Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07961


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Full Text
\
AMO XXXIV R. 88.
Por 3 mczcs adiantados 4$000,
Por 3 mezes vencido 5<000.
SEGINDA FEIRA ll DE ABRIL DE .858.
Por anuo adiantado 15S000.
Porte franco para o subscriptor.'
ENCARRKC-ADOS DA SLBSCRIPCA'O 1>0 NORTE.
Parahiba, o Sr. Joao Rodolpho Gome'; Kilal, o genhor An
tomo Marquei da Silva : Araran, o Sr. A. de Lerriui Braga ;
Otra, o Sr. J. J ue de Oliven.. ; Maranho, o Sr. Jos Teneira
d Mello ; Piauhj, o Sr. Josi Joaquim Avellino ; Par, o Sr.
Juuiuo J. Ramoi ; Amaionai, o Sr. Jeronjmo da Costa.
PARTIDA DOS COR REOS.
Olinila Indo os di.a. u g ,. m.iahoraadod.a.
!- rete, ti ia.......Para4lba, ivu lagiavlas o antas-felfai,
S.A l: > '""i. Caraira', Allmho eG.ra.il.un. : na lerca-feira.
a i lo, Fl.taraU, i,i .,, Bra loiaiei-
ra, Flores, .ill.-II,.||.. Il.-V, Onric.r. n Km', naa ,,..-1,-iias.
Cali.i. Ifojaca, feria-Mea, Rio Fot-Batato, lina, Barntooa, Ana-lteSs,
ira. e AaN' : siliue-fe.nl.
fimr
Todiiji
eorrafoa parlen, a. 10 hora, da nunt.ru
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do comroercio : segundea quintal.
Relacoo .' termal feiraie labbadoi.
Fazenda : quarlai o eabbadtn aa 10 boraa.'
Juizo docommercio : legunda aa 10 boraa o quintal ao meio dia.
Dito de orpbaoa : segundase quintaa ai 10 horas.
Primeira tara do civel: aegundaa a irxiai ao meio dia.
Segunda Tara do civel : quartaae aabbadoa ao meio dia.
EPHE.MERIDLS DO HEZ DE ABRIL.
8 Quarlo minguante ai 11 borai e 24 mininos da mauhaa.
13 La nova as 8 horas e B6 minutos da nianhae.
20 Quarlo ereiccnlr aoi 7 minutos da tarde.
28 La cheia aos 3b' minutos da mauhaa.
I-REAMAR DE HOJE.
Primeira ai 10 horas e Bminutoi da manbaa.
Segunda ai 1" boraa i 30 minutos da larde.
das ha semana.
19 Segunda.Ss. Expedito, Arislonico, Socratei a Galota rara.
20 Terca. S. Igntv do monte policiano.
21 (Juana. S. Amelmo are. ; Ss. Abdecalas eSilvio.nim.
22 (joinla. Ss. Soler Caio pp. ; S. Senhorinh.i.
23 Se.ta. S.Jorge ni. i S. Adberto b. ; S. Fortunato diae.
2! Sabbado. S. riel de Sigmaringa m. f. ; Ss. Dona e Bona vv.
23 Domingo. S. Marcos Evangelista ; S. Ilerimno o.
Se pon a conitiluirra piollibe o augmento de, deveres conveniencia da policio ufthial que oc- impransa, ele. Cum elleilo, d
ENGARRE!. A DOS DA SL'BSCRIPgA'O DO SL.
Alagoai, o Sr. Claudino Falcao Diaa ; Baha, Sr. D. Duprad
Rio de Jaueiro, o Sr. Jojo Pereira Martina.
EM JPEBKAMBCCO.
O Proprletariodo DIARIO Manoel Figaeiroa de Falle, 01 lu
linaria, praca da Independencia o. 6 a 8.
__a- episodios da historia polilla desses p>voi ; e o des-
uoel Afueteo ,|u Nucimeiilo a de gales perpeluas. a credilo em que oeee-sanameii e lem cnido (aea ma-
que fa. condemnado pelo jur> da cidade da Lagaa, nileatari.es deve tamben, mil jir no animo de V. II.
oa provincia deSiQU Calhanna ; a Julio Claadino para negar a sua asnera aos que se prujeclan em
de Oliveira l'iiuenlel, o reato do lampo qua |Ue falla -i-'o seio, como nulas no niau pira assiin ptdi-lo en-
para curopiir a pena de quatro anuos e Mil metes carecdamenle.
de pri-a.i coin Labslho e mulla ; a Mauoel Partir o Dos guarde a V. II. nimios annoi.Gabriel
realo do lempo qoe llie falla para curaprimenlo da Antonio Pereira. i>
pena de oito auno de prislo cora trabalho e mulla ; Esla pelleta do presidente deu losar a qae o pro-
e a lenlo Rodrigues o relio do lempo que llie Falta ieclo volveise de novo a' coiDmssil respectiva pan
pira cumprir a pena de seis nuuus de pns.lo com I ser lecun-idtrado.
trabalho. Na ooile do da G do pastado chegarara a capital,
rranciseo Diogo Pereira de Vasconcellos, do ; coro aulonsar,. do goveruo, js calaveras da tetar
m.u conselln, ministro e secretario de estado dot | Daz, Tajes, e l-'rere, para strtm sepultados no ce-
negosios da juslica, assiui o leuda enteudido o faca
eiecutar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 1 de abril de 1838,
37* da independencia o do imperio.Com a rubri-
ca do S. M. o Imperador.Francisco Dioso Pereira
de Vascoiicellos. o
Querendo manifestar por aclo da rain ha impe-
rial clemencia.o profundo respeilo que tributo ao dia
de tioje, em que a igreja celebra )| .agr-da Paixla e
Mirle de Nosso Seulior Jetua Christo, iiai por bem,
usan lo da aunliun;,!. que me confere o arl. lili ; 8.
da conslituicfio, oommuiar em pn-ao perpetua a pe-
na de marte imposta a Antonio Jos de Arantes Li-
ga pelo jury da cidade de Barbacena, da provincia
do Muiai-lieraes ; e na de seis annos de pnsfto com
trabalho a de dote aonos, profari la pelo jury da ci
dade de Paraliibuoa contra Clau lina Francisco de
Oliveira.
i Francisco Diogo Pereira de Vasconcellos, do
mea conselho ministro e secretario de estado dos ne-
gocios da jusilla, assiin o tenlia entendido e faja e\e-
cotar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 1 de abril da IS'iS,
17* da independencia o do imperio.Com a rebrica
de S. M. o Imperador.Fraociseo Diogo Pereira de
Vascoucellos.
_ A _
Pelo paquete Imperador, a entrado honlem do
portos do sol. recebemos jornaas e cartas do Mwnte-
Vlde alo -Ji do pas.ado.
Neuliii'iu oceurreucia notavel se dera uo Eilalo
Oriental. O si*vernn da repblica prosegua no ein-
penlio de leni a eff-lto a _u ni- reforma^, entre ai
quaea liguravAem primeiro lujii a da administra-
rao de Justina. A cmara dos debutados, na leeaXo
do da ti do pai*a lo t naiie, discoiia o projecto oHe-
roeido palo depulado Palomeqoe. relativo ao prem o
do general Moliuj, de queja damos noticia aos lei-
loree.
O Sr. ministro d i ;wm, que esteva prsenle i
esta diecaaslo, tomou a p iavra e di^te que o [toder
eieculivo lanciou.ri pelir urna recompensa pira o
oiercito que nivii salvado o pan da anarchii, leudo
imterio publico. Este ac(o religios > [al pr.ticado sena
apparalo ou fannali lade de eipecie alsuma.
Nio se venlicou a projeclada nippressilo das pai-
tas da guerra e mariaha, como te duia ao retirar le
do ministerio o Sr. Carlos de Sin-Vicente. Foi no-
meado para aquellas pastis o geueral D. Amonio
Dial.
O Sr. t. Andrs A.Gomes, qae nterin smnI ei-
tava eticarresado dellas, vulto i a desempeuliar o em-
prego de ebefe do estado maior geueral.
Igualmente nao se realisou a aopprenSo dos lu-
gares de olliciaes-maiore da, secretarias do gover-
das relegues etlenores. Para aquelle foi no-
re bellio.
Seguramente que nAo desceremos a justificar o
Soverno imperial dessa insinuae.ao. A poltica mo-
derada, humanitaria e civilisada que, qiiT no inte-
rior, quer no exterior, lera sido constantemente se-
guida pelo governu do Brasil, e qae na la mais he
do que a eipressao-genouia da ndole e dos tenli-
menlos do povo brtiileiro, esla rouilo cima das
accusace. do Sr. Chrisiie, das de qutm quer qae
eja. Diremos apenas a S. Etc., uro recelo de qae
alguem nos conteste, qoe quando em Montevideo le
s.iulie da resoiocao lomada pelo goveruo oriental de
miniar evecular oa principats cliefes da revolta,o
primeiro agente eslrangeiroque se apresenNu pe-
dindo clemeuciafoi o do Brasil; aasimcumo qoe
foramo rogui e as instancias deise agenteque
obliveram a ordem de suspensSo. a qual, como se
sabe, infeliiineute chegou tard ao lliealro dos a-
conlacimeoloi.
Reinstallou-seem Monlevidci janla de silubri-
dade publica, qoe to assignalados sirvios prestou
i viisimo que publicaremos dentro de poucos das. A aogmento de ordenado dci seus sobalternos ; poii a
parle, em redoejao de MtamMa poda decretar como lite aprouver acerca
dos que gafaran desle da mate-ia em queiiilo sem que a falla da audiencia
de S. Etc. Rvm. traga a menor, quebra, nao aitira
a ni rs. por alqueire., a respeilo de materias propriamenle etplriloaes.por-
o de pmho, a looja de que neslas a assemblea deve prettar-lhe o benadi-
bras de barro de qaal- cite ao prelado, por xemplo em divisoes de fre-
e girrafes, is chitas gueziai, crearao ele.
logios de algibeira, M Sendo eo parodio, Iralau lo-se Je coadjutores a
de I111I11 e de grosta- desejando eu ler tempre urna pessoa qoe comigo
s loalhas. as Ironhai, administre o paslo espiritual ao peqoeuo rebanho
aeryttal, e muilos oa- qoe me he condado, e qae cm minha ralla me lubs-
tilua, claro est.i que ala posso deiur de me emiie-
iirruas e ontros inslru- nhar em semelliaiite quesl.lo.
- 11J0 lenliam lai.i e,- (i Sr. Braodla: Mudo bem.
O Sr. leieira de Mello : Senhores, echo mui-
dos por lo de rula o aosmenio de congrua aos coadjuctoree,
aqoi, alem de oulras ra/es, porque, te todos os eraure-
re^ado de negocio, da provincia de Buenos"-VvVes iindV. '"......~.....""' "'" "'....."~*' "t ^'TT^I^^J'^J^aS^J^' de seJ,a I i"l<"'""P "" c Proviuciaei, lem lido aug-
p,s,ado. sobre esse succ.sso, que ,e,n duv.da lem de lar aap.nU. acerca dos candidatos para a. prxima., Com este lyieS,. de reformar annailmenla <'- WSSJS. ?,,-",.e."..10e."nt ".
.11.. a-------- --------r-_w,.n. ,u,,,. o K-^ .,, a- ,,,,,.,. iioiiuta, plus que pecid. na lana iiraram hvres de direitut.
nene.ao do goveruo e a do publico a uolicia do fac- os nimos se achavam quiti exclusivamente preoccu-, Os diversos lecidos de seda senio despachado
'le !'.i?i?ir? i" S"r e publicamente pado. com o resollado das prximas eleice. de de- peso, ,,o pr med da de superficie, cuino ale 1
recoi Mecido pelo goveruo francaz em Pars o eucar-. potados, que deviam ler lugar no da -*.) do mez fazendo-se differeora ntreos que forera de
ot!daado t
anuos da tarifa que a experiencia for demouilran lo
defeiluosos se consultara' de prompto os intereises
iaiilodo eommercio como dolliesouro, e nao llave-
ra' necessidede de gastar lano lempo e duilielro,
o vapor lioyaim, como aconleceu quando o goveruo empreheudea a
repblica. ] reforma publicada o anuo passado.
./s.os.siriafo.
I.'e na aPalriio de honlem :
11, M.'tiu. V......" Pr ma" oe mil De pailicioarao ofli.ial consta que na noiti de
mde Mousn linliaresretsado daex- ludios que invadirn, aquelle poni, implorava 28 do mez prximo pasialo. no primelr. distr.cto
que eiuprehendera por todas as benelicciicia publica para voliardenovo ao tea paiz. da f,egue/.ia de S. Joso do Rio Prelo. l-rmo da Pa- Uie.'o'uran
l-icava uo Paran, pr.pa- O peridico uFerro Carril da ultima data annun- rahiba do Sul, foi
raiiao-.e para regressar em breve a Euiopa, alim de cia terse recebido coramuucc,ei do conul do Lucas I erreira
exercer alta inlluencia na iiluac.ao actual do Rio da eleiroes.
"fiL 1 Presidenla da repoblica e o ministro da grara
Mlleceu o deladoecclesiaslicodo Paran, eone- jusliraachavam-se em Valparaso, 011 le liaviam'ie-
?o e bupo eletlo D. Lejtiardo Azevedo, depois de cebnlo o carpo dipjomalico e consular
urna longa enfermolade. A mor le de.la notabilid.de Tiulia-se lineado ao mar
II greja cauou ...1 pioviucia de Eutre-ltios doloro- construido em un dos portos
a impratalo. Ilavita sido resgala.la dos Indios,"por um Sr. Cin- I
I ara laeilitar o pagamento dos portel do correio, gal, D. Eulogia Altara.n..... que duendo liavcr sido
o goveruo creoa um sello em papel especial, com arrebatada da eslancu de Cliapaleo-, em Buenos-
iiiia ii.si'r.peAii anloga, e as armas nacionaes. Axres, lia cerca de cinco annoi, por mais de mil
O Ur. Marlim i*-
cursfto vcieulilica
provincias conferada
mesquinlio como o coajutoret, o ordena-
do de HHiiiH)(l ) esloo muito persuadido que os
continuos delta casi lero um ordenado muilo supe-
rior a esle.
O Sr. Brando : Apoiado.
O Sr. T.ixeira de Mello : Honlem quando se
apresenlou pira a ordem do dia esle projeclo, agi-
tou-ae a dovida, se os coadjutores devi.m ser consi-
derados empregados geraes ou provinciati. Ori.ei-
la duvid parece-me qoe n,lo tem lugar ; porque
dasde que ha assemblea provincial que os eoajulo-
res ten. sempre recehido 01 leus vencmentos pela
llieo'irana provincial : e se elles nao eram empre-
birbarameiile aasaisinado Jos galo, provinciaes, ou se o nao sao, para qoe a ai-
i!!PFTL**S&i*!'. "' ^. P- ^"rapublicacdodoiiiuitrab-a^s-ri;;;-^: GiTm 1^', S3TT5S* TSZuZ k^T WF2*UmZSSti'er^^'.ato I"""-^!^i!^-^^ marcado nm.
lS'l?-??'"?"**! do general \1vanc01n11lra'lzaiai,_ eicrayo da propria victima, a mandado de
ca troca U eulre u goveruo da Montevideo e o da
Cour.derac.iio Argentina, 11- q 1 I aquelle solicilou
e esle concedeu auxilios railu.res para sullicar a
Ultima reliellmo de Moulevi I; 1.
O abaix 1 astiguado nAo leixar.i de rem lier ao
goveruo de Soa M ,gestado copias di nota de S.
E\C. e da correspondencia que a acompanha.
As fu,; 1, do govenio de Moulevi leo vencern,
a rebeiliao anteada cl.egala do auxilio concedido
lelo goveiuo da Confederaba a. O goveru. argenti-
no esta liento de reipousabnida le pela lamenlavel
parea.
A barca sarda uRosilan, procedente de Genova
com deslino a Montevideo, eucallioo tambera no
inesrao dia, s 2 boras.n.s padr.s da 'Boa-ViageiBa.
Ajulada pela endiente, eoiueguira igoalmenti piar-
se a nado, ntrenlo no porto rebocada pelo nono
vipor Japora'a.
A barca, alm de um importante carregamento
de viulioi e massas, trana a bordo ceuto e ciucoeula
passageiros.
'auidjsi depois, o vapor Amazonas, que sa-
muilo em causi leraclo os tervieos e as circumslan- lade qae as tropll argentinas na
carnicera .massacre de olliciaes e esirangeiros qu-1 liira de Monlevido a fazer aguadi. 1
se seguio a entrega das org.s revolocionarias cora- | ivistaa em frente ponte da Jess Uariau, no ca
mandadas pelo general Daz. O absxo assignido nal do Norte, a escuna oiienlal Traviala, a qoal
re de faier couhecer ao lovern de Soa Mages- com bandeira a meio pto pedia soccorrn.
ciai do general M idia 1. E n legal la o Sr. P1I01
que daclarou qoe, em vista do q le .1-abava de dizer
o iir. ministro, reiiuitcuva a' honra da palemilade
lo i.iwj^a,,.
Depon da u-na brevJ discusiao licou etle appro-
ado nos termos seguiules :
11 O senado e a cauura de represntame da Re-
lamenlaveis suecessos qoe
lo goveruo de Montevideo
Oxal que os
liveram parte no^ O cominandaute do Amazonas immedialamen-
urain o Iriomphu le se encaminhiiu para a escuna, qae enconlrou com
I agua abarla, e risco iraraiiicnle de ir a' pique. I'r.s-
. le os poderes tlliadoi d 1 govirno de M011 lou-lhe oa auxilios neceaianoi, e trouxe a rebooui
lev.deo, que lio prompia como ellicazmenle II.' para dentro do porto.
acudirn, ora ui hora do difliculdate, pissjm iao-
tir-e justificados, mostraudc aquelle gosferna o im-
pol liCo, as.1111 como o paiui 'i iso d -isa crueldades.
puolici Oriental do L'roguay reunidos em a.iemblea : 1,0 allieiam as syn.palMai nos perpalradarae. pro-
garal decrelam : vocam viiigama.'e.s.rvem para iiii|nimir o sello da
Arl. 1. lia- loa ios >l > lliasoi.ro nscional alione- ju*ti<;a sabie nina revoiueao.
e ao briga leiro general D. Anacleto Mediua a som- O abaixo assignada be levado a fazer esta nb-
10. de W.ODJ pesos em recompensa dos assigualadoi 1 rvac.Ao pela eeuvie(<10 d que ex,iressa ni -euti-
aervi^os prest 1 los a repblica- meiilos do s berauo, da guveril 1, e uaeo a que
Arl. 9. O poder execilivo realiar" este abono Inerve ; e de que anlecipa os .entunemos de S. bxc.
A imprensa de Cordova conlinoava occopanlo-s.
da candidatura paia governador da provincia. (I
linparcial buslenla a do Sr. I). .Mariano 1ra-
gneiro.
Esle senhor fei nomeado impeclor da alfandega
do Rosario, em cuja porlo se acl.ava.
Era tal a creicente do rio no Roearlo, que ponte
que lirve para carga e descaigi arliava-se coberta
pelai aguas, e suppuuh.i-se q ue a 1 nlerr upe.lo do ser-
V150 doiaria por atguns das.
O governador de Sania le havia chegado a capilal
da provincia.
O general 1 rquiza em dala do pritneiro do passa-
peilo do Pera', a julgir pilas cartas e jor-
naes de Luna, a situac,a:o couliuua a mesma. O
couselho de ministros havia exped,lo om decreto
leuiscrevendo na lula militar os ulliciaes deinilli-
dot.
V.m Arequipa liouva encontr* bstanles aerios, e
o nliiroo deu era resultado collocar-te o exercllo
sitiador em Porongoipe, salvando assnn a no, que
liulia sida ebltacao insuperavel para atacar 1 ci-
dade.
Concluid.1 ai ponles, o general Caslillia paisou
as forras que licaram com urna velocilade aJmiravel
de 11 u 1 le. sem que o iimnigo o percebeste, e acbau-
do-se de posse da batera opposla ao rio, ralvou ;
do remetleu ao vica-prcs:diile da Confederado urna "ia linhl desde Finge alo quaro quadraa untes da
relaQdo nominal dos chefes, ollieaas e sollados da I dade, fszeudo quarlel-general era Porongoipe.
tropa do F.siado Orieulal, que se Ihe tinham apresen- Neltl Milla le envin o coronel Prado cora
lo Antonio, armado de um machado, e afieijou
mesmo perlo do lugar uo acto da mona para gritar
ao mesmo preto Antonio que dise cora o machado
na cabera, mas que quando chegou Antouio, ja' ei-
lava o senhor por Ierra e morto.
. Estes tres mininos ,s cha n-se em processo e
recolhidoi a' ca lea da villa da Parahiba do Sul.
Jjrnal do Commercio do. Rio
de modo e reforma mais conveniente.
Arl. :t. C.mmunique-ie, ele.
Patsou depois a cmara a occupar-ie da segunda
o Sr. general Lrquiza, e do joverno da Caul'eJera-
Ao Argeoliiia.
u O allano assignado aproveita e-ta nccasi.Vi pira
dis usa 1 do projeclo que conftre ao presidente da j renovar a S. Ble. a segn tale de sua mais alta eon-
repuhlic o titulo de gran le ci la 1,1 1 benemrito d
patria. Nssa occa.ilo fez-se a leilura da segointe
peMoM do mesmo pre-i lente
Honrada cunara de repraaenlanle.Gabriel
Vnloiiio Pereira, ante vossa hoi.rabilidade na de-
eider-eao.\V U. Chrisiie.
llaeuoi-Axres, 22 de fevereiro de I8'8.
Cuno se vi}, o Sr. ministro inglez achava-ie em
Buenos-Avres. e foi dalli que resjondeu nota d ,
goveruo da C.onfederac,ao Argentina, nota que S
vida forma exponho que as publicaqes da irapreusa Exc. se deu pretsi era confiar 10 Durio OiHciala
me Rzerain conh-cer urna raoi;io apresnnlada a eila ; Jo goveruo pnrlenho para .er publicada,
honrada rorpurai;,. o, desuad, a distinguirme com I Era verda le, ulo he fcil deicobrir os fondamen-
liluloi e declararle! houortira pelos sirvios que I,u* a as razes que moverim o goveruo da C mfe le-
leulio prstalo a' patria, principalmente durante a i raeje a dar conhecimeiito ao Sr. Chrisiie da corret-
revolujao q le foi sufficada no paata de Qdintero. pau leucia trocada com o go ern 1 du Estado Orieu-
Posto qaa agr lero iu livi I .alenle u espinlo '>**. relalivamenla ao auxilio oe fon; i por este soli-
que diclou aeauselh n. es, ra ;ao. nulo a nacnai- I rilado e par aquelle conced lo. A inenus que o Sr.
dade de aprestar-ra a iniinftsiar a V. II. qae em Chrmie 11,11 reprsenle o pa|il de tutor da Cmfe-
raso algom a Imiltiria lislinc^es e (ilo'os, que jul-
go em opp >.n;l 1 aos principios democrticos que o
;mi/ professa, do qoaeso (em iniulia almi iioirido
cado.
.Mii.se islo sorpren le, muito maior sorpreza, sem
desle os meus pruneiros a inoi, e para cujo Mibale- duvida, causa lulo o proco,hanlo do Sr. ministro
clmenlii na repblica tanho o orgulho de ha ver con- | inglez em scmelh inte asiuri|i(o.
corrido. (I aoddinenlo era fizar publicar a ala na folha
Por 011U11 lado, em presenca da letlra e espirito olliciat de Uuenus-Avres, antea lalvrz de haver ella
do arli t.lo nao poderia ler luar. Nelli se assiguala ao pre- nota da'illicialmeulea conducta do goveruo
si denle, como nica compsiisarilo de seus sirvicos, orieulal, com o qual naila lem que ver o Sr. Chris- I rar.10 proceda agora
o gozo dos vencimeiilos que, aulas de sua eleirao. He no seu carcter de pie ni .oleuc.ario inglez junio ; o'llimaluui-.
I do goveiuu da C'iied-rarao e por ultimo a Inal-
iiuarao encapotada que iauea aospoderosos allia-
doslo goveruo de Montevideo, lodo iii.luz a crer
qui S, Exc. esqoceu-se Coii.plelimeole de lodos os
Ihe tetilla sido desigualo, e (ralar se de prevmr que
esses veucimenlo nao posssin ser augmentados em
qnanlo o presdeme eslivir 110 exercico de auas
funcreje.
ORIGINAL 00 DIARIO OE PERNAMBUCO-
18 DE ABRIL DE 1858.
Caminho de ferro porttil agrcola. Dual expe-
riencia feilas no p irlo de-la cidade por meio de
..ra apparelho inergulhtdor.olliinameule rhegado
da Europa para o nenaldo maiinha. Algumas
palas ras sobra o ullini) espectculo lyrico-dra-
inalico.
algumas observares que 1,01 pirecem mu acer-
tadas.
o A agricultura diz elle, ja' lem oblido alguna
emprestimus da agricultora ; e quinto ulo lem ella
a ganhar, te se der ao Irabalho de 11t.1l.1-1 a em ludo
d.m.a di febre .marella. Como fazem parle "da .Oes. ....._.................'......... c^mm.mdJs^eaTWraV'd^ ei Vnaro'ZIra l'^a, "' UIor." '', l"r"";l c""le >"'" na ledo orraraenlo para o. co.djutores'!
iu,,,, o, memos cidadao. que a,,normen,Pe a rom-1 No Rosario nal, d. nnvn occorrera. O commercio S mS^^S^SZX e pold m. Ma^i vKVa" SS'iSSSt O Vr ^SS ~ M!, hta!
puzeram,he de uperar qoe conlinue a prestar iguaes legue em sua marcha prospera. As chegadasdireel. Peni o..., uo .. u|'" -uan v iciona, mumer (ambem 10 ai- O Sr. N. Poriella : l'.la mesma raz3o porqoe
'2!. ^Z!*5~i 'f-"J- -<-"- I : -S? 1U 8" f ^SSVSSZ I V^ommanda,,,. do vapor Tumbe. havi. apre- | Stt.TS ZESMZ ^TO E | '^Tt^^U^ZSA .0 api-
le do nobre depiltado, direi, que se a assemblea n-
couhece que os coadjutores Dio sSo empregados pro-
vinciaes, porque nao tem requerido a astembla gi-
ral. pedjndo-lho qui aceite o encargo que Ihe per-
tence '.'
O Sr. N. Porlella : Pela metma raz3o porqoe
sera requerer-se, a assemblea geral mandn pJ-
gar aos vigarios pelos cofres geraes.
O Sr. leixeira de Mello : E mesmo he ,-ireriio
alten ler-ie para as circum'lauciai em que >e achara
os pobres eoadjolores, p ,rque a asiemHa geral os
repelle, como aconleceu na seiiflo paliada (apuiados)
a assemblea provincial lamben, o. repelle ; aoode
irlo parar os miieraveii coadjoiorrs'.'
' I Sr. Piulo de Campos : >'o anuo pissado aog-
raeulou a congrua dos paroraos, porlaulo he ama
Djuitica fe la a mamara geriL
O Sr. leixeira de Mtl'o : Erafim, qoe os coad-
jut,resiao empregados publiros, eqoe preilam um
sarvir. relevante, nao ha duvida, mas que repar-
tido ptrlenceao eilea, aqu he que isla' a contro-
versia.
Senhores, entre umitas opinins divergentes le-
oho oomJo o parecer de qua os coadjutores devem
ser pagos pelos parochos Islo porm vira' a Iriier
a necessidade de ver-ie empregados pblicos pagos
como particular. !
Portante, Sr. presidente, apresenlando-se esta
quetiao acerca de ciad, olores, eu (eriho de dar o
ineu velo em favor do projeclo, e contra o riqoeri-
iiieulo do uobra depatada que me preredeu. E pa-
receme que a cmara compenetrada do importante
-ervieo que prestara etles funccionarioi, lia de com-
binar coraigo. Moito bem.)
\ ai a' meia e apota-te o segninle requermenlo :
o Itequeiro, que sobre o projeclo en. ditcossao se*
ia povil- e- ,,.i.j. J,.v^., M.U.O -
va'canli.
O Sr. Brandan : Senhor presidente, se o reqoe-
nmeulo do honrado depulidn, que propOe o adia-
menlo do projeclo em ditcus-ao, para tar ouvido o
hxm. prelado dioceano, nao he urna excepcao dila-
toria por elle ollerecida, para que o mesmo projeclo
nunca lenha iolu;oi bera o pirece Perdoe-rae o
11 abre deputado, se tenho do seu reqoenmenlo esli
opiniAo...
OSr. Manoel Cavalcauli :Nao precisava de per-
dao para islo.
O Sr. Braudlo : Coolinuo sempre a fallar com
urbanidad! e rortezia, e por mo nao deve eslrauliar,
queme explique por este modo.
Esle projeclo, leohores acha-si submetlido ao co-
nhecunenlo di aiiemblca detla provincia desde iS'.i.
Honlem eu dille, e cona do impreso que esla so-
bre 1 mesa, que elle fora aisignado por 20depula los,
que euiao compareciam sesso daquelle inno, e
acrescnlei que islo mnslrava a couvicc,3o, em qua
lodo se achavam niqoella poca, de qoe te devia
cuidar da sorte do clero, e pailicularmente desse
sacardoles, poe auxiliara aos paroehoi na almini-
ira^ao dos Sacramentos, qoe prestam ao povos os
servidos do leu mloislero sagrado. ^Apoiadoi,. Hoja
porein, que se trata de Ido imprtame issumpto, em
avor do qual lanas reclamarOes tenho feilo nesta
casa, ah vem um adiamenln, e o qoe mais admira
he que elle seja proposto p?lo nobre diputado, qaa
musir ser 13o consciencioso !
Causa igualmente a imiracal, e al sorpren 'ea-me
ver, que o honrado deputado, que be ,1o pralico
no trabadlos legislativos pretenda dar aos ordenados
ou congruas do coadjutores o carcter de materia
espiritual, I ralo que jo: 11 nao poder, ou na 1 dever
esla assemblea augmenla-los, sem primeiramenle
ouvir ao retpeclivo prelado, como se esse sacerdotes
nao fossem fuucciouarios pablicos, e 10 poder tem-
poral 11A0 corresse o dever de retribuir os seu ser-
viros de um modo correspoudente ao eitado, e rir-
rumslanrias do lempo Sao molos di encarar o as-
suraplo do projeclo ; eu porein no posso por forma
l'oranteo mez de Tevereiro nliirao -i.....
\lo,,u.id. 10 iiaviue uiercanles, naciiiuaei e es-
Iraugeiros. com ID.sii". toneladas, IH paquetes, e"
emParcariet de guerra ; e ihiram 16 navios com
11 ,98 tonelada., l."> paquetes e :i embarcarries de
guerra.
A nivegi(lo de cabolagem durante o metino mez
foi di 51 navios entrados, cura 2,078 toneladas, e
2*>U ahido com 1.1 toneladas.
Na decano deue raer, entraran. 1,101 paageiros.
e sahiram Vai, havendo por coi.seguiule ura aug-
mento de 1 < i> 111 -a 1 de .'1.1I individuos.
A' chegada do paquete Camilla a Monlevido,
110 dia III do passado, lizeram ponto ilgumis casas
coinmerciaes imporlanlis daquella praca. Entre
ella conla-se a do S S m.oel L-fone una dd prin-
cipaes acojo a primeira. Segundo nos conate, fo-
ram-lhe de retorno letras no valor de 259 mil li-
i hras esterlinas lie de tuppor que esle auccesso at-
cele mullas das cisis rel.ilaeionad.s com a do Sr.
I.afoiie.
A liluarjAn de Renos Ayres continua a mesma,
Jo.lo Carlos Gomes e seu essecla proseg-.em cus-
prado diariamente todas as calumnia e Infamia que
llie -iiggerera suas da 111 na las inltnc,ori ; lado, aa
qoe parece, muilu a contento do governador Alsina
e do sau miuis.eiio.
Pelo que respeila aos ludios, as noticias igo as do
. ----------- -presen- nesia anuo le cnviou a coronel t'rado rom o ca-
lado ltimamente. Acreacenta o gnieral que lo- racler de parlaraenlario, levando commoiucaroes,
dos esse* individuos foi concedido uin benvolo a- \ urna para Vivanco e oolra pira os svodies di ii-
*'n'e 11. Ja'Je" resulla lo desla commiss.lo foi conlrario ao
U Sr. conselheiro A mar I, ministro plenipolen-I que se espeiava. Vi vaneo negou-se
oicncia parlicular ao Si. Carril, ice-praiiden'te*3l S'iss^qe'cii. Areqii'ip "".Vu"l
rausma. uini carta lalograpl.l de S. M. o Impera- era lodo e que o povo lana o que eile ptuaava.
dar, pela qoal Ihe confere a grAa-cruz da ordem de No o Mercurio le-e o sesninte :
BAHA I i DE ABRIL.
Honlem a nina hora da nodo, por ordem do Sr.
llr. chefe >:e polica, foi cercada 01111 Cosa das vul-
garmente denominadas candomble, lias Ijainlasda
llura, da fregaezia de Viciarla, e foram pretai 3j
pessoai, leudo 18 crioulai livres, 2 pardas, S Afri-
canai lui-rl .-, ,"1 crioulos, ura deitei eicravo, e 2
Africanos libertos. Os diios pelos foram dislnbai-
doi pelas cadeas da correera 1, e aljubo, alim de -
rera punidos na conformidade na postura u. 70.
Arli.iraiu-se na rasi diversos objeclos, sen lo os mais
legou-se a receber as uoiaveis, 1 espada de folha de .-'landres, caira-
d..... Ib' aiiiii.ia. Inrren la'a. ;, .n,,|her, u_. ,,, ,, ,ona 1 .inarella
avia sv 11 lieos, qua elle e 2 ver-ie-, 2 toncados, I nveol.l, 1 penacho. tVlian-
Cbriuo.
Os senhores Derqoi e I). Bermihc Lpez, pleni-
potenciarios argentinos no ulliino Iralaoo corn o II a-
sil, receberam a insignias da graa-ciuz da ur lem di
Rosa; eoDr. I). Euzebio O-ampo. e D. Manoel
M ulules l-oiiiei, as ue coraii.eudidcres di mesma
ordem.
As dalas do Paraguay ilcanjo a 1 do pasaado. quas em sua origem, e ella mesma salvou o poVe
Nada de novo occorrera depois das ullunas noticias, da America Central, sem que os leas governos ue- j
alen, do segrale decreto espedido pelo prndenle ceisilem fazer nenhuuia e-pecie de sacrificios. O
da repblica: : conientamento dos coilariquenses pela desapparicJo
o O presidente da repblica. | di Walker do lliealro da guerra em que lam col-
llivenlo-si descoberto eonsideiavcis conlrahan- locar-ie o povos dessa, foi lal que por alguna dias
dos de erva para o exterior por um abuso de reven- consecutivos lime divertimanloi pblicos, nos
da de erva, comprada ao Eta lo para consumo in- ; quaes rem -iu a nos orlem e 1 uui.l 1 entre uacioiiaes
; e sendo gravoso ao ihtjouro nacional o aog-: e eslraugeiros.
das brancas, 2 Je relroz vennelho cora borlas de ou-
I ro infeiladas de buzios d. Costa, loalhas. 1 porrjo
CUMA RILA. I de ini-saugas c buzios, etc., et-.
O cangreno nacional foi convocado pira o dia O lenle cmmandaiiie da guarda urbana foi
de dezembio, e depois de sua nislaliaeao, o que quera dirigi a diligencia.
(Diario da baha.
era primeira lugar se fez foi concedtr r,iculda,les
etlraordiuarias ao poder eieculivo para que silve a
repblica da iiluarjlo em que se ia adiar com a ex- '
pedirlo de Walkir. I'tlizmente esla naulragou
10VOS
PERIAMBUCO.
ASSEMltl.l.V LEGISLATIVA
PROVINCIAL.
SESSO 0RDI.1AIIA EM 1 DE ABRIL DE 1858.
I'reiidencla do ir. Bario dt Camaragibc.
(Conclu-ilo.,
ORDEM DO DIA.
Primeira discus-ao do projeclo n. 12 de 1851, qae
ment do p.isoal do hsco na extensa cosa do no ; e A silusr.lo das beligerantes de Arequipa con- ele! a 209 1 congroi do. co.djulores da provincia
allendeiido tambera a s frequeulis quena, de Laudes; linua a mesma. O Sr. Manoel Cavalcanlo diz que lem di.posic,
ni veulaecompia do tabaco : A leulaliva de lramacCJo hito pelo noo m n<-
" "' J ecrea : |ro Irinubal n,lo leve resallado algom favoravel
11 A I. 1 A erva do Eilado, deslinidi 10 con- Coiiseguinlemeule o as-alto de Aieqoip. pelas tro-
sumo inlonor, vender-se-ln na praca da Saulissi-1 pal do general Caslill lornava-sa ja nina med I;
ma Inii lade desde o da I de marr.o prximo. 1111 lispeosavel. Tinham havido varios eiicoulroi, do
o Arl. ." ( comprador recebera' um certilicado quaes te declara 1 vilursosos o sitiadores.
leracilo, o fado uSo pole ser plau-ivel nenie expli- 1 eo-lume. Ora se canta o 1.amplio, ou se Umenla Hoodl o modelo .uni. par ,.arUj particulares soubamos que o general
lerrola, mas de decisivo nada. Arl. 3 O eapiUj do porlo fara'desde e.la dala, I Castilla se linha retirado para Porongoche e que o
O goveruo raspea leu 1. .la da ConfederacaVAr- a '> uva destinada ao con-umo interior, a i etlado do seu exeicilo era cada dia mais limenlivel
------------qua tem diaposirors
A leulaliva de Irannrr.V. feila pelo nosso nvnis- ; 'otar contra o projeclo, mas p.ra njo ler proci-
|tro Irariubal n.lo leve resallado algom favoravel, l''td". val mandar a' meta um requermenlo pare
que seja ouvidu o Exm. diocesano, valo como na-
guem j ilga mais habilitado do que S. Exc Rvm.,
para emillir ura julzo sobre sernelhanle materia, pa
ra informar se lodos o coadjutores etlo no caso de
ler igual augmento, ou se uus devim ler mais do
qoe oulrns, etc.
O Sr. Teneira de Mello : Sr. presidente, nao
geni,.,, relama a' reeiicopera5.,o. Es.a r.sposla. '"''^'^ '"fe orbano da rindade p.ira qu. >. desatonto e a de,moral,saS3.. se;apoderavam dellei rito anda a e'.les negocios ua'.lan enla.es, e'o nj
11 II, i>l iiri'l 1'iirnh r. 1 11 j r\nr a .. 1- .,.-,. esle a il. IOS, I n mu :mit.n, i n 1- .1 .,!., ..' .1.^^.. .;-s_ i ........ ,-___.-_ ^^_____... i .._.. T -=*, c iid
que os leiloret euconlrarjo na parle Exterior
como se e-perava. rejiclle a reencorporacao, a nao
ser fe i l.i pelo, meios, ja p >r diversa, vezes propos-
(os. e que -10 rm ipl;.menle illusoriot.
He pas de presumir qoe o goveruo da Confe le-
do i inl'oniii Ja le cora o seo
esle a deposito nos arroazeni do Eslado a' dispo.iro trazco lo por con-eqoenci.i continuas deserces. pedera a patarra
,1o venil.itnr. t\ ~.____._ i .. -
A Prensa, jornal sisudo e ordeiro de Buenos-
Axres, que combata oa excesso e os desregraineu-
tos do goveruo de Atslos, leve de succumbir ao pe-
so de diversas accus.igoei de abuso de liher.lnle de
apreciara,, mais exacto do que a sunples observarlo
do pnmeiro lance d'olhos do rostume.
Etle meio existe ; mas nao e-ta', nanea estira' ao
alcance de cada um. Ili impossiblidade para cada
do vendedor.
Tabaco.
Arl. 1" O despacho do tabaco le verificara' ex-
clusivamenle na prai;a da Sanli-sima Tnndade, com
as-i-lei ca de dua pessoas de iiilelligeucia e probi-
j dale u.lineadas pelo chefe de polica.
I ii Arl. 2" O chefe urbano do referido dislricto
franqueara' competentemente os armazens do Eslado
pa'a deposito e despacho do tabaco.
K Ail 1 No despacho da erva e do Ubico se
coinpri lo para que o director dos trabalhos nao seja
ohngado a se abanar.
i I m metro de cnmprimenlo das barras de ferro
etaprogadii pesa (i kil, 0,1(1 fr., oa i fr., sy para
se lijo te IraUsse de ura ubjecto
(Inaquele a vapor linper.idur Ira/, dalas de | '* importante,como este que vena mi.re o augmen
lorio Alegre lie l'i, e i> R,o Grande ato M do mez pinad i. ] a unta grande parle Jo clero pernaiubucano, eoipr.-
A interesante cirla de Porlo Alegre, que publi- IMdo em ooadiuvar ts parochos na Lio ardua e dilli
ea|i>us na parle interior, refere ludo quanio h.i c:l larela de q le san cncanegados.
de iippo.l uicia relativamente proviuca de S. Pe- '"parecer do nobre deputado de que se deve oovir
dro do Sul. ; ao Exm. prelado diocesano, parece-me que nao lern
( lugar na queslao ver lente : pirque o prelado deve
/ irifa iat alftaUtnit,Cania e qu.torze irligos ser ouvdoapeuas eir, milenas meramente eipirituaes
di nova lana foram alterada por ura decreto no- e u3o era malenas de-la ordem era queso tratado
Com Iu la dous horneas ma. condecido, na d slo-
pai
magnifica arncalo? Nao sraent se po ler.i.,
na, aver> e Papin, depos de lerem consagrado a meio desle appareldo, cuj > divo be a limpeza do par
maior parte da ma vita a' sriencia, pro vara ni du- lo, tirar muito mais (anmenle as ancoras c oulras
., Si para rauta atguin lempo, anles de fechar os olh a, que a COQSai perdidas por uavios. mas atilda oreslar unnor.
cultivador possuir ludo de que elle lem aeeee.d.de, | os dous ra.ls. As irav.s.a, si. d. madeira de pon- : agua sujeila .' f.rc. do calor produzma um certo Untei servicos .' P P
co val.r ; ella lera I :lll de cnmprimenlo. 0, (I, SnU" 1^ de largura. Os | traminillir o mavimenlos mais extra r luanos, e ao
mesmo iemp> vencer as resistencias mus dllicai-.
t,i i mo ao vacuo, o maior niim-ro d.s inlig O metro de caminho da ferro porttil vale seis mitliam que a tua eiisleucia e
francos poaco mais ou menos. Sao necearios dous
lio nens para collorar os trilitos. Com algum coslu-
N.lo sao tmenle os assu.nplns levianos, nem a
criticas picantes, neni as ere<(ti risunh s da phan-
lasia, qoe f.izim o objecto dos escupios do folheli-
ni.la.
As colisas graves, a revelaran dai descoberl ar-
llslcas e scientilicas, aa Icinbranras ule, a imciarao
de qualquer iiielhoramenlo, ou seja nasculo na ler- mo. que seja adopta da.
ra aromtica da palna, ou seja trans|>lanlado de pn A compra era commurn de certas machinas expe-
zes eslianl.oa, ludo i.to lite serva igualmente du ma- ditas de que c i la iu liv tuo apenas lem una neces-
tena. ndade pnilgeiri, e cujo piejo he demasiado eleva-
Por onlrn lido a nalureza liimaua be mai diver- I ''o para um si., para os igetllM ispieillmenli da pe-
i|uanloelldpode Itr de app icavcl i sua situaro |.ar- e he urgenle que elle lenha em suis mo ludo
lirular. quanto Ihe Iu absolutamente indispensavel.
Em una excursjo que nos foi poisivel fazer na fa | l) aloguel das machinas, o eslabelecimeolo em !en:aixes e cunhas sao a obra do rarpinleiro ; ava-
zenla normal de \ ille-ch, i-e, duranle o cuucurso commuin de fabricas uleis, a compro em soo ela le I liam-'e a Iravessa e as dua cunhas em om franco, i
regional de l-lial-aoruui, vimos entre oulat cousas de grandes apparelbos cujas servidos -la demasiado
interessantes, a disl.llaivlo e-tabelecida pelo seu ha- caros quando fuuccioiiaui noladaraenle, sao cuotas
bil director, e a ex|.o porlalil qu impresnnnira a nossa aUeugao i.bre o Aa atsociaroes e os comicios agrcola poderiam a-
proprio campo do concur-u. biir esta Mirada, ollererendo recompensa, a primii-
Noi a notamos en. a nos,a carleira para depois ras experiencias que a lentisstm nesle lenli lo.
analyaa-lo, porque nos seulimos mu desejosos de ler l'remia-se aqu e all a invenra. ou a inlroduc-
informarr.as a sen respailo parecera-nos que a sua .' C'o de novas machinas, reconhecidas round-vendo
appl.rar.io aos Iranspoitei agrcolas era susceplivel dar bous resultados ; i>to he convenieule. Eulre-
tanlo, fora melhor iiicontealavtlmeule ensinar a's
liequeuas liolsas que se reuuissem para crear forras I roba.
qu mi exislem na a-socidi;ao dos capilaes.
Beta queslao na,, he fora de proposito na queslao
do i aun ni,.i de ferro porlalil, abena pelo proprio fi-
llo detle artigo, que Ihe parece com ludo air eslra-
libo alo aqu. l:ai;smo-lu pois couhecer.
a Ha dnus anuos, diz urna ola qoe devemos
bondade de M. Boiiaull, director (la fazenda central
de Yillecluise, as belerrabas moldas na fazenda
central sao comluzdas ao arraazem que precede a fa
de se t-i-'ii ler e gcneralisar-se.
lia nula anuos, erara 9 aullo mor;o,que urna
i le i li\ i ii ii persegae, a da moc.acala enlre colhva-
dores de unn loealidade reslringida. Sempre nos
pa receu que a respectiva realisaj.lo era possivel
e fcil ; sempre a lemos plegado, e au deieipera-
cuusa iinpjs-
sivel e de qoe a naloreza linha horror...
(allileo foi o pnmeiro que suspeilo i esle rrelen-
me ellos podem collocar de 2U0 lOil metros por dia, dido horror da nalureza para c.m o vacuo que en-
se nao enrnulrirrm dilliculdaile. M. \ illevaut, en I tau era reputado imaginario, ou ao menos que su
genheiro mecnico em Chaleauroux, comilrue esle* exista entre limite- mu restrictos.
vvazons a ISO francos cada um.
A ulilida l dos c.miulios de ferro porlaleis sa de
monilri por si meiiii'. L'ra hornera he sullirienle
I pata o ir.uis, orle de 1,0<)O kil., uu tlenla e duas ar-
Por nccasiio de urna bomba em um pin de gran-
de profunddade, que mandara abrir em Florenca o
gr.lo doqoe da To-caua, reconh>reu s. que
Por exeniplo, om navio era lempe-l.i le recebe
grande qoiolidide d'agui. Era comeqneacii de au
poder esgolar esla agua, u navio perece. Se elle li-
ves-e a sen bordo um apparelho semellianle ao que
aclualmenle lemos, que pule ao mesmo lempo re-
mediar o mle.ior e o exterior, cerlas avarias nerum
prompl menle reparadas e o navio sala/o !
As |.essoa que eipeculam com o.lras de perola,
tambera poderiam Orar vai.lagen de-te apparelho :
um mergulhador, perm.uiecendo debaixo d'agua,
quanlo mullo don minulos a dous minalus meio.
como lamben, oolra daLinda de Chimounixpela
seuhora Remunni.
J ama vez dissemos o que pensamos acerca da
msica de Verdi, cuja inilrunieularAo por demail
eslrepilosa para urna sala pequeni, como do nos.o
Iheatro, nem tempre da lugar a que u ouvido per-
ceba e distinga cerlas nquezai de urna composlrfio
em que nolam-ie rasgos sublimes, que infelizmela
militas vezes ;io seguidos de motivos muito commons.
E-te defei.o porein nao se ola na aria que can-
lou o Sr. I! anchi. A moderadlo, permilla-se-noi a
expresso, do instrumental deixou no livremenle a-
preciar, como desejaramos, toda a firnuza da voz
i.iquelle ai lista, que potlo que Dgd se distinga palo
volume, mu por isso deixa rje ter mullo sla, a da
muito legura alinar.lo. A voz de baixo nao he para
.. revista de que extrahimos esla noticia traz Ires C-allileo cuinluio dahi que esse gran le horrar da na- (.olera cscolher aquellas que Ihe paracessem ma..
Kravura. represenlando o caminho de ferro porttil, lureza para com o vacuo nao ebegavd alera de bellas, o que he impossivel pralicar sem o apparelho
ma. .nfelizmenle n;lo as podem... |ra.|| lar para aqu 32 pea. I ..cima meuciuiiadu. Servara da mesma sorle para a
amo naque leilor podesse razer urna idea mais As indaglcoet de Ijillilen foram continua las de- pesca do crale de oulras riquezas, que o uciauo
perfil o sobre o objecto ; entrnala p.rece-no qae pois di ua morle por leu ducipulo Toricelli. que avaro rouba aos nosso olhoi.
a niveurao bevinlajo, e cora facilidad! podera' era llii t descobiio que oesforri di qjalquer lluidu Euilim. una vautagem iinmeii-a muilo mai se-
ser iransplaiiiada para u nsso p.iz. exposio a' atinoaphera para penetrar n'um espaco ria para oa portos ol.struidoi por meio de rochedos,
,. v.-i i, he devnlu a' presiao do at sobn oscorpos na he que, por via do apparelho mergulha-ior, se pode
lacumos agora algomas reflexuei sobre as expe- sape.licie da Ierra. \ minar esaes obstculos, e faz.ulo-os sallar, desemba-
.11- e qnaai veneradas pela geranio oclual dos uOlios por m lioi e p ir rnelh ir de noostrada qua lea a sua I vessas aulerionne
egrieuliorea. utilidade parttcaUr. distancia
He venale que algn, em nomero mui limitado, | .M is nq nllo que um S lili pilt adquirir, pole ', u. na
ja vu despiezan,! os v.lh.s praceseo empregados er fcilmente comprado p ir mn.tas. Ha aljuraas r.o ou o curva de|add ; depois aju.la-se parallela-
na callurado snlo, |. vio deudo algum pums na j d-.lll achinas.encargo mu pe-alo para nina I me.ile a segunda linha de rails para cuioplelar a cs-
faienda,que leria propr.amsnte f.Han lo um bi-| Irada.
nefieio pira un grapo de cultivadores, e que sa- Toir-e-ha a prerad.M.i de ter o lado exlerior
tufarla tolas ,n uecessi liles dt ama Idea al das curvas mais elevado du que o la lo interior, pe-
de ama Commoni. ra rac-ililar a marcha dos a igoits e impedir que saiam
Exislem boje casas qae v-ndcni nuleriaes isrieo- dos Irilhos. He claro que as rodas dos vagos de-
I las, constractores nomeroiu demachinis e de ios- viro gyrar ubre os eiioi.
Ii milenios aralorios. g( h"e neCiH|(, ^,Hvesr mn|in, i,uel,.
Islo nao he bllale. Fi ra msler aiu la facilitar : ce se orna passagem ao nivel, por meio de quaro ca-
II adopclo de om 1 te eulroi, ilugandoo reipecli- nhai do i o da :l metros de eoroprimenlo pouco mais
1 vo erapregu, assiin como le llagara o serviros lem- ou menos, eavillndos sobie (ravess.is.
I- .r.irios de um cavallo de sella uu de carga, assim
aalradl iofloill do progreeto ma. em geral anda
sao appiicados 01 principios liadicioiiaes que nos
IransmilHram nossot pais.
He chegado pois o momento de almidonar e-ta
velha her.nra, a adaptar is licatol proveilosa doi
povos que nos prerederair. Obrerada desla sorle,
nao seremos lach nlos de lillios iagrslos, apenas obe-
decemos a' le fatdica do prvgraH I,
Se o recurtos in livi luaes nlo pennillem que um
agrieullor obleid.a liara si nm in-irumeul,, uta.
catatarlo para promover o logmentodi ia.i prnprle-
iade, ah esli u f-cun lo princi|.i i da a.sudario ds como se al ugara catneiro, ou lo uros jura unu esla-
eapllaes a dos riforcns humano*, a que a lociadade vi"-
actaal deve linlm prodigio.. Exiilem agora objecto de um prrc,. iccesaivel
Em am jorml fraacez, rnliglde em Par, depara- piraos gados procurados para o consumo, nsr.il.
moa eotn um ariii'i sobre urna nova inveiirii, ollivadores, tem sabido descebrir que eram moiUi ve
a caminho de farro porlalil igrtcola.e eus leilura | es illalidoi nos seai neg ros com os negoeianle
nos illamulara de lodat as parte, aconselhadu pelo
homeiis que por sua Inlelligencia e seo Sriber nos
pro' am causas que a' primeira vala nos parecen Ira
P.ra assegarar a uniformidade de largura da es-
Irada, os encaixes se liaron com urna ptquadri.i que
deve servir para (oda us travesas, .lia.....de ser- Iom a dos eui ronhecimentoi podem dest......isa Colsoul, ange..... I ilhador Mi-
ra interior se ,i i' p-.p-n lirul. ruieiile em o 0 -.>, iPpolcOei exlrivaganlea ao primeiro aspecto e que B4>| E lavigei da polo do dito engeniei-
ie pi i.iuiii.iie : o ta ho exterior, pelo conlrario, n.an dai veiei nunca devenam awlir. ro.aanja mereclmenlo h* di iu de elogio, perma-
ha li.rflinado para dentro, anu de que a ronha de | ;.l o que fareinn, queren lo f.il.r em aacaa 52 i......iloa-na lando do mar, e dipois de lar ele. Intoreilada da <
pude, li'oin lio nulo espaco di- leinno. cdlii-r l'dl ser OUVda Su. e 00" isso nna.i lamur. ni rnrnwiilo.
Oltrai pooco mais ou menos. Se esle mergulhador I re evitan, faze-la entrar am arias ; e quando sao o-
ntlo poda elevar-se a mais de :i> pes de a'lura, l- po lets hcar DO minutos debaixo d'agua, uu ni elle brigados a isto, erapresara grande cuidado para dar-
arte vasia a p.rle superior do lauque. colhera inuil. maior quil.ti la le, porein alm disso | Hie cerla mel La, que geraimenle su os meilres a-
preriam. Assiin, nao admira que aquella arii nao
produzisse viva aniraar.lo no auditorio.
Huiro lano nao aconleceu com a que canlou a
Sra KemoniH. O melodioso timbre de soa voz, as
modularles faceii a que ella tubordina em Irans-
mulari.es rpidas, dio a sea canlo urna ivmpalhia
uconteslavel, e serven, mullas vezes, .perdoe-nos a
dlslinctl cantora a franqueza para encubrir alga-
illa como
phantasia
Somnmbula,
que se tem
pelo Sr.
fallamos,
primeira
lem dado
mesma o-
ptlo llll'S-
duelto
a melhor
compreheniliilo anles das duas aria-.
l.lle lem lugar pelo enconiro de dous gaerreiros,
durante treguas e anles de cumbale encarnizados :
he urna etpecic de nesociacio ou ronfe.encil. Eizio
nio serve de boa volita U- a \'alentiniann, e nao du-
vila ,ill ar-se a AlLla para dar-lhe a que-la, divi-
direin enlre si o estado vencidos : o Conquistare-
mos o munlo, ili/i i Ezzio : deixa-rae su a Italia o
fila como ralla. AlLla recusa, de-lenha, a allianc,a
lo i iven, a quera ello chamaimbeibe perjuro,
,n lu-o com futuras virlonas e com o ini-
quilaiiieiitii do |.oder romano. Ezzio senle a dor da
.Irona, ejura jiela sua espada que lal nao ha da
acontecer, Segaera as ho-lilidadci e a gaerra, que se
-e, j.
pre por meio da elevara., d'agu?, caniegaio- poder
ha muilo lempo, foi mar um appaielho, |ior Ihanles.
e esparada sobre a terreno ni | lempo da sua existenria ura certo esparo, que
nr.a requerida, na se lixa ao principio soao obr ga a procurar u eu alimento para podercm con- va do qual quafqoer 'ni'niLi', podo |'T.'-'i't'u l'"'- 'Sedimos publici la le a lulos que parecen, iaaig-
linli i de ranls, a qoal lu da lamnenle a di.ee- lin.iar. ,nlir fuu-Jo do mar, di mesma une que o faz nilleiBle*, h para faier calor por -i proprio- 01 re-
1 ao-se rasos en. que por falla de crileno e de co- em Ierra.
por -i prop
i a ii diipasicoei, quepoderism. no espirito de
nhec.raentn, nao se ,... le fallar de ou ra ra.iueira ; A s j0 ,, ecommenda feila na l- eprer, r el. apparelho, CUJ ul L.lade
na. para,,, pc-oe-,Ilustra la-, que enhecera e sa- guterra palo O0H0 goveru ., o arsenal de man....., acaba de ser la.....anife-lamenle demonstrada pelas
bem apreciar, a imp ,ss,|, |, |, le |,e una |.,lavra, recebeu u|,linJmen,e 0, apparelho de mergulhador penencai qoe lemos refer
urna esp esta que quail na exi e. deilinado ao servido do porle.
Tu Jo he p.ssivel boje, ludo se pode fazer, luto se A, perlecias feilas c m e-.e mgmh >io Imlru-
pnds combinar sem raedu e exccular-.e cum fel.c- ,, ,,, 01 ,, |o, ,,, r.,ite,. N, ,,,,.
- ._ it"ird eihi'n:'iifu feili .i l> trilu le um uavio, o mer-
^ scalo em que vivemos, cercado d.s lo/es que <.u||.arlor f.....ralo ,!\u.,. contri sua rontide,
depois de urna (liada ue-la iiiesiiia agua de ^'i mi-
nulos.
Ni dia ilgainte > 8 1. correle o ensaio fui re-
Tralemos ,i ura di que he trivial, lemos deixado
le noticiar ans nones leiiores o que ha occorrjdo,
luranle a ultima quinzeua, no nosso Iheatro, j.or-
- ------------ i, ,,., i iitiiv ,-u-,mi (.i, fp_
puss.ve.s, devemoi cora .espeilo curvar a cabera era r.,,0 ,..,,,,, ,,, ,,,li|r speclor do no.ll ar-
presenia de lae eules, que em irlude desuas opi- \mtl de .....ri|,,;, .,-,,, a direcrDda Sr, Chirles
que objecto de uulra ur lem tem nrciip i lo a nossaot- pole ver na historia
lene*, i......p -." le floe dup un .s para o nosso La- Em nan opaiii esse duelo he um dos mais l.el-
ball.o hebdomadario. Reparando hoje eisl lacuna, los peda^ai de mollea ijue lemos .unido ranoslo
suppouo que deve inleratsjr ao nossos agncul-
tore.
Antea de ehegsr a exposii-lo do invento, que he
alus mu simplii c de fcil" applieac,ao, u aulor faz
de gad
alies i
do-Lia.
mai habis e i
familiansados do qus
ocrupar-iioa h.'iii"- Lg-irameiite, e lmenla paia n,lo
faltarmo *o compromisse me ten. lomado pira
com o publico, de eupeelaculo le quarla-faira tt d.
crrante, nu qoe lubie i ana i comeda t.iu-
nto ii-i
llenan lo de la 11 a parle li
aealro. Nao lmente o adagio he de um brlliisimo
effeilo ; mas anda acablistahe de ora vigor e
hr Ib i m i ll I. tan!,, e Sr. Ilianchi romo o -r.
Psdiivan h uiveain se na sua exerurao de n.oJo a
nada deiiar a '".ejar.
\ orchealra, da qual. Sr. Coli nlo ia descuida
pao. empregida para concorrer pan o me.mo retol. larras de um apparelho de mtrgiill.ar ? Poderiamoi ah parcornlo um espado de 12broai puca mala
do.nap posea lahir da sea lagir.o qaa aeonteceril in- dizei lambem qu, nao se querendo acreditar na si- ou manos, foi ijado a bordo Uo bem disposlo como nieree ofloreeo, pela tnediorndade da composi- om momento, e qae lem procurado apeitotcear poc
enes em lulo quanio s refne a Hte ramo de m-| rallivelmeole aem ela preeaorao. Serram-ae estol gnram;i de um tal ippareldo, nao se devera de ma- havii deseido. rao, (illareaMM anicametito da cantona. mem do seu talento e boa .iiren,io, a rcliestra, di-
runhai e se as desmonten, por meio de una pequea neir.i algama acre Liar na propria la Je- lo vapor Em pi...... i le seuielhaatei resulla los quem on- No inlervallu da primiiro au segundo acto livemoi. Mtnaa no'-, portou-li muilo bem.
tiles recoiiheciram a ne:nsidadi do am meio diliuaisj, e.-lrem de um lado, com uui cabo baslauleiU'agut, eui eiisliucu du vacuo, liara duviJoi dos beneficios que proporciona ola-bao smenle urna aria de-Atlila-p.lo Sr. Bi.uchi, I ^Mah-d-hralf.)
II Ffil\/Fl


DIARIO DE PERNAMBUCO SEGU.VDA FEIRA 10 DE ABRIL DE 1858.
alguma i compaiihar ao nobre depaladn no penia- lar de ser mal lavoravel ao inlireises dos coad- esta a miiih.i opiniao, e prtenlo voto pelo projeclo c
rumio i|i:o lem enunrm Iip. jalona. conlra o rp<|utiiinenlo.
Se e latease da divisao de um beneficio eccleti- Quinto, porm, a' seguirla qoeslao, a saber, se <> Sr. Piulo de Cainpoi : (loando lia pourn re-
atlico, uu .le qualquec oulro objecto, que por (ua compele i eila ou a oulr cmara o eslabelecer feri o que so liana penado entre o Sr. u.ini.iro da
D.ilurcza perlencesie a aleada do dona poderes, r- ai cmiBruae do coadjutores, direi que me aeria 10- JoUica e os mendircs da roniniiefAo eccle-iaslira co-
uo lena o humado depulado em pedir a audiencia dillercule averiguar rp.cm compele rete direilo j mu que nolei que liguen, entefgoo aliso falla de
do riiocasino, maa a assembla vai tinicameult! deci- o que eu deeejeva era que o remedio losse appli- independenria ila parle da rninini--
dir sobre o mellioraineolo que devein ler ai u esqu- cado, (001 procurar saber qoe medico o minialra'ra; O Sr. Branda : eu nada dille.
nhas con?roa dos coatjulores como empregados por qoanlo, he depluravel. he nieamo vergonhoto a' O Sr. Pialo de Csinpot : nao lallo com o liebre
pblicos, e ninguem por cerlo poder* conle-lar que | lelataj, e aus progressot do lea po que us funtelo- dtpalado ; dirijo-nu-a oulros de quem me pareceu
tilo seja temporal. Se esta iloulrina he falo, forro-o ser* e que por conseguinle vivam em continua Uil.i Senliores,rreio qoe he fado muito pralirado r pra-
conressar, que grande airo coinmillcu a arsembk-a para obter de urna dependencia ovillante os meios lra\el n parlamento- eiilcndereni.se as Cemmiasoes
geral,quiudo augmenluu as congrua- dos hi'pos, e de sobslstirem ; mai, deaejaodo eu que o melhura- da enmara com o gOTeroo, e de accordo com elle
dos vsanos sero consultar ao sanio padre, e aos p-e- memo das congruas dot cnadjucture teja feilo de marrar-m esta ou aquella despera, e lulo sei que
lado da; dioceaei do imperio ; mas enerte que i um modo mais cslavel e reulr, sou da opiniao poisa deslourar as memas commissea o marchar
n.lo sera laril mostrar, que nesla casa ella se desvia-) que ea Iniciativa deve partir d'atsen.bla geral, de Concert coro a vonlade de um goveruo, em q
ra de suai alliibuirtjes. Cmiiguiutemento na i poe- I tanto mais quinto o parodio', que ja' outr'ora fo- conlia. e a quero presta o seu apoio.
eaadrnillir, e julgo que esla cmara tarabea) nao rain pago pelo colrea provlnciae, hoje o Ho pe-
admillira a lembranca do nobre depulado, a qoal o los colres genes ; a por qoe nao havimos de intii-
unico resultado qoe poder dar lera retardar urna lir nisso, romo se insisti a reepeltn des parorhos '.'
Note esla assembla qoe eu nulro as maii bem
fondadas esperances de que na prsenle sessao, a ca-
decidlo, fjoe cada dia se torna mais urgente, a' vista
do deploravol e-lado a que temos chegado pela ex-
traordinaria caresta da lubsiitencia.
Senhoies, una congrua de tOoOOO para os coad-
jutores lie um escarneo, e en invoco o testeiuunho
du ii.hr? nverabros desla rasa, que silo parochos,
para que disam, se ene insignificante dinheir.i re-
niunera a eouperacao qoe um coadjutor presta ao
visorio ii i detempeuho de suas arduas e iuiparlaule
fuuccOes
Fregar ta contieno eu que pela miseria da con-
grua nao lein coadjuctrri, eomosjam as do distrlc-
to eleilorel de qoe sou representante, e em mudas
oulras aoulece o raesmo, pas que segundo me lem
dito algn vigarios, mcus amiaus, lites nao he pos
livel aeEi. r padres quo os queiraio coadjuvar na ari-
ninietraego das freguezia pala iiiigmcancia dos ten-
cmenlos.
Sei bem que a quaulia da 200jO00. a que o pro-
joclo eleva esias congruas anda lio he animadora,
na ao menos este pequeno augmenlo servir para
BOelrar esaei sacerdotes, qu esta assem'ilca o nao
lem em esquecimento, e confesso que a nao ser o re-
celo que live de encontrar reluctancia da parte de
algn di putados. quando elaboro e-le mesnnu pro-
jecto. lena elevado essa congruas a 3u0300l ..
O Sr. Manuel Cavalcanli:L'm projecto eteigua-
do por 2 i...
U Sr. Brando:Embora isso, alin desses vmle
haviam nutro, e deles algn pensavam que e-la
despeza levia correr por cunta do colre geraes, e
deroais I libara cin pouea cou.iderar,ao a penuria a
qoe vive roduzida esla parla do clero da provincia,
por isso o meu receio l:nha algum funlaimnl'i, e
lano el c nao era imaginario, que agora mesino
vejo o uihre deputada fazer aquillu que eu recei.iv*
c alo palilhar a opiuiao de que nao devenios volar
e*sa despeza, porque pertence ao or^amenlo g*ral,
D3o obslaale o poder legislativo geral enleuder o
conlrarit...
i' Sr. Naicimento I urlella : Porque evislia tile
proierto.
I' Sr. Sooza Reis :E, de mais, lamo Ires di-
CaaiGaa, e ttmpa baalanta para que acomiiiiivi i es.
ludo a qaisl.1), im epondenlemeiile desle adia-
ineulo.
hu nao linha assanlo na easa, Sr. presidente, qu.in-
do e-le projeclo foi oferecido, mas dalle vejo que u wlvera maodar eiecolar ni parle apinlua, a lei I licavel "mi'sionano, sempre coadjuvalo "pelo" Con-
roi depon de ler ido a represenlaco .i COmmiasao, e provinnal n. 125 que regoloa os limite, da freuue- curso de um povo immcmo e ardenleinenle devola-
aaifm olo sel poique ella ni* dea O aeo partear zia do Bonito.A" couiii>*-ao de negocios ecrle-iai-' do, praticou trahlhos mundano, que parecam in-
Oolro do niaima aenhor, remllenlo um ollicio i chegada do misionario courliinho frei Seraph'm
qni' foi dirigido pola ranura municipal dela cid,*- da Calania, an hoapifio da Peaha, viudo da provin-
ile. acjmpanh.nlo ama propona de Carlos l.uiz ca do llio Grande do Norte, onde pr.ilicara prodi-
Cambronne, pira a limpea daa eaaaa da meima ci- gioa quasi ineompraliaaaiveif, durante urna ratldea-
d- Ir.A' eommisali ile peliioea. I ca de mus de qualro meie. .Nsie periodo do lem-
Oulro do mesmo aenhor, remetiendo p ,r copia um po.depois de ler conquistado para a causada relima >.
oflieio do Bim. hispo diores.ino, declarando que re-| milhaies de cnuscieacia doivairado o digno e infi-
porcm a meo ver a commissao nao esla inhibida de
discutir o projecto, in lependrnle desle adiamento.
contra o qual alo pusao deixar de prouunciar-mc por
Ihe nao deseohrir a menor lantagem.
A-ora. senhnres, direi alguma eoaia quanlo a con-
vcuieneia do projecto. Manda o projecto que o ter-
mo de Tacaral se regule pelos memoi limites que
lem as fregiieziis dess mesino norne e a de l'azenda
lirande, porqui ese termo comp>ehende essas do^s
freguezia, nien urna pequea parte da de Pazen-
quem prest n seu apoi
O Sr. Augusto de CMivtira : Apoiado ; e mol-
las vezes a coromisses desconcorda,n com o go-
vern.
O Sr. Piulo da Campo: He verdade, a a com-
niissao eccleslstica nem sempre n lem adiado de
mar dos diputados lomara' una medida ueste im- harmona com o noverno' mas nem por iito lem dei-
lido. lu relirlei a' cmara o que se paaaOQ entre o vado de ir avante : por tanto, proteoto contra qnal-
aclual Sr. ministro da Justina c o< membros di com- qoer preaoppoalo deifavoravel > diquidade, e Inde-
iiiia-,1o ecclesiaslica, de que lloha eu honra da fi- pendencia de qualquer do* meml.ros da commisio
ter parle. I ratavamos nos do augmento da congrua de que lia-, [parte. Nao he neiiliom d'slouro, re-
dos parochos, e deaejando eslendennos r memi be- pilo, apoiar c marchar da accordo com um ga-
ndido aos coajutoras, procuramos entender-nos Verna que ptrlilha e esecula o principios que se
com o ministro da joslca, no inlinto d( chama-lo a profenam,dO contrario, nao haveria goveroo possivel
esle accordo ; mas o senliores mini.lrrs da juslica i apolados). eslouro seiia prestar adhesao a' un I enlar conllicios fu I oro'qoe pVi.ie^i s'r7razMos'aei"
qoeem reura mo go.tim mullo de aupmento de or- inm-slerio que iiifruigiaae as !ei, malbaralasse os di la casa, e que devem sem duvida emharaca-U mui-
dentdo dos empregados ecclesiailuos, respondeu- nheiros publico-, e arra-lasse o paiz a deignca ; to mai do que o projeciu que .e d rule. '
ooi o sr. Vaconcellos que seria melhcr IraUrmos mas tusicular um governo amigo, nao foi nunca I Eu nao pono, senhor presideule, deisar de cha-
por agora de me horai a sorle dus parorhos, e que nenhum deaar para a croara ; pensar o contrario i m.r em ap do de minh. opiniao os precedente des-
i.a se-sao desle auno ta tratara dos coadjutore. disto he ostentar um eaioni.mo sem julif.car.do, e la caa. Esla easa. senliores, lem sempre ad iplado
ur, depois desia promessa, e das boas disposicoet considerar o governo, pelo acln de ser governo, urna | o sv que descubro na cmara acual ein favor dos funecio- potencia hostil, a quem se deve iteoar pSo e agua, o mismos lnni.es na. Tregoezias que elle comDre-
iiar.os eec esiaslicos, quero persoadir-me qoe a sor- Nio tico laes ll.eorias, e nem por isso inveja j. hende : ora, os precedentes sao sem dovida um bel-
e do coadjutores sera I imada na devida connde- depenJencia de quem quer que sepi, pudendo ale lo ejemplo para a no.sa. reoluc-s ; e se e-le lem
l*eoaa
Onlra do meamo senhor, remallendo para serem
di-lrihoidos pelo Srs. depolados nflo su i", esem-
(dares impressos conlendo o documentos que deviam
ler acompaiihado o relalorio do direclor geral da
iiistrorrAo publica o auno pa.sado, mea tamben i">
evmid.ires do relalono com que o llr. l'homa/ .\n-
Imie o Abren deu cotila ein 12 de dezembro de
IhV) das rommis-ea di que foi encarregado pala
presidencia no lempo do cltolera-morbus.A' dia-
da lirande, que cali rompreheiidida enlre os dous irihuir.
riacho Navio a S. Brar. Uulro do memo aenhor, partioipando lerem .ido
(Ira, me parece que ninguem poder contestar a espedida a convenientes ordena, alim de te exigi-
rnnveniencia que ha em inaicirem-se os limites dos rem as informact pednlas por esla as.einblca a
termos pelos das fregaezin que elles roinpreliendem respeilo da obra da matriz de Ipojuca.Intetrado.
para eiitar os conlliclo-, que se podem dar oa jarla-1 Francisco l.eilc de Azevedo ei-arrematanle do
dici;,lo ecclesiaslica a civil do ine-nio lermi. affec- I impoalo niuincipae- da cila.ie de Garuara', pede
lando ulereases, e conveniencias diversas delle e de ser dispensado do pagamento de
oulro.
Este projeclo lenle a determinar precisamente os
limite do termo de lacaraln. e por conseguinle i
esla' obrigado na importancia de
s1o de ornamento municipal.
O paire Florencio Xavier Dia de Albuqiierque
capellao e procurador do recolhimento do SS. Co-
raran de Jesus na villa de Iguarassu', pede que na
lai do orcamenlo provincial se designe quotasufll-
ciente |tara a continuando dos reparos indispensa-
veis a i-. u.rv.ii;ao da mesmo recolhimanto.A'
senliores, lem sempre ad iplado commi Giotcppa Marinauceli, leudo contratado com o
Baaa. pre-ideme da provincia a impreza do Ihealro
de Sania Isabel para dar espectculos hrico por ea-
I .ion de cinco mezes em cada um do re auno al
enveta, e de ama importancia e necessidade trans-
cendentes : crearlo de povoecflae, sberluras de ca-
naca e de parios indiapenaveii ao de-envolviineutu
da rlqoeza e proiperidade da provincia, o oulras o-
bras de um grande alcance civiliador, ei a obras
lerreslres promovidas e acabadas pelo digno capo-
chiitlio.
Eitaa magnifico atrvi(o r> enronlram parallelo
nos primeiros lempos do chrislianismo e da idade
media, cuja valiosos e ineuiileslaveis lestrmunhoi
"a" '"* eaplendldos immorlaea monoroenlos da t
catholca. que s ada espalhidos em toda a iuper-
liciedi fcuro|t. ||, m,(, uin irioenpho inconleli-
vel dossirvtcoa, q, varot, deamleria.ados.
hao praslado a cau,a da reliji.lo e a sociida le brasi-
leira.
de Caruaru', pede Fallecern) durante a semana 07 peoa : sendo
um. Ultra a que li horneo, U mnlnaraaa 19 parvnloa Irvret ; 4
I-'I-.A c iiiiiii--' liomeiis, 2 mulher o i prvulos escravo.
projecto ; ao contrario, por
jar que se adopte urna medula que olieiera mais es-
tabilidad! a vaulagens he que assim me pronuncio.
(1 Sr. Ilraudao :O* doushuurados diputados que
acribtram de fallar, concordaram com irquenasdif-
ferenris na oppoaic.ao, que fazem ao projeclo, acre>-
ci'iitaiidii o Sr. Pinto de Campos, que aceita a idea,
O Sr. Barros de Lacerda:lie porqae nos somos | maa que repelle a furnia porque foi ella apresen-
tolo-, e vamos pagando.
O Sr. Brandan:Temos por ventura meios com
que pus-amos obrigar as cantara geraes a reconhe-
cer como geral essa despeza '.' Se u nobre depulado
condece alum, apoole-o..
O Sr. \. Porlella: nobre depulado com a for-
ra de su.t propria palavra.
O Sr. (tarros de l.aceida:E se nao paaassemos'.'
O Sr. Ilraudao:Ficariamos sim e-*es empresa-
rios, e o :ullo, o pasto espiritual dos liis as Iregue-
zia* mu lo soflreriara ..
O Sr. Birius de Lcenla: Nao he oiulcresse que
o leva hojas a eiercer o empreco...
U Sr. Brando:Nilo sou muilo dessa opinio,
porqae n natural que cada om de dus seos servirjo. tem o que dilliciltnenle podr,i
subsistir ; e lem disto abnegares da ordein deaaai
que o v lre depulado soppe, no sao propria desle
encale.,
II Sr. Mantel Cmlcanli : E ei no no uiipo, ou lamhem nos lempos amibos '.'
^Sr. Brando. ....conclu) por titilo, senliores,
quesa os coadjutores sao empregados publicus, que
preslam .ervtjus reaes, deve e-lhes utn ordenado,
uu congrua, aullicienle, para que elles nao vivam na
iniseria, e un.i ,, que a asaembla geral nao I.....
querido roconhv-er esla depiza como perlenxni.
o orri iu.iIj giru, ao menos provitoriamenle a da-
vemos fatar com u ielhorameiilo que o projecto of-
lerece, al que o cui0 legislativo cumpla nesla
parle o seu dever...
- Sr. Barros de l.acerda._He bem tan.bem di-
zer isto na assembla geral.
O Sr. Uran igo:jfode o nolue depulado ficar cer-
ln, que de quesls deila ordem e de uulra, que
iiilere-i'm as rlasse sullredoras da provincia e Jo
paiz. minea me esqoecerei.
O, culres provinciaes eshlo pagando a minios In-
dividual que partencia a calhegoiiaa de emprega-
dos geraes ; leis foram faitea neele sentido por aala
assembla, a contra ellas nu In quem di.a urna
ao peame, lodn eatntadecaae. Apoiado)
O Sr. Uaooel Cavalcault:Nao teuhor, nem toda
eiiiroudi'ceiii.
i Sf Brau lo..... e no cnlanle quando ; traa
a questau de serem elles empregados cenes, da nao
a Iter asta assembla pira qut a geral reconheri como sua esla despeza, c
daln os adiaiuenlos, as reluctancias, e ale a oppo-
Bicio fo-inal ao oroieclo I
Senl,i. res, sejaino- juilus, urna vez que sempre te
mus feilo essa despezi, continuemos a faza-la al que
por deliberarao do poder competente ella pasta para
O cofre geraos, na- lar uno-la de um modo digno,
t-lo he, reconliecerido as ctrcumslanciaa do lempo, e
procurando de alguma corla mclhorar a arlual con-
dirao d .s roailjutures. 11 esla a mtnha opiniilo, e
por isso voto contra o requerimenlo.
ii Sr Manoel Cavateaa.il, respondendo ao honra-
do orador, que o precedi na tribuna, diz que nao
leve em villa com o seo requerimenlo oll.-recer urna
eicep?. o dilaluna, mas que convencido de que o
I.mii. diocesano he mullo competente para interpor
P,\G!!U SVULSft.
1S 3)'isl IB "i an *
Sanrro de p'ottiiras inunic>pat*.__Ealao fi-
nal.nenle sanrcionados e em eecuc,-o alcuns irtigoe
de posturas muuicipaes, e um doa quaea moiliasimo
inlere.-ante, que he a prohibidlo de carros de qua
Iro rodas de carregar gneros poialos por escr.vos
oa horneas livre. He am servido que a illustnssinta
aoorarii provineinl, o qual ii.-n adiado por tero
me-,,.,, Sr. llego Monleiro pedido a palavra?
Concluida a leitora .lo eM,ii,le, enlruu a rli,-
cus.ao do parecer da eonnrtaaao de pn-lere int.ra
os sup,de.es do i districlo.Litoral,'ene.i.da pe-
ofer. Barro de l.icerda, foniamenturdo ai les-
Irirrnei com que o a-sianou. Em aeguida fall.ram
M Sn, Kegu B.rroa, impugnando as opinioes duSr ~"
llarros de f.acerda ; Antonio Cavalcauli comba-
laado o parecer na pine que excluia o Dr. Fe-
neloii de supplenle; lla ti.ta laslenlsodo o pireeer,
EpiminmHa respon lindo a este. Terminadla
li alalo foram lulas duaa eineu las ao parecer, urna
do Sr. Antele CevelcMti, para que fo.scm recu-
nhecido sup, lomes os sr. Feneloo e 1. V. Vilella,
a nutra do Sr. lioncalv (iuimaraea para que fos.e
Mnallada a eletClo do sr. Tenetn de S.', proce-
dida orna nova eleicao para %2 auppleate. I'o-lo ,i
votos o parecer e emendas, foram etla regeilida,
e o parecer iiitei'amenta approvado.
I'.i'san lo a ordem do d>a, foi posto a discutido o
projeclo n. 10, que desmembra de Tracanhaem e I-
Biiara.su' o ingnitos Careaba a Aldea, para an-
nea-lui a Pao d'Alho. Falln contra o Sr. Mello
Cevaleanli, e a f,vor OJ s. Ma,10el Porlella e M.
noel Csralcanil, .enlo alin.il approvado em >. di,
cussau.
Tendodad. a hora, o Sr. presidente di.ignon a
ordem do die de In.j., que |le d eonlinuarJo di de
sabbado, e na projeclo, ,. i:, e w de )!7i e _,re.
cere adiado, e dea per lermiuada a aaiaao. Erna
. horas da larda.
Temo, i vista jornie do tul do imperio cuja da-
la Icancara do Km a II, da Babia a 14 e oe Ma-
celo a Hi di crreme.
Todas as provincias des.e lado do imperio gozJo
de perfeila Irauquillidade .
Eis as noticii de que fui elle portador :
Buenoi-Avres.
pa-ec-c T.esmo que onobre diptalo foi uni[lal '"presetil-cao eztslisi, pur isso mejulgava in-
poitco inconseqiienl.;, declaratulo que vola- Io H '!e "" u,n '>|o eonsciencio.o na materia, ra-
va por pssa audiencia, o ao me .1110 lempo
lada.
O Sr. Pinto de Campos Nao repil'o, digo que
no concordo com o neio.
O Sr. Brando :l.ogo repelle, e para aaviiar a
imp-eiio que uaa palavras devem produzir nu ei-
pirtlo do lanas ecclesiaslicos, que aollrem, annan-
cia-lhes a esperancaa de que a assemb a geral na
sis.ao do prsenle inno ha di lomar em considera-
cao a malcra do projecl.....
O Sr. p. de Campos :Eu na. (z promessas ne-
ohumai.
O Sr. Branda.0 :Unacinlou uir.i I isloria, disse
o que se havia pisiado com a commis-io de nego-
cio ecclctiailiciie, referi o que leve lusar entre S
Exe. como membro daquella commisso e o Sr.
niliiiitro da juslica, e concluio por estas palavra'
he natural que esle anuu etsa queslao aeja lesolvida
na a.ieuihla ger.il.
O Sr. P. de Campo :Tenho toda a esperenra.
O Sr. Braudjo :Cinsaguinlemenle basea o no-
bre depulado a uppo.ic.3o que faz a elle projeclo,
na eiperanra eventual...
I) Sr. A. Cav.ilcanli :Apoiado, evenlualissima.
O Sr. Brando :... de que asaemb ea geral ha
le prover de reme lio a essa necessidade que lodos
anulen) de melhorar a sorle dos ecclesiaelicos.
II -ora' ju>lo que e-la cmara, que ate hoja lem
eonalgnadonoeaeniercamentee urna cuota paraos
coadjutores s pela esperaos que o nobre depulado
nutreaV que essa despeza passara' a aer sera!, detxe
di tomar un con*iderac,ao o projeclo, que senAo
tnelhora complelamenle a sorle desses empregados,
pelo meno procura aeedifiea-la :'
ti Sr. t. Civalcaoli :Isso lie ier estacionario
de mata.
U Sr. Brandan :Esla' engaado, e cnio que o
noliro depulado sabe do contrario.
t>sr. II. Cavalcanll :Nao sei.
ti Sr, Brendlo :Pois devia-o saber : pelo menos
procuro arompauhar o progrea,i da snciedade, e ae
o ii.. i leaha eunieguldo, lera' lalvez j i,r ro fallar
intelligeneie, nao apoiado.)
II Sr. ||. Cavalcault :Poi oesle caio esla' ela-
cioiiarto.
O Sr. Brando : Senliores, nunca :;e deve des-
presar o cerlo pelo muirlo, que por ciualqoer eir-
riimstincia pode diixar de acontecer. jApoiadns).
lem o oubre depulado certeza de que esa despeza
ha di patear para o utcaminlo geral 1 Pode allian-
ra-lo ?
,n,l-"} Sr" ''Tintado 11 neeessia,,!. ,,ua lodo
mundo recontare.
I Sr. Ilraudao :Nao ha duvida ; ma a admi
nislracilo cenlral muilas vezas lem feilo daeliaai
para os colres da provincial desperas suai. Isto
he om fado qui esta' no conliecimento de todo.
.Minios apoiado. como pol ae pode crer que ella
queir.t rc.-onhrcer como despeza geral a qoe he (el-
la com o coadjulore, qoe desde a cr'ar,lo das is-
semLlas prm uciaes lem si lo paga pelo cofrn das
provincias '.'
o Sr. Mello Reg ;Rphael :Qoe-n faz os or-
camenUs nao t,1o os rlepuladrs dai provincias ?
I) Sr. Brando :Respondo au uo3re depiilnlo
conlra o projecto
O Sr. Pinto do Campns : Eu no disse,
que votava por essa audiencia.
O Sr. t. GaimarSea : Estarei ent,"o en-
gallado tiesta parle.
Srs esta questSo nao lie tal, que seja pre-
cisa a ntervengSo do Prelado para orientar
a casa, alim do votar o augmenlo de ordena-
do aos coadjutores Quem nao v que me-
nos de :l losloes diarios, lie qu-mtia nstlfll-
cienlissima pHra um empreo;ado, que lie
Obrigado trahalhar conjunrtamente com
os parochos, e exrrcer es fuucfjOes dcllcs no
seu iDipediiuetil'1 .'
Bu ja Tui coadjutor \ annos, o sei qual lie
o servteo que pesa sobre esses emprega lo*.
lio pela qual rnai le o requerimenlo. Ma esla re-
preenira.i que exisle na casa se achava em mis
do Sr. Ur. Brandas.
II .-.r. BrandAo : Nao Sr., eu oblive-a ila pasta
da rnmroirsno.
O Sr. Martina l'ereira : Fu disse que parava
rm inao do nobre depulado, por que foi precisa-
mente em sua moo qua a vi. Ma essa representa-
cao su por si nao seria bastante para que neta volas-
sernos em lavor da materia do projeclo, aem que a
com disliuccAo do que foram em companhia de teui
senliores, e a seu tervico, a dos que >aluram por
expurlacao, e para serem veudidos.S K. Fran-
cieco Carlos BraudSo.
Kequeiro que por inleimedio da presidencia
veuha a esla assembla a prupcsla de Fredenco
Mornay. relaliva a coustruccAo de ama ponte sobre o
rio Serinhaein, acompaiihado das informaroet que
ja houveram. S. R. N. Porielli.
o Kequeiro que te ollicie ao Exm presidinle da
provincia, pi un lo saber se a cmara municipal
o Cabo amia mo remelleu a informarlo pedida
para so liles dillicultaiein p
esse modo lodo os recursos. E demais, havenlo o
povo contribuido com as suas asmlas na importan-
cia de dous cuntas e tantos rud ris para a r-edifica-
c.io de -ua ruilriz em S. Miguel naqnella povaeln
de Ipojuca, era" ju.lo que quem mallograda a
suas e-perauraa, e tanto mais qnanto deasa transfe-
rencia nenhum henelicio pule n-ult.r. conforme he
opima,, de peaoa eonheeadora d > lugar 'I Pare-
cia-nos por lano mais acertado a desistencia de lal
preleaclo, visto emo com isso nao se locra outia
couaa seuao desrotiteiitaineiilos. Se pois se julga
Sl: :" "^'" 1"! "i?"1 -^ o- | por .a assembla .obrVoprojeci.-.df'q.'-.uio: | T dS, ^'gT&SlLSlfSll ma'iiz
meada por nos, e da qual devenios esperar todos os 'i
esclirecimento preciaos para votar com condec- sanos para in dlioramauo da me-ma villa. Pediuda-
inenlii di causa ein lodaa as materias qoe Ihe sao
ronreruenles, dct.i o ecu parecer.
Foram estes ot motivos que me levaram com o
nnhre depulado a' assionar o requerimenlo.
O Sr Mello Reuo Joaquina : Sr. presidinle.
nao enlrarei ni aprecii cao da materia do projeclo,
porque quando propnz qua fos-e elle a commisiao
asa] como sei que quando o parodio est de eelalittiee, foi rrriameuie porque nao m achava
ua freguezia, o ordeuado do coadjutor nAo Itm estado de dar-lhe o meo voto, nao linha anda
lem augmento nem emolumento algum, e |fp""ciencia formada sobre iui ulilidade. Para e-
se urgeucta pela ne a raiao porque anda nAo loi enviado a esta asseui-
bla dita inlonuac.io.Reg Barro.
He I i i o eguinle parecer, que iica adiado por
t-r um .loa membros asiigoado veucidu. (Vide o Dia-
rio de 17.;
O Sr. Manoel Cavalcanti requer que o parecer
seja tmprusso no jorual da casa, ao qoe a assembla
accede.
("o/i/iHuor-se-ria.)
nao lio sullicientc par a subsistencia doliera de brigaetu eiludar o projeclo. combinar os
empregados que .levem inustrar tal ou quil | doeumenio e dar eni.io n eu parecer. Fui e.la a
lodependencia o posi<;5o na socie lade. As"J,a" l"la lo"1 propuz eu que o projeclo foesi a
sim para que se nSO prncraslino Uiais 1 dis- I C(""mlsi;lo de eilatislica, porque a opiniao della ae-1
cussao, deixode continuar declarando, que "a u'n'' 0|,""? vl"','', 1oe ""''* ormr m'nha |
coaacieocia, alem de que a experieoeia me I
RECIPE, i" DE AHK1L DE 1838.
AS (', HORAS DA TARDE.
RETBOSPECTO SE1AIUI.
A ses-ilo ordinaria da asiemblea provincial abri-
se, como haviamos anuunciario em a nossa revista
da semana paaeada, no da 12 do correte.
O relator o do Exm. Sr. presidente da provincia
presentado al cmaras, na
qual, ao passo qoe se .aclilieim lodos os artos inte-
riore! do goveruo, que declara ler deseaos de vollar
ao seio das provincias confederadas de que se sepe-
rara, con-munido um e-tadu independente, te for
agredido pilas provincias irmaas, loman i
Jo
pa-
ra ti o noirie di Repblica Argenltna, a que Ihe dio
Jtr.ilo a. agua, do Rio da Prala, que baoham u.i
costas, forniu a qualorze pontos de aecujacao conlra
o general Uiqozi, para serem aprnenladoi 10 cou-
uresso geral da liarlo, qu.u.du elle te p .-.,, reuuir
iivremenle, ua forma du paci fuudamental da Coa-
f;derai.ao.
I 'i/, -t-.-e geralmenle que o motivo qoe levoa fr-
quiza a ascrever a ola nollimalura> foi o receio
de que a Franca recouhaceeae a in ependencla de
detae lugar em que leve empre a soa s le. para um
oulro que muito menos vanlagena olTerece.
-liuntamento de molei/uce.Balate na roa da faci em que h'i vivido BenosAvre-"
saiita t.ruz urna casa, ein cuja porta con-laolemenle \ M ntevideo.
le ajuiii.i urna porcao di moleques, que deven lo ae I O presidente Pereira peina cmara do repre-
oceup >rem no servico de seo tenhorea, all te di- I senlinle que nao approvane o projeclo que Ihe con-
trallen) com fiiguetinhos e traques, e com o qne nao
su incominoda u o vizinhos, como mcmii vflo lar-
gando o seos palavrar. Pedimo por lano ao Sr.
subdelegado da Boa-Vista, que faca acabar com se-
loelhinle ajuutamrnln.
- projeclo que Ihe con-
leria o lilulu de agrande cnlado benemenlu da pa-
ran, allegaudo a favor de -eu pedido, alera di ou-
troa cau.aa, a de loconslilucionilidade do acto.
Ftcava pendenli esla que.tao, approvmJo-ia no
entretanto o piernio de O.OUO peso, concedido ao
Cariu barata.Nao ha nada (ao interessante general Medina,
como aiiitunciar-s- carne barata por meio de um O general II. Antonio Da, foi nomiado ministni
bnzio, e chegar a gente no arougue enconlra-la a lei,
O e 21 pataca, e ilo ja' a tarde. P>ao nle haver
mator fortuna para o pobre '. e na entretanto quei-
i,iiii-.e pela falta de carida le, noque em verdade
nflo ha raaSo, porque sempre ouvimos dizer que mais
vale o poaeo do qoe nada.
Desattrr. Somos informados de qoe no dia
13 do correle, por Imprudencia de alguns Irabalha-
foi conciso, mas referi o acontecimenlo succedi- u",ei rta estrada de furo, que eottumam pasiar de
--------- ,, ,, .,,,.,, .i,, i,,. i,,,
o guerra, luar qui ja occupa'ra oo C-rrito quando
Onbe aiuava Montevideo.
A. grippa acoitava com intensidade todas as locali-
dades, crifaudo innmera victima.
O ainado uceupava-ae de urna quistan de batanle
Importancia, por que altela mu de pello a ua 111-
viulabilidadee independencia. O colligio que ele-
genm ot Sn.Muuoz e Reguenga reliraram os pode-
vordos CO*djUtorel nesla casa, deixara a I volir, se entend'-r nileVr^onvenienlV" ^"^ "'a1?"- I o demiit Irabalhadore-, qoe lano facilitara a ou-I commeudar no gove.ao que Uva
O Sr. depulado Souza Res offereceu a cousidera- s* ""'" mesmo as mais pergoaas. | na eonces-ao de trras na frouleira, a conveniencia
i ten juro sobra as necnsuladea dos coadjutores, com o qua ha pouco dise o Sr. Pinto de Campos :
sobre a forma porque Iha deve ter feilo qualquer j elle revelou a'caa a procedimenlo datcomrnia-Oi,
augmento, foi que o apreaentuu a' consideraso da fez ver, que alias sempre marcham de accordo rom
c''~''' o goveruo e confes.ou que como membro de urna
Observa o illusln orador, que a toa idtia lebre a : dallas foi cousollar ao ministro da ju- :.;.t, antes de
audienia do "..realo de lano mai curial, tanto dar leu parecer luhre cerlo ueuocio, por conseguinle
mais r izoavel, qnaniu pode dar-te, que hajan lu- o aparte do nobre depulado isla' rispjodido.
gires om que om coadjulor, deve ter um i.rdenado .Moilo apoiadotj.
mais d i que n'uulro eulinde que com ena consulta : O Sr. Barros de Lajcerda :N|e apoiado, a ques-
a asieir.blea provincial se nau despeda altribuiclo ',
de legidar, nao arreda de si esse dircilo, na cohe
litorin ii;e da autortdade competente p ira dalas
nr-l i materia, babili(aiidi-so assim a fazei urna re
(rtir.ij mais ju.la, mais razuavel.
O i lirado dcpuladu proseguiuJo na enunciarlo
do ten pena iincntu, diz anda, que ame de ouvir'ao
- u illi-tre coiilradidor, eslava inclinado a volar
conlra o projecto, depoia qoe o ouvio, a sua eon-
vnro se robusleceu anda mais, porque ee Ilus-
tre depulado apresenlou argumentos |,es qoe o cou-
vaaeai un de que o projeclo deve ser regei.ado, sen-
do um deeeea arguiiieitlos qui a assembla provin-
cial deve augmentar o congrua dos coadjutores, visto
qu a aaattBbla geral a nao augmenta, lie opiniao
do illuslie orador, qua o limar a proviacia a si o
encano de augmentar os veuciineulos dos coadjuto-
res, sira urna iao pela qual a a-semblca geral dei-
\ede > fazer, laulu mais que, se os coaojuiuie me-
lhorar ?m de coiidires.deivarao de impoilunar a as-
aenoblea geral, quando pelo contrario se elles nao
forera alleudidoa pela provincia, recoireiio a' as-
eembUa geral, nalaro ale que ella recindrra a o-
bn.'ic.io em que esta' de Ihe pagar.
Oilluelraee membro^esta' ronveoeidn mesmo de
que o nobre autor do projeclo he de opunflo, qoe ao-
cofre geraes compete fi/.er a despeza coro os ioa1-
julore e lendo ess opiniao a mais conforme com o
acto i.ddirional, cuino inesrao he confesado enla-
parte, n3o v razilo para qoe se done de empregar
ni meios adequados, para que essa conigoarao ieja
fela ela as.embla geral.
Ile-pondendo io ap.rte do Musir Sr. Brtn 18o
quaniu diz, que para er coherente deve o honrado
uiadvi apresenlar ronvenirntemenle, urna emeu a
supprimmdo essa verba, diz esle, qoe na, lera' du-
vida nenhiima nisso, que lano he es;;e o seo propo-
sito a i esputo deiia e de oulras verbas dj orramen-
ln. um anda ha nonr-n rierlarou ana.,,, rolil
rommiisao de oiramenln, qui seacasa eatavam dis-
poslos consignar na lei desle anuo essa diaposirao,
elle asngnariavencido, ou com realrieeoee, a'lim
le poder na discossao adoptar aquella medida que
lili paiecs'o mais cernemente, alim de liear com o
aeu voto live para adoptar este uu aquella alvilre
mais de accordo com ai suas mus.
C indurado, diz o ti nradu uradur, que pecnde
de oo .ra na aapeejalidada de er a que,iao temporal
tan eata' de p.
t> Sr. Brando :Bem, n Sr. Piulo de Campea
disse-noa a verdado declarou que a> eumini.ire da
cmara doa acnhorea depulado, e posio memo af-
liaio...r que as do senado, nao da o um patn, nada
fazem sem consultar ao governn ; no meo entender
he isto ama deegreca para o paiz, he urna raisirii,
mas he 11 ni- um ama verdade.
I ni Sr. Di|iulaiiu : Eulao a culia he dit c-
maras.
li t. Hrindao : Helias, e do governo, e pode-
moa afoilamenle dizer que ea nao lora e-la lofellei-
ladeo uoaso paiz leria marchado em urna senda
muilo maia proaresiiv muilo mal piospera do qne
al hnje muilo apoiadosl.
Lma voz ;SenSo lem marchado hj por colpa dos
de| ulados.
il Sr. Brando :Ja concordei....
o Sr. Mello Reg Raphael :Entila para que
laura o odioso sobre o enverno ?
Sr. BranJao :Por que ella conompe, e dea-
qoem corromper (cruzam si
gracadamente acha a
explicarlo. Elle tuppoz que eu pretend fazer a
algmm orne insinuacao odiosa, qoan lo prevaled nie
da qoe aqu referi o Sr. Piulo de Campoi a res-
peilo do modo, porqae Iraballiam, as ciimmis.Ocs da
cmara dos Sra. depolados, salvas as liouroaa \
eepcoes, mas BMlm nao foi : ei o que se paisou,
como esta iMimblra preaenriou.
i.) i.indo eu orava perguulnu me o Sr. .Mello lle-
go em t' parte quem fazia os orcameiitos ua enmara
geral, e ra eullo reapondi-lheo S'. Pinto di-
Campos acaba de dizer o modo, porque ell's sj alli
preparide.
Ora, nido nao podia haver a menor insinuarao,
parque eu apenas referi-me ao que loda acamara
tinha ouvido.
Sr. presidente, ."> anuos fazem que tenho a honra
do lar aiseulu na cmara geral e nao p.so deixar
de declarar, que quando le trata de crear urna
despeza de manir vullrpara qualquer pro vio Ua,
us depulado respectivos lulam com ,is maiores dif-
ficulda es pira coiiaeguirem, que ella passo, e mul-
las vazes ludo lira em promeasas, ao paso que o
dinheinis pblicos ao largameule esbanjados na
corle ; islo he um fado de noloriadade pu-
blica. '
(I Sr. A. de llhvcia : Apoiado.
O Sr. Brando: Onauto eiforroi nao foram
bodgel, e o reslaute pude ser ap-
l licado para elliviar a litu.irlo critica em qua se a- P"'0 ou? aeu propnelario ennaente que os aena es-
cha a por ul i_,io. cravos ou servente facam despejos 'e a-..un de pei-
A adoprao de.la medida pude dar om resallado i e carne, em lal islario de puieacra que incom-
ainda mais prevalilo. Cotn elleilo, se a caresta | ,0da naoso aos seu vizinhos. com > mesmo aa pe-
da carne verde he am fado, que tiuibem lem urna '""' 1"" por all pisaam. Chamamos, peeliato
A fregoizia de Fazeuda grande abranga quasi (oda
a exlen-ao din riachos do Navio, 8. Braz e S. Do-
mingos, indo extremar com as di Flores e Villa
Bella a dez e doze le;oa< de diltaocta deslai dan
parochiai ; em quinto qoe pela ribeira de S. I!ra
e Navio, principalmente, i fresuezia de F.i/rnda-
irrande se esteude lano, qoe pu.50 asseverar a caa
que suaeilar esses povus a prucorarem os seus re-
ir-,, em Tacaral', que nao dista menos de qua-
reiili lesna das extremidades da fregoeiii de Fa-
lenda-graade, seria fczer-lheso maior mal quepo-
de-se eonaidnrar
". Sr- B""dao:Nao me dieacran nada dislo. j dieses, anlto o po !er publico Gcara' iseulo de qal- uma Billa, Frannsco Alve de Cerqu'eira Jnior,
( Sr. Piulo de Campos :Poia esta he a verdade 1"er imputarlo maliciosa. j Manoel Vicente Ferreira, Leopoldo Augu-io Frrea-
pura ; oura-me a nobre depuladu ; o meu lim he tloanto segonda nojao do Sr. Souza Rei, lam-' ,;'- J"l de Oliveira l.ima, Jeao Merk, Aorcliano
mosiiur a esla assembla que o projeclo n3o pode hem a reputamos de ulilidade. A historia nos moa- l!- M. Birrelo e I wcrava, Eduardo P. W lon, sua
de nenhum modo ser approvado, j i por que Italia Ira que em lodo o lempos os distribu dures dus ge-' -""""'a urna aeerava, Jea Fernaudrs MagalhAe
iim lerrivel grvame a'quelles papulacr que ha- ero, de primeira necessidade,especialmente o mar- {"Se, Maniel Jaste Pereira de Bircelios, Josepha
bilan da Barra para cima, como porque ira con- ehealee e padeiros, sempre lem estado em guerra "Oneieea de Miranda Piada, Dr. Antonio Colomba-
trariar vtltll do governo na repreisao do criroe,, declarada como retame da aociidade. lie e.la ama no da Aaiia Carvalam a criad, aapilao Jos An-
aubo, e das calmidailfs que Ihe sao insepara- coiifniao dolorosa, maa lie u na verdade. Nel cir- lo"' Seralico de A.i Cirvalho, Dr Franci-co Se-
goeu coutra o procedimeuto da tiopa, apezar de .
Iiaverem operado rieterrre em riiveriot baladiOes,
taea como no de Cac.apava, Rio Panto e Piralinv
eapllaaela nu monopolio dos especuladores, se po-
der' melhor venlicar esta aberraba) da livre cun-
currenria por malo da intervengo da aolondade
publica, e enliio demoustrar-te, com loda a evi leti-
cia possivel, as rau.as nae* ou a caasas facticia do
pheuomeno da caresta da carne verde. Se se at-
lingir esle retallado, sob qualquer das duaa dvpo-
allenrao do respectivo Sr Reca, age aliu-u, como mesmo para qu (ara uma vitila na
misma caaa, e observe n aeeo qoe por all vii.
O vapor a Cruzeiro do Sol vindo dot por-
to do sul, trouxe a eu bordo para esta provincia o
teguinle passageiro :
Alfere Joiquim A marico da Silva, ua sanho-
I m esplendida i magnifico baile leve lugar ein*
Porlo-Alegra, ollerecido pelo corpo do commerciu
ai Exm. cooseltteiro Ierra/.
Nu da 21 chegoa a'quella capital no vapor de
guerra oAmelia, um dos complicado! na revolurjo
de Monten,in., qe pode capar a' degola, o co-
ronel Brigido Silveira.
I alleceram all : o vice-cottsol do Eslados Pon-
lifi tu, Antonio l.uiz Pereira da Coila ; o coronel
rraiicisco \ icior de Mello, eo cummindador Jote
11.iino de Sooza.
No da I. de mio devir-ie-hi nslallar o Banco
do Rio C-rande. Seiscenlasacr-e de-J03(J00 r. cada
uma, r.iram a retervada pira aquella capital e
quati lodat achavam-se subacriplas.
Saula Calhariua.
A a.-semblua legielaiivi desla provincia foi aberta
.....------..... ..-......-, .............. ... ........... c- no dld do pastado, leudo S. Exc. o br. preti-
veis. ti nobre depulado deve saber que depois da cumslaucia, us priucipi da sciencia econmica, a- r,,llcn de A-Sl Carvaldo, Dr. Antonio Mina Chave I danle, neaai occasio, o respectivo relalorio.
revolla lormaram-ie quadrdda de salteadores no | lias Mu invucadoi por algn, espiritas, au acun_ Anloaiiii Jos de Carvalho, Jote Barbo. de | Minas Geraes.
A nllimai dalat dttta provincia sin de SE do
lecho do Navio, e S. It, a, e que muilas fazendas \ om meio : a inlirveurao da forra cousliluida. I Araujo Pereira, Francisco de Almida Conha, Jet
de gi do foram compl. lamente devastadas, como bem ls'u pralica-se em quasi "lodos os palana da Europa '
a do tinado coronel l.oorenro ll-/.erra. a de oulros; colla, induaive a Fruir, quer drbaixo de goverLos
mullo pruprielarios Nao sabe que para exlernu- i absolutos, quer drbaixo'ri ,s governo. Iivres.
empregados pelo nobre depaladn, por que acaba de mr essa qnadrilhas, que, alem de roobo, com-; Mai, a n.sa couliluir;ao"poli(ica parece vedar ao
dar-nie o parle, por mam. e por alguns nutro, pan: melleram varios aaaaaaloalna, o governo juigou in- poder publico a sua interven
i i,..... .....-- --s""o".o .-....o, e.ie: .> uiuui.ia uaias insta provincia sin de -'(i do
Jo iqom Alves Rimo.. Jos Da Cosa Martina, um ; pa.sado. No da anterior leve lugar a hirlua da
.o.ladr,, l,e.ex-prarade ma.iul.a, ,.do uma re | assembla. depoia do que fez-., em palacio o cor-
formada incluini o uma mulher nall da pracas. le,o pe anner.aro do jurament0P a' coustUo,.
Para u porto do Norte : capttao lenle Jos1 cao. ----------~
ohlermcs um crdito de-tinado ao melhoramenlo do
poilo d-sta provincia E no enlanto essa nina era
de pal| llanto neceitldade publica !
O Sr. Manotl Cavalcanti:Oppotirao em mc-
l!io i'iiieuto nunca houve.
11 Sr, Brau lio:Pedamos nina quula para o me-
'horaincuto do no-so porto, mas o ministro reepaeli-
vo limpie noi era iufciiso ; marravam-se 64:0008.
dispensavel suhrne ler esse lerrilorio a' acrio das dislriboirao d< riqueza.
auloridadee da floree e Villa Bella, para que com
mais promptiio ib chgjse o impulso da lei, vat-
io qoe da Tacara la'Itga poda partir com a meima
rapidez, em cinseqoncia da iminenta. distan-
cia .'
11 Sr. I an 1,1o I.,,' me nilo diiseiam isso.
r;ao nos p.'ien nieuoa da '' Co-la Azevedo e I criado, primetro lenle Au-
la poi pira interpretar o Ionio da Silva Teixeira e um criado, I nenie l.-an-
arligu da nem carta contlitocioual, que uaranla I r0 Correa do I. ,go e soa aeuhora, alferrt Clemenle
a hberda le da indutlria que u illustreSr. Souza Reis J"*" Ferreia, Dr. Jimi Cumei Rebe-om, I. F. Jo ** ., '"r aas camyas munteipacs,
apreteutou nma md.cacilo. propondo que a ats-m- ,u Henriquea. Antonio Jo Riheiro Glimaele, Af ""P0' as sotire rezes, subsidio Iliterario O
ble i geral te pronuiieuasedaramenle rerca de uma '"0o Tabiranle, Charlea llenrique Pallumon. .1 pra- a!uardeiit s, (|ue des lo 1849 eram coosi Je-
S. Paulo
A assembla provincial resolveu que
vertesse em favor das cmaras
O Sr. Pinto de Campo:E como haviam de di- i a culuniaa
das allribuirrs daa cmaras muuicipaes.
Ninguem Ignora boje as vaulagens uuinensas que
CU e urna x-dita do axercilo.'.i ea-d'IM de m'ari- fados como ron la provincial,
uha induindo orna mulher mili de uma prac. RO de Janeiro.
Antonio P Rodrigue tiuima Baixaram os seguintes dec.elos, pelos mi-
O Sr. Pinlo de Campia :Mas nao havii dlidoi-
ro em o m.-mliros da comniisaao eulcuderein-ae com
o coverno.
O Sr. Brauliio :Aproveilci
com
(
-e gaalon tiara ee pacilirar o Rio da l'rila
O Sr. Branddu:Apoiado, letpendiarD-ea monte
le miro para ..limrular-se a cau-lilla geni de Monle-
vidi-o, e uiuil-s oulra cou-as le faziain sem que a
ein sua Iirce-Sldades.
) Sr. Brann :Aproveilci a -u- Oenfle para Vl''l" e "";""s "ulr" *"'- ,e
a ella responder ao aparte do Sr. Mello Re"o Provincias fusseiti allendidu en
) Sr. Mamel Cavalranle :-l|e prrque o "nobre ,otaerT,i eu- e I""'"
depulado c-ta' exiueeido da harmunia dos poderes '|U', ", d,J?Si oma "
polticos. sentido prefiri algOl
re, rom ui limites da Iregueiia de lazenda-graiide,
porque, como ja dusi, estes limites se eilendim ale .
muito em cima, aeria de alear completamente a \ Enlielaulo, o govern i'geral'n.i > se lem squecido A carne verde ve
a de Flotes o (ira-las. Nao tenho culpa da d agrieollura, desa fonla iueigol ivel da pruiripal .1"" do particulares, qur da companhia.
ialo lem concorrido pam augmentar a falla dus bra- | Reseuha analvlicado preros porque foram
COI lltccttarioa para a explorarau da lavoura. | vendidos os gneros in aeinana que findou.
Enttelanto, o govern i geral na > se lem esquecido A carne verde vendiii-se a -22, 2 O Sr. Rrani.ln Nao enlenrin luemanii doc pu-
liere por es-a furma ; e vollamlo ao aasumplo direi
que. M. Piulo de Campo, que di:; inlerc-sar-.e
pela sorle do clero....
o Sr. Pinto de Campos : Tenho da u milita
prevaa dilo...
II Sr Brando .... pode na esnermea que nulre
e,t ir engaado, metmo por forra da verna mxima
-qiiuil volumu. facile credimusa, mearan lempo
qne rile lab, e que eu poaao efllancjar a lila aeeeoa-
eonaa Inexecla, quando neslo
mas serrea, # pu-so aliancar
que punco ou nada lerianius conseguido em raladte
o .aru.. meiiioiimeiiios de que hoja gozanm-, -e
na tivessemos na corla doua ou Ircs Pernambiiru-
ooe allameale enllocados, que loman pela pto-pe-
ridadeda provincia o mal vivo interesal...,
I ni Sr. Depulado:Mas escs homens iiao lem
Bal I t\o pu ier '.'
ti-r. Br.uidao:lem, porem. em onlra epeea.
ti Sr. Ilirros de l.ac-rda. i, Sr
Huida nao esla' no poder
lo a v a tmara, civil e ecclesiasbca.
irregularidade com qne se aebl fula a uoisa diviso riqueza do paiz. Sb os sin
auspicios orgainsou te,
i na capital do Imperto, uma compauhia cenlral, r-m
ala-, disse o u iue depulado, ha uma representa- um lobtidlo magnifico, para promover a rorrelo da
raudo, povos do Navio, que pedem essa oioviden- emigracao esliaugeira para lodo o imperio. Algu-
cia : riaponderei ao nobre ( epatado, que neaaa ie- mas provincias, como centro de outraa adjareules,
piesentarao nao s aelia a-u najo um tu morador a loruarain lili.es do primeiro ouleo, e tr.ilaiairi
la II irra para cima... de prom ver e.la obra economico-tocial, di i ma
" Sr. Mairal:BUea c consilerariara muilo I oliltriade immenia para o paiz.
i '? turara"'.", '.''m''."''"!? r"'"dVa '' """.'"f "" ''""""I"'", qu. anda tempre na vanguarda da,
les lorara o que mal, sol eram com as ladroei oulras sua. irmaa., tambera te poi a' fnnte do rnn-
".', B. __ .... |Vmeiilo, coa juva la por trea ou qualro orovin:ias
. 1 J., ;, i ^ ^"""" :7"" '"ni,ai"" ''o Otle. Entretanto hoje cnnleqoencia de cu.
M.rqnez de ^^^pi,eUra 1Urd,n u la. da Barra para sa. que no .ao desco,.he,idas, cn-ta-nos que o.
A farinha da man linca varioo em prerjo, veudeu-
-- a 520 rs. a rio enverno, e a de mululoi a (00,
iiii, ~a 800 e 880.
I milite ve:idru-.e a SO r. a coia.
t fiijla veinleu-te a l^iioNI a ruia.
\s gallinhaa ven leram-te a ~, frangas a |380 e
per ua a (o.
A carne de porco vindeo-se a lOO rs. a libra.
A carne lecca venden -e de 6} a 99 pur arroba
nos arinazen, e as tabernas a 10(1 rs. a libra.
A m.inleiga ingleza vendeu-si a 19280 e IjHO.
O zue de mamona nao bailen de 720 is. poi
garrafa.
O azeile de oliveira e de mamona veodeo-ie lam-
vincia de S. Pedro do Sul
Da lazeiida. n. 2,139 e 40, o primeiro alte-
ran lo os di rei tos em diversos artigos da ta-
rtTa disalfanieRH.s. co segundo aulorisan-
doa ineorporacalo e approvando os estatutos
do llanroda llahia rom algumas alleracOes:
Da guerra, n. 2,l3t, aulorisanlo o crdito
su.iplemenlar de 2,89.967-580 para as despe-
as do diversas rubricas no exercicio de 18a7
B SoS,
O fac'.o que mais cap la va a aitenc.io da
po|iula?ilo ora o roubo de 1l2;000i900 por
meto de leltras falsas, saccad'is da praca do
Rio t.randedo ul. v
l.ts o que a este respeito diz o -Correio
Me'caulil :
do
9 22.0003,
asro
da
n
Ol
,d. s.r -.uTnap.g-. -S ffSZ J SESfSEr ......"' a'B'""""a-
Requeremn que folire o pmjertn cm di<(Oe0 vedo, li-anlo pr ludirado o oulro.
com ni ns
bitpo '
-......... Sao os codjuloies,
"ra, quem nos poderia infoimar Su.
seguranra di ludo lito, do qoe o Sr. Im Sr. Ilepulado :tieraes.
sja ouvida a cmara da villj do Cabo.llego Bar-
ro-.Barroa de I.cerda.
Primeira rilecoMlo do prr-jedo n. 2". de IS;7, que
marca os Imile da freguezia de Tacaral.
, Val a mesa o icguiule requeriracnlo que he re-
sr. 1! o lem sido ou nao ate boje pagos !j?u*rio.
liada a hora o Sr. Pres denle designa a ordem do
da e levanta a leale.
SsSSio BM 1G DB ABRIL HE 1858.
I'ritideiici* do Sr. i:. Je Camara/lbe.
_ da inspirar e prodo/ir o mosrro resul ,
lado en Irea provincial separadas por grandes da- 11"*'> . quasi no mesmo lampo, c segunda o inea-
mo processo : E quem sabe se a medid i nao se es
ten lona lodos os oulro e.lahelecinien II d i ino-mo i
genero que exlstem espalhad. em ludo o imperio ., "
O lempo mostrara'. Oe pn menores desle novo aue-
Tolal.
63 bois.
Ate aman/iua.
US
pgoctantc e outro caixeiro
naquella praca. Netilium dos jornacs da o
nome ilelies
Por decreto de 20 do passa lo :
loi n imea lo esiiipturano da escola cou-
tr. I o Ur Ma.ioel Raala (.oes.
or decrelus de :tii
lara.n rondeeoradoi cora o titulo de conselheiro,
-' '""'"......'n-d.clo oiion, fom o affieialaln
da Kosa, o eoromondade, Ale.andre Joaquim de SI-
qu ira ; rom a cummenda de Chrisle o. dnolire.
Jrronvm.. Jos leneira. Lnil Peixolo do l.acerda
Neinr.k. Roberto Jorge lladdork l.obo e Jo.lj Bap-
lisla da runaeca.
Por decrelus d 3 do correrle :
rail noinea lo professor de de-enho da escola can-
Iral o Dr., capiao rio corpa de engenheiros, Josc
Francisco de Castro l.eal.
/
II FHIV/FI


DIARIO DE PERNAMBUCO SEGUNDA FEIRA 10 DE ABRIL DE 1858.
Coin o habita da Roa n capilan Jos Angelo .le o almo^o, que i \ese lie um pouco de cafo em gats, I palarlio | tuate ; brmeme 1 birca uo-
Moriet ReRo, a o alteres Aomnio MuniTavaies ; urna pequea marmita, a qn.< la aiioclam apeuaij ruegaiiice, 1 biigue ; holtembuigaea I escuna
:om o habito da Cliriald o Ur. Cervuio Campello l'i- don, na anda iuuhuo quaudo o almor he nutro, Obatrtace.
: Ferreira, julz municipal de Seriohaem. ale lie. Existem fnnrlearlo* fnra do ..corarleuro do roos-
Por decreto r* 13 : I Asi esta o guarda da alfandega, o Sr. 1'enlia, e : qaeiro e na das lamiulia<, 1 barca americana e I
Ioran) no meadas, pagador di mirinha, o almona- .man pessoa do navio e da casa a q'ie velo cousig- o.irea e I brigue ioglet,
lite da cata de arreeailacao Jos Rodrigues de Abreu, i nado, que forain dar a descarga, a que lempre asis-1 l-'uii.liou n.i mandila do dia 17 e segu pira o
I! atraoiarife, o liel JodepoilJ Joso de Mallo I'.in ,1o. j le fin eei*eiro di casa, os quati virmn que mo hoo- norte na tarde do memo dia, o vapor da cnmpaiiliia
' No da '.I lo pastado Inaugoroo-se a estrada de; ve fogo ; e consla-ine qoc alaminas deslat pessoa ja => -f------- *- -
farro ce I. I'o iro-11, desde a prac,* da Acclamaco i se divertirn) a custa do que ieram no ailigo e do
, iue viram : antee disseram que nunca houve linio
rigor eniqiunlo a (limar, como ag'ra, p>i a nin-
gueni lie permittido einquanto a plvora nao est
recolhida. l'ortanto j i V geral Crmeiro do Sol", procedeule do KiodeJa-
ueiro e porto intermedios.
Sabio para cruzar no dia 12 do corrcnle, o brigue
barca do guerra u (amarara.v
Sahiraro durante a semana, os segainles volme:
para o purtus eslrangeir.es !l,l,i(>sareo cun 16,530
oro, nao houve lamb-in o ternvel psng : e segu-, arroba de assucar. fio ditos e.imroa, 347 estaros
e tois que a fogueira, qoe lisarou como a de um talgadus com I ,63.-, libras e (21 cascos mtl; para
feslejo, nao ei-l o, e quealuiar do ogo que diste, ; o do imperio, ;t.l)UO cocos com catea, 1.890 barrita,
distancia do poriao doos passus, o livesse liavi- 70 meia dlfat, 153 harriquinhas c .">,! 18 saceos com I
H n llt v-lli-n na lilil .lid) l I ll fl *> 1.! b J_ ,\ 1" .,. ...t >.. ....
lid a' i-<(ai;.io das Ou.im.vlas, oito leguas.
O govcnio imperial celebroo um tratado de ami-
sade e de commercio com a Sublime l'orla. finio
plenipotenciario por parte do brasil oSr. conselliei-
ro Carvalbo Murena.
Fui agraciado com o ollicialalo da ordsm da Kosa
Mr. I'ielri, prefeilo da polica de Pari.
S. II. o Imperador, usando da allribuioao qoe
Ibe confere o arllgo 101 5 8.- da Conellldlfio, hoo- \ do, estara a 6i palmos, lano lela da hombreira do 12,680 arroba e I i libros de assucar, 3:12 volumes
ve por bein, aeila-feira ua paixo, perdoar : a Jos poriao a esse lugar, onde e-lio ornas pedras, que gneros eslrtngolros,351 diloi dllos nacionaes 25
mnes Estevas o reato da pena que falla eomprir ; serven) de Irenipe, a prolimo ao verlice do ngulo ditos doce, 17 ditos esnansdores, US cascus e
a Manuel Allomo do .\a un ; a Julio Claul.no de Ubveira I'unenlel o res- bendo que a linha do eoldadts tilo arco de bariis
lo da pena que Me falta ; a Minoel Pereira i tein ; inaravalhas, que elle van apandar na pancada do
ci It -uto Rodrigues dem: e commofou em pn*ao mar; e qum.lu apanham algum pao maior, ja se
perpetua a pena de morte imposta a Antonio Jos i sabe, val pora o cobre.
Je Arantes Lage, e em melada a pena proferida En, pon, qeanla inesaclidies liouverira para a
contra Oaadino Fiancico de Oliveira. lal fogueira do terrivel perito.
Einquanto a medida que pi e para acomida dos
soldados, he objeclo de aliribiiii.au do commaudanle
do hal.illia i de arlilbaria a pe.
K na Paginan, o que |he agradecerei mullo. E pri-
tot*lWtMQ&.
Crrelo {i-eral.
RclacSo das carta i seguras, viudas do sul
vapor Ciu.eiro do Sul, para os so-i
ni:
3 maslro* el iurti s.
Pecas do lona.
1 i'scaler.
ipi-
U Banco do Brasil reolveu, aob proposle de al-
gn de seus socios, qoe a c rcolacjo das suas no-
tas seja geral em todo o imperio, sendo trocaveis
a Mis* melriz e uee liliaes da Haba e I'srn.im-
buro.
ritos.
Eutreram : dos porto* eslrangeirot, 5,030 barricas
farlnha de trigo, 5,819 ailai baeallio, 2i volmne'
farelo, 30 ditos alpitla, loo Idos masa, 5f>i ditos
paaa<, 344 dito* papal, 100 .lito manleiga. 117 di-
ta* lecidos diverso', 121 di los loui;a, ril ditos quei-
o, 50 ditos cemento, :tt) dilot alcatrlo, 100 ditos
figos, l!0 ditos especiarlas, 72li ditos bebidas espiri-
. luosit, 17 dilos raslanhas, 1.50 dllos azeile doce, 15
j ditos nozss, 10 dilos amendoas, 100 ditos arroi, 137
dilos plvora, 10 dilos ferrsgens. 13 dilos coroesli-
veis, 20 dito objerlos inverso, 210 toneladas car-
l'm novo vapor de guerra cehio ao mar, no dia vioa-se contra o lal noliciadur, qt* lalvez .nuda o lio, 85 lachas de fer^o, 2,475 moedasde ooro e pra
30 do psssadu, fabricado no eslaleirn dos Srs. Miera I f illudir com fins alheios a' sua Pagina,n E quem '. la ; dos do imperio, :I!I2 meios de sola, lo" couros
IiiiiJ- & Maylor, na corle. He o maior navio sabe se a nalureza o nAo at AI.FAMIEIjA.
Rendimento do da 1 a 16. .
dem do dia 17......
Volumes entrados enm fazenojn
com geueros
Volme sabidos com fazennes
om gneros
co-lroi lo no Brasil. Tem 130 pos de cumprimen-
Ic, 20 de bocea e 7 de pnnlal, o maeh'nis o lie fei-
b pelos nus.os eugeuhe'iros, os Srs. Mellos e Uracon-
n>t. l'miMii o nome de Anhainbj*.
O rendimento da elfsiidega uo mea findo fui de
1,371:6080362.
I.-se no Correio Msrcanliln :
o Para as d.II rentes repartite da guerra foram
Horneados :
Keparlicie do qaartel-general.
Chafe inleiino da prrrneira leccau, o lenenle-
loronel Jos Maooel da SeJiyi.
" Arsenal de guerra da corle.
Trimeiro ajudinle do director, o major Joicde
Miranda Silva Reis, servindo interinamente o (er-
reiro adanle major de engenbeiros Juvencio Ma-
[ oel Cabral de Menezes.
i Segundo aju lanle, o capilao Miguel Antonio
Joao Rangel de Vascoocellos.
Obras militares da corle.
* Director, o coronel do estado aiaior Podro Ms-
ria Xivler de Castro, conlinuando ale fszsr eulre-
gi au seu soccos'or, o coronel Patricio Antonio de
Sepulveda Ewrard, que he incumbido de urna eom-
nussAo especial.
a Ajudaute do director, o segando ajodante do
do arsenal de guerra, major Frenillo Antonio da
(Ij.la Ferreira.
o Hospital miliUr da corle.
Director, o coronel Ernesto Augusto Cesar E-
d larJ de Miranda, sendo dispensedo o coronel F'e-
IMatM Jos Naves G*M*ga, por seo eslado de
ei.ude.
Escola central.
Professor da lerceira aula preparatoria de me-
Hiematica elementar, o bacbsrel J 'aquia Ignacio da
Conha.
o Dilo de desenlio, o bacharel Erneilo Gomes Mo-
reire Maia.
Escola preparatoria do Rio Orando do Sul.
Paro profes.or de deseoho, o capilao Antonio
Dia da Costa.
Escola militar e de apnlieacJo.
Professor da aula preparatoria de roaihemaliea
elementar, o bacharel Aulonio da Cosa Bairos Vel-
loso.
< Professor de crmica pralica e pyrolechinia mi-
1 lar, o t)r. Theodoro Antonio de Oliveira.
a Corpo de saude do fi rollo.
Para segundo cirurg Ao, o l)r. James tiomee Ro-
b nson..
Forem juh lados, a pedido, os lentes de dese-
nlio da eitincla escola nublar, M noel Peilolo de
A tevedo e Manoel de Arauju l'm lo-Alegre, hcando
seio efleiln as nomeares quo tiveram por decretos
do pnmeiro do corrente.
I. e no oMercanlilD de Pelropolis :
a Felleceu no da 2S do mez passado, no hotel
Pesidtneia, desta cidaJe, o prelo Francisco, escre-
vn do fallecido Sr. I.and, com 110 anuo de Idade !
llapois da morte de seu vrlho senhor e emigo,
n ngoein vio mais a alegria desenliada naquelle sem-
blante representante do secuto pas-ado ; couservan-
d> sempre em perfeila harmonia lodss as suas facul-
dides inlellectuaes e em perfeila saude, resolveu-se
n orrer depois de ter almoQido bem ; chamou o mais
p-edilecto de sea parceiros, despeillo-se, deilou-ie,
e pouco minutos depois era um cadver '.
Baha.
O Avon conduzio para esta provincia o director
e alguns eugenbeiros para a estrada de ferro do Joa-
zoiro. Ja' se a havam lomada tolas as accoes, sen-
t ) o mal" Banco contemplado com 100.
O aOyapock, em eua ultima viagem, Ir uno em
ollido fechado pre>iiencia a pre '"" COlIflecorB'Ms |,,)<). iniiflcd prit\is
  • e por ucea*
    sillo dos acoulecim'iilos iie 2S e 20 te fevereiro :
    (Htl)i'.M UA ROSA.
    Olliciaes.
    l)r. Jusliuiano BaplisU Malureira.
    Cironel da guarda nacional Antonio Jos de
    I. mi.
    ii lenente-cnrnnel da guarda nacional Manoel
    Ja t le MagalliAes.
    a liilo Jusliniauo Jos de Araojo.
    u tillo l'beodoro 'ieiktira domes.
    Teiieiile-coronel do corpo policial Domingos
    Jos Fieire de Carvalbo.
    CapilAo do corpo liso l'rancisco J'aqoim Piulo
    lacea.
    Civallriros.
    o CapilAo da guarda nacional l.oureuco de Souza
    Marques,
    u Dito Aleandre Freir Maia Billencourl.
    o Dilo .Nicolao Cameiro Filhst.
    OKEM DE CUKIS11).
    Cavadeiros
    a Dr. Aulonio I.uiz Alios > de Carvalbo.
    o Dilo Daniel Aecioli de Aleeedo.
    Uo die 5 eomecou o (Bgenherro francez Vidal a
    snspeosAo do cusco do vapor France, submer-i lo
    dtpvisdo sen incendio no pnrlo desla ridade. In-
    te uraenle, porm, quebraram-se, uns apus ouira,
    a Iret correnlet emprege la nesse trsbalha, e de no-
    vi ficou elle sepultado no seio das ondas. Conli-
    n Mvam a fazer-se esforcos para ergue-lo outra vez.
    Macei.
    Acba-se funecionando a assemb'a provincial.
    O genero alimenticios conlinuain a eslar por presos
    allos, faltando abaololamenle alguns delle.
    Sergipe.
    I o lo corre placida e tranquilamente. A etarcr-
    brio dos animo cada vez mai te vai ahrandando
    reos meios einpregad s pelo Ezm. Sr. Dr. Bio-
    lro.
    ^OTICIAS COMMERCIAS.
    Rio de Janeiro.
    CambioLondres 25 l|i e25 1(2 d. a !HI ds.
    Achavaiu-se a carea para este porto: ns Inigoea
    o Libralo e Maris l.uzia, eo patacho Aunan.
    Chegaroiu -aludo, itetle porlo : 27 do paseado a
    barca Amelia ; a 20 o bnuue escuna D. Luiza ;
    a 3 do correnle o brigue Moiia Logias ; 5, o pa-
    I. rbo Cjrnn ; a ti, o patacho lAniUa ; a 0, o bri-
    gue Tres Amigus, e a 10 a polaca o/.ellosa lio e o
    bnuue aElviras.
    Sabiram para este porlo : a 27 do pasado, a barca
    a Vlelinai> irnhoo no die 1 por falla de provises AlgodAo-----------
    e velamei ; e ;I0, o bncue escuna Carolina" ; a 31
    a barca americana Clievaliero, com escala pela Ba-
    ta ; a I do rurrenle, o brigue inglez Kelme ; a
    S o briuu porloguez Laia*, e ingl.z Rosalie;
    a 5. o brigue -Feliz Ueilino- ; e a 10 o palhabule
    Piedade.
    O vapoi inglez Avon devia psilir a II, as S ho-
    ras da ru.iihaa.
    Beilil.
    lambos.Londres 2") l|H a 25 J. 00 e 90 ds.
    Paria.120 r. por f.
    Lisboa.120 de premio.
    Arhav.i-ie a carga, uuicamenle.o palbabole Lin-
    tli) Alfredun.
    maes, com e differen^a que os signaes nos cavalloi
    indican) bondades, e nos hiiiiens maldades !
    Sou de Vme. atlencioio venerador e criado. O
    comoiandanle do Forlo de Buraco, Jos Maiia Il-
    defonso.
    Itecife, 10 de abril de 1858.
    A nolicia a que se refere o Sr. commandante do
    Forte do Baraco foi-nos eommunieatla por pestoa
    circumsperla que passou drfioiiie da forlsleza.
    O re I clnr da Pagina.
    &0Mm$ift*
    CAHBIO!s
    Sobre Londres, 25 3|4 d. por Ir a 90 d v.
    Paria, 380 rs. por fr.
    * Lisboa, 105 a 110 pnr cen o de premio,
    (eseontbde ledras, 10 a 12 por cenlo.
    OI'UOOnjas hespanholas. .
    Ditas mexicanas.......:;i.-i:mi
    Pesa de OSiOt'. 175OOO
    Moedat de 9JO0O 9(1300
    Dita de 20> .... SttpoOO
    PRATA.Patacaes brasileires. 2S080
    Diloa euliuniiari 2r' 80
    Dilo nieiicfims 1;C00
    nocooo
    32K100
    18CO00
    2fl00
    2J100
    228:80S>S.,:.
    l3::rilcn:MI
    24i 151*945
    salgado, (75 chapos ds palha, 2,(100 quartiiib.ii,
    900 casco vasio, S9 volumes fumo, 83S dilos cha-
    rolo, 12 dilos lazen.las, 5 dilos vinlio, 30 dilos ta-
    pioca, 719 dilos assucar, 729 dilos carnauba. 20
    ditos esleirs, 100 ditos barricas .baltdas. 6 dito*
    inerradorias, 36 ditos gomma, 49 dito coorinho,
    I 938 ditos e 1 500 alqueires familia de man liuca,
    321 ditos sal, 7,225 arrobas carne de larqu*.
    Acham-'c a'carge, 31 navios,ludo: 3 para o Ca-
    nal, 2 para Liverpool, I pare Cenova. I para lii-
    brallar 1 pare o Havre, 1 para II imhurgo. 5 para o
    porlo, | para S Miguel, 0 para Lisboa, 2 para o
    Aracaly, I para o l'euedo, 3 para o Rio de Janeiro,
    I para o Riu i.ramle do Siil, 2 para o Ctara' 1 !
    pare a Baha. Deles 11 Brasileiros, 1 Dn ornar- I
    quez, 1 Francez, 1 Hainburguez, 5 Inglezes, II Pac-
    lugueze e I Sueco.
    Conferirn] para sabir ; a barca uMarianna para'
    o Riolirand* do Sul. o patacho eAmaz"na II n para
    o Rio de Janeiro, o hriuue portucuez Eorico para .
    Lisboa, ni brc insleza Hersilia e linogeneso
    par* Liverpool.
    923 *n
    m>K.Q
    Descarregam boje 19 de abril.
    Barca ingleza-John Martinlonja e [azendas.
    E Brigoe ingle;Aerleymerradoriis.
    Brigue inglezTas**b i a I bao.
    (calcla Molan i*i,iAlma Touidiversos gneros.
    Patacho brasileiroConstanraidem.
    Sumaca brasileirallorlenciafumo e durillos.
    MOVIMENTO DA AI.FANOEtiA.
    Tolal
    Total
    CONSULADO (.ERAL.
    Rendimento do dia I a 16. .
    Idin do dia 17.......
    105
    11.
    2' I
    105
    l i.'.
    3*0
    29:453122
    2:l77r22l
    3l30p343
    DIVERSAS PROVINCIAS.
    Kendimenlo do da I a 16. 879J337
    dem do dia 17....... U>2f3IJ
    .1:t)3l*48
    DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA ME~SA
    DO CONSL'LADO DES1A CIDADE NO DIA
    17 DE ABRIL DE 1858.
    PorloBrigue portiiuuez Amalia lo, Manoel Joa-
    quim llamo. e Suva, 50 rasos niel.
    PorloCalera porlugueza Flor do I'oiIid, Manoel
    Joaqun) llamos e Silva, S9 cascos mel.
    PortoBarca porlugueza l.imj le, Joso A. de
    Carvalbo, 25 saceos as-uesr.
    Li'buaBarca porluaueza Mara Felizo, Bsat*
    Lemos. 200 courot salgado,
    .isboaPatacho poriugoea Miehaeleneee, F. de P.
    " de Saboia, 500 couros salgados.
    F,
    Navios entrados no dia 17.
    Rio do Janeiro c torios in.tor.nedies-5 dios'
    e 21 horas, vapor brasileiro Cruzeiro do!
    Sul, commamlante o capito de mar e
    guerra Gervasio Mancebo
    Rio da Prala.'(0 dias, barca americana Sa-
    rah. do 180 toneladas, capilSo I p. koun-
    sevell. equipsgem 24, carga 450 barra de
    azeile de peixe; ao capitao. Perlcncn a
    Mattapoeselt. Veto refrescar e seeuio para
    New-Bedord.
    Naio sabido no mesmo dia.
    Penedo por Maceio-- Hiato brasileiro Rebe-
    nbe, ca,.iio [aidoro Barretas do Mello,
    carga farinha do trigo e mais gneros.
    Canaltingue inglez tral Grey, capilao W.
    Kcllc, carga assucar.
    Baha Barca ingleza Miranda, capiUo I. W.
    Avcry, rom a xesma carga que trouso de
    Terra No?. Suspendcu do lamarSo.
    Londres -Patacho inglez II N. Ilulcbengs,
    caPitao I. Bcieg, co n a rnesma carga quo
    IrousediBioCraule do Sul. Suspendeu
    do lmanlo.
    Para pesca -Brigue americano W. F. Sairord,
    capitaoThomaz S. Hou-y. Suspendcu do
    lamatao.
    TMIAITI
    DB
    SANTA ISABEL
    l|.*KGITItl \SSIl\\TVR\
    EMPREZ AGERMANO.
    lEIH.A-IE HA, 20 DE ABRIL.
    Subir' a' scena, pela ptimeira vez, o eicellenle
    drama em i actoe. I prologa e 1 epilogo, origi-
    nal portagaex, que se intitula :
    Leodcvialio
    do cor-
    PELO AGEIMT
    Pestaa
    O agilito Pestaa fara IcilSo quinU-feira
    22 do corrente pelas 10 horas da nianha no
    caes da alfandcga
    DF.
    23 pipas de viuho tinto.
    pelo
    nbores abaixo d clarados .
    AtTunsode paula J; Albuquerque Maranhao. Q|| llta-\'r ArisltJesda Silveira Lobo.
    Antonio Augusto l'erreira Lima. l'tMtt
    Aiilciii i Feij
    Antonio Joaquim de MagalhSes Castro J-
    nior.
    Anlenio Joaquim lio Morars Silva.
    Antonio Rodrigues de Albuquerque.
    Antonio Silverio Farbosa da Silva.
    Itar.io da boa-Visl.i.
    Bernardino do Sena Dias.
    Candido l.cal Ferrc ira.
    Carlos de Souto Gondini.
    Elias trederico de Almeida c Albuquerque.
    Francisco Duarte Coelho.
    Francisco Jos da Vascoocellos Lessa.
    Cuilherme Caryallo A; C.
    Jiiaiiua I'rinceza ce Oliveira.
    Josii do liego IVcliccu.
    Jos Ka\ mundo da Costa Menezes.
    I.uiza Muniz de Al neida Pinto.
    I.uiz Cesarlo do Kego.
    I.uiz do Amor Divino.
    Marcelina da Conciliario Amorim.
    Marcos Joaquim da Costa.
    Manoel Arihur de HjIlaoJa Cavalcanll de
    Albuquerque.
    Manuel Alvos Guerra.
    -Manoel Jos Soarcs de Avellar Jnior.
    Manoel Francisco da silva Carrico.
    Victor Isaac de Ariujo
    O ollicial papelista,
    Ismael \mavel Comes da Silva.
    Ltu 16 de fevefeiro do corrente anuo,
    foi apprehendida a urna crioula urna nota
    do Banco, do valor de bOjOOO, da qual ja se
    tem feilo diversos annuncios por esto Diario,
    alem das diligencias policialmenle pratica-
    das, e como al etla dala ningueoise tenba
    apresentado reclamando a propriedado da
    dita nota; por esta so faz sciunte a quom
    iul resse nolla livor ijue uo dia 24 Uo andan-
    te, se far entrega della a pessoa em cujo
    poder foi pprcheii.ida, visto ter esta proeja-
    do que de direilo Ihe portence. Subdele-
    gada do Itecife, 17 de abril de i858.--Ju9o
    Bonifacio de Sa P'"Cira
    tieniivaBngucl sueco W. Tenneden, Whatelv
    Forsler A; C, .')00 courus salgados.
    Havre Calera franceza Adela, Cils Ir 111,15-,
    1,200 saecus assuc.ir.
    EXOPORTACAO'.
    Ble Grande d* Sal, barca nacional ellariannae,
    de 2'i inni'la las, conduzio o eegainla : 1,315
    barncat, 70 meiaa dils e 15 quarlos de dilo com
    10,31)11 arrobas e 15 libr. de aawacar.
    Rio de Janeiro, patacho nacional Amamna II*,
    de MI louclailas, con luzo o seguiule : 1,0IS
    saceos com 5,190 arroba de assucar, 03 pipas aguar-
    dmle.
    Lisboa, brigue porluguez Baria**, de 2.1 I lonc-
    ladas, con I0/.10 o legointe :88li sarco com 4,130
    arron.i de asiucar, l.2i cascos niel, 110 saceos stoin-
    ina, 317 couros salgado.
    Liverpool pelo M.irauho, barca inglesa llersi-
    lia de :)8j toneladas, condu/ao o irguiiile :1,400
    aaccos com 7,030 arroba de assucar.
    Canal, brign* uiulez Ecal i.r-v, de 33) loneta-j
    das, conduzio o seguiule 1,020 saceos cun 23,100 1
    anona de assucar.
    Liverpool por Maceio', biigue inglez ImogMieo I
    de 511 toneladas, conduzio o seguiule : 2,1011
    sscCo com 12.000 arrobos de asaueer.
    RECEBtDORIA DE RENDAS INTERNAS GB-
    RAES DE PERHAMBUCO.
    10. 8:3608679
    .... 7I4|948
    ::075J(i27
    i ^ c - llorut." O es w
    * T i 1 a* i c s ; s P = s. Atmosphtra.
    co Direc^ao. V s 0 1 --
    5 e - = =S Intenii-dade.
    < OB O) _ 8 8 S %, ('.emigrado B.8 1
    5 ;3; ;:= }S|:!Sc lleaurnur. c
    S "i"? j_ ij Fabrenheit
    5" g. v. S-"3 - y x ce ce llygromelro. > V.
    0 -1 -1 r-i a 5e ? Barmetro.
    .MAl'l'A tltmonttratuo d'aqua que leve <> banrn da
    burra de^f porto na $cinana utiimamenle
    finia.
    15 27
    16 28
    17|20
    Nominaran
    dosdias.
    Domingo .
    2." feira.
    3." feira. ,
    i." feira. .
    5. feirn. ,
    8.1 toira. ,
    Sabbadn ,
    Preamar.
    Baia-mar.
    Il> pe inglezes 10 l|2 p ing.
    17
    17 1,2
    18
    I7I|2
    17
    161(2
    Ki
    10
    9 1,2
    III
    10 l|2
    I0L2
    Rendimento do dia I a
    dem do di* 17. ,
    CONSULADO PROVINCIAL.
    Rendimento do dia I a 10. 891997/320
    dem do da 17....... 1:3301414
    30;728)J339
    DE 1858,
    Srs. redactores. o Liberal Pornambu-
    Ca.no* Bel a seus precedentes continua a en-
    tregar suas paginas a malsins, para nellas
    atacar alguns me- bro< da nssomblca pro-
    vincisl.' Que o peridico Pavo, Demcrata,
    tarco dos Traficantes uesse-n esie indigno
    papel, na la baveria que admiiar ; masque
    1: orgo que se diz do um partiJo dica o
    esse cynismo \\*. o que de c;rlo excedo a to-
    da aespectarjSo !
    Mas o que ganha na opiniae publica o Li-
    beral com essas publicaces O mais com-
    pieto desprezo ; desprexo com quo sempre
    li 1 le ca regir os nialdizenles, os invejjsos,
    os calumniadores, os embusteiros etc.
    I. o Sr. Costa Reg Mooleiro conscotc
    DiSSOt i\i> receia lainlicm quo o lomem a
    (uacooU? Cuidara que be invuiiieraver.
    Medito betn...
    Oex-cctador visivel.
    >r. redactor da Pagina Avulsa.o|,i o artigo
    l'irnvel periand. sua Paginan do rlia 14 do cor-
    rente, pujjlirado no Diarios dese d a, refenudo-se
    ai Forte do Buraco, que rommaudo ; qiiaudu no
    Sbbbalo 10 do incimu crrenle mez, e nao II com
    PIUCA DO RECIPE, 17 DE ABRIL
    . AS 3 HORAS DA TARDE.
    HttUla semanal.
    Cambio Os saque o emana regulare.*!)
    25 3|l d. por t-5 a 00 d. v. sobre
    Londres, 3X0 rs*. por f. sobre Pa-
    rs, e de 105 a 110 por cent de
    premio obre Lhbe*, obre o
    Porlo e I11 por rento de premio.
    Vieran) ao marrado 351 sarcos.
    e as vendas regularan) de 8940 I a
    s-'iii 1 rs. poi ai roba de pnmeira
    orle.
    Assucar Eutroram Li.ooO sac-os, e sosen-
    la consta se sendera algum mas-
    cavedo super or a 2-JSUO rs. por
    arroba ; poren os preco Torarn
    sustentados de 2p00 a *3{7(ai paa
    arroba dos branros, e de 29200 a
    29800 na inucasa 'os.
    Couros- Coniinuaam p*uc* procurados,
    sendo nominal o preco de 2IMI rs.
    a lili a d > aeectt salsados.
    Bacallmo- Re|.iihou-se d- 149000a 16.....10
    pnr barrica ; e vend*u-scem pn-
    meira mflo 119000; li.aiid)*n
    ser 9,000 barr 1
    Carne serr- -'- Floran em ser 1,000 arrobi do
    lio non le, c 10,090 do Itio da
    l'rala. VendeJ-sn de a)JB00
    lO'i'K) rs. por erraba da prnnaira
    edel-s80')a 5j2!KI da segn. 1.1.
    Farinha de Irigo- Sccmrnle cheearum nesla enisn
    GOO barricas de Ijenova, com o
    quaes o deposito boje somma
    Ohservac;Ho.
    INos diflercnles aiicoradouros dopnilo oicillou o
    b.'.iM-mar de 12 e 211 a 13 a 21 pos inglezes, e n
    |.reamar de 23 e 29 a 25 e 31. Em l'deabnIJe
    IS.58. JoAo Francisco Paid.lbo, ajudaute do pra-
    ticomr.

    U lllm. S:. inspector di thesouraria
    provincial, em cumprimcnlo da resolucao da
    junta da fazenda, n>anda fazpr publico, que
    no dia 6 de maio [lozimo vindouro, vai no
    vamcnle a prarj pa a ser anemalada a quem
    por menos lizer as obras abaixo declaradas
    9.a i.an^o da estrada da Esca-
    da avhalo em 16 912:000
    Lenco da estrada do norte en-
    tre a culade de (ioianna o a pon-
    te do Itujary,"valia la em 14:0523000
    E para constar se maudou anisar o pr-
    senle e publicar pelo Diario.
    Secretaria da tbesouraria provincial de
    Pernambuco 16 do abril do 183S O se-
    cretario,
    A. F. da AnnuneiacSo.
    0 lr Anselmo Francisco Pirelti, comiuen-
    dador da imperial or lem da Rosa, juiz de
    direito especial do commercio nesla cida
    dedo Itecife de l'ernambuc.) ele.
    Paco saber pelo p escole em como no dia
    '20 de maio vindouro se ha do arrematar por
    venia a quem raals der, em prarja publica
    lestejuizoa porta da sais das audiencias,
    .'! inoradas de casas torris na ra do Pirej
    na Boa-Vista sol) ns 36, 38 o 40, teudo cada
    orna deltas 21 palmos de frente, 2 Mas, 2
    quarlos, eoeinha, quintal e cacimba meeire,
    valala cala urna cm 1 35t'/ penhrados
    aos herdeiros do lina !< Francisco de Carva-
    lbo Paes de Andrade, por execucao lo reitor
    do seminario de Olio la ; e ua Ma de lau-
    cadores correr dita arrematacao com o
    batuda quinta parle da antedita avahaeo
    que vem a ser 1 08O5
    Lotera
    Provincia.
    Corre^quarta-fera il de
    abril.
    Anda existe urna r>equcna potro de
    felizes hilheles rubricado* pelo abaixo
    assifjnado as lojas do costume.
    P. J. L*ym-e.
    Joaquim de Castro Naves, retira-se pa-
    ra a Europa.
    Quem annunciou vender urna taberna,
    dinja-se ra da Prai n 61.
    - Na ra de llorn-,, c-sa n 68, encon-
    trar 80 os amipos do boro posto, a qnl.juer
    hora do dia e da noile, bous petiscos de pei-
    xe e carne, cha, caf, chocolate, vinhos e
    refrescos das melhores qtialidades. O dono
    lo cstabeleoimento se obripa a dar, para
    lora, almoco c jantar, ludo sempre Inm c
    cun o mais delicado accio. Cor rain fre-
    giiezes, Tonham po; coadjuvar o estahele-
    cimenlo que acaba do marcar, e que, se for
    protegido, devera tor dias compndos.
    Att iiylo.
    Vai o infeliz Joso Antonio de Oliveira, que
    se acha preso na casa de delonco desta ci-
    dade, com urna rigorosa senlenca de 4 an-
    uos por um pequeo crime do ferimentu ; e
    como tendo sido preso ausente do sua pa-
    tria, sem quo sua fan ilia saina de sou mi-
    seravel estado; e o dinheiro quotinha fosse
    diminuto, pois andava cm viagem, este di-
    nheiro o roubaram e at a | ropria roupa, e
    achando-se o supplieanto ueste lastimoso
    estado, o tenciona ir cumprir sua sentenca
    em Fnniando, por isso vai proslar-so aos
    dignos psdo lllm. Sr barSo de Suaaauna, e
    dos mais senhores do commercio, que forem
    de humano corac>>, e liverem compaixBa
    da inligencia deste infeliz, para pela iiuma-
    nidade, e amor de suas familias altendere 11
    as circumstancias deste infeliz, e os soccor-
    rcram com suas benignas esmolas por bu-
    manidade, o compaixo iieura infeliz, que
    implora a clemencia dos lllms. Srs. Ah se-
    nhores, este infeliz que se prosta aos dig-
    nos ps de Vs. Ss. he innSo do tinado padre
    Antonio, vigario que foi da cidade de Pene-
    do ; e espera nos humanos coiacoss de Vs
    Ss., que os hao de soccorrer com as suas
    generosas esmolas, (iin de osupplicante re-
    mir a sua oecessidade. Fica este infeliz, se-
    nhores, a espera da clemencia do Vs Ss
    conformo as suas probidades, que Dos seta
    quem recompensar estas esmolas. sou de
    \s. Ss respeila lor e ubrigado, Jos Antonio
    de Oliveira. Casa de duieuco, cellula n. 3",
    dalerceira orlem.
    Sociedade em cummanuta para a fundacS")
    da fabrica do li-r o lecer algodao
    NSo so leudo reunido numero sullicienle
    le socios no dia 16 para se tomar urna de-
    liberarlo sobre negocios urgentes da ms-
    Di sociedade tica a liada a reuniSo para o
    da 23 do crrente, em casa do Sr. Antonio
    Marques de Amorim, na ra da Cruz n 45 ;
    nesse dia se tomar urna resolucao definiti-
    va com as pessoas prusenl'-s. nido nuo sr.
    <;\.\ DIAL r*ll 0 OlE ^^CEL.^^-,^--''---^^ o^equio
    > ^'io se inndo cir.'duado a venda dos
    bilheles da rifa do reloglo de prala galvani-
    sado, com um correntSu le ooro, pede-se as
    pessoas <|ue compraran! bilheles, para que
    v5o reccher da pessoa a quem compraiam o
    seu importe.
    DENOMIN ll.AO DOS ACTOS.
    Prologo.A despedida.
    Arlo.l.'A miseria.
    Acto 2.*O Agila.
    Aclo 3.*A se tuero.
    Acto i. Fome e de-espero.
    Epilogo.A Providencia !
    Personageiu. clores.
    Bernardo da Cisla, ^pregado pu-
    blico
    D. AI i r i .i .l-i Cosa. BUS inulher.
    Laura da Coila I
    >Seas filho
    Itoberlo da Coila.)
    ".arlo........
    Tbimollieo da Silva o Agiota .
    O l)r. Sergio......
    I>. Frcderico......
    Mirgarida.......
    ( Sil
    Senna.
    I). Joanna.
    Manoela.
    Ivcstre.
    (irmano.
    I. shoa.
    Alte de Aranjo
    Bozendo.
    I). Carmela.
    S ma Kola.
    dos
    F.ooeuia.......
    Amonio, criado do Agiota .
    A fio paa-e em Lisboa.
    O proloco ern 1813___lis efloa eo spilogo,
    bus le |8"i() at principios da 1851.
    terminara' o especaculo cuni a graciosa comedia rm
    um acti, ornada Cime^ara' as 8 hora.
    O bilheles aclitim-se a' venda nu esciiplorio no
    Iheairo.
    A pessoa que annunciou vender urna
    taberna no bairro de Santo Antonio, dirja-
    se a liavessa da ra do Oueimado n 9, que
    achara com quem tralar.
    Do engenho Lopes, freguezia de Agua
    Prela, fugio no da II de noverobro prxi-
    mo passado, um eseiavo de uagao Angola,
    representa 27 a '28 anuos de idade, de nome
    Francisco, com os signaes seguiutes bonita
    ligura, cor prela, llura regular, bem bar-
    balo, COSluma trazer barba imperial, peito
    cabelludo, um tanto espadan'do, falla expli-
    cado como se fosse criou lo, trabaltia de sa-
    pateiro c oleiro, desconfia-se que levasse
    alguma carta de guia ; pe le-se a qualquer
    CapUSo de campo ou mesmo a polica, que
    o hijam de capturar e entregar no mesmo
    engenho, ou tiesta prar;a aoSr. AntonioCoo-
    Qalves Ferreira Casco, que setSo generosa-
    mente gratilicados.
    I". Souvagc retir:-sn para a Franca,
    continuando na gerencia do sua rasa com-
    mercial o Sr. Mana Beinel.
    O Sr. V. A. V. C. tenha a bondade de
    mandar buscar a sua roupa engommada na
    ra da Guia n. '25 e mandar trazer o importe
    que he devedor para Ihe ser entregue, pois
    se assim nflo lizer no prazo de 8 das, a pes-
    soa vender para com isso saptisfazer o seu
    debito pois tem.esperado bastante lempo e
    naonucrler mais conl-mplac5o.
    V pessoa que annunciou precisar de
    600- a premio com garanta em um mole-
    queooutra que precisa deSOOJpor 8 mezes
    pode apparecer na ra Augusta n. 4, que
    se faz essas iransaces assim como na ii.es-
    ma casa se dir quem da dinlieiros a pre-
    mios.
    L'm pe filo urgente e necessario.
    loga-seao Ilim 8'. Dr. juiz de orphos
    da culade de Olin la, que tenba pieJadc e
    compaixao da triste sorle de urnas orphaas
    iuflizes, que tendo perdido pai e mSi e pos-
    suin lo alguns bous de fotuna como bem 8
    OU II) rsernvos e algumas Ierras, vivem urna
    vida miseravel. disiaulc da mesma cidade 2
    leguas, e quasi couJetnnadas a um futuro
    me Jonho ; porque .. neai tu lo se pode dizer.
    l'm vi-inlio da casa
    Novo estabsdeci monto de fazendas.
    Miguel Jos, de Abreu, acaba de abrir na
    ruidoQueimadon.il, urna nova luja de
    fazendas de todas ps qualnlades, tanto para
    a praija como para o mato o pro.oe-se a
    vender mais barato do que em nutra qual-
    quer loja, afim de acreditar e tornai conbo-
    cida a sua casa de commercio.
    -- o Sr. Alfonso Peixoto da Silveira, tem
    urna esrta ua ra da Madre de Dos n. 2.
    No da 15 do correte as 4 horas da tarde
    indo urna boceteira por noma I.uiziuha no
    alcrrodalioa-Vistan.il vender fazenda, e
    urna prela della l'urtiu urna caixa .lo prata
    paia rap, a quem for olferecida leve a dila
    casa que sera pago do trabalho.
    Luiz Jos de Sa' Axaujo retira-se
    para Lisboa com sua familia e urna criada.
    Manuel Ferreira Lopes Braga, vai a
    Europa u tratar de sua saude.
    Manoel Joaquim da Silva Jnior, sub-
    dito Porluguez, vai a Euroaa a tratar de sua
    san ie.
    Ivluard II. J. Fox, ncgudfanlo desta
    praga sob a lirma Fox lrolliers. retira-se
    para Inglaterra, deisando por seu bastante
    procurador, em primciro IngaroSr Samuel
    V'orris, o cm segundo o Sr. Ilenry Cibson.
    Pernamhuco le de abril de 1858.
    Precisa so do u >.a c iada que seiba
    perloilamenta cngumicar, e. que presto mais
    alguns servicos j paga-so Uein : na ra de
    S. Hila n. 2_, segn lo andar.
    -- O padre Bernardino leiscira Machado,
    retira-se para i ua do imperio.
    |
    l)\
    2D,


    it.
    AjMfir.. este:.
    COMPANH1A
    de piquetes inglezes
    a vapor.
    Ale o dia 21 desle mez esperase do sul o
    vapor Medwy, commandante Bivell, o qual
    depois da demora do costume seguir para
    .S.iuttiampton, tocando nos portos de S Vi-
    cento, Tenerife, Madeira e Lisboa, para pas-
    sageirosetc. trata-se com os agentes Ada i-
    son llowie >\ C., ra do Trapiche Piovo n, 42
    N. li. Os enibralhOS so se reeebem at 2
    horas antes de so lecharen! as malas e de-
    pois mais urna hora, p.ganlo enlao um pa-
    taco alem do fele.
    fe.ra Lisboa.
    AVISO
    Precisa-se de serventes para trabalharem
    na estiada do matadouro publico ; aquellos
    qui quizerem dirijam-se a mesma estrada,
    a tratar com o administrador da mesma.
    Havendo dado por ralla de um forceas
    :n-iriimeiii') para partos) c nSo me recor-
    dando, so foi por emprestimo a algum colle-
    ga ou por le' deixado cm casa de alguma
    parturiente, rogo a quem o tiver o favor de
    mandar-mc restilui-lo.
    I ir Ferreira.
    Precisa-se de um forneiro, um amas-
    sador, a um caixeiro quo tenha pralica de
    palaria, e abane sua espacidade: na praca
    la Santa Cruz n. 55
    O abaixo assignado faz saber ao res-
    pcilavel publico, que no dia 30 do correle
    leixa de sor caixeiro interessado do Sr. Jo.lo
    Francisco de Lima, declarando que sedes-
    pedio no da 25 de marco prximo passado,
    deixaodo este espaCO de leu.po para procu-
    rar caixeiro e dar bataneo at o dia 30 do
    corrente; ag a-leeendo o bom tratamento
    que leve durante 5 anuos o tanlo que eleve
    em sua casa. Itecife 17 de abril ile 1858
    Antonio Manoel de Oliveira Villa
    O abaixo assignado faz scienlo ao res
    pe lave I publico, que venden o sea estahe-
    leciment das cinco Ponas n 66, ao Sr
    Pretenle carregar e shlr com brovidade J')3u Jos de Carvalho Jnior, como consta
    ito balauco dado buje, tirando o mesuio se
    nlinr ohrigado a Setisfazer a prar;a todos os
    dbitos eontrabi.los, e a rec.dier as dividas
    que a o esina casa se deveem. Herir 16 de
    abril do 1858 Francisco lavares Cordeiro
    Domingos Comes Lnureiio retira-se
    para lora do imperio.
    Provincia.
    OSr. thc se arham venia lodos os das, das 9 horas
    da mantilla as 8 Oa noite no pavimento ter-
    reo da casa Ua ra da Aurora n. '26, bilheles
    e meios da quinta parto da primeira lotera
    doCy-nnasio Pernamhucano, cujas rodas an-
    darn imprelerivelmente no da 21 do cor-
    rete mez Tbesouraria das loteras 10 de
    abril de 1858.--0 escrivSo, J. M. da Cruz.
    A pessoa que hont- ni mandou olT.;-
    recer na ra do Hospicio n. 9, para venda
    a obra do Ovidio cm lalim ad usum Del-
    phinis,* estando ainda nesse prooosilo,
    nucir cnvia-la para rcalisar o negocio.
    - Koga-se ao senhor que no dia quarla-
    feira, em occasifie da sabida do l teatro de
    Santa Isabel Invou ror engao um chaceo
    de sol que esteva debaixo do n. 28, sendo
    que, o que lbe pertt-ncia era do 11 40 ou 48,
    hja de l-r a bondade de se dirigir ra dos
    se. deslozer o engao ; o anuuncianle faz o
    presenta annjncio por igno ar a morada do
    dito senhor, mas que o conhece bem ven-
    do-o.
    SALSA.
    Cbegou no ultimo vapor muito superior
    salsa parrilha nova cilos pequeos, ainda
    esta na alian lega e fiara tratar na ra do
    Trapiche escri,norio 11. 40.
    l-rerisa-sc s urna ama captiva ou for-
    ra para o servido de ensaho>do o cngomina-
    do de urna casa do familia, uagf-se bem :
    ua ra da Cruz, sobr. do 11. 23 ao lado direi-
    to do chafan/.
    O Sr. que r-niiu"Ciou a venda de urna
    I boa taberna e om bom lugar, queira appa-
    recer na ra do Gouc'lves, arntazemn 10,
    'que se dir qaem compra
    Aluga-se urna sala de uo primoiro an-
    : dar na ra da Cr.i/. n. 40 : a tratar ua ra
    da Cadeia, cscriptorio de C. J. Astley cv C.
    Precisa-se, no aterro da l.ia-Vista n.
    80, de urna ama de leite que nao traga filho.
    Burras de ferro
    No armazera de Hurle, Souza C. ra da
    Cruz n. 48, ha conslaulemenle as melhores
    burras de ferro que tem vindo ao mercado
    ate o presente de tolos os tamanhos, cofres
    de ferro para joias de dilferentes tamanhos,
    salitre inglez do melhor relinado. rels de
    palha fabricadas em ParU, que se venden.
    por preeos razoaveis.
    Ouem quizer comprar accoes do novo
    Hanco de I'ernambuco compareca na na do
    iiapiche escriptoiio n. 40.
    J. D. Kibeiro da Cunha, bacharel
    .ni direito ptopoc-sc a advogar no civel
    e oommeraal, podendo ser procurado na
    casa de sua residencia, pateo do Collegio
    ti. I, scj'undo andar.
    Arrenda-se o engenho Cajabussu-
    /.inho na freguezia do Cabo e pertencen-
    te ao mosteiro de S. liento da cidade da
    raialiiba:a tratar com Frei Galdino de
    Sania [gnez,do I* a 15 de maio vindotito
    no mosteiro de S. liento de Olinda.
    Na ra do Crespo loja n. 12, rece*)0ii-S(!
    pelo ultimo vapor da Europa o melhor rap
    fabricado na mais acreditada fabrica do Pa-
    rs, a boaqualidade de que he feito uo
    precisa elogios a se continuar a ter promp-
    ta venda, baver remessas por todos os va-
    pores.
    A pessoa que annunciou precisar do
    600 rs., dando um moleque de garanta, di-
    rija-so a ra de Apollo n. 3 li.
    .'X
    $0**P* &.
    -- Corr.pra-se o compendio do direito ci-
    vil de B. Cameiro : na ra de Hurlas n. 6.
    - Comoram-se eneclivamenic ua ra das
    Flores n. 37, primeiro aniar, apolicos da di-
    vida publica e provincial, acedos das coin-
    panhias, d-se dinheiro em grandes e pe-
    quenas quantias, sobre penhores.
    Compra-se eirecttvamente uronzo, lao
    to e cobre voltio : no deposito da finidica-
    da Aurora, na ra do Hrum, logo na entra-
    da n. 28, e na mesma lundigAo, em Santo
    Amaro.
    Compra-se urna escrava prela, de na-
    ciio ou crioula, que saiba beai engotnaiaro
    que seja sala a socegada : a tratar com
    Manoel da Silva Sanios : na ra da Cadcia do
    Itecife.
    Compra-se ama propriedade sita em alunma
    das principa ras rt'tsla rilada, e que rfiid pou-
    eo mai ou menos 5 predio em bom estado, e dcsniihararad i; quem
    quuei, irale na ra da Crui, eicriplnno n. 19.
    -- Compram-se 30 pos de larangeiras de
    umbigo, li fes de fructa-po, e algumas ou-
    tras plantas ililferenles, e islo ero caixoes pa-
    ra embarcar: quem lver e quizer vender
    procure no largo do Corpo Santo, no escrip-
    lorio de Manoel Iguacio de Oliveira i Filho
    por cima do trapiche da coinpanhia.
    Compra-se constantemente na fabrica
    de csiiritos de Jos Joaquim Lima linro,
    ra Diieita n 17, garrafas o botijas vasias,
    e pagam-se bem.
    b
    , hriaue barca, e mercante I barca, 3 brigue, I b
    esl no arli_o, se deu o desembarque de 137 barr' -"" escolia e I hiale ; sarilo I pnlaca ; hep,inlKd
    d pollera, que se receb'ram n* prac. d'^rmas barca ; iiislef 2 barca ; americanos 2 aalea c
    di.de meia dia. em que rhegnu e altrense, ele a I barca : portucutzts I brigae ; dinamarqus I bri-
    i llora d* larde ; como fnra de-e fado do de-em- ?
    b. rqne da plvora ludo o mais que canlein o aniso I-,Oslen] fun liarlos no d flerimln an-or; l.iur.i
    In lal.o, cumpre-ine, enn respeito a pnmeira ao- do mosqueiro os sesuinle navios: nacionaas de
    toridadeada prcv.n. ia, e lamben ao poblico. pila I auerra, I vapor, I brisne, I hule, I escuna I In-.
    impresa** que portenlura Ihe renhe cantado eme- ] 1 an servir da alfandeca : e mereanle 2 vapores, i dUaiiliiMCoes do 1 e 8
    Ihanie ariiiio. asseverar a Vme., para que iqualmen- ,:\ barcas. 8briles, I polaca, 3 piladlo-, I sum-
    K para que a todos os licitantes ebegue
    19.600, endo i ooo d* Trien*, I neticia man le nasaar editaos que serSo af-
    l .uiii) de tienova, a mai ameii- Usados nos lugares do costume e publicados
    pela im..eiisa.
    Dado e passado nesla ci tade do Recite aos
    17 de abril do 1858. Cu Francisca Ignacio
    de Torres llin leia, escriviio do juizo cotn-
    mercial o liz escrever.
    Ans lino Francisco Pirelti
    () baro da I! ia-V >ti, bacharel em matho-
    malicas pela universi la lo lio Pares, bri-
    gadei'o reformado de primeira classe do
    esta lo manir do ejercito, cavilfiro da
    ordemde aviz, commendalor da ordem
    deOhristoporS.il Fidelissnna; digniU-
    rio da imperial ordem do cruzeiro, sona-
    dor e grande do imperio, commandante
    superior da guarda nacional da ra ilal da
    provincia de I' rnamliucoe presidente do
    roosellio de revista da mesma guarda por
    S. M o I npe ador.
    r'aco saber, autorisado p^lo Exm. Sr. pro-
    sidente da provincia, que, no da 21 do cor-
    rente pidas 10 horas da mai.lia ua casa das
    sessts da cmara mtinicinal reunir-sc-ha
    de novo o conselho de revista da guarda
    nacional deste municipio alim de rever as
    halalhao, visto te-
    reni sido ellas enlregu.s deoois de encerra-
    ran*. Venden-** de in* i .' i^ i
    americana, a 27o a de Trieste, e
    de 18-* a 20? a de (nova.
    Manteca----------Vendeuse a lilO rs. por libra da
    Ironreza e a f'20 por libro da in-
    Klea.
    Dcsconlo----------- llcgulou de 10 n 12 por corlo ao
    anuo.
    Frates- l*,ra o canal a 2 nominal, para
    Liverpool lalio 15 a 20, e do ll-
    Rod.io .i 3H Fllerlunu sede Ma-
    ceio par* Mveipool adOpeloas-
    u-ar, c a 3|8 pelo algodln,
    loiliarain duraiiio a semana nacime* mercantes,
    2 brigaeii i .ninaea c ii hiale*, amerieanoe, 2 u'-
    leraSi I barca, ,. i brigue, P'rlu2uer, I palarbo :
    inule/es i barcas, I briuue e I patacho ; dui.imar-
    'iii / 1 biigiie : in ni. n. ii /1 | .i--n .i.
    Sshiram durante a semana, nac onal de cnerra I
    ll
    o brigue porluguez Viajante, ea.-iao Joiio
    Xavier da Fonseca, por ter maioria do seu
    carregamento promplo : quen no mesmo
    quizer carregar, ou seguir de passagem para
    oque tem bons cummoJos, podara enlen-
    dej-se com os consignatarios Amorim ir-
    't maos, ra da Cruz n. 3, on com o capitao na
    | pra? do coiimereio.
    Para Lisboa e Porto.
    Segu com brevidade o patacho brasileiro
    Constancia, de pnmeira marcha, para o res-
    to ua carga lrata-se na ma do Trapiche n.
    ; 17 com Bastos i l.en.os.
    -- I'ara Lisboa pretende seguir viagem al
    jo ultimo do correnle mez a barca portu-
    gueza Mara Feliz, forrada de cobre, de pri-
    ! metra marcha, capilao /. 'ferino Venfura dos
    1 Santos.por se adiar com meia carga a bordo
    | para o 1 estn te da carga e passageiros, par*
    o qne tem excel'coles commodos, lrata-se
    I com Luiz Jos de Jsa Araujo ou com o capi-
    13o ua praca.
    Para Lisboa,
    sahe com brevi lado, por ter parte da carga
    prbmpta, o brigue portuguea Laia ni, capi-
    tSo Jos Jahuario ia Costa ; para o resto.
    //viso.
    GAB1HETE PORTGEZ
    lese previna eonl.a ee aleivnso noliciador, queem c. e2 hiale; porIuaaees. I Rilen, 3 barcas, 2 das as sessoes deste conselho.
    lolo d,a .abba.in lo n.nlium fi;o houve ne.el,.- | hnioe, S piache e I escuna ; inglem. 12 ba.ca, K. p,Ia conslar a quem convier mandei
    a.ir lora do r^rle, em que pela manhAa, al a 10 ou j 12 brigue, r -2
    bad
    da morelha do anelo reenirante do baluarte do : dinamarquei, 2 brigue. (escuna; hollandez, 1
    nuil, lugar marcado pyi miiii, uiu qnaulo preparan: 'brigoe ; americauo, 5 galera, du> barcas, 1 bri-
    ... _. .,. ,,. .,,,.....t ulr llc..c ,_ | ,,, i paladn e i escuna ; n^i'ie. v oaica, \ i>, pj,-a conslar a qu
    lir lora o frle, em que pela maiiba. al a 10 ou ; 12 briaue, e palenos ; francs, I mlra ; aweeo, niiblier nela imnrensa
    I kan* de oulros da de verao, qoe nflo o de ab- 3 brice* ; be.p.nhol. 1 .lera, ado. eosiumem o eoldidoa f.xer alanm entre a ci, i sumacas ; hamburgaet, 2 brntuc* e I escuna ; J'iartel general do
    rommando superior
    do municipio do Recite 17 de abril da 1858.
    BaroJalioa-V'iata.
    i-i.
    a*Bj
    N3o se lando reunido numero sullieienle
    de senhores consellieiros para sessSo orii-
    nariadelS do corrente, conforme marca o
    arl 36 dos esta tu tos, de novo silo convca-
    los os mesaos senhores para so reuiinem
    no dia SI do corrente as 7 horas oa noite,
    oa sala das sessoes lo Gabinete. >erret-ria
    Jo conselho deliberativo 17 de abril de IS3
    O secretarioRodrigues Pereira.
    FURTO DF. UM CAVUJ.O.
    No dil Ifi do co rcnle pelas nove horas da
    mmhSa, deaapparaeea do sitio do aba i xo as-
    ugnado, um cabuclo livre de nome Jos
    LEILO
    Terga-eira 20 do cor-
    rente.
    PEL-) AENTK
    O agcnle Pestaa fara leiliio terqa-feira 20
    io correte pelas 10 horas da nianhDa no
    armazem da Companln Pernambucana por
    cunta de quem petloacer
    signal branco em um dos ps c outr em
    urna das maos, levou sellin, estribos de Ia-
    Ifloe cabezadas de couro de lustro, ludo em
    meia uso. Roga-se as autoridades policiaea
    a captura do referido caboclo e cavado, pelo
    que muito agradece-a o mesmo abaixo as-
    signado, que he mora or em sen sitio em
    Relm --Jim'' llenriques Machado.
    - Aluga-se um prelo robusto para tra-
    halliarem armazem de assucar ou ein oulro
    s rvico. sendo bracal, o nao para carregar
    na caber;.! : i| un precisar, dirija-se a ra
    Direila n to, que achara com quem trlar
    Aluga-se um sitio na Casa Forte, no
    principio .ia estrada que vai para o Poco,
    com muito boa casa de vivencia, riuartos lo-
    ra para escravos, cocheira, estribarla, mu-
    rado na frente, e muito bem plantado:
    quem o pretender, dirija-se a ra do ijuei-
    . mado i. 13, loja,
    O deposito ccmmeioial n G Ja na da Ci-
    deia Je ranlo Antonio, qu gyrava sob a lir-
    uii social do A J. rie. uliviora C tem
    aniigavelmente dissolvi lo a sociedade desde
    o t. le ab il do correte auno, e desta dala
    cm iliaiile todo o arlivo o p ssi o llca a car-
    go esjb a responsabilidade do Sr. Manoel
    Jos de Oliveira. Roga-se, perianto, a lo-
    dos os deve lores do dito deposito liignom-
    se quemo antes solver os seus dbitos, alim
    dse liquidare o as coalas da exmela lir-
    ma, para que nao sejam incommodados ju-
    dicialmente.
    Pcrdeu-se um p do lanteroa de car-
    ro, de metal b -i ico,"c un a respectiva noli:
    quem oti'erachato 1 wr a codhetra defrnn-
    le da igreja de .i. l'rancisco, que sari gra-
    IlliCcllo
    Precisa-se de um bom e hbil amas-
    S*dor para u Da pa I ria no malo : quem se
    char habilitado, dirija-se a ra eslielta do
    Rosario, armazem n. 29, que achara com
    i quem tralar.
    Precisa-se de urna pessoa que entenda
    b'in de fazer velas de carnauba ; no depo-
    I silo da ra do Vigario n. 29.
    Des ippircceu da casado Sr. Manoel
    Joaquim Carneiro
    res, nina va cea com urna cria de 6 mezes,
    pouco maisou menos, no dia 13 do correnle
    alarde: quem as uver achajlQ. e as entre-
    gar, ou der noticia cerla dellas na ra do
    II ispicio, primeiro sobrado aliante do Gym-
    nasio, junio a taberna, ou na ra do Quei-
    in don. i, ;,ii .mo andar, setagenerosa-
    menle 11-, io.
    -- No cscriptorio los mnibus existe urna
    trouxa de roupa : quem for seu dono.idan-
    do os aigoaes cortos, e pagaudo o anuuiicio
    Ihe sera unlregu-;.
    Ouem tiver urna imagetn do Senhor
    Crucifica .'o em segunda mSo que seja per-
    feila e que a cruz ea pchanha nao escalas
    i palmos e a .ui/.er trocar dlrija-se ao paleo
    lo i nrnio esquina da ra de Murtas n. '-',
    ; primeiro audar, ou annuncie.
    Precisa-se tallar com o Sr. francisco
    Martina de Aginar e Silva : na ra do Amo-
    : un a. 39, aruiazem.
    ~ Aluga-se ou vende-so um sitio com
    boa casa ce viven la c baixa de, ciplm, em
    Sint'siina de dentro: os prctendentcs diri-
    jam-se a ra da Ca.leia do ftecife 0. 2-1
    --- Precisa-se alugar um si'io ni Torre,
    'a niargcmdo rio.
    Attencao

    Na ra do Vigario n. 29, vendem se por
    menos que em outra qualquer parte, os
    objectos seguiules, millio do Lisboa, o me-
    lhor que ha, arroz da ierra pilado, velas de
    carnauba e de cosiposiQ.io.
    Vcndcm-se tres escravas de todo ser-
    vico, tanto de casa como de ra, e ptimas
    para ene'iada : na ra Direila n 3.
    Veode-se um excellento piano inglez,
    hoi isontal, por commodo preco ; na i
    Mangucira n. 18, ou nos Alllictos, casa froa-
    leira a igreja.
    "- Vendo-se urna escrava moQ, qne
    eozinhar o diario de urna cas, e fazer es
    mais arrauj 's, nflo foge o nem bebo, bastan-
    tesadia, e com mais algumas habilidades,
    que se dir ao comprador, assim como o
    motivo porque se vende : a tratar na rui
    Larga do Rosario, loja de mindezas, ou na
    ra do Amorim n. 48, cscriptorio do Paula
    <\ Santos.
    -- Vende-se um carro de hu, e saceos do
    go~mi muito superior a -252i)o a arroba :
    na ra da Madre de Deis n 36, loja.
    Vcu1e-so urna uplima escrava crioula,
    le 2 ; ..naos pren Iada de todas as baliil
    des, he le s rvico de casa, e vende-se por
    su sentior retirar-so desta provincia, c urna
    parda do 28 anuos tambetn com hahili la
    e para tt.do servico : na ra esl-eila do Ro-
    sario n 2o, primoiro andar.
    - Vende-se um terreno uoCamjo Verde.,
    na loa-Vista, com 70 palmos de lenlo e 119
    de fundo, pouco mais ou menos, bem plan-
    tado, e Mguns arvoredos ja dando fruclo,
    com um lance de muro, proprio para edifi-
    car: a fallar no a Ierro da Boa-Vista, loja
    n. 44.
    Calcado,
    Vende-se a loja de calcado da ra lo V-
    vrameulo n 33, pela motivo de seu dono
    querer tratar de sua saude.
    Ao barato
    freguezes, antes
    que so acabem.as bo is fa-
    zendas por ponco
    dinheiro.
    Na ra do Q icimatio n. 19.
    Chapeos de sol de seda, cabo do canoa a
    7?000, ditos pretos francezes a tamberlik,
    pelo barato preco de 69500, ha um rico e
    completo sortimento de cortes deeasenaira
    650O, dita dita multo fina 7c500, pannos
    ara m tsa adamascados muito ricos a SaaOO,
    ditos dita ditos a 4-, ditos dilos a .'{3200,
    corles le rolle!.? .le peluda, fingindo vellu-
    do a 13500, ditos de velludo os ma's moder-
    nos que ha no mercado, pelo barato precn
    do 12 e IG"% cintas franeczas, padres mullo
    ricos, pelo barato preco dn 240, 380, 3"u,
    320, :ilo e i0 rs curtes de musselina com
    barras, com um p'queno toque de arara,
    cora (t covados, pi lo barato (ireco de 19900
    ditos sem avana por 3p, ditos muito linos
    4/500, dilos do chita com 12 covados por
    itiOQ rssas francezas de cor muilo linas a
    oo e i io rs a vara, lasan las de Ua c seda
    . mais mu 1 rno que ba a 720 0 cova o, se-
    linha de quadros pelo hsrato preco de lao
    Icovado, neos peilos de esguiao de ln.li i pa-
    | ia camisa a U2H0, alpaca p ela muito lina a
    6i0, 48 l e 500 o eovado, rico merino ,1o Ita-
    lia de cor pa'a palitos a 1/100, albacas de
    seda de cor a 800 e 90j rs. 0 cova lo, po^-as do
    eambraia branca com 8 If2 varas muilo lina
    por 43500, .litas dita com 10 varas por 5;50,
    cites de resillo do 16a com. 16 cova ios por
    1-, rico vellu lo preto, pelo barato preco de
    0?e 7aoOU 1 dlo-se amostras com pendo;
    Vende-se um cavalio todo preto, eren-
    de, gordo, novo, bom an la lor e sem acba-
    i|n":, por preco eoii)niodo: no atorro da
    Boa-Vista, leja n is. sa dir quem vende, c
    onde p le ser visto lito cavillo
    - Veo o-se um sup. rio- boi de carroc :
    na ra de llortas n. 18, taberna.
    Attenc&i
    Na ra do Cabug n ( I!, loja do miude
    kilitalada Aguia deOuro, ha para;
    : iier-sc pnr preco mai. commi lo do que cm
    outra qualquer parle, os segoirrtes gneros:
    Ula para boi.lar mullo boa a 79 e 8-,
    i de velludo para casaveque, dilos de linho,
    dilos de sed* o de oulras muiUs qoalidad ',
    franjas de liaba, ditas de seda paraca.-.,..
    'que, dil-s de algodo para cortinados, loa-
    I li as de linb i ealgodSo para mesa, pontea
    l de tartaruga vira ios, a Imperalriz, louc
    res grandes para sala os mais modernos,
    transparentes para janellu, temos de ban-
    dejas linas de muito bom gosto, papel do
    multo bom goslO para forro de casa, fras-
    lueiros om seus co'ii latentes perteooes,
    proprios para casa de fa .ilia, assim como
    muilo boas perfumaras, e oulros ruuiios
    objectos, que a vista dos freguczes, ^c fara
    1 lodo negocio a ciles, antes que se acabenv
    II
    l\ /l"l


    DIARIO DE PERN'AMBUCO SEGUNDA FEIRA 10 DE ABRIL DE 18:8.
    ca de tamancos da ra
    Direita esquina que vi-
    ra paraS. Pedro n. 16.
    Cot.linua a ter um grande sortiaiento de
    tamancos a retalho e em glandes porgSes,
    muitc em conta, garanlindo-se os bous sor-
    timuntos ludo a vontado dos compradores,
    igualmente tamancos de lustro para senho-
    ra unleilados por igual prego quasi aos do
    marruquim, a elles que o invern est pr-
    ximo
    Vcndem-se por commodo prego os se-
    guidles objectos. proprios para aquelles que
    se applicaot aos estudos das sciencias na-
    turaes :
    t." Um microscopio, cuja potencia mostra
    perfeitamente os glbulos do sangue o do
    leite, completamente preparado, e com va-
    rias importantes amostras.
    2.- 600amostras escolhidas de mineralo-
    ga e geologia, com urna boa caixa para
    guarda-las.
    3.* Urna boa caixa de reagentes chimicos
    com os competentes copos para analyses e
    alguns oulros objectos.
    *.' Umcosmorama com bellas vistas das
    principies cidades da Europa : a tratar na
    bolicj de Luiz Pedro das Neves.
    ESCRAVOS.
    Vendom-se escravos de ambos os sexos: no
    escrip ,orio de Braga & Mituncs, ra da Ma-
    dre de Dos n. 3 primeiro andar.
    s'ende-se millio de Cunba em saceos,
    por bf ralo prego : na ra Nova n. 5o e 65
    lYa loja de Tino-
    co Barros $ C.
    Na ra nova n 2, defronte da Conceigao
    dos V litares, vendem-so gravatas I'eilas a
    800, damasco de seda Tino, covado 15800,
    chpeo;, rraucezes pretos 6/500, ditos de mar-
    roquim 2/500. tapetes proprios para sala 7*,
    sediuhas Je quadros 800 o covado, palitos
    de sarja de cordo 8-3, manguitos com g'ilas
    finas V, saias bordadas 3?, cortes de vest-
    aos de seda com toque do mofo a 303, ditos
    degorzurSo, lmeos 219, lopelinas ondea-
    das GOH lisias de seda a 850 o covado, cha-
    peos da sol do seda grandes a 79, riscado de
    linho I no a 200 o covado, gangas para cal-
    gas 560 o covado, luvas de lio da Escossia
    escura e brancas a 800 o par, ditas (titas a
    19, cortes de cassa de salpicos braucos, linas
    a 47500 com 8 varas, cortes de colleles de
    pelucia de seda a 69500, o muitas oulras fa-
    zendas por menos prego do que cm oulra
    qualqier parte.
    VENDE-SE
    um sil o na Baixa-Verdc (Capunga cora ca-
    sa, viveiro, cacimba d'agua do beber, fruc-
    teiras o banho : na ra do Fogo n. 8, se diri
    quem vende.
    Superior oleo de
    ricino em latas de 30
    libras, vende Prxe-
    des da Silva Cusmao
    cm seu esenptorio no
    caes do Ramos n. 1.
    Nu obra da na Direita n 81 lia para
    vender por prego commo lo pedras de boas
    qualidades cm bruto c feilas cm vergas e
    solcira.
    Vcnde-se o sitio quo foi do Ctlhardo,
    no lugar do Itcmedio, aonde esta morando
    o Sr. Jos Thenorio de Mello, com 2 casas de
    vivendii, urna no alinhaaionlo da estra le do
    Congy e oulra maior no centro com cacim-
    ba de agua de beber ao pe, alguns arvoredos
    de l'ructo, e bastante Ierra para planlagao : a
    tratar i.a ra do Collegio, lojn n. 9.
    Passeio Publico, loja.
    n. 11
    Vendcm-so longos de soda do coros para
    tabaco a 800 rs. cada um, curtes decaserai-
    ras gro.ssas para invern a 3; o corte, mus-
    seliuas de cores, fazenda superior a 320 o
    covado, brins (rangados brancos de puro
    Imito a l;20Oe 15400, fizenda superior, clia
    les dccisomlras de cores, ditos do menu
    do ores, fazenda niolerna, madapoloas de
    todas as qualidades, chitas, e outras muitas
    diversi lades do fazeudas, que se vendero
    baratas
    Vende-se una negrinha de 13annos,
    recolhi la, com principios de costura, e faz
    todo o servigo de urna casa de familia, e
    ven le-se em conta : no Afogado, ra de S.
    Miguel n. 6, taberna.
    Cera de carnau-
    ba e sebo refinado.
    Domingos It. Andrade & ('-., com deposito
    no largo da Assembla n. 9. fazein scienles
    aos Srs. fabricantes de velas, e a quem mus
    interessar possa, que estilo resolvidos a
    vender anto um como oulro artigo por me-
    nos prego que em oulra qualquer parte,
    alem d> que deixam escolher tanto sacco
    como barrica no completo sorlimetilo que
    presentemente tem.
    Marroquim
    ) a pella e 17$ a duzia, fazendi
    e boa qualidade : na ra Direita
    Couro de lustre
    marca -asidlo muito grande a 4? a pclle : na
    ra Direita n. 45.
    Trelo de Lisboa
    em saceos grandes a prego muito barato, no
    arma/en de Travassos Jnior & C, na ra
    do Amrrim n. 3, ou defrunle da escadinha
    da alfar dega, arma/ern do Annes.
    N;da mais barato.
    .\a rita do Collegio, luja nova de fazenda
    n. 9, dti Albino Jos I. lito, veudem-se lio los
    chapeos de sol do panno a 19600, ricos cortes
    de caiga para bometn, lindos padrdes, a 1;,
    musselina para vestidos, brancas e de cores
    a 300 rs. o covado, chitas a 16 madapoles
    a pega 3?200, 39500, 49, 4/500 e 57200 muito
    linos, grande porgo de roupas feilas, cal-
    cas e ja justas, camisas a 90'l rs. cala pega,
    camisolas de lila para escravos vinlas do
    reino a I8>0:>, redes da Ierra a .'i;, chales do
    laa o algoJiln a I9 e 1 ~2U0, de 12a e se la a
    3i, de merino a 03, grvalas do seda surti-
    das a li!, capas para viagem tolas (erradas
    de baca a 43, 53, 63 e 81 linas, chapeos de
    Braga a -29-, e oulras mullas fazeudas em
    conta.
    Na grandefabri- Fumo em lbllia.
    Vende-so por prego commodo : no arma-
    zem ti 28 da ra da Madre do Dos.
    Breu c pinho
    americano.
    no largo da Assembla
    Vende-se no largo da Assembla n. 9,
    urna porg3o destesdous artigos, e por com-
    modo prego, em consequencia de so querer
    fechar cotilas.
    moral e reli-
    Aos a I tai a tes. |IYa nova loja de
    Iustrui'co
    glosa,
    ou resumo do novo e velho testamento : ven-
    de-se a 13000 na livraria ns. 6 o 8 na praga
    da Independencia.
    REMEDIO IMCOMPAKAVEL.
    Na loja de Adriano i Castro, na ra do
    Crespn. 16, esquina, vendem-sc velludos
    das cores abaixo mencionadas: azul, escar-
    ate, verde, castanho, caf, bronze, pardo,
    todos de superiores qualidades, o vendem-sc
    por pregos com modos.
    Na ra da Moeda n. 2, confronte ao
    trapiche do Cunha, ven le-se milho em sac-
    eos e em barris 'levando para eslos os sac-
    eos vasios : assim como compra-se mel en-
    cascado, ou desencascado.
    Oh j que pechin-
    cha.
    UNGENTO HOLLOWAY.
    Militares de individuos de todas as nagSes
    podemtestemunhar as virtudes dcslo reme-
    dio nicomparavel.e provarem caso necesse-
    no, quo, pelo uso que del le lizeram, tem seu
    corpoe membrosinteiramentesnos, depois
    de haverempregado intilmente outroslra-
    tamentos. Cada pessoa poder-se-ha conven-
    cer dessas curas maravilhosas pela leilura
    dos peridicos que lh'as reialam lodos os
    das ha muilos anuos; ea maior paite deis
    las s3o to sorprendentes que admirara os
    mdicos mais celebres, guantas pessoas re-
    cobraran! com esto soberano remedio o uso
    de seusbragos o pernas, depois de ter per-
    manecido longo lempo nos hospilaes, onde
    deviam surlter a ainputago Helias lia mui-
    tas, que havendo deixado esses asylos do pa-
    decimenlo, para se nao submetterem a essa
    operago dolorosa, foram curadascompleta-
    mente, mediante o uso desse precioso re-
    medio. Algumas das taes pessoas, na efusfio
    de seu reconltecimento, declararan! osles re-
    sultados bonelicos dtanie do lord eorrege-
    dor.eoutros magistrados, aliui de mais au-
    tenticaren! sua allit mativa.
    Ninguem desesperara do estado de eu-
    saudesetivesse bastanieconlianga para en-
    satar este remedio constantemente, segiun-
    do algum tempo o tralamento que uecessi-
    tasse a natureza do mal, cujo resultado seria j
    provarinconr,estavelmente: (Juetudo cura
    O ungento he Mil, mas particularmente
    nos seyumtes casos.
    Na loja do sobrado amarello, na ra do
    Crespo n. 14, se encontrar nm grande sor-
    limento de fazendas chegadas ltimamente
    de Pars, que se venJem por baratissimo pre-
    go, como beni sejam visitas de grosdenaples
    cas, ditas de meninos as mais ricas que pode
    appareeer, cortes de chaly de novos gostos,
    mussulina branca de llores assetinadas, ditas
    4 portas na ra do mado 11. 57,
    Joaquim Rodrigues Tavares de Mello, na
    sua nova loja de 4 portas na rua do Queima-
    do n. 37, passandoo becco da Congregago,
    acaba de receber pelo ultimo vapor que che- 1
    gou de Franga, um rico sorlimento de sabi-
    das de baile do gosto mais moderno que tem !
    apparecido, e um completo sorlimento de
    III IBMI
    OPregufya est
    queimando |
    Na loja do l'regulga, na rua do Queimado,
    vestidos pretos de grosdenaples com tres ba- ; fs*>u.ina do bccco do l>eixe \r'a n" "- \
    bados bordados de seda a prego de 603, 70*. l""'.a fprnecer-so ao publico um bello;
    8i9.905e 1003 cada um, ricas mantas d "rtlmen, 0 f^endas por barat.sstmos
    seda decores para pescogo com um soberbo ? lecos? ^m ci?ls,'Ja SrosdenaDlca prelo
    annel a 5300, gravatas de setim muito linas '''"" a l70 ,! J800 dll rau,l ,"' a 23130
    c 2/400 o covado, pegas de can brata lisa
    lina com 8 varas a J9000, dita muito fin
    bordadas as ponas a 3 ditas prelas bor- I
    dadas a 33-'>0O, vestidos de seda de cores com
    tres babados a 3<>9, ditos muilo boa fazenda I
    a 50#, ditos de grosdenaples muito ncorpa-1
    dos a 80 e 909, luvas de seda prelas borda-
    das muito finas a 2-, ditas lisas a 1/200, ditas
    para homem 1-3500, mantas do lil muito
    730OO, uia muilo lina com 10 varasa HcOOU,
    Jtta mais baixa a 49, dita com 8 varas a
    23400, pegas de cassas do quadros muilo
    finas com 10 varas o com alguns furos de
    cupim a 2fM;o, ca vara a .'00 rs., chales de
    linas a 99, 123 e I69, bordadas a velludo, mfrD,0 borda los m 'las ponas a ^;500I
    ,1 .,..;.____ ~1' ""-' t" ",'--------"*""* I pnlll* mm c;.lie,- iJr anlinra itna m,i. UltOS lISOS a 53, ditos de Cha IV COI11 I ltras a
    de varias cores, guarnecidas de plumas bran- Cl"*ll,> Para canega ue seniiora uos mais 6/ casemua nn>ia mnim" lina a 9,1ra
    ., a:>.. -------1 modernos que tem apparecido a 123, novos *"u"- tennra prea muilo una a sito,
    padfes de seda e algod.lo para vestidos pelo 2'30l 2960e 3? o covado, panno azul pro-
    barato prego de 60 o covado, c muilas mais pno Pa" farda de 6uria nacional a 29200
    So he possivel aqu fazer men- *} co'ado- dit0 Prel "o a 53500, dito ver-
    es mais modernos, cortes de riscados~fran-:CiioaeluJo- Este novo estabeiecimento se de .esc.un
    cezes, ditos de mussulina com barra de seda ProP(>ea vender mais em conta do que ero
    lurta-cores, chales de touquim muito ricos. oulr8 >lual1ucr parte, s-> ahm de se acredi-
    tar e ad'itierir boa freguezia.
    Vende-se superior linha de lgodao
    brancas e de cores, em novello, para costu-
    ra : em casa deSouthall, Mellor & C, rua
    do Torres n. 38:
    de lodas as cores, chitas francezus de gostos i fazerJs Q"0 "5
    de rlscadosfran-:Ci,odeluJo- *
    e oulras muitas cousas de boro gosto, que
    se vendero por pregos os mais baratos que
    be possivel. e a vista faz t.
    nova loja no
    sobradoamarello dama
    do Crespo n. 14.
    Jos Congalvcs Malveira na sua loja de so-
    brado amarello na rua do Crespo n. 1 i ven-
    de cassas escocezas muito fina o covado a
    200 rs., cortes de chita escuras com 13 cu-
    vados a 1,600 cada um, mussulinas finas e de
    variaveis cores a .'20 o covado, luvas de se-
    da linas para homem escultor* a 30, meias
    de cores para homem a 2,000 a duzia, ditas
    para menina a 1 600, lengos brancos de bre-
    tanha de linho a 2,000 a duzia, c oulras
    muitas fazendas que se vendem por menos
    do aue em oulra qualquer parte.
    sellins
    patente inglez.
    Sao ehegados s acham-ie a vmda os verdideira
    e bem conheciduasellins inglezes patente : na roa
    do Trapiclie-Novo n. 42,armaiem de raz.endas dt
    Ailaniauo llowie<\ C.
    Attefico.
    # Kisscl, relojoeiro francez, vendo
    i,': relogiosde ouro e prata,
    :'_ rdogios, joias e msica, ja
    e ue cores
    de lindos padres e superior qualidade a
    13 cada urna, ditas de mola de cores a I/,
    ditas prelas muito linas a 11280 e 1340, cor-
    tes de targelinas com 12 covados proprios
    para as senhoras dar um passeio at ao Ca-
    bo, pelo baratissimo prego do 10-3 cada um,
    lengos brancos com cercadura decora 120
    cada um, organdy de cordo a 2b o cova-
    do, cambraias eslampadas a 440 a vara, dita
    mais fina a 600 rs., chitas franeczas de to-
    las as qualidades escuras e claras a 240,
    260,280 e 300 rs. o covado,pegas de bretanba
    de rolo com 10 varas a 39, mussulina bran-
    ca fina a 300 rs. o covado, ditas de cores de
    lindos padres a 320 e 360 o covado, cobor-
    gos, fazenda de cores, muilo propria para
    casaveques desenhora a 600 rs o covado,
    vestidos de tarlalana de lindos padres com
    12 covados a 43 cada um, ISazInhas ue cores
    escuras e claras de lindos .padies a 320 e
    360o covado, maulas de lil ue linho do
    mclhor gosto possivel a 143 cada una, car-
    niel i na, l'azenda nova, padres de lazinha
    concerla v,.- a 280 o covado, chales do laziiiha com lin-
    aqui he .;._ >';as barras a 29 cada um, riscados francezes
    GRANDE SORTIMEMO DE FAZBNDAS l'HE-
    I AS 1 Kul'KlAs PARA A QARESMA, HE-
    >avio\u:v!sce"KI,,:ka,'1LU-T,M
    droidenaplti prlo encorpado da
    Dito dio lavrado .
    19700 2J800
    3200 ) 23600
    2CS00 i> 33WXI
    23000 o 2900
    19800
    750
    000 u ljiOO
    9
    9

    @@
    :.
    conhecl lo ha niuitos nnos,liabita no J do novos gostos assettnados a 280, dilos
    li t .i. ,lrv Unan!,.I i .' ". ,,..., I!.. ^.m 1 _._____-____________
    pateo do Hospital n. 17.
    3
    Cabossoitidos da Russa, ca-eis 5i?virSj&-.::;-::::?; O
    10 e Manilia. (&
    Lonas da Kussia, brins e brin- ^3
    zes. c& <
    O
    Ca
    Alporcas.
    Caimbras.
    Ca los.
    Canceres.
    Cortaduras.
    Dores de cabega.
    - das costas.
    * dos membros.
    Enlermidades da cu-
    tis em geral.
    Enfermidadesdoanus
    Erupgcsescorbuticas
    Hsluias no abdomen
    Fra dado oufaltade
    calor as extremi-
    dades.
    Frieiras,
    ?eB'vasescaldadas.
    Indi ages.
    Inflammugao da ma-
    triz,
    epra.
    Males das pernas.
    dos pe tos.
    de ollius .
    Mordeduras de reptts.
    Picadura de mosqui-
    tos.
    P u lines.
    Queimadelas.
    Sarna.
    Supuragos ptridas.
    linlia, em qualquer
    parte que seja.
    Tremor de ervos.
    L' I ce ras na bocea.
    do ligado.
    das articulages.
    Cobrec metal para
    presos.
    Oleo de lindara e
    forro com
    Velas steari-
    v$ as.
    @ Estando em barrinbas, Bar-
    tillta. .
    ^ Viudos linos de Mosclle e Joan-
    ;j nisberg espumoso, e de Dordeux
    (fe emquartolas.
    C. J. ASTLEV& C.
    &
    r mais linos a 320, corles de meias casemirrs
    de lindissimos gostos a 29 cada um, casemi-
    ras entestadas de cores escuras mescladas e
    superior qualidade a 2/200, corles de case-
    mira de superior qualidade a >3, 59500 e 6) ,
    cada um, bnm de puro linho de lindos pa-
    | dres a 13400 a vara, ditos pretos proprios
    r>ara luto a I36OO, corles de brim de lindos
    padres a '23100 e 236OO cada um, camisas
    de meia de lila de superior qualidade a
    23800 cada urna, corles de riscado francez
    Smm. de lindos padres a 33200 cada um, ricos
    ..-..-.-.... -...- & -...y.; tap.tes para sala a 39800 cada nm, nadapo-
    Ve^tldtlS COIll baba- *& l3o de todas s qualidades o pregos baratos,
    t^i chitas de lindos gustos de 160 al 20, alpa-
    m cas pretas de todas as qualidades e por ba-
    2 ralissimos pregos, gangas mescladas a 520 o
    Reloglos.
    Vendem-sc relogios de patente inglez
    casa de Arknright Tuckniss ct C. rua
    Cruz 11. 1S.
    em!
    da i
    K:OQ^&0
    tfi
    -..-
    '"flammagiodo ligado Veiastorcidas auno-
    'la lioxiga. I dadas as pernas.
    Veude-seeste ungento no eslabelecimen-
    10 geral de Londres n 244, aSlraud, e na
    J0|a de todos os boticarios, droguistas e ou-
    lras pessoas encarregadas desja venda em
    v a Amrica do Sul, llavana e llespanha.
    vendo-sc a 80o rs. cada bocclinha,conten
    uma instrucgao em portuguez para explicar
    o modo de fozer uso desle ungento.
    u deposito geral he em casa doSr. Soum,
    pn.irinaceutico, na rui Ja Cruz n-22' em
    Pernambuco.
    STSTEMA MEDICO DE HOLLOWAY
    Em casa de Henrv Brunn & C. rua
    da Cruz n. 10 vende-se :
    Cemento romano.
    Cognac em caixa* de 1 duzia.
    Cadeirns de viuie.
    Lu ;i ande soi timentode tocadores.
    Retratos a oleo para sala de janlar.
    Kspclliocom moldura.
    Pianos dos melliores fabricados em llam-
    burgo.
    a 13600 a peilne 17$ a duzia, fazenda sem
    deleito e boa qualidade : na rua Direita n 45.
    Fio
    de al goda.
    algo
    au
    Pl
    lim casadeP.abeSchmettau &Comnanhia.
    n 1 1 ,> i'...].. na 1 "
    rua da Cadei
    Pianos
    ie Ha m bu rito
    dos a 7^000
    Si Vendem-se vestidos de cambraia
    ..'. de cor fina, com tres e quatro ordens
    ;^ do babados. pelo barato prego de 73 :
    '-.-' n 1 loja n. 10. da rua do (Jueimado, fS
    S Leite, Arthur & C. 1
    pal vas.
    Vendem-se na loja da rua .Nova n. 20, sal-
    vas de metal do principe, com o fundo de
    chaio, muito bonitas, temos de bandejas
    muito fins, imitando charSo ; e tambera
    covado, riscados de linho de lindos padres
    e superior qualidade a 200 rs o covado, vel-
    lutinas de lodas as cores e superior quali-
    Selim prelo verdadeiio macan
    Sarja prela verdadiira liopanhola
    Neuenaoa preta larga, para ba-
    tinaa ........
    \ elbulina prtla e de corea para ca-
    (avaquas, cotudo .
    Alpaka prtla lina de
    Mantas da blond, prelas e brancas,
    bordadas .... .
    Los pretos de seda bordados .
    .Meias de seda prtla de peso, para
    stnliora ... s ... ,
    Lu>as de seda preta de lodas as
    qualidades para sinliora ho-
    n'em .....
    Pao prelo muilo liuo,priva de li-
    1 *. de .......39000 7500
    (Ira prdi setim de ajOOO USOO
    Lories ue caiemira prela t de rr,
    bordados ,
    turles de dita preta '. '. '. "
    Corlesdecoletesdediladilabordados
    l.ha|ieoj pretos francezes e moderno
    bravatas prelas de selini e gorgo-
    ra de vanos feilios .
    Chapos de sol de aada para ho-
    mem e senbora .....
    Manguitos bordados para senbora !
    liras bordadas muito linas
    Golinhas de cambraia bordadas
    labios de alpaka preta rouilo liua,
    forrados .......
    Condolas de alpaka preta di'coi
    res ........
    Palitos de alpaka preta ". ". '.
    Ditos de areutina de cores escuras
    forrados ......
    Ditos de alpaka de cores
    Ditos da funto asstliuados.e can-
    sa de cor ,
    Ditos de brim pardo e bretauba de
    ludio ,
    Ricos corles de seda branca a "pe-
    kiin, o mais superior poMinl .
    Corles de ve-lulos de varias fazen-
    das de seda para meninas .
    Sarja branca lawada para venido,
    covalo ......
    Gyr-.ira de seda brancojeom raiiiai
    sem branca, covado..
    Lindos corles de veslidos de seda .'
    cor, corle .....
    Crosdenaplea da cores, e b'ran'co su-
    perior, covado .....
    Dilo dilo com palmos par fori
    ro, covado ......
    Ilellza da China, fazenda toda d
    seda
    8
    11 3O0
    11 6-3000
    i> 7JJO0
    9

    3
    I36OO
    .'tjOOO
    1 300
    r 63000
    3')00
    1 900
    SjOOO
    I
    9
    2j000
    is.->oo
    :iojooo
    2CO00
    13600
    dade a 750 o covado, grosdenaples de lin-i'!IHI,a de'* dissimas cores e superior qualidade, pelo
    baratissimo prego de Ij'lOO o covado, cam-
    braias dq cores de lindissimos gostos e o
    mais lino que lio possivel, pelo diminuto
    prego do 640 a vara, cassas de coras de li-
    udos padres o cores lixas, chales de lila de
    rolar de Pars, de seda com vistas
    nnlisadnt, covado ... o
    Setim da Escocia lavrado para vesti-
    do, covado ....
    Coi tes de veslidos da ramb'raia de
    esda bordados ao lado .
    umbralas erRandia maiiiaila,cmado
    lilldissimas Cores e superior qualidade a Ca..as francezas linas de o'.r.'vara
    Cadeian. 37, veudem-seelegante!se m"etl
    do afamadofabricantc Traumann "ive"fl.
    \cndc-se muito bonito sorlimento de es-
    pingardas de 2 canos tronxadas. finas e
    grosiis, e tambem de 1 cano tronzada, di-
    las sem ser tronxadas muilo finas, vendem-
    se tambem espoletas para as mesmas nova
    P1LULAS HOLLOWAY
    Estelnesttmavel especifico, compostoni-
    teiramenlcdehervas mediciuaes, nao con-
    tera mercurio, nemalgumaoulrasubstancia
    delecterea. benigno mais tenia infancia
    ea compleigo mais delicada, b(Hgualoieu!
    te promplo e seguro para desarr;igar o mai
    11a corapleigao mais robusta ; ie inleira-
    mente innocente em suas operagOeseelTei-
    tos ; pois busca e remove as doengas de
    qualquor espocie e grao, por mais antigs e
    leazos que sejam.
    Entre militares de pessoas curadas com
    este remedio, muitas queja estavam apor-
    tas morte, preservando em seu uso; con-
    seguiram recobrar a saudee torgas,depois
    de haver tentado iautilmenle todos osou-
    Iros remedios.
    As m3is afilelas n5o devem entregar-sea
    desesperaguo; fagam um competenteenuaio
    dosellicazeselTeitos dcsta assombrosa medi-
    cina, e prestesrecupciarao o beneficio da
    sainle.
    lECilISMO Pili
    no.
    XA FUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
    NIIELRO DAVID W- BOVVMAN, rtA
    RUA DO BRUM, PASSANDOO olIA-
    FARIZ.
    basempre um grande sortimentodos.se-
    guintes objectos de mecanismos proprios
    para engentaos, a saber : moendas e meias
    moendas da mais moderna conslrucgao ; ta-
    chas de ferro fundido e batido, de superior
    qualidade e de todos os lmannos; rodas
    dontadaspara aguaron animacs.de todas as
    proporgfjes; crivos e bocea de fornalha e
    registros Je boeiro, aguilhes, bromes, pa-
    rausos e cavilhOes, aaoinhos de mandioca,
    etc. etc.
    NA MESMA FUNDICA'O,
    seexecutam toaas asencomnienda's coat a
    supenoridade ja conhecida com a devida
    presteza e com odidade em prego.
    S. SriEBIEL & C, banqueirotene-
    gociantes, establecidos da muitos annos
    em Londres, teem a satiifaccao de par-
    ticipara seuscorrespondentes e ao publi-
    co, (jue a cuba m de fundar casas filiaes
    noi principaes portos e distritos mano
    ! (actureiros de Franca
    ludo por prego
    na rua Nova n 20.
    muilo commodo
    3,500
    4.500
    5,500
    6,800
    Nao se perca lempo em tomar este reme-! ca e Holanda'
    dio para qualquerdas scguintes Bnfermida-|suas
    ta Bah.
    Ven lo-se no escrptorio de Antonio I uiz
    de Uliveira Azevedo, rua da Cruz n. I.
    Faiiiiha de JN'. Vlatlieos
    Venin-sa a bordo 1I0 hiato Estrella, fin-
    deada con fronte o caes do Ramos, metida
    do um ilquetre para cuna.
    Vende-se um balcao milito forte para
    taberui e S4| de pedra a 13 o aljueire;
    bem como o jiros muitos gneros po mes-
    uio preco do trapiche : a tratar ua birreira
    do Manguinho
    des
    Accidntese p i loplicos
    Alporcas.
    Un potas.
    Areias mal de).
    Aslh ma.
    Clicas.
    ConvulsSos.
    Debilidade ou e\te-
    11 1 ig.lo.
    Debilidadeonfaltade
    forgas para qual-
    quer co isa.
    Dysi nt-ria.
    Dor de garganta.
    de barriga.
    nos rins.
    Dureza no ventre.
    Enfermidadesno ven-
    tre
    Euferinidadcsjno liga
    do.
    Ditas venorcas.
    Bnxaqueca.
    Herysipela,
    Febros biliosas.'
    Febresinlerniittente
    Febrelo da especie.
    Gotta.
    lleraorrhoidas.
    Ilydropisi 1.
    Ictericia.
    Indigestos.
    InflammagOes.
    Irregu la i da des da
    menstruagflo.
    Lombriga.s detoda es-
    pecie.
    Mal de pedra.
    Manchas riacutis.
    (ibslrucga ) do ventre
    l'htisica oj consump-
    gao pulmonar.
    Uetengao de ourina.
    Rheumatismo.
    Symptoin s secunda-
    rios.
    Tumores.
    Tico doloroso.
    Cceras.
    Venreo 'mal).
    conservando
    proprias casas anteriormente
    lecidas as cidades
    i'i-
    aUmdisso
    estabe-
    --- Vende-se um cabriolct muito forte,
    coberto o em bom estado : a tratar ua boti-
    ca de l.uiz Pedro das Neves.
    Attenco.
    o
    Na rua do Queimado, nova loja de quatro
    portas n. 37. passando o bccco da Congrc-
    gag.'lo, ahi se encontrar um grande surti-
    mer.to de fazendas, pelo menos prego que he
    possivel, como abaizo se ver notado :
    Panno fino nrcto, covado
    Dito dilo dilo, covado
    Di te dito dilo, corado
    Dito dito dito, covado
    Dito dito dito muilo superior, covado
    Corles de casemira lina
    Cas mira de cores escuras c claras,
    covado
    Dita* enfestadas, covado
    Paulos de panno e casemira
    l)itos de casemira
    Caigas de caser; ira
    Coll'tesdegorgur3odeseda, finos
    Corles de veslidos de seda pretos com
    babados a 553 6O3 703, 80-3 e
    Cassas francejas, linas, vara
    Ditas ditas, vara
    Mussulinas, covado
    Alpaca preta, cavado
    Dita dita, covado
    Dita dita, covado
    Chapeos francezes finos
    Dilo; dilos ditos
    Grosdenaples prcto, covado 1>600 a
    Lories de ve"
    Agencia
    Polceiras de velludo, troco a fin
    Popeliua de seda com llores ma|i,ai
    das, covado .....
    Uarege de aedi com quadros e listas
    da fundicao Lovv-!Moor.i!'.,d"ds oWrin'tios' e'i.ias,covado
    -.. 1 -1 I M or,:urao de .ca de flore, de lido.
    rua da Vnzala f^ova
    m... aportantes, e I Ditos de d,,o pU.1rad"osCO"eleS
    poirusr.iaiseommeieiaesdaCia-Bietanlia, ; Camisas francezas de 23 a
    n. 42.
    Neteostabeleclmentocontlnu'eahaver
    um completo sorlimento de moendase
    meias moen das pa raen ge nb o, machi na sdc
    tapore taixasde ferro batido e coado de
    todosostamanhosparadilo.
    Vendem-se muito cm conta sapatos do
    Aracaly, para lixor cuntas lum como obras
    le labyrinlbo, bieos, rendas etc.: n rua
    da Cadeia do llecife prim iro andar n, 6n
    KOB l.AIIECTKIH.
    O nico autorisadupor dteisiodo consel hrealo,
    decreto imperial.
    Os medicosdoshospilaesrecommendmoa
    _ arrobe de Lairecteur, como sendo o nico
    8,000 autprtsado pelo goverm e pela real socieda-
    6,oo ""ue medicina. Este medicamento de um
    gosto agradavcl e fcil a lomar em secreto,
    2,000 i "l'3 em usonamarinha real desde mais de
    .',500 a"os ; cura radicalmente em poueo tem-
    25.000 P" com l,ouca despeza, sem mercurio, asaf.
    recgoesdapelle, impitigeiis, as consequen-
    cias das sarnas, ulceras e os accidentes dos
    partos .da tdade critica c da acrimonia he-
    reditaria dos bnmores ; convm aos catar-
    rhos,a beziga, as contraegoes e a fraqueza
    dos orgaos, procedida do aboso das injec-
    goes 011 de sondas. Como anli-svphililicos
    o arrobe cura em pouco lempo os'lluzos re-
    centes ou rebeldes, que volvem incessantas
    em consequcricia do emprego da copahibe,
    da cubeba ou das injeccoes que representem
    O virus sem neulralisa- lo. O arrobe Lafl'ec:
    mercurio e ao iodoreto de potassio.-Lisboa-
    --Vende-sena botica de liarral e de Antonio
    f'iO
    > l3"ill
    3-IOh
    II 59000
    .;0O0
    730O0
    CJOO
    11-3000
    n i:ooo
    /
    1S200
    do lado direilo
    rotlas brancas, u.
    18,000
    10,(100
    7,500
    100 uno
    640
    480
    .'20
    60(1
    720
    906
    7.000
    8.000
    2,600
    para os negocios de transac^ao de crdito Sed" brancas e decores.
    o banco de qualquer genero. rra,lcezas, covado
    As pessoas que nao oreinconliecidasdos ''"r0* U Mmrs para diversos pre-
    annunc,anteS dens com os fundos necessarios para sua dades.
    exeuccao; (icando entendidas que ossm- ?''"*'
    8,000 il'.,10Alves de Azevedo, prega de D. i'e-
    10,000 i V0 "' 8-8' one aralla de chegar uma gran-
    2,400 U.e POfjio de garrafas grandes e pequeas
    4,000 ; lins di- ectamenle de naris, de casa do dito
    8,500! Jtoyyeau-LaUecteur 12,rua luchelicu a Pars
    6 4no'"s lorn,ularios diio-se gratis em casa do la
    6,000 !8enle S'lva, na praga de D. Pedro n.82.|
    12,000 l'0,rt0> Joaquim Araujo ; Babia, l.ima&Ir-
    2,000 !I.; ,,erilarauco, Soum ; llio de Janeiro,
    280
    is que 1
    Jade er
    de linho de cores, vara
    Ditos de dito mitidinhos
    (.'avales de cores e prelas fins.
    Abei tur.s de camisas francezas
    (,an;as de cor jara palito e caiga,
    covado v
    Riscado francez fino, covado
    Brim de linho branco lino, vara
    Vendem-se estas pilulaa no estsbeieimen-
    togeralde Londres n. 2(4. cStrand,> e na
    loja de lodosos boticarios,droguistas e ou-
    lra* pessoas encarregadas de sua venda cm
    toda a imerica do Sul, llavana e llespanha.
    Vendem-se as bocetinhas a 300 rs. cada
    ama lellas conten urna inslruceilocm por-
    tugu /. i'iraesplicaromododcsseusardcs-
    t is ni 1111 as.
    11 Jep isilo goral he em casa doSr. Soum
    li ir,n o-,Milico, na rua da Cruz n. 22, em
    Pe.rnam nuco.
    nunciantes nao teem d.fliciildadecm adi-
    antar 75 0j0 sobre os gneros receidos
    antes de sua venda.
    Os precos corren tes e mais informacoei
    commerciaes, que orem pedidas, serao
    enviadasgratuitamente, salvo o porte do
    con-eio, podendodirigir-se aosannunci- SK$ FfS!?*"
    Gaw s de ISi e sed, covado
    Nova aguad* malabar. {KSSSrSiSuSo.
    Vende-se esta agua a mclhor aue ten .n- I "i" e orgurBo de seda para col-
    parecido para tingir o cabello
    preto : na li'
    0.20, da-se.
    na ndo a fon
    leles
    GRANDE ESTA!ELEC11IE\T
    PIANOS FORTES.
    Z'ua Nova n. 27, esquina da Cimboa (lo Carino,
    nico deposito de Carlos Selieel & W.
    Sa^sen liol*.
    ,. heDn^n^no^'h''''10 cs1t",>"''nento sempre achar-se-ha os mais ricos, lindos, fortes
    e bello:, pianos ate boje condecidos dos afamados lab icanlcs
    Carlos .Ndieel c \V. Sassenhor'
    os quitos tem sido muitas veres premiados as exposicoea da Europa.e os prlm. iros sendo
    eseoibtdos pelo joven Arthur NapoleSo, para seus concert, quandosachu neLta cid-de
    Vendem-se estes pianosdeb.no de toda garanta, aOancando nSose mudarem.como
    lodos os mais ijuc tem viudo a este mercado, sendo a conslruccSo mais moderna c for-
    tis-inii, len lo o teclado r. elasticidade desejada, e o exterior a maior elegancia.
    Pa mesma casa concerla-se o ana-se com perfeicSo os mesmos instiu
    ogios.
    1 200
    800
    400
    480 i
    260 i
    1,2110
    7,500
    800
    8|I(I
    64O
    00
    ? ,0!l
    30,000
    2,j00
    Rocha *i Kilhos ; e Moreira, loja de drogas
    Villa Nova, Joao l'oreira de Magales Leile .
    K10 Crande. Francisco de Paula Couto & C,
    Cera de car-
    nauba.
    Vcnle-so cera de carnauba de prjtreira
    qualidade : na rua da Cadeia do Kecife, loja
    n 50, esquina den otile da rua da Madre de
    Ucus.
    [\a loja do canto
    palret, covado
    Mauritania de seda com 1 \> palmos
    de lar-ora. eovado
    iTondelina de .seda Iransprerjte".
    covado ..... '
    ''."'1". de merino fom franjada Ui
    Ditos de dilo com franja de serta
    Hilos de dito dilo com dita de seda e
    lulas.......
    Dilos dilet bordados a seda
    Ddos dilo dilo em 2 ponas
    Hilos dito dilo a velludo ". \
    Dilos de seda de core<, superiores'
    l.eiic-B de cambraia uos com Uu-
    r> uto .......
    Luvas de aeda de cores, lisas e uor-
    dadas para senhora
    Grvalas de leliro de cor e prti'h
    compridas..... '
    Passando o beeco da Congregarao,
    a quarla Ifja de Ires parlas com "
    10 Da-se amostras eom pinlior
    TAGHASPAKA ENGENHO
    Da fundicao de ierrodeD. W. Bowraan
    na rua do Bium, passando o chaia-
    nz.conlinuaa l.aver umcompletosorti-
    mentode tachas deferro fundido e bati-
    do, le o a 8 palmos de bica, as ctuaesse
    ecliama venda por precocommodoecom
    prompttdao.embarcam-seoucarregam-
    se em carro sem despezas aocomprador
    Relogios
    cobertos e descobertos, pequeos e gran-
    des, de ouro patente inglez, para homem
    esenbora, de um dos melhores fabricantes
    le Liverpool, vindos pelo ultimo paquete
    inglez: em casa de Soulbail Mellor A C
    !S^ |Chapeos de palha da Ita-
    lia e de feltrn,
    I Vendem-se chapeos de palha de Italia do-
    Mirados e singelos, e chapeos de feltro de
    diversas qual.dades, e por commodo prego :
    em n,sa de llasi0 ^\ I.cmos, rua do Trapiche
    LlI ^V^JL *m bonito raolecote com
    idade de 20 a 2i annos, bonita figura, e sabe
    poznnar : na rua d. c.deia do ficcife n. 35,
    loja. '
    nica parte
    Tamancos de lustre enfeitados para senho
    ra a 800 o par.
    Ditos couro preto para meninos, mofados
    a 200 rea n par.
    Sortimento em grandes e pequeas por-
    gues, por menos do que em outra qualquer
    parte
    na grande
    fabrica de tamancos da rua Direita, esquina
    que vira para S. Pedro n. 16
    ISA BUCO & C,
    com loja na rua Nova n.
    2, vendem o seguinte :
    Palitos de panno preto fino.
    Ditos de casemira mesclada.
    Ditos de seda preta e de cor.
    lutos de alpaca dita dita.
    Ditos de palha de seda,
    lutos de brim branco e pardo.
    Sobretudo de casemira de cor.
    (algas de casemira preta e de cor.
    unas de bnm de cor.
    Ditas de 13a.
    Colleles de seda do cor.
    Ditos de fuslao.
    Camisas com peito de fusClo branco.
    Hilas de musselina.
    Ditas de fustao de cor.
    Ditas de linho.
    .encintaos de retroz bordados para senbora.
    Lengos de linho para homem.
    Ditos de palha.
    Meias pintadas para meninas.
    Ditas para homem.
    Uitas brancas para senhora.
    Chapeos de sol de seda pira senhora e me-
    ninas.
    Ditos para homem.
    Ditos de palha e de seda para baptisado de
    meninos.
    Peitos pintados para camisas.
    Ditos brancos.
    Ditos bordados.
    L"he Seda de tod,s ,s qu" Ditas para homem.
    Luvas de seda para meninas.
    nh!,.l^"dnn, bordad. Bmrnecida. com
    lilas de velludo.
    Cartas linas para voltarete.
    Peilutnarias linas.
    Cravatas dsela preta bordadas.
    Mantas com alneles.
    Visitas de invern para senhora,
    *its para meninas.
    Chapeos de seda para homem.
    Ditos de castor copa baixa.
    Dilos de feltro copa alta.
    Dito dito copa baixa.
    Botins da liezcrro para homem.
    liorzeguins de pellica para homem e de du-
    rflQUe .
    Sapatos de lustre com elstica.
    Ditos com orellia, forma ingleza.
    Ditos com entiada baixa com salto e sem
    ene.
    Ditos de bezerro com elstica.
    Ditos de lustre para rapaz.
    Ditos de bezerro para dito,
    lorzegoins de duraque para senhora.
    Ditos para meninos.
    Agua de colonia de Piver.
    agua de Lavande.
    Charutos linos da Baha.
    TijoJos de mar more.
    Vendem-so lijlos de marmore chegados
    iiltimmenldOno ; cm cas* do Basto
    i\ Lemos, rua do Trapiche n. 17.
    Vende-se um excellente cavallo bom
    andador : na rua da Cadeia Velna n. 34.
    ) 1;(lil
    IclOO
    IjlOO
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    8320
    ?(80
    9
    lyioo
    iwo
    ;:.o
    rua po Torres n. 38.
    Sellins e relegioa.
    SELLINSeRELOGIOS de patente
    Insle : a venda no armazem de
    Hostror.Rooker A Compenhla, f>-
    qoina-lo largo do Corpo aaalo od-
    oiero 48.
    &tef tifi 'fatfcvb.
    que
    - Farelode Lisboa, milbo, arroz de cas-
    ca, leijlo branco, esleirs de Mossor, cera
    le carnauba, ludo por prego mais barato do
    que em oulra qualquer parte: no .rmizem
    de Manuel Joaquim de Oliveira > C
    frente do becco da Madre de l),;os
    Codorniz n. 16
    em
    rua do
    Com toque de
    avaria.
    --. -'200, -:'i'o, 5*800 e c eo
    1 "i completo e variado
    zeinlas
    strutnenlos.
    s molhoresrelogios dfouro.pateutcin
    glez, vendem-se por jregos razoaveis, ni,
    oscrtptoriodoagente (Hiveira.rua da Ca-
    deia do Hecilcu.62.primeiro andar.
    -;il de Lisboa.
    Vcndem-se barris rom cal nova deLis-
    boa, ,or menos prego que em oulra par-
    te : na rua da Cadeia do Recife, loja n. 50,
    defrunle Jda roa da Madre de Dos.
    Vende-se muito bom retroz torgul pro-
    prio para acaseado, bordar e fazer franjas :
    na rua [Sova n. 52.
    Luiz .lose de Su' Araujo tem para
    vender 7escravosde armazem deassucar
    eque tambem trabalbnm a bordo dos
    navios ni estiva, sao bem corihecidos por
    ter traballiado em diversos armazens,
    entre elles tem um ptimo cozinheiro:
    vende-se por o dono se retirar para Lis-
    boa, trata-sena rua do Brtnn armazem
    |n.2.
    sorlimento de fa-
    prelas de se las, e sarjas, linas, la-
    vra as e lisas ludo por mdicos pregos, que I prador
    nao he po> :-
    vista faz fe.
    Vendem-so arcos do pipas, novos,
    vtndos do Porto: na rua do Amotiai n. 9,
    armazem
    possivel aqui menciona-fas todas; a raleza
    Kstaineii
    (i Pontea da loja do canto da rua da Cadei.
    doftecifen. 54, est disposto a vender lin-
    dos e ptimos saceos do viagem adoptados
    na Europa para c|uem viaja na estrada de
    ferro, o nesle sentido elle faz lembrar ra-
    pazeada que anda la nao foram comprar
    para este tnister, que Itie cbegOU no ullimo
    rapo inglez um lindo sottmenlo desies
    sai i- is boje om muda, bons chapeos de mola
    ;io.iiDs para omesmoGm, -litnsdo Cbili,e trmenlon. 2.
    muilas outras fazendas que vista do com- v'ini
    se dir 0 prego, para admirar a ba-
    A dinheiro vista.
    Cotes de musselina larga com 11 covados
    abarra por 2-5 e 30oOO, pegas de algo taozi-
    nlio liso largo a 25. 2500 e 3?O0(l vendem-
    se na rua do Crespo, loja da esquina que
    volla para a ruada Cadeia.
    Vende-se um cavallo novo acostuma-
    ?."...*"""' em cabriolct: na rua du Li-
    :"; Leite, Arthur & G-, rua do i.iuei-
    ''.':
    i a ver-
    dadera
    Vende-se para hbitos de terceiros fran-
    ciscanos, por prego commodo : na rua do
    Queimado n. 17, ao pe da botica.
    v.i mai' 1. fem para vender um
    g. completo sorlimento de ISazinhas
    ;f Cbegadas ultimamenle da Pars, e
    ' T::. S.D! l '^^IT^'X^r '-:': *>- rroga nova com bois
    -....-.,......-.....,.-._.-.... :-;.-;_y ..-..;-5-^ 'armazem de maleiiaes, na rua da Cadeia de
    Tasso Irmaos avisasa aos seus fr^guezes,
    um mol i|U" de 13 a t an-
    , nos de 1 la -c, chegado ltimamente do Ico :
    : no largo da Assembla, armazem n. 9.
    Velas.
    Vendem-se velas de composigan, em cai-
    sae 25 libras, a precos commodos; na
    rua da Cruz n. 9.
    Flcioes enmaridaos.

    i
    Fugio ha quasi Ires mezes, do so-
    brado grande da Magdalena um es- ,
    cravo crioulo de nome Cosme com '
    os signaes seguintes : bem prelo, de <
    estatua regular, mSos bem feilas.f
    -^ Porem grossas, ps um rouco tollos, <
    i& o nariz grosso o achatado, parece
    .'jj ine ltimamente perdeu um dente
    ;f; 'la frenle, represonta ter 20 annos,
    'f he muilo ladino, porque esteva na
    0 Baha 3 annos, servindo a um eslu-
    1 b (Unte, tem a falla uo pouco arras-
    _'." lada e grossa, anda quasi sempre de
    ;;." vagar : quem o aprehender leve-o ao
    ':' dito sobrado da Magdalena ou no Re
    i,': cile noescriptrriu do major llellar-
    mino do Reg Barros, rua da Cadeia
    Velha r>. 48, primeiro andar, ou fi-
    nalmente no engenho L'ruac da co-
    marca de Coiatina a viuva e filhos do
    teneiile coronel Manoel Correa de
    31 (diveira Andrade,
    I | dito cscravo.
    Grandesortimeuto de flores para loslhas' ^SyStSSSSS
    dourados e esmalta I is a vonlade dos fre-| Fugio no da 7 do correle mez o es-
    no guezes que urecisarem, locadores para rima cravo preto, do non e Jos, estatura regular,
    de mesa de todas as qualidades; na rua Nova 1 de .'8 a 0 anuos, corpolento, so lem barba e
    " pouca no queixo, rosto cheio de maress de
    Vende-se uma carroga de rodas pu- j bexigas. cozinl.i iro, be bem ronhecido por
    xada a 2 cavallos propria para conduzir as- ter ps muilo grossos e grandes, maos pela
    ucar da estrada de ferro para o Recife: na ; mesma forma e calejadas, tem olhos verme-
    rua Novan. 61. Ihos c poucos denles, principalmente na
    frente, be natural do serto, o ja esleve por
    Iugio no dia 1 da fevereiro ultimo do
    lugar de Sanhor da freguez'n de Cimbres,
    pertencenle a Antonio Rodrigues,de Fre tas
    Jnior, um mulatinho de nome Victorino-
    de idade 18 annos, bailo o grosso do corpol
    cor desmaiada. cabellos carapinhos, dentes
    perfeitos, tendo abaixo de um olho uma ci-
    calriz de um couce de cavallo, o qual foi de
    francisco Duarte, de Cariri-Velho : ha in-
    dicios de ter sido seduzido por certas pessoas
    que rcahsando-se serao por elle responsa-
    veis. recommenda-se as autoridades poli-
    ciaes e capitiles de cam o que o apprehende-
    rem o levem err> Sanhor a seu senhor
    ser3o generosamente recompnsalos.
    I\o dia 13 de nnvembro de 1857, fugio
    do engenho Bello Monte da ConceicSo do
    Pao d albo, um escravo. pardo, de nome Ma-
    noel. de idade de 28 annos. pouco mais ou
    menos, com os signaes seguintes : baixo do
    corpo, e um pouco grosso, cor alaranjada
    cabellos um pouco pegados ao casco, com
    uma belide em u-n dos olhos, tem falta de
    barba, tem uma marca de ferida em uma
    das pernas, entende alguma cousa de almo-
    crevar, e he alguma cousa ronceiro no ser-
    vigo, as vezes a presen ta-se com muitas es-
    pinhas seccas pelo rosto : quem o apprehen-
    der, conduza-o ao dilo engenho, ou a rua
    da Cuian. 6S, que receber I00s, livrede
    desbezas.
    No dia 5 de oulubro de 1857, fugio do
    engenho Bello Monle da ConceigSo do Pao
    d'alho, um escravo, pardo, de nome Manoel
    eom os signaes seguimos : representa ter
    10 a 50 annos de idade, de altura regular
    um pouco grosso do corro, cabellos um pou-
    co sollos, tem falla de dentes na frente, fal-
    la um pouco atrapalhado, principalmente
    quan lo est embriagado, lem um dedoa lei-
    jado cm uma das mitos, pouca barba, fem
    muitos cabellos brancos, os pes mal feitos,
    e entende de carapina, levou a Trramente
    do ollicio : quem o apprehender, conduza-o
    ao dilo engenho, ou no Recife a rua da
    Cuia n. 64, que recebera 100o, livre de des-
    pezas.
    MOO^degra-*3
    o
    lifiramo.
    o
    :
    -.
    a quem perlence
    ruh lo Crespo n. 1?
    Vnde-se alcalia muito larya
    psra igreja a 25000 o covado.

    alguna annos no Keeife; quem o pegar e en-
    propria tregar a sen senhor no engenho Concordia
    freguezia da Luz, ou na rua <: Cabnga, loi
    StUlS'l^W'SiliA
    uiiKame.ite em snug armaiens, sonde Um- '''"'""->;< preejorazoave, em casa de
    ir.?.Xr.,Sl|Vr !Sl!>.or.eofrco7p^1.? ?r- i !'"'T":.L,'S;M' de Abreu ."* Ca- qoedonominamde Hambnrgo, mujto'bwi!'l<>>Posao.
    lmenlo de larmha de lclimond, l'hiladel- (l,,|i' do liec,le. armazem n. 56. rriadriras a -ooo o casal no hr.Hr.
    SPUhamU0aS.0eB'mmre' UUl lr => I 1 Vende-se milho era s.ccos; no pateo da' 'u.'dVs. Wan,:^ eomo quem va" ^
    * i do i raizo n. 16. la rua Bella.
    Venlem-se casses de rolas pardas, it)c fazenias de l'eres & \ascoiiccllos, sera
    i
    r
    r


    IPERN. TYP. DE M. F. Dt FARU, IWf


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