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Diario de Pernambuco
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Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/07970
 Material Information
Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Thursday, April 29, 1858
 Subjects
Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
 Notes
Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.
 Record Information
Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:07970

Full Text
V
ANNO XXXIV H. 7.
Por 5 mc-zcs adiantados 4$000.
Por 5 mezes vencidos 5.^000.
QUISTA FEI1U 2!) DE ABRIL DE 1838.
Por anuo adianl.ido i5$000.
Porte franco para o subscriptor:
BNCARREGADOS DA SUBSCRlPCA'O DO NORTE.
Parahiba, o Sr. Joao Rndotpho Gomei; Natal, o genhnr An-
tonio Marques da Sitvi ; Araeaiy, o 8r. A. di Lemos Braga ;
t d Mello ; Piauhy, o Sr. Jos* Joaquim Avellino ". Para, o bf.
J< ilion J. Ramos; Ainjsoiias, o Sr. Jeroojmo da Costa.
PARTIDA DOSCOBREOS.
lo da.
: na irrc.i-fi-ra.
piiir. lixiaiei-
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ra, I i,l i: ,. |
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roaos ua eorrejoa parlen j, iu i,,
I liora
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'' >riT, Allioho C
-i .,, ireih, l.iui.....n, I]
* a Eso', njs oaeitaa-fi
i 'a, Borreiroaj Agoa-1'roia,
as ili ih.nMa.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommercio : segundan quintal.
Belac-io .' tercas feiras e labbados.
Fa/enda : quartai e labbados aa 10 horas:
Juizo do eommercio: segundas ai 10 boraa quintal ao meio di
Dito da orphoi: segundas e quintal 10 horas.
Primeira vara do civel.- tegunda e seitaa ao meio dia.
Segunda vara do civel : quartai e labbadoi ao meio da.
BPDEUERIDES l>0 HEZ 1)E ABRIL.
6 Quartn minpuante ai 11 horas e 24 minutos da manhaa
13 La nova ai 8 horas e 86 minutos da nianuaa.
20 Quarto cresecnte aoi 7 minutos da tarde.
28 La cheia aos 36 minutos da nianha.
PKEAMAK DE MOJE.
Primeira as 6 horas e fi minutoi da manhaa.
Segunda ai 6 horai e 30 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
20 Segunda. S. Tetro de Hatis b. : S. Cleto p. m.
27 Tere*, g. Tertuliano h. ; S. Tnribio are. ; S. Castor m,
28 Oiiaria. S. Agapio, Afrndizio, Accacio e Valeria mm.
20 Quinta. S. Pedro ni. : S. Tertulia v ni. ; S. Seeundino b. m.
30 Sena. S. Catharina de Sena v. ; S. Peregrino servila.
1 Sabbado. S. Fclippee Thiago opp.: S. Segismundo re.
2 Domingo. S. Maljlda rainlia ; >.. Vindinial c Anaslacio mm.
^sr^tsttsz? jit: s; rsz&ss: r.w &* i s^s Wttr",,a> ,,ode ,er f,,r-,ar,m con,*u,nr de -.....a,~s- --
BNCARREGADOS DA SL'BSCRIPCA'O DO'Si i..
Alagoai, o Sr. Claudino Falcio Dial; Babia, o Sr. D. Duptid
Rio de Janeiro, o Sr. Jooo frreira Martina. "
EM PERNAHBCCO.
O Propietario do DIARIO Manoel Figueiroadt Firii.ni la
liTrana, praea da Independencia m. o a 8.
ASSEMBLEA LEGISLATIVA
PROVINCIAL.
SUSSAO ORDINARIA EM>:tDE AP.RIL DE 1858.
Prenidenria do ,s'r. Bario de Camaragilie.
Ao meio dia, verificado numero leeal e iberia
i, he lula apprav* li a eta da anlerior.
O Sr. 1- Secretario l o .eguinle
liM'KDIEME.
Im ofli.-io do leerelerio do governo, declarando
que M peliram as inf.irin {Oes eligidas por esla as-
sonldi, r-lalivamenle a ponte de Molocolomho e
il i. irv Ido lul-irada.
Outro do niesino Sr., declarando qae se pedirain
H neri'" ir ,i- infi.inanVs robra o pmjeelo ik 58 de
1837 a Ihesouraria provincial.Inleirada.
Outro, participando que fnram exigidas da cmara
municipal do Hio Formoso a do Sr. bispo ni uecessa-
rlaa inforrnaces a respailo do projeclo n. 5!1 de 18J7.
Iateirad*.
Outro, remettendo asinformar,5es ministradas pelo
i mu. prelad di. resano acerca do projeclo n. 1 des-
di anno.A eommissao de estalislic*.
Outro, enviando copia da acia da eleicSo que so huuve nclla muilo criterio.
^ZJZZtZ^."~a~-'-J--?a b?.r-'m"p"aw>"5 *
ue lem vi- > O Sr. Souta Rata : Nao lem
e de outro* crirnes ilroiM ; por eoosegeinte, reto
pplicic,.lo ue- nao lem o nobre ilepula lo quando parece cliamar-
rial.
'o beni.
dar-lhe esla eipli-
io se leinlire de .i-
*" *- *~ * ".......................a IICVUCIII), 11,111 IMVI.II IDO N.l I ( I (il
Sbsso E.M 24 bK ARRIL DE 1858.
Prittnciu dn Sr. B. de Camaragbe.
Ao me u da verilicudo-se numero le;, i abn-sa
a se<1o, e approva-sa i a-n da anlerior.
O Sr. primeiro eecrctario faz a leilura do se-
guinte :
EXPEDIENTE.
, des loisein melhormenle apreciadas por aquellea qea
esto man no caso de c.inhecer as necesidades lo-
caes. Entretanto noa nlo determinamos ai allribui-
C/Ma que coni|ietein a esses empregados, ino he al-
Iriboifes dos poderes gerae. Se iito he.eva.-lo, Sr.
, presidente, ruis podemos lamben) lem inconveniente
litar o numero das pracas do corpo de polica, iem
l.ma petic.lo em que Antonio lelit l'ercira, arre-! no' inlromettermos no leo pagamento, porqae se ni
mal ule d i pe.taji > de Smlo Amaro Jaboalu, pe- no5 formo ingerir nesse pagamento, se mis nos ar-
dilo a c-l i "embica o abale da qoarla parle do rogarpim odireitode conleccionarmos recolamenlos,
rejo d i irramalacjlo rorrcspondenle ao anuo fioan- *"''" fallir i permita me a illo*(re commis-
ceiro correnle.A' commusoo da orcamenln. no absurdo em que ella cahio de faier com qua
Unnoal Famandaa de Amquerqu Mello, qoar- aaaomblan oroTinctaai eilt)im decretando penas.
lel-m aire doeorpo de policio, pele que sji ele- [Apoiados.) Knlenloqne essa attriboicjo he ex-
procedeu no :l. dislrirto eleitoral para depolados
provfaelaaa. \' arehivar.
I ni oflneio da cmara muiiicipal^desla ci I'de, re-
metiendo p#ra seren dislnbaidos pel.is seuhores de-
puladus :; i ejemplares impreoaoa do relatorio da
O Sr. P. di Cimp >; : Vio la
POUC II
l-nlio su.1.1,(a,|o o a llmenlo que ped e cilo al- creoa ara munieipie secn ser ouvijj o presi-
gama coma reopeilo do projeclo que se discute ;' ilente.
as.-iito-me esperando pala d ci-lo da casa O Sr. B-aadJo :Eu la irci, ala se all ja o nobre
< Sr. Piulo de Campus : Sr. presidente, op- : dep'.iladn.
nli .-me a o adiamanto propoilo pelo nobre depo-1 Sr. presiden?, piuct lempo fai que apre-enton-
mesma cmara de ISJU a 1S57, e onlros lautos do or-1 lado que Beaba de wntar-ae, p .r me parecer deili- se iim|h chs.i um abano uaiRMdo ds ce.to e tantos
r'lll.lilii il, r.f.M, .Iim.,. mm.i.in.l n... I l.ii.U -i--------1:-----...-..... ',,!.., ,, '
adlenlos m >ra ior ;s .1'un pirca de territorio d
(ameiiti, da receita e deapexa niunicipal para o an-
to de 1858 a 1859.A' distribuir.
lenlo J - Pires, arrematante do 5.* lanco da cs-
t .t i i ilo srjl, pede i solucij do parecer que a com-
riitsAo d'ohras publicas apresenlou o auno pausado,
acompatitialo d'ana reaolntjfl i rol divamente a mull',
que lollieu o peticionario. A' ommUsao de po-
icia.
Antonio Pedro da Figneire 'o, professor de histo-
ria e gaoajraphia modeinn no li> innasio desl.i ci.iade.
pede aoaa li anca e aanoa com lodos o* seus ven-
eno, 'ni is. *Go) de tasar urna vi"gem a Europ A'
com Francisco J i' di Costa, fi 11 ir de Koberlo (limes
l'eieira de l.vra. arrematante da obra do arco sobre
o riacho Afogutinho, pede ser ab^olvido da multa
ene ureii, aanio-lha raatilaidl a sus importancia.
A' coinuiiss.i i da obras publicas.
\ ni r mesa e sao approvados os seguidles reque-
rimentos :
0 Ueqoeiro que por intermedio da presidencia ve-
rba a es(^ c.i-1 ciipia do contrato failo para a aber-
tura de urna estrada na picada de Tamandare a La.
S. it. Dr. N. Parlalla.a
" llequeiro que a pre-id'iina infrmese fol ei-
padida urdein, e a que aulori lado, para demrcenlo
ilo terreno em TamaiiTlar, hem como se lem sido
i M?,-ola lo, e so leaa an nlo Invito recl.nn u-.i.i d
parle de a'gum proprletario.S l. Dr. >'." Pot-
ella.o
V.ii a C'immi-s.l i de fastica civil a criminal o sc-
i;uinte requerimento :
Kequcir que esta aaaambla re|iresente a asiro-
nle i aaral para que o torio le onda vaceam e. c.ival-
lar sej cousid"r.id'i rrnne pabllCO nu policipali e
(Bul tal ponido.S. R.Arroda ?alcSo.
s i h i n e man 11 ios imprimir ot aagaintea pro-
metes :
A anemhloi legislativa provincial de Pernam-
meo retolva
a Art. 1. O ordenado de cirurgiTo do Grande boa-
pilal de caridaje, dea elevado a um cont o dssenloi
mil rie,
a Art. -2. Firam ret II nosicOes em con-
l r : t....
Paco a legisl Uva provincial di Per-
naabaeo, 2.1 de abril de I8">8.Dr. Cael no Xavi r
Pereira de Brilo. Dr. I. Paula Bap
ti-t.i.
" A Hsembli'i legislativa provincial de Pernaiu-
buro deeci la :
a Art. I nico. Ficam ereadaana eomarca raiiliuns as lenain lo ensinn prim rio : ,i
aliar, umi d se\o miecalm i e oulra d i aeao fe:no-
iti'io n i \ illa da ll.uq.ie : un i d i ae&o l'- menln > na
\ ..i i ii" i i .r.m iiini-, i... i .u na |i ). in-
I. to Correnta, urna d i se^uin acullna na povoac,lo
i 1'iliiKiia, outra na povo*v..1o da l.agoa do Em'g-
ilio, do meama Mo, e outra d meamo ario na po-
vo ;.i 11 Canhetiaba : revogadae aa diepoelgoee em
contrario.
,i Paco d Btoembli lasi'lativa pravineial de Per-
namboco,23 de abm do IS'.S. S >u/a Res. Tei-
ieira de Mello.Francisco Carlos llraiuhiii.ii
a A awembla legislativa provincial de l'ernam-
Imco decri'la :
o Art. nico. Ficam creada as legointea cadei-
as do ensiiio piiuinto para o se\p feifiino : a sa-
)*r, orna na villa de *'a aratu', oulra na villa de
labrobo, oulra na villa da Una vi-ta, oulra na villa
lo Ooricory, ootra na povoacSo de Faten la raode,
e iiulr i na povoic^o do E\u : revogadas as dltpoai-
ri'iis em eantrai o.
o l'a^o da a""< bla legialntiva i nvincial de Per-
nambuco, 21 de abril de !N">s. Francisco Ca I a*
llr.iu i.ni.Tonaira de M^ello.
I.eem-e e approvam-^e as re.taccoes do pro-
j.ri.i n. ','ni de 1837 e das posturas da villa de Ca-
ruani.
lie lito e manalo imprimir o seguintc pa-
recer :
A c rmmiteao 'e polica, a qicm fo! remedido o
incluso projeclo do Sr. Antonio Cavaleanli, revog n-
do ,is arltgoi s'l liiiv'i- an reg nenio da easa, relati-
vos a votaejo secreta, jolga convenanle a sua "i>po-
sicilo ; e por i-so tic de parecer que s i im
para mirar na or lem dos Irabalhos.
Sala das camahisaON da aesembla legislativa
provincial, ::'! de abril ie 1838.Barga de Camara-
gibe.A. Jos do Oliveira.Jo.lo All: lo Correa de
Ollveh-a.
r.nl ni lo em di-cusslo o parecer di cammiss'o de
peheea.obre a praieneto de u. l'mbel a vvn-
derlry Ptiioto, que fii-iia adiada por ler pedida a
palavra a Sr, Bpaeainaadaa de Mello, ha mandado
pelo asame Sr. .< mesa o segu>nte requeiimcuto, que
aenda approvado Dea por consegoinle adiada a na-
tena :
a Reqoeiro qoe se a'.ie o parecer ate que se nble-
n!ii da direrloria da inslroccilo publica os seguiules
esrlarecImeiiliH :
1.Ouanlos annos lem encina lo a pelicio-
n uia.
-j,oOlanlas dis-ipalas (em aprovellado e con-
cluido o cursi eiemaotar daiprimearas leltras.
o II." Ouaesas vanl-gens que o oiismo publico lem
oliiido do collcg o ds e.iucirio da pelicionaria. E.
de Mello.
OROEll DO DIA.
SegnoJa diteuailo do projeclo numnro 2 desle
anuo :
o Art. I nico. Fica aberto ao presidente da pro-
lin.ci* "ni credilo de quatra conls do ri:, pira a
reedificarla da igreja matriz da fregosla da
Amaro da Taoaaritmga, a ravogadaa aa dispoitroe.
rio conTrario.))
Vai a' mesa o seguintc requerimento, que lio a-
apoiedo :
a Kequciro que Hjam ouvidos aa joiiei de dirpilo
da Villa Bella o Tacaralu'S. RS,ua Reii.n
i) Sr. p. aplista : [Nlo devolvoa stu diiean >,
O S'. Sou/a lliis :Sr. presidente, ha poneos
dias disruliisc i.eitacasa um projeclo auloriando
a restiluijaa da mis lerrenosdi treguetla ile Patea-
da Grande an termo do racaratn', a enUo liouve
ejaem argnmentasae canlra eise projeclo a pieteito
de qoe elle otTeadia direiloi lo termo de Villa-Bel-
la, e, em al imi resallado, tanto a auto
j i-1 - cio qnem l ordaram em
la se oavisaem i dooi oiiei de direilo
de Villa-ltiu e Tacaralu' : ora, i projeclo que ora
aa liscute lira a freguetia de Fazenda liraode
o direilo i n I ihilan-
i l.n-.iral
luido de motivo natifieaval.
O nobre deputarlo, permita ''iter-lhe, labora na
inais perteita engao quandu snppoe que t. projeclo
par inim apresenlairo enlmde com a malaria do
onlro, a respeilo do qnal se maudou ouvir o presi-
deuleda provincia. Enlo s^ Iralava .'e todas o, ter-
renos da (re^ue/.i i de l'azenl tirando que fizem
parlada comarca da Florea deada S. llamingos al a
barra dos riaclns de s. Iliaz e Navio ; buje porem
sa trata e-lhe aquella territorio que depoil da crear m da
comarca le raearala' Uie eontinnon a pertencer.
9 Sr. Stasa Reis :Eulendo com es.e terreno.
OSr. Paito de Campos:Unten Je jmenle pelo
lado de S. Rran n riacho do Nivio, mis nao pelo
de S. Daming is. Km nutra occasnto ja' Bl ver i ct que ii lo era possivel deinr de conliiiuar a porten-
cer a lloros todas es-as raec/laa da rregneila de
llanda Grande queenlram pelo termo de Villa
OSr. M,eeir.v.., : IMm seria que n-se IZZ ^X^?^ tft."-'" !'"-^ -' oo orcamenloprovr
O Sr. Piulo de Campos : Se so dirige a inim
cial.
dir-lhe-hei que o in.hre
0 Sr. Brandan : Se se refere a mim, diga-o.
< Sr. Manoel Cavaleanli : Nao,
OSr. i: da. Campo*: Nio procure laucar a
odioid.ide sobre oaoniraa,
a!,?,*'',''', llr"' :<~ "8r"^ f'"'K Veil> ' "" i Sr' P*"el i se o nobre d
aballo aisignado, deque falle,, ao nobre depnlado eonlinaar. fal-a na materia.
Lcem-ee e mandam-se imprimir os seginles pro-
depntado be mais capa* de jecios.
man lar dar Uros delraz de pe do pao.
O Sr. Manuel Cavaleanli : Tjiubsin aqu na ci-
d.ide e nos arrabal les.
A auerabla legislalivi provincial de Pernam-
buco resolve :
Art, I. Ficam iienlea do imposto da dcima
a
_ pruvinciaes tltgislarem
de maneira qoe a liberdade do cidadilo foise are-
lada.
O Sr. Cvrneiro da Canln :Mts com o corpo da
policia mo ha coarctadi, he contrato a que os indi-
viduos te sojeitam voluntariamente.
O Sr. ||. Brrelo :Aleja appareceu aqu urna
res'durao autorisando o presidente da provineia a
pelo lempo de viole anuos contados do (im do Iri- racrnlat pira o corpo de polica.
Ilell
a, nao sn por que iss lie io iilierc.se dos po-
pode apresen! ir a lei da creado de tacaralu- aoiide
v -m lito.
o Sr. llrand i :l'rocure-a na collerc.Jo e a en-
contrar ; alt-m disin, sen to, orno he, autor do
projeclo qus se discute, deve estar habilitado para
.queroiera r.rul.laiodeduvidar. Mea porrie de territorio dos riach.s di (Navio eS
,i """P0 : Assimcomoeu duvido da Braa eempre perlenceu do termo de Tacaral
uo nnbr depnlado mullas vexaa.
Arl. I. Ficam credas duas caleiras de inslrae-

voa, pelas dislaneiaa que sno roreadoe a andar para
lacnratu', distancias que Ihea ale minio mais curtas
para Flores, como porque a aubtrafge dessas frac-
(uai relutiria coii res.
U Sr. Brandan da' um aparte qua nao ouvimo-.
O Sr. Pinto de Cuneos : N.v, lia tal ; desle
que aecreou a enmare* de Tacaratn' que essas frac-
ees da freguetia de Fa.-n1a (jraoe licaram per-
tencendo a comarca de II. res.
o >r. Braa iao : M it lie qaaelao pendanl*.
OSr. Piolo da Campo*; Seria quesia, pen-
dente -.o meo prajaclu, abrangen lo lodas as Irac-
'-'! Faaenda Grande, come a do nobre depa-
lato, leqoliesse boje aprova-lo, em vi-em na in-
iirinai;i.'s doajaite* da direilo mas eoja'moilrei
que o meo projeclo deixi inlaelo a qseslao pelo la-
to de S. Domingos, par coi, r.iieir, entra baslanta
aquella fregeetia. Alm de que, ja' disse em ou
i que n da 11 juii de direita i i II ,r-s c .
limara manicipat de Villa il la pi -o i -in-i r., i
i"1'' ul111 la ii. la re ima la iil proj icl .
O Sr. I ran lio : Gnala iilo na ea .'
O Sr. Pinto da Campo : .', inf .un .r:
ii.n au
rerta conilam pnrcanai part devem
1 1 tal m ira i f, embara 'ii i sen i--> o que be
r-.'uj.ir. Deinais, lenbor, ni i lis de rig
'i'.......ija o |ir,'-i lente q tand > s tratad
ceare-d -a ro qn indo a aaaembla la-
teara *aa grandes duvida i i.-i:i, dos limites das
Ii la lea, e das r /". 11 rom .i mei i publica ;
: 'o o i oec ii .i i is duvl I is, qu- peci-3 ,
lem ella je 'ni' nn ;'<. .' Alud i ln p me fot appro
vado em primeira discossj i i projeclo qa re laura
i villa da lx i', e iiluu ... a de apreaen-
i.i- a n iinciiio', pedilo iofermaees. quinto a ii
moilose poderla terob|acla .o r.imra essa riilauri- s'" l-disiu ni oara fa e
cao. valo que lirada fregutr.ia do Eu', e lertnol """'"'ole 11... mis
O sr. Braa Iflo : Bala' no seu diieilo, mas nao
pretenda esercer (anta auloridade nesla casa.
Allegoa o nobre d-put.i lo.que os povoe cuja recia
Ha!, i quanlJ se d,,se' Cl" "''- "1"-"10 rte" "' '-'" ao Pfojetlo n. >;. luto habita
, - TV lu?;ir l':" dim...
< ->'. 1. de Cimpas : | mo eslou, que outro O Sr. Piulo de Campos : \'ao lia tal
di i raalel o s(.u prujecio.
?.* Brairdao :Ol esl morto o men projec-
lo . Agora he que sel que elle inorreu. porque se
.arte ...i ., .Vi r "'" .? ""'. c,"" ! prmula. ...n. da sel0 masculino na ...la da
' Vr i r 1!'J"", "v '' "",';" '' ","'-- fr -""iJ " l'"'' e ",M uo 9e" f"""" villa
i >r. I mo le Campos : Nnuea Ule pert-nceu .:. Barreiros.
sSi II'V"" "."V' ? ,e,m" lMV,a ,,e '"' A''' - ,iclm re'>3"lat as disposices em con-
ponJcr o nobre depulaJo t be bam triste a rar.ao Irario. v '
------------- porq
pedio mformar-s ao presidente da provincia. Tan-
la valdada e orgulho eu nunca vi !
O Sr. p. d C .111,1 s:Naa queira lomar as mi-
niiai palavrai o ii ai,
O Sr. B andanNlo por serla, mis devo tirar
dallas as consequeiKias, ,-, qe ?e preatam. Ojand"
so discuti o projerlo n. -J5, mostre que nao uiiha o
roto orgnlho do nobre deputado.
O Sr. P. de Cunpos : l'rovou que nao conliacia
na la daqu-llcs liigace-.
OSr. Bao l.i, m forc' :Pr nei qoe nao
pirillnava i seus caprichos, que i, quera acertar,
1"......'" tendiaillndl. a aasambla, qoe nlo pro-
eurave laucar propuiicSai aqu aob a fe da carias
liartieulareide pei'oas inleresiadaa, provei Inda i-
to, loovei-m. in. Informacoes do presidente da
-ivmcia e dos jnios de direilo de Villa-Bella e
' lr"'"i". e i i.....isirel q antro aorta,
la ea. e " o i ver lada a c invi niancia pobliea.
OSr. a, de H ,, ,,J0
'i I i'lllli .r.nil in.ilt.
O Sr. Branda .-sn propoii{ao he digna do no-
re .epatado... .
O Sr. Pinto l Cimpoa:Ha qaa a nobrn depa-
' i e unprehende.
O Sr. B-iin i l,i:... i; que e j .i deipreio, e n.lo
devooccupar-mn em lar-lite respo-l..
t> Sr, P. d Cunp ii :[ u-uia muilo favor, por-
O Sr. BrendSa t ... masaondeetUt o documen-
to que prova esta a 'I Sr. ['mo da C nipos : O proiecta do nobre
ucputa.lo he que vem fa/.er allecaies que nunca
axutirem.
O Sr. Hr.iiiil.ui : D'eaa* allegado sustenlada
apenas |iela honrada palavra do nnbre deputado re-
sulta, que lurions muilo nntaven, que caraclere
mono dulineloa, como aio coronal Seraphlm de Sou- Pinto de Csopoi no ieu"di s o proprletario di faienda Mi- O Sr. Piulo de Campos : Mis islo o qao quL'r
Ji/"r '.'
ponder o nobre depulaJo ? be htm (rule a raio
lela qual liouva essa dsmembracio eis as sua
palivras.
<> Sr, Pinto de Campos :K eniao '.'
O Sr. Ilran lin .-Logo honve desmembrado, e te
ella e\is(io...
O Sr. Pinlo de Cimpos :Em lugar de desniam-
bra{1ot date divisAO.
O Sr. Presidente : O nobre depula lo nao lve
i..,,,.,,,,, i"".......-r-------- .......= .,..,,, iiiuuicip.ii ni vina dn ilioiio, a sismara d
int-rroper ao orador, alnJa tcm a palavra, a podea le ras eoneedlda a cmara municipal de Santo An
responder. ..... !'. Por torna do ili-p sto no .Vivara" de -JT de julh.
o Sr. Brandao:En aqni o que mm ditie o Sr. da isn. ,
que mealiram,
a venale,
qoe a nobre depulado falla lempra loperacial-1 ta laca circomslaneiai ta rdinahamVnle""o "re'fo-
l B,.a , 'o que os malfe tures das rrroviuciasliiiilmpli.s pro-
*' 3r. Ilran.loo eam "'
lie o senhur profuu la !
tu
tricordio, e onlros borneas de igual prohijada mora-
dores no riacho do Navio, menliram quanda me af-
lirmaram o eanlrarin do que dii o nobre d potado,
mas illa eu ni. pana admitlir, logo devo duvidar
dilua esa biliaria, que elle .ral,, ,io contar.
O Sr. P. de Campos : Nao d
mai nao diiieram a venale.
OSr. Brandas: ijuem n.lo i\i
mele.
Senh n .-, o i ipedicnla d* que se prevalece o no-
bre depula I paro susieu! ir o sin projeclo ha para
mirn nevo, f., a priroeirn ve/, que o vi em pratica.
C'.'. ,-' ,:-'v-',;i"l;: ">-,.
"" '"'"i me : Ja diese, que nao me ..pponlio
a creacao da villa de Flores, ie sa maalrar que esta
!;;m,': '" tm*9" " "w* ""', ()Sr- .nn.:_>i,,.,e e^rimempaosam.n-
r.cV.. V '.i '" 'i MJ' '"- " "'" ''"" iVnqae rea a qn.aUo,
B lodos l liL-rn que os pvoa ios que -e achaui
O Sr, Braniai:Jusr rtiter que liouve desmem-
brara i ; e ella ni. polla sa dar, seni ler aqu lie
leriiloriii perteneido a Taoaialii, tanio que o n ibre
depol.do fea at o hiatnrieo dos motivos pelos quaes
h.ra ene lerritorte de-mouibrado.
O Sr. Piulo de llampos :Dividid.
OSr. Brandlo : O senbor talln cm desmcin-
:.: . ..
O Sr. Pinla de Campos :Nao ha til.
O Sr. BraiiH.i : A a ii i se aeh i 0 seu discurso, p
porque na i r-clamou contra ella '.' nja levo as nolts
r'.'
i Sr. Pinto de Cimpoi : isto lie qaestao de pi-
liarmouia.
O Sr. O ivaira :Islo di-se na mismi provincia
epin as dill-reule- municipalidades, entre as quaes
as penas sao dillercnles.
O Sr. ||. Barrito .Mas o nobre depnlado veja,
que ie einle essa lei muuicipal foi estabelecida pelo
poder competente, e he para certoi a determinados
easo, para os erimis que sao da competencia da po-
lica puramente administrativa a local.
Senliores, eo voto anda contra o projerlo, como
d sse, porque ni- sendo o numero sullicienle nem
nos pdenlo votar numero soflicienle....
O Sr. Carneiro da Cunlu :Pouca saude, raaii
val uonbum i. '
O Sr. O. Birreto :Eu nao posso adoptar a opi-
niaa dos nobres deputados quando duem, qoe
como mis uJo poJeinni encarrvgar nos de lodi poli-
Art. -2. Os (Halos conferidoi aos poneiros ac- c'*' vamos nos aucarregar de parle dela. Knlrelan-
loees pela cmara municipal da Smto Ani.V. sera, lo> Sr. presidente, eu emendo qo* quaulo a segu-
ravalidados pela cmara municipal da villa do Bam- 'auca publica Ii- girautids pala consliluicao do Ks-
n Paco da assemblea legislativa provincial de
Parnambaeo, ^i de abril de ISW.liispar de Ma-
iir' -s \ ascoucelloi Ja DruinmoiJ.Franciico Cil-
das l.uis.
o A asssmblea legislativa provincial de Petnam-
buco re-o!va o seguuite :
Arl. I. tica pcrlencenln ao pilrimonio da ca-
mbra municipal di villa do Bonito, a liiinaria de
lo, aam diipandio da parlo do posseiro.
ii Arl. 3, Ficam revogajai tolas as leis e dlipo-
irnes eui c mirarlo.
a Sala i.is sessoea, 21 de abril de ISS.Dr.
trancisco de Paula Baplllla. n '
lie ii lo e appr iv id i ., ieg nulo pirecer :
Acommi-si) de conslilui((e e poderes, a quem
foi prsenle um reqoeriineolo dosSri. Raga Barro*
eGaiparda Menezai psn ter chimado o legondo
1 ln-t i I il nal .1 Cib I, D,-. Car-
los Eugenio Uuarche II ivigiiier em falla do deoe-
.la lo "Hacino Dr. Sebasiiaa do R-ge llirr le La-
: ve -er aiienji lo dito re-
I ili, ella perlence aos podern gcaei e nao mis.
Eu desejsrii, meus lenlinrea, f.izer largas relle-
ISM sobre a materia, mas V. Ele. nao ignora era
i c -a, que o meu estado de saode o nao permiti,
quero penas aventar a quesl.lo. quero que as ai-
emhleas provinciaes na livirv, da forra policial le-
iiinm om pninunciainenli, cnm,i*uetrm-se.bem da
n leaui lade em qu< eslamoi de dirigir a assemblea
geral orna repreieutaca.0 no sent lo de fazer co-n
que um ermsrregoomoi apenas do que. a constitui-
rn nos delermin i.isto he, Ijnr o numero da forca e
nSo dar-lhe regalam- nlo, nem pagar-Ule.
O .-. Oliveira ,TamlieVU a n^.emutrn ,.mvlnctsl
c.ihr,. ni vidarneate imoaelea de importacao.
o Sr. ||. Barreta :De impartacao n.lo, nao me
coaita que no ornamento eiistamese os cobra esse
iri .-Oh qnanta nao I euram para se aeastellarern apelado.). Tfvemoi ha
Quanda torca nao tem o I btin poucos anuos urna Inte esperieria desla ver-
ciiii qu-tu l.i lie corra fi- dade as povua(i>ei rte Podras de FogoeNaluba e
....... einliin ippello para quem ella corroborada por fado, p.i-t.'riiires ncriiri na nn
eOaricoriliei mei pequen*, ion Salgueiro j.'Ihe| "* t oro o n.bre deput., io nem eu. (com torca- Bu' noa deve larafeite eonliec
appello par o publico, appello para esla aisem-
ule*. .linios anoiailns '
O Sr l" ,i.r ..... r -. ,. ".n..D mima nao ioi provada em relac,
u sr. l. de Campos :E ea acnlo-lhe a anpel- "*-
liego, ll
a> perlance ; mas eu ni i q i. appdr e-as diivid,
porque deaejarii que cada fregoena fosee mu mu-
nicipio, e oeslemodo ae foss,, raatabeleeende a for-
51 do eteraanto menicipil, baw principal 'lasauti-
g-s orgimsasOes i.iciaei. Senhores, eealgum joi/. de
direilo devena ser ounJo, se livissemos precele,
ra o do Breio, de cuja comarca he que se lira a
rraerjio d, Copiti, que alas desde 01 lempos da \ M*embla ri
prefatlarea peileneen ida Florea al que ltima-
mente uma le pravineial amulara ootra vez essa
rrarcau ao B'ejo.
> Sr. Saura Res : l'ois mca-M o inil Ai di-
reilo do Brejo.
o Sr. Puno de Cunpos: Nao limoi eeeami-
tads di.10 ; quem eonheee as dietaneiai ic-sas leaa-
Itdade* aebe que a fraceae de Copiti deve nalaral-
lenle parteneer Flore, pela pronmidade em que / ., lula da for bru'.
'.'"'te n iciem'a'l V" ETTZ *" """"'" S''" '''r'" ''' Iir"" -Apelada.
lame cincienia legoas, aeria miel delrinii'iiloso a-I (i sr > ,,
quellei povoi o torca-loi i andar I.....as leguas. Os reiibi .*.,
mesmoipovoi de Cnpili he quem pedemque qoe
rom paisai -' para I-lares;
cor a neces-udaJe da-
O Sr. Bran 13o : Ostente o seu poderio, inculque
qae dirige a cmara, que......
O Sr. P. de Campos :Isto lie ama intriga que a
O Sr. liraaia i :Sr. presidenta, ea olla i qnei
o. porque nao eslea eoatumado a lulas la oniem
de-sa, p,ra que. o nob-e depula lo me provoca, a un-
a lula he e sera' sempre de ootra especie, he a
lula di Inlelligenei*.
O Sr. P. da Campo* from irania) :A dos onlros
ne que he i da materii.
' Sr. Branti. ;com lorca :Sim, he muilas ve-
quella reslaurai;ao, ai meamo lempo que eslj neces-
sidade anda nao foi provaJa em relacao i I lo-
0 Sr. p. de Cunpos: EnMa Flores n.lo confi-
o.i COm a. Alagos ;
0 Sr. Br.indo : ... mil, como disse, nao lerei
davida em volar pelu |irojeclo, s se marchar regu-
l.irmenle, islo be, ie se esperar pelai informacOei
pedidas, se decidir-ie a priorla a reclamarlo relia
pelel povos, que hibllam o territorio de q'ue tenho
-- pira decidir com jislira esla recia iri i-l.. isiem
ble i r oh-u pedir iiitaruia;i ao preiite le la
provincia, he tora de leda a mvida qee aeni incor-
rrr ua pecha de leviana, ella nao pule v dar o pro-
jeclo que-a discale antes Ja sercm Irazlda* i cas,
aquellas infarm no -, o por ino me par -, . ie o me-
lliiir aviso lera volar pe) i iiniicutu, cono eu fui.
rendo concluido.
O Sr. Uarlini Pereira : Ueveria ter filiado om
primeiro lugar, para ler materia sobre que filiar
- falla
be Ii .o e approvado o tegoiole r qu?- i**P*t* ha inconililacianal.
Sr. pr*id*nie, a tarea, policial orginisada como
arda, he d 'ii s ei q i
qu iriment .
Sala dai ssSe 23 da abril de 1838.Machado
da Silva.1. A. Corroa de Oliveira.
1 uliein
rmenlo
Kequairaqua pelu eaaaai competente! se pe- * na provincia nao satisfaz ao serviro que ha
ca a camera municipal eopia J.i re*oha(l* qee te- ' ,B' *tirlboictle ; forra policial rmala em milicia
inou sabr a uistribai;a.i loa {angoea por indivi-|eon'"lente, forc* patleial eem mica, com bu-
da i. que nao p trien.....i a sacela Je. das carues ver- deira, eu nao a- a onde mis iremos parar com i-lo,
des.Dr. P. Bipli-la. he c-larmo nos su|eilandj a onus que ni com mui-
OKUKM DO DA. I" mao gosio nos podemos sujeilar.
Sigan 11 lisus.ii do projeclo o. i. que fita a Bate reBeiOol que ligeiramente acabo de f.izer
farra policial para o auno fiu.ioceiro futuro. I lle 1"^ eu pero que os nobres depolados man habi-
O Sr. Barros Birreta:, .Nao dlMimolarel, S-. 'talos do qoe eu, considerem, porque u ja apre-
prssije.iie. a ditBealdada de ininlii posiro, pro- : senl.i eilas ileai aqu creio que em 18.">l, fui o uni-
que este projeclo entra em leganda diicailo, meu oso de conveniente i
voto nao devena ser-il-ncioso. que o n.lo seguir!, e
h.i confeeciomlo um requerimonti no sen-
i---.ni veniente, digo, por-
que prouuncio-me contra o
Campal :Isto
laeemble.
he um epigramma
- M juiz de direilo nao
lazia a men.n na.iiiri, fm ipoiar a idea, viste qus
enroja oraliearam algnm leaem mi i .
OSr. Brandao:Ino be o que diz respaillo Bre-
j i, mas nao i Tacaralu.
1' 8r. Puno do Csmpo:Por es? lado ai infor-
aind* se razeos necessorias porque j.i prove
qoe o projeclo he all, que qurr o q e mais rouvein
aos povoa, queeenhnroa alteraelo faino terrilerio
de lacaratu.
OSr. Brandao:O nobre dpaledo evigo muilo
desla casa, elige qoe ella le dirija, pela qua o no-
bre depula,I., quer ; islo be nimio.
OSr.Pinlatla Campos: Esla enguado; nio
tara laes ezigeoeiaa delta anguila usemola; qnantu
fago he etpr os ac(>s como os ente lo, lilm de qde
ellaoijolgue em na labadora praeare eonven-
a i i lai boas razies que em seu favor lem algamas
medida! que aprsenlo, como le d com o prniecio
|u agora si ijj/cul . J
OSr. Brandao.Tambera mi. presentamos oulro
de Fazaoda Grande.
OSr. PiniodeCiiiip-s: Tambera llie mnsire
que e'se projeclo era inconv menle, que o lignila-
rio* da represeolacao morav itn luda* da Barra pira
baixo, e que ciiei irlo podiain ler a pretencao da
querer que,.a que m mam di B irra para cim4 per-
teoeesiem i l icaral, sem a i edirem.
OSr. Branda .Coima preveo?
I ni Sr. Depulado:Provou com sua honrada pa-
lavra. '
OSr. Pinto da Campos:Provei declarando que
eenbecia a maior parle desse* ligeatirioi. e ue
nenbom dellei mar.iva .la Bu-a para cima
O Sr. Brandao:Todo
earilii.
O Sr. Piolo do Campos;*V i-, nnhor, esl en",i-
n do. \ le que ce, u a comarca de Tacaralu dea-
Iba O lemlorio que comprebeodesse aiuelle que
osse proprtamenie do temi re Tacaralu. l'o,lem ver* le lena creacao. Vrjamo-la, L6). Vt-poii*
casa que a lei da ereacto da comarca de Tacaran
ln ; ii la * eompor* lo termo da Tacaralu.
O Sr. Brandlo:E qual he a termo de Tacaralu '
aprese lei a lei de sua creara i.
I perleuceu a Ta-
osr. Brandao : Ella comprehende perfeilamcn-
lJ, a quem eu rae rliro.
Poucosdiaifaiem, diziaeu, que apresnlou-se
osla casa ama rpre.eiii...;a. de cenlo e tamos
-"i lil.ilanlesde uma porr;io d, fregoezia de Fa-
enda-Grude, peJmdo lerem encarpetados a villa
a tacar,i i : o i, a aiaembla enlendeu, que para
denrirena prelentao d-via primeiriminla oavir
<> preml-nte ,1a pr vimia e ios respectivos juizes
de d reiiu ; por conseguale fi ,. p, na j.,u ,al.
pense ele qoe ellcguem as luformi(Oel de-ses fuuc-
conanos ; mas o projeclo qu- ag ira se discute re-
l'ieslj ., antes q le eh igu im aqueltfi infor-
III. riles..,
O Sr. p. de Campo) .Nao ha tal.
o ,-sr. Brandlo .... porque rene ao lermo qae
so quer crear o territorio .le qu; t rata essi repre-
i*nta(ao.... '
OSr. P. de Campos :Reitanra o anligo termo
de llore-. O nobre depulado esta'engaado.
O Sr. Brandao :> aeoh ir ji
ace que ae me
quer dar mostras de va-
l Sr. Briiu .- Faz ilgnmai eonuderacaet.,
O sr. Piulo de Campas : Sr. prndente, nunca
Uve lana necessl lada de calma de espirito coma nes-
lilo. Sera entrar n'um jo, i de represalias
reciprocas com o nobre .lepulado, dir-lna-hli --
menle que viva cerlo e convenc lo de que no terre-
no legal ii.lj o receio sob quolquer f,
apresenlp.
0 Sr. Ilran 1,1o : Ali
lente.
0 Sr. Pinta de Campo* : Nao sou valeeta ; mas
teulio ba'lini.' forja u'almi para na o recuar diante
do nnhre depulado, nem Ja ninguem que lenhl pre-
i amedientar-me, Pinaref adianle, o rec-
tifican lo ludo quanio diste no meu primeiro discur-
so, comum n i laaseverarl r -i qae ule projeclo
nlo vai fazer ilierii;c>ei prejodiciaei o con
racaralu ; pela cqpUario o projeclo do nobre de-
pula la hp . ,e vai alterar acornaren de Flores, ti-
ran lo-ltaa lerrenoi que llie pertencem, desde que a
i' del r.ilu", qoe alo podia deizar de
contrariar o espirito da le do rirculo, que con
1.-e nao'posso entrar na materia con.rovpr'i la,
segundo as opio ,'.es manifesll le ii i casa, isto be, se
e a parlo do lerriloriu qu cainpirlieii le o proj rio
em discaislohe a meim qae esta' comprehendiia
no provecto qna Dcou adiada a espera dai informa-
'!" ],' dilii; ni s pela liseosile mHmo me i ireee
que r--i |i irrio de ternloriu esla' compreh mdidam
ii-P i-.;.>,, do projeclo aliado, o den. 25, e naa
motivo aeria batante para que a iiiembla (iroce-
regulirmenle.adiuao projeetoem dis ni.
O nobre depatadeo Sr, Pinlo de Campo* disse, li-
le, qae esta porcte de territorio qoe a* qeer
> ai a mesa a leguinle emenda qua he apoiada.
A fares polieUI para o afino fiuanceiro de I88 a
IS rS constara' de ."i00 pravas com a mesma organisa-
co.bpan.iiiondas de Mello.
0 Si. Oliveira : Sr. presidente, com bastante
acaiihamento c desprazir, lomo parle nesla dieene-
~3o, por ler de ir de encontr As opinies qne acaba
de emitlir o meu nobre amigo e collega, qoe a en-
celou.
O ubjerlo, tenhores, he importante ; e co, com
quinto tivcsie a honra de ser o relator da commis-
sao, todava declaro a casa, que u3o me julgo sofll-
cientemeiite Inhibalo para sustentar o projeclo,
ninliuma falte apperet}*, enUo, iinhoree, as rendas como desejsra. e responder a' todas as objecrOei, que
Vincia senlo piuca1, serio tolas empreadas biraiu apreeeelllni*.
i isfazer a essa argenlissima necessiJade, que Seahores, de alguma maneira sorprendeu me o
O >r. I, uros Brrelo : - S; porta em vez dessa
f npi ,i iseeoafcla volar aquella que he ronveiiieiile
e precisa pira qiee he e^uraiira publtra e ni Ii vidual.
O Sr. Penlo Duarte : l.ogu sej.imos mal poli-
cu *n<.
OS 11. Brrele:Ku disse que o projeclo era
in-uHi-ii-nte, e pareee-me que pelo que acabo de
diter os n.bres dpput i loi h i de concordar qua a
farc (elida nia salisfiz. Diga agora que o projeclo
..- le-
,rou eque.las duas comarcal debati do poni de vis-
1 eend i ,ran ip.
Sr- '' ,le Campos :Qee sempre pcrlencea a
O Sr. Brandlo :0 projeclo, d go eu, resolve a
mes da virera a' casa as inlermaeoea pedi-
- da se decidir, se > d.ve eonle arre-
loiidar a comarca de T.caralo', como os povos de-
sejam e ped m...
O Sr. P. de Campal. l matar a de Flores.
O Sr. Brandan :.... sera" prudenle, que a as-
seniblea preceda anirn 1 Qae drei la om asinmpl*
"lii lo por meio da voiac.lo do projeclo, que sa dii-
rule .'
tal, esla' enga-
O Sr. I", de Campos:Nao lia
II : lo.
0 S-. Brandlo :Me parece que sera' mais re-
gular reaolvar primmramenla a quesiao preliminar
"' ' l,l!l preienlain loi povos, c decidir se
lis ou n.la conveniente mandar regular os limites
civil da comarca de Tacarato' pelo* eecleslaifico*
' il las fregueziai, e delerminar que o terreuu le-
bgiosefiqee perlencendo a'quellaComarca....
O Sr. p. rjc Campe*
Ierren i.
nesle projeclo paisir para Flores, compreh-ule pir- he inulil, porque de. lo qua us nao volarmos a'for-
10de leriili.rio que pelo projeclo a ti i lo I,.muida-ca sullicienle para qu, a legoranca publica leja
do reunir a lie,. ii, mis nlo obstante esaa deca- liuuilili, veremu o preiideele da provincia tancar
r ru. qmr q i es.o projeeto pis-e, pirque esse ler- mi. m miia de que lem Uncido al luje, dealaear
0 Sr. Martrai P. reir : En'no eslou improvi-
sando ; leiihi-uie urcupado com os terrenos duvi-
l'-is. i-lo quanio ios projeclos n. 25 dj anuo pal-
iado e u. do correnle aun i. M is, a ra;,i i, Sr. pre
ideulc, que tenho linje para pulir que o projeclo
lique a lia lo,n.lo ha a au I Bada dos juires de direilo
dePaj.ii o Tacaran!, cuno reqacr o Sr. Sio/i Res,
n.lo, qoeru que cis e;pera p'las inform i
jeize* de direilo deTacnlii e Flores, ja'pedidas so-
bre a maleria do projeclo u >'i qu- licau adiado e
he nesle seuliJo que vou mandar a' mesa um reque
rmenlo.
i.'m Sr. Depala lo : Islo ja' eila' ni mesa.
O Sr. Hirlim Pereira : 0 requerimento que
Miste pede que lejam ouvi los os juizes de direilo.
sobre o projeclo em discaoslo, mas cu ' quero qoe
aguarla nacional com grande veame para loda
el'*, A| edos, )
o Sr. Pereira do Brilo :O erro vem de detrs,
he auligoissimo entra nos.
O Sr. Epamlnanda de Mello.Nao ha erro
queo lo a necessidede publica o exige.
O Sr. B. Il-rrelo :Dilil eu, Sr. presdante, que
a adniiiiisirap.iu ,-na nbriga lo a linear m;lo da
Muir l nacional entilo he intil o projeclo, inu-
til coinplelmenle, porque se uma lei geralja Hla-
O S Pinta le Ca upe*:C rre ao nobre depula-
lo po- ''" ' l'.i.iir.lode apieseni.i 1.1 ; nomo cumpri.i a-
presenlar a da crearlo da comarca. Dire apen
d.ide qoe se creou lermo de Tacaralu lempre I quer alten ler ao r.i-io
-'- lileon lrreuo que ficava da Bu ra para bano. n Sr P ,', i
teta lie a pura venlade,
osr. Piulo de Campes:Tenho tanti ronscicnci
rilarle sempre perleuceu a l-'loic.
t> Sr. linio : Qaal frcele, a deCupili .'
O Sr. M irlins pereira : O nobre depulado, di-
risiddo-se ao Sr. P. d< Cempoi, nao di- qae sem-
pre pirl.eiiceu ao llrrji a fracr.lo Cnpili '
O Se P. de Campos: S-mpre perttnceu, sim,
lenbor.
i.a melhor intenrai, que o nobre depu-
lado procura envenenar as miiihis palavraa, dando-
Ihes iiilerpretai.es odiosis, e procurando ndiipor
contri m ni eiia aogesl* assemblea, cujos membros
me mcrerem tolo n- resjieito, das quaes nada mus
espero do que benevolencia para com as minhaa me-
d las, que repulo conformes ea*n o* inlera**** p*j-
blicus, e toda a dluidade em rrpellir as iaiinna-
c.les do nobre diputado, q rar riellli lodo
o partido ; mas nao ha de consegui-lo. .Nada mais
iiiri-i.
0 Sr. II-.-1 || >nleiro : O- precedente! da ct,
Sr. presidente, parece.que nos aolorisam a volarmos!
pelo adiamanto e quinto ie dio idnticas clrcomi-
i*, parrreque esses precedentes devem ler ap-
plicac.3'.
1 ii 'iiio pelo nebro depulado,autor do pr.ijrto,
ou su-c.io'i-sp a davida de que en*creacao vai iflee-
tar aos lerrilorios de do** comarr-s, mududo-ie
paranlo um requerimenle para qae s jara muidos
os respectivos jaleas de direilo, parece que, be um
pedi Jo que a casa nao pole regeitar de maneira al-
- Nao ha leiigio com este I e^Ihecimn",'!'^l SnZ'ltPlX"Vi? '"'^ P?V" V'1"" '^ '"> l,qU"lai em ^ae sfl I "' """.....,e -"U1"''"" ^ ""
reza cautele, i," r volar pelo leooerimut nue ,e ".''' mm't\ m,f -.p,r* d'""u"r' m ' oeccUlade. poblieai.
- v un" nialena que diz respeit, as Miivemena..... o-r B I! ,rr-lo \s oh.Prvacf..,
nao podemoi demr da oovir aos om* porfo de povos d-"--.....--
que o iioh e depula lo acaba Jo dizer ; por quauto,
ludo elle assento na casa, ha annos, nunca emitlio
Ideal iguaes as qoe acaba de eipender.
I ma \ n :fc.Ho declaroo, que ja' era outra occa-
siao ns eimltie.
0 Sr. Oliveira :Nio me record disso, e si. me
lembro de que o nobre depulado pretlou sempre o
seu voto a' fixar.lu da forc,a policial.
0 Sr. Barros Brrelo .Ss eu concordo com a Ii-
lacao...
' Sr. Oliveira : I.ogo leve da votar pelo paga-
mento, porque e.te cila' implcitamente couiprelicn-
dido na lllnbeic*0 Je litar a larca.
O nobre depulado fez varias consulerares, de que
-u n'o iiiiiu-i aponlamealos, e por islo ta'lvez me es-
calio re.piuler a- alguma dellas.
Die n nobre depulado, que a forca litada pelo
projeclo he insuflicienle...
O Sr. Barros Harrel) : Oucm o diz nao soa cu
he o proprio presidente em eu rilalorio.
O y. Epaininoudas de Mello :Uto dissemos to-
eleceu, que o presidente polis destacar a guarda I d*a nos:
nacional e faze-la pagar pelm cofres provinciaes, o O Sr. Oliveira :lie verdade, mas si commissJn,
que psiim n mis fazeudo 1 Fizando o que '.' Fizan- loando e nfaeelonw o projecio, temi em riele sa-
lo a farpa poln il qu an lo a notia filele nao val de i ''"'azer as neceiii lados dese ramo de servir, atlen-
"usa alguma, quando una lei gcral ja dea ao pre- lleu tambara para o estado linanceiro da provincia :
.dente a autoiisac.ii de maular pagar pela provin-
cia a guarda nacional destacada .' ( Apoiadoi.
' Ha om aparte, i
0 Sr. B. Brrelo : Ja se v pas, que por esla
forma o governo geral nos impoz a obrigac.lo de qoe
o erejantenlo* provinciaes lejim leiloi egunJu a
sua i. na.le.
1 l i Voz :Nio he a conseqoeneia.
O Sr. B. Brrelo :lie, deada que as nosta* des-
projeclo fiqae adiado al que cheguemVsilfur- IJ"" "So frem fizada* por nos, desle que ess
m io!es pedidas sobre o projeclo n. 23
I ni Sr. Depulado : Islo ja' esta' respondido.
O Sr. M irlins Pereira : Eu quanto comecei a
fallar, derlarei que lulo devia lelo fe,|u em altimo
O Sr. i-, an i i o nobre deputalo esta cora-
platemente eonfon ii le, nlo quer v*r a vcrJade, na
Ora, islo he
nipos : (c^m ir nia
um raciorinio nvelneravel !
O Sr, Brea lao : Nlo o sera' para o Sr,. mas n>
:,'r."x'........infarmarjJe. que lenho dado a res- le-lia pira oul.os que liverem imparealidade, e il-
laqeellvs lieab lados, qu0 esli- llnslraclo; nem eu fallo, nem nunca f.dlei puro no-
aindaa, ,, s ,......, juize, d ^' f ''"--"^ro e.a-1 bre d.l;u,, V p,.r,ue o nao ro,,-, ,ero habil.lado pa-
dli iio de Valla !' lia 1 icaralu' que j.i ii m tn
ouvir o ro liludaq Ua leimembriclo. Creio, que Sr Piolo de Campas:...cerlo deque, se ell
n.lo do a verdade rom' leda a
>, no qu,- di; n-peilo ; quillas par
claro que i,-.i
vdo contra o a Mam '
Remette-sea inna ehe approvado o n uniere- rreria.
rmenlo
les pe lee* qua s j un restil
parece poisque a ai,embli io i i le deizac deep- pello d
pri i ir o ediamenlo qae proponh", para se oovirem mirla grandemente que la' f ss um engenheiro eia
i,i i i o* ni--ui w juizes de minar...
o Sr. Mello Ii -o RaphaelJ la' om aparte.
-, que (ISr Pmln del imnw__ .,..,.. i.
med 11 qae ; .; i igor, hi u-,i, cenieqoencii di-
qaell i qa i iiembloa i ni la se v que
>p r ,... o., ,,: r.. queri-
'"' '''" tlado, que me
preceden, r
Parece que ni
deipezai podercm ser allerada-, ampliadas, m lepen
lenlemente de auliirisaQl) uossa, qu nos rula de
nossa mi*sa0 ?
Mudos apelada*.)
' Sr. Peisoio Duarte:Sojeilarmo-noi a voDta-
que eu faro
i arece que nos nao podemos densr de OOVir abi uma p mi o d- p mu d?.i a provinci i, sibre os ,ni. ...........,..... ,,......"Jf" 'l"o '" i'".n
J0f* I tata que se traa vel un lat.r.d.de. que devem ser oi.vi.a. .i- r la i'",'1 7 ",''C"e PtM,dW"< ** '
deelterero eonvenl.oele en inconveniencia da adopto dort l"IM'"1? J reate do men voto, e meimo par* qee e casa cami- eeto.enesle sentido vou nundar o enea reaaeri- ,^',iai,, .;'"'".'"'"" m,cn' ame,,"','' rt"
abe com mais c Ima nesla di-ce mente a'mesa. eu requer qne anda boje estamos do yilema que nos reg",-
r i m julgar
' i Sr. i", de Campo* : Apelado.
o sr. Bran lio : Nunca
o Sr. Brandlo : Sr. presidente, devo ama llgei- Nio sei, Sr. presi lente, qoil a raz.ii que lem
f*re| na lo qae acaba de fallar, nobre depulado, autor do projeclo para io opoor ao
e qoe p ua ,1 ir-lh'' fol que pe Ii pal
Divaa elle que na recnava liante le mim,.e pro-
v r n o.me, pareceu-me dar enlinder qoe eslava
oir T". (';,r^""Ci.-" wei,,rei raraj,,i'- o.to.iog.;,.c,r.ie........ .....'
s,m.?i,;a!;.,;:r,'::;".,:.: rCa" es"oro,, eoufM" ;;Psr- pb, j^ '""- -- t*. *
Sr. presidente, nesla c ia mean ,:, |,
das ..... re ivi , ,
a miini ip il a respeil id ,f
lermo; iilo n i be con i . va, en fallo a do termo
projeetado em km Sen n lo 0 da com ij
C ibo. e pi ion .....i '
man cipa!. Se .(,.! ;. i
para dar inferm iCfiai ' rr-.i il I* ere el i de lor.
aee, rale q i* se al i c mie-i tei qe* mellior o esto
O i / - I* direilo .1 ra r. m r.-.t qa* i impri h b l*m
os lerre-.os rom o* quaes i* qnev farmer nn nove
termo, o qoe B* dA justamente com ..projeclo que
sa discul-.
Dlrei ilgnma eoou n a rssprito da ronve-
pieucia Jo projeclo.
o io : Foi i qoec illegi de .
I1
Reqne lambm no ido e ioiz de di-
rei i do Brejo.Pereira de B-iio.
o Sr. Bi i- l :' I*, en adl
' piisle.
litada limen lo qu a i i i lo i uno Ii o nono, e no
ni'oo ios ., iReol | he de fazer chegai a re-
mota* diitaneiai a a r/l d* aoloridale, nina .1-s
prlmeiras co.idi(5es *e erdem, e civtlisaclo, i(p
crearem-eec litros adminitralivos na* locilida
qoe estlveram no ca-o ds admitlir essas crea-
' i -______
OSr. Brandn : Nem anda par* iste-eeonsi- o Sr Brin
tero ligim ; h i i.i jilos eolr > tcerdate*, a quem cm |aTra
'oT.^UotVDoari.:-. Ni, eempre o preceilo 50mluVva""" '1: '' "'i"i t_ ^ aii"ltt ^o
ta^-faz o qoe elle* dtzem a nao o que el- ,, Sr. randlo ;-!v, I
' '.' ',-.,. * .P1 '-.o ptu todo labe, que eu nlo sou
O Sr. Brandao : Respeilo ronito elasse saecr- hornero de fol n lirial...
ecreieqoe >, per con- OSr. Pinto d< Campe* :Nem en,
egoinle o qoe acal i de dizer ref.rc->e apenas a uma OSr. Brapdao :Nunca bnga , corr | esso;
a hiini-n. potsedo aclo ddiciual, M provin-
cias irrogarara-se dirtilos, que como muilo hem dis-
poz a lei da iiil-rprelic.li, nlo Ibes calan; mim
,enlo podido, mostrando tanto icodamenlo na os Jnizes de direilo eram nome los pela provincia,
paisigem do projeclo que lve honiem e primeira policio foi lodi organiseda ici.iegondo
le esta Itojeem -gnu'a. Tenho de apre- orna lei provincial e nesse le opo n.lo era muilo, que
sentar ilgnma* medidas para uliifazer necenidades no lo incumbida ai provincias i legoranca publiea,
do dislrtcn que lenbn a honrado i tentar, e carao ere, ellis o'*ssem doi meios de mmter e-a
na, ii.m ful junall acaunido !e ler man
pancadas e fazr mnrtp..
OSr. Pinto de Campea : Sa ino he elloili,
dig i-o,
O S-. Brandlo: Fsinu filan lo de mim, p".n
freno dai cinarra, lie verdade, mil lam- moslrarqu- i .. ., ., , , m , r,, |,,.,,;l ,<
nem Ihedupi, qu- l,a tres ou quain, lessSes ii* olio- adversarios polticos em entro lempo : i vi imlolas
OSr lira,,. e o pnqecio da rrear.la da villa do O' e a assemblea pe i imprenn. O* mee* *ogonislsi disserim de
oanurandaociamoapapulacao del noiioilnwlvcu que fosie ouviJa a cunara municipal do'mim ludo quiule quiwram, mas nunca me iuJigi-
ni hv; luili ;a le.
|'r-v >|p-en-.e n nobre ilepui.-i lo, queme pr--p-
-leu de um irgemeole de par, lade, e dinaha pou-
eos di*e votan-ae aqoi o projeclo da reiieoraclo da
villa do Bzti -pin qa (i -.,. oavidos o presidente, e
o juiz de .'
' nlo me oppor aqoeeiqoer InformicSea q-ip
se pecara ; pois quero que as lelibrraciles lomadas
n ; esta r la lenh im o ru iho da ir la lo e refleta r
p' : .- "-i i im ! la BeJ
i ade i l-clinivel e ule quero que srjam ii :. -
V t remelli la
|oeiro que ii i adiado o projeclo *(6 qe che
gera as mi r.,,..,.. P.lides < ,breo projeclo n.
do auno panado.M irtiaa Pereira.
" Sr. P. ii.pi- : rN-ai devolveo seo discurso
OSr. SI.Cavaleanli :Quando for posiirel.
Encerrada a dis ,- :... t p he approvado, lenlo regailsdei ' lesde que (o ere*** de eo-
,, marras lie d allribuirao sua, u numera dos jnize,
rvc. i,...; i..,,. ,,_ i.___ mmi ic es 11 ni.-i.....le, los promola i
. ''- '' .'' I'o'irc-odo a orjemd, di.. ,,.,,, ,.. r.. ,, ,r -,.... .,!:,-
eventa a imae. utnai, conferin-l.....i esse di...... nlo leve nutra
icjuaen vistaj -.' ile fei con que |s**j iitcenidi-
eu l .mil.-m concordo com o nobre depulado, em qua
0 numero aclual de prajas nlo he sullicienle par
fazer tolo o servico da provincia ; e al direi, que
nem o da mil. Mas, porqae mis nio podemos fazer
ludo, seuue-se que nao devamos fazer nada creio
que este principio nao pode sar idmillido. fio*,
como legisladores, lomm abrigados ir fazendo
provincia nqoelles beneficios, que r possivel ; se
boje nlo podemos decretar ama forra suflirieole, de-
cretamos aquella, cojo pagamento o cofre provincial
possa soppnrlar ; e, a' este re>peilo, creio, que o no-
bre depulado ua tessao paisada n,1o fez observarlo
alguma ; voluo pela forfa, que boje ensle, e qu a
commissilo quer que suh.isla, sem apresenlar es*a
idea, que agora aprevena, como uma das razoes,
pela, qiaes lem de volar contra o projeclo.
Mas direi linda qoe, se o projeclo fiza nimenla
1 .u preces, I inli.m da' ao presidente a faculdad*
de, em rirriun-launas evlraordiuarias, elevar a for-
r.i a 600 prarai; faenldade qee e acba consgnala
ua lei em vigor, e que leria iido posta em pratica, se
o meaquinho sold, que venrem as praras de pret
nao liv.sse objeela lo ao engajamenlo ; seiido pr n*e
que ii o, -" ii prasidenle acleal, mas os seos anleees-
sure-, para que i-io licassem certas comarcas sem for-
i.i, que fizesse a polica, tanuram a providencia de
distacar prafas da guarda nacional, mandando-te
ultira intenta f i/.er o pagamento dellas pelo cofre pro-
i incial ; por quauto o governo declarou, que tal dcs-
pea nlo (.odia recahir sobre os cofres geraes, por
Miar a rerea de polica, pelo aclo allicional, a cargo
las provincial...
O S lluros Birrelo :\c
O Sr. Oliveira :Pois quer o aobre depnlado que
o b iverno earregue com a deipeza da o,larda nicio-
'-'. 'I'''11 lo Ma .i/. n tervirjo de polica ? nlo sabe
o aobre depnlado, que os ofiiciaia do exercilo, quan-
iibi 'os da c.iiiiinis..s previneiee*, he a
eofre provincial qnem Ihei piga .' Cima, pan, quer,
I-re i*o qu* *s asi 'inbleas |ue fszti lo a guarda nacional o serviro da polica,
provinciaes se rslnjam ao direito que Ihe* confere e seja paga pelo* < ; o nobre depulado
; ' ' ional.i* liiem apenas i numere das praea- querern pagar om eervljo de q ..... nao alillsasee '.'
1 ''."" " J n r a forja ni, fizem apo- OSr. Btrrus Brrele : Bnllo seguranr;* da
amaro, nem nieta h. inconveniente, por- provincia nl lote gcral, a'toja a
o numero doi juiz le direilo he filado pelas comm.ythao '
11 --. 11 .,. r' :-. ;, ssspmhll provincial com-
ama forf* policial par - los que a
lei d'lTinin.i, e-u' claro que ao poder geni nlo
compele deipendci censa alguma com c--eiamodo
servc,o publico.
Ncita casa muilas vtzej a tem susciluilo i idea,
a *<'lm deci i.em a forja policial, d-
nala -cola e orgaoislclo
necessarla. \ Iri que inl'rprrtou o a-ljalli-iui.il,
i ni i ver tul rpret u mu convenientemente.,.
OSr. , Civalcanli:Em parle, eeneordo.
O Sr B, Barr i :... essa lei Urou is i -
i ule requerimenl i esse lireilo qeeellai ram mis para que


DIARIO DE PERNAMBUCO QUINTA FEIRA 20 DE ABRIL DE 1858.
da que pela telo addicional a> >.c ciaes lio abriga las fomenta a fiar a foij a ; mas nao
a pagt la, e sempre lem sid-i icjellada, alopre-
wule nem urna assembla provincial se reco'oo a sa-
Inacao desse pagamento, e ainlanilo appaieceu
ama msolurao da asamblea gral aclarando, qae
aos cufie geraes compela pagir a forja policial.
Ora, as Uto he verdad?, para que mal aventar uma
idea vellia, que lem ido ja' 1,1o debatid! ?
O Sr. A. Cvalcai.li : Pode ser que mn da seja
aceita, cuino a emancipadlo dos ddeos em Ingla-
terra.
O Sr. Oliveira :O nobre depulado no correr do
seu discurso, empresou algumas palavras, que po-
dem -er lomadas como ama misma a' admioitra-
j,,o .dual.
Vozes:Nao, nao (oi por i*t lado.
O Sr. Oliveira : Eu disse que po.lem ser, nilo
disse que faram. Mas, lem querer defender a este
oa aquc'le adminilrador, porque nesla casa lenho
dado pmvas de imparcialidad!?, censuran lo o gover-
no, 'piando convem ceusora-lo, a >poiando-o qu(iu-
do o devo fazer, nao quero denar passar desaperce-
bidas esi-is palevrai ; lauto nah quanlo o nobre
depulad i, ha puncos anuas drfeudeu u:n presidente,
que Unibcm linha tido occasiao de mandar fazer
rd/spezas nao vot-dsi pela assembla, como as da
goarda nacional no servir da polieia.
O Sr. Pereira de Brito :Apoiado.
0 Sr. Oliveira :O qoe eo desejo, he que dai pa-
livns do nobre depulado se nao potsl concluir, que
alie lave am villa censurar a actual adminislrafao.
1 m Sr. Depulado:Nao liveiam tal flm.
O Sr. Oliveira:Eu eitoo lallando h\ polhelea-
inenle, a ja declarei a casa que lambem censuro a
pmida ca quando ha motivus para isso ; pois que
lenho a forlalna da dizar o que sinlo.
Ponadlo, diiia en, ante* da draioistrijio do Sr.
Taques, despeas guaes se fuersin, entretanto que
uem urca v.i ie levaulou par combatir esss arloi.
O Sr. Barros Belo : He predio rombater o
leto do p.verno geral, a n3o o do presidente.
O Sr. Oliveira:Mas o nobre depulado nao se re-
feri ao zoveroo geral. Senhores, eu nao sei o pre-
lideule c qoe deveria fazer em apuro da cireoms-
lauciai, -riilc qoe a forja policial nA. era ludicien-
ta, vendo qoe o suverno geral espeda ardem a Ihe-
luraria eeral para nao pagar a goarda nacional,
quanlo em mvijo de polieia. Devena, por ventura
crozar o; brajoe, e deiiar as comarcas sem forja
paro eoadjuvar as autoridades jodiciaea e pollalaaa '.'
O Sr. larroi Brrelo:Juslilique agora o gover-
iio geial.
O S. Oliveira:JV dini qoe o governo nao tero
obrigajdo de pasar um seiviru, cujo proveilo elle
au lira ; o ja* fiz ver que os oflioiues do eteredo em
commissao provincial nao sao pagos pelo cofre ge-
neral, mas siin pelo provincial.
O nobie depotado disse lambem que votiva contra
o projecto, porque entenda qua a assemblca pro-
vincial nao era competente para impor penas. He
lambem, Senhorea, oolra qoestao, que ja' monas
vezes lem sido ventilad!, e sum'cieiitemente discutida
lie-la casa. Em ISi,") a aisembtca provincial fez um
cdigo penal para o eorpo de polica ; os nobres de-
puladossahem que lodua os nonos acloi sao submet-
lidos a ronsiderajao da assembla geral, para ver
se ellei i ffenlcni a ronstiluijao : ora, le esle acto of-
lende-se iicontliluijao, Islo he, se a assembla pro-
vincial imo fusse competente para impor penas i
pravas do corpo de policio, o assembla geral leria
< aliada .evogar esse neto da assembla provincial '.'
Nao de oerto. Km 1853fez-se novo regulamenlo i ni -
tundo ponas ; esse novo regolamenlo foi remeltido
a cmara dos Sr. depuladot, a al boje aioda nao
fu julsado illea.il.
Etliniiai ai juulis de joslija, que julgvam em
segunda iuslaucia os procesaos das pravas do corpo
de pelic a, enlenden a p:asidencia que davia lub-
niellir es proceros ao conselho supremo mililar,
que pas.ou a julgar os procesaos de lodas as pro-
vincias, mas o governo raspondeu devolvendo os
processi-s, e duendo que nao compela ao coneelho
supreiiu militar tomar conhecimeulo delles Ora, o
qoe quer dizer esse aviso, o que importa elle-? Ble
importa uma declararlo da que a's assemblai pro-
vincia compele legislar obre o objeclo.
O Sr. A. Cnalcioli:NSoopoiado imporli cousa
nioilo divena.
0 Sr. Barros Brrelo;Importa dizer qoe o eorpo
de poln* nao he um corpo militar.
O Sr. Oliven:O eorpo de polica lera sido con-
siderado como um corpo militar, em IM-s esta casa
n, io I n que a forja policial lizesse o seiviro com
espadas a nao com graoadeiras, mas e*sa le le re-
vogada no auno irguinle, porque se reconheceu que
ii iu liavendo na provincia forra suflicienle do eter-
cilo para ooeorrer as diHeienleanecessidadei ; o cor-
pa de p jlicia, qua muilas veles lem de fazer serviros
qua Ihp nao compelem, nao poder i- faze-loi com es-
pida. I ma fon;* de polica incumbida da prisAo de
ftccinorosoa, pode efleetua-la com espartas'.' De cario
q Je Mi. E como quer o nobre depulado que o c. r
po de polica faja o servijo de espadas '.' Eu concor-
dara o sto, volaiia pela idea, se acaso fusse posti-
les.
1 ma Yo/: Pode fazer o serviro com grjnadeiras
e nao lar organisajao militar.
0 Sr. Oliveira:-As vezes as necessidades do ser-
v i,o lem sido laes que lem ohrigado o corpo de p o-
li ia ala- a sabir de sua provincia, como acontecen
am ISI na sedicao das Alagoas, quando ara presi-
dian- dai|Uriia provincia o sr Suata l-ranro.
1 ii) Sr, Depulado.Quid inde
porque compre-nus r<-pcii -lo, vi-lo cima na le-
moa o po ler neio o direil.i le legulir como queni
cii odireilo, mas como qurm ebierva o dneilo ei-
criplo, em matciia cor.siilucion.il.
Eu, Sri.. raconheca) que ala he ie;ular que os
corpos policiaca sejam creados e pasos pela provin-
ca ; poque o s-rvini he de iialuti'/a seral. Com
illnlo, patela he a vi/ilancia da aulonlale para
que a ordem se mantenha, para que a libordade e
sesuraiira iu.1 ivi IdiI se couservem ina.leraveii.
ll i um aparte/
A polica divile-se em local oo manjcipal, e em
polica geral : a lo*al he loJa maiieipul, he verda-
de ; ella refere-se a' Innpeza das roas, a ".Ilumina-
rlo, forneeiitienlo de seeros alinlenticiua, mas a
que se refere a manutenerlo da or Jem u por cunse-
tiuinle a sesuroici inlMclual ea,a uSu, roeus se-
uhores, etsa he geral, ^apoiadoa.)
Entretanlo, estes principio!, que na parecem
verdadeiros, nao firam reilrictamenlii obervadus
pelo noiao legislador, quando coufecciunou o icio
addicional.
En a razao, senhores, porque disse ainda ha pou-
il-. Crea que do silenci, do lesslalor se po p> de O Sr. llanos Brrelo : -A upposii,ao na lem na- i local, enleudo todava que sendo semellianle diilne-
inferir que elle quizesse qua os eorpoi d| polica [ di de odioso.
i i Mi orgaoUaclo mililar. o Sr. Mnlins Pereira :-Eu nl rre rcfeii a cp-
sr. i-.|.imii,..ii.la< de Mello : Mas pode-.e peiilo ao presidente da provincia, n.lo disse que ;
inienr que dvu o urbllrlo de se organisar, cuino se oppoii(to era um aclo reprovado, mas o Sr. Olivei-
ra I, iV" i- Si'V* : ~" Sem n'ns1 a c"""- ramioniti.no das personalidades a enlo respond
"','"','' ''""ll,lll'>. no lenho a respeilo opinnio qoe eu ara o menos habilitado para collocar a ques-
ronusli; de um lado e d'oulro vejo dnsidas mullo l;lo nease lerrrno.
os oplnioei se poilem su-lenlar rom Eu dine, Sr presidente, que o .sr. 11-nos Bar-
roto imlia principiado a fallar levantando um sillo
srris; anal
vaniasein.
r,lu relativa, nao se pode dizer le ha a a obriga-
ro de pasar ao corpo da polica por II,e comprr
fuer i polieia geral : porque como elle mesmo dil-
le, a' polica giral compele I inanulenr.io ,ia orden
publica, quando por ventura he alterada, e para
lito ha a forra mililar propriimciita dita, cerno
aquella a qoein compre fazer guardar e respeilar a
ordem publica com a alteracao da qual he aOeclado
ludo o pala.
Olanlo ao enrpo de polica, portm, oulra mina
mas reprasen(l{c)il Iheatrac. Meando mis ao bailar
Jo panno na cnlcira que OCCupavimo!, tivemos de
i-i-iir a i dc-agradavel e clnsluso baler de pes, ci.m
que costumam os amaules da msica eligir uma
uyerlora. M ivo-Doa o curioaidade de ver se rero-
ulieci iiiim ira engracsldoi amanlelieos, e virando-nos
lomos cora dooi meninos de dez
cia he de nalureri a prestar servicos ceraea, mas a
saberse pelo aoto addicional, assim cono ruamos o
numero de ion | cicas, devemos por ventara auloii-
nr sua despeza.
Eu enleudo que sim.
Priineir.imenle, peco .i casa que ladagae a raio,
o lim poltico, por que fui adptalo u acto addicio-
nal.
O Brasil, vasto imperio, estiva todo cenlralsado,
lauto poltica cuino adintnislralivaiiienl?'. A renlia-
lis.ic^o poltica era e sera' d suinma (onveniciicia,
porque impor ta nin eleineolo da forja ; a a Iraliva era inconvenienle por que IraSia o entorpe-
cimenlo seral. Couvinha, nois, que as entidades i ro-
vncias que ja evisliam pela conaliluic.io, livesem
vida propria, po lessem vivar de seos propriea recur-
sos, proniovesieiii seus inleresses admnii-lralivoi.
Este foi o motivo, a raxlo de asistencia do aclo a I-
diciuiial que subsltluio os cunselhus geraei de pro-
vincia pela assembla provincial, as qn.es dea at-
Iribuicoes inuilu oais latas, molla mala imporlanles
que os ilaquelles, que linlicm apenas o dn.it > de
propor e nao o de del berar.
Da evisleucia das provincias, como enlrt.idadea
adminislratias, taes como luje sin a da ullnliuiclo
que as assemblas provinciaus conferio a aclo addi-
cional de fiv^r a forja policial, deduzu eu qoe a esse
direito corresponde iniplinia nenie o rlever de satis-
li/ei a despez.i prcvemenle dos rorpus polciaas ;
poique o legislador o que quiz foi que as provincial
tivessrra orna forja especialmente sua, am de que
soa vida bein ge poJesse desenvolver, a nenhuin dam-
no lolTresse,
Vozei:Muilo bem.
O Sr. Mello liego (Raphael; :Pera o fim de tor-
na las mais independerilea.
O Sr. Theod iro da Silva :Para o f m de as (or-
nar com mais vida e mesmo om algonia indepen-
dencia, isto he para que nao licassem l.>o sujeilas ao
centro poltico, ao qual eslav< mente dependenles, poltica administra iratninte.
Ili um apsrte.)
Mo ; como ja disse, n3o podcmoi apreciar a
constituidlo como legisladores que conslituem direi-
to, mas com legisladores que observam o direito es-
cupi.
Eu reconhejo, que leria talvez eonvonieute, que
se relormasse o aclo addicional ncsle ponlu, que al-
sumus despezas provinciaes, como aquel a, passassem
a aer feilas pelos cofres grraes ; mis leas quaes se
acbam definida aanoHai allribjuesem visla do ac-
to ad licional, a assembla nao pode declinar de si
direitos seos, direilos, como es.e da Aserro de forja,
eeonseguinlemente a obiigarao de aulonsar sua des-
peza. Islo ainda por oulra razo.
S-nliures, me paiece que he um principio de di-
reito administrativo, que quando se cri'-a deve satis-
faz>r a dlspea resullanle desll cieajaa.
O Sr. II irns |! mol i :Eoijoitte.
OSr. Tbeodoro da Silva ;Jo llie respondo, quan-
lo aos juizes.
Dizia eu que me pareca ser um principio de di-
reito administrativo que, quando se nu'onsa a crca-
cilo da um servijo publico, ao poder qua o cuja cor-
re o dever de saliifaser as resiiectivas i:esperas.
O Sr. Penlo Duarle :(Dignos esl niercenarius
mercede sua.
OSr. Tbeodoro da Silva :Parque, senhores, se
aquello que cu i neo livetse a obiisarao ile saisfazer
a despeza proveniente da crearilo, re'sullanam disso
graves ii.rouvcnienles.
qoe autorisasseinos urna despeza, que talvez ibrao- que o presidenta lem feilo despezas eilianrdinarias,
^,11 i ..... .-------------'-------" ^---- - -- -- ^-v s. i'ioaiurins un icuii ut'Urctu^ ralldi'l lllllitl 1,1-,
eo que nos leMSIavamos, nao como les -ladores que oes-a a niaior parle da receila da provincia. .Nao so-, despezas para as quaes n.lo eslava auloiiado.
con-iiluem direito, mas como le^isladoei que en- reos nem devem. s ser obripadoa ao que n.lo porte- \ O Sr. B. Brrelo Dipezas eiliaordina-
servam o direito esenpto em materia constitucional, mol. Nos he impos-ivel dar mais que a qnanlia 1 rias . .
;4i,T*!r0' I"'9' Vem a S" nao C0'1"' de po1'" c"r'esP,",d,"le ' "''t'1 decretada pela prop sla da l O Sr. Marlins Pereira : Eilraordinarias sim.
ciiiimisiilo. Por quanlo. se com o augmento de IIK1! n,lo aiilorisadaj.
rs. ao eoldo de cada pracs, o acrescimo da despeza
monta a mala de IJ:0I)0)()|) ra., he visto qoe, se o
corpo de polica livor mus 130 praj-ia, como il pro-
prl na emenda, vencen lo eadl ums deltas nove-
centoa ris diatioa, a iinpjrlaucia das despeas subi-
r < a um alsarismo elevadisilmo.
O Sr. Penlo D arte : A riqueza publica vai
crescendo.
0 Sr. Tlieo loro da Silva : Talvez ilgucm se I-
luda em conseqnencia de se ler nos relatnos qua
houva um saldo de Irezentose lanos conloa no extr-
ciem pasado.
1 ni Sr. Depulado :E be delicio '.'
ti Sr. Theodoro da Silva : Diz-o que bouve nm
saldo de Irezentos e lanos coritos, mas isso nao he
eiaclu. O saldo que l.ouve foi apenas de I96HM09
is., porque rteve abalcr-se da receita o mnvimenlo
rte fundos para o eiercicio correle que importa em
110 "> 1 _'~:_N(| r. E. ainda assim, aoque he deviJo
es-e sa do .' lie preciso, anles de ludo, rvaminar es-
la questao, que he impoilaule, a men ver.
0 saldo he devldo, nao ao ausmenio de producc.li
da provincia, m-s i elevicla dos procos, de que go-
ou aa.ucar, no evercicio de 1836 a 1837.
1 m Sr. Drpalada : E ao augmento de pro-
ducidlo.
O Sr. Tbeodoro da Silva :Onero con-adar que a
produejAo se deienvolvesse um pouco mais ; p mn
o que he ver.lade be que a causa originaria e que
mais arluou por essa sal lo foi o ausmeiilo do | roe ,
do assucar. Se o nobre depulado examinar os b-
lanrele e relalorios, convencer te ha Oslo. Por-
laulo he tola occasional a causa do apparecimenlo
do sald... 1 anlo assim ha que no prsenle eiercicio
a receila da provincia ha de aer, com toda a ceOeza,
muilo ni iiT do que no exercirio passado.
I.'ma voz :lia romp?nac.ao.
O Sr. Theodoro da Silva :He menor ; porque o
assucar lem bnalo. It> nlo lie l r.lu ininlia ;
lenho informaces evadas : anda ha poocos dias
me encontre com o Sr. inspector da thesouraria,
que mo allirmou ; e alguem, por cuja repartiro
se arrecadam os direilus de esporlajao do as-ucar,
m'O asseverou igualmente, islo he, que a receila uo
prsenle eiercicio ha de ser menor do que no pas-
lalo.
Asora, per. unta eu, o que coiivcni '.' Convira'
que mis, sem a menor prudencia, sem a mnima
previdencia, empandemos a provincia em despezat
avulladas, em despezas, por assim dizer, improduc-
tivas, quando o que deveinus fazer he tratar de des-
envolver as fonles de sua prodcelo, e sohreiudo,
livra-la dos ouos, queja pesam sobre si/
l,m Sr Depulato ;DesQr<*cad*menle.
O Sr. Tbeodoro da Silva : Allendam os nebral
depiilados ao legnlnle. Nos lemos o rndalo de
illuminacao a gaz, que nos obriga a urna despeza
avallada
Exlraordinarias lambem
Extraordinario he o
O Sr. B. Birrelo :
quer dizer muilo grandes.
O Sr. Ilsrtlni Per-ira
que esta fora do commum.
O motivo qoe leve o Sr. B. Brrelo par! levantar
esse brido da gnena, foi a medida lomada pelo pre-
sidile de destacar a guaida nacional para o setvi-
jo de polica.
O Sr. B. Bnelo : Eniao islo he nm hrado da
suerra .'
O Sr. Mello Beso Baphael ) : Nao lia neces-
sidade delta juslilicajAo, porque o presdanle nao
cxortiioo, eslava aulorisado.
( Cruzsm se muitus apartes. )
O Sr. Marlins Pereira : Se eslava aolorisado
eolio a que veio a ceusura feila pelo nobre depu-
lado V
O Sr. B. Brrelo : (Jue censura '.' Pareee-
me que esl,' com milita volitado que eu faja oppo-
sicao. Deiie esUr que quando eu quizar, sabere fa-
zer oppu.ieao.
II i ooiios apartes. )
OSr Marlins Pereira: Os nohres denotados
quando fallam mo lem a liberdide da eiprimir o
seu pensamenlo como enlen lem ? como pois me
qoerem privar dese direito'.' nao vejo en aqui in-
verlerem-se argiimenlos prnposijoes enunciadas
cun o lim uuicaineola da esponder-ie ?
I.m Sr. Depulado : N5u asta' o uobra depula-
do I /en lo islo agora .'
'i Sr. Marlins Pereira: Se esloo, aptendi-o
aqui.
t'mi vor: Ella' fazeodo muilo mo uso do que
aprendeu.
11 Sr. Mirtina Pereira : Eu nao eslou inverlen-
do n peiisaiiiciito de ninguem, etlou fatendo uso ido
direito qoe lenho de disculir, de me oppor as ideas
de qualquer deputodo, e se o nobre depulado emen-
de que nao Biloo reprodunndo belmente as psla-
sras do Sr. II. Banelo, eonlrarie-ine.
Um Sr. Depulado : Mas te illa ja deelarou qoe
n.lo leve em vista lazer censurss...
O Sr. Martina Pereira : Os nobres depotados
decididamente nao quertm que eu falle, csiao ma
accomulando de apartes.
A despeza, Sr, presidente, feila com a suarda na-
cional destarada no centro da provincia he uma des-
peza conveniente a tranquillidade publica da provin-
cia, a^ seu progresau mural e material, he uma des-
peza da muilu inlertese que concorre muilo para a
receila da provincia. Ncsle poni bem v o uubre
depulado que nao e-ULeleceu bem a sua arsuriienla-
j'n, pdrque fallarain Itie as bases.
Nao me eovolverei, Sr. presidente, na organisarao
do corpo de polica, perqui me julio o menos habi-
litado para islo ; verdade he queme cumpla res-
meiro lanjo al a villa do Cabo devemos pasar, de
garanlii de juros 50:3333333 rs. ; temos ainda mais
o joro ila empreslimo publico a' provincia ; e li-
mos liualmanla o contrato ullimaminle celebrado,
na importancia de 600:0009000 rs., o qual corres-
ponden lo a eiecujSo de obras, se ellas furem feitas
em dous ou lre annua, i brigar-nos-ha em rtooa ou
tres anuos a satisfaier aquella quanlia de ris.........
600:0009.
lu sr. [lepolado :Agora ma saber se sao con-
venienles a' prov incia.
O Sr. Tbeodoro da Silva : O qoe connm tiber
Rellicl.m os nobres depuladose vejair.se nao re-11,,, sen,,s a|,etar de lodo, eses empenho, de que
ullariam laes inconvenientes do josa desencontrado esiv sohreoanecada a provincia, e nao ob.lanle de-
de om poder que rreasse desperas sem alien ler as
f rrjas >o recursos .le oolro poder, que deveiie sa-
li-l.t/er, loaaam quaes fossem seu< recursoa Ouancpi-
vennos por nutro lado desenvolver os punios de sua
producjJo, procederemos com acrlo, rompromrl-
leodo seus recorsoa com o aogmenln da forra poli-
rus. I ara que esse jogo, po.a nao seja dcseuconlrado ciali ,0 pe| fjf|0 ,,_ ,0 , u< d(, ,
eaoccelr-rio regulare harmnico, lia que emendo peque,,., 5lM i),s com franqueza qoe nao con-
que a ire.cao da um lervico publico e a obri2acao | emi se |lcm qu, |1(,ss, pa|ar eIII!Hn,do.
OSr. Epaminnndas de Mello :Seja mais positi-
vo, demonstre o comprometimiento.
O Sr. Oliviera:He que o eoipo de poli.-ia se n.lo pelo poder geral.
de lubvenciona-Ui formara um s lodc rompetem a
um poder nico.
D'eisa rai.lo deiluzo ainda que o corpos polica i,
assim como s3o ruados em sua forja pela, assem-
bleas provinciaes, devem lambem sir pagos pe a
provincias.
Mae, diz o nolne depulado, t os jm.es de direito,
eos vereadores por quem sao pasos'.' lio verJade,
li rene a'organisajao que lem, na epoaa em que iaso
ae deu, nao leria podido prestar o anillo valioso
que pr esloo.
O Sr. Mello Besa Kspluel :Se vai por ahi, faz
da forji policial Turra eral.
OSr. Oliveira: Mas quando a neceasidade he
momentos,!, deve o govarno, a quem se faz orna re-
qumea i deltas, deiiar de latisfazela ".' Pode desla-
c.r aguarda nacional, mas lodos iabem, que para
sr destacar a guarda ncijual be preciso espedir or-
dnns, cujaeiecucao se nlo realisa de momelo ; en-
Iteliulu que o corpo de polica he orna farji au.ii.r-
telada.
fi&o sei em qoe mais fallou n nobre depulado, e
p >r isso nao posso responder -Ihe.
\'olo contra emenda, que se acha sobre a mesa
elvenlo a for^a a 300 praras, porque enlendo qoe
a provincia nsu ple lupporlar eisa despeza.
A eommissao quando confeccioouo o prcjeclo, al-
ten leu a todas aa eomiderajAes, e vio, que nao era
Eu conipi .liunli o alcance da leu aparte ; o no-
bre depulado quer argumentar da disposijao do
aclo addicional, que da' as ass-mblas provinciaes o
direilo de dividir civil, ecclesiaslica s judiciana-
mente as comarcas, para o fado que apoulou. En-
tretanto veja o nobie depulado que o seu aparte a
o argumenlo que todo ntlle se concentra, n.lo pu-
dem proceder. Os casos s,1o diversos. A lei he ex-
pressa, a coust luijlo impe clara e determinada-
nicule ao poder execulivo o dever de prover nos
empregos de juslija eccleaiaslicos : qual a conse-
quencia '.' Diga-o o nobre depulado mosmo. A con-
equencia nao pude ser oulra senlo Olla, que a as-
sembla proviutial lem apenas o diredo de dividir
as comarcas ; mas nao a obligarlo de siti-fazer n
tlespezai provenieules dos empresas seraea creadoa
u'ellis, porque me dever esla' evpn-am-nle de-
lerminido na coiislitotjao do imperio que o impos
ao poder aiaculivo. Num caso a Isi he exprcua ;
i'oulro nao he. S prndenle, eo qoe assim pena
posiivcT augmentar a forji, porque a provincia ie (e ja'o duse ha pouco; desejava e deaejo rdanle
acha muilo comprnmetlida para como pngamenlodos
juros da estrada de ferro, para com o contra1 o da illu-
nnnajlo a gaz, e ja' para com algiimas obras publicas
rls pal iilante necessidade ; lem de ocerrer a oulras
deapazas que n.iu ndroitlein demora, por conseguinle
nlo he poasivel elevar a forja a 5(10 prajas como
q ler o nobre depulado, porque, se desviannos orna
sotnnil mo peqoeiu para asse lim, eniau vem a pa-
decer s oulras despazai, que nao pudem soflrer de-
mora.
lina Voz:Entretanto despende efleclivamenli
cim o aquarlalamenlo da guarda neciunal.
O Sr. Oliveira:Despende proviaoriamenle, por-
que o nobre depulado sabe a raio qoe deu lugar
a loirar-se easa providencia. O governo seral em
conseqoencia doe moviinentos do sol, mandoa reti-
rar de todas as provincial urna parte consideravel
a foca deaiereile que se chava deslavada pelos
tillenules Irruios, am destacamentos volantes, e eis
Iu a razo porque o govarno provincial toiouu a
medida a qoe se refere o nobre drpolado.
I m Sr. D polado:A quesl.lo ha se o nudia faier.
0 Sr. Oliveira:Eslou qoe sim.
Assim loco que o governo geral reslilnir a's pro-
miici s a forra qoedelln relnou, a Ihesjuraria pro-
vlairal dallara' de ler esse augmente, de despeza.
1 in Sr. Depulado:Veremos.
O Sr. Oliveira:....despea paranlo proviforia ;
mas qu-ndo mesmo loase permauenle, eu dre ao
nobre depulado que presidenta eslava em seu di-
reito fazen4o-a.
i Sr. Barros Brrelo:Nlo be eila a quetiao.
maula que I s.- alterad i o arligo do aclo a Idieio-
nal, e que da' as asemb!eas provincnes a allribui-
cao de litar a forja policial, da qual dedozo a cor-
respondente ubnsai.ao de salisfa/er ni suaa despe
zas. Penao que isla, be orna necessid ule ; pir quo
ponder ao nobre depulado o Sr. B. Brrelo que se
lemoi a enrada de ferro, jior cojo pri- j oecupou da forma poique devia ser orsan sido o cor
po de polica, mas eu qoe nunca cingi uma banda,
nunca empuuhei urna espada como ja fez o Sr B.
II i re ', p. r islo nao entro nesla quealao.
Cuurordo, Sr. presidente, que seja augmentada o
corpo de polica, poique is necessidades do serviro
publico sao palpitante* ; be verdade, que nos ouvi-
mos ao l.xin. Sr. presdeme dizer nesla caa, bo-
je ule ha liis nem euspeilus mas eu quero que o
cupo de policio leja augmentado mo para a coiisii-
vacao da otdem publica, mas para garantir a pro-
pnedade, (ara gan-ntia da sesnranja individual,
Eu, Sr. presidente, lenho obervado pesaoalmenle
qua os deslacameulos que eiislem pelas comarcas
iia.1 satisfazem as necessidades publicas, o numero
di suldados he diminuto e os criminosos muitaa ve-
zes audain impunes, porque a aulondade policial
nao (em bastante p*ra o pranler.
I tn Si. Depulado : E o que fazem o delegados
militares ?
OSr. liaspar de Menejes : 1 ma verdadelra
prisa (apoiados).
O Sr. Marlins Pereira ; O" delegados militares
recidlieram as cartelas publicas centenas di crimi-
nosos. '
l'm Sr. Depulado : E commrlleram crimes.
0 Sr Palele rinarle <>,.,ie- horrivele.
OSr. Mailius Pereira:, Besponsabilisein-se is
qoe coinmelterem crines, maa nao se clame coulra
urna providencia qua foi provellosa.
1 ma voz : E inconstitucional.
O Sr. Marlins Pereira :Eo nao me eslou fzenrto
cargo de defender os destacamentos volantes, e uem
delegados militares, quaro apenas cncarregar-ine de
provsr, que o corpo dj polica be de couveuiencia
publica, qua ha neces'idade de aucmenlsr-sa esse
corpo, para que reprosso do crune seja elTecliva.
>a comarca do Bunilo, aonde eierjo funcjes pu-
blicas, observo qoe ha nm pequeo destacamento da
forja de polieia na cidade de Caroan'i, e qoe mui-
las vezes os soldados n|.i lem o descanso necessano,
fazem guardas conliiioadas dous a Iras dias, sendo
privados de descanso, porque o seu numero be in-
sudicienle, e lenho observado que quando a aolori-
dade policial quer proceder a qualquer diligencia,
ha preciso convidar a popolajao para a realisar, e
-isso a meu ver lis um mal para a popolajlo obngada
a presiar-ie a lervijos iilraordinanos, liraudo-a de
seu ieri ico oidlu.uio, privando-a do lempo qoe ella
empresa na plantaco e n outros mialeres com qoe
sa hablilla a salis'aier ai suai necessidides e as de
nas familias, pas se empregar na pn-.i.i de crimi-
nosos...............
O Sr. Tbeodoro ra Silva : A demonslrajao e*t>
dula, urna vez que o nobre depulado nao pode con-
testar que exi-lem lodos eases comprometimientos ;
orna ve/ que nao pode por em duvida qua a oro*-
vinca lenlia neces-idades mu orsenles, mu palpi-
tantes, de coja siliifscao depen-ie seo foluro en-
graiiderimenlu ; uma vez emlim que nao pode eon-
leslar que o augmculn do numero das prajas do
corpo de polica Irara' um aogmeiilo laubsm de
despera.
OSr. Epiminonlu de Mello :l tuero o limites
di urna a oulra cousa.
O Sr. Tbeodoro da Silva : Bem ; espero ouvir
o nobre depulado, a quem como autor da emenda
qoe aosinenla o numero das prajas do corpo de po-
lica, incumbe provar que esse ausmenlo mo he
compruineiledor e qua nem mesmo einbaraja, de
mudo algum o ilumnenlo recolar da provincia na
salisfarau de suai despezas. Pcovando-iu'o vol por
ella.
('Ha um aparle.;
OSr. EpaminonJas de Mello : Dive provara
improvidencia.
O Sr. Tbeodoro da Silva :-rEo ji o moilrei, por
qua esblo prvidos o onus da provincia. Ha ver-
dade que o nao fiz com cifras ; mas o nobre aepu-
tado nesa que a previncis esleja eropenliarta em to-
dos aquelles onus '!
O Sr. Epaminuudas di Mello : Vagamente nio
neg.
(I Sr. Theodoro da Silva : Sinlo rramenle nao
podar i ai-nie ao Iraballin da orna demonslrajao
por algariamos a impoilancia, a lolalidade, e coin-
eaosa-me d,.. lamento denlro d'alma quau lo abro ,-oinis.os da provincia.
os orjamenloi e vejo despender-.a a,.nualmnle n,m ,N ,0 tinha lenjao de fallar sobre o aosmenlo dll
o corpo de polica, quasi improlicuamenle, 150 o prac,s do corpo de polica ; porque nao suppunha
lanos contus de res l.ainenlu-o. Br. presidente, Loe o nobre depulad apreniaisa a emenda que
anida mais, por que vejo qua c**a daspera. de que aala' lobre a meas. O que me record de momeii-
C imo se porte suppr ru o soveiuo mandar Iro-
pa para a provincia, qoando nos ainda ha pooco lu-
lavamos cora un inlinigo que nos nu deita, que
nos nao deuara quando vir que mal nos pode f .zer"!
O Sr. Penlo Duarle : Tendamos f ua Provi-
dencia.
11 Sr. Marlins Pereira :O Brasil p ha de conse-
lu-l^mp".' K naure'ra'c.rre?"";'' '" ?*" """*&> " P~ d '* ^7^'^.*};^^^*^
r ,f,.!e.T' Jl f P, "a ."a,ur"a """ n' i >> ''a, porque o nobre depulado me lem hon.a- fo.le, qoando se mostrar d.spos o para a guerra.
.i h.g. .c Pd o I J\," ', 'T'^ da V"U" I do C0'" 5eu' iP",- '" Voz :-(.ua.,do der dinhe,,o.
me.mo, d. retJ,'n J'- , ."P !'"" P",' '"" !'.J'l*,i, <"'" am' ,omi ,W,,- () Sr' "'"' l'eira : E ..3o he no momento
memos dar remedio a e.se mal ; *.. nos r.,ia on \ ||.. verdade qoe a furca de polica na a
conaervarmo nos em impolenle lesignajao, ou en- nao he sufleienle para as necessidades da
lao espera, que a a-s-uiblca geral se eompeuel.e d j e dahi resulla que eslea a guma nacin
mal que sodrem as prnvincns e lili d o remed o. .d, em servio,, diario.
A.nda oecopar-me-hei de entra que.ia ., qu! o Sr. Epanmionda de Millo :-Eila'ji
cmisilero lainlieni cuiisliluctonal, c que foi suscita- a emenda.
JU-lilic.llo'o
fallando c mn
'U.P.\l\""i'".,'"f""*'10 Sr" " "'"o. lie ,i 0Sr, Theodoro da Silva :-Eslo
que-iao do direito que por ventura Hollamos de de- qnem diz o que sent,
cre.ar penas ao corpo policial; quesl.lo, a meu ,, iu (am ,||el|0 ponsi ,, ,
Olio melindrosa, mullo grave, e em que eu memo h. de algum valor : mas conlio que, no anuo para o
qual lotfitlaniui au qual -f relere a (in*ri l.i do no-
iilo lenlio opintiio lorm*rta. Todava me parece, <
hcn que o nao allinno, que lia, D0 ihtu que Irre-
ll'X.ln. mas nj > fiei fe rtunflu batanle, quando *e
hre depulado. o tiladd da pTOVatia f*ra' diver-o.
A-- reUeOM lo ltrail com a repultlica do lNra-
- ,- -- - --* u-nm tutu n iryuu lun uw i 11 winct, indi fHC i
TZ,..,Tn^y. T V" ,0<,"",orte e-> obrgarain o governo geral irelirar da. pro- pnlado. porque
iff0ir,T.^.^5Lf,M- te,"n,< " uau,*"^"'oua. forja de linha nellas i-xisteules. Ve- possihrln a .e de
'i?":1'1"..?,/ !'L',.,:.,l ,"":U", ?;!.'"; I'wieile o elTeilo* .leve desapparae.r con, a causa, lev. h.ve, rece
di /.- in aa as-embless pronncues lemelbanle direito'.'
V liberJ.de individual he, le e ser,,' sempie cans
O Sr. Oliveira:...porque ella eslava aulonsado i iterada como um objeclo de sum, a imporlanri
1 fleva. s forja a lilKl prajas, em circumslancias et-
traordinaries : deram se essas eireanMlaaMii, mas
elle rao arhou quem se quizesse engajar ; enlo lo-
uiuu u arbiliio de chamar a forja da guarda nacio-
n.I y. ra i- serviro da polica, e al uessn piulen pro-
vincii eeouomuoo, porque despenden menos do
que despendera, se o corpo da polica livesse sido
elevado, leguudo a facu.dade concedida ao presi-
deule.
O nobre depulado pergunlou, pan qua om corpo
de polieia cm msica e com baodeira '.' Ha verdade;
asale islo, irns he, porqoa o corpo policial lem or-
ganifar.lu mililar ; e olbe o nobre depulado para o
rurp i policial do Kio de Janeiro.
OSr, Barros Brrelo :l,a niio lia corpo policial.
' i Sr. Oliveira:lia um corpo de muuicipaes
peri laantes, como era nticamente o da provincia.
e que depoii foi refund do em corpo policial.
O Sr. lia-ros Brrelo :1.a ha compaoluas de li-
nha propriamenle dilas.
O -"r. O ivaira :Esse corpo nao faz o servijo com
espadas; fa-lo com gianadeiras ; lem, bindeiri e
ll por i-iu que a no-sacon-liluijAo, tr.liodo d'ella,
en miera u seu rtercirio como direito constitucio-
nal ; he anda por isso que ella julgou prudenle es-
tablecer loso os casos em que si pode -ei presa
sem culpa furmada; be liiialmenle por isso que ella
determina que lurlus os crimes lejam punidos pelo
Cdigo erimtnat, a sieepfle d'aquelles qua pela sua
specialidade forera, por lais expreesas, aiinhuidos a
liilruuaes e'speciaes. Sendo as-im, Sr. presidenle,
donde, de que a le eipresn podemos ims de Uuu
dneilo, alinliuijilo que as assemh nal provinciaes
lem Jetercidu de rrear penas e Iribunaei especiis
para o corpo de polica '.' Eu nao o Mi,
O Sr. Epaunin ndas de Mello : Da competen-
cia de legislar sobre o corpo de polica.
O Sr Theodoro da Silva Repita ainda : le-
n!io iluvidis a issa respeilo qoe .esam muilo en
Pl
troque as nossas relaees ja Hilo reslablecidus cun
o Paraguay.
Prtanlo, dentro em breve, sem duvi la alguma,
resresaarao para as provincias a forja de linha, que
nells eslava.
Para que, pois, senhores, recorrer ao remedio que
prope o nobre depulolo, nao sendo elle indi-pon-
s.nel, porque ha oulro, e deven lo alm disso Irazer
males com- so '.' Bis a raiao porque vol contra a
emenda .lo nobre depulado.
Vu,i le. minar, masanlea farai uma considerac.lo
sobre a argumentarlo do corpo de polica.
Smhores, he nimba ronvicjao que a acloal nrga-
nisricli do corpo de p I ca nao be a mais conveni-
ente, p rque me parece que elle podara' aalisfaclo-
riamenle eomprir seus deveres sem o aparato de
furca militar com que esla' orgaoiiado.
lia um aperle.
O S'. Theodoro da Silva :N|s pode conceber-se
em que o Brasil cunsegue ver rcspeilados os seos di-
reitus, que elle la de dispensar os meios de qoo da-
nos para se fazer respeilado.
Anda disse o noh.e depulado o Sr. Oliveira, qoe
a razo que leve o presidente da provincia para em-
presar a guarda nacional no servijo da polica foi a
imposi'bilidade de conseguir os engajimentos.
O Sr. Oliveira : Foi o mesmo Sr. presidenle
quem o disse.
O S Marlins Pereira : Mas o nobre depulado
serno-se desle argumenlo contra o augmento da
forja, quiz moslrai que hivia impossihilidade di o
obter, mas esse sisumeuto nao favorece ao nobre de-
8 despera sempre se faz, e ae ha im-
couseguir-se esse engajtmento, nao
io algum de que se au.mente o eor-
po de pulicij, elevando o seu nomeio a .">l) pisjav,
porque se se n.lo fizar o ensajainenlo, nao Nevera
augmento de de- peza, ella ser' a mrsma deste auno,
e nilm o receio qoe tetn o nobre depulado, desappa-
recera'.
pass.do, e demonstrado como me pa-
ser appnixado pela"1 ?"'... ,?l?'"
eommelterem os que comrem esse corpo, seguudo
o pililo das leis militares mnotalis muan lis.
Na verdade, scnln res, sendo o corpe de polica e
desuado a concorrer pan que a auloridade fae.i ser approvado pela ca
com que seja garantid! a sesuranja individual e de i O Sr. Tbeodoro da SilVei'-"
propriedade, a organisajilo qua se Ihe deve dar he ; lenj.lo ao nobre depulado
sem duvida a mililar, porque sendo u nossu territo-
rio em geral muilo etlenso pelo que diz respe
tlivises adoptadas di comarcas,leemos e fregu
eanda inhabilitado em grande parte, n.lo be possi- Sr. presidente, i diviso, pu
vel qoe
lunares
nliam
propria dos m.litares.
O Sr. Peitolo Duarle :He inetequivel.
OS.. Soasa Beii :Ssra' possivel qoe se quera
fazer essa pulici
vidamen
qu-rem
OSr. Peirolo Duarle:Al usam de faca de
pona
O Sr. Sooza Res :
Ionio que a orgauisa
lo he, a orcanisacau militar be sem duvida
Bill propria para o corpo da polica prestar i
servijo que esta' destinado. Porlaolo, dizn eu, s
a organnajlo militar he a mais propria, a con-
s : Ue inconlealavel por-
ac,io adoptada al hoje, is-
o Sr. S mi Res : O que lem o governo utral
com i-la f
(i si. U. Brrelo; Tem iodo. qU| fui qoem
mandou pagar peloscofres provlncissi.
'i sr. Souu Res: ll-. le g , .melo em que
urna le aulorlaoa so presidenta ele,,,, o corpo a
iii pracn, aolorisso o pagmeiile de.sa forja, e lo-
da vez que o go.e.,,0 n.i, guato Csse numer. lem co m til ou manos, los o primeiro b'uco da ni,
...rcid. .. altr.buicao que Ihe enfrio a lei tro,iB- le, a bale. dese,p, lamenia c?n, os ?&.
' rao-lo por muito lempo e para n.lo alurarmos la-
maiilu iiicominodo, queja nos impacientas.., resol-
vemu nos a -.rlnr a ISflm o ruemos; mal lambem
Tomos rell-clirnlo qoe muilo m' educajflo recebiam
essas eriaoeai de seus pais, pois que em uma i le le
t.v verdiiiha, ja' se ammarain a ir ao Ihealro repre*
seuiar tana papel (lo ridiculo e reprehensivel i >'ie
bellos rapares nao serao esses meninos quando (iva-
rein maia una dez ou dore annos ? !... tullo nao
balero s com os pes, balero lambem com os bn-
J's, balerau crin si cabejas, e al batera com
f.ces, e gastarla o calj.dn, qoebrarao os brijos,
pirderai o iuio, e Bearlo sem vergonhas !.
-- Hospital de Carllade. -Esisliim 1H homens
e -'' mulhercs l/atados pelacandade, 11 homens e
IB muiheres qoe pagam a cas, e II prajas do corpo
de polieia.Tolal X',.
Morlatidade du dia >'i de abril.
Jos F-rreira da Silva, pardo, soltero, 17 aonoi,
Momio.
Vicente Ierre-ira de Jess, f reto, sollelro, 0 annos,
tubrculo pulmonar.
Aletaudre Rodrigues da Silva, pardo, snlleiro, 30
anuos, febre nialisn*.
Ollcalo, pardo, 1S meze*. espasmo.
Julio, branco, (i mezas, basigat.
Aletaudre dos Santos da Silva, brinco, cuido, 26
annos, phlhisics.
Aolcnio Francisco de Paula, branco, easado, ;I0 an-
uos, ascile.
Jurdao, branco, 18 mezas, eonvulses.
Dia -26.
Hathias, prela, escrava, aoltsira, 35 annos, etano.
Albina Mana do Hos.rio, parda, ciiadi, 2(1 aruiui,
fnalHano.
M.na Joaquina do l.lvrimenlo, pardi, lolliin, 32
"l" *. plithsica.
Faustino, branco. i anuos, cncephilelis.
triiicelina, par i. , meM., ej,a, de sangur.
Mana, brauca, 1:1 ,ete, diarrhea.
Matimmo. pralo, 2 all09
pneumona.
' "i legnnda di-, u--a...
Onvi com tola al-
mas devo declirar-lhe
rnlo-, que essas razues nao m> ..___ ""''
dio as onlem da sua .rgum.n.i.r|, p,!"m- <"'"
Mi.., Irfinelo e rtiviso que R, IZl? p,U q"a'
possi- ] Sr. prssidenle. i divisan por mini'eaUI id 'A 1
e ae qoeira etercer uma polica aclia em a que fazem os eacrlplorel qUB (cm ir.,1,,!', ?f ,
lau -despuvea los com homens qua nlo te- ra, laes como Vnien, Bllllard Pimant. Beean"
uma cerla disciplina ou aquella disciplina ulo fui arbtliaria. uueno :
Eil-i din lem a polica smenle em Ineai a,ra,
descontieceudo o que seja polica provincial. Segn
do ellos, quan lo ai necessidades nao sao eipeeun i
a polica com homeni que nlo estejam de- i um municipio, mas i uuu provincia imeira, g0 n'
le armados .' e essas armas serao por ven- cessidades geraes ; porque Iffeclam a loda a rom-
,i - i -nte as espadas e as pistolas romo muiloa, muiili.ia. Ha por uso que i polica so pule ser \aZ
Cal ou geral.
O Sr. Souza Rea da' um aparte.
O Theodoro da S Iva : Sendo digi-me o nobre
depula lo quaei silo aa dillerenjas que cnmpreliende
entre u qua se chime polica local .' polica nrovio-
elil '!
O Sr. S Miza Reis: A seguranca individual per-
lenca a polica provincial.
O Sr. Theolora da Silva : Basi nlo ; mi, que
equencia ha que ae faz neetssano eslabelecer he garauida pela eonsliluijao. airecli nao s a cada
penas segundo esla or.inrsajao. Se pois o nobre iudivi loo da per si. mas a loda rmnmunhao.
depulado esla'de aecordo cumigo, fazendo apenas i O Sr. Souza Reis : Qual he o direito que nlo
quesillo quanlo ao ivslema de organisajao, deade o lie garant lo pela cou-liluijao 1
momento em que mis a millirmoi, como mellior O Sr. Theodoro da Silva : Senhores, eu repilo:
rg.nis.jgo para o corpo de polica a mililar, rreio | polica local ha a qua cu.npralien.le rerlos interessea
que mo rleitar de chegar ao resultado que eu che- e necessidades especiaes aos municipios, que vanara
guei, islo he, que he preciso, que a assembla pro- i de um a oulro, laes como aquelles intereses que nos
vniciai eslabeleja penas para o corpo de po-! cunsid ramos illumiinjiu, foru-rimeiilo de vveres,
CM- l.rnpezi de ras, ele. Tuda vez, portm, que esses in-
0 Sr. Theodoro : >'ao.
O Sr. Sooza liis :Se he preciso eslabelecer ei-
la org.nis.jlOi be el.ro qoe a assemb a -leve es-
labelecer lunbein aa penas respectivas psra quee corpo cumpra com os seos de\erea, sendo devida-
meule punidos na infraej.lo deases deverrs, por-
que sem isso he evidente, que o eorpo de polieia
nlo poderia prestar o servijo que lei quer que
preste.
Eis prtenlo, Sr. presidente, o que me pareceu
siillicienle dizer em relajao a provorajao qua me
fez o nobre depulado, qoamlo em aparle Ihe dis.e,
que admilluli o direito de fixar a forja, e a obiiga-
jaode salisfazer a despeza, sguia-se que dependa
nicamente do sv-tem de organisajao, o ter ou nlo
a assemblca o direito de eslabelecer as penas respec-
ta..-
Quanlo, Sr. presidenle, a litajil. eslabelecida no
ir I. I que a-la' em discussao, cu creio que ella sa-
tisfaz bera as uecessidadea da provincia, e lano imis
pens assim quanlo me consta por pessoa que alias
esla' habililarto para dize-la, que o presidenle da
provincia se conforme com esse numero de prajas,
poiqne jolg.-o siiltcienle pura p heiar bem a pro-
vincia ; e me parecendo qua o aclual presidenle
nao tem desmerecido musa alsuma para comnosjo,
deve ser acredilailu, porque elle deve htm conhecer
as necessidades da provincia ; se elle diz que le si-
lisfaz cora issa forja, me parece que be uma razao
sullicienle para que a vteme*.
O Sr. Oliveira :A mim m'o deelarou.
O Sr. Soma Beii :Consta, que elle lem dilo que
o numero de 3jO prajas he sullicienle, conservndo-
se ludavia a aulorisajao da o poder augmentar em
eircumslancias etlraordinarias.
E ja qoe loquei nesla especie, Sr. presidenle, fa-
rei uma observajlo.
Fes-sa uma censura nela casa, sem lodavia te rli-
zer que he feila ao presidente oo a qual juer oulra
enldade ; mas fez-ae a censura de que se empres i-
va a guarda nacional p ira fazer o servijo .la pul cia,
sendo esla guarda nacional paga pelos cofr.i da pro-
vincia. E'i nao sei se a censura si refere ao vinpre-
gu da guarda nacional ou a p ga pelos cafres da pro-
vincia.
O "-r. II. Durlo :lie ludo.
O S-. Senil Reis : Oeio que o nobre depulado
nao lem razao, e vou demonstia-lo. Pel le pro-
vincial que livou a forra para o exercicio correle
foi o prndenle aolorisado a engajar ;(".i) prajas para
0 corpo de polica a n elevar esse numoro a <0O em
circu ni-1 lucias ettraordi liaras.
Senhoies, me parece que nlo hi le alsuma que
lenha determinado quaei sejam essas eircumslancias
etlraordinarias, me parece lambem, que o presiden
le he a auloridade compelante para conhecer qu ie-
ellas sejam. (Apoiadus e nao Spoia loa.)
Disse o presidenle em seu relaloro que ralo linha
podido cousegoir o engajamonto do numero Osado
para o corpo de polica, e que mo sendo o e x i -1 r t
solUrienla para o servijo da provincia,elle hivi. feilo
destacar mi dilfarenles pontos ilella a guarda nicio-
nal, manlindo-a pagar peloscofres da provincia,
porqoa assim Ih'o havia determinarlo o governo se-
ral. Eo creio, senhores, que nem no facto de ter o
preeidenle da provincia empregado a guarda nacio-
nal no servijo da polica, nem no fado de (> papo
pelos cofres provinciaes pode haver motivo pira cen-
sura ; porque se havia dilliculdade ou lalve mesmo
impossibilidade para se engajarem humana soflicien
tas, para complelar-se o eorpo de polica, e se havi.i
aulorisajao nessa mesma lei para o prndenle elevar
aquello numero em eircumslancias ettraordlnanas
ale liiMt prajai, di quem devia o governo linjar m.lu
para fazer o serviju da polica...
O Sr. B. Brrelo : Qoil he o regnlamenlo que
linha a guarda nacional para fazer o serviju da po-
lica ".'
O Sr. Souza Reii :A suarda nacional fazen lo o
icrvijo da polica, fica injrltl aoseo legulaineuln.
O Sr. B. Bnelo : Oh seulior goarda uacio-
nal sojeil-i a om resulamenlo provincial '!
O Sr. Souza Res : So anomalas qoe o nobre
de.ulado nlo pi'.Jo prevenir era eircumslancias et-
Ir.ordmarlas.
I.'ma Voz :Repreaenlemos contra islo.
O Sr. Souza Res :Islo bo oulra cousa, mai nao
se censure por islo.
O Sr. B. Brrelo :E qam fez cemurai ?
O Sr. Souza Res : Eu ja disse que houveram
censuras, rulo .ligo qoe se censurisse ao presidente
acloal uem a oulro qoalquer, mas censurou-se o
faelo.
O sr. B. Brrelo :E o que esla' provado be que
o (aclo n.lo prests,.
O "sr. Sooza Reis:Se o nobre depulado censura
o r.ict-i re necessidade, e-sa censura ha de recibir
sobre alguem.
O Sr. B. Brrelo : Sobre a assembla geral qoe
I'./ lei desle modo.
O Sr. Suoz. Re. ; Deve neres.ariameiile.ee.-
hir sob.e alguem, e o nebro depulado nao devia re-
celar em dize-lo.
escravo, lolluro,
Aletaudre francisco Siitas, branco, solleiro, ->> to-
aos, febre perniciosa.
I.Oiz B.rnardiiio Paes Brrelo, branco, 12 .,,.
abeaiso.
I'irmii'o, branco,;! annoa.inflammijao nol ioleslinos.
francisca, parda, (i mezes, lelaoo.
Anua, branca. 13 mezes, eonvulses.
Manoel, branco, 30 dias, espasmo.
t.erv i-io. prelo, livre, solleiro, lli anuos, gaitro in-
lirites.'
Mana francisca das Dores, pret., solleira, 22 au-
no., phlhisica.
Joaquim, branco, (i annos, desynteria.
Dia 27.
Antonio, bran:*, 2 mzes, molcilla interna.
Euielia Man, das Virgeos, brinca, viuva, 75 an-
uos, cor lile.
M .n.i.i, branco, 1 hora, latino.
Manoel, branca, 2 mezes, (elano.
teresses sao mais mensos e graves, e affeclam .
mai ir porjlade individuos a' urna provincia inle>ra,
cnllu perlenee-n u polica geral. Assim he, por es-
emplo, a segiiranc individual, que ha da compelen
cia da polica geral.
O Sr. S wn Res: Quinto provincia.
O Sr. B. Brralo : (luaulo a uajo.
O Sr. Theodoro da Silva : lmagme-se uma pro-
Vlnea, em que a leguranja nilividual nao (,-.e ,-
ranll la : soilrena s esla provincia ou loda commu-
('kV n., p-. si it ., | Cin lid!, parda, 6 anuos, febre biliosa.
OS' b: J, :i" ."""* "'!/ Manuel J ,aqu,m da S Iva, pardo, cando, 26 annos,
OSr. Iheodoro di Silva: Ah. esla' a nulo, mberculo pulmonar. '
porque a sesuranja individual be considerad, lule-
r de polica geral. Assim a dislmcjao qu. eu
Iu mo foi arbitraria ; be a que lenliu aprendido.
Quanlo a legouda parte de sua arguiuenlajfto,
liailieiii.per-l. e-me o nobre depulado qoe com fran-
queza Iho diga que nao me cunveuc.u; as minhai
duvidas pennanecem.
Concedo, cuino ja' disse, que as aasemblts pro-
vinciaes lenham o direito da litar forja policial, e
como coiisequeuria desae direilu o diver de a.lisfa-
zer a despeza ; concedo amia que aquelle direilo
correspon ia tambera a obrigajao de organisar seme-
Ihaule forja ; mas da orgainaacio della poder-ae-ba
dedu/.ir que as a.semblis pr ,vinn,es tanh ira o di-
reito de legislar sobro niaienas peines, de decretar
pan.- de prisa-), de desterro e degre lo .'
A organisajao que nos pidamos dar ao corpo de
pol cia. equivale ao direito que lemos de organisar
I r.p.rlljOei publicas, inlo apoiadoa); mas nessa
organisajao meramente regulamentar, n.u temos o
direito de impor penis daquella ordem.
O Sr. Sonsa Rea : ||. poique para iaso lemos
o oo ligo, que he ipplieaval a todos os empregados.
O -sr, Ihe .duro da Silva : M la iespoiida-ine o
nobre depulado : qur deduzr do direilo da organi-
sar o corpo de policio, qu- equivale a dar-lhe resu-
lamenlo, o de legislar sobre m .lenas penies
11 Sr. Sons. Res : >,lu disae i.|-i.
O sr. Theodoro da Si'Vl : Pois um direilo im-
portante como esle que se ref-ie a libtrdade decida
um, liber.lade que nao pode ser reslnncida aenao
pui lei geral como o presereve a cunsiiimrio, pule
aer deduzdo de um nutro direilo regulamentar, qual
o do organisar os corpos pohciae'. F. por simples
doducjiles, poder-sa-hd decretar penis ? Me parece
que nao, se bem que o allinne : em meu espirita
pe.ininecem, pon, lo,las as mubas dovidas.
Kr.m eaias as oli-i-iv ......pie ttnhi a faier.
O Sr. Mel-o lle^o Itapliael : llirei mullo poo-
co e lerilio ale deswlide de inlento ,l lomar paite na
-liscussil-i de ron que oovi o ndire depulado que .ra-
ba de ooi-upar alienjan da casa, quando falluu pela
,inm ira ve/. .\|.,s (en lo visto outros nobres depoli-
Jos, branco. 3 mezes, routul-es.
Manoel, pardo, 3 dias. eonvulses.
Maladouro publico.Matou-ieno dia 28 par.
consumo do dia 29 de abril, saber :
Companhia dn carnes verdea
Ricardo Romualdo di Silva .
Souza Lima..........
Souza I asares........
Sooza Queiroz........
Loiz le ijueiri /.......
Moreira............
Jacilltln...........t .
lerreira........'. . .
Duarle.............
JolO .Nepomoeeno.......
Francisco das Chagas. ....
39 boil.
10 B
8
3 11
2
3 11
1 .
1 11
2 n
7
1 o
1 r>
Total.
79 bois.
Ale amanilla.
Diana $< jltimmbuio.
N .ssembli provincial n3o h'.ove seislo honlem
por falta de numero da senhores deputados, que pa-
dessem foi mar casa. Nao nbsliute o Sr. primeiro
secretario ao ineio-dia tomn a presidencia, a min-
dou fazer a chamada, de rmifaruii lade com o regi-
ment para declarar que nao lena sesslo.
I'RACA DO RECIPE 28 DB MARCO AS
3 HORAS DA TARDE.
Colacoes olliciaes.
Ilesroiilu de letra*10 e 12 OdJ ao anno.
Ciares seceos salgadosIM) rs por libra.
As-uc.r anassavioo Oo Canat23300 por irrotia.
P. Borgel, presi tenle interino.
L. Dubourcq Jnior, ncrelirlo inlerinu.
C\MBlos
i -, respendiado .o Sr. Barres Brrelo, que desip- Sobro l.ondrei. 25 3,4 ii. iior 18 a 90
provau o ch minenlo da guarda nacional para o Pars, .',mi rs. por fr.
dr.
seivici da po
--onveniencia e
eu enlendo que ueste ponto nos devemos restringir
as dlvpusijei da lei, reolvi-ine de novo a dizer
I.lis palavias.
Me parece. Sr. presidente, qoe a quesillo qua se
igla deve ser encarada sol duaa facas, ou antas, o
seivrjo era d-iaa ordena: pnmeira, o serviju em cir-
cumsi,nciai ordinarias ; aeguuda, o servijo em eir-
cumslancias ettraordiiianavi. O qoe reala acora he
sabar-se se esl irnos arln-lmenle em circum I incisa
etlraordinarlai. F;u digo que sim. A cireumslancia
evlraordiuaria nasce do fado e ler o governo reti-
rado quasi Inda s forji de linha deata provincia,
p .rque precisara della era oulra par- do imperio,
m que seos servijos eram reclamados iuslantemen-
le. Por lano llana o governo da recorrer a aolo-
nsacao que Ihe da' a lei para elevar a forja do cor-
pa de polica. M .s como alcanjsr esae fn 'f A lei
da guarda nacional conceden I i ao governo geni i
faroldade de de-l-ica-l i e de rham.i-i. par. c-.dju-
var a forja do linha nu servijo da izoarnic.ao de pra-
jas. Fortalezas, etc., ennredeu lambem ao govarno
provincial e I .cuida le de servir-ae della para coad-
juvar a polica, observan lo-se lolavn nseguiule :
quando a gualda nacional he chamada a coadjuvar
a ln.pi de linha, he paga pelos cofres ganes, quan-
do be chamada para coadjuvar a polica he paga pe
los cofres provinciaes. Assim vemos que a suarda
ineion I s-eslacada OOStl capital para o servijo da
gearoijao, be paga pelos cufres oeraes ; e a que
lem sido deslac-da para o servijo das comarcas, qoe
he puramente pilicial, he paga pelos cofres provin-
ciaes. I -ao he de dispoeijlo legislativas, e o aclo
que del a dimana he leciliino e muilo legal.
O Sr. II. I'.arralo : .Nao he tal, que o governo
t..i i pode delerminar a despeza que devemos fazer.
OSr. Mello B-yo Raphael':Sinlo qua nSu baja
na o -a a lei ultima que reorgauiaou a guarda n.-
C.onal.
l'm Sr. Di-pulailo:Ha, asa' na rnllecjao de I8'i0.
O Sr. Meilo ll-go Raphael :Poii bem, d-m'a,
que quero ir i -liar o arligo a que me reliro, artigo
que, de pass.gem direi, serve lambem como inler-
prelara-i a diepoeifa. do acto addicional com qoe se
Ora, duia eo, hivenrto necessidade de gente para Um irgomenlldo, qoan lo diz litar a forja, e
o corpo de polica estando o govetno aolunsado a i smccinua a platica seguida e adoptada rtei te sua
eleva o corpo al lg) piaras, eu mo sei de que re- ] promolgajl >. islo lie, de ser a forja policial paga
curso p'idease elle linear mo, mo ser chamando a i pe--a cofres presumis,
guarda iincion.il para esse servijo, e pagando-lhe Ha um ai-re.
pelos cofres provinciaes; era o recuno m.ii promp- Asir., porgante : fi f-ilo es'e lervico com aco-
lo, e alera disto o aoverno lanjnu anda mo desle ; nomil .' Foi, Sr. presidenle, porque he lambem orna
^ recurso em ultimo caso porque elle o fez depois de i das rtiipoiijies da lei que o venciminlo da guar ta
He preciso ale m dism que o nobre depula lo saiba ter empresa.to a forja de linha, e esta u;lo he paga nacional desiacada seja regulado p-ia tabellados
que o veoelmenlOI que lem um goarda nacional | POlo correo d. provincia. | corpo, de buha qoe he inferior como .abemos no-
ca, argumenlarern smenle cuma Lilboa, 105 i i 10 por cenlo de premio,
ecessida.le do servij., ao passo que (esconlodo lellrai, 10 12 por cenlo.
- OLROOnjas hespanholas. 30.J0
Hilas meticinis........HjOOO 32aUO0
Pejas de BfJIOC. .
Moedas de 9f>00ai .
Dilas de 20J ....
PHATA.Paiacea brasleros. .
Diloa eolumnari.s. .
Dilos meticanos .
I7M0
#:uh>
2H8-VI0
2tO80
290WI
JSOO
IrtjOOO
2tlW
2JSI0I
novo sanco buco.
O B.nco descoma a 10 por cento, e (orna
"juro pelo premio oprazoqueso
dintieiro
convencional-.
AI.KANDKliA.
Rendlmenlo do da I 27. .
dem do di. 28.....,
340.9251973
sl:M9c.,3l
366:97:icl.t;
Pese.arrecam hoje 29 de abril.
" | (.alera ingierallennioiiemercadorias.
Barca b.asileiraHelenadiversos genero.
Bngue inglezArgosbacalhao.
Bngue InsleAerlejferro a carvao.
Ilrisue lorluguezRelmpagodiversos eneros.
Polaca heapanholaIndiafarinha de trigo.
Polaca liespanholaKncanladoradem.
Polaca hespanhelaMsnoelafirinha de irlgo.
HUVIMBNTO DA AI.FANUEGA.
Volumes entrados com fazen-.ai ....
i com generoi ....
destacado, nao corrtspon le as sdas necessidades e de
sua f.imiba.
o Sr. Theoloro disse que se oppilnba ao aogmen-
lo do corpo de polica, porque isso ia acarrelar gran-
es de'p-zaa, mas o nobre depulado deve lembrar-
se que estala um nido de 300:0(10?.
I.m Sr. Depulado : K anda etislira' em ser '.'
O Sr. Martina Prrena :Pulque nflo I
O Sr. barreo Brrelo :Pode ler diminu lo.
O Sr. Marlins Pereira : Islo be o que nao esla
provado.
O Sr. B. Bar-eto :Nem lambem o contrario.
O Sr. Mar un- Pereira : Sr. pre.idente, eu en-
O Sr. B. Brrelo : Mas >3o pagas as vantagena brea depulailoa a do corpo de polica. Hoov pela,
dos tli riles quando deslararem. nula aeaa Vool.gem ; pode o governo elevar a forja
O Sr. Souza Rail : Eu nlo sei, sei que sao pa- ; du corpo de polica, sem ser necessario pagar esse
gas as despezas qua se fazem com os quarlaes e con-
dcela -!.' preso-, e isso com loda a ralle, sendo que
sempre furam feilas pilo cofre da provincia.
l'm Sr. Depulado : .Nunca foram.
O Sr. Souzs Res : Sempre.
(Cm/am-se diversos aparles.1
O Sr. B. Brrelo : Pois enl.lo a aecusarao he
para o soverno gersl.
acerescuno pela tabella de-se corpo.
O .ir. II. brrelo : Enllo vol contra o projec-
lo, porque a provincia g.iihou muilo com isso.
OSr Mello R.so Itapliael' Portento se lla-
vera s de arguroeul-r com as conveniencias, argu-
mentemos ames com a di'pos {lo da lei, e cli aqui
o que ella diz. arl. 91.
Quando a gu rda nacional for empresada na
O Sr. Sonsa Reis: Aceito, eu quera mesmo forma do arligo S7, em virlorte da ordem ou lulori-
I sajan do governo, ou d.s presidente*, abonare-ba
falla. ] aos tlliriaes e prajaa, desde o prmeiro dia da reo-
niio, ou desde aquella em que cada um sabir de sua
governo casa, feila u conla dos qoe forera necesarios para a
Tolal
Volomsi lahidoi com facinda
tom generoi
Tolal
CONSULADO CKKAL.
I'.eniliininlo do di. 1 27. .
I itiu do dii 2S.......
390
72:3609384
7:2.i2:'.t.'i.S
71l:(il.ls3i2
DIVERSAS PROVIBCIAS.
Reodimenlo do da 1 i 27. I:57j389
llera do dii 2S....... 2S23.
meu espirito ; ma. me parece, que someute atlribui 'l'" sem """" *m quairo comp.ninas, sem oito "'or' "'" *" Sr. pre.nlenle, eu en- e--a Ir inqoexa.
jilo n. nao a lanos. (Jue a os.ei.ibl ^a lenha o rt re ( *'<", 1u'""> lonento., quairo e.pilaes, e loda es- !,e" ,u u,lf "*" "> twpode polica deve pas- Sr. II. Brrelo : Mo he o que me nao
lo de litar a fo.ja policial, compreliendo eu no. 'a """"njao, aera lodo e.se luto mililar. o corpo r. Porque he de mu-la conveniencia par. a repres O Sr. Souza Iteis : Eu o reconliejo.
teuha igualmente .. dever de saLsfazer a de-ueri I,,e Pollci* P(' prcsla.-se a seos lins '. |.e0 , do enme, que em loas as comarcas h.jam des- I-I , senhore., quanlo ao f,clo de ler o go
le.iillaule da litaeuo, coiiiprelieiidn ainda neU ..7 1u *"* \ anda mais quando vejo qu em onlros ''memos, munnenla hnje que n.lo llevemos ler limado ao servijo da polica i guarda nacional, marcha, us mismos seldoa, elapes e mais venciinen- UnalF.scuna duiamarqueza Aair, Isaac Curio
- --' I recio da que as aulindades do malo le sirvaro da '""" ......- ... . '..------------------.....-.-
<:788JC2
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
^S DE ABRIL DE 1H5S.
PortoBrigne porluguez o Amalia la, Manoel Joa-
quim Ramos e Silva, 105 saceos assucar.
PoiloCalera p.rlugoeza Flor du Porlo, Manoel
Ju-qmm Ramos e Silva, 48 cascoi mel.
PortoP.lacho portugus sCamoosa, diverso! cir-
regaduiei, III saceos assucar.
I.Iu de S. "ignel Escuna porluguez Rainha
doi Ajores, I'. L. de Olivem \ C, 170 ba.ricii
assucar.
Lillloa Barca porlocoeza Maiia Feliza, L. Jos
de Sa' Araujo, 2S cascos mel, I79 lceos asnear.
quairo, pi
pillaran mal penao qoe lia alcom
se pasar p.lo eofies
provinciaes
po-
uso e.n fazer-
Ido de WH) .os
lilla, sobre o obj-rlo ; por islo limilo-oie aa co'usi- "lisaca ; mas d li\ ic.io "de -lu'zir'-ie o direilo ."e
derai.ues que acaba de olfereeer a ca-i ; volando pe- impor penis, ie llrello que na i podo ser exercl n
li aniso em discussao, e coulra a emenda rio Sr. E- P'r dedueees, mas h qo.ndo le eipreasa o letei- ''anos na m lividu empregados na msica, quau-
p.ini '"""'as de Mello. | mine, cuno diipoo a constitoijao, Iu o que eu nao 'lo *,u" "o pr-aiam lervic de polica.
OSr. I lieodoro da Silva : Sr. presidenle, direi coiiecbo. lia um apae
o rp i tinto e penn a re,pello do pnjeclo que se dis- i O Sr. Souza liis : Dsduz o direilo de or"a-
ni- ir J
O Sr. Theodoro da Silva : Mal reapondam-me
a -to : o legislador, quando aolorisoum as.em-
Idoas provinciaes a litarem a forja policial, leve
por ventura em vistas, determinen que essa f,,,,-,
deve s,. lojeifar-se .; nm rognl.mei lo militar e qo
!li t I--OIH mil si las penis miniare i l
OSr, Bpamiaondn de Mello : leve em visla
l ol. ii r iiueejnoneiai que dahi se podrm seguir.
O Si. s mu R-is : lio on ,-i, preciso *
O Sr. Theodoro da Silv.i : Isla be uma oulra
quesl.ro.
O Sr. S-ioz i Beis : Mas como icolre-la .'
o n. Tbeodoro di S la. : i-n nao o iei e
As .a, quanlo ao de ler feilo o pag.meolo pelos eo- tos que compelirem tropa de linha. & ' ^K) HCeos assucar.
Ir. s pr ivinciaca, eo craio que mi i li, in.ii. i.i/i ivel, ,. A despeza sera' feila pelos cofres geraes ou CanalBarca mglcza ..Ilindoo, saonders Brolliers
i que vV C, I.lint) suecos a--ncar.
e me parece que o nobre presdanle da provincia provinciaes, ronlorme a nalureza do servijo i
procedeu rom escrpulo de m.-is, levando i-io ao |e desuar a forjo. Canal Barca inglesa eHidns, Piln Nash fi C.,
cunliecimeiiio du soverno geral, quau io poda e de- i.reio que o r'esulamenlo dado par 1 etecujo 800 saceos nancer. O
va i, |, i-iio mesmo lem eonraltar, poique foi em de-la lei ci nfm dlspaHiJoes da m beneficio da provincia que ella o fez, porque Irala- O S>. Barro! Brrelo : Podemos entao n-car o s\ C, 300 sacro, .-ucar.
va-e da forja necessaria para gormlur a Mgnranja artigo do > iu .ddieional. Genovatinleol. oldemborgneta oAlma i\ Toni,
Mico. ni livi lual e de propriedade na provincia a despe- O Sr. Mello Beso f Raphael : Eu acho al B.ito & Lemos, 4500soceoo aasuear.
O Sr. Marlins Pereira : Pareen qae me lenho 'a c> ni esse ramo de servijo publico, he sem -uvi la que esla diepneijio be anles nm bem do que um < LiverpoolHura insiera Tasso. Soulliall Mellor
evpl'i'.nlo iiilirieuiemeiiie. a nos qoe compele fazer. mal. Sa bavianios da completar, e em resollado & C., 300 isern algodM.
OSr. Sooia Reii :Sr. presidente, ealiva dlipos-1 illa om apae. | i.r a foro, por meio de illslamantos coa moro- Gihr.ll.rPalaeho ingle oMenalte, Sannder Bm-
'utio, ao qual don loda a imporlancia, era ennse-
qneaei. das queslOrs de alguma lianscenrtencia que
a "'lie .e lisam.
I rovavelinenle repilire o qoi i por vezes lenho
din nesla casa, p r OCOOOll i da iliacu sao dos pn.jec-
los de Bisjae de finja policial ; e provavrlm>n|e
lambem larri .IgsmM eenaideraj6ea idnticas" as
qu. lez o meu honrado collesa e amigo o Sr Barros
Bar.rio.
I fin-s" suscitado e ainda hoje se lotcill a ques-
Igowo eorpo p.di ial deva sor pago peloi c tu-
da provincia ou se someute a .siemba compele
litar o numero d laai prajas, Km nilori-ar sua
despsza. AeopioMes divldem-sa a este respeilo:
i :,i bon '
lo a ligo fallar, poique pirecia-me que a hora eslava M n u que he verdade, he q'ie a le de Bsajlo de ai lode, ecum pe-so-a sem nenl uma i lea do OH vico
i lenla.la bulante, e eu nao quena oppr.r-me a vo- forja do auno passado lalorisando o governo a ele- liinjamoi i iii le uma forja ja organhada e seivi'
O M. Iheodoro da silva :Pelo menos ale o an- la jio do prejeclo ou raurda-l*. mas eomo reil. .io- varonomero de prara-, por eonsogointo a lazer mo-nos della rom proaptida^, que s neeeeslda-
: pagoo-aa a soldu de da algum lempo, direi algumas palavrcs. m-nor despeza do que a" que eslava litada na le, ais des do se.vije Oligi.m. Alm de que acho que
llier s\ C. 1,071 aaccoi ,'i'sucir.
Livor).....Brc Ingles. Jobo Marlins, F. P. F.
Sabuia, SuO laceas algo'ao.
fcXOPOftTACnO*
fundamentos si pods suatenter oda orna mn \> praaar terii l linn i.it, p.lu nobra
dolln ; mas ao enlendo que a sembles provincial, depulado. Eolio iceilirii mesmn a ma opioiflo
aa.ui como tem o direilo de lixir forja policial, lem Pul era,repito, qae nlo a lenho lili p, ,. ,,',
igu.lmenle o .levar correlativo de aotorfsar a dei- teje tao eatreita ligajSo entre o direilo de Hiar i
i '- delta proveniente. ,1 e > de imp ir-|fi pan ia, n, , i ,.,,,.
M preciso, anles de l!o, Sr. presidente, f,-/,-r r.qoelle ; e por qji
observij lo, aber
um i pDiervij ', i ber que nos, preciando o .ele reito nao pode ser etercldo por deri
addicional, diurnos iuler[ircla-lo douitiualmeniij i quaiidu le espiem o cottlira, cjwi u
ule di-
"I ''. ', ni
0 Sr. Marlim Perem :Senhnr presidencia, ad- r.llodefliar. forji policial e como eorollario dest* I m Sr. Diputado : Alsele., manos.
mi re-me de que um sr i lo 'le -urra contra a ad- direilo, como COnfassou me-mu o nobre depulado, a O Sr. Souzl Res : Enldo merece o nobre nre-
i icio ta provincia, foses levantado pelo nobre ohrigajSo ,le paga-la he in-onlesiavel que a' itsem- lideule da piovinei. li loo veres pos iaso. I 'enh.i,
.'.ep.ialo Sr. Bcros Barrote. bles compele dar-lhe a devida organisajao. Oque pois, mostrado que o presidente nio etuilulou, por-
1 ra m. Depulado : Nlo bouve (al snlo de compre porlanlo indagar be : qual a org.nis.Jlo que a aolorisacgo esla' na le.
guerra. mus conveniente ao corpo de polica : par. se eo'n-
0 Sr. Oliveira :Para que ehsma a qoeslflo para dnir pelo direilo qn li i a oa ....; le eilabelire
ene lado'! O Sr. B.rroi Brrelo ja decl.ii o i i ' r.
i -i inlen
(1 S'. Malina Pa
puladu que i
e da cuu-lilu.- 'quealao nu' pauo lado do odiuso.
i i e-;
Ua :;;n ifllrmo lo nobre de- Cnmpre-me porm diter anlo. ai nobre depulado
p.r muito meu guateque a o >,. rheodoro, que parecendo me a' primeird vi-da
razuavel i divisan que fez da polica geial e polica
0 que leniio a .tizar. (loneladis, condoli o leguinte : 910 sacroa rom
ti Sr. lies,) Birri.s : N.io rlevolvco o seu d s (,550 .'robu le assocar, (58 cucos mej, it'2 coo-
1 n- i roa Migados, 7 suecos iio.elcs, 20 saccas cera 1117 ar-
Dada o hora, asolando .Indi com a palavra 01 robas e 11 brai de I lanii agurdenle, 5
Sn. aipar de Meneiei, e (.. uimirlee, o Sr. eau.ios doce.
om. H. brrelo: Nem ca d:-e que elle li- presidinla ada .'. disre eadu a or- BECEBrJJORIA DE RENDAS NTERNAS GE-
" ' n do di i, ll u:s DE PERNAMBI i O.
1 - Sooza liis Entao aonde esta' B censoraf --------------^~~ Ren.limei.te do dia I a::..... r '--...i
O Sr. II. Il.mlo : (_l ie c.n-ura Iu con.uro o
l-iclo, porque me nao poaio confu mar com elle.
l'm Sr. Diputado i A cmiuri foi recuhii labn
o juvetno geial. I
Meninos ,ni triado.Em uma desias
Ulll-
1.1.... do d
l,- ;,
18:9"! '.-'iTs
tt


DIARIO DE PERNAMBUCO OIISTA FEIRA 29 DE ABRIL DE 1858.
N
\-
CONSULADO PKOVINCIAI
Rendimeuto do .lia 1 a 27.
dem do dia is.......
19:8115611
3:I69}380
52:980,991
$Uvm<& 0 potto
.N.ivhi cnlrado no da 88.
IUpinma horas, vapor nacional .i| erainungan,
cumulan l.inle o 2.- lenle Joaqu ni Alves .Mu-
rena, carga .i--iic.il.
< ja 00 o IO r lloras. o es (y. M *^ ss n. P! < H j II r-O o o >
B.| |5|| 3 I * 6 C Atmosphtra.
I 7 - - s c I Directo.
lili hile ii-i-dade.
|i pssss. x t ce o Centgrado 3 3 3 o 3 5 = 5 = ; g si 1 IC K. t.w tfi lleauraor.
$3ga |FhmM
5 - v. z -r "5a -- m X X X X -1 O c-. IC o Ilygromttro.
-IM-IM-1 r! r-! -i = i Loo" ici'.3 Barmetro.
I*m<3ti
Pela subdeleeacia de Santo Antonio
desla cidade se acha depositado um cavallo
ruco pedrez, inleiro, que foi apprehendido
por Bernardmo de Sona Barros a um preto
quo diz o achira vagando pelas ras destB
reg jezia sem don, e por elle entregue a
estejuizo: quem Cor seu legitimo dono,
compareca, que justificando, lbe sera en-
tregue. O subdel-gado,
Manoel Ferreira Mitones Villa?.
d:
SANTA ISABEL
i8." RECITA DI aSSIGYVTUU
EMPREZ A'GERMANO
SABBAUO, 1 DEMA10.
Sub ra' a' scena o magnifico drama em 5 actos a t
pruljgo, do Sr. L. A. Huraain :
I
M 3vm.'at-.
COMPANHIA
de paquetes ingleses
a vapor.
Ate o lim do mez espora-seda Europa, um
dos vapores desta companhia o qual dcpois
da demora do costume, seguir para o Kio
de Janeiro tocando na Bahia. Para passa-
geiros etc. trata-sc cora os agentes Adam-
son llowie & C, ra do Trapictie Novo n. 49.
lfaraiin&o e Para
Segu com brevidade o palhuhote Sobral,
recebe carga a frete e passageiios a tratar
com C.actaiio Cyriaco da Costa Moreira na
ra da Cadeia do Recife n. 2 primeiro
andar.
para o Cear.
0 hiate Novo Olinda, mestre Custodio
Jos Yianna, a tratar com TatSO limaos.
Para Lisboa pretende seguir vl'gem al
o ultimo do crrante mez a barca portu-
gueza Mora Veliz, forrada de cobre, de pri-
meira marcha, capitn /.eferino Ventura dos
Santos,por se achar com mcia carga a bordo
para o restante da carga e passageiros, para
o qne tem excellentes cotnmodos, trata-so
cora l.uiz Jos de s-a Araujo ou com o capi-
t3o na praca.
papa o Kio de Janeiro
Segu coro brevidade o bri^ue Adolpho,
por ja ler parta da carga prompta ; para o
resto trata-secom Manoel Alves Guerra.
;gisdlto6o HtiUbfTitca
IX)
* &t &
,:*
RUAJJDA CADEIA, DEFRONTE DA ORDEM TERCRIRA DE S. FRANCISCO.
Onde so achara sempreos mais acreditados medicamentos tanto em tinturas como
m glbulos, oroparadoscom o maiorescrupuloo porprecos bastante commodos
Botica de
Hita do 24
Dita Je 36
Hita de 8
Dita de 60
PHOF.gS F1\0S
tubos grandes.
Tubos avulsos a
Frascos do tinturrademeiaonca.
io/ooe
IS900C
20cOHO
25U00
3WO0.
1COO0
acoco
danual d medicina homeopathica do Dr. Jahrcom o dic-
cionario dos termos de medicina : 20g00*
Medicina doneslica do Dr. Ilenry......i 10/00
Tratamento do cholera morbus .... 2/006
Roportorio iloDr. Mello Moraes..... >:?!*?:?';?? ? - ? * |
PCDRAS PHECIOSAS-*

4> Aderados de brilhanles, $
* diamanle* e perolas, pul- 4;
J leirat, alfineles, hrincos
aroze(a. Imlos e aunis ^
de didcrenlrs socios e de ':
* diversas pedras de valor. *
i i
I01EISA
lu le %mw\
Ra do Cabnga' n.
rtecehem por
**?>' !??*>:?:*?
: *
oi.no k puma- ?
.* *
Aderemos completo da ^
ooro, ini'ins dilos, pulsei- -:
OLE
JA TETE E AGORA NAO TEM.
No fini do prologo a Sra. Remorini o Sr. l'ado-
v.id> canlarao o eicellenle duelo da opera
terminara o espectculo com o ultimo .icio do
ch*aa>a.
Cordelara' as 8 horas.
Os blindes acham-se a' venda oo esciiptorio do
theMro.
THIATRO^
APOLLO.
Q U I N T A-F E I K A, 89 DEA li R 1 L.
lPRIMi:iRA RKPRKSKXI \i:.\0'
Jnlio Madama Brvcaux.
Variado e novo tlivrilinui.io de apparentesjogos
plr sicos, pe^is mecanica e preslirtisil-Ao.
Logo que aa nhore da orrliela tinalisarem urna
agmdavpl syinphoni;t, serao aberlns os Irabalbos pt-
liis en gmaiicos a iuci|Jieaveis efeiloi que lim por
li lalo :
A SALA DOS SEGBEOS
OU
PODER DE&ATANAZ.
prestidigilador Julio dos
iivolvimenlo aos Ir-bjjb
escolhidas e inlue-snRc
O preslidigilador Julio dos Santos Peraira. dar!
de!envol*inienlo aos IrabaJIi'> da repreentco,
com escolhidas e inltressnRes smle de teu gabi-
nete.
PIMMEIKA PARTE.
Sortes.O relogio ctbalislico.
A caropanha dn diabo.
A columna i Jo.iilji.
A caixa myslcriosa.
0 cofre de chryslal.
A scnaratAo do liquidas.
1 rn i Iiflla cela.
O arlequn reioreiro.
SEGUNDA PAR'IE.
Verdadeira p'S8geoc.
A luva oncanU'la.
O segredo de avliillj.
L'raa Iraiitormacilo.
A sorprea da Parif.
A grinalda maravilhosa.
A laranaeira dn parairo.
IF.RCE1RA PARTE
E'la parle sera' preencliida pelas dilliculloras ap-
l'iiioi'is que te denoiuinarn :
F.ES EFFETS
DU MEGASCOFRE EGYPTIEN
t-aballando em sequimenlo as admiraveis
QRCULAgOES ELCTRICAS.
O prestidigitador Julio, cerlo d valiosa prolerro
d) generoso pub ico pernambucano, par^ com lodos
os .irlialaa que vm a esla hosoilaleira Ierra, organi-
scu um diverhmento complelamenle variado edo
rnelhor Roate poaaivel, no desenvolvimenlo dos m\a-
lerios de seus jogos, atim ile poder ratisfazer as pos-
sois que se dignarem prolpge-lo.
I'RECOS DOS BII.I1ETES.
Primeira ordem......... 8(080
Segunda dita.......... 8)000
lorceiradila.......... 180)10
Caderas........... SfOOQ
Ceraes............ 1(MM)
0> belbplea acbam-se a' venda no lliratro e no
Kaalaurant l-raucet, deade as nove horas da mihiiIi.Vi
ea cinco da larde, e na noilo do es| eclacolo no lu-
gar do cosame.
COM PAN HIA
Brasileira va por
O vspor Paran, rommandfnto o 1' te-
ii''nte TorrezSo, espera-se dos portos do
sul em seguimento aos do norte al o dia
Je maio. Recehe-se desde ja passageirns,
frutea de dinheiro, encoajmeudas e enga-
ja-se a carga que o vapor poier conduzir,]
sendo os volumes despachados com antece-
ienoia at o dia 3 do coirente : agencia ra
do trapiche n 40.
Para Lisboa segu impreterive'mente
sexla-feira, 30 do corren'e, < liriguc pO'tu-
guez Viajante : para passageiros, para os
qoaea offerece excellenles commodos, tra-
t-se com Amorim Irmflos, ra da Cruz n. 3,
ou com Ocapilfio JoBo Xavier da Franca, na
(naga do Commercio.
RIO DE JANEIRO.
A veleira barca nacional Helena, seguir
com brevidade, por ter j engajada grand.
parte desua carga ; quem licita quizer car-
regar, dar cicravos a frete, ou ir de passa-
gem. ,iara o que tem excell -ules commo-
dos, t'sta-se con Braga & Antones eiii teu
esciptorio, ra da aladre de hens n. 3, pri-
u eiro indar, ou cum o capilSu na prara.
BIO DE JANEIRO.
Segu com brevidade o biigue escuna
nacional Carolina, capiloJoaquina Au-
tonio G mcalve dos Sanios, para o rosto
da carga trata-se com os consignatarios
Novaes C, largo do Coipo Santo n. ,
ou com o capillo.
Para a Radia.
A veleira e bem condecida sumaca nacio-
nal lliiteni'ia, prrttenAe seguir com nmia
brevidade, tem parto de sen carregamento
proaipto, para o resto que lbe falla, traa se
com o sen consignatario Antonio l.uiz do (Mi-
viira \zevedo, na ra da t.ru n. t.
Novo Banco de
PernaHlbiico.
A direcc3o do Banco convida ossenhores
accionistas a realisaraem at :io de abril do
correte, no esciiptorio do Banco, casa n.
34, de 25 por ceuto sobre as aeces (|ue subs-
creveram.
Recife 8 de margo de 1858.
Manoel J. aquim llamos e Silva,
Presidente.
Jo3o Ignacio de Medeiros Reg,
Director gerente.
Luiz Antonio Vieira,
Director gerente.
- O deposito principal
dos mais afamados churu
tos da Bliia to Sr. Gus-
tavo La porte, aefia-se de
troje em diante em casa de
Sciiapliletliu & C, rna da
Cruz ii. 38.
Precisa-so de tima ama quesaiha C0-
zir.har, prefere-se forra : a tratar na ra do
Seve do bairro da Roa-Vista, sobrado da
esquina por tletraz de Gymnasio, que se est
edificando.
[ PESTES DE CVOlTCnOLC EM>
RECIO, DE FAUVLLLE-DELEBARB
DE PAP.IS.
Quatro annos de experiencia tem assegu-
rado aos pentes de raoutehouc a voga que
hoje tem, n3o si") em Franca como DO mon-
de inleiro ; sao sem conlradiccao os mais
agradarais de lodos os pentes, mais bian ios
que os de tartaruga, sao os nicos que no
fazemeabiro cabello, por causa da electri-
Cidade que conioi.accrescendo a estas ran-
tageosa de nao serem d ais caros do que aA
de bfalo. A esta admiranvel inveiiQOo.de
exposifiSo universal de 1855
-- Precisa-sc de urna ama escrava r"ta
*@S@-@@3*S-@^ '" :" serviQo do urna casa de pouca familia,
^ ^-,t a* i ou quando no urna prctMiha, mas que saia
\ a rus. : (]iiem a livor dirjase a ra da Guia
(j)0 n. 42, OU entSo auno; ci para ser procura-
(j^jdo, que sera alugada imprcterivclmenlc.
O padre Francisco Jo5o de Azo- (p .;;..;:;';..;..;; .;..; {?
vedo, achando-so presentemente i** i''; V'\vi'i or/tiwa iiViiiPATiTirA ' '
nestapr.ca. eoceupando-se priva-g ..', (0>MLTOKIO IIOMLOl'A \i(\\
livamente na direccSodeseu estabe-fw''.' do ;
jA lecimentochalroprapliico, incumbe- &, 3 rin inn/i WTACP'-Ti*! '
2* s^ de ejecutar com toda a perfeicfio T :..' U, LUlU IS.Ut.Lv e brevidade quaesquer obras de gra- M I -;j Rua da Cadeia de Sanio Antonio. ' '
varas tanto a lallio-dora romo are- g j ^ O Dr. Lobo Moscozo taz tciente S
yjk a lvo, registros, retratos, lettras com- /, ,:' *Z
daconsulias lodosos di, uleis, desde a k -;'' g merciaes, biltietes de vi-ila, musi- ^* 3 a (|iicin intercssar fOSa que ten
horas da manlnla as 3 do larde. Os convi- %<'; f^) Ci,S) ptr. e rjesCJOSO de levar o mes- V?
7.

ras, alfjiielea, lirincoi e
ro/elas, conloes, trancel
'* bus. reedalhas, correnles
ti).', e enfeiles p.-ira relogio, e
;+- ouiros mullos objeclosde
rSprT/a"0^^* ^ iroc.ini praia, uro, nri- r X Aparelhos eomplctos d
s Ihanles,diamntese pero- ^. ro,,., ,,4-,..I.r ,*!,> .,.., fci prala para rb, bandeja
las, e oo Iras qoaesouer | ** I'*" '-^"" can iiiiii. ,,_ C8(1|leti co||,eri
i joias.le valor, a dinheiro s> niiwici'IWi cr * uu por obrai. iiwgwBiw, ,!. |of ou(roj objec|o de ?
.ttif.4Hott,;l.,(n dn jr de Lisboa, as quacs veudeiu por
pre^o eouirnKlo comn eo^lvinaiit.
Esereventc.
Pin isa-sede um escrevente para aju-
dar ou traballios da as*emblea por tacln-
graplira, o qual deve escrever certo e
depressa i nesta typographia.
Aclia-se fgida desde o da 9 do
coirente,a pret i(0Sa. crioula, com 40
unios, tem urna cicatriz na testa, lie c-s-
<> Sr. thesoureiro manda fazer pu- craTa (l'' Francisco Cavalcanb de Allm-
licoqueseacham a venda lodos os dias qwerque Lins, o qual da' 50$ de gratifl-
10 pavimento terreo da casa da ra da ''_[";' 'locm a levar a ra estrella do
Provincia.
manda fazer pu-
ma .ia
Auroran. 26 das9 horas da manha as
8 da tarde bilhetei e mcios da sexta
parte da terceira lotera do hospital Pe-
dro II, cujas rodas andarao impreleiivel- ngOSsenhore.
levar a i na
Rosario leja de trastes do Si. Moreira
julga-se que ella esta' no lugar da Var-
en, aointe tem illiosem casa de seus an-
uiente no dia I do prximo mez deinaio.
Thosouraria das loteras 21 de abril
de 1838.0 escrivao. J- M. da Cruz.
vrecisa-se de um feitor entendido em
plaiii.ii."es para um silio perto idesta prar; :
a tratar na travessa da Madre de Dos n. I!.
Ra da Cadeia de . f
Francisco n. fl 15
tleadv^
escriptori
li

Coi.sullrio
Na tundico da Aurora precisa-se
de serventes forros ou esclavos, para
servieo debaixo decobei tu.
1 CENTRAL HOrlEOPA-
THtCO.
W BA UE SAMO AMARO,
(9 (Mundo Novo n. (i)
'-'
-
O Dr. Sabino Olegario l.udgero Pinho
gracia.
nharharcl formado Manoel Morei-
ra Guerra, tem inslalla lo o seu es-
criplorio de advocara na ra da Ca-
deia de S. Francisco sobrado n. 11 I!.
'2 oodo ofTerece os servidos do sui pro-
'_ fissSo as pessoas que o quizerem
;", honrar coma sua conlianca, polen lo
'3 para sso ser procurado qualqur
W liora de todos os dias utes; o mesmo i/;
-^J bachsrel encarrega-se de quaesquur lj
ca recursos ou outros negocios forenses .:-.
5 do interior da provincia, que pe- v>
;' rante qualquer tribunal ou repart- j
6 r,ao desta capital tenhara de ser ven-
C.S Diados, pare que llie po lerao ser en- j
.'.; i'ereQados ep. carta fechada ; no que f'i)
/\ ludo assegura o maior z-Mo e proinp- -i
;' tidlo. Aos presos pobres e pessoas '
Otietn ti ver para alugar um sitio,
com boaepequea casa, sendo na Ca-
punga, Soledado, Manguinho ou estrada
de JoSo de llanos, annuncie para ser
procurado ou diiija se a praea do Corpo
Santo em casa dos Sis. Itostron Booker
sx Compan'iia.
Tendo de fechar-se cm dias do mez
prximo viadouro a galera e ollicina de
dagucrreotypo do aterro da Boa-Vita n. ,
terceiro andar ; as pessoas que desejarem
honrar este estabeleciraento o ficar com um
Bel e psrfeito retrato, aprofeitem a occasiSo.
Na mesma casa, alom do mais variado e
abundantesortimento de caixnhas ameri-
canas e rrancozas, passe-partouts, qua-lros a
molduras pretas, douradas e de velludo, ex-
iste um variado sortimento de alunctes de
"ni.) -ara serem vendidos com retratos do
18? a 25-080
Offerece se urna mnihcr branca do boa
.; ;. conducta para o aerviea de urna casa de
pouca familia, simia mesmo para algum si-
tio: quem precisar, dirija-se a ra do Hos-
picio, casa terrea, la lo do poenle.
Aluga-so urna preta de 15 annos para
o servieo de casa ; a tratar na ra da Cadeia
de Santo Antonio n. 7.
Da-ss dinheiro a juros razoaveis sob
peohores de ouro ou prata : na ra Augusta
n. 18.
Tendo o Sr. JoSo Biptista da Rocha
.$ les para vigilas daverao ir dirigidos por ,-" X mrj'esVabelroimento a Diaior
um'n'.e0.' * *ob,tt l>0 d'"d' "'<"- g i g espera que as ppssoas, que,
i...-....'..-..-. .^, ... ,.i...... ........,;:' '?*; derem taes objflctos, n3o he
.y.-..-..'^-...- ...-.;.-....;.- .-.-.: t $) era 0 nocurar, prestando assira urna
Oiiem quizer comprar acOes do novo /a cfTiC0Z proteccao a que o annuncian-
Rancode IVrnambuco compareca na ra do i sW , Mr|| extremnieiilo reeonhecnlo.
ponto,
prelen- j
ni5o hesitnrSo
m

Trapiche egeriptorio n. 40.
SEGURO CONTRA 0 FUGO.
COMPANBTA
^ ALLlAilCE.
Bstabelecida em Londres,
em margo de 1824*
CAPITAL
CINCO HILIIO'ES DE LIBBAS ES-
TERLINAS.
Saunders, Brothers & C. tem a honra de
informar aos senhores negociantes, propie-
tarios de casas, e a quem mais convier, que
est3o pleiiameore autorisados pela dita com-
panhia para eRecluar seguros sobro edifi-
cios de lijlo e pedra, cobertos de tena, e
igualmente sobre os objectos que. contive-
rem os mesmos edificios, qoer consista em
mohilia, ou em fazendas do qualquer qua-
lidade
i
Loei
ia
DA
I
INC1A,
Sitaor.*.
I.eilao de movis.
O agente Borja, em o seu ailigo rmazem,
ra do Collegio n. 15, far lel3o de um p-
timo sortimento de obras de marcineiria
novas e usadas pianos diversos, relogos de
algibera, para prele e mesa,candelabros e
lanternas'.'o vidro e de bronze, candimos
nglezes. objectos de porcell ina.eryslal ele ,
para enfeites de sal, apparclhos de por-
ccllana, para aln.oco ejantar, vi Dos para
Servieo do mesa, qulnquilhaiias diversas, c
mil os inultos objectos etc que so com a
vista roJtm ser apreciados ; os quaes se-
r3o cntiegues sem recusa de qualquer prego
naior offorecido : quinta f-.ii a a9 do cor-
rente, as II lloras da nn.nh.'a.
No escrotorjo do abaixo assignado na ra
do Collegio n 21, veudem-se Lilheles da lo-
tera da protincia pelos seguintes preros
sendo de 100j para cima e a dinheiro a vista.
RiHieles garantidos ;",c500
Meios ditos 25750
P. J. I.aymo.
Lotera
DA
proviocia.
O abaixo assignado compra bilhetes da
lotera ja recolhtdos pelos segunles iremos
.1 ra do Colleg'o n Si, primeiro andar:
At a quantia do l
i'c I0| para cima.
P. J. Layme.
Tal Iteres.
tirande sortimento de talneres para mesa,
de cabo de marin, bfalo, osso e vado, co-
Iheres do metal do principe para sopa e cha,
sortimento chega lo de louca de estanho pa-
| ra cozuiia, dita do porcelana, tu lo por pre-
V7 Podo ser procurado naa Cinco Pon-
tSk tas, sobrado da esiuina confronte a
/>#x B atriz nova e San-Jos, on na rna
*J do Collegio, na livraria dos srs. Mi-
*439 randa A Vascontellos.
(ijit@9@-SGS9S-999d
Public it;ao j 111 idiea.
Ilacbegadode LlsuOa, a Uaooel do Nasci-
mento Pereira, ra de Apollo n. 6, segn lo
andar a obra em 8 volumes Tbeoris do l)i-
reito Penal, pelo conseljbeiro Silva Ferao ;
para ser entregue aos S-s. subscriptores,
pelo prego de 10?, e para os que, nao sao,
pelo de 14?, pagos a vist.
- Precisase tomar da quatro a cinco
eolios de res a premio.de um por rento,
dando-se um predio a'.cuntento por bypo-
qunm pr. ten ler este negocio, an-
para ser procurailo.
^Jl commodos em sua casa para re- $j
Q ceber algunsscravos niio s pa- n
;; ra tratar de tuas enfermidades |
$f como para fazer qualquer ope $}
2 1 aeao. Os doentes serao tratados t$
-;_;- 11 la homeopathia ou pela alio-
''? palliia, conforme parecer mais n
*|3 conveniente para a brevidade da ^i
@ cura. Adverte que recebe gra- gu
-;5 tuitamente umaou outra pessoa ^j
W desval las prest.r todo o Irsballio ' "
;>3 gratis.
. -. '_.r '^';*; -. - .-.-.-.
l\ovaundi-
dicao de forro e bron/e.
Na fabrica de caldeiraria da ra do
liiiioi 11. -J.H conhecida por fabrica do
Mesquita, alem das obras de que at
agora se tem encarregado de cobre,
bronze, estanho, /.neo, chumbo e folha
de Flandres.
Funde
obras
qu esqu. r
de ferr
teja qual br o scu modelo, tanto para
eugenbo eagricultura, como pura navios
011 vapores, como sejam rodas, dertadas,
cilindro, crozetas, crivos e ]>ortas para
-..:
-:.:
sujeitar-se a ii para os hospitaes.
0 proco do tratamento dos esera- -
vos regulara' de "J.s a 3j diarios
.-. ...
conforme a gra vi dade da molos- .
ta ct) lempo de curativo.
OC-: ..:., ..
-- Precisa-se fallar com o sr. ilenrique !a
Fonseca Coutinho, na ra do Crespo n. Ifi,
loja de fazendas, a negocio que Dio diz res-
piolo.
i C1IJLTIV4DQR D4S LETTRAsi
SOCIEDAD
theca
iiiinrii
a < ,^(
i
< 1
: 1 '
I
:-Y- Por ordem do Sr. presidente, declaro, -a-i
r:M que hoje havera' Italia, as 1) e mea ho- H*>(
fj"j ra du da, na ca.a n. :t da na dn- Copia- JJ3
rCa< res. Slcralaria da sociedado Cultivadora >s^
^ das Lallraa, s .10 abril de Is'.s.
loaouim l'eretra .Jrrais, ^S
I." secrhlarie. 1
. i
1 < :
34L.asa
I
aude^
mmmii
i
(A

Na liviana n fi e 8 da praca da liuiepeu-
deiicia precisa-se fallar ao Sr. listan que 1110-
'ou na ra lo AragHo, e leve marcineria,
O corone! Jos Pedro Vellozqda Silveira,
ofTerece as pessoas do povo, que quizerem
se dedicar i plautacao de mandioca, os ter-
renos proprios para cssa lavoura, que pos
suo oas fi.'guezias da Rscada, Sennnem,
Honito e liezerros, e se obriga afornecer-
Ihes engenlios para fazer familia, com todos
os accessorios movidos par agua ou por ani-
maos, com a cnndic3o de Ihe p.-garem 10 por
cento unic.imento da farioha que venderem I (jl
licando grsiis on livre de foro a que con-] *f*
sumirem na sustentarlo de suas familias e
dos trahalhadores que empregarem-
lio chegado a loja Je Lecqnie, aterro
da Boa-Vista n. 7, excollentelite virginal
Je rosa branca, para rcl'rescar/a pelle, tirar
annos, sardas e espinhas, igualmente o a-

15 0|0 de descont famado oleo babosa para limiiar e fazer cres-
10 0,0 de descont ; cer os cabellos ; assime
Aluga-se para escript jrio ou qualquer
cousa, que o3o seja para morar, a sala e al-
eouvi do I. andar do soh'ailo o. 3 la ra do
Queinato ; a tratar na I ji do mesmo
Jos Gomes Ferreira ib. Silva t C. li- 50 commodo, e outras iiiui-.s ferrageis e
zem publico, que o Sr. Atitoui > da Silva Me- ; tniulezas, que nesta sempre multo sortida
deiros deixou de ser seu ciixeiro des le o loja tem tanto em grosso como a reta I h o :
9Ct>i98 IR *&.
Rio
de Janeiro
Segu com muita brevilade o palhabote
Piedade ; para o resto da carga e passagei-
ros, t'ata-se com Caelano Cyriaco da (;. M.t
na roa da Cadeia do Recife "n. 2, primeiro
andar
O brigue portoguez Relmpago segu
para Lisboa no dia '2t do maio iniprelerivel-
menli: : para o resto da carga e passageiros,
para o que tem aceiados commodos, trata-
se com os consignitarios Tnomaz do Aquino
Fonseca & Filho. na rna do Vigario n 19,
primeiro andar, ou com o caailSo na praqa.
Porto pela ligueira.
O patacho portoguez CaOlOes sahe por es-
tes das; recebe alguma carg para ambos
os portna : a tratar com Carvalho & IrmJo,
ou com o capit3o na praca.
dia 26 do corrente mez.
Precsa-se de urna ci na que engom-
me perfela mente e fa^a mais algum serv-
cu. pfga-se bem; na la de Santa Rila n.
27, segundo an lar.
im* mmi. %
? Paula liaignoux dentista,r u.i.Non a 11. i I 1 ','
1, n 1 mesniBcasalem a^ua e pos lantrilice. ,?
Para o servieo de cozinha de un,a casa
do pouca familia precisa-so de u na mulber
de mea ida le e boa con lucia, ou de alguc.i
hoiiiem que seja b)m cozlnhero: a tratar no
eam jo do HOSulClu junto ao quarlel, casa do I
desembarga lor Mendos da Cunta
Perdeu-S'! no da al do corrente da
ra da Concordia a ra d-s Flo'es, ra Nova,
ra da Praia, um allnele de peilo de ouro
esmalta lo, com diamantes: ruga-so a ps-
soa que o achou, a entrega do dito Uinete
que delle se dar os mais Signaos, gratifica-
se generosamente caso exija : na ra da
Concordia qtmrta casa iunl 1 a serrara.
Dcsap frecen um eabrinha claio, ama-
rellar; , o qual tem 12 a 13 annos de lia le.
levou vestido calca e camisa de algo Lio
a/ul. sendo a calca marr;da ocos com
urna linti*.do peser, chapeo de marroqoiin
escuro ja bastante usado, e sujo do cal, pois
que elle, he aprendiz de pedreiro, | es apa
Dictados, he iiHMiral de Macer : roga-S4 as
autoridades policiaes de fazercm oiligen-
cias para descubrir este pequeuo, 1 urque
pode acontecer que algurr desalmado o re-
dusa ao captiveiro ; quem delle souber en-
tenda-secom o mestre pelre'ro Alejandre
Francisco de Santa Atina, r^a da Calqada
11. til.
Precisa-so de urna secca : na prara do
Corpo Santo 11. 17.
Precisa-se de urna ama para casa de
pequea faa-ili, forra ou escrava : na ra I
larga do KoSirio,
botica do Sr. Pinto
na ra Nova n. 20.
:- :-:>;;?-:.:
GOIAXNA.ATrENQAO'. ;;
;^ Jos Franciscj Collar.es C, Taz ;%
a publico que na cidade de Coianna na r^
;;; ra da Punten 9, tem etTectiro a to> s
i do tempo carne do Cea'a da melhor 5*
2.3 qualidadeque h, pelo preqo do Re- }j
:'2 rife e mais ora cunta do que em
como p imperial do
yrio de Florcnca parabroti>ejas eape.rida-
dosda pelle, conserva a frescura eo avellu-
dado da primorosa da vidai
AGENCIA
de [ acsap.M le e ioltia cor-
rida
Claudino do'Reg Lima lira pass^porle
para dentro e fora do i npero : na ra da
l'raia, primeiro andar n. 43, 011 na ra da
r.'isz do Recife n 16, estah lecimento do Sr.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier,, roe?- ($)
be em sua casa de saudo. que lca ao fcft
norte da estrada da Passagem da
Mu.'.Islea, enteaponte grande o
pequea do Chora-Menino, todas as
pessoas doentes, fiaiicando o me-
lhor Irataiiienlo, o manir telo e cu-
dedo medico. O local em que est
edificada a casa destinada para esse
miste,r as regraa higinicas, sobre
as quaes est co istruiJa os commo-
dos de que dispOe, o aceio, ordem,
e "rcgulai 1 la le que ah se encon-
trara sao condiqes ponderosas para .
una breve cuta e completo resta- (>
belecimento. As pessoas que quizc- jx
rem utilisar-se de Stu prestn o po- *s
dcui dirigir-se ao paleo do Carino, (7
sobrado n 9, primeiro andar, das 9k
10 horas da manhSa as 3 da larde, 5
e dessa hora em diente 110 seu esta- W
belecimento. l^i
- Precisa-s dn um crudo ara o servieo
nei;.-!. fa mesma (undieo precisa-se
de olliciaesde caldeireiro, laloeu-o c 1er-
ralheiro e alguns serventes forros ou es-
cravos.
FEITOR. .
Precisa-se para um sitio pcqii'tn m sa-
Inlade de om bom feitor ; agradando paga-
se bem : dirija s ho primeiro andar n. 20,
da luadoTo-res, praca do Corpo Santo,
o abaixo assignado faz saber aores-
peitavel publico, que deixou de ser caijei-
ro iios Srs JosCo es Ferreira da Silva & C
desde o dia 26 do corrento mez, agradecen-
;A do-lhe os bous tratimentos dudante o tenpo
'Z I que esteve em sua casa.
Antonio da Silva M'leiros
Rccomcuda so ao Candile' dos Afo-
gados, que seja mais claro nns infirmaro s
uue costuma dar para as folhas publicas,
afim de n3i> fazer juizo temerario.
Precisa-se fallar com os.irs. Francis-
co Maia i.Orles, e I). Mana da sol ladej a
negocio deseos interesaos ; no escriptorio
de Fernandei rii Lillios, na ra da Cadeia do
Recife n (!.
feto publicar no Diario de 28 do corrente
um annuncio em que pievine para que nin-
guem faca comigo negocio algum relativa-
mente a i carrosas, que, diz o mesmo se-
nhor, cu p issuo e que procuro faze-las
ven lidia para assim furtar-rao ao pagamen-
to de um mandado da pentora que obleve
con'ra mito: em resposla a 13o calumnioso
a i ffensiva annuncio, teoho a dize-, que
nao teiiho e era posso ter o projecto d:
vender carracas, porque infelizmente as nao
possuo : as las carracas com que traba-
Iho e no quatro como falsamente se incul-
ca, pertencem a Sra 1). Mara Victorina do
Castro, que me confia a gerencia e adminis-
traco dellas, mediante um orJenado quo
me p. ga, o que tu lo podere provar por do-
cumentos ao Sr. Rocha, sempro que o exigir.
Raqui, puis, ja se v. que esse annuacio do
Sr. Rocha ou he filno so de suas cavilagoes
e desejo de offender-mo, uu eulo do infor-
macOes inexactas, suggeriias por pessoas
que me silo desaffectas. .Nao sendo portanlo
legal e nem airoso o meio de que se valou o
Sr Rocha, bom ser que para promover o
seu direito, recorra a meios mais honestos,
porque cortamente mdhor lbe aproveitarSo.
" 2u de abril d3.l858.
Francisco Correia Sjares.
- PerJeu-se ha um me:' e tantos dias, do
da Soleiade, urna manta de arreio do
carro.de panno azul, com g-lao de velludo
encarnado, c po-tero par, pede se a quem
a livor acbado o favor de a levar a ra No-
va 11. 61, que ser recompensado.
GBIflETE PORTOGUEZ
DE .
g
d
Un pedido
Roga-so ao Sr. M J. II., o favor do mandar
I entregar u ubjeeto, que no dia 21 dejanei o
do co'rento anno se comprometiera de o f a-
! zer ; c como paree; que se esquecau, faz-se
1 lembrar por meio desle annuncio.
Fiqo sab-r, que o pa Ira Joaquim Por-
tflla romprou-me a proprie.lade denomi-
nada Muita Cobra, de dentro do riaxo do
Du lu', para onole e n3o para o poenle
como se quer fazer a posse.
Antonio Verissimo da silva.
Precisa-se lomar a risco martimo so-
'im "'2 xa \ "a Na %
o III"'. Sr presidente do ronselho delibe-
rativo manda convidar de novo aos Srs, con-
selheiros a so reumrem em Bsalo extraor-
iiniris Sibbado. I.* de maio, as 6 1 ir> horas
da tarde, na sala das sessOes, visto nSo se
ter rennido numero na icimeira convoca-
cao. Secretaria do couscliio deliberativo do
Cabine.le Portuguez 28 de abril de I858.--0
secretario, Rolrigues Pereira.
tSJ- ATIENCAO". JZt
O abaixo assignado com taberna no Cam-
po Verde, avisa aos seus dovetores que ve-
nbam. no prazo deSdiis, Saldar suas coti-
las, pois do contrario publicara os nomos
por extenso, e usara dos meios que a lei Ihe
faculta. Roa-Vista 27 de abril de 1858.
Manoel Joaquim Alves dos Santos.
^*>mpt &
se
-
11.
da
manha, aimdese tratar do negocio que
marca o art. !"> S2dos estatutos.
da cssa de om homem solteiro, oque saiba bro ca4ci appareino e carga da barca in
gleza Chicftain, capilSo aamoel Cunton,
rom destino ao Porta'de Madras, a quantia
de 2:0|)0-, pouco mais ou menos US pio-
len Icoles queiram dirigir as suas pro. ostas
en caita fecnada a Saun lers, hrolhers cv <'. ,
l.loy lo Agents al sabbado 1 de maio ao
meio da.
- Precisa-sede um bom amassador ; na
ra da Senzala ralba n. 9t.
- Roga-se ao Sr Paulino da Silva Min-
dello o favor de ir a ra da Senzala Vi lita n.
tralar de carillos : na ra da C-uz 11. 10.
SICIEDADE C. ECOSOlia
Os Sis. socios sao convidados para
reunirem cm assembla geral no dia
do corrente na casa na ruada Cadeia
ii, segundo andar, pelas If horas
-- .'inda esta para se alugar a casa em 94, concluir o negocio que nao ignora.
Olila, na Lucila da Mise icordia n. 12,
(.lilaila In pouco lampo lempo : a fallar na
ra do Rangel u. 21.
Jos Mara de Seix'S, subdito portu-
guez, retira-se para Portugal a tralar de sua
sande
flh qualquer outra parte; os senhores & 1110 o deposito da ra da Concordia
l'ugirara do engeuho Klacbo das Po-
dras, na freguezia de Agua Prata,.os escra-
vos seguintes : Severiuo, crioolo, idade 0
e tantos annos, cor fula, alto a regular
g-OSSO do corpo testa |.-,;i:'iii, limfallan-
teej pinta de cabello branco, levou om
Manoel Jos Correia, ondo pode ser procu- 5S^>@"^ i->^l^-5j j matolao de couro de cirncir. cneio de ron-
Mi o Dr. Pedro Antonio Cesar esta fjilP Nazana, mulber do mesjno, cabra nc-
^ residindo narua Direila n. 120, pri- SSr. idade :10 e lantosannos, nariz 11 a tanto
V o eiro andar o ahi o cneontrarSo I I chato, olhosopa ios, altura regular, e gusta
^ para oexereiciode sua profis3o do slS)1 de amar ar o cabello ; Izidoro, crioolo, ida-
potnos da /rS;J'-* '''' ""os, pouco mais ou menosf cor
s da rnanbiJt *** prola, altura piuco mais (pie regular, pouca
...... .._..'. i*!.. I. irli-i mol
rado
1 O abaixo assignado faz ver ao res-
peitavel publico que mudou o seu esta-
lielecimeiilo de loja de tr.lstes tpic tinlia
11.1 rna das Plores casa n. II, assim CO-
SE de engenho que por ser muito ami-
; go delles, que nao qui/.erem lor o sp
">' trabalbo de man laram ao Recife, po- W
^i dem dirigir se ao mesmo arma/em .-._
~ que se promelte fazer todo negocio ..f
(d
:M
com ou ros g-Micios que os mesmos
"..' quizerem trocar.

Na ra do Crespo loja n. 12, recebeu-se
pelo ultimo vapor da Europa o melhor rape
fabricado na mais acre. lit-Ia fabrica de Pa-
rs, a boa qualidado de que h 1 feito nao
precisa elogios a se continuar a ter promp-
ta venda, bavera reaiessas por lodos os va-
pores
Francisco Antonio de Campos, sub lito
Rrasileiro, rehra-se para Europa.
Precisa-se de. um criado : na rita da
Solcdade n. 3, paga-se bem
Precisa-se de no feitor, preferindo-se
las ilhas, para tratar de um sitio p-rto da
prac.s : a tialar na roa de Apollo n 24.
Precisa se de um rapaz para criado : a
tralar na ra de Apollo 11. Ji.
triiian lade ";. veneravel preferencia a es
o aterro da Boa-Vista casa n. 27.
L, Pugi.
urras de ierro
No armazem de Hurle, Souza t:ruz n. i.8, ha constantemente as melhorcs entregando o proprietario as chaves at'
burras de Ierro que (em viudo ao merca Jo i j; , __,' ,1_____. _
ateo presente do lo los os tamanhos, cofres .d,a do mez vindouro : a quem con-
consultas das 7 as 9 hora.. ..
e os visitara o j suas casas gratuita- (.' barba, muito esperto, ollios brancos, e deve
mente. fcjk ler signaos de haver ai Jo castigado por ou-
Comprase orna proprielade slia em algnma
11- |iriiicipa.a ras o'esla cilade, e que renda pou-
co mais ou meiKW.V.05000 r-. ann'iaes, .lando o
predio em bom aslad.i, e r esembirac-ido: qaim
quier, trate na rila da Crol, acrlplorio n. 49.
Compra-se um trancslim com caQoleta,
2anneise3 alfinetes de pe lo : na ra da
l'raia, bcco da Carino n 7.
:oaipram-se 2 sellins e 2 silhoes, lu-
do em bom estado : a tratar no becco do
Carioca n. -, ci no trapiche do Cunta, no
becco do .Noronha.
- Compra-se um cavallo que trahalhc
em ca roca : na ra do Vigario n. 27.
cosnpanhia
Per arabncana.
No eseriptorio da mesma no Forte do
Mallo, compran, se duas ancoras que nfo
sjiin novas do peso cada urna de 3 quintaos.
Compra-se elfectivamenle bronze, lao
Ufo - cubre velho : no -leposito da loo tic 1 -
da Aurora, na ra do Urum, logo na ntra-
la n. 28, e na mesma fuudic/lo, em Santo
Amaro.
' --- Com ram-se enpctivamcnte na ra das
Flores 11. 37. primeiro an lar, apolices da di-
vi 1a publica e provincial, acc/ics das coin-
uanbas, d-se dinheiro era grandes e pe-
queas quantia:;, sobre penhores.
--- Vende-se un boi e carrosa por nSo
Inver rinem ande com elle : na Siledade,
m SE OLIIV V PREtO.
Precisa-se alugar urna casa que nao
seja muito grandi no bairro do Recife,
,. r ,. _rr._ inver miem amie com elle: na > ileoade
uga que fez. Essea escr.voaifora.,com- defronte do chafariz.artio do sobra 10 do Sr
.os aoSr. Mogo Jos t.a Costa, e foram JoS(; j|,ri,
1 Ira fuga yue fez.
1 pa
v. los do sertao i raga-s a qualquer Pes-, ... VM le.sc uma b d
sJsoaqueos prender, que se dinja ao Recfe !0 con um Uri;l boif pr ^^ commfiJo '
se dir cora quem
ao Sr. f.uz Jos Pereira Simoes, ounoen-
genbo acuna, que stra generosamente re- |,
compensa la.
na ma do collegio n.
de Iratar-se.
Ven le-se coco
le ferro paraioiasde lifferentes Umanbos,
salitre fnglez do melhor refinado, redes de
palha fabiicadas em Pars, que se venden
por preces razoaveis.
Deposito i!e slalo, no lar-
no (la Assembla n.ft.
Nesta deposito ha sahao masa, estanho
e pretO, satili) branco e a-narello commum,
por prego razoavel, dinheiro a vista
Na ra da Praia, becco do 'Carioca n
7, prteiss-se de orna pessoa habilitada para
feitor de engenho, prefere-se' portoguez.
Luiz Jos Pereira Simoes teslamen- io embarque, e lamb
eiro do finado Manoel Antonio da Silva Bar- ,mt|. hlr>\u e cm
's, avisa aos ero 'ores do mesmo, que es1"
ice leudo a inventaro da ciSa, pelo cu
o de ausentes
irniamiade do
Santa Ritu
de
Na ra do Qucimado n. II, precisa se ,., famH, a ma d
de uma ama para o servgo interno, c da-se -aa .
11 ua co
Mir este negocioannuncie ou dirija-se a
na da Madre deDeosliji n. !l.
No iiia 15 do crranle, as 1 horas da
tarde, in lo uma boceteia por nomo Luizi-
uha no aterro da Boa-Vista n. II sen ler 1.1-
zenda, uma preta della forln m-a caixa del
prat* para rap : a q .em for oll'ereci ia leve j
a dita casa que ser pago do trabalbo.
Aluga-si nma ptima casa com grande ,,., ("Val! ,,;,,
soliio, na povoacSo doa Afogados : a iratai v "-'
com Jos Carnciio da Cunha, na ruada S o- Para conbeciment de tolos os irmSos se
ta tai/ n 8t r*2 1 uhlicu pelo presente, que a mesa geral
Precisa-se alugar orna arpa forra ou resolveu em sessSo de 23 do correte adiar
I escrava, para lodo o servir;o ile u .a casi de I "r ,5 da, conla os da dala desle, a dis-
secco com casca, pro-
em se vende
outra parte
ros, avisa aos ero'ores do mesmo, que esta precisar, dirja-'se a roa do Rangel
procedendo a inventario da cisa, pelo car- n -7 v J
lorio de ausentes Ven leso um quarto proprio para
icangalh : na ra Nova n. 61.
Vendem-se saceos com farinha de
Divino l'spirito Santo
II irtas n lo.
Rssia.
Os charissmos irmaos da gloriosa Sania
Rita de Cassia s5o convidados a compareev
rem no Bonsistorio daquella igr-ja no do-
mingo, 2 de maio rr.iximo vhidouro, as 9
ja de caica io ao p da horisda manhSa, alim de que, reun los em
n 14 I mesa geral, pnc-dam a eleicSo dos fue-
Seguro contra
i-
'Cr
muilo boa quada Je, por prego commodo
na roa da Cadeia do Recife n. 55, no so-
brado,
Cado.
O abaixo ido, .-.u'orsado pelo Dr.
juiz de orpbSoS, vende 7 caberas (le gado
vaceum, perteoeentei aos or. linos do finado
Antuuio M ves Pereira : os pretenJenles di-
njsm-se povoacHo da Vanea, rus do l'ogo,
eaa lo mesmo abaixo assigna 11.
Manoel Alves Pereira.
Constando ao abaixo assignado, que cionanos que tem di* reger a mesma irman
Francisco Correia Soares, pussuiJor de dade oo anno do 1858 a 1859, conforme dis-
I carracas ja ha muilo tempo como he sahJo; Pe oarl 47 do resiMiHivocpmpromisso
por todos, e quo o mesmo as quei fazer ven- i
IFO
COMPANHIA NORTHEN, ESTABELE- e pardo
CIDA E.M LONDRES. - "" wl!iam May, retirando se p'.ra
!! imperio, (Lisa por seus bstanles
'reilliOS tlinillllHlloS procuradores, em primeira lugar ao sr
AGENTES l luanlo Keuton, c cm segundo ao Sr. Tilo-
ma/. Heywoo 1.
IcussSodo projeci'o 1 1 com omisso, spre-
sentado pela respectiva commissSo li
o'^*s,3 il S!* habilitarem quanlos queiram para 1
j* 'La- I importante trab Rio, polendo recorrer sua ... Vendo-s uma canos de carreira : na
li Hura e estado no consistorio da igreja on- rua ,] f>UI ,rmszem n 18
de esu exoosto, e ficaodo os mesmos ir- ... Vende se um cabriolH de 2 rodas, em
A loja de Jos Gonealves Malveira receben maos certos deque, fin lo iquelle pajazo, a |, ini,.,,., 1 ,f forrado e pintado de novo ; a
pelo ultimo paquete chega lo do sul os acre- mesa geral se constituir cm sessoes diarias |r.,(. r ,,;l rQI ,)0 vr?"a cocheira de pintu-
rl itados cigarros bota-fogo le papel branco alea aprov;3o do projecto. Recife n de ra n. 37.
abril de 1858 .-- Vende-ss uma preta engommadeira,
Da-sa 2:0009000 a piros sob hfpothe- eozinhoi socos ai ii rom perforan, e da-
ca de casa : a tratar na rua Direila, loja de se c ,,lt,.lit ,;.,,,, ,, s> PeJro n r,
cera c mfronl 1 .1 torre da igreja do lerco.
ATIENCAO.
COMFA1TSLA
Brasile*rdi de piquetes a
vapor
O vapor Cruzeiro di Sul, commandante o I por todos, e quo O mesmo as quer fazer ven-1 Francisco Lucio de Castro. q 1 \stIeV i\" (J ITY 1)11 lili i'l
capilSo de mire guerra Gervasio Mancebo, didas para negar apagar o mesmo abaixo I Precss-se alugar uma a-na forra ou *" .' J ** I I ... |)r. WiHiam May, retiranlo-se para Na roa da Penha n o.'li.rnece-se comida
espera-so Jos portos do norte em seguimen- assiguai,, Um mandado de penho.a, queso cajiliva, para casa de po ca familia, que' Offerece-se una amapara o servieo de lora do imperio, paruc i .a ao respeitavel pu- para lo a cora aceto e 1 rompli lao, pelo ba-
lo 1 ,s do sin ai.- o lia (i do maio Recebe-so echa despchalo pelo juiz do segn io (Ls- saiba cuzinhar e engommT hem : a tratar-uma casi: na ru de Santa Cecilia n. 12. blico, qoerez sor e lado com o Dr Charles rato proco de 23- mensaes cada pessoa, sen-
desdejopass : i 1 frcti......Iloheir......n- Dicto ; svisi a quem com r na rua dai'.ruz do Rcrifeo. 53. -- Precisa-se de nmcaixciro para uro d*> Cordn, n qual lica igualoienie resi lindo
eoin neo 1 i e eiigajaa carga que o va por iransaceo 11 annuncr,nSo I 1 vigorem-| Aluga-se uma sala de detraz com uma isilo nn e llorl 1 n. 16, oqued^fla- na mesma o, no aterro da Roa-Vista, c
poden indzir sendo os volumes despacha- quanto elle au pagar 11 importe le dito alcova, mais um quarto e coziuha, pri sui conducta : quem quizer dirija-se pude aos seus amigos que dupositem no l)\
dos con antecedencia at o dia 5 do mesmo: manda Ji. Recife 24 de abril de 1858.Joio para habita^So deuai bomem solleiro: na ao dito leposito, que achara com quem Ira- Cordn a mesma confianza, que nella depo-
agencia rua do Trapiche n. 10. 'BaplisladaRocua. jrua do oucuuado n 16, primeiro andar. lr. sitavam como mdico.
do o al o no j intai s is
pialo..
p |e un.* ama que saiba r 1-
zinhar e 1 ier tolo o 1 le casa : na
1 ua do Caldeireiro, taberna 11. 60.
leudo o socio gerente da casa de
Schaplileitlin &C. de deixaro sitio do so-
luailo vermclho prximo a capella dos
Afilelos, vende particularmente a mohi-
lia no mesmo cxistenti, consistindo esta
nn lodo o lie io aos commodos da
\ ida cm uma l>oa casa le 1 impo : pai .1
llar a respeito na ruada Cruz n. 3o ou
no dito sitio.
II
l\ /I


DIARIO DE PERXAMBL'CO QUINTA FEIUA 20 DE ARII. DE 18o3.
Oh! que pechin-
clia.
COM TOQUE DE AYAKI&
VV LOJA DO riilil IC\.
ra do Quejando, esquina do boceo do Pai-
\o Frita n. a, vendcm-se cassas francesas
muito linas, com pequeo toque ilo varia,
pelo diminuto preco de 3:20 a vara, assim
como cambraias francezas rr.uilo linas, pa-
drees novos e sem avana, pelo haratissimo
preqo de 500 rs. a vara, Uazinhas de qua-
dros de lindos padries. proprlas para vesti-
dos de senhora e palitos de menino, pelos
diminutos rrccos de 480,500 e t.oo rs. o co-
vado, e de ludo so daiao amostras com pe-
nhor.
Vende-se urna crioula do 18 annos,
e urna mulationa de 11, pegas ; a tratar na
ra do Collegio n 16, terceiro andar.
Vende-se farinha do MaranhSo, saceos
de 3 l| medida velha a 115500, e a retaiho
a '20, e juntamente milho novo a 10/ o sac-
co ; na ra do Rangel, armszcoi da porta
larga n. 65.
Vendem-se dous escravos, sendo um
moleque de 16 annos e do boa figura, e urna
e^rava ainda moca, com principios do hahi-
li lades, e principalmente para tratar de
enancas; na ra do Quemado, loja de fer-
ragens n. H,
Vende-se umakarna<;ao toda de ama-
relio e envidracada, propria para qualquer Cocliinilhos delinlio de cores,
estabelecimenlo ; na ra do Kangel n. 20. : .Macella.
Vende-se castanhas mnito novas a 200
rs. a libra : na ra Nova n 71.
Vende-se um terreno no lugar da Baixa
verde da Cupunga, com 6i palmos de lar-
gura, e fundos at cncostar a camlioia e
niangues, por commodo proco : quem pre-
tender dirija-se ao becco do Sarapatel n. 13
y Cartas fnebres. O
Vendcm-se na ra Nova n. 61, boas S
0 cartas para convite de enierros litho- f'\
i graphadas no sentido moderno do i*
i Kio de Janeiro. -"
?Saceos Com superior fa-
milia-,
Vende Antonio Luiz deOlivciru Azcvcdo,
r.o seu armazem, ra d.o Vigaiio n. 22.
Tasso Irmfos avisam aos sena freguezes,
que o ultimo cirreganienlo d Trieste da marca SSSF raminbo se vene
nicamente em seus armazers, sondo tam-
bem existo o melbor e mais completo sor-
timento de farinha de tliclimond, Philadcl-
pliia, Ohioe Bsltimore, tan'.o extras como
supe: finas.
Na ri>a larga do Uosario n. *8, padaria
do Sr. Bornar io, vende-so leitc de vacca
puroa3"2oa garrafa, atianc/-se DSo levar
oinga d'agua ; pois as folhas silo roa-ctlidas
fechadas com cadeados e all abertas ; assim
as pessoas que quizerem pod*m experimen-
tar que h3o de ser bera servidas.
Vendem-se saceos com milho do mili-
to boa qualidade, farinha de mandioca. T-
relo de Lisboa, gomma do Aracaly, sapatos,
cera de carnauba e palha, tudo por menos
que em outra qualquer parlo : na ra es-
trella do Itosario, armazem n. 29.
27 Rui Di CRUZ 27
Armazem (1(3 Almeida Go-
mes, Alves & C.
Vende-se :
Toalhns de linlio para mesa e raaos.
Encbadat de ferro, do Porto.
Rclo^ios. !
Vendcm-se relogios do patente ingle em i
casa de arkwrigbt Tuckniss & c. ra da
Cruz n. 1S.
Vende-se superior liuha de algo.'ao Ge
brancas e do cores, em novello, para costu-
ra : em casa de Soutliall, Mellar & C, ra
do Torres n. 3o:
pi -IV: (Sf) obreiro
oh applicacao da ragua, da esquadra e
do compacoa' solucodo problemas
cmetela ; vende-se por CO rs. na
(i e S do praca. da Indepeu-
Ra do Crespo
iO.
Condal ves Maveira'vn-
Na
11
loja de
vrana d.
dencia.
piara
Carros.
JRua do Crespo
n. 10.
Na loja de Jos Concalvcs Malveira ven-
dem-se collcles de fu-ano de cores surtidos
cm tamaitos a 3:000, chitas francezas Gnas
de bonitos padres a 280, 300, 320, 360 e 400
rs. o covado, cassas coloridas, bonitos desc-
nhos a 500, 600, 700 e 800 rs. a vara, bare-
ge colorido 600 rs. o covado.scdinhas mia-
das a 19200, e lavradas do ultimo gosto a
1300 o covado, cortes de in liana de ISa
com 3 babados, lindos e modcinos desenos
a 79500, e ditos sem babados com 10 1|2 co-
vadus e largura do vara a 8o o corte, e ou-
t.ras muitas fazendas de gosto, que se ven-
dem barato, e se mostrarSo aos compra-
dores.
Chapeos de feltro.
Calcado do Aracatj .
' 27 RA DA CRUZ 27
Armazem de Almera Go-
mes, Alves & C.
Vende-se:
Vinho de champagne em cestos.
Licores em eaixas pequeas.
Marrasijuino em ditas,
.'i/.i'ite doce refinado em ditas.
Mostarda fina parauso de mesa.
Urna pccmiirli-i.
Cortes do seda de littras de superior 5
q qualidade. com 16 covados cada corte, q
K pelo biratissimo prego do 20? : na ra
JiJ do Queimado n. 6, loja do A. liezer- g
Sf ra de M. l.yra. s
6*ei3 SI5SSSS
Vende-se urna collecco das Lela dos
Imperio do Brasil,.de 1856, nova o muito
bem encaderna Ja : na prac da Indepeu Jen-
cia n. 4.
Iustrac$o
>iosa,
on resumn do novoovelholestamento: ven-
de-sea ljOOO na livraria ns. 6 e 8 na praca
da Independencia.
Calvas
moral e re i
1$ LOTE, AKTIU II & C. ($.
% Rut do Qnefmado u. 10&
A Palils de casemira o panno de di- &
Vendom-se na loja da rus Nova n. 20, sal-
vas re metal do principe. ;om o finido de
charao, muilo bonitas, torios de bandejas
?f* J>| muilo fins, imitando clmrSo ; e tamben
vende avulso apparelhos do metr.l do princi-
po para almoco, muito i nos, o tambero
mais ordinarios, tem bule o cafeteira avulso,
tuo por proco commodo.
G. ADOLPHO BODRGBiOI.
Tem mis poneos de cairos de 'v rodas
grande* e pequeos muilo bous, com
bous arreios e vende por preco commodo
por tur urna viagem a azer, vende tam-
bem boas parellias ac cavados e cavallo
para cabrioiel : na ra Nova n. til.
- O primeirotomo das lographias polo
cornmendador Antonio Joaquim de Mello,
Obra !iler'sMiit?, ja auniiiiciada por este
Diario; vende-sa no de'aosito da ra de S
francisco n 6.
Vendem-se duas casas terreas, sendo
urna na Boa-Vista que rende 210:', o serve
para cstabelecinx-nlo e morada de familia ;
e outra em Santo Antonio que rende 16?
mensaes; os pretendenles dirijam-se ao
aterro da Boa Vista n. 76, que acharo com
quem traUr.
-Vcnle-sc na poveacao dos Afogados,
,., den- se 3 r i de meias \-. ~ii ei i< i -
preta, propri s para pessoas que padecem
de erysipella.
A DO CRESPO H. 1
Ka loja de Jos Goncalves Malveira ven-
dem-se Buperioi s camisas trancei
peiios, pannos e collariabus de linbo, o me-
lbor que ha no mercado.
nova lojsi
i"
i,
pateiitle ogez
Sleeliegadoi e acliam-o a venda ns vardadeira
e lipin eonbeciioiMlHai in^le/.es palenl : na raa
do Trapiche-Novo n. 12, armazem de fa/endas da
Ailarason lliiie,\ t.
i\Ta loja das seis
portas em frente do Li-
vramento
Fara acabar com algum resto de fa7endas
tem resolvido vender por menos do sou valoa
as seguintes : ISazinha para vestidos fazen-
da perfeita cora 5 palmos de largura a 400 o
covado, cortes de nscados trancazos a lc600
fazenda Tina, chitas encarnadinhas a 160 o
covado, riscado monstro bastante largo a
160, cambraias musselinas a 500 a var?.
corws de caso ..ira ingiera de cores escuras j afronte da matriz n. 17, urna easa com to 3vf'^ fX%mS^taTtarta'
. o.m i<,n.nc H.eo.t. inno nn_____ niihv r.mnmki <-hnm n;n..i-. ir.,i ios ou t w iii... nespaa pii.a.s Horda
% portas no ra ('.a Quei-
o n. 57,
Joaquim Rodrigues Tavares de Mello, na
sua nova loja de 4 portas na ra do Queima-
do n. 37, passandoo berro da CongregacSo,
s'.-i.lia de receber pelo i-ltimo vapor que cne-
gon ile Pranca, um rico sortimeuto de s I i-
das de baile do goslo milis rilo c-rno que tem
appareci.lo, e un completo sorlimeiilo de
Curie* de dita prela ....
Corleideceleleidediti i i ii..ndado
ae* preloi f raneezn moderno
(jravatai jirelas He eeliiu e gorgo-
i.io de varios eitios .
Ch pcoi de sol de seda para lio-
Bten e scnhoia .....
Hilo! i rd idoa para senhora .
Tiraa l-ordidus moiiu linas .
Colindas de raiiinraia linnladns
Paluda de iilpaka pela mullo l.ua,
ft>rrados .......
Goodolll de alpalcl prela e di co-
ros ..,....
Na loja do Pregalca, na ruadoQoeimailo, Paiusda alpaka prea .
lo becco o Peixe I-rito n. , con- l>i......i- argaalioi de edrai escuras
'"'"''' r-se o publico nm bello ftrradoi .......
-01'"'.....to ae fazendas por baratissimos ''""*''" "'i';ka rfe r'"ir"
ret0 Un. .1. (u.L'io asseliuados.e gan-
. lito muilo Ooo
. ; de ca- braia lisa
. diU muito lina a
(lila muito lina eom 10 varase
ma,s dita com K varas a
egui$a est
queiiiaudo
lila
Lretaolia de
ea do fr .
Dilu de lirim pardo i
linli. ,.......
Ricos corles de seda liranra a pe-
Kim. o mais loperior poMlvel .
.le lolidolde valias fa/en-
ca* de cassas .le quadros muito dai de eed para nienioai .
linas co 10 varas ecom altruns furos de Sarje braoea lavrada para vesiido,
cupim a 2/800, ea vraa300rs chales d< r'"^",0 ,V
merino borda loa em -las ni'.. ', Goraurta .1. seda branco.com rama-
!ii.. i; ., ., -. i.i l"">(J.s a ^vJlll, -em liranca, covadi...
illOli,o.i a.-,.hl.i-...: Ch.ly com liSUaS a Linios cues de venidos de dad'.
6/800. casemira preta muilo li,la a 5U0< edr. corla *
300. 8*600 e 39 o covado, panno azul pro- tiroadenaplei de cres, e brauco su-
prio para far.la de guarda nacional a -00 P"ir, covado
. --------------w---------------------- -- -- r<.|'i..|S ii.iu-rtw.i-, llllrtl. D
radas a ..-..' d, vestidos de seda ue cores com para as senboras nar um passeio atcao Ca- Saoi da Escocia iivndo para veatt-
tres babados a 309, ditos milito boa fazenda I !>o, pelo baratissimo prefo de 109 eada um do,eo .......
a 50#, ditos de grosdenaples multo eneorpal lencos brancoa com cercadura de cor a 120 '-"l|1'' " vesii.ios de cambraiade
a ?500, lencos de seda brancos c encarna- 1 lautos criminlos e bom quintal a tratar
na ra Bella n. 18.
Li ous,
Claudio Dubenx acaba de receber o nutro
carregamento do muas as mais bonitas que
so po.lcm desojar, c as vendo por mdico
prego: os pretendenlcs queiram-se dirigir
ao seu eserip'orio na ra da Cadcia deStnlo
Antonio 11. l.'i.
Ven te-se una escrava de nacSo, mica,
de muito boa conducta, e ptima para lodo
servico : na raa Di'cita n. 3
iva travessa do arsenal, rrmazem 11.
11. de JoS 1 Daptisla dos Santos Lobo,
so yenda um bom so'tmenlo do linguas
lo nio Grande, mnito novas, ebegadas uni-
versas cores de navos gosi.os e que
t9 vcnlprn-sq por rayoavol proco. f$t)
Aa
ra
N. M.
Kova
Loja de Tinoco arros & ('., vende-se soda
lavrada de cores a 19 o covado, luvas de pel-
lica a 9f| damasco oe seda a 1:800 o covado,
organdis lino a 800 rs. a vara, chales borda-
dos a vello lo de merino a 119, ditas mati-
zados com duas palmas a 109, ditos do ch<-
ly com urna 9, 13a para vestido com i 1|-'
palmos de largura a 400 rs. o covado, pecas
de er.mbraia branca com salmeas c con* 8
' iras a 19500, sedinhaa de quadros a 800 r
0 covado. saias bordadas a 3"\ 35500 o 4?,
1 iiapeos francezes a 69500, ditos de sol de
soda a 65500, c mui'as outias fazendas por
nenos prego do que era outra qualquer
parte.
/Va Joja o pe do arco de
S. Antonio.
(".hegou um completo sortimenlo de ren-
das e bicos da Ierra, que so vende por barato
preco ; assim como ricos lencos de labyrin-
tho de cambiaia do linbo, fronha s de laby-
rintlio, apparelhos de metal para brinque-
mos de meninos ; assim como um completo
sorlimento de sipatinhos, tanto de seda
nio de 13a, proprios pera baptisados de
nenios, manguitos oe todas as qualidades,
'oupas para meninos, de dive'sos gostos ;
nesta loja tem sempre um completo sorti-
menlo do fazendas finas do bom gosto e ven-
dem-se por menos do que em outra qual-
quer loja.
Charutos*
Em casa de I. Prapgei >v C. ra da
Cruz u.ll, tem continuadamente para
vender charutos da Babia, entre elle a
licm conhecldi marca Mifsisipe, assim
como continua estarca depositadas as
meihoret qua49adet da fabrica do Sr.
tiustavo Laportena Baha.
Livros cm
brancoo
c todas as dimcnses vendem-sc cm
casa de I. Praegeri C. ra da Cruz n. 11.
Calcado francez
ili calcado do atorro da
da viuvi nas Pereira &
dos a 800, meias para menino brancas e de
cores a 240.
Vendem-se no caes da alfan lega, ar-
mazem do Paula I., aes, os seguintes gene-
ros : baltas e ceblas, bacalbo de escama
a 128 a baruca.
la lo]
das seis portas
F.M FRENTE DO LIVRAMEHTo.
Pecs de cassas adamascadas com 6 varas a
13, lilas finas de salpico a 23 com 8 varas,
saias bordadas a l?-28i>, chitas escuras mo-
fadas a 120 o covado, rarloes re clcheles
francezes a 40, colletes do casemira prela
bordados a 16"0, luvas pretas do seda a
500 o par, chales prelos de la a U6OO1
Para luto.
lf Camislnhas, manguitos e golliohas
"? propiias para luto, e que se vendem K-J
'J3 P"1" barato prec>: na loja de Leilo, {j
A Arlhur & C. ra do Qieimado n. 10. *.
:Oo:y.:~.:.: o.::o.
Ka ruaDireita n.8S, segundo aniar,
vende-se urna divisao de escriptorio e vene-
sianas.
Vendcm-se as bombas de japy pro-
pri as para cacimba, tanques, repuxostc:
na raa do Torres escriptorio n. 14.
Vendem-se [superiores selns para
criados c por preco arteiramente barato :
na raa do Torres escriptorio n. 1'i.
'arfaba de man-
iim
las muito lioi s a -.'-, ditas lisas t 1/200, ditas
para hornera IpSOO, mantas de lile muil 1
linas a 99, 123 e 169, bord das velludo,
en le i tes para cabera Je senhora dos
um, organ rdSo a 86ocova-|c,Sbrl-,>ort*do,M
do.cambrai s a 440 vara, dita
mais lina a 600 rs., chitas Francezas de to-
das as qualidades escuras o claras a 240,
360,280 e 300 rs. o covado.pecas de brela.iha
1 58500
69000
" Tjju

IjCOO
-
). 590Q0
IcOOO
7 69000
I 59500
b 45500
^ 45000
9
>. ;0IX)
tjsoo
309000
>5000
19COO
IsfiOO
IjlUO
i> 1JI00
IjOOO
9
o>
g l\C
1 ra doGolIegio
PalcBrandy de ptima qualidade, a$-
suncomo ar;oardcnte de Franca em bar-
ris de qnarto, em casa de I. Pracjer d ('..
jFrinha de mandioca,
a melbor que ha no mercado ; vende-se no
Recite, armazem da ra da Cruz n. 13.
Cavallo
Vende-se um ptimo ca-
vallo que serve para Bella
e para cabriolet; a tratar
11 21
pr i metro andar, ou eom
Augusto Fischer na ra
da Cada Nova cochen,
A t te 1 rao.
Vende-se superior farinba de mandioca, e
mais barato do que em outra psiie : na ra
do ijueimado, luja do ferragens n. 14.
Vendem-se excellorites uvas musca-
tcl : na taberna da esquina que entra para a
camboa do (armo n. '16.
C hriolet...
Vende-se um bom cabriolet de coberta :
na ra Nova n. 61.
L0TERI1
Acbam-se a venda no aterro da Uoa-Vista,
loja n. 06 A, bilhetes nteiros e mcios da lo-
tera que corro sal.liado ; os freguezes ac'.sa-
rao truca para sedulas.
Vendc-se una exc -lenle mulata com
urna ca de 6 mezes, mui luzida, tem mui-
to e bom leite, e b ptima ama de casa ;
tambera so vi-nde urna liltia da BMsma mu-
lata, a qual tem H annos, he muilo bonita
e propria para mue-ima ; na ra da Praia.
casa de Alesandrc Jos da Rosa.
Na anliga loja
Boa-Vista n. 14,
Pinto, temlm grande sortimenlo de cal;a- muito
dos que receberam pelo ultimo navio fran-
cez Adelle, dos r, elliores fabricantes de
l'aris coa.osejam borzeguins, sapatoes com
borracha c com litas para homem, sapatos
de lustro e le bezerro para rapaz, borze-
guins para senhora e para meninas, assim
como o bcra conhecido calcada de Nantes,
lano borzeguins como sapatoes de vaqueta
de lustre, o de bezerro de sola grossa para
hornera, proprios para invern, tudo por
prego commodo, a dinheiro vista.
Ven iem-se por commodo prego os se-
guintes objectos. proprios | ara aquelles que
se applicam aos estados las scieucias na-
tura ,-s :
t.' I'm microscopio, cuja potencia mostra
nerfeitamente os glbulos do sangue o do
leite, completamente preparado, e com va-
rias Importantes amostras.
2.- 6C0 amostras eseolhidas do mineralo-
ga o geologa, com urna boa caixa para
guarda-las.
3." Urna boa caixa de reagoates chimlcos
com os competentes copos para analyscs-e
alguns outios objectos.
4.- Umcosmorama com bellas vistas das
principaes cidades da Europa : a tratar na
botica de Luiz Pedro das >eves.
ESCRAVOS.
Vendem-se escravos de ambos os sexos: no
oscriptorio de llraga & Aniunes, ra da Ma-
dre de lieos n. 3, i.rimeiro aniar.
BOMBAS.
Yeudem-?e bombas japy de varios tama-
nhos, com evos e mais perlences; no ater-
ro da lioa-Visti 11 6.
O BUDGET
_________iu
JavBaTR.^se, ^iB BTM"w
Acaba de ebegar de Pars LE IIII)-
f-1 DL UK.VSIL OU BECIIERCUES SI It
LES RESSOURCES DE CET EMPIRE,
DANS LEURS RAPPORTS AVEC LES IN-
EUROPEENS :i COMMERCE
E UE L'EMIGRATIOX, pelo conde Au-
gusto Vander Straten-Pontliaz, 5 volumei
em 8.- lame/., cora diversas cartas e re-
tratos das principaes personagens e pro-
vincias do imperio. Esta obra be a que
maisconvem aos senhore acadmicos do
quintoarmoda Faculdade dedireito, pelo
1 bem que detenvolve (odas as qnestoes do
dircito administrativo. Vende-se na li-
vraiia ns. (i e 8 da Praca da Independen-
cia por IO.S0O.
ac carnau-
nio ' e s ecos tic
Iqfi ir copulado.
No armazem de Rosas , [pmao, no
r
becco da Madre de Dos tem para vende
boa e superior arinb
grande por preco muilo mdico.

s ntes que fe acabe.
Na nova loja do sobrao amarcllo. na ra
do Crespo n. 14, acaba-se de receber um op-
ii.ro sortimenlo de fazendas em direitura,
comosejam: eassas com lislraa aasetinadaa
a i"H rs. o ovad", padrOes os maia moler-
nos que tem apparecido nesta genero, ten-
eos do ctmbraia de linbo bordados para naf-
ras a 6- cida um, ditos do bretanha com
cercaduras de e.r a 9}a00 a dozia, meias de
cor para lioni1 111 a 1-600 a duzia, chales de
merino de cares a 43500, meias casemiras
pioprias para palils a 800 rs. o covado, cor-
les de colletes do velludo os mais ricos e
modernos a 8?, tapetes ricos para sof a 139,
colchas de fustao para cama a 5;300, e ou-
tras muitas fazendas de bom gosto, queso
venderSo por m nos qua era quslqiioT ou-
tra parte ; a vista faz fe.
mmente,
comrajdo.
VenJe-se na ra da Cadeia do Re-
cite n. 7, loja de Antonio Lopes Pereira
:'> i C muito boa cera de carnau-
ultimamente do Aracaty pelo
preco de I Ojeada nina arroDaa dinheiro
a vista : na mesmrj loja lia um completo
sortimento de eaixas com chapeos de
ieltro ja bem conhecidos nota praca
chegados ltimamente do itio de Janeiro
da fabrica dejse de Carvalho Pinto di
Companhia.

-,. ...

.. ' -"-
Labossolalos da Russia, Cai-
ro e Munilha.
Lonas da Russia, brins e brin-
z-'.es.
Cobree metal pura lorio com
pregos.
Oleo de"
as.
Estanho cm barrinhas, Bar- (
rilhn.
Vinhos finos do Moselle e Joan-
;:.. nisberg espumoso, c de Brdeme
$$ cm quurtolas.
C. J. ASILEV & C.
modernas que lem apparecido a 1-2?, novos do rolo com 10 -, mussulina bran-
pad oes de seda e algodfio j.;.ra vestidos pelo ra fina a 300 rs. o covado, ditas de cores de
barato proco de 640 o covado, muitas mais lindos na.'ices a 320 e :5G:i o covado,cobar-
razendasque 11.10be ossiveiaqni lazermen- gos, razenda de cores, muilo propria para
cao de tudo. Este novo cstabeiecimenlo se caaaveques desenbotaa 600 rs o covado
propoea vendei mais cm conta do que ea vestidos de larlaUna de lindos padrOescom
nutra qualquer parte, so afim de se acredi- Id evades a4? cada um.laazlnhas decore-
tar e idauei ir boa frecuezia. curas e claras de lindos .padrees a $20 e
ROnirairtae 1. ni ] Mp covado, manUs de ril uo linho do
-'''''s llOnXrlU.S. melhoigostopossivela 143 cada urna, caf-
Vende-se muilo bonito sortimento dees- melina, fazenda nova, p -ISazinha
2 canos tronxadas, finas c vado, c ales el izinha com lin-
di- as barras a 2a cada um, riscados francezes
le novos issetnados a asq, ditos
nos a 320, corles de meias casemir> a
le iln lissimos gostos a ---cada um, casemi-
ras entestadas de mras mescladas o
1;..!.! a 2/-2110, corles de case-
mira de superiorquali ade a o?, 5$50o e (13
1, l. m de puro linho de lindos pa-
drees a 19400 a vara, ditos pretos proprios
para lutoa I960O, corles debrim e lindos
3 a 28400 e 29600 cada um, camisas
i .'.- lili ip superior qualidade a
cada orna, cortes de riscado francez
de lindos padri 1 392 10 ca 1 aro, lieos
peles para sata a 39800 cada nm, madapo-
,:* de todas as quahdad e 1 eos baratos.
s quaes se vciideni por preco ' " '' 'ambem le cano tronzada, di-
tass m ser tronxadas muito finas, vendem-
se 1 imb im es .olctas 1 ara as rnesmas a nova
iiiv-- ,<-;-"... tu lo po preQO muito commodo :
na ra Nova n 9
*- : *
-
Ns ni o, aova loja de quatro
is n. 37, 1 < aiidi : 1 eco la :, 11
. 1 :onti i;, um ^' an le sorti-
mento de f.'/ii menos pn co que lie
possivel, romo ab .ixo se vera notado
Panno One d efo, o
. 1 dito, covado
Dito dito dito, cova 'o
Dito diti ado
i;i. dito dito muito superior, covado
Cortes de casemira lina
ra c cores escuras e claras,
cova. 1.1
Ditas enfesta las, covado
Palitos de pai no e casemira
Ditos de casemu a
3,500
4 500
5.500
6,8 o
8,000
6,500
inbaca c Velassteari-.} falcasdecase ira
rgurSo de seda, finos
2,000
3,500
25.000
18,000
10,000
-...'
coC
bmcasa de ITenry Brunn & C. ra
da Cruz b. 10 vende-sc :
Cemento romano.
Cognac em eaixas de 1 duzia.
Ca deiras de vime.
1 ni grande sortimento de tocadores.
Retratos aolcopara sula de jantar.
Kspelhocom moldura.
111
10>
Pianos dos me
burgo.
hores fabricados cm i.'am-

% dosa 7^fOOO.
^ Ven lem-sa vestidos docambraia de .'_.
g" cor tina eom tres o quat-o ord-ns de js
"?3 hados pelo barato prego de 7uuo : O
!.'- -i 1 da na do Queimado !l. 10
Superior fari-
casadeRabeSchmottau &Companiiii,
rna da Cadeian. 37, veudem-seeleganw
Pianos do afamadofab itann Trauinann
tu liauibur.uo

CAIISSO
i
A bordo da Raropeira Estrella d'Alva existe
um resto dsU superior farinha, para aca-
bar vendc-se por barato preco: trata-se
com Antonio Luiz de Oliveira AZevedo, no
seu escritorio, ra da Cruz n. I.
ba e sebo refinado.
Domingos ft. Anlrade & C, com deposito
no largo da Assembla n. 9. fazera scientes
aos Srs. fabricantes de velis, e a quem mais
interessar possa, que estilo rasolvidos a
vender tanto um como outro artigo por me-
nos preco que em outra qualquer parte,
alem do que deixam escolher tanto sacco sados superiores a 30 : nos quatro Cantos
Prcas deesmbraia do linbo com7jirds
la 1 ees por c>, pegas deailissia de linho
eom 30 varas por 189 a pega, lencos de cam-
braia de hubo pai-a m3o a ir ra a duzia,
ditos linos a 59 rs.a duzia, guardanapos .k
liaba para mesa a 29400 rs, a duzia, atoa-
Ihado cdaniaM-ado para mesa a 1940Ors a
vara, lindos cortes de ISa com 16 covados
cada ccrti\ padres miudinhos muito lindos
para vestidos a 6/ rs. cada corte, cassas
francezas decores a 400 rs. a vara, lindas
fazendas de 13a e seda deduts larguras, de-
nominada duqueza, par vestidos a 1- o co-
vado, sabidas de baile de merino as mais
linlas que tem vindo ao mercado por 209,
capinhas de merino aban ladas de pelucia a
I67 cada urca, ricos chales de toniuim
branco a 22? cada um, ditos de cores aiali-
NA FUNi)ig.AO DE FERRO 1)0 ENGE-
N H i: IH O DA VID VV. B <) W U A N .
RA DOBRUM, PASSANDOO ,l;,-
FARIZ.
ha sempre um grande sortimento dos se-
guintes objectos de mecanismos proj
para engenbos, a saber: moer.il> em
Dioendas la mais moderna consirticcn : ta-
ebasde terrofundido e batido, de superior
qua.idade e do lodos os lmannos ; rodas
dentadas para agua ou animaos, de todas ns
proporcOas; crivos o bocea de torna Iba e
registros Je boeiro,a;,-uill-.rjes, bronzee, pa- vista ra fe.
rarusos e cavilhOes, 1 .oinbos de mandioca,
etc. etc.
NA MS'MA FUNDICA'O,
eeulam toaas asencommendas
supenoridade ja cobhecidi com a
presteza e com odidade cm treso.
Cortea de vesti los de seda prelos co
I. .1 los . 55 60 709, 809 e
1 Bsas francezas, finas, rara
va 1
Mussulinas, covado
Mpaca pela, evado
llita dita, cova lo
1, covado
Chapeos francezes finos
Ditos ditos ditos
Grosdenaples reto, covado wooa
(.ni tes do velludo para col lele!
Ditos de dito para ditos
s franc v
i m
Ditos de lito lisos
I2a a
Mantas pretas de Qlde 99a
Sedas brai a ires
(^liitns frano zas, cova lo
Pocas de ca .-,, diversospre-
(OS. r -
o cdo versasqva-
li 11 des.
; i'is de linho de coms, vara
Ditos de dito miudinhos
Grvalas de cores e retes finss.
Aberlur. s.Je camisas francezas
Gangas de cor para palito colea,
covido s '
Riscado francez fino, covado
riin de linho branco lino, vara
Cortes deba rege, pt lifl s novos
lindinas de se la, cova o
Gazes !c 13 c sed', e> vado
pitos ii ms iretle, eo
Lencos boria los muito linos
torios de gorgurao de seda para col-
letes
-'- ; finos
Golhnhas 1 , 600 e
15200,
W-,(1, !( I, 53200, 5*8000 fi OJIO
1 con,i! 'o sortimento de fa-
- ;' e sedas, sarjas, linas, la-
''' ia llsi ludo por 1 -, qU
incI aqui menciona-las lo las; a
Chitas de 1 indos gastos de 160 aie -J'-.O, alpa-
- de todas as qualidades e por ba-
'atissimos preeos", gangas mescladas a 520 o
cova i>, 1 iscadoa de linho d lindos padies
: alidadea200 rs oc vado, vel-
e todas as cores e superior quali-
,1 75 o cova lo, grosdenaples de Un-
rtissimas cores e supenor qualidade, pelo
baratissimo preco de 19900 o covado, cam-
brai sde ci res de liu lissimos gostos e o
lado
organdia iimii-nd^,evado
Cmm rrioeeui final .ie ft.vura .
Unls francriat de cors,covdo .
II1I1K diia, covaito ....
Klseado Irancez de qoadroi e hilas,'
COVWll'J,
5l!""il'-a llrilln uliidia hranca, ramam lar-
^n,rovailo .
l'ukein.s de rehurto, fr'oco a'fil '.
Popelina de teda com Dures ina(ia-
ddS, oavildo .
Ilaiee de seda com quadros c lisias
covado ......
Scdtl de qiiadrinh n e liMas.cnv'ail
Garaorlo de seda de llores, de lindos
padrote, covedo .....
Maorilania de seda com 1 i\-2 palmos
ue laruura, covado ....
Trinitrina de seda Iraospareulc,
covauo .......
C ale de merina com franjado 13a
lulo 1I0 dil.i com franja de soda .
Diles de tlilo clilo coro dila de seda e
lilla..........
Dilu tlos bordados 1 ,rda
Diloi 1,no .Jno em -2 ponas. .
i.ilus .iilo dilo a velludo ,
Dtloi de seda de cora, soperiores.
Len< idocambflia finos com laba-
i>nlo .........
Lovai de seda de cores, lisas e lior-
dadM pata senhora .*
Grvalas de selim de r.r e prelas ,
rompriilM .......
PilHOd. o beeeo da Conurt'ga'flo.' do lado dTreilo
a quana leja ele Ires ponas coin rollasLraucas. n.
40 u.i-ie amoslras com ninhor
Escravos bara-
tos ,
Von!em-se2crioulasda 16 anuos, 1 dita
de 12 anuos, 1 mulata escura, cabellos ca-
rapinbos, 18 annos, 1 molonao da 20andos


r.'o
yin
15100
fHOO
C">0
o *eo0
15500
5900
53000
(..MHI0
75000
H5J0O
11 11511011
I.V-0OI)
/
15200
I
I
9l)()
8,000
2,600
8, 00
10,000
2,400
'.
16,000
12,000
2,000
280
I 2
-ion
80
260
I.200
7,500
800
I
64II
uo
4,0"0
JO,non
2,500
e so da o amostras coc iniihor.
baralissiinosprecos, soas que anda nao leram.
r,
I
a 4a.
iti eontlnu'sahaver
1 ipleto sortimento de moendase
;enbo,macl h
ixasdefi rro I 1 i-oado de
lanbosparadito.
Vendem-se muito em conta sapatos do
ily, ara litar contas bam como obras
1 byrintbo, bicos, rendas etc.: na ra
da C, liia do l'.ecife primeiru andar n, Go.
Ii.s e rtBleffi
ElLlNSeRELOGIOS d eptenle
Ingles
Retira
mas se a lerem
nao de arliar graca, a qual he -- a Obra do
lluinem Sensivel, on a C.Ja;iIo do llomem.
pechiiicha
heii igual.
Pecas de cambraia de linho com 7 jardas a
53OOO, cambrias de cores francezas a 240 o
"vado, lencos brancos eom barra para me-
nino a 1U0 rs e 1/200 a duzia, tapetes para
sula, de bom j.-0-tn a 7#, completo sdrtia n-
l-> de palitos de alpaca prelos o de cores,
gola de seda a *, uitos mais finos, ditos de
panno pelo e de cutes, franeetes, ditos de
Casemira, ditos destin setim, ditos de
brlm pardo e brancos de diveis.s qualida-
des, francezes, camisas francesas muito ti-
nas brancas e de cores a 2?, calcas de case-
a venda no nrmazan de ir'"'a *lc liia a I O*, e outrus L.uitas fazendas,
Itnnker .- Companhia, es-1 por piceas comnirflos; nos quatro cantos
quin;. 1.1 largo do Corpo Sanionu- la ra do Oueimaao n. 18 A, esauina auc
mero 58. --
tttn lo Crispo s 12.
Vnde-se alcatifa muilo larga, e propria
- \
(i (5
car-
is uba
STIPRIH ,\ r i Ven lo-so cera de carnauba -ic ;
EX a L.., anqueiroscne- qualidade:
D ra da Cadeia loRecife, loja
n. Mi, esquina dcfronle da ra da Ha
Vende-sc fumo em folha, e charutos
!e superiores qualidades, cln gados lecente-
mente da Babia, por menos t>rcqo do que
em oulra qualquer arle! na ra da Cruz
do ltccire ii i?., | rimeiro an
'ACIIASI'AKA :iO
na
riz
ment de
do,
ta
na do Bi um, passando i :
continuaa liave umeompletosorli-
chas d el erro fundido e bati-
, i ;
como barrica no completo sortimento que
presentemente tem.
Toqwm
a 15600 a pello e 175 a duzia, fazenda sem
defeito c boa qualidade : na ra Direita n 45.
Liouro lie
da ra do (jucimado,
relio n. 2,
loja do sobrado ama-
rdtagio* de pa-
marca cstcllo muito gran lo a 47 a r.cilo : na
ra Direita n. .1.
inglezcsdeouro,desabnetee devidro:
vendem-se a precorazoavel, em cusa tic
Augusto Cesar de Abren, na ruada Ca-
deiado Recife. armazem n. 56.
S.
gociantes, estabelecidos lia nruitos a
em Londres, tecm a satisfacan le par- &'s-
l'cipara seusjeorrespondentes e ao publi-
co, que acabam de fundar casas liaes
nos |>ii cipacs porlos e distritos manu-
tactureirosde Franqa, Alemanha, Blgi-
ca e llollanda, conservando alead
suas propriat casas anteriormente estabe-
lecidas nas cidades mais importantes, e
poitosinaiscomiiicrciai silaGia-IIit i.irlia,
e estao em posicaode oii'ercccr grandes
vaniajcns aspessoasquepossam necesitar,
assmiem Londres como em outro qual-
quer ])onto da Europa, de urna casa para
compra ou venda de artigo*, bem como
para os negocios de ti-nnsaccSo de crdito
> banco dequalqtn r genero.
As pessoas quenaoforemeonhecidasdos
annunciantesdeveiaoacompenliarua*or- Gloria q eren e II I n nsaes : a ti
itens cora os finidos necessarios para sua rul!" l;" U -Vista n. 62,
eveiicci.o ; (cando entendidas que os an- I
mincianics nao leem dilhculdadeem ; antar 7 0|() sobre os gneros recebiilos
antesde sua venda.
Os preeos corren tes c mais nform
commeiciaes, que forem pedidas, si
u i a igreja a 2OOOo covado.
Vi nde-se um cavallo Iodo prclo, gran-
vo, bom an ador e sem acha-
por proco commodo: no aierro da
, loja n. 48, -o dir quem vende, e
Ode ser visto dito Cay Iln.
Vende-se um i mnito forte,
eoberto e em bom estado : a trotar na bo'.i-
Luiz Pe Iro das Neves.

... ..
A'lv i;:i<. O
Kissel, rcb'joeiro Irancez, vende @
relogios de ouro e praia, concerta
relogios,joiaso msica, ja aqui he
conhecl lo ba muitos onos,bsbits no
pateo da Hospital n. 17.
vira para o Itosario
Vunde-se na Solodade, ra de Joiio
Fernandos Vieira, casa grande, um excellen-
te ejeravo, e por commodo prego.
Na taberna n. 18 da ru da Roda ven-
dem-sc velas do composiQao o sem ella a 12,
13, 1 e 15/000 ; c faz-se lambem de encom-
men la, de todos os lmannos e qualidades,
i coiiforcie o gosto do freguez.
Vendem-se 2 diccionarios de ftoqui t
seca, ambos novos ; D. JoRo de Castro,
selecta pntugueza e Paulo Vhginia : na tra-
ve.-sa da malln n. t4?8fguodo andar.
- Vende-se um bora cavallo por prego
commodo ; no rateo do Tergo n. 40.
'.-
-:'

?*


o^
No sobrade
v lio a ra dt Cresp
II. 5 4,
tos franeOies,
forma
"o (orna litas de casemira de
cor, viu las u 11 de 1' ris a ti -. col-
let < f rurSo borlados a
alpaca i pn ios a 6*", ditos de
uatundiodo de Ierro deD. W.Bowman le cores i tela de co-
Kiigio no dia 3 de abril do correnlo
anno una esrrava de nacSo Costa, bastante
alta, tientes prxndesecangulados, urna ven-
ta lurada, c m coraes, bracos grossos, rom
urna rrgola de leto e outra de busio, ps
b.-si'initj chatos e grandes, cannelas compri-
das com urna msrc* de r?ri,la, levou vestido
de Chita ailado, roupiutio j velho, sia
ireta de chita: pede-se as autoridades po-
liciaca ou quem encotra-la, queira trazer
no becco do Veras n. 20, que serS? recom-
pensados.
::::;c;};:;-vi
;* i;
x*? x. <*"
'ES.
Kua Kova n. 27, esquina iraboa tio Carmo,
nico deposito de Carlos! clieel & vV.
senhoflT.
Nestebom conhecido cshcloeircento sempre achar-sc-ha os mais ricos, lindos fortes
e bellos pianos at boje ci nn ledos dos sismados fab ica
Carlos cheel ev \V. ^assenli
osquaes tem sido muitas vezes pre ais los mis ex osicrJes da Europa.e ns prlmeiros sendo
solhi los pelo joven Arth So, para se,o concertos quando se schoa nests ci I de.
.riidu n-s. estes pi*i os debis > de to la garanta, iili meando mise mu larem, c o
todos os mms que teai vin lo a este m ire.do, sendo a conslriicgan a mais moderna o for-
lissima, ten o o teclados elasticidade desejada, e o exterior a maior elegancia.
fia mesma casa conct rta-se e alina-se coui perfei^o os mesmos instrumentos.
enviadasgratuitaraentc, salvo o porte do
correio, podendo dirigir-se aoiannunci-
.i 11 ni >s ue nica, as qua es
ecliamavenda ; 01 precocommodotcom
promptid i c, m-si ou carregam-
| c irrosem despezst* aocomprador
--- Vonle-se urna redo^para viveiro ou
a?u le.em |0j l|l)V., ( Dem ,.|la Il0
largo do Pilar n. 13.
- '' ": le- iporl vjoo um e-.sa na ra d^
i uw iwdii'iug ujB-risia u. o.
Qom toqsiedc
van
, e outras mi tas i
v".i em i ni- mt i mi n >s do quo ci.
a qu Iquer parte.
out-
I 1 irCJ .:},
1 tes i i larga rom II .
ra ..i- 23 e 35300 pee de algo li
dem -
so na i i .: i i.. .., loja i< esquina qu<
< da.
Vel
Ven li -se esta a
parecido i ara ling
:>!clo : na livraria universal ra do Colleg
antes.
f-iia
guaa melbor que tem ap- v poiicSo om cai-
ir o cabello e sussas di **sde a5 libras, a pircos toinmodos;n
. da-sejunto uo impresso gratis ensi-
nando ii forma deapplicar.
da Cruz n. 9,
ogsos.
laltdaos.
BENRIOCEftSAKTOS
to,
una as
FCftAIDt
ai
ratut
5
9$ de gra-
(cacao r
rO DE FAZENDAS l'Itli-
i -- I ItUI'KIA.-i I a; '), \H!.;,.\[.\, RE-
1 li-1. I LT1 10
.NAVIO FRANCfcZ.
(irtud lo cncorado de
ti lo dio lavradi......
IIKK'.III
i'ir.i lieipaiibola
Grai itoal Da '' '' ' Pr-
prUedecoMpra*eal
, toca -res para cun rbva.lo
I ; na i u .'- re una .le
n. 0. i( .ir i.iui.d, preti i I i
'' .... .
- .
da se pn ih da pi para
aenh ru .
I,ma de teda prela do i, i -
qu^li u e-. para iinhora e '"'-
ii .'in ........
P.no (.reto mullo liu i.prova de li-
outra par- e Liverpool, vindosi pelo ultimei piquete I caHemb-l* preto ita de .' .'
lujan. 50, mgl z: emeasa de aoulhall Mellor & C I Lorie* da ommira prela da cor,
derruido la ra da Madre de lieos. I ra o Torres n. 38. 1 j, .......
>s mclli" -esre teii
loz, w ndem- ;. i ves n(,
escriptorio do ag uto Oliveira,ra da Ca-
Joiado Kecifen.62. irimeiro andar.
! .
; -i
Vendem-se barris ron
boa. o ni-nos pri-ca que
t- : na tu da C ideia do liceif
>'.Nl)'M


C

deLis-
eobertos e descohertos, pequeos o gran-
les, 'i n patenli i lez, pa ra hoi.
n Ihores fabricantes
i 2f00
-tH i'-iiiio
i g 39800
'.'>OU0 l 100
u I-si Kl
730
600 I
-
79500
^;0(,'U > IfjOtl
m
:
: -.
Fugio ha qunsi tres Dezcs, do so- S
, tirado-r.'nie ,la Mu-.-dalena um es-
crayo erioulo de nome Cosme' co
simunes seguintes : bem preto, de O
itatu.-a regular, mSos bem fetas t$
orem grossas, pCs um ( ouco toitoa, sa
0 nariz grosso e achatado, parece 2.
. que ltimamente pr-rdeu um denle *
la frente, representa ter 20 anuos, 0
.mnito ladino, porque estove na f
Ina :s anuos, servindo a um eslu-
iite, lem a falla u pouco arras- j.
lula e grosss, anda quasi sempre do ?/f
; vagai : quem o aprehender leve-oao *J
li to sobrado d Magdalena ou no lie O
'. i;.- ese-ii.lnrin do major Hollar- i^
mino do Reg Bar "c, ra da Cadeia .'.
Iba i'. t8, primeiro andar, ou li- O
; nalmente n'osjjpgcnho Drua da r...
.. t, ..ii o i.iiianiia a viuva e filhos do a
t. neqte coran i sti noel Cunea de
i ira ie, quem perlence
- dito escravo.
Pesappsreceu no a 28 de marco do
con nteanno, um escravo Moctmbique, de
nome Cosr, idade, | cuco mais ou i onos,
e43annna, be carrero, um pouco h,ixo,
secco remas e bracos finos, res pequeos,
ehatii, bocea regular, alguma barba,
fuma i himbo, o qui 1 sempre o conduz no
ca, l ivou ea i isa de algodao bran-
co e cales e lito com lista i zul, ch ipeo da
couro ja v I o : esl asi i i a foi dos herdei-
Pereira (.encalves da Cunlu
1 lo p r tolo este r ato oal-
engenhos : quem o jegar rondiiza-o
a na do frapiebe n. 8, ca aun aoguata n.
!9, que geoel smenle sea gratificado;
desconbi -se estar acontado em alguma casa
ain p lo mato desde ja declara-se, que se
protesta eontra o >coutailor com rs penas
da le. r
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9 PERN. TYp. DE M. F. DE KAKI*,. igj|.

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