Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07969


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Full Text
r
\

^
ANNO XVXIY N. 9G.
Por 3 mezes adiantadoi 4$000.
Por 3 mezes vencidos 5$0C0.
QIARTA FEIRA 28 DE ABRIL DE 1838.
Por auno adianlado 15$000.
Porte franco pura o subscriptor^
ENCARREGADOS l>A Sl'BSCRIPCVO LO NORTE.
P.r.hiba, Sr. Joao Ho.dolpbo Borne.: Natal, o Senhnr An-
tonio Morque d8ila ; Araeatj, o Br. A. Jo Uanoi Braga;
Car, o Sr. I. Josde Oltveir : Maraohao, o 9r. Jos. Teueira
ila Mallo ; Fta^ir, o Sr. Joso>*oaquim Avellino : Par*, o Sa.
JuHioo J. Ramoi ; AmaSNaal Sr. Joronjmo da Coala.
l'ARUDA DOS COR REOS.
OHm1 lodo odtuta, s>a ai hars do di.
Ir>i.ir.i>>u\ i; .i.aun i- Para nlia na. !.- ;iin>l ,-* e se.la.-felrae.
'; Boana, Caraara', Altialin aGaraahaaa: aataraa-ralra*
S.ieo I ,,,reih, I.im.....r, Kreie,Pa.ftjeeira, la.aiea.
ra, orea, Ti i-Berta, ,. .Tina, Oa irj BsV, aaa a.aarta
SeriaMaaa, Ule l-'ora, ,. .. l',i,,, Barreiroa, Agaa-Pratai
Iraa a ftatai 7 ilajtaa-feiraa.
correoa parieni a., 10 auras ,1 a mantilla.
:To.iu -
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segunda, a quintal.
Rolac.io .' lerca fe iras a ubbadoa.
Fazenda : quartas a labbodo ai 10 hura.:
Juno do commercio: legunda ai 10 he ra quintil ao mel dia.
Dito de orphaoi: segundan e quintal ai 10 horas.
Prime ira vara do civel.- legunda a wxlaa ao meio dia.
Segunda rara do civel : qumlaie nbtadoi ao meio dia.
EPI1EMERIHES DO ME/. HE ABRIL.
6 Quirto mingn.nle ai 11 horai a 24 minutoi da manhaa.
13 La nova ai 8 borai e06 minutos da manlia.
20 Quarto crecente ios 7 minutos da tarda.
28 La cheia aoi 36 minutos da manlia.
I'HI.A.MAII DE MOJE.
Primeira as B horaa e 18 minutos da manhaa.
Segunda ai 5 borai a 42 minutos da tarde.
DAS da semana.
2C Segunda. S. Pe.lrode Ralis b. ; S. Cielo p. m.
27 Terca. S. Tertuliano b. ; S. Turibio are : S. Castor m.
28 (luana. S. Aganio, Afrodizio, Accacio e Valeria mm.
211 Quima. S. Pedro ra. : S. Terlulia v m. ; S. Secundino b. m.
;ki Sena. S. Catharino de Sena v. : s. Feregrioo eriita.
1 Sihbttdo. S. Felippe e Thiapo app. S. Scgismundu re.
2 Domingo. S. Mal.Ida rainha ; Ss. Viiidimal e Anaslacio mm.
ESI ARREGADOS DA Sl'BSCRIl'CA'O DO SIL.
Alagoas, o Sr. Claudino Falcan Dial; Babia, Sr. D. Duprad
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martini.
EM PERNAHBCCO.
O Proprletariodo DIARIO Manoel Figueirot da Firla, ni lu
livraria, (iraca da Independencia ni. S a 8.
PARTE OFFiCIAL
GOVERNO DA PBOV1NCUA.
Illm. e Etm. S'. A commissii nomeidi pira
emiltir o aeo juico acerca illa cansas da earestia do
g.aaro. alimenticio, e m ticar medidas leu lentes a
remedia le, depoi da haver lomado na l-vi la con-
siderativas infnrmacoes do jaite. d dir.ilo eca-
lia municipaes na provincia, qaa por V. E\c.
Ilie foram f,mecida, vm dar boje rumprimemo a
Mp nhoaa larefa d. que V. Etc. se eetv.o lobreear-
reca-la.
Bem que previamente reconHeoesse a e,immislo
qus o resultado do en Iraballio alo polis er lalis-
Iielnrio, j i' pala deficiencia ibioliti de d.idoa .ila-
liilicos aobre que goleas. oa)tr-ti-3vsa>i,l-rnenle.
, a dopla quesllo que a lodo pnoceupa,.em cujoesa- ramento. aR segundo creio. diz A. Smilli, lie o que liar a medida de acr.lo da cala urna dellaa, porque
me vai entrar a couimiaslo, per Iha nlo ler sido h- tern acontecida por loda parle.u alo romas eatas que parecen) escapar ao alcance do
cito evla-lo. Resulia poii destn breve demonslraclo qua ca- i observador o man ltenlo e penetrante ; e a com-
Piimeiramenl.' observa a commisao qaa a cares- bamos de dar, que a caresta progre lia dai lubitancias ahmenlieia.-. n?a he um plieno- ro alimenticio), des.lt muilo senlida no Brasil, he receio de parecer-ie cmn o eeltbre inaJico Silva da
mano particular a provincia de Peruambuco, am- om phenomeno econmico que se echa na ualuieza que falla Turnot, em suas cartas sobre n hberdade
bora se fac.a senlir aq'ii de um modo mus pronon- das cou ciado. Com etleilo, pela eommuiiieafAss da im- os paites. colar os efT-itos la sangra pala celendade e a quan-
i>reo-.i periodici, e in --oo or noticias parlicul.ares Alguns economistas parecer ver nelle ama necea-1 hdade do ssngue comparadas com o dimetro* e
sabe-la qaa a earestia dos vveres he um pliennme- sidaile ineioravel, um desuno fatal, que irremedia-I a forr;i contractiva das arterias a das veias, a qoe
naqiiiK lem maiiif-slailo por qoaii Indo o Brasil velmenie con 'iua a sociedade a' lome ; oulrus col- sein o saspailar, diz u sabio ministra da Lalt XVI,
desde os nlllmoa mo/.es da anni pateado para ca', e ( locan 1o-e do lado opposto, entendem que o devem apreaentava como resolv los, com um Irac/i de pe-
anlo rio lugarea da pro luce.lo eamo noa grandes, contestar absolutamente com medo da nrsarem o na, eem probleinis que leriam inutilmeule feito
mercados, gaaraladaa as praporeese distancia, lia prugresm e fa/.erem a Iheoria da miseria. Mas so o*) empalidecer loda su.i vida os Newton e os Ber-
claro poi}_, que un -eiiielliiiiitajaWsioineiio anda primeirus nao lem i .i/.l >. quanlo desionherem o noailli.
-que aggravado aqu nu all f+r circoliislancias es- poder da induatria a dn capital, a quem por lim vem Renuneian lo pois do boro grado a' pretenrlo de
peciaet, evo ter sido proiluzi lo por causas geraes. a perteucer o trturnphn, os segundos oflo se moslram ser lao comidata iieita parir, quinto fora para de-
Antes, porem, da cliegar a mi caosa, julga msis sabios, negando a realldade dos taetns, e op- ; ajar, a coinmissAo limiiar ehi inlic.ir as causas
o )a' pela inasina dilicui la.i inhereT r materia.
a qiml evclue por sua nalunv a urna solacio Isl coino co,"n""*o couvenienl- prini ipiar por estabeiccer pondo-se a evidencia de urna I I observada e sen- que se Ihe anlolh ir romo mata ipreciaveis e iiapnr-
ge'ralmeiile se descia, com lado entandeu ana falta- Ul" fc"' I"8 "au devo li:ar no olvido, porque po- lila por toda parte, anda que contra ella -Ja per- taotes, sem canitu lo donar de tocar em outras que,
. Ja aiall talla) il.a.na, i lili a.^liraa <| lil>lldt>l-i a> hnl.h a a a aa, tara, llllit A I al I a flinvi ******** 1 A h .v a .4^ amaHafe t t I a, 1 AavaL s ae r MaiialiaiiaajM 1 i an__________ a%- .
na a um grande devr cvico, i, a deaputn deslas
considerables, nao pagana o tribu i de suas Iracas
I neis, anulando ao governo em um aegoeio lio
interessante. e qna abrilo visto campo a' disciiis
do principios e I is f.cios, pare -e Bial dever ler de-
cidido si pela autoridade.
A caresta das substancias alim-nliciai, Rint. Sr.,
he urna das queslft. mus emb re isas e arriscada
qoe pol-m urgir no deursu da vid a dos puvoi : ha
urna das maores calamidides com que a Provi lencij
os p la alllgir.
Da todis as n"'i-i 11 le di In-n "11 a alimanlaclo
he a que primeira o mais univeraalmenle se fai -en
, de rcflaclir alguma lai aobre a materia, e pelo me- millido lular com soccesso. I.ongs de ser tal (acto
| nos fi&er corn qua nao se v-'ja na questao senao o encarado como um i calamidade publica deve pelo
qoe ella na sealid.ide conten. Ese fado lie a (en- coutrarin ser cotisi lerado, egundo a pbrase do gran-
dencia para a carealia nos gneros alimenticios de de meslre da sciencia econmica, como o precussor
pro luc;.i i do |iii/., lenleucii que dasla muitos an- ea consequencia necesaana da innor de todas aa
nos se ni ni! '-ts, anda qua lenlamanla e por de- uantagens, pois, alm de outras comas, indiaa segn-
grao, segundo a or lem natural das coosaa, a qnal ramenle que a popola*Sa do oaiz e n seo capital
so .le vez a m quan do lem sido alterada, corn i agora vAo-se apro&imaudo, relilivamente ao seo territorio
succede, pe:a acr;li de certas causas perturbadoras j da propinlo em qoe de ordinaria sn acham nos
E llover.1 nos admirar-nos ou alliigir-oos com ea- paizes civilisalo.
sa caresta prugres.iva das tuli lancias, qna desde Nem is pense qoe a al?a prngressiva no precn no-
muito se nota nu Bra.il ? I'.rece-nia q ie nao. minal dos didereules producios a que nos referimos
Sibe-se que os presos dis substancias alimenticia, seja o r iloil de om i degradarn no valor do dinhei-
llr : ha a qua se reno.a com mais frciuen.ia, e a ,b8,n co""', '" as oulraa cons... nao-Ai litado, i ro. N,lo, diz .Smith, ella he o elleilo de urna alia no
que manos lolera as dildcei ou a li.imenlo., porque *" "c,,s0 ou <"" e->P' '! < -'barda- t l're<;o re, I daases prodoclos. Elles virio a valer,
lie tiinhein a mus Intorioaa e a mm inlralavel Je ; ">* q-te elle se furm.in nece-sariamenle pela nao urna m.in,r sjmma -te ilmti-iro, porem urna i por consequencia a caresta eitranrdinaria que nos
- da subsisten-i Mlige, anida que como he fcil de er-se, nao le-
embira aacamiaiia, pirecem-lhe ter concurr lo
para aggravar a acr;a. das prim-ira*. E principaes julga a commissio deaeobri-lai:1., na
irregularidade e inconstancia .las eslac/i-s ;__>.*,
as epi lamia da fahre amarella e lo chilera qoe
assolaram ltimamente n paz;'!.", as gran le-
emprezas que se hilo nuca lo, bem como as o-ir.i I n
de trro ; i.", na alto preso do asiucar, cal e al
godlo n ii mercados eatrangetro, donde proveio om
maior desenvolvnneiilo na cultura desaea gneros
com prajuuo da lavonra qua produi a fannlu, os
g'Aos a legume*.
Taes silo com cITeito as causas geraes mais impor-
lantes, a cuja ace.io simultanea parece dever ser al-
tribui la i dnniouic.Vi ni prnduceilo dos vveres, e
Aquelle que ni, pole cla-ar ao preco de um ves- : ci'l''-P-'r*c,ao da lolalidade la procuras com a tolah- maior qu.anli.1ade de Irabalho c
luario, donineale.do ou masmo de um ap,sent "Je < Terla, ou, em oulms lermos, da somma cas do qee danles. Cmn cusa urna
alia a ae-atiafilo deat'i obelM pHrH ,,,,, ln ,j, uecessi lade eoan a.....un. da proluc.o
faviraveis ;
maior doae da
las uecessi ladea coma soinuia da pro lucro. Tai Irab.lho e de subsistencia* n fazc-los vir ao mercado
... ......... .>,.i .- .11,1.11, .ni, -un, -i,ii|. I.
avora.eis;a com quanlo seia bem penoso ,.|,r''>--ver.ldde. em sUa formula man simples a mais. por isso me.mu elles representara ou valem urna
lal vestido, and, r dcscale i ou passa. as ii.ule-ilesa- "mp'alionsival, a le que regula o preco de lodos maior qoaulila le quando ah lem ehegado.
brualo cao raanlo, om lulo podem-se soll'er os "ro<,uc- em todos ua lempos e lugares. Mas he fcnlretaaio assigualando o fado da ea.esla pro-
toda essas privaeds por muilaa das, sem que a vi- Precls0 advertir que acuna desl.i, eusle oulra le gres.iva des gneros alimenticios em nnsso pair, por
da e lalvez mesmj a saude se ach.m compromet!- L"T **' e ',ue Jl"1"""1,0-a. *"" >" '" eonlra- entender qne he um dos elementos da queslu, oo
lis. M II oulro tanto nao sucjede mu os biaelaa "' "crcs ^ "'"cha dos pree.s urna innuencia antes o sen ponto de partida natural a commissio
decisiva, e lauto niiis digna da iioar-.e, quaut.i os recunbeceu que essa marcha progres-iva, mas lenta,
seus cll'itoa ininife-lam se algum.i vezes em sent- dos vivara para a caresta, poda ser como real-
a iiiture/.a dos producios a
o lije
reclamados peda necessilade di aliuienlaQao. IIi
absolutamente ni ii-pensav-I qua n homein os al-
quira e adapte an ,eu fim em breviasuno aspico de 'U coMrit"- 'egundo
lampo ou que dasfalleei a morra. Diln .am, pus I,u1e ,e "'"""
ajale>da a ea;aracao no pr.eidaa balancia offaL.?" Vlr""'e dri" M! l"""e obse",''n l0^-
rece umde.s raadroi que tanto intrr.ss.m ., sen-i 1"""" mi1* aa ilesenvolve I economa publica da
ibilidadados c, raen painolics e cbrtsi i i s, ,,,-' "'" P. qaalalo mais t. idianla elle nac-
i o zalo da sciencia a pohiica praliaa do governo.. I "* "P"'"'^ 4a anriliiaeJjo, lauto m.i. ene
mente lem si lo, e agora succede, allende pela ac-
fao de certas caosaa perturbadora. He pois, do ei-
ame d'es.as causa qu a eomrr.iss.Vi vai agora oceu-
|ir porei'ts do qoe couvem, ella limitara' suas re-
uhini ellas eerr; I i .i iii'smi uill lenei i a reseeito
de cada um dos gneros qoe conc irrerem para nosso
sustento. A commisain p irm fallara ao acu dever
se, alcm d.saaa causa., na indicaste o min.ipoho e
a agiolagem como causa locaes de algoma energa,
e que Ihe parerem ter contribuido para aggravar n
mal da silaarAn, augerando, uesia cidade e outros
lgaraa mais da provincia, o pre^o doa vveres, e
principalmente da carne verde, alcm do que devera
Mr. Mas, aulas de lucir ueste puuo, ronvem dar
algnm deseuvolvimento a's causas geraes apon-
tadaa.
D'eulreloda esas causas a miia grave c lalvez a
par-se. Mas para u;lo dar ao seo Irabilln tnaiores 'mais temivel, lano no iios.o como em todos os nu-
tros paizea, he sem dunda a liiconslanr'a a irregu-
lle\ies ao lamp actual, e mais particularmente a landadedas eila^e, porque ella consiiiua urna cau
(I nulo una careslia aalraordiaaria dos gneros ''" "a m?sma propireao, ns obieclos n.i |irovincu de I'ernainbiico, a cerca da qual lem mais a normal e peno hca, cuja ace.io frequinte, amia
de primsira neceasidade s declara em um a-t"a ln nu ""'"'-"' nuaea preen.-ha d naliireza o papel circumslancialas inlormacOos. | que algum.ia vezes punco perceplivel, nao let.a
em urna provincia qaalqnar, ha sobra aa ca.sea man ^,'1"'7|P'1' e l,u0 J**10 e"n'1]*,",a ,a"10 """ baraleam : De aciorlo com os principios da sciencia, a com- | comludo de (azar sentir oa leus luuestos ellaitos nos
numerosas e desfavorec I is da sncie la le qua ella ""
fax recalur quas. evelusiv mi inla os seus funeilis ef-
I iis pelo ruinjinient > de equilibrio entra os sala-
rios o o. prei;>a .los vveres. O neo, sejam qu.es
forem esa pr*iM, tern .eropre ev msios de oblar
quanlo Ihe ba.ta, quan lo mallo o le pode corlar ptlo
lopirllio tiara occorrer ao neceaaaro. A es ilier.i
do pobre, poiem, ja' Ine nli permiile a meima lar-
gura ; oa seus maiaM de procura effecltva s.io mu ea-
easao a limitados: o pobre ni i lem reluceio a fi-
zer fura do uecessario ; a re I orar aeceaiaria ha ra-
minliar. gradualmente di san le para o abaiimsnle,
desle para a doai.Q, p da doan^i para a mora,
Taei sao em ver dada as causaqaeaeiai ordinarias
de una caresta am relael i as cla.ses d qaa acalii-
mos de fallar, e que m lutnlav-liri ule s.loasmi:
dignas do iios.o interasso Eaaa eaiMpqilaneiaa, ci
ino li?m se |mi le oiu'zar, lornam aa eada va* niii-
ler.iveis e fala-s, o' propnrcio que o desee para um
g'.'i de pibreza m i pronunciado; porm n r.ca
.1 i\ .m infeliz.nonte le raaltaar-aa ein mainr ou ni'-
n >r escala. p>r.|ua ala o elTei;, da um l-i nllea-v.-l.
ti-....... *----------'..-... ^.........i ....... ..a.n,,,
a de m irl in la I inra ai pobres familias dos aoera-
rios ou traballia loras : o n i meio ra populae s i mi
com a d I. .o ir-., por eoraplo, lm-te observado
que o ag.ania la un liiltinz 189 r. suhr
aquilles paro cuj p o locjao concurroin subre ludo j missao aaiabeleceu cima a le da nlferla a da pro- j raaulla los I n c lheila, a por cnn.pqiienea noque
o Irabalba e o capital. j cur.i como a le regulad ira dos prec, is das difieren- ; mais inleressa a' snrte das popaU{6eai, os pr-r is iios
1 vveres. ,\ influencia daati c il lau si i I -i la qua lem a lallado.
('.un aOaito, na infancia da civilisar;Jo qaando
.nula sj.. ...... r,^.. ... i, il,.i ,..., da n.n ,..,/, ..
suas te.ras in ulias t ab n lona las noiipm .-b m lan-
lairUmenla com ma ponto ou iienhuao c.imii da
h i.nem n.n i ,praii I- q lanli la le la gado: -- am
miea eres o ii anida e muliipl cam sa d* lal manan i
qu*a basta o aimplaa Irabalho .1, apprchaual.. para
gra*aa Previdencia DI- |,,r'"""' '' '"''' '"''aaerem-saai engea iasdeumi
vim que a rea'i i lo da m.'i .iiuie'n econmica ""'"r' mat Brollad, p cu n i em to I .s aa couias a
amia e,la' hnga la preeer-ie eora o qaadrosom- '" l'"';'' '" '*irlaroenla a baratez e.t
bilae aterrador qoe a-nbimoa deeabocsr; dir-se- "
lia qoe a vi la do no.so. c mei la laos .'un la n.lo he
sanamente aineacada pela carasija do vivios. *{
Bata phenernene, diz um dislinelo economisli al- ', lea productoa em lodos os lempas e Ligare', lie com
lamSo, nata se aaplica somanla pela fa-uldade di j ellaito moa .1 .s mais seguras acqoisiq. rja acono-
auguienlo quasi ni letinida que possuem o trabaltio | ma pililica que o precu de (olas aa ciuaas he de-
e os eapilaea, ao passo qaa a. loreis da natureza qua \ lermuia lo pelo estado da ollera compralo com o
polem ler um valor de Iroca, sai easencialmeule da procoM, lia logo dous termos que ulfCtam o
lumia las ; ello prorem principalmente da qua ca- \ preeo : olTeila a a procura. Es.es termos, diz om
laaug n-iiio do Irabalho e da capital empiega los de : crleb.a ecouomila francez, sao assencialroanle va-
or Imano .'i un rendun -uto relativamente maia | riaveis. Elleapili-m c imbinar-se no ins-mo senti-
Iraco na prodiiceii agrcola, < mais consuieravel ua do, em senil lo appoalo, eem proporc's inliuila..
pro lu .;io j lo-lrial e no eommercia. A proporrjo \ D'ah immeuiai r.iinnuiarr.cs de preco. O pre^ i al-
entre os prr;oi daa marcadurta, observa t. Ros-1 tea, ou por que a olf-rla diminue. ou par que a
h-r, permita a'sim tirar aoacla-Aas imparlanlea, procura augmenta. Elle baila, ou por que a f
quanlo ao grao J? cuitara qi um pan lem attio j feria Mmenla, ou tior que a procura dimi-
-''..... I la. D'.ihi, conclue Ballias, duas naluezia de
Ora, na primeira das dois ciaste de producto! careatia a dua ^naluroaas da bartela, lia earestia
acuna, indicada, acbam-ae cimprahenlidua oa nos- de m naturtz, a ha a qua pravem da diminuirS
- 4 gneros alimeuli i... le pro luce,.....p lia, >-rca~ la olTerla, por que eta implica ear| talen, implica
pando enlra alies o primatro lugar n earna, porqaa opnvac.lu: ba.care-alla de boa nalnreu, e ha i
bra ella he qua recaba da um mado man decisivo qoereanlla la um augmanlo da procura, por quan-
i esla soppoa o deaeuvolvmenlo da riqnea geral,
peer-do tri produca un augmento propor looal
,, numero de ablloi
Dir-se-ha lem duvi la
el-.
. vista il e-i i il.olriin, d' ama aimplieidaie a
eiaclidle man fesl is, p depoi do que acabamos de
lizer sobre a alia progresiva una prec is dua viveral
ni Brasil, fdcilmante aa eonhe era' qoe, lando-*
orcapado com a caresta a e boa nalureza, a COTO.
miMopaasa -gir. a tratar da earestia da amt'na-
turega, ialo be, d'aquclli que provem de urna di-
ininuirau oa olTarla. Por qu.uiio, ningaam ai d
loda careslia exlraordin ira, como a que
so a etrne. m i taiiibiiui a farinhi, os graos a le;u-
mes, e e-les de um ni ido duplo ; porquanlo, s* a
falta de chavas am lempo comptante pelos nosso
ceiros ou scrl.M faz deliuhar e parecer o gado, a
inesuia falta do chova ou a abundancia della fora
de lampo fizem perder as acmenlea da mandioca, do
milho e do fejao lanjadii a' ierra. Ora, ana det-
igualdadedas eslacOta, que alias nao he eousl u vi
no Brasil, (em se torna lo de alguma aorta perin-
neule ha tres p,ra qoalio anuo, lala porto. ; a eis
ah porque os s-ns rfTiitni accumulados pelo lem-
po, tem-se feito agora enlir com lana asp-reza.
Nao lem allimamcilta liando, ha verdad, grandes
uceas qua iiev.i-ia.sem faieada de gado .m >ii .-. ou
que mirrhasaem de la lo ai meolelras dos nosso re
reies : nlo lem havido lambam por entro lado lio
copinas chivas que iiiuii la-sem os cimpas e .tp-
raitassem as plamacOea; mas tu lo isso le|n lia-
vi.lo ein r.,o suili-noi^ p ,ra prefudicar
eriacalo da ga.la, cmn a cunara dos coreara, prin-
cipalmente atlendende-se ao estala Se unpreviden-
cin e elraxo am qaa aun noa aehamoa a taes rea-
peilos.
Em lodoi osi ltimosannoa, o em conai>irnrii
da can.a ap ma la. teni--c perd lo cu parle ou i.i-
teiramenta alguna rocados de minlioee; a'gumia
planiaeoes da inilli leijS i oo arroi ; em lo i n i rm
m irridu ama caria quanlidade da gd i, cono m le-
ne agoia principia a suceder nal provincia altinha
do aune, on le n.l, appararea muda o invern, l .,'
queremos agora c.iu|.sia-lo. .Mu heforcosoeon-
fessar quo o que ejisie he mu o bastante para ci-
tar a seuaioili 1 ,,le dos que ndinlliam su para cuna,
u iir
vi-to qua am laea circomsUucias o prefo da earna presenlameala aa fai aanlir no Braul a pncipal
deve ser naturalmente mal baiso a insignili-.mie. manta tiesta provincia, ala pode ler nalra f.mtc' v s'a disto, como duvular da inllaeiiria irr.gala-
i.a sao p.iz prograda em ;.viiiaea., asear preco I que ni aeja um ra.....en oa defiuenc, real ,u ridade daa aataca)aa sol,..- a diiniuui.lo da pr.idue-.io
leve sunir proporcioiulinenle, |a porque prociua ficticia dos productos. Os termosranda le a ra-i .loa gneros alimenlici sV O pernici'.so inlluu
a de lomar de da cm la propinan -s mal con.i- resliasao eynonimo
ja pirque as fonos, nuuraas a e-pon- eontrarioibardleza e abunddiicia__
^ Uerave-, ,...sc ,o..c-, va-|i p i intmente pira desaliar a solicitud e a vigilan- *n*aa da produce,, obn.adis a s.lisfazer nece-si- no servinn das aspres.oes de nm dos meslre da
ca .lo governo. dadei novia, devem I rnar-sa maia eaeaaaaa, a aai- sciencia: rarldade c carcha por um lado, abuu-
A cimmss.li asaigoalnu a difllcalda lien perigo *" l"";''', e.fireis 11 parta ,1a hornera. EHa con- dancia e baratrza por oat'0 na s,l o dous fictos que
qua havia em tratar a qoesllo qaa Ihe (o lubinalli-1llna*" W' aampre, arhaudo-se o pala aaa cona- seaigam, he um so e m*smo fado aapreaao par
da. Cibe agir que a ese rxpaili aa asnliqu com '"'" l,rog"".>. at que, d z aiu la lUarher, cha- dnu lermoa diiT-reiiles K como a eominis-il i na
clareza, aliui daqoepMia ao meiioa avilar o aecuii- *- eooliablr o habito da recorrer a orna pro- pala admitir a asistencia do monopolio pir loda
ato, ja'qaa Iha nao ha dalo vencer a prun.'ira. I icen, verdadelro I. neto de um Irabalho aerio, em parle, ou a sna organn-ca i em un ponto dado
do memo modo que os sen causa tohre a rolheila dos pro ludes agrcolas tern
esaltan ea da carena da
iin-nlila. pela maior p irla de
Oan lo as priv ac,
lub.ian-ias si eipc
uina popular io cou-i.leravel, le ordinario faz-m np-
pirecer muruiur ar-s equiv.i. mais nu menos lun-
d.laa. Os prajoiaai os mais grosaeiras eneliam-ae
ni ul.- ve/e- t'ritai. enio fall un indiscrcctos ou
mal iolenci.ua lia i|ua o a'im'iile.u a favon-m.
Se a eiiiuu lado, in vez de d innuir, augmenta t
nao la* asperaaajaa de inelho.a, en.ai aa paiA-a ee
le-envoliciu, os o liis aa acanlela, e as toicilacO-i
de estmagos v sos oa mal saiisfeiloa, aufficaudo a
v ,/. lo b un .pus i a da raido, ni lem levar o ,i ,v a
nm ura de eaaapera^ai lio funesto a li proprio,
quuilo o or lem piblici, e a p.z da si-e la I. JJeal
taa circunist.nci.is a que havera'de mala diin II |,
que laraar as hamena razoaveis am urna matarla
qaa taca to da parto a aaa eaialenea 1 Como faie-
l.ia coinprehender a inflaencia de rartos fado obs-
curos, de eerlas eaaiai leralm-nts Ignoradas qna id
phram lentnmeMa a p>r degrioa. e cujas effeilai
n.i i sa deuam aperceh-r. seiiXa quando t-m-i i .
por assiui di/er aecumil oos pala lapsa O que havera', palo contra lo da mais fact! e jui-
lainenle do mais pcrigo.o ,io que parecer a un. u ie
la amo isun osclamnes; qu< sp da as uno. ais
prejaiios, e se favoueao as pailRsr, e nquaot i a ou-
Ir .a parecer'que se he m I II r-nle animales do
p iv ., ou q le n i o a-, ha l.in seusivel a clles cuino a
caridide e o patriotismo o eatgein t
Eia I .lilli -ul l.i le di materia, eis o perigo que
correm os que della se necupam. l com quanlo ni i
pos-a a cu or--a i lis .ngear-se de que venc o a
primeira, cuntido emera canil idamente que ha le
evitar o legando, porque em abena da verlade, se
ella ala cele a nin;u'in a palma da aympathia pa-
las elaaaaa mais numerosa e sollredoras la popula-
rlo, por oulro lado lamb-mi repelle com a maior
i-ner^ia deque he capaz, lud quinto posea leudar
ao eaeitameale daa p.uxfles popalarea e a' perturba-
V.'ia da or.lem pobli a, sen lo sua intima coaviced ,,
liaseadana eipcieucia, qaa o mus ligeiro disturbio
em ln critica eiaaam.laneiaa, looge de irazer n
menor remedio, so Hrvirii de aggravar o mal, em
peloraa I. a son ,l- lo i ,-
conduz os precia a l
, mercadoria um valur d
vez da limitarse a liraplea .ccupac.io do donada mas da am moda tal qoe astea la aaa inlli-ni.
za. II?. le eiit.li a l-nlencia natural que por qtflll todo a pu/; j'squi j.i e .lena vr que
n irem sen nivel, faz obler a em sea peinar lem liando dimtualcao na pr iduc lo
de troca ig.nl aa dai obi-clo, I ou aapprimenlo doi general ahmaulicio mBr.sd,
que egigirum a maama aomma de ror-.a productiva., a com eapecialidada em l'rnainhuco, duninuicao
O buso preco da carne n ,s paiz.. euja i.opul ie.| sem a qual parece que se nao po leria eiplicar o
na pr.quena am leiaeio a supertete, he um factu faca geral da earestia dessee ganaros 'lmente, o que
que le.n iid. observad,, por todoa as viaj aulas aacl i- entretanto be irrecoaaval, a tm-as manifestado nlo
r-iiis, a da qua aa aebam eiemptai nos eseriptoa so no. gran es mareados, como noa propriof tsa-
la deseo- res da pro luecl., Mm quo s. possa apena, d.l'er-
a um dellea,
.- dados asta-
gran la necessida fe .le auloiisar sulll-ieiilenlm- as ntico.
suas opinles em una mate- a acerca da qual se le Essa diminaie lo ni prodorrao nlo lem sida ha
vanlain as mais ambiciosa! enmpetencias. ver lade, lio eonai leravel, quanlo a' primeira vista
Es-aqm por lano um exeraplo em apo'o do que l' '* aeppr, ollian lo-se para o alio pre$ i .,
cabamos de avancar. 'I'lp 1,,m ebega lo os g-uerua indgena, e la.vez por
Ocl-bre ll-.,,,olii| liloi, ol ir de anta I la- ''* '"olivo he que alguma peiSQai recusara a.lmti-
gtmHtUriz America UeMHtnol, irfere que '" t0*>a **au iramadiala da carealia, procuran lo
oulr'ora em Unen >- \\ res u pn-ro ardin rio le u.n 9 labemos bem com j, conciliar na espteselo do
boi, p-c .linio entre 'urna manada de 200 a 30U | P*nomena ai idaa oppolaa de abondancia a ca-
nhaea quanlo divera -ei tobr a era eitactVa, alten- minar a prnpuclo era que alTacta cada
ta a niiureza do .en Irsb.lho; mal ella ce le a' por que para iaso fallara abaolulamanla i
re.lia, sera
da ni on ,p dn., o q ie he um cjntra sense repelli lo
pela -ciencia mulada na Inerva;.) o do. fados
dfc.iilrot-i.il i, me.no pone i rnisi leravel, cuno pa-
rece i-r sido, e.sa diraiiiuir,).! he suliisiente para
piplie.ir lalisfaeloriamenle a grandeeareatia dos vi-
veres, ia te alten larem a que os precos da m-rea-
donas, p obre lu lo das genero, de primeira necea.
sidadea. nao variam na roeiroa proporclo, mas em
eaoecaa, Pra d- q.iatro reales If'lr*. pooca man
.....nenes Um bm, aii e-e eacriplor, qaaii qaa
alo cinta din mus -n qua a Irabalho de apanha-lo.
Mas a quanlo nao deve ler sabido cs.p prec i fabalo-
so, pois que a carne de (arque, que d'.iii recebe-
mos chega-noa boje lio cara '
Entiel.idlo pare:e que os llspan!i-s do Prala,
apelar de lo,tai as suas desudens e guerras intesli-
Ini.s, nilo leara gran le tara, para lamentar essj ,
leinvns .le prodigio.! b.r.leza a carne a que aaa !?al^2ir^ ",'""" ",'"". *" 1"" HS ,'u,n" Ui"
repoda L'lloa. ollerectdas. .\ao ha raro, diz a ele re.p^ilo o dis-
d lindo aulor da hi-lona dos rireeos- rilo hp raro en-
Epoieremos Braileirai, lamentar lambam Unir, peaso. qaa, rae.ocin.ndo aobreT. L7
l-n.ivoda.elacloecouomicos lempos,,.,., menee mgo e dos outros gaeron lem c uno demonra.
I lizcs, em que os noa. av..s davam por urna arroba q, vanan.-, nos prec ,, deven. waorciona-
.e boa carne o que .. l,o,e a, urna libra 120 n, ,, PouV. ,,,, ou'm-nos, a's ZZ1.. da.
d Kl 1 ra. sena meen que preferir o .trazo a.,: qmtUl ,ri q1, JCll 0,rtttaA ,, ,' ,
progresso. barbaria de. lempo, enloma., a' civih- ,, Mq,a, ..a,n.,e de lra ,orle, 'JSuVSSTdtt
h. canie^Sl'\",tn;"t '"""" "e'n ,"""' :..md..llnh.,r a causa d'e.U prel.nd.d ,'.
7,\lSZSZSTJt1. i'*".'* l'"m "2 *'" ,r"', "a "-"'" Perlarbae-lo aalr.ord.nari., sobren,,,a
nv.j.m ponimos Irn- e.rrula,;.!,,. uqal,-r oulro accidente.. M .. a
'I hilona da nosta agricultura prova claramente qna
se turnado lio sen-ivel e notorio, elle arlia-se de tal
orle c.mprova lo por to la as informara) reeebida
que he escusa lo maior Irabalho para estabeiccer o
que t ilos sentera e cuohecetn.
Cu.npre su nenie nao aaquecer que. a respailo do
gado, eiisla anida oolra cau.a de diminuidlo, a qual
coucorreiido de ordinario com a de que traanlo-,
pon he mulls vezes um elfeito seu, fazenn que a
sua aredo adquua maior inteusulade e pruduza
mus fue los resultada,
Oueremos fallar das episooliis quo nma vez por
11 lira, a i as e ali, inanifu-iain se entre os ga lo, so-
bre ludo qninde estes se ach.im mal notridoa e mal
penn ios, oecasioaando per la. m da o i menos vol
la III, iigondo as divers s circumstancias locaei, sem
Be ao irenosse po.sira atlauu.r lae, eir.ilos, p.us
quenatrazoou para milhor diz-r ,, nullad.da da
raeliciia velerinaria n. proverb d en're nu. E ..
a laloacrescaiilnr-inisa degeneracio das facas, que
' dciia de iulluir no airobameulo do gado e em
abirdula-
um pouco
cojo mellioramem i nlo ss lem ca la lo
mente, chegaremoa a formar urna ideia -
adequ.da da diminuir.)J llavidi ni producid da
carne. '
As duas epidemias da f bro amarella e da chole-
ra, que- successivamanta a.s d ,ram o pato, nao eier-
ceram urna inlluenea rrenos funesta, uein menos
seusivel ,, produrrl i .1. s oulro- een-ics aliin^nli-
ctus, iio qu, a deaigoal lade das 0*1,5.1, coioi efTi-
qne alu m admita a eaeassea faeneia l"aaeahamaa de verificar. Niegaem ignora o grande
vacuo que abrirn) aseadoaa il.g-liisn, ras*, do.
industriosos quer .1 is c dail.s, e qur I 1. can,, .;
e ni 11. ainda em Loo ivas
c-zes e Ingiere, a .ilu,i.., 1
da Roaaia, oa em geral a civ lisa.;;)i moMovila
inflo.nci 1 ,la meama causa giral que (pinos as
.\l ,s, cjino nao he pos
sivel qua se previuim as le- ir leus, >p com os pee.
j.iizo e aa pa.i.ie de ana, penpam......-ualinenie os '' '"'l""' esujesias, anda
Ilegitimo inier-s.....i, i,s ; coma ni 1 lie p "V.....*" r"r lirel, em om 1 palavr, que se cuiam os malea po I11"" ""v"- "*"" Pooadaa, nuda a cullura da o laclo de ana um frac, dpllcil na pro loccAo dn
biicoa, ,e se diaalmulam as verdade, a eommlaala '" f'"!"1"! <,ei0 ll" f"" naal. gro-..i,a,< ,r,..e, relativamente a uv, media do consum ur-
dir por is.o.i. venales qaa Iba pareeerein noce- 'rororam-se de prri-r, ncia para a plantarlo d.quel- ,..,.,. ,, .,|U ,or
.aria ao seu li n, 1
- -. ^--- --........,.. lo
lo-saliem que, em quanlo lurnu o segundo, ludo
pelo. 11 uso- campos f ,1 aban lonad 1 ; porque a pi
pulirl, e-p.von la d-i\iva os lu,ares le sua res.-
len-1,1, sem que nada mais Ihe imporlasso senao es-
capar a pealo, a -alvar,. eiielencia.
D'ahi perda considereveinal planlacSaaja feita,
ou noa preparativos das que eslanra p "r fazar ; e ,'
mal provanieota d'essaa pardas longo ,i- podar aer
loga repira lo, pois que ,1 numero de bra; 1. ro lin-
dos a I.Toara fot cll-clivamenle gran te.'levia cala
vez mais aggravar se, nlo sen lo passivel que a<
, lana, ,i>s conlinuassem na meama escala, an menos
por algara lempo, v.-lo como o movlmento asc-11-
denle da populadlo, que he mm promplo em preen
cher aa lacunas ni el .sie dos eoiiaammidore, n.lo
lera infelizmente a ni-.i 11 promplid.) 1 a respailo da
claaso dos Irabalhadore. effeclivos.
S rell-linn i-, atem d'i-to, qua a ac.1o malfica
das duai
l'.-i Mlona o nossa agneallara prova elararaenls que das duai epidemial coincidi coma cpoei da sup-
A em (o lis a. cj .cha d- abundancia ou d rari I, le pressao do infico de Afncmoa no imperio, o qual
'una- ,|a. eollieita, as vanac-s .los precos lem-sp man- propurcin.mva d'anles um meio fcil da refdzerem-
ique em menor grao, f-|a lo 111 nula ri/npurea superior, alera de lu la s" *>* fabricas iu l-peu lenlein
1 ojo aiiem que no enmparaa-^o, a' difieren;* daa quanlidade. braco hvre., pnrem que mut b
maule de recom ao.
m p .'lerem is avalidr
qoaill, enslencii de sun-llianl- rin.^ ,1 >ve de ler
Influido na dlmino fie da prodcelo da farinba, do
in'ibo, .feij'10, ele.
mai......,-,,': .. r,,,, '.;,'.: ..,,;,,. d:?rlT^..ra,,p^owu,^^
va proyin-i i- emambaca a.g>ralmanle am lo- ai 1. nalu iza turnaJa maii ai ira.
alo o Brasil eaae. produclu .,,, H f.rmlu de m 1 ,-
diuca e a-ame frese do nado saesaam. Eclem,
porm, au-n laate.......roa muitoa productoa qie a
pod.m considerar cmn access noa a aopplemenll-
rea ; a o maia Imp irtam iao: a po e a li .1 ich 1
de facililla de Ing 1, ., f ,, m ,,, |r| ,,
, o pese Iis
que,
quesapprem a 1 11. da carne veri. Dunda .e p-
aapprfem f 1
e..lss p 11- 1
lo f.irmb.i t* man :..
.. O bacal:, 1 c a en o
l une ver I-, |, m.i
E lal he a npiin.lo do illu-tre autor da Ilislo.ia
, los precos. I'ora uperllun, quanlo an mais, entrar
I Finalmente o pei conlc rio -ui, r lina lo em alio gra'o a aerlo di qaa baila reflaclii um punco ..hre a coun, pa qaa
U1--111.1 ein-., nplreae verilica poi consegoinla o a -na ra'loea lorne I lenaival, quanlo til.1 mu
meTOia raaulta-l A medida qoe 1 reaee a p ipi lcelo m depol. de algoma observarlo.
':"'" i"".-T'-".m.....rio. da larra a do tr-b.- E,beleei1a o fado de diminuirla o. pro lcela
'"'"'-"'f "," "*'aM mp1orea de peto. I, generoa alim ni ios como a r^., im'n.diala p
lam..,,. .... mentar, e ra.es compradora, po- ,, ,.IV1., ,, ,Un prt, qu, elle, lem aabi.lo desda
-i-,1, mainr qu itidide o matar livrrsid.de de os.
1 1 -. : >..- p... ----- .....................-- uiiuuus mezes no anuo pistado pira ra. re.la
deconrloirqu'. debai.oda 1 maativ,,-, leo. genero.. o Bra.il.iro he mullo maia leht do que o habitanta na da certa, paixei civilaaad da Europa, o qual i pira com elle compra.en. pene. 'phenomeno
man daa veaei i lem por baaa de sua a,limnlaela
urna nica -obstancia vagrlal garalmeiila 11 Irigu),
a bnn p lucas qoe a p ,"-.nu sup irir.
I I,- iq 1 enero., porm, a etcpp( 1, |, f,_
rilaba da Inga edobaealh.o, lem .ubi lo ullima- mercado qoVn lo"circuro.cripl
niei.ie :a mu til 1 pr.-, un la p ima.ua Irailo. Sera'necsairi. .r pi
r,r..ii,.,i,... ... ,v.-s ,.!-,,.,......a 1 mpe.,1- longo,.....r.g..r ,.,..,.P. bar.-,.... o angada., arma- iuait.flu.nr,.. \ 1.....,i. ,. m.i d-licada, p.lo mo-
do bra a popul,;i,, que cometa .ufalar ..-. dilhai mai. dispontioan ele D.......a segu qaa o nos, linda nloeom.goio faz.r a .amrselo da m-
liiae. torio aa eau phoiiomsii,,, qudcs os m:ios ds o remellar lal lie us progresios qjo lizer opail ni carreir dui inellio-Iterar o prejo das mercaduras, ucut lio pouco av.i-
1) I ello el.'claro que sera'impoisivel nba-I No entender da eommiealo, Eira. Sr., o pheno-
ni rcado a.tm engrandecido sem ampie- mooo da eareitia dos vveres pode lar oaesallado
eai p ra isla aira quanlidade de irabalho mo.lo su- cmplato da ar(la simultanea de mullas caaaa. qua
l'-iir ao q le PMr.il O abulreiineiiln do mcsnio l.'.r.i lalvez Ulp MSivei ..........rar ,.....m lol .1, la le.
em liuuies ni,,; .. minio mus ,,, 1, delermin ,1 .1 silo ., .rlu 1 da
premiar a paite mal.| cada orna deltas, anim como ;, medida precisa de
mais c sobre o i,ue lie b, 111 rccuih 'Cidu e n ,lorio.
Igual divarao, .enlomis poderosa, fui operada
pela quarla causa, Islo be, pelo alto preco a qoe che
saiam nos marra los aalranieiro. o macar, o algo-
dloecafe, principies pro lucios da li,.-., groad.
lavonra.
Em consequencia il'ease faci, e naluralmenle at-
Irahidoa palo engodo d. maiorea lucras, ,,. ,
faiendciroaea.nharradeenoenho, cojasforca. ii-
nbam solln lo da pe-le oma rale diminuidlo, con-
ceiiiraram todo, oa seas recureo na prudacclo e\-
clasiva d aqaeflea generea, dallando intairamenle
de ecenpar ae na callara doi careara a legomei em
que d'inles muilns delle se empregavam ; e d' ib, o
Pilrannlutano e lem aentivel incrainanlo ,1a grsn le
javoura a a duninuicio ,ta pequea' d'0111- tu im .
luiill.llal lili,me a subsi.le ici ,. ,N.,n ha .,, ,i p,.,.
,; .; escravo. eiclmiv Hiijoie amoragados ras primei-
ra, que s* deva xtlrihiur ... ni u.n desenvol.imen-
la que Iha lemot notado ; oa bracas livr-s tambiin
liv.ram le ser allrahi lo. para ese lado, e j,,
ealado na nosta propriedado lorrilorial, lorro'o ha
coulessjr que lujo uiu sa pauoa aqu volul.ria-|
mente em simple oboliencia ., le eeonomica do
0 maior lucro. ., Hallo, des no.-o- senhore. de en -
genlm, fascinados pelo alto pro,;, do assucar, nlo s
aban tnnaram. como dtssemos. a cultura dos cereaes
pira entregarem-sa eiclosivamenle da canna, pro-
curando supprir com bracos alugados a lacena dal-
lada em auas fabrica, pela epidemia, mas lamliem
impnz.rom aoa que qoiz'Saam morar em suas Ierras,
a eondiCafo da pUnlarem canna s.imnle, o que
bara d.i a entender qaa as vanlagena desle negocio
u.Ve sAo igualmente evidentes para as du.s parles
contraanles.'
A eommiaaa preferir de cerlo no Iraz.r a' luz
mediante fado, se acaso o 111)0 julgasse perfeilamen-
le estabelecidu pelas iuformaces olliciae e parlicu-
lares que recebeu, e par laso me-,1,0 digno da al-
100(10 do pubi.co e do governo. E por aqu ja bem
sa v qua rude golpe deve ler anffrido a pequen:,
cultura, e a quanlo nao tena chegado ne-i 1 provin-
cia a farinha de mandioca se nao f,>ra a imponadlo
desle gen.'o de nuiro pontos do imperio. Mas an-
da a estas causas cumpre acrescentar os hbitos de
ucciosidade e vad.acAo, qoo alimentados pela faci-
li lad. de viver e pela indolencia da polica, eonatl-
toera um veida.leiro caero que estraga a popu-
laclo.
A' visla do aiposln e>ta' a commisso persualida
de que ntngueni duvidara' lilv.z admiltir a ac.-io
combina.la da tudas as cau-as apuntadas como sutil
cieule para explicar a carealia da fannlu, do feijla,
lo milho, etc., pela manifeala diminuicAo que ne-
cesariamente devem de ler occasiunadu na pruduc-
cl. desses gneros ; receta, porm, que oulro tanto
nao acuiieei a re'peito da carne verde, na produc-
e 1 da qual mu p mea ou iieiiuumi influencia de-
vora ler ejercido as tres ultimas causas pnncipaes,
parecendo desde enldo a achilo da pumeira in.ufli-
cieule para eiplicar i por ai o alto preco di ctru.
Mas alm no que ecun distemos acerca da le de
pr.,gres-,)o dos prec,oa, cumpre anda nbserv.ir que o
consumo da carne verde lem crescido visivetmenle
enlrc nos, am urna proporc,Ao intulo maior do que o
consumo dos ontrm genero, de maneira que ella
ho; pode ser dada romo base do sustento da popu-
ladlo, pone, mala 00 meuos como a farinho, oque
n'.mies uso aaentaala.
Ha algan anuos de.ll parte, a cirne era qnasi
etclaiivam.nla eonaomida na cdales a villas de
urna certa importancia, e nAo apparecia fora dasaai
logara. ; boje, porem, grabas ao prOjf,rP*so da rique-
za publica e a maior souuin de ranos que se dilfun-
le ,..|i leeiodade, as couaaa e.110 bem muda las : a
carn. be consumida quasi por loda ,1 parle, ja pnlra
nos mais pequeo, povol los. p ale nos eng-nhos ;
ella c insinu o aluneulu prediledn do povo, e coa
ra/o, porque he de lodos o maia til ao desenvol-
vunento da forc.,s homauas. E nnle-se que o qoe
acabamos de diter asa' de aecordo com o emino da
ciencia: O alimento animal, dil a eate respailo
um aulor eslimavel, he mala parfeils do que a ali-
mento vegetal, por iso que da', dehaiso da um me-
nor volurae, urna quanlidade mais forte de subs-
tancia alimenticia ; mas por isso mesmo que lie
maia pcrfeilo, he tamben) o mais caro. O pebre si,
consom pouca carne, o po e os leguine formara a
base de sen insten)........v medida, porm, que a
riqueza geral se desenvolver sob a inll tenei 1 do pro
gre.su industrial, por toda a parle a con.11.....
animal gndara' mais terreno sib.e o consumo ve-
gel.l. ,,
II cansara 1 do ga lo entro n.is lem li lo ain 11 on-
!r. raalo da lugmenlo. qaa nlo daTaaer deaprea.-
da, e he o grao la desenvplviro.nlo dalo a'coito,.1
di canna. Em eonaequ.neia de so dounvolviman-
ressivo, lem-as levantp lo urna prodigiosa
qu mirlad de ang nhoa, a sabe-so qun cala un t
i 1 11 i1' ipri la i emprega no aoa aervico um cor-
lo numero ,,.. I,.,is, o qu- importa am
procuvei no con.uino d. gado, aleui das uaeeaaida-
do. u ac ugue. .Mis, aa a* vista dertaa cansa, al-
miltirmoa, como diaaemos, que ,, con orno da cam.
ten, c c- 1 lo em proporjlo superior ao loa oulroi
' genems ,pe'o aiiginenlu de populacilo o pelo aa -
m uto .1- m-in. claro lica qua umdefl.il ueste ar-
ligo comparaliv.menle menor qua nos uniros,
'lev- occasiunar lima careslliconiparalivamenle
III lior.
E ei.-ah como, n> enlen ler da commi3o, lano
se pule atplic.r ii.ituralm'.'te a caresta dos cer.aes
c.1:110 a da carne, emb ira a le-peito daquolles acluai-
: ae maior numero de cansas.
Algumis peseeai juig m deaeobrlr na deaprecia-
, co da mued. a cau-a priocipal ionio nica da es-
1,a,ir Imana caresta los gneros alinienlicins ; mas
1 commissio na,, descebra raioea aaleiantas para
i adherir a semelliaiila opiailo. Oanlo a al.a On
I pre<;u pecuniario das merca,lonas provern int-ira-
1 lente de urna depreciadlo 1,0 meio circuanle,
unge de ietringir*.a a esle 011 a'qoella artigo, de-
; ve pelo conlrario e-tender-se a ludo, lii'l'sliii t iineu-
I". pois q 1. n dinbeiro he o iutermediano de tola-
as Iroca, o agente d todos as compras a vendas.
Mas be 11 que a mmuu.- nlo lera vislo raalisar-
e : a care-lia ptceiMia limita-.e llmplesm.lte 10.
genero alimeulirios de prodiicc.'to do pato; os ou-
lrus da li.asin., Clasea, bem como a farinha .le trigo,
a cara, do v 1 loe e o bacalliuo, se lem subi lo de
preco, 01 nao lera bailado como se poda presumir
1 visto las quanlidade. uuporlada, he porque na-
turalmente a sua procuro deve ter aiwm litado mai-
qaa de ordinario, em consequencia da falla oo
maior caresta dos pnine.ros. E quinto ans .ene-
ro- que rio a.), ,|e primera necessidadr, ae algara
segmento de prec,. se Ibes lem notado, de cerlo
I i" n 1 he igaal au (loa vveres em prop,ucao.
I'.irece-me, porl.nto, que, pelo ments, n.lo le
pode allribuir latairament. a urna degra,lacio mi
valur da m >eda a careslia excesuva doa gneros il|-
inenlicio, e que ha i.mpi. necesar.o fater entrar
ein liaba de cotila alguna oulra cau-a*>iara evpli-
ra-la. o a commiaalo esta' persuadida da que a a-
pona la, a desenvulvi.las por ella, sin ullicienle-
I para forn leer i^.t etplleaajle, sem que baja neces-
i 1 te ti recorrer se a' depreciadlo da moe la. T 1-
I ivla pode-aa a imiilir com algara fundamcni, qu
a maior etlenslo dai, an crdito pela. emiOdi das
, n da. .1 Hinco ti o II a-il e .1 is canas filiaes, nlo
i ni -ilosin alguna influencia na alia (erar.doa
I pr.pns ; porque na realidads aelia-M d.monsludu
Btperienota que toda emualo nova de agnae.
|represanlotivo. dameedl determina iims bu\. no
vlor d ,s unidades atonelariaa, e por consequencia
urna etevasle no [*ecj nominal da producios, se a
uissa i|,s negocias oa das Iranucj-s ni i reclma-
la lal eiiis.il, ou engeiirij menos do qus com ella
ae f-z. E be e-le um poni iobe qu Han a <
chamarla as.az a alleaajle e a vigilanaia doa po-
deres do oslado, alira da so enlarem futuras e
maiores pirturbai/i'-.
li -- i coiniii,-,! > qua 4s causas geraes da ere<-
tia acuna iu lie id ts, accresciam rau.as htoaaa de al-
guma energa, a ruja influencia se poda altnbnir
. eggravacflo do mal tiesta ci,lade e oulrus lugares
mais da provincia ; qneosiaa causas eram u mo-
nopolio o a Igiot.gem. Cumpre prm atlverltr ties
le |a que, ampregando a palavra raansrpolio, a com-
alo Ion redmenlo em vistaa o sentido res-
Irirlo de-.a palavra indicado por sua elvmoogia, mas
o sentido ampio m que do ordinario ella se utpre-
ga na scon- i i, e conlorme a qual designa nlo o prr-
vilegio ou f.culdada de ven |er reservado a am ad,
porm sim loda a ailooc.io em que a venda de nina
mercadura, em ler o pravilegio Btelusivo le um -,,,
Olo a Imitte com lu lo -nao um i cooaeqaanela m ,is
oo me,,.,, restricta por circomalaneia. aMifi.-laei. o
monopolio assim entend lo a rammiasl, julga ve-lo
na sociedade cotnmercial em entuman lila, orgimai-
la ii--l i ci la 1e para fomecer a carne verde eos ha-
b,antes do loa municipio c outros lugares mais, so-
ciedade vulgarmente condecida pelo nom. da tem-
panhia da carne verde. ; a agmlagem ella juis,
i h ibrir nesse envime de aspeealadorea tle in c*-
' r.vclpr, que aqui era ditTereotei localidad., ea.lo-
, mam iulerpor-se enlie os productores e os cou.nm,-
dorea I ti -eneros de primeira asaraaald.de, verdadei-
roa / iiige-, que iem menor ot li lade es.' em prp-
joizo do pavo, engronam ,, numero dos inlerm.doi
de que reilineule iieceisitl o commercio do ta-
er, -.
A comnp'-.l, nlo Ignora qiiinli .- (.ni dito a li-
vor to mnnopo i, ou ,|, ,rc ,n
i na de cerlo mu lance .a qoitease acomp'fthar aqui
lodaiiidisro lo havl la a tal resp,eil-i. Soguindo os
vea una il i fui,dador ,1, sciencia econmica,o qaal
romparava temores do pavo contra mounpaho
do. abarcadore, s suspeilai a aoa terrores popalares
contra a leiliceria, a maior ptrlc I
consi lerendo i abarcami lo como ama aer.lo legi-
llm l. ora leu, ,r .cu.-a lo esl.ibel-.-er q IC i'-- ten -
ro la pomuie-cio. lonz. de prejudif r ,( \, que
muilai vc/^s -e b i lev ma.lo contra o- qoe o e\er-
ce.n, be igualmente til aoa qaa producen) e a ,. q,,
- nsomem ; ora, lem- |aa o lio do. g anet os em I e.ri-
la .Mi poati ilelermi ir urna illa imp ranla nos
prec, i*, he lima c iu i u.ivel no. lempos i aboa
i|aneia,an.u da penuria nma ehiiner. lano niai-
Iii il de a Imitlir-se, quanl neaaa. lempos le ran-
dada 'i" qn. la tal a dureza i:
reeeriim mail pingos e manoi probabilidad. ,ie
lucro.
Mis a com.uiii.io, por um lab, eila mu longo de
r.conliecer no. pr.juizos populares a pedra de toque
da verdade, trio dt-sejaiido por isso conslitair-se or-
-io d'elles, por oulro io pule timbera cegar-se
pelo espinlo do .yitama ao ponto de desconhec.r
que a realida.le dos faelos era sempra correspon-
dera ao optimismo da i setenen pora a, e por isso
nao quer arvorar-se em defen-ora da lodos os ga-
lillos ; entup iu lo em lodo o ca.o ler a bom enso de
nlo applicar a paizes e a mercados como os nos.os
ludo quanlo dizein os ecouomtstas inglezas e france-
ze-, ten lo era vislas mercado como o de Londres e
l'aria, por .templo.
Em geral e as circurailaneii. ai mais ordinarias
a doutrtna de Ad. Smisth e dos seus tlucipulos pule
ser venia leira ; mas, formulada de ama maneira
absoluta, arha-se sugeila a urna jo.tl reprovajilo, e
a ln-1 ira altamente a contra li/. Sera duvida po le
ser ultl .barcar um genero que abunda eitraordina-
naraent., quando seu preeo he lau baito, que nin-
gaem fas eaao delle : por suas compras o abarcador
ollerece enldo a e.-e genero om mercado vaulajoso,
favorece um i producen., que a ni)o ser a especulajlo
lornar-sa-hia onerosa no produclur.
Bev.ndendo depois t' ha lomado mais caro, o mesmo especulador previne
a penuria e ahtslece o merca,!', lias e-la operaeio
que se pule repeltr mu las vezes licilam.uie, olo
evclue de cerlo as manobra! fraudulenta, a que al-
giinias oulras se recorre pira operar urna deprecia-
dlo facticia dos gen.rjs. ou uina raridade que su' be
apparenle, e lucrar aasim com a parda de mul-
los. As cousis ii.ni senpre se passa.n como dere-
n.iin ser.
Da balde se allegari.nn as difli-uldales de reali-ar
i abareameato era um. escala bastantemente alia
para inflan njs presos de ama maneira perniciosa.
Por maiores que sejim e-sas difllculdadeo, he (tira de
liivid queco cenas occi-uia ellas lera sido venci-
das pela cubica uisaciavel do ganho, e o povo terA
ido victima de infames especulac.es. Os ambicioso
que fcilmente sa euleudera, ao menos em quaiito
nlo chega a poca dos tr livididendos, levanUm ura
iniinte com os seus eapilaea, e ell-ctuada esta liga do
dindeiro, is suas manobras loruam-ae de um eiilo
lano mail provavel a feliz, quanlo mais lentas edif-
iceis .a as reU{doa que lig.in as provincias do es-
tado .ra que se acham, quinto tneuus accelerddos
ido na mov,lientos do seu commercio. Qoem se nao
e,librara, entre oulrus .templos tle abarcaineiilu
que nos conserva a historia, dai grandes carestas ar-
Hfieiaea que por essa causa pree.deram ., aeompanhl-
rara a revolue.io francez.i'.' (taem se nlo lembrar so-
bre ludo da famosa bcboCbpI i oiginisaila .b o rei-
na I i d. I.'ii/. W, em noinadaliberdadletleco.il-
mercio dua cereaes, para mouopohsar o commercio
do trigo, leaeeiaQSO infernal que a eiccraQln pu-
blica em seu desespero denominou de a pacto da
fom i, '!
'. lando este exemplo do maii odioso nbarcamenlo,
a commi-so lio quer prectsamenlp dizer qua baja
entre nna tambera um paci de fumen, mos lmen-
le qu a Cenia he possivel, e que n.lo ba minia jus-
(ica em comparar o. lerioies do povo a lal respeilo
cora os que Ihe inspirava o feli^o. Oqoeacm-
missao leu, em vislas he mo-lrar coma a com|5iahl.
das carnes verdes parece-llie ler concurrido para a
.l.gericla do preco dessa anuo no mercado do
U-cife, Oggril tu lo fl-sim a sorlp do publico.
Ve-ae da escriptora do contrato detaa eomponhil
que o seo fui, 1o rdativa be da canto c inte conloa
,le rea ; mal como a comp nina, segundo cuslu-
nte, n.lo effeclu. as loa. compras 1e a loa a dinhei-
ro, aanla ;, crp uto, ao p......|oe ,, carne no acon-
juts nunca vn la li i la, i icllm.nl. se pode .Jal-
ear da prodigioaa elasiici l da daquallo fon n effec-
livo. Ora, c.im lio ivullado capital meltiplieado
pelo ere,!, o ; contanlo .'-n se., sem qia-i t. do. os
ndividnoa qua parlenceram an aut'Co coolr la, a
.:r,:::.- n un m de ni ii en mies, pesoa iodos i ame-
Ira.lai as part, ul iri l nlt i ,i, commercio da earna
acb iu lo m amfi n aenhora d. t '.....i instrumento.
ce tolos os ni ios tjus f.eililim es-e L'uero de
leieto, i cmip,ni,,, chi-aa ieqoesliooavel-
rnent. na me lio .s con! ,;,?., pira monopoli.aro
suppnm-nto da carno en, ura paizomuo n uso,
em ura maread, de to pnu-a etlenslo oom i o ties-
ta ci i, i,.. E corresponder a realidada a tale nono
rae-eelniel Sem querer cavarnos abyamot do io-
(ere-s, mdivlda.l para descubrir todas', manobra.
de que elle se p l servir para aacl ir-se rom oa pre-
ji / n libelos, e sem querer p ir liso mesmo discutir
a couipaul.il das carnes ver les e os s.iis meios de
ace.i, raais ou meno. ob caros, tarcfi ingrata que
potros ja emprabenderam pela imprensa, a eommis-
ala limita se a apanhar os lacios notorios mais sll-
enlas, e a tirar delles as r inseqoencia. eligido, pela
lagici da sciencia. Ora. es-es fac,, ata aiaegam-
les :Que a compaiihia lem el]','Clualo grandes
eompraa le ga lo nos legarla da en te, io, o que essas
compras nlo l-'in silo bus, porque os criadores
ven 1 os -e |f b ,is pro-uro loa as p tileiras dos rur-
nes, liruir.in-e mais diffhic.il de contentar, e
qoi/eroin por sua vez im,ir a le, aos auligos com-
pra lores privilegia i,,. ; que a companhil eierc. a
maior vigilancia nu feraa, a ah doaeoveWo ami
lerrivel competencia llim de qu o, stranho. n.lo
poaaam obler gidoi p ,r prec, inferior, ao das com-
pra. p,r ell i reatiaod ,*, o qu Ihaa acairelara algu-
inas diflleel lides ; que a roiic.rrencia tos ltigos
marehlatei fot habilmenl. desveda, aliliiando-se
un, e mull -.mi ,-se nuros ; qu. a compinhia dl-
pe tle q-ia-i to los os I-,ih ,s ou .^ lagaal de-la ci la -
d*, gcaude numero tos quaes conserva fechado* ;
ein urna palavra, qu- a eon turcucia nn c.,,n,:.erci
1 i C ir ne acb a-,., s.pi loillmeOlO supprimida, pelo
menos re toril i --os mus eatreilo. liniilos, sendo ella
electivamente quem fie os do is t-i^os do soppri-
m.nlo do mercado. K o qi concia r de lodos e-le.
fictos lalo que es genero ,ls commercio 1,1, un-
porianl. icha-oa manopolnalo no Recifa '.' Oque
raioavetmenle presumir d'alu, s-i que e*s- mo-
nopolio lem eierrido sn influencia na elivac.li da
raro ,!a carne '.'
Em laea circoin^taiielos f,ir. ama maravilh., fiira
ura ver lade,ro milagro que a compendia sr ciuilen-
ta-se aimpleimenle com o pre^o reurtnerador
.om procurar augmentar ns seus lucros pela evage-
rec.io do prego da carne. Vis emprezas ou eepecu-
lace niprcaiiti, romo tolos abena, a le do maior
lacro p .-.-ivel be a le d iroiaintg, c em consoq .en-
ca da sua ineioriblli llde, que nlo admillp a com-
petencia rio pbil inlrop. os que crean, o monopolio
e aquelhs a quera rile faz viver, pnndu ns a.ns ,n-
lert--ss Igoialicoi cima de lod ,s ns oulroa, Hfor-
eam-se por tirar da -na odiosa especulaclo' lado
quanlo Ihe. p-nnilie a mnrlp da conrurrencia. Em
qoe poca ja' e vio com ell-Mlo, que u monopolio (i.
\ese por lim f.rnecer um proluctu melbor mus
barato t Prelrndpr, pois, que ito e verifica agora
entra nos, he prelen ler urna derogarlo a ordem na-
tur.,1 das cousas, e prelen ler um milagro em que o
povo pelo men, s nunca acre filara', ariezsr de sua
credulidade do sen. prejuizos.
.Niutem faltado quem diga em favor da comna-
nliia que, pur isso m*sino que ella diapoa tle grandl
capital e obra em cnminum, as ililliculdades no ne-
gocio devem *er por ella miia IVilmenle venc,! ,s.
aa dpspezas mais re luzi las, as pcon unas mail ira-
portantes, que > o laescontieo-.be listamente a
Cnmpinhil q lem pode ven ler a carne raiis barata,
e qaa tle cerlo ae ella tiAo lora, o preci desse arli-u
leria subido a muilu mais. Porm ludo isto, como
j a bem se po le ajuiaar plo que ha pouco .lisemos,
nil i pi-sa de uina alleg iclu gru'tnla, e .era a menor
applica^.io an caso. Raciocinando ierlam.nl. pur
s.e mu lo, cbegar.se lita ao elogio le I idus os ni o-
nup iiins de concenlracalo, ehogar-ee-hii mesmo a
eatabeleear u.n principia qoe <> monopo m h. prefe-
nve| a' concurrencia oa a'liberd.de do Irabalho, o
qu. he um gran le abur lo. Oatrii -' i ai i leu di
eommiosSo, porque outros alo era verda le os prtnc
I i .- la -ciencia.
Reconhrrando ai gran l.i Tinligeru do principio
II iHoeiiolo, i proclaman i,, por laso a su i a :easi-
l.dit -iipliea{io, economa polilicd nlo do.ee-
nhece que esse principio t-m crios limites f ira d
- t un ir hia lueonvenient. prejo liclal ao
publico, ri,| ,> legtimos Inl.rCSK) -., ..io I, ni gar i-
udos pelo prin .....i superior da lib rl. le lo iribi-
llii oo concurrencia. Ella e.tab.1 pullo
i regra inc issa que a lisa t-tr' t.-, i de
- i i inl.j ii, qait
p.pliveis d. seren .ntrega*. .'con lorm
i i nle i iorn-r a conearrencia Impossival .. Ela
i :r i lappi .mente, nlo sii qae se poda
r i' sappr.s*',, I. conc urrenc'n ,, i ., i man .po-
lio por vi. i qoe a con-
rurrancia ha pref rlvel ao i : >. E sera' ne-
|!i mies pr in ii -
fj i un a ;,.- ni b ilga a mmi.'l. qo
be possivel davilar-.o .framente da aoa atad I i,
11 ,. |ua a co,npr,,vain alo lio iaom.ro-
,- r loda parte, e qaa di entre n baila Mmenla
i i.,i i n i i 11 c mn nhia d.< r rn ver le> 11 i
; i" inl -. u 11, ., 11 i;e nm mam i oo
nm i verilada de inliur ,, p -i I, imam I, ciencia,
a i. ti i verda.........lim..... para h imam do po-
vo. qu......lio ln unen.....lia o tu 0O| lio c......
OU Hule-.
I. ,li,-l mi.,, imp u 11 uioilo un II ,ni i el cien-
cia a tiltiuia proposicto, que, en, vti de pan un m,.,-
o ccouoiuias, li. com us Jcspeidic os o dilapidadles,
das compaohias monopolisadoras que devenios segu-
ra,nenie contar, poi. anda dehaiso desla relac.l,, o
monopolio nlo v.,1 a liberdade. Esse eipirilo de or-
dem e de aconomia, esse interesse inlelligenta e ac-
tivo qoe com o menor dispendio do forjas diego a
produ/.ir os maiores resaltado! poisiveis, lio os allri-
liulos do commercio lvre, e nao do monopolio. Da
maneira que, diz om escriptor, se abarcaren) urna
esplorafilo estaremos longe de suppr que essa et-
plorec,),i trabalhara' melbor e com menos despeza. ;
do contrario he que eataremos bem cerlo. E ainda
em apoio desla verdade vem a companh.s dai carnes
verdes, do cujos desperdicios bellamente sa pode
ajntoir si, pelos salarios e commiitOei dos eus geren-
tes o mais embregados subalternos, nSo fallando na
ec inotni i,, dos alugueis despendidos com o. acou-
gaea fechados, ele.
Mas, anda que assim no fosse, podar-ae-hi.i ra-
soavelment. runtar, sem mllag.., qua > lomoi-
nhia nos lizesse alguma coneesslo, algum favor sobre
o preco ta carne ? Nle, responde o dislinclo econo-
mista autor d. regra qoe cima reproduzmos Am-
brollo Clemente ; com a liberdade a reniuiierac.ln
tle cada ura comp.-ie do equivalente dos s-rvicos
que ella fez aos oulroa ; ella he pois proporcional aos
servicos prealados, o que h. a propria jusiica. Com
0 monopolio os gauhos sao na razio da ett.nslo e
da orgeucia das necessi.lades a que se applica, e dos
obstculos que opps a que cada um i. proveja em
oolra parle ; elles sao pois proporcionado! ao grao
de eppreaele que eterce.
Pod.r-se-bia lambem allegar em abono da eompa-
nlua qu. o -eu interesa, oppe-se a urna elevacao
no pr.ro da carne alm do que be natural, pois qoo
isso leude a iiiirVii.itr i procura ou consumo dess.
genero, easa diminoi(ao deve ncarrelar urna re-
duce,u proporcional nos seas gando absolutos. Maa
que valor lena .emelhanle allegarlo I A companlna
n nega as mesm.s aguas emqae -empre navega vara
lodos os monopollsadores do mundo, e com elles se-
gu a mesma iierrola.
A.sim, bous observadores pralicos da lei de pro-
grafavlo doa precos de qoe cima fallamoi, os IIollan-
dezea cheg.ram ootr'ora a cnmpreh.nd.r qap, rare-
fazendo as especiaras das ilhas Molucaa enilo mui
procuradas, e de que elles linhani o monopolio, aug-
ineuldriam lensivelmenle os seus lucros. Ei-los por
coii-e.'u.i.le a despoj ir aquellas ilhas de urna parle
das suas riquezas naluraes, alim de aogmanlarem ar-
lificialment. o valor do retanle, e grabas n' pro-
greasio rpida dos precos, essa operario, diz nm es-
criptor, Ibes dava bous lucros. O qoe ha pois de ad-
mirar no procediinento da companlna-'.' Nlo faz ella
lamben, pouco mais ou menos, o que fazem certoa
negociantes de trigo na Europa, que acham vanla-
geui era destruir um parle de suas provis5e<, em
vez de leva-las imme atamente ao mercado, como
a juslca e o interesse bem entendido o elige '.'Qua
muilo ha qua, vendo-., senhura do mercado, e sa-
l -n lo que a procura do genero de primeira neces-
snlade be a qu mai. cuita a restringir, etagere a
companhil o prec,} da carn. enir. ni para tirar
groases lucros ?
Como se nao fosse bastante a otperienria da histo-
ria para iodaiir-ao* a crer que ella e echa compra-
hendida na regra, a mesma compendia quiz dar-nos
orna prova cnuclodenl das sua ...truenes benfica.
Saben) lodos, cmn elfeilo. quo oa intestinos das rcz.a
sao objeclo de ura pequeo commprcio, de qu. vi-
vem molla, inulbcrrs, e a que frequenlemeutc re-
curre a pobreza para o spu inatento. Ora, saas mo-
lh.ro. esiavam no co p 'i l' l is. : mas a companhil qoe bem eonh.ee a
sua posirlo, levanton aquello preco a 3)200 fi. As
i is r.riiir.im. E qual fol o meto de rctlazi-
1 ,s e Impr Ibes a lei do mais forlc '.' A imprem jl
o d-.p, e a rompanhia o c nfessou : os dcbulhos das
rez;s f ,r,rn man lados linear ao mar por Ires das,
por serurna neeaasidade eligida pelai racraa entra
o activo o p.esiVO da sociedad! Sira' necess.-
rio mais algumi coua para candor,-ar a compa-
nlna .las carnes verdes, e descobrir as ,-i.s boas leo*
dauci.s '.'
luiicou (arahem a commissio como caua local
que concoma pra .ggr.ivar a careslia a agiolacein
les.p grande entume de aiperuladur., que uesla ci-
da le e ootroa lugares mais emlamim iulerpi'.r-ie en-
tre os productores dos gneros e o consumidor.,
lie esle um fact,, de que nimio se quetta a popula-
.; i,, e que achando-se comprnvado por quasi toda.
i* informa!)', n,1o pode er recehido com indille-
renc. nu deaprezo. IIrm qoe commissio, segun-
do at .oa. idea, leuda em grande favor o com-
mercio lvre inesmo o pequeo eommercio, com
ludo ella nao de.ta ale reronhecer que esse grande
numero do intermedios n i caso de qu. se trata, sao
i er latleiros pranlas, qoe nenliuin servirjo real pres-
lam no commercio dos genero, qoe pelo contrario
(uvero de eiagerar o preco dos mismo, tirando
ta produredo aun parle mais ou menos ronsidera-
vel sera a menor olilt lade criada, (.le significarlo
ec n .mi a por ter o fado de comprar aqai com a in-
le.ici,, da ,e\eii ler dous oo Ires panos a liante, como
fazem os ii os.os inlerceplidor.s'.' Figuren tala
operarlo r.produ'i la por Ires ou qoalro veze, como
uzem succeder. ler-se-ba uina idea du mal cau-
sado pelos taes zangue, quando, por nlo lerem em
que oceupar-se seriamente, mpregam-se em fazer
eheser mais caros os prodactoi ao mercado, Seme-
Id.iule e-pecul ...lo ',. orna verdadeira agiolagem, o
como 1.1 deve ser estigmalisada e reprimida.
Agora toca a com.u.-do i ullima parlado >eu Ira-
baib >. Depoi de daver r preciado a iluaco geral
do paii, ib-pus de daver indagado aa causas do mal
eUriordin.rio daesre.Hi que o iillige, corr.-ihe
lia la o dever de indicar as medida conveniente, ao
ca.o. E aqu sente-se a commixln corno que esma-
gula pila enguiddda das conclu-.i-s tle que lem de
apanenlar, e que aus olhos de muiloi parecrrAu nlo
corresponler Is pr.uu.ssas t.tabelecid.e. Mas o qua
lazar, se a commissio mo julga que seja urna v.r-
tode vencer a juslca, oo urna prova da coragem ta-
lar contra a natoreu das cousas d. om moibi drn.co
a ininle ligenle '. a Nlo ba remedio, dis.e Adam
Sai Ih, contra os inconvenientes de orna caresta
real ; .i, pndem havet cotreclivo. n Y. cnmnusso
cnnfessa que nada tem a opptir este orculo da
sciencia. Entretanto ella e-la' longe d. mcslrar a
mesmj ronfi.rrnid.ide ceica da nalureza dos pallia-
tivos a .mpregar.
A que sereiuz.m, na verdade, ene. pallialivo.
na opinilo de Smiib 1 llouvc um lempo, diz a esla
respailo um HloiUO enmomisla, formulando a doo-
iina do fundador da sdencia ; douv. um lempo, diz
Cherbullez, em que sena tratado de inaen.alo o lio
mera que a asta qu lio : o qoe devo fazer o estado
no caso de careslia ".' douvess. respondido : O astado
nlo deve faz.r couaa alguma, deve lnmiar-se a m.u-
ler, con,,, em outru qualquer lempo, a onl.m, a s.-
guraaca, o respe,lo da. propn.dades e a liherdada
das Iransacces. Tal he entretanto o piincipio raco-
nbecido como verdadeiro presentemenle por lodos
os eroiiomislas de alguma aultuidade. i,
\ S se po,s claran,,me que, segundo esta dolri-
na, o melliuroii antea o unten pallialivo pos>v.l em
uina poca do caresta, lie deitar o commercio dos
genems de primeira neces-idade entr.zu. a si mes-
n e n i la empre'i'n ter, nada ansaiar que etceda
os limite, iraca,los pelos deveres geraes Oo governo
lima formlales. II. a tloulrina a lber lade du
commercio ein seu maior a abaolulis.no a. Mas a
eommiMlo luida nlo pude resignarse a ac.ilar si-
raelbanle doulruia como venial, infletlvel e invio-
lavel. Por quanlo, se em tuna lilnacie dada poder
0 g.vcruo fuer algum aban] positivos, qu. n par-
ticulares alits nlo poderiam re.liiar. o qoe liavem
qu. razoavel.nenle se opponha a sua inte, venrlu di-
recta nos talo de penuria Nem f ,11 nn felizmente
autoridades respeilaveis, que apadrinhem eita nosso
peinar, como se poderla suppr a' visla da isserclo
um pouco absoluta de Cbeibulier. O. principio!
gira.a, dil i >-(e reapciu um dos meslre. da scien-
cia, repr.sentara unta industria abandonada a si
c mi > o meio mais seguro de prever ns nosi,
i ladea ; a experiencia nna faz ver qu. o inte-
i pecuniario, qu. os hbitos nlo bastam para
mmorii o., males ne orna penarla.
Diver-se-ba tleitarl uina populac.lo numerosa em
talla cora i -'. mili, .' NI i lera' c'sle am do rnoi.
i Siy, em que convm iber, ns poiu ra
pralici, desviare d is pririeipioa g.riei ? l'anabem
d.pois de daver percorri lo todas asetcepcoes que no
i i men I *r sullre a mamila tlp que es negocins da
sociedade i.lo .empre mu- bem failoa pala celo li-
vr. d. ventad, l i irticnltrn, Mu n Mili rhega a
formular em cenl'iponri. .st'oolra regra qaa a ic-
r.i.do- rn pul! cr ni'psauia em falla da doa
llares, anda mesmo que ela fosse mai con-
venienle, p Iralando eipecialmenle do caso de urna
-i i, a listando ecou-n.iiu ingle reronbece qna
ne li .- directas, romo pe et.mpl.....nadar vir
c rea a cula do latido, SlO Ules, quan lo molivos
.lares etisl.m par e icredilar que as espero-
- parliealir.i nao effeeiaartom im. hnp.rla-
'- .....i I' r[.....'er it-.ululim.nl. o ronli.iriii
dist.i, -em inc ner na censara d. fa/er con-islir Inda
n.n,ir, em un,, pon, nei! ,..,l,i, e rabil
ab.rlam.nlo ni Iheorii do govwna aulc.ra ou da
1 iriii.nle id iu -u .;.!,, '*
He pois d. iceordo rom a dontriltl menos iluo-
I ila de Si) e de Mil, p -,il, a egida de l,",o reapeita-
Teii .iuiii ja i,-, que i cuiniui-s.io pa-sa a iudicar ai
II
l\ #1


DIARIO DE PERNAMBUCO QUARTA FEIRA 2S DE ABRIL DE 1858.
medidas que mais aJapl.Ja< llie parecem a pte.cn-
le qualra. Mis como na lie prudente e ratestiii. futura-, qoamln s? esta' debati da pres-aa
dos 9nflrimenlos causados pela caresta actual, a coin-
mi.o lia prescindir- de direr Iguma cou.a acer-
ca dos meios de prevenir semelhanles calamidades,
embora n3o possa ,isso aproveilar ao instante pre-
sente.
A cornmissao indicou doa pidens de causas que,
no leu entender, tem prodozido a extraordinaria ca-
resta dos viverea ; principies e secundarias. As
principis roram a inconstancia das esligdes, as epi-
demias da febre amarella e do cholera, os grandes
Irebalhos novamente iniciados no pas, o alio preco
d s seeros chamados coioniaea nos mercados ei-
IranKeiros. As secundaiias, e, por a-sirn diier, con-
llu-i i'- oram as episoolias, a degenerarse das
races dn gado, os habita de ociosidad r vadia;ao,
n monopolio a agiotasen). Distas causas, como he
(acil reronheeer, urnas sao natoraes e outras artifi-
ciee9 ; urnas sao a obra da na'uraaa, oiitras obra do
homem ; e clasaifica-las desla maimra he indicar
.'uflicientenisnle o carcter de permanencia ou de
ins alu idade que a cada uina deltas se pule assig-
ri*i', leudo se em vistas o que \\ dissimos acerca de
sua influencia, e o que nos resta agora dizer acerca
dos m-ios de combale-la.
A inconstancia e a irregnlariJi le das eslec,oes
rom quanln seja urna cansa natural e peridica de
caresta, tanto mai< Icipivel entre nos, quanto a sus
acc.Si stendeu se ao mesmo lempo a' cnacaio do ga-
do e a cultura dos cereaes, todava nao esi.i inicua-
mente f a do poder do homem comnal-la coro il-
gum sjceeeso ; e nos procesaos da agricultura, no
desenvolvimento e barelera das vias de communi-
earao he que parecem consistir os principaes meios
de obler-se aquella resultado. Nos progresos da
agriccllura, purque elles devam sem duvida trarer-
Bos novos gneros alimenticios pela naluraiisarflo
de v;elaes e animis eslraugeiros ; e sabe-e que
quinto mal* augmentar o numero de>sas substancias,
tanto misos eipostn fcaremos ao risco de vir a ca-
recer dellas absolutamente, pon que os amientes
almosphericos desfavoraveis a urnas, nao sao mollas
venes a oulras, sendo sempre minos stnsivel o dili-
cit de urna especie particular de alimento, qoandi
cxislem outios muilos que o supprem. No desrn-
volvimenlo e bartela das vias de communirac,a<>,
porque como as calinitas nunca 11 I ni inleiramenle
ou na misma quantidade em lodosos ponUs da om
branda paiz, c>i.,' visto quo em tais circumslancia*
facilimuti se preenchsra' o dficit dado em un lo-
gar c, m a nbundaucta das colheilai em uniros, sen-
do a alca do genero deficiente, uin estimulo bastan-
te para indozr os especuladores a leva-lo ao mer-
cado, onde a neceisilade delle for maii urgente.
Nisla nliim i phase do proiiresso limos nri. entra-
do fe lmenle. Por toda parte em nosso paiz a 11 o
cessiilade de se abrirem boas estradas he roais oo
menos comprehendida e satisfsila.e at ja' se inau-
guran as piimeiras siccoes das vias frreas. Mas
quanlo ao progresso das arles agrcolas nada abso-
lutamente se ha feilo, nada se tem emprehendido,
e o e-1 ido da nossa lavoura he na virdada rnitiravel.
Enlstenlo, diz om illotlre economista francez, a
agrieillura uAo he urna industria estacionaria como
se | le acreditar durante orna louga suie de seril-
los, como se poderla eslar anda persuad lo, per-
correndo cerlos departamentos nossos, onde se lavra
com itensia semslhanles aos que Virgilio linda dian-
te di* olhos. A agricultura era nossos das compe-
netra-se desse espir.tn de iuvestigaro que distingue
as manufacturas. Mas se Chevalier prile lamentar
nesl'i. termos oalrato da agricultura em urna parte
da Franca, o que nao poderemos nos d zer do sla-
do da agricultura no Brasil, onde a par dos in'tru-
roenl is os mais grosseiros e impirfeilos, reina o es-
l'inic de rutina com o seu cortejo de prejuizos os
roais ridiculos e emperrados? Todos senlim a ne-
cessidade de esforzarnos por sahir de semelhanta es.
lado : mas o que convira' fazer ? Sera' necessario
imp lir as Io'ims productivas do paiz para a hua
cuitara das ierras e especialmente para a produce,! o
dos cereaes e legumes ? A esta perganla a cornmis-
sao nao duvida responder pela aflirraaliva, com
lanlc que se nao empreguem meio9 que nao eile-
]am em harnionia com o progresso das ideas e o
progesso da produceflo. O eslabelecinienlo de um
ensiiiO agrcola ao nivel dos conhecimenlos actuaos.
8 crearlo de herdades molelos, a divisa a do solo, a
fun I trio da Hincos agrcolas e oulras metidas dis-
ta n Dureza parecem ser os verdadeiros meios a que
devemos recorrer.
A lei do !. de oulubro de 1H2S. incontcslavel-
nienle concebida debaiio de vistas liberaese patri-
ticas, prescreveu as nossas cmaras munieipaes, en-
Ire oulras obngac,es : as de adquirir) modelo"
de n achirras e instrumentos ruraes ou da* 8rt*s, pi-
ra r re-Ios eonheeidas aos agricultures, e de h re-
rem novas animaes uleis, ou mcllior.rcm a rae dos
existentes, assim cemo de ajunlarem semenres de
plantas interessantes e arvores fructferas, pura es
distriboirem pelos lavradr>rrs. Mas as cmaras tem
mostrado que ntlo sao iiillicienlos para o deseini e-
nlio de tao imporlanlis aimboic-ors, c que hi misier
que ) moTtmr-nlo di impulsao parta de mais alto.
Arerca da cre rao do gado em particular ha urna
medida cuja uecessidade desde mallo se reconhece
entre nos e pela realisarao da qoal t dos rerlarnam
conrtantemente. Ooeremos (.llar da abertura de
poros ou acudes na, provincias mais avgntas ao fli-
gello das seccas e isso tanto nos lugares da criara.)
do gado com em certas distancias, naquell'a per
oiii.' co'liiinam paliar as limad.s para os grande*
ceiros do eomoine. O gado, como he sabido, lof-
fre multo mais em cnnsequeucis da falla da bebida
do que da falta de eapirri ou das ramas qae nrdiua-
nanenle come ; elle resjsle por algum tempo a' fo-
roe, mas succurribe fiequenterneule a' sede. K ru-
ino nao se pode raioavelmenle esperar que a reali-
saco de samelhnnle me Ir la parla por oa dos cria-
dores, hs indisperrsaTil que o governo (geral r.u pro-
vincial! se decida a emprehender a coustruccAo da-
qut las obras de urna utilidad geral.
A propagar;ao dos conhecimenlos da medicna
veterinaria lambem n.1o deve li'ar em esquecimen-
lo Iraiando-se de favorecer esle ramo de prodcelo.
0 godo, como ja dissemos, acha-se aagetle s mor-
rinlias que o diiimam em niaior ou menor escola,
principalmente das pocas de peor alimentado ; e
ellas niuhum obslaeulo encunlram da parle dos nos-
sos criadores s suas devaslaces. Ainda boj, por
eximplo, nAo sesahe o meio de conibalcr especial-
mente o mal triste que tantos estragos tem
feo por vezes F. im un paiz de lo tasto terri-
torio como o ltrasil, omle esislrm lanos terrinos
preprios para a cri..clo do gado, he lalvez quasi
nniios'ivel, ou pelo menos deven) ainda pastar lon-
gos annos, anles que o preco da carne suba a nm
prec.0 lal, qoe os criadores sejarn estimulados pvlo
jnt rc-s-r a fazer da criaclo da gado urna verdadeira
iiiiu-ica,n frucln de um trarvllio sen >.
I.onge, pois, de e-perar que elles racam alcuma
cansa para melhur-r esle inip .ranle ramo de pro-
dn-cao, d?vemos rrir qoe coi linuaro a extssiar-se
com os enormes lucros que Ihes proporciona a na-
to c/a em Ir.ca do m li Insiguilicaiile traa Iho,
seai nada rmprihenderem.
A nalureza, com elTeilo, he urna mai benigna e
fecunda; mas Ue ntlater observar que quando ella
cierre um papel preponderante na obra da proluc-
rao, nao deua algumaa vezes de lomar largas de
1 irras cnnlra os que fiam ludo da sui benignidad,
l'or eonseguinlo, a nao ser a inlertenctodirecta do
polcr collerlivo pila maneira indicada, Irr mol
una vez por oulra de s.ffrer as carchas extraordi-
narias da carne, como presentemente acontece.
As epidemias, como a febre amnrella e o cholera,
qtie assolaram o nosso par/, roohaiido grande nume-
ro de lirar is industriosos, nao pode-n adiar oa ro-
ccrreclivos fora das ee*sldera{Atl que acabamos d?
.".pender, senao em urna crdein de ideas que sa-
liera intiiramente da pequea aleada da cornmissao.
Em I uto caso porem ella pansa qua o mais segu-
ro meio de prevenir laes calamidades he implorar a
1 rovidencia 1) vina para se amrrrie dos Brasileirus.
: ni.I.) do lira.i
rluzis'e elle, quanla deiiarlam de prnluzir os po-
bres cultivadores diste genero, desanimados pela
m.dor drflii-uldade de dar boa sUraccao lea produc-
tos de sua lavra.
No entender da DtaTDnritsie os legiliinos meios de
mulraliiara influencia das causas de que Iralamos,
consnlein na divisan da grande propiiedadc territo-
rial, na modiOcacjio da le orgnica da guarda nacio-
nal, t finalmente na extirpar;.! i dos I abrios de ocie-
sidade e vadiac,lo rpie lavran em noss.i paiz. A com-
uits las dous pontos Je urna importancia bein mamlesla
para todos ; mas ella sent a eceeelda le de contra-
hir-se alim de nlo faligir por mais lempo a aliento
de V Esc, dando ao seu trabalbo desmedidas pro-
poriea e pjr isso dir' apenas qianto baste para
fazer conhecer claramenle as suas ideas, e presentir
os fundamentos em que as base).
lis evidente que o abandono da cultura dos ce-
reaes n,1o lena Irdo logar da manrira que cima *
signalamos, se r.So fora por un lado a dependencia
extrema em que se achara os nossos eampnnezes dos
senhores de engenho proprielarios do solo, e que faz
delles instrumentos sempre doceu v sohmissos as
vonlades dos que podem conceder-lhas ou negar-lhes
a sen bel prazer um canto de Ierra on le po-aui ser-
vir, e por ootro lado a falla de api-jo dos mismos
camponezes ao solo, donde vem a faeilidade com que
e escapara aquella dependencia, Iricam de boa-
menle a condiclo de agiicullores, pela de assalaria-
dos da estrada de ferro,quo mais lucrativa Ihes parece
f porque na verdadi, quando o homem posoe como
proprio um torr.lo que seja.que ainda r uanit" snuhesse
que em oulra parle ganbana man com menores fa-
digas, ainda assim preferir ficar sol o lelo deseus
pan, e aln gozar de lembrancas que em oulra parle
senam pezares. : (lia, a causa de nm semelbanle
alarlo de eousas nao h oulra senao a concaiilrac.ro
da propriedade lerriiorial em om rr-queno numero
da mao, e por aqni j i se) deita ver que a sua divi-
aohe um dos objeclos mais dignos di solicilude dos
(loderes do estado.
A qiiesldu da influencia que a g'arde oua peque
na pr :pnrdade po.lern f xercer na prosperidaiie de
um povo, admrllira' quando inuilo .ilguma duvida
em | ai/es de lio pequea eilensSo como a Inglater-
ra e IAj ricos de capita-s romo ella ; mas em um
paiz de 13o vasto territorio como o Brasil, e como el-
le lio pobre anda de rapilaes, parece qoe nlo ha
nenhiiina ohjcccAo seria a oppor a' divisao do solo
pelo maior numero pos-ivel. O qoe 'do ai granle-
propriedades dos lords lgreles a vista das que pos-
suem os fazendeiros do Brasil 1 l'erjuems parcel-
tas de terr.>.
F, lolavia quanlo nao excede) em valor as pri-
meiras a's segundas ?I..Peren nao: a prodigiosa e be-
nelica influencia da divisaodo solo nos progressos .1-
iiidostria azricola e no hem e-lar das popularais,nao
lie mais orna quesiao.be um axioma proclamado por
quasl todos os economistas e confirmado pela expe-
riencia mais confiante. He o poder mgico da pro-
priedade que
irra em ouro
1 .i \r e i '""idnlenlos booverem operado tros modificadores que podes'en. eiercer urna qual-
ler'n .'d..P ,.".,io*'f<<,'<'* *'< V' lrli *- quei influencia bre a popolarlo confld. a seu
me al ViTv"f" "h"^," U"e ''" '"" "idad,. r,a ,1. n.ai< u vinficaer do, nasemen-
ispnsiei.es ideniioai n tocn- los e oblloa presidimio a fermacle de ame eslali
nada dispo, sobre esle assumplo em nosso cdigo cri- provaegu do- illu Ir. rompanieir'os.
nal. pudendo por conseguinle oigannarein-se nal rh.ni A .//. a ...a. ,. .....]a ve,
devia
dar neste Ibealro o artista Julio dos Santos Periira.
As duas mudanzas lern sido verdadiiras decepees
que ha m flrido o publico que ancioso aguarda o
----------------------- I" --^......w-.,,u-i,r- ,.,, i i i .
t, .' '"l0 r" cr.nsegurnle uigannarem-se no i Thtatro do .tp0//o._Aiudi urna seguiirh
n.nilr '8 de fome quizerem.-impo- foi (ran.ferido o speclacolo de pbysiel que <
Neslas circomslancias e para cnmhaler a Inflo*!-
Cia que no eacesiivo preco da carrre parece ler
exercido nesli cidade a coinpanbia das carnes ver-
'les, jolea a cornmissao qoe podem ser conveuienles
as legolntei midnlas :
TruneiraKisriaao dos cntralos de arrindamenlo
dos ar;uogues peilincenlrs a ramaro municipal, e
que se acham era poder dsqnella rmnpanliia, afiro
de permanererem francos a quaesquer individuos
quequeirnm talhar carne, leudo prefennrii a elles
os que se ollererereni a vende-la mais barrio.
SegundaO eslahelccimeolo ale um logradouro,
ou mais, onde pos'a descansar e refazir-se o gado
destinado 8o consumo da cidade ; sendo para admi-
rar que ainda se nao lenha cuidado na rcalisacao
desla medida de una otilidade maorfeilt. e queja'
a lei de 1 de oulubro recommeudava a's cmaras
municipais !
tercenaAdopcu de providencias idmlicas a's
que se encontrara nos arlrgos 1, >, e 3 do regula-
rnenlo ltimamente expedido pra o corle re garlo
no maladouro publico da corle, e apprnvado pelo
decreto n. tliri de!) de dezerobru da IN77.
UuanoFinalminte. como midida temporaria, no
caso de nao melhorar a silnac > rain estacAo in-
yeruoss que auora corneja, nao duvida coiimisso
indicar a compra de ca loa por ronta do governo para
sireni corlados e exposlos a venda pelo culo da pro-
docr.,,1. i,so sendo provavel que a companlna das
carota verdes, avara de lucros, pos'a lular por al-
gum lempo com semelbanle concurrencia.
Frira lalvez conveniente (.Acrecer atguma" consi-
deracoes tendentes a desenvolver e justificar rada
rima d-slas medidas, e p.rlicolarmenle a ultima, que
he sujeila a militas ol.jecr;es. Mas a cornmissao sen-
le quanin ji lera abusado da paciencia d* V. Kic,
leme que corrr a sua ptolizidade nao cliegue a ins
pirar-lhe o desanimo or desgosto de ler svas fraca'
reflexoes. Ella por tanto conlcnla-se coii ler apre-
sanlado um pooco desenvolvidos os principios eeraes
do seu modo de pensar, parerendn-lhe islo bastante
para fazer comprehender o espirilo em qoe devem
ser realisadas as suas indlcaerjes. (Joanlo a agiolacem
dos inlerreptadores dos gneros, narere qoe bem se
podena reprimi-la, mediante a vigilancia da polica,
com a promulgarlo de urna postura pelas cmaras
munieipaes, onde fassem comminad-s aos verdadei-

l'HACA 11(1 KIXII E r. I)K MAIll,(i \S
:i HORAS u.\ iaiidi:.
Cola^Oei ofllclaea,
\cres do novo ll.iuro de l'irnambncolile II
11,(1 da premio sobre o valor nominal.
DMCOaIt de letrasIII e IS (>|l ao armo.
Secretarla da Ibeaooraria provincial de
l'ernambuco 16 de abril de 1H8.O se-
cretario,
A. F. ria Ani;unria;"o.
Olllm. Sr. inspector ta tliesouraria
provincial, em cumprimpitlo da < rlem o
lEzm Sr. presidente da provincia de i do
7S^Z^^ZLSZ'2^^t^^^^^^' fb'ico. oueno da
com sacco. |?0,le m" prosimo vindouro. perante al
Dito dilo dito baixo oj.iOu por arroba com sacco. Junta da (wu** la mestna tliesourana, se
ros agiotas as penas do arl. -> da lei de 1- de oolu-
segondo Arihor ionrg, converle a j bro. Em maleria tao melindrosa como o abaslen-
he a soadivislo qie |iode realisai inenlo dos viveres as popnlacee, he oicessario ler
esta dupla inapreriavrl vauligtm : produzir mili-
to e repartir por crau le numero re pessoss. Os
exemplos da franca. Blgica, Sueca, Noruega e
Sos E-tados I iiiiln- da America, cmnprovam exbu-
berantemente estaa verdades. A llieona mgleza, ob-
leivaJJ. Brossn.promelte urna alia pruspendade; mas
iu considero os fados, e vijo que orna parte da
populac.il> da Inglalirra h borrivelinerile mizern
vel: a Ierra a repellio. e as fabricas tem diflieol-
da le em cont-la. Out'ore, diz Waller-Scolt, ha
bem annos, cada carapouez na Escossia linha sua
cca, seu porco e seu cercado ao redor de sua casa.
Ah onde um se raseirn lavia boje, trifila pequeos
caseiros viviam oulr'ora ; de sorle que, pi.r um
individuo, mais rico, por si su, he v 'rd ole, do que
os vinle o nove c-,in.s do lempo antigo, lia pre-
senlemenle vinte e nove jomileiro- mrseraveis, sem
grande cuidado em nao confundir a liberdade do
rommercio com o seo abuso para nSn tolerar a esle
sob o pretexto de nao oflender a aquella. as pocas
de errse principalmente, grandes allencoes sao dew-
das as laeniietacSea populara, ainda mesmo, diz om
lodrcruso iscriplor,que essas allences fosarm con-
Iraria aos verdadeiros principios da sciencia, e as
Iheorias fundadas na nbservacao. Em laes crcums-
lanciis, no fallara perseas que at dispense! o go-
verno de lazar o que he justo e razoavel. Mas a lan-
o nao pode aniiuir a comniissao.
Todas essas medidas que ficam indicadas.poderiam
de alginna sorle ser completadas pela ro tu.-c. i dos
triboloa que pesan sobre a carne, e em geral sobre os
gneros di primeira necessidade, com grave prejui/o
da vida barata, como todos desejam. A respeito par-
ticularmente doa direitos de imporlacAo que pagam
emprego para sua inlelligencia, e seus bracos, e a farinfui de Irigo, o uaralhio e a carne de xarque
converja abolir a sua lixidade. eslabelecendo para
elles una tarifa molul : mais eleva los as poca de
abundancia e barateza, mais redozidos (sopprimides
nlciraniente as pocas de penuria e raresna come
igora. Com um sentIhanle sv/ilema proporcionar-
se-hi.i ao commircio daquclles genero) a maior fa-
eilidade para diminuir as prioaeOaa doa consumido-
ee, e lornar-se-hia mais defliril e lalvez bnponivcl
s alravessarnenlrs.
Fora deslas medidas, contras da mes-, a nalureza,
que se possa apresenlar, tendentes a favorecer a li-
vre coiiriirrenri.i no ciminerci i dos vveres, a corn-
missao declara francamente que nada mais de a que se posta recorrer com vanlagem. As laxas dos
precia, as companbias phllanlropieai conciliadoras
dos intereisea .ios productores e das con-i!n,i,l,ir, s ;
em nina palavra, lodas s invencaJeiqoe ordinaria-
mente forrr.igam as cabreas dos fazedores de pro-
jeclos, com a fim de oblar s gneros sempre pelo
nesmo precn, ou mais baratos do qua he powivel,
illenlo o rusto da prodacelo. fio expediente, tao
ii lenlos quanlo ruinosos, e por isso gemlmenlc r-
andonados ; j-io expedientes que minio arci/iriam
I i noranrii imprudencia dos govirnoi que con-
eorresum para se Miel d.r existencia r- a liber-
dade, rli/.ia o celebre Ouesnaj be que julsa b?m ;
su a concurrencia lie que nunca vende caro de in.i,
"que paga sempre pelo razoavel e legitimo prni..
E Qutsuax liuba rzlo ; porque sri a liberdade*o a
cmi.urrenna he que labooi air)ddai-se a munida te
ile rircum.Muelas ele que dependen) os preris di.
colisas, e que om m Imirviduo nruilas veaet nern sa-
be prever, quanlo mais dominar.
lal be, Eli. Sr. o parecer que a enmmistflo com
toda a franqueza que exige a gravidade do raso, e
be 8>mi re divida as autoridades, tem honra de
lubmeiler a illoitradi considerar.,! de V. Exc, a
quera pede indulgencia pa'a as militas lacinia, c im-
perferr;ies que nelle necessariamenle se devem en-
conlrar.
Tornar-se hia sobretodo bem sensivel a V. Ex'.
a falla de dados eslatitlicos em apnio de soaa asser-
Cflea. Mas o qae bavia de fazer a commiao se em
lodas as mf.iriiiac s que llie foram presentes, na.
pools colher urna so cifra, e nem Ihe era dado es-
perar oble-los como desejava'.' V. F^xc. ha decon-
vinm que.se o algarismos podem algomas veres aju-
dar o raciocinio, lodavia nunca Ibes sera' dado sub-
litui-lo,
Conrluindo, tambem epera a comtnisso qrte V.
BIS, Mu disculpara' o bavir por lauto lempo abu-
sado de
mais da melade dos quaes h superabundante. Li
ahi a quechega a coiiceutracao da propriedade ler-
riiorial.
E ainda devemos observar qoe n?o he a sciencia
da riqueza a unici inleressala na diviilo do solo
por grande numero de individuos ; a poltica e a
moral a reclamara do mesmo modo que ella. Em
um paiz sobre ludo, onde o elemento papular re-
prsenla lao grande papel como oo Brasil, nao
pode a constituyo poltica achar-ie em desharmo-
nia com a eonslloilo econ mica em um ponto
temellianle, sem que o sy-lema se a falseado, sem
que a or.lt m corra grande perigos. A elei^ao, pelo
menos, que lie a base o'essc sxslema, ficara uecet-
s-i i un a.ie iiiiiiu a quera rio que deveria ser pira
iltnigir o s?u lira, cm quanlo a ROM propriedade
territorial f.rr o privilegio de poucis indivilu-t.
lie e--a proprieaade, por nuis exigua que seja,
que, no dizer de urn eminente publicista, furc.i o
hornCm a lenlar-rc, acalma soa iroae.ina{ao e o
aeosloma a julgar de lodas as eousaa filase sin.men-
te... Onde liste om grande numero de pequeos
propr ielanos lirrftorfaea, diz o ci me ltcs-i, e-.e-
la^os p.ssni.fs, e-.isrelarfes de suhmissao qoe Irga-
*ara o eacfavo, o srrvo, o rclono a seo amo.lemsidn
felizmenl.. lobstili i los p r om lar' real que pren-
de n hoiueni ao etlalo, E alu isla' piovavelmnite
a eoodicjto -isine qua m lie de loda a sociedade de-
iiorralrca, dnradoura e regular.
Nlo ha lalvez meio termo entre estes dons siste-
mas, a inaloiia snbmetli ta a ^s propritarioi do "si,lo.
ou a maioria ineiina sruliora lo [tola, (luir
qualquer organisarlo social nAo he lalvez mais do
que urna (ran>u;ae. lie mannra que, declara o dis.
tinelo iconoinisla (allanto da Franca, ainda quando
res fessp perfeilamenle rtemeri-trario que a pequea
propriedade be um obslacolo iiiveorivel ao angrnen-
lo rpido da riqueza por meio do golo, que ella di-
inniue necessar ament o producto liquido da in lar
tria agrcola, ainda ..--un oleramos applaudir por
motivos de uina orden) superior as leisque nos re-
gim, aos lesultadts qoe ellas pjnduzram.
Aos olhos da cornmissao por lano, a divido da
propriedade territorial no Br.sil he uina grande ni-
ccssiiade econmica e polrlica ao mismo lempo ; e
os meios de a lallsfnzer. nao podem ser dnvidosoi.
Contando com a boa execucu da lei de IS de se-
lembro de IKO, que deve lraz>r prr si s n la\el
inoiilic^rao ao eslado actual das censas, pode-se
presumir que a abolic.io das isobaltai(Sea|fldclOB-
nii.-sariai, .> e a modlAcaflO das leir reguladoras daa
successOes .. ab-inleslalo no sentido das leis fran-
ciza', dariam aqu os mesmos reculados que llossi
justamente arpian lia na Fianra.
Muito ja se tem dito entre nos centra os inconve-
nientes do snico ordinario Toreado da guarda na-
cional : e debaixo di ralllo qoe nes ocrupa, nin-
i.uem ignora que elle completa re algunia sorle o
r-tdii cnritingente e precario dos ROsaof Ireineus do
inieiror. A dependencia en que e.les se acham pira
com o seiihar re engenho, o piopnelario do solo
a-cresce a .'i pen leocia em que ope o servieo da
gu .ida nacional para com o seu coi.in.andante de ha-
lalhl->, que ordinariamente DtS be urna (litidade di-
ver a, e rl'ahi a docilidade com qus se preslrm os
dillerenUs servidos que Ibes sao lirposlos,ou a reluc-
tancia que onpii'in, e qi.e se inauifisti pelas fre-
quenl' s inudancis de don icilio, por esta vida de
vagabondoaa que muilof se entregan). Para esca-
par ao -cvico da guarda nacional nio ha nada que
alies nflu fac,ani, nflo ha expediente por mais pie|u-
dieial a qaa ni* rerorram. Os vadlos luruam-se
ina's vadlos, os diligentes e Irabalbadores apalbicns
o desanimados. E ludo islo beque pode haver Se
iriiimento de apreciar i ricompensar o memo arlis-
lico de que se acba cercado esle senlio'. Os bellos
Irebalhoa que no Maranhao. Ciara e Parahlba, exe-
culnii tempre rom aprlausos, ito os fl.iroes de glo-
ria de sua corda cerrici. O enlbusiasmn de que o
publico desla cidade se sabe apostar quando ouvi oo
aprecia om bom aitista esnangiiro, deve duplicar
ao presenrear as mimosas passagens do Sr. Jolio,
lano mais quanlo he elle nosso patricio. O dia de
amanhaa engastara' mais costosas perolas a' grinal-
da que cerca ,-\ fronte do nosso patricio o Sr. Julio
dos Santos l'ereira
Pergunlas.PrimeirsSera' cirio que o fis-
cal da cidade de Olinda consenle que se Ulhe no a-
(oagae publico reres moras, nflo pilo ctelo do
carniceiro '.' SegundaS-rn' lamnem ctrto que o
mesmo fiscal permits que fra de horas aojara as re-
res, assim moras, recolhidas ao mesmo BCoague,
como direm aconl-cera na qointa fera -12 do corren
le ? TercenaQoal a razie porque nSo acaba com
urna malanga parlicolai que exnle no lugar deno-
minadoFloresta '.' Quarla l'ermillira', a cmara
em suas posturas 8 criaran d oulro acougue que
nao seja o publico QuintaDar' a misma cmara
linalrnenle facublade ao fiscal de, aparecendo infrac
enes a", soas poslurat, deia-las pas damenle sem om correclivo para o infractor .'
HerUmaro.He. laiilara alguna moradores da
roa do i) .eimado contra um cao que ae acha preso
em am qoinlal de urna casa na ine-raa roa, por Ira-
zer oa virinbos incommo'arlos nete e dia cora oseo
ladrar e uivar ; e, corno nu sej possivel qoe por
ca sa de om cao soflra lana gente, pedimos ao dono
'elle que o faca retirar llalli, garanliudo por ootro
ni ido a seguran.;a da na casa.
/Y se proiiniviit prnlfrtir do poro O noten
homem du arnugoe da Boa-Vista qua nao se quiz
associar a' companlna das carnes verdes prapro-
tegerao povo, continua a vender a carne pelo pre-
50 da -JH patacas, e com o que sappoe fazer-lhe nlo
pequeo servir ; e que lal'.' Ainda assim tanto se
chora que faz pena ouvi.lo: coiladinho E digam
la'qae o homem ganba qual, s todo o seu lucro
be dividido pilo povo Que hvpocrila I !
Ilotpilul de oiridadr. Existiam no dia 26 de
abril IN homens ej> mnllicres tratados pela canda-
do, 11 lioiuens p 17 moflieres que pagam a easa e II
praras do carpo de polica Total 8t.
Maladouro publico.Maloo-se no dia (1 para
consumo do dia -21 de abril, a saber :
Companbla das carnes verdes.......47 bois.
.Manuel Francisco de S"uza l.ima. ...Mu
Ricardo itomiialdo da Silva........5
Sooza Qaeirot...............3
Saoia lavare'................3
l.niz de Qaalroi..............4 o
l.niz Moreira de Meiidonca.........' n
Jarinllio...............
I'uarle....................
Jospjaaqoim Ferreira...........
Jubo Nepomuceno..............
Francisco das Chagas............
Tola I.
2 i)
2
9 o
3
1 1
I B
8a bois.
Alt amanh'ia.
tarn $$ ycxmmbmo.
Na sejsan de honlem a assemblca provincial, de-
pois do expediente, oceupou-se da conlinuac 1 da
segunda discussao do projeclo de forca policial*, ler-
do orado as Sea. Begn Barros, 1 Irveira, Carneiroda
C.unha, Mello llego (Raphael e Manoel Cavaleanli,
sobre o arlig.i .I.-, que afnial foi approvad 1 com as
emenda! dn Sr. Souza Reia, para que as aposentado-
rias dos olliciaes fossem concedidas depois de :ltl an-
uos de servrcu, do Sr. Antonio Cavaleanli, lomando
esse favor extenOvo aos soldados.
O artigo 1.-, leuda sobre elle feilo consirlerajes
os Srs. Manuel Cavaleanli e Souza ileis, fu sub'-li-
tuido por um ariilivo do ultimo senhor depulado.
I'.s.an li.-se ditcus.ao do projeclo I desteau-
no, que remov a sude da frrguezrn de Al-gria de
uauo liara licrilar. I 1 approvado com una emen-
da do Sr. l'iuio re Campos, pira que essa remor.lo
su se ellectue depois de concluidas as obras da igreja,
que passa a ser maliiz.
Na dncussao do projeclo n. ti, que crea o termo
de Flores, depois de algum as rr ll-xes do Sr. Brilo,
f.n approvado ero tercena discus-a >, lando regeilada
a emenda do mesmo Sr., para que a paite que se
desmembran do Brejo fetse excluida do projeclo.
I eudo dalo a hora, o Sr. presidente marrn para
a nrileiii do da Je hojea coiitiuuaelo da de honlem,
1 Um'hIuu a estSa.
Brasa duas horas c um qoarlo.
No artigo de honlem, dissemos que a emenda lle-
vando S 200 rf. o augmento de sold das praras do
rorpo di polica, linha sido apresenlaila pelo Sr.
Epamioondas, quando o foi peta cornmissao de for-
t* policial. Far.cmos por is-o essa rerlillcaelo.
V. Bargas, presdeme interino.
I.. Pubourcq Jnior, secrelarlo inlcriiio.
CAMBIOS
Sobre T.ondre, -J.") 3|i d. por lj a 90 d v.
Paria, 380 ri. por fr.
Lisboa, 105 a 110 por cenlo de premio,
descont de lellras, 10 a 12 por cenlo.
IH'UII(Inca- hespaiiholas. .
Ditas mexicanas......
Becas de (isjiOP. .
Moedas de 9JO0O .
lirias de 205 .
PRATA.PalacOes braiileiros.
Diloa eolumoarios.
Uiloi mexicanos ,
:ii8ki
17-.KKI
9#3(H1
209500
J-IIMI
^^1IN I
lJSllO
Caixa Filial do Banco do
Brasil em Periiamhuco
BU 26 DE A HRIL DE 1858.
Directores da semana os senhores :
ba do arrematar, a iiuem por menos lizer, a
obra do 28- lanco da estrada da Victoria,
vahada em II:550c
A ari-ematacfio ser feita na forma da lei
provincial n 343 de 15 de maio de 1854 e
sol) as clausulas espcciaes sbaixo copiadas.
As pessoaa que se pro.iozcrem a esta ar-
rematacilo, comparecam na sala das sessoes
i'a mestna junta no da cima declarado
pelo meio da, competentemente habilitadas.
E para constar se mandn illixar o pre-
sent e publicar pelo Diario. Secretaria da
entrn ,1"e,iou.rri Provincial de Pernambuco, 24
^,uu de abril de 1858 o secretario,
A. P. d'Annunciaco
309OOO
32?' no
I85000
Clausulas especiaes para a erremalacao.
I'. As obras do 28" lanco da estrada da Vic-
toria, sero exceuladas conlormea planta
perlise orcamento approvado pela directo-
] ria ero consellio, e submettidos a approvacSo
iln l.im. >r. presidente da provincia na un.
Manoel Ignacio do Oliveirs, e Jos Pcreira portancia de 11:5909
da t, 11 nha achsndo-se o Sr. Manoel (ioncal- 2-. as obras deste lanco comecr5o no
ves da Silva servindo interinamente cm lu- 1 prazo de um mez, e se Urminaiao no de
gar do sr runha. 'quinze mezes, ambos contados conforme 0
A caixa dr'sconta letras a 10 por cenlo ao regulaaento das obras publicas,
anuo, e toma dinheiro a premio de confor-j 3 O pegamento da importancia da arre-
midade com os seus estatutos. 1 matacSo ser devidido em quatro prestaces,
I a quaita do valor da dcima pane i'o total,
paga quando a obra fir deliiiilivainente re-
I cc-bIJa. As lies primeiras presUfOes sero
pagas, a proporr-ao que o arrenatante Ozer
novo sanco de pcruaiu-
buco.
O Banco descoma a 10 por cenia, e loma ""' te/?' dUS er!os'e conclusflo e entrega
inheiro a juro pelo premio e prazo que se pl""'.'""-, .
onvencionar. *'-ra tu !o o mais que se no especificar
Al.lAMIEtiA.
Kendimenlo do dia 1 a 20. .
dem do dia 37. .... ,
Descarreitam hoja 28 de abril.
Barca france/aKio lun.le bams de minleisa.
Barca brasileaHelenapipas vasias.
BriRue inileiAerleyferro e carvao.
Ilrl&ue perlORneillelampaeodiversos ^eneros.
lolaca hespanholaManuelafarinha da lri(o.
Polaca hespanholaKncanladoradem.
I alacho inslerl.ianurbacaltiao.
Patacho brasileoCarolinafarinha de lri?o.
MOl IME.NTO DA AI.FANEA.
Volamos entrados com faieii'iaa 237
com
gneros
Volumes sabidos com farondas
om paneros
Tela)
Total
CONSULADO iERAI,.
(tendimenlo do dia I a 2<. .
dem do dia 27. .
67:6339170
i:727t2l
73360*381
Sr. retadores.Jalso diver dar ao publico urna
reciilicecAo do. faclot de aun/ ule,que 10 deramenlre
o mu fallecido prente o Bvm. viuario Francisco
I-erre ra Brrelo, e o Rvm. Sr. conego Joaquim Pin-
11 de Campos, corricnidn assnn os as-ercoes menos
exarlas que se leem 110 aniso communicado do Li-
beral Pernamhucano de 2 do correle n. 1662. sub
a rubricaO espectador invisixel.
Nao be verdico que o Sr. Piulo de Campos fusse
13o pobre naacilo, e 19 san arrimo ueste mundo,
que se aehasse nesla cidade do Kecife em 1838 ao
lesamparo, arolbendo-sa a' sombra e beneficios do
DIVERSAS PROVINCIAS.
Kendimenlo do da I e -20. >i:l:10-7:lN
dem do dia 27....... 2I6651
IS479389
DESPACHOS DE EXPlHTACAO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE KO DlA
, 27 DE ABRIL DE 1858.
CanalBarca insiera irllindooo, diveisos carrega-
llores, 1,500 saceos assncar.
CanalBrrca insleza ellindus), Paln Nash ,\ C,
3(Kl sacces assncar.
Canal-Bricue suero lvlib-1-redo. Paln Nash &
t... uno saceos aseucar,
GibealtarPatacho Ingles aMenalUs, Saunder Pro-
Iher & C, 8j0 saceos a'sucar.
tienovaBriBiie poctogoea oLusilanon, Patn Nach
cV C, ")00 arceos as.ucar.
Lisboa Brioe poiluguer. Viajanlcs, Bailar A
Olivehra, 200 saceos assucar.
Lisboa Brioe prrriiicoer oLaia Illa, Francisco
Severianii Babello e. Filbos, ,'i(l r-sros mil.
Lisboa Barra pnrluuutza (Mirla Feliz, I.. Jos
de Si' Araujo, 10 cascos mel, 176 laccoi asnear.
PortoPatache porlagaea aCemoei*, Carvalbo &
Irmo, 28 cascos niel.
eXOPtlRTAgAO'
Canal pelo llio l.r.ina., do Norlc, l.ricno tupen
iiWiilusii, de 363 lale laa, con torio o seguinle :
1.100 saceos com 5,300 arrobas de assncar.
Aracaty, hiale nacional crDuvidoso, conduzio o
se&uinle : 154 volumes gneros estrangeiros, 125
dilos drlos nacionae*.
BoGrande do Norte, lancha nacional oFlcr di
Rio Grandes, con luna o segoinle : 2.I volumes
gineros eslraniiciros, 166 dilos dilos nariouaes.
RECEItr.DDIllA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimenlo do dia I a 26. 17:6379113
dem do da 27....... 9019648
18^5589761
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do dia 1 a 26. 47:101/186
dem do dia 27....... 3:4309(35
411:8119611
Dees :h erde a V. Ex mn tos annrs.Rerife 2(1
de marco de18is.Iilin. e Exm. Sr. Dr. B nvennlo
Aogoslo de Magalhaei Taques, dicnissimo presiden
te de provincia.Or. lira/ Florentino Denriques
de Soase,Thomax de Aquinn Poncees.Bernar-
do Antonia de Miranda.Antonio l'ereira daCama-
ra Lints.t". informe. Aolonio l.eite de l'uibo.
* "J33BI SH *
(I Fcrror religinm.N9o nos recorlam'S de
111111 un om, alivel com ea progressos da lavoura que anuo algum em qo. ne-ta cidade do Bee fe e li-
li I mere a-i,!-Inca, porque a agricullura para zess-m o, arlos-a Semana Sania en, duas ig
medrar lien tsiia de h.ineiH aferrados ao silo, de
grejas,
..., como aconteciu no actual, o que para os que pen-
horneo enlion. de si, e que entre os seos esforCos, saita ehrisISameote fel cm verdade repntedo arre-
e o e-u lado a que se dirUTO nao descubia^i oulro,. f.-cnienlo religiosa, lano mais que eals provincia, e
contra lem, os alera do. naloraet. I plincipalmenle esla edade fo, empre aiinnlada ru-
\e-se pota a necessidade que ba de orna modiO- mo mais calh .lica do Brasil, com foi ba pooco
cacao na le orgnica da geords.nse.onat; e Mo evi- .ostentado em om peridico do Rio de Janeiro,
1 enle be ella 1 ara odo, que a comm.ssao julga-se I comparando asprocissi.es de penitencia da corle,
dispensada de m-i-lir mais oliro esle ponto. A cons- rom as qoe liieram os Mistin
liloicao poltica do impeiio leconheceu e sancciouou
os Hiealonarioi Capneblnhosl
. aesta cilade. leudo cenle o pref-no d- enln. al-
o never qoe lem lodos o. Bra-ile ros de su.lenlar pe digno Fr. Placido de Mesina. Fclirmeme naia a ;se ,,a,' l""enlado aqui o Sr. P. de Campos, n e
les aimaa a ind-pendencia e latear! lade do Bra.il,
aquelles terriveis flagellos da
s ja juslica ofendida.
O abandona da lavoura das familias, legomes ele. e defendn-lo dos'scus Inimijoa aliemos*; "a" le r
p'lrn senhores de engeoln em conseqoencia do alio rem de 18 de auoslu .ie 1831, criando a guarda De-
preca dos gneros coloniaes, e pelos ootroi homeu. cional em aubstila <;3o da. anfgas milicia., gaardas
1I11 tolerior em conseqiienria dos vanlajosos aalarios munieipaes c ordenaiifas, amplimi lalvez um pooco
..Ifcreeidoa rras e-|rada. de ferro ele silo eaoias Ira- mais do quo convloha aqoelle dever dos id,dios, e sagrado a Mil. de Dos, a Bal
med.lamente dependente, da voniad do homem, o meso, camiiiho aegnio a lei de 19 da Miembro de -
masque se acham de lal sorle na iialnriza das con- 1850 que dea nova arganietcllo a misma
le, e p '.iip p ira aopprli a seu filho, e o habilitar a
pioseguir seus esludos, abiindo-lba a crreira iu-
bliea.
I rav ida amiade intima, amizade como lie pai
filho [ e cu;os lilulos se troearam rnuitas vezes entre
1111I111 enlre n rcrereudo vigaiio, e o Sr. I', de Cam-
pos ; ainizsde, cujas raize. se na pode dizer que
meiraram na parle do vigaria, como em terreno
de tolices, repartirn! enlie ambos sera ficar dficit,
ludo quanlo se pude dar e riceher enlre amigoa
bun educios, obsequios, lavore., intima ConOanea)
por f oos minias un, reiterados, mullas vezes con-
fessadei entre pessoas da amizade pelo reverendo vi-
sarlo. A vi.igeni delle a Pajeo' de Flores, sua Mia-
da ahi, sua despedida, sua vieg'in de v. lia ao Reci-
te, >iu Iralamenlo, sempre zelarlo pelo Sr. p. de
Campos, sempre pelo Sr. Campea pai, torueeidoa
es meios, e enmmodidades, lio faena bem sabido
p r Indas as pessoas da nnssa familia, e a rujo lesle-
muulio eu siihmello tu lo quanlo veuliu de expon ler.
F.sia be a leslificaclo da familia : agora falle o
preprls vigario F. F. Brrelo. O seu leileniuubo ei-
rnplo nao p:,de sir conleslado.
No auno de 1SS5, pouco man 00 menos, o difun-
to Diaria Novos fez a mesma iunnuacSo que bo-
je repele o n Espirtador Invisivel ,1 a saber que
Navios entrados no dia 27.
Parahlba:l das, hiale bresile.ro eCamOea*, de 28
toneladas, capii.ii, Uartioho Gomes da Silva, eqoi-
pagem :i, carga lores de mangue,a J. da Silva Boa-
Vista. Peilence a Parahlba.
Terra Nova47 das, brigue Ingles o \rgoa, de 211
tonelada., cepille James Fecber, equipacem 12,
carpa :i,000 barricas rom b.calbo, a Saundeis
Brolbers CV I'.. P.rlence a Terra Novi.
Navio sahi 'o no mesmo da.
Canal pelo Rio Gra.lde do Nortellriaue sur'-co Wil-
Ins. rapilao C'onhnlm, em lastro de as.ucar.
Nrw-B dtiird I,alera americana Entina C. Jo-
.peciOcs.
tiestas clsusulss, ser observado o regula-
tneiilotonliraie.O s cretario,
339:445931' A. I" (l'Anniinciavao.
10:4809565] ~ O lllm. Sr. ins.ector da thesotiraria
--------------- provincial em curoprimento da ordem do
340:9359973 Kxm. Sr. presidente da provincia de 21 do
concnte.manda fazer publico que no dia 20
de maio prximo vinJouro perante a junte
; da lazenda da mestna thesuuraria se ha .le
. arrematar a quem por meuos lizera obra da
casa da barreira da ponte de Tapacura ava-
llada em 2:9409.
A arreinatacSo ser feita na Torma da lei
provincial n. 343 de 15 de maio de 185* e
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta sr-
remataeflo comparecam na sala das sesses
da 1 esmi junta no da cima declarado pe-
lo meio dia competente Debilitadas.
E para constar, so inandou allisar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesou'aria provincial de
l'ernambuco 2* de abril de 1858.
O secretario,
A. F. d".\nnunciaQ3o.
flauulas rspeciaes para a arremalacao.
I." As obras da casa das barreiras da pon-
te do Tapacura, serQo esecutadas conforme
os d.'scnhose tircarreiito approvado pela di-
rectorio em conselho, e snbmetli Jos a sp
pn.v8c.ao do governo da provincia, impor-
tando em 9:6409.
2." E.-tas obras comocarao no przo de um
mez c serao Cunclunles no de 6 mezes, am-
bos contados de ronforrrli lad com o ait.
31 do ii'gulamento das obras publicas.
3 O pagamento da imporlsncin r!a sre-
matacao, ser dividida cm picstaQOes,
senJo a quatta da decima parte do valor to-
tal, que o arrematante recebar quanlo li-
zer a entrega definitiva cas tres piimeiras
proporeo que lizer, o I terco, o-2 dito, e a
entrega provisoria.
*.' Para ludo o mais que niio estivr espe-
culado as presentes clausulas se observar
oque dispoe o rcgulamento das obras pu-
blicss.
Conforme, o secretario,
A F. d"Annunciar;3o.
Olllm. Sr. inspector da tliesouraria
provincial, cm cunriirimcnlo da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia, man la
fazer publico, que no limo vindouro, perante a junta de fazends
da mesoia tbesouiaria, se ha de arrematar,
queui por menos uzor a obra do 12. lanco
da e.slra la di BUl, avalisda em 13:000> rs
A HiremElaiSo sera feila na forma da lei
provincial n. 343 de 15 de maio de 1854 o
sol is clausulas especiaes abano copiadas.
As pessoas que se p opozeccm a sra ar-
remalacSo rnmparcr>am na ssla ds snssdns
da mesma junla no .lia cima declarado pelo
meio dia continentemente habilitadas.
E para constar se manlou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da tliPsourarin provincial de
l'ernambuco 2 de abril de 1858.---O secre-
tario,
A. F. da Annunciac;3o.
Clausulas especiaes para a arremi-laco.
1. As obras necesssrias para a conclusSo
do 12 Isnco da estrada da sul serSo fcitssde
eonlormilade com a planta e perfil, jaap-
provsdos por esta directora em conselho,
e pelo governo ni importancia de 13:000?
2. As obras cnmecarfio no prazo de um
mez, e terminarSo de II mezes, ambos con-
tados conforme deteimina a le n 286
3. A imiorUncia da nrematac3o sor pa-
ga em prpstacles, sentinas 3 primeiras de
."i decimos rr..l urna, c pagas ao arrematan-
tea proporeflo que lizerO !. terco da obra,
segundo dito, e a entrera prnvi-.oria A 4a
preslflc.lo do valor de um dcimo sera en-
tregue depois da entrega deliniiv- .la bra.
l'ernambuco 24 de abril do 1858 o secre-
tario,
A Y da Annunciacn.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial. c.n cumprimenlo da resolucSo
da Jimia da fazenda, manda fazer publico,
que no dia 27 de majo prximo vindouro,
perante a mesma junta, se ha de arrematar
a que ni por menos fizer as impressies dos
trabalhus das repartiqOes provinciaes, ava-
lif Jo em 3:500o por auno,
A arremalacao ser fe,u por icnip0 de
Jim anuo, a contar do I. dejuluo docorren-
10 auno, a .{0 de Junho de 1859.
As pessoas que Sd propozerem a este arre-
maiacao comparecam na sala das sessoes da
mesma junta no da cima indicado ucio
meio dia, competentemente habilitadas.
E pera constar se roandou allixar o nra-
senlee publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
l'ernambuco 2i de abril de 1858,-0 secre-
tario,
A, I", da Annuiicat\"o.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumpritnento da resolucao
da junta da rizenda, mana fazer publico,
que no dia 27 de maio prximo vindouro,
perante a mesma junta e ba de arrematar
a quem por menos fizer o servieo da espa-
tazia do algodo do consulado provincial,
avahado annuelmente em 9:4749 r*.
a arremataco sera feita por lempo de ;i
annos, a contardo I de jnlbu do correte
anno, a 31) de junho de 1861.
As pessoas que se propozerem a esta arre-
mat,c3o comparecam na sala das sessO 's da
mesma junta no dia cima indicado, pelo
meio da competentemente habilitadas
para constar semanJou ellixar o pro-
slito c publicar dlo Diario.
u,;CrCx!ma da "'"ouria provincial de
tari"""1 de 8l"" e 1858.-0 secre-
* >'. da Anuunciai;3o.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da resolucao
da junta da fazenda, manta fazer publico,
que a aireinalacao do empedramento do 7.-
e 8- lencos da estrada da Escuda foi trans-
ferida para o da 29 do corrento.
E para constar se mandou alilxsr o pre-
sente e publicar pelo Diaiio.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 22 de abril de 1858.-0 secre-
tario, A. F. da Annunciac.3o.
imsni>*9.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo, para rorneci-
mento do arsonal de guerra, etn cumpri-
mento doart 22 do regulamento de 1* de
dezembro de 1852, faz publico, que foram
aceitas as propostas de Jos Goncives Mal-
vezas, Jos Antonio dos Santos Coelho.l.uiz
Borgps deCcrqueirae Joaquim Barnardino
rerreira :
O. 287 covados de panno azul a 2J050,
para o meio batalhSo do Geera, 1.0P0 cova-
tos de hollanda de forro a 120 rs para for-
necimento doa-seaal de guerra.
< 2 1,000 cova los do nollatiia de fjrro
a 120 rs., para fornecimento do arsenal da
guerra.
O 3.- Ema banleira imperial de (lele por
30, para a fortaleza de lietmn la', urna
peca de,'linho competente para a drica com
5 libras e 1|i a 800 rs. a libra, para a mesma
fortaleza.
O Duas aarrobas de cola da Bahia a
24/, para fornecimento dos armazens do at-
sensl de gus ra.
O conselho previne aos mesmos senhores
acuna, que no .lia 20 do corrunte tem de en-
traren) com os objeclos compra los para os
a romera do arsenal de guerra de 10 horas
do refondo lia.
-Sala das sessoes do conselho aiministra-
tivo tara forneci nento do arsenal de guer-
ra 27 de abril de 1858 -- Jos Antonio Pin-
to, tenle coronel vogal servio Jo de secre-
tario.
- A cmara municipal do Ft'cifp, faz pu-
blico, para conhecimento dos inteicsa"los,
e em observancia doart. 15 da lei provin-
cial n 129 de 2 de maio de 1814, que nos
TSSES&m 18dH "'e rpc.:. 10 ao Exm. presioome .1 provincia urna
roposla para S. Exc reconhecer a utilida-
de da despropriac3o do solo e ruines da
casa de sobrado da osquina da ra (V tj.
vemento, pertencente a Joaquim Josc dc
Miranda, Bernardo Antonio de Miranda, t
uul'OS herdeiros do casal de Joaquim Jos
de Miranda, acempanhan lo a proposta a
planta do lugar, extrahida da da cidade, que
designa a demolicjo do referido predio.
Paco da cmara municipal do Recifn em ses-
sodel de abril de I88Joaquim Lucio
Monteiro da Franca, pro-presidente.Ma-
noel Ferreira Accicli, secret,-rio.
A recebedoria de rendas internas
nclia-se funecionando na sala contigua
pagadori, onde denles funreinnava Reee-
bedoria 25 de abril de 1858-0 administra-
dor, Manoel Carneiro de Souza Lacerda.
Precisa-se fazer pela reparliQSo das
obras mililares diversos roncerfos no quar-
ipI da companhia de cavallaria, em Santo
Amaro ; quem quizpr se encarregar da dila
ohra, pie comparecer na rrferida reparti-
cBo no dia 29 do crrente, que adiar o
competente ornamento.
4. Para ludo o mais que nao esta cs|>e-
peea. rapua u jev, rom a mesma ca.^a que "^1^"^ preset.tesclausulrs se seguir
ioii\e. Suspendeu lo hmarAo.
I.iterp.)"! llarca iegleza eMay 1 iueen, rapi'a 1 .1.
Fregoning, rom a mesma rar^e que liouxe de
Caldei.e. Suspendeu do lamrao.
.i-no n. a-iariiio oe niessina. reii/meriie para ai .-------,-..-*....^w ^. v .-.. ..^ ...m p..-, un e
rellRlIa o ecnli-sionar o nao fui abaudonedo, antis \ r'a b "* ""P"'1' il" vitarlo e rjue vivir aempre
foi concorrido n,1o pela popularan rlaqui, come ".' S''H '*Petdlieia, ele. : ao qoe respoudeu o viga-
por umitas familias do interno-, que aproireilando-
se da rommo rirlaile d. via farrea, vieram enmprir o
preerilo quaresmal mil. Aproxima-e o Mei con-
>>, que ii.ln sa poderia combale-las do frente itm
iiiustica.
a\lgumai pesoas por urna reminiscencia do pas-
s.'do, quererrarn como ro'lil. de preveoca, que
se dliriuas.e aos senhores rlien2f.nlio a plantar man-
dioca e a fazer ama certa qumiidade de farfolla.
laa lie crivel 'que eemelliame exiieaienle oiili'ora
empresa lo pelo aolico Roverno. san hoje inieira-
iniele fura do pronresso das idease da produrrAo, e
na 1 polen ser de novo pisto em pretlea asn Igual
prejatce para a cullura da canoa e para a das fari-
nlias, tr.i i. e lesumes. ^os acto, que se refr-rern a
nacional. Tara obviar por tanto aos liiconvenienle-
que n'alii retullanl a inJustria tgrieela, sira' iiere-
ario ou reslrmgir o fim da insliluico aos casos
mais inomeiilosos, ou mulliplir-ar as eicepc.-a ao
j I i-la mciilo para o lervnjj aclivi.
Anula ufo lie moiio lempo, era o recrutamenlo
oulro llagillo, qui, deparreria cein o servieo da
uaida nacional, concoma fuin-menle para rlepri-
imr e dclinliar a lavoura, mais depois da .na dillr-
hu'ran p(,r provincias c comarcas, etc., he. misler
ranfissat que mudo temos mili orado a lal respeiio
Erilrelauln, lodo o telo o vigila icia du governo .a
prodnccAo d ij objerlos maleriaes, o homem he qua- | linda nr-ccssariis para Ion al cada ves rnais regular
>i exclusivamente movido pele intuese -do mai ir, e muios enerse a pciceprAo d'ess tervcl Inhuln
liirru pecuniario, pelo desejo de rhegar a maior Ulilnla a indepen lencia'e a i'suranca d s pbre'
lorluna ; c essi interesse e desejo sendo perfila- livradores p> loi malee Indicados, 01 hajilo. dfocio-
i-iente lesilimos cm quanlo nao tenlim a liinilar-se si lad < (adlS(ao, alim dOl meios que ollaricein a
ou empecer inl.re.-is e des-j ,s i.l.nlicos da parte I edarec.So e e lualruccao pera corabate-los, icllar.am
.lo- nulriis homeii., devem -er poupa.tos, p rqoe de \ poderosos comclivos, ja' no prupiio rerrnlaineiito de-
lisfar-Ao mismo resalla o que de m'llior le vi -menle apphcado, e ja' na re-iurreicao das arla
fode desejer debaito d 1 econmica, Em 295 e 296 i do red. criminal, enjs efliaseia parece
Hatera de pro luna i, com efleilo, o que s.di eluda que ainda 1.....lie pirmilll lo duvnl r, a villa rio es-
' .leve preoccopai, he ,-rcar c m um emprego de rjoecimintea qoe oeondemnoe e polica, naolen-
I orea. .lal... 011 11:1 oulros ler mol, cum a mesm. do pelo menos a rommis.ao a menor lemiraira de
inentidade de Irabalho e de eepil .1 h i{0r -.imm.i que ja' Im-no alsoma ver pplirados. E anirn Do
.le valor poss'.vi-l. (loe o prnduem -ji mandioca paseando mitra
le eeiisls-noa qui varias igrejaew prepararn para so-
goarda | lemnisa-lo com pompa e lirilhantiamo, e n. espe-
ramos qoe sirva ella aoleinnidade pira edilicaju e
nao pira escndalo e divertunenlo.
I'eijii imininmle.Exute na estrada da ponte
do I chiia, nm villio lobrado, que loi d., fallecido
i'orenel liento Jos da Costa, que ja nAo lie habita-
do, e que esla por momentos a desaliar sol e os
paaaajWiras : o no enlretaoto o Sr. fi-cal 11A0 -e lam
dignado dar um peasiio por aquella estrada, afim
de dar as providencial que o caso exine, e o sen de-
ver Ihe imi oe.
Meiico de partido.Cim a populara) de cerca
da 10 1,000 almas que con!.mus n. nossa provincia,
a que v.,i em aumin-ntu todas o* annos, parare in-
crnel que ni se encoutrem facultativos 111 capital e
as (res eidadea de fora(ioianna, Natarelli e Kio
Formse Est ao alcance de lodas as InlHIigenclai
avalisrem es gravea ineonveaienU qae reieliam la
imp Hlhilidede em que se acham os habitante! da
interior de provincia para s-rem cora ellirn ia
pr mplamenle succorrido, e que por 1--.1 -1 1 coul-
irang loa a consignar a samle e vida ;i natersza, di-
temoi iiislhor, a s/aciilirarem nina e ouira cnosa
enireuando ae a diselo de individoos que
lem de andeles quanlu de estupid ; e qo
m aqni apealar innmeros erros e..: eommet-
rio pelo mesmo ci Diario Novo 11 em sentido negativo
renfessando pelo contrario que ao Sr. P. de Campos,
e ao sen honrado pai. devia elle o grandiisimo favor
de sua viagein ,', Pejes*, onde couvalesceu, e onde
receben as mais piisnnei provas 3e amizade, con-
rluindo por dizer qoe o bom Iratameuto que daba ao
Sr. P. Je Campos era ama justa iudemnitac/A. do
amor e zelo com que sernpre o havia tralado na com-
panhia de seu pai. li nAo satisfeilo com esta deela-
racAo esrript., na propna aisemblea provincial, por
occsrAo da nppraaslo ila cadeira de lalira de Flores,
moslrando as vanlagSBS da constrvacAo dessa cadei-
inlo
-_. hecedor
00 lalim.
1 i-1
r- ^ -_
* J3
;ril
SS"*
i- -si
t ?-;
O.
3 -:
a 5 1
ii Si
ra. di-ie que o axemplo era o parir Joaquim P
do Campos, quo d'alli veio ptimamente conhecc
' 1 lalim.
Durara s>mpre a amizade entre o visara Brrelo
o Sr. I', de Campos, e aquelle por um cxress0 de
su.ceplilnlilade, e eulrepondo-ie depoil rtiverECii-
1 ras polillcas, se nAo epara.se. Nunca n Sr. vi-ario
i! .rr. tu rleL impulso a elevar;."!) do S-. I*, de Cam-
| po ; porque essa elevarlo, se ssim Ihe approuvem
chamar, pruicipiou justamenle depois da morte da-
' quell- : e lendii-se elli-s rlivorria lo em publica como
e poderia dar tal proteecSo -.'
Se qurrem qualifn-ar esse arrimo, esse valimenlo,
ese rrsalodado imlin, a con<*o:rencia do vigario
para a ordenacAo do Sr. Csnapi -, i!i id
9 eo en
I
= .3

llora.
Almo DirectAe.
llilerisi-
da te.
' = S 1 .
x
r-= Cniligrado
lw li. r re
wvjejEia, .
x x'x~x
lleaumur.
X XXX i ,.
-1 =i lahrenheil
i
?xi^x\
i llygrometro.
-1 -i -( t -: 1
i.- :-. -. =
Barmetro.
o que disiie a lei n. 28. CotiformcT O
secretario,
A. F. da Annunciago.
(i lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cuniprimcn'o da ordem do
ICxm. S-. presidente da provincia, manda
fazer publico, que no dia 20 remelo pr-
ximo vindouro, perante a junta da lazenda
da mesma thesouraria, se ha de arrematar
a quem por menos fizer a obra do 1 Imico
r da estrada do sul, avahada em 1e:00-3rs
J: A arrematatiio sera feila na forma da lei
> provincial n. .'13 de 15 de maio de 18.it e
fje- sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
fg AS pessosi que se propozerem a esta ar-
3 remaiacao comparecam na sala das sesses
^- da mesma junta no ria cima declarado,
- h pelo meio dia, competentemente habilita-
rs' 1 .1 > ^
-0
idss.
mtim.
2. ~ | E para con.star so manlou allixar o pre-
' p sent e publicar pelo Diario.
g Secretaria da thesouraria provincial de
- l'ernambuco 24 de abril de 1838. O secre-
tario,
A. F. da Annunciaco.
Clausulas especiaes para a arrematado.
1. as obras necessarias a conclusao do
II.' lanco da estrada do sul serflo feltis de
confornn Jade com a planta < perfil, ja ap-
provado por rsts directora em conselho, e
pelo governo sendo a quanlia novamente
calculada em 18:500$rs
2. As obras comecaro no prazo de um
OTMT1E
DE
SANTA ISABEL
17.a ntCIUDl.VSSIGWTtM
EMPREZ AGE a M ANO.
QIMRTA-PEIRA, 28 DE ABKII. DF. 1838.
Subir' a' sceua o mapmfico drama cm .i actos :
KEAN
ou*
-- (i lllm. Sr. inspector da Ibeaooraria de
fazenda desta provincia, manda fazer pu-
blico que, em cumprimento da ordem do me/' "erininarao no .le II mezes, ambos
tribunal Oo Utesoura nacional, tem de ser <" coi.r.irmc determina a le n, 286 a
airemaldo pelo lempo de um anno, que ll11 re.teito.
comecara correr do 1" de julho prximo 3 A ""porlancia ra arrematar-o sera pi-
ruturo a 30 de junho de 1839, o servieo da B" *'m PrsUcOes, sendo as :! piimeiras de
C3|wtazia da alfandega desta m sma pr'ovin- ^ d.ciu.as parles caria urna, e pnS ao arre-
cia a (ucm por menos oquizer fazer, maio- "la'"ltR proporg3o quo (izero 1. terr;o da
nres v*.ilairen nffereeor ... ra_ 0l"'- d", onlrpp. prnv Soria. A 4 a
64 pie-lar;.In, do valor de uin d ;ctmo, sara en-
o l,"*S0Mdorepulaiiientod 22 d iunho de l36, a '"(?" dci ois da entrega detioiiiva de obra
lamilla- -_.: < -_,..._ ,... .... ,...__.'. .
nperon em
\erda.I a per-picacia do fallecido vigario qoe core-
a'i'iio fr '"K^^elm'Ulim:* Ivordala.en
nada po-sui. quer na da abastado icnlior de engr
nlio e fasandelro, c -e privar aquella rio maior inte-
resas que do sea Irabalho pude tirar oa estrada ds
reno, para oliriga-ln a plantar mandioca, mii 1
maior ojusllca e Iniqoidade, esla claro que ngo
pode a inesini r.ni.. lornar-se josla e permellida
ni nlaco ai) scnlinr.de engenho, qoe nao adan lo
I privlure.lo dos genern de primeira ni'.- -si la la
|wa, empresa lodes as ea fo-cei na citora
II cana 1 como iiui, lucrativa, Off.adida a bbirdi
ile, aeinrllianle medida offen Icri 1 uualrneiile di-
v..ii oo Irahilbe, nutra grande le reonomiea e
d'abi os prejnios lan'o para a cullura al. caima,c
mo para a da ra 111 lioca. Empregindo na pro luc-
jSo desta lertenoa mollas veis 1 renri para squr 1-
la, o senhor de eti?cnlto viril a perder n-rn iroe
Uiuguem litial gauliasse, porque laiilU IjiIij pro-
porqnanto, I inae do vrre
111 lilfere le, ll 11* re n r.uis
1110 ol'iiso e delestavel
-ille inri fariu 1 r o i 1 o nu eiilretanla que s? nao ignore que medanle 1
lira vem como um mi- bio sy.l-mi ne.| lenl.do elaborado -o promoxer deleslable crimen, diz ao derero da profissao salotar, ss cheg-ria a inoie-
llemh eder. Aasin., enlre o< Romanos, poreiem- er efflcmnenle a laude dos puvoe, ese ordenara
'!?"./."1 ,"""1'' um mpleto syilema de publica hjgiene jaqueo
medico oe parlado rexoavelmente retribuido 1 r
de urna le do imperador /non, ponida cum a pina
de coiili--ai.-io doa bens, e o banlmrnlo pep.loo :
a Si qail monopoliam cusas fasril exircerr b nis
propriis espolalos, perpeimiaie damnilor eiilii
diz a I., em (.. de monopolio.
,1, le romana. cdigo penal frailee/
., *.........i'"- "" '
fi_ ion:.-ia emprest.sse aluuem o vrrniz da cari.lade.
.N.ii deilarci de l.-nii.-ar a minba gralidAo ao uBl-
perlad r Invisivel 1 pela venir, (la e alto apceo
emn que filia do nanea e-quecido, e nunca asas che-
- do vigario V. |'. Il.rrilo .'.gura .' '.
Seu rondante leitor. J. II i|.lisiarle Si.
vintasqoelive.se .1 f./er soi doeales pobres, so-
la aim Siseo encarregado das vsecin rdre, des tar-
dos gneros alimenlicios e de lories os ou
Pe-nambuco em 13 de marco de 1S58 -O of- qe no dia r, c maio proxi > xin
I maior, Emilio Xavier SoDIOin de pcranle a mesma junla, se ha de arremalar,
Mello.
a quem | or menos fizer o fornecimento dos
tyuUkacac prilbo.
Olllm. [Sr. inspector da thesouraria medicamentos c ulencilios para a enferma-
provincial, cm cumprimento da resoluc5o da ria da casa de delentio desta cidade, por
junta da rezendn, manda fazer publico, que lempo le um anno. a contar do I. do julho
no da 6 de maio 1 toximo vindouro, vai no- de IK-i a 30 de junho de 18..9-
vamenle aprar-a pa-a ser arrematada s quem As pessois que se propozerem a esla sr-
por menos hieras obras abaixo declaradas, remalacao comparecam im sala das sessoes
9. Lauco da estrada da Esca- da mesma junla no da acuna declarado,
DESURDE E (E.\ll.
I.,imer;ara' as H horas.
Os bilheles achame a' venda no eseiiplorio do
diestro.
thIatmT
APOLLO.
O prestidigitador Julio commtinica ao
respeitavel publico, que o sen espectcu-
lo annunciado para boje lica transferido
para amanlma, quinUwaira -2'.>, m vlr-
tude da transferencia que fez o Sv. Her-
mano rio seu espectculo ; elle mudo
tente darem-te ettai faltas imprevistas, po-
rem espera da bondade Jo mesmo publico
lodos us desculpas.
tlMA-FEIB.l, 2a- 1) E ABRIL.
,i'iimi:iR\ nEi'iu:sE\i \c\o'
Julio e Madama Seveaux.
Variado e novo divirtimenlo de api renles jo^ns
pli.-icos, piras mecnicas c prestidieilacAo.
Logo rpn.......hotel da orrliesla linali'ar.m urna
toradavel sympfmnia, sero abetloi os Iribalhei pe-
1 .n leaatteea e iueiphcaveis efeitoi que lem por
ltalo :
A SALA DOS SEGREUOS
PODER DE SATAN&Z.
O prestliudador Julio dos Sanios l'ereira. dar*
disenvolvimenli. ais IrabalhM da repreaenlarao,
rom cscolludas e inlire-santcs surtes de tea Ks'bi-
nele. "
PRIMEIRA PARTE.
-sort(s._() roloffid cabalstico.
A campanha dn diaho.
A ei liirnna .11 Jo,iiler.
A raua m\steress.
ti rnfrerle cbl)IM,
A aepsracae di,, i.nidos.
I ma bells ceta.
O aiierini-o leiliceiro.

\


OIAlllO DE PERNAMBLT.0 01 ARTA FEIHA 2S DE ABRIL DE 1858.
SEL Mi \ PARTE.
Verdadcir* pisiafftfm.
A luva encanta l.
O segreilo de sybilla.
L'in- lianl'trmacula.
A sorpresa de Pars.
A si imIiIj inaravill.nss,
A laranceira to paraizo.
TEBCEIRA l'ARTE.
Eila pifie sera' preencluda pelas diflieallosas ap-
1 arices (|ue te denominar :
LES EFFETS
DD MEGASCOFRE EGYPTIEN
trabajando ero teqaimeulo is admiraveis
CIKCl ,'I.ACOT.S ELCTRICAS.
U presli lisiUilor Julio, cerlo di vnliusa prolrcrao
( generoso pul iro pernaniboca.io, para com lodoi
artillas que vm a esla hoapilaleira Ierra, nrgaui-
sou um dive lmenlo compleUnienle variado edo
inelhor RMtO possivel, no desenvulvimenlo dos mvs-
lerioi de seus joso, aliio de poder salisfazer a pas-
cuas que se dicnarerri prolec*-lo.
I'KECOS DOS BILHETES.
I'riniiira ordXu......... 69000
Sacaada dila.......... sjgooO
I erceira dila..........
tideirai........... 29000
"*............ IjMXM)
Os bellieles lebtm-ia a' vend no iheatrn e no
llesiiuranl l'rancei, d-sde as nove liora da nianl.aa
s einro da larde, e na noile do espectculo no lu-
:ar do roitume.
t> *-;.
{*r;i h Baha,
A veleira e beni co'.heciia sumaca nacio-
nal llortencia, pretende seguir com muia
brevidade, tem parte de seu carregamenlo
prornplo, pra o resto que Ihc falla, trata se
com o Seu consignatario Antonio l.uiz de Oli-
veira Azcvedo, na ra d Cruz. n. i.
Innaiutade do
Di vi o espirito ':nto
do Col I- 'rio.
Para conhcimento de todos os irmaos -
laz i.ublico pelo presente, que i mesa geral
rosolveu em sessilo de 25 do correule adiar
por 15 dias, conU ios da d ta deate, a d s-
cusslo do projeeto .'.o compromisso, apr-
sentelo pele respectiva commlsso, afla) de
sn habilitaren) quanlos queiram paia esse
importantetrabtino, podando recorrer sua
leiiura e estado no consistori i da igreja on-
de est exposto, e flean lo os meamos ir-
mflos certos do que, nnio aquello pra2 i,
mesa gcral se constituir em sessSes diarias
al a aprovaco do p-ojecio. Recife "27 de
abril de 1858
l)-s- 2:0ir>.-.noo a juros s ib bypotl c-
ca de cata : a tratar na ra llir. ila, leja de
confronte a torre da izr.ja do Terco.
'
DO
.'

,:::%
RUA'DA CADEIA, DEFKONTB DA ORDEM TERCEIRA DE S. FRANCISCO.
a sonctiain sempreos ruis acredita los medicamentos tantt em tintaras
>obalos, preparados com o maior escrpulo pu procos bastante
coaiiiio'M-s
Novo
Botica dn
Dita de 34
Hila .lo 36
Diti de 48
l'ila deco
PKOECS F1XOS
tubos grandes.
cera
ATTENC40.
robos avulsos a
Frascos de tinturrademeit onca.
10/006
.
8
2OO0
viTiual d medicina bomeopatbica io Dr. Jahicom o dic-
cionario dos termos de medicina ; .
Medicina domestica do Dr.llenry ... ,
Tratamiento do cholora morbos .
Repertorio oDr Mello Moraes .
2<30H
tooti
2/004
f(t
de
si Ciro
Spgua com muila breviladt o palhsboto
l'iedade ; para O resto da carga e passagei-
ros, tata-so com Caetano <:ynacoda C. M ,
na rua da Cadeia do Recife "n. 2, primeiro
andar.
fl


Na rua da Penba n 20, fornecc se comida
p?ra fo-a om aceio c promptiJao, peln ba-
rato preeo de 254 mensaes ci la p issoa, si n-
dooalmocodr chou cafe, e no jantar seis
palos.
~ Precisa-sede urna ama que saibaco-
zinhar e f zcr tolo O serv ;o de casa : na I
rut do Cal letretro, taherm n 6 i.
Aloga-se para c.-criptorio ou qualquer!
cousa, que n.lo seja para morar, n sala e al- i
coiivi rio I. andar do sol) a lo n. 3 l na do
Queimalo; a tr-tar n i lo,.a do mesrno
Jos Gomes Ferreira d't Silva C. I'i-
nera publico, que o 8r. Ant mi i
leiroa deixou de ser seu ciixeiro desie o
dia 20 do c mente me/..
Pracisa-se deumaciada q-ie engom-
me perfeita mente e fa^i mais al gura servi-
co, paga-se bem ; na ma de Sania Rila n.
27, segundrj sn lar.
M-se 5oo? a premio com liypolheea
em inorada do casa : na teuacao "jo pateo
do Panizo n 2, se dir.
|4>juMmr4
PGDRAS PRECIOSAS-

<; Aderecosde hri'lianl!, .:'.
?' diamaaieae perolae, pal* br
I seiras, alfineics, briacoa "'
+ arozclas, holOes aanneis ^.
f i!p jifTerenles eoslos e de
\ diversas pedras de valor.

* Compram, venden
OITIIO V. PII \T\

-
WW 0! lerecos completo, de J
... -.kt", meies diloe, polsi i.
Rita do Cabuga' n. 7.
50 de
Pcrn.vmbuco.
A direccao do R neo convida ossenhores
las arealisaraem at 30 de abril do
corrale, no escriplono da Banco, i
34, da ruado trapiche, a piuncir eulrada
de L'5 por cento sobre as actes que subs-
(i eve ai i.
Recife8 de marco de IS
M inoel J aqui i Ramos c Silva,
l'r< sideuto.
Joao Ignacio de Medeiros Rogo,
Director gerente.
Luiz Antonio Vieira,
Director gerente.
*- O deposito principal
dos mais afamados churu
i s tia Baha do Sr Gus-
tavo Lapoiie, acha-se de
hoje
Scj
fileles liriiico
r'ij- ''s. rordoes, Irance
lint, medalhai, rorrentet -'
ram, vrnncm o .., ,, ,, v^.
irocamprala, ooro, brf- WVttfJ ttUi bj',1
Ihantaa.diai
s
't't til' e eatltile para relouio.e '
' ... aims moltos objeclosde
I F > u. ntirn
', onro.
Aparelhos eomplel
c
i\
ei> \m\
esii di. lite i m cu
phletltn n C, ru, (!.i
Cruz o. 30.
- Precise-se !' nina ama que queira
comprar e cozinhar para uus estulantes:
na rua ila Manguoira n. 9: paga-se bem.
c......
Na tundico da Aurora precisa-se
de serventes forros on escravos, para
GOMPANHIA
do p t fui tes Inglese
a vapor.
Alo o lint do mez esper.i-seda Europa, um
tos vapores desta compan'.ia o qual dopois
dadenora docostume, sejuir paran iv)
de Janeiro tocando na Rabia. Para passa-
ceiruselc. tiala-se corr. os agentes Adam-
son owie & C, rua do 1'rar.icue Aovo u 4-2.
s iMiifa.) Para
Segu com b'cvi ladn o palliabote Sobral,
recebe caiga a frete a passageiros n t iti
cjm Caetauo Cyriaco da Costa Morpjra na
raa da Cadeia do R clfe n. 2, primeiro
andar.
para o Ce rfi.
OhiatcRoro Qlinda, mestre Custodio
Jos Vianna, a halar com Tasso Lrmos.,
I'ara Llsbea pretende seguir vlagem al
O ultimo do correnie mez a barca porlu-
guezaMoria Feliz, forrada le c ibra, ic ri-
meira marcha, capilSo Zeferino Ventura dos
Santos,por se adiar Com meia carga a bordo
\ para o i estante da carga m (.assageiros, para
o que tem exceltenles, commodos, trata-se
cora l.uiz Js de !~ Araujo ou com o capi-
llo na prar;a.
para o to <\'. "a neiro
por ja lar parta da carga prnmpla ; ^arao
rosto trata-se rom Maiioel Alvcs <;ucrra.
GOACPANHI
BraSu'leir^ de paquetes ;
vapora
O vpor Paran, romniaudante o 1 Ic-
ii. uto TorreaSo, espera-ae dos portes do
sul em seguimento aos do norte a'odia i
de maio. Recehe-se desde Ja passageiros,
iretes de diabeiro, encouimcndas e enga-
ja-sea carg qm o vapor poler conduzi',
sendo os voluntes d spsehados com antece-
dencia at o dia 3 do crrente : agencia rua
do Trapiche n 40.
Para Lisboa segu impreterive'mente Ia0 aito deposito, que all a com
sexla-feira, 30 do coiren e, o brigae po lo- *
guez Viajante: para passagfros, para os I Constando ao abaito sssignado que
uuaes olTerece r-jcellentes co'mmolos, tra- Francisco torreia Soares, po&suitor le 4
la-se com snorim lrmos, rua .la Cruz n. 3, carrosas ja lia multo tem,!! c<>uiu be -
oui ocapiUo J i3o Xivier da Franca, na por lo ios, o que o mesmoes q tei I i ven
lom amia e pidentrlfic*.
Para o s.^rvico decozinha da un a casa
de pouca familia i rocisa-se de u na mulber
de meta ida lo e boa con lucia, ou de algum
Hornera que seja b>ra cozln leiro: a tratar no
esmpoda Hospicio junto ao quartel, casa do
desembarga lor Mendos da Cunba
--- Havcndo sido celebra la bontem c do
correnie, uo convenio de S. Francisco, h
missa dnaKequium pelo re,.ouso do Rvdm. padre mestre Jo5o Capistrano de
.Mendonca, o abaixo assignado apressa-se
era agr It-ccr a todas aqu lias pessoas.que
se dignaran comparecer i'aquelle acto, e
queas-i i sram mais un prova dossanti-
ientus religiosos que os d minan).
N3o pote deizar, entretanto, o abis > rs-
signado de rendur um csprcial agradacime i-
to a respeitavel corpora^So dos religiosos
franciscanos, e mu particularmente an seu
Itgsio gus-r jia.i, > padre m stre 1".. B'uto
Jo Santa Florencia, os qm es lo ibs se pres-
ta ram gratuitamente para aquella so
aidaile ; bem como os Srs professores
de msica, que tr,u plenaii iro soubram
concorrer para abrilbanUr o aclo. Atlos
emgeral, oabaizoassignalj protesta una
gratiJao eterna, e um reeon ecime lo que
uvera sem r,- no seu c in i i com a lem-
branca do linado aun-.., cuja p ttecife27 le abril de 1858 Gorma io Fran-
cisco de Oliv i
--- Perdeu-se no di i -21 do corrate
rua da Concordia a ma d s Fio es, rua vov
ru < '*r'a, uroalfi ele i pcitu :, ouro
Hado, com di i manes : roga se a p s-
soa queoachou, entrega douiio II
que uelle re daia os ais s gnaes, graiilioa-
merosamente caso exija : na rua
Concordia quarla casa junto a seiraria
Desap arecou um cabrinha claro, ama-
nllac o qual lom 12 a 13 nono- do I !a le,
levou vesUdo caifa e camisa de algodu
a/ul. sondo a calca emarr Ja ocos com
urna Imh. de pescar, chape i de marroquini
escuro j^ bastante, usado, e sujo dj cal pois
que elle he aprendiz de pe.Jreiro, es apa-
ineUdua, he natural de Maret : roga-s a>
auloridadas policiaes de fazerem uiligen-
cies para descubrir esta pequeoo, porque
podo acontecer que algum desalmado.0 re-
duza aocaptiveiio ; quem lelle souber en-
leu ia-sc como meatra .. re-ro alesandre
FramsiSCO da SjnU Auna, rua da Calcada
Pecisa-se de urna secca : na praca do
Corpo Santo n 17.
-- i'recisa-sc alagar urai a-a'Torra ou
cip-iva, para Casa de po ci familia, que
saiua c.ziiihare engorara rh in Ualar
na rua d Cruz do Recife n 51.
Fazero-secapas, batinas, sumaras, ci-
pas vialonas ; naruade apollo O. 8.
Aluga-se urna s-.\a de deiraz coni urna
sicova, mais um quarto eeoziuha, p-o na
para lubilcao de um bomem solteiro: na
rua do Queimado n 46, pri ei.o andar.
Preciaa-ae de urna ma para casa de
pequea familia, lona ou escrava : na rua
larga do Ros no, l ja de caica jo ao pe da
botica doSr. l'imo n ,4
terviiro debatxo decoberta.
., ...
iillorio
CENTRAL HJtEOPA-
THICO.
RUA m; SAMO AMARO,
(Mundo Novo ii. 01
'i
-

O pr. Sabino Olean
-
O
iiiipaiiii.a C'i'.s carnet*
verdes
A caine nes cougaes da cmnpanbia ja
designados seos logares o niimeracO.'s, ser!
vr ndida ilo dia 96 do correte em diante i
Prtmeira quali lade a 22 patacas, un 240
rs i or libra.
"cgunda dita a ls patacas, mi ISO rs. a;
libra.
Aclta-se fogi lo o scravo Luiz Cesario,
de I i o de i !a e c r pi i :. < ial-
cap i tilo dff campo que o apprelienJcr,
i a casa do Hr. Sarment, que b
senhor, na rua da i adeia i e 5. Anti i io, 0
eoerosamente i;co i
Precisa s- di u i t ama ques iba ro-
~_. -^-k,-.^-. : liuhar, jttofere-ae orra : a tratar na rua lo
'>-f>f v.' do bairro ia l.ia-Vi>U, solil
i
ili
ni -.


Siie^
initia pordelraz eCymnasio, que se ola
i lIlC ii lo.

Loriger* l'inlio ...
daconsollai lodosos dias ateta, desde as8
; horas da nianhaa a 3 da larde. Osconvi-
- les para vizilas rleverAo ser dirieidos por ; -
. s escnplo. Os pobres sAo medicados graluj- ''
Uuein quize comprar accOes do novo
Raneo de Pernambuco com 'areca na rua d >
Tra nebe ascri lo io a. 4i>.
SLGOEO roiiTlAOFDGO.
COMPANIIIA
, ALLtJsIVCE.
S5stab< \ em Londre,
eta n re \HTi,
CAPITAL
CINCO HILIIO'ES DE LIBRAS ES-
TERLINAS.
Saunders, Rrolbers & C. ten, a he
informar os senhnrcs negociantes, pro i
(arios de cas s. e a quem mais ennvier,
estSor plenamente autorisados pela dita e i i-
panhia para e luar segn difi-
cios de lijlo o pedra, Robertos detelha, e
igual bro os objeetqs na contive-
rem os meamos edificios, que c insista em
iia.cu em fazendas de qualquor qua-
Ii lado '
Aluga-sr- n casa na Capunga, que oer-
ten n sn vtuva Lasserre, e on le morava
o Sr. i, Bavlrss ; > Fallar com o Sr. com-
menrlador MsiiopI Goncslvea di Silva, ou
na rua do Tcapiehe n. I ->
.
I JoquimTheotonioStares doAvel- ;
r estudaole do quario anno da Ka- -.
,.- cirlda le de Direilo, V m aberto com ':'"
ButorisQ5o o governo em sin c sa '"
W rua da Iluda u. i, u:o eurs ) de latim. '
de geographia e de rhelurica.
O padre Francisco JoSo de .' tSt vedo, achando-se presentemente ^j
.; nesta praca. aocenoando-se r'iva- *?'
. Uva mente na I i rece, i enlo chalc gra ibico, incumbe- fA
m se do execotar rom I1 la a perTei^So ^
a brevidade quaesquer obras de gra- *
aras lano a talho-doce como a re-
'j levo, registros, retratos, lettras com-
i inerciaes, bi I beles de visita, musi-
':) cas, ele. ; e rieSejOSO de levar o mes-
;a mo
>> ;8~
,; "Je
V/ p|" pocurar, prestando nssim urna (^r
;$), eflicaz proli ccSo i que annuneian-
S? le ser;
estabelecimento a maior poito, fc5}
lamele. \.- espera que as pessoas, que preter- a*.
-. i ?? derem laes ohjectos. nao iit-sitaru **
-'-- -.'... ..-..
iis m aorreiioic end-
"ilCIDO, DE PAUVbLLE-DELEBARR
DE PARS.
atro annos de ezperi ncia tem assegu-
radoaos pentes iecaoulcbouc a voga que
ten nao so em Franca como no mun-
nieiro ; sSo sem contradiccSo os d bis
agradayeis de lodos os peutes, mais bran los
i), que os de tartaruga, sao OS nicos que nao
Tazemcahiro cabello, por causa da electri-
cidade que cont ,acci i scendo a estas van-
1 geiis a de no sercm I ,ais caros do qucA
de blalo. A esta admiranvel inveiiQao de
icSo universal le 1855.
ei'i
i ie sera extremamente reconliecido. 7
Pode ser procurado nis Cinco Pon-
tas, sobrada rja n nina conTronte a
ati:'. nova e San -Jos, i u na ru
io, ii". liviana dos ms Mi-
i conc 11 .->-i.
Public cao jis: idica.
lo i!c i.i boa, a Ma ;oi i do Ka ci-
mento Pereira, ru pollo n. 6, s gun o
r a obra era n idunios Ti o :ia do Ri-
i o mi', peln com H irc Silva I r.So;
ser enti gun aos S s. subscriptores,
pre;o oh-, e pa a os que uSi
elo de i '-. pagos a visl.
- Precisa-se loi i i quatro a c
m i or c nto,
o-se u-'. pn dio iW o \.-. po-
theca quem prrtenJer esto negocio, an-
"inicie para ser procurado.
... I .(('.
(i co
CONSULTORIO IIOMEOPAYUICO
Dft-P. k. LOBO HOSCOSO
iISco parte2i-o e operador.
O lir. Lobo Moscoso, lia consultas tojos OS
lias e pratiea qualqueroperacSo de cii urga,
ssim coLio,accole com tona a promptn .
as pessoas tue preciserem do seu prestimo
para o servic.o de partos, prnticando aso-
pcracCes manuaesou instrumentaes, quan-
lo nao possa conseguir resultado por mcio
la homeopatbia. que lanas vezesiem ven-
cido dillieuldades, quo parcelar? insupe-
raveis
DA
Uuereco-se una ama para o Berviro de
una casa: na rua de i-uta ceciii-i n. >.
--- Precisa-se d' umeaixeiro pa a um d i-
posilo n. ruadellortas u: 16, e quo dfi Qa-
dor a sua conlucti : uuom joizei di
.!( ll ll .........I .. .. i J
praja do Coinmercio
lilo HE JNKIRO.
A veleira lisici nacional Helena, seguir
com brevidade, por ter ja engajada grande
parle de sua carga ; qjem nella quizar car-
regar, dar escravos a frete, ou ir de passa-
geni, para o que lom excellentes cummo-
dos, t-tta-so con Hraga c Mitunes em seu
cscript,.ri. ma da HaJre de Deoa n. 3, pn-
I ciro andar, ou com o capitSo na prf ?a.
RI DE JANEIRO.
Segu com brevidade o bzigue escuna
nacional uCorolioa, capit&oJoaquim An-
tonio < iikmIws dos Santos, para o resto
ila carga trata-se com os consijjniitaiin^
Novaos & C largo do Corpo Santo n. G,
'3ii com o capitao.
0.
l.eila\o do movis.
O agenln Borja, era o seu anlicn armazem,
rua do Collexio n. 15. Tar leilSode um p-
timo SOrtlment de obras de marciieiria
novase usadas pianos diversos relogVosdo
Igibeira, pira pare le e mesa, candelabros c
lanternas'ie vi iro o de bronze, eandieiros
inglezes, ohjectos de porcellana.crystal etc ,
para entalles de-sal-, apparclboa do por-
rellaui, para alrporjo ejant-r, vilios para
Service de mesa, quinquilhatias diversas, c
out-os muitos objectos etc queso com a
vista rol io ser apreci.los; OS qoaes se-
rfo entregues s m recusa de qualquer
maior oitoiecida: quinta .Ira -jd Jo cr,v-
rente, as ii horas da manbSa.
II llr. W. M i\, lendo ile retirar-. p rain-
lalerra, farlellio p >r intervenr;fto do aaeole
livena da toda a mebilia da sos casa, an alerta di,
Baa-Vltla, n. s. cooiMinde m m bilia tmplela
para sala de viada*, cadriras de hraco* o aaphl
eurresputcleiile, para oulra s-la lila, m piaa (<
inrlhor que t\iie np.ia eidadt candelabro*, 'u,-
Ire., eandieiros lcleles, latilernas, relogioade mea
t oulrut, jatrus e dirarsos enfeilea de pareell n-,
liancas de vares cl is, Mnl i para jo, romo para
(Ulros mlsleres, IsprUs desala, fcrrelari.i., escrl-
vaninlias, a Kar4a bvrui d diversas quali lades,
suarda rnupas, aoarja vestidos, Pdeles, e-pllio.,
dtdas para uegar a pagar o aesmoabaixo
asignado um mandado da penhoa, qU -
acba despchalo elo juu dosegundod s-
incto ; avisa ..quem m as meslas tizer
Irausaccau sin annuucia .nao le wgoi ein-
qusnto elle nao pagar o iuipnite le dito
manda lo. Recife 24 de abril do 1858,-Juio
I!arlisia da Rocia.
-~ Precisa-se de um criado : na rua da
soledad.; n. 5, paga-s b im
--Precisa-se de u..., Teitor, preferiado-se
'tas unas, pare tratar de um sitio perto da
praga : a tiatar n rua de A| olio n. >'i,
Precisa se um rapaz para crudo : a
tratar na rua do Apollo n. 24.
rinun ido ti- veuerave)
nbi ll:i tlri ssia.
_ Os cl-.srissimos irmaos da gloriosa Sania
lita deCassia sSo convidados a compreos,
rera no sonsislorio daqui-lla igrrja no do-
rningo, 2 le maio Hroxtmo vioio.ro, as 9
la manlia-, aflm de que, un loa ',
mesa geral, priedam a eleico dos func-
ciona'i is que tem d> reger a meama irman-
d le i. > annrj de if5R a 185, c inf.rme dis
p0eoarl47 lores...... o comprumlsso
Francisco Lucio de Ostro.
l'rrciss-se alagar urna preta Ii i e sem
vi e os, : ropria para venda g i 8, pagando-i e
por lia 800 rs.; queui a livor, dirija-se a
rua IJir^ita n. 107.
I i
!1*H
do Qrespo
io.

N i escri ilorjo do abaixo assigoado na rua
do Collcgio n 21, vendem-se btlhelcs da lo-
leria ds pro'incia pelos seguintcs precos
SCIldO de 101 pai ei 'la e a il i-dieir.) a vista.
RiHieles garsnli Loa &S600
Meios l'-t.'iO
P. J. 1,-yme.
LOtlCE'ia
DA
provincia.
O abaixa essigna lo compra bilheles da
lotera j rcrolbidos dos seguinles regot
.ia rua co Collegio n 21, p-lmeir andar :
Alca quantia de |Dj. 15 0|0 de descont
cio.-para cim..... 10 0|de descont
P. J. I.ayme.
T Hieres
t;randc sortimento de tal mesa.
'e cabo de ma lira, bfalo, osso e via io. co-
Iheres de metal do princ para sopa ocha,
soitimentochenaiu de Iouqb deestanho a-
ra eoziuha, dita de porcelana, tu lo por pro-
co conimoio, eoutras multas Terragcns a
imu lezas, que nesta sempie muilo sortids
luja lem tanto en groi i c >mo retalho:
na rua Nova n 20.
-._
I.OIANXA.ATTENgAO*. <
los Francisca Colla es & c Tai
. publico que na ci la le de Coianna na
;' ruada Ponteo 9, tem eftVctivo a lo-
do tempo carne do C a di melhor W
oualidadnnue Ii pulo preco dille-
cife e mais em G inta do que i m
Q qualquer oulra pan-; ,,. nitores
o^ de eiigenjto que i-nr ser muilo ami- :'".
* go deiles, que n3o q lizerem lor o
.' ii'abalbo de man are i a i Recife, pn-
. de-n dii iiiir s,i : > mesmu a>P::i/eri] .
loe se proiv.ille fazer todo iiecoei
co i ou r->s n neios que os mei io
' quizereni to :ar,
-:

A
COMPANIIIA NORTI1EN, ESTARELK-
CIDA EM LONDRES.
Premios (Hmintiitfm
AENTES
> tJ'C tm|Naiihia.
i livrarla n 6e8d ra al
leticia preciaa-se Tallar ao ?r. Ii tanq
ou na ma do Ara !l >, e i ev mi rcin
---o coronel Jos r dro \ i Hozo d Silveira,
as -lo i ovo, que quizei etn
.' i planti. 3o ioca, os ter-
renos proprios lavoura, qu i
-ni- nss f eguezi is d Esc a, Se i i 3 m,
mito < izerros, e i obi ig a Toi i
fai inha, coi:, lo les
i- *: reei^a-se %
,.'; de una ama fo ra para oservrtjo in- *,
.} '' fno de i casa de Taroilia : a Ira- ,/
'/ tar em Fora de Corlas, rua di s Gua- )-''
' raranes, easa n prol soi
I'rccisa-sc e una srt
to lo o servicode umac sa de |ou a familia
uu quendo nfin in. a I i: mas q
' 'u : qui m a liverdirija se a rua da I ni
Cid | ara .- r
do, que ser i -v

EOPAI
1(11
fj ?
^ Raa da > Antonio. S
ROVINCIA.
O Sr. thesoureiro manda fazei pu-
blico que se acliam a venda todos t-s ili;.s
0 pavimento terreo da casa da rua ,la
Auroran. 2ti da9 horas da maniaa as
s da tarde bilbetei c meios da sexta
parte da terceira lotera do hospital Pe-
dro II, cujas rodas andarn impreterivi I-
mente iki dia I do prximo mez de maio.
Thosouraria das loteras l de abril
de 1858Ocscrivao. J. M. da Cruz.
-- Precisa-se de ura leilor antea lo i m
plaiitacoespara um sitio perto tdesta prac?:
a tratar na travessa na Midrc dr lieos n. 19.
Conlrata-se o fornecnicnlo do I.OO
ou maisalqueires deca por um preco Oso,
pag ii lo-se adianla 'o o quo se convendo-
nar, dando o irnecedor un Qalnr a con-
tento aesta praca : quem q lizer Tazer este
negocio dinja-se ao i),-. .,, m ,SCOzo na
ma da Cadeia deSaulo Antonio.
Desappareceu la travesea do Qui
um cavado pedrez, magro, e u usso :
i leve-o bo lugai cima casan. I, ojo
sera recompensado.
Desappareceu no dia 28 d
con uto anuo, um esc vo
nomeGesar, i lade, pouco maii
'ie *'>>"'.....o, um ... c i h izo,
si eco pernas e b .
, algu ti i, rba,
chimbo, oqu | .-
''>-* 'ac lea, I rou ca i sidoMg | .
' i e ;ca ue no i n .,,
como ja vi liso : e-[. i si i vo foi dos b
'"s ,:.'' > l io Pi reir 0 i Ivc
'" ..... n el io i> r lo lo i -i
que u ii po
rua do Trapiche u. 8, i u h ru
ite te a gra tili
al" P lu malo i ja lara-so, quo se
i otest contra o tcouiador c >m .
da I, i.
- ;*> 'a t para se alugar a casa i m
un la, i a la eir da M i n. 12
, iitUda lia p .uro lampo te po : a Tallar i.
ua dn Rangel n 21
: < Mara i e Seii s, subdito p rttf
guez, retira-se para Kavtugal a tratar de sua
saude
,^) "".-. Pedro Autoiiij Cesar esta J)
companhia
ambueana.
i0 :' Bma no Forle do
se duas ancoras quo no
umade3quintaes.
~ ictivamenu bronze lao
I eposilu la lundic i-
l, na rua do llruin, logo na entra-
ma Tundico, em samo
\l!ls'l I O.
--- Co n ram-se enectivamente ua rua das
Horca n. :7. primeiro au lar, aooliees da di-
. publica e provincial, acedes das com-
i ainas, da-so dinbeiro om grandes o po-
quciis quantias, sobre penhores.
i
Vende-sccastanbas tnuito novas a 2')0
rs- a libra : na rua Nova n 71.
| Veule-ae um terreno no lugar da Raixa
I verde da Cupunga, com m palmos de lar-
gura, e fundos at. cncosUr a camboia e
mangues, por oommodo prego : quem prc-
dinja-se ao bOCCO do Sarapatel n. 13.
:'< h f o liebres. 9
',3 V, n lem-se na rua Nota n. 6!, boas tj
; cartas para convite do entciros litho- Z
:.:-*

graphailes no sentido inoJeruo do
. !:> de Janeiro.
> eco i supoi ior fa-
ll
v n.ii ntonio liUizdaUiivetru Azevedo,
i i > r.. '2-J.
Uin-ri pee. iiorli .
Cortes.!' se a de lialras de superior o
:
. c ni (6 I ova lOS cada corte, j>
le 20* : na rua S
o uei a n n. te, lofa do A. Bezer- 3
i i M l.v a. *
. .' ".. .:'.-
niterior fari-
e-i Ii do na rua Dircita n
.(no andar c ah < <,.,.
pi ra o ejercicio do sua | rofissao de (A
U.C I1IM-: a-I."., ,V ..^ l.nl ..... : *y
esiui uo ni rua IhreiLa n \o pri-
f ciio andar c alii encontrarlo w
-.
'

Dr. faobo Moco/.o faz (cente
n<|uotn iuturessar ] o a que U .
commodos em sua casa para i,
ceber algum escravos nao s pa-
ra tratar i\c suas enfermidades
como para l'azer qualquer ope-
iai;jii. O docntes terao tratad
vj pela Itomcopatliia ou pe alio- ( \
patina, conforme parecer mais (M
" c nvcnitnte para a brevidade da ,;';.
- cura. Adverteque recebe gra- ta
;- tnttamentc ttinn ott outra pessoa ; ;-
| que precise lazer alguma opera-
'.} '"'> e que por suas circumstan- -.-'.
Q, cas nao possam satisfazer as des- jS
; pezas de trata ment e nao queira ('j
su jet tar-se a ir para os hospitaes.
..;. <; preco do Iratamento dos esera-
.-. vos regulara' de 2$ a 5*. diarios ;?
;';. conforme a gravdade da moles- m
lia e o tempo r curativo.
v ....... .
-
Ofabano assiguado i /. \
fCS que I : tado S 'as I s
una subsci cSo, que um pelo dea
i- imido, lo, an la pi
vendo a titulo de se til irtar, q e os precs-
entes m ios l< ue esc vo esclue de si lo ia
a : le i de om i ai hela sua I a I
. ai e a pi mo\ pelos meios lici o
loopj intei i, :-. ei ee r do seu sentn i
ua ol ie n- boa c .a u i-1, pelo qa
| ue i s vistas
r algum dinb ir,> para s i o ler aus'n-
rr de provincia, on fli il
lomar ao oder de seu Uosleiro
de .- II into de Olin 11 :: de i brtl e I85fl
Ir. Galdino de Santa Igu te* raujo.
J) meiic.i-; ailetro os | ol rea d ?.
Ti consultas das 7 rs 0 1;,o sda m iili.u W
W e os visitara e-a suas casas gratuita- vj
NAO SE ftLII\ .1
I'r. ei-; te alug ir urna i
seja muito ., no Jj ii ro
entregan lo o pro| i iel lio ns el n
o dia I do mez vindouio : i .
vter i te ni '.. n dii
rua da ii. ".),
i', i -e tresi deieii
ior 10 mi. .. en u
iri. uli s d ,
se ''''i1 a que
ler. q or, al] Bran-
'" ''' acsta
v- im livcr e qui
Pn ca .-.- ixciro que lenha
ralica de taberna ti -
g l n i.l j csia
No dia 15 as 4 luir s .'a
b .-i a ot n ii Luizl-
nli' no t rro i Itoi -Vista n. II .. n r Ta-
sen la, urna pri la delli Tari u u
rata para i. pe : a q e u ir ol
i dita casa que. ,,, i,- balh i,
. AI -i, u i (ifilOlt c isa c n rao le
SOl3iv, na p\ \ ,. ... ;l lraii,r
coiii J..M- i ,, ,.u .1 ;; nba, na rua da Ssn-
ta Ciuz ii si
V ecisa-se alugar u na an i :
i, paia tod i o-, rvieo de u na casa I
familn : na la de II ras n 10.
:' ....-, .....
Si i i
:-': V-"- :. icii <.
%^
.
l(s
A bor lo da garopeira Estrella d'Alva cxi-ic
um resto desta superior fariuha, para aca-
1 en le-se r bai lo i reco: traia-se
c m Antonio Luiz de Oliveira Azevodo, no
ci i lorio rua f'i Cr ,/ u 1.
s ,os oto bal) i- @
\ nIcai-se vestidos lecambrsia de ...
^ cor fin* com tros o quat-o ord-ns de
ba los pelo barato prer;o di> 7/000 i
..; loji'da ua do yue ia o n. io r'j
OBDGET
DI
Acalw d le Pars LE lll'D-
r.KrOIJ BltASir.OUBECHEItCHESSLR
DE CET EMP1RE,
l>A> VPPORTSAVEC LES IN-
i DD COMMERCI-:
IOS. pelo conde Att-
> Vandet* Straten-Ponlhaz ~> volutncs
ivetsasca las < re-
tratos dai >q| ,. ,.(l.
lie que
' '''' i ideinicos do
loaiiuida F i il '. id dedireito, pelo
rve lodas asqucstcsdo
itivo. Vende-se ni li-
viana ns. G e 8 da Prara da Independen-
cia por IOjjOOO.
: I' \U: c R. { ; J
:-
mov loa p ir agua ou p'.r -
lacondic! ga em 10 o.
'uto nicamente I rinln quevend f^.v*?
a lis ou livre di foro a que ci C3tl i ;;v;:.iiv A
i"
(i
sumlrem na suslenta^ilo de suas familias
los ii. -..'.-.. lores que empn garem.
-- lie chegado a \oy e Locme, aterro
7, estellcnti I elle virpi'i .i
lerosa branca, pan refrescara pelle, tirar
os,samas e espiaras, igualmenleo a-
do oleo babosa para lirapare fazer eres-
i ir os cabellos ; assirocomo pimperiald<
lyrio le Florenca parabrotoejaa easperida-
la pellas conserva a frescura e o avcllu
lado dn primorosa da vida.
da |lassupoi i-.-1; i'oihu cor-
: i I
'iro do Rcgo Li in lira pasaaporle
ara dentro e Tora uo i nperk: na rua da
Praia, primeiro andar n. 43 ou na ruada
1 i cife n. 16, estabelecimento jo Sr.
Manuel Jos Correia, onde pode str procu-
rado.
Precisa-se alugar um it'o quo t nba
i esa de vivenda e alcuma baixa de ca-
pim, para uinoudous eavallos, sendo perto
cidede annuncie ara ser procurado ou
dii ija-se a rua da Aurora n oo
;) abai\oassignado faz ver aores-
0 Dr. Ignacio Fi i i Xavier, r<
3
' :u sua casa des iu lo, qu G< avao
< norte da i -'.;.. la .... Pasa g m
y/ Magd leua, ruten ponte grande ea*Q '
';', pequenada Cbera-Menino, lodas as (;.,
a doentes, a&ancand o
nto. o maior /I
' ,. ,. ........ ...

e .i
> Oloeal em que est
edilicala a casa deslio .la ..ra esse
le,r as i gi as hygicnii is, sobro
'jv as qu as est CO SI u:!.i OS comino- '--V
^ uu* de quedispO', o acei s ordem, f
aa o regularidade que ahi se encon- /./*
j2 tram sSo condiedes pon I rossspara *2
VsV urna breve ru a e completo resta- (i,
M belccimento. As pessoas que quize- M
.,< rem utilja r-t le s u prest o po- *^
-'/ dom dirigir-se an paleo do Carino, t>5
'yj sobrado n 9, primeiro andar, das SA
.- io horas da manhOa as 3 da Urde, *J
y* e dessa I i em diante no seu esta- P
ni... m
:
Preci a-sa I i.'-i criado
i i i le un '. i | aaiba
ii lar di ca lis : na i ua a C i z n
. <:. ECflNOflCA
' ira ie
reunirom em usemillen ;; na rita d i '
A toja de J s Gonc Ivea UaVreira r
celo uHimn paquete el ra lo d i sul os acre-
1 "fogp te papel branco
o '. r !'.'.


Pcde-se ao iil n. Sr. G rm ,, Francisco de
Oliveira o Favor de levar a se n* sa!
I de maio, ii ira na uttlul lo o Ag
- l)r. vviiam M y. retirndose P.
loa lo imperto, deixa por seus baslanl s
procuradores! .em primeiro lugir ao Sr
livalorlos, coipmodss, eamss de V rro psra taitas '- 'lla ''' FautOD, C cm seguaio 00 Sr. Tho-
asolleiro, ilil.is psrs inenii*, m-ii|ues', mubilia | maz HlYWOOd.
compl.la para sila de jniijr, c iinu-rja ipliina mssa I Dr. Willjim May, retiran lo-S(a para
tlaslica, cailcus, apara lores, goarda-teocu, gar-lfora do imperio, parliei a ai respeitavel ou-
raTas. copos a oolroa r.).Uei para maa>, aparrlhea blico, que fez soc-elade com o Ur Charles
de porcelana para airo >m e untar, (aras turtos o .1 n. l."""
,ol.,eres. u,na,II..-- rn.Jaul.'^"Zr* ft***! ''"^ "E1?6",? "Sl "nJo
..rocabrlolel.opli.il vaca luur na, I, em fnm. lelo, le "a mesma Casa, lio aterro da Roa-Vista, e
losinha, e Immemidadei d objeciaa .-..a's necessa- Pei,B aos seus amigos que depoailem 110 D .
los, mas que seria eufailon!, 1 roenciooa-los ; ipurlu GordOtl a o-.esnia conliaii^a, que nelle depo-
l'tira, 2 do correule, na supradila casi. isilavam como medico.
--- Francisco Antonio le Campos, subdito
Brasileiro, retira-se para E iro i
- Foglo no dia 3 de abril do crenle
auno un,a escrava de naij o Costa, bastante
alta, denles gri lides e Cailgulados, UDia ven-
la fu rada, c mcoi s grossos. rom
i orna srgda de latSo a outra de busto, pea
l bastante chatos o grandes, cauelas comp 1 -
las com urna marca de ferila, levou vestido
de chita ailado, roupinbo ja vellio, gala
preta de chita : pede-so as auto ilades po-
liciae 011 quera encootra-la, quena trazei
no becco do Veras ti. 20, que serflo recom-
pensa los.
Na rua da Praia, becco do Carioca n
i sci-i'itori t! .,iv ::
' Ifo'm Manocl Moro- ...
3; ir. G111 rr, ti i Installa lo o seu i. -
ci 1 ti 1 .r.--'!
I co si Ii .-1 loa 11 r,
'' o os viejos d sua pro- ; :
'" rem ,-'>
ua couiianca, .
1 i qu I
bora de I loi O dias u 1
i :::-. ,. .
1'
; 1 '. I tal cu, re li-
la capital I
en-
carlil 110 quo ,
' .....'/. 1 c ;
" lid o.
va I i i p res 1 r tod o .1 li I a
i lis.

-vauncfii-
: 1 < bronzfc.
Na Fabrica de -!-! iraria da i
riiiii 11. 5>8 conlteeida por fabrica do
I 1 1 1, alem das < loas de que ate
agora se lera encarroado de cobre,
bronze, estanlio, znco, chumbo < follia
de Flandres.
O Jil C (|11 r ol:
feri
soja qual loro seu modelo, ionio para
engenlio eagricultura, como para navios
on vapores, com i s 'j ira rodos, dci tadas,
i-.liiiilrii, cruzetas, crvos < portas para
fornal a mancad combroiizr.-s paraen-
genlios, :oven< e quaesquer pecas de
macliinismo para navios ou vapores: In-
do rom presteza, peifei e con
"
I ollic ildeireiro, lu iro e sci
1 alliero i algtmi rvenl I '"i es-
crav .
O ibaixo n- i 3do quo 1
dalberto l-n eds d dsou
5tU :- .: 1 1 d'J
Na ni 1 ; 1 r
... e il.1-.v
daiM.,
eras fjc Serr
P.'o armazem de. Burle, S- uza & t; rua da
Cruz n <8, ha constantemente as melhorea
burras de Trro que ter viudo ao oiercado
1 o presente de lo los os tamanbos, cofrw
de ferro parajoiasd lifTerentos tamanbos,
salitrenglez do mellinr reGnado, rels de.
callia Moteadas em Paris, que se vendem
por i ri'Qos razoBvcis.
K pOhito ilii sabilo, 110 lar-
uo i!; Asseuiblri n. ).
Nesle deposito ha sab3o masas, c stanbo
P uo.
- Pergonta-se ao autor do annuncio pu-
blicado no Diai
, convi l>ni i i irm >o da i ran-
dada do Divm 1 Espirito Santo, que queira i--r
guar la da i| ., Fianclsco
l.uiz. inc I es '.,ii 1 m Se lio sua
HO ou se lite foi dada : neste ultimo caso,
quats Turara as 1 que n vista dol-
as es ii inaos da v n.iavcl or em t rceira de
s. Francisco desta cid de possam votar sem
.1 mi or coostmngimento p>ia o lugar de
enferoieiro do sea bospital que elle requer
orque dizem que o mesmo Sr (uimaraes
11S0 sahio de conta justa com o Sr thesou-
reiro da toesma ii man lade do Divino Es i-
7, precisa-se de urna pessoa habilitada para e prelo, sabio branco c araarello conimuin, rilu Sanio, u que a leilor de engeuho, prefore-se porluguoz. 'por prc?orazoavel, diuheiro a visla, o per-untador.
Coi
m Is ou 1
p> lio ero !, : n I T1 m
quuer, Ira la na rua da Croa, e
*-- Coma im-s nos : na
rus do T a| che n. ia i lo io
Compr escoleta,
2 anneis e 3 tlflneles i pr.no: na rua i!
Praia, h co >Ci a 'i n. 7.
- Compram-' -2 sellins e silheS) tu-
doembooiest do: a tratar no b eco do
Carioca n. ", ou no trapiche doCunha, no
becco do Soronba.
Compra-so um cavallo que (rabalbe
om oarroca ; na rua do Vigario n. 27.
nte : c x.
nova-toja do sobrado am^rcllo. na rua
lo Crespo ii 14, scaba-se de receber ura oii-
ii o sortim ir n as em direitura,
com i sejam cassas com llstras aseetihadas
rs. o C ivi |o, p.lnics os mais mo
nos que lem ap nest* genero, len-
cos '. c rabraia de linho bordados para noi-
" c la um, ditos de hrelaiiha cora
ce ca luras de or a 29509 a duzia, meiasde
a.ahomem a i 0 duzia, chal-.s de
.ii o le ores a 49>O0, meias caseniiras
IM ra. o covado, cer-
da velludo08 mis ricos c
o < cias a s-, tapetes reos para sofa i:;-,
c !,:. s defuslSo r'1" cama, a 59S0O, eou-
Iras maitas Tazen las de b.iin gosto, que se
vendero qud cm qu Iqtrer ou-
lra paite ; a visla l'.z le
Oa! que pechin-
cha.
e de ama
IA I>0 imii:';:^:',.
'i i, i equina d > becco do I'.-i-
i-a i francezas
queno toque do avaria,
320 a vara, assim
' s multo linas, | a-
i k> h ratissi i
, i I i'i!ias de iu -
ro i las ara \
de menino, | elos
I rs ,, eo-
lu Iosj ... i i amo Iras con pe-
nlior.
nm boi o c rroca por nao
' i 'i rile : na Soledado,
defron ich fariz, sttiOtdo sbralo do Sr.
Jos Mi
Vende-snm bom civallo por preco
mu -! i.- no rateo do Terco n. 40.
I urna i noca em bom estado,
ecotnum bou boi, por preco comino lo:
na rua do Collegio n. so dir com q lem
Na de tmtSr-M.
- VenJe-se fcoco seccocome .-ca, pro-
prio pira coibarqu ', c lainhem se vendo
palha mais barato do que em out>a parle :
I quem precisar, uirij<-se a rua do Itaugul
; o. 77.
--- Vcnlem-so duas casas torreas, sendo
urna na Boa-Visla quo rende 10-, o servo
. eslabelecimento e morada do familia ,-
e outra em Santo Antonio que rende io-)
mena es; os pretenJentes dirijam-se ao
aterrada Boa-Vate n. 76, que scbaro com
quem tral ..
V i urna crioula de 18 MDOS,
I '. B ; a tratar na
rua lo I ollegi n Ki, i-.ic uro miar.
--V'iilc-. Tarinba doMaraaliBo,sai is
'' ", I | I I. B :. i
52 ), i i milho aovo a io o ..
ila porta
n. 65.
ii !o n
I6"i re, e urna
: ua : ; ., loja de I i -
-- \'.'n ima-
qualq iet
ua ato Kaflgel n. 20.
e na a S i los Vfoga los,
. i? u'o i ca i < un bas-
lanl i. un quivi l, a tratar
IM
Vnio-se u a rede para viveiro ou
li tn alta ; no
i do i'ilar n 13.
- Ven !e- Cloi ia i i ensaes : a tratar na
rua do Itosan i da I'.ja-Vista n. 62.
--- o prim iro lomo das Bigrapbias pelo
elimnenla lor ntonio Joaquim de Mello,
obra inieressante, ja annnnclala por esto
Uiario ; vende-so no deposito da rua do S.
francisco u o.


DIARTO DE PERNAMBUCO Ql AMA FEIRA 2S DE ABRIL DE 188.
iua do Crespo
iO.
n
Na Ioja de Jos Connives Malve ra ven-
dem-so colletes de fustSo de cores sorti.los
em tamaitos a 33000, chitas franco/as linas
SSSF
Relogios.
Tasso Irmiios avisam aos seus
quo o ultimo crrecarrento de
Vcndem-se relogios do palentB inglex
casa de Arkrigbt Tuckniss & c. ra
Cruz n. 1S.
en
di
Vendo-so superior lmha de algodSo
treguezes,
.. familia de
de bonitos padioes a 280,310, :!.'(>. 300 e 00Trieste da marca SSSK r,mjhi) se vende
rs. o covado, rassas coloridas, bonitos dse- nicamente em seus armazens, sonlo tam- brancas e de cores, em novello, para costu-i parte
nhos i 500, 600, 700 e 800 rs. a vara, bare- Dem existo o melhor e mais completo sor- ra : em casa de Southall, Mellor & C, ra
Re colorido 600 rs. o covido.se Imhas ieiu- imento do farinha de Richmond. I'hiladel- do Torres n. 38:
o.saijiOO, o l>vradas do ultimo goslo a phia, Obio e Billimore, tanto extras como
1o30 o covado, corles de in liana dn 13a superfinas,
coin 3 babados, lindos e modernos desenhos i
a 7-.'>i>i), e ditos sem hallados com 10 1|2 co-
vado e largura de vara a 8-5 o Corle, e ou
Unic parte
Tamancos de lustre enfeilados para senbo-
ra a 800 o par.
Hilos couro preto para meninos, mofados
a 200 reis n par.
Sorlimento em grandes e pequeas ror-
ci's, por menos do que cm oulra qualquer
Ra do Crespo
10.
tras muitas fazendas de goslo, que se ven-
dem barato, c se mostrarn aos compra-
dores.
mansos, com o
aterro da lioa-
_ Vcndem-se tres bois
gen competente carro : no
Vista n. 37, cocheira.
($f LEITE, AKTIIl It & <".. $
($ B.iifi do QUelURO ti. 10 O
fik Palitos de casemira e panno de di- (^
jt versas cores de novos gostos e que ^
(#9 vondem-so por razoavel preco. Hw
Pcchincha!
Ni na do Queimado
n. 19.
Chapeos de sol de seia, cabo de caima a
02500, na un) rico e completo sortimento de
cbiUa francezas de padres os mais mojer-
ni's nue ha no mercado, pe'.o barato preco
do 940, 280, 3-0 e 400 rs. o covado, corles de
niusielina rom barras com 11 covados a
19504, ditos com um requeno toque de ava-
ria a I900O, ricos pannos para mesa adamas-
cados a 59600, ditos dita a \l e a 3-3200, pci-
tos d csguiio de hnbo par camisa a 100,
lia um rico e completo sortimento de cortes
de collete do velludo o ruis moderno que I!,'
ha, pelo barato preco de 8. 10 o I5WO0, B- Cocliinilhoi de lmlio ele C0re$.
<;as de cambraia branca muito fina com 8 l|9 Hacella.
varan, pelo barato preco de 49500, easaas Chapeos de feltro.
francezas de cor. padroes ricos, pelo barato ( ,|(. lc|0 (|() .Vracatv.
prego de 500 e 401 rs. a vara : diio-so i mus-
irs com penbor.
Na ra do Trapiche n 12, escriptorio,
vence-se viuho do Porto em barris e caixas
#de urna duza, cognac em barris e caixas, ve-
las de composicSo.
Vende-so urna barcada de 18 caisas,
bem con-druida e pronipt a fazer viagom :
a fallar com o Sr. ltarlholomco, mostr ca-
lafate, no Forte do Mato.
- Vende-se o sobrado que fii do finado
Antonio l'ereira da Cimba, sito no Varadoii-
ro da Cidade deOlinda ; a tratar-so no mes-
mo sobrado com o prnprietario.
Na ra larga do Itosario n. 48, padaria
do Sr. Remano, vende-se leite de vacca
puroa3'2oa garrafa, a[ianc,-se n3o levar
1 pinga d'agua ; pois as fallas BSo remedidas
| fechadas com cadeados e alli abortas ; as-im
as pessoas que quizerem podein experimen-
! lar que hilo de ser bem servidas.
Vendem-se- diversos escravos de am-
1 boa os sexos, bons para todo o servico, seus
vicios e boas qualidades se faro fielmente
ver aos compra lores: na ra das Aguas Ver-
des n. 46.
No hotel Francisco tcm para vender-
se tres escravos, sendo dous com algumas
habilidades.
Vendem-se saceos com milho do mui-
to boa qnalidade, farinha de mandioca, fa-
relo de Lisboa, gomma do Aracaly. sjalos,
cera de carnauba o palha, ludo por menos
que era outra qualquer parte : na ra es-
treita do Rosario, armazom n. S'9
27 Rui DA CRUZ 27
Armazem fie Al use ida Go-
mes, Alves & G.
Vende-te:
Toalhas de linlio para mesa e miios.
linchad.is de ferro, do Porto.
*
11
Na hija de Jas Goncalves Malvcira ven-
deaa-se 3 pares de meiaa de suierior seda
preta, propriss para pessoas que padecem
de erysipella.
RA DO CRESPN. 1*
fabrica de tamancos da ra Direila, esquina
quo vira para s. Pedro n. 16.
Na Ioja de Jo-e Cnncalves
dem-se superiores camisas
Malvia von-
francezss com
Presruiea
est
queintando
Curie .le ilii.i prela ....
Corlesdecoleli.idediladilabuidadoi
Chapeo pelo-, (rancezese moderno
raala prela de selim e gorgo-
rao de varioa feiiio .
Chapees de sol de nla para ho-
mem e setdioia .....
Manantes hordadospar enflora '.
Drai bordada! naoila Hnai
Goliiilid de ramhraa hordada
Palltdi de alpika prela niuilo lina,
forrado .......
lioiidola de *lpaka prela .1. co-
rea .........
lili de al|iaka prela
(trafica do obrelro
ou appliearo da regua, da esquadria c
do comparo a' soluro dos problemas Ja
geometra vende-se por 040 rs. na li-
vraria n. (i e S du praea da Indepen-
dencia.
Carros.
G. AROLPHO BORGEOI.
Tena iins pinicos ile carros de i rodas
grandes e perpienos milito bons, rom
bons arreios e vende por preqo commodo
Na Ioj-. do PregalQa.na roa do Queimado,
esquina 'lo boceo do l'eixe I-rilo n. 2, con- "dos de argiuima'de crs escura
peno,punhosecollanuhosde lmlio, orne- inu' foraecer-se ao publico om bello '.indo .......
Ibor que ha no mercado. sortimento de fazendas por baTatissioios ""< de aip.ki d rrn
. arecos, bem como seja grosdena pies preto I''' a novi loia de!S4^^:;*:;:;:;^',:i:',;::,i';:-rl::: D.tt..-i^*;
, ., ., *i : 5'"com *ara? "*00. moito fina a aieoa corlea Vteda brawa* a *p>>
portas llfl ni UO QUel- 7o00, dita muilohn* com 10 varas aUOOO, kim. o mais .perior fwwivaI.
'ili mais haixa a 4?, dita com varas Cmlf de eslido de varia fazen-
seilins
patente riglcz
SAo clip^ados i acliam-*e a \t*nda o verdideirii
Uem conheridos sellins insle7.es patente : na ron
do Trapiclie-Novo n. J, arind/un de fazendas il<*
Adamsun Howie.V C
I\a lja das seis
portas em frente do Li-
vra ment
Fara acabar com algum resto de fazendas
tem resolvido vender por menos do seu valoi
as seguintes : ISszinha para vestidos fazen-
da perfeita com 3 palmos de largura a 00 0
covado, coites de riscados francezes a 19600
fazenla fin*, chitas encarnadinhas a 160 o
covado, riscado monstro bastante largo a
160, cambraias musselinas a 5o a vara, I por ter ama viagem a azer, vende tam- a40#, ditos de grosdenaplea muito eocorpa- lencos blancos com cercadura de cora "l'ao i *"'"le' .e v,'sli'105 ,le ramlraia de
cortes de case .-.ira ingleza de cores escuras |)e|I1 ],oas p;.(,|,,:,s a -23500, lencos de seda brancos e encarna-
mailo n. 7,
Josqiiim Rodrigues Tavares do Mello, na
soa nova Ioja de 4 portas na ra do Uueima-
do n. 37, passandoo boceo da Congregado,
acaba de receber pelo ultimo vapor quo che-
H varas
29100, pecas de cassas do quadros muito
linas con. 10 varas e com alguna furos de
cupim a -.'/800, ca vara a .'.00 rs., chales de
merino borda los cm duas pontas a 8;50U,
ditos lisos a ">r, dltoa do ch.lv com lisiis a
.-ou de Franca, um rico sorlimento do Shi- 6/S00, casemira preta milito fina a 2cli 0,
das de baile do goslo mais moderno que tem ; '300, 2:600 o 3: o covado, panno azul pro-
japparecido, c um completo sortisiento de'priopara farda de guardl nacional a 29300
1 vest ios pretos de grosdcnaples com ti es ba- o covado, dito prelo lino a 5r500, dito ver-
bados bordados de se !a a preQO de 1109, 70#,
8(19, 'in- e 1009 cada nm, ricas mantas dr
das de seda pai.. meninas .
Sarja branca latala para vellido,
ctalo ........
Gorcurao 4 >eda brancojeom rarna-
lem hranea, covado.....
Lindo r.uie de vesli.los de seda da
c".r, corle.......
Groadmplai de cores, e hrancosa-
peiior, covado.....
Dito dito com i palmo pan for-
ro, covado .....
BtlIeH da China, fazenda lod d
eila ......
de escuro a 4-, gravatas prelaa o de lindos padrdea o superior qutlidaile a
seda de cores para pescoco com uro soberbo 19 cada urr a, ditas de mola de cores a i/, Dianadeeda lavrada, covado" "
annel a -.'>oo, grvalas do selim muilo Hnts ditas preta a muito linasa l#J8ii c 19440, ci-!; Polar de Paria, de snia com valas
bordadas as pontas a 3 ditas pretasbor- tes de targelmasrom IS covados proprios' alisadas, covada ...
dadas a 39500, vestidos de seda de cores com pira as senhoras dar um passeio al ao Ca- Seiai da Escocia iavrado para ve|.-
tres babados a 3<*9, ditos muito boa fazenda bo, pelu baratissimo preco de 109 cada um, a>'"">"
"- Ven le-so urna casa torrea com grandes
commodos, quintal e chHos proprios, em
Ulinda, ra de S. Pedro Jlarlyr, e ern frente
a ribeira : quem pretender, dirija-se a scu
profrietario, morador na mesma.
farinha
de mandioca
Na ra do Vigario, armazem n. 15, ven
dem-so saceos de farinha viudos ltimamen-
te dj Maranhao, por prego commodo.
--- Vende se a Ioja de migado em um boro
local da ra do Livramenti n. 33, o motivo
da sua venda ho o dono ir para fora tratar
des ja saude, e todo negocio se faz agradan-
do a firma.
iVa
ra
. Vi.
ova
I.oja do Tinoco arros & C vende-se soda
I avia da dn cores a I"1 o cavado, I uvas do pel-
lica a l'?, damasco de seda a t;800 o covado,
orgjndis Bou a 80 rs. a vara, chales borda-
dos a velludo do merino a 11 ~., ditas mati-
zad is com duas palmas a 10-, titos do cln-
lv com nina 9;", lila para vestido com 'i i\%2
palmos de largura a 400 rs. o covado, prcas
deesmbraia branca com sslpicos o com 8
varas a (9500, sed i n has do qu dros ^00 rs
o covado. saias bordadas a .'!, 39300 8 4"-,
cha eos francezes a 69SOO, ditos de sol de
Beda a 09300, e mui'aS outras fazendas por
menos fei;o do que em oulra qualquer
parte.
/Vt I o/a a o | do arco de
H. Antonio.
(hegou um completo sorlimento de ren-
das e bicos da Ierra, que so ven te por barato
lencos do labyrin-
27 ROA Di CRUZ 27
Ariiiazem de Alie i la (Jo-
mes, Alves S; C.
Vende-se .
Viuho de champagne em cestos.
Licores em eaixas pequeas.
Marrasquino em ditas.
Azeite doce refinado cm ditas.
Mostaidn lina para uso de mesa.
Vende-se urna colleccio das l.eis dos
Imperio do Brasil, de 1856, nova o muito
bom encadernada na pra^a da Independen-
cia n. i.
Inslrnccao moral e reli
>osa,
ou resume do novo e velho testamento : ven-
de-se a isOOU na livrara ns. 6 e 8 a raga
da Independencia.
11vas.
V-n lem-so na Ioja da ra Nov n. 50, sal-
vas de metal do principe, coei o fundo di
CharSo, muito bonitas, temos de bandejas
muito fin-s, imitando chariio ; e tambeirj
vende avulso appaiclbos de metal do princi-
pe para aluioQo, minio finos, e tam bem
mais ordinarios, tem bulo e cafeteira avulso,
Indo por preco commodo.
Calcado francez
[Va enliga Ioja de calcado do aterro ra
lina-Vista n. 14, da Viuva Hias l'ereira .
Pinto, tem tnn grande sortimento de calca-
dos que receberam pelo ultimo navio fran-
co/. Adelle, dos rclli ires fabricant.es de
Pars coU'Osejam borzeguins, aapatOes'cGm
borracha e com fitas para homem, sapalos
de lustre o le bezerro para rapaz, bnrze-
goins para senhors e para meninas, assim
como o bem couhecido calcado de .Nan'.es,
lano borzeguins como sapstoes de vaqueta
delustie.e de bezerro desoa grrxtsa para
homerii, proprios para invern, ludo por
prego commodo, a diuheiro vista.
Vonlem-se por commodo prego os se-
dosa 800, meias para menino brancas e do
cores a 240.
Vendem-se no caes da alfanlega, ar-
mazem de Paula l.ooes, os seguintes gene- Mrreglirllol,lo ,,e muUa mais ll01lill,s .
ros: bat> las o ceblas, hacalhao de escama 1 .. __B ... ____,_
a 12) a barrica.
para cabriolet : na ra Nova n. 61*.
jiiiiii tie mnibus.
Claudio Diibeus araba de receber o nutro
Si)
prego ; ass.m como ricos .encoa uo .auwrn- nlM 0hjectos. proprios para aquellos que
tbo docamb-aia de lioho. fronha s de laby- se applcam aos VestlM 'das scqleilCi a-
rinUio, api arelbos do metal para brinque-;turacgr.
.los do meninos ; assim como um completo
vil menta de s patinbns, tinto do seda
como de lila, proprios para baptisados de
meninos, manguitos Je todas as quali la les,
ioo'.-.as para meninos, dodiveso^ gostos;
nesta Ioja lom sempre um completo soiti-
inoiito de fazendas linas de bom gosto e veu-
deri-se por manos ilo que em outra qual-
qmr Ioja.
I.' IIili microscopio, cuja potencia moslra
perfeilaniente os glbulos do sangue e do
leite, completamente preparado, c com va-
rias importantes amostras.
2.- 600 amostras escolbidas de mineralo-
ga o geologa, com urna bea caixa para
guarda-las.
3.- Urna boa eaixa de reagenics chimlcos
.'osdiarutos da acreditada fabrica do ZZZZSSSg*?" '"" **""
^^^JTSrSnm^Sc'l "' co.mor.ma com bollas vistas das
L > principies cidados da Europa : a tratar na
botica de I.uiz l'edro das Nevos.
ra da Cruz n. 55.
Charutos,
Em casa de I. Praegei & C. ra da
Cruz u. II, tem rontiiiuadainente para
vender charutos da Baha, entre el les a
bem condecida marca Missisipc. assim
como continua eStarem depositadas as
melliorcs ipialiiladrs da fabrica do Sr.
Gustavo Laportena B.iliia.
Livros em
branco.
De todas as dimensOes vendem-se em
casa de I. Praegeroi C. ra da Cfuz n. II.
ESCUAVOS.
Vcndem-se escravos do ambos os sexos: no
escriptorio de llraga t aniones, ra da Ma-
dre de heos n. 3, primeiro au lar.
BOMBAS.
Vendem-io bombas japy ce vaiios tama-
nhos, com canoa e mais peitcuces ; no ater-
ro da Boa-Vista n. 6.
I Vendo-so na rus do Cuno, cocheira do
Sr. Cuedes, um cavallo melado raposa, cubo
|C cimas pelas, muito gordo, bonito, rioro,
! sem o menor deleito, anda bem o he aasas
manso, tanto quo andava no collcgin urna
menina de 7 anuos nelle montada ; quem o
.roten ler, dirija-so a mesma cocheira, das
10 as 2 lloras da tarde.
Cognac
Pal Brandy de ptima rpialidade, as-
si re como afjoardente de Franca em bar-
ra de quarto, em casa de I. I'racrjcr C.
Fhiinlia de mandioca,
a i lellior que ha no mercado ; vende-se no
Recite), armazem da ra da Cruz n. 13.
Cavallo
Vende-se um ptimo ca-
vallo que serve para selli
e para cabriole! ; a trafai-
na ra doCoilegii) n 21
primeiro flndhr, Augusto Fisclier na rtia
da Cadea no- cocheira.
rVlteilCrlO.
'cnde-se. superior farinha de mandioca, o
muis barato do que em outra pule : na ra
do uueimadn, luja de ferrsgens n. 14.
Vendem-se excedentes uvas mnsea-
tc' : na taberna da esquina que entra par a
ci ni boa .lo i armo n. 6.
la loia
das seis portas
EM FRENTE DO LIVRAMETVfr,.
Percas de cassas adamascadas com 6 varas a
1, ditas linas do salpico a 23 com 8 varas,
sias bordadas a l;280, chitas escuras mo-
fadas a 120 o covado, carios de clcheles
francezes a 40, colletos de casemira prela
bordados a 1?6U0, luvas pretas do seda a
500 o par, ehaios pretos de la a 1v600i
Pun luto.
Cimisinhas, manguitos e golliohas '}_
propnas para lulo, e queso vendeni -..'
por barato prer; i: na Ioja do Leite, -;;
Arthur &. C ra do I) jeimado n. 10. ata
iva ra Direila n. 88, segundo an lar,
vende-se urna divisSo de escriptorio c vene-
sianas.
Vendem-se as bombas de japy fpo-
prias pora cacimba, tanques, repuxosetc:
na ra do Iones escriptorio n. 14.
Vcndem-se superiores sellius para
criadosc porpreeos inteiramente barato :
na ra do Torres escriptorio n. I i-.
Vende-se um bonito cavallo desella
e formidavel para cabriolet por ser gran-
de, lie novo, sem achaque algum e tem
lodos os andares, para o ver na ra da
Cadeia de Santo Antonio coclieira do Sr.
Aiijjuslo. e tratar na ra do Apollo ar-
mazem de assucar n. 2 I!.
fttencao.
Na taberna grande ao lado da groja da
Soledade, vendem-so saceos com farinha,
milho e feijo, manleiga ingleza llor a 960,
imo e l>980 a libra, e Iranceza a 800. cha
linca 2st00 e ii/500, erra mate a 360 a libra,
covada a 180, gomma a 120, araruta a 200,
p.issas a 480, figos a 200, saga' e cevadiuln a
12 ', marnela la a 6iO, linguica a 720 do rei-
no, do serlo 500, presunto a 800; vinho
bom a 6S0, champante a 2-500 a garrafa.
queijos do reino a "25880, e muilos outros
gneros bons por proco commodo ; n mes-
ina casa compra-so moedas de 2? o 1; a 5
por canto jiara troco dos freguezes.
C e a vapor.
Machioas para fazer caf em 20 minutos,
de muito boa qualidade, a|.provadas na ulti-
ma exposnjSo iie Paria, tem diversos tama-
itos, e por prego muito commodo ; na ra
Nova n 20.
Ven Jo-so nina vacca muito abunl.nto
de bom leite, com urna cria de mezes : pa-
ra ver-se na estrada do Joo de Barros, no
sitio do Sr. Miguel, ourlves, onde se dir
quem a vende.
ADRIANO & CASTRO
i.oja dd na do Crespo n.
10, esquina
Vendem as fazendas aba i so mencionadas :
Cassas do cores lindos padroes a 360 o 400
rs o covado.
Solas escossezas a 1300 o covado.
Chapeos para homem do todas as quali-
dades.
Musselinas brancas o decoros.
Ceroulas de linlio a 28> a duzia.
Chapeos do Cluli a ios rs.
Ch-peos de sol ii glezos i le rs.
K outras muitas fazendas baralissimfs que
a vista f r animar ao compradores.
PccSiincSia.
se polem desojar, e as vendo pormoliro
tremor os prctendentes quejram-se di igir
ao son escriptorio na ra da Cadeia deStnlo
Antonio n. 13.
Ven le-se urna escrava de nacSo, maca,
de muito boa conducta, e ptima para to lo
seivigo : na ra Direita n. 3
."
II, do Joan Haptista dos Santos Lobo, sda-
se venda um bom sortimento de linguas
do Rio Grande, moito novas, cnegadasulii-1 P|nSi,ra*s ,,c canos
mamante-, as quaes se vendem por proco Bros**s, e tarobem de 1
commodo.
los a 80 c 90?, luvas de soda pre.las borda- cada um, organdy de cordao a 260 o cova-
llas muito finase 2-, ditas lisasa 1200, ditas do, cambraias estampadas a 440 vara, dita
para homem l>500, mantas de lile muito mais lina a 600 rs., chitas francezas de to-
finas a 9>, 139 e 169, bordadas a velludo, das as qualidades escuras e claras a 240,
enrolles para cabec, do senhori dos mais 260,280 e 3)0 rs. o covado, pocs de brota.i ha
modernos que tem apparecidu a 12?, novos de rolo rom 10 varas a 2-, mussulina bran-
pid oes Je seda e algOdSn para vesl idos pe!n ca lina a 300 rs. o covado, ditas de cores de
barato prego do 640 o covado, e muitas mais lindos padrees a ;i2n e 360 o covado, cobnr-
razendasqueiiSobepossivei aqu fazer men-jgos, fazenda de cores, mullo propria para pul>
cao de ludo. Este novo cstabViecimento se
propOea vender mais em conta do que em
i utra qualquer parle, s tar n adauerir boa frecuezia.
bspin^ardas froiixadas.
Vende-so muito bonito sortimento de es-
tronxadas, linas e
cano tronsada, Ji-
las sem ser Ironxa las muito linas, vendem-
da bordailo ao lado
(Jambraus oruandi maliiad,covado
Catias Innipe/,-., 111.. .le rnr.vaca .
Chitas ii.ii.cp/as de rores.covtdo .
Il.i.i" dilaa, covado .....
Itlsrsdc Irain-p/. do qoadro e Hilas,
covado ........
Mu-iihi.a .le ci'ii e iTanra, covailu
llrillii.lu.lia l.ranca, ramagtro Ih-
ca,rovado .....
airas da velludo, froco ni
casaveques desenhora a eoo rs o covado, | \>0(iri,ut, ,i-da com llores ,i.s3-
ve-lidos de tarlalauadelindos padrflesconil das, covado ......
12 cuvados a 4? caila um, Ua/inhas ue cores i Ba*ge de seda com quadro e lista
escuras e claras do lindos .padroes a 320 e 'ovado ........
360 o covado, maulas de fil uo linho do i *,l,i,s d* qoalrifilit. e lisias,covado
melhoi gostopossivel a 14 cada urna, c.ir-i(a0r'<"r?0 ,le "*'*."" llor. de lindos
inelina, fazenda nova, padroes de laazinba
a 2so o covado, chales de lilazinba com Un-
as barras a 2? cadr. um, riscados francezes
do novos coslos assetinados a 280, .Jilos
i> 51500
liBOUO
75500
9
9
9
10600
9
SMOO
lieouu
61000
5|5O0
1*500
49000
9
9
i) 25000
1S500
309000
2*000
d Ic-noil
i 15600
IjlOO
1JI00
k 19000
)>

93O
9320
a 9180
9
19100
5800
a 9.50
1|2 palmos
Vende-se na ra da Cadeia do Re-
citen.7, Ioja de Antonio Cope- Pereira
de Mello & C muito boa cera de carnau-
ba ebegada ltimamente do Aracatv pelo
prerode I Ojeada nina arrolla a dinluiro
a vista ; na mesme Ioja lia 11111 completo
jsortimento de caixas com haicos de
feltro ja bem conhecidos nesta proco
I chegados ltimamente do ttiodc Janeiro
da Clnica de Jos de Carvalho Tinto >\
Companhie.
--._. .-- .- f ..-l-k tr. rr,, T- ..i -. .
...;.....-..'........- ,.::.; .,....,.-...,..
..! Cabossortidos da Russia, Ca- '.[:
10 e Manilba.
Lonas da Russia, brns e bri- r.,;
zoes. f-;.;
inveiico, ludo por prcr^o
na ra Nnva n 20.
muilo commodo
.:-
AfteiiFlo-
A
Na ra do Queimado, nova Ioja do quatro
porl is 11. 37, passando obceco da Oongre-
g'yo, ahi se encontrar um grande sorti-
mento de fazendas, pelo menos preco quo he
possivel, como abaiso se ver nolado
l'anno lino nretoi ruva.10
DitO dito dito, covado
Dito dito dito, cova to
Dito dito Jilo, covado
Hilo dito dito muito superior, covado
i'. es de casemira lina
Casemira de cores escuras e claras,
covado
hitas enf- stadas, covado
Cobree metal para forro com ;'; Palitos de panno e casemira
prego. D 1 de casemira
Oleo delinhaca e Velas Steari- @ Ulcasdecase ira
as. Colletes de gorgurSo de seda, finos
P.. 1 '';" Cortes de vestidos de seda pretos com
Estanho em barrinbas, Bar-@ babaJosa 55a 60a70.80e
rilhn. ^ Cassas francezas, finas, vara
Vinlios linos de Moselle e Joan- (': Bitas ditas, vara
nisberg espumoso, e de Bordeux f:. Mussulinas, covado
einrii,artolas. & i" Pret, cavado
I c.r Hita dita, covado
C. J. ASTI.EV A C. gj Ints dila, covado
so tambem espoletas para as mismas a nova mais linos a 320, cortes de meias casemirss
delindissimos gostos a 39cada om, casemi-
ra? en Testadas de cores escuras mescladas e
superior qnalidade a 2^200, notes de case-
mira do superior quali :ade a 99, 58500 o 6
cada um, bnm de pu'o linho de lindos pa-
droes a i;400 a vara, ditos pretos proprios
rara luto a I?fi00, corles do brini de lindos
padroes a 294O0 e 91600 cada um, camisas
se encontrar um grande sorti- LC^.^J'?* fl.^l-0,, l'""^ a
-'-suo cada urna, cortes de riscado I ancez
de lindos padres a 39200 caa um, ricos
tapetes para sala a 3?8uo cada nm, madapo-
ISo do todas as quali ladea o recos baratos,
cintas de lindos gustos de 160 al 240, alpa-
cas pretas do todas as qualidades o por ba-
ratissimos procos, gangas msela las a 521) o
covado, riscados do liuhoile linios padoes
supe or qnalidade a 900 rs ocovado, vel-
lutias de todas as cores o superior qusli-
dade a 750 ocovado, grosdenaplea de I i n-
dissimas coros e superior quah.lade, pelo
baratissimo preco de I990U ucoiado, cam-
nalas do cores .le lindissimus gostos e o
mais fino que he possivel, ,eo diminuto
3,500
4 5U0
5 5il0
6,800
8,000
0,500
parirSe, covado
Maurilania de fedacom
de largura, aovado
Fron lidina de seda transparente',
evado ......
C' ale de merino com franja de lia
lulo de dilo rom franja de seria .
lio. de dilo dilo coro Jila de eda eV
lislie .......
Din. iIiI.k bordados a >r.la
Dilo dilo dilo em 2 ponas.
Hilo dilo dilo a velludo
Hilos de seda d* core, oppiiore.'
I.Vin; .le ci.iulirai.i liuo com labe-
rvnlo........
Luvas de seda de coree, Utasa bar-
dails para eoiiura ,
GrevalH de selim de ror prela ,
romp i la .......
l'san.lo o hecro da CongragafB, do4adn d'reilo
quarla |pj rie Ir ponas com rolulasbrancas, 11.
anioslia com 1 inliur
B tKiO
119500
9900
.. SfOOO
11 65OUO
79000
1 s?".oo
a II3000
> 1 ooo
i
a 1j20O
9
/
10 11.1-.
Escravos har-
2,000
3,500
25 000
18,00(1
111,000
7,5Q0
ttzsssxsr*-
bmcasa de Ifenry Brunn & C. ra
da Cruz n. II) vende-se :
Cemento romano.
Cognac em caixas de 1 duzia.
Ca deiras de \ me.
I ni grande sortimento de locadores.
Retratos a oleo para sala de juntar,
f-spellio com moldura.
Pianos dos tnelhores fabricados em Ham*
burgo.
rs?'..
n casa le KabeSchmettau c\Companha,
Grosdcnaples preto, covado l000a
Cuites de velludo para colletes
Ditos de dito para JitOfi
Camisas francezas de 38 a
Casemira preta deS93O0a
chales de o erin bordados
Oitos de dito lisos
IHtOS de soda ue IJ- a
Manas piolas de Ql de 9Sa '
Leos do grade
9 'das brancas o do cores.
(.rutas francezas, cova lo
Tocas do canibraia para diverso:; pro-
cos.
Cbamaloto preto e de diversas qua-
lidades.
H ios de linho decores, vara
Ditos de uilo miudiuliris
100 f (10
640
480
390
600
720
!IU0
7,000
8,000
2,611(1
8.000
10,000
2,400
.000
8,51.0
6,4:m
16,000
12,000
',000
280
Vcnlcm-se2 crioulas de 16 annos, I dita
le 12 anuos, 1 mulata escura, cabellos ca-
raninbos, ISannos, 1 mnleso da 20 an.ios,
, I dito de 12, I n.gra do 21 anuos, 1 mulato
prec 1 de 040 a vara, caSas dr, cores de hn- do 16 annos. 1 dito de 12, todos pecas esa"
dospadrO se cores fizas, chales do IRade dios; naruaDireiUn 66. Pecse-S-
lindissimas cores o superior nualida.ie a; Venie.se Vo do i,., n,., ,
2-no c. i, u,, luv, s bramas e lie cores es- dos ^fc^VSSjtt!
curas de linho piopnas para montana, pelo
diminuto preco do 500 rs. o par, e outras
mullas fazendas que se deizam de mcncio-
nar, e se vendern por baralissimos procos, (sos que anda na
tros livros espiriluaes; na roa do langel
Tamb m se vende a obra muito .fa-
aiuiga mas muito til a muitas pes-
leram, mas se a lerem
mi n,
ra da Cadeia n. 37, vcndom-seelegan c ;Cravatas de cores e pretas fins.
pianos do aianiadofabricanu Traumann
1 Mam lu mu

'
Ahertur.sde camisas francezas
angas de cor tara palito e calca,
covado
Riscado trances fino, covado
Itnm de lmlio branco fino, vara
Cortes de barege, padiOes noves
"Mili linas do se la, covado
Cazos de la e sed., covado
idos transparente, covado
I 200
'too
400
4S0
200
1,200
7,500
00
BoO
84O
80
e se d3o amostras com rriibur.
Agenda
i funditjrflo Low->io.>r,
rtia da Vnzala <>v&
D. 4*2.
^esteostahelccimcnti contlnu'eabaver
im completo sortimento de moendase
smoeuilnsparaeiipenho.macbinasdt cuv,10> lencos brancos com barra para me-
'apore-taixasde ferro batido e coado jp | """ 'Oors, e 1/200 a duzia, tapetes pra
to losostamanbospara dito. i'ala' "e,ll",m Bosl ~> completo sortimen-
hao de achar rava, a qual be -- a (ira do
Homem Sensivel, un a ciacHo do Homem.
PccliiDcha
sem igual.
l'o;as do cambraia de inlio com 7 jardas a
itiilO, cambrias de cores francezas a 240 o
Vendem-se muito cm conta sapa tos do
iVracaly, para Biar cuntas bem como obras
le labyrintho, bicos, rendas etc.: na ra
da Cadeia do Recite primeiro andar n, 6o-
Pelln:* e rtslegioH
SELLINSeRBLOGIOS do palme
logle : a venda 110 arma/em de
liostroi Itooker o; (^ompanbia es-
quina lo largo do Corpv Saulona-
niero 48.

RUti do Crespo n. 12.
Vnde-so alcatifa muito larga, e propria
para igreja a 21000 o covado.
Vende-se um cavalio todo preto, eran-
lo, gordo, novo, bom an lador e sem acha-
4.000 ques, por preco comino lo : no aterro da cunlorme o goslo do freguez
IHO.
NA FUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NIIE1RO DAVID W. BOWMAN, ^A
RA DOBRUM, PASSAXOO dlA- '-ei"-"s bordados muito finos
FARIZ cortes do gurgurao de soda para col-
leles
na sempre um grande sortimento dos se-1 Vestidosdfl gazesdeseda finos
guintos objectos de mecanismos proprios Collinbasa 19, laOOO a
para engenbos, a saber : moondas o monis l'ec;is de mada moendas la mais moderna construccao ; ta- 3/500, 38800, 18200, 59*00 SgSOOe
chas do ferro tundido e batido, de superior Um completo e vanado sorlimento de a- I ca de I.uiz Pedro das Nevos,
quaidadeede todos os tanianhos ; rodas zendas pelas do solas, e sanas, linas, la-! r-'.^?:V.--**"w;'..-?..i-'.'.i.--.--.'-: ....
domadas para agua ou animaos, do todas as vra las e lisas ludo por mdicos preco' que
proporcOes; crivos e horca de fornallia e I nSo ho possivel aqui mencioia-las todas : a
registros le bociro, aguilhes, bronzes, pa-1 vista faz fe.
rausos e cavilhOos, aoinhos de mandioca, y
Lera de car-
to de palitos de alpaca preto e de cores,
gola de seda a 4, altos mais finos, dilos do
.auno preto e de cores, franc.zes, dilos de
casemira, ditos do merina setim, dilos de
brlm pardo e brancos do diversus qualida-
des, francezes, camisas francezas muito li-
nas brancas e de cores a 2?, calcas de case-
mira de 13a a 109, e outras i. uitas fazendas,
porpreeos cummodos; nos quatro cantos
da ra do Queimado n. 18 A, esquina que
vira para o Itosario
- Vendo se na Soledade, ra de JoSo
IVrnan les Vieira, rasa grande, um encllen-
te escravo, c por commodo preco.
Na taberna n. 18 da ra da Roda ven-
dcin-se velas do romposic,aj e sem ella a 12,
13, 1 e 15/0OO ; e faz-se tambem de encoin-
men ta, de lodos os 1 .manilos e qualidades,
30,000
2,500
Boa-Vista, Ioja n. 48, se dir quem vende, e '
ondo pode ser visto dilo cavilio.
--- Vende-se um cabriolet muito forte,
6.000 cobertoeem bom estado: a tratar na bou-
000
illio.
Vendem-se s?ccos com milho: no arma-
zem da Companhia Pornambuoana, por pre-
co commodo, vista do tainai.ho dos saceos.
Cera de carnau-
ba e sebo refinado.
Domingos R. Anirade & C, com deposito
no largo da Assembla n. 9, fazem scientes
aos Srs. fabricantes de velas, a a quem mais! ''Udaa que tem vindo ao mercado por 203,
interossar possa, quo estac resolvidos oaninhas de merino abandadas do pelucia a
vender tanto um como outro artigo por me-
te, etc.
SA MKSMA FINDICA'O,
seexocutam todas as enron.niciid's coi a
superioridado ja conhecida com a devida
presteza e com odidade cm preco.
'. SriEBII'.L A C, banqueiroseoe-
1 gociantes, establecidos ha muitos annos
Pecas de cambraia de linho com 7 jardas em Londres, teem a satisfaccao de ar-
cada paca por 6, pecas desilissia de linho' (,.mii s-,,,,..., ,,. 1 .- 'l-
eon, 3.1 varas ror 18? a PeCa, loncos de cam- pa leucorresnondentes e ao pub-
braia do linho para inio a 49 rs a duzia, '-O, que acahain de tundar casas liliae
ditos finos a 5-rs. a duia, guardanapos de nos principies portos e distritos iinuiii-
linbo para mesa a 29100 rs, a duzia. atoa- l'.utiueiros de Franca, Aleinanliu lie
hado adamascado para mesa a 19400rs a Ca e ifolland
au
"ara, lindos cortos de 1,1a com I lie iva los
cada corte, padres miudinhos muito lindos
iara vestidos a 6/ rs. cada corto, cassas
franeacas do cores a 400 rs. a vara, lindas
fazendas de 13a e seda do dos larguis, de-
nominada duquoza, para vestidos a 19 o co-
vado, sabidas de baile de merino as mais
nos proco quo em oulra qualquer parlo,
alem do que doixam escoltar tanto sacco
como harnea no completo ortimento que
presentemente tem.
arroquim
le o 173 a du/.ia, fazen 1:
qualida.le : na ra Direila
Couro de lusti
Miare eastollo muito grande a 49a pello
ra llircila n. 45.
S 19600a pelleo 173 a du/.ia, fazenla sem
defoito o boa qualidado : na ra Direila n 45.
e
pelucia a
163 cada urna, ricos chales de tonjuim
branco a 2> cada um, ditos do cores mali-
sados superiores a 30/: nos quatro Cantos
da ra dn Queimado, Ioja do sobrado ama-
relio (i. 2,
a, neigi-
e Hollandu, conservando almdisso
suas propria casas anteriormente estabe-
lecidas lias eidades mais importantes, e
porto mai8comraereiaes da ijra-&-etariIia,
e esto em posi(;ode o'erecer grandes
vantajens aspessoasquepossam necesitar,
isvnnem Londres como em outro qual-
Vcnlo-so cera o carnauba de pfimeirs
qualidade: na ra da Cadeia do liccife, luja
ii. 50, esquina dtfronte da ra da Madre de
I Dos.
Vende-se fumo em folha, o charutos
.'e .superiores qualidades, chegados lerentc-
Imente da Babia, por menos pieco do que
. m nutra qu> Iquur i arle : na ra da Cruz
do Recife n 13, primeiro andar.
lACII.VSPAItA ENGENHO
Da fiindicao de (errodeD. W. Bowman
na ra do liium, passando o chafa-
riz, continuaa ha ver um completosor ti-
men to de lachas dclerrofundidoebati-
do, le3 a 8 palmos de Inca, as quaesse
echama venda por pceo..'omrnoiioocom
y-
vuUtgioi
a-
teiite
mglezcsdeouro, desabnete e devidro:
veadem-sea piteo razoavel, ezn rasado
Augusto Cesar deAbreu, na runda Ca-
deia do Itecfe. armazem n. .">(.
GUARDE ESTABELECBESIO
DE
quer ponto da Europa, de nina asa para P'omptHlao.emli.n < mu-si ou carregam-
se em carro sena despezasaocompradoj
- Anula esli para se vender o sitio da
Cruz de Mm;s, culi terreno fara planta de
capim.e a casa torrea sila na la de Aguas
Verdes n. 8 : quo,:. os perten 1er, dirija-se a
ra do Vigario n. 20, ou a ra do Horlas
n. 42
Qom foque de
a vari a.
t IiiIk iro \ stn .
rrtcs'de musselina larga com II covados
coueio, podciidodmgir-se aoannunc- e barra por 29 e 81600, pec-s dealgodaozi-
nntes.
compra ou venda de artigos, bem como
p.ua os negocios de traniaceao de crdito
a liiineo dequahpier genero.
As pessoas quenaQoremconhecidasdos
aiiniincianlesdeveifioaeompriiharsiins or-
dena com os fundos necessarios p.ua sua
exeucrao ; licando entendidas que os -,-
nunciantes nao teem dimculdadeem adi-
antar 75 0|ft sobre os gneros reeebidos
untes de sua venda.
Os piceos con culos e mais informa,
commerciaes, que forem pedidas, serao
enviadas gratuitamente, salvo o porte
C hriolet
n bom cabriole
LOTERA
Vende-se um bom cabriolet do ooberta
nv. ra i\ova n 61.
Achant-8e ven la no atorro da Boa-Vista,
Ioja n 06 \, lilholcs inleiros"o moios da lo-
te a que corre sabbado ; os freguezes acha-
r3o troco para sedjilss.
Ven lo-se urna exc dlenle mulata com
uina C'ia do C me/, s
tambem .o v. ndo una bina d nies'iia mu-
lat, a qual tem II anuos, he muilo boni'a
e Dropria tara mucama; na ra da Praia.
casa de Alexaudre Jote da llosa.
PTANOS FORTES.
Ra Novan. 27, esquina da Cimboa do Carino,
(Tilico deposito do Carlos Scheel & W.
Sassenhoff.
Reste bom conlieci.lo esbelccimonto sempre acliar-se-ha os mais ricos, lindos, fortes
o bellos pianus ale boj.' conhecidos dos ifamadns fab lea .tos
Carlos ^cheel ce \V. assenhofF
mui l,.,ida, tcm nn:i- os qnaes tem sido muitas verr-s premiados as ex losicoesds Earopa.a os prlmeirofl sendo
oa ama dfl casa ascolhl los polo joven Arthor Jiapoleiio, para seus concerl.js qu-.ndo so arhnu nesta cid -do.
vendem-se estes planos debaixa do ma garanta, afiancando nao se muJarom, como
i..tns os niais que |i.,n vui lo oslo mere d i, sendo a construccSn ii mas moderna e for-
tissima, ten lo o teclado a elasticidade desejada, e o exterior a maior elegancia.
Na mesma c^sa concerta-se e ahna-se com perfoirao os mesmos instrumentos.
Nova agua de malabar,
Vende-se esta agua a melho- que tora ap-
asrecidopara Ungir ocabello o snissas de
preto : na livra. ia universal roa do ( ollogio
n.20, d-sejunto um impresso gratis ensi-
naudo a forma do sppiicar.
Relogios,
)s melhores rciogios drouro,patent< in
glez, vendem-se p(. r grecos razoavois, ni.
escriptorio do agente (lliveira.rua da Ca-
deia do Recifen.62.primeirp andar.
<' de Lisboa.
Vendem-se barris rom cal nova deLis-
boa, ..or m 'nos preco quo em outra [.ar-
te : na 'ua da Cadeia do Recite, Ioja n, 50,
defronte Ja ra da Madre de Dcos.
nlio liso largo a 2, SV5Ce .1-uinl vondem-
se na ra do Crespo, Ioja da esquina que
volla para a ra da Ca leia.
Volas.
Vendem-se velas de composicSo, sm cai-
xas de 25 libias, a precos commodos; m
ra da Cruz n. i'J.
Fli;roi s
Atteneo.
'.v Kissel, rclojoeiro Irancez, vendo
-!;? relogios de Ouro e prata, cono ra
.', relogns, joias e msica, ja aqui be
coiiheciio ha muitos >nnos,habita no
-;l paleo do Hospital n. 17.
So sobrado
amarello fia ra do Crespo
ii. 14,
ven m-se chapeos pretos f'ancezes, forma
mo lerna a 6?, calcas I das
C6r, viudas ultimamonle de I
letes feJos de selim o gorgurSo bordados a
6?, palitos de alpaca e pr. los a 6, dilos de
bnm de coros a 39, grvalas do sola de co-
res a le, e outras muitas fazendas de gosto
que se vendem por n.uilo menos do que em
outra qualquer parte.
Vendem-se 2 diccionarios de Roquet
o Konseca, ambos novos ; I). Jo3o de Castro,
selecta portuguoza o Paulo Vi> ginia : na tra-
vessa da matriz o. 14, segundo andar.
- .>odia 13 do crreme fugio da casa
ln abaixo assigoado un cscravo por nomo
Ignacio Catle, i lude 50 aimos pouco mais
on menos, estatura regular, rosto redondo,
com algumas marcas de bexiga, pouca bar-
ba, lendo a forca da mosma no bu?o, que o
tem bastante grande, ba quebrado de ambas
as venlhas, e tem o dedo grande de um dos
posfeilo gancho para denlro, e bebe muito,
e lii> muito risonhio quando olba pira a gen-
io, e muito atrev to quan o esta embriaga-
do : rogase o favor a todas as autorHades
policiaes, ou p.'ssoas particulares por quem
possa ser encontrado o manden pegare en-
Ircgar ao abaixo resignado, morador na ra
as do .casemira do dos (hiaiteis, padan. n 18. que se recom-
pensara com genorosidade a quem o pegar
e o entregar.
Manoel Antonio de J"sus.
No >tia 7 de marco do presente anno
de 1858 desspparereu do lugar de Ribeiro
Grande, frrguezia de Pom Jardim, comarca
do l.in.oeiro, um moleque crioulo, de nome
Joaquim, de ida le de 16 a 17 annos, pouco
aais oo o eiios, pret" retinto, altara de
ni-io, cabellos caraiiinhos, testa gnnde,
olhos vivos, denles alvos, falla grossa, ps
el. l is e nao lom signal de castigo ; jolga-
se andar nesta praea ou cm outro qualquer
lugar : quem o pegar ou delle tiyer noticia,
liiiji-se ao Ribeiro Grande, on ao convento
le S. Francisco da ci la lo de Olinda, a fallar
rom Joaquim Antonio da Costa Pinto, que
ser reromiionsado..Manoel da Silva Pinto.
o
BENRIQUEftSJWTOS 'v-
PiuadoQutnnailo. J
f**>t- CHAHCt SOPTfSlESTO"
ilOO$de gra-
l.ClllliA KM IHItlllllA 11.1.(1
KAVIO FRANCEZ.
-maltdaos.
Grande sorlimento de floros para tor.Ilias
l,rn.i|pna|.ln firrlo encardado de
liii.i dn. Iavrado .....
b"lini prelo eri1deiro m.i,-.iu
Sarja p/eia vardadeira lie.pauhola
VeoesuDa prela r i .r, a, para ba
dourados e esmltalos a vonta'de dos fre i/erbaHae prla de torea pra'ca-
guezes que nrecisarem, locadores para cima .anqU>, covmo .
do mesa de todas as quali Jado;; na r'ua >uva Alpaka prela lioa .le
U. 0. \ mil .i lilond, |>relae branca,
BdM ......
! i | rel.n de .e.1a borda* .. .
Mein da teda i.nia .le |>e>o, para
Mnhora ......,
Lava de .la crea de teda ai
quali i,, h para Hullera e ho-
mem ........
I'..no |.r.in iiiuiiu lia >,prova de li-
ndo de .......
Cmemira preta aetiin de .
Liirl de carenla prela e de r,
IniJa:.., .......
cohollos e descoberlos", pequeos o gran-
. le ouro p.iienio inglez, para liomom
e siniiora, lio uru dos molbores fabricantes
.'e Liverpool, vindos elo ultimo paquete
inglez: em casa de Soulball Mellor &C.
ra po Torres n. 38.
:-
& c?
; Fugio ha quasi tres irezes, do so- a
'. bndo grande da Magdalena um os- 5?
'. cravo crioulo rte nome Cosme com j*
GRANDE SORTIMENTO DE FAZENDAS PKE- 5? "s signaes seguintes : bem preto.de "3
lAS i ituriiA." PARA A QlAHESMA. HE- estatura regular, niSos bem fetas S&
I.TI.MO ;.'; porem grossas, p.e's um pouco torios, f\j
. o nariz grosso c achatado, parece _X
1--00 -'-son '' loe iillir.ianieiite penlcu um dente
25200 a Z'-i.eo ''' (la frente, representa ter 20 anuos,
-.. be muilo ladino, porque estove na
-, ;- Babia 3 annos, servindo a nm eslu-
., danto, lein a folla Um ponen arias-
Inda e grossa, anda quasi sempre de
vagar : quem o aprehender levo-o no
dito sobrado .1 Mas alea ou no He
cife no escriptorio do major Bellar-
mlno do Reg Barros, ra da Cadeia
Velba >. 48, primeiro anda/, ou -
nalmente no engenho l ruao da co- a&
marca de Coianua a viuva e filhos do g.
'-." lente coronel Vanopl Correa de 9
;:; tihveira Andrade. a quem pertcnce
dito o cravo. $[.J
- :': :::: -:: /,'
-'-.InO :l-,lH)i___________________________________.________p______________________
5 pF.U^. ~ TYP. DE M. F. DE FAIA. 1Si.
-- ,
29OOO a 2S4U0
,. 1-son ''.
750
(IIKI B i.y.oo .-,
;'
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1
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