Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08000


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Full Text
*v

Parahiba,
a Sr. Juslin
l-oslj.
ANNO XXXV. *rMI]RO|53.
Pop tres meses adiantados 4$000.
Pop tp*s meses vencidos r.^OO.
DIAR
EKCII REGADOS 01 SUBSGRIPQAO NO I0RTE.
o Sr. Juan Rodolpho Gomos; Natal, n Sr. An-
Olinda todos os das as no
Igiiarass, ilnianna e ParaUi
S. Anin, Bezerros, Bonii
n.i- Invas feiras.
ni
PARTID* I0SC0RREI0S.
p p meia limas dn da.
lia nos segundas e soxlas-feiras
Cantara, Allinliu B laraiihuns
Ionio Marqu-s da Silva; Araeaty, o Sr. A. do Lentos Braga;I Pao d'Alho, Nazarolh. Un
loar, o Sr. J. Jos de Oveira; Maranho, o Sr. Jos TYi- rn, Fluri-s, Villa Billa,
xeira dp He lo; l'iauby, o Sr. Jos Juaquioi Avelino; Para, qunrtas letras.
J. Ramos; Amazonas, o Sr.
Tribunal do rommercio: segunda, e quintas.
Relacao: linas feiras e sabbados.
Paleada: quartas e sabbados as 10 horas.
Boa-Vista, Ourioury e Ex as Intzoidoeommorcio: quintas ao meio da.
Ditoqe orphos: Ierras e sextas as 16 horas.
iciro, Brojo, Pesqueira, Ingazei-
?4
PKIUK i
RTE OFFICIAL.
Jiniiiynio da Cabo, feribate, Rio Fon loso, Una, Barrenos, Agua Pre- Primeira rara docivel: lenas e sextas ao meio da.
la, Mmenleiras e Natal i
(Todos ns correios partet i as 1(1 horas da manhia
1
una ornbaa, boje tallecida, o eujos
sr ao habilitaran!, dove ser cousiil
tmenle beraaca lcente, ou se
rom o uiesmo governo ; e so no pri
vida ans empcegados a competen!
que logo que o referido jui/. ulc
corafeanicando o falluumentn da or
trata, se far na escripturafio o
turno, passando-se do cofre'de orp
ausentes a mencionada quantia ; n
lagar o pagamento da porcentagem
Snu/a Gayo o uue se Ihe abrase assentamento para su sujeto nao se d urna vcrdadci
ser pago dna devidos veiicimeiiiiis, juntando para' A de S. Paulo, m respaila 1
MuisWrio da fazeuda.
EifbmkHB no BU 15 iik jvnmho uk 1859.
Francisco de Salles Torres Humein, presidente
dr tribunal do tliesouro nacional, em resposta ao
ntlicin do Sr. inspector da tbesoiiraria de fazeuda
do Bio Graidc do Norte, u. 91, de 27 de novembru
do aono pausado, no qual participa, que por occa-
siu de re)uerer o bai-harel Antonio de B: lo de
SEGl \l>\ FE 111A 7 DE MARCO RE 1859.
Pop anno adiaatado r.^ooo.
Porte franco para o subscriptor.
PERNAMBUCO.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DI CAPITAL.
EPHEMERIDES DO MEZ DEMARCO.
I l.na nova as 4 llorase 51 minutos da tardo.
112 (.toarlo crescente as horas !0 minutos da manhia.
] 18 l.na i-hiia as ~ botas e 20 minlos da larde.
i 20 Quarto mitiguanle os 7 limas e 8 minutos da manhia.
PREAMAR DE 1IOJK.
uinlas feiras.
Segunda vara do oivel: quartas e sabhadus ao meio dia.
Primeiro as
Segundo as
(I limas e
ti boras e
ti minlos da manhia.
:!n minutos da larde.
DAS DA SEMANA.
7 Segunda. S. Tboma/ d"Aquino b. ilmil. da groja.
8 Terca. S. Joan do lios Fundador dos Religiosos da car.
9 Quarla de Cinta. S. Francisca Romana v.; S. Melhodio.
j 1l) Quinta, s. Militan e :fil romo, min, S lirotmooah.
! II Sexta. Ss. Candida o Heladio mu. ; s. Vmdieiano b.
', 12 Salibado. S. Gregorio Uagiuvp. dnnl. da igreja.
i 1:1 homiiigo. S. Kufazia v. ni.; S. Rodrigo ni.; S. Rogerio f.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPQO NO SUL.
Alagoas, o Sr. Claiidiun Falc.io Illas; Babia, o Sr. Jos
Marlins Alus; Rio do Janeiro, o Sr. Joip Pereira Marlins.
EM PERNAMBIT.O.
O prnprielario do DIARIO Manuel Figueirna de Paria, na
sua livraria prac da Independencia ns. 6 e 8.
rdeiros anda iiopulacoes cuja a agglmnoraoo cooslila
per-|l880 a uonarcha constitucional
poreoiilagcm,
r ao thcsouio
>hia, de que se
inptente ex-
os para o de
o pudendo ter
pnrque no ca-
a arreeadaoao-
oRlcio de 1(5 de
desdo loan Jiionviiiu a inao da priuce/a Clotilde, lilba
Belga. Nao por i mais mocado el-rci do l'iomoute Vctor Kinina-
maneirb algumaque a Blgica fosse | nac. Este, a quem atormenta o resentimeoto dos
o velbn feld-marechU austraco lla-
0 em 1818 e 1819 ao exordio sardo.
erdeiros anula t popular
rada couio por-! 1X:|(I a
leve continuar > quejulgasse d
aeiro caso de- ] para o imperio do Brasil mu novo coiiliooiuionto, e | desbaratos qu
pie por issu iinniirlava, para que os leitores du jor-1 dolAv inllin;
ciiiiilomnado oiu un lugar designado de que ello i du na diriao das boas arios no ministerio do ate-
na poda so allaslar sob pena do so lomar Criminoso riur, por cansa de iluas broxuras, lias quaes elle
aprecia severamente as doulrinaso os trricos dos
assignalados
nal a que as tambas eommumeares
por transportar os limih
em ora coiidomiiaoio.
V'd-se que o projecto preparara
dous aliiiosaos
uaiauueas mullas eommuiueacocs mensaes lam isnulia briilianles compensacoea, um ensrandeci- jurnalislas. As obsorvacoesdo Juunutl det Dbate
pedir liospilaltdade, nellas acliassom inleressesque i metilo de territorio, um reino italiano lalbado uas abalaran! alai pontn publico, a imprensa de to-
nrphaos em exercicio da iidade de
lando sobre o requeriiuenlo em qiu
; I los naluraes do tinado l.uiz Beftag
coz, pede sejam arrematados os liei
suia aliin de ser o sen producto liq
. deposHa para opporlunampiite enli
19
A' thesouraria do l'ar.Franeisc
res lliiiiiein, presidente do tribunal
cional, rendo que nonliiiina garaiilui
teivsM's da fazeuda nacional a medi
Sr. inspector da Ibesouraria de faz
ciado l'ar cm sen oitlcio n. 178de
ultimo, de dar-se s cmaras inun
de Salles Tor-
il Ibesouro na-
ollerece aos in-
a proposla pelo
ma da proviu-
4 de novembro
cipaes de algu-
esma proviucia
a iiiiuinlioncia de tomar e proco; lar as llancas a
que sao obligados os cullecloros.
Sr. inspector que qiiaudo os indivi luos uomoados
U!
para a&anac aquellos cargos recus
dicialuieule a idoueidade das ta
prestar, nao dispense a juslUlcacao
na couforuiidade da ordem do tbi
agosto douiiuo passado.
21
A' recehudoria do municipio, dec
lucilo a represeutacao relativa aos |
!or Miguol (ioncalves da Cuulii, que
1 de de/.embr prximo passado
averbar nos livros da dcima urb;
Jos Luiz Das Diniz, que ca se
portaria, nao devendo aquellos pre
dos antes do pagamento, lu deuii
bvranca.
- 22 -
A' alfandega, roiniuunieando qi
tlieseuro, em deferimento ao reci
dos confereiiles Jos l.uiz Pinto
depois de pi gas ou averiados as direilos que foreni! mas das localidades do interior da n
deridns no i atado, nao tein a exlenso que Ibes foi
dada; 1., porque a le de 30 do novembro de
1841 ( advertencia 2.' ] pcraiitutido que os direi-
los so pagitem por mein de quotas mensaes, nao
cslendeu o jira/.o alm de um anuo, a contar da da-
la em que comeca o vcncimenlo ; 2.", porque as
palavras direilos acerbado* deveui ser entendidas
de modo que su leidia lugar a arerbaeo a respeilo
das quotas [nao vencidas, e nao a respeitu da tota-
lidad dos, direilos quaudo ja hourerem decorrido
me/os de rncimento de ordenado ou gratillracn a
Sue lenha direito o empregado, devendo por issu u
r. inspector cobrar as quotas vencidas antes de fa-
zer o pagamento.
-17 -
Ao aiinislcro de estrangeiros.Illm, e F.xm.
Sr.Commiioico aV. Exc, em resposta aoscu avi-
so de 20 de dezorabro pmximn passado, que foram
expedidas a*necessarias ordeus alfandega da cor-
le e s tbe-iourarias das provincias, para que no
des|)acbo deje productos de origem brasileira, so fa-
ca soiuelhaiite declaracao para gozarem das vanta-
gens garantidas pelo traudo de comtaercio celebra-
do entre o Imperio e a repblica Oriental de Uru-
guay em 4, de selembro do auuu prximo pas-
sado.
K porque lo art. 8. do tratado reconhece a neces-
sidaile de regula (lientos para a vcrilicaoo da ori-
geni dos productos, e para evitar que o 'commercio
illic.ilo so utilise das vantagens concedidas uo mos-
ino tratado, dandn-sc aos cousules respectivos a in-
te nonrao uecessaria para cerlilicar com conlieci-
inoiito de causa que o producto eaerlivamenle do
paiz que o exporta, nao basta que nos manifest
os productos naluraes e agrcolas sejam declarados
de origem do paiz donde sao exportados, mas in-
dispeu.sanfl que os cnsules da Repblica Oriental
nos porlos do Brasil e os deste nos di dita repbli-
ca eerliliqueb a reracidade das declaracoos ; e como
laulbpni o rgiilainenlo de 22 de junlio'de 1836, art.
150 e_151, if o regulameufo n. 18*o de 20 de abril
''i V*^- M*| ^'i cstabelecem que s cnsules bra-
sileiros ou iJueui suas ve/es faca, on dous negocian-
tes brasileiris na falta daquelles. on anda na falta
desles a prppria estaco Qscal possaiu authenlicar
os manifestus; rogo a V. Exc. se sirra expedir as
precisas ordehs aos cnsules brasib'iros us porto
ecoiuineiida an
o tribunal do
tso do ajudanle
onleirii sobre a
divisan do producto da apprebonsi. i do accrescimo
de carne e liuguas seccas cneonl
barca nacional Imptralrii, resolv
rente perlence, nos termos do a/t.
gulamento de 19 de Janeiro de 18
producto da dila appreheusu igua
aus eiiipregados que llzerain a col
nifesto.
A* tlipsouraria de fazeuda do Pa' ana.Francisco
de Salles Torres-Homem, presiden
lliesourn iiacuuial. tendo em at
suscitada entre o agente llscal da <
gui a respectiva cmara iiiuniripa
r.....>s de maruilia c(ue bordaiu as
a qual foi submetlidu ronsider
com o ofncio do Sr. inspector da
Paran n. 30 de 25 de lovcreiro (
pretrito ; declara an mesmo Sr.
vista do capitulo 60 do provimenlu
cao pelo ouvidor Itapbael Pires Par
juana del721, do auto de medieai
deu, do de posse judicial daqoellas
lenca que o julgou em 19 de agost
em vista- da proviso regia do 1
da repblica do Uruguay para que na orcasiao de I A7S1), cuuflrm.ilori.i do referido |
autlieuticarekn os mauif'estos na forma do art. 150,! conteslavcl o direito que lem a m
rertillquem i sao ou nao de origen daqucllu esta- i ra municipal aos terrenos do marii
do os productos naluraes e agricoUs que so desli- la, em cuja legitima e pacifica p
narem aospbrtos do.Biasil, para u elfeilo de goza-
rem das vakitagen* do art. 5 do tratado, devendo
uestes certii cados ter toda a caulela ; e outrosiin
que cumiuui|ifluem s pessuas qut suas veles Uze-
rem, e o fac^m constar nos portes habilitados paro
o commerci0esiraogeiro, onde nao lia eousules bra-
sileiros, quejas pesaoaa ou auloriiades a quem in-
cumbe autluknticar os manifeslos io3 carregamentus
desuados ilos porlos do Brasil devem verillcar a
servado desde lempos rntelos, p
mas razoes, porque o aviso u.
i embro do 152 mandn respeitar
la cmara municipal deOlinda.
o proviso de 14 de julbo de 1678
- 29 -
A' ibesouraria de fazeuda da B
que o tribunal den provimenlu ao
to pnr Brochado e C., consignatari isdo briguepor-
origeui dosIproductQs, e no certificado fazer disso t,;8u,'i africano, inceudiado no p< 'lo da capital da
expretsa niehvo. E quaudo acoutecer que em al-
guns dos noksos porlos habililados para o coiumor-
iin cslrangetro nao existain conmles da repblica
rida Ibesouraria
idega, (pie obri-
ideSO por rento
enlatado em lei-
. ralo como pelo
os uorlus da dita repblica, leven o certificado de regulamcnto de 30 de maio le i36, e oidens do
pro-
- del
Oriental, pepe a reciprocidade qae os nossos ...
duelos naturias e agrcolas, quaido exportados para '*> o casco do sn'bredito brigite ;
dila provincia, da deciso da re
confirmativa da da respectiva alfa
gou os recorrenles a pagar direit
'* 450JOIK), prpeo porqu1 foi ai

origem do passado por quem faca as veze~ dos ditos
cnsules, ou da prepria estacan Iscal, alim de goza-
rem das vantagens do tratado.
Circu ir k thesourai-ias, remelteodo exem-
plares do tr. lado de commercio u navegaro entre
o imperio e 1 Repblica Onenlil do Uruguay, pro-
mulgado pello decreto n. 2,269 ce 2 do oulubro ul-
timo, e re ommendaudo que mi despachlas mor-
cadorias naj-iouaes exportadas >ara os porlos da-
quella repul|lica se faca espocitl declaracao de se-
ren do origem b/asileira, a quil deve sor incluida
110 manifesli poj orcasiao de fater-se a da quauli-
dade e qualfdad das mercadouas de cada voluiue.
18 -
k preside
lea do Para, decla-ando em solncao
.t

consulla qun fez em ofBcio n. II de 13 de jaldo d
anuo passail 1, acerca do deslio 1 que se deve dar s
quaulias con que entraran) pan os cofres pblicos
as escravas Maria Iguez. Jeroivma e urna menor
lllha de Car dina, todas do collegio de N. S. do Am-
paro dessa irovinria, pelas cartas de manumissao
qun olilireram, e de accordo rom a opioiao du mi-
nisierio do imperio, que as referidas quanlias de-
vem ser conjvertidu em ttulos da divida publica,
ormando-sq com elle um patrimonio para o dito
eslabelecimiinto, se anda o niio tiver, ou incorpo-
raudo-se-lhp os mesraos ttulos no caso de j exis-
tir.No mismo sentido expedio-se ordem the-
souraria da pro viuda.
A do Bio lie Janeiro, declarando, em resposta ao
oilicio de 15 de novembro ultimo, que acompauhou
o do juiz de orphios em exercicio do termo de
Mangaratiba, no qial consulta-so a quantia de rs.
2:&i0tl064 ano o governo houve por empreslimo do
cofre dos otphos da dito termo, e que competa a
VOLHETIJ1.
thesouru 11. 98 do 30 de nnrpmb1
de_23 de Janeiro de 185 e 3:19 d.
1x56, a trausacao de que se trata
sujeila ao pagamento da siza de
vendo portanto ser restituida aos
portancia dos mencionados dreili
trarem ter pago na reparlieao co
que sao obrigados.
K porque o Sr. inspector em se
26 de oulubro do auno passado d
firmado semelhante decisao, pi
virlude do disposlo na ordem n
guapi% cnsul-
tutor dos li-
subdito iVan-
que esle pos-
esse liui coi 10 documentos o uiliciu do .secretario do novembro ultimo, que acouipaiilii 1 o do juiz d
goferno coiniiiuuicaudo-llie a sua iimiieacu de
juiz de dir ln par a comarca da Maordade, o co-
pia do da 1 residencia de proviucia, determinando
que se apn sentasse paia ejercer u cargo de chele
de polica, om o sello Uxo de 160 rs. resolver que
au peticin!rio nao se pedera abrir assenlamciilo
sem que pagasse o sello proporcional de seus tilii- a elle tiver direito, se declara que
los, qurdt" juiz de direito, quorde cliefe de poli- veuenlo resulla para a fazeuda ua(
ca, ou reytlidasse o fixo que pagara depois da pos- \ arrematados com as cautelas bbcm
se e exercicio, averbaudo-se os direilos novos u ve- ] as partes inleressadas, os bous do 1
lhos paca seren cobradas depois da expedico das I trata, urna vez que eslo dislraliin
respectivas rartas : declara ao mesmo Sr. inspector dos orphos.
que ein casos como o de que se trata se deve es-
trictamente i.bservar o disposto na ordem de 16 de
Janeiro de. 1(J54, nrls. 4 e ; e oulrosiiu, conbeeeii-
do do fiualjdo seu cilado officio que o Sr. inspec-
tor perinitli > a simples averbaco dos direilos de 5
'/.. por enk ader que aquella ordem coiisenlc, que
se esss direitos nao forem logo pagos, sejam aver-
bados, Ihe leclara que as oxpressies do art. 3, e
os eiiterlives.se mais ou menos longamoiilo a res-
peilo do que a Blgica tnliasido antes de UkC fallar
da Blgica de boje. As relacoes diplomticas
nao datan de houleni entra os dous Estados.
As relacoes ommerciaea lambem os teem apro-
ximado desde milito tenipo, e a tendencia de am-
bos manifesta e feliz iniilliplicar-se cada voz mais
do dia em dia. Para s lomar como tormo de cun-' risaco
parceo os Iroz anuos mais rcenlos sobro os qoaes guerra.
possiiimos ueste nimueiilo lineos oslalisticas nrc-
cisas, o commercio do mportacao du Brasil na
|ido recolhido a Blgica e de exporlaciio da Blgica para o Brasil so
gar-so a quem resmenos nmeros oaivlorislicos seguinles, ex-
eiihuiii incoo- pessos em milbiies e milliares de francos :
mal de seren Aiiiius linpnrlac.i Exporlacao Tolal
irias, e ouvidas! 1835 6.688' 3.625' 13.313
polio de que se 1856 10.711 3.852 14.153
o com prejuizo 157 11.785 4.531 10.310
A progrosso nolavel. Assim n Brazl ligiira
entre os paizes nao m para com as entradas como
possossTies austracas da l.oinbardia.
No seu discurso por occasiu da abertura das ca- ;
niaras ns mal entendidos mais transparentes, as re-
ticencias luclliur ('iimprclicndidas apagam o inle-
resse das oonsaa exprossaa. Segundo di/.em, o im-
perador dos Fiancozes toce o texto debaixo dos
olhos e ri'locou a rodaeco ii'iiinakn de cunleiiipo-
necossara para acabaros preparativos de
a Inglaterra, indecisa anda sobro o par-
tido delunilvo que deve lomar em casos de conflic-
to, augmenta entretanto a sua frola e o seu exerci-
to. Dirige rcprcsentaooes pacificas ao l'ieinonle, ad-
verlio do perigo de lattitude otl'ensiva que elle lo-
ma. O l'iemoote responde que segu urna poltica
de principios o uode circiimstaucias, e que os seus
principios nao os condemuar. V l'iussia se apro-
xima da Austria ; os estados secundarios da t'.on-
fedoraco liermacica se grupaiu u'lini accordo, com-
11111111 e patritico, em torno dos duus arbitras dos a* disposices indeloriuiuadas sanan
seus destinos. A Sardonha, a Auslria, a Riissia con-
des os partidos, os rejiresontanlos, os proprios mi-
nistros, que Iraloo-se de recoiihecer a uecessidado
de rever osarligos j volados, lato 1110 fai lo s. m
precedente, so se consultaren] os nossos aunaos
parlamentares. As disnosieoes, boje aiualdleoadas
por luda a genio, nao liuliamagitado roclaiuaco al-
gnma durante asna discuaso. Kmanaram de espis
rllo.s esclarecidos, conscieuciosos, o liberaos. Con-
li.ula na pureza desla loule, a cmara liana rolado
coiilianca.
Assim para despulpar a cuinniissao de redacco,
I ciiminissiio da cmara, a cauuira a o mioislono
conciirdoii-so 0111 alliibuir osla loiilalixa de le dra-
coniana a nina sorpreza. a 11111 mal entendido. A
desculpa mi explicaran nao era das mais salisfac-
torias, O publico se baria conlentado, mas depois
de liaver tollo aidonlos progrcSSOS. o que subrelii-
dn o dispoz indulgencia, foi a promena de que
por volaoo
professores da escola de pintura de Antuerpia
Mr. Ilogier, ministro do interior, interpollado na
cmara a respeilo desla triplico medida responden,
e a cmara parece nao reprovar os principios de
que a pnsico de funecionario impoe conveniencias.
dem, com copia do oilicio, que acercados limi-
tes de Barrenos e Porto Calvo, remellen o delega-
do de polica daquellas freguezias. A coiilinissao
de oslalistica.
dem, colmelo o olficio do Exm. prelado dioce-
sano, acerca da.crearan da fregueza na rapella da
Malhadiuha. mesnia coinmiss.io.
Idean, remetiendo copiada informaco, que cer-
11111a reserva, una dosonco do que o funecionario ca da elevan de Agua Prela calhpgoria de villa.
s pode prescindir deixaudo de se-lo. .Nao se Ihe pe- deu o juiz municipal Leandro Jos da Silva Saulia-
l de que soja um simples criado, nem um adulador go.A mesnia coininisso.
cmara mu
na provar ju-
cas que lem de
dmiuislraliva,
,0111o de 10 de
para os destinos: o transito lem mais importancia i tratara eniprestiiuos como se a guerra estivesse
para o commercio belga. O luuviuieulo da nave- 1 emim-ute. A Blgica, qae urna dupla alliauca, a
gaeao enlio us dous pai/.os so Iraduz pora o auno da casa exilada de Orleans, a da casa reinante da
de 1857 em 60 saldase i i entradas de navios. Ou-' Austria, designa aos primeiros golpes n'mna eon-
tro loslemunho de synipalbicas relacoes inleriiario- llagraio europea, a Blgica anda guarda a posi-
naes, a presenca, nos HOSSOS eslaiielociiiienlosde icao especiante e toda pacifica que a sua neulral-
iiislruccao de di>er.sos graos, de mancebos das mais dado Ihe impoe. Maso desastre de Walerloo a vin-
nolavcis familias du Brasil. Nn existe, por assim gar. os limiles do reino a conquistar, nos collocam
dizer, um doiilor em direito 011 inedecina, tbido i sobre o cauiuliu dos exerclos fraiicez.es. Qual
dasuossas universidades, por exeinplo, que nao lo- ser o desenlace dessas agitacoos semoadas pelo
nha coiilrahido fluisade com alguin conde.sciplo
hrasileiro e guardado una recor.lacao cordial dos
estados feilos jiislainoutonto. Teho pois razan
definitiva, expurgadas cora inais cuidado do que punco despticas para um paiz lvre. Conlioec-si
liuliam sido examinadas na priinoira volaco. | o respeilo da hierarrliia administrativa, mas a ipia-
Outros arligos agitaram mili viva polmica, tan- < lidado de funecionario occasonar a abdieaco com-
i nos jornaoscomo ,na cmara, felizmente em um piolada qualidadodecdadoc aperdadasprerogati-
leiupo mais opporliluo do que acuelles que erara
destinados e obrarem contra as liboniades da ini-
sorvil, mas convelo que so absionha dossos actos dem, remetteude o oilicio em que ai
pie s porlencoui ao boiiieni lino de qualquer su- I nicpal desla capital propo a elevaoao do imposto
I10rdi11.11 o hiraroliiea. soluo 1 asas de negocio. commissode orcaunii-
l'.omo admillir que 11111 fiincconaiin que devo o lo municipal.
seu apoio o seu concurso, aos actos, s ideas, s 1 dem, com a informaco do prelado diocesano,
ilisliluicues iloguveniii soja rcspmisavel, faca disto acerca da transferencia dos oiigeiilios Aldeia e C.a-
o olijccio das suas consolas mais ou monos corte- raima da comarca do Tracuihaem para .1 de Pan
/.*'f< '! A sua iiidepouileiicia absoluta lomara aad-'d'Alho.A coinniisso de oslalistica.
miiiislracan nupossuel torea de sor discutida por dem, acompanhando arligos do postura da ca-
aquelles mesiuos que dola sao os agentes. A sua niara municipal da Esoada. \ couimisso de ne-
iiiilepeiideucia relativa aceras materias que nao | gocios de cmaras.
forara indirectamenlcis suas fuaeces demasiado' dem, acempanhaaae lambem posturas dacama-
diicila proscn:ver o inanler em exactos limites ra do Tacaral. inesina commissn.
para nao seren nina cbiniora. r.ompre rocoulieeer dem, coinmiiuicaiulo a approvai;o dada pelo
que esla Iheora miuislerial lem apparenrias um Exm. presidente da provincia, as posturas propos-
pres
ela ci
las pela cmara de (linda era 27 de Janeiro. A
mesnia eomniissao.
dem, com as roulas e balance da cmara muni-
cipal do Bonito, e bein assim 11 oilicio da piesidon-
deraissiio de professor assalariado pelo estado, 1110-
irau.lo, em Bo-
tadlos deixados
por parlara de
su iiiandaram
la era noiue d
para protestar que a Blgica nao 6 descouhe-
rida para o Brasil, nem tan pouco o Brasil para a
Blgica. Para eiupreheiider todava do urna ma-
neira fructfera a revista dos acontecimenlos quoti-
daiiosacluaes pequeos ou grandes, que occupam
a ailonco neste reino e merecen) como tacs ser
assignallados attencaodo eslrangeiro nao OCCO-
so recordar cm pnuca's palanas o passado. Estas
1 recordacoes o as consideraces geraes que formu-
1 cieilo a dila I lam o alcance, lilo-opiou lei-m a \auiageui le c. un-
ios seraverba- mentar o presente. Tal fado do dia, tal accidanle
rado da laxada! poltico, tal direceo dos espirdos. tal manifeslacao
de opinio publica*, seriara pliunomonos pouco 111-
lelligiveis se se esolassera no momento em que
se produzem. Posto que oma correspondencia de
5." dia saia um pomo do quadro habitual das car-
tas que tornam lo interessante, lio instructiva, a
leilura dos grandes jomaos polticos dos hemis-
ferios, nutro pois a esperanca de que ella lera rece-
ido dos seus leitores 11ra 'benvolo acolliimenlo.
Era em goral nina prnieira tentativa, ao mesmo
lempo que nina iiilroduccii goral, nina especie de
prollsso de f destinada a expr em que espritu
sera redigida aserie decarlas que a suaolha abrir
as columnas ao lado das correspondencias das
dea, fcil cninproheiulor
na inissa pequea poltica
ido a bordo da
1 que ao recor-
iinicodore-
h, una parle do
inie compelo
ereiicia do lita-
do tribunal d
ie;a 1 a qoesto
lado de Parana-
corca dos ler-
hasda l'.otinga,
ao do Ihesouro
Ibesouraria do
lo anuo prximo
speclor que, 0111
lado em correi-
linho, em 16 de
a que senroce-
ilhas, e da sen-
do dito auno ;
de selembro do
ovimonlo, 11-
nciunada cama-
a de que se Ira-
n se lera con-
fon;a das mes-
2 6 de 15 de 110-
doaco igual (ci-
elo foral de 1537
la, declarando
ocurso iuterpos-
intelligciite.
Xa prnieira linha dos acontecimonlos que live-
rain o previlegio, no mez que so acaba de indar, de
abalar profundamente os espirites e os inleresses
tanto na Blgica cuino em Franca, na Allcmaiilia,
na Italia e na Inglaterra, foi a parase de guerra do
imperador dos Franceses ha recepcao do corno di-
plomaCOdo primeiro dia do anuo.' O seu corres-
pondente de Pars, assim como o de Londres lhos
tero Iransmiltido sem onvida os promenores o as
diversas reraoes, e mais ou numos adoradas nafr-
lirousa. Sao os arligos que dizoni respeilo pro-
leci o concedida aos ministros do eolio o repres-
sao dos deudos coniniellidos por ellos 1.....xercicio
de sua fuucces. O uosso cloro, como ilisse, na 1111-
ulia caria de Janeiro interven coiupaixo, e com lo-
mouarclia que, no coineco do sen rabudo, procla- j da a sua influencia moral e material as lulas polili-
mava em altas vozes que 0 imperio era a paz ? cas. A sna independencia absoluta Ihe d direito pa- tivaudo-a sobre que as explkaeues* do ministro do
IKante deslcssnstos universaesda polica euro- '' 'ss" mas era eompunsac>o nao ha lugar de sob- interior o colloeava n'uuia poslcao demasiado hu-
inelle-lo a penalidades excepciouaes, quaudo elle
Iransgrdu os jnsios limites. Us autores do pro-
jecto de codigoi penal o liuliam querido, mas per-
dondo do vista.o artigo mu explcito da conslliii-
co que coiidemna sera roslrici'o esla inaneirn do
VC. O oslado, diz o artigo 10, nao lera o direi-
to de inlemc nem na uumeai o, nem na iuslallai-o
dos ministros de qualquer culto, nem do prohibir a
estes queso evirrespnudain com os seus suporioies,
nem de publicar seus actos, saleo em ultima cana,
a responsabitidude ordinaria em materia de im-
prenta e de publicaeiu).
A consttiiieao abroga dest'arle as disposices con-
i Inglaterra, Russia o aus slados-I nulos, o ai- I lrurias do cdigo penal (ranees de 1810. O projecto
cesso da China, do Japo o da Cochiichina. I ubmetlido cmara ressusctava a logislaco im-
importa-nos, diste elle, obtot urna parte da Pfrial. A nconstitucionalidade das snasdisposi-
CXploraeo deste novo e vasto mercado... A Bel- '.'"l's edosyslenia especial de penolidadc que ellas
gica, absoriida al aqui pelo eslahelocimonlo de coratagravam, foi demonstrada : ellas recbenlas
sen systemn poltico, pela ellaborac.io de suas Icis, uiodificaces necessarias antes de seren postas era
piasi que nao tem lido lempo nem occasio para discussao.
A cmara conliniioii lia tres das as suas uelihe-
rai oes sobro o cdigo penal, interrumpidas polas
reclamacaes quetinhamagitado as disposices so-
bre a imprensa. O publico observou com' satsfa-
eo que ella appHca a isso nina alloman mais es-
crupulosa do que no passado. E o gervco que pi-
la lera receido desla imprensa que ella linha de-
masiadamente tralado como iuiuiiga.
lina policio de habitantes de Saint Josse-Ten-
Noodp, comuna liinitropho do Bruxcllas, deu lugar
a graves debates sobro o ensillo obrigaturio. O:
ras que se Ihe eoneodem ? Fra para desojar que ca dirigido mesina cmara. commissao de nr-
a siluaeao o os deveros dos fonccioiiarios fossein cameulo provincial.
delliiidus por una le .1 dilliculdade nlu lem nada dem, com iguaes nbjodos da cmara municipal
de iiisuperavell.para us nao deixar discri|ico das do Cabo.1 mesnia commissn.
apreciaces mais un menos sensatas e tolerantes de : dem, com 03 mesnios documentos da cmara
um ministro. 1 municipal de Nazaroih. mesma conimissao.
Aguardando esta le, Mr. Molinar envin a sua dem, rom o bal.no o da cmara de Cabroh'). A
que as preoccu paros
Ulterior iropalliderem
singularmente. Aquellas dominara oslas, as ali-
| survein e dolas quasi que desviara osospirilos. En-
i trei.uilo digamos som|ue alguina cuusa a sen res-
peilo.
Em nina das mais rcenlos sessoesdo senado, a
de 21 do dezembra passado, s. a. R., o duque
Brabante pronuneiou urna locuco cojo peosa-
inenlo e forma enrontrarain 110 paiz nina approva-
1 ao goral. Elle linha tomado por loma as vanta-
gens que o nosso coinuiorcio o a nossa industrial
podiram tirar dos successos que abriram Fiama, 1
seoeeupar seriamente da conquista pacifica dessas
sahidas um pouco alfastadas, mas lio iraporlaiiles,
que o ilesonvnlvnioulo da nnssa prnpra industria
o da dns nossos mais nroximos vsiuhos nos orde-
na eomtiidu que procuremos Com avidez. Itoje po-
principaes eidades da Europa, que esle juri.al.n- r,-.m ,,,. a oSsa organisaeo interior est conclui-
o'.'.'ir":!.'.'.':"S ''"mllle,J "funnaca.i do seu publico; da, que ,., odein das nossas libordados est com-
pleto o que s se traa de volar na sua conserva-
rao, lonia-se omliiii legitimo ao governo e ao paiz
applioar loda a sua ai-lindado sobro a solncio(les-
tes problemas de que-dependo a riqueza da nossa
nai;n.
O orador fez depois um appello a todos aquello,
que acrditam no progresso 00 nosso commercio e
da nnssa industria, para fundronla casia associa-
cao desuada a indagar as medidas mais proprias
para tirar todo o partido possivel dos nossos iiiini-
| meravois recursos naluraes, da coragem, da hosti-
ma, mas todos igualmente cheos de ameacas, do I |dade dos"iiussn"s operarios, da iusinicu, oda
couiprimcntu dirigido por Napoleo III a Mr. Hub-1 intolligoncia dos nossos induslriaes. Elle lermi-
ncr embaxador da Austria. sta repentina e fulmi-
nante explosio da mais comeidada.da uiaispessoal,
da mais solitaria, mais perseverante dos peiisamen-
tos soberanos que governam l'loje os destinos dos
non por algomOS palanas que nao doixaro de
augmentar a popularidade de que j goza som-
bra daquella que lem sabido conquistar lo legti-
mamente el-re Leopoldo seu pai. Esle con vil o
) do 1843, n. 35
7 de outubro de
st nicamente
5 por ceuto, do-
icorreules a 111-
s, logo que nios-
upcteule a siza a
alacio n. 258de
larou haver cou-
iicipaluiente era
195 de 27 deju-
ORICINAL 00 CURIO DE PERNARBUCO.
Iho de 1852, Hu observa que tal arden), tendo por
lim explicar quaes os objectos de uma embarcacio
eslrangeira amulatada por inn.i-egavel, queesta-
i a ni sojeilos ao pagamento dos direilos do :I0 por
coiiio, desiiou positivamente o apparelbo, mca-
me, ferro, etc. quaudo nao sao elididos coiijunia-
monle com 09 cascos, qias em b les separados, em
rujo caso sao considerados cora inercadorias ira-
portadas ou desrarregadas cora sobreselenlcs, ou
anda romo salvadas do naufr gio, e de nenhuin
modo comprehendeii o casco (da mosma embar-
aaba.
:o d
EXTERIC
CORRESPONDENCIAS DO DIARI
lHl VEI..1 i,
S Na minlia carta precedente
mente esborar, em algiius tra( is rpidos, o passa-
do histrico, poltico e moral
R.
DEPERNA1BUC0.
povos, leve una repercurso siu igual, uma deca- disse elle, foco a todos os partidos! a todas as elas-
raeao aberta e ollicial de guerra ; uma entrada era'
carapauha immediata leara perturbado menos a
Europa. Ou porque seresigneu), 011 porque se exal-
ten!, aimiiiicia-se a idea de uma prxima e iiovita-
vel baialha. O primeiro tiro o]e peca disparado, o
cheiro da plvora transiorna jas cabecas meaos
quentes, tempera o coracao, inflanima* as almas,
faz esquerra- a ruina, a'feridas e a niorte. Oque
insuppiirt.n el 6 esta anciedadjf intermitiente ins-
pirada por um desafio cujas clnscquencias nio se
experimentara no mesmo instante, 6 esla a febre
que accende uma provocaran homicida, de que ape-
nas so cnnheceni iinperfeitaiuende as causas eo al-
vo, e cuja sincoridade teiitam suspetar. Um seme-
lhante estado de musas enerva ok nimos pelas suas
ineerlezas. Quandu Oedipo se jdirigio sobre o ca-
ininho de Thebas em busca dp sphinge, pde-se
crer, se a alguma cousa devia inftarama-lo, que era
menos o combate contra o moiislro e a sorte das
suas numerosas victimas, do qu 3 a dilliculdade de
resolver o lerrivel enigma. Ha ira mez Oedipo,
a Europa unir. O imperador d as Franceses, fiel
s Iradicoes que dcsolavaui o ve ho mundo nd co-
ineco d'esle secuto, quesera a gui rra 1 Porque, on-
de, quaudo. c como a quer t Es aheleada desde o
primean dia, a queslo anda nio est resolvida,
mas cada dia traz um novo clemeuto para so-
lucio.
Era Pars, em Vienna, em Londres, om Bruxcllas,
a Bolsa permanece sob o peso dd um pnico sem
remedio, porque nao ve o termo nem motivo algiim
e 1859.
rocuri particular-
das provincias e das
CARTEIJU.
5 DE UARgO DE 1859.
*
O promtttidi t deride.F.xeeprao a tula reara.
frise folhtliiiistica De qu maneira no* fode-
1/10 salvar denla crise.
I
As derradqiras patarras que escrevemos no folhe-
tim da semaha passada eucerravara uma quasi pro-
messa de nossa parte; e provavel que, no pensar
de mais de um leitor do nosso humilde trabalho.
essa promesss nos rnnstilnisse na obrigaro de vol-
larraos hoje sobre o mesmo assumpto que desenvol-
vamos enlao.
Nao succedeii assim, confessamc-lo franramcate.
Rosppitamos os corapromissos de escriptor pu-
blico, e por isso' desojamos sempre estar bem (ora
a propria consciencia. satistazendo em ludo as olri-
gaies que uma vez cu.trahimos.
Entretanto, o que dissimos naquella orcasiao n--m
pode ser considerado i risca uma promessa formal;
nem, quando mesmo assim tosse, estaramos hoje
no caso de restrictamente cumpri-la.
Aquellas expressoes devera ser tomadas n'um sen-
tido menos ampio : so houve alguma casa de positi-
vo no promcttmenlo foilnpor nos, esse leon sugei-
to a uma condirao bem fcil de comiirehendcr. bem
ristrel, e qub nao cabe em nosso poder llur e deler-
niinar de ante-rain. Como todas as tendeos, es-
sa pertencia c perlence ainda ao reino do possivel
ou do mais provarel \ mas a probabilidade ea pos-
sibilidade tem suasleis imperiosas, que muitis ve-
zos escapara libordade humana.
E se escapam ao horaem, simplesmente consec-
rado, como nio eseaparao ellas ao escriptor, qm
de todos os hoinens o mais atormentado, o mais do.
carregado de oceupacoes que 1 e um momento pa-
ra outro o estio pondo fra di 1 seus especiaos do-
minios '.'
Altenda-se a tildo sto, pon ere-se que o esparo
o o (tupo sao dous uiartyrisad ires crueis, doustla-
gellos desapiododos para todo iquelle que uma vez
11a vida se loinlirnii de ser es( vinhador, e, ainda
mais, fabricante de folhelins ; o vr-se-ha, por fin,
que as promossas, quaudo r esmo exislam, nem
sempre podem ser cumprid 1 por um individuo
desles.
Diz-sc por ah em termos mi geraes :0 pro-
metlido i decido; repete-se odos os das e cada
pao esta idea commum, que i forra das repeti-
cops e das generalidades, ja ri i passando como m-
xima.
Invocara alguns, para pro a desta proposico
cerlos principios que chaman de direito 011 de'ra-
zao pura e universal: apegam se outros, na falta de
melhores argumentos, ao cAa ao do uso e do cos-
liiino ; e na constante pratica de aventurar e repi-
sar sempre o mesmo hema, encontrara o funda-1P1^1* de toque decisiva para se eoabpcor o valor ou
ment da idea e a legilmida e da seuteiica. a insignificancia de una idea : execu eiu-n'a, e res-
Quantas vezes, porcm, (al a o pensam'ento que i 'e-uos ao menos o prazer da iuicialii-a.
esla proposico traduz Maso esporo, o lempo?... Ah
"Nao raro parece-nos anl ;s que mu raro ser
formular sempre a regra, se 11 reconbecer as ex-
ceptes que mu naturalinei e a acompanham.
Se ha casos que sauccionen a excupcio, que pos-
sam at pruduzi-la, na matar a sugela', claro que
tara nos ha presentemente u na que nada tem de
ora do commuiu, e que, ao < intrario, mutissirao
natural.
Nos ja a ti n ha ni o s preven o cm o nosso anterior
fulholim; e boje que se reali. a o que era enlao uma
simples previso, para pr-m sde coutas justas cora
o respeitabilissimo publico, estamos (parece-nos,
ao menos) em nosso direito, appellando para ella,
e iuvocaiido-a em nosso favo
Nio discutiremos sobre a egitiraidade ou a nio
legitimidade do principio qm se quer elevar aogro j bre que ponto fallaremos nos?E uma queslio
e categora de mxima : se a cousa decide-se pelo |.grave, gravissima, e al de importa icia que se nao
direito, decdam-n'a outros 1 ue nio o folheliusla. I pode bem calcular.
Nada com o imperio exele ilvo dos espiritos afer- O aperto da siluacio inronceb vel para quem
rados s ideas o is [orinas d 1 escola de Kant e de : nunca se lembrou de lanoar alguuias idees ao papel,
qoaulas escolas por ah ha, uperabundantes de ra-: <\ assim preparado, o.-leutar-se en; pleno publico.
zoo e de jmstifa. Nao o di emos'por que abjure- Mas quem Iiver experiencia adqui ida cusa de
pendente de militares de fatalidades indostrucliveis,1 mus o direito: nao, mil vezi inao; situ, porque sacrilicios proprios era eousas denla lalureza, lia de
o mais perseguido em sua vida de trabalhador assi- luarece-uosque laesjulgadon 1, lo restrictos, lo es- pensar comnosco, ha de fazer-nos j islica.
do e quasi incansavel ? Papulosos, nao loriara pro aveluienle para com- I Colloqiie-sc um honinn na posic o de escriptor;
F. como nio passar por essas inesmas docepces seo essa indulgencia e bo idade de que necess- e vulva e rovnlva quanta doa-lhe ossa ver ca-
o fnllietinisla, que he de todos os escriptores o mais taaos. 1 beca e ospareic.a o espirito sobre b lo, sobra aquil-
atropellado, o menos livre por vezes, o mais sobre- I>r oulro lado, entretallo, verdade que nos lo, sem jamis atinar cora urna hiela fuvoravel
!
atsa,i
para recolirar confianza. A paralhrsia ataca os ne-
gocios. O commercio se reserva. Todas as indus-
trias, excepto duas, a fabricado das armas, e das
mullicos e as provisoes de viveres para os exerc-
los, se arrefeceui. A Austria reuae cento e ciuco-
enla mil hoinens na l.nmbardia e na Venecia, coin-
raandados por seus generaes mais experimentados.
A Franca informa o inundo, por 11 ni jornal sirao-
ollicial de Pars ; o CoustituctouHel, n'um acto dic-
tado, segundo dizem, pelo proprid imperador, que
olla capaz, sem desaraiijar o fiiiiLciouaineiito re-
gular das suas iusliliiices militares, do laucar as
fronleiras 500,0(10 soldados aguerriUos. Ella passa
contratos considerareis de vveres do campanha,
activa os formidavuis trabalhos dos seus arseuaesi
arma navios em trausportes. Enva o seu primei-
ro official de engeuheiros, um dos vencedores de
Sebastopol, o general Niel, para asstgnar um trata-
do de alliauca coni o Piemonte, (.'inspeccionar as
fortificaces sardas de Alexaudria c ue Cosal. O ini-
peradur Napoleo 111 obteui para seu primo Napo-
pos
inilbadora para se resignar a permanecer 110 cargo.
Pondo de parlo os trabalhos da cmara s lonlio
dous fados a notar, a iionieacio de Mr. Vauders-
lichelon depurado do Uand,' para a pasta de mi-
nistro das obras publicas, era sulistiliiicao de Mr.
Pasturis de saudosa memoria, e a publicaco em
Biuxellas datraducrio franreza do projecto* deco-
digo reijtilamentur de crdito territorial apresen-
lado 110 mez de jolln passado, na cmara do pares
de'Porlugal por mu dusjuriscunsultos e dos esta-
dislas milis dislinclosdaquelle reiuu, Mr. da Silva
Forran, anligo ministro, par actualmenle c
bro do tribunal supreinn de Lisboa.
mesnia comnissao.
dem, rom o iialanro o rentas da cmara de T.v
carat.v mesma seaaamssao.
dem, reniolleudo Iros aulhographos de drojoclos
nio sanecionados. cnuiinissao de coiistiluicio o
pudores.
dem, cora os niappas apresenladns pelo cora-
uiaudaule do corpo de polica. commissao de
forra policial.
dem, com a informaco da cmara municipal do
Reeife, relativamente so artigo de posturas sobre
fagos de artificio. commissao de negocios de
cmaras.
dem, com a informaco do Exm. bispo diocesa
moni- "0, sobre a transferencia d>i matriz de l'na para a
lucran povuarao de Tamandar. commissao de eata-
A trad
devida a 11111 conselheiro do tribunal de cuntas listica.
do Franca. dem, com a informacio da cmara do Cabo, rer-
E prendido de uma inlroducrao, c acompanhada ca da creaeau de uma freguezia em N. S. do O' de
de nulas de 11ra ad rogado do tribunal de appello de. Ipojuca. commissao de estatistica.
Itiuxellas, Mr. Edinund Marin, autor de um cora- dem, remetiendo 0 auto da presidencia, polo
uienlario era 4 volumes de uma das nossas leis ci- 11a' auprovou um artigo da postura da cmara mu-
vis mais imprtanles, a le bvpotnecaria de 10 de | nicipal desta cidade commissao do negocios de
dezembro de 1851. A introaneco eonlm um es- cmaras.
liidocircumstanciado dos principios adoptados pelo dem, sobre o mesmo objeclo relativo a um 011-
projecto portnano a dells bzsobresabir supe- ,ro artigo de postura. mesma commissn.
rioridade por meio da confrontacao entro as legis- dem, no mesmo com igual objecto, acerca de ar-
larnos anlogas de dilforeulcs paizes. A obra de
Mr. da Silva Ferrio cneoiilrou um acolliimenlo dns
mais lisongeiros na Blgica, na Hollanda, na Fran-
ca o na Italia, lima traduecao em lingua italiana
(l.iinlroilurro. por Mr. l.iiiz'Bosellini advegadoce-
lebre do foro de Modena, apparecer prximamen-
te em uma revista de direito da Italia. Cbamoso-
ses da sociodade e tainbem a esta geraco viuda ao
mundo depois da proelamaco da nnssa indepen-
dencia, eofn a ipial viviroi o que ser chamada pri-
meiro a recolher os fructosdos principios que es-
talielerormos-e fizeruins liiuinphar. por estas ge-
nerosas palavras i[iie 11ra joven principo ganha os
coraceso atiraho a si os espiritos. tratando des-
les graves assumplns, de um iiilorosso nacional
evidente que elle se prepara para o seu papel futu-
ro de soberano. O bii.neiroito que osla arenga pro-
duzo sobre a opinio publica a enlloca entre os
fados notareis qire se pdem mencionar nessa chro
nica.
i'.hogo cmara dos representantes cujasseseoes,
nini animadas e seguidas por 11111 publico mui as-
siduo, oITcreci'ram lano interesse quanta impor-
tancia durante o mez do Janeiro.
Tres quesloes devora ser prnoipalniente indica-
das entre as que lem feito objeclo do seus traba-
lhos,arevisodo cdigo penal, o casino obliga-
torio o a independencia dos funrcionarios as ma-
terias que nao tocara na poltica do gabinete.
O cdigo penal que nos rogo ainda hoje desde a
separario da Blgica o da Franca o cdigo fran-
co delHK). O congresso nacional recommeudara,
desdo I MI, a revLs.n 1I0 ai i. 1:1 da constituirio.
I m corlo numero debis separadas, rausarau-ihc,
depois de vinlo ooilo sniins, moililiraces mais ou
menos considornvois. Ha uma dczeiui de annns,
uma commissao compnsla de jurysconsullos osli-
inaveis, magislrados do Iribuiiaos superiores o do
Irbuiial do CaSSaeao o professores das duas uiiiver-
siilados do Ks.ado foi oncarrogada pido governo da
refaci de ura projecto (pie abraca o complexo das
disposices do cdigo. Lina parte das novas dispo-
sices teem sido despulidas e adoptadas, sem in-
cidente, pelas cmaras duranle as trez ou qualro
sessoes precedemos.
Durante a sessao actual, o Journal des ffbals de
Pars, falla sobro certo numero de artigo, j vota-
dos pela cmara dos representantes, que aggrava-
vam singularmente, e em motivos conhocidos, as
penalidades applicaveis aos delitos de Imprensa. A
laxa mxima das penas eliminadas pela legislacio
existente, especial aos delitos de imprensa ,-ra ang-
ra.'iiteda com trez a cinco anuos de pristo. O al-
garisuio das multas solTria nina mndificacio corres-
pondente. A oslas penas prinripaes. o prnjedo jun-
tara a pena accessoria da privacio dos direilos civil
e polticos e a mais degradante ainda, da vigilan-
cia especial da polica. Esla reservada aos crimi-
nosos da peior especie, leva o eiirerraiiiputo do
peticionarios queriam torear os pais de familia, pe- j bre esle cdigo novo a atloncao dos jurisconsultos
la persuasao, por medidas seductoras ou remune-
rad.na-, que em caso de uecessidado, por ineios
coercitivos, a dar loda a iiislruoeio a seus tilhos. To-
da a geule respoudeu, se desoja que a inslriicoao so
espalhe, se generalise de serle que os neniaos de
de todas as classes, c das clasaes iiouco abastadas
sobretodo da sociedade, sainara ao menos 16r, esere-
ver e contar. Nao basta dar-lhes a educacio pro-
tossioual destinada a lhos proporcionar o pao de
cada dia. A cultura da inlelligeiicia seguramen-
te uma garanta de maior bem estar ; purera pri-
meramente cunipro estabelecer por toda a part' es-
colase fornecer instituidles em numero convenien-
te. E depois por que razio o temor, porque razio
a prsau, a multa, mitras medidas de rigor contra o
pai. As escolas existentes nao sao bastante vastas
para rocober os meninos que ah aflluem. E nao
ser urna prnva que por si proprios os pais de fa-
milia tem a conscicncia dos seus deveres, dos di-
reilos o do interesse de seus ihns"! Os partidarios
nio Ibes pediramos favor algum; criemos que a pro-
messa que equivale a dever oulra que nao a que
talvez so itillra das nossas palavras ; e de oulra
cune que nio tein relacoes mui eslr utas com aquel-
la de que a nossa taz parlo.
Em lodo ocaso, a condicio qm nos salva: p co-
mo a tal cundicao deixmi 'do appuieoer para nos,
aproveitaraos a natural escusa, o coi
utos por esta vez.
i ella nos arma-
Ora, eis-ahi uma oxeopeo rogn geral; e eis-
nos. por nossa parle, justificado, p enissimameiile
justificado.
(.mando nio fosse esta exfolenlo excepcao, que
nao cessareinos de bemdizer, onde como' iramos
encontrar hoje mais ampias ideas s bre aquillo de
que fallimos a semana passada ? 'ara mostrar a
eminente conveniencia das palestras luteranas, em
tora e carcter particular, basta o qn ja foi expen-
dido antes:se a idea (or aprovoilai el, ponham-n'a
cm pratica ; e ludo estar feito. i execacao a
do ensiiio obligatorio teem citado diversos paizes,
entre outros a Prnssia e a Suissa, onde elle fuuc-
cioua regularinenle, sem qucixa de ninguein ; pe-
lo contrario como grande proveito da sociedade e
das familias. Elles lecni acresceutado que as me-
didas coercitoras nio loriara nada de inslito so
nao do particularmente vexatorio.
O pai que mal trata ou despresa o corpo do filho
perseguido cm justia, e maltratarla e despresa-
ria impunemente a alma, o espirito dofilhol Em
qualquer materia, nio ser o ciinstrangiincnlo a
loi policial por exccllencia O pai e obrigado a
entregar seu filho na idade de 19 airaos ao serviro
militar durante dez anuos, por volitado ou contra
olla. A sociedade lem pois o direito de confiscar
o nollo .r lempo da juventiide do menino. Por que
razio este direito nao comprara no momento cm
que a iiitellgencia do menino se desperla, aq ntll
rao lempo que o corpo se desenvolved uma
queslio de polica domestica, de lulella social que
nu contraria assim como nao distroe a autoridade
paterna, mas que a viga, a esclarece, a dirige e a
eudireita, quaudo ella exagera os seus direitos ou
dcscouliecc os seus deveres. Eis-ahi a dupla the-
se que encontrou defensores c adversarios. A c-
mara foi de opinio que a dilliculdade nio linha si-
do bastante profundada, e que a solucio ainda pe-
dia terapo. Decidi por uraa maiora cousideravol
contra urna minora de 5 votos que nio poda pro-
uunciar-se actualmente sobre a quoslao que Ihe su-
bmettera a policio de Saint Josse-Ten-Noode.
Era menos de seis semanas, tres fuuccionarios
foram advertidos c sensurados pelo ministerio,
Mr. Une Peleaui, inspector geral das plisos e dos
eslabelecimentos de beneficencia, e publicista des-
lindo por um livro sobre a candada no qual elle
criticava os designios do governo em materia de
eslabelecimentos caridosos ;Mr. de Malinari, col-
laborador de priinoira ordem do Journal des eo-
nomistes, de Pars, e professor de economa polti-
ca no instituto de commercio de Antuerpia cm con-
sequencia de discursos sobre livre troca pronun-
ciados em meeiings econmicos, cm quo se exami-
na, depois de alguns anuos osyslema de alfandegas
e as tarifas do governo ;Mr. Van Laust, emprega-
dos ecoiioinislas, onde as quesloes liyputhecara:
o do rredilo territorial nio eslo menos na ordem
do diadosallos estudos llieoreos e praticos do que
era Portugal e nos outrtM estados europeos.
PERNAMBUCO.
ASSEAIBLEA LEGISLATIVA PROVINCIAL.
SESSIO (UlIllNAHll KM 5 IIK MKROO I1E 159.
, Presidencia doSr. llanto de Camaragibe,
Ao meio dia, feita a chamada, acham-sc presen-
tes < Srs. deputados, fallando sera causa partici-
pada us domis senhores.
Abre-se a sessao.
I.da a acta da anterior, he approvada.
O Sr. 1." Secretario d conla do seguinte
KratttjrR.
Olficio do Sr. Brandan, participando, quepordoen-
le nao pode comparecer hoiitcm uem hoje.Intei-
rada.
Oilicio do secretario do governo, transmittindo as
ordeus do Exm. presidente da provincia, 36 exem-
plares da colleccio das leis promulgadas o anno
passado.Inleirad a.
dem, remetiendo para os lilis convenientes, col-
lecces de leis o decisons do governo imperial do
anuo de 1857.A archivar.
dem, enviando o bataneo, cuntas e orramento
das cmaras municipaos do Santo Anto, (oiaiuia,
l.imoeiro, Ganbanse brejo. commissao de ne-
gocios de cmaras.
dem, rontendo copias das informares ministra-
das pelos juizes de direito das comarcas do Flores e
Taoarat, relativamente ao projecto n.,25, regulan-
do os limites do termo de Tacarat. commissao
de oslalistica
dem, acompanhando copia dos offirios do supe-
riiitendenle da estrada de ferro de 17, 21 e 29 de
abril, 18, 22 e 26 de raaio do anno passado, acerca
da garanta dos juros da 1.* seceo, assim como o
aviso do ministerio do imperio de 21 de raaio, rela-
tivo ao mesmo objeclo. commissao de orcameu-
lo provincial.
dem, remetiendo a representadlo da cmara mu-
nicipal do Iguarass, expondn as necessidades de
seu municipio. A commissao de orcamento pro-
vincial.
dem, enviando o balan, o c orramento da cma-
ra municipal da Esrada.A mesma commissao.
dem, com iguaes objectos da cmara municipal
da Boa-Vista.A mosma commissao.
dem do nicsino, apresentando a informaco que
sobre a creacap da freguezia de Cruaugy, "deu S.
Exc. Bvm."A commissao de estatistica.
dem, com a informacio do mesmo Exm. Sur.,
sobre a crearo da freguezia de N. S. do O'.
commissao d estatistica.
dem, remetiendo os documentos relativos aos
limites entre as frogupzias de Agua Preta e Bonito,
em vista da le n. 425 de jniiho do 1857. com-
missao de estatistica.
dem, acoiiipanhando os authographos das leis
provineiaes as. 4i9e 451, sanccioiadas o anno pas-
sado. Inteirada.
esi todo
quando multo tivpsscraos quo dize ( ainda sobre
aquello objeclo, que diramos n. sera lempo
nossa disposicao, sera espaco de sob a para tal lim:'
Principalmente, hora era que esU raos escreven-
do estas linhas, toda a inspirario iustosa, quasi
impossivel. O calor demasiado q le nos abafa
n'este momento nio dos mais pro| icios orculos
para a mise serne de um folhetim uue deve ser,
o mais possivel, garrido, alegre e co n laicos de Ili-
terario.
E a prnva que,o falta de espaco, e, mais ainda,
falta de curtas cundinos de com nodidade para
palestrar e escrever, estamos agn sob a pressio
Turna crise bem seria.
Qual a materia que tomaremos po Huma ? So-
n'esse labyrintho : elle, quera quer que seja, ou da-
se por vencido em lio arriscada lucia, ou hadosu-
jeilar-se a fazer o papel de palrador impertinente e
nio pomas vezes insupporlavd.
lia mullos que toen (setaria de sobra, que pos-
sueni ongonlio elstico, o fortilidade pasmosa ; mas
infelizmente nn somos dos laos afortunados. Ad-
ran-, un.i> essas verdadeiras oreaces que por ah se
manifestara cada passo : para maravilhar o
minio que vai pelo mundo lllerario e artstico em
uovidadesdp loda a especie.
Para essos ludo fcil; ou soja poesa ou prosa
ou historia ou romanee, ou plnlosophia on Iheo-
logia, ou poltica, ou annuiicios de gazola, de ludo
tratara piles, para ludo Ibes sobra olempo/p para
ludo se achara sempre drnoslos e preparados.
Pobre denos A crise actual esniagadra ; so a
nossa individuulidade nio vier a succuuibir u'esla
hura aperlada, j muilo favor da providencia que
viga sobre todos, e que, por lano, provavel
que lambem vige sobre o obscuro fnlhelnisla.
Amigamente era menos diflieil metter uma lau-
ca n'frica ; e todava esla dea que se popularsou
como proverbio, nunca chegou asorde tao eniba-
racosa execurio.
liom a espada o com a lauca conquistou-se muilo
inundo, e devastou-so muita trra. Godos e sarra-
cenos, Lusitanos e rabes, travaram-su militas ve-
zes em pugnas terriveis ; e a civilsacio e o progres-
so nasceram mais ou menos uecessarios do meio
dessas refregas espautosas. Oque se armara ca-
valleiro, e jurava pela sua dama e pela cruz, l se
ia pelo globo a matar inlies e a fazer prodigios de
valor. Com um livro de ravallara, com um dos
muitos romances da escola do Amadis de Caula, cora
uraa lanca ura escudo, cora ura arnez, c umitas
nutras trapalhadas ballicas, o pugraeu couverlia-se
era gigante, o homem chegava a ser mysterioso ; e
a poesa frvida dos caucionen os c dos Tirtcus de
caslello, era superabundante por essas regies que
as muzas de Obcron e de Orlando purcorreram
depois lio vidas e lo bem fadadas.
Tudo isto era possivel, era talvez possibilissiino ;
mas boje, no seculo das luzos, quaudo lodos
se achara por dentis esclarecidos o deslumhrados
cora tantos esplendores capazos de cegar pela viva-
cidade cora que su mostrara, o caso oulro, a dilli-
culdade suinma.
Releva, cutretanlo, observar que ainda boje lia
muita gente que sobresali pela originalidade dos
productos quelrazeuiau morcado das letras ; c ha
muilo espirito sublime, para o qual as dilliculdades
nunca so apreseiilam era lio alta escala.
ligosde posturas da cmara deOlinda.
commissao
Idera do mesmo, rom igual objecto sobre uu) ar-
tigo de postura da cmara municipal, do Berife cora
dala de 15 de novembro de 1859. mesma cotu-
inisso.
dem, cura a informarn ministrada polo Inspec-
tor da fazeuda pblica, acerca do requerimenln da
ordem 3." de S. Francisco, do convento do N. S.
das Noves de Olinda. mesina commissio.
Idon, cura us mesmos .documentos relativos a di-
versos arligos de postura de diversas cmaras. A
mesma comniissin.
dem, enviando os documentas relativos i ques-
lo dos limites entre as freguezias de liravati e l.t-
raoeiroA commissao de eslslistica.
dem, com a informacio do juiz municipal do
torrao do l.imoeiro sobre*o deslino de diversos or-*
phos.A quem fez a requisicu.
dem, cura a informadlo do prelado dioccesano
relativo h croaeao da freguezia de Quipap. com-
missio de estatistica.
dem, com a informaco do inspector da Ihe-
sourara provincial declarando que nimcase.eobrou
o imposto de 540 rs. sobre folha corrida.A quera
fez a requisicu.
dem, cou'i os papis relativos s duvidas susci-
tadas sobre os limites das freguezias da Escada o
Seriihacin.A commissio de estatistica.
Uem, cora um opsculo de C. da Motta sobre a
emigraeio.\ commissio de commercio.
dem, com a participadlo da administrara geral
dos eslabelecimentos de'caridade datado 'do 25 de
novembro do anuo passado c o dalpresidenca de 7
Janeiro ultimo, aulorisando a elevacio.do ordenado
do capell.iu do hospital dos lazaros.* commissn
de orcamento provincial.
dem, remetiendo a portara pola qual foi jubi-
lado o professor do lalnn do l.imoeiro Manuel Al-
ves Pereira.A commissio de orramento provin-
cial.
dem com a portaria que aposentou o corneta-
mor do corpo de polica Jos Themntheo da Silva.
A commissio de orcamento provincial.
dem, com o officio da adminislracio do patrimo-
nio dos orphos e o acto da presidencia elevando o
ordenado do procurador do uiesmo patrimonio.
commissio de orcamento provincial.
dem, rom o regulamento expedido pela presi-
dencia sobre o fpruecimeuto dos presos da casa
de deteiicao. A commissio de orcamento pro-
vincial.
dem, com o arlo da presidencia, pelo qual do-
lermiiou que o arrendamento dos predios do pa-
trimonio dos orphos seja feito por lempo de tres
anuos.A commissio de logislaco.
dem, cora o acto da presidencia que determinou
a gratifir.aro que se deve pagar aos empregados da
Ibesouraria provincial pelo exrosso de trabalho de
julho de 1849 at 23 de agosto de 1852. cora
musi do orcamento.
dem, rom o acto em que a presidencia deter-
minou que a casa dos expostos seja regida, por uma
superiora e qualro irmas de caridade.\ commis-
sao de orcamento provincial.
dem, com o acto da presidencia que determinou
flcasse a cargo dos irinios de caridade o collegio dos
orpho-.A mesma commissao.
Um requerimeuto de Luiz Ignacio Jeronymo do*
Sanios pedindo seja extensiva a elle a gratificarn
de aOSOOO mensaes que pola lei n. 436 do anno pas-
sado foi dada aos ofilciaes de lileira do corpo de po-
lica.a commissao de forra policial.
Oulro da irmandade de N. S. da Conceicio da ci-
Mas, dado o verdadeiro descont a essas prero-
gativas, a essas especialidades que se nio podem
medir pela hitla coraiiiuin, o corto que om regra
ha para muita gente, no seculo actual, mais irises
e muilo mais assusladoras, do que ja houve era eras
passadas.
Para muita gente, dizemos mis, que vire do pao
do espirito ; e ainda mais para aquellos que oslan
alistados no balalliio dos jornalistas. dos escriptores
de toda a casta, principalmente dos/b/fceim'Wu*.
nanlo anos, u caso serio. Nao podemos es-
crever sobre litleratura, porque esla perteucc a per-
sonagens du alto colliuruo : se divagamos is vezes
por essos paizes que outros frequciilam livres e im-
pvidos, sempre com milito receio, e com o credo
na bocea. Uiscnrsar em materias taes para os que
se tcoui dedicado de corpo c alma as investiga-
roes do saber e as dilirias do estudo. Quan-
do o folhetinista se lembra de tanto uome dis-
tinclo que figura na repblica litteraria, eslA pon-
i de resignar para sempre to ardua tarefa de que
se euearregira. Mas, emfim, iremos nosso rami-
nho, e a obscuridade nos*resguardar de inuia dv-
cepcio, porque outros talvez passem.
Nao pdemosdiscutir sobre a sciencia. Isto li
para os discpulos de Descartes p Lcibniz, de New-
ton e 1.aplace, de Arago e Humboldt, de Gay-Lus-
sac e Babinet ; epara os que enteudem fundo S.
Thoraaz e Bossuet, Dupin e Troplong, Hitlerraaier e
Ortolan Somos, talvez, intruso esto regiment
dos verdadeiros npbres : plebeu no estylo e no
pensamenlo, nao subimos a laes eminencias. A que-
da seria certa.
O que nos restar, pois, para sahirmos da presente
crise?
Felizmente, vamos entrar n'um periodo que nao
tem pouco de significativo, al porque abre con-
lemplaciodo espirito duas secnas dslinctas, intei-
rament oppostas.
Quando este folhetim houver de ser lido, j uma
parle desse periodo ir passando multiforme, origi-
nal, ccora todo o seu sequilo de diversesbem ex-
quisitas e nao pinico lisougciras e seductoras.
O cornaca/uma palavrast geuerit que traduz
um pensamenlo igualmente sin generis ; mas (
forra confessa-lo ) a
ui deixa de se-lo.
uma serie de distraeras incoinmodas esem imrae-
diato proveito : a foucura do cantaral era ento
requintada ; e osfolgaress rlassicos da turbamulta
e de quasi todos nio passavain de um circulo aca-
uhado e al grosseiro e haixo, sem qne no meio de
ludo isso boavenera algum vislumbre de tradiccao
popular.
As Iradirros, porte, cedem mais cedo on mais
tarde s conveniencias da sociodade, se pilas nao sao
daqucllas que enlelldem culi! a leligio e cora o hora
senso moral.
E as conveniencias da sociedade lambem eslen-
deiu-se at o dominio do aprasirel, do que he lucra-
ra.me agradavel ; tanto assim que as usancas de
um poro, n'aquelle mesmo que teem de mais par-
licularraenle proprio para diverti-lo, soffrem o iui-
perio da opinio ; e nio raro v-las por trra, se
justo e nocessario que devara calar.
Em tal caso ligura-so-nos o carnaval em sua pha-
se (oda aiitiquada e dassica. Ao menos, para nos o
dassieismo nao valia nada n'esse folguedo quasi
mmemnrial, que as geracos anteriores foram suc-
cessivauenle legando s outras, at nos tocarem por
casa, no seculo presente.
Horadla, porni, foi a inversio ou antes a me-
tamorphose porque passou esse brnquedo, especie
de reliquia enfezada de costumes e ideas menos
puras e elevadas. Beradictaa Irausforniacio.
Se o entrudo, cora loda a sua comitiva de illu-
soes, de embaradellas, de arliinuuhas e tropelas
ridiculas, ainda vai por fra, ainda corre porlave-
lhaulado e firmado nos seus direitos adquiridos,
na sua imniunidade meiocorteza e meiodemo-
crtica, nem por isso ha razio para que desojemos
qne vcuha oulra vez eiiraizar-sc entre nos.
A converso foi justa, foi mui natural: a masca-
rada que substituin por uma vez aquello folgar
quasi brbaro, uma diversio muilo uiais recreati-
va, e que rene variodadu dos quadros a mora-
lidade que lhos nasce do proprio pensamcuto ori-
ginal.
As mascaras pido cantaral sao e serio sempre
mui bem cabidas. Se esse lempo dedicado a to-
da a convivencia e alegra po[iu lar,a lodos os cnlrete-
iiiiiienios opra/.iveis, para contrabalancar a gravida-
. de austera de outras sconas que hau de vir depois,
palavra c agradavel u a idea nada mais logieo do que cnisubslaiicia-lo naquillo
que o i......do realmenla O cantaral, que figura o
Os typos e os papis diversos, que nos hnmens de-
sonipennamos n eslo mundo, constituem-n'os outros
tantos figurantes de una vasta comedia, que |.-m
seus actores obrigados desde as personagens de pri-
inoira plana at aos simples compareas.
E o que se observa presenlemcnle no cantaral
3no reina entre nos. Cada um faz o seu papel, ca-
a ura tem o seu carcter lodo especial e boin
seria modelar sempre as scenas deste passatempo
lio sui generis pelas quo mais commum o ordinaria-
mente se patentam na vida.
Aquello que veste a purpura.que empunha o seep-
tro,_ que sustenta n diadema, imagina-se um re;
est no son direito : ura rei na grande farra,
como militas vezes acontece na (ar a do mundo. '
Deixae caminhar n raascarado com seus ro.(umr<
Luiz XIV, a Luiz XV, a Maria Stuart, ao gosto dos
Mediis ou fantazia: sio papis differeiites, sao
diversas civilisaces que passam slereotypadas, sao
differenics ideas que j se manifestaram na socie-
dade, e que a sociedade se apraz de ver de novo em
suas formas peculiares.
O Turco, o cavalleiro armado em regra ; o con-
quislador de todas as classes, at ao simples game-
nho on amantetico, o acrenlo, o usurario, o espe-
culador, o industrialista ferreuho e material, o
charlnlao. o pedante ; enillm, todos os typos de
costumes ou de caracteies, lodas as representarnos
de ideas abstrusas on de pensamentos ridiculos/en-
trara em linha, e entrara muito proposito, por-
que tudo isso do mundo, e o inundo era tudo isso
e sempre um theatro.
Depois do carnaval, lio variado, tio especial cm
prazeres, to symbolico e descriptivo, ah vm ou-
tras scenas, de solemne gravidade, milito sublimes
e cheias de uma poesa e de um incanlo inteira-
raente celestes.
Oulr'ura o lempo do carnaval era o tempo classt- | mundo cun todas as suas illusoos e prazeres, com
co das'grecas desgraciosas, dos bauhos iiupurtu-1 todas as suas eicdes tao disparaltidas e ao mesmo
iios.dasbalalhas quudavain sempre era umita agua, lempo to naluraes, deve represeota-lo eoaM ol
e que nio poucas vezes sahain muito afuaeUu. I Se o mundo un tbeatro, o carnaval dore ser
\s etiquetas e ocerimonial da poca clfrain-se em o que boje entre nos, uraa mascarada.
Nio profanemos o nome augusto que a religiio
estampo* de uma vez para sempre na sua historia
eraiiienteraenie social e civilisadora. lleixcmos a
ella, a ella lio smente, essas apreciaces p pro-
fundas, easas meditacoes elevadas que" a philoso-
plua respeita e aeompanba em sua marcha progres-
siva :.e liipii' apenas ao folhetiiiisla a salisfario de
que finilou boje o seu trabalho com o pensamenlo
no quo .; diviiu.............
AHB1!1HII-EL-Kk*I1K.
- ::


2
iladc do Caruar pedindo a approvaro de sen cuui-
promsso. eommiasao de negocios ecrlesas-
lieos.
Leu-s,i o seguinte parecer:
A coiiimisso de policio, atlendnndn ao requeri-
meiilu da socicdade Liberal Pernambiicana, reco-
uliocou que noiihun inconveniente pide resultar do
deferinienio sua prelonio : e enleudendo que
de conveniencia publica que se procure lomar an-
da niais (eral o conhoi intento dos trabalhos desla
assonibla, de parecer que te conceda ingresan
nesla casa ao tachigrapho encarregado pela nieania
socicdade de tomar us trabalhoa, para o que dusig
liar o lugar que mais conveniente julgar.
Sala das conuuisses 4 de marco de 1859.Bario
de Cumaragibe.Dr. K. Portilla.Joaauim Mello
Reg.
O Sr. Presidente : Est em discussio.
O Sr. Epaminondas de Mello : Pero a palavra.
O Sr. Presidente: Est adiado.
O Sr. Epaminondas de Mello : Requeiro a ur-
gencia.
Sendo esta apoiada, eutrou cm discussio e foi ap-
pprovaaa.
ontiiiuoii a dscussu doparecer.
'Coiiiiiiiar-se-Aa,/
RECIPE, 5 1)K HABCfl DE 1859.
S 6 MOKAS lll Tlllllt:.
HetroNperto srumnal.
(> faci mais notavel, occorrido durante osla se-
mana, feu a abertura da assembla provincial no
da 1." do correule. A aurora deste da inspira sem-
pre risonhas esperanras aos habitantes denla pro-
vincia. Todos vem nesla conquista da cirilsacao
um Iriuiiiphn sobre o passado, urna condico fecun-
da para ndoseiivolvimenlodofuturodop'az. Com
elTeilo, emhora os proprios recursos linancoiros da
provincia anda sejaui mui limitados, coiutudo j
clavemos alpina beus preciosos nossa assembla
provincial. Sem contarmosacoadjuvacoimpnrtatitc
.no ella presiou na rcalisaro da nossa via frrea e
de outras obras de ulitidade publica, basta enume-
rar o Oyumasio Provincial, essa usliluiro patri-
tica que jlcm dado lio bellos frucios ao paiz: e
sexcollcuto.s estradas ordinarias, que sulcam em
diltcrentes pontos a zona assucarcira da provincia :
bstala esses dous exemplos, dzemos nos, para
prorar a ulilidade que resulta do corpo legislativo
provincial.
Entretanto nimias quesles, c muitos inleresses
de alta importancia reclaman! a sua attenco. E'
erto que osystema de viabilidade de um paiz nao
e a nica e exclusiva cundirn para a prosperidade
Ueste paiz; ha outras questes, cujo desenvolvi-
mcnlo tambein se acha ao nivel desta, c por isso
icem igual diiuito i solicitude do iioder pblico. A
segnrauca de vida e do propriednde sao tambeni
condicoes esseiuiais para o bem-estar das socieda-
des. Un dos problemas que na nossa opinio deve
oocupar, em primeiro lugar, a alinelo da assem-
bla nesla sessao, certamenlu proporcionar meios
eflcazes, que protejan), especialmente na capital a
seguranca do vida e de propriedade dos cidadios,
visto que no interior da provincia lia sompfv/ mais
mii menos meiosque garaulaiu estes dons lados da
vida dos cidadaos.
Assiui a crearn do urna forra especial, vigilante,
enrgica e activa que vele, na" seguranca de vida e
de propriedade dos habitantes desla capital, deve
prcoecupar sobretodo a attenco da assembla nos
seus trabalhos actuaos. B" pr'ovavel que ella en-
contr algumas difTiculdades quanlu nos meios fl-
nanceiros para levar a cuello esla grande medida,
mas estas dilliculdados nos parecom do fcil so-
lurao.
Mitra questao que nos parece dever merecer os
si.'us cuidados, o mellioramento das diltcrentes
racas de aumiaes, que concorrem para a alimenta-
cao da vida humana. Este problema ella o pode re-
solver fcilmente, estimulando a aetividade dos
creadores, por meio de remuneracoes pecuniarias e
de oulro qualquer genero, como hje se protira cm
quasi todos os gaitas da Europa culla. Emtim, o
nnsso corpo legislativo provincial teni dianle de si
um vaslo campo onde pode amplamente desenvol-
ver as seas luzes e os conhecimentou da etpe-
ii enca.
Podc-se dizer sem exageraco que as malas do
vapor inglez s trouxeram um fado : a grande
preoecupacao que dominara a atlenro pblica eu-
ropea.
Apenas era passado um mez, pouco maL ou me-
nos, que e boato da guerra entre Austria e a Sar-
denha tinta sido espalhado no dominio pblico e
j se podia comparar islo com a obra de Pcne-
lope.
Um dia-se manifestain mais ardenles as svmpa-
Ihias da guerra pelo Piemonte e pela Austria, mas
eis que uma uola ito Monileur arrefece sbitamen-
te essas sympathias. Hontem era o imperador dos
Irancezes que agitara us espi ritos com a publica-
cao da brouica Napoleo lll e a Italia pro-
lonv-piidn o casamento de seu primo com a filhade
el-rci da Sardeiilm ; hoje, o discurso da rainlia
Victoria que vem applacar ossuslos e as preoecu-
paces que tiuham causado a unio do principe
iranrezcoin a princesa sarda.
F.uilim, ninguetn sabe qual ser o termo da s-
luaco. Todaiia os armamentos c as munieocs do
guerra se exeeulam com summa aetividade "para a
Franca, para a Austria, para o Piemonte e para a
Inglaterra.
Temos para na que uma das mais poderosas
enndcoes que so oppoem rcalisacao da guerra
entre a Sardenha e o Piemonte. sao os chimes e as
rivalidades de poder entre a Franca e a Inglaterra ;
e esta talvez a nica razio da' indilfercnca que
mostron a rainha Victoria no seu discurs, pela
causa da Italia, e do silencio do jornalismo inglez
nesla questao*. Semelhante ind'uTcronca nao passa
de um puro egosmo, pois que quem'se lembra do
l'rocedimento revolucionario do lord Hintho na Ita-
lia as vesperas da revoluco de 1818, nao pode at-
Inbuira oulra causa o silencio da rainha de Ingla-
terra e do jornalismo inglez.
Por onlro lado as duas grandes potencias do Occi-
denle.a Franca e a Inglaterra teem constituida que,
no da em que um fraude exercito francez transpozer
as frouteiras, nesiedia a guerra civil erguer o cIq;
e he mutto provavel que o lluono de I.uiz Napo-
leio sirva de pasto s chammas, e entio a paz da
Europa ser destruida.
Tudo pois leva a crer que a gue'rr nao lera lu-
gar c que as sympathias (los coiaces generosos so-
rao a nica ronsolaciio que reste infeliz Italia, mai
da civlisacao moderna.
Tivemos o Cruzeiro do Sitl viudo do Hurle, e o
Tocaniia* dos porlosdosul. O primeiro foi pobre de
acontecimentos, o o segundo trouie-uos a grata no-
ticia de que a cveoliialidade da guerra enlro o Pa-
raguay e os Estados-Unidos do Norte, eslava intei-
ramenlo dissipada, gracas mediaco do goveruo
do Brasil e das repblicas oricntaes". Era um re-
sollado quasi cerlo, pois que o Iriumpho do frle
contra o fraco somprc necessario. lieos permuta
que o governo do Paraguavsecnnvenca desta ver-
dado evidente, c se alislcnha de suas "veleidades do
poder contra as potencias fortes do continente ame-
ricano.
As correspondencias que durante a semana rece-
bemos de varios pontos do interior da;proviucia,
arcusam a permanencia do socego publico, o per-
feito oslado de saluliridade, mas todos se qucixam
da caresta dos gneros de produccao indgena e da
lalla de trucos midos. calamidadeesta que tam-
beiu se experimenta em grande escalla aqu na ca-
pilal.
Palleceram durante a semana 20 pessoas, sendo:
fi hontens, 4 mulherese 7 prvulos, livros ; ;i ho-
tuens c 1 nmlher, escravos.
Dia
No Jornal da I ihiu se le :
Smincno M >i"in :. O profcssor Prancois, da
academia de medicii a da Blgica, cita, u Pre*e
dicale belge, um c so de niorte apparenle, simu-
lado por um accesso
ciosa, milito raro e n
seu noticiario na M
dos signaos cortos d
Em 1822, diz elle
febles interniiilente:
vain na ridade de Hi
senhora Lcmuine, d
um primeiro accesse
ciado e sem carad
promptamente.
Dousdias depois.v
S8, dizendu-se que a
da, talvez j mora
so, duas horas antei
de febre uiterniillente pemi-
uito curioso, que Ira/ comsigo
slao das morios apparentes p
moiti'.
na maior lona da epidemia de
de ludas as especies que reina-
ns, fui chamado para ver urna
idade de ill anuos, atacada de
de febre, mas pouco pronun-
br particular, que dissipou-se
I"'
fn,
eram chamar-mo a loda a pres-
minha doeute eslava moribun-
Ella tinha solTrido novo acces-
.. do que o da ante vespera; ti-
nha lido frios, bocc os e perder os sentidos quasi
i inmediatamente.
Em miuha rheg ia, a senhora Lcmoine eslava
sem pulso, qualque que fosse a arteria que eu ex-
plorse ; os olhos eslavam fechados, as pupillas
immoveis quando s abriain as palpebras e se apro-
ximara a luz; osei luanle, os labios etoda a su-
lerficic do corpo e lavam paludos; a pello eslava
itaoao suspensa, ao menos um
da bocea nao foi embaciado; a
b uo foi agitada ; o ouvido ap-
zer-me apauhar o menor movi-
menlo o menor rai o.
O lcali voltil oslo ao nariz ou empregado em
friccOes, ossiuapis ios mais enrgicos, alho pisado,
ida pode fazer se peilar que reslava um sopro di-
vida naquelle corp > gelado. Querendo levaras oro-
al ao ultimo onto, appliquei uma dessas lar-
gas chapas de ferre vulgarmente chamadas ps de
ao voruiclho cor de rereja, na
duas pernas, mas com pouco re-
guei a cada mumeuto os movi-
ao o os palpites do coraco para
despertavam... Mas nao, sum-
i...
e 4 horas o Sr. Franrois desoo-
acienle algumas gottasinhas do
e pouco a pouco a vida vollou.
lugar dous dias depois: mas foi
enhora viven anda mais de 30
espollu aproximad!
chamma de uma v
plicado nao pude f
fogo, aquecida al
parle iinerua das
sultndo.... Interr
menlos da respin
ccrtillcar-uic se na
pre o uiosnio sile
Emtim ao cabo
bro na testa da
suor. I'.onlinuou,
Novo accesso Ion
o ultimo, e esta
anuos.
Setastopol.
com autorisacio
Diario das t'fper
Sebastopol. un:
Entre os pronii
mus os seguate
" Durante o cer
dias, a arlilhari
23fi,ono obiises,
foguetcs, ele., i
iniram mais de :
liando em quasi
1 general Niel acaba de publicar,
o ministro da guerra franco/, o
roes da Engcnharia nu cerco de
voluine de tiOO paginas com Alias.
ores dados pelo general citare-
io de Pernambuco.Soiin(lifeira7deMarco(lecSoO.
As appellacoes civeis
Appellante. Manoel Bezeiija de Alloupierque ; ap-
pcllado, Antonio Francolino
Appellaule, Jos Ignacii
Jos Alejandro ti.unes d
Por subsliluieao, as a;
Appellaule, Antonio da S
da, a hunda.
Appellanlo, a fazenda;
reir Tyrano.
As appellacoes criiues
Appellaule, o Juizo ; app/jllado, Miguel Eduardo
Freir.
Appellanlo, o juizo ; app
da Costa.
. Ao Sr. desembargador Siljva Gomes, o aggravo de
petico :
Aggravantc, D. Marianna
gratado, o juizo.
As appellacoes civeis
Appellaule, o desembarg; dor Jeronymo Martinit-
no Digueira do Mello ; app diado, Thomaz do l.av-
valho Soarcs Brando.
As appellacoes crimej
Appellaiile, I.uiz Anioni
juizo,
Vppellnnlo, Haboel Jos
juizo.
Porsnlisliluieao, as abpellacoes civeis
Appellanlo, Jos Siiai-es farola ; appellados, os
heidoiros de Joaquini Mor ira dos Sanios.
Correa i.edrim
lo Brilo ; appellado,
tlollo.
pellaees civeis :
Iva Guarni; anpella-
pp.illado, .Vnioiiio Pe-
dlado, Jos Domingucs
Dorotha Joaquina ; ag-
Barboza
do Canto
appellado, o
appellado, o
sidade na prxima futura sessau da assembla le-
gislatita provincial, para requerer pelo mcaios 50
lampeos para este lim.
Eslao complelos os desejos do virtuoso cnpuxi-
llho llviu. Sr. Fr. Sehaslio, que oxigonio orn-
las para a conliuuaco das obrasda igroja da Senho-
ra do l.i\ radenlo, quando aqui estove em missao,
consolando os Vicloiii-nsos com as suas palavras
evanglicas, dizia ;A igroja querosn chapeo.
Obleve oinliin o chapeo, est robera. Louvorcs
ao encarregado das obras u Sr. Manoel Come- Sil-
verio.
A varila ainda nos persegue: o rio, cujas aguas
servem aos nossos usos domsticos, est corlado, e
de longe se busca este alimento to necessario
vida : os gneros de prinieira necessidade conti-
nuaiu nos meamos elevados precos.
Vieran ao mercado Irezentos Cois, que foram ven-
Ldidosao calculo de O e SsOWlpor arroba de cario,
o Bearain por vender alenla.
A mellior carne foi talhada nos ai-ougues a ris
10)000.
Emtim, m.u bom amigo, se as churas se demora-
ren! por mais lempo, devenios contar com a fume:
porque, a piopoivio da diminuirn dos gneros ali-
menticios, os seus procos ae elevario cada vez mais
e a muitos tallar o dinheiru para se proverem.
Basta por agora, aloulir vez.
O Vicloriei'se.
Appeltanle, a fazenda
Rosa candida Rigaeira.
A's 2 huras da larde
appellada, I). I.anriaua
ncerrou-so a sessao.
CMARA MtWICI PAL DO lU.t IFK
2." SESSAU ORDINARIA DE 21 DE FEVERK1RO
DE 1 i_>9.
Prttideneia io S r. llanos Iteyo.
Presentes us Sis. Kraioa, llego, Mello, Barata,
Oliveira, Piulo e Dr.Firm Xavier, aluio-se a lea-
lio ; e fui lida e approvl la a acta da antecedente.
Foi lido o seguinte
EXPHI 1EXTE.
l'm officio do cidado Severiuo Jos Filgueira
de Menezes. juiz de paz d > quarto auno do lerceiro
districloda fregue/ia dos Afogados, commuuicamlo
lor recebido o ollicio desl i eauara, couvidando-o a
yir prestar juramento pan 'unceieuar em lugar de
juiz do lerceiro anuo, a o nm poder fazer por oslar
soll'rendo da molestia dei
mellia, passado por facu1 talivo.tjue se cliamasse
o'imniedialo.
projeclis de toda
rain na duracio
inilhoes de crli
Os trabalhos af
do assallo apres
til. de enramin
nhamcutos feil
Rdenlo, teni-s.
kil. ou 20 legua
o de Sebastopol; que durou 334
frauce/a alirou 510,000 balas,
350,000 bombas, 8,01X1 granadas,
todo 1,104,000 tiros, que consu-
milhoos de kil. de plvora, Ava-
400,000 o numero de tiros dados
pelos inglezes, i 'sulla dahi que os alliados alira-
am sobro Sebasl ipol perlo de um iniiliao e meio de'
a natoreza. Os Franco/os queiuia-
a guerra do Oriente mais do 25
OS de infantera.
engenliaria franceza na oecasiio
nlavam um desenvrdviinonto de 37
amentos para os ataques da cidadu
e de perlo de kil. para os ataques dos subur-
bio. Augmeiilai do a esta cifra os 13 kil. de enrami-
s pelos Inglezes diante do Grande
um desenvolvimento total de 80
de eucaniinliameutos execuladas
as mais das vezis em un terreno de rocha o debat-
i do fogo de u ua arlilharia forniidavcl.
Empregaram ic para a exeruco dos encaminha-
menlos francezi s 80,000 gabioes, sem contar os que
foram alirados las antigs triucheiras e Irazidos pa-
ra a frente, 60 100 fachinas e mais de um uiilho
de saceos do te 'a.
Os Irancezes execularam nos ataques di cidade
1251 metros co rentes de pocos, galenas ou ramaes;
Uzeram-se arre tentar 116 ionios de pedreiras que
consuiniram ft 795 kilog. de plvora. As galeras
demiuas dos r issos, construidas dianle dos nossos
ataques do has io do Mostr e do hastian central,
tiuho 5,360 ml'lrus.
Lista do baplisados havidos na freguezia da
Roa-Villa de 7 de fevereiro a 5 do correule:
Erniina, parda com um anime dous mezesde nas-
cida, lilha i itural de Mara Rosa da oucecao,
solleira.
Fraucisco, pai lo (tomn Santo Oleo) cornil anuos
e i mezes d nascido, lilho natural de Mara da
Conceico 1 reir.
Marcolina", pa da, (tomou Santo Oleo) com nove
aunos e doi i mezes de nascida, lilha natural de
Maria da Co iccrao Pereira.
I.uiz, pardo, c in Irez mezesde nascido, fllho legiti-
mo de.Inao lartins do Espirito Santo, eRaimun-
da Mara da Conceico.
Francisco, br neo, coin seto mezes de nascido, li-
lho legitinu de Francisco Jos Concalves da Sil-
va e H. Ca dina Francisca de Magahacs.
Theodora, br nca, com um mez e meio de nascida,
lilha legilitaa de Manoel Joaqtiim Angre de Oli-
veira eJulil Senhorinha de S Oliveira.
Alvaro, branao, nascido em 17 de ulho do auno p.
p-, lilho le iiimo do Dr. Jos Sergio Ferrcra e
Carolina A ves Ferreira.
Joanna, lirau a, nascida em 28 de Janeiro deste au-
no, lilha ni tural do lenle Manoel Curneiro Ma-
chado Fre e e Alcxandruia Albina Alvos de AI-
meida. sol uros.
Passag ros do brigue brasileiro Tre: Ami-
gos, sabidos para o Rio de Janeiro: JosSoares
Pinto Carrafa Jnior, Luiz Lopes Teixeira, .Narcisa
Claudina Un iclina e 2 menores.
Maladi tro publico.Mataram-seno da 5 do
corrente par; o consumo desta cidade 82 rezes.
Mortal dade do dia 5.
Joo, brauc 4 mezes; espasmo.
Hospit l de caridade. E\isteni 5>-> hoinens, 53
manieres, aeionaos ; 1 homem, estraugeiro ; 3 ho-
mens, escrai os ; total 115.
Foram vis tadas as enfermaras pelo crurgiio Pin-
to s 7 1/2 loras da inanlia, Dr. Dornellass 8 ho-
ras e 1/4da mauhaa, Dr. Firmo s 4 1/2 horas da
Urde de ho tem. Fallecen urna enferma de dear-
rhea.
Oulro do engenheiro
reme, duendo que k i
por duas vezes ao lugar
arada no allestadn que re-
cordeador, de 11 do cor-
ndo dirigido ullimamento
da Var/.ea para examinar
i estrada que esla ca liara mandn fazer, sendo
aneniatanle o cidado
Aojo, eslava em esla o
como o mesnio arre mal
fallavam anda algumas
las para o sen rompleui
Manoel Roniao Corroa de
de poder ser rocobida,
Oulro do mesnio, ii
Fraucisco f.onralvos i
Ihe docl.ir.i-se, as
predios que possue, esC
ule pedir; achara que Ihe
obras, que devem ser fei-
uilo, e ordenando a exeru-
0 dolas, anda nao h^viam sido concluidas. In-
teirada.
formando a pulirn do Dr
Moraes, que eqoor se
rirru instancias do alguna
obligado a fazer canos de
cigoto do aguas pluraijs. Derlarou-se por despa-
cho no requerimento di peticionario que a postura
s) obriga a conslriiccc dos referidos canos naquid-
las rasas onde as aguas se aglomeran!.
Oulro do meaino, infirmando nao podrosla c-
mara exigir monos de : J200 por braca quadiada do
terreno que Ihe pertenc!, sito na roa da Esporaina,
no lugar roiiliocido po Caniiulio Novo, parle do
qual porieiide occupir i). Antonia Francisca Cada-
val Pinto.Kesolveu-s i que so soricitasso do gorcr-
no da provincia a appiovaran de que traa o artigo
2i da le i provincial n. 171 de 8 de junlio de 1855,
para se ell'ecluara alieiaeiodo iiiesino terreno.
Oulro do mesmo, difen'do Bchar arauliado o pa-
rimi'lro que tracou na luanla que ulfereceu ao go-
verno da provincia Carlos l.ui/. I'.anibronne, einpro-
zario do servieo da Un
denlm do qual prelen
indicando as nas cpie
Cwmarca le onuiiina.
I lambe 28 de fevereiro.
Meu amigo, depois da nossa ultima paonlilha em
(|uo n.is ipieixamos da ineipidez eni ipie eslirvo islo
po e,i, agora li.m mudado de face, pois de 20 de
Janeiro alia data desta, leni havidoalguinas (estas
romo fosse a de s. Sebastin no engenho do mes-
mo nuinc, a do s. \ icenle Ferreira padfoeiro do
enginho Teixeira, asquavsestiverambemloSrivcis
em rolacioao mato.
Os americanos do norte desla provincia, islo a
rapaziada do Pedral de Fogo picpaiam-e para re-
pellir a coinpaiihia Esquina, por ler ella alguna
moinhros poriuguez.es: tal o selvagismoe falta di
euueae.io desses capazos que passam vida a jugar
e tudo o luais que uma tal vida ptVle aeearretai....
l'orin o subdelegado em eu'ieicio. n Sr. Manuel
Jos Fiuza l.iua, lem dado providencias alim de
que nao sollra o socego publico ; uscidadns cons-
picuos de Podras de Fogo, principaliiienle o capi-
t.io Raimundo Noronha, e capilo Amonio ioii.al-
ves mullo se leem esfonado para garantir de
couimiiiu accordocom o Mbdelegadoa companjiia,
e ordeni enrgicas se tem dado a esse rospeitu ;
preciso (azor ennlieccr a esses capazos desavisa-
dos brea da autoridad*, e que os cidaooa paci-
licos nao esto liara agoeular
E como osle abuao mal sempro conlagioso pode
cresear, bom seria que os palmes acenguassem o
(acto a lempo de prerenirem maores prejoizos,
dando com esses espcrlalboes nacasa de dotencio
para exemplo de oulro*.
A muitos talvez nao seja precisa lano rigor,
mas em indo o caso i-oiivein aconselha-Rs para
que, retleeliudo sobre n lacio, arrepiem na carrei-
ra, em quanto he lempo.
I m caixeiro nao deve ser um bou......enfeitado,
ou um devano, que procure sabresahir as orgias
dessesbailes masques, onde rao as parle j
apodrecidas do corpo social, e cujo ar pestilencial
repelle lodo homem de bem. Pelo contrario a se-
veridade e n:gularidade de seus coslumes ; o res-
peito e urbanid.ide para com seus palrocs: o cui-
dado e diligencia, que mostrarem no coiumenio;
a probidado e economa qne iiverem '. todas eslas
qualidades jimias he que nao de inspirar a contlan-
;a e syinpathia daqnelles, que Ihe pndem dar boa
nomcada e militas rezos urna prolec_io deque de-
pende o seu futuro.
A-sim que li/eram esses grandes eommercian-
les, que se olevaiain da posieo de caiveiro : as-
sim que fazeni os caixeiros das graBdes pracas,
que soquerem elevar a uma posieo feliz.
Esla um ruusulba prudente, que Ihe damos, e
que, pruvora a Dos, sirva de advirlenea a aquel-
los, que simiente por le andado se Ipnham doscar-
reiradodo Irilho, que devem seguir.
'" lud.....aso, porui, csle aviso poder im-
pedir o progressodo mal, Cazendn que alguna cai-
teiros le\ ianns e inexperieules >e euiendeiii, o que
a conduela criminosa a perlina/ deouuros, que si
au quizaren emendar, seta aevorameulc pu-
nida.
Ci031III]RIO.
PII\C
Ceusura aos nios, eondoe aos bous. Ha caixei-
ro, que sabe euniprir us seus devores rom puiilua-
lidaue e exaclido, e, quando assiiu fallaiuos, nao
nos refenmos s honrosas excopres.
ueiram, Srs. redactores, inserir, ele.
2li de fenr.-iro de 1859.
Recua
quando fallamos OO gura
-uas exoepi os. Hoje segundo mis parore tem a
cumpanhia Esquina de daro primeiro espeelaeulo,
0eolio Ihe daremos contado que hoiivur.
No lugarUantotanga desla ireguezia, houvpr.nn
dous tiros dos guana tirara um lujeilO bastante po-
rigoao, e o motivo foi ler o baliado cuitado urna
iiiulher casada, pois tendo (indo o Marida apoz
della, encoiilra-a emCainolanga, e abi se di.....
coulkclo, Qeandoo raptor gravemenlv brido, leu-
do evadido-so o aulor do delicio.
l'oi mudada o Sr. alte
llio da
Auiiicii a ni i-. Antonio Lopes Sabu-
Hl.41 ituhlico queaprefie.
Para ir ao Rio Iratar da soltura do Sr. Vinagre,
nao leudo en os meios para enaprehender a viagem
e fazer a despeza miuha cusa durante o lempo
que fosse preciso all eslar, lembre-me de tirar una
suhscripriu pelos meus amigos en..... se vio pido
Diario de Peniambitco e Liberal Pernumbit.na,,,
consegmndo tirar 350), como confeanu o proprio
Sr. Vinagro.
Nao sendo possivel rom osledinhoiro e os meus
seus desvarios ; recursos [azar as despezas prcciai de cinco mezes
A Di) RECIFE 5 DE M.RO) DE 1859.
\s TIlES HORAS liv TARDE.
(.otarnos ollieiaes.
Descont dn letrasti o o a,, auno.
.....ni., sobre Londres25 1 I '.ai Fnrie45 para Inglaterra e Mcdiiorraiieu.
l'red. Ilolulliard, pre-idenle.
P. Borgos, secretario.
AI.FANDCA.
Rendimenlo do dia 1 a 4 C2:59$711
dem do da 5....... 15:370J898
7J^963S609
Descarregam hoje 7 de mareo.
Brigue americanoMonlerellofariuh de trigo.
Patacho ingle/.Nova Brienabacalho.
Patacho sueroItokelonferramentas.
Patacho inglezNedeaforro e carvo.
Brigue poi tugue/Tarnjnyedras de cantara.
Brg......iglezD. Joaonliji'eiuspara o ga/.
Brigoe diuamarquezr'iugalferro e rarvn.
MOVI.MEMO D\ AI.I'AMIK, \.
Volumes etiir.idn.-- enm fazendas ... 46
com gneros 232
Volumes -aludos com fazendas
k < com ganaras
CONSEI.ADO GERAL.
Il.indiiiieulo do dia I a i .
dem do dia 5 .......
278
MI
37h
458
M:448jW
fcJ6M749
!
25:201SCG!I
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimenlo do dia 1 a 4 .
dem do dia 5.......
1:794| lll
301JJ335
2;0B5f756
comprehender mais n
o cmpruzaiio s allen^
nao presin neiihiima
futuro se houvcreiu d
artigo 1" do seu conlil
se respondesse ao
ieza das casas desla cidade,
fazer o mesmo servieo, u
no son entender, se devem
b mesmo perimelro. visto que
,'ii s casas ora cusientes, e
considerarao s que para o
(azur, como nbrigado pelo
alo.Acamara resolveu que
-Aiii. presidente da provincia
que ella couviiiha nojperimelro tracado pelo em-
preza.-io, urna vez quil uelle se fizessein as allera-
roes lembiadas pelo ngenheiro cordeador, reniel-
leudo-se a S. Exc. o parecer deste por copia.
Oulro do mesmo, foiuinuiiicandu que leudo re-
cebido ordoui para iinndar fazer cun urgencia os
reparos necessarios np ealcamenlo do aterro da Boa-
Vista, via-si.' einbarabado
nao a hacer venda no
Lino Augusto de Carva-
ubdclogacia de Tinibaba e Moros, deixan-
do muiiassaudade) aos cidadioapacificaadaqnelles
lugares. O Sr. nitores Lilia, durante oponen lem-
po que all estove, presin releanlos sen nos, nor-
dem publica se reslaboucou o lerror, o bacamar-
lo, as chuniiias de faciuoras (ugirain de seus lares.
At breve.
Seu amigo ralbo,
P.S.=Aoamanhoccr do da 27 esbordoar.ini em
Pedias de Fogo a Constantino, o qual se acha mal.
Fez-sea vistura, e osesbordoadores evadirau-se.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
falla poda ser re
Exm. presidente da
eor-lhe, da que exisl
precisa para a dila o
o director das obra
Ihe assegurara ser
grande quanlidade
brando para os m
A assembla provincial fuuccioiiou anle-hontem,
coiiipareceudo chamada 23 senhores depulados.
_ Depois do expediente, lo-so e entrn em discus-
so o parecer da commissao dopolkia, permittiudo
que o laeliigrapho Pedro Rodrigues da Silva, lome
os discursos dos Srs. deputados, para seren publi-
ea.los no Liberal Peniambucano, conforme reque-
ran a direceo desse jornal. O Sr. Epaminondas
apreseutou nina emenda, impondo a obrigacio de
preceder a publicaro dos discursos, re sao dos
seus autores, o fun'damenlou-a. Os Srs. Augusto do
Oliveira, llego Mnnleiro e Pereira de Brilo, comlu-
Ieran a emenda. O Sr. Barros de Lacerda, orou
no mesmo sentido, adiantando ligeiras obserra-
coes, que liiihain rolarn com a materia em discus-
por falla de podra, por sao. Depois orou o Sr. Manuel l'ortclla, an qual
mercado, mas que esla
love-se saber que ha "a corle, fui (oreada passar privarnos antes d
recebar um cont de rail que all tinlia a rceebcr .
Ilepuis de ter liudn esse diuheiro o mais algiiui
ano loiuoi emprestado a mu patricio, principiara a
passar novas e extremas privacoes, sem que, lal-
ie/., podesso continuar na commissao de que fui
'ncairegado ; mas no nieio dfMW vai e vem encon-
i re i un amigo em toda exlouru e lalilude da pala-
va amigo.
Tivc a feliridade de riiconlrar-me por vezes com o
Sr. Antonia Lopes Sabogal, dn queresulloii termos
rellenes. (Juandu esse extremoso amigo perrebeu
que eu uecessiiava de meios para.continuar a estar
uacArte e tratar do negocio de.pie ate havia encar-
regado, dirigio-se a miin e me offreccu lula o
qualquer ipianlia que precisasse para lindar a tre-
la que loniei sobre meus hombros. oOerocendo-nie
logo i/Ki/i/ieiilos mil rit, acrescenlaudo
precisasse mais, que nii
uieiior privac.o all, i
oulra pessoa
Ue feito, tomei ao meu nunca esquecido amigo
S.10S, que os dero, al que possa raslitni-laa.
Nao fui s diuheiro que recebi deste iucniupara-
vel amigo, oulros favores sua Exm." senhora me
prodigalisou, que, einquauto existir, me reoorarui
desses entes comopinborc de reapeiia e amizade.
O que seria de uiuu a nao adiar um amigo como o
Sr. Antonio Lopes Sabugal um um lugar onde era a
pnmeira vez que ia f
Demonstrar com precisao elevados favores que
recebi do Sr. Antonio l.npes Sabugal e de sua vir-
tuosa miilher nao c por corlo para una fraca e pe-
qiieiiiua iululligencia romo a iiiinha; era inister
que perlcncesse essaph-iada illuslre ilu sabios; a-
penas facn patente o mrito e a vrtude do .pie sin
dolados marido e inulher.
que quanto
quera que eu naiaase a
neui que oucoiuuiodasse a
DESPVCHOS DE EXPORT.Yf; VO PEA MESA DO
CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA 5
DE MARCO DE 1S59.
BostonPatacho americano Lmante, Henrv
Fosllier i\ I'.., 000 saceos assinar uiascavado.
M.irsi'lhallrgoe trance/. .. 1 'inora, fi>set Freres,
8U0aareos assucar mascavado.
Porlo Briguo porliigue/. Esperanca, Jos Card-
se de S, I barrica arroz, el dila caf.
Uha doS. MiguelPatacho porliiguezSoiiza& C,
Raning ,\ Lomos, I2ti barricas assucar anata
vado.
l'.viiorta\-rm.
Slnrkolm, brigoe sueco Alphildfl, de489 loue- j Salsaparrila
ladas. rondiizio o seguinte: OlSII saceos e 1S0 Solio em r.Hn.i
barricas assucar. 14,063 conrea salgados.
Canal, barra ingle/a orden', i\v :H0 toneladas,
rondiizio o segiiinle : 1.90(1 saceos assiiear.
Rio de Janeiro, escuna nacional-Linda, de 153
toneladas, ronduzio o seguilo:142 btmbas
farinha de trigo, 1,KIHI saceos assucar. 40 latas oleo
de ricino.
HECEBEDORIA DE RENDVS INTERNAS GERAES
DE PEHNAMBUCO.
Rendimenlo do dia 1 a 4 .
dem do dia 5 ......
Coros seceos......
Conros de Imi salgados. .
dem ideiu seceos o espichad
dem dem verdes ....
dem de nuca.....
Ideo de cabra cordos .
dem de rnriiero idelu
Doces de calda .....
dem de (juiaha.
Iihiii seceos.
dem de jcleia .....
l-spanadore grandes .
dem pequeos.....
Esleirs de preperi. .
Esloupa nacional ....
dem ustrangeira (uio d'obra
Farinha de Aramia .
dem de mandioca.....alqueire
dem de inilbu......
Fejo.........
Fumoem rolo bom ....
dem dem ordinario ....
dem em f.ilha bom ....
dem dem ordinario ....
dem doni reslnlho.....
tu ngibre........
UonUM 2 arroba.-......
l|Me,Miianlia......
Launa em nenas grandes, .
dem dem pequeas ....
Ideiu en loros......
Madeii.i- praiiches ,|e auiarelln
do dous castados.....
dem dem de huiro ....
dem ialn.a~ de costado de ama-
relio de .t:, a 40 p. de o. e 2
1 2 a 3 de largurn ....
dem iilem ilito de dito o/naes.
Ideiu dem eioiadiiiho de dito.
dem dem soalho de dito. .
dem idem forro de dito. .
dem idem costada de Inoro .
dem idem cnsladinho de dito.
Idein idein soalho do dito .
dem dem forro de dil.....
dem idem dito de cedro. .
Iil'-ni toros de latajuba .
Idem varas de pereira. .
dem varas aguilhadas .
Idem quiriz ....
Idem em obras rodas de secupi-
ra para carros......
Idem idem eixos de dila para
ditas.........
Mol..........
MJio.........
Podras de amolar. ....
dem de lillrar. .' .
Idem relilos......
Piassara em molhos ....
Puntas de boi......
Sabo.
15:7815151
Sola ou vaqueta (meio)
Tapioca .....
I olas de boi. .
\ inagi-j.....
3aMM
libra 2M til
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libra 500
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quintal 1J280
du/ia 14600
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1$280
par lOsooo
108000
caada 2.11
alqueire 3S2IKI
ii ni a Dll
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> 1)ji!flU
um 200
reato 5$000
libra 120
arroba ljjOO
>> 7S0OO
om 4'sOOil
arroba. 3SI0O
rento 300
pipa 404(000
* *
l
Movment do porto.
k t REVISTA DIARIA.
r Aiiie-houtein ua pnvoacao do Uouteiro, deu-se
um incendio em diversas casas de palha situadas
margem do rio, sendo devoradas pelas chamas seis
Centre ellas. E como os seus habitantes, por po-
bres, fieassem em abrigo, uma subsrripco foi abor-
ta para a reedifteacao das mesmas casas."
Compre que o Sr. subdelegado daquella freguezia
publique quanto anlcs o nomc dessas lavadeiras, a
qualidade da roupa e a quem perteucia; o que far
reinar urnas cem da inesma oceupacao de torna-
reui-se \ climas daquelle desastre para Ucareni cuiu
a roupa alheia.
Tendo fallecido o delegado de polica de Gara-
nh'.ins, at hoje anda nao se acha essa raga preen-
chida.
Pessoa de cri crio nos informa que a falla de um
delegado eHorti|v nao dcixa de estar creando dilll-
ruldades aceto policial.
Pessoa di criterio nos remelle a carta ahaixo,
u. qual damos p jhlir.idadc pnra ver se deste modo
possivel obter-se providencias contra o arbitrio e
violencia de a guns senhores inspectores de quar-
leirao, que en leudem que o bem policiar esta na
prepotencia e; rbilrariedade :
< Illru." Sr. rodador da Irrisn. Diaria.Tendo
eu acordado es a imito uma hora da madrugada
com os lamcnl >s de um homem que se queixava de
estar amarradi por tal forma que as curdas Ihe cor-
til am os braco v. e continuando os lamentos por mui-
10 lempo seni |uc me deixassem dormir, vesli-me
depois de duat horas, e dcsci para a ra a verificar
o qun seria.
Dirigi-me i guarda do consulado geral, e in-
dagando da se lmela, mostrou-rue ella um misero
homem que ja r.ia licitado n'uina tarimba ao relento,
dzendo-mc ti rsdo all bolado por, creiv que qua-
Iro inspcclore de quarlcroo, era consequencia de
disturbios que lizera em casa por effeito de embria-
guez. Kxamii ei os amarrilhos, e conheci que com
3iianto nao es ivessein lotalmente arroxados, leu-
lam aislo pe > humidade dauoite o repetidoschu-
viscos que ca uram ; e que mesmo 00 estado em
que eslavam 1 rana inrouimodadissimos em conse-
quencia de o infeliz nao poder mudar de posieo
para obstar i d irmencia e inlorpecinienlo dos mem-
bros, de cujo tITcto elle tanto se queixava.
v.Ej|ior que n io ine parece conveniente que os taes
inspectores de quarteiro continucm a marlyrisar
aos niLseraveis que Ihe caheiii dcbaixo da afeada,
iiupondn castij o de sua pharitasia, militas vezes por
mera piegnifa de darem dous pasaos at casa de
deteiiro ; mi 1 or uo julgarem os presos dignos da
coudesjrndeiic a de algum bom Iratamento duran-
r.Jc51"" .'' Pnh" r"Kar Vm<,~ queira ler a bon-
^il^Z'l""t" ,,sle ab,,s"'1,cm''"""u
m,.n.elnri, rL0Sipro,S0.s 1" M obatiiMun (geral-
"S W '-1 Wiawn de andar, cousa que
Lfnn '"'c ^inedia.- tendo a polica
urna ou duas iarrocas eiMdaes para a conouccao
de presos, as quaes 9,ipphu Ulu|0 STBo
de costar, quando avultadissimas ,p,aVu.s se t
banjam em pu a perda, e con o maior escndalo
odiada pedindo a cantara ao
proiiucia para manda Coma-
lia caa de detencao, a poreo
Lr.i, visto que euteildeu-se com
publicas a este respeilo, a elle
sin possivol, pois existi alli
e pedra que os presos rae que-
ros da estrada do aiigiiinhn.
INICA JUDICIARIA.
TRIBUNAL DI RELQlO.
SESfsMi EM 5 DE MARt;o DE 1859.
rRF.siuEX 11 no exm. s. i.onseliieiiio eusilixo
DE Lg.vo.
As 10 lio 'as da mauhaa, prsenles os Srs. des-
embargado es Gilirana, Lourenco Santiago, Guer-
ra, Silva 0 mes, c o Dr. juiz dos feitos da fazenda
Alvaro Ra ialho Ucha Cavalcant, fallando com
causa pare pada o Sr. desembargador Caelano San-
tiago, pro arador da corda, foi aborta a sessao.
Panado os feitos e entregues os distribuidos,
proeedeu- e aosjulgaiiieutus seguinles :
Negaran a soltura pedida em abeas-corpus por
Manuel Ai ouio de Oliveira
RKCI'RSO CHIME.
Recorre te, Rernardino Lopes de Scnna ; recor-
rido, ojui o.
Sortead s os Srs. desembargadores Silva Gomes,
Guerra e ( tirana.
Negou-S pmvimenlo.
APCELUCOFS CRIMES.
Appella le, o juizo ; appellado, Damin Gomes
da Silva.
Mandar m a novo jury.
Appella lie, o juizo ; "appellado, Ignacio Pereira
de aleudo tea.
A novo jury.
Appella itc," o juizo ; appellada, Rosa Maria da
Encarnaci 0.
A novo jury.
Appella lie, o juizo ; appellado, Mauocl Joaquim
de Alineo a.
A novo ury.
Appella ile, o juizo ; appellada, Claudina Maria
de Jess.
A novo ury.
Appella He, o juizo; appellado, Jos Lourenco
Animar.
A novo jury.
Appella le!Onofre Manoel Messias Jnior; ap-
pellado, 1 juizo.
Improc idete.
Appell de, Joao de Dos da Hora; appellado o
"izo. rr '
Reforn ni-se a sentcnca absolvendo-se o reo.
aeeaivo de instrcmexto.
nle, D. Anna Delphiua Paes Rarrelo ; a"-
irmaudade do Sacramento do Cabo.
>s os Srs. desembargadores Gilirana e
Que se olliciasse i presidencia pedindo a pedra.
Oulro do fiscal d i Roa-Vista, informando que o
desembargador Jen nymo Marliuianu Figueira de
de Mello, leudo re |uerido e obtido lirenca para
abrir as ras fronluiras da Conceico c do Tam-
bi, jamis as poditi fechar agora com cerca, como
requer, lano mais quanto ja aliiexistem edilicacoes
o transito publico.lllcsolveu-se que o engenheiro
niforinasse a respeilo rircumslanciadamenle.
nutro do mesmo, informando que podia ser con-
cedida ao cidadaolAntonio de Moraes Gomes Fer-
reira a licenca qu 1 pede para continuar na cous-
li ticcao da casa p -incipada, sita ua ra da Aurora,
por se adiar ellai e conformidad com as posturas,
Coucedcu-se a licenca. '-,
Oulro do proco ador," remellando as cscripluras
das desapprupriai es elfoctudas, da casa terrea n.
8 do pateo de s. ;Ydro, que f)i opa orph.ios lilhos
e tutelados de I). Anua Isabel de Souza Leo, o
mais duas de la pa na puvoiteia da Var/.ea, que
perlenciain irm andado de Nossa Senhora do llo-
sario dos tirulos laquella fregueiM, inporiamlo a
primeira dusappiopriaco em 3:000j), unlribundo
Albino Jos Feneira da Ciiulia com metido desla
qiianlia, a aceita ido elle procurador ulna lotra a
vencer no prime ro de jullio desto anno de oulra
melado ; e a seg tuda desappropriaciio de 25tb. qu.
foram logo paga pedia o procurador se Ihe man-
daste abonar a c iianlia de 1S5>, que despender
com ladennos, lislribuicocs, cscripluras c copias
das mesmas: e lembrava ser conveniente marcar-
se um prazo pan o referido Albino demolir a
do paleo de S. [ u'dro, com o qual contratara a de-
niolico sem di speza da cmara.A cmara fiqou
entendida e ma idou expedir ordeui ao contador
para tancar em lespezasas quaiilias gastas, e fazer
SMUtla da letra a vencer, e tnarcou o prazo du n-
venla dias para a demolicao da casa.
0 Sr. Franca apreseutou una proposla para a
creacao de um passeio publico em rodado campo
de palacio do gpvcrno da provincia, e o Sr. Harala
pedio que ficasso addiada para a sessao seguinte.
De.spacharanj-se as peliroes de Amaro Jos No-
nes. Dr. Francisco Goucaivus de Moraes, Joaquim
le Vlbuqucrque e Mull, DesembargadorJuronymo
Miriiniano Figueira de Mello ; c levaulou-sc a
sessao.
Eu Manoel
Franca, pri
meida.Pnti
responden o Sr. Epaminondas.
Yin hacend mais quem tomasse a palana, pos-
to o parecei a votos foi approvado, c regeilada a
emenda.
l'assoit-se ordem do dia, Iralando-se da elei.ao
das seis enunnissoes, que eslavam por eleger.
Depois disso, o Sr. presidente narrou para a
ordem do dia de hojo, a continuaran da que eslava
designada, e mais o projeeto 11. 3li de 1S5S.
Levantoii-se a sessao s 2 o meialhoras da larde
CONSOLADO PROVINCIAL.
Rendi ment do dia 1 a
dem do dia 5 ,
Gommunicados.
erreira Aciol secretario, a subscrevi.
presidente.Rogo.Barata do Al-
Mello. Oliveira.Firmo.
Aggrav
gravada,
Sorten4
Guerra.
Deu-se
COMA
Cidade
provmeuto.
diligencias caiiir?
Comvi-ia no Sr. desembargador promotor da jus-
lica, as ai jellacoes crimes .
Appella lie, Manuel Antonio Chaves ; appellada,
a justica.
Appella ite, o juizo ; appellado, Pedro Soaresde
Mello Alv m.
Appelu ite, o juizo ; appellado, Manoel Alvos do
Nasciinen o.
Appella lie, o juizo ; appellado, Jos Barboza da
Silva.
CIVEIS.
Appella ue, a prcta Joaquina por seu curador ;
appellada D. Maria Rosa Moreira.
Ao Dr. mador geral.
distribiicOf.s.
Dstribi ram-se ao Sr. desembargador Gilirana,
o aggravo de pbtcao :
Aggrav nle, j Antonio da Cunha Soarcs Guima-
raes ; ag| -avado, o juizo.
As a ipcllacoes civeis :
Appell; lie, Francisco Gomes da Silva Saraiva;
appellada Luiza Thereza de .lesos.
Appella lie, Jos Benevidcs de S e Albuqiicrqiie;
appellado Manoel Ruarque de Macedo Lima.
As a ipellacocs civeis, por subsiituicao :
Appella le, Atina FrancLsoa da Conceico; ap-
pellados, 1 s herdeiros de Arcelino Francisco Nobre.
Appella te, Seraflrn Alves dos Santos ; appella-
do, Jos
As a
Appella
cxaittlre dos Sanios Moreira.
prllaooes crimes
.._ te, o Juizo ; appellado Frencisco Rodri-
gues de Fi ucirnilo.
Appella le, o juizo; adpellado, Joao Jos de
Arauj
Ao Sr.
policio :
Aggrava
gravado, o
ese 11
le, Josepha Thereza dos Prazetes;
juizo.
bargador Santiago, o aggravo de
CA DK SAVTO AMA O.
Victoria Su de fevercru.
Mei: chxro|aico.Tendo j na anterior missiia
tratado dos festejos do glorioso mariyr S. Sobastio,
bem que vns cuumuiiiquemos a -im couclusiio.
Os moradores da cidade e de fura foram eutreli-
dos uas tardes de 18 e ID com as cavalhadas corri-
das por cavalleiros oca e decentemente trajados :
e se a frente da matriz e o seu estanco pateo apre -
senlavam urna vista agradare) aos ollios do espec-
tador, Iluminados cm toda a sua circunferencia, o
interior doftcmplo, habitarao da imagem do santo
tnarlyr realrara em extremo com as scutilantes
luzernas que partam dos globos e lanternas de ci-
dro em ordem collocadas pelas paredes e columnas,
que siisientam o curo, incitando o brilhantismo da
esplendida annaeao, devida aosesforros chabilida-
de do Sr. I.Uexaadre Jos d" llollan'du Caralcan.
A msica da orchestra dirigida pelo Rvin. padre
meslre S|r. D. Jorge esleve cxcellenle. A oraran
recitada pele uvni. padre meslre Sr. Fr. Espirito
Santo, era que deseuvolveu descriplivamenlc a vi-
da do sed hroe, nos deixou conheecr o profunde/a
dos seus bonhecimentos oratorios.
O Santassimo Viatico em procissio pelas princi-
paes mas da cidade, onde se viam anildres decen-
temente i preparados, sobresahindo entre lodoso
om qne era levada a imagem daquelle a quem se
Iirigia I ida a feslividade, era ucompanhadu pelas
pnmeiras autoridades, oIRciaes superiores e subal-
ternos i a guarda nacional, confrarias, e numeroso
concursi du povo, sendo lodo csle passeio religio-
oso sua isado com sonoras pecas da msica mar-
cial. Ajo recollier-sc a procissao, mbio do novo ao
pulpilO|o ltvm. padre mostr Sr. Fr. Espirito Sanio
cuja presenca attrahio logo a altcneao, e benevo-
lencia dos espcladores. Tanta foi a" impressio aue
as sua palavras anteriores dexaram gravada nos
animoi dos seus ouvinles.
Segiio-se depois o Tc-cum.
t> resto da noile foi enlrelida com o bello e pti-
mo foto artitlcial preparado pelo hbil artista o Sr
Joaquim Jos de Santa Anua, natural desla ci-
dade.
O Sr. Thomaz de Aquino Ofivcira, thesoureiro e
director da festa he digno de elogios dos seus con-
cidados, pela sua elevada dedicago cm solemni-
s|r a; gloria indelcvel do sempre grande San Se-
bastii o.
Tu lo acabou na melhor ordem, c com prazer :
gract s ao bom povo da Victoria.
A loticia que por aqu vagn da priso do Sr.
cornel Antonio Pedro de S Brrelo, c causa quo a
niotirou, foi recebida com repugnancia ; porque
milito abonam an Sr. S Brrelo os seus ptimos
prec 'denles e qualidades, de que he adornado, fle-
ma, epente mahis. No he possivel, que o Sr. co-
ronejl S Brrelo de um momento para nutro se lor-
luuafa um perverso. Cromos, porlanto, que essas
susrjeitas contra um cidado Io honesto se desva-
necero.
Ap ras da nossa cidade carecen de illaminaeao
noiles de escuro. Peos queira que algum ilos
deputados des'e circulse lenibre desla ecas-
Tributar encomios ao mrito, trazar ao publico
nomes abalisados, enumerar accoes dignas do imi-
laco, consagrar vrtude a homcuagem que he
aevida, dar, conformo a regra evanglica a cada
um o que de justia Ihe pertouce, e a que jamis
pode locar baba do zoilo.
Temos a fazer sentir ao publico a boa direceo e
gerencia dacaila lilial do Banco do Brasil Basta
provincia : lomos a consignar nomos bem conbo-
cidos em Pernambuco, u cuja indvidualidade deve
aquello osiabeleciiueuto, e devu a praca do Recite
innmeros beneficios, bem quo osles* beneficios se
resuman en actos do proprio dever. Em verdade,
quem desconhece a probidado, uteireza e pruden-
cia do Exm. Sr. Barao de Soassiina, presideulu da
caixa filial f Quan tem aqmixar-SO das nianei-
ias cavalleirosas e prestancia dos senhores direc-
tores ?
Ti-sleiuunlia ocular da franqueza, e regularidad
de transaceues liancarias, (hundo como oulros iinti-
lOS Pcriiamhucanos OS bous elfeilos que o lento,
mniloraco c perfeitO roubec'uuento das cousas do
commercio que o digno presideulu, os dignos di-
rectores exhibem quolidianamente em benelicm do
publico e do cslalielociinoulo, ser-uos-hia milito
gralo se podessemos fazer a roseaba de todos os
tactos que so do, se o melindre pelo temor de
desgastar lautos homens benemritos c serio?, nos
permilliss designar seus nomes. E' sem divida
uma prnva exuberante do que vimos de aponlar Io
susciiitamenle a baixade cambio, o a faeidade, e
ao mesmo lempo seguranca, com que as transar-
cues se otTecluam, por isso mesmo que sob a di-
recr.au desses senhores, taes Iransacces nu se leui
tonudoo fruto vedado--eslende-se, beneliciam e
ajodam um circulo buiu exUnsode emprehendedures
o e.-peciiladros, que desla arrefecendo paixdes polili-
cas.quc nodo poaniuguem, osinleressa e prende
aos meios de augmentar seu capital, a taren que dar
a suas familias, que uo lourus croslados pelo fu-
zl das rui olucies, Abi na caixa filial se cucontra
recursos, c nesfos recursos melliores cuidados, mais
bum acortado afau du cumprir, benuficiaudo-se u
si eao paiz : o islosuiu despezai de empenhos, sem
o punhal dos i, 2 e meio, e s vezes tres por con-
t an mez [para fazer favor !) Alli pelo contrario,
a Ranea fcil, o crdito pessoal, e os proprios
bayeres dcada um.
Ese nos purmillido mencionar algiicm que bem
ha merecido do commercio todo, bem como de toda
a provincia, citaremos o lime do Exm. Sr. dispu-
tado geral, o director da caixa, Dr. Augusto Fre-
derico de Oliveira. Nao tumos sanan motives do
louvar a S. Exc, que cm nenhuma dan posteos
ollieiaes a que ha merecidamente attingidu, a lem
sempre satisfactoriamente dosempcnliado com hon-
ra, discenimentoe desiiileresse, nao perde jamis
com o contacto dos pretendenles as suas liellas tua-
itcras populares, e islo sem prejuizo de sua digni-
dade, e de seu carcter como liscalisador. A par de
S. Re. nao somenos sanos oulros Srs. directores,
a qoem consagramos nossa gratido.
Enlrelanlo, o Sr. A. F. de conla, segundo di-
zem, desairelos fiolilicos : e como nao seria as-
si 111 ? se apoltica nao fosse Io ephetnera e Io
egosta Pois bem : o Sr. A. F. de O. s tem na
praca do commercio de Periiambuco amigos enco-
niiaslas, enmo
O. I).
Prestes ao retirar-me da corte, disae-lbeque Ihe
quera passar um dnciiihenio para garaulia e vora-
cidade da divida, a respnsla foi .l'ero no meu
amigo,ue sr nao guizer /.car mal comino, nao fal-
te em letra, domnenlo, etc.!!
Ser possivel pagar nunca lana dedieaeao* Ser
mesnio possivel ooiiauc assiiu ser migar-! N.,
cromos, que nesla poca "de cmplela agiotasen!
egosmo, can faeidade se encontr amigos como
o Sr. Sabugal e sua mulher.
Mas como oulra cousa me nao dado fazer, .10
menos cnnheea o publico um homem eminente-
mente grande o generoso ; cohhra o publico urna
mulher verdadeira herona, dessas' que a Malaria
nos aprsenla como aojos de muneeticia e candara.
(.no poderei en mais dar? Meu eoraco, meu
eterno reconbccimeuto, ueus respoilos. a tan devo-
lados amigos ; e aceilcm, pois. uma alma pura e
penhorada, 11111 coraco que palpita arrebatado po-
is devores da gtatido, u admirado de lauta phi-
Bacall
lanlropia.Nada mais possooirerecer, porque a hu-
milde posieo emquo me lem collocado odesliuo,
nao me permiti oulra cousa dspor. Os nomes
desse casal scro inseparaveis de minha me-
moria. Fcilos destes, perteucom a historia,sai
ella iide dar-lhc o vaTlor decido, porque ella sabe
respoitarsagradamente o mrito, o ropellir ener-
gicainenle o demeritoa historia, pois, faca o ver-
dadeiro couienlario desses dous grandiosos vultos.
Dcsculpein os meus distinctos amigos se oRendo
a modestia que esenabrece, o a vrtude real que os
distingue noste litrbilho.....
Reate 21 de fevereiro du 1859.
llomiiahio Alces tTOUceira
Publicacoes a pedido.
No Diario de Pernambuco de 19 de fevereiro lo-
mos um pequeuo artigo firmado pelo inlerestado do
norte, em que so diz oslar em coudiccoes de diaso-
liicu a eompanhij l'ernambucana, c como urna tal
noticia lem posto em vibraco os inleresses agrco-
las rommorciacs da provincia, i amos erguer a
nossa traca miz etu prol desses intullimi
Is prngnssos da industria o dn cnminercin mati-
to.iu com a coininunicaco e a Irausporle as rela-
coesde causas a elfeilo. A rapidez na truca dos
productos por isso que po em mnvimentn os inle-
resses de Indo o genero, acelerando as Iransoroho-,
conservan os casilaes eo Irabalbo :.....lianteabo-
licio e fazeui progredir a soriudadu rom aiiianu
rapidez possivel.
Debalde a agricultura proditzir a materia prima,
debalde a induslrin transformar esses productos',
e o eommerri laucar mo dolles para Irausporla-
los aotule a necessidade os reclama, alim de satis.
fazer as exigencias sociaes, seno houvessein as vas
le oiiiiniiiiiicaco.
Aon neeoi'iantes,
0 crdito vem da probidado, a riqueza nasce da
economa ; quem, pois, se dedica vida comtner-
cial, e nesla aspira um futuro feliz, carece da pro-
bidado, ruino base do crdito e da economa, como
tni da riqueza.
Desojar a repulaco commcrcial sem honra e
probidado, que tara (i; aos oulros comnicrciantes ;
querer amontoar capilaes sem ler economa nem
amor ao trahalho, he ser um louen.
1 sin urna regra comprehensiva de todos os
commerr antas.
Mas nos querernos fazer uma applicaco especial
a elasse dos caixeiros, o fazersobrusahiro rigor rom
que ella aqui so manifesta.
E, de feito, se lodos os negociantes carecem de
probidade c economa, as duas virtudes commer-
ciaes por excelleucia, como nao carecer de ser
probo e econmico aquello que, escolhendo o esta-
do do coniinerciaule, como o-iuas proprio para Ihe
garantir os meios de subsistencia e proporcionar as
rondicos de folicdade (desejo quo exista em todas
os almas elevadas) enlra na vida commcrcial sem
crdito nem riquezas?!!
MI a que proposito vicram essas renexocs ?
Ki lo :
Ha nesla cidade dous focos de inmoralidad.', que
se clianiambailes masques ; um na ra da
I raa a entro no caes do Apollo, onde ha pouens e
leu uma grande assuada do qne resultaram feri-
meiitos, senique a polica intcrrinssc, nao sabemos
o porque. Estes lugares, tod-is ,, sabem, o pon-
to das orgias de quanta meretriz ha por abi ; e
tambem o lugar da perdieo de muitos caixeiros,
que sem economa anuma rao alimentar o lux
destes lugares em detrimento d>-sua bolsa o. o que
nias be, em detrimento, s vezes, da bolsa de seus
pairos, que sao prejndicados enl seus interessea
sem o salieren), porque laes .icios sao platicados
occultamente,
Ura esses principios nao sao verdadeiros smen-
le cnin relacao aos grandes ncleos da industria e
da agricultura.
As pequeas pracas, a pequea agricultura, como
ludo que nasce. carocedora deniaiores dosvellos,
lem mi.montoso nloiesse em que o alimento Ihe nao
fall".
Alagoas, pois, esl nestas condieoes. 0 nosso
commercio pequeo verdade em refaci s pruoas
brasileiras de primeira pinina, vai tomando com lu-
do grande folego, a nossa agricultura jiecessita do
urna lapida sabida a seus productos. uestes cun-
dinos que estamos nmeacados de perder a conipa-
nhia Pernnnbucana!
Nao seguimos a doutrina d'aquelles que fazem do
governo o senhor da indosiria, nao, comprebende-
mos o perigo de um tal principo. : quando o gover-
no vive por lodos, nngueni vive.
Odiretto publico, porm, acoosclha que quando a
industria iiascente, quando, us capilaes sao tra-
eos e anida medrosos, o governo alante os capilaes
garanta as eiuprezas, e favoroca por todos os meios
a sen alcance o dcscuvolvimcnto da industria.
Em uome da provincia, em nomo do ciuumercio, em
mue da agricultura, que tem sido Io espinhosa-
niPiile contrariada por lanas causas rogamos aos
que se acham na direceo da ciupiv/.a que, arros-
lem rom mais algiius sacrificios, alim de manler-su
as liulias de vapores que t.iu relevanius sirvios
lio prestado no toral que se usleude de jilace iili
o Cear.
Cumpre tambem que o governo gerul nao despre-
se os nossos reclamos, lindo em Soecorto do urna
eoinpanhia que lem atracos de mil obstculo e sa-
crificios supremo, eutretido as relucoes cominer-
ciaes entre cinco pracas, sem oulro "proveilo para
que uo aojan gloria de prestar um beneficio ae
paiz.
Chamamos tinalmcnlc a allemo do nnssus re-
presentaiites para que facain valer no suio da repre-
suulaco nacional esses Io importantes inleresses
que se ligam vilalmeiiie existencia da companliia
l'ern.imliiic.ina, e obleiiham por seos osfurcos a co-
adjuvaco que para isso se faz luislcr.
L'm intertusado do sul.
PRACA DO RECIFE 5 DE MARCO DE 1859,
AS 3 HORAS UA TARDE.
Kt>\ istu tteinanal.
Cambios-----------Sarou-se sobra Londres a 25 1'4
com prazo e a 20 a diuheiro.
Algodo----------- Vieran ao mercado 173 lacean,
lendo-se vendido de 7^600 a
7$7IM1 por arroba dos Uuos, 7f {00
dos regulares a ~$ pelos de se-
gunda surte.
Assucar-----------o blanco de 2." e I." aorta bom
vendeu-se de 3t500 a 3$900 por
por arroba, a I." surte de 3$200 a
3>lii, e o smenos de J.imlii a
iSM'ili. I) mase,nado purgado do
^700 a 2jK00, America de 4g52ll
a S6tHI, e Canal de g!50 a 2)500
tendn entrado nesla semana
23,100 saceos.
Arroz Vendeu-so a 2$200 por arroba.
A/.eili' doce--------dem a 2jCjt) por galn du
I. ishua.
lleguloii em atacado a 14;
por barrica e a retalho de 1
a 15j, licaudo em d.iposl.i
barricas.
Raalas--------------Vendeu-se a 800 por arrolla.
Carne secca A do llio Grande vendeu-se de
5J500 a 69 por arroba, e a de
Buenos Avres da 3CB00 a ltHI.
licaudo em ser 16.1KH) arrobas da
primeira e 10,000 da segunda.
Caf.......Vendou-se de 4J500 ao"il)0 por
arroba.
Chi.......dem a 18600 por libra.
Canio do podra- dem a 1t>$000 por tonelada do
mando.
Carreja--------------dem a 58600 a duzia de gar-
rafas.
Farinha de trigo -Tivainos um carregamenlo de Bal-
liraore, com o qual o deposito
conserva-se boje com 22.GOO bar-
rieas, sendo 1,100 de Hichmond,
7,100 de Trieste, 3.000 de Balli-
loore, 2,000 de New Orleaus e
2,400 do l'hiladclphia, teudo-se
relalhado de 17S a 19$ a de Hich-
mond, de. 218 a 23 a de Trieste,
15$ a 1S$ a de Baliimore e a 18$
as duas ultimas qualidades.
Dita de mandioca-ldeiu de :,j a \S por sacro.
I'i ijo---------------\endeu-se de 3^1100 a 4|200 por
arroba.
Louca------------ Idein a 270 por ceulo de premio
sobre a factura.
Cenebra-----------Idem a 280 reis por botija
Jlanleiga-----------A ingloza vendeu-se a 700 reis
a libra, e da franceza uo se lize-
ram vendas, exislindo boje en
deposito 1,500 barris.
Toncnho-----------\i'iideu-se a 1IJ is. por ar-
roba.!,
Sabo-.....\iiideu-se a 110 rs. por libra do
amarillo.
Vinagre-----------Vendeu-se a 120$ rs. a pipa do de
Lisboa.
Vinlios......t) de Lisboa vendeu-se a 220 e o
de Colle a 132.
Descont-----------Uogiilaui a 8 por cenlo
I-retes-------- Para a Mediterrneo a 45, e 37
para o Canal.
Kntr.ir.iiu durante a semana os seguinles volu-
mes: dos porlos estrangeiros. 3.566 barricas baca-
lho, 68 barris e 215 caixas cerveja, 21 ditas quei-
jos, 50 ditas agurdenlo de Franca, 159 ditas folhas
de Flatidres. 50 barris inauteiga, 20 caixas nioslar-
da, 1,503 barras de ferro, 48 toneladas carvo de
podra, 346 lagedos, 1,500 dormitorios, 275 volumes
diversas mercaduras : dosdo imperio, 1770 saceos
farinha, 521 ditos arroz, 423 ditos inilho, 114 ditos
caf, 2 ditos cera, 110 ditos gomma, 1,632 molhos
sola, 13U coiiiosvacciins, 10 macos couros midos,
296 aIq ue res sal, 8,815 amibas charque, 200 ditas
sobo, 200 ditas giaxa, 150 volumes diversas merca-
lunas.
Sahiram para os porlos estrangairos, 2,860 sac-
eos e 1, 50 barricas assucar. 20 pipas esprilos, 30
ditas agurdente, 3,692 volumes diversos mercado-
ras ; para os do imperio, 306 arrobas carne, 10
barriqiiuhas assucar, e 192 relames gneros estran-
geiros.
Aoham-se a carga 10 navios ; sendo 3 para Lis-
ba, 2 para a Porto, 1 para o Bio de Janeiro, e 3
para os porlos do norte ; destes 5 porluguezes e
o brasileiros.
Nacios entradas no dia 6.
:259$945| Macei2 das, brigue inglez Inn Uiury. de 191
-------- toneladas, capilo Codaiz, equipagem 10 em las-
17:024$296 lro ; a Saundurs Brothers & C.
A'ntios sahidot no wiiio dia.
SlcchojmBriguo sueco Mpkild. capilo Petersnn,
11-7743830 carga assucar.
1:174$731 Bio do JaneiroBrigue brasileiro Tres migvs, ra-
----------------pitoI.T. Teixeira, carga assucar.
12:949|56l C*1""' pp'o Rio frande do Norte, brigue inglez
.Varia lae, capilo Philipp Cleary, em laslro de
assucar.
Ohsercaco.
Sabio c fundeou nu Limarn para acbar de carro-
gar a barca ingleza Hiadoo.
New-Redfonl, galera americana Ahesel Ue.bss, ca-
pilo Charlea Slotson, com a inesma carga quo
trouxe suspeadeu du Uuiaro.
"""OBSF.VACOIS METEOROLGICAS,
nu 5 de maco.
\*
*
TXXTO. TEnaOVETRO
O

L 4 3 i- B
* ^ 5 S SI = 2
-^ '5 a s <3 y 5
Cumiilus NF. Reg. Zl'.i 21lt 81 75
28.3 22.6 HA 76
Un* iis E :I.O UM 8ti 78
* 9 29.4 3.5 m:, 83
- ENE * 28,8 2:1.1 81 "

mm.
756
f.Vi.8
755.5
755
A noile estece nublada echuvosa, vento \E, veii
para o terral o ao amaiihocer tniidou pelo \.
Oh erratoriodo arsenal de marinha 5 de marco de
1859.
Virus Jniioii.
Declarares.
A matihaa (domingo) deve 1er lugar o embar-
3ite na galera portugueza Ol' istinclos e liis conimerciantes a nossa praca do
Pernatnbuco ; ebefe du tuna numerosa familia, es-
poso incomparavel, pa carinhoso e extremoso, ami-
go illuslre, liel e generoso ; um homem digno
de todos os elogios, todas as boas e excellentes vir-
tudes o ornam. Queremos fallar do Illm. Sr. com-
mundador Manoel Joaquim Ramos e Silva, presi-
dente do novo banco desla cidade, deputado do mo-
realissimo tribunal do commercio, um dos direc-
tores da companltia de Seguros Martimos, nego-
ciante em grosso trato, etc. etc. Embarca para Por-
tugal, alim de se rcslabolerer de uma cruel enfer-
lutoada que o persegue lia mais de dous meses.
Somi-ntc desojamos an Illm. Sr. Ramos eSilva anua
prospera e feliz viagem, i eslabclecendo-se logo des-
ta longa enfermidado, para prazer e ronleiilainen-
lo de sua Exma. familia o
uostimam, e Ihe trihutam
do amigo.
Ilocife, 5 de marcode 1858,
todos aquellos que
verdadeim respeilo
Paula tos |ii'i't;os correutos lo assucar,
nlgotlao p mais gpiicros r oi-odiir-
f oes iiacionaps
que se Hesptirham pela mesa Ho consu-
lado de Pernainbnvn na arma-
ra de la 12 de mam, a>lK59
arroba
Assucar branc
dem mascavado ....
Algodo em pluma 1." sorte.
Idem idem 2.* dita. .
dem dem 3.* dita .
dem em carneo ....
Agurdenle al'cpol ou espirito
de agurdenle
Idem caxaca. .
Idem de cana.......
Idem genebra....... ..
dem dem.......botija
dem licor.......caada
3S600
2600
7,s'70(l
7,<300
6J900
1925
Directora eral da instraceao publi- '
cm. da proviuria.
Por esla secretaria faz-so constar a quem con-
vier, que o exaoie dos roncorrentes s cadeiras va-
gas de iosl rucead elementar do. primeiro grao para
o sexo masculino de N. S do 0 de Ipomea, de \.
S. do O de ftoianua e Bom Jardn], por deliberaran
do Sr. director geral interino o Dr. Jernimo Vil
lulla de Castro lavares, leri lugar no dla-10 do
correle.
Secretaria da .nsiruccan publica 4 de marro de
1859.O secretao,
Vanrisco Prriro freir.
Pela ronladoriada cmara muniripal do Recite,
so faz publico, qur o prazo marcado para pagamen-
to dos impostes oV. estabelcriinenlos, litida-se no
ultimo de mareo do corrente atino, e todos aquellos
que nao pagarem, llcam sujeilos multa do tres
por cont ao valoi do mesmo imposto. Contadu-
ra da cmara mutiripal do Recife 10 de fevereiro
de 1859.O conla lor,
Joaquim Tarares Rodocalho.
Conselbo administratlro.
O conselho administrativo, para furiterimenlo do
arsenal de guerra, lem de comprar os objectos se-
guimos :
Para o (J." balalho de infantera.
l.vro para regL'Iro doa e tilulos de voluntarios
engajados que assentam praca 1, tendo 100 folhas
com ltt l 1 pnllegadas de largura al 1/2 de lotu-
primento.
Fortaleza do Brum.
Par. de ferro 2.
Paraprociment das armmtnt io arsenal ie
merra.
_ Bia, errobas 10; pregos de
mea cabera, railheiros 20.
Vuem qttizor vender taes objectos aprsenle as
suas proposlas em carta fechada ua secretaria du
conselho s 10 horas da mauhaa do dia 7 do correu-
le mez.
Saladas sessoes do conselho dminislral'n o para
fornecimeuto do arsenal de guern 28 de fevereiro de
1859.tiento Jos tamenha .iiu coronel presuTeh-
le.Francisco Joaquim Pereira Lobo, vogal secre-
tario
Tribunal lo ronmerel.
Pela secretaria do tribunal do ;ommerci0 de Per-
nambuco se faz publico, que na lata ufra iora com-
Siclentumunte registrada a osr.riptura de dislralu que
zcram Joo Teixoira de Soiui Lima e Prancisru
Thomaz das Noves, da socedide que linham em
urna padana, sita na ra dos Pros, u em um depo-
sito na ra Nova desta cidade, cando a Uquidaco
do activo e passivo da socedide pertenceudo ao
socio Joo Teixeira de Souza Lima.
Secretara 2du marco de SSf.Dinamtrica 4a-
gusin do Reg Rangel' no impidimenlo do oflicial
maior.
Triliiimil lo commercio.
I'el a seireiari.i do tribunal di commercio de Per-
nambuco se faz publico, que ndala itifra lora com-
petentemente registrado o pap.l d. dislralo social,
e ajuste de comas que lizurara Guilherme Prederi-
co de Souza Carvalho e Domiti;os Jos da Costa (lui-
mares, socios supervivenles, l). Claudina Senlio-
rinlia Viuira de Carvalho, vima de Vicente Alves
de Souza Carvalho, da rociedide que existia nesla
cidade sob a lirma de Vicente Alvos de Souza Car-
valho A C, restando a liqtdarao a quanlia de
7:606$092em dividas activas. "
Secretaria 5 de marco de 1859. Dinamerico
Angosto do Reg Rangel, no impedimento do oIR-
cial maior.
Vi

caada
dem idem.
Idem restilcda e do reino. .
Arroz pilado......,
dem com casca.....
Azeile de iiiim.ma.....
dem de metidoim e de coco.
Idem de peixe......
Aves araras.......
Idein papagaios......
dem perequilos.....
Rolaehas........
Biscoitos........
Cete......., [
Cachimbos.......
Caf em grao bom.....
Idem dem restolho .
Idem idem com csea. .
Idem moid......
Carne secca ...... \
Cara do carnauba en pan
dem idein em velas ....
Charutos bous ....
dem ordinarios ..'.".
Idem regala e primor. .
garrafa
caada
arroba
alqueire
caada
urna
um

arroba

milheiro
arroba
cenia
1MUIS
CASSINO POPULAR
NO
HaGSSYOSO SJ&ift
DO
PALACETE DA RA DA PRA1A.
HOJE.
A socirdadeCossino Popular lema honra de par-
teripnr (O respeilare! publico, que hoje ha baile. .
que se*o empregados todos os meios nao s para
que s.ja com toda a siimptuosidade e brilhantismo,
4^000 com' lambem para que reine a boa ordem e har-
5J20OI moa do cosime, alim de que os bailes do Canino
4$400 P 4X000 j asoas que se dignam honra-Ios.
9J600 A orchestra oxecular um lindo e novo reperto-
6JO00|rio de polekas, valsas, scholhis, quadrilhas, ele.
lie rotiformidade com o regulamento, que o Illm.
Sr. Dr. chele de polica se dignou approvar, ser
vedado o ngresso aquellas pessoas que uo se npre-
senlnremcom a devida decencia, quercom mascaras
ig500 quersem ellas; aasim como nao e permittido a pes-
400
10
940
640
280
800
28500
35500
1120
1600
1S200
I2,eini
3S000
18000
3g840
7fflHM)
58500
1

1


yaoa olguma procurar d aibrir os segredos dos mas-
arn-i.
Oseando* do ingrcss estarn 4 ronda no lugar
dn costme, para cavad iras 2$ c. para damas ralis.
Principiara as 8 hora; da nnilo o terminar lis
N. II Haver sorvole al s 10 huras.
Publicaco Iliteraria.
0 casamento ci vil f> o casamento
0 religioso..
Evame da propostai do governo apresen-
tada a' capara
dos deputados na sessaode 19 de julho do
atino proymo patsado,
pe .o na.
IIIUZ FLORFMINO HEUUQIE DE SOIZA,
' Late catliedn leo da Faculdmle
' de Uirelt do Reoife.
Acha-se im prelb e brevemente sahir luzesla
importante publicaran, onde so discute a grave
queslo dos cirnnment mixto* no Brasil, BUSten-
landn-sc os inaufercn^ dircitns da religio Calho-
ln-n Apostlica Ttmnana o ao mesmn lempo o dog-
ma poltico da uossa r instituirn, i|i- prodamou
HelijiaooEnlodo fliella religiao divina.
* Para cnhrlr as despez isda ininresaan, subscreve-
sp as tintaras da prao, da Independencia ns. 6 e
X, p da na do Cnllegin i..., de Miranda & Yasrnn-
i, llus a raan de. 2j0oX por cada oxomplar.
Para
Avisos i iai'ilinios.
Segu imprPterireluiqnle ho dia 20 dn cnrrenle 0
patacho portuguez Jare*, novo e depriineira mar-
i-lia, recebe alguma canga afielo: para Iralar com
Jos dos Santos Pereira Janlim, ou rom o i apilan
Jos Marques Coelho So irmlio.
Para o Rio Grande
do Sul,
segu coin mulla br cidade o brigue nacional
Hoque daToroeira, por ji ler dous toreos da carga
y prosapia : para o reato, ilrala-sc coni o consignala-
rin, ra da Cruz n. Si. I
Para Lisboa.
Sahira' no dia 2t do correte mez o
brigue portuguer. Luia, por ter o seu car-
egamento quasi cofnpleto ; quero nelle
quizer carrejar o rosto que lne falta ou
ir de pasageinnarajo que tero excellen-
tes commodos, diiijau-se ao capitao na
prat^a do comniercio ou aos seus con-
signatario* Francisco Se veri ano Ka Le I lo
ii Filfio no largo da Astemblea.
Araraty,
> Segu ncsles dias a Male Comi dn Sorle, reoc-
ln> carga p passageirps ; a tratar rom f.aotano Cy-
liaen da C. M., no lado db Corpo Santo n. 25, ph-
meira andaj.
Maraniho ePar.
Va i sabir coa a rnaioi- bi-evidade pos
. .'sivelo palhabote nacional Novaes : quero
no inesmo quizer carregar ou r de pas-
sagem para o que em bons commodos
dirija-eaocapit3o na praca do commer-
cioou a E. H. Wyatt na ra do Trapi-
che u. 18.
(ear e Hundai.
. Segu com breidade [o palhabote Souralense,
recebe carga p paasageiros : a tratar com Caelano
i yriaoo da C. M., solado do Corpo Santo n. 25,
pnmoiro andar.
r ABA LISBOA.
Val sahir ah o dia 10 d|> corrate marco n muilo
veleiro paiabole Mario quem quizer carregar di-
rija-sp aosionsignatario.s Cari-albo, Xogueira & l'..,
na ra da Cruz a. 40. primeiro audar.
ooi o Uo capili > Hki isleiodu brigue suecn I). Tbo-
oeza (do qu.il sconsignatarios os Sis. Y O. Bic-
hero: ('..; em pr senca do Sr. cnsul da Suoria o
Noruega, e por onla e risco de quem porten, er.do
QilO brizne com todo sen apaiolhuc perln, es,tal
qual so achant deadb uo lugar da descarga ste
porto, onde m tempnte arriben p tai legalmenle
condcmiindo, aj sua meante viageni que fa/.ia da
11 io de Janeiro i un destino a Falmuiilli : os pro-
teudenles sao c olvidado.-, pulo presente au exanie
previo do dilo 1 'itfue, assim cuino do inventario
einpoder do im irado agente: .-cguiida-feira 7 do
camales mei dia empento, na salada assbcta-
cao commercial desuj praca.
LEILAO
DE
BARRICAS VAZIAS.
Segunda- era 7 do coi-rente.
No da acin
Sr. Araujn no c^
la doqupni perl
(A til (rio
lt*-.nii;(,|,i porta do inuo/i-m )
sd'\piUii, ^^'nd'r-s*-lla poreou-
cttt an mi'ic da om poni
Diario de Pernambuco.Segunda feira 7 de Marco de 1859.
2,500 btrricas internadas.
7 do corren I
a<; UNTE
/
e.
duard Heir Pingeou, subdito suisso, ruli-i
ra-se lara a Kuropa.
is ahaixo assignados participan! an respeita- i
relpuhlicn principalmente ao corpo do rommercio
que a larlaram amigarelmeiiU) a snciedade (Ule-!
uliam na taberna sita as Cinco Puntas n. 152 ai
qual{ erara sol a Urina social Vires ,\ Knuida li-
i'audo o socio Krinida enearregado do passtvo e
ailin da casa. Recie de marco de 1&5U.Fran-
cisco los Pires.Antonio Jos Pereira Krinida.
= l'reeisa-se de lira oilor para un sitio porto
da pr ca que soja capaz : a tratar un ra da Madre
dclleisn. 2.
Precisa-so do urna ama forra ou captiva para
cosin lar em casa de pouca familia ; na travessa da
Hade da Heos n.03.
Manuel Antonio Pires, subdito hespanhol, re-
lira-s! para a Kuropa at o ilm do correnle mez :
se julgur sen credor baja de apresentar suas
; assiui cuido quoin for seu deredor, derer
) no prazo de oilo dias, pots o que assim niio
passar pelo desgoslo de solrer as ponas que
i a le. heeife 5 do marco de 1859.
Precisa-se comprar dous eseraros para Iraba-
ecampo, que sejam robustos: quem os lirer,
diriji-se an Ilm da ra Augusta, casa de Anacleto
Jos de Mondonca.
Bernardiuo Jos da Silva Braga mora na na
da S nzala Nova n. 22.
- Em casa de Brender a Brandis &
C, ra do Trapiche Vovon 16, vendem-
se i Jiarutos da Babia da afamada marca
forjraa de Uavana, primeira qualidade ;
gcaebra em frasqueiras especial para esta
de particulares.
-- Precisa-sede una ama deleite forra ou rap-
parn una casa eslrangeira, niio se olba n proco:
na do Trapo-he Novo n. 12. Precisa-se. lanibni
ou >orviro de casa.
quen
mili,
paga
fizer,
n i a re
ilio~i
Segunda- eirtt
p :lo
PESTAA.
fi supradilo a ente vender por cotila de quem
perteurer no dia nciina designado p pelas 10 horas
da maniaa no a mazem de Andrade & Kumpello no
Fortedo Mallos seginnlo genero vindo de l.irer-
pool no navio S piiq
HSI)=40 caixas in lOOduziasde garrafas de cer-
\ eja branca em garrafas inleiras.
ifl ditas ( un 140 ditas em meias garrafas.
Avi
sos diversos.
llnga-so |
brasileira, ipip t nlia bomlade do rir ra da Ka-!
deia do baio di
1
Era, Mara Januaria do Mosquita.
tir
na
Santo Amonio, toja de marcineirn
GABINETE PORTUGUEZ
DE
LirniM.
direrloria do Gabincle Portuguez de Leilura,
i*ando da faculdade que lhe cencedem os estalu-
lis no S C do arl. 46, e leudo na devida considera-
c io as regalias dos socios^ rosolreu em sesso de
1 i do correnle adoptar a segniile disposieao, que
[ rincipiar a ler rigor uo dia 1." de uiorco'do cur-
enle mino ;
1.* Os (Modados que ullrapassarcni o lempo
narrado para lr qualquer li'. ro, leo o snanensao
a leilura exloma por lanos dias quantos lirerem
xcedidn o prazo determinado.
Secretaria do Calele cu 15 de ferereiro de
u.lK, ou de anijunciar sua inorada, aflu de traiar I S59, 2, scrri-',a'i.
do negocio que i io ignora. rT,.,x.._.-,_.,. 0* ^ Barrote.
de mu U.m coziulieiro, ou bras- '\ .>'\X..'''. ;'\.3;,." -: '
iro, e paga-se bem: na ra do .('
O, subdiio sardo, rai a F.urapa.
nina mull .' p.n-.i enzinbar para
as pi-ssoas que qiiizerem, diri-
U.4. o.. \.':.._ -. *
Precisa-se
leiro nu estroiif
Amorim n. :I6.
Nieol.i Bru
Ollerecc-se
fra, em sua casi
ja-se a ra do lli
Aluga-se u
fronte do cbafari
na ra de Apollo
(Juem prco ar de u m criado para servico de
sala ou para and: r com carro dirija-se ao pateo do

sarioda lina-Vista n. :17.
armazem ama do lliiini, de-
Carino sobrado n
1
/
Naranhao e Para
O veleiro e bem roueijituado hiato I.imro P\-
ni ktf, capillo Jos Pinto Nones, val sabir com bre-
i i.lade por ter mais -do nn'tade da carga contratada.
Para o resto Irata-se eom j consignatarios Alnni-
f da Gomes, flves 4 C. na da Cruz n. 27 ou com o
. inesmo rapito
Para Lisboa segu mprelerivelmento no dia
IH de marco corrente, v liem condecido brigue
portuguez Cmanle ; para o resto da carga e
passageiros, tiata-se roiu os consignarios Tbomaz
de Aquino Fonseca l Filho, ou com o capitao na
(naca.
Para o Porto, a barca porlugueza Sanio Cruz
,vai sabir imprelerivclmenle no da 31 o correnle
marco; as pessoas me na mesma qoizerem carre-
gar ou irde passagnm.para o que lera bons commo-
dos, (firijam-se aos consignatarios Thoma/. de Aqui-
# no Fuhseca 4: Filho na roa do Vigario n. 1, primei-
io andar, ou ao capitao na praca.
Leiloes.
proprio para reeolhcr
n. 7.
a tratar
K
Kliziario An oum do-Santos e sua senhora
D. llenri piel Bibiana dos Sanios, fazeni
cente que n< lerra-feira prxima, pelas 8 e
1/2 horas da u anbaa, e celebra ua igreja ma-
triz do Corpo anlo, urna missa pelo eterno
repouso do su mni ojiara sogra c niai D. Ma-
tbilde Uellina e Cauro, convidara a todas as
pessoas com ci ja amizade e relaees so hon-
ra a esse caridoso e religioso
es assim no maior agradeci-
ram aassi-iir.
acto, licaudo-l
ment.
Aade leile.
Na na da Cade a do (lecife n. 25 loja, precisa-si
de urna ama de le
ga-sn bem.
Aluga-tb um
do rio Capiba be,
de Uchoa
26.
cimento, que ten
lyrios n. :!6, lalni
niio ignora.
t) Sr. Jos
e, a( verle-so que se trata e pa-
i'all
gem
sobrado a mar
na estrada de ponte
r na ra da Aurora
Rnga-seanS Chnslnrao de Sanliagodo Nas-
1 i a bondade de rir ra dos Mar-
a, alliu de iralar de negocio que
fiuim Barbosa, que moren na
ite Diario dizer sua mora, que
ocio de seu. inlercsse.
ado declara ao rcspeilarel pu-
sercaixeiro no Sr. Jorge Fur-
ness, empreiteiro da estrada de ferro, desde o din
4 do corrente c as adere o bom (ratamente do Sr.
Jorge ISond. Reci 5 de marco de 1859. Adolpho
ttephe Yaz Pim* \ta.
O ababo asa tnado faz publico ao corpo com-
mercial c a quem :onvier, que deixou boje de ser
procurador de sua ogra Maria da Conceicao Soares
da Mondonca, u a ministrador da taberna da ra
de Salta Cecilia n 18, e por isso desonerado de
qualquer encargo, lecife 5 de mareo de 1859.Ma-
nuel Panlaleo da Co(nMonteiro.'
Pora casa de marido o mullier, precisa-se de
urna ama para cozi ihar e fazer o serVtro iuterior da
casa : a tratar na r la da Senzalla Nova ir 4.
m caixeiro para taberna, o qual
sma, de 10 a 12 anuos : a traiar
.. ... ... ........
' Frederico Leme-ke.
'y-
PROFESSOR I)K PIANO F. CANTO
Xv I! na lo Sol n. I o.
Precisa-se alugar urna casa terrea em bom es-
ado, no bairro de Sanio Antonio ou Bua-Visla : di-
rija-se ra do Crespo n. 2.
Ao hotel trovador.
Run lai'v,:i ti Rosnri n. 4(1.
O pronrietario deste hotel, leudo melhorado
sen eslaLeleeilpulo, parlicipa a seus freguezes e
pnpiilaeio desla cidade, queso encarrega de prepa-
rar janlaros para casas particulares o esludanles,
por ennunodo proco, c que lora comida o toda a
snrle de peliseus a qualquer hora, como tambera
caf, cha, vinhos, refrescos o chocolate todas as
noilos. Vender lambeni lodos os domingos de Ma-
nila* a oxeeente raao de varea. No mesmo hotel
ha qunrlos para alugar docenlenicnte preparados,
e una sala bem mobilbada para receber risitas, lle-
ven,lo o propietario fa/ei mitros mellioramentos
de que carece o seu hotel, espora para esse Ilm
merecer a coadjuraco do scnipre generoso povo
Peniamhiicano.
Jnaquim Carnoiro de Mello relira-se para a Fu-
ropa a traiar de seus negocios, por se adiar liquida-
do insta praca, por isso faz esle para que nao p-
uha impedimento na sua viagem.
LOTERA
PROVINCIA
OSr. thesoureiro manda fazer publico
que se acbam a venda todos os dias das 9
boras da manhaa as 8 da noite, no pavi-
mento terreo da casa da ra da Aurora n.
26 e as casas commissionadas pelo inesmo
Senhor thesoureiro na praca da Inde-
pendencia numero 22 e na ra Direita
n. 85, ate' as G horas da tarde, somonte os
bilhetes e meios da stima parte da se-
gunda lotera do Gymnasio Pernambu-
cano cujas roda deverao andar impre-
terivelmente no dia 12 de marco p. f.
Thesouraria das loteras 2C de feveretro
de 1859.O eicrivo. J. M. da Cruz.
Precisa-se fallar ao Sr. Paulino da Silva Min-
dello, na na da Senzala Yelhaii. 91.
Fugio no mek de Janeiro a prela Victoria, ro-
iresenta ler 40 anuos, de naco Mocainqne. crtr meia
ula, alta e magra, lein una serrilha do alto da tes-
la pona do nariz, sign.il da Ierra dolles, falla um
pouro alrapalhada, anda depressa ; lerou vestido
de chita ou riscado escuro ; consta que anda lavan-
do roupa no Mouleiro : roga-se aos capitaes de cam-
po a sua apprehensan, que sero bem recompensa-
dos, na Capunga, ou na praca da liidependoncia n.
15, loja do Arantes.
= Aluga-se o sobrado em fronte ao cliafaiiz de
Pora de Portas, com bous eomnioilos para familia,
os prolendentos pndem procurar a charo no arma-
zn) do Sr. Rezeude junto ao mesmo, e para ajustar
na roa do Apollo, armazeiu do Sr. Anlouio F. Lis-
boa.
Sorvete
Xa casa de banhos.
Todos os diasj uleis das fi horas s 10 da noite.
Nos diassantilirkdos haver tambera de dia das II
as 2 da larde sabulosos srveles de i -reine o tarop
pariense. Ha vasilhas para oonduzirde 6 a 10 pa-
ra quem quizer lomar em casa.
Folliinhas para I8S9.
Aehan-fe A venda na livraria n. 0 o 8 da praca
da Independencia, as fnlhinhas do auno de 1859,
para as provincias de Peinainbneo. Ccar, RO Gran-
So do Norte o Alagoas, das seguintes qualidades :
Folli.!,li,-i do priprielario agrcola uniendo
alein das materias do cnsiiime, as leia e
regulameulos das torras publi -as notadas
com todos os avisos e ordens que as lera ex-
po ido e ampliado at o nicx de setembro ul-
iimo, pelo Sr, l)r. Antonio Vaseonoellos Me-
nezi-s de Drummond : osla folhinha lie es-
sencialmente necesaaria a lodas as pessoas
que possuem um palmo de Ierra para mais.
Cois com ella eslo habilitados para niio ea-
ireni em multas e nao si rom illudidos, proco 500
Folhinha de porta ris.........160
Polhinha ecclesiastica ou de rosa feita pelo Rvd.
Sr. ronogo penitenciario da S deOhnda, se-
gundo a rubrica e ordens da Santa S, ri-is. 400
\a casa nova da osqui-
na da ra de Santo Amaro, precisa-s
para o servicoinlvrnode iiuiacasa.
de nina ama
L. PUECH,
HO
CASA DE BANHOS
tmm mu
ment da lio grande utilidades..
He as 10 ou 11 horas da noite banhos fros simples de agua POTreuM da Companhia .lo Belieribn ditos
iroinaticos, ditos de choque churuco, banhos momos simples o aromticos, assim como banhos im-
lctnae mdphorosoa i salgados, nudos de Paria, das mni acredilfldas pharmacias le Mes. Sarbaiul
lauquellll o PellellerPai {c Filhos.
Neste eslaliel eiim nln
vsa
os dias desde as fi horas da manhaa
Chamamos a atteaco
acililar-lhes algumas
oilias.
i
Terca-feira 8 do corrente.
Matheus Auslin iS C. farSo leilao para fechar con-
las, por itervenrn drf agenta Ohvcira de cerca
1,0110 barricada farinha de trigo ( prazo e lous
'i' yiontaa'-a0l,Pretendpnesi marca verraelha Phi-
ladelphia eilra, descarregada nesles ltimos dias
de bordo da barca americana CoanKut, rinda de
Pluladelphia : tena-feira 8 do corrente, as 11 horas
da manhaa, no seu armazem : ra da Senzala
\elha.
LEILAO
Prerisa-se de
tenha pratica da m
na rua Velha n. 67
Precisa-se di
na rua Nora n. 35
No Campo V
ima ama que compre e ro/.inhe :
e -de, urna pequea familia ne-
coSsitn de um men no ou de qualquer pessoa que
se queira prestar a fazer pela manhaa as compras
na rua, fleando di ocupada todo o resto do dia :
paga-se muilo bcii: no casa de duas janellas de
ridraoas.
DB
MOBILIAS, CABRIOLET,
C1VALL0S ETC.
Quarta-felnt ir io corrente.
Rua to Ctkijioa)-mazc,m n. 15.
far leilao eni sea armazemide diversas mobilias de
Jacaranda e hmarello, romijletas, ditas avulsas, ca-
dPiras dn divprsos feitios, mesas, bancas de cos-
tura, toilettes, lavatorios, sanctuarios, candela-
bros, lanternns, objectos d
taes; bromes etc., p outros
assim nm excellenle cabrio et do duas "rodas
rila de Noruega) muito lev
porcelana, vidro,crys-
muitos arligos ; e J)om
as (car-
e coOl os rPspeClire.s
A Sra. I). Ade
carta e eueomineni a
de Olivpira & Filho
Sr. Dr. Jos Vicenta
Fugio da rasa
por nome Claudina
saia azul claro de.
branco, panno da
quem a pegar, leve
compensado ;
acontada.Joo B,
aide da Silrpira I.obo tpm urna
em casa de Mauoel Ignacio
no largo do Corpo Santo, e o
Uarte Brandan Imn urna carta
fio abnixo assignado urna negra
de 18 anuos de idade, levou
hita, camisa de algodanzinho
Insta com listras enramadas ;
& run Nova n. 5, que ser re
tpsta-se contra quem a livor
'lisia Trllrs.
Na ruti da Paz
(oulr'ora Cano) casd de iiiarr.ineiria, faz-se toda a
sorle de comidas pala fra. sendo ns procos os se-
guintes : janlar ordinario por mez 20g ; almoi'O p
jnntarKji almoco, -
decencia >j ; assogl
dos libas. Sis. Drs. em medicina para esle estabelecimento, que pnder
curas imprtanlos. Ha lugar reservado e completamente separado para as fa-
PRECO DOS BANHOS,
de de liiilm.
Dono na rua do Trapiche n. 0, lein a honra de prevenir
au respeilarol pulico e aos seus fvi.'^iiozosein jiar-
ticular, que dn 1."de marco em dianteo sen ests-
lielei-imeiiio scri Iratisferiao para a mesma rua n.
12,sobo nomo de Hotel & Restauran! da Europa ;
e continuara como sempre a fosee encopunendas
par.iioii. 0 restauran) estar aberto das 8 horas
da manhaa aa 10 da notte, o as pessoas que o qui-
zorom hiirn-ai- Berso servidas eom todo o disrello a
consideraran acosiumados : no im-smo botel existe
uioeaf a igualha dos nu-lhores de Pars, coni hi-
Ihar ejogo debagatella. n dono deste eslabeleei-
uienio desdo j agradece a benvola proteccao do
respeitavol publico Pornaiiiliueano.
......
DENTISTA FRiiCEZ.
<.> Paulo GaignoilX, dentista, ruadas 1.a- &
** rangeiras 15. Na inosma casa tem agua e S
^ p donliro. 3J
^?! :. rrffmi i
Aluga-se um grande sitio ein Santo Amaro,
com estribara, casa para pretos u leilor, grande
baixa de espim plantada de novo, dous viroiros,
iiiui.is airoros de fruclo, e pasto para voceas : pa-
ra traiar, na rua rio llinin n. 18, primeiro anuar.
Mobilias d aluguel.
Alugani-se mobilias completas, ou qualquer tras-
te .eparado : lmbelo bc alucam cadenas em gran-
de porco para bailes ou ofnolos : na rua Nora, ar-
mazem de mobilias do Pinto, defrontc da rua de
Santo Amaro.
Os abailD assignados porlicipam ao respeila-
rol corpo do conimorciii desla praca, que desdo 1 j
de ferereiro prximo passado dissolveram nmiga-
relmento a nciodade que linham sob a razio so-
cial de Borle Bou e C., fleando 0 socio Burlo en-
earregado da respectiva liquidaban. Itecife l." de
marco de 1859.Hurle Sonsa ft C.
Os abaixo a>si^uado.s participan! ao respeila-
rol corpo do commeioio. que leoin formado nina
soeiedade enmniori-iiil, que grrar sob a razio so-
cial de K. A. Burlo 5C, desde o da 15 de for.-
niro prximo passado, lendo adinitlidn para socio
de suas casas de Ponaiulnico o Pars, o Si. Narciso
Maria Carnoiro. Iteiie 1.-' de marco do 1859.
P.P. deEd. Tnulioii,
E. ,1. Hurle.
Na rua do Trapicho n. 17, precisa-se de um
i i ado escraro.
Gasa de commisso de es-
crios ua rua larga do
Rosario n. 22, segundo
andar.
Nesla casa recebem-sp oscravos para serem ven-
didos por rommisso por conta Je seus senhores,
alianea-se o bom Iralamenlo e a prompla venda,
aliiu de os douos nao soffrerem empate com a ven-
da dos meamos ; nesla mesma casa ha sempre para
vender oscravos para engenho, moloques e negrus.
(i Dr. i asanova.avisa n quempossa iHleressar
que hareinlo determinado (azor urna viagem Pran-
ca, lem vendido lodos os mi dicaBMBtos que rxis-
liam em sen consultorio; porem nao se leudo rea-
lisado essa viagem, tem Dovamante reeebido de Pa-
rs, una ouiia collpcco de uiedicamenlos inloira-
ineiile noves, e os mais bom preparados possirel,
coiim tanibein carteiras mu ricas p livroe : nssim,
quem desoja os verdadeirosmedii-amonlospode pro-
cura-Ios em seu consultorio lioinoopalhico i-m prr-
nambueo 28 rua das Cruzes n. 28.
IIONEOPATMV.
PKESEKV.ITIVOC0\lHA ASBEKIGAS
GBAIX'ITt PARA IODOS
le mrlhiirprrreiiir iin/iln'u quecirni-ln.
l.arrando aitualmoiite a pesie do lienigas. e pos-
suindo a liomeopathia Bieius officazi-s para preser-
vardoto lerrive molestia,fa^o deslribul-las gratui-
tamente a todas as pessoas sum dislinrao de rico ou
pono, todos os dias uleis desde as 10 horas da ma-
ullan alao meio dia. A experiencia mcAutorisa a
allu-inar, que lodos aquellos qm- Oxerem uso de taes
preservativos licarao bienios do mal varilico e
que, qiinudo por voniiiia alguem ebegoe a soffrer,
as postulas, nao soiao m-iii muilo numerosas,0 liem
de m qualidade. Nao lueessita resguardo, apenas
abstiiieiicia do caf piolo.
Consultorio Central Uomeopalhiro rua de Sanio
Amaro i Mundo Novo u. 6.
Dr. .S'aftino O. 1. Pinho.
Grande sortimento de f -
zendas pretas proprias
da quaresma.
Compras.
Compra-so moeda deouro brasileirs, de 20a a
209500, e do 10J a 10$250 ; no pateo do Carino,
quina da rua de Dorias n.2.
Compra-sc um ravallo ceg, que
nao seja relho o que estoja ein bom es-
tado : qnem tiror para vendar aii.nun-
nuncie por esle Diario para sur pro-
procurado.
2&
Vestidos de grosdonaple preto eom
liaba,los bordado a velludo. .
hilos ditos piolo eom babados borda-
dos a seda.........
Hito dilo.-. do i ores e blancos. ,
Hilos de canibraia bordados ao lado .
Velludo prelo o inelbui pussivel, co-
rado............
Grosdenaples pn-to liso, corado 1$600
I
t
r.s.v)0)
S-ilHI
2$50ll
Trinla carines para banhos fros com leur.iil
Ouinze ditos dito dito.......
Sote ditos di' dilo. ......
Trinla dilos para banlio momo do choque, churisen o farclo com
lencl de linho o toallia propria..........
Quinxe ditos dilo dilo............I i 1
Seto ditos dito dito............'}. \ \
l'm banhn ni ulsu fri ou momo com leiicl o loalha. .i .
Dilo aromtico, mais o valor da csm-uc.-i.'.....j .
Banhn iiipdiiinal artificial salgado.........
Dito dito dilo de Vichv............
Mto dito dito de Bareg............
Os ahaixo assignados esperara merecer a coadjuvaoo do respijilarol publico, e adrertcm. que ns
arlos nao sao transferiris.
Miar: Frtiss.
15S00O
8J000
4^000
lSfHl
jOlKI
2S0IK)
A saboaria da rua Impe-
rial compra sebo em rama
a 9$ a arroba a dinheiro
vista: a tratar com o seu
administrador.
Coiupra-se nina arnioco o balean, preforindo-
se o halcn emernisado : quem livor qualquer mu
dos objectos anuncie para ser procurado.
Compra-seno armazeiu de maleriaes, na rua
daCadade Santo Anlouio u. 17, chumbo relho.
Compra-se muedas de 20$ : na loja da rua
do iiiioiuiado n. 4G.
Vendas.

i I'EDBAS PBF.CIOSAS.
D -
j Aderecos de brilban-
tes, diamantes p perolns, >*
D puleeiras, altluetos, brin-
~( eos e rosetas, botoes c
anneis de diTorentes gos- '-v
los e de diversas podras (f
de valor. p
k>
Compram, vondem, ou Jf
M trocain prata, miro, liri- i>
'{ Ihantes, diamantes o pe- :
'; rolas, e oulias qoaosquer
3 juias de valor, a diuliet- \.,
' ros ou por obras.
OREIhVUni.iRTE
l.ojii de ouriu's
RUA DO CABUGA N-7-
Recebem por todos os
vapores da Europa ns
obras do mais moderno
gosto tanto de Franca
como de Lisboa, as qnaes :; jjjj^
vendem por preco com-
modo como costnniami
A OLRO F. PRATA. &
J Aderecos completos de C
*j ouro, rapios dilos, pul- Vi
i oirs, allinetos, brincos "
o rosetas, eordoes, tran-
selins, medalhas, corren- v,
tos o onfoitos para rolo-
gio c antros niuitos ol- ;
j jeetos de ouro. i
2 Apparolhos cumplidos |
-i de prata para cha, han-
llvSS, caslieaes, .
de sopa echi e -
mnilos outros objectisdo
prata.
Na loja das 6 portas em frente
do Livramento.
Conos de seda com babados o com 27 covodos a
203000, ditos eom 10 covodos por 188000, ditos de
lia fazenda nova com 12 covodos a 59000, nungut-
tos bordados a 3|500, gollinhas linas 1*600, ditas a
ljjOUO, camisas com gollinhas a 2a000, lencos da
seda encamados e hraucos a 800 rois, fill de linho
prelo de salpico muito fino a 1*200 a vara. D-se
amostras cora penhores; a loja est aliena aleas 9
horas da noite.
Vende-se. ou aluga-se nma cabelleira muito
propria para os dirertimeiitos do cania* al : na pra-
ca da Independencia n. 39.
guisados.
REMEDIO
LNCl-F.
untar eceia 30$ ; sendo com
ra-so o aceio e perfeico nos
arrojos todos noves, e 1 ravallo foreiro, muito bom
andador, bastante gordo o novo, pertenccnle ao
Sr. James T. Vnoil.e^-siiperinlondente da estrada
de ferro, ludo islo ser rendido sera reserva de
proco no suprariladn dia qunrta-feira 9 do corrente
asa horas da mauliaa no lugar indicado.
Transferencia de leilao.
NO ARMAZEM DO AGENTK
PESTAA
O leilao dos objectos existentes no armazem dn
referido agente annunciado para 4 do correnle. tica
transferido para quartarfeira 9 do presente mez.
Continua a adrortir-se s pessoas que anda con-
serram objectos no referido armazem que nao os
tirando at ahora do leilao, licarao subjeitas ao
bom ou mo resultado visto que sein a menor re-
serva de proco e s ao correr do martello ludo ser
rendido
vm*M
Terca-feira 8 do corrente.
pelo Agente
vel o prorar em casfl
dellc li/.oi ain lein m
SOS depois de harer
NCOMPARAVEL.
TO HOLI.OWAY.
Milhares de indivii nos de lodas as necees pdem
teslcniunhar as rrlu es deste remedio iucouipara-
necessario, que, pelo uso que
corpo o membros inloiraueuto
impregado intilmente outros
Iralanienlos. Cada I ssoa poder-se-ha convencer
dessas curas marovil osas pola leilura dos periodi-
i os, qoo lh'as relaiai todos os dias ha mnilos an-
uos ; o a maior parle dolas sao tao sorprendentes
que .idmn-an osniei eos mais celebres. Olanlas
pessoas recobraram i am este soberano remedio o
uso do seus bracos e ornas, depois do ter perma-
necido longo lempo nos hospitaos, onde deriam
soffrera anipnta.ao 1 llellas ha milita que havendo
deixado estes asyhM pe padeciuieiilos, para seuao
subinetterein essa uueracao dulorosa foram cura-
das completamente, ni-dia'nlo o uso desse precioso
remedio. Algumas dap tans pessuas un enlUSo de
seu reconhocimeiito dillaraiain osles resulladosbe-
iielii-iis dianle do lord tiirregedor o mili os magisl la-
dos, ,-itim de mais autealecareiu sua tirnialira.
.Niiigueui desesperara do estado de saude se ti-
vesse bstanla confiantla para ensaiar este remedio
constantemente segiiinlo alguin lempo o tratamea-
to que nei-ossilasse I iialurcza do mal, cujo resolla-
do seria prorar incoiile.sjlavelmoule : (le ludo cura.
O ungento be u 1, mais particular-
mente nos s 'uuites casos.
VIA FRREA
1)0
RECIFE A SAN-FRMCISCO.
PRIMEIRA SKCCAU IM) RECIFE AV1I.I.A DO CABO.
Pelo me/, de Janeiro de 1859 at onlro a^ ^soos trenspartiro
pela tabella seguinte :i
DIAS BE Til A KAIHO
ini-NSPARA CIMA.
lilis. TARDE.
O referido agente por
Dr. juiz. do coinmerrio a r-
Hodrigues Pnheiro, ftra
lado e polas 10horas da
inassasilo Juo Feraaudes
Inri lia n. 112
Arnui.ao e maia iilenr.il
dos generas anda nelle ei latentes.
lesigiiBCn dn Fim. Sr.
i que. iran'o de Antonio
eilnio dii ai-im.'i decla-
nnnlia no deposito de
de Uagalhiie Bastos, rua
os do-referido eposilo o
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de cabera.
das cosas.
dos membros.
Knfcrmidades da culis o
geral.
Ditas do anua.
Eruproes e escorbtica*
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou fallado calol
as o-'rrinidado-.
Prieiras.
ioniras escaldadas.
Inchaces.
liillaniaeao do ligado.
da bexiga.
Vendo-ae este ungueal
de Londres n. 814, tra
boticarios droguistas
A 7 do
i agenle Oliveira far Ib
orrente.
em um s lote
Cinco Ponas.
Alogados. .
Bba-Viagein [')
Prazeros. .
I'illllo/I|| ha .
liba. .
Villa do Cabo.
'
9.00
9,15
9,25
9,(0
10,00
10,1 r,
10,:m
5,00
5,
5,25
5,10
c.no
6,15
B,30
Cinj-o Ponas
a
Villn ihi Cabo
0 tioin s. parar na eslaco da Boa-Viagem
TliENSPVIIAliAIXO.
H1MIVA. TIKUK.
..... 7,00 3,00
..... 7,15 3,15
..... 7.30 3,30
..... 7.50 3,88
..... 8,05 4,05
..... 8,15 4,15
..... 8,40 4,3(1
DOMEOS E
TRF.NS PARA CIMA.
Man. urde.
7,30 5,30
PRKQOS DF. Bll.HETF.s.
mi r volti.
I
400
7IKI
1,4 1500
2,700
3,400 2,700 lijOO
se tiver passageiros para rocoher ou deixar.
PBEQOS DE BILHETES.
SINGtl.AS.
300
500
1,100
1,!KH)
2,200
200
300
600
1,000
l, 100
600
1,000
2.000
3,000
' 4,000
5.000
500
800
1,600
2.WKI
3,200
4.000
300
430
800
1,500
1,700
2,100
Vi la do Cabo.
II*. .
l'olite/inli.-i. .
Prazpros. .
Boi-Viagoiii. .
Af. gados .
Cin -o Ponas.
GASA DE SAUDE.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier, propriclario da an-
liga e arredilada casa de saude sita ao uorle da es-
trada da passagom ua .Magdalena, enlre a ponte gran-
de o a pequea do i;hora-meuiiin, o na mesma re-
sidente, lem disposto os melhores commodos para
receber qualquei- pessoa enferma, a achando-se o
seu ostabclcciuioiilo mis mais agradareis condicoes
hygieniras; contina a offerecerosseus servicos", nf-
liancando o melhor tralameuto e o maior zelo no
rurativo das molestias. Omesniodoutor, lem des-
tinado una sala para partos, cuja utildade he in-
conleslavel.
SAO ENClRRECinOS DI CI.IXIC
Operacuos. lllm. Sr. Jos Francisco Pinto Oui-
maraes, cirurgio do Grande Hospital de Canda-
do, cuja pericia he bom conhecida.
Medico consultante.Olllin. Sr. Commendador Dr.
Jos Joaquim de Moraos Sarniento.
Partos.O lllm. Sr. Dr. Silvio Tarquiuio Tulas-
Boas.
Palhologia dulrina.O proprietario do estabeleci-
mento.
A diaria ser de 3S000 o 2,000, conforme a gravi-
dade e duraco da molestia.
As pessoas que quizorom um tratamentn dislincto,
pagarao na razo da despeza que llzerem.
Operacoes, sanguesugas, conferencias sero pagas
aparte da diaria.
Passagom da Magdalena 22 de dezembro delS58.
Dr. Ignacio Firmo Xavier.
Empreza de aceio,
limpeza e irriga-
cao.
Esla coipi'Pza precisa para os seus ti-a-
Imlhosde \ lioiiit'iis |ioiIiiuii'/.('sparaenr-
roceiros, pagando-se bom oidcuodo: os
prelPiidenles dirijani-sc ao r scriplorio da
pinprcza caes do Ramos 11. \\.
OMPAHniA
ALLIANCE
Estabclecida era Londres
um ii m%L
CAPITAL
Cinco mil\\ucs de libras
esterlinas.
Sannders Brothers i C* tpm b honra de informar
aes Srs. negociantes, proprictarios de casas, e a
quem mais couvier, que esli plenamenteaulorisa-
dos pela dita companhia para effecluar seguros so-
bre edificios de lijlo epedra, cobertos de telha e
igualmente sobre os objectos que coativerem os mea-
mos edificios, quer consista emmobiliaou emfazen-
dus de qualquer qualidade.
Vendem-se os mais ricos e mais modernos f-
6 veos de crese pretos para chapeos desenlio- '.
ti ra chegadns pelo vapnringlez : na loja da rua H
J do Queimado n. 10, de Leile & Correia.
No armazem de L. A. Burle & C", rua da
Cruz n. 18, ha excellenle charapanlie da melhor
marra que tem vindo ao morcado a 25a o gigo.
's-
\ i ndem-se gnarnicocs pretas de tilo cmn
<1 golla e manguitos, nicamente na loja da rua B
do Queimado n. lOdel.eii,- \ Correio.______ J
Vende-se urna rasa terrea cora itons commo-
dos, mullo nova : quem preteuder diriia-se a pra-
ca da Boa-Vista, taberna n. 10, que se dir.
: A 800rs. avara. .
? Ainda existe um reslo de lll de linho
com 21/2 varas de largura, pelo barato
u preco cima dito : na loja da rua do Quei-
mado u. 10.
????.????,
Dilo pivio lanado, corado 2ga .
Soiim pulo inuiu, corado 2JS00 a .
Sarja pela hespanhola, curado 2J a
Grosdenaple Uso de todas as cores, co-
rado........... IghOll
Dito de quadrinhos niiudos, corado 1J50D
Dito bramo lacrado, corado 1$200 a 2S50O
Dito de coros i prelo com i palmos
do largura......... 1)>50t)
Belleza da China e mauritana de seda,
_ corado.......... lJJfO
Follar de Pars a chalv de Dores, civ
vado........... lgOOll
Popelina do soda e duqueza de flores,
corado.......... 900*
liomlelina o baiego d' seda, corado. fila)
Mein velludo piolo ode cores, covado 1S2MI
\ olbiitina do carea e piala, corado 701!
Chitas (ranelas claras o oscuras, co-
rado 2SO a.......... 3411
Panno preto e de cor lino prova de
luio, corado 35O0 71500
Casimira prela scluu, corado 1|900 a 3$50tl
Ai ladvs denovosdeseiihoslinas.vara. l$0OO
Canas liamlesas tinas, vara. 6411
Mantas de hlond prelas brancas. $
Ditas do linho o mais rico possirel. $
Chales de merino lisos do cor epretos 4gS0O
Dilos de dito estampados de 3g a 7S0U
Ditos de dilo franja de seda .... 6JU00
Dilos do dito bordados a seda e a vel-
ludo............ g
Ditos de seda pretos rosse de cores. %
Lencos do lalnrinlho fiuos de lg a 1||80
Manguitos c gollinhas bordados lino.-. s
Entremeios e liras bordadas. ... S
Golletes de velludo e casemira prela
bordadas......... f
Colonias de briiii de algodao c de li-
nho de lsti'Hi a...... 2^500
Camisas rancezjs brancas e de cor
de 2J a......... 3g
Casacos o sohrecasacos de panno pre-
to Uno........... 5
Paletols de panno prelo e de cores,
rani-eze......... f
Calcas de casemira pretas e de cores. %
Golletes de seda de varias qualidades $
Chapeos francezes direiloseaTanibor-
licW........... J
Paletols de merino setira pretos e de
cor forrados........ .. 9J00O
Dilos de alpaca preta e de cor com
golla de velludo...... H$000
Ditos do hrini branco o de cor lina. OgOOO
Dilos de alpaca de varias qualidades
com golla de velludo..... !~>$00O
Dilos de alpaca prela e de cor mesclada 3g80ll
Passando o boceo da Congregac.io, do lado direiln
em seguimenlo para o Livramento a quarta loja do
tros portas com rtulos bramos.
r
idv e voi.ri.
Intlammaco da mastriz.
Lepra.
Males das pernas.
dos paitos.
de olhos.
Mordeduras de replis.
Picadura de mosquitos.
Pulmoes.
Qucimadelas.
Sarna.
Supuraroes ptridas.
Tinlia, m qualquer parle
que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea,
do ligado.
das artioulacocs.
Veas ion-ida- ou lindadas
as pernas.
no estabelecimento geral
TI, e na loja de todas os
tras pessoas enenrregadas
700 500 300 1,000
1.000 800 (00 1,500
2,000 1,600 900 3,100
2,700 '2,200 1,100 .000
3,100 2,500 1,300 4,500
.1,400 2,700 1,400 5,000
HAS SANTOS.
TRFNS PARA BAIXO.
mH.\. TABDE.
6,00 5,00
r
800
1,200
2,400
3,200
3.000
4.000
400
600
1,300
1,700
1,900
2,100
Villa do Cabo
a
8,45 7,45 Cinco Ponas 7,15 c,10
Sis* prei/oR de Ir te nos seguintes objeetos sera o re ilu sitios pama
tabella seg-uinie :
/Irduciuo.
cF.M:nos. pElA taanta actial. rucos buabs. raE isrti.uL.
20 20 16
20 14 8
20 14 8
20 14 14
20 14 8
20 14 8
30 21 12
Assaear.........
Leu ta..........
Ped a raleara.......
Ped a dn qualquer oulra especie.
Cania.........
Mol.n-o..........
Carvo de podra para o interior
(Assignado).IF. M. l'enision, engenheiro em chefe o superinlendeulo interino.
de sua venda em toda a moneado Sul, Uavana e
Hespanhn.
\ Vande-f a 800 rs. cada
"inslrurcao em portuguez
dMSe iiiigiienlu.
odepnsiiii geral he eml
por maculico, na rua da Cruz
bnretnha, rnnu-m urna
kpara o modo de fazer sou
rasa do Sr. Soura, phar-
i. 22, em Pernambuco.
CASA DE SALDE
SITA EM SANTO AMARO.
DOS
goriaewxo estabelec,m"nl0 haas ^nmwdacoe para se trataren! doentes do qualquer rathe-
A diaria menor he de 8J500, dovendo o pagamento ser feito por qunzenas odiantes.
Hacera o maior zelo eempenho no tralamenlo dos doentes os quao, serio visitados pelo menos
dnas retes por da pelos mdicos proprietanos do estabelecimento.
Ao publico.
O abnixo assignado tem aber-
to o seu escriptorio de advp-
cacia no bairro de S. Antonio,
rua cstreita do Rosario pri-
meiro andar da casa n. 30.
As peisoas poi que quizerem
coniar-lliu o patrocinio de las
catrsas, assim no crime como
no civcl, o acharao sempre
prompto no mesmo escripto-
rio desde ai 9 horas da manhaa
ate as 5 da tarde.
Dr. F. X. Colla
0 ahaixo assignado faz ver ao publico que
despediode seu cslabelecinu-nlo diLingoeta n. 5 a
Joao Pereira dos Santos. Recite 22 do ferereiro de
1859. Jos Diat Brandan.
Sexta-mira, 11 de ferereiro, fugio no Mam-
ullan, a Antonio Francisco de Azoredo, o seu es-
craro crioulo de nomo Paulo, de idade de 21 anuos,
alfaiate. prelo poucu retinto, alto, magro, e frau-
zino do corpo, rosto comprido, olhos um lauto
grandes, pouca barba, pernas delgadas, gagueja
quando principia a fallar, e tora voz gatural; cons-
ta que pretenda embarcar para o sul no vapor Oua-
pock em companhia de urna pessoa viuda no mes-
mo vapor, e que est munido de passapiulo com o
nome de Pedro : quem o pegar nu delle der noti-
cia, entenda-se no Maranho com o Sr. do dito es-
rravo, e pesia cidade com Manuel Ignacio de Oli-
'i ira i! Filho, que gratilicarao generosamente.
Precisa-Se alocar um sitio em bom oslado para
nina pequea familia, que lenha estribara e G0
cheiru, preferindo-M, ser nos seguinles lugares !
Apipueos, Monteiro, Caldereiro, Poco, PoSle de
Uchoa, Magdalena, un em qualqneronlro lugar.que
Oque a margem do rio : quem trer auuuocie.
Attehco Aurora.
Pateo da Santa Cruz.
Neste hotel achar-se-ha sempre bebidas finas de
diversas qualidades, bolinhos francezes para tomar-
se com cha e caf. Irnos petiseos para ceias, e bom
poixe frito. No mesmo acha-se s horas competentes
almoco e janlar. por preco coramodo e com todo o
assoio c presteza, e casa para inorar pelo mais di
minuto preco possivet.
Na rua Direita n.M
O Gama ost remiendo muito barato nm riro sor-
limento de franjas pretas de lodas as larguras com
diHerentes pnfeites de vidrilhos e frocos e de relroz,
torcal, proprins para a semana santa a 720, 800 e
Igra., touquinhas de fil de linho de melhores gos-
los que lem apparecido a 1(600, penles de massa
rirados para alar cabello a 25300, e oulras miude-
zas que com a vista do comprador se poder mos-
trar o preco commodo.
Velas de carnauba.
No antign deposito da rua dn Vigario u. 27, vnn-
dein-se velas do carnauba em pequeuas o grandes
poreoes, sendo de 0,7, 9 o 12 em libra, por menos
do que em oulra qualquer parle.
Meias de borracha.
CHKiIAHAS LTIMAMENTE NO NAVIO FRANCEZ.
Na rua do Oueimado, ua bem conhecida loja de
miudezas da Boa Faina n. 33, j tem para vender
Cor preco barato as muilo procuradas meias do
jrracha. nicamente proprias e approvadas para
toda e qualquer enchacuo as pernas.
Carteiras grandes com chaves.
Vendem-se por preco muito barato carteiras
grandes com chave, proprias para guardar dinheiro
e letras : na rua do Queimado, na bem conhecida
loja de miudezas da Boa Fama n. 33.
Espartilhos francezes de nova
inveiico.
Vendem-se espartilhos francezes de molas e car-
reteis, o melhor que se pode encontrar ueste gene-
ro, na boiiifi-it i-i na e na commodidade, a quem usar
dolles, pelo baratissimo preco de 6a, 7 e 89. Estes
espartilhos sao chegadns no ultimo navio ancez,
O sai se encontrara na rua dn Queimado, na bem co-
nhecida loja de miudezas da Boa Fama n. 33.
Ricos eufeites com vidrilhos
para cabera.
Vendem-se os mais ricos eufeites pretos e de
cores com vidrilhos, pelo baratissimo pre^o de 48 e
6a cada um : na bem conhecida loja de miudezas
da Roa Fama, na rua do Queimado 11. 33.
Hceousa muito boa.
Vende-sc a verdadoira pomada para fingir ca-
bellos, pelo barato preco de 18 a caixinha, com es-
corinha propria ; tambera su vende massa para
afiar navalhas a320: na rua do Queimado. na bem
conhecida luja de miudezas da Roa Fama n. 33.
HUTAS m FMMl WL
\ endem-sc as verdadeiras luvas de Jouvin, tanto
para humera como para senhora, pelo baratissimo
preco de 2$500 o par : na rua do Queimado, 11a bem
conhecida loja de miudezas da Boa Fama n. 33.
Fazendas prelas para a
quaresma.
No aterro da Boa-Vista, loja n. 60, de Gama 4
Silva, sendo um completo sortimento de grosd.-im-
ples pretns, pannos c oasemiras, pelos precot se-
Suntes : gsnsdeuaples, o covado a 1(280, lsWHl
800, 29, 52II), casemiras prelas, corles a aatNi,
6^500, 7Ti00 ^t 12$ cada corle, e pannos pretos
de dilTerentes procos u qualidades.
Aterro da Boa-Vis-
la n. 60.
Vendem-se muito superiores casinetas mescla-
il.is, rom um pequeo toque de mofo, pelo baratis-
simo proco de 301 rs. o covado.
Saias de baldo.
Na rua do Crespo, loja de Adriano & Castro, 1 he-
garam ricas saias de baloede ricos goslos, e muilo
cumniodas, por isso recummenda-se ssenhoras de
bom gosto, que nao deixam de comprar.
Precisa-se de um rapaz com habilitacoes, para
lomar cunta de urna loja do Acarar : a tratar ua
rua do Queimado, loja 11. 13.
Aviso aos senhores de engenho e aos agri-
cultores em gral.
Junto ao maladouro publico, no.lugar da Caban-
ga, ha para vtmdcr-se urna porrjo de sangue redu-
zidoap por meio de um prcesso chinaco para
servir coulo estrume na plautaeo dn caima, captn,
e toda a qualidade de plaas: este excellenle es-
trume tem a ranlagem sobre outro qualquer, de
urna pequea quantidade desenvolver urna vegela-
i.-iii 1 muito vicosa e productiva.
X
GRANDE SORTIMENTO
DE
Roupus foilase fazendas
NA R DO QUEIJCVIK) N. 46.
ES s BASTO,
Paletols de alpaca de ir e pretos pelo
diminuto preco de 4#, ditos de fustao bran- 1
eos e de cor a 5g, ditos de brim pardo
muito superior a 5|, ditos de esguio da i
'.': china cor de laranjaaj, ditos de palha
S de seda a 5J, ditos de meia casimira pre-
tos e de coros a 8$, ditos de casemira do '
cor padroes muito modernos a 18J, dilos
trelos a 18$, sobrecasacas de panno muito
un prelo com golla de velludo e forradas
de soda a 22$, e a 25$, calcas de casemira !
prelas e do cores a 6$, 7$ e 8$, rlleles
de gorgurao de seda a 5$, dilos de velludo
Sireto a 7j, ditos de coras a 9$, ditos de
iisto e brim a 2J500 e 3>, ceroulas de
bramante a 1J600 e 1J800. loncos de ram-
braia de linho duzia t,$500 e o>, e outras
inultas obras feilas e fazendas que s
vista que se pode avallar a pechincha.
4o barato e de boa qoalidade
A loja do Coelho rua do Queimado n. 19,a segun-
da passando a botica, est vendendo fazendas por
Srocos baratissimos, como sejam chitas francozas
e bom gosto a 300 rs. o corado, ditas de listas ave-
ludadas a 320 rs., brins de linho de cores pro-
prins para calca alga vara, dilos le cor proprios
para palitot a 640 rs. o covado, grvalas de seda
lina a 1$, bramante de linho lioo largura de 2 va-
ras a 2,500 a vara he. muito bom para lencos, cor-
tes de casemira fina padres novos a 6g," casemi-
ras pretas elsticas para todos os precocs, casineta
de la de urna s cor a 600 rs. o covado, grosdenaplo
preto boa qualidade a 2a o covado, dilo mais su-
perior a 2,400 e muilo Uno a 2,800, dito de diversas
coros a 2jJ, chapeos de seda francezes para cabera
a 6S para acabar) curtes de collete de velludo'
OJ 0 5,500, chitas (ranr.nzas cores claras e padres
mindos a 241) rs. o covado, e alm das fazendas
mencionadas, lem outras militas que vende bara-
lissimo e com pouco lucro, pois desoja vender mui-
lo ganhando pouco, que ha para lucrar mais.
ffl. lr-Ruado Hospi-io--lO?3
M Promclte-se boa mensalidado a um bom
3 copeiro, preterindo-se captivo.
ytSBsamtsasBe'- .. ibu i iwiiiii
Correi fregu-
zes antes que se acabe a pe-
chincha.
Cento de ceblas a ."i00 rs. e o milliei-
ro a 5$, as mais novas que ha no merca-
do : no armazem de Manoel Joaquim de
Olivairaoi C.rua do Codorniz.n. 16, em
frente do becco da Madre de Dos.
Atlenco.
Venda do sobrado, rna Nova n. 6i.
O ahaixo assignado leudo precisao de ir Europa
iralar de sua sade, retido mu casa do sobrado, onde
lem sua cocheira : quem quizer possuir bom pre-
dio, aproreite a occ.asiao. O mesmo roga o especial
favor a lodosos seus devedores de carros outros,
apagar suas cuntas, para evitar outros meios, tlm
de poder liquidar os seus negocios.
'
.


.
. I
FAB. NACIONAL
Diario de Pernambuco.Segunda fera 7 de Marco de 1859.
DA RA DA
Na toja
finos largos
de mofu a 2*0
ponas a Ogy 10
Com pequeo toquedeavaria.
lo Preguica vende-se madapoln
nde sorlimenlo de
Tinturara,
KMsraMMa
FLORENTINA.
14.
MACHINAS DE COSER,
de lodas as qualidades,
garantidas.
Aviso.
Linas do ell ra de Jouvn verdadeira* a 2S0O0,
mnito.no> as e han ha franco/a s libras, meias li-
bras o quartis ale eneas i ,560 a libra : na luja
de miudezas do aterro da Boa-Vistan 81
Toucas para meninos.
4 portas lom
crismas mui-
Na na po ( ueimadn n. 37 loja do
um variado s rlimeiilo do toncas para
L&Lr^H S?'""".2S"00, dl,as ""iil"; **'*
bordadas a 4j 000, laniboni tem coilas prelas e do co-
ros, de retro luuilo bem enfeiladas de vdrilhns
por proco con modo. _,
AGENCIA
FllNOJlfiO LOW IBOW,
Rna paSeniala!\o\aii.042.
Nesle estaDHecimentn continua a havor um com-
piti sortinioiiln do moendas o moias moendas para
engouho madhinas de vapor e taixasde ferro bali-
do e ruado, df todos os tamaitos para dito.
Cera de carnauba
Na na da C ideia do Recito, loja n. 50, esquina
delronte da ni i da Madre de Uoos, ha para vender
sai tos com ce a de carnauba de superior quaiidade
NA LOJA DA
AGUA BRANCA.
Handeija e talheres
Vende-se bUdeijas de folhagrossae tintas mni-
"52LSF ^flJ \ S e 9 e so8 a 2J, 3500,
, dgaO, 4jJ, 4$5O0, 5j o 6g, seus modernos mol-
des o liom go; lu de desenlio de suas pinturas deiza
bem ennhecer quanlo sao ellas linas e baratas por
laes precos ; i endem-se lambem facas c garios de
cabo de osso r -dolidos, oitavados e erados a 3$2(HI
e SgoOll dilas com cabo de batata cravadaae follias
linas a 3JJ6O0 i 48 a duzta, ditas huissimas com ca-
bo de veado, i e osso pollido o baleia, o melhor
me se pode e icontrar a 5 5$500 6j e CpOO a
dnzia ditas ci ni cabo de inarUin o folha de aro a
M" **$,' Jili 8 com caD0 ue osso Para meninos a
.tai o talner, nnchautes inuito linos a 2g300 e 3g,
cnlhorcs de n 'tal principe Uto linas que se con-
fiuidem rum As de prala sendo para soupa a 3}500
J e Pn> cha a 2jJ800, ditas octutinagre a
18600 e lg, dtas grandes e umita linas a 3 cada
iini : na loja da aguia branca nos qualru cautas da
ra iu Uueimado n. 1C.
Calcado de Melis.
A nova loja de calcado franeez de Burle Jnior &
Marlins, ruado Cabogn. 16. recohoram polos ulli-
mns navios novo sorlimenlo de botins de Melles
Siara homem, e nutres muilns calcados das melhores
abrirs dP Pars; assim como encontrar a bolla
rapazoada i/a mesma loja os molhoros charutos da
Bahia, e cartas para os innocentes divcrlimenlosdo
lasquiuet voltareto.
) cala um "'"r'"U '''"" l"uma* ,i,"'1s do muf" fm '"'as palmas as "d":5" *** ** que ion, appareei- ),.,
"'" iao P*1* "*"* cabello e suiasas de relo: na li- 111111
Vinho B ordeaux.
Em rasa de Honr Bruii: i C, ra da Gnu n. 10,
vende-.se vinho Bordeaos do dificrentes qualidades
romo LaXolle, Ch, l.eovill Ls. Julicen, em caixa
de una duzia por barato ireco.
Cog
Cognac superior em ca
se em casa do Honr Bruno
Vonde-se ell'ertivamt ate farello do Lisboa as
Cinco Ponas
ac.
tas de urna dnzia, vendo-
4 C, r oa da Crac n. 10.
n. 63, por
qualquer parte.
vraria potversal ra do Cullcgiu n. 20. d-so junio
un iiiipresso gratis, ensillando a formado applirar.
14 Fabrica da ra da Florentina 1 i*
CHARUTOS
Has primeiras marcas conhocdas.
noiii.s do que em Otllral
ATTEfiCiO.
Kissel, relojoeiro frai coz. vende rologiosde ^
g ouro e prala, roncera elogios, joias e mus- <"
^ ras, ja aqu he condec o da nmitos anuos, -<
> habita no pateo do UoS tal n. 1".
A'LOJA DA ESTRELLA
N.v
Ra do Queimado
numero 7.
Ra da Senzal a Nova n. 42.
Vende-se em rasa de S. Jonliston & C. vaque-
tas de lustro para carros, so lilis o sildoes inglozos,
candeeiroa e rastiraes bro atados, louas inglozas,
to do \ ola, chiclo para oa ros, e montara, arrojos
para carro de um e doiis cav illos, o relogios d'uuro
patente inglozos.
Aviso.
Ho\vie,;C.,riia do Tra-
para liuiiioui o sonlmra.
No armazoin de Adaiusou
picho n. 42, vciidc-se solliii:
ai i oos praleados para cabri nlets, cliicotcs para car-
ro, colloiras para cavalta e c.
Cimenlo i-omano.
Vende-se nos armazens < e Andradi- \ rampollo.
' no largo da Asseuibla
oa-Vista 5 >
Poirier.
de resina de 1 1/4 e 1
por proco milito ra-
ma da Madre de ticos n. 1H,
junto ao trapiche do algoda
55 Aterro da B
Casa de F.
Vende-se laboas de pinhd
1/2 pollegadas de grossura
zoavel
XAR0PE
lil
Foi transferido o deposil
botica do Jos da Proa Bul
53: garrafas Sgollii e meta
aquello que nao for vendidb
que se faz o presitule aviso
IMPORTANTE PAlt \ O PLBI.ICO.
Para cura de phl,sica em
los graos, quor ni .lirada
asilim.i, pleurz, escarroe d
dos e peilo, palp.lacio n
bronchilo, dor na garwuifc
dosorgos pulmonares.
desle xarope para a
ps, na ra Nova numero
3$, sondo falsu lodo
ajaste deposito; pelo
todos os sous difTeron-
k cuiisiipaioos, loase,
sangue, dor de coata-
coracau, coqueluche,
o ludas as molestias
roberlos A desrobortos, pequeos e grandes, de ou-
ro patenta ingloz. para homcm o sonhora, do um
dos melhi res fahricanles de Liverpool, viudos pelo
ultimo piquete ingle*: em casa de Soulhall Mel-
lors & C.
Potassadi Russia
E CAL DE
No bem conhectdo c acr
da Cadoia do Becife n. 12,
da Bnssia o da do Bio do J
rior qualidado, assim com
podra ; ludo por procos m
ISBOA.
dilado deposito da ra
a para vender polassa
neiro, nova o i\r supe-
lambeni cal rirgem em
tu razoavis.

\ende-sn em rasa de Saunders Brothers 4 C,
praca do :oroo Santo, relogios do afamado fabri-
cante Boskell, por procos commodos, e tamhem
tranrellin i p cadeias para oS mesmos, de excedente
LOUA DA BOA FAMA.
Venden -se por preco que faz admirar riqnissimas
filas lavr.-r--
rom punir
to lindos f
. .> ? ? t i
TACHAS
|>ni i
Na fnndico
ie ferro de D.
las da todas as coros e larguras, lilas lisas
o -ni olla, biros brancas de seda de mui- |
, adros e de todas as larguras. Iramoas
abollas dolinho para babados a 120e 160 reis a vra, *
jarros para flores a2$ o par, atacadores ou enfiadoros
de seda de todasas coros para vostidos.ditosproprios
para oparlildos, lesouras de lodas os qualidades
as mais linas que he possiveleneoiitrar-se.agullieiros
do mai liin o nutras multas qualidades, lilas de vel-
ludo do ludas as qualidades, bolcinhasde rainuroa
milito lindas para meninas de escola, frosqiiinho
rom cardinal a melhor causa que tem apparecido .
parafirsrnodoas emqualqner qualidadede fazen-|W. Rowman. lia TUa (O RnilYl
da. p,ln minio barato proco do 28, traneintas de so-I ,,,a"> "* tIU nitllll,
da da todas as coros milito lindasproprias para en- i DaSSaiKlO O l'llil li T1Z, t'llll li II lia a
leitar nuipinha para meninos e meninas, e nutras y,,,, i ,.
muitiss'uuas cousas que se ailanra vendor-se ludo | n* el UIIJ COlUpl 510 SOlTimeiltO
Ztt*EX2tt+2SS?"'bem I d.e lachas de fcl'' o fundido e ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bica,
as quaes se acham A venda por
preco commodo e eom promp-
tido, embareai >-se ou carre-
gao-se em carro sem despezas
ao comprador.
Chapeos parla meninas.
He na loja de quatr > portas na ra do
Queimat o n. 37
que seenronlra um rico so -tmenlo de chapeos para
meninas e meninosricame ta enfeitados, e tamhem
chapeos para seuhora, de lalha enfeitados, todos
o se vende mais em cunta do
Relogios
de patei.te inglezes do melhor
fabricante de Liverpool, coberto*
e alguns de nova invencto, que
So cobertos ou descobertos a
vontade do pouuidor : vendem-se
na ra da Cruz n. Gl, casa de
Arkaryhtf.
Vende-se um carrinho de 4 assentos, com ar-
rcios, ludo novo, para um cavallo por ser muito le-
ve, por preco commodo : na ra Nova, cocheira
do Sr. Quinteiro.
Vende^ suDerior feijao branco
cliegado ltimamente : no escriptorio de
Francisco Severiano Rabello & Filho, no
largo da Assemble'a.
t. a loja do serlanejo quem vende barato fazendas
novas de gosto, como si-jam, grosdenaple prelo a
1SKMI, dito a 1S50(I, dito a 1S600, dito a 1$800 dito
a 2g, dito tino a 2$200, dito muito fino a 2$fKl
gollinhas para senhora a 1J, ditas bordadas de cor
a 1g, ditas a 1S200, ditas a IgoOO, ditas a IffiitlO,
inaiigoitns o gollas a3S5tl(l, dilasag, ditas muito
tinas a 8g500, manguitos, camisiuhas e gollas a 59,
ditas a 735OO, ditas a 9$, pecas de panno preto a
HJ200, ditos finas a 4$, dita a 6$, paletots de panno
forrados de seda a S0J, 22 e 248, alpaca preta lina
a 4g, sobrecasacas a 5 e 6g, ditas de cores, de lo-
das as qualidades, bengalas de unicornc a 7g e IOS,
ditas mais finas a 128, ditas de canna a 1*600, ri-
cas sahidas de baile do melhor gosto que ha no
mercado, ricos enfeites para cabera a 4J500, 4$ e
78, chapeos de alpaca pretos muito commodos e
muito frescos a 2500 e Sg.calras de casemira preta,
feitas, muito finas a 9$, ditas brancas de linho a 49,
rolletes de velludo fcitos a 10 e 12g, ditos de seda
de cores a 7g, pentes de tartaruga virados do me-
lhor gosto que pode haver, de lodas as qualidades.
mandando-se amostras ; assim como de queesquer
fazendas que precisem, do-se amostras, deixando
penhor, o manda-so a casa, como seja, sarja pre-
ta a 232OO, seda lavrada preta a 18 e I38OO, chales
de merino bordados a 68300, ditos os mais moder-
nosque pode havor a 168,10 e 8500, ditos lisos a
58900, franjas de seda, ditas de lita a 49900, grava-
tas monstras a 3J800, ditas a 800,1, 1200, lg600
e 28, meias de seda brancas a 2S500, ditas prelas a
2J, ditas dp algodao prelas, grandes, para padre a
560, ditas crelaia a 13600.
Vendem-se 8 bonitos osera vos vindos do nor-
te, entre eatea hal earapina, 1 dito ferreiro elco-
zinheire, urna linda mulaliuha com urna cria de 3
mozos, Bolecas de 16anuos, 1 uegrinha de 10
negra ongommadeira de 22 annos, e 1
bdeira ; ludo por procos razoaveis : na
n. 6C '
!-so fumo em folha e cola chegada re-
da Bahia. por menos preco do que em
na ra da Cruz do Hecife
annos, um.
dita quinta
ra Huella
Vend
rentementi
nutra qualhuer parte'
B. 18.
Vend !-se
gunda e t
lia, sendo I
3J5>00ele
100,120 e
cxcellenio bolacha de primeira, se-
rceira qualidado para arranjos de fami-
tia~ 2'5<0 Pr arrobai por libra a
ra^ri^rp'EanTa -*
un goslos modernos
que em oulra qualquer loja
O un'co deposito do ap de Lisboa, na ra
da Cadea Velha n. 51, vi nde rap das seguintes
qualidades : rap princeza de Lisboa, a libra 2400
dijo maselipalao a 3S300, dito massaroca a WO,
i.-^.cs,:rva do meslri! a 3 300, dito meio grosso a
Stam inha.
Chegou a muito deseja a sloraenha vordadein
para hbitos da veneravel Ordem Terreira de 8
Francisco vende-so por p eco rezoavel na ra do
Uiieiniadeu. 1. ao p da botica.
Vende-se superior liiha de algodao, branca*
Com peque 10 (oque de
i vi Ha
Pecas de madapolo a |500 e 39000: r
Crespo, loja da esquina qi e volta para a ra da Ca-
dea.
Nesle estabelerimonto acharao os compradores o
mais variado o completo sorlinionlo do fazendas do
todas as qualidades, como sejam:
Chitas do cores seguras, euvado. .
Ditas de ditas linas, ornado. .
Hilas francozas linas, covado. .
Pecas de cascas de coros. ....'.
Coiinhasc manguitos de croch. .
Cortos de casemira a 83 o.....
Chalos de froo.........
Brim trancado de lindo, vara ....
Maulas o grvalas linas.....'.
Musseliua do gaz, covado......
llicos enfeites para seiilioras.....
Chales do niorin bordados [com loque d
lliofii)...........
I.eiii.s de cambraia de lindo, duzia 48 o.
Prinre/a preta. ouvado......
Brim de Hamburto n. 7, rara .
120
1n0
2 II
2,(KM)
lOfiOOO
53100
3
1.S2S0
3
320
1 31XIO
Calcado barato.
43500
54)0
>0
lor-
A loja 11. 4 da praca da Independencia est
raudo nesino pm- sodulas vnibas :
Boizeguinsfranoozosde pellica para homem a 8S000
Ditos ditos elsticos para senhora a .
Hilos dilos dilos para meninas a .
Ditos dilos ditos para r.rianca a .
Sapales de bexerro para homem a .
Dilos do dilo para meninos a .
Sapaios de tapete para homem a .
Dilo de Iranias para homem a .
Saiiatosde ooro Ue lustro com salte a
^ Vendo-so uma escrava criolita d
gura, com as habilidades soguinti
giiinmadoira eeosmha o diario do
ra Augusta 11. :2.
3OOII
. :!;'l
. Jolln
. 4|000
. :l3tlOO
. I31MKI
. la(iiK)
. 8000
bonita li-
: perfita di-
urna (asa : na
A
vendo-so
pora, po-
li procos
machinas
confronte ao Bosario em Sanio Antonio
delicados lioiilinbos de ih.ce, camlil.nlos,
ceg, ameixa e eereija, muito enfeitados
muito commodos ; vendem-se lambem
para destilar caf.
Os donos da loja da rna do Quoimado 11 1(1
parlieipam aosseus (rogue/os que ja chogaram as
camisas inglozas do sua encommenda < que leu
lanihein paira pessoas gordas.
Na loja junto ao arco de
Santo Antonio vende-se
um grande e variado sorlimenlo do Incoa do Ara-
raty, lila branca propria pora hbitos dos torenos
do Carino, oslanienda para habites dos leneiros de
S. Francisco, satas do balao do lulas as qualidades
riqiussimos pintes da liularuga. dilos de massa
uropnoa para luto, casgat de cores a 200 is. o cova-
do, guarnicoes de labvridlhu para lencos.
Bom gosto.
Botins de setim sem gaspias. obra muito delica-
da, pelo baratissimo proco de8> para sonhora, e de
05 para menina : na ra Nova n. 1, esquina da ra
das Trinchciras.
. Vende-se por proco enmmodo a posee de um
sitio foreiro que paga 60 rs. o palmo, no lugar do
Barro \ ermefho, na face da estrada da eidade da
Victoria, confronte o Sr. Dr. Cidral, com duas ca-
stadas de taipa, umadila com n fronte do podra o
''"[' silio ,em 216 palmos de frente e do. fundo
1,4110, com friietoiras novas, e todo dolando : quem
quizer, dirija-se a rasa de Thomaz Jos de Aquoo
Cesar, no mesmo lugar.
NaruadoLivra-
menton.2.
Na loja das cinco portas, que faz quina para o
onceo do Padre, vendem-se as fazendas saguiules -
cortes de cassa chita com 61.2 varas a1HKI, dilos
de chita com barra .118800. dilos de cmbrala prela
a 28 ditos de cor a 18600. dilos chaly do lluros
com 15 corados a 14, cortes do easemiras muito
linas a fig, ditos a 3*500, ditos de moia casemira a
a 2*000, eollete de velludo a 13200, manguitas para
senliora a 3/500, gollinhas a I32OO, verbulinas de
coros a 610 o covado, musselina branca a 260 brim
dellinho branoo muito lino a 18200, brim/.iiiho a
180, alpaca de cores para paletots a 480, chita 11-
gleza, covado a 160, dita rancoza escora a 200 rs
dita escura lina a 280, alpaca de soda de cores a'
320, sedas dequadros linas, covado a 18, loncos de
seda linos a 18600, ditos a 18, rambraia de orlina
a 240 o covado, e nutras muitas fazendas que se
vendem baratas.
Apparelhos de porcellana.
Vendem-se mui bonitos o delicados appareldos
de porcellana dnurada proprios para hrinquedo de
meninas, sendo ellesde difforenles lanianhos
gostos a 1S500, 28, 2g500, 38, 38500 o -S : na "ra
do Quoimado nos quatro cantos luja d'aguia bran-
ca D. 16.
ENFEITES PARA CABECAS.
, Mui modernos e delicados enfeites de llores, filas
plumas e frocos para senhora a 68. 83 e 103. preces
esles haratissimos vista daperfeicao e bom gosto
com que sao ellos acabados, assim como outros
pretos de vidrilhos obra de apurado gosto e intei-
ramenle modernos e pelos diminutos procos de 43 e
53; para qualquer pessoa se certiticar da veuda
d,e que fallamos, dirija-se a loja d'aguia branca, nos
quatro cantos da ra do Queiuiado u. 16.
Sorvete.
Todos os dias (era sorv le na casa de Luiz Pnech,
ra do Trapiche Novo n. 2,
ATTENCAO.
Cortes de ve ;tido de seda.
Vendem-se corles de vi stid
teiramenle nova, a pelo
dilos com pintas de mofo
se acabem nos quatro rt itos
n. 18 A, esquina que vira
dous mil paletots.
6
Vende-se a verdadeira
i4 a 180, por
char cuntas : no armazei da na de A
junto ao theatro.
Ba liirei a n. 45.
Horzeguins de senho -a (Joly).
Ditos de homem.
Sapato* de trancinba

Aguia branca.
Novo e completo sor.inienlo de
meias para homens,
mulheres,meninos e meninas
de 2 a 12 annos.
V endem-se muito boas meias cruas sem costura
, para domen a 1S800 a duzia e 160 rs. o par dita i,.
& J1U^. ,'..,? IF**>. 8500. duiia ditas
r-) i"- -,
potassa da Bussia a 240
mais baratas do que em outra qual-
qiier parte, meias de la muito Duas para hornea 1
ennrs" 00ni?;"' lUla ""'ss'raas de (o da Escocia a
*mi la\," V'I' dilas de laia P l'^res a
00 o par, ditas dejseda mui linas pretas e bran-
dilasmui 11-
par, assim como mui-
"'- ">, tasoutias miudezas eobjeclos de gosto, que esto
, patentes na loja d'aguia branca, nos quatro cantos
Calcado supe lor e barato.d
43800
838OO
Vende-se um moleque de dado de 12 annos
pouco mais ou menos, muito bonito e esperto,
muito propro para pagem, ou officio : a tratar na'
ra larga do Rosario n. 35, loja de miudezas.
Na rna dos Pescadores n. 35, da para vender
liOUU 118 duzas de formas de l'azcr velas.
Algodo inonstro.
Conlinua-so a vender o hein couherido eerono-
niicu algodao moiislro com 8 palmos do largura,
roprio para qualquer obra por dispensar lodo o Ira-
losluia ; aproveilom omquanlo ha : na
Uueimadon. 22, na lujada boa fe.
Para mscales c boeeteiras.
Vendem-se eaixinhas com 100 agnlhas francozas
sorlidasdo iiniilo hoa qualidado a 160 e 200 ivis,
eaixinhas muito bonitas com grampos muilu bom
foilosaSO ol20rs., bupiindos orondas eslroilas
muito bonitos a 800 rs. a poca com 10 varas, cartoes
de clcheles franeeaesa 50 rs., lesouras finas para
costara alga dnzia, holos para camisa a 160 rs. a
posa, ponos muito bons para alisar a 13280 rs. a
duzia, dilos muilu linos para coco a 23 a duzia, ca-
niveies muito linos para aparar peonas a 2Sa du-
zia, estojos com navalhas muito linas para barba a
500 o 600 rs., dilas sem estojos a 320 c 400 rs., po-
cas de lilas de l,ia de Indas as coros com 13 varas a
180 rs., lindas de miada cabera branca e encarna-
da, dilas do novillos do luuilo superior qualidado
decores o brancas de lodos us nmeros, litas de
seda n de retrox, alunles em cartas e em carnudas,
e tudo o mais que do un essariu para complete sor-
lmenlo e por preco que duixa grande interesse a
quem comprar para lomar a vender: na rna do
Queimado, na bem condecida luja de mudezas da
ba fama 11. 33.
As yprdadoiras linas dcJovin.
A loja d'aguia branca acaba dorooeboras verda-
deiras lavas de louvin, viudas do sua oncominonda,
tanto para homem como para senhora, aliaiicondo-
sc que sao as mclhorcs que 0111 tal genero se ten
visto aqu: vendem-se a 23500 o par : assim como
outras igualmente novas, etambem mui boasazj
o par. (.liioin aprecia o bom, he dirigir-se ra do
Queimado nos quatro rantoa, loja d'aguia brama n.
16, que ser hom servido. Na mesina loja existe mu
grande Sorlimenlo de lavas do soda do militas o di-
versas qualidades lanibom para huiuem o senhora,
o a pracos haralissitoos.
i I iliria da na da Florentina
PEANA 1AR4B0TS
ft fie lodas
coros, groza,
miadas.
^m^^^^-Hi
Aviso aos scnliores de en^enjios.
Cal nova do l.isbaom barricas o 0111 ancoras mili-
to propria para a condocrSo do agurdente ou mel
na roa da Cadoia, defrunte da rularn n. 28.
Espelhos grandes.
Vendem-se espetaos graudos para parede rom
bollas molduras eiivernisadas o duurailas o vidrns
mu luios o claros a 48 o 53 : na loja d'aguia bran-
ca nos quatro cantos da ra do Queimadn n 16
ARMAZEM
DE
Fazendas e modas.
II RA DO QUEIMADO. II
Har NenliornK.
Variado sorlimenlo de ricos cortes de vestidos do
gurguro prelo bordados a velludo, manteletes pre-
tos bordados, vestidos o manteletes do seda de di-
versas cores, iiiaraliuis e variadosortimento do en-
feites para luilc, chapeos sem contesteco omelhor
que a arle pudo produzir para satistazer ,10 apurado
gosto das senhoras, vestidos do pliantasia pretos e
de tudas as cores para passeio e sniro.
Para i v:i lleiros.
Variada sortimento de fatofeilo franceze inglez,
de diversas fazendas o varias cores ; casacas piolas
do panno llnissinio impermeavel; chapeos do castor
pretos o luancos ; charutos da reserva do encuni-
iiionda especial.
BORDADOS FINOS.
amado Qneimadon. 37,
loja de 4 por I as.
Tpm 11111 completo sortimento de bordados como
seja goliuhas para 600,800, 13 u 1g20ll al 3j' man-
guitosdol36(lll ,1 par at 23(00, manguitos Com
goUnhas de ricos gostos a 4J, 5a, 6, bj, kij ,. a
129 o par, rompilo sortimento do tiras bordadas e
entrometas fra11cc7.es, liras bordadas inglozas do di-
versas larguras e de uma fazeuda muilu supe.iiur
propria para calcinitas de crianras e para easave*
ques, camisinhaa dordadas com goUnfaa e mangui-
tos por preco commodo.
Ra do Queimado.
N'esta loja vendem-se toalhas e lencos de labyrin
tlios, rendas das ilhas proprias para'toalhas, bicos
pretos do seda de ludas as larguras, ditos brancos
franjas de seda de todas as larguras, lilas do ultimo
gosto, ditas do vellido preto ude recorte, flores de
varias qualidades, boloes de vidro e veludo de diver-
sas cores, para casaveques e entras multas miude-
zas de gosto que se torna desnecessario mencionar
o que seproinotle vender em cunta.
Vende-se um cabriolet de concha, em muito
bom oslado : para ver, na cocheira da ra das rio-
re., que foi do fallecido Jos Mara.
Vende-se a taberna da travessa do Vigario n
3, com pomos fundos, propria para um principian-
te, por oslar minio afreguezada : a tratar com Tas-
so Irmos.
\io iiiciiniinodaiii.
Ohegaram os desojados horzeguins de casemira,
sem gaspiade luslfo, o sim da mesma fazenda, tanto
para senhoras, como para homens, que alm de se-
ren bonitos sao muito finse macios ; na loja de
Jalaby 6:C, ra Novan. 7.
Vends-se familia de mandioca superior quali-
dado em saceos grandes, feijao mulatinho, pelo c
branco em saceos, gomma de mandioca, farclo de
Lisboa, milho arroz du casca, farinda de trigo pro-
pria para engordar animaos o sacro com 5 arrobas
a 49 rs. : ludo se vende por menos doqueeui ou-
tra parlu : na ra estrella do Bosario n. 29, ar-
mazoin.
Franrenno Izidoro Leal di C. tem para vender
no arin.izem de Tellcs & Tarares, ra da Lapa,
grandes saceos com Iarelo rdegados ltimamente
de Lisboa, por preco commodo ; e tamhem saceos
com arroz grado do Marandu, o melhor possivel
por preco commodo.
O Leite & Irmao continuam a
torrar.
Miissulina toda encarnada, covado 220 rs., cam-
braia lisa muito tina a 33SOO, 43O0, 53200 e 51080
B. a peca, de 10 jardas, brim de linho para calca
de bonitospadroes a 880es. a vara, corles de me'ia
casemira a 33OOO rs. cada um, lencos de cambraia
d< linho a 33200 o muilu finos a 4S500 rs. a duzia,
chales de Inuquim pretos, ditos de merino pretos]
ditos de merino liso de ludas as torosa 43800 rs., e
bordados a 638OO rs., chitas francozas de cores li-
zas a 220, 210,260,280 o 300 rs. o covado, madapo-
lo a 2S800. 33200, 33800, 43000, 48200. 48800,
53000 e 53500rs.,emuilo fino a6$000rs.apera, de
20 varas, palilots de alpaca muito finos a 63000 rs.,
cortes de coletos de casemira a 63OOO rs., esparti-
Ihos para senhora a4, 6e 8rs., a dos modernos a
95 rs.,saias para sendera a I56O rs., bordadas a 3o
rs., e muito superiores a 4 rs., gollinhas muito
bem bordadas a-3^500 rs., manguitas e camizinhas
muilu linas para senhura, curtos de cambraia du
gaz a48rs., tapetes para sala a 1(800 rs., para por-
tado sala a 49 rs., e para cabriolet a 2(500 rs.,
meias muito linas parr senhora a 2(800 rs. a duzia,
ricas colchas de damasco de seda a 25e32( rs. cada
uma, curies de cassa de lindos desenlise 28 rs.,
boas chitas escuras e du lindos padroes a 200 rs. o
covado, meias de lodos os tamauhos para menino e
menina, guardanapos a (( rs. a duzia, peras de
cambraia lisa de 12jardas a 3> rs., raussulina*bran-
ca a 300 rs. o covado, toaldas para mesa a 4( rs., re-
dos de folha a 6(rs., e da outras muitas fazendas
que se vende por barato preco, e de tudo se dar
amostras.
Vende-se urna escrava crioula, de 26 a 28
?"""s' engommadeira, costurelra, e com outras da-
mlidadcs : na ra Augusta n. 17. -
LOJA NOVA
Jalahy k Companhia.
""^rtt^
vontade, o melhor sortimento do calcado dseme
cado da pomos das, tanto para .hnras^o o
uaHd'adeU"SU "K'I"U0S-c muil" uu< ">". a vislada
Vonde-se uma mobilia de mogno S Luiz XV
na ra da Madre de leos, loja n. 34.
F'ariiilia de trigo
SSSF.
Fernandos \- Fillios lom superior farinda de tri-
go da marca SSSF 1 logada antes do lioiileui que
vendem a proco muito em canta no sen armasen)
ra da t'.adoia n. 63, boceo da Madre de neos u. 12.
Cortes de la.
Aiuda roslam alguns corles de la fina para ves-
tidos, com 16 covados cado corte a 41, eatto-se a-
eabando: na roa do Quelniado n. 22, na loja da
ba f.
flD MMTID.
0 Pi-pjsUira csl Qucimando.
Na rna do Qaeimado n. 2, esquina do berro do
Peixo Frita tem 0 l'roguica para vender por bara-
tissimo preeu um completa sorlimenlo de fazendas
bem como sejam corles de cassa e soda do lindis-
simos gostos I >iv;500 cada un, dilos de laa o seda
de liiidissiiniis gustos o superior qualidado a "3 ca-
LSP1 "ctes do cambraia branca com salpicos a
3(900, ditos de dita com lloros de cures a 3,^800
gangas nioscladas de padroes e suportar qualidado"
a 53100 o covado ; chitas oscuras o claras do cores
Hxas a 160. 180, 200 o 210 reis o covado : dilas
rranco/.as de lindos padroes e de excolleiilos pan-
nos a 2(0, 260. 2N0 o 300 reis o covado, cambraias
adamascadas para cortinados do canias pecas de 20
varas a lt|, gnu alas piolase do cues culi mola e
sem ella a 8IKI e l| cada 11111.1, dilas com mola mui-
to linas a I3OOO, lencos de seda com algnm enfeita
a 8IMI res cada um. grosdenaple de cor de boa
qualidado a lfStK o covado ; curtos de casemira
Una a 63, ditos do moia casemira a 2>t. ditos de di-
la mais lijia a 23600 cada um.cortos de brim de li-
nhn a 13700 cada um. dilos de dilo branco com lis-
tras o do puro lindo a 1020 cada um. corles de
gurguro para collotes a 33 cada um. dilos de me-
rino bordados de lindos gostos (3500, ditos de case-
mira preta bordados a 3snoo cada um. cambraias
lizas de 8 varas a 33500,43, ($00, tj^Hl o 5351HI a
peca dilas lapadas cum 10 varas a 43, 43500,
538110, 635OO e 732(10 a peca, cortes de organdy fa-
zenda muito larga o lina a 2$600, alpaca prela cum
o palmos de largura propria para samaras o capas
de padres a 800 reis. lanzinlias dequadros proprias
para vestidos de senliora a 360 e 5110 rois OCOVado,
(dales do laa linos cum dara malisada a 4S5JHI, di-
tos de merino lizosa 4JB0O, ditos da dito bordados
a fij)200 cada um, loncos hrancus com barra de cor
a 100, 120 e 130 rois cada 11111, chitas francozas lar-
gas para cubera a 2(0 reis u covado, brim branca
de lislra de puro lindo a 800 rois a vara, dilo de
hlldissiniiis gostos o superior qualidado a Isill a
vara, dilo branca muilu Ano I328O e 13(00 a vara,
caasas de cures de liudissimus gostos a 360 o 400
rois a vara, mussiillina eom pequeo loque do ara-
ra de lindos padroes a 250 o covado; dita sem ave-
ria a 300 rois o covado, dita toda encarnada a 220
reis o covado, dila mais larga a 32n reis, casemira
prela a 23, 2S2IMJ, $400, 33500 c 43 o covado,
panno lino azul o cor de rape de superior ooali-
dade a 53 a aovado, dito preto a 43, 53 e 53500 u
covado, dito azul propro para fardas a 2S, o cova-
do, leos hrancus para inao du senliora do bco
largo o muito linos a 800 o 13 rada um, editas os-
curas de tintas li\as a 53200 a poca, alpacas de so-
da de suportar qualidado a 900 res o evado, po-
cas de cambraia liza eom pequeo tuque de mo a
23, ditas de hrelanda de ruto cum 10 varas a 23,
atoalhado largo muito lino com bonitos lavares 1
1(2811 a vara, italianas, especie de cambraia pinla-
ladado cores lixas o liudissimus gustos a (80 rois
a vara, cambraias francesas de lindes padroes o es-
callentes pannos a 500 reis a vara, eassas piuladas
uiiiidiuhas a 320 reis a vara, lucas de liu da Esco-
cia, brancas e de cores ,1 320 rois o par, cambraias
napolitanas rosas e zoes de quadru a 360 rois a
vara 011 220 res o euvado, riseadinlios franco/es ile
quadros a 180 reis o covadn, bramante muito largo
a --S ,M' covado. \elliutiua de todas a cores a 720
vi, covado, meias ornas para liomeui a 160, 2tl
iul) o 400 reis o par, dilas para senliora dr
as qualidades, paletola do alpaca prola a 51
do moia casemira a 3, dilos de panno prelo" o de
.,l"1a,!.(IS,.l"v',s, rt. *:'''? P? nhora a 13*00 o
Salitre refinado.
Vende-se salitre refinado do superior qualidado,
a 83000 a arroba : 110 arma/.in do Porte do Mallos,
de Horeira Dias, ra da Moeda n 23
a,
Na iiuifeiiaria t9 A, confronte ao Rosario, em
Sanio Antonio, vende-se a verdadeira agua do ma-
labar para Ungir cabellos o barbas, em prelo, cas-
tanlio, moreuo o luuro, garaule-se.
Jamos Crabtree & C, teem para vender em
son armazem, ra da Cruz 11. 42, os seguimos ar-
tigas :
I.IIAMPAMIAde superior qualidado, em gigos de
duzia de garrafas, o lmbemelo gigos de duas
duzias de meias dilas.
FIO IIK VF.I.A muito forlo (o moldor que lom viu-
do a osle morcado e pruprio para coser sacus
com assuear.
AltM \gt')KS DE SSLLTNStanto para montaria de
senhoras como para borneas.
1 IIICIITKSpara carros.
l'IHNKl HASmuito bem feitas.
ABllKltISpara carros de 11111 o dous cavallns.
Fl\ KLASde ferro eslonliado para obras de sel-
loirus.
Vendo-so viudo muilu bom a 320 rs.
fa : no boceo Largo 11.1.
= Vonde-se viudo de superior qualidado a 3*0
rs. agarrafa : na 111.1 da Senzala Velha 11. 101.
Para meninos.
Bonete de gnrgurao de seda furia-cores, obra de
muito gosto a 43 '- na loja d'aguia branca, na ra do
Uueimado nos quatro calilos 11. 16. A grande ei-
Iraceo que elle lom tido, e a peqiiona i|uantidade
que resta, faz-nos dizor que quem nao so apressar
licar sem elles, por isso appareean buje mesmo
quem anisar dars tosas aosseus pequeos.
a garra-
CHEGUEM
Aloja da Boa F
Que csl \ entiendo muito barato.
lirnsdenaple prelo milita suporiur a 1,800, 2S, .
2,500, 33, 3,500 o 4f o curado, sarja preta hosp,,- 1
nhola moilo superior a 2,200 o covado, aelim ma-
can luuilo superior a 3,500 a covado, panno prelo
lino a i. 3, 4, 5, ti e Sg a invado, casemira prola
minio lina a 23, 2.500, 3$, 3,500 o 3 o covado,
ricos curtes de rolletes do velludo prelo bordados a
12(, dilos de dita de cores a 73 e 10*. e muito su-
ponores a 133, ditos do gorgui-o piolo a 3,500, di-'
ios do dita do cures a 4.500, nierimi prelo setim
umita lino a 1,120 o covado, alpaca prela muilu
lina a 610, 800 13 o covado, meias prelas do laa
muito suportares proprias para os sondlos sacer-
dotes a 23 o par. cambraia de linho muito lina a
6( a vara, esguiao de linho muito lino a 16,000 rs.
a poca cum 12 jardas, bretanha de lindo minio
muito larga a 203001) a peca com 30 varas, rain-'
braia adamascada para cortinado a 12,000 a pee
rom 20 varas, bramante do lindo minio superior,
com duas varas de largura a 2,400 a vara, atoalha-
do adamascado com mais de 8 palmos do largura a
1,280 avara, brim liso, Hamburgu, muito lino a 9
e a IOS pera com 20 varas, eatmia de algodao
muilu linu a 3,200 a pera com 12 jardas, cambraia
lisa muilu lina a 53 a poca com 8 1 2 varas, dila
muito Una 63, 6,500 e 83 a pora rom 10 varas,
dita muilu lina cum salpicos a 900 rs. a vara, e a
73 a pera cum 8 1/2 varas, Ul de lindo bordado a
Toalhas adamascadas.
Fio de vela.
Biscoutos em lata.
Vendem-se em casa de Arkw-
reght & o. ra da Crnz n.
fi l. por barato preco.
todas
>3, dilos
par, dilas do seda bordadas de lindos goslos a 2X200
upar,; e outras muitas fazendas que se deixam de
ie venders por haratissimos pregse
stras cun penhorea
mencionar o se
se darau amostra
He
Loja n. 37.
uus. uuruuuos a seaa cum luidas llores a 283
1 um, paletots de panno e do casemira pretos o
ores do 16 al 253 cada um, dilos de brim
ico minio linos de 53, 5,500 e 68 rada um, ricos
na ra do Queimado a loja
de quatro portan.
Seenronlra um completo sorlimenlo de grosde-
V2& ^UP0' 'f*00-. % 2*J0. asco,
2.8IM), J,s o 3.200 a covado, ditos decores de 1.600
e 23 o covado, panno lino preta de 2,500 al 123 0
covado, dito cor de rap o verde cor de garrafa
fazenda muito superior a 73 o covado, casaveques
de fustao ricamente enfeitados de ricas tramas lin-
gindo lindos bordados a 183, corles do vestidos de
phantasia muito lindos e dos mais modernos a 183
ditas bordados a velludo de cores muito lindas''
J0)>, ditos bordados a seda com lindas flores a 28>
cada um, palelul.-- J-
de co
bran
pannos da mais lina casimira de luidas eoraa para
cima de mesa de meio de sala, toaldas de lindo cru
proprias para rosto a 1S280 cada uma, redes de
cores vindas da Balita da Trairao, obra muito bem
acabada, pelo diminuto preco de 183 cada uma, e
outras muitas fazendas que ao rom a vista do com-
prador se poder mostrar, e se venderao por pre-
co muile cuiiimodu.
Chapeos tle palha escura para
homem por precos baratos.
Na bem conherida loja da boa f, na ra do yuci-
madon. 22, enconlrarao os bons freguezes um com-
pleto sortimento do chapeos inglezes de palha escu-
ra de forma* inteiraineule modernas e Iwnitas da
ultima muda. Tornam-se recommendaveis pnrse-
rem mu leves o frescos para a presente eslacao :
vendem-se pelos haratissimos precos de 48 'e53
vendem tamhem chapeos e bone da mesma quali-
dade para meninos a 33 33600.
Vende-se a preco commodo, em casa de Bar-
roca 4 .Medciros, ra da tiadeia do Becife n. 4 vi-
nho do Porto, snperior chamico, pedraem lage'do e
portadas, pipas, meias e barris vastos.
Leques muito finos.
Vendem-se toques de madreperola os mais ricos
I lie. se pode encontrar, polo barato prero de 12S e
53 cada um.ditos sem ser de madreperola, porui de
gostos muito lindos a 2J, 33, 4S a 5J|: na ra do
Queimado, na bem condecida loja de miudezas da
hoa fama n. 33.
Em casa de Kabe Schmettan & C.
ra da Cadeia n. 57, vendem-se elegan-
tes pianos do afamado fabricante Trau-
ma 1111 du Hamburgo.
Almeida Gomes, Alves &C.a
VENDEM NO 8E ARMAZEM
%1 RA DA CRUZ %
CHAPEOS de feltro sortidos, da fabrica acreditada
de.Carvalho Pinto, do Bio de Janeiro.
S.VIUO das fabricas do Bio de Janeiro.
Vl.NHO de champagne de superior quaiidade.
SALVAS, baiideijas e outras obras deprata.
Ra do Queimado n. 1.
Nesta loja existe um bom oralorio de Jacaranda
para vender.
Madeira de pinho.
Vende-se mais barato do que em outra qualquer
parte : na rna da Cruz n. 40, primeiro andar, e na
ra do Brum. armazem n.10.
Na grande fabrica de ta-
mancos da ra Direita,
esquina que \ra para S. Pedro n. 16. lem effecli-
vaineiile riquissimo sorliuionlo de lainaneos de to-
das asqnaiidades, proprios para a estaban iaveiMoa.
o vendo-so. tanto a rolaldo coinu em'graudes por-
cuos, pur menos preco que em outra qualquer
parle : os senhoras commerciaates do fra timan
preeuir-sc, pois o invern est prximo.
MACHINISMO
?.

.
\ fiindicao d ferro do en^enheir Da-
vid W. Ilnw 111,111, na ra
do Brum, passande o rhafariz.
lia sempre um grande sorlimenlo dos seguintes
Objeetoa d,- mecanismos proprios para ciigoiihos, a
a saber: moendas e meias moendas da mais mo-
derna coiislruce.io ; lachas de ferro fundido e bali-
do de superior quaiidade e de lodos os tamauhos ;
rodas dentadas para agua mi animaes, de lodas as
proporcoes envos e bocea do furnalha o registros
de boeiro, aguilhoes, bronzes, parafuzos a cavi-
Ihoes, iiioinhos de mandiuca, ele. ote
NA MESMA FUNUIC.O
TP-tPoiitao todasas eiicoiniueiidas eom a siipcrio-
ndade j eonnecida com a decida presteza ecom-
uiudidade em Oreco,
PE
Fazendas e modas
DR
MIGUEL JOS DE ABREU,
H Ra do Oueimado 11
Este eslaholecimonlo que inquirslionavelmonte he
hoje um dos BwUHMea nesta genere aeda-se enm-
plotamoiile sonido do ludo o que de mais ricn, mais
bello, mais moderno e de mais elegante e apurado
gosto existe no mercado relativamente a Inundase
modas lauta para senliora como para cavaldeiro.
Noscespeeialisam aqu os diversos artigos que
cuiisiiliieiu este variadissimo sorlimenlo, porque
isso faria demasiadamente longo, e por ronsequen-
ria fastidise e inatil esto annaneio; masassogura-se
ao rospeilavol publico o especialmente as senhoras
i-avalhcirus du bom lom, que o que cima se allir-
ma nao lie o coslumado i-trivial engodo CON queso
pro. ura attrajiir a concurrencia, mas sim a exacta e
liel expressao da verdade.
Ao que llca dito s resta acrrescenlar que lodos os
artigos scrau vendidos pelus mais moderados presos.
Dala
Na loja na na do Queimado n. 1, amigamente
rnndei ida pela do meia pataca, exista um completo
sortimento de fazendas, que se deseja liquidar por
qualquer um preco, atim de em breve se poder das
nova organisacao mesma loja. Mas nao sendo nor-
sivel mencionar um por um, todos artigos de que
se compoc o dilo sortimento, limitamo-nos aos se-
guidlos, adicionando-lhe seus haratissimos precos
?'1,n de que os amantes do barato facam a devida
idea do quanto economisarao em se'sortirem em
dita loja : cortes de cassa rhitaa 1g600, ditos finos
a pinta miudiuha a2g, cassa de cor, vara 320 reis
dilas finas e fizas na cor a 440, ditas francezas mu
to lina a 640, sedas de quadrindos a 1|, ditas mui-
lu largas a 1$C00, ditas de quadrinhos miudinhns
asscnles em grosdeuaples a IgaOO, fazenda de laa
rom quadrus de seda a 30 o covado, dita superior
a 400 rs., chaly padroes iuleirameute novos a l
chitas francezas superiores, tanto em panno como
em tintas a 320 o covador ditas escuras a 260 o co-
vado, alpacas de uma s cor, fazenda muito fina a
DO o covado, dilas com listras de soda a 500 o co-
lala vara, maulas pretas bordadas a 1(ti, veos
da niosuia quaiidade a 12,000, gollinhas de tilo
muito bem bordadas e bstanlos largas a 1,200 ca-
da urna, dio os de cambraia de linho cum bico lar-
go em volta a 2$, moias lirancas de seda para me-
ninas a 2J o par, ditas brancas do algodao minio
linas para senliora a 3,000 a duzia, dilas inglc/as
muilu superiuros lambem para senhora a 5J a dir/i.i,
dilas para meninas de todos os tamauhos a 2t0 o
par, ditas para meninos a 1 iu o par, ditas do algo-
dao cni para huineiu a 1,800, 2S. 2,500", 3 o 4J, o
inglezas muito superiores a 5,000 a duzia, teneos
brancos de cambraia para algibeira a 2,400 a duzia,
dilos matare-, ;i 3,000 a duzia, dilos muito grandes
proprios para a cabrea a 400 rs, cada um, ditas*'
muilo linos de esguao de lindo a 7,500 a dnzia, '
ditos de liuho de cores escura e fizas proprios
para us laliaquisias a 400 rs. cada um, chales de
merino liso de lidas cores com franjas de soda a
6$, dilos de chaly com listras de seda em volta o
comJraujas tamlwni do seda a 7J, ditos de merino
bordados a 9;>, ditos do touquim muito superiores
bordados pin duas puntas, cum franjas muito rom-
pridas, polo baralis-simu proco de 4$000, ricos >
peales de tartaruga a imperairiz a 12 e a 204. le- V*
ques milite linos a 4.500, ligas de seda a 1,28 o
Ear, chapeos de feltro muito Unos a 5.e 6g, brim
rauco trancado de luido muito lino a 1,280 avara,
ditoncurpado muito superior a 1,440 a vara, dito
de cores de padroes muito bonitos a 1$ a vara, di-
tos do quadrinhos mullo proprios paja obras de
meamos a 200 rs. o curado, ganga amarella fran-
ceza muilu tina a320 u covado, ditas escuras muito
superiores a 500 o euvado, camisas do ruteado mui-,
lo bem feitas a 1.500, cambraias francezas decoros'
limito bonitas a 400 rs. a vara, entre metas muilu, '
linos a 1,0,20 a peca, tiras buriladas minio linas a
3ea4a pica, e alezo dista um complot sorli-
menlo de fazendas Unas e grossas, que vendem-se
por precus mui commodos, s atim de se fazerem
grandes vendas : na roa do yuenuado n. 22, na
"ni cunhocida toja da Boa P.
SYSTEHA MEDICO HE II0LL0WAY.
Pll.lf.AS HOI.I.WOYA.
Esto iiu-sliinavol especifico, cum[ioslo inleiramn-- *
le de tai vas medicinaos, nao rnlm luoreiu-io, noiii
algiima outra substancia delectara. Benelinu mai-
lenra infancia, e a cumpleicao mais delicada he
igualmente prouiplo e seguro para deaarreigar n mal
na rompleicao mais robusla he ialeiraineute iuno-
ceiita em suas operares e efleifos ; pula busca o
reinove asdooiiias de qualquer especio e grao por ^
mais antigs e tanazea que sejam.
Entre milharos do pessuas curadas cum esto romo-
dio, militas que j eslavam as portas da morir, pre-
servando em sen uso : conseguirn! recobrar a saude
o furias, desos de haver tentado intilmente lodos
os ontros remedios.
vs mais ainiel.is nao devem enlregar-se a deses-
peracao ; faram Um cum plenle ensato dos eieazes
eneitos desta assombrosa medicina, o proles recu-.
perarao o beneficio da saude.
Nao se perca lempo vm lomar este remedio para
qualquer das seguintes eufrrmdades
;
Fehreln da especie.
Gotta.
Ifemorrhoidas.
rjydropesa.
lelcricia.
Indigsteles.
Iiifiaiuniaioes.
Irregularidades da reos-'
iruaeao.
Ijinidng.is de toda espe-
cie.
Mal de podra. ,
Manchas na culis.
tjhstrucrao de > entre.
nilysica ou i oiisuiupcao
pulmonar.
Retencao deourina.
Blioiiniali-iiio. t
Svmptomas segundarios.
Tumores.
Tico doloroso.
L'leeras.
Venrea [mal).
Cal de Lisboa. |
23 Vende-so na ra do Trapiche n. 9. em W,
&*i nimio bous darris e inteiramentc nova por t8
ag ler sido desembarcada hontem.
Revalenta arbica.
He com este home ha pouco tempo conhecida ues-
te paz urna frula, rujo longo uso e miravilhosos ef-
felossaoha mullo conheridos e bem notorios na
Europa. Esia familia que os mediros mais circums-
pectos e exportantes tem empregado cm diversas
molestias e eirrumstancias lde tem grangeado o cr-
dito bem merecido de qup hoje goza. Arevalenta
arbicaalem de militas e vanadas enfermidades
que ella combate sem o menor soRrimento do pa-
ciente, he especialmente apphcada as pessoas que
carerem de um alimento delicado restaurante e de
fcil digesln.uqual tange de sor repugnante pode
ser lomado rom apetite romo qualquer nutro ali-
mento ordinario. He. especialmente empregada nos
padeeuneiitos pulmonares, debilidades de qualquer
orgaoenlraqiiecido por toda o qualquer doenra e
> endem-se boas vaquetas de lustre para cobrir i P"rticularmoiile para molestias no peito.como los-
rro : na ra Novan. 61. sea, coqueluelu-s, asldma, azias de oslumauo ata-
Vaquetas.
Saias de balao.
Na ra do Crespo n. 16, loja de Adriano & Cas-
tro, rhegaram as ricas saias de balao de ricos gostos,
as quaes sao muito commodas, e por isso recom-"
meuda-se as seodoras de bom goslo para nao dei-
xarem de comprar.
Vende-se palha de carnada muito nova, por
proco enmmodo : na ra do Amoriin n. 36.
Vende-se uma mulata de meia idade, com lo-
das as habilidades ; na praca do Corpo Santo n. 17,
segundo andar.
Vendem-se soleiras e sacadas de pedra do
cuitara : a tratar na ra do Torres, escriptorio de
Lomos Jnior Leal Reis.
Vende-se a loja decalcado, sita na ra do Li-
vramento u. 11 a iralar na' mesma.
tomago, ata-
ques nervosos, alToccesdo ligado etc., ele Ven-
de-se somonte na roa da Madre do Dous n. 1 Per-
namduco, bolioc e annazem de drogas de Jo da C
Bravo.
Ra Nova numero 18.
M. A. Caj & C. rereberam um sortimento de
ramizmhas com manguitos para senhoras e meni-
nas, oa lindos padroes que se poderao encontrar,
um sortimento de eaixinhas de conchas e busos
propnos para guardar jotas para um prsenle, por
serem muito lindas e oiquesilas sua factura or
prero commodo.
Accidentes epilpticos,
Alpureas.
Amnolas.
Arcias (nial de).
Asldma.
Clicas.
I'.unvulsops.
Debildade ou extonua-
co.
Itebilidado ou falla de for
cas para qualquorcousa
Dysinloria.
Dor de garganta,
do barriga.
nos rins.
Dureza no venire.
Enfermidades mi vonlre.
Ditas no figadu.
Ditas veneivas.
Envaqueca.
Ilerysipela.
Fehn' biliosas.
Foliroto iulornitonte.
Vendem-se estas puntas no eslabelecimoulo go-
ral de Londres n. 221, Strand. e na loja de todos
os boticarios droguistas o nutras pessoas enrarrega-
das de sua venda cm tuda a America do Sul, Hava-
ua e Hespanha.
Vendem-se as bocetinhas 800 rs. cada urna dol-
as roinlin una istroceo em purtuguez para vx- x
plicar o modo de se usar deslas pitillas.
t) deposito geral he em casa do Sr. Soiim pharma-
reulico. na roa da Cruz n. 22. em Pernambuco.
Na loja das 6 portas pm frente
do Livramento.
Barato para ncahuir eom alean resto
de fazendas.
Pecas de cacas de cores com 33 covodos a 64MXH).
covudos a 200 res, pecaa de laa com 32 covodos o
bastante larga a 59000, covodos a 160, cortas do
caca com 11 covados a 19200, lencos de reros a
500 reis, caiuisiuhas rom gollinhas para senhora a
2S000, mussullina encarnada e branca a 320 o co-
ludo, curtos de laa de quadros e fazendas bastan-
te largas a 59000, Uazinha fina para vestido a 400
o corodo, peras de bretanha de reta a 2*000. lau-
tos de seda eucaruados e brancos a 800 rs. D-se
amostras com pinhores; a loja est abona das ti
horas da mauda as 9 da note.
-^.yeatdpanna 3 canoas grandes aberlas de mais
na ra de< Apollo u. 17, primeiro
.
ut
X
Abren loja n. 3, inslalou-se urna
nova casa de pasto onde se achara toda surta de co-
meres bem folios, tanto em caea romo para fra
tudo em termos mui moderados; o em indos os
domingos de madrugada uma boa mao de vacca o
OUtrOS peliscos.
Vende-se uma earrnca nova sem anda ter ser-
vido, forte e segura por ler sido feila de encommen-
da : quem a pretender procure na ra estreita do
Hosaro n. 30, primeiro andar.
Escravos fgidos.
No dia 14 de agosto do anno prximo passado,
fugiram do engenno Sete Ranrfios, freguezia de
Nossa Sonhora da Escada, comarca da cidade da
Victoria, os seguintes esrravp: Damin, crioulo, de
23annos de idade pouco oais ou menos, cor fula,
beirosgrossos e meio arrPitados, tem uma cicalriz
na testa provenienlede amcoice de animal, pernas
linas eagiima cousa arqueadas para lora, esmalma-
do, espaduado, altuia regular, eest burand ago-
ra. Jaciuiho. criollo, de 28 annos de idade pouco
mais ou menos, altura regular, crtr pn-ta, pouca
barba, beiros gwssos e faz certa geito na horca alian-
do falla, tem uaia cicatriz em uma das faces, pernas
linas, osmalmido. fuma, e locador de viola. O
primeiro foi comprado ao Sr. Joao Francisco Barbo-
za da Silva l'umar. e o segundo diz que foi esrra-
voda familia do Sr.Joao Nones, da fazenda do Silio,
em Pajeo de Flores e comprado na prara de Per-
nambiwo. Consta que ditos escravos es'taoemPa-
je de Flores por portadores que mandei e de l vie-
ram roga-se as autoridades policiaes e eapitaesde
caVO_d-U.vpegaf C levar ao referido engenta,, a
Bi-rnardinu Barboza da "Silva ou na orara dePor-
lambucu aos Srs.Manoel Alves .Fomira i Lima, na
Vende-se urna linda escrava crioula de 20 an- '"" da "oda segundo andar, que serio re-
nos, com urna cria de 10 mezes, a qual ongomr
cose e cozinha o diario de uma casa : na mu da l'raia'
primeiro andar n. 43. / '
compensados rom a quantiacima.
"PERN.: TTP. DE M. F. DE FARIA. 1859.
V..-V
/
X
- __^


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