Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08001


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Full Text
>
ANNO XXXV. HUMERO 54.
' tres mezes adianiados 1SOO0.
Por tres mezes vencidos K$OOi>.
ERCARIIEBaDOS DI SlBSCRIPQlO NO RORTE.
Parohiba, r,
DIAR
Sr. Joo Rodnl|ho Gomes; Natal, o Sr. An-
tonio Marque da Silva; Arara*-, o Sr. A. d.' Unos Braga;
l.eara, o Sr. J. Jos di> Oliveira, Maranhin. o Sr. Jos T.'-i-
xoira de Mol i; l'iauhy, o Sr. tea Joaqnim Avolino; rara,
n Nr. Justino J. Ramos; Ama/..nos, o Sr. J.mnvniu da
Cosa,
PARTHA DOS CORREIOS.
Olinda lodo os das as iovo e ini'ia lloras do dia.
Iguarass, l'.nianiia o Pn ahina as segundas scxlas-feiros
S. Anio. Becerras, Bo lo, Cmara, AHinho e tinranhuns
as toas (pilas.
Pao d'.VIIin, Na/aroth, I
ra, Flores, Villa lU-ll
qnarlos feiros.
Cabo, Serrnhafm, Rio Fprmoso, Cna, Barreiros, Agua Tro-
la, Pinenteiras e Nal I (|iiiiilas dirs
(Todos os correio* |iailem as 10 lunas da manliaa.
PURTE officul.
t
. V
Mlnist>r<.d<.s mearo-fios e.str*nsreiro*i.
Dkcbfto n< t,-i\i i>k. 27 iu vovkibh uv. 18.
Promulga a ctinreiirao alebrada tiesta corle em
de junhn_a>185H para n ajuste, por wtlo de urna
fummtno mixta, das recta mu roes pendente**li-
nt o luipe i r a Cran-llrelaiili'.t.
Tendo-se a incluidoV ossignaito nesla c-lc no da
2 de juuhn di corronte anuo nina convenci para
o ajlala, por meio de una rom raisso milla, das
rcetamacoes pendentes eulre o imperio a a llra-
Bretanha, e lendo sido esse ario ratificado polas
altas partes contratantes, e trocados as ratificarnos
na rdade de Londres no da!) de solomillo prximo
passorio, heilpor bem mandar que a dita convenci
soja observada, e cumplidas inlciramente as ostipu-
lacoe que hila se con le ni.
i) visrondn dn Mniangiiape, do meu i'onselhn, m-
iislro e seoqotario ile estado dos negocios eslrau-
geiros, o tenka assiin Mteadido o expeca para esse
liiu osdespai|hns neressarios.
Palaein do Rinde Jamuro, om i~ de norombro de
1858, 37" da independencia e do imperio.Hora a
rubrica de S la Magostado a Imperador. Vinunde
de Mnrangui\pe.
do cnm os commissarios, decid
sem appellaco.
A dociso dos coininissarios,
arbitro ou louvado, sobro cada
dada por escriplo o assignada.
Cada mu dos governos pudor
soa para assistir mnmisate rn no agenta por sua
parlo para apreseular e susleul
impugnar as reclamamos conlr
reproseiila-lo cm gera eui Indas
xas coni taes investigamos o der soes.
reclamarnos nu
ello foilrs, o para
hs materias cnirae-
Sua Magostado o Imperador d
gestada a llaiiiba da liia-Brela
presente prnniettem solemne ci isidnrar a ilecis
ii lourailu, seguu-
t\
%
Nos D. Pedro II, Imperador constitucional o de-
fensor perpetuo do Brasil, etc., buenos saber a lo-
dos os presente carta de oontli maoo, approvaco c
ratifica,, n vifom, que aos i dias do corronte mea e
auno s<- rnneluin e assignnu nesla corlo do Rio de
Janeiro, outfe nos e Sua Magostado a rainha do
reino unido da tiraa-Brelnnlia e Irlanda, pelos res-
respncliros plenipotenciarios, que se ochavara mu-
,"-, nidos_ dos decessarios plenos poderes, urna con-
venci para Ja decisao, por urna commisso mixta
de reelamaedes onlre o governo dn Brasil e o do di-
lo reino, not termos da mesraa cunvene, cojo
iheor o segkiiiite :
Ha vendo cru varias pocas, desde a dala da decla-
raran da independencia do imperio do Brasil, sido
leilasdiTenis* reclamarnos contra o govorno de Sua
Magostada o Imperador do Brasil da parte de eor-
poraces, ooiipanhias e individuos subditos de Sua
Magcslade Brilannica e contra o governo de Sua
Magosiede Hritannira da parte de oorporare, rnm-
paubias, o individuos subditos de Sua Magostado o
Imperador dio Brasil, o estando anda algnmas des-
sas reclamanoes pendentes ou consideradas por nm
ou mitro dos dnus governos como nao decididas, Sua
Magjeslaee o Imperador do Brasil e Sua magostado
a rainhado jReiua Huido da (ir-Brctanha o Irlan-
da, enteudeudo que a decisao de taes reclamarnos
, milito contribuir para a mantilencSo dos Batimen-
tos do amb|ade que suhsistom entro os doirs paiz,
, resolveram entrar em ajustos para esse effeilo por
uieio de una commissao para ew Qm snus pleni-
potenciarios, a saber :
Sua Magcslade o Imperador do Brasil ao Illm. e
Etm.'Sr. Sergio Taixeira de. Macedo, do seu con-
vlbo, seu epviado extraordinario e ministro pleni-
polenriario em disponihilidade, grao-cruz da ordem
da Rosa e da portugueza do f.hrislo, commondador
das ordens 4e S. Gregorio Magno, S. Mauricio eS.
, / Lzaro, e di imperial Anglica Contantiniana de S.
Jorge, memliro da cmara dos depulados, etc. ele
F. Sua Mfgestadn a Rainlia do Reino-l'nido da
Graa-Rretadha c Irlanda ao honrado l'eler r.ainpbcll
Scarlett, companheirn da mnilo honrada ordem do
H.inbo, enviado extraordinario o ministro plenipo-
u-nriario di' Sua Mageslade Brilauuica na rArte. do
Rio do Janciru, etc., or., etc.
< Os quaos. dopnis de se torom reciproramcnle
i iiUiiiiiiiiiimiIo seus plenos poderos, que. foraui adia-
dos em boa ordem e devida forma, concordaran! no
wguinlo:
Art. 1. As altas part contratantes concorda ni
em que todas as rerlamaooos da parle de corpora-
eoes, r.iimp.'iiiliias e individuos subditos de Sua Ma-
gestade o linperador do Brasil contra o govorno de
Siia Mageslade Britannica, e todas as reclamaioes
rila parle de corpararoes, cnmpanliias e individuos
subditos de Sua Magcslade Brilauuica contra o go-
verno de Sua Magesde o Imperador do Itrasil, que
tenhamsidu apreaentadas a qualquer dos dous Ku-
venios para iuterpdr seus ofcios para rom o outro
desde a data da declarara da independencia do im-
perio do Brasil, qiieaiuda nao eslivorem decididas
ou porm consideradas, como anda nao decididas
por qualquer dos dous governos, assim como
quaaaaaar oulras reclaaiaroes que so possam apre-
seular dentro do lempo especificado no art. 3 desta
conroncao, sern siibmellidns a dous commissarios
iioiueados da moneira segurite, a sabi^r: um com-
missariosera nomeado per Sua Magostado o Impe-
rador dji Brasil, e outro por Sua Mageslade Britan-
nica.
Sua Mageslade o Imperador do Brasil c Sua Ma-
geslade Britannica Hornearan respectivamente um
secretario para a eommissio, o qnal ter o direilo
Ue servir delcomnussarin no raso de temporario im-
alimento ou ausencia do commissario do sen go-
' verno, e tambem no caso de mnrle ou definitiva au-
sencia ou impedimento do dito commissario, ou no
raso de deixr este de presUr-se ao exercicio de
suas funocorls, at a nnmearao e posse de um novo
commissario nomeado em lugar do dito commis-
sario.
\o caso de mortc ou definitiva ausencia ou im-
pedimento do commissario de qualquer dos lados,
ou no caso do commissario de qualquer dos lados
donar de preslar-se ao servico, Sua Magostado o
Imperador do Brasil ou Sua Megestade Britannica
uouipara inmediata o respectivamente oulra possoa
para servir de commissario em lugar do preceden
tmenle norpeado.
No caso dj! ser o secretario de qualquer dos la-
dos nomeado commissario effolivo, Sua Mageslade
o Imperador do Brasil ou Sua Magostado Brilauui-
ca Horneara mmediala e respectivamente urna nu-
tra possoa pira servir de secretaria aiu lugar dn se-
.* cretario precedentemente nomeado.
Os commissarios se reunirn no Rio de Janeiro
no periodo conveniente mais breve depoLs que l-
verem sido uomoados, e antes de procodorcm a seus
irabalhos lav|rarao e assignarao una doclaracao so-
lemne, proiktteodn imparcial o cuidadosamente
examinar e decidir segundo oa dictamos da sua ra-
zio, e em informidad com ajustica c equidade,
sem modo, Ipvor, ou affeico a seus p'aizcs, todas as
S reclamacoesique Ibes forem apreseuladas, respecti-
vamente, da, parte dos governos de Sua Magestade
o Imperador do Brasil e Sna Magestade Britannica.
fissa declar^cao ser (aneada as actas de sitas
sossoes.
O secretario de qualquer dos lados, que pela pri-
meira vea f* chamado a servir de commissario,
devora lavrar c assignar urna declaracao semelhan-
le antes de ubtrar em exercicio ; e essa declaracao
_ ser registrada da mesma maneini da precedente*.
Os nimmissarios, antea de prncederem a outros
/ irabalhos, noknearao urna leiceia possoa para ser-
4b- virde arbitro ou louvado em qualquer caso ou casos
cioquo possam divergir de opiniao.
j, So nao puderem concordar na nnmeaco da mes-
ma pessoa, i commissario de cada lado nomear
urna pessoa e em todo e qualquer caso em que os
commiaaarioidivergirem de opiniao na decisao que
I rerem de dar, a sorte decidir [al dessas duas
dos oniiiiinssarins ou do arbitro
do o caso, como nbsoliitniieiili
bre cada reclamaco por ellos ou
a dar plena execuro a taes deci os, seui obj
evasiva ou demora
Arl.3." Todas as roclamacoes
coinmiss denlro de doro un
do sua primoira reuiuo, exci^pti
legarem razes de demora jul;
pela rommissao, oupelo arbitro
do os commissarios divergirom
respdilo o nesse caso a poriodi
recamaciio poder ser prolon;
nao excoria a sois me/es.
Os cuuimissarios por esla cotk-encan licain obri-
eados a celebrar para o oxame
ao menos oilo sossoes em cada
data da sua priuicira reunan .
Irabalhos.
Os commissarios sorao obri
. dos a examinar e
decidir todas as roclamacoes de tw e ttn< anuos
a datar do dia de sua prmeira
por causa do alguma suspeiicao
tdvel de suas sessies os dous
rom mutuamente na prolongar
O arbitro ou louvado ser ob
decisio final em qualquer iv
TERCA I I III % 8 DE 3IAKC O DE 1859.
Por nnno adiantado 1$000.
Porte franco para o subscriptor.
PERNAMBUCO
moeiro, Brejo, Pesqneira, Ingazei-
Boa-Visla, Oiiricnry e Kx as
aUDIENCUS DOS TRIBUHIES DI CAPITAL.
Tribunal dn rommonio: segundas e quintas.
Rclaoan: lonas feiras o saldindos.
Fa/ond.i: quarlas o sabbados as 10 horas.
Juizo doconiniorcio: quimas ao meio dia.
Hilo de orpliaos: tercas o sextas as 10 horas.
Prmeira vara docivel: lonas e sextas ao meio dia.
Segunda vara do civol: quarlas e sabbados ao meio dia.
EPHEMERIDES DO HEZ DE HIRCO.
i l.ua nova as A horase 51 minlos da tarde.
| 1^ uu.uio cnwreute as i horas o 20 minutos da manhia.
18 La cheia as 7 lunas o 26 minutos da larde.
| 2G Ouarlo niinguanlo as 7 horas o 8 minutos da manhia.
l'RKVMAR DE IIOJF..
Primeiro as 7 horas o 12 minutos da manhia.
Segundo as 8 horas o O minutos da larde.
I
OAS 01 SEMANI..
7 Segunda. S. Tlinmaz d'^Aquino b. dout. da igroja.
8 Tena. S. Joo do lieos Fundador dos Religiosos da car.
9 Oii.irlailo Cin/a. S. Franrisra Romana v.; S. Moibodio.
10 Oninla. S. Militan e 30 roiup. lino, S. Iliolon-o ab.
11 Sexta. Ss. Candido o Hoiarlio mm. ; S. Vindiriano b.
12 Saliliailu. S. lirogorio Magno p. doot. da igroja.
13 Domingo. S. Kufazin v. ni.; S. Rodrigo m.; S. Rogerio f. j sua ivraiia piara da Independencia n.v 6 e 8.
ENCIRRE6ID0S DI SUBSCRIPCO NO SUL.
Alagoas, o Sr. l.lamlino Falcan Dias: Rabia, n Sr. Jos
Martina Alvos; Rio do Janeiro, o Sr. JniioP reir Martin..
KM PKRNVMR'CO.
O propriotario do DIARIO Mannel Figneiroa de Faria, na
ri o caso a final, ra dosae oslado pacifico, to necessario a povos que burgo, no corronte auno do 1*3! tein do ser lesolvi-, Fina desses dous casos de vaga na cmara olocti- I) Sr. Srba*tiao de /Ktrda : F.u voto pelo pa- ,|s ,w\n larhisranliu une lem de os nublicar
viveui do rouimercn o da industria, o produ/.irem- das cinco qucslues imporiaiitos : a sabor l.J a dos I va dao-se ainda dnus outros: quando o doputad I recer, e contra n emenda, porque entend quena i,rn',| liberal" '
s, qu s seriam guerras re- i ducados dinaiiiarquo/es ; 2.' a da India ; %.' a da chamado pelo sorv ic publico a urna posico que ] devenios negar a porniissao que se pedio, e ainda
assim romo a do
recamaciio, ser
nomcar una pos-
Rrasil o Sua Ma-
na e Irlanda pela
so guerras instantneas, qu s seriam guerras re- I ducados dinaiiiarquo/.es ; 2
vnlurionarias, favoraveis ao principio do prngresso, America central ; I." a hisp
a urna
piml durante
[losico que i devenios negar a permissao que se pedio, e ain
: a sessiio : vou mais adianto. A folha olficial que publica
t'oni-sc dito, Sr. presidenle, que era da roanpeten-
uano eunipeu, o principio liberal. A Vuslsui re-,
presentara o principio oppnsln. Mas a Austria lem
ludo a temer da faltado eobese dos pavos que .i,
coustituein, dosdosejosde eniancipniiio que se na- ]
nifosljni incessaiilomoule no reino loinbardn-vone-'
inalo conclusa so-'iann, na Hungra o em miiilos outros fragmento.
por elle julgada.c ''aquello imperio; ein quanln que a unriin franro-
/.a nada lem que temer, ulna ve/, que marchara de
harmona o poro n o govn-no, rujo atenasa lh
fci'rao aprosoutadas dir.lar som dnvida eaaa harmona. Lonsoguinlo-
tes, a datar dn dia mente n exilo dessa lula, se he que tal luase der,
no raso de so al nao pode sor duvidoso. V Cansa da lilierdade ga-
idas satisfactorias i libar miiilo, nao s na Italia, cnm om toda a
Europa, sem excluir o propro imperio aus-
traco.
Km rio amoaea o governo de Vienn.n com n inv io-
lahilidade dosse snela aaneforaai dos tratados de
18L>, di/.oudo que, se nina guerra nu um cnugresso
diplonialieo viossom hnjodeslrui-lo, nao s periga-
riam suas pussessies Lilianas, mas lanihoin ns ter-
ritorios da Saboia o da amiga repblica de Genova
para a Sardenli.i, perigariumasprovincias rhenaOM o
una parle da l.usacia para a l'russia, as margeos
INTERIOR.
tan, para servico extraordinario, onlendeu devet Nao se dove negar a permissao do lomar assenln- ,... ,.-,....._,. ,,,. .,,, ...n.s j. L, ,,, r,|.,,
aprovei.ar o sen mereeimenlo. Quanta ao segn- : montos paro pulnTaar. porque qualquer jornal p- J, j? ,' ?m o |V ,Tn h ,?i smo ve, '^
do.soilran, os eloilor.;s o castigo de loro,,, dado | de indepi-nd-nle do lironra, de qnom quer que se-
nil louvado quen-
as npinio a esle
para aprsenla r a
do por lempo que
las roclarlamaces
nez, a enineoar da
t an fina de seus
para oiegerem um s dopu
i riloriu do Imperio em dislrictns mais vastos com i
cena 41W uleilores, o Fosea
eaao, cepcio se
mprerista einari-
vernos concorda-
do lempo.
igado a dar a sua
lamaciii dentro de
do Rheno para uniros principes allomaos, porigaria I "'" V,""P1' ,'l,'lUral *>
a Polnuia para a Russin, as ilbas innias para Ingla- '""S?!??1 ? **">"
trra, etc. ele, visto como todas oslas adiudiracos "'s1'" modo "s "ntereaaci
PERNAMBUCO.
se li/.oram, dn niosuio modo que a da l.oiuhardia,
naquelle para senipre famoso enugressxi de Vicnria.
K una van amoaea, repetimos, porque ns tratados
de 1815 j sao boje letra mora o caducada noespi-i
s collectivos nao ficaro
de corlo desallondidos ; poja, quando mesmo 0 es-
pirito local predoininasse as novas divisos eloi-
toraes, sembr haveria largue/a esa que podossem
ser alieiidido. os caudiiLilos recnmnioudavcis pelo
ntendiTom os cono.
rossari um perin-:
3u,H/.e diasdadalaem que a recia naciui fdr suhinelli-
a 4 sua cousideracao, a menos
nissarios que absiilulamenle u
do mais extenso.
Os commissarios ou arbitro u louvado. se ellos
nao puderem ehogar a um acorvo, serio os compe-
teiitos para decidir em cada cas se a redamaran foi
ou nao devidamenle feila ou presentada n sen
todo ou em alguma de suas p tes, e quol dolas
segundn o verdadeim espiriln e llin desta con-
vencao.
Art. 4." Todas as seminas qi e forem concedidas
pelos roinmissarios, ou polo rbitro ou lomado
por conla de qualquer reclam cao, sern pasas'
por aquello dns dous guvernn: 'a quom ri.inpelir'
ao outro denlro de dozo mozos depois da data da
decisao. som juros e seindeduc ao alguma, salva a
que vai especilicada no art. 6."
Art. 5." As alias parles con rolantes prnnietlem
considerar o resultado das con cencas desta coni-
misiuo como pleno, porfeiio a definitivo ajuste de
todas as ro -lamamos coilra oa a um dos dous go-
vernos, que lenbam por orige i qualquer transa, -
cao de dala anterior a troca da ralifica-oes da pre-
sente convenci, promeltem mais considerar e
tratar desde a rourlusan dos li ibalhos da commis-
sao como decididas e elimini ias. e de culi por
aliante inailiuissiveis, todas e
clamacoes, uer tenham, quer
conlieriniHiilo, feilas, aprerse
mesma rommissao.
Art. 6." Os commissarios o r
com a assisteucia dos sectetari
do registro o actas corroelas,
seus Irahelhos, rom as rsped
rao um escripliirarin, so fr noilessnrio, para o
dar un expediente dos negocio
presenca.
ada um dns govonns pagan'
rilo do todos os soberanos da Kuropa escriplo so- I sc". morecimenlu, pelos smis aervieos do ordem s-
mente n da Austria, e romprehendido mesmo o da Rmor- Pelos M serviros causa publica. Alm
lln.sia. de que, em um rorpn eleitoral de 300 a 400 oleilo-
Mnaqner dessas ro-
te, sido levadas ao
ludas ou expostas
arbitro ou louvado,
s, tao um aecura-
ou nota de iodos os
'as dala., a nomoa-
aj lo-
que vierem a sua
ao seu commissario
liMWOjj, ou 675 i
mesma para ambos

um ordenado que nao exi-eda
por anuo, o ruja ..omina ser
os governos.
Cada governo pagar ao seu tecrelario, como or-
denado, iimasoiiiuia que nao i
337 o dez sliillings por nnin
sempre a mesma para cada gn
O secretario de qualquer d
servir como commissario. roriber o inesmn orde-
nado animal que receber ,,........li.sano, lanlo en-
leudidd que cessa diiranle osso lempo o seu ordena-
do de secretario.
O ordenado do arbitro ou le
tnerrado animalmente por usa
commissario, paga po'rui ni
em que liver sido euprugad
0 ordenado do esi-riplurari
meado, nao exceder de i
auno.
Todas as despezas da eonl
contingenles, senm pagas por
roual doducrao frita as son,
pelos commissarios, ou polo
segundo o caso, com lauto q ..
exceda de nuco por cenlo d sommas mandadas
pagar.
Se houver delicil, ser elle
governos.
Art. V." Aprsente conven
S. M. o imperador do Brasil e
ratiflcacos aette trocadas em
que possa ser, dentro de seis
data.
Km f do que os respecti
a assignaram, e Ihe puzeram los sellos do sa's ar-
mas. r
Feila no Rio do Janeiro, a
do auno do nasciinenlo de
i.hristo de mil oilo ceios e ri
Sergio Teizeira de Marido.
Scarlett.
E sendo-nos prsenlo a n
teor lira cima inserido, c b< n vislo, considerado o
examinado por nos ludo ne nella se conlm a
apprnvamos, ralilicamos e i uillrmamos, assim no
todo como em rada um de s ns arligos e ostipula-
coes, e pela prate a dam
para produzr o sen devid
om f e palavra imperial ob
violavelmeulo, a fazo-la ci
qualquer modo que possa si
Km tesleiuunho e firmeza
aada de 3:0009, u
e es.a semina sen
em.
lados em quanln
vado ser o mesmo
.onveui-ao para rada
propon-ao dntempo
, so livor rio ser nn-
ItMI, ou 22o < por
missan, inrlnindo as
neio de nina prupor-
uas mandadas pagar
arbitro ou louvado,
n essa deduccan nao
supprido pelos dous
ao ser ratificada por
S. M. britnica, o as
.oudres o mais brev
iez.es contados da sua
os plenipotenciarios
s dous dias de juuho
Nosso Soulior Jesus
roonlao oilo.(L. S.)
-,\..S.tP.Vampbe
sma convenrao, rujo
Com eHeilo a Careta de S. felenburge insoria,
ha poneos dias, um untabilissimn artigo, no qual
so coulesla aos aiislriacos o direilo de perpelua-
rem-se ua Italia, que lies se altribuoin em virtu-
de dos tratados.
Os tratados, di/, a liazeta rnssa, nao sao seno
a expressao definida uas rirrumsiaiirias em um
s momento dado: para fa/c-los durar deven os
gocemos inodilica-los de voz em quando, no sen-
.. lid das Mandangas pottttcas aaanviadaa desdo o
iliaom que >e |niiarani. y
F.ste artigo publicado om S. Pelershnrgn, cm pre-
se uca e cnm cuseHliiiienl doiiin gnvorn. que
lulutrbllio mais que iienhiim nutro a eslalicleror, a
sustentar, a perpetuar ns tratados do 1815, trans-
formando o direilo poltico, que fuiidar.ini, em urna
especio de direilo divinn, produzio profunda sensa-
co na Kuropa. o boje a medida do grande prn-
gresso social que invade as mais elevadas ro.gioes,
e da iiatuie/.a e tendencias, alia,nenie lisongeiras,
da irise actual.
Pelo que di/, respoilo Franca, que interesa* po-
de lar ella em conservar ou perpetuar os tratados rio
1815 y
.Nao lhe seria mais conveniente di-slrui-losr
E aproada Austria ? Nao jpropox ella tambem,
om l!S8, quando a nocessiiladi; do meio a issoa o-
brigou.no propo/. ella a separaco administrativa
do reiuo lombardo-vene/iiiiio, a i vacuac.io dossol-
dadoseempregadnsauslriacns e um govorno cons-
llucional, slo : a quasi emancipacao completa da
Italia austraca, o a conseguiile ahliiu o destrui-
cao da obra diplomtica de Venna, do direilo pu-
blico fundado pela Santa Allanca, dos tratados de
181.).
Pota exactamente esla mesma propnsta aus-
traca de 1818, que seguud se assegura, a Ingla-
terra lhe intima que renov, ou que a considere
como vigente o ate retirad ,.
V-se pois, que cliegou por fin o momento de fa-
zor emi tiras os tratados de 1815, comacando pela
emancipacao da Italia, emancipacao que' tuda a Ku-
ropa desoja, iiicliiindo mesmo n Russia.
A Italia deseja lular por sua liberdade, e larde ou
codo o fani.
A Franca nao pode sor passivo c mudo exporta-
dor desta lula, na qual a Italia, abandonada a si
luesma, pedera talve/., por fulla da unidade, suc-
ruuilur ao peso das armas austracas: e a Austria
triuinphanle na Italia seria uuia anteara c um pan-
go para o Franca.
ain
pessoas ser
s por linno e valiosa,
Masito; prometiendo
erva-la e ruuipri-la in-
ci ruprr e observar por
r.
In que, fizeraos passar
a presente caria por nos ai lignaria, passada com o
sello grande as armas do mperio, e" referendada
polo nosso miuislro e secr lario de estado abaixo
assignado.
Dada no palacio do Rio ( Janeiro, aos 7 dias do
mez de juuho do anno do n. sciuionio de Nosso Se-
nhor Jasus f.hisio de 1858. f-L. S.1-Pf.iiro, impe-
rador, com guarda.-ViaeopoV de larangvapr.
'"* auiiu uo II, scimeolo i
stode1858.ML. S.J]
arda. Vinolde de.Mar
XTEilioT
PariK, HOdejai elro ale 185.
A questio de paz ou de
preoceupar seriamente os
governos europeos. Em q
agilam com a esperauca i
sua liberdade e bem-stai
cao gcral, os segundos i
o arbitro ou louvado para aquello caso menos assusladoras, o faz
em partcula
A pessoa assim designada para arbitro ou loma-
do, ames de funecionar como tal om qualquer caso,
devora lavrai e assignar urna declararn solemne
om forma seimelhaute aquella que deveinlavrar o
assignar os 'ommissarios, o esta deeiararao ser
iguabneate o gislruda no Uv ro das actas.
No caso da morte, ausencia ou impedimento des-
sa pessoa, on no caso de demittir-:
ou cessarde preslar-se ao serv ,.
vado,uma oulVa pessoa ser nomos
cripta, para empregar-se como
em lugar da precedentemente
e asngoar irpia declaracao solemne como aja men-
cionada
protestos de seu amor i p
;uerra contina ainda a
spiritos dos povos e dos
auto que os primeiros se
obter vaulagens, para
de uma nova oomino-
locara-sc olas mais ou
m, com os mnis ardenlcs
r- x, grandes armamentos ,
grandes preparativos deiuorra
O governo imperial de 'janea den nrdem, nesles
dias, i autoridade marit ma de Toulou, para que
trate de armar immedul mente e sem descanco
dous vasos
V actual dj iiiu.isti.-i franceza, de origom italiana,
la a Italia ; ve, alm dissn, illiseu inleresso, sua
prmeira e mais natural allianca. Por conseguate
pode, quer e deve socoorrer n'ltalin. O consorcio
que acaba do realisar-se entre o principe Napoleo
- a pnnce7a Clotilde de Saboia, filha do rei de Sar-
denha, urna nova garanta d'esla allianca, e como
tal leiu sido considerado na corte de Tiiriii c em to-
da Kuropa Um oxercilo francez de observaco
vai poslar-se no Var, promplo a embarcar-so pri-
moira voz emanada de Pars para voar em soccorro
da Italia immediatamonte que o tolegrapho avisare
primeiro aclo de aggressio austraca contra o Pie-
monle.
A Italia nao dorme ; a agitaco o a propaganda
liberal ganham alli um terreno' imiueuso cada dia.
A Franca, pois, v-se boje nbrigada a desempeuliar
um papel revolucionario, e lhe j agora iiupossi-
vel declinar de si esse papel ante a Kuropa, ante o
mundo.
As situaces se vo delinindo. O que aniiunciamns
ha poneos mezes vai leudo j um principio de rea-
lisacan nao deixar de complelac-se al o llm. A
priineira allianca do pavo central )a Franca) com
a Italia ; a segunda ser com a Ffespanha*: a assi-
inilaeo do norte i ir depois ; a Inglaterra e a Alle-
manha occiiparain respeclivamonlo o quarto e a
quinto lugar que so lem assignaladn na ordem de
assiiiiilac.i.. social das cim grandes uarioualidados
que consliluom a Kuropa oreidonlal.
Como se v, nos dainos niuilnmaior importancia
social allianca franco-italiana do que a essa oulra
allianca, meramente poltica c eventual, que sur-
gi entre a Franca e a lira-Bretanha em razio da
guerra do Oriente.
I.onge, bem longo de romhater essa allianca, que
sempre temos sustentado e sustentaremos como ne-
cessana paz da Kuropa, e ao urogresso das ames,
so consignamos aqu o fado de que esla nova pila-
se, que boje aprsenla a cris europea, he muito
mais social, mais profunda, mais philosophica, mais
transcendente que as anteriores; porque tende a
estabclecer a solidariedade e a unidade da rara la-
tina, que o foco e ao mesmo lempo a base da* civi-
lisai-ao moderna, lano no amigo como no Novo-
M nado.
A mprensa lem pedido que se recorra appli-
cauio do principio moderador de arbitragem pro-
poslo no protocolo de 14 de abril de 1850 o consig-
nado no Tratado dn Paris a diplomacia ante..
da guerra convocando para isso um novo con-
gresso eiiropcu, que os jomaos allemes quercm
que se celebre em Londres e nao em Paris, no in-
tuito de tazer que a Franca perca o terreno e a in-
fluencia que adquiri no ultimo t'.ongresso. A Aus-
tria, porem, replica dizendn que nao quer qne as
,potencias esirangeira. se invnlvam nos assumplos
nlerinres de seus K.lados, snbmetlendo assim al
corto ponto cousideracao da Kuropa a indepen-
dencia e a iutegridade do imperio austraco. Islo
quer dizer, em puncas palavras, que a Austria de-
lte)l> perpetuar o utalu ovo. Mas engana-se. porque
flatu i/iiona Italia hojeimpossivel 1 S alguma
loura tentativa mazziniana pmleria favorerer a
Austria na aclualidade. F.' de esperar, todava, que
scssenla e dous vasos tt guerra, a inaior parte
dellesnosde linha, bsi> es, escunas, canhonei- .,
ras e bateras flurtuanb s. os quaos devem estar I Pfl,r,olas italianos nao serao tao insensatos que
Art. S." Os ^ommissarios procedero immediata-
mente ao exatoe das reclamares que forem levadas
ao seu conhileimento.
Examinarn a deeidirao de taes reelamaedes na
ordem e da ipaueira que jdlgarem apropriada, mas
nicamente segundo as proras e informaces que
lhes forem tabicadas pelos respectivos governos ou
om nomo delles.
substancias ou iugrcdU
plvora encarecem cons
dos ; e os inglezes, que
confortable, tiveram a
las da Extremadura, p
seus soldados.
E' que o famoso then iSi r pauem para 6e-
quaes pedio o *iiout, e at o exterminio !'! Estes
meios servem naturalmente para exasperar e ar-
ruinar ainda mais a causa perdida da Austria. Tam-
bem se loniam esses desalalos pelo grito impolen-
te da raiva.
ites pan a fabricar da
deraveluiiuio nos merca-
preferoiu antes de ludo o
revisan e prover-se de
ra que n."n. falle abrigo aos
Esta potencia lisonga-se boje algum tanto com
a esperauca de que, na eventualidade, de uma
Im-ido uma commo a appllcaco porque per-1 guerra, poderi coutar, se nao cnm o apoio da In-
mute aos governos de levar por dian.ee parallelas glalerra, apoio que contra a Italia c impossivel, ao
as gestos diplomalicaslc as disposicCus bellicosas. menos com o sna neutralidade, decidas s affeices
Serao obligados a receber e examinar todos os E isto cabalmente o qle esl acontcrndo hoje na I philo-tudescas do conde Derby. Mas, se estallar a
documentos qscriplos ou impressos, ou informaces Europa. guerra, o conde Derby seria logo substituido por
que lhes lorern aprasentadas pelos respectivos go- : Do mais, sla crise, q le nao oulra cousa mais loru" Palmerston, ou por oulro que tosse contrario 6
vernos, ou em seu nome, em sustenlaro ou Impug- | do que uma de tantas ihases da grand- revoluco Austria. MaiS; fcil seria obter a neutralidade da
nacao de qualquer reclamaco, c a ouvirem, se isso social eurupa, eslava revista hn algim lempo. | Prussia, qual a Franca pedera garantir, se fosse
fr rcquendoi uma nessoa de qualquer dos lados por Se haveri ou nao gue 'a nao o sabeni hje nem os' necessario, a conservado, por sua parle, das uro-
parle de qualquer dos governos como seu advogdo proprios governos que loriara de sustenta- a lula a I vincias rhenanas, livres de toda a liostilidade fran-
ou agente en) cada reclamaco separada. qual est dependente a circuinsiancios tarrea for- ceza.
Nao pdenlo os dous commissarios achar-se de tuitas e em todo o ci s imprevistas. Ja lisemos I E'claro por tanto que o isolamento da Austria
aecordo em alguma reclamaco, recorrern ao ar- i 1ue estado normal lo Occidente apa/.; mas i tornara essa guerra de pouca duraco
miro ou louyado que tiverem nomeado, ou que a'. ue uso- ou antes i buso da violencia em a' presta a deplnravel circirns-l Moldavia um grande triiimpho para apoltica
armadas n aos denles, se- franceza unitaria nos principados e oulra derrota
ceza, todos as potencias et- i para" a Austria,
nar uma alteraco passagei- > Segundo a Abelha do Xorle, diario de S. Peters-
--------------- -J- -- ^-I -i lll i l II BMU, UU
sorte designar ; e esse arbitro ou louvado, depois i povos, abuso a que se
de tor examinado as pravas a favor e contra a re-1 tancia de acharem-se
clamaco, e de ter ouvido, sendo requerido uma i gundo a expressao fra
pessoa de qualquer dos lados, e de ter conferencia- I ropas, poder occasi
es, ii. interosses legilimos das localidades, os in-
ten'ssas nicos que devem ser representados, se-
riara de corlo allendidos, mas nao asmposiees da
prepotencia ; ampliado o circulo, esses dominado-
ros quedan o diploma de depulado romo primeiro
amato aos seus filhiuhos ou alilhados, nao podn-
ram osteiulor a sua iiifluenra a toda a povuaco do
circulo, dallarte de assomlirar os amigos do sys-
toma ropresentaliviiroin us escndalos de uma oli-
garchia, que ropiigna dignidade do carcter na-
cional.
Adoptado esse principio do alargamenlo dos cr-
culos, nutras grandes vaulagens podem olher-se.
K evidente qu mesmo para as necossidades admi-
nistrativas do Imperio, as nossas actuaos provin-
cias nao podem subsistir rom suas immoiisas ex-
lonsoes : a necessidade de estudar o territorio dol-
as para s'ubdividi-las tao evidente, que por toda
.a parle suigem projectos de crcaco de novas pro-
vincias, e por diversas vo/.es uma justa aspiradlo a
destar.arem-se do uma capital remota que as os-
quece, lem-se nianifoslado-na piipulaco das extre-
midades de algnmas provincias.
Kssas iiianifeslaces, OS poderes do l-'..lado tem-
as adiado, mas lite ropellido; e dia vira om que
nao haveri pretexto nem motivo para o adiaman-
to. I.eiiibreino-uos do que occorroii qunelo as duas
comarcas do Snl d> Minas, as do Sapucahy e dn
Rio-Verde, allegando a distancia em que estavam
de Ouro-Prelo, o descuido om que jaziam as suas
estradas, as suas escolas, a par da acollada renda
de suas oolleclnrias, podiram que se creaste com
ellas cuma parte do territorio de. S. Paulo uma no-
va provincia.
Allegou-se, nao que nao tinliam razan im que pre-
tendan!, mas que as circunislaucias poruiiiarias do
momento nao consentan] onerar ns cofres pblicos
com as despe/as da rrearo de uma nova adminis-
Iraco provincial ; adiou-su pois o atlender a essa
necessidade, ao uiosnio lempo porm deu-so igual
esperauca do sor allendidos os votos uiuil.is vezes
inanifesladns pola comarco de ParacaUi ; allou-se
na noeessidade de formar no territorio de Minas,
nio M i ao municipio de Campos da provincia do Rio
de Janeiro, uma nova provincia ; em Minina, "c-
niearam-so no paiz as esperancaa de subdivisoes
admiuisiratias, para com ellas consolar u applacar
as impaciencias.
Ora, a dlvisodo territorio em vastes circuios de
300 a (til) eleilores, detormiiiada com o convenien-
te estado, em que so agSteguem as localidades de
intcrcsses homogeneps, de industrias anlogas, de
idnticas noces.dados, um grande preparo para
esse futuro trabalho da divisan administrativa do
Imperio ; habililar-nos-ha romo ensato para nao
termos de proceder a esm no dia em que fr ne-
eessario r lentamente satisfazendo a essa necessi-
dade da administrarn, a ossa aspirarn do povo.
Desde que um circulo mais vasto, um corpo elei-
toral mais numeroso eleger ns depulados, rossar
de existir um dos mais graves inconvenientes da
aclualidade.
O depulado do circulo, qual o temos, 6 o procu-
rador necessario dos interosses individuaos da in-
fluencia ou dos iiiiluonoias ,|0 ini, rieram o diplo-
ma, o seu carcter de representante da nacao su-
bordina-so ao de procurador departes, de solicita-
dor peranle os ministros n as commisses ; a espa-
da do 11.-, umcls da reeleico o traz cm permanente
dependencia.
Com a reforma que. proponaos. depulado eman-
cipa-so dessa vossallagem ; siria elle com patrio-
tismo a nnbroza os interosses collectivos do paiz ; .
o seu dever, eociimprimcnto desse dever ser-lhe-
ha ttulo de rccoiiiinondiico.
A par dessa vantagem Oulra ainda appan-co.
Com os oralos que temos estabeleceu-se a re-
gra dn collegio nico e da volarn por manira ab-
soluta. Infelizmente a popuiarao do imperio est
tao dissiminada, que muflas ve/.os para poder or-
ganisar n circulo tova de reunir-se freguezias, mu-
nicipios assaz dislanles ; em um paiz sem estradas,
sem commodos do viaco, onde niuilas vo/.es ros
sem ponto, avoliimaudo as suas aguas na cheia
prnduzida por alguma chara embaracauo transito,
comprohende-so que sninina de iiicnmmodos, de
sacrificios vem pesar sobre o oleitor que tam de ir,
o lnngas leguas de distancia do seu domilio, excr-
cor o son direilo poliliro.
Fcil conceber os inconvenientes que dahi re-
sultarte.
Desde, porm, que os circuios forem mais am-
pios, devoran admillir mais de um collegio, agru-
pando-so em rada um delles os eleitores das fregue-
zias mais prximas, que por isso se possam reunir,
sem nutro iucommodo mais do queaperda de un
dia para exercer o seu direito poltico. Nem se
considere 4 pouca monta essa vantagem i se con-
iiiiuai em as cousas como esto, veremos em breve
umitas eleilores deixarem de comparecer nos col-
legios, militas cdaitos honeslns repcllirem de si o
cargo lo importante de eleiior. comprado por tan-
to iucommodo ; retirando-se estes, deixar-se entra-
da para cidadns menos dignos, que procurassem
aiguma rompensaco interesseira aos incommodos
e sacrificios impostes ao exercicio do direito eleito-
ral, e por Um o descrdito o a ruina do systema,
passandn os cidadns, que ainda boje considerara
honra appoterivel a de sor eleiior, a ennstdera-la
sanaran oneroso, como foi nutr'oraodr juiz de paz
como hoje o de jurado.
Com a div s do circulo em collegios, desoppa-
rerondo a necessidade e a possiblidado das moiori-
dades absolutas, ressaram esses escandalosos ajus-
tes do candidatos, cedoudo-se reciprocamente os
cu eleilores, para formaron essa matara ; cessa-
ram essas breganhas, a anda melhor ressaram
ellas com a suppresso da eleico dos supplenles.
Por urna anomala que, se lin explicaro as
circunstancias territoriaes do Brasil, e na ditllcul-
dade de suas communicares, nao tem defeza nem
justificarn alguma, adrallio-sc antee mis, os eti-
l ie nos, n cu rijo de supploule di- depulado. Pela
legisJaco amiga, o supplenle de deputadn era a-
quellc que hayia sido vencido na eleico, e que li-
cava com direito de substituir-so ao vencedor cm
todas as suas vagas. Pela legislaco modenia quiz
ovilar-sc esse absurdo, c mandou-se eleger o sup-
plenle.
O que dahi aconteca? Todo o cdadio quetinha
algum amor proprio.olguma consciencia do seu va-
lor apresenlava-se candidato ao diploma, ncuhum
ttnha a modesta resignacao de apresentar-sc candi-
dato a supplcncia. Ficavam. pois. as supplencias
menos nu caso de ajustes e breganhas do candidatos
dadas como primeiro degro da escada a mocos des-
conhecidos, sobrinhos, etc.
Com os circuios quaos os propomos podem se
extinguir os suppleules desapparecetido a necessi-
dade delles : o candidato que obtem a hunra, por
elle com tanto estan;o solicitada, de ser escolliido.
so dnixa do desempenhar os deveres que contralle
nos casos de morte ou de entrada no senado. Nos-
sas occasioes pedem covocar-se de novo os colle-
gios do circu, que facam nina nova eleico : nao
e isso iucoiiimiido ; pnis, como dissemos, os colle-
gios devem ser divididos de modo que < eleiior nao
faca sacrificio nenhum quando lem de a ella com-
parecer.
1SSEIBLEI LEGISLATIVA PROVINCIAL.
SF.Ssio oiu.isvuu EM 5 DE JIIRO 1IF iarl9.
'residencia do Sr. llardo de Camaragibe.
(Concluso.)
0 Sr. Fpainiimnda< :Sr. presidente, en oppr
voo parecer ; mas ped o palavra para aproseiilar
urna le,ulo-auca que me apparecou cnm a Iciira do
mesmo parecer, i
i-. '"I" n. .j .' | c o nranrda publicidade unicaraenle, qne moveu
IjnSr. I,eputd., : K por isso que requero- a potiiMonaria a reqoror assembla tal co,,-s.o.
iapp
que couccdoiidn-.o a licenca
O Sr. Sebaslutade l.orerda I'.u areito o aparte
do nobre depulado, muito mais quando me recor-
d dn que ha ponen dsse em resposla a oulro Sr.
deputadn.
Mas, como ia di/.ondn, o jornal pode fazer a pu
blcaco canta qu/er ; nao lem a menor ohrigaco
de atlender a cousa alguma, a nao ser dignidade
da casa.
Mas, digo cu, esto sociedade manda o sen ein-
para que esse jornal, ou qualquer nutro,possa mandar PrpR'"10 apanhar discursos ; na galera nao ha com-
que saia a
aqu nsseus emprogados lomarosnosaas discursos,
ns depulados lamben liquein com direilo que
tm, de corrigi-los, assim romo corrgelo os que vo
para a outrn go/.elo. Ku aupponho que os proprie-
tarns desse jornal lian so opporo a isso; mas
uma vez que se procura que esta concessn soja fei-
la por um aclo solemne da assombla, (que no aten
entender poda ser taita pela mesa, independenie
da Totano da casa.) enlendo que nao lia ineonve- | ''<"'""al" com a casa,
iiieute algum nm so doixar escriplo no parecer, que ,."r. "I"1''- P"'n,
nao perdemos oradores o dimito do corrigir os
seus discursos, uma vai que nao domurcm essa cor-
roern mais do duas ou Iros horas.
l'mSr. Depulado :O prazo non so pode lixar.
O Sr. Epamiihondas: Pde-so ; priiicipalmeiile
porque nao se rorrgoni torios os discursos, o enlo
aquellos.que procurarciu fazer essa corroecn, extar-
ror-so-ho para fazo-la no menor pra/.n possivol.
O Sr. Duarte :flns inous, bosta que si
soiiinia no Liberal: nao quero mais.
phos nao pdem arompauhar o disrurso, romo
pronunciado, o al nem lodos teta o don, de fallar
com a devida mrrrrro, om que se esi-revc, e oli-
ln piibloados os discursos sem que sejam corre-
los por seus autores, e sendo essa enrrecro feila
por qiiciu nao assistio aos trabalhns; sin por pes-
soas que nao esuio bem compenetradas do pensa-
mento do orador, podo dar-se invente as ideas
desle...
Um Sr. Dtpatado :. apresentar-se conlradic-
rnn entro os dous jomaos.
O .S'r. Epnminondus:sim, si'nhor, o nao s nos
jumaos entro s, msale desarraigo nos palavras,
as ideas o as inteucos do orador.
Limito-iun slo.salguem siv appoMr minho
idea, o en achar conveniente, rotarcann ns meas
argumentos : mandil mesa urna emenda inste sen-
tido.
L-se a segrale emenda :
Emenda concluso do parecer.
Comanlo que os depulados, que quizerem, pos-
sam corrigir os seus discursos, uma vez que nao de-
moren) a correcciio por mais lempo nue troz horas.
S. K.Epaminoiidat de Mello.
Apniana, entra em discusso.
O Sr. Augusto de Oliceira: Sr. presidente,
teucionn volar pelo parecer o contra a emenda :
porque nao me parece razoavel a idea do nobre de-
pulado, que me precedeu. praxe cstabolccida em
lodos os parlamentos, o dar-se entrada e lugar enn-
veniente aos lachigraphos ou representantes das
ditrerenles folhas pblicas, para que possam turnar
lodos os apnntaiueutos que careraiu para os jomaos,
de cuja rodaco esto eucarregdos. No Rio de Ja-
neiro, V. Exc. sabe perfeitamenta que uo recinto
da ramaradosseuhores depulados e no sonado lem
entrada os lachigraphos do lodas as folhas pblicas.
U Sr. Unto: E na Babia tambem.
O Si: Augusto de Olive.ira: A. idea de censura
ou esse direito de eorreceo de que falln o nobre
deputadn, da parte dns oradores, sobre a publicarn
dns discursns no jornal, para que se pede o favor'de
que. nos oceupamos, nao a julgo iecessaria.
modos para que elle all estoja, e por isso pedo um
lugar aqu, n o parecer concede ossa permUun
O nobre depulado queme precedeu aponluu o
einplodos parlamentos, sini.sunhnres, nao o con-
testo, n niiiguein deseja mais a publicidade do qui-
en ; mas nieto que seria conveniente quo este em-
pregad nao esUveaae om muan com os outros
mpregados, querdacasa, quer da folha que lem
, ha de entrar osle emnre-
gado?...
I'm Sr. Depulado .Polas portas.
O Sr. Sebastiim de Earerda ; Naturalmente.
mas ha de ser pela porta por onde entrara os outros
emprogados da casa.
Ora, osle tachigrapho nn lem devores a cum-
prir para comnosco. Pergunto, uma pessoa neslas
ciicumstanc.ias pode presenciar cortos discursea
ah caite as galeras, em que ellos pdem niuilo
bem lomaros discursos que se preferirem ; bem
como a iranscripcn.
O .S'r. Sebasiiao de Ijietrda. Se as condir,'-.
forem muito nnerosas, ellcs nao se sugortarn a
isso.
0 Sr. Fpiiminondat :_Sr. presidente," eu nao
pos. comprehender como os nobres depulados se
muslram too amigos da liberdade da iniprensa. da
publicidade, e nn querem roslricco alguma nesla
parle, o ao mesmo tempe, npgam* a liberdade ou
direilo que lem o aillo, de corrigir a sua obra. Os
nobres depulados,querem que uma folha descrea
m meo uome, e cm seos nnmes o que qui/or ; o
nao querem que eu e os dos nobres depulados cnuser-
voaos o direilo de Barracas. Assim romo o autor,
ou autores do uma correspondencia, de umcnmmn-
nicado. de um aniiuncln, de uma obra qualqun,
tem o direilo do corrigir esse trabalho ; em com-
pensacio da oonrosso que se nos pede, nodemns
impura condicao, un restriooi.es rasnaveis e justas.
Os nebros depulados querem toda a liberdade para
a imprensa, mas nao querem respoiior o direilo
que o autor lem de rorrgir o prodiieta de sua in-
telligenrja, a sua obra. Desde que se pode a nan-
ceaste o si' a faz existe um contrato -. elles nn po-
den enlrar nesta casa, as galenas mesmo em cer-
tns casos so .icomuiisso de polica
^ranVn'ie'''nrder^,^.d. """ "" ""'^
nao qni/er.
> se restrin-
desia bancada.
A reviste dos discursos s deve ser imposta a fo-
lha estipendiada pela asseinbla, aquella que en-
e-irrogada de publicar os Irabalhos da rasa por um
estipendio, a qual por isso se considera folha olli-
cial. Se por ventura esta folha quo requereu, der
inexacto n apandado dos nossos discursos, lem os
oradores direilo do reclamar, e mesmo protestar
conlra laos ineuetidoes, e dahi s vira para ella
descrdito, ejamis oque publicar poder merecer
criterio algum. Uma folha que publicar extrac- .
tos inexactos ou no sentido nicamente de suas, tomar os Irabalhos desla casa : eu disse-lhe que
llloaS Illllifir.lS Afftn fnll.a .:.., n, !'! n.U.._:^ nu. n..n.:. ^ --,.-_________.._:... -_......._
nao lem devores a rumprir, sea sda civilidade,
nao deve gozar das mesmas vantagens dos empro-
gados, que tma devores e obligamos para com a
caja..
I'm Sr. Depulado:Aqu vem mnitas pessoas de
fra 1
O Sr. Sebasliio de Lacerda : Vem pessoas que
nos procurara ; mas essas pessoas nao sao um ter-
eoiro, que nao empregado, nem Tem fallar com
nenhum de nos.
Acho nisto inconveniente, muito mais quando I ni
sabido que j aqu se den o fado de um l.ichigra- X BU*r P**** es.rauhas. que no sao de
plio, sendo aqu ariinillirin por mero favor da rasa
OU do nipressor dos Irabalhos, ser l fra sabidas
algnmas musas que aqu particularmente se pn.sa-
vain.o al mesmo creta que algnmas cousas se dase
no Liberal, nesle sentido...
I'm Sr. Depulado ; E nao Seria algum depulado
que lizesso lies revelamos ?
O .Sr. Sehasiiao de Lacerda : possivol, mas eu
creta que nao, e musmo por dignidade dos nossos
collosas, naupusso allribuir seno a um extrauho
factos desta ordem.
Mas enilim o que sei, que taes particularidades
orara publicadas, som nos sbennos com. Acho,
pois conveniente, qUe se Jsso a esse empregadu
um lugar, mas nao dentro dn recinto da asscmbla ;
pode d.ir-se-lhe na galena, collocar-se nella uma
mesa, o ello ter -ntrada pela porta exterior...
I'm Sr. Depuiado : -Isso perlence commsso
de polica.
II Sr. Sehaslio de Lacerda: Era essa minAa
npinio, mas estando boje o negocio uo dominio da
casa, nn pudo doixar de emiltir astas ideas...
0 Sr. Ciiimnriies :Ento tambem nao devem ter
entrada oulras pessoas.
0 Sr. Sebasiiao de Lacerda : Sao as mullios
ida-s; d-se-lhe lugar, mas fra do recinto da casa,
o leuha entrada pelas portas exteriores.
O Sr. I'ereira de ttrito:Nao devolveu seu dis-
curso.
0 Sr. N. Portella (1* secretario) :Sr. presiden-
te, duns palavras sobre esta questo : exporei o
que se lem passado acerca delta, e din-i os moti-
vos em que a copimisso se baseou para apresen-
lar o parecer.
Ha dnus dias, um dos dignos memhros desta ca-
sa, enleiidou-se comigo, e perguntou-me se caba
em minhasaitrihuices conceder ingross a um ta-
chigrapho encarrogado pela sociedade Liberal para
ideas polticas, essa folha nao merecer criterio.
Ciuisogiiintomente eu entendo que V. Exc. tiiiha
direilo indcpendenlemcnte do consultar a ass<>m-
blea, do marcar o lugar onde o representante desta
folha, nu de nutra qualquer possa Inmar lodos oa
apiiutamentos de que precisar para o publicocn
das diamante* desta rasa.
Enlendo que nisto nao ha seno o inleresso da
mamr publicidade dos trabalhos deslacasa.com o
quo lucramos nos e o publico. Logo, a idea do Sr.
depuLido, nao vai seno dilcultar ossa vantagem,
vantagem da assombla e da impreusa.
O Liberal nao ha de fazer mais do que publicar
nm extracto como fazcm no Rio de Janeiro, as fo-
lhas que nao rx-cebem estipendio pela publicarn
dos trabalhos das cmaras, e por isso son de opi-
niao que esta assombla iio deve pOr peas algn-
mas; facam os extractos como bem lhe parecer...
I'm Sr. Depulado: E que inconveniente ha na
vosete da casa ?
O Sr. Augusto de Itlireira : Eu nao disse que
havia inconveniente ; disse que o Sr. presiden-
te poda decidir este negocio independente da vota-
co da casa ; mas S. Exc. proceden desta maueira
por demasiado escrpulo, por extrema delicados
para com nosco.
Tcndo-se apresentado uma petico por parte de
uma das folhas que se publica nesla cidade, S. Esc
ou a rommissao de polica cnlendeu que deca de-
cidir-se o cegocio por esta forma. Kisto uo ha in-
conveniente algum, mas pde-se por esta ucrnsio
marcar uma regra de proceder geral para Indos os
representantes da iniprensa que pedirem se lhe fa-
culta lugar nn recinto da assembla para publicar
os nossos dbales, devendo a mesa conceder-lho
tal permissao iadependente da v'ntaeo da casa.
Islo o que se pratlca em tada a parle, e o no-
bre deputadn nao me apoutar parte alguma aonde
so negu permissao imprensa para tomar os de-
bates dos representantes do povo.
tm .S'r. Depulado. \ rasa decidir.
O Sr. Augusto de Oliveira : A casa nao deve
negar a permissao pedida.
Um Sr. Depulado: Ningucm falla nu se op-
poe a publicaeo, falla-se da pnblicacao invertida
nu alterada dos discursos ; ningucm* pode querer
seus pensamentos alterados ou invertidos.
a A"ml0 ** Olineira. Se houver altera-
cao tica ao depulado o direilo de reclamar, e coma
pnblicacao na folha olficial est evitado o mal...
0;'' Joo Alfredo: bom que nn hoja con-
tradico entre osdousjornaes que publicara os tra-
balhns.
OSr. Augusto de Oliveira : Se houver a folha
oQlcial, prevalece ua sua pnblicacao, e o que certo
que esta que recebe, ou lem un lucro, e que pode
estar sujeita a um onus, e nao aquella que faz a pu-
blicaco gratuita e smenle aq interesse das ideas
iolilicas porque ella peleja. do interesse dessa
olha publicar os trabalhos o mais exactamente pos-
sivol, porque se assim nio proceder deixar de me-
recer criterio....
Vote*: Muito bem, multo bem.
0 Sr. Augusto de Oliceira : ... ningucm dar
endito ao que ella publicar. O que digo a respoilo
desta folha tem applicaco a todas as mais...
L'm Sr. Deputada : Sim senhor, a l.urora, o
Poro, o Imparcial, etc., todos lem igual direito.
OSr. Augusto de Oliceira: Eu entendo que
sim, o hasta que se dirijain para esse llm mesa.
Voto pelo parecer e conlra a emenda.
O Sr. Iteijo Monteiro : Nao devolveu o seu dis-
curso.
me pareca nao caber-ine essa atlribuicao, que en-
tenda ser da couipoleucio da mmmisso do poli-
ca, e que a esto respoilo me havia entender com
osoutrns memhros que comigo a compoe : assim
o fiz ; e escrupulisando se era da nossa compe-
tencia, independente da audiencia da assembla,
admiltir um tachigrapho, e por consegiiinle defe-
rir essa preteni-n, Uve dn dizer a osso dignnmem-
bro, que era mais conveniente qne so apresmos-
se um requerimento : elle assim o fez, e foireinet-
tidn i commsso de polica, a qual reconheccu,
como manifesla um seu parecer, que nenhuma
inconveniencia publica resultara do deferimento fa-
voravel, eqne pelo contrario, vantagem podio ha-
ver em tornar mais geral a publicidado dos actos
da assombla. Por conseguiutn a idea da permis-
sao do tachigrapho desse jornal, tai aceita pela
commisso. Reslavain apenas oulras duvidas, so-
bre n deferimento do requerimento, e a prmeira
deltas, aquella sobre que versa a emenda do Sr.
depulado, islo quanto ao direito de corrgir os tra-
balhos do tachigrapho.
A rommissao entendeu que algum inennvenien-
le pedera haver na pnblicacao desses trabalhos,
independente de eorreceo ; mas tambem enten-
deu que alm dos Irabalios que ji pesa sobre cada
um dos depulados, que tem de rever seus discur-
sos para o Diario da casa e outros Irabalhos, nao
poda ncroscenlar-so ainda o onus a que nenhum
de nos se quoreria siigeilar, de rever iiovaniente
ns seus discursos. Tambora rcrouhcceu que sem
essa eorreceo podam dar-se alteramos ,.m seus
pensamentos publicados nesse jornal, nao mliri.il.
i.ointudo refleclio que tal ve/ osse jornal nao ti-
v esse em vista publica os discursos integralmente,
mas sim apenas um extracto, e ueste casoembnra
publiricsso os discursos rom palacras differentc... a
questio era saber-se a moneira de garantir que a
substancia delles nao fosse alterada esseucialmente,
Neslp ponto nn restava a menor duv ida, porque a
legislaco previne o caso em que se d alteracan na
substanciados discursos, e assim os oradores esta-
vam acolierto dessas alleraces. Porque diz o 1
do art. 9" do cdigo criminal oscguinle : {le)
a Nao se julgaro criminosos os que mprimirem e
de qnalquer modo flzerem circular as opinioeseos
discursos enunciados pelos senadores e depulados
no exercicio de suas fu neones, com tanta que na
sejam alterados essencialmente na substancia. -
Em vista dcste artigo da nossa legislaco crimi-
nal, cada um de nos est garantido conlra qualquer
jornal que publicar innexactamente a substancia
dos nossos discursos...
Um Sr. Depulado:Eu, nunca usarei dessa ga-
ranta.
0 Sr. N. Portella :A queslao da forma o das
palavras, nao se pode sugeitar a responsabilidado,
era obrigar i eorreceo dos dep'uUidos. Alm disto
tambem se deve atlender, quo esse jornal que tem
interesse na pnblicacao dos discursos, uma vez que
tivesse em vista publica-los iiilegralmeulc por amor
do nome que quer gozar, era natural fazer com
que o seu tachigrapho, antes de mandar os discur-
sos para a typographa para aeren impressos. ti-
vesse para com oa depulados a dcfforoncia de lhe
mostrar o que se ia publicar como por elles pro-
ferido. Repito, a sociedade prnprietaria desse jor-
nal, por amor ao crdito delta, devia ordenara
son l.ieliigraphn snlicilasse esla enrrecen.
Por ludas estas considi-races' a commisso cn-
lendeu que nao devia sujeitr eorreceo dos de-
putorios, os discursos que tivessem de ser apanlia-
oii manos extensas, -inais oa meaos nos-
oossarias, contarme o que se vai pralicor unstas
duas localidades.....
I ni Sr. deputadn.Mu aecordo com nrogimon-
to o rom as loLs.
0 Sr, Epamin.indiix.~~sim, senhor. dP acenrd
com o regimoutae cora oslis......
I'm Sr. depulado.Nao se pode prohibir que
elles entroja as galeras, e lomem ns apona,nen-
io, qoe Ibes parecer.
OSr. Epamiuoiuhu :L sim : mas aqui nao
" pu-
Um Sr. depulado :E lantn se rpimnheceii isso,
que o jornal pedio permissao.
OSr. Kpa ni inundas:Logo, contrata com a as-
sembla.....
L'm Sr. depulado .Logo, uipe-so-lho cundi-
nos mais onerosas, do que aquello que recebe um
estipendio.
" Sr. Fpamiiioiidas :Nao ha condices onero-
sa. : agora mu mostrar aos nobres depulados, que.
longo cnm suas deas, de fazer um sen ira a esse
jornal, polo contraro fazom-llio mu dossorvro.
Qne interesse pode ter um jornal do opposico,
ou qualquer folha, de publicar os discursos desla
assembla, se nio fazendo-o rom adovida regulan-
dado o exaetidio .
l'm Sr. depulado :Enlo, para que lhe impr
onus?
0 Sr, Epaminondas :f. claro que elles niio tem
interesse algum em alterar a verdade parque o sen
lim eslabelecor a competencia com todos os ou-
Irosjomaos; mas esta competencia nao se dar
ventajosamente su porventura os trabalhos uo sa-
lurom alli com a mesma firieliriade e exactidn que
se derem ao oulro." Mas esta iideldodo e -xacti-
dao, eu contesto aos nobres depulados que se do
nossa folha, ou que ella a pnssa ter sem a devida
eorreceo do autor do discurso....
L'mSr. depulado :Logo, estao interesse da
folha, essa eorreceo.
0 .S'r. Epaminoiidat:Nenhuma folha, nenhuma
mprensa, quer relativamente a romraumeados,
correspondencias, annuncios. obras etc. pode con-
seguir a fldeldade e cxac.lido no pensamento dos
seus autores; sem que esses autores sejam os pro-
prosque corrijam seus Irabalhos. Sem isto im-
possivel seno dillie.ilima a exarlido : e se im-
possivel, dando-se ao depulado o direito "de Corri-
gir osen discurso, nos tange de impAr um onus.
vamos fazer um servico, concorrendo para a exae-
lido dos trabalhos desse jornal...
L'mSr. Depulado :Eu, quero a liberdade plena.
O Sr liis ;Ningucm melhor conhecc seus in-
terosses, de quo oproprin redactor, uu proprielari
da fnlha.
Um Sr. Depulado:E eUc pode entender, que
lhe iijii coHvra a tidelidade.
0 Sr. Epaminondas :.K pnblicacao dos discur-
sos por parto desle jornal, nao pode'ter por lim se-
no u eslalielecer a competencia, e fio o do sus-
tentar o pensamento politice por que ella peleja ;
porque pora isto pode fazer as analvses c censuras
que quizor, sobre o trahalbo ofllial': mas se o flzei-
sobre discursos que nao taram corrigidos por seus
autores, sobre esse trabalho importan o inexacto ;
o depulado escapar censura dizendo, e declaran-
do sempre, que nao disse tal cousa. Se pois que-
rem censurar, convem-lhe a exactido, para cora
ju-lira fa/en-m a sua analvso...
Um Sr. Depulado :Mas elles podem dizer : vos
no vosso gabinete, podis fazer asa muito bem, ra i.
na tribuna nao o dissesle assim.
0 Sr. Epaminondas :A vantagem matar do jor-
nal, repito, estabelecer a competedeia, o para es-
labecer essa competencia, mistar que ella tenha
as mesmas condices e recursos que tem o nutro, e
mistar que elle gose da eorreceo que o nutro gosa.
sem o que nao poderi taro mesmo ecedilh e acci-
taco.....
Um Sr. Depulado :Ello tem interesse em acre-
ditar a sua folha.
O Sr.Epaminondas Elle nio pode por si esta-
belecer a conflanca seno fr auxiliado pelos auto-
res dos trabalhos...
OSr. Duarle : Se ou livesse queni corrigisse os
inous discursos, seria um orador de nome.
O Sr. Epaminondas :Senhores, o que certo ,
que nao ha nenhum de nos que nio tenha o justo
amorproprio de querer que seds discursos sejam
publicados san inexaclides. sem erros, mas Uta
nio se pode obter completamente sera que o auli
intervenha.
Por tanto, Sr. presidenle, aprpsentei a omonda co-
mo simples leinbranca. lembranca que, como ja dis-
se a prmeira vez que fallei, estoii iuleiraniPnte con-
vencido que nao seri reosada pnr parte de quera ti-
ver de fa/er esse trabalho : eslou inteiramento ron
vencido de que qualquer depulado, encontrar sem-
pre entrada e franqueza para corrigir os seus dis-
cursos. Nn acho porm inconveniente om que o
idea v A escripia ; e liquem os nobres depulados cer-
tas, que eu nislo nio lenho o menor interesse, por
que posso allianrar que sempre poderei corrigir
nieus trabalhos, pela3 relaroes que tenho com al-
gumas pessoas alli empreadas ; a nao aceitaco da
idea, em nada me prejudica ; e quando oulra "folha
publirasse mal o que aquiproflro, com inexaclides
e erros, nem por isso me incommodaria, por que
ou tinha n direito de declarar : nao foi isso o que eu
dsse, ou disse outra cousa : eslava no meu direito
c nenhuma censura me poderia caber.
Voto pela emenda.
Encerrada a discusso, o parecer approvado e
regoilada a emenda.
ORDEM DO DA.
Continuaco da eleico das commisses.
Corrido o escrutinio, cora as formalidades do re-
giment uearain as mismas assim compostas ;
llrrame.nto municipal.
Os Senhores : J. Francisco 16 voto.
Lacerda li.
Raphael Mello Rogo llego com-11.


Saude publica.
Os Senhores: Correa Sellu com 18 votos.
Fercira de Brito cum 1
Pasus coiit 12.
Peticiies.
Os Senhores : Amorim Salgado, com 21 rolos.
Barros de Larerda com 17.
Marlins Pereira com 16.
legislaran.
ii- Senhores : Res cum SO volas.
I.uiz Felppe com 20.
Thcodoro pom lo.
Ordenada.
Os Senhores : Caldas Lio com 19 volos.
Barros Brrelo 16.
Carneiro da Cuplia 14.
Forra policial.
Os senhores : Lopes com 15 votos.
Ohreira cojn 15.
Souza Res M.
Sr Presidente, designa a ordem do da para a
so.su soguinle e levanta a de lioje. Ersm 2 horas
e lucia da tarde.
. revistVdaru.
llipiiIcih por volia de 11 horas do da apresen-
tou-se 11a sea-rolarin da polica 11111 hoincm, alio,
magro, de cabellos crespos o nucante*, harijas cer-
radas e cmpralas, leudo a tez do rosto do um mo-
reno bem rarjregado.
I -so lime 11 du semblante syuislro e original,
que da policio pretenda cenca para andar armado,
nao era onlrq senas Jess Vadeare, o viajante mys-
leroso, que de Caruarfi se transportara para osla
ciclaile.
Diz- natural do Mxico, donde viera em procu-
ra de trabalho, o que uo leudo conseguido. Tolla
.'patria, na idade de 30 anuos. Ferguuladodoqne
1 vi a, responden : do que como. Oque come,
peegunl-ido ainda ; o que me me di a caridade
publica, a quuui esmolo.
Klle lera pssapocie da polica da Baha de 23 de
juitho de lNjB, do que se ve, que dessa provincia
para esta lem fuilo una jornada du cerca de oito
mozos.
O Sr. Dr. chufe de policia, inaiidou que fosse rc-
oolhidn casa de delencn, al que liga son desu-
no, aliui de odiar o ajuntainenlode povoque seda
sempre que vilo encontrado na ra. V uiullido
que o acnnipauliou al a secretaria da policia, era
tal, que impeda o transito da ra da Cadeia.
Jess Vidaure quiz resistir n deleneo que lhe (o
imposta, mas alinal subnietteu-se.
Se elln o Judcu Erran te .como pretenden] oses-
pritos demasiado monte crdulos, vcr-se-lia a-
gora.
ti que, porm, nao parece fura de duvida que
Vidaure solfra do entandneiilo.
.Na noile du 6 do correte fo encontrado no
hacen do Diego o cadver do um hespanhol, de no-
mo Francisco Mallor, lodo estaqueado. A policia
i|iicrendo chegar ao descobrimeuto dos autores des-
sa crime, ei twalhcr casa do doleneo oulro hes-
panhol de nomo Salvador l.euovez, sobre quem re-
eaheiu vbeiuo.ntes indicios.
He. deplorare! i|ue fados dessa ordem se repitam
dentro da cidade!
foi dcmijlido do cargo de delegado da co-
marca de Pao d'Alhu o Sr. conunandanle superior
Lniirenen f.avalcanli de Albuqerque.
Kst ero seu fervor o carnaval, c mascarada
tora corrido esle anuo com toda a anmacao. Ncssc
ilii-crtimeto, que mu bem substituio o etrudo, ap-
parecem algunas rate lembraiicas com aquel le es-
pirito que falla a quasi lodos de nossos mascaras,
lauto tem de iuteressante edivertido um mascara
as H lenas da mi
litando urna mull
que a acoinpanha
uiilia que eslava c
O medico seg
ro em um quarlo,
le. Entrando no
cova de tres a qu
ihaa as visita- aos seus doentos,
r se chogou a elle pedindo-lhc
a ver urna pessoa de sua fa-
niedico chegou ac
que a sua victima
e lhe descarregou
Diario de Pernambuco.Terca feira 8 de Marco del859.
se
ifcrmn
lio a mullier, que cntrou primoi-
onde disse que se adiara o doen-
quarlo o medico cabio em urna
. Uro metros de profundidade.
Immediatame le senlio cihir sobre elle pedras
Ierra. A rielin i dehatia-sc quaoto poda e di-
tgenciava subir bre os entulhos medida que el-
. Ain a que muito maltratado o pobre
ciuo da cova. A mullier vendo
la uscapar-lht-, agarrn urna acha
,._ mudas pancadas. Aos gritos do
medico alguem ai idio e o ajudou a sahir do leu
tmulo.
< Acrescenla-* que a mullier quera desfazer-
se do medico pan occullar um crime abominavel
que elle tiuha cor eguido descubrir
l.e-se no Corr o do Porto
Ha as coloi
d'Africa principal
He ) um syslema
os jornaes europe
Quaudo um
oanle iiigloz, a ci
marcado, manda i
para casa d.o erad
ma do pai/.) e a
le a de um oserai >
o credorsem roce
comida e vesluar
ler pago a divdr
desgraeado paco
vida.
< O individuo
cocnla desles peo
mageos de mu r
luada a algumas
Do Corrr.it Me
_i Promove-so
cao de mu bance
a massa de hyp
urbanas do mu
aos lavradores di
dico, a saber :
limos hypolhcea
uao couiprelieui
r, como penhor, ( pacn no idio-
_ sn conserva como servo at o
llovedor pagar a i vida.
A situadlo di de penhor humano exaclamen-
). U pacn deve Irabalhar para
ler rctrihuico, u s tom direilo
Uuaudo o llovedor morro scoi
acontece militas ve/.es que n
fiiM na escravidao loda a sua
premio propriau ente dito, 1 0/" paragralilicao.no da
directorac cual
ra cruacao do I
luario paga mai
lo, para conslil
Obrigaooes hypc
einprusliiiios h
que d esta noticia di/. : Vi rin-
ires buinauos puchando as car-
'o nugociaule, cuja habilaeao si-
nilhasd'Acra.
cantil extraamos :
10 municipio de Valonea a orea-
hypolheoariu que lem por funde
Iberas de propriudade.s ruraes c
cipio, e cujo Um proporcionar
municipio capilaes a um juro juu-
ullar desde logo os seus enipres-
ios a juro nao maior de (i 1 h ",
ida a amorlisacao, islo 5 ,." de
que se coniponelra do ten des/urce, para lomar sa-i r- -,:. r >-------------.........*"*>"
lenle a agudeza de sou espirita, quanto inspido vai''inada Sibfa e una creada, coinmeiidador Ma-
l.pacalic.eeamollecimonlOlluesellC de parle dos mocos que voucorreui a fazer parte da
loascaradc.
K ia'iTez por nao que vem a propotilo o seguiole
arligo, que nos remettcram :
kntkido icxmvni.Um da quizeram osho-
mcus reproduzir o grande drama do diluvio uni-
versal. Innundaces de todo o genero foram cogi-
tadas. A lima d cheiro representando a saraiva,
a gamella d'gua exprimindo o aguacciro, as eAres
exticas de lau copiando burlescamente o relam-
pado.no meiodc urna matinada ntroadora e inrom-
ammM, que consegua irritar os ervos, ainda mais
do qne ,o estampido do furiosa Irovoada, foram vi-
Morosamenle eiu.iiados pela grande coinpanhia en-
irudaute'. lie balde,porm, se esforearani. No flu
de Irez das comprehendia-su que a* Ierra muito
grande para ser Inundada pelas aguas das ca-
cimbas.
< Os improvisadores difdiluvio apenas tinham
conseguido alagar as nas, mporcalhando-as, e mo-
Iharas roupas, adocceodo inuilos doliese fazendo
adoecera genio.
Abrram uo de nma tentativa tantas rezes
niallograda. II enlrudo fo rousignado tradiccao ;
apezar das saudades qua muitos lhe lera, fo'for-
e Silva, I). Fe
criada, Manoe
ra e um lilhi
beiro, Bernard
sel du i'.amara.
Al es Norega
Passagei
liidu para Lis
Diogo Jos
cos) reebrrer a oulro expediente.
O que ha de ser disculio-se.
llepois de profunda cogitaco resclvcu-se levar
6 seena a Torre de Babel."
Mas onde ver malcra! para lio vasto edlicio ?
Todos os nrojeclis do enlrudo, gamellas e banhe-
i os, cera branca e lau, tudo arrumado o bem liga-
do com a oogenia argatnassa, que servia de untar a
cara co corpo, nao davam um bom alicurco para
sustentar a grande torre.
Nada ; a Torre de Babel s ter um acto,
ser a dispersao dos povos pelo orbe, algarviaudo
iodos a nao se entender ninguem.
K verdade ; eslA adiada a incgnita. X. j nao
.V : urna qnantidade bem conhecida, cujo valor
real amis completae furibunda mascarada, que
nunca sonhou a huiuauidade dos lempos au-
igos.
< Dahi, mascaras de todo o genero, de cera, de
rame, de papelo ; caras de todas as (ciees, ce-
ibas, mocas, masculinas, femininas, neutras, de
macaco, de cacorro, de bode ; o diabo de mascara
e mascaras do diabo todo foi tentado, cstudado,
ensaiado para o aclo llnal da grande opera n Tor-
rode Babel.
K Irez das passa a genle a vrhomens de loda
caita, pios de toda especie, roupas de lodos os
lempos e Ulna algaravia aguda, desloante, infernal,
no mein da rizla geraldo populaxo, queapplaude
lieo de eulbiisiasmo os insigues aclorca do ultimo
aclo da Torre de Babel o carnaval.
Uo Pao d'Alho, escrcveiu-nossi seguule :
Ka noite do da K do pascado procedeu-se nes-
la viha mu recratamenlo leo (era ae estyllo que a
popnlaco da villa estremecen de susto e terror.
'ensava-se que noves mariboudos surgiam em car-
d mu como j acouteceu, amcacaudo vida e proprie-
dade porque o estrepito da gente armada, e o appa-
ralo bellico que se ostenten nao erasenao para gra-
ves rc.reius ao primeiro aspecto do queso ra.
Consta-nos qiieillise achira o Sr. r. Francisco
Joao f.arneirg da lamba, depntado daquelle circulo
a negocio particular, epresenciando lae aconteci-
menios, representou ao Sr. Dr.juzde direilo sobre
a inroviMiiencia dos meamos e pedio medidas a fa-
zo-Ios cessar. Nada, porm fuz o juiz de direilo
nesse intuito.
< Pela censura que entre si fazia o Sr. l)r. Carneiro
da Cimba dlo modo porque so fazia o rocrutamen-
luque pozem alarme a villa iuleira, entrando-se
sem i'icenca as rasas dos cidados e arrancndo-
se al do leitn as victimas de tal furor, e polo que
tambern dizia a csse respeilo o Sr. Ilr. juiz municipal
que ha pourosdiasnssumiraoexercicio da vara, um
e oulro se lizeram alvo da indignadlo do delegado
que era o autor e a origeiu de ludo por confiar ex-
tremo nos seus iuspectores. O primeiro vendo
prenderse um homem tora das rondices legaes
por dizer que os execulorcs da prisao fossem buscar
a ordem escripia que nao traziam e reler o preso a
espera da musma ordem, dizendo que so responsa-
bilisava por suaentrig, logo que dita ordem lhe
aprosenlassem, e o segundo por fazer elfeelivauma
i ni Ira prisao que havia (eilo, e que o delegado pre-
lendeu iniercuplar mandando embora o preso, II-
zera com isso qne o delegado mandasse por cerco
casa em qne ambos estavam a pretezto de prender
o individuo por quem oSr. Ilr. Francisco Joao baria
se responsabilizado sendo couduzido preso illegal e
inconslilucionalmenle.
- Eis ah o que vale o poder da autiiridade con-
liada a hnmensqnea conipromelleni.nau por mos
iustinrlos, e smenle por completa ignorancia da
legislacao do paz.>>
(l Sr. l>r. r.arolino Francisco de Lima Sanios,
fe?, no dia 11 do me/, passado urna operaciio n e-
iiboradoSr. Jnaquim Mendos da Silva e Azevedo ;
consislndo ella na extirpacao de um tumor cance-
roso do seio direilo, e que ji apresenlava dures lan-
cinantes.
Os Srs. tlrs. Pereira do i .armo e Silva Bamos as-
sLsliram operacao depois de exlrahido o tumor,
veriflcaram pela'dissercao sua m nalurnza e ne-
cessidade urgente da extirpacao. A doentefoi fcil-
mente chloroformisada.
Posto mullos pralicos rcspeilaveis ronsideram
como infructferas as exlirpacoesdos tumores can-
cerosos d seio, por suacirtii ou qussi certa re-
prodnerao, o operador seguindo a npiuiao do pro-
l'essor felpean que admilte em muitos rasos a cura
radical, declara ler anu mesmo .conseguido em sua
clnica, en i re uniros doos casos de cura bem mani-
festos com a exiiipac.au de duus grandes tumores
cancerosos do seio ; sendo u primeiro em 1855, em
urna esrrava do Exm. 3c. couselheiro Lrmelino de
l.eao, edo qual lem scienciii o Sr. f>r. Ramos que
ajudou a operacao ; e segundo em 1854 Da pessoa
da Sr*. Hermina Severiana, moradora boje no bec-
co do Feiioto, e que foi tambeui assislida pelo Sr.
Dr. Seve.
Ambas essas operadas, durante lodo esse lempo,
alni de gozarem de peifeila saude, tcm tido Ulhos,
que os iem,amamentado ; sendo que a esejara al
no proprio seio que (dra do raneara lem conseguido
apojadura.
No Jornal da Baha, l-se.:
* Almirante Rmanoff.E o nomo com que ac-
tualmente viaja na Europa o gram-duquo Constan-
tino, irmo do actual imperador da Russia. 0 prin-
cipe moscovita guarda o mais riguroso incgnito, a
ponto de recusar presidir ceremonia religiosa da
inaugurarn de urna capella grega no faubonrn
Saiiit-llonor, em Paris. Passeia na capital da
Franca como simules particular, e oi almocar a um
reslaurant dos bovlerardi.
O graro-duque Coustanlino grande almirante
das esquail.as russiauas c goveinador da inexpug-
navel fortaleza de Crousladl.
Que tal I fleu-se uliimamentc um (aclo ex-
traordinario na poi oaean d'Alcarer, na provincia d
Jos Mara Posl ma.
Foram mnllados em 0|000 cada um dos senho-
res j A multados nos dias anteriores eque nao com-
pareceraui boje e nem foraiu dispensados, o mais
"< senhores:
Virialo de Freilas Tacares.
Dr. Juliao da Costa Monleiro.
Dr. Maiioel liuiocencio Vires de Figuciredo Camargo.
Herculano Jos Uomes.
0 Sr. juiz de direilo declarou aberta a sessao de-
pois do toque da campainlia.
Focondo/iiio ao tribunal para ser julgado o reo
preso ioo Daplista dos Passos, acensado por hacer
no dia 15 de agosto do anno passado as 10 horas da
manlia, na roguezia dos AfogadosMsdo encontra-
do com um caivete, e tambero por querer no nios-
mo dia, me/, e anno ofender a Joanna Francisca de
Paula com um rclho de'couro.
Foram recusados por parte do ro os senhores ju-
rados seguintes:
Pirmiuo Pessoa da Cama.
as ingle/as da cosa occidental Mannel Augusto de Menuzes Costa.
lente um Acra l Casse Coasl Cas- Dr. Juaquim Anlonio Carneiro da Cunha Miranda,
le escravidao domestica, de que I Por parle da jiislicn foram recusados os senhores:
ssu nao oceuparam anda. Jos Antonio de Azevedo Santos Jnior,
idigena devedor de m neg- Flix Pau.s da Silva Pereira.
o pode pagar a divida no prazo ] (I jury de seulenca (oi composlo dos senhores sa-
n lillio ou lllba, innao ou iririaa Iguiutes:
Genuino los Tacares.
Joaqun) dos Sanios Azevedo Jnior,
Jos Mara Pestaa.
Anlonio Procopo de Souza R ircellns.
Francisco do Paula Souza Malagneti.
Dr. Vicente Ferrcra Lima.
Manuel Joaquim Dias.
Franciscu Ignacio de Modeiros.
Manuel ltibeiro da Cunha Oliveira.
Jos Couealves Ferreira da Cosa,
Ismael Cesar Hilarle Ribeiro.
Maiim I da Silva Mendooca Viauua.
E presiarain lodos o juramento dos Sanios F.ran-
gelhos.
O reo no interrogatorio ilissit que tonda nla-
coes illicilas eom Joaniin Francisca de Paula, que
atorara nos Afogados, e leudo no da lo de agosta
do anno passado, entrada em casa dalla, como era
seu cosime, depois de haver entrado disse ella a
elle ru, que nao quera mais a sua aiusadu, entao
sabindo de um quarlo da casa dessa mull.-r urna
porreo de humens que liuliam viudo da casa visinha
onde se achavaui jogando, e que cnlraran por do-
la/, da porta da casa da dila inulher, logo que avis-
laram a elle roo, quizeram a principio dar-lhe. e
com,, elle reo nao so deixasse apauliar deram-lm
roa du prisao, e com elleilo o prenderam c tiraran!
para fura da casa; que depois de estar elle reo pre-
so e fura da casa, urna das leslemiinhasaprescnlnu
um canivele, dizendo que o liuba adiado denlro de
casa, bem cuino o lucsma lesieniunlia que lem o
nome de Anselmo, apreseulou laiubem um reino de
couro, com o qual dizia a leslemuuba Anselmo, que
elle reo quera dar em Joanna Francisca de Paula
mas que nem be ceno que elle reo qui/osse dar
uessa mullier com u relbo, como tainneni nao
exaclu que lanqasie mao do relbo que eslava den-
lro de casa, i nmi lio poucO do caivete, que nao
era sen ; que pois essa luslemunlia para fazer car-
ga a elle reo fui que invenlou nases fados.
Ilisso mais que dito Anselmo lindo inimisadu
com elle reo por causa dessa mullier, tinham em
oulranccjisio brigado, e sendo o proprio que por
vinganca particular prenden a elle reo invenlou
OS fados, siiiucnle para fazer mal a elle, loriioii-se
sen aecusador e como tal elle u todos quanlo boan
elle s conloiaram liubam iuteroue em perseguir
a elle reo, e por eonseguiutu eram os menos pru-
prios para servirem de lestemuiihas; que porl-mln
o depnnuenlo de laes pessoas ne luereciam f 0
nem liubam valor algum.
Ihssc maisqucuma das leslcmunliasdo prncesso'
que morara na casa vfziuha linha intriga com elle
reo, porque cosluma pendrar o qunlal da casa em
que elle reo se achara, pelo que leve militas ve/.es
de reprehender esse proeedimealu, u que dila tes-
temunba aproveituu-se da occasiao do processo para
ta/er-lbe mal. *
Feilaa leilura do processo o Sr. promotor inte-
rino, fazendo a aecusaco disse estar o roiucurso
as penas dos arlgos 201 do cdigo criminal com-
binado com o artigo 31 do mesmo cdigo, e 8." da
le de 2b deouliibro de UJM, pedio a randemnaru
no grao mximo por se darem as cirouinstancias
aggravanles dos Sg S; u 1 i du arligo 16 do refnri-
du cdigo.
0 Sr. advogado disse uo ler oreo commcllidu o
ciiiue, e pedio a sua absolvieo.
1 nulo os debales o Sr. jin/.de direilo propoz ao
i jury desenteni.a os quisitos sobre a queslao, L.
nascida a 1 de agosto do 58, lilha ua- i sendo ditos quisilus entregues ao couselho foi esle
conduzdn sala secreta das conferencias 's 3 ho-
ras da larde, donde voltou s i horas enm -as
resposlas, que foram lidas em voz alia pelo presi-
dente du jury de sentenca, e o Sr. juiz de direilo
em visla das resposlas do jury, profero sua seulen-
ca, absolvendu o reo a coudeuinaiidn amuniripali-
dade as cusas e lev anlou a scsso, adiando-a para
o da seguuile s 10 horas da manlia.
iodo estbelecimento e 1,8 pa-
ludo de reserva do banco, o ruu-
3 ',' de amorlisaco dos quaes 2
reiineui-su i is 5 / ^e premio propriamente di-
reiu o juro de 7 "' do ttulos ou
her.irias que o banco umiltir. Us
polbecarios sao de duracao de 18
anuos nao quen udo o mutuario rami-los antes.
Denomina- e Banco Territorial de Valonea, i
Passagein i du vapor brasileo l'ersiaugu,
sabido para Mai i e porlos intermedios :
Manuel Joaqi imCoelho e uiu sobrinho, Dr. Poli-
carpo Jos de onza, Vicente I.uiz Bome.iru, Can-
dido Jos Vitai u.., Manuel Rodrigues, Jos de Al-
ineada Coala o un prelo Anlonio Jos Lisboa de
Oliveira, Laure lino l'eixolo .\L, Manuel du Carino
e Silva, Jos Fi mosco da Cosa.
Passageir do brigue brasileo.l/cf/irle sabido
para o Rio Ora idc do Sul
Thoniaz Anj; islu Douslay.
Passageir s da galera porlugueza Olindn, sa-
bida para l.isb >a :
Josepha The -eza de Jess, Ilr. Joo Pedro Madu-
ro da l'uusoca, Eugenia Carolina da Silva Fonseca
duus lilhos, uso Augusto da Cosa e Silva, Clara
aos c Silva, 1)1 Natalia Benedicta da Silva, II. Anua
E. Militaua Hi mus da Silva, Jos Juaquim Ramos
icia Lucilia Alvos e Silva, c una
Ignacio de Oliveira Braga sua scnbo-
ineuor, Jos Mamedo Ferreira Hi-
i Jos da Cmara Jnior, Manuel Jo-
Francisco da Silva Fonseca, Silvino
rulo,CuU a lidelidade de serio, o .imbuanle rncll-
sageiro. .au me cenheceria se me vase antes,
ni. u compadro,aohar-me-hia cadavrico, macilento,
e encanecida ; eme supporia com oilenlojaneiros
ua freule rugada, eulrelanio que apenas eolito cin-
coenla e tres. Esses pndeciracnios, meu compa-
dre, sao deyidos a lor por algumas rezes lhe rela-
tado as novidades desta comarca, principalmente
por harer de leve tocado no bode mesiieo ; o isso
rae lem feilo ennhecer a lia Chica, que 'tem lido a
caridade de estar contigo lia dous mezescurando-mc
do fetiru, nchaodo-sej diminuida a leredoze, de
que o bode mesiieo me carregra a mao.
Nio tenho, como disse, percorrido a comarca,
pan lhe Irausmitlir as novidades de que frtil
mas Uve a curiosidade de mandar o sen afllliado
bre pesadas, cujo proecdiiiientu nada lem de re-
prcuensiro.
I', para lastimar que o Sr. los Miguel, um moco
tido aqui em alguma consideracao, ealeja a supnor-
lar em sua casa esse lainigerado gato-pingado. Mas
descauce a Sr. Jos Miguel, que larde mi cedo lera
o senbom pago.
yueirain, senhores redactores, dar publicidade a
e.tas linhas, eom o quu muilo ubrigaro a si u
criado
Calaugro.
Correspondencias.
mas uve a curiosidade de mandar o sen anillado | Sn. redaclores.=U no seu Diario de hoie um
Laziua que o Uvusse. e elle, pin abono da verdade, communicado em que o autor censura acremente
meu compadre, um menino d'esperancas de quem
pOdo colher o seguinte :
A villa da Boa-Vista, estando em paz e gozando
das htmnt luperioruo da folganca pela merecida
nomeaco do commandante superior, para o co-
ronel CarvalllO, dcixa um manejo preventivo para
um agregado de olliciaes juntos ao mesmo, ha mui-
10 ambicionado, e tulrez dispulado.
Seo juiz municipal, sempre historiador engrana-
do que mis seus estirados conlos dizia ser Horneado
juiz do direitoda comarca, e qne, a nao contar eom
isso uo liria para ella viudo, continua com os
seus caiuiihos e estadas, c lio cmbirranle que uo
quer deixar a casa do palba da passagem do Ji,a-
zeiro, para residir ua villa, como deve, e lhe lem
d -le minado a presidencia.
i abiob ra bem, leudo a nolar-se que s all
funeciunou u jury depois de miatra anuos, que du-
ren o dominio do Souza Res; n'es.-e jury foram
absolvidos lodos OS ihuiicrnlri i un nina, duas, e
mais unirles, eulrandu no numero delles o Mauri-
cio, i,ni dos assaaainoi do infeliz subdelegado Flo-
ii uiiii i, eom mais a araciuna de ler o Res encer-
rado a sessao antes dos das marcados na le, dei-
xando anda a Imz Sujo na cadeia para dar lugar
ao primeiro siippienle du juiz municipal, livra-lo
em recurso ; e com que gentileza, meu compadre,
nao foi o Sujo livre elle que liar coufessado no
iiilerrogalorin ler sangrado a sua victima e dado-llie
lanas punhaladas, qiiaulos solver, locara-lliu nos
labios o griisso caf, que linha ceiado ? Has,
meu compadre, quamlo u primeiro snppleole es-
perara do Ooricary, em cuja cadeia j se achara
Iraneallado, o innocente Sujo, em coiiipanhia do
conductor do aliar de soltura, vio-lhe a descon-
soladora nolicia que continuara ah sem pagar o
alugiiel da casa, por hondado do ea'pilia Barros
dalli, a quem constando o tal livramento, nmimo-
sioii coiii prizio ordem do chele de polica
i) iloricury rai tranquillo
non o jury, o primeiru
os bailes pblicos, por serem, no seu entender, um
moiiyo de perdilo para a classe dos caixcros e
um fcu de immoralidades c dosordens.
Pela parle que me loca, e ua qualidade de direc-
tor da casado bailes pblicos, intitulada Cassino
Popularsita na palacete da ra da Praia, devu
declarar ao publico, que desde lsli, que se acha
CSlabelecida esta casa al boje, ainda uo se di u a
iiienor desordeiii, como me6 fcil pr.ivar com o
leslemunho das agentes de policia quu costumam
assistir aesse innocente pasea-lempo; e quanto a
immuralidsdes, posso igualmente assererar, que
ellas nunca liverain lugar na casa que diriju.
( oslabelerimenlolein apenas dous Tastos saines
que sao (raucos a lodos uesto exposlos igual.....ule
avista de qualquer pessoa, sendo por isso luiuossi-
lOS dominantes da rida bespanhola; o pa.scio.
pateo, os olhares por Ira/, do b-pn edebaixo do re
da luanlilha, sao as suas sndurrues.
Iiulia deizado Cdiz i 21 de 'dezembro pelo moio jc
da, o,i Amtrica mu dos bellos barros i rapur que
pan orreni us polios da pennsula.\ me. sabe o
que diz Fernn t''aballen, o gracioso autor de L-
ci/s flama c da Pobre Dejaras :
t Sun alva Cadix que arroja-so ao mar como pa-
ra ir ao eiicoiilro das esquadras.
Byron coniiiruu-a cum um navio retido na mar-
geiu por una amarra : a amarra he a liugua de Ier-
ra da illin de Leo ; Cdiz, a laca de prala, como
dizeni os Andaluzes, paroce-nle antes urna gaivola
socogadanieiile posln sobre a onda.
A noite, depois de nina carreira rpida depois
de ler salvado o (ugu de Tarifa depois de ler avista-
do Gibrallar e adevinlradu as grandes sombras das
cosas da frica, chegmos em Malaga. Era larde,
:i cidade linha luzes e um movimento desacostu-
madu.
Sallamos em Ierra ; Irinla mil pessoas, o terco
da popul.n o, percorria as ras pela liiupe llura
mais branda, pelo c(> mais estrellado que lia no
inundo e toda esta mullidlo leu calma de dia
norria, agitora-se, danaara e raulara. Os guarda.-
de nuile, os faeno* nao liubam mais que fazer, e
em vez de dizer a hora boa genio que dorma em
vez de asscgura-la aebro u oslado do lempo, em
ve/ de psaliuudiar suhre um rhylluuo eslrauho cu-
ino os de Sevilla : Ave Marn purissinia, las doce
han dado y serenii us bous veladores seguan a
=
lo abusa da sua posiro, e dos renurtos de que pd
desp ider, gastando mais do qne deve fazer, nao
son i causa disto, o se o fazem esfontoneamen-
lo c de sua prnpria vontade, o por isso crcioque
nao posso ser respousabilisado iior seiuelliaiites
abusos.
Mas. suppnibainu
por um inuiiieiito. que a
cassiun Pupulae soja o motivo da laes abusos,
equeem cousequpucii disto dora Ser respousabili-
sado o director por esses desmandos du algn*cai-
zciros.
Eutao pela mesilla lgica deve.se responsabilisnr
o umprozariu de uiu Ihealro, onde alguns caixeiros
despeiidem dezenas e culonas de mil res com com-
pras _ue Ulas, de raiuallielus do llores, c de joias
preciosas para mimosearen) urna actriz de quem
tamben ahi funeco- goslam, eutao polo mesmo ttulo se devem respoo-
abrio o Res em seu'sabulisaros festeirosdoPo
ijucl
U'rv*1! i__i j. .- .. i Emliin deve-se responsabilisar a Indos us ndi-
^ r. uuiegailo buje d all n capilno Jos Francisco, I Tiduos que sao causa de qualquer (esta ou reunio
c que aiutou a delegacia coburln de heneaos da ; eiuque se ni pro se despende diulieir... por mais I,,,-
ac.io pacihc.a daquelle lermo.se bem que o nao nesto u moral que seja o objecto. Seiuelhanle lu-
is da barca porlugueza Lima /,,sa-
ua
eite Guimares e siiasenhura
Lisia de i baplisadus havidus na Irigaezta d
S. Jos de 20 de fevereiro a 5 do correniv
Thelesphoro, iranco, uascidu ha 5 roezes, lllho le-
gilimo, san os leos
Prachedes, pi do, nascido a 23 de jullio de 58, filho
legitimo, s utos leos.
Vndr, pardo unscido a 11 de novembro de 55, ulho
natural.
Joanna prela
toral, escr
Adelante, pa do, nascida a 18 de abril de 58, Olha
legitima. ,
Vniouio, bra ico, nascido a 20 de juuho de 58, Ulho
legitimo, | .nlus uleus.
nascida lia 20 anuos, lilha legitima,
Mara, parda
santos ole. s
i'-eminiauo, 1 raneo, nascido a 25 de julho de 58, fi-
lho leglii io.
Ruliua, pan a, nascida a 23 do mez passado, lilba
legitima.
Manuel, par o, nascido nos dias de inaiu de 55, li-
lho legilii o.
Lisia d s bitos hav idos na freguezia de S.
Jos, desde 0 do passado al 5 do prsenle.
Ignez, pordi idade 2-i dias.
Serrina, ore a, idade 9 anuos, solteira.
MarcioniUa, tranca, idade i mezes.
Mara, braw i, idade um anno.
Alexandrina piula, idado 11 mezes.
Jovia, pard idade 10 dios.
Jos Lomen o Alvarenga, pardo, idade 49 annos,
viuvo.
Adelaide, p rda, idade 10 mezes.
Manoel Man da Silva, branco, idade 25 anuos, ca-
sado.
Jesuina Can lida de Jess, branca, idade 45 annos,
riura.
Mora idade do dia 6.
Emilia Joaq una dus Saulos, branca, casada, 20 an-
nos, alaq e apopltico.
Mara, prel. oscrava, solleira, 50 anuos, cancro no
ulero.
Qiiirino Bis o Confessor, branco, casado?" 22 annos,
bexigas.
Francisco i nyllor, branco, solteiro, 21 annos, a3-
sassinade
Auna Mara do Sacramento, parda, riera, 45 anuos,
catarro r limonar.
Francisco ] aria, prelo, casado, 25 annos, totano.
Thereza de Jess da Silva, branca viuva, 85 annos,
diarrha
Irenea, bn ica, 2 annos, homeplcgia.
7
Jos Fran seo Cordeiro, branco, viuvo, 60 anuos,
diarrha
Emilio Pe
cerebral
Jos da Si
lem desmerecido seu successor, que apezar do pon-
en lempo de azretelo j ton granjeado estima, e
uao menos ser bemdilo daquelle poro, sempre
despojndo de s,.,|S dircilos, e atropellado dos capi-
taesmoles tendaos.
Sen juiz municipal. acnnipanhado de sua fallange
de tartarugas, faz tremer aos pobres ornatos, ao
levantar, ou volver a sua vizeira.
Salgueiru contina bom, sondo policiado eom
niaocboia. As palmillas recrulam um, e inalain
oulro; e v.u-sfi vivondo. Andar aasm, bom an-
dar, nao compadre i
A matriz daquolla freguezia nao se conheceria
por casa de lieos, a nao sor sua forma exterior. Em
abono da v orlado, meu compadre, nao ha lugar Uto
impuro : esta habitado por morcegos, moscas, a
iiiusquiios, ciiju lixo, junio ao mo chairo que ox-
bala das sopulluras provoca vomilos aos que nao
leem nma cousliluiefm lo boa como a du Cura
seo subdelegado, c mais curandos.
O Er4goza de inalleravel socego, principalmente
ii/ulriundo a eslauacao da villa c novo termo.
Seus habitantes ualuriilmenle industriosos, e ope-
rarios leem alluido copiosamente margen da Br-
gida, e em mutii conlimn, etigem, o planejam ca-
sas para urna pomposa villa, que leem denomina-
dogranito ; o, na verdade, uieu compadre, o no-
me o histrico, trazido talvez por (elicidadu do es-
trauguiru, oudequem a conserven na
depois de ler corrido sease mecas
Dcspedio-si
-ti. clima si -leo.
lis i-egiM du lii'Spaiiha
desta real exfosirijo doos allbardeiros em comple-
ta ilomobllldee.
Em uuia pan-ila ra Mayor, cuidos estendidos
um ledo ao nutro suspenden! banderolas de in-
das as cine-, qu lnini.uu uni dual em cima da
estrada publica.
Cada hotel, cade palacio assignila-se sobre a ca-
miuliii que vai seguir o cortejo a rainha.
Junto da Puerta del Sul, e pil.niu dos condesde
Onala tem suspensas en as inte o seis jmilas do
primeiro andar de sua immen-a fachada colcha* de
panno amarillo com os don.- oscudns da casa de
Onala, bordados em panno Je uiilra r.6r na ra de
Abala aolade do ministerio das linaiuas rujas ja-
nellai todas esli adnrnadis, o palacio da Acade-
mia das uobres arles de Sio Fernando, que pussiic
hoje a admirare! Isabel d> Hungra de Murillu, es-
U ornada com culchv deseda branca, bordadas de
seda rdia e edr de nuro.ua caranda principal, de-
baixo do um palio do volido do qual peiulem dous
lustres de cristal, est > bello Mrate da rainha,
piulado por don l'redeico de Madm/n.
Tuda a fachada do hdel do Ali ani/.s. no canlo da
ra de Alcal e do Pido, osla guarneeidi da tpeles
de vellido bordado deseda e oum : a Pradnesti plan-
tado de niaslrus cuiefeiios de bandeiras e banddro-
las alleriialivaiuoiil' verdes c brancas com as ini-
ciaos du joven prin'ino o a dala do seu nasoiiiientn :
2Kde novembroiK.
1
1

1
v

memoria,
0 Reis desta enmaren, de marcha
para a ilu Ic, e furto deixuu cahir cumpridas la-
gnmas creio compadro, por deixar a bella casa ua
I assageiu do Joazoiro, cubera de palha, nada gole-
janle, onde siuiipre esquecidu mainou o pequeo
ordenado,lecciouan.lo aos tolos, que moram as se-
des das comarcas, cHiiipnarfo ii le, fazendo de.t-
pesos, ao paseo que sendo juiz de direilo quairo
anuos, s leve a fortuna de presidir o jury dnas
ve/.es, e islo no ultimo anuo de sua soberana. Foi
substituido pelo Braga, cujosprecedentes, e Brmcsa
de carcter niuito u hoiiram, e por isso, meu com-
padre, estou bem contente, o mandarei o meu Ca-
zuza sen alllhado visila-lo logo que chegar.
Compadre, o Carneiro (o Horneado juiz munici-
pal deCaruarii, quaudo j aqui se ochava de pro-
motor, reinvindo do Tacaral, inhspito por de-
mais, onde se lli'olfcreceraiu para a viageni robus-
tas dozes alpatas. Desta vez, meu compadre, to-
mos lelizes, nao assim ?
Em toda a comrcaos gneros alimenticios es-
lao canssinios. As cliuvas tuom fallado, c cm di-
versas parles vao havendo crescidos prejuizos nos
gados, j lo pouros. Os calharres leem, sido fre-
quenles, ainda que lenham feilo puncas victimas.
Adeos ; deseju-lhe bous pala. os.
O /uo-risleiise.
glCI seria a mais depravada e a mais absurda
A cinlisai ao, COM OS seus nilhares de recursos,
quer que ledos gozein de suas militares de inien-
'.'...... cada um u i suaosphera, o segundo os seus
recursos.
.N.iu S em Peruainbiicn unJe lia bailes publi.ns ;
DO Riu du Janeiro, e em miiilas cidades da Europa,
lamben os ha, em Pars, alen de outros, esiatem
duus muiafauados, o Chaleau des Fleurse o Mablv,
frequeulados por milita gente.
provavel.sunoc. rio. qne aouuel bailes vao
eaixeiros que abusen dos suu- leles, mas nao cons-
ta qne houvesse anda algum moxaUsla,que pedis-
so o eiiciuraiuenlo dusses lugares de diveiiimonlo
publico, porque ahi eoncorrcm caixeiros e pessoas
que uo parten com ai alias ganrebias soeiaea,
Kiuliui. nao sao os bailes pblicos o motivo dos
disperdicius de alguns oaixoims.
Aquello que tcm tendencias ms que predigo,
que nao se importa com ussen deveres, abusa de
siiaposicau todas as vesos que as oceasiooase lhe
olferecem, ou ellas tinham um objectn diviuu e
saulu, uu um objecto deshouosto o reprovado.
(I director do Cnsaiae Popular.
Recite 7 de marco de 1859.
Publicacoes a pedido.
Inialagi-iniadcsaiiilaile
sentiil Issim imtrtc la III hu
do lllin. Sr. tenente MmiORl A zvvcdo
iln \ns<-iiiifnl->.
tsica
Izidoro da
macu.
Dorothea,
Francisca
ra Raposo, pardo, 13 anuos, congeslo
va Monleiro, branco, viuvo, 5 annos,
Silva, branco, casado, 68 anuos, inOam-
izposta, um raez, espasmo
de Paula Venencia, parda, solleira, 44
anuos, I sica.
J/lc loara publico.Malaiam-se no dia 6 do
correnle p ra o consumo desla cidade 76 rezes, o uo
dia 7, 77.
i/oi| italde caridad*.Existen 55 humen.-, :
mulheres,
mens, esc
Foram'
uaciouaes ; 1 homem, eslrangeiro ; 3 bo-
syos; lutal 112
istiadas as enfermaras pelo cirurgiao Pin-
to as 7 1, i horas dajnanhiin, Dr. Doradlas s 8 ho-
ras e 1,2 a manha, Dr. Firmo s 6 1/2 horas da
tarde de 1 ontem e boje as 8 horas da manha. Fal-
leceram
.Mutuas.
Palmoira dos Indios, 23 de feroreiro de 1859.
Achaiido-mV hnnlcm, senhores redactores, cm
um pequeo circulo de pessas, cheguei ao couhe-
cunento de que em seu jornal numero 25 do cor-
renle anno, viiiha publicado um cuiumunicado re-
mellidu daqui, e a.ssgnado pulo j bem conhucido
Fraucino. Com quanlo viva iuloiramentc segre-
gado da poltica desta Ierra, s lilha de odiosida-
des, tratando dos nieus inleiesses e procurando vi-
ver em harmona rom lodos, comludo despertado
pela curiosidade procurei e dei-me pressa em ler o
dito coiiimunieado.
Mas qual uo foi minha admiraoo, quando vi,
que o lal senbor communicantc, que oulro nao e
senao o Jos Joaquim de Omena, por autonomazia
Badu, pronuncia-se do urna maneira torpe e ins-
lita, dando assim expansSo ao sou genio mo, in-
trigante e mcsquiuho, po,mando por indo do ri-
diculo atassalhar e fcrirreputaeOes llbadas. como
bem a do prestimosoe rospeita'vel cidadu Anlonio
Zacaras da Cusa ? !
Para os habitantes daqui. que muito bem conhe-
cem e fazem justica ao carcter nobre do Sr. Za-
caras, que se acha enoarregado da direceo de. um
dus lados polticos desla Ierra, cercado de numero-
sos prenles o amigos, en nenhum apreco pdem
ler esses eiijnalivos e asquerosos escnplu's, s pro-
tarrho.
os enfermos un de ttano, o oulro de o a-
C IRNICA JUDICIARIA.
TRIBUN1L 00 COIIERCIO.
SESS'to ADMINISTRATIVA EM 7 DEMARCO
DE 1859.
P SIIU'.NCI V DO EXM. SB. DRSElBAnCADOR
, F. A. IF. SOVZA.
As 11 horas da manlia, achandn-sr presentes os
Srs. do| liados Silveira csupplente Fragozo, o Sr
presidei le deferio a este o juramento de bem ser-
vir o re ;rido cargo e declarou aberta a sesso de
mero e: podiente, designando o depulido Silveira
para se vir de sccrelario.
EXPEDIENTE.
Foi p -esente o balancele dos volumes entrados e
sabido! do trapiche Novo, nos mezes de Janeiro e
fererei o ltimos.Archivc-se.
DESPACHOS.
Um equermento de Sebaslio Jos da Sllva, pe-
dndo registro da nomeaco de seu eaixeiro Tra-
jauo ( irueiro Leal. Registre-se.
CMARA IIIMIII'Ai, DI St i:t 11 i
3.a SESSAO ORDINARIA DE 22 DE FFVl'RlillO
DE 1859.
Presidencia do Sr. Franca.
Prsenles os Srs. Reg, Mello, Barata. Oliveira
I inlo e l)r. Fumo Xavier, abrio-se a sessao ; e foi
!' 7f|'iovacla a acia da aiilecedeute.
ro lido o seguinte
EXPEDIRME.
Um ollicio do ridadao Francisco de Pinbo Bor-
ges juiz de paz do 8. anno do 3. dislrido da fregue-
zia dos Afogados, communieandn ler rorehido o o-
icio dusia cmara, em que lhe remmncndou que
passasse a vara ao juiz do 4. anno, por ler elle Ber-
rido o 2. anno, e assegurando ter assim feilo. In-
Outro do liscal do S. Jos, pedindo se mandasse
pagar ao Dr. Ignacio Nery da Fonseca, a quantiade
seis mil res, de urna corrida sanitaria, que fez em
acougues uo da 21 do correute. Manduu-su oas-
sar mandado. v
Oulro do engonheiro cordeador, contormando-sc
com a alleracao requerida por Henrique Jorge, do
alinhamenlo marcado na planta da freguezia do Pu-
co, para a Iravessa iberia no lugar donumiuado
Lameirao, junto do Monleiro, onde o referido pro-
pnclano lem um sobrado uo acabado ; acresecn-
tando apenas, que ah exislem tres casas novas
duas de pedra c cal o urna de laipa, construidas d
mesmo lado do sobrado, o de conformidade cora o
altnhamcnto da plaula, as quaes, a ler lugar a al-
leracao pedida, cario rerulhida* da estrada com
iim pequeo poleo na frente ; mas que esto incon-
veniente, ao seu ver, nao lo grande, como o que
resulta do ser o peticionario obligado a reformar a
obra comecada, visto o aspecto grandioso que ella
aprsenla.
Resolveu-sn que o engonheiro apresenlasso ui
risco da plaa, tiesta parte, coutendo a alleracao
pretendida.
Sendo lida centrando eradiscusso, urna petico
de Jus Lucio I.ins, declarando que, leudo liceca
desta cmara para ter matanra de gado na fregu-
Jia dos Afogados. pelo respectivo liscal lhe fra
agora obstada a continuaran dclla ; e fazendo lar-
gas cousideracoes acerca da conveniencia da malan-
ca lili, a cmara reconheceii esta iicccssidnde e
maodini remeller a pelicao commisso de sande i p'lus ''" '"'Slunlo do Sr. Bad ; assim, pulanlo
' un soberano desprezo bastara, o duveria ser a ni-
ca resposla a esse vil detractor.
Mas, como os escriplos circundan por militas
parles, pur amor da verdade c mesmo para dislruir
qualquer Ja destavorarai ane por reutura alguem
sem pleno conliecimenlu do Si. Zacaras tonhafor-
mado du seu carador com a leilura daquelle uojeu-
lo communicado, que Ionio a meu cargo a espi-
nhosa trela, ainda que sem as habililacues preci-
sas, de escreviuhar estas linhas para o su jornal.
ASo menos irriforia a noticia dada por elle
Badu, de que o Sr. Zacaras espalhra o boato do
haver imposto ao Sr. capitn Mathas da Cusa Bar-
ros para que de cominuiii aecurdo com elle traba-
ihasse na prxima eleco de dcpulados pro inciaes
como se v do seguinte trecho exlrahido du seu com-
municado.
Diz elle :
Vao menos irrisoria a noticia por elle Zaca-
ras Xambarara, espulhada de hacer imposto au
proprietario Mathas da Cosa Barros, morador no
termo de S. yiyuel, sfde deste circulo, para que o
Costa Barros r hu*prenles, que san eleitores, co-
Nad
cerrou
para escolher o lugar mais proprio para este ser-
vico.
Foi alleudida a rplica que fez Antonio Pereira
de Oliveira Ramos, ao despacho desla cmara, quu
Iho negou licenca para fazer diversos raclhoramen-
los no seu sobrado na ra de Horlrs n. 72, ecouce-
deu-sc a liceuca requerida.
Enlrou cm discusso a proposta do Sr. Franca,
apresenlada na scsso anterior sobre a creaeo d
um passeio publico em roda do campo de palacio,
desde a ponte nova at ra de Santa Isabel, e de-
pois de bem discutida pelo seu autor, sustentan-
do-a, e pelos Srs. Reg e Rarala, que a combolc-
ram, fui approvado, e mandada remeller commis-
so de policia, para rev-la o formular o pedido
para o governo da provincia.
Despacharam-SH as petices de Domingos Jos
Avilla, Eugenio Duperon, Francisco Pinto Ozoriu,
Joao Carneiro Machado Ros, Rostron Ruok.ec & C,
e levanlou-se a sessao.
Fu Manoel Ferreira Acioli secretario, a cscrevi.
Barrus Rego.pro-presidente. Franca, Reg.
Mello. Oliveira.
r^ JE3'jBr<
a Nm bracos da familia ruiernrcda
Crua parca robu tua exifileocia,
Dcitandu dota, sim, p'ra acoipre nustncia
Com o pelo da dor toda opprimidl i
Do supremo aosdesliuos so curvando,
l'erradeiru tributo d ualura ;
ncu roruu jaz na (ra sepultura,
t sua alma nos cos a paz gozaudu !
Agr dor e saudade suspirando
Aquellos que a ainavara com ternjira,
>ao com triste lagrimas de amargura'
A lousa de seu tmulo banhandu.
Na morada de Dossu'alma pura.
Zumbando da niesquinha huiuanidade,
Hosfriicia alegre paz, siimina docura !
La uessa mauso da Dvindade
Em que gozas dos justos a ventura
Recebe o triste pranlo de saudades !
Kceife, 6 de marco de 1859.
Por Frederico Jos Wickenhagem,
lira ti ilii o.
OSr. Dr. Francisco-I os da Silva.
Se a minha inlelligeucia correspoiidesse aos meus
desejps, ou piulara com vivas cores, o qnanlo mw
devedorao Illm. Sr. Dr. Fraucisni Jos da Silva,
porcni miope de ideias e baldo de culihccimeiilo,
salisfacn-me apenas em relatar um fado.
Sohreveram-me no rosto, e n'oulras parles do
corpo mis crneos, os quaes abriam em feridas :
usc do quanlos remedios esliveraiii ao uieu alcan-
ce, quer receitadaa por professionaes, quer por cu-
iinsns, nao esqueceudo viajar pelo serta; ludo
empreguei dobalde, vislu que a inferuiidadese re-
pruduzia a sempre cun o mesmo vigor.
Assim so passaram dous annos e nieio, e foi en-
tao me me resolv a ir capital de Pernambuco,
aonde me doniurei mez e meto, em uso de remedios
o sempre peioraudn ; nestas circ.iimstaiicias l.via
rollar a esta cidade, anude moro, losi-nar-me
niiiiha tristesorte, cliegando j omou mala metter
do a qnanlos me riam.
Vnles, purm de voltar, acuncelliaram-me que me
reoeiiasse ao Sr. cirurgiu Ilr. Silva, o que liz. Lo-
go que fallei a esse scnhnr, COnlessoque souli-iiio
com mais coragem, vsla da raanerasdelicadas,
com que mn acoliten, anitnaudo-uie do lal forma]
que logo me faz convencer da minha cura : Issim
foi. pois que rollando aqui, e comooandn a usar de
una panacea que me rereitou, com admirarn de
quantosmcviamduente.apreseiitei-me curado lolim
de 15 dias !
S minha Ma estrella me guiariaa casa de lio
bom medico ; s assim pedera ou imje oslar cura-
do, depois detaniosencotnmodosdesgoslose des-
pl/.IS.
Seja dada loda a honra ao Illm. Sr. Dr. Francisco
Jos da Silva; os cos lhe deem a b-licidadc das
almas nohres, e lite delaten) a vida para arrimo
dos doentos que o procurarem, rooebendo os nuros
votos de um curacao agradecido.
Avelino Hermano Hezerra.
mais havendo a tratar, o Sr. presidente en-
a sessao.
SESS; O JUDICIARIA EM 7 DE MARCO DE 1859
I .E.SI1IEM.U UO EXM. SR. DESEXBARC.tllR
SOUZA.
Nc pode haver sessao judiciaria boje por nao
lerem comparecido os Srs. dosembargadores Villa-
res, S Ira l'.uimarcs o Guerra. tendO participado
incon cuicnte de sade o Sr. desembargado! Vil-
lares
O > presidente denegou provimentn ao aggravo
em q c Sao '
Ag raranles, Antonio Aires da r.unha & Cnmpa-
tibs aggravadn, Francisco Jos Regalu Braga.
Na a mais houre a tratar.
No impedimento do secretario,
Reuo Ramiel.
, TRIBUNAL DO JURY.
f SESSAO JUDICIARIA EM 4 DE MARCO
DE 1859. -
llir.tCI l 00 SR. DR. SERSARDO M VC.II vnn DA COSTA
doria, jnz nr.
D1REITO HA PRISEIRA VARA CBIMIWI.
Pi]pmotorpublico interino oSr. Dr. Antonio Jo-
Cotta Ribeiro
fcrirdo interino Manoel Correia Gomes de Al-
s di-
El
meii a
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de
--------,----------- r( -.M. w u BHHR '-, llil |>IU lili 14 Ul' I |'l,lf
Valencia (Hespanha). I.m medico anda moco fazia I !>,
vogadoo Sr. Dr. Joao Francisco Teixeira.
1tl horas da manha feila a chamada, acha-
presentes 38 senhores jurados,
i dispensado smenlc do comparecmento do
do rorrele o Sr Flix Pacs da Silva Pereira.
rant relevados das multas por lerem compare-
o jinlidrailo as fallas os senhores :
el losar Duartc Ribeiro.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
Honteni nao houve sessao ua asscmbla provin-
cial. r
Aomeio da (ez-se a chamada, e seise acharam
I-ros,-mes Ib amborea deputados, en vala do que
o Nr. presidente declarou nao haver sessao por falta
Communicados.
i.itr-a da Hn-Vista.
8 de Janeiro.
Passeava nos arrebaldcs de minha choca, pen-
sauducomo arrebatado as diversas phases udiii-
cas, que (rmuentemenle se danemo nosso lunio
inirniiizando com a maior acilidadc.a firco c o dcI
danltsmo, em menoscabo do mrito e da virlude
e assim vagara a minha pobre intclligenca, subn-
flo alm da esphera. que lhe lem proscripto a sua
mcdiocridadc, pintaudo-me com negras cores o es-
tado desta comarca, j digna de melhor sorte, as-
sim nos serlanejos, que vivemos curvados um
Irabalho infructfero, e sempre aiuesquiuhados
servindo de negocio de grosso Iralo mocos sem ex-
periencia, qiu, apenas para aqui trazeui suas duas
casacas, o indispensawl pergaminhn, presuutpco
de sabios, castelos de riqueza, c iinportancia'du
-familia prestigiosa ; se bem que logo depois desen-
volvam canina fome, acumpanhada de vaulajosos
calculosa salisfozer seus flus ambiciosos ; um lo-
cuplelando-secom a migalha do pobre, e outros
sem com pai xo dos gemidos da viuva c das lagri-
mas dos urphos : pensava nislo quando, meu
amigo, appareceu-me o alilhado Casusa, portador
da carta do compadre Chiquinhu, seu pai, a qual vai
textualmente aqui copiada,
Meu bom compadre.Sao passados quasi doze
mezes que de mim nofem Vmc. noticias, pela dis-
tancia' que nos separa, e os dirimios padecim.in-
ins, que me impossibilitan earalgar, e menos per-
correr as localidades para lhe iransmiuir o decor-
lem com elle 11aprxima eleicao de deputados ,n-
einciaeseste anno! Imposicn'n. diz elle, que o Cos-
a Barros ar.eilou por ler um filho no ettudo,pur isla
que afinal ha de precisar delle. Xambari 111 Ora,
contina anda o Sr. Bad, islo na realidade o
mais porco cynismo, que tenho oucido, porque sen-
do Mathias da Cosa Burros um proprietario bas-
tante rico e notado independenle, jamis acceilaria
imposico tao aculante de qualquer peasua quanto
mais de um cafageslinhu, como u Antonio Zacaras
da Costa Xambari.
Ora em verdade esta a intriga mais mal engen-
drada e o tais nono ci/;m'iiio, que tenho visto !
S a cachola do Sr. Bad capaj de laes produelos
porque sendo n Sr. Zacaras sobrinho e alilhado du
Sr. capitn Malhiasda Cosa, a quem muito respei-
la o eslima, claro, e daqui j se detxa ver. que
lhe sendo absolutamente impossivel fazer imposi-
cies a seu to e padrnho, muito menos para a-
credilar-se, que se gabe de haver (eilo urna seme-
Ihanle imposieo.
Misero aleivoso, coberlo de mazlas, e sem Im-
portancia alguma, como o Sr. Bad, um desses
entes iiirfuxirioMJi, que leem a habilidadu deem
ludo envolver-se para lucrar, de em tudo cheirar
para nausear, de em tudo tocar para couspurcar,
que tem a philanciosa audacia de empiiiihar apen-
ua e fazer vomitar sua venenosa bilis contra pessoas
que por suas poseoet sociaes nao se imporlam o
nem delle so lenibram.
Urna correspondencia corre impressa as colum-
nas do l),rio das Alagos, de 8 de novembro do
anno prnximu passado. onde se l fados estupen-
dos e horrorosos pralicados por esse monslm. Ain-
da assim nao diz ludo nao musir em sua plenitu-
d a faca infame e ridicula, que elle aqu letn ro-
preseiilado.hmtempoconvcnienie, porm, siuiho-
res redactores, rollare!a columnas do se con,!ai-
toado jornal, se a islo fr movido pelo celebre
rranemo, o eutao procurarei piular exactamente
esse carcter perverso o maligno, pedindo tambem
a Ira use r i peo da j mencionad,i correspondencia
fazendo deste modo chegar ao cuiiheeimeitlo do pu-
blico quem soja esle homem, que arrugando-sede
escriplor publico, com lodo desfaoamenlo procura
salpicar do lamaral, em que se acha envolvido, so-
Variedades.
CARTAS DE HESPAM4.
FUSTAS DE IIISI'wiiv.
Madrid, 6 de Janeiro de 1858.
Charo Senhor.
Teiiciono cscrever-lhe daqui Iros cartas, que bao
de satisfazte u desojo que Vmc. quiz exprimir-mu:
dar-lhe-ltei, se nao bourel impedimento, us tres l-
liilus seguintes : Festas de llespanku.Caminhos
de llespauha. Colisas de Hespanha.
F.slc ultimo titulo, apezar de sita apparuncia ba-
nal, lem aqu um grande valor, e (ruqucntenienlc
outpregado.
Causas de Hespanha! urna grande, palavra que
diz iiiiiiUls omisas ,. ulna exclamacn folal, algu-
ma colisa como Dos assim o quor !Kslesrrip-
lu! Peste] Tudu testa i-.iu lluspauha : u coe
puru e nao pode por tuuilu lempo conservar urna
iinveni, a b-rra rica e produz sem irabalho ; o
da resplandece, as nuiles sao brillianles, e quando
a lita Ilumina a Ierra, sita luz chega pura o clara cu
i.i.i o a luz do um bello dio do Norte E o poro go-
za de ludo uto com una feliridade serena ; nao Ira-
balha, porque o solo o as aores ornooeiii-lho sem
alllioou u pouM de que lem necessidado para
viver. Nao preguica. ocio.
\mc. nao v aqui astas pessoas ocr.upadissimas,
CM rendo a ma, agilando-se, soprando assoviando
como locuiitoiiv as, e cojea pulmoes, em o lempo de
fnn, laiicam iiuvensdo vapor; o hespanhol calmo
e por uada se apross.i : caunba Iranqullinnonn
cnvullo em lodo o lempo, em sen capole, fumando
o seu cigarrilho com aspiracoes conladas, dizeudo
a cada passo, que a vida e sua, a que recehuu-a
dehaixo do mais bello clima du mundo.
E que espleudores nao tem esto cu e osla luz !
Vi Sevilla no dia 13 de dezembro da torre da Gi-
ralda, Cadix a 23, da torre de Tavira ; o uossu mais
bello mez do atino, nao tem ums almosphera lmpi-
da, unta quelite luz como esle mez de invern, ees-
las casas sempre vestidas de branco, estas larange-
ras cuberas de frudos vurmelhus, estes arbustos
que as cercas deseiirolam suas largas fulhas, estas
palmoiras que dumiiiama paisagetu, tudu islua
decoraco de um espectculo perpetuo.
Por isso lem miiila razio o hospaithol de amar
que i dataran e i Previdencia lhe do, e de fazer
ponen caso duque lhe vem do Irabalho : ama ater-
ra que osiislenla, o eco que o esclarece ; desdeuha
o domicilio qu,. babila, cuino o diz o proverbio an-
dalitz .Suelo bueno, techo bueno, entresuelo malo.
resta Mitrara!
11 sino que repica, a viola quesea, o tambor que
retumba, < zahumes que rufa. iaes*au oselemen-
eni anda um privih>fHti, o de veuder us jornaes, di
auregnarus adeus, ua prospeclos, e oaeerillat ( no-
rhasde cera i ; os gnilairislas leem pela maior'par-
lo tlenlos notareis, e fazem cstranhns passtigensde
l'reslulgilaciio sobre o braco do seus inslriinieiitos ;
os preguadores em r.impuiisaeo, leen a voz mili
aturdoanto a lancaiu-se com mtmnha nnaaiaaiii,
uo nieio dus passeaderaa, cum son pao adianto
A industria da mecha de oia loui tomado em
Hespanha um ileseitvolv iinenlo immenso. Cada fu-
ttiisla, dizeluus cada um pur ser mais verdaileiru,
lem nina bueeta dolas no bolsu. o nao se adiara em
loda a l'eninsiila nina media de pao.
laniliom o ceg atareada* da cerillas lem cumple-
lanieiile loilo dosapparoeer mu dos lyposanlgos da
vida hespanhula oslo gamenho que s existo en
uuageni em casa dus vendederas de guritihos de
barro Muelo, do Cdiz a de Malaga, a que Coala pur
entre os paaseadoras, com ana nntewantnniaaa-
sa, e [rilando COBM um desesperadu : 1.a candela,
seoritas ; la candela, caballeras, la enmiela I
A mullidu de Malaga nga us oegus que arra-
iihavuiii suas notes 1 seus guias, loonudo casla-
nliolas o uiullidu caulava Iimiiiios e cantigas in-
genuas.
De praca oin prora pararan para dausar mndns,
ou para ruiW*e pessoas mascaradas e Irucar cum
ollas iodos us gracejos parinillidoa.
Ouaiiilu nma varatiila aalari osilarecida, quando
podan presentir que en nina casa havia reunio
tertulia, os mascaras para l sobiain. Iiunavain par-
le ni lesia, inlrigavan assenhoras e oscavalleirus.
t-onfusiu eslranha, O carnaval e a nalividade!
Islodiiniu luda a uule.
As duas lunas cslaiainos caucados du correr com
a mullidao que nao rancava de correr.
I'ela manlia os sinos locavan n|iressados, repi-
caban, encantadora ouumaiupeia : os sacerdo-
tes cun seus grandes chapeos a Basilio vinhao
Igreja para dizerem suas Iros missas, e as Deis setio-
rasentraran no Ninploeon eadeira, e iam aetilnr-
se no i-bao com nina gima o nina fodlidade qua he
oslrauhu irproeitrar em somelhaute posico, depois
uuviatu sen milita dislraeo suas missas tesadas,
ajudadas por um sacristn de capoto.
O capole por leda a parle !
Intrtate osle lempo, a fesla preparava-se da par-
le de fura, a tropa laara u grande uniforme e a
msica i.mu v a.
Estrados torantaran-M na praca da Riego e na
placa da r.nnsliluico: as carandas do Ayunta-
miento cobrim m de rouparii cum cores aacraaes,
o sobre a ramada principal apparedan no meio
das acclamacoes da mullidao. as auluriilados civis e
tilintares, u doro, e a curjm, consular, para inaugu-
rar a fesla pelo acto principal de todo regosijo hes-
panhol.
I ni rieu pnllio urnava o meiu da varanda.
Ueste pallio cahian duas rotunas, donando ado-
viiihar pur Iraz de suas doblas a forma quadrada
de um quadru.
Era um inumeiilo dado, o eonimondanto gerai de
um lado, o goierniidur civil du oulro. pucharatn ca-
da um urna peraa da cortina : o re ralo da rainha
appareeeu prlneira, a retrato do re apatareeea de-
pois lendo-su feilo esperar um punco: o bispn dan-
do um passo adianie, griten : atea as trupas res-
pondern, o ratiho rebouiboii, a fesla eslava co-
mecada. Malaga celebrara ao.....satotenpn rhris-
lainenle o uascimeiilo de N. S. J. Chrislo. e oicial-
iiiouie o nascimeiilu do principe das Asturias.
Fesla ludo 0 dia, varandas guarnecidas do damas-
co, bandeiras nos eslabeleciuioiitns pblicos, smen-
lo a hatideira fraticeza em rasa du cnsul de Fran-
ca ; unta imuiensa eslamenha verniellta com o hia-
le dus lies Minos en casa do cnsul iitglez ; msica
na Alameda, a lodos us elegantes da cidade, todas
is bolla, mabucaeoM cun suas maniilhas ante en-
cantador p.isseio ornado cum lindas fuios de mar-
muro dadas a Carlus V pela repblica do Genova.
A noite, mullidao no Ihealro : elle he lo barato
em Hespanha mullidao na ra como na vspera,
dausas piiblieas. oicboslras e mascaras.
Illiiminuco por inda a parle, griitaldas na praca
de Riego, urna agina de gaz em casa do cunsul ci
l'i auca Juma cora real com as iniciaos V. A., e
sobre a fachada du Ayuntamiento cordoes de gaz, cs-
lioUas, ses. lochas, c sobro a armaran de Tcludo
v ernielho as palacras. Principe de Asturias cm le-
tras de fugo.
Malaga que pur morc du mar, recebe carroin-
gloz. o pode fabricar gaz, esl ant progresso sobre
Madrid, que loin gaz sem duvida, purm que o fabri-
ca i oiu cusi e que faz vir o seu cario do mar.
Entretanto qaanln riquezas mineraos o suln d
Hespanha encobre !
A Galicia, as Asturias, a Calaluuha, Teruel, Cuen-
ca, a Audaluzia pusaiioiu abiiudaiilesjazigosde car-
v noque permanecen inexplorados; os bracos faltan)
mas solu eludo os muios de transporte ; us vehiculus
eslo ausentes : us graos, o mineral, a trra, a ana,
as lamas cntiiluzem-se sobre as cosas dos burros,
em cestos de espartera.
As vas frreas quu preparam-su, as estradas de
tena que dellasdeiivaram.assi-nalarain par a Hes-
panha una era de fortuna a de regeneradlo.
Madrid, entretanto, levo sua noite de gaz, e vai
pruxinaueiilo repartir o ensato. No lempo do uas-
i imenlo do principe, havia nperlo, impedimento ua
ra da Montera, nm dos raios da Puerta del Sol,
para admirar nina exhibican nova.
Illuiuiuam-se aqu de lima maneira particular,
em cada varanda fzfla-M unta laulerna du flondrese
de tidre : na laulerna ama lanipadasiuha de aseiie;
as mais ricas casas leem duas lanlornas por varan-
da : os slahclccinicntus publicns leem Incluirs e
luchas, lio mais triste e solemne do que alegre ;
lata nao vale uutn u brilho um pouco omfumado de
nnssos lanipees, nem a risonha vari. da.le de lios-
sas lanleriias veiiezanas ; est longo, bem lunge do
vivo esplendor dos cordoes do gaz.
Aporlava-so a gente na ra da Montera para ver o
que anda nao linha vislu, o gaz da Iluminadlo
applicado s fustas publicas, um cordaodefogo, o-
i ias roaos cum a inicial o a cifra do Isabel II. Tani-
liera vede como um exeuiplo he lo bom para se-
guir : es o Ayuntamiento que, no prugrainme offl-
riaj das testas das ceremonias, annuncia que o pa$u
da cantara e e panadera da praca Majur scrau illu-
niiuadascom gaz. Na primoira fesla,islo heuinpoucu
antes desla, os Madrileas vero os Cordoes do fogu
substituir as locheiras do ministerio da goberna-
cin.
Fesla sempre e usa por toda a aparte. Em Ali-
cante, .....le eu desembarcara mi dia 29 os sinos re-
picavatu, a msica da otilada percorria as ras, as
*
una gaita
uno sola- 4
ha. t.o- *!"
Ia A., fin
O liiii.-l de i illi Hermosa, nu oulro ngulo do
Prado eda ra Sai-lioioiinuo. occiilla-se dcbaixu de
sol inimcnsas upi crias lliiiiiongascoiu a ossigua-
tur.i di-i.uill. Vin I.....fdai'1,0 Musen nal lein la-
peles aniigosoii tudas as suas janeltis; em frenlo
do holol de Vila Herniosa, osle tn.igiiili. u palacio
que u duque io Medina Cel, slenla tapetes com
armasenutira cum grande duspeudio uas duus
varandas paucipaes aiiligns lapecarias ron Irania
de miro. Ms alio, na praca das cortes c diente til
esiaiiia ile ironzeiio inmortal autor de Oo (Jui-
chotle. O batel galaulo e muderiio do duque de Uyar
iilarnslas, adornuiils.as,!,/. janollas como cm Unas brancas bm-
d.ul.isde barbas loniiolhas ; lindo em cuna lamb,
quiusonruruadus o i or do oum: as vaiandas lem
Ichas Hraucas guarueridos de veruielho eaniard-
lo S em cada una osla suspenso u escudo piulado do
caila um dos ttulos da Ilustre casa. O ino.-iie. lo/ o
duque de Mirallures, que lem late ecinco i aruiulas.
Nos seus iros indinen sobra redlas nrnirlhn ilia
Ltaaueu-se viule esi-udosdillerenles.
As tropas eiilileirain-se ; mas a ninllidn. espe-
mndooan.....rio du corteja, encala lirfrneate .
sem liimiilto |iela rus a pelos paSseios, chogada
dus primnos oav alloirus, ella rolira-se o piu-se em
ordem soccgadaiiienlo. Domis o Av unlaaienlu sa-
disirahi-la esperando u muinenlo do putupnso us-
|iootaulllo.
lis qn,. eseulladus por douugnardasciviscom dia-
pou bordado de brancu vem mu grupo de dnusadu-
res precedidos de um lambur/.i.iliu B de una gaita
que locaiii nma aria montona de un rvthmo
m, tenia o mu menlo de una lenta fnlh
iiieuslrazeiu lurreles reibuidus manecloa da flo-
res e cumplidos ruiuliellos atiuelados ao redor da
cahcea ; liajaiu camisas brancas, salas Ote de rosa
uu asnea guarueridus con galoes dit prala ; a braco
esquerdo i-si cercado com um tracal lendopurim
nina rusa ; ludos dansam, sogitiudo uns aos uniros
tornante ruda o topeada caslunholas.
IRuiIro du seu circiilu awlaui a ruda, e saltan coui
o iiiesinu passo, un numero igual do douzdlas, ata-
jando ruupinhas de v i ludo e satas adr de rusa luda.
lem I.oigas lilas cujas punas veeiu ligar-.*. 00 Cune
de um masiro em p no nido da danta.
Ningiieiu sabe dundo v eom osli's daiisadores, do n
de (untaranuasaaria mouuiuna, esse trago o osla
physioiiouiia ; i i.n-i.lorau-nus ouiu urna tradicu
que records as cuiiquisla du oulro cDiiiineute.'us
lucas uu os lilhos de Ciuliuiozin. Ochote da bandi
tem um veslnlu vermelho roai galesde prala ; Ira/
sobre a cabeca una litada niesuiaciir e etn cada nao
una grussa caslanhola du mliinie de un ccu.
Depoisdeata banda vem entra escoltada da iiiesma
inaiieira e esla nicamente roiuposta d*' boiuous
v indos do lado do nasceiite du Hespanha. kslo im,
lulos, estn de camisolas brancas elraztuiao liraculo
lilas ou liras de panno de cores v a riada; us calidas
cticos de seda enrolados como turbantes ; e trnzout
varinhas as maos ornudas de papis encrespados e ,
oxeiiilaui com oslas v aniibas ao soin de. nina flan- -
linha e utu laubuoinho, ligiirasque nao nos sao ,
ilcscimlieriilas. Emllin u cortejo conioea. ( in pelo-
tan de hussaroS com pellicas brancas e amarellas
alire a narchs. Di'pois veetn cinco rarruagen-,
de grandes du Hespanha, cada urna puchada a
seis cavallos ciuii penachus, caminhando apean
lado de cada cai.illouiu laraio de rica libr.
lina leva o uiaiqnez do Malpiea, a a nutra, cujns
cavallns eslavo ornados rin magnlicos penachos
verdes, o v orinellius perlcncc a Don Penan Niiiuz s ,
conde de Cerrekari.
Depois dos grandes desatem os cavallos das ca-
vellerices reaes levados pur.lacaios e precedidos di'
Immlielas edeum limbaltiro rostido de gala. Os
(iialros piimoiros ovalbis, ate andar nugnilieo e de
jura raca. Ira/.o ni sellas de inulher ricamonli. Iraba-
Ihadas : esles sao os i anillos predileetos da rainha :
i. d.i/r cavallos que veeiu depois i razo m admiraveis >.
aiTcin*de vellido hordadoii'om as armasu devisas '
I
<'
casas estavam adornadas, aimmensa varanda du Ay-
uiilamiento orhava-se com una rumprida lira a*
panno com as cores naciunaes, os notavels reuni-
iini-so o assignavam nina mensagoiu de felicita-
cues.
A mensagem ora destinada au magniuro Salaman-
ca, n feliz capitalista, n generoso promotor do pru-
gressu ournp.iii em Hespanha, j intrepidu cuus-
iruiior deste troco de raininbo, drid ao Arajijuez primeirameute, ganhou depois
Albaeola, depois Almanza, o i,ue poo Alicante bo-
je a 16 horas da capital .ideante eslava de fesla
pola rcecpi o de um despacho Idegraphco ; an-
nunciavam-lhe que u ulliao carril era posto sobre
o entnlho da maguifha ponte de Mouorar, e a cidi-
de adurnava-sc para a tiiauguracio do cauinhu
novo.
Cheganns de Alcau.'e, o cminho fui inaugura-
do, en um mez, ser aberta au viaudanles e em
dous mozos s niercadorias.
Madrid ten um braco para o Mediterrneo, espe-
rando os que lhe prtpram para o ocano de Auda-
luzia o para o ocano de Gascuuha ; certameute ne-
nhum motivo ba atis juslo de fesla.
Porm eis nina testa ainda,nma grande fesla.uma
felicilain real. As galeras euvidracadas uuu cer-
can! o grande paleo do palacio eslo adornadas Soa-
sas magnificas lapccoriasauobilia da cora possu
una coileceo uiaprecianl. Estas lapeceras viu-
das de Flandroi, Ira/idas por Carlos (ninfo e Filip-
pc II representan OS grandes fados desles duus
reinados illusres ; ellas sao precisamente conser-
vadas em cifres, o nunca sahem seno nos dias
grandes ; suis cores sao magnificas, os deseuhos
revelam mata habis, as luzes sao de ouro e prala;
sou numero he tal que com um kilmetro adorna-
ra-se unta ma. No nido deslas galeras desfila
mu curlejn, he a rainha que vai capella do pala-
cio, i olcbnr sua primoira sahida depois du parto.
No dia s'guinio.ora limitein,Madrid empavosava-
so loda- s varandasesiavaoricaiiieuteaduniadas, os
miiiisl tos de rouparia escarale e edr de ouro, as
casas parliculares de eslofos de toda hitaren e
de ores variadas, entre as quaes doininavam eulre-
iaiu as cures endonaos.
A'a varanda principal .1" Ayunlamienlu esto Os
i lalos ila rainha e do roi. dehaixo de um palio
de voiiido nm franja* d......ro, e dos dous lados

H

le llcspajiba, em ouro e prala : suas crinas sao tran-
cadas e ademadas de galoes de ouro ; uo presos i um
longos trancas bramas e giiieleara ao sutn das msi-
cas militares.
Depois das caballarizts reales passam qninzo car-
ruagens da curie, Indas puchados por seis amias com
plumas e cada parelha li-ndn um vestido ditfereiili..
Cada carriiagein cnndiizida por mu cncheiro e por V
mn postilhiio empolvilhados ; cada mua c acoinpa-
nh,ida pur um criado de libr e indas reriuolhas V
primoira carruagem leva quatro. reis de orinas em
s ii I ruge Iradiccioiial ; a segunda e a lorroira nda
gos do palacio, urna nutra o luurdomo de .semana,
depois u general Kosalis, secretario da rainha. o
marqooz de Alcancbs, o cunde de Arana, o cinido
de Trasiatnaro. o duqu.i de Baylun, mayordomo
mayor a duquesa viuva de Alba.camareira naynr :
depois veeiu os carruagens antigs com trens dourn-
dos, lucos de loca com zimltoriode reludo : e dan.
nuuioru puchadas a seis cavallos alazaos com mog-
uilidus penachus bramos o a/ues a que Iraz o in-
fante D. Francisco pai do rei. .
Segu a carruagem puchada por sois cvalos pre- "
los.com penachos brancos e azuesna qual ven a
infanta Maria Fernanda, irina da rainlia, e o Sr. du-
que de Montpeiisior, cum uuifurme vunnelhn e cor
de prala do maestra ule. de Sevilla. Os criados tema
pluma virinelha no chapeo. Em una rarruagt-iu po-
llera cum votado verde, loda envidracadi, pucha- '
da pur cavallos haixos eiupluiuodo com grandes
pelmas brancas o purpureas matisadas, vem a juren
infanta veslida de hrauru e acumpanhada de sua ata
a marqueza de Malpiea. Depois de unta carruagem
razia puchada a nitn cavallos russos cum penachos
azuese vermellins.
Depois a carruagem real.
Os uilo cavallus sao brancos, seus penachos sao
brancos ; cada parelha he cundnzida pur um pos-
lilhao, e cada ravallo escollado por um criado a-
polv libado coberlo com galoes de ouro o trazendo ," tk)
ta mao urna grande i-oiuia.
A carruagem nao lem cocheiro ; no lugar dn as-
soiilu est acocorado o Icio de i.astellia appoiand.i
as duas palas sobre os dous globo terrestres ; nma
cora real, cuhriudo igualmente os dous mundos,
domina a carruagem. que est robera rom velludo
realcado dos mais ricos ornaiuenbta.
A rainha veslida de branco, est assenlada di-
reila, u rei esquerda, e sobre u asseulo de dianle
a ama de lele, veslida moda das Asturias, de vel-
ludo verde, reab-oiln cum galoes de ouro, tundo em
seus bracos o principe das Asturias.
Os uiln i.ios da casa da rainha e dn rei, em cus
ricos uniformes, Irozondo as tiuiuerosus ires das
decuraciio.s hespaiihnlaH, niarchatn i i-arallo pur
traz da carruagem e sao seguidos de inultos esqua-
dres de husoitrus que lereanam esle magiiilii o
curleju.
Tire, chuso senhor, a feliz sorte de v-lo anas
V e/oS.
Na primeira eslava rollocado na varanda da aca-
demia d San-Fernando, a em quanlo a rainha des-
oja igreja d'Aloe lia, e aprosuntava o joren prin-
cipe ao altar e aos dignitarios reunidos no templo,
tire lempa dogatihar rna de Kan-Jeronymo para
turnara v-lo em una das janellas do mrqunz de
I'...... na vulla da ceremonia.
_ O que mais me impressiomau depois deola mag-
nifica pompa depois denlo grande fausto e desla
mago-ilusa ostenlacn de riquezas, foi a calma d.t
popularn do, Madrid. Est ua ra cune sn sMa
casa. A ra he o seu lerreuo, osen duminio ; ella
circula ahi debaixn de um eco puru e porua lem-
pcxatitta de nove graos sombra, sem pressa. sen
fadiga : sabe que lem por si u teinpo. Non irhl
s boaaem embriagado. Nenhuma grosseria, ne-
iihuma injuria, nenhuma imporliiieiicin I
O rnrtejo passntt, atropa retirnn-sc tranquilla -
mente, a popularan enche a rna o segne a desfila-
da ; todas s dosses eslo confundidas, ograndi-
de Hespanha que se roculho a p da corriloiiia de
Aloeha, a mulher de manlilha de renda, o mozo
com sua corda de espartera sobro o hombro, a sa-
leta com seu lenco de seda preso debati do quei-
xo, triste silln", iv-etilo da manota demparuela : o
aldoo madrileuo enrolla en sea capole escuro
forrado de velludo v orde e vermelhu, o arridro do
vesta de astracn, l gitana de saia de folhos e o
eleganle modera de polelul.
Nada de rumor, nada do lucia, nado* de pressas,
us menino- autlaui no tneio de lodos sem temor de
si i siill'ocadus. Os lv pos nao aluni au meio deste
curios espniaoulu, e vi au sahir de una ra dous
almuerces romo os de que falla liil Blas com suas
mullas cuberas com um rico rapte valenciano e
trazendo escopetas na garupa.
A rainha entra no palacio, a noite chega, fesla
da rainha reune-se atesta dos Reis. He a vespen
deste dia .santificado, o o pino preparo-so para ella
com risos e mislilicaces que ludus us anuos ruuu-
vani-sedc um modo tradiciunal.
No meio da mullidao, que he abundante romo
pela manlia o que sabe na, nao para ver. iioui
Eira atulhar tumultuosamente as eulradasdos esta-
clecBenlos illuminadoa, porm para passear como
sempre, circulan esiroudnsamente bandos de me-
ninos, de genle do poro ede gallegos, a raca dos
mariolas e dos oommissionarios. Trazen tochas
que agiam. locam tambor, sobre rasos ou fragmen-
tos de fulha de ferro ; alguns Irazem cestos de espar-
tera j invariavelmente um delles Iraz urna oseada
de man a enfeima desta escada Cosos e rordas. i'
oubjootoda allencoo do Indos ; carregam-uo, ar-
raslrain-no, rorreado o gritando. 0 infeliz lo-
grado tiesta groan farra.
Desembarcado ha ponen peonadiram-no que era
*
t


V,
I
V
>
|.ivrU.> irani'iroiWriidos re; os restos iuiucui
pretendidas proa isie.s, a estada >.tni tara escalar
as unirailias 'la cidade, o o bando contrinucaniento
lie es*) no oeste di: Madrid, o do norte no sol, per-
geniando pelo eamiiihn pilo qual viran os reis, o
h'vaiido por toda a part1 o infeliz, que sua songuc e
auna.
Mojo, pois, [esta aincia como honlem, como mu
destes dias, como lu duas 'manas. Nao pecis
nada ao operario : nao touhais neoossidadc do mu-
sa algama, nrm de casar, nern de caucado, neni de
r.Hipa branca os arinaieiiscsto fechados, o srti-
liee njo prnriira salario ; os oscriptorios nao traba-
lliam ; o. negocios dcsraiiratu ; fusta, sempre
fusta : grande patarra I
Ha nina corrida de Muros esta manhaa, mas cor-
rida do novilhos, sto de tnnros nnvos que ao
leem ainda meio ardor o mcia ferocidade. Quatro
foran morios, ellos houvorani-se beiu, rasgaram a
barriga da seus eavallus, mas as espadas derani-lhos
lorriveis golpes.
Nao mis fallo mais amplamonlo desta niblanea
onde pobres cainitas, ceibos, etlicos, gastos, ipii
quasi uo podan andar, p naererein molino tim, ao
cntidiizidoscnin os ollius vendados opozar deseo
iiislinrli, ipii'. Rigao sr recusa, sobro usroninsdn
auimal solvagoin. Kunvicnm prazer, epormais
que digam, nao ha abi degeneresseiicia da raca he--
panliola. A mocidado de boje repugna a ossa pena
deshumana, a cas* dilnooracao gratuita de um in-
iVli/ animal que eom a. cnn-aiilias forado carpo e
arraslando cm Ierra. sustont;t-so anda por mnitn
leuqio eiu p, ilepnis cribo, c i arraslado atravez da
arena por quatro nulas anidada*.
O ravalld lii re, que yi\ n inimipo, que o procura o
evita i forra de destroza, o ttndor que combare real-
morilcomn smrfonca, enio ossa especie ilo aprendiz
de lamiiiiro que cnnd|iz sua ravalgndura ao suppli-
rte, armado de botas e perneiras de nanitas que o li-
vrumdas ftidas e con aso**, anda !
(is tnnros de nmenr, os'que a espada ferio boje
iran adultos : nao ma nin-so oSMori/fot. Chegmii
eom os romos giiarnoi idos de bolas ; achara na are-
na nielado dos ospecladores qne depol do .aligue
derramado, oscalam a inrreirn. Os pobres animaos
alunfidns, pasmados il '-lo rumor, doslos gritos, des-
le mnrlmento, destas iiilorpollaooes. dostas injuria,
e ollusesdos destes va] oles, destes cintos-, dosies pn-
litols que ostentan t ianlo dille-, destes barretes
redondos o destes Imteles que aliram-lhcs a toco,
arrotaav-so a torio e a ilireilo, no meio do tuiuiilio,
dahiin nos que enconl am, pisando, maltratando al-
guns, o fazendo grave feridns eni outros doslos im-
pcrtlnentos. lluatido o nocillo lera corrido min-
io, qirandn Ihe tem p nado bastante pela cauda mi
polas orolhns, enviam Ibe do or dous bois riuii-
plaeriitr-s qfie a elle si reiiueui e que elle segu so-
eogadamiuite, deixand i assuas coleras.
Nao sao entes, meu :baro souhor, os toros reo'en
quotrmnssigualado ultras grandes dreunistaiicias.
Cuando Fernando Vil ipresditiiu n infante Isabel s
corle, como prmeeM das Asturias, guando nasceu
ni tKl a joven iiifanttijue acaba dr perdrosle l-
talo, dure eoiTMMti ais cm os niais bellos lou-
if.Sj enni os inrlhoros cavalloa o com as iriudrilhas
jiiafs habis. Honre ainbom na prar-a Hnyorca-
balUroteit pinza, ton eios onde llgiiraralri nos bri-
lliaules tragos das gri ndos ftrdens militares os li-
nios das Ilustres i-nsa.' de Hespanba o na mnexran-
rte Sevilla, do Grai ada. do Honda, de Valeca e
de S-iragoea.
V estaoSo r.o permijlri i estas fastas : foran ruh;<-
ilas para i xnvg.de niain.o povu prepara-seriartiasu
dlftiii-me .tqui forueea-me
dar-lhe sonta de tildo.'
i du Madrid solireludo, osla
"Ste adiameiito ; para elle
letl
pagen
Irig
Diario de Pernambuco.Torca feira S de Marco de 1859.
%
lunolada-, eapiliio J. W. Ho.iucliamp, eipn-
10, carga :,70il barricas com farluha de
a Henry Korster* I..''
Marn rnihidns nometmoia,
Parahib Patacho bollando/. .Voord Uolaiirl, capi-
lao P Tyno, carga laiinha de trigo.
Canal Jarea iugleza Ihurino capitn W. King, car-
ga as ucar.
Rio de diieirnBarca americana flf, capiao M.
ti. M Vee, com a mesui.i carga que lrou\e de
lond, suspenden do Limarn.
Ilicli
nisi-'.Rv.vgriKs MKiKonoi.oi;ir,AS.
DU 7 UK M VIICO.
5
Gdam

1/2 di;
dal.
6
A n
vento "i'K, voio para o terral 0 ao amanliocer inu-
dnu p
Ol
lti.
lo K.
naturio do arsenal de marinha 7 de marco de
Vir.oxsJiMOR.
1 ca iiispec;iio da alfaudega se faz publico,
que ni da 10 do correute ae hiio de arre-malar
liora bigardo costme, sendo a arrematarn li-
vrede liroilosaoam iiialante.asseguimos me'rcado-
rias, v odas do Itaniburgo no navio llrlnia, enUado
em de calino proviino passado : 96 arrobas de no-
zos aja arroba, tolal !I6J ; 13 barricas en que es-
tn ac jeinadaa.aTaOra. cada una, total !875(l,
abatid nadas aos dlcitos por Joo Praeger&C.;
assim orno 15 libras de larruvaeo a 600 rs. a libra,
lotal 1 i} : ditas de ortela pnnula a Sil.I rs. a
libra, nt.ilij; 211 ditas de ly rio romo a 133 rs. a
libra, olal jolill, viudas do'LUboa uo navio Marin
Jote t Irado em dezembro de l.s.'ili e abandonados
aos di vitos por Aulonio Luil de Olivcira Azeredo.
Alfa uleg.i de l'ornambucn 7 de marco de lsT>9.
0 ins( -ctur, lltiita Jos Fci-iiandes Barros.
os das 10, 11 c 12 do crrenle estarn em
praca a casa das sessoes da cmara municipal do
Itecifc os lalhns do aeongiie do lado do norle da ri-
beira i e S. Jos, o os do acougue da Boa-Vista, eujo
contra o de arrondamento de mis e outros oi rescin-
dido,! coopto08 destinados paraos creadores do ga-
do. Se viro de liase arremataeo os primos porque
foran illiiiiameulo alugadosos uiosmos lalhos. O
valor as arrematacoes pago ou .i bocea do cufre,
ou a p asos com nanea, t para constar se maudou
lalv/. o acaso Me c
*nln a feliz oecasifto ify
O poco bespaiAml,
longo de lastimaras"*!.
prazor em pres|ieclira
Presentemente aiiMs rt tem para tres dias : illu-
i leu, roprosontaioes gfaluilas
ehoje, na magnillea sala do
i funrn, pura qual os hilhe-
(istrihnidospela rainha, romo
i'1 i osl.......sao vi-ndidm segtindn suas nrdoiis, pela
damas da corto, em proroito dos estabvdreiiuentos
ilebenotlvencia.
Tudo sen,
A. ItCaiflMi UF. L.irin\r.
(Pjrnn.f
minaces toda?
em todos os tlioatr.is
ihiMMro-myal, grande
le* em voz do seren

't
r
i
l'ltACAIK) RECIPlt 7 D; MARCO UF, 1359.
AS TRKS fljORAS DA ARDE.
r.olaiiocs olficiaes.
Camam sobre f.ondrosi--6 90 d/v.
Fre). Rlbllird, presidente.
f. Boifes, secretario.
| 'i nh
Caixa Filial dio Bituco lo Brasil
emPijruambuct).
Kna t cto aattr?o de IMS.
nbeilores da semana os Srs. :
vugnsto Fmdcriroj de OHveiro o Joo Piulo de
l.oai*.
V eaira drsrnnta te rasrain nmprazn al '(mozos
a 9 0 I) aoaniio, ton i saques boom praca do llin
il., I *^ i ^1 VAA a IbAma ,1 ^ L,xa ^h^ b mttibai.i T Jl 11
de Janeiro)
anuo.
n-cobe
Hendimentn do dia 1
dem do dia 7
AI FALDEO A.
a5. .
Dcscat-regaia hoje H de marco.
Palarbo inglezCreii abacallio.
Palacno sueroRoke
Rriptlf americano M
Patacho inglez Mi'.l
Brigno porlugHozTi
Vnlnmes entrados ci
enm gneros
Vfttnmn sabidos rom fazendas
con gneros
CONS1
Randimenlo do din 1
dem dn dia 7 .
I
Itendimento do dia 1
dem do d;
dinheiro a premio a 70 0 no
1
6
5
Cuniuliis

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Cirrus

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5 51 *
vknto. TfilUIOMFTRO d
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- o 2* I - Si
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=i S s es ^ i
NE Reg. > 26! 1 27.1 ta.8 11.7 78 si 7r> i l
i\r. Bou. 2H.S !.l til Mi
Bej. 2K.3 12.i\ RS Si
> 27,7 22.2 si
Para o Rio Grande v
do Sul,
segu com minia brevidade o briguu nacional I
Duque dalerceira, por j ler dous teivos da caiga
proinpta : liara o resto, trata-sc com o consignata-
rio, roa da Cruz u. 51.
Para Lisbpa.
Sal ira' no dia 2 i. do correte mez o
brigue portuguez Laia, por ter oieu ca-- ^
regamento quasi completo ; quem nelle I o
quizer carregor o reto que Ihe falta ou I Ij
u
'y^^i^l
colli:c;io
ni
lo m.
75.5
736.8
7o7

lie eslovo clara enm pequeos nevoein,
Editaes.
ir de passigem para o qlue tem excellen
te commodos, dirijam-ie ao capitao na *
pratja do commercio oa ao8 seus con-
signatarios Francisco Skeriano Rabello
A Fillio no largo da Aspemblea.
lMUT)
Segu uestes dias o hiato Cirreib do \orlr, rece-
be carga u paisageiros ; a Iraljir com i'aelano Cy-
riaro da C. II., no lado do Corpo Saiilu n. "i, pri-
meiro andaj.
Cear o Huda.
alb.ibnte Sobralcnte,
Ja tratar eom Caetano
do Corpo Sanio n. 35,
Segu com lirev idade o
recebe carga o passageiros
llyriaoo 3aC I!., ao lado
primeirn andar.
PVBA .IShOA.
Vai sabir al o dia 10 do i amule marco o iniiiio
voleiro palhabule Mura qui ni quizer cairelar di-
rija-se aos consignatarios Ca valho, Noglielra & t...
na ruada Cruz n. 40. priineiin andar.
Maranhao
0 velcirn e beui conceil nido hiato I.imio Pv-
ra
nos, vai sabir enm lui-
do da carga contratada,
cnnsign.ilarios Almei-
ou com o
puulir i o prsenle.
Pan
do I di
Wcjo,
cn.Liri
da cunara municipal dn Recite em sesso
marco de ls.">!(.Litis FroncMcs de Barro
Wapnwidnnaei i liinoal t'crreira Accioli, se-
Declaracoes.
Dir toriu jceral ilu Instrucf u publi-
<; d:t proi ineia.
Por >sla secretaria faz-si' constar quem con-
vier, q te o oame dos concorrenies is cadeiras ra-
gas de iiislruoeo elenionlar do primoiro grAo para
o sexo, masriiliiui de N. S do II de Ipojuca, de N.
do lioianna o lioni Jardim, por deberacao
lireclor geral interino o llr. Jerom.no \il-
('astvo Tarares, ter lugar no dia 10 do
S. do I
doSr.
lella i
.corren
Serr
1859>
laria da inslniccao publica -1 de morco de
O aoirelario,
Franfinco 'ereira Frer.
Pela rontadoria da cmara municipal do Recite,
se faz | ublico, que o prazu mareado para pagamen-
to dos npostos de cstabelecimenlos, linda-se no
ultimo le ruano dn crreme anuo, e lodos aquellos
que na i pngarein, Ucnm sujeilos multa de tres
por CS to ao valor do mesnio imposto.
ha da
dol8
Id d<
77:9fi3S809
2:i:0t65l51
l1:O.HS0l:l
oneerveja.
mloeellor.iiiuha de Irigo.
afazendas.
rujolatfedo.
Hrigtie tnglezf). Joifazendas.
MovniExta n.v alvanof-oa.
n fazendas
f.AOO GRAI..
Ji. .
28
71
99
~m
474
"oT
21:21119(69
MMpttB
*t:5:?S708
TtlVERS VS PROVINCIAS.
a!T.
amara municipal do Reeili
.O contador,
JoanuiHiTararet Itodocallio.
Cunselhu aduiini .ia;;vn.
selho adiuiuisirativo, para furuecimonto do
do guerra, tem de compraros objecin so-
Poro o 8. batalluio deiiifanlrria.
as com bainhas de aro do uniformo doin-
2; tabas da couro do lastre com ferrageas
rme cananas f coni-o de lustre com tor-
do uniformo 2 lindles do uniformo 2 ;
iras bronzeadas du uniformo 2 ; bandeira
com liaste-, capa dn brim edita de oleado I.
foro o presidio do i I ha de Fernando.
s e p-es, casaes ti ; Batojo pequeo do
prtale! 1 : escarificador 1 ; escarradei-
atao 10 ; jarra de barro, pequea 1 ; ton-
tn 4 a fi lncelas 1 ; nurinos de louca
com tai ipali ; travesseiros de brim lo caita coiu-
pleln pira aperarlo de hydrorele 1; vid ros para
ventos! 112; chinelas de couro rr rasas 2 ; col-
*'-)rs ( o brim 10- tigellns do folbaSO.
Par i prorimenlo dosarmazen* do alMcin-
rifado.
arrobas 5: pregos ripaes da ierra, milhei-
obreias, macos 20: tenas de barro, mi
|00,
quizer vender toes objectos aprsente as
kipustas em r.irln fechada na secretaria du
o is 10 horas da maullan do dia 1 i do coi reii-
O eo
arsenal
gil i n le
Espa
fanlorii
do uuif
ruana
oli.irlat
nacin;
Chic;
cirnrgi,
ras de
celeiro
1

fcMSKTSC
_____S
2:09r.J750
DESPACHOS DE F.lpORTAQVf) PF.tA ESA tb
CONSOLADO DISTA CIDVDK NO DIA 7
DF. NARCO DE 1850.
I irorpnolCalora iugleza >Sapho>, J. Ryder & C,
filo sacros assurnr masraradn.
CanalEscuna suec i .Inhan, Henry Tlrunn & C,
1,700 saceos assucr niascavado.
LiverpoolBarca inrli'Zalenevieve-, J. Ryder &
C, 400 saceos assi eat masiavado.
MarselhaBrigue frnncez-Timor, Tisset Freres,
12,000saceos assi car masraradn.
Portas d'Afrlc.iilrguo portuguez iTrinnilianto,
A. Irmhos, 122 caicos agurdente.
Lisboa Brigue poj-lngae. Constante, diversos
rarregadnres, llWjrouros salgados, e 50 saceos
assucar hrairco. J
llh.i deS. MiguelPataelio portugiiezSorna &C,
Domingos R. de Andrade < C, 210 meios de sola.
LisboaBrigue portugaez Laia 1-, F. S. Rabello
A Filho, 200 saceos assucar bramo, 400 dito
dito mascavailo.
LisboaBaiacho norluguez Mara, Carvallio No-
guoira i C, 30il saceos assucar mascavado.
Exportaban.
Canal, barca iugleza Indoo, de 41! toneladas,
condoli o seguinte : 5,400 saceos assucar.
I.igerpool por Maeei, galera ingiera Hermio-
no, d.' 591 toneladas, ronduzio o seguinte:
2,800 saceos assnear.
ttECEBF.DORtA DF. RENDAS INTERNAS GER.VF.S
DF, PERNAMBUCO.
Rondimento dn dia 1 a 5 .
dem do dia 7......
amona
regula
co, qu
abaivi
Pa
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ferro n
folha 1
facas i
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ra con
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mez.
Sal
fornec
17:02|298
I::i78461
C.onlado-
iovereiro
oran, capitn Jos Pinto Ni
vidadepor ler mais de mol.
Para o reato Irata-so com o-
da Comes. Alus j C. ra d i Cruz B. 2
luesuio capitao
Para Lisboa segu ithpretorivolmonte no dia
19 do marco crreme, olbcm conhecido brigue
portuguez ( Cortsaiitc ; paira o resto da carga o
passageiros, Irata-se rom os consignarios Tbomaz
de Aquino Fonsoca & Filho, ou com o capitn na
praca.
Para o Porto, a barca porlugueza Santa Cruz
vai sahir imprelcrivelmenie no dia ;II do correlo
marco ; as pessoas que iiafmesma quizerem carie-
MSSASEXHORA DO BOIGO WXHO.
INSTALLADO NO RECIFE
Ra do Hospicio n. 19, a 7 de novembro ile I8S8.
DIRECTORJOAQUOr BARBOSA LIMA.
<\ Desde 7 de Janeiro do rorrenlc anno abri este eslabelorimonto suas portas a todos os se-
( nhores pas de familias que Ihe quizerem confiar a educacao de seas lilhos..
Daiirdein sob que marcha o Borrico ueste rollegio, de seus commodos, asseio o de sua
plina escusa-so o director de tallar, por ser para isso o menos proprio ; mas desde j.i o
sulijeila a inspeceao de todas as pessnas que liverem real interesse em oobnace-ln, corto de
que au olbo conscioncin si'i nao escaparn as diligencias e zelo, com que ambiciona o director sa-
lisbzcr as exigencias de una educacao regula, a que (em diroilo os seus coltogiaet,
CaeiW dt nisinn.
Paiauavs LETTRts.Pelo molbodo Caslillio. regida pelo Sr. major Antonio Ignacio da Silva.
Lvriii.Primoia eadora, regida pelo Sr.Joaqnn Borges Carnoiro.
Segunda cadoira, regida pulo Sr. Jos :Sicacio da Silva.
FiuM.Kz E i\i;i.i:z.Prinioira cadoira, regida pelo director.
Segunda cadoira, regida polo Sr. Ceorgo Targuhar Mmiinner.
Italiano.Regida pelo |)r. Francisco de V. Uoulinho Lima.
Ali.kvo.Regida pelo Sr. Franoiaoo Jos da i'iinhn.
Ci lUii.riiu.Regida pelo Sr. llr. Vnlonio Kgidio da Silva.
CkAuhvpuii k ciiiLiisncim. Regida pelo Sr. llr. A. II. de Torro- Ran.Lii.i.
RinionicA i.potica.Regida pelo Sr. Borges C.irneiro.
DtsBHo.Resida pelo Sr. Dr. J.i. ir Cnr.-alhoS. Varsjoa
Mrsir.v.Regida pelo Sr. Manoel Augusto do HenezeS l.osft.
Misic.i iif iMVMi. Regida pelo Sr. .loaquim Bernardo do Mnnlon.'.i,
Daxsa.Regida polo Sr. Manoel francisco de Souza Magalhaes.
As condieces do entrada sao as mesmas consignadas nos estatuios do rollegio, que pstoa
merco de quem os quizer ler.
V
*---
gar ou irde passagem.pai
dos, dirijam-se nos consi_
no l'onsic.i i Filho na ro
ro andar, ou ao capilao ni
0 que ii ni bous comnin-
lialarios Tbomaz de Aqui-
do Vigario n. 19, priinei-
praca
(lear Maranhao ePar.
Segu uestes dias aos pr ros indicados o hialo I.in-
no PvQL'tTK, capitao Jos Piulo Nuiles, para algunia
carga que Ihe falla lala-se com os consignalaiios
Alineada Comes, Alvos i; C, ra da Cruz n. i~.
Para a Bahia.
CASA
SITA EM SANTO AMARO.
SKIS
4
N'este eslabeleciinento lia as melhores acommodaees para se Iratarom dnentes de qifMquer cathe-
goria e sexo.
Adiara menor he de2500, devendn o pagamento ser feilo por quinzenaa adenles.
llavera o maior zelo e empenhn no tridamente dos doenles os quaes serio visitados pelo menos
duas vezes por dia pelos mediros proprielarins do estabelerinienlo.
l'iedcmlo seguir al
volleira o beiu conbecid.'j
tem melado dn sen car i
reata que Um bita, iraia|
Aulonio l.niz de lllivi'i
lorio, ra da Cruz n. 1
i t 111 da presente semana ,1
sumaca nacional ltorteitre,
menlo a bordo ; para o
(-se com 0 sen con.signalario
la Azevedo, no sou escrip-
L ildes.
Terea-feira!8 do corren te.
'.. fario leiliuipnra fecharron-
10 loilaupa
ante Tivc
Mallious Auslin i
las, por inlervencrui
1,000 barricas da larihha di; trigo ,' prazo e lote.
volitado dosprcleudoiiles) marca vernielha Phi-
ladelphia evra, deschrrogada uestes ulliioos dias
de bordo da barca americana i.ouiu.i.n, viuda d
l'hiladelphin : terca-foira 8 dororrente, as 11 horas
da manhaa,
Velha.
ra da Senzala
Dren
ros 10
lhoiros
Ouei
suas n
conwll
te lilez
Sala
fnrnoei nenio do arsenal de guerra 7 de mano d
1859.- -
le.F,
tirio
las soasos doeonsolbo administrativo para
liento Jos Lamenha I.ins, coronel prosiden-
anciscu Joaquim Pereira Lobo, vogal sei ro-
Conselho aitnilniNtrativo.
O co seibo administrativo, para foraeciluenta do
de guerra, em ciimiirimenlo do arl. 22 do
lento de 14 de dezombro de 1852, faz pnbli-
l'oram aceitas as propostas dos senhores
declarados.
a fnruteiment dopresidio de Femando.
lio Duarle Carneiro ViannaCassarolasde
1$, panelas do mesmo nielal a 5g, pralos do
! a 600 rs. colheres de metal 12 por #|0II,
garios li por3j2fN).
Jos Rodrigues da Silva RochaLavatorios coi
LEILAO
DF.
MOBILIAS, CABRIOLET,
CAVALLOS ETC.
Quarta-iVIra do corrente,
Rita do ColpgioarnMzem n. 15.
far leilan em sen armazeni de diversas mobilias do
Jacaranda e amai silo, completas, ditas arabas, ca-
deiras de. diversas feilios, mesas, bancas de eos-
tura, toilettes, lavatorios, sanclnarios, candela-
bros, lanlernas, ibjeclos de porcelana, vidrn, crys-
taes, bronz.es olef, o outros militas artigos ; e b'ein
assim um excelli nlo oabriolel de duas rodas (car-
rila de Norueg;Jl amito leve e eom os respectivos
arretas lodos muios, e 1 cavallo fon-ico, uiiuto bom
andador, bstanle gordo e novo, perlenrenle a o
Sr. James T. Wdod, ex-siiperinlendeiite da estrada
dr ferro, ludo Llin ser rendido sem reserva de
proco no supradilado dia quarta-feira 9 do correnle
as 10 horas da (anhia no lugar indicado.
30*000 de premio.
A quem mi' descubrir os ladros que nrrAmba-
ram o murodo quintal das- minhfs casas nm; eslou
adifleando na ra Augusta fregnezii do s. Jos,
alim de rnnbarem os mnloriaos: e admira que at us
muios dos quiiiaos j,i ae airombein ein urna rila
lao publica para roubarein, o muro so est nora-
nn ale levantando, promeiie-se piardat segrPdo.
Marcelino Jos Lopes.
Precisa-so du nina pessoa com bulante pra-
lica o lialiilitaei'i.s em negocio do forragoiis : quem
estirar nesse caso dirija-so a ra da adeia do Ro-
cilo u. IS, primoiro andar que achara icom quem
Irafar.
Aos Srs. desembargadores.
Tendode subir S apreciacao dn tribunal da rela-
i.oo dous processos do juiz. municipal e Orphos ila
villa do S. Miguel o hachare! Joan FnpeMro Paos
nrrelo, aabaixoassiguado espera que oslo tribu-
nal como sempre far a devida justie, ufando toda
a consideracan a graridade dos dolilos, porque
fni rvsponsabllisado o mesmo juiz. aosdepoimenlos
visto seren de pessoas nsuspoilas b aos docu-'
montos anneosaos meamos processos. Por agora 1
ASSOCIACIO POPULAR
DE
Soccori*os Mutuos.
Boje [8] li.iver sessao vira.iidinaria doeonsolbo
admiiiistiativu.
A. J. Themoteo.
1." secretario.
Precisa-se do una ama que saiba cozinhar.
oiigoinmar o Cazar ti serrina diario de casa de duas
pessoas: nu paleo dn Terco n. 20, priiueiru andar.
Mostra de bordar.
Xa roa da Cruz do Recife n. 117, exista urna Be
nhora casada que so dedica aensinar ein casas de
familia a bordar nao SO a euro como amalizoii li-
liba, ludo perfeilamenle.
II lenle liannol do Azevedo do Nascimenln
sinceramente penliorado, agradece a iodos os sen,
amigse companliciros d'armas, ni.i- se dignaran!
acoinpanliar an comilerio publico o cadver do sua
lilha, no dia 6 do correnle.
Folhiohas para 1859.
Manoel Pinto de Arauju Jnior.
S. Miguel 11 de fevereirode 1830.
Arrendarse um sitio em Saut'.iuna : a tratar
na ruadoltaiigel n. 50.
Aluga-se o sobrado n. de umj andar o sotan
quasi igual a oulro andar, no palco jla Penha, com
commodos para nina grande famili., com quintal
exclusiva e dous quarlos na oseada < luja para pie-
Ios : Irata-se n mesmo sobrado.
Precisa-so de um pequeo para caivoiro de
padaria, preferindo-se portuguez llcsses eliegados '
ltimamente: quem pretender dirja-se a ruados!
Piros, padaria nova ni.
Por doliboraoao da mesa aclial da gloriosa I
irmandade de Santa Rila de Cassia avisa-so aos ca-
rissimos irmos o dovolos, que no1 dia quiula-fira
10 do correnle lora lugar os sermobs da santa qna-
resuia, sendo orador o padre medir pregador da
(apella imperial l'r. Joaquim do Kspirilo Santo, bem
assim que faz igualmenle tencao a liiesma mesasfazer
iodos os actos da semana sania, feudo osles prin-
cipio no dia 17 de abril do corrente auno. Consis-
torio em mesa:! do mano de 1859.Francisco Ily-
gidio de Lima Freir, escrivo interino.
o abaixo assiguado limita-so a aiinunciar a oxis-
lencia delles deixandn para mais lardea analyse de i Acham-se venda na livraria n. 0 e 8 da praca
uas pecas. : da Independencia, as folhinhas do auno de 1859,
i para as provincias de Pernambuco, Cear, Rio Cran-
| de do Norte e Alagoas, das seguate* qualidades :
Fnlhinha do priprietario agrcola contando
alom das materias do costme, as leis e
regulamenlos das torras publicas notadas
com todos os avisos e ordens que as tem ex-
plicado o ampliado al o mez de setembro ul-
timo, pelo Sr, Dr. Antonio Vaseoncollos Re-
peses de Drunimoiid ; osla folhinha he cs-
sencialmcnte necessaria a lodas as pessoas
que possuem um palmo de Ierra para mais,
pois com ella eslo habilitados para nao ca-
iiirem em multas e nao seren Iludidos, preco 500
Folhinha de porta ris........". 160
Fnlhinha eeolo.siasliea ou de rosa feila pelo Rvd.
Sr. ciiiiego penitenciario da SdoOlinda, se-
gundo a rubrica e ordens da Sania S, ris. 400
L. PUECH.
Dono do restauran! francez,
na ra do Trapicho u. 20, tem a honra de prevenir
ao respeitavel publico e aos seus freguezes em par-
ise : nede-se portanlo s autoridades polici
a captara do referido pardinho, e d-so generosa
grauflearo a quem o aprsenla/a seusenhor, em
Olinda, nu nesla cidade au Sr. Mello Reg, na ilha
dos Ralos.
tucos precisos 2 a 8*501); ramas de madoi-
ps do ferro 25 n 20a, baca de metal 1 por
chaloiras de ferro do n. ti 2 a 3/, comer
de ferro 1 por 500 rs.
ra fariierimento do liaspjlal regimental.
sino vendedorLavatorios com os roujpo-
lerleiicesC a850:).
isolbo aiisa aos senhores ariina, que dnveai
eros Objectos cima ineiirionados no dia II
oras da manlia, menos as camas do ps de
que serio recolhidas no dia 25 do crlenlo
das sessoes do coiisolho administrativo, para
monto diiarsiMi.il do guerra 7 do mareo de
1859.- Froaeisco Joaquim Pereira Loba, vogal e
secrel
Transferencia de leillo.
NO|AnilA7.K.\l DO -M.KNTF.
PESTAA
O loilao doslobjecios existentes no armazem do
referido agenii annunciado para i do correnle. fica
transferido pata quarla-foira 11 do presente mez.
Continua a jidverlir-se s pessoas que ainda cen-
sen ain olijeclos no referido armazeiu que nao os
tirando at ahora do leilao, licarao subjeilas ao
bom on mol resultado rislu que aam a menor re-
serva de pre^o e- m an correr do marlello tudo ser
vendido.
ir
Tercaf-fetra S do corrente
PELO AGENTE
18:2f757
:
CONSULADO PROVINCIAL
Rondimento do dia 1 a 5 .
dem dn dia 7


%.
07
Ti
221$908
M ?
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I
j
t>
Movimeuto do porto.
_,,.i,i----------------
iVorisfl*ostiorfia"y.
Maeei r porkis intermediosVapor brasileiro Per-
-inniija, comnia idairle o segundo tenente Joa-
quim Alvos on ira.
NavioH entrados no dia 6.
Richmnnd80 diai, barca americaua Flf de 338
toneladas, capitn II. ti. Mr. Veo equipagem 11,
carga 1790 barricas com familia du trigo ; a Ros-
Iron Konker.v. I.V
ATovios tahido.i no mesmo dia.
Rio de JaneiroEscuna brasileira Linda, capilo
Joao Ferreira Piulo, carga assucar.
Rio Ciando do SulBrigue luasileiro Algrete, ca-
pitao Francisco de Aasis Goucalves Pina, carga
assucar.
Lisboa Calera po tugneza Olinda, capitao Kmigdio
Jos de Oliveira^ carga assucar.
CanalBarca noruogucusc Balder, capitao Ander-
son, carga assucar.
ftio da PrataPolaca hespanhola Fraiicisauita, ca-
pilo Josd H. Borch, carga assucar.
Sloc.lcolmBriguesueco Tersmeden.capitao Erecson,
carga rouros e acucar.
LisboaBarca poriugueza Lima I, capitao Jos O.
Main, carga assucar o eduros.
aviat entrados no di/i 7.
Bahia-i-13 dias, escuna hespanhola Pra, de 1S2
toneladas, capil,io Pedro Antonio Millet, nqlpa-
gew 12, carga 1j,700 arrobas de carne ; a Aranaga
Bryan.
Richmoud:Mdi,if-', barca americana Fhjing (.'load.
GASSINO POPULiR
NO
1R&S33SOS Bt^iO
no
I ACETE DA RA DA PRAIA.
HOJE.
A s ciedade Cassino Popular tem a honra de par-
lecipr no respeilaml publico, que boje ha baile, e
quo s rao empregados tpdos os meios nao s para
que s ja com toda a sumpliiosidade e brilhanlismo,
romo tambeiu para que reine a boa ordem e har-
iiioiii; do rostume, alim de que os bailes do Cassino
Popul ir conliniicni a merecer a consideracan das
posso s que se dignam honra-Ios.
A i rchestrn exeeiilar um lindo e novo reperto-
rio dt polrkas, valsas, seholhLs, quadrilhas, etc.
!) onformidade como regulamento,que olllm.
Sr. Di chefo de polica se dignon approvar, ser
vedad > o ingressu quollas pessoas que nao se apre-
senlai ^m com a devida decencia, quer com mascaras
querf im ellas ; assim como nn e permiltidoa pes-
soa al urna procurar descobrir os sogredos dos mas
caras
OSi
arloes do uigresso oslarn i venda no lugar
do co turne, para cavalleiros 2$e para damas gralis.
I'ri cipiar 8 horas da uoite e lerminar s 2
da m nnaa.
N. Havcr sorvete at s 10 horas.
Avisos martimos.
Para Lisboa.
Sejlue imprelerivelmciile no dia 20 do corrente o
patacho portuguez Jareo, novo e de primeira mar-
cha, tecelw nlgiiina carga afrete : para tratar com
Jos nos Santas Pereira Jardim, ou com o capitao
Jos Marques Coclbo Sobriiiho.
HaramhoePar.
Vi sahir com a maior brevidade pos-
tivel 9 palhabpte nacional Noraet : quem
no it esmo quizer carregar ou ir de pas-
tage a para o que tem bons commodot
dirij -se ao capitao na praca do commer-
cio 0 i a E. H. Wyatt na ra do Trapi-
che i. 18.
la manhaa s lu,danoitc, e as pessoas que o qui-
lereni honrar serio servidas com lodo o disvello e
i niisidoracao acostnmados no mesmo hotel existe
um caf a igualha dos melhores de Paris. com bi-
."" .. ,' aS:i.lg"!"l0Ir; !ra^:?.e Para a turo- Ihar e jogo de hagatella. O dono deslc eslabeleci-
\.-lioberlJ>n,n,tn,i:-\UIIianl Heneen : ment desde jaagradece a benvola protecrao do
Um rapaz, allemau chegado;ha poucoda Kuro- respeitavel publico Pernambiieann.
pa, que tem bastante praltca da enrrespondencu |^>;5 i i ,%i,, l_i.'
na liiignaingle/a e dinamarquesa e*da eseriptara- ~^,y-'< fT? < T????i'fY'i r? cao mercantil o tem bons rnnlicimeutns da lingua i _
franceza, deseja ser empregailo n'iima casa do <*;..
commercio dcsia praca : no estriptorio desta folha Jg
se dir a sua morada.' ^K
Fugio no dia 4 do correntf um mulatinho por | v-
nome Thiago, eflr parda, com idade de 10 annos, 'A
DENTISTA FRANCEZ.
Paulo Gaiguoux, dentista,
rangeiras 15. Na mesOM rasa 'tem agua e
p deulilico.
4 *mH$m-^mmm&
mi.da-se as autoridades policiaes e .apilaos "do ] "i"'} arvorPS $*%& e Pas' Pf" *" : Pa'
campo, que o peguem e U-vem-no a ra da Gloria | ra "a,ar- "a r,ua.11.0 B'um"- ; P"'ne>ro andar.
na Boa-Vista, casa n 50, ou no engenho do Giqui, lUOOlliaS (le alllgUt'l.
na easa de I). Maria Hartyres Havnlcanll. I Alugom-se mol.ilias completas, ou qualqiiertras-
) abaixo assignado rotira-so para a provincia |0 separado ; lamben so alugam cadeiras m gran-
da Baha, e nada Rea devendo na de Pernambuco, ,|e porrlo para bailes ou oIReJos : no na Km, ar-
e se algiima pessoa julgar-se (redora pode apresen- mazem de mobilias do Piulo, defronle da ma do
lar suas cuntas ao sen procurador o Illm. Sr. l.uiz santo Vmaro
do Franca de liveira Lima, alimdeserem indem- '-, t
m casa nova da esqu
le 1850.Vorf llerme-
O referijlo agente por deslgnaco do Kxm. Sr.
llr. juiz ibl commercio a roqnerim'entn de Antonio
Rodrignesj Pinheiro, far leilono da cima decla-
rado e pelas 10 horas da manhaa no deposito de
uassas dcjiis Peraaudes de Magalhaes Bastos, ra
Direita nJlli
I -\
Armario e mais ulencilios do referido deposito e
dos gencfus anda uelle existentes.
LILAO
DE
FARINHA DE TRIGO.
Qui^.a-feira JO do tOrrerile.
PELO AGENTE
, ESTAA.
NolJio cima designado e telas 11 horas da ma-
nhaa o referido agente vender porcoqta de quem
perleiirer no armazem no caes d'Apollo, junto ao
do Sr. Araujo
Barricas com farinha de Irigo SSSF em loles von-
lalu dos compradores.
Avisos diversos.
Bernardiuo Uuprat, subdita portuguez reti-
nara fura do imperio.
Quem perdeu urna cabelleira no domingo 6
dolcorreute, dirija-se i ra do Collegio escriptorio
n.|17, que dando os signaosccrlos se Ihe entregar.
Precisa-se de um criado para casa do nomeni
teiro : na ra da Unan n. 1
Precisa-se de um cont e quindenios a dous
ciintos de ris a premio com o prazo de 8 mezes,
dli-.se garanlias : quem tiveraniiucie para ser pro-
ijirado.
I Antonio de S Lopes Fernandos vai a Portu-
|al e deixa por seus procuradores a seus manos
jgnaaio do S Lopes Fernandes e Joaquim de S
Lopes Fernandes, julga nada dover a osla pa.-a e se
Iguein se jnlgar sen ejvdm aprsenle sua conta
lestes Iresdias para ser pago na ra larga do Ro-
ano n. 2.
PrPrisa-se de unta ama para comprar e cozi
nhar para casa de 3 pessoas de familia : na ron do
'"cgiii, lojan.i.
losadas. Ilecfe 3 de marro
negildo Leal Ferreira.
Na ra Imperial n. l,
feico e presteza. ; na da ra de Sanio Amaro, precisa-se de una ama
- Parlicipa-sc ao respei ave! publtco, quo for- paw p^'"'-'']''!01'"0 dl' """'tasa- ,.,. -
necc-se comidas com aceioi- presteza, o so cucar- ~JrZ\ T T-afmcT hah'h^'"^- P"a
regadelovareei.gommar:ri.,iradoAlall,, casa ''''" l'lf1' ''VT -loja f.V Aca,'acu : a tra,ar "a
nova junio do Sr. Bastas ,'Na inosn,., precisad '""''" '>\"-aAa-. Ha %. ..-.,_._
...i........'...... .." -
alugariima boa cozinheira e urna engoinmadeini, l'V i.| R ,,., .1,. I!,"^ ,",;,.;,, V 1 (, '
prefenodo-sa captiva. > 1 JliUftUO lOS|UCl--.\. 1.
M. dedliveira Moia via Porlugal. ^ Promette-se boa mensalidade a um bom
D-se effectivamente dinheiro a premio sob copeiro, preferindo-se captivo. _________t!
pei.bores de ouro ou prala: ua na Augusta ii 18 '
Perdeu-se urna pulsara de ouro, no dia C do *a rua uo Trapicho n. 17, precisa-se do un,
correnle a larde, no fotgiiedo du mascara, da es- cn oscravo.
quina da rua dos Martyrios pela rua .Vgusla, hocen i j ,
dn Peixoto at o largo das Cinco Puntas : quem a \ I ,|tj| A PAIlllllIfiCtlik 110 m
liver adiado equizor resti||iii-la, airija-soa rua dos I ViUiJll UC LUlilllIIiltlUU UC Co
llartvrios n. 30, que ser genorosamoule recompen- r
*%\ LIYRAIIAINIVE..
I RUA DO COLLEGIO N. 20.
^(iiimaracsi Oliteira, ri/pm uulilico |iira
liilpcimonlo dos Sps. Lpnles p Aca-
lioiiiii-osdo Cirsf .hifidiio, e sr-iiiiiilc
(atlogl ile ilauiiiis das mnitas obras
dp IMreilo qne c\sIpbi pni son p>ialf-
Ict'inirnlo.
Anrillon, Esprit dos Constiluliona.
Andrs, i'.oursdo llroit t'.aiion.
Alauzel, Traite General dos Assuranc.es.
Lommonlaire du t'.ode des Coinmerce.
\hrens, liroit Nalurelle.
Andr, ilistoire dos Concites'
manqui. Lennomie Politique.
Bonneville, De la loi criminelle.
l, Bn.'iu.n. Lgislation Commorciale.
Beeearia, DAits ei peines.
It.'iTi.il-Saint-I'rix, Kxamens de llroil.
Boulay-l'.ilv, l'ailiilesol baiiqueroule..
Bovs. Droit Lriuiiiiel.
"> Brai ard-Veyrires, Droit Cnniroorei.il.
j Bnulay-Patv, Traite' des assuranres.
> Ilrnit Marilime.
Brissot de Warville, Luis criminelles.
Bruckuor, Origine dos liroits.
Boulay-Paly, llroil Commorcial.
Biicher, Inslilutious Commercialos.
Bedarride, lludol el do la fraudo.
Traite des faliles el liaoquomules.
llroil Commorcial.
Baranle, Ouoslions Conslilulionolles.
Iloiinier, frail dos Prenves.
Hastial, Sophismes couomiques.
liniiamaqui, llroil do la Matare.
Bellime, l'bilosopliie du llroil.
Bergier, Uiclionnaire Thologique.
Biiand Cbaudc, Medcia legal,
1 arnu, Codo Penal.
Cabanlnus, llroil Adminislralif.
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Droil dos Gens.
(Juesloes de Ilireilo *io.liileutici poi I tm, .a feiles.
l,lno oi.odign Civil e por Cardosn.
Ilepoi lorio das I is, Regii'amenio-. o ordens da fa-
/iiiil.i por Azanibiija.
Repertorio g-raloa idocc araJiabctiro das ctltava-
SUlas.
Tralado das i.'nri.'.-ii'oes poi Polliier.
Theoii.i d Direiki Puna! porFirrio.
Tratado do Toslaujentru por Gnuveia Piulo.
Empreza de aceio,
in.peza e irriga-
eo.
Esta ompreza precisa papa ts seas Ira-
lialhas de A houieiis perluguezcs para i-ar-
pocppos, |iaj{aiiil-se liom optleiiatlt): ts
prelendenles dirijani-sf ao eseriplorio da
empreza raes do Hamos n. 14.
ALLIANCE
Estabelerida em Londres
MHQO DE mU,
HPITAL
Cinco mUhoes e \\\>vas
cstcrtiiias.
Sannders Brnl'ners& C." tem a honra de informar
.ios Srs. negociantes, proprielarios de casas, ea
3nem mais cuiivier, que esto pceamenteautarisa-
os pela dita compauhia para cffoctuar seguros so-
bre edificios de tijolo epodra, cohortes do lelha e
igualmenle sobre os objnrtosquc contiverem os mes-
11 ios ciliiicins, quer consista em mobilia ou em fazen-
das de qualquerqualidade.
rua das La- <
GABINETE PORTUGUEZ
DE
LEITURA.
A directoria do Gabinete Portuguez de Leilura,
usando da facaldade que Ihe ceucedom os estatu-
tos no S ti do arl. ili, e leudo na devida considera-
eio as regalas dos soeos, resolveu em sossiio de
14do correte adoptar a seguinte dispnsicao, que
' principiara a ter vigor no dia 1. de marco do c,tr-
ienio auno :
i.' Os associados que ultrapassareni o lempo
marcado para lr qualquer livio, lero a siispeiisini
d.i loilina i.slorna por lanos dias quanlu.s ,li\or, m
excedido u prazo determinado.
Secretaria do Gabinete em 15 de fevereiro de
158,0 Io secretario,
Jos F. narrte.
Frederico Lencke,
PR0FESSOR DF. PIANO F. CASTO
Ruado Sol n.iii.
Wp.iiJ *ii. '.rminjiiMuw
IWiHHpaW -v-.:"
Precisa-se alugar urna casa terrea cm liom es-
lado, no bairro de Santo Antonio ou Boa-Vista : di-
rija-se a rua do Crespo n. 2.
Os abao assignados parliipam ao respcila-
vel publico tirincipalmeulc ao corpo do commercio
que apartarnm nmigavelmcnle a sociedade queti-
nham na taberuu sita as Cinop Ponas n. 152 a
qual gyrnva sob a firma social Piras & F.rmida Ti-
rando o noci F.rmida encarregado do passfio o
activo da casa. Recife 3 e marco de I8.t9.Fran-
cisco Jos Pires.Antonio Jos'Pereira Krmida.
z= Precisa-se de umfeitoi para um sitio perlo
da praca que soja capaz : a tratar na rua da Madre
de Heos n. 2.
Prcrisa-se de una ama forra ou captiva para
cosinhar em casa de pouca familia ; na travessa da
Madre da Dos n. 03.
Manoel Aulonio Pires, subdito hcspanhol, re-
lira-se para a Europa at o liiu do corrente mez :
quem se julg.ir scu eredor baja de apresentar suas
coutas ; assim romo quera for sea deredor, devora
Sagar no prazo de oito dias, pois o que assim nao
ztr, passar pelo desgoslo do solfror as penas que
marca a tai. Eer.ife 5 du marco de 1S.9.
BiiUA iU34>-'JJ JliV3Ii.JJilii,
2,6olden Sijuare, Loudres.
Hejgent str-et.
J. G. OLIVF.1RA Tendo augmentado, com lo-
mar a casa contigua, ampias o ezoellentes acconi-
iiiodaco.es para nimio maior numero de hospedes
do novo se reenmmenda ao favor e lembram-a dos
seus amigos e tos senhores najantes que vLscni
osla capital; contina a prrslar-lhes seus serviros
o bous oflicio; guiando-os em Indas as musas que
precisem conhrcimonto pralico do paiz. ele. Alom
do portuguez cdo inglez falla-se na casa o hespa-
nhol o (mhrec; .
Vende-e emcasdeC. J. Astlev
&C. :
Cabos da Rusta e de Manillia.
Palhinha de junco preparada.
N'inhos de Rlteno, ce Moselle e de Br-
deos.
Rollias de cobre e pregos do meino.
Salitre teiindo.
Attncao.
Na'rna dos Cuararapes n. 32 vende-se
nm bom piano horisontal proprio para
aprender-se por preeo muilo ronnnodn.
Vendem-se
saceos com farinha do mandioca fina por colmenlo
preeo: no aterro da Una-Vista n. 34.
Vende-sn ou alaga-se um rico vestuario para
hoje, ultimo diado caniavol : na rua da Calcada
numern 6.
Vende-se urna boa ese.rava para engenho ou
sido : a tratar na rua do Caldeirero n. 30.
Xo aterro da Roa-Vista n. 80, vendem-so
Apnntanientos sobre o Processo Criminal por P. i Paio'< de Lisboa a:tt() e 1J320 a duzia, banhado
sado.
Precisa-se de urna lama para cozinhar, forra
nu captiva, e paga-se beqi : na rua da Cruz n. 1\,
por cima da botica.
O abaixo assiguado Ueclara novamente ao res-
peitaret publico, que ci>nstando-lhe que alguem
anda por diversos cstahiiecimontos tomando ob-
jectos com hilhetes seusJque todos ellos sao falsos,
o que nao so respnnsabilisa por qualquer objeclo
oiiquantia. Recife 7 dfl marco de 18M.
Joaquim lenrigues da Sitia.
Francisco Mendos Rodrigues, subdito portu-
guez, retira-se para Portugal.
emos na rua larga do
Rosario n. 22, segundo
andar.
Nesta casa recebem-se escravos para serem ven-
didos por commisso por conta de seus senhores,
alil.....a-se o bom tratamento e a prompta venda,
l recisn-so de dons Irabalhadon'S forros ou i alim de os donos mo soflrereni emiiale rom a ven-
22ST2&JRSS !ball,1* 8 lioras n..r dia dentro da dos mesmos ; nesla mosma casa ha sempre para
na, liviana ns. 0 e 8 da praca vender escravos para engenho, inoleques
Bueno.
Aponlamonlos de Diroilo Fiiiaiieoiro por Barros.
ir Forense.
Curso de Direilo Civil por l.iz.Teiieir.i.
Compendio de Direilo F.cclcsiastico pelo Dr. Jerony-
mo Vilells.
Cdigo Criminal anotado peta Dr. Braz F. II. de
Souza.
Cdigo Commercial anotado pelo mesmo.
Cdigo Penal pido llr. M. M. da l'.unba Azevedo.
Compendio de Thoria e Pralica peta Dr. Francisco
de Paula Baptista.
Curso de Direilo Natural por Ahrcns.
IttlM de Direilo Cambial por Souza Pinto.
Conslituicao anotada pelo Dr. Braz F. H. de Souza.
Direilo Civil por Borges Carneiro.
Direilo Natural porZeller.
elementos do Ilireilo Natural pelo r.onselhciro
Autran.
Elementos do Processo Civil por Nazareth.
Klementos de esonoraia por Forjaz.
Klementos do Direilo das Gentes porFerrer.
Klemenlos de Direilo das Gentes pelo conselheiro
Autran.
Klementos de Direilo Publico pelo conselhoiro
Autran.
Dlemenlos do Direilo Poltico por Maearel.
Klenionlns de Theoria e Pralica do Processo
l.oureiro.
' I
i.oli
dosta typgraphia
da Independencia.
Fugio do bordo dfo briguu nacional Tres A-
migos, no dia i do corrente, o pretal Alexandre,
representa, ler 31 annos de idade, c alto, secco do
corpo, pouca barba, levou vestida calca do algo-
daoziiibo e camisa del riseadiuho : rerompensa->o
a quem o pegar ou delta der noticia no escriptorio
dama da Cruz. n. 1, do Amonio l.uiz de Oliveira
Azevedo.
Lava-so c cngnilima-so com aceio e porfeieiio
ara bomem : quenl precisar, dirija-se a rua 'da
enba n. 25, segundo andar, que achara com quem
tratar.
Na tarde do da 6, indo passoar, nao voltou
mais casa a pruta Viccncia, crioula, de 35 annos
de idade, altura regjilar, secca do corpo, tem o ar
tnslouho, Icvou vestido branca e panno da Cosa
esta escrava fni couVprada ha 20 dios a Sra. II. Fran-
cisca Rodrigues Vii ira : roga-sc as autoridades po-
liciaes e capilaes ak campo a sua apprehensao,
pre para
1 negrus.
CASA DE SAUDE.
0 Dr. Ignacio Firmo Xavier, proprielario da an-
liga e acreditada casa de saude sita ao norte da es-
trada da pas-agem da Magdalena, entro a ponte gran-
de o a pequea do Uiora-meiiino, e na mesma re-
sidenle, tem disposlo os mellinres commodos para
rereber qualquer pessoa enferma, e arhando-sc o
sou estsbelecimento uas mais agradaveis condicoes
hygienicas; contina a offerecorosseus sorvicos,af-
liaiieaudn o uielhor Iralamenlo e o maior zulo no
curativo das molestias. O mesmo doulnr, ton des-
tinado urna sala para partos, cuja ulilidade he in-
cuntestavel.
svo enc. irufc vros n.v clnica
Operaces.O Illm. Sr. Jos Francisco Pinto Gui-
maraes, ciriirgiao do Grande Hospital de Canda-
do, cuja pericia he bem conhecida.
Medico consultante.Olllm. Sr. Commendador Dr.
Jos Joaquim de Moraes Sarment,
.ruzn.do" que seao recompensados generosamen-1 Parios.O Illm. Sr. Dr. Silvio Tarquinio Villas-
te : protustando-s desde j contra quem a livor llas.
"clu i l'.ithologia dutrina.O proprielario do estabcleci-
_ ueseja-se fallar com o Sr. Galdino Lopes de ment.
Olivcira, na rua (lircita dos Afogados n. 13. | A diaria ser de 3JO0O e 2,$000, conforme a gravi
O abano assiguado, leudo de se retirar para dade e duraran da molestia.
Europa, pede aosjssus crednn-s que lhc aprescnleui
vando-a ^ casa dd scu senhn
r, no Becife
le-
nta da
seas comas no prazo de 8 dias, a contar da dala
desle, para serem realisadas ; assim como pede aos
que se julgsreinj derednres, que hajam de Lhevir
pagar, do cootrario serio exeeutados pelos snus
procuradores: ejpaw que conste faz esteaohuncio.
Maugniiiho7 do man o de 1853.
.'oy.4non-z Curpinteruda Silfo.

. .-. -

- f. s-
As pessoas que quizerem um iralamenlo dislinrlo,
pagarn na razo da despeza que RterenL
Oporacos, saiiguosugas, conferencias Serlo pagas
aparte da diaria.
Passagem da Magdalena 22 do dezombro de 1858.
Dr. Ignacio Firmo Xavier.
Kduard Henry Pingeon, subdito SUSSO, reli-
ra-se para ,.'
i pelo Dr.
riomenlos de economa poltica pelo Dr. Loureiro.
Ensata sobre a supremaca do Papo por Moreno.
Pontos prximas do Cdigo Commercial por Fer-
reira Borges.
Formulario dos Processos Criminaos.
Instiluices de Direilo Civil pelo Dr. Loureiro.
lnslituiooes de Direilo Cambial por Ferreira Borges.
Insliluii oes de Economa Poltica pelo mesmo.
Insiiluicoes de Ilireilo Publico Eoelesiastiro pelo
llr. Joaquim Vitalia.
Insuminos t Direilo Civil porGelho da Rocha.
Jurispnidenca do Contrato Mercantil por Ferreira
Borges. -
l.obao Fascculo de Dissertacocs.
Aceites Summarias.
F.iecuccs por Sentencas.
Interdictos.
Direita Empliilculicn.
Execativo Summario.
ndice geral.
Tratado dos llorgados.
Tratado dos Censos.
llisserlaces Jurdicas.
Notas a "Mello.
Segundas Liabas.
Tralado das obrigarcs.
Lires de Ilireilo Criminal por Coate.
Manual do Cidado por Silvestre Pinheiro.
Obserfardes sobre o projeelo do Cdigo Civil portu-
luguez porSeabra.
Ordenaces do Reino.
ilbs.rvaoies sobre varios Artigos do Cdigo do Pro-
cesso pelo Dr. k. H. da.Cuate Azevedo.
Principios de Ilireilo Mercantil por Silva Lisboa.
Pralica dos inventarios pnr Meno/e..
Primeims elementos do foro Civil pnr Molla Sil-
v el ra.
Prelerdes dv hteineniai.
porco retinada a 4DII rs. a libra, superior vinkn da
Kigueira iilliniamenle rhegado a 500 rs. a gnala,
espermacete inglez multo alvo, cm caixinha a8IIO
rs a libra.
Vende-se una armarn na rua do I.ivramenlo
ii, 17, cuja armaco he para tirar da casa para fra:
quem pretender, dirija-se i mesma.
_ Vende-fe nina jn'grinha de lll annos, urna
mulalinha de 8 anuos e um mulatinho de 8 antes :
na rua da Madre de Dos n.
Vende-se nm preto mnito moco e de boa fi-
gura na ma da Senzala Velha n. lili', padaria.
Vende-se urna morada de casa na rua de Ma-
thias Ferreira da cidade de Olinda, e outra ua po-
voacn dos Arrombados, ambas de pedra e cal :
na mesma ma de Mathias Ferreira, a fallar com An-
selmo Jos Ferreira.
Veiide-se algun ouro em peras de 4/8 porlu-
uezas, e moedas de 20S brasiloiras : no largo do
Corpo Santo por cima do trapiche da compauhia,
escriptorio.
Na rua Direita n. 6, vende-se marmolada da ulti-
ma chegada a oslo morrado, em hcelas dr libra e
de l,i a 100 rs. a libra : a ella, anles que se
acabe.
Vndese arroz pilado a 2$ a arroba, dilo nie-
Ihor a 2g60Q, latas com li a JO libras do l.anh.i do
porro por 4. garrafas vastas a ig o eenlo : na rila
de S. Francisco n. 16.
Chapeos para meninas.
Rua do Queimad.
Na taja de miudezasda na do Queimad n. 25,
vondeni-se porptecos rommndos chapeos de seda
enfrilados, de mniio bons c variados goslos para
meninas : quem os vir nao doriar de comprar :
d-se amoslracom o competente penhor.
>'a loja tas 0 portas em frente
do Livramento.
liara t :> p.ra acabar eom alfcum rrstu
de faxendits. .
Pocas deuweas de cores com 3 covodos arjjKlOO
iinvodos a *) res, peras de laa com 8i rorodos e
bastante larga a 5000, covodo a 160, cortes do
caca com 11 covados a lj^. lencos de reros ..
(r"*' '''"oisinbas rom golliiinn- nora senbora a
23tMKI, niussullina encaniada o bran. .1 :!*' o co-
vodo, corles de La de qnadros o faz.-udas baatau-
le largas a 5JIKKI, laazillha lina para vestido l"U
0 c.n odo, pecas de bretanha e rolo a i$Xt), tan-
oos do soda encamados branros .1 8 amnslras eom pinhoro-.; s toja rsli aborta d... l
horas da maohai as S da noito.


lotera
PROVINCIA
OSr. theioiirciro manda fazer publico
que se acham a venda todo o dias dns 9
horas da rnanhaa as 8 da noite, no pavi-
mento terreo da casa da ruadaAurora n.
-26 e as casas coramissionadas pelo mesmo
Senhor tliesoureiio na praca da Inde-
pendencia numero 22 e na'run Direita
il''' ,I "* 5 *mva* >la ,arde> "nenie os
bilhetes e meto da stima porte da se-
gunda lotera do Gymnasio Pernambu-
cano cujas rodas deverSo andar impre-
terivelmente no dia 12 de marco p. f.
Thesouraria das loteras 26 defevereiro
del859.~OescrivaoJ. M. da Cruz.
Pnefea-ae fallar ao Sr. raulinn da Silva Min-
rtello, na rua da Scuzala Velha n. 94.
Fugin mi mez de Janeiro a preta Victoria re-
presento lar 10anuos, de naci Vioeamque, cor meia
ma, alia e magra, lem nina sorrilha do altn da les-
la puna do nariz, -igual dn lena dell.s. falla un
pou< alrapalluda, anda depressa; levou vestido
o runa oh rucado escuro costa que anda lavan-
do ronpa uo n|,t,.ro : roga-se ms ,-Ai.i;,.-, do .am-
po a sua apprehensan. qP seo ben roeompeasa-
dos na -..punga, o,, na piara da Independencia n.,
15. laja do Vraines.
u,1p- ronde I nriasj com lH.iisromnii.diis para familia.
OS prolendenl.}* podn, prne.irar a chave no arma-
"'"' Uo ** Rejenue junio ao mesmo, e para ajusta.-
na na do Apollo, arma/oin do Sr. Antonio t. I i-
bna
Sorvete
Xa pasa dbannos.
Todos ns diis uleis das C horas As 10 da noile
Nos iliassanti|iiados hav.-r lamben de dia das 11
as 2 da larde ksawoaot snrvelos do erme xarope
apanei.se. llji vasillias para eoiidn/irde a 10 pa-
ra qnem uuizcr tomar em casa.
~ Precisa-t comprar dons escravos para Iraba-
Iho decampo^ que sejam robustos : quem os liver
dirija-se ao lipi da na Augusta, casa de Adelo
Jos de Mendonea.
Rernardino Jos da Silva Braga mora na rua
da Senzala Nova n. 22.
Em casa de Brender a Brandis &
C, rua doTrapiclie Novon 16, vendem-
se charutos da Bahia da afamada marca
forma de jllavana, primeira qualidade;
ffenebra em frasqueitas especial para rasa
'le particulares.
Prarinio.de una ama deleite forra ou cap-
tiva, para una casa estrangnira, niinseolba a Heno:
na rua dn Thpi.-lu! Noy n. 12. Prrrisa-se laiubm
de mu pret para pagem nu serviro de casa.
Rogarse a Sra. liara Janeara de Mesquila,
Lrasileira, aun teul.a a liondadede vir a rua da Ca-
doia do Daifa, de Sanio Antonio, luja de man-im-in.
n. 18, nu de niinunciar sua murada, alim de Iralar
do negocio que nao ignora. .
I'reoiwi-se de um bom rozinlieiro, ou brasi-
lero ou e.ilrangeiro, e paga-se bom: na rua do
A ii inri ni n 36.
Mirla Bruno, subdiio sardo, vai a Kuropa.
UfTer -rc-se urna mulhor para cozinhor para
tora, em la casa : as pessoag que qliizerein, diri-
ja-sea nu du Rosario da Roa-Visla n. 37.
Alii} j-se un. armazem na na do llrum, de-
fronle do :hafariz. proprio para recollier : a tratar
na rua de Apollo n. 7. ,
Que n precisar de um criado para servico de
sala ou para andar rom carro dirija-se ao paiendu
i armo sol irado n. 28
Ama de leite.
Na na la r.adeia do Recife n. 25 loja, precisa-so
de unid ana de leite, adverte-so que se trata e pa-
ga-sc ben .
A luga-se um sobrado a margem
do rio Capib.iribe. na estrada de ponte
lieUchia : a fallar na rua da Aurora
n.26.
Ro a-^cao Sr. I.lirtstov ao de Santiago d., Jlas-
niiirnln, njtiHcnha a liondnde de vir rua dos Mar-
ti i ios n. no, lalierna, atlm de tratar de
nao igno a:
Or. Jos Joaquim Barbos, que morn na
Escada, i ueira noreste Dicrio dhter ana mora, que
so deseja fallar a negocio de son marease.
o taha assignadn faz publico ao corno enm-
inercial i a qnem convier,
procurad ir de sua rom
Toicas para meninos.
Na rita lo Qnoimado n. 37 loja de 4 portas I.
um varia, osurlimonlodo lomas para crismas mi
o ben a foliadas para gOOO, ditas muito lina.-
bordadas lj000, tamboin 1,-m coilas piolas o ,1.
re--, de r. troz. muito bein eneitadas de vil" "
por preco oiuiiHido.
(Cera de carnauba
iwa km
Na rua a Cadeia do Recife. loja n. 50, esqu
dofroiilo d i rua da Madre de lios, lia para ven
otos .o cera do carnauba de superior qualida I
NA LOJA DA
AGUA BRANCAJ
llandrija o lalhms
Vende-si bamleijas de follia grossa e linlas m i-
ln linas em Memos a g iM o solas a '23. 225 H)
V. 8MK1. |S. .($500, 5S e BJ, soiis modernos iu
dos o lioni kosto de desenlio de suas pinturas de ,
bom conlici er quanto sao ellas linas e baratas i or
laes preeos vendem-se laubem facas e garlos
cabo do oss i redondos, oilavadose erados a 3$
o SgSOO, di .s con. rabo de balis cravadas o foll
linas a ;l$fi I o 4ga duzia, ditas linissiiuas com .
de usso pnllido o baloia, o mol
ho de veado
i|lle se pod
duzia, ditas
encontrar a :>$ M30B OS c S$5M a
o fnllia de ac
para menino
tende-w osla agua a mellior que lom appar.o-
do para Ungir o cabello e suissas de preto na li-
viana universal rua do Collegio n. 20, d-se junto
um impresso gratis, ensinandoa forma de amilioar
e -
'SXt
IA Fabrica ta rua da f lorniliiia \\\
CHARUTOS
Das prinioiras marcas conhecidas.
Diario de Pernambudo!--Terca fera 8 de Marco de \ 859.
Atteneo.
Sorvete.
\ Milla do SOlirailO, fila \lb\ ll. t I. To,los "s ,liils u',:> sorvete na casa de Litis Piie.l.,
O abaixo a'ssignado leudo precisan do ir Kinupa "" do Trapi, bo Novo n. 12.
Iralar do sua sado, vende sua casa de sobrado, onde
ten sua coclieira : quem quizer pussuir bom pre-
dio, aprovcili: a occasiao. ti mesmo roga o especial
favor a lodosos seus devedores de carroso oulros,
apagar suas nudas, para evitar oulrosmeios, alim I
de poder liquidar os seus negocios.
iiii uo i rpiriic .vuvo
Correi
i~.
fregu-
(.'. Adnlphf Itaurqeni.
Vestdc-se una casa torrea com nons coniiuo-
dos, iiiutln nova : qnem pretender dirija-se a pia-
ra da Roa-Visla, taberna n. 10, queso dir.
A 800 rs. a\nra.
\inda exisl
/.osantes (|iio so acabe a po-
ohiiioha.
Cento de ceblas a OO rs. e o milbei-
po a 5f, as mais novas que ha no merca-
no ai-ma/.i'in de Matine! Joaquim de
s rom rabn de luarlim
12S e 1 i, d las con cilio de osso ,
32" o lalhei liiniliaiiles .....lo linns a 2$5(Mi ,
mineros de metal prinrape tan linas que se c.ii-
fiindoiil .-un a- ib' piala sondo para simpa a 3 a duzia e p ra rba a SfBOl, ditas oetntinagreTa
1S600 e Ijl, ditas grandes o m.lil.i linas a 3g cada
um : na Injalda aguia branca nos qualro cantos
rua loOuelnlado ... 16.
Cakado de Melis.
\ nova lojl decalcado francoz de Burle Jnior ft
Martin*, rua do Calinga n. 10, rocebeiam pelos ulll-
inos navios i ovo sortiiueiilo de botn) de Mol
para hon.oin.
fabricas de 1*
rapazeada na
Babia, e carta
lasquinel e v
A'LOJA DA ESTRELLA
NA
Rua do Queimado
numero 7.
Nosle eslabolei inionlo acl.arao os compradores o
le fazondas de
Km casa di
de una duzia
mais variado e completo sorliuient
todas as qualidados. como sejam :
Cliilasde coros seguras, oo.ado. .
Hilas do ditas linas, rovado. .
Hilas fianoezas linas, oo.ado.....
Pocas do rasgas de cores......
Golinhas u manguitos de crocit. .
Corles de lasoinira aSjp ].
4 4a tllales de Croco.........
Bri.n Iratioadode litibii, vara ..'.'.
Maulas e grai alas linas......
Mussolina do gaz, invado......
Ricos enfoiles para soiiboras.....
('.bales de merm bordados" cuiii loque d
ninfo).........
Loncos de canibraiade liulio, duzia i,s
e oulros muitns calcados das melionls Oiiit.-./.a pvi;i,. ovado......
ns; asan como encontrar a bolla '" oe uanbun n. 7, vara
iiesuia loja os melboios cliarutiis da
para os tnnoceutes dircrttneBtosqo
liante.
confronte ao Rosario em Sanio Antonio, vende-so
delicados bonliiiltos do doce, caiulilados, pera, ne-
cego, aneixa e cereija, muito onfeitados, e preeos
minio oniiiinodos vendem-se tambem machinas
para d.-stilarcaf.
VinhoBordeaux.
Ilonr Briiiin A C, rua da l'.rn/. n. 10,
vendo-so vinl Bordeaux di- dilforenlcs qualiilades
ionio l.afoMe, t;b, Leoville, l.s. Julicen, em ..-.mi
or barato proon.
A
120
180
2il)
2)000
10S00O
r.-jiiH)
i
1!280
3
320
1ISIHH)
tan
r.jjooo
500
so
un rosto do lil de Imlio M
j3i Con 2i/i varas de largura, pelo Jiaralo Ju
,U preoo cima dito : na luja da rua do (.Inei- ^C
Cognac.
Cognac supi ior em caixasde urna duzia, vendei-
se em casa de I enr Rriiiin & C, r na da Cruz n. 101
Vendo-se ptroclivainenio farello de Lisboa lias
Cinco Ponas i. 63, por menos do que en. nutra
qiialquer part
*? ?t?t --s rrr t r-TTTrrfr'T rfTT? &
TTEMJAO.
Kissel, re ijoeiro francoz, vende relogios de ^.
^ onro e prala coneerta relogios, joias iniisi- )
,<, <"as, ja aqui te conbecido lia inuilos anuos '
habita no pa eo do Hospital n. 17.
A.JJ.X.t..>. LlXtA-it L4J > >41M!(y
Rua da enzala Novan. 42.
Vendo-se em asa de S. P. Jnnlislon & (".. vaque-
las de lustre pai i carros, sellins e silbos ingieres,
candeeiros o ca ticaes brunzeados, lunas inglezas,
lindo vela, cliie le para carros, e niontaria, anejos
para carro d.......dousoavallos, o .elogios d'ouro
patente iigloze.
Aviso.
No armaiem i e Adanisiui. Howie, & C, rua do Tra-
piche n. f2, ven le-,o sellins para lioiiiem o sei.hora
arreos pratead. t para cabriolis, chicotes para car-
ro, colicas nal i cavallo etc.
Cimento romano.
\endo-se no arunuoiis do Andrade i C.ampello
rua da Madre d. Dos n. 18, e uo largo da Assembla
junto ao Irapic e do algodan.
55 Ater -o da Boa-Vista 5 5
Casi eF.Poir'wr.
Tende-se tab as de pinho de resina del 1/4el
1'2 pollegadas de grossura, p.,r pro.-o milito ra-
znavel
AROPE
Foi transferid >
botica do Jos
deposito desle xarope para
i\iei. que deivoii buje de ser I1'1'"'1 l'1' *l i|i l rtiz Sanios, na rua lov.....liten
ra Marn da Cnncoi.-an Soares ;>:' : garrafas > Ol o meias 3g, sondo falso lodo
inisirador da taberna da roa i *I'H* n,ue nai for rendido neale deposito, pelo
de Sania Lecilian. 16, epor isso desonerado de I1"' S(' fa/- P1'1 Sl'"'e avis,
quaquer encargo. Hecife 5 denidrcode.1859.Jfo-1 IMPOBI l\TE PA1IA 0 PUBLICO
vari pan nlmo da Cotia Moitlehu. Para cura de ilil sica em lodos os seus differen-
Pai i casa de maride e mulhor, precisa-se de ;l,,s gl'os, quoi m .lirada pnr cuustipaooos, loase
tima ana para oozinharc bm o serviro interior da j 1,s1,,nii>. pwnrh o-carros de sangue, dorde costa-
nasa: a t-alar na rua da Son/alia Nova n- 1. JJ*S o peno, ptlpiaoiu m. coracao, coqueluche,
Pr.'isa-sede um caivoiro para taberna, o qual broiulnte, dur ta garganta, eludas as notestias
lenba pn tica da inesina, de 10 a 12 anuos a tratar ''"s '""K11"* puln Ol tres,
na rua V 'Iba n. 07.
Pn isa-se de urna ama que compre e contrito i
na rua .\ .va n. 3.
No :ampo Verde, una pequea familia no-
oossita di um menino ou de q.ialquer pessoa que i t
queira prestar a fazer pola manhaa as compras A ,'-' i"'m '.'""" '''"'" '' "editado deposito da na
na rua, ] ica.ido des.ici.pada todo o resto do dia i 2" "''"' ,ln rir'' 1-. ha para vender potassa
lias de :l ''"S!"'? '' ri'1 !!i" dl' '"ro. aova e do sup.
paga-so mulo ben: na casa de duas janellas
vidraras.
\ Sra. I. Adelaido da Silveira l.obo lem nina
rarta e ei.aimmen.las em .asa de Manoel Ignacio
d- Olive a & Killio, no largo do l'.orpo Santo, eo
Sr. Dr.Jt t VicenteDuarte Brandao ten. tina carta
Fugin da casa do ahaitn assignado urna negra
por nom. t'.laiiiliua. de 18 anuos de idade, levou
sa.a azul claro de chita, camisa do algr.danzi.il...
branoo, | auno da Coala con listras encarnadas :
quem a negar, levo rita Nova n. 5, que ser re-
.impensado ; e protestado contra quem a liver
... .miada.,/ohi HapiixiH Telle*.
i\a rua da Paz
(ouir ora
marstneiria, faz-se toda a
serte de oinidas para fra. sl-tid ns procos os se-
f-'.itnles : jamar ordinario por inezOg; almoco v
jamar 2.1) : alutooo, jamar eceia :tOR ; Rendo <^m
decencia B| aaaegura ac o acio e perfeMo nos
guisados
Coi
209500,,
quina da
Cano) casa de
Compras.
procurad i.
ipra-so moeda do ouro brasileira, de 209 a
de 10$ a 10j250 ; no pateo do Cuna
ta de I lorias n.2.
Compra-sc um cavallo cego, que
nao seja velha o que esteja em bom es-
tado : quem tiver para vender annun-
nunoie por esle Diario para ser pro-
A saboaria da rua Impe-
rial ompra sebo em rama
a 9$ a arroba a dinheiro
vista: a tratar com o seu
administrador.
Compra-so no armasen de matemos, na ru
daCadade Santo Antonio n. 17, chumbo velho.
Compra-so moedas de 20g : na loja da rua
dn Quciniado n. 46.
Vendas.
FUNDIDO LOW-IOW,
Roa fia Seuzala Nova n. 42.
Nestc o.tllele, unenio continua a haver um com-
pleto sortimonio de moendas e meias moendas para
rngenho, machinas de vapor e taixas de ferro bati-
do c ruado, de todos os tamanhos para dito.
Aviso.
I.uvas de pellica, de Jouvin verdadeiras a 2g000,
muito novas, e banha fratueza slibras meias li-
bras e quartas al oncas a 2a5C0 a libra : na loja
de iiiiiuie/as do aterro da Boa-Vistan. 82.
Potassa da Russia
E C AL DE LISBOA.
i.po-
ner qualidade. tssiin rumo lumbein ral virgi'llt em
podra: ludo po procos milito razoaveis.
Rlogios.
Vendem-se ro
no armazn, d.
deia do Hecife u
.. 6
\m
ogios de o.irn ingleses de palente:
...gusto i:, de Abren, na da Ca-
36.
1 i Fabric da rua da Florentina I
*T* t ? ? ? ? ? t
DE rjIAMPAr.\E
Primeira marca.
ACHAS
mm
parit
Saias de baldo.
do Crespo, loja de Adriano 4 Castro, che-
as saias de balaoe de ricos gustos, o muito
Na rua d
garam ri.
commnda
bniit gosto
por isso recommei.da-si f.sse..horas de
que nao deitam de cnniprar.
h?M
i
Ao barato e de hoa qualidade
A loja do l'.oelho rua do Queimado n. 19,a segn- I
da passando a botica, esta vendendo fazondas por '
preeos bataiissimos, como sejam chitas Iraneezas
de honi gusto a 300 rs. o corado, ditas de listas ave-
ludadas a 320 rs., brius do liuln. du cures pro-
prios pan calca a 1,S a vara, ditos Je cor proprios
para palilol atiiOrs. o rovado, grvalas de seda
lina a 1j. bramante de linlio lino largura de 2 va-
ras a 2,500 a vara he muito bom para lencos, cor-
tos de eascinira lina padri.es novas a 6J," case.ni-
ras piolas elsticas para lodos os preooes, casineta
de lado unta s cor a 600 rs. ocoiadu. grosdenaple
preto boa qualidade a 29 o rovado, dito mais su-
perior a 2,100 o muito lino a 2,800, dito de diversas
cores a 2$, chapos de soda franceses para cabera
a (gipara acabar) corles de eollete de velludo
5 o.i,500, chitas fran.-ozascores claras e padrs
mindos a 210 rs. o .ovado, e alen das fazondas
moucinnadas, lem nutras militas que vende h.na-
Itssiuin e. com punco lucro, pois desoja vender mui-
to ganhando p*ouco, quo he para lucrar mais.
Algodao monstro.
C.onlinna-se a vender o bom omiheoi.lo
algodao monstro com 8 palmos dr
; Olivaira & C rua do Codorniz n. 1G, em
frente do becco da Madre de Dos.
No artna/om do V.. \. Burlo i i;.*, rua da
t:ruz ... (s, ha oxoellenlc chaupanhe dn niolhnr
nares que tem viudo no mercado a 25 o meo.
h"-:% i :: ,
> endein-se guarnieoes prelas do dio com
. eolia e inangiiilos, nicamente na loja da rua .
. ;/ do Queimado u. 10de Leite &Correk>.
Farinha de Iriso
Fernandos Pilboa ten. superior farinha de tri-
go da marca SSSK ohogada antes de honleni que
vendem a preoo nimio en cunta nu seu arina/.etn
rua da Cadoia ... 83, berrn da Madre de Daos ... 12.
Cortes de la.
e econo-
largura
tidos.
roprio para qualqiier obra por dispensar Indo 0 Ira- | !*,""1"< Kus.'"s 6S">IKI cada um, ditns de. laa o seda
halhu de cnslura ; aprnvoilem .mquanlo ha : na
rua do Queimadon. 22, na lujada boa t.
As verdadeiras luvas de Jovin.
Aloja d'aguia branca acaba do rereher as verda-
deiras luvas de Jouvin, viudas do sua encommenda,
lauto para homem romo para senlnira, ntlaneando-
se que sao as inellinres que em ial genero se lem
visto aqui: vendem-se a 2$500 o par : assim cnntn
nutras igualmente novas, e lamben, mili boas a 2S
upar. Quem aprecia o bom, he dirigir-so rua du
Queimado nos qualro cantos, loja d'aguia branca n.
16, que ser bom Servido. Na incsina loja existe um
grande SOrlinento de luvas de seda de militase di-
versas qualidados lamben para humem e sciihnra,
ea procos baratissimos.
Ainda restan alguna cortos do laa fina para ves-
ron 16 olivados cada corto ,i is, eslan-se a-
caband : na rita do Queimado n. 22, na loja da
0 Prejtuira esl Queimando.
Na rua do Queimado n. 2, esquina du becco do
Peixe Frito len o Prvgnica para vender jor bara-
lissimu proen un. completo sorlimento de (alendas
bom como sejam .orlos do cassa e seda de lindis-

do liiidissi.nos gustos o superior qualidade a 7g ca-
V?' ('"rl,'s Ul' oambraia branca con salpico* a
3500, ditos de dita ron lloros de cores a 3^800,
gangas mescladas de padres e superior qualidade
a 5$ 100 o .ovado : .hilasoscuras o claras de cures
Ihas a 160. 180, 200 e 210 r.is o covado ; ditas
francesas de lindos padrea e de excellenlea pan-
nos a 210, 260, 280 e 300 reis o covado, catnbraias
EsjiHi-tilhos fianct'zes de nova
inu'w;o.
Vendem-se espartilhos fran.-e/es de molas e can!
retis, o mellior que so pode encontrrnoslo gern?^"
ro, na bomfoitroia e na coinmodidado, a quem usar
dilles, pelo baratissinii. proco de 6, 7 o 9. Estes
espartilhos sao cbegndns lio ultimo itai'to fjaiire/.
e so se encoDlratu 11a rua do Queimado, na bou. 10-
nhec.ida loja du miud. /.as da Boa Fama n. 3.!.
Velas de carnauba.
No anligo di'posilo da ruad' Vicario n. 27, von-
di'iii-s.' \i* la silo rarnaulia fin ptMiuciiLs r grandes
pornea, sendo de H, 7, y e l eni libra, por BieniM
un (pa .ni uuiia qnalquer parle.
Mtasele borracha.
CHKGAIU8 I I.TIMVMlATt: NO NAVIO FIIANi.l/..
Na rua do Quoiniado, na liem i ..nliei ida loja de
niiii.I.z.is da Boa Faina u. 33, j l.in para vender
inr preco barato as milito procuradas meias do
ni racha, nicamente proprias e apprnvadaa para
toda e qualqiier encbaoao as peritas.
Carteiras grandes com chaves.
Vendem-se pnr preco muito barato carteiras
grandes com chave, proprias para guardar dinheiro
o letras : na rua do Qnein.ado, na ben. conhocida
toja de uiiudozas da lloa Fama n. 33.
Allenco Aurora.
Pateo da Su uta Cruz.
Nesle hotel aehar-se-ha sempre bebidas finas de
diversas qualidados, holinhos franco/es para lomar-
se com oh.', o caf, bous petiseos para ceias, e bom
peise frito. N.. iiiesiunarhuo s horas competentes
ahm.ro n jamar, por preco coiumodo e con. lodo o
asocio e presto/..., e casa"para morar pelo mais di-
minuto preoo possivel.
BiyNBIIIDS
cohollos o ilosoobortos, pequeos e grandes, de ou-
ro palente iiigloz, para bomom o senhi >ra, de mu
dos lucidores fabricantes da Liverpool, i indos polo
ulli.iiu paquete ingles: em ,-asa do SouMll Hel-
lors & C.
GRANDESORTIMENTO
ni
Roupasfeilase tondas;
N\ lil'.V 1)0 01'I.IMAllti N. r>.
a
: GOES dfc BASTO.I
I'aloliits de alpaca de cor o pelos pelo U
diminuto preco de l,s, ditos de fuslo bran- g
e cor a 5$, ditos de brin pardo
uperiura 53, ditos de osguio da
. i '....na cr de laranja a5S, ditos do palha
JB cus o
::: muito
Na fui Lgao de Ierro de 1).
W. Bowm n, na rua do Bru,
passando > cliafariz, continua a
haver um completo sortimento
de tachase e ferro fundido e ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bica,
as quaes s} acham venda por
preco con modo e com promp-
tidao, ein jarco-se ou carre-
gao-se em carro, sem despezas
ao compra dor.
Chapeos para meninas.
He na loja d s quatro portan na rua do
(] aeiinado n. 37
que se encentra i m rico sortimento de chapeos para
meninas e moni/ Mricamenla onfeitados, e tambem '
chapeos para so .hora, de palha onfeitados, lodos
de gnslos muder us, e so vende mais em cunta dn
que em mitra qi tlquerloja.
O nico de >osilo dn rap de Lisboa, na rua
da r.adeia Velha n. M, vende rap das seguimos
qualidades : rap princeza de Lisboa, a libra 290O,
dito masclipatao n 3$:<00, dilo massarora a :ts3IKl'
dito reserva do n eslre a .1(300, dito meiu grosso .i
Stamenha.
- Chegou a muil desejada stamenha verdadeira
Eara hbitos da v 'neravel Ordem Terceira de S.
rancisco vendt se por preco rczoavel na rua do
Queimado n. 17. o p da bo'tica.
Vende-se si perior linba de algodao, brancas e
do cores, em no> ello, para costura : em casa de
Seulhall, Mellor AiC., rua do Turres n. 38.
Com pequeo toque de
lavara
i,.
i.hinacor dolaranj'aoS, do~do"palna '.
. de seda aSa, ditos de meia casomira pn- -
w ,. tos .; de .ores a 8g, ditos de casomira do ,>
- cor padres muiu modernos a 18|, ditos K
2=3 preto* a 18S, sobrecaaacas de panno muito fer
$ lino preto com golla de velludo e forradas ?"
' do seda a 22j, o a g, rabas de oasoinira ':\>
. pelas e de eres a (i,S, 1$ e 8$, .oliles -
de gnrgurnu de seda a js, dilos do velludo
-; preto a 7,S, ditos de coros a Dg, dilos de fc
instan e brima 2$500 o 3*. ceroulas de j-
liramante a igOOO o 1,5800, loncos de cam- i
-, braia de lmho duzia fg-joo o lij, e nutras
militas obras feilas e fazondas que s
I isla que se pode avallar a pechincha.
Aviso uos senliores de engenl.o e aos ag i-
cultores em ,fer..l.
Junto ao maladoiiro publico, no Inaar da Caban-
ga, ha para vender-so una poivan de sangue redu-
zido a p [ior meio de um proeesso chin.ico para
servir i .uno entrme na plantaran da calina, oapiui,
c toda a qualidade de plantas:'este excedente o-
trume lem a vantagom sobre nutro qualqiier, d
urna pequea quaniidado desenvolver urna vegeta-
cao muito virosa o productiva.
Vendem-se os mais ricos e mais modernos
. veos de crese protospara chapeos desenho-
jbj ra chegadns'pelo vapor ingle/.: na Inja da rita
dn Queimado n. 10, de Leite & Coerca.
NaruadoLivra-
mento n. 2.
Na Inja das cinco pnrtas, que faz quina para o
becco do Padre, reodem-se as fazondas aagnntos
enres do cassa chita cun 1,2 .aras a I3I00 ditos
do chita cun barra a 1S800, dttqs de cmbrala preta
a 2)}, ditos de rur a ljfiOO, ditns rhaly de llore
eonil5envadosa1l. corles de casoniiras minio
linas a Og, ditosa 3500, ditos de meia casomira a
a 25000, eollete de velludo a lg200, manguitos para
senhora a 3/500, gnllinbas a 1J200, vorbntinas de
cotes a 60 o invado, muselina branca a 260, brim
de lindo bramo muito lino a 19200, brimziho a
1fi0, alpaca do cores para paletols a 480, chita in-
gle/a, covado a 160, dita franceza escura a 200 rs
dita oscura tina a 280, alpaca do soda do cores a
320, sedas dequadros linas, covado alg, lencos de
seda (lnos a 18600, ditos a 1g, cambraia de corQna
a 2 0 o covado, .....Oras militas fazondas que ai
venden baratas.
Apparelhos de porcellana.
\eudoin-se mili bonitos e delicados apparelhos
de porcellana d...irada pruprios para briiiqucdo dr
ineiiii.as, sendo ellos de diHeronlos lanianhoit o
gostns a 1S500, 2g.2go00, 3g, 3g500 ,. j; lla llla
do Queimado nos qualro cantos b.ja d'aguia bran-
ca n. 16.
EHFEITES PARACABECAS.
Mui modernos e delicados enfoiles de llores, filas
plumas o (reos para senhora a 6g, 8g e lOg, procos
estes baralissimns A vista da porfeiea.i e liem gosto
com que siio elles acabados, assim conio oulros
pretos de vidrilhos obra de apurado gusto eintei-
ramente modoriinse pelos diminutos procos d
5g; para qualqiier pessoa se cerlillcar la ventada
de que fallamos, dirija-se a loja d'aguia branca, nos
quatro cantos da rua do Queimado n. 16.
Aguia branca.
Novo e completo sortimento de
meias para homeus,
mulheres,meninos e meninas
de2al2annos.
Vendem-se milito boas meias cruas sem costura
para humen a 1g800 a duzia e 160 rs. o par ditas n-
gb/as nimio flnas .SS500 e 3(500 .t di s
MQ un';?di;13 S d""!'"'' 4g500 a duzia e
m, .4 as, ,anibe""ietiodoi.rado para s-
a4(W5o\)fr?.nr,'U''ilt'3?nrs- fr- ""s finas
tOO, 500 o 600 rs. o ,,r, d.las para meninos me-
llos, asseveran-
Pecas de madapilao a 2500 e .t|000 : na rua d
Crespo, loja da esquina que .olla para a rua da r.a-
deia.
ninas conforme os ditierentes taaT...
do-se seren mais baratas do que em utra
quer parte, meias de laa ntui.o flnas para ,, ,, a
600 e 800 rs. o par, ditas de l,u
Com pequeo toque de avaria.
Na loja do Preguicavcnde-se madapoln rom pequeo loque
finos largos a 3g800 a peca, chitas franrozas largas cores escuras
de mofo a 200 reis o covado,
ponas a 5g500 cada um.
chales de merino com algumas pintas d
de av iria a IgiOO a peca, dilos mais
o luid is padrees con. pequeo Inque
ta de mofu o 00.11 lindas palmas as
lg600 o par. di-as do seda mu prl^et.,-
' cas para senhora. a ULJU e 5g o par, ditas mu -
as para meninas a 2$oO0 o par, assim como in.ii-
tasoutras miudezas e object. degusto om esli
patentes na loja d'aguia branca, nos quatro canina
da rua do Queimado n. 16.
Vende-se um moleque de idade de 12 annos
pouco mais 011 menos, muito bonito c esperto'
muito proprio para pagem, ou nflicin : a tratar na
rua larga do Rosario 11. 35, loja de miudezas.
Na rua dos Pescadores n. 35, ha para vender
. 18 dudas de formas de fazer velas.

i Fabrica da rua da Horro tina \\t$
mu MA1UBITS
tudas as cores, groza,
miadas.
'iltiii tt
Aviso aos senhorps tle eiii-eiilios.
Cal nova de Lisbaom barricas e em ancoras," mili-
to propria para a coiiducoao de agurdenle 1........|
na rua da Cadeia, dofronle da rolaran 11. 28.
Espelhos grandes.
Vendom-se espelhos grandes para parede com
bollas molduras onveniisadas e douradas e Vdroa
mu tinos e olarus a M a 5fl : na Inja daguia bran-
ca UOSqu/lro cantos da na dn Queimado 11 16
ARMAZEM
DE
Fazendas e modas.
II RUA DO QUEIMADO. II
Fara senlioraK.
Variado sortimento de ricos cortes de vestidos de
giirg.iran piolo bordados a relindo, manteletes pro-
les bordados, vestidos o manteletes de seda de di-
versas cores, marabuts e variado sortimento do en-
feties para l.iilot, chapos sem ooiitcstaean n mellior
que a arte pode produzir para satisfazer' ao apurado
gosto dassenbiiras, vestidos de phantasia pelos e
de todas as cores para passeio e soire.
Para cavalleiros.
Variado- sortimento de falofeilo francoz e inglez
de diversas fazendas e varias cores ; casacas pretas
de panno Bnissimo mpermeavel ehapeoade castor
pretos e brancos ; charetos Ja reserva de encom-
menda especial.
BORDADOS FINOS.
Na rua do Queimado n. 37,
loja de 4 portas.
Tem 11111 cmplelo sortimento de bordados romo
soja golinhas para 000,800, 1g e 1g200 at 3, man-
guitos de 1g600 o par at 2g(00, manguitos com
golinhas de ricos gustos a 4g, 5, ft, 8S. llbj e a
14upar, completo sorlimento de liras bordadas e
oiilroiiioiosfran.o/.es, tiras burdadas inglezas de di-
versas larguras e de una fazenda muito supejior
propria para ealciiihas do criaueas e para easave-
ques, oaiiiisinhas buriladas com guliuha e uiaiigui-
los por preoo commodo.
95
Rua do Queimado.
Neslaloja vendem-se loalhas e lencos de labyrin
Ibns, rendas das ilhas proprias para 'loalhas, bicos
pretos de soda de todas as larguras, dilos braswose
franjas de seda de todas as larguras, litas do ullimo
gosto, ditas de eludo preto ede recorte, llores de
i anas qualidados, botos de vidro e vetado de diver-
sas ..'iros, para oasaveques e entras imillas miude-
zas do gosto que se torna desneoessarin mencionar
o que se prometi vender em cinta.
vende-se un cabriolel de conoha, em muito
bom estado : para ver, na rocheira da rua das Flo-
re, que foi do fallecido Jos Mana.
\ao incommodam.
Chegaram os desojados borzcgu'u.s de casomira
sem gaspiade lustro, e sim da mesma fazenda, tanto
para senlinras, romo para homem, que alm de se-
ren bonitos sito muito linose niacins ; ua loja de
Jataby ftC, rua Nova u. 7.
Vends-se farinha do mandioca superior quali-
dade em saceos grandes, foijn. mulaliiiho, pelo e
braticu mi saceos, gomma de mandioca, arelo de
l.isbua, millio arroz de casca, farinha de trigo pro-
pria para engordar animaos o sacro con arrobas
a 4S rs. : ludo ge vende por menos doaneem ou-
tra parle: na rua estrena do Rosario n. 2. ar-
masen).
Francolino Izidoro Leal i* C. lem para vender
no armazem de Telles & Tararos, rua da Lapa,
grandes saceos com lardo rhegados ullimamcul
de Lisboa, por preco commodo ; e tambem saceos
con arroz grado do Maranhn, u mellior possivel,
por preco commodo.
0 Leite & Irmo continuam a
torrar.
Hussulina toda encarnada, covado 220 rs., cam-
braia lisa muiln lina a 3g800, 4g800, 5g200 e 5g600
rs. a peca, de 10 jardas, brm de linho para calca
do bonilnspadri.es a 880 rs. a vara, cortes de meia
casemira a 3g000 rs. cada um, lencos de cambraia
de linho a 3g200 e muito finos a 4J500 rs. a duzia,
chales de touquim pretos, ditos de merino pretos,
ditos de merino liso de todas asedies a 4g800 rs., e
bordados a 68800 rs., chitas franrozas de cores fl-
xas a 220, 240.260.280 o 300 rs.o covado, madapo-
ln a 2g800. 38200, 3S800, 4g000, 4S200. 4S800,
58000 e 5$500rs.,e milito Onn a6g000rs.apeca, de
20 varas, palitots de alpaca muito Unos a 6g0t0 rs.,
corles de coletos lhos para senhora a 4, 6e 8jrs.. e dos modernos a
99 rs., saias para senhora a 19600 rs., bordadas a 38
rs., e milito superiores a 49 rs., golliuhas muito
bom bordadas a .'19500 rs., manguitas e camizinhas
muito linas para senhnra, corles de cambraia do
gaz a49rs., tpeles para sala al9800 rs., para por-
tado sala a 49 rs., e para cabriole! a 29500 rs.,
meias muito linas parr senhora a 29800 rs. a duzia,
ricas colchas de damasco de seda a 25 e 329 rs. cada
urna, cortes de cassa de lindos desenhos a 29 rs.,
boas chitas escuras e de lindos padres a 200 rs. o
covado, meias de todos os tamanhos para menino e
menina, guardananns a 49 rs. a duzia, peras de
cambraia lisa de 12 jardas a 39 rs., mussulina bran-
ca a 300 rs. o invado, toalhas para mesa a 49 rs., re-
des de fulha a 69rs., c ha outras umitas fazendas
que se vende por barato preco, e de ludo se dar
amostras.
Vende-se una escrava crioula, de 26 a 28
annos, engomiuadeira, costureira, e com outras ha-
bilidades : na rua Augusta 11 17
LOJA NOVA
IIE
Jalaliy k Co..iiai.liia.
Ncstegraiido oslabelecimoiito de raleado francez
na rua Nova 11." 7, o publico achara para csrolhera
vntade, Omelhor sortimento de calcado desembar-
cado ha poneos dias, lauto para soiihoras, enmn
para boniense meninos, e muito en. ...na, a vista da
qualidade.
Vende-se una m..Lilia de mnguo Luiz XV
na rua da Madre de lieos, loja 11. 34.
adamascadas para cortinados do camas pecas de 20
varas a Ug, grvalas prelas e de cures com mua e
sem ella a 800 e lg cada una, ditas com mua mili-
to linas a 1600, loncos de seda com algn onoilo
a 800 reis cada um, grosdenaple de cor de boa
qualidade a IgfilHl o covado ; corles do casomira
lina a 6g, dilos de meia casomira a 2g, ditos do di-
ta mais lina a ;: nhu a lg700 cada um, dilos de dito blanco com lis-
tras e de puro linho a lg!)20 rada um, cries de
gurguran para rolletes a 3gcada um, ditos de me-
rino bordados do lindos gustos IgOO, dilos do HW-
mira preta bordados a 3SM00 cada um, cambraias
lizas de 8 varas a 38500.48, glOO, 4g800 e 58500 a
sel-
a garra-
NaruaDireitan. M
O Cama est vendendo muiln barato pin rico sor-
linienlo de franjas prelas ib' ludas as larguras com
diherentes enfeilesde vidrilhos o frocose do relrnz.
lorcal, proprios para a semana santa a 720, 800 e
lgrs., louquinbas de lil de linho de inellinres ges-
tos quo lem appareeidu a lgOO, nenies de manta
virados para alar cabello a 2s300. o nutras miude-
zas que com a vista do comprador se peder mos-
trar O privo i'olinllnilo.
Salitre refinado.
Vende-so salitre refinado de superinr qualidade,
a 89OOO a arroba : 110 armazem do Forte do Mallos,
de M..reir Dias, rua da Moeda n. 23.
Jamos t'.rabtree .5; C, leen para vender em
son armazem, rua da Cruz 11. 12, os seguimos ar-
ligns :
CIIAMl'.VMI.Vde superior qualidade, em gigos de
duzia de garrafas, o tambem em gigos de duas
duzias de meias ditas.
FIO DK TELAmuiln forte [o mellior que lem vin-
du a este mercado! e proprio para coser saceos
con assuear.
\RM\i:KS DE SKI.I.INStanto para montana de
sonhoras como para homens.
CHICOTESpara carros.
I'KRXKIR.VSmuito bem ferias.
\RREHtS.para carros de mu e dons cavallns.
FIVEI..VSde ferro eslanhadu para obras d
leiros.
Yonde-so vinho muito bom a 320 rs.
fa : no boceo Largo 11.1.
= \endo-se vinlio de superior qualidade ,1 320
rs. a garrafa : na rua da Seala Velha n. 101.
Para meninos.
Bnnets do gorgurn de seda furia-coros, obra de
muiln goslo a 4g": na luja d'aguia branca, na rua do
Queimado nos quatro cantos 11. 16. A grande ex-
vara, dito brinco muito linn 18280 o glOO vara, 'raern que elle tem lidn, o a pequea quaniidado
cassaa de cures de lindissimos gustus a 360 e 400 T'e rosta, faz-nos dizor que qu
lots a vara, uiiissullina rom pequeo toque de ava- "'
nade lindos padres a 250 o corado; dita sem ara-
ra a 300 reis u envadu. dita tuda encarnada a 220
reis .1 corado, dita mais larga a :)2(| reis, casemira
preta a 28, 2200, 23400, 38500 e 4g o covado,
panno lino azul, e cor de rap de superior quali-
dade a 5g o covado, dito pelo a 4g, 5g e 5SoOO o
covado, dilo azul proprio .ara fardas a 2g, o cova-
do, lencos brano.is para mao de senhora de bico
largo e nimio linos a 800 e 1,8 cada um, chitas es-
curas de tintas lixas a 582UQ a pea, alpacas de so-
da do superinr qualidade a 00 reis o covado, pe-
ras de cambraia liza con pequeo tuque de nudo a
2g, ditas de brotanha de ruin con 10 varas a 2g,
alnalha.b) largo muiln lino rom bonitos Livores
18280 a vara, italianas, especio de cambraia pinla-
lada de cores lixas o lindissimos gustos a 480 reis
S vara, cambraias franrozas do Hndus padrees e ex-
cellentes pamiiis a 500 reis a vara, cassaa pintadas
iniuiliiibas a 320 r.is a vara, luvas de Uo da Esco-
cia, brancas e de coros a 320 reis o par, rambraias
napolitanas roxas o azues de qnadrn a .'ICO reis a
vara 1111 220 reis o ciliado, riscaditilins franoezesde
luaiiros a I80 reis .. covado, bramante muito largo
a 2S4O0 o invad., rclbulina de todas a cores a 720
reis 11 covado, meias cruas para homem a 160, 200
360 o 400 reis o par, ditas para Hcnbora de todas
as qualidados, paletols de lpica preta a 58, ditos
de meia casemira a 8g, ditos de panno preto a de
cor a IOS, luvas de soda para senhora a 18200 o
par, ditas de soda buriladas de lindos gustos a 28200
upar,; e outras militas fazendas que se deixain de
nencionar e se vendern pnr baratissimos preeos e
se darao amostras 00111 penhores
Loja n. 37.
Vende-se en casa de Saonders Drolhers & 1..,
praen du Corno Santo, relogios do afamado fabri-
cante lloskell, por ptecns hinimodos, la.nlni
Iranc.llins o caueiaa para os mesiiios, deexrellenlo
LOJA DA BOA FAMA.
Vondein-se pi.rproihque fa/ a.lmi.ar riqniunas
filas tarradas de Indas as cores o larguras, lilas lisas
rom pona o si m ella, bies brancos de soda de mui-
to lindos padroes de todas as larguras. I.an.oins
abortas deliuhn para liabadns a 120 e 160 reis a \ ara,
jai rus para lluros a2go par.atacadores ou enfladores
do seda de tndasas cores para 1 o.lidus,ditos proprio-
prtra espartilhos, leaoums de todas as qualidados
as mais linas que he pnu i. .lemiiiiirar-so.agulheir..-
deimiilini o imitas militas qualidados. Illas de vel-
ludo de todas as ipialidades, bnlcinbas do ramurca
muiln lindas para iiieiiinas de escnla, frasquinho
com cardinal anulhnr cousa que tem ppareeido
para tirar nodoaS em qualqiier qualidade de fazen-
da. pelo muito barato prncu de 2g, Irancinbas de se-
da de todas as cures muito lindas proprias fiara en-
feitarr.uipinl.a para meninos e meninas, a nutra-
muils.-iiiiasroii,as que so alianca vender-so indo
DW proco barati-smio : na rua do Queimado na Un
coiihecida loja do iniudozas da boa fama.
Vende-se excollonte bolacha de primeira. se-
gunda o lerceira qualidade para arro.i)i.s do fami-
lia, anudo do primera qualidade a 4*320. segunda a
35200 e terceira a 29560 pnr arroba, e por libra a
100,120 e 140 rs., e pes ararlo snirrivois para ar-
mio de familia a 100 rs. a libra, farinha de trigo de
lerceira qualidade limpaa I96OO a arroba : na na
larga dn Rosario, padaria n. 18.
Calcado superior e barato.
Rua Direita n. 45.
Bora'Ruins de seoliora (Jol\).
Ditos de liomem.
<4

1. eaixa e V'^^,^^;"'''1' i0' cas a ^- 4S300-
-& .19800, bgnOO e ig200 a peca, curies de organdy fa-
' *JJ t ?_? *>at I ''"d,a """'" 'MWI ''"la S600- alPa'a lir,'la eom
" 6 palmus de largura propria para -amarras e rapas
do padres a 800 reis, laiiziuhas de quadrus pruprias
para vestidos de sennora a 360 o 500 reis o covado,
chales do laa linns com barra malisada a 48500. di-
tos de merino lizosa 48800, ditos de dito bordados
a fi,<2(K) cada um, loncos brancos com barra de cor
a US), 120 e 130 reis cada mu, chitas fraucezas lar-
gas para cubera a 210 reis o covado, brim bramo
de lislra de puro lii.hu a 800 reja a vara, diln de
dissimos gustus e superinr qualidade a IgiO a
ira,

j

Sapatos de trancinha.
igSflO
8.S-80
I 81.110
para a
quaresma.
He na ma do Queimado a loja
de quatro portas.
Seencnnlra um completo sorlimento de grosde-
Saj;ol-',r;'l"ueviS,i"0, 1l<<0"- -'S. 2g2O0. 28400,
2,800, .> e 3,200 e covado, dilos decores de 1 600
e 2 o covado, panno lino preto de 2,500al 128 o
covado, dilo cor de rap e verde cor de garrafa
fazenda mu.tu superinr a 78 n covado, casaveques
de fustn ricamente onfeitados de ricas trancas lin-
gindn lindos bordados a 18,s\ curies do vestidos do
phantasia muito lindos e dos mais modernos a 188
ditos bordados a velludo decoros muilo lindas .i
i>, ditos bordados a seda rom lindos flores a28g
cada um, palolnlsde panno o de casemira pretose
de euros de 16 al 851 cada 11111. ditos de brim
branen imiilo finos de 58. 5,500 e 68 cada um ricos
pannos da mais lina casemira de lindas cores para
rima de mesa de meio de sala, tnalbas de linho era
proprias para rostn a 1g280 cada urna, redes de
cures viudas da Rabia da Traican, obra muiln hent
acabada, pelo diminuto proco de 18g cada urna, e
nutras multas fazendas que s eom a vista doeom-
pradm se poden mostrar, e se vendern por pre-
oo minie coiumodo.
Chapos de palha escura para
homem por preeos baratos.
Na bom conhocida loja da boa f, na rua dn Quei-
madno.22, encontraran ns l.ons fr.-guozos um com-
plete snrtimontii de chapees inglezes de palha oscu-
ra de formas inleiraiueiile modernas e bonitas da
ultima moda. Tornam-se recommendaveis porse-
rem mui leves e fresens para a presente estacan ;
vendom-se pelos baralissimns preeos de 4g "e5g,
vendem tambem chapeos e bouits da mesma quali-
dade para meninos a 3g 3g600.
>ende-se a preeu commudu. em casa de Rar-
roca& Medeiros, ruada Cadeia do Recife 11. 4. vi-
nho do Porto, superior chamico, pedra em lagedu e
portadas, pipas, meias e Larris vastos.
Em casa de Kabe Scl.mettan & C.
rua da Cadeia n. 37, vendem-se elegan-
tes pianos do afamado fabricante Trau-
mann de Hamburgo.
Almeida Gomes, Ahes & C.a
VKNTIKM NO SRU ARMAZEM
ftUA DA CRUZ
. em nao se apressar
tirar sem elles, por isso appareeaiu boje mesmo
quem ouizer dar as testas ans seus pequeos.
Toalhas adamascadas,
h'io de vela.
Iliscoutos em lata.
Vendem-se em casa de Arkw-
reglil & o? rua da Crn/.
fil. por barato preco.
u.
Na grande fabrica de ta-
mancos da rua Direita,
esquina que vira para S. Pedro n. 16, tem efTecti-
vainonle riqiiissimn sortimento do lmaseos do tu-
das asqualiilades, proprios para a estacan invernosa,
e vendo-se laido a retalhu cuniu em grandes por-
ooos. por menos pro.-n que em nutra qualqiier
parle : ns s.iihnres i.ilnineiliantes de fra den
prevenr-se, pnis o invern est pruxim...
MACHINISMO
CHAPEOS de f.llro sorlidos, da fabrica acreditada
de.i.,-ir. albo Pinto, do Rio de Janeiro.
SARAO das fabricas do Rio de Janeiro.
VINHO de champagne de superior qualidade.
SALVAS, l.aiidoija- e outras obras de prala.
Rua do Queimado n. 1.
loja existe um bom oratorio de jacarat
ider.
Nadeira de pinho.
Vende-se mais barato do que em outro qualquer
parle : na rua da Cruz n.40, primeiro andar, e na
rua do Rrum. armazem n. 10.
Vaquetas.
Mas vaquetas de lus
Nora ii. 61.
Saias de baldo.
Vendem-se boas vaquetas de lustre para cobrir
carro : na rua Novan. 61.
\a Itiiitlitito do ferro do en^nhoiro Da-
vid W. ovMiiiiii, na ra
do llrum, passando o elial'ariz.
Ha sempre um grande Sorlimento dos sogunles
nbjorlos de inei .ini-inos pruprios para engoiihos, a
a saber: moendas o motas moendas da mais mo-
derna eiiiislrucefin ; lachas de ferro fundido o bati-
do, de superinr qualidade e de Indos os tainaiihos ;
rodas dentadas para agua nu animaos, de todas as
propori-Oes; envos o bocea de fonialha e registros
de boeiro. agiiilhes, brome*, prannos e oavi-
Iboos, iiioinhos .le mandioca, ele. etc.
KA MESMA PUNDICAO
se eierulao Indas as encommendas enin o siiperio-
ridade j cnuhecida rom a devida presteza e eoiu-
mudidade em ataca.
ARMAZEM
DE
Fazendas e modas
DR
MIGUEL JOS DE ABREU,
U Rua do Queimado 1.
F.sleestahelerimentnquo iiiquostinnavelmenle he
boje ondea melhorea ueste genero arha-se com-
pletamente SOrtido de ludo u que de mais ren, mais
bello, mais moderno e do mais elegante o apurado
gusto existo un mercado relativamente a fazenda:
inoilas lauto para senhora como para cavalherus.
Nao se e-pecialisaiu aquios diversos arlgos que
consliluem osle variadissium sorlimento, porque
issoi faria demasiadamente longo, e por consecuen-
cia faslidui-o o iniiiil o-te aniiiuicio; masassegura-se
ao respeitavel publico e especialmente as seuhoras
e cavalheiros do bom lom, que o que cima se allir-
ma nao he ucosliimadne trivial engodo com qnese-
procura altrahir a concurrencia, mas sim a exacta e
liel dxpressao da verdade.
Ao que tica dito s resta accrescenlar que todos os
arltgos serio vendidos pelos mais moderados preeos.
Rua do Queimado n...
Na loja nama do Queimado n. 1, anligamente
cnnhecida pela do meia palaca. existe um completo
sortimento de fazendas, que se deseja liquidar por
qualquer um preco, alim deem breve se puderdas
nnvaorganisacao mesma loja. Mas nao sendo por-
sivel mencionar um por um, todo artigas de que
se compon n dito siirtiinonlu, liiuitamo-nns aos se-
guiiites, adicionaiido-lhe seus baratissimos preeos,
alim de que os amantes do barato facam a devida
idea do quanto economisarao em se'sortirem em
dita loja : corles de cassa chita a 1J600, ditos Unos
a pinta miudinha a2, cassa de cor, vara 320 reis,
ditas lina- e lixas na enr a 440,ditasfrancezas mui-
lo lina a 610, sedas dn quadrinhos a tg, ditas mui-
to largas a 1J;600, ditas de quadrinhos miudinhos
assentes era grosdenaples a 1g500, fazenda de la
com quadrus de seda a 320 o rovado, dita suporiur
a 400 rs., chaly padroes inleiramente novos a lg,
chitas franc zas superiores, tanto em panno como
em tintas o 320 o covadnr ditas escuras a 260 o co-
vado, alpacas de urna s cor, fazenda muilo tina a
500 o covado. ditas com lislras de seda a 500 o co-
vado. tiras bordadas de 6 metros, por menos 25 or
0/0 do ---------'-------------
No aterro da Boa-Vista, loja n. 60, de I.ama &
Silva, seudo um completo snrtiiuento de grosdena-
ples protos, pannos e casimiras, pelns procos se-
guimos grosdenaple-, o covado a 1$280, 'l;0OO.
Ib00. 2. 25210, ea-oiniras prelas, corles a SOO,
6-1500, 7*500 ..ti- 12g cada curie, e pannos pretos
de dilforenlcs procos e qualidados.
Aterro da Boa-Vis-
la n. 60.
\ eudem-se muilo superiores casinetas mesada-
das, eom um pequeuo loque do mun/pein baratis-
simo preco Ricos mfeites com vidrilhos
para tabeen.
Vendem-se os mais ricos enfoiles pretos e de
ores rom vidrilhos, pelo baratissioio preoo de 4g o
6s cada um : na bem conhocida loja de miudezas
ila lina Fama, na rua do Queimado n. ttt.
He cousa muito boa.
Vende-se a verdadeira pomada para tingir ca-
bellos, pelo barato preeu de 1 a caixinha, rom .--
o.iviiiba propria ; tainhem se vende masas para
aliar navalhas a 320 : na rua dnQiu-ioiado. na bem
conhocida loja de. miudezas da lloa Fama n. ft't.

Vendem-se as verdadeiras luvas de Jouvin, tanto
para hiiinoin como para senhora, pelo harassimn
preco de 29500 o par : na rua do Queimado, na bem
mohecida loja de miiidezos da Roa Fama n. 83.
CHEGUEM i
Aloja da Boa F
Quo osla vendendo muilo barato.
Grosdenaple preto muilo superior a l,8lkf, 2{,
.500, 3,S, 3,500 e i* o ...vado, sarja preta hespa-
que en nutra qualquer parte.
Cal de Lisboa.
Vende-sena ruado Trapiche n. 9 em
mnlo bous Larris e inleiramente nova por
ler sido desembarcada honlem.
Na rua do Crespo n. 16, loja de Adriano A Cas-
tro, chegaram as ricas saias do balu de ricos gostos,
as quaes sao muito commodas, e por isso recom-
m. inla- -u as senhora de ii.un gostu para nao dei-
xarem de comprar.
Vende-se palha de carnauba muito nova, por
preco commodo : na rua do Amorim n. 36.
Vende-se urna mulata de meia idade, com to-
das as habilidades; na praca do Corpo Sanio n. 17,
segundo andar.
\endera-se soieiras e sacadas de pedra de
cantara : a tratar na rua do Torres, cscriptorio de
Lemas Jnior & Leal Reis.
Nonde-so a Inja decalcado, sita na rua do 14-
vrameniu n. 11 : a tratar na mesma.
ohola muilo superior a 2,800 o covado, sen'm ma-
ro muito superior a 3,500 o. covado, panno prelo
fino a 2g, 3. 4, 5, 6 e 8g o covado, casemira prela
muilo lina a 2, 2,500, 3$, 3,500 e 4g o covado,
ricos corles de rolletes de velludo prelo bordados a
12}, ditos de din de coros a 7$ e 108, e muilo su-
periores a 13g, ditos de gorgurao prolo a3,500, di-
tos de dilo de cores a 4,500, merino prelo Betn
muilo lino a 1,120 n covado, alpaca prela muiln
fina a 610, 800 1g o covado, meias prelas de laa
muito superiores proprias para os seiihoros sacer-
dotes a 2j} u par, cambraia de liulio muito tina a
6g a vara, osguin de linho muito lino a 16,000 rs.
a poca ciini 12 jardas, brotaoha de linho muito o
muito larga a 20gfl0t) a poca com 30 varas,, cam-
braia adamascada para cortinado- a 12,000 a'peca
com 20 varas, bramante de linho muito superior,
com duas varas do largura a 2,100 a vara, atoallia-
do adamascado com mais de 8 palmos de largura a
1,280 avara, brim liso, Hamburgo, muilo lino .19
a 10$ a peca com 20 varas, esguio de algodan
muilo linn a 3,200 a peca com 12 jardas, cambraia
lisa muilo fina a 5S a peca com 8 1/2 varas, dita
muiln lina a 6g, 6,500 e 8 a pee. com 10 varas,
dita muito lina rom salmeas a 900 rs. a Vara, e a
7 apera com 8 1,. 2 vagas, lil de linho bordado a
1,100 a vara, mantas pretas bordadas a 10$, vaos
da mesma qualidade a 12.000, golliuhaa de fil
muilo bem bordadas e bastantes largas a 1,200 ca-
da nina, loncos de cambraia de. linho eom bico lar-
go cni yolla a 2$, meias branca.- de seda para me-
ninas a'2$ o par, ditas bramas de algodao iniuii.
lina- para senhnra a 3,600 a duzia, ditas inglezas
muilo superiores lamben para senhnra a 5g adnz.a,
dilas para meninas de Indos os tamanhos a 28(1 .i
par, ditas para meninas a 240 o par, ditas de algo-
dan crn para homem a 1.800, 2J. 2,500, 3 o 4g, e
inglezas muiln superiores a 5,000 a duzia. lenfo.
brancos de cambraia para algilwira a z, 00adu/ia,
ditns maiores a 3,000 a duzia, ditos milito grandes
proprios para a cabera a 400 rs, cada um. diln-
minio Qiios de esguio de linho a 7,500 a du/ia,
dilos de linho de .uros escura- o livas proprios
para os tabaquistas a 400 rs. cada um, chales de
merino liso de lindas cores com franjas de seda a
6g, ditos de chaly rom lislras do seda em volla e
com franjas tambem de seda a 7j, ditos de merino
bordados a 9g, ditos de toiiqutiu muilo superiores
bordados em duas ponas, com franjas muito oom-
pridas, pelo baratissimo preco de 45JO00, ricos
pentes de tartaruga a imperatriz a 12 e a 20g, Je-
ques muilo finos a 4,500, ligas de seda a 1,280 o
par, chapeos de fellro muito finos a 5 e 68, brim
branro trancado de linho muito fino a 1,290 avara,
dito iucorpado muilp superior a 1,(40 a vara, dito
decores de padroes muilo bonitos a lg a vara, di-
los de quadrinhos muito proprios paja obras de
meninos a 200 rs. o covado, ganga amarella fran-
ceza muilo fina a 320 o covado, ditas escuras muiln
superiores a 560 o covado, camisas de riscado mili-
to bem feilas a 1,500, cambraias francezas decores
milito bonitas a 400 rs. a vara, entre meios muilo
llnusa 1,920 a peca, liras bordadas muito finas a
3 ea 4g a peca, e aleo disto um completo sorti-
mento de fazendas finas e grossas, que verrdem-se
por preces mui commodos, s alim de se ftzerem
grandes vendas : na rua do Queimado n. 2 na
bem conhocida Inja da Boa F.
Vende-se urna carroca nova sem ainda ler ser-
vido, forte e segura por ler sido feita de encommen-
da : quem o pretender procure na rua eslreila do
Rosario H. 30. irimeirn andar.
Escravos fgidos.
.!
:
> *
No da 14 de agosto do anno prximo passado,
fugiram dn eiigeiihn Sele Manches, freguezia d
Nossa Senhora da Escada, comarca da cidade da
Victoria, us seguimos escravos: Damiao, crioulo, de
25 annos de idade pouco mais ou menos, cor hila
beicos grussos e meio arrebitados, tem urna cicatriz
na tosa proveniente de ura coico le animal, pomas
finas afsuma cousa arqueadas paVa tora, esmalma-
do, espaduado, altura regular, e est bucando ago-
ra. Jarintho, crioulo, de 28 anuos de idade pouco
mais ou menos, altura regular, cor preta, poma
barba beirns grossos e faz corto gclo na bocea quan-
do falla, lem unta cicatriz em urna das faces, pernas
finas, esmalmado, fuma, c tocador de viola. O
primeiro foi comprad., ao Sr. Joao Francisco Barbo-
za daSilva Cuniaiu, e o segundo diz que foiescra-
voda familia do Sr. Joao Nones, da fazenda do Sitio,
em l'ajei de Flores e comprado na praca de Por-
nambuco. Consta que ditos escravos eslaoem Pa-
jeude Flores por portadores que mandei ede lavie-
1' roga-se as autoridades policiaes ecapitaesde
Rua Nova numero 18.
H. A. Caj i C. receberam um sortimento de
camizinhas com manguitas para sonhoras e meni-
nas, os lindos padroes que se podero encontrar,
um sortimento de caixinhas de conchas e busos
pruprios para guardar joias para um prsenle, por I ,mD0_,. osJ),"Kar 'fvar ao referido engenho, a
seren minio linda e exqueslas sua factura ,ur i """"ra"' Barboza da Silva ou na praca de Per-
pro, o i i.inmodo. y | nambnco aos Srs. Manoel Alvos Ferrcira i Lima, na
Vendivsi uma linda escrava crinla de 20 an- r"fL sl"(,a 3. segundo andar, que serao re-
nes, com urna cria de 10 mezes, a qual engomma roniP<>nados com a quantaa>ima.
cose e cozinha o diario de uma casa : na rua da PraU. PERN TYP rF u p n,,,,,.-------bIq-
primeiro andar n. 43. ____1L DE PABIA. 1859.

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