Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08004


This item is only available as the following downloads:


Full Text
.*
4
A

ANSIO XXXV. VIHEIIO S7.
Por tres mezes adiantados 4
Por tres metes vencidos 5
DA
EKIMEGIDOS 0 SUBSCRIPTO NO NORTE.
Parahibe, o Sr. Joao Rodolpho Romes; Nalal, o Sr. An-
tniiin parques da Silva; Araraty,-o Sr. A. de l.onios Braga;
Cesri, Sr. .1. Jos de Oliveira; Maranhan, o Sr. Jos T4-i i
eir de Mello; Piauhy, o Sr. Jos Joaqun) \\liini; Panfi,,
o Sr. Justino J.
costa.
M 'RTIO DOS C0RREI0S
Olinda Indos os ias as nove e meia liuras do din
Iguarass, Cniai tao l'araliiba as segundas e sexlas-feiras
S. Aniao, Hc/.iir Bonito, Caruar, Allinbo e Caranhnn'' Tribi
lias torras fcil s. lela
Pao d'Alho, Naz; n-tli, l.imoeiro, Brojo, Pesqueira, Ingazoi- Kazi
ra, Plores, Vi la Helia, Boa-Vista, Oorkury e F.\ as Juiz
quarlas (oirs. Hilo
la. I'iinenleir.i
[TodM "S MR
nliaein, Itamh, Una, 11.
manir, Taquariliug.i, Ca
caca, Buiquc, Aguas Bal'
i earai, cabrob, Salguen
Vista, Ouricury e l'.x
Hilo an subdelegado da
como urgente, n uiapp
SI\TI FEIRA 11 E JIAKC\0 DE 1850.
Por anno ailiaiit-.nlo tS$000.
Porte franco para o subscriptor.
PERN
Hamos; Amazonas, o Sr. Jeronyuo da Cali, Scriohcn Rio Formoso, Una,Barreiros, Agua Pro-! l'riui ira vara docivel: Ierras e sellas so niein lia
i e Natal quintas Cetras.
ios partem as 10 horas da manbaa.
i
reros, Agua Prea, l.i- mandar uomuar o i.
ara, Garanhuns, Papa- da Manuel Antonio Vi
s, lngazeia, Flores, Ta- I In da cnnipaiihia de m
u, Sania Minia da Boa- desla provincia, pene
i lenlos desde n i." di
fregnezia do S Froi Podro que foi eiicarregsdo
Cnnralves dn Hucifo.Cu ivm que Vine, remella, eonmiaiuln.r.oiinnii
PARTE OFFICIAL.
GOVKRWl DA I'IHMIVIA.
Espediente do dia 15 de tevereiro.
Illllrinao Exm. viee-presidonle da provincia llr.
Jnaquim Pires Machado Portolla.Tendo V. Exc.
aceitado a incumbencia, que Ihe tlz, do averiguar erara dessa frcguoza, da do assim cinprimenlo ao I Dilo ao rapito do
as qucixas. que os opranos belgas empreados nos que Ihe foi recnmmciida i
Irabathos da estrada de (erro lein dirigido ao res- lubro ultimo.Iguaes ao i
perlivn cnsul, julgo conveniente remelter-lbe por Antonio, Boa-Vista, Afoj idos, Varzea, pnmeiro .
copia a correspondencia inclusa, qno me fui presen- segundo dislrielos je Jai oalao, Muribooa, primeiro
le pelo mprcileipi da mesnia estrada Mr. Bayliss. e segnndn dislrielos de
f.nmmiinicou-se a este n ao consol da Blgica. meirn e segundo de lgua
Hito ai cuinniaiiilnnle superior da guarda naein- de Innjuea, l'n d'Alh
nal destii municipio.Convm que V. I'.xe. remella lia de loit, primoiro
ruin a pdssivnl brevidado as iiifnrmarors. niapna.. o I" vui.'io. pruno.! o
rolaC|Oc.< qtfo ao esjojtjli jjqj oflieios de 9 e II de Sena, S. Vrenlo e l.ara goiras da livguczi
AUDIENCIAS DOS TRIBN1ES DA CAPITAL
nal do eominerrio: segundas e quintas,
lereas feiras e sahhados.
di: (piarlas e sabhados as 10 horas.
dn eomuierrio: quiulas ao lucio dia.
le orphos: Ierras o sextas as 10 horas.
Segunda vara du civel: quartas e sabbados ao meio dia.
EPHEMERIDES DO DIEZ DE MARQO.
4 l.na nova as I horas e 51 minutos da tarde.
12 Quarto crescente as 2 lunas e 20 minutos da manbaa.
18 l.ua eheia as 7 horas e 20 minutos ta larde.
2G (inario minguanle as 7 horas > s minutos di manbaa.
l'IU WIAII DE BOJE.
7 Segunda.
S Terca. S.
'.I (Juarla de Cinza
Quinta, s. Milii
OAS DA SEMANA.
Tlionia/ d'xquinnb. doul. da groja,
io ile lieos Fundador dos Religioso* da car
Francisca Romana \.;S. Mothodio.
loveo ah.
:l'.i
omp. mu.
S. I Ir.
Pnmeiro as 10 horas
Segundo as III horas
ti minutos da manbaa.
;t0 minutos da tarde.
11 Sexta. Ss. i andido oHoracbl mu.; S. Vindiriano b.
12 Kabhado. S. Rrogorin Magno p.dont. da greta.
13 lioiningn. S. Eufazia v. m.: S. Rodrigo ni.; s. Bogero
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPTO NO SUL
Magnas, o Sr. Clandinn Falcan Dias: Baha, o Sr. Jos
Martina Alvos; Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martius.
KM PI.RNAMIU CO.
O proprielaro do DIARIO Manoel Figneirna de Faria, na
sua Imana praca da Independencia ns. 6 c 8.
da populaeao livre o es- nal de marinha.
lo assim cmprmeii
o em niricio de 28 de ou- sentar a Vine., para
subdelegados de Sanio JnoJos das Chagas
polieia.
puno,' 6, 8, -MW d^agatt*, 6 de* soteinbro, o
3 de 0/otvibm de 1856, 19 Je marro, 22 de jitlho.
7 de agosto o 7 de drzcmbro de 18.^7, 8 de marco,
17 deigostn, 18 de outuhro. 6 do noveinbro e'lo
de deiPinhrn do auno passadoIguaes, mii/ntis I Buin-Jardiin, primeir
-.Mal di, aosdemais rommandanles superiores. de, liba, l'iiueuleiras, l'.a
liili ao rouselheiropresidente da retaran.l.om- tiravnlA, primoiro distri
Z.irelli, Onieiro e segu
nhaem, primeiro de Ooii
papo, Una, Barreiros
Pro
l.ourenro da Malla, pri-
lasA, primeiro e segundo
.S. ila l.uz, N. S, da l.lo-
i'guudo dislrielos de San-
nudo da Kseada, Lngoa-
:eiras da ir
dn dislriclu
una, primeiro
o a V. S. que o snpplenle de juiz municipal, primeiro dislrielo do A
de Tai aratn. Aolonio Poroira de Barros nssuinio as | Jacarar, tambres, Papa
lUIIPi-l
de Tejueu-
| riuioiro dislrieto de Ago.i
l.iuioeiro, primen a o segundo dislrielos de
i l Bonito, Capoeiras, Ver-
enda, s. .los de Bazerros,
lo Caruar, S. Caetano,
inho, Panellas, Qnipap,
a, Poique, Aguas-Bol-
ea de ni/, de direito interino daquella minar- i las. S. liento, primoiro i jstiirlo de tlaraubiins, pri- urgencia u dilo maiiadenoisd, suoDrida a lacinia
ra no iiopeimciilo do oOeclivo, segundo partiri-1 uieiro do lngazeia, prln
po e u offlcio do 11 de Janeiro lindo.Comninni- de. Sorra Talhada, Tarai
rnu-s tarohvni ao inspector da (hesuurariii de fa-
zendol
Ditij ao inspector da tliesnuraria de (azenda.
Resporidcndo ao ollicio que V. S. dirigio-me em 21
dcjaujiirn ultimo, sob u. 7, remelto-lbe por copia
eiro de Flores, Baixa-Ver-
il. Fazenda tirando, Sal-
Dito ao consol lio admi
orphos. lleclarn ao rol
trimouio dos orphOS.
s itiirmaooes ministradas pelo primeiro medico nistralivodo patrimonio i
interino dn'hospital militar, o dolas ver'V.K
quan! os enlormeiros e ajudantes, que all seacham
empegados.
' Dilp ao Biesmo..Tendo sido paga nessa Ihesou- exorcicio das (nnreoes
raria Mrcoota do ministerio da justiea a quanta patrimonio o Dr. liabriol
appCOvaco delibera
iim de seus membros, i
de Oliveira,
riaes e pracas, que scgorain para a
tarar ilu, o nao se deveudo por ronajMBac
deinn sarao alguraa aos cofres pi-.ivmenM, Dor es-
sa dejpeia, como nesta dala rommoniro i^S. V.xf.
Sr. umistro da justiea, deixar do ** entregue
tbesourara provincial a quanta cima indica-
da, a qual se refero a ordem do thesourn de 4 do
rorreite, sob n. 14
comarca de po, segundo participou-i
ia tu- i <'.ommuniroii-se an Dr
Ranura.
Dito A cmara niiinic
exigido da ranura uiiiuii
de ti de outiihm Mino,
........: J...4 .,..*.........
uecessidades do S(o
rommendar que soja sa isfeita essa exigencia em
Dilcoo ronmaudante superior da guarda nario- lempo dse poderemlo >arao conhecimento daas-
seinbla legslava provi iralasiuorniaroes que fo-
rera recebidas.Iguaes
l.imoeirn, Ituique, Cabo,
rinhom, Barreiros, f.aru ir
Oiirirury, Boa-vista, Rio u-
Na/.arelh.
Dito A mesma.I'.onv
de Olinda ministre
nal daicomarca de Santo An'iao.r.ous'taudn de com-
iiiuiiiilacio da secretaria de estado dos negocios da
jnstic* de 28de Janeiro lindo, que S. M. o Impera-
dor, dor decrelo de 21 daquelle mez, homo por
beiu (ftaeeder as honras de coronel ao lenlo co-
ronel J-ommaiidaute do balalhode iufantaria n. 21
da guarda nacional sob Sen vommaiidaule superior
KraocS*:o Antonio de Barros e Silva : assim o cum-
municji a V. S. para son conhecimento, e para que { do 16 de outuhro do an
_ aea constar ao agraciado, previnindo-o de que i acerca do estado da indi
j foi solicilada tiaquella secretaria a rcspectii
tente.4-Accinou-9e a rocepcao da commnuica
llitii|an juiz de direito da primeira vara.-
ym q|ie \ me. remella com urgencia o mappa dos-
jurados qualilirjidos nesta cninnrra. lendu visla
o medidlo annexo aos ollicios drsla presidencia de
14 de butubro ultimo.Iguaes aos juizes de direilo
de Pao; d'Alho, Floros e Boa-Vista.
Ilitojao mesmn.Para a npportiina execurao das nhaem, Barreiro:
ordes'imp.'riaes, reiiietu VH', rom a necassaria Bella. Tarara!*.,
Iirevidide os mappas dos actos pralicados nesse
jniz.o dorante o auno passado, conforme se c\igo
por odjcin de 2 do novembro do anuo passado.
tRuaesj aos hiizns de direilo das comarcas de Santo
Autan,; Kio Formooo, Limoero, tiaranhuns, Flores
e Boa-VisU.
', >-' "lili 'MI' ~~ '> *.-* i..,.
lo-o de ipie acorra do oslado da indi
specliva pa-l'.'o desse municipio.1
minearan, yeom excepeo do llecife
vara.Con-1 Dilo a ditado Cabo.
cipal do Cabo remet ido
uieiils, que teeui de sed
brevidado, leudo vi-n
Cama
tlurii
Iguarass, Nazarelh e 1 r|
Portara;O presidei
ao (pie requeren C. da
turario de fazenda, resol
Inuenlo reformado da arma-, milito exagorada doprejuizoauo a guerra deve cau-, aos esperam, edosquaussiu uiagestadu nos i|in
Igas Jnior, para coniinainlaii-1 sai ao- iutoresses, Acabamos de assistr, a un preparar exhortando-nos a bom^spurar da patria
inores do arsenal de. inarinba} mez i umabaixade riuroa seis (rasaos sobro a augurar bem do
iosiIo os respectivos venc- renda.
agosto do anuo passado, entj Ora, ailinittido que a guerra soja corto o mesnia
uterinamente de .seiuelhaiile declarada, algueu acredita serameiile que os (pie.
icon-se ao usp.iiior do arse- os tein estariam impostos a ver suspensos o paga-
mento do sen semestre sin que os portadores d
ueste ponto, cuino no primeiro, oi du
applaudiilo
lodo iiiellica/..
fuliiro. i.iu.mio vos, sonhor, Pola imssa part- queremos as iucompalibiliiladi-
leudes o direilo delirar do passado mol i vos de es- indiciaras ; qurronin-las, nao lano porque a am-
perailoa para o futuro.
mrln.Com este faeo opre-
sor inspeccionado o reinita
Conimuiiiroii-sr ao rhofe de
- (i vosso povo ponderando os suocesaos bdi/.es
e variados desles (lez ullimos anuos, sabe por expe-
riencia que a vossa voz iiuiiaa o eii^anou, incsuio
obrigacas ib- caminbos de ferro vinara diminuir quando austera a alflirta aconsolhava a resignaran
fruclos nao se podiam
Dilo ao Inspector d i arsenal de marinha.Presto
Vine, os auxilios que fon-in neressarios para o em-
barque dos presos, (| le si-gnem para o presidio de
Fernando no brguo senna A'iiiai.
Dito ao cominaud ale do presidio do Fernando.
Itemella \ iiie. para esta capital, na primeira op-
do Tracu- i sor julgadn na aman
suas garantas i. as proprias receitaa das uossas
grandes liabas seram alTerladas de maueira a jus-
lilicar os cnicneiita uu si-sseula francos de baixa
que niuitos dos nossns camiiihosde ferro lem sof-
redo desde o tim ib- dezembio passado Kviden-
temeiile nao. Nao sao os cipilaes (pie se dio a
reuder o- que se assustaui oque vein ufforecer-se :
a especulara' que preveildna baixi, procura pro-
luzi-la. exagera-la iiiosmo peta tirar partido delta
bicau poltica pode deteruiinar o magistrado a com-
iiii-ller abusos, romo porque na dita mssao social
Confiada ao poder judicial, nessa proteceo que Ihe
rabo everrer em uoiiie da uslioa em favor du todos
os direitos, contra indas as oppresaes, eutendeinos
rujos
i.i de Na-1 pnrluiiiilade, o riiu J isi'i Maria Cavalrauli, alim de A alia e a baixa, se o gnvvM as lornasse por me- parador da npiniao publica
ou pedia sacrillcios
ver imiiiedialaueul
\ K agora a \ossa voz justamente esculada por I 08 de Cesar.
todas as uaeoes ct tusadas, compadi-rendo-se rom' Ora, inpossiel qoe o ridad
magnnima piedade desdores da Italia e nos des-1 trado que representa una upini
promessas, que at \ sua. que recebe dos seus
porin ao mcsiiio arilciileuieiile desojado pela
>gaso toriiiiiou as. Bolle, dixiunos, a neressaria
ii.is deri
anligoa e d, nao sei porque arle, com o derroto de
I Sis, que rreava a fregnezia de S. Jos de Pira-
libas; muiie-se tambiiii de recibos das quillas lo-
dos os anuos destinadas no nn-amenlo para paga
das (lespczas da dita fregnezia, corre ao Hecife, o
faz laes tamurias na preseitra de S. Kxc. Rvm.* que
esto o nomeia vigario encommendado da fregnezia
de S. Jos de Piranhas!!!
Todo o que poilmer a osla freguezia urna im-
po,. sen carcter do imparcialidad!- deve ser lio seria, ata'soa liuha divisoria um compuslode
puro, tan insuspeito, cuno a honestidad..- da espo- absurdos, porque sendo da parle da freguezia de
Souza dividida por urna linba recta, esta por causa
perla a reconlacae de solemnes
Iiop- anda eslio por execular
lempo, acaluioii iiiipaciencias cega
popiilaroes a f ua providencia
magis-
ippusla
no poder re-
lenba ii
polilira
inlrarios o dipl
sua aiubiro, lenl
olitianra. rurve->e i
omo Impostas pi-la justiea, uau
do jury dn tormo de Uoianna dda provavel do prejuizo qae os nluresses pndem
que uulle se observf
Dilo ao dilo da
.ama lainaua, laraiaiu, razenua i.raimo, sal- luto an dito da
iiniro, Santa Maria da oa-Visla. prieioirn e so-i volvo a Vote, o ni
guiulu dislrielos de Oiiri rury e F-xii. i lirio de 31 dedo
islrativo do patrimonio dos couiprehiuider
(ellio ailminislralivo do pa-' rados na comarca
lerlaro an rnnselho adiui- miiiem os que n
is orphaosipiedou inteira '
fj que tomn de designar
dadan Francisco Comes
para subsdluir ti-mporariamente un
de Ihesourelro do iiiesmo
Soan-s Raposo da Cmara,
ser
moa para
lindas.
lulo aoaato da
remoller Aom hrejidad
'oes havidaa o ai
omarra, segn
omari-a de Santo Anlo.Be
ipa, pie aeomponhou o seu of-
mbro do auno passado. visto
'mero total dos jurados qualit-
|uando couvm que se descri-
iicem a cada un dosdous ler-
meiiciouadus em casas da*
ornares do Cabo.Unja Vmc. do
os mappas das concla-
do nos dislrielos dessa
recnminendado em nlliiio
in oflirio de hnntom.
abriel Soares Raposo da
de 19 i, em que importaiain as passagens dos olli- que lein do aiiseiilar-se i i provincia poralgum lem-1 desla presidencial de 2li de novembro ultiinn.
Iguaes aos deuials jui/es de direilo menos aos da
apilal o ao de Sanio Anlao.
laudante do corpa do polica.
sentar ao Dr. chele do polica I
do -.....ominando para escolta-
de Coianna o grumete Norbortn
Iva.Cuiiimunioiii-se ao chele de
tal do Olmla.Tcndn-sc
pal de Olinda, em ollicio
una exposiriio acerca das
niripio, vou de novo re-
amaras de Caraiihiins,
Kseada, Ro l'ormoso, Se-
\ illa Relia, Tacara!A,
Cabrob, Iguarass o
m que a cmara municipal
oiniaeoes que por ollicio
de 1857, foratu exigidas
siria agrcola o do niinera-
uaes As domis cmaras,
e Coianna.
liin leudo a r.iiii.irii ninin -
o balanro, mutas e on;a-
presenles assemlila le-
Conj/ocado para o di; 11 de marro prximo vin- soll're' da guerra, nao fornOfbam a cssi
doiiro.Coiiiuiiiurnli-so ao juiz inuuiripa del tui- seuao indlcaeoes errneas 6 falseadas di
auna. silo.
Dilo ao juiz de difeito da comarca do Bonito. Porm ha una razao niuilo mais seria
Ri-ui'-lto incluso o
rio do seu aiilerossijr de21 de Janeiro ulliuio, alim (.a. porque Bol^a fallereai essensialmente duas
loque \ iiic. meucipue o iiiiiuero dos jurados qua- cousas que aao ou pndem ser a alma da poltica:
lilii mi.is no leruio Of Caruar, devolrendo-me com | a previdencia e o senso moral.
A Boira nao lem providencia; sou liorisonle nao
voi adianto da liquface daquinzenaou do lim do
im-z. Compradores e veudeilores s tein un peu-
sameiilo. un cuidado aprotoitar o surc-s-o do dia
do (piano de luna, do inmuto presento, de modo a
galibar diubeiro com elle. O (pie acontecer da-
qui Ii mezes, buje Ibes paRoilaniunte indilTcrau-
le : ilaqu a liniezes o segundo as oscillarcs de ra-
da dia, lalvez lenhaui \ollado alraz viole vezej.
V qiiahpicr prorurar o verdict da opiuiu publica
no meio dessas ondas agitadas, dessas correnlos em
sentido contrario dessas arelas inovediras que se re-
vcslem de ludas as formas, justamente por que no-
uhuma lem que Ihe soja propria !
Pori'-ni o que mais grave e o que nao permiti
tomara Rolca como terioniuolro da opiuin que
ella, por essencia e destino, distituida de luda a
especie de sonso moral. Islo nao quer dizer que
os que a ircpi.-iiiaiu sejam desprovidos. Viillainlo
as suas familias e a ordem de suas relceos particu-
lares podrin le todas as virtudes imaginareis : po-
n'-iii deixaiu-ai em casa o nao as levam para u Bol-
ea, onde so fessem rom ellas, s fariam asneiras.
I'odereis ler combalido ionio un leau em Water-
loo para defender a iulegridadc do territorio: mas
so no dia segunde ao da balalha, podordt-s estar
em l'aris e entrados na Rolca, taris a rellexao de
que a queda do imperio 6 o lim das guerras euro-
peas e dez francos de alia voz. farao nina fortuna.
Independencia nacional, liberdade poltica, influen-
cia europea, previdencia ib? grande alcance, sarrill-
os presentes para assegurar a grandeza futura, lu-
Se essa inlervencao consolndra de vossa la- dictadas por desau-eic/>es
gestado, se i-sse appcllo raz.io publica aitrahisso da poltica
prrigos, e ainoai;as sobro a vossa rabera sagrada, ti
iiarao que em vos venara o mais bal dos principes,
qu.' ros ri'coiihere como o poderoso intcrccssor,
tnterreiuorel da causa da liberdade ante nscimse-
pie v todas as coleras das acces I indo somonte au lugar da sua jurisdicrao no lempo Linio moral como nlivsiramente 0 rom 2i anuos,'
ule o grande exemplo de vo
Ihos da F.uropa
humilbareiu-se
Isaldadir : que sabe romo em vos o por vos se eu-
SOIltrou emiiiu o segado perdido ha lanos serillos
da concordia ilaliana, a naci se reunir inteira em
lomo de vos, e mostrar romo toriiou a aprender
a arle aulig.i de concillar a obediencia do soldado
rom a liberdade do eidadao.
(Prette.J
dos lugares em (pie lem de locar, faz laes vollas
corruptos que por lim vem a formar ngulos em
varias direccoes < at tiiangulos feixados : por isso
sailiam agora os gcumetras, que liuha recia i-
aquella que se rnmpoe de inultas curvas. Agora
diga-iiie \ inr. au teiilio ou rarradas de razo para
querer riscar-nie do numero de seus correspon-
gratidoos proveinenles denles?
Sim, nisso j assonlei ibi podra c cal ; alm dis-
i.iuereiiins asiiirnmpalilnlidades jndicianas, por- so nao.puro lambem que as ms linguas digam.
que riinipreliendeiiios que o paiz. lein fume e sede que para o sou iiileressanle Diario escrevem ale
dejustna; e o magistrado, que em vez de residir os malulos seilanejos l'iranliensis.
um sua comarca, ou no seu lermo. reside na curte, Ksia minha Cajazeira vai sempre em progresso.
i procure explicar, diBmando o magistrado, romo
po pus
lo foi
INTERIOR.
ii das ferias legislativas, romo outros vo para
l.izendas, deixa por multo lempo desamparada a
causa da juslir.i, entregue a substituios inexperion-
les que a malbaratan, se nao adrede, por taita de
siiiricienles hal'ililcocs.
Uuori-inns a; incompalibilidades, porque compre-
heudomos que nao ha na sociedade fuurcoes mais
sanias, que eiijain mais constancia, mais habito
d.-gravidade, mais estudns aturados e especiaos,
do que as do distribuidor da justiea, as do uigao
da lei na prolecco dos nteresse.s iudividuacs.
lira, o poltico, (po s magistrado as horas va-
RIO DE JANEIRO.
Rgimen eleitoral
Dilo ao come
Mando Vine, aptf
soldados du eor
rom al a ridad!1
Bonifacio da
pclu-ia
Dito ao mosliio.Mando Vine, apicsenlar com
urgencia ao Dr, eludo de polica 6soldados do rorpo
do seu ominando, alim de escoltareiu um crimi-
noso de morirlo oulro de roubo al a villa de Si>-
rtnhem. cjimmunicnu-sc ao chcfo do poli
cia
Dito ao mesmo.Cnnim que Vmc. preste d'or
em diante aolir. chelo de polica ou aojuiz inuni-
:pal da priinfira vara, iiidepeiideuleniciil" de or-
Dissomos pie a lei de 1855,
applausos que a acolhernui. purque hilara a dua
grandes COnrccoes do paiz, a conveniencia de aca-
llar rom as deputaroes de chapa, o arredar das pai-
xoes polticas o das lulas eloiloraes corlas classesde
liinccionarios pblicos especialmente os do poder
judicial. Examinamos se a primeira parto dessas
1.....essidades baria sido saturnia, e julguios ter
mostrada que an mal das chapas a lei sabslituo
mal anda maior. o da disseminacao do corpa elei-
toral em fraeeoeziubas, de-llluidas de signilicac
politiea
pie i. 111 do edilicada", j rivaliaa rom as melbntes
villas eeulraes, Helia j se roulant 180 rasas c 7">l!
habitantes, urna grande igreja bem paramentada,
um rcmtlcrio roiu una eapctliuha bein acoiada e
um collegiocom eommodos para 60 osiudaules in-
leruos : o eommerciu mareba rom arlividade, em-
ii.o ludo prometle-llio um futuro brilhanle.
,'iiasi nada de novidades ha por aqu depois da
ininha ultima, ssim ha poneos dias urna bella fcva
nao quereiido mais fazer parle do sen charo Vdo,
deixou-o nos arralialdes e proriirou o runlro desla
poroacao; elle iiu-onsolavcl a procura pormonles
gas, alguna meoea por anuo, nao pode entregar-se f e valles e por lim pude obter nolicias della, mas
esse assiduo esluH, nao pode adquirir esses ha- ; ella llrme em sen proposilo diz-lhe que jamis o a-
l lulos, nao pudo galibar essa urlica de julgar, sem a coinpaiiharia : elle vai queixar-sc an subdelegado,
. qual. cun toda a boa volitado de acertar que Ihe para que um homem seu prenle, em cuja casa
i", "" i prestamos, iiuiira poden elb- ser orgu da justiea, i ella eslava como em deposito pnrseu coiisentimen-
aceilu com acilamelito e respeilosa conliaiica pe-
los puvos. .
Ora, se a sociedade lein fnnio o sede dajttslca,
como eomorehender que. se mantenha e Roresca,
se se Iho d o veiiruu da igmirancia, da parciali-
dade, em vozdn que ella lu iiuperiorameute re-
clama i
1 ni paiz sem justiea. um paiz em que ns interes-
es individuaos, os direitos du li
a par da le que os prole
,e em que a preponderancia de um iiilluen- ttcaWU, essa lei, que Ihe
xeluia forriisameiile quanlos se r.....imnieudas- i ,., podemoa COnceber .-
hornea, nao achem,
o regula, o lioniem que
J vida, um paiz desees,
seno abdicando os seus
gislaliva provincial, con pn- que o tara rom loda
is disposii
nes em vigor,
Iguaes as cmaras da Fj ada. Rio Formoso, Seri-
,........ pod
sem por bous serviros aos iutoresses colleeliios da (ros do civiiisado
naro, para s allen.lor aos que se preslasse.n ao j K pul. isi0 (1,u,r,,1110s as iBcompatibilidadei, in-
M.r iii.-o dos inieressos e ao apadrinhamento das compatibilidades absolutas, que nos deem maaistn-
ladoras: e ron-1 dos-magislradus, que reergam a digni.lade da jus-
lira, e altamente digam an paiz Kis os srgaos di
b-i para proteger a vossa [a/onda, a vossa houra, a
vossa liberdade, a vossa vida contra a violencia, a
fraude e o rrime !
(Jornal Ha rom/iim-io dn Rio.)
Riiiipie, Cimbres, Villa
iiry. Boa-vista, Cabrob,
gazeira.
e da provincia, attendendo
Trovas Teixeira, 8 eserip-
e prorogar por 15dias com
convem qu,! cun n lim do upprir-se a falla, que
faz nesti eidade a torca deslinada a ir destacar em
Caruar e xliinho. reliront-se I pravas do destaca-
mento daqdella cidade, 2 dn da villa'do Cabo, fi do
do Serinliiem o 3 do da cidado dn Rio Fnr-
vciieimenlos na forma d i lei a lieeuea, qae Ihe foi
Ditoiaodllo da comarca do Rio Formoso.Re-
eomnM|udt.ai Voac. ate remella rom a possuqJMni -
4 BS movmacbes que osla presidencia exigi
'ni ollicio de I6de oiiiiiin,, de 1857,5 demarco, 1:1
de julljo p 15 de niiluhrodn anuo passado acerca
do estado da industria agrirola e de mineracio .le,-
sa com|arca.Iguaes aosjuizesde direilo das ro-
mari-ai| do timoeiro e Tacaral.
Dilniao dilo da comarca do Coianna.D Vmc.
cumprlmentoao oIRciodesta presidencia de 10 de
de/.emkro ultimo, que exigi o mappa dos ollicios
de justiea dessa comarca.Iguaes aos juizes de di-
reilo dfis comarcas do l.imoeiro, Bonito, Flores.Ta-
i-arai ,a Roa-Vista,
Ditojao Dr. Jos Bandoira de Mello.Constandn-
mc, dd aviso do ministerio da juslira de 25 de ja-
n,eir? Indo que, por decrelo de 17"do mesmo mez,
* Q Imperador houve por bem remover a Vmc,
da comarca de tiaranhuns, do primeira entrando
nesta provincia, para a de Arela de segunda entraii-
cia na da .Paralaba : assim Ihecommiinico para sua
lUtelligriicia, marcando-lho o prazo de I mezes para
entrar em exorcicio ua sua nova comarca. \
Com o presente, e por intermedio do resporliro
juizmiiuicipnl, recehnr Vmc. a communicarn e
copia do decreto, que Ihe sao dirigidas pela secre-
taria de oslado dos negocios da juslira, alim de que
compra o dispustn no artigo 2ido decreto n. HK7
de 2fi de jallio de 18511.Olliriou-se ao juiz muni-
cipal dr Garanhuns, remelloiido-se-lhe esta rnin-
inunicarn, aflm de ter o conveniente deslinn.
Dito ao Dr. Theodnro Machado Freir Pereira da
Silva.Cnastando-me, de aviso do ministerio da
jnslii;.! de 25 de Janeiro Iludo, que S. M. o Impera-
dor, por derroto do 17 do mesmo- me/, tarrav.rpnr
bem numear a Vmc. juiz de direilo da comarca de
Carsiihuris, d'oude foi removido o juiz de direilo
Jos Bandoira de Mello: assim Ih'o cominunico pa-
ra na inlelligoiicia, p aflm de que, indepeudento-
menle de Ululo, que apresentar no prazo de tres
meros, entre quanln antes em exercicin depois de
prestado o devido juramento.
Dilo ao inspector dn arsenal de marinha. Ao ci-
liada Antonio de Moraes Gomes Ferreira, membro
da eoiiunissiin incumbida da fundarn dc.um colle-
Sio nesta cidado, sob a invocaran de S. Vicente de
aula, para a educaran dn sexo femenino, mande
<- entregar duas Africanas livres para o sen-ico
concedida por portarla t
Kvpedifate do**
ilos negocios da jiisUi-a.
da provincia, manda are
ra o que em 21 de jam
l.irS. M. o Imperador, \
mez. nnmeado juizes mi
barbareis Francisco Vug
17 de Janeiro ultimo
lorio do fovtmo.
da secretaria de Miado
r- S. Kxc. o Sr. presilfflte
ar receida a communi-
ro fludn Ihe fez s. Exc. de
ir decreto de 17 daquele
nicipaes e de orphos, os
sto da Cosa do lermo de
es Jaciuiie Pires do terino
seo Teixeira de S do de
- 6 =
ildirio ao Kxm. presid ule da provincia da Para-
hiba. Salisfazeiidu r coinineiidacao coiilida no
ollicio de V. Kxc. de 2:1 i I dezombro iillimn, tenlio
de cuinniunicar-lhe qu e acliain promplos os ob-
jeclos pedidos para o mt o batalho dessa provin-
cia, como V. Exc. se sen ride ver du ollicio junto
per copia.
Dilo ao romniaudanle das armas.Sirva-so V.
V.\c. de providenciar pal i que au cln-c de polica
ou ao juiz municipal de 1' vara so preste, utlepeii-
deutemeiile do oideni de-ta presidencia, as escollas
|iio aquellas animidades equisalarom d'ora avante
uu sejam para conduzir d i casa de deU-uro ao lu-
gar do embarque os sent ociados, que se destina-
rcui ao presidio de Feral ido, ou para aeonipaiiba-
los a bordo de qualquer lavio, que seguir para o
mesiiio presidio.Coinini nicou-si an juiz munici-
mosn.
Dilo an pi
rdade IV
do Carino desta
rovineial do convento
co a V. P. Revm. que
mitlir-me ns nforuia-es exigidas eui ollirio de 2(
deuovemlro nlliino acerca da ordem religiosa, que
V. 1*. Rnv ns" preside Iguaes ans guavdes dos
conventos do Nossa Seiibora das .Nevos cm Olinda,
de Santo Jvntoniu dn Recife e Ipojnca, e deS. Fian-
Ceco de Sjerinhiiem.
Dilo 'J cmara municipal do Buique.Dando
riimprimenlo A ordem desla presidencia de 25 de
setembrojdo anno passado, remelle cmara mu-
nicipal dio Buiquc as rupias da ultima eleieaa de
voreadorpae juizes de paz desse municipio.iguaes
s cmaras municpaes de Ourieurr e Barrei-
ros.
Dilo cmara muiiiriaal do Rio Formoso.Com-
pre que a cmara municipal do Rio Formoso,
dando tornean ordem da presidencia de 25 de
seteuibi | do anno prximo passado, remella com
breudallo a cpja da acta da iillima oleiciio de jui-
zes de paz dosse iiiunicipio.
Portara.(I presidente da provincia, nllendcndo
aoqiiejroqiieruu Jno Alvares de Qu.nial, capataz
da mesa do consulado desta provmeia. e leudo em
visla as informacoes das reparti-oes competentes,
n-solvit prorogar por um mez cm ordenado, na
forma I da lei, a hcenca, que Ihe foi concedida por
ra, o rapiii que osla nos trilitos ou o infeliz desespe-
rado que all vai procurar a iitorle.
Oue os goveruus atteudam A alia e baixa, como
seria e iiiuiidacu, como i abundancia 8 penu-
ria, o milito necossaiin o essa iiocessidade lieiu
sempre apara senlir-ee.
Mas seria abdicar a dignidade ao eommaiido
sesirva de Irans- dereres do poder tomar os ogoa da especulacao
pelo lirado da opinio, e pedir balaiuas sempre e
nocessariaiiieole lalseadasa medida exacta da rons-
eieuei.-i publica, e snliordiuai psinleresses pc-rina-
nontes do paiz as >.....tatuarnos uphouiHras da agW
lageui a previdencia de grande alraitce do poltico
aos clculos egosticos do calculador.
Fazemos nimio caso da paz, mas ha alguma cen-
sa no miiiido superior paz :. juslica. Procure-
mos pois n que justo e possivel, o que nos acon-
selhado pela grandeza da Franca e pelo inleresse
de una paz europea. Ir urln duravel, nao da violen-
cia e da opprcssao, porm de urna justa satisfacao
tlada As suas iuspiracoes inveuciveis : eso a Boira
itvesse de responder"pela baixa semellianle poli-
tica, diz.eiuus que a Bolea nada lem que ver as
queslies de dignidade nacional, que exagera sem-
pre o mal para apiuvoilnr-se delle e que (piando
percebe que caminbou cm falso, ninguoiu como ol-
la sabe rollar alrfi.
au ccgaoiXT.
i Prense I.
------Ii,- ,n
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PERNAMBUCO.
I'arahib.
Cajaz'-iras, 12 de fevereiro de 159.
II lim principal da presente missiva fazer sentir
a \ un-, .pie ostou resolvido a deixar o ollicio de
inissiv.sta do seu Diario, aperar de mu sit islo as-
saz penoso, porque, ruino |(,e disso em nutra, le-
llho um iadisivel ptazer, ipiando vejo as minhas
toscas ideas, lijiiscriplas em lellras redondas, lias
as razos qno me fuzem ampiar a cart-eira, sao de
milito peso para initii; ei-las :
I.'1 Porque ns seus dignos compiiz.llores paroco-
raiu zumbar de minino pubiiearo da minba ulli-
piniait pnder-se-lna formar pi-
pi-la rellexu, de modo que qualldu o poder legisla-
tivo (base chamados tratar dr samelhanle asanmp-
tu, estara ella eonrenionienienie preparada para
ovo seu apoio a quein ahracasse as utas maUron-
foriue.s toin a ulilidade publica.
A. imprciisa, porm, Do enlendeu como nos a
iiocessidade dessa discussan : s a 1'ntrin inostrnu
prestar atleniau aos nossos arligos, osiTeveiido al-
guna artigos concordes com as nossas opiaioes.
Folgamos de ler por nos o assenliinenlo da Mitiga
foUjaJiberal .Nilherohyonse, e doelaraiuos-lhe une na, de tal surte que chegou-ine ol lio dis-
ItMimili..... ii i mi opumm ipuniu i-oy.pl,oir da liguiada, ipu
nlregasse por fun-a ; o subdelegado nega-se,
elle romo lonco laura a ino de um puuhal, vai a
tal casa, o entrando pelo muro romera aos empu-
riioos rom a inulher ; aduna da casa at-otle elra-
v.i-so nina grande ^ vergonhnsa Inta, a cujos gritos
arodeni usviziiihos e preudeni o campean cm lla-
granle.
A inulher eulo vendo o marido processado, pro -
so e algiinado, sabio desembararada e'pnblicamen-
le com o .seu querido Adnnis, inoro solleiro, por
(piem ella dcixara o encarcovado marido.
o invern at ao prsenle ainda nao rheguu a
osles serliies, sim algtimas chovas vagas, contado
ainda nao se soffre prejilizos nlguiis.
\ carne verde na fe ira passada deu 100 rs. a li-
bra, e a t'ariiiNa l0 rs. a cuta, as rapaduras do Ca-
riri 120 rs. rada tima, e os de mais gneros foram a
prnpnrrao destes.
Agura resia-me agradecer a Vmc. a bondade que
i un- prodigalisou durante a niiiiha l'arefa de mis-i-
, visla, e a paciencia rom que supporlou as minhas
i massaiiles missivas, e diga adis par.itsempre ao
Vai/aeiro.
PERNAMBUCO.
pal dal" vara o ao chefe
Dito ao com mandante s
nal tlesle municipio.Au
le polieia
periur da guarda nacio-
ullicin de V. Exc. de 11
ainda mo fui posto A tlisp
mo tecriita t guarda naci
Dito ao brigadeir* Jo
Pelo sen ollirio de hoht*
ver V. F.\e. concluido os I
que proceden na eompanh
do cnrrenle, sol n. 21, espndil declarando que
sieo da presidencia cu-
al Jno Patricio da Silva.
os da Costa Pimeulel.
ni liquei inleirado de ba-
abalbos da inspeceo, a
de artifli
Dito ao i-onsclheiro presi lente da n-laco.Sirva-
se V, S. de dar o seu pare er sobre a materia dos-
tas de 12 e 18de Janeiro
la presidencia polo juiz
rcicio do termo de Bar
ollirios inclusos, que ein d
ultima furam dirigidas a o
municipal sapotete em ex
robos,
Dito no mesmo.Qucira k\ S. dar o seu parecer
sobre o meloso olleta, quelom 7 de dczeinbro ulti-
mo foi dirigido a esla presiienria pela cmara mii-
ronij
j loi,
a de 25 de novembro do anuo prximo p'as-
F.rpedienle do secretaria do goctrao.
iit ao i-nmmaiiilaiiie das armas.S- Exc. o
Sr. pi Mdenla da provincia, determinando nesta
tlala t uo pela tliesnuraria de fazenda seje paga a
gralil carao do 8JI11NI rs., que compete ao sargento
do copo de polieia Bellariniio Ferreira da Silva
pprelienso dn desertor do 10." batalho do
aria Antonio Patricio da Silva : assim o
i cnmmiiuicar a V. Rxc. em resposla ao seu
de 10 do rorrete, sob n. 138.
crearan de varios coflcgios nos circu
as cund, oes de nossa populaeao, a .....iconlra-
eoo dos eleilores em um s eollegiu, alm de oujei-
ia-Ios a mil iurumiiiiidos, os entrega a influencia
preponderante de um dominador, ou ^ lulas iiu-
uiuraes e sngrenlas, ou dos concharos delinitivos
de dnus ou tres ro-diimiuadurt*s : muupre que ns
evito queuiquizerque os inieressos CoUectivos se-
jam atleudidus no pronuiiciameiilo da tima ; cuin-
pro tguaunonle que os eollegios sejam em numern
mullo matar do que o dos deputadoj qae os (-irru-
ios devom dar : pois do contrari teremoa, romu
houve ltimamente na eleicu da assemlila pro-
vincial, a federaco das influencias diiiuinadtiras, os
seus arranjus para cada una numear o seu repre-
seulanle.
EXTERIOR.
daquelle estabelerimento.Communicou-se ao re- nicipal do lermo de Goiann i
fondo Gomes Ferreira.
Dito ao jui-z de nrphans do lermo dn Recife.
Compre que Vine, apresso a romessa dos mappas,
que enmprohendam os actos pralicados nesse juiz
durante o anno prximo lindo, segundo a exigencia
foila pela presidencia om olflrio de 26 de novembro
ultimo, Alim de serem oxecutadas opporluiiamenlo
as orden; imponaos.Iguaes ans juizes municipaes
da provincia, monos aos de Seriiihaem, Coianna o
Rio Formoso.
Dito ao mesmo.Tendo participado o voleador
Leandro Jos da Silva Sa iliago que no dia 5 do
crrenle entrara em exeri co da vara municipal
e de urphiios do termo do R o Formoso no impedi-
mento dos 1" e 2" siipplcnt s respectivos, e du pre-
sidente da cmara uiuiiicip il : assim u cumiuiiuicu
a V. S. para sua inlelligeni a
Dilo ao mesmo.Cuiiiiin
Pedro Camello Pessoa, a--
rauta oexerririo do cargo
Dilo ao juiz municipal c de orphos do Cabo. marra do Bonito, para o qt
Faz-so iiecessurio que Vmc. ministre com urgen- reto de :l de Janeiro ulliim
cia, para cumprimeutu das ordens imperiaes, as! bem ao inspcrlor da theso
ico a V. S. qno o Dr.
limo no dia 12 du ror-
juiz de direilo da ni-
al fui noine.idii pur de-
.;oiiiuiunicnu-se lam-
aria de fazenda
informarnos que ihe i'oraiu exigidas por mais de Dilo ao cousellioiro delej ido da repartirio espe-
nma vez acerca dos bous de corporaroes de m.io cial das Ierras pblicas.Si
mora, que possam existir nesse tormo, e aos quaes v,'r a acquisicao do livrn, q
se ri'fere o aviso dn sonado, constante da copia in-
clusa.Iguaes aos juizes municipaes do Pao d'Alho,
Kseada, Barreiros, l.imoeiro o Tacaral.
Dito an Dr. Francisco Teixeira de SA.Censlan-
do-mo, de roiumiiniracao da secretaria de filado
dos negocios da justiea' de 4 de Janeiro ruido, que
por decrete del" do mesmn mez, S. M. o Impera-
dor houve por bem nnmear a Vmc. juiz municipal
e do orphos do lermo de PAo d'Alho : assim Ih'o
de honteiu para laiiraiiiouti
sao do jiilgamento de que t
nexo \o decrelo u. 2168 do-1
sado, remetiendo a coala n
llenar o devido pagamento
lino ao intendente de ma
V. S. ae sirva deriarar-mi
pra o coke para as reparl
corte.
Dilo ao rommandaiile
va-se \
e pod
iuli-irado do que, leudo V
rnmmuiiiro para sua intelligoiicia, aflm de que, in-
itependeolemente de titulo, que apresentar no pra- .
zo de mezes, conlados desta dala, entre quanlo Iquartol general da marino.
an|es om exorcicio depois de prestado o devido ju- I corte o hiato Capibaribe,
lamento. hesse mauliiiientos alim
itoaor. Francisco Augusto da Costa.. Cons-
lo-me, de cumrounicaco da secretaria de es-
> dos ncgoeios da justiea do 21 de Janeiro lindo,
por decreto de 17 do'mesmo mez, S. M. o Im-
ptjrador houve por hemnomcar a Vino, juiz iniiiti-
cijpal e de orphos do termo d'Agtia l'reta : assim
lh"o rnmmnnico para sua inlelligencia, allmde que,
iudependentemente do titulo, quo apresentar no
prazo de 3 mezes, contados desta data, entro quan-
to antes em exercicio, depois de prestado o devido
juramento.
Dilo ao vigario da fregnezia de S. Froi Pedro Gon-
cakos do Rceile.Niiuse tendo recebido os map-
5as dos baplisados, casamentes e obilos havidos o
nno passado nessa freguezia, convm que Vmc.
satisfar com brevdade essa exigencia, que Ihe foi
por ollicio desta presidencia do 31 de outubro ulti-
mo.Iguaes aos das freguezias de S. Amaro Jaba-
la. N. Senhora do Rosario de Miirilteca, Maran-
guape, Santos Cosme o Damin, ltaraarac, Ipoju-
ta. Santo Anlao, Nazarelh, Trncunliaem, Goianna,
ltamb, Una, Alagado Baixo, Buique, Floros, Ta-
rarat, Fazenda Grande, Salgueiro, Santa Mara da
Boa-Vista, Ourieury e Ex.
Dilo- ao dito da freguezia dos Afogadns.Devendn
ordem.
Dilo ao mesmo.D
o brigue escuna A'ittg, cont uza para o presidio ue
S. do promtt-
t'IU St'll ollirio
das actas da rommis-
tla o regiilainenlo an-
" de maiii do anno pas-
MClira alim de se or-
inha na corlo.Poro a
prero porque se niiu-
iroes de niariiiha
di
divisan naval.Fir.i
. recebido ordem di]
para fazer seguir para
naiidara que elle recei
ser exocuiada a dte
suas ordens para qi*
Fernando as praras, que
parte do rommandaule das
o du em por parte do chefe
mesmo navio Irazer as prac.
regressar.Comuiiinieou-se
armas.
Dito ao inspector da Ihe
Aos ofliciaes, que segiiem
liando no brigue escuna Xi
uer os veiiciineiiloi-tirrespuiAleiiles a este mez e|en-
rein apreseutadas por
rias, e us presos t|iie
[le polica, devendujo
s que tl'alli leitliam
ao coiumaiidaiite
ouraria de fazenda!
ara ti presidio de IVr-
ji, mande V. S. a
Iregarao capitao Antonio
quanta do 12:0O0StHH>, sob
de, para as despezas com o
sem effeito a ordem transm
corren le
Dito ao mesmo.A vista
de V. S. adiaiilar ao alinoxa
a quanta de MUHHHIOO, par.
lo das despezas daquelle os
do presente mee.Cnmmuhcnu-se
dadle das armas
Dito ao mesmo.'Mande
uiz Duarte .Nuik
uiiiih.i respoiisabili Ja-
lesiuo presidio lira ido
llida a V. S. em 1 do
dn pedido junio n an-
ife do hospitar militar
ocenrrer ao pagat len-
abeleriiii.iiilu al 1 ti 111
ao ciiiniian-
I
ajustn com a directora da
os cuncertns precisos as f
pitol militar, fnrnecendn
tlar-se opportunamcnti execuco As ordens impe- I Basilio Aranda a quanta de
tiaes, reraelta V'mc. com brevidado as declara.cs "
indicados no modelo annexo ao ofloio da presiden-
cia de 14 de dezeinbro ultimo, relativamente a essa
farnchiaj-iganes aog das freguezias de S. Jos do
,eeifc. Poco da Panella, Jaboatao, Murboca. S,
l.ourenro da Malta, Curato da S, S. Pedro Martyr.
Maranguape, Santos Cosme e Damio, Ilamarac,
lpojuea, Santo Antao, Estada, Nazarelh, Tracu-
lares
Dito ao mesmo.Commi
o imperador houve por benl, segundo cousUiu di
aviso da reparticao de ma inha de 7 do co rento.
\ politira e a Itolin.
Ill; vinte annos a esta parle, o desenrnlvimcnlo
da hquo/.a publica o a creaco de numerosos valo-
res knovois lem feilo surgir no mundo urna nova po-
tencia com a qual a pulilica obrigada a contar.
futremos fallar da Bolea que a grande praca nn-
dejesses valores se negociara e que sempre se lein
mostrado mu seusivel s oscillacoes que a poltica
ge al toflre, B0 sentido da paz. mi da guerra.
V Bolea urna potencia, tuna graude potencia.
Para multas pessoas, o regulador supremo, o juiz
ni allivei ta boa ou da mi poltica. Esta medida
pijiluz una baixa de (incenla cenlimos, lugo
m aquella determina um inovimeiitu de alta, lo"o
iioa.
JPara oulrus, a Bolea o centro de Caco, urna
casa de jogo, a corruptora dos Motamos, a osela
do vicio e os poderes pblicos s tetn que oceupar-
sb dejla para deferir aos tribuimos ou recommendar
a vigilancia da poltica as expeculacoes desaforadas
due all se fazetti
j De 7 annos para c, temos sido testemtinhas de
Imillas niudaiiras de_ opiniau a jespilo da Boba.
Km 1852, lodos preciplUVOra-se para ella ganha-
haiu-se all fortunas em urna itianha, o o deus que
all adoram nao linham blasphemadores. Em 156
houve rearcii. A juslica IA fui, iuveiilou-se o moli-
nete o as leu sobre oo valores o sobre a commandi-
la vieran por entrares aos modos um tanto testos
da especulacao.
Hoje, a proposito ilas eventualidades de guerra,
a Roba de novo invocada e azein da baixa um
argumento da guerra e da alta nina razo pereuip-
tnria era favor da paz.
Quanlo a nos deixeiuos do parlo, por agora, as
vaniagens e inconvenientes Asperjaos inherentes
lano A Boira como a todas as oulras iustiluiroes hu-
manas : reconheceremos de hora grado q'uo essa
pressao, exercida sobre a poltica pelos inleresse/
matrteos tira facto til do qual, em cerli* ponto
de visla o em certa* limites haveria muto de que
nos regosijarmos. Y. o signal visivel da fluencia
adquirida na ordem poltica pelos inieressos do ca-
pital e do Irabalho, um freio salutar imposto As
ambicOea soberanas um cunlra-peso ulil sedo das
conquistas, aos iiisliuctos militaros, um vol dado
aos inleresses da pruducrau, nina preponderan-
cia certa que se flema, em todas as riietiinslancias
normaes, na mannlenco da paz. s siu bastara
para diflurenrar o lempo era que vivemos das pu-
eas anteriores. Outr'ora os rois decidiam da guerra
rom os seus ministros e amantes.
Hoje, anda necessarioqoe medttem noque pen-
sar a Hulea, islo no cflcilu que produz.ir a guer-
ra sobre o todo da produccSo uarional : e como a.
guerra cusa muilodinheiro e nao possivel fazer-
Ibe faeo senao eontrahindo emprentlos, emboce
era dettnitiv*que us humens da paz, dn Irabalhu
da pinduccii que san chamados
pt.isi desnonhei i uleiraiin-iilo, pi
que riles Itzeram-iiie dizer eeiutas, que neiii ao itie-
tios me pasearan pela memoria, e omilliram ou-
lras que me pareciam de grande importancia. Avia-
la do que, dioso r cont ns mous bult.-s, que ituiii-a
mascahiria n'outra.
2.-' Porque j iiiuila gonie conhece e sabe quem
e este Seu criado, e, como o iiieu alvo fazer |nt-
blico os bous e mns fetius dos meus conterrneos,
osles autores dos ullimus se arbaiii poni salisfoi-
Ins, o ei-los a dizer que MU raablizeitl.-, rhticar-
rCiro, etC, e assim, se OU cnnliuuar pndere gran-
gear ininigos ; apezar de que amigos dessa laia
nao sao das iiielhures COUSQS.
1.' Kmlini e osla a principal porque agora,
j nu sou quem dantos era, rnra pozar e ver-
goiiha o digo, mas sou obrig.ido a dize-U
llocelieinns, (diz a Prettt.) por via telegraphica,
o resuinn seguiite do discurso que o principe re-
gente da l'russia prouunciou na abertura das c-
maras.
Bcrlim, 12 de Janeiro, urna hora.
principe regente acaba de fazer a abertura
das cmaras. O discurso do tliVono deplora a cuuli-
iiuaco dos sofTrimcnlos do re. Convida os depula-
dns, rlieios da alia ennsciencia de seus deveres a
appoiarotu rom intelligonria e dedicarn o goveruo
na vereda em que o priucipe regente entrn era ron-
sideraco da mssao da Prussia de sua gloriosa his-
toria o de suas Iradiccoes naciouaes que o principe
regente est rmeiculc decidido seguir nos lirai-
les rigorosamente tracados. Conservaran re os d i-
reiios de sua cora e sem ataque um dos princi-
paes devores da minha regencia.
< o discurso do ihrono declara que a stuaco
goral do paiz satisfacloria, prometi dous projee-
Ins do lei destinados a estendor e completar a rede
dos caminbos do ferro, recorda o facto feliz, da dinii-
itiiico das prcvenees crimnaos e das coudemna-
roes, c nisso v as proras do progresso da morali-
dad.- e da influencia salutar das leu penaos existen-
te. O gnverno occiipar-se-ha de melhora-las e de
regula-las de mudo a impedir todo o abuso das
qilcstocs do administrarn anda diividosas.
O urraraenlo prova que a questo liuam^ira
faroravel. No lado das nerrssidades de momento,
toinarain-.se medidas para augmentar os ordenados
dos fiiureiouaros e tambera para fazer face a oulras
necessidades novas em uutros ramos da admiuis-
Iracao,
Espero pois cnnRailaraento o vosso asseiilincn-
lo dos diversos augmentes de dospeza que julgo ne-
neccssariOS para manler a dignidade da corda, para
augmentar o exeruito e a nossa marinha recente-
mente croada, e para desenvolver em todas as direc-
i-oos a prnsperidade da patria.
Veris, pelo orcatuento que cm prego sem in-
lernipcao nn apcrfelcoamenlo do noss exercito
que lem sabido, com'urna fldelidado e dedicarn
inabalaveis tanlnna guerra como na paz, maniere
defender a honra da Prussia.
.Nao lera havidn alterarn as nossas retacos
pacificas com as potencias cslrangeiras. De concer-
t com os uniros governos federaos da Allemauha
da Prussia lem-se eonslantomonle esforcado por as-
segurar* em im aos ducados allomaos enllocados
sob n sceplro diunmarqui'z o exercicio inleiro de lo-
dosos direitos quelhcs garantooi as leis federaos e
as ennvonroes ronchadas entre a confetleraco ger-
mnica o diuamarca.
-< vluando pela primeira vez fallei como regente
dos representantes' do paiz, cnnvide-tis a elevar
bem" alto o estandarte da Prussia. Nesse estandar-
te Ifi-se : Realeza pela graca de Dos, manutenro
ta lei e da constilulro, fldelidade dn povo o'do
exereilo (pie tem coaacienra da Victoria, juslira,
verdade, contlauca, temor de Dos Pois bei!
Senhores ajudai-me a elevar bem alto esse estan-
darte, t.iucm o segu, segue-me. f. assim que Irans-
milliremos as gerares futuras o antigo espirilo
priissianu que tem sua exprusso nessa lirado mis-
turado do tristeza, porm todava unnime e en-
Ihusiasta. Viva sua magostada I
, jii nao
T. ."?'''" J1.,.'"ll,ra 1'"' h*Ja Wllegio por muui- I sou freguez da cidado de Souza, sim pur ininl.a iu-
leliridado perteiico nova freguezia de S. los de
Piranha
de Piranhas
Itetposta da cmara tarda A falla do Ihrono.
Kecebemos de Turim o texto italiano da falla a-
preseulada pelo depulado corrente e adoptada pela
cmara na sessao de 15 de Janeiro om resposta ao
discurso da corda. F'is a traduccao.
Senkor.
A cmara electiva fortillcada pola vossa appro-
vaeao econselhos, prepara-se para dar-vos os ai-
cos agradecimentos que sao dignos de vos, auxilian-
do com promptidao o unanimidode as alias rcsolu-
cs meditadas e amadurecidas tanto no vosso es-
'. S. pagara Frar risco
1508800, por qu elle
obras militares jfazer
ras e janellas dol hos-
material noressario
san cliainadns assim a votar A
seu modo sobre a ulilidade e conveniencia das des-1 pirilo como nos descios da naro
pozas da guerra. F. Ase, repelimos, un exame ex-
eclleute que uppe nina barreira intransilavel As
fautazas ruinosas da gloria 0 das cmuiuislas a lodo
i USlo. I
tupio : acreditamos que era alguns circuios e para
alguna municipios srsuntetente essa di>isao ; co-
ra de regra, porm, nao a adiuillimos ; pois .-abe-
mos quo elluusos sao alguns do lutssus luuniri-
pios, e nao queremos que o eleitor lenba de solfrer
o inrnntuiodo de longos jornadas, e sacrillcios ain-
da matares do que esse, para dar o sen voto
prudencia do legislador ou do executor, habilitada
com as dovidas iiiforiuare-s o dados lopographicos
r estadsticos, CUmpre deixar a apreciaro da cult-
veniencia da rormario dos eollegios.
Km um ponto sentimos nao ler o apoio da Patria:
repellitnus cun luda a energa da conviccao mais
estudada a idea dos suppleules, quer como os ac-
tuaos adrede elelos, quer como us que anleriur-
menle havia, islo cousideraiidn-se deputados
eveuluaes os derrotados daeteieao. 0 collega nu
nos contesta, ao menos por ora o nao fez, mostran-
do a conveniencia e a razo lugica e couslituciuu.il
da creaco dessa cerelirina eutidade, o siippleute do
diputado ; diz-uns smenle que a nossa idea idleti-
de a COnstituirae. Nao ipieretnos de forma iienliu-
nia ollender, quer na lettra, quer Ilu espirito, urna
disposicao constitucional, ]ior mais insignilicaule
que pareca ; o promplos nos retractaramos so a
Patri'i nos nioslrasse na rotisltliiirn tima s dis-
posicao, una s palavra era que ella, nu dizemns
j decrelasse, mas siraplesiiii'nle desse a entender
que havia suppleiites.
Ilrcupeiiio-nus agora rom as incompatibilidades.
E comieran feila no paiz que o magistrado deve sor
magistrado, que as uitaseleitoraeso podem envol-
ver era malqucrenras, quando nao Ihe Inspirlo
paixes ronlrarias ao sen carcter de gravidade, de
roiisideraru o de respeilo ; giialmenle connr-
co do puiz que o magistrado, obrigado a oslar au-
sente do lugar de sua jurisdicu, regulannenle
seis meses no anuo, couiproinele a administraciu
da juslira, deixandu-a eulregue a substitutos menos
habilitados, c elle proprio desprende o sen ollirio.
inliahilila-se para o deseiupenhn de suas importan-
tes fuucres. Essa conviccao, velha no paiz, e de
da em dia mais imperiosa; uipox au proprio parti-
do conservador, nos dias dos seus mais completos
triiiuiphos, quando representado era urna cmara
unnime, a decretarn de .ligninas medidas indi-
rectas, de que so esperava que o magistrado, vendo
coulrariadiis ludos os inleresses de sua carreira pola
sua viuda ao parlamento, renuncasse de si mesmo
a nina mullirn que assim lano o atrasara. Infeliz
mente a ambirao polilira mais tenaz, as vaniagens
que por ella se conseguein mais apeleciveis do que
Se presuma.
O resultado indirerto das leis voladas foi neiihuin ;
a opinio riinliuuoii a exigir medidas mais positivas
que impozessem o que indirectamente nao SO havia
conseguido.
A lei de 1855 n proiueltou, declarando que u ma-
gistrado nao poderla receber os votos dos que esla-
vain sujeitos sua jurisdicrao.
A iucoinpalibilidade assim derrelada ora f-
fonsiva o fui ineficaz. Era nllensiva, porquajt-
tu apenas pareca dictada pur urna suspeita con-
tra o magislradn ; importava ama derlararo
absoluta de que e'"
roes, da iiiflueuria do seu cargo, era apoio da
sua candidatura ; era oetflcaz, porque, subdividdu
0 terriloriu em circulus diminutos, todas as incom-
patibilidades podiam ser, c de feilu fnraiu de rail
modos Iludidas ; a cmara legislativa achou-se, co-
mo anteriormente, meada de incompaticeis.
Tanto si^jj pensameuto oflonsivo de cohibir us
abusos da aorao ofBcial que o niagislrado poda exer-
cer foi o que diclou essa determuaco da lei, que
com a mesma ineficacia estendeu elia a sua iocora-
paiibilidade a um grande numero dos fiiini 1..111-
rius que podiam exercer influencia ollirial na
cleico.
Nisso dtiamelleu unta ujustra ; pois arredando
uns, outros deixou licar para os quaes havia u mes,
1110 motivo do i-xrluso.
I ma vez que Ihe fallei em S. Jo
quero dar-llie urna idea lopographu-a daquella po-
roacbo, rival competidora de Cojazeiras. No lem-
po de nossos avs, pouco mais 011 menos no raeia-
11 do do secuta poflaado, leve priuctaio aquella po-
roarao, edilicada A raargem dreita do riu Piranhas,
no meio de um laboleiro de podras.
All miquillo lempo izeram 11ra pequeo nicho
de taipa, o qual assim permanecen al u prinripio
do secuta presente, lempo era que o remonlnrnm
de novo, dainlo-lbe a exlenso de vinte palmo.-'., e
.1 largura de doz, e rniun subslitiiiraiu-ine lijollos
pela laipa, deatu-lhe o incabivel nome deigreja.
Ose.11 altar-inr consla de urna mesiiiha velha e
carcomida, o o subpedaneo de nutra taboaziuha j
multo gastados ps dos celebrantes.
O seu pavimento o mais iiuuiiindo possivel,
pois que ha lalvez mais dr um serillo que all 11a-
quello araiihadu esparu se eiiteiTara curposcunli-
utiainenle.
Todo o ulterior o exterior da tal capella urna
miseria, a ponto do causar pejo 0 vurgonha a qual-
quer mendigo, que a tiveOSe por morada ; enlre-
lailto all mora ha lautos annos o nosso patrian-la
S. los, esposo de Maria Sanlissiina!
ti sino com que all se chamara os liis oraro
lera mi lempo de novo) quando mallo desasis li-
bras, o este mesmo j seachaeom um pod.-.....de
menos, serriudo de badall a seus restas morlaca
mil pedaciiihn de ferro, que o seu prestimososs-
crisiu tem sempre o cuidado de guardar 110 lectu
da igreja, tanta a sua altara.
E quanlo a miseria de guisainenlo para a celebra-
cao basta dizer-lhe, que nu lira do auno prximo
passado, j era vsperas de harer all um vigario
encoiuinuiidado, o padre desabrigante deixou de
celebrar e dar a communho aos seus coufessadns,
por nao harer na capella ao menos duas velas de
carnauba; donde resultou um desaguisado entre
elle e o sacristn.
Entretanto este u templo que hoje somos obri-
gados a reconhecer curan matriz 1 I
_ A povoaco, poslo que JA caduca todava nao
lito pequea, nolla ha bem suas 60 casas, mas es-
las devera ser proporco da igreja, pois nao se
pode cooceber que homchs que adoram ao sen Dos
em tal templo, tenham para morada melhores
casas.
Existe tambora all urna cadoira de primeiras lel-
lras, creada o anuo passado era um jubilen conce-
dido peta assoaMa a quanlo povoado havia na
provincia.
Ha mais all tima feira in nomine, a qual j foi
ba entre osaturas de 1811 a 1818, lempo em q
cadticuu pela creaco da feiraziuha de Cajazoiras
Agora, dadas estas ideas preliminares, lempo
de contar Ihe a historia da etevacao da igreja de s.
los malriz, e de como ganhoii a proeminencia
sobre Cajazoiras.
Cinco anuos depois da creaco desla povoaco de
Cajazoiras (1840), e j so adiando coui una espeeo-
sa ,1-apella ora audaraeulu, lembraraiu-se os seus
SSEM3LES LEGISLATIVA PROVINCIAL.
sr.s-vo oitiuwKit es 10 m aaacn ex 1859.
Presidencia ila Sr. liaran de l'aataragihc.
Ao meio da, foila a chamada, arhani-sc presen-
tes 2i Srs. deputados.
Abre-so a sessao.
I.ida a arla da anterior, appmvada.
il Sr. 1." Serreta i i.< d cotila do segrate
KXPKIII.Xri-.
I-ni ollirio do secretaria da provincia, enviando o
hilan..! ironas da i amara municipal do ltin I.li-
moso.A' coinuii-s.in do coates miinipaes.
lu reipieiijiiettlu de Joo Pedro Martius Hiboi-
ro, profossor do nslmceo primaria da frguoziatle
N. S. ila Cloria doCoil, pediudn quena ledo or-
' amonio so marque ip.tuta para se Ihe pagar a quan
lia de 72!l?l 1 rs. que se lite devom da gratillcaro
adieeional por mais de 12 anuos de exorcicio, cr-
reS|.....dente a Ii anuos, 5 mezese -lidias.A'COUI-
inissu de fazenda.
Oulro de llenrv Gibson, pedindo autorisaco para
a cmara de Olinda Ihe aforar perpetuamente duas
parles do alagado denominado Pantano pela quan-
ta de TllaOOO rs. A' cnmniissao de negocios das
cmaras.
Huiro de Jos Augusto Leal, pedindo se lho con-
ceda u premio de 20:000{01)0 rs. pelo estabeleei-
iiieolo de nina fabrica de estriime do sanguc dos
bitis, que se inataiu para consumo da cidado.
coramssao de industria.
URDE DO DIA.
Primeira dscusso do projeclo n. 22 do anno passa-
do, que smola do imposto da dcima as casas que
forera habitadas por seus proprietarios.
O Sr. Souza /leis pela ordem) pede urgencia
para ler o projeclo de lixacao de torca para o anuo
sogutato.
E approvada a urgencia c em seguida l-se o se-
gralo projeclo :
A contmisso nnnieada para dar o sou parecer
acerca da lix.-tco da forca policial para o prximo
anno linauceiro, leudo em vista a informarn do
Exin. presidente da provincia, sobre a mesma for-
ra, julga satisazor a sua incumbencia, offerecondo
considerar da casa o seguinle projeclo de loi:
A assemlila legislativa provincial de Pernani-
buro, decreta :
Arl. 1." A forca policial para o anno flnanceiro
de Kva 1800 constar de 450 pnces.
Arl. 2." O presidente da provincia a orgauisa-
rA o distribuir, como entender mais eonvouionle
ao sai vico ; deveudo aproveilar os actuaos oili-
ciaes.
.\rl. 3. 0 mesmo presidente marcar osvon-
ciincnlos das referidas pracas ; podendo despender
at a quanta do 200:0009 rs.
Art. 4." Ficain revogadas todas as leis c disposi-
e.'ies ein enntrarin.
i Sala das cuiumisses da assembla legislativa
provincial de Pernamhuen, 10 de marco de 1859.
Intaiiio Jos de Oliceira. Joaanini de Souza
Nss.i
O Sr. Souza llei< roqnor a dispensa da irapres-
so para ser dado o projeclo para ordem do dia, n
que tambem approvado.
( Continuar-se-ha.)
E11BATA.
O aparto do Sr. A.Cacaleanti que vem na pagina
1.-' 8. columna, linhas deve |r-so :Noflmda
gesso quando se vota, mas na disrusso so apre-
ciara as ptateos dos depulados, lauto quanlo na vn-
tacao.
e abiisava das suas altribui- habitantes de requerer divisao de una freguezia ,
esla leraliranra fez despertar us araorlecidos ani-
Oueremos dizer cm islo que un governo furto e
nacional deva subordinar sua poltica s iuspiracoes
da Boira e procurar na alta e na baixa a razao de-
terminante da paz ou da guerra'! Seria queremo-
Comniunirou-se ao din stor 'das obras Jmili-| nos orientar por urna bussola infiel que nos enga-
ara de mil maltona.
F.m primeiro lugar, e para comerar pelas mono-
nico a V. S. qu S. M
res roiisiderares, digamos que as oscillacoes da
Bolea dariam a maior parte das vezes, urna idea
Os projeetns de lei que sua magostado aniiun-
cia-nos tendo por ubjerto reorganisar a magistratu-
ra, lomar mus promplas e ell'teaz a adminislraro
da jtistija, dar urna base estavel s franquezas das
inunicipaidades das provincias, e recunslituir a
guarda nacional de maueira que possa concorrer
mais cfl'u azinenlo com o vosso valoroso exorcitd
para a defeza do territorio do estado, sao para nos
uraa nova prova da sabedoria cora que sua mages-
lade sal- conciliar a ner.essdade de una" forle des-
ciplina civil com os direitos da liberdade.
.< Mas que nunca teromos necessidade dessa alia
sabedoria nos lempos graves e di racis que lalvez
liitieiauo confessaremos que de urna voz adniil-
lido o principio de tomar incuiupalivel quera quer
que, em razio do ullirio, podesse exercer iafluejCia
eieitoral qulzesso a le appllca4o logteamonto a to-
dos, o numero dos iucompalivois seria iraiucnsjo,
comprehenderia mxima parto das capacidades
Conhocidas. A lei antes quiz ser illugira ilo que
chegar a esse fatal resultado. K assim mesmo UIo-
gica, s applicaudo o principio que eslabelecia a
urna parle desque erara por elle feridos, na execu-
rao vio-so frustrada : nem um iiicompalivel deixou
de ser depulado era razo da sua ncompatibilidade.
A lei pois nao salisfez ao pensameuto que Ihe havia
mus dos habitantes de S. Jos para igual im, e ap-
parecerain por COOSeguinte ns dous projeclos na as-
semlila ; mas os Piranhenses leudo melhores pa-
drinhos, e mesmo pela febre dos partidns nasceutes
polilicus, levaran! a palma o gozou S. Jos o Ululo
de freguezia cun vigario por seis mezes. Era 1811
os deputados mais bem informados da igreja e po-
voai-u de S. Jos dcrogaraui o decrelo de 1840.
Mas era lsi, eslando no poder o primeiro partid,
maiidoti-so por ein vigor o decrelo del8l0; com
REVISTA DIARIA.
liando publicidade a derlararo do (ltenlo Jess
Vidnirrc, nu nos queremos retratar da noticia que
publicamos a respeilo lio corle dos cabellos, etc.,
por quanlo ella nos foi dada por pessoas que ere-
mos bem informadas, e neuhuiu peso nos moreci-
a declai'.ico de um detento feila sob as abobadas
da plisan, a respeilo do arlo de seu guarda Nunca
lira que |posemos eindtivid.i o Irataineiilo por elle recebido,
assim como cuinnre-iins declarar quo o Sr. admi-
nistrador daquella casa nao den ordem pora o cor-
tamente do cabello do Vidatirre, tem levo, delta
siieiicia seuo depois de executada. Dcsejatoaaos
quo se nos demonstrasse que dessa faci soja o re-
sultado da inlelligencia literal do regulamenlo,
nao tima intcrprclaco absurda.
Eis a declararn : "
- Declaro que desde que entrei para a casa do
detenro. tenho sido muito bem tratado, nao s po-
lo administrador desse estabcleciment, como por
lodos os seus empregados, leudo al recebido Big-
uaes evidentes da humauidade quo caracterisa o
pessoal dessa casa ; declaro mais, que nem mo
ajuelhei para pedir que so rae nao corlasse o c-i-
Itello, era liz a isso viulcnlado. Disseram-me sor
isso de lei, e eo eortoto meu cabello como jA mui-
tas vezes lenlio corlado.
Casa de deteoco, 10 de marco de 1859.
Jess Vidaiirrt.
ludo lalvez por vergunha natural a tal freguezia i Acaba de ser nomeado para o lugar vago do
subdelegado da freguezia da Va
rea Leal.
00 sabio A publico, e mesmo ningueni por c sou-
bedelld o, se nlguem sabia, era sera duvida o vi-
gario de Souza, mas como essa divisao Ihe era con-
traria a seus inleresses pecuniarios, leve a pruden-
cia de eonsen ar-se calladu oran ura peixe, al quo
no auno prximo passado vendo os habitantes de
Cajazoiras que j nada havia por onde se Ibes podes-
so negar os diruilos, quetinham A elevacu de sua
capella .i matriz, requereram de novo a divisao da
ficgtiezia.
Kulo ovioartode Souza, que sempre fez a guer-
ra a Cajazoiras, vendu-se de lodo perdido, chaina o
padre Joaqun] Ferreira c diz-lhe que nao esmnreca
3 ue v buscar o queja era sen, e que a freguezia
o S. Jos j eslava partida.
O padre Juaqiiim vai A assembla, nada conse-
gu; e ueste oslado de aflliccoes recorro aos papis
subdelegado da freguezia da Varzea, o Sr. JosCor-
Melhor informados, declaramos que o feri-
tnentn quo dissemos se ter havido na casa do iuilr
MotquiCassino Populasdeu-se na ra, c nao
alli. Todas as reunios dessa casa, durante ns nui-
les do carnaval, correram cm boa ordem.
O Minetenr publica em sua parle nao ofttcial
dados estatislicos, sobre a stuaco da industria do
algodanna Allciaauba.extrahids de urna publica-
ran inleirainente vordadeira. Segundo ellos, exis-
leni na Baviera, Sa\e, Prussia, Bad, Wtirlcmbcrg
llannwe e Oldeinburgo,196 tilaturas (fabricas de liar
c tecer), aonde trabalham 1,534,146 tasos, e que
consomem 185,950 ssccas do algodan, lano da Ame-
rica como das Indias. Novas fabricas estn sendo
ilimitadas, que. elovam aquella cifra o 208, com
/

n


2
>
^
'2,018,1 Iti (u.-us, e consuminindo 2j,,951) suecas de
algodo.
i Na Austria, segundo a estalslica de 1851, liariam
208 lilaloras, 1,(82,138 lusos, e um coiisuniaio de
1-K),(HM) sacras, epois dessadnta, iienhuns dados
nuthentens existem que demonstren o augmento ;
entretanto calcula-sc giu 15 por cont.
! O Jornal de Ururellas publica o seguate :
Accidk.ytks MisckaiMUN DB vf.rko. Durante
naiinn prximo passado, houveram nos Estados
Unidos, 82 accidentes na vias forreas, que occasic-
narain 119 morios e 417 ferimcnlns graves. Com-
parativamente ao anuo antecedente, o numero dos
accidentes indica nina diminuir do 40 pur cont,
c o numero das pessoas morta's e (cridas consi-
doravelnientc menor. V diuerenea, porm, cutre
os dous anuos, dos accidentes nos barcos vapor,
apenas e de 11 por cento para menos, e o numero
de morios e feriineutos de 1 1 1 por cent.
BATATlStlCA.\ Correspondencia .lutrichienne,
publica o resumo do receuscamnnto eral de 1857.
Segando elle a popularn elevava-se uessa poca,
'ni lodo o imperio, 37,339.000 almas, a cifra do
ullim mcensoamciito r 1850-18311 sdava 35,730.000
'augmente durante usseis anuos, pois, de. ..
"1 .ClKt.lHHl almas. Esta popularan oceupa 8,14H8i!)
habitarnos, divididas em 877'cidados, HTOarrahal-
des, 2,:c villa-, V1, i*l) aldoias, e 5,720.0(0 casas.
U Percussor de Ururellas, publica o seguinte :
liM mvhiiio coao ni runos.Francisco Igna-
cio t.ausaoLor, Ulbo de Abraho e de l'.atliarina
Van Havre, ualiiral de xovers Blgica) nasceu a
I dooutuhmita MM. Era capito da guarda bu r-
Rueaa de. sua nidada natal. Nao eme bolo qui
lorna-n notavcl a digno de admirarn. Elle se ca-
noa nore ve/cs, como provea os assciilos da igreja
de Kosaa Seahoro (Notre-Dame), e presentemente
nos archivos do hotel de Tille. V pnineira vez una
casou-se foi om 17 de selcnibro de 1729. espozando
Josenhina llcvniaus, que mnrreu em 11 de marco
de l,:(o Sua segunda mulher, que lomou emNde
inaiii de 1730, chamava-sc Suzaua-lsahcl Cano, da
qual leve lies iillios, e que lalleceu a 8 de luaio de
l'-W. Em28 de uoveinliro de 17(1 espozotl Anua
Galharina Covearls, que inorreu em 4 de dc/.euiliru
le 1742.
Apoza mortede sua terceira mellier.foi procurar
urna espoza em Bruxellas. A 22dofevereiro de 17 i i
abi passou quarl.i nupcias coui Joauua Tliereza
Uiilneu, que perdeu, por occasio de dar lu seu
primeiro lllho, ponco dcpot. Auna Marta-Iliiu-
lors succedeu-llie, sendo por elle reeeliida como
mulher em 29 de dezembro de 1748. A pobre mu-
lher apenas viveucom elle alguns mezos, morreado
em 8dcjuuho de 1749. (tansacker licou monso-
laval pela perda de sua quinta mulher, pelo que,
so seis mezes depois, queespozou Isabel Eoruaii-
dade Villegas, etn'sexto lugar a 1 ( de Janeiro de
1750. Dola leve um Ulbo, de rujo parlo punco so-
bre-viven, (allerendu a 23 do novembro de 1751.
I'm 1753casou-so omltand rom Agne Isabel do
lleems. O casamente leve lugar a 19 de Janeiro,
n a 4 de [evereiro de 1755, esta unliwii impora. mor-
"u como as antecedentes. A 18 de Miembro de
Miembro de 17B6Ganaacker tomousua oitatn mu-
lta*, do nomo l.alliarina Francisca Josephina Van-
der Srliucrcn, natural de Bruxellas. lionmrrou-a
ate 2 de ngosio de 1702, dala em que ella morreu
deiundo 2 fllhos.
Em0ma28 de agosto de 170(, receben om nonos
nupcias Anua Hara JosepbaBeatrix Van Medicin,
de llorlhont, que foi a iinien que llie sobreviven!
nanlo elle, morreu em 1774, indo juntar-se as
suas oito defuntas, e esperar que a nona se Ihe va
Gemir,
Hospital de caridade.Existen 59 horneas, 52
mnlheres, nadnnnos ; 1 homem, eslrangoiro ; 3 ho-
rneas, eaeraras ; lotal 115.
Foram visitadas as enfermaras pelo cirnrgao Pin-
to as 7 3, l da nianlia, Dr. Uornellas s 8 o 20
minutos da maubiia, l)r. Firmo s6 3'ida larde de
honlera.
Murlalidnde do din 10.
Antonio Francisco, prelo, sollciro, 58annos, vomi-
to de snngue.
Anuo dos Sanios, prela, viuva, 85 annos, velhioe.
Martniano, lirnnco, 4 nezes, enlerite.
Benedicta da Costa, prela, solleira, 00 anuos, iih-
thisica.
Manuel, pardo, 11 dias, espasmo.
Bruno, hranco, 5 niozcs, selalilc chronica.
Amelia, branca, 5 mozos, convulso*.
faca, o como ella Irouxes e um quoss
iho em sen marido, esle
fazer medo a sou niarid
porni elle pouco sollreu
para esta cidade, disse i ais*que quanho deu o ta-
r e dito seu marido est ivam no luga-da mala de
Mussahiba, sendo quo
vinlia brigaudo rom ella
Dis.se mais que n moiiJ
foi porque vinlia ralham
sentir que ella r loase
Iher do senhor de engei
uessa occasio Iravaraiu
marido dar-lhe. com un
desojo, porque passou
Disse ualmcnt
ue quera 1
mal a ella ri
que

Diario de Pernambuco.Sevta eira 11 de Marco de 859.
faca para
no Descoco,
porque no o tro da vio
stava acordado, e que olla
essa occasta
i da briga di sou marido,
o com ella r
para casa do s
jnr nao con-
la ama, imi-
to Thoiu Lc|ao de Castro,
so de lula, c
a faca, nao
m homem qi
querendo sen
-calisou o seu
e ohstou, en-
tretanto dando-he seu u rido urna de itada na mo,
loi ento que ella r andando mac da quess, o
com olla deu-lhe um tal 10 "no pesco?).
nao quiz mat ir seu marido
o, mas que t
ndou escrev
porque quera beni a el
tazer n
quiz
Feila a leilura do prdeesso, o Sr. Aromoloriiilo-
rino, hiendo a aecusagi 9 disse ler a 15 tentado ma-
lar seu marido, e estar
. rt t ln I Sr- So"za Rcis I'0"'0 urgencia-para apresenlar
ile aesijanuo 0 proicclo de fon-a policial, o despensa da impres-
* 'l"u ,,|la i sao. A casa decidi pela allirmaliva.
ncuisa na:
ponas do ar-
tigo 192 do cdigo criminal, coinbiunldo rom o arl
14, pediudo a condesa aco no gi
so dnrem as rirriiiiisian as ngravaut s os
9. 10 o 15 do mi. 10do referidocndif i
O Se. adrogadn dissi quo a r con
rae era dcdsa de sua p ssua, e con
absolvicao.
Depois da Irepliea o Br. promotor
vra pela ordem para r>' ular a juslil
apresenlada pelo Sr. a Ivogadn da r
i Sr. advogado nedil lo a palavra
do o Sr. promotor a na
da jostifleaiira, nao lii
sou a refutar outrospo
testara desso seu acto.
<) Sr. juizde dircim
da acoiisacao o da defdza propoz a
lenca os quisilos solio a quesliio
nuisitosentregues aoi inselim, fui i
i sala secreta las con1 -roiicias
de, donde rolln s huras com si
|ue foram lidas em 1 II alia polo i
jury do sentonc.t, e o Ir. juiz d
lanieulc dertaronque a ipellava para
relacio da decisao d
ilouoia resaltante do
los da defe/a
seu marido
DIARIO DE PERNAMBUCO.
A asseinbla provincial fiinocionou honteili, hn-
vcudn comparecido chamada 23 Srs. doputados,
inclusive o Sr. Theolonio Silva, que lomou assun-
lo. Deixarain do comparecer os Srs. QnerOZ, Pas-
sos o Silva, l.uiz FiUppe. Barros Barrlo, Corroa
Selle, Brandan e Amida Fali-o.
Depois do expediento, o Sr. presidente nomoou
para servir na coinmlssao de polica ao Srt Dr.
Epamiuoudas, visto eslar anda ausente o Sr. Reg
Barios.
Entrando na nrdem do da. fn posto em diseasso
oprojecto n. 22 do annu-passado, que erra iseinp-
coes de dcimas om favor das casas que morramos
proprlelarios. Depois de orar o Sr. Martins l'erei-
ra. posto a votos foi regeilado,
ii Sr. Souza Res podio urgencia-para apresenlar
in.slra:u
mximo por
551. 0.
mellen o cri-
no pediudo a
pedio a pala-
:aliv3 quo fui
llsse que lou-
avra para Miara respeito
iioii-se s a tso, poispas-
por isso pro-
lepoisde esu nir a nialeria
jury de sen-
sondo dilos
slecondiuido
lloras da lar-
resposlas.
idenle do
dir ilo immeda-
Iribunal da
iry por ser cdnlraria a ovi-
ulos e dobalosL e publican-
do sua senlenca em pi Menea das parles e jurados,
condomnando a r a p :ua de sois metes e meio de
priso o mulla corrcspi ndonte a ineltde do lempo,
e as cuelas, como n ursa no gr.io jiicdio do arl
201 do cdigo criminal! e levanloo a sessao adiai
do-a para o diasoguinll> s 10 horas di inanha
pe
Vassou-sc a discussaodo projeclo n, 3( de 1858
que orea araliadoros om iodos os lermes da pro-
vincia. H Sr. Mm luis l'ereira propoz que fosseellc
i coininisso de justirs civel o criminal, o o Sr.
Barros do Lacerda a do onatuiro e logislaco,
sendo regeilado u primeiro reqiierimonlo oapprn-
vado o segundo.
o projeclo u. (5 de 1858, despensando rredilo
do assemlda para o pagamento das dividas de o\-
erciciiis lindos foi approvadu em nrimeira discussaa
depois de oraren os Srs. Portella (Manuel] e Souza
Seis.
Consultada a sorte acerca do primeiro suppleole
dos secrelarios, isln como o Sr. Mailns Pon-ira 1,0(,l? ?* r.''''" "'"i- ini|.edindo-so
partos ; rerusa-se apenas a cnucorror para que
una resoluciio da Assembla (eral se lome l.oi do
Eslado. Exercc o luesmo direilo que rmpele ao
Senado relativamente s rowrnces da Cmara dos
Depulados o a osla relativamente s rcsolures da-
quelle, monos a disciissao quo nao conviria au-
loridade suprema de que sena-se rovosliJo.
tls arligo59, 60 o 64 da Cooslituicao
rlaraiuenlo o que li^-a dilo.
Os dous pnnioiros dispooni que se o Senado,
depois de ler deliberado, nilga que nao pode adinil-
lir a ProposicoOU Projeclo enviado pela Otilia Ca-
mera, dir nos seguiutes leemos : < tt senado ler-
na a remoller Cmara dos Diputados a Proposi-
co (tal) qual nao tom podido dar o seu conseu-
linionlo, s pralicando osla o mesmo para com a-
quellc," se l livor lido o Projeclo a sua ori-
gcm.
O ultimo diz :
Rerusando o Imperador preclaro sen coiurn/i-
Mento, responder nos termos seguintes : o im-
perador qner meditar sobre o Projeclo de Le, pera
a sen lempo se resolver. Ao que a Cmara que
Ihe enriara o projerto responde que : Loara a
Sua Magostado Imperial u interosse que loma pela
Nari
Em vez do npposco c lula, osla lnguagem re-
vola pelo ennlrario a mais cordial harmona, como
conx'em aosinleressesdo paiz.
Ella moslra que a divisan do Pod'T [ogislaiivo
n'io i- instituida polaConslituioao dn Imperio para
que seus uiembros sojam nraes ou hoslis: mas
sim para que os ProjeCtos Mihmotlidos sua alia
ronsidcracao possain sor examinados debaiin de
por osle meio a
up.
eslava de volacoOmpalada cora o Sr. liveira, de
cidio-se ello por ene.
Seguio-se a discusso do projocto n. 52. qne.-tu-
lonsa a ncorporacode companmas para a eiecnCao
do dilTerontes obras publicas.
u Sr. Mello Rogo Raphael requeren que fosee
coninisso de obras publicas, 8 depois do orarein o
aulordo roqaerimonto u os Srs. Soma Res u Ma-
noel Cavalcanli, foi osle approvado.
Sondo diuis borasda tarde, o Sr. presidente mar-
een para a ordem do da de boje a continuacn da
de houti-iii, primeira discusso do projeclo de" torea
policial, o segundado de n. 50 de 1857, o levanton-
se a sesso.
Comarca ile Santo Antiio.
Cidade da Vctor a 8 de mareo pe 1859.
Ven charo 1/111170.Tem sido murijiurada a pro-
posta para os poslos d guarda nacional doslo mu-
nicipio. Consta-nos ipi arranjou-se mil eshoco dol-
a, masque nao leve e feito por certas irregularida-
des. Tudo islo, porii acontece, quaudo nos des-
presando as regras p escripias pelas leis, smente
nos guiamos pela nnssi volitado.. J disse, e sem-
pre repetiremos, que oda a difflculdadodogovor-
nardosapparecer, dai do-sc acadauui aquilloque
Ihe pertencor.
Se fr preferido par o posto de alteres um guar-
da simpli-s a um sargelto, nao leromosuma iujiisli-
CHRONICA JUDICIARIA.
. TRIBUMAL DO COMRERCIO.
SESSAO ADMIMSTHATIVV EM 10 DE MARCO
DE 1859.
PRESIDEN-CU DO SU. Sil. llFSEMBinninOa
F. A., III". SOI/.l.
As 11 horas da manhaa, achando-se prsenles os
Srs. depulados Lemos, Basto, Silveira o suppleuli-
l'ragozo, 11 Sr. presidente declaren aborta a sessao
designando o depulado Silveira para servir de se-
cretario.
Foi lida e approvada a ocla da sesso antece-
delllo.
EXPEDIENTE.
Um ofucio do ofurial-iiiaior, parliripando adiar-
se promplo na reparlican, rcnuiiciaudo o lempo
que Ihe falta a vencer, da liecnea quo Ihe foi couco-
didapelo gorerno imperial.
lltSI'VI'.HOS.
Informado polo Sr. desemburgadnr fiscal, osc-
giiinlc rcqnenmenlo :
t'm de Antonio Reanlo Vai de Carvalho, pe-
diudo matricular-so.PasMi titulo.
Outro de Miguel Percira l.eal, pediudo tambem
malricular-se.Passe titulo.
Outro do lose Raptisla Braga.pediudo igualmente
Vnalricular-se.Indeferido.
Onlro de los Lourenro Ooncal/es e Jos Joa-
mim de Castro Honra, salisfazeudo o despacho des-
e tribunal de 24 de fevereiro ultimo.Begislre-se.
Nada mais houve a tratar.
rssu) JlDIl.IARiA ETlO DE MARC-0 DE 185.
PRESIDENCIA 110 l.XS. SU. lio.SIllll! VIO. \liun
SOIZA.
(Secretario, Dr. Iprigio Citiinares.)
'resumes os senhores depulados eo Sr. desem-
sargador Villares, nada se pode Iralar por nao le-
rfem comparecido os Srs. desembargadores Silva
it-iiimaresetiucira.
lira? Se fi'u-preferid
altores mais moderno
orgamsar una prep
para que nao se d o
i para o posto de lenle um
jo mais anligo, po se dar a
misma iujuslica? Pe r corlo quo sim.! Faca-sopor
lano juslica, que os lameros dos quxosos, seo
TOZOS doqe clamara no desello.
U Em. Sur. presil ente'da proviuci'uj deu pro-
vas do que nao qm-r i rregularidadcs nesle ramo do
servieo pblico, mam ando reconsiderar, o de novo
isla da cidade do!Nazaroth ; c
nosino fado na Victoria, ser
aiiula na cadeia somonte po-
houvesse priso separada, on-
prudencia, que a pro; Mta v organisana, com alei
o a juslica exigom.
Cousla-nos tambem que algunscommandantos do
compauhias se qneil a:n da dispersao dos guardas
na diviso destas.
Recnrda-nos, que is compauhias dos dous bata-
lllos da Cxtincta gua da nacional, scguirain a divi-
so das antigs com] inhias das osdenaneas, licnn-
do os capilcs nos Si s dislriclos, c juntamente os
guardas ; e se por ve lian se livesso agiir.-i adopta-
do essa mcsnia dira o, uo dcsappareceria a dissi-
uiinaco dos guardas ?
Entre os liesigoso : que tem snccumliido na ca-
deia, conla-se Manoe Soares, indigiladn mandante
do assassinalo dcMa. ocl Antonio dos Sanios, o qual
entrando om julgam uto na ultima sesso dn jury,
foi absolvido ; mas ppellad polo Sr. Dr. juiz de
direilo.
A conlinuaco da
doria ser privada, se
defossoin Iralados o accommettidos : deoulrasr-
le 0 mal progridir em detrimento da salubridade
publica, o do coiiimi rcio afugentado da cidade. Pa-
ra se evitar o abuso le agarrar-so pelas roas escra-
vos alheios para con lu/.irem ao cemilorio os cada-
veres dos boxigosos, sera conveniente, que os cor-
pos dos presos fallec los na cadeia. fossem condu-
zidos por Oulros ore: os encorreiitados, o com guar-1 /"S"111""'
da sullicionte. Nin ;uem igiiora o valor que tem s" P"deier voi
boje umescravo, e i ue, sacrificar aquilloque ain- %1.. '_'"','
da no leve o mal d; varila, a carregar boxigosos,
contribuir para o piejuizo de seu senhor ; porque
esse cscravo pode se accommctlido, e perecer.
E que diremos de i utro abuso, que aprehender-
se cavallos para com uco do bagagem. E releva-
vel este procedmeuli em casos oxcepcionaos, fiira
desles, nao : porque com lempo pdeui sor alega-
dos pelos inspectores de quarteiro, e trazidos para
screm erapregados ni ssc servieo.
Aqu chegou o Sr. )r. em medicina Francisco a-
cintho da Silva Coelh >, com animo de residir, como
nos parece. Sohios informados por pessoa habili-
tada, que oplimo ndico. Dos queira que os
Viclorienscs reconhei endo quanto sensivel a fal-
la de um mdico, ap qual recorram em suas mo-
lestias, proporcionis meios, que auimem ao Sur.
Dr. Cocino a conservar-sc onlro ne.
No lomos chovas, i neni agua para beber ; por-
ta secco : bebemos agua Ira-
distancia.
salubridade; a inlensidade do
effeilos malignos da va-
Correspondencias.
para
hora
la
Sr*. rcrfiir/oiv.--.Teudn-nio encontrado hontem
com o Sr. Camillo da Silveira Tavora Indgena,
loiiibroi-ine do um grande nirativo. que ha ponen
foz-me roslitnindo-mo a vida abaixo do Dos : o co-
mo sou grato entend de levar ao coiiheclmonlo do
publico o do mosmo Sr. Indgena, una prota de
miuli.i gralido.
Eis o fado :
Accnmniellidodeuma torrivel constiparn no
polo, ponlo-rtej ler doitado sangne pela bocea
era grande abundancia, determino) rir esta praoa
rermiar-mo a Sr. Dr. Sarment o qual depois de
examinar-me disse-me que immodiatamenle fosse
iara o serto visto como sAmunle l poda licar
ni
A vista do oxposlo fique tiLslissrao nao SO pe-
ral idade do nial, como tambora pola falta de
meios para seguir para o serian.
.. Nesse oslado volle para l'onla de Podras, lu-
gar do inuilia inoradla nudo 1110 disseram que losso
Coianna reroilar-me ao Sr. Iiuligena, o qual liuha
mu medicamento homeapalbico, por ello preparado
de urna horva do uosso paiz que em especifico para
esse mal, o que llz oiicorajaiiilo-ine o niesmo se-
nhor da molino- niauera possivol, o afnaiicaiido-uie
que em pouco lempo licaria restalielc ido.
E assm foi, com tres dsos apenas de seu pre-
cioso medicamento liquei completamente bom.
E porqiiesiui pono, coinoj disse, o nao pos-
siiiudo mais outro bom de que podesse dispr seno
iini cavallo, osse mesmo Iho oilereci; mas ello do-
tado de um genio earidoso e philanlrupico nao quiz
recebe-lo dizondu-me que Qcava salisfeilo com o
ter-me roslabelecido. >
Dos o proteja e a todos os seus.
Uniioel Fcraandesde Olittira.
Recito 10 de marco de 1859.
Publicacoes a pedido.
THESES"
que para ohter u Kru tle lout>r de-
feuleu nn Kaculdadc de l)ir<-ito H-i-ilV o bafharel F. X. < iill.-uu.
prncpilaeao, o erro, o o excesso om suasdelibcra-
coi'S.
\o pois iim re/o, no sentido proprio da pala-
rra, esla denegaran da sanejao que uo parlo de
um Poder eslraoho, e com raxao a uossa Le fun-
ilauiiiii.il nao Iho d esla douominai;o.
Unto tiuha lugar, como disse, na Mitiga Roma,
o o lem anda propriamculo fallando, om inuilas
coostituices modernas, porque noltas um Poder
Poltico,u Kxocutivo, lem diroilode impedir, de
nulliflcar mesmo us actos de oulro Poder, o Le-
gislativo.
Entre nos nao ha tal opposic&O, porque para i.-,- do rei odiosa ao p
lar-sedo jmrecoiislituuiido e no de jure coustilu-
loj, pela raxao do seroppusU a um artigo da neasa
I.ei fundamental, livo de inodillca-la uo sentido
que acunase le :O rifo absoluto loria podido ser
adiullido pela Constituicao do Imperio seui ull'ensa
da formado gorerno por ella adoptada, e uiesuio
sem desrautagem para o paiz.
Esla proposico, alenlas as obsorvacoes j follas
acerca d.i palavra reto, licaria mais convenienle-
uunle enunciada pelos seguintes tormo-..
A donegaco da s.nicco por parle- do Imperador
a nm projeclo de I.ei approvado pola xsscmbUa
Coral, loria podido sor .11 mil lida pela Constituicao
do Imperio como elfelto alisolulo, sera que por isso
licisse oHendida a forma deUovernn por ella ado
taja o mosmo sem desvanlageui para o paiz
Em verdade nao vejo em que seria olfendida o
forma de governo adoptada pola coiistitiiicn da
Imperio,se a denegaran da sanean por parle dn
Imperador a un projeclo de I.ei approvado pela
Assemlda Geral livessesdo porellaadnttidocora
offcilu absoluto oni vez de efleito simplesmenlc
suspousvo.
As liinsliluiooes franceiM de 1814 n 18:10, as
rnnsiiuiiroes aiistriara, prussiana e napolitana de
|K|8, assim coino a carta ingleza o as rnnslilui-
Piicsda llelgira, da f.iecia, do Piemoulo, da Hes-
panli.i, ele, ludas ailiiiilliraiu o velo aliso!oto, no
obstante a forma do governo estanelecidn ser a
mesilla que a do Brasil, islo c Monarchico, Here-
ditario, Constitucional c Representativo.
Nao.ser islo nina pro va do que aquello rclu nao
oll'onde de ueiilium mudo a esla forma dn go-
rerno f
Parecc-mo que sim.
i Legislador brasileiro SCgUO OCXempla d.i i.iins-
liluicia franceza do 1791, sem altender aoa seus
inos resultados que todoS os homens sensatos sao
concordes om recouhocor.
O jurisconsulto nogron exprme-se a osle
peilo nos seguiutes termos :
> A Assembla Consliluinte conceder ao Poder
Lxociitivo o direilo de recus.ir-se diiraule duas le-
gislaturas a sanecionar a Loi, o nue ehsmava-si!
celo SMspensiro. DnpOS de duas legislaturas a I.ei
era obrigatoria de direilo: faciiUude funesta que
110 meio dos furores da recotttrif lomou 11 pessoa
ros-
so fara preciso que o Imperador, chefe de um
inenihrii do oulro, estivesse laniboui em opposioao
coinsigo misino, oque nao he possivol.
A sabedoria do Legislador Brasileiro livrou-nos
deslo grande incoiiveiiienle. creando u Pudor Mo-
derador, centro do uaio. o d liarmonia que un-
irs cousiiiuicoes desconneceui.
II
Demonstrado que no so d no Brasil o celo pro-
priamenlo dito, naotendo o Poder Executivo ne-
nliuina aceo .-obre o Poder Legislativo, passarei a
examinar seadiviso desle Poder 011 uo acon-
solhada por cousidoraciios liradas da ordem poli-
lica.
A Constituicao, Iralando dille, dizque delega-
do i Assembla tieral com a Banecao do Impe-
rador.
Daquia sua diviso em Ircs ramos dislinclos uns
dos oulros: a ('.amarados Depulados, o Senado eo
Imperador.
Isla diviso do Poder Legislativo no funda--e
em nina di\ iso correspondente om a nossa popu-
laeo. coran a que esislo 0111 quasi lodos os Esta-
do- da Europa: mas sim em razos polticas di
grande alcance.
< Ella o calculada, diz o doulo Couselhciro cima
cilado, no peiloilo interosse da ordem e prosperi-
dade publica, una das uiais importantes c solidas
garantas que a sabedoria do nossa loi fundamental
deu ao paiz e ao sou pon ir.
O dislincln publicista desoiivolvendo osenpensa-
menlo, ncresconta .
Cada urna das cmaras da Assembla Coral,
diversamente composta o animada, pensando o
funccioiandn em separado, agila, avalia, encara os
negocios pblicos o as medidas legislativas, no por
una s face, sim em todas as suas dironles rola-
coes. Se urna v somonte o interosse movel, ouira
bordados de seos vivaos, tonlaui exclui-los dosous
direilos conslitucionaos, o desde eiil ne-urei
'/ue a niiiiiipotenciii tegUlatipit tenhn um rorretivo
dentro de si mesinn.
Finalmente em una monarchia constilucinnal
a eor 11 den- possiiir lodo o poder que he cumpa-
livel com com as lbord nb-s publicas : a injnanliia
(rara nm i- motmrchiit.
* 11 poder do inqiiarclia den- ceriam uto ser re-
veslido dos atlribntos uecossarios, do vordadeira
forca moral e legal, do presiigio, da couscienea de
qu oxorce vordadeira auloridade. .1 cora nao se-
ria 11 m poder, e menos independente, sim e apenas
um mero instrumento de erecuro, desdi i/ne nao
potsuitm SSM ottiibniruo : seria mesmo km ins-
trumento temporario nao perpetuo, mcele nao
/ico, desde i/ueas aunaras assim determinasfem.
l'areee-'iie oslar leudo um dos mais estrenuos de-
fensores d velo absoluto ; entretanto assim no .
1 mili dislineto Snr. ronselhoiro Piuienla Bueno
que indo isio esereveu, sustenta o veto suspensivo!
Dio ainu-lo anida :
* Kingnem duvidaratambem. que a coroa por s
e auxiliad 1 di CoosHhode Estado u do Conselhoda
Ministros, um grande centro laminoso, o que o i
mais. de lu/es platicas. o centro da administra-
rn do Estallo quu resido na mais elevada eminen-
cia da sociodade, que dess.i altura v todas ns suas
rel.ieoos, lodos os seus son ico- e necos-idades, quo
osla em contacta com ellas, rom o actualidad e
com o futuro, k pois tem duriAit tttcetMrouvrr
aiiroreilnr tte futro de luzes.
lili- queui tem ib- fazer exocular a loi. de
responder pelos resultados: sr eonnsef us rifar1
1 ni ipr frita ou prejudicial serio um nuil rasen ra-lo em su us cOMViccots mi drspresitr suu preristo ;
'i un: i;i ui'iu: desde ettao k rKCOSuikrv. o fro-
IECTO E lir OESISTIIt ItEI.I.' o\' voritrEico V-I.O NO
sencido c.owEMExiE ; o mosmo principio que
aconselha a diviso da assembla geral em duas c-
maras Oque d a cada urna dolas o velo nu direilo
de Opposieao.
- Embota a corea possa urna ou ouira vezonga-
nar-.se ui sua pri'vi.so, este mal incompururel-
tente menor do ijue aquelU une resulturiam da
deiicijaeiio de taoesst'in-ial attribuinio.
.Sem e dor, o seria representante da nardo, co-leijistu-
dor, parle inleijrante da le, uo teria laiubem
unios de evitar que o Poder Legislativo usnrsjasse
as proprias attribuires do PoiL-r Executivo, ou do
Judicial, que alteraste e confundiste, suas attribui-
rene i-uu>e'iu>:tilcnhei!te que mudaste a forma de
,\io nilriii pnis mantee s'in prapria liar-
moma, r amito menos a ijue dere e.ii-lir entre os
oulros poderes.-'
Coufesso quu uo posso comproheuder que se
prodmam laes argumentos sem concluir-so pela uti-
lidade e necessidade do \ oto absoluto.
lo ineu ver, confessar que a monarchia traca no
monarchia ; que a coroa no seria um pudor, o
menos independonlc, o apenas um muro in-irii-
Mr. Taillandier diz lambem que osla adopeo do
reio suspensivo Ma urna das causas da marcha
progrcssiva da rcroluro, e Mr. Rerriat-Sainl-Prix
considera-o como una Irausicn enlre u Poder ab-
soluta o um governo democrtico.
Nao obstante iodo exaltamento do lempo, o I gorerno
rao absoluto ii-ve na assembla :!"i votos em seu
la\or, volando por elle os lioiueiis mais dislinclos,
tacs como Mirabeau, l.alli-Tollendal, Mouuier, Mau-
i>. Clemonl-Tonuerre, ele.
A adoprao do velo suspensivo foi derida prin-
oipalmenle grande parle que o poro, exaltado
como se achava, lomou na discusso.
A Franca, esclarecida pela experiencia, rcgeilou
depois o voto do 1791, e adoptan o absoluta : a>siiu \ ment de ctccuriu, desde que nao possnisso o di-
como a divisao do corpo legislativo cw duas cama-1 a-ito d sancrl, sendo mesmo um inslromonlo
ras dlSlinctas. E a quem me disser quo naquellal lemporario e nao perpetuo, movel e nao lixo, des-
opina lirilhara nella com lodo o seu fulg
zeiru da civilisneo, e que illumiiada enl
hi-
plo
enio da libcrdade. fallir em Ib, responderei
que ao passo ipie aCiuistiluico do velo absolulo
dea ao paiz ls,innos de paz o d|z prosperidade. a
dovelo suspensivo nao p'ide durar aequor um anuo,
suecumbindo cuma propria Monarchia por ella des-
pojada.
V 3ll de oulubro de 1791 fura encerrada a
de ijue as cmaras assim delermiuasseiu -, que sem
osla allribuican nao seria ella represeiilanlo da .Vi-
ran, 1 olegisladi'ira, parle integrante da I.ei : que
ella um centro luminoso e o que mais de luzes
pralicas que importa ouvir o auroveitar; queniu-
guein dover temer desviar mais do que ellaqual-
quer leiil.iliv.i 011 loi perigosa. e que lliialmeiite se-
ria um contrasellan forc:i-la coi suas CunvicCoeS 011
rao; mas segundo a r.ousliluirio, lambem o Impe-
rador a rcpreseutfl, o o que mais, em primeiro
lugar.
\ vonlade do iimanem a vontade do outro, to-
nudas rada urna de por si, nao representa a von-
tade da V-ir.io. Emquanlfl separadas, una a von-
lade dn Imperador e a nutra a da Assembla llera!:
smenle a uiiio doslas vontades consliliio a VOH-
1'le nacional ; ao inellOi 4#1 m- presumo ser olla.
He por isso que esla unift exigida para a coufoc-
1 ao das Leis que sao actos de soberana.
A vontade nacional ou a soberana polilira, diz
Slr. Sorrignv. oxpressada pelo concurso destes
lie-- ramos de um mesmo Poder o Legislativo.) I'm
so dentro ollej sem os nutres n pode dizer-se or-
gao da vontade rommtim para o exen-ico eminente
da soberana nacional, a coiifoc-n das bis
N.in ha, pois, uenhuma iiicnm'palibilidade entro o
velo absoluto e o principio da soberana nacioaal,
pois que 0111 ultima omiyse, qur com elle, qur
com o oulro, senipre .1 vontade da Nacao que pre-
domina ; sempre olla que de Indo dison.
II velo suspensivo, lal qual olemos, o que apr-
senla 11 coiilrasousu dr poder havor Lt;s, sem que
para ellas enneorram ns ronlados dos dnnS" n'pn*-
seiilaules da Sacan ; lois julgadas ms pelo primei-
ro dosses representantes 1' s boas ao jui/o'do se-
gundo.
O velo absoluto, di/.om anda, estabelccoria o ab-
surdo do que um s homem pode ler mais iutolli-
goneia, mais aptido para apreciar osnlorosses p-
blicos dn que a propria Nacao fallando polo orgo
de seus representantes.
A esle argumento responderei com o duuto com-
inenlador da Coiistilitiraq republicaiia dos Estado-
1 nidos, jS cima citado.
. Esta objrcro, diz. elle, no lem forra : rom rf-
leilo nao lrnta-se aqu de saler qual dos Poderes do
Esledo rene no mais alto grao estas qualidadrs,
us smenle su urna assembla legislativa no se-
r arrastrada mais fcilmente pela sede do poder,
pelo espirito do fardan, pela influencia local, 00 que
n Poder Exoculivo, allondendo-se a dilfereni-a de
suas obrigaroes. O presidente nao .estando suhmet-
lido s influencias que actuaram sobre o legislador,
poder examinar os actos deste ultimo com modo-
raro o imparcialidado; elle poder assim carrigi
aquellos que livcrcn sido falseados |iel proeipta-
cao, 011 por iuloncoes culposas ; se sua opiniao nao
for mais prudente ou mais elevada, ser pelo.me-
nos iucpcndeule e submctlida a una responsabi-
lidad'.- dilTereote da responsabilidade da legLslalura,
O presidente representa a aafdo em sua totulidade:
o .issemlila leijislatira. pelo contrario, f ta parte< d'istlaeltn e al. em cerlos casos, tiuenle
aliiuns interesses locaes.
Ora, se islo diz. um escriptor republicano, enm-
meulaudo aconsliluieo do. seu paiz, eolno siislen-
tar-so o contrario em um Eslado monarchirn ?
O velo absolulo seria as nios do principe um
meio poderoso do destruir as liberdades publicas o
de fundar u despotismo, dizem anda os adversarios
da Ihese que sustento.
Soplisma anda I
11 velo absolulo habilita o impornnie para negar
o son concurso a um projeclo do Loi que julga pre-
judicial au bom du Nai-ao, mas nao Iho il nenliuiu
pudor para obrar em qualquer sentido que soja
Como pis poilena ello desunir as libertades pu-
blicas garantidas pola le fundamental do paiz o
fundar o despotismo sem lor o poder do rex-ogar
as loi.s existamos, uem de fazer por si ino.-iuo 110-
nliuuia loi nova .'
iodo o mal a que o velo absoluto pedera dar lu-
. As- i desprc/ar suas provienes, ciimprindo, logo que ella
semidea coiislllunte, que nuera esta nonstituicao, o julga imperfeilu 011 prejudicial, reconsiderar | ar TImio ',"Z ", 'Z. .'T^ZnZT..T.'I ~*L
eaSld*setembro delfSa realeza achara-so abo- projeclo, o ou desistir delle .. aperfeicna-lo no I *T1[tl^ al\S^USL an
Udae a repblica proe;a,nada! f sen.dn ponvonionta. justificar mSi.o bem o veto ^L^^T^Z^^:^^^ T
laojiidicmsa aobservacao de Moulesquicu absoluto, e regeitnr com razan o velo suspensivo.............:^^--r........' "------ '.."-" -
contempla o inleresso oslavol, geral, o principio I polo genio da libertad
lar as empiezas do corpo legislativo, este ser d
polico, pois como poder dar a si niesmo lodo ,1
poder que imaginar, aniquilar todos os oulros Po-
den s..,
He ha muiiis annos que a Inglaterra adopta o
velo absolulo c.1111 o qual lem-so dado milito bom,
dir algneui or isso que anida nao foi Iluminada
II
O reto absolulo teria podido ser admittido pela
Conslitiiiaio do Imperio sem affensa da forma de
goeerao por fila adoptada e mesmo sem desru.i-
laije.m para opui:
TRIBUNAL DO JURY.
1.a SESSAO JUDICIARIA EM 9 DE MARCO
DE 1K>9.
PRESIDENCIA 110 SR. DR. BF.RNAKDO SACHADO IIV COSTA
linllU, JIIZ DR
IiltlITin n v i'UIMHiiv 1 IRA OUITIaL.
\Promolor publico interino o Sr. Dr. .liiimiio Jo-
s/jJa Costa tlibeiro.
Eterico interino lanorl Crrela (ornes de \l-
wUda.
idragndo o Sr. Jaeintho Pereira do llego estu-
dakla i\i faruldade de direilo.
As 10 horas da manhaa feito a chamada, aeha-
rauj-se presonles 12 senhores jurados.
Floi dispensado da sngsu por motivos justo o
Sr. Dr. Pedro do Alcntara l'eixoto do Miranda
V.iis.
Foi relevado da mulla por ler comparecido e jus-
lifichdo as fallas o Sr, Manuel Antonio Martins Pe-
reira.
Fyi dospensado do comparecuenlo do da 10 do
rorrenlc o Sr. Manocl do llollanda Cavalcanli de
Albiiquerquo.
Foram multados em 20(5000 cada um dos senho
res jtt multados nos dias anteriores o que no com-
pareforan lioje e uem foram dispensados, o mais
os sdnliores:
Jos Joaquim Dias Fernandos Jnior.
Camillo Pinto de Lemos,
O Sr. juiz de dircito declaren aberla a sessao de-
pois do toque da eanrpainha.
O (}r. Dr. Joo Jos Pinto Jnior juiz municipal
suppljmte da segunda vara apresentou os precessos
seguiptes :
1." Autora a juslica; reos presos Antonio Joaquim
Poreira Guedes e Luiza Mara Ramos da Cnuceioao
2.a |Autora a justiea ; reo preso o Portugus me-
nor Joaquim da Silva Moreira.
3.' Autora a juslica ; reo preso Miguel Gomes da
laiuha.
4." Autora a juslica ; reos presos Sevorino de Car-
valho Coeihu o Jos Jos Prazenyt jio Espirito Santo.
5.fc Autora a juslira; rcoafllaiicado l.uiz Anlnnio
Poreiro.
Osprocessos foram rornbidos pelo Sr. juizde di-
reitu, qu ordonou Ihe fossem os mosmns conclusos
na foraa da le.
Foifjonduzida ao Iribunal para serjulgada ar
presa Alejandrina Mara da Luz, aecusada^por ha-
\ er no da 22 de abril do anuo passado, na Minia de
Mussal iba dado um lalho no pesroendesou marido
Tbomac Fcrreira de Mello, na occasio om queos+c
dava signal do ir odormecendn enenstedo sobro olla.
A rneclarando nao ter advogado, polo Sr. juiz
do direilo, foi nomeado o Sr. Jaeintho Pereira do
Reg, para defensor da mesma.
Forana recusados por parle da r ossenhnres :
Antonio! Jos Mauricio.
Dr. Prahcisco Jos Martins Penna Juninr.
llaiMej l'heodoro Rodrigues Pinto,
.los Francisco de Salles Baviera.
Viriato de Freilas Tavares.
Dr. Joaquim \utonio Carneiro da C.nnha Miranda.
Jorge Patchetl.
Dr. Manocl Innocencio Peres de Figneiredo Camargo.
Joaqun! dos Santos Azevedo Jnior.
Manocl Antonio Martins Pereira.
Francisco Paulo de Souza Halagela.
Por parte da justiea foram recusados os senhores:
Ismael Cesar Duarle Riheiro.
Dr. Vicente Pcrrcira Lima.
Jos Mara Pestaa.
O jury de sentonca foi composto dos senhores se-
guintes:
Antonio Procopio de Souza Barcellos.
Jos Lourenco da Silva.
Jlo Pedro de Jess da Molla.
Augusto Jos Goncalves Lossa.
Flix Paca da Silva Pereira.
Antonio Francisco das Nevos.
l.uiz Carlos da Cosa Compeli.
Jos Machado Pimental.
Francisco Ignacio de Mcdciros.
Jos, Goncalves Perreira da Costa.
Luiz Pereira de Parias.
Jeronymo Emiliano de Miranda Castro.
F. prestaram o juramento dos Santos Erangelhos.
A r no interrogatorio disse que era acensada
porque o marido della r a quera malar com urna
que n rio Tapacur e
zida do urna legua de
No vamos bem de
calor lem augmentad
rila
Os generes aliment|cios conservam os precos ole-
vados, o nao nbnndani.
Pouco gado lem cnrnrridn ao morcado ; a mo-
Ihnr carne so lem viiidido nos acougues a 10$ rs.
arroba.
At ouira xcz.
O VIC.TOlllENSl:.
I-----------
CAMAMA lUMlll'VI. DO Hl t II I.
.* SESSAO OUDIN
RA DE 2i DE FEVEREIRO
DE iar>9.
Presidencia do Sr. Franca.
Prsenles os Srs. lego, Mello, Olveira e Dr. Fir- nouiralisar sens abus.
1
A palavra roto noaeha-se ora nenhnma parlo
da nossa l.oi fiindameulal, o rom razan nao 0 ahi
empresa da.
Signilieando probibicao, oppo.siriio, etc., o rrfo
vordadeira anplicacao em um povu di-
eses rivaos e de Htenseos opposlos.
Cnmprchende-sc quo. fosse estabeh-cido naanti-
ga Ruina, porque a popularn radicalmente dividi-
da I.-IH duas rlasses quasi ining.-is, os l'lebeiis o os
Patricios, no poda ter all um inleresso cora-
ra u m.
No Brasil porm onde todo o cidndao podo ser ad-
mittido aos cargos publens eivis, polticos ou mi-
litares, sem ouira aiflerenra que nao soja dos seus
tlenlos e virtudes; onde a Loi igual para lodos,
qur proleja, qur castigue, o recompensa em pro-
poreo dos inerorimontosde rada um, o reto, om
sua signilicaco propria, seria ineomprchonsivcl.
Elle estarla em completo antagonismo com as
retardes do harmona que a Constiiuicao qur que
exisiain entre todos os Poderes Polticos por olla re-
conhecidos.
Cada um desles Poderos lem com entilo a sua
espirara de aci;o disliucla da dos oulros, c tao
grande a importancia quo a nossa Loi fundamen-
tal lig.i diviso o harmona dea mesaras, qnn at
a proclama como sendo o principio conservador dos
direilos dos Cidadaos, o o mais seguro meio do fa-
zer olleclivas as garantas que olla lhes ouVrooo.
Infoliznii-iilolo solemne doclaraco uo bastara
por si 16, para conlo-los denlroda'orhita que lhes
Iraceda.
Como lodosos individuos,como Indas as corpo-
raeoes, ellos pmeurariam alargar o sua esphera do
aeco om damuo e projuizo da Nacao, se osla no
exercesse o poder de suprema inspoooo que sobre
os mesmoslhe compele, como sons delegados que
san, para impidir reciprocas iisurpacoos.
Esle poder do suprema inspoccan ovideiilomen-
le dislineto nao socio Poder Legislativo senao tam-
bem do Poder Executivo o do poder Judicial; elle
tem per missao examinar como os oulros funecio-
am o providenciar para rectificar suas direerese
nm Xavier, ibrio-se 1 sesso; e foi lida e apprma-
da a acia daanteredente.
Fui lido o seguinl
EXPEniENTE. :
I'm otlicioiio b.icharcl Ernesto de Aquino Fonse-
ca, parlicipando qne, Iho uo sendo possivol conti-
nuar no oxorcicio do lugar de juiz de orphos disto
termo, por achar-se lente, passra a vara, no da
2:1 do corrento, ao 1' siipplcnle.
Outro do engenhc ro cordeador, informando cir-
comstanciadmente sobre arcclamacao, om que o
eiigenheiro Jos Ma nodo Alvos Ferroira ; faz ver os
inconvenientes que, em sua opiniao, resultara da
alinelo projectada por osla cmara na planta da
cidade, na parle re; uva a rita que atravossa do caes
do Capibanbe tiara 1 atorro da Boa-visla, em direc-
co recta ao neceo dos Forroiros ; inconveniente
que elle cnrdcadoi contesta, em parte.A com-
missao de cdilicaci s com a reclamaco.
I ma itiformacao lo fiscal de S. Antonio, dizendo
ser verdade oque
uo ter mais acougi
gal, pedindo ser el
Maudou-se eliminar.
Outro do mesme
Jos Antonio de S
llega Miguel Alvos Lima, sobre
le na casa n. 57, na ra do Ran-
miuado da respectiva cotcela.
nos mesmos termos, qnantn a
uza Queiroz, que declaren nao
ler mais acuugue ija casa n. 82, na ra do Rangel,
e pedio se desse ijaixa na respectiva collecta.O
mesmo deferimentlo.
Oulro olllcio do niesmo, remoliendo o termo do
vesloriu .'1 que pro edera na casa de sobrado de dous
andares, sila no lo -go do Paraizo n. 8, pcrlenccnte
A D. Mara llosa d t Assumpeo, pela qual vestoria
roconhecou-se qi e o predio' nao apresenla ruina
iienhunia, e que penas una Iravo do 1" andar dc-
via ser substituid .Ao archivo
llutro do liscal ta ltda-visla, infonnaiidu ser xer-
dade que Joronir u Jos Ferrcira, leudo alugado
ilous talhos do ai ougue daquella froguezia, ns. 9 e
4fl, s usara de u n, no trudo deste mesmo se uli-
lisailo ha mais de dous mozos, por falla do gado, cn-
lendeinlo o lisca que se acha o supplicanln no ca-
so de nao ser m is obrigado a pagamento do alu-
e he anda o encarregado ua ds-
guel dos acTtgui s.Mandou-se remclter a petieo
ao Sr. Karata, qi e he anda
tribuirn dostall os pblicos
Foi approvado un parecer da commssao de po-
lica dizendo tei examinado as cuntas da reccila e
despeza desta ca nara, concernentes aos dous me-
zes ltimos de 1 czembro e Janeiro, e as adiado no
caso de sercm ap trovadas.
A commissao e polica apresentou o autographo
da representara! para o governo da provincia so-
bro a proposta d > Sr. Franca para a creaco de um
passeio publico, e foi approvado. O Sr. Reg an-
da se oppz < sle pedido da cmara, declarando
que o achava oc oso, por querer a cmara"djainar
a si aquillo de q te o governo ja eslava tratando,
como linha sido uformado. \
O Sr. Olveira eclarou quu, por ter de tomar asr-,
sent na asscmb a, nao podia continuar na inspec-
ro da obra do mpladouro, e que i-onvinha que fos-
se nomeado quem o substituisse, e o Sr. pru-presi-
deule disse que | rovideuciaria respeilo ua sessao
seguinte.
Despacharan!-: e as peticoes de Antonio Alvos da
Fonseca Juuior J is Lucio* Lins, Joo Francisco Sa-
raivade Menezes, Joronimo Jos Ferroira, Jos An-
tonio de Souza Qi eiroz, Miguel Alvos Lima, Mara
Arohanja da Paz, Pedro de Alcntara Farin Abrcu
e Lima e outro, S mo Jos de Almeida Sanios, Vi-
cente Anastacio F 'rrcira, c levantou-se a sesso.
Eu Manoel Ferr -ira Acioli, secretario a subscrevi
Baros Reg, pro-( residente.Franca.Reg. Br-
rala de Alineida.- Oliveira.Mello.Firmo.
Este Poder, que alguns publicistas denominara
Poder Real, 011 Imperial, Poder Conservador, o
que a nossa Le fundamental chama com mais pro-
priedade. Poder Moderador e do qual diz. cora ra-
zio que a chavo do toda a orgnnisaco polilira.
Elle diz o Sr. Consolhciro Piun-ula Bueno,
n alto direilo quo a Naci lem, e quo nao pode
exereer por si mesma, do examinar o comn os di-
versos Poderos Polticos, que olla creou e ronfiou a
sena mandatarios, sao oxercidos. E a faculdado que
olla possuo do fazer com que cada um driles se
conservo om sua rbita, c concurra harmouinsa-
meiilo com os oulro-. para o lim social, o bem
nacional ; quem maniera seu equilibrio, impede
seus abusos, conserva-ns na direccao de sua alta
missao ; cmlim a mais elevada fon-a social, o or-
go poltico o mais activo, o mais litlnente de in-
das as instituirte*fundamentaos da Naco.
O Poder Moderador pois o mais importanlc, o
mais elevado do lodos os poderes.
Superior 11 tendencia do abusar que se admiti
nos oulros, elle tem a alta missao de inspeccionar a
todos soin que por nenhiim dclles possa ser ins-
peccionado.
Este Peder a Constituicao com mnita razan o de-
lega priraliramenle ao imperador comn Chefe Su-
premo da Naco e seu primeiro representante.
S elle, rollocado como se acha na cpula do
cdlicio social, pode dah volar incesantemente,
como cqnvm, sobre a maiiuloiioo da independen-
cia, equilibrio c harmona dos oulros Poderes allm
deque consonados sojnm os direilos dos Cidadaos
e oifeclivas so fassam as garantas quo a Consti-
tuicao lhes offerere.
E para que na libertado de acro do que deve
gozar a fim do poder bem i-xcrrer lo nobres inno-
cuos, o nao cinliaraccm reoeios do qnalqncr ordem
que sejaui, sua Pessoa Justamente declarada 11-
volavel o sagrada.
Comprelieudc-sc que seu voto nao deve cncon-
Irar nenhuma opposieo no paiz, e que sua voz ma-
geslosa, urna voz ouvidn, deve ser por todos res-
paitada e obedecida.
So assim no fra, no s deixaria elle dn ser
o Cholo Supremo da Naco e sou primeiro repre-
sentante, seno lambem intilmente velara sobre
a inaniit eneo do principio conservador dos direilos
dos Cidadaos, conforme qur a I.ei fundamental do
Imperio.
E como procede osla Loi para conseguir o im-
portanlc fim que se propoe f
Entretanto que outras procedom por meio da
opposcao e da lula para estabelecero samilibrio de-
sojado, ella pelo conlrario. procede pe
concordia o. da harmona.
Proclamando o Imperador ao mesmo .
fe do Poder Executivo emembrodo Podi
livo. os dous quemis commuraontc se
opposieo, ella sabiamente habililou-o
a lula e nianh-r a liarmonia enlre a ni
nonhiini deltas perca alguma cousa do sun impor-
tancia neiu de sua independencia.
Com efleito, se adiando que os seus Ministros
de Estado nao dirigom hemos negocios pblicos, o
Imperador os demitte, nomeando oulros paraos
substituir ; esta aeco nada tem com o Poder Le-
gislalivo de que elle faz parte : ella procede toda
dio sou carcter de Chele do Poder Executivo que
psr meio driles exercc'
Do mesmo modo, se denega a .-aneco a um pro-
jocto de loi que Ihe enviado pela Assembla Ge-
ral, esla aeco em nada depende do seu carador
de chefe do Poder Exoculivo, mas somonte do seu
carcter de membro do Poder Legislativo.
Assim obrando, elle nao se opp6e a um aclo des-
te Poder, a urna Loi, como acontece em outras
procede pelo meio da
ttpo Che-
Legsla-
rliam om
ira avilar
raeni que
conservador ; assim sao os negocios pblicos e a
logislaco bem c maduramente meditadas. E'.....
cessario que .1 medida proposla, depois de Ilus-
trada discusso, inoslro-sc realmente ulil, para que
ns dous orgos, inspirados por ideas distira-las, por
espirito o condieocs diversas, concordein em
suas adopeo pura, ou mais ou menos modili-
cada.
Se as paixos polilcas, o erro, a forra de urna
idea, o fanatismo predominante, o iulerossedo me-
mento ou de partido, a influencia do um ministro,
ou de um favorito da malaria, a eloqueneia, o en-
thusiasmo, o temor, a violencia, ou desojo do popu-
laridade, leva urna cmara a adoptar precipitada
ou iadevidamento um projeclo por ventura per-
goso, a ouira cmara oppe um dique, um veto
constitucional que neulralisa a precipitaco ou o
pongo ; ovlam-M' assim os malos que urna oligar-
L-lua omniputoulo por sua uuidade poder laucar
sobro o paiz. a
Todos os homens reflectidee reconbccem esla
verdade; romente os espiritas especulativos e os
homens de gabinete a tem alguraas vezas cninba-
ldo, confessando todava que lalvex no baja, na
sciemua polilira, mxima mais imporlnnle e que
exerra maior influencia sobre as oneraces do go-
v ermi.
O eximio rommenladnr da Conslituii o federal
dos Estados-Unidos, Mr. Slory, depois du bem desen-
volver ns priucipaes 'irgumeutos em favor da divi-
san do Poder Legislativo adoptada lamheiu na-
quelle paiz, posto que republicano, acrusccnla qui-
nao provavel que um s Eslado quizesse boje
consentir na rcunio destes dous ramos em una
s assembla, que a Historia cnsina ser sempre
propensa a ceder impulsan das paixoes vilenlas
o rrellectdas, e a deixar-se arraslar por cheles
facciosos medidas perigosas.
Uem que soja sumiuamente vantajosa, a expe-
riencia demonstra todava que esta divisan nao lem
sido em todos os casos um freio asss poderoso con-
Ira una legislnco precipitada e'iocouslitucional.
Mr. Humo ohservou com grande sagacidado que
em geral us homens desenvulvom mais probldade
nos negocios particulares do que nos publico,, e
que ellos irao sempre mais longe para servir a um
partido, du que para servir a seus interesses pes-
soaos. A honra um grande freio para o genero
humano; mas quando urna rcunio de Inimens obra
om eommiim. este freio perde urna grande parto de
sua forca, pois cada individuo, corlo dn que os de
sen pdrtido approvaro tudo o que possa servir no
interesan commum, aprende logo a desprezar os
clamores do seus adversarios.
O Publicista cima cilado. fazendo ver quo esla
opino no pertence exolusivamente a M. Humo,
que ella a base dos raciocinios polticos dos ho-
mens de Estado mais eminentes em todos os secu-
tas, e tambem o resultado de um conheciinento pro-
fundo das paixoes, das fraquezas, em urna palana
da historia da Immanidade, acresecnta :
Quando pois sequer defender os direilos e as
libertades do povo contra toda a usurpar, asso-
gurando-lhe ao mesmo tetnpo os beneficios do nina
oonsliliiico livre, extremamente importante por
algn) frc-loa o exerrJdn Ilegal do Poder Legislativo,
que em todo o governo o Poder predominante e
majs irresislivel.
E extraordinario que um escriptor republicano
assim so exprima; mas isto mesmo mostra o gran-
de alcance poltico da verdade de que se trata !
Agora onde adiar oslo freio que deve por-sc ao
oven-icio Ilegal do Poder Legislativo para que se-
jara defendidos os direilos e libertades do povu con-
tra toda a usurparn ?
Se certa que a honra, leudo grande imperio so-
bre os individuos, perde milito de sua torca em una
eorporaro, esse freio, 00 antes essa garanta s pu-
de encontrar-si: na pessoa do Soberano, que se-
gundo observa o judicioso Ancillou, o nico 110
Eslado que nao podo ter inlercsse diucrente do do
paiz.
Mu sabiamente pois a nossa Constituicao delega
o Poder Legislativo Assembla Geral com a sanc-
u uo Imperador.
E o roiisriitimenlo, a approvaro, o concurso do
Imperante, encarregado entro nos de velar inces-
sanlemento sobre a maniilenco da independencia,
equilibrio e harmona dos mais Poderes Polticos,
que completa, 11 por assm dizer, santifica a> reso-
luccs da Assembla Geral, de modo a torna-las vc-
neravois, inviolavelsc obrigatoras, por quanto se-
gundo l'eslns, iiici res dicilur ob sanclioiiem
iu res Ha minuta est ut riolari impuls haitd
possil.
ti Ilustro autor do F.sprii du Droit sustentando
lambem a mesma doutnna, conclue nos seguintes
termos
Esle principio om urna palavra no mesmo
lempo o principio da solidez, da uuidade o da o.-la-
bilidade. Elle parece ler seu lugar na nrdem das
leis fuidamentaes que a uatureza tem fixadu para
a manutenco, equilibrio o harmuuia das cousas,
assim como para a propria conservara das mes-
illas ; de esperar que lio interosse da folicdade
da luiiiiaiudade, dos povos c dos guvurnos, se ad-
inilta afina I universalmentc, cm materia de organ-
saco social e do dreito constitucional, esta mxi-
ma adoptada em relgio, ". ila ut per omnia, et
imitas 111 Irinilale, et irinitas in unilate veneran-
da sil, a mxima de urna applicaco muilo justa
oeste sentido, pur quanlo os tres ramos do Poder
Legislativo, apezar de sua separarn, devem ser ani-
mados pelo mesmo espirito, levando-os o amor da
ordem, da justiea c do bem publico, a coucorrer
com circumspecco, maduroza, porseveranca c cou-
seguintamenfe tambem com certeza, para um mes-
mo fim.
Eu poderia citar muitas nutras autoridades res-
poitaveis, assim naciunaes cuino eslrangeiras, em
apota do que fica dilo ; poderia empregar tambera
alguns argumentos mais para cstabcleccr a utilida-
do. a necessidade mesmo desta interrenco do Im-
perante 110 poder Legislativo, conformo se acha
consagrada pela Le fundamental do Imperio ; mas
julgo aever i passar ao exame de ouira queslo,
isto daquella que objecto da niinha these, pois
que na defezadella terei de recorrer a clles.
111
Ao programma da Faruldade concebido nestes
termosO reto concedido aos monarchas us go-
vernos conslitucionaos devora ser absoluto 011 sus-
pensivo 1respond eu com a seguinte these o
velo absoluto seria mais consentaneo com a nossa
forma de governo do que o veto suspensivo adopla-
do pela Constituicao do Imperio.
Mas no soand bem osU proposico nosouvidos
dos mombrns da commissao oncarregada do oame
das theses por mim offerecidas {nao obstante tra-
Talvez ; mas cortamente nao oeste o parecer de
seus niais Ilustres lilhos.
11 sabio ciimmonlador de sois lois. dislineto Mr.
Rlackstonc, considera o voto absoluta como a parte
mais importante e mesmo coran a mais iudspeu-
savcl da prerogaliva real para garantir Curta das
usurpaces do Poder Legislativo, c entretanto ns
lords que COmpnem a cmara alia sn uomeados
pelo Monarcha !
Ora nao leudo isto lugar no Brasil, onde o Impe-
rador nao uom.i os Senadores, mais apenas oe.es-
colho em listas trplices que Iho sao apresentadas
pelos eleitores, como poder elle cora o telo sus-
pensivo garantir a realeza contra as usurparles da
Assembla Geral (auno poder mauteraliarmo-
d.....pie cima Oca dilo, o principalmente cora as
consido .incoes feitas em ulliuo lugar.
Elle (o renlro luminoso formado pola coroa, au-
xiada Uo Cotiselho do Estado r flo rnnsrllio de Mi-
nistros' quem lem de fazer axeculara l.oi, de res-
ponder pelos seus resultados; so conbece que ella
imperfeila 011 prejudicial, seria un conlroroiisn
foroa-lo em suas cuuvci bes 011 despresar sua pre-
vis.au; o que ciunpre. desde entilo i reconciderar o
projeclo, e 011 desistir delle ou operfeieoa-lo no sen-
tido conceniente.
V-ae que, segundo pensao muilo destincta enn-
selheiro queeacroveo oslas patarras, nao deve ha-
ver meio tormo a seguir. Sempre que a coroa jul-
gar um projeclo do tai impertidlo ou prejudicial, o
que cuinpre fa/or reconsidera-lo, e 011 desistir
delle ou aporfeicoa-lo no sentido conveniente. Pro-
ceder de outro modo seria um oonlrasonso
ti velo absoluto nao padia ler melim- do-
fonsoa,
V
Tondo oxposlo os noovenlenles do veto suspen-
sivo om um governo como o nosso, assim como
ma, equilibrio eindepoiidoncia enlre ella uns mais i lambem as vanlagous do velo absolulo, culio-uie
Poderes Polticos, cooforwe dispe a CooslUoico, I agora apreciar os argumentes contra este proda-
se a son respeilo lem as nios, por assim dizer, sidos.
aladas? 11 reto absolulo, dizem os seus adversarios, in-
De quo vale, que possa denegara saiuco ans 'uociliavel cora o dogma da soberana nacional cora
projedos de l.oi que Ihe sao aprosenlados, se esta
uciiegacao s produz o oiroilo de suspondo toa por
duas legislaturas ? Una tal faculdado s pudo sor
proveitoia em lempos normaos, porm 110 meio dos
furores de una revoluco propria, como mitinea
diz l'.ogron, para lomar odiosa ao povo a pessoa
do soberano.
Com elTeilo, o veto suspensivo, podeudo pr em
opposieo o lucia aos dous Representantes da Na-
cao, o Imperador e a Assembla geral, necessa-
riamenta um demonio dodeshariuuuia o desordens.
O velo absoluta, pelo contrario, uo permlttindo
que tal opposieo eluda tenham lugar, urna g.i-
rantia de ordem e de concordia.
Com elle a Assembla Geral nao se lembrar
om lempo algum do invadir as attribuires do Po-
der Exoculivo, neui do Poder Judicial, pois sabe
que suas resoiuces, nao podetido ohter a Snncro
da Corda, nao tero jamis o carcter e forca de
I.ei. Com o voto suspensivo purui uo acontece
o mesmo ; ella se animar a ludo,pois quenotlin de
corlo lempo tudo poder couseguir. Ila>la-the dar
dous combates para quo a villora sejasua.
E serado esperar-so que nestas cirnuuistaiicias u
Monarcha se tonserrar de bracos cruzados e cabe-
ro descoberla para deixar passar a vonlade da As-
sembla Geral, sabendn nao s que ella tonteara
ao bom dn paiz e upposta sua I.ei fundamental,
seno lambem que elle proprio tem de manda-la
execiilar o ruraprir.
Nao ser de roceiar-se que para evitar ludo slo
einprogue o fcrinidavet poder de que acha-se re-
vestido, iniliiindo as oldroes para apartar daquella
eorporaro ns individuos que Un- sao contrarios?
E ser muilo regular e limito coiiscutaueo cun a
naliiroza dn sistema constitucional representativo,
collocar o Mourcha ein tal colliso?
lili! muilo bcui, disse o oloqueiite Mirabeau :O
reto sn inconrenientes que a ausencia absoluta de. reto.
Aos que me onjeetarem que a conslituuq brasi-
leira com o son teto suspensivo coma ja H annos
de existencia sem ler dado lugaraiiciihiiui dosinron-
venienles cima apoutados, responderei quo depen-
de isto de drrIIinstancias pecullare^ ao paiz, sendo
una das priucipaes compr-se a nossa Assembla,
quasi toda, de membros ligados ao Poder Executivo
o mais ou menos delle dependentes, como sao OS
Empregados Pblicos ; mas que sendo provavel nao
continuar islo por muilo lempo, o perigo appare-
cer mais codo un mais tardo, sali se a cora qui-
zorsugeilar-se aescolber sempre os seus minislros
d'entro s individuos que mais influencia liverem
as duas cmaras, o que seria ulna reslricco an S
IV do arl. 101 da Constituicao do Imperio que Ihe
concede ampia libertado em to importante acto.
Parece extraordinario que a nossa Le fundamen-
tal proclame ao Imperador Choto Siipreinu da .Na-
co o sou primeiro represenlante, delegue-lhe pri-
vativamenteo Poder Moderador que ella considera
como chavo do luda a organisaro poltica, o que
depois sugeile o seu voluao vol da AsseiublaUe-
ral que Iho inferior em digudade.
Parece desarrasoadoe ate contradicloroque, no
tondo julgadu sunlcieiile o voto daquella eorporaro
para que um projeclo qualquer fosse elevado cate-
gora de Loi do Estado, exigase como garantas in-
lorveneo do Poder Moderador, encarregado do vi-
giar iiicessaulemeule ua inauuleiicu da indepen-
dencia, harmonaeequilibrio dosoutros Poderes.o
depois sugeilasse o sou vol a sor uullificado, mi
pelo roto de um Poder Superior, que ella neoreco-
nhece nenhunr, mas pelo coto da propria corporaciio
que aqueller chamado a corriijir. E ao lueu ver
mu cnntiiisenso proclamar o Imperador Chefe
Supremo da Naco o seu primeiro representante, e
nao dar-lhe a ultima palavra assim ua dirorro dos
negocios pblicos como na confoceo das Leis.
Nos Eslados-Lnidos, e nina repblica, quando
o presidente denega asanceo a um projeclo qual-
quer. fica elle .suspenso, sondo preciso que soja nu-
tra voz adoptado pelas rfius tercas partes do ron-
tresso para poder sor admillido como I.ei do paiz;
110 Brasil, Eslado monarchico, basta que a maioria
da Assembla o adopte ouira voz em duas legislatu-
ra- consecutivas para que o mosmo truha lugar.
Suppoiiliamus que ua ultima destas legislaturas
achain-se prsenlos na ruinara dos Depulados 97
membros, e no Sonado 45: bastar que o projeclo
obtonha em seu favor 49 votos dos primoiros e i
dos segundos para que soja proclamado Lei do Es-
tado sem a saiic;o do Imperador.
Ora ser razoavelque isto teulia lugar?
Ser razoavel adoptar-so como Loi do paiz, urna
resoluco que, leudo contra si a opino da Cora,
apenas approvada na Assembla Geral pela maio-
ria de dous \ utos 1
Pois n vote da Cora, auxiliada pelas luzes do
Couselhode Estado e do Canselho.de Ministros, nao
dever merecer muilo maior cousideracn e peso do
qoe o voto de dous mombres da Assmbla Geral,
um sonador c um depulado ?
Parece-me que ninguno se atlrcrer a sustentar
o contrario.
IV ,
Antes de examinaros argumentos producidos em
opposieo ao velo absoluto, seja-me pcrmillido sus-
tenta-lo anda com as proprias palacras do seusad-
vorsarios.
Collocada a corta som rivaescima de lodosos
interesses do momento, animada de seu principio
de perpetuidad":, superior a lodos os partidos e pai-
xoes, nao podondo ler verdadeita gloria e forca se-
an ua felicidad": e vigor da sociodade, sean na
eslabolidade de suas nstituicdes, na prosperidade
nacional, quem derer temer e desdar mais do que
ella qualquer tentativa o, lei perigosa .'
Os partidos siiccedem so, tom pocas de predo-
minio, de injustiras, de intolerancia, falseara as li-
|iie elle pode produ
nina oif mais lua projiididaes ; pnis todos sao con-
cordes en que nulos dez> tais boas de menos do que
urna si'i loi in do mnis.
A falla daquellas he sonsivnl somonte porque doi-
xa por algum lempo sem satisfaero algumas das
necessidades publicas ; a adopeo desta porm pu-
de ser urna calamidade para o" paiz, dando origem
a desorden, u revolucoes sanguinolentas o fu-
nestas.
Domis se he certo, rumo j liea dita que a corfta
auxiliada do Coiiselho do Estado e do Consellio de
Minislros um centro, luminoso, o o que mais do
luzes pralicas, laubam corto quo ningnem nn
paiz est ra,ii> que olla habilitado para apreciar a
vantagum mi destanlagem que as Leis proponas
pudero irazor Naco.
Se pois esle renlro luminoso, anda mesmo de-
razo ahraradu por Indos os governos livre
A tlioorin do nao laiu adn^tadu n-sles gnvernos
au permuta qoe tal veta possa ser admillioNi: se-
na isso collocar 1 vonlade do Monarcha cima da
routade da Naco, da qual mandatario.
Seri lanilla eslalielocer n absurdn du qitajim s
lutibciii podo lor mais intelligoncia, maisaplidaii
para apreciar os iulcios-e- pblicos do que a pro-
pija Naco fallando polo orgo de seos represen-
tantes.
Sobre serum erro poltico o de graves cnnsequeii-
cias, tal systciua seria tambem um perigo araeaea-
dor para a propria inunarchia ; pois abnndo espcn
hypolhese de anlagoiismo enlre a cuma e os 011-
i-ariegados do povo para a cnnfecco da loi, dara
lugar de.scnnliauca, a ruceios, cujos resultados
nao poderiaui sor proficuos ao elemeiilo monar-
chico.
Os eximios aulhoros do Diccionario Poltico,
eombataodo o velo absoluta qoe a caria de IttW),
"niisorvara da de 1811, noobslaiile ter reconheci-
dn o principio Jn soberana do povo, dizem havor
nesle ponto formal contradicran oulro a lollra e o
espirito da Loi fuudaiuonlal franceza ; enlre o prin-
cipio do Poder constitucional o as disposiroes or-
gnicas da mesma carta.
<< Com que razos, aoroseenlam ellos, procura-
so jusliirar boje esla anomala t Allega-se que im-
porta iniciar o espirito de tararan a usurparan
que, mais nu mciins, infecta tudas as assembleas
ildiberantes ; que importa di-feude-las cunta seus
prnprius exivssos, etc., ele. Observemos priinoira-
iiienlo que islo motivara, quando inuiln, o voto
suspensivo ; pnis oerlaiuente, para moderar a pre-
cipitarn e rofrciar as paixos 4 una as-onibla,
u.e> uecessario que suas vontades sojara iiulliru-.-
das. Mas isto evidentemente nao passa da ma sa>
phisma, e debaixn do pretexto de defender o poder.
lendi'-so realmente paran despotiemo. E couj fj-
feito um eslado desptico sirirnB fli"qiins vonta-
de de un su pude prevaloci-r contra a vonlade do
lodos, onde o exceulor da lei pudo nuuiqnilhir a
lei. -
us Ilustres cso.rptores, depois de fazerom obser-
var qoe estesiui'ouvcnieulesilosapparecem em parle
0111 um eslado regido por umas Assembla e
por um Poder Execuiivn lemporario, porque po-
dondo aquella transviar-se, a iotervenciio deslo pa-
ra suspender a execucao immediata dos seus de-
cretos, nao destroe enlo iiileirainonlo a superinri-
dade do Poder Legislativo, seudo certo que a re-
novaco do Poder Executivo nSereee urna garanta
siiificieule contra us porigos desla iutervenro pas-
sageira, aoresconlam :
Em urna monarrhin, pelo contrario1, o Poder
dura tanto quanlo o individun que n oxorce Do pai
passa aos lilhos- > as Iradiroes isialiolecom-se ; o
meamo panaamento, o masano querer porpotuam-
80, e a usiirpncii n resultado de tudn. Dizemns,
puis, iiue o veto absoluto absolutamente incom-
palivel com o principio da soliorauia do povo : que,
om nina monarchia, elle as nios do priui-ipc
um meio pudoroso de destruir as libertades publi-
cas o de fundar o despotismo -, e quo conseguinte-
nienle, deve ser cuidadosamente proscripto por to-
dos os povos quo quizorem consorv,ir-So livres.
Taes sao os priucipaes argumentos quo se rostu-
ma oppr contra o veto absoluto. Examineino-los
com cuidado, visto quo sao mais pmprios para lor-
na-lo impopular do que para roiiihalr-lo. O puco
em geral roiifunde-o rom a forma da governo do
mosmo nomo, sem altonterque nn ha entre eUes
iienhiima alfinidode.
O vote absolulo, dizem os seus adversarios, in-
coucilavid com o dogma da soberana nacional,
porque admilli-lo seria collocar a vonlade de um
cima da volitado do todos ; a vontade do Monan-hn
acima da vonlade da Sacan, da qual i mandalario.
Engao manifesln sopliisina !
O velo absnliilo no enlloca do uoiihum modo a
volitado de um cima da vonlade de lodos; a von-
lade do Monarcha cima da vonlade da Naro.
(.loando muilo podor-se-ha dizer que a vontade de
um o por elle enllocada cima da vontade de alguna;
a vontade do Momirrha cima dn vontade da Assem-
bla iier.il, quo cortamente 1100 a Naco.
Mas nom slo niesmo tem lugar, pois assm como
quando o Sonado recusa adoptar urna resoluco da
Cmara dos Dopuludns. nu vico-versa, a vontade da
Cmara recusante nao se pode dizer que colloca-
da cima dn vonlade da ouira Cmara; tambem
quando o Imperador denega a saneco a um projec-
lo do Lei que Ihe aprosontadu, nao se podo dizer
que sua vontade enllocada cima da vonlade da
Assemlda Geral.
O que est collocadn cima de ludo, lano em
um caso como no oulro, a vonlade da Naco,
a qual quiz que as tais foaaem artos de 11 o iu da'so-
ciodade rom os Poderes pblicos, e desles unir si,
o ao actos de repulsan ou hosiilidades.
Delegando o Poder Legislativo Assembla Ge-
' pnis dns dbalos a que o projeclo deu lugar lias
duas cmaras do quu se conipem a Assembla Ge-
ral, o uo acha vautajoso, forra he rondnir, 011 quo
esse centro luminoso ubra caprichosamente, 011 011-
lo que a loi proposla nao realmente vantajosa.
Mas pintar a cora regoilar caprichosamente um
projeclu de Lei que- ella conhece ser ventajoso .10
paiz
Nao ; pois seria slo. regeilar a ana propria gran-
deza, a sua propria felicidade.
\ pessoa do .soberano nao seria dedarada in-
violavol o sagrada se tal cousa so podesse ad-
iniltir.
Em urna Monarchia cnisliturional o representa-
tiva ha razan de descnuar-se dos Ministros, das C-
maras dos Jnizes, porque pndem ter intoros-e,
otaps dn da Naci ; mas nao ha lugar para des-
coultar-se da Cora quo com ella est identificada.
Tanto isto assim que um escriptor Ilustro uo
tomen oscrever que a santidode da pessoa do ro o
as innnurcbias cnnstituciouaes a pnmeiraleondiro
da solidez e da Irauqiiildadu do Estado.
Aquelles quu quizessom levar a desrontauca al
esle ponto ou respoiideria com o douto Ancillou :
v O bello, o sublime da forma monarenica con-
siste ua persuaso geral de quena s se tem pr-
vido pola durarn e seguranra do Estado, pois que
" primeiro posto, irrevogaveimenle oceupadv, oppoe
nina barrena iusiiner.ivel s paixes individuaos,
seun lambiii anda na persuaso em que todos os-
lan de que ha uo Eslado nina rontade que p-
dese empre aceitar como pura, porque Identifcase
e deve necessarlameate identificar-te cotn o inters-
s nacional.
* O ro possnc ludo o qoe os horneas exigom das
circiimstaiicias exteriores. Pda lei de successo o
por suas leis de familia, elle he um rom o Estado,
mesmo no futuro. Consegoiotemcute seus dous iu-
lorrssrs devem sempre concordar.
Coucliiido, diroi com B. Constant ; Orlo
he nocossarin, e importa qHe seja absoluta ; a dig-
udade do Monarcha o a ba execucao das proprias
leis assim o exigen.
Urna uiuuarrhiii em que o tolo pre lominanto n.i
fosse u do Monarcha, seria urna monarchia iraca, r
a monarchia fraca nao he monarchia.
Uuel-va que o Exin. Sr. Bi*po> dirigi
ao Kxm. pppslitente da provincial
itiitra 11 Irinfindade do Snntlssliuo
snrramcntn dn matriz da villa da
Cal, e a informaba da uivaaa ir-
mu udude.
fConclutao.)
Passaremns agora a responder o segundo ponto
da quoixa do sua Etc. Itvmd." n Sr. hispo, isto he,
que a 11 mandado lera cunslrangido o parorhoon-
t|-ogar-lho lodos as paramentes o alfaias e ate mes-
mo, vasos sagrados o a chave da groja matriz.
E geraluicotc sabido, que a matriz do Cabo he dii
Sanli.ssiiuo Sacramouto e nao de Santo Antonio, e
qualquer que livor duvida esle respeito, pode ti-
1.1-lus folheaodo osanligus livros da rmaudade.
Nosta persuaso, Senhor, a mesa rngedora dolilie-
1011 que osen secretario se dirigisse ao llvd. viga-
ro pediudo .1 entrega do que deca ser /.ciado e
guardado por ella: o Sr. vigario, que pensara da
mesma inaneira, aunuio promplamente ao convite
(dociimeulos ns. 6 o 7|) o no da da entrega dns
ubjeclos deu o que elle suppunha dever perleucer
iruiandade, reservando o quu suppunha igual-
monte dever perleucer ao parodio ; isto foi, Sr.
Dr. juiz de capullos, tal e qual acabamos do refr-
rir ; eo acto passou-seentreRvd. Sr. vigario, o
ruio Ihesnureiro (seu compadrea amigo) o irmo
secretario (tambem sou amigo) e os dons sachris-
les que anumavain e desarrumavan : oSr. viga-
rio fui quem giiini ludo; o irmo Ihesouroiro na-
da Ihe pedio, e o secretario nada mais fazia, quo
oscrever a rolaro dos objecliis, que o Sr. vigarin
meiiconava o o novo sarrisio a recebendo douu-
Iro. Cii-ia V. S. que islo paasou-sc romo acaba-
mos de dize-ln e quo nom poda sor do nutro modo
por quanlo os dous muios lliesourriro o socretario,
nao leudo sacerdotes ostarain inleiramenle eslra-
nhus aquollss particularidades da igreja o sendo
umigoae depositando tiaquelle lempo confi.inca nd
Sr. vigario, nn podium deixar de insfta-ln porbns-
sula em tal negocio.
Muilos dias depois d'aquelle farlo, qntudo Indot
anda nao sabiam qual seria o procedimoaln do
Hvd. Sr. vigario a respeilo da rmandade, est rom
a mais desagradavol snrpreza, recebeq urna quoixa
que ello fazia contra ella por cousas, cuja rulpaki-
lidade somonte duvia reculiir nu autor do um panel
escupi com lauta malina o informado de tal nabato
peta mesa regedora, qne o Hvd. Sr. vigarin envrr-
gonhado un u devnlvou aojuizn de capel tas (docu-
mente 11., inserte nu Literal de 6 de nOvembrn
F "
I ufe!
eliz, como foi o llvd. Sr. vigario aa sua pri-
meira quoixa, parece que devia rontar-ae ; mas
nao, balen depois om ludas as portas da juslica. e
rumo ellas nao so abriram aos seus ambiciosos de-
sojes, >aleu-se d 1 clncana dizendn que a matriz
lo- do Santo Aiituniu e nao dn Sanlissimn Sacra-
mente, e ueste sentido passou das queixas as pe-
ncos.
Feliz ou infelizmente V. S, saim como oSr. Dr.
juiz de dirdlo, o tora aiteudidu emparto mandando
a irmandade entregar quasi ludo quanlo receben.
ral, com a saiiceiiu do Imperador, ella quiz que no- e.cstadeum s despacho nao appollou, anles
nhum projocto fosse elevado ealbegocia de Lei, '
sem que a voulado dos ires ramos deste Poder, que
sao os seus representantes, se unsscm para adop-
ta-lo.
Quando, pois, aeham-se ellas divergentes a res-
peito de uuia resoluro qualquer, nao c, propra-
meiile fallando, a volitado de neuhuin "lelles quo
rojeila essa resoluco, mas sima lonlade da Naro
que assim deloriniiiou.
Alas, dirn alguns, se a Assembla Geral nao a
Sacio, ao menos a representa, porlanto seria um
contrasenao pormillir que um individuo, qacm
quer que seja, podesse com a sua vontade niilUi-
car para .-empre a vontade da Itepresentaro Na-
cional.
Outro snphisma !
A Assembla Geral reprsenla rom olfoilo a Na-
os
tem cumplido exactamente, nao peto rospeito
quu ella tributa aos juizes peraote osquaos nnnra
tentn sustentar capriclmt, como tambem porque
da restituirn daquellcs objeclos nao resaltara o
menor inconveniente para a exaltacao do culto do
Santissimo Sacramento, at mesmo a entrega do
nina grande parte Ja malriz nS;o agon'iou-a, por
quanlo so Iho roubavam a salisfacao de tejar de um
templo, naturalmente Iho poupariam tambem o
grandissimo dispendio au repara-lo o consorva-lo o
qne hojo a irmandade nn pod fazer.
Pelo documento n. Uvera Y: S. que a irmandade
inimiga do ninloslaces e intrigas, por quanlo o sou
carador doro sor puramente VeligioSo e nao turbu-
lento, js satisllz independente de formalidades Ir-
gaos ns proreilos do S>. Tlr. jui. de direito { docn-
inenln n. 10) 011 antes o Sr. vigario sem dar a me-
H



HWHBB^f :
?

\
i
or attenca ti mandado loniou lugo conta Uo que
hava de cafieo-nie o anda nada enlrogou, rcsistiii-
clo assiin aquellos prcceitos do Sr. Ilr juiz du dimito
mente para ti-r o maligno prazer do ver a irman-
dade fa/.ouUn a- ms mesas e leudo o sou rehiro
nfturlle. utexuin renartmenlo da i'jreja, onde o
lint. Sr. litjurio tjuardacu os arrtio* de sena ca-
tallos.
Avista poli ili'sia pequea o verdica eiposi.au,
Sr. Ilr. juiz de capellas, e de muilas oulras cireiims-
lancias, a irm./idnUe nao r om que eonslrangin o
llvd. parocho para entrogar-lh al esses vasos si-
grados, eom osquaesollo consegnio irritar o Kxm.
Sr. hispo contra una associacao de liis.
Sr. |)r. juiz da i-apollas, eoi tudo islo a rcnlade
que nao conv.-m ao Sr. vigario urna irmaiidadc
na iiialri, nom mesmo Jo estatuaso doslo prin-
cipia que lea nascido todo e3sc alarido; feilo polo
inesmo Sr. vigario e polo seu alliadn candidato
administrarn do palrimnnin do Sanlissimo Sacra-
mento. Amos regedAra persuado-so que V. s.
dore estar convencido das verdades que olla acaha
do escrever o assiin termina a rcsp.ista doslo ponto
da quenado Kim. Sr. hispo, asseverando V. S.
que oSr. vigario sempre leve o uso dosvasos sa-
gradoso que a irmandade, nunca love dellos so-
noa respfljisabihil.ido a que- presin-so pelo que
etpnzsrima documento n. s.i
Sr. Ilr. juiz do rapollas, a mosa regodora or, que
mm a rosposta. quo den aos dons priinoir.is pon-
ina dn iru.-K.i Uo II vni". o Kxm". Sr. hispo lom
respondido toda olla ; entretanto continua fazer
alguiiissrelle\es respeito Un mais, que conlm a
mesma qiiexa. Unto o inleresse que olla lom om
fazer chegar .-r Tentado dos faetos ao ronhcriuiculu
de sua F.no. o Sr. hispo, pois osla hem convencida
di-que elle, amigo como e do bom oslar Ua igreja,
far todo Q possivel por desviar o Sr. vigario Jos
l.uiz Pereira de (liioiroz do nio ramiuho era quo
lem 6nda-do;e que jamis S. K-te. Rvm." pretende-
r punir i komens innocentes, que reunidos- nun-
oa pretendern!, era preloudein outra ennsa mais
Hite a exalUco do culto, e alia adminislraoun do
son patrimonio, eujo reudimcitlns smenlo devem
servir para esta mosma exaltarn nrnn; o nao pa-
ra exaltaran propliana de uin hvpbcrita e ambi-
cioso.
Hoforindo-s- S. Exc. o Sr. hispo ao arl. Jj. g 1 do
decreto u. 83(de J! de ouluhro do 1851, e exigin-
do dissiiiuco da irmandade, esta supone que s.
Kxc. desoja, quo o o dijyiojlr. juizdc Uireilu dcs-
I comarca apptaque airmaudaiulc ajullima parlo
do Jt do arl. 40 do inesmo decrelo. .V isto a mesa
regodora responde, que tan verdad.-ira apropria-
cao cstabeleciflanirmnndadt do Sanlissimo Sa-
ca nimio da tillado Cabo fot reorjanimda eom
ordem, e farmalidade legalque o digno juiz de
diroito, bem loma'de sor o instrumento do rngnn-
eado Sr. vigario, e Uaquellc nutro amhiciosn na
. orr.ieio que fez ltimamente, om Indos os livros
da inuandado osorovou osla judiosa phrasovisto
era cnrreicaodol58. Reg Dantas.Couclue o F.xm.
hispo asna quena pelos abusos que lein pral'u-ado
i ninaadade, abusos que lem impossibilitaUn o re-
verendo parocho de exereer cm plena liberdado as
luncfes sagradas do seu raiuistono.
Senhor,'.a irfjiandndc do Sanlissimo Sacranienlo
ila matriz da rila do Cabo, conlm era seo sein pes-
soas jnui respeil.'rveis ; laes como magistrados, em-
progados pblicos, ^roprinUros, agricultores abas-
tados, advogaUoS, ole, ole, Uonire lodos os mais
iusiguilicaotessanosabai\n assignadns : cuinclaiil.i
hem comprchendem quo o din do urna irmandade
o todo christao, pelo que ainda nao deram un s
pasea quecompromcllesse a raui respeilarel asso-
ciacao qne teiu a honra de representar.
Kslesabuao deque (alia o Sr. hispo masca e\i-
liram, sao ancuas alguns vOs ilossa Magiuai-n.
que pesa feriar a spa, excessiva cob'n a, amado' do
uiiw kojyvcl calumnia, ja saliio os .legraos donni
11 ihnnal, para pedir a pona de unirlo -pava um sen
patrien) puiiugiie*. (Documento n. 2.1 !!!
A niesa regedota porsuado-sc, saiihor, que oslo
ponto da quena do S. Kxc. o Sr. bispo nina censu-
ra cruel, o justa aos dignos jui/.es de dirciUie
de capelln, cujos deveres o inleres.se pela igreja,
o pelo exenicio das sagradas [linceos de um minis-
tro do altar jjiuai* puderiaiu tolerar laes abusos,
uassimaHamam juslUicar-sedelles nada mais li-
nlwqiieacoheruii-seeoin abem eslalMdecida repu-
taos daquellos magistrados : entretanto a mesa re-
godora ipiorono levar a evidencia quo o Sr. liga-
no Jos.-I.iui Pemil-a de Queirnz.um dos dons nicos
motores doste alarme, que teni cliogado aos pala-
cios dos-Kxms. Srs. bispo e presidente da provin-
eia, lembra a hililidadc das quoixas que contra a
mosma irmaudade, oSr. vigario tem levado a pre-
seiien dos juizes da Cabo.
Se o Sr. vig.-uio, fcil como para incorrer no
(almo trrltiitonmmlivossi', qne allegar contra a
irmandade, cortamente nao havvria de acusa-la enm
algunas daquellas futilidades (documento n. 8).
I'.ra siinima, se a irmandnd.i fosse essa corporaciio
uisUlladu sera ordein, nem formalidado legal, equo
nni nbslanle a sua iiregularidade oonstrangisso
paracbo da fmgueaia, eaUcasso a religio dn lis-
iado com ossensrepelidos abusos, coumdizo Kxm.
hispo, o Sr. vieario eoliamente nao teria passado
polo saitioh do abandonar os seus rommodos, o
hir ao Kecife. indo ranegado ile faetos imagina-
rios, paraallligirno Enn. Sr. hispo : porquantu no
t'.alio inesraoenuontraria jiiizos qnu soubessea re-
primir abusos eprtnir culpados.
Seiihnr, a mesa rogedora da irmandade do San-
lissimo Sacramento da matriz da villa dol'.aho, enm
o qno acaba de expor, lra na persuaso de ter'dado
j comprimento ao disposln no despacho deV. S.
o assiin termina esta assev erando nc llcanaespe-
ranca de que o mullo digno Sr. Ilr. juiz de capellas
fnrlodn o possivel para quo a verdade dos fados
cliegno ao ennhecimento de S. Kxc. o Sr. bispo,
qne hem informado do ludo provavelmente far jus-
ra que.m a merecer.
Consistorio da igreja matriz do Sanlissimo Sacra-
uienlo da freguezia do Cabo aos 29 de Janeiro de
1859.lllin. Sr. l)r. juiz municipal e de capellas
deste lermo. Joaquim drPauta Pestaa drlaccrda.
O secretario tmindn de juiz interino..
CariME.D.H.
Manuel deSiqueira fiaralranli.
Thtsonreiro.
Joio Rnnn Ferreirq.
Ignacio Jos Machado.
loto Gomes Pereira.
Manoel Jos do Santa Anna o Araujo.
Julia Pereira Matloso.
COM HERCIO.
iiHii,
Diario de Pernambtico.Sexta fcira 11 de Marco de 1859.
no/. (Laial, I. S. Rabello
assucar branco
LisboaItrigue puiinj
& Kilho. ;i0 sanea
Lisboa l'alhahute | ortugue Mariao, diversos
carregadnros, 125 s ecos assucar bramo, 25 ditos
dito uinsi-avado.
LisboaPat.iehn port
ios Pereira Jaral
vado.
Lisboa Itrigue porlllgue.'
Juvencio da Silva,
ditos dito inasc.ivad
Porto Brigue leutifcucz l'.speranea
rara (Mero, Jos dos San-
sn sarcos assucar inasca-
r.nnslanlo, Joaquim
J>U saceos assucar blanco, -MI
los dito masra\ aoN
Polios d' \fricaitrig
A. Innns, 07 casen
LoandaPatacho pmi
Joaquim II. e Silva,
diversos crregador
cu e 70 dilas masca
CanalKsiiinu sueca
Itlt) saceos assucar i lascavadn
I.ivnrpnnl lan-a no.
450 naceos assucar
ciliraliarPatacho
C 2,750
Mellnrs &C.,!ll)W
RKl-.KBKIHJIU.V llt: II
DE l'l
Hendinionlo do da 1
dem do dia 10 .
Para o Rio de Janeiro.
O voleiro e hem conhecido patacho nacional Jii-
7io, pretendo seguir cmn milita brovhlade, tem par-
le de sr-0 corrogamoiiln prnmplo para o msln que
Ihe (alta trata-se rom u seu ronslgnalarin Autnim
l.uiz do fllvotra Azevodo, no seu escriploro ra
da Cruz n. 1.
GOLLFjGIO
Para a Baha.
diversos. proaeBac
guir al u iiii da prsenlo semana a
(,l!)'l Olavas de piala.
- portugnez cTriainphaiitea,
aguardontc, 25 ditos niel.
2ue/ < Tarujo 2." Manoel
io cascos agoardenfe.
liba de S. Miguell'al tcho portugus< SouzaS C>,
~0 barricas assucar hran-
ado.
a bordo ; para.o ^
sen consignatario rs
, no seu oscrip-
loban, lli'ury lirunn t C,,
f?!fSSdil^;.7^.?' '.C0,7,.f.s:,!car br,a'"'":.2'S'S '''" v,ll'-il:l''.....o Mohecida sumaca nacional Hntfnt,
ni melado dn son carregamenti
sin que Ihe falla, Irala-so cura n
Auloniu Lu/. doOlirnira Azeredi
lorio, na da Cruz n. 1.
Para o Rio Grande
do Sul,
segu rom milita browdade o brigue nacional
Hoque da i orci-ira, por j ler OOUS lercDS da carga
pmnipla : para o resto, Irala-se com a consignata-
rio, ra da Cruz n. 5i.
WaraiiSifio e Par.
Vai saln-no din I Ti do corrinte o pn-
llinbote Iji-asilciro Novae, para o resto
da carga c pasntgeiroS para os quaat tem <
excellentesciimmodoi trata-se com o ca-
p tiio na praoa do commcrcio oti com
Kduarilo II. WyatrJ ra do Trapchenu- <
mero 18.
J. Ryder & c.,
S. Brolbora
Liverpool llana iudleza l.oiiovieve-t, Soulhall
i Sapbo i
uascavadu.
riiona Helena >
SUCar branco.
ilgods
XOAS INTKBNAS GF.IAKS
IIWMIlliCO.
i a
19:59R$35I
!Hi0jU
, 20:558781
co.\sn.\ii)
Rendimenlu dn dia 1 i ')
dem do dia 11) .
Hiovimen
PROVINCIAL.
IV:96fil
4:19I$58U
118J571
to do porto.
Pa rio* n
llias Sandwich1 me
II". Hurgn, de 35"
W, Fishor, equipaJ
com azeile de pe ; ao
segUO para New
rodo* no dia 10.
i galera americana Charlea
toneladas, capitn Thumaz
om 31, carga 1,0110 harris
capitn, veiu refrescar
Odford.
Babialidias, palach > inglez Emily, de 115 tone-
ladas, capitn C. Ad md, oqoipagoui 9, em lastro;
' C.
is, sumaca lictipanliola Car-
capito Vicente Iticnuia,
stro : a Ara naga Brvan.
s, brigue porlugor. ieliro, de
5o C.uilherme Waddengtun,
tro ; a \iimruii Innns.
sumaca bespanbola Celia.
quipageiu
a James Crabln
Rio do Janeiro36
me, de 115 iniielad
equipagem 10, em 1
hin do Janeiro2 di,
373 tom-ladas, capi ,r
equipagem 11, em I.
Rio de Janeiro2h ilii
do 97 toneladas, ci >ilo G. Bertrn,
9, cm lastro ; a .Ara aga Bryan.
ufemos snliUts no mesino dia.
llostonpatacho aun ii-ano Laura: a rote.
lt. Ilarreman. carga
l'arahibahriguo ingl
o inesmo lastro. Su
Groeiiockhriguo in;
ni, com a mesina
Suspenden do lam
BSCRVACi:
oa
fidain.
9
1/2 dia
3dal.
0
Ciimiilus
Nimbus
nossa mmk do bou coxselho.
INSTALLADO NG RECIFE
lina i!o Hospicio i. i9,
don-
loza :
noveinkodeI8
DimXTORJOAOIIM BA!\B0SA lima.
sua
j 0
COMPANHIA BRASILEIRA
P40UETES A VAPOR.
U vapor Paran, cnmiuamlanle o capitn lenlo
Jos Leopoldo de Noronha Torroso i-spora-so dos
porios do sul em seguimcnlo aos do norte al o Uia
15 do rocronle.
Recebe-so desde jpassageims, (rete Ue dinh.-i-
ro o encommendas e engaja-sc a carga quo o va-
por poder cnndii/ir, sendo os rolnmes despachados
rom antecedencia al a vespera d<- sua rhegada :
agencia ra dn Trapicho ll. 10.
Desde 7 de Janeiro to corrodo anuo abri este estali.-lecimenlo suis portas a indos os ge-
nitores pais de familias que Ihe qnizereni ronllar a educaeo de seus lilhos.
Da ordem sob que marcha o Eorvii-o ueste collegio, de seus c.....modos, asseio e d
disciplina escusa-se n directorde fallar, por ser para isso o menos proprio : mas desde
snbjeila a inspcrio de lodasns possoasque lirerem real inleresse em ronbeee-lo, cert de ,'"
que au nllm iMinscioncio s nao escaparn as diligencias ezelo, eom que^mbiriona o director sa- fi
iisla/or asexiguucias do umaeducacan regular, a que lem din-ib. os seus. collegines,
Cadeiras de nixiim.
Punirinis i.f.ttbxs.Pelo metbodn Ci.iilhn. regida polo Sr. major Antonio Ignacio da Silva.
I.atiii.Prinioia (.nieira, regida pelo Sr.Juanuira B irges Ramoiro,
Segunda raih'ira, regida pelo Sr. Jos Nicacioda Silva.
I-iumi/ i im.i.i/.Pt'imeira cadeira, regida pelo director.
* Segunda cadeira, regida |k>Io Sr. Genrge Targuhar Hortianer.
Iim.iwo. Rgida pelo l)r. Francisco de A. Uoiilinbo Lima.
Vllemao.Regida peln Sr. Kranciaca los da Cunlia. %
'.: om i i-.i,llegida peln Sr. Dr. Vntonio Rgiilinda Silva.
lir.ouR.triuvRriiiL08oriiu.Regida peloSr. Dr. \. R. de Torres Bondeira.
Rhktoric.a e potica.Regida pelo Sr. Burgos Carneiro.
Dr.sKMio. Bebida polo Sr. Dr. J.J. de CarvalhoS. Varejo.
Mrsic.i.Regida pelo Sr. Manuel Vugusfo de Ifenexes Costa.
Mi-sica de piano.Regida pelo&. Joaquim Bernardo de Meiidomja,
Dwsi.Regida polo Sr. Manuel Kranci-co ile Sonsa Magalhai .
As condiccH's de entrada sao as mesmas consignadas nos eslaliilosdo collegio, que est
morc Uo quom OS qui/er ler.
I Agencia IJ porte.
\|| Claiiilino do Re, u Lima lira passaporle para
( o tora dn imperio, por i uiiimoda proco e presl
/|| na ra da l'raia. prinieiru andar. -13.
Vj^, Xingnem ar.i no^m in algnl sobre o .-ngeiiho
Di.imaiile da fie-1 e'ia de s. Lniinuoo, propriedade
do major Anfouii r^inrencoTavari s, pnisesleengo-
nl.....sl sugeiloa urna exocueaode inaisde 15:0093.
li-se dinheiro a priMiiiu sobre penbores on hy-
polheea : na ra do Crespo n. 19, primeiro andar,
das II s 3 da larde.
No me/, de fevereiro do corrate anno, appa-
receu mi engonlio Pintos o preto escravn, que d
cv t.i li.-iii-er ao Sr. Vicente Elias, morador no enge-
i j nbo Minas Noras; sen senhor o poder mandar
nao me responsabtliso pela fugado mes-
Compras.
Bompra-ae amtda d
20-5IH), ,. de 10g a 102-50 ; no
quinada roa de llorlas v.1.
ouro brasileira, de20j>a
patrn dn I arnm.
10 -ii.ivo, non: pela \ ida.
Sos Fernanda da Crus.
i i:i',.rei-e-so nina mobilia do raz de ainarellu
luaisnbjectos; ij-o-m qni/.or dirija-so a ra dolio-
ivelln u. s), que se dir ilBflm vendo.
i*'
capilo
Odrii, capilo Bruce, rom
pendn do Limarn.
'. Peerlen, capitn A. Mar-
i-arga que lioiiv- de Macei.
rao.
MLICDRIILUCICAS.
10 I1K AlliU.
"S
II cg.
rnilMOVIFIRO
25.5
2G.fi
2S.8
20.1
21.3
23.1
22.0
ni m.
756.8
766
7511.5
757
A noilc estove com grossos nevoeiros, vento SE'
ralo para o terral ojrefrescou, o ao amanhecer ron-
dn polo S.
Observatorio do hrsenal de marinha 10 Ue man o
de 1859.
Viesas Jnior.
D(3
elaracoes.
\tliniiiistr;|ro dos oslal
meiiHis de caridad:
adininislr.-icn goral dososlahelo-
ade cerliliram an autor do dons
orlos n.i jornal Ordem. assim co-
que em qnalqiier siluaeo, em
ein, uiiiica doixaro de promover
senipre concorroro para que
asdnai iios feilas aos mosruosdes-
ellecliva a resoluco da ssembla
Leiloes.
ai
LEILAO
i o
Se\la-leira 11 do crrante
ii;lo agente
SITEWI SANTO AMARO.
os
UM I IWI flil
.luso Joaquim Das Peruaildes, lilhos egen
ros, agradeecm a ludas as pessons que |hes
Qzoraiu n obsequio de acompanhar au ultimo
jazigooarestos mnrlnes desua presada espo-
sa, in.o i ~ igra, o Ihes rngaiii eniiipaiecam
na igreja da jinlem ler reir de S. Pranciseo,
loiya-feira 15 do corren I ... 7 horas da ina-
iiba.-i i.. 1,1 a mi-si ,',: setimu dia.
rrrcist-se de um caueirs <|iu> i<>-
l| ;i!ia wialiin4e padai-ia c<|iit> t limloi- a
9 sua conduela, pan una nadaria dcsla ci-
4L Me: qnpiii tMmr iioslas rirriimsl;m-
(l i ras dirija-sp a nm do '.mijpI t!pisil do
(% I nao oiiti-'oni boiiea t!o!Voio do kwcfl irea.
AosBrasileiros e Portu-
guezes.
Hdame Srhron lem a honra de prevenir os se-
nhoresseiis treguezes, que j se honraran! da sua
presenca durante a sua residencia em Pars, quo
ella se DUidoil Ua sua casa da ra fonbourg Poison-
....."' n. 71. para nm magnifico hotelmuito espaco-
so o milito amajado, de nma elegancia eiccptioual.
" quaiios mobilhados unVrecem Indas as com-
pelas
A saboaria da ra Impe-
rial compra sebo em rama
a 9-s' a arroba a dinheiro
vista: a tratar com o seu
administrador.
Cnmpra-se no armazn) do maloriaos, na ru
da Cada de Sanio Aulonio n. 17, chumbo vellm.
Cumprao iimoilasde Jtlg : na loja da ra
! do Queimado n. tl.

Vendas.
a
Nesle eslabelocinn-nlo lia as meDlores acommodaees para se*traarem doenles de quahnur catn-
gona e sexo. l
Adiara menor he de2J5(in, devendn o pagamento ser feilo por qninzenas adiantos
llavera o niaiorzeloeeiiiponlin no iralauunlo dos doenles os,niaos sern visitados polo men
las vezos por Uia pelos mdicos proprietarios Un oslabelorimenlo.
O referido agiuilo vender por
porleiicer no ilia cima designado t
da inanha h porta do armazeui do
fronte da altandega
200 caixas com passas.
oula
pi-la
Sr.
qiiem
I 10 h.u-as
\niies de-
Avisos diversos.
PRACA m RECIPE 9 DE MARCO DE 1859.
AS TRES HORAS DA TARDE.
Cnlai iies ofBciaes.
l-'reto de um porto de fura 37/6 o 5 O'O para o
Canal.
nlo de tetra9 0 I) ao anuo.
Ai-rnr-s'doTUnoo nio18 0,' de premio enm di-
videndo.
Di 10.
C a ni 0io sobre Lon U ros25 3 4 90 d 'v.
liesconUi* letras9 e 10 0 0 aq arino.
Pred. Rohilliard, presidente.
V. Borges, secretario.
AI.FAISDP.GA.
Rendimenlu do dia 1 a 9 .
dem dudiall......
145:727s":!n7
14:67 i S13
loO:39S$72l
Os monihros d.
cimentes do cari
c.iuimuni.ados ir
mo an do Liberal
q.....-lio- se achal
o bein dos desval
sejaui arrocadad.1
validos, e se fa1
goral legislativa V-tS Ue ouliibrn de 1831.
Ulo'irca de regni.
Tnspocruo.
No Uia 12 do (orrenle s 1*1 horas da inanha ha
inspe.-ran Ue sai de, na casa da secretaria Un enla-
mando superior Secrelaria do c.immaudo superior
dn Rccife ni Ue narco Ue 1859.u secretario, Fir-
MMO Jos de til reir.
Iiis;i-,-i-.l ,1 ai-,;-n:il d m-.iriiihn
Tomn de seij pusla era arremata, n, conforme
or(l.....>u o Exml presidente da provincia, a oxecuio
.le reparos noc.jssario nos edificios Uo I.a/.arelo'du
Pina, conreraeflos a podreiro, carapina, pilor, etc.,
convida o Illn. Sr. inspector aos que queiram iu-
.iiinlur-se distn f aprosenlarem-so no dia 16 dn
crrenle mez.lpclas U huras da inanha, em que
lora lugar tal hrremalaon : sondo que antes, para
mclhor conholinientn desses reparos, poderaover
011 consullnrj a respectiva desc ripean minuciosa
com cio hm lacha-so patento oh franca, na secreta-
ria desta iiisijocou, em lodos os das utois desde
as 9 horas dj manha s 3 Ua larde.
o arsenal de marinha de Pernambuco
de 1859.O secretario,
Atexandre Itndriaues dnx Anjo*.
irln tus obras milit.-iri-s.
O'iein qni er turnar de ompreitada o encanamen-
tn d'agiio pu n\ol desde a caiva d'agua al o hospi-
tal rgimen al, e bein assim alguns reparos m
Briini. ospr tenUenlescninparoeam nestadirectora.
C iselli adminislrativtt.
O consoll i administrativo, para fomecimenlo do
arsenal Ue f uerra, tem Ue compraros obiertos se-
g iiinios:
Pa a o S. balalhao de. infantera.
Espadas nm haiuhas de .un Uo uniforuie de in-
lantonaS: etins de couro de lustre eom ferragens
!; cananas de courode lustro com fer-
miforine 2 ; fiadores do uniforme 2
bronceadas do uniformes ; bandeira
nacional co n baste, capa do briui e dita Ue oleado 1.
Pan aprendi do ilha de Fernando.
e pues, rasaos 12 : estojo pequeo de
ortalel 1 : escarificador 1 ; escariadei-
jarra Ue barro, pequea 1 ; lan-
a (i lancetas I : ournoes de louqa
luspecoo j
em l de md
iliret-l
Descarregam hoje 11 de marco.
Patacho inglezMedeaferro e carvo*
PalacnosnecoRoketonUormentes.
Rrigue inglezn. Joaoferro c carvo.
Patacho americano John C. Retlor farinha de
U-igo.
IlarraamerianaTlyeug Clou.lidem.
Patacho nacionalJuliodiversos gneros.
M0VIME1T0 DA Al.r \NDKGA.
Vuliimes entrados com faiendas .
eom gneros .
do iiniform.
ragnns do
charlateira
Chicaras
cinirgia,
ras do lal.L 10
ecleiro en n 4
No atorro da Roa-Vista, casa n- 19, ensina-.se
os preparatorios nceessarins para a academia. Os
esliideiiles. quo quiz.-rein frequeiilar, pagarn 10
inonsaos por cada mu dos preparatorios, que estn-
darem. I-. de erara ensiao para aquelles, que nao
podorem sabdazeresla mensalidade. Assecura-se
o fructo d.i onsiiio: os profossores preeneheraoos
seus deveros cun loila dodicaein.
Precisa-so de una ama para o servir de nina
casa de poma familia : a Indar na ra dos Pescado-
res D.&
Fugio oin .lias do mea de fevereirn um mua-
lo de nnuio Joaquim, de (0 anuos do idade, pnuen
aIJ i.....leos, com os signaos seguimos : haivn
reiroes grosseiras, lom falla de denles a fronte]
cabellos car.i|unhns .; alguns blancos, pouca barba
lovou colea e camisa de olgodn rsrado, chapeo d
fellro j bstanle velho, cujo escravn foidoSr. Dr
.a.iiu. o da Sra. II. Auna Piros: j estovo em 1.1-
UiOeiro, tem por custuine fazer oslas fugas o refu-
Mai-se pela cidado: rocnmmoiida-so la autoridades
uoliciaes o capos do campo son pogarem, lva-
lo a casa dn Adriano & Castro, ra Uo Crespo n. l
aoude se gratificar.
Preriso-se alugar um sobrado de um andar na
ra do Trapicho ou em outro qualquor lugar fresco
apossoaquo livor qu.ira ani......liar ou dirigir-sc
a.a-a de C. J. Astleje; C.', a halar com C. |.c-
Uebur.
Ama de leite.
Ka ra da Cadeia do Recifo n. 25 loja, preeisa-se
Ue unid ama de leite, adverte-se que so nata .- pa-
ga-so hem.
Alujase um sobrado a margem
do ro Capibarbe, na estrada de ponte
de Uchoa : a fallar na ra da Aurora
n. 26.
ltogfccc ao Sr. chrisluvo de Santiago do N'as-
cmi.iilo, que lenha a bondade de vir ra dos Mar-
ivnns n. 3b, taberna, ailm Uo tratar Ue negocio que
nau ignora. ^^
:v
Volnmes sahidns com fazendas
cniu gneros
106
Toti
218
401
019
Importado.
Escuna nacional Esmeralda, viuda da Baha, con-
signada a Antonio l.uiz de Olivcira Azovedo, iiiaui-
l slou o seguile :
10 pipas fiiinn muido ; a Meurnii f C.
1 caia corles de entintes; a Soulhall Mellors.
i caiioteg rliarutos : a Antonio l.uiz de olivcira
V/.eoda.
5 barricas faripha do mandica ; a Miguel Antonio
da Cusa e Silva.
1U0 barricas, genebra, 310 remos de faia, 50 far-
dos ramio, 24 saceos lio de algodfin, 1 r.aiu ima-
:- ni, 4 du/.iasdu taboasilo Jacaranda, 2 1/2 dilas de
praqr.bues de dilo, 40 fardos fumo, 22 caixoes, l
uacfltos c lfl caiiiphas charulos, 4 poures azeile
de pnlhia ; a ordem de diversos.
Patacho nacional Jlit viudo Uo Rio de Janeiro,
cnusignado a Antonio l.ui/. Uo Olivcira Azevedo,
m.inifeslou o seguinle :
200 barricas farinha de trigo, 50 dilas cerveja, 200
-..ecos areb, 200 ditos farinha U.i mandioca, 357
unos feijio. 3liditos caf, 500caixas sahao, 1 dita
rjp, 1 caiio chapos ; a ordem de diversos.
Patacho americuno John C. keftrr, \ inUo de Ri-
'hraouU, consignado a 11, Punten t C., manifes-
to.i .i wguite .
2,218 barricas e JOO lucias farinha de irigo, 50
canas cha; un uiesmos.
CONSULADO GERAL.
R.uidimenlo do dia 1 a 9 .
dem do da 10......
com lampa (i ; Iravesseiros de brim lo caixa com-
pleta pan opera, o do hydrucle 1 ; vidros para
ventnsasl ; chinelas Ue .-ouro cr rasas 25 col-
chos de i rini 10 : ligellas Ue f.dha 30.
Paran oriniento donarmazens do almoxa-
rifadn.
Dren, ai abas 5 ; pregos ripeas da ierra, milhci-
ros 10 ; o iroias, macis 20 ; telhas de barro, mi-
IheirosM ,
(Juem f lizer vender laes objoctos aprsenlo as
suas nrop islas em carta fechada na secretaria iU
consolho .1 10 horas da manha do dia 1 do corron-
te mea.
Salada- scssfies dncnuselhn a.lininislralivo para
fornecime lio .1 arsenal de gea 7 de marro de
1859.lie Uo Jos Lumen.'ia Lint, coronel presiden-
!"Fran titeo Joiu/uim Pereira Lobo, vogal.secre-
tario
Frederioo Lemcke,
M I'nOFESSOR DE PIANO F. CANTO
*; Hilado Sol i.1$.
Precisa-sede una ama deleite tona nucap-
tiva, par nma casa eslrangoira, noseolha a prern:
na ra do Trapiche Novo n. 12. Precisa-se laiubem
'- um tiro!.i para pagein ou sen-ico de casa.
oga-sea todas as pe.-si,.i^ que se jiiU:k|
garoni rredoras do fallecido Prancis.-n de ffi
Paula Santos queiram apresentar suas
cuntas al o Uia 20 Uo correlo an Sr. Thn-
mazUe Parias nu a Antonio Caldino de A.
Mares na ra da matriz da Boa-Vista u.
'- segundo andar, aflm Ue serem verifica-
dos, o dessa dala em diante nao aerao al-
lendidas por essas mesmaS pe.-
Pn-eisa-.e de una pessoa com bastante pra-
lica .- hahiliiaee- em negocio de ferragens : quexr.
osliver nesso raso dirija-se a ra da Cadeia do Re-
cito n. |8, primeiro andar que achara lunu .iin-iii
Iralar.
I iu moco de boa conduela desoja alugar, ein
Sanio Antonio ou Boa-Vista, .un sala,,' ,,,. quarto in-
dopeiiilenlo, em casa d familia honesta : fazendo-se
algiim inleresse no caso de Ihe .larein cniiida :
[nem quizeralugar pude dirigir-se a osla Ivpogra-
phia em carta fechada com as iniciaos A. S. P. I.,
para informaces na ra Novan. 3 i.
Na noilc do .lia 3 do corrnnle desapparcecu da
Estrada Nova, junio ao sobrado granUo. uui qnferlo
eastanho, naf.-gn Ue un quarto. com marca Un pei-
loral, cangalha e saceos, o qual de Joaquim do lie-
go Ranos Pessoa, proprietario doeugenho Novo Coi-
la, Irogiiozia da Luz, que gralilicar generosamente
a quom o livor rocolhido, o ferro exprime onomedo
dono.
Precisa-se dedous eonloseqnitthentos mil rs.
a juros, i-ni hvpilhoca sub.' nina asa nesla praca ;
quem quizer fazer tal negocio, annunoio, ou dirja-
se a ra do Vigario n. 10, loja.
Ainda continua fgido o pardinhn Adolpho,
escravn dn Sr. Dr. .Manoel Joaquim Carneiro da Cu-
aba, o Uosconfia-so que lenha sabido para o mallo,
em procura da mai, uno se a.-ha de presente em Rio
l'oriinisii: pedo-ee portanto s autoridades policiaes
a captura do referido pardubo, e d-se generosa
graiilnaiu a quom o presentara s.-u senhor, em
Oliuda, ou nosla ciUailo au Sr. Mello Reg, lia ilha
dos Ralos.
l'aiiicipa-se an rospeilavol publico, que for-
nece-se comidas com arrioC presteza, o se ene,u-
rega Uo lavare oiigonimar : na roa dn Malln, casa
nova [unto do Sr. Basto* Na mesma precisa-se
alugar una boa eozinheira e nina engoinma.h ira,
prolerindu-se captiva.
Snca-se para o Porto e Lisboa : na
ra da Cruz n. 10, escriptotio de Car-
valho Nofftieira & C.
O abano assignado lom jnsto com oSr. Cus-
todio Manoel de Hagalhacs, a compra de sua luja
de i.abado cita na ra do l.ivrainenlo n. 19, quom
se julgar com direito ni. sma, reclame no prazo
de -'I das.
Recife 7 de marco Ue 1S59-Aureliano Lsis
Alces.
Os Srs. credores da massa fallida
de Ricardo Royli, sao convidados a man-
darem receber o terceiro e ultimo divi-
dendo da mesma massa, na ra da Ca-
deia do Kecife n. oi.Us administra-
dores
Lupe
terco
Precisa-sede urna ama qne compre e coziuhc
na rila Nina n. 35.
Aluga-so nina graiuh casa nova, propria (.ara
familia luur.u, ni tiliinla no Varailnuru a piiiueira
casa terrea no desembarque : quom quizer gozar des-
la pxcelleuto morada, entonda-is rom son proprie-
tario un Recife, ra da Moeda, armazcm n. a.
rouciano l.uureihu da Silva, rdira-se para a
Europa, a tratar de sua saude, deisando por si us
procuradores aos Srs. Antonio Doiningucs de Al-
inoi.la Poras, e seu socio o Sr. Joauuim Goacalves
Salgado.
Joaquim Prancjfco da silva Jnior, subdito
portugnez vai a Portugal udeixa por seos preeiira-
s em primeiro logaran Sr. Bernardinoda Silva
s. em segundo so Sr. Jos Nones dePaula, em
nu ao Sr. Manuel Jos do Nascimento e Silva.
Folhinhas para 1839.
Acham-sea venda na livraria n. 6 e 8 da praca
da Independencia, as foDiinhas dn anno de 1859,
para as proi incias de Pernambuco, Cear, Rio (rau-
do do Norte .- Alagoas, das segaintes qualidades i
rolhinha do priprielario agrcola contendo
lempas materias do costume, as bis ,
n enlmenlos das torras puhli-as ilutadas
COm Indos ns a\ sos O unleiis que as lem ev-
plicado o ampliado al o inoz Ue selomhrn ul-
luno, peln Sr, Dr. Antonio Vasconcellus Mc-
nezes de Drummond : osla folhinlia he es-
soiicialmenlo nerossnria a Indas us pessuas
quepossuem um palmo de torra para mais,
jiois com olla esln habilitados para nao ca-
hiroin em mullas .- nao seren illndidos, proco 500
rolhinha de porta ris........". K;o
l-'olhiiilia ecclosiaslica un de rosa feila peloRvd.
Sr. e. neg poiiilonciarin Ua S do Oliuda. se-
guiidu a rubrica o ordena da Sania S, res. 400
L. PIECH,
Dono do reslaiinint franecz,
na ra d.i Trapicho ii. 20, lem a honra do prevenir
ao rospeilavol publico .- aos seus (reguezes em par-
ticular, que Un l."de man n era dianb- o seu esta-
bele-imenio ser transferido para i mesma ra n.
12, sobo mime do lintel iV- Restanrant da Europa
o continuar como sompro a fazer encommendas
para tora. 0 restanrfen catar aherlo das 8 huras
da manha fis 10 da noito, e as pessoas que o qui-
zerem honrar sern servidas com todo .. disvello .-
cnnsiUoraco acoslnmados ; no inesmo hotel existe
nm cale a guaina dos melhores de Pars, com b-
Ibar e jogo do bagatotla. o dono deste estabeleci-
m.i Hilados, desojando por suas grandezas,
-uas lmas dislrilieieos o u confortavd.
lia nm magnifico salan, grande sala de janlar.
i ouimodns para os viajantes, feita a moda brasileira
peii'eilaiiioni.- servida, -ala de banhos o carroagens
sempre promptas a disposicao dos viajantes.
I..ti-esiahelei-inieiilo se re.-iiinmoiuia s familias
Itr.isil.-irase Pi.rlugiiezas pela fai-iliiiade que ellas
achaiu para se facer coniprohoiiilor. visto que o
dono Uo hotel e as pessoas empregadas ao serrieo
lallam portiigucz, e principalmente pelos cuidados
liarliciilares que podero ser preciso as possoasdo-
enles nu incommodadas, um dos melhores doutoros
de Pars, ompregndo ueste estabeleeinicnto. Em-
Hm nos podemos aancar snsHonhnres estrangnros
que riles adiarn em sua rasa indas ascommodida-
desreunidas as a; proracoesquenoseacham ordi-
nariamente noscsiabclecimenlos desle genero.
i servir se bu com muita limpeza exactdo,
por proi-n mnito moderado.
li. Anua .1...iquiia Teiveira da Molla Cavalcan-
i. anemia ,. seu engenho Novo no termo de (gua-
rassn : quem o pretende/, dirija-se ao sen siiiu
Outeirn, eucravado entre ierras do mesrao enge-
nho, ...i ua villa de tguaraasa, ra da Matriz, .asa
ii. J. a Iralar n.in o filho da proprielaria, que
Jos 1 eiMira da Motta Cavalcanli.
Adia-se justo e rnntralado o sobrado de Ha-1
noel Coelho, na roa IHreita u. 121 : quem > julgar I
com direito ao mesmo, queira annuncr.
Precisa-se do urna ama que lenha hnin leite,
paga-so 1,,-di: ,,,, |., Ja nl/ u Hecile n. 23, se-
gundo andar.
Jos Joaquim Di.-is Pernandea < Pifcos inu-
daram sen esrriptorioda ra da Cadeia paran largo
da tssembla, primqiro andar da casan, lo.
l'rceisa-se de nina ama para enzinhar em
oa.-a de r.ipa/essolloiros : quom nrelenoer, dirija-
se ao terceiro andar da casa n. 28 Ua na larga Un
Rosario.
Precisa-se do Porte Un Mallos, mu dn Burgos.
H Na ra do Crespo, primeiro andar n. 19, loma-
se fregiiezia para lavar .- engommar para fura,
sendo peln proco seguate : camisa lavada e cn-
gnmmada a 120 rs., paira dito dito a 101.....lete
dilo dito a 120, paletol dito dito a 320.
AMA DE LEITE til SECCA.
L'ma mulber branca de nona coslumes oflerece-
so para ,,ina de huineiu soltciro, 011 mesmo para
criar, lem bom lele, e nao (cm filho : a iralar na
ra Imperial na casada Yaya n. 32.
Ama.
Precisa-SO do urna ama para casa de bornea sol-
leiro par comprar ecozinhar: no aterro da Roa-
\ isla, loja ii. 82.
Aluga-se um prclo rozinlieim : quem o pre-
len.ler, dirija-so a ra do Calinga, loja n. 2.
Jos Joaquim Gonralves Bastos, na sua au-
sencia pan a Europa, oeixa encarregados de seus
negocios, em primeiro lugar aa Illm. Sr. Ha......I
Ribeiro de Carralho, om segundo ao nim. Sr. v-
ilriaiioAiigiislu de Almeida, o om terceiro aos Srs.
Cues i Castos.
3IPArVfiIIA
Na ru* daCadeia n. 88, defronte da relacn,
ha para vender bizas hamburguesas em percas .
a relalhou lainbcni sealugam pof preeo enmasado.
Superior cal de Lisboa para fabrico de assu-
car, oa aniuros iniiilo bein fcitoS que servem para
Condueo de agurdenle e por proco cninmodo : na
ra Ua Cadeia n. 28, defroulo Ua rela.-Uo.
Vendem-Se H booilos oscravns'vindos do nor-
le, entre .-ses ha 1 carapina, 1 forreiro, 1 enzi-
nheiroe l barbeiru, una linda iiiulaiinha coui uin.i
Cria do 3 me/.es, Unas muleras Uo l aunas, uui.i
negrinha do 10 anuos, nina negra oiigomma-
doira de 2i annos .- nma dita quilandeira ludo por
procos ra/naveis : na ra Hireila n. 60. _____
,, .;':.. .n'-'"rrjrrr,
Hechegadaa nova factura Ue camisas in-
glezos superiores de pregas largas c estrenas
los os tamaahos bqa da ra do Quet-'g
iiiadnn. 10. Uo t.oiieA Corteia.
i'ntoiiin l.uiz ib-iilivou-a Azevedo tem para
vender :
Jacaranda superior.
Farinha de mandioca em sanas grande?.
Colla da Babia de le _" qualidade.
l-'io de nlgudo Ua Rabia.
Na taberna da estrella Uo palen Uo Paraizo
rontinua-se a vender arroz pilado do Maranho a
80 rs. a libra e forjan amarclto de Lisboa a 1^000 a
cuia.
LinlmRoriz Trelo esoma.
Na roa do Torres, escriploro de iluilborme. Car-
ralho >\- C.
Vi-mlo-se nma linda e perfeila milalinha cnni
idadede lGannns, c rom algumas habilidades : na
ra da Colicoli n u. 4, Uas S horas da manha em
ranto,
Gandiciros de gaz.
26.
BMlDOfilBBUyMI.
Vend-ni-se can.lieims de gaz, proprios para ci-
ma de mesas de salas ; estes candieiros tornam-c
lecuiiiiueii.lai os pola limpeza o boa luz. assim co-
mo uniros mais pequeos, proprios para lioiueiu
sulloirn. poissan mais econmicos Uo que velas, o
mclhor luz: quemes i ir nao dciiara de comprar,
o us procos sao cniumodos
na nadara
migos, no dia i do crrenle, n protn Alexandre,
representa ler 31 anuos de idaUe, alio, secco do
c.irpo, punca barba, levou vestida .aba de algo-
duzhihu e camisa Ue riscadinho ; reriimpensa-sc
-'-
lili
I visos martimos.
Segu i
patacho p
cha, rece
Josv dos
Jos ilnrq
37:521$05
8:2198091
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendipienln do dia 1 a 9
dem do da 10.....
45:74Qt496
21
Para Lisboa.
iprelorivelmonlo no Uia 20 do correnle
liugiiez Jaren, novo o de primeira mar-
o algiinia raiga arele: para Iralar cum
autos Pereira Jardim, ou coa o capilo
es Coelho Sobrinho.
:-!"
sern
ssons.
Azevedo
No dia 20 de fevereiro prximo passa
giu n escravn cabra Manoel, cuulic. Ido pi
Caelano, enm ns signaos seguinles : pode ter Si
annns Ue idade, grosso do corpo, altura regular.
eOr clara, cabellos carapinhados, anda sempru can-
laudo e elogiando, levou chapeo de baetinha branca
j usada, camisa de algnUaozinlio c calca de risca-
dinho jA usado : fui Ua provincia Uo Cear Ue Aulo-
nio Tollos de Meno/es, viudo para ser vendido no
Recife an Sr. Cunalo Jos Alfonso, por isso que so
supo ler ido para o Recife ou para o serian assim
roga-se aos .-apilaos de campo c As autoridades, que
doli tivor noticia de o appreliendor o sor entregue
ao engenho Telh.i, freguSia de Serinhaem a Tlm-
nie Joaquim deliveira
Mudanca de escriploro
Braga A Antones mu.laram usen eseripnrio da
ra da Madre do Heos para a ruado Vigario n. II,
primeiro andar.
Educanlo
i ma senhora hnnesta c do coslumes moralisados
DENTISTA FRANCEZ.
Pardo Gaignoux, dentista, ra das La-
rangeiras 15. Na mesma tasa ten agua e
p denlitico.
lilil!
: j

a quom o pegar ou delle der noticia no escriploro
ila na Ua Cruz n. i, de Auloniu Luiz. de liveira ] ^
r&&|0Hi de comaiissao de es-
(tavos na nm brea do
Rosario n. 22, serado
os senhores de en-
gentos.
Acaba de .hogar unft furja portal1 rom Indos o
pe i.ii .-, iiocessarios para Irabalbar de ferreim,
montada sobre rodas, oda mais solida ooBsIrucciu:
osla furia ulilissima para ongoiilios por poder ser
c.ndiizida fcilmente para qualquor lugar mulo se
pnciso Uo um concert, o polas ptimas ferramen-
i|iio enmpe o .-ou indo do grande perfeie
Para o Porto
vai sabir com brevidaUc a barca pnrluguez Flor da
ilaia ': qu -m quizerrarregar ou ir |dc paasagem,
dirija-se
rin de Man
un Ua Cadeia Uo Recife n7 38, escripto-
Lel Joaquim Ramos e Silva.
Para Lisboa.
Sahira na da 21 Jo corren te mez o
brijjiie p( t-tiijjuc/. La a, por ter osen car-
regamenio quasi completo ; piern nelle
la-de de urna ama para comprar, cozi-
zinnar e engoinmarpara urna senhora, preerindo-
se parda ou prola de idade quem quizer dirija-se
a ra das Aguas-VorUes n. 26. Uefronle do nitn do
S. Pedro.
Roga-se an Sr. Ignacio Anlonio l'ernandes,
nudo da Rabia, do mandar enlrcgar una encom-
meiida que tsnuae para Guimares & Oliveira.na roa
Uo Lollegio n. 20, ou annunciar sua morada para se
procurar.
Precisa-se para urna casa estrangeira de nma
mulaUiha de 12 a 10 annos, ra do Trapiche Novo
O escrivo interino da irmandade de N. S da
Sotodade da freguezia da Roa-vista, por ordem d..
Illm. Sr. juiz, manda convidar a lodosos uosda
mesma. Unto ns .1.......sa como todos os mais. para
urna mesa conjunta, cuja reuuio lera lagarnndo-
mingo 13 do coneiilo. polas 81/2 huras da inanha
IUJ cnisisliniu da mesma groja, aliui de s. tratar
de approvaco de i-onias e outrns muitosnegocios
lendentes dita irmandade. Espera que nao bllem
a urna lal reunan p.uquc he urgente. Recife 1(1 de
uiyrode 109.
Precisa-se de urna ama que saiha cozinhar e
engommar para casa de pouca familia no Passoio
Publico, luja n. 11.
Desappareceii honleni do hoco de S. Pedro,
un rafalla rodado escuro, pequeo, ua tosa te
sigual de branco, lom albos feios, levou cangalha,
ede ]neg, as inquirideiras sao de imhira verme-
Iba, tem andar por tora, crinas grandes, .-ni grao
lem o ferro JMC : quem delle de* noticia, pdc di-
rigir-sc i ra Hireila n. 1 {, ou ao engenho Coras,
freguezia du SeCCO, que ser generosamente recom-
pensado.
Na noito do Uia 8 pordeu-se nma eabcllcira
de cachos, do Manguinlio al a Trompe'. quem a
ach.ni queira eulregar na ra dos Marlvrins n. 32,
que receher 5} de gralillracao.
\rrenda-se um sitio om Sanl'Aiina : a Iralar
na ra Un llangel n. 50.
quizer ca
i -
2:
DF.SPAr.HOS 0P. ECTORTACAO PELA MESA D
C0NSULA1H) DKST.V P.tbAt)E N(l DI V 10
IIK MAR^U "Ii 5.
Philadelphia Barca americana Cordelina, Ma-
ilious Ausiin lt C, 446 rourossalgados
regar o resto que lue falta ou
r de pas agem para o que tem exceden-
tes comn idos, dirijam-sc ao capitao na
praca do commercio ou aos seus con-
signataru s Francisco Severiano Rabello
& Filho i o largo da Ai semblen.
Arnenty,
Segu nes es das o hiale Corre.io do Xorlr, rece-
be carga e pi ssageiros ; a Iralar com Caelann Cv-
riaco da ('.. 1 ., no lado do Corpo Santo n. 25, pri-
meiro anda
Para o Porlo, a baica portuguesa Sania Cruz
vai sahir im relerivelmenle no Uia 31 Un correnle
marco ; as p issoas que na mesma quizernm carre-
gar nu irde
&
Nesla casa recehem-se escravos para serem ven-
didos por eninmissu por cuita deseos sentares,
aiiani-a-so u bom Iraiamento o a prompta renda,
aflm ib- ns denos nao soflrerem empale nan a ven-
da dos meamos ; nesla mesma i isa lia sempre [.ara
vender escravos para engenho......leones e negros
GASA UE SALDE.
Eslabilpcida om Londres
i&i? si mu.
CAPITAL
Cinco milttocs ile \iovas
esterlinas.
Sannders Rrol lersi C.alom honra Ue informar
aes Srs. negociantes, prnprielarios de casas, e a
quem maje ronvier, que esto plenameote autorisa-
Uos pela Uiin cimpaiihia para eftertuar seguros so-
bre editictos de Ujolo epodra, coberloa do i.-lha o
igualmente sobro os nbjectos quo conliverem os m.-s-
moseiliiicios. qiior.niisisia em mobilia nu em fazen-
Uas Ue qnalquerqualidade.
la
InrnanUo-se ndispensarel om um "engenho : us qno
a prelenderem,podem evainua-la na loja de l.-rra-
gens de \ ianna \ Cuiniares, ra da Cadeia dn
Recife n. 51), .nido lambem enrnulrarn completo
ortimento de rnrhadas e uniros instrumentos de
agruullnrao fenagens. e miudezas em todo gene-
ro, por procos cniumodos.
A
9MA
O Ilr. Ignacio Firmo Xavi
er, proprietario Ua a-
one sabe hem ler, esorever, contar, coser, la\ rar | |Sa e acreditada casa Ue saude sita SO malo
Uclahyrintho, bordar e OntrOS trabalhns de agu- '
Uia, ollercce-se para ominar meninas om casa do
familia em algum engenho nu nutro qualquor lugar
fura da cidado : quem de sou presumo quizer uli-
lisar-se dirija-se ra Augusta n. 19.
Lma pessoa habilitada propoe-se a cobrar di-
vidas lano no mato curan nesla praca, para o qne
U liaUor : quem Ue seu preslimo se qui/er utilisar
dirija-se i ra do Cahug n. II, que achara com
quem Iralar. *
(i major Antonio da Silva Gusnin declara,
que uo se responsahilisa d'ora em Uianteporcousa
algunia que em s -u nome venderem ou rompra-
rcm, seja qual f.ira pessoa, excepto o sen procura-
dor, que est competentemente aulorisa ln : nutro
sim declara, que quom com elle tiver coulas, as a-
piosenlo at ao fin Uo correnle mez.ao sobrcdilo son
rada da passngcni da Magdalena, entre a ponto gran-
de .- a pequea do Chora-menhio, e na mesma re-
sidente, tem disposto ns melhores commodos para
receber qualquor [icssoa oiiforma, o aehandn-se o
seu oslabele.-imentu lias mais (gradareis eundices
hygienieas: cnnlinAa a ofTerecerosseus serviros*, af-
liaiieandu i. inelhiir Iralaineiiln o o mainr zelo no
curativo das molestias. Omesmndootor, tem d..-s-
linado urna sala para partos, cuja ulilidade he in-
conteslavel.
sao nuBamuaos nv clnica
Operacoes.O Illm. Sr. Jos FrancU.n Pinto Gui-
maraos, cirurgin dn tirando llmpii.il de Carida-
de, cuja pericia he bom ennhecida.
Medico consultante.O Illm. Sr. Cnmmendador Dr.
Jos Joaquim de Muraos Sarniento.
Parios.O Illm. Sr. Ilr. Silvio farquinio Villas-
lias.
Palhologia dulrina.0 proprietario do estabel.-ci-
mento.
A diaria ser de 3$000 e 2-5000, conforme a gravi-
dado c duraoan da molestia.
As pessoas que qnizerem um iralamenlo dislncto,
pagarn na razu Ua despeza que tizerem.
Ama.
assagem.para o que lom bnns commn-
dos, dirijam- aos consignalarios Thnmaz de Aqui-
no Fonseca d Filho na ra do Vigario n. 19, primei-
rn andar, ou to capilo na praca.
n m
Pn'cisa-se de urna ama para casa do homoin snl-
teiro : na ra do QueimadO n. 40, loja.
Precisa-se alugar um p n>tn robusto proprio
para o servioodiario de nina casa ; d-so comida e
rouiia, o paga-.-o bom : a Iralar na ra Ua Cnllogio
n. S, armazem.
Precisa-se ue urna eozinheira : na ra Uo Tra-
piche n, 8.
Ao publico e ao corpo do com-
jiircio especialmente.
0 haeharrl abaiin assignailn noreco os seus sor-
vinos de advogado cniu ambas as instancias no <-
rel, .-rimo e commercio. Fspnra sor procurado, af-
firmando que lomar o manir inleresse pelas mi-
sas, que Ihe fnrem confiadas : pode ser procurado
no primeiro andar do sobrado novo n. 4 da na do
Cnltegio onde mora, a qualquor hora Francisco
luiz Crrela de Andrade da Silva.
procurador, jiara depois do examinadas seren pa-
gas, tieiije do iiiarcn de 185KCom proenraro
de Antonio da Silva (smo, Manoel Florencio vi-
ves Ue Molaos
No da $ do correnle, sahindo da casa do sou
senhor da ra do Kosari da Boa-Vista, as6 1/1 bn-1
ras da lardo a fazer coniinas, um moleque de nome
Man,mano, com idade d.> 13 a 1 i anuos, cor algiima Operacoes, sanguesngas, conferencias sern
cousa fula ; levando calco e jaqnela de riscado de parte da diaria.
quadros. muito vivo, e Uo prsenle lem urna pe-; Paasagem Ua Magdalena 22 de dezembrn delK58.
quena ferida nu lieicode baixo : roga-so a qualquor i ',r- Ljnacin Firn.n Xarier.
Precisa-so Ue Unas miilheres, sendo urna pa-
pessoa da polica, ou capilo decampo, que u pe-
gue m o Icveiu nesla eidnde ao Sr. Ilenrique Jorges
de Brilo e Araujo, o no Cabo ao escrivo de urphaos.
(i moleque anda mesmo nesla ridldo com outrus
moloques, e ser rocoiiip.-usaUo quem o pegar.
CARROS FNEBRES.
administrador da cocheira de carros fnebres,
uia em um armazem pertcnceute ao convento de
S. Francisco, confronto a casa do Illm. Sr. Ilr. Sar-
ment, faz scienle aos seus amigos o an publico,
queso acha ocamente no desempenho de sen lu-
gar, encarregaudo-se de qualquer enterro com de-
dicacao e zelo, sem que para isso preciso a parle dar
o menor pasan; assim rumo lambem se encarrega
de mandar fazer Ollicios solemne no setimu .lia,
apresenlando todo o necessario a tnes actos, para
que pode ser procurado na mesma cocheira, ou na
ra da Cadeia de Sanio Anlonio n. 3f.
lia quem se proponha receber dividas para o
norte c sul, quem do seu preslimo precisar dirja-
se i travessa do arsenal U.-guerra, taberna n.1 A,
quecnconlraro o aunuii.-iante a qualquor hora Un
dia.
ra cozinhar e outra para engommar ; a fallar na ua
.hi Sen-, sobrado de cinco mirandas com entrada no
niin dn mesmo, \ isinhn du grande edificio que se
est fazendo para o gymnasio provincial.
Sexta-feira 11 de fevereiro fugio nn Maranho
a Anlonio Francisco do Azevedo, u moii oscravo
rrioolo de nome Valo, de idade 21 anuos, albiate,
preto pumo talento, alto, magro u franzlno do
corpo, rosto comprido, olhos nm lauto grandes,
pouca barba, pernas delgadas, gagiieja guando prin-
cipia a tallar, e lem voz cultural ; consta que pre-
tenda cmhurcag para o sul nu vapor Oyapock, em
coinpanhia Ue nma pessoa viuda un mesuiu vapor,
p que est munido de passaporle com o nome de
Pudro: quelko pegar ou delle dor noticia, entenda-
se no MaraSfiu com o Sr. du dito escrav i, e nesta
cidado i-omBaiinol Ignacio do Olivcira \ Filho,que
ialilicarn Uionisameiile.
Pugio do pudor do abano assignndo no dia h
de fevereiro prximo passado, urna suaeserava de
nome Isabel, cor parda clara, de i.lade pouco mais-
nii monos .) annos bastante gorda, c tem mili-
tas sardas no rusto, e um dedo da ino direila des-
proporciona.lamcnlo mais grosso que os outros tem
-Irocisa-sodonn. rapa/para eaixeiro de 12 a o cabello corrido, e usa Iraze-lo penteado levou
1 anuos, para a villa de Porlo Calvo, tondo prefe- um chal.-s '
renda o que lenha algiima pralica do taberna
quem esliver habilitado Uirija-sn na taberna Ua
travessa do arsenal de guerra n. 1 A, que achara
com quem tratar, aulaura-sc u boni trulamento e
inui-aliilade do pairan.
Antonio Pereira da Costa p Cama leudo den
cu
Lopes Pereira do Mello e sua mnlher I. Cainlida
dos Prnzeres Cama.
<\r la aniarellne cisliiina andar .-abada.
K natural do sei-io Un Piane( segundo informam]
.-por isso o proravel qne para alli procure refugiar-
se a titulo Ue forra : roga-se a captura dola o pro-
meiie-se generosamente recompensar a quem a pe-
gar a levar ra dn llrum, armazem Ue assucar u
2B.
irar-se para Porlugal, deixa por seus talantes pro- i Precisa-se de um feilor para um Sitio na Pon-
iiradoresaos Srs. Feliz Pereira da Silva, Antonio le de lichoa,
linrliculliira
ro andar.
pon-in que seja sdlteirn e enlenda d
a tratar ns ra da Cruz n. 45, primei-
Precisa-se .'lugar una casa terrea em bom es-
tado, no bairio d-: Sanio Anlonio ou U.ia-\ isla : di-
rija-se ra do Crespo n. 2.
LOTERA '
PROVINCIA
Sr. thesoiireiro manda fazer publico
que se ncham a venda todos os dias das 9
horas d;i manha as 8 da noite, no pavi-
mento terreo da casa da ra da Aurora n.
26 e as caas commissionadas pelo mesmo
Senhor tlietouiciio na [iraca da Inde-
pendencia numero 22 e na ra Direta
n. 83, ate' as G horas da tarde, tmenle ot
bilhetcs e meto! da stima jarle da se-
gunda lotera do (jyinnatio I'ernambu-
s cano cujas rodas deveio andar impre-
teiivclmente nodia I2de marco p. ('.
Thesouraria das loteras 26 d'c fevereiro
de 1859.O ctcnvo. J. M. da Cruz.
Sorvcte
Na casa de banhos.
Todos os dias utois das fi horas s 10 da imite.
Nos dias santificados han-r lambem de Uia Uas II
as 2 Ua tarde sabe o-os son oos de cr.'-uie e tarop
prlense. lia resilbas para condurirde 0 aKi pa-
ra quom qui/er lomar om casa.
Em casa de Brcnder a Ilrandis &
C, ra do Trapiche Xovon 16, vendem-
se charutos da B.ihia da afama la marca
forma de llavana, primeira qualidade ;
genebra em frasqueirat especial para casa
de particulares.
Roga-se a Sra. Mara anuaria de Mosquita,
brasileira, que lenha a hnndade de vir ra da Ca-
deia dobainodo anlo Auloniu, luja do marcineiro
n. ls, un Ue annunciar sua morada, aiim de tratar
d' iiogii.-i.i que nao ignora.
4J abaix.i assignailo taz ver ao publico que
U.-spo.iiii de senestabelecimenlo do bcoo Ua l.in-
goet ii. a Joan Pon-ira dos Santos.
Jot Dias Vrandao.
. o Sr. r.ribonio Alvos Un Valle lem urna caria
rinda da cidado Ha 'Estancia ; na ra do Hospicio
junio ao lollegioco Bom Cnnsolho.
Precisa-so di nm a dons amansadores de pa-
daria, que entendam perfeiUunente de pao o bola-
cha na ra larga do Rosario n. 1n.
Na loja da empanada encarnada, ra do yneima-
dn n. 37, acaba de receber ullimanienle oe Franca
um completo sortimento de fa/.enilas pretas, pro-
priaspara os a.ios Ua semana sania, bentcomo
sejam, ricos corles do vestidos de grosdenaple pre-
lo, bordados a velludo e a reros, manteletes1 dn
grosdenaple preto, ricamente enfeitades, maulas
de lil relo o ls prelus, fazenda muito superior, a
mclhor que lia no mercado, grosdenaple preln de
minias qualidades, um completo snrlimentn de
panno lino preto e de easemira prela para Indos os
procos, o Indas oslas faiendas se vendern por me-
nos preen do que em oulra qualqncr parte; tam-
bi-ui se afiance de sen ir e agradar com luda a deli-
cadeza todas aquellas pessoas que frequentarem
este oslabelecimonlii.
Para forrar carros. 9t
( Vendc-sedaiiiascn de seda de bonilos yf
/ gosios emuitopropnopara forrar carros: {^t
' j na ra do Crespo n. Vi, Inja de Campos & ?B
S;Os.-'ns^'^l^J '"' w">^'s^^>'
.\;i ra do Pilar, em Fura de Portas n. 111, se.
vende urna escrara ilenarao, aiudainota, as habi-
hdades della s** dir.'i ao comprador; assim como
nm escraro coxinheiro, eriouW: <|uem qui/er pro-
cure nt ra ciinn.
\ i'ndf-se im.i cst-rava df meia idado, oplima
p.ira o servico da casa d<^ familia por t;r as lialnli-
laees i.ocessarias ; na ra Direila, botica do Patsc.
Casa de coinmissao de es-
cravos, na ra do Livra-
meio n i.

V.-ndem-se i mulatas de annos, de bonitas Ii
guras, eom todas as habilidades, 2 negras o 1 mnio-
ca do \2 anuos : na mesma casase compra e rece
he-so |iara vender Ue cominisso.
Alcatifa
Vende-so alcatifa com quatro palmos
de largura muito propria para forrar
salase rejas a 000 r. o corado: na
ra do Crespo n. 12, loja de Campos
Lima.
\ enilem-se ninas casas terreas sitas nos bain-os
de S. Anl.iniu e S. Jos : a Iralar na na de Hurtas
n. 38.
Vende-so nina casa terrea na travessa da Ca-
punga, de podra ocal, chaos proprios com 15pal-
mus Uo frente o (il Ue funUo, com cacimba e quin-
lal: a tratar na mesma casa enm Mara Kugema da
,y. \ i-lide-su Ulna calina de caneira maitn tr.
','., boa .- nova por l'-lllj : a fallar eiu Sanio j
Amaro, na taberna do llego, ao peda fon- 3
Xi>.'.ii;-Ji::: ;: t: : 11: ;>:
Nova invencio aperleicoada
DE
Bandes ou almofadas
de crina para penteado de
senhoras.
Va loja Ue Leite \ liman, na ra Ua Cadeia do
Recife o. 18.
Chapeos acadmicos.
Chapos Ue palhinha rondados Caribaldida ui-
tima muda aduplada pelos estudaiites Uas universi-
dad.-. italianas, muiln proprios para a presente es-
tacan pela sua levosae elegancia, pelo mdico pre-
go de 2$ : na ra do Collegio n. 9.
Eslo-se acabando.
Chapos de palhinha rendados Ue Italia k Cari-
balili a 10\ e 2|fn)(l : na praca da Independencia
n. 34.
= Vendem-se :l cavallos para sella : quetn pre-
citar dirija-so ao Sr. Domingos da Silva Campos,
casa n. 2k dofronlc da cadeia, e ver os quartaos
das lt) horas at meio dia.


.W*w*^*-w.'
Diario de Pernambuco.Sexta fera 11 de Marco de 1859.
FAB. NACIONAL
RA NOVAN. 18.
Kicas saludas de bailo.
DA RA DA
FLORENTINA
M
Grande sortimento de
Tinturara,
MODKAS DE
M. A. Caj & '.. tem para vender un rico sorti-
mento de. suliida i de baile as mais liein acabadas,
que se porte ene mirar ueste genero, mu snrliinenlo
de eamislnhas p manguitos bordados parasonhoras
lindos enfeites pira cabera, ehapcosinh
dos para enanca i, toucas'para dilas, chapeos de des rf bi
' '. dUos de seda e paninho para'bom coi
1 cores.
MI.OJA DV
A Bandeija c lalhercs
Vend -se liaml
lo Unas
homem, ligas, r] ales do la < seda preto c de
ricos caiavequea de seda preta e de cores para mon^ rabo'd
lana, mu lindos irtimeiiln de raixiuhas de lombas e 3S300
ile mansa e ni utos para guardar joias, ludo por unas :
preco razoavel q ic agradaran as vistas dos cnin-bodev
pradores. |(lll.
Cal de Lisboa.
al de Lisboa.
I A isr,tm.
perinr cal de Lisboa a mais n
Vemle-se superior ral de Lisboa a mais moderna
que ha 110 merca lo, inda eui podra a 54)0 o barril:
na ra do Hruui, i. 1S, armazem de assucar.
Vi'jide-se
campo
andar.
na ra d i
ii na Parrara mnea propria para o
Cadeia do Recite n. i, quarln
Pan
Vanlas prelas
na run do Crespi
(Ir.* e linios prui
modo n. !l, so di .
V^nde-se i n engenhn
S. I luireino da
a quaresma.
(le fil bordadas
loja de Adriano
5 cada
& Castro,
\ ende-si! lima rasa lerroa unin bous rn
ros : a fallar na Iravcsvt do Qm-i-
Tinma frcguczia';d
Sala, una ponan de burras ramu-
das emuilo nova., rapaz de Irahalharcui pnrpre-
nlciidcr-si-eiuu propiirlaiio da-
ca 'omiiindn
qunllc engenhn.
Assucar refinado.
Nti deposito gijral da -elinaria do Honleiro no
novo caes d'ApoHo, contiuiia-se a vender assiicar
i linslalisadn de Superior qualidade a tty a arroba e
il-se un abalo do pnr rento segnudo a qnanlida-
de que se comprar; no mnsmo deposilo rende-se
assucar de qualidades iguaes ans das nutras retlna-
venib'-s
eomn l
de una
Na
! mmmm
i coborlOS e descobertos. neiinonns i> irr:iml.. ili
eijas de foiba grossa n tintas mni-
m temos a H solas a
nfoiin-. 3g, 3t5( 1,4$, 4#500, 5g e 6, seus moderhosinoi-
m gosto de desenlio de suas pintoras deia I
heier qnantn sao ellas linas e baratas por
lana pie os ; vendem-se lainbi'in lacas n garlos de
nsso redondos, oilavadns e erados a 32tU)
dilas ruin cabn de balda eravadase folhas
J600 e i-Ja duzia, dilas linissiinas comea-]
ado, de osso pollido e baleia, o melhor
>de encontrar a 5j 5j5lM> fi.s e 6J500 a
duzia, < las i'oin rabo do iiiarlini e folln de aro a
l-S 1 ditas rom cabodc osso para meninos a
320 o i iheT, trinchantes ntaito linos a SgOf) e 3f,
ollicre de metal piinropc lao linas que si.....n-
fiindeui com as de prala sendo para simpa a 35tUI'
a dnzia e para rh a 2gMKi, Ollas ocliilinagre a
IgfiOO e lg, dilas grandes e milito linas a 3g rada
mu : na loja da agnia branca nos qualro cantos da
ra 'lo I miniado n. 16. "
descobertos, pequeos o grandes, deon-
ro patente inglez, para homem e senhora, de iim
dos memores hbriranles de Liverpool, viudos pel
S- A1-'"1, ultimo paquel
lora & t:
ingles: em casa de Soulball Mel-
^ ende-sc em rasa
praca do Corno Sanio
cante
Iran-
goslo
Hoskell, por procos coromodi
llins ecadeiaa para os meamos
le Sanndera nrnlhers \ r...
relo^ios do afamado fahri-
i, e lamben)
di
i-vrellelllc
NOVA AGU
VinhoBordeaux.
ende-se esta agua a melhor que
Km rafal de llenr Hrniin Ji I',., roa da i'.rnz n. 1(1, i rf" PWa" lingir o cabello e suissas d
rinhn Bordeanx dediflereules qnalidadi
filil-, lu, I.COVilb-, |.S. Jllliroll,
In/ia pur bantlo prego.
a
i'"iu apparwi-
prctu: na li-
viana iiiiivi-rsal na do Colfcgio n. 0, d-Rrt junio
ojadoSertanejo
lina dti Queimado n. 43 A, loja de labnlela junto
u t pelo barata
5g o superior.
Vende-se u
dadi-s necessarias1
na ra da Cruz n.
Vende-*
preco de :i>n(i o mais baixo
Ina elegante eserava rom habili-
nara qualqiier casa de familia :
35, segundo andar,
pi-nnnia-sc por casas nesla c'ula-
ib- do itecifi-, o si io da iravessa dos Remedios ..
'21 fregnezia dos drogados: qm-m assim o preten-
der enieiidn-srrom osen pmprietario CaetanoPin-
ta de Veras.
Yendem-sc 13 casaos de canarios do imperio
emsi-ui viveirosiquem os pretender lodos se ven-
de por mesas prono; igualmente se vende casaos
ile rolas de rlamnurgn de nniilo boas qnalidades :
un sobrado dama'de S. Francisco n. 8, eoinoquem
vai para a na Helia.
Velas slerinas
* 'I cario.
lape de sidra,
> tullo cli;
ao beCCI
queui vi
grande
como si
curado .1
covailo
lina a 2<\
| i-spanli
do, cam
mente
G8500, d
lodo
en garai
qualqo
110 lllllll
eTfij :
leni a mil
fazenda!
da CongregMao, segnmla luja de blendas
m para o Uvramento, U-m para venib-riim
iiirlimenlo de fazendas novas de goslos,
am : grosdenaples de cores milito linas u
IfOMNI, dilas prelas de Arersas qnalidades u
ISiOll. JBOO, l$fi(MlJlS7IHI, tSMOO, dilal
e liiinl.i lina a 2-IK) e j8fM. sarja preta i
111 iiilo lina de dnas larguras a t) 0 cora-
pan lanlcrnas del cario.
Cilampa
em barricas de 3 Unzias.
Ve
Cinco l1
quab|iie
: '
ni impressogratis, ensinaiulo a furnia de applicar,
*SI 'i 1 tliriin da i-ua da I loiciilina IlP
I CHARUTOS
8 pninoiras niaivas
A'LOJA DA ESTRELLA
N\
nlias para senboras
oni preguinhas, obn
las e manguitos d
niuienlo para escnlhe
e-se vender mais lia
parle ; assim como 4
tino florados de seda
oga aos seus espeilaveis
Mraa pspeeiaes -uilirienie
para ver se agradan).
le todos os compri-
niiiiio lina a OS a
las as qnalidades e
, emquanln ao pre-
alo do que em nulra
-jain palelolsde pan-
a!8, ai,s, 2Sg, 4J
treguezes, que
i para levar as
de-se elTeclivameiile farello de Lisboa lias
nas n. (i:!, mi- menos duque em oiilra
parle.
Lnicasn de Tas
mpape ronle de
Th(r.
o Irraos.
Qiieijo Siisno.
Ki- sel, relojoeiro franco/., renderalogiosde '<'
ourn prala, conretNa rekwiog, joias e nnisi- -
^ cas, i i aqu be ronliecido lia miiilos iiniios, 3
':> hbil no pateo do Hospital n. 17. J
l\ua da Senzala Nova n. 42.
Vend -se em casa de S. V. JonbJton \ C. vaque-
| las de li slre para carros, sellins e silliies inglozes,
caiiileci os j* rastieaos bromeados, lonas inglezas,
lio de vi a, chicote para carros, e montara, arreios
para ca-o de nm e dons caullos, e rclojiios d'ouio
patenta nglezes.
A\iso.
No ar nazem de Adamson,Hnwie,e piche n 42, vende-se sellins para homem e senliora,
arreios rateados para cabriolis, chicotes para car-
ro, coll iras para carallo ele.
Ra do Queimado
numero 7.
\este eslabelcciuieiilo adiaran os compradores o
mais variad.....ompleio sortimento de fazendas di-
Unos t'iil'riit's com \iilrillios i
para cabera.
Veiidem-se os mais ricos enfeites pn-lns e dp
cores com viilrilhos, pelo baralissinio preeode4e
fi? cada um : na bem conherida loja de miudezas
da Boa Pama, na ra do Qoeimado u. 33.
Alteneo.
\Vma do solti-atlo, na \n\a n. Al.
O abaixo assipnado tendo precisan de ir Kuropa
tratar de sua sade, vende una casa de sobrado, onde
lem sua cocheira : queni quizer possuir bom pre-
dio, apioveile a orcasiao. II mesnio roga o especial
favor a lodosos seus llovedores de carroso uniros,
a pagar suas cuntas, para evitar outros ineins, aliui
le pojer liquidar os seus negocios.
Vi. Artolphe llourgfni.
= Yende-aa nina negriiiba de 1(1 anuos, urna
mulalinlia de 8 minos e mu miilalinlio de 8 anuos :
na ra da Madre de lieos n. 5
\a loja ao p do arco de
Sanlo-Aiilonio
voiiili'-.-f niadapniriit rom poqui-no lo a l^liOlIn jiora, dilu linipo a 2^ i pera, ricas ro-
beras di* reundilhopara rama a lo(HHi ris, man-
tas ili' (ruru para senliora, tnnndisa CSl res n ra-
ra, ariataoa de Doma a tHi ruis o corado.
Vi'inkt-Sf mi aiTi*nda-sc o eogonbo Sao los,
na fr'gin'/ia ile Sanio Anliiu, 4 leonas ao suida ci-
ilade da Vi-loria, rujo PltSCDho mo rom Bgoa, lem
Kiande careado, liiupu e circulado por vallado,
nimia malla. ; preparado de lodo neressaro para
moer; rom grande casa de \venda, sen/alia, ole.,
rasa para bftgaCA. rom estufa e assenlamenio para
ri'iamt'; qiirm o pretender dirija-so ao enajenlio
slii .1 iralar eom ii sen proprielario.
Relogios.
Vendem-se relogios de onro e dou ra-
jos patente para liorr.em e senliora de
diversos tamaitos por procos commodos :
na ra da Ouz. do Kecife n. .
COSER,
Comi
de lodas as qnalidades.
garantidas,
fregu-
14.
zes antes que se acabe a pe-
chincha.
Cento de ceblas a ,"i00 rs. e o milhei-
ro a &f, as mais novas que lia no merca-
do: no arma/.em de Manuel Joaquim de
Olivatra & C.. ra do Codorniz; n. 16, em
frente do hecco da Madre (le Dos
No armazem de K. \. Hurle & I'..", na da
Cruz ii. i.\ ha evcellenle cliainnaube da melhor
marca que lem viudo ao morcado a 23 0 gifO.
Farinha de Irgo
SSSF.
remandes i Filbos lem superior farinha de Iri-
t;n da marca SSSF rliegada antea d In.nlem qae
vendem a prero mnito em conta no sen armazem
ra da Cadeia n. t:t. berro da Madre de lieos u. \-i.
ICspilllilllDS riilll((/fS de I
inveoco.
Vendem-se esriarlillios francez.es de mola)
|ii\.l
Sorvete.
0 Prvciifn ostit Oiioiiiiantlt.
nifis. o melhor que se pude ehri.nlrar nesle gem
rn, un bemfoifroia e na rominodilade, a qnem u ilelles, pelo liarat>SHilo prero de fi?. 7 e S*. Estes',
esparlillios sao rhepados no ultimo navio fjaiirez, I
e s se eneoiilraiu na ra do Qtieimado, na bem eo- j
nlieiida loja de niimle/as ila Boa Tama n. SI.
Velas de carnauba.
No antigo deposilo da na do Vigario n. i~, ven-
ileni-se lelasde carnailba em peijuenase gnndes
porci'ies, sendo de 0, 7, !l e 12 em libra, por menos
do queem oalraqualquer parle.
Meiasde borracha.
r.HF.GADAS ll.TIMAMENTK NO NAVIO PBANCRZ.
Na ra do QueBMdo, na bem conbecida loja de
miudezas da Koa Fama n. M, j lem para vender
iior priH-o barato as iniiiln procuradas meias de
borracha, nicamente nrnpriaa e tppwradaa para
Inda e ipiali[uer euchaco as peruas.
Farinha, milho e
(arelo.
i Todos n dias lera sorvete na rasa de Luir Pueril,
I na do Tranirbe Nu
_ I ra do Trapiche
io n. 12,
todas as ip'ialid.idi-4. ccuno sejam :
nhitasde core, sesmas, rovado.
Hilas de dilas linas, corado. .
Itilas frain ezas linas, rovado. .
Pecas ib* ranga*, de cores. .
(jidiuhase manguitos de croch.
Corten de casemira a s,-; e .
('.bales de truco..........
Itrim trancado de liulio, vara.....
llantas e grvalas linas.......
.MnsMna do gaz, corado.......
Hicos eufeiles para seulioras......
Chalen de merino bordados {com loqoc de
mofo]............
Lencos de cambiaia de linho, dnzia i, l'riuceza preta, covado........
Brim de Hanibuixo n. 7. vara.....
120
1r
'>. Sil
Algodao monstro.
inliniia-se a vender o bem ronhecido eeeono
i algodao monstro eem H palmos de largura
t (hk! llr"l,r'n P-11"-1 rpialquer obra por dispensar lodo 0 lm
T.^.yy. nalho de costura ; aproveitem emijuanlo ha : n
"V(,! ra do Ouoimadon. 22, na loja da boa f.
jsflb
*m
1 -iliiK)
4,"i(IO
r.smio
msi
480
Vende-se superi
\ isLi, junto loja
Rl.-z.i a SlH) ris
qualidade a 900 n
dito Madeira goeea
menta a itiO a garrafa, bisroilon
Indas as ipi.ilidad
oara liainnrc.
ir qoeijn anisen no Aterro da Boa
de tlandres n. 2, manteiga in-
ibra. viubii Bordeain de superior
is a arrala, dito \erez l|800,
yinlin Pgueira, ebegado ultima-
linos, sorullos di
, ptrea da Kuropa. presuntas
Cognac.
Cognac soperiorj em caicas de urna dnzia, vnde-
se em rasa de Henr Briiim \ C, r ua da Cruz n. 1(1.
Aterro da Boa-Vista;);)
lasadeF.Poirm:
Vend
1'2 pi
Zoavel
se laboas de pinlio de resina del 1/1 el
-gadas de ^russura, por preco muit ra-
XAROPE
Xovida.de na loja do
Srtanejo.
Fui I
botica d
W: pa
aquel!
Ricas saludas de baile 0 melhor que pode haver que se
no mercado n goslos que anda nao foram vistos a
preco de :t"># e .(i)!......ais boiras a .)2j. meias mu- Para
lo tinas para padre de laia a ls5(MI, dilas de seda les gri
para senhora a 2200 e SSD00, dilas brancas a 2,s5(M) asllima
e :f8,cliapos de jlpaea forrados de seda,muiln rom-! dos
modos a 2$200e J400, inanias prelas de blondo a
1U$<-l2g, ditas brancas a 7.S e 7)00, lencos de seda
de cores grandes a 1,4800 e IglMHI, e milito linos a
2$2fl0, ricas bengalas de massa lingindo nnicoriie I
a 7,s, dilas linos a 8$500 o 10,<. dilas de ca.na a I
llfOO, chicles de estalo milito linos a2^00, ditos
soni slalo a 18 e *MMt rs., paletols de alpaca de co- i
res prelos de lodos os lauanlios para meninos e
liomens, o prero conforme os lmannos; assim
como sejam peines virados i Imperalriz o mais mo-
derno que pude haver a 16f, luje 2rij, ditos sem
ser lirados a j! e 5J, e Indo o mais, que se pode
procurar, nulo teni vontade do comprador.
broncli
d
ansfrido n deposito desle xaropc para a
Jos da ( iiiz Santos, na ra Nova numero
rafas 5g5Dtl e meias ;t!, sendo falso lodo
que nao for vendido insle deposilo, pelo
az n presente aviso
lMPnitTA.VTK PARA O PUBLICO.
lira de plil sica em lodos os seus differen-
s, quer m divada por conslipacoes, loase,
pleuriz, e:i'arro- ib- sangue, dorde cnsla-
icilo, palpilaeai. no i oracao, coqueluche,
e, dor na garganta, e todas as nioleslia-
os |niliinii lies.
Potassa da Russia
IHarnielada.
No li
da Cadi
da Itus
rior qu;
pedra
Na ra Dii-eila n. 6, i ende-se marmelada da ulli-
ma rnegada a esie mercado, em hcelas de libra e
de 1 '< a -iiKI rs. a libra : a ella, antes
.icabe.
que
Toucfrs para meninos
i
Na ra po Qneinado n. 37 loja de i portas lem
un variado sartinu-nlo de toncas pora crismas mni-
to bem enfeijadas para SgOOO, dilas muito linas e
bordadas a IjjOOO, tambeni lem cuitas pretas e de co-
res, de relrilz, milito bem enfeitadas de lidrilbos
por proco eoniniodu.
Cera de carnauba
Na na da Cadeia do Becife, loja n. I0, esquina
dofronto da na da Madre de Dos, lia para vender
nacen cominera de carnauba de superior qualidade,
Carteiras p;rnn(los com ehaves.
Vondein-rse por preco muito barato carteiras
grandes i-rim chave, proprias para guardar dinlieiro
e letras : na na dn (.inclinado, na bem conlieciila
loja de miudezas da lloa Fama n. 33.
Cortes de la.
Anda j-eslam algn* corles de la fina para ves-
tidos, co|n 16 ovados cada corle a 1$, eslao-se a-
n.i ra do Oueimado n. 22, na loja da
raba lid o;
boa fe
Ve
mi
no arin
d
Pianos.
Vendem-se pianos foites gosto e modelo que tem vindo
mercado por prero* commodos: na
ra da Cruz do Recite n. 50.
melhor
a este
Saias de blacll^
As \tM-(laileiras luvas tleJovin.
A lojad'a deiras luvas de Jonvin, i indas de sua cncommnida,
lauto para linmeni como para senliora, atlancandn-
80 que sao as luelliores que em tal genero se tem
visto aqui: vciidrui-sc a 2,->5(IO o par : assim como
outras igualmente novas, etambem mui boas a 2S
o par. (juera aprecia o bom, he dirigirme ra do
QueUnadonos qualro cantos, lojad'aguia branca n.
10, que ser bem servido. Na nesina loja existe um
grande sortimento de luvas de seda de nanitas e di-
versas qualidade* tamben para humera e senliora,
e a preco* baralissiraos.
SBzSSfflSaSEHESSas HEBSBESHSaSSKi&gS;
IttMMMMM M11IMII1M19I
>i\ Fabrica la ra ila Floi-oitiina i ^
|i PEA HARIBUTS
?l^ De bulas as cores, prnza, cai\a
ama do Crespo, loja de Adriano & Castro, che-
garam hcas saias de balan nde reos goslos, e muito
rom modas, por isso recommenda-sossenhoras o
ni
bom posto, que
/ 3 $
lio deixam do comprar.
vV;.ivv:.
it
GRANDESORTIMENTO
ni.

E CAL DE LftllOA.
ni coiihecido e
ia do Recite o. 12. ha
a e ila do Rio de Janel
lidade, assim como tara
ludo por procos muito r
Relog
aci't'dil.'alo deposilo da na
:ira render potama
nova i- do supo-
iii cal ir< m 1-111
zoavt'is.
S.
ni-se relogios de ourn ingieres de patente:
zem de Augusto (.. de Abren, ra da Ca-
ite n. yo.
%*
gas sapH8|s
alii-itii ila ra ta Florrnlina 1 i
\INII0 DE CHAMPAliNE |
Primoira marca. K
? ??**???? ftl J
TACHAS
para
luniliro de ferro tle J).
W. Blovvmaii, na ra to Bnim,
pass mdo o chalariz, continua a
haver um completo sortimento
tle taohasde ferro fundido e ba-
itlo,
as qi
Roii|iasleilaseliizendas
\\ r.i.vnoorr.iMAiio n. .
-
l-lo
GOKS Paietots de alpaca de cor e prelos pelo
. diminuto preco de i^, ditas de luslito bran- a
HB eos e de cor a dilos de brim pardo K
" muito superior a n|, ditas de esgniao da Br
. i liina i ni- de laranja a 5$, dilos de palha '
8 *'0 s,'<1,1 *"*' ,u" '''' ""'" c*w>m'ra pie- S -
3 1.1- e ilc corisa Sf, dilos de ciM-mira de9*
" ror p.ulroes muito modernos a iB, ditos S ".
2 preloe o 18$, sobrecasacas de panno milita s
.;, lino pretacom golla de velludo i; torradas ST*
... de seda a 22}!, e a 2M, cuicas de caseuiu.i
-^'' prelas e de coro a tj-, 7| fi US, rolletes
3 de gorgurao de seda a a$, ditos de velludo '
JS pelo a 7$, dilos decores a 9jj, ditos de mZ
' fuslao e brim a 2S"il0 o 3a, ceroulas de t.~
bramante a l$t00 e 1JN00, lencos de cam- |
- braia de linho doria i.Oil e tij, e nutra*
inultas obras teilas e fazendas q..... .i
-
\i>la que se pode avallar a pecbincba.
:
Apparelhos de porcelana.
Vendem-se mui bonilus e delicados apparelhos
de porcellana donrada proprios para brinquedo de
meninas, sendo ellas de diHerenlea tamaitos e
goslos a 1gr,00. 2S.2s:,no. 39, :, do Oueimado nos qualro cdnlos loja d'aguia bran-
ca u. l(.
ENFEITES PARA CABEgAS.
Mui modernos e delicados enfeites de llores, fitas,
plumas e Crocos para senhora a 6?, (S e 10$, procos
este* baralissiraos vista da perfeii o e bom goslo
ci.iii que siio ellos acabados, assim como outros
prelos de vidrilbos obra de apurado goslo e inlei-
ramenle modernos e, pelos diminutos piceos de il o
5J; para qualqiier pessoa se cerliliear da verdade
dc que fallamos, dirija-so a loja d'aguia brama, nos
quatro cantos da ra do (.liieiuiado n. 16.
A>iso aos spnhorps de eiigennos.
Cal novaije t.isba eni barricase em ancoras, mili-
to propria para a condiicin de agurdenteoumol:
na ra da Cadeia, defionle da rilaran n. 28.
Espelhos grandes.
Vendem-se espelhos grandes para parede rom
bellas molduras envernisadas e domadas o vidros
mui linos e claros a tfe 5$ : na loja d'aguia bran-
ca nos qualro cautos da ra do Queimado u. 1(.
ARMAZEIU
DE
Fazendas e modas.
II RA DO QUEIMADO. II
t'ara senboras.
Variado snrliinenlo de ricos corles de vestidos de
gurgurio nielo bordados a velludo, manteletes pre-
los bordados, vestidos e loanleleles de seda de di-
versas cores, marabuls o variado sortimento de on-
iiiles para loilet, chapeos setn contestaran o melhor
que a arle pode prndiizir para saliafazer ao apurado
goslo das seulioras, rostidos de phanlasia pelos e
de lodas as core* para passeio e soire.
Pura 'avnllelros.
Variado sortimento de faiofeiin trncese inglez,
de diversas hundas e varias cores ; casaras prelas
de panno linissinin inipermeavel; chapeos de castor
pelos e braiuns : charuto* da reserva d.......om-
menda especial.
BORDADOS FINOS.
Na ra do Queimado n. 37,
loja de K portas.
Tem um rompilo sorlimonto de bordados, romo
seja golinbaspara 000, 00. 1(e lj200ati- 3, man-
guitasdelJDO o par al 2s;00, manguitos rom
lolinbas de reos goslos a 4{, n?, ti, 8, loa e a
129 o par, rompilo sin lmenlo de liras bordadas e
eiilreuieins francezes, liras bordadas inglezas de di-
versaslargurase de urna fazenda murta superior
propria para calcinhas de enancas e para casave-
ques, camisinlias bordadas rom goliuha e mangui-
to* por preco commodo.
Na ra do (.liieiinadn n. 2. esquina do berro do
Peixe Frito tem o Preguiea para render por bara-
lissiaM preco i.....-limpelo sortimento de fazendas
bou como sejam cortes de cassa e seda de liudis-
simos gestos OsViiKI cada nm, ditos de la seda
de litidi.s-.imos goslos e superior qualidade a 7 ca-
da um, corles de cambraia branca com salpicus a
3J500, dilos de dita i-uiu llores de cores a S8800,
gangas nifscladasde p.ulroes e superior qualidade
a ri lisas a loo. 1MI, 2(K) e 2o res n corado : dilas
francesa* de lindos padrees o de exeellentes pan-
nos 840, 260, 2o e oiH> re* o corado, rambraias
adamascadas para cortinados de camas pecas de 20
varas a 118, grvalas prelas e de cores rom mola o
sem ella a SIMI > Ifcada urna, ditas rom mola mui-
to linas a lg600, lencos de seda rom algiim enfeilo
a (MI res rada um, grosdeuaple d.....ir de boa
qualidade a 1-JS00 o rovado cortes de casemira
lina a 0v, ditos de meia casemira a 2.<. dilos de di-
la mais lina a $(00 cada um, cortes de brim de li-
nho a IgTltO cada nm, dilos de dilu branca com lis-
Iras e de puro linho a 1 filil rada um. rolles de
gurgurn para eollstes a sf cada um, dilos de me-
rino bordados de lindos goslus 4$50O, dito* de rase-
mira preta bordados a :lsNHl cada um, cambraias
lizas de 8 varas a 3f500, i$, i$OO, ($800 e ri$.VMI a
pera dilas lapada* cora 10 varas a 4$. IfSOO,
o$00, 6$">00 e 7$200 a pera, ro les de nrgamly fa-
zenda muito largan lina a'J600, alpaca preta cum
0 palmos de largura propria para sainarras e capas
de padres a 800 res, lanz.inhas de qoadros pruprias
para vestidos de senliora a 360 e llll res o invado,
chales de la linos rom barra in.ilisada a 48506, di-
los de merino lizosa 4$8 a 6$00 rada um, lenros branros cora barra de cor
a loo, 120 c 130 reis cada um, chita* (rancezas lar-
ga* para robera a 10 reis o rovado, brim bramo
hle lislra de puro linho a 80(1 reis a vara, dito de
lindissiuios goslos superior qualidade a 1$4I0 a
vara, dito branco milito lino 1$S0 e 18100 vara,
eassas de rores de lindissinios goslos *360e i'NI
reis a rara, nnissiillina com pequeo toque de ava-
ria de lindos padroesa950 o rovado: dita sem ava-
ria a 300 res o covado, dita luda encarnada a 220
reis o covado, lila mais larga a :to reis. casemira
preta a 28, 28200, O, 38500 e i$ o covado,
panno lino azul e cor de rap de superior quali-
dade a 58 o em ado, dito preta a 18, 5| e giOO o
colado, dilo azul proprio para fardas a 2$, orina-
do, lencos brancos para man de senliora de biro
largo muito unos a 800 Ig cada um, dalas es-
curas definas lixas a .ri$IMI a pera, alpacas do se-
da de superior qualidade a H00 res o covado, pe-
cas de cambraia liza rom pequeo loque de mofo a
2$. dilas de brelaiilia de rolo rom 10 varas a 2$,
aioalbado largo milita lino rom bonitos lavores a
8280 a vara, italianas, especie de cambraia pinia-
lada de cores liv.is e linilissinios lisios a i0 reis I
a vara, cambraias (rancezas de lindos padroes e ex-
eellentes pannos a 506 reis a vara, rassas pintadas
niiiidinlias a 320 reis a vara, luvas de lio da Ksco-
ria, bramas e de COKS a 320 reis o par. rambraias
napolitanas roxas e azin-s de quadrn a 360 n-is a
rara ou 220 reis o covado, riseadinhos francezes de
quadros a 180 reis o rovado, bramante muito largo
a 2$00 o rovado. velbulina de Indas a rores I 720
reis o rovado, meias ma* para liouiein a 160, 00,
3C0 e 100 reis o par, dilas para senliora de lodas
as qnalidades. palelols de alpaca preta a 58, dilos
de meia casemira a 8$, ditos de panno pn-to e de
cor a 10$, luvas de seda para senhora a 1$200 o
par, dilas de seda bordadas de lindos goslo* 28200
o par,; e mitras militas fazendas que se deixam de
mencionar e se vendern por baralissimos prei-us e
se daro amostras rom peuliores
Yendoni-se#sarriis rom farinha, milho o fan-lo,
ludo o melhor possivel : na taberna grande da So-
ledad*.
Salitre refinado.
Vende-se salitre retinado de superior qualidade,
a 85000 a arroba : 110 armazem do Korle do Mallos,
de Mnreira llias, ra da Moeda n. 23.
James Crablree & C, teeni para vender em
sen armazoni, ra da Cruz n. 42, os sepililes ar-
ligoe :
CHAHPANHAde superior qualidade, em gigns de
dnzia de garrafas, e lambein era gipos de duas
du/ias de meias ditas.
l'Ht IIK VKI.Amuito torta [omrihorqwi lem viu-
do a esle mercado] e proprio para coser saceos
com assucar.
ARMACOKS DE SKI.I.l.NSlano para montara de
senhriVas coran para homens.
CHICOTESpar* carros.
Pr.HSKin.VS muito bem feilas.
AKR1.10Spara carros de um e dons eavallos.
F1VEI..VSde ferro eslanliado para obras de sel-
leiros.
Vende-se rinho nulo bom a 320 rs. agarra-
fa : no berro l.arpo 11.1.
. Vende-se vinho de superior qualidade a 320
rs. ,1 garrafa : ua ra da Senzala Velba 11. 104.
Para meninos.
Itnnels de gnrguro de seda furla-cnres, obra de
muito goslo a 4$ : na loja d'aguia branca, na ra do
(.lueiinado nos qualro cantos 11. 16. V grande ex-
Irac o que elle lem liilo, 8 a pequeiia quaiilidade
que resla, faz-nos dizer que quem nao se apressar
licar sera riles, por isso appareraiu hoje mesnio
quera anisar dars (esta* aos seus pequeiuis.
LOJA DA BOA FAMA.
^ eiidem-se por preco que faz. admirar riquissimas
fitas lavradas de lodas as cores e larguras, filas lisas
com pona e sem ella, bicos bramos de seda de rum-
io lindos padroes e de ludas as larguras, Iramoias
aberlas duliiihu para bailados a 120 e 160 reis a vara,
jarros para flonis a 28 o par,atacadores ou enliadnres
de seda de lodosas cores para veslidns.dilos proprios
para espartilbos, tesouras de Indas as qnalidades
as mais lipas que be pussiveleiicoiilrar-se.agulhciros
de niarlim e nutras militas qnalidades, litas de vel-
ludo de todas as qnalidades, bolcinhas de camurca
muito lindas para meninas do escola, frasquinlio
rom cardinal a niellinr musa que lem apparecido
para tirar nodoas em qualqiier qualidade de taz.cn-
da. pelo ninilo barato preco de 2j, trancinhas de se-,
da de todas as rores milit lindas pruprias par.1 en-
tintar rnupiuha para meninos e meninas, e unirs
muilissiinas musas que se alian' a vender-se tildo
por iieco baralissimo : na ra do Oueiinado na bem
conliecida loja de miudezas da boa fama.
Vende-se a proco commodo, em rasa de Bar-
roca & Jledeiros, ra da Cadeia do Becife 11. 4 :
Viuhu do Porto, superiort'.hajnico.
Pedra em layedo e portadas.
Pipas, meias c harria vasios.
Vende-se a casa de pasto, a qual tem bastante
freguez.ia, e lem armaeo para taberna, nobeccnda
Ituia n. 12 : a tratar na mesma.
Calcado superior e barato.
Kua Liireita n. 45.
Botv.cjjuins de senhora (Jolv). 4<800
Hitos de liomem. 800
Sapatos de trancinha.
Tonllias adamascadas.
Fio de vela.
Biscoutos em lata.
Vendem-se em casa de Arkw-
reglit & .- roa da Crtiz
fil, por barato preco.
Ciiapeos para meninas.
25
RUa do Queimado.
Na loja de miudezas da na dn Queimado n. 25,
vendem-se por preros commodos chapeos de seda
enfi-ilados, de muilo bons e variados gustos para
meninas : quem os vir nao deixar de comprar:
d-se amostra com o competente penhor.
FUNDIDO LOW-HOW,
Ra da Senzala Nova n." 42.
Nesfe oslabolecimonlo conlintia a haver um coni-
ploto sortimcnln dr mtK'ndas o nirias nmendas para
'iigenho, marhinas de vapor e laixosde ferro bati-
dla e coado, de lodos os (amanhog para dito.
Aviso.
I.nvas de pellica, de Jouvin verdadeiras a 2$000,
muito novas, e hanha franceza s libras, meias li-
bra e guanas al oncas a 2J560 a libra : na loja
de miudezas do aterro da Boa-Vista n. 82.
Na grande fabrica de la-
mancos da ra Direita,
esquina que Vira para S. Pedro w. 16, tem effecti-
vanienle riqlissinio snrliinenlo de tainanros de to-
das asqualidades,proprios para a estacan invernosa,
e vende-se lano a relalbo coniu em grandes por-
eoes, por menos preco que em OUlni qualqiier
parle : os senbnres couimerciantes de Mra devem
prevenir-so, pois o invern esta prximo.
MACHINISMO
//(
Loja ii. 37.
va ra do Queimado a loja
de (ua tro porta*.
Seenconlra um completo sortimnnlo de
naplr prelo de 1$600, 1RH00. 2)!, 2-200.
Aguiabranca.
dt; 3 a 8 palmos de Inca,
a<*s se nchaiii venda porj
precA commodo e com promp-i
tidc, embarco-se un carre-
gao- e em carro, sem despe/.as
ao comprador.
(lliapos para meni as. ,
He na loja de qualro portas na ra do
Queimado n. 37
que see irontra um rico sortimento de chapeos para
menina! c meninosricamenla enfeitados, e tambera ',
chapeos para senhora, de palha enfeilados, todos
de gosto i modernos, e se vende mais era conta do |
que em nitra qualqiier loja.
StimPTllia Novo e completo sortimento de
meias para homens,
mulheres.meninos e meninas
de 2 a 12annos.
Vendem-se muito boas meias cruas sem costura
para liomeii a lgSOO a dnzia v llill rs. o par, ditas in-
glesa* muilo linas aSSSOO e 38500 a duzia, dita*
muito encornada* de nodobradoa ij500 a duzia e
400 rs. o par, ditas tambera de lio dobrado para se-
nliuras a aftuO a duzia e320rs. o par, dilas linas
a 4(KI, 500 e 000 rs. o par, ditas para meninos me-
ninas conforme os ilillerenles lamaiiBOS, asseveran-
do-seserem mais barata* do queem outra qual-
qiier parte, meias de la. muito linas para homem a
5(10 rs. o par, ditas linissiinas de linda Escocia*
600 e 800 rs. o par, dilas de laia para padres a
lgfOOopar, dilas de seda mui linas prelas v bran-
cas para seulioras a ag, 48 e 5Jo par, dilas mui li-
nas para meninas a 2$50 tas un l ras miudezas e objectos de gosto, que esli
patentes na loja d'aguia branca, nos quatro cantos
da na do Queimado n. 16.
Vende-se um mnleque de idade de 12 annos,
pouco mais ou menos, muilo bonito e esperto,
m. muilo proprio para pagem, ou oflicio : a tratar na
nn,lrBos.qtSff,U :? mad<,Polao, ron' pequeo oque de avana a 3g400 a peca, dilos mais na larga do Rosario n. 35, loja de miudezas.
d ,mofo fvvi rioVo &n 1. .* ,l""'''"s. larK"s cor,es ^ ""* p 1,udos P.ad r<>"> pequeo toque Chegaram de Pars 4 cabriolis dos mais mo-
rhego i a muilo desojada slamenlia verdadeira
ara hat itos da veneravel Ordem Terreira de S.
rancisc > : vende-se por preco rezoavel na ra du
i.iiieim.n en. 17. ao p da botica.
Ve ide-se superior linba de algodo, branees e
dn rores em novello, para costura: em casa de
i Seulhall Mellor & i:., ra do Torres n. 38.
Ce ni pequeo (oque de
avaria
Pecas le madapolao a 2J500 e 3g000 : na ra do"
Crespo, I ija da esquina que volta para a ra da Ca-
deia.
GBEGD&r
Com pequeo toque
de mofo a M0 reis o covado, chales de merino "com algum4 pintas" de mifo e rom 'inJas'*pamas"i'i
ponas a oy>w caaa um.
de avaria.
demos, e bem feitos, que alli haviam ; rende-se
por preco commodo : a tratar na ra do Crespo n. 4.
95
Ra do Queimado.
Nesla loja vendem-se loalhas e lencos de lahyrin
llins, rendas das ilhas proprias.para loalhas, bicos
iretos de soda de todas as larguras, ditos branros o
ranjas de seda de Indas as larguras, lilas do ultimo
goslo, dilas de vellido preto ede recorte, llores de
varias qnalidades, botos de vidro e vellido de diver-
sas edres, para casaveques e entras militas miude-
zas de gosto que se torna desnecessario mencionar
e que se prmuelle vender em conla
Vonda-se farinha de mandioca superior quali-
dade em saceos grandes, feijo niulatinho, preto e
branco em saerus. gomma de mandinra, farelo de
Lisboa, milito arroz de casca, farinha de trigo pro-
pria para encordar animaos o sarro rom 5 arrobas
a ia rs. : indo se vende por menos do queem ou-
Ira parle: na ra estrena dn Rosario n. 29. ar-
mazem.
O Leite ti; Irmao continuam a
torrar.
Miissuliiia toda encarnada, covado 226 rs., cam-
braia lisa muilo Hn* :ig800, 4gK00, 5$200 e 5S600
m. a peca, de 10 jardas, brim de linho para ralea
de bonitospadres a 880rs. a vara, corles de niela
casemira a 3$000 rs. cada um, lencos de cambraia
de linho a 3200 e muilu finos a 4$500 rs. a duzia,
chales de louquin prelos, dilos de merino pretos,
ditnsde merino liso de lodas ascAresa 48800 rs., e
bordadnsa 6S800 rs., chitas francezas di- cores li-
xas a 220. 210.260,280 e 300 rs. o rovado, madapo-
lao a 2C.800, 3.S200. 3S800, 4S000, 48200. 48800,
58O00 e SfSOO rs., e muito fino a 68000 rs. a peca, de
20 varas, palilnts de alpaca muito finos a 68000 rs.,
cortes de coletos de casemira a 68000 rs., esparli-
Ihospara senhora al, Oe 8rs., e dos modernos a
9f is., saias para senhora a I5600 rs., bordadas a 39
rs., e muito superiores a 49 rs., gollinhas muilo
bem bordadas a 39500 rs., manguitas e camizinbas
muilo tinas para senhora, cortes de cambraia do
gaz a4srs., tapetes para sala a I08OO rs., para por-
ta de sala a 49 rs., e para cabriolet a 235(10 rs.,
meias muilo linas parr senhora a 28800 rs. a duzia,
ricas colchas de damasco de seda a 25 c 329 rs. cada
urna. 1 orles de cassa de lindos desenhos a 29 rs.,
boas chitas escuras e de lindos padroes a 200 rs. o
covado, meias de lodos os lmannos para menino e
menina, guardanapos a 49 rs. a duzia, pecas de
cambraia lisa de 12 jardas a 39 rs.,mussulina'bran-
ca a 300 rs. o covado, toalhas para mesa a 49 rs., re-
des de folha a 69rs., e ha outras muitas fazendas
que se vende por barato preco, e do ludo se dar
amostras.
Vende-se una eserava rrioula, de 26 a 28
anuos, engommadeira, eostureira, c com outras ha-
bilidades ; na ra Augusta 11. 17.
Vende-se em casn de C. J. Astlev
&C :
Cubos da Russia e de Manilha.
Pnlliinlia de junco preparada.
Yuilio de Men -, de Motel le e de Br-
deos.
Roldas de cobre e pregos do merino.
Salitre ieliuado.
e 2,? o corado, panno tino prelo di
covado, dilo cor de rap e urde cor de garrafa,
fazenda muito superior a 7$ o corado, casaveques
de fustn ricamente enfeilados de ricas trancas lin-
gindo lindos bordados a 18,-, cortes de Tslidiis de
phanlasia muilo lindos o dos mais moderaos a 1n-.
Utos bordados a velludo de cores muito lindas a
308, ''os bordados a seda com lindas flores a 2*8
cada um, palelolsde panno a de casemira pretose
de cores de 16 al 58 cada um, dilns de brim
branco muilo tinos de 58, 5,500 e 6J cada un, ricos
pannos da mais tina casemira de lindas rores para
cima dn mesa de ineio de sala, loallias de linho eru
proprias para rosto a 18280 cada una, redes d-
ceres viudas da Babia da Trairn, obra muilo bem
acabada, pelo diminuto preco de 188 SS4* nina, e
nutras muitas fazendas que s rom a (rala do com-
pradlo se poder mostrar, e se vendern por pre-
co minie cuinmndo.
Chapeos de palha escura para
homem por precos baratos.
Na bem cnuheeida lujada boa f, na ra do Quei-
mado n. 22. encontrarlo os bons fregueses um com-
pleto sortimento de chapeos inplezes de palha escu-
ra de formas inteiramenle modernas 1 bonitas da
ultima moda. Tornain-se reroinniendaveis porse-
rem mui leves e frseos para a presenl.- estarn
vendem-se pelos baralissiraos preros de 48 eSf,
vemleiii lambein rhapos e bollis da mesma quali-
dade para meninos a 3$ 38600.
Era casa de Itabe Scl-mettan d C.
ra da Cadeia n. 57, vendem-se elegan-
tes pianos do afamado fabricante Trau-
i iiinmi de Hatnburgo.
Almeida Gomes, Al ves 4 C.a
VENDEM NO SKI: ARMAZEM
j>f RUA DA CHUZ
CHAPEOS de feltro sorlidos, da fabrica acreditada
de Carvalbo Piulo, do Rio de Janeiro.
SARAO das fabricas do Rio de Janeiro.
VINHO de champagne de superior qualidade.
SALVAS, bandeijas e outras obras de prata.
Ra do Queimado n. i.
Nesla bija existe um bom oratorio de Jacaranda
para vender.
Madeira de pinho.
Vende-se mais barato dn que em nutra qualqiier
parte : na rua da Cruz n. 40, priineiru andar, e lia
ra do llruin. armazem n.10.
Fazendas prelas para a
quaresma.
No alerro da Roa-Vista, loja n. 60, de Gama At
Silva, sendo um completo sortimento de grosdena-
ples prelos, pannos e rasemiras, pelos pivcoe se-
guinles "grosdenaples, n rovado a 18286, 1*600,
IsniiO, MTlttlO, rasemiras pretas, cortes a agudo.
BjEiOO, TIM ..t [>; rada rrte, e pannos prelos
de liilferemes prerus e qnalidades.
Aterro da Boa-Vis-
ta n. 60.
Vendem-se milito superiores casinetas mescla-
das, rom um pequeo toque'de mofo, pelo haratis-
siino preco de 360 rs. o covado.
He cousa muito boa.
Vende-se a verdadeira pomada para tingir ca-
bellos, pelo barato preco de Ig a caixinha, com es-
rovinha propria ; lambeni se vende -rassa para
aliar navalh-is a 326 : na rua do Queimado, na bem
conliecida bija de inafezas da Roa Fama n. 33.
JLI'JS 3D1 iPttiLMA II
Vendem-se as-verdadeiras luvas de Jouvin, tanto
para homem como para senhora, pelo baralissimo
preco de 2s500 o par: na rua dn Queimado, na bem
conierida loja de miudezas da Boa Fama n. B3.
CHEGUEIKI
Aloja da Boa F
Qhp. osla vpnnVntiO muito haralo.
Crosdenaple preto muilo superior a 1,800, 2J.
2,500, 3, 3,500 e 4g o rovado, sarja- pela hespa-
nlioia muito superior a 2,200 o covado, scliiu ma -
rio muito superior a 3,500 o .corado, -panno prelo
fino a $, 3, !,' 5, ti e b> o covado, casemira preta
muilo lina a 2, 2,500, 3g, 3,500 e -t n oovado.
ricos rerles de eolleles de velludo prelo bordados a
12$, dilos de diio Je cores a 7$ e 108. e milito su-
periores a 13$, ditos de gorgurao preto a 3,500. di-
los de dilo de cores a 4,500, merino prelo selim
muito tino a 1,120 n covado, alpaca preta mnito
fina a B40, 800 1$ o rovado, meias pretas de la
muilo superiores proprias para os senhores sacer-
dotes a ii u par, cambraia de linho muito fina a
6S a vara, esgniao de linba milito finn a 16,060 rs.
a pera com 12 jardas, bn-tanha de linho muito e
mnito larga a 20jj|000 a peca com 30 varas, cam-
braia adamascada para cortinados a 12,000 a pea
cum 2(1 varas, bramante de linho muito superior,
com duas varas de largura a 2,100 a vara, atoalha-
do adamascado com uiais de 8 palmos de largura .1
1,280 avara, brim liso, llambiirgo, muito lino a 9
.1 a lOg a pera com 20 varas, esguio de algodo
muilo lino a 3,200 a peca rom 12 jardas, cambraia
lisa muito lina a 5 a peca com o 1/2 varas, dila
muilo tina a 6S, 6,500 e 8| a peca rom 10 raras,
dita muito lina rom salpicas a 900 rs. a vara, e a
7.-5 a peca rom 8 1/2 varas, til de linho bordado a
1,-iOO a vara, maulas pretas bordadas a 10-.'. veos
da mesma qualidade a 12,000, gollinhas de fil
muilo bem bordadas e bastantes largas a 1,200 ca-
da nina, lencos de cambraia de linho com bien lar-
go em mita a 2ji, meias hrancas de seda para me-
ninas a 2 o par, dilas brancas de algodo muito
finas para senhora a 3,600 a duzia, ditas inglezas
muilo superiores lambein para senhora a 5$ a duzia,
ditas para meninas de lodos os tamanhos a 280 o
par, dilas para menino. a 240 o par, ditas de algo-
dan cni para homem a 1,800, 2, 2,500, 3 e 4j. e
inglezas muilo superiores a 5,000 a duzia, lencos
bramos de cambraia para algibeira a 2,400 a duzia,
dilns mainres a 3,000 a duzia, ditos muilo grandes
proprios para a cabera a 400 rs, cada um, ditos
muito linos de esguio de linho a 7,500 a duzia,
ditos de linho le rores escuras' e ixas proprios
para os tabaquistas a 400 rs. cada um, chales de
merino liso de lindas cores com franjas de seda a
6S. dilos de chaly com listras de seda em volta e
cora franjas lambein de seda a 7$, dilos de merino
bordados a OS, dilos de toiiquim mnito superiores
bordados em duas ponas, com franjas muito com-
pridas, pelo baralissimo prero de 45gOOO, ricos
1-ules de tartaruga a imperalriz a 12 e a 20$. la-
ques muilo linos a 4,500, ligas de seda a 1,280 o
Ear, chapeos, de feltro milito finos a 5 e 6$, brim
ramo trancado de linho muilo Uno a 1,280 avara,
dilo incorpndo muilo superior a 1,440 a vara, dito
de cores de padroes muito bonitos a lfi a vara, di-
los de quadrinhos muito proprios pata obras de
meninos a 200 rs. o covado, ganga amarella fran-
reza muitn lina a 320 o rovado, ditas escuras omito
superiores a 560 o rovado, camisas de riscado mui-
lo bom feilas a 1,500, cambraias franrezas de rores
' Na laja na rua do Queimado n. 1, anligamenle mnito bonitas a 400 rs. a rara, entre meins muilo
I conliecida pela do meia pataca, existe nm completo Uosa 1,920 a peca, liras bordadas muilo finas a
I sortimento de fazendas, que se desoja liquidar pnr I 3 e a 4$ a peca, e alera disto um completo sorti -
1
Xa iiiuliceio tle ferro do ciupnheiro Da-
litlW. ttouman, na rua
to 111111, pastando o t-uafariz.
Ha se 111 pre um grande surlimonto dos seguinles
objerios de moranismos proprios para eiigenhos, a
a saber : uioeudas e meias nioendas da mais mo-
derna ronslriiri u ; tachas de ferro fundido e bati-
do, de superior qualidade e de todos os tamanhos ;
rodas dentadas para au-iia un animaos, de todas as
proporeoes ; rrivos e bocea de fomalba a regislros
de boeiro, aguilhes, bron/.es, parafuzns e ea\i-
rosde- Ibes, nioinhos de mandioca, ele. ele.
. 2-5400. KA 5IESMV HMUCAO
2,800, 3,S e 3,200 o covado, dilos decores de 1,600 se executao todas as encommendas rom a superio-
- 2.500 at 12J 0 rolado j ronherida rom a devida presle/a e rom-
modidade era oreco.
\UM\zm
w.
Fazendas e modas
DR
MIGUEL JOS DE ABREU.
II Rua do Queimado \{
F.sle estabelecimenlo que iuqiieslinnavelmenle he
hoje um dos melhores ra-sie genere acha-se enm-
1 debtente surtido de ludn o que de mais ren, mais
irilo, mais moderno e de mais elegante e apurado
goslo existe 1111 menado relativamente a fazendas e
modas tanto para senhora rumo para cavalheiros.
Nao se especialisam aqui os diversos arligos que
ennsliluein esle variadissimn sorlimenln, por-iue
isso faria demasiadamente longo, e por consequen-
cia faslidioso e intil esle anmineio; inasassi-giira-se
ao respeilavel publico e especialmente as seulioras
e cavalheiros do bom inm, que n que cima se allir-
ma nao he n costurando e trivial engodo rom que se
procura allrahir a concurrencia, mas siin a exacta e
liel expresso da ventado.
Ao que lira dito s resta accrescentar que todos os
artigos st-iao vendidos pelos mais moderados precos.
Rua do Queimado n.l.
Vaquetas.
1 Lis v,-iiiiicl;is dr 1 l
ova n. 61.
Saias de baldo.
Vendem-se boas vaquetas d
carrn : na rua Nova n. 61.
lustre para cobrir
Na rua dn Crespo 11. 16, loja de Adriano Je Cas-
tro, chegaram as ricas saias de balan de ricos gustos,
as qnaes sao muilo eommodas, e por isso recom-
menda-se as seulioras de bom goslo para nao dei-
xarcm de comprar.
Vende-se una mulata de meia idade, com to-
das as habilidades; na praca do t'.orpo Santo n. 17,
segundo andar.
Vendem-se soleiras e sacadas do pedra de
cantara : a tratar na rua do Torres, escriptorio de
l.einos Jnior & Leal Reis.
Vende-se um preto mnito moco e de boa fi-
gura na rua da Senzala Velha n. 96, padaria.
Vende-se urna eserava moca : na na do Col-
legio n. 11.
qualqiier ni preco, am de em breve se poderdasl ment de fazendas finas e grossas, que vendem-se
nova nrgauisai o mesma loja. Mas nao sendo por-1 Por P.reeos mui rommodos, s fim de se fazerein
sivel meni ornar um pnr um, lodo* artigos de que-
mpe dito sortimento, limitamo-nos aos se-
guidles, adicinnando-lhe seus baralissiraos precos,
at'un de que os amantes do barato facam a devida
idea do qi aniu ecnnoinisaro em se sorlirem em
dila loja : corles de cassa chita a 1g600, ditos finos
a pinta mi nimba a 2S, cassa de cor, vara 320 reis,
ditas linas e lixas na cor a 410, ditas franrezas mui-
lo Una a 6-10, sedas de quadrinhos a lg, ditas mili-
to largas a 1$600, dilas de quadrinhos miudinhos
assentes em grosdenaples a lg500, fazenda de la
com quadros de seda a 320 o covado, dita superior
a 400 rs., chaly padrirs inteiramenle novos a lg,
chilas trmelas superiores, tanto em panno como
em tintas a 320 o covador ditas escuras a 260 o co-
vado, alpacas de urna ai cor, fazenda muilo fina a
grandes vendas : na rua do Queimado n. 22, ua
bem conherida loja da Boa F.
Vende-se algiim ouro em pecas de 4/8 portu-
gui-zas, e moedas de 20$ brasil-iras : nn largo do
i.urj.n Santo por cima do trapicho da rompanhia,
escriplorio.
Escravos fgidos.
No dia 14 de agosto do anno prximo passadn,
500 o covado, dilas com listras de seda a 500 o co- fugiram do engenlio Sele Ranchos, freguezia de
vado, tiras bordadas de 6 metros, por menos 25 por Nossa Senhora da Escada, comarca da ridade da
11 o do que em outra qualquer parle. Victoria, os seguinles escravos: Damio, crioulo, de
-,'..' ,,-,,',,., 25 anuos de idade pouco mais ou menos, eorfla,
- (m-iciis L'liissuse nieto nrrehil.dna lem nm. mmI
I Cal de Lisboa.
beiros grossose meioam-.bitados, tem urna cicatriz
na testa proveniente de umeoiee de animal, pernas
>>. Unas ealguma cousa arqueadas para fora, esmslma-
." dn, espaduado, altura regular, e est bucando ago-
V ende-se na rua do Trapiche n. 9, em^Ti'ra. Jacintho, crioulo, de 28 anuos de idade pouco
i mnito luiiis barrise iiili-11 menle nova por 1:j\ mais nu menos, altura regular, cor preta, poma
arcada bontem. i7V^' barba, beicos grossose faz n-rto grito na bocea quan-
jjjjj lersidodesenil
Rua \ova numero 18.
M. A. Caj i f.." rereberam um sortimento de
ramizinhas enm manguitos para seuhuras e meni-
nas, os lindos padroes que se podero encontrar,
um sortimento de caixiuhas de conchas e busos
proprios para guardar joias para um presente, por
seren muito lindas e exquesitas sua factura, por
prero commodo.
\ ende-se iima n.-irruira de 13 para 14 annos,
recolhida e de bonita figura, muito propria para urna
casa de familia, e por preco razoavel: a tratar na
rua de Santa Rita n. 85.
-----------1 quau-
do i.illa. iem una cicatriz em urna das faces, pernas
linas, esmalmado, fuma, e tocador de viola. O
primeiro foi comprado ao Sr. ioo francisco Barbo-
za da Silva i'.iim.ir. e o segundo diz que foiescra-
voda familia do Sr. Joo Nones, da fazenda do Sitio,
em PajeO de Flores e comprado na praca de Per-
nambuco. Consta que ditos escravos es'lo em Ps-t
jede Flores por portadores que mandei edellvie-
ram: roga-se as autoridades poUciaes e cepilles de
campo de os pegar e levar ao referido engenho, a
Bernardinn Rarboza da Silva ou na praca dn Per-
nambuco aos Srs. Manuel Alves Ferris k tima, na
ruada Modan. 3, segundo andar, que serio re-
compensados com a quantia cima.
PERN.: TTT. DE M.Y DEFAMA. 18M.

gr;-1 rim


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E85U5K4C6_BDYXY0 INGEST_TIME 2013-04-26T23:58:03Z PACKAGE AA00011611_08004
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES