Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07962


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Full Text
A
APO XX\1\ N. 81
Por 5 mezcs adiantados 4$000.
Por 3 mozei vencido! 5$000.
TEIUV FEIRV 20 DE AISItIL DE !8o8.
Por atino adiantado 15<000.
Porte franco para o subscriptor:
ENCARREtiADOS DA SUBSCRIPCA'O 1)0 NORTE.
Parahiba, o Sr. Joo Bodolpho Gomei; Natal, o Benhor An-
nnm M........ A* fiilv I ArUCllV. a r k Ha l#mm Hra _M !
PARTIDA DOS COR REOS.
Onl.i loHns o* di-, as M c m'ia horu iln di*.
i. -- j', GulaaM c Paral iW bu Mfu4ai b eii-f*rii.
b. A m". Bexrro, Bonita. Caara', A l un... Garaaliaai : tsirfia-Mra.
S. Loarcafo, Peo d*Alao, Kaiarata, Lfaaatra, Rrej, PeaVMira, lanael-
r, Florete Vllli-lti'lifl, l;n,i-Vi.*li, Ouritur Esa', n,i* aJllH|iai-l*ei*M<
Gata, Ipojaoa Sariaaieai, Rio Knrm.no, Uaa, Uatrciru, Ag*a-t*f*ttai
Naealeiraaa fa|o.f: ^mnta*-frJr*s.
(Todos ua currriua pariera di li dorai da ninriSa.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do coinmercio : segundes equialai.
Rel.p.-io .' Ierras letras e labbados.
Fazenda : quartai a labbadoi ai 10 horat;
Jui/o do coinmercio : segunda! ai 10 borai a quintal lo mcio da.
lino da orphoi: segunda e quintil ai 10 horas.
Primeira ara do civel.- icgunda a lenai ao mcio dia.
Segunda Tara do civel: quartai a nbbadoi ao meo dia.
El'IIEMERIDES DO HEZ DE ABRIL.
6 Quarto minguanteai 11 horas (24 minutos da maubaa.
13 La nova ai 8 horas c 56 minutos da manha.
20 Quino creicenteaoi 7 minutos da tarda.
28 La cliea aos 36 minutos da manbaa.
I'REAMAK DE HOJE.
Primeira as 10 horas a 54 minutos da manhoa,
Segunda ai 11 boros e18 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
19 Segunda. Ss. Eiprdito, Aristonico, Scrates c Galata rom.
20 Terca. S. Ignez do monte policiano.
21 Quarta. S. Anselmo are. ; Ss. Abdccalas e Silvio mm.
22 Utiniia. Ss. Soler Caio pp. ; S. Scnhorinha.
23 Sella. S.Jorge m. ; S. Adberlu b. ; S. Fortunato diac.
- Sabbado. S. Fiel de Sigmaringa in. f. ; Ss. Dona e liona \v.
25 Domingo. S. Marco Evangelista S. llernirao m.
ENCARRECADOS DA SIBSCRIPCAO DO SIL.
Alagoas, o Sr. Cliudino Fnlcio Das; Babia, o Sr. D. Duprad
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Uarlini.
EM PERNAMBICO.
O Proprletarlodo DIARIO Manoel Figueiroa da Farti.ni lu
lirraria, praca da Independencia ni. 6 a 8.
"-\
PARTE OFFICIAL
COMMANDO DAS ARMAS.
Itaartel gaera! da commando desaraaaede
Faraanabaco na aldada da Reo le, aaa 10 de
abril da 1868.
OltliEM DO DIA N. JO.
O brigadero coramandaule dai arma* interino
determina que fqaein ad tidoa ao lulalli.io dcimo
petir, emquanto nao serecolliem alguna dos senho-
ret oi-iae- que sa acliam dealacadoi no interior, oa
senhores alteres Manoel Joaquim de Oliveira Cor-
iiiiu/ do oitivo, e Amonto Raimundo Campello
do ii ni i, ambos da me.un arma.
(Aisignado.)Joao Jos da Cotia Pimenlel.
i. informe. Horacio de (iuimlo Coelho, alfsre
ajudaiitede urJeusencarregsdo do datallie.
TRIBUNA L. DO UOMMERCIO.
SESSAO ADMINISTRATIVA EM 19 DE ABRIL
DE 1858.
Presidencia do Btcm. Sr. detembargador
Sonsa.
AsIO doras da manhaa, adundo-so prsenle*
os Sri. deputadot Lemos e Basto, foi .iberia a Ma-
rta de'mero expediente, servando de aecrelario o
depulado l.einos.
EXPEDIENTE. .
1 'ii lido un ollicio do secretario do mcrilissimo
tribunal do coinmercio da corte, que acoinpanhava
a relaelo dos eomraercinnlcs all matriculado! no
mea de marco ultimo.Maudou-se aecusar a recep-
rio e arehivar-ie.
Foi prsenle a colac.lo oflicial da jaula dos cor-
retures dos preces crtenles da semana fiuda.Ar-
cliive-ie.
Foram com villa ao Sr. deserabirgador fiscal, os
segointes requerimentoi :
lira de Cnslovlo Kerreiu Campos a Joao Rol. i-
guvi CorJeiru, pedindo o regulru de seu coulralu
social que aionlam.
Oulro da Franciseo dai Cha gas Canil do Nasci-
meuto a Caudido Kodolplio Pires, sobro igual re-
Kiilro.
Outro de Felit Souvaze & Companhia, pedindn o
registro da procuraco que ajuntam. Maudou-se
registrar.
Nao luveii lo maii o que tratar, foi encerrada a
Halla.
EXTERIOR.
Ames porm de emprebender a sua nhr., aoube- prealei, roas cu iuu daquelles que
ram por decreto do govemo, que ja nao podia esle Iraniarre- nestes negocios
nao admilleni
ptrdoar mais, que dota vez aer.i severo, qua ju-lic
seria feita. .
Recordoa-ie aos militares as pinas da ordeuanca,
aos cidadoi a pena de le eommum.
Nao lizeram caso. Lanraiam-se ao aisaiainalo.....
Em Quinteros se Ibes applieou i lei. Impoleulcs, fo-
ram prisioneiros a juslicados o principias chafes,
assnn como os que se liaviam distinguido por las i-
Irocidades.
Sentimos que as dimenses lele arliso nao nos
O Sr. Correa de Oiiveira :Logo a conclusao nao Requeiro que seja ouvido o Em. diocesano so- | O Sa. Trxeira da Mello : Ha ou n.1'>, o bispo la' tranquilla : adquir por mim ronhecimenlos do
lie minha. bre o projocto ti. 3<> do anuo passado.Mello Oval- ciinpelente para prover as parochiai '.' Elle achou abandono em que cslnvain os habitantes da Quipa-
Eutranilo de novo na queslSo de ordera para que O Sr. Epaminondas de Mello :Eu esloa refe- canli.o que a freguezia nao dona ser prvida, por conse- pa' e oulros Iuu,res, e da Irisle a vergonhosa cala-
pedi a pal un, argdmenlo da maneiri seguinle : riudu o que o uubre depulado disse, e eitou tiran- O Sr. P. Itiptisl i : Sr. presidenta, roo parece guinle a nao proveu, e ela no sen direilo. roidade que elles sollriam como chril.ios e oflereci o
que por islo mesmo que o regimaulo permille a as- i do a coiDeqoeiicia das suas palavrm. O nobra da- que esle projeclo esla' prejudicado. Dous projeclos | O Sr. P. Btpusla : Eslava no seu direilo deso- projselo crenndo a frrgaaxU.
sulencia do depulado as sessea preparatorias par putado eniiilio a opinio le qaa la\ar nao he pro- foram apresanlados no anuo passado oesla casa : uin i bedecendo a lu '.' I'droclna sem parodio contra leuso. Profundo ha o petar que nesla occasiao me op-
Iralar ile sua eleic,lo, e.'.lue a as.islencia desso ile- hibir, e por islo nao ha oflensa a coosliluic.lo ; lo- apresentado por mim, creau lo una freguezia em he couia, que a nao concibe. O bispu he compe- prime, e ina nao deita dizer multas verdades,
potado para tratar de sua aleir.lu em oulras cir- : go [Uro cu a consequencial o artigo conslilucional IJuipapa' e outro que he o que esta' em dlKaulo,; talle para prover as parocluas, nao como lecislador i E nunca hei de me arrepeuder de, como 'hoinora
cunislanrias, e o bom senso assim o diz. nao offereee duvida, inlo carece de ialarprelajao. creando umi freguezia em Panella, e abrangendo ; para revogar a creajao dellai ou iuuiilna-ljs nao publico, por freio a mim meinio, para conter-me
O Sr. I'resi lente : O que eu digo he que a ai- O Sr. Correa de Oliveira :Tira-a o nobre de- uessa freguezia Qaiptpa' A assembla, bem mlei-1 proveinlo-as, mas como execulor da lei, qua as ere-1 daulro de cerlas conveniencias, e felizes daquelles
embica querendo pode ouvir i osle ou aqualle. | puUdo. rada desle negocio, depon de onrir o Exrn. e llvrr..' ou. Faca o nobre dapuladu ena dislinccau, que he que podem roer es^e freio salular.
II Sr. II irrns de l.acerda : Mas eu concluo qur, O Sr. Epaminondas do Mello :Mas a comroiisao prelado, apprnvou o mea projeclo, o qaal foi sanc-
permillain assignalar urna por orna, nome por no- i se o depulado que he o verdadeiro inleressadu nao devia dizer islo no -tu parecer, dizaudo islo uta- conado pelo Exru. presidente da provincia, a boje
me, as victimas iininoladas ao faror dasses mal- | (em o direilo de ser oavido, comu poder (er esle belecia a qoeslao no p uecnsario a indiiptu vados. Com inais vagar ainda nos oceuparemos diretlo um mpplenle e supplanle evenlual. ? para so tomar uin* resolu^ao, c a casa adoptara ou ; Parec, portanlo, quo com a approvaco desse
disso. ti Sr. Presidente Eniao nao roa enlendeu. ala a indcac,ao do nobre depuiado, poique a casa meu prujeclo licou prrju licaJo o oulro, quo ha o
Assiste-nos porm a confianza qae os nossos lei- { O Sr. Barros i,. Lcenla : ^Conipreheiili perfei- euiao dirao parecer nao procede, porque o arli- ; masmo que agora se discute.
mui verdadeira.
E a nao ser assim intil seria evgir o acli ad 1 icio -
E direi apenas que o Sr. bispo nao pode ignorar
que aquellas suas ovelhas vivim qoasi esquecidas, a
Paranlo, o qae houve no caso de que fallamos,foi
urna formal desobediencia a lei, e ou lain:nlo pro
lores se convencerao de qua o Sr. Christie proceleu laineule, e ped ,i palavra pela ordem paia obler de go he obicuro, lie equivoco, ou he juslo e razoatel : \ Eu pens nuda qua uein deve passar o requer- I fuinlaiiieule que aquellos que, arraslados por um'ex-
cora leviandade, sahiudo sem ;osla razao da esphera V. Kxc. a nao acailacao de um lal requeiimeuUi,! o artigo be claro e nao he necessario inlerpreta-
qua, como diplmala. Iba esl Iracada.
O Sr, Clirislie, cuino lo lo linmam publico em sua
pii'irio, nao devia etr, para eslabelccer um juizu
sobre estes succesios, adiuillindo que essa juizo Iha
fossa perinilliJo, senao nos doomeulos ofliciaes que
sobre laes succassos houvessein emanaoo do nosso go
verno. Diga l.i ao seu govern> o que por ventura
Ihe pareca, f.nj.i os cummenlario* (|ue enlender, mas
porque pela disposicao do arl. 1) v-se clarameula
que nao pode o supplenle aer ouvido sobre sua ilei-
cao.
" O Sr. Presidente : Mas o reqaerimenlo no diz
que esse supplenle leu) direilo a 1*1 ou tal coma,
requer l Vi smenle qua a nsiem lea o ouca.
1) Sr. Barros de Lacerda : Pois em visla do arl.: belace cuno principio a liberdade da industria com
II do regiment, enlendo qae esle requtriramto tres nicas e\cepc/es ; a^ora so aliu deslas ires cx-
inlerprela- meato da uobre depulado para ser ouvido o Sr. bis- cesso do ciumes, aconselham a igroja a exceder-so
lo, ele. | po, e a este respeilo aproveilo as saguinlos conside-
Cm Sr. Depulado :Para laxar he preciso alie- racoes.
rar o artuo cooililaeiooal. Ouando no anuo pissado disculio-ie o projeclo,
O Sr. Eparnioundas de Mallo :Eu sou de opi- que boje ha tai, crean lo a freguezia do Ouipapa'
niao que o artigo he lal que nao ollerece molera sendo oavido a esle respeilo o nosso Htm. prelado,
para a iutcrprelac.au, u arho-o muitu claro : esta- i olio deu a sua opiniao no sentido de le nao crear
d'alii a estampar em um a ola ao gorerno junio do nao pode ser admiltido, porque s as sesgues pre-I cepr,0es qie o legislador marenu, mis enlcudeuios
qual esta acreditado, iinperliuineiascoino as que es-
sa nota encerra, lia urna grande dislancia ; e se o di- discussao de soa eleirAu, nai essOes ordinarias elle
plmala ingloz nao a ajadlo lio porqoo nao compre- nao pode.
tiende a iua poaicao, e o respailo que deve a li a ooi | t) Sr. Presidente : A qaestao he oolra, he si.r
goveruoi amigos. uovido, mas nao lem nein urna das garanliai qne
Oua pensarla o Sr. Chrislie le apparecesse urna lem o depulados, no (aliar no leclulo da assera-
nola do ageote do lal ou lal ih.m, dirigida a lal ou I blca.
lal governo.em que se e>tigma.isassein as carnecerias O Sr. Barros de l.acerda : Poli enlo o fallir
do iMvimo iuglez n,i India ? de urna ca letra lera mais iraporlaucia do nue o fal-
Que dira .' o Sr. ChrtaTie dira icm davida o lar do meio do recinto ou de oulro logar Ea por
paralaras he que o depulado pode tomar parle na que se deva estabeleeer mais urna quarla, quinta ou
' 9ix(a, entao nao he materia de lulerprelacao ; e le
nao he nutarla da laterprelacja a iudicaciii do Sr.
Snoza Res nao pode ser appiovada, porque o ar-
tigo he claro e M pode ler appruvala urna mocao
lobre mlerprelaclo quando a disposicao da lei n.l>
o sr. i.'iri-lie dina tem davida o
que noi dizemos. E ja haremos dimanilradn qne a<
cousas au correm aqu como na Iniia. Dosnos
preserve !...
A eslas olnervaces nos lim lamos boje. Essa ex-
ceulrica ola merece um exania aturado para o qu.l
uto nao faco quosiao, polo contrario, se o Sr. I ene-
Ion vier aqu desojo, qua elle falle de urna cadeira
dalas, mu o que entendo he qaa segn Jo o reb-
nenlo nao pude o requermenlo ser approvado.
O Sr. Marlins Pereira : O arl. 11 do regiment
freguezia oeuhuma naquelles lugares.
sejam os qae mais a abalam de sua natural graude-
(a e mais a coinpromeltam (muilos apoiados.
Seunoras, os imperantes civil em lodo o orbe ca-
Ihjlico sao acluahninte os primeiros respeiladores
do poder espiritual :aeabou-se o lempo das invades
o ilo dssrespeilu : nao lia nada boje em da a temer,
e mi u que ha he e.l-cilar caaa vez mais a allian^a
Eu, que andel par aquellei lugares e Uve occasiao ; e a harmona entre os dous poderes apoiados.
de ver o abandono etn que viviam aquelles povos, j Esta deferencia da nora le fui) 1ameut.il orde-
dittaolM mullas legoas, de vigariu do Allinho, au nando que so ouca previamente os bispos as crea-
que preseuciei os religiosos seniimeulos daquelles ees de parochia, eile constante respeilo, qae a as-
povos,e soube que no lempo do cholera muiros ebria- semhla provincial (em (ido sempre ao Sr. bispo, -
taos aili morrerain sem os locnos espiritaacf, por viudo o sobre a mais simples alleracao de freguezias:
nao ser po'sivel ao vigario do Alltnha acodi-lui, fui tala profunda veneracJo, que c'heios de jubilo,
nal as iufurraacoei do pela Jo antes da lazer-se a neces.itam em extremo de um parodio, a dos dei-
!. velos de S. Exc. ilv.Da.
O Sr. Teixaua de Mello : Nao apoiado, linio
assnn que lem um parodio.
<>Sr. I'. Baptisla : A freguezia he immensa ;
seu lerrilorio por demaii vasto e extenso, e u viga-
no nao pode admiuistrar toda ella convemeiile-
rr.enle.
O Sr. bispo nao pode ignorar isla ; mas cosluma
cni-ir-ie as infoimares do padre visitadur, qua
quasi lerapre ouva o parodio da IregQtiii, que lem
Je ser dividida.
Senhore, devo ser resumido : a o serei. Tazando
ama simples declaracao foicada. Sim, o nosso dig-
no prelado he um varAo de virtudes ; seu coracao
he em extremo bsudicente o chelo do amor para
com as suas ovelhas ; leus desojos sSo os melhorea
que podem haver ; mai S. Exc. II vina, nao eala'
bero servido, qaaulo as pessoas que o cercam.
Encerrada a diieairto he o requerimeulo regei-
pessoalmenle ao nosso Exm. e Rvm. prelado uifor- con-lanleuienle citamos aqu tribu ni I > ao nosso lado, junlameulc com o projeclo.
he clara, quando he obscura, quando de sua letra re- \ ma-lo de lo lis ossas causal, a a sua final decisao foi, Eira, e II un. prelado, deviam paciea-lo e con-
convi lamn a nnsa imprensi. Tralaremos da enea- i 'la casa, em que se baieou o nobre diputado que
ull.i ahsirdu, ele. E-la he a quesiao principal para
a qual en chamu a attenrao dos membros da com-
missao de con.liluic.ao. esta he a questao qae deve-
nios decidir, islo he. te o ailigo constitucional he
ou nao claro, io esla' ou n3o as circuinslaucias de
merecer ama interpretarlo ; se esla' eolio a mocao
que nao sa devia diminuir os reu lmenlos do paro- veuee-lo de que nao ha nesla assemblea iiom som-
cho do Allinho, relalhanlo-se a la freguezia para hra, seqoer, do desejo de uvarOis do seu poJer ( a-
crear urna oolra. poiados.)
Depois da assemblea provincial ler lido lodo o res-1 Os principes da ijreja, porlnlo, que conhecam
peilo ao Exm. a rtvm. prelado, ouvindo o a respeilo > as uecessidades dos lempos ; que se conformen; com
da creara i dessa freguezia, e convenc la da necessi- as ctrcumlancias felizes, e nao sejam elles quem
do nobre depulado deve ser approvada,e se nao esl, dade palpitante dessa medida legislativa, dentro da queiram boje usar das provocarles a preloxlo de
nos nao nos devemos oceupar com ella. Para lio
ped a palavra e me parece que ueste sentido se de-
rt-la seriamente, deixaudo por um momento em pe | me precedeu para fundamentar a tua argumenlacA, ve discutir e reolver. A commisso deve primeiro
o insullo, que seprelen leu la; er a nossi administra
c3o por um agente eslraugeira, que ullrapassou de
suai atlnbuicei.
NaeiM de Montevideo.)
Jornal do Coinmercio do Rio.;
CONFEDERA!..IO ARGENTINA E MONTE-
VIDEO.
Interven.;."u do Sr. W. D. Chrislie, ministro inglez
junio a' conle Jcrar.lo nal quesles do Eslado-Orl-
cnlal.
Traiuerevcmoi em seguida um documento singu-
lar, que encontramos nos jornaes de Biienoi-Aytes,
recibidos honlein. Recominenlainoi a leilora tesse
documento : he urna nota do min.stro inglez na Con-
federadlo dirigida au ministro das reiacoes exliriures
de Haeuos-Av res, diz asim :
( Segu a uola, que copiamos no oDiarioD de hon-
lani. )
Nao podemos deitar de qnalifiar de iinperlineiile
essa nota.do diplmala inglez, cmillm lo os juizos
que se permitli emitlir sobre os aelot do nosso go-
verno, em n-t.ic;,, nos ltimos aconleeimeiitos que
deram em Ierra coma mais ruieula das rebellines.
O diplomis inglez nao im tal direilo.
v ainIrid t. le que ilicin es-a rota he .i-;..
desculpa, que pode ler a uossos olhns.
O Sr. Chrisiia he um agentado governo inglez a-
craditado na CoiileJenrao Argeniiua, e como tal
devia limilar a sua resposla aquelle governo. >au
devia nunca atrever-. laucar em roslo de um go-
vorno amigo as impertinentes accusacss qae as suas
phrases encerram a reipio dos aclosda uusia ad-
iniiiilracao.
Bons ou mos eises actos, o ministro inglez na
r.ouladerasao, o mesmo qae o ministro inglez na
Turqua, nao devia uein podia proceder como pro-
eedeo.
Seria, quando menos, urna imnerlineucia da parle
de qaalquer agente eslrangeiro, p >rem he urna im-
pertinencia visivel por parte do a Aluda que nos fossa pos6vel, une nao ne, prescin-
dir da jaslica que pre fes da rehaliiau, consilerando o laclo isolado, esqua-
caudo os antecedentes, e fazendo apparecer aquellos
malvados como simples reos polilcos nao reinei-
deutes, mesmo assim parecera chocante e irrisoria a
conducta do ministro da 5. M. Brilannica.
O qae prelendeu elle'.' Mostrar senlimcnlos de
bu naui la le ?
Mas o Sr. Chri-lie eiqaece quo un inh.la. como
agente do governo inglez, poda aer chamado a jusli-
licar ai barbaras carniceras .massacres) com que ae
e.l.i escandallando o mundo na India.
Esqaece o Sr. Omita que al'i o soverno inglez,
que se jacta de estar a leila da civiliacao e das
ideias humanitarias, commclte carniceras ( in,.ssa-
cre) que e-lavain ja esquicida no tecolo de/.enove'.'
E qual he o criine qui os .inclu, as crianzas e a*
mulheres asiao all pagando eom o seu sangoe inof-
fensivo Por que e pelo quo sao esqaarlejados ?
lie porque etses aiieiaoi, criauca e ai mulheres
sao pin, lillios e esp.jiis dos sublevados, cujo crime
lie o seu amor ao paz natal, ha o mais nobre e ele-
vado dos saulimenlos, he o senlimonlo pelo qual cora
gloria se sacrifica um poro. I.lurr-se fazer aqu alar-
de de senlimenlos liumauldrius pelos pirp'lradures
dos actos mais inhumanos, qoer-se cusmar a civili-
sa^ao abusando da harbaridade.
F; iiio se prelendam justificar com a evasiva de
qne sao represalias. Nao, porque essas nao san as re-
presalias proprias de um grau-U povo, de um povo
que se diz a frente da civiluaeao.
O indigen.u da India comiuellem rrimes, alrozs
crimei, porem os civilisadorc la ludia us commel-
tem igoaei
Na, o Sr. Chrislie nao he o mais proprio para en-
sillar os povos do Prala qoaes as ideas humanitarias
que devam pradomiaar. Ns rugiramos bem de pur
em pralica os cuuselhos que elle nos desse.
Mas no caso da nota de que nos oceupamoa ha
mais, e por isso distemos que n.lo se poda conside-
rar a execoc,So como mu faci isolado ; islo he, co-
mu nuil simples sublevarlo poltica de iudividoos
ale boje Innocentes, de militares nao reiticidenlts.
Nao, nao esUvao no caso dos filhos da India le-
vantando sa pela man nobre das causas. Ss em cir-
cunstancias idnticas nos achaiiemos, de cerlo nao
teimos feitu o que fazem ali o civilisadores.
Os crimiuosos quo a lei casligoa nos campos de
Q nutriros eran roos de multiplicados crimes, liivi-
ain sido impenitentes multas ve/es prriloadas.
Fechada a epoea da guerra civil em I8il, forjo
elles os que em 1S de Julho da 1SVI derramarao
uas ras do Montevideo urna mullida* de eidadaoi
que ie eompraziao em assassinar imlcfesos. Derriba-
ram, derramando langoe, a auloridade legal. Esca-
lado o poder,assigualaifio o seo predomiuio com ac-
tos de barbaridade, puzeiam a premio, sem oulra
juslificac.lo que a indeiitidadedas pessoas, as mais
venerareis cabecasdos lilhos desle paz, conliscaram
as propriedades particulares, derramaran] mais sau-
;ae no paz.
iv o cliegando para lodos os despojos, trataran) de
roubar un aos oulros. Seguiram-sa noval convol-
ii.es e con: ellas novas rebelliues, que lo las corlaran!
vidas, e sen.nre os merinos nomos com uovos cri-
erlaaa*.
lorain elles os jue mais larde fizeram rosiar o ca-
Bhle na cidade de' .'onlevido.. antearan lo a,siiu a
vida de toda a popularlo.
Ou aula-, victiniai nao liJtrain nfilo '.'.
E esses malvad s. a despello de lanos crimci, fu-
r i mi perdoados.
Elevado ao poder o Sr. Pereira, mozos, poucos
mezes depois de euneediio esse perdao, os mosraos
boniens intenlam os raesmas crimes.
II iuve ajada niagaaiiiaadada por parle ilu go-
verno.
Perdaou oulra ver.
Petera esse houieos obeecidos, babiloados a m-
punidada de eriines que em qualquer oolra parle
Ibes cuslara o patbulo, proseguirn, t m sua nefanda
libra, e polaqninla vez,depois de lei de julho in-
leularam novas rehelliis.
Oaaiairinala na praca pub'leaanai r0i ja nao
era meio ellicar. JPuierara em maos mercuartas
punhaes, que deviam dirigir-se contra uossos peilM
em noisai casas, no meio ile ni.as familias ; era
necessario destruir al a no sol. bina deviam ser cousrades, s indilt
RIO DE JAMURO.
7 de arbil.
Ricebemos o oTocaulius > de Goyaz de 8 de fe-
vereiro.
Nn da I de Janeiro lnh? chegado A povoacao do
Rio Claro, na estrada da culada de (joyaz para Cate-
aba, a comitiva dirigida pelo raaior Peixolo, e com
ella o Sr*. presdeme e corainudanla dai armas de
Mato-liro'io.
No da 7 poz-se de novo em marcha.
A f.ilha que recebemus no.icia mais o seguinle :
u Os couliugi'iiles de tropa* commandados pelos
Sn. caplles l'eren.i l.rile, Doria e liuiraaraes l'ei-
xolu chegarain uo da 2~i de janejro a1 cidade de
Ilumlira, distanle dcsta capital io leguas, onde de-
viam descansar alguna das iba s. ffrimenlos da via-
gefle, qua dovem ler sido graules por caosa do ru-
la e.l.ieju.
* Cuu>la-nos que liana um ofllelal e algaus sol-
dados doenles.
l.ogo que o Sr. presidente da provincia leve no-
ticia de que cssas forcas st aproximavam a esta ca-
pital, onde le.n de psssar o resto da estado ehuvosa
f. un lo 1.1 a prouiplhlao po,-ivei prepaiai -mm
aquartelamenlu o lodos us mais cuininodos precisos ;
e, receiaudo que o huspil.il militar uAa pussa rece-
ber lodos os oenle que por ventura baja, ordenen
o eslebelecimeulo de urna enfermara com jO ou lili
lutos.
ii E com o loavavel fim de prevenir que baja al-
goina falla de vveres, oa qae o preco desle se
deve muilo no mercado de-la cidade com o aug-
mento eitraurdinanu que a' chegada dessa gente v.ii
haver no consumo, coulratou com um fazeudeiro
iraporlanle, por preiji razoavel, o foruecimenlo de
(oslo o que he necessario para a aliraentacao das
mcsm.H fores, inclusive anu porc.io de gado, o
(Va ultima reun lo do jury do termo da Flo-
res, comarca do Paran, foi abiolvido o major Jos
Kodrigues Chaves, abastado fazeudeiro a negociante
da villa Fiirmosa na Imperalriz, iijustamente acca-
sa lo comu um dos maullantes do a.sasiualu do eapi-
,io Vicente Xavier da S Iva, morlo a Tacadas pela
rolla de primeira linlia qae o ia prender em urna
fazenda do mesmo termo de Flores.
27
Tcva lagar honlem ao me o-dia a isssao dos ac-
ciouiitas da couipmina bras leira da paquetes a va-
por. Esliveram bem representadas 7,486 aceSa*,
sendo tO.UOO o seu numero lolal.
O gerenta, o Sr. Dr. Cameiro l.eao, lea o relalo-
rio do auno social findo. Em leguimaulo o Sr. Dr.
leiju, uro dos membros d directo, propoz que a'
companhia de boje em dame segurasie por sua
coula oa seo vapores uas viagens do norle, e as
companhias de seguros acrer.ita las os vaporas para o
sul, por metade da seui valores.
Esla proposla fui unnimemente approvada, com
o seguinle addilamenlo do .ir. Dr. Carneiro Lelo, a
labor : a Segurein-se, poriun, na lolalidade os pa-
quete! que oa naveguen!, uomecando a ler effeilo a
proposla cima quando a navigacao for fela com
os novos paquetes, o
Oa paquetes con luziram I7,S'.I| pasiageirns, sen-
do para as proviucias do in.ua I l,n".T para as do
sul |.,83e.
Ha, pois, urna dilTerenra di 4.100 para mais so-
bre o numero dos pussageiros Iraospoitados nos pa-
queles duraulo o anuo sucul pas>ado, cojo numero
foi do 13,491.
Conforme urna condic.ln do contrato vigente, os
paquetes con lo/.iram gratu lamente, em virtude de
rcqunigao das aalorila le competculei, 300 pass.i-
geiros chamados do estalo.
Transportaran! nis uilTerenles viagens : pela li-
nha do noria 8,:il7:l!;Jj:ll de parlicularea, e
773:136J du governo ; pe i do su!, 3,l87:(i023ri78 de
parli.-ulares o IS.kmij do ;overno, u que da' o lo-
i.il de 12,461:177*709.
Ha anda sala verba do recela urna dilTerenc
de i"l :n l'.-iit i para mai>, visto como e lolal do
anuo pa-sa Jo f iide8,0ll:lil.j(i83.
A carga confiada aus paquetes foi em maior eseala
no ultimo auno, o paiece provavel continu, viilo
que, sendo o vasos que ora navegara mais espado-
sos, mais carga lambeta polei.io conduzir.
A I'.iiIk do norle cnntin ia a dar inleresse ; a do
sol vai melhorando, e com os uovoi paquetes ha de
cree quo rivalisc com a do norle.
A eompauhiu tom presentemente cinco paquele
bous e dous sellrivcis i espira de oulros dous que
se esl.u cousiruin lo em Inglaterra, cspecialmenle
para a liuha do sol.
Apezar de avalladas despezds exlraordinarias que
a companhia leve de sonTror, o dividendo do auno
distribu lo por seas acejoni-lai foi de l(i por cenlo
ou de llij p-ir arel ,. ten lo pasea lo no segundo ie-
mcslre para fundo de reserva 2.l:.);l->. ||i purlaulo
mu iisougeiro o seu oslado linanceiro.
em contrario a decisao de V. Exc, he o mesmo en
que me fun lo para fundamentar a materia do mea
requermenlo.
t) artigo II do regiment diz assim : (le.;
Iloje o syslema eleiloral he oulro, que nio o que
regulava quando esle regiment foi confeccionado,
ciilao tratava-se da validada da eleie.u em gcral, a
nao parcidlmenlo, como hoja se trata. as sessoei
preparatorias aa cummisses uccopavam-ie especia -
mente du resultado da aleicao, quanlo aoi depulu-
dos, e demuravam-se em dar o leu parecer quaulo
ao resollado da elcie.io doi soppleutes, a lei deni-
intna aus in.uvi luus que (em de fazir parte da casa
de depulados e depulados sopplcnles, e nao fazen-
do di.iiuce) o regiment entre depulados e di-
putados supploules, parece qae por esta parle eu
lenho ra/.au em admillir qua seja convidado o Sr.
Dr. Fciielon a lomar parte na discusiao, embura mis
eslejamus (rabalbauJo ordiuariameule, purque as
commissei cucarre^adas de darein o sau parecer
sobra as eleiees n.li apresenlaram o resultado do
seu Irabalho duraulo as sesses preparatorias, o in-
dividuo a quem ele resallado lem do prejudicar iu
d| ruveitar, u.lu deve licar privado de tomar palle
em urna deliberar;au para a qual o regiment da ci-
la o habilita,
I ;u Sr. Depulado : as sesses preparatorias po-
dia ser.
OS,-. Marlins Pereira: Assim como o pole
neje.
U S-. Barros de l.acerda : Nao podia lal, eilau-
do prsenle o lies deputadus, olla niu poJia vir.
O Sr. Preiidenle : O arl. 11 nao lera applica-
'.,i" aiguiue, porque esse arilgu n'i na direilo aos
lepuladoa aun seanresenlam com o seu dipluma.
e au aliando o Sr. leueou nosio i., !,....,.
he oulra.
I) sr. Marlins Pereira : Seja oolra oa nao a
questau, eu eulen ti assim, ejuesla sentido olTercci
o meu requermenlo, o me parece que a materia
delle nao he l.io fura de urdem, que nao deva ser
aceita. Emlim qualquer que seja a decisao da casa
nao tenho remedio -en.u sujeilar-me a ella.
Eucarrada a diicussao, he o requermenlo resol-
lado.
Entra em disco'sao o parecer da commisiao de
constituirlo e poderes sobre a indicacao do Sr. Sui-
za Res.
O Sr. Theodoro da Silva oppe-se ao parecer que
ia discute e enlendo que elle nao eil no caso de
ser approvado, porquanlo, a sea ver a commisslo da
ci'ii-iiiuic. i e poderes he a mais apla para se en-
carregar da intsrpralaeao de um artigo constitu-
cional,
O Sr. Souzs Reii deelara qae n.1o faz quesiao em
queseja a commisso do cousliluirjao e poderes ou
uutra qualquer que de o sea parecer acirca da in-
dicacao, comanlo que essa parecer ia discuta.
O Sr. Carril de Oliveira :'Jomo signatario do
parecer, que se discute, corre-mo o dever de expli-
car o procediineulu da commissa '.
Eu enlendo, Sr. presidente, que a commisslo de
cuiist loic3o e padere lem por liin examinar se es
negocios, que sao submdtdus ao s-u exame, orTen-
dem oa n,1o a constituirlo poltica do imperio : o
nobre depulado, o Sr. Soia ll-s, apresenloa urna
indicacao, para que a peca a assemblea geral urna
le interpretativa do S >\ do arl. 17'J da conslituicao
poltica do imperio, que diz: le)
O nobre depolado quer orna le interpretativa nn
lentido de io resolver a questao, minias vezes agi-
tada, de poder ou nao o guveruo laxar o proco des
gneros de primeira necesaidade ; o paragrapho ci-
tado eslabelere a liberdade do Irabalho, de cultur,
de industria ou coinmercio com :'s reatriecas uui-
es de n;lo se oppor ao> eoatumes pblicos, segu-
rnnea o -au le publica. Mas laxar nao ha prohibir.
urna vez que o proco nao seja arbilrariaraanle esta-
b-leci lo, mas regulado, de maneira que o produc-
tor nao soffra prejuizo e nema populadlo seja lam-
bem preju licada com a alia eareslia dos genero*.
Por conseqaencia a curamis.ao de conslituicao nao
echando, que a indicac..lo se oppozesse ao paragra-
pho cila lo, fude parecer que ella fusse remedida ,i
urna commisso especial, mesmo pela imporlincia
da sua materia porque nao se pode cegar qaa se
Irata do ama srave questao econmico-poltica, que
deve ser minio esludada ; a se a laxa lie ou ofto
conveniente, he questao que eo sapponho qae nio
compele a commisso de consliloico ; compete sin
a urna eommissao especial, que pese as vanla-
gens ou dssvinlagom da medida, e d a sua opi-
niao.
que ludo emitlir a soa opin>?o sobre osle ponto, e
emquaulo islo se nao lizer, eu vou votando contra seja, nao meramente eonsollivo, e filhu da nicessi
PEBgfliMBHCO.
ASSEMBLEA LEGISLATIVA
PROVINCIAL.
SKS-.vfl ORDINARIA EMltiDEADRlL DE185S.
Pretidtncta do .'ir. Daruo de Camaragibe.
(Conclusao.)
Vai a mesa o seguinle reuerimento :
Requeiro que seja convidado para tomar parle
na discusiao do parecer o Dr. Fenelou sobre a cid-
ra do I, circulo.Mailin? Pereira.
II Sr. Presidente diz que podendo a casa ouvir a
quem Ida parecer com lana que esse algorn nao
(OU das garantas que lem os diputados na discos-
-1 i, nao lem davida em su nneller a considerar o da
casa o reqoerimeiitu
O Sr. Barrus de l.icer la : Nao ha davida, Sr.
presideule, que a casa piule oovir a quem qoi/.er,
porqoe o regiment assim o determina, porem quan-
do a assemblea conftccionou o reclnenlo, vejo qae
a respeilo dos depulados so uas leudes preparatorias
pudein elles discutir as mi- eleices.
Presidente : N.ln dec
O Sr. Presidente : N.lo declira islo o artigo,
rentes, I vem simplesmonle islo uo capitulo das tesses prepa-
eram cumplid!, e deviam por esse ctiine receber a .'alarias,
nmile. O Sr. Barros de l.acerda : Est cnmprehendiilo,
Ajadadas pelo perGdo governo de Buenoi-Ayres, porqua as sessoea ordinarias, nlngaem pode tomar
Invadirn) o nossu lerrilorio, trazando eamalee fa- tsenla aera qaa seja depulado,
mesas bandidos, escapados das m.i.is dai gailhotl- ii sr. Presdanle : Aasenle nos cadeiasja disse
na" europeas. qaa n.lo.
O seu programan era sangoe, evlerminin raerla ti ^r. Barros de I.cenla : Eu c>m pozar Issig-
e exlerminio, sang ie, sique., violaeoei e inertes,'el- nei este parecer que vera sobra a eleicau do Sr.
Israsa osious pastas. Knaram poner ao paiz muilos. Panelea ; as minbia rclar^es de amizade me collo-
dus nui mus leae-, e uobros lillios. Icam uas circuiuslaucias de sentir assiunatura qus
Por estas razes, Sr. pnsidtnle, eo enlendo que
a commisso procedeu muilo regolarmeole, e mel-
eno, como o nobre depulado disse, osuu da urna de-
clinatoria, por nao Ihe eompelir a solocao delta
questau ; a eommissao examioou somente, repito,
ss a indicacao do Sr. Sooxa Res olTendia a cooi-
liluic,lo, e, adiando que nao, foi de parecer qut le
remellesse eommissao especial, qae estodasse, co-
mo | disse, eala qaest.lo econoioico-politica e So-
bi'ella desse um parecer cireumslanciado depois de
niuiia relleao e citado, como couvem que se fsja
ueste raso.
Tenho concluido.
O Sr. Epaminondas de Mello :Sr. presidente,
pondo de parte as qocsles de ordem e regiment,
que resultaram da diraejrlo que se deu au requer-
menlo du Sr. Souza Reis, eu direi logo algumai pa-
lavras acerca da questau em si. Me parece, qae a
questao principal a tratar he se o arl. 17!t 5 21 ca
conslituicao tila no casu de ser interprtalo.
O Sr. Correa de Oliveira :Islo mo parece foia
de duvids.
O Sr. Epaminonda de Mello :Revolvida essa
quesl.lo, aatla ou a eommissao de conslituicao e pi-
dere, ou oulra qualquer apoulara' o que entendei
mais razonvel, no sentida de se dar a interpre-
tadlo.
Eu voto contra o parecer da eommissao de com-
Muicao, porque me parece que essa commissAu de-
veria decllrar desde ja ia u artigo da constituidlo
eslava no easo de ser interpretado ca nao ; a ella
competa principalmente esta decisao, porque a com-
mi--.lo especial nao tem por hn senilo organi-ar a
repre-enlac3o nesle Futido, mis depois de decidida
a necessidade da nlerprelacn. Entrelanlo, Sr. pri-
sidentc, a eommissao de consliluicao o poderes nlio
disse urna pzlavra a esle re-peil ', e um dos iiien.-
bros dosis comniiss'iu, no discurso que acaba de
proferir, parece sor de opinian qae lie quesl.lo li-
quida, que o artigo conslilacional nio carece iuler-
pielaco.
11 Sr. Correia de Oliveira :Para esle lim careie
muilo, e al aeho que n.lo he fura de razao o pe-
dir-se.
(1 Sr. Epaminondas de Mello i) nobre dipu-
tado di-se :|A cnii-liluir.il> admits o principio de li-
binlade de in lu-lria o eilabeteea a esle principio
tres oniras aioeprAM, a eirepc.io de ollensa da se-
guraaca poblies, de saude pebliea a dos bans cos-
lumes ; ditae mais! nar nao he prohibir, to:;o
pode-sc laxar e laxsndo-se nao so vai de encon-
tr ao principio de liberdade e de industria, una
vez qut se cal'ul o cusi da produr.lo.
lodos o parecer, dsrliaalurios.
Encerrada a discussau e posto a votos o requeri-
meulo he rojeitadu.
Depois do algumas observaces dos Srs. Souza
Reis o Barros de l.acerda, o Sr. presidente decide
que a indicacao vulte a eommissao de consliluicao
e poderes.
ORDEM DO DIA.
Primeira discussau do projeclo n. 24 de 1837 qne
restaura a villa do E\u'.
O Sr. Manoel Cavalcanli pede esclareciinenlos so-
bre a materia do projrclo.
O Sr. Brandan :Sr. presideule, vou satUfazor
ao honrado depulado que desoja Irauquillisar .a sua
cousciencia a respailo do vol que tem de dar sobre
o projeclo em discusso.
esphera do seu poder craou a freguezia, o projeclo manieren) o siu poder que iodos resoeilam : sejam
fui sauccionado, o Exm. e Rvm. prelado al boje uaa elles us priraeiros a ouliecer us limites do seu po-
lein querido cumprir a le, e desla sorle contra a le \ der:
fuodaminlal do imperio, preteude qua n seu voto
li Sr. Teixeira de Mello:Que cada nm por sua
parle conlleva os limites de seu po ler.
II Sr, Paula ipli-la :Quanlo aos motivos, que
lem S. Ele. Rvm.1 para nao execul.ir osla lei, quaes
sao estes motivos".' o nao diminuir os reu lmenlos
lo actual parodio do Allinho ? islo nao he mo-
tivo.
E como una somos compelenlts para apreciar as
dade e do dever de harmonisar os dous poderes, o
ccclesiasiico e o lempordl ; mas sim um voto decisi-
vo, soberano, uhngulorio e superior aos poderes da
assemblea provincial.
O Sr. P. de Campos : Tambem manifeslou-ae
um grande furor para a creaclo e divislo de fregue-
zias.
D Sr. I'. Baptisla : Nanea liouve tal : com a
estatislica n as mos ou in tstrei o auno passsdo, que boa c iiiscieucia, que o Sr. bispo uenhuma razao lem
provincial menore .loque Pernambuco lem mai n era nao querer e teca tsr a lei.
numero de ireguezias ; e por cerlu que a creara,) de I Senhores, alien tci para urna multi l) dt lugire
unta s liouve furor. I atlenlei para a impossibili la.le em qaa est o paro-
(> Sr. Iioncalves t,uimai.les : 11 luveram alga- clio du Allinho ein socciner taas almas christl n :
Dana a hora
O Sr. Presidente designod a ordem do dia e la-
vautuu a sessao.
Discurso to Sr. Dr. Brand&O, pronuncia-
do na sesso de 1 do crrante.
O Sr. lir.n l.ia : Sr. presidente, fui ea o por-
tador da r-presentai i o leila por cerno e lanos a du-
zenlus inoraduns do Riacho do Navio e S. tiraz qua
p-dom seja restituido o territorio sin que habiltm
a com.nca do T.icaral, vislo como pela lei da cria-
cao da mesina comarca esse territorio Ihe perlencia.
Esta rejircsenlacao foi spresentada aqu a 20 de
marco, e leudo ou de seguir para o Rio, oflereci o
projrclo que actualmente se discute, porque al essa
datan coinmi-sao de eslalislica, a quem a misma re-
preaeulac.lo linha lido remedida, nao havia sobre
.leeessidades desla ordem. porqoe somos os compe- : S ',' ,'p? "u f1"6"' : "" 'vendo decor-
lentes para crear a Ireguezia, cu diga seguro em r '"'"'"'"P* "o leudo a materia loo compli-
cada que depend- de largue eslodus, de grandes iu-
vesligaces, he claro que o seu .i liamcnlo nada adian-
(a, e pelo eunlr >no mullo pode alrazar a soluco
freguezia nao aulorisa alguem a dize, quo Ipovoados, emitnineusa distancia un dos oulros: flue se reclama. O un.co documonlo que ensle he
I -.j.i----------........ :,..i________. .: ._ essa represenlacdo dos povos qoe u piojelo rcoonhe-
, ce ser justa e ailen-livel, e se oulro huuver era con-
attendei para o vivo desoonteulamento dessaseve-
Ihas da Chri-to poi se verein quasi que abauduna
os sacr iinentos, e ou-
m?s algumas alleraces.alm desta creacao.
O Sr. |*. Biplisia : Se boaveram para todas ci-
bui eu o tutor desse projeclo na sessao passada, e | las fui oavido o nosso Eim. e Kvm. prelado, e com das, m 'rreu lo algumas sem
alguus collegas ineusdignaram-se preslar-lhcas toas' ludas ellas ello se roiionnou, sendo para admirar tras mullas s.'in poderein eanunbar M leguas para
asiigualoras ; na occasulo em que tiva a honra de o quo houvessein tiuibetn opinies exageradas, que ua-i prucurarem o seu vicario : aileu le pira
querendo recuuhecer a indepiidencia dos dous pu- dade do sol daquelles parageni, para o arcrescimu
deres, aconselhasaim resistencia a execucin do uina de popalaajoati qae tem htvidu em algomss dellai,
le, s. porque a assemblea provincial emum ponto, o di/ei-me : a n3. he para admirar, qui DestSI
ollerecei, expend em um pequeo discurso as ra-
zes em quo me funddva pata propr a raslauracao
da anliga villa do Eni. Mas sendo cerlo que inul-
tos dos uobras depulados que boje corape e-la as-
semblea, au raziara parte delta uaquelle lempo,
parece ju-to, que eu repro lu/.a os motivos que me
determinaran! a loggerir eisa medida.
Sr presidente, ludus sabem porque serie deacon-
*ra a eresi.l i de nina Ireguezia, se afislnu di opi-
allo do prelado, e se mostrea mais selicila pelo bem
lo pavo do que o mesmo prelado. ^Apoiados.)
ti Sr. I', de Campos: Isso he muilo bello : o
condic.ts aejamos ni quem queira dar o pasto es-
piritual aquelles povos, e seja o Sr. hispo, quem o
eslurve ?
Anida mui, clieios de sentimentos rel'giosos a-
nobre deputadi e-tabelece o principio da indepen- qnelles pavos, apenas souberam da creacao da fre-
lecimeulos fui eu ler ss margena ilo nu de S. pran- delicia dos poderes, uulilicanJo complelameule o'guezia. liraram e-molas, reperaram uin templo,
eisco. vime obrigado em circuinitaucias bastante
doloros.s, a percurrer os serloes da provincia na
peior estacJo do auno, na forra do verao, islo lie, a
1 da iiovemliro de Isa,.
Ora, posloque fosse ug;n lo de urna cruel perse-
cnicao. e nrocaraudo Dur-rne fura do alcalice das
balas cun que um guveruo insensato imnu.o...
nr-me....
lu Sr. Depulado : Balas de papil, nao'.'
O Sr. Branddu :Sim de papel, m-s que parliam
da -e-reana da pieiideucia.
Poslo que litesse aquella penosa, viagem, dizia
eo, ara eondii;si l.lu desfavornveii, cora lodo nao
rae esqueci de aproveilar a oecasiao para esludar e
conhecer o mais que me fosse pos.ivel o interior da
nossa provincia.
O Sr. Manoel Cavalcanli :Mas quan lo se foge
de urna perseguico, u.io se ella' muilo a' saogao
fri para esludar,
O Sr. Branda> :Assim Iha parece, mas deve
lembrar-se que Iriumphei na lula, e quo depois Uve
lempo para percurrer diversal localidades, co-
mo lia.
O Sr. Souza Reis :N'nn si balai prndoziram ef-
feilu la ?
O Sr. Pinto de Campos: He porque ellas la
au ehegarain, para que urna disi-u-.ii deslai'.'
O Sr. Souza Reis: liouve ludo islo, mas nao
prodazio elTeilo.
O Sr. Ilr.iu.1,10 : Deiie que digara o que qui-
zerein ; eu e a pioviucia sabemos o quo se pasiuu ;
vamos ,i liante.
Viejal toda a comarca da IIia Visla ; fui al a
pasiagein do Joazeiro, e nlm della ; rheguei ao ler-
rilorio da provincia da Babia e nesla excursu Uve
diversas iiirormaees, que me fueram cliegar ao co-
uheciinenla di mullas necissnlades que soflrera a-
queiles povos, e que sao igooralas peloi halnlaules
da beira mar por falla de commuuicaces, para all.
Vollando livs o proposito do reclamar algumai
pruvi leticias, e entre oulras a da restauracao da an-
liga villa do Exii, deque trata o projeclo..*.
O Sr. Manuel Cavalcanli : Uo que dala fui essa
villa I
O Sr. Hran lio : Nao lei bsm, mas crea que
de ISi mi I8il).
A boje povoacao do El li -a nos limites desla e da
provincia du Ctar ; dividndo pel> carne da sorra
do Araripe com a comarca do Cralo, leu terreno he
agricola da primeira qualidade, de forca poderosa-
tem bastantes aguadas e participa da grande ferlilid.i,
de da referida serr.i do Araripe. Ora, daquella po-
voacao ao Ourieury que he a villa actual sao 20 e
lanas leguas de caininhos pessiinos, dliflceis, sendo
que lugares ha em qae apenas eiisle vcredss por
poder espiritual. que eslava arruinado, o o p izeriui em estadp dicen
O Sr. P. It.ipusla : y'io. M he o pensaineulo daquelles que querem que baja in Sr. bi-pu nao l. ni queiidu cumprir a lei.i E desla I
depen encia dos duus pidores, podendo o polar es-1 sorle as ovelhas he que procurara o pasiur,.u pastor
pintual eolloetr-sa cima dos leis faa.lameiil.ies de he quo dfxa ..s ov. iti n I
nm povo, e imperar sobro os poderosda.los as as.em
blaaa urnviuciaes, da lal sorle qua eslas assemblas
recebara as i.ifuiraaeoes dos prea i..s, nao comusim-
ples infurmaces ; mas comu rdeos e decroius im-
fragaveis : pelo menos parece que esses que aisim
pensara u.lo ^io os inilhores couselheiros da igreja.
IC n--t is eireomstancias ni he que deviam is f
zer o sariicio de nossas opiniOes. nao creando (al
freguezia, i> norii ie o Sr. b.ipo n.lo auiiuiu a lal
a..--;..u f
Senhores, ea me vejo tra uin terreno bra dilli-
e.l : quizera le evitado entrar nelle : eoino
O Sr. I', de Cimpus : I'elumonle esla qaestao deiro fillio da Ig.eja do Jasas Clin-lo, como lub-
ai sendo melbur coinpreheiiJida, e da cmara iios BiSBO ao mu venerando c digno prela lo quizera
senhores depulados pende a sua definitiva suluc.au :
para essa occasi.i i rae aguardarei.
0 S P. || ipii,u : E eu tambera deiio islo de
parte, porque nao vim discutir esla materia mas
apenas fazer sentir que as opiuies extremas e exa-
geradas nao sao as uielhores, muilo principalmente
a respaila dt negocios, era qae ha iiecesiidade de
hsrmonisar.
E apenas quero fazer lenlir qae, lendo lido a i-
sembla provincial sempre to respeiloia para com
S. Etc. Rvm., ten lo sempre dado evidentes provas
do quanlo o respeilo e ..cata, uuvind i-o. como sem-
ine, na creaclo dessa treguis, nao mereca toda
esaa resisteucis da parle de S. Exc. Rvm., smenlo
porque ama vez separou-ie da opima i delle.
I) sr. P. de Campos : Nio preval e.ta lead-
la le do Sr. bispo. Elle devia por deferencia ao pre-
sideule e a a-sembloa provincial ler explicado os tno
tivus da sua descuncordauci.i ; mas ama cou-a he o
direilo, e oulra cuusa ha o abuio que delle se faz.
1 na Sr. Depulado : BaMo s S-. hispo abusua ?
O Sr. Piulo de Campos : Nesla parle au s
abusuu, com i se lio liouve cun a devida deferen-
cia. Ha preciso dar o sen a seu douo.
O Sr. I'. Baplisla : Pois, meu Gar amigo, esta I
que lodos esses qae dizem que S. Eic. Rvln." pro-
cede hein e cura nutirid.ide legitima nao exerulanlo
as leis provinciaes, que forera follas contra as suas
iiiforinices, fossera hurnens mais prudentes, mais
justos, e mais eouhece lores dos malss resultantes de
laes conflictos.
Eo, no comlrangiraenlo, em qae me aqho, nao
poiso mais caiiiiuhar : Dos sabe que violencias te-
nho ferto a mim para dizer o poueo, que disse
em itspasta ao uobie depulado, que raa pre-
cedeu.
E vollando a que.I.1.i principti, digo ainda que
he mais que claro quo o projeclo em illsesMsIa esla
prejudicado ; pois que soudo elle do annu passado,
iies,e mesmo auno canal cooliaiia dispoz a assem-
blea provincial em oulro projeclo, que foi approva-
do o lanccionado.
O Sr. Goncalves (juimaraes : Eslava bem longe
de entrar nesla diseusslo, purm vendo que se agi-
idva na casa urna quesiao que nao esla' muilo a-
Iheia do meu estado, parece que nao devo deixar
correr certas prepsjaae5ea, algumas das quaes me pa-
reeein moras declsiiwces cuulia o chefe da igreja
pernambacaaa. (No apoiados.)
O Sr. Manuel Cavalcanli:E sera' bom nao o
declaracao he lulo quanlo eu pudia desojar. Agora trszer para a discusiao, que |iodera appaierer enldu
ja' vej i que estamos em peileilo accordo : ja' nio
poilm isquestionar.
lia um aparle.)
II Sr. P. Baptisla : Esle fado que lembra o no-
bre depulado, lio out.o mu dillereiile : versa elle
Irario, naturalmente ha do ser apreseutada na dis-
cusau ; per conseguale me perece que a remen*
du projacl.) para a eoaamlsslo de eslalislicas he ocio-
sa e intil, iiiurnieule achando-ie, como se acha,
.',llj_ eisa eemmissld erabaracada com oulros Irahalhos,
como ubservei quando li ve em in.i i a sua pasta.
Pelo que respeua a ulilidade do projeclo, leolio
apenas a informar cmara o seguinle : i comarca
de Tacurat foi creada compreiendendo as fregoe-
ziai do mesmo norae e de Fazenda tirande, c assim
eii.lio por algara lempo ; no enlanlo o governo cen-
tral leve gr-nde duvida em provc-la de juiz de di-
reilo, sob o fundamento de que o seu territorio e po-
pul i.;ao erara muilo diminutos.
O Sr. Pinto ae Campos :Nao era por islo.
'i Sr. Brandlo A mim m'o disse o Sr. [Sabuco.
O Sr. Piulo de Carnpoi: A mira disse que era
porque a divisio nao eslava bem felu.
O Sr. Brandan :I'uis bem isso meim.) nio-lra
qic elle liuha convu...lo do que a curaarca era pe-
quea, e que cunv.iiiid acreccenlar-lhe man algtim
territorio, sendo por isio que a eoniervou sem juiz
de direilo por i anuos.
x...a. r... _,,h. -. -1. inii;! ,m j,
verla- tregenos, acontecen que am oiu dos anuos
.' subsoquentes uina lei determinara que parte da fre-.
gueiia da Fazenda G-rande pssasse para a Villa
Bella, a he esle justamente o lerrilorio cuja restitu
{le a l'dcar.iiu os povos leclamim uo inleresse do
seu beiu-e-lar. Se quando se fiz aquella desmem-
braeao houvesse quera infurmaise sobre a iuconve-
uieucia della, a assemblea por cerlo nao a decreta-
ra.. .
O Sr. Pinto de Campos .En fallo com mais co-
nheciinenlo de causa do que o nobre depulado.
O Sr. Brandao :Est engaado.
I) Sr. Piolo de Campos :Ate o desali para islo.
O Sr. Braulio :Pode presumir de si quanlo qui-
zer, na certeza de que o ser lho de Psieii nao o
habilita para se considerar entendedor de ludo, a
ciuhecedor de lodas o lugares daquella cumarca a
dai viziuhas...
O Sr. Pinto de Campos :Eo o deiafla a apresen-
lar o nomo de ludas os rateadas qua corapCem aquel-
lo lugar, como eu aprsenlo.
O Sr. Brandao : Aprcscolo-lhs, nSo ds todas,
mas de algumas, porque nao he poisivel ter de me-
moria tolos os nome..
O Sr. Piulo de Ciuipoi:l.ogo, ignora, e eu poi-
so-llio designar fazenda por fazeoda.
P Sr. Brandao :Pode-o saber sem l ler ido, as-
sim cuno en s-i dus nomes de uiuilas pessoas e lu-
gare desla e de oulras provincias, e al de paizas
eiiraiigei.o., sem a tiles (er ido.
Devo referir i casa mais algumas circomslancias.
da da n.lo ulilidade de
freguezia e nio fdf-e
urna diw.il ou Cloaca i de
tu de accordo com a opiuiao
doclaiBecoas.
O Sr. i.iuicilve Cnim ue :A quesl.lo versava ,,
sobre o caso de que estando a ...sembica convenc-i 0'',',' '' l-a a comarca da Boa-.,1a passe por
cise logares, e demorei-rae (res das no Riacho do
Navio na casa do disliucto coronel Soralm de Sooza
I'errsz ; de volla para esta cidade, em marco do
anuo passado, fui procurado por urna pircao de pes-
soas que morara no lerrilorio de qaa falla a rspre-
senlacto, as quaes iuslaoloiiienle me pedram que eu
depo,, de ter ollUado ao presideu.eda cada uin dos dous poderes esla' no seu dircito, a as- :..'..* !,el"qe 5e l""!,es"'"n. por tile objtclo
sobre os limites de duas fregaezias, crtio que as du I ',0 Evm. prelado, o que se deveria fazer 1
Bonito e Santo Aullo, a cuja medida o Sr. bispo al-' Eu puderia dizer au nobre depulado, que o f.ic-
horio, e depois tambem nao qu z execular a lei pelo I tos nao eslo muilo longe, que he do noiso lemno
fuu lamento de nao ler lido solicitada a loa infor- I creaclo de algumas freguezias, e qual o resultado
mielo,
provincia ueste lent do, agora, ha poucos d as, con- I
venceu-se de que so havia engaado, e ufliciou aos
luis parochos para darem aMenclo a lei.
O Sr. |*. de Campos : lito moslra al quo elle I
he dcil.
sembles creando p'.lilicaraenle uina paruclna osla- ''"T,*..^ V ^ C?mm'io N*Jh '
. ...' .111.Ir leu. t.nt..s : ...t. r< i...,. .1., .,.,. V 11..I
O r. Teixeira de Mello : Vejo-ma na necessi-
dade de pedir a palavra para defender os oireilos
O Sr. |. Baplisla : A' visla do que tenho dito
onde se. transita, daln resulla que os pov-is que lia'bi-1 Pe"' 1ue lano o requeriuieulo do nulire depulado,
lam a freguezia du l'.vii loffrem muilu quando pre-I co,no o projeclo nao devam ser approvados, vislo
cissm de algara remedio, que depende da joslira, e coiilccom materia que esta' projadicada
isla loinalev i.lente a necessidade qae ha de re-iau-
rar-se a anliga villa, que ahi exislio.
Alcm deisa circumslancit de ser o Evii divislo de
provincia, faz ver quanlo he nocessariu rolloear na-
quelle poni aulorida tes que eslej im reveatidas de
maior somma de prestigio, qut pesiara nao su poli-
elar a populacho permanente qoe por ventura cart-
ea disso, mas tambem a Uncanle qut do Cralo vera
ter all
Creio qoe lo la a caa ha de saber qae o Cralo, pe-
la razio de flear SI) a 100 leguas distante da capital,
era era oulro lempo um receptculo dos malfeitores
das comarcas rioi Inharauns, le e mciinnde alguma
das da Paratiiba, viiiham lodos ter aquelle ponto a
qo.indo a auloridade codranie 01 perseguid, passavam
a Indis e acaslel.av nn se as inmediaces do Eiu'.
Islo hoje esta' mi dicado, porque o Crato lem-se ci-
vili-ado muito, (era augmenl.ido. c be prtienlemenle
orna cidade importante, naquelles serloes; com ludo
ainda asshn ha este grande e inconveniente, as iine-
diaeea do Eiu' s.lu invadidas por sujeitns que vem
foragiilus do Cetra'e mesmo da Paralulu e |>ur all
ficam.
belecendo juizes ds paz, inbdelegadoo, ele, e o pre
lado creando os empregoi ecclesiaslicoi, e nao sen-
do essai prvidos, Dea natta parle a friguezia no
slatu quo o que st deu a respeilo da freguezia de
CrnaOBx.
lina voz : Nao enlendo essa harmona.
O Sr. (i. Guimares : O nobro depulado bem
sabe, que quando a casa decide que urna queslo he
de conveniencia publica, tambera muitas vezes as
da igreja contra os quaes io uiaufeslou o uubre de- "Mioflaa querem f.uer do soa vonlade lei, e he mui-
pulado.
Como depala lo, eu zelo moilo os direiteo da e3sa,
nao quero que suisallribuires sejara invadidas, na.
tambem como membro do clero nao devo con.emir
qua as attribuices du chefe da igreja peruainbuca-
na, sijam iuvadidas. Nao ha quem duvide que he
uina das attnbuices do prelado e da parochi, co-
nhecerem da necessidade do seus rebanhos ; ora, o
onde lem ludas as suas relaces, do que si Villa Bel-
la, quo subreludo he muilo mais longe.
Bolead) que esies honuns liuham razao, e por isso
Ibes di qae eu sena purladur, a elles assim o fueram, en-
tregando-in'a, pars eu a apreieular a esla aiiemblca,
como cumpri.
Ora, me parece que quando os povos fazem re-
clan.ac.">es deala ordem, sempre procedera lendo em
visla o seu maior commodo, e ueile caso nada mala
lo man quando ims quereudu argumeiilar. n.lo argu- J o que alteude-loi.
neniamos sjroplesmenle, argu.neulamos com as cou- h '*" v'a i. fi M="ala",f '. represenlacio vao
sa, qus nos locara e ulo com as ideal geraei que r''c" '' N ',' Bel1"' 1uc Ibes liea mais distante do
verai para o ca-o. que lacaralii, os recursos que dependein ds aulori-
rain, mas n,lo era possivel pinar ludo. Eu nao vou
prelado que esla' era relaru immedidls com os pa- enlrar na queslo da ulilidade doatai creacs, mas
rochos, e conheco dessas liecessidades, he quem lera .quanlo a questau pelu lado espiritual, o uubre de-
u direilo, por as-im dizer, ha qaem deve eslar habi- putado lulo pode sustentar a sua opinilo, porque,
litado para dividir o leu rebanho em pequeas frac- l'"1' "c''. cra-sc una freguezia, o prelado eulende
{oes. E lano ht verdad islo, que leu lu-se creadu que ella na lio conveniente, nao Ihe da' jurisdic-
leis nesse senlidu, sera (er sido ouvido o prelado, elle '.'i es.diilaal, era que ha aqu abuso, i'iva-.io do
nao lem prvida as igreja, o qus prova que a casa P11 ler temporal, quando a freguezia liea creada ci-
procedendu desla maneira vai fazer leis infruliferai vilinenle '.'
lili i iri \r il ,
O ..obre depulado no anuo pa.sado leve ama ft- a"'e "" fa40 que fa obrigadoi a procurar o
l.re pira apresenlar aqui divis.es. subdivisci e re- J'J.^1." _?c'?^ ?J.f.'.eU'1_t}'!'"i^
(dlhainenlu de freguezias, algumas dai quaei pa-n-
que baqueiam pela vonlade du |irelalo, devendo
alias haver essa combinatao cutre os dnus pulerei.
eombinaela muito uecessaru, conforme o deinous-
Ir.iu o Exm. presi lente da provincia no bem elabu- .
He vor li le qne ha n'aquella freguezia um sub- I rai'" relaloriu qae apresenluu, quandu diz que a ca- j eule que o nobre depolado enlrasse na diieussao sem
delegado alia, inor.i minio di.luirlo, muilo de bem,' *a deve combinar cura o prelad i, entretanto quo I ser pela furnia porque o fez, maulo de alluses
pessoaes.
OSr. Paula Bapli-la :-Bella liarmooii !
II Sr. I,. (aunarles :Eis a raz.lo porque pedi a
| palavia e cilou satisfeilu.
O Sr. Paula Baplisla :feria sido mui conven-
alas lis vislo que um sub Melado sera urn soldado a : obraudo-se desla maneira vai-se uilender ao ineltn-
lua disposicao, ain la queren lu dar alguma provi-| or* do prelado, ao passo qut a casa obrando de ac-
dincia nao o pode fater. Nulo a cmara que mesmo curdo com o hispo, nu faz mais do que um aclo di
no lempo em que eu eslava uo Ouricurv, le prepa- ,'usnca, puis qut da' a C-iar o que he do Cesar.
Parcce-me que ule Iciiha
roa umi expedirlo nn Cralo, contra pessoas distine-
lai do Eni, e q resudado foi haverem tiros e feri-
ininlos ; propriedadci arrasadas, rurraes queimados
etc. etc., de maneira que quan lo ebegou e-la noti-
cia no Ouricurv ja estavd a desorden! feila.
Ora, sendo o Ourieury distante do Ele', como he,
e nio hartado eaminhoi Iranaihiveis m .menle em
lempo de invern,dando-so alem disto as demaii cir-
cumslancias que refer, enlenlo que he uina provi-
dencia de multa importancia c-msliluirem-se all au-
lorida Jes que retn mi em (orno de si miior somma
da presligms e de respeilo |>ar i ronler esias de-or-
dena, e mesmo i ora dillundir entre aquelles povos
maior somma de civilisar.lo, e foram estos os inuli-
vosqui me levaram a ipreseotar o projeclo que se
discuto ; alem de que, o desej i dos povos em lj-s
casos u.io deve ser desprezadn. e he esla a vouiade
dos que hab Um aquello lugar.
Creio ter dado ai razes qua rao determinaran! n
que uie tenlu explicado para com o
uobre daputado.
ii Sr. p. BiptislaSr. presideule, parece-me ,
que n.i,i fui eomprtheiidido pelo uobre deputado.que
me cumbateu.
Saiba o nuhre depolado que eo nio qacro excluir
aiiitervenc.il do prelado na erei(lo de parechiai :
creio mesiiu que nao hovera' quem assim pense ; e
quando oulra razio nao livesat para iiio, b .star-me-
Sabein lodos que, no espaco de tinco ou seis le-
gislaturas qut tenho (ido assenlo nesta casa, apias
olltreci um projeclo creando una freguezia, e ofle-
reci oulro alterando os limites da ireguezia do Bo-
lillo.
Huera, por lamo, em assamplo desla ordem, pro-
cede com tanta restricclo, 0 t.ii limitadamente nao
merece que Ihe altiibuara febre em crear iie-
guezlis.
O Sr. (ircilves liuimarais:0 anno i
nobre ilepulado apresenluu amia outro projeclo.
OSr. Paula Baplisla :Engana-se completamen-
ini, o aclo adicional, qae manda oavir uestes neg | le. li'se nutro projeclo, a quo o nobre depulado
cios o Sr. hispo, vislo qae sou obediente a le. allode, n.lo fui aprcieolado por mim, mss por oulro
Aqucsllo, que se agila, purlanlo he oulra mui e hav a muilos .unios, elle eslava ua casi, sem que
difirante : he labor o que cumprira a esta a-sera- i cu o soubesso.
bla fazer quando conscia da necesc.dado da nina Pur lano ainda mais conveniente seria, que o
ne icio do freguezia, nleirameote eenveocido das nobre depulado, antes de fazer suas allusoes, fosse
vanlagcns renes de una lal metida no inleresse dos cuidadoso em ioformer-ae das cousas, para ulo ca-
povos, e depois de oavir respeilosainenle o Exm. e hir na falla de dizer aquillo qaa nao he.
Rvm. prelado, este divergir di opiuiao della. M ,,,,-,,, concedo generosamente que tire fe-
Ex'reuiad.i llllm a questao, diga-me o nobre de- bre de crear Ireguo/ias. Neste caso anda resta a
arel
que pertence comarca de Tuearalu', vnlu como
della sao Ireguezes. E se se allen.er bem a esta
circumstuocia, ver-se-ha que ne.ia ha mus inconve-
inenlo du que usa dcshar:;,onia entre a diviso ci-
vil e eeclesiaslica ; purlaulo me parece quo razao
dt sobra ha para so dtvtr adoptar o projeclo, mor-
nen!.- nao preju Iic.iii lu a re-litun.io que ss pede,
como ein verdade nao piejudica a comarca da Villa
Bella....
O Sr. Piulo de Campos :Perfeilameuli, vai'des-
falc.ir a comarca de l-'loris.
O Sr. Brandao :l'erdoe-me, eu devo crer uas
mi irii.,ii..ic- que lenho, porque parlera de pessoas
disliuctas, e a quira consagro a mais alta cuuiide-
rac io ; alem dinu judei pur aquelles lugares, e lio
mena muilo sizodoi me disseram que a medida re-
clamada era til, que a diviso primitiva era a ver-
la iitr.i c conveniente aus habitantes, sendo que
lano islo he verdad!, que quando se cieuu a co-
marca de Tacarala' e Ihe lurain dados aquelles limi-
te', iiinguein liouve qus contra elles reclamasse.
0 Sr. Pinto de Carnpoi :N.lo lu u quera apre-
senloii o projeclo.
O Sr. Breadle : Mas o nobre depulado defen-
deu-o aqu, o uesse lempa n.lo eslava por cerlo con-
vencido du que peileuceii lo lodo o lerrilorio da f.e-
guezia de I azeuda tiran le comarca de Tacaralu',
viulia a da Villa Bella a licar desfalcada !
i Sr. Pinto de Camp l : 1 oi bem ljinenlavel a
rar..iu jior qua se liroo.
O Sr. Iban l.io :Nata sei quem foi o aotur do pro-
joeto qoa devou Tacarala1 a comarca, mas o que
tliru.u be que os limites que enti Ihe foram dadoi,
a cuja ii'-tit .tc.iu he beje pedida pelel povos no seu
Inleresse e/rarur commudidado, nata foram inipug-
na i -
U Sr. Pinto da Campos :Nao fui eu que o apr-
senle!, nein o sii.tenlei.
O Sr. Brandao .Insisto poilanlo pela adopeo do
projeclo, como representante que sou daquel'las lo-
calidades, principalmente pur ler elle urna base mui-
lo legitima e digna de toda a allcricSo, qual be o pe-
aprestnlar ssle projeclo e se huavor alguem que a puudo, devara' a aisimblea provincial abdicar o seu examinar se molino neste estado febril"' cuserv
elle so oppooha enllo direi mais algaraa cou.a, na peusimenlu, renunciar as suai convicrOes, e despu- sempre minha razao s3a e esclarecida para altci.der .
certeza de q.ie.nao lenho oulru inleres.e nesle ueg- nr-se de seu palor legal, pira subm.ller-so SI ,- as resol nere.ti.la.1.. do povo. cunhecendo-a. rae- -lido reclamacao dosjiovos.
formato! do prelado, m .rin-res que ella lem por Unir la que oulros. que nio liverim esta febre. II ~~
iaeiaelss devera' assim lirardesi lodo o poder, qaem ioeambia miis .laque a mim, sallafaseras ERRATA.
que lera, para da-lo ao prelado, e tonslilni-lo as- nere idsdes espiriluse de un povo ebritllo. \ Ne wnloda lanirobli publicada hcnleiii, segun-
sini o unic i legislador provincial. E he .st.,, stnhor qoi i ". ba .--t.'. | e p r c-r t > ni i i o le -er resolv- d i i .-"i i, primeira cu lu nina na imha que princi-
o que clnm us independencia do poder e.piriloar.1 da com O fcil expediente das alluses peasoies, e pa Sr. pr.sidenle :IVoras rellemei, ele, lei.i-
A ou le eil unos nu,.'! dar-se-ho caso que ds pihvrai fritas sera nenliuiii ciuliecmento .los laclui, que se sa II Sr. Pinto de Canipoi :Sr. presideule, pou-
e os pensamenlos eslam lodos inudados e iuvtllijos, deram n anuo pati.ulo nesla assemlilea. ca. relleves, ate.
sem que eu o>aiba'.'! I Ne-n verd. leiu qu,-lo a iniujia consciencia CJ-| -----------.------
ci, mais do que o bem eslar daquelles povos,
Encerrada a discos-> i |>o,lj o projeclo a votos
he approvado.
Primeira diseosslo do projeele n, 36 do anuo pis-
sado, elevando a'freguezia l capelta corada do Sr.
Bom Jess de Panfilas.
Vai a' iut-1 o segainll requermenlo que lis a-
poiado :


DIARIO DE PERNAMBUCO IERCA FEIRA 20 DE ABRIL DE 1858.
ERRATA.
N.i Carleira o de honlem, segunda columna, li-
nls :l, era vez da pbnse seguinte : i A agrirullii-
ra. da elle, ja lem oblido ;i :in> ompr.slimoi da
agricalaraa ; deve- j.i lem oblido algum ernprtslimos da indui-
Iria.
dito pelo Sr. Barros de LacrelaHe porque mis so-'
mus lulo*, vamos pasandoquando fra delle ene
nparte, cuja retpoa.abili.lade Bllo quer que o Sr.
Barros de Lcenla carrrgoe. I.-se mais no Hia-
rio, disse anda o Sr. Barros Brrelo, como aparte
seuRu ti Unlio pena do qoa se sattoo par.) se pa-
cificar o Itio da Traa, quando alie riitseaEu so
lenlio pna do que infiuclilrramiiiile se lem gasto
para pacificar a> repoblicas do Kio Depois .le-s.i recll,-.i^,-..i do Sr. Barro Brrelo,
entrou em discussHo o parecer da commi's.lo da po-
lica acerca do requerimento do Sr. Reg Monleiro,
lomando este a pahvra para corobale-lo. Em res-
posta ao Sr. llego Mouleiro (allaram os Sr?. Oliveira,
qi auto existe tero a sua nalureza, e cada qual bem Manuel Cavalcmli e Alfredo de Oliveira, concluin-
duena urna da oulra, a por i-so aquillo que temo*, do se a discuisilo pela approvr.lo do parecer.
reto aprestntou om reqaerimen-
PAGINA AVULSft
IBSJE JJLHii S
l'henomtno.Segundo a ordrm das eousas, todo
aos consigna-
ue n.'io ae cha na esphera do seu nasciuienlo, ou
ai les que a naturea lem produiido por om modo
di Trrente, dfvemoi chamarplienoineiioe lie esta
a razio pela qual as-nn classiflcaremos o que vimos
e passamos a narrar. I'm individoo havendo com-
pudo ama garrafa de leile para o seo caf, no acto
ou coa-lo, porque ordinariamente encerra muita
ii ipurnlaJe, eucontrou nelle urna porr.au de peiti- I Cunta, a a favor Mello Reg
D ios : admirado por ver 1.1o extranha consa, procu- ] Reis.
O Sr. Barros B
lo para que se pe li--e ao governo nformac&e, se
pela tbesouraria provincial se lem pago despetas (ci-
tas cain o presidio de Femando. Foi approvado.
Entrando na ordem do dia, dis:oliram-se posturas
municip.ics do Brjo, lomando parle na discuss3o
contra os Srs. .Manuel Cavile; nli e Carnelro da
Kapliael) Souza
rea-nos para que fossemos observar aquella rari-
d; de. a l.i ches.ni lo vimos que com ell'eild exiiiiam
os ditos peiiinlios no leite. r>)o menos admirados li-
camos mis com semelhaote nov.1.. lo, e por mais
vi lias que desteios em noisa imagiuaclo para dei-
cobrir a cansa que prnduzra aquilio qoe nos parece-
r un pliioomeno, ludo se tornou infructfero e ji-
miis podemos deseobnr como poderi>rO gerar-ie no
le le aquellas habitanles eslranhos inteiramente a
so i nalureza, e anda mais depois le ordeuliado,
por qoa ames era imposiivel que elle* eiblissem, e
fiero, mesmo poderia lar logar a sua passagem pelos
pequeos orificios lactferos dai vaccaa ; meditando
pirem com mais aliento a cerca do que haviamos
observado, suggerio-noi a idea de que tal phenome-
1111 n3o poda apparecer, e que n.lu deixava todu i-lo
du ser occasionado pelo cosime de se misturar com
ai:u.i o leile irja elle qual fr, do rie, de fonles,
dn a{odes; e al mesmo salgada, sa oulra nao exis-
tise, com lano que rcsultasse um lucro mais venta-
joso mais vanlajoso. E eomo lie que te podar en-
dur o Itite por menos de 210 e 320 rs. a garrafa
qiiando nelle se encerra agua e pene, que lambem
fz parle da caresta.' Infelizmente no ha meio de
remediar csse mal, e por conseguinlo va' cada um
comprando, por que sem duvida lera' a sua moque-
en, que ha o qoo se podera' obler da leile, agua a
poinnhos : muilo bem I
Mais urna detcoberla.Na proximidades da cida-
dnde .... acabam de apparecer dous animalejos, um
Kmelhante ao ralo, a oulro ao purco ; aquello nuda
lem de lidenlo como o da Fbula, e esta excede aos
du sua rica pelas suas habilidades com que doloo o
a nalureza, ambos porem ao bpedas. Em sessao
di Academia do Kio lidio, na mesina cidade, fui li-
d i urna eitensa memoria de um viajinle naturalista
hi muito coHliecido, sobre a descoberla destes novo
namiferos perltncenles, o primeiro ao genero mus
di ordem dos polydhemos, e o segando ao genero
o-oino da ordem dos grunhiJoies e aos quaes o dia-
cobridor da os nomes lio elegantes.como apropriados
da calumniatores. detractores etc. em alinelo as
c ludiros de que tilo ilutados lio bollos animis.
< raras a Dos, ja linhamos lanlj abundandancia
destes animaes, que, a espacie novamanle descober-
I ii.i i ven salisfazer necessldade alguma conhecida.
t rain inuilas as especies de que compunham os sub-
gneros, detractores, calumin. loie- ele. : de boje
por dame haverlo mais estes. Felizmente lies nlo
vive in sendo da roer a pella de uutroi aoimaes, pui>,
I -r.ini encontrad.s netias regies eternas do salo
as proiimidades da orna das roontanhas da sobre-
dita cidade 1 54,396 metros cima do nivel do mar ;
a em conseqoencia disto e do despiezo que mere-
co seinelliaiilc rac,a, estamos livres dos seus agola-
dos denles. Coosolem-se os zoologislaa com esta ac-
qnisiclo, qoe para ellos sera' sem dovida de muila
Dlportancia. Oanlo a nos, qae o nilo lomos, Ja'
ei tamos (o fartos da aroedore qae n.lo lemos moti-
vo para alegrar-nos com o acrescenlamenlo que a-
ciiba de (er a enormissima familia doa odavoraioreio
da pello...
nigromante.Elista na estrada do Pomhal um
nigromanteqoeadtvinha o foluro das pessoasque
o buscam, e uo que val pilhando o saos ci.hrmi.o-.
Nlo admira que hajam pessoas 19o Incautas que se
deixem embair com Ites ambostes, quando oulras
que devendo pensar nelhur, ni.tu v3o cahindo, e tai-
vez acreditando em ludo qoanto o prelo n gro-
manle Ibes annuncia. Bem boas couaas leinus
nos vislo n'esta provincia ; ja Ovemos o divino mea-
lie negro ; ja livemos o l)r. Manoel, negro, curan-
do cholencos ; e agora fii.dmcnlo lem >s o nigro-
mante para adevinhar o futoru di gente E que tal *
J>3o llavera' lambem quem pronostique o da em que
til nigromante va' parar a c.idea I Paisai i es-
l'i o Sr. subdelegado que nao lera' duvioa em pro-
cura-l > para que adevinhe o seu futuro, a em pasa
de lal Irabalho o faja traocafiar.
A lei dece ser igual para Zoilos.Segondo esta*
mareado pelas posturas municipaes, uinguein tpodt-
n' ler aberlo os seus estabelecimenlos ;salvo aqael-
li'S qae se acliam exceptuado, pelas rmsmas puslo-
M) nos domingos e das santificados e como lie que
carias leudas de barbeirot que exlslein, urna na es-
quina da ra do Aragao, o oolia na roa do Rosario
da Boa-Vista, nao so abrem as portas, como barbeam
e corlam cabellos como -uceo leu no domingo 18 do
crrenle ".' Acaso o Sr. fiscal nao leria seienea dessa
inlrarrao '.' Concedamos ; mas ao menos fique na lo-
lolligencia de qae islo se pralica, e que convem que
>j obste, para que por csse modo vinha |ser a lei i-
gual para lodo.
/-..-..,, iraaue..Como na que um cerlo labernel-
ro dos Qualro Cantos na Boa-Vista, ronsenleque em
sua taberna se rena grupos de negras pora proferi-
rein em vozes altas quantas palavras obscenas Ihe
vem aos bestuntos'! I'or ventura na Uiahanca de
ua taberna nao havero baailia* que devem ser res-
i eilailas ? Nao Ihe merecer' consi)erac;ao alguma
essal lamilia'.' l'uis saiha qae quan Jo o dono da la-
lierna nao providencie para qua fados dei>a ordem
nao se reproduzam, a polica inlertira', e bem he
que n.lo deixe chsgar a tanto.
O vapor nacional uPersinunga sabido a 17 do cor-
leute para os portos du lu, levou a seo bordo os
esuinles paisagiiros ; sendo :
Para Tamandarc : Joao Paulo da Suata, Antonio
los Santos Pinlmro 1 escravo, Jofio Cavalcanli M.
luniorel criado. Pao de Amorim Salgado J-
nior e I escravo, Francisco do Ue^o Barros Coia-
beira, Firmo Candido da Silveira, Jo3o Mara Cisa-
le Pedra : Manoel Dia Xavier. Para Barra Grande:
l.'edro de Alcntara Buarque e doa> escravas, An-
lonio do Reg Pinheiro, Fr. Jos da S. Jernimo,
Tilo Antonio de A. Porto Carreiro. Para Maceiu' :
Padre Manoel Pereira da Asiumpc3o.
Hospital de taridadt.Exisliam no da 17 de
abril 17 hoinens e 32 maliieres tratados pela cnda-
le, 11 homens c >\ mullieres que pagam a casa o 8
praoas do carpo de policaTotal 89.
Mortalidadc do dia 17 de abril.
Lourenr.0 prrlo, e>cravo, iolleiro, :iO annos, di-
arrhea.
Fortnalo, branro, 18 mezer, convuliSes.
Manoel Ferreira dos santos, pretu, iolleiro, 3j an-
nos,.anasarca.
Paulo da Oliveira Borges, pardo, solleiro, 33 ali-
os, pneumona.
l.ma crianza, branca, cinco minutos, espamo.
Maria, pela escrava, soltura, :>i auuos, indiges-
tao.
Mara, branca, 5 annos, convuUOes.
Joao Baptisla Serfico de Assis Carvalho, branco,
iolleiro, -2~i annos, phlhistea.
Claudina Maria da CjuceicHo, parda, casada, 33
annos, liydropesia.
Francisco, pardo, 1 anno, moleilia inlema.
Mara do Carmo, prela, viuva, OU anuos, estupor.
Antonio da Assumpcao, pardo, casado, jOanuu,
frialdad*.
Francisco, branco, 2 metes, cnnvulse.
Joao, pardo, 9 uiezes, convulses.
Jos Baposo, prelo, iolleiro, "i annos, mo'estia
chiouica.
18
Pedro, cabra, 11 mezes, broncliiles.
Mana Francisca da Conceiro, parda, lolleira, 22
annos, bexigas.
Luiza Joaquina da ConceicSo, prela, viuva, UO an-
no, phthisica.
Pedro Antonio Teixeirn Guimaiae, branco, casa-
do, II anoo, phlhistea.
Amaro, pardo, 1 anno, convolses.
Acacio, pardo, 3 metes, gaslro interele'.
Mari, preta escrava, sollcira, 12 anuos, diarrliea.
Pastora, branca, i anuos, bexigas.
Maladouro publico.Malou-seno da 17 para
consumo do da 18 de abril, a saber :
Dada a hora, o Sr. presidente ilesigno para a or-
dem do da de boje, primeira disrusaao dos projectos
'i". 10, 28, i) a Ut, secunda dos ns. 8 00, todos
du anno passaJo.
I.cvaulou-ie a tnto as 2 horai da tardi.
QmMtS<<**'*
Barca norueguense BorgunJ, viuda de TrittU
consignada i H. O. Bieber & C, mamfestou o se-
guinte :
4,430 barricas fariuha de trigo
tarios.
BriguelismhurguezNen El, vndo de Terra Nova,
consignado a Sauuders, Brothers k\ C, manifeitoa o
seguinle :
2,919 barricas bscnlho ; aoi mesmos.
Iliate nacional Duvidosoo, vindo do Aracalv,
manifesloa o seguinle :
402 saceos cera de carnaubi, 8 ditos farinha de
mandioca, 2 calas velaa de carnauba, 1 caixao ra-
paduras, 28 molhos coorinhos, 20 dito esleirs,
1 embrulho peanas 1 fardo 1 birrica vauooras;
ordem.
Male nacional "Estrella d'Alva, vindo da Ba-
bia, manifestoo o seguinle :
1. ilHI alqueires farinha de mandioca ; a' ordem.
Brigue nacional rillcrcolese, rindo do Rio de Ja-
neiro, manifeslou o seguinle:
200 pipas vasias, 100 voluntes barricas abatidas,
1 caixao peixe em conserva; a ordem.
Brizne nacional "Imperador, vindo do Rio de
Janeiro, manifesloa o seguinle:
'r.ii"i arrobas de carne secca ; a' ordem.
Lancha nacional Flor do Rio raude, vinda do
Kio lirand* do Noria manifeslou o seguinle :
,>80 saceos assucar; a' urdem.
CONSULADO UERAL.
Beudimanlo do dia 1 a 17. 3i:630:tl3
dem do dia 19....... 6:959 Navios entrados no dii 19.
Bn de Janeiro|i> das, hrigue inglea kdpie, de
toneladas, capilao H. Bullcy, eqaipaEein II,
PIUCA DO RECHE 19 Di MARCO AS
3 HORAS DA TAHE.
CotacOei offieiaes.
Cambio sobre Londres25 d. !>n d|T.
Combio sobre Paris^100 rs. por franco 90 djv.
Cambio sobre liamburgo720 por m. b. 90 d|V.
Descont de letrasII e 12 0|0 lo anno.
P. Borges, prndente interino.
L. Dubourcq Jnior, tecrelarlo interino.
CAMBIOS
Sobre Londres, 25 3|4 d. por 19 i 90 d v.
t Paris, 38(1 n. por fr.
t Lisboa, 105 a 110 por canto de premio,
(jeseontode leltras, 10 a 12 por rento.
OTROOneas hespanholas. .
Ditas mexicanas.......
Pujade 69100. .
Moedas de 96000 .
Dil i- de 209 ... .
PRATA.Patacoei brasileiros. .
Hilo eolumnarios. .
Ditos mexicanos .
ALFANUEA.
Randimento do dia 1 a 17. .
dem do dia 19......
Descarregam hoj 20 Je abril.
Barca inglezaJohn Marlinmsreadoria*.
Brigue inglezTassobacalhao.
Brigae ingletAerleymercaderil.
Ecuna riinamarquetaAgircarvao e carnelo.
Galeota llollandetaAlma Touidiversos ganeros.
Sumaca hrasileirallortenclalumo e charutos.
MOVIMENTO DA Al.lANDEGA.
Volames entrsdos-com fazemlas .... 7"i
com gneros .... 227
309000
319000 33*1 DO
I79UO0 18COO0
93IM)
205O0
29080 29100
fflOSO 29100
19800
. 212:151*915
5: MI92I9
217: 1531464
17
carga lastro ; a Saunders llrulhers <.V C- l'eileuce
a Ierra Nova.
Acancii25 das, hiale nacional aSabrds, da 155
loieladas, rapilao Antonio fe. Loureiro, equipa-
eein II, carga farinha de mandioca e s la ; a C
C. da C. Moreira. Perleure no Peni.
Navios .alud s no mesmo dia.
Ceariilliaie nacional Serclpano, capiao II. Joic
Vioira da Silva, carga farinha de trigo e mais ge-
nero. Pageiros, Alodio N. P. de Lira, Manoel
L. A. doi Prar.eres, Joao F. da Conha e 1 criado,
Jos C. do Monle.
PirahibaSumaca bcpanhola Eulalia, capitn
Ja; ne CMI, em lastro. Passageiro, Anlonio Ro-
dritue M. Ferreira.
Liverpool p r Maeelo'Barca ingleza Imogene, ca-
pi.io W. William, carga aucar.
LisboaIlrigao porlagac Eunco, capiao Lucia-
no N.da Conceic,.1o, raiga assucar, rourui eoulrr
gneros. Paageiro, Domingo Francisco da Cruz
c Francisco A. Yeigai.
Paral ibaSumaca hespanhola Carlota, capiao I.
Maridanx, em latir.
38:589953
Volames sahidos com (azendas
aom gneros
Total
Total
302
118
171
--".12
Compauhia das carnes verdes.
Bicardu Romualdo da Silva
Duarte............
Souza Lima.........
Jacinlhi...........t
Soma Tavares.......
Sosia IJueiroz.......
I.uit de Queiroz......,
Moreira...........
Jal* Nepomuceno.....
Marlinho..........
SU b
10
8
Total.
93 bois.
Dia 18.
Maloo-'e no dia 18 para consamo dn dia 19 do
crrenle, a saber :
Cumpanhia das carnes verdes.......12 bois.
Ricardo Romualdo da Silva........10
:\1 uiuel francisco de S^ur.a Lima. 8 1
Duarte....................8 >
Jarinlho..................U
Souza lavares................1
Sonta uuem/...............3 .
I.uit de Queiruz..............3
I.uit Moreira de MeuJonr-a......... 3
Joio Nepomoceno..............2
Francisco das Chagas............ 1
Total. 9(1 bois.
Ale amanh'ia.
IMPORTACA'O.
Itriguc inglez Pliantou, vindo de Terra
Nova, consignado a Johnston Pater nifeslou o seguinte ;
2:900 barricas bacalhao ; aos consignata-
rios.
2 caixas salrno, 2 diUs lagostioha ; ao ca-
pitfo knight.
l'atacho dinatnarqucz F.gi-, vindo de Lon-
dres, consignado a liotiie & liidoulac, mani-
leston o gpguiole :
150 barricas corveja, 50 barris cemento ; a
K. II Wyatt.
30 barris alcantriio ; a James Crabtree
& C.
50 caixas queijos, 50 ditiscerveja ; a F.
Gomes de Oliveira.
50 gigos chsmpanhe ; I asserro & Tisset
4 C xas chapeos deso do algodiio, 1 dita
ditos de seda, I dita lencos de dita, 1 dita li-
gas de dita, 6 ditas sellins ; a ordem.
1 ciisa nielas de algodilo, 4 ditas chapeos
de teluro, t dita um carro ; X. C. de Abreu.
4 caixas objeclos de escriptorio; a Sergio
T. de Macedo.
f caixa duas espingardas; a L. de O.
Lima.
123 toneladas carrito de pedra ; aos con-
signatarios.
II al.; nacional Novo Olin la, viudo do Assu
e Cear, manifestou o segu.nte :
->-i al<|uelies de sal, 50 .-arcos f.innii i de
mandioc, 10 ditos cera de carnauba, 4 ditos
gomma de mandioca ; a ordem.
Brigue inglez liarless, vindo de Liverpool,
consignado a Sauuders Brothers & C mani-
festou o seguiute :
437 barris plvora, 50 ditos manteiga, 100
ditos cerveja, 8 caixas cassas, 10 fardos la-
zeodade imito, 100 saceos arroz, 114 gigos
e 1 cesto louc,a, 40 looelladas carvao de pe-
dra : aos consignatarios.
2 fardos Iones, 4 ditos Oo de vela, 9 ditos
fazenda de linho.^a ditos o 8 caixas dita de
algodo, 1 dita objectos de escriptorio ; a Pa-
tn, Nash i\ i'..
2 caixas fazenda de linbo ; a J. Keller & C.
6 fardos fazenda de algodao : a Johnston
Pater & C.
2 caixas dita do dito ; a Soulhall, Mellors
& C.
150 barricas cerveja ; a Adamson Ilowvie
& t:.
50 barris manteiga; a James Ryder cv 0.
12 caixas fazenda de linbo e algodiu ; a
llenry (iibson.
30 caixas e '.llardos fazenda de algoJio,
2caixas dita de 13a, 4 ditas meias de algo-
do ; a James iTabtreect f.
.'i fardos pannos 8 gigos e 1 barrica Iouc,
1 barril vinlio, 4 ditos vinagre, 2 caixas bis-
coitos, 1 dita salmao, 2 ditas cha, 1 dita quei-
jos ; a ordem.
40 tachas de ferro, 12 caixas, 54 cylindros,
18 carretas, C rodas etc. macniuismo ; a 1).
\\. I', unan
45 lachas do farro, G caixas, 18 cylindros,
14 rodas etc. machinismo ; a S p. Johnston
77 toneladas do carvo ue pedra a Scoll,
Wilson & C.
Patacho nacional Santa Cruz, vindo do
Maranhao. consignado a U. C. da Costa Mo-
reira, manifestou o seguinle ;
U50 saceos familia de m>nJioca, 50 enca-
pados tapioca, 120 meios de sola ; a Joao da
Silva Regadas.
50 saceos farinha de mandioca ; a Manoel
Pereira Castro.
290 aitos dita, 50 saceos arroz graudo ; a
ordem de diversos.
Sumaca nacional llortencia, vinda da Ra-
bia, consignada a Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo, manifeslou o seguinte :
2 caixOes fazenla de seda, 2 ditos chales
de merino, 1 dito fazenda de seda e algodao,
5 barris vinho ; a Schapbl ;ilin \ C.
2 caixas cortinados de il<\, 1 dita cortes
de seda e algodao, 1 dita riscados de seda o
algodao, 1 dita palitos e colletes de seda e
algodao, 2 ditas cassa lavrada, 20 caixes e
8l6caixinhas charutos, 80 fardos fumo, 890
saceos familia de mandioca, 2,600 quarti-
nhas ; a ordem.
1 caixao charutos ; a J M.
1 dito Jilos ; a Manoel \ntonio It. Jnior.
9 fardos fumo ; a Ferreira ,\ Martins
Vapor nacional Persiuuiiai>, viudo de Macain
manifeslou o seguiute :
139 saccoi asiocar : a ordem.
Escuna oldcmburgueza aAlma & Too), vinda
de Genova, cousigu.ida a Basto & Leinoi, mauiles-
luii o seguinle :
r,H0 barucas farinha de Irise, 17 ditas castanba
fresca, 30 ilitas alpisla, 265 saceos Trelo, 2
DIVERSAS PROVIHCIAS.
Itendimentodo dia 1 a 17. I:03lf.l8
dem do dia 19....... 29669
1:5)15317
DESPACHOS DE EXPORTAgAO PErA~MESA
DO CONSULADO DE8TA CIDADE NO DA
19 DE ABRIL DE 1858.
Lisboa Barca porlogueza Maria Feliz, Viuva
Moreira Filho A. C, 50 saccot assucar.
LisboaPatacho portuguez Micha'elsmeo, L. J. de
Sa' Araujo, 9 saceos gomma.
I.i-boaRrigoe porluguez Viajando, Amorim Ir-
mtos, S00 saceo assucar.
PorluBrigue porlogoez S. Manoel 1 i, diverns
carregadores, 300 saceos a.sucar.
Porlo Rarca porlugueza l.imj I, diversos car-
regadores, 4 barricas assucar.
FayalEscana portugaeza Rainha dos Acores,
Rarroca & Castro, 2U pipas cachaca.
GenovaBrigue porluguez Lusitano, Paln Naih
& C, 1,000 laccoi assucar.
GenovaBrigue sirdo Daiuo, Raslo Lemo,
209 couros lalgados.
GenovaBrigue sueco W. Termeden, Whalely
Fnriler & C., 800 laccoi assocar.
CanalBrigue inglez D Anna, Whalely Forster
& C, 000 saecos assucar.
GibrallarBrigae dimmarquez Absalon, N. O.
Bieber A C, 800 saecus assucar.
CanalHrigue inglez Hesolotiono, Soulhall Mel-
lors, 1,470 saceos assucar.
HavreGalera franceza Adele, divem carriga-
dores, 700 saceos assocar.
EXGPORTACAO'.
Para' com escala pelo Maranhao, hiato nacional
"Lindo Paquele>, de 205 toneladas, eondozio o se-
guinle : 913 barriquinhas coro 4,013 arrobas a
18 libras de assDcar, 458 barricas farinha de trigo,
20 dilas especiaras, 50 dilas bolarhinhas. 1 dita
azeile da palma, 9 dilas charatas, 32 parafuios, ,',
canlia, 2 cruzetas, U tachas de ferro, 3,000 cocos
com casca, 1 caixa luva.
RECEBtDORlA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAF:S DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 1 a 17. 9:075j)U27
Idein do da 19....... 1.120528U

S 5--
sj 2. e
III
5 ES J
c- ~ te m
i*
= ~ a. = 3
I/orai.
= q' o 3 Atmo*phtra.
B7C PJ C Direct;ao.
es IiKenii-dsne.
8.8SSSi8c Onligrado 8 3 3
PKjSBg. lle.'umuT.
8S32g. Talirenheii
gissaa. Ilijgrometro.
. ri ri -'
~\ =-! -i 3
e
Barmetro.
W
C3C
-:
l
r-o
sobrado, quasi lodo demolido da esquina da
ra do l.ivramento, perlxnrentc i Joaqnim
Jos de Miranda, llnrnaido Josede Miranda
e oulros herdelroa do rasal de Joaqnim Jos
de Miranda, arompanhando a proposta a
planta do lugar extrahida dada cidade, que
designa a demolieo do referido predio.
Paco da cmara municipal do Recife em
sessilo de 1 do abril de 1858 Joaquim Lu-
cio Monteiro da Franca, pro-presidente.
Manoe! Ferreira Accioli, secretario.
- O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumplimento da resoluto da
junta da fazenda, manda fazer publico, que
no dia 6 de maio prximo vindouro, vai no
vamento aprac.a para ser arrematada a quem
por menos lizer as obras abaixo declaradas
9.- I.anr.id.i estrada da Baca-
da avahado em
l.an;o da estrada do norle en-
tre a cidade de Goiauna e a pon-
te do Bujary,avahada em
E para constar su mandou aflixar
sent e publicar pelo Diario.
Secretarla da thesouraria provincial de
l'ernambuco 16 de abril de 1858.O se-
cretario,
A. F. da Annuncia^ilo.
lie ordem do F.xm. Sr. director inte-
rino Dr. Pedro Aulran da Malla e Albuquer-i
que, lico publico, que no se tendo eflec-
luado o concurso nnnunciado por edita I de
19 de maio do anno lindo, estao marcados
mais seis mezes, entilados da dala desle,
para a inscripto dos que preten lerem con-
= correr ao lugar vago de lente subslituto.de^- laur" da Costa
- ta Faculdade de Direito do Recife. Pelo
que iodos os prelendentes ao dilo lugar se
pdenlo a presentar desde j na secretaria
desla faculdade para inscrever seus nomes
16.912,000
14:6521000
o pre-
ITMlE'jTl
SANTA ISABEL
H-" RECITA D\ SSluYVliPI
EM PREZ AGERMANO.
TERCA-FEIRA, 20 DE ABRIL.
Subir* a' scena, pela primeira vez, o eicellente
drama em I aclos, 1 prologo e 1 epilugo, origi-
nal porluguez, que se intitula :
o,

T: OS c a = r|3 llora'.
9 e 2 3 B g ^ O e Atmoiphera.
= = W Direcro. *v
= es Intensi-dade.
es t> x es Centgrado 3 O i
es V w Ktaomur.
S S 9 s s Fahreiiheil
88833. Ilygrometro.
-i-i-i sisal e'oP llarometro. 1
^UrntS.
10:195:913
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 1 a 17.
dein do dia 19.
30!738a339
3I5S67I
31:111^010
DENOMINACAO DOS ACTOS.
Prologo.A despedioa.
Aclo i.A miseria.
Aclo 2.-O Agila.
Aclo a."A lednrcJIo.
Aclo 4.'Fome e deiepero.'
Epilogo.A l'ruvidencia !
I'ersonageni. Adore!.
Bernardo da Costa, empregado pu-
blico ......... Senna.
I). Maria da Coste, sua mullier. D.Joanna.
oela.
Sea
Roberto da Coila. I
Carlos.........Ii'rmano.
a moiuer. i, juanna
( D. Manoe
eos lilbos <
( Silvestre.
^d;,m.;h!1<."rrenle,s,l,,oras,:i'0''-
Leilao
Quinta-feira 22 do cor-
rente.
PELO AGENTE
Pcstana.
Almei.la Gomes, Alvesix, (i,, por interven-
an do agente Pestaa e por conta de quem
pettencer f.rDo leilSo quinta-feira 22 do
crreme pelas II horas da manlia no ar-
mazcm do Sr. Annes defronte da alfandega
!,'bb:aa:deedf;;sdecomdree'8ditasde*
LEILO
cor-
Thimolhen da Silva 0 Apiola). I. shna.
no hvro competente: o que Ibes he'perm'.': ."trS '.......Ai.e. ri. Araajo
tido Inzer por procurador, se estiverem a Margarida.......
mais de 20 leguas dcsta cidade, ou liverem
justo impedimento. Eonenia.......
.S3o obrigados, porem. a presentar do- Anlonio, criado do Agiota .
cumenlos que moslrem sua qualidade de A a;io passa-ae em Lisboa.
cidadSo brasileirn P H n,, eiit----------- O prologo em ISI3.O 1 arlos
II /indo.
II. Carmela.
Santa Ron.
e o epilogo, dos
uaptismo, folha corrida do lugar de seus do-
micilios.e diploma dedoulor por urna das Fa-
cuidades de Direito do imperio, ou publica
forma.juslificandoa impossibilidade da aprc-
seulaQaodo originare na mesma occasiao po-
dero entregar quaesquer documentos, que
julgarem conveiiienles.ou como titulo de ha- i
bilit-.gao, ou como prova de servidos pres-'
lados ao estado, humanidade, ou a scien-
cia, aos quaes se Ibe dar recibo: ludo de
conformidade com os arts. 36 e 37 do de-
creto ii. 1386 de abril de 1854, e 111 e se-
guimos de d. 1568 de 24 de fovereiro da
lodo*
E para que chegue ao conhecimento de
lodos mandou or/esmo Exm. Sr. alllxar o
prsenle, que sera publicado pelas lolbas
desta cidade e da corle.
Secretaria da Faculdade de Direito do Re-
cife 16 de abril de 1858.Dr. Joaquim An-
tonio Carneiro da Cunta Miranda.
um aclo, ornada de msica
CiDAljlAL PABA 0 QUE NISCEIJ.
Camctarn' as 8 horas.
Os bheles acham-se a' venda no escriptorio do
theatro.
teuitta 9>$fi
PALTA
do> preros carretiles do ai titear, aigod'io, mai<
genero* e producres naeionaet que te dr-pa-
chatn na nica do comuiado de l'ernambuco
na semana de 19 a 21 de abril de 1858.
Assucar branco.......Gy
o mascavado.......... o
d refinadu........- o
Algodao em pluma de 1." sorte i>
DDO 2.* o o
o D )) o 3." o o
d em enroco.........o
Aguas ardenlesalcool, ou espirito
d'aguardcnte. .
de cachnca .......
o de caima.......
distiiada do reino. ,
ciliada
34300
2;500
Sal 20
8501
S-IOI
78700
25125
Genebra
i>
Licor .
caada
botija
caada
garrafa
... r..l> .
urna
um
D

s
cento
ccnlo
.
Ira
Arroz pilado............
o em casca.........
Ateuc ue mamona......
o mendebio de coco.
o de pcixe ....
Aves araras .......
papagaios.......
Periqoitus............
Bolachas............
Biscoitos............
Cacau.........., .
Cachimbos......., .
Caf boro............
em grao restollio ....
i> com casca.........
a moido...........
Carne secca ..........
Cera de carnauba em pao. .
em velas.........
Charutos bons.........
< ordinarios ......
> regala e primor .
Cocos seceos...........
Couros de hu salgados .....
o seceos ou espitados. .
verdes..........
o de onca ........
n n cabra corlidos .
carneiro.......
Doce de calda.........
i> gciaba........
seceo ..........
jalea ..... ......
Bspanadorw grandes.....
pequeos.....
Esleirs de preperi......
Estopa nacional........
> eslrangeira, mao d'obra
Fariuha de ararula......
o millio......
i mandioca.....,
Fcjao.............
Filmo em rolo bom.....
i) ordinario.........
i) em fulha bnm......
a ordi naiio ....
i> n restulho.....
iiciimlire...........
domina............
Ipecacuanba.........-.
l.cnha de adas grandes ....
b o pequeas..... >.
u i> i> trus....... i.
l'ranclies de amarello de 2 costad, s um
o louro......... o
Costado de amarello de 35 a 40 p. de
c 2 ; a 3 .!, 1.....
s de dilo usuaes....... ,
Custadinho de dilo........ *
Suaiho de dilo........... o
Forro de dito........... i>
Coflado de louro......... a
Co9ladinbo de dilo........ .
Soalho de dito...........
Forro de dilo........... o
i) cedro.......... >'
Toros de tatajuba.........quintal
Varas de pereira.........duzia
> aguilhadas........ ,.
quiris..........
Em obras rodas de sicupira para c.
1*110
9580
B640
S(K)
pHOi)
;280
?9li0
300
isiaii
alqucire 3-3000
caada 1*820
2|240
n 2;-'iii
loooo
3S00
laoou
4.5MO0
8-0110
5B500
milheiro tOO
arroba 5&4O0
o 4-JUH)
b 45000
B 99OOO
B ti.JIlOO
119000
13S001)
AjtlOO
5800
21500
550(1(1
9180
3200
I30
155000
3100
?ioo
C"i()
WOO
IfTJOfj
1800
29500
1i03
MiH)
I36OO
I9OOO
.I5OO
2S500
. Alqueirc 6950O
alqucire BfOOO
Olllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da ordem do
Exm. SrJ presidente da provincia, manda
fazer publico, que no dia 29 do corienle, pe-
ranie a jonta da thesouraria, se ha de arre-
matar ti quem por menos lizer a obra dos
reparos da ponte de Goianna, avahada em
:032o r.i.
A arrematarlo ser fcila na forma da le
provincial n. 343 do 15 de maio do 1854, e
soh as c maulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
romataijflo comparesam na sala das sessOes
da mesiiia junta no dia cima declarado pelo
meio dia competentemente habilitadas.
E para constar se mandou aflixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.-
Secrelsria da thesouraria provincial de
Pecnamb jco 8 de abril de 1858. O secre-
tario,
A F.da AnnunciiQilo.
Clausulas especiaes para a arrematado.
1. Os concertos da ponte de Goianna, na
importancia de 3:472 rs., serSo feitas de
conformiiiai'" o (nuiuiiu apruseuiauo ao
Exm. Sr. rresidenlo da provincia.
urna
.
.
a
alq. 2 a
crnlo
eixos
Mel..........
Milho........
Pedra de amular .
b b llrar .
i b rebulus .
Piaaaava em molhos.
Poulas de boi .
Sabao ........
Salsa parrilba .
Sebo em rama .
B
par
lll-'KIll
5000
12.; H
8900U
6a400
251KN)
I98O i
329000
2-; 5no
15500
12. KKI
359000
259000
4.5CO0O
205000
luSdUO
129000
79000
129000
105000
ti5( M)
49OOO
49000
19280
IjSK)
1-.I--II
19280
3O9O00
2O9OOO
300
2. O arrematante dar comego a obra no
prazodeum mez, ea concluir no de seis,
contados ca dala do contrato.
3. Se durante a execugSo da obra, verifi-
cav-se qno existem mais |.eQas arruinadasdo
que as que menciona o ornamento, o arre-
matante o ommunicar immedialamente a
repartieflo das obras publicas, afim de ser
sutorisada a collocagiio de taes perjas, sendo
o seu valor pago Tora do contrato, e pelos
presos do ornamento.
4. O arrematante sugeitar-se-ha na exe-
cuqSo dos t-abalhos as prescripces do en-
geoheiro.
5. Para ludo o que n5o estiver qui dis-
posto, segur-ae-ha o que dispc a lei pro-
vincial n. 286Conforme.-O secretaiio,
A. F. da AnuunciacHo.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia de 2 do
corrente, inunda fazer publico, que no dia
29 de abril prximo vindouro, perantea
junta da fazenda da mesma Ibesouraria se
hade arrematar a quem por menos fizer a
obra do empedramento do 5.- lsnco da es-
trada da Escada, avahada em 9:5489 rs.
A arrematado ser feita na forma da lei
provincial n. 343 de 15 de maio de 1854 e
sobas clausulas abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arre-
matacao comparecam na sala das sesses da
mesma junta no dia cima declarado, pelo
meio dia competentemente habilitadas.
I.paia constar se mandou allixar o pre-
sente e publictr pelo Diarlo.
t^ecreiaria Ja thesouraria provincial de
Pernambuco 17 de margo de 1858.O se
cretario,
A. F. da AnnunciacSo.
Clausulas especiaes para a arrematarlo.
1. O empedramento do 5- lango da estrada
da Escada ser feita conforme o ornamento
approvado pela directora em conselho.e sub-
meltido.a approva(3o do Exm. Sr. presidente
da provincia importando em 9-548/ rs.
2. O arremal.inle dar cometo as obras no
prazo de 311 dia.', e as concluir no de 10 me-
zes, ambos contados como de'ermina o art.
31 do regulameuto das obras publicas.
A importancia da arrematarlo ser paga
em qostro prestaces, sendo a quarla da de-
cima parle do valor total, e paga quando fi-
zer a entrega definitiva, e as tres primeiras
a proporcSo que o arrematante lizer ni.'
tergo, o 2.* dito, c a entrega provisoria da
obra.
4. Para tudo o mais que nSo esta deter-
InspeccSo do arsenal de marmita.
Autorisada esta reparti(So a contratar o
forncci ment de bom cemento para as obras
do tnelhoramento do porto, vindo da Euro-
pa, na quanlidade de 5 a 6.000 barricas, en-
tregues as pocas que se convencinar, a ul-
tima nao excedendo do mez de dezembro
do corrente anno, mauda o lllm. Sr. inspec-
tor fazer publico, que elecluar dito con-
trato no dia 2o do corrente, com quem mais
vantagem offerega fazenda, a visla de pro-
postas em cartas fechadas exhibidas nesse
mesmo dia at as II horas da manhSa. Se-
cretaria da inspecciio do arsenal de marinha
de l'ernambuco em 10 de abril de 18581O
secretario, Alexandre Rodrigues dos Anjos
- ooselho administrativo do patri-
monio dos orphos tem de por em basta pu-
blica, na sala de suas sesses, no dia 2-2 do
correnle, o arrendamento de ums parte das
casas do memo patiimonio, abaixo mencio-
nadas, por tempo de um anno, que lera de
de-correr do 1 de julho prximo futuro a 30
de junho de 1859, segundo o que dispOem os
artigos 28 e 29 dos estatutos em vigor, a
saber :
l.arcn dn r .-ruwtjiu 1 segundo andar da casa do sobra-
do do mesmo numero,
dem idem. J.oja pequea do mesmo so-
brado.
Ra do Collegio.
Numero 2. Casa de sobrado de dous andares
Ra do Crespo.
iNumcro 3. Casa da sobrado de tres andares.
Largo do Paraizo.
Numero i. Casa de sobrado de dous andares
Ra das Larangeiras.
Numero 5- Casa terrea com solo.
Ra do Rangel.
Numero 6. Casa terrea.
Praga da Boa-Vista.
Numero 7. Casa de sobrado de dons andares
Ra Vclha da Boa-Vista.
Numero 8. Casa terrea.
Ra da Gloria.
Numero 9. Casa de sobrado de um andar,
com cocheira separada.
Ra de S. Gongalo.
Numero 10. Casa terrea.
dem II. Dita dita.
Ra do Sebo.
Numero 12. Casa terrea.
Ra dos Pires.
Numero 13. Casa terrea de mei'agua.
Ra do Rosario da Boa-Vista.
Numero l Casa terrea.
Ra da Cadeia do Recife.
Numero 17. Casa de sobrado de 2 andares
Ra da Madre de Dos.
Numero 22. Casa de sobrado de um aniar.
1 lem 24. Dita dito de dous andares,
dem 25. Dita dito de um andar.
Os licitantes hajam de comparecer com
seus fiadores ua sala das sesses do mesmo
conselho, as 11 horas da manhaa do mencio-
nado dia 22 do correnle.
Secretaria do conselho administrativo do
patrimonio dos orphaos 15 de abril de 1858.
Dr. Vicente Pereira do Reg.
Secretario.
O fiscal da freguezia da Boa-Vista pre-
cisa de serventes para picar pedras para os
reparos do aterro da mesma freguezia : a
tratar com o mesmo fiscal na ra do Mon-
dego, em casa de sua residencia. O fiscal,
Thomaz Augusto de Vasconcellos Albuquer-
que MaranhSo.
SUBDELEGCIA DO RECIFE.
Foi hontem preso pila subdelegada do
COMPANHIA
de paquetes inglezes
a vapor.
Al o dia 21 desto mez espera-se do sul o
vapor Avon, commandante Rivclt, o qual
depois da demora do coslume seguir para
5outhampton, tocando nos portos de S Vi-
cente, Tenerife, Madcira e Lisboa, para paa-
sageirosetc. trata-secom os agentes Adam-
son llowie \ C ra do Trapiche Novo n. 42.
N. h. Os embruihos so se recebem at 2
horas antes de se l'echarem as malas e de-
pois mais urna hora, pagando entao um pa-
tac3o alem do fretc.
Para Lisboa.
Preten.lo carregar e sabir com brevidade
o brigue portuguez Viajante, capilflo J0S0
Xavier da Fonscca, por ler maioria do seu
carregamento prompto : quem no mesmo
quizer carregar, ou seguir de passagem para
o que tem bons commodos, poder enten-
der-se com os consignatarios Amorim Ir-
mSos, ra da Cruz n. .'!, on com o capito na
praga do commercio.
i'ara Lisboa e Porto.
Segu com brevidade o patacho brasileiro
Constancia, de primeira marcha, para o res-
to da carga trata-sena ra do Trapiche n.
17 com Bastos & Lemos.
Para Lisboa pretende seguir viagem at
o ultimo do corrente mez a barca portu-
gueza Mtiria Feliz, forrada de cobre, de pri-
meira marcha, capio Zeferino Ventura dos
Santos,por so achar com meia carga a bordo
para o restante da caiga e, passageiros, para
o que lem excellentes commodos. trata-se
com Luiz Jos de Sa Araujo ou com o cap-
t.'io na praga.
Sane para o Araca.y na presente sema-
na, o hiale Duvidoso ; recebe carga, e pas-
sageiros : trata-se com Martins >\ Irmos,
ra da Madre de Dos n: 2.
Rio de Janeiro.
8egue com brevidade o brigue Hercules,
recebe carga : a tratar com Caetano Cyriaco
da C. M., na ra da Cadeia do Recife n. 2,
primeiro andar.
M raiiliao.
Segu na presente semana o patacho San-
ta Cruz; para o resto da carga Irala-se com
Caetano Cyriaco da C M na ra da Cadeia
do Recife n. 2, primeiro andar.
Aracalv.
/
O hiato Exhalago segu com brevidade,
recebe carga e pssageiros: a tratar com
Caetano Cyriaco da C. M., na ra da Cadeia
do Recifo u. 2, primeiro andar.
Para Lisboa
3
Terca-feira 20 do
rente.
PELO AGENTK
Pestaa
O agente Pestaa far leilSo terca-feira 20
do corrrnta pelas 10 horas da manh3a no
armazem da Companhia Pernambucana por
conta de quem pertencer
DE
2 mastros e 1 gurups.
Pegas de lona.
I escaler.
12 pegas de cabo novo de diversas grossuras
Leilo de vinho
Quiuta-feira 2'2 do cor-
rente.
PELO AGENTE
Pestaa
() agente Pestaa far Icilao quinta-feira
22 do crreme reas 10 horas da manhaa no
caes da alfandega
DE
25 pipas de vinho tinto.
Sftirt &.*>.m<0.
pretende sahir no dia 30 do corrente o bem
conheci lo brigue portuguez I.aii III : quem
nelle quizer carregar o resto da carga que
Ihe falta, ou ir de passagem, para o que tem dir'Ja-se a travessa do Dique,
excellentes con modos, dlrijam-se aos seus andar do sobrado do lanlpeSo.
consignatarios Francisco Severiano Rabello
v l'ilhos, ou com o capiao na piaga do
commercio.
Deposito ile sa(>&o, no Ur.
pro da sembl* n 9.
Neste deposito ha sabio massa, castanho
e prelo, sabio branco c anarcllo commuin,
por prego razoavel, dinheiro a vista
Sanio luz -- lographias de alguns
poetas e nomeus illustres da provincia de
Pernambuco, pelo c.immendador Antonio
Joaquim de Mello; obra que, alem de tratar
dos individuos, cujo ensaio biographico em-
prehende, e de apresentar as melhores poe-
sas dos poetas de que se oceupa, e algumas
ptimas do conselheiro Antonio Peregriuo
Maciel Monteiro, da noticias curiosase inte-
ressantes da provincia, e dos seus principaes
acontecimontos polticos, e inclue 77 docu-
mentos inditos, preciosos e uteis He o
tomo 1.-, formato e 300 paginas brocha-
Jo ; prego 53000.
-- Precisa-sede urna ama para o serrigo
de urna casa de pouca familia: ru ruada
Mangueira n II, na Boa-Vista.
f. SegR-fP, subdito inglez, retirase
para Inglaterra.
iiosrju-su saber se existe K luardo Fer-
reira da Cunha, natural de Villa Real, em
Portugal, e que esteve em Lisboa em com-
panhia de um mano, e este o mandou para
esta provincia, portan'o roga-sr-, que haven-
do alguem que tenha conhecimento do dito,
ou elle mesmo, se Im vivo, de se dirigir
Fora de Portas, ra dos Cuararapes n 16,
poisqueahi saber noticias de sia familia.
Precisa-se de urna criada porlugueza
para casa de pouca familia era Santo Ama-
ro, icidade nova;, em casa da Exma. Sra.
Marqueza do Recife.
- Perdeu-se o bilhete n. 314 da lotera
2reeSe^eV|eexl~hiramann;l". assignado no
verso por Joaquim .'enent., do Santos e
Carlos Ernesto M-squita FalciJo: pade-se ao
lllm Sr. thesoureiro o obsequio de nSo pa-
gar esso bilhete, caso saia premiado, sem
que os annuncianles se apresentem, provan-
do que Ihes peilence.
Lotera
DO
Gvmnasio
CORRE AMANHAA-.
Aos 5:000 e 1:000,?.
Acha-se anda venda as lojas do coatu-
me um resto dos muito felizes bilheles e
meios com a rubrica do abaixo assignado.
PorSalusliano de Aquino Ferreira.
Jos Fortunato dos Santos Porto.
- Vende-se urna barcaga que carrega 20
caixas, preparada de novo : os prelendentes
dirijam-se a ra Direita n. 88, segundo an-
dar, que acharao com queaa tratar.
--- Vende-se urna estrava de Angola, do
meia idade, muilo ladina e sadia, ptima la-
vadeira de brrela c sabdo, entende de todo
servigo de casa e ra : quem a pretender,
no segundo
Tara a Baha.
O patacho nacional San-Jos, pretende se-
guir al o fim da presente semana, tema
Luiz Jos de S Araujo, tendo de reti-
rar-se desta praga para Lisboa, deixa por
seus procuradores, para tratarem de todos
os seus negocios, seu mano o sr. Manoel
Jos de S Araujo, o Sr Jos Teixeira Basto,
c os Srs. Almei la Gomes, e Alves 6 C.
A.M\ DE LEITE.
ranada
alqueira UfiOO
. una jlliil
ooo
IjOOO
i*M0
ais
30*000
B000
1)
. um
ccnlo

I
ves Vianna, mas que o prelo aprsenla a co-
pia do testamento de sua senhora com esta
declarago'-entregue-se ao meu prelo Ma-
noel a sua carta de liberdade-
A cmara municipal do Recife faz pu-
blico, para conhecimento dos interesados,
e em observancia do art. 15 da lei provin-
cial n 129 de 2 de maio de 18U, que nos
termos do art. 18 da mesma le. lera ende-
minado as presantesclausulas.seguir-se-ha regado ao Esm presidente da provincia urna
nn'wfrde,elna "6">n.ento das obras pr^osta par S. Exc reconhecer a ulihda-
pubhcas.~Confn.me.O secretario, de da deslipropriagao do solo e riiin.s da
A. r. da Annunciagao. casa de sobrado da esquina da rua do L-
..._. ... vramenlo, perlencenle a Joaquim Jos de
- O llIm.Sr. inspector da thesouraria do j|irallda, Bernardo Anfonio do Miranda e
hrn P"c.'. ma"J P"-.out-osherdciros do casal do Joaquim Jos
SSffi e,T cumprimento da ordem do do Mir.nu8> cempanbando a p?oposla a
.w-m.i ?"r n3rT&]> lCm de scr Planta do lugar, extrahida da da cidade, que
ai rematado pelo Lempo de um anno, que,ucsiglla a Semoli^flo do referido 'q
Recite um prelo por nome Manoel," que di- bordo dous t.rgos de seu carregamento! Precisa-se de urna ama de leite ainla que
zem ser escravo do Sr. coronel Antonio Al- | prompto ; Irala-se com o seu consignatario | ^a_t85.r"v?.!_"*/"* -.. '-'vamento n. 33,
Antonio Luiz
Cruz n. 1.
de Oliveira Azevedo, ruada
ou na rua Augasta n. 3 C.
I) Clara Hegueira Duarte, viuva do
major Maximiano Franc seo Duarte, roga a
todas as pessoas que concorreram para a
subscripgo. que seu etnhado Manoel Fran-
cisco Duarte apresentou em seu nome, quei-
ram por favor annunciar por este jornal seus
nomes, e quanto se dignaram dar.
Precisa-se do um paleiro para fra
da cidade : a tratar na rua estreila do Ro-
: sario n 16.
Precisa-se de urna ama secca para "o
, servigo de urna casa de pouca familia : na
rua da Gonceigilo n. 46
-- Na loja de calgados n. 14, existe um
escravo cozinheiro para alugar-se.
Luiz Jos de S Araujo, tendo de rcti-
O vapor nacional Iguarassu' commandante rar-S2 para Lisboa, pode as pessoas com
Vntonio da Silveira Maciel Jnior dever 4uem tem conlas, de as .andar tirar.
companhia
Per ambiican .
vindo do Aracalv,
diario to tytvmmtuev.
Na aessdo de honlem, depoii di leilura do expe-
d.enlf, o Sr. Birroi Brrelo reclamou acerca de duas
inexaclidAes que ae dea na putdicac.9o da NliR i de
15 do correnle, em relacao a uo parle p ir elle' i. > cnapeo ne panm c iihuiii, 107 cooro Sd
dados quando orava o Sr. Ilrandao, stanjn Um em I nados, ->l pacotes peles de cal ra, 17 oixu velas de
nome do Sr. Ilarros de Lcenla, e oulro adulterado. 1 cera de carnauba, 35 saceos cera de dita, |7 d,i0j
No i'Diario.-, duse o Sr. barros Hrtelo, se 10, como I gomma -, a ordem.
145 pfai da miro, 1,850 palacSes braiileiros t
lie;paulici, 180 ditos da .lilo cutes oai;0es e 50 co-
lonos de ambos o aexm.
Hiale n.cional abxlialagilo
manii.-i"u o tegalnla :
1U saceos cera de carnnulm ; a J F. P. Vianra
15 ditos gomma de mandioca. -JH caixas velas de
carnauba ; a Jo-e Francisio de Si Luan.
11 saccoi cera de carnauba ; a Jos Joaqoim Seve
17 canal vellas de carnauba ; a Tasio A; Irmao!
2T1 meios de sola, 9 saceos cera de carnauba 1
dito | ennas ; a Gurgel & Irmao!.
51 aecua cera de laratotn; a A. L. P. Mello V C
175 chapoi de palha de carnauba. 107 conroi lal-
i|-ii| .jrin 12, carga sal ; a Maooel Alvet Guerra.
I'erlence a Pernambuco.
Parali ba2 da, hiele brasileiro nCi)iicec,ilo Mor
das \ iriu-ii-i:, de 2ti toneladas, capitao Alexan-
drino da C. e Silva, equipagem 3, carga loros de
mangue ; a Paulo Jos Baplista. I'erlence a l'er-
nambuco.
[navios saludos no me-mo dia.
Rio da JaneiroPaidio nacional Amazonas Ha,
capillo Joao Ilypolito do Canlo, carga aisucar e
agoardeme.
Para por MaranbaoPalhabola nacional Lindo Pa-
quete.., capiao Jo' Piulo Nuiio, carga farinha
de Irigo a mais generoi.
I.iverponl por MarinlioBarca insiera tlltflilia,
Capillo James Hervir- m, em lailro.
Rio Gran.lt do SulBarca brasiloira Marianna ca-
piao Lluriudo Jcsc do Carvallio ; cirga assucar.
do no dia 30 do dl:o mez de abril a urna
hora da tarde pe-ante a thesouraria. Os
prelendentes comparegam com seus fiadores
legalmcnte habilitados nu lugar do cnstume.
Secretaria da thesouraria de fazenda de
Pernambuco em 13 de margo de 1858 O o-
ficial maior, Emi io \avier Sobreira de
i Mello.
I A cmara municipal do Recife faz pu-
blico, para conhecimento dos interessados e
em observancia do arl. 15 da li provincial
| o. 12 de 2 de maiode 181, que nos ter-
mos do art. 18 da mesma lei, vai enderegar
ao F.xm. presidente da provincia urna pro-
posta pira S Exc. reconhecer a utihdadoda
desapropriago do .olo o ruinas Ua casa de
Provimento de armazens.
Ilollanda de Torro, covados 2 000; cola da
Babia, arrobas 2.
Fortaleza d* Itamarac.
Bandeira impciial de lilele 1 ; driga para
a mesma.
Quem quizer vender estes objectos apr-
sente as suas propostas em carta lechada na
secretaria do conselho, as 10 horas do dia "7
do corrente.
Sala dassessOes do conselho administrati-
vo para fornecimento do arsenal de guerra
19 de abiil de 1858. Bento Jos Lamc-
Lins, coronel presidente Jos An
mesm
menoies a essa quantia o serSo na gerencia
Avisa-se
ras de
jo-
ra
O mesmo navio ainda tem camarotes pa-
tamben, aos mesmos qu"e c-ldei- ^JJTffi^rSiS X** ^^
engenho. rr.oendas, alambiques ou P^VrTisso e nairi r T'l .
outros quaesquer objectos de muito peso ou : rPC"a m i' de muilo grande volume ser.lo conduz.dos l,'"'" P'-"" e IJ de lerragens : ... rua
por mar para o vopor a custa do carregador gu "!:'"'''J" ""* .
_______________ ________________. Pricisa-se de um porluguez, solleiro
'illo, e experiente no servigo de
$4U>&.
LEILA'O di: movis.
O agente Borja, eai u s'mi armrzem, rua
do Collegio n. 15, far leilo de urna infi-
nldade de objectos de difTerenies qualida
impossivcl
- dea. que fura impossivcl mencionar, os
tomo l-into. tenente-coronol vogal, servindojqu.es se acham patentes no referido arma-
ue secretario. |ztn., serio, sem reserva, vendidos: quin-
_ campo,
para leitoria de um engenho prximo a ca.
pital da larahiba do Norte ; a quem con-
vier dirija-so a cidade de Olinda, em o so-
bra lo da ladcira da Misericordia, que achara
, rom quem tratar.
- Aloga-ae para casa de pouca familia
urna esenva criojla, a inal sabe bem cosi-
ntiar c comprar, e be perita eugoramadeira ;
na rua Augusta, taberna n. 1.
>
!
I

a r
u ai


DIA1.I0 DE PERNAMBCO TERCA FEIKA 20 DE ABltlL DE 18b8.
\
ENSIFfO HttTICO
Do modo de escripturar os livios
PARTIDAS DOBRADAS
M. Fonseca de Me deiros, jttlgando-se con-
venientemente habilitado para leccior.ar a
escripluragSo commercal por partidas do-
bradas, tem resolvido abrir em sua casa
mu curso pratico da referida materia, o
qual durar duas horas de cada da ulil,
sendo das 7 horas as 9 da noite.
Minias pcssoas, que vivem entre nos de
pequeo commercio, fogent da escripia por
partidas dobradas,porque a julgam um com-
plexo de dllliculdaJes, que no vale apena
vencer para uro pequeo negocio. A parti-
da dobrada, dizem alguns, he so propria
para as casas de giosso trato.He lempo
poig de fazer dasapparecer I "o ridicula idea.
A escripturagflo que desojamos ensinar he
preferivel a qualuuer oulro methodo ; lie
Tacilima e conveniente a qualquer cslabele-
ci meato.
As pessoas que para este fim nos procu-
rarem a hora cima indicad, em nossa casa
ra do Padre l'loriano, sobrado de um an-
dar n. 5 serHo convencidas do quanlo temos
espendido.
Temos estabelecido a mdica quantia de
30gOOU como p gado ensna, que avallamos
conseguir em 20 lices, aquellos porem, que
careceretn de rhais, nos ss daremos gratui-
tamente.
Dos nossos discpulos, aquella que jul-
gr-se incapaz de aprender nSo receberemos
um real.
Desejamos fazer um serv eo ao commercio
e para a consecugSo de nossa vontade so-
bra-nos paciencia a desinteresas
Lotera
aa
9k l'recisa-se com rar una prela que
' seja moga, perita engommadera e
*f costureira e que n3o tenha vicios e
u. nem achaques, agradando paga-se
WMWOMO HllOMTHICO
1)0
OS MNIBUS.
E os senhores estudantes e empregados
pblicos
Entre mu i tos mclhoramenlos que tcm tido
nestes ltimos annos a nossi bella e espa-
gosa capital, nao he dos menos uteis o es-
tabelecimcnlo do mnibus, que tem posto
em continuo contado esta cidade e seus ar-
rabaldes a ponto que os proprios emprega-
dos publicas e commerciantes podem boje
cora um mdico dispendio habitar com suas
familias nesses arrabaldes tilo saudaveis co-
mo piltorescos ; gragas ao genio activo e
eraprebeuduJor do Sr. Claudio Duhcux, que
nflo se ten poupado a despezas neui a en-
coinmodos para bem servir ao publico, sen-
do os seus mnibus nao so muito aceiados,
mas mui bem servidos. He pena porem que
esta empreza digna de ser animada, tenha
como que ate sido perseguid', pois dSo he
possivel nsistir s despezas de multas por
d c aquella palha por infracgSo de postu-
ras, que terSa sido dictadas no intento do
bem publico, mas que de facto so fazcm
mal empreza, como por exemplo essa que
exige cavallarigas tilo vastas que niio ha lu-
cros que cheguem para pagar seus aluguc-
res, como se nao baslasse que fossem atoja-
da.s e limpas
Consta-nos queoSr. Claudio vai por na
linha de Olinda mais um mnibus, que par-
tindodaqui as 6 horas da mandila e as 3 da
tarde, voltura dlli as 7 l|9 et horas: feli-
citamos ao Sr Claudio por esle esforz e
servigo a i obre a litiga capital de l'ernam-
buco. Ueste modo torito os senhores estu-
dantes. or rega los pblicos, commercian-
tes de pequeo trato, e em geral todos os
quetiverem negocios a tratar em uina e ou-
tra cidade. e doentes abatidos salgados, que
quizerem morar em Olinda, um mui fcil
commodo, econmico e abrgalo de lazerem
as suas viagens, viudo a seus negocios e
voltando a horas de jabUr sem essas tortu-
ras que um jury faz passar s nossas pobres
barrigas. Olinda tem suas vantagens : o
peixe e marisco, sao mais baratos, a roupa
tambern o he e mus prompta tanto na en-
gommadeira como na lav diira, o que he
muito para quem nSo pode esperar mez e
.. ;. ._ ...----------.. amnmn aiias
com grandes quintaos e bous commodos sem
essa importuna co-naanhia dostigres 5 o
carvo, a lenha. a verdura he tauubem mais
em conta. o banho duce na leva la nSo cusa
dinheiro, os passeossito de campo e sobre-
tudooluxohe nenhum. Quanlas casas se
estilo ihi venlenlo tao em conta, e quintos
pas de familia por ni) o poderem dar cotilos
do reis desejam e 11S0 Jilo as suas oprimi-
das familias o refrig/no de passar urna festa,
um S. Joiio, e outros das de festividado, o
quelites custaria apenas qualroccntis mil
reis!! Sr.. Claudio, V. S tem feito unV be-
neficio real a estas duas cidades ; solVra ge-
neroso os sacrificios que faz e os que lhe im-
pe e cont com a gratulan dos bous e com
um P. N. e A. H. todos os das por sua ten-
(3o destescu iffeigoado.
.SaonstSo de Santo Amaro.
P. S. Pedimos ao Kxm. Sr. presidente que
faga cessar essa injusta excepgSo das estra-
das : pois as da Victoria, Puo d'Alho e nu-
tras hilo de ser calcadas, e urna tSo pequea
quo communica as duas princi>aps cidades,
ha de dar ao estrangeiro um triste e falso
argumento para ajuizar das mitras' E fiem-se
l em argumentos !.. bem le s. Tnom !
Francisco Serfico de Assis Carra-
llioeseus illios, pelo presente mui
cordialmente agradecer a todos os
seus amigos que se dignaram assis-
til as exequias de sen muito presa-
do lillioe irinao o segundo'tenentc
Joo Baptista Serfico de Assis Car-
valho.
Precisa-se de um fcitor para traba-
lliar e administrar o trabalbo em um si-
tio pcilo desta praca: na ra Nova n. 53.
AVISO
Precisa-se do serventes para trahalharem
na estrada do matadouro publico ; rquelles
que quizerem dirijam-se a mesma estrada,
a tratar com o administrador da mesma.
Havendo dadn por falta de um frceps
(instrumento para parto?) e niio me recor-
dando, se foi por empreslimo algum colle-
ga ou por ler deixado em casa de alguma
parturiente, rogo a quem o liver o favor de
mandar-mu reslitui-lo.
Dr Ferreira.
Precisa-so de um forneiro, um amas-
sador, a um caixero que tenha pratica de
nadara, e abone sua capacidade: na praca
da Santa Cruz n. 55
Oabaixo assignado fat saber ao res-
peitavel publico, que no da 30 do correte
duixa de ser caixero inleressado do Sr. Jos
Francisco de Lima, declarando que sedes-
pedio no da j de marco prximo passado,
dcixando este espago de lempo para procu-
rar caixero e dar bal puco al o da 30 do
correte ; agradecendo o bom tralamento
que tere durante 5 annns e tanto que estive
em sua casa. Recife 17 de abril de 1858
Antonio Manoel deOliveira Villa.
- O abaixo assignado faz scionlo ao res-
peitsvel publico, que vendeu osc estabe-
lecimento das cinco Ponas n 66, ao Sr
Jo3o Jos do Carvalho Jnior, como consta
do bataneo dado boje, ficando o mesmo se
Dborobrigado a aalisfazer i praga lodosos
dbitos conlrahidns, c a receber a dividas
que a mesma casa se deverem. Recife 16 de
abril de 1858 Francisco Tavares Concia.
Burras de ferro
No armazcm de Hurle, Souza c< c ra da
Cruz n. 48, ha constantemente as melhores
burras de ferro que tem vindo ao mercado
al o presento de lo los os tamanhos, cutres
de ferro para juias de differenles tamanhos,
salitre inglez do melhor refinado, re les de
palha fabricadas em Pars, que se vendern
por pregos razoaveis.
lina pessoa com hastante pratica
le escripturacao mercantil se ofFerece
para fazer qualquer escripia por partidas
dobradas, quem de seu pi estimo ge quizer
utilhtar deixe sen nomo em carta fechada
nesta typographta dirigidaaJ. II. ouan-
nuncie |>iu sur procurada. \
Provincia.
Corro quafta-feira '21 de
abril.
Anda existe urna pequea poico de
felices hillieles rubricado! pelo abaixo
assignado as lojas do costunae.
'* L1 y me.
Na ra de Murtas, casi n. 68, encon-
trarlo os amigos do botr goslo, a qualquer
hora do da e da noite. hons petiscos de pol-
xeecarne, cha, cal, chocolate, vinlios e
refrescos das melhores q lalidad. o dono
do estabelecimento so ubriga a dar, para
fora, almoco c jantar, lado sempre bom o
com o mais delicado accio. Corram fre-
guezes, vonham pois cot-djuvar o estabele-
cimento que acaba do marcar, e que, se for
proteg lo, dever ter das Compridos.
Em prar;a publica do jaizo dos tritos
da fazenda sebSo de arrematar em ultima
praca os bens seguintes :
Lina parle do sitio no lugar da Trompe n
72, com una grande casa de sobrado de um
andar, tondo 07 palmos de frente, e 90 de
fnndo, alem de un grande terraco lodoen-
vidracado, e sendo o sol) propro ; cujo
sitio tem alguns pos de frucleiras do Jll'j-
ientes qualidades, e bstanles pai reiras, um
tanque e 3 pequeas Cacimbas, duas mao-
res com bombas de ferro, sendo una robera
de telba sobre pilares, por 3G3/599, do Ma-
noel Jos da Silva (.uimuriles
I ina cisi terrea na freguezia da Boa-Vista,
travessa da Capunga n. II, a qual tem 23
palmus de fente, o 52 de fun 10, cozioha
dentro, quintal em aberl.o, chos forelros,
avahado por 118j rs,, de Kosa Mara de Oli-
veira.
Um terreno na fregaezia de San-Jos, na
ra Imperisl, o quel tem lio ptlim s de fen-
le, a 46 de fundo, em cujo terreno oulr'ora
tinha urna casi terrea com o n 219, que
hoja se acha cabida, por sso foi avahado o
solo em 60-, de Izidro .Marques Colonha.
."Icaixrtes do pinho por 81000.
16 medidas de lian Ires hit 1/rs.
1 hairil vasio por 320 rs.
5 pesos de Ierro por 19 rs.
5 med las do madeira por 15 rs.
1 braQo de balanza cjiii coucha o corren-
to de I, tao por 3} rs
1 pequeo caixao para sal por 500 rs.
.'il pedamos do taboas de pinito por 29.
1 balean em 2 ticdac,os por 2-;00. Total
199320 rs., de Jos Perera da Siiva
50 cascos de pipa eiu bom estado, avaha-
da por 10o cada urna, lo .al 00; rs do Ma-
noel Alves (lardoso.
b'ma casa terrren de taipa na freguezia
dos A Cogidos na ru de S Miguel n *6, com
25 palmos do frente e 50 de fundo, cozinba
dentro, em mo estado, avahado por 10o? rs., de Leo-!
nardo do Sacramento, por Mara llosa de
Jess.
Os rendimentos annuars da olaria no lar-
go do Coelho n. 3. avaha los em 260; rs da
viuva de Antonio Jos de Alinei la
Urna casa te'rea na ra dos Pocos n. 5,
com 15 palmos de largara, e 33 dilos de
fundo, com porta e janella, quintal em a-
berto, costana dentro, chaos fo eiros, a qual
casa tem '2 oiloos e frente do lijlos, o esta
em muito mo astado, '.vahada pm l'a. de
Antonio Gomes por h'austina Maria dos l'ra-
zeres.
Os pretendentes comparecatn na sala das
audiencias, as 10 horas da uianha, do da
2l do correte mez.
Os agentes da rompsnhia das carnes
verdes, constan lo-Un s que a I gomas | essoas
^e queixam de que nos ecougues da compa-
nhia se vendo carne por prego maior do que
o anuuiKado, c dsvendo, ou rcpellro vone-
no que taes queixas encerram, ou p'evenir
nualquer abuso que possa tiaver da parte
dos tolhadorefc, t(> ui a .|untqunr pessoa de
quem nos acougucs da coiv.paohia se exigir
prego maior do que o aunuuciado, se dirija
inmediatamente ao subdelegado ou auton-
dade pul ir i i do luga', e faga prender o ta-
Ihador que semelhante abuso commetter.
Casa de batilias.
Nesto estabelecimento precisa-se de um
servente escravo, ou compra-se um escravo
i|ue nao seja mogo c tenha boa conduela.
Alinelo.
OlTorece-se nm rapaz Hrasileiro. de boa
conducta, idade 18 annos, para caixero,
isto lie. prefere loja de calgulo, ou algum
arina/.eindo assncar : quem quizer dirjase
a typographia deste Mirto, que se dir.
O abaixo assignado previne pela se-
gunda vez aos seus devedor s de mais de
atino, que, se no improrogavel prazo do 30
das, a contar da dala deste, nao vieren) ou
utandareui solver seus dbitos, bem a seu
pezar lira publicar seus nomes, quatilias, e
dalas em que contrabiram os meamos, e
proceder j dinaluiente sem atleng3o algu-
ma contra os ditos deve lores, por isso que
n3o pode nem est resolvido a es car um
S da mais depos que expirar dito prazo
llecife 10 de abril do 1858
Jo.- Joaquim Morera.
O senhor qne innunciou avena de
urna boa tahe-uae em bom lugar, apparega
no Recife no becco do (iongalves, armazem
de familia n. 10, que achara com quem
tratar.
% mm* rHHGEZ.
Ji* Pdulo T& na mesma Crispiera ai;u a e (m. lenlrilice. %<
SOtlEAIIE EM G0MHARD1TA
para a fundaco da fbrica de liar e le-
cei algcidiio.
N5o so Icndo reunido numero sullicieute
le socios no da 16 para se tomar urna de-
lib laciio sobre negocios urgentes da mfs-
ma sociedade.liua a liad i a reuniSo para odia
23 do crtente ao meio-dia, ero casa do Sr.
Antonio Marques de Amorim,na fu da Cruz
n 45; nesse da se lomara nina resulugio de-
finitiva com as pessoas presentes, pelo quo
se rega aos senhores interessados o obse-
quio de niio falUrent.
GABIIETE PORTDGDEZ
DE
NSo se leudo reunido numero sufliciente
de senhori's consellieiroi para scssio orli
nana de 15 do correte, conforme marea o
art .'6 d is estatuios, de novo sao convca-
los os mesmos si aores para se reunirem
no da 21 do crvente as 7 horas da noite,
na sala das sessoes do lia bnele. Secretoria
do conselho deliberativo 17 de abril de 1858
O secretarioRodrigues Pereira.
FURTO DE UH CAVALLO.
No da 16 do co rente polas nove horas da
mauliaa, desappareceii do sino do abaixo as-
signado, um cabuclo livrc de nome Jos, o
qualveiode Caranhuns, representa ler 18
annos de idade, cheio do corpo, com camisa
e Caiga de hrim hranco liso, ehaico |eque-
no do palha 'le carnauba ja usado, levando
utncavallo peqiieno, pouco magro, slizSo,
frente aberla, testa acarnerada, com urna
listula no quelxo esquorclo. com um pequeo
signal branco em um dos pos o outro em
urna das miios, levo o sellin, estribos de la-
liio e cabegadas de courn de lustre, ludo em
meio uso. Itoga-se as autoridades policiaes
a captura do reledo cabocio e cavallo. pelo
que muito agradece a o mesmo abaixo as-
signado, que he mora Belm Jos Henriques Machaco.
--- A pessoa que annuitciou vender urca
taberna no bairro de Sanio Antonio, dirja-
se a travessa da ra do (Jueimado n. 9, que
achara com quem tratar.
--- Domingos Comes l.oiireiro rclira-se
para fura do un; crio.
Quem quizer comprar aeges do novo
Raneo de l'ertiainbuco comparega na ra do
Trapiche escritorio n. *0.
*a
% >ji
i:e
y@.
RUAjDA CADEIA, 1)EI RONTE DA ORDEM TERCEIRA DE 8. FRANCISCO.
deseacham sempre os mais acreditados medicamentos tantoem tinturas como
m glbulos, freparadoscom o maiorescrupuloe porpregos bstanle commodos
PROEgs F1X0S
Botica de trlosgr ndcs. ifi/00
Dita do 24 I59i .o
Dita de 36 20j'.u0
Dita de 48 < t 25800o
Dita de 60 a 309KJ
Tubos avulsos a....... 15)06
Frascos dolinlurrsdcmei onga. 2')oo
Manual daniedtcina homeopathica do Dr. Jahrcom o dic-
cionario dos termos de medicina :......20-004
Medicina doaestica do Dr. Henry......, toooi
r-atamento do cholora morbus..... 2/000
Repertorio oDr. Mello Moraes ....'.... (fec0
> ? ??x-tf.*;*'>:,* ,
PODRAS PRECIOSAS- *
2
2 Aderecosde brllhanlas, *
diamntele perolaa, pul-
* aeiraa, allinles, brinros *
. erozelas, holOea annns J
de diiTerenles Eoslos e de :'
Sdiverias podra de valor. :*'
* s
* Compran), vemlem -
Irncatn |
. lliaiites.iliaiiianlrs e pero-
^ESI4 k WAITII
uji imiiRim
Ra do Cabnga' n. 7.
Receben? por
*?** sewgaiaMBag|
OUHO E PRATA. |
fi: Adererot completo da
m o um, meio dilos,pulsei- ?
* r.n, alTinele, brinco e ?
^, rozelaa, cordoe, Irancel *
~ lint, medalhaa. frrenlos f
t Q. J e ei|fei'e para relosio, a *
| K^rr^ ropa sobrado roaiJ EBSB,
"wmwjm no a Franca de Lisboa, as quaes vemlem por
pre^o commoilo como costumani.
NO
PATEO DO CARMO.
Neslc estabelecimento do tito grande utilizarle haver todos os dias desdo as 6 horas
da na o hila at as 10 ou II horas da noite banhns fros simples d'agua crrente da Com-
panhia de Weberibe, dilos aromticos, ditos de choque o chuviscos, banbns momos sim-
ples e aromticos, assim como banhos medicinaos sulphorosos c salgados, viudos de
Pars, das mui acreditadas pharmacias de Mes. Sari,and. Vauquelin e Pellelier Pii il'ilhos.
Chamamos a altengao des Illms. Srs. Urs. em medicina para este estabelecimento,
que podera facilitarlhes algumas curas importantes, lia lugar reservado e completa-
mente separado para as familias.
PRECO DOS BANHOS.
Trinla carines para banhos frios com lengol de linho......15/000
Ouinze ditos dito dito.......................8>0P0
Sele ditos dito dito
Trinta dilos para banho momo de choque, chuviscos ou farelo.
com lengol do linho o toalha propria...........
Ouinze ditos dito dito.......................
Sote ditos dito dito........................
Um banho avulso fro ou morno com lengol e toalha......
Dito aromtico, mais o valor da essencia............
Ranho medicinal artificial salgado...............
Dito dito dito de Vichy................... ,
Dito dito dito de Barege................
Os abaixo assgnados esperan) merecer a coadjuvago do
vortem que os carines nao s9o transfenvois.
-rOOO
209000
10>000
55000
15000
...... 1?500
...;.. 2?000
...... 21000
respetavcl publico, c ad-
Aguiar l'reiss.
PINTES DE CAOlTCHOll] END-
IU-CIO, DE FAUVhL[.E-UELEBAKll
DE PARS.
-Na tundicao da Aurora prec.sa-se, 6@@-@@@^-^@@Q
de serventes forros ou esclavos --------
trrico tiebaivo decobeita.
para
Consultorio i
m
3 CENTRAL KOWEOPA-
THICO.
RA DE SAMO AMARO,
3 (Mundo Novo n. 6)
| O Dr. Sabino Oleiari l.odcero Pitido
. d consulta lodoso dias olis, desdail8
' lloras da maiihaa ai 3 da larde. Osconvi-
) le para vizita ileverAo ser dirigido por
) escriplo. Os pobres silo medicado! gralui-
A fabrica de raldeirciro
sS
L--
i
i
vodo, achando-se presentemente A4
nesta praga, e oceupando-se priva- >
tivamente na drec^o de seu estabo-
lerimenlo chalc.ographico, inrumbe-
se de exeeutar com toda a perfeigiio
e brevidade quaesquer obras de gra-
vurns tanto a talho-doce como a re- ity)
levo, registros, retratos, lettras com- &
inerciaes, buhles de visita, mus- 2
cas, etc. ; e desejoso de levar o mes-
mo estabelecimento a maior ponto, (A
espera quo as pessoas, quo preten- ^k
dercm laes objeclns, nlo hesitarSo
em o pocurar, prestando assim urna
rundigilo na (& eflicaz proteegao a que O annunrian-
i Imperial ns. 118 a 120, precisa d^olli-l toser extremamente rccouliecido.
ciaes de caldeireiro, latoeiro, assim como *J Pode ser procurado ns Cinco l'on-
admitle anda alguns spreodites de idade de j (0 las> -"obrado da es uina confronte a
l'J unos para cima.
NOVO ESTAIIELECDIEMO DE
F\ZE\DAS.
Miguel Joso de Abreu, acaba de abrir na
Ouatro annos de experiencia tcm assegu- ruadoOueimadon.lt, urna nova loia de
railo aos pentes_ de caoulchouc a voga que fazendas de todas as qualidades, tanto para
naje tem, nSo 80 em Franca como no mun- a praga como para o mato o pro:0e-se a
de inleiro ; sHo sem contradiego os mais vender mais barato do que em outra qual-
agradaveis de todos os peutes, mais brandos quer loja, am de acreditar e lomar conhe-
que os de tartaruga, sao os nicos que niio cida a sita casa de commercio.
lazent cahiro cabello, por causa da electri- o Sr. AIbnso Peixolo da Silveira, tem
enlacie que conloe,accroscendo a estas van-' urna carta na ra da Madre de Dos n. 2.
j*?,n? de "3o scrp.m no
. e
urna pela della l'urtou urna caixa de prata
paia rap, a quem for offereeida leve a dita
casa quesera pago do Irabalho.
Manoel Joaquim da Silva Jnior, sub-
dito Portuguez, vai a Europa a tratar de sua
saude.
--- F. Souvage retira-se para a Franga,
continuando na gerencia de sua casa com-
mercial o Sr. Maria Bernel
O Sr. V. A. F. C. lenha a bondade de
mandar buscar a sua roupa engommada na
ra da Cuia ti. "5 e mandar trazer o importe
que he devedor para lhe ser entregue, pois
so assim nao fizer no prazo de 8 das, a pes-
soa vender para com isso saptisfazer osen
debito pois tem esperado bastante lempo e
ST ^Ml. Iw W Ilft lllj 2? Ha l...r. I ..---------,
fg u<. nuiaio. A esta admiranvel invong3o de indo urna boceteira por nome I.uzinba i
O padre Francisco JoSo de Aze- (^ rXDOSl:3 universal de 1855. aterro da Boa-Vista n. l vender fazenda,
Preeisa-se |
de uma ama forra para oservigo n- fi^
terno de uma casa de familia : a tra-
tar em Fura de Portas, ra dos Gua-
rarapes, casa do professor publico.
I Precisa-so de uma ama escrava para
'todo o servigo de urna casa do poura familia,
||ou quaudo niio uma prctniha, mas que sais
k a ra : quem a liver dirjase a ra da (lua
! n. 42, ou entilo annuncie para ser procura-
ido, quo sera alugada impreterivelmetite.
SEGURO CONTRA 0 FOGO.
I.OMPAMIIA
n
Kstabtjleeiila em Londres,
em margo de HJ24.
CAPITAL
CINCO MILHO'ES DE LIRRAS ES-
TERLINAS.
Saunders, Ilrolhors & C. tem a honra do
informar aos senhores negociantes, propro-! dando-se um
tarios de casas, e a quem mais convier, quo theca : quem
estilo plenamente autorisados pela dila com-
panhia para elTectuar seguros sobre edifi-
cios no lijlo e pedra, cubertos de telba, e
igualmente sobro n nbjertos que coutve-
rem os mesmos edificios, quer consista em
mobilia.oa cm fazendas de qualquer qua-
I idade
CONSULTORIO HOMEOPATHICO#
28 JVna das Crazea 28 @
B
SI Nesle consultorio acham-se sem- Jg.
*f pie os mais acredil idos medicamen- f1
;',i tos tantoem tinturas como em glo- S@ i'.
@ bulos e em carleiras e caixas as mais ft '
A ricas possiveise por pregos comino- ,v?
Vende-se a pathogenesa ou mate- S5
ria medica em portuguez dos h -'.'';
principaes medicamentos, acompa- j
nbaila de um repertorio tratando do j.
todas as doengas e o modo de appli- |f*
car os medicamentos. w
Nysten diccionario dos termos de @
medicina. :'.
Jahr cm 4 voluntes, e oulras obras -^
propritspara os homeopathas. '.'',
O r. Casanova pode ser procura- *
do a qualquer hora pera visitar doen- B
'.-i tes e pralicar qualquer opcragiio do $
fe cirurgia especialmente de partos.

nialriz nova de San-Jos, ou na tua l*.
^ do Collegio, na liviana dos Srs. Mi- w
'#7 randa A Vasconcellos. ^j
Publicriyno jurdica.
lia chegado do Lisboa, Manoel do Nasci-
mento Pereira, ra de Apollo n. 6, segundo
andar a obra em 8 voluntes insoria 3o Di-
reito Penal, pelo conselheiro Silva Ferriio ;
para ser entregue aos Sis. subscriptores,
pelo prego de 10?, e para os que u3o sao,
pelo de 149, pegos a visl.
- Precisa-se tomar de quatro a cinco
contos de reis a premio de um por cento,
predio a contento por hypo-
prttender esle negocio, an-
nuncie para ser procurado.
':.:.'::.H'xr.';':QO i[i;..'::..: ri.vvjHj; n3o quer ter mais cont-mplagao.
'*' fllYU I TOIMO IIOVIO MlllO "" A pcssoa ('"e Iinul,cl"u precisar do
j liU.lMLIUlUIMlU.IlhUi AllLUft O"-? premio com garanta em um mole-
".'^ IJO ;p*' que eoulra que precisa deSOOf por 8 mezes
': RP I OSA aVAVfA7ffi pode aPpaieccr na ru* Augusta n. que
ii'3 UU, liUpv JBUiJ Lilil,', Sg i se faz essas transagoes assim como na u:cs-
v.; Kua da Cadeia de Santo Antonio. ma c,sa Sl-' dir quem da dinheiros a pre-
l'm ped lo urgente e necessaro.
Itoga-se ao llim S-. Dr. juiz de orphos
da cidade de Olio la, que lenha pie.lailc e
compaixSo da triste sorte de urnas orphas
infelizes, quo leudo perdido pal o mu o poS-
suindo alguns bens de fortuna como bem 8
ou io escravo* o algumas ierras, viren uma
i
Lotera
DA
PROVINCIA..
No rscrDtorio do abaixo assignado na ra
do Collegio n 21, vendem-so kilheles da lo-
tera da provincia velos seguintes pregos
sendo de 1005 para cima e a dinheiro a vista,
filheles garantidos 5?500
Meios ditos 2C750
P. J. Layme.
Lotera
DA
provincia.
O abaixo assignado compra hilhetes da
lotera ja recolhidos pelos seguintes aregos
ja ra do Colleg'o u 2l,primeiro andar:
Al a qnantia de 108. 15 0|0 ile descont
"o lOj para cio.a. 10 0)0 de descont
P. J. I.ayme.
Tallieres.
Crandc sortmento de lalheres para mesa,
do cabo de ntarlm, bfalo, osso e vado, co-
Iherea de metal do principe para sopa ,; cha,
sortmento chega lo de tonga do estanto pB-
ra cozmtia, dita do poicelana, ludo por pre-
go commodo, e outras multas ferragens e
imulezas, que nesta sempre muito surtida
loja tem lano em grosso como a reta I lio '.
na ra Nova n. 20.
Arrenda-se o engenho Cajabussu-
/.nlio na fregaezia do Cabo, e pertencen-
le ao mosleiro de S. Beato da idade da
Parabiba : a tratar com Frei Galdjno de
Santo Ignez.do I a 15 de maio vindouio
; no inosteiioile S. liento de Olinda.
Na ra do Crespo loja n. l, recebeu-se
pelo ultimo vapor da Cumpa o melhor rape
, fabricado na mais acreditarla fabrica de Pa-
iis, a boa qtialidade de que he feito nao
piecisa elogios a so conlirmara ter promp-
ta venda, haver remessas por todos os va-
pores
Aluga-se um prelo robusto para tra-
balliar ent armazem de assncar ou e i. outi.i
si-rvico, sendo bragal, e niio para carregar
na cabega : quem precisar, dirija-se a rea
Direila n 05, que achara com quem tratar.
Aluga-se um sitio na Casa Forte, no
principio da estrada que vai para o Pogo,
, com muito boa casa de vivenda, quartos fo-
- ra para escravos, cocheira, estribara, mu-
rado na frente, e muito bem plantado:
I)fronte ra de S. Franelsco
CONSULTORIO MOMEOPATHICO
DO
DR-P.A.LOBOMOSCOSO,
Medico parteno e operador.
O Pr. I.Obo Moscoso, da consultas todos os
lias e pratica qualqucrope.ragSo de cirurgia,
ssim como,accode com toda a promptido,
as pessoas que precisarem do seu presumo
para o servigo de partos, praticando aso-
peragCes manuaesou instrumentaes, quan-
lo nao possa conseguir resultado por meio
Ja homeopathia que tantas vezestem ven-
cido dllliculdaJes, que parecan insupo-
raveis.
Seguro contra
fogo
COMP.VNIIIA NOKTIIEN, ESTABELE-
CIA EM LONDRES.
Vrcm ios d m in u i dos
AGENTES
C.I.Astley cyC'ompanliia.
Na livraria n. 6 o 8 da praga da Indepen-
dencia proeisa-se fallar ao Sr. Detan que mo-
rou na ra do Aragilo, e leve niarcincria,
-O corone! lose Pedro Vellozo da Silveira,
olferec" ts pessoas lo povo, quo quizerem
se dedicar a plantago de mandioca, os ter-
renos proprios para essa lavoura, que DOS-
sue as freguezias da Lscada, Serinhiieni,
i'onito o lezertos, c se obriga a fornecer
Ihes engentios pita fazer farinha, com todos
os accessorios mov los par agua ou por ani-
mses, enm a condigno de lhe pagarem 10 por
cento unicamen.e da farinha quevenderem
(candi) gratis cu livro de foro a que con-
sumirem na sustentagSo de suas familias e
los tri.halhadorcs que empregarem.
He chegado a loja ue i.econtc, aterro
la lioa-Vista n. 7, excellente lete virginal
le rosa branca, para refrescar a pello, tirar
pannos,sanias o espinhas, igualmente o'a-
famadooloo babosa para liuipar e fazer eres
cer os cabellos ; assim como p6 imperial de
lyrio de Florenga para brotoejas easperida-
des da pelle, conserva a frescura e o avellu-
dado da primorosa da vida.
-- Trsspass-se o arrxazim
ra do Brtim n. ~2, trata-se com o proprie
rio o ir. liarlholomeu Francisco de Souza
para o arreniatnento e para caixoes eos
mais pertences do mesmo armazem com
Luiz Jos de Sa Araujo
''. .- .. :- .-. .-. -- .- m .-" .7V wx^ -.
.::.:.:-.;: .-..: v,.-...- -...-. :S.::.:-:.: ....-..;
'.'} (1 Dr. IV 1ro Antonio Cesar esta re- fija
j3 O Dr. Lobo Moseo/.o la/, sciente @
4$ a quem ioteressar rosta que tena $
C3 commodos em sua casa para re-
;['; ceber alguna escravos nao s pa-
,, ra halar de suas enl'erinidades @;
-;- como pata fazer qualquer ope-
.. acJSo. Os doentes serao tratados $ v",,;' llllsclavcl. distante da meso* colado 2
m pela homeopathia ou pela alio- :; leguas, o quasi condemnadas a um futuro
-> patbia, conibrme parecer mais A incJoiilio ; porque .. nem tu lose po le dizer.
Q conveniente para a brevidade da ,:'. ,m visinho da casa.
d II. J. l'ox, negociante desta
rma l'ox llrottiers, retra-se
deixando por seu bastante
procurador, em primeiro lugar o Sr. Samuel
Norris, e em segundo o Sr. lleory Gibson.
:;:
neiite para a brevidade da e'%\
Adve.le ,,ue recebe 6- !.-^?A
ente uma011 Otilia pessoa ^ para Inglaterra,
O
cura.
tuilamcn
<|tie precise lazer alguma opera- c';-
<;ao, e que por suas circumstan- S
eiasnao possam solista/, 1 as des- -3 .''mamboco 16 de abril de 1858.
.>, naniil i,-oi^....,i Yr\ """ Precisa-so de uma caada que saiba
A peni de t. afmenlo e nao queira ^| pPrfeitamente engommar. eque presto mais
$53 sujeitar-ie a ir para 01 hospitaes. galguas servicoa; paga -so bem : na ra de
'"i O preeo 1I0 tralamento dos esera- tfj S. hila n. 2", segundo andar.
m vos regulara' de 2$ a oj diarios v.
ft conforme a gravidado da moles-
^ tia c o tempo de curativo. '-.
Precisa-se de uma ama jara COXlnhar
e comprar, e pouco servigo de casa, desej 1-
se que ella coznhe com perfeigSo : 110 ater- ,
ro da 15oa-Visla 11. II.
H Kronomin domestica
>@5
O
Cemento inglez para colar vidros,
louga da China, ou de barro marlim,
niai mure, madreperola, tartaruga.
Golden Square,
Londres.
Os Brasileos e Portugueses quesediri-
girem a Londres, para passeio ou para tratar
I do negocios, uno podem achar uma casa que
Ibes seja mais conveniente do que o hotel
de J. C. Oliveira n. 2, Golden Squa'e, onde,
I alem de todos os commodos e coufortos da
vida, encontram a facilidade do serem en-
tendidos as linguas porlugueza, ingleza,
hespanhola e franceza, e uma pessoa desve-
1 fada para Ihes dar todas as informages que
-."' A C: -...... -..-..,..-....,..... ';.: '""res, visconde de Carvalhido, o deputado
'.-'.....-........... ....'-.... -..:. 4? Joo Augusto Corris, Dr. Muniz Brrelo,
Aluga-se um sitio pequeo em Santo l>r. Francisco Bonifacio de Abreo, Dr. Nunes
Amaro, com casa para paquena familia, por deOliveira, Caelano da Silva v/evelo, os
alugoel commudo : a tratar no segundo si- : commandanles L. Amazonas e Segundiir.i de
lio na estrada qje vai para Belem, casi en- 'Gomcnsoro, Mi ,uel Jos Rajo, Cavalcant de
Aibucpierque, j. Eugenio Tavares. Antonio
Comes Netto, Sjares Pinto, ele ele, etc.
Companliia fias carnes
verdes
Os procos das carnes nos agougues da
rmpanlos sao do primera qualldado 26 pa-
tacas, ,,,1 260 por libra ; segunda dita 20
patacas, ou 200 rs. por libra. A gerencia da
companhia roga a qualquer possoa a quem
nos agougues da mesma so exigir prego
maior que o annunciado, dinja-se tmmedia-
tamente ao subdelegado ou autoridade poli-
cial do lugar, e faga prender o talhador que
semclhanie abuso commelier.
Manoel Francisco Duarle declara, que
a subscripgSo que elle ltimamente promo-
veu nesta cidade foi em favor dos lilhos Ile-
gtimos de seu tallecido irraiio Maximiano
Francisco Duarle, e nSo da viuvs, e lilhos
legtimos, como algucm malignamente ha
ospalhado, o que esta prompto a provir
aonde convier. Uectl'e 19 de abril de 1858.
O Sr que na noile do espectculo a
beneficio da Associago Typographica levou
do botequim do Iheatro urna bengala de
unicorne, com ponteira de prata o casl3o du
coco, queira levar a praga da Independencia
n. 6 e8, e se acaso nao o fizer passar pela
verbooha de ser toAada quando for encon-
trada
O abaixo assignado deixa por seus
procuradores tiesta cidade durante sua au-
sencia, em piaeire lugar ao seu socio o
Sr. Antonio Bernardo Vaz de Carvalho, em
segundo o Sr. Antonio Lopes Pereira de Mel-
lo, e em terceiro o Sr Jo3o Carlos Bastos
do Olivera. Recife 19 de abril de 1858.
Miguel Pereira Leal.
O collector provincial do termo de
Iguarassu' faz publico, que em seu poder a-
cha-se um quartau alazo amarello, de dez
anuos, pouco mais ou menos, magro, ap-
preliendido no engenho Piedade pelo len-
te coronel llemclerio Velloso da Silveira, em
dezembro do anuo prximo passado, e re-
mettido ao ex-collector lente Francisco
Cochles Tera de Araujo neste mesmo lem-
po, c entregue so abaixo assignado a 4 do
crrente. Iguarassu" 17 de abril de 1858
Ismael Caudencio Furtado de Mondonga.
- Antonio Francisco RomSo, ret a-se
para Portugal.
Antonio de Souza Couto subdito Por-
tuguez relira-sa para Portugal.
Precisa-se alugsr uma ama forra ou
captiva para o servigo interno de casa : na
ra Nova n. 3.
O abano auignado declara que no dia 13 do
crreme perdeu uma cartiira coro loo em sedulai a
doa? letra a favor do mesmo abmo insinuado, sen-
do urna He 2!lloH0"> contra o Sr. padre Joao Vicente
Cuede Pacheco, vencida a 20 de marc,o do corren-
le, e a outra de 2llll> contra sea mano Liberato l!e-
nirio ila Ciui lliheiro, vencida a 23 de novambro de
1856 ; e como o mesmo abaiio assignado ja' rece-
beu dos ditos senhores oulras letras em pagamento
das perdidas, avisa ao publico que nenhum uegocio
fajara com taes telrat por se acharen, ellas sem ef-
felo. (Juein acliou dila rarleira, quereodo entie-
ga-la dirija-se a ra do Padre Florlanu n. -28, que
sera' geuera-amenle recompensado.
A ps>oa que no dia 17 do crrenle levoa por
ensao, da agencia dos vaporea braiileiros, ora cha-
peo de sol dt sida srvase restilui-lo ao mesmo ei-
criplorio.
____^w^mr
Compram-se enectivamenic na ra das
Flores n. 37, primeiro andar, apohees da di-
vida publica e provincial, aeges das com-
pauhias, da-se dinheiro em grandes e pe-
quenas quantias, sobre pcnliores.
Compra-se elfectivatnenle bronze, lao
tito e cobre vellio : no deposito da fundig-
da Aurora, na ra do Hrum, logo na entra-
da n. 28, e na mesma fundigao, em Santo
Amaro.
Compra-sc uma propriedade sha cm alguma
das priucipns ras a'esla citad, e que renda" pou-
cj mais ou menos jCO8O0) r. animar?, estando o
predio em lum estado, e desembaracado; quam
quiter, Irale na ra da Cruz, escrlplono n. 19.
- Compra-so c instantemente na fabrica
de espirito* de Jos Joaquim Lima Itairao,
ra Direltt n 17, garrafas e botijas vasias,
o pagam-se bem.
.m* .-.$.
carnada.
|Casa de saude|; LtOteria
DA
Provincia.
a
i
e sobrado da ,/*.
?la- W
;\ sidm lo no primeiro andar do sobra- i.
%t do da ra Direita 11. 10, onde pode ]
*>j serprocu'ado tara o exercieio de sua wJ
jj profissBo de medico e parteiro. Aos
'.:* pohres da consultas das 6 as 9 horas 8
^ da manhiia, e os visitara em suasca-^
".' >as graluilamente W
... .-. .-......... ... ... ... .-. ... .*<**,.'
,::j:.- : .;...-. ........-...-...". i ?,-.;$;?-
I'recisa-so alugar uina escrava so para
coziihar ; na casa defronte do moinho de
vento, na praia de Santa Hila.
Proeisa-se de bons amassadores ; na
padr.ria franceza, no aterro da Boa-Vista
n 50.
-0:v;.;v-:::-0-.::^00000
Jj Joaquim Barbosa Lima abtio o @
de tolos os prepratnrios no jn
da 12 desto mez : ra da Mangue!- "-.'
ra n 5. Q
O Dr. Ignacio Firmo Xavier, roca- {g)
he em sua casa de saudo, que fica ao ^s
norle da estrada da Passagem da "'Jf
Magdalena, ent o a ponte graudeea 'V)
pequea do Chora-Menino, todas as ^
pessoas doentes, aiiaigaitdo o me- ^
lhor tralamento, o maior zelo c cui- 7?
dedo medico O local em que est
edificada a casa destinada para esse
misle.r as regras hygienicas, sobre
as quaes est co'Struida, os commo-
dos de que> dispon, o aceio, ordem,
e regularidade quo ahi se encon-
tram sSo enndiges ponderosas para -
urna breve cura e completo resta- '#7
belecimenlo. As pessoas que quize- /A
rent ulilisar-se de seu presti o po- T?
dem dirigir-se ao pateo do Carmo, &
sobrado n 9, primeiro andar, das
10 horas da manhila as 3 da tarde, gt.
e dessa hora em dianle no seu esta- W
belcci ment.
Precisa- so bem ; na padaria de. Santo Amaro.
Precisa-se de urna ama do leite, e pa-
ga-se muiloitcm : na ra da Cadeia de San
10 Antonio, no segundo andar do sobra lo 11
15, junto a rorhetra do Sr. Clau lio.
Ao Sr.-Secundino Ayres Velloso de
Mello, sargento do nono baialnio de caca-
dores, precisase fallar na ra do Crespo
11 19.
Precisa-se de uma ama para oservigo
interno de, una casa do pouca familia ; em
Santo Amaro, casa do Sr. coronel Lamanlia.
Os senhores que precisan) de 8009, je
COOo, e de 1:0005 a premio e com segu soca,
conforme tnnunciam no Diario de hontem
15 podem drigir-se a ra Aunusta 11 i,
que ah acharao com quem tratar a respailo
Precisa-sede um caixeiro para de 10S-
lo, do 14 a 16 muios de nlado, aue saiba ler
O-Sr. thcsouiciro manda fazer publico que
se acham venda todos os dias, das 9 horas
ila mauba as 8 da noite, no pavimento ter-
reo da casa da ra da Aurora n. 26, bilbetes
e meios da quinta parlo da primera lotera
doCyor.nasio Pernambucano, cujas rojas au-
darilo impreterivrlmenle no da 21 do cor-
rente mez. Thcsouraria das loteras 10 do
1 abril de I858.--0 escriviSo, J. al. a Cruz.
A pessoa que hontem mandou offe-
I recer na ra do Hospicio 11. 9, para venda
1 a obra deOvilio em latim al usum Dcl-
pliinis.n estando anda nesse proposito,
queira envia-la para realisar o negocio.
SALSA.
Cliegou 110 ultimo vapor muito superior
salsa parrilha nova c rolos pequeos, anda
esta naairandega e t,a.-a tratar na ra do
Trapiche escriptorio 11. 40.
Preclsa-so ue unta ama captiva ou for-
I ra para o servigo do ensabo ido e engomma-
| do de uma casa de familia, paga-sc bem:
I na ra da Cruz, sobradu n. 2.*> ao lado direi-
to do chafari/.*
Precisa-se no atorro da lioa-Vista n
80, de uma ama de lelto que nao traga lillio
^vi?-o.
O deposito cr.nimcroial n 6 da ra da Ca-
deia i!e Santb Antonio, quo g va va sob a fir-
ma social do A J. deOliveira &*C, tem
amigavehncnle dissolvilO a sociedade desde
o I. de ab ll do correle anuo, e desta dala
em dianle lodo o activo o passivo llea a car-
go e sub a responsalnldade do Sr. Manoel
lose de ohveira. Iloga-se, porlattlo, a lo-
an curso
50SSSS:!K;-:-000:;;-:
e escrever, Portug iez OU Brasileo, e quo
de liador a sua con lucta ; a Iratar na paja- dos os devedores do "dito ileposilo iligucm-
ria ila roa dos Pescadores. se quatro antes solver os seus dbitos, alim
Precisa-se de um caixeiro que tenha do so hqui jarom as cuntas da exmela fir-
pratica de lab rita, escreva soirrvelmento n na, para que nao sejam ineoininodados ju-
que a bono a sua conducta, da-se bom orde- diciahnenle.
Precisa-se de um rapaz para criado, {nado ; queri quizer pode ir ou mandar di- Perdeu-se um pe. do laiilerna de car-
nrefero-se que saibj bolear ; a tratar na ra zerno aterro da Boa-Vista, taberna da es- ro, do metal branco, com a respectiva mola:
de ,- 1 o lo 11. > 1, quina 1I0 becco dos Ferrelrosn 42. quem o liver echado leve a cocheira defron-
I'm'esl'angeiro precisa de um prelo : Precisa-so alugar um sitio na Torre, le da igreja do S. Francisco, que ser gra-
para servir em um sitio; a quem convier a margem do rio. lilicado.
dirija-se a rus da Cruz n. 4. Quem livor uma imagem do Senhor! Aluga-se ou vende-se um sitio com
C. Iltllden, subdito sueco, rctira-se Crucifica lo em segunda nao que seja ppr- boa casa >ie viven la e baixa de. capim, em
para a Kurnpa feita e que a cruz c a pehanha n3o excela a Sanf*nna de dentro : 08 pretendentes dlrl
palmse a quizer trocar dirija-se ao pateo jam-se a ra da Cadeia do Recite n 90.
-- Manoel do Nascimenio i'erclra mu Ion
quem o pretender, dirija-se a rus do 0.uei-;a sua residencia da ra de Apollo n. 16 para,do Carmo esquina da ra de Horlas n 2.
mado n. 13, loja.
a mesma ra n 6 casa do um andar.
primeiro andar, ou annuncie.
-- Joaquim de Castro .Noves, retira-se pa-
| ra a Luropa.
Chpeos (ie palha da Ita-
lia e Ven1era-se chapeos de palha de Italia do-
brados e singlos, e chapeos de feltro de
diversas qualidades, e por commodo prego :
em casa de Basto & Lomos, ra do Trapiche
n 17.
Vende-se na tua da Cadeia do Re-
cife n. 7, loja do Antonio Lopes Pereira
ile Mello & C muito boa ceta de carnau-
ba ebegada ltimamente do Aracaty pelo
precode lO.scada uma airona a dinheiro
a \ist,i ; na metiUB loja lia um completo
sortmento de caixas com chapeos de
leltro ja bem conbecidos nesta praca
clu'jjados ltimamente do ttio de Janeiro
da fabrica de Jos de Carvalbo Pinto &
Cotnpanbia.
Veniiem-sc2 cscravas moras c de
bonita Qgura : a tratar no aterro da Boa-
Vista n. 34ou na praca do Corpo Santo
n. fj.
Carros. #
G. ADOLPHO 60RGCA0I.
I em mis piucos de carros de 4 rodas
grandes e pipenos muito bons, com
bonsarreiose vende por prervo commodo
por ter uma vi.tr;em a fazer, vende tam-
bem boas parelhas ae cavados e cavallo
paracabriolet : na ra Nova n. Cl.
Vende-se urna prela cnoula a qual
labeengomutar, lava detabao ccozinba,
serve tembem para luicliada : tpiem rpti-
Eer compra-la dirija-se a ra Bella n. 9.
Algol&u da Baha.
Vendo Antonio Luiz do Ohveira Azevcdo,
no sou escriptorio ila ra da Cruz n. I
Superior farinha de S.
> alhel-.
Vende-se a bordo do garopeira Estrella
d'Alva, fun lea lo confronte ao caes do Ba-
mos, de um alqueire para cima eem por-
gan : trata-se com Antonio Luiz de Ohveira
AzeveJo, no sea escriptorio, ra da Cruz
n. 1.
SAI. DO ASSL"'.
lia para vend*r a bord 1 da briae > Idolplm, fon-
deado tin frente do trapiche do alaodao : a Iralar
com Manoel Alves Cuerra.ua ra do Trapiche d. I .
Calcado francez
Na anliga loja de calgado do aterro da
Boa-Vista n. 14, da viuva Dias Pereira \
Pinto, tem um grande sedimento de clca-
los que iccoberam pelo ultimo navio frail-
ee/, .viche, dos 11 elbores fabricantes de
Paris corro sejam borzeguins, sapaloes com
horradla o com litas para b imem, sapalos
de lustre e le bezerro para rapaz, borze-
guins para scnh.ira e para meninas, assim
como o hem conhecido calgado de N'antes,
lauto borzeguins como sapatAes do vaqueta
lo lustre, e de bezerro tesla grossa para
homem, proprios para invern, ludo pur
orego commodo, a dinneiro vista.
Vende-se fumo em folha, e charutos
do superiores quall lados, chegados tcccute-
meule da lialna, por menos prego do que
em nulra qulqucr parte: ni ra da Cruz
do Herir n. 13, primeiro andar.
V, ude-se um escravo de inga >, com
dadode34 annos, propro para todo servi-
go, o enteode da co/inbs*: no atorro da Boa
Vista, loja de fizoudas n. 10.
Venle-so uma negra moga o robusta,
com muito bom leite para criar, com uma
cria de 3 annos, hem nutr la ; a negra he
boa ooslnheira eengomma soiliivel: na ra
larga do llosario 11. -i.
Vndese um escravo mualo, bonita
figura e sadio, catador e canoeiro ganhador,
muito Bela alianga se a conducta, excellente
para armazem de assucar por ser muito hu-
milde, o prompto para qualquer servigo que
se mande fazer ; quem o pretender, dirja-
se a ra daSenzala Vclha n. 96, padaria.


DIARIO DE PERNAMBUCO TERCA FEIRA 20 DE ABRIL DE 1858.
Na grande fabri-
ca de tamancos da ra
Direita esquina que vi-
ra paraS. Pedro n. 16.
Continua a ler um grande sorlimento de
tamlicos a retal lio o em grandes porcGes
multo em conta, garanlindo-se os bons sor-
time itos ludo vontado dos compradores,
igualmente tamancos de lustro para sonho-
ra enfeitados por igual preco quasi aos de
marrjquim, a clles que o invern est pr-
ximo.
Vendem-so por commodo preco os sc-
guin'.es objectos. proprlos para aquelles que
so applicam aos estudos das sciencias na-
turacs :
t.- Um microscopio, cuja potencia mostra
perfeitamente os glbulos do sangue e do
leite, completamente preparado, e com va-
rias importantes amostras.
2.- 600 amostras escolbidas de mineralo-
ga o geologa, com urna boa caixa para
guarda-las.
3.* Urna boa caixa de reagentes chimlcos
com os competentes copos para aoalyses e
algu s outros objectos.
*. Umcosmorama com bellas vistas das
principies cidades da Europa : a tratar na
botiea de Luiz Pedro das Neves.
BSCRAVOS.
Vendom-se escravos de ambos os sexos: no
escriatorio de Braga & Antunos, ra da Ma-
dre de Dos n. 3, primeiro andar.
Ti oos de marmore.
Veudem-so lijlos de marmore chcgados
ltimamente de Genova ; em casa do Basto
>\ Leinos, ra do Trapicho n. 17.
Vndese um excellonte cavallo bom
andador : na ra da Cadeia Velha n. 3i.
Vende-se urna ptima escrava crioula,
de 23 anuos prendada de todas as habilida-
des, he deservido de casa, e vendo-se por
seu senlior relirar-se desla provincia, e una
pai.i de 28 annos tambem com habilidades,
c para todo servico : na ra estteita do Ro-
sario a.35, primeiro andar.
Vende-se um terreno no Campo Verde,
na B)a-Vista, com 70 palmos de frente e 149
do fundo, pouco mais ou menos, bem plan-
tado, e alguns arvoredos j dando fructo,
com um lance de muro, proprio para edifi-
car : a fallar no aterro da Boa-Vista, loja
n. 44.
Calcado.
Vende-se a loja de calcado da ra do I.i-
vramento n. 33, pelo motivo de seu dono
quernr tratar de sua saude.
Vende-se um superior boi de carrosa
na ra de llortas n. 18, taberna.
Vendem-se tres escravas do todo ser-
vido, tanto de casa como de ra, e ptimas
para anchada : na ra Direita n. 3.
Vende-se um excellente piano inglez,
horisontal, por commodo prego ; na ra da
Mangueira n. 18, ou nos Allliclos, casa fron-
toira a igreja.
Ven Je-so urna escrava moga, que sabe
coziiihar o diario de urna casa, e fazer os
maisarraujos, nio foge e nem bebe, bastan-
te saclia, o com mais algumas habilidades,
que se dir ao comprador, assim como o
motivo porque se vende : a tratar na ra
Larga do Rosario, loja de mindezas. ou na
ra no Amorim n. 48, escrip'orio de l'aula
& Santos.
Vende-se um carro de boi,,e saceos de
gotnma muito superior a 2)200 a arroba :
na ra da Madre de Dos n. 36, loja.
Na ra da MoeJa n. 2, confronte ao
trapiche do Cunta, venie-se milho em sac-
eos { em barris ('levando para estos os sar-
cos visios): assim como compra-so mel en-
cuscado, ou desenrascado.
Superior oleo de
ricino em latas de 30
libras, vende Prxe-
des da Silva Cusmiiu
om seu esenptorio no
caes do Ramos n. 1.
Vende-se o sitio que foi do Galhardo,
no lu?ar do Remedio, aonde est morando
o Sr. JosThenorio de Mello, com 2 casas de
vivunda, urna no aliohamenio da estrada d<>
Congy e oulra maior no centro com cacim-
ba de agua do beber ao p, alguns arvoredos
de inicio, e bastante trra para plantacj : a
tratar na ra do Collegio, loja n. 9.
J'asseio Publico, ioja
u. 11
Vcndcm-se longos do seda de cores para
taba a 800 rs. cada um, cortes decasemi-
ras grossas para invern a 3-3 o corle, mus-
selinas de cores, fazenda superior a 320 o
covado, brins trancados brancos de puro
linho a 1?200e 1J400, fazenda superior, cha-
les de casemiras de cores, ditos de merino
de cores, fazenda mo lerna, madapolOs do
ludas as qualidados, chitas, coulras muitas
diver.-idades de fazendas, que se vendern
baratas.
Cera de carnau-
ba c sebo reiiiiado.
Do.mngos R. Andrade & C, cora deposito
no largo da Assembla n. 9, faiem scionles
aosejrs. fabricantes de velas, o a quem mais
interossar possa, que estilo resolvidos a
vender tanto um como oulro artigo por mo-
nos preco que ora -oulra quelqucr parte,
alem do que deixam escolher lauto sacco
como barrica no cmplelo sorliatento que
presentemente tem.
Fumo em folha.
Vende-so por prego commodo : no arma-
zem n. 28 da ru da Madre de Dos.
Breu c pinho
americano.
Vende-so no largo da Assomblc'a n. 9,
urna porgo destes dous artigos. e por com-
modo prego, em consoquencia de so quorer
fechar eontas.
Iustruccao moral e reli-
giosa,
ou resumo do novo evelho testamento : ven-
do-sea 13000 na livraria ns. 6 e 8 na praga
da Independencia.
REMEDIO IMCOMPARAVEL.
UNGENTO IIOLLOWAY.
Milharos de individuos de todas as nag.Ocs
podemteslcmunhar as virtudes dcsle reme-
dio incomparavel.e provarem caso necesse-
rio, que, pelo uso que delle lizeram, tem seu
corpoe membrosinteiramentesaos, depois
de tiaver empregado intilmente outros tra-
tamentos. Cada pessoa poder-se-ha conven-
cer dessas curas maravilhosas pela leitura
dos peridicos que ih'as reialam todos os
dias ha muitos anuos ; e a maior parlo deis
las sao 13o sorprendentes que admiram os
mdicos mais celebres. Quantas pessoas rc-
cobraram com este soberano remedio o uso
deseusbragos o pernas, depois de ler per-
manecido longo lempo nos hospilaes, onde
deviam sotlrer a amputagao Helias ha mui-
tas, que haveudo deixado esses asylos do pa-
deciineuto, para se nao suhmeltercm a essa
operago dolorosa, foram curadas completa-
mente, mediante o uso desse precioso re-
medio. Algumas das taespessoas, na efusiio
de seu re.conliecimento.declararam esles re-
sultados benelicos diaute do lord correge-
dor.e outros magistrados, aliin de mais au-
tenticarem sua affirmativa.
Ninguera desesperara do estado do su-
saudesetivesse bastanieconlianga para en-
saiaresle remedio constantemente, segiun-
do algum tempo o tratamento que necessi-
tasse a natureza do mal, cujo resultado seria
provar incontestavclmente: Qucludo cura.
O ungento he ulil,masparticularmente
nos seguintes casos.
Aos al la i a tes.
Na loja de Adriano & Castro, na ra do
Crespo n. 16, esquina, vendem-se velludos
das cores abaixo mencionadas : azul, escar-
ale, verde, castanho, cafe, bronze, pardo,
todos de superiores qualidades, e vendem-se
por pregos commodos.
Vende-se milho de Cunda em saceos,
por barato prego : na ra Nova n. 55 e 65.
Ao barato
freguezes, antes
que se acabem.as boas fa-
zendas por poeo
dinheiro.
Na ra do Queimado n. 10.
Chapeos de sol de seda, cabo do canna a
7-3000, ditos pretos franeczes a tamberlik,
pelo barato prego de 63500, ha um rico e
completo sorlimento de cortes do casemira
de cor, listras de seda, pelo baralo prego do
6J500, dita dita muito fina a 7c500, pannos
para mesa adamascados muito ricos a 53500,
ditos dita ditos a 45, ditos ditos a 33200, | prope a vender mais em conta do que em
corles de rollete de pelucia, fiogindo vellu- i outra qualquer parto, s afim de se acredi-
OPregui^a est
queimando
nova loja de
4 portas na ra do Quei-
niado n. 57,
Joaquim Rodrigues Tavares de Mello, na
sua nova loja de 4 portas na ra do Queima-
do n. 37, passandoo boceo da Congregaclo,
acaba de receber pelo ultimo vapor que che-
gou de franca, um rico sortimeuto do sahi-
das do baile do gosto mais moderno que tem N Pregulga, na ra do Queimado,
ft^par.^^
M- ''^Oo'oTovado,0 pegas" ttSttS
lina com 8 varas a 53000, dita muito lina a
73500, uita muito lina com 10 varas a 83000,
dita mais baixa a 43, dita com 8 varas a
de quadros muito
das muito finas a 23, ditas lisas a 1/200, ditas j
para homem 13500, mantas de fil
linas a 93, 123 e 163, bordadas a
enleiles para rabega de senhora dos .,
modernos que i.cm apparecido a 123, novos I ***' 5*srm,'a ?reU m,ul, Bm ." '
padroes de seda e algodao para vestidos pelo 2?00' 23600 e 33 o covado, panno azul pro-
60 o covado, e muitas mais Pno Pr farda e G"?rda nacional a 23200
bordadas as ponas a 3 ditas prctas bor-
dadas a 33500, vestidos do seda do cores com
tres babados a 303, ditos muito boa fazenda
a 50;, ditos de grosdenaples muito nncorpa-
dos a 80 e 909, uvas de seda pretas borda- *>*<>0, pecas do cassas
,i. m;i(.c..> rfi..-i...c. .000 ditas "l,as C0T" 10 var*s o com alguns furos de
l muito cupim a 2#80. ea vara :!0 rs-. chales .ie
velludo i ""orin bordados em duas ponas a 83500,
dos mais !Jilos "sos a 5i' d,los de cn''Vcom lstras a
barato prego de 6
fazendas que ufo he possivel aqui fazer men-
g3o de tudo. Esto novo cslabeiecimento se
Alporcas.
Caimbras.
Ca los.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de ca liega.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da cu-
lis era geral.
Enfermidades do a n us
CrupgOescscorbuticas
Fstulas noabdomon.
l'Yiadadc ou falta de
calor as extremi-
dades.
Frieiras.
Oongivasascaldadas.
Inch agOes.
Innamiuago da ma-
triz.
Lepra.
Males das pernas.
dos pei los.
de olhos .
Mordeduras de reptis.
Picadura do mosqui-
tos.
Pulniocs.
Uueimadelas.
Sarna.
SupuragOcs ptridas.
Tintas, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Cceras na bocea.
w do ligado.
. dasarliculagOes.
lullammagaodo ligado'Vcias torcidas bu no-
da bexiga. I dadas as pernas.
Veude-sc osle ungento no cstabelecimcn-
lo geral de Londres n.244, oblrand, e na
o|a de todos os boticarios, droguistas e ou-
tras pessoas encarregadas desua venda em
toda a America do Sul, llavana e llespanba.
Vende-se a 800 rs. cada boccnha.conlm
urna instruegao em portuguez para explicar
o modo do fazer uso deste uuguento.
O deposito geral ho cm casa doSr. Soum,
piiarmaeouiico, na ra da Cruz n.22, em
Pernambuco.
SYSTEMA MEDICO DE IIOLLOWAY
do a 13500, ditos de velludo os mais moder-
nos que ha no mercado, pelo barato prego
de 12 e 163, chitas francezas, padroes muilo
ricos, pelo barato prego de 240, 280, 300,
320, 340 e 400 rs., cortes de musselina com
barras, com um pequeo toque do avaria,
com 11 covados, pelo baralo prego de ls900,
ditos sem avaria por 39, ditos muito linos
4/500, ditos de chita com 12 covados por
23200, cassas francezas de cor muito finas a
500 e 440 rs a vara, fazendas de 15a e seda
o mais moderno que ba a 720 o covado, se-
dinha de quadros pelo baralo prego de 13 o
covado, ricos peitos de esguiao de linho pa-
ra camisa a 13200, alpaca preta muito fina a
60, 480 e 560 o covado, rico merino de Ita-1 do Trapiche-Noto 11. 42, artnazem' de rateadas d.
liadecor para palitos a 1/1OO, alpacas de Ad,m"m Hoia.V C.
seda de cor a 800 e 900 rs. n covado, pegas de
cambraia branca com 8 l|2 varas muilo fina
por 43500, ditas dita com 10 varas por 53500,
cortes de vestido de la a com 16 covados por
43, rico velludo preto, pelo baralo prego de
63 e 7s500 : dao-se amostras com penhur.
tar e adquerir boa freguezia.
Vende-se superior linha de algod3o
brancas e do cores, em novello, para costu-
ra : em casa deSouthall, Mcllor & C, ra
do Torres n. 36:
sellios
patente inglez.
Silo chegados t aeham-e a venda o verdadeira
bem rnnlieri.il sspllins inglezes patente : na roa
&':-:.h::-M:-$ & &&>%%
@ Cabos sorlidos da Rumia, Cai-
$3 10 e.Maiiillia. ^5f
Lonas da Uussia, brins c brin- C
^ zOes. (fe
$$ Cobrec metal para lorio com 5j
;3 prcgoi. (Jj
% Oleodclinhaca c Velas steari-
as.
@ Estanho cm barrinkat, Bar-
rilha.
@ Vinlios (nos de Mosellc e Joan-
^ nisbeifj espumoso, c de Bordeux
g^ em quartolas.
@ C. J. ASTLEY & C.
&..&
Lmcasa de llenry Brunn & C. ra
da Cruz n. 10 vende-se :
Cemento romano.
Cognac em caixas de 1 duzia.
Cadeirasde vime.
Um grande sortimentodo tocadores.
Bctratos a oleo para sala de janlar.
Espellio com moldura.
Pianosdos melliores fabricados em Ilam-
burgo.
Altencao.
^ Kissel, rclojooiro (rancez, vende
relogios d.j ouro e prata, concerta
gl relogios, joias e msica, ja aqui he
rK conhecido ha muitos *nnos,habita no
pateo do Hospital n. 17.
5 oo^*.:.;;&@@
Relo&rios.



es


O
Vendem-sc relogfos de patente inglex
casa de Arkvright Tuc^niss &. C. ra
Cruz n. 1S.
o covado, dito preto lino a 5-300, dito ver-
de escuro a 4?, grvalas pretas o de cores
de lindos padroes e superior qualidade a
13 cada urna, ditas de mola de cores a 1/,
ditas pretas muito finas a U280 e 1340, cor-
tes de targelinas com 12 covados proprios
para as senhoras dar um passcio at ao Ca-
bo, pelo baratissimo prego de 103 cade um,
longos brancos com cercadura de cor a 120
cada um, organdysde cordo a 2G0 o cova-
do, cambraias estampadas a 440 a vara, dita
mais fina a 600 rs., chitas francezas de to-
das as qualidades escuras e claras a 240,
260,280 c 300 rs. o covado,pegas da bretanha
de rolo com 10 varas a 23, mussuliua bran-
ca fina a 30o rs. o covado, ditas de corea de
lindos padroes a 320 c 360 o cova 1o, cobur-
gos, fazenda de cores, muito propria para
casaveques do senhora a 600 rs o covado,
vestidos de tarlalana de lindos psdros com
12 covados a 43 cada um, ISazInhas de cores
escuras e claras de lindos .pHdrocs a 3-!0 e
360o covado, mantas de fil uo linho do
mellior gosto possivel a 143 rada urna, car-
melina, fazenda nova, padroes de laazinha
a 280 o covado, chales de laazinha com lin-
das barras a 23 cade um, riscados francezes
de novos gostos asselinados a 280, ditos
DE FAZENDAS PHE-
GRANDE sOllliMF.Mo
't i hHol/\lAi !'A"A"* waSSK ke-
S,-WE,luu 1>ELO LT,M0
aRGEZ.
(rnideiiaplfi prilo encorpado di
H1I11 iliu lavrado .
Setim prelu vtrdadeiro macao
Sarja preta verdadaira heipauhoh'
Veneiiana prela e larK, para La-
tinas ........
Yelbutioa prata e de cre pan ci-
a.aquas, covado .
Alpaka preta lina da
Maulas d. Mond, pretas e brancas,
bordadas ....
Los prelos de seda bordados .
Melas de seda prcla de peso, para
inlinra ... a ... ,
l.u\,is de seda prcla de todas as
qualidades para scnlion ho-
ireni .....
l'.nio preto muilo liuo.prova de h-
mo de .....
I Caeniira preti seliin de ." ."
Curies de cazeniira preta de rr,
bordados .......
Corles de dila preta .
Corlesdi coletea dediladila bordadoi
Chapeos prelos trnceles e moderno
raselas pretas de setim e gorgo-
rao de varios feilios .
Chapeos de sol de seda para ho-
mem e scnhoia ....
Manguitos bordados para senhora '.
liras bordadas muilo finas .
olinhas de cambraia bordadaa
l'alii.'.- .ie alpaka preta muito lina,
forrados .....
Gndolas de alpaka preta de co-
res .....
Pliiti'is da alpak
s escuras
13700 a 23800
23200 2600
2.3NH) o :i3S(IO
23000 b 2ffi00
W)0
13800
750
ljoOO
3
9
38O00 o
23OOO 11
7500
33)00
de novos gostos asselinados a 280, ditos '""s alpaka prela
mais linos a 320, corles de mcias casemirss ,' arS,nl"1 cora
de linrtissi mos gostos a 23 cada um, rasemi- nL a.insi. 'a.'.-' '
ras enfestadas de cores escuras me.cl.da. e ggS VSSL a a l'Ztr
em
da
5 Vestidos com ha bu-
Venden-so vestidos de cambraia superior qualidade a 2/200, cortes de case-
mira de superior qualidade a 03, 53500 e 6
cada um, hrim de puro linho de luidos pa-
droes a 13400 a vara, ditos pretos proprios
para luto a 136OO, cortes debrim de lindos
padroes a 2>i00 e 236OO cada um. camisas
de meia de lila do superior qualidade a
23800 cada urna, cortes de riscado franrez
de lindos padrOes a 33200 cada um, ricos
tapetes para sala a 33800 cada nm, madapo-
lo de todas as qualidades e rregos baratos,
chitas de lindos gostos de 160 al 210, alpa-
cas prctas de todas as qualidades e por ha-
I ratissimos pregos, gangas mescladas a 520 o
covado, riscados de linho de lindos padies
fim casadenabeSchmettau &Companhia,
ra da Cadeia n. 37, vcudom-seclegante
pianos do afamadofabricante Traumann
t Hanibureo
IgCiSISfflO PASA
1
y
[fl
Marroquim
a 13610 a pello o 173 a du/.ia, fazcnla sem
defcilo o boa qualidade : na ra lliruita 11 45.
Goui'o de lustre
marca castollo muito grande a 43 a pello : na
ra DiroiU n. 15.
Farela tle lsboa
em saceos grandes a prego muito barato, no
armiizem do Tiavassos Jnior c'C, na ra
da alfaudega, armazem do Anues.
Nada mata barato.
Na ra do Collegio, loja nova de fazon las
n. 9, de Albino Jos Lit, vendem-se lindos
rliap ios de sol de panno a I36OO, ricos cortos
de caiga para homem, lindos padroes, a 1?,
niuselina para vestidos, brancas e de core.
a 30C rs. o covado, chitas a 16 ), madapOlOes
a peca 33200, 33500, 43, 4/500 e 53200 muito
linos, grande porgao do roupas feilas, cal-
case jaquotas, camisas a 900 rs. cada per,*,
camisolas de 13a para escravos vin las lo
reino a IdOo, redes da Ierra a 33, chales de
laa 11 algolAo a 13 o 19300, dn IB. o tela.
31, de merino a 5j, gravatas leae-J. sorti-
jas l, canas para viageni tolas lor-aia-
1I0 liada a i-, 53, (o c 83 linas, chapeos de
liraga a 23., e oulras mullas lazenias em
cotila.
Fio d
P1LULAS IIOLLOWAY
Estelnestimavel especilico, compostoni-
tciramcnledehcrva medicinaos, nao con-
tm mercurio, nemalgumaoulrasubstancia
delecterca. Ilenigno mais tenra infancia
ea compleigao mais delicada, he igualmcn,'
te prompto o seguro para desarreigar o mal
na compleigao mais robusta ; he inleira-
mente innocente em suas operagOeseefTci-
tos ; pois busca e remove as doengas de
qualquer especie e grao, por mais antigs e
lenazes que sejam.
Entro militares de pessoas curadas com
esle remedio, muitas queja estavam spor-
tas tnorte, preservando em seu uso; con-
seguirn recobrar a saudee lorgas,depois
de haver tentado intilmente lodososou-
iros remedios. *
As mais afilelas no devem entregar-sca
desesperagao; fagam um cumpd enle rnuaio
dos ellieazeselVeilos desla assombrosa medi-
cina, c prestes recuperarao o beneficio da
san.le.
.Nao se perca lempo em tomaresto reme-
diopara qualqueulas scguinlosenrormida-
des
Accidntese p i leplicos
Alporcas.
ampota..
Areias(raal de).
Asth ma.
Clicas.
C'invu'.socs.
Debilidado ou o\le-
du.qSo.
Debilivladcoufaltade
forgas para qual-
quer co isa.
Dy.interia.
Dor de garganta.
-- do barriga.
nos rins.
Dureza no.ventre.
t'cbres intermitiente.
Pobreto da especio.
Culta.
Ilemorrlioidas.
Ilydropisia.
Ictericia.
Indigcsloes.
Inflammagoes.
Irregularidades da
menstruagao.
I.omhrigasdetoda es-
pecio.
Mal do pedra.
Manchas iincutis.
Obslrucgiiodo ventre
l'btisica ciuconsump-
gao pulmonar.
NA FUNDIfAO D FERRO DO ENGK-
NHEIRO DAVID W. ROWMAN, M
RA DO RRUM, PASSANDOO ollA-
FARIZ.
hasompre um grande sortimento dos se- 8g3.0,/hi s e"contrar um grande sorli-
1X5!!! ?.?. S5.1H! **?" :): o superior qualidade a 200 rs. o ce vado, vel-
.. de babados. pelo barato prego de 73
i? na loja o. 10, da ra do Queimado,
Leite, A thur & C.
y. luinas de todas as cores e superior quali-
^Idade a 750 o covado, grosdenaples de lin-
..\.-.-.--l'.:?issi'nas cores e superior qualidade, pelo
fflwuHJ^i!j.M -.^..:....., .-;..-f 'laratissimo prego do 13900 o covado, eam-
^.IvaS. braias de cores de lindissimos go.tua e o
mais lino que he possivel, pelo diminuto
prego do 610 a vara, cassas de cores de lin-
dos padroes e cores fisas, chales de laa de
lindissimas cores c superior qualidade a
i; 100 cada um, luvf s brancas e do cores es-
curas do linho proprias para montana, pelo
diminuto prego de 500 rs. o par, e oulras
muitas fazendas que se deixam do mencio-
Vendem-se na loja da ra Nova n. 20, sal-
vas de metal do principe, com o fundo de
charao, muito bonitas, temos de baudejas
muito finas, imitando charao ; e tambero
vende avul.-o epparclhos de metal do princi-
pe para al mogo, muito linos, o tambem
mais ordin; rios, tem bule c cafeteira avulso,
tudo pur prego corumodo.
Espingardas troxudas.
Vende-se muilo bonito sorlimento de es-
pingard.s de 2 canos tronxadas, finas e
grossas, e lambern de 1 cano tronxada, di-
tas sem ser Irotixadas muilo linas, vendem-
se tambem espoletas para as mesmas nova
invengao, tudo por prego muito commodo :
na ra Nova n 20.
--- Vende-se um cabriolot muito forte,
coberlo e em bom estado : a tratar na boti-
ca de Luiz Pedro das Nevcs.
Attenco.
o
Na ra do Queimado, nova loja de quatro
irlas n. 87, passando obceco da Concrc-
portas
guintes objectos de mecanismos proprios
para engenhos, a saber : moendas e meias
moendas da mais moderna construegao ; ta-
chas de ferro fundido e batido, de superior
qualidade e de todos ostamanhos; rodas
denladaspara agua ou animacs.de todas as
proporcSes; crivos e bocea de tomaina a
registros le boeiro, aguilhOes, brouzes, pa-
rausos e cavilhOes, noinhos do mandioca,
etc. etc.
NA MESMA FUNDigA'O,
seexocutam toaas asencommenda's coma
supenoridado ja conhecida com a devide
presteza e com odidade em prego.
-S. STIEBIEL & C, banqueiro.ene-
gociante*, cstahelecidos lia muitos anuos I Cassas fr.ncezas, lias, vara
ment de azendas, pelo menos prego que ho
possivel, como abaixo se ver notado :
Panno fino Dreto, covado 3,500
Dito dito dito, covado 4.50o
Dito dito dito, covado 5,500
Dito dito dito, covado 6,800
hilo dito dito muito superior, covado 8,000
Cortes de Msemira lina 6,500
Casemira de cores escuras c claras,
covado
Ditas enfestadas, covado
Palitos de panno e casemira
Ditos de casemira
Caigas de casemira
Colletes de gorguriio de seda, finos
Corles de vestidos de seda prelos co
babados 553 6O3 703, 803 e
prelos com
eni Londres, tecm a satisfacrao de par-
ticipara ceus correspondente, e ao publi-
Ditas ditas, vara
Mussuliius, covado
Alpaca preta, cavado
Dita dita, covado
Dita dita, covado
co, que acabam de fundar casas liliaes
nos principan porto, e distritos manu-
factrenos de Franca, Alemanba, Belgi- chapeos iranrezes linos
ca e llollanda, conservando alcmdis'so "
suas proprias casas anteriormente estahe-
lecida. nas cidades mais importantes, c
poitosiuaiscommerciacsdaGi.i-Uietanlia,
Crosdeniples preto, covado 136001
Cortea de velludo para rolletes
Ditos dedilo para ditos
Camisas francezas de 23 a
eestap cm posirSode otTerecer grande Caseniirj preta de2?.'foa
vantajensaspessoasquepossam necesitar,
astimem Londres como em outro qual-
quer ponto da Europa, de nina casa para
compra ou venda de artigo., hern como
pata os negocio, de tran.uccOo de crdito
j banco de qualquer genero.
As pessoas quenaoforemconbecida annunciantes deve oacomppiiharsuas 01 -
dens com os fundos necessa
nos para sua
aigoda
l;i,"
> o algo
da Baha.
V( ndo-M no BaCriptorio de Antonio I uiz
do Oliveir. Aeve lo," ru da Cruz n. l.
ICtiferiiiidadesuo vcn-il'.ctengio de ourtna.
Ir lheumatismo.
Eiifcrmidadcs]nofga-|symptoinas secunda-
do. I 'rios.
Ditas venreas. iTumores.
Enxaqueca. iTico do'oroso.
Herysipela. lUlceras.
Pobres biliosas.' I Venreo (mal).
Vcudiini-se estas pillas no eslabeleimen-
to goralde Londres n. 244. Strand, c na
loja de lodosos boticarios,droguistaseou-
lras pessoas encarregadas desua venda em
lo !a a America do Sul, llavana c despalilla.
Vendem-se as bocetinbas asoors.cada
una dellasconiniuma instrucgSoem por-
tugooz iiarauxplicaromododesseusardes-
las pilulas.
O ilc isilo geral he cm casa do Sr. Soum
Inrinici; utico, na ra da Cruz n. 22, em
Hornam buco
exeucfo; licando cniendidus que os an-
nunciantes nao teem dilliculdade cm adj-
untar 75 0|0 sol.te os genero, recebidos
antes de sua venda.
Os piceos cot entes e mais informar-oes
commciciaes, que forem pedidas,serao
enviadas gratuitamente, salvo o joric do
correio, pudendo dirigir-se aos annunci-
antes.
Nova sna de malabar.
Vende-so esta agua a mellior que tem ap-
parecido para Ungir o cabello e suissas de
prolo : na livraria universal ra do Collegio
n.2fl, d-scjunto 11 tn impresso gratis ensi
nando a forma deapplicar.
GRANDE ESAHELECIliEMO
DE
telogios.
Chales de merino bordados
Ditos de dito lisos
Ditos de seda de 123 a
Mantas pelas do fil de 9S a
i.engos de grade
Sedas brancas o do cores.
Chitas francezas, covado
Poeta do cambraia para diversos pre-
gos. r
Chamaloto preto e de diversas qua-
lldaccs.
It-ins de linho decoros, vara
Ditos de dito miudinhos
bravatas de cores e prctas finas.
Aberturas de camisas francezas
Cangas de cor para palito e c.lgn.
covado VT.
I'.iscado francez fino, covado
brim de linho branco lino, vara
Corte, de barege, padioes novos
Uind nas do se la, covado
Cazes de laa e seda, covado
Ditos transparente, covado
Lenco, bordados muito linos
Cortes de gorgurSo de seda para col-
leles
Vestidos de gazesdeseJa finos
i.ollinhBsa 19, 1-giii o
l'ecas de m. lapolSo a 2-3800, 332fjo,
W.iOO, 33800, '13JOO, 53200, 5;80 1 e
2,000
3,500
25.000
18,000
10,000
7,500
100 000
640
480
.20
600
720
!1II0
7,000
8,000
2,600
8,000
10,000
2.100
4,000
8,500
6,400
16,000
12,000
',000
280
lu.i.iu aistlinados.e can-
ea de c Dilos da brim pardo e bretanha de
hnno ......
Ricui corles de seda branca a pe-
klm, o mais superior poisivel .
Curies de eslidos de varias fazen-
das de seda para meninas .
Sarja branca lavrada para vestido,
. 'V.l i.1 .....
Gorgurio da seda braiicocom reme-
sen) brauca, covado.....
Lindos cdes de vestidos de sede de
ciir, curte.......
Grosdenaples de cures, e bran'eo'su-
perior, cucado ......
Dilo ilno com 1 palmos para for-
ro, covado .......
Belleza da Cliina, fazenda toda d
seda ......
Diana de seda lavrada, covado *
1'olar de Pars, de seda com vistas
n.-iii-dila-i, covado ...
Selim da Escocia lavrado para vesti-
do, covado ....
Cuites de vestidos de cambraia d
esda bordados ao lado
Cambraias oruandis roaliada.covado
tdstas francezas linas de cor,vara .
Cliitss francezas de cors,covdo
Hilas ditas, covado ....
Iliscado frene*, de quadros e islas,'
covados .
9
63OOO
i> 7j500
9
9
9
I36OO
9
B 5JO00
a COOO
63000
u 59&O0
13500
'49000
s
B 25OOO
b 1*500
308000
23OOO
b I96OO
b l;600
13100
b 13100
b I5OOO
Vende se um bonito molecotn Pnm
idado de 20 a 24 annos, bonita lisura e l^i
cozinhar : na ra da Cadeia do Hccife n. 35
nica parte
Tamancos de lustre enfeitados para senho
ra a 800 o par.
Ditos como preto para meninos, mofados
a 200 reis n par.
Sortimenlo em grandes e pequeas por-
gues, por menos do que em outra qualquer
parte
na grande
fabrica de tamancos da ra Direita, esquina
que vira para S. Podro n. 16.
NA BUCO & C,
com loja na ra Nova n.
2, vendern o seg-iiinte :
Palitos de panno preto fino.
Ditos de casemira mcsclada.
Ditos de seda preta e de cor.
Ditos de alpaca dita dita.
Ditos de palha do seda.
Ditos de brim branco e pardo.
Sobretudo de casemira de cor.
Caigas de casemira preta e de cor.
Ditas de brim de cor.
Ditas de 13a.
Colletes de seda de cor.
Dilos de fustao.
Camisas com peito de fustao branco.
utas de musselina.
Jilas de fustSo de cor.
Hitas de linho.
Lencinhos deretroz bordados para senhora.
-engos de linho para homem.
Ditos de palha.
Meias pintadas para meninas.
Ditas para homem.
Ditas brancas para senhora.
nma"! 'deSed,p,ra senhora e me-
Ditos para homem.
endino.!U"eaeMd" P"a baPllS4do de
Peitos pintados para camisas
Ditos brancos.
Ditos bordados.
LlT.fhde 88da de l0d,!i ,s W'dades para
sennora.
Dile para homem.
I.uvas de seda para meninas.
Basquinas de filo bordado, guarnecidas com
lilas de velludo.
Cartas linas para voltarete.
Perlumarias finas.
Grvalas de seda preta bordadas.
Mantas com alfinetes..
Visites de invern par. senhora,
lillas para meninas.
Chapeos de seda para homem.
Ditos de castor copa baixa.
Ditos de feltro copa alta.
Dito dilo copa baixa.
Ilotins de Bezerro para homem.
Borzeguins de pellica para homem (e de du-
raque).
Spalos de lustre com elstica.
Ditos com orelha, turma inglcza.
Ditos com eutiada baixa com salto e sem
elle.
Dilos de bezerro com elstica.
Ditos de lustre para rapaz.
Ditos de bezerro para dito.
Borzeguins de duraque para senhora.
Ditos para meninos, -
Agua de colonia de l'iver.
Agua de Lavando.
Charutos finos da Caliia.
nar, e se venderao Por baralissimos pregos, HSStS^SSZS
e se dao amostras com Penhur.
9340
3320
Um completo e vanado sortim tuto de fa-
zend.a
linas, la-
prctas de sedas, e sarjas!
vrajes e lisas ludo por mdicos |regos7qe
nao ho possivel aqui menciona-lis todas
CM raclhorcs relogios drou.-o.patcntein vista faz r.
glez, vendem-se por.i rogos razoaveis, no; Vendem-se arcos de nipias
esenptorio doagcnlo Uliveita.rua da Ca- vnoos do Porto : na ra do
deis, do Kecifcn.62.primeiro andar.
Ame
RTES.
Ra Nov.i n. 27, esquina da Cimboa do Carnio,
nico deposito do Carlos Sclieel & W,
Sassenholf.
Nestebem conhecido esbelecimento sempro achar-sc-ha os mais ricos, lihdo?, fortes
c bellos piano i ate boje condecidos dos .femados fab .cantes
Carlos Schee] & W. Sasstnhoff
os quaes tem sido muitas vo^cs premiados nas exposigoes da Eoropa.e os prlmeiros sendo
escolhi.los pelo joven Arlhuc Napoleao, para seu. eoneerto. ituendvi se ecbou nesla cidado
Vendem-se estes pianos debaixo de lo la garanta, aancande nSo se mudarcm, como
lod >s os man que tem viudo a este mercado, sendo a conslruccSo a mais moderna e for-
tis-iuia, ten lo o teclado a cl.Slicid.de desejada, 1: o exterior a maior elegancia.
Na mesuia cesa concerta-so o aliua-se eoui perfeigSu os mesmos instrunieatos.
'tl de Lisboa.
Vendem-se barris cora cal nova dcl.is-
boa, por mnos prego que em outra par-
lo : na ra da Cadeia do Itccife, loja n. 50,
dcfronle Jda ra da Madre de Dos.
- Vendo se muito bom retroz torgal pro-
prio para acaseado, bordar e fazer franjas :
na ra SoYa 11. 52.
Luiz .lose de Sa' Araujo tem para
vender "escravos de armazem deassucar
eque tamliem trabalham a Iioido dos
navios na estiva, i3o l'm conliecidos por
ter trabalhado em diversos armazn,
entre ellcs tero um ptimo conheiro:
vende-se por o dono se retirar para Lis-
boa, tt a la-se na ra do Bruui armazem
armazem.
:;>: ?, e ,'. r r.\.'%% r\es,i
-.- -................. .......
3 Leite, Arthur& C ra do
- raado n. 10, tem para ven
' completo sortimento de I
I
completo sortimento de la
jW chegadas iillunamonlc de I ..
'. que vende por commodo prego. C:
SSSF
1,200
800
400
480
260
1,200
7,500
8110
80O
6.1(1
80
4,000
30,000
2,500
6.000
Agencia
da fuud i<;ao Low-Ig' r,
ra di .Siiz!1ji L'ova
11. 42.
Nesteost.belcclmentocontlna'aahaver
am completo sortimento de moendase
meias moend as paraongenh o, machi nasde
vapore taixasde ferro batido e cuado de
todosostamanhospara dito.
Vendem-se muito em conta sipatos do
Aracaly, para livor conlas bem como obras
de labyrintbo, bieos, rendas etc. : na ra
da Cadeia do llecife primeiro andar n, 60
noB i.ahecteik.
O nico autorisadu por aeciso do consel hrealo,
decreto imperial.
Os medicosdoshospitacsrccommendmoa
arrobe de Laflecteur, como sendo o nico
autorisado pelu goverm e pela real socieda-
dedemodiciua. Este medicamento de um
gosto agradavel c fcil a tomar em secreto,
est em uso na marinha real desde mais de
60 anuos ; cura radicalmentcem pouco tem-
po com pouca despeza, sem mercurio, as af.
fecgoes da pello, impingens, as consequon-
cias das sarnas, ulceras e os accidentes dos
partos.da idade critica e da acrimonia he-
reditaria dos hnmoios ; convm nos catar-
rhos, a bexiga, as contracgOes ea fraiiueza
dosorgSos, procedida do abuso das injec-
gocs ou de sondas. Como anti-syptaililicos
o arrobe cura em pouco lempo os Ilusos re-
centes ou rebeldes, que volvem incessanU.
em consequcncia do emprego da copahibe,
da cubeba ou das injeegoes que reprcsenlem
o rirussem nculralisa-lo. U arrobe Laffec:
mercurio eaoiodoreio de polassio.Lisbna-
Vende-se na botica de Barral e de Antonio
Policiano Al ves dcAzuvcdo, praga de D.Pe-
dro n. 88, onde araba de. ehegar una gran-
de porgao de garrafas grandes e pequeas
viudas dieclamenlc de Pars, de casa do dito
Boyveau-I.aeclcur 12,ra hiebeliou Paris
Os formularios dao-se gratis em casa do |a
gente Silva, na praga de D.Pedro n.8J.|
Porto, Joaquim Araujo ; Babia, liniatvlr-
m.los; Pernambuco, Soum ; lo do Janeiro,
Rocha & Killios ; e Morcira, loja de drogas ;
Villa .Nova, Joo Pereir. de Muga tes Leite
Rio Crandc. Francisco de Paula Coulo C,
Cera de car-
nauba.
Venlo-sc cera de carnauba de pri-neira
qualidade: na rita da Cadeia do Itccife, loja
11. 50, esquina delimite da ra da Medro o
Daos.
e file .
n-jrts inalisa-
3180
9
B 19100
B ffSOO
"VO
B f&'lO
b IrVm
S900
b 500O
b 6OO0
B 73OOO
b Sc-')(Xl
B 1 1 1..
BI53O00
/
B 13200
9
&*** *>p$fmk$-i.
(a,covado
Pulceiras de velludo, frico
l'opebua de seda com llure
das, covado ....
Barege do seda com quadros e listas
covado .
Sedas de qoadrinlios e'lsU8,p'.i
iiorKurJu Ue seda de llores, do lidos
padiues. rnv.i., ....
Mauritania de seda com i Ij2 palmos
do largura, covado ....
lrondeltua de .soda traospartute'.
covado...... !
',"'".. d me,in" cor franjado l
Hilos de dito com franja de seda .
Hitos de dilo dito curo dila de seda e
lisias ......
Dilos dilos bordados a seda
Ditos dilo dito cm 2 pona, ." ."
Ditos dilo dilo a velludo \
llilos de seda de core, superiores*.
Lentos de cambraia fiaos com labe-
rynlo ......
I.uva de sede de cores, lisas e bor-
dadas para seohora
Grvalas de setim de cor e pretas'.
romp ida.....r .
a n'uTruU a"'." da Con!"c"ao,'do ledo dtr.ilo
a quera lej, d, ,re, ,,,, ,,, bran
lU. Du-so amostras com pinlior
TACIIaSPAKA ENGENHO
Da tundirao de ierro def). VV. Bowman
na ra do Brum, passando ocliala-
riz, continua a liave um complctosorti-
mentodo tachas decrrof undidoe bati-
do, le o a 8 palmos de liica, as quaesse
ecliama venda por preeocommodoccom
piomptido.emliarcam-scoucarrcgam-
se cm carro sem dcspc/.a.aocomprdor
Reloi
irira 11. 9,
:k-qo
Quei- ..
cr um g.
zinhas 'y
iris, e
pja loja do canto
O Puntes da loja do canto da ra da Cadeia
do Reeife n. 51, esta disposlo a vender lin-
dos o ptimos saceos do viagem adoptados
na Europa tara quem viaja na estrada de
ferro, o neste sentido ello faz I -ir-lnar a ra-
pazcada que anda la niSo foram comprar
para esto mister, que loe chegou no ultimo
vapir inglez um linio soilimenlo destes
saceos boje em mola, bons chapeos de mola
proerios para o niesmo liin, ditos do C.hili, c
muitas nut'as fazendas que vista do com-
prador se dir o prego, para admirar a lia-
raleza
Vende-so 1 c armazem de materiaes, 11.1 ra da Cadeia de
Santo Antonio n. 17.
relogios de p-.-
filOS
coberlos e descobertos, pnquenos e gran-
des, de ouro patento inglez, para homem
eseiihora, de um dos melhores fabricantes
Je Liverpool, viudos pelo ultimo paquete
inglez : em casa de Soulh.ll Mellor & c
ra po Torres n. 38.
Sellins e rleffios.
SBLLINS e HEI.OCIOS de plente
inulez : e venda 11,1 armazem de
KoslronKooker Companbie, es-
qoina lo largo do Corpo Sanio do-
mero48.
- Farelode Lisboa, milho, arroz de cas-
ca, leijao branco, csteiras de Mossoro, cora
le carnauba, ludo por preco mais barato do
que em oulra qualquer parlo: no armazem
Je Manoel Joaquim de Olivcira & C, em
frente do beceo da Madro de Dos ra do
Coilomiz n. 16.
(om toque de
avaria.
A dinheiro vista .
orles de musselina larga com II covados
o barra por 2-3 e 33JOO, pegas de algodaozi-
nho liso largo a 2c, 250O e 33000 vendem-
se na ra do Cnspo, loja da esquina que
volla para a ra da Cadeia.
Vende-se um cavallo novo acostuma-
do a traballtar cm cabriolet : na ra do Li-
vrainculo n. 25.
Do engenho Lopes, freguezia de Agua
Preta, fugio no da 11 de novembro prxi-
mo passado, um escravo de na?3o Angola,
representa 27 a 28 annos de idade, de nome
francisco, com os signacs seguintes bonita
ligura, cor preta, altura regular, bem bar-
bado, costuma trazer barba imperial, peito
cabelludo, um lento espadau'do, falla expii-
cado como 30 r ..i._i-, .i,,iua uo.
parerro e oleiro, desconfia-se que levasso
alguma carU de guia ; pede-se a qualquer
capitao de campo ou mesmo a polica, que
o bejam de capturar e entregar no mesmo
engenho, ou nesta praca aoSr. Antonio Con-
calves Ferreira CascSo, que seio generosa-
mente gratificados.
l-'ugio no dia l de fevereiro ultimo do
lugar de Sanhor da freguezia de Cimbres,
pertenecnte a Antonio Rodrigues ,de Freilas
Jnior, um oiulalinho de nome Victorino-
do idade 18 annos, baixo o grosso do corpo'
cor desmatada, cabellos carapinhos, dentes
perfeilos, tendo abaixo de um olho urna ci-
catriz de um couce de cavallo, o qual fo re
Francisco Duarte, de Cariri-Velbo; ha in-
dicios de ter sido seduzido por certas pessoas
que rcalisando-se serSo por elle responsa-
veis, recommenda-se as autoridades poli-
ciaes e capites de campo que o apprehende-
rcm o levem em Sanhor a seu senlior que
sero generosamente recompensados.
No dia 23 de novembro de 1857, fugio
do engenbo Bello Monte da ConceicSo do
Pao d'alho, um escravo. pardo, de nome Ha-
noel, de idade de 28 annos, pouco mais ou
menos, com os signaes seguintes : baixo do
corpo, e um pouco grosso, cor alare lijada,
cabellos um pouco pegados .0 c.sco, com
urna belide em um dos olhos. tem falta de
barba, tem urna marca de ferida em urna
das pernas, entende alguma cousa dealmo-
crevar, e he alguma cousa roncoiro no ser-
vico, as vczesapresenla-se com muitas es-
pinhas seccas pelo rosto ; quem o apprenen-
der, conduza-o ao dilo engenho, ou a ra
da Guian. 6, que receber 1003, livrede
despetas,
No di. 5 de outubro do 1857, Tugio do
engenho Bello Monte d. ConceicSo do Pao
d'alho, um escravo, pardo, de nome Manoel,
com os signaes seguintes : representa ter
45 a 50 annos de idade, de altura regular
um pouco grosso do corpo, cabellos um pou-
co soltos, tem falta de dentes na frente, fal-
la um pouco alrapalhado, principalmente
man lo est embriagado, tem um dedoa Ici-
jado ca una das m;1os. pouca barba, tem
muitos cabellos brancos, os pes mal feilos,
e entende de cerapina, levou a ferramenla
do (Hiri : quem o apprehendcr, conduza-o
ao dilo engenho, ou no Reeife a ra da
Guia n. 6*, que recobera 100o, livre de des-
pozas.
gaos de
tente
Tasso frmios avisara aos scus freguezes,
que o ultimo carreiiatrento doi familia de
Trieste da marca SSSF rtminlt) se vende
nicamente em snus armazens, londo taoi-
I ,"-i existe o melhof e mais conplelo sor-
timento de familia de Kichmon
inglezcsde ouro,desabnete e devidroi
veiidem-sca precorazoavel, cm casa de
Augusto Cesar de Abren, na ra da Ca-
deia do Reeife. armazem n. .".
Vende-se milito em saceos ; no pateo
do Paraizo n 16.
Altencao
lOO#degra-*
tifiea^ao.
m
.; ;. Fugioha quasi tres mezes, do so- S
- -. rirado grande da Magdalena um es- ^
g eravo crioulo de nome Cosme com 2
.; OS signaes seguintes : bem preto, de 6
\fi estatura regular, mSos bcra fcites
\ rorcm grossas, ps um pouco torios,
;;. o nariz grosso e achatado, parece
y\ que ltimamente perdeu um denle
;;f da frente, representa ter 20 anuos,
? be muilo ladino, porque esteve na
59

v3 Baha 3 annos, servindo a um .eslu- a
3L (l.-.nte, lem a falla ub pouco arras- 2?
S lada e grossa, anda quasi semprc de J?
tia s. (,* ^------- ~..y-.. .. v j-.
^; vagar : quem o aprehender leve-o ao *3
'V diio sobrado de Magdalena ou no Be j$
.[': rife noesrriplcrio do mejor Reliar- ?
,-'i mino do Bogo Barros, ra da Cadeia ?~
.y Velha n. 48, primeiro andar, ou fi- f-.5
iialmcnte no engenho Urua da co- &
-- VenJe-se um moleque de 13 a 1 an-
nos de idade, chegadn ltimamente do Ico :
no largo da Assembla, armazem n. 9.
Velas.
Vendem-se velas do coniposc,o, em cai-
xas de 25 libras, a presos commodos; na
ra da Cruz 11. i!).
Fiordes corra Hilaos.
Grande sortimeuto de floroes para loslhas
dourados o esmaltados a vontado dos fre-
"' "* nmioi onn e)si*ls>. _......o J. ... ^ a -.' .4 .
_ co- jf)
marca de Goianna a viuva e filhos do .n
lente coronel Manuel Cortea de fi
$i olivcira Audrade, a quem pertcnce S
g_\) dito escravo. jij
do corrento mez o es-
-:.-
.:.::h;:-.;
- Fugio no da 7
Vende-so urna carroca de rodas pu-
pouca no queixo, rosto chelo He marees do
bextgas, cozinheiro, he bem conhecido por
xada a 2 cavallo. propria para ** ler pes n.u.to grosso's o gr.ndes, maos pela
mesma forma o calejadas, tem olhos vernc-
ulos e poucos denles principalmente na
snrar da estrada de ferro para o
ra Nova n. 61.
suietlin.s.
Na rea doVigario n. 20, vendem se por
menos (pie em outra qualquer parte, os
Philadel-1 objectos-seguintes, milho de i.i.-boa, o me-
pina, oiiioeU.dliinorc, tanto 0|Xlrascoaio Ihor que ha, arroz da trra pilado, velas de Boa-Vista, luja n. 48, so dir quem vende, e
su .. linas P.rn.nl.t n .In ................ I ____:<_,-. .1 '
[carnauba c de composic,3o.
RUS (lO Crespo D. f2. frente, he natural do sertBo, ejestevepor
o i ,1 :iin. ~ ..;. alguns anuos no Reeife; quem o pegar con-
Vnde-se alcalif. muito larga, e propria u' r M0 Mllhor no engenho Concordia,
para igreja a 39000 o covado. freguezi. da Lu, ou n. ra do Cabuga, loja
Vende-se um cev.llo todo preto, gran- defazenda.de Pera A V.sconcellos, ser
de, gordo, novo, bom ao lador e sem aclia- aiullo bem recouipcnsedo.
ques. por preco commodo: no aterro da
onde pode ser visto dito cavallo.
PERN. IVP. VE M. F. DE FAltJA. U|.
f
'.
.

'}


Full Text
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