Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07960


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Full Text
AUNO XXXIV N. 87.
Por mczcs adiantadoi 4j000.
Por 3 mczcs vencido! 5<000.
SABB.VD0 .7 DE ABRIL DE i 808.
Por auno adhintado 15$000.
Porte franco para o subscriptor;
lll
ENCABREGADOS DA SUBSCWPQA'O DO NORTE.
Pirahiba, o Sr. Joo Rodolpho Gome: rTilil, o Senhor An-
tonio Marques da Silva : Ararat?, o Sr. A. do Lemol Hn;i ;
*>.r*, o Sr. J. Jos do Oliveira ; Maranho. o Sr. Jos Teiirira
'lo Mello ; Piauhj, o Sr. Jos Joaquim Avellino ; Par*, o Sr.
/uiliao J. Ramoa ; Amasoaas, o Sr. Jorooymo da Costa.
PARTIDA DOS COR REOS.
Olin.la ICafo. Mlu, I
laaaraa.a', GoiaaM ParaM. ...
s. tullo, Hmarroa, Boa*., Caara', Alliaa
irr-aco, l'ao .l'All,,,, n
roto.
1.1 horas lo da.
la ese,,a.-reir*.
e li.raaa.na: oa toreo-flra
, llri'jo. I>i -' '........ 1 "" *iao, naxaraia, i...n.....rn, Braja, l .-,------, .........
r... Florea, VHIa-Bolla, Ho ,, aal e,..rla>-Mrai
I Ipojaca, SerioUaa, Rio Kor.i,o, Uaa, Batreiro., Agua-1'reia
Pim'nli'ir.i* ,\.fjl nHini.. .*..,. ..
T...I-.,
at -acorralo, /'anrm aa lo h.r.. da ainKti.
AUDIENCIAS DOS TRI8UISAES DA CAPITAI..
Tribunal do eommercio : secundas o quintal.
Rclacao : tercas feiras e labbados.
Fazenda : quenas o nbbados ai 10 horai:
Juizo do commerrio: aegunda as 10 loras o quintal ao meio dia.
Dito de orphtios : segundas e quintal as 10 Itera*.
Primeira vara do civel ; segundas o tenas ao meio dia.
Segunda vara do civel : quarase sa ib.doi ao meio dia.
BPHBMERIDES DO MEZ DE ABRIL.
S Quarto mingeme as 11 horas a 24 minutos da nianhaa.
13 La nova as 8 huras e 56 minutos da nianhae.
20 Quarto cresrente aos 7 minutos da tarde.
28 La cheia aos 36 minutos da nianbaa.
PREAMAK DE II' 'II'.
Primeira as 8 horas e 30 minutos da manliaa.
Segunda as 8 horas o 54 minutos da tarde.
DAS HA SEMANA.
12 Segunda. Ss. Vctor e Venta mm. ; S. Constantino c.
13 Terra. S. Hermenegildo |trittri|ic m. ; Ss. Orso b.
l (juana. S. Ilumina v. ; s>s. Tiburtio e Valeriano mm.
13 Quinta. Ss. Kmliiqiio, Olimpiada e Pausilippo mm.
1t. S.-xta. S. Kngrat-ia v. : Ss. Calisto, Carizio, i.eciliano mm.
17 Sabbadn. S. Aniceto B. ; Ss. Ilermogenes e fortnalo mm.
18 Domingo. S. Vicenta Fcrrer c. ; S. Autliia m.
BNCARREGADOS DA SI BSCRIPCA'O DO SIL.
Alagoas.oSr. Claudino Falco Dias; Babia, o Sr. D. Duprid
Rio do Janeiro, o Sr. Jooo l'ereira Marlioi.
EM PLKNA.MBICO.
O Proprletariodo DIARIO Mannel Figueiroa do Farla, na la
livraria, praca da Independencia di. 6 8.
EXTERIOR.
a dos vossos co-ac-
TKIBl'NAL DOS ASS'SES DO SENA.
ATTENTADO
'unir a tii/a /fe SS. .1/'/. o Imperador e a Im-
peralriz dos France:e<.
Interrogatorio de Orsini.
( Continuado do n. antecedente. )
Pre-ideute. Bat* *"' preciso lar o vosso in-
leriogalori,, o a vossa couusso do da il, na qual
s encontrara os paragraphos, que 09 Srs. jurados
to ouvir :
a Munca live inlen;.'l> do reelifiar aideclm-
Cftae, que lenlio fulo, e que conlero a verdade. V
No meu priineiro ai.-eb tl.tiii 'ni de esag;ejada
janero.ida le, julijuii dever fazer com que recais-
so obro mim lo la a responsabilidad!.
Isto seria justo so os ineos Ca>-accu>adoi se tives-
sein moslrado dignos desle sacnlici s ; coulieceudu
porem que erile mui longo do o rerom, nAu encon-
tr una raz.ij para laucar sobre inini a responsahi-
lidado do que elles tentwin pnlnlo lazer, o confie-
ro juslo qua eada om carregue coin o peso que llie
corresponde.
Durante o auno pastado foi qoando l'ieri c en
romeramoi a oceupar-nos do p... eclo po.lo im exe-
ruei.i na noile de l i de Janeiro. Eslavamos con-
vencidas do que o moio inais seguro de fazer urna
rovolutao na Italia, era produzir oalra em Franca,
e que o verdadeiro golpe para conseguir isto con-
sista em matar o imperador. Por isso deeidimoi
iminidiatamml. levar ao cabo o nono menlo ; pe-
lo e-par, de mailos mezes pensamos nelle, e du-
rante esso lempo Tallamos lobro lal atinmplo a Al-
aopp e a Sim.i > Rsrnard.
Julgo qae Pen iadicoa (imbem am Italiano cha-
m t,lo Csrlolti, eslou porin persuadido de que ndo
Irte declarou toda a varjade, porque esse Cirloltt
lia am mo sugaito, que n.io mereca a nosss con-
>{!
As bombas foram encommendadas, segan lo esl.i
provado por carias loas, que poisuis, e pelo nume-
ro do Berminghan Daily Press correspon lente
i ."i de feeereiro, pilo Sr. Alsopp ao tabiieaule Tay-
lor de llirminghiam.
S" se fabricaren! cinco oti seis ; porem poaso as-
aegurar qua nunca livc minlia uisposi(Ao maii do
qae cinco.
EsUs cinco bombas foram lev idas de Inglaterra
para a Bil<,iea, puis foi na caf mimo de Braaellas,
como o declararan! /.equers e 'ieorgi, aoudesaen-
Iregaram a Casimiro /.equiers, o qual devia coudu-
nr o meu eavallo a Pars ; porm /quiara enganj-
ae duendo que levou dez meias bombu. islo he,
cinco, quando sr't havia otto pedamos, islo he, qua-
Iro bambas inleiras e a parte superior da quinta.
O corpa tiesta quinta tumba foi entregue a l'ieri
no caf -ni's i de Kraiellas, e foi elle que a trouie
a l'aris, eomo declararen! as lesleinunhas ouvidas
ero B'atellas, e cima declarou lia pouco liomes.
Eu ehegoei hiip'tlaria de l.ille Albion pri
meiramenle que o meu cavado. Dipois de eiperar
crdito ii vossa palavra do qu
cusadoa.
i.i lein arromecou a tercera bomba f E alcm des-
ta encontrou-sc nma na ra.
Orsini.II. a m>nha.
Prndenle.Aclinu- Gomal atirnu urna, Radio oulra... e a terceira que
rtbenlou .'
Orsini.Foi a quo entreguei a um Italiano na
ra l.epsllelier.
Piesi lente.Km que sitio!'
Orsini.A* esquina da roa Rossini.
Presidente.Por caualids1e '!
O'nni..N.io ; era cousa ajustada, eiperava-mo
naquelle 'sillo.
Presidente.yuereia dizer que (ralastes com elle,
icm os raojoi co-accuiadus o saberein I
Orsini.Si ni.
l'rt-i lente.l'allisles a altuem nene 11 Jimio '
tlrsiui.A uinsuem
Presidente.Desconliiveii dos vossos co-accaia-
dos?
Orsini.Em conspirarnos rlesconfia-sa de lodo o
mundo, e devem liaver lelares, que a Dinguem se
conli en.
Presidente.Desconliaveis de vt'nmesmo. do vos-
so valor, visto que eucarrcgasles a uulro que fzesse
' o que vos devieis fazer '.'
Orsini.Ol I -Nao '. E-lava cerlo do mea va-
lor.
PresidenteEscreveiles ao procurador geral rc-
pellinlo as revelar->s tos vomos co-accosados, at-
Iribuiudo-as ao modo, e dizets, como o lendes repe-
lido aqui. que o nmlj lie um m.io consellieiro. Se-
ria alie quein vos inspirou agora '!
iIimiii.O liomeio que le ni mido nno falla nos
termos em queeu o eilou faientlo. Nao quero com-
promelter mnguem.
I'resilente.l'orom se eompromellesles Bernird
e Alsopp, porque nlo nomeais o tal Italiano '.'
Orsini.Polen i nomea-li, porque ojulgofora
da Franca, e ao abrigo de lida a perseguirlo, po-
rm :i,io o fsrei.
Presidente.Radio, vistes Orsini fallar com al-
guem .'
Rudio.Nao, lenbor.
Orsini.;sorrindo-ie) Ol linlia oalra cousa em
que oeeupar o lempo, o nao em bascar caras conde-
cidas entre a mull j.o ; leva' a ama bomba no bolso
e issj preoecupava-o um poueo.
Presidente.Paranlo neg'tes lar arrojado a bom-
ba ;ouvi,Orsini ;vou dizer-voi porque nrgaes contra
tola a avideucia tacto., qua vos eslao esmagando.
Sabis que o alternado produzio numerosas
victimas, entre as quaes >e ercoiilram malhers, eri-
aiifas, aneies, feridos oa ru >rlo< ; a lia uisto um
cheiro de sangoe, que voi enlouqueee ; na presenta
de Ira ssasi.tutos sents a nectssida le de fazer crer
que nlo livestes parte nellts : ocriine eslava no vos-
0 pansainento, ao menos queris qua a vossa na a
fique eilranlia a elle.
Orsini.Nao, nao he Uso. A primeira bomba
ferio-mc, e se Ka li i que me aecasa e pretende ha-
ver s-ia lo ao meu lado se I vera adiado realmente
all, loria visto a mulita feri la, e te-lo-hia dito ;
Igum lempo, alaoirado da demora do mancebo, que | purrl ,,0 fj|lua ncl|, proya que ,
devia coiuluzi-lo, de dara, descobri sobre om divau, que eslava del. un-
te da janella, lodos os pedacosi dai bombas que ti-
nliam sido confiados a Z'qoioi's, quo os tinlia posto
all. Nada disse, mas fji arracada-Ios no meu
quaito. "
l'ergunlado aonle se linha prvido das chiinin -.
quantlo as collocoo, diese :
a Qae li ili m ido encommendadas por Alsopp
ao mesmo lempo qae as bombas, o qual liras entre- provavel o
a meu lado, e que nao lite dei a ordein de qae falla.
Presidente.Asegunda bimba rebeulnu dez se-
gundos depois da primeira ; i lercetra d segundoi
depois da segunda ; islo he om mailos inlervailos,
logo podis 6er fernlo pela ultima, porque fostes
vos qoe a lanzaste.
Orsini.Uto he urna soptsicao vossa, sinlior pre-
sidente.
Presidente.Eu mo fajo supposires ; o m.iis
gou antes da iua salila da l.on tres.
Fiirmavam um pequeo picote, qui troute na
aninna mala re Tiaatwfn.
I.ogo quo me e-labeleci na ra de Montbabur
ajnslei-as as bombas. Hornos aju loa-me ueste
da, e.como lo-ii mais forra tle pulso do que eu,
encarregnu-*e do os collorar por meio da rosca.
Em urna viagirn que fie a' K?lics, vi em um
museo urnas bombas, que deram lugar a um pro-
cesso ; islo j i lia nimio- anuos.
Bats eoncab a i loa do u-ar do inesma processo,
a romo o pedido feiln por inun. poda aasellaa do-
vidas pela ininlia qnalidada de aslrangeiro, pedi a
a Alsopp '|>i* as maodasse fabricar, n
l'erguntado aonde se linlii munido da plvora
fulmname respondeu :
" A polvoja fulminante foi fabricada em l.ondree
por um individuo que nao quero nomear. Comprie-
so de fulminato de mercurio. Eu quera Irazer pa-
ra Franca as nomlias ja canetta que era melhor conservar a plvora em estado de
humidade. e a Irouse da Londres para a Blgica e
da Blgica para Paria, no meu s eco de viagem, rm-
brulhada em papel a um (rapo qui homedecia aini-
udadas veze.
Molhada devia pesar duas librai'inglezas. Ka mes-
mo carregaei as bombas na tumba habitaran da ra
de Monthabor, e livo de secrar a plvora ao logo com
o relogio e o tbermnmetro na m.lo. Se liveise sallado
urna s faisca los ares.
H-s mu sir oiln horas da noite de I i da Janeiro
quando sahimos de casa, eramos quatro. Dirigimo-
nos ao Iheatro da Opera e so esperamos un quarto
de hora.
Durante o caminho observe! que Piori ficiva para
Iras, e disse a Iludi, que me pareca, qae aquelle
linmem desejava desertar.
Cliegadii porem ra Lcpellilier psisou para di-
ante.
I'ermineremos dous minlos i,j eitramo da ra
esquina lo boulevard.
Entran lo na ra l.epelletier vi l'ieri que se diri-
ga para nos acoinpanliaJo por um cavalleiro, que
eu ii.lo conheri.
Mas pa'u lo ao meo lado, piscou-me um ollio,
mas nflo comprebendi, que quena dizer-me que II-
nba sido preso.
Orsini refere depois que en.rei;ou nma das bom-
bas a um Italiano ronhecido s por alte, e cuja no-
mo n;lo qur dlier.
Depois falla das eiploses suecessivas, da sua fe-
rida, do regresso a sua casa, e ronclue nesles ter-
mos :
o l'ieri, liomes c Radio n.Vi >.1o rrianras la-
cis da aaduzr, como elles querem dar a vnlen-
iler. Vindo a Frang salnatn tle qua se Iralava. En
qtianlo a mim aceito a responsabilidade quauto me
di/ respeilo, o eslou disposto a roorrer. o
l'resnlenle.S.lo islas as vouai declarat;es. In-
sislis nellai'.'
O.-stni.Cnnorehen li por quinto acabis de di-
zer qoe os outros me aerusam; i ie un-oo muilo em-
bora, eu na la dire contra elles.
Presidente.O vnrso syitema ta defeza nao he
admissivel. Comer^asles p.ir negar ; fizestis confis-
ies ; retrataste-las depois jUrilinm lo-a- a um len-
limenlo de viiiganc,a, o lornastes a faze-las quanlo
soubastes as declarares do vossos caroplicro, e
qaando vos vistes obriza lo pela evidencia do, fados
a derlarar-vos culpado.
Todo islo nao foi feto espontneamente : as de-
clara^oes foram-vos arrancadas palo poder dos fae-
-rne obrigado a cons-
inais verosmil, linalmente a vardade be
que lanes-i a terceira bomba.
Oailtl.^ ,,,, |,vaaa nnarilai ^l^t>lar ,inv lys-
(ama negativo, terla poJI lo negar as bomba e as pis-
i lulas.
Oulrai possoas feridas nai pernas caminbaram na
me.ni, direccao que eu, e o met singue poda lam-
| beui ser o delta-.
De cerlo deploro o numero das victimas e magaa-
me pensar no que -ucee leu.
Presidente.Fallemos do-i vossos antecedentes.
Em islo fosies eondemnado a gales por toJa a
vida pnr eonjpira(Io c -uiiitv ,ea ..
Depois fustes amnistiado pelo guverno do papa,
"'in 1817 fustes cipulsi da Toscana por conspi-
rador ?
Orsini.Fui exim, Sem ser julgado.
Prasidente.Fosirs enviado em 181'.) para Anco-
na oomo represenlanle eslriordinario do triumviro
Mazzini '.'
Orsini.Na lempo da Gregorio XVI e de Po IX
commetteram-se numerosos assassinatus em Aucona,
e as commionrs enviadas al eutao n,la os tiuham
podido fazer cessar.
Proclamada a repblica os assassinos julgaram-ie
mais anlori.a>lo. do que nunca, cheganda as musas a
ponto de que todas as casas lojas se fechavam ao
auoitecer.
A Franca ea Inglaterra fizeram algomas amea-
tas sobre islo, e eu ful enviado na quahdade de
coinii.issario pelo goveino republicano, puis tmlia
dado a miaba palavra dcqiefaria cenar aquel les
enmes, e cumpri a ininlia palavra.
Para coiiseguir o meu liro vi-me
pirar.
No dia segainle ao da minha chegida, j.i linha
presos :l individuos perlrncenles ao partido ullra
republicano.
Foram |ulgados a om cinco dias acabaram os n-
sass'iiatos.
lodos me felicitaram por islo, porem a minha
l'opularidade linha desappretido e dispararan! so-
bre mim om tiro.
Em una proclamaran qua publique! dizia :
a A repblica n.lo be o assassinato, porque devo
dize-lo aqiai politicamente ; o assassinato nao entra
nos ineos pmieipios a ron nr entre u auditorio a,
lie predio qoe a liberdace da Italia se runda nao
oo assassinato, mis na dojura, nos bans costumrs e
na virlode. a
Institu urna rommisi.la milil.tr para julg.ir os
que Iniliain arrancado alumis arvor- .la llberda-
de : eram traidores, poil pertenciam a' adminislra-
c.lo o como nas revdures deve-se obrar com rapi-
dez, foram lodos condemnados.
Ires am ser enforendos, quando lembrando-me
de que era homem pnmeirr do que ftiuccionario, e
saliendo qne o meu partido ia suecumbir, disse co-
migo : lie orna baibandale fazer tantas victimas.
E quando j estavam em puler dos iacerdote<, qoe
os auxaliavaro, enviei ordein para adiar a eteco-
rao.
Mais tarde persegolram-nos os franeezei ; ea tive
de fagir pelas montanhns, levanlo romigo e prole-
gendo aquelles tres bomens a quem liaba salvado a
vida. Iloje tem bous logares no coverno papal.
_ Emqtianlo a' condocla qus depois observei, disse:
Edava mi mu provincia rfastada rodeado de ioi-
miao*. o Uve de me valer do lysteraa da forrea.
Desde o reslabcleciine.ilo do governo papal mu-
daram as causa*. Falla-se em condemnacoes ful-
minadas conlra mim.
Presidente.Eii-sqni, snhorea jarales n parla
Naquelle dia observei que quando o imperador ia
a' Operase illuminava a fachada.
Vj da 1 i. vendo os preparativos ta 'Iluminaran,
rnmpreheud que o imperador assisliria a' repre-
sentaran ; alm de qoe o carlaz annunciava o be-
neficio de am tenh-.r, sjujo nome me n,lo timbra...
Presidente.Como lie que arrojaste! as bombas
passando as pritneiras carruagens, que precediam a
do imperador. Sabieisqua nao ia pellas '
Orsini.Isso lie eom os que arreinecaran as
bombas.
Presidente.E a ordem dada i Ralio !
Orsini.Nego-a.
i.i taudo d iu a minha palavra de dizer a verdade,
podem acre liUr-tne.
No processo austraco diziam-me : oQiereis dar a
vossa palavra di honra labra isto ou aqmllo 'n a eu
responda : nao, quando quera calar a verdade.
Presidente.Todava na nslrucelo niuilai vezes
vos rslrala-tes. Donde proceda o dinheiro qae vos
foi encontrado '.'
Orsini.Da producto das minbas leiluras em In-
glaterra. Eram ciras e frequentes. Kossutb gaubou
a.-iin 1K.0UU libister.
l'residenle.No caso do vosso abominavel altea-
lado ler lido bom evito, que esperaseis, com qae
concurso contaveis em l'aris '.'
Orsini.Ea dizia cumigo : quanlo sorceda al-
guma coosa em Pars, a t ranea mudara' o sy.tema
que tem seguido amquanlo a' Italia, o en:-i llave-
ra' am levaulameulo no meu psiz.
Presidente.E s pela esperanrn tle um levant-
banlo, e ptra dar a liberdade a' Italia vos fizessa
esles asiassino em Franca ?
Or'iui.Ea quena dar a' Italia a sua indepen-
dencia, pois sera esta nao ha liberdade possivel. Nes-
te sentido eacrevi ao conde de Cavour, que nao rei-
pondeo.
Presidente.Quereies. repito, dar a' Italia a li-
i er la.I- que leve em )8i'.l, a lber lado dos Irtumvi-
ros, com o assassinato e o roubo .' a nao retrocedei-
les ante as espantosas desgracia qae devia produzir
o vosso allantado...
Sentai-voi.
Interrogatorio do aceusado Picri.
Presidente.Na imtraccao sempre sustentaste!
que eris eslranbo ao atlenlado, que ensanguenlou
a ra Lepilletier. I'orcm o vosso c-aecusados vos
aecusain de urna maneira formal.
Persislis de novo nas vossas negativas ?
l'ieri.^Corn voz que intenta fazer sonora e tendo
nal m.los un- p-pei- S m, Sr. preiidente, presisto
e como consilero etcepecio la minha m-ie.io neste
negocio, piro ao tribunal permis*ao para Mr um
protesto coolra a maneira porque se proceden ao
interrogatorio.
PendenteTereii toda a liberdade para vosdefni-
derdes, pareee-me porem que seria inelher respnn-
derdes as minbas pergunlas pela ordem porque M
irei fizen lo.
l'ieri Seja eomo queris Sr. presidenta. Eslou
i vossas ordeos, porem prefereria dar conhecimea-
lo do meu protesto.
PresidenteSupponbo qae n.lo .levemos fazer aqai
caso ilas declarares dos voasos cmplices, e voa in-
terrncar-vos; re-p.m lei-nn como vos parecer oo
segundo os diclames da vossa conuciencia.
A t> de Janeiro deiastes a Inglaterra na compa-
nba de (iomes, que coiiduzleis a P.tr's.
iju.tes eram as vussai iulenrtea ?
l'ieriCom doui motivos ; primairo, para nego-
cios da familia : segando com a esperanra de um
revolor.io.
Prest.lenli.EnLlo ler-se-ba cuginado ojniztle
in.trut rao cousi vinheii t l'aris para fallar rom um tal Alsopp, qus
n.io he oulro senao Orsini, sobre urna InvooclO, qoe
coiiuidiaia
a lerrivel catastrop'io que saben.
l'ieriTuriia-so-iiie aullo dillicil responder ec-
camente : lim, ou na ,i- pergunlas, pila maneira
por que as fazeis.
Se me deixies ler o meu protesto allantaremos
lempo.
Presidente.l.le isso qoe chamis protesto, sa o
l'iL'ns necessario pira a vossa defeza.
l'ieri. I om ni lo um i attilude Iheatral e com voz
elevada. Allendendo a que o juiz de Inllraetjlo si-
gue um syslema inquisitorial contrario ao cdigo tle
insIrucrAo criminal, o abaito e assi^nado protesta e
declara :
I" Ou n3o responder a pergunta alguina qua lhe
sejafeila na nistruic;ao.
2' i,ioe s un. ule diaiile dos senhores jurados res-
pondera sobre como oceupou o lempo no dia I de
Janeiro,
-'! Oue protesta contra os que dizem qoe quiz for-
rar a passagem di Opera, porque faz notar que foi
preso lonae della urna hora antis do suecesio.
De novo me ro loco no meu estado excepcional.
Todos sabein que a causa da minha viagem foram
negonoi de familia e....
Prisidenle.Nao podemos proceder desla mmoi-
ra, he preciso leguir o coslume ; o presidente per-
gauta, e o aecu-a lo responde coufurme jolga couve-
iiienle a' sua defeza.
Duniro por dizer que o juiz de in-lracra > nao ca-
rece ser de.culpado dos cargos, que lhe fazeis.
Entretanto respond! :
Mo fui a (i de jaueirn que saltiste de llerminsham
ara vir a Franra com liomes'.'
Que vinbeis lazer a P.ms
l'ieriilavia nuis de Ires semanas que lodoi os
i -inis s sabiam que eu quera vir.
par
los. Ouando lizesies as eanflssOas atplicastci perfei- conlraria do que araba de Jizir o aceusado. Ilesul-
lamaula a parle correspon.lente a cada um, a vossa ta qne foi censado :
dos vossos co-acrtis.do*.
I alia.les no concilibulo tli ra Mnnlbabcr n.
III ; referisles o qoe nelle sa passou ; menrionasles
os .jo .ir.i a-.-n-idos reiiiiil as, a disIriouicTio das
tion.bis, e a rotea ida no iboatro la Opera.
Agora acha-si confirmado quanlo disse.les polla
declaraci* dos vussos cu-acrus,.|os, e leebais de di-
zer-me qae su se Iralava de una conspirar.,1o para
a --;orar a liberdade tl.i Italia.
i.i .-rus dizer qoe retiris as vossas revel.io.'is an-
linoras. 11 qUe anflnii fazer, era tluer-nos a parla
que tivpstes o > itiatila lo, a de VOSMB CO-accusados,
atpeeitlntnia a do Pen. Sobra isto variam as
miihaspeigoutas.
O siin.Nada dire sobre iso.
Prndenle.Ja vedes, seulions jurado, o pirli- oadesT. I'.n tu I isto leve de fugir.
do, qoe Orsini toma na vosia prrsenra. Ndiorrul- Oralnl,Naofogl tlianla le enlenfi algtima.
Ion nada ni iuma disse-se que nao po-
a reipeilo dos seus eoaapanbeiroi pon-pi, 113 au- diam permanecer na Italia os que tinliam volado
diencia. como vene, be dironle] Mola de larli- conlra o papa ; os que luiha n sitio amnista los pelo
ca, e quer (azr alarde da ami inesperada generoti- NP*i e ta "n'1 'do
dade, como se na conlieceseis ludo o que foi es- loram estas as raaea.
criplu e dictado por elle.
Vinha pira negocio', para ver a minha familia,
principalmente ineu lillio ao qml nao va depon de
sei- aun is.
Presi lente.Enlao negaes ter viudo para tratar
da invenc.lo de Alsopp '.'
l'ieri.Hisso o que qoiz qaando fui preso ; eu
nSoqoz preju tirar pes moveu nos interrogatorios.
Presidente.Rogo aos senhores jurados que altin-
lam a este facto.
Pierl eliei;a ao sea paz com nome snppnaio e
pa-saporlc falsi; Piori, o homem a quem idea eo-
nbecer, condeoinado por actos infmenles, refugiado
em Franri e dalla eipulso em IK'.o, pr >er odiena
soa a conduela.
Na nnite de H de Janeiro hi prar> na ra l.pol-
letiir e logo interrogado, perguuta-se-lha o motivo
do seo regresso a Franra.
Responde que ltimamente om homem Iba tinba
dito em Inglaterra que, visto ir a Italia, podia pre-
cisar de cirios insirimentos, que cmliecia em l'aris
am individuo, que os linha que elle l'ieri, linha
pedido os sicnsea da casa do tal individuo, porem
que nao l'has linham querido dar, acrescenlando que
este homem sa chima va Alsopp, que, cliegindo a
rela, o sea primeiro patio foi vor Alsopp (Onin.)
En-aqui, senhores jurados o qua diza Pieri no
momento de ser preso.
Vinha pois a Franca por soa tivre vontade para
tralnr da invenc.lo de Alsopp, de intramentos de
inorte, de bombas fulminantes.
l'ieri.Em ludo isso ha equvocos.
Nao mi interrogado no inominlo da minha prisao,
mas s,,men(e a meia noite.
Presidente.Oue fos'e antes oa depois da rnain
Boi'.e nao he esta a queeiao.
Biti declaradlo consignadi na vnaio primetrn in-
lerrogalorio, he verdideira ou lalsa .'
Fis o que queremos saber.
l'ieri.- Nao be ver.ladeira.
Prest,lenti.llem ; lin|e he e-ta a vo-sa reipt -la,
.porem anieriorinenle iu.isti-l,s na vossa primeira
\ derlarar.ln.
Porque '*
l'ieri.Como a iuslruecln nin -e razia como en
olgava qae devia aar feita, a eomo me reservasse
lizer "miente a verdade dianle ibis senhores jura-
dos, pis porque nao flzil casa do qae di/ia na lus-
trorcrio.
Presidente.Finalmente boje dizeis que viuhiis
ver a vossa familia e esperar una revolueao na Ita-
lia : Nao be i-lo !
Pian.Sim, enhor.
Presidente.Este uitimo'molivo he o que mivia
Comes .'
l'ieri.Na minha opinio julgo que Comes n.lo
live le futrir do meu paiz a he homar poltico, e que elle nao labia nem
'ana los :) anuos fui acensado rava nada.
1. De um ronbo de t ,11 In osru tos romanos.
2. De conrussio e do rouho ,ie um eavallo ;
I, |i^ abuso tle aulor lata ;
i. Do aoneanSo a do roano de tima muta com
dolencia *
~i. De um roubo riim violiut'ia de itiat- de ll e
menos do tlln escu li ;
ti Do roubo di i escudoi ;
7. De oulro roubo ;
X. De eoneaiuto ou prejoizo da ineeora ;
li. De roubo rom viole.....i e eslor-ao ;
10. De roubo de gado eavallar ;
II. Do roubo de nma una ;
\'. Il-i vias .le facto e de afttOrlSo da .lin'i'iro ;
11. Da etlnrsao e violencii coima varias aulori-
por roubos e conrusses ; oiem, seuliores, quando i Prasideule.-
eipa-
-Oue ieis fuer a Brutelhs, e porque
des
Accosado. negai-vo< a filiar i), enhnres ion ha tropas para alimentar e nada para Ihes dar, be I n;lo viestes directamente de Lilla, aondo deivasles
dos, que sabein a caula do vo',-o silaoeia saberj f"rr0,- '*"" requi,c.,t.. Comes'
aprecia-lo. Eu ordenava portmlo emprestimos forrados qoe Pen.yaando Sahisles da ra Monthabor com os vos.os co ac- 'leviam ser pagoi pelo g virn,.. Ilernard que visto vir a Franja, minio estimara que
casado!? O enverno foi derriba lo, ron-in etn Roma ainda eu passasse por Bruvellas a recebar de urna pes,oa
casados ?
\ Orsini.Sim. sinhor, labi.
Presidente.Nada de equvocos.... elles eslavam
comvosro, pois ,t--im a 'lerlararam.
Orsini. I-i" be rom elles.
Presidente.Rudio, catarata K '
Iludi.Sim, senhor.
O eoviriin foi derriba lo, porm em Roma ainda eu panana por Bruvellas a recebar de urna
.le.em estar as ordena quo miudei p,ra o seu paga- no ,r,fe sam0 um Pe'aco de ferro,
nenio. onseuli porque linha algons amibos qae visitar
Presidente.Oncm vos tlisu quaes eram asruas
por onde devia passar o impera tor, e a ordem do
sen sequilo '
or.it.Diret a veidade emquanto ao que me
Presidente. Rudio declara i no depois da ultima Wpeila.
bomba lanesda por Comes, lie dissesles: o ajo
1*1 !.. laminaran e pergunlii a um p ibra trabalbador par
Or-ini.lia falso. que era aqoillo. o He que c imperador vai a rasa
Rudio.He verdade. do eu alfaialeo me raipondoa ; enlio interroguei
Orsini.Toinai como verdadriro quanlo elles dls- um saient d ville n qual me dissi qmo impera,
serrn ; i lu.lo eituo disposto. dor ia a Opera. Como nunca linha estado oaquellt
Frisideule.Nao In umi tazo pata dar maiur Uieairo, lomei um billiete utrei.
na P.flgica.
Presidenle.O que acabiis tic dizer be cousa no-
va ; os senhores jurados o observaran. Sabis o des-
tino qoe se diva ao (al pedaro de ferro .'
l'ieri.Nao ; perguntei a quem m'o enlregoa se
Alguna dias antes do dia I i de Janeiro vi nina il- era pirigoso ou quebrsdlro, e di-se-ine que n.io.
Presidente.Os senhores jorados soberao que o
lal ferro era melada do otila bomba. Ouem v -la-
les em Urui.ell.is .' Vistes urna lal Kosina llailtuau '.'
l'ieriSiro, linha sido minha criada.
Presidenta.Qne lhe disiesles '.'
l'ieii.oue ia a Fraoc,* i dapoii Italia, a lal
vez. por ultimo a Inslaterra, que depois o salteria.
Presidente.Dinosle-lbe alguma coosa mais im-
prtanla. Disscstes lite qae a vossa viagem a l'aris
po liria cuslar-vos a vida ".' Chegailes a S de jaue.ro
a Parts, o que tizesles ?
Pieti.Algumas visitas.
Presidente.Vistes Orsini '.'
l'ieri.Iinmediatsmente, n.lo. Nao linha presea
de o ver. Nao nos encontrramos desde J:l de no- |
vembro, por lano quanlo lhe fallei (raamos de
mailaa cousas e da independencia da llalla, princi-
palmente.
Presidente.I.ogo vos fallou no projeclo de matar
0 imperador'.'
l'ieri.Nunca me falln em tal. Fallamos acad-
micamente de inoitas cousas ; porem nunca da coni-
1'ir.n;.lo do genero que queris dizer.
Presidente.Fallaste! nisto a Rudio .'
l'ieri.>unra.
Presidente.llevemos fazer aqni tima oberva-
rao. Vinlieis a l'aris. segondo ilcclarastes primitiva-
mente Iralar da inveneao Allsopp, oque carece de
explicar"'! ; viestes de Brotadas, recebesies am pe-
daco de ferro, e quando vistes Allsopp { Ortiai nao
lhe dissestes obro isto nma su palavra. Nimenle vos '
ocnipasle-da iiidependcncii da llalla?
Pen.Considera!, aeahar presi lente, que por ella
forma nada adlanUretaoO. Do principio passanios ao
lim ; nao metamos lgica na iii-rn-to. E-iou certo
de que nada se tirar tle taes avplicarea.
Presidente Respondei-me. s le "sincero e obte-
remos algum resultado. Nao foi a 10 de janeiro que
eslivistes com o armairo Devismes'.'
Pieri.Nao, foi a II ; vlt como translornamos
ludo por falla di methodo.
Se me detiasstii eipor os fados lefia rauito me-
bor.
Presidente.Nao ; respondei-me. l)ae itis fazir
H casa de Devismes".'
Pieri.la buscar urna pistola qae Orsini mindoa
concertar.
Presidente.E nao comprasles ama pistola '.'
Pieri.Nlo, Sr. prendante ; nunca comprei pi-
1 'li- para mim. O qna lalve podesae fazir acredi-
tir isso, he qae conheco todos os fabricantes de ar-
ma! di Birminghan; qui dirig pessoas aos meimos
para verein ai fabricas, e fiz com que alguna ami-
gos comprassem armas. Fia com qoa Orsini ficasse
om duas, e vou conlar a historia distas duas pis-
lilas.
O acnsalo entra em pormenores mulo estenios
sobra a icqaisirao das duas pistolas, e conrlue di-
zondo que para si nao linha comprado siquer urna.
Prndenle. A instruyan estabeleceu que em
Pirii Imitis pistolas revolver, dae quaes se vos en-
coulrou ama no momento de ser preso, e oUIra em
vossa rasa.
Os M-. jura loi devem laber qm lia oulra versao
libre e-la- duas pistolas.
He a segiiinli :
Bernard enviou di Birmingham a Mr. Onlriquier
un Paris, duas pistolas como amostras, sisando dizia
na sua carta de rerneisa ; porem ao mesmo lempo
dizia nena misma corta que um liulez Alinpp-
i >--ina as lomara e qoa nao seria preciso veude-la-.
De-las duas p slolas Orsini f/icou com ama e Pieri
com oulra.
A verdade lie qae estas duas pistolas foram cm-
pralas em irmiiiglism por Piei a 1 de oatubro
de IS7.
Erna deslas pistolas tinbi o numero da fabrica
piol, a oulra 5,609.
Ha nutra pistola comprada por elle com o nume-
ro 5,351.
Prtanla Pieri romproo Ires pistolas das qu fo-
ram entregue! a II mar I e por esle enviadas a Or-
lioi.
I*ao*.. Sai a. liva.-n i-omprol.. 0111 llu iiiin-l... m
la- as-n-a levado coniigo.
I'ois bein, uj que se sabe In lo, deve laher-sa para
ou e I ir.mi levadas as pistolas.
Presidenle. Foram levadas para urna hospedara,
c Bella entregues a Heruirl.
lieri.Eutao nao ai levei comigo.
Presidenle.ludo se refere a Bernard : nremado
Ors ni, o que sabis a respeito distas pistolas .'
Orsini.Nada, absolutamente na la. Nao li mais
do t ta eslender u brajo para receber urna de Mr.
Ouloqoitr.
P-psidenle. Do que notamos, resalla que havia
com ivencia entre voi, Bernard e Orsini ; I' illavam
armis para o illenlalo ; Omni arraujou as bombas,
Pen as pistolas revolver.
roa continuar as minbas percrunlas.
E'livisies em Parta desde S de Janeiro al II com
Or-iui, ti mus e Ku |t0 >
A residencia de Orsini em Paris linha por fin o
|allantado contra a vida do imperador?
Sa i.is que fabricava plvora fulminante '.'
Rudio e liomes vieram somonte para o auxiliaren),
e Rudio viva comvosco na inesma hospedara e no
mesmo quarto '.'
P.ar,De novo vamos extraviar-nos em porme-
nores. Id he desagradare!.
Au es queria contar de urna vez ludo quanlo me
diz reipeilo, seguudo a minha memoria e capaci-
dade.
Prndenle.Oovi a raspondei. E-lamo- em li de
Janeiro.
l'ieri.Porem ha moitas circilmstanciai antes di
I i e Janeiro, pennilti ao menos que lome ao dia t.
Preiilenle.Nao : pennaneramos no l.
Rtcisaste follar na iii.iru.-rlo prot..tunes e ou-
vimis o vosso protesto; proimitesie. fallar dianli
dos jui atlos; filial paranlo, le.la a ocr.-.'sij '.
Oue fiz.eslos no dia 11 .'
Pin i. No dia ti de janeiro. as 11 liorai a meia
l achdv.i-me no ipoionto rom Rudio.
Oriiu devia vir ler comigo para arranjarmos nmas
conlas, o achava-me i./.enli algaoi a|ioulaineii(os
sobre ai inesmas quando elle cheguii.
Arraajida ia contal, operar.io qua n.io levou
mullo lempo, Onin sahio.
Ea e Rujio fimos almorir, depois eu fui ao ror-
reio na ra J.'.lo Jacqoes Russeau franqneai urnas
con.as, que mandiva a um amigo.
Disie a Rudio tpie ia dar am granda]fiaitaio e que
eslivea na passagem Saunioiilh, das i i horas
para taannos.
Om,: icpinpanbar-mc, tomamoi um mnibus para
ir baireir do Inferno, onde queria ver minha
inulh-r e despe lir-me della pata a Italia.
Nao a euronlrei e am vizinho disss me que n3o
po Ha estar longe e que a ancoutraria no caminho.
Fui dar um passeio de I hora o voltei, porem nao
nrontrando ainda minha mulher li ve de renunciar
ve-la.
Rogaei ao vizinho parlieipisse a minha mulher
qae a fia procurar, e que lhe di de urna pessoa que lhe nomoei euconlraria urna car-
ta minha e 150 francos.
Eicrevi ao Sr. procarador geral para que se inlei-
rasse dislo com o tal vizinho, e com ouUas duas les-
temonlta que designei, porem nlu sei se fez caso da
minha pt ligao.
Procurador geral. Com effeito, escrevestei urna
carta na qoal cilaveu Ires nomes sem indicar sobre
que qoeneis fossem interrogados ; islo he. contrario
aos ns. s do foro c n.lo pulainoi portadlo dar segu-
ment woiaa pelirlo.
Pen.ICo n.lo sabia taes usos.
Prorur. dor gen'.Divieis ler-vos entendido com
o vosso ib fensur o qual vosespliraria o que liiibets a
fuer.
Pieri O mea defiasor f.< obrigado a au-enlar-se
por leon! di-.
Preside ite. se o queris, is teilemuahai -eiio
eb miadas.
Pen..\partandn-ine rom Rudio da btrrelri ro
Inlerno, lu praca de Chalelel, o dalli .i ra Saula
Croz de la l'renieiiierie.
A"s .'i huras aitaramot na ra Monthabor e enlra-
mos na hospedarla sem pensar em loma aleme.
O porleiro disse-noa que Orsini tiara a caa !
qu airo e meia e que quena ver-nos ao auoitecer, e
prtanlo i -perasietnos.
Com elTilo, das ti para as 7, chegoo Orsini e dis-
se-me :
o Desejj que me acoinpanhei, lenlio urna cir-
ruagemo.
Os sinlioresjura los devero ler observado qne rio
poda havar eombtnai^lo algorea entre mim o orsini.
pois ma li ivi i'xi-to pela maohaa.e nao me liuba dito
que fnsse ter com com elle a nnitinha.
Asara i:tr-v e-bei o que i no da 13.
Presi lente.N.lo, conlinu n con o da I i. Segoll-
' tu Crsini '.'
l'ieri,Antes de o seguir loiaal orna pistola, nota
nem sempre eslavamos are n li- um com o oulro, c
n.lo quena a h ir-itio sii com lili em urna carruagem
sem me poder defender.
Entrando na earroasim diMa que nao conviuha
que nos tep trassemos, que era, pilo contraro, clie -
gadu o ti,rnenlo de estrellar mus a nossa anligl
amizade, que se prcpaiavam ravolotoM.
Arrescenloii que havia urna devana conlra elle, e
que desejava luailar de si as bombas.
Bntrelanto a nona cnnvers.ir.lo na carraagim ron-
doz.io a um rompimenlo, r estavainos de accoido so-
bre os principios.
Para zauliar a sua conlianra, diate-ibe q;JC me eu-
carresi' i de urna bomba.
iConlinua .
lomos a prar;a \ enlome, depois a casa de Orsini ; transferencias independntlemenie da formalidad! do, sabe muilo bera qua em materias de atlribuires a
serlam oilo horas mcuos um quarto, cliegou Ru lio, registro, asnm como mesmo derosou temporaria- interpretarlo nao he extensiva e sim restricta. Sa
que fora convidado por Orsini, e achou-me em una ment a disposie.io do arl. J7, raim lamhcm com ha rxsrlo. eonelaigo mala razoavel man confor-
situarao de eiprilo muilo fra. mais razan o poda agora resolver e adinillir-nos. O me a dimito be que os eslalutos nao qoizeram que a
Pe.li para na retirar. i Sr. |>r. Villisna deixin lo de sobmilter esse recurso aisemhlia dos accionista! podesse asea bel prazer
Oninl rogou-me que licasse. 1 asmmbla, impoz. a sua nica vontade aos accio- deattuir os directores. O eierririo tas fanecoes do
11 unes sabio, e como se demorasse, diisc Orsini : nistas, e por cerlo se a assemlda do Banco livesse director esta' cercado de laea garantas, luidlo a laei
I r,i ido vender a mecha ? man dignidad! nao tolerara que o Sr. Dr. Vilhena rondin.es que seria mesmo desnecessario qae se con-
Rudio.Viis hs que dissistci isso. pusiergosse esse recurso para ella inlerposto de uroi ferisse a assemblea a faculdade dos destituir por
Pieri.Nao fui eu, (ni Orsini. dedsao sua que alleclava graves iuteressee, osur- oulro meio que nilo seja o da eleinlo no lim do pe-
Prestdeute.Acensado Rudio, nao rispondais, na- pando a faculdade de dar esse respeilo urna deci-. nodo aonual, em que se devem ellas repetir, e em
da de contestarlo. sao peremploria, perernptoria, repelimo-lo, e lio pe- que pole antio a assemblea eleger outros directores
remploria como fui a dctilo que, aliiial, loiuuii de de mai- rnnlianri. A directora luie--i.ui i ao por um
nos excluir. anuo, os directores nao podem servir sem o depo-ilo
Ainda mesmo qoa nlo daranamoa ser admiltidoi previa da 10 aerara da eada um para garanta du
como leeianiatii, pedia eerlarnenta senerosnlade llinro, aviste elem disso urna commissao fiscal en-
------------------------- de urna eorporavao em que itsobejavam tantas illus-' rsrreada de xmar a marcha da directora i eila'
MAKANHA'O. Iraroeso que se nos nao negado a entrada, qae (a ella obrisada a lazar utn relalono semestral das ope-
Corre-nos o dever de voltarmoi imprenss. A '!os "Jesse por momentos a palavra. T.aUva-se raees e oslado do Banco, e i publica-lo no jornal do
confusa e looga argamentacilo do Sr. Di. Vilhena "'"' "['<";} OHcao fels a um dos mairoes ac- manir circular:,... Tu lo lito s.lo garantas que dis-
carece de urna risposla, nao porque e.tejamo! ron- oni.la. do Banco a que se devi_am relevadles ser- pensara a aculdade de destituir os directores.
vencidos de terem sido por ella abalados os fun la- ye."'-pedia so de um modo iniarioto a la deati- Loso nao be priciio rerorrer-si a" lei, nem aoi
mentos da nossa evposirao, mas para qne pelos com- lu";1"' neniarlos que paliamos a la/oi, ainda mata sobre- ""","- a/' """' honroso para a aatembla, o. eiuloloi he que a regulara, e a regulan! de um
aia a resollante ininslca da desliluir.lo do Sr. loa- cra *' c'"!1*' quo o lossemos romo ad- molo mesmo roufurine a lei e a csses pnnripios. O
qnim Marques Rodncaes em pre-ene, do empenho *-|,lns- A def-z, nao deve nunca ser lolhila. na- gao du o noMO cdigo cuinmcrcial ? o que diz o co-
infructireroqueempresiii o illuslre advosado para ,'U ",vl'1 ,l? "lr,1"l"> T' om ,uncc,.,,,,o a digo commercial portuguez ? o que diz o francez .
.ostentar a causa da rcelo que o deelilnie. '|u"n ** Pre,,,|"lla neililuir com a mais revoltele Enes ltimos empregam a eipresslom.iiidalarioi
Comen o Sr. Dr. Vilhena por declarar os motivo! i l,")l"llCa 5,e 'Irfendesse pilo orgia de seu. amigos, temporario!, revosaveis, e o primiiro osa s da pala-
nv.iixi i v ,zi. a inniia %/vt t v i a i cu '- ni"ii v vr? r -, ,, s '--------------------------r'------
que o induzram a lomar a penna, ca entregar a i ''* ""s "* A d'scuss.io ralo denana de ser v.a revngiveii Presrrevendo os estillos que o
pobhei lade as rellexoes que cousgnou no .ea eom- P^"04''- ^r. Dr. \ ilbena recuando ante a luz mndalo dos directora espire no lim du auno, e le
municado inserto no Publirador Maranhense.. de | noa.(lev'" sultar de una diseussao calma e consc-I proceda a novas eleires em que podem ser eleiloi
t~ do rorrele. Fiel ao sxslema que de ia mullo
aloplou, de ostentar sempre era laes occasiesum
desapego estoico para as temporalidades desta nossa
soeiedade, o illoslre advogado nlo se aprsenla na
arena por iienbuma outra consideraclo, senilo para
defender seus arios na qualidade de presidente da ,
assemblea do Banco. Entretanto seu zelo arraslou-o
endosa, invejava alo a assemblea un rasgo de gene-
rosidade deixando de consulla-la.
M s era urna queslao de ordem. E quilo arl.
doi estatutos que .la ao presidenle o direito de resol-
ver estas quesle* '.' O arl. til que marra as allri-
buiroes do presidile as.im se exprimeCompite lo
presidente da assemblea abrir e fechar as icsses
oulroa, os eslalutos por cerlo consagrara o principio
ila revpgacao do man lato, mas tornaran! essa revusa-
(la dipeu lenie de urna condicao, isla be, da condi-
rlo do nao poder ser revogado dentro do anuo em
que lera de servir o directores. Ai palivras tem-
porarios e rivogaveis sao sxnonimase por isso ha
aue o nosio cdigo commercial empreeou apenas o
fora da espbera que elle me.mo se Incoo, e n.lo .e Jn,,ceur palavra, manler a ordein nas dsciissdes e ; lrmo-revogaveii.-E,.a eipresslo quer dizer amo-
...:..-". --------:a-_.. a...... mblea. >e-n I vivns, segundo o mesmo Bousquet citado pilo Sr.
Dr. Vilhena. Com a inlelligencia que damos aos
estatutos os directores nlo deixara de ser tempora-
rios, revogaveis, amoviveis. O rodigos empregaram
essa expre-sa... consagraran! o principio da revoga-
bilidade do mndalo pera que os administradores
vera maii nelle o presidente da assemblea suilcn-
tandu nicamente a legalidade de seui actos, mas
lomando t.mheiu sobre si a iocommoda (arefa de
defender linios desacerlos.
O Sr. Dr. Vilhena leve a principio deiejoi de
abandonar a cadoira de presidenle da assembla do
Banco ; os meamos 4 issignalarios da representarlo
contra o Sr. Joaquina Marques e-tiveiam lambem
resnlvidos a renuii.-i.riin os cargos de dnrlorri :
mas para nlo darem nm ejemplo de covardia, fo-
as resolurOes da assemblea. Nt'-se
pois que ah se lhe nlo confer o direilo de resolver
questoei de ordem, quando le lhe ceocedesse, de-
via de ser lal direilo entendido de modo que nao
existi-se deacompanhado do conveniente recurso.
A assemblea, dissemus, nlo eslava legalmenle
ronslitoida. porque nlo se fiaviam reunido rcionis- nao fossem perpetuos, inamoviveis, o que era con-
las que repreienlassaiii a maioria ab-olula do capital
ell'ectivo como eiig*, o arl. 21 ^ dea istaluloi. Como
porem impognou o Sr. Dr. Vilhena esta nos-a pro-
rara-se donando lira, apc/ar dos .p.nhos da enor- l",s'fA ,,aK,n ,0 '.''<"''" nesla exPr.ssao-ca-
me larefa que a.sutnira.n. ..loaiilo a nos. temo, a "' "* -' !'* qne lhe .signan,,,.,
profunda erenra de qe u publico lo perdona con- i """ '"". "'-".lou-s. a declarar quo ciad,
sa alguma com a retirad, de.ses senhores, que b.ra "' "1o e'a PPl'l -iao de 1 de fev.re.ro
Intime de llies m'ra Icrer n ilesiiitertst.ailo flacrilirio.
lee.,UM v*r lesla de lilo importanle asioPia^jlt)
oulra* pe*oas a quem, como a um 1el1e, uno f;il-
(ie a precisa enercia para dirizir coin vanlagifin a
isiof tirio do Raneo, ou como aos oulro*, livesie a
por -e referir umcnmenle a' h\pulhe*e em que a con-
vucac.lo da a-semldea he reqmsilada por .accioinsla
que reprcatnl.m um dcimo do fondo capital do
11 ni'>. A coarclada, perdje-1101 S. Ktc., nao podi^
er mai*. infeliz, de sorie que para poder a asem:>l
Irario a ndole da sociedades ;niun\mi?. O man li-
cava a careo dos estatuios a quem s compele a la*
tel.i de regular as coiidic,es da que deve eslar de-
pendente a revoKa;.lo do maniato. O autor da obra
Kipirilo do C-idiRo do Commtrcio, bardo da Lo-
er. coramentando as palavra* do arl. 31 do cdigo
francezPar des manlataires h lemps. revocables
''"rtto os eslalutos qje determinarn, porquem es-
tes nidinlalarios pod#m ser nomeadoi e revogados e
marcan a eupiteraem que podem^unecinoar, assim
lia (|ue os etiiiutos cipiis l'rovnlencia influ do mais patriotismo para na. pre- !?-." l'i. ","orJ,,,4ria l',r"'-s, """" ">"'"" r.gulim dartitaioM do. direrloie.. e sem
ferirem a causa de s.us re.eiilim.nloi e paixoes '"' ",'nP, r I q."eIr''>'re1,eul,"n a -'- ""'?," i*>nlea do! accionistas a faculdade de
da instituirlo enina mipreases rtavivm anlride l,i,l or,a als..l.sl do fundo do capital en.clivo, qoanloa hrs destituir permute a rovoEarjo do mndalo iti r
'promover eonvoeacdta he fela a requerim.nlo de accionista! um malo indirecto proiedendo-se no-fim .lo an
Nao he erado, como afr.rma o Sr. Dr. Vilhena, ''''e'?"''"""" "'? ^"r"", d f"'"l "pi.,al'e "I1.0 ", nova' 'Icn a lubsliiuindo aos amigos no,
!queu,ndo. absix,, as-tgoados tivesse t^tt^lV^'^XS^^JT^^'^ISr'^S^!:......
',____ B ._ '. lectora, ou por elvilre do presidenle ou a renuen-
IrrZ 3.. ,'1,h"a"'' 1eca"'10 feaM*nMatoMe^loAaM17S ale aront.rer
accionistas. I'edo-se a palavra para utna queslao !,.: ...-;....- _T *
i d. ordem.. o sr. Dr. i*XZJESZ SSffltlluSii^" WZZ IT52a
por
DO
novoa
O Sr. Dr. Vilhena cila lambem Rogron.um outro-
romenlador do cdigo rommircial fr.ncei. Mas nao
reprodozie nelmenle a doulnna desle commercialista.
.Nao ha duvida que Kogron ente,,.le que os adminis-
tra I res padern ser revogados; mas Kocron falla em
por lim q
. l.i.itl. ,, parque esliivn mi .rni ..'.. ,le qoe nao liavia
j livro de regslro. Eis eoma ia paaaarara as cousa..
i llem lon^ iii'-st pretmdid acoaieieneia aja.
Hule o Sr. Dr. Villicna. insisttiu v / s reclamamos a nossa adroiss.lo rain accionista.,
| al qoe pirempluriamento se nosrecti-oi de lodo a
i palavra, sem portento h.iver a menor conlradirr.,.,
mire a riciisa perrinploria da palavra c o farto le
' haverinos previamente insistido pela nossa admllsio,
..alvo >e se julgar o Sr. Dr. N'tlhina com aulorda le
j de assignar essa expressao um sentido diverso do
I que lhe altribuem os K'iicusraphos. .Vssm pas o Sr.
1 Dr. Vilhena, que sera fuidamcnlo algum nos im-
pula o proposito de ler adulterado os fados,he quem
pelo routtarin, para Cohonestar aos olbos do publico
sen proceitimetite injusto, iltesal, inqualirtcavel, os
inverle e adultera Ido etlranhainente.
A mesina iuexaclido se observa no modo porque
o Sr. Dr. Vilbeua retarlo o incidente qoe occoneu
rom o accionista o S-. Almeida. Essa cidadAo ap-
peliou da decala de S. Ele. qne nos nao admit,a,
como accionista., porque foi mesmo S. ElO. quem
lhe insinuoa esse recurso, e dep"is arropen.li la ou
tal ve/, (onhecendo que era mi i conveniente preve-
nii OBH disentido que pode-se escla-ecer as verda-
diiras causas da deslituir^ao do Sr. Joaquim Marques,
eotendeu logo depois que nao devs a Irailtir o re-
curso par elle ni-sni > aconselhado e o derrogou, no-
StO eombIDar-ls o arl. ti G carr. a emesia qar ,.le.-o au. apezjr .lj.au le* ...' IrelalUMM decidido v
lite (er. o Sr. ministro -la f ir.en.la suh.Utnindo a ex- .oirn., como .limito o de Bruxellas por oecorriao
; r .i,-apii.il rlTerlivo i eiproislicapital rea- ; de !l de malo de 18118, e ^c pode vei era Bir.x. T. 9.
iisadncomo Igoilmente loonleceu en, oulrairnin- ll. lili ;
la do S I do til. I-A E se n.lo pede o Sr. Ilr. V, N to lia portanlo exacta proposirno do Sr. Dr.
Hiena sustentar que essas expres-es ilo .ynonimo. I Vilhena, que o Sr. Joaquina Marqi-s lendo sido
para o elfeilo ..a convocar!, la a-sunblia, inuiio eleilo por aclo pnsleriur podia ler ad libilum desli-
nienos o po le recorrilo ao arl. 23 doi estatuios, uidu pelos accionistas iii.lependenlemenle da prova
porque se ah se pernulte que a a,semidea geral de ama cauta legitima vitando os accionistas livre-
pos-a deliberar acbaudo-se reunidos acctoni-tas em mente e nomo Ibes parecesse mais conforme aos in-
nmera que represenlein um terciiro du valar no-. Ierrs.es da rompinliii, porque o nusio cdigo com-
ininal das acroes subscnplas. be tilo soinenta ares- inercial pelo arl. -J, > apenas consagrou n principio
da revogabilidade .lo mandato e nao subordinando a
peito das remiris ordinarias da assembla, e a
nossa b.polhise refere-se a ama reuma., extra-
ordinaria, nao pudendo o Sr. Dr. Vilhena dosco-
nhecer que os negocios, que se Iralam nesla sio
muilo mais graves do que os que se Iralam na-
quellas.
O Sr. Dr. Vilhena para sustentar a supposta lega-
lidadc da convocarlo da assemblea do Banco e-lor-
ca-se por fa/.er parinadir qua ella a eonvocou |ior
arbitrio seo. .Mas leia-ss o aviso da convocaran e
ver-se ha o contrario. Oualro pretendidos directo-
res di/.em se Coaclos, representara sobre a Oecitti-
dade da convoca^au da assemblea pira dar ella
revoga^ao a condicao alguma, por isso me.mi n.io
se oppe a que os estatus sugeilem, como sogeitaram
essa revoss^ao a certas condtres. O mesmo pelo
direilo civil.
xjuati.lo os coligos empregaram a exprs-
somandatarios revogaveisfot para evi-
tar a desi^natjSo do gi'rentes perpetuos o
irrovogavuis, e assim uKplicuu o ministro
francez pas suas instruegoos de de ou-
tuuro de 1817, em que fes ver, quo os pri-
miros a Jmitiislradores podiam ser desig-
nados nos actos sichips, mis quo conforma
o art. 31 do cotlig i n3o sent os gerentes
providencial, qoe julgaeie edeqaadas. o Sr. Dr. Vi-
lhena ape/ar de tu.tu pretende, qm a convocara, foi [ w
fetapor del.berac.io.ua Tanto o fui a convoca- i la7socio VjesiinonviMS sen3o ma.aaUrios.
<:Vt or alvilre dn pri*iilei.te niie tu acl< dfs-a reu-1 ,, -**; *.i-o* .iwJt>
lave exemplodeen,ra.a ecoranem Bala corasje.n ,;l0 ,raTlsr.ripau B Poblicador UinatiMftii n. 62 ^riameilte temporarios e revogaveis,
* nlo >e d que a Hwrabla foi convocada por del.- Jv,mi1o todos os SOCIOfl ter dircitos iuaes
I>erar;lo do prest lento, miles o contrario, como te j e proporciotiacs aos seus capitaes, OS actos
coltiae de*ir.-j palavra*: Aprttaaloa o motivo d* j sociacs nHo po lam reservar a nenhum in-
qoe lano -e tem procurado ostentar, d >* ,i inspirar o
honrado presdanle da Mambla do Itanro pira n.lo
deixar deaisunnr a respumabilidade de seu ; co e
nii tratar de aiunua-lo referiud a sen golo o que
leve lujar com o accionista o Sr, Alie.da.
I iinliem n;in lia eiaclo que se hvasM procuratlo
mle rompir u* (rabillios da assembla. -Se st pedio a
palava lu para se reclamar a leilura do ollir > do
prt*S'dente l-. directoria etn tpie vinha o documento
evgido sobre as transferencias d.is arenes, olflcio
q'ic o >'. Or. \ilhcni n >o quiz entret;iulo mandar
abrir para dar ddle Coaliecimeolo a* aisembla com
Itie cuinprta. 1. po ier-te ha niso decoro'.' qtie f'i e*le um procednneutu contie-
no il carcter e petlclo du Sr. Di. Vilhena '!
A .irruida falta di formah lade din iif.sos titulo*
nao era me-ni i bastante pjra que nAu fotMniM ad-
imltidos como accionistas. Dada mesmo a hypotlifi-
se de se no hiver precodldo eni Hirmali itde,
bem que era obrifl ir-Bo do Sr. Ilr. Vilhena eslar pela
deelaraeflo fliclal di pretidenle da directora, qu
immedia tantela commooicoa a' aaiemblea haverem-
Be operada as Ir-iiisferpiictas das in.a- ICCu pOl
meio do registro lamado no respectivo livro, e aqui
lala la de l'l da fftereiro do rorreuta auno pediu-
l'or tanto, aioda o repeti-
do n convocaba i d aa^embla (eral doi Sr-.'a<-cio. in"s- n(,"i Pl,,s cdigos, lio a pulas opiniGefl
nisiiis alim de nclh exporem os m .tivos.quc tinham ^S coinmercialitasf nom pelo principios
para nftopoderem funccioaar com o prtaideote da I teracs de dircito se potle collier, quo os cs-
directora > Sr. Joaqaim Marques Ujiri^ue-*. Em i Ututos das sociedades nonynns.conscrvan-
l?!!? .f/.,.!'l1' V"m"'!!^i d-.. ,le.;':I.,A..Cra~ do Principio da revogalidade do mandato
rente: asaigaado prlos mxinni qu.ilro directores la
repreaentaeSo. una palentim as raOes seguimos
que os levaram a dar MM pafl|P deEligira con-
tticariio de aaMmbla etiraordin.iria. Eatai pala-
vrai da arla fc;lo 8i-.i clards, e*rusam comenla-
ftns, e eonteatam formalmente a asaertSo do Sr. lr.
Vilhena, Se o illulre advoiz-tdo empreu'.i a eipree-
9ojulga convenientecommellaa ums incoa ve*
mancia, porque os quatro directores pdindo ou
engindo a cunvoca^ao linh im direilo a que fosse
, i V"1"!'!!/ II X.xtlM'll.lll 'VI lilil MU Mlttll vi UI1C H"-C
ao pa.ias.m d ren,. para que publicar depoii essa elu C011VUCU, u qua ,0 he co,lvoCad por ai-
documento se a aisembl.-a do llanca acab.va d- .cr ,ilre ,, pre d.lle informada, le o 8r. Jos Antonio da Silva <.u.- |c1 ^lireclnrU e a,,,n ,u|,\,siem todas as ra-
Diraeiji bata feto anteriormente tt.a.1 commu- ; ,,-, em ba,MID0, p,ra qua|icar d, |Utg,j
n.catido, na era certamenle conforme a equid.de e ea ^^ comi .f,, a,si(,nahos dl
a MU. excla.rem.no. em por lso deixava a ,1.- p, ,.,,..-, ni0 cul,l,1e,d,reclori., havanlo-e
cisao do prndente da assemblea de ser urna d.ci.ao |r ,cla,-|u ,,e fucdonjrem pur .mqoanto, e nr.
injusta e parcial.
Defend o Sr. Dr. Vilhena o sea procedimenln
com a resnlucui, adoptada pelos accionistas na seseflo
preparator a de 27 de dcze.Tibro ultimo. Recorren lo
a acta daaM renni.lo para lu-lilicar o sea acto, ag.r-
roo-se o Sr. Dr. Vilhena a', urna frgil taboa. S
procarou demonstrar que os nnsso litlos eram ut-
ios por lian (ertmsido feilas as Iransferen. tas ni
conftirmiilade do arl. i dos estatutos, como decretoa
a assemblea nessa reoniio, sospetidendo a execurao
de.se rtico smenle alr a paea das eleicr-e, iiu-
Ihe-beinos que a bxpolhese he diversa : all Iratava-
se de Iransferenrias para se volar e ser vota lo, aqai
na hxpudiese que ,,..s oecopa eratn apena, transfe-
rencias de acciiee, aio parata tetar a ser volido,
dellis al se demiltido. llu un o que qaizerem o.
Bri. Dr. \ illieni e Antonio Joaquim de l.itna, o
publico (em bastante senso para conhecer quede-
tniltir-.e nao he; o mismo quo escusar-si por em-
quanto de servir. .Nem o Sr. femantes Sitia seria
l.lo inepto, linta iiie-iii.i que o quizesse, que con-
fundisse urna coosa com oulra, e deiia.se de .lar a's
pelatrai do Sr. I.imase demilleo sentido usual,
a entilo que todos os homens sematos Iba da.,, o
sentido qae nincucm tem deixado de dar al o pr-
senle.
sugeilem a faculdade do revoga^ao as con-
dic/Sai que Ibes aurouvcrein, o tanto he isso
assim, i|uo o Sr. Dr. Vilhena para por a salvo
a ana opioiSo foi logo osialiolnccn lo, que os
estatutos do Raneo eram silenciosos a res-
peito da faculdade de destituir como se
ella podesse aulorisar esta optniao com plau-
sivets fundamentos e como se titesse elle
respondido aos argumentos do que nos ser-
vimos em a nossa exposiqo de 13 do cor-
rente para demonstrar o cogtrario.
Agora outras considerarles.
Pergrjnta o Sr Dr. Vilhena oque lem a
sua nomca;.,o de vic-presidente da provin-
cia com os negocios do Banco. A isto oppo-
remos urna curta observarlo. O que se podo
esperar de um homem qu>; devendo corres-
ponder a rec nlo prova de contienda, que
acabava de lhe ser dada pelo monarcha, as-
socia-se caprichosamente a complicidado do
atlenlado que commelteu a assemblea dos
acciontstas,ilecrctan lo violentamente a ds-
tituigii., .lo Sr. .liH,|i:im Marques'.'Os atlcn-
tados repetir-se-li8o, as depurarles nSo te-
rilo mais termo, e o ;!anco marchar de des.
OSr. Dr. Viilten.i aja-loti-ie moilo de lnvermos crdito eni descredilo, urna ve queo pre-
- ,,ue ia procoravam ai Ireya., e qali dahl eol- gidentfl da a>suciatlo que parecia pela' sua
dit
liuir q.n Desttame!
lalmtne Illoitnclo a multo*
ma, para sermo, idmi.tidos eena, el.'.W; ZZ ? ee.ej.UUi. Nao. o Sr. Dr. v m,-,,, ,,,o os en- | ^'^ t'o p'^i"o"aue dTo^emnlo
cultrmo, co.,for,ne.,,e.,lo aa arl. 2i. i i.....i que .. '"' IU p ir cito .,, ihocicSo do Banco lilen-1 '^C''. In. o primetro que da o exemplo
naolimUoa.epoc.das.ran.ferMic.iepe.m.liio.. to. a llloraeei, mi. ai vean l.laola a l illa, de urna revollsnle violacB o dos estatutos,
iediiaetaaienle qae ellii prodazissen. seui etTeitos ''* preienje urna vez que .t iperawem anl,'- lis elelc, ,,-s. di iliscoss.iu e soceorre-n as srevai pira inellior dai- constitu la, aceitando <; suhmetlondo a vo-
carresar o jolpe. iat;:"io urna proposta d dOtituiQSo do mes-
l'a-semos asara i pretendida lealidada da lesii- mo modo Ilegal, rinsenlinlo que-a delibe-
rar; .lo da assemblea lomasse o aspecto de urna
assemblea da partidarios, pcrmitlindo quo
uti ci lilao mtill insivo, um negociante, que
mais que ningoem tenha precisSo de seu
crdito, fosse publicamente injuriado, e para
aitidn tornar a injuria mais acerba e violcn-
S Kxr. emiltin inaitos principios da direilo, cilou [ ta, mu lando o lugar da rcuniSo que era a
que se oper
Na M tratava pois da formalidad! do rcislro tle
qua falla o arl. oulro foi o sentido da decUSu, e
a ixi-liain na semblll do Banco, como n.li r,.n-
teiloa o Sr. Dr, Vtllieni. iceionilai por Mloloi Iran.
fe-1 los >ia mema n\i Ittvil foi a ii ..si observarilii de se arharem no ines-
mo ras, qoa nos, moitei oolroi aeeienliiai de c
tu,rao e a.,. ar juin oil c ni que M proourou sus-
lanla-la. Parece-nei deinecesiirio reprodiixf qoi
eu, a nossa eipaiir;ia inserta no << Diario do Alera-
.... le 13 do corren!., obterxim.,. acerca da i-
lejal, la le da Baila que nos limitemos a apreciar o que disse -
admiss.io nu exclus,lu se n.ia di'pulavi. A raspada 1 iir Vilben
por confcguinle a essa observar.*,., nAu he la fcil.
na para lUllenllr a lesalilade do acto.
como presumi o Sr. Dr. Vilhena, e qoati.lo mesmo
se quizes.e dar essa inl.lligencil a' resolui.oo refe-
rida, arsam.nlanilo com as proprias palavrn do
mesmo Sr. Dr. Vilhena, se as transferencia! na or-
i,n dos e-lallos nao podiam ter lupa, sena,, dep ,il
de creadas e inscriptas as acces oo a aueiobla nao
podi derocar, como derocou essa formalidadc di!
liansferencias, me.mo al a* poca das eleic/e, ou
se mandn que os eslatutoi ficassem depois em in- i
leiro vi^or, cuten leu elle fallar lao somenle de traus-
j fereucias depois de croadas a iiiKriplai ai acci
Ora o nossn caso era anterior. Assim como na reu-
niAo de -7 de dezembro prescindio-io da ormali-
dado do ni;i'lr,, n.i forma du arl. i d ,s c-talulos, as-;
sim lambem dever ee-hia, na occa-ia., era qui nos
aiire-eniaiiiis, priscendir desii formalidade, lauto
mais qa.nl', se Iralava do um n-rjocio mu grate!
na, le detia e-lreitar n nnineru dat ueionitlai, e
men restringir -e o direilo do. qoe hiviam ioIh-|
rnpto aero?., para fazer Iransferenrias, como I lie-
intuios codigoi, invocou a aulnrilade de muiloi ju-
ri.r insultos. Poderla citar ainda mallai rtieii aolo-
ridadei. Nunca ronlestamos, nem contestaremos, o
tpit escreveo o illuslre adtogado cerca da natureza
e ndole dai sociedades anenymai. Cumulas em que
-.- neladcs anontinai l8o administradas por man-
diiarios lempnr-nos, revonavcs, amoviveis, e ja
daqui se v que na., era millar ricorrer a taas ci-
lacoei para tlr-noi protaroqut nlo couiesiamos.
Mas oulro be o ponto da noaa divergencia : o que
principio e-n sia casa, para um lusar publi-
co a lim de assislirein pessoas estranhss a
que se incumbi a honesta tarefa de apura-
rem a victima...
OSr. Dr. Vilhena emiltio ainda um prin-
cipio p-rigoso. Knlen le que a assemblea
il'ts accionistas no lem do dar contas quan-
do de-i n li- os directores, do mesmo modo
ao pudimos a imiitii in i ii comequenciai que pro- qneo negociante, quin to dea de o seu cai-
cura dedu/ir do. priuci |i o. eitabeleei lus, o que ne- neiro, o lavrador, o s.'u feitor o pede que se
gamoi lie qua o. .i rectore da Bae n tula dea es-
lalutos, apeiar d. seren, m.odaiirioi tcmporariei,
roxoj ivtis. posaeni Mr deitilaidoi pela as..mi.lea a
seu arbilno e en: qualquer occuiau que (be aprou-
vcr.
O eslealos, diz o Sr. Dr. Vilbina, da lilenelrwoi
.caro,, .la des1 ituioia do! "luertoris. Kis-aqui a ques-
[ foi periiiilii.il> ta/.cr por occasi.v, das eleicOil. Ar- to, e l,s o que n.o pa lomos admiltir. Antes ao con-
cresre que haveiido um accionista inlerpo-lo ore- t-aria, larea be reconhecer, qoa 01 esllulns DIO qui-
cririo de ippellieSo pan a assemblea da dees,",., do zeram nem por sombras conli ir a' assemblea o dire-
pre-i tente, cm l" lo o eaio rumpua que te facililasse lo de destituir os directore*. \I in-indo-se no artigo
j este rerur-,. A-sim como a asiembla risolxeu na S as altnbuic.ie! da ass"ml,lea n.lo e aclnm entre DCgerando. I, Uo direilo
I leMla de 27 de Jeziuibro que fossetn adoriiiidas as I tilas a (acull Je di o oeititair, a o sr, Dr. N illieaa tralivo.
nffo confundan, as relarjoea quo tonbam ou
possim ler as sociedades anunymas com os
interesaos pblicos, com os quu sao mera-
mente particulares. V.m primeiro lugar oli-
serraremosqueo illuslre advogado rcbaixa
- .lie maneira o carcter e pnsicSo dos di-
rectores cquiparando-os a um caixeiro, a
um feftor, o os actuaos directores lhe devem
agradecer o simile.clics que sao limbem so-
adminis-
ll rr:i\/ri


DIARIO DE PF.RXAMRUCO SABKADO 17 DE ABRl. DE 1858.
cios, que tambem cournrrem liara n associa-.hem os orcamrnlos dos reparo* lo a-s a laier na
cao cun os us capitaes. Km segando la-
gar* destituirlo de un director alo be ne-
gocio tao particular que deite de i IV ciar os
tnUrosaespblicos OSr. Dr. Vilitcna sali
ni.'m.i, e dos indlapenaaveii por inora : importan-
do aqaeU** em 1:5009 rs,, t r<|p. mi 180? rs., l-
mente, sendo toa oiiimo que se deixissetn de parle
os reparoslolaes, prelerindo-te por aaora o indio*
pentaveis, porque de.la modo ci m ni: is prroll
muitu bem que o tonco lie urna iristiluiciio Sor., i estrada dar Iranailo eommorto e fcil ios Ira-
que prende a mu laves ittteresses do esta-1 bslhi ores empregsdoi na abra, vbhi lora ranura
00 e tsnto que elle senfii poda estabelecer remitido que ella continuas por sdniintiIrncSo, por
sem pprovae3o do governo. Ouca o Sr nio ler apparacidoquenji a arremataste.A cmara
l>r. Vi I r ena uque
este res pe to diz un in-
sigue cscriptor.A ordem publica lio lale-
nsals em toJn sociedado que so forma
por aectjea, porque estas em prez ce muitissi-
Lias 'rezes n3o afio msis de que um lacoar-
mado a credulidad-! aos eidadfios. Sem um
nspcccSo mu exacta este moto do formar
urna compartida (ole dar lugar a um sean
numiro de fraudes. Tem-se visto associa-
coes mal combinadas em sua origem, mal
dirigidas as suas operacOes compromnier
i fortuna din Accionarios c dos administra-
dores, alterar momentnea mente o cr-dtlo
gera e por em perigo a Iranquilli lade pu-
1I i '. Hcm ve o Ilustre a ivog-Jo quo a
destituicSo de um dir tor nSo he negocio,
pois, de t3o poaco momento principalmente
so pnvalacessc a pongos doutrina de mera
conli inca e o triste precedente dessa des'.i-
tuica), que daria lugar a horriveis depura-
rles, e ai do Banco se nSo bouvesse um po-
der cue conlivesse a facciosa da nsscmhia
dorregan lo-lliea faculda le de qua se arro-
gou ilo destituir os direelares. I'or Isso
nuil > acertado andou o Sr. Joaquim Mar-
ques recorrendoao governo imperial, e so-
licitando a desaprovecho co monstruoso
acto, e a reparacao da injustica.
Te-minaremos pon Jerando a<> Sr. Dr. Vi-
llicni, que mo temos precisSo nem estamos
acos.timados a ompregar a arma dos convi-
cios. Fcil he dizer que os houvo para nos
tornar odiosos, mas nito aera fcil o prova-
los Kossa linguagem podara ler si lo vi-
gore sa. ms s o illustro contendor he que
podir tticha-la de descomedida certamente
para inlereMir a seu favor a benevolencia
publica, c iiilcnuar a compliciJadc do enor-
me illentado a quo se associou.
Manuel Janeen l'ereira.
llen-cncgildo Antonio da F.nctruaco c Silva
asim resolved, declarando ao *crador encarroada
da lavotees* da obrai O"* ''* aeeordo rom o enge-
idieiro, mandasse quanlu aules, ejecutar o reparos
iadispsntaveis.
(luiro do meiroo, eomraanlesndo trr examinado a
obra ds pon'* ilo Maduro, de que fot aricnialaole o
eidadao josa Francisca do liceo llardos, e a arhada
Sin Salad* do ser rcrrhiria, a qu.il pido no eslives-
se f-da cora estnero. todava Imita a Mudez precias,
sen I i ai madeirm lodil de boa qunlilule : que
por ilelerminai;.)o delle ensnheiru, fornacer* o arre-
elelc.il i de lopplenlea lie um irt i especial, diiliacto
e independenle da eleico de depatados.
O aapirilo destai dispMic.oei letislafiras, romo
parece i eomtnistao, lie auas claro; porquinlo,M
por um lado acontece moilai veics que aquelles que
lolieitaDI o luar de d*| ul.nl >. nio quilco) o ttu.tr
de supplenle, e se por oulro lado os eleilnrea que
d.'io o -eu- votos a mu candidato para dopulado, nem
semine o querem para sopplente ; nettai rireomi-
liiicias nao be |nssivcl praaumir-ije i m quem ebteve
velos p.'ia depotado, mndalo aapenal e funda I" no
conaentimenlo rea^do collegio para aervir iie sop-
plenle ; e por isso qoii a le, qu a mal ra do col-
legio, qua ja bavia oblida o primeira Irlamplin na
ele ci para depul^dos, f.isse de novo chamada a
pronoitciar-a* especialmente obre a eleicjla di iop-
penles.
o tJ que lic-i dito alo li urna coneeprilo ailiiUa-
ria ; us nsseuta em fados miii paslllVi s, e iiin dal-
les he o que se observa nem misma elriflo se Irala, de cuja acia se vi que o lir. Cypriano
mas-e aa mrdi ai que em loa labedoriajolgasae mala della para Pao d'Alho, en i^ ara m .r.i lor, aem que
ci ii Mipiiie '.' Parece qoe aa*im obrando cnmprl eom 1 neolioma epposicflo apreaentaese em joiaa lepois de
o mea dever, embora o Sr, Tempural cem t menor I citado, pedindo ipprehen*ao la mencinala
i / o se jtili'iie ill-ndi o, o qu nunca fui miuli.i In- ] va, 'ni por inim deferido, perqoe enlenli qae a loa
i*nr;"io faia-lo nem da leve. propredade, reconliectda como tal em polet le ler-
Caiicloinda avia, Sr*. reilaclorss, permitlam ms ceiro, por icio de venda ou alliea^o crimiti.isa,
que faf^a algnmat liaoirai obtervar;Oea aobollniilda vera Ibc aer logo re*lilui ^'. i"r -. hm iri ,i
cotrespotidencia do Sr. Temporal !
Eis como un exprime S. S.
Otjand* i ola o Sr. procurador da cmara miiui-
cipal Jome V clor F. I.ojies eimpreifiilT qu o*
lieideiros do vinealo do Uonleiro m olTereceram
'.'aluilantente o lerrmo neriario para a eomlroc-
ca
la:
direilo, matime lendo ella o objecto da delicio prd-
lirado por Manol li unes de Oliven.i. m '- rellei Itn
do inelltur, a independentemente do mandado qu
-e uAo passott, di.ii-me ao eng*nb* do dito J i* i.i-
valeantl de Albuqaerqoe Waoderley, acompaohada
de i......s onl iiianrai para lite espor e ecorri i", pi
do remiienn do Poco, e nlo Icrrenapan alguem me parecer que elle icri* rstoavel, e anooiria a en-
r aillo, i.i'ie la! Pico inoito obrigado ao Sr|lrega( indopendeatemenl* de qualqoei con*lr*ngi-
i'.n M tu el Corcej Ijomei d* Aine!*, Hcrivflo. neaemiloda leltra*, 10 a 12n
inlerino do |ulio o eterevi.S. Cavalei'tli da Alba- (Hito Onr^aa heapenholii
Ditai
remporal. O que consoln-me he cr elle o tnico qae un nlo policial
isto dir, uo rh-lante .ilhr cm Dome dofl oalroi qu* i Com rlletiu o mencionado Jo* Cavalcanli em fie-
lodo* anigniram promplamenla a protaraflo qae la d que Ihe expaz, a d* juslictcSo prodasida per
aaerqop.bernerdino da Losla Snlo*.Antonio
la Vaaeoneolloe Meneres da Urummend.Joao
Fraocuco Xavier Pac* Brrelo.
2 levlemunba,
Itofino Jo i ;i i.....indo de l.ima.eom 20 para ^1
omos de i : id ca do, que vive de almorre-
\ ir. morador no eiigeidio ildi'a velha n* fregonia
l S. Amaro d* Jab talau, nalural d ridade da Vic-
loria, e/do *oeta*a* dkaa* nada' tcsteinuntta jur-nla
aos Senta Evaogelh -, qae promane* dt/.er a ver-
dada ii que -ouh-sse e lie f ise perminla lo.
E .....lo in |oeride aobre o relo roaslanle da po-
li' i le qae 11, que Ihe foi lid. Dieta que estn.lo
em U'ii lagar elevad* em torras do enueuho Cabr*-
Velhs, on te Irabalha, vira pa'iar peta e.Irada, que
tnalanla J.\ estivas alem da C desenojas no ores- iielon tltiede Alcoforado, que Itavta olilido II vo-
meolo, e lambim tluas travs alem das 1 nelle In- '"* paradepulado, na tlelCJJo para lopplfole apenas
clindas, o que ludo impotl.ina qoanli.i da I :-rs., olilev* Ir** VOlO.
sendo ai estiva* a 39300,* as irans a 25/000; e i O argumento qae alRuns qtirrem deduzir con-
que parecera de jusiica. abonar-M ao meama al- In Mira opiniiodoarl. l.'^Cda ciiada lei n.812,
Huma indemiiisaeau pel arrrelcitno le mas de obra e o arl. li do citado decreto r. 1,792, no procede;
que este (Bgmeolo de irahallio Ihe uceasionou, mas' cm primehTo logar, porque aquellas diipueic.&ea ira-
ilo nlto devia ler lusar, por isso que elgtunaa dae'lamdo caso em que no ultimo Mcralinio folia ele-
referidaf madeiras, poslo que de lina quali lado, n.lo cer um s dos meinhros da asaefllb!** provincial, o
liuttam todavia eiaclameule as tlimenses marcadas ha emtate, caso esle eni que a .orle he o nico meto
no ornamento, a devendo ruslar nin pourn menos 'le resolver a qeeilSo ; a eolio Dflo qail o legitla-
que as oulrss, osla Vielagem era sufl>ienle para in- dor que a sorle fosse dado um poder tan abaolale s
demnleer o arremvanle do aerresrinm da mo d'o- ferino, *a puni de *n igoaei clrc-nmelaneai f-zer a
bf*.Poslo em dfeeoaalo, e sendo lila urna pelicflo "ni depiilado, e a oulro ronsa netihtima : etitietati-
do arrcmalanle pedin lo pacamenlo la mencionada
quanlis de 1319000, valor das madeiras accresri las,
jutilando certific.ido do ena-nheiro den* acoresunio.
e da sa adiar tuda a olira concluida, e no caso de
I i que o caso em que mamo* he mili diverso ; poli
que ni* se Iralava eulo tle tlegtr um -ii di poli !.
mas de elecer lodos, quanlos o dillrlclo linh* de
lar ; e nem houve empate, da modo que fots* pra-
ser aceila, manitou a cmara panar-lltc a legunda c ritoreeorrer a sorle ; pelo qoo parece a ruiiinii;s.1o
f AGINA AVULSi-v
allima pratlaca*, a a qoinlla de 1319000 r
(Jotro do eiruruiSo Francisco Jos da S'lva. acti-
sinlo a recehimenlo do oflicio pelo cual esla samara
o cnisiiliou se queria IncumMr-M i e iteiilir ma-
langa do cado destinado ao enn-omn de?ta cidade, e
r*ap n icndo que alo potfi'lo preslar-se como con-
vinlia a esle servco, sin sacrificio tle ama ala pe-
que be um erro qttsrfr nr&umrnlar de urna 0-| B-
sirHii para outra por msio de analosia e lemelhtnca,
quando em vez de analoga, differencsi mu i*bttan-
ctaes exislm.
o Km seoiin !o linar,porque lauto .-quella dlsposi-
ja i he resnela, que a diada lel.n. SU, loto n 5 7
a-sim se exprima : afora !a ultima parledo S anlece-
qoena parle de sita clnica, que nlo serta cerl-men- i denle, ftnda a eleiejo de depaladoa, proreor-te-ha
le com|iensada rom a relrihuicno qiea cainar es-
labehreo, nSo Ihe era pouitel aceitar e ollrrerimen.
lo da mes ia cantara, a qoeni c nti'S.-av o sen reeo-
nhecimenlo pelas expres--s obsequiosas que Ihe fo-
lam dirigldaa, e pla demasiada illanfl*, que -e di
atura ler-llie. I'oslo em diientllo, o S'. itarala
man I -,u a mesa o s-gointe pTOpotla, que loi onatii-
memotile approva la.
I'ara aisislir a malanra do gado nr malatlouro po-
hlico, segundo a dispos"n;So da pesiara municipal,
proponho o Dr. Angu-to Cirmiro Uonleiro da Sil-
va Santot.llaralo.OSr. Franca rrquereu e fot
Hoprovado que o adminislrador do mala n uro tomas-
ola do numero das tezes qoe se mallo diarimeti-
te para ser enviada cmara or intermedio do fis-
cal respectivo.
Oulro do administrador do eemel /-a'./iAa. A pr.cada familia da fregneiia da mnse a cmara atma providencia a evtl ,r que s-
jiin sepultados em calacomhas cadveres de pessoas.
que havendo fallecido de febre amarella nos respec-
tivos aticsiados se declara que o haviara sido de fe-
bre perniciosi, iiilerinilenlrs, maltcnas,ele., oecal-
lando-se deste modo u nome da molslta verdideira;
abo'O esla que ja tem sido lalal a saude publica, es-
pectalmenle ais pedrenos qoe sao ol.ii.-ado. a tapar
as caiacurnbas.-Addiado a requenmento du Sr.
It co.
Oolro dos arenlas da companhia d* c-'rnss ver-
de
Doa- >i>la foi abastecida anle humero cern dezesele
cargas de familia de mandioca rio pafz, e da qual
loda qaanla sa vendeo nlo eacedeu da 720 r*. a
cuia, e Ignma a (iiil rs. E digam que nito lemos
faiinia do pas 1 Verdsle be que nioesilt* taali
q .,iu:.t seja sulliciente para aboiecer 'a pepauifl*,
mis nempre ha alguina, e se nlo apparece he por
que te Ihe da' aluuina oolra direecJI i, e lauto assim
he, que na Boa-Vista o suh telegado tem maniato
fazer opera usa eslraJas alta notle, o lein podido
roiixninr agarrar os malulos qaa a irazem aquellas
liont, fat com que elles a veuJatn no seguntle da
ao p ivo. Com que fin a occuilam.he o que nao m-
bmits, porque nesse negocio parece enc;nar-se al
gasa mvsUiio.
MeditOii.S-ra' cerlo que ha das o fiscal da
Boe-Villi loa examinar as metidas por qae se ven
de (arinha na riheira, p*t d*nuncia de te acliarem
as tu;.mas falsificadas / Acaso nlo sctAo essas me-
sa 3 do crranla, dtzeuJ t qu-, queren lo a com
paiihia coucorrer quanlu em si edive leza das carnes verdes, e auxiliar a rala cmara nos
mto que adoplr [tara rmihorar esla liluaclo, a*
i|irc.savani a por a disposi^lo da mesilla camar* o-
26 laidos dos arougiies pblicos de que eslavam de
posse. por cessao que delles lites lizerain os rrfpecll-
vos arrrmalaules, Julo Jo-e de M-di iros o .Mello, e
rraitC'ILinn Americo de Alhuqueique, e es[i*ravam
---------------------------------------------------- I--------------------- ....k..^wu^..,.,..,,w..u^,^ (7IP-I ai)||
lianas que se a'liam *aUoeleeid*i pela cmara [ |ua cam-ra temaste em eoniiUeraclo este oflerecl
K como pensar qoo ellas eslivessem" fabificBdos .
I'or entura seria o puvo la* nosrio para se deuar
engaitar por e-e modo t Sslvnse sejulga que so-
menle os ******** be que vfio a rlbem, no que por
cerlo nlo daixa de hiver eDgano, porque preseule-
inenle o chefa de familia,que quer ser msis bem er-
vido, he o proprio que tai ao mercado fazer suas
comr rar.
/los ttnhtrit fitcaei l.emb'imns aes seubn-
res fisraes para que de vez to qu.indo v,lo bwndo
,i- tan vi-itas |>or es'ii casas de |iaslo e boU'quins,
.diiu de ver se por esse molo se poder*' acaba com
lauta prcaiia. Sera' bo;n lambem que nilo esque-
ratn algumas labern s, para que nlo abotem, ven-
Uon.Ji cerlos gensros que d-v.riam ser c.nsuinidos,
come ron-la que sgame* praticom.
Elixir.ii uma vez Iralamoi de certas pre-
parai s t|ue se vendara ata ecrlat icn as da bar-
manto que d btm grado f.iriam. Piulo em disroi-
llo o Sr. Franca declaro* que Me i niel* lite hn a
ida entregue no mesmo dia 3 com o lavollori i a el-
le, como pro-pretidenle da cmara, que o abrir, e,
porque o da guinle fosse datainge, ns segonda-
reira lomara o expediente de ordenar ao Ibcal que
rscebeise dos gerentes as chavts dos ,r logoet, expe-
dindu-lhe para esle lim p.irlaria, coin'a qual lendo
elle se dirigido aos meamos gerenlea, nlo eotregatam
have sem quo se Ihes aceosasse a recepfl*
do uflicio, o que f-iio cntregaram- las. passando o
fiscal recibo, eelan m em fnn a cmara de pasca dos
laidos ; mas que India ponderar a cmara qu?,
aiie-s n t-e a companhia em maular publicar t oi i) peloDiario de l'-rn imliuc i, paree; que
: "' pertoi lir o pablieo de que esle seu telo
f'irjtoli espontaneo de generotidade,o qaanla
devenda sappor-te, vhlo que alia ote delihemu a
tieins, e qaa ihe da* o n tme do aliltr cuno i isso depon quo a cmara lomou a rc-olucoo eontl la
prest rvalivu para dOrel de dent.s, para amanar a na acia da fss|o de 31 do mez passa lo ; depois quo
pelle do rosto e oulras cou-a. ni.ns, e no entretanto f ira chamado, legando Ihe eontloa, am dos mesmot
ellM coiiliiiuain a ven lelos sem escrpulo alga-, gerenlai p-lu Dr. chefa de noticia ; ruten lia qoe se
vao sanemos como deque ie constele qae cerlos I devit rttpondar ao ofticio cora precisan, fazendo-i
ho'ndis ilhtioi ialtirarnenle a medicina, se atrevam a fazer prapaiarJJw para ex- voio que aea<*N* limplesmenle recepta* 'I i t-
i i renda, sem q-io por rs. s .11 am eooaa al lieio, aaradeeeii o- -. .- eomnanhla, vi
(aanlo a um, jiarecia-n
que anida mea
nio q:ian tu e~.js preparafOei fus.in teilal por pes-
loai i'iileu It las, que nlo deviam ser vendidas sem
quo iriuieirameule tos-em lObmellidM a um exame,
e tegand* eremos, he is-o oque [ires-reve o hv-
giem publica ; ** hoja vemos que quem quer f /
as suas praparacOtt, dio co..... eapiciflctt para las
e laei bus, e muid gema ha qu val Cahiade n nei
engaos, sem pentaram o mal qoe cun isso vao cil-
iar a sua saude. Caavlria, por lano, quo se pro-
hbase e.le abuso, qoe nio pode dtixar de acarre-
ar t.iavrs consequoncias.
| O f.ll-
lilico ja eslava Inteirado do que leni occorri lo a til*
lo; e o Sr. ItiraU lambem M Je isual apiail*
acro-c.ntatid i que se di-sesse aos gerentes da eom-
panhi*, que a ciniaia aretlava o tea olbr. cutenlo,
mas que itptraaa que assigna-so termo de entrega
ios acoogoaa.
(luiro do fiscal da Boa-Vitla, Iraiendo de novo
ao cnnlieciuienlo da enmara o modo porque prece-
dan o barharel Roflna Augusto de Almeida, conli-
naando a malar retel tem licenca i .i camar a, illa-
diado a lispositaodas posloras, fazendo acompanbar
a carreja que conduzia a carne am
eleirXa ile aapplenle.
D'onde se conclue, qoe qn.ilqoer interprellrgo
exlentiva dada Iqaellt dftpMi{lo do S6i ana
manlfetla violadlo di loi.
. Por lano, he a eemmitrgo de parecer que os le-
silimos supplenles pelo |. dislriclo slo os Sr. Jofl*
Valenllm Vilella cleilo por i.3 votos, e Dr. Francil-
c.i Teiteir* do Sa por .17 votos, inaioria ab-olo a.
ir E parece a commltslo, que nao prevalece o dc-
feilo que se impida a eleiflo desle ullinio sup,dente
por alo ler a i,da receh lo o grao da hachare! fir-
mado em direilo na neeasigo de ler sido elelto, era-
bar i j.i lives-e feilo exame das materias do 3.o anno
e liveate sida pl-namt ule tpprovado ; por qu. nlo a
Bommittl* pensa, que o gr.o di bsenirtl be conte-
quencia necessaria da npprova(ao do acl > do 5.' an
no ; e qoe a lei nlo p le ser execulad* com titilo
riEur em pnnh.a que ala favoraveii nos dlreilot poli-
lici.s ; o benigna ampliativa : summum ju=, stiinma
injuria a ; laes sao os principios que guiaran) a
eoraraisilo nesla opinllo qoe acaba de tinillir.P.
Baplitla.Correa de Olivelra.Barroi daLaecrda,
vencido quinto ao 2.- stipplenle.n
OSr. Marlint Pereira em seguida rrquereu que
fosse convidado o Sr. Dr. Fenelon para discutir o
cu direilo. Snicilon-t* urna quetUo tle nrdem em
qoe ni ram os Sr*. Barros de Lacrrdt e .Matiins l'e-
reira, depois da qoal foi resellado o requerimenli.
Diversos reqotrlmtnlo* fornra approvadot, pedin-
do informarAei ao K.xm. presdeme da provincia, e
lido um projeclo dos Sr-. Piolo de Campe* e Manoel
l'orle la. eregin lo em villa a povoaclo da Florea.
I'as.ando s a ordem do dia, etdruu cm discnstS*
o projeclo que reslaura a tilla d Ex O Sr. Ma-
noel Cavalcanli provoco* ejpiicsjoe- da paile d s
saloretsio projeclo, e o Sr. Brandlo nesse seniilo
falln latgamenle, recordando pert*gni(6e* que diate
ler solTrirto n.is elelcSes de depatados gciaai, qai
louar o reelamacOri Terminad ot debalat,
Ibes fci api sentad,! sem nppurcm a menor tluvtl
e qusira se contentar san lana eileflsfo quanlt
l.madopladr acamara ji^r i os camlleriea fors da
cnisde. pvfis ha aenhoms tslentlo i tapiada, a ra-
mar* snaatrsga etl* Irabalb*** tea enaoiiheiro, e
este allendeado a populadla do luitar pr*vpd* mai*r
mi menor cxieusl'i npade mauda lavrar a atcrlptnra
que tieidnima opposicjlo achira' em mim t ara attig-
nar, pois mallo dc-ejo a eoncluslo desle negocie, h i
Mil m*UI |i( tico mais ou menos qu S. S. 0 emba-
raza mili as Jitvid.is que leut apre-entuJn o do con-
Monle negro, acced'U a ta/.i, e recunheceu o diiet-
lo do.lo, pe i que neuliuina duvidl poz em *ulreg*r--
rne a mencionad* *-<-rava Gregorio.
Km casa de minha rcsidoncia lie vir no dia 2 novemhro a'.Ma oel Gregorio K*drigai Campsllo,
procurador de Honle-nenro, e a' elle li/. ealr*g* da
e-crain, ISvrsndo dettt eulraga o ler mu eom itlenli
que foi sttignad > por elle c por las leilemunllss,
t'rancisc i de C-rvallio S lares Brandlo,* loga Jote
l'er-ira l.'mi. Kis loda a verdade.
1' isteriormsnle me procurou Jo- Cavalcanli, em
Irario fique torio o Sr. Jorge que o lea lelo valb.1- i smltade, e rrc dltt* que querii usar de ioo direil
me Du pt o ccmilerio do l'oi.o da Panelll faii reares-ico Conlra ti .mes de i iliveira. tle quem h IB-
C'iii que lil osrriplura se nlo rtalt e! vera a esirava, noqueeu antmei-o, mand indo logo
Ouerem, Srs. redaelorec, sabir qual he o valor do sar-lh* us doeumtniol de que elle praeuiva, e que a
lancea qaa o Sr. Temporal lisura lio eobifsdo p r ist > Ihe riera a bem.
mim n por nao s-i que>n ? Eitet fictos siio condecidos por ''versas p'ssois, e
Itende |iaia ns her.leirus do Monleiro a enorme inlre o tr.s pelo comuiendailnr Antonio d- Suiza
quanlu de 54000 ts. annaat, di qual apenas loca ao| j.slo timbada do qneiseso e Insnspail*, e os doea-
Sr. Lemporal 555 rt.lll mentoi que *0>reeo oa rnnprov.t, mas elles ilo re-
anla bulla por lio poura censa quasi que nio latados de um tn. do mu diverso.
IB acredita. |.a Allegase que Manuel Ciagarl* he falso pro-
Dcsculprni. Srs. rtdsctortt, o inenmmodo que Ibes; cura lor ; in is do' autos de jaslifleacla c in.ta a pro-
don, cirios de que multos rstpellt ven>r* o teo | earsclo pas-aia por Moale-aegro a t*o Blho Jsein-
cunslaiilc lei.or Jorge Virlor Ferrcira Lopes.
Itccife, 15 de abril de 1858.
nesicana
l'eras de SjJiOOi '. '.
Moedas ile !l;0U0 .
DilM de 2Uj ,
ritAIA.PalaeBes brasileiros.
pito* eolumniri**.
I'iloi mexiraims .
or canto
319000
i", "-.n,ii
91300
2(080
COeilJ
ibOO
32S0O0
32SC00
l^SIHHI
2fl(i(l
^5100
AlFAMlHiiA.
Itendiincnlo do I a I a '>.
dem tlu .iir l(i. -
902:231
26:5581735
2k80rJ|855
tor atli* ra ci.....lie ti i dialilarS* n 'e s autor i>- llirca Ingle iPhanlonbaealhi
dir ao referido delegado qua nlo levats* de suv Brigu- lir.,.,ie io_||,fi,.,_.|M'
companhit a escrava C.regoria ; em qae a ilo retor- M IVIMBNTO li\. ALiVANUBu
quir. o lelega lo cm votos alosas, qae havie da lo- Volumes mirado, com fjzeu ai '
var s escrava tinta que por loica, eque para isla a a com
linda lva lo deai ardenancas
Ico
f.u o projeclo ipprota la em primeira diieutalo
Ao depois, oecupoo-ie a siseniblt du projerle
quo cea um.i fregaetis'em l'anellas, e requorntdo
o Sr. Mello Cavalcanli que fosse oavido o Bsm. Sr.
blspo deiices.ino, o Sr. Bapli-la Ioilou a pslivrs po-
ra dar diversas eipiicar,es acerca da materia do
projeclo, oppondo-se io tequerimenlo. O Sr. vinario
i'eiirir* uptnou pel.i audiencia do prelado, o Sr.
Baplula abnndoo na- saai ideas primilivat, e u Sr.
Goncalve* Goimarle retpunden Ihe. Assim discu-
tido o piojicln, foi elle irgvilado.
Approvaram-s* depois diversas posloras muiiici-
ptet, c o Sr. presid ni-, dando-l* p.r tfgi l.d.i s
ordem do dis, man ou para de hoja ii-. W, 59 e (10, parer.jres adtadose postulas do ca-
marta.
I.ovatilou-rc a sas-.-.Q as 2 horas da larde.
@% tda3.
Srs. redactores.Em o sen aDisroa ilp boje pu-
blicaran) \ m-s. ama correspondencia doSr. lian-
cisco (.'raido Mureira Eoatpsral, na nal son b-
lania mallralado, oque mulla admlruu me, pois
leudo a convento de nunca o haver olTendido, alm
do existir entre elle e mim uma tal ou qual amitl-
Je, que talsez incrccesse ser mais allonlido.
OSr. Temporal exprimio-se a nnu retpello de
mudo proprio a prejudicir-me na opinllo poblirt ;
mas ni* oh-l-nle is|u, |irocoderei de nu'ra nuntiri,
B em vei dentar d reprealias, Inn (ar-me-hei a
narrar exacta e fielmente o que ha oceorrido sobre a
qoesllq do remiteno da fregue/ia do Pocti, vislo que
S. S. permuta qae Ihe diga; nlo o fes eroo ea ri-
ndo que devera. Pelo ruciado do atino prximo
iiiiti un's di Silva Meate-ntgro, e a sobslsbeleci-
menlo de-le por Itrmo ao dito .Manuel lirtgorlo, do-
rnmenlo n. I.
2." Allega-te qttea joiliflcaclo foi dada na iae*n-
Kiig-nho .lalo-Crosso, j de abril de l8oS. c,,,,i ,,, .,, ., ,d CI,,,C,0,I11I1S 0 qMtlMa ,
Srs. rtdaclores.Kogo-lhlt o obsequio de pobli- podll nem devta ser citado, porque elle liouve a es-
c.ir mu nu cincel toado a Dia rio o a- pe{a* que Ihe re cr iva de lio me* do Oh ven a qoo fui quera a ven .leu,
moli fielmente eslrabida de um piocesso de res- i commellen lo o ernne de etleiionalo, e abuasalo di
ponsabifidale contra mim inflamado por denuncia boa t de M mle-negro, sen I > qua rs|oiu|ipitnbs a
do Sr. J.ist Cavalcanli de Alboqueique Watt- e-crava em poder do mesmo li ime, eerlitnetile que
**''*}'- (.unos anula a esle lempo a linda em la* poder ; -n
A publicac|o dessas prcas do proce:so dispensam podoriorni"ii(e he que souhe da Monis-negro, oslar
qualquer coiiimenlaroi, por lite que expheam ellas ella In.mistada em ('.l.ra-Vellia, oq a dan logar I
sullicienleiii.'nle o fado qua deu inot.vo a de- requ-rer a appreliensloconstante da p*tir,g, a qni
nuncid. ailiu n, duc. u. 2 e que nao precitnv i s'ei jura la,
U despacl o dedpspronuncia do Sr. Dr. Oliveira amia quanlu psra ella honvetse botea, arl. 121 do
Mactel que ,olgo* a raus par se lor !.lo de sus- Beg. eom a'-ono no arl. 10 da I., das reformas.
puto o Ur. Sdvino Cavalcanli qnt formn a ealpa, 3.* Argoe-se-m* de ler invadido a cal* do qu-i-
e uni, tra q le no meo proced met lo para eom o Sr toso, se impanhdo .* sequilo, e Ibeanancm lo groa-
Jote Cavalcanli iicnbum excelso de altrihun i i u de leiramente a cscrava, mas este i icio h mu- lamenle
poder cominelli ; e nem n mesioii Sr. Jet Civil- filo, e j expoi o como elle le patsoa.
canli se devia tuo-irar lo cioto de tai lionrt re-1 l. Argae-s* dt ler sido a ju-idi-ai-ln prodasida
pul.r i, qun mi foi olfendida, nem qntixar-it do \ na cidade da Victoria, porcina pricatorit dstjiiet
llbalho ou vinlencii pratirada conlra a sua prt prie- municipaes do Bunio e Pan d'Alho, mido na \ era re-
lor dos India* ** Os**s* ogajamcnlo por um auno
-os Indios d* slgamss aldeias, psra seren em-
pregldot no ttrvic* decorreioi caininneiroi, me-
diantp o jornal de 19000 rs. diario*, comotatchi
Blttlieleelde, e que ues|e aenlnlo o mesmo Eso. Sr.
|ire- denla aspa lira as urden--.
I'eilido.Pedimos a quem competir para qoe
laja dispersar csses grupos qoe so reunem as es-
quinal da ra de Aguai Verdal, qat na s impe-
d ni o tramita dos familias que por ah pa.sain, co-
mo mesmo porque do vez em quando vo largan lo
as ii,si pilhara* as tnssina5i e l0 [,( 0 que jusla-
n in la se mo i o le lolerar.
Ho'piai c eardait.Exisllsm no da 15 de
,-,-- ._..-....... ,-...u pap-l c-cripto
Corrtio caminheiro.Con-li-nos que o Sr.; pelo seu proprio pund", em que declara que a car- P'":,n Sr. eiigenbeim da cmara municipal, como
administrador da canela de. u citado luan to com i ne la de pr-senle a laes e taes pessoas, smlo uma l ",e ,*'a "'lo ro,-aa"n*ndad npresamoa em lesslo
diflltuldades para o.ler roneios Cainindeiros, em dolas seu pai ; a'visla do que deixara'ello fiactl de I IH r'sp'', lia ccmilenos.....i para a freguezia do
eonicqaeneia do-a. ampn ui ue tira la de retro, e bter a tprefcenslo da me-mi carne ; igotlmenle ''""' e ""lro p8r'' ** *" '-'""ce. e sendo sm-
tllni mi rio a gaz, solictala do Kxtn. Sr. pruidenle caasatttvs o li-cal -e llnht ou nlo ubrade "em re^ra. '"" "l'provados, tesolveu a misma camar* que elle
da provincia para que por interine.lio do Sr. direc | Quo te respondeese, quo vista na poder verili-*r I'" "reori, cn,n mesdo-, e-colbessim as resptcliva fregnaxiai us lu
gates que lites parecessem mais aptoptiados.
O terreno |iara n eemilerio de S. l.otirenco fui es-
celitido o compradasem *bj*rcio nlgoraa, mas uno
sconlecea a mesmo com o docimilerio do Pojo.
Proeedia-s* aos exames e in lagaces necetnrias,
qaanda os herdtiroi d encapillado du Monleiro, om
du quats he o Sr. Temporal, espontneamente r
om qae nlugaem da eamara Idos pediite, olTeree*-
ram a esla, dar gr.iiuilame ule, medanle certas con-
dic.Ks por elles proposita, o terreno preciso par* e
con,llorn publico ilaquslla fregnttia, linde quer qoe
[oti i llddo dsniru di ititima propredade.
i los os exames, u Sr. eiigenbeiro da caa-
ra commonicaa a maama, que o lug-r mais proprio
qui nciiava para u ii- e-lahelecer-sa n dito cimile-
no era o sino do Sr. I.utz Candido Ffrieirt no la-
gar do Arriial, onda eorlam-sa it estradas ds Crn
das Almas para o Monleiro, o da Casi lorie para o
Brejo ; pois alem de lie r no ceniro da fregataia era
cessivel ii< iiinun i
qoe a carne era para icr vendida, obrava bem em
nlo te-la aprehend 'o.
Oulrn do oflicial niaior da secretaria ricsta cmara
enmmiinicando aihar-se doenlede erytipell, como
prevava com o altestadode facultativo, que rein-t-
lia, e nao poder assim comparecer arep.irlic.ai>.In-
leirada.
Ouir.i do (iseal da Vanea, dtzendo quo se tdiava
reattbeleeido, e qus lindo o primeira mex da licenejt
que abHvart entiarta em exareieio.luteirailt, e
que se ceinmonieasse ao sopplenle
Ofllro do procu'ador, enviando ai balaneelti da
raceiU e despezs da cmara do mez de man;o nlli-
ino, e do cemileiio, peilencenle ao liime-lre linio
abril117 homcm e :t2 inulheres tratado! pela canda-' no mesmo mes.Aqi'ii chamando o Sr. 1" al-
oe, li homrna o I! mullieres que |igatn a casa e 11 len?.1o da cmara par* o qu. contra a masina di
pro, ,s do corpo de polica Total 8S.
M'irtalidade do dia 15 de abril.
I.ui i Ai,tumo de Agolar, branca, loltiiro, 90 aun is,
T'bie amtrella.
Ai, nnu Francisco da Areumpc,!o, pardo, soileiro,
:ll unos, folires.
Antonio l.uiz Kan**, parlo, viovo, 102 annos, om
lumi r.
Matidouro pulliro.SI ilon se no dia 15 para
c "i-unto do da 16 de alud, a saber :
Companhia das carnet verdes
Ricardo Romaaldo da .'iiiva
S un i l.inn..........
Q Miroi.......
Santa lavares .......
Mu eir.........
Du, re............
Jarintho..........
I o /. de ilueiroz......,
Jo. g -Ne|ioiiiuceno.....
um atli ;n do n|.ihe ralo de li a0 cerrante, reqnereu
na qoalldade de rlavicul t > do Mira municipal que
i cainaab procidesie hnje meimo, emquanto se arda
rearada, I om exame no meimo et fre ; e cuino tt-
em de vol contrario o Sr-. neg e Barata, dizen-
ti
:i
o

1
'i
',
. 1
dado, que al ,i. anula ttors lie para nnm duvMosi,
vnlo cuno nem ao menoi cxdibio elle o titulo legal
delta.
Teado iss;, pnblictcla por fim inleirar ao pohlio,,
da faci que podt lor che-a lo ao sen eoaheeimanlo
dulleradii, cuidado a sabor do mesmo Sr. .1 -
Cavalcanli, n da mais otre a respailo dosse seulior
que lalvez enlendats* de si ptra si que a amixadr
ou paronk'sco poderla inlluir sobre o mou animo
como aulotidade policial, quando elle pelos ineus
actos devia saber que no exercicio d miaba* fune-
tes eu nlo Hiendo nem altenderei a canaideracJiet
desla urdem, lenio assim razio i .na e-perar de
mira a mesn a impatcialidmle e ssveridsd* que em
Santo Ailo tncunlrou da parte do Dr. Cima,
quando Ihe cerera a casa para dalla tirar um crimi-
noso de iiumt Manuel pequeoa qual della aliruu
psra a Ir ipa e se evo lio.
A mira como aulorulals policial esbls tirar do
cu poder o hjeclo de um crime, e mesmo prnde-
lo, Visto qun para isso Icnho a divida aulorisajao
na lei.
Publicando esas, pejai do proMNO nls-ltnhoem
visias altaswatar uma diseas* qoe su tem cabi-
mento nos aulas e poi ist* ni* rCSpuudtrai a qual-
quer invectiva, que contra mim mande eierevet iijs
jornaes d'sia cha le o Sr. Jos Cavaleanli.
Com e,sa publicac;u farlu Vmcs. mus um fa-
vor ouSeu nsiignanta e uhrigado.
Jotro Franciico X'.vter Pac Brrelo.
Illm. Se. Dr. juiz da diris* di primeira vara.
Parante V. S quixa-se o eidadlo Ji>su Cavaleanli
ii'Albiiquerque Wanderlcy do delegada du *eirundo
dislriclo dcsia termo Jlo Francisco Xayiti Pas
Brrelo, jielu que paisa a extior.
feudo Manuel (iregorio llodngues C.ampello, co-
mo la|o procuiadur do Antale Gomes da S Iva
Monlt-ncgro, a* delegado do itgond* dislriclo Jota
| \ vier Paet Bnelo requerido mandada
para lio SDge dio denominad, Cabra Velha silo ntsle
lenuo, perlcitceute, e residencia do queix,so ser aj;-
prelli milla a esrraviiilii .le Boma Gregvria, erioola,
a que nqueil falto procarador diiter* em sua pe-
ii_ao junio tir du, ilo o seu sappetlo consiituinle,
m-lads non jmtifleaeJj* procedida anjaiamanl-
eipel de lorn o do Itot.ilo ..ni ai.Oienoli d. me.m .
delegado do legando dislriclo dttli
termo Jefe Francisco Xavier l'tes Banal*, icol *
menor escrpulo, com inaudita precipdacao, man-
dn pasa*! u reqoertdo man lado de appreheollo
som jut.intento da paite, pruva hntiuie e oulras
formalidades legaet, e para cuiisum-r o s-u Ire-va-
rio loi em piopria pessoa, ac,unpanhad,i do eeu s-
quito.i cas i du queivus i, iuvadio-a izrusseiramen-
le, srraaeoa d* seo poder a mencionada e-cravitiha
pelo poder di tare*, que Ihe foi confiada, e ella nia
cana du abusar para imlhor flagellai o povos suh
seu polialamenlo.
lie de palpitete evidencia, qua *,se procedi-
menln do querelado he altimeuto criminoso, por
qoanto mo ora elle competente pira envolver-se no
Ciniliecnneiito.e apreciac;1udes tio civil de dominio, sem senl-nca definitiva pro-
ferida peles (rihunaes do pair, vista do atl. (> i I
do regulatnoulo n. 120 de 31 de Janeiro de 18, em
que se acb.nn claramente designadas ai allrihaic.s
lis delegados, mstiraqosnlo lite ero fcil allen-
der naasa mesroa nstifleajio, qu*ella hVa pr.ee-
'i la ii-u enm cii.ioao do quelxoto, e sim ,1c Manuel
(sumes iroiiveir.i, |,eranle o juizo municipal do ler-
m i ni Victoria por precaloria expedida pelo do
II nulo ao do Pao d'Alho, cm cujas I cali la es ole
rc:> ie o mesmo queixoso.
>en |iodia parecer ao querelado ser esse um dos
casis de hu-ca, porquanlo lulo sendo ella talerldadl
civil ule era por certa complante par* proceder,
i u mandar proceder uma diligencia daqoella or-
dem par* eT-o.ivi seguranca, ou execucao da j>re lila
escravinha, como claramente CXpliCOn aviso n.173
de 7 do uuliibru de IS", i, oque lodo Contlilae lii-
ver o qaereltdo perpetrado uenme prvido pelo
trl. 139 do cdigo criminal.
li como anida psra lodo esse alenla,lo as leii pa-
I Iras, e usurparlo de atlribuic.-s pcallcldtl ptlo
querelado, fui precito reunir-ie n fado de haver
1 -uto n queixoso, mas a ju no Bonito, ondo resido o juslificanle, e uao na Vic-
I ira, eja expliquei como o queixoso nlo pudia, nem
devia >er rilados E conclue o queixoso por arpar-
me insano nos rents do artigo 139 da cdigo cri-
inin l.
.' Argoe-mt fiidmente o qiipixns a entrada na
ca-1 do eidadlo fita dos casos permillidos pela l't ;
mis o minha entrada leve lujar 'e dia.e com bcen-
a do qoenoso ; por esla rireumslancia acha-m* o
qneixoso lamben Ineniso as penas du atl. 120 do c.
ctiminal.
Ouanlo a esl- rrinic, nlo existe, poique eu fui
casa do queixoso conversa, cun ello, e vtr .-. sol dis-
posi(l* para dispensar o mandado ; e enlrei na
sua r isa cmn mi i ,-c qaietctncia c roo de visita.
Oanlo aa rinifilii arl. 130, lamben) jalga ni*
h iv -!o cammi'llido.porque euteud o enlendo nlo ler
excelido islancetJes pr,,prias do amorago, mandanda
t'i-.ar mandado de approbanslo, pira lirada de urna
e-crava, perlenrrnd legttiui intente a lerceim, a I
rtquerin'.oiilo desle com a pmva de seu dominio,*
son lo a es.rava iihjcrto de inn crlroe coiiiiiiIiuIu por
Uanool Gomas de Olivtira, d* quena o p ssui tor a
linda davido, Ipprehenslo que so ni > cliegou a eflec-
luar, coma dos proprio* documentos consta, vislo
c.'mu ngo se passon o mandado, e j entrega fui falta
a mim pelo queiio-o dec. n. 3, por arqiitesceu-
cia ruB, c pur dle r.-ennhocer o direilo que as-islia a
atante-negro, da soile que neubum aclo pir mim
praliea-lo exrsle, qne p>ssa ser qoaUlieada como ex-
r*s*o des llrailet das funcfoei do mou empreo, sen-
loquea ciilicsss--,, ,|e apnrahen^o com busca, eu
sim ella est as illiibuic,5ei ,|e mou carga e com-
prahendid* na 4ltpo*icao do arl. 121 do reg. de :!l
de janeito de ISI2 c
Qae da disid.i;.i i I i
ram tanto o autor como qaerelado pata a casa
i'aqnolle onde c-livetam amas doas horas segura-
menle, lindel as quaes reliroa-a* o qoerelado le-
vando comsigo a mencionada escrave. D>isa mii-
quo oiivira di/r qae um 11- paii-n ,-, que seoraps-
ii da va ao quorol.niu licara na Vartea irebaixo de urna
arvore a a-para quo 0 delegada volitase do eiueiilio
Cidra-Velha. PergiiulaJo a requ-rim mo do que-
dado i* elle l-.irinuuha lab* ou ten) v>tt* a elle-
rquerctlido aco'npatiha lo de nr lonancas"' Beapoa
dco tpte letn visto acompsnhado dt uma ordvnan-
ca, e qoe qaanla a coie-lacao agoardava-** para o
interrogatorio. K por nada man labor nem Ihe
ser pergtinlado, dett-'ie por fio lo esle dtpaimente
depois de Ihe ser hilo p achsr confirme, asnina
c mi I ^na-i' Tilomas da Preilss, por ni > sal>.*r elle
SKrever, c ni a jais ; do que ludo dou fv;.
Bu Manoel Carica (asmes de Almetda, escriv
interino do juizo es-revi.
S. Cavaleanli e Alhiquerque.
Ignacio Tlimnax de Frailas.
Antonio Vaiconcellos M no/es de |nuniui 1.
Julo Franciico Xavier i'aes Brrelo.
Terceira ic.-donniiiha
Americo Jos' Salgado, cim 2V anno< de
i iade, q.tc vive de eaizeiro do eogoho (la-
bra-Velba, morador no dito cnlienho, natu-
ral de Serioliaem aos custumes 1SSO nula:
t"sti!iliunlia jurada aos Sanios KvangelbOS,
que promet u liier a ver lade do qie s m-
hora c Ihe fra pergun'.ado K sendo inqui-
rido dos faotos constantes da peticao da
queixa que loe foi lila. Irisseque i'-ionln
no enea i xa ment do eagenlto do autor ahi
chpgou o querelado acompanbado do doas
ordenanzas e um paisano, qae apeou-se e
converso um pouco de te npj com o autor
Que dsni rra o autor e o querelado para a
cisa do viveuia do engenho, o ti lo demo-
ran lo-se um i> ni o ret ou-s o querellado
levando em sin comaanbia a escrava (i
ria. Perguntado se sabe que o querelado
livera conduzi lo aoscrava por persuasflo ou
por meios coactivos 1 Respondeo, que o
autor oppozera-se a entrega da escrava, di-
cha lo, masque oqiii-relado dissera que is-
so uo importa va, e que desejava levsr s^m-
pr^ a escrava, t> que lu lo isto sou'ie por ou-
vir dizer por differenles pessoas. liisse mais
que soube por ouvir ao autor, qoe na occa-
sio em que fura o querelado a casa do mes-
mo autor, t-sie Ine a presentera tins pipis
nos quaes dizla existir fundamentado o di-
ento do uto- sobro a escrava referida. l)is-
sp mais que tinha ouvido s ao autora nar-
racSo da circumslancia de exhlb(9o dos
documentos comprobatorios do do nnm do
autor sobre a dita esc ava
o mitn contestaeo diese o advogado do
querelado a reservava p*ra o inlerro^atorio.
por na la mais saber nem lite ser pergun-
tado, denso por linio esto depoiment de-
pois de lh'5 ser litio c adiar conforme assig-
na com o juiz do que tu Jo dou f.
Eu Manoel Correa Gomes de Mmeida, aa-
crivSo interino do juizo o escrevi.- s i'.*va|-
Reneroi
Total
Volames s.ihidoi com fa/endas .
a (ora gneros ,
Tulal
CONSULADO CERAI..
Bendimenlo do dia I a 15, % .
li-ni .lo un |6, ....:.
117
-'-'ii
343
103
6S8
Tul
-J'i-.'iii.;i;is
5:*WM71
29:t3liH
DIVERSAS PROVINCIAS.
R.niilimenlo lo da I a I). ... 7t;-,-lvi
'" "' i....... vSm
879M17
'"Tnl'M.v0?, 0H EX|,,,""ACAO PELA MESA
Liverpool llana htglca* .ilmogene, divinos car-
regadare, 1,600 saceos nssuear.
CanalBrigna Inglai ..esololiono, S.ulhall ft|l-
turs, i iuu taceos issacar.
GibralUrBrltaedtnsmarqnei tAbsalon, N. O.
Bieb-r ,\ (,.. I,d(l0 saccusas.uear.
Lisboa llngue potiu^oei oKurico, diversos car-
regadores, In i taeees .i.-ucar.
Lisboa Briga* iMtiugai tLab) Illa, Fraaeiieo
Saveriano Itabello t\- Filhos, S50 saceos as.oor
LisboaBalicho porimiuet *alihal*nsea, divetsus
erro.-, lores. Til sacco- g mima. JiS meios de sol,
LisboaBar** porltiL'uezi uMnit Febia, diversis
carregidure, I di saceos e I barrica assucar.
BorloBarca porlujue/.a Lun 1, diversoscarre-
gadores, ilot) taceos as-ucar.
Portollngue portugus S. .Manoel la, diversos
carregadores, WO seceos assuoar.
MOPORTACAO*.
Pan* lo e Maceni, hale nacional oBebeiibeu, de
II loatla lat, c >n ionio o legaial* : l'JI volumei
ganeroi ealrangeiroi, 1T t dila* dina ateten***
KECLIlr.niiUIA lili RENDAS INTERNAS CE-
KAES DE PEBNAMBUCO.
HiMl lmenlo dn dia | a 16, 7'72fftQd
IJ.in do d'a Iti....... '.,7,r,,i
CONSOLADO PROVINCIAL. K:m:"''
Hendimenlo do dia I a I i. 26:Mrso$3S
dem do da l....... 81)58093
me prevista no atl. (i do co I crim. sendo o objae*
lo do rrinic a dita e-crava Gregorla, coja apprebeu-
-3 i se lequerern.
Em lodo a raso nem s apprehenso jullcial, nem
Im-ca lave lugar, c mo d..s autos s. e por Unto
he sem fun lana 'nlo a quena contra mira iulenl I
pelaqi nxuaoj G-ivalcunll do Albusiaosuvs -Y it-
dn ley.
leudo assj obedeci lo ao despacho de V. S., es-
pero ver afinal teronhecida a minha innocencia por
esle juizo, c..mo o foi pelo governo, qoem levi
u.irr.ic.io Del do oceorrido. com api** inlacj i de do-
I nlo no arl. ISO do col.; vnnti de AlbutlUCrque AmoiiCO Jos S il-a -
d proc. e arl. {. do 88 da Ip das reformas. Iiavn-' j(1 _.,.. V, d,.OIU,.i|n. ,,,, ,, "'.
do como bia, ce.let do objnlo vendido ,or .,- ; ,'^;"''.' ,J*T''?^ ies. ''"
noel (orne, de Obveir. q. assim eomraeitera crl- """"""'l- '' Iranclsco Xavier Paes
Barreta.
Oc ime de entrad.-, n casa allieia decidi-
damente nao se da aqu. Quanto ao onlro
porera cumnrn a josiiQ* publica fazer as se-
guimos reflcso >s a escrava que esteva cm
,.r.l^r ordem de autoridade civil, ou oul-r, quo a
repreaentasae, v. b. o subdelegado mesmo
ou o delegado ten lo para isso polines em
virtude de sen tenca ou deprecado; pois a
acQao crimiti'l be in lependent-* ua civil
cumulo, suflicienles. Nio concluir! sem observar I Hlllll, que sobre o mesmo obic'clo m.rein
a ausencia deliluoi.it doeumei.l.,< neto nual mus- r ,, ,,:,--"..... "i'jtcio. M. purem
i ii dita escrava por accordo desse terceira
pitrt':iie por se convencer da vorJade do
que allega ser s>u primitivo senbor, eolko
c-ssou toda a incompetencia do delegado,
que apenas ah interveio ou devia ntervr
para descobrir o crime e proceder contra o
Bernarda da Cot i Santo*, com 38 annos de ida- i delinquootn.
de, qne viva da agrieallon, soileiro, morador em Reclfe 19 le marc.0 de 1838.--() promotor
terral do engenho llranos, fiegoetia de Sanio A-1 publico, Antonio Cavalcantl
marode JabotiSo, natural da cidade de Santo An- Vistos estes actos ele, atienden lo que
lio. e do ci.sluiiie duse nada : tcslemuiiha jurada ,,.-.,, s,, prvido -.l., ,.7..,.i .1 '
aonaDloievingethosquepromelleu d.ter n^^l^TSJSZSI^ar^S,9^ ''' tt*
do que MabetM e Ihe fus.o pergunlado. i -,e uf I';""'-"!'" J "S a lis. que o que-
Eiendn mqorida sobre os fattos cciislanlfi da i ;iao 1J"'""'4",I"CISC0 Xavier I'aes Brrelo,
palito de que.ia que lite foi lida. j delegado de polica do segundo districlo
Di-e que em un> da, e mer. que io n:)o rcconla, j deste termo, inva ira a casa do qoeiXOSO Jo
a ausencia de Mu o un dnrumenliis pelo qual mus-
ir o queitosu ser o senbor ou leuiltnio delenlor d
esrrasa, de coja apprehensgose quena.
Deleaici* do 2/ didriclo do Recife II de leverei-
ro de 1,S")S.O delegado Joo Frauciico Xavier I' i*i
Bartelo.
Primeira leslemunba.
29:397/32i

mu* r$3mn&
Nati* antri lo no dia Iti.
Parabib*3 da, Mal* braaHeira Flor do Brasil,
da-iH loneta las, capitn Juila Franeiico Martin.,
qnipagem I, ca.g, loros de mingue ; a Juilieo
da Silia Boa-Villa. Prlence a l'ernamhucii.
Navio '.iln lo no mesmo lia.
Bahapul ic i sania ,,1'lor da Marim, cspilJo Giu-
cppe Figito. carga parle da que Iroute de
riume.
sa --
S" 2 t
C- r;
B
llurat.
a
Almo'phtra.
' PJ
Direc(3o.
Z. o n
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Inlensi-
daoc.
- Ss.Sc
Onligrado
i-, ii ii i., ii i
ii--iiii. 0 I
l'.eaiiiiiur.
--------- =a I l-ahrenhei
i lijgramelro.
O
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r-o
O
Ci
-i -i-i-: i
i' i' i, i' a I
r'= r'.--| i
ti, es Ot ?
Barmetro.
J
O tcnenle coronel l.uiz Francisco de Rarros
Bego, vice-prosi lente da cmara munici-
pal, e juiz municipal surplente da primi
ra vara da cidade do Recife de Pernamliu-
co, por S M. o Imperador que Dos guar-
de etc.
Faca saber a quem inleressar posss, quo
tcnlio convocado para a terceira Cominga do
- ,--------- -.. ,|iit,i\oso a cscrava sobre
que he a I. iuvcss, de entregar, notando elle leste- que veis* a mesroa iu-Ulicuriio, o noe ludo
inunlia que na aceasllo que aquella conversa Uvera .',..,., ( ,.,.. .... ^ ,, tua
I,, r. ethibir. o delegado aoqtsow un,, purea,, ^ "^A 'r '; """"*o allegado na
pcttQao de lis. apres miado ao dito
Tolal.
16 bois.
Luiz Fnncisc i do Bi-ros Reg,
entradas sibilas", lera sida feilas eom 1 ,1a regata- ''"0 especial, pela qual es doadores aalorisaisem \
ridada, verlnea.....-se em .11 demarro ollimo um :'.u""" ""Iividuu para por tiles assgnar a mesma lado n forma da lei, para a'Doal infligir-lhe
al.iu a favor da calta geral de la. liill-sijo,sendo P. .- osa do* predilos rt. 139 210 do
em lein is 3l:7i8i)6.')0,em a das u, -,s ,- M ,. ,., de- '. 1I'".'CC"" ''in "mples ngo m
pjMitos930. Em cuntii-ii.,1 io i......i a c,minilo "*." c-Temporal, que rece
a,-;:s;mz: rM,SaiT;t|i;tt[s.-
crasa s? ,,cli v,, (.urcads, p,' ------"--------------- -
eguinn os-
iiedit/.t li na
scea i appro- ,.,,,,, matimo,
llCutf rrein
i.gir-m. as pe- triT, ,IC,,.,,, ,,,,. ,,:1 ,,,,e,-, |Mlcna c. 'r. ''""'".;'T ". V .ii "BU""J" "a
codiga ciiminal tenienle qu* alia oaqoell, ..t.d. lanista d*ea.a. "S-L1";"'', "' e allega lo na po-
as cirearostan (loe em i.ls desle istsd* u qum so indicara cora* .c .* por lit0 c aU,'n ,0"ao 8,> I""'''-
,l" S. Jas, Boa-Vista, as pcisuas que alem dos cria-
duna, liveieni reies a lalliar, com lano qoe ns rs- '$^i*t<3*s
pe divos conlralos nao sejam doradoro--.luteirada. *'' "
luiro du Evin. prelado diocesano, aecusaudo o '
re ebimeulo do deca cmara do 'J'.l de marco ulli- ^'' "e'tSo de honlem di.culio-se o jntecer da can).
mu, relativa a' iroagetn de Jesos Ghiitto, que"lem de
ei collorada no aliar da rapella do cemiiano ; di-
/-i loque lendo allenlaminle i a "'.e; qne a cma-
ra pondera, em Vlsts das qaaes prel.nde que a roes-
im tmagem seja tpotla a venertrl i aa sslado em
quo 6e acha, pastara a inspeeelana-la les. ando em
sua cump.nina Ires reverendos laeerdol** intelligen*
les na molera, para Ihe intorin irem devia ou po-
diaalraagtm tereanaeivada roma i,,r escura que
lem ; e que foran) elle* do optnia gu* nSa convi-
nhi ds modo elgom (dmilli.la io cullu publico lem
que f o ii planeada, para inspirar tard-
is .io d* coaeliluicJJ.0 pudoies sohrt a indicara*
Jo Sr. Sean Rei, lomando parte conlra a parecer
Srs, Iheutiro e Silva a Bpaminondas, a a favor
o Srs. Sonta Beise Alfredad* Olivelra. Poslo*
Otos, tui n parecer reueita lo.
A ciiimi'.-.io ,le eonstilnirllo a poderes presento*
o seguinla psrscat sobre* ala;fla de sup|denle~ dn
l'iiiiiiio dislriclo eleiloral :
o A c>mmiss,1o de con-lilni, lo o poderes leudo de
emiilir seu parecer sobra a aleicfto para lapdenles
P li I." dislriclo, alga aecessarto antes de ludo do-
mara manicipal nao precisava de lano lerrana para *M,i "u** linha e leulu em vislis eainipfir rigorosa-. me "'"' soma, nem to penen se eta elle n in ligitj-
o cetnileiio to Poco. I'alvtt pentaM* qaa queria .'"enle o meu dever, e lulo cntnlescen ler nem pse-
parle lelle para slgum screadoi oa psrs nnm, coma'!"'"" r'"" qaia Im uoar em saa rorrespondencii I
Fallando en sobre hlo cmn o Sr. engenheiro da
jeitos acesia policial ; e-le meu molo de proceder
aniforme, e Igail para lulos, nio lolfre i-cej't;iio de
qu tli iade alguma e un la mai< severa e r goroeo son
do ta etisienri.i de um ruin lioso no ene.enhu do
queuoso. ou da t-i.leticia d e'crava no mesmo
....."..... 1'te esle tramen) nao qnla ir com o que-
relado ala a casa do qoeitoao ; que licara a espera
do delegado en, urna porleira uiinla dislanla do en-
_,-------- _............... Jto ...-? i ui-w euu i---------------- ........', i-iiiit un ,||.
iii.iu io se Ita..i d.iquells que, ou por parentesco, oo !"'" Jaeiioo, sendo qna referida noririra
par amiiade, oa por Influencia local, se er eom di- V* ,,a M,tra* dos dous eugeuhus Cabra Vtlha e
teilo de ser compreheinlido em uma etccpcSo, qoe i *'""""'
nada uallQcaria. !' ruuntado se na
(l I icl i de que sou acrniado lem relaio com pe-1 r
Counil Parlugoez, aa dita povea-
fg* pe, s P*rlagaeu* das cidade*
d* M n.ios, tloiil.s, Siilsrein, e
Caeta,que anda alocaM Dada,
P'.rque vai a maior qoanlia.aodj
ja era diuheiru pur res.
I
......
ii lia cm liseusil i ii Sr. llego tequereu o seu adia-
ra na, que foi ipprovad >,
Oulro do Dr. ehefe de paliis, res,-,.,,
deita camal.....Hdi marji abroo, qae Bev*.
p\ M lida* as convenientes nr.lens ou labdetegado d
frtguezis de S. Jos, ir,, .,, para prertar an respte-
Ute Btc*l as aatBios qu* reclamar para a compri-
iin nio das erdans desia caara, a rita posturas ma-
nttipaes, mas lamlmn para por diariimtota diapa
lijlo do mesmo lis al daas praf lo arpa de poli-
ca, alint de o aunliarciu na polica do mala lour".__
I n eiradi.
1 Jalro do ogenheiro, envianio o petiii loagilu-
dnuldd eslrjdadouiaudouio dd (aauanga, c tam-
oa i -la natercta. No di i 18 l a ivembro, sprete*
l"ii-nie Manoel ti egorlo II, ir guei Campillo, urna
peliedo, tomo iiri.rur.-d.! dt Antonio Comes da Sd-
va Uonta-negro, da vina da Bonito, na qaal rae
s| inhs, qae s,ado l*gllimo nnhar da escrava Cre-
do, imtcnlando quaacha mnilo grande o ler- Raria.a dra para lecttr a tai filba estala cara Ma-
l lal reis. &2B
O I'ara' pois cencorreo por sua parte, c n'umt
rrise, cuno a seloal com a qu-i.n tupeitur a
e- es f'.eb; '' ""-'""""'das, presen- j.sj, ,-,,, re ,, r(r.o .. dignos de loKot nlo
lodos ot Portugus*!, que i na lemsdhaule li
ocrasil* em que lado Isla se
CIOU
l'esiinnde
Kespnnneanegalivamei.il>, iW lmenle liavla derain qoalqaer donativo, como o* ncarreg
na ni-i iiacao, onda a principio e-livera um ditlilla- uma miui i Uo hilanlrapica !! Honra Ihe- -ej. |tj-
oor escravo ,.u qucuos". ,, r ua ,i|u-tre procedtmtnlo.
Pergunta i, = .i lacras
s) cjiselbo administrativo do patri-
monio dos orphaos lem do pi>,- em Insta pu-
blica, ii i sil, de si ti ~ su s, no dis 1-2 do
correte, o airen 'amonto dr- timi parle das
casas do mesmo pairi ionio, rbaixn mencio-
n las, por lempq de um auno, quo tem de
correr do t de jullio prximo futoroa30
de junho de 1859, segundo o quo disioem os
arligos -JS o 21 dos estatutos em vigor, a
saber :
Largo lo Collegio.
Numero I Segn lo an ir da casi do sobra-
do do tuesto i numero.
I lem idem. Luja pequea do mesmo so-
brado.
Ra ilo Collegio.
Numero 2. Casa de sobra lo de dous an lares
Ra to Cresp >.
Casa d gobra lo do Iros andares.
Larga do Panizo.
Casa desobrad i de dous andares
Ra das I araugeiras.
Cata terrea rom solio.
Ra do Rangel.
Casi terrea.
.'a Boa-Vista.
Numero 7. Casa de sobrado de dons an lares
Rua Velha i* Boa-t'sta
Numero 8. Casa terrea.
Rua da Gloria.
Numero". Casa de sobrado de timan lar,
comcocbeirj sniaral.
Una tle S. Concalo.
Numerlo. Osa terrea.
dem II. Dita dita.
Rua do Sebo.
Numero 1-'. Casa terina
Rua dos Pires.
Numero 1.1. Casa terrea de mei'agtii.
Roa .lo Rosa io la Boa-Visla.
Numero I Cus Ierren.
lina da Cadeia do Recife.
Numero 17. Pasa de sobrado de '.! nndaies
Rua da Ma Ir de |)'n
Numero 22. Can do sobrado de um'anlar.
I lem lua dito de dous enlates,
dem 25 Dta dito de um andar
Os licitantes baja ni de cnm|>raccr om
seus fiadores na sala das aessoea do mesmo
cons-lbo, as II botas di m ulula do mencio-
nlo lia 22 d i corrartte.
Secretaria do conseiba administrativo do
patrimonio Jos orpjios i de abril de 1858.
Dr. Vicente ivroira do Rogo,
n lario,
O li-cal '!a fr,'giie7ia da Boa-Visia pre-
nsa tle serventes para Icar pe .ras rara os
reparos do .te'ro 11 mesma freguezia : a
trotar com o mesmo (i cal na rea do M, n-
dego, cm i de sus reside icia.O Bacal.
Thomaz Augusto de Vasconcellos Albu^uer-
que Naranhfl i
Koram approhendilos pelo del-gado
ilejaboai. dons cavallos I BOUS V.nlailei-
rosdonos, com rncam manidos de docu-
mentos luti D< legaca do 2.- districlodo
Recife 13 de abril de 1H8.--(I delegado, Joao
Irapcisc Xavier l'tes Bando.
-',
*j
>
*
II
l\ /I


DIARIO DE PERNAMBCCO SABBADO 17 DE ABRIL DE 1858.
\
V
o
di:
SANTA ISABEL
com concha e corren-
13
m:ciT\ni\?,suA\nnv
M
EMPREZ AGERMANO-
ar .- a z
SABBADO, 17 DB ABRIL.
Subir' i' tcetia o bella drama n "> acto., do Sr.
Mendos l.aal Jnior :
Irlurea : lierniano, Silvestre, Itaimonito, Snna,
Li-baa, Roada, Alves, Bailoi, Sania Ilota, l>. M<-
no-la, I). JuaniM, D. Carmela, II. Manar J-
aaina.
Itrininara' o espectculo com a nova comedia em
um acto :
Aflore : Kiin.un.l.i, i.iabua, ltu.endu, Sauu Hu-
a, I) M n t ,i e D. Carmela.
Cara, de eaaapMtiM, ele.
Conwfara' as 8 hora.
Oa billieles arharu-se a' venda no eacriplorio do
Iheilro.
1 ll'OaJO de halarte
te de UtSo por :i
1 pequeo caixffn para Mi por 5"'(l rs
31 pe lagos de la boas de pinh i or 2.
i balrfio em s pedamos por2$500. Total
ID'320 rs., de Jos Pereira da Silva
30 cascos de pipa em bom estado, avelia-
ila por IOsi cada urna, total 5009 rs do Ma-
noel Alves Carioso.
'"a cas. i rrrea de tatpn na freguezia
res Ar ig idos n i mi de S Migueln 25 palmos do frente e 55 de fundo, eozinba
dentro, quinlal em aborto, cacimba propria,
em mo estado, a vallado por 1009 ra de Leo-
urdo do Sacramento, por Mara Bosade
Je.-.os.
Os rendimentns.nnu.es da nlarii no lar-
go do Coelho n 3. avlia los en U60jrs ,1a
viuva de Antonio Jos do Aluiei 1.
(Jota cosa terrea ni roa dos Pogos n. 5,
eoo 15 palmos de largara, e 33 ditos de
fundo, com porta ejtnetla, qnintal em a-
berto, eozinba dentro,chaos fo eiros,a qoal
casa tem 2 mies e frente de lijlos, o esta
em ntuili mo estado, araliada em 50, de
Antonio Gomes por Fauslitia Mara los l'ra-
zeres.
tis pretendeotes compnrcgam na sala das
| audiencias, as 10 horas da inanbSa, Jodia
31 iio c mente mez.
-Os agnrttes da companbia das carnes
ver es, constando-lites quealgumaa pessoas
-e i;in-ivsini de que nos acougues da compa-
'/ i ,;




^/T^"ac_,
GOMPANH1A
de paquetes
iiig-lezses
vapor.
.'.Ic o din 21 desle mez espora-se do sol 0
vapor Medw y, commandante Itivett, o (nal
rfcpois da demora du coslumc seguir pa'a
Sontliampton, locando nos oortos da S Vi-
cente, Tener i f3, Madeira e Lisboa, para pas-
sai;eiros etc. trata-serom os agentes Adatn-
son Howie $ C roa do Trapicho INovo n. 42.
:;. B. Os embralhoa s se recehem al 2
horas antes de se feeharem as malas c de-
DOia irais tima hora, p-g.nlo entilo um pa-
lacio alcm d frite.
'*ara Lisboa.
Pretende oarregar o sabir com brevidade
obrfgne pnrtuguez viajante, capit3oJo8o
Xavier daPonseca, por ter maktria do seu
c*/regiment prompto: que a no meamo
qoizer carrega', ou seguir oe passagem pura
o (|tio tem buns commolos, pode'a enten-
der se c>m os consignatarios Amoro) !r-
mltos, roa da Cruz n. .'!, oo com ocapilo na
praga do commerclo.
Para Lisboa o Porto.
tiegoe com brevidade o patacho brasileiro
Constancia, deprimeira marcha, para ora-
lo da carga Irata-so na ra do Trapiche n.
17 eom Bastos & Lemos.
Para Lisboa pretende seguir vi r ge ni al
o ultimo do corrente mez a barca porto-
gueza Noria Peliz, forra ia de colrc, de pri-
roeira marcha,capitfioZererino Venturados
Sa tos,por so achar rom meia carga a bordo
pa-a o i esta ule da carga e passageiros para
o que (em excedentes commodos, trata-se
com Luiz Jos ,1o S Araujo ou com o cap-
tto na praga.
SOLT!
no
.
&

.... .
. 1.1 AD\ CADEIA, DEFRONTE DA ORIiEIj TERCEIRA DE S. FRANCISCO.
' >J se achara seinpre os mais acreditados medicamentos lantoem Unturas como
m ,iooiiios, proparados con o maior escrpulo o poi precos bastante coi mo os
PP.OECS FIXOS
.iiea ,i ti.i Bgr.ndes.
Iota de a* ..
Dita de 36 s
Dita de 48 c i
Dita dafiO
Tubos ivulsns a.....
Frascos letinturrademei* onca.
lO/OOo
, I N
aojooo
I >00|
2*000
iinu.-.i a* medicina homeopathicado Dr. Jahrcom o ii(._
conario dos termos de medicina :. .
Medicina dotaestica do Dr.Henry ... ,
Tratamento 'o cholera morbos .
Repertorio >-jD- Mello Moraes .
2000t
lOfoO
2/llOC
v- rr.iin.\s puf.,.:
A Aderercs.le brilhanlrs,

I-
aleelea, liri.,
j i roaelai, liotSu e am
' le MiTcrenloa a uto o 'e
* dvereai pedral da valor. -
* olaad
I uu por obra).
? v
nliii s^r vende ca"' e por pVefJO maior do que l diamaDlM perolaa, pal-
o sjuranci i lo. e deven lo, ou repelliro vei.e-
no que tses queisas pii'P'Mm, ou p'cvfiiir
qualquer abuao que poaaa hayer da (jarte
ios lalbadores, rogara :: qualquer p
quem nosacougoes da companbia so exigir
prego maior do que o annuuciado, se dirija
inuiie liaiameiil; ao sol telegado ou aulori l
dade lliciil lo luga', e fa;a pin ler o la-
Ibador que semelhante abuso commetter,
Cji.su i.'e hattil s.
Neste estabetecimenti precisa-se de um
srvenle escravo, ou eonrpra-ae um escravo
que na > seja mogo e lenha boa conducta.
AltengSo.
OfTarece-se um rpaz Brasileiro. 'le boa
con meta, i la de 18 anoos, para caixejro,
islo he, prefere loj de salgado, ou algara
armazem de assncar: qunm quirer dirja-se
a typocraphia desle Dirio, qoosedir.
alu^a-se um sitio oeoueno em Santo
imaro, com casa para paquena ramilia, por
luguel commodo : a tratar nosegundosi-
tionaesiraia que fai para Releo, casi en-
carna 'i.
- A pesaos qoe qoer fazer '.egncio com
8 taberna annunciala no bairro de Sanio
Antonio, queira annonciar s, a mora.la.
- Precisa-se slugar um >.\ o na Torre,
a margem i*o rio.
srnhnr qne annunciou avena de
urna boa taberna a em bom logar, apparega
no Recite no h eeo do Gongalves, armazem
do larinha n. 10, que achata com qucni
ir.lar
Alugi-se ou vnde-se um sitio com
boa casa ie viven la e luisa de capim em
Saiil'.tiiua de dentro: os pret ndeotesdlrl
jara-so a >ua da Cadeia do Recife n 30
- o abaixo asaignado previne pela se-
gunda vez aoa seus-devador s de naia le
anuo, que, se no improrogavel prazo le 30
das, s contar da data desle, n&o vieremou
mandarem solver se is dbitos, hem a seu
peta i rara publicar seu nomes, quantias, e
talas em que conlraluram os tuesmos, e
proco era j idictalmenle se u atlencflo algu-
ma contra os idus leve I.....s, por isso que
uilo i 1 nem esta resulvido a es e ar um
siidia mais 'epois que expirar dito prazo
Recife o de abril da IS5S
Jo-c Joaquim Moretra
Ra do Cabnga' n
- ssk:* -.?
i; uo E iit.vi \.
*" a ....
7.
A il*r>coi eomplefof dp
uro, r!ioi;i5 df'Oa*. i'iileci-
slfinelff, briicoi
. rordbM, Irnurpl
linn, fnednlhais* correiMfj
i o enfetle i>nra rrloaio.e
airo* mollocj objvcloi ti;
lro.an.prala.ooro.br" V' |V S" -s .'; : v ? ',""> -
" Ihanle5.dian.anlei.nrr.................i par.lho. eomplel

Compran, vendan ou
I

de



de
ore i i'O^miMfo < \
nrala para rbn,
. i -, C' tu ros
opa e de rlia e mul-
lo oillrot ObjCClo de
11 di.

or
Para Hamburgo scfue tor todo o
co i eute mi' ''
un/. de abril,
burguez Tritn
""'K1
o
por ter
i prompta.para o resto"tratarte com
son consignatario Domingos Alves Ma-
tlii'os, na ra rio Apollo n. i7K
ra o Havre
pretende sabir no lia 32 'o corrento a galera
fri are/;, idele, ca| tao Dorrulv ; este navio
ile primeira marcha, offerece excellent-s
commodos para passageiros quem preten-
der ir de passagem, dirija-so aos consignata-
rios Lasserre i\ Tlsset-freres, ra do Trapi-
che n. II.
ara Lisboa,
salte com brevitade, por ter paite da carga
prompta, o brigue portuguea Laia III. capi-
tn Jos Jatmario tn la-secooi osseqs c nsignalarioa Francis-
co S-veriano Ral lio ,\ Filhos, ou com o ca-
ri So na prrea do conntnrcio.
S3
CllTIViURA HAS LETTRAS.
W\

X
I
& ;.
EILO
Terca-eira 0 do
rente.
PILo AtJENTti
cor-
.- ...... '..-...
Jonsultdrio
CEB57RAL HOMEOPA-i

o padre Francisco Jo'o iie A/e- (
'''' i fe ,,pd" Bclifisilo-so presentemente />.
*\ ,"'|a pracs, eoccueando-se p'iva- "^
i livamettie na direcgandeseu estabo- %>}
i
THICO.
RA DE SANYO AMARO,
(Mundo Novo n. )
JjJ o iir. Sabino Olegario l.odger. Piaba '.
deoBMillai lodotse diae uleis, desde as tj -
-; lioraa da manliJi n 3 da larde. O.coiivi-Q
lea para virilas deeerSo ser dirigide. por
, scriplo. Os pobres s.lo medicado, gralni- ''
'" lmeme.


leci melo chalcogra bico, incumbe- *\
Be de exeei'ar ruin loria perfcicfio -.
e brevidade quaesquer obrs de gra- W
vor s tanto a talho-doce como a re>
lvo, regatros, retratos, Irttras com- /*
merciaes, bilhetes de vigila, musi- **
cas, ete. ; r desejoso de levar o mes- *P5
Do estabelecimenlo a maior ponto, (^
espera queas pes-oas, que prelen- )a
derem lacs objectos, nfio besItarBo W
em o'pocorar, prestando i-ssim nm
AI te i cao.
Oscnhor que annunciou fazer negocio
com urna das melhores tabemas.no bairro
de s. Antonio, qOeira declarar sua morada
para tratar-se com o dito negocio.
Lm esttapgeiro precisa oe um preto
para seivir em umsltio; a quem ron.tcr
dirija-se a ra da Croz :t. 4.
C. IDllOen, st.hio sueco, relire-se
rara a Europa.
A pessoa que nimticciou precisar de
6001 rs., dando um moleque i e garanta, di-
rija-se ra de Apollo n- 3 B
....... -....... -. -.i -. .
JjjT Paule Gaignoe.aenti.la.raaNova n.41 l
i mesniacaaat.m at-ua p- lenlril'ice. )(
"-'.' '......
........
Manuel l'erreira Lopes Draga, vat a
Europa a tratar de sua saude.
Mattocl Joaquim d Silva Jnior, suh-
lito Portuguez, vi a F.uro.a a tralar >e sua
saue.
Eduard II. J. Fox, negociante dcsla
praga sob afirma Fox Brothers, retira-se
paia Inglaleira, deiando por sen bastante
procurador, em primeiro 1 ignr o Sr Samuel
Norria, e em segu lo o Sr. Henrv Gibson
Pernambuco h de i bril de t-'s."
--- i'rocisa-se le urna criada que saiba
perfeitamente engome ar, e que preste mais
alguna servigos; pagase hem : na ra de
s. Rita ti. 37, segn :o andar.
A pessoa que linntrn manlou olT.'-
recor na roa do Hospicio n. 9, para venda
'li'i' leOvidio em latim adusumDcl-
pbinia.a estando ainla nesse proposito,
queira envia-ia para reahsar o negocio.
Roga-se un seohor que no dia quarTa-
leira, era uccasiao da saluda do l'iealro de
Santa Isabel levou or engao ura cha..'
de sol queestava debaixo do n. 98, sendo
que, o toe Ihe i erteocia era do n ll) ou 48,
I aja de ter bnndade de se dirigir na dos
Cuararapes n. 16, em lora de Portas, para
di i'.i/it o engao ; o annonciante faz o
presente anouncto por ignorar a morada do
dil i sen or, mas que o conhece bem ven-
do-O.
SAISA.
Chegou no ullit or muito superior
salsa patrilha'no aerlos [equenos, anda
eaia na alfandega e para tratar na ra do
Trapiche escripuirio n. 40.
..: 3
]0XSttT0RIOH01E0?ATIC0|
BB. LOBO IDSeOIV.
:ua da Caricia de Sanio Anlonio. ; ;
:..' O Dr.Lobo Moscozo faz tcieute
a quem interessnr possaque tem |g
commodos em sua casa para re-
-; ; ceber algunt escravos nao s pa-
} ta tratar de suas enfermidades ^
:;, como para fazer qualquer ope-
'1?
rras de ierro
No armazem de Burle, Suuza t C. ra da
u
diviso.
.. Bo ,, --,-~~...w ."iiitin: tufli ii v jal ld ta '-a
Cruz n 48, ha consUnteroenle as melhores dua de Sanio Antonio, que gvrava sob a flr
burras Oe Ierro que lem vindo ao mercado ma soeial de A j ,,e oiiveira A C ter
aleo presente de lo los os tamanhos, cofres amigavelmeoU dissolvilo a sociedade desd
o deposito commeroial n 6 da ra da Ca-
flr-
m
, ... "i33ui,nu a suvinuauc desde
no para otas de ailfereotesUmanhos, ol.deabiil do correte anno, e desta data
salitreinglez do melhor rehoado, retes deem dianle todo oaclivoe p.ssito nca i car-
palha Mineadas em Pars, que se vendrm gn esoh a responsabilidado do Sr. Mattoel
Pr ,n,H.mr"'Mve4- Uose de Oliveira. Itoga-se, portanto, a lo-
-- Uui in/pi- pnmnrar arrooe ,1,, nAimHn^ r>* .o..-,. o.r....
I
si
0 agen) Peal na f r l 11 So lerea-feira 20
do coi ente pelaa 10 horas "11 maulta no
armazem d Co -y nhia Pern irn
cotila de quem perte
DE
9 maslros < t gur; s.
Pegas de lona.
i esealer
na por
ueiiao
PiuU-f ira 2
renta
PELO AGEW
T
O agente Pestaa rari leilSo qointa-feira
3 lo orrente pehs 10 horas da muiiiii no
c. es d i alfao lega
DE
25 pipas de viulio linio.
>$:& >.
.' r ordfm lo Sr. pretldeitu,
; i qii.- a priniftiTi ie*Ao dn trrenla unoo li ? e
gj ra* losar ainanhfla lomingo), i9 'l1^-
kM ra* ,l" da, o i cau n. : < C 'i";i- ;\v
*:> r*a, S-v-rci-n-i il,i laciadadc CuHivadora <
Sg dat Latirda, 17 de abril d i
Joaqun* l'cera .Irrais,
I." recrelarin,
m
0 8r. Alfonso Peixotoda Silveira, tem
ama rarta na ra -laHadre de Daos n. 2.
.. i ffrece-se para caixeirn de qualquer
negocio um menino 'te r.' anuos de
ida le, sabnu.lo as % especies de cotila : que n
o t>riten ler dinji-se a ra da Co ceigSo
n 47
Zi&sociiicao |]oigvapii!C inao, 13, haveri isSo or linaria do
eons Ih i as 9 11- horas la manbSa, na casa
Je suas sessOes ra Direita n. |M, piimct o
andar.A. A. Ferreira Lima, primuiro s.i-
cretario
--.No lia 15 lo carrele as j. horas i lai le
in'o nm. bocetei a por nom i Luizirrha n
aterro I. Boa-Vista n. i vender fazen la, b
urna prela delta furtou urna caixa .te pr 'a
paia r:';.i', a i]u":i for offarec.i la leve a dila
casa quesera pago 'o tr balh.i,
-- Ftigio n i i i i i dn f.-ve eiro nllinn 4<
lugar de Sanhor da i de Cimbras,
perlenceote a Antoni llod ig Kri i las
Jnior, um ul itin o le mi Viciot no,
de id*de 18 annos, haix i e ;;r .-. i do c irpn,
cor 1 smaiada, cabell s r< ra pinitos, ai
porfolios, tenJo haiso do uu olho urna ci-
catriz de u o couce de c-vall i, n qual foi de
Francisco Dttarle, de Cari -Velhoj lia in
e ler si lo se luzi lo por cedas pessoas
qUH rea I i tan lo-s ir elle res >ons i
veis, rec unm ..- as ai.t>ri lad < !-
ciaes p capiles d cam o ,.i i o apprrhi ude-
r .....1"" m i S uth i si n ior que
a t.i i genei os imen a os.
--- Tftomaz Pora er,suht lo i ;.! .:, re i
ra-se ra Ingl er i.
... precisa se de ti -i caixci oque, tcn'ta
ortica de toja de < .lea lo ; na roa do l.ivra-
ii mi n '; i.
--- Par i! : i i,|| ;|.
i ,- \ a
!t im Conselh s o e t i
Ros para mesa i i o lomingo, 18
lo co n ni pelas 11 horas da mi nh i, :
ioia la missa, no c i,isislorio-da mesma ir-
e, uo convenio dos religioso, f a ti
cscanos.
Francisco Jos Caima'Ses faz sciente
litavel coi lo c >m ercio, qu leu
socio i. le ao seu caixeirn Attonio h
i. em sua luja d i roa la M di de
!>'sn 9. desde o I d argo do corrente
auno, sendo i sla enloa razilo social (jui-
& Amo m. i; cife 12 do abril de
I88
Prc isa-se de 2
12 a 18 unos, que ti :; ni i i I
co, para a citada ,! Mamauguape ; a tri-
i Recife, ra 'i i i.- .,.:,-,, |uj i n -JO
-- Faz s negocia com nm. das melho-
rei : bernas do bairro de 8. Anlonio, a qual
est muito afreguzada, tanto para a praga
como para ornato: quem pretender re-
nuncio
- o Sr empreg.do na alfniega dest.
ei la |e, que por este I) ario consta i i
removido para a d.i Corte, Cabriel Alfonso
'.i:: lena, n.lo sepiliera retirar, sem que
primciramenle pague a Joo da Silva L>u-
reiro trezenlns o lano-; mil res, pr. vem.-n
le .'o orna execugo de senlenga, qu -
tr. o meamo nbi^ve, e Ibe h? deve or, <
'" mesmo Lourciro a- aut ri ladea a
quem c ii...... ; .. n tn assaporle,
sem que mostr ter-lbe y
DA MENINA PERDIDA.
Desapp.receu i. je da casa d sua mSi
un a enanga i nome Peliciaoa de 5 anuos
de i la r ga, d i gola si rena o" causa le
hexig s piel ve ha > mi / a n vi sti
i m c ., ., i x ,. p,
qu l til RC arl i qu ; | ,,,. ,-,. .,
.1 (' II lZi C I, <| no !>' i
., .. J, I.
que a mi di -si n boi s n lo I
a -e un .ti a | .
i | i i i i Fermn lo, nao
iua lie utna
u i (ilhinha
SEGURO COITBA 0 FUGO.
COUPANUIA
ALLAnCE.
"stab"'eei(Iii em Londres,
em margo de 1824.
CAPITAL
CINCO MILIIO'ES l)C LIBRAS ES-
TERLINAS.
Saunders, Iirolliers 4 C. tem a honra de
informar aos senhot 9 '.ociantes, propie-
tarios de e.isf'S. c a quera mais convier, que
esto plenamente aotorisados pela di R com
panhia para elTectuar seguros sobre edili-
eios de tajlo o pedra, c iberios de tena, e
igualmente sobre os objectos iue conlive-
rem os meamos edificios, quer consista em
mohilia, ou em Fazen das de qualquer qua-
lida le

DA
9
'nblc cao jii a.
lia chegado de Lisboa, a Manoel do Nasci-
mento Pereira, roa de Apollo 0. 6, segn lo
andar a obra em 8 voluntes '11 eolia do !>i-
'"' ito Penal, pelo conselheiro Silva Frreo ;
para ser entregue aos S s. subscriptores,
pelo prego de. 10-, e para OS que nSo sao,
pelo de I3, pagos a visl.
Precisa-si lomar de qual.ro a cinco
c oos de res a premio de um por cento,
dando-se um predio 1 contento por hypo-
theca: quem pretender esto negocio, an-
Duircie para s ir pi ocui
Oeironte J;i onlem lercef
fll '. .-". IIU'KCO
CONSULTORIO IIOMEOPATUICO
ilO
DR-P. A-LOBO HOSCOSO,
ilico p&rteiro e operador.
Onr.LoboM so, da consultas lodosos
!'. e pratica qualqi io ci urga,
ssira corno,accode coi:, toda a promptl
as pessoas m preci fren los u prestimo
para o servigo de par ., rallcaudo aso-
icracOes manuaesou iitstrumenlaea, quan-
!> na possa conseguir result,.dopoi
que tantas vezeslem va-
lo liiculdades, que parecan iust
1 ar 10. s doentes tero tratados
p: la lionaeopatliia ou pela allo-
palltia, conforme parecer mais
c inveniente para a brevidade da
cura. Adverte que recebe gra-
tuitamente nina ou otttta pessoa
que precise (azer alguma opera-
i;o '. e tpie por suas circumsta-D-
cias nao possnm satisfazer asdes-
pezas de tratamento < nao queira
sujeitar-se a ir para os hospitaes.
;. 0 puco do tratamento dos esera- s*
.-'5 vos regulara'
informe a
ci -J.s a
dail
4 VSBlEtO
cor-
til
' V 'IS
Seguro ennt
ra
V

'os diminuidos

.LIA-
OS!-, tltesouroiro mana faze
Se acham venda to los os lias, das <; horas
da manh3a as 8 da noila no pavimento ter-
reo da casa da ua da Aurora 11 -JG, bilhetes
i meio da quinta parte da prjmeira .
doGy nasio Pcrnaoibucano cujas ro
darSo impieterivlmcnle no da 31
rente mez T esouraria las loteras 10 de
abril de 1858.- Uescrivo, 1 M. :, Cruz.
No primeiro an lar ". sbralo da ra
da Pendan-3, for eco se almocos-e tanta-1
por 23s mrnsaea. lu ico e jnl revulso COMPANHIA NORTIIEN, ESTABELE-
lugai urna CIIU EM LONDRES,
preta qu si a : I gei I ag i-.-e bem.
O'iem precisar de um perito jardine-
ro, dirja-se a roa do Quctroado n. 13, loja
du feri ig ns, que 1 chara c in quem tratar
Precisa se por R m?zes da qun in de
801 i*a. se 1 veiicim nto 1 0005 .
quem q r eate negocio 1 nn 1 : -
--- li quii 1 c 1 da rus de S. G n-
galo n. 20, furtai 1 .,, da lado
' v umcavall 11 ,,,,, C00J
imsi ;nal na te ta, um pe b.anco, 1
ante es cito, e lem os j>e ntaicas
le te caln lo ; qu 1 d l| souhcr, dirij>-e
m sma casa, uu .1 P inte le llchoa, sitio da
Hapella, que ser r c mpeusa lo
Uanoel do Nasc'menio i'erelra mutou
a sua residencia d ioa le apollo n. 16 par*
a mesi ia 1 ua n i; cusa le um 11
diarios :.'.
gravidade da rooles-
-. tiacotempode curativo.
. -.-.... .
- A ressoa que annunciou precisar de
' a o ro s de n'is. dando or hyootheca
um predio, dirija-ae a travssa da run da
Madre de Dos, n t*, 2 andar.que la ;e dir
quem fz o negecio.
Pieri-a-se de unja c sa terrea no bair-
ro da Boa-Vista, ci m qilii lal e cacimba,
':"' MJ:I :,i' 01 11 si es quem ti
ver e quizer alugar, anouncie pelo mesmo
jornal
ova frmtiiapad
Quem quizer comprar argoes do novo Idos os deve lores do dito deposito dlniem-
.anco de I ernambuco compartga na roa do se quanto antes solver os seus dehitos alim
IraptCIte oscriptoion. 40. ,vte liquidarem as cotilas da extincte lir-
PENTES DE fAOlCHOL'C EM)" J;aPnqnao.ej.a.,ncommod.doja-
RECIDO. DE PAVlLLE-DELEBABR ... I>erdPu.se um p do ntor0< Uc w_
1)1. PAUIS. I ro, de metal branco, com a respectiva mola:
Ouatro annos de experiencia tem assegu- quem o tiver adiado lev a coetteira defron-
rado aos perrtes de caoutehouc a voga que te da igreja de S. Francisco, que sera gra-
raije tem, nao so em Franga como no mun- I tificado.
te inleiro ; sao sem COnlradcgSo os mais
agradaveis de lodos os pentes, mais blandos
que os de tartaruga, sao os nicos que nao
fazem cahiro cabello, por causa da eltrlri-
cnlade que conlem.accrescendo a estas van-
1 geni a de nao serem ruis caros do que sa
de bfalo, a esta admiranvel invengao de
exposigo universal de 1855.
Precisa-so de urna ama escrava para
to lo o sorvico de ww* casa de pouca familia,
ou (litando nao nina prctmtia, mas que sala
a ru : quem a tiver dirja-se a ra aa Guia
n. 4, ou entilo annuocia para ser procura-
do, nue ser alugail* impreterivelmento
mpt '6.
-- Compra-se o compendio da direito ci-
vil de t. Ca neiro : na ra de Murtas n. 16.
... Comoram-so enectivamenie na ra das
I lores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vt la publica e provincial, aegocs das com-
panhias, da-se dinheiro em grandes e pe-
quenas quantias, sobre penhores.
Compra-se elfectivamente Itronze, lao
tao a cobre velho : no .-leposito da fundgS-
da Aurora, na ra do Krurn, logo na entra-
da n 28, e na mesma fundgao, em Santo
) ~ ~ (t\\ Vm,ro
!& rCCIf?a"S 5 "" (:niPra-so urna escrava prcta, de na-
,1 "2; ?ao oocnoula.que s.iha bem engommaro
jgf oe uma ama lo-ra para oservico in- (-a \ que seja sala h soce^ada : a tratar com
, \ terno de orna casa de familia : a Ira- Manoel da Silva Sanios : na ra da Cadeia do
Zi lilr em Fora de Portas, ra doa Gua- '
'9 ra rapes, esa do professor i>ublico. a90fe^@tttS-0S-0
Precis8-se de um bom ehbil ames-
sador para uma pad ria no mato : quem se
achar habilitado, dirja-se a ra estrella do
Rosario, armazem n. 39, que sobar com
quem tratar.
Precisa-ae de ums pessoa que entenda
bem de fazer v las de carnauba ; no depo-
sito da ra to Vigaria n. Ja
Desspparecea da casa da Sr. Htnoel
Joaquim C.rneiro daCunha na ra dos Pi-
res, uma viera com uma cria de 6 mezes,
ponen mais ou menos, no '.lia 13 du corrente
alarde: quem as ilver adiado, e>s entre-
gar, 00 oer noticia certa d.lias na ruado
Hospicio, primeiro sobrado adianto doGym-
nasio, junio a taberna, ou na ra iloliii. 1-
m don. 6, prircelro andar, sera generosa-
mente 'eco npensado.
No escritorio 'os mnibus existe uma
trouxa de roupa : que.n for seo dono,dan-
do os siguaes cerlos, e p? gando o anuncin
Ihe sera entregue.
Recife.
Compra-se um cavallo rugo, sundo
novo, do arrro, ou propiio para islo: na
ra do Livramento n. 33.
Compram-se. 50 lijlos de marmore :
na hvraria n. 6 e 8 da praga da Indepen-
dencia.
Cmnpra;e uma propritdada iia em alcana,
ilas |.riiiri|>i ,Ua5 a'nl. ci.iarte. e que rend pon-
fo mais mi nien..s joObOCJ r. anniiar, fiando..
predio em bom estad*, e deHnbar^.d*; qunn
quier, irle na ra da Cruz, eirrlplono n. 1!I.
Comprarn-SH 30 pes de larangeiras de
umbigo, 6 pes de frucu-pao, e algumas ou-
Iras plantas dlffereoles, e isto em caixOes pa-
ra embarcar: quem liver e quizer vender
procure no largo do Corpo Sanlo.no escrip-
torio de Manoel Ignacio de Oliveira & Filtao
por cima do trapiche da companhia.
a
DE

. ro c iorouzc*.
Na fabrica de eaideiraria da ra do Krom
a. ^s, coi,'uc ;a i,,r fabrica do Mosquita,
.lem das obras de que at agora se tem en-
r.arreg. lo, de robre, brome, estanho, zinco,
chumbo e folha de I-landres.
Fniide i|ue^ijTier obras
de ferro,
seja qual Tir o seu modello, tanto para en-
genho e agricultura, cono paranaviosou
va poresj como seja c\ rodas dentadas, c.iii-
dros, criizelas, crivos n portas para fuma-
litas, rr.anr.escon bronzes i^ra engenhos,
escovens e quaesquer pegas de maelii-iismo
ora navios ou vapores, ludo com pr
perfeigSo o commodo cr co Na
iiigio precisa-se de odiciaes de caldeireiro,
1, e al. ui s srvenles
fo'ros OU ese:" i'us
-- Precisa-se de 2 amassailorcs c 1 ror-
neiro borra, e I menino di I i annos: na pa-
d 1 a ito Liv cento n ::

O
I
,-*fc H




N 1 scri ton 1 -:,, abaixo s igna lo na ra
igion si, vendem-se 1 nli tos da lo-
le. d tiro ittcia 1 elos prego
sendo dn 100) para cit 1 .1 linl......1 avista.
B1W1 nii los : J500
M ios ditos .'i!
P. J. L yme.
--- !'. Souvag retira-se para a Franca,
continuando na gerencia de nua casa com-
mareial o Sr. Mara hVrncl.
Rm praga publica do juito dos feitos
da fazen la se h." i de arrematar em ulljia
pite., os bens segnii'es :
l'm.i parle do silio no lugar 'la Trcmp.i n
12. rom uma grande c isa d sobrado de um
andar, ten lo dt palmos de frente, e ilu d-
In 1I0, nlem de n-i grande terrago lodoen-
vdraeado, e sendo o sol 1 proprio ; rujo
sitio tem alguna pe* de Truel iras do di ll-
renles quali.lades, e basta les parreiras, 11(11
tanque e3 pequen.s cae.mbas, ditas majo-
rca com bombas le Ierro,sen lo uma coberia
do tena sobro ,,'lares, p,,r 363J599, de Ma-
nuel Jos da Silva Guimarlea
Urna Ci- I- r n -., r,vJuL>/.a da P.oa-Vi-t-.
trtvessa da Gapunga n II, a ,,:.| ,.., .,:'
palmos de frente, e 53 funio, cozioha
dentro, qt intal e n abrto, chitos ro .( 0s
avahado por 1 s- rs.. de Hosa Mara de Oli-
veira.
I.'m terreno na fregnezla de San-Jos, na
rui [mperi I, o qu I b o 30 palmos de fen-
te o 46 de fundo, em cijo terreoo ootr'oi i
lnha urna casa i rrea com o n 319, que '' !i' '''' ''''
boje se acha c hida, p r isso foi avahado o 'ni <"','-ie-in laque rocua
l /Tai 9 '
ha
NI ES
'. t\st.e> (v V .
v Hvraria n. < e 8 da praga da In
r. II lm que mo-
ni na ra do Araga i, o lev marcin 'ia,
Francisco Gongalves Nelto, subdito
-Ocorone! JosP droVellozod Silveira, portugus, sua familia e uma criada, v.o a
o ni r, que quizerem '"Va-
lica a i i'iio .-". do mandioca, os ter- .. ,
r'tios ara cssa lavoura, que dos- Precisa-se de urna ama t-ar casa e
las da I cada, Soiintia m, fquena familia ; na 1 gado Rosario
uhl i^:' a tornee, i -
I '.es......entios p anona, rom ti
os p i agua ou p r ai-
les, com a condigo de Ihe p gatera 10 o
! oto nica mente aa furnha quevendei
COMPANHlt DR SEGUROS F.0UID4OK.
Thoniaz do Aqiiino l'onseca tes da companbia de aeguros martimos E-
quiiade, eatabeleeida na ci la lu lo Porto a-
visa i ao commercio em geral, que. se, acham
autorisados a effectuar qualquer segur, por
Bonla (.aquella companbia, em seu escrip-
torio na ra do Vigarion. 19, primeiro an-
ta r, las 9 emea buras da tuatihaa as 4 da
tarde.
Quem iiv0r m, milgerr, j0 senhor
Crucifica toem segunda mao que seja per-
feia cquoa rruzca pebanha nao ce ta a
i palmse a quizer trocar dlrija-se ao pateo
do Carino esquina da ra de Militas n >,
primeiro andar, mi annunei >.
-o Antonio Pereia, subdito portuottez,
vai a Europa tratar de sua ssu 'o
-Precisa-se fallar como8r. Francisco
Martns deAguiar e Silva : na i ua do Amo-
nto n. 39, armazem.
--- Precisa-se de uma a.:,a que saiba co
zinhar e fazer ludo o mais a rvigo de casa;
na ra do Caldeireiro, tab"'iia n CU
J. D. Ribeiro da Cunha, bacharel
em (Incito ptop e-s a advogar uo civel
e commercial, podendo sor procurado na
casa de sus residencia, pateo do rjollegio
n. I segundo andar.
Luik Jos de Sa' Araujo retira-se
para Lisboa com sua familia c uma criada.
Arrenda-seo engenho C.ijabusu-
/.mlio na freguezia do Cabo, e pertenecn-
te oo mosleirode S. liento da cidade da
Paralaba: a tratar com Frei (al.lino de
Santa Ignez.do a 15 de maio vindouto
no mosleirode S. Benlo de Olioda.
Ni roa rio Creso loia n. 12, recbense
pelo ultimo vapor da Baiopa o melhor rato
fabricado na mais acredit da fabrica de P-
ris,s boaqnalidade de quo h feilo uSo
precisa elogios a se continuar a ter promp-
ta venda, aver remessas por todos os va-
pores.
O propretrio da ofOcina o galera de
dagaerreotypo do aterro ua liaa-Viste n. 4,
lerceiro andar, lea lo da ir a capital do im-
perio, so tera a sua oUJci a gal lia abertas
ate os los do prximo futuro mez. as pes-
sus quedesejarem honrar o seu estabt-leci-
nienlo e lie r com ua. fiel e perfelto ret a-
le, dignera-se eproveitara occasitiu.
:> asa de
! I r- Ignacio Firmo Xavier, roca-
he em sua casa de saude, que Gca ao
",'< da estrada da Pass in da
/n Magdalena, ent e a ponto gn n Ice a
'''' i do Gh ra-M mino, ta I
1 'do- ntes, aiiangando o me-
1 i nto, o mi: i /.i In e c.ii
i o local Btn que
' dilica lt a cas. destinada i r..
;^^
ralis i livre de fo o a que con-
de Suas tallullos e
' > ti I alha empregt
He chegado a loja ie Leconto, aterro
.7, iccllent Inte ,
rosa branc i, ai efi esc i clli, tirar
. iguala ei
! r e fazer eres
' cabellos; im como p imperial.'
lyrio d ...o da-
cura e o avellu-
iidod.i prim trusa da vida.
:. -. .
? ..* /

POV
l
(I
o-.ixo assigna lo e. impra bilhel da
lotera ja reculhtdos
ja ra do Collegto n
Atea qoanti. de
De IOj para ci a. .
.:
' los se :::iii s r 'go
:.i, p ie. iro andar
, i i |ii ie dcscon'o
io ;i|ii ,!f. descont
P. 1 I. yme.
Precisn-se de urna nma l'rvre ou i ;-
era va para fjzer todo servieo de uma casa
de ditas i-.- .i- c -.: I -, ii i se duvidu
pagir bem corntatito tiiie a ama de
..... i ,. '. i i'recisa-fC alugar um va so para
i) icla : a iial ir no ^ fftindn an lar do ci zi
Precisa-se de uma ama de leitc para dar
I ile a urna menina de 3 mezes : na ru -.
Augu u u se, ou na ra do l.ivramen-
lo ii. 33.
Traspasa-seo arrtaz;m < sobraJo da
rus 'o Brum n 2-i, t rio o Sr. Bartholuineii Francisca de Suuza
iara o fcrrenlamento e para caixfi s eos
oais pertences do mesmo armazem com
I liz Jos i S i Araujo.
.:>" :; : ;
i) l'r. Ped o itilonio Cesar est re
si lio lo n primeiro andar do sobra- '"
do da in litreit. n 120, onde p le
ser | i oeu ido ara o ei rcicto o sua
.-. prolissSo de medico e parleiio. Aos <..
pobres di con- ult is I is 6 >s 9 boras ';'
da manhSa, eos visttat e suasca- '--'
.' sas gn tui.in '.,:
' '''..'.
.-..'-'...'
n ,4 ao p da botica do Sr. Pinto, loja de
calca io.
liento Jos Pereira, subdito porlu-
u /, v i k Portugal, levan lo em sua com-
panhia v Si. Thereza da Jess da Silva e,
seus lilhos Aima Mara Pereira e \: : i
.....o i', runa de menor dado, sendo este
Itrasil iro o as duas untaran* de Portugal, e
.'uiante a su. ausencia isa por seus bas-
tantes procurado! s ene rregad s dn lodos
osseus negocios, em i niro logara Sr
Joaquim de Oliveira Pinto, em si gundo o
Sr. li mu. : re liv -ira Pinto, e em tercei-
rooSr Jo o Athanasio BiitelPo : quem se
julgarseu credor apr ......-sa para ser pa-
::<>, a-so.i como pede aquellas||pessoas que
se acha n e ebi o run .> mesmo, qui os
'li.im satisfazei no traio i 8dr>s, cun-
i dosda data deste, do contra ro recorrer
aos majos que a loi Ibe confure. Recife I
le abril de I 133
0 abis BSSignado, cheg-ndo inti-
mamente do Maranhiio, e prelendendo de-
morar- e nesta cidade, assignar-se-ha Jos
Rodrigues Gongalves Ferreira, por haver ou-
iro de igual nome.
Jos Rodrigues Ferreira.
Precisa-Se d < uma ama captiva ou for-
ra para o servig > de ensahoido e engomitia-
do do uma cas. de la tilia, pags-se bem :
na ra da Cruz, sobrado ti. 2.1 ao la I dil si-
lo do cliafai y.
o si. que nnnucciou a venda de uma
boa t bern. e em b >m lugar, queira appa-
recer n. ra do Goi rlvs, armazemn. io.
que se diia quem co npra

i st
m
S
111 '"S, Si!'
','A as qua estaco slruida, os commo- '
9 dos de o edisr>, o aceio, ordem, (^)
e regulan '' que all Sfl encon- |
. tram sSo enndigcjes ponderosas para *?
'-? urna breve eu'a e completa resta- ^S)
gh l.elecimenlo As pessoas que quize- sjft
rem ulilisar-se de s o prestid o po- *^
dem di i ao pateo do Carmo,
sobrado n 0, primeiro an lar, das
10 horas da manhla as S da tarde,
e di ss. ho a em dii nte no seu esta- W
belecnni nto (Si
- Prenle Vianni f '.. avisam ao com
marcio e com especinlid d' aos seohores
que :i -e i' sm li In .. q o perJeram uma de
rs. I:000j0f0, assignada pelos rs. I) min-
gos ito Irigues de in Ir de ("...cujusaqu he
de30 ne marga prxima |.ass.-lo a 3 me-
...veniente 'cerra de carnauba, mas
parece aos aununciant s que dita letra nSo
eslava amia pore'l sassigna acotisaca-
dores, por isso proteslam Contra quem a
'


Aa ua da Senzala Vellta n. 131, ven-
dc-se unta vacc muito nova ; quem a pre-
tender, dirija-ae a mesma casa que achara
cura quem tratar.
Chapeos ti-- pal ha da Ita-
lia '. de feltro,
Ven lem-se chapeos de palha de Italia do-
brados e. singelos, e chapeos de fellro de
diversas qualidaies, e por commodo prego :
era casa de Basto & Lemos, ra do Trapiche
n 17.
ESCIUVOS.
Vendem-se escravos de ambos os sesos: no
escriptorfo de Ilr8ga & Antones, ra da Ma-
dre de Dos n. 3 primeiro an lar.
Vende-se milho de Cunha em saceos,
por bsralo prego : na ra Nova n. 55 e 65.
onia.
PrenteVianna &C. venJem em suos-
criptorio da ra da Cadeia n 57, superior
Komm. do Araoaty, por preco commodo,'
em porgues de 5 a 100 saceos.
Vende se um bntiiio mnlernti com
idade de 20 a SI anuos, bonita lgura, e sabe
cozinhar : na iui da Cadeia do Itccife n. 35,
loja. .
Tnc i parle
Tamancos de lustre enfeilados para senho
ra a 800 o par.
Pilos como preto para meninos, mofados
a -jou reis n par.
Sortimentn em grandes e pequeas for-
goes, por menos do que em oulra qualquer
parle
Bia graade
fabrica do tamancos da ra Direita, esquina
que vira para S. Pedro n. 16.
Attencio
Na ra do Vigario n. B9.
vendem se
por
menos que em outra qualquer parte, os
objectos seguinte, milho do Lisboa, o me-
lhor que ha, arroz da te-ra pilado, velas de
carnauba c de eospoaieSo.
Ven lem-se tres escravas de todo ser-
vigo, Unto ile casa como de ra, c ptimas
para en-tiada ; ni ra Direita ti. ?,.
- Ven le-se um encllente piano inglez,
horisoulal, por commodo prego ; na ra da
Uangueira n. 18, ou nos Aducios, casa fron-
| 'la a i-n j .
N A HUGO & 0..
rom
loja
na ru t Nova 11
rl.
seg-iiuite :
vencifin >
Palitos de panno preto fino.
Hitos de casemira meselada.
Ditos de seda preta e de cor.
lotos de al-.-ea dila dila.
Hitos do ,.allia de sed.
Ditos de briol branco e pardo.
Suhreluiodoc sentir de cor.
calcas de casemira preta e de cor.
Ditas de bi mi de cor.
Di'as de 18a.
Golletes de se la do cor.
tutos de fostSo
Camisas com peito de fostSo branco,
Ditas de musselina.
Ditas de fustio) de cor
Ditas tu linlio.
I.encinhos deretroz bordados para sonhora.
Lengos de linho para homem.
1) tos de p.lha.
U a- pintadas para meninas.
Di'as para homem.
Dilas brincas para senhora.
Chapeos de aol de aada para senhora e ine-
ninas,
Hilos para homem.
Hilos de palha e do seda para haplisado Jo
meninos.
IV tos pinta "os para camisas.
Ditos branc
Ritoa bordados.
Luvasdeseda de lo lis as qualidaies para
senhora.
t"nha em seu poder, aind. qiando a pules- Dita-, para homem.
so ) e-i, 60, de Izidr i M jqu Colonha
1c na j de alto por i
Itmedi t. s 1 Dan Ir s por 1/ rs.
i ha lil vasio porejao rs.
- pesos de le ro por i ....
o medidas do uta loir. por 19 rs.
ni diz, o or isso esp 'ra na ca-
; r suas ligo t'S
--- !' ,., .,. ., ..,. .
rvig i le casa, des j -
i com perfeicSo : no ater-
ro da llua-Vi,id n. II.
sobrado n. 20 !.> rialeo do Carmo.
T; Ihe
Grande ~^-'r unto de talleres para mesa,
da cabo de marlim, huf 1 i, osa i e vi. (.'.
Hieres te i tal do c i nci B >ara sopa e ia,
long de estanho pa-
' coznha, li re daa, tu lo por pre-
go co o ,, o ontr ia muit s fci i
m u i 'i.s, qu ni la ii uito
loj i le i i |
na ru i ,\ iv;. o go
Pt cis se de uma sma do leitc
ra do Hospicio n, 15.
I.uvas de sed i para r. eninas.
Basqujnas de fil brdalo, guarnecidas com
litas le vr-llu Jo.
Ga las linas para vollareto.
Pe fumarias linas.
Crav.tas ese la pela bordaJas.
Maulas co i : l etes.
Vi-i de invernn parj senhora.
Ollas para m.....as.
':' apa- le se la para homem.
Dios de castor :-opa baixa.
II tos de fellro rapa alta.
,o,v.,w, Ao Sr. Secutidno Ayres Velloso de; I>1' dito copa baixa,
;;;;;.; Mello, sargento do nono baalsno de cace- Botn de Rezerro para homem. I
. dores, piucisa-su falbr na ra do Crespo Borzeguios le pellica para lime i i de hi-
'* n 19. raque .
Precisa-se do uma ama rara o servigo Sapatos le Iust c com elstica.
uei familia ,- em '
-'"D assignnr como s.cadores e en lussanles
por traspasso, por ipr-nto estilo os aceitan
es prevenidos e a b>-m que naqued. data
I liles conti rara ni rea de Carnauba, o nSo a
outra qualquer ess ia que fi aiidulentamen-
le se mo-tie s Ca lor na dila letra.
Precisa-se do um amassador, e paga
se bem ; Ra p. lat ia >! Si nto tmaro.
Precisa-se de uma ama da le le, e pa-
ga -se minio bem na ra da Cadeia de San
io Antonio, ao segund sn lar lo sobra lo n
l, junio a cochetra lo Sr. Clan lio
I
l.a
i cas. ini". do raoinb i
i, na : Santa Rita.
- I', eei-a -se Oe b ms i s ; ni
ria franeczs, no s crio da Roa-Vista
n 5".
'.'.
- ...... -
Jo; qulm I! i; bosa I ma ala iu u
curso de to s os prep*ralorios no ,'.
a 13 deste mez : ru. da U.nguei- '-.-'
n 5.
........
-. -. ...
-..- Precisa-se de um ia.az p>ra criado,
r f re- |u saiba bolear; a u 1U1 ni tua
do Apollo ti. 2i,
E<*onoini.: lio uesl
Cemento inglez para colar vidros,
lenca ra t bina, ou b bat ro marflm,
marmore, ma Ireperole, tartaruga, '
el", prego 29 cada vidriuho Ven- .
; imi av I cumposigilo, .; j
c|ue resiste a a i o ao f igo, e nSo .
prlv i. -,.'.: de os l ':
irem o liaiian "ni", na roa a
j Oueimadu n: 10, leja de Leite, Ar- '.'.;
tiur ,\ C .-'
' '- -.
......
Aluga-a* c-iia sala de um p imeiro an-
rua da c.r z n 40 : i in lar na ma
da c lea, escriptorio oc C .1 Astlev & C.
Precisa-se no atorro da Roa-Vista n.
ira ; mi i de i" te que nfl > traga Olho.
-- o p:l e lieriiaidiito l'exein Machado,
relira-tte iara fon do iiujieriu,
Hitos com orelha, fcma ingl -za.
il) os com eat a i biix. com salto
ello.
Hilos le li / r o com elstica.
RtOS ile lustre para rapaz.
Hitos de b izcrro para dito.
Bu zeguins t duraque para senhora.
Hilos :iara meninos.
interno de uma casa de pouca familia
Santo amaro-, casa loSr. coro el Lame,ha. I
O- senhon s que recisam de
e le i." > na c m seguranga,
conforme annunciim no Diario de hootera
15 o lem di igif s a ma \ugusta n .
i '' m tr lar a res teito
-- precisa- ede um caixi i o pan le Hi-
lo, de 14a lannos de ida Je aue s.iba ler *Sua decilonia de Piver,
rever. P rlugue? ou Brasileiro, eque -g"a de^Lavande.
IC fiador a sua conducta a tratar ni pala- Charutos finos da Rahia.
ra da roa 'os p. scadores. rga. ,
Precisa-83 de um caixeiro que tenha IJOlOS (le lliarlOre.
pr licade t b rna.eserev. s.fiVvelment Ven lem-se lijlos do marmore chegadns
, da-se Oomorle- ltimamente de Genova ; em eeaa do Basto
o; quem quizer (ole ir ou mandar di- & Lemos, ra do Trapiche n. 17.
zer no aten o da ua-> taberna daca-, Vndese um excellenta cavallo boro
IquluidoboccodosFerrelrosn 42, 'andador ; na ra da cadeia Vellta n 3
II
l\ /I


DIARTO DE PEI'.NAMBUCO SABBADO 17 DE ABRIL DE 18..8.
Na loja de Tino-
co Barros $ C.
Na ra nova n 2, defronte da Conceicilo
dos M litares, vendem-so gravatas feitas ;i
800, damisco do seda fino, covado 15800,
clipeos francezes pretos 6#500, ditos de mar-
roquim 2/500, tapetes proprios para sala 73,
sndinhas le quadros 800 o eovado, palitos
de sirja de cordflo 83, manguitos cora g"Us
finas4/, :;aias borladas .1?, fortes de vesti-
dos de seda com loque do mofo a 303, ditos
degorgurao, limpos 215, popelinas ondea-
das com listas do seda a 850 o covado, cha-
peos de sol do seda grandes a 73, riscado de
linho lino a 200 o covado, gangas para cal-
tas 560 (i covado, luvas de lio da ICscossia
escuras e brancas a 800 o par, ditas lina a
19, cortes de cassa de salpicos brancos, linas
a 4j>500 com 8 varas, cortes de colletcs de
pelucia dn seda a 63500, e muitas outras fa-
zendas por menos preco do que em oulra
qualquer parte.
VENDE-SC
um sitio na Raixa-Yerde ,'Capunga) com ca-
sa, viveiro, cacimba d'agua de beber, fruc-
teiras c bf nlio : na ra do Fogo n. 8, se dir
quem vendo.
Superior oleo de
ricino em latas de 30
libras, vende Prxe-
des da Silva Gusoio
cm seu escnptorio no
caes do Ramos n. 1.
Na obra da ra Direita u 81 ha pra
vender por preco commodo podras do boas
qualidades cm bruto e feitas em vergas e
soleiras.
Vende-se o sitio quo foi do Galhardo,
no lugar co Remedio, Bonde est morando
o Sr. Jos Thenorio de Mello, com 2 casas de
vivenda, ima no alinlia Tiento da estrada do
Congy e outra malor no centro com cacim-
ba de agu de beber ao i-. alguns arvoredos
de l'ruclo, e bastante trra para plantaba,: a
tratar na -ua do Collegio, loja n 9.
Passeio Publico, ioja
n. 11
Vendem-so lencos de soda de cores para
tabaco a 8'JO rs. cada um, cortos de casemi-
ras grossas para invern a 35 o curte, mus-
selinas de cores, fazenda superior a 3-20 o
covado, brins trancados brancos de puro
linho a I5:!00e 1500, fazenda superior, cha
les docasemiras de cores, ditos de merino
de ores, fazenda mo lerna, madapoles de
todas as qualidades, chitas, c outras muitas
diversidades de fazendas, que se venlerSo
baratas.
Venile-se usa negrinha de 13annos,
recolhida, com principios de costura, e faz
todo o servico de urna casa de familia, e
vndese em coma : no Afogado, ra dj S.
Miguel n. 5, taberna.
Ven le-se um caixo de casa de podra
c cal, com um quintal plantado de larangel-
ras, urna cacimba de pe Ira e cal, ludo isto
muito bem construido ; na estrada dos Af-
flictos aonlesc vondem cnxertos.
Charutos
do fabricante Thom Pinto a 2300 0 o cento ;
na ra da Cadeia do Rccife n. 15, loja, de Jos
Leopoldo Boargard.
Thome Pinto
Charutos de Thom Pinto a 23000 o cento:
na ra da Cadeia do Recito n, 15, loja de
Jos LeopoldoJUourgard. |
Instniccio moral e reli-
giosa,
ou resumo do novo e velho testamento : ven-
de-so a 13000 na livraria ns. 6 e 8 na praca
da Independencia.
REMEDIO IMCOMPARAVEL.
Fumo em folha
>'cnde-sj por pr
in n. 28 da ra t
fircu c
Vcnde-sJ por preqo commodo : no arma-
zom n. 28 da ra da Madre de Dos.
pinho
americano.
VenJa-ss no largo da Assembla n 0,
orna porefo destes dous artigos. e por enm-
niodo preco, cm conscqucncia de se querer
fechar conlas.
Cera de carnau-
ba c sebo refinado.
Domingos R. Anlrade & C, rom deposito
no largo dt Assembla n. 9, azem scientes
Roa Srs. fairicantes de velas, c a quem uns
interessar possa, que esiSo resolvidos a
vender tanto um como outro artigo por me-
nos preco que em outra qualquer parte,
alem do (|ue deixsm escolher tanto sacco
nonio baruca no completo sorliaiento que
presentemente tetn.
UNGENTO HOLLWAY.
Milhares de individuos de todas as nacoes
podemtestemunhar as virtudes denle reme-
dioincomparavel.e provarem casi necesso-
no, quo, pelo uso quo del le lizeram, tem seu
corpoe membrosititeiramentesaos, depois
do haverompregado intilmente oulrostra-
tamontos. Cada pessoa poder-se-ha conven-
cer dessas curas maravillosas pela leitura
dos peridicos que Ih'as re'.atam todos os
das ha muitos anuos ; ea maior paite deis
las sao tao sorprendentes que admiram os
mdicos mais celebres, guantas pessoas re-
cobraram com esto soberano remedio o uso
do seus bracos e peinas, depois de ler per-
manecido longo lempo noshospits.es, onde
Jeviamsorer a amputado! Helias ha mui-
las.que havendo deixado esses asylos de pa-
lUciuiento, para se no submetlerem a cssa
operacao dolorosa, foram curadas completa-
mente, mediante o uso desse precioso re-
medio. Algumas das tacs pessoas, na efusSo
de seu rnconhecimento, declararam estes re-
sultados bouelicos diante do lord correge-
dor.e outros magistrados, alim de mais au-
tenlicarem sua allirmativa.
Ninguem desesperara do estado de su-
saude se livesse bastanieconlianca para en-
saiaresle remedio constantemente, scgiun-
do algum lempo o tratamento que necessi-
tasse a natureza do nial, cujo resultado seria
provar inconlestavelmente: OueUdo cura.
O ungento he ulil.masparticularmente
nos seguales casos.
Aos allaiates. IXa nova loja de
Na loja de Adriano & Castro, na rua do
Crespo n. 16, esquina, vendem-se velludos
das cores abaixo mencionadas: azul, escar-
ale, verde, castanho, caf, bronze, pardo,
todos de superiores qualidades, o vendem-se
por precos commodos.
Na rua da Moeda n. 2, confronte ao
trapiche do Cunha, venle-se milho em sac-
eos e em barris /levando para esles os sac-
eos vasiosi: assim como compra-se mel en-
cascado, ou desencascado.
Oh que pechin-
cha.
OPreguica est
queimando
Na loja do sobrado amarello, na rua do
Crespo u. 11, so encontrara mu grande sor-
timento de fazendas chegadas ltimamente
de Paris, que se vender por baralissimo pre- }!*ra
CO, como bem sejam visitas de grosdenaples
de varias cores, guarnecidas de plumas bran-
cas, ditas de meninos as mais ricas que pode
apparecer, cortes de chaly de novos goslos,
4 portas na rua do Quei
mado n. 57,
Joaquim Rodrigues Tavares de Mello, na
sua nova leja de 4 portas na rua do Oueima-
do n. 37, passandoo becco da Congregacao,
acaba do reecber pelo ultimo vapor quo che-
gou de Fraica, um rico sortimento de sabi-
das de bail do gosto mais moderno quo tem
apparecido. e um completo sortimento de NVloj dolVegiilca.n rua doQiie.mac-o
vosti ios pr.itos de grosdenaples com tres ba- fs'lu.,na 'io ,,erco d,p'*e "" B;
badosbord.dosde seda apireo de 60,-. 70#, *" fornecer-se ao publico um bello
sos. 909 e 1003 cada un., ricas mantas d *'i'nir-;.to c fazendas por baraUssimos
seda decores para pescoco com um soberbo (t,rnecos; b* C?*T, FI'ii!?! ^
annel a 53500, grvalas de setim muito finas 1'"' "7u0 Wdito muito I,,o a 23300
bordadas as ponas a 3 ditas prelas bor- ^ S mm C0V!"10. JES8 *?, can b"\. ""
dadas n 3f.V)0. vestidos d seda do cores com i l',n" ,?"!? ""?,' ;!'-0O d| f mU'l J''!nn
.. i.-u-.i__. ou. a;,______:. i___r____j- <3.>00, ona muilo lina com 10 varas a 83000,
dita mais baixa a 43, dita rom 8 varas a
23400, pecas do cassas de qiudros muito
tres habndos a 303, ditos milito boa fazenda i
a 50f, ditos de grosdenaples muito nncorpa-
dosa80 e903, luvas de seda pretas borda-
das muito linas a 2, ditas lisas a 1/200, ditas
tiomen 13500, mantas de lil muito
linas a (13, 123 e 163, bordadas a velludo,
enteilM para cabeca de senhora dos mais
modernos quo tem apparecido a 12.?, novos
padres de seda e algodo para vestidos pelo
mussulina branca de florea assetinadas, d.tas baral Pre d? G* covaa,. e mrult8S ""*
e io las as cores, chitas francezns de gestos
os mais modernos, cortes do riscados fran-
cezes, ditos de mussulina com barra de seda
furta-cores, chales de louquim muito ricos,
e outras muitas cousas de bom gosto, que
se vndenlo por precos os mais baratos que
he possivel. e a vista faz l.
iova loja no
sobradoamarello dama
do Crespo n. \h.
Jos Concalvcs Malvcira na sua foja de so-
brado amarello na rua do Crespo n. 1 ven-
de cassas escocezas muito fina o covado a
200 rs., cortes de chita escuras com 13 co-
vadosa 1,600 cada um. mussulinas linas c de
variaveis cores a .'120 o covado, luvas de se-
da linas para homem c senhora a 500, meias
de cores para homem a 2,000 a duzia, ditas
para menina a 1 600, lencos brancos de bre-
tanha de linho a 2,000 a duzia, c outras
muitas fazendas que se vendem por menos
do que em outra qualquer parte.
@?@@8-

fazendas quo nSo he possivel aqu fazer nien-
Cao de ludo. Este novo estabeiecimento se
propoe a vender mais em conta do que em
outra qualquer parto, so alim de se acredi-
tar e adnuorir boa freguezia.
--- Vende-se superior linha de ilgodao
brancas e de cores, em novello, para costu-
ra : em casa deSoulhall, Mellor & C, rua
do Torres n. 38:
sellins
patente inglcz.
linas com 10 varas e com alguns furos de
cupim a 2/800, e a vara a :>00 rs., chales de
merino bordados em duas ponas a 8?500,
ditos lisos a 53, ditos de chaly com listras
6/800, casemira preta muito* lina a 2-U0,
23300, 2jfi00e 33 o covado, panno azul pro-
prio para farda do guarda nacional a -J-'OV
o corado, dito preto lino a 53500, dito ver-
de escuro a 4?, gi avalas pretas e de cores
de lindos padres e superior qualidade a
t3cada urra, ditas de mola de cores a 1/,
ditas protas muito linas a I280 o 1340, cor-
tes de targelinas com 12 covados proprios
para as senhoras dar um passeio at ao Ca-
bo, pelo baratissimo preco de 103 cada um,
lencos brancos com cercadura decora 120
cada um, organdys de cordita a 260 o cova-
do, cambraias e-lampadas a 410 avara, dita
mais lina a 600 rs., chitas francezas de to-
das as qualidades escuras e claras a 240,
260,2x0 e 300 rs. o colado,peces de bretanha
de rolo com 10 varas a 39, mussulina bran-
ca lina a 300 rs. o covado. ditas de cores de
lindos padrees a 320 c 360 o covado, cobur-
S.1o flira<1o< eacliam-iea vm< o verdadeira Sos, fazenda de cores, muilo propria para
e bem cnnhrnduaaallim inglezes paicnte : na rua \ casavejues de senhora a con rs o covado,
loTrapiehe-Novo n. 42,armazem de fazendas da vestidos do tarlalana de lindos padres rom
GRANDE SORTIMENTO HE FAZENDAS PRE-
rAS I Itl'Kl.vs PARA A OUARESMA, ItE-
tt.l,."A,.^'.'-"''KI''-'RA TELO ULTIMO
MAVIO FRANCEZ.
Adamson llowieiV i'..
Relogios.
em
da
'-.:
Alporcas.
Caimbras.
Ca los.
Canc eres.
Cortaduras.
Dores de cabeca.
das costas.
dos membros.
Enrermidadea da cu-
lis em geral.
Eureruiidadesdoanu
trupcOesescorbuticas
Fstulas no abdomen.
rnaldade ou falta de
calor as extremi-
dades.
Friciras.
Gfngi'asescaldadas.
Inch acOcs
loOamraaciorio figado
" iabcxiga. I
InnammacSo da ma-
triz.
Copra.
Males das per as.
dos pei tos.
de olhos .
Mordeduras de rcptis.
Picadura de mosqui-
tos.
Pulmoes.
Quoimadelas.'
Sarna.
Supurares ptridas.
Tinha, em qualquer
parte que soja.
Tremor de n:i vos.
Cceras na bocea.
do ligado.
das arliculac'ies.
Vcias torcidas ou no-
dadas as lernas.
Vende-se este ungento no eslabelecimcn-
o geral de Londres n.244, oStrand, e na
'oa de todos os boticarios, droguistas e ou-
tras pessoas cncarregadas desua venda em
i-ooa a America do Sul, Havana e llespanha.
Vende-se a 800 rs. cada bocclinhii.conlm
urna instroefSo ero portuguez para explicar
o modo de fazer usodeste ungento.
o deposito geral he em casa doSr. Soum,
ptiarroaceuijcr, na rua da Cruz n.22, em
ernamJuieo.
SVSTEMA MEDICO DE IIOLLOWAY
rroquim
i 13600 a pellee l"S a duzia, fazenla sem
defeilo c li >a qualidade : na rua Direita n 45.
Couro de lustre
marca castello muito grande a 43 a pelle : na
rua Direiti n. 5.
Prelo de Lisboa
em saceos grandes a preco milito barato, no
armazem de T'ravassos Jnior & C, na rua
da Amorim n. 3, ou defronte da escadi iba
da alfandpga, armazetn do Aunes.
Nada mais barato.
Na rua to Collegio, loja nova de fazendas
n. 9, de Albino Jos l.iite, vendem-so lindos
chapeos de sol de panno a Ij600, ricos cortes
de cale para homem, lindos padres, a 13,
mnaselina para vestidos, brancas e de cores
a 300 rs. covado, chitas a 16), m-idapoloes
a peci 3-::00, 3?5(iO, 3, 4^500 e 53200 muito
linos, grande porfo de roupas feitas, eti-
case j-ii|iictas, camisas a 900 rs. cnla pega,
Cimisolas de lila para rscravos vin las do
reino a l-'.O i, re les da trra a .'i?, chales de
IHa e algodo a I-e 1?200, de Illa e seiaa
3, de merino a 53, grvalas da scJa sorli-
dasal, cipas para viagem tolas forradas
do bata i 4j, 5?, ti? c 83 linas, chapeos de
Rraga a 23-, e oulras muitas fazendas em
conta.
Vende-se muito bom retroz torcal pro-
pno para ncasea lo, bordar o fazer franjas :
na na >( va n. 52.
Fio de algorio ; algo Ulo
da Baha.
Ven le-so no escriptorio do Antonio; I uiz
do olivcira Azevedo, rua da Cruz n. I.
Farioha de .S. Mutleos
Vendo-so a bordo do hiato Estrella, fun-
doada confronte o caes do Ramos, metida
do um alquelrc Dar cima.
Veuie-se um balean muito forte para
tabern-i, e sil de pedra a 1 o l^usire;
bem como outros muilos gneros pelo roes-
1110 preco do trapiche : a tratar ua barreira
do Maugi'inho
vende-se um mulatinho do lllannos:
no Corredor do Hispo u. 4.
- Vende-se um grande sitio na fregue-
zia da Varzea, margem du ameno Capibari-
ba, cora visa c immiiia para numerosa fami-
lia, coelieira, estribara, aviamnntos para
1 i/"r l'arinna, quirloa para eser.vos e cria
do grave, gallinheiro, ele, bem planta to de
larangeirts, eafeeiroa bananoiras, limeas,
.nqueirn.', ele, e assim cuno ularia com
fomo a encllenle barro para obras li ias <
grossas : quem o pretender, dirija s<) an pa-
teo do C uno. taberna n. iti, que achira
com qneai trttar. Na mesma Uberm se ven-
de o oxcellenlecif la Varzea, pelo diminu-
to prejo de 63ioo a arroba

m
Vendem-S'! relogios de patente inglez
casa de Arknright Tuckniss & C. rua
Cruz n. 1S.
,o^,XadS da Kl,SSia'Ci"" g a.@@@@
Lonas da Russia, brins c hiin- ;:- '::; Altt ricao.
zoes.
Cohrec metal para
-.;
forro com
Velas steari-
t
Kissel, rclojoeiro Irancez, vendo w
relogios de ouro c prata, concert O
piwos. e; & rel08'0-S Joia.se msica, ja aqui he ...
(li' ,ii:i 0 vi.- % .-. ^""Iicciilo ba muitos nnos.habita no *"*
Oleo de linliara c Velas steari- @, paleo do Hospital n. 17. @
i,-, tstanho em barrinlias, Bar-@i Pianos.
r'"ia. ^ Vendem-S3 2 cxcellenles pianos novos in-
;'3 Vinlios linos de Moscllc e Joan- s glezes, sendo um de Jacaranda o o outro de
^ nisherr; espumoso, c de Bordeux 4&|mogno: n" escriptorio de E. II. Wyatt, rua
cmniirlnlK ^ 1 do lraP'Cbe Novo n. 18.
PILULAS IIOLLOWAY
Esteinestimavel especilico, compostonl-
teiramenledchervas medicinaes, n3o con-
lm mercurio, nemalgumaoutrusilisUncia
delocterca. Benigno mais tenra infancia
ea compleiQilo mais delicada, he igualoien'
te prompto e seguro para dcsarreigar o nial
na compleijio mais robusta ; he inleira-
mente innocente em suas operacesecuel-
los ; pois busca e removo as doencas de
qualquer especie e grao, por mais i.ntigas e
lenazes que sejam.
Entre milhares do pessoas cumdas com
este remedio, muitas queja cslavam spor-
tas moite, preservando em seu uso; con-
soguiram recobrar a saudee forcas,depois
de haver tentado intilmente lodos os ou-
Iros remedios.
As mais alllidas nlo devem cntregar-sra
desespcraco; facam umcomprtenteenuaio
dosellicazoseireilos desta assombrosa medi-
cina, e prestes recuperarlo o bcnelicio da
saude.
No se perca tempn cm tomareste reme-
dio para qualqucr.las seguintesen "ermida-
des ;
Accidntese p i Ieplicos
Upo reas.
Vmpolas.
Arcias.mal de).
kslhina.
Clicas.
('.onvu!s")CS.
Debilidade ou
ti 11 eSo.
Dchilii'adcoufallade
forcas para qual-
quor cousa.
ilysi nteria.
Dor de garganta.
-- de barriga.
nos rins.
Dureza noyentre.
Eufermiiladesno ven-
tre
Eufermidadcsjno figa-
do.
Ditas venreas.
E n xaq iieca.
Uerysipela.
C. J. ASTLEY& C.
Km casa de Ilenry Driinii & C.
da Cruz n. 10 vende-se :
Cemento romano.
Cognac em cai.xas de 1 duzia.
Cadeiras de vime.
Um jiandesoiliinentode locadores.
Retratos a oleo para sala de jantar.
Bspelbocom moldura.
Pianos dos melliorcs lubricados em Ham-
burjjo.
Piaoos,
fim casadeRabcSchmettau cCompanhia,
rua da Cadeia n. :<7, veudem-seolegan'e
pianos do afamadofabrirant Traumann
le Hamburso
mm
' ;.'.'-'>'i-- .-.'.
XA FNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NI1KIKO DAVID W. IIOWMAX, ,\A
RUA DO BRUM, PASSANDOO ulIA-
FAR1Z.
ha sempre um grande sortimento dos se-
guintes objeclos de mecanismos proprios
para engenhos, a saber : moendas o meias
moendas da mais moderna conslruccflo ; ta-
chas de ferro fundido e batido, de superior
qualidade e do todos os lmannos; rodas
dentadaspara agua ou animaos, de todas as
proporces ; crivos e bocea de fornalha e
registros Je boeiro, aguilhes, bronies, pa-
rafusos e cavilhOes, moinhos de mandioca,
etc. etc.
NA MESMA FUND CAO,
seexeculam toaas asencommenda's roma
supenoridado ja conhecida com a devida
presteza e com odidade em preco.
baba
dos a 7#000
yy Vendem-se vestidos de cambraia
jfj de cor lina, com tres o quatroordens
;:; de babados. pelo barato preco de 7- :
' na loja n. 10 da rua do Oueimado,
Leile, arthur&C.
12 covados a 4> cada um, laazinhas de cores
escuras e claras de lindos .padres a 320 e
360o covado, maulas de lito ue linho do
mclhor gosto possivel a 148 cada urna, car-
meliua, fazenda nova, padres do laazinba
a >ni) o covado, chales de Iazinha com lin-
das barras a 2? cada uro, riscados francezes
de novos gostos assetinados a 28o, ditos
mais linos a 320, cortes de meias casemirs
delindissimos gostos a 23 cada um, casemi-
_ ras en Testadas de cores escuras mescladas e
superior qualidade a 2/200, cortes de case-
' mira de superior qualidade a 5?, 53500 e 6#
cada um, bnm de puro linho de lindos pa-
dres a 1?400 a vara, ditos pretos proprios
para luto a l;600, corles debrim de lindos
padres a 2s400 e 2CG0O cada um. camisas
do meia de laa de superior qualidade a
2:800 cada urna, cortes de riscado francez
do lindos padres a 3-J00 cada um, lieos
tapetes para sala a 338OO cada nm, madapo-
13o de todas as qualidades e precos baratos,
chitas de lindos gostos de 160 at 2O, alpa-
cas pretas de todas as qualidades e por ba-
ratissimos precos, gangas mescladas a 520 o
covado, riscados de linho de lindos padres
13700 A 2J800
29200 2B600
29800 3|800
23000 i) 23100
IpSOO
750
600 d IjJOO
9
3
38000 i) 73500
2COOO ;t.")00
I e superior qualidade a 200 rs. o covado, vel-
r lutinas de todas as cores e superior quali-
S dade a 750 o covado, grosdenaples de lin-
'* dissimas cores e superior qualidade, pelo
:': '
^ preco do 640 a vara, cassas de cores de I111-
dos padres c cores lisas, chales de laa de
baratissimo preco de IcOOO o covado, cam
braias do cores de liudissimos gustos e o
mais lino que be possivel, pelo diminuto
3
> 5*500
1 09OOO
i 73500
9
9
9
13600
:*ooo
> 4.3000
i> 63000
sisoo
d 43500
i) 43000
3

23000
18500
309000
23OOO
n 18600
1 ||M0
I3IOO
15100
19000
8
e .superior qualidade a
Calvas.
Vendem-so na loja da rua Nova n. 20, sal-
vas de metal do principo, com o fundo de
CbarSo, muito bonitas, ternos do bandejas
muito finas, imitando diario ; e tambera
vende avulso apparelhos de metal do princi-
pe para al moco, muito finos, o tambem
mais ordir arios, '.em bule o cafeteira avulso,
ludo por preco coa,modo.
Espingardas rronxadas.
Vende-S muilo bonito sortimento de es-
pingardas de 2 canos tronxadas. linas e
grossas, e tambem do 1 cano tronsada, di-
tas sem ser tronxadas muito linas, vendem-
se tambem espoletas para as mesmas nova
invencSOj ludo por preco muito commodo :
na rua Nova n 20.
Vende-se um cabriolet muito Torio,
coberto c em bom estado : a tratar na boti-
ca de Lutz Pedro das Nevos.
?ttenco.
Na ruri do Queimado, nova loja de quatro
portas n. 37, passando obceco da Cougrc-
gacao, ihi se encontrar um grande sorti-1
ment de fa/.cndps, pelo menos preco que he I arl!oe '-""ecteur, como sendo o nico
possivel, como atiaiso so ver notado : Ia," P.r'_4a !,c' poverm e pela real socieda-
I'anno fino preto, covado 3,500
250O cada um, luvrs brancas o de cores es-
curas de linho proprias para montaria, polo
diminuto preco de 500 rs. o par, e outras
muitas fazendas quo se deixam de mencio-
nar, o se venderlo por haratissimos pregos,
o se dSo amostras com fciihor.
Agencia
da fund99,o Low-Moor,
rua da Vnzala fova
n. 42.
Nestcostabelccimentocontinu'aa'iaver
um completo sortimento de moendase
raeiasmoendasparacngenho.macbinasde
fapore taixasdc ferro batido e coado de
todosostamanhospara dito.
Vendcm-se muilo em conta sdpatos do
Aracaly, para lixar conlas b-!m como obras
le labyrintbo, bicns, rendas etc. : na rua
da Cadeia do Iterife prior. iro andar 11, 60
11(111 I.AI I KCIKIIt.
O nico autorisado porderisodo consel bralo,
decreto imperial.
Os mdicos dos hospi tacs recommcndmna
baiiqueirosene-
lia iiinilos annos
de par-
exto-
Febresinterinittcnte.
rebroto da especie.
Colla.
Ilemorrboidas,
11} di npisia.
Ictericia.
In.ligcstes.
InnsmmscOos,
Irregu la ridades da
menslruacao.
Lombrigasd -toda es-
pecie.
Mal de pedrn.
Manchas n<>cutis.
Obslrncco do ventre
l'htisica ou cinsump-
C'io pulmonar,
rtelencilo de ourina.
Itheurnalismo.
Symptornas secunda-
rios.
Tumores.
I ico doloroso.
Cceras.
Pebres biliosas.' Venreo (mal).
Vendem-se estas punas no eslabeleimen-
to geral le Londres n. 244. Slrand, na
luja de todos os boticarios,drugu slaseoo-
iras pessoasencarregadas desua venda cm
lo Ja a imeriea doSul, Havana ellespanna
Vendem-se as boeelinhas aSOOrs. cada
un 1 dcllas conten urna inatruci;3oem por-
tuguez pira ixplcar o mudodess< usar ties-
tas ,111111 as.
0 de 1 isilo geral he em casa do Sr. Soum,
diirnie,Mtico, na rua da Cruz n. 22, err,
C'ti'nam buco.
S. STIEIIIEL & C.
sjociantet, estabelecidos
em Londres, tcem .1 tatisfacrSo
ticipaia seus correspondentes e ao publi-
co, que acaba m de tundar casas liliaes
"os principae portos e distritos mam.- Cassas francezas, l,as,"va'ra
tactui-eirosde Frapc-a, Alemanha, Belgi- DiUsdiUa, vara
ca c Hollanda, conservando alemdisto Musaulinaa,covado
: proprias casas anteriormente .-slal.e- n!,P"|,il're"! Tad
lecida nascidades mais importantes,
portos mais commerciaesdaGra-Bi-etartln
l'ili dito dito, covado
Dito dito dito, covado
Dito dito dito, covado
Hito dito dito muito superior, covado sjooo
Cortes de casemira (na 6,500
de cores escuras c claras,
2,000
.1,500
25,000
Casemira
covado
Ditas entestadas, covado
Palitos de panno e casemira
Ditos de casemira
Calcas Je casen ira
Colletcs de gorgur.lo de seda, finos
Cortes de vestidos de seda pretos com
4.500
5.500
6,800
18,000
10,000
7,500
babados a 55- 60a 70r, 808 8
la,
cestao em posico-dc offereeer grandes
rantajensaspessoasquepossam necesitar,
assim em Londres como ern outro qual-
quer ponto da Europa, de urna casa para
compra ou venda de artigos, bem corro
para os negocios de transaccSo de crdito
.1 banco de qualquer genero.
As pessoas que nao forera conliccidasdos
aiiiitincianlesdeveaoacompenliarsiiasor-
dens cora os fundos necessarios para sua
exeucrao ; (cando entendidas que os on-
nunciantes nao teem diOiculdade em adi-
anUr 7.", ()|() sobre os gneros recebidos
antes de sua venda.
Os precoscorrentes e mais nformacr.es
hita dita, covado
Chapeos francezes finos
Ditos ditos ditos
Grosdenaples pelo, covado 1:600a
Cor les de velludo para rlleles
Ditos ile dito pira ditos
Uamisas francezas de 29 a
Casemira preta de 28300a
Chales de merino bordados
Ditos de dito lisos
Dito i de seda de 121 a
Man as pretas de fil de 93 a
l.en-;os de grade
Sedas brancas o Je cores.
Chitas francezas, covado
Pocas du cambraia para diversos pre-
cos.
Cbamalote prelo e de diversas qua-
lidades.
Bros de linho de eores, vara
de de medicina. Este medicamento de um
gostoagradavel e fcil a lomar em secreto,
esta em uso namarinha real desde mais de
60 anuos ; cura radicalmente em pouco lem-
po com pouca despeza, sem mercurio, as af.
reccoes da pelle, impingens, as consecuen-
cias dae sarnas, ulceras e os accidentes dos
partos,da idade critica e da acrimonia he-
reditaria dos hnmoros; convm aos calar-
rhos.a bexiga, as contracees ea fraqueza
dosorgSos, procedida do abuso das injec-
?oes ou de sondas. Como anli-svphililicos !
o arrobe cura em pouco lempo os"llusos re-
cenes 011 rebeldes, que volvem incessantas
t-m consequencia do emprego da copalnbe,
da cubaba ou das injecees i\un representen)
0 virus sem neutralisa-lo. O arrobe Laffec i
mercurio e ao iodorelo de potassio.Lisboa-
--Vende-sena botica de Barral e de Antonio
Feliciano Ivs dcAzcvedo, pracade I). Ce-
dro n. 8S, onde araba de chegar urna gran-
de porejio de garra ras grandes e pequeas
vindas dilectamente de Karls, de casadodito
Boyveau-LafTecleur 12,1.1a hichclicu a Paria
Os formularios dflo-se gratis em rasa do la
gente Silva,na praca de D.Pedro n.82.l-
2U0O Porl0' J"a,|i'i"i Araujo ; Babia, Lima&lr-
4 000 l"aos l'crnarobuco, Soum ; Din de Janeiro
8.500 Su*!.* FUb.85 e Moreiri '"i11 '' rofjM
Villa Nova, Joo I'ereira de Magales l.cile .
Rio Grande. Francisco de Paula Couto & C,
100 roo
610
480
390
600
7-20
100
7,0o0
8.0110
2,600
8,000
10,000
2
Cronlf na: It. preto encorpadb da
Dito dio 1.1 > r,1 I 1 .....
Spim prelo verdadeiro ma.-.m
Sarja prela verdadtira hc.paidiol.i
\ eueiiiiui prela larga, para ba-
linaa ........
Velbulina prla e de core, para ca-
.araquti, rotado .
Alp.ik.i preta lina da
Uaolai de blond, prelaae brancas,
bordadad .... .
L preloi da teda brdanos .
Meia de seda prela di peso, para
s.nli ,ra ... e ... ,
Linas de seda prela de todas as
qualidades para senhora lio-
M'ein ........
I'.ino prelo muilo fino.prova d* li
m1o de .......
Cii/emira prela lelim de .
Cnrlea de caiemita prela t de cor,
bordados ......
Corlea de dita prtla '.
Corlesdecoletes de diladila bordados
Chapeos prelotfrancezes e moderno
'^alai prelas de selim e gorgo-
reo de varios feilios .
Chapos de sol de seda para ho-
mem e senhora .....
Manguitos bordados para senhora '.
liras bordadas muilo finas .
Golinhaa de cambraia bordadas
l'nhlds.de elpuka prela muito liua,
forrados .......
Gndolas de alpalta prela t dt co-
res ........
Palitos de alpaka prela ". *. '.
Ditos de argentina de cures escoras
ferrados .......
Oilos de alpaka de cores
Ditos da fu.iao atseliiiados.e goli-
lla de cr ......
Dilos de brim pardo e bretaoha da
bobo .
Ricos corles de seda branca'a "pe-
kirn, o mais superior poitivel .
Corles de sestulos de varias fazen-
das de seda para meninas .
Sarje branca lavrada para vestido,
rosado ........
Gorgurao de seda branco|com ra'ma-
i'in branca, covado.....
Lindos rrles de vestidos de seda dt
cor, corte......
Grosdenaples dt cores, e branco su-
perior, cotado ......
Dilo clilo com 1 palmos para for-
ro, cotado .......
Uelleza da China, fazenda toda d
seda .......
Diana de seda lavrada, covado* ."
l-'olar de Par., de seda com vistas
malisadas, covado ... o
Selun da Escocia lavrado para vesti-
do, cuvado .......
Coi les de vestidos de cambraia d
esda bordados ao lado
Cambraia! ergandia maliada,covado
Cattai rraneciai linas de cor,vara
(.hilas francezas de rores,cov.do ."
Dilas lillas, covado ....
Kigcade francez de quadros e islas,"
cotadoi ......
Mossuliua da c.ir e branca, covado
Brillunlinha branca, ramagtin lar-
ga, covado .....
Polceiras de velludo, froco a'fila' ."
Popelina de seda com llores malisa-
das, covado .
Barege de seda com quadros lisias
eovado ....
S.ds de qoadrinbos e listas,envel
Lu, arto de .da de llore, de lindos
padruee, covado ....
Mauritania de seda com i 1|2pafmos
de largura, covado ....
iTondelma de seda transparente',
covado .
C'-ales de mermo com franja de la
Dilos de dilo com franja de seda
Dilot de dilo dilo com dita de teda
li'las .......
Iliiot ditos bordadoa a teda
Ditos dilo dilo em 2 ponas
Dilos dilo dilo a velludo
Dilos dff seda de rores, superiores*.
Lene;! ile c.imbrai.i liuoi com labe-
nnlo ......
Luvas de sida de cores, lisas bor-
dada! para senhora ....
Grvalas de selim de cor e pretas '
rompiidu, .......
Puado o becco da Congregar'ao,' do lado direilo
a qoarla leja de Ires portas com rotulas brancas, n.
111 Ita-s amostras com rinbor
TACIIASPARA ENGENHO
Da fundido de ierrodeD. \V. Bowman
na tira do Bruna, passando o cliala-
nz.continuaa haver um completosorti-
mentode tachas deerrofundidoe bati-
do, le > .1 S palmos de brea, as quaesse
echama venda por prccocommodoccom
piomptidrio.emharcam-seoucarregain-
su cm carro sern despeznsaocomprador
Relogios
cobertos e descobertos, pequeos e gran-
des, de ouro patente inglez, para homem
esenhora, de um dos mtdhores fabricantes
e Liverpool, vindos pelo ultimo paquete
inglez: em casa de Southall Mellor ac
rua po Torres n. 38.
3 ^cllilis e rclejrios.
lM.U.I.N^eltKl.ll.iloSdepalenle
i1S'.I'" a veda no armazem de
t^^^llostroi Itnnker A Cnmpanhia, es-
SSSF
Tasso Irmios avisara aos seus frrguezes
quo o ullimo carregamento da farinha de
Trieste da marca SSSK raminho so vende
nicamente em seus arroazens. aonde tam-
bem existo o melhor e mais completo sor-
timento de farinha de Itichmond. Pliiladel-
ph.a, OhioelIJllimore, tanto extras como
su^crhnas.
Uiegou a loja o y do ar-
co de Santo Antonio
um rico c completo sortimento de hiena n
renda da ierra que se vendem por barato
relogios de pa-
tente
inglezcsde ouro, desabnete c de vidro:
vendem-sca prec.0razoavel, cm (.nad
Augusto Cesar do Abreu, na rua da Ca-
deia do Recife, .1 nn;i/. ni n. ."6.
Vende-se urna carroca de 4 rodas po-
sada a 2 cavallos propria para condu/.ir as-
sucar da estrada de ferro para o Itecife na
rua .Nova 11. 61.
una do Crespn. 12.
Vnde-so alcatifa muilo larga, e propria
para igreja a 2jO00 o covado.
Vendem-se casaes de rolis pardas,
-luedenominaindo llambrgo, muilo boas
cnadeiras a 2:uoo o casal : no sobrado n. 8
""ni, 'ra"C'sco, eomo quem vai para
Vendem-so por commodo preco os sc-
gutntes objectos. proprios para squelles que
so applicam aos esludos das sciencias a-
luraes :
!- Um microscopio, ruja polcncia mostra
perfeitamcnte os glbulos do sangue e do
leife, completamente preparado, e com va-
rias importantes amostras.
2.- 600 amostras escolhidas de mineralo-
ga o geologa, com urna boa caixa para
guarda-las. '
3.- Urna boa caixa de reagentes chimlcos
com os competentes copos para analvscs e
alguns outros objectos.
*." Umcosmorama com bellas vistas das
principaes cidades da Europa : a tratar na
botica de I.uiz Pedro das Neves.
Na grande fabri-
ca de tainancos da rua
Direita esquina que vi-
ra para 8. Pedro n. 16.
Continua a tertim grande sortimento de
lamancos a relalho e em grandes porcoes,
muito em conta, garantindo-ae osbonsaor-
timentos ludo vontade dos compradores
igualmente lamancos de lustre para senho-
ra enfeitados por igual preco quasi aos de
mirroquim, a clles quo o inverna est nro-
ximo r
0
0
> o
o
?r,o
" M2U
80
5
. 1SI00
ii ;xno
SjO
,-N-,ll
I5o00
*900
i 51000
u t,;0IKI
i 78000
K5II0
iijotio
u i:.;iHJ0
/
i> 1;200
/
&*e**r>P$ '/*fg;;(>^.
6,*(i0
K',000
12,000
'-.oon
2S0
commerejaes, que forem pedidas, scro l)i,os de t,to miudinhos
enviadasgrattiitaraente, salvo o pm-to dol(,'?vt,s cormo, podendodirigir-se ai >!,,,,. ^r-^-l*^^
"lc- cuvailo
Nova !na de malabar.
GHAWE ESTABELECIltHTO
iNOS FORTES.
Rua Nova n. 27, esquina da Cimboa do Carino,
nico deposito de Carlos Scheel & W.
Saesenhoff.
Ni i bem eonhecido esbelecimento semprn achar-se-ba os mais ricos, lindi=, fortes
e bellos pianos ate hoja condecidos dos afamados fb cantes
Carlos Scheel ce W. Hassenlioff
osquaes tem sido muitas veres premiados as ezposieoea da Europa,e os prlmniros sendo
esculhidtis pelo joven ArthorKapoleSo.para seus concerlos quando se arhou nesta cid'do
vendem-se estes pianos debaixu do tola garanta, afiancando nHose mu larem, como
iodos os maia que tem vindo a este mareado, sendo eonstroccSo a mais moderna e for-
tis-nna, ten io o teclado a elaaticidade desejada, e oexterior a maior elegancia.
Ka ucsiua casa concerta-su o a lina-se o m porfi-ico os mesrnos instrumentos.
Riscado francez fino, covado
Bnm de linho branco (ino, vara
Vende-se esta agua a melhor quetem ,p. Sj'jf-! i"!8?' pa'"'? n0VM
parecido para Ungir o cabello e suissas de nifi. "' V ^
P'eto i'.....vraria universsl rua do Col.....o n i.; .r ''. *do
0.20. da-sejanto um impresso gratis em |flKS T"
nandoaformadaapplicM. '."" ,a l,,\I""l'1.....1"s
'i rtes de gorgurSo de seda para col-
leles
l~*anr \c Vestnosdo gazesdesedi finos
Gollinhas a i~, i56no ,.
1,200
*800
ion
48b1
2f.O
i,sao
7,500
800
800
64a 1
00
Cera de car-
nauba.
Vende-se cera de carnauba :le primeira
qualidade : na rua da Cadeia do Itecife, loja
n. 50, esquina defronte da rua da Madre de
Dos.
A Q.S rs.
o cento de charutos Thom piulo : na rua
da Cadeia do Recife n. 13, loia de Jos Leo-
poldo Bourgard.
quinn lo largo do Corpo Santo nu-
mero 48.
uidacao.
Thophile Roberl, Un to do liquidar sua
l"ja da rua Mora n 17, tem resolv lo a ven-
der as fazendas que existem de 30a 50 0|0 de
menos do seu vlor; chegucm a elle, que
he para se acabar.
-- Fa re o de Lisboa, milho, arroz de cas-
ca, loijo branco, esteiras de Mossor. cera
de carnauba, ludo por prero mais barato do
que em outra qualquer parle: i, armazem
de Ha noel Joaquim do Oliveira ^\ C em
frente do beceo da Madre de l),-os rua do
o lorniz n. I(
j\a loja do canto C0111 gios,
ls melhores relogios drouro.natentcin
glez, vendem-se poi jr.-cos razoaveis, ni-
escriptorio doagento Oliveira ,rua da Ca-
lla do Herifen 62.3rimciro andar.
I'ecas de madapolilo 2T800, :i-jn>,
3^500, 39800, i-Jim, :-
I :ll Completo
O Ponles 'la loja do canto da rua da l'adeia
do leerfe n. 5i, esla disposto i vender lin-
! dos e optiiiKis sucos de viagem adoptados
*i na Europa para quem viaja na estrada de
30,000 ierro, e neste sentido elle fa/ I : brar a ra-
2,j||i> paaeada que anda la nio rnram comprai
para este mistar, que Ihi ebegou no ultimo
*ivapnr ingle/ um linio sortimento de-'-
("il de Lisboa.
Vcndcm-sc barris rom cal nova dcI.is-
lioa, ,or ni nos prer;o que em outra par
to : na rua da Cadeia do Itecife, loja n. 50,
defronte da rua da Madre de lieos.
mmenlo de a- ; MCCos boje em mo la, bons chapeos de mola
a 'fs eP| s tn ?, r ,' 'V"'^' Un^ to" "PTtoi para o mesro 1,01. ,, lo chili, e
, o, b mod,coa P'evO". nm- muiUsoutras fazendas que a vista do cor-
S.S.tMo 1 raleza.
Estamcnh;*
arcos
rua
de pipas, novos,
do Amonto n. 9,
Vcnlc-semanteiga ingleza atHOe'JSO
rs. a libra : na laborna da rua de Hurtas
n. .
Venlem-se
_ i vindos do Porto : na
armazem
) Le le, ArlhuriV:C rua do Ouei- ;-<
mado n. lo, tem para ven 1er um
I.uiz .l(
ose de >.i Araujo lem p;
vender 7escrvosde armazem rieassucar
eque tambem traballiam a bordo dos
navios na estiva, sao bem conhecidos por
ter trabalbado em diversos armazens,
entre clles tem um ptimo cozinlieiro:
dadera
E corneo ,srn'me.ri;'Veainn,m, tJST "*" M"S i1""0'
:;' chegadas ltimamente de P.ris, e 0 f^5!'JF*! <'omn1lo"> : "
ara ... que vende por commodo proco 85 ^"l"naJo n- '. <"> P'1 la botica.
avana.
A dinlieiro vista.
1 rtc de mossellna larga com II covados
a barra poi 2a e 39500, pecas de sigo-iSozi-
ano liso larga a 23, i II .'-' DU vendem
sena rua do Cn volia para rua da Cadeia
- ven le-se om cavallo novo acostuma-
d m trabalhar em cabriolet : ua rua do Li-
vrament n. 85,
... Vende-se um mol-que, de la a l an-
Y'(J. i nos de ida te, rhegado ltimamente do Ico ;
no largo da Assembla, armazem n. 9.
Velas.
\'-ndem-se velas do composicn, em cai-
X's de 25 libras, a precos commodos; na
rua da (.ruz n. ATTErVCAO.
Fugio na noile de 13 do correnle o esera-
vo Sevennn, de 50 anuos ric Idade, pouco
mais ou menos, baixo, corpo regular, pernas
arqueadas, quando anda curva-se bastante
para diante, e tem um defeito no olho cs-
querdoque o torna menor aue o direilo:
quem o pegar, leve-o a rua do Queimado n.
22, que sera generosamente gratificado.
Fugio no dia 3 do corrento um crioulo
dcnome.Marcolino, pertenccnle ao Sr. An-
tonio liotelho l'into le Mcsquita, com os
signaes eo(rui.eB : idndo do 10 a i* anuos,
sem barba, corpo regular, pouca altura, es-
crotos crescidos. Este molcque foi escravo
da ara D. Catharrna, ^moradora na Soleda-
ae) oi co7inheiro da casa de pasto deno-
minada tova da Onca, e ltimamente do Sr
Claudio Pubeus : quem pois o levar a seu
senhor ou a fundico da rua do Brum n 28
sera bem recompensado.
No dia 23 de novembro de 1857. fueio
do ongenho Bello Monte da Conceicao do
Pao d albo, um escravo, pardo, de nome Ma-
noel, de idade de 28 annos. pouco mais ou
menos, com os signacs seguintes : baixo do
corpo, e um pouco grosso, cor alaranjada
cabellos um pouco pegados ao casco, com
lina belide em um dos olhos, tem falta dn
barba, tem urna marca de ferida em urna
das pernas, enlende alguma cousa de almo-
crevar, e he alguma cousa ronceiro no ser-
vico, as vezesapresenta-ss com muitas cs-
pinhas seccas pelo rosto : quem o apprehen-
der, cunduza-o ao dito engenho, ou a rua
da Cuian. 6, que receber 1009, livrede
descaas.
No dia 5 de outuhro de 1857, fugio do
engenho Bello Monte da ConceicSo do Pao
d albo, um escravo, pardo, de nome Manoel
rom os signaes seguinles : representa ter
ua 50 annos de idade, de altura regular
un. pouco grosso do corno, cabellos um pou-
co sollos, tem falta ,ie denles na frente, fal-
la um pouco atrapalhado, principalmente
auando esta embriagado, tem um dedoa le-
lado cm urna drs mitos, pouca barba, tem
muitos cabellos brancos, os ps mal feitos
o enlende de carapina, levou a ferramenta'
do ollicio ; quem o apprehender, conduza-o
ao dito engenho, ou no Recie a rua da
Guia n. 64, que recebera 100?, livre de des-
pezas.
No dia sabbado para o domingo 11 do
correnle mrz, fugio da rasa do annunciantc
um seu escravo de nome Jos Comes, crlou-
lo, de idade 25 annos, pouco mais ou rre-
nos, com os signaos seguintes : urna belide
em um olho, os dedos das inaos um tanto
encaranguejados pelo calor itc figado que
sollre, e os ps, e pelo pescoco com algumas
empinges : roga-se a todas as autoridades
que o apprehendam o remeltam-o para o
Itccifo para ser entregue ao senhor, na rua
do Collegio n. 17, terceiro andar, quo so
i 00$ de gra-
I i fie *a rao.

lugioha quasi tres mezes, do so- el*
rdo grande da Mpgdalena um es- ^
cravo crioulo do nome Cosme com w
;; os signaesseguinles : btnipreto.de V
V cslalu-a regular, mllos bem feitas 0
-^i Porem grossas, ps um rouco toitos, ,-;.
;. 0 nariz grosso e achatado, parece 'J.
:.\ que ltimamente penleu nm dente S
y da frente, lepreseiita ler 30 annos, -.
'.' he muilo ladino, porque esteve na 7)
ijj Babia 3 annos, servino a um eslu- *i%
';. ''lite, lema falla um puuro anas- '/y.
]'\ lada e grossa, anda quasi sempie de ';:*
.':; vagar : quem o aprehender leve-o ao '-
-'.. '- "......'
iros fran-
a rua do
diio sobrado da Magdalena OU no lie -'.'_
Cife noescripteriii do major lirllar- 3
mino do i'.ego liarros, iUa da Cadeia ':'
Velba n. 48, prlmeiro andar, ou fi- S.v
natmenle no engenho Frua da co- $$
marca de Goianua a viuvae filhos lo >>,
, lente coronel Manuel Correa de '-^
;.-;. Oliveira Andrade, a quem pertence SS
.j^ dito escravo.
.*-. ... ,-r. ..

:':
f*SSS-C^0^
vende-se por o dono se retirar
boa, trata-sc na rua do Brum
n.22.
que vende por comino lo proco ;-
' ",-'.'-' -. -- -' -..-.'.-. "-....
' S .......y-..:;;:..-:.::.;:,: :,:;,::,.;,;
Vende-se una taberna na praii de S.
Francisco da cidade de Olinda, defronte da
igreja da Senhora doO', bem afreguezada e
de pouCOS fundos propria para quem quizer
Vende-se 1 carrosa nova com bois : no
armazem de materia es, na rua da Cadeia de
Santo Antonio 11. 17.
Tres escravos de 18, 21 e 22 annos, t
mulato de 16 annos, proprio para criado, 1
ne-ra de 2 annos, ptima cozinbeira, 1
para Lis- Pr,nc,P'r "'da ; a tratar com o seu dono! boa mulata de 18 annos, 1 negrota de 1
imo esUbelecimento. anuos, cose,engomma ecozinba.e l negri-
em saceos; no patcolnhadu 12 anuos, todos so vendem por pre-
' eos muilo razoaveis; na rua ircita n. oo. J
arina/.ciu
Vende-se milho
do l'araizo n 16.
Floroes (-m a 11 da os.
Grande sortimento do floroes para toalhas
dourados o esmltalas a vontade dos fre-
guezesque precisarem, tocadores para cima
do mesa de todas BS qualidades; na rua Nova
n.0.
He barato.
Um corle de cassa rom 7 varas de cor lixa,
bonito (adruo por 2t00; ua rua do (Jucima-
don. 8.
Fugio no dia 7 do correnle mez o es-
cravo prelo, do non.e Jos, estatura regular,
do .!8 a 0 anuos, corpolenlo, so lem barba c
pouca no queixo, rosto rbeio de marcas de
bcxigas. cozinheiro, be bem eonhecido por
ler 1 es niuito grossos e grandes, mfiospela
mcsina lrma e calejadas, tem olhos vi rme-
Ihos e poucos denles principalmente na
frente, he natural do serillo, c ja esteve por
alguns annos no liccife ; quem o pegar e en-
tregar a seu senhor no engenho Concordia,
Iregue/ia da luz, ou na rua do Calinga, loja
de fazendas de l'eres A Vesconccllos, sera
multo bem recompensad^.
PERN. IYP. DEM. F, DE FARIA. 1151
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