem, do inen ron-
solho, miiiislro e secretario de estado dos uegoeios
da fazenda e preside ule do tribunal do thesonro
nacional, astui Icuha entendido e faca circular.
Palacio Jo Rio de Janeiro, eui 5 de jfwrcirn de
1859'. 381'da independencia do imperio.r.niu a|
rubrica, de S. M. o Imperador.
Ie< Torren-Uomem.
TABKLL.V A Qlt -SK BKFKMK O UEC.HKTO X. 2,:|52
llKSll U.VTA.
Alfandega de. l'rugnngana.
12 por ceuto da renda divididos em 1211 quofas.
Orden. Grat. Unotat
IUCO de Salles fui
iiEc.HKio n. 2,:t
lt.l<.liilielece o uso d
doriim estroinjei
don drxpiieltoA il'
IIOI IIIHI'XIK ni,*
tiitjein.
Allendeiido aos
ifr Sal- muilas ve/es nao n
lestes dos navios d
ido as reci bedorias das rendas as pontea, pateos, ulhciriis e covias conliadas ex-
a receia dos imposius de lauca- elusivamente a seu cuidado e Rscalisacv pelo ad-
I minislrador.
1859.=Fi-iiii-i S 3* lis liis:
loiiieill. Pelo lliesuio modo do 5 1", desde que as lllelca-
doria entrarem at sahirem de seus respectivo*
aiinazens.
Ari. 13. \ recepcaoou indemnisacaodosdamnos
xtravio* ser feitapelo causadnre responsavel,
sado. I" qoe loiafra para com a Austria
Kilo ao COmmandanle das arma*. Vo ollicio, que I'odeno.s atlirmar que a nula foi rom efleilo dil i-
V. Kxc. ni. dirig" .ni I do cn*K>ule. sol n. I ill, ge'a |"|i. gahinole de l.oiidic-.a.i de Turin oque foi
kiiikIO kkvkhkiho iif 1859.
enras de guia das infreadn-
iiiieeijadn* por calititatjeiii e
vcajri'ov de prndin'cin aaeio-
iiniiifeshis dos iiaria* de cali-
1 Inspeelor.....1:011* 5IMI9 18
1 Kscnvuo. ..... su .t,s 100* 11
1 1" Escripliiraro. 700 350* 8
1 2' Hilo......OliOS mus U
2 Amanuenses .... IHI5 2ooj ti
1 Tbesapreiro .... 8OO1 ilKl.s 6
2 l'eituies coufercules. 7l'llg 3:5113 12
1 l'orteiro......llO 21X15 8
1 CorreiO......20O5 100.
i Cuardas de l'classe. 30UJ 1(H)S 3
II Ditos da 2a 1 l.-isse. 2IIIS KXIS 2
llio de Janeiro, em V-de fe. ere ro de 183.
Fi-ancitco de Sallen Torrex-Homem,
re-pinol., declarando, que pola esuuraria de fa-
zenda, segundo informa o respectivo inspector, foi
remeiilda collectoria de GaranBnns, por uiaa do
aler.s Jos Antonio Valeio, a quaulia de nibllWI
para occorrers despezas com os destacamentos da-
queda villa e da freguo/.ia de S. Amito.
Hilo ao inspector da Ihesoutaria d.- fazenda.
l.iiia-se cun a incrivel UlaMao, de
para a popularidade
nanlo ao mais, nunca a repudiacao dos (actos e
fa.-aulias por ineio da naeao, foi lao longe cono o
remo* hoje. Jamis urna sene de proiecIOS lao 1.1-
Ihegoric.-inisnle dtspolos pelo choe du poder ove
coiivo enciintraram igual i-eprova.ao ou seinelhan-
te desdem. lionvm di/er <(oe o uo.uienlo era sin-
Vernrins da Italia: nba depois da conferencia que leve com o general gularmente escolhido para fallar de aventuras po-
flella .Marmora, mas demorou-se all pouco lempo lilicas e linanceiras .10 me,:no l.-mpo. ,........ ,.,,,
le Janeiro se leo se- e agora anda a lecrulai- gente para org.liusar a le- as que fazein o objooio di......naanm. \ I nio-A- .
3'-10 iialiana. mericaua antes de ludo una llamen** ca* de
~~ rommercio, e vir pedir-lln- milhons-iindiaseguinle
Anida os seguimos exlraclos do mesmo peno- em urna cnse como a de 1857, era currar de cor.i-
""'" : c,io alegre, a urna negaran corla.
As correspondencias de Mllo, daladas de 29 de S a regueira polilica do que .ilhi podia a/er
janciro, anooie i.on que se enlarda e exp.-de a toda com que M. Ituchaiiau COmmettesse esta falla que
a pressa para Inesle grande qiiaulidade de objec- bom caro Iho ha de rusl.ii.
1 "lil isso nao quero di/er que e-pero ver o cin-
gle.-o patear o resto da mecao nn mesmo silencio
e alisieinao total que man a'o piiuieiro Ule/. dell.T,
. Se a adniinrslracao nao cuita seii.ei con a 111 ii"-
OBIIIlilllf.^
Prnnleira da Lombardia, 27 de Janeiro.
Etc. esleja em hariiionia com a dehheraio, que guinle :
toiiiei.r.iinimunicoii-se ao inspector da Ihesoura- Haalgum lempo que se hila
ria de fazenda. 1 nm nota diplomtica, que se dia ter sido dirigida
Hilo ao dito da Parahiba.Acenso a recepcao do ao governo de Turin pelo gabinete de Londres.
ollicio, que V. Iac. se servio dlrigii-me cudala! Hoiseii-llalle de 26 de Janeiro assegura que
de houlem com dous evemplares impressos do re- : rssa nota e concabida em termos bastantes KVO-
lalorio, que apn-seuioii a assenihli-a legislaliva ''os. '' 'M'e o goveno brilauico iusislia com a Sarde-
dessa provincia ua sesso ordinaria do auno pas- !lllil """f6 Jifossidade de renunciar aiiimde hos- tos dos palacios du Mooza o Miln
lliz-se que nos couselhos militares que leui havi-
do fixou-se u projecto de invadir desde logo o l'ie-
dfrigida
em lermos 1
Francisco de Sal
conselbo, ministro e st
nKC.RKTON. 2,35(bF. lti IIK FF.VKUKIKO IIF. 1859.
Manila obserrar .w iiulrmcoet para a liiuidneiio
e cobrnnca da divida activa.
Atiendo necessidade de promovnr-se nao s
ainigai eluienie comnjudicialinente.a entrada da re-
ceia publica no decurso do exereieio, a queperlnncer
alim de se evitaivm veame nos rolletados e ao
thesonro os prejui/.osque rosultam j do fallinieiilo
dos devedores da fazenda, ja das duvidas suscita-
da* entre* adiniiislraca" eos contribiiinles polo
reiardameiii.p da cobranea execuliva ; hei por beni,
osando daautorisaciio da primeira paite do arl. 75
do d.iTelo B.J30de2fl de iinvembro de l50, que
as estacies Oseaos arrecadadoras de impostse
uas du thnsourii e tbesourarias, a qaq awBpel- a
liquidacao da divida activa ilu EslJOrlTse observem
as iiislrucriies, que Com este baivaui, assignadas por
Francisco de SallesTnrres-Hoinem, do inen i-ouso- .
iho, miuislro e secretario do oslado dos negocios rubrica de S. M. u liup
da fazenda e presidente do tribunal do thesonro na-I orres-Homem
cioual, que assim lenha entendido e faca exe-
cular.
Palacio do Rio de Janeiro, emllide fevereirn de
1859, :I8" da independencin e do imperio.Com a
rubrica de S. M. o Imperador.francisco de aul-
le! Torrm-llomem.
iconveiiieules que [osultam de
lereiii ser incluidas nos uiaui-
lioiaem rom as necessarias
I Bjjaittcaces as n -rcadorias j despachada* para
conjjinii e os geucr >s de produceao e manufactura
nacional ; hei per be n, usando da aulhorisaejo con-
cedida pelo arl. 29 i la lei n. :|t9 de |8 de seleinbro
de 1845 e art. 40 da lei n. 51 de 28 de outubro de
188, ordenar:
Arl. 1. Sao reslalldecidas as cartas de guia das
mereadorias estraugaua* navegadas por pabolagem
e eujos direilos de ciiisiiui" ji huuverem sidos pa-
gos elambem os despachos dos gneros de produc-
eao e manufactura\ nacional annexos aos niani-
feslos dos navios de cabnlage.m, licando revogado o
arl. 23 do decreto I n. 1,385 de 20 de abril de
1851.
Arl. 2. Na organisaco dos manifestos a cargo
das mesas do consola lo se observarA restrictanieu-
le o que se acha disp islo a respeilo dos ditos des-
' gachos na 2." parle lo arl. 2 do regulainenlo ti.
710 de lti de outubro deitftO c ordens do Ihesouro
us. 113 de de juuho le I85 e :I27 du 27 de outu-
bro de 1855.
Arl. :l.' II pagamei to dos direitos de consumo,
de que irala o arl. 2:1 da siipiacitadn decreto de26
de abril de 1831, s I r lugar quando 0* voluntes
das mereadorias estrai giras transportado* em em-
liarcaroo- de cabotag -m uu esliven-m compre-
heudidos nein no manifest neiii na carta de
guia.
Arl. I." Picam revotadas asdisposicos em con-
trario.
ii-i-oiiliecido por decisao do inspector, em prooAtso i Traiismillu a V, S. para os rorreniealps exann-s,
Summario, guardadas as disposices do regulatneu-! rupia da acta do consellio adniiinsliaiivo par* lor-
ien. 590 de 27 de fevereirn de 1819,quanlo ao fac- liecimento do arsenal de guerra, datada d
lo do daino ou extravio, e do seu caurador ou res- lieiro ulliino
ponsavel : licamlo limitado o juizo arbitral do que Hito ao uist.....lor do arsenal de marinha.Km
Irala o art. 59 do regul.iinenlo de 22 de juikbo de additamento ao meu ollicio de 7 do crrenle, re-
gocios da fazenda n p eeidente do tribunal do the-
soiiio nacional, assim i
rular.
Palacio do Rio de Ja
1859, :ls." da iudc|......I
Terrae-Homem, do meu
itario de estado dos ne-
teuha unlciidido e la. a exe-
iciro, ei
ca e do Imperio.Com a
rador. r'i-iincis-.o de Salles
DBCB8TQ I, 2,356 ni:
Manda obserrar o rc./i
ciifialazins ifas atfan
das por couln da fa;
-------
ti IIK FKVEIIV.IKO DE 1S59,
la,nenio ni> i oserci-;o das
'fyis, guando admiiiislra-
nda nacional.
iiM.vc-nvA. o.a.ioarque uas atiaiiucgas no imperio ge oMerve Joo l.uiz Pinto Mohteiro, quanlo & parte que Ihe
I. 1o. As disposices do arl. 1 ate o 8" das ins- n legulamenlo para o siirvico das capatazias, que i compotia da mulla imposta ao canitao da barca a-
ues de 28 de abril de 185(3, o hern assim as ilo '''"" "'sle batxa, assigitaio por Francisco de Salles cioual Imperalri;
Ao n. 3,059 de 19 dedczoinlin.de 1857, serio Tnrrcs-Homem, domril conselbo, ministro c sc-
instricc.0ksaqif.se B.F.FKRK o nr.caETO N. 2,351
I.KSTA DAT SOBHE A LlOlIOACU) K CORHAM'A UA
11IVIDA ACTIVA
Art
1 ruceos
doeri
execntadas nns rccehedorias das rendas internas das
cidades da Baha c Pcruambm-o, com as alleraces
segiii ules:
1". Os rerebedores das referidas rnrebedorias,
rujo< numero nao exceder de 6, sern Horneados pe-
loa inspectores das Ihesourarias de fazenda.
Z*. As llancas dos recebedores serio prestados
as thesnurarias de fazendj^ __^-"
3a. A ilindhQ^doiMminicipflis em^iu*rTr?os para
a robrancartJKs impostes no dolfcilio dos ronlri-
I'sando da aittorisac
lein. 369, de l.s dse) mbro de 1815 e arl
lein. 511 d88d
1830 ao julgameiilo do valor da iiideinnsacao
quando se der rouleslacao a osle respeilo entren
reclamante e o responsavel recouhecido pelo ins-
pector.
Arl. 14. Da dojaiso do inspcrlor sobre o reco-
nherimento ou nao do daino e do sea causador, o
do responsavel pelas fallas u extravos haver re-
curso para o Ihesonreiro na corlee para a- ihesou-
rarias uas provincias, lia deciso arbitral sobre o
valor da iudeinnisa.au nao haver recurso
Arl. 15. A liquidacio da indeiunisacao far-se-ha : se deslina ao* porto*
elerinin.ida nos arls. 11 e lo do regula- Piulara.(I Sr. a
cniniiiendo a \ me. que. entilo perlen.es laucha
de.-tiuada provincia do Rio Grande do Norte, man-
de furneeor urna crrenle tina de 10 palmos de
cumpriuiuto u un ancorele peqjwno, alim de que
a dita lancha posea luiidear no rio, que banhaa ca-
pital daquella provincia.Commauirou-se ao Rxm.
presidcule da provincia do llio Otando do Nurle.
Hito ao gerente da cotupauhia Peruambucaua.
Pode Vine, mandar seguir a inauhaa, hora indi-
. cada em sen ollicio de boje, o vapor igU4tras$nt que
do uorle.
letit
moni
nlido indicado; mas par.ee nao lersido Uputiane.) na compacta, lavoravel as suas vistas, coula toda-
. severos como taz persuadir o llor.sr,, Prnnleira da Lombardia, 27 de Janeiro. \ia partidarios lano mais devoladns quanlo saM-
iiaue. i. ao m......j isto o que se deprehende de; Aiuannaa o regiment de kmdli deve reforcar a les mesmos que a lem arrastado i via eniuue olla
un artigo da OptmoHe, que passa poro orgara du guarnicao de Paria. Se o regiment *e aehaomseujaepenle.
conde de l'aviMir. ti jornal l'iemonlez acha inste estado complelo, a guarnicao li.-ar coai 8,000 ho-I Unas ou tres indicaee* lem" sido hincadas a
acto diplouiatu-i. urna occasiao inuilo nalural de inens. \ n.an.-ira de pelas de amo-Iras, alim de por-so em
demias do iminsteno inglez. ^V municipalidadc fdr* aalceedenlomente previ- urdem do da a diseuataa prtica do pragramma
que a altitude do gabinete de| inda de que doaia preparar aquartelamenU para presidencial. Ellas nao deixaraode reproduzr-s,. na
isao O general doveri ser hospedado no conliniiaeio das geigoes. linda menos os oradores
'' -(i''- !'-, <,;.''"'",''',"' ,a l'"1"":'1 l,V'-",".;l- '"I"-"." 1 '""' Vruabahli. deixarao escapar as occasies incidenlesde collocar
I,,'"' ''",'' ;! priiiiisula, nao se acha anda i Urgamsou-se un enrpo de obserracao, que moa- os seus discursos aonexionistaa o tirados brea don-
de iodo revelada, hile da como crio que a In-
glaterra nao se pedera mostrar hostil ao Piemonle
sem dar un desmentido aos principios que dirigen!
sua poltica
Recunlleee ell.
l.iuuhes nao favorav
da conpauhia brasileira
tu pan a
no vapor
na forma de
ment n. 590 de 27 de fevereiro de 13 eorden*
do Ihesouro a osle respeito.
Art. 10. Us damnos e extravos por que forem
responsaveis osempregaddl i- serventes de nontea-
co do administrador nlio eximem a este, pem aos
ajudanles e liis, se necurrido nos limiles de sua
responsabilidade, segundo foi designado nos 55 ,1"
art. II, licaudo-lhes porlu salvo o direilo de re-
querer ao inspector a retonco dos rencimentos do
causador, 011 da falta para -en pagamento, se nao
fr dosaliaiu-ados, e de usar do* meios que a lei
concede, para llavera sua imlemiiisa-;iu.
Arl. 17. Pora dos rasos previsto* edeteruiitiados
no presente regnlamento, eaesquer outraa indem-
iiisaces que sejam dolidas licarao a cargo dos co-
fre- da alfandega, e assim lambeta todas as despe- C.....ana da lloa Vista.laiuimuuirOii-se lamn
los paquetes vapor, mande dar passa,
riirto por cdhta do ministerio da guerra,
'/yo,,.,,/- ao soldado Jos Martina do F.spirilo San-
to.Coniiuuiiiceu-se 80 COinmaCdante das armas.
18
Circular aos Exms. presidented das provincias do
sol. Participo a V. Kxc. que esla provincia Oca
tranquilla.
tblicio ,10 presidente da rolaran. Commnnico a
v. s. que o bachantl Jos Mara Oardoso participou,
por ollicio de 2 de Janeiro lindo, ler entrado 11.1-
janciro lindo, ler ....
quella dab.....cargo de juiz municipal o de orphos n na0. podoria ser evitada por um Cougnaau ,
do termo de Cabrob, para que fra nouieado por 1 ''"' "'"' '''' J" s,'r '"olivo para una cundan
decretle 12 de agosto du anuo passado, assumn- BUroP* se a laglalcrra o nao quizer : pin- quanlo
do lio mesmo dia as uiice.ii s de juiz de direilo da { 'l"1'1' M afeuda ao seu principio, qer ao seu lim
ii Piemonle .' o nico oslado Hvre da Italia, o uni-
CO que lein sabido estbelpccr um rgimen de pro-
gre-s.i regular e de civilisacao, O nico que tem
cumplido esireiiauente os seus compronssos par*
com os alliados. o nico que aceitn COIB toda a
lealdade a allianra inglcza. Sejam quaesoreiu os
disentimentospdivergencias das dnas corte-, hade
s.-r milito ditiicil o dar-so unta liosliKdade entre
os dous pazes. A nota de lord Malmesbury, ,
segundo a Opinin, urna prova desta verdade.
11 ministro ingle/, recorda as boas relacoes que
uuein os dous estados, o a forma .illeuriosa e mo-
derada da nota atiesta que elle se ere COOStrSOgtdo,
por sua posicu, a dar a sua polilica na Italia unta
direcao, que os despachos di|)lomalicos mal podi-m
exprimir. Iliz que desejaria evitar a guerra, mas
que est.i ltimamente courenemo do que a qaeMio
da Italia deve si-r resolvida, e que se o nio poder
ser por um accordo pacilico, iiupossivel ser impe-
dir a guerra.
\ Opinin demonstra omsogdida, quecsaaguer-
inas
racio
leude de-de l.oinoal
e o Tessino.
O fui-ledo evercilo ha d
Mantua e Creinon.i, com
ser concentrado entre
1 vanguarda em la.di e
Palia, costeando o lago Maior trina de Monrne.
(.iiianlo por temer que sabe de ttldo sso algu-
ma resulucao activa, eu c-toii mais do que nunca
longe disso, a menos quaesquer eventualidades
nacencia e a grande reserva no paiz veneciano. coinplelaiiiente imprevistas hoje. (1 lempo boje 6
, Us Austracos lenieui que os Franco/os alaquem medido tao curto, qne as explosoes orolorias cusa
\n.-un.i, e loinaraiii j a* medidas necessarias para de prodozir-se em lodo sem fogo. A expiraro do
viri-ui Boecorro da praca, emcaao de ataque. mndalo parlamentar, llxado pela cnusliluiri para
, que o evercilo auslriaco nao pode occul- 4de man;O, deixa justamente dous mezes "de ses-
lliz-s
lar o modo que lem dos Prancuzos. tis officiae* j
nao saheiu seiiiiu rom a 111.10 no pnnho da espada,
ti general PeteStici, rhefe da brigada de Paria, est
liosjiedailo no collegio de Cliisheri, B exige ludas
as noiies as chaves, posto que te,iba una importan-
te guarda que o pode bein defender.
(Um.)
Berln, W de Janeiro.
A Itngttagem dos joniaes auslriaros, os quaes do
como cousa certa que a Prussia prestar* apoio
sao, representando ao mximo 41 soasos. Adinit-
liudo anida contra todas as Iradieocs, quenenhiinia
suspensao reduz* o nuiuem de dasele liabalhn ac-
livo, milito punco para um cougresso que lem lo-
dos os budgels votar, a tarifa que examinar a
grande liaba Iranscoiiliueiilal que regular.
Arresceule a isso a perspectiva ilumnenle de
umnesso debate sobre a admssao do Kaucsas na
diguidade do F.slado, c ver que a parle deivada .1
"n-ora da polilica externa aehar-se-ha redacida
Austria no caso de eventualidades de guerra, lem bem pouca"cousa. V. iiidubilaveliiietile o que d
produzido umadesagi-adavel impresso e.....VSS08 mais feliz pode acuulecer.
E. Mam
o concedida no arl
mandar que uas alfandegas do imperio se observe
zas con o serv, o das capatazias
Arl. 18. Picam revogadas todas as disposices
em contrario s do presente ngulam, uto.
llio de Janeiro. 10 de fevereiro de 1859.jVron-
ciscc de Salles Torres-Ilamein.
.I.XHKIIIKMK lio mi I" 111. KKVKHKIHO HE 1859.
A alindola declarando, em resposla ao ollicio,n.
e fevereiro de* 1! de 25 *MAt*i'iiAl'Ao.^inJ**)1' -'insulta -obre
a extenso que deve ler aportarla de 22 do lasmu
me/, calino, que a decisao do tribunal do thesouro
communicada pela citada portara nao lovo por lim,
ueai podia alterar a docsao do mesmo tribunal
conimunicada em aviso de 2 de abril do .limo pas-
sado, a respeito do modo pratico porque rumpria
,|ue aalhindegaproccdesse era conforraidado daor-
deiu de 9 de maio de 1858, A dislribuii;ao das mul-
las a que lem dreiio os einpregados encarrcgadot
da conicrcncia dos manifestos, pois cus a decisao
citada de 22 de Janeiro ultimo tora proferida sobre o
recurso inlerposlo pelu ajudante dos eonfurentes
20 da
10 da !
tro de 1818 : hei por bem
cretarin de-estado do* aegooioa da fazenda e presi-
dente do tribunal do Iht'soiii-o nacional, que assim
o lenha entendido ef.ua exocotar.
Palacio do llio de Janeiro, em lll de.fevereiro de
i8o9, 38.a da iidep.'inliWiac-ilo imperio.-Com a
tnhiiiii lia ffi iT'n ItiriMpliilu r......i.....,/csalle*
niein
KOI I.MIKNTO l'lltl
O iMio iimiMsTimiiJ
OIONU., V yl K SK HKH
Ti PATA.
Arl. 1." Oservico da
quando nao for cotratl
cargo de un admiuisln
iiia/.ens
buinles Acara dependente da approvucio dos ins-
pectores das Ihesourarias de fazenda."
4*. A gralillcaQio diaria para ravalgaduras ser
arbitrada pelos referidos inspectores.
Arl, 2". Logo que Andarro os prazos marcados
uas disposices em vigor para a porcopcao dos ui-
poslns a bocea dos cofres pblicos, proiiiover-se-ha
a cobranea do domicilio dos Contribuintes durante
os Ires mezes seguintes na forma do denlo n.
2,059 e ustruci-es rilados, uas cidades do llio de
Janeiro, Babia, e Pernambiirn pelas recebedorias
das rendas internas e uas capitaes das provincias,
onde nao as houver pelas eslares que lem cargo
de arrecadar as referidas modas.
Arl. 3". Terminado o trimestre de que falla o ar-
tigo antecedente, o director geral da contabilidad!-
na corte, c os inspectores das Ihesourarias uas pro-
vincias, design.iro logo de entre os empiegados das
estacos cimp. lentes do thesouro e Ihesourarias os
que deveriiu ser encarr'egados da liquidacio da di-
vida acllva, a qual se elfecluar pelos luesmos em-
pregados e sob a inspeccio de seus cheles as es-
lares arrecadadoras ania mencionadas, avista
dos livros de lancamento dos imposius de lalio e
de escripluraco dos valores dados aos recebe-
dores.
Arl. 4. A proporco que se forem liquidando as
dividas dos contribuimos e extrahindo as respecti- dos amautenscs, confo
vas eerlides organisar-s -lia uma rrlacio por or- Pc'eucerem.
deb nlphabelica conte-'i o o numero da divida, o I .Art- *- -Antes de et
nomc do devedor, a natureza e quola do imposto,' rao estes empregados
a impertaiu-ia da multa quando a houver, rom os i yln 'lvro proprio e a
claros precisos para se fazereui ulteriormente ua | "er
v lliesouraria de Santa Calharlna,participando
que foram inderido- os requeriraculOS em que Joao
Vuloaio-I.'jm^'lonTliiu. l-'raiiciru.Xavirrde Ulivei-
ra Cmara e David do Amoral Silva, servenlua-
rios de ollicios de juslica da loe-tna provincia, pe--
deni pira pagar no prazo de cinco Minos os novos e
vrlhos direitos dos lugares queexercem : visto ser
lal preleneo manllestamcutc contraria ao disposlo
no art. 7" das instruccoea da 25 de Janeiro de ls:12,
as quaes nao foram alteradas, qifanlo aos referidos
! ollicios, pela advertencia 2'1 da tabella annexa lei
capatazias das alfandegas. de 30de noieuibiu de 1841, cuno se declaren ao
lo ou arrematado, Qcar a i ministerio da juslica em aviso de 7 de dezembro do
lor, ajudante* e Aei* de ar-1 auno lindo a respeito de ideulica prelencio.
e/krte haver un aduiinis- I lliesouraria do Rio-Craude do Sul, derla-
lautos liis quanlus forem | raudje. em resposla ao ollicio de 2o de dezembro
ullieao, no qual participa ter negado pessoa qu,
vrvrv/lvs DAS Al.rvM.r.i. vs
POa C.IIMV IIV F.V/.l.M.V N V-
iik o DBCKBT n. 2350 lus-
trador. Ires ajudaules i
os armazens.
g 2." as da Rabia e
dor, 2 ajudante*, e Oei
armazens.
5 :'" as do Para, M ranho e Rio Crandi
Pedro do Sal, I administrador,! ajudante c
um numero de liis qua de armazens.
$ 1." as domis alfa alegas, 1 administrador, e
inspeelor da Ihesoiiraria de fazenda.
Dito ao ni.-sino.CoinniuniiM-o a V. S. que o juiz
municipal do lor......le Cimbre*" bacharel Miguel
Vrehanjo Moiltciro de Audrade assumio em f do
rorrente, na qualidado de *eg.....lo substilulo, as
fuucces de juiz de direilo da comarca do Brejo,
donde foi removido o llr. Joaqun Jorge dos San-
Ios, passanilu as nosnias (u^cJjiajLa ser oven-idas
ileso,- n .,-, ,0 piia pTimvirO^VIWkutadau]
HisbeUo Fiorenlino Correia de Mello, por ler lin 11-
do aliene i d :; I dias que nblivera por portara
de 21 de dezembro ultimo. Communicou-se lam-
bemao inspector da thesonraria ,1 hienda.
Hilo ao inspector da Iheeonraria de fazenda.A
miniia ordem de lo do fevereiro nao poda ser con-
trariada com o aviso de 2 i de fuHi i de 1857. Nao
um adiaiii.iineiiio de vencimentos que ordene .i
benelicio dos olliciaes : um pagamento anlecipado
deseos venemenlos, para qoe so faca menos sen-
tir a necessidade de se estar remetiendo para Fer-
nando diiiheirn para pagamente da* pracas. Kilos
que para I i vo, podera levar e j sOb sua respon-
sabilidade, os rencimentos dn mex, que cure, ,- foi
isso o que lve em vista efectuar.
Nesse sentido enlenda e execute v. s. a minha
ordem.
Dito ao diiyi'lir interino das obras publicas.
MairrTc Vnre. ntzer uas eocheirasde palacio os repa-
ca*> accresceiilametitos ncressarios e com toda ur-
>s.....i1, par* que se pona netlai ter olte cavallos,
eos arraujos necessarios para quart.-l de oito pra-
ca, sendo ,ue para as despozas com isso. ordeno
Ihe-ouraria -eral que passe para os cofres de sua
rupartico a qiiaatia de500*. Offlciou-e neste
sentido ao inspector da lliesouria de fazenda.
Hilo ao agente da couipanhia brasileira de pa-
quetes a vapor. PdeViuc. fazer seguir para os
porlos do sol o vapor Ogapoak, hora indicada em
sen ollicio de lionlein.
Dito ao administrador do correio. Declaro a
i me, para sua inlelligenria, que as malas que enn-
duz o vapor Ui/apoct para os pollos do sul, devem
circuios goveruamentacs
Todos por aqu se recordam anda muilo bem da
antiga poltica da Austria a respeilo da Prussia, pa-
la que supponhaiu que laes esperance* srjatu US
ticadas.
lis eorrrspoiidcuU's ofllciosos fazem notar j que
um auxilio desta especie nao est estipulado no ac-
to federal, seuo p.ua o caso em que o territorio fe-
guerra e apenas da nacionalidadc, rircuinsciiola doral se ache aiucieado, e quea Lombardia nio per-
por cuisegiiiiile peuiusiihi itlica. Unce ao leiritorio federal.
A (J/iiuioHc continua nesles Irruios; Observa-so, alem disso, que os diverso* artigo*
K bem verdade que. o Piemonle provoca, mas : do avio federal leeui solo v hilados por minias vezes,
elle e nao o seu governo. ir enltalo provoca, a i sendo que a Austria espeeiaiuieiite culpada desta*
l.i Frute. )
PERNAMBUCO.
tribuna provoca, e provoca o estandarte tricolor. O
lombardo, que \ um paiz livre do oulro lado do
Tessino, nao lem ra/o do dizer : Ksse estandarte
uio podara proteger lamber a noel Ve. poaVria-
otos ler tanibeiu represeutantes nossos, quedefen-
,1,-sseii nossos direilos do alto (jassa tribuna paila-
.....litar f Nao poderiamos *et'
por essas iusliluices ?
< H* dez anuos que se raciocina deslo uiod
que ha de fazer o Piemonle .' Deve abolir a i.....sli-
lui.-o, supprimir a liberdade para Iranquilii
Austria e coiis "i'var-llii; a pacia pusse dos
dominio* italianos
< A aversao da Austria se nio leiu manifestado
contra taln lal ministerio, mas sui contra as ins-
tluces libera,-s.
3
a r a
seus
viola.-es.
'I'nriesyonileiicia par.I
A (ateta auslriaca, orgao do
Vieuua, diz o seguidlo :
- Tocar nos tratados del815, seria destruir pea
lias,- iodoo-.ys'e.n i ,i"S Ksladoseuropeo* : querer
rev-los, seria p-los em qneslao, o o problem*
que dahi sergiria nio se poderia resolver sono
com arlilheri.i.
Estas palavra* teem produxida urna sensac.io ex-
traordinaria em Pars, poique sao umsymptbmade
guerra.
- O* jomaosinglczes do dia 7 de fevereiro di-
tera que a Fraii-a quer a lodo o costo j-omper o*
tratados de 1816, formar uma confederacao italia-
ASSEMBLl* legislativa provincial.
skssvo oniuNvuiv km 10 iik ajiCo uk 159.
'residencia do Se. Bario de L'antura.jibe.
(i'.onclusol. '
Procegue a discussudo prejeeto.
0 Sr. \f. Heir.Autor do projecto que sedis-
cule, cirre-ine a olirigacio de dar as ratee* que li-
abiuele de j ve para apreseula-lo cinsidera.-o da casa, visto
que irataiido-se em primeira discussao da sua uli-
lidade, nio podia deixa-lo fosse o mesmo rolado em
silencio.
ia o aiui" nnssa.lo quando tivo liiviniltalar o pa-
recer da nulire commissSo de fazenda e Orcamenlo
que l.u dalo sobre esto projecto que Ihe era desfa-
vor.iv.'l e que nao mereceu a afiprovaco da casa,
apreseotei alguma* raxoea em sua susiciiia.-ao;
ma* a raza,i mais iiuportante ou a que mais ser-
v io de me i mover otfeteeeto cousderaco de.y
la casa, foi o laclo constante o repetido de"\oreui
na, e aerescentam que a guerra j agora parece ne-
Se Anstria ae mosira agora mais fritada, ritevol
porque, bem a sen pesar, o ministerio Cavour lem
de s.
o ines-
lleis em nuuiero igual
Arl. 2 Todos os em
igo antecedente, serie
penal, excepto 01
liis de armazens das
[lie o serio polo* res|i
- i 5"" i i i i ,| ", ..........I > /* *' lona i" poiiiis ir
'ernambuco, 1 administra- serna de curador do alienado claudino Jos Alvos, j ri[:,r a bordo s quatro horas da larde
em numero igual ao dos | alteres reformado, o pagamento daquanliade......
: ii i"s n ruin que fora e*te aontomplado na relaco
dos cn-dres de dividas del exercicios lindos, que
acompanhou a ordem ii. 57 de 7 de abril do auno
paseado, YSto ter o dito albires seguido para o hos-
picio de Pedro II, que foi aapruvado o seo procedi-
uienlo, una vez que nao priseiwciu as quanlias de-
vidas a alienados ; sendo fue ser paga pelo Ihe-
souro a divida de que se I rata a quein se mostrar
competentemente habilitado para receb-la.
o dos armazens.
iregados, de que irala o ar-
lomeados pelo governo ni-
do aduiiuistBador e
ras das provincias,
livos presidentes,sob pro-
aiuc mi-
li",.]
posta dos inspectores U i alfandegas e iiiforiuaciu
dos das Ihesourarias, co
cao do thesouro
Arl. 3." lis vencimos
capatazias sern iguaes
te ; os do* ajudaiilese i
alfandega, coiniuiiiurandu qoe o tribunal do
Ihesouro iiuleferio, nos termos da circular de 2 de
il dependencia de approva- 'outubro do anuo pastado,
los do adminislrador das
aos de um feiloi-coiiferi-ii-
s dos liis de armazens aos
me as alfandegas a quu
lareui em exeiricio deve-
ire-lar .liau.-a por lerina
uizo do inspector, a sa-
iv eC. da decisio que os si jeiloii ao pagamento dos
inesuia relaco as obserraPoes necessarias.
Art. 5. Liquidadas as dividas proreiiieittes de
cada imposto, serio entregues ao director geral de
conlabilidade na corte, e aos inspectores das ihe-
sourarias lias provincias nio s a relaco de que
trata o artigo antecedente, como as eerlides a que
ella se referir, alim deque as uiesmas eerlides se-
jam iinntedialameiile remullidas para os juizo dos
feilos, na forma das disposices em vigor, di -
pois do assignadas eelos rhefes das estacos de li-
quidai-io.
Paragraphu nico. Os empregados incumbidos
da liquidacio deverio dar coula de qiiasqucr ir-
regularidades que encontrarpm as eslares arrea-
dadoras.
Art. 6. Os coiiltecimenlos em ser entregues pe-
los recebedores nn lim do prazo marcado para a co-
branea no domicilio dos contribumos, serio colla-
dos aos respestvns lales, continuando sob aguar-
da dos em|ircgjdos das eslacoes airecadadoras en-
earregados da escripluraco "dos iiuposlos, e recu-
lliendo-se a reparlices competentes nos prazos le-
gaes depois de encerrado o exereieio.
Art. V. Durante o processo da liquidacio a que
se referem os art*. :i e 4. quando os devedores
coniparcrerem para efectuar o pagamento dos ni-
postos em divida, nao se expedirio uas estares
arrecadadoras os conhecimentos de lalio senio ilu-
dante gua dos empregados do thesouro e Ihesou-
rarias cnoarregados da liquidacio da divida activa,
a qual sera arerbada na relacio' mencionada no art.
5, innutilisando-se a certidao que se livor por ven-
tura extrahido do respectivo devedor.
Art. 8. Depois de reineltidas ao Ihesouro e Ihe-
sourarias as certides de divida mencionada uoarl.
5, poder anda realizar-se amigavelmenle no de-
curso do exereieio e semestre addicional o paga-
mento dos impostos em divida, mas smente vis-
ta de gcjia pa9sada pelas estacos competentes nos
termos Jas instruccoes de 27 de marco, t e 10 de
dezembro de 1851. '
Paragraphu nico. A recoita arrecadada no de-
curso do exereieio e semestre addicional, per iiteio
de guias, tanto no caso deste artigo, como nn do
antecedente, *era levada aos Ululo* dos respectivos
impostos, nog livros do mesmo exereieio e nao ao
Ululo de divida activa.
\ Art. 9. As guias de que tratam osarte. 7 e8, se-
rlo mcDsalrncnte remetiuasao thesouro e Ihesou-
rarias, averbando-se na relacio mencionada no arl.
5, os pagamentos feilos no decorso do exereieio e
semestre addicional, depois que as certides forem
8 1." Xa alfandega di
t) adminislrador d
Os ajudaules de.
0* liis de .
S 2." Xas da Bahial
buco :
11 adminislrador de .
0* ajodanlos de .
(ts liois de ....
5 3." Xas do Para,
Rio-Grande de s. Pedii
'i adminislrador de
' ajudante de .
Os liis de .
as domis alfand
< adininislradnr de
Us liis de. .
Art. 5." Alem dos era
dos no arl. 51! do re;
ls.3ii, para conduero i
ras, os quaes serio di
copio aos srvenles, di
quanlo ao valor da mes
Arl. I!. I) numero d
do artigo precedente,
corle e pelas Ihesonrai
corle :
e Pertiam-
Marauho
do Sul :
ti.imosooo
direilos esialveU-cidos ua
pelo decreto de 27 de nal
despacho de 35 C*ita* de
glaterra
arifa, antes de alleraih
i do atino passado, pelo
illas uportadas de In-
visto ter sido a di dribuicio doilu despa-
ldo na alfandega daqite!-
cho feila antes do recebim
le deorel
A rerebedoria, romi inn-'-ando que o tribunal
do Ihesouro den proviineii o i. recurso inlerposlo
pelo llr. Jos Rodrigues d
la que Ihe fui imposta por
erare de nonio Geraldo.
3:tMiiijt)ii i guahv, depois da nrgani; u.io da matricula geni,
3:0003000 sem a apreseulaco de mi
k iiiesma, lec.nimei
cessidade que ha de mai
alfandega de tiriiguayaua
da dita alfandega que use
5:l)llirs0lin
2:50050110
iaOOJOOO
nomeaiido at 12 guardas
recurso de Durhaui l'i
Oliveira Vercza da mul-
ler matriculado o seu os-
udo do municipio de ta-
danca
do, vista da grande ne-
r numero de guardas na
que declare ao inspector
da autorisaco concedida
pelo arl. 7" do regiilanien o de 22 de juuho de 13C,
xtranuiuerarios com ven-
pregad
de
1:11005000
2: (Mil lal 100
2:0IKr3lilll
2:000S0IMI
ISIMISOOO
1 i" 11 al.un os
cimento igual ao dos pRe. livos omquanto a anuen-
cia do sen ico e a liscalisacao o e\igirein.
Ao ministerio da juslica.I Um" e Exm* Sr. Ha-
cend o decreto n. 2,3(3 le 29 de Janeiro ulliino no
cap. t, dado recurso em alguna casos para o conse-
lbo de e-lado das decises administrativa* proferi-
das pelas reparticoes de fazenda e pelo tribunal do
arligns anlecedeotos, h mera sempre o* menciona- \ ihesouro nacional -, e teraando-se portante neces-
Illlo ao delegado de polica do termo de Tacara-
lu.Salisfaca \'uic. ao que se exigi na circular ih-
23 de ulano, constante da copia, que vai acoro pa-
nbada de um itnpresso, e do seu ollicio de l de
Janeiro ultimo para ser a--igna,lo.
Dito ao dito de Cabrob.vo -en ollicio de 21 do
Janeiro ulliino respondo declarando que deve \ me.
em prazo breve salisfazer a- exigencias cuntidas no
offieio circular de 23 de marco, de que Ihe remello
rupia acompanhada densa impresso.
Porlaria. O presidente da provincia nltendciidn
M .pu- propoz o director geral da inslriico publi-
ca, ivsolie, em viiiudc do artigo 7 da lein. 452 de
21 de junho de 1858, supprimir a eadeira de latn
da villa de Iguaiass, peinado o respectivo profes-
sor pulilico Jos Xicacio da Silva a ter exereieio no
gymuasio provincial. Commuiiicou-se ao inspee-
lor da Ihesoiiraria provincial, director geral da ins-
Irucco publica, e regedor do gymnazio provincial.
Dita.O presidente da provincia, rouforiuaiido-se
conl a pri4Joiitdii major cemmandante da seccao
de reserva do iTTTrrrfipio do Brejo, datada de 20 de
Janeiro ultimo, acortBila qual iiitormou o rommaii-
danle superior interiuVlrTiHyia guarda nacional
em ollicio de 2 daquellc me/, rVsolve nos termos
do arl. 4 da lei u. 02 de 19 de tetembro de 1850,
iiouiear para olliciaes da referida secN) os cidadios
seguintes: *.
Primeira compaiihia.
Alfereslos Magalhies da Silva Porto.^.
Segunda rompauhia.
AlferesJuio Xepoinuceiio de Souza.
Dita.0 presidente da provincia resolve, decon-
formidadecome disposlo nn 5 1 do ariigo(i5 du-lei
11. lili:; ,le |9 de getembrode 1850, privar do poSH
de alferes da primeira compaiihia da seccao de re-
serva o. N1I.1 municipio do Brejo a Antonio de Iran-
io Albiiquerque, por nio ler solicilado a respectiva
patente no prazo da lei. Offlclon-se ao comman-
danle superior interino do lln-jo, ilaud,.-s,-lli,- ,.-
nhecimenlo lauto de*t* potiari* como da anlece-
dellle.
coiiquislado na Europa urna posicio solida, a que
illa so nao lem podido oppor.
_ .< A independencia da lidia j nio hoje ques-
lao que se discuta, mas sim um problema que es-
pero por sua solueo. ..
O jornal piemoiilex lemanita razio, o estandar-
te da liberdade nao pode llur.lii.1i' em Turin, seui
que se lorne o alvo, ou o poni de reuniio de luda
a Italia.
Sobo imperio das iusliluices livros, a* popula-
ces sardas vuein rresrer a prosperid.ide da patria:
mas eni vez de excitar urna uobre einulai-io da par-
te da Austria, esse quadro nio faz senio inspirar-
Ihe tremores de mido, e urna inveja repassada de
odio.
Foi justamente sob a influencia deste ttissosen-
timento, segundo afllrma um dos nossoscorrewon-
dentes, que o archiduque Maximiliano, dirigiudo-se
porto de Miln ao duque de Uallicra, senador pie-
luonlez, disse-lhe as seguintes palanas:
Se faltar ao Piemonle, diga ao Sr. de Cavour
que os de llrocks e os lia, lis lein feilo em benelicio
da Sardenha muito mais do que lodos os l'ieinou-
teze* juntos.
lis jomaos da Sardenha dizem que as autoridades
austracas teem recrudecido de rigor.
(l numero das pessoas presas ua Lombardia cie-
os pequeos propnetarios -uas casas em praca pela
falla do pagamento com imposte de decima.* Para
obviar este mal, para nao ver redundo uma im-
portante cla-.-e da sociedad.i miseria militas vezes
\ew-Yorli, 31 1I0 ilezembni to H^S. por (acto* independente* de sua rontade, foi que
. ,, [eiilendi que na qualidade de reprcseulante da pn,-
pie offictalmente annunciar-lhc vincia, me cenia a obrigaco de olfereccr alguma
llmenlo de i* de juuho de sano marcaros prazos que devem ser concedidos
arriiniaces das mercado-1 s parles para oseffeitosprevistos 110 arl. 39 do n-
lomcacio do administrador I ginieulo provisorio do referido conselbo ; rogo a V
Eu posso quasi que nflirialineule anuiniciar-llie | v
O regulameiilo da questao uiulanieiilal de Xicara-
Ma, sobre a> mesillas bases que indicara em minha
ultima caita. Os governo* da America Central de-
clararan! que i-stavam proiuptos a rectificar o fa-
moso tratado Gas* Vrissarri em sen primitivo
theiir, isto com a clausula que antorisa os Ksla-
ilos-luiidns, a proteger o transito, al por ineio da
forca, se f.'irmister. II inverso dessa determinad"
a condesan immediala de tratado* idnticos, se
bem que separados, com a Pranra e Inglaterra
Deas* forma permanece adquirida solemnemente
consagrada a igualdade absoluta dos direilos entre
as tres grandes potencias inlcressadas em ludo
quanlo diz respeilo as comiiiiiiiicaroes nter orcea-
"iras.
Restan* agora romo ultima pedia d escndalo,
desse lado, o negocio dos flibusleiros, mas, sobre
esse niesiii" p,,nto parece ler se eslabelerido a in-
lelligencia rordeal- Os Kslados-lJuidos encarre-
gain-se da polica marilima, e reconhecem na In-
glaterra a faculdade de exercer a polica de Ierra, no
caso de desembarque.
R* ahi pelo menos o que se diz, e a convenci
por lal forma racional .1 todos os punios que .slou
va-se, segundse diz, a mais de 2,000, e as pri- d'sposl" a ella acreditar, a despeilo dos desmenlf-
soes conUnuam.o a policia multiplica d proposito dus .d" a'g'ins ohslinados que clamaiu pelo sacriQ-
agebtes provocadores
Consta que fura fusilado um Sargento hngaro
por ter gritado : Viva a Italia o passados pelas
armas dous soldados da mesma naci, que se dis-
puiiham a laucar fogo ao armazem da plvora da
fortaleza de afilio.
Tem apparecido muilas cartas auonymas, acon-
selhande os proprielaries a nao pagarem o imposto,
e o senilmente nacional se lein desenvolvido a lal
ponto, que al os proprio* meninos dos collegios
recusan! assistir aos cursos de lingua alleuiia.
Mas, 110 nteio deslas grandiosas aspirares, o que
C*ZO celebre historiador Cesar Canlu, que se lor-
11011 apologista do governo oppressor, depois de ter
defendido tanto e lio bem a causa da Italia 1 Anda
por Milio e pelos arrabaldes a solicitar, de porta em
porta, adhesocs em favor do archiduque, e feliz-
mente por toda a parle Ihe recusam assiguaturas.
das capatazias, que po era e\igir-lhes llanca, ex-1 Kxc. se digne expedir as providencias que Ihe pare-
acconlo com 11 inspector
na Banca.
s eiiipregados'iiienciouados
r lixado pelo thesouro ua
uas provincias ; o dos
srvenles para o Irabal o bracal ser lixado 110 m-
ximo, que peder ser dimitido, lendo-se atteiicio
s necessidade* do ser ico e ao promplo expedien-
t da repartirn.
Arl /." l)s vencime los dos empregados de 110-
ineaeao do administr; dor das capatazias e. os dos
serventes sern designados pelo thesouro na corte,
e pelas thesuiirarias ni provincias, ouvido o ius-
irctiva.
cerero precisas, iia coiiformidadu do art. 10 do rila-
do iigiiiieuto.
- 10 -
Circular s presidencias-lllin" e Exm* Sr.Ten-
do o decreto 11. 2,31:1 de 20 de Janeiro desse auno
estabelecido quaes as autoridades e Iribunaes aqu!
se pode recorrer das decises administrativas pro-
feridas pelas reparlices de fazenda e pelo tribunal
do Ihesouro iiacion.il, previno a V. Kxc. deque, na
conformidad)! do art. 1. 5 1" combinado 10111 o arl.
27 S 2" do citado decreto, que all.roii o art. 287 de
regulainentode 22 dejuiiho de 1831!, na parle rela-
tiva aos presidentes de provincias, cessou a allrihui-
cio que mesmos presidentes fra conferida de co-
nhecerem dos recursos interpostes das decises das
thcsoiirarias de fazenda em materia de apprchon-
ses por descaminlio 011 Contrabando ; devendo, por
pectOr da alfandega res
Arl. 8." Xa falla ou mpedimento do administra-
dor, fari suas vezes o a udattle, que o inspeelor de-
signar, as alfandegas ue liverem mais de um, e ,
as que nao liverem a udanle. o fiel que o is-1 tanto, quando algn recursos lhes for presente,
pi'dor nomear: nns d< i liis, o mandador ou con- declararem-se logo incOmpelenles para jiilga-los,
f.-entc que os mesmos liis indicarem ao adminis- alim de que as parles possam anda dentro do prazo
trador, licando por ell< 1 icsponsareis. Nestas subs- *??"[ r<-clamar o que for de juslica petante as juns-
Utuicdes percebero lies empregados, alem dos <"ccocs competentes
vencimentos doseu res lectivo lugar, a gratilcaeo l)cos Buard,! a Lxc.-Commiinicou-se fa the-
que competir ao imped do. souranas. ______
Art. o. Todos os en pregados das capatazias sao irBri n.* uumivc
immcdialamenlo suboi iiuados 10 adniiuislrador, o fcOVEBAO DA PKt IV IA.
qual poder. despedir o que forem de sua nomea- Expediente do dia t de fevereiro.
cao, quando o entend r conveniente, participan- Officio ao Exm. presidente da provincia dn Para,
do-oao inspector, ou lando por este lite for urde- 0 ofliejo, que, com o de do correte, V. Kxc.
C0MMW0 DAS ARIAS.
Qiiiii'lpl general do i-oiiiniuiilo das anuas
de Pei-namliiico, ua cidade do lici IV,
10 de maiM'o de 1899.
0BDEV no ni v NUMERO UM.
o tenenle-general commandanle das armas, nn
ruiii|ii'imeiito a ordem do quarlel general do exer-
rito de 9 de jniilio do anuo passado, delermina que
desde j se procedain os exames pratiros de que tra-
tam os artigo* 27 e 2* do regnlamento que baixon
com o decrete n. 772 de31 de mano Je 1851, lican-
do as respectivas commisses examinadoras, com-
posta da maneira seguinle :
l'iiru a arma de aridhnria.
Os senhoresCoronel Jos Mara Ildefonso Jacome
da Veiga Pessoa.
Coronel graduado Myginolos Coellio
Major CarloS Filippc da Silva Muniz
e Abrell.
I'ara n arma de earnllarin.
Os senhoresTeneiitc-coronel Sebastio Lopes Gui-
maraes.
l'.apilio l.uiz Muniz Brrelo Xello.
Tenente loaquim Jos de Soma.
Pare a arma de infantaria.
Os senhores Tenenle-corouel Joaquim llodrigues
Coellio Kelly.
Dito Jos da Silva l.uimarae;.
Major llerriilano Sancho da Silva
Pedra.
ci da preii-ndida dnulrina Moiiroi
Al aqu asi-nusaspassaraiii-se ponen mais ou
menos, romo i-u o tinha previsto, lauto no interior
romo ixleriiirmeiite.
Kis-uos chegados ao Ierro da Seccko do cougres-
so, e as quesles jirumovidas por M. ltuchanaii, em
sua mensagem, anda nao poderam obler os loncos
do dbale preliminar.
Entretanto, nada ha que lenha sido destiresado
pela administrabas publica, il jornal que Ihe ser-
ve de orgam arremeca Indas as manhias em nosso
artigo do qual, quer Cuba, quero Mxico e quer a
America Central, forma o texlo iuvariavel ao mes-
mo lempo por liulias travessas, espalham-se os ru-
mores mais proprios a excitar de novo o setitimeu-
lo nacional. Isso porm nada produz: artigos e ru-
mores vem igualmente quebrar-se contra u silencio
glacial do paiz.
Ksse complelo desdem da naci em face
de um documento lao consideravel como a meu-
sageui presidencial deve parecer sobre maneira
eslranho na Kuropa, onde se nao e-t habituado a
ver um governo adiaatar-se aos ulhos do mundo,
para tirar depois impotente e isolado na posJSO
que lolUnll.
.< K de fado profundamente Ilgico vr-sc o
chefe desse estado deuiocr.llicii lev#do ao poder pe-
' lo sulfragio universal, cahir, qoaai que no dia im-
' mediato de sua eb-lcio, em um abandono com-
1 pelo.
i A explicacio dessa momalia aclia-se em parle
n.i-. oiisuieraeoes que precedentemente Ihe desen-
volv, sobre o triste papel do servical polilu-o a qoe
se acha reduzido o presidente dos h-tados-l nidos.
Vs eleicoes tendo-se loruado, com o andar dos
lempos, em ampie* negocio de manobras e de ia-
l.-se no Feo kispuno-amcricano de 31 de Janei-
ro o seguinle :
As palavra* de Mazziui : agilai! agilai .' conti-
nan! a prevalecer ao norte da Italia.
Has aem todas as doutrinas do relelu-e agitador
teem sido aceitas, como prova a seguinle procla-
mac.io, publicada pelo Independente de Turin, que
, comu se sabe, o jornal ministerial:
Aos Hl'.l'l HI.ICVNos ii.v lrvi.lv.
s "v lriuios Jos Mazziui, homem a quem com
juslo motivo respeilamos, niainfe.-loii a opiniio de
que lian deviamos lomar parle na guerra que pare-
re entnenlo contra a \uslria, a menos que soja el-
la drigida-qiclos bonicos do nosso partido, l'arece-
liu'qoe Ma/Vaiii llio pcosa bem.
- lia dez allos prnpiiz ou o decrete fundamen-
lal da nipubiicaNromaiia. Sou e seroi sempre liel
aos uieus pnneipil
ceg que nao veja
blica italiana em 1830. e que nao coinpreheiida que "'oral, de da em da mais pronunciada entre a
a Italia, unida sob a utoridade de mu re italiano | mass-' "'> P".1" americano e seus govemante*.
lilil. .IKU <. .'!' t ,') lllllll *>.! *- ,
republicanos; mas nio sou lio i "'%<* <""' nein nos principios, liem os inleress.s
impossibilidade de lera repu-|**noa "'lJj In'"s l'ln resulte disso ama cisao
i), e que nao roiuprehi'iid.1 que ntoral, de da em dia mais pronunciada entre a
mlordade de um re laliauo mas" Pu,v" americano e seus govemante*. To-
e coiisliliirional, prefrrivel Italia dividida, cu- dls volam, he verdade, mas os mimes de entre 0*
mo so acha, por mito de trariea despolas indgenas i 'l"a''s "s rotante* tem de optar -Ih-s de impostes
e estraie'eiros __ ironi aiilccedencia pelas paudillias, as quaes por si
Osen irresistivel deslind ser um dia ama l*^ oeipam-se activamente da et
ihlicaua datos, lie vis-avis deslas cnidilli.
Guardemos pois para esse dia" anossa f o ac- |fac,; %Wx, que os candidatos
; desprezemos as honras e empegos que nos c'iupromissos cuja porcao menos
reccr qualquer governo monarchicf: mas, de- dtda so ao publico.
Osen irresistivel destino ser um dia BiM|?^^P,*.4**Ml^teft'^^?"^
republicana datos. He vis-avis deslas panduhas, e nao face a
- Guardemos pois para esse duTSAnOBsa f e ac-1laee J cao : desorezemos as honras e erantSICO* que nos compromissos,, i uja porcio menos imprtenle ecc-
olfe
vemos entretanto, dar pravas de bous eid*daos,dn- L'ma vez no poder, o homem que deveria ser e
do a mi a nossos irmios italianos, aindS 'lu,i se- cleilo da naci e o interprete de suas volitados, nio
jam do partido consliliicioual, com o lint ;injco de 6 na roalidadu CsfaO a cn.alura c o serio humilde
expedir o estrangeiro do sagrado solo da patria. de uuie faccio em proveito da qual lem gecrete-
Depois que trennos ObUduesse rcsultail, de- illimile abdicado pnori sua liberdade de aco.
pouhainus as armas e lancemos os votos n!> urjuvj" Sem duvida elle deveria e poderia sublrahir-se a
Bada qual conforme sua opiniio. Se a noss for a cssa sen dio, desden momento em que reconhe-
da maioria da naci, o triumpho ser nossC,' se cesse que para Ocar liel ao seu partido era mister
nio fr, lomse smenos conformemos com a'von-, tornar-se mholaosea paiz; mas tomando um lal
1.
-
tadedo maior numen
' Sade e fralcrnidade.
Filopanti.
Londres, 12 de Janeiro de 1859
Os sentimento* manifeslados ueste documento,
parece terem sido inspirados pela sombra mage*io-
sa de Mauin, quo [ieda anlcs de ludo a unicaco
da Italia.
Esta poltica por oulra parle, a que mais seria i
inquiclares inspira Austria, cuja altitud.' se lor-*
I na cada vez maisentaneosa.
expediento scr-lhe-hia nucessar'to fazer abnegacao
de toda esperance ambiciosa para o futuro, por
quanlo fra das pandilhas orgauisadas neiihuma
probabilidadeha dechegar-se asfunecoe* publicas.
o muilo menos de conservar-so nellas desde o dia
em que um novo presidcule entra no Maisou-Blan-
che, a disciplina do partido o oIipim i cerear-*e dos
inslrumeiilos mesmos de sua elen-n para princi-
pae* ronselheiros, ou por oulra para espides nti-
mos de sua conducta. A menor rerleidade de roiu-
i per com as eondiedes da convenci que Ihe den a [curso.)
medida tendente a sanar esse mal, mal laulo mais
importante quanlo recabe sobre uma classe respei-
lav el da sociedado que de iiidepciidenti! se vera
reduzir i miseria, loruando-su assim pesada so-
ciedado.
faiio sabido, que toda a povoaco dos Afogados.
OU que as propriedades all existentes, hojej nao
perienceiu aos seus edificadores nem aos descen-
dentes destes; quasi todas teem sido arrematadas
e teem boj......Irossenborios devido SSO falla do
pagamento da decima.
lim fado se deu lambem na freguezia da Boa-
vid* que, pesou muito sobre meu espirito c toi o se-
guinle :
lima viuva que all tinha uma nica rasa, dei-
xou de pagara dcima, (ignoro a razio porque dei-
xou de faze-|o, j mas oquecerto, que ella vio
entrar pela porta de sua casa um individuo edizer-
lhe :eu son o dono da casa em que habitas:o
perguntando-llie aquella cuino assim se dizia pos-
suidor de s)ia propriedade, respondeii-lhe este :
arremalei-a em praca porque a senhora dcvia a
decimas.
A pobre miilher flcou muilo sorpreheudida e le-
meiiiio ver seus trastes na ra, pedio a esse indi-
viduo, que coiisentis.se ao ineiios que ella nos pon-
eos dias que Ihe reslaviiut de vida, habilasse ua
casa, e que ao depois de ia ararte, licos-e eolio
com .i diuninio pleno.
Xio sei csuio esse homem proceden, mas o que
certo que o faci se deu, e a inulher de proprie
tana tornou mendicante.
Anda houlem o Sr. Souza Reis referi um tacto
seno ||i,mi,, succedldo com uma pessoa em nutras
circuiuslancias, que nao a que me refiro ; estes
tactos sao constantes, existem sempre em juizo
muilas penhoras feilas por falla de pagamento de
decima c urna razio ue mais para achar miiilu
couveuieiite adoprao do projecto que no meu en -
tender, vai obviar a esse mal, que geralmeiite
sentido.
O Air. M. Cavalcanli :Esses argumentos pro-
vam contra o imposto, mas nao favor do pro-
jecto.
Uulro .Ir. depulndo :l'rovam conlra a escrip-
luracio da thesoiiraiia.
0 Sr. M. Fereira :Se al hoje anda se nio po-
de remediar essas fallas que se dio na escriplura-
co desse imposto, preciso que a asseutbla lome
unta medida para que seinelhauta mal desappare-
ca, e preciso que essas fallas dos fuiceinuarios p-
blicos nio recaiam sobre ,,s pequeos proprela-
rios, que nio teem meios de n perante os Iribunaes
reclamar o seu direilo.
/ m Sr. depiilndn :Mas os grandes proprielarios
lambem nao Ucam isemptos com projecto do nobre
depulado *
O Sr. M. Pereira : Kicaui ; apezar de que eu
luamio confeccione! o projecto nao lim es* vista
lien,uiciaros grandes proprietarios, porm sim os
pequeos : mas como enleiido que Inda a eMepcao
e odiosa, entend nio deva otrnrecnr urna uta
proveiio/a cortos individuos de urna classe, es-
elnindo outros.
" Sr. ti. Cacalcanli Foi urna excqicio em
poni grande.
O Sr. .1/. Pereira :Nao liz neiiliiima excepcio ;
um favor que aproveita lodos os proprielarios
que raorain em suas casas.
Supponho que tenho justificado sufficientemente
0 projecto, e que de ulilidade publica, e devn
merecer a approvaco desta assembla ; sendo vol
por ello em primeira discussao.
Kncerrada a discussao, o projecto regeitado.
Entra em l.'diseussfiO o projcclo n. :ti do 18">x,
pie crea na- comarca* aonilc nio exislirem os ofli-
ctoa de partidores e distribuidores judriaes.
\iin mesa e apuiam-se os seguintes requeri-
menlos :
Requciro va o projecto em discussao commis
-o de juslica civil e criminal. S. R. M. Pe-
reira."
Requciro que o projecto seja remeltido s com-
noes de legislarn e constituicao.B. de La-
cerca.
Posto a votos o 2." dos requerimentos, approva-
do, sendo regeitado o 1."
Entra em 1." discussao o projecto n. 45 de 1858,
,l.o. rumian.!', que a- quanlias dundas por le, se-
jam pagas em qualquer tempe, independente de
volacio de fundos, r apenas forem escripturadas
pela thesouraria.
O Sr. M. Portelln = Nio devolveu o seu dis-
'


I *'........
2
O Si: 'Sorna Seis rospondou ao orador que o prece-
dcu, o Sr. Dr. Portella (Manocl,) dando-lhe as x-
Slicocs pedidas por esto, com as quaes solreu as
lvidos que elle Iinha sobre o projeclo em discus-
sao, eooncluio demonstrando a ulilidado do uiesmo
atojen.
Encclrra-se a dscusio,c posto o projecto 4 votos
approvado.
Kutrfi em segunda discussao o projeclo n. 52 de
1S5S, que autorisa o govenio a encorporar una ou
mais companhias para a cnfeceio de diversas obras
publicas.
O Sr.Manott Cavalcanti : Sr. presidente, eu
confesso que nio iinha nenhuma idea da existen-
cia deste projecto : creio mesmo que elle nao fui
distribuido o anno passado-c isto o prova a grande
i'm Sr. Diputado : Na' est aqui
O Sr. S. neis:...que a ei do orcamento do an-
no passado autorisou ji asol ras da estrada de Bebe-
rbe, e da de Apipucos. Ma i sabe o nobre.deputa-
do que nao se levarom a el tilo essas obras : essa
lei e nnuua, conseguintemei le se quizertnnsque es-
sas obras se facan, ser ueci ssario repetir a idea na
lei do orcamento que temos de confeccionar. Mas
para que repeti-la nessa lei se podemos (azer con-
signar em uiua lei perraan -ule para que o presi-
dente possa em qualquer te .ipo, ou quando puder,
contratar essas obras ? ...
Um Sr. Diputado )i pode lazer isto pelo
regulamento das obras publ cas.
O Sr. S. Reis : Tam >cm flisse osso nobre
Sorcio de expropiares que agora se acaba dedestri-
uir a lodos os membros da casa. Este projecto
pela li reir leitura que delle flz, so torna para mini
assusl. dor : 6 urna materia de importancia iui-
monsa...
I'm Sr. Dtputado : Modo cu nao teuho.
Outro Sr. Diputado : Este projeclo esta no
caso de ido ser sanecionado.
0 Sr. Manoel Curalcanli : Sao faca 'raedo,
porque nao se hade elle executar, embora seja ap-
provaro; mas as suas dispostees sao sem duvida
para vntimidar. Enilini, una simple* leitura delle,
b pnrjisso nao sei se o comprehendi perfeitamente,
porque domis a mais essa leitura oi feila no meio
d' iBietmpeoes. Kao sei, repilo.se o comprehendi
Kan, ma creio que a idea do projeclo qoe se Fa-
cam lies obras importantes e dispendiosos, por meio
de coupauhas que terao em rompciisacio de seus
trahal ios e capilacs, o pedagio, que nunca ser in-
ferior ao que actualmente se paga. Foi isto o que
pude i'olligir da leitura que fu do projecto...
1 mSr. Depntado : Tambeni ha pedagio para
o calcJuneiitu das mas ?
O Sr. Manoel Cacatcanti : Pelo que tenho dilo
se rt que anda nao posse entrar em urna onalysc
completa do projecto ; mas a idea capital esta
que acabo de enunciar, que para mim perniilla-iue
o meil nobre amigo, tan estravaganle, que nao
pode deixar de me assuslar, porque, Srs,, eu creio
que nos lodos-abemos, e diz.-se aqui sempre, que
o pedaeio das poutes r estradas, nao chega para o
seucosteib, ou para a sua conservado...
'-'i Sr. lifpHlnihi : Talve seja mal aprovei-
tado.
O Sr. Manoel Cavalcanti: Suppoiiha-se mes-
ino qu(| bem aproveilado. Pelo projecto manda-
se fazer) a obra e conserva-la, e assini preciso,
porque una ponte de ferro ou de lijlo, hade solrer
i ninas, nao e eterna, e o pedagio uo d para o juro
do cus o da obra. Decididamente nao d, e creio
que poi soeJser n que se me disse em particular, e
i' que a Anmente nao d, mas que dar daqui a
scalos Manilos. Ora, sao precisos mullos anuos
c u temito que decorrer daqui al cnto nao se in-
demnisa os ompreheiidcdorcs do juro do capital
iuipregdo na cnnslriiccio da obra '.'
.Nao so arruiuario essas obras '! Taivez se lor-
em iui teis, porque pode fazer-se una ponte em
um luga ',co rio tomar um desvio, porque nos Ira-
lalamus le una obra que hade durar uiuilos annos,
mas a crrrenle do rio pode mudar, ir para outro ln
g.ir, pon uequeui couhece islo, sabe que os ros mu-
dan de muso muilas a militas ve/es, e nesle caso
litar essa ponte nniililisada, por que a obra derc
sm ir para militas annos, islo c para quando a po-
pulacio ejrescer a tal ponto, qoe o pedagio de para
as despeas da conservacao, o <|ue nao se d em
lUvonas < e anuos, sao iiccessartos seculos.
Emprol endendo-se a obra em que uo se dr es-
se auguie rto de populacio, os eniprcheudedores
nao terao rendimenlo des capilacs que empregaram.
Por tanto, isso nao se ar.i e eolio e melhorque nos
nao tacan os a lei, para nao decrctanuos leis que
nao letihtru execuco...
I'm Sr\ Diputado :=Guarde para 2" discussao ;
lembre eritao outro meio para se levar a elfeilu.
O Sr. Ji. Cacalcunli:Mas a base principal nao
f. exequift I...
Um .S'rj Depntado : Augmenta alguma cousa
mus, alis do pedagio.
O Sr. L t'aratcaiiti:Eu, seno sou dos que
me ponbo na frente do progressu...
Um Sr.Dpeulado :Mas nao lu a muito atraz.
O Sr. la. Caraicauti:Isso conforme as* occa-
sioes, e erilo lomo a opiniao que mais meconvm.
lie inoisl o presidente da provinsia em sou rcla-
tnrid diz qiie as obras em aiidameulo ja sao tantas,
que o pedagio uo pode chegar para a conservacao
deltas; rjreciso que provincia concorra, mas a
provincia nao pode coucorrr. Por tanto, assento
que o proji'clonao pode passar. Eu ia requerer o
adiaueiitopao sei, se estas ideas sao exactas ; no
li o prnjeut com a alleiicio devida. Taivez con-
\ iesse ouvir a commissao de obras publicas. Eu \u.
estas obsenvacoes para que um projecto desta im-
portancia lio so Totasse sem discussao, por que
sem ella puola ser approvado, ou reprovado, sem o
divido exame.
O Sr. J/| liego ffapltafl) : Sr. presidente, acho
este pTojeqto tu grandioso, to extenso, qut por
iiiiuha paite, creio que o niaior numero de suas
ilisposiciiep, sao incxcquivcis. Todava sendo a
materia milito imprtame, u coulendendo comdis-
posicies ijxisleutes na BOSsa legwlacao, como, por
evemplo, la que. diz respecto aeslrala de lleberibe,
est dcteijniuiada jielo .ni. r.ii da lei u. li.assim
como a rispeito do onlrameuto da cidadeha dispo-
sii;n dotrt. 57 da lei n. :>:ll. Assiiu. pois, cnlen-
ilo que ci nvin Ouvir sobre esle projecto commis-
ao de o! iras publicas, para que ella harmonise as
suas dis iosqOcs, com as da legislacao existente,
iliiu de i nr se lome urna resoluco exequivel ; por-
que, perle-me o nobre depntado, nos termos em
que se a ha concluido oseu projoclo, com o plano
extenso i m que acha-se tracado, repuluo-o irreali-
savel. I as, sendo a materia importante, podendo-
sc fazer lguiun cousa respeito, peco que seja sub-
mellidoi commissao de obras publicas.
Vai : ilesa o seguinto requerimento em addila-
mento :
lleqi eiro que o projecto seja remedido i com-
missao di : obras publicas para, em vista do que dis-
jioe as les ns. 291 e SM dar sobre elle o seu pare-
cer.M. lego (Ilapnael) t
Anoiai o, entra em discussao.
tl'Sr. S. Yei:Sr. presidente, nao me opponho
ao i [ueriuieiito de adiamento que est em discus-
sao ; desojo mesmo que o projecto v a commissao
de obras kiublicas.
/ ni -S'. Drpvtado:ilas nao pelas razesdadas.
(iiro Sr. Depulado :E eu, nao desejo.
o St.H llei* .Fu desejo; mas para que se nao
vota sen que eu, autor do projeclo, diga alguma
coiia sol -e elle, principalmente leudo o mcu nobre
se assenla miuha direila o combati-
como o nobre depulado director das obras
Diario de Pernambuco. Sabbado 12 de Marco de 18S9.
de justica e porteiro do jury de Nazarelh, pediudo
se marque quota no orcamento municipal, para ser
pago da quanlia de 54$10O reis, que Ihe deve a c-
mara municipal. commissao do coritas de c-
maras.
Outro de Manocl Joaquina Bandeira de Mello, es
crivao do jury de Nazarelh, pediudo tainbem se
marque quota para ser o supplicante pago do que
lhe deve a respectiva cmara municipal. "Ses-
ma commissao.
dem de liento Francisco de Paria Torres, pediu-
do se marque quota para ser pago o supplicante da
quanlia de. 166o reis. que lhe deve a cmara do Na-
zarelh.\ mesmo commissao.
Urna represenlacao dos moradores da novoac;ao
collega que o governo esti itorisado a fazer o cal-' de S. Caelauo du 'freguezia de N. S. das llores de
comento das ras da cidad >. Mas oque se teni Caruar, pediudo a crcofo de umo matriz naquello
feito '.' e porque modo se le i feito 1
Eu creio, Sr. presidente, irue esta materia dara
para urna larga discussao lie ;la casa...
I'm Sr. Depulado : De< squeira que ella appa-
reca.
Outro Sr. Deputado : alii conr.luc ?
O Sr. S. ilfi :Sao sei orque se tem emprega-
do tan mal o diuheiro com i ue os proprieUriOS toa
concorrido para tal obra
tai Sr. Deputado: Osjpropriilarios SO, nao,
os cofres pblicos tambem i en concorrido.
O Sr, S. I!r.- : Eu lau :nto agora o dinheiro
dos pioprielarios...
Vm Sr. Depulado : E o seu projeclo remdela
isso ?
O Sr. S. Rei*: Pode ren ediar porque taes con-
tratos nao poden ser elleclii idos pela presidencia,
ren ser approvados por est casa e uinguem me-
Ihor do que ella pode discut 8 resolver sobre o mo-
do porque estas ulnas deve i ser feilas. Portanlo,
j ve o eoUega que a razio i eesiaro governo auio-
risado para mandar fa/er o calcamonte B as
estradas de Apipucos e Befei'libe, nao siillicienle
para que o projecto nao 111 reca a approvaco da
casa...
Um Sr. Depulado : O i uc se disse, foi que era
bom harmonisar a legislaca existente com as dis-
[loslcoes do projeclo ; mas q lauto a pontes de forro
e de pedra, isso inexplicav d.
O Sr. S. Reis: A inexei dbUidade anda nao foi
demonstrada.
Sao estas, Sr. presidente, asrazocs com que en-
tend dever sustentar o pn jecto ; repilo poriu
que nao me opponho. e peh
elle v a commissao de obra
O Sr. Manoel Cacaleanti
sou um indigno niembro d4
publicas...
Vozes : Sao apoiado
nao desejo que a commissao
contrario desejo que
publicas.
Sr. presidente, eu
coiumissao de obras
Pela miuha parle
eja symlhetica
I'm Sr. Deputado : Est 1 em suas maos
Mas ella, segundo
letica, porque enlendu
Se alguma cousa
arel, j est constgna-
e da provincia nao es-
da lei n. 2&H a fazer
a contratar a mu
n isso ?
O Si: Manoel Cataleanli
ininha opiniao, torna-se siul
que nao leui nada a fazer aq
este projeclo tutu de aprovei
do na nossa legis'.aci
Pois, senhores, o presiden
l antorisado pelo capitulo i
as obras que tutgar necessar"bs,
factura com que se propozer
Vm Sr. Deputado : Pelo|regiilamcnlu das obras
publicas *
" Si", Manoel Cacttlcanli
I'm Sr. Deputado : llei
O Sr. Manoel Caialcanl
go : (U.)
I'm Si: Deputado: E .
risaco ?
O Sr. Manoel Ctale
para contratar, embora nao
POZOS: logo que a despeza
denlrodo crdito volado na I
iniiislraeo esl aulorisada
Sini, senhor.
i nos livre disso.
Aqui esl o arli-
onde c-i alii a auto-
Est aulorisado
estoja para crear des-
dos ii iilralos eslejam
i do orcamento, a ad-
tiara creer empiezas....
ia .Se. Depulado : F. d ir o previlegio de rece-
bar pedagio '.'
" Sr. Manuel Coinlcanti
live lempo de evaniiuar a le
de que alguma cousa a esle
Eu com ciu'ito, nao
lacio, mas tenho idea
-peito...
t* Si: Depulado : O qlie lia urna disposico
da lei do orcamento do anu
O Sr. Manoel Caraleanti
libo dilo muilas vexea: qi
esqueco-me de ludo quanl
rece-me que na uossa legisl
que ape/.ar de ser muito
goda....
ni Si: Deputado : Sao
l esquecida.
0 Si: Manoel Caralcaul
creio que as leis nao presero
nao ha prescripi o para as 1
em vigor...
1 ni Sr. Depulado : O.
derogados pela lei n. 2li, vijoram
ti Si: Manoel t'nialeanli
daseuganemo-nos, as emprez s buscaui os
mais lucrativos : querem i
aquellas do anuo passado
Vm Si: Deputado : tlod
isso.
O Sr. Manoel Caraleunli
I'm Si: Depntado : Aut
trato, e mandamos que elb veuha aqui para ser
sanecionado
Outro Si: Depulado :
zaranda.
II Si: Manoel l'aralcanti
fazer nada... I cora estas
locslidade.-A commissao de cstatistica
E lido, julgado objecto du delrboraco o manda-
do imprimir o -eguiute projecto :
A assemblco legislativa provincial de Pernam-
buco resolve :
Art. 1. l'ica o presidente da provinsia aulori-
sado a eontrabir deliro ou tora do Imperio, c de-
baixo das eondii;oes*4|ue foreni mais vanlajosas, um
emprestime de qualro mil cootos de reis.
8 i. producto dslc enipresliino ser appli-
cado cnncliisan de lonas as obras pblicas ja de-
cretadas e ncct.idas, excluidas quuesquea outras
novas, couiprehendidas porin as ramilicacoes das
qualro grandes estradas proviuciaes, com diversas
villas o povoacies.
J i. lira dependente do ulterior npprovaco
da asscuibia provincial o eeiprestimoque for con-
tralllo, exceptuado apr6m as priiueiras e segun-
das pn si icoes, que nao pudero exceder a quanlia
de mil eontM de reis, leudo o einpreslimo nesta
parlo tuda l'oiva e vigor indvpendonte da ap|irova-
co da assenilila.
Revogadas as disposicoes em contrario.
.< Paco da assembla legislativa provincial de
Pernambuco, en 11 de marco de lS'J. Augusto
Frederieo de Uliceira Manoel Joaquim Carnciro
da Cunha. t>
Conlinuar-se-ha.}
pasead
Repito o que j lo-
ando saio desla casa,
Discurso lo Mr. deputario Ilesa Mnn-
leico pi-nferiilu mi scssu le r. lu
oi-ceiiU-.
O Sr. RegMonteiio.Sr. presidenle, tenho de
volar pelo parocur, e contra a emenda.
O ilustre deputado que me preceden, apresen-
tou .i casa, os usiis e coslumes do parlamento
brasileiro, quer no Rio de Janeiro, quer em algu-
mas provincias do Imperio ; nao se pode impedir a
publicidade ; nao se pode negar o ingresso aoscm
pregados de qualquer jornal, para que lomen os
assentamentos que Ules coiivenham, e faeamos es-
tractos que quizerem. Isto se pralica na a>scm-
hla gcral, e se algiiui deputado ou senador, un-
lende, que seu discurso foi publicado menos liel-
nienle, reclama, ou espera que a pubcaco olli-
cial ractiliipie o erro, mas nunca se neffou a liceu-
a para o ingresso, nem se poda negar, porque nes-
Sc caso as tachigradhos podiam ir para as galenas,
e, aluda que menos couimodamenle, apandar os
discursos dos depulados e publica-los, e nem por
isso podiam ser obligados a sujeilar-se coadicoes
algumas, visto que tiles nenluim conlraio, ou esti-
pendio percebem.
Eu emendo, tambem como o Sr. depulado, que
me preceden, que i) Sr. presidenle poda, indepen-
denle de vot.ico da casa, resolver esle negocio,
mas S. Exc. por demasiado escrpulo julgiiu o con-
trario, e eu louvo cordo com a casa, inasenleiido tainbeni, que se nao
pode negar a permissiio, sem se contrariar o direilo
de publieidade de conformidade com a nossa b-
gislaeo.
Se algum Sr. depulado [or nfTeMldo, se seu dis-
curso fiir alterado, ou iuveiIrdo.Tem direilo de re-
clamar, e al de chamar responsabilidad!.' : mas
negar a piiblieaoJ osla casa nao o pode lazer.
Um Si: depulado. Ninguein liega o direito
da publcaciio ; quer-se o direilo da correccao
Feita a leitupa do contrato, a cmara achou con-,
forme, c cstabeleceu aos contrllenles a mulla de
7:IK)Og00O, e rcsol,cu que fosse o prazo para a exc-
cui o do mesmo contrato de 3 annos. O Sr. Ba-
rala votou contra a mulla cima, quemlo que fos-
se ella de 4:0008000, e o Sr. Oliveira achou-a anda
excessva.
Foi approvado un parecer da commissao de sali-
do, dizendo ter examinado a fornalha e objecios
ella relativos, pertenceules ao pharmaceutco Jos
da Rocha Prannos, e existentes em sua botica, na
ra Direila, e verificado seren esses objeclos ah
preparados em data muilo anterior das posturas,
que prohlbem o eslabelecnienlo de refinacoes, no
centro da cidade ; pelo que entenda qfle o de-
va ter lugar a multa que se pretende iinpor.
Ficou addiado a requerimeulo do Sr. Oliveira, ou-
tro parecer da uiesnia commissao, dizendo ter exa-
minado o lugar em que aclualiiiKiile se pralica a
malanca de gado, na povoacao dos Afosados, e ve-
rilicado que nao pode ter lugar apropriado esle serv-
co ah, nao s por nao ser o dilo lugar apropriado, por
licar muito prximo da povoacao,se nao porque ue-
nliiiina condicio aprsenla, que indique a observan-
cia das regias mais genes da hygienne publica ;
acrescentando a commissao une nao havendo na
povoacao um lugar conveniente para o mencionado
Um, a nao ser muito dislaule della, era de parecer
que a malanca fosse feila ir inaladuuro da ca-
banga.
ti Sr. Barros llego fez a Bogninlo proposla, que
nian.loii-se remoller conmissu de polica, para
converte-la em postura. Prupouho em aduila-
nedto ao ari. i!." ia. i. das posturas de :lll (Je jn-
nho de 18W, que sobre a cobertura da carne .
aplique nina nutro de encerado de cor preta ou on-
carnada.arios Reg.
O mesmo cercador, ez mais a seguinle proposla
que foi approvado :
Proponho a revogai;o doarl. 10 das posturas
adifieionaos de 21 dejulhode 1855.O vereador,
//urros llego. '
o Sr llego fe/, a seguinle proposla :
Proponho o seguinle :
i Que se eleve o imposto de carros particulares
de 1 rodas a 2IIS0IKI, e de 1 a MfOOO.
<< Que se crie o imposto di- 2011 rs. por cada pal-
mo de fenle de leiieno dentro da cidade nao edili-
cailo, enlendendo-se por edilica o casas regular-
nieiile feilas ; nao sendo comprehendidos no nume-
ro desses terrenos os sitios, que leudo una s ca-
sa, leen o resta do terreno murado e cultivado,
* Queso aluda "o imposlo sobre as liceneas para
edificar, reedilicar, cuncerlos de casas eleo ve-
reador, llego, t
Posta em discussao osla proposla, passoa sem op-
posicoa SUO prmeira parte : qiianlo a segunda, o
Sr. Fiama requeren que fosse modiQcadu o impos-
to pora 1(HI rs., e que se suprimisseui as palacras
enlendendo-se por edilicaoo casas regulannenle
feilas.Passou a siippresso mas nao a reducan do
imposto : quaulo a lerceira : resolveu-se que vol-
las>e ao autor da proposla, para reconsidera-la,
vista que ella leude a abnlico de impostas creados
por lei. *
Tendo o cidadaojos Goncalves da l'orciunciila,
prelendenle a arrmala! o das obras a fazer na pla-
ca do liiun, requerido que se espacasse a prara,
asta que uo livera lempo de examinar bem o res-
pei livoremenlo, a cunara resolved espaca-la pa-
ra o da i "do mateo prximo futuro.
o Sr. pr-prcsidriile nomeou ao Sr. Franca para
inspeccionar a obra do maladouro publico da l.a-
b.'iuga, em lugar do Sr. Oliveira, que vai lomar as-
sonlo na assembla : e o Sr. Mello para ineuibro da
commissao de polica, em bigardo Sr. Franca,
llespa.liaiam-se as peliies de Castra Sanios,
Jos Aulouo de Son/a Queiroz, Jos Goncalves da
l'orciiiiicula, Vicente Jos de Brilo, c leranlou-sa
a sessio*
Eu Manoel Ferreira Acioli, secretario a escrevi.
Aclaro em lempo que o Sr. Mello foi' Horneado
nieiiibro da commissao de polica em lugar do Sr.
Oliveira, e nao do Sr. Franca como cima. Roa-
Viajem, olllcial manir o declare! no impedimento
do secretario.Baros llego, pro-presidente.Pran-
DIARIO DE PERNAMBUCO.
A seseao de honlem da assembla, conapaccram
21 Srs. depulados, {aliando os Sis, l'nssos Silva,
l'orlella Joaquim.) I.uiz Felippe, Correa Selle, Ar-
roda Falcan e Antonio Cavalcanti.
O Sr. Teixi ira de Mello, luluoil assenlo nOSBO
sessao. ^^'
llepois do expediente, osSrs. Augusto de Olivei-
ra e llarneiro da tamba, apresentarain um projeclo
autorisando o mpreslimo de 4:000 conlos para ser
applicado as obras pnbicas, pudendo ser coiilrahdo
no imperio ou fura delle.
Seguio-se a 1.a discu-so do projeclo de forea po-
licial, em que tomaran parle os Sis. lliando, Sou-
i Res, Barros de Laeerda e Manoel Cavalcanti.
Posto votos, foi approvado.
Sendo i horas el 2 o Sr. presidenle desiguou pa-
ra a iiidem do da de boje a continuaran da de hon-
lem, 1.a discussao do projecto n. ls de ls5(, que
providencia para que nesia cidade haja, de Iresi-in
lie anuos, una evpnsieo agrcola, artsticau das
mais industriaste levautau a sessau.
Commuiiicados.
Agrien I tarn.
iT.onliiniai o do n.42]
lll
iqui se passa, mas pa-
cn existe a lei n. 9,
Higa, nao esl derro-
csl derogada, mas es-
Sao esl tal: en
ni, ou por nutra que
is, por lano exiete lu
rrtigoS que uo foram
Demois, senhores,
petos
uprezas, mas e como
ulras seiuelhanles... "
esle projecto, evila-se
Sao evita.
brisamos a (azer o cou-
], o meio de se nao fa-
E o meio de se n
i scusses tambem nao
O Sr. Reqo Monteiro. Pur lodas estas razos,,
conformo-me com o parecer da commissao que., ca.Ileso.Mello.Uameiro.Iirmo
considero muito digno de approvaco e nao neces-
silar de emenda.
REVISTA DIARIA.
porexeiuplo com autorisci s, privilegios ele. eic
diflSO i' que eu leiibo Hiedo
precsanos de autarisacio es pecal para estas obras,
al, e esl segundo mi
orell.i o governo pode
inlralar com ellas, com
nao resulten! excesso
porque exisle aulurisacao ge
liba lonibnuica na lein. 9
collega
do, assiiu
publicas.
/ m Si
O Sr.
encorporar essas empresas, c
lauto que'de taes contratos
do crdito volado, puu romp omclta os cofres pbli-
cos. Eu nao me record du
que esla disposico existen
to salutar que impossive
niado__
Um Si: Reputado :Existle na le do orcanionto,
mas lei unua.
0 Sr. Manoel Caealcant
teja engaado, mas creio qub ha disposico sem ser
na lei do orcamento
Agora aqui me mostram 4 art. 30 da lein. 9 que
diz : (U)
Esl o governo aulorisad para isto, logo o pro-
jeclo lonia-se innutil, uua rccommeudacoque
, como disse e moslre,
deputado:Interino.
. Rei*.... eudirei o que me parecer
Miflicienl para ao menos demonstrar a utlidade do
projecto.
I'm Sr., Depulado : V utlidade das obras nclle
mencinalas, approvo, masa do projecto, nao.
O Sr. .SI Re i:0 projeclo, Sr. presidenle,aulorisa
a ennfeccijo do diversas obras rnin ns quaes me pa-
rece que a provincia ganha, e islo seria bastante pa-
ra se dar como provada a utilidad.: do projeclo :
entrelaute diz-se, que os meiosque o piojecto d
para que e levem a ell'eilo loes obras, nao sao sut-
iu icoles u por conseguinle que o resullado ser o
projeclo Ser inuexequvel. Nao sei se islo exac-
lo...
Um Sr. Deputado :Para algumas obras, pode
ser, para < ulras, uo.
II Sr. Rei* :Creio, Sr. presidente, que, pelo
que se disse ua casa, nao est provada a exactido
desla prop jsico ; o que crio porin que pelo
que diz re peilo a ponte sobre o Capibaribc.da Tor-
re para a tstrada de Apipucos, eu onvi o Sr. Fran-
cisco Gom s de Oliveira dzer que elle e oulros
com quem se ossociariu para formar urna compo-
nhin, a faiiain dondo-se-lhes o piivilegode cobrar
o pedagio. .
Um Sr. Deputado :Este pedagio?
O Sr. S. Rei* 0_que c verdade que eu onvi
o Sr. Clou lio Ilubeaux, c creio que o Sr. 11. Manoel
de Barros Jarreto, dzer que poderiom associar-se,
nao sei se: s ou com algucm mais, para i oncliiirem
a estrada c e Apipucos, se fossem autorisadns a ro-
brar oped.'gio. O que verdade que o nosso col-
legn.qiies : acha em miuha freute (apuntando para
Sr. Regw Monteiro( faz porte de una associaro
pan levar i elleilo a csli ada de Beheribe, e essa as-
sociacao q er apenas- o privelegio de cobrar o peda-
gio.
Es, Sr. presidente por que com as bazes de .pie
traa o pro eclo que se discute, c que os meus colle-
gas que m i precederam combateran, dizendo que
ollas res 1 lava a inexcquiblidade do projecto, o
Inrmulei e i autorizando lacs obras. Ja \ porlaulo
\ I ve. que quando fnrmule o projeclo, o no ilz
aeriauenlp_: nao o 1/. senaocom bazes que me fo-
ram fornej-idas por pessoos que se propunhaiii a fa-
zer essas ibras. Knlrelanto reflecti eu assini; que
dilliculda e ha em se aulorisar o governo a incor-
porar core paubias, que cunlratem a factura deslas
obras? N. nhumo; se enleude-se que as bazes sao
laes que | odem falhar.e consegunlemenle que ine-
xequiveis se lomaran essas obras que o projeclo
autorisa, eada um de nos lem o direilo de oll'erecer
nutras bir/es, fazer suppressoes no projecto, addi-
la-lo....
t'm S. Deputado : Incxcquiveis Jio sao as
obras, sao os meios.
O Sr, S. Reis:...com aquillo que fr convenieii-
le para que a idea do projecto ao menos se apro-
veita,
Sao vejo por tanto rozo alguma para queo pro-
jccUi deixje de passar na prmeira discussao. Alm
disto, Sr. | presidente, o projecto nao autorisa obras
que devaru levar-se a .ilcito somente por esses
meios que foram mencionados pelo nobre collega
que oin priuiciro lugar falln a esle respeito. O pro-
jecto talla; do calcarncnto e esgolo da cidade, e ah
se autorisa a votaco de fundos anuuaes na impor-
lancia de 100 coutos de reis ; aulorisa-se a eulrega
dos 15 par cenlo a que sao obrgados os propreto-
rios, e antorisa-se a dar-se um premio titulo
de administracao.
Se poto as ODras nao poderem ser effectuadas pe-
los meios que o projecto propoe, taivez o possam
sei com giros que os nobres depulados como e-
inenda onarecam ao projecto....
" Sr. jjfaUo Reg :F. por isso que renneiro,
que o proSeeto vi a commissao de obras publicas.
0 Sr. S. Reis:E por isso que cu aceito o sua
..lea, ou hio me opponho a ella.
Disse o nobre collega director das obras pu-
blicas..,.
nao serve para nada, porqu
nos temos j urna lei
I'm Si: Depulado : Es
para fazer islo wesiuo que
l'o;e :Nao esl.
Um Sr. Deputado E
lem feilo cousa alguma Jo que essa lei deter-
mina
O Sr. Manoel frica'cantil
mine-nos as autoridades
elogiador dellas, pelo co
censura-las. O que cerli
so, nao proven dellas : n
obras, porque uo ha emp
Tratou-se honlem na assembla provincial do
projeclo de lixaco da for.a policial, havendo o Sr.
Braudo provocado a discussao por meio de um
discurso em que combalia u projeclo em diversos
punios. Halando dosdeslacanieniilos de guarda na-
cional pagos pela provincia. OSr Souza Reis, sig-
natario do projecto e o sr. Barros de Lcenla abun-
den em ideas contrarias as do projecto. O Sr. Ma-
nuel Cavalcanti censurou tambem o pagamento da
guarda nacional por conla da provincia.
A discussao correo com luda auimaco. Que enn-
liiuio ella assifn, iredomi.iando as opinioes do Sr.
lliando e Rarros i;e l.acerda. o que nos parece
conveniente.
Em lugar competente enconlraro os leitnres
una cr.rrespoudericia do Sr. coiiiniaudaule superior
l.ourenc.o Cavalcanti de Albuquerque. em resonis
ao que disse o nosso correspondente de Pao d'Albo
sobre o lecriilamenlo alli feito em 28 do me/, pas-
sado. O Sr. eoniinaiidanle wperiorCavalcanti rep-
plica asna conduela de aulinidade policial, e o pu-
blico que aprecie a sua defesa. ,
Aliaix olferejenios aos leilores mais tim Ire-
'jfft* da ImpieiinaWm qual se v que o casal t'.uchia-
,l BBS, pobres riiliiiias
se perde nada, pde-se per er enn, outras cousas,, W.^rrirtTmTXrmiU^H:^ Mari
or eveinn .. con. ai. ..visac. s ucivi.eL'los ele. ,'lc. _.,i' ... i ..... .
Creio por. in que uo
artigo da lei, mas creio
c, c urna disposico
que nao se teuha lo-
Pode ser que eu es-
aulorisado o governo
i projecto determina.
auto nao est, que nao
: Senhores, nao cri-
eu nao sou demasiado
trario lendo mais para
que a culpa ueste ca-
li se fazem seuielhantes
ehendedores, uem capi-
laes na nossa provincia pa a ellas ; ha falla abso-
luta de capitaes
Um Sr. Reputado : Ha
mar a ~i estas emprezas
(I Sr. Manoel ln ralea ni
rasaciar do thesouro algui s conlos de r.'-is
es saccam-se mais facil-
inntacocs, com os laes
Dm .Se. Depulado : El
mcnlc ]ior meio das arn
tirojuizos imagiuarios, dam ios immergentes, casos
imprevistas etc.
O Sr. Manoel Cncalcan i : Isso nodestre a
ininha opiniao : eu insisto,
muilo quem queira to-
:Ha muito quem quei-
lo ha companhias, uo
ha capitaes, nem pessoas ahuiladas pao fazer es-
las obras : eu pelo menos, Ino as vejo
'i .$>. Dep ulado : Capitaes, ha: nao ha pes-
soas habilitadas.
O Sr. Manuel Cuvolruliti : Os capitaes, sao
poucos, e mu facis os mf-os facis de gauhos em
outras emprezas
Um Si: Deputado:S4 nao ha pessoas habilita-
das na provincia, ha na Europa, havendo capitaes
podem-se mandar buscar.
Outro Sr. Deputado :fF. eu digo, que ha capi-
taes em ludo o sentido. I
Outro Sr. Deputado : tNao lem bavido vontade
de lomar essas emprezas, cum receio de aecusa-
coes.
O .Sr. Manoel Caraltanli : l'.sl.is mudaiicas
continuas de presidencias sae taivez causa...
i'm Sr. Depulado : 4-Nao, Sr., um presidenle
empreheiidedor.lcm sempre lempo para fazer obras,
e eu accilo todos Os sferlicios para que se facam
obras publicas.
O Sr. Manoel Cavalcanti: F.u tamben! aceito
os sacrificios para seiselhanle fin, mas nao goslo
do pedi-los en Lio grande escala s geracoes pre-
sente e futura...
i'm Sr. Deputado :\ E nos que temos ulilisado
dos nossos aulepassa
O Sr. Manoel Car
bre depulado iiiuit
questo.
O projecto intil J porque o governo j est au-
lorisado a ozer aquillo para que elle lhe concede,
se o nao tem feito, j por outras causas, que nao
quero dizer seja esta a nica, mas para mim a
falla de bobilitacSesl c de capitaes, porque nos ve-
mos que os capilae.. nao precsam de grande dcli-
gencia para dar luc .s mullo vanlajosas...
'hi .Sr. Deputadi :Estas empiezas tambem sao
lucrativas.
OSr. Manoel Ca nlcanti ; Concluirei, pois fe-
licitaudu o meu pai; e principalmente quanto vejo
jo'ens de tantas es erticascoaliar tanto no estado
do mesmo paiz.
Encerrada a disc issao, approvado o aitiSSiCiito
proposto neto Sr. M :11o llego. ^^"v,
OSr. l'residentt designa a ordem do dia para a
sesso seguinle c eranto a de hoje. Eraui 2 ho-
ras da tarde.
caiUi:A experiencia dn no-
I pequeo. Mas deixemosesta
A EM 11 DE SARCO DE 1859.
.S'r. larode Camaragibe.
a chamada, acham-se presen-
SESSVO ORD1NAR
Preideucin d<
Ao meio dia, fcit.
les 33 Srs. deputad
Abns-sc o sesso
l.ida a acia da a lerior, approroda.
O Sr. 1." Secreta io d conta du seguinle
EXPEUIENTE.
Em requerimatijo de Jos Rento da Costa, direc-
tor do collegio dos orphos, pediudo augmento de
ordenado.A con missio de ordenados.
Outro de Lecuidi o da Adiiudcucio l.ira, ofuiial
gelli, conlifia na Parahiba a merecer lodo a acei-
laco.
Em verdade, pelo que temos transcripto desse
jornal, nao sao immerecidos os Ionios que alli lein
gan asenhora Cuchiara, que amanle. da msica,
como tanto ie possue della. que quando menos se
spera l se escapa uiu accionado inroluntario:
Canto italiano.Ticemos a honra de assislir.i
reunio de djomingo, em palacio, e com prazer uu-
vinos 8r.*lGuechiari cantar algumas operas Ita-
lianas, que muito nos agradou. asaba como a seu
marido o Sri Francisco Cucehiari, que oxedou mes-
mo nossa exneclativa.
Foi una bella noite que S. Exc. proporcionou aos
seus amigoi.
LO-se/no Journal den Dbala de 22 dedezem-
bro passado o trocho seguinle, que faz honra ao es-
tado nascehle e deseiivovimeulo das setnelas uo
brasil : I
< Os lioinens da silencia partilham a estima e
considerarn com que o imperador do Brasil distin-
gue as pefsoas que o Cercan. L;iu observatorio pr-
vido dos instrumentos nec.-ssaros o de intelligentes
observadores faz honra capital du imperio. Ah,
ionio acontece en qualquer parle, fallava lindo a
noineada, que anima a aclividade e produz a emu-
laco.
E nesse intuito que, para observar o eclipse ta-
la! do sol, que leve lugar no da 7 de seteuibro, or-
ganisou o Imperador una expedico scientlica, cu-
jos resultados importantes nos taremos conhecer,
comparaiido-us emn uniros de observacoes desse
genero menos completas.
O Comerciodel Plata refere que urna moca
pntssiono, refugiando-so em casa ce um Allemao
para subtrahir-sc s seduecoes de um seu lio des-
naturado, fnra enviada em estado de grande exal-
ta, .. mental para o hospital de l.enefiicia. A |.o-
bre moca f.ha abandouida no hospital, nao se lhe
prestando soccorro de qualidade alguma.
" No dia seguinle Iinha perdido o juizo ; c, lor-
nando-se necessaria a assislencia das irmas de ca-
ridad.', urna das sucias daquella sociedade pedio
superara que inaiuliisse algumas inius para jun-
to da louca, atim de conte-la c soccorre-la : leve
em respusta que de vez em quando ira urna irma
saber se de alguma cousa precsavaa doeule, e que
-o isso era o que podiam fazer as irmas de cari-
dade!
Hospital de caridade.Exislem 5i homcns, 52
mulheres, nacionaes ; 1 homem, eslrangeiro ; 3 bo-
nicos, escravos lolal lili.
Foram visitadas as enfermaras pelo cirurgio Pin-
to s 7 c 20 da manhan, Dr. Uomellas s S e 20
miniilos da inanba, lir. Firmo as horas da tarde
de bou tem.
Moralidnde do dia 11.
Generosa Mara da t'.onceico, parda, soltera, 35
annos, intento chronica.
Manoel, pardo, 2 anuos, febre ntcnulleute perni-
ciosa.
Sabino Antonio da Silva Coulinho, branco, casado,
r>ti annos, phlhisica.
Anua Joaquina do Espirit Sanio, parda, vuva, CO
anuos, hydropesia.
Joaquim Manoel l.cile, prelo, solteiro, 17 annos,
pthisica.
Manoel Jos Pcreira, branco, casado, 40 anuos, ph-/
thisico. /~
Clariiida, exposla, parda, 1 auno, convulsies. -^
Claudio, pardo, solteiro, 13 annos, ttano,------
Esmeraldo Baptisla da Silva, branco, folleiro, 28
anuos, phthisico. y
Paulo, prelo, escravo, solleiro, 40 Sinos, frialdad..
Passageiro do brigue Soailaffovindo do Ro
pe Janeiro : Serapbiiu Borges d.-juivej,.;,
CAVARA MTMCIPAl DO IIIX II i:
fi. SKSSAl ORU1NARIA llfl.-) 1)E FEVEKLIRO
l'E 1^,9.
Presidencia tU^i,; iirros lego.
Prsenles os Sr, B^cil| Ba0i Kuraia, Mello,
Oliveira e llr. 1 iy"f,, Xavier, abrio-se a sesso; e
foi ha e approjrfria a acia da antecedente.
Foi hdo o f7mllle
EXPEUIENTE. :
l.m OI11CU, do fiscal de S. Jos, remetiendo o auto
de infracto que lavrra contra Joo de Aimeida
Arroda rj Mguc| ,jos Santos Coimbsa, por conlinuo-
rein a u^ar do torno da padara n. 30, que pertenceu
, a Joaq',im jose Baplista, e foi mandada fechar.
~ 's1lJ"u reinellesse o termo ao advogado.
to ter Bernardino Jos Monlero oblido licciua pa-
ra ni iiror o seu sitio pela parte do sul, na ra adja-
cent<: a da Soledade, os peticionarios proprietarios
de casas c terrenos sitos ah, estafan no caso de
obte.rem igual licenca ; parccendo-lhe porm que a
cambra devia mandar dar sabida a referida ra pe-
lo l'ado opposto a da Soledade.Maudou-se ao enge-
nhi> paro informar.
Outro do mesmo, indicando algumas ras que
o;,ndo nao tem deiiominaco.k commissao de edi-
icacoes, para Ibes dar nonios e mudar aquellos que
'un roiiveiiham.
1 Outro do advogado, remetiendo o contrato que
|tcm de ser celebrado com Faria, Piusa i C. para a
liropezadas ras.
s::ssvo extraoroinaria he 2 de marco
1IE IS'J.
Presidencia du Si: Borros lego.
Presentes os Srs. Franca, llego. Mello, Dr. Firmo
Xavier e llameiro, fallando sem causa participada os
mais senhores; abrio-se, o foi lida e api-ovada a
acia da antecedente.
Foi lido o seguinle
EXPEDIENTE :
L'ni officio ito E\ni. ciuiselhern presidenle da
provincia, coniiniinicand.i ter expedido orden para
ser torneada pela reparlico das obras publicas, a
pedra de que precisa esla cmara, e que lhe solici-
ten, para os reparos do ralcanieulo do aterro da
Roa-Vista.liilei.ula, e maudou-se communicar.
ao engenhero cordeador.
i inii'.i do mesmo, concedendo a aulorisa, o que
a cmara lhe pedio para alienar a II. Antonia Fran-
cisca Cadaval Piulo e a oulros, que o requererem o
terreno pertencenle a inesiua cmara, silo no lugar
denominado Caminho Novo.lnteirad.i, e despa-
cbou-se a peli. o da referida Cadaval para ella pa-
gar a importancia do terreo.) que pretende comprar.
Oulro do mesmo, recointueudaiido a cmara inan-
dasse preparar a igreja matriz d.i frcguuzia do Reci-
fe. para al.i .'elolinw-se a iiiissa votiva d. F^spirilo
Sanio por necasio da abertura da assembla legis-
lativa provincial no dia 1". de marco scgiiinte.
Inleirada, por j assim se ter tollo.
Outro do hachare! Ernesto de Aquino Fonscca,
comiiiuuicaiido ter reassuinido no .lia 28 de feve-
ropassado o cargo de jui/. de orphos desle termo.
Inleirada.
Ouiro do secretario do governo da provincia.com-
inuuicando. de ordem do Bin. presidente da mes-
ma, queia ser transmettids ao governo imperial a
represenlacao que acompanhou ao ollieio desla c-
mara du 19 de fevereiro ullimo, sol u. 15.Inlei-
rada.
Outro do bocharel Antonio Jos aa Costa llibero,
couimuiiicando ter sido nomcado pelo llr. jui/. de di-
reilo da primeira vara, promotor publico interino
desse termo, no impedimento do clleclivo, e haver
entrado no exer.icio do referido cargo uo da 28 do
passado. Inleirada
Ouiro do engenhero cordeador, communicamlu
que dirigiudo-sc honlem ao lugar do maladouro
para inspeccionar as obras que alli se eslo cons-
truindo por conla desla cmaro, vira que no lugar
onde a respectiva estrada o alrav.ssada pela de (er-
ro mandara a compauhia desta construir obras de
aleonara, deixando aquella apenas a largura de 2*
palmus, e que sendo ella a estrada que deve dar
transito as boiadaa, que se dirigere ao eslaboleei-
uienlo, era claro que nina tal largura uo podia ser
de iionhuin modo sullicienle, lano mais que, segun-
do o plano do mesmo maladouro, a estrada em
queslo deve lera largura de cem palmos, e nesta
sentido eslo feilas as obras respectivas.A cma-
ra resolveu que se represenlasse ao governo da pro-
vincia.
Oulro do mesmo, informando o seguinte acerca
da peliio dos moradores e proprietarios de casas,
situada na ra da Soledade, que pedem mande esta
amara concluir a abertura da ra da l'.axa d'Agua,
da Boa-Vista : que com elTelo acha-se dila ra,
parle aborta e parle anda fechada, sendo que, na
parle .iberia apenas acham-se construidos qualro
ou cinco pui loes, com muros e duas casas de viven-
da, taivez pela circunstancia de nao ter ella sabi-
da : que, a querer a cmara concluir a abertura re-
querida deveria tratar da desapropriaco do terre-
no preciso, na exteuco de 4011 palmos pouco mais
Cada dia aiiginoiilain os recelos dos tristes resol-
lados qne develemos ter proveniente do encarncl-
liienln dos procos dos genero, de piilueira necessi-
d.i.l' : cada dia sentimos mais a precisio de termo..
nina boa agricultura : cada illa os fado. pro. aiu .im-
pelo proco porque se leudemos gemios alimenti-
cios, nao podo o novo brasileiro mauler-se, sob
pena de morier un desesperar.
Ora, em face de principios i.io luminosos ha du-
pla necesidad.' de eiiipeiibar-se lodo esd.no para
blennos um iiielhoranienlo na agricultura'.Esla
urgente necessidade salla aosolhosde lodosos Bra-
sileirosque almejam vera patria livre ue seenas
luctuosas porque lem passado outras nacoos ema-
nadas da extraordinaria caresta dos gneros ali-
mentares.
O governo deve empenhar ludo allm de que a
.igriciillura de prompln cliegue a alargar a esphera
dos iiielhoranieulos, c issim derramar no solo da
populaio o abostacimenlO dos gneros de prmei-
ra nec-ssidade, sem que ditilcil ser satisuzer as
glandes jirecisoes com que se luta hoje braco a
braco.
Nao ha noticia de que en nenhuma na.;n, no es-
lado anormal, os gemios cheg.i-.em a nielado do
preco porque Se vemleiu boje os nossos, estando o
pai/ repoiisanile no clo da paz e da ordem. Com-
pulsemos a historia de ludas as liantes do mundo,
que nao encontraremos um s exemptopara corro-
borar o nosso estado, ludo marcha e converge para
um futuro lamenlavel, e o nico promolor o ele-
vado presados vveres alimenticios.
Em vislii do quadro que aos nossos olhos sedes-
dobra, nao podemos deixar de Iralialhar com assi-
dllidade allm .le despenar a allenco do governo c
dos verdadeiros RrasHeirns para que sem demora
tratem de prestar soccorrosi agricultura que se
acha sepultada no insoudavel abysmo do esquoci-
inento.
u um erudito cscriptor contemporneo, quede
indf.s os niales que pesan per sobro um povo, o o
quemis deve temer o governo .' a miseria. .
Disse nina verdade plena e irrefulavel esse digno
escriptor, porque o homem ludo pdesoflrer com
resiguoeo, menos a lome.
Sen agricultura nao ha coiumercio, arles, indus-
tria, ele., linalinenle nao ha vida. Logo deve ser o
primeira cuidodo do governo e daimprensa .lo paiz.
o promover os qieios da agriciillura prosperar.
Deizemos consideraces, entremos na demons-
trariodOS principios pralicoscWroricos do uiellio-
ranienlo da agricullura, porque lodos eslo vendo
que oslamos amoscados da lome.
A agricultura no comeen dos scienciassc achaca
iiiloiraniL'iilc no estado de atrazo, foi mistar que a
cliiinicae aperfeicoasse para que lambeiii ella se
erguesse do abatinenta, por outro, do estado natu-
ral eiuqiie ja/.ia subjiiessa.
Eiuquanlo a chimca, agruuoinia nao der.iin as
maos a agricullura, ella nao prelieucheu o iim de-
sojado, Uto 6, nao derrauou com abundancia afer-
tilidade as pracas mercados, etc.
Lm grande escriptor agrcola, o Sr. llr. Sloct-
hurdt,dizque induterenle ao agricultor que o
terreno seja conposto de r/aarso ou ffilds patho, e
uem que... seus fragmentos e dugoneracao seian
resins de granitos, maso que elle com toda avidez
deve saber o eo.lagar com sunnna allenco qual o
genero de plantas que produz com abundancia, .
quaes os adultos que requer para produzir vaulajo-
samenta batatas, graos, astea, etc.
Portento J i ser que para t.r-se uina boa lavoura,
mistar se taz que sutes de se deitar na ierra a se-
menle, se endague qual a qualidade do terreno,
qual a planta que elle deve ser o adobo mais apro-
priado para obter-se una lavoura abundante. Sem
essas serias e neeeSSarias indagantes que nao se
eiupiegaiii presentemente un r.ras, nao taremos
feriildade nos nossos campos e abundan.ua nos
mercados etc..
Os grandes chiiuicos prestan.!.i-sa Jt um i sludo
profundo rellelido poderain oblcr OS coiiliecimeii-
lo. precisos para fazer com que a Ierra nunca cause
pro luzindo todos OS anuos com grandeza,aquillo que
produzio no primeiro que foi cultivada ; por lauto
foi s asciencia da chimca agrcola quem forneceu
os dados sulicieutes para to feliz desidertum.
Todas as scicncias humanas lcui acoiupanhado
a escola do progresso ascencional c uniforme, asci
lados na cultura das Ierras se tem fariuha do trigo,
balatas, queijos, mantcga, banha de porco, ver-
duras, friictas, por prego commodo, nos uo temos,
e quando apparece nos mercados, por um preco
exagerado i|ue s chega para os ricos 1 Nao nece's-
silamos demonslracn, porque de evidencia pal-'
mar o que deixamus dilo. f
Para uhler-se esteren que sirva para adunar as
Ierras e faze-las produzir cereacs com abundancia,
ofterocomos um processo faclimo, que esl na razio
da smplicidade e se presta para lodos os agricul-
tores quer ricos ou pobres.
Todos os vegetaes que nao tem emprego na
agricultura, tudas as plantas parsitas podem ser
transformadas em estrumes no cspico do quinze
das. ,
.Vs plaas dos pantanos, as folhas das arvores,
as palhas, as cascas das fruclas, a lama dos vales, a
a serradura da madeira, o cisco das ras, quinlaes,
estribarlas etc.. etc., podem ser transformadas em
muito bous estrumes, que produzirao urna vegeta-
nte espantosa, em tres samanas, conforme a sua
natureza,
< Se as plantas forem lorigas e duras, deve-se
primeiraneule part-las em pedacos mais peque-
nos: as plaas pequeas o teniasdesnecessaro
esta operaco.
Ouaulo s plantas de campia, forniaiii-se mon-
tes nos lugares onde oran arrancadas, alim de evi-
tar os transportes.
- .1 nisture de multas especies de plaas, longo
de s.r nociva, a.t contrario sempre vaulajosa, e fa-
cilita a operaco. Com estas plantas tseam-se tu-
inas ou inonles que devaiu l.r pelo menos de nove
adoze palmos de largura e outio tanta de eonpri-
inciilo; eslas diineiisoes podem ser auginenladasa
volitado. A ahora das lu'.bas de.eltl ler perlo de no-
ve a de/ palmos, pomo mais.tu menos, indill'e-
renle. As tullas devem ser formadas ...ni as plan-
las verdes e huiiiidas ; uo caso coiilrario a fernien-
laco lera lugar nuil lardeameiile, e lalve/. mismo
nao se faria.
Para o.ua prompta frmenla, n, ou em oulros
termos iluta prompta de couiposico, qualquer que
seja a natureza das plaas, devu-se einpregar um
agente de fernentaeo, ao qual chamaremos fer-
mento.
liste fermento pode-se formar de muilas inanei-
ras lodas sao facis. Eis as principaes:O fermtn
lo se prepara com amia misturada com ouriua lita
mana (e esle o inclbor dos incredcn'.osi, ,,u com
urina dos animaos, com inicias pudres, com pla-
as verdes, varridiiras do paleos, b'.do das valas, ele,
ajuiilaudo-llii. tuna pequea quaii'.idade de gesso,
ou cal : finalmente quaesquer materias, sueepti-
veis de fermenlar, quaesquer que ellas sejain, ou
de que se poder dspor; purquaiilo um dos gran-
des ni.-reclnenlos desle metiiudo, que lodosos
aviadores em todas as situantes poden p pralica.
. As substancias que acabam de ser indicadas
sao misturadas com agua, alim de as pulrilii ar, e
as de transformar em malcra propria a prodszir
ferinaiitaco. tlonsequenteiuenle se o agricultor li-
vor no sen terreno aguas pulrilicadas, taes como as
aguas de macharen, as de lavagein quando couics-
s.im a ler ino cluiro, etc., pode eiuprega-las com
o frmenlo.
As materias a ajuntar a agua punida, laes como
o gesso, cal i|iu>imada, ealissa, etc., pode nao ex-
ceder a quatro, cinco, ou seis por sonta do pe...
(Tagua ; mas au ha inconveniente en por mais, so-
bre ludo quando a Ierra a cslruiuar muilo br-
renla.
O fermeiiiu derraina-se sobre as tuinas por ineiu
de un reg:ulor cujo ralo (em furos luaiores do que
de ordinario.
Nao possivel indicar de una maneira precisa a
qiiaulidade de fermento, que deve Ser emprejado,
pois que esla qiiantid.idedependet'SsiuicialuieSjp do
maior ou menorhinuidade das plantas, quefurmam
as lulhas. A pralica ensillara a quanlidade necessa-
ria : o essencial eno por fermeuloem excesso. Re-
gia geral: pde-se derramar lauto ferment quanto
-inil.fi-, sem que elle curra pela base da tulla ; lugo
que islo se manifestar rniivui parai.
ti meio desabor so a operaco marcha bem o
seguinle :Kspeloi algumas varas de ponta al o
fundo das tullase cinco ou seis das depois ama-
ta! algumas dessas varas : o cheiro, acore o calor
indicarn se a fermenla.-o marcha convenienle-
roente.
Seas varase'siverem fras ou smente tapidas
porque se derraiuou muilo ou pouco ferment :
se as varas eslo seccas ou quasi, sgnal que o
fermento foi pouco; se ellas eslo muito hmida
signal de que o ferment foi derramado em ex-
cesso.
No primeiro caso, derrama-se mais ; no segundo
re.olva-se a tulla para se deixar evaporar oque
de masse laucou. Se, poein, as varas indicar un
grande calor, e nao eslo muito hmidas, a opera-
co marcha bem.
Estes proeessos sao bem facis de oxecular e ao
alcance dos lacradores os menos instruidos.
O illustre general agrnomo d aos agriculto-
res siguas couselhos que devem merecer toda al-
lenco.
Primeiro, quando se quizer oblcr rateamos peta
ni.ihodo cima descriplu, couviu attender as esia-
ces. Na eslaco das aguas, couvm einpregar
menos fermento do que no lempo seco, e abrigar
as lulhas na oussaio das grandes chovas, cobrin-
do-as com algsjfttt poltagadas de tarta ; segundo,
os e.iiuiiies. oinposl.isde palhas, fulhas das arvo-
res vegetaes das campias ou outras anlogas, de-
dem ser menos fermentadas, basta, por assim dizer,
urna neis desorganisaeio ; lerceiro.u estruma com-
poslo do plaas duras, ellas devem snirrer nina fer-
nenteeo mais completa, que deve durur 15, zOou
25 das, conforme a eslaco quentc ou fra : quac
governo um serrico que eu folgo de nesle momen-
to reconhecer. .
llito islo, eu passo a apreciar essa communica-
cu ou noticia do recrulamcnto, que no seu Diario
se diz tr sido mandada de Pao d'Albo, transcre-
veudo-so al as proprias palacras.
A narraco que faz o communicanlc de Pao
d'Albo, urna calumnia revoltn te smente pro-
pria de quem tem perdido j oseuliment da pro-
pria dignidad.', e para inim bem lamenlavel que
ao Sr. llr. Francisco Joo Corneiro da Cunha se al-
trba aquella noticia, e at a sua propria redaccao,
pela linguagein e pel estylo.
\ .'jamos une fados me attribui o communcanle
de l'o d'Alho. esc Uve eu razio de qualificar a
sua noticia de calumniosa.
Allribui-itie o communicanlc os seguintes factos:
1." o lereiu-se arrancado do leilo victimas de lal
furor rcfeie-se ao reccutamcnlo) :2." o haver-
iii'; indignado contra u Sr. llr. Francisco jooCar-
neiro da Cunha e roulra o Sr. Dr. Francisco Tei-
xeirade S pela censura que me faziam, o primei-
ro porque, vendo preuder-se um homem tora das
Condici'S legaes, dissera aos executores da priz.t
que fos.e m buscara urdcn por escripia relindo elle,
na qualidade de depulado por aquelle circulo, o
preso, respousabilisando-se por sno intrega ; e o
segundo por fazer effeelva una oulra przo que
hacia feito na qualidade de juiz municipal e que eu
pretender interceptar mandando embora o presa.
sendo que por ludo islo puzera eu em cerco a casa
em. que ambos ellos estavaru.
E falso que no i errulamento a que eu tuande
proceder uo dia 20 do uiez prximo passado fusse
algueni arrancado (lo hilo, e desalio a que se pro-
co n contrario : desalio ao propno Sr. llr. Francis-
co Joo para que o i,aalidade mesmo de deputado
pur ageite circulo, diga sh palacra de honra se i-
iolo exacto.
A historia desse recrulamcnto a seguinle :
Tendu eu recebido ordem do Sr. chele do poli-
cio para activar o recrulameuto com todo o vigor
rnaudei que fossem para esse Iim agarrados cerllos
individuos turbulentos que se reuuiau nOs proximi-
dades Uo rio diariamente 4 noita, e para quaes
todas as medidas prudentes da polica haviam sido
en7aartolo^^ ...o compost de plantas que ten, mua sement,
peanle as grandes e importantes evoluces do pro- 'i', di I ,"."a,.f"r,"""larj" que deslrua a
gresso, por que as oulras ten, passado.' Muilos po- "c,l?nfl,l1? S'"""1' semontes.
vos ao mundo, que nao liuhan nocoes das scenJias I """'ol ,Cur a-,as 10,.,l arr?"ca-|as anlos dc far
agrcolas, viran muita dos seus campos .careen es-. J-TtaST 'V "" c "^^ ?,,k,sma,,clia-
lereis por cansados; mas depois que a sciencia da S; l0?u,1"e este" esttver prompto e o espa-
cbiuiicapde regulrisar as .uueces da agricultura .^v', ^ ," 'l"e.S' '""'' f"'"', 6 ""' e"'
eque ellos adoptara,,,, viran, iiovaineule nesses {'"" "' ;;onlen--lo iiumed.atamen.e, porem nao
campos que honteu, ni, passavau.de agrestes, lor- '%'''ofu 'ljm""' S.L' ?' r "Tf
iiaren,-se verdijanlese ollcrecendo urna fertil.dade ''' d<: tm^WaUuUam decstrume. que as tullas
admiravel! MiAiJp^jioditm os conheCrmeitt"*oB_ .,
Sm.;-ritirqiie a sciVifcialfegularisoii os insfEcos
loojiecimcnlos do melhoraiuont da agricultura de
accordo com ame.'naitica que lem nina grande par-
te em lodos osjprogressos que cada dia cuita a agri-
cultura : porque sem os instruineutos oratorios tan-
ge esloria a agricullura de adiaiilamenlu de chegar
ao p em que se acha.Haremos provar que sao os
dous agentes poderosissimos. a clnmica e a mocha-
nica quem lem accelerado a marcha do aperfei-
ciianiento agrcola.
Sem as machinas agrcolas nao se faria com 2
bois oque nao se taz. com 4'J a90 euchadas : sem
a chimca nao secouheceriaiu os saes, amouico, fel-
ds palho, e ouiras parles de que se conpu nrailos
terrenos : sen a chimca nao so ehogariaa concUni,,
de conhecer o meio de lazer com que a Ierra
. 'I"
feilas nao fornecam, pde-se misturar parles iguaes
ta-lfifia e do eslrume feito
Se foi priSPVflt de toda conveniencia que a Ier-
ra empregada sirva pnrsti*.'mo_dV^dubo ; islo ,
que se o eslrume tiver de ser eutpregado ^SSJB un
terreno mu movel, como aquellos que i.....lm
muilo areia, a torna a misturar deve ser argilosa ;
se, pelo contrario, o eslrume tem deservir em um
terreno muito arglloso couviu fazer entrar no com-
p.oslo Ierra arenosa ou areia pura.
O general agrnomo queixa-se de que em Fran
ca uo s.ja sullicienlemeiile apreciada a impor-
laucia dos estrumes.
Certas agricultores preguicosos, negligentes ou
ignorantes, lastima se ac continuo a (alia deesiru-
nsulTicientcs, ao passo que os habitantes da villa
que uinravam lias visiuhancas das rouuiesMe tal
genlc, uo cessavam de medirigir queixas.
l'.lleclivamente no dio 23 teve logar o recruWi-
mento desses individuos noita. Sendo quasi todos
agarrados quando estavam reunidos fura de casa, o
apenas para ser reculado um que alias logrn eva-
dir-se, foi cercada urna cosa nica, queso ao oma-
nheccr do dia foi varejada ; porlaulo, folso, nao
smente que liressem sido arrancados individuos
dolelit, como tambem que esse rcrriilamenln fosse
feilo fura de estylo e que a popularan da villa por
ellee'tremeceste de susto e terror.
Que esse recrulomenta foi muilo regularmente
feito, prova o unido porque a respeito delio so en-
tendeu comgo S. Evo. o Sr. presidente da provin-
cia, cujo lestemuoho a este respeito eu invoco : s.
Exc. nao reprovou o meu procedimenlo e isto#
quanto basta paro confundir acalumnia, que portal
laclse me leanla.
E falso que eu me hornsse indignado coulra os
Si. Drs. Francisco Joan eTeiveira de S, e falsos
sao os factos porque se diz que contra lacs senhores
me indignei eu ; porm, verdade que uiondei
cercara casa da residencia do Sr. Manoel l.ouren.o
de Mallos para tirar de dentro della o porliiguez
Jos, ferreiro, que tendo sido preso por meu orde-
uanc.n, de miulia ordem foi do poder do mesmo or-
denanza lirado estratgicamente por aquel les dous
senhores doutores, que assim inuiilisaran urna di-
ligencia irajtalicia.
Ksse facto se passou desle modo : mai
ininha presenca pelo meu ordejiauca o pOrtguez
.lose, ferreiro, para averiguar um facto que contra
elle servio duqueixodo parte de um individuo em
cuja rr.isa eslava aqnclle por mera hospedagem ; de
miuha casa vi eu, e comgo viram oulros que. as-
senles estovan), que acompaiihando o meu orde-
naiiea a aquolle portuguez, ao oproxirnar-SB da ca-
sa do Sr. Mallos, ondoso achavam aquellesdous
senhores doutores, sahiroiu esle ao sou-encoulro e
do seu poder liraraui o preso, declaraudo-me o nr-
deuarica logo que so me apreseulou, ejue os Srs.
Drs. Francisco Joo e Teixeira de S lhe haviam di-
to que o portuguez nao podia ser preso, que alli u-
caca e que elle so relirasse, ao que elle annuira
por uo querer lular com o llr. juiz municipal, lio
niedialamente dirig urna caria ao Sr. llr. Francisco
Joo eilranhando o seu procedimenlo, e pedndo-
Ihe as razos delle ; nao tendo, porm, aquello se-
nhor me respondido ordeuei que una escolla de 8
homens se dirigisse a cosa do Sr. Manoel l.oiiren.u
de Mallos, onde aquello porluguez havia sido tira-
do do poder e guarda do mcu ordenanca, que de
ininha ordem o prendera e o trouxeas a minha
presenca, o que clTccticamente se cimprio, sendo
que feilas as avcrguac.es que oram precisas, n.in-
dei por em hl.erd.ide o referido portuguez, que
alias estece apenas preso 38 horas.
Coutesle-uie o se. Dr. Francisco Joio este facto.
se capaz ; eonteste-o tambem o Sr. llr. Teixeira de
S, que eu lera! mais urna ...casio de aflirmir que
calumniosa a narraco feita pelo communicanlc
de Po d'Alho, sendo que uessa occasiio eu exibi-
rei as pravas que escessenhores quizerem.
Knlrelanto o cnmiiiiiniraiilc de Pi d'Alho nin
pudendo negar o fado que eu venhode rotenr des-
v.cve-o de lrma lal que apenas demunslra ter por
Iim tirar a crimiualidade que delle resulta; assim
, pois, queem vez de dzer. que os Srs. Drs. Fru,
cisco Joio e Teixeira de S tiraram mu preso do
poder e guarda de quem uconduza, diz que aquel-
lo pedir ao guarda a ordem por escripia da prisio
guardando elle o preso sol sua responsabiidode, o
que nao verdade, porque se fosse se nao recusa-
ra elle responder a minha carta ; entretanto, quita-
do mesmo o fado se tivesse dado assim, sabem es-
ses Srs. Drs. que era elle reprehensirel e atintalo-'
no da jnrsdioo da aiiteriaade a cuja onlem tal
prisio foi fetta, e que por ronseguiute anda ueste
caso jusllicovel o meu procedimenlo ulterior,
sendo que com elle possara sempre por umo outo-
rdade que se fez r.:spolar tazando respailar a lei,
ao passo que elles nunca deixaro de passar por
d"Sivspeitadoresdalei visto como me desrespetu-
ram coucorrendo dreclamente pa-a que se iuuUli-
sasse urna diligencia por mim ordenada na quali-
dade do delegado de polieia.
Ignoro quem sejoe pelo Sr. llr. juiz municipal ordenada pretender
ju interceptar: appcll.t para a honra do Sr. D. Ti-
xeira-h elle que lufa si isto verdade.
. J
liles, nao p'icebendoqiie deixaill perder enormes
massas de materias proprias a seren transformadas
gentes que
salisfazem as principaes fuic.'es do aperleicoamen-
loda agricullura.
v cumicHA.Diz com os sabios .himnos Sm-
ame. Scbhbler, e oulrus : Io que o humus de to-
das as subslanlancias aquella que ahsorve maior
quanlidade de oxigeneo, o qual o transforma em a
iilo carbnico, e a nica, com o ferro e seus xidos
que exerce sobre elle nina reaeco chimca.
Se o humus se acha completamente coberto de
agua, tica prelo o SO transforma em humus carho-
nis.ido insoliivel, lal como se onoonlr.iem lodas as
ou menos, pertencenle a Paulino de tal": desapro- trras paludosas, eeui mistura com as turbas :2'
pn.ico que nao serla muilo pesada para os cofres Une as Ierras absorvem o oxigcu
municipaes, pois eslava informado por alguns dos' lein com elle.
peticionarios que eslo elles pramptos para anda- A aiisonuo leinigiiaaajBjiT;, \.j,r onaudo as ter
rem cmara com o producto de uinn subscripeo I ras eslotaswlflrn'alfporui a agua sem Ierra uo dis
que entre si promovem : que, em sua opno para s.dvij^srmiio uina iisignQcaule quanlidade desle
que essa abertura soja completamente vaulajosa ao >~Sz: g|S" o calor augmenta a faculd.idc d'obsorp-
piiblicn deve ser seguida da abertura^aJ^cuirTieio- "
minada das Conquistas. ""
Posta em discussfio esla iijformaco, a cmara
resolveu incarregarjrr/sTjigco ao Sr. Mello, des-
pachando que os peticionarios com elle se eiilen-
deesem. __
_Outro do secretario desla cmara, parlicipando
nao poder > ir/ reparlicio uesles- cinco das conta-
dos de hoje por ler de'proceder a junta de recurso
da frcguoSde S. Jos.Inleirada
OulrtTlo
lodo llieorico e urlico pelas cliimicos, o general
Diiburg Martin.]
Ora, esl por domis provado a estrema facilida-
de de ohler excellentes adobos para t.r-se urna
boa colheita de qualquer lavoura: por lauto nao
devem os nossos agricultores deixar de usar do em-
prego deltas sem oque nunca lorio frondosa plan-
laco, por consequencia abundancia do crcaos
eheguem para o consumo e lucro equiparativo
(lie clicguem para o consumo e lucro equiparalivojda a um representante da ua-o c a urna autorid-
itTssT t~^" ------J------
solicitador, communicando, primeiro :
juj o juiz havia designado o da 5docorrente, s
I" horas da manhan para acaliaco e medican rc-
raWlda na execuso de Bazilio Alvares de Miranda
varejo, e que os louvados desla cmara para a
medican, agrimensor Antonio Egidio da Silva, lhe
diasers que nao podia r no referido da e hora por
eslar oceupado em sua nula : segundo, que o mes-
mo agrimensor foro aceita paralnuvadn na avalla-
c.o do terreno que se tem de desapropriar, na ra
do Hruin.a Flix da Cunha Teixeira outro-, para
o que nao se havia aluda determinado o dia : terrei-
ro, que eslava definitivamente determinada para
boje 1 hora da larde, a avaliaco da desapropria-
co a fazer aos herdeiros du Joaquim Jos de Mi-
randa.Quanlo prmeira e segunda parte, a c-
mara resolveu que se ofUcasso aos louvados ; e
quanto i lerceira licou inleirada.
A cmara, altendendo ao pedido na peticio de
Faria, Fiuzadl C manda alterar osarts. oo conlra-
lo que com elles ten de celebrar para i limpezo
das ras da cidade.
Esleve em pr.ica o obra do cese aterrns a fazer
na prara do Rrum ; appareceram licitantes, e d'en-
tre elles Francisco Bolelho de Andrade, que arre-
matou as obras pela quanlia de 2U:S anea de Jos Aulouo de Araujo, aceitando as con-
dces que a cmara lhe iiupoz, de pagar-lhe a re-
ferida importancia uo prazo de 12, 24 c :l() mezes ;
de dar a obra prompta uo prazo de 6 mezes, e de
pagar a multa du 2:0005000 is. no caso de nio o
fazer.
Despaclnram-.se as pitcocs de D. Antonia Fran-
cisca Cadaval Pinto, Antonio Alvcs da Fonseca, Ber-
nardo de Oliveira Comes, Manoel Antonio Ferreira
Comes e oulros, Christovio Cuilherme Brckenfchl,
Domingos do Silva Campos, Francisco Jos Fernan-
dos Pires, Genoveva Curado do Sacramento, Dr.
Ignacio Firmo Xavier, Dr. Joo Nepomoreno Das
Fernandes, Manoel Antonio da Cruz, Faria, Piusa
V C", Turqiiatu Jos dos Sanios, e levanlou-se a
sesso.
Eu Francisco Canut da Boa-Viagem, olfieal-
maiur a escreveit no iinpedininnlo do secretario.
Sarros llego, pr-presidenle.llego. Barata de
Minta. Mello.Uameiro
Ierras: masas Ierras hmidas uo eslo
nlasl apoderar-sed oxigeneo da athmosfera se-
no quando conlcm I jmus e ferro : o humus com-
binaiido-se co osle gaz produz immcdiataiueute a-
ido carbnico em estado de passar avegetaco :
mas o ferro se combina com elle o o conserva.' As
outras Ierras o guardam como em reserva e o nao
largan seno por dessecacio; cnto se exhala da
l.ira hmida um ar fortemente oxogenado, do qual
se conhece a aeco enrgica sobre a vegetaran, e
principalmente sobre o germinanto dassenieutes.
Das experiencias de Schiiblcr sobre a importante
faculdade de absorpeo do oxigenen pelas diversas
especies de tena, resulta, que arela siliciosa o
que ahsorve nonos, e 0 humus a que absorte mais :
depois segu as orgilas puras, a magnesia, os calc-
reos na ordem enique. aqui sa echan de il lis paia
menos. (Manual dos agentes ferlilisadores pelo
digne escriptor agrcola F. I.. C. Bnrlamaque.)
Pelo que hemos esbocado evidente que a ch-
iiiiea lem prestado relevantes serviros agricul-
tura, e rpie os passos que ha dado nessa senda do
aperteicoamento, s deve chimca e mecha-
nci.
Sigamos os principios cliimicos agrcolas adopta-
do! em oulros pazes, c deseobertos por homens
emnentas, que en breve leremos urna prospera
agricullura.
He necessario nodesacorccoarmosem einpregar
os metas paro inclhorar a nossa agricullura; por-
que s della temosa esperar o beta-estar do povo o
harmona em todos os ramos da vida social bra-
sileira, appellemos para ns pblicos poderes do Es-
tado, para que auxilie-a com os meios nOCOMarios,
para ueste paiz eminentemente lico e extremamen-
te productivo, termos verdadeira agricultura.
Tantas companhias se achatn organisadas para
cousas secundarias, criem-se companhias agrcolas,
escolas quer theoricas, quer pratieas, que em bre-
ve, lempo a agricullura se crguer do tmulo em
que jaz ; porque assiiu os cuiihecimento agrco-
las se irn dcfuiidiudo pela populace, o dah uas-
cer deiniiiaeo, e desta o aperfeioamento,e II-
naliiienie a feriildade se derramar abundante-
mente no Brasil.
Vejamos como que nos paizes onde a agricul-
tura est adiantada, coilPquu facilidade se adiibain
os terrenos O escremento, quer humano, quer de
oulros quaesquer animaos, como se prestam a fer-
iildade das Ierras ; as ourinas laiubcm produzem
ignaes ell'eilns ; o cisco das estribaras, das casas,
mas, as aguas desenjalmadas em casa s cinzas,
ciniiui tudo quanto resulta das limpezas, sao im-
portautissimos adultos, que, com muila facilidade
se podem einpregar na prepararn de todas.
l.mqiianlo nos oulros paizes tudo se aprovela,
aqui ludo se despreza; emquanlo nos paizes adian-
e mataras despezas, anuo aconlen
agricultores, que nao tan n
Recito, 21 d^ feveiji>TiTeT859
IMI'ALOO Alvks oe Oliveiri.
( Conliaitar-se-ha.)
Correspondencias.
Srs redactores.Chegando eu honlem noite
esto cidade, souhe logo quo no sen Diario de hon-
lem mesmo, se puhlirou a minha demissio de de-
legado de polica da comarca de Pao d'Alho, e a no-
I co de se ter alli procedido no nole do dia 28 do
nos prximo lindo um recrulaueuto to fura de
estylo que. a popniaeo da villa eslrenieceiide as-
ta e terror.
Procure! ler esse Diario, e vendo n'elle, nao l-
mente o que se me havia dito, como tambem algu-
ma cousa mais com que o uoliciador pretenden lau-
car sobre mim o odioso, altribuindo-me fados que
sou incapaz de platicar, eu venhopedir-Utos esparo
para conleslar seinelhante nolicia un Indos os seus
puntos, cotileiilaiido-me como juizo do publico, i|ue
jiistameiile para quem em laes casos so deve ap-
pellar.
Olanlo ao facto da minha demlssu, nao leudo
eu recebido anda a commiinicaco dalla, nao sei a
que atlriba, nina >/ que a nao pi.li, nao obstan-
te deseja-la, como, por mais de uina vez, declare
aos antecessores do actual Sr. presidente da pro-
vincia, todava direi, que, nunca leudo solicitado
cargo publico de natureza alguma, merec sempre
a conuanrja do governo c dos povus, que, desde o
auno de 18lfi sem iilcrrupco al buje, ate leass
eteilo e Horneado para os Olfferentes cargos de po-
lica, da juslica e da gtiard nacional na comarca
do Pao d'Alho, olrn do cargo de vereador da c-
mara municipal desde a sua ero,uo, advertind
que exercia eu ullimaiuenie o lugar de delegado
de polica, por ler sido instado pelo Sr. conselhei-
ro llr. Jos Beulo da Cunha Figu.urdu, uo obs-
tante pedir-lhe que me dispeusasse em virlude de
ininha vida laboriosa aavaneada idade; nunca eu
aiubiciunei por tanto os cargos pblicos, mas nun-
ca latiibein me exeusei de scrv-los en qualquer
occaslo, sendo que nunca fui uem ao menos ad-
venido pelas autoridades superiores, porque se eu-
lendesse que eu mal de.seiupenhava os meus deci-
res, ao pjsso que recehi sempre dos povos provas
continuadas de Sua adliesu e de seu apota ao meu
procudraeuto para com elles.
Entretanto eu aguardo a cominuucacio do go-
verno para saber a causa di minha demisso, c tal
seja ella que me obrigue a ocupar anda as colum-
nas dcste seu Diario ; o que posso porm desde
ja affirmar : que com ello me fez o governo um
favor que alus eu haca solicitado por mais de urna
vez ; na minha idade e com a vida laboriosa que
leuho, e a que estou afeita por educaco c por ha-
bito, nao leudo encarado nuuca o cargo publico
como um meio de adquirir fortuna, o exercicio de
tal corgo e principalmente do policial, assaz lico-
roso, e porlaulo se a minha doiniss.i,i nao involver
um desar ininha pessoa, se nao o resultado da
calumnia' fcilmente acreditada, com ella me fez o
Agora pergrnriTNi^t-lean o'~ErnitniiiSiijaiite razan
as reusuras que me faz..' Por ventura cTirJBv pro-
cediniento pelo fado que se deu tom a prisSrW^^
Porluguez Jos, ferreiro, devora, ser diverso da- ~""s
ruello que justamente live? Siojieva eu mandar
cercar a casa de Manuel l.ourcuco de Mallos e lirah
de dentro della aquello Porluguez someute porque
alli estavam os Srs. Drs. deputado pato circula de
Pin d'Alho, e juiz. municipal do lenne.' Acreditan
".senhores que para fazer respeilar a lei nio
seria eu capaz de mandar cercar as sitas proprias
casas ?
E nio deviam ser elles os que primeiro dssom
o exemplo de obediencia s leis o respeito s auto-
ridades pela sua propria pjsico, se nao pela sim-
ples qualidade de cidadio, para que se nao. julgas- ~*
sem menoscabados, dando assim maior escndalo a
una popularn que desojarla ver nelles o modelo
de proceder ?
l'allei eu mesmo por ventura a deferencia devi-
!
trrvl, quando al, autos de obrar como aatorida-
de, procurei particularmente informar-mu daquelle
sobre o molivo quo levara a ambos prolicar aquelle
facto
O publico que nos julgue ; se o que tenhe dito
nao e bastante para demonstrar a falsidade do que
se l uo Diario de honlem por commuuicacio vm-
da de Pao d'Alho, c justificar o meu procedimenlo
em todo, os factos que sao all mencionados; se
querem urovas, en as exibirei ; entretanto quin
os Srs. Drs. Francisco Joao e Teixeiaa deS na in-
telligeuciade que nio minio, tenho odio aos men-
tirosos, e estou disposto a desmascarar estes e a fa-
zer me respeilar sempre, seja qual for a minha po-
seo.
Recite, 9 do marco de 1839.
Loureeo Cavalcanti d~llbuquerque.
Mais urna manirestacao de senlluea-
lis pelus im-oiiiniorioM do Sr.eorouel
Antonio Podio le N B| nftto.
Srs. redactores do Diario dSM mmbur.o. A
Ordem, peridico polilico, do Rerrenle mor-,
co, rncouhecendo o nobre comportasseiMo da hon-
rada familia de S. Braz, os Snrs. Carnero l^o, e o
dos Snrs. Reg Barros e Cavalcanls da imprtanle
e respclavel familia do Trapiche, ou Cabo, que quasi
urna e a mesma familia, transcreve o elogio do
Liberal Pernumbucano, por lerem os ditos senho-
res corrido dos seus engenhos i visitarem o Sr. co-
ronel S Rarrelo em sua prisio com um iilho e um
cunhado, por urna extraordinaria e aleivosa aecusa-
io por uinguem pensada, por .rimes, por sua ori-
gen] u.io acreditados por inhuuieravels pessoas de
ludas as classes, e credo polilico (como bem disso o
liberal, que lem visitado ao Sr. Si Brrelo, lten-
las suas excellentes qualidadesde lanos onnoege-
ralmeiite eonhecidos. A Orden, pois, transcreve o
elogio do liberal para o acusar de injusto : quando
em outras occasles tem alc.unhado de oligarchas i
eslas duas familias perlenceotes ao Snr. S Brrelo
Pondo de parle, porm, o opportuuidode ou nio op-
Eorluiiid.ide da occasiio, para esta aecusacio, sii-
ain mais os senhores redactores deslas duastolbas,
que alm dos amigos do Sr. Si Brrelo nesta pro-
vincia, ha oulros, que habilamna da Parahiba, igual-
mente seos prenles da muilo honrada familia dos
Snrs. Pessoas, a que tambem pertenceo Sr. corouel
Si Brrelo, por sua virtuosa mi a fallceda Sur."
II. Joscpha Tcllcs de Menezes. mulher do muito
honrado Sr. tencnte-coroncl Francisco Antonio le
Si Brrelo, tambem fallecido, muito lem sentido o
fado acontecido com o Sr. coronel.
Eu, que agora chego daquella provincia, pura on-
de, por meus negocios coslumo viajar, sei que. os
seutimenlos daqueltos senhores teem sido taes, que
s a distancia os impede de_ o vir visitar em seus
incomuiodos por um facto lio extraordinario. Suas
cartas a tal respeito, de quo fui portador, pedem
aos prenles desla praca que Ibes escrevam cir-
cumsliio udauente ; pois oque por li chega Unto
os tem sorprendido, como molestado.
O Sr. Si Brrelo muilo querida e respeitado da-
quclles amigos, que entre netos e bisnetos dos dous
muios d'av.i materna do Sr. Si Brrelo a fallecida
Sr.J li. Laura d'Uruellas Cadeua Bandeira de Mello,
/


*^v
^\
*

)
de Pernambuco. Sabbado 12 de Marco de 1859.
3
canda comi seu primo o Dr. Ignacio do Barros Oar-
neiro Le}0,| senhores do engenho Macuj, sao hojo
nuitos naqMlarproriocia, velhos o mocos lodos
agricultores, apenas quatro empregados pblicos, e
lodos de senlimentos puros o costuraos honestos e
dcstes ltimos um 6 o Sr. depulario pela Paraliiba o
Sr. Dr. Diogo Velho Cavalconli.
Al eu, que desdo 1W lenho a honra de oonhe-
cor o Sr. S Barreta, c j com alguma amizado a-
coropanhei aquellos senhores em sos senlimentos;
c a nao ser um grande incommodo de molestia j o
loria ido visitar em sua prisao, e fazer-lhe os mcus
offereuimeutos.
Pelos appellidosda parle materna do Sr. S Br-
relo, s os cue conhecem a familia diro que a Sr.a
D. Laura era tllha do capilao Luiz da Veiga Pessoa,
da familia dos aotigos Srs. dos engenhos Santa Lu-
na de Araripe e Piedadc da aiitiguissitna Villa de
Iguarassn, e de suu mulher D. Maria d'rnellas
Cadena Bandeira de Mello. Nao porlenoo i familia,
apenas por aQnidade, por ser casado com urna se-
unora Cavalcauli da mesma familia ; e por viajar
de mullos anuos iiestas duas provincias, conheou
milito o Sr, coronel S Barrlo ; o tenho toda a iuii-
imdade COM lodos os Srs. do S. Braz, Contra-Acu-
do, Monte p outros engenhos desla familia, a quem
suu niuito grato.
K.igo aos Srs. rodadores dignem-sc dar publci-
dade a estas verdades escripias por um amigo, (pie
nao faz mais do que justica a quem merece.
Por osle favor milito ter a agradecer o de Vinos.
.oh.lauto leilor e criado.
O relko amigo _ifo actuis e. rf* antigs.
Cugouhq Boa-Vista 8 de marco do ls'J.
COMMERCIO.
PIUCA DO RECIFBJ1 DEMARCO DF. 1859
AS TRES HOnAS DA TARDE.
Colsooes olTIciaes.
Dcscontode letras10 0/0 an anuo.
CauiHo sobre Londres25 1/2 25 3/4 90 d/v.
Assucar Ufaneo soteno2g950 e 2|960 por arroba.
Pred. Robilliard, presidente.
P. Borges, secrelario.
iclaracoes.
Conselhi de compras nnvaes.
Tendo-se de frocoder a acquisioo dos objeelos
abaixo declarados, pcrleuccudo ao material neces-
sarin ao consultan dos navios da armada, arsenal c
mais oslabebicinlonlus do mariuha, convida u rnn-
selho aos que quizerem veude-los apresonla-
rem suas prop i-las em setsao do 15 do concillo
mez, pelas II di ras da manhaa, eto cartas fechadas
c acniipanhada! das amostras do que Mr possivel,
coitos de sorem pagos do que vehdercm de rnnfur-
midade com a ] ratcaj a este respeitn bem conhe-
cida, assim cun > de licarom sugeitos, em favor da
hienda, a urna nulla de 6 por 0/0 do valor de cada
objeeto quando nao useulreguem da qualidade, e
na quaiiiidado, contratadas.
Objeelos.
18 quintaos.
o em rama
G ancoras de 6
5 arrobas, algo
ljnilc de motn
"77 folbas, cob
50 varos, tern
50 dilos dilo di
30 dilos dito di
2 toneladas, fe
50 paos, Rom
pitao na praca do commercio ou coca
Eduardo H. Wyatt, ra do Trapiche nu-
mero 18.
Leiloes.
c brulo.
ingle/, do 5 8.
n de 6 8.
o do t 8.
ro brulo.
la elstica.
ALPANDEGA.
Rrudimento do dia 1 a 10. .
dem do dia il......
160:398$721
22:8 7SU9U
183:M5J817
Descarregam hoie 12 de marco.
Brigne inglezD. Joan ohjoctos para o gaz.
Patacho americano John E. ttoffer farinha d
lugo.
Barca americanaTlyoug f.laudidom.
Paladn nacionalJulioo rejlo.
MOVIMF.NTO DA AI.PANDECA.
Volumes sabidos com fazeudas 403
t com gneros ... Un;
CONSULADO GERAL.
Rendimcnto do dia 1 a 10. '.
Idom do dia 11 '......

509
45:722g:i00
2:52GjJII9
arrullas, grapa du Rio tirando.
12 dii/.ias, lap
l litro raappa
GOO folhas, lilla de vidrn.
5 arrobas, lin a de barca.
00 limas Iran tulas del a 5 pollogadas.
lim.
< de ferro para roslado do
Transferencia de leilo.
O leilao de 200 caixas com passas annunriado
para sexta-feira 11 do orreale tica transferido pa~
rasegiiuda-fuira 1 i ao meloda porta do arma-
zon du Sr. Aunes defronto da alfandoga.
LILAO
ni-.
COLLEGIO
DE
'<0A3& ,l,M'D-a'M311'ilJlJ
2, (iolilpii Square, Londres.
Besrent Street.
ns
1,5, G. e7
fusos de ferro do 1,1 1 2, 2,2 12o :,
as d'aeo.
de metal de 1 a 3 pollegadas.
gos do cuino para costado do 5 pol-
Sala do rol
narco de 185
dos Alijos.
Pola iapeceo
que no dial!
hora e lugar
de direitns ao
rias viudas d
em de/.euibro
5 arrobas,m
i bail preg
pollegadas.
20 grosaspar
pollegadasj
1 glosas pon
600 parafuso
lOavrobas pr
legadas.
10 arrobas d tos do dilo para costado de G pulle-
.gadas.
1 sinolo de a
1 safra.
f arrobas sel o em pao.
40 latas 1 uta
50 ditas dita
24 loruciras
80 grosas tor
,s
mas naciouaes.
preta.
irania.
niela!.
idas de algodao.
1 jogo tiateirb de ostaiiho.
U garrafas t ita do eserover.
iselho de compras navaes em 11 do
I.O secretorio, .t/eivni/iv Rodrigue*
4M248gl'J
DIVERSAS P1I0VINCIAS.
llondimonlo do dia 1 a 10. .
dem do dia 11.......
2:698M37
ljtO
2:710f9u;
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MESA 1)0
CONSULADO DFATA C1DADF. NO DIA 11
- DE MARCO DE 1859.
BoslonPatacho inglez Kmilyt, Johnslon Pator &
ii.,800 saixos assncar masca vado
l.i-lionBrigne portugitez Laia I, F. S. Rabelln
\ l'ilho, 300 sactos assncar bronco.
Porto Barca portuguoza Santa Cruza, T. do A.
Fonseca & Pilho, iO saceos assncar blanco.
Lisboa Briguo Durliiguc-/. Constante, diversos
carregadores, 4o saceos assncar braoco, 25 ditos
dito mascavado.
Porlo Rrigue porluguez Esperanca. Barroca i
Medclrqs, 125 saceos assucar branco, 25 ditos
dito mascavado, 2 barriquinlias dilo branco, t
saeco arre/, 61 cauros salgados, 4,600 ponas do
boi.
Porlos d'AfricaBrigue porlugoez Triumphanlo,
A. limaos, 100 barriquinhas assucar branco.
Loauda Patacho porluguez Tarujo 2. A. da
Silva Campos, 50 cascos agurdenle.
Exportoslo.
Para pelo Marauhao, biale nacional Lindo Pa-
quete.), do 194 toneladas, cooduzio o scguilu :
812 volumes inercadorias estraugoiras, 429 dilos
das naciunaos.
l'niladelphia, barca americana r.urdolia, do
271 1..ncladas, cunduzio o seguintu : 2,000 sac-
eos assucar mascavado, 5,277 couros salgados.
KKf.KBEDORIA DF. RENDAS INTERNAS GKRAES
l>E PERNAMBUCO.
Rondimenlo do dia 1 a III. 20:5581791
Idom do dia 11....... 4:655(42'l
25.214$211
da alfandoga so faz publico
Bo correte se bao de arrematar a
lo costme, sendo a arreinalacio livre
arromalanlo as seguales nierrado-
Hamburgo 110 navio 1If.lf.na entrado
prximo passado06 arrobas do no-
ces a l>j a ari iba Iota! 9G?, 13 barricas om quo es-
li acondicio adas o 750 rs. lolal 9T50 abandona-
is por Juan Praeget A; C. ; assn eo-
e tarraxaco a 600 rs. a libra Iota)
ortea piuu-iila a 800rs. a libra lolal
lyrio roto a 133 rs. a libra lotal
de Lisboa 110 navio Mvhiv Josf.
zembro do 1856 abandonadas aos li-
nio Luiz de Olivcn Azevedo.
Pernambuco 11 de mar;o de 1859.
O inspector,
lenlo Jos Feruandei Hunos.
Inspecco.
No dia 12 do corronlo as 11 huras da niaiiha ha
sade, na casa da secrelaria do tom-
ar. Secretara' do rommando superior
le marco de 1859.O secrelario, Fir-
Olictira.
IiiS|i*--i; 10 do ai'seiml le m;irinli:i
r posla em arremataco, conformo
11. presidente da provincia, a exocucao
de reparos no ossario? nos odibeios do Lazareto do
Pina, concern mies a pedieiro, carapina, pilor, etc.,
convida o III u. Sr. iuspeclor aos que queiram in-
cuinbir-se dkso aprosoutaroiu-so no dia 16 do
crlente mezj pelas 11 horas da mauliaa, em que
lora lugar tallarrematacao ; sondo que autos, para
melbor conhcjciiuento desses reparos, podero ver
das aosdireil 1
ino 25 libras I
159,5 dilas d
(9,20 ditas
29S00, vind
entrado om d
reilos por An
Aifamloga
inspecco eje
mando super
dn Recife 10
mulo Jos, de
Segunda-feira 14 do eorrente.
PELO AGEXTE
PESTAA.
Nn dia cima designado e pelas 11 horas da ma-
nhaa a porta do annazem do Sr. Annes defronto da .
alfandoga por cnla do <(uetu pertencer i'indas de^*^
Londres no navio Kalkoleu
Marca K\V enm diamanto r.\IITI caixas onni cor-
vina branca em garrafas.
Marca dita com dilo dito12 caixas rom ceneja
branca em atalas garrafas.
Avisos diversos.
Pede-se ao Sr. Joan Jos da l.nsla Santos 0
favor de apparecer na ra Nova 11. 30, ou de decla-
rar sua morada para ser procurado, alim Uo tratar-
se lii' negocios quo o meslo senhur nao ignora.
AUcnrao ao hotel Aurora
NO
raleo da Santa Cruz.
Aohar-se-ha do dia 12 em Oanle sorvele, e nos
domingos e das santos nio do racea, Uio com
grande aceto : podejm chegar os fr-guezes ao bello
sorvele o mo de \aeen, quo adiarn de boin agra-
do ; e lamben tornece-oe comida para fra pm di-
uiinulissimo preeo.
Pede-se an Sr. Beliniro Augusto de Alincida o
favor de apparecer na ra Nova o. 30.
Jr.ItMii lerceira l S. 'liiii'-isco.
Tendo a mesa reactora da venoravel nrdoin ler-
ceira do S. Francisco desla ciliado resollido man-
dar pintar e diuirar a sua groja, convida polo pr-
senle as pessoas para isso habilitadas, a examina*
rom a mencionada groja, o a enviaren! suas pro-
postas em carta fechada aleo dia 25 do crrenle ao
inno secrelario.
Na freguezia de Sorinhoni dn sitio liba
Ciando do Caraiiguojn, fugio no dia 16 de Janeiro
de 1850 o piolo Paulo, com os signaos seguintes :
altura regular, seceo do ocupo, representa ler 50
anuos, pono mais ou monos, de Angola, rosto
NOSSA SENH0M4 DO BOU CO^SELHO.
INSTALLADO NO RECIFE
Riia do Hospicio n. \ 9, a 7 de novembro de I8S8.
DIRECTORJOAQUM BARBOSA LIMA.
Desdo 7 de Janeiro do rorrele anuo abri este estabelecimenlo suas portas a lodos os so-
ldnos pas de familias que Ihoanizerem confiar ;i educaeo de seus filbos.
lia ordem sob quo marcha o servieo ncslu collcgio, de seus commodos, asscio o de sua
disciplina escusa-se n director de fallar, por sor para isso o menos proprio; mas desdo j
subjeila a inspecrao de todas as pessoas que liverem real intersse em conhece-lo, certo do
que ao ollio consciencio .- nao eseaparao as diligenciase lelo, com que ambiciona a dlfjelor sa-
nie lera direito os seus collegiaes.
J. r,. olivkira Toado augmentado, com m-
mar a casa contigua, ampia.....irrtenles ateonv
modal i' > para mnito maior numero do hospedes
(tono! o so lerommenila no favor o lembranea dos
seus amigos e des senliores i janles que visilem
esla capital; continua apreslar-lhes seit]
o lions oflicios, guiando-os em lo
precisen] ronheeimento pratieo paw, i
|5> do porluguez edo inglez lla-Se.....o lio-nia-
nhol o flanee/.
Toma-so 3KKK)/ a premio pelo lempo e con-
diroes que so conrancioaar e d-se por garanto 3
escrarosinteiranteote pecas, muisadios, san vicio
ou achaque, sendo2 escraras e um eserava lodos
mu conhocidos aqu na cidade onde rosidem a niui-
tns aun.-, lirres o dea mli iraradoa de toda e qual-
querdic. ida ; o i.-cr.r.o he mi liol, inlelligonle,
excellente comprador o de todc-serriiM; nina rsi ra-
ra inuilopralica eexcellnte quiundeira de vender
na ra emlaboleirose lavadeira de sabio; una
linda crioula de 18 annos que lutnca sahio ra,
BI mu honesta, bem educada, rom ciecltonle con-
,; i paiz : II, e, docta, lava, c/.o o cosiuha, mui
; i'i/or as exi.eiii i is ib
una o incaico, regular, a qui
Cmicinis de casino.
Pur.ir.ims i.r.TTuis.Pelo melhodo Caslilho, regida pelo Sr. majorAntonio Ignacio da Silva.
LiTiii.Priuioia cadoia, regida pelo Sr Joaqun Borges '..iineirn.
Segunda cadeira, regida peluSr.Jo.se Nicacioda Silva.
Fa\xcE2 e iM.i.F./.Primoiracadeira, reuna pelo director.
Segundacadi ii.i, iv.ida pelo Sr. i......go Targuhar Mnrlinner.
Ini.iwo.Regida pelo lir. Pranrisco de A. Uoulinho Lima.
Ai i.iiivo.Regida pelo Sr. I'ran. in n Jos da i'.uulia.
tii.oMV.iiiiv.Regida pelo Sr. Dr. Antonio Kgidio da silva.
iiKiu.iuiMiu y. i'iiii.uMii'ii'..Regida puloSr. Dr. A. II. de Torres Randeirn.
l'iiKToiiii:\ b piirncA.Regida pelo Sr. Borges Carneiro.
DisKNHii.Hedida polo Sr. Dr. J. J. de C.arvalhn S. Varejio.
Misici.Regida pelo Sr. Manuel Augusto de Henezca Costa.
.Misi.v ni- eiAMi.Regida polo Sr. Joaqulm Bernardo de Mendonca,
I)a\m.Regida polo Sr. Hanoel l'ranci-eo de Souza MagalhaeS.
As condici-oes de entrada Sao as mesiuas consignadas nos eslalutosdo cnllepio, qneoslaoa
merco de quem os quizer lr.
CASA DE SAIDE
SITA EM SANTO AMARO.
DOS
nu consultar
nin onjo lim icha-se patente ou franca, nasccrela-
a respectiva descripcao minuciosa,
^^, ^\ols^ % ^M
a
No.-to estabelecimento ha as melborcs acommodacoes para se iralar.ni doentes doqnlqoerealhe
goria c sexo.
Adiara menor he de200. deveado o pagamento ser feilo por quinrenas adianles.
llavera o niaiorzelo eempenhono tralainenlo dos doenles os quais serio visitados polo men
duas Tezes por dia pelos mdicos pruprietarios do eslabeleciiuenlo.
^Agencia de passa-
porle.
j^.' r.laiiilino do Rogo Lima lira passaporle para den-
lo fra do imperio, por rommodo pre' i c presteza :
neniada Praia, pruneiro andarn 43.
Kinguem faca negocio algara sobre o engenho
i Diamante da freguezia do s. Lonrenro, propriodade
' do major Antonia Loafenco Tavares, poisesteenge-
Inho esl sugeil ia urna ercurodemaisde I5:000|.
D-se dinheiro a premio sobre penhores ou hy-
| pnlhecn : na ra do I respo n. 19, primeini andar,
?' das 11 s 3 da lardo. x
No mez de levereirodo correnle anno, sppa-
reccu no engenho Pintos o preln cscravo, que diz
in iiilicor ao Sr. Vicente Klias, morador no i nge-
nho Minas Novas; son senhor o poder mandar
busra-lo : ni.....ie responsabiliso pela hgado du --
um escravo, nem pela vida.
Jote Fernando da Prs.
Ao publico c no corpo do com-
mercio especiilinc.'-lc.
ti hachare) abaixo asaignadoofferecc os seos sor-
i icos de advogado com ambas as instancias no ci-
vel, criiue o commercio. Espera sor procurado, af-
Urmando qoe lomari o maior interessa pelas cjii-
sas, que lhe forem confiados : pode ser procurado
no priniijiro andar do sobrado novo n. 4 da ra do
r.ollogio onde mora, a qualquor hora Frai
Luiz Cnri'ii de Aiiflnici1 da Silrtt.
Oesappareeeu boolem do becco deS. Pedro,
um cavallo rodado escuro, pequeo, na tosa lem
.-igual de bronco, lem olhos feios, lerou cangalha,
de prego, as inqairideiras sao de imbira verme-
llia. lem andar por fra, crinas grandes, om grao,
lem o (arre .Hit'. : quem dol- der noticia, pode di-
riglr-se ra IKreita n. 11, ou ao engenho Horas,
fregaezia dn Seeco, que sera generosamente recom-
pensado.
Na noite do dia 8 perdeu-se urna cabelli ira
de cachos, do Maoguinho ot a Trompe: quema
aeli.ni queira entregar na ra dos Uartrros u. 32,
que recobera 5*. de gralilteaco.
Arrenda-se um -iuo em aanfAnna : a Iratar
iia ra do Raagcl n. 50.
cuidadosa para
criaoi lem muib pratica ;
dn i. lar liar i di a para o poder
de quem emprestar o dinheiro conformo o ajusto
que se lia-r com lauloquoaqajfer a mucamba 16 annos, .- so r.ir.'i o-' negocio rom pessoa de fa-
milia honesta para cujo poder ella rae com condi-
c'io desla nao sabir roa, pois quo sendo esta como
ainda hevirj i sedeseja aprostttuirodella:
quen i negocio annuocie pan ser pro-
curado.
Pioc'-.a so de Urna ama qn saiba cosinhar, en-
gommaretaz ro rvico diario de casa : no pateo
Jo I'. i i ii. ., primoir andar.
ti abaixo ansignadotem aborto o-en escriptn-
lio de ..'. .'-. i uo bairrodo Rerife roa di Ornz a.
18, se un I i andar. Quem quiz TconJlar-lhe o pa-
Irocinin deuas musas sai ai seupre prontptono
mesi 10 psi riptori i desde as ll horas da inanh.i ;.!>
asSda lanle>->0 bacharel, ./." HotUfaeio "' *'i*
/Vn'.-r.
Vendem-se loalhas, lamasradaspara
mesa, de lodosos tasnanhos por uiela-
de de seu lalor (por hacer grande por- 0*"-
can : na toja da ra do (.lucnaado 11.
10, do Leite ,'. Cmela.
Baolia de oreo
Pivcissvse ' uiu;i pps>na fuia uasuuile pra-
lii'a e haliililnri's nu negOCO Uo t'rra^rns : quen*
i-slivrr ncssi' cano iliiij.i-si'a na da r.ndi'ia dn Ro-
r 11. n, priuiriro andar que bebaiA rom quem
Iraiar.
.Na noite d> dia .'t d> coffrBnte dcsappateceu lia
Estrada Nova.juntoao sobrado grande, mu quarlo
caslauho, nafego do um qnarto, rom marca do pei-
loral, catigalha o saceos, o qual de Juaquini do Uo-
comprido e secco. lem falla de denles, bocheches ""i1,'- ranPUM l' ** Chnpadas, (piando falla as veos gagueja, leu. nina ?." ifnoa l!e"O; proprielanoido engenho or......1-
pera maisI secca dn que a nutra, o baos curtas, "^goeaada Uz, que gratificara generosamente
anda c\o o pucha pela perna ; suppoe-se andar ;"leiu ntiver rocolhido, u Ierro exprime onomedn
CONSULADO PHOVINCI.L.
Rendimriilo do dia 1 a 10. 21K8S571
dem do dia 11....... 1:05$05C
z%S58fB27
Movimento do porto.
Aflt08 entrados no dia 11.
Rio de Janeiro3 das, escuna dinamarqueza ilol-
tatia, de 312 toleladas, capilao J. Schacht, eipii-
pagom '.I, em lastro; a N. o. Bieber & C.
P.abi.i11 dias, patacho brasilero Eiora, de221
Innolladas, capilao Joaquim Lardoso, equipagem
10, em lastro ; a Joaquim A. Perroira Jacobino.
llio do Janeiro 25 dias, barca portugue/a Ilorten-
ria, de 560 toneladas, capilao Joo S. Humano.
equipagem 17, em lastro : a Aniorim Irmos.
Rio do. Janeiro29 dias, brigue lirasiioiro Sugita-
rio.de 266 toneladas, capilao Jos Manool Piuza,
equipagem 12, carga caf ; a Manuel Prancisco da
Silva Larrico.
Navios sabidos vomesniod'ta.
I'hilaphiaBarra americana Cordelia, capilao Tho-
max W. Tbeer, carga assucar.
t'.eara, Haranhao o ParaPalhabolo hrasileiro Lia-
do Paquete,capitp Jos PinloNonos, carga assu-
car e mais gneros.
ria desla insp ccao'eni todos os dias uleis, desde
as 9 horas da manba s 3 da lard
Inspec^eo d 1 arsenal de marintia de Pernambuco
em 10 do mar 0 dn S.O seoiclario,
Alexiiiidrc llodii'jnes dos Alijo.
Pela rnnladiria da cmara municipal du Recife,
se faz publicojque o pra/.u inarc.ldo para pagamen-
to dos imposto! do estabelecimentos, linda-seno
ultimo de mani do correnle auno, c lodos aquellos
que nao paganini, cam snjeitos mulla de Iros
por rento ao vllor dn mesmo imposto. Contado-
ria da camina municipal do Recife lo de fevereiro
de 1859.U cohlador,
1 Joaquim Tarares Rodnralko.
Cnnsellio ntliuinistrntivo.
O ronselho oilminislralivo, para fornocimenlo do
arsenal de gueria, lem du compraros objeelos se-
g uintes:
Pura o p. batalhao de infantera.
Espadas com lainluis do ac do uniforme de in-
fanleria 2 ; lidio de coiim de lustre com ferragens
do uniforme 2 ; ananas de muro de lustro com fer-
ragens do uniff me 2 ; dadores do uniforme 2 ;
ehariateiras bro iseadas dn uniforme 2 ; bandeira
nacional com ha le, sapa de brim e dita de oleado"!.
Para o pi nidio do illui de Fernando.
Chicaras e pr s, casaos 12 ; estojo pequeuo de
1 1; eacariOcaidor 1 escarradei-
jarra de barro, pequea 1 ; lan-
C lancetas 1; ourines de loura
com lampa (i ; Ir vessoims de brim 10 ; caixa com-
pleta para opera fio de hydrocolel ; vidros para
lelas de rouro er rasas 23 ; col-
; tigellas de folha 30.
Puruproiiindiilo dosariiiii;ns do almoxa-
rifado.
: pregos ripees da trra, mllhoi-
maeos 20 lelhas de barro, mi-
cirurgia, portal!
ras de lateo 10 :
coteiro com -i
0BSKRV.VQES 1IETE0R0L01LAS.
nu 11 DE MARCO.
pp
em titulo de forro : quem delle livor noticia ou
pegar, leve-0 ao dito siiio a son senhor Mannel de
Araujn Vilella cujo sili#*llc.i distante meta legua
da villa de Seriebeiu, quesera gralilicado.
Precisa-so de um pequeo que seja. portuguez
para caixeiro : na roa dos Pires, padarur nova.
Precisa-se por alugucl, de um prelu do ineia
idade, que entenda alguma cousa do trabalbotlo
campo, d-se sustento e roupa : a tratar no pateo
do r.armo u. .9, 011 na Passagem da Magdalena, em
casa do Dr. Firmo.
. Precisa-so de nina ama secca para Iratar de
una menina: na 111:1 da Palma em umsobradinho,
casa de um moco eslrangeiro.
ASS0CIAC10 POPULAR
DE
SoccoiTos Mutuos.
llamingo 13 dn correnle, havor.i sossio da as-
sembla geral, para tratar se de negocio de alia
monta : os senliores socios effeclivos sao convida-
dos a comparecer as 10 horas da manlla, no pala-
rote da ra da Piala.
.1. .1. Themoteo.
1." secretario.
-- Precisa-se de lOOgOOO a juros, dando-so urna
boa garautia : a tratar na ra d.i Gloria 11. 13.
Precisa-so de una ama que saiba lavar, en-
gommar e cuzinliar, para casa do pouca familia, e
faga-so bem : a tratar na luja de ferragens da rita
lireita n. lili.
Os Srs. accionistas do Novo Banco de Per-
nambuco sao convidados a rouuirem-se no niesino
Banco as 11 huras da mailha do da ludo correnle
mes, alim de ser levada a elTeilo a ('elermiiiaco
do arl. 23 dos estatutos. Recife 11 de marco de
1859.O presidente da assembla geral,
liaran de Citmnraaibe.
Arrenda se um sitio cen casa dn pedra e cal,
com terreno pan plantar alguna arvoredos: quem
pretender, dirija-ge aos Remedios defronle da
igreja, a tratar c0iu Caetano Baplisla do Mello.
dono.
Anda contina fgido o pardiubo Adnlpho,
osoiavo do Sr. Ilr. Mannel Joaquim Carneiro da Hu-
illn, e desconlia-so que tenlia sahido para o mallo,
em procura da mai, que se ada do presente em Rio
Formse : pede-so portento s autoridades policiaes
a captura do referido pardiiihu, e d-se generosa
gralilica o a quem o apii M-nlar a son senhor, 0111
Olinda, ou nesa cidade ao Sr. Mello llego, na ilha
dos Hatos.
Parlicipa-se ao rospeilavcl publico, que for-
nece-se comidas com aeeioe presteza, e seencar-
roga do lavare engnmmar : na roa du Atalho, casa
nova iuuto do Sr. Bastos Na mesma precisa-so
alagar nina boa cozinheira e urna engonunadeira, 1
preferindo-se captiva.
Saca-se para o Porto e Lisboa : na:
ra da Cruz 11. A0, escriptorio de Car*
valho Nogueira & C.
No dia 20 de fi
gin o escravo c
Caetano, com os signaos semrinles: pVid
Precisa-se de urna ama que compre e cozinhc'
na ra Noi a n. 35.
Foliiiithas para 1839.
Acliam-so venda na livraria n. G o S da nraca
da Independencia, as folhinhas do auno de 1859,
para as provincias de Pernambuco, Loar, llin Cian-
do do Norte e Alagoas, das seguinte-s quididades :
Polliinlia do priprietario agrcola coutendo
alem das materias da costme, as leis e
regnlaiiieiiios d>s laBu pulili as noladas
Com Indos os avisos o^ffuMs que ns lem ex-
plicado o ampliado al o ncz de selombro ul-
liino, pelo Sr, Dr. Antonio Vasconcellos afe-
nezes de Dnimmond esla folliinha lie es-
kencialmente necessaria a indas as pessoas
que pnssuem um palmo do lena para mais,
pois cun olla oslo habilitados para nao ca-
hirem em mullas o nao serem illadldos, proco 500
Folliinha de piula ris......... 100
Folliinha i-eclesistica ou de rosa feita pelo llvd.
Sr. conego penitenciario da S de Olinda, se-
gundo a rubrica e urdens da Sania S, ris. 100
1
Ama.
Prccisa-se de urna ama para casi de homem sol-
leiro ; na ra do i.ii.ioiinaiio n. I!, laja.
Pi-ptisa-sc tic um caiviro t|iir. t:'-
iilia ntica ie iailapa e qac i! ldor a
sua coiuliicia, ara una andara iesta ci-
tladp: i|iicm eslifer aestas rircanslaa-
Para casas particulares. .
Refinada, em latas da 10 libras a 400 rx. a libra :
na ra da Azuorim n. 13.
Vcnde-se a lojade calcado sita u:i ra ilo l.i-
vramento n. 11 : a ratar ame
Veudo-se um mulalinho escuro com 12 annos
c idade : na ra Nova n. 71.
Vende-Si' na mu da Cadoia cscrip-
torio n. 50, (jaldes, palheta, cordao, cs-
piguillia, renda de encllente) goslos,
linna de roriz, enteitadae de ns. 1 a l.
toaHias de lindo de diversos tamunhos
para mesa e rosto, retro/., cocltins, ca-
pachos, folhas lisas e bordadas, hocaes
para seringa, petutnarias, bengalas, di-
versas mmrlezas e Cr/.cndas francesas.
. i ". : '
^- i.'(.apeos do til.i ;:.o:i oiihora o mais bem \
.: enfeitado possivel, assim romo veos'pro SB
los c decoios para as magmas : se ven- fji
m na ra do (.luoiniadoii. 10, lojadcl.ei-
. Correia.

>oud'-so urna prcla ido i, mais sndi.a, por
barato proco, a qual enahoa piv;":,Mnonlo ruopa :
.... ,!:,.'::. .. .. .l i___..: I .. 'i i- quem a pretender, dirija-so a loja do (iiiillioiiue
(las (Iii-ija-sf a ma dO llaus,CI ueposilo tl ,a s|va Euimarei, proimo ao an,, de Santo in-
Ionio.
V
o L.
Bren,arrobas
roa 10; obreias
Iheiros 2000,
Quem quL:er
suas projiostas
eonselhos 10 h
ti mez.
Sala das sossiles do ronselho administrativo para
fornoeimento d arsenal de guerra 7 de marco d
1859.liento Jt t Lamenha Litis, coronel presiden-
te.Francisco oaquim Pereira Lobo, vngal secre-
lario
6dam.
9
1/2 dia
:tdal.
6
5
3-
t'. u mu l us


r.irrns.
iSl
SE
Reg.
TERMUMF.TRO 6

o ^.
a K s
a 9 -^ C
es 6 E
o 6? -^
2fi'.l 20'.8 Tll 7li i
27.7 22.2 H2 7.s 7
29 i .S sr, a "
2H.H SLI S(
7.~ 22.2 N2 '.
Segu impn erivelnienle no dia 20 dn correnle o
patacho porto
cha, receb
mm.
.ri
56.8
57
A noite esleve clara com alguns uevoeiros, vento
SF, o assim amanlieceit.
Observatorio do arsenal de mariuha 11 de marnu
de 1859.
YlEGtS Jimoh.
ender laes objeelos aprosenle as
m carta fechada na secretaria do
ras da itiauha do dia 11 do corren-
Dono do restaurant franeez,
na ruado Trapichen. 20, lem a honra de prevenir
ao rospeitavel publico e aos sous tregeles em par-
de fevereiro prximo passado, fu- i ic.,,la.r- 'I1'" do 1."de maree om diante 0 seu esta-
abra Manuel, cOohecldo per Manoel J!ewmenlxtK "?,D!R!r" P"ra "'7T rua "
os signaos secarales: podo ler 25 -* sobonome de MottlftRestaurant da Kuropa ;
pao ouliMii-a boea dofronlc da bee
Trem.
Aos Brasiiciros e Porlu-
guezes.
ontinuar como sempre a fazer encommedas
O restaurant oslar aborto das 8 horas
da manhaa s 10 da noite, e as pessoas que o qui-
zerem honrar sern son idas com iodo o disvello e
ennsidoracao acosluinados : no mesmo huU*l existe
ni l.i-
llocifo ao Sr. (.mralo Jos Alfonso, por isso que se "r o jogo do bagalella. (I dono d-slo eslaboleci-
1 ini-iit.i drsue
annus de idade-, grosso flo GOfpo, altura regular, i
cr rlara, cabellos earapinhadoa, ando sempru n-IJU'J^JJJj
lauda o elogiando, levou chapeo de haclinha branca ''
j naada, oamiaa dv algodaanhoa cal^aderisca-
dinhoj usado ; fui da provincia do Ufar de Amo-
O'1"' I" lli-IIMU "* U(< l'l"i Klliil \t\l i .' ll I i I til" .11111* i f ,
nio Tollos de Menetes, viudo para ser vendido no |!!"' caf'.'' 'o'1" "a di/j melhorcs de Varis, co
.. .. *. _' ili'ip ,. mncl i ,. 1,-j. -i l ..! i f .1.... il.kaln : \.
topoe ler idu para > Urrift* ou para o ftortao assim
roga-sc aos raptaes di* campo e s autoridades, ipie
delle liver noticia de o apprehen ler eser entregue
no engenho Telha, fireguezia de Seriuhaem a Tho-
m Joaipiim di; UUveira.
Mudanca de escriptorio
Braga i Antones mudaram osen escriptorio da
j agradece a benvola proteceo Jo
reapeitavel publico Pernambucano.
.^:}Hr:.r.:,ur}::';im
$ DEMTISTA FRANCEZ.
<*)* Paulo Gaignoux, dentista, na das F.a-
32 I'1 dentilicu.
-

rua da Madre de lieos para a rua do Vigariu n. 11, |^U>H4r i !! H
primeiro andar.
Educaco
Casa de commssao de cs-
eravos na rua larga do
irio i.
Avi >os martimos.
ara
uo/. Jareo, novo e de priineira mar-
gunia carga a frote : para tratar rom
Editaes.
O lllni. Sr. inspector da Ihesouraria de fa/en-
da desla provincia, manda convidar as pessoas a-
baiio mencionas para virem pagar, dentro do pra/n
de 15 dias, contados desla data, o que ainda se n-
i liam a derer dos direitns de suas nomearoes na
qualidade de empregados rivis do ministerio da
guerra, certos de q^ue ono fazendo so proceder
cobranra judicialmen!
Aritnni ie guerra.
r.t-almoxarife Antonio Maria de Karias
Neves. pelos direilos do 5 0 0 do orde-
nado de 800, relativos 6 prestamos 20$000
r\-oscripiurario Amonio Francisco de
Souza Magnlhes, pelos direilos dit5
o 0 do ordenado de 000$, relativos a 0
prestaeoes.......... lgnno
l.i-guarda do 1." armazcm Antonio do
Catino Ferreira, pelos direilos de o 0 0
do ordenado de 300f..... 15S00O
I', -professor de musir Pedro Nolascn
Baplisla, pelos direitns de 5 0 0 do or-
denado de 400*. r..... 20JSMHI
Dilo Theodoro Oresles, pelo resto dos di-
reilos de 5 0/0 do ordenado que rece-
ben desde 14 de fevereiro de 1852 a 31
do dezembro do mesmo anno. 53918
Hospital regiment!.
F.t-boicario Aulonio Francisco das Ne-
vi s, pelosdireitos de50'0 do ordena-
do de 800J, relativos a *9 prestaco.s SOgOO
r.x-pralicante Joao Athayde Ca-
valranti Sinioes, polo sello do
ordenado de 2108.....2S100
Pelos direilos de 5 0/0 do orde-
nado que recebeu desde 12 de
fevereiro a 30 de agosto de
1836-..... ...
. Pelo registro.......
los dos San ns Pereira Jaidim, uu com o capilao
Jos Marques loelho Sobiinho.
Para Lisboa.
SahirV i o dia 2i do eorrente mez o
brigue por uguez Laia, por ter o seu car-
regamento quasi completo ; quem nelle
quizer can egar o resto que lue alta ou
ir de passa jempara o que tem excellen
tescoramo los, dirijam-se ao capitao na
praca do ( ommercio ou aos seus con-
signatario Francisco Severiano Rabello
t Filho n > largo da Assemble'a.
Para o Porto, a baica portuguesa Santa Cruz
val sahir im irelerivolmeiilc uo dia 31 do eorrente
marco ; as ( moas que na mesma quizerem carre-
gar ou irde lassagem.para o que lem bous commo-
dos, dirijam se aos consignatarios Thoma/. de Aqui-
no Fonseca ( Filho na rua do Vigario n. 19, primei-
ro andar, ou ao capilao na praca
Para o le Janeiro sahe rom milita brevidade o
bem conheci lo brigue Sagitario; para carga e pas-
Mgeiros, Ir la-se com Manoel Francisco da Silva
Carrico, na i ado Vigario n. 17, primeiro andar.
Vl\ FRREA
DO
RECIFE A S. FRANCISCO.
A eomp.iiiliin so aoha prompta a recober propos-
l.as para a couducco do nina grande qualiliuade do
trilhos o outros inatoriaes perleiu-entes a mesilla
na terrea do liuoral das lamo Pontos, onde presen-
temente se Kham.ao lugar chamado Bou Sicca ou
llertioga, sito no rio Inojuca.
As proposlas devero ser enviadas por escripto,
marcando o proco por arrobas inclusivo carregar o
dosc.-irrogar o peso que pndo sor cnuduzido porra-
da barcaea, u maior numero dolas que se poder em-
pregar ueste servieo assim como o lampo gasto em
cada viagem.
Escriptorio dos engenheiroa na villa do Cabo 10
de mari'o de 1859.
II'. M. Peuislon,
Kugoiihoiro em chefe.
lina scithora honesta e de costninos moralisados i
que sabe bem ler, esorever, conlar, coser, lacrar!
de labyrnlbn, bordar e outros trabalhos do agu-;
Iba, fferecc-se para ensinar meninas em casa de '
familia om algum engenho ou oulro qualquor lugar '
forado cidade : quem de seu presumo quizer ni i-
lisar-so dirija-se rua Aagusta n. 19.
ti major Antonio da Silva Gusmo declara. |
que no se nsponsabilisa d'ora om diante por coasa
alguma que em son noine vondorem ou compra- I
rom, seja qual Mr a pessoa, excepto o seu procura-
dor, sim declara, que ([oi emu elle tiver oontas, as a- didos mr commisso por cnnla de seus senliores,
presente al ao Rm do corronto me/.,ao sobredito sen aflanca-se o bom Iratamento e a prompla venda,
|irocnrador, para depois do examinadas seren pa-. afim de os donos nao soffrerem empale com a ven-
gas. Recife 5 de marro de 1859.Com procuracao Ja dos mesmos; nesla mesma casa ha sempre para
de kntoaoda Silva Gusmio, Manoel Florencio Al-
vos de Muraos-
No dia 8 do correnle. salando da casa do seu
senhor da rua do Rosario da lloa-Visla, sti 1/2ho-
ras da tarde a fazer compras, um molequed(Miomo
Marliniano, com idade de 13 a 14annos, cor alguma
usa fula ; levando calca e jaquela do riscado de
vender escravus para engenho, inoleqnes e iiogrus.
casa m mm.
O Dr. Ipn.irio Firmo \nvicr, propretaro da an-
i liga r acreditada casa de saudu sita an norte da rs-
quadros, 'muilo vivo, e de pYesenie emnmalio- ^^ P* 'laMagdahua, entre a ponte gran-
Hdame Srhroo lem a honra de prevenir os se-
Dnoresseus beguezes, que j.i se honraram da sua
presenta durante a sua residencia em Pars, que
ella se rnndoudasua casa da ma fauboiirg Poison-
niere n.71,para um magnifico hotel muito espado-
so o muilo arranjado, de urna elegancia excepuonal.
(is ([liarlos mobilhadns offerecem todas as com-
modidades, desojando por suas grandezas, polas
suas boas distribu. Oes e 0 confortavel.
Ha um maguilo salao, grande sala de jantar,
commodos para os viajantes, lona a nimia brasileira
perfeilamen te servida, sala do banhos e rarroagens
soin|iio promptas a disposiraO dos viajan
Este estabelecimento so recommenda s familias
Brasileirase FoMuguezas pola racilidade que ollas
acharan para se fazer comprehender, visto que o
dono do hotel e as pessoas emprogadas ao Servieo
fallatn portuguez, e principalmente pelos cuidados
particulares que podero ser preciso s pessoas do-
entes ou inromniodada.--. um dos mollinees diiuloio-
dePars, empregado nesle eslabelecimento. l'.in-
tim m'.s podemos aiiancar aos senhores oslraugeiros
que ellos acharan em sua casa todas ascommodida-
di's reunidas as apprnvacos que nao se acbam ordi-
nariamente nos estabelecimentos deste genero.
O servieo se faz com umita limpe/a e exacSdao,
por proco muio moderado.
I). Anua Joaquina Teixera da Molla f'.avalcan-
li arrenda o seu engenho Novo no lermo de Igna-
rasst : quem o pretender, dirija-se ad seu sitio
tlttteiro, enclavado o tire ierras do mesmo enge-
nho, on na villa de Iguarassa, rita da Matriz, casa
it. 9, .a iratar enm o lilho da proprietaria, que
JosT.ixeirada -olla Cavalcantl.
Precisa-sede nina ama que lenha bom leite,
paga-so bem : na rua da l'.ru/. do Recife i. se-
gundu andar.
Jos Joaquim Dias Remandes Ce Filho mu-
daram son escriptorio da rua daCadeia paran largo
da Assembla, primeiro andar da casa n. 10.
Precisa-se de nina ama para cozinar em
casa de rapa/es soltnos : quem pretender, dirja-
se ao lerceira andar da casa n. H da rua larga do
Rosario.
Precisa-se de um bom rornelro : ns padaria
do i-orle do Mallos, rua di Burgos.
loupa luailu t -i:^;<>iii>iia fin rua do Crespo, primeiro andar n. 19, loma-
se freguezia para lavar e engoniraar para fra,
sondo pido preeo si guinte : camisa larada e en-
gouiinada a WB rs., caira dito dito a 100, collele
dito dito a 120, paletot dito dito a 880.
AMA DE LEITE UU SECCA.
Cmamulher brama de bonscostantes olTeroee-
se para ama de homem soltoiro, ou mesmo para
criar, tem bom leite. o nao tem i'dho : a tratar na
rua Imperial na casa da Vava o. '-'.2.
nde-so urna famosa negra de (0 anuos, op-
i'.ma cozinheira e doeeisa, e tmnbem lava de
sabio o brrela, e tem alguma luz d i engemmado;
lambem se iruca por um negro da mesma idade :
na rua dos Hartyrios n. 1 i.
Compra-s una casa terrea no bairro de San-
io Antonio ou nos limites de S. Jos com o de Santo
Antonia : a pessoa quo tiver, poder tratar o ne-
gocio na rua de S. Jos n. 15.
4
_.\Xii Fazcndas ib ultima moda
^S( para Home ns
.;.. ( Senioras c Meninos
MI*
VIA FRREA
lio
Recife a S.
piona feridano lieic.ode baixo : roga-se a qualquor
pessoa da polica, ou capilao de campo, que o pe-
geme leven pesia cidade ao Sr. Henriqne Jorges
do BritO o Araujo, e no Cabo ao escrivn de orphos.
(I moioque anda mesmo nesla cidade com uniros
moloques, e ser recompensado quem o pegar.
No aterro da lioa-Visla, rasa n. 10, en
i pequea do Chora-menino, e na mesma re-
sidenlo, |em disposto os melliores commodos pala
recober qualquor pessoa enferma, o achando-so o
sen eslabelecimento as mais agradareis eondiroes
higinicas; contina a onereccrosseus snicos,af-
liaiu ando o inelhor Iratamento e o maior slo no
ciiraivo das molestias. O mesmo doutor, tem des-
Bf99
IgOIM)
------- 9fB99
h
Segu nesl
carga afrete
l'.viiaco da I'.
n. 25.
ta du \ igano n. I,. primein
jtracaty.
Par
ts dias o palacho Santa Cruz, recebe
epassagoiros : a tratar rom Caetano
la Moicira, no lado do Corpo Sanio
o Rio de Janeiro.
Orelciro t botu condecido patacho nacional Ju-
lio, pretende seguir com milita brevidade, tem par-
le de seu coi 'ogamentn ptnmpto para o resto que
lhe falla tral; -so com o seu consignatario Antonio
Luiz de Olivi ira A/.evedo, no seu escriploriu rita
da Cruz n.1.
ra a Baha.
Predende ;eguir al o lim da presento semana a
velleira e bou ronhecida sumaca nacional llortenre,
tem metade i o son enlegmenlo a bordo ; para o
CO
A companha precisa empregar 300 obreiros ad-
dicioiiaes entre a villa do Cabo o Uliugo, o OflorecB
as seguimos vaiilagens.
Esl resolvida a contratar os atorros em lances
pequeos, por preces que garanloui maior lucro
aos conlraladores, do que 0 que se realisa pelo 1ra-
balho diario.
F.mpregar-se-hiio lodos os homens de forra e
livos mr um proco proporcional equivalente 1]
rs. diarios.
Coutralar-se-ho pedroinu, carapinas, olciaos
depodreiro, forreirns, assim cont i.nlros inecliani-
cos, utodiaulo condiccoes avoraveis oinpreitada
ou mediante paga diaria correspondente, no caso
que preferiram.
Haveru moradias para os obreiros, enjos manti-
mentos serio Iransporlados gratuilainoule da esla-
i das Cinco Ponas aos pontos das suas moradas
la liona. Tambem se conceder urna passagem
ao Recite para Indos os que forem emprega-
dos, para ida e voltauns sabbados, depois de foitoo
pagamento ; assim como a todo lempo se dar pas-
se livre, de JO hnmeiis, um, para o lim de com-
prar inantimenlos.
Escriptorio dos engenheiros na villa do Cabo 10
de marco de 1859.
I)'. M. Peniston,
l'ngenhciro em chefe.
u nuiu
os preparatorios noe,,^ ^"^^Z^^^ ** cia u.ilidade he -
esludenles, que quizerem frequeflar, pagarn IOS s;0 FNcnBroitioi ni oume*
dartnPde 'T' ?:^I"' """ "^ Opora.rs.-0 Sr js hX Filis ftri-
(Iiircin. r. r <;rai'a o t'iisinu iiara ainii'Mi'S, (iink lian .__ t, i .. ,
poderem salitnazer esta mensaKdade. Asiegiira-se |'nl;" ', e$?l*'!'"''"",". ""1"1''1 d" CaBd"_
!. fruc.o do eusino : os professores preencheraoos ,,'' :' "'J:' l"',',"'' '"' ','' t"'""-,1"la-
sous devores com toda dodicaco. i M,'.'i"" 'onsulta., e.-U lllni. Sr. I ommei.daJor Dr.
V^J^JSfe t^^^\^.^^^^MZT^ Villas-
Boas.
Paidologa dutriua.O proprietaro do eslabole i-
ela lit
livre u
resto que II
Antonio Luiz
torio, rua da
Para
lA-praticante Manoel Joaquim
das Tresvas Marinho, pelos di-
roitos do 5 0/0 do ordenado de
UM, relaros a 4 prestaeoes 18000
Pelo registro.....". lgi)(KJ
r DJOOO
Dito Miguel Balbino Salpieim de Sania
llosa, pelos direilos do ordenado de
2 (ft), relativos oilo prestaeoes. 8J000
Seezetoria da Ihesouraria de fazenda de Pernam-
buco em 11 de marco de 1859.
O oflirial-mainr interino,
Luiz Francisco de S. Puioe. Silva.
alta, Irata-se com o son consignatario
deOlivoira A/.ovodo, no seu escrip-
raz u. 1.
o Rio Grande
do Sul,
segu com]
Duque da Ten
prompta : pa
jliabote br
da carg.-i e
excel lenta
muila brevidade o brigne nacional
'ira, por j ter dous tercos da carga
oto, Irata-se com o consignala-
rio, rua da Cr iz u. 54.
Miranho ePar.
Vai silii no din 13 do eorrente o pa-
liileiro Novacs, ])ara o resto
paksageU-os para os quaastem
commodos Irata-se com o ca-
uo
RECIFE A SAO FRANCISCO
A companha esl prompla para entrar em ajuste
com quaesqner pessoas qoe queiram enearregar-se
de transportar materiaes dos lugares das cinco Pon-
las e villa do Cabo para os pontos de Pavo, olin-
da, Para e Timboass, assim como uniros pimos
das divisos mais distantes da va forrea.
o abaixo sssignado estimar recober propostas
por escripto, eslabeleceiido o proco por legua por
cada arroba do poso, pelo (pial os proponentes se
Obrigaraoi fa/er transportar os mesmos materiaes.
Todas aquellas pessoas que consegnirejn osle
ajuste coma cuinpanliia, lerao 0 privilegio de po-
derem obter passagem livre pela va forrea, o re-
nieltoreiu seus propriosgneros pelo frele mnimo
estabelecido pela tabella.
Escriptorio dos engenheiros na villa do Cabo 10
de marro de 185!).
II'. .V. Peniston,
F.ngenheiro em chefe
Candido Pereira Monleiro lem para vender um
bom cavallo, novo e gordo para cabriolet, o qual se
acha em sita cocheira na rua da Cadeia em frente de
S. Francisco, assim como participa alguns senhores
que ticaram de dar dividas do serto para cobrar que
as venhain trazcralo da 25 de marro, e quem as
liver que queira lonliardaudo-se fiador neasa pra-
ca pode apparecer que u mesmo cobra a 30 porcen-
lo, e lambem compra-as conforme os lugares c o
deyedor : quem quizer pode procurar na rua da Ca
dea de S. Francisco por !
va, primeiro andar.
casa do pouca familia : a tratar na rua dos" Pescado- i
res ii.8.
Fugio em dias do mez de fevereiro um mua-
lo de nomo Joaquim, de 40 anuos de idade, pouco
mais ou menos, com os signaos seguintes : Daixe,
feices grosseiras, tem falla de denles na frente,
cabellos rarapinliose alguns hrancus, pouca barba ;
levou calca o camisa de algodao riscado, chapeo de
folln j bastante velho, cujo esclavo foidoSr. Dr.
Nabor, edaSra. D. Anua Pires: j estovo em l.i-
moeiro, tem porcostome fazer estas fugas erefu-
giar-Be pela cidade : Sjeeonunenda-se s autoridades
[lidiemos e capiaos de campo so o pegaren!, leva
u a casa de Adriano & Castro, rua do Crespo i. l,
anudo se gralilicar.
Precisa-se alugar mu sobrado de um andar na
rua do Trapiche ou em oulro qualquor lugar fresco.
a pessoa que liver queira aiimiiici.it' ou dirigir-se
a casa de C. J. Aslley Jt C.a, o Iratar com C. Lc-
debur.
Alugase um sobrado a margem
do rio Capibaribe, na estrada de ponte
de Uchoa : a fallar ua rua da Aurora
n.26.
_ Rnga-se ao Sr. C.hrstovao de Santiago do Nas-
cinii uto, que lenha a bondade de vir .i rua dos Mar-
Ivrios n. 116, taberna, alim de tratar de negocio que
nao ignora.
Ama.
Precisa-se de urna ama para casa de bomeo jol-
leiro par comprar i ci./.uihar: no aterro da Boa-
Vista, loja i. 82.
Aliign-se un prefo co/inheiro : (piem o pre-
tender, dirija-se a rua do Calinga, luja n. 2.
los Joaquim Gonearves Bastos, na sua au-
sencia para a Kuropa, deixa oiicai'iogadnsde seus
negocios, om primeiro lugar ao lllm. Sr. Manuel
llilieiio do Canallto, em segundo ao lllm. Sr. A-
drianoAugusto de Almeida, e em lurteiro aos Sis.
lios \ llaslos.
COMPANHA
ment.
A diaria ser de 3S000 e 2g009, conforme a gravi-
dade e duraco da molestia.
As pessoas que quizerem um Iratamento distincto,
pagarn na razo da dspota que lizen ni.
Operaeoes, sanguesugas, conferencias serio pagas
aparte da diaria.
Passagem da Magdalena 22 de dezembro de 1858.
lir. Ignacio Firmo Xavier.
Sovla-foira 11 de fevereiro fugio no Maranbo
a Antonio Francisco de Azevedo, o meu escravo
crioulo de nonte Paulo, de idade 21 anuos, alfaialo,
preto pouco retento, alio, magro e franziuo do
cor|io, rosto comprido, olhos nui tanto grandes,
pouca barba, pomas delgadas, gagueja quando prin-
cipia a fallar, e tem VOZ gitltural ; consta que pre-
tenda embarcar para o sul no vapor Oyapock, em
companha de unta pessoa viuda no mesmo vapor,
e que est munido do passaporle com o nome de
l'i'dm: quemo pegaron delle der milicia, entenda
so no .Maranbo com o Sr. do dito escravo, o nesla
cidade com Manoel Ignacio do Oliveira & Filho.que
gratiUearo generosamente.
fiftSc II
Frederico Lemcke,
pnoresson dp; piano f. canto
Ruado Sul a.43.
Fugio do poder do abaixo assgnado no dia S
de fevereiro prximo passado, urna sua escrara de
, ame Isabel, cor parda clara, o de idade pouco mais
i mi menos :H annos ; bastante gonla, e ten; umi-
tas sardas no rosto, e um dedo da maodireila des-
proporcionadamente mais grosso que os outros,tem
o cabello corrido, cusa trzo-ln penloado, levou
um chales de la ainarolloe costuma andar calcada.
S3t\ naliiral du serto do Piaitc \ segundo informam
Bglepor isso pncavil que para all procure refugiar-
gB sea titulo de forra : roga-se a captura della o pro-
mette-se generosamente recompensar a quem a pe-
u.
Eslabelfi-iia cm Londres
im.
CAPITAL
Cinco m\\\i6es t\c \U>ras
cslcvlmas.
Saur.ders Brothers & C." lem a honra de informar
aos Srs. negociantes, proprietarios do casas, o a
quem mais convier, que estao plenamenteaatorisa-
dos pela dita componhia para eiooluar seguros so-
bro edilicios delijolo epidra, cobclos de lelha e
igualmente sobre os objeelos que contiven ni ns mes-
mos edilicios, qoer consista em moliilia on em fazcn-
das de qualquor qualidade.
o bacharel rraaclscu Jos Fernandos Ci-
lirana, Lem aberto o seu escriptorio de
adTogaeia no pateo do Collegio sobrado n.
37, primeiro andar, dii podo ser procurad
das9 horas da mauha as .\ laido.
.c:
;..'~ ". ''.. ";.?"..".". ;' *:.*. v. >\ g.u elevar rua do llriim, aruia/.em de assucar
_ Precisa-se de urna ama de leite lona ou cap- 28 D.
Uva, para nina casa ostrangoira, nao se ulba a preeo: | Precisa-se de um feitor para um sitio na Poll-
ita rua dp Trapiche Novo n. 12. Precisa-se lambem le de Uchoa, poini que seja solle.ro e entenda do
de um preto para pagem ou servieo do casa. horticultura : a iralar na ruada Cruz n. 15, primei-
Antonio Pereira da Cosa e tiama lendo de re-
lirar-se para Portugal, deixa por sous bastantes pro-
curadores aos Srs. F'elix Pereira da Silva, Antonio
Lopes Pereira de Mello e sua mnlher II. Candida
dos Prazeres Gama.
Precisa-se de una ama para comprar, cozi-
'
ro andar.
Precisa-se pasa urna casa esl'angoira de ni
uha de 12 a T
u. 12.
nulaliulia d
anuos, rua do Trapiche Novo
O escrivn interino da irmandade de N, s. da
Solidado da freguezia da Boa-Vista, por ordem do
zinbar i engommar para una senbora, preferindo- i lllm. Sr. juiz, manda convidar a lodos os inuaos da
se parda ou preta de idade quem quizer dirija-so mesma, tanto os de mesa como lodos os mais, para
a rua das Aguas-Verdes n. 26. defronle do oitao de urna mesa conjunta, cuja reunan tari lugar no do-
S. Pedro. mingo 13 do eorrente, pelas 8 1 2 huras da manlta.
Roga-se ao Sr. Ignacio Aulonio Fernandos, j no consistorio da mesma igreja, alim de se tratar
lindo da Baha, de mandar entregar nina eiieom- de approvaco de contas e outros uiuitosnegacios
menda que trnuzepara Guiniare.4 Oliveira.na rua tendentes dita irmandade. Espera que nao (atem
do Collegio n. 20, ou annunciar sua morada para se I a una tal reuniao porque he urgente, llecife 10 de
procurar. marco de IS.>9.
Precisase alugar um p rolo robusto proprio i l'roi isa-so do urna ama quo saiba co/.inliar o
ira o sorvicu diario de nina casa ; d-se comida e engommar para casa do pouca familia no 1 a-scio
upa, e paga-so bem : a tratar na rua da Collegio Publico, luja n. 11.
Oll'erece-se urna inobilia de rai/. de amarello
o mais objeelos : quem quizer dirija-se a rua doGo-
tovello n. 81, que se dirA quem vende.
pi
ron
n. 15, arrha/.em.
ima do botequint du Pai- Precisa-so ae urna cozinheira : na rua du Tra-
piche n, 8.
-'0;^a7- V V -.-. -..^:'C
Precisa-se lugar nina casa Ierren em bom os-
lado, no i.ain-o de Santo Antonio ou Boa- isla i U-
rija-se ma do Crespo n. 2.
Sorvete
Na casa de banhos.
Todos os dias uleis das C horas s 10 da nole.
Nos dias santificados hovera lambem de dia das 11
as 2 da lardesaborosos sorvetesde crete exarope
pariense. Ha vasilhas para condotirde ti alo pa-
ra quem quizer tomaram casa.
Em casa de Brender a Brandis &
C., rua do Trapiche Novo n 16, vendein-
se charutos da Baha da afamada marca
forma de llavana, primeira qualidade ;
geepra em frasqueirai especial para c:sa
depatticulares.
O abaixo assignado faz ver ao publico que
despedio de souesltibelecimenlo do becco da Un-
goeta i. i"i, a Joo Pen.-ira dos Sanios.
Jos Dta i Brandio.
O Sr. Crihouio Alvos du Valle lem urna caria
rioda da cidade da Estancia na ruado Hospicio
junto ao (.nlU:giodo loiu Conselho.
Precisa-se Je um a dous amassadnres de pa-
daria, que eittondaiu perfeilamenle de pao o bola-
cha: na rua larga do Rosario n. lt>
Grande sortimenlo de f -
zends prelas propras
da quaresm.
Vestidos de grosdenaple preto com
hallados bordado a velludo..... ,
liih s dilos preto com babadas borda-
dos a s,;,i......... o
Ditos ditos de cores o broncos. s
Hilos do rambraia bordados so lado g
Veliud) preio o inelhor possivel, oa
vado............ SjOU
Grosderiaplespreto liso, colado IfiOOll
a............ 9M00
Dito prelo lavrado, covado 2ta suno
Soian ireln macan, invado 2*101) a 500(l
Sarja pr la hespanhola, i-ovada 2J a i$5IMI
Grosdenaple liso de tedas as cores, co-
rado........... 1J800
Dito de qnadrinhns muidos, corado 1500
Dito branco lacrado, tu.adn 1J200 a -On
Dito i!..' cores e preto com .( palmos
de largura. ....... l|50tl
Belleza da China c mauritana de seda,
, '.,..,do.......... lsiiH)
Follar do Pars o chaly de llores, co-
vado........... 1S0OO
Popelina de seda o duqneza de floro-,
"iii.ilii.......... 90O a
Prundulina e barege de soda, covado. tifio
Ucio i ludo preto o do coros, novado ljso
Velbutina decores e preta, covado "tKi
Chitas francezas claras < escuras, co-
rado 280 s......... 310
Panno prelu e de cor fino prova dtt
limo, corado :),sr>:!0 a 7$5iio
lira prl i setim, covado lg900 a 38500
Arl.ntdys denovosdi senlmslinas,vara. 1 JIMIO
Cassasfrancezas linas, rata. 040
'laidas de lilond pretas i^ brancas. ft
Hilas de linho n mais rico possivel.
(.halos de merino lisos do cor e sqetos 4Skiio
Hilos ilo dito estampados de 3J a 7g500
Wlos de dito irania de seda .... UJKIO
Hilos d" dito bordados il soda e a vel-
ludo............ g
Ditos de seda pretos rotos e de cores. >j
Lencos de labjriutho linos de lg a 1,^00
Uaiiguitos o guillabas bordados linos. ;
ntremelos e liras bordadas. ... 5
Cnlleles de vollud i o casemira preta
"Uadas......... O
Ceroulasde brim de algodao e de li-
n,,n ,; ISIk) a...... EfSOO
Camisas Irancezas brancas e de cor
de 2$ a......... 3?0OO
Cosacos osohrocasacos do panno pro-
lo lino..........
i'aii lois depanno preto e de cocee;
franceses......... $
Cal ts de casemira pretss e decoros. ?
Colletesde soda de carias qualidados S
Chapeos francezes direiloseaTamher-
lick........... $
Paletots de ntorin solim pretos e de
cor forrados........ DJOOfl
Dilos du alpaca ]*'ta e de cor Com
golla de velludo...... X<$*n
Ditos de brim branco e de cor fina. OjtfHNi
Dilos de-alpaca de varias qualidados
com golla de colindo..... 5ft000
Ditos 'le alpaca preta e decor mesdada :ssihi
Passambj o becco da Cougregaeao, do ladodiroito
cm sogiiimonio para o l.ivramento a quarla lojade
ti.-, portas com rtulos brancos.
Ta loja las portas om Trente
to Li\ ramento.
Barato tiara aeaUareom alicum rosto
le fazeiilas.
Pecas do cacas i\f cores com 33 envudos aCjOOO,
rovutos a 2011 ris, pecas de las com 'M cuvodos o
bastanti' larga a 53tl0ii, cojrodos a 160, cortes dn
caca com 11 cov&dos a lgSM, ten fO* de rearas a
,500 res, cainisinbas com gollinbas para penhora a
29000, niiissullina encarnada e branca a 30 o eo-
vndo, cilos i!.- la de quadros o fazcndas bastau-
- ts a SJQtXI, lia/inha lina para volido a fW>
o covodo, pecas de brelanha de rolo a 2)000. lej'-
ni- do se la encarnados c bramos a S00 rs. Dlt-s-e
inoslras com pinhores; a loja esl aborta das l>
limas da manlta as I) da iiotte.
EU' A MOVA H. 18.
Ricas sahidas de baile.
M. A, Caj icC. tem para vender um rico sorti-
uo nio do sabidas de baile as mais bem acabadas,
3'ie so pode encontrar ueste genero, um sortimenlo
o eooiisinlias e manguitos bordados porasonlioras,
lindos enioiles para cabera, diaposinhos enfeila-
dos liara cran -as, toncas para ditas, chapi'iis'de
-ol d" soda de mola, ditos do seda e paiiinno para
homem,ligas, diales de l e soda preto e de cores,
ricos azaveque 1 de soda preU oda Bores para mou-
taria, um lindo sortimenlo de caixinhas di- conidias
de mariscos e bustos para guardar jotas, ludo por
proco rtZOavel que agradaran s vistas dos 1 0111-
pradores.

.,...




V-*
Compras.
Compra-.se moeda de ouro brasileira, de20ja
20500. o de 10* a 100250 ; nu paleo do Carnio,
quina da rua de HorUis n. 2.
A saboaria da rua Impe-
rial compra sebo em rama
a 9$ a arfoba a dinheiro
vista: a tratar com o seu
administrador.
Compra-se no armasen) de malcraos, na rus
da Ladra de snt<> Antonio n. 17, chumbo velho.
Vendas.
Na loja das ti portas em frente
do Livramento.
vClUs !'*' soda ,'n"1 l,al,a 208(100, dilos com 19 covodos por I83OOO, dilos do
lia lazendo nova rom 12 covodos a 5JOO0, mangui-
?yl!V s :,500> B'"1"'""* "as 1600. dilas a
18000, camisas com gollinhas a 2JKX1. Uncus do
seda encarnados c lirancos a 800 iris, lill delinho
prelo de salpico milito lino a 1J200 a vara. It-se
amostras com penhures; a loja est aberla aleas 9
horas da imite.
Revalenta arbica.
He com este mime ha nouco lempo contienda nes-
le pai/. orna (ecula, rujo longo uso e miravilhnsos of-
leiiussao ha iiiuio conhecidoa o bem notorio* na
huropa. Ksia fariulia que os mediros mais cireiims-
pectos o expelientes lera empregado em diversas
molestias e rircumstanciaa Ihe lem grangeado o cr-
dito heni merecido de que hoje goza. Arevalenta
arbicaalem de militas e variadas enfermidades,
'I......Ha combate sem o menor soiTriminto do pa-
ciente, he especialmente appucada as pessoas que
careceiu de um alimento delicado restaurante e de
loril digeslo, o qual longe de ser repugnante pode
ser lomado rom apetite cmo qualquer mitro ali-
mento ordinario. He especialmente empregada nos
padeciineiitos pulmonares, debilidades de qualquer
orajao enflaquecido jior toda e qualquer doenca e
particularmente para molestias no peilo.romo tos-
as*, coqueluches, astlnna, azias de estomago, ata-
ques aervoaos, alienos do ligado etc., etc. Ven-
de-so simiente na ru da Madre de Dos u. 1, Per-
nambuco, bulic e annazem de drogas de Joao da C.
bravo.
Herhegado a loja do Leconle, alerroda Bon-
Visla n. 70, exeellente leite virginal de rosa bran-
ca, para refrescar ajiclle, tirar pannos, sardas e es-
pinhas, igualmente o afamado oleo babosa para lini-
e fazer rrescer os cabellos; assim como p impe-
rial do lyrio de Florcnca para bortoejas e asperida-
iles da pelle, conserva a frescura e o avelliidado da
primavera da vida.
Vnde-se urna casa terrea na travessa da C.a-
punga, de pedra ecal, chaos proprios com l pal-
mos de frente e 65 de fundo, com cacimba e quin-
tal : a tratar na mesma tasa com Maria Eugenia da
Concero.
Vendem-se urnas casas terreas sitas nos bairros
de S. Antonio e S. Jos : a tratar na na de llorlas
n. 36.
Cal de Lisboa.
Vende-se superior cal de Lisboa a mais moderna
que ha no mercado, toda em pedra a 4&500 o barril:
na rua do Brum n. 18, armazcm de assucar.
Para a quaresraa.
Mantas prelns de lil bordadas a 5 cada urna :
na rua do Crespo loja de Adriano & Castro.
= Vende-se urna rasa terrearon! bous com mo-
dos e chaos proprios : a fallar na travessa do fuei-
mado n. 9, se dir.
Vendse no engenho de Tiuma fregnozia;do
S. Lourenco da Mala, una porro de burras carnu-
das e milito novas, capaz de trbalharem e por pro-
co rniiirando eiiloiuler-so coui o proprietario da-
quellc engenho.
Diario de Pernambuco. Sabbado 12 de Ufarlo de 1 859.
Assucar refinado.
No deposito geral da refinaria do Monteiro no
lovoces d'Apollo, cuntinua-se a vender assucar
hristalisado de superior qualidado a 69 a arroba e
l-se nm abale de 5 por rento segundo a quontida-
le que se comprar; no mesmn deposito vende-se
issucar de qualidades iguaes aos das ootras retna-
las a pelo barato preeo de 3r>oo o mais baixo al
1 o superior.
Vende-se una eleganle escrava com hahili-
laoee ne/amaitas para qualquer casa do familia :
laruada Crazn. 35, segundo andar.
\ende-se 011 permuia-sc por casas nesla cida-
e do Recite, o sitio da travessa dos Remedios o.
1 regnozia dos Afogadoa : quem assim o preten-
er enli-nda-se com osen proprietario Caetauo l'in-
0 de Veras.
\ eiidem-se 12 casaos de canarios do imperio
ni sen< metros : quem os pretender lodos se veu-
e por menos privo ; igualmente se vende rosaos
e rolas de llambiirgndc milito boas qualidades :
o sobrado da roa de s. francisco n. 8, como quem
ai para a rua Bella.
sto-se acabando.
Chapeos de palliiulia lindados de Italia Gari-
Nova inven?o aperfeifoada
DE
Bandes ou al mofadas
de crina para penteado de
senhoras.
roa da Cadeia do
. ... ......
rrar carros. .) [^
seo de sedo (le bonitos ') '7&%
notara foliar canos: y. '
wTloj.i de Campos iS; 'j
Casa de commissao de es-
cravos, na rua do Livra-
mento n i.
\ endem-se 2 mulatos de XI anuos, de bonitas fi-
guras, com todas as habilidades, i negras e I mole-
ca de I .anuos : na mesilla casa se compra e rece-
be-se pora vender de roiuuiissan.
poro Linternas de can
Na loja de Loite & Irmo, na
Rerlfe n. 18.
(. Para forrar carros.
"(* Vendo-sedamas
goslos e milito propia
na rua do Crespo 11.
Liana.
Na rua do.Pilar, em loro de Portas n. ill.se
vende nina esclavo denacao, anula moca, os li.il-
lidodes dclhhc dir oo comprador; assim como
1111 cscroio mziuheini, crioulo: quem quizer pro-
cure na rua ciin.i.
Vende-se nina escrava de nu-ia idade, ptima
& W& M
tardes necessariaa :
i
Haaj utas
Alcatifa
Vende-se alcatifa com qualro palmos 3
de largura milito propria para forrar ^
grejas a60n rs. o rovado: na (
rua do i.respo 11. 12, loja de lampos
Lima.

'.
IM1
coberioa e iteacobertos, pcun<-
inglez, para IiiWik'
nos (
id e
graudes, d>' ou
senhoni, de 1:111
ald a lg5)H) e igtuo : na piara da independencia para o servit < de casa de familia por er a> hftuli-
j,i \ende-se ma canoa de ca reir minio --
j ; boa e nova por IO3 : a fallar em Santo 2
-. V Amaro, na taberna do llego, ao peda I1111- "
11. dirn. II
X'.st'.vsi iiiii :::::!::: x
iVALOJA IU
AGUIA BRANCA.
Bamlcija c talleres
Vende-se bandeijas de fotha grossa e tintas mni-
^^"Sroo ^! r.'' s""i,s n, ^ ***$;, ZtTJTSS. d- ,Sn""d|,r r"'""";l's ,*,c-- Vcntla to solti-ado, rua Keia n. 61.
, jf-AM, 4,s, -i^itH), S e bS. seos minenlos mol- placa do t.orpo Sonto, relogios do afamado fobri-
lloskell.
ro patenti
dos nielhores fabricantes de Liverpool, viudos pelo
ultimo paquete ingle/.: em casa de Southall ktel-
lors ik C a
: Vendem-fie ;t covollos toro sella : quem pre-
cisar dinja-se ao Sr. Domingos da Silva Lampos,
caso n. 2 defroule da cadeia, e ver os quartos
das 10 boros al meio da.
No arma/em de E. \. Burle & C.\ rua da
Cruz n. (, lia exeellente cliamponlie da uiellior
marra que leni vido oo mercado a 25^ o gigo.
Ricos enfeites com \ ulrilhos
pura cabeca.
Vendem-se os mais ricos enfeites prelos e de
cores com vidrilhos, pelo baratissimo preco_de4f e
Cicada un : no bem conbec.da loja de miude/as
da ltoa Faino, na rua do (Jucimado n. 3.1.
Attenco.
i
a
d's e bom goslo de desenlio de suas pinturas deixa cante lloskell, por procos commodos. e lanibem
b 'in conhecer quanto ao ellas finas e baratas por tranrellins e cadeias para os inesmos, de exeellente
t es procos ; vendem-se lanibem facas e garfos de gusto.
bode o-so redondos, oilavados e erados a :<$20U
3$500. ditos com cabo de haleia cravadasefolbas
li ios a 3$600 .s; a duzta, dilas Dnissimas com ca-
li i de veodo, deOSSO pollido e boleia, o melhor
io se pode encontrar a 5;} 5j",uo fis o GjfOO o
zia, ditas com cabo de niarlim e folba d
i e 14f, ditas com cabo de oseo para meninos a
*) o talher, trinchantes uniiio linos a yitM) e 3S,
mm mi
DE
Hieres de metal princepe lio linas que se eon-
a
leie. ajipareei-
ndem com as de prala sendo para soupa a 3.S.JO0 do para Ungir o cabello e suissas de pelo':' no li-
duzio e poro cha a jSOO, ditas octutinagre a vraria universal rua do Lollegio n. 20, d-se junto
1 600 e 1 na loja da aguia branca nos quatro cautos da
a -lo Uin-imado n. 1C.
Vinho Bordeaux.
Em casa de llenr Briinn & \, rua da Crnz n. 10,
ude-se vinho llordeanx de dill'erenles qualidades
Ci loo l.afolle, Lb, l.eoville, l.s. Juliceu, em eaixa
d una duzia por barato proco.
I a loja do Sertanejo
n
Roa do Queimado n. A'i A, loja de labolela junto
boceo da Congregacao, segunda loja de fo/eiidas
em vum para o Livranienlo, lem poro vender um
g ande soriinieiito de (azendas novas do gostos,
mo sejam : grosdenaples de cores milito linas o
vado a lgt*00, ditas pretas de dirersas qualidades o
vado a IStKI, 1S00. 1 J!f!00, 1 a a S e minio lina a isillO e 2$6l)(), sarja pula
et lonhlo milito lina de dos larguras o a o eova-
raiiii/iubas para senhoras de lodos os coinpri-
jilos com preguinhas, nina muilo lino a ojie
6 aOO, golas e manguitos de todas as qualidades e
tolo osortimentopara escolber, emquanto aopre-
garanlc-se' Tender mais barato do que em oiilra
alquer parte ; assim como sejam palelots de pan-
amito fino forrados de seda a 189, 20S, 2l'S, i$
e 16$ : roga aos seas respeitaveis freguezes, fue
t li amostras especiaes sullicienles para levar as
endos para ver se agradam.
- Vende-se eii'eciivameuie farcllode Lisboa as
co Puntas n. 63, por menos do que em oulra
mil impresso gratis, aasinandoa formo de applicar.
A'LOJA DA ESTRELLA
) abaixo assi^iKulo ii'ndo precsae ir Europa
tratar do Ba raude, vende sua casa de'sobnulo, onde
lem sua cocheira : qnejn quizer possuir bnm pre-
dio, aproveile a ocHsiao. o menino ro^a o especial
favor a loilusos seus doradores dt* CUtOSO outros,
apagar suas cnutas, para evitar eutroameioo, alitii
de poder lumidar os BOUS negocios.
C. Adulphe ionrijeoi.
I\a loja ao p do arco de
Saiilo-Anlouio
qu ilquer parle.
TTT*
s s
ATTENClO.
':''. : '.
pal
piel
ant
ro,
*
Champague de sidra,
em barricas de 3 duzias.
Vinho eliampagne roul de
Thor.'
Km casa de Tasso limaos.
Cognac.
Cognac superior em raixasde urna duzia, vende-
se em casa de Herir Briiiui & C, r ua da Cruz n. 10. i v
Vovidade naloja do 'i
Sertanejo.
lticas slihidas de baile o melhor que pode havrrj
lio mercodo e gostos que aiiulo nao foram vistos o
proco de .)f>J c 40g, c mais baixas o 3z>, meios mili-
to linas pura padre de loio a 1S500, ditas de seda
para senhdra a 28200 e goOll, ditas brancas a 2)5500
e 39,rbapus de alpaca forrados de sedo,muilo com-
modos a 2X200 n 2gilM), mantas pretas de blondo a
1ge12g, i ilas brancas a 7$ o Trillo, lenco- de seda
decores g andes a lg800 c lg900, e muilo linos o
2$200, rici s bengalas de niassa liiigindo unicorue
a,g, ditos linas a 8go00 o lOg, dilas de cuma a
ISTiOO, chirulrs de estalo muilo linos a2$300. ditos
sem eslaln 11J e 900 rs., palelots de alpaca de co-
res e preloi de todos os tamanhos pora meninos e
hotnens, obrero conforme os tamaitos; assim
como sejam] penles virados luiperalri/ o mais mo-
durno que bode haver a 10g, lSjc 25), ditos sem
ser virados) a 4g e j;, e ludo o mais, que se pode
prorucar, lfdo lem i vontade do comprador.
Kissel, relojoeiro fime/., vende relogios d
bur e prata, roncera relogios, joias emusi- -
as, jo oqui be ronhecido lia miiilos ai.....s, *j
ioIjii.i no paleo do Hospital n. 17.
......
R ia da Senzala No\ a n. 42.
ende-se em coso de s. P. .lonbstou \ L. nique-
le lustre para carros, sellius e sillines illgtl'Zes,
ieeiros e costicoes bronzeadha, lonas ingle/as,
le vela, chicote
pal i carro
, linele para caeros,emontana, arreios
de un o doiis cavaUas, c relogios d'ouro
nle inglezes.
Aviso.
N larmozem de Adamson.llowie.iC. .ruado Tra-
n. i, rende-se sellius pora hoinem e soiihora,
- prateadoa para calo iolets, chicles para rar-
Ueirasoara cavallo ele.
Aterro da Boa-Vista 5 5
CasadeF.Poirier.
nde-se taboas depinhode resina del 1/41
tollegadas de grossura, por preco'muilo ro-
XAROPE
Toucas para meninos.
Na rua po Queimado n. 37 loja de 4 portas lem
ii ni variado korlimenlu de toncas para crismas mili-
to hem enfiladas para 2g000, ditas muilo linas e
bordadas a M000, tanibcm tem coilas pretas e de (Vi-
res, de retrliz, muito bem enfeitadas de vidrilhos
por preco ccanmodo.
Cera de carnauba
Na rua da Cadeia do Uecife, loja n. 50, esquina
defronte dariua da Madre de Dos, ha para vender
saceos com riera de carnauba de superior qualidado,
Carteirs grandes com chaves.
Vendem-se por proco muito barato carteirs
grandes comjchave, proprias para guardar dinheiro
e letras : na;rua do Qneimado, na bem conhecida
loja de mhidi'zas da Boa Fama n. 33.
Cortes de la.
Ainda restam alguns cortes de laa fina para ves-
tidos, com 16 corados cada corte a 4S, estao-se a-
rabando : na rua do Queimado n. 22, na loja da
boa f,
Chapeos para meninas.
25
Rua do Queimado.
Na loja de miudezasda rua do Queimado n. 25,
vendem-se por procos commodos chapeos de sedo
enfeilados, de muilo bous e variados goslos para
meninas : quem os vir nao deixarA de comprar:
d-se amostra com o competente penhor
rUNDICAO L0W-H0W.
Rua da Senzala Nova n. 42.
Nestc estabelecimento continua a haver um com-
pleto sortimento de moendas e meias moendas para
engenho, machinas do vapor e laixasde ferro bati-
do e coado, de todos os tamanhos para dito.
Aviso.
Luvas de pellica, de Jouvin verdadeiras a 2g000,
muilo novas, e hauha franceza s libras, meios li-
bras e miarlas alo uncus a 28560 a libro : na loja
de miudezas do aterro da Boa-Vista n. 82.
osthii
dos
bi'oin
dos o
NA
Rua do Queimado
numero 7.
NeStO estabeleciniento acharan os compradores o
mais variado e completo sorttmenla de fazendas de
todas as qualidades, como sejom :
('.hilasde cores seguros, eioodo..... 120
Hilas de ditos linas, corado...... 180
Ditas francesas Unas, covado...... jii
Pecas de caasas de cores....... 2S000
Golinhase manguitos de croch..... IflgflflO
Corles de caseinira a bg aV...... 58400
Chales de lico. _.*JF...... 8
llrim Iraurado de linrnf v3ro..... 1x280
Mantas e grvalas linas....... j
Husselina do gaz, corado....... 320
Riros enfeites para senhoras......14ttM
lbales de merm bordados com loque de
mofo)............ :>-:.: ii t
Lencos de cambroia de linho, dn/.ia i.-; e. 59000
Princezaprela, corado.....'. oiin
lirim de Hambutgo n. 7. vara..... 4t0
Pianos.
Veinlem-se pianos foitcs lo meUiOB
gosto c modelo que tem viudo a este
mercado e por preuot commodos: na
rua da Cruz do Reciie n. 50.
rimo & Castro, che-
UOSgOStOS, e llillilo
No ru do Crespo, luja de
garam ricos satos de balaoe
commodas, por isso recommeuda-so'ssenhoras d.
bom gosto, que nao deixam de comprar.

GRANDE SORTISflENTO
DE
Roiipasleilasefiizendasl

NA Itl'.V f)OQl!t:iMAI>l> N. -iG.
GOES "BASTO.
I'alelols de alpaca de cor o pretospolo
3 diminuto preco de 4J, ditos de fuslao blan-
cos e de cor o 5;, ditos de brim pardo
iniiilo superior.i 5g, dilos de esguio da '
i i.liino cor de loranjo a ., dilos de palha *.
. de sedo a 5*, ditos de meia rasemiro pre- ;_
^v los e de cores a g, ditos de casemiro de
5?i cor padrees muito modernos o I8s, ditos
preins o 18g. sobrecasacas de panno muilo
3| tino pretocom golla de velludo eforradas
<:.: de seda a 22>', e a 25g, calcos de casemira "
' pelos e de cores o ti,s', 7g e 8J, Colletes
degorgurao de seda a5(, ditos de velludo
nielo a 7g, dilos decores a 9g, dilos de Wtl
brim a 2gr>(Ml ;s, eeroulas de ;..'-
: fuslao
transferido o deposito deste xarope para a
de Jos da I mi Santos, na rua Novo numero
arrotos 5g50tl e meios :lg, sendo falso lodo
e que nao fot vendido nesle deposito, pelo
que faz o prsenle avivo
IMPORTANTE PABA 0 PUBLICO.
ra i cura de plil/ea em todos og seus dilferen-
tes g ios, quer motivada por colistipoioes, losse,
a, plemiz, osearlos de sangue, dorde costa-
peito, palp.lacoo lio coracao, coqueluche,
iie, dor na garganta, e ludas as molestias
gaos pulmn ires.
)lassa da Russia
ECAL DE LISBOA.
No iem conbecido e acreditado deposito da rua
da Ca lea do Uecife n. 12, ha para vender pntassa
da Bu isia e da do Bio de Janeiro, nova e de supe-
rior q lolidade, assim como tainbein cal \ irgein em
pedra ludo por procos muilo raz.oaveis.
Relogios.
Ven iera-se relogios de ouro inglezes de palente:
no arn aZem de Augusto C. de Abreu, rua da Ca-
deia d|> Recife n. 36.
TACHAS
para
N liindiQuo de ferro de D.!
W. I owman, na rua do Brum, I
pass ando o chalariz, continua a j
havt r um completo sortimento;
de t chas de ferro fundido e ba-|
tido de 3 a 8 palmos de bicaJ
asq mes se aihum venda por
preca commodo e com pronip-'
tidi i, embarcao-se ou carre-
gao-.eem carro, sem despe/.as;
ao c< mprador.
i Ihapos para meninas.
He na loja de qualro portas na rua do Novo e completo SOl'UlllCntu de
fjueimado 37
que see conlra um rico sortimento de chapeos para
menina! e meninos ricamenta enfeitados, e lambem
chapeos pora senhora. de palha enfeitados, lodos
de gosto i modernos, e se vende mais em conta do
pparelhos de porcelana!
Vendem-se mui bonitos o delicados pparelhos
de porcellana dourada proprios poro brinquedo de
meninas, sendo ellos de difiranles tamanhos e
pistos a Ijou, 2g,2,iriKi, ;. :i$5tMJ e i$ : na rua
dn Queimado nos quatro cantos loja d'a^uia bran-
ca li. 16.
ENFEITES PARA CABEQAS.
Mui modernos e delicados enfeites de llores, filas,
plumas e hocos para senhora a 6, Sj e Klg, procos
estes baralissimos vista-da perfeiciio e Ihiiii goslo
com que sao elles acollados, assiin como outros
pelos de vidrilhos obra de apurado goslo e inlei-
ramente modernos e pelos diminuios procos de ige
5$ ; para qualquer pessoa se certificar da verdade
de que fallamos, dirija-se a lojad'o-uia branca, nos
quatro cantos do rua do Queimado n. 16.
vende-se madapolao com pequeo loque de avaha
0 tfufJOa peca, dilo linipo a 2S a peca, ricas cu-
beras de yelfudilho para cama a lOjuoil reis, man-
tas de troco para senhora, organdisa 6-O ris a va-
ra, ai aluno de flores a 400 ris o covado.
Vende-se ou arreuda-ee o engenho Sao Jos,
na fregue/.ia de SauloAnlao, 4 leguas ao suido ci-
dade da victoria, cojo engenho moecomagoa, tea
grande cercado, limpo o circulado por vallado,
minio malla, e preporado de ludo necesaario pora
moer; com graude casa de vivendo, senzollo. etc.,
casa poro begaco, com eslufo e osseiitomento paro
relame; ipiem o pretender dirija-se ao enjieiiho
Sibir a trotar com o sen proprietario'.
Relogios.
Vendem-se relogios de ouro e doura-
dos patente para h jn.i-m e senliota de
diversos tamanhos por preros commodos :
na rua da Cruz, do Kecii'e u. 30.
Algodao monstro.
Continaft-se a vender o hein conhecido opcr.no-
mico algodio nioiistro emu 8 palmus tic largura,
Iiroprio para (|iial(|iier obra por dispensar tndo ira-
lalliu d<* costura ; aproveitem i-iuquantu ha : ua
rua do Queimadon. 22, na loja da boa i.
As verdadeiras livas dclovin.
A loja d'aguia branca acaba dereceberas verda-
j deiras luvas de Jouvin, viudas de sita encomuieiida,
; lano para homem como para senhora, aflancaudo-
se que sao as lilellioies que em tal (enero .ie lem
! visto aqui : vendem-se a 2-;.")(IO o par : assim como
1 nutras igualmente novas, utmbcm mui boas a 2
jopar. Uiiein aprecia o bom, hedirigir-se ru do
! Queimado nos quatro rentos, loja d'aguia bronco n.
. 10. que ser bem servido. Na tnesuio loja exist' um
grande sortimento de luvas de sedo de umitas e ii-
| versas qualidades lambem para hoiuein e senhora,
ea preeos baralissimos.
Aviso aos seiilioirs do. r.ngciihos.
Cal nova de liSDS em borricos e em ancoras, mui-
lo propria poro o conduceao de imuardente ou mol;
no rua da Cadeia, detroiite da relarao n. 18.
Espelhos grandes.
Veiiiifm-st' isjt'Uius grandes para parede com
bellas molduras eiivemismlas e douraaas VdrOfl
mui funis e elaros n 4|e -ri na Loja d'aguia blan-
ca dos qualro cautos da rua do Queimado n. 10.
ARMAZEH
DE
Fazendas e modas.
II RUA DO QUEIMADO. II
l*ara senhorus.
Variado sortimento de ricos corles de vestidos de
gurguro pelo bordados a velludo, manteletes pie-
tos bordados, vestidos e manteletes de seda de di-
versos cores, inorobuts e variado sortimento de en-
feites para loilel, chapeos sem contestarao o melhor
que o arte pode produ/.ir para satisfozer oo opinado
gosto das senhoras, vestidos de phantaaia pretos e
de lodos as cores para passeio e soire.
'ara fu vulleiros.
Variado sorlinienlo de foto feito fronce/. o inglez,
de diversas fazendas e varios cores ; casacas pretas
de panno linissimo impernieovel; chapeos de castor
prelos o broncos ; charutos da reserva de eiieuin-
menda especial.
BOKUADOS FINOS.
Na rua do Queimado n. 37,
loja de 4 portas.
Tem um completo sorlimeulo de bordados, como
sejo goliuhaspara 600,800, lge IgaUlat 38, man-
guitosde lf600 e por at 2|400, manguitos com
zolinhas de ricos gostos a .($, 5, C9, hs, 108 e a
lijo par, completo sortimento de tiros bordadas e
enlremeios fram.ezes. tiros bordadas inulezasde di-
versos larguras e de una blenda multo supeiior
propria para calcinhas de enancas e para casave-
ques, camisiulia* bordadas com gulinha e mangui-
tos por preco cumiuudo.
A 01 AltliSIl \.
Na bija na empanada encarnada, rua do (jueima-
do n. 37, araba de receber ltimamente ui-Franca
mu rompletu sorment de fazendas pela, pro-
pas para os arVo da. semana santa, bem eomo
sejam, ricis darles de vestidos de grosdeuapte pre-
lo, bordados a relludo e a retroz, mantelelits de
grosdenaple preto, ricamente enfeitados, maulas
de lb'i preto los pretos, (azenda innito superior, a
melhor que ha no mercado, grosdenaple preto de
rnuias qualidades, nm completo sortimento de
panno liim prelo edo casemira prela para lodos os
procos, e todas estas Eazondas so vendern por me-
nos preco do que em oulra qnalqner parte; lam-
bem sealianra de servir agradar com inda a deli-
cadeza lodas aquellas pvssoas que reipienlanin
esto eslabebt iiieiiiti.
Correi fregu-
'es anlos que so acabo a pe-
chiiicha.
Ccnto de ceblas a ")00 is. e o inilhei-
>'o a 5.S', as inais novas que lia no merca-
do: no arina/.em de Manuel Joaquim de
Olivaira ti C.. rua do Codorniz n. 16, em
frente do becco da Madre de Dos.
Farinha de trigo
SSSF.
Fernandos & FilhoS lem superior farinha de tri-
go da marco SSSI" chegada antes de hontem i|iio
venden a preco muilo em conta no seu armaxem
rua da Cadeia ii. 63. becco da Madre de Dos u. 18.
WSLWm M M)MT(D.
U l'i-t'niiii;;! esla Qiieimanilo.
Na rua do Qneimado n. 2, esipiina do becco do
Peixe Frito lem o Preguira para vender por bara-
tissimo preco om completo sortimento Mfeandas
hem como sejam cortea de raima a sedo de lindis-
simos gosins a ti.vitKI cada um, dilos de laa e seda
de lindissiimis gostos e superior qualidade a 7j| ca-
da um, corles de coiiibroio bronca com salpicos a
gOO, ditos de dita com llores de cores a 3$800,
yancas meseladaade padrees e superior qualidado
a 5gitHI u covado chites escuras e cloras de cores
Usas a 160, 180, 200 e 2W reis o covado ; ditas
tranceas de lindos padrees e de execllentos pan-
nos a H0, 200. st) e 300 reis o corado, caaobraias
adamascadas poro enrtinadus de canias peeas de O
varas o 11-:. grvalas pKlas e de cores com mola e |
sem ella o MK1 o If can una, ditos com mola mui- I
tu linos a lgOOO, lencos de seda com alguna oiifeiinj
a 800 reis cada um, grosdenaple de cor de boa
qualidado a l.*SH0 o covado ; cortes de casemira
lino o (i, dilos de meia casemira o 2$, ditos de di-
lo mais Una o 2J600 coila um,curtes de brim de li-
lil,i a IsTlMI codo um, dilus de dilu bronco com lis-
Iras e de puro linlici a 1$!I20 rado um, curies de
gnreurao poro colletes a 3gcado um, dilos de me-
rino bordados de lindes gostos 4500, ditos de cose-
I Linha Roriz farelo esema.
No ru do Torres, esrriplorio de Guilhorme Car-
valho & C.
Vende-se una linda e perfeila nnilotinha com
idade de 16 annos, e rom afumas babilidades no
ru dat'.onceico u. 4,das m horas do fiaahaa em
vante. ^
Candieiros de gaz.
-xi-
Vi'iid iii-st' t-andieirns de gaz, proprios para c\
ma de mesas desalas : elos randiriros Inrnam-se
recommendn veis pela limpeza e boa lu/, assim co-1
mo ontros mais pequeos, proprios para hornero
solteiro, poisso lois econonveos do que velas, e
melhor lu/ : qoom os vir uaodeixar de rumprar,
eos precos sao conunodoa
Esparlillios lraiioo/os do nova
uveu^o.
Vendem-se espartilhos franrexes de molas e cor-
reteis. o melhor que se pede encentrar nesle gene-
ro, na hemfeilroia e na coniiiuididade, o qnem usar
dilles, pelo baratissimo preca de Op, T e 8>. Estes
eaparlilnos san ehegados do ultimo navio bancex,
i' so se encnnlraiii na rua dn Queimado, no bem co-
ndecida loja de luiidezas da lloa Fama n. 33.
Velas de carnauba.
No anlige deposito da rua do Tgario n. 27, ven-
dem-se velas de caruaiiiiha em pequeas 0 grandes
porobes, sendo de (i, 7, 9 e 12 em libra, por menos
do que em nutra qualquer parle.
Meiasdc borracha.
CHEGADA8 LTIMAMENTE NO NAVIO PBANCEZ.
Na rua do Queimado, na bem conhecida loja de
miudez.is da lloa Fama n. 33, j tem para vender
ior preco barato as muilo procuradas meios de
'orroeho. nicamente proprias e approvada?
todo e qualquer cnchacn lias pernos.
Para os senhores de en-
^ gentos.
\cali.i do chocar n'mfi forja porlnlil ruin lodosos
peilfmes necessariofl para Irabaln^r de ff-rrero,
montada stibrerodM, oda mais solidaCAnstrucrao:'
i'sta forja uutissiuia para engenhos por poder i*er
rondu/iila faciliuento para qualquer lugar onde -
prciise de um concert, e pelas ipiimas (erramen-
las que rampoe a son tono de grande perfie^o,
lomando-sp indispensavei ni un engenho : us qu^
a |ir'iti;!t r.ni.'iiultip^evaiuina-la na loja de tVrra-
gens de Viaiina \ r.uimarcs, rua da lurtela du
He'ff u. T)1.!, onde tamben encootroro ooiapleb
sortimento de em-badas e uniros iiedrunu-iuu.s rlt*
agrieiiliura- ferragens. D miude/a> em lodo gene-
ro, por pn-'-os rommodos.
Sorvele.
paro
mira prea bordados a 32800 codo um, eambraiaa
lizas d 8 varas a 3,s5()il. \jL l|400, 4$r>00 e 5,S"iim a
peca ditas tapados com 10 varas a 4, 4$50O,
u,SMK), (i>:r,IMI e 7$21I0 ajMsn, cortes de organdv fa-
niVi;
Farinha, milho e
farelo.
Vendem-se saceos com farinha, milho e farelo,
ludo o melhor possivel : na taberna grande do So-
ledade.
Salitre refinado.
Vende-se salitre refinado de superior qualidade,
a H>0lHt a arroba : no onno/.eni do l-'orle do Maltos,
de Murena Dios, ru da Moeda n. 23.
James r.rabtree ( C, teem pora vender em
sen arma/em, rua da Cruz. n. 42, os BOgninles ar-
ligos :
CHAMPANHAde superior qualidado, em pigos de
dn/.ia de garrafas, e lambem em ggOS de dos
duzias de meios dilas.
FIO l>F VELAmuilo forte (o melhor que lem rin-
do a este mercado) e proprio para coser soceos
com assucar.
AKMAfjOBS DK SKl.I.INS tonto poro inoiilaria de
sentirs como poro Inuneus.
CHICOTESporo corros.
PERNEIIIASmuito bem feilas.
AKUF.IOSpora carros de mu e dons covollos.
F1VKI.VSde ferro eslanhado para obras de sel-
leiros.
Todoa os dios lera sorvele no rasa de I.uiz Puecb,
rua do Trapiche Novo u. 12, *
LOJA DA BOA FAMA.
\ endem-se por iireco que faz admirar riquissimas
lilas lavrodas de todas as cores e larguras, Utos lisas
com pona e sem ella, bicos blancos de seda de mili-
to lindos padrees e de todas as larguras, tramoios
abortas delinho pora bobados a 120 e 160 reis o vara,
jarros para llores a2g o par, atacadores ou enfladnres
de seda de lodosas cores para vestidos.ditosproprios
para espartilhos, lesouras de todas as qualidades
as niois ilnasque he possivelencoiitrar-sc,ariilheiros
de marlim e nutras muilas qualidades, litas de vel-
ludo de lodas os qualidades, bolrinhosde eamurca
muito lindas para meninas de escola, frasquiilm
com cardinal a melhor rousa que tem appareeido
para tirar nodoas em qualquer qualidade de fa/.eii-
ila. pelo miiiio barato pterodeSJj, trancinlios de se-
da de todas as cores muito nulas proprias para en-
b-iiar roiipinlio para meninos o meninas, e nutras
muitissimas colisas que se allanes ve'nder-se ludo
por preco baratissimo : na rua do Queimado na bem
conhecida loja de miudezasda boa fama.
Veiule-su a preeo commodo, em casa de Bar-
roco & Medeiros, rua da CadeT.i do Recite n. 4 :
Vinho do Porto, superior Chamico.
Pedra em lagedo e portadas.
Pipas, meias e barns vasins.
Vende-so a caMJPMaito. a qual tem bostanle
frepuezia, e lem armaciopara taberna, no becco do
llni.i n. 12 : a tratar na mesma.
Calcado superior e barato.
Rua Direita-n. 45.
Borzeftuins e senhora (Jolv).
Ditos de liotnein.
4800
8.S80O
l.st.ti
Para meninos.
Agnia branca.
siglas
de mofo a 200 reis o covado, chales de merino "com algumaJ
ponas a 5(500 cada nm.
meias para homcus,
mulheres,meninos e meninas
de 2 a 12 annos.
Vendem-se muilo boas unios cruos sem roslura
pora hume,, a MBOO o duzia e 160 rs. o por, ditos in-
gieras muito linas aSfSOO e3g500 a duzia, dilos
muilo encornadas de Bodobradoa 4Sri()0 a duzia e
400rs. o por, dilos tambein de liodobrodo parase-
11 lu ras a o*$G00 a ilnxia e320rs. o par, dilas linos
a 400, 500 e 600 rs. o par, dilas para meninos me-
ninos conforme os ilim-ronteajmuoiilin.s, a-sevjroii-
diKseserem mais baratas ##que e......itra qual-
quer parte, meias de loa muito linas para homem a
500 rs. ojiar, dilos linissimas de fio do Escocia a
600 e 800 rs. o por, dilas de loia paro padres o
1$600 o par, ditas de seda mui linos pretas e bran-
cas para senhoras a 3g, 48 e 5,S o par, (lilasmui fi-
nas para meninas a 2$500 o par, assim como mili-
tas oulras miude/as e objectos de gosto, que estao
i patentes na loja d'aguia branca, nos quatro cantos
da rua do Queimado n. 16.
Na rua da Cadeia n. 28, defronte da relaco,
ha para vender hixas hamburguesas em porca'o e
a retalho e lambem se alugara por preco commodo.
oque de avana a Jg400 a peca, ditos mais Superior cal de Lisboa para fabrico de assu-
ras e lindos nndrnpc mm r>n.,r.n.> lAn.. naH ....,. ...:- -----#-:.__ --------- ntirn
que em mira qualquer loja.
Ve ide-se superior linlio de algodao, brances c
do cores em novello, para costura : em casa de
Seulhall Mellor&C, rua do Torres n. '3$.
Com pequeo loque de
avaria
Pecas i e madapotio o 2.r>00 e 3SOO0 : na rua do
Crespo, 1 ijo do esquina que volta iara a rua da Ca-
deia.
$
de avaria.
Com pequeo toque
lnosNliirim t Jl^a'n\candrh1f..l?,a, de mofW^Uo coPv o, ^Z^**^ .L,,!f .K"^ ",?_ Pe5ue" .I a>r;em- amo'os "uilo hem feito, que servem
pintas de mofo e com lindas palmas as conducao de agurdente e por proco commodo :"
i rua da" Cadeia n. 28, defroute da retaceo.
95
Rua do Queimado.
Nesla loja vendem-se toalhas e lencos de lahyrin
thos, nudos dos ilhos proprias para toalhas, bicos
retes de sedo de todas as larguras, dilos brancos e
ranjas de seda de todas as larguras, lilas do ultimo
goslo, dilas de veludo preto ede recorte, flores de
varias qualidades, botos de vidro e veludo de diver-
sas cures, para casaveques e eulras militas miude-
xas de rosIo que se loma desnecessario mencionar
e que se promelte vender em conta
Vends-se farinha de mandioca superior quali
dado em saceos grandes, feijao miilatiiiho, preto
bronco em saceos, gomma de mandioca, farelo de"
Lisboa, milho arroz de casca, farinha de trigo pro-
pria para engorda animaos o sacco com 5 arrobas
a 49 rs. : ludo se vende por menos do que em ou-
lra parte: na rua estrella do Rosario n. 29. ar-
nio/eni.
O Leite & Irmo continuara a
torrar.
Mussulina todo encarnada, covado 220 rs., cam-
braia lisa muito lina a 380O, 4>800, 5g20O e 5S6O0
rs. a pea, de 10 jardas, brim de linho para calca
de bonitospadroes a 880rs. a vara, corles de mola
casemira a :lf000 rs.codo um, lencos de cambroia
delinho a :(<200 e muilo linos a 4jO0 rs. a duzia,
i lales de louqiiiiii prelos, ditos de merino pretos,
dilos de merino liso de lodos os cores a 4{!800 rs., e
bordados a 6S800 rs., chitas franee/as de cores li-
xas o Sin 240,800,280 eSOO rs.o covado,madapo-
llo a IfflOO, .tg200, 3SK0O, 4S000. 4$200. 4g800.
5000 e S5IH) rs., e innito lino a 6gOO rs. a peca, de
20 raras,palitota dealpaca muilo finos a 6$000 rs.,
i ortos de colotes de casemira a CgOIK) rs., esparti-
lhos para senhora a-i, 6e 83rs., e dos modernos a
99rs.,saias para senhora alaCOO rs., bordadas a 39
rs., e muilo superiores a 49 rs., gollinhas muito
bem bordadas a :botn rs., manguitas e rami/iiihas
muito linos paro senhora, cortes de cambroia do
gaz o rs., tpeles pora sala a 15800 rs., para por-
tado sala a-la rs., e para abriolel o -i500 rs.,
meias muilo linos porr senhora a 2980(1 rs. a duzia,
ricas colchas dedamasco de sedo a 25 e 329 rs. cada
uni, corles de cossa de lindos deseuhos a 29 rs.,
boas Chitas escuras e de lindos padrees a 200 rs. o
invado, meias de lodos os tamaiilins pora menino e
menina, guardanapos a 49 rs. a duzia, pecas de
comliraio lisa de 12jardos a 39 rs., mussulina"bran-
ca a 300 rs. o covado, toalhas pora mesa a 49 rs., re-
des de folha a Gjrs., c ha nutras muilas fazendas
que se vende por barato proco, e de ludo se dar
amostras.
Vende-se urna escrava rrioula, de 26 a 28
anuos, ongomruadeira, costureira, c com oulras ha-
bilidades : na rua Augusta n. 17.
Vende-se eiu casa de C. J. Astley
Si C. :
Cabos da Russiu e de Manillia.
Palhinlia de junco preparada.
Vinhos de Klieno, de Moselle e de Br-
deos.
Rolhas de cobre e pregos do metino.
Salitre ieiuado.
Toalhas adamascadas.
Fio de vela.
Biscoutos em lata.
Vendem-se em casa de Arkw-
reglil iSt O. rua da Crnz n.
fil, por barato pi*er.o.
zonda muito larga e linPa"2,S00O, alpaca prela" com
li palmus de largura propria pora somarras e capas
de padres a hlin reis. tanzinhas de quadros proprias
para vestidos do se'nhoraa 360 eSOO rete oeovado, 1 ,
cholos de la linos com barro malisado a 4S500, di- I "np's dp gorgurao de seda furta-cores, obra de
tos de merm lizos a 4JB00, dilos de dilo bordados I m"'!" *"f" : "a loJa d "" "i a r"a
a 66200 cada um, lencos blancos com barra de cor U",,'n"'n mis quatro cantos n. 10. A grande ex
a 100, 120 e 130 reis cada um, chites francesas lar- lrn'"l'ai' \>,<^M lem ,'<'o. o a pequea quantidad
gas para lobera a 240 reis o coiodo, brim Inane '!"e [esla- X-nos dizer que quem nao se apressor
de lislro de puiu linho a 800 nis a vara, dito H "-ir s-m elles, por isso apparecam hoje mesmo
lindissiinos gostos e superior qualidado a IS440 a 1I,em QUUvr daras '''Us aos seus pequeos,
vara, dilo branca muilo lino 1$280 e IJ400 a varo,
cassas de cores de lindissimos gostos a 360 e 400
reis o vola, uiiissullino com pequeo toque de ova-
rio de lindos podres a 250 o covado; dita sem ava-
ria a 300 reis o covado, dita lodo encarnada a 220
reis o covado, dito mais larga a 32o, reis, casemira
preta a 28, 28200, 28100,38500 e 4f o covado,
panno Uno azul cor de rape e superior quali-
dade a 5ji o covado, dilo prelo a 48, 5$ e 5,8500 (i
corado, dilo a/.ul proprio para fardas a 2,8, oeova-
do, lencos broncos para man de senhora de bico
largo o nimio linos a tsIMI e 18 codo um, chitas os-
curos de linios livas a 5g20fl o pe. o, alpacas de se-
do de superior quo'idode o Mili reis o en vado. De- BE!
cas de lainbraio li.a cein iieaueno loque (tema a V. 1 1' 1 i"~-f^"
28. dilos de brelou!,.-, de rolo con. 10 vrala 28. iAa TranOC labl'ICa G l&-
aloalhado largo mullo lino com bonitos Livores a _, .
18280 a voro, ilaliMias, especie de combraia pinta- 111 il IIC( > (l.'l I'llii llIl'OIII
lada de cores das e liudiii.nos gostos a 48 reis maUl/US U<1 l Ud Uil *-'IU7
a rara, cantbraias(ranrezas de lindos padroes e ex- es8"lna que viro poro S. Pedro u. 16, tem eflecll-
celienies pouiios a 500 reis o varo, cas-as pintadas ,'a""'llle riqiiissiino sortimento de temancoa de te-
miudinhas a 320 n is varo, luvas de li da Esco- lls 5B*'ldades1 proprios pora a eslajau invernosa
cia, brancas e de c ires a 320 reis o par, cambraias r voudi-se tonto a retalho como em grandes por-
napolilonos rovos e azues de quadro a 360 reis o '''"'* l'"r IPOMS preco que em oulra qualquer
voro mi 220 nis n covado, riscodinbos francezesde Pall; :."s senhores rommeretentes de tora devum
quadros a 180 reis o covado, bramante muilo largo Proveuir-se, pote o invern este prximo.
a 28100 O covado, \ elbiitina de lodos a cores a 720 M X P U i M 1 Q M r\
reis o cavado, meias cruos pora homem a 160, 200, fiMun I90ITIU
360 e 400 reis o por, dilos pora senhora de lodos
os quolidodes, palelots de alpaca prelo o 5,8, dilos
de meia casemira a 8,8, ditos de panno preto e de
cor a 10,8, luvas de seda poro senhora o 1X200 o
por, dilos de sedo bordadas de lindos goslos a 2S21MI
o por,; e outros multes a/.cmlas que se deixam de
mencionar e se vendern por baralissimos preros e
se daro amostras com penliores
Loja ii. 37.
He na rua do Queimado a luja
Se enrontra um completo sortimento de grosde-
naple prelo de 1,8600, 18800, 2.8.2.8200, 2f400,
2,8(K1, 3,8 e 3,200 o corado, ditos de cores de 1,600
e 2S o covado, panno lino preto de i.mi al 12$ o
covodo, dito cor de rap o verde cor de garrafa,
fazenda minio superior a 7,8 0 covado, casaveques
de fuslao ricamente enfeitados de ricas trancas lin-
gindo lindos bordodos a 18,8, corles do vestidos de
phaniosio muilo lindos o dos mais modernos a 188,
dilos bordados a velludo de cores milito lindas'
30$, dilos bordados a seda com lindas flores a 28S
cada um, palelots de panno e de casemira pretos e
de cores de 16 al 25$ cada um. ditos de brim
branro muito finos de 5$, 5,500 e0$ cada um, ricos
pannos da mais lina casemira de lindas cores para
cimacio mesa de meio de sala, toalhas de linho rru
proprias para rosto a 1S280 cada nina, redes de
cores viudas da Babia da Troicao, obra muilo bem
acabada, pelo diminuto proco de 18$ cada urna, e
oulras muilas fazendas que s com a vista do com-
prador se poder mostrar, e se venderao por pre-
co muite commodo.
Chapeos de palha escura para
homem por precos baratos.
Na bem conhecida loja da boa f, na rua do Quei-
mado n. 22, encontrarlo os bous fregueses um com-
sorlimento de chapeos inglezes de palha escu-
formas inteirameiite modernos e bonitas da
a moda. Tornam-se recommendaveis por se-
ren mui leves e frescos para a prsenle estacao :
vendem-se pelos baralissimos procos de 4$ "e5$,
vendem tamhefi chapeos e bonete da mesma quali-
dade para meninos a 3$ 3$60O.
Em casa de Ka be Scbmettan & C.
ruada Cadeia n. 37, vendem-se elegan-
tes pianos do afamado fabricante Trau-
mann de Hamburgo.
Almeida Gomes, Alvos & C."
VENDEM NO 8E ARMAZF.M
$f RUA DA CRUZ
CHAPEOS de feltro surtidos, da fabrica acreditada
de_t*.arvalbo Pinto, do Itio de Janeiro.
SA.BAO das fabricas do Bio de Janeiro.
VINHO de champagne de superior qualidade.
SALVAS, bandeijas e oulras obras de prala.
Sapa tris de trancinha.
Fazendas prelas para a
quaresma.
No aterro da Boa-Vista, loja n. 60, de Gama 4
Silva, sendo um completo sortimento de grosdena-
ples pretos, pannos o rasemiras, pelos precos se-
guinles : grosdenaples, o covado a 1$280, l600,
1t>800, 2, 2?|210, eosemiras prelas, cortes a 6*500,
6$5O0, 75O0 .t 12$ cada corle, e pannos prelos
de dilteroiites precos e qualidades.
Aterro da Boa-Vis-
ta n. 60.
Vendem-se muilo superiores casinetas mescla-
das, com um pequeo toque de mofo, pelo baratis-
simo preeo de 360 rs. 0 covado.
He cousa muito.boa.
Vende-se a verdadeira pomada para tingir ca-
bellos, pelo barato proco de, 19 a caixinha, com es-
tpria ; lambem se vende massa para
.n, a 320 : na na do Quciniado, ua bem
lojt de niiudezos da Boa Fama n. 33.
m mun& m
le >"'
Rua do Queimado n. 1.
toja adata um bom oratorio de jacarai
ider.
Madeira de piuho.
is barato do que em
da Cruz n. 40, primt
rmaxem n.10.
Vaquetas.
Vende-se mais borotn do que em oulra qualquer
parle : na ru da Crnx n, 40, primeiro andar, e na
rua do Brum. annazem n.10.
Vendem-se boas vaquetas de lustre para cobrir
carro : na ru Nova n. 61.
Vendem-se soleiras e sacadas de pedra de
cantara : a tratar na ru do Torres, escriptorio de
Lomos Jnior i Leal Reis.
Vende-se um prelo innito moco e de boa fi-
gura na rua da Senzala Velha n. 96', podara
;' V --- "' *
B He cliegada a nova facturado camisas in- B
y gleaes superiores de pregas largas e eslreitas j'f
l:: de lodos os tamanhos a loja da rua do Quei- M
i-: mado n. 10, de Leile & l'.orreia.
endem-se 8 bonitos oscravos vindos do nor-
te, entre estes ha 1 carapina, 1 ferreiro, 1 cozi-
nheiroel barheirn, urna linda mulatinha com una
cria de 3 mezes, duas molecas de 16 annos, urna
negrinha de 10 anuos, urna negra engnrama-
deira de 22 annos e.uma dila quitandeira tudo por
precos razoaveis : na rua Direilan. 66.
fe
Xa 'iiiiilicno de ferro to ciigriihciro Da-
VuWX. Ilortiiian, na rua
do Brum, passando o cliafariz
ua sunapre um grande sortimento dos segniniea
Objectos de meconismos proprios para engenhos, a
a sabor : moendas e meias moendas da mais mo-
derna conslruci-o : tachas de Ierro fundido e bali-
do, de superior qualidadee de todos os lmannos;
rodas dentadas para aguo ou animara, de toda
proporcoes ; envos boceo de Comalha registros
de boeiro, aguilboes, bronzes, poral'u/os e ca\i-
lhoes, nioinlios de mandioca, etcejr.
\\ MESMA KINIIK.O
se execuloo lodos os encoiuineiidos coro a snpero-
ridode j conhecida com a devida presteza econi-
unididade em ureeo.
ARMAZE1I
DE
Fazendas e modas
DF.
MIGUEL JOS DE ABREU,
11 Rua do Queimado 11
Este eslabelecimenln que inqueslionavelmente he
hoje um dos nielhores nesle genero acba-se com-
pletamente sorlido de tudo o que de mais rico, mais
bello, mais moderno ede mais elegante e apurado
goslo existe no mercado relativamente a fazendas e
modas Unto paro senhora como para cavalheims.
Nao se especialisam aqu os diversos artifes que
constiliiem este variadissimo sortimento, porque
isso tana demasiadamente longo, e por couaeqaca
cia festudioso e intil este annuneio; masassegura-se
ao respeilavel publico e especialmente as senhoras
e cavalheims do bom lom, que o que cima se affir-
ma nao he o eostumado e trivial engodo com que se
roeura atUaliir a concurrencia, mas aun a exaelae
iel expresso da verdade.
Ao que tica dito s resta accrescentar que todos os
arligos serio vendidos pelos mais moderados precos.
Ruado Queimado n.l.
Na loja na ma do Queimado n. 1, amigamente
conhecida pela do meia pataca, existe um completo
sorlimeulo de fazendas, que se desoja liquidar por
qualquer um preco, aiim de em breve se poder das
nova organisaeo mesma loja. Mas nao sendo por-
sivel mencionar um por um, Indo artigos de que
se compite a dilo sorumeato, limilaaso-nos aosse-
gllinles, adicionando-lhe seus baralissimos precos,
alim de que os amantes do baralo acam a dcr'ida
idea do quanto eeonomisarao em se sortirem em
dita loja : corles de cas chita a 1S600, dilos Tinos
a piulo m udinlia a 2g, cassa de cor, vara 320 reis,
dilas linas e lixas na cor a 440, dilas fram e/os mui-
to fina a 610, sedas de quadrinhos a lg, dilas mili-
to largas a 1JJ601I, dilos de quadrinhos miudinhos
assentes em grosdeaaptes lg50O, fazenda de loa
com quadros de seda a 320 o covado, dita superior
a 400 rs., ehaly padroes inleirainenle nevos a lg,
chitas francezas superiores, tanlo em panno como
em untas i 320 o eovador ditas escuras a 260 o co-
vado, alpacas de umo Mi cor, fazenda milito fina a
500 o rovado, dilas com lislras de seda a 500 o co-
vado, liras bordados de 6 metros, por menos 25 por
0/0 do que em oulra qualquer parle.
Rua Nova numero 18.
Veni
poro bi
preco _|_
condecida
seas verdadeiras linos de Jouvin, lano
mu para senhora. pelo Iwiralissinm
o par: na rila do Oueimadn, na bem
ja de miudeaaa da Boa Vaina n. 33.
CHEGUEM
Aloja da Boa F
Que esl vendendo muito barato.
Grosdenaple prelo muilo superior a l.tsOO, 2$,
2,500, 3, 3,500 e 4g o covado, sarja prela liespa-
nhola muilo superior a 2,200 o enrady, selim ma-
can muito superior a 3,500 o covado, paniiA prelo
fino a 2-, 3, 4. 5. 6 e 8j! o covado, casemira prelo
milito lina a 2g, 2,500, 3g, 3.500 c 4 o covado,
ricos corles de rolletes de velludo prelo bordados a
12, ditos de do de cores a 7$ e 10a, o muito su-
periores a 13g. ditos de pirgiirao prelo a 3.500, di-
los de dilo de cores a 4,500, merino preto selim
muilo lino a 1,120 o covado, alpaca preta muilo
lina a 610, 800 lg p, covado, meias preta de loa
milito superiores pnprias poro os senhoras sacer-
doies o 2 o por. camnraia de. linho muito lina a
6g a vara, esgiiio de linho muito fino a 16,000rs.
a peca com 12 iardasL bretaiilia de linho muito e
muilo largo a 20g000 a peca rom 30 varas, cau-
hraia adamascada para cortinados a l.fjOO a peca
rom 20 varas, bramante de liuho muilo superior,
com dos varas de largura a 2,400 a vara, aluaUa-
do adamascado com mais de 8 palmos de largura o
1,280 o varo, brim liso, Hamburgo, muilo lino a
> a lOg a peco com 20 varas, escullo de algodn
muito fino o 3,200 o peca com Izjardas, cambroia
lisa muilo tina a 5g a peca com 8 1/2 varas, dila
muilo lina a 6$, 6,500 e 8^ a peca com.10 varo-,
dita muito lina com salpicos a 900 rs. a varo.
7g a pera com 8 1/2 varas, lil de linho bordado a
1,500 a vara, inanias pretas' bordadas a 10$, veos
da mesma qualidade a 12.000, gollinhas de fil
multo bem bordadas e bastantes largas a 1,200 fia-
da urna, lencos de cambraia de linho eoin bico lar-
go em vulto a 2g, meias brancas de seda_para me-
ninas a 2g o par, ditas brancas de algodao muilo
linos paro senhora a 3,600 a'duzia. dilas ing
muilo superiores lambem para senhora a 5g a duzia,
dilas para meninas de todos os lmannos a 280 o
par, dilas poro meninos a 240 o par, ditas de algo-
dn rru para homem a 1,800, 28,2,500, 3 e 4|, e
inglezas muilo superiores a 5,000 a duzia, lencos
brancos de cambroia para algibeira a 2,400 a duzia,
ditos maiores a 3,000 a duzia. ditos muito grandes
proprios para a cabera a 400'rs, cada ua, ditos
muilo linos de esgulao de linho a 7,500 a duzia,
ditos de linho de cures escuras e lixas proprios
para os tabaquistas a 400 rs. cada um, chales de
inerinTi liso de lindas cores com franjas de seda a
6J. dilos de chaly com lislras de seda em volta e
com franjas lambem de seda a 7J, dilos de merino
bordados a 9$. ditos de touquim rumio,superiores
bordados em duas ponas, com {ranjas muito com-
pridas, pelo baratissimo preco de 45JO00, ricos
pentes de tartaruga a imperatriz. a 12 e a 20J, le-
ques muito linos a 4,500, ligas de seda a 1,280 o
Ear, chapeos de feltro muito Unos a 5 e 6g, brim
rauco troncado de linho muilo fino a 1,280 avara,
dito incorpado inulto superior a 1,440 a vara, dito
decores do padroes muilo bonitos a lg a vara, di-
los de quadrinhos milito proprios paja obras de
meninos a 200 rs. o covado, ganga amarella fran-
reza muilo fina a 320 oeovado, dilas escuras muilo
superiores a 560 o covado, camisas de ciscado mui-
lo bem feilas a 1,500, cambraias francezas decores
muilo lunillas a 400 rs. a vara, entre meios muito
finos a 1,920 a peca, liras bordadas muilo linas a
3 ea 4g a peca, e alem dislo um completo sorti-
mento de fazendas tinas e grnssas, que vendem-se
por preros mui commodos, so afim de se (azerem
grandes vendos : ua rua do Queimado n. 22, na
bem conhecida loja da Boa F.
Escravos fgidos.
MJM B
No dio 14 de'agosto do anno protimo passadn,
fugiram do engenho Sele Ranchos, freguezia de
Nosso Senhora da Escoda, comarca da cidade da
Victoria, os seguidles escravos: Daroio, crioulo, de
25 anuos de idade pouco mais ou menos, corfula,
beicos grossos e meio arrebitados, tem urna cicatriz
' na teslo iirovenienle de um roice de animal, peinas
M V Cii A r ,,j,, _, .;, j Unas ealgurna ronsa arqueadas para fora, esmalma-
, imnlr c o ',' sortimento de d 0spndlladOi a|tura gulllri *. esla buceado ago-
lo s s hlos r P s-nhuras e me,- jai.in,ho,criolo, d 28 annos de idade pouco
um sortimento de caixmhas de coiXs, lusos !"'T '",' n,M,M' ,,UM, tular. cor prela. pouca
5 barba, beicos grossos e faz eerto geito na bocea quan-
propnos pora guardar joias para um presente, por
seren muilo lindas e exquesilos sua factura, por
preco com.iodo.
~- Vende-se umo negrinha de 13 para 14 annos,
recolhida e de bonita figura, muilo propria para una
i-asa de familia, e por preco razoavel: a tratar na
rua de Santa Rita n. 85.
= Antonio I-uiz de Oliveira Azevedo tem para
vender :
Jacaranda superior.
Farinha de mandioca em saccas grandes.
Colla da Babia de l'e 2 qualidade.
Fio de algodao da Baha.
Na la ionio da estrella do paleo do Paraizo
continua-se a vender arroz pilado do Maranho. a
60 rs. a libra e feijao amarello de Lisboa a I5OOO a
cuia.
do falla, tem urna cicatriz em urna das faces, pernas
finas, esmalmado, fuma, e torador de viola. 0
primeiro foi comprado aoSr, Joo Francisco Barbo-
za da Silva Cumar, e o segundo diz que foi eacra-
vo da familia do Sr. Joao Nuncs, da fazenda do Sitio,
em l'aje de Flores e comprado na praea de Per-
nambuco. Consta que ditos escravos esli em Pa-
je, de Flores por portadores que mandei ede vie-
ram : roga-se as autoridades policiaes ecapitiesde
campo de os pegar e levar ao referido engenho, a
Bemardino Barboza da Silva ou na praca de Per-
nambuco aos Srs. Manoel Arres Ferreira & tima, na
ruada Moeda n. 3, segundo andar, "que seriore-
rompensados rom a quanlia cima.
~PBN.: TVP. DE M. F. DE FAMA. 18S8.
' I
..-.. r.Ty ^ rs*.;--


Full Text
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