Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08002


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Full Text



6* .
AUMO XXXV. NUMHRO 55
Por tre*j mesen arlIantadiiK 4SOOO.
Por tren mives vencidos S,iOOO.
Ol \ll A FEIII % O DE M VH< O DE 1850.
Por anno adlantado 15$000.
Porte franco para o Mibscrlptor.
CICIIIE61DQS DI SUBSCRIPTO NO MORTE.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DI CAPITAL
Parahika, o Sr. Joao Ifndi.lphn Comes; Natal, o Sr. \n-'
^^fT7 1" 5,AaX.*rara,v' Sr- A- d'' l'",,,s Bra*': W d-.VIh.. \
U 11 ?* 0lm'11'1 Marnnhn. o .y. Jos T.i-, ra, Floros,
i? ?J:. "hy- Sr Jom- l","llli'" Av.lii,: Para,] quinas f.-it
lino i. Ramos; Amazonas, u Sr. Jeronjmn da Cabo. Sorii.1,5
la, Pnante
-______________________________i Todos M O
PARTIDA DOS CORREIOS.
(Unida Indos o : dias as nme e mi'ia horas do din.
Igitarass, (ni nina e l'arahiha as segundas p se\las-fcras
S. Antn, Bi'/.i ros. Bonito, Cantara, Allinhn e Garanbaiul Tribunal do rommercio: segundas e quintas.
as ti 'iras fi iras. Relelo: torras f.-iras c sabl.a.In.s.
zarcih, l.imoeiro, Brajo, Pewninira, Ingazo- Faxeuda: quarta* o sabluidos as 10 horas.
."illa Relia, Boa-Vista, Ourieury a F.xi nas| Juizo do mnimcrrio: quintas ao meio dia.
Costa.
PARTE OFFICAL.
OVF.RXO DA PROVINCIA.
Espediente eu additanieuto ao do
da flOde fevereiro.
Officio an rice presidente da provincia llr. Joaquim
Pires Hachado Portella.Sondo iieccssaru averi-
guar at que ponto sioajastas as qocias que os
operarios bolsas conslintotuonlo Irazeni ao conho-
eiawntn do sen cooanl contra a maneira porgue sao
tratados, tenho por conveniente reconliccer ale que
ponto sao justase fundadas lat* qucixas, pots une
dissn dependo a aduprao de qiiaesquer medidas,
uei presidencia queira por em praliea, romo
ra de Remover todas as ramas, que possam agjrra-
vat a sorte dos referidos.nperariss eevitardisturbios
serios.
0 engeaheiro iwupreiteirn, i; lu-oi assim o cnsul
belga estimarlo ter Acerca de laes ncciirrencias o
juizo de urna pessoa iniparcial > illnslrada, que es-
tndo iioproprio theatro dos aroutecimeiilo* nao s
a juste-a on injusli.-a de taes qucixas, como o
laco das populaccs
cialiaoute ein Frain a
ommuni-ra e suhinil
vras que deviam loca
lamento. Sahia-se i|u
tilia direilo a reclamar
ubre cnmporlamento
no enngre
i Dito de orphos: tercas e sextas as 10 horas,
ni, Rio Formoso, I'na, Barrciros, Agua Pre-; Primeira .ara itormi: tercas e sextas ao meio dia.
rase Natal quintas feiras. ; Segunda trara iio riiel: qua'rlas o labrados ao nnin dia.
rreios parten) as 10 horas da manh.ia.
EPHEMERIDES DO MEZ DE MARCO.
f l.ua nova as 4 horase 51 minutos da tarde.
12 (.litarlo crosceulc as 2 horas e 21) minutos da manhaa.
18 l.ua rheia as 7 horas 20 iiiiiiutos da larde.
2t Quarto minguanle as 7 horas .- 8 minutos da manhaa.
PRFxMVR hk mu:.
Primeira as 8 horas e :t(l minutos da manila*.
, Segundo as j horas < i minutos da larde.
falla
OAS oa semana.
7 Segunda. S. Thnma/ d'Aquinol^doiil. da groja.
S Terra. S. Joan ilc lieos Fiinilailor d !l yo.ola di- I iluta. S. I'i.ipi-isca Romana v.; S. Hethodio.
10 (.lumia. S. Militan e :i!l roinp. mu. ; S. Ilroloieoah.
11 Sexta. Ns. Candido .-Il.-ra.ii.i....... s. Viudieiano h.
12 sldenlo. S. Gregorio Magno p. donl. da .'reja.*
1:1 Domingo. S. Kufaxia v. ni.; s. Rodrigo m.; s. Bogerio .
ENCARREGIDOS 01 SUBSCRIPTO H SUL.
Magna*, o Sr. i laiidinn Falcan Dias; Baha, o Sr. Jos
M.irliiis Aires; llio de Janeiro, o Sr. Joo Pereira Marlins.
KM PFRWMBICO.
O proprielario do DIARIO Manuel Figueirna de Paria, na
sua Dvraria prar* da Independenria ns. ti e 8.
le Mil.io. Cuidava-su espe- que so leiiiiinaria inelhor. Isto e, ao menos signi- segundo pnhliro.....dorio, falla peior queum.masl Useavenham Vvula doquelenho
sabia-so que Mr de Cavuur licalivo. | |/y.0 e Ina| sal..- linnar sen nonio. | expendido conllPCerA que nao fui levado pela pai-
lleraas luilheinas as pala- Poroitlro lado, abalado pelos preparativos j O divino Diestronao iiegnu osla assoreio: ape- i xa... e no Intuito do deprimir o Sr Oiiirin.. que
na poltica exterior do par- mililaes da Austria e pelos principios de raiupanha as disae-mc, conteslando-me, que nao podia ser! disse-lhe que, sendo elle hornera analphabeto' setn
i-'anlilphabelo un lioinem que havia oceupadn cer-1 familia no logar, sem importancia nem mrito al-
gn real, sein teres nem llaveros, bastante ndiado
simpathia osla potencia ti- das suas numerosas tropas na Lombardia,
REVISTA DIARIA.
Por portara de l.oiiteiuioi demttido de sub-
delegado da frogne/ia da Vanea u Sr. Francisco
Sollor de Figuereilci.
i.iiiiinia a mascarada. Ilontcm honre milito
dar o futuro rnm resdlucao...... o futro ser toliz,
porque a nossa polild-a bascada sobre a jiislici,
so!.re o amor da libeJlade e da patria... O l'ienion-
tc un pequeo estado, mas grande nos consc-
Ihos da F.uropa poloJ nriiniiiios que reprsenla o
polas sympalhias qioWtpira..... Respoliando ao
un smo tempo lodos/os tratados, elle nao insen.si-
vel a..s gritos de d* da Italia : agnardemos coin
meios de as fazeV depparocer se "nao orm de to- "^r*110 "s, **"*?/ Providencia,
do infundadas, Lembrei-me de V. Kxc para essa P?lavras tivi-ram un grande ciTeilo o una
averiguarao e espero que uie diga se pode incumbir- r,'l";rr.,(,rs'"1' e'l".'rt'"J Pwmonte nao inscnsivel
se de seielhanle tarea. i rnl"? 'Il' u"r dl| 'Wat. Era esta a nota ver-
_jj_ ; dadeira de um discjirso. c alravcz das formas ol.ri-
<;. 1/
ilepuis
INTERIOR.
Dito ao vire cnsul da repblica oriental do l'ru-
ry.Tenho presente acoiuniuucacj
Janeiro ultimo dirigi a esta presi
Antonio Valenlim da Silva Barroca, vicecnsul da
ga.las de um dm-u
[tierra inertavel.
residencia oS?' *SfJ3
', lo do principe Na|
repblica oriental do l'ruguay, relativamente
vapor orienUlSatto. que ambara ao porto desla ''"""Ti v'.
edade. e leudo dado entrada por franqua allm do *'" a"'";'. '
tomar carvao, e seguir pura Moulevidei.com escala
poltica venlureirJ
pelo Ki nb pide l.ir no da dcieraT- ^.S j5.il>>>, 0
uto oincal, toda a gente va a
e talvez a .ierra prxima! A
tule e deyorou os ac.onlec.iuieii-
io a noticia certa do casamon- I viuca. Facii vol
leo. primo do imperador, coin I prompln, alim di
de Sr.boia, lilhade el-rei Viclor
: nisto a inluguracao do urna
da parle do governo franco/;, ,.
para deier apparecer no da se-
[iiadros de mu oxercilo dos
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PERNIMBUCO.
Parahlba, 4 de mareo de is.'.'t.
Contina sem alleracao o nosso estado de salu-
bridade pblica. Por felizes nos contamos de nao
termos actualmente epidemia alguma que nos lla-
gellc
Aschuvas leem oscasseado mais ; todava essas
pencas que temos lido grande* beuelicios deven
produiir &* nossa* larouras. Sao mais (arorareis,
as noticias por ultimo chegadas do interior da pro-
para que o invern all seja
essar a morlandade de ?ado,
que inda se lamentara. 0* genero* de prneir*
necessidade prosegiieni rarissimos. A carne verde
sustenlaos preeos de:t00 a :160 por libra, ventado
que do u liiiir quadade, grara* vigilan-
cia que a policio exerce sobre os marchantes.
..... pliitnn.iiurnn- son a nc.lenca :- ....... r~ cllll
tendido pelos partidos, quando confeccionam a sua *dmini*traco do F.xm. Sr.Kohan, que inspira a
chapa ; pelo contrario milito* caracteres dislintos mais solida conliaiua inaiorio de seus habitantes,
lirain margom, porque nao se pode .optar rom aa homens impartaos e honestos, iisex.lusivis- .........".-," "?;; ""* ,.. s.^ooo..-..-.....
ell.s ein certas o.casies. Para a cabala taWo im- tas do um e onlro credo uo deixa.n de dar-lhe sua ,~ u lk'"l,l"'du du ,a,rK" 'I- delegad., do Breio, | '"; >mr"
porta que o homeui seja analphabelo con*} instru- denladnha sordina: mas isso devido oonfor- i1'''"'." Z*!A*' ''"s,;l ",' ""'ne.. "'''"I" *- _'Vi____m.^ -.-..
do. (1 csseinial i que seja bom c al.alisla o espole- me I he lenho dito, a prelences Iludidas, a inte- '""",. I",r '"slav0 -a.n.-llo de Siqueira.
ta de eleicoes, para ser acatado o ond/Jpado poi J resses iirejudicados V insii.-a e iioderaeao sao ~, 'ur,aram os cabellos de Jess \ ida.tre Pr.dii-
sens patronos,coiicedcndn-se-lhe tnjK'^uaiUo apanagiode sua illnslrada admiiiistia.o une nao te8u'n>cnto da casa do detenrjo que os
sen. pela cidade c arrahald
rain aos sorecsdados, no domingo, na ponte Telina ll,'c;ull,'l1"
e ua Passagem da Magdalena, na sogu.ida-feir*. \' aL'*B*lnrB'?-
Poi deuiitlidu do carao d
As appellacoes civeis:
Appellaule, Flix da c.oiiceicao Brrelo : appel-
lados, Francisco Antonio Coiilinho e outros.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago, o re-
curso criine ;
Recurrente, o juizo ; recorrido, Paul inti Pereira
Bar-
tarle .1"
rceursn
llecorreiile, o juizo; recorrido, Joo Francisco
recorrido, Joo Pedro da
.jes :
o juizo ; app.llado, Jos Ferreira
alnicjau era salisfacao de suas disparaiAjBs'phaii-! s'.- rsente seqoer de m acto menos dYg*n ii- l'",""s l'"h,,ll.'i." cabellos grandes, lornou Jess
tasias. proprio.
N.sia esphera considero o individuo da que Ira- (l jornalismo da provincia aprecia o sen goi orno,
lo, oinbora os retumbantes protestos divino e coadjuva-.. cniu o seu apoio. rormilla lieos quo
niestr.'que para iniui sao altamente Inspeitos,, o Sr. Dr. Rrothero soja to feliz eni Ma administra-
pola simples ra/ao de parlirem de qiieta obrando cao, qiiauto tem sido o Sr. Rollan, que infelizmente
se para deixar-uos, coin sua auiabilissima
iiesireque |.ara luiiii sao altamente ispeiios, o .sr. llr.
lela simples razan de parlirem de quen obrando cao, quai]
lesta surte, anda tem em mente tomar-ir1 credor1 prepara-si
I......vos servcos, ein as futuras eleiccpdo 1HKII. familia.
Sobre este tpico nada mais tenho a aorescentar.
l'rcio que llie Re diie siillicieule para coirohorar a
ver.lade que l[u- allinnei.
Disse-lhe que oSr. Qnirinn nao linha hmilia no
lu^ar, o cahe-me asatisfaciio de dizer-lhe queo
divino mostrnao ouson contrariar esta-verdade.
Vpenas se socorren de
ture victima da thesour* do mestre barbeiro do
eslabelecimeiilo !
"poi.re viajante, segundo no* diiem, fez tuda
para que o nao despojassein de seus preciosos ca-
bellos ; pedio, rogn, churoii, ajo.lhou-se, o nada
co.scguio, por que le nao se curva i* suppUcas,
aos rogo* e as lagrimas !
\a yerdade duro, que homens que nao soffrem
As obras pblicas conliiiuam em andamento, sen- .', ,' .
do visitadas inundadas vezes por S. Kxc. que mili- ".P~5*,~ "". e que apenas por conveuicu-
. sen progo
lo tem contribuido para
cotiheciiueiitos professiouaes que poss.i
Ihoramentos do palacio dogovorno que
co, achatn-se coinplelos. A eicepro d
que nuil
o, coin os
'. lis me-
lle aiiuuti-
u ma e-
Vppellante
Mariuho.
As appellares civeis :
Appellante. Auna Rosa da Fonsera ; appellado,
Vlexandriio Martins lairrcia Barros.
Appellaule, Francisca da i.unha Bindeira de
Mello ; appellado, Joaquim Tarares Rodrigues de
Mello.
A's 2 horas du larde encerrou-se a sessao.
. TRIBUNAL DO JURY.
I." SKSSAO JUDK.IABIA KM 5 DE MABCO
DE 1859.
PRKSlhKXCIV DO SR. na. iikiiwki.ii *\CH\00 M COSTA
le 111 u, JI'IZ IIF.
MERO M PKiMrnii vvnv cil.niAL.
Promotor publico interino o Sr. fr. Antonio Jo-
procedesse como 6 de pralcu com os vapores da 'M'i-ox.inacao d/ alguma surte signli.ativa. Todos
rompanhiabrasilcira. ua os jornnes pulJicaram o texto inteiro do discurso
Segundo a informa-ao do inspeclor da alfandega.a ; s" .", f ;f'1r'1',f (1,"'",m"s "' *>"' !'" causa da
miem a presidencia ulgou cSrvenieufe ouv.r s,.- s"1' '"' '";' '"M'or.anca.
bre o tacto allegado, o vapor .SVilto deu entrada Srnhontinadoru, mnkort, itpmtadot.-X ,.-
p.irfrnnquiaTdTqualnadiat.igU''''.' pedio le- va U"W< ''Sr.vla, ha um anno, nao Iludi
vantamento, que Ihef.ii immedialamente c.uicedi- :!","' v^EsSGS '"'" '"'"' "'"i"1'3 pectalt-
m. a menordiin- l-;,^;-*;!:,-^--^^J -**.
cuidad*.
Homo aflirma o inspector esta a praliea seguida
com lodos os vapores que tocaui oeste porto, excep-
tuando aquolles que eiii viilude de coMcno ex- :
Mema, saok^o dejeniblrrarados pelo gifanla mor
nwaclo da visita, sem que todava fiqnom dispon-,
sads do dar entrada e do estar sujeitos A inspecao
e Hscalisaro da alfandega.
t) (acto simple*'une Rea referido nem autorisa a
qualifJcaco de alwurdo, nem pode ser considerado
nlfensvo a alguma das estipulacoes do tratado,
quaae mandou observar pelo decreto n. 226!) de i
de niilubrn do auno passado.
Tendo sido o navio desembarazado logo que se
fez repartirn fiscal O pedido uecossario, e no mes-
mo dil-oni que se diriga presidencia a comniuni-
e.i qiir responde, tornara-se desnecessara a
providencia reclamada para o caso em onusta...
que depois de convenientemente apreciado, nao
lera dettado no animo do Sr. cnsul a menor llovi-
da acercada regularidade com que se proceden.
Renovnao Sr. Antonio Valenlim da Silva Barroca
os nrotestosde minh* estima e ronsideracao.
Diloaojuiz de paz presidente da junta* qualilica-
doradn fregue/ia de Flores- T. oho presente o of-
hciu, que Vine, dirigios esta presidencia em 15 de
umetro ultimo com o ollicio do juiz de direito em
reapMta-icoaMilta leia sobre a qualicaco que
dotia servir para a ob-ir*> de vereadorese jizes de
paz desse municipio.
Sendo iopportuna a reprcseulariio de Vmc. de-
pois de concluido o prucessiieleitnral, nada ha que
providNiciarsobreaqiialilicacao, ein que elle ba-
seoit-se, restando-me smente esperar pelos docu-
mentos neccssirios para conhecer da validade do
oiesmo processo, que nao pide ser contestado pela
simples arguieao de irregularidades a que Vmc
vagamente alinde.
pito acamara municipal de Villa Bella.Conveiu
que acunara municipal de Villa Bella renietta-me
oan so o resultado da apuracaodos votos para ve-
reidores do municipio de FOres ltimamente crea-
d^masUmbemancpas de todo o processo elelto-
, acoinpanhadas dos documentos e informaces
lefnreuj necesaaras para se conhecer sea dita
I {40 foi feilacom a- devida regulardade.
la poltica iule-
an.lo desparte os largos principios de "" ",,ls *locasse por casa ; porm lizeram mal dar
demonslra.'ies de sua langa. Prolesto fuslisa-los
em regra, loso que me cheguem ccilos esclaio.i-
meiitos, que Cassiano proiiielleit obter-me. Ac-
tualmente eslo elle* reputando una carga de tres
mil e lautas barricas a procos de 1 SOll elJJIlOO,
na qnaldizem-me que auferetn um lucro de mais
de sele cont* de ris Grande cavaco cslau dando
rior, consolii
nacionalidad e progresso sobre os'quac* repousau
as nossas ins iluic.'.es livrosl Seguindo a mesnia
estrada, pro| orciouareis, este anuo, novo* mcllio-
rameutos ao diversos ramos da legisla, o e da ad-
ministracan ublica. Na ultima sessao vos foram
npresentado alguns projectostendentes admitiis-
tracao da jukliea. (guando tiverdes continuado o
respectiri ikatue inlerrouipido, lenho a conlianca
de que iieau sessao tratar-sc-ha da reorganisaco
da magistratura, da institiiicn do jurv e de rovisao
do cdigo db processo. Seris chamados da novo
ar sobre a reforma da adminiatracao das
a das provincias. Cm mili vivo desojo
esle respeito vos servir de estimulo,
para ahi e sagrar os votaos cuidados especies.
Ser-vos-ha -
sojjro a gil
no,aprovetar a quadra!
o* monopolista* nao dormem, e, seca tiressemo*
niunicipaliade, eu lhe pedira que nio perdesse
de vista 08*1 sucia de morcegos da huinauida.le,
que, seiuelbante aos vampiros, chupa toda a selva ,
ao pobre povo.
Os legme* seguem eseaaso* e carissimos, con-
forme lhe disse na iiiinba anterior.
Os Iralicautes do hacalho nao gostaram do tiu
I Conheco que a familia nao constitu' o
do individuo ; iiiasninuiiem negar q
cade um coi lo prestigio, mu recomm
qut pois irrogar-Ihe urna injuria por
desejei apenas fazer .sentir essa lacinia
traraiudaa inconveniencia de sua no
rom o que certamento ignora, efoicsqi
divino iiiestn. mas eu lhe vos dr
Sr. Ijuirino, por nimiamente Ingrato,
gado e de logo e a Rangn o.....aquellc
rente, liomem probo, de etcellentes
ierajineiile estimado, que o tem protegido
dado como se f.ir.i sen proprio lilho.
os motivos desla malqnorencl o de quadade
tal, que mu abslenhn do especlica-los, guardaudu
pa*| oiitrii occasiu faze-lo, se porveiitura. Mr a
isso mpollido. Kis-ahi o homeui de mrrtcimr.nto
vel. .Nao legro f.iiieciouario sejan
i presidente, de
paz ue nem orionta-to nos Tlegocius da p
alim de marchar seguro no terreno vtcillantc que ..
aguarda. Espero que O mrito e aplido desle in-
devdamente apreciados
cuja illuslracao milito es-
timen pa-
ilidadcs e
aj l-
os laes (ugciios coma reeem-chegad* de um car- apregoado pelodivino mestremordeado, como
rjgamento de dlias mil e lautas barricas, casa a vbora, a man quv larganienle o bennAeiou, com
Med.iros Correa A ti.", que pretende eslabelecer- nao pequeos sacrificios c a-qitem deveui os pou-
commuua:
existente a
EXTERIOR.
i propostas alguma* inodilicacns lei
rda nacional, alim do que conservando
ao inesmo lempo intactas as bases desla nova ins-
titu.;.., m lam iiitroui.'ltidos os melhnram.'tilossug-
gerit* pe a experiencia, e capazos de U.rnar a sua
iccaomai eiiicazem qualquer lempo. ,
A cril e rommereial de que o .nosso pai/ nao
sahio sou incoinuiodu o n calamidadu que pesou
por ilivers s ve/es sobre a nossa principal industria
diminuirakn as rendtll do Kslado ; nos iinpedn.iiu
que visseinosal boje realisadasas esperancas con-
cebidas db um iiivelainenlo perfeito entre .i reci-
ta o a iIwpii pblica. Isto uo vos impedir que
concilieiJ no exame do orcameulo futuro as neces-
sidade* ilo Estado com os principios de una severa
economil.
Sniores senadores, senhores depuladns. (l
horiseol -
nao est
grareis i
trabalhi
Foi
tnos adi
vir ser
no meio do qnal se levanta o novo auno,
perfeitamento sereno, todava vos conso-
no acodamenlo conlinuaco dos vossos
> parlamentare*.
es pela experiencia do passado, march-
me das eventualidades do porvir. este por-
prospero, porque a nossa poltica repouzi
CflARESPONDEACII 00 DIARIO DE PERNAMBUCO.
"Un, de feverelro de tHr.lt.
AquesUoitaKantnrnou-se agrande preoecupa-
c.ode lodo o-mundo europeo, veio inopinada-
mente pozar sobre os negocios da poltica daindus-
l la, das lloancas do commcrciu. c at sobre os pra-
7 res. Eio todas as partes cuida-so na appmxima-
C m Ua primavera, pergiintando-se, se ella trar a
I az e a guern, e os olbos so voltam para Milo para
t eneza c para Roma, as tres cidades guardadas de
i ma maneira tae cosa pelas baionelas auslriacas
Ha por toda u parle grares indicios ; em l'aris
ttatojde crLse ministerial. Mr. Deiangle deixir o
i nnuterio da juslica, o ministerio do interior to-
Uiar Mr. Laity, urna per.sonageni que den a Lui/
^ apoleio um serio apoio na occisio de suaexpe-
a cao de. prclendetite em Strasbourgo ; Mr. de l'.r-
stgny ir substitnir em Londres u .loque de Malakofl"
qie lornario commandodo exorcito de l'aris. Mr'
Vfalewsky donar a su* pasta dos negocios eslran-
geiro*. Mr. Manan tornar-se-ha grande chanceller-
nior da legino d'honra, e sobre toda esta alia adm-
n^slraeao renovada, reinar o principe Napolen.
' Tem-se-Ihe feto depois de um auno, urna alta
pbsicao, boje anda augmentada pelo sen casamen-
te, e a sua tufluencia cresce a tal ponto, que susten-
tando acxutencia do-gabinete actual, a paz ou a
mierra delle dependern em grande parte,
i Forniidiveis armamentos seexerutam nosporlos
militares da Franca, urna nomenclatura foi publi-
i pa ao* navios disponiveis, se concenlram tropas
em carpos de observarlo sobre a linha dos Alpes
ifxom-so dispostVcs para a troca dos regimentos
.vinca com os do continente.
| Preparativos anlogos se fazcm na Inglaterra
nu Austria eno Piomonle. O joraal ofllcial francez
guarda silencio eloquente, e- o governo mostra una
it lerancia, mu siguiUcativa.soti o rgimen actual,
pbra com artigo* belhcoso* publicados quotidiana-
o)enlc pela impreusa.
i Kmfim, um congresso passa por dever ser com-
pietamente incompente a respeito das quesloes ag-
Km presenca de tudo isto, ha pl^ssoas cujo opti-
mismo nao queremos de sorte alguma sensurar, e
qtle se tranquillisam invocando a nocessdade de
iranquillidado pira o deseuvolvmentndo commer-
'I. da industria e da riqueza publica, pela lingna-
gem reinante as regioes ouiriaes. pelo respeito
u.'vido ao* tratados, pelas suas modificac.es suscep-
i .tU 3, lencio guardado pela rainha de In-
?J ., f,Jaa'vereiro, na abertura do parlaineu-
I0L silencio que res.rva o futuro, c inexplicavel.
yuaitto a nos.iquo nao poderiamos escapar a urna
cMria inquietacao, uio queremos coin todo declarar-
nq*sobro a coaclusio.cM* ifilciildncl.-s a resolver a
re-petto da pcmnsula italiana, recolheremos con.
sobre alustca, sobre o amor da liberdado e da pa-
nosso na, pequeo pelo sen territorio,
elas ideas que representa, pelas sympa-
i inspira. Una tal silnacn nao isenla do
porque se respeitamus os" tratados, porou-
nn somos iisensiveis aos gritos de dr que
os lados da Italia se elevan, pranos,
es ocla concordia, confiados na nossa boa
tardemos os decretos da Divina Provideu-
tria : o
Eiand
Ihias qu
erigns,
ra part
de lodo
For
sorte ag
ca'
Taes | alavras cabidas dos labios de Vctor F.in-
inanuel,
miliauo.
para ir II
tecimeiit
liana j.i
io momento em que o archiduque Maxi-
desesperando da sua obra. Miando Miln
tar-su ein Trieste, na espeelativa dosacou-
is, taes palavras renovaram a queslio ila-
nvelhecid.i de tantos seciil...-. c novamente
eslabelecldo o problema dos dealinos lombardos,
problema; cuja soluco fui anda urna vez receule-
metile ad liada.
Desde i congresso de 1856, a Austria se acha, a
respeito i as popula.;"jes italianas, sob o peso do iim
cumprom sso universal que a liga lamhem para rnm
a Fui-upa cuja paz posta em pergo pela fermeii-
tacae da l'eninsula.
A sita :io poriitu da Austria tal, que menor
apparenen de um acordar das nacionalidades, el-
la e, segulidn se ere, obrigadaa auguientar o alga-
nsmo da-lsuas giiurncoes, estender ale s regioes
que cruzlni as suas possessoes, e influir com o no-
vo peso silbreosconselhos dos governo* da Italia.
E*U situaban, esta preponderancia da Austria na Ita-
lia crea rli Piemonte, Estada constitucional e libe-
tai una pl.sico ciuitia aqual, pela sua parto, ella
fui nbrigabu a procurar um apoio. Aohou'o na
r ranea, i s factos deixatn pouca dvida hoie sobre
a ililellige
potencias
pc'ide agua
eide com <
Austria.
Esta alli
monte na
peu que.'
pouca dvida hoje sobre
ca intima que existe entre estas duas
at sobre a cooperaco que o Piemonto
dar da Franca, cujo interesse alias coin-
scu quando se trata das usurpacoes da
tica intima modifica a aituacao do Pie-
alanca europea, e d um carcter euro-
o que lhe diz respailo de lao perto
i-i" e, q. estn italiana.
Pora api
pre, pois
presenra u
apit'ciar as eventualidades do futuro, cinii-
s, lr boje duas potencias quasi guaes, em
todo o cuidado,
que comporta a sua inlliiencia, ns
fato* e a* razoes.da pc da guerra
pa ora era que estamos, o imperador d.-ixa ca-
hif de seus labios palavras que sao desuadas a li-
xarmuitas incertezas.
(la dous anno* seguidos que por motivos diffe-
Hr!' ?"*- de '*ne,ro assiunalado por urna
grande agUacao poltica. Em 185 era por causa
doUitentado Ormi, era 1858, a attencio do go-
verno francez naquesto italiana sbitamente re-
ncwada.
So momento cm que fechavamos o nosso bulle-
i ra do mez passado assignalavamos as ultimas li-
Hl3Si,Uan em 'onsequencia dealguraaspalavras
jC** pe, "nperador Napoleio ao embaixador
anlsS.?*' P.r "'ao da recepeao offlcial do l.
fl'S' inquietacio se apoderara dos espiritos.
nc.a.publ'c voltad Pr Austria w dirigi
~.LsT a. =r das "mumeraveis quesloes agitadas
w ** at um d08 elementos delga ag-
Tgacao impossivel de nacionalidades diversss.
,'?iS ^"C?> ^8BU9t*da do lado da Servia onde i
ST/5 ""I1* ">ate'-i renasear, ella cuido., so-
52L1, i.n' fufUo Lombardia, que novo* inc-
-ot 1Zen,re" Pwum instante actualidade.
nuil l*$til%pergUnt0"-,e o por toda a parte
tot.3?^o^.'?0a^eai,'" *rturado parlamen-
"'"',l ",ud,!1 omcial. em presenca da Eu-
ro| a Vctor Emmanuel, ta tomar a respeito da agi-
- .
na da outra, sobre um terreno que as
emo.-oes c- pontaneas das populaooes pudein modi-
iuslaute para nutro, (laclo de umades-
s occasioiiar necessariamento um acto
da parle da outra. Heforcus de guanii-
|a originaram levas de hiimeus no Pie-
nsos de oceupaco por um lado podem
do oulro roadjuvacoes de tropas fran-
ticar de utn
las potenci
equivalenli
cao austria
monte. Kx
occasonar
cezas.
po-
para gr remar, para castigar em caso de npros-
io ella o entender, as suas provincias
as suas r
trinrheira
militares :
perante o
suas Torcas
suslenta-la
italiana re
que elia
pies motn
primeiro*
U que diifemns a este respeito quasi que noad-
mtllido do nitro lado do Bheno; as conricroes sao
iusM" "sl"* '"' f"""''"'1 Pelns tratados de
1815, qne 1 ie conferem lodo o direito e lodo o po-
der para gt
sidade, co
italiana*.
An sen dk-nto junta sua forca, forca militar c flir-
teas ; se o conflicto devesse rebenlar, as
suas medie is militares estn tomadas ha muito tem-
po, com ur aelUcaria respeitavel; as suas alliancas
la.-ues diplomtica* lhe formarais ua
oral tao forte como as suas nomcej
illa nao se assuslaria ; e por outro lado,
"u direito, a sua posi.-o lomada, as
as suas alliancas, ha'veria embaracus
es concurrencias Os meus collejas do pasmato-
ro, asseveratu que os bichos est. damnados,
COm o rerenle dessa casa pelo atrevimentu que leve
de meller a mo na seara alheia.
(ilattneliprincipalmente anda desmontado,
e com cara de caoque comeu /nii. Ello, que
o ambicioso como uimjudcu, nao pode ver framen-
te a redueco do lucro que esperara realisar. Ite-
cein que solfra, por este motivo, algiitn ataque
nervoso, .pie o proslre no leilo alguns dias. Se ial
acunlocer muito devele* sentir, porque o estimo de
veras.
Nao tem sido interrompida a tranqoillidade p-
blica, nciu attentado alg.un me consta contra a se-
guranca individual, oxcepro do assassnato hor-
roroso perpetrado por Manuel tfigo, morador no
eiigenho Abiay, na pessoa de ManaeUoo, tainbein
morador no mesiiio eugenho.
O homicida traicoclramente abri o crneo da
victima, com um golpe de machado, estendendo-a
mora a seus pe* ti sanbor do engenho, teuenle-
poronel Manoel Florentino Caroeiroda i'.iinha.logo
que soiibu do occoriido, prenden esse famoso Ifngg
e|ilregando-u no subdelegado d'.xlhandra, que o ro-
nietteu ao delegado desla cidade, para o compe-
tente processo.
Infelizmente, de vez em quando, lamentamos
indos desla ordem, que a sociedad.! por mais mori-
gerada c colla que seja nao pode prevenir, neui
obstar.
Aitida nao foram capturados os calhamblas do
rigario Camilla, que, segundo as noticias ltima-
mente chegadas, desappareceram de .Campia-
grande, sem que se saiba para onde bateram a linda
plmuagem. Nao foi falla de diligencias que esca-
param aquellos sceleratos s garras da polica, pois
multiplicados estreos eiupregou ella para a sua
captura ;foi sini m estrella que presegue a-
qin'llo vigario,quede haalgum lempo paraca ludo
"io corre savessas dos seus desejos. Creio que se
dsse para chapelero, desappareceriam de cima
dos hombros, todas as caberas humanas, tal o
fado que oopprime Km nina das ultimas corres-
pondencias que lido Ivagado da firdem, nao pude
dei\ar de rir com urna das militas tolices que pro-
ferio, a respeilo du nossn Ilustrado chefe de poli-
ca, o qual foi chama-lo de inepln por ter escriplo
lOOolficius durante un anno llavera maior des-
eofco ? Se lo estulta accusaco procedess.', nao re-
vertera ella ein favor daqueJIc magistrado^ (Is an-
'Josque lhe respuiidam.
Como eslava nesse da coin queda para a as-
neira....
Odivino mestrec da trra, que muito se as-
semelha a um oulro que ah existe, na phrasn da
iiirora Prriiamburanittninnu e.n grosso asob-
servacoesque lhe ll/. acerca da inconveniente no-
inea.-o de Antonio Quirino de Snuza, para o posto
de lenenle-ci.ronelcomiuandanle du -i," balalhn
da guarda nacmnal da Jacoca e Alhandra, efTvctua-
da pelo ex-inuistro da jnstica Sr. Vasconcellos.
K lio pudendo supportar quo um profano como eu
se ingerisse em seus arranjos eluiloraesmanifes-
lando ao pblico um escndalo daquella ordem
que tanto ha nauseado esle l.om povo, sem excep-
eol daparva qtuinlitaxque communga cega-
moAte suas doutrinas, appareceu no Com mereiut de
iG uo andante, papeluxo mu desacreditado que
aqu|se publica, de lauca em riste, qual oulro I).
Qitisxole de La-Mancha, sob o pscudonyniuJusto
dofendeudo n seu digno amigo, do juizo que enmi-
ciei la seu respeilo; e, discorrendo sobre o as-
siimplocom ahypocrisia e lrtueza que todos lh
reennhecem. caiionisa-o de. modo que estivo a
poulp de arropeuder-Oie do peccado coinmcltido
contra lo sanio varo ; se, por ventura, atravez do
denslt. veo, com que proenrou disfarca-lo, nao di-
visasjse beiu dislitictos lodos os seus traeos de Luci-
fer, ijoui suas ponas, cauda e ps de cabra, cir-
ciiuistancia que volvendo-me reali.Iade amarga
de que fui apartado por momentos, fez-nie regres-
sar do inundo ideal em que me transporto*, arreba-
tado pela insinuante tamuria daquella incllna se-
reia,|que mais mauhnsa que urna raposa astuta e
matrera.
Desfcita a illuso que me aparten do objeto em
questao devu dizer-lhe, antes que passe a dar tima
respe sta aodivino mestrea queni nao posso in-
juriar com o despresivel silencio, por merecer-
me desvela da attenc...que jamis o espirito de par-
a-n.i
ptfisu
ras polictaes, sao posto* eui custodias, llquem su-
jeitos s mesinas penas e ubrigacoes que se crea-
raui para os criminosos !
E preciso que o regiilamento da casa do delencan
solTra, ao meiins nesla parle, a.niodittcaco que'a*"** c9".n f'"""'0.
conveniencias sociaes rci.-imani. Emneao interino Manoel Correia Gome* ie Al-
Por acto da presidencia de ante-honlem foi! """*"
desonerado o subdelegado Carlos Jos de S que i Adcogado o Sr. Dr. Jof Leandro de Gadoy e Fas-
fui substituido por Ciminiano do Reg Maci.l.' coucrlloa
Fallecen honlem n Lub Bellrao da Silva Nevos i Vs '" nor*s aa manliaa feila a chamada, acha-
que no domingo havia cabido de um mnibus uo ra"r*' presentes 3!) senhores jurados.
pelo uov
paramo
O calcatneuto das nosss ras arhou apenas um
nico lidiante, cuja proposta paroee-me inaceitavel.
laiotio que o Sr. coronel Ilolian, nao entregar a ad-
niuistrac.'io da provincia a seu suc.-essor, sem oc-
"'orr.-r a esta necessidade pblica, que cada da se
toma mais tensivo!, e urgente. Talvez que S. Exc.
pndesse contrata, com o individuo que se apresen- ,, --.-..-. .a u.. irctuwn w rajona
ton de um modo mais favoravel.se com elle se eiilen- l""''!a s'' "" publicu .ue as pessoa* que snlfreram
Monleiro
( Sr. Dr. Carolino Sanios pratieou nina ope-
racao no da 12 do mez prximo passado, que ..in-
sisti na ampulaco do anl.-braco direito de Sil-
vestre Ricardo, morador do principio da rita de
Hortas. Sendo o melhodo circular o preferido, fo-
ram ajudantes os Srs. Drs. Hamos e Pereica do Car-
illo. Carie dosossosdo corpo e metacarpo, ankytose
da articula, o em cimsequeiicia de mu tumor bran-
coTOnstiliiiraui a causa de ampulaco. (I.lente foi
lamben fcilmente chloroformisado'c acha-se res-
labelccido.
Pela subdeb-aria da freguexia do Poco da
'e...n .^ I______,.l-. .-
lido
honv
... a parcialidad.' iiilluir lias opinioes queihe
r de transmitlir ; visto que nao perlencendo
---------------------------- o>| ,,.> lili v lll.'.lllll 1.1
para rormt ar o sen pedido, mas embaracos para
'- ; asstm absler-se-ho disto e a questao
alfaida em seus limites, tornar-se-ha o
lesde muito lempo, um negocio de sim-
inleror. E es quacs siio sobre todos os
ncidentes do negocio e Sobre as evenlua-
idodes ul more* as duas rorruntes bem dislinclas
na Europa, mas concedamos a patarra
imcnlos.
m a representacao naconol universal-
olada a ol-rei nesla circumstancia. Ella
por assim dizer upposico; Mr. Hatazz
Ho presidente para a cmara dos depu-
escolha indica cabalmente a disposicn
da opiniac
aos aeontt a
Em Tu
tenle de
nao .-..na
que foi el
lados. A
dos espir
os, e as palavras pronunciadas nesla cir-
co mslaiu a pela resposU falla do tlirono ttveram
utnacr erdadeiramente guerreira. Quantoaose-
naao, a slia resposta ao discurso da cora est em
termos ckjn tora reseado parece dever 1er era re-
ver, as d bposicucs menos tranquillas. A estas m.-n-
sagens Alirtor Knianuel respondeu, por um discurso
em uuel disse que o casamento de sua lilha seria
urna foule de prosperidades para as eventualidades
I',,JJr*,, 1UC f^errlo linha bem comecado, que
afconfinca de que elle contlnuari bem e
a mil ha itidividualidade a lado algum pnliti.-o, a.-lm
me I vro, e desembaracado de compromissos de
quah uer genero, e no caso de emlttr com toda a
seguanca as refiexocs que entender justas sobre
marcha dos negocios da provincia, tendo por alvo
a readade, e o bem estar da Ierra que me den o
berro. Foi, pois, sob a presso destes principios,
que formule minha opiuio relativamente i no-
inoaifio de que trato, impugnada lo levianamenle
pclo"-divino mostrconforme provarei; podendo
asseuerar-lhe que minha consciend* acha-se per-
feitaaicnle tranquilla ; neiihum remorso me alor-
menta a respeilo. Restopresuposlo nao me esque-
c.i dos deveres de escrptor, nem lo pouco me
expressei de iiianeit'a desabrida e inslita comode-
ciaroli emplialicamente odivino meslr.em a
defezn que escraveu a favor do seu protegido, na
iulenco de justificar o mo acto de sua nomeaco,
enrago por demais laborioso e dillicl, ede uin"re-
sultado nglorio. sei apenas de urna linguagein
frauca, proferiudo verdades iiiconcussas que o-di-
vino mcslrenem de leve abalo... nao obstante os
esforro* empregados para esse lim, e nem era pos-
siveljque me servisse de outros termos para pro-
fligan semelhanlc nomeaco, foita addrede, como
por escarnen,em remuneraco do serviros elei-
loraejs anteriormenle prestados.
Passarei agora, pelanicstna ordem queeslabele-
ceu odivino mestrea considerar os argumentos
Iue se dignou antepr ao que lhe disse, e refulan-
o-o* um a um, ver que os deslruo com a mesnia
faciliilade com que se derruba, ao mais leve asso-
pro, um caslello construido de cartas de jogar
Dise-lbe que o Sr. Antonio Quirino de Souza
era a oalphabeto, e dsse-lhc una verdade, porque
cus bensda fortuna que pflkue Nem era possvel
que, um cidadu honrado como incontestavcl-
ineiiieu Sr. Pedro Cardoso Veira, po.lesse conti-
nuar em harmona com seu sobrinbo Anloiin
Quirino do Sousa, avista de seus desmandos, ecom-
p.irtamonto iudebito. A ingratidao para inini .' a
quadade pcior que pude ter qualquer individuo :
ella revela sempro a existencia de um isrneao per-
verso e capaz de ludo. Fardosdesles lo pesados,
Kiiarde-mo lieos de carregar aos hombros, perante o
publico Ilustrado que me julga com seiendade. 0
divino mestrepouco se importa com este juiz
inflexivel, porque est roslumado a sallar por ci-
ma do justo edo honesto, com .. maior destaca-
mento do mundo, para conseguir seus lilis, cj
bem rnnhecido de todos pora que algueni se espan-
ledo sen proce.liiueulo.
Afllruici queo Sr. Quirino nao liuhaiuipnrlaucia
nom unirit algiun raal, allinueiJn* verdade
queodivino mestrenem se qu.uT'Bwu"*"" ~*"
No dislric.iii da Jacoi-a,on'dc reside, mal tem re-
lceles com acento mais nfima do lunar, da qual
entretanto odoado pelas arbitrariedades e veclia-
nes que o seu novo posto di lhe lugar a exerror,
j rendando a un* por intrigas vise mesquinhas
de elei. u, j fazendo vir para o destacamento ou-
tros que nao se gugoitam a dar-lhe dias de servicou
gratisem suas larouras, ele.
Com os pobres indios tem elle rommellido as
niaiores violencias,secundo acaba de ler-se em urna
representadlo, dirigida pelos mesaos, ao governo
imperial, publicada na Imprento de sabbado passa-
do, apoiada com o seguiule trecho :
Em outra parlo desle jornal publicamos nina
representacao que os indios da exmela villa doja-
cooa dirigcm a S. M. o Imperador, contra o Sr.
Antonio Quirino de Souza, pelas violencias e abu-
sos que esle ha cninmellido contra os seus direitos
do propriedade, j arrancando todas as suas lavou-
ras.ji qiieimai.du as suas casas, reduzindn-os des-
te modo a um estado lamentar.! de miseria, n que
s poderia fazer um liomem de ms eulranhas, e
de um coraco perverso, allm de S. M. Imperial,
cobri-los com o sen manto de bondadu o dejustic
sem limites... Osentimento de comiserarn que
nos inspira casa pobre getile nos leva a supplirar a
S. Exc. a grara de informar com brevdade essa re-
presentacao, alim de ella seguir o sen deslino. Por
ora nos abstemos de fazer niiaesqucr cousidera-
cocs a respeito dessa* violencias do Sr. Quirino ;
porque na estreiteza desle artigo nu cabe discutir
essa* emanas outra* violencias, abusos de autori-
dad.; o arbitrariedades de toda a ordem, desse lio-
mem, que, por miseria desla nossa infeliz, provin-
cia, e vergonna do ex-ministro da juslica, Sr. Vas-
concellos, foi Horneado rommandanle do l bata-
Ihao da guarda nacional desle commando superior.*
Veja se fui inconsiderado no que Ihodisea, quan-
do o nico jornal de crdito da provincia, se ex-
pressa da maneira que tica dito ?
Odivino mestreprovocando o mrito do Sr.
Quirino, exclama enlhusiasmado :Taes foram a*
inlnriiiaeoos a sen respeilo, que o governo impe-
rial nao duvidou escnlhe-lo para o posto, a que nos
referimos. N'ega com toda* as forras que as boas
iuformacoes do Sr. Bohan actuass'em no espirito
do ^r. Vasconcellos, para aquella nomeaco, a qual
nao foi mais que o resultado do parto monstruoso
o informe de umaalliauca espuria c sacrilega, que
odivino mestrecensurara com toda a vehe-
mencia, se purvenluia ella nao lhe tivesso cabido
em casa. Quanto ao posto de capitn que exerceu
eiu Santa Hito, creio que s existi no bestuuto do
divino mestre,pois das listas de qualilicago
que eslo archivadas na secretaria do governo, na-
da consta a tal respeito, parecendo-me que alli
nem o julgaran no casode ser guarda ; do contrario
exhiba a respectiva patente, para meu desengauo.
Com quanlo isso nada altere o juizo que hei for-
mado, todava sempro conveniente nao Bear em-
buchado, para nao ler alguma endigesto.
Disse-lhe que o Sr. Quiriuo uotinha bens de for-
tuna.- Odivino meslie contrariaudo-ine decla-
ra que elle possue engenho, escravos, e nao sei
mais o que. Saiba, porm, quo o tal engenho,
apregoado pomposamente, nem engenhora Ape-
na*mui iengnamenlc poder ser qualilicado
um destrocedor de esguias canas, que taes sao as
poucas touceiras que possue. em Ierras de tabolei-
ros, ridas e esteris, aforadas, pela influencia
t'art'alhina, cmara municipal desla cidade, pela
enorme quaulia de cincuenta mil ris animaos !
Kis-ahi a grande propriedade do Sr. tenente coro-
nel enmmandante do 4." batalhao da Jacoca e
Alhandra !!. Quanto a escravos, passando ellos de
um, pdem escrever-se no plural, e demais, islo
lima questao mui secundaria, pois com o batalhao que
lhe proporcionaram nunca sua grande lavo.ira sof-
frer falla de bracos, segundo o sistema que tem
adoptado.
Mencionei finalmente que o Sr. Quirino era bas-
tante odiado pela gente grada com quem vive.
O divino mestre respondendo a esla minha
proposicao declara que excepeodo Sr. Remigio,
sua familia, eadherenles, nao lhe consta quem os-
teja cm ms relaces com aquello senhor ;mas
pergunlo eu, abslrahimlo aquellas pessoas, quem
esl em boa harmona com o Sr. Quiriuo ?
Aguardarei a resposta para inelhor cxplicar-me;
persuad'.do que udivino mestreser solicito era
dar-me essa honra.
Sua apotheose ao Sr. Quiriuo foi lo excessiva,
que nao se deixou acreditar, tomando-so inveros-
mil. Ser bom que para outra vez nao venha mu-
nido de lanasalva com bala.
Nao intervenho na iutriga dodivino mestre
com os benemritos redactles da Imprenta, porque
elles souberam dar-lhe a resposta merecida.
Sao campeoes valentes o destemidos, que nao se
acobardara com qualquer careta.
Ao menos ho tem a lamentar no seu passado
algum ponto negro que os desacredile.
A sua chronica acha-se perfeitamentc escoimada
de qualquer deleito. I.uiam cora una vantagem
extraordinaria contra semelhante adversario, que
oxal podesse entrar em combale com iguaes ar
desse rerhalmente ; visto oHereecr urna Hinca id-
nea ao sen ralo, o que uo fcil encontrar a cada
mulo. Emlim espero de S. Exc. lodos os esfor.-os
para legar-nos, anda sob sua admitiistracao, este
beneficio.
'Ticemos partida no Club Parahihaiio a 2t. do mez
passado. A ranino esteva agradarel, emhora pou-
co concurrida. Dan.;aram-se varas quadrlhas,
scholz, e lanceiros, era as quacs dUMmpaohei per-
feitamento a minha parte. (I madamismo apresen-
tou-se bello como sempro, a mais siiigelamenle
vestido. A possuilra dos nlhos negros, que lhe
fallei, nao deixou de comparecer, continuando a
produzir, com seus olliares magnticos, estranha
sensacao no meu svstema nervoso. una lindo e
galaule flor, que sem dvida ser c.lhida, por al-
gum autropophago, de nova especie.
0 Servico da partida audou inelhor que das mi-
tras vezes, decido pouca gerencia que uolle lo-
iiio.i o barulhento t'urneti. s i hurasfiia loa.lru-
gada retirei-me ao meu cubculo, cheio de delicio-
sas recordarnos e adormec embalado em doces
s.inl.os.
Uecreio-fainiliar nao deu parlida o mez lindo.
Cabio na mesilla falta que j una vez r.-provei
ao Club.
Nao-ici irn-e motivo.fcouvwram para isso, que es-
timarei se nn reproduzniii, pois sou muito cioso
dos m. us direito*, e embira formalmente com toda'
sorte de calotes, anda inesmodestaonuun.
Sobre conilliercio pouco tenho a dizer-lhe. i) C.'.s-
siaiu. informa-ma que o mareado se ai-ha pnrfeita-
mente abastecido da genero* de importaeo. Quan-
to ios productos do paiz a entrada permanece acti-
va, valendo oalgodaode79*79400: oassucarbro-
te de i a 2521111, e oscourosde OSiOfl a 6*600. r*-
cam no porto quatro navio* de varias nacoes, rar-
regando gneros para dflerenles pollos da Eu-
ropa.
A capitana do porto anda nao coucliiio os suas
quesloes coin a alfandega, cijo inspector lera leva-
do as cnusas com una l.raodiira adnuravel, qua-
dade que possue em dse elevada.
L llimain.-nle apresenlou-se o Sr. Leitolodo li-
cenca quereudo multar os otliciaes da alfandega
que onlrassein a bordo dos navios surtos no ancora -
douro, sem um salvo conducto seu, nao se l.-ui-
braudo que, pelo regulamento d'aquella reparlico,
S. &.' memo incorreria em multa nao pequea,
apezar de sua auloridade naval, se pozesse pe a bor-
do de qualquer deltas, salvo occasioosde pergo
sem previa licenca daquella inspectora, o secre-
Iraru Moura procura todos os meios do fazer Ten-
der o seu lugar, c i> d'ahi enche a cabera do po-
bre homem, j de si um pouco fraca, de tanta cara-
minhola. que o obriga a pralicar desatinos do todo
o lote. Se o inspector da alfandega nao fnsse bem
conhecedor dos seus deveres a prerogalivas deixa-
ria pastar aquello libaran pela malla, e ahi (liba-
mos mestre Moura com mais nina verba de emolu-
mentos, pingue de invejar !
Felizmente a questao parece ter abortado, por
quanto o Dr. Cosa Machado provoii a evidenciaque
semell.antc prelencn nao se fundava ein lei alguma
que era um verdadeiro absurdo.
Esla vaiji bastante estensa, motivo porqne eon-
cluo-a alim de seguir na mala desle vapor.
Sade, felicidades e patacos em quautidade lhe
desojo, etc.
"* B-As 11 horas, com bastante espanto meu,
clicgou o porlador trazando a minha corresponden-
cia do corrcio, dizendo-tne que as malas do Cruui-
ro do Su/, linl.au. sido fechadas,h.n ia nieia hora, o
que, por cnusegunte. nao podia ella ser admltida.
visto ler .bogado tarde !... Que lhe parece a cele-
bridade do Sr. Gervasio Maucebo,demoraiido-sc ues-
te porto apenas 2 horas Nao ser ella um escn-
dalo mui digno de censura ? Vou portento apro-
vetar o correto pblico para lhe meller a prsenle,
j que aquella occorreucia assim me obriga.
pr.-juizos com o incendio das quatro casas de pa-
Iha que foram devoradas pelas chamas sao as se-
guimos : Filippe Mara de Santiago. Mara Damian-
na, Jos \ cenle Ferreira, Francisco l.edino, Anlo-
Foram relevados das multas por torera compare-
cido e justificado as fallases senhores :
Jos Joaquim Das Fernandos Jnior.
Dr. Julin da ('.osla Monleiro.
Virialo de Freilas Tarares. ,
Camilla Pinto de I.emos.
Foram multados em 203OOO cada um dos snnho
r.-s j multados nos dias anteriores eque nao coin-
pare.erain hoje e nem foram dispensados, e mais
O* senhores .-
Manoel Antonio Martin* Pereira. '
Jos Francisco de Sales 1i.iv era.
Joaquim Jos Raptista Jnior.
Manoel Joaquim Das.
O Sr. juiz de direito declaren aberla a sessao de-
pois do toque da campanilla.
Comparecen no tribunal dn jury pira ser julgado
n piel.. Alexandre, escravo do Dr. Manoel Filippe
Rio Mara da Coueeicao, Joanna Baptista e ingeka M* |,,"IIS''1''1' acensado por haver feito oflensas phi-
Maria dos Prazere*.* 'slcas n.a pessoa do pardo Rasliano, escravo do Dr.
I.-se Jornal da Baha :
'< lliographia escripia pelo minilro fiiraeli uo
principio das curiosidades Hilera ras escripias por
sen ,,,,,.Meu pa era italiano; descend* de urna
familia juda hespanhola, expulsa pela nquisico, .
que se refugiara em Veneza. Em lestomunno de
reconhecmeiilo por haverem escapado itiquisiiao
hespanhola e encontrado,como a poraba de Roe, um
pe.laco de Ierra para ah repousar em paz, troca-
ran! os meus anlep.isssados .. seu appeliirto hespa-
11I10I pelo de UUraeli, que significa lieos luan
por nu.
V ivorain elles e prosperaram durante dous sec-
los sob a proteeco do teo de s. Manos. No mea-
do do secuto XVIII fez meu bisan', .una jomada
Inglaterra, onde aeabava de |tr..clamar-se a liher-
dade religiosa, a maiidoii para Alli, logo depois, sen
lilho iteiijimiii, quo ahi se estabeleceu e fez fortu-
na no commereio.
iondemdadoacerta muleta por se haver recusa-
do a .cinnprir nao sei que fuuccue.s religiosa*, ...1
tiwse pui d.waeito.ot1Wr se adiar apaixunado por
nina dama de familia protestante, baptisou s.......p
sou logo em seguida. Seu tillm Isaac, meu pai
d.'Sliiiou-.se ao coiiimercio lainbeiu ; mas parece que
nem por iaaa linha la multa* disposifoe* para isso,
pois enr vez de negociar fazia ranea que mandava
ao Dr. Jolunnn, u por lim de cont* decidi o poi
tazar delle um sabio a um luterano [ae fosa* em Por-
tugal ou no Brasil linha morrillo de fumo.) As curio-
sidades Iliterarias sao resultad., de 1111 estudo de 20
anno*.
i) Corroa Mercantil refere :
11 Monde Illuslrce ea Cltroiiiiue. Pariienne, lian-
do noticia do modelo da estatua equeslre de D.
ledro 1, feila pelo distiiiclo artista Lilia Rochel au-
lor dos modelos das estatuas do (iiilherine o Con-
quistador e de Bonaparle em Brienue. dzcm que
Pars nn possue um monumento daquella impor-
tancia. (I Sr. Rochel ia se occupai ja da fundi.o
dnquella obra c.lossal.
Srs. Domingos Jusc (ioucalves de Magalh.s,
Antonio Vicente do Nascimento Felosa, no dia 10
de novenil.ro de 185B, no lugar da ra estreill do
Rosario, defronte da ra das I.arangeiras desla ci-
dade.
O Sr. Dr. Codoes, curador do reo, presin o jura-
metilo dos Sanios Evangelhos, de que se livrou o
respectivo termo, que foi assigoado.
Foi recusado por parle do rn o Sr. Dr. Joaquim
Antonio Carueiroda Cimba Miranda.
Por parle di juslica foram recusados os enhnres:
Jos Anl.mi de Azevedo Sanios Jnior.
Antonio Procopin de Souza Barrollns.
(I jury de senl.uira foi composln dos senhores se-
nintes:
Dr. Vicente Ferreira Lima.
Antonio Francisco das Nev*.
Manoel Theodoro Rodrigues Pinlo.
Ismael Cesar Duarle Itibero!
ManoelJi.se dos Sanios.
Manoel da Silva Mendonra Vianna.
Dr. Francisco Jos Marlins Penua Jnior.
Francisco de Paula Sonsa Malaguela.
Jos Cnnialvos Ferreira da Casia.
Jos Joaquim Dias Fernandos Jnior.
Jos. I.ourcnco da Silva.
Manuel de Paula Correa.
E prestaram juramente dos Santos Evangelhos.
O reo no interrogatorio disse que era acensad..
porque no dia 15 de setembro de 1856, elle reo do-
ra un empurran no pardo ll.isili.ino, escravo do Dr.
Feitosa ; e porque desse empurro o pardo rahsse
Obre um balenle, d'ahi resulten refenr-se no roslo
"' que nada mais houvc.
Disse mais que o Dr. Felosa linha feito o proces-
so em que elle reo era acensado como tendo sido
encontrad., com una faca, mas que ua occasiu em
que foi preso nao linha e nem foi euconurado com
arma alguma.
Feila ahitera do processo, o Sr. promotor inte-
rino, fazendo a accusaco disse estar o reo incurso
as nenas do art. 201 do cdigo criminal, e pedio a
coiideiniia. o no grao mximo por se darem as cir-
coronel Sampaio e llenrique Rail..11 que a 22 de de" 1 cnmslancias agravantes dos $ i, 6, 10 e 15 do ar-
zn.bru evamiiiar.il.1 o modelo por cunimsso do
nosso ministro o Sr. Marques Lisboa, declaram-o
magnifico.
Mortalidad do dia 8.
Francisca Rodrigues da Silva, branca, solleira, 18
anuos, gastro iuterile.
Mara, branca, 11 mezes eonvulsdes.
Joiina, pela. 6 da*.espasmo.
Jos Joaquim de Santa Auna, branco, sulteiro, 28
anuos, iuflammacao chronica.
Anua Mara da Conceioau, preta, solleira, olannos,
hydropesia.
Mnlndoiiro publico.Mataram-se no da S do
crrente para o c.uisuniu desla cidade :t(l rezas.
Hospital de. caridade.Existcra 5 homens, 52
miilheres, naconaes ; 1 humera, eslrangeiro ; :i ho-
mens, escravos ; total UO.
Foram visitadas as enfermara* pelo rinirgn Pn-
lo s 7 e (0 minutos da manhaa, Dr. Durnellas s 8
horas a 1/2 da manhaa, Dr. Firmo s Fal-
Iccerain dous enfermos mu de tsica pulmonar e
outro de iiillamtnaeo chronica.
PERNAMBUCO.
SSEII1BL- LEGISLATIVA PROVINCIAL.
SF.SS.iO OHOINARIA EM 8 l'K MACO I1F. 1859.
Presidencia doSr. llardo de Camaraqibe.
Ao meio da, feila a chamada, achoui-se prsen-
les 21 Srs. depuladns, faltando sem causa parlici-
pada os demais senhores.
Abrono a camlo.
Lida acia da anterior, .' approrada.
O Sr.l." Secretario d conta do seguinle
mmait,
l'ni nflicio do secretario do governo, remetiendo
por copia a portarii de 4 do correle pela qual foi
provisoriamente approvado o artigo de postura a
que se refere o oflico da cmara municipal dn
llocife de 25 de fevereiro ullimo sob n. 21.A com-
misso de cmaras.
Oulro do mesiuo, enviando u oilirio da cmara
municipal do l.imoeiro, ev.pondo as necessidades do
seu municipio.A cotnmsso de .nulas inunici-
pa.-s.
nutro do mesrao, Iransrailtindo por copia o acto
da presidencia de 13 de Janeiro ultimo peto qual se
mandn indemnisar o contratad.ir da illuminaco
desla cidade em virlude da lei provincial n. 452de
21 de juuho do anno passado. commisso de
or amento provincial.
0 inesmo senhor secretario, participa que os se-
nhores deputados Ignacio Joaquim de Souza Leo
e Chrislovao dos Santos Cavalcauti, nao compare-
ceran! s sesadas deste anno.
0 Sr. Presidente observa commisso de pode-
res, que devo tomar este negocio cm sua c.uiside-
raciio.
L-se a seguinte indicarn ;
Indico que sejam chamados os supplentes dise-
nhores deputados que consta nao comparecer A ses-
sao desle anno Mello llego.
Va i commisso de poderes.
Le-se o seguinle projeclo n. 1,
A assemblea resol ve :
Artigo nico. A .apella do rorrele filial da de
Sanio Antonio de Garanhiins firar constituida cm
freguezia do mesmo nomo.
Paco da assemblea legislativa provincial 8 de.
mar.'.o de 1859.Francieco Peixoto Duarle.
Julgado objeclo de delberacao, vai a imprimir.
(Cotitiminr-M-Aa.)
CHRONICA JUDICIARIA.
TRIBUNAL DI RELASO.
SESSAO EM 8 DE MARCO DE 1859.
PRF.SIIlKNCtl 110 El*. SR. l-.ONSKLIIF.IRO F.RMII.1N0
IIF. LEO.
As 10 horas da mauha, presentes os Srs. des-
emtmrgadore* Gitirana, Lourenco Santiago, Guer-
ra, Silva Gomes, Cadmio Santiago, procurador da
corta, e o Dr. juiz dos feilos da fa/.enda L'choa Ca-
valcauti, foi aberla i icimao.
Passadns os feilos e entregues os distribuidos,
procedeu-se aosjul^amenlns wguintos:
AOURAVOS I1K FF.TICVO.
Agjtravante, Antonio da Cunl'ia Soarcs Guima-
r.s ; asgravado, o juizo.
Sorteados ns Srs. desembargadores Lourenco
Santiago e Silva Gomes.
, Proveu-sc.
Aggravanle, Jnsepha Thcrezados Prazeres ; ag-
gravado, o juizo.
Sorteados os Srs. desembargadores Gitirana e
Guerra.
.Negou-se provimenlo.
Aggravanle, D. Mariitm.-i Dorotha Joaquina a*>
gravado, o juizo.
Sorteados os Srs. desembargadores Guerra e San-
lian*.
.Negou-se.
APPELLAr.oF-s caen.
Appellaule, Auna Francisca da Coueeicao ; ap-
pellados, os herdeiros de Arcclino Francisco Nobre.
Maudoii-SH lanar o lermu de ronfissan e vista ao
curador geral.
nn.iuF.Nr.iis enana.
Com vista ao Sr. desembargad.ir promotor da jus-
lica, a* app.ilaci.es criines .
Appellanli', Manuel Jos do Canta ; appellado, o
juizo.
Appellante, Luiz Antonio Barboza ; appellado, o
jui/n.
Appellante, o promotor ; appellados, Francisco
Gomes de Souza e oulros.
Appellante, o juizo ; adpellado, Joo Jos de
Araujo.
Appellante, o juizo ; appellado Francisco Rodri-
gues de Figueiredo.
Assignou-se dia para julgamenlo das seguinte*
appellaces crimea :
Appellante, Manoel do Nascimento Bogo ; appel-
lado, o juizo.
DISTRlIllCOFS.
Distriburam-se ao Sr. desembargador Gitirana,
os recursos c-rimes :
Recorrente. o juizo; recorrido, Joo Francisco
Paes Brrelo.
Recorrente, o juizo ; recorrido, Aleandre de
Souza Mello.
As appellacoes .rimes
Appellante, o jnizo ; appellado, Manuel Marques
Ferreira Coco.
ligo 16 do mesmo cdigo.
O Sr. a.l i ..gado disse ler c reo rommettido o cri-
me em sua defeza, e pedio a absolvico do mesmo.
Findu os debates o Sr. juiz de direito propnz ao
jury de senteura os quisitos sobre a questao, e
sendo dilos quisitns entregues ao couselho, foi esle
coudnzido sala secreta das conferencias is 3 ho-
ras da tarde, donde volteo s 4 horas com suas
resposlas, que foram lidas em voz alta pel presi-
dente do jury de sentenca, e o Sr. juiz de direito
immedialamente declarnu que appellava para o su-
perior tribunal da rolaran da decisao do jury nes
termos do art. 119 8 1 d regulamento n. 1*0 de 31
de Janeiro de 18(2, por ser dila decisao contraria s
proras dos autos e debales, e publicando sua sen-
lenca em presenca das partes e jurados, absolveu n
ru cuiidemnaiid.i a municipalidad.' as rustas, e b>-
vantou a sessao, adiando-a para o dia 7 do frrente
s 10 horas de mauha.
PnF.SIDF.NCIA DO SR. DR. BF.RMARDO VICHADO In rosr V
DORIA, 1011 DF.
IIIRF.tTO M FRIMEIRA VARA CR1MIMI..
Promotor publico interino Dr. Antonia Jos, da
Costa libeiro.
Eserico interino Vanoel Correia Gome de Al-
meida.
As 10 horas da manhaa, feila a chamada acha-
ra m-si' prsenles 21 senhores jurados.
Foram relevados das multas por terem compare-
cid., e justificado as faltas os senhores:
Dr. Manoel lnnoceucio Peres de Figueiredo Camargo.
Manoel Joaquim Dias.
Furam multados cm 20)000 os senhores jurados
multados nos dias antecedentes que nao comparece-
rn! e nem foram dispensados.
Sendo insulDcienle o numera de 21 tirados pin
haver sessao, o Sr. juiz de direito depois de nma
demora de hora c meia, suspendeu os trabalhos s
11 1/2 horas da manhaa. adiando a sessao para o
dia seguinle s 10 horas da manhaa.
DIARIO DE PEnNAMBUCO.
Honlem houve sessao da assemblea provincial.
Ao meio dia fazendo-se a chamada, a ella esti-
veram presentes 21 senhores deputados, fallndoos
Sis. A. de Oliveira, Brtto, Passose Silva, J. Por-
tella. Luiz Filippe. Barros Barreno. Amorim .Salga-
do, Correa Selle, Brandan e Reg Monleiro. Os
Srs. Anlonlo Cavalcauti e Amida Falcan tomarni
assento.
Depois do expedienta votou-se o parecer da com-
misso de coustituico e poden, sobre a indica-
cao do Sr. Mello Reg Joaquim), para que fnssem
chamados os Srs. su pp I cutes Francisco Joao, e Re-
suena du Souza, em lugar dos Srs. Ignacio Joaquim
e Sanios Cavalcauti, que nao comparecen] este anno.
Sendo approvado o parecer, entrou em discussio
o projecto n. 57 de 1856. que transiere a abertura
da assemblea provincial para o 1. de uiaio.
0 Sr. Raphael oppoz-se ao projecto. a o Sr. Ma-
noel Cavalcauti o defendeu, sendo alinal approva-
do era primeira dscusso. Disculo-se tambera o
projeclo n. 36 do anno passado. que eleva i cathe-
goria de villa a freguezia de S. Rente, em Gara-
nhiins. Foi apprdvado em primeira discussao.
O projecto n." 7 do anno passado. que autorisara
a aposenladoria de Herculano Julio de Aibuquerque
Mello, foi regeilado depois deorarem os Sr. N.
Martins Pereira e Manoel Cavalcanti.
O projecto n. 13 do mesmo anno, que creara
isempees de dcimas, foi tambem regeitedo, tendo
sobre les fallado os Srs. Manoel Cavalcanti e Sou-
za II.-is.
O Sr. presidente marrou para a ordem do dia de
hoje a continuarn da de honlem.
Levantott-se a sessao s 2 Horas.
Communicados.
Nao posso donaren, olvido a valiosa hospiuli-
dade, deduacao e desinteresse que me prodigisou
' -



s
iiIIIdi. Sr. Di. ti medicina Bernardo Jos Alfonso,
du "ante o lempo ijiio estove em .luivcramumbiiu
(ll asases] tratando de miiiha saude, que a nao sur
us ku* cuidados taltcz livesse fallecido.
aiiibein credor de consideraco c eslima o
III i. Sr. Antonio Viclor Marqnesde Amorim, que
gu lmente se distingui om obsequiar-nie ;a osles
senhores, pois, un eterno recoiihecimontn.cproinp-
in starei sempre para o que for do son-,serviros,
pedindo-lhcs .10 mesmo lempo que me ilesculn'era
M ton ta publicacao lYeiuii aos seus melindres,
pois nao poda deixar oui licencio acones io phi-
lanlropicas.
tmm 6de marco de 1830.
ilouoel Gonralces Agr.
Victima de urna atroz orbitrariedade do'delegado
1I0 u>rino de Ignaras**, o Sr. Francisco Cavalcanti
Jarate l.alvuo, condecido por Nono, nao po>so dei-
V" P'.',H1Car ,lla" do uuico recurso porinitlido, ao
I' sv.ilnln .'1 publir.irao do tacto, que dar a rnnlic-
1 OIM a Sr. Non,',, debaixn de doris maneiras
.lujosos aBarjssospnssiie un mrar.'ui lun, viste
i'in igliSrassi una iciiliida .iicslan entre a f.unil
do nieu amigo u lllm. Sr. Jos Toiieira da Molla
t.avdlcariii, e o, hordoiros de I). Mana Iguaria da
\unjin.i.ica.i, linjn representados pela familia
i.alv&ovibre a propriedade do engenho Xovn.
Ilfi|in lio taruM, della tem ahusado para crear dissonroe
cauahr disgoslos. e arvorar a estpida bandeira' d<
que quem nao por Calvan conlrn elles. Ness,
"lado de eousa> precisando en i- villa de Igua-
ia-1'1 halar de uicus internases, procure! a rasa de
muularaigoo ti*. Molla uaahanl, que adversarle
InsOnlvoesn.t dila quesin : fui islo liaslanlepara
uno ,ts km essa Uuutn Uuuilia locals-ou, sobri
ni un.
Harnee iiiorirol que ronlnmlo eu apenas 22 auno-
de n|ade, e no principio agora de minha vida sen
ler procedente nenhum era meu desabono neceo*
se por esto imples laclo, que senbnrdelegado di
Iguarassu, sem attenran a que a eu uui eomna-
uli.a de Ma eiinhada.uiiii do meu amigo, mandas!
pm- una es,,illa capitaneada poc alguusdo seuspa
reiili s, e cimbados prender-mo s l'.l horas da noi
le di dia 6 de fe\ereiro prximo passado, eqm
lossi eu amistado para a immiuida enxovia da-ca-
dra da villa !
0 Sr. delegado, os referidos seus prenles, o bei
nssini un estovado que all baJos Felippe d
MelloMohecida porbaja paopor seren parle
na mencionada questao votara ao Sr. Molla i.aval
cante, ndiii liga-Jal, bem assiiu a lodos que esl
rom o Sr. Molla Cavalcanti, sao involvidos ness
odio, apesar que nenliuiua parle lenliam como eu
uessu demanda !
E loda a villa de Igunrass lesniuuba da vio
tenis platicada para comigu, e lambem Indos sa
bem que nao comelti cruu algutu,senio o ter
misadia de ler amisade aomesmu Sr. Multa Caval
ranti.
No dia scgiiinto vendo, que se me nao dar a m
ta conalMcionql da culpa, requer au Sr. delegad)
que deelarasseo inolivo de inhiba priso: pori
s.Mc. licou-se como rcqucriiuenio.a que nao deu de:
pacho, a segundo rae disseram, respondeu que
eu replicas) me mandara uieltcr no tronco.
Fui preciso, que urna pessoa inuito importante,
digna de a toda couridorarao por sua posicao uo le
1110, se empenbasse ton Sr. delegado em fav
meu, para que dous das depois se me desse libei
dado, sob condicau de nao tornar ao termo de lgu-
rass 110 orase de hito e meio; de maueira que f i
deportado, coniu se pralica cora os moedeiros aLs. *
e u-alicanles du escravos.
Sullrendo lio grande injuslica, julgueiquedev 1
levar ao ronhecmeulo do Sr. I ir. chele de poln
lodo o occorrido, afim de que houvosse alguma pr -
videncia: S. S. mandn ouvir odclesado.deque 1
me queixava, en Sr. Nono nao trepiden em mei -
ligar seus prenles, e d'alguinas peaaoaa q
comsuas Ungidas expressoes elaquiou.iira abaixo
signado, ou cousa semelbanle, em que son acoim
do de quantos vicios, u crimes que se podeui ira
gajuK.
l'iquei wvollailo cun seiiielbanle procedimenl
e para dar un solemne desmeulido prorurci d
pesaras imprtanlesdn lugar alleslados, queme s
muilo favoraveis, assignados pelo Hvni. vigai
palos Sr. padres Florencio Xavier Dias de Alb
querque, e Sebastiao Jos' Hibeiro Pessoa, pelo t
nenie coronel Hciuotorio Jos Vcltozo da Silva, p
lo Capitao Francisco das Chagas Ferreira Duro, o
lector geral Pedro Jorge da Silva Hamos, o escriv
de (iiplios Joan Baplisla Teixeirn Cavalcenli, I
nenie Francisco luniz das Chagas Pacheco,e ouli s
pesuas gradas tem numero de 34,} proprictarii s
m pregados pblicos, e ofliciaes da' guarda naci
nal, cujos numes por hrevidade detxarei de me
clonar, a lerei caaes documentos ao oonherimer o
loSr.Dr. chele do polica, de quera esperamos r
paracan da injuria que nos fui feila
O11 era eu iiiuocenlc, e nraticou oSr. delega 11
una r. \ olante arbrariedade maiidando-me pre
ler de urna maneira injuriosa ; 011 era accusai
deaaea 1 icioa, t crimes de que trata, e me nao di
rara soltar sem que (osso processado, como
l.-i.
Di/ o Sr. delegado Nono, que me prendeu patj
averigaatjbea poSciaea; se dellas conheceu, qil
Bada haTM que nozesse em duvida uieu rompnrlal
nieiiln me nao devera depurlar por me/, e mel
enniu fez, e no caso contrario, nao era cssa re.licul|
dcpnrtacao que me devera mpor. Besito : cusa
eri'rque anda boje se iiralique, como nraticou OSH
:\on! I
Mostra-seo Sr. Nano, lo mloso da Iranquilidadil
d.i termo, a pomo de prender meninos ionio en.
te'o
ser 1 Atados
nifi
sepu
O
lavr
Ionio padre Antonio Vieira
do Santo Job,rnilHa <
oss vida nao
inos
de s* r
oiiln
vida
este
ta waa rtisi
mais que un circulo que ia/e-
ie p a p ; do p que fouios ao que havcmus
mis fazem o circulo maior
s mais pequeos, oulros miuinins
virlude, o tedio ao vicio, u aborrecimento ao pec-
ado, o' rtesprejo leitura dos mos livros prohibi-
dos pela sania S AposUjlica, que currompem a f,
:iim prticas e cdilicanles platones, que cosluma
lirigtr aos liis, os quaes lijo conseguido, seuao
no todo, ao menos em parle a rarpaeio da here-
sia e a eunvei'.-ao de muilos, que vivinl quaesove-
Ihas desgarradas do rebanbo da Jeaoa Chtalo. Ago-
ra tacamos una pequea digressao. J nao sao tao
Dneos os serviros, que lem prestado A igreja Per-
namburana, bem romo ao estado, o nosso diocesa-
no ; baja rala para a insurreir.aodo AguaPrelaou
Pancllas de saudosa memoria que costando ao
governo acabar com aquella lula sangrenta, gas-
tando grandes c considerareis seminas dos cofres
da provincia por alguns annos, determinon-sc o
nosso dilecto diocesano ir mesmo em pessoa ver se _
iranquillisava aqdelles poros por meio da palana i Os v 1
evanglica, o que felizmente conseguio com risco el garr
pertao de sua vida, attrahindo asslm osaes embru- .
lucidos a Iroi.iieni a guerra pela paz, evborlaudo-, p cjjiido
os rom amor a deixarein as armas, aconsclhando-os' os nn ros p s
a obediencia Is leudo pa e o amor ao soberano : P.11 faxer lemlirar osle p
eis como se alcaiiPou a paz c o soeego entre aquel- rema um dia d......s lomar..'
les habilaiiles ; per estes o oulros mais importan- urna iez.no auno depois de sena ministros recitaron
tes serviros, o no-so diocesano digno do-mai-a- os palmos coaenes dev idas, manda-lhes benzer
iicomios. .V igreja em lodos os lempos e era nma Ann'.o de cuzas. edeiiarna cabera dos liis
Diario de Pernambuco.iQaartafeira9deMarcode\859.
I'utrttlini i/ci i, pnlri meu* (s mates ) 1110 depois dislo teulwt feiln. ijuaudo u teverendis- mesrao livro, lanado-7
"--......~-~~,r........ ,.ur i ucpi ukiu kiiwi leim, quauuo o roverriiuis- incsino livro. lanado-e .is.-,i''ii.ido-
MaorormMcerMiiftus. .miiiu parodio se acha legiuiuaineiile ieapedid, I prorodoresAntouio Manoel alvi
inconleslavel que o ijue vive nesla vida nao | puis que por vezes lem enfermado como consta 11 i Freir Oslcllo llranco, I). .Vunn
issignados pelos seguuites
Jos Ferreira
lue.c o que f.,i ; l tornar a ser na mor-! proveo documento jimio, atm 0e"oulra7o.cas6es' resVmVrosi'cer'da'o a 11.' 4 d^Zcitmonlo'n" *"
o, que fin no nasciinoilo ; c lomar a ser no que se acha cin serriro da freguezia por lagares Por um mitro livro da DlCSiiia irmandade aberto
chro o po que ja foi no campo llaniasvenn. distantes da villa, e scuipre nao Imveudo oulro sa- pelo mesmo II. Nuno F.iigeuio, encerrado ,ieb. res-
xplicando as pa- .enhile : sendo que 1*1 nao se leo dado con.igo s-; perlivo escario, em cominissao dada pelo dito I)
incntc na freguezia da Esrada.eiu idnticas rircums-1 Nuno, consta qu.....n 1833 a irmandade do ss sd-
um vento, exclamen o Lionero peuitenl
Kcnto aconta o p, lcvanla-n e .is os viventi
acali ado o vento cae o p e .is 09 morios; logo
c ei
1 ni 11-
taucias seden as f
nhaeni, Viiribera e 111
, outros menor, Lande son conventual.
Dimos. A nossa l'.reio, 1
pois, que
rorrenjo da igreja, qi
ue/ias de Barreiros, Seri-1 rraiuenlo, ainda luiiccioiio.i v
nares .levez.es na de Ipojuca aos 25 da, de oulubro daquullc anuo.
se-so feila
Do, illlleulu
numero ;i.
lou de accordo com a doiiiriua \ mesa rcgndra, Sr. lir. juiz. de capailas, com o
. je a raesiua dollnida pelo que acaba de dizer e provar rom documentos indu-
Bvm. Sr. padre m.-stri ioaqnim Raphael da Silva,' hitareis, persudele que lem demonstrado a mis-
hado o voilorahe o p e ,,s os morios; logo o que nao cmnordo Aorem. e creio que uinguem, lenria da irmandade do SS. Sacramenta dn matriz
idente que nos, que vivemos no mundo, so-, sem que mesiuu se chime moralista, concordar O desla villa, anal olla ion honra de representar
io erguido, us morios purera sao po abatido.. na conduaao que lira \> Rrm. Bandeira de minhas : desde 5 de setembro do auno prximo pasUdo dia
vos sao po. que anda, que percorre mullos lu-! conlissoes ; porem a sfcr elle o que assiiu me de- memoravel por ler a irmandade do Santiasimo Sa-
* lid ItmrlllV ^lin III. KIIK III .\J .-..-nc ..|.n ..". tPflll.l ni\,ilii.i .. ilin-n... >>..... .1...... "I ....__
gare4; os morios sao p quejas ; os vivos sao p, trab
os ni irlos sao p, u- i ivns po levantado, oo morios I tod
vivos pcnii vento e por sin vaos,
ni vento e por islo sem vaidade.
;ra que lodos us ba-
pie a sania igreja,em
porquanio aiiela o duvido. apezar du quasi cramenlo, organisado ha 117
quanlo-leein lidb o lal aranzel do jornal cita- nado de el-rei II. J
do,oiiidigilar.ni comisen autor, me faz recordar
I o titulo com que o brinda rain em Pedras de Vaga
lodos os lugares l.-m inanife-iado seu -/.A apost-
lico a l.em da unidade dos deis, sempre e sempre
pugnado rom nrajameutosos mais solido- contra os
lioeges, que ton querido l'a/er inun nova igreja
parle ; piihlirametile suslculado os mais -aos esa-
BradOSprimipios dos dogmas do calholeeisiiin roli-
Ira os in\.i-ores sacrilegos, que a lodo o Iranre ur-
don saplania-l.i, nao se rernrdando esse- i:.i'uiiios,
l.ulli.'ios, Ariose oulros quejaudos taes, que Je.-us
'.lirisln romo fiindnmeiiin e objeclo de Inda ,i igre-
ja, disse aoaposlolo S. Pedro, para eonfuso ole-
na .les-, tiiiins.le Satanar. T es Pelnn, ci per
hiiur_irhiim dtpraba rreltuiam meam, et partir
Infer non irernltlDmt nafrrntka eam. [ S. Maib.
Cap. IR. lie feiin, que magnili. as patarras! I.ogo
j evidente, que vista do lio poderosas palacras, -
| igreja firmada nosses principios Iriumpha o Irinm-
pnar sempre al ronsiimiuaro dos seculos des-
sos Maniclieus de nova especie, que profanan! o
santuario de lieos vivo, que zoinbam do sen culto,
desprezam seus ministros, e atacara o m.u- sagra-
do deseos direilos, rerlos porui, .le que com In-
das as invectivas, dn que capaz o genio malcro-
e auli-religiuso, jamis poder/i subjuga-la
chrisl
lira
.'rrrrl
Nos
mar a
una i
nal d
o bom.
Ka a
US na
p elll
coin,-i
; .trompan liando .-ta reren.....a as pala-
in.le. como j di-s.
Usado O que m
mag..... pois que o lil
versado.
Se |\ esse a corteza
Sr. Francisco V'irissim
i prof.....ir dei'.avallq-ba|
ausoii na ocrasio baslanle
ha por um rloig.i muito
porm, de que era o Bvd.
Bandeira, que a-sim pre-
Uriiirniu hamnqnia pvfrsvm hia, para que me iufoJmasse, '. uiesnio resolvesse
em e.i-od........al, quel f.u que feri.....'sta fregue-
zia a una India, e que lutaudo c.m ella se tornon
no estado em que nascifu '' o que lana- iMinloa-
das Ihe den que- a (/. abortar, cuja criauca depois
de hapiisada e-..rou, Iqa/.oido um grande nbresso
na cahe.a ? e se um clejigo que assim procedesse
<, perfil
gria. ii
nipos remlos preparar osveslidc
alie.-.i era o -'. inbolo de doce al
isperida.le grandioza ; ao contrario,
una dr acerba de urna pena pungeiiti
m lanear-se uupe eobrir-.-e de rinza
lual disciplina, a igreja santa iiiipond rili
.tunos, ainda no rei-
passado por essa especie de
ressutreirn, que lano lisongcou a lodos os liis
uesta freguezia: u-iido bem notare!, Sr. hr. juiz
de capellas. que do grandissimo rebanho desla ma-
triz, snieiil,- dods hotnens se linliam iipuo-lo,.'i re-'
organisaro da irmandade ; mas que Hzoam ehe-
gar a sua impiedad,, a ponto He tnandarem nesse
da memoravel, um homem orar contra os direilos
do Saniissinio, o insultar a lulos os que os d.en-
dian ; nao meo,,- not.iv,-I ,-iin l.i, Sn'r., foi o mu-
do a iodos visivel, porque a .ln-ti.;a Divina manifes-
lou-sc mssa or.-asio, espavnrindo n novo Itcara-
la, e obrigando-o a relirar-sn. di
prnprios insultados Coz couipaixi
Passaiemos agora, Snr. Hr. juiz .1
dar
maueira, que ao.
os liibo- leuibrall
es, nao si
era 'iue -.
dl eililae
sania
A sa
gada
l.'llipo I
gr.ii-se
sumiiia
iii'ii'irtitl
1'iis lm
cap. t v
que Jess Cbrislo nao falta s suas palana-. Os
apostlos, orgaos da divina palana foram institui-
dos por Jess ClirislO para aiiniiiiciarou o sen no-
mo, o pregarem o sen santo Kvangelh.i, e illumina-
dos pelo Kspirito Santo cnsinaram a todas as na-
roes da lena os sacrosantos ravslerios da rcligiao,
baplisarain c pregaran! em noiiie de Jess Chrisl..;
suas palacras cheias de sabedoria confundiram os
judeos, e como quer que alterados por nao poderou
conlraria-los, vista dasaa doulrina que pregaran]
muilo exlranba que seguiain os judeos, estes per-
seguiram-os, expozerani-os ignominia pblica ;
tratando como vis Impostores, lanraram-os nos
rarceres e lias prisoCS as mais ininiuiidas, mas de l*U0S
balde, o Anjo do Senhor os reio livrar, dizendo-
lhes, que sobissem quauto antes e fossem sem me-
d) pregar a lei do l'.rucillrado, pulque os judeos
nao podiara comprehender como de homens sera ci-
vilisar.in, sem inslruc.ao, de urna cundirn bixa e
abjecla, e sem principios que autorisassm a assim
obrar, apparecesscm innmeros prodigios .. estu-
pendos milagres; mals.ibiain elles que u Kspirito
santo tinha desrido sobre cada um dos apostlos,
o os enchera de seus mais rices dons, e logo ro-
ineearam a fallar em varias linguas conforme o Es-
pirito Sanio Ibes conceden que fallassem.
I. lanto que corren esta voz, aecudio loda a genle
e os Judeos de todas as narota que se acharara em
Jerusalem, ouviamneada un annunciar as maravi-
Ihas de Dos na lingua de sen p.tiz, pelo que csta-
vain atnitos : entae um dos apostlos (S. Podro)
aleando a voz, lheslerabroii as propbecias relativas
as duterentes circumstandas da vida, raorte e res-
ibera d
pie bao de lomar, ruino ainda a el
i do lempo de penitencia de jejuie
se deve do.-pie.-ar espectculo, aborrecer
lose fugir.ios pra/ercs : para dedicar-se
piaresma..
. e.-ie enligo divino dictado
pelo del i) Omnipotente, noseusinaque ha lempo
de naso r de morrer; lempo de chorar e de ale-
lonpo de lamentar e de bailar; lempo em I'''' suas pera
ara ludo. Tempns na*eend, el Umpus
... fempntfendi,el lemput rdendi. Teui-
e.nli, rt ttauu salliindi. Kcclesiasles
1" a .
Pas-anlos pois o lempo dos saraos, dos feslins
campestres, a ineelanios o de morteucar.au peni-
loiea
.Nesie llnipo u lodo que a sania igreja nos o(Te-
i'e.e .' bastante para commover o edilicar o coca-
rao .odaUeiramenle ortodoxo. A .tssis:encia dos
actos quaA'suiaes, a seria nicditacao, que se deve
prestar aualuagnilude, ton por militas rexesim-
plantado up p.-iio cbrisin a dr e o arropoiidi-
uienl.i, poraue em vodade a quaresma u lempo
mais a. ce.-jsivel de penitencia e salvacan.
A quaresma eslabelecida como se ci. lelos apos-
lolos, .' ojejiim de U dias, conforuiaiido-se esla
disciplina domas mais antigs Iradlcoes do novo de
Moiss e.-rolhi.ln pelo Klenio para ser o
legislador ios judeos jeju,m 10 dias para se prepa-
rara recebe as ordena de Dos, sobre cuino de s-
uai. F.liasianibem jejuou 4!) dias antes que o So-
nhorlhe apaarecesse Mihre u uiuiile llnreh. O Bap-
lisla se displz pelo jejuin para recebo u Missias: O
mesmo Salvlidorda hiiiuaiiida.le jejuou il .lia- uo
dezerto, antea de dar principio a sua misso.
A vista dellao bellos exemplos, a igreja ordena
e os ebristaos observan) eslejcjuin, alim de conve-
nientemente be prepatarou para a grande (asta da
l'aschoa. I j+jum, por son Om ida, mu remedio
ellicaz coulra o peccado. um [reio capaz d<
mir as no-sad paixes e nossos desvarios.
O lempo dd quaresma um tempe de gravidade
de abslineiicia e de leraperaina nos paizes calle,li-
eos ; um temdo cin que dev.ni cessar os pas-alein-
pos, festina e[espectculos, lodos esses gozos que
fazem esquec.lr a piedade a devoran e os dev
dareligio. I),
i u i licaria irregular, un se udc celebrar frescamente
pellas, a
. porque a irmandade de Sauli-.-iiiiu es-
h:vohilhargica uorvinle a uilo annos, ecomo Dos
cuii.u-a de.-sa lelhargia, que ao. incrdulos a
aquellos que linliam-lhe preparado o uarcolico, j,i
pareca uicuravel.
V. S.,Sr. Dr. juiz de capilla,, viudo das inargeiis
o.i Amazonas, reio de mullo longo para em cinco
m.-zcs de .-na residencia uesla comarca, saber de
onduza pua e.lili.ar as suas quem ludo quauto se lem passado na matriz do Cabo. No-
que por a pu soBreu um processo,: que aqui moramos ba multas ai.....s, u q......slamos
o cousa que u vala ei ;quer que llieenro nina | orcupados com .-..la informa.ao. ruja exaclidao u
quem foi que soll'ieii una denuncia de Manuel Go:
ta. penle o coronel Francisco Antonio de Barros
'' Silva, por roubu de lakourcs ? quem equeni
fof u que se apropriou epofra a contado do seus do-
nos, das madeiraa que raconlrava na- casas que
alugava, e a-
foi iilialllieiit
rio una mudan, a. que arreli.iloii desagradavelmen-
le a lodos : na verdad.- foi eousa extraordinaria !
O Sr. vigario vendo que a irmandade ia reapparcrer
Iralmi logo de acastelar-se para |M)der hale-la. ou
anles calumnia-la, e oiio de repente aliroi-se as
lira, o- de sen adversarlo, enlregando-llie o natrl-
iiii.uio da matriz, romo um penhor de seta luluia
alliaie-a. F.is poi-. Sr. Dr. juiz de capellas, a ori-
geuidas daas um. a .lesall'eie.s, que Ion a irniaii-
dade ; nina porque nao quer na matriz uinasites-
leiniinha do.- seus actos,Ovtra porque nao ipier ver
o patrimonio administrado senao por -ai. Hite sen,
para garanlia de sois luis publico... e monetarios :
eiuniij o di-..- nos iiiiineros do Liberal e Diario
de 5domcz .ie Dorerabro prximo passado] sem
que fossecontestado, um irmao do Santissiiuo Sa-
cranieul.i da matriz do Lab.,.
Unt-reudn Dos, Sr. juiz, animar mais aquelles
que liiibaiu de tratar da reuiganisai u de una as-
soriaeao religiosa, conrodeu-lhes ainda ovtresecha-
dos de maior valor.
Dias aul'-s do memoravel 5 de setembro adoecol
o Sr. rorh, e osen mal reveatio-se logo de um
raracler cruel refractario ao- recursos da medi-
cina : o enfermo bem ,, rompreheudou : vio. que
apro\imava-se o motneulo de comerar a vida son
hu entiio com o.- ulhos voltados, milado, para
i ii.i-erieiiidia divina, querenihi limpar-se dees
|iee,ado-..pie lana. Vezes eollllilettelllu- ne-le lllllll-
ilo de pr.,. arne-, nao leudo lia mente scuo aqucl-
l.i- palana- de Je-us fr.ili mi/ii.o urde ijKOniam
as ridebun4 Deum o arrependido enferme muilas
hora- antes do terminar esta vida temporaria resti-
l.iio aqiielhs livros guardado-, ba lempos bou re-
mlos.
O Sr. I'.orhi proiaveliiieiib eiilregiiou linios ; mas
sj.uenie f >iiiii entregues a V. s. u lino ducumpro-
mi.su, e mais ciucojin receita > despeza, c matri-
culados rnuoa. O do Tombo e mais dncnjueiihis
d onde deve constar a auliga doarau du
nio ....
, ;~ .------ """ I "'"r'oo's rom e.ia inionnaeao, ruia exarlido us
de sua. peras, p,s que ia quem lenha d.lle iiel olirigon a cunsullar us velh'os lo lugar somos os
copia mas, senhores reL.i.l.ires, quem assun me que bem podemos avallar da desdita da matriz dn
d.liala Ion razan, pnrquelbe falta aquillo que quem i Cabo e do sen numeroso rebanho. Realmente -.-
perdeu punca mais achara. nhor, os homens que para aqui leu, v.....o, trajan-
repri-
Com a inse, o d.slas luscas lionas em seu jor
nal omito obsequiarn ao seu venerador e obligado
criado-
Fr. / runeisco dr Xana Seniora das Dura HenUia.
DOCUMKXTO.
Manuel Jos Peisnlo dos l.uiuiaies, ciriirgiu ,ip-
prorado por S. Mageslade Imperial lunslilunal
que Dees guarde, etc.
AttestO que o Sr. Uvd. \igario desla parocla Si-
ino de Az.evedn Campos, Ion sollulo por vezes de
esqueneiioias, que lhe motiram febres e oulros
sympionias.
Ahiu desta affccco que lhe assalla peridica-
mente, padece de urna livdrocelles, que milito lhe
iucoiuiuoda. quanilo usa de nioiiiarias a cavallo, as
quaes lhe sao piejudiciaes.
ii referida ,' rerdade, o que allirmo com o jura-
meiilo da inhiba facilidad.', e por ler sido sol as-
sistenle durante um auno de iiiiuha residencia tiesta
\illa.
l.-ca.la, i!.: mareo de 1s59.
Mmi'H't /os Pairlo du* Gniwure*,
Publicacoes a pedido.
,-.. para aqu ion rindo, Irajan
do vestes sacordotaes, bou longe de merecerum o
emihnlo de pastores, smente dovem ser compara-
dos com esse hibo da Fbula, que destarrado com
vestes pasloris devorara rebanhos.
lia uns Irillla auiius desla parle, liouve aqui un
vi jan,i Joao Cavalcanti, homem lio cruel para as
snas ovolhas, que multas v.ves per intermedio de
seu amigo u capi.o-uir daqqclle lempo levuu-as
ao (ronco, para abriga-las a pagar direilos paro-
iiiaes ; esle homem fez .Legar
patrim.i-
Se o Uado Corbi, Sr., sqffwou a irmandade dn
Santi-siini, Sacraiui'Ulo, guardando aouelles livros,
lie Uualmento 6 iiiliibilaiel: ou attenco p..i-s cinzasde uia
eslraugeiro, que preferio morrer em aossa patria,
passaiuus urna esponja sobre lodo osen passado. e
pedimos a V. S. poinissiio para coiilinuarmns na
nossa iuformacao, que irolunlariamenlo j vai
longa.
Ten.!,, apparceido lodos aquelles livros, inclusi-
ve o que achou-so no archivo da cmara, e leudo
rhegad a esla comarca um juiz municipal, que
un, de milito longe para ser ilomiuado pela- arai-
zades do lugar. Manuel Hachado Ruvoredo
la auliga irmandade, dirigi a v. s. >
lo Iranscripl.....i documentou. i, oud
mente o despacho de V. S., marcando u dia de se-
innuu
requeriiiieii-
lem igual-
i sua uzura a lal
ponto, que oiii uta dia vi.,-se "fon-ado a sabir preci- tembro para' a restaurarao desla corporaco' uoo
p .idamcute da freguezia para nunca mais rollar a Exin. e llnn. Sr. cuide de Iraj no J 1173 dos wui
'!' elementos do direito eecb'siasUco, a define deste
. ,} l'uuc" ,"|;||S meuos. .tules da sabida i modo : assocucao de rhristos que se aiuntam
para pralicar algumaeto de piedade ou de rarida-
-----r,........y llleslllo modo que a tempel'auea e
airreirao do Salvador. Ibes manifestou o perfeilo | a sobriedad.' abo o meio seguro de conservara sau-
rumpriinenlo^denas na pessoa do Homem Deoiqftue de corporal, assim lambeiu a abstinencia e o jejnm
;Vs ^iias palacras commoyc- ] ao o canal cello de restabelecer a saudo espiritual
quando urna nlz arruinada pelo- vicios e (raquozas
Hllll.III.I..
ion sido nolado por viajantes a mudenca que
evperiraenlaui biu paz calliulicu, no sanio lempo
quareassal.
l in protesta)
sorprendido.lis
o povu italiano
gularmente din
linliam crucificado. .
ram-lhes os coraeoes e os excitaran) a penitencia ,
tres mil so comertoram naqiiellc dia, sendo bapli-
sados e admillidos no numero dos discpulos de
Je-us Chrlsto.
Grande Dos! Tal o vossn immenso poder, tao
grandes as rossas misericordias, que nao queris a
norte dos que ros dilaceran] o cornean com a.-mais
agudas o penetrantes senas, anles permiltis a sua
ronvei-an s.ui essaSas vossas patarraserrrtei-
in eui nutro tempoL
lans que a vista de-las puras verdades nao sinlam decolles. II fafi
em si urna forra superior, que os excita eos lea
mesmo a emenda da vida pausada, proposito de
oulra meltior.
K que meio mais ellicaz lemos nos para urna se-
raelhante emenda? F. sem duvida u tribunal da pe-
nilenria, tribunal augusto a sagrado, ende vamos
rereher o- mais d, es siiaies, e persuasivos ronse-
Ibn- ou oppoaican s nnaaaa desordens, e fraque-
zaa oiide ramos saber) a que remor-osd.'roiiscien-
na nos levara as iniquidades que praiieamos, o
odio que lemos ao priixinio, as niurmiirares. as
qurrellas, os homicidios, as perfidias, o argido, a
ambicio, a orueldado, a inhum.tnidade, e tantos
oulros, que com clamorosa injustira praliramns
com o nosso semefflmito, c onde afial arrepnndi-
dos dos fados pa.sados. e penetrados das verdades
que ouvimos, sahimosdalli qualoutro David, quan-
do reprehendido pelo propheta Natn de seu pec-
eado de adulterio, e arrependido, disse: >e,a*t Do-
mine: ao que o relorqnio o propheta :Dominn*
ilimque IratMulii pcrraliim luum ( 2 ileij. 12, 111
rousoiile que seus prenles obrem os matares des-|A [lenilencia por tan'o um allivio" as man. has de
i; queseo sobnnho-Smli-o terror dapo-lpeeaado, e para dar mais incremento aasaa nossa
espanque pblicamente,! aaaor;ao oaeamoa o que diz o Beclesiastico ares-
voacao de Maria-Farinb
orno ltimamente fez a Antonio Francolino Coo-
calres Fortes, que foi arrancando de suas mos por
Jos Victorino de Aranjo Monte-Negro, que insulta
a todo o mundo, como, cutre niuitos, fez a Jos l.uiz
de Souza Marreiro Jnior, e a Joaquim Jos l'.aval-
auli, que un escravo de seu primo Jos Joaquim
itaFoneeea l.alvo, leudo dado una facada em um
escravo de Jos Januario Honrado, flcasse impune,
que um escravu de Jos Felippe de Mello sen rnn-
eiiuhado leudo dado una facada em Francisco de
tal cenhecidopor Xiro labica, ticasse impune, que
\ulonin Cabral, compadre de seu prenle, e socio
Joaquim Galvo. leudo quebrado rom um pao a face
doofllrial dejuslira Meudonra, fu-asse impune, que
lendn Pedro de tal", morador on Maricela, dadolrcz
lacadas em llercitlano de Mello, fcasse impune, que
lendo Pedro Alezandre, morador na l'.araba, sido
arraslado. depois espaucado, por Manod Lucas, de
parceria cora Antonio Jos, fcasse impune, que
tendn Thotp de tal, snflridn urna facada napovo.t-
ro de Maricnta, o Sr. delegado non ao menos pro-
i'edeo is tao< importantes arrrignacoes poticwet,
lii-aiido assim impune o olTensor ; e' multa cousa
mais, aqiiedaremosdepoispublicidade.se o senhor
delegado Nono, recorrendo ao sen aller eno, romo
lezparn a resposla que deu ao Sr. Dr. chele de po-
lncia ; negar alguma cousa do que levamos dito.
Com a publicidade deslas liuhas muilo obligad.i
lirarei.
Rrrife 1 de marro de 185.
Joaquii Jos de Mello Aiidrade Lima.
A Resigui.
Memento homo, quiapnlvUett,
i a pu Itere m rererteris, age peni-
lenliam et habeas ritma (eternam.
Qen. cap. 3., i. 19.
Iloje celebra a sania igreja una de suas solem-
nidades a rinza primeiro exordio do jejum da
quaresma; ella faz .sentir a seus lilhos o dever do
jejum e da penitencia ; cora espargir a cinza sobre
a fronte dos que a recebem, dizendo as palavras
atamn fe /ionio ele, recorda-Ihos o p, a Ierra, a
onza, o nada umQni, a que se reduz a croalura hu-
mana, essa obra tiiu nerfeila sabida das delicadas
ruaos do Creador, c feila sua imagem u seiue-
Ibanca.
Anligamonte, islo anles do dcimo secuto ap-
elidava-se na igreja occidental o domingo dos
raqdoes, porque lodos os que se divertan] no lem-
po do carnaval com excessos redundantes, nesse
lia apresenlavam-se na igreja para darem urna sa-
lisfaco pblica de seus desregraiuetos e mos
exemplos, e cumprirem a penitencia, que lhes im-
Suuhau os sagrados pastores ; esta ceremonia fui
.pois anticipada para a quarta-feira de rinza, e
ennservada na igreja al os nosso dias.
muito conveniente a nos mesraos, que nao es-
quecamns hoie e chcgueuins devotamente sania
Waja, ajm de recebermos com humildade e coin-
pitarsA uafe gnal daraolcrislico, que nos musir a
desestima que llevemos ter s cousas terrenas,
iuiitaco dos antigos chrislos, que o modernismo
pasma a admira, fossem homens tao assiduos, tao
fervorosos c lao froquenles oracao. ao jejum e
penitencia, como nos refero a historia de suas vi-
das, somonte para so fazerem agradareis peanle o
Bei des reis, e receberem em recompensa de sua
leecao a elfuso do suas abundantes graras: ad-
mira a maior parle dos chrislos de boje, verda-
de, o por que 1 Porque esses vares denlos, pie-
dosos e compassivos ririain no retiro, segregados
do scalo, e do comraercio mundano, entretanto
qu o modernismo delicado, enireguo aos passa-
tempns, aos Ihealros, aos saraos e seus admanes,
as delicias, Ss voluptuosidades, aos divrrlimenlos
ilbcitos e aos prazeres momentneos, deixa-so con-
duzir por esles raeios de perdico, sem que ao me-
nos guarde e abslenba-se do tempo quaresnal, em
que a igraja nossa carinhosa mai, nos chama com
locura e amor salular penitencia, fraqueiilacio
dn oracao, s boas obras, que nos edifican e os
curaininliain a virtiidc. Esobre modo'Msongeiro
v er chrislos, que nao ignorando ao que parece,
que para a creatura humana cheg.tr ao apogeo da
perfeclibilidade, mister a ortica nao interrumpi-
da do bem, que leude a melhorar a nossa conducta
"'airada, n(1 vejam, que s a rirtiido, o somon-
te ella e o carainho mais seguro, o espelbo d'alma,
" morel mais bello dos aeces humanas, o preludio
consunto, que nos guia a essa perfeicao, enar con-
segmnte sanlidde. Elladcbellao vicio, arranca
pela raz os ardizes fementidos e Iredos sementa-
dos peta cizanin da mentira ; repelle sompre o cii-
ine, a ociosidade, a mentira, a impureza, a sober-
ba, e linaunente iodos os arlos abjeclos o indignos
do ser humano, n nosso Ex.n. e Brui. hispo uio-
rnsano, cujas virtudes sau de todos bem rnnheci-
das, ja curvado com o pesu dos annos, em urna ida-
.le onUgenana e raneado dos Irabalhos concernen-
les aos misteres de blspado, assim mesmo nao ces-
sa e nem se descuida de, as prinripaes feslas que
a igreja solemnisa, exhortar a lodos os liis o amor
ingle/, em sua viagein llalia,
:Teiibo militas vezes nolado que
le ludas asetasses se coiiliuha sin-
inle a quaresma. >o nuve como
non blasfemias, era palavras In-
sta, os infeiles, os bailes e outros
luazeres cessain nesse lempo e do lugar modes-
tia, auslerida. o, e penitencia ; todos os dias sao
ocupados porsirmcs edificantes, pedilorios abun-
dantes para os|obles ; e em geral se le a coiuniin-
ro e o arropen, intento.
r.infesso que a llalia onde me vi! obrigad a
colillero-a ulili leda da quaresma e a faz.-r juslica
nos motivas qu. a igreja leve para insiimi-la.
Ilavemiis pois chegado ao dia primeiro da quares-
ma. \ sania ii reja nos oll'eiere on differenles dias
da semana, pral cas doulriiiaes, sernioes anal......s
ao h
iiipu.
Os SI I!
seus i onleasiona -ios estn abertos,
piscina sagrada
rUlcamos os mmmm delirios.
lular de que o
porque con
peilu ;JVom larde* raiieerli ad iloaiiaiim, et non
de/feras dedie tu dirm ; snbelo etiim reniet illins,
tt la lempare rendidle despnrdet teiji. et) e [1#, SI.
Lucas acrescenla :.S' unii/eiiliom iioh eneretis
mines... peribeti*.
V vala duque lira dito, e dassenten^as do aps-
olo em que vacillamos mais ebristns? Que jnizo
indeienios formar do castigo que espera essa vida
esregrada e ile-commiinal.
Sendo de l que Dos castiga os mos cora o li-
mo e os bous premeia com a gloria eterna? Se
aeremos que lieos lenha eompaixio de nossas
anquezas, cumplamos u sua lei e tacamos peni-
neta para assegiiiainiosa nnssa alma [geiieuiten-
am, el babeas ,ilam nternani.
i. romo nos pederemos salvar se a innocencia
Sara e os peceados inmensos, e se cnranielleui a
ido o bastante 1 (.landn s.'i se alcance a bemaven-
ira nu pela innocencia ou pela penitencia 1 Por
Hiscquencia, O que dah se infere que nao esta-
ndo ja no homem a innocencia pelo mo uso que
cornos da rateo, a ijual nos exacerba as paixes
ie nos levam a pralicar o mal, segue-se que o
DCQ meio que temos a penitencia, nica taima
esalvacao, sem a qual pereceremos as trovas na
infusan eterna, age pemtentiam, ut tabeas vitam
mam. As miserias dest vida que sao os pec-
(idos do primeiro homem das quaes se nao
ode ser salvo, .seno pela graea de Jesiis Cbristo
h grande erro algara err, que s os perrado-
's esto obligados a fazer penitencia para appla-
u; a ira do Senhor e impetrar sua misericordia
livtar suas culpas : se somos tan felizes que minea
miemos a innocencia, tambera nos neressaria
penitencia para COnservarmos esle precioso Ihe-
mro : nos neceamos, e podemospecc.tr, eis-aqui
ous poderosos motivos que obrigaiu a vivo- nma
ida penitente o morticada. S pela penitencia e
lortillcaco se vai ao reo.
Jess Cbristo nao nos mostrou ontro caminho.
)s santos, aquelles mesraos que tinliara sido santi-
eados e conUrmidoS em grara no ventre de sua
|n, mo liveram outra estrada'
S. Paulo, esse apostelo defensor da Igreja, casti-
ga speramente seu rorpo com ausieiidades volun-
ras, com temor du que ao mesmo lempo que
onverte us uulros se perverla a si mesmo ; e aquel-
es que se nao atreverara a reputar-se lo santos
orno un S. Paulo, jnlgaro por ventura poder pas-
ar sem o |requenle exercicioda morlilicaco'? Des-
gauerao-iios de urna vez. para sempre, que para
e seguir a Jess Chrsto uecessario deixar ludo
or seu amor, queremos dizer todas as cousas que
os ngolam, riquezas, honras, diguidades e praze-
cs, porque elle mesmo nos diz no Ev.tngellio : ne-
vo potes! daobos dnminis sercire, uinguem pude
o v ir a dona senhores.
F.is pois o que se nos nfferece a dizer a esle res-
i.'ilo, e terminamos este artigo mostrando aulle a
lilidadc da penitencia, o respeito que devenios ter
os templos do Senhor, a piedade e devo. ao que
eveni reinar no coraco dos chrislos que ilesejaiu
bntrar no caminho dos que andain na le do Senhor:
eali immamtali in lia, quiambutnnti i legebo-
""' Padre S.
A quaresma.
Es p e em p le lomars pulris es et pt-
eretn rrrerleres, assim disse o Senhor para o nos-
o Proloplaslo, quando transgredi o proemio d-
no, quando perpetran o mais horroroso crim.' ;
rime que ararreou funesias eonaequenctaa hu-
As.im tambera a santa igreja chaman-
apr.'senlandn-llies urna porrao de cin-
depois
reslaiieh'Ceu
do Creador ruin
1
Cor
is pulpitos j nio sai
mudos
quaes como
aramos a feia nodoa da culpa e pu
_ i! um remedio sa-
smojusto na., se evime de roro-
odizo Kr.lesiasies, nao ha homem
Jiislo neslo inun lo que faca o bem e nao peque.
\nnest eiiini lio iiojusliis in Ierra nain.esl non petrel, ljip.7v.il.
liiiardera.is p( is o preceto que igreja lano nos
reroiunieuda ; ei ipreguemiis esses dias quaresma.'S
ia pralica de pe iiencias, ora. in-s e jejum e nos pre-
paremos para ce memorar cheios de dr B nnn-
puino, ospied. aos artos da paixo dn filho do
Eterno, o espoct rulo do Holgla, esle sacrificio san-
guinoso que sali fez a grande divida da humaiiidade
amizade de Dos cun o hiiinem,
a crealura.
adrey.inodo Monte Carmelo Luna.
espondencias.
com nina corres-
lauero 101 do sen c.ouceiluado jur-
r.jiiheAmazonas Initande da
a a, sita junio lilla de Serpa, enr-
lamdadf
o os iei
as, faz lemlirar o p que anles era e "que
era !
I.ci i inmuta vei decreto irrenigavel i o homem
asee para padecer, porque nasce para morrer.
na vida, diz.) principe da ldomea, e urna conli-
uada guerra, una prolongada tentativa sobre a
;rra. O arque o homem respira evaporarse; o
limento que toma inais o arruina ; a Ierra que o
islenla, oala do seu interior hediondos vapores
ico destroem ; o homem era sunima vive sempre
n incessanle agilarn, al que fenece e morre,
O momento em que o homem falla est louge e
I 'parado de seus dias. Sendo um agregado de har-
i i pelos niixlos de que se compe, arruinado que
j um s urgo, desmanlela-se a machina, ludo
dissolvo e torna-so no pe cinzas de que era !
Nos-.is annos uo sao mais que um snnho da
i orle ; disse o Ilustro hispo de Clermont. So-
laesque leudes vivido? aqui est ludo o que vos
sla : lodo este inlervalln que tendes passado,
sdeo iosso nascimnntn at hoje, nao c mais
e un rpido tiro que apenas vistes passar.
lie frito, i mi i,., n asenos para morrer, 8 lodos
njorri'mos para ressuscil.tr. Para nascer antes de
s r foi misler progenilures que nos gerassem ; po-
m para renasrer ou ressuscilaro mesmo p e rin-
zsemquesr enrrompeu e disfez n rorpo. esles
o esmos sao os pas de que havemos de lomar, e
Sis. redactan Deparando
pon.Inicia no numero 101 d
nal, sol a epigr.
colonia llacoali
re-me o deverd refula-la. nao s como director
que son da dita colonia, cuino por estar essa cor-
respondencia tola airada de inexactides, e, pois;
e jiara desmenli- ia nu u seu autor intitulado aman-
ta da prosper!; de, que cohertado rom o manta
do patriotismo ser colorir a moja e o ciume que
o devoran!, qill recurro a Vntos, rogando te digne
consignar em u na das columnas de sen jornal es-
las puncas linli, s.
Nao Sao onze aspessoas que compe oquadrodos
empregados da colonia, como nanea o amante da
prospe ida.le ; I o pas.-am elles de" cinco, e von a
-o ; o director, o Sr. Nazarelh ; escriplurario, o
Sr. Wallace ; o eiro, o Sr. r.balbiirn ; senador, o
Sr. Willi.im ei genbeiros raachinistas. us Sis. Fre-
derico Itarker e Bloeni, que o amaiite di prospe i-
dade envolve ci ni os emprogadus, nada lem abso-
lutamente rom a eomnanhia, eos demaisSM me-
ros engajados, tao ndispensaieis ao eslaheleci-
ineiitn, que sus adiiiisso merecen a eminencia do
lllm. Si, geren e da companhiado Amazonas.
Os Srs. Wall ice e C.lialhurn nunca cbainarain-se
engenheiros ; i ias o Binante da prosperidade que
son duvida a gum novelleiro, assim o diz, como
diz que os eniptegados mandadores sao onze, inclu-
sive o direclorj a quem por ronseguiutu rehalla
ilando-llie por befe um dos trabalhadores. nanlo
ao prejuizu qu s diz o amante da prosperidade snf-
frer a colonia, lo respondo porque seria dar-lhe
importancia, s. ndo porm corlo que a recente villa
de Serpa vai p iigrediudo eonsideravelraunle, tanto
em commercio como em cdillcarao, com o qi.....a-
nha a provincii, alentada pela colonia, que lano
agonra o aman e da prosperidade, o islo verdade
tao palpavel q te .-rnenle pude negar o amante da
prosperidade, i rigindo calumnias como do seu bem
couhecido car; oler.
Son. Srs. re lectores, de Vanea, ltenlo venerador
e criado
Maril; Iecher, director da colonia Itacualiar;
Colonia Itac latiera 31) de setembro de 1858
Queixa que o Kvm. Sr. Iisn, lirisio
ao Lmii. presidente da provint-ia
outra a irmandade ilo MantisKiinii
Sacramento da matriz da villa lo
Can, e a informa i;-a n da niesma ir-
m a ii dude.
lllui. e Exm. Sr.Ten.lo-se inslalla.lo na matriz
da villa do Cabo, son Ordeiu, nem fnrmalidade al-
guma legal, una irmandade, denominada do San-
lissinio Sacramenlu. a qual, nao obsiante a irre-
gularidad* com que foi erecta, lera conslrangido o
rever ndo parodio a entregar-lhe os ornamentos e
alfaias, e at us meamos vasos sagrados, e as cha-
vea da igreja matriz, coulra odisposto na cansii-
tuirao diocesana; u que na verdade importa um
ataque formal e decidida perseguico religio do
Eslado, e una perfeila invaso dos direilos paro-
chiaes; ven rogar a V. Kxc. queira lomar lodb o
expendido ua dev ida consideraco, e, avistado
art. "i S I ."do decreten. K.II dc':t de oiilubro^le
1851, ordenar, que soja disaolvioa seinelbante ir-
maudaile, rcsponsahiliakuilo, como for de direilo,
por lodosos abusos quena praticado, para que se
nao reprodiizaiu semellitiites fados, e possa O l'.vm.
parodio em plena liber.ladc exercer as sagradas
fueroes de seu ministerio.
lieos guarde a V. KxcPalacio da Soledade 7 de
dezoiihro do 1K58. lllm. e Kxm. Sr. rniiselheiro
Manuel Felizardo de Souza e Mello, presdeme des-
la provincia.
V-signado).Joao, bispn diocesano.
Informe circuraslanciodaiiienl.i o Sr. juiz munici-
pal do ierran do Cabo, enviudo os administradores
da irmandade de que se traa.
Palacio do governo de Pernambuco, 10 de do-
zerubro de 1858.
Assignado'.Mello.
Itespiinda a mesa regedora ta irmandade do que
se irala, Cabo 17 de dezcuibro de 1858.
\.s-iguado .l.acerda.
lllm. Si. lMjui/ municipal empellas.A mesa
regedora da irmandade do Sanlissimn Sacramento
da nutriz da ciliado Cabo, avista da queixa, que
contra ella dirigi oF.au. Sr. Hispo ,to Kxm. Sr.
presidente da provincia, passa a rumprir o despa-
cho de V. S. de 17 do dexembro do auno prximo
passado, sali.-fazenilo por osle modo igualmente o
despacho do Kxm. Sr. presidente, que como ode V.
SI foi dado na mosma queixa.
Sr. Dr. juiz de capellas, os passns de um prelado
como o Kxm. Sr. hispo lio rcspeitavel pela alia po
siro que ocenpa na igreja, e por esse cumulo de
virtudes, que tanta o distingue do comatum dos
sacerdotes, sao cortamente dignos de sern imita-
dos pelos liis. A mesa regedora da irmandade do
Sanlissiino Sacramento ruidosa o imitara boje res-
pondondo a iodos os pontos de sua aecusacao com
assegiiinles negativas to lacnicas como asallir-
maiiasdoKxm. Sr. bispo. A irmandade dn San-
lissiino Sacramento da malriz da villa .in i alio foi
reorganisada cora ordem a funnalidade legal. Kao
eonslrangeii ao reverendo paroebo a entregar cousa
nenliiiina, e muito menos I anea sagrado*.A ir-
mandade nao leui atacado a religio doblado, e
nem lem commellido abusos,
dissolvida e responsabilisada :"pelo conlrarin lem-
se 11.tu pallo sempre rom a celebr.n.o do culto e
liscalisaro do seus heos, causa nica das duas
desalfeii-es, qno lauto a lem estorvado em sua
marcha.
Sr. Dr. juizdr capellas. para que a nossa iufor-
macao maisseassiinilhassu queixa do Exm. Sr.
bispu. nos poderiamos concluir do mesmo modo,
nedindo l.S. (o que ha muilo devoriamos ter
folio), que na qualidade de juiz de capellas repre-
-enla-se ao Kxm. Sr. prelado dioresano coulra o
reverendo vigario desla fregiu/.ia pelas profanaces
que continuamente pralica, por ter llludido ao
Kxm. Sr. hispo ua nomeaci do sacristo Fabri-
daquelle vigario, ebegou a osla villa, rindo foragi-
do de sua patria, um revolucionario hcspanliol, que
SC ili/ia padre, e que e/.-se e.inliecido por Pascual
tlorbi. t) Sr. padre Corbi nao lardn ou ser o coad-
jutor do ltviu. Juan Cavalcanti ; juntos funecio-
novam na matriz, quando deti-se aqu o maior dos
escndalos, um sacrilegio lerrivel por si, e ainda
mais pelas cii.uinslaiieias de que oi revestido.
I.ui um da de sexl i-eira de lndoencas, quando
luda a villa coiilricta rerordava-se dossoffrintenlos
d Ageite, que lano padecen para ron ir os possoa
pee. ados, aiiiaiiliec.u a lualriz timbada; a milita
prala que harta, a os ornamentes reos, que Unhaa
la qi
i.in.1,1
DADA ni TKM CHUTAMENTE A SI V VEZ.
Sr*. redacti res.Eslava eu bem persuadido que
nunca occopaiia as columnas do seu cunceituado
jornal, porqua uto, religioso, separado, como me u
cumbo minha prolissao. de ludo quauto perlenn
ao secuto, nao me passava ni, -um pela imagioaeao
que o Uvd. Fi inciso V'irissimo Bandeira, professo
publico de Bel cribe, que nem ao menos reside nes-
la freguezia p r grara de Dees, e mide, pelos mui-
los beneficies, que mesraa ion tallo, segundo o
oichori illio c b seus onerosos alleslados, se acha
pelo Exm. dio esano suspenso, e quem nem por
pensamenlo o Hend, se deslembrassc dos deveres
de seu minuta 'iopara, descendo ao grao de caluni-
niadnr e falso einbusleiro, me apresentar un seu
jornal, nume o t8 do 1." do corrate, segundo se
diz, ser elle sin autor, era una niasligadaque vem
DO numero de sois anuum ios, como un sacerdote
loo ignorante i corrompido, que lenho feito nesta
fregueziaconfisses millas!!!
Sera duvida pelo iraplacavel odio e brutal ran-
cor. que cons rva conlra o Kvm. vigario desla fre-
guezia Sirnao le Azevcdo Campos, que nao se oc-
cupaududcllc durante o lempo que aqui resido,
voz publica, q ie o hospedara em sua casa ha nais
de dousmezr: .piando foragido de Pedras de Fogo
onde foi profi ssur publico, aqui aportara, com o
mico fado qi e Irazia no corpo, e urna balina sobre
a sella, serrn In-lhc de inania ; porm emlim he
negocio com ue me nao envolvera se o Rvd. Sr.
Francisco Yiri simo Bandeira, professor de Beberi-
be, me nao ir iuxesse a bulla, depois que o sacris-
piiblicanieiilo o desmenlio.
enhores redactores, cumprc dnfeu-
lo da matriz
Porlaulo
der-me.
Tendo oblid
o do meu prelado local licenra para
residir na vil] ida Basada, eurontreio Uvm.'Sr. vi-
ario solfren lo gravemente do una enfnrmidade
que o lanroit no taita de dores, ondo esteva um
mez
Nesse lemp
se, ua falta,
-
--->-.-.
e nem
nao hulia elle roadjurlor
nesla villa lia ria nutro sacerdote, a durante sua en-
fermidade, qi ando algutm me convidis para al-
guma runlissi o era artigo de inorle, me rertilirava
primeiro se ti nha algiim sacerdole.a quem rerorres-
poriii, e com consenso do reveren-
dissimn paroi lio, flz .tlguraas conDssoes.e assim co-
queiro, hornera que, na phrase des Sanios xpostu-
bis, indemoniado, e tao mo empregado, que o
dign o juiz de direilo destacomarca, o lllm. Sr. Ir.
Reg Dantas em enrreico, por duas vezes, o re-
preliendeii com esta severidade propria do juiz,
que se aftligo com as prevarirares dos seus subal-
ternos, e por nao exercer (o reverendo vigario) co-
mo deve, as sagradas funeces do seu ministerio,
allm de que o F^xm. prelado, inoi inado da verdade
dos fados, o suspeodesse c responsabilisasse, man-
dando enlo para osla freguezia um v igario, que
em vez de oceupar-se somenlc com accumular oa
Ibcsouios .leste mundo.Ao/ite thttaurisara robis
thesnurus in Ierra.... S. Malh. cap. 8." v. 19. Quam
dif/icile (dixit Jeeue) gui pecunias habent, in reg-
iiiiio Dei intrabunt. Faciliiis est enim eamelum
per foramen acus transir, gunm divitem mirare
ni regnum Dei. S. I.uc. cap ,8, v. 2i e 25, um vi-
gario que, em vez do fazer-se reo, ora do stimo
manilaineiiio.Xon furlum facies=ora do oilavo.
-\ou falsHiii lestimoiniiin dices ndrersns prximas
iii/mz=como inleli/moite acontece com o actual
documento ns. 1,8 e II) oceupo-se antes em ac-
cumular os thesouros da vida eterna, iuslruindn
suas orelhas com as saas doutrinas d'Aqnelle, aue
ainda boje nos ensina a sciencia da salva u pelos
seus Santos Kvangelhos.
Mas, Sr. Dr. juiz de capellas, so a nossa informa-
ran fosse lo lacnica como a queixa do V^xm. Sr.
bispo, que or sua alta posicao, o essa conflanra,
que lodos lhe consagram, cotenta-se com dizer
primeira auloridade da provincia :Elles san cul-
pados, dissolvei-us e responsabilisai-ns, bem com-
piomellida Ocaria a irmandade do SS. Sacramento
da matriz da villa do Cabo, mais lhe valeria nada
dizor, o resignar-se rom aquellas augustas verda-
des sahidas dos santos labios do Crucificado//cut,
rui perserulinnem paliuntnr propter juslitiam :
quantum ipsorum est regnum. Cnlortim : S. Moth.
Cap. 5., v. 10.
Felizmente V. S. comprehende bem a razio por
que nao temos boje a vaidade de imitar ao Exm.
Sr. hispe : realmente, pequeninos, como sao os
abaixo assignados. elles nao seriam ouridos, se os
seus ditos nao se baseassam era documentos legacs:
permita, pois V. S.. que entremos na verdadeira
informaco, ordenada em seu despacho, e, quo ella
soja to minuciosa, como recommenda o Kxm. pre-
sidente da provincia.
Ha mais do um secuto oxistea irmandade do SS.
Sacramente da matriz da villa do Cabo, e o seu
compromisso fui feito aos 21 de oulubro de 1742,
apprnvado e conllnnado por cUrei de Portugal D
Jus, aos tres de uovcmbrn de 1767. ( Documento
numero 3.
Daquellas pocas al aos nossos dias a irmandade
do SS. Sacramento desta villa esleve de. posse do
sou patrimonio, que o terreno que comprehende
osla mesma villa, o qual lhe foi dodo em lempos
inuitissimn remolos pelos anti-possuidores do en-
genta) GarapA, para com os seos rendimenlos ( fo-
ros, laudnos, ele.,) sustenlar-sc o culto, o que
leve lugar al 1827. ;Docuraenlo n.4.)
Por um lirro de receita o despeza da irmandade,
que funeciounu de 1790 al 1813, a das verbas de
receila de rada um dos annos, consla o rerebimrn-
tn dos foros das rasas desta villa, os quaes cram re-
rebidos e applicados pela irmaudade, que d ludo
dnVa con las animalmente aos respectivos provedo-
res de capellas, como se v dos differeuics acloa do
des feslev idades, e para os pumpos.is actos da _
mana Sania, que eulao faziam-se, ludo fui rouba-
do K nao suppoiiha V. S., que abi parou o sacri-
legio; elle cresceu ainda inais,o Sacrario foi pro-
fanado, a Sania Vinbiila (que era de euro ) com as
formas consagradas lambn ruiihada, dovaudo os
sacrilegos, como para urna revelacu dos culpados,
as chaves do mesmo Sacrario pendentes Je fe-
chad ura '
Quando o Rvd. Joan Cavalcanti sabio da fregue-
zia, o Sr.'Corbi o subsltuio interinamente, pnrno-
mearo do Kxm. Sr. hispo al 1837. siippoinos.)
Entrando n Sr. Corbi em exercicio, o seu primei-
ro^ cuidado Coi roubar o archivo da irmandade do
ss. Sacramento, qneguordava-se na matriz; pre-
tendia elle com islo suirocar a irmtndade, e enlo
entrar na absoluta administradlo da niesma lualriz
e desos bens, depois fazer passar o patrimonio da
matriz para o dominio particular de seu especial
amigo u proprictario do engenho Carap. que n-
queltes lempos, romo algnem hoje pretenda fazer
da villa o seu feudo poltico, c linalmenle aposs.tr-
sede um sitio no terreno do patrimonio, sern que
pagasse real de foro. Todo o archivo foi infeliz-
mente roubado pelo Sr. Corbi, cujos planos re.tlisa-
ram-se, islo a irmandade do SS. Sacramento
enllocadaos habitantes da villa na dependencia
do Sr. de Carap e finalmente um sitio no pa-
linuonio sem pagar real de foro al os ltimos dia-
da vida, o que na verdade acontecen.
Km 181 ou 1812 aqui rhcgoo como vigario interi-
no oa encoiiiineiidado, o actual parodio o Sr. Jos
l.uiz Pereira de Quelroz, que depois lirn em i'on-
.airso a freguezia e obleve finalmente a collai o, pa-
la o que muilo lhe servio um abaixo assignado, que
um seu patricio aqui residente enlo, e muilo rela-
cionado DO lugar.lbe proiuoveu.
\ igario desla freguezia o Sr. padre Jos l.uiz Pe-
rora de Queiroz nao enconteu o meuor obstculo
para pagar largamente de todos esles commodos em
que lem vivido, ha dczeuove anuos : o seu iiadri-
nho decerimonias o Sr. Cobri ontregando-lue to-
do o terreno cultivado nada mais lhe restava, que
ciin-erva-lo, e colhei-lhe os fructos, no que real-
mente o Sr. vigario exocedeu a expectativa de to-
dos, e al mesmo do sen esliniavel padrinho, sem
a menor consideraco ao supracUado precito de S.
Maih. Nolite tbezaurisarc robis ihesauros in Ierra :
ube irruyo et linea deuiolilnr: et ubi furesefodiuul
el furantur.
\. S. Sr. doulor juiz de capellas, felizmente,
tcsloraiinlia de ludo islo, sabe que o Uvd." vigario
sempre leve e lem una lo grande despeza Com a
milita bospedagem que faz, que a sua casa de
bstanle lempo conheeida peloHotel Vigario,
que elle lambem dispende baslanle com essa casa,
que, escandalosamente lem a cincoorita pasaos da
mairiz, e que, finalmente, 6 proprietario das tres
uielhores casas de loda esla villa.
Ora, lendo o Sr. vigario chegado aqui sem a me-
nor fortuna, naluralmenle lodos aquelles largos
commodos, casas e escravos sao devidos ao roi.li-
meiilo da fabrica da matriz, e ao dinbeiro que o go-
lletes quaes deva ser j verno lem dado para os sen.- concert*; entretanto,
Sr. doulor juiz de capellas, em que oslado acha-se a
mesma matriz A vesluria que nella procedeu-.-e
logo que o Rvd. vigario quiz que a irmandade. que
eslava na administraco lia dezescis dias apenas,
fosse a culpuda por esses raaos tratos acciiinuladus
nos dezeiiove ounosde sua administraco, respon-
de pereilamoile nossa pergenia, assim como um
artigo assignado portai Cubista publicado no
Liberal de s de dezcuibro do annn prximo passado,
A resloria a que nos referimos, publieou-su no Li-
beral de g de n.nombro prximo passado, e lano
aquello numesro do Liberal como esle, acompa-
nliam esla inforniaro. [Documentos ns. 12, e I:).'
O Uvd. vigario Sr. J. L. P. de Queiroz nao ron-
loilandu-se com o iiiuilu, que lhe lem dado a ma-
triz para salisfazer at os sois desejos mais peque-
nios, depois de abanduna-la injuria dos lempos,
o que inlciranienle contrario s severas recora-
inoidarf.os que a esle respeiln faz o Rxm." bispo
cunde de Irai nos seus elementos de Direilo Eccfe-
siastico S 1108, fez anda peiur; profanou-a com a
mais cen.-uravel irreveronia !!
_ \ S. Sr. doulor juiz de capellas, sabe que o Kv d.
vigario fez da matriz sua inorada, e a de sois cria-
dos, e que deslinuu um de seus consistorios para
deposito dus aneios de seus cavaltos, cuja eslriha-
ria, como um padro do desrespeito que o Sr. vi-
gario lou aos lugares sagrados, c s cinzas dos mor-
ios esl plantada sobre o ce.nitcrio da mesma ma-
triz Senhor, u escaneato daquella morada etiegou
au seu auge. Diariaincute viam-se os criados do
Uvd. vigario atravessarem o corpo da igreja caire-
gados de vasos miuuiidos, e o cemil.rio, que
lima parle sagrada da igreja, cuno mili bem O diz O
Kxm" e ltnn" Sr, de Iraj ;g 1107.1 era e ainda o
re. onlaculu das materias proprias dcStes vasos !
No lempo, Senhor, desta ineverento habitar.,,
a immoralidadu oi tanta, que as familias da ra do
Fogo nao ebegavam inais s portas sera que o pu-
dor de suas umlheres osse insultado; por quaulo
os criados doIrreceremlohabitante da matriz
muilas vezes du alto de suas janellas salisfaziain
suas neressidades! I K a irmanda de do Sautis-
simo Sacramento, senhor, quera ataca a religio do
eslado !
O eslado cui que se acha a igreja e o seu culto,
nao devia continuar aaeim. A necessidade de urna
irmandade que viesas animar ludo, que servisse ao
menos, para mandar acccudcr a lampada do San-
lissiino uiif iy i.i-i sempre permaneca s escuras, era
a vontade unnime de lodos us liis desta freguezia.
Alguns de.les, e entre elles mis dos que fazem par-
le da mesa regedora, derum pasaos para is.-o em
junho de I8-">I,) c.iuscguiudo que a Sr. I). Auna l'el-
lina l'ae. Barrete, Sr." du Rngeubo Carap, reco-
nheecsse por escriplura publica a doaco, que, ha
mais de cont e cincuenta annos, haviain feiln os
auli-piissiiidorcs daquellu engenho ao Sanlissiino
Sacramento da matriz desla villa, re.-liluiidu a Sr."
I). Anua, desta forma o que nunca lhe perleuceu
;.luClllllclllO n. 4")
,lo ,. n,ls ,., ,.sU,s vers08 j m,- Sl. vis,.,imjL.
da Podra-Branca :
llevla iela,:.o de Dos cora o homem,
Mein glorioso de tratar com Eterno.
Aliiaiihe.eu linaliiienle odia, que todos deseja-
jam, u oque nelle passou-se V. S. niiiilu bem o sil-
be, porquanto foi V. S. nnsmo, que presidio nu-
meio-.t a.soulila, que debaixo de todas as forina-
lida.ie. h-gaes tratara da reurganisacau da irman-
dadeao Sanlissimn Sacramento; mas V. s. tendo
de dirigir-so ao Exm. Sr. presidente da provincia
naturalmente oxigc de nos documentos, que justi-
Uqucm a ordem tormalidade legal com que us
constituimos roaos do Sanssimo Sacramento da
matriz da villa do r.abo. Avista pois desla consi-
deraco atontamos a presente ufurmaeao o docu-
mento n. que conlin os termos da'reorgaiiisa-
eao da mesma irmandade, da elel-o da meza re-
ge.h.r.i. actos esles presididos por V. S-, e as li-
me- de mallos que esliveram presentes a taes ter-
mos.
Sr. Dr. juiz de capellas, com esle ultimo docu-
ulo, com os mais j citados, o com a narrarn
mis fados e circuinslancias minuciosas, que
mesma rm.in.la.le diz respeito, e temos expusto
aqu, a mesa regedora persuade-so que tem
demonstrado : 1.", que exigi amigamente urna ir-
iiiniiilii.D' dn Sanlissiino Sacranioilo da matriz da
villa do Cabo ; 2.". que ello doxou de luiicclon.tr
por minios anuos por ler sido suffocada ; 3." liual-
ineule, que a arlual iriuaudado nao mais que. a
reoraaMteafo da auliga, reoraawisacao feila com
todas as fnrmalidade, lgaos. Nao sao por tanto,
soihor, exaelas as infuruiaces, cora que o Uvd.
vigario o Sr. Jos l.uiz Pereira deljucroz tem I-
ludi.lo aS. Ele. o Sr. bispo, deler-se installado na
matriz da villa do Cabo, sem ordem, non tormali-
dade alguma legal, urna irmandade denominada do
Santissimo Sacramento.
Continuar-se-ha )
de ala
i t
barba: abafei-a, inettu-s,ende a camisa a a culis
corr toja, abria-a que cheirinho, lia Micha.-la !
qual altazema, nem meta alfazema Kra um dieiro,
que me fez atnrdoar ; pois aa expreaeoes a orto-
graphia os punios as virgulas Kinn, ua Mi-
chuela, eresrl mais Nesse da fui jaular Aguia d'Duro, fallei a
qualro freg./es, um dos qna. me de-iiedio iiois
Imha iwilr de ira om baile. F. desla mam-ia
que cu me arrmijei. O pap, por va de regia,
nunca deseoiiiiou, e nos lias de testa me data
sempre a colicuad... A menina, por feliridade,
tinha urna lia ; e bou sabe que urna lia he un
traste indisp, nsavel uestes arranjos; una lia ao la-
do de urna -obrinha que quar ca-ar, he o mesmo
que um ni.'slre de ceremonias em funreo de
igreja.
E como foram para a Foz, Mestre ?
Eu lhe cont. A menina entrn a quexar-se
de nervoso, e a lia de flato esfrico. Ambas se ein-
penliaram com o Limitativo da casa para lhesap-
pli.-ar o. banhos da Foz. I) facullalivo, que n
quera perder a freguezta, era de partido, huuiani-
suu-se, receilou, e o pap dou conmigo na Foz e
mais a familia. Eu, j se sabe, nao poda, non .le-
na licarna ridade, apapdf muscas, a cousa iwlia
-u perigo, na Foz namora-se muilo, c quem lian
appari.......squece ; loinei as miabas medidas, e l.i
meapresentei; roiilinuandoa barbeara pap, e a
nauioi-ar a menina, que s e-roudidas me > Uainaia
por lu. Deiuanha as-isiia ao siu banho, e de lar,
de a a.niupanliav a aos i'.arreirns ; e ao Farol da l.uz-
< s nuiles ella, a lia e o apanbavaiuos enneb ,
libas na prau do l'.a>lello. l'assoi um i,uiqm ,i, i ,
cieno.
Mas ilig.t-me, meslre, como 1ie possirel que
una menina douzella. rica, Clha uima dr um ne-
goriante que vende gravanros, queira. dar man de
esposa a um meslre Dartielro Fu nao qno-.i ai/o
que o ollicio de barboteo si-ja om officio rels,
mas...
Dual mas, nem meio mas, lia Vichadla \ u
amor deuiorrala. Quando a paixo entra nos es-
carnidlos do cora.o de urna menina, naoseolha a
rondiees. Alni disso, eu nao son ahi qualqurr
cousa: fui condecorad., no lempo do .erro, fui al-
teres no corpo dos gamellas, sou torreiro francis-
cano, ii manda Trindade, socio de varias pliilaulm-
phic.ts, ej fui jurado tres vezes, c juiz eleilo da
minha freguezia.
De mais, lio Michaela.eu nao son como os bar-
boros da Porta de r.arros, quo fazem a barba aos
olHria.cs de diligencias, e aos lavradores de Vallou-
go e do Peruziiiho ; os meu* froguezes lodos tem
.Molienda auliga e moderna : bardes, viscondes,
conselbeims, roiniiiendadores, redactores de jomaos,
polticos o iliterarios, eooegos.etc
Mas o pai, meslre, de Berta nao cnsenle em
tal unio f Elle ha de querer casa-la com alguiu par
do reino, ou cousa semelbaute.
Diz muito bem, tia Michaela, mas saiba o res-
to, l) pap c um grande carola, ouve missa lodos
os dias, e subscreve para o asylo de mendicidade,
a para o das raparigas abandonadas. Nao lhe escapa
procisso alguma: eu o aconipanho neslas caruli-
ces, e elle me elogia muito, o raen amigo.
Porm, tia Michaela, dado o caso que o papase
faca tolo, o remedio nao est em Huma ; deposito
no caso, e o juiz suppro o conseiitimeu o, a eu es-
tou senhor do pao e da padeira. Ainde ha oulro
meio mais breve e mais moderno : ella vai i missa
a nma igreja, eu vnu missa niesma igreja,
quandn o padre lmar a.benro, en pego na mo
pequea e digo, recebo a li,"e ella, diz lambem re-
cebo ali, estamos promplos.
Bonito, meslre, muilo bonito : esse modo de
rasamente nao sabia eu: nao e do raen lempo ;
hoje ludo he-modernice, emlim, eu enm M nio
lenho nada, estima que seja feliz. O senhor Ira/.re-
logio ? lue horas sio ?
Nove, lia Michaela, polo relogio da S.
=: Pois enlo. meslre, rom sua liceuca, que vou
lomare meu caldinho de nulo, rezar o 'raen rosa-
rio.,- melter-me na ruina. Tuuha boas nuiles, e
nlbe nao se uiolhe: tem cabido agua que parece
um diliiviu.
Nao lenha cuidado, tia Michaela, eu visto e
calco de borracha. '
(Bra: Ti*ana. I
Dados os primeiroa pasaos com tanta felicidade,
era natural, que conliniiassera finas, nao sallemos
por que, tudo parou ulli, e eontiooou o Bvd. Sr. vi-
gario na sua rendosa administrarn du igreja.
Em conssquencia da escriplura publica passada
oda Sr." I). Auna, o Rvd. Sr. vigario oilrou lam-
bem na adminislracao do patrimonio da matriz, e
enlajo lravuu-se logo grande e insulten-1 lula entre
elle, e esse promontorio de ambiro, que agora va-
lendn-seda inexperta Sr." D. Ania, guoreia a ir-
mandade, e nos seos assinos de colera lou com
insultes pretendido ( intilmente I amedrantar a al-
guns dos innioa da meza regedora !
Eslava o Sr. i igario nesla lula, defemleudo (jus-
te a agina lhe s.ja feila o patrimonio do Sanlissi-
ino Sacramento tnlis riribns : nisto appareccu no
archivo da cmara municipal um livro da amiga ir-
maudade, cuja receila o despeza deeorreu nos an-
uos de 1796 a 1813 ; documento n. 4, pag. 1, iull-
lio. ) O apparcrimonto deste livro. por tudo quau-
to nelle se conlinha, produzio grande ronteutamen-
to e auiuiaen por lodos aquelles que se interessa-
vam pela srte da amiga irmandade, ._ no Sr. >ga-
iiiis huras rom a lia tlii-liat-lla.
Roas imites, lia Michaela.
As mesmas lhe d Des, soihur meslre ; ora
diga-me por onde se lem gallado, que ha mulla
lhe na., pon,u ., hizin ; ion lulo algiiin desquili-
brio na sua importante saude, ou ja ui faz casu
da pobre velh.i i
Nada disso, lia Michaela. A minha saude ha
muilo qu.- naoocominoda a niedi.n-cianrgica. nem
a pliarraacia ; gozo nina saude da forra de qualro-
ceutos cavallu.:. F.niquanlo a nao fazer casu da
veneranda lia Michaela, hade pcrraillir quea Un
diga que falla a verdade. A lia Michaela lonbra-
ne sempre. ale mesmo quando diiruiu, pois un
ion sido urna s vez que lenho Miuhado cora a sua
pessoa.
Fico-lhe mais que agraderida, ineslre.masrreia
que nao faz nada de mais. pois lhe pago na mesma
nioeda ; lainheiu lenho si.uliado c.un a sua pessoa
.Mas diga-me, porque motivo nao tem lomado a es-
la sua casa lizerara-lhe algnm mal ? Talnz es-
teja com n ferro, porque a minha criada, na ultima
vez lhe na., foi alluimar escuda ? Se por isso
peco-lhe qu.. desculpe a pobre da mulhcr : ella
de raranhos, e nao sabe por oraos cuslumesda ci-
liado Donis, digo-lbe islo em segredo, a rapari-
ga, apez.u de ser de Prannos, de carne cuino
eu que Ib o digo ; por ora, isto at dala deste,
e urna tantas casia e pdica e leve modo que o
mostr a MUisanoso na oseada, porque, rom licenra
de quem me nuve, o mestri' lem ra nota a respei-
ln do verbo niiilher ; nao .ligo islo por experien-
cia propria, porque, lomado seja Dens o nie.lre
ao pe ou miiu lem sido de nina iramobilidade, que
me parece um detento.
* K "'e,**,**> Mi.li ola, que eu a respeilo do
bello sexo nu sou l muilo nerto : on me chei-
randoa saia, sinto ca por dentro una toraargneiros,
a que nao resisl.i. por sigual que as vezes me lenho
visto em .-abas pardas, porque sou boladicn. Po-
reni, sei guardar as conveniencias, e nuirii desejei
a iiiulho do meu pruvimo, segando manda o nono
iiiaudaineiito. A sua criada de l'aranhns pude os-
lar segura que jamis emburrare! por ella, apezar
della au s,r pene podre, e ler olhos proles, que
sao os Olhos porque don o raraquinho. \ proposi-
to de olhus. muito lhe pedia en dizer. mas dea para
uulra ocrasio.
Id meslre a fugir pergiinla Bem sabe
que toda a perguuta tem resposla. Vamos ao ca-
so : porque nao lem apparecido
Pois a liu Michaela nao sabe que lenho eslado
na foz. a banhos Nao leu nu.. penudicus esla in-
teresante noticia ?
Pois olhe, meslre. por esla luz que nos allu-
niia, he juro que o nao sabia. Depois que a mi-
nha lliluiha casou e Coi com o sen Elle para o Bra-
sil, nunca mais | os jomaos.
Fique pois saliendo, tia Michaela, que este au-
no estivo na Foz, e lirei o meu reir de miseria ;
lomes .tato e qualni banhos e meio, j se sabe, de
agua salgada.
ue lhe beam muito bom proreito meslre,
mas falle a rodado ; o meslre nao estere na Foz
por causa do soi nervoso, mas palpita-me que tai
por eauaa de alguma pequea : ande, ande, vomita
para ahi a verdade. nao so envergonhe ; eu c s.ni
ue segredo, o conhe.o o que sao fragilidades.
lou, lia Michaela, deu nu vinie ; a senhora
sempre foi muilo esperta.
K diga-me. meslre, mejiiua em folha, ou
Irastinbo on segunda mo ?
A lal Rita, minha lia, nina donzelln don-
/.llissiina on ti>d;i a extensao da palacra. Y. .tni-
ca prole de ura fregu/, meu, que negocia em feijo,
gravanros e mais fariuarens. J quebrou qualro
vezes, mas o tribunal do i-ominercio o>oldou de
maueira que continua a ser nina poca inleirica. A
pequea e um arraujinho, como se quer ; 'a ras-
pen., do plivsii.i, nu fallemos nisso: desde a pla-
a pedia aleo vrtice, chamad., cabeca, e urna pre-
riosidarte.
Ka respeiln de bilheslres, meslre ?
Nisso, lia HichaeU, urna california em pon-
to pequeo. O pai ton dii.heiro que cheira a
ralos.
Entu j vejo que o meslre a procura para o
sagrado matrimonio "f
Falln isso euteude-se, lia Michaela. Ora
vou-Uie contar corau princiou esle nauurn ; pula-
me hoje de inar.
Venlia de l isso, senhor mestre, mas falle a
vodade e uo cunte por ahi alguma historia da ca-
rocliinlia.
Ahi vai a vodade, lal e qual, lia Michaela. O
pai, ionio eu j Ihodlgsc, he meu fregu/ desden
o lempo da Vdela. Quando eu escanhuava os quei-
xosdopap, ella vinh.i muilas vezes assi.lir i ope-
ra, o. Dos me perdne ns lanhos que o pap levou
por esse motivo. Aeouaa, lia Michaela, pnocipiou
pelos olhos. iissini a modo de leb-graplin.
Kdepois, meslre. como foi o caso"?
Depto, tia Michaela, que os olhos, ns
meus eos della se explicaram, um dia introduzi-
llie no bolsiiiho do merinaque um escripliuho, em
pape! i-.'.r de rosa, que me venderme no l'reitas da
ra das Flores. Se Vnir. visee como ella se fez ver-
mellia : pareca uniacereja.
K depois meslre f
Von gastando de ouvir : faz-me vir agua
borra ; lenibra rae o meu lempo, em que u raen
detento conjugo lambem se epislolava.
Teve resposla t
lie.po.la e que resposla, tia Michaela. Eu
desconfi pelo phraseado, que a pequea tinha li-
rio os romanees do Cimillo Cnslello Bramo, e do
Loosada. A respoata vinha na punta da toalhada
colorando.
PHACA .DO RECIPE 8 DE MARCO DE 1.150.
.CS TRES HORAS DA TAUDI-.
Colardes nlliciacs.
Desi-onto de letra a9.10 0,0 aoauuo.
Cambio sobre Londres23 5/8 90d/v. ,.
Frcd. Hobiiliard, presidente!
- P. Borges, secretario.
Coixa Filial do Banco do Brasil
em Pernambuco.
Kut de marco da tS5.
Directores da semana os Srs. :
Augusto Frederico de Uliveira c Juan Pinto de
l.einus.
Acaiva descoma letras rom um prazo a|e6uie/.s
a UO O ao annn, loma saques sobre a orara do Um
de Janeiro, e recebe dinbeiro a premio a lili II ao
anno.
NOVO BANCO
DE
PERNAMBUCO.
KM 7 UE MARCO UE 1859.
O Raneo desenla na prosele semana a Utl/llan
auno al o prazo de 4 mezes, e o 10 0/0 at o de ti,
e loma dinbeiro em cuntas correles simples nu
rmu juros pelo premio e prazo que so convencional.
unanlo do Xnvo Banco de Periiam-
bucu mu i de teverelro da 145U.
I ACTIVO.
Accionista.........371 iOjJOIh)
i.aramia de cinisso valor nominal
798:172J7........
: TI.
Depsitos
lateas caucionadas.
Letraa depositadas.
Atines depositadas!
I.eliasdesniuteda.
Letras protestadas.......
Aluguef do casa.......
Foriiocimciito........
Juros...........
Remessa..........
I 'u i l' .
Notas do Ihesouro, novo banco, cai-
sa filial, ouro. prala e cobre .
Reis.
pissivo
Capital..........
Ktuissao...... .
Deposites da direccao......
Letras por dinheir recebido a juros.
Ttulos eni caurao......
Coalas rnrrenle simples.....
Cuntas correlos com juros .
Fundo de reserva ......
Jos Antonio de Pigueirodo Jnior.
Knowles & Foster......
Dividendos.........
Descontos.........
Saques ..........
Cnmmisso do presidente e gerentes.
Lucros e perdas .......
527:8101364
-iOOJaOUli
81:8a2g92ll
75697l:tll
Z:S00#!)IUI
,480:243S2
4:5H0i|
l:837Oi>
557:457|6*)
JH3;344p7
2,K):IJ0O
31:7381
1IK:197S30
6:000jj000
i7:996at)82
12:621365.1
89147
11:9901752
75:910
37:1
45:1
8:1
Uis. 4,243:344367
O guarda livros,
Franeinro Joaquim Pereira Pinto.
Deiuonstrac&o da cunta de lacros e
perdas do Aovo Banco de Pernam-
buco era 8 de feverelro de lHJi.
liESUO. .
Despezas geraes ....... 9:0761052
Joros........... S-OZigAtl
Foruecimenlo........ l:83t|521
Fuudo de reserva....... .ri:270*3MU
Cpinmisso do presidente e gerentes 6:635$(0O
Dividendn segundq...... 75:00apiOt)
Saldo para o scguiule semestre 500l>367
Uis lH8:lalj53'.i
-.aserto.
Saldo do simestre p. p. .
Descontos .......
Juros da garanlia de eini-.iio.
109:4|t5*l
O guarda tiraos,
Irauciteo Joaquim Pertira Pinto.
ALFANDEGA.
lien.lmenlo do dia 1 a .
dem do dia 8......
101:6*1 #01 :t
16:5|t.t7
117:6131457)
flescarregam boje 9 do marco.
Brigue inglezD. Juanferro.
Palarno s.ie.-o llokelonfazendas.
Paladn inglezMcdea ferro o car ao.
Brigue americanoMonlecellofarinha de trigo.
Patacho inglezNova Cre nabacalhn.
Escuna nacionalEsmeralda fumo e charutos.
HOVIMENTO DA ALl'A.NDEGA.
Voluntes entrados com fazendas ... 14]
com gneros M5
Volumes sabidas enm fazendas
< c com gneros
CONSULADO GEBAL.
Randimenln dn dia 1 a 7 .
dem do dia 8 ..*.....
DIVEBSAS PROVINCIAS.
Rendimenlo un dia 1 a 7 .
dem do dia 8 ....
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regar; ento quasi completo ; quem nel!e
quize carregar o resto que Lite falta ou
ir de passagem para o cjue tera exceden
DE MARCO OK 185'J.
LiverpoolBatea inglcza tieneviere, J. RvdccS;
C, OSOsaceos assucar masoavado.
Liverpoolbarca ingloza -Sapbo ,\ J. Ryder & C,
SO saceos assucar muscavod.
BoslouPatacho amcncuio Lanzarolo Honry
losler \ i:., 1,300 saceos assucar mascavad.. i
saccas algodo.
'"i1"'!! T Br**"e |,ortoe! Constan Manool
Jos de S Aruujo, 180 sacras assurnr bronco.
PortoBarca porluguozn Santa Cruz-, H. llamos
a C, 400 sarcos assucar branco.
Pr,"Brigue portugus Kspeasoea, Barroca \
'i 600 saceos assucar bronco.
Una de S. MiguelPatacho portuguez Souza Sc
diversos ca-regadores, 85 barricas assucar bran-
co e 81) ditas mascavado, e sacro com caf c '
barriquinhas assucar branco.
Loanda-Pstacho portuguez .< Tarujo 2." Manuel
Joaquim K. o Silva, 50 rseos ,igoardoiito
RKCF.BF.IXJRIA BE RENDAS INTERNAS ER .ES
l)E PKllVxMIU.O.
Rondiaieuln do da 1 a 7 .
dem do da 8
Diario de Pernambuco.Quarta feira t) de Marco de 1859.
3
18: WMT57
5SB.156
1f:!)2!ISIl3
CONSULADO PROVlfJCIAI.."
Rondimentn do dia 1 a
dem do dia s .
lfi:221$1CN
*1373771
'18'350f739
Movimento do porto.
.Vario* mirado* no dia 8.
Babia1(i das, escuna brasileil.i Esmeralda,de 17B
toneladas, eapilao Jos.' Custodio de Lomos, equi-
pasen) 10, carga charutos e mais gneros ; a An-
tonio Luiz de Oliveira A/-i-n:d.i.
Rii'liauondfe) dios palacbo amerieaao Johu C.
Kfffrr, de- 25 tonoladas. eapilao Joseph Boozc,
equipagom 8, canga 2528 barricas com tartana de
Inno ; a Hcm-y Pustor&C,
""J.0 Ja>yro2G dias, brigue iuglez fUtm, de
286 toneladas, capitn Bruce, equiparara 12, em
lastro: a Arkwright Tnckncss.
Rio de JaneiroBrigue hespanhol Diana, de 2M
Unictatias, eapilao O. Jos Jonguau, cquipagein
11, em lastro; a Aranaga Bnan.
JWirios sahidos no mesmo dia.
HabanaEscuna uespanhota Pruca, capitio Pedro
Vniiuio Hilen, rom a tiiesma carga. Suspoiidru
do tomarn.
OBSERVARES MKTEOROLOCICAS.
un 8 ni: aun o.
tes ce mroodos, dirijam-se no capitao na
prac do counnercio ou aos seus con-
signa arios Francisco Severiano Rahello
.V: I i ho no largo da Assembleu.
Araaty,
Se e iioslos dias o late Corrtio do Sorle. roco-
beear aeiisngeiros ; atrillar com Caetano Cy-
riaeo i a ;, M., no lado do Corpo Sanio n. 25, p'ri-
lucirc andaj.
PARA I.ISROA.
Vai sabir al o dia lll do crtente mareo o nniilo
voleir p.illialiote Ifririn quem quizer carregar di-
rija-Si IOS consignatarios Carvalho, Nogticira \ I
na ra da Crui n. 10. primelra andar.
'ara o Porto, a nares portuguesa Santa Cruz
vai s: iir impreterirclmcnlo no dia :l do rorrentc
maivi ; as pessoas que na mesma quizerem carre-
gar o irde passa^ini.p.ira o quclem bous comino-
dos, i irjjam-sc aos consignatarios Tbnmazdo Aqui-
uo i -o meua & i'ilbo na roa do Vigario n. l'J, priraci-
ro au lar, ou ao eapilao na praca
Para a Baha.
Pr donde seguir al n lini da presenta semana a
v'-llo ra e bi'in ronhocida sumaca iiaciOHal Hortense,
lent notado do -ii rnrrngaiiieiilii abordo; parao
n>lr queUicfalla, Irala-sc cumnsen ronsignalarin
Vnir no I.ni/ de Oliveira Azevedo, no 9t*u escrtp-
torio ra da ( 111/ n. I.
ira o Rio Grande
do Sul,
gne com umita brevidade u brizne nacional
daTerecirn, por j icr dott trros da carga
pa : para o resto, Irata-se com o eonsignla-
ua da ilruz n. 5.
Marauho e Para.
jai tahir no dia ri do corrale o pa-
1!ial ote brasilciro Novis, para o resto
da i irga e passageiros para os quaas tem
exce lentesco:atnbdbs trata-se com o ca-
pital na praca do couimercio ou com
KduirdoH. Wyatt, ra do Trapiche nu-
mer > 18.
CARROS FNEBRES.
O administrador da cocheira de carros fnebres, j
sita wN um amanan pertoncente ao convento del ||\
S. Francisco, confronto rasado lllin. Sr. Dr. Sai-1 ')
ment, faz scienteaos seus amigos o ao publico, i\
que se aelia iiovaimnle nndescmponho do sen lu- 1/
gar, ncarregaudo-snde qualqner enterro com de- B
iliearaoe/ilo, sini que para isso precise a parte dar \)
o menor passo ; assini romo tambera se enearrega <
de mainlar fazer oficios solemne no seiimo dia, |;
apresentande iodo o nevessarie a laes artos, pan o i f>
que pilc ser procurado na no-sina rochera, ou na |\
ra ua l'.adeia de Santo Antonio n. :l(.
Resoc'iac&a ^npogt'iphtca y
l
]hvniim\mcMU\.
Ijuje 9' baver.i sessio extraordinaria do consellio
' i s 7 boras da noile, no lugar do eustumi
Duqi
pro n
rio,
fidam
J
1/2 dis
:lda
6
Cmulos

l'-irrus
ENF

SE
s
Reg
Tf.RMOMKTIIO
20.1
27.7
2S.8
2.:i
2;
2I.8
22.2
23.1
22.fi
22.2
mm.
757
756. S
756.5
A noilo estove .lu a com algnns nevoeiros, ven-
la NK, i-et nafa o terral e ao amanhecer saltn
para ESE.
(Ib ervatorio do arsenal de mariuha 8 de marco de
1S59.
Vieo.vs JiNion.
Editaes.
COMPANKIA BRASILEIRA
P
II V
Jos I
porlov
lll'.
PETES A VAPOR.
Ipor Paran, enmuiaiid.iiile o eapilao lenenl
ipnldo de Norouba iorresao espera-Se
do solem seguimenioaos do norte al o
dos
(lia
15 do 'ocrenle.
Ree be-se desde ji passageiros, frele de dinliei-
ro n e leomiueiidas o eugaja-se a carga que o va-
por pi lereoinlu/.ir, sendo osTolumes despachados
rom a leredenria al a vespera de sua chegada :
ageuc i rua do Trapiche n, 4'C
Leiloes.
Pela nspeccan da alfandega se faz publico,
que no dia 10 d eorrenlc se bao do arrematar
hora e bigardo roslumc, sendo a arremalaeao li-
vre do direitos aoarremalanle,a*-guinUjne'reailo-
rias, vudas.de ilamburgo no navio Helena, enriado
ilu dezembro prximo pausado : 98 arrobas de mi-
ses a i} a arroba, total 9B ; 13 barricas em que os-
lan acondicionadas a 750 rs. cada urna, lolal 750,
abandonadas aos direilos por Joiio l'raegor j[ l.. ;
assim como 15 libras de larraxaco a 600 rs. a Ulna,
lotallS; fi.dila de ortelia pimenta a 8110 rs. a
libra, total it; 30 ditas de Ivrio ronzo a 133 rs. a
libra, total 2*660, rindas de'Luboa no naviu tarta
Jusf entrado .em dezombro de 1850 o abandouados
aos diroilos por Antonio Lui de Oliveira Azevedo.
Alfandega de Pernambiuo 7 de mano de 15'J.
O inspector, Beato Jos ftrmndto Horro.
Kosdias 10, 11 c 12 do corrente e-larin ein
Cra eeifc, m tolhos do acougue do lado do norle da i i-
iHiita da S. Jos, e os do acougue da Boa-Vista, cojo
i'ontrafo de arrendamenlo de uns e outros foi rescin-
dido,_excepto os destinados paraos creadores de ga-
do. Servirio de base arremataeiio os procos porque
fnram ultimameute alagados o> inesnios" tal los, o
valor das arrematocoes pago ou ahorca do cofre,
oua prasos com flanea. I. para constar se mandn
publicar o .presente.
Paco' da en mira municipal do Recite em sessiio
de 5 de marro de 1858.Luii Francisco dr Horros
Reg, pro-presideule.Kunoff h'erreira Aerioli, se-
cretario.
Leudo
\. 10 do corrente.
wright Tucbniss & C. fai-3o leilo
tervene.io do agente Oliveira, do
bmpleto lortiraento de fazend.is in
e francezas a m.- parte recente-
despacliadas e tolas proprias do
lo : quinta-'eira 10 do corrente,
por i i
maisc
glezas
mente
merca
as 10 I oras da manlia no
rua da
sen armasen
Cruz do Kecife.
LEILAO
I1K
Declaracoes.
Uireclorin .las obras militaras.
ijnem quizer lomar de empreitada o encauaoieii-
to d'agua potavel desde a caixa d'agun at o hospi-
tal regiment!, o hem assim algnns reparos no
Brum. os pretendeutescomparccaiu itestn directora.
Pela contadoria da cmara municipal do Rerife,
se faz publico, que o prazo marcado para pagamen-
to dos impostes de estobeleciineulos, linda-se no
ultimo de marco do corrente auno, e lodos aqiielles
que nao pagarem, lieam sujeilos mulla de tres
por ccnlo ao valor do mesmo imposto, t'.oulado-
riadacamara municipal do llecife 10 de tevereiro
de 1859.ti aullador,
Joaqnim Tararen odoralho.
t i.iis.llii) mlininistrati vo.
O conseibo administrativo, para fornecimento do
arsenal de guerra, tem de compraros objeclns se-
guintes :
Parao 8." balallto de infantera.
Espadas com bambas de ai, do iiniforiue de in-
finicria 2 ; Iclms de couro do lustre com ferragens
ilo uniforme 2 ; cananas de como de lustr com fer-
ragens do uniforme i ; fiadores do uniforme 2
iliailatenas bronzeadas do uniforme 2 ; handeira
nacional com baste, rapa de brim dila de oleado 1.
Pora o presidio do tilia dr Fernando.
Chicaras e pires, casaos \l ; estojo pequeo de
nnirgia, pnrtatol 1 ; escarilicador 1 : escarradei-
iis de lat.io 10 ; jarra de barro, peq......a 1 ; lan-
reteiro rom 1 a 6 lancetas 1 ; ourines de louca
com tainpaO ; Irav^sseiros de brim 1(1; caixa rom-
pila para operacao de hydrocele 1 ; vidros para
ventosas 12 ; chinelas de couro er rasas 25 ; col-
chos de brim 10; ligellas de folliall.
/'urupion'iiieiio dosarmnzens do almoxa-
rifado.
Breu, arrobas 5 ; pregos ripaes da Ierra, niilbci-
roslO; obrejas, maros 20 : telbas de barro, mi-
1 luiros 3000,
uem quizer vender toes objeclns aprsenlo as
suas pcoposlas em carta fechada na secretaria do
conselho s 10 horas da inanhaa do dia 1 i do corre-
le mez.
Saladas sessoes do'conseibo administrativo para
'""''"weiito do arsenal de guerra 7 de. mano de
o ^os* ,-<""e''''" ''"*. coronel presi'den-
le.FraacMeo/oainioti'rrrira Lobo, vogal secre-
tario
Cunselbo ailiuiiistrati vo.
O conselho administrativo, para fornecimento do
arsenal de guerra, em cumplimento do art. 22 do
regulamente de 1 i de dezombro de 1852, faz publi-
co, que forera aceitas as proposlas dos sentimos
a baiiu declarados.
Para fornecimento dopresidio de Fernando.
Amonio Duarte Carneiro ViannaCassarolasde
ferro a 3$, panelas do mesmo metal a 5g, pralos de
lolha 12 a 600 rs.; rollieres de metal 12 por 5SIMI
tacas e garios 12 por 3J2O0.
Je/s Rodrigues da Silva RochaLavatorios com
os prlences precisos i a 8500 ; camas de mndei-
ra wm pes de ferro 25 a 20S, baria de metal 1 por
1*300; ehaleiras de ferro de n. 6 2 a 3/, collier
grande de ferro 1 por 50(1 rs.
Para fornecimento do hospital regimenlal.
O mesmo vendedorLavatorios com os compe-
tentes partwia 6 80600.
JO conselho avisa'aos siuihores cima, que devem
recolheros objectos cima mencionados no dia 11
Vsilloras da m.inha, menos as camas de psde
ferro 'I* serio recolbidas no dia 25 do rorrele
mez. r
Sala das sessoes do conseibo administrativo, para
fornecimento do arsenal de guerra 7 de man o de
1859.Francisco Joaqnim Pereira l/>bo, vogal e
secretario.
Avisos martimos.
(ara le
jcara ni
deiras
tura,
brns, l
laes, 1
assim i
rila d
arrota
audadi
Sr. Jai
MOIHLIAS, CABRIOLET,
CAVALLOS ETC.
I) jai-la -iVii i do frrente.
\\
Rua fyColIrgioarmazem n. 13.
B
ir<
ni em seu annazcm de diversas niobilias de
l e amarello, completas, dilas avulsas, ca-
e diversos fcitios, mesas, bancas de COS-
oleit.s, lavatorios, saucluarios, eandela-
nleruas, objectos de porcelana, vidro, orys-
nzes eic, i- outros muitos arligos ; e beni
M escltente labriolet de duas rodas (rar-
Noruega) muilo leve e coui os respectivos
lodosnoyos, i; I cavallo foreiro, minio boni
r, h.rslaiilo (ordo e novo, perleneenle ao
esl. Wood.ex-superinlendenle da estrada
de fon i, ludo sin ser vendido seni resina de
O supraritado dia quarl.i-feira !> do corre ni i
oras da msnha no lugar indicado.
LEILAO
proco
as I
l)K
t ARINHA DETR1G0.
Qui ilH-l*eiia 10 do corrente.
PELO AGENTE
Secretoria da Associaeio Typographica Pernam-
bucana de marro de 1859.
Pcrijrnlino Xctto de Astredo Cuitliaho
I." secretario
Aluga-se um mnlalinhodo 12 a Id annos de
idade : na rua do Momlogo n. I, segundo andar.
lia quem se proponha leecbcr dividas para o
norte o sul, quem do sen prestio precisar dirja-
se i travesea do arsenal de guerra, labernan. 1 V,
queeiiconlrarao u aiiuun.-ianlr a qualqner hora do
dia.
Precisa-sede un rapaz para caixeiro de 12 a <-
I i anuos, para a villa de Porto Calvo, leudo prefe-
rencia o que leiiha alguna pratica do taberna :
quem estiver habilitado dinja-se ua labema da
travessa do arsenal de guerra n. 1 A, que achara
com quem tratar, o ailiauca-se o bom Iralamenlo o
moral dado do patrio.
Precisa-se de duas mulheres, sendo una pa-
ra rozinhar o ootra para engoinmar ;a fallar na rua
do Ser, sobrado de cinco rarandas coso entrada no
oiaii ilo ni. sino, visinho do grande edificio que se
est fazeudo para o gymnasio provincial.
I'erdeii-s" ne>la citlaile no ultimo do passado,
umaletra do valor de 1:030*, paseada no ultimo de
outubru de l.s.V. pelo Sr. Jos EsleVao deBarros
Lobo, do engeubu Retir.., a favor do Sr. Urbano
Jos de M.llo, quem a aohou far.i o favor do entre-
gar ao Sr. Flix da Cuuha leixoira, era l'ia de
Portas, que tora uma recompensa, o nada servir a
quem a acliou por so ler avisado ao dito Si. llano.
Lobo.
O abaixo nssignado faz ver ao publico que,
despo.lio de seneslabeleciuicnto do bobeo da l.in-l
goeta n. 5, a Joao Pereira dos Santos.
Sexla-feira 11 de fevereiro fngio no Marauho
a Antonio Francisco de Azevedo, o 10.0 .sern.
crioulo de nomo Paulo, de idade 21 anuos, alfaiale,
pelo pouco retento, alto, magro e frauzino du .
.oipo, rosto coinprido, olhoS mu lano grandes,
poma barba, pernos delgadas, gagueja quan.lo prin- !
cipia a fallar, e tem voz gutlural consta que pro- |
tenda embarcar para o sul no vapor (iffapoek, em
. oinpanliia de uma pessoa rinda no inesnio vapor,
o que osla munido do passapoile com o nonie de
Pedro: quemo pegar ou doli der noticia, emenda-
se no Slai.mho cahu o Sr. do dito escravo, c nesta
. idade c.mi Man.ni Ignacio de Oliveira&FUho,que
gratillcarao gunerosainenle.
Fiigiu do poder do abaixo assignado no dia S
do fevereiro prximo passado, nina sua escrava de
lime Isabel, cor parda clara, o de idade pouco mais
ou menos 30 anuos ; .' bastante gorda, e tem mili-
tas sardas no rosto, e um dedo da mau direila d.->-
proporcionadanienle mais grOSSO que os oulros.tem
o cabello rnrrido, e usa Iraxe-lo ponteado, wvou
um .hales de la amarello u cosluma andar calcada.
K natural do sertao do Panci | segondVinformam^
e por isso provavel que para all procure refugiar-
Be a titulo do forra : rogarse a captura .hila e pro-
meile-se generosamente roeompensar a quem a pe-
gar a levar rua do Uruiu, armazeui de assu car n.
28 B.
Sii.icilai!' t niao Keiielicente dos ar-
tistas selleiros em Pernambuco.
l'or ordem da direccao avisa a lodos os socios
para eoraparecereui em sessio extraordinaria quin-
la-feira 10 do corrente as seis horas da tarde, na
sala de suas sessoes. para discussio dos estatutos.
lott Frnnrixn, l.iicrin, secretario.
Precisa-se de Irezenlos uiil ruis a premio com
hypotheca na Iravessa do Codorniz Inja n. 97.
Precisa-se alugar iiiii sobrado de um andar na
rua do Trapicho ou em oulio qualqner lugar fresco,
a pessoa que livor queira auiinuciar ou dirigii-se
a casa de C. J. Asllev VV i:.'1, a tratar com C. I..-
delmr.
Policiano Lourencoda Silva, relira-se para a
Europa, a tratar de sua saude. deixandn por s. os
p me u indo ros aos Srs. Anionio Oomingues de Al-
inela Pocas, e seu socio o Sr. Joaqnim Gonralvcs
Salgado.
"Alnga-ao uma grande casa nova, propria para
familia inorar, em Olinda no Varadouro a prilueim
casa terrea no desemhanpic : quem quizer gozar des-
la excelleute morada, enlenda-se com sen proprio-
lario no Recife, roa da lioeda, annazcm n. 5.
,"~ -No dia 20de fevereiro prximo passado, fn-
gio o escravo cabra Manool, oonhoeldo por Manuel
Caelano, eam os signaos seguinles : pode ler 25
anuos de idade, grosso do cupo, altura regular,
e.'.r clara, cabellos carapinhados, anda sempre can-
laielo e elogiando, levou chapeo de bactiulia branca
j usada, camisa de algudozinbo o calca de risca-
dinhoj usado ; foi da provincia do Cear de Anto-
nio relies de Monezes, viudo para ser voudido no
llecife ao Sr. Uonealo Jos AtCansO, [>or isso que se
sup.ie ler ido para o Recife ou para 0 serlo assim
roga-se aos rapilaes do campo o s autoridades, que
delle livor noticia de .. apprehender o ser entregue
noengenho Telha, freguezia de Serinhiem a Tbo-
lu Joaqnim de Oliveira.
A mal das uvas.
Deltaixo do litloAos negociantesappareceram
no Diario do 7, uma sucia do asneiras ; com fuma-
cas de oloqiiuniissimospedacos, e peiisamenlus em-
luulhados em trapos vemos."
K para que serve aquella famosa npvidade?
Para se poder julgar do famoso autor.
I', para quem escreveu o nosso l.o}tunto camelo?
Para os habitantes da Cochinchhi.i.
I'ois ineit amigo, o lempo em que taliez a esltt-
pendissiina pessoa de V. S., lizesse liuineza n'al-
gunia sacla ou gaveta de sen pairan, ja l vai; o
a lingiiagem de que usa em seu tosco aviso, nao
tem mais echo nos nossos dias. incsuio porque us
negociantes de boje ronheeem muitii de pertoquacs
as boas ou ms qualidades de seus caixeiros, sejam
elles de primeira, segunda ou lerceira ordeui, como
\ S. os decide ; e domis os caixeiros que boje
freqiieniaiu bailes mascarados ou por mascarar, sa-
COLLEGIO
\0SS\ SEMIORA 1)0 BOM CONSELHO.
INSTALLAD0 NO RECIFE
Rua do Hospicio n. 19, a 7 do novemkodel8o8.
DIRECTORJOAQl'IM BARBOSA LIMA.
Desde 7 de Janeiro do crenlo auno abrid osle estahclocimento suas portas a todos os sc-
niiores pas de familias que Ihe quizerem conllar a educacao de seus Qlhos.
lia or.l.'in sol que marcha o ser\ i'-o nesle collegio, de seos coinmodos, asseio e de SOS
disciplina eseusn-se .. directorde (aliar, por ser para isso o menos propro; mas desde j o
sul.jeila a in-pi ci o de lodosas pessoasque liverem real nteresse om conhece-lo, corto de
LIVBAHI.U'MVEKSVL
RUA l>OC()LLE(IOX.0.
(iiiiiint-apsiV. OliM'ini, (izpiu publico parn
conlipcimoiilo dos Srs. I.piiIps e Ar.t-
ilciiiicos do Cin-so .liiridiro, o s0{tninlr
ntlitio", le al^uiiiiis das iimilas ohi-as
de l)relo<|iii'p\sipnipinspii rslak-
IflilllClllO.
Vncillon, F.sprii des Constilullons.
I Andrs, Conndr Droit Canon.
lAlauzcl, Traite Snoral des Asanrances.
i.oiniiienlaire du todo des Commene.
uj", Ahrens, roit Naturellc.
; Andr, liistoirc desConciles-
ll.'liqi.l. :. on..me l'iilitique.
Bonnoville, He la lu eriminelle.
Bnnuin, LgLslation Cnmmerciale.
s sul.jeila a iu-|ii ci o de todas as pessoas que lirerei real nteresse om ronl.....e-lo. corlo de f *> Bonnin, LgLslation Cnmmerciale.
J que no olho cons.ieucio s nao .- i-npaio as diligencias c zelo, rom qne ambiciona odireclorsa- {\ Becearia, l'lil- el peines.
&' lisfa/er a- exigencias de urna ediii acao regular, a que l.iu direito os sena collegiaes. 1 Berrial-Saint-Px, Kxamens de Droit.
,." i i H Boulny-Paty,Fanltlesetbanqueroules.
Laaeiras ae eiiHin. i bo>s, roi cnminei.
15 Piiimkiuas 1.1 rnivs. -P.-lo i.ieihodo Castilh,.. regida pelo Sr. major Antonio Ignacio da silva V;> Jv,,r<,-Vfl>"res,Oroil Commercial.
; l.vriH.Priiin iiacadeira, regida pelo Sr.J.iaquim Bnrgcs Carneiro. J| i """toj-l ai\. Iiaile desassurances.
t Segunda radeira, regida polo Sr. Jos Ncaeio da Silva. i ., ''. wroit Manlime.
t
f Segunda radeira, regida polo Sr. Jos Nicacioda 5
' 1''ii\n.:kz i: iM.u/. Primeira cadeira, regida pelo direclor.
.. Segunda cadeira, regula pelo Sr. Geor|
Ihlumi.Regida polo Hr. Francisco de A. Moulinho l.iti
l Ai.i.kuvo.Regida pelo Sr. Fraiieiacu Jos da Cimba.
'IN i.K.nnriiii.Regida pelo Sr. Dr. Antonio Kgido da Silva.
< y Ci.oi.itvruiA i: i'iiii.osoi'.ii\. Regida pelo Sr. Ilr. A. II. de Torre*
'j Itui.roui. i Et.11.1.1.1. Regida pelo Sr. Borgoa Carneiro.
i l>E8l mu.Resida polo Sr. Dr. .1. J. de Carvalbo S. Varojo
Bandeira.
MrM..v.Ungida pelo Sr. Manool Augusto de Monezes ( usa
Mi M. v ni riivn.-Regida pelo Sr. Joaqnim Bernardo de Hend
IIvvm.Ilegi la pelo Sr. Manool Francisco de Snuza Magalhaes.
As conilic.-oes do entrada sao as meamos consiguadas no*
morc de qu. ni os quizer ler.
neo,
. -latinos do rollogio, qu
rooli
CASA DE SALDE
SITA EM SANTO AMARO.
DOS
stahelecimenlo lia as melhnres aromnindaces para se iralarem doenles de qualqner calhe-
Neste e
goriac soxo.
A diaria menor he de StOO. devendn o pagamento ser teilo por quinzenas adiantos.
llavera o maior zelo eempenho no Iratamenlo dos doenles os qua.s ser.) visitados pelo man
duas vezes por da pelos mdicos proprietarios d.. eslabclecmenlo.
30|000 de premio.
A quem me doM-obrir os ladros que arroniha-
ram o muro do quintal das miabas rasas que estou
odilicaudn ua rua Augusta freguezia de S. Jos,
.' 1 ni de roubareiu os malcraos; o admira que at os
muros dos quintaos j,sc arrnmhoiu em lima rua
lo publica para ronharein. o iiinr.. se est n.Hu-
iliento levantando, prometto-sc guardar segredo.
Marcelino -lose Lopes.
Precisa-s,. de uma pessoa rom bstanle pla-
tica babililacesem negocio de ferragens ; quem
estiver iiosne cas., dirija-aea rua da c.-nioia do Re-
cite n.48. priinoiro andar que achara com quem
Ira lar.
o publico.
O abaixo assignado tem aber-
to o seu escriptorio de advo-
cada no bairro de S.Antonio,
rua estreita do Rosario pri-
meiro andar da casa n. ."i.
As pessoas pois que quizerem
coniar-llie o patrocinio de suas
causas, assim no crime como
no civel, o acliarao sempre
prompto no mesmo eccripto*
rio desde as ) horas da manhe
ati: as 5 da tarde.
Dr. F. X. Collaco.
No da cima designado e pelas 11 horas da ma-
nila* o referido agento vender porconta de quem
perlem T no armazoui no .jes d'Apollo, junto ao
do Sr. raujo
Rarri.a i com forinha de Irigo SSSFeni lotes ven-
tado los compradores.
ao piihlico que
O abaixo assignado faz ver
despediodc seu eslabelecimento di Mugoela n. >
Joo Pereira dos Sanios. Recife 2i do fevereiro de
1S">0../ose Dias rundi.
Precisa-se de uma ama que saiba rozinhar,
engoinmar o fa/.-r nscrvien diario do rasa de .loas
pessoas: no pateo ,| Tere., u. 2(i, pri.....iro ambir.
Aieslra de bordar.
Na ruadac.ru/. do Rerife n. :I7, existe nina se
nhoracasada que so dedica a eusiuar em .asasde
familia a bordar uo s a oiiro como a matiz ou li-
liba, ludo perfeilainenii .
(.lilem peideu una cabelleira no domingo li
docoiienle, dirija-se rua do Cnllegio eseViplOru
n. 17, que liando os slgnaescorlos se Ihe enlregar.
Precisa-se de um criado para rasa de liouioni
solleiro : lia rua da I nio n. 1
Precisa-se do om conln e quinhenlns a dona
conlns de n'-is a premio rom o prazo de t< mezes,
d->e garantas : quem livor auuueie para ser pro-
curado.
Antonio de S Lopes Fernandos ra a Portu-
gal e deixa por seus procuradores a seus manos
Ignacio de S Lopes Fernandos > Joaqnim de SA
Lopes Fernandos, jnlga nada devera esto praea v se
alguem se julgar sen crednr aprsenle sua'eonla
uestes tres dias para ser pago na rua larga do Ro-
sario n. 25.
t Precisa-se do urna ama para comprar e cozi
nh.ir para casa de ; pessoas de familia : na rua do
Collegio, lojan.O.
Precisa-se de um caixeiro para taberna, o qual
lenha platicada mesma, de lo a 12 anuo.'.: a tratar
na rua V.lha n. 07.
Precisa-se de uma ama que compre ecozinhe:
: na rua .Nova n. 3.
| O lenlo Manuel de Azevedo do N'ascimonln
I sinceramente penhorado, agradece a.todos os seus
. amigos cuiupanheiios d'armas, que so digoaram
acnmpaiihar ao cemiterio pnlilico .. cadver de sua
i lillia, no dia C do correte.
Folhinhas para 185.
Aoham-so venda na livraria n. 6 e 8 da praea
da Independencia, as folhinhas do ando de 18-VJ,
para as provincias de Pernambuco, Cear. Rio Gran-
de do Norte e Alagoas, das seguimos qualidades :
Folliinha do priprietario agrcola contando
alem das materias do coslume, os leis e
regulamentos das Ierras publicas notadas
com lodos os avisos e od. us que as tem ex-
plicado e ampliado al o mez de selemhro ul-
limo, pelo Sr, Dr. Antonio Vasconcellos Me-
ii""' de llruinmond ; esta folliinha he es-
seiicialmcnlo neressaria a todas as pessoas
que possuem um palmo de Ierra para mais,
pois com ella esto habilitados para nao ca-
Iiirem em mullas o nao seren Iludidos, proco BO0
Folliinha de porta res........'. 160
...... r. ..viUtl "......O lili >V VIIIIMJ, Ol---
gando a rubrica e ordena da Santa S, res. 400
L. PIECH.
Dono do restaurant francez,
Avisos diversos.
rua d
val lio
o
lodio M
de Cale.
se julga
de :t ,di
Recif.
Alces.
< :..
(I
pres:
diaC
edil
lcce-
apre
n
inca-se para o Porto e Lisboa : na
Cruz ii. 40, cscriptorio de Car-
Nogueira & G.
ibaiiio assignado tem justo com 0 Sr. Cus-
nool de Magalhaes. a comprado sua loja
ilo cila na rua do l.ivramonlo n. 111, quem
com direito
s.
7 de mareo de
H
Para Lisboa.
Segu impreterivclmcnte no dia 90 do eorrenlc o
patacho portuguez Jareo, novo e de primeira mar-
eha recebe alguma carga afrete: para tratar com
J," ,o' Santos Pereira Jardim, ou com o eapilao
Jos Marques C.oelho Sobritiho.
Para o Porto
vai sabir rom brevidade a barca portuguez Flor de
Mana : quem quizer carregar ou ir de passagem,
dinja-se a rua da Udoia do Recife n. 38, escripto-
rio de Manoel Joaquim Ramos c Silva.
Para Lisboa.
Sahira' no dia 2i do corrente me7. o
esma, reclame no prazo
1K9.Awreliano l.uiz
Ir. Joo Pedro Maduro "da Foiiseea, pida
leiim que embarcan para a Kuropa, no "
lo coireiile, nao pode pessoalmenle des-
s' .le seus amigos nesta cidade, preva- *
ledeste in.-io pura pedir-Ibes desculpa e '"*
mtando-lhes as suasdopodidas, olTore-
MUS snicos na cidade de Lisboa.
- i y: .-
Ji Srs. cre.iores d.i massa fallida
de Kic trdo Royle, sao convidados a man-
daren, receber o terceico e ultimo divi-
dendo da mesma massa, na rua da Ca-
deiaco Recife n. ."HOs administra-
dores Tiburcio Anlunes de Oliveira
Joaq iro Jos Silveira.
^ Ir. Joan Pedro Maduro da loiisoca pela
ra idez de sua viagem para Portugal, nao
po lendo despedir-se das pessoas de sua
izado o faz pelo prseme e offerec
stimo em Lisboa.
aqoiiii francisco da Silva Jnior, subdito
ez vai a Portugal e deisa por seus procura-
ra priinoiro lugaraoSr. Benurdino da Silva
era segundo ao Sr. Jos Nones de Paula, em
ao Sr. Manool Jos do Nascimenlo e Silva.
telsa-se de dous conloa e qainbentos mil rs.
em hypotheca sobre uma casa nesta praca ;
lizer ttzer tal negocio, annuncie, ou dirija-
do Vigario ii. 10. loja.
I ni moco de boa conducta deseja alugar, em
Santo
dopond
alguui
quem i
pina Cl
para ii
Estrad.-
eastanl
toral, (
go Rarr
U, rea
a quero
dono
bem porfeilaraente o que honroso ou desairoso,
lano aqu como as grandes praeas, onde o tal a-
migo parece nunca ler ido.
Talrez loase mais conveniente para correcao do sa-
peenlis>imoescnpiore seun..genio scripto, mnda-
lo visitar o digiioadiniiistradoi da casa de delein o,
e pedir-llie que Ihe desse alguns coiiseUlOS sobre :
esliipendissiuio oscriplo que fez publicar; querelle,
nao se negara i da-lus de combinadlo com um pre-
In relho qu.- alli tem, por alcuoha Macula, e o seu
aziirraguo.
O JVanet.
REMEDIO INCOMPAR&VEL.
. UNGENTO HOLLOWAY.
Milbaresde individuos de todas as uaces pdem
losleiiiuiiharas virtudes diste remedio iiic.nnp,.i'.i-
i'el e proiar ora caso nocessario, que, pelo uso que
delle llzerara lera .-cu corpo eiiicmhros iiileiraincnle
saos depnis de baver euipregado inuliliiionle uniros
tratrnoslos, Cada pessoa poder-oe-ba convencer
dossaa curas niaravilliosas pela leilura dos peridi-
cos, que Ih'as relatara lodos os dias ha muitos an-
uos ; e amaine parte dolas lio tan sorprendentes
que admirara os medios mais celebres. (.Inanias
pessoas recobraran com esto soberano remedio o
uso de seos bracos e penias, depois de ler perma-
necido longo lempo nos bospilaes, onde deviam
soll'rei'.i amputaran I Deltas ha instilas que havondo
deixado easce asyloa de padeenenloe, para sanio
suliuiiiieiem essa operacao dolorusa forain cura-
das completamente, medanle 0 uso desse precioso
remedio. Algumas das laes peksoai un eiituso de
sua recnilierraeiilii declaraiain estes resultados be-
nficos dianlo do lord enegeilor.....itn.s magistra-
dos, alim de mais aiilonlorareui sua lirinaliva.
Ningiiem desesperara doeslsdo de saiole se ti-
vesse liast.inte coiitiatica para ensatar este remedio
inslaiilemeiile segurado alguiil lempo o Iralaineii-
to queneeessitasse a natnreza do mal, cujo resulla-
sena provar mcnntoslai smenle : Qne ludo mira.
O im^iK-iK,. |le util, untis >;iilie;ilnr-
im-nU- n,is >eg;uiiitescasos.
Al porras.
Cairahras.
Callos.
Canceres.
Corladoras.
llores de cahea.
das cosas.
dos merahros.
Kiifermi.lades da culis era
ge ral.
Hitas ilo a mis.
Krupcoes e esrorbnlicas.
Fstulas no abdomen.
Frialdailo nu faltado calor
as extremidades.
Frieiras.
liengiras escaldadas.
Inohacoes.
Intl.imarai. do ligado.
ila bexisa.
Sexla-feira, 11 de fevereiro, fngio no Mara-
uho, a Antonio Francisco de Azevedo, osen es-
cravo crioulo de nomc Paulo, de idade de 1 anuos,
alfaiale,pretopouco retinto, alto, magro, c fran-
zino do corpo, rosto coinprido, olhos um tanto
grandes, punca barba, pernos delgadas, gagueja
.piando principia a fallar, e tem voz galural; cons-
to que pretenda embarcar para o sul no vapor Oya-
poet era companhia de uma pessoa viuda no mes-
mo vapor, e que est munido de passaporte com o
nomo de Podro : quem o pegar nu delle der noti-
cia, eiitenda-se no Marauho com o Sr. do dilo es-
cravo, e nesta cidade com Manuel Ignacio de Ol- Folhinlia icclesaslica ou de rosa fela pelo Hvd
veira & Flho, que gralicaro generosamente, Sr. conego penitenciario da S deOhnda, se-
Precisa-se de um pequeno para caixeiro de !
padaria, preferiudo-se portuguez desses chegados ''
iillimanienle ; quem pretender dirija-so rua dos
Pires, padaria nova n, L
Arrenda-se um sitio emSant'Annn : a Iralar
na rua do Rangel n. 50.
Anda contina fgido o pardinbo Adolpho, na ruado Trapichen. 20, tem a honra de prevenir
es, lavo do Sr. Dr. Manoel Joaqnim Carneiro da Cu- ao respeitavel publico c aos seos freguezes era par-
iiha. cdcsconlia-se qne lenha saludo para o mallo, luular, que do l."de mano era danle o seu esla-
era procura da mu, que se arba de presente em Rio belccimento ser transferido para a mesma rua n
lonuoso : pedo-se portanlo s autoridades policiaes \, gob o uome de Hule I k Restaurant da Europa
a capiura do referido pardiubo, e d-se generosa o continuar como sempre a tazer eiicouimi-iidas
giatihcacao aquem o aprcsenlar a sen senlrar, em parolera. O restauran) estar aborto das 8 horas
tiluida, ou nesta cidade ao Sr. Mello llego, na ilha da munl.a fe 10 da noile, e os pessoas que o gui-
aos Hatos, zeiem honi.ii s.ro servidas com todo o disiello e
Os -ihaix.i assignado retiram-se para a Euro- cousidoia.-o arostumados ; no mesmo hotel existe
pa. Roben Dmrnimi.WtlhuurWeurers. | nm caf a igualha dos nielhores do Paria, cora l.i-
lln rapaz allcmao ebegado ha pouco da Euro- lbar e jogo de bagalulla. 0 dono deslc eslabeleci-
pa,que lera bastante pratica da correspondorai. ment desde j agradece a benvola protecco do
na iiugiiaingleza e dinamarqueza S da eserintora-1 respeitavel publico Pernanibucono.
a., nierconlil o lera bous Coiibecimeiilos da lingiin ^ .: ; tlllilllil tltttt< -^v?
francesa, deseja ser empregado n'nma casa ,le "
^arsjaa?' *"**"-$ dentista francez.
Fngio no dia 4 do corralo um mulatinho por 12 Paulo (.ajgnonx, dentista, rua das la-
meThiago, cor parda, com idade de-10 annos, 13^ ST'Tn mesma rasa lera agua e <^
com os .signaos segnintea: cabellos rastanhns cor- : > P dcnlinco. '""
Indos, baho, rosto abocetado, olhos regulares, de-...... ...... .?. I i.
i iwf (y f i { "yy i | y;
Aluga-se mu grande sitio em Santo Amaro,
lln.il Mariliiiir
Rrissnl de Wanille, Lois eriminelles
Bmekner, Origine des Drnils.
It.uilay-l'aiv, Droil i oinmercial.
Bucher, Instikitions CommenUles.
Bedarride, Dndol el de la fraudo.
Ti.iil des failliles el banqu
liroil Commercial.
Baranle, Qucstioits Conslilulionelles.
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iraaqui, Droil ih- la N'atnre.
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Bergicr, Uirtiomiaire Tliologique.
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Ilupin, Jiiiispriiiieiice.
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iietilloneuvo \- Mass, Dicliooiiaire duConlenlieuse
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Frilot, Espril du Droit.
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Garnier Joseph' Keonomic Polilique.
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, Moral."
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crnij.i ei Merger, Diciionnaiie de llroil Commercial.
Mello, flegime Consttulionnell.
Horsnn, Uucstions sor le Code do Cnmmerre.
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Ilautcfcuille, llroil Mariliine.
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Lava, Droil Angb is.
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Labay;', Code Civil snnot.
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Muzzaiell, Opuscul...
Ma>si., Direito Commercial.
Nicolini, Droil Penal.
Nogaier, Letlses de cbange.
Orlolan, Diplomalo de la raer.
Elnienls de Droit Penal.
Oudol, Philosephiedu Droit.
orlolan. Institutos de Justinien.
Oudol, Conscence el science du irevoir.
Orlila, Mdcin legal.
Philipps(Gcurge. Droil Eeclestaslique.
Persil, latiros do Chango.
Pardessus, Droil Commercial.
Poncelel, Droil ltomain.
I'eiin. I.es conomisles.
Itoss, Eeonomie Politique.
Rogron, Code Napolen.
Bogron, Codo Politique.
i Codo de Couimercc.
Ricardo, Eeonomie Polilique.
Renonard, Des Failliles el banqueroates.
Rossi, Droil Penal.
Soriignv, De la curapleiice en malicie eonlenlion-
se admiiiislratif.
Serrign
Unestiic- de Direito euiphileutico porCorreia Telles.
Une o Cdigo Civil e por Cantoso.
Repertorio das i., is, Itogulamenins e ordena da fa-
zeuda por Azambiijn.
Repertorio g. ral ou Mece alpbabelico.l.isexlrava-
ganles.
Tratado das obrigacoes por Pi.thr-r.
Theoriado Direiin j'.nal porFerro.
tratado de l.-iamenio, por i.ouieia Plato.
COJIIMSlllA
ALLIANCE
Eslabelcnda ciu Londres
CAPITAL
Cinco wiWV.oes de Wbras
esterlinas.
Sannders Brothers & C.a tem a honra de informar
ais Srs. negociantes, proprietarios de casas, ea
quem mais conver, que estn plenamenteaulorisa-
dos pela dila companhia para elfocluar seguros So-
bre edilirios de lijlo epedra, eobeHos de telba o
igualmente sobre os objectos que eontiverem osmes-
mos edificios, querconsista euiiuoiiilia ou erafa/on-
ilns .le qualqner qual idade.
Precisa-se alegar uma casa terrea em bom es-
tado, no bairro do Santo Anl.mio ou Boa-Vista : di-
rija-se ruado Crespn. 2.
= Precisa-se do ora feilor para um sitio perto
da praca que soja capaz : a Iralar na rua da Madre
lie lieos n. i.
Velas slerinas
para lauteruas de carro.
Champagoe de sidra,
fin li.iiricas ilc :! duzias.
Vinho rliaipape rale de
l'.ni casa de Tasso limaos
Queijo Suisso.
ntouiooii Boa-Vista, um sali ouquartoin-
|mle, em casa de familia honesta ; fazendo-se
interesse no caso de llie darcm comida:
ser alocar pode dirigr-ee a esta lypngra-
cartafechada rom as iniciaos A. s. F. I.,
bruiaeoes na rua Nova n. ;li.
noile do dia :i do rnrreiito desappareceu da
Nora, junto ao sobrado grande, um quarlo
i>, nafego deumquarto, com marea do pei-
ingalha o saceos, o qual de Joaqnim do Re-
s Pessoa, proprietario do engenho Novo tioi-
tezia da Luz, que gralilicar generosamente
Ol ver reeolhido, o ferio exprime Olime do
com esiiibaria, ca-a para pelos o feitor, grand
haixa de capiui plantada de novo, dous vveirns,
militas arvores de fructo, c pasto para vaccas ; pa-
la Iralar, na rua do Brum n. 1, primero andar.
Mobilias de aluguel.
Aliigam-se niobilias completas, ou qualqner lias-
te deparado ; lainheui se aliigam endeiras em gran-
de porrio para bailes ou olbcios : na rua Nova,ar-
in.i/ein de niobilias do Pinto, defronte da rua de
Santo Amaro.
>.I,.)--!liiailollos|)ido--N. Ii).
;cj Pronielte-se boa meiisalidadc a um bom \
. copelro, preterindo-se captivo.
' V
Vende-se superior queijo suisso no Atorro da Boa
\ .-la, junio loja de llandres n. 2, mauleig in-
glesa a SOII ris a libra, vinln. Bordeaux de superior
qualidade a 900 ris a garrafa, dilo \erez a IjfiDO,
dilo Madeira secca, vinlio Fgueira. ebegado iillima-
raenle a r.tn a garrafa, biseoilos linos, aorttdos de
ledas as qualidades, peives da Europa, presnnlos
..ara Hambre.
\a loja ao p do arco de
Salo-Aulonio
vende-se madapoln com pequeo toque d avaria
a l-'iitiia peca, dilu linipo a 29 a peca, ricas ro-
beras de velludilhopara capia a OJSJOO rus, mau-
las de troco para senhora, organdisa 610 ris a ra-
ra, .arlatana de (lores a 400 res .. corado.
Vende-se ou arrenda-se o engoeJkO Sao Jos,
na freguezia de Santo Anio, 4 leguas ao sul da ci-
dade da Victoria, cojo engomo me com goa, tem
grande cercado, limpo u circulado por vallado,
muila malla, e preparado de lodo neeessaru para
moer; com grande casa de vivenda, sen/alia, etc.,
.asa paro bagaro, cora estufa e assentaraento para
retamo; quem o pretender dirja-sc ao engenho
Sil.ir a tratar c.m o sen proprietario.
Vende-se a proco commndo, em casa de Bar-
roca i Medeiros, ruada Cadeia do Recife u. i:
i ni lio do Porto, superior Chamico,
l'edra em lagedo e portadas.
Tipas, raeias e barris vasios.
Relogios.
Vendem-se relogios de ouro e doura-
dos patente para Iwmem e senhora de
diversos tamaitos por prei;os commodos :
na rua da Cruz do Kecife n. 50.
Pianos.
Vendem-se pianos fortes do melhor
gostoe modelo "que tem vindo a este
' mercado e por precoi commodos : na
rua da Cruz do Recife n. 50.
Xa lujado Sertanejo
Ba doQueimado n. 43 A, loja de taldela junto
ao boceo da Congrgala.., segunda loja de fazendas
quem vera para o l.vraraenlo, tem para vender um
grande sorlimenlo de fazendas novas de gustos,
como sejam: grosdenaples decores muitolluas..
covado a IjiMX), ditas pretas de diversas qualidades u
corado a IglOO. 1S500. 1S600, 1S700, 4J800, dita
fina a 2.S c muita lina a g-IOU e 2g600, sarja preto
espanlila muiln lina de duas larguras a 2$ o cova-
do, raniiziubas pora s.nlioras de todos oscompri-
nienlos com preguinbas" obra muito lina ao$e
6g500, golas e manguitos deludas as qualidades e
lodo o sorlimenlo para escolbcr, emquanlo aopre-
<;o garanle-se vender mais barato do que era nutra
iialqner parle assim como sejam paletots de paii-
liitlam-na.-o da mastriz
Lepra.
Males das peinas.
dos peilos.
de olhos.
Mordeduras de replis.
Picadura de mosquitos.
('.limos. ,
yueiuiadelas.
Sarna.
Supura.-oes ptridas.
Tinha, .-ni qualqner paite
que seta.
Tremor de ervos.
I leers na bocea,
do ligaili.
il.isarlic.ilacr.es.
Votas torcidas ou lindadas
mis persas.
atabe cimento gcral
ija de todos os
la encarregadas
Sul, ilav ana e
Vende-se osle iingiunlon
de Londres n. 221, fSlrand,* e na
boticarios droguistas nutras nesso
de sua venda eni toda a America d
llespanha.
Vende-se a 800 rs. cada hucetiuliij, conlm uma
instrueco em portuguez para o mjido de fazer sou
desto ungento.
O deposito geral be era casa do Sr. Soum, phar-
raaceulieo, na rua da Cruz n. 22. era [Pernambuco.
Hechcgado a luja do Leconle,: aterro da Boo-
Vista n. 70, eicellente leito virgiudl de rosa bran-
ca, para refrescar apelle, tirar pannos, sardas e co-
piabas, igualmente o afamado oleo babosa para litn-
e (azor rrescer os cabellos ; assim pomo p impe-
rial do lyrio de FInrenca para bortdejas e asperioa-
des da pelle, conserva a frescura e o avelludadn da
primavera da vida.
dos das ni.is um lano curtos, corpo mu lano rc-
forcado ; b.rou calca escura e camisa azul : recora-
menda-se as-autoridades policiaes capilaes de
campo, que rpeguem e leveni-no a rua da Cloria
na Boa-Vista, cbMWi SO, ou nn engenho do liiqui,
na casa de I). Maria Marlyrest'.avalcanl.
Na rua Imperial n. 15, engomma-se com per-
feicao e presteza.
Participa-so ao respeitavel publico, que for-
nec.e-so comidas comTwtio e presteza, e se enear-
rega de lavare engoraran? : na rua do Atolbo, c.i-a'
nova junto do Sr. Bastos' Na niesiua precisa-e
alugar uma boa coznheiii8 e uma cngoniniadeia,
preferindo-se captiva. \
II. de Oliveira Mata vd a Portugal.
D-se elfeclivamenle Jinheiro a premio sol
pe,hores de ouro ou prata L na roa Augusta n 48
Precisa-se de urna uiul para cozinh.ir, forra
on captiva, e paga-So bem : rta rlia da Cruz n. 2,
por cima da botica.
(1 abaixo assignado declait4ovnmenle ao res-
peitavel publico, que cmislando-Uic que alguem
anda por diversos eslahelccinientos junando ob-
jectos com bilheles seus. que lodos ello? sao falsos,
o que nao se responsahilisa por qualqTJer ohjectu
ouqiisiitia. Rerife 7 de marro de 1859.'
Joanuim lleiiriqnes da SUra.
Francisco Mondes Rodrigues, subdito portu-
guez, relira-se para Portugal. '
Precisa-se de dous Irabalhadores forros fi
captivos, para trabalbar 6 a 8 horas por din deatfti
desto Ivpographta ; nu livraria ns. e 8 da praca
da Independencia.
Fugio de bordo do hriguc nacional
inigos-, no dia 4 do corrente, o preto Alezandre, ; da dos m. sin.i>
representa ter 31 annos de idade, alto, seco do vender escravo
corpo, poiica barba, levno vestida calca de algo-
daozinhn e camisa do risradinhn ; recompensao
a quera o pegar ou delle der noticia no escriplorio
ila roa da Cruz n. 1, de Antonio l.uiz de Oliveira
Azevedo.
Lara-se eengorama-se rom aceio o perfeeo
tara honiem quem precisar, dirija-so a rua "da
eiiha n. 25, segundo andar, que adiar com quem
tratar.
Na tarde, do dia 6, indo passear, nao voltou
mais i casa a preto Vicencta, crioula, de 35 anuos
do idade, altura regular, secca do corpo, tem o ar
Iristoobo, levou vestido branco e panno da Costa;
esto escrava foi comprada ha 211 dasa Sra. I). Eran- tinado uma sala para part
cisca Rodrigues Vieira : roga-se as autoridades po- contestare!
liriaes o capities de campo a sua upprehensio, le-
\ ando-a A casa de sen seuhor, no llecife rua da
Cruz u. 33, que scro recompensados generosamen-
te ; prolestando-se desde ji contra quem a tiver
oceulta.
I)escja-se fallar com o Sr. italdino Lopes de
Oliveira, na rua Direila dos Afogados n. 13.
O abaixo assignado, tendo de se retirar para
Europa, pede aos ssus credores que Ihe apreaontem Pathob.gia dulrna.O proprielario do eslabelec
suas cintas no prazo de 8 dias, a contar da dala ment.
desle, para seren realisa.las: assim como pede aos A diaria ser de 31000 o 2S000, conform
que se julgarem devedores, que hajam de Ihevirl dade e dura'co da molestia."
|iagar, do contrario sern executados pelos seus As pesoas qne quizerem um Iralamenlo dislinclo,
procuradores e para que conste faz esle anouiicio. pagar., na razan da despera que llzerem.
Mangumho i de marco de 1859. Operaroes, sangiiesugas, conferencias serio pagas
Somgnv, Traites et qneslions de Droil admins- no inuilo lino forrados de seda al8, 20J, 22$, 2( . I1,11''- ; e 2Gg ; roga aos seus respeitaveis freguezes, que
Sainl Josepb, Coiicordance enlre les Codos.
* des lois bvpolbecaires.
Say, Eeonomie Polilique.
SavigBT, Droit Romaiu.
Snloii, Code administralif.
Seirigny, Droil Publique des Franras.
Sellyer, Traite du Droil Iriininelle.
Story, Constitulions des lots-IInis.
Soglia, Juris privati e Juris Publici.
Toroniberl, Principes de Droil Polilique'.
Trebutien, Droit Cnminel.
Tbieriet, Droil Commercial.
Vctor i.onsideranl, Desline sociale.
Vivien, Eludes administrativos.
Waller, Manuel du Droil Eedesiastique.
Wbeaton, Droil luleriialiouuel.
Droil desfitans.
Gasa de coniniissao de es-
era\ os na rua larga do
Rosario n. 1% segundo
andar.
Nesla casa recebera-se escr.ivns para serem ven-
VATS por commissio por cuita de seus scuhors,
alianca-c o hora Iralamenlo e a prorapla venda,
Tres A-1 alira de oslfttyios nao solfrereui empale rom a ven-
osla mesma casa ha sempre para
p.'irViiuiBliidin, moloques e negros.
CASA DE SAl'tf.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier, proprielario i}* an-
liga e acreditada casa de -ande sita ao mulo d* "*"
liada da passagem da Magdalena, enlre a ponte g ''an-
do e a pequea do Chora-menino, e na mesma in-
solento, teni disposto os m.din.res commodos par.1
receber qualqner pessoa enferma, > srhando-sc o
sen eslaiielecimenlo as mais agradareis eondicoes
bygienicas; contina a offerecerosseus servi.os, af-
liaiiiainlo o melhor Iralamenlo e .. raaior zelo no
curativo das molestias. 0mesmodoutor, tem des-
coja ulilidade be in-
sto F-scwuiF.c.inos m CLINICl
Operaedcs.0 Illm. Sr. Jos Prauciscu Pinto Gui-
niares, cirurgio du tirando Hospital de Carid'1-"
de, cuja pericia be bem conhectda. i
Medico consultante.O Illm. Sr. Commendador [*
Jos Joaqnim de Moraes Sarment. v
Partos.O Illm. Sr. Dr. Silvio Tar.ininio Villas-
Boas:
a gran-
Joo Antonio Carpinleiro da Silra.
Ilernardino llup'ral. subdito portuguez reti-
ra-se para fOra do imperio.
aparte da diaria
Passagem da Magdalena 22 de dezembrn de 1858.
r. lanado Firmo Xavier.
Aponlaineiilos sobre 0 Processo Criminal por P
Huello.
Apontanientos de Dneilo Fiuancero por Barros.
Assissor Forense.
Curso de Direito Civil por Liz Teixeira.
Compendio de Direilo Ecclesiaslico pelo Dr. Jeronv-
mo Vuelta.
Cdigo Criminal anolado pelo Dr. Braz F. II. de
Souza.
Cdigo Commercial anotado pelo mesmo.
Cdigo Penal polo Dr. M. JI. da Cimba Azevedo.
Compendio de Theoriau Pratica pelo Dr. Francisco
de Paula Bautista.
Curso de Direilo Natural por Ahrens.
Curso de Direilo Cambial por Souza Piulo.
i'.onslilui.., anotada pelo Dr. Braz F. II. de Souza.
Direilo Civil por Borg.-s Carneiro.
iiinio Natural porZiuer.
Elementos de Direilo Natural pelo conselbeiro
Aiilran.
Elementos do Processo Civil por Nazarelh.
Elementos de economa por Forjaz.
Elementos de Direito das Coules porFerrer.
Elementos de Direilo das Cenes pelo roiiselheirn
Aiilrau.
Elementos de Direilo Publico pelo eeaoeUieira
Au|ran.
Mementos de Direilo Poltico por Jlaearel.
Elementos de Tbeoria e Platica do Processo pelo Dr.
I.oureiro.
Elementos doo......omia poltica pelo Dr. I.oureiro.
Ensain sobre a supremaca do Papa por Moreno.
Pontea prximas do Cdigo commercial porPer-
reira llorges.
Formulario dos Procesaos Criminaos.
Iiisiituicoes de Direilo Civil pelo Dr. I.oureiro.
Iiisliliiicoes de Direilo Caminal por Ferreira llorges.
Insiiiiiicocs de Economa Poltica polo mnsmo
Insiiloicocs de Direito Publico Ecclesiaslico pelo
Dr. Joaqnim Vitalia.
Insliiuico.s de Direito Civil porCoelho da Rocha.
iniispriidencia do Contrato Mercantil por Ferreira
llorges.
l.oho Fascculo de Disaertaces.
- A.cocs Sumraarias.
Execuces por Senlcncas.
Interdictos.
Direito r.rapl.ilcutico.
Exoculiv > Siimniario.
Indico geral.
..,- Tralailo dos Morgados.
> Tratado dos Censos.
n Dissertaecs Jurdicas.
Notas a lidio.
Segundas Linhas.
> Tratado das obrigacoes.
I.ii'oes de Direito Criminal por Coul...
Manual do Cidado por Silvestre Pinheirn.
Observai-oes sobre o projertn do Cdigo Civil portu-
tugiiez porSoabra.
Ordenacoes do Keino.
Observa-oes sobro varios Arligos do Cdigo doPro-
cesso pelo Dr. Jr. M. da Cimba Azevedo.
Principios de Direito Mercantil por Silva Lisboa.
Pratica dos inventarios por Monezes.
Frunciros elementos do foro Civil por Molla Sil-
, veira.
Prelecoes de Keinerrius.
tem amostras especiaes sullicientes para levar as
fazendas para ver se agradara.
Xo y idade na loja do
Sertanejo.
Ricas sabidas de baile o melhor que pode baver
no mercado e goslos que anida nao foram vistos a
pico de 35 e 4llj, c mais haixas a 32, raeias mui-
lo finas para padre de Isia a 1S500, ditos de seda
para senhora a 29200 e2$500, dilas brancas a 2g50(>
(.?.chapos de alpaca forrados de seda,muito cora-
modos a 2S200e 2gilK), inanlaspretas de Monde a
10$el2g, dilas brancas a 7$ c 750fl, lencos de seda
de cons grandes a lg&OO o lg90f), c milito finos a
2g200, ricas bengalas de massa fnigindo unicorno
I a Ti, ditas linas a UgOtl e lOg, ditas de caima a
11500, chicotes do slalo muito finos a2J500, ditos
! s, ni eslaloa la n 900 rs., paletots de alpaca de c-
rese prelos de lodos os tomatillos para meninos e
1 bomens, o proco conforme os lamanbos; assim
como sejam pontos virados Iraperalriz o mais mo-
derno que podo havor a ICg, lse 25, ditos sera
ser virados a 4g e ."ij-, e ludo o mais, que se pAdo
procurar, Indo tem vonlade do comprador.
Farinha, niilho e
farelo.
Vendem-se saceos Com farinha, milbo c farelo,
ludo oinelbor possivel : na labema grande da So-
ledade.
Chegaram de Pars 4 cabriolis dos mais mo-
dernos, e bem feitos, que alli baviara ; vende-se
por proco enmurado : a tratar na rua do Crespo u. 4.
Vende-se uma negrinlia de 13 para 11 annos,
recibida e de bonito figura, muiln propria para una
casa de familia, e por preco razoavel: a tratar na
rua de Santa Hila n. K5.
Vende-se a casa de pasto, a qual tem bstanle
freguezia, e t.m aunarn para taberna, nnhecenda
Roan. 12: a Iralar na niesina.
Vende-se uma escrava moca : na rua do Col-
legio ii. 11.
II abaixo assignado lera cui sua casa em Fura
de Portas n. y*>, peixe agulbas (ii-.i-.is todos os
dias de lardo para vender; assim romo si podero
guardar para aquellas pessoas que eneommenda,
assim .-oran tambera so vende peino de coral qnaud..
esliver o vento para o norte.Domiiujosdo llosa.
Na loja das (i portas em frenle
do Livra ment.
Barato para nrnbarrom al|tnm rento
de fazendas.
Pecas de cacas do cores cora 33 covodos a GjOOO,
eovodos a 200'reis, peras de la com 32 cocidos o
bastante larga a 5000', coiodos a 160, utes de
caca cora II covados a 13200, lencos de reros a
500 res, camisiuhas com gollinbas para senhora a
29000, Bu-*ullua encarnada e branca a 320 o roi-
. oilo, cOrds do la de quadros e fazendas bastan-
lo largas a 5)000, lazinha lina para vesUdnucJM
o ciM.do. pecas de l.relaiiha de rolo a 2Sfl(Jl
es de s.da encarnados e blancos a S00 Vdl)
amostras com pinhores; a loja esl6 et
horas da mauha as 9 da noile.

";.-.;*.- ';.: ', -.'.". .' ",'.-' ;:/- ":"' ;.- :"'"'-'
l
2, (iiildi'ii Squai'P, Londres.
Hetcent Street.
J. G. OL1VF.1RV Tendo augmentado, com to-
mar a casa contigua, ampias e excedentes arconi-
mndaces para nnnto raaior numero de hospedes
de novo se recomraenda ao fajor e lemhrsnea dos
seos amigos e dos senhores viajantes que visilem
esto capital; contina a prestar-Ibes sen* servieos
'e bons ofllcios, g_utaiidn-os em todas as OMsas quo
prerusem conhecimeiiio prsllro do paiz, ele. Alem
fdo portuguez edo ingle/. falln-e na casa o hespa-
:nbol e francez.
: -

mam


Na i
dcfrunfi
sarco:
LOTERA
PROVINCIA
Sr. thesoureiro manda fazer publico
que se acham a venda todos os das das 9
horas da manha as 8 da noite, no pavi-
mento terreo da casa da ra da Aurora n.
26 e as casas commissionadas pelo mesmo
Senhor thesoureiro na praca da Inde-
pendencia numero 22 e na'rua Direita
n. 83, at as 6 horas da tarde, somente os
bilhetes e meios da stima parte da se-
gunda lotera do Gymnasio Pernambu-
cano cujas rodas deverao andar impre-
lenvelmente nodia 12 de marro p. f.
Thesouraria das loteras 26 defevereuo
de 1859.O escrivao. J. M. da Cruz.
Sorvete
Na casa de banhos.
M dita ulois das fi huras s 1(1 da imite.
antiucados harer lambem de dia das II
jesaboroeos sorvetsde crine etaropI funden
Ha vasUhas para conduzirda 6 all na- ''"'i'1
|ou*r lomarem casa. l$t)oo e
-r Era casa de Brender a Brandist!.....: "
, ra doTrapiche Novon 16, vendem-r
18 charutM da Babia da afamada marca j
forma de Havana, primeira qnalidade;'
jenebra emb-asqueiras especial para c.:sa
depaiticulares.
Precisa-so de una ama de leite forra ou cap-
tiva, para nina rasa estrailgeira, nan so ollia a proco:
na i-nado Trapiche Novo n. 12. Precisa-so lamben
de mil preln para pagem mi miro de cosa.
Diario de Pernambuco.Quarta fera 9 de Marco de 1859.
oiicas para meninos.
37 loja de i portas tem |
""i-as para crismas mili-
na po Queimado o.
riado sortimenlo di1
i .nf.Miailas para 2g000, ditas"miTo linas o
a- a i.siHKI, laiuhoin loin i-oifas pretas e di- e-
. t"""......".. ''>" ciifradas d.- lidrilhus
por pilrocniuiiiudu.
i Cenr de carnauba
Alleco.
Sorvete.
i'ife, loja n. 50,
do Uros, lia pan
esquina
vender
i aCadcia do p.
dama da Madu-
ra de raniaiiiia de superior tualidad
NA LOJA DA
AGUIA BRANCA.
Itnndeija o lalheiTs
Vendd-se bandeijas do folha grossa e Untas mni-
.,;,.l''.':l;'["' 'rana 88 e 9JI e solas a 23, 2g500,
3g, ;isiifi, i,<, [g500, age 6$, sena modernoamol-
dea c- l > 11 goslo de desenlio de anas pinturas deixaa
m ron leeer quanto ai.....lias linas e baralaa por
s; rendem-se lambem facas e garios de
-so redondos, uilavados e erados a 35200 j
ditas rom cabo de baleia cravadas.- folhan :
i 1 lilil C ig a dii/.ia. ililas lini-siinas eoui ea-
ido, de iis.-ii pollido baleia, o mellior
1 ede encontrar a 5g 5g5O0 fifi a SgflO a
as con cabo de marlini e fnlha de ac a
. ditas rom cabo de osso para meninos a
n-r, trinchantes milito linos a .s.'iiiii :s,
de melal ptincepc tan linas que se eon-
nm as de prala sendo para SO upa a 33500
para eh a 2g800, ditas octulinagro a
g, dila grandes e mniln linas a 3$ cada
oja da npuia branca nos quiltro cantos da
leimado n. l.
\ ende -si- e-la agua a melhor que lora apparcri-
' 'lo para Ungir o rabelln e -ni~as de pi-elo : na li-
I vraria nniversal rua do Cullcgiu n. SO, d-se junto
un imprcsso gratis, ensillando a fondado applicar.
I ? ? ? U** ?_* .__..._.. '
laes pre
rabo de
e 3g500
lillas
bo d
que
duua, di
112e li
320 o la
rolherc
VI
Knga-si- a Sra. Maria Januaria de llesquila,
lirasileira, que lenlia a bondad de vir rna da Ca-
rtela do liauro de Santo Antonio, loja de marrineiro
ii. lis, nu de annniiiiar sua morada,alim de Iralar
do negocio que nao ignora.
Ama do leile.
6a rna da Cadea do Heeife n. 25 loja, procisa-.se
mamado leiie, adverte-se que se traa e pa-
l liein.
A luga se um sobrado a margem
do irio Ca piba tibe, na estrada de ponte
deUchoa : a fallar na ra da Aurora
!!6.
eim
I] II.
mi
se d
urna
casa
Roga-se ao Sr. ilirislovm de Santiago do Nas-
nto, que leniaa bondadede vir na dosMar-
s u. ,'tti, lalierna, allm de tratar de negocio que ;
gnora.
(I Sr. Jos Joaquin Barbosa, que ninrou na
Ksca ln, queira por este Diario dizer sua mora, que
seja fallar a negocio de sen inleresse.
I'ara casa de. marido e inulher, precisa-se do
una para cn/inlnre fazer o servico iulerinr da
a tratar na rna da Sen/alia Nova n- i.
vl\;<,>^.-::-;>-:><:-:><>::><::v:><><';x;
y.
o Leitcke.
PliOKKSSOn DE PIANO F. CASTO
lina to Sol 15. V
l|mpreza de aeeio,
limpeza e irriga-
cao.

Eslaempieza precisn para osspiis Ira-
Isallios dp \ hoiupns porliitHPZPs para titr-
iforairos, pn^aiitlo-so hom ortlpiiatlo: os
rplendPiilPs tlirijani-sp ao pscriplorio ta
mpreza caps do Hamos n. ii.
No (ampo Verde, una pequea familia ne-
^ssita de um menino un de qiialquer pessoa que
! queira prestar a (azor pela mailhia as compras
F,a ma. raiidii desocupada lodo o resto do dia
papa-so milito bem : na casa de duas ianellas de
wdracas.
A Sra. II. Adelaide da Silveira I.olio letn nina
carta e aneommendas em caaa de Manoel Ignacio
de "liveira A l-ilho, no largo do Corpo Sanio, eo
Sr. iir. Jos Vicente Duarle Brando leiu urna caria
Fugio da casa do aliaivo assignado urna negra
por noine Claudina, de 1K anuos do idade, levou
Uia azul claro de chita, camisa de algodaozinho
liranco, pann,o da ('.osla com lislras encarnadas :
quera a pegar, leve rna Nova n. 5, que ser re-
compensado ; e prolesla-se contra qiiein
acontada.Joo Baiilislu Tclles.
1 FabricD da rna da FlortnlHia I iM*
CHANTOS
|ti< primsna m.'in-iis ronlipftidas. *';*
VtMItla do sobrad, rila \0>a n. 61. T,,do< "s nl '"'^ orvele na caaa de l.ni/ Pin, l,
o aliaixo aasignado temi pracisao de ir Europa r"a d" P'" Sovo n. 12,
Iralar do sua sado, vende sua casa de sobrado, onde
lein sua coclieira : quein qui/er possuir lioin pre-
dio, aproveite a occasio. u ineamo roga o especial!
favor a lodosos sena deredores do carrose uniros,
a papar >uas comas, para evitan oulros leios, alim
de poder liquidar oa seus ni^gOCOS.
ra do Trapiche Novo n. 12,
Correi fregu
=: Si
'.'. Adoipht Bourjeoi.
nde--e nma negrinha de ln anuos, urna
miilaliiilia de H anuos e mu muialiulio de S anuos :
na rna da Madre de lieos u. 5
pe-
5! na na da Madre de lieos n. r>
pfe ASOOrs. avara.
Ra do Queimado
numero 7.
aleado ik Molis.
oja de aleado francez de liurle J
m do Calinga ii. 1C, receberam pelos ulu-1, """" "..'.'
novo sorli......ito d.- bolius de Helia '"'"-'''''-""liraiade
tm, a oulros inuins calcado, das mentores ,'"" 'f'' Rw~- "V;IU";
de Hurle Juniir f
loja de aleado hrancez
ua lo l'.aliu
os
e
Pana; assim como eneonlrar a bella
i na mesina loja os melbores cliarnlos-da
Babia, e arlas para os innocentes dirertiiuenlosdo
lasquine e rollarete.
Vinlio Bordeaux.
Km cafa de lleur l'.runn & i:., rna da r.rnz n. 10,
vinbo llonleauv de dilferenles qualidades
dle, i:li, l.eovilli-, l.s. Julicen, eiu taina
u/.i.i por barato proco.
Cognac.
Cogni superior em caixasde nina dnzia, vnde-
la de lle'ir lirrnin & (.., r ua dalrn/. u. 10.
le-se ot'oclivatucnle farello di- Lisboa as
utas n. ui, por menos doque ei.....ilra
parle.
Keste eslabele Iiiii'iilo acliarao os coiiipradori'S o
mais lariado c.....pelo soiiinii-uto de fazendas de
todas as qualidades, romosejam :
Chitas de corea seguras, rnvado.
Hilas de dilas linas, rovadu. .
Hilas l'rauce/as linas, covado.
Pecas de rassaa de cores. .
lioliulias e manguitos de croch.
Cortes de rascuiira aSj| C .
tllales de frco......
ISiiin Irainado de linlio, vara .
| llantas e grvalas linas .
Mnsselina do gaz, Cavado.
llicos eiifeili's para senhoras.
;2ffiSS^aBSSS.^J?:r.-'. -. ?L?Sgt; Ainda exisle um reslo de lile de linlio -3
!???????.? **>rU.rTv1S^Com21/2 varas de largura, pelo barato *
A' LOJA DA ESTRELLA ^ SS^'"'":"'"" *'T"""u"c'" i
lohai'aloodehoaqualidado
lbales de merino bordados
mofo
!< olll loipl'
ilu/ia S e
de
120
isn
21I1
2SIMHI
Kl.SIHIII
5SO0
i
IS280
. l'SIHW
litlll",
i de HambuESO n. 7, vara .
Goneilaria 39 A
4$500
55000
son
SU
confronte ao Rosario em Sanio Antonio, vende-so
delicados bouliiilios de doce., caiulilados, pera, ln>-
cego,ameiae cereija, mullo enfeiUdos, e preeoe
milito cuiniuodo..; vcndeui-se lambem niaeliiiias
para destilar caf.
Saias de kalao.
Na rna da Crespo, luja do Adriano & Castro, enc-
aran ricas saias ib- baloede rirnsgoslus, e milito
nmmodaa, por isso roeomineuda-sea senhoras do
Imiih gosln, que nao deixain de comprar.
nios. ;;
I, relojoeiro frauce/, vende relugios de
piala, roncera reloios, oas e inusi-
aqui be conhecido lia muilos
110 palio do Hospital n. 17.
........
da Senzala No^ a u. 42.
em casa de S. P. Jonhsl
Ra
Vend -
tas de ln are para a iros, sollins
audeeii
lio de v
para ca
patente
is e laslicaes brou/eaili
Chicle para canos, o
n di- mu e doiis cavallos,
iglezes.
\ C. raque-
silliiies inglrtzes,
4, lonas ingle/as,
montara, arr.-is
e lelogios d'onro
Aviso.
No anila/.eui de Adamsnn, IIoTe,&C.,nia do Tra-
pilie o. y>, vende-.se aelliua para lioiueui esenliora,
arieios pl.ileads para cabriolis, chicotes para car-
ro, colleifas Dar cavallu ele.
tenlo romano.
Vende-fce nos- armazens doAndradeJt Campello,
rna da Halrode li,ns n. 18, e no largo da Isaembla
junio ao l|-a[iiebe do illsodftO.
:>:; Aterro da Boa-Visla 51>
Cksa dcF. Poiricr.
tabeas
idas de
de pinho de
grosura, pi
nsina di-1 1/| el
r prei-n miiilo ra-
XAR0PE
Compras.
Foi Ira-isb
botica ib- Jos}
53 : garrafas
aquello que
que ao faz o
I MIMA
Para cura I
les graos, qi
a livor aslluna, pleu
. dos e peilo,
broiii-liite, do
dos oryos pi

ido o deposito deste xarope para a
1 da l ni/ Santos, na roa Nora numero
r>,C>:i|] e muas Sf, sendo falso lodo
iio for vendido ueste deposito, pelo
uesi" le aviso
ITANTK PARA O PFBMCO.
pbl -iea em lodos os seus difTeren-
er ni uvada por constipaedes, loase,
i/.-e tarros de sangue, dorde costa-
lialp.iacao no coraran, coqueluche,
na garganta, e todas as molestias
neo: iros.
-- r.onipra-se mneda deouro brasileira, de 2115 a
20.->00, e de lOg a njioO ; no paleo do Carmo
quina da rna do Hortas 11.2.
Compra-sr um cavallo reg, que
nao seja velbo e que estoja eiji lio 111 S-
tado : qnem tiver para vender annun-
nuncie por este Diario
Potassa da Russia
No bem con
da l'.adeia do I
da liussia e da
rior qnalidade.
E CAL DE LISBOA.
' :urado.
para ser pro. ; pedia ludo pe r procos muilo raioaveis.
ii-cido e acreditado deposito da rna
ecife 11. 12, ba para vendi.r polassa
do Itio de Janeiro, nova e de supe-
aaaim cuino lambem cal virgen) em

A loja do Cocino rna do "lueimado n. 10,a segun-
da passando a botica, est veiidendo fazendas por
procos baratissimos, como si-jam chitas Irainv/as
de biuii gostoa 300 n o corado, ditas de listas ave-
ludadas a 320 ra., brins de linlio de cores pro-
prios para calca a 1$ a vara, ditos Je cor proprios
para palito!a010rs. o invado, grvalas de seda
lina a 1$, bramante di- linbo tino largura de 2 va-
ras a 2,rtHI a vara lie muilo boiu para lencos, cor-
les ile casemira lina padrees uovos a ftf, casi'ini-
ras pelas elsticas para lodos esprecoes, casineta
le la d- nina s rdraOfttrs. o cuvado, grosdenaple
pelo boa qnalidade a 2# o covado, dito mais su-
perior a 2, lK) e muilo lino a 2,800, dito de diversas
cores a 2S, cliapos de soda francezes para rabera
a lis para acabar) cortes de.callele de velludo a
5j o,5IIO, chitas franei'/as cores claras e padroes
nijudos a 2(11 rs. o covado, e alm das fazendas
mencionadas, lem nutras multan que vende bara-
lissimn a com punco lucro, pois desoja vender mili-
to g.inbaiido punco, que lie para lucrar inais.
Algodao monstro.
Cnnlinua-ee a vender o bem conhecido o econ-
mico algodao ministro rom 8 palmos de largura.
lia : na
Esjiartilhos francezes de nova
nvenciio.
Vendem-se esparlillios france/es de molas c car*
nieis, o mellior que se pode encontrrnoste gene-
ro, na li.-uileitria e na coininodidade, a quem 11..11
driles, pelo horatissimo precode Ga, 7of*#. Rales
ispariillios s> chegadns nu ultimo navio uaucez,
- s' ae eueoiilram na ra do Queiniadu, na bem co-
ubecida ba do miiiib'/as da lloa Fama 11. 33.
Volas do carnauba.
No antigo deposito la rna do Vigario n. 2i, ven-
dein-se velasde carnaiudia nu pequeas e grandes
pori ios, sendo do ti, 7, '.I o 12 eui libra, por menos
do que um unir qualquer parle.
Moias do borracha.
r.HI liAUAS IITIM VMKNTK No N \\ 10 III VNCEZ.
Na ra do (.lueimado, na bem cnnliecida loja de
luiudezas da Boa Fama 11. 33. j lem para vender
Iior proco barato as mullo procuradas lucias de
inrraclia. nicamente proprias e approvadaa para
luda e qualquer eiieliacau as ponas.
Carteiras grandes com chaves.
jiroiM
imiilo tt.1r.1tti
GRANDE SORTIWiENTO
ni
RoiijiasoilasoSazoiidas
N v |!| A IIOi.ll";-.IM\|itl N. 4C.
fl t. a'v

G)ES fe BASTO.
Paletilla de alpaca do cor .
diminuto proco de 4$, ditos di
coa e de cor a 58, ditas de
multo superior .1 5S, dilos de

<'i
proles pelo
fustn bran-
brim pardo
esguiao da
i.liina cor de laranja a o?, dilos de pallia
de s.-da aSf, dilosde piea casemira n-
de coros a 8$, dilosde casemira di
-
-
IOS
. cor padroes muilo modernos a 1K,S. ditos
pele- a 18S, sobrecasai-as de panno limito
"-, lino prelo rom golla de velludo e forradas
de,--eilaa 22.S, e a :*, calcas do casemira
proles e de cores a 5{, 7.S e Sj;, coll-(.-s
ili-gorgiirao di-sida a :.,S, lilos de velludo
pelo a 7$, dilos decores a 'J, dilos de
Instan o brim a 2,550(1 o 3}. ceroulas de
bramante a IS600 e IS800, lencos de cam-
.'" braia le linbo du/ia .silMI e0, e unirs
inuilas obras feitas e fazendas que s
vista o que se pode avahar a peelincba.


)-

<
* 9 y.
Relogios.
Sil Fabrics
A saboaria da ra Impe-J;.".
rial compra sebo em rama
a 9# a arroba a dinheiro
vista: a tratar com o seu
administrador.
Vendem-se rdlogins de nuro inglezes de palele:
no arnia/eni delAugosto C. de Abren, rna da l'.a-
36.
da i-lia ta Floi'onlina 1
YMH# DE CHAMPAGNE
SfcfffffW
Compra-seno armazem de maleriaes.
dar.adade Sanio Antonio n. 17, chumbo \
Conipra-se nnedasdi-2II> : na luja
doQueimadn n. 46.
na ni i;
dho.
ila ra
Vendas.
Mannolada.
8
ll'rinieira marea.
ptSff. SSBraK2a.,_
ACHAS
par:
Na Inmlicao de ferro le D.
W. iJownia ii, na ra do Brum,
passando ( chafariz, continua a
ama Damin. G, vndese marinelada da ulli- haVer UU1 < OUipletO SOl'timeiltO
na e.hegada a osle mercado, em bocetos de libra e j_ *__v__ J auf j-i i
de tachas de ierro fundido e ha-
de 1/4 a 400 rs. a
ai-a be.
libra
a ella, anles que
Attencao.
Na rna dos i'.uaiarapes n. 32 vende-se
um bnm piano hnnsontal
aprender-se por preeo mniln
pruprio para
commodo.
Chapeos para mollinas.
25
Ra do Queimado.
Na loja de miudezas da rna do (.lueimado n. 25,
vendem-se por procos roiuniodos chapeos de seda
i'iifeilados, de inniiu bous e variados gestos para
meninas : quem os vir nao deixar de comprar :
d-se amostra con o competente peuhor.
FVNDICiO L0W-10W,
Rna da Senzala Kva n. 42.
Nesle eslabelecimenlo continua a liaver.um com-
pleto soiiimenlo de moendas e meias musalas para
ngenhn, machinas de vapor e laUasde ferro bali-
do e coado, de lodos os lamanlios para dito.
Aviso..
I-avas de pellica, de Jouvin verdadeiras a 2g000,
muilo novas, e bauba franceza s libras, meias li-
bras o miarlas al oncas a 2a560 a libra : na loja
de miudezas do aterro da Boa-Vala n. 82.
tido, de 3 k 8 palmos de bica,
j as quaes s< acham venda por
preeo com nodo e eom promp-
tidao, einl arcao-se ou carre-
gao-se em sarro, sem despezas
ao comprai or.
Chapeos para meninas.
He na loja de qnatro portas na rna do
Vu Minado II. :i7
rico sorliinenlo de chapeos para
licanienl.i enfeiados, e tamnem
ira, da pallia enfeiados, todos
, o se vende musen conla do
uerloja.
Boa-Vista n. 80, vendem-se
a dnzia, banha de
oiperior ynho da
a ganad
que aeencontra un
meninas e inenin
chapeos para senb
de {nslos ninilerno
que em mura quab
No atorro da
paios de Lisboa a 3 8(0 c lj:i20
porco refinada a 40 rs. a libra
rigueira ulliinamei
espermaeete nglez
rs a libra.
e che;
mulo
:ado a
alto, i
soo rs.
m caiviiilla a SlKI
Stamenha.
ChegOD a muilo
liara babilus da vem
Francisco vende-si
i......i uia d.' n. 17. ao
sejada slamenlia verdadeira
avel (Irdem Tereeira de S.
aorpreco nrzoavcl na na do
da b.lira.
Vende-se superior liulia de algodao, braiu i
2- m".'i TS !\7 -r"s""' r ^VfiTK SHSE* m,ns -
seulnall, Meiim \ c.,lrua do lorres n. 38.
oslura
I (O rs. o par, dilas in-
gle/as multo linas aSfSOO e3J500 aduzia,dilaj
muilo enrorpadas de lie dolo..,le a 41500 aduna e
400 rs. o par, ditas lambem de lio doblado para s--
nnoras a 3J600 a dnzia e320rs. o par, dilas linas
a 400, 50(1 e G00 rs. o par, dilas para meninos ine-
miias conforme os diln-renlcs tamanlu s. asseveran-
do-se seren mais baratas do que em nulra qual-
quer parle, meias de lia muto finas para hornera a
KMIrs. Opar, ditas linissimas de lio da Ksi-ocia a
W10 e 800 rs. o par, dilas de laia para padres a
;l,s60opar, ditas de seda mu linas pidas e bran-
i'aspara senlioras a 3S, 48e 5, l.nas para lucilinas a 2$500 o par, assm como mui-
das nutras miudezas eobieclos degosto, queeatao
'patentes na loja d'agua branca, nos qualro cantos
,-da na do Queiniadu n. 1G.
Vende--e um molcquc de dado de'12 .-unios,
--.-------... -------1-------------------------------I /Tonco mais ou menos, muilo bonito c esperto,
fino, tare < r^ii?^i?e .TT ^""P01"0, ="01 pequeo toque de avara > 3S400 a peca, dilos mas muito proprio para pagem, ou officio : a IraUr na
ii nf^oon *r. A a ,S ralncczas lares res escuras e lindos pi driles com pequeo Inane rua larga o Rosario n. 35, luja de miudezas.
XaS,:""' '"'US dP m"'" """- d" J l".dPasqpa.masffi nla do, Pescadores n. 35. bapara vender
118 duzias de formas de fazer velas.
Com poqnono toque k
alaria (
Peras de madapolio i 2J500 c 38000 : na rua do
Crespo, loja da esquinafaue volta para a rua da i.a-
deia.
proprio para qualquer nbra por dispensar todo o tra-
balho de costura ; aproveitcm emqnanlo
rua do Queimadon, 22, na lujada boa fe.
As verdadeiras lnvas dc.Io>in.
A loja d'agua branca acaba dereciberas verda-
deiras luvas de Jouvin, viudas de sua eiiciunuieiiila,
lano para bomera como para seuliura, atiain anilo-
se que san as mellioics qn....... tal genera se lem
valo aqui: venden-su a 2s5(Kl o par : assim cuino
nutras igualmente novas, e tambera mui boas a 2$
upar. Quem aprecia bou, hedirigir-se rua do
Queimado nos qualro cantos, loja d'agua branca n.
10, que ser bem servido. Na mesma loja existe um
grande sorttmenlo de luvas de seda de muitaa e di-
versas qualidades lanibeui para boineiii e senliora,
e a procos baratissimos.
*.????.?.? ... ?> ? t ? ft ? ?si5
I \ l'alii-ica ta rua da Florentina 14*]|
im\ )M \ BITS
lodas as cores, groza,
miadas.
? ? _? ? ._ {_!.?_*.* f
h*A^T X>^ \ *y>Ae"5' s* V*.'<&'
Aviso aos senliores de en^enhos.
Cal nova de Liabaom barricase em ancoras, mui-
lo propria para a eoniliiciao de agurdente ou mel
na rua da l'.adeia. d.-froile da rolaran n. 28.
Espelhos grandes.
Vendem-se espelbos grandes para parede enm
bellas molduras envernisadas e doinadas e vdros
mu linos o claros a 4<0 5f : na loja d'aguia bran-
| ca nos qualro cantos da rua do Queimado n. 16
ARMAZE
OR
Fazendas e modas.
II RUA DO QUEIMADO. II
l*ara senlioras.
Variado sorliinenlo de ricos corles de vestidos de
gurguro iirelo bordados a velludo, manteletes pre-
los bordados, vestidos e manteletes de seda de di-
versas cores, ninrabuls o vanadosortimenlo de en-
feiles para Inilel, chapeos sem conlesla;ao o mellior
que a arle piule produziapara salisfazer ao apurado
goslo das.s.iiboras, rostidos de plianlasia prelus e
de lodas as coros para paaseio o soire.
Para *avalleiros.
Variado sorliiuenlo de falo feilu francez e nglez,
de diversas fazendas o varias cures ; casacas prolas
de panno lnssimo iuipermeavel; chapeos de castor
pretos e broncos ; vharntoa da reserva de eocom-
inenda especial.
BORDADOS FINOS.
Na rua do Queimado n. 7,
loja de 4 portas.
Tem um completo sorliinenlo de bordados,como
soja golinbas nara 600,800, Ige 100al3, man-
guitnsde lgfjOO o par at 2|00, manguitos com
cnlitillas de r:cos gustos a .V, 5, fi?, H, 103 e a
12 o par, completo sortimenlo de liras bordadas e
enlreuicios franceses, tiras bordadas nglezasde di-
versas larguras e do nma fazenda milito Supejior
propria pora calcnhas do enancas e pora casave-
ques, caniisinlia* bordadas com jotraba e mangui-
tos por preen commodo.
95
Rua do Queimado.
Ncstaloja vendem-se toalhas e lencos de labyrin
tbos, rendas das illias proprias para 'toalhas. Lieos
pretos de seda de lodas as larguras, dilos broncos e
franjas de seda de Indas as larguras, Utas do ultimo
goslo, dilas de vellido preto ede recorte, flores de
varias qualidades, botos de vidro e vellido de diver-
sas cures, para easai oipies e eulras militas miude-
zas de goslo que se torna desnecessario mencionar
e que se prometi vender era conla.
Vende-se um cabriolet de concha, em milito
boro estado : para ver, na coebeira da rua das Flo-
res, que foi do fallecido Jos Mara.
Vio incommodam.
Cliogar.imos desojados borzeguins -iiiimira.
sem gaspiade lustro* e sim da mesma fazenda, tanto
para senlioras, como para liomens, que ak-m de se-
ren bonitos s.o minio finse machis ba loja de
Jalaby 6; C, rua Nova n. 7. *
Vends-se farinlia de mandioca s/perior qnali-
dade em saceos grandes, feijao miiialiulin, pelo e
braiicoem saceos, gnmma de maadinca, fareln de
Lisboa, milho arroz de casca, Lanada de trigo pro-
pria para engordar onimaes o Meco com 5 arrobas
a 49 rs. : ludo se vende pur saeuns do que em ou-
Ira parle ; na rua estrella to Rosario n. 29. ar-
mazem.
Francolino Izidoro I*d>or C. tem para vender
n ,i obra de apurado goslo einlei-' no armazem de Telles ,- Tavares, rua da Urna
nr^La.^SS^^^Sr^S ure;osde grandes .saceos com arelo ehogado. ul.in^mcnt
dtmmStUmW dinLT.ISS t TCBtada d" labo*' ',or Prcrv ""<"'> e tambera saceos
qnX, canTda X'^Z^T^'"^ ""* ^^SS +"& mCl"0r ^'^
O Leite & rrno contiiiuam a
tyorrar.
Mussulna toda encarnada, covado 220 rs. cam-
braia lisa muilo lina, a 3g800, 4SH0O, 5,$200 e o$GU0
rs. a peca, de 1<> jardas, brim de linbo para calca
de bonilospaiifes a 880rs. avara, corles de mirla
casemira a IROOO rs.cada um, lencos de tambraa
delinlio a 'i,-J2ll(l e muilo linos a 4$500 rs. a duzia,
chales de toiiquim pretos, dilos de mermo prelus,
dilosde. merino liso de todas as euros a 4J800 rs., e
bordailnsa 68800 rs., chitas franrezas de cores fi-
las a 220. 2 O, 260, 280 e 300 rs. o covado, madapo-
l. a 2SN00, 3S2O0, 3S800, 4$000, 4S200. 4RM),
550OO e 5g500 rs.. o milito fino a 6SO00s. a peca, de
20 varas, palilots de alpaca muito finos a GgOTJO rs.,
cortes de colles de casemira a 6*000 rs., esparl-
lliospara senlmra a4, 6e 8rs., e dos modernos a
9a rs.,.saias para senhora a 1#600 rs bordadas a :5
rs., e muilo superiores a 4 rs., gullinbas mniln
bem bordadas a ;l;5IKI rs., manguitas e camizinbas
muilo finas pora senliora, cortes de rambraa do
gaz a iSrs., tapi-les para sala ala&OO rs., para por-
ta de sala a 43 rs., e para cabriole! a 2a500 rs.,
meias muilo linas parr senhora a 2*800 rs. a duza,
ricas colcbas de damasco de seda a 25e320 rs.cada
una, corles de e-usa de lindos desenhos a 2J rs.,
boas chitas escuras c de lindos padroes a 200 rs. o
covado, meias de todos os tamanhos para menino e
menina, gunrdanapns a 4 rs. a duzia, pecas de
rambraa lisa de 12jardas a 3 rs., mussulina'brau-
ra a :I00 rs. o covado, toalhas para mesa a 4* rs., re-
des de folha a 69rs., e lia ontraa muitaa fazendas
que se vende por barato preeo, e de ludo se dar
amostras.
Vende-se urna escrava crioula, de 26 a 28
anuos, engommadeira, costurelra, e com outras ha-
bilidades : na rua Augusta n. 17.
zes antes que se acabe i
chincha.
Cento de ceblas a OO rs. e o milhei-
ro a 6', as mais novas que lia no merca-
do: no armazem de. Manoel Joaquim de
OI va ira & C.. rua do Codorniz, n. 16, em
frente do becco da Madre de Dos.
No armazem de K. \. Burle A C", rua da
lanz n. M, lia excolbnle cbaiupaiilie da melhor
marra que lem viudo ao mercado a 359o gigo.
\- ~ ;
\ eiidein-se guamicoes preias de tib'i cora
golla e manguitos, iinicamenle na loja da rua
do i.iueimadn n. 10 de l.ii- \ t'.orrein.
-.
Farinha de trigo
SSSF.
Fernandos \ Pilhos tem superior farinha de Iri-
go da marca sssi-' rliegada anles de banlam que
vendein a preeo muilo em conla no seu arnia/ini
rua da l'.adeia n. 63, becco da Madre de lieos u. 12.
Vende-se nina morada de casa na rua de Ma-
linas 1 orreira da i -idade de (llinda, ......Ira na po-
voacao dos Arrumbados, ambas de podra o cal :
na mesma rua de Malbias Fi-rreira, a fallar i un An-
selmo Jos Ferreira.
Cortes de la.
Anda restara alguns corles de Uia fina para ves-
tidos, com 16 Corados cada corle a iS, i -ln-se a-
cabaudu : na rna do Queimado n. 22, na lua da
ba f
fm* M 1MMT(D.
0 l'i-t's-iiita csl Qiip'unaiitlo.
Na rua do Queimado n. 2, esquina do becco do
l'eixiv Frilo tem ii Preguca para vender por bara-
lissinio preeo um completo sortiatrntn de fazendas
bem romo sejam corles de raasa e seda de lindis-
simos gustos a li.S'ilKI cada um, ditos de Uia o seda
de Imdissimiis gustos o superior qnalidade a "S ca-
da um, curies de rambraa branca com salpicos a
3,s5tKI, dilos de dila com dores de cores a 300,
gangas mesdadasde padrues e superior qnalidade
a 5$ 100 u estrado ; chitas escuras e claras do corea
Bus a 100,180, 200 e 2n re* o corado; dilas
fraiu-ezas de lindos padroes e de cxcellentes paii-|s|,u armazem, rua da Crui n. 42,
nns a 2(0, 260, 2M) e :KI res n invado, canibraias' 'U'
ruberlos e descoberlos, pequenns e grandes, deon-
ro patente nglez, para hnnem e wnhora. de um
ilos melbores fabricantes de I.hcipnnl, viudos pelo
ullimn paquete ingle/.: era casa de Suulball Mel-
lors it C "
Vendem-se por
grandes rom enave,'proprias para guardar dinheiro
- letras : na rua do Qneimado, na bem conbecida
luja de miudezas da lloa l-'ama n. 33.
Attencao Aurora.
Paleo Nesle lilos acliiv-se-lm seinpru Inbidas linos de
diversos ijii.ilidadfs, Imlinlms frajire/.i's para lomar-
se rom ch.'t e i/ni'-. Indis jn'lisrtis para ci-ias, t' lniui
peixr fritii. Nu nitsiiin acha-se s horan competentes
almoi'o o jantar. por piccn rommodo e rom lodo o
AteUi e presteza, e rasa para morar pelo mais di-
minuiu proco possivcl.
Xa rua Direita n.Tj
O llama osla rendando muilo barato um rico sor-
liiueiiln de franjas preias do ludas as larguras com
dilbreiites enfeiles de vidrilliose frocos e de relroz,
lorral, proprios para (semana sania a 720, mo a
ISrs., touipiinbas de fil de linbo de niel boros pos-
Ios que lem appareeido a ItfOD, |entes de inassa
virados para star cabello a 2c:mmi, e outras miude-
xns que com a \ista do comprador se peder mos-
trar 0 preeo commodo.
Salitre refinado.
Vende-se salitre refinado de superior qnalidade,
a 891)00 a arroba : nu armazem dn Forte do Mallos,
de Moreira llias, rua da Ifoeda u. 23.
James 1'rablree V C, teem para vi-nder em
os segnintcs ar-
\ ende-se ni casa de Sannders Itrolher A C.,
praea do Corno Sanio, relogios do afamado fabri-
cante Hnskell, pur procos commodos, e lambem
Iranrellius e radeias para os nnsmus, de sultenle
8 LOJA DA BOA FAMA.
\endeu-se por proco que faz ailmirariiquissinias
filas lavradas de toda, as coros e larguras. Illas lisas
rom punta e mi ella, bien- blancos de seda de mui-
lo lindos padroes ede todas as larguras, Iramoi.is
.-iberias de linbo para babados a 120 o 160 res a vara,
jal-ros para lluros nig o par, atacadores nu enlladnres
arleras de seda de lodasas cores para \ eslidos.dilosproprios
para esparlilbos, lesouras de indas as qualidades
as mais (masque he possi\eleiicniilroi--se,agulhein'.
de marliui e nutras militas qualidades, lilas de vel-
ludo de lodas as qualidades, bnb uilias de cainuiva
muilo lindas para meninas de escola, frasqiiliibo
com cardinal a uiellinr musa que tem appareeido
para tirar nndoas em qualquer qnalidade de fazen-
da. pelo muilo barato proco de 2x\ trancinlias de se-
da d- todas as cores muilo lindas pruprias para en
feilar rnupinha pora meninos e meninas, e nutras
muitissimas cousas que se aliauca veuder-se ludo
por preen liaralissimu : no rua dn Queimado na bem
cnnliecida luja de miudezas da boa fatua. .
\ ende-se escolenlo bolacha do primeira. se-
gunda tereeira qnalidade para arranjos de fami-
lia, sendo de primera qnalidade a 4c320, segunda a
:iC200 e lerceira a itjgf por arroba, e por libra a
100,120 e 110 rs., o pies muilo sulfrivois para ar-
ranjo de familia a 100 rs. a libra, farinha le trigo de
lerceira qualidode limpaa 18600 a arroba : na rua
larga do Rosario, podara n. 18.
Calcado superior e barato.
Una Ijireita n. 45.
Boiv.C|;uins ile senliora (Jlv). 4i800
Ditos de liomem. 8,s8(l(l
Sapatos de trancinha. l.st>00

"It.ntHttll.n 1 v e y.
Aviso aos senliores de engenho e aos agri-
cultores em fjer.il.
Junto ao inaladourn publico, un luirar da Caban-
ga, ha para vender-si- una porcao du sangue redu-
zidn a p pur mein de um processo rhimico para
servir como ostruroe na plantario da caima, capim,
a tuda a qnalidade de plantas:* este e\cellenl. ggl
Irume lera a vantageni sobro nutro qualquer, de
nina pequea quanlidade desenvolver uma regela-
eau muilo virosa e productiva.
; > enoem-se os mais neos o mais modernos
veos de cores i- pelos para chapeos de senho-
- ra chegadns pelo vapor nglez : na loja da rua '
do Queimado a. lo. de Leite c Corroa.
NaruadoOyra-
menlo n. 2.
Na loja das cinco portas, que faz quina para o
bocea du Padre, vendem-se as fazendas saguuites
cortos de eassa chttacotn 61,2 varas a I5I00, dilos
docilita eom barra a 19800. dilos de rambraa preta
a 29, ditos de cor a I36OO, ditos cbalv de limes
com I.",co\adosa l(j, cortea de caseni'iras muilu
linas a 69, ditos a SfoOO, dilos de meia casemira a
aiiriHHi, cllele de velludo a 19200, manguitos para
senhora a 3#500, gollinbas a 1JB0O, verbutina de
cores a 60 o cuvado, mnsselina branca a 260, brim
de linbo branco.niiiiln lino o 19200, brimzinlio a
180, alpaca de cores para nalelols a 480, chita in-
glesa, covado a 160, dila franceza escura a 200 rs.
dila escura lina a 28(1, alpaca de seda decorosa'
320, sedas dequadros linas, covado alfi, lencos de
soda linos a I50OO, ditos a Ig, canibraia de cor fina
a 210 a covado, e outras muitas fazendas que se
renden baratas.
Apparelhos de porcellana.
Vendem-se mu bonitose delicados apparelhos
de piirccllana domada proprios para brinque,ln de
meninas, sendo ellos de dnVrenles tamanhos e
gostoa a lgSOO, 8$, 20300, :ij. 3g500 a if ; na rua
dn Queimado nos qualro cantos loja d'agua aran-
ENFEITES PARACABECAS.
Hlmoderno* e delicados enfeiles de llores, filas
plumas e frocos para senliora a 6, 8$ elOft preco
estes baratissimos vista daperfeieau e DOmgoslo
eom que su,, elles acabados, assim comn onlro*
Aguiakanca.
Novo ^triiplelo sorliinonlo de
meias para horneas,
ijdiulheres.meninos c meninas
tle2al2annos.
Com pequeo toque de avarta.
Vendem-se
saceos com farinha do mandioca fina por commodo
preeo : no aterro da Boa-Vista n. 31.
Veude-se emcasadeC. J. Astlev
&C. :
Cabos da Russia edeManillia.
Palli'mha de junco preparada.
Vinhot de Hlieno, de foselle e de Br-
deos.
Rolhas de cobre e pregoi do mesmo.
Salitre refiuado.
adamascadas para cortinados de camas pecas de 20
raras a 119, grvalas piolase de cures com nuda e
sem ella a 80(1 1 | cada nina, dilas enm nuda mui-
lo linas a 1 a 80ti rea cada un, grosdenaple de cor de boa
qnalidade a 1.9800 o corado ; curies de casemira
lina a 6S, dilos de meia casemira a 2,9. dilos de li-
ta mais lina a 29600 cada um,cortes de brim de l-
nhn a 18700 cada um, dilosde dito hranco enm lis-
Ir.is e de puro linlm a 1,9020 cada um. corles de
gurguro para golletes a .1,9 cada nm, ditos de me-
rino bordados de lindos gustos I$00, dilos de case-
mira prela bordados a :i.9H00 cada um, cambalas
lizas de B varas a 3g500,4g. 1,9 ion. 4|8O0 e soo a
peca dilos lopadas eom 10 varas a 49, 4S300
58800, 88500 o 7920O a peca, corles de organdy fa-
zenda muilo larga e lina a 28000, alpaca preta com
de padres a 800 res, lanziiilias de quadrus proprias
para vestidos de seiiluua a 360 e500 reis o covado,
chales de lia linos rom barra inalisada a 48500, di-
tOS de nieiin liznsa 4J800, ditos de dita bordados
a 6,9200 cada um, lencos brancos com barra de cor
a HKi, 120 e 130 reis cada um, chitas francesas lar-
gas para cubera a 210 reis covado, brim braneo
de lislra de puro linbo a 800 rea a vara, dilo de
lindissinios gnstns e superiur qnalidade a 1.9410 a
vara, dilo blanco muilu lino 1;>280 e 18100 varo,
cassas do cures de lindissiinns gostoa a 360 e 100
res a vara, mussullua rom pequeo loque de ava-
rta de lindos padroes a 250 o covado; dila sera ala-
ria a 300 rea o covado, dita leda encarnada o 220
reis o invado, dila mais larga a 32|| reis, casemira
prela a 2g, 29200, 28100, 38500 e 9 o corado,
panno lino azul e cor de rap de superior qnali-
dade a 59 O covado, dilo prelo a 9. 58 e 58500 o
covado, dito azul proprio para fardas a 29, ii cova-
do, lencos brancas pan man de senhora do bien
largo e muilu Olios a 800 e 18 cada um. (hilas es-
curas de tintas Qxas a 0x200 peca, alpacas de Se-
da de superiur qnalidade a '.100 res n invado, pe-
cas de eambraia liza cun pequeo tuque de ninfo a
28, dilas de brelonlio de rolo enm 10 varas a <,
atoalhado largo muilo nu com bonitos Uvrores a
18280 a vara, ilalianas, especie de eambraia pnla-
lada de cores lixas e rmilissiuios gustos a 480 reis
a vara, canibraias francezas de lindos padrcs e e\-
cellenles pannos a 500 reis a vara, cassas piuladas
miiidinbas a 320 reis a vara, luvas de lio da Esco-
ria, brancas e de cores a 320 reis o par, cambraias
napolitanas rosas e axiles de quadro a 360 reis a
vara ou 220 reis covado, riscadiohos francezes de
quadrus a 180 reis o covado, bramante muilo largo
a 28100 o corado, velbutina de Indas a cores a 720
reis o covado, meias mas para humera a 160, 200,
360 e 400 reis o par, dilas para senliura de (mas
as qualidades, palclots de alpaca prela a 5,9, ditos
de meia casemira a 88, dilos de panno prelo e do
cor a 10,9, luvas de seda para senliora a 18200 o
par, ditas de seda bordadas de lindos gustos a 28200
opar,; c oulras mullas fazendas que se deixam de
mencionar e se vendero pur baratissimos prerose
se darau amostras con peiiliures
Loja 11.37.
He 11a rua do Queimado a loja
de quatro portas.
Se encontr um complctn .sorliinenlo do grnsde-
naple preln de 19000, 18800, 29. 2.9200, 28100,
2,800, 38 e 3.200 n covado, ditos de cures de 1,600
e 2J o rnvado, panno Bao preta de 2,500 al 128 o
covado, dte cor de rap e verde cor de garrafa,
fazenda muilu superior a 78 o covado, easaveques
de fuslan ricamente enfeiados de ricas trancas fin-
gindo lindos bordados a 188, cortes de vestidos de
pliantasa muito lindos o dos mais modernos a 188,
dilos bordados a velludo de cores mniln linda- a
308, dilos bordados a sedo com lindas flores a28S
cada um, palelnls de panno e de casemira pretos e
de cores de 16 at 258 cada um, dilos de brim
branw. milito linos de 59, 5,500 e6| cada un, ricos
pannos da mais lina casemira de lindas cores para
cuno de mesa de mein de sala, toalhas de linho cru
propria* para rosto a 1(280 coda nina, redes de
cures viudas da Baha da l'raiiau, nbra muilo bem
acabada, pelo diminuto preen de 188 eada una, p
nutras mutas fazendas que a con a vista do com-
prado! se pnder mostrar, e se rendero pur pro-
co minie rumtnodo.
Chapeos de palha escura para
homem por precos baratos.
Na bem conhooida loja dn lua f, na rua dn Quei-
mado n. 22, encontraran os bous freguezes um rnm-
plelo sorliinenlo de chapeos inglezes de palha escu-
ra de formas inleiramente muderuas e bonitas da
ultima moda. Toruam-se recouimendaveis por se-
ren mu leves e frescos para a presente estarn :
vendem-se pelos baralissimns precos de 48 eaf,
vendem lambem chapeos e bonete da mesma quali-
dade para meninos a 3g 38600.
Em casa de Kabe Scl>mettan & C.
ruada Cadeia n. 37, vrndem se elegan-
tes pianos do afamado fabricante Trau-
tniinn de Hamburgo.
Almeida Gomes, Alves & C.a
VBNDEM NO SE ARMAZEM
%1 RUA DA CRUZ %1
CHAPKOS de feltro sorlidns, da fabrica acreditada
de.Carvalhu Piulo, do Rio de Janeiro.
SAB.VO dos fabricas du Ro de Janeiro.
VINHO de champagne de superior qnalidade.
SALVAS, bandeijas e nutras obras de prala.
Rua do Queimado n. 1.
Nesla loja existe um bem oratorio de Jacaranda
para vender.
Nadeira de piuho.
Vende-se mais baralo dn que era nulra qualquer
parte : na rua do Cruz n. 40, primeirn andar, e na
rua dn Brum.armazem u.10.
Vaquetas.
Vendem-se bas vaquetas de lustre para cobrir
carro : na rua Novan. 61.
Saias de baldo.
Na rua do Crespo n. 16, loja de Adriano 4 Cas-
tro, rbegaram os ricas saias de balan de ricus gostos,
as qiines san muito rommodas, e por isso recom-
menda-se as senhoras de boiu gosto para nao dei-
xarem de comprar.
Vende-se uma mulata de meia idade, eom to-
das as habilidades; na praca du Corpo Santo n. 17,
segundo andar.
Vendem-se soleiras c sacadas de pedra de
cantara : a tratar na rua do Torres, eseriptoro de
I.emos Jnior & Leal Reis.
-; Vende-se uma boa escrava para eugenho ou
sitio : a tratar na rua do Caldereiro n. 36.
Vende-se um preto mnilo moco e de boa fi-
gura : na rua da Senzala Velha n. 96', padaria.
l'.IIAMPAXHA de superior qnalidade, em gigns de
duzia de garrafas, e lanibeni em gigns de duas
duzias de meias ditos.
FIO I1K VKl.Vmniln fnrle [o melliur que lem i in-
do a este mercado1 v proprio para coser saceos
com assnear.
AIUUmKS IK SKI.I.INStanlu para tnonlara de
senhoras como para liomens.
CHICOTESpara carros.
PKRNKIR.VSmuilo bem feilos.
AHIIKKISpara carros de ....... ibuis cavallos.
FIVKI. VSde ferro eslanliadn para obras de sel-
leims.
Vende-se rinho sauito bom a 320 rs. a garra-
fa : no becco Largo n. 1.
^z Vende-se vinbo de superior qnalidade a 320
rs. a garrafa : na rua la Senzala Velha n. lili.
Para meninos.
Rnnets de iirsuro fie soda furlaVcnres, obra de
muito goslo a (8 : na lujo d'aguia branca, na rua dn
Queimadft nos qualro ranlos n. 16. A grande ax-
Iroccon que ello lera tido, e a pequea quanlidade
que resta, faz-uus dizer quequem nan se apressor
liear sem elles, pur isso appareeain buje mesiuu
quera uuizer dar as testal ans seus pequenns.
Toalhas adamascadas.
Fio de vela.
Biscoutos em lata.
Vendem-se em casa de Arkw-
reolil & O. rua da Crn/. n.
por barato preeo.
Fazendas pretas para a
quaresma.
No aterro da Roa-Vista, loja n. tiO, de Gama S
Silva, -einlo um cmplete siirliinenlo de grnsdena-
ples prvlos, pannos e rasemiras, pelns precos se-
guintcs : grosdenaples, o covado a 18280, 'lfiOO,
l00, zS. 23210. cas,.miras preias, corles a 5>r>0(l.
("esfiOO, TOO .l 12j cada corle, e pannos preln-
de difterentos precos e qualidades.
Aterro da Boa-Vis-
la n. 60.
Vendem-se mniln superiores casinetas mesi-la-
das, com um pequoun Inqde de mofo, pelobaralis-
simopreeo de 360 rs. o covado.
Hifos enfeites rom yiilrilhos
pora enhena.
\ endetn-se os' mais ricns eufeiles pretos e de
cores com vidrilhns, peln baralissimo preen de 4j$ e
6-codouin : ua bem conhecda loja do miudezas
da Rna Fama, na rua do (.lueimado n. 33.
Heeousa uuiitoboa.
Vendo-so a verdadeira pomada para Ungir ca-
bellos, pelo barato precode 1 a caiiinha, eom es-
covinha propria ; lambem se vende niassa para
aliar navalbas a 320: na rua do (Jueimado, na bem
cnnliecida luja de raiudezas da Boa Fama n. 33.
ILOTAS di mimi m
1f
.Na grande fabrica (Je ta-
mancosdarua Direita,
esquina que vira para S. Pedro h. 16. lem efTeeli-
ramonle riquissinm sortimenlo de lamaneoB de lu-
das asqialiilades, prupi ins para a eslacao invernusa,
e_vende-se linio a retalho cono em grandes por-
cni's, pur iiieiins preen que em niijnl* qualquer
parle : os senliores cuminerciaiites de fura devein
prevenir-ae, pois a invern esta prximo.
MACHINISMO
Na lundiro de, rcriy do en vid \\. I'.on iiiiin, na rua
do lii-iini, passando o rha.u-i/.
Ila senipre um grande sortimenlo dos seguintes
objeclns de mecanismos prnpros pora engenhos, a
a saber miieiidas e meias mneiidas da mais mo-
derna cnnslriiecaii; lachas de ferro fundido e bali-
dO, de superiur qnalidade e de lodos os tamanhos ;
rudas denudas pasa agua nu animaos, de todas as
propon-Oes ; irnos o bucea de ornallia e registros
de boiii, agailhdes, bronzes, parafuzns e cari-
llies, uuiiiilius de mandioca, Ble. ele.
NA MESMA Fl NltlCd
se eveciiiao tudas as eucuminendas con a superio-
ridade j cnnliecida com a devida presteza e roni-
mudidade i-in proco,
ARMAZEM
IIK
Fazendas e modas
M
MIGUEL JOS DE ABREU,
li Rua do Queimado \\
F.sle estobelerinieutn que inqueslinnavelmenle he
boje um dos methores nesle genera aena-ae rom-
plelauenie surtido de ludo u que de mais rirn, mais
bello, mais moderno e de mais elegante e apurad
gosto existe no mercado relalivameiile a fazendas e
raudas tanlu paro senliura cuinn para covalherns.
.au seespecialisam aqui os diversos arligos que
cnnsliluem este variadissiuin sortimenlo, porque
isso fario demasiadamente longo, e por consequen-
cia aslidinsu e imiiil esle aniiuniiu; mas assegura-se
ao respeilavel publico e especialmente as senhoras
e i avalbeirosdo bnm (un, que o que cima se allir-
ma nao he nensluinadu e Irivial engodo rom que se
procura oltrahir a concurrencia, mas sim a exactae
liel expresso da verdade.
Ao i|iie lira ditn s resla arcresccnlar que todos os
arligos sern vendidos pelns mais moderados precos.
Rua do Queimado n.l.
Na loja nonio do Queimado n. 1, anligamenle
conhecda pela do meia pataca, exisle um cmplelo
surliiuenlo d* fazendas, que se deseja liquidar pur
qualquer um preen, alim deem breve se poderdas
nnva urganisacn a mesma loja. Mas nao sendnpor-
sivel mencionar um pnr um, tndn artigos de que
se i-iimpiM! o dilo sorttmenlo, limitamo-nos aos se-
guintes, adic.oiiaiidn-llie seus baralissimus precns,
alim de que .s amanles du baralo facara a devida
idea doquanlo eennomsarao cin se'snrtireni em
dila lnja : corles de cassa chita a 1S600, dilos 6nns
a piula miiidinha a2S, cassa de eur, vara 320 reis,
dilas linas e lixas na cor a -110, dilas francezas mui-
to lina a CO, sedas de quadrinlins a lg, ditas mni-
ln largas a l.fiOO, ditas de quadrinhns miudinhus
a--, ules em grnsdenaples a I500, fazenda de Lia
rom quadrus de seda a 320 o covado, dita .superior
a 400 rs., chaly padros inleiraineule notos a 1J,
chitas francezas superiores, tanlo era pannn cono
era tintas a 320 o envador ditas escuras a 260 n co-
rado, alpacas de uma s cr, fazenda muilo lina a
500 u rotado, dilas rom lislras de seda a 500 o ro-
vadu, liras leudadas de 6 niel rus, pur menos 25 por
0/0 do que em nutra qualquer parte.
^V?>V v.- .?.-."^
| Cal de Lisboa. '
jrj Vende-se na rua do Trapiche n. 9.
Si" muito bous barrise inleiramente nova por Cjt
Bfi t'-r sidu desembarrada liniilein.
Rua Nova numero 18.
M. A. Caj & C* receberam um sorlimento de
raiiiizinlias con manguitos poro senhoras e meni-
nas, os lindos padroes que se poderao encontrar,
um sorlimento de caixinhas de ronchas c busos
proprios para guardar joias para um presente, por
serem muito lindas c exquesitas sua factura, por
preeo rommodo.
Vende-se arroz pilado a 2g a arroba, dito me-
lhor a 2g600, latas com 9 o 10 libras de banha de
porco por 4, garrafas vasias a 4 o cenlo : na rua
de S. Francisco n. 16.
Vendem-se as verdadeiras luvas de Jouvin, lano
para hnuiein como para senhora, pelo baralssiniu
preen de 2)500 o par: na rua do Queimado, na bj-ni
cnnliecida loja de miudezas da Boa Fama n. 33.
CHEGUEM
Aloja da Boa F
Qne, est \ endeudo ninilo burato.
r.nisdeuaple prelo muilo superior a* 1,800, SJ,
2.500, 3g, 3,500 e ig n covado,' sarja preta hespa-
nlinla muito superior a 2,200 o covado, wlini ma-
can muilo superior i 3,500 o covado, panno preln
lino o 2i, '',, I, 5, 6 f 8S o covado, casemira prela
mnilo tina a 2J, 2,500, Sj, 3,500 e 4g n covado.
neos curtes de rolletes de velludo preto bordados a
12, ditos de diio de cores a 7$ e \Ot, e muito su-
periores a 13g, ditos de snrguro prelo a 3,500, di-
los de dilo de cures a 1,500, merm prelo setim
niuiluliiio a 1,120 o covado, alpaca prela muilo
Uno'a 610, 800 1$ o covado, meias preias de laa
muito superiores pmprias para os senliores sacer-
dotes a 2 n par, eambraia de linho mnilo lina a
6$ a vara, esguiao de linho muito fino a 16,000 rs.
a peca com 12 jardas, breanha de linho muilu e
muito larga a 26*5000 a peca com 30 varas, eam-
braia adamascada para cortinados a 12,000 a peca
com 20 varas, bramante de linho muito superior,
com duas varas de largura a 2,400 a vara, atoalha-
du adamascado com mais de 8 palmos de largura a
1,280 avara, brim liso, Hamburgo, muito rlno a9
a 10$ a peca cora 20 varas, esguiao de algodao
muito lino a" 3,200 a peca com 12 jardas, eambraia
lisa muitn tina a 55 a peca eom 8 1/2 varas, dita
muilo lina a 6$, 6,500 e 8g a peca com 10 varas,
dila muilu lina rom salpicos a 900 rs. a vara, e a
"5 a peca com 8 1/2 varas, fil de linho bordado a
1,100 a varo, mantas pretas bordadas a IOS, veos
da mesma qnalidade a 12,000, gollinhas de fil
muilo bem bordadas e bastantes largas a 1,200 ca-
da urna, lencos de eambraia do linho com biro lar-
go em vulto a 2$, meias brancas de seda para me-
ninas a 2g n par, ditas brancas de algodao muito
linas para senhora a 3,600 a duzia, ditas ingle/as
muilu superiores lambem para senhora a 5g a duzia,
ditas para meninas de todos os tamanhos a 280 o
i par, ditas para meninos a 240 o par, ditas de algo-
' do em para hornera a 1,800, 2g, 2,500, 3 e 4f, e
inglezas muilo superiores a 5,000 a dnzia, lencos
bramos de eambraia para algibaira a 2,400 a duzia,
dilos mainrosa 3,000 a duzia, ditos muito grandes
prnprins para a cabera a 400 rS, cada um, dilos
muilu linos de esguiao de linho a 7,500 a duzia,
dilos de linhn de uros escuras e flxas proprios
para os labaquislas a 400 rs. rada un, chales de
merino liso de lindas cores rnm franjas de seda a
6g, ditos de chaly com lislras de seda cm volta e
enm franjas lambem de seda a 7$, dilns de merino
bnrdadns a 9!. ditos de loiiquim muito superiores
bordados em duas ponas, com franjas muito com-
pridas, pelo baralissimo preeo de 45J0O0, ricos
pentes de tartaruga a imperatriz a 12 e a 20J, lo-
ques muitn linos a 4,500, ligas de seda a 1,280 o
Ear, chapeos de fellm muilo finos a 5 e 6g, brim
raneo trancado de linho muilo lino a 1,280 a varo,
dito incorpado muito superior a 1,440 a vara, dito
de cores de padroes muito bonitos a lg a vara, di-
los de quadrinhns muito prnprins pasa obras de
meninos a 200 rs. o covado, ganga amarella fran-
ce/a muito lina a 320 o cuvado, ditas escuras muilo
superiores a 560 o covado, camisas de riscado mui-
lu bem feilos a 1,500, cambraias francezas de cores
muilu bonitas a 400 rs. a vara, entre meios muito
linos a 1,920 a peca, tiras bordadas muito. finas a
3 ea 48 a peca, e'alem disto um completo sorti-
menlo de fazendas linas e grnssas, que vendem-se.
por precos mui cumraodos, s aflm de se fazerem
grandes vendas : na nta do Queimado n. 22, na
bem conhecda lnja da Boa F.
Vende-se olgum ouro em pecas de 4/8 porlu-
guezas, e nuieilas de 20g brasih-iras : no largo do
Corpo Santo por cima du trapiche da companhia,
escriplorio.
Escravos fgidos.
No da 14 de ajrnsto do anno prximo passado,
fugiram do engenhn Sete Ranchos, freguezia de
Nossa Senhora da Escada, comarca da ridade da
Victoria, os seguintes escravos: flamiao, crioulo, de
25 airaos de idade pouco mais ou menos, cor fula,
bi-e-os gni-sos e meiu arrehilados, tem uma cicatriz
na testa nrovenienle de um coice de animal, peinas
linas o Muma musa arqueadas para lora, esmalma-
dn, espaduadn, altura regular, e esti Durando ago-
ra. Jacintho, crioulo, de 28 annes de idade pouco
mais ou menos, altura regular, rrlr preta, pouca
barba, beicos grossos c faz corto geito na bocea quan-
do falla, tem uma cicatriz em uma das faces, pernas
linas, esmalmadn, fuma, c tocador de viola. O
priineiro foi comprado aoSr. Jniio Francisco Barbo-
za da Silva Cumar, e o segundo diz que foiescra-
voda familia du Sr. Joo N'uiies, da fazenda do Sitio,
em Paje de Flores e comprado na praca de Per-
nambuco. Consta que dilos escraros estn em Pa-
je de Flores porpnrtadoresfluezOtndi ede lvie-
ram : roga-se as autoridadei poficiaes e cpitSesde
campo de os pegar e levar ao referido engenho, a
Bernardino Barboza da Silva ou. na'praca de Per-
nambuco aos Srs. Manoel Arres ferreira & Lima, na
na da Moda n. 3, segundo andar, que serio re-
compensados com a quantiacima.
PERN.: TYP. DE M. F. OTFA*IA. 185.

>
TT
i


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