Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07958


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Full Text
r
AUNO XXXIV M. 85.
Por 3 mozos adiuntudos *$000.
Por 3 mczet vencidos 5j000.
IIUNTA I EIRA .:; DE ABRIL DE 18u8.
Por anno adiantado i0$0O0.
Porte franco para o subscriptor;
ENt.VRKECADOS DA SLBSCRIPC.VO DO NORTE.
Parahiba, a 9r. JoSo Rodolpho Gomei; Natal, o Senhor An-
tonio Marques da Silva : Aracaly, o 8r. A. de Lemus Braga ;
aI\? Sr" Joi< de OI'v Maranbo, o 9r. Jos Teiieira
da Mello ; riauhj, o Sr. Jos Joaquim Avellino ; Par*, o Sr.
Justino J. Runos ; Araasoaas, o Sr. Jernimo da Coala.
Olin.il t...l..-
I.u ,, lUl'i "
n. Iril... II./.rr.
S I I
r... I l..re. Villa-lidia, |I,-V
i-nu-ira.
PARTIDA DOS COR REOS.
i. .Ii,i..a. ,1 o BMI l.or s .1" O...
Mj' l'.ir ilnl.., M| .....m.l i. ,. ...ni. f...n
, l.iui.,. Carura', Altinfco i.iranl.un- a.
"All.,. Naiarelh, l.im.....ro, Kr^jo. I
y.
mlun-m, I!
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Fueao
.. loiaae
irue-HMft
ua ..> v'.i.i..- f>.
faiaiaa-fer* a.
B *a 10 huras da
aei
'I
tua, atareiroa Agu-PnCeu
na.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas a quinta.
Relami tercas feirai e sabbados.
Fa/enda : quarlai e sabbados ai 10 horas/
Juizo do commercio : aefiur.da ai 10 horaa a quinta ao meio da.
Dilo de orphaoi: segundee e quintas as 10 horas.
Primeira rara do civel segundaa senas ao meio dia.
Segunda vara do civel: quarlai esabbadoe ao meio dia.
EPHEMERIDES DO ME/. DE ABRIL.
6 Quarto minguant as 11 horas 24 minutos da mauba.
13 La nova as 8 horas e Ni minutos da manhaa.
20 Quarto crescente aoi 7 minutos da Urde,
28 La cheia ios 36 minutos da manba.
PREAMAH DE llOJE.
Primeira as 6 horas a 54 minutos da manhaa.
Segunda is 7 borss a 18 minutos da larde.
EXTERIOR.
das da semana.
13 Segunda. Ss. Viclor c Veisil mm. ; S. Constantino c.
13 Terca. S. Hermenegildo principe ni. ; 6a. Orso b.
11 (.luana. S. Domina v. ; Ss. Tlburcio a Valeriano mm.
15 Quima. Ss. Eulhiquio, Olimpiada e Pausilippo mm.
16 Sena. S. Engracia v.; Si. Calislo, Carino, l.eciliano mm.
17 Sabbado. S. Aniceto p. ; Ss. Hermogenes e Fortunato mm.
18 Domingo. S. Vicente Ferrer c.; S. Anthia m.
TRIBUNAL DOS ASS'SES DO SENA.
ATTENTADO
"'lira a vida de SS. MM. o Imperador ealm- l"d a responsabilidad, qoe linha Mo fabricar
peratriz dos trncete'.
Vencido pela evidencia, porem anda n.lo dorai- uma parla do fulminante da mercurio de que se,
nado, le uso da fanfarronada, declarando que cora acliava carregada.
elleilo tinlia resolvido malar o imperador para che- Outro emhrullio conlro diversos falos, algn dos
gar por raeio de ama revolurao em Frauga a' inde- quaes enianguenlados e rolos eram levados pelas
pendencia da Italia, acrescenlaiido que linha forma- vielimas do alienta.lo. Torn. se nolavel ama camisa
du esle projeclo inleiramenle l, que lomava sobre da ll niela enearnada perlenccnle ao aecusado Or-
ii loda a responsabilidad, que linha fallo fabricar sini.
as bombas no e-lrangeiro, eque nada mais dit
ENCARREGADOS HA si BSCRIPCA'O DO SI I..
Alagoas, o Sr. Claudmo Patrio Dias Babia, Sr. D. Dupiad
Rio de Janeiro, oSr. Joao Pereua Martina.
EM PEKNAMHLCO.
O Proprietariodo DIARIO Manoel Figueiroa di Parla, na sua
Iirrana, praca da Independencia ns. 8 8.
i.^e''d.en,,Vs ,,r,i,l,is' fo"' soldado em uma danlismo engrasado descahe em citylo da opposgao,, sado desde ja' a di.por do saldu do eiereiro de Isv. Ha.ru
leg.a.e.lrang.,r,,.q.ando,a vos enlr.ga urna bom-: a mascara Mh.li.Mie. deprende-.. ap'p.rece a .57 para, or me.o'de geme" qe nonlTa, .entrar L.Y da QuercV .
b. dizendo-se-vos qu davieis langa-la no meio da
escolla imperial, podieis acaso duvidar das desgraca
que ieis occasionar '.'
ComesNao. seohor.
PresidenteNa inslrucgao fosles mais franco. Na-
da mala vos entregsraio seno ama bomba !
(ornesS.nneme urna bomba, mss levava com-
Sao chimadas as 3:1 leitemunhas citadas pelo
( Continuado do n. antecedente. ) "eP0"' operando-se nelle uma crise a respeito de ministerio publico, ai quaes se reliram a uma sal.
Seja cora., for, a pre.eng* dos qualro aecusado, no P'aPCm pessoaes. leve o cudalo de acreAceo- Moilas das leslemanhas teem signaos de feridis, go urna pistola revolver de 6 tiro carre-ada
lugar do crimt, nao pode ser negado por elles. eiu- que el e n,1 u"'" a,roJdo bomb'' algoma, e que que receberam, e que anda uao esiao de todo cu- PresidenteI.ivaveis nanlial >
'la mesino que julga*am poder encerrar-se em mn '?'," du"1* a l0'ce'ra- W P'o.ao se ouvio. linha rada. Comes-Nao. '
syilenuabs talo de guardar silencio. 8"' "".""'"'ada por oin Italiano por ordiru sua,
Com efleito, Pieri e Gomes foram presos
meiro algn* minuto* antes do alte
l.epellelier, o segundo pouco lempo depon i
lauranl llrcgji, e (ludio limilou-se a um s\stenia
d ngar en que (em persistido.
Em qaantoa Orsini, basta a raesma ferida que
lera para tjrnar impoisivel loda a negativa.
I'.ircm, alm disto, logo as primeiras dectarare*
se lioha colhilo uma iiro.a manifeila, ni)o so da
presenta de Orsini no sitio em que a-aluva de i
loinmeller-se o allenlado, mu Umbem da parllci- '
pjcao que livera ero lao etecravel crime.
(r*ini ..chava-so entre os feridos. que receberam
os [>rnueir ii soccorros na botica Vaolriu, na roa
Larnle e do Croveme ; Orsini nao negou.
Alcm de que foi reconlieciJo linalmente pela les-
leinuuha Decailly.
. i a i As leslimunlias Taylor, chamada di Brimin- '. PresidenteE preiistii em dizer aue uSo sahieii
resos, o p.i- 'lu-m elle a linha enlregado antes e noe nao era co- sham, e Zegles, de Bruiellas nao comparece- que as bombas esl.vam destinadas a malar o impe-
r.l.do na 'ra """' Z,? """ "**> "em me'- "" n '' P'^urei* engaar no,. NI. vo Ta -
lepoi, no res- vP M. Ileber e as senlioras Desai "
No mesmo interrogatorio, Osini inauifistou ap
j parencias de generosidad para rom o seo c-accu- feridas, qae ainda .':o eslao ciralrizadas.
i sado, declarando que poda fallar contra elle, mas Interrogatorio do acensado Comes,
que nad quera ducr. () presidente. Aceus.ido Comrs, levanlai-vo*.
A relleao o livrou a ootros senlimenlos, como Eiplicaslcs nos interrogatorios antes da inslruccao '.'
elle mesmo eiplieoo, quamlo iiltiiumiente compare- par que lomasles no allantado de l de Janeiro a
esanl tambem se n3o ; la nlelligencia. Orsini disse que nao re
podem .ipresciilar p^r causa da gravidade das suas erianc
Anda mais no camtnho que he indispemavel lo-
mar para ir do lliealro da opera i botica Vautrin, se
adconlroa m mesma noile do allenlado, em primei-
ro lugar uraa bomba carregada e depois uma pis-
tola ievolver.
A bomba foi apandada ai p do um poseo de lan-
gM proveniente de orna l.'tli, qne davia sangrar
ciin aliuirlin:i.i, e arh ni-. .p a ferida de Orsini,
aperar da ~
ceu peraule o magistra lo imlruclor.
Declarou pois nesie dia que (ijmes alirou a pr-I
meira bomba, Rudio a segunda, equo elle n.lo arra-
lan nenhuina.
E para uesie ponto escapar evidencia, que devia
esmaga-lo, repiodu/.io a ridicula fabol) d'aqnelle |
.ample, despohecido, que oceupoo o ieu logar nos
ltimos moinenlo*.
O aecusado Pierl inventou no seo primeiro inter-
rogatorio uma fbula aiu la mais inadmissivcl ; per-
sisti nella ato ao lim.da inslrocran
Disse que sahira de Londres para faier uma va-
gem Italia.
Hecebeu a viii'.a de Orsini debaiio do nomo sup-
poslo de Aliopp.
Esle ultimo, ao qual elle nao conheca, Ihe falloo
( de uma iovenrao, de que era autor, uto lia da ama
sai piuca gravidade, indicava pela au. 11, .-.i,, r i
propria ualurez* o pelo sitio da lano, que linha dei- rlm'naiite, da qual ella poda carecer para
lado molo sangue. a execurao Jos projectos que o levavam a Italia.
i singue.
I- malrtale, pislolla revolvir encontrada na ra
de ttosmi fii condecida cimo eomprada em casa do
do Sr. Devlsmes, e quas au mesmo (ampo Orsini
poilo em prtseur* di Plondeur, vio-se obrigado a
lembrar-si de que era elle que a linh. comprado.
Apezar deilas circumilancias, que l.lo clarimento
o .ccBsavim, Orsini persisti por mullo lempo em
negar i sua culpabilidade.
Importa recordar aqui como foi obrigado, pela
evidencia las provas, a duas. eonl,e, necessarias,
mi' com udo incompletas.
Comei foi o primeiro doi acensados, qae manifes-
lou a iulene ia de dizer a virJade, mas as suas de-
rliraeAe* foram-se produzindo successivamente.
Confess.iodo ao principio ter conntcimenln do
prnjeclo allenlado, pretenda que nao Ihe tiuha sido
revelado ato ao dia I i de Janeiro, no momento de
sabir da na Moollialior, prolestmdo por ouira parle
que so linh i assisdo ao crime lem nelle tomar paite
activa.
Depressi se vio obrigado confesor que tiuha
lala as Inmbis em e.11 da Orsini, porcm aem an-
da silirr i qm eram ; mi seguida declarou que Or-
sini Ihe linha dado ums para elle a levar ; que
elugaJo a praca Veudome Ihe tiuha dilo que se ira-
lava de malar o imperador com aquellas botabas,
que Ihe Imha enlregado ao mesmo lampo nina pis-
tolla revolver para sa defender, se foise atacado, o
que finalmente na ra l.epellelier Iha linha lirado
di Dilo a bomba de que era portador para a ar-
rojar dianle da carraagem do imperador.
Eelas declararoes chelas de reticencias eram de
nalureta la comprometieren^ gravemente Orsini ; e
sement n prawaea desie aecusado dianle do magis-
trado io->ect >r. MOde f.i anreadi com liomis,
basloo para obligar este a reiraclar-se ; mas n i dia
seguima llvre da -na mllueiicia, reproduzio a* suas
eililicac. es, o cuniplelmi M depois.
Kudio linlia-o precedido nesl i va, mas misturan-
do riticeucias e mentiras as suas sucoessivas dccla-
rariies.
Depois de ler negado ao priift-ipio (oda a especie
d. parlicipai.ii ao allentad ; dopoi dolar men-
Udo explicar a HM prv-enei em Pars e as suas re-
larjs com Osini, pelo dtaejo que linha do obter
uma caria de raeotaoieodae*.* para Porlugal, para
onda dev a partir na manila i segmnle ao da I i de
Janeiro, Rulio reconheceu que Beruarln linha en-
viado de l.iiiilre para lazer algmna rouia com Or-
.101* ; que havia accedido a (al propusla julgamlo
que se nao inlenlava mais do que operar um movi-
inenlo ni llalla ; que tirado do seu erro lmente
em Pars se acliava milito rompromellido para' re-
Iroceder ; finalmanle que anles de sahirem da ra
M intiiab >r, Orsini Ihe linha dado uma bomba, re-
roinmeniando-lhe que atirasie com alia a'carrua-
gem do imperador logo que ouvisse a primeira ei-
plosao.
Masaasti meia ronfissao seguiam-se as mais Inad-
musiveis illegace.
Dizia cue so linha acompanhado os accusadoi ale
ao Koolevard.
Chegaiido a' entrada da ra da Paz, em lagar de
so dingii para a l.pellelir, havia lomado a di-
recoao opposta, o linha ido ponte da Concordia,
aoude atirou a soa homb* ao Sena.
Iiiialuenle no interrogatorio de ^i de Janeiro
romplelou as suas declaraeoes.
ii- p*| ei, que cada um devia representar foram
repulid. ante* de sahirem ; Comes e elle recebe-
ram as duai bombas maiore ; Ors ni lieou com dua-
iihis pequeas, e Pieri licou com a quinta, de di-
nieiise* iguaes as duas de Orsini.
Da(er niiiaram que Comes airemeeari.i a primeira
bomba, Rulio a segunda, tagaiado-a. depois Orsi-
ni e sendo o ultimo- a .tirar Pieri.
rV*>m que chegiram a' ra l.epellelier, os con-
jurada)*, q i.iii lo ss aprovimou a carruagein do iin-
parador, eslavam collocados dianle da entrad, prin-
"'('' do pertiIyUa entra as caiai e a mulli ao dos
curiosos
Logo lepoi* da primeira evplos.io, proceilcut. da
bomba arrojada por Orsini, e.te disse a Comes :
alna a na.
Esle i'IIeelivamente a alirou, refugiando-so de-
pois em urna taberna aonde novio lereeira deoola-
J lo, e donde pdd. sabir depois aproveitando-se da
couiu*ao.
No molino dia 1\ de Janeiro, Comes se decidi a
declarar a verdade : a repirticJto das bombas
I en tn-llie levado o soppoilo Aliopp um modello
|daquella bomba na madrugada de t de Janeiro,
ajustaran, emaia-la na barreira dos Marlyru, iato
| na mesma orcasiao em que comproa a Aliopp um
revolver. I'orem Ahopp nao comparecen no logar
I ajustado.
Obrigado a entrar em. Pars, oeculloo o ravolver
carregado, ea bomba fulmininle promplt a rebin-
tar.
l)irigio-se com estes objeclos 1.1o parigesos a uma
casa de pa.lo, levanlo-os tambem comsigo ao pas-
seio, que deu pelos boulcrards.
Finalmente lendo-o condozido a casaalidade aos
arredores da opera, se euconlrou desgraradamenle
com o ofloial de pst lleberl, o qual jultou que de-
via preude-lo.
Nenliuma rel'ular,io formal se devia a t,1o misera-
veis iiivi-i|.;,",s, o pode dizer-si quo equivalem i
uraa deci.iiac i contra o aecusado, qae se atreve a
aprsenlaTss a' justiQa.
Em consequencin de todo o eiposlo os chamados :
JoMi Andrs Pieri
Carlos de Rudio
AiiImiho Comes.
I'eli Oriini
Siman Bernard.
Este ultimo menla, lio acemado* a saber :
Primeirainenle, Orsini, Pieri, Rudio, Comes, e
llernard:
le lero-n combinado e diterminido entre si e em
ISiTelsis urna resolucao.de obrar, que linha por
um :
1. Im atlentado entra vi la e pean, do impe-
rador.
2. I.'m allantado contra a vida oo contri a peasu
do om de* ineuibros da lamilla imperial.
E cuja re.iluea di obrar fui Seguida ile nm aclo
coinmetlidu ou couiecilo para preparar a sua eie-
cueao.
Segundo.O refer los Orsini, Rujio o lime* de
lereiti commelu lo a I lojaneir.i de 1838 um al-
lenlado c.omra a Tida e pes.oa do imperador, e os
citados Pieri e llernard de se lerem tornado cmpli-
ces o. meemi.i onoca do dito allenlado :
I. Huido ao* aotores|lo allenlado imlrocroes
para o coiuinetlereni.
>. Procuran.lo-lhes armas, inslruraantos e oulros
meins, que serviam para a aerlo sabento qae ile-
viini fazer uso delles.
3. Ajudando e asislindo com conhecimento ios
autores do dito .(tentado noifeitos que o prepararam
e falcilaraiu, ou em os que o consummaram.
lerceiro.Os referidos Orsini, Iludi e dome* de
terem conimeltido a 1-t de Janeiro um ademado con-
tra a vida peiioa do um dos membros d. familia
imperial, e o* citados Pieri Bernard de ee l*rem
feilo cmplices na inma poca do dilo allenlado.
1. Danto aos autores do atlentado inslrucre
para n cnmmellercm.
2. Procurando-Ibes armas, inelrumrnloi a oillro
meios, 'que seiviam para a acrao, saben lo uoc de-
viam fazer uso delles.
3. Ajudando ou anislindo enm conhe>imenlo aoi
autores do dito allenlado nos Mo, que o prepara-
ram e facililaram mi uaquelle* que o ronsoinmarain.
Ou.rto. Os dilos Orsini, Rudio e Comes:
De lerem comin.ltido a 1 i de |aneiro de 18-18 vo-
lunlariainenlo e com premedilaco um homicidio ni
pe KM :
I. DoSr. R.ilh.
I. Da Sr. Ricder.
I. Do Sr. Rillin.
i- "n Sr. Meas.
.%. Do Sr. Chsuird.
6. lio Sr. Daklen.
7. D Sr. \\* itp,io.
8. Ha Sr. Duisanget.
EoiSrs. pieii e Bernaral ilesa lerem lomado
cmplices na mesma poca dos ditos homicidios vo-
lant.rioa rom premeditarlo:
I. Dando aos antores do ditos crimes inalraecSa
para o* commetlcrrm ;
.'. Proenrandn armas, inslrumenlos e oulro* meos
que naviera -ervir par. a areao saliendo que devum
r.rer uso dilles ;
1. Ajudiado ou Mbrtinda com eonhecimeoto aos
aulores dos dilos crimes nos felos, que os priparam
e fadlitaram, ou uaquelle* que o* connamraar.r.m.
_.iM ; o Cernes provistos pelos arligos -V.I, 60, '.i, 89. 29j.
plano dilerinmado entra os assa.smos, ,i sua euccu- -"17 n 302 do cdigo peual.
rilo e a parle que elle tomn arrojando a primeira
ersisli* as declararos, que lizesles
Comes.Com vo/. fraca. Sim, senhor.
Prisiilenle. Reproduzi-as dianle dos seuhores
juize, e ralificai-as -em equivoco*, ne n reticen-
cias.
Comes.Sim, senhor ; no dia I i le Janeiro, o se-
nhor Oriini me enlregou uma bomba.
Presidente.Comer.i mais de Iraz. Dizei quem
eoconlrasles em Londres, com quera saluste* e com
que fim ; em uma palavra, dai todos os pormenores,
que j desles na instrac^ao.
Comes.Foi em Lou Iros que eu tomei conheci-
mento eora Pieri. Achava-me desacomraodado, e
elle lioba-nie prumitlido fa/.er-me entrar ao lervico
do Sr. Oriini. L'm da condatio-me a sua caa
era Londres aonde vi o Sr. Bernard, e ouira pessoa,
de quem ignoro o mue.
Presidente. Qae vislts no aposento de Or-
sini 1
domes.Rm cima di chaminc Vi ama bomba do
me*mo genero das que mais larde servirara para o
que aben, in.li entilo ignora va o que era.
OSr. Orsini loiuou-mi pira o sea sirviro, dizen-
do-me qae ia partir para Paria, aoode aos reunira-
mos. Com elfeilo ea e Pieri marchamos para l'ran-
eaalgunsdias dapoii com nomes suppostm e com
pasaportes falsos. .'O .reinado da Mies porme-
nores coro voz fraca, a qual ero iiropre ia en-
lende, po:s lem om acento italiano muilo pronun-
ciado./
Presidenle.Continuai.
Comes.Chegamos a Dmores, Pieri eu, ,is onie
horas e meia do dia (i de Janeiro, era seguida su-
bimos para Cilais, aonde nos encomiramos j,i as
doas e miia.
Dirigimo-nos a Lilla, aonde Pieri me deitou, di-
zendo-me qae ia a Brutella*, e que viria buscar-me
para irmni dopoi* para Par.
Effeclivameiite pooco si demorn, e no dia 7 sa-
bimiis para Paris, aondi entramos a- 10 horas e
meia da noilo.
I'resileule Pieri quau lo vollou de Broicllas,
levava algoma cousa na m3o ".'
domes Sim, senhor, uma cousa redonda. Soc-
he depois que era melada de uma bomba.
'.llegando a Paris alojamo-nos na hospedara de
I-ranga o de Champanna na rila de Moulinsrle. Ale
ao domingo, til, nao vi o Sr. Orsini, o qoal veio
ver-nos a' hospedara, ale segunda-feira, 11, nao
Tui com elle a ra de Moniliabor n. 10, para come-
cr o meu servido.
Presdeme DiMi-me, quaes foram as ordens
que Orsini vos deu, que lenliam relelo com o al-
lenlado. Nao vos maiiliu a' lija" de um ar-
meiro "!
d,mes Sim, senhor, na terca.'oir \2. o senhor
i Ir.mi me man lou .' loja rio aro anneiro do boule-
vard dos italiano-, para UlC pedir ums pi.lola. que
Ihe linha mandado concertar. Eu fui, porcm o
armeiro diise-me que nao eslava prompla, e que era
pr.ciso vollar no da reglalo.
Presdeme Era uma pi(|0| revolver 1
Comes Sun, senhor.
Prosidenu E no da legnllK. kvasle-a a Or-
sini ".'
domes Siro, senhor.
Presidente Chagoemos ao da I' de Janeiro.
Dizei o que b/.eslei note da i o que fizerain os vos-
eos eo-aecaiados.
Comea ISesie dia o senhor Orsini saino, seram
nove lloras da manhaa, dizando-me que voltaria as
lre<, porcm veio a> qualro eso. Sihio as qualro
o meia ou cinco, lainbem s, e vollou pooco de-
pois Passada maii meia hora enlrarain Pieri e
Rudio.
Presidente Oriini n.lo vos deu nenliuma ordem
quando. sabio '.'
Come* Ordeno,,-m que aqaecesse umi garra-
fa de vinho de lloideau.
Presidenle A que lloras chegaram Pierri e
Rudio.
Comes A'i II e meia.
Presideole Entendales o que os lre diara '.'
Comes Nada diziam. O senhor Onim m-
Irecou me uma bomba, djzendo-me quo o se-
guis*e.
Presidenli Para quo vos ntregou a bomba?
Para que u'o ?
i, .mes Ka n.lo o sabia.
Preai tente Cuidado para nao cahirdesem con-
Iradicedes. \ inbeis da luglalerra a Franca tora
um humera, cujas opiuioei polticas eonheem, i-
uheis cora nomes suppolos e com paM.port.1 fal-
HM : enlregani-vos uma bomba e queris fazer-nos
acreditar que nio sableis liara qoe ella era desti-
nada '.'
Comes Disse o, porque esta be a verdade.
Pretident. Conbecieii Pi.ri des ie |S ,7, ubieis
quem era e o que pretea lia em poltica. Do mes-
mo molo conhecieis perfeitamente Orsini, por isso
Iho cscrevesle* que eitavell promplo para fuer lu-
do o que elle quizesse pe, iadapendeucia da Italia ;
o qtiando se vas entrega un. bomba carregada alro-
ven-vo a declarar que ignoraveis qual devia ser o
eu uo '*
dimesRespondo assim, parque he a verdade.
-Nao me julgueis encarregado de ouira coma se
nao de a levar no momento, em que me foi en-
tregue.
ComesOSr. Orsini pole dizer o qne quizer, se
qoer murrer be livre ; porin cu digo o que sai e o
que he verdade.
PresidentePos (udo revela qoe nois ara conspi-
rador. Associasle-vos com co npiradores; um cons-
pirador auda armado e vos levaveis armas formida-
veis.
Disseram-vos, vo, anligo soldado, que arreme-
cateeia ama bomba quando pasaise o imperador ;
I 11 Nepomiiceiio
(i bois.
> 1,
Total. Ti bois.
Ale amanilla.
sDriedade do patrite... em concurrencia com 01 actuaes vendedores de car-
Coraponhamo oalra vsz o rosto n om sorrso al- ue verde c farinha.
var de folhetinisla insipido, e prosigamos : Arl. i. A carne verde fornecida pelos a-enles
Cpm odesapparecimenlo das macas, do bolelins do governo sera- eiposla a' venda pelo cusi inde-
samlanos, das procissoes de pemlencia c de oulras pendente de quaesquer oulras despezas que si lize-
couiis trilles de recordar, reapparece a vida, a ani- rem, cmquanlo durar a crise actual da caresta dos
macao ; o dlverlimenlo, rodara as carroageus nos vivins e a qoanlia do mencionado saldo que so poe
- nae-adams.i, acotovill.m-ie os passeantes as roai, para islo a' la disposn ,10
gastam-se 01 umb.aes dos botequins rogados pilos a Arl. :l. O presdeme da provincia dar..' eonla a
reganse do. leOeio, oslenlam-se as elegancia lis- esla asserablea do resallado de emelliaule medida e
biiueuie pelas avenidas araadas do* passeios, e re- applicaejo do dniheiio despeuJ o
aoam as salas do, n,ealros con, o. applausos pbrene- ,. Arl. '.. Revogain-se a duposices em con-
lico e agilidade de uma bailarina, ou a' voz d'uma Irario.
cantora. Sala da* ,1. h,i a. *^-^ e 1 uni.inida le prospera e -e aperfeicoa tanlo mais,
Sao i.is hora, da noite. Acerca-se grande mull- Keu ,! """' U "h"1 d< *"* J"'1 o Homero cnuhece ufeila-s, 4* le.,'
dfio de um edificio elegante que langa pilas rasga- lie remettid a commssao de consllui.ao se I "uei-T'""',1J"la "r na,urela- Eulre os grandes
dasjan.lla, lorrenles de harmona e d luz ; dou- galota iudicacao : constituu.ao .. se- 1 el,. ,. que devenios ao ,.ro.re**o das luzes, ao ae-
rados candieroi collocado* eulre a arqueadas por- i In tico que a cmara dos sinhorcs dlDOtadoi no- n'm se ,','" IV "''" P01V*, n.' '" '.""""
las desla vaala e deliciosa mansao, esclarecen bri- c, a confecc'lo de um* le iulerp el", do I lo v neo ',, P T"" "n'''Vi"'e J?*mt'
Ihanleraenle ra ecb.m.m aallengao do deseo,- arl. 17-.. d.'eo...iiioir>, no se^'o"Va remitir le de ,o S -^ a"uc'^n- "',e "e """
liUer?m. e VSJSS" ''"^ "IS,eUCa V.,11. eT 1 ? ni" "q,,eza corre pa" d,r,,17 de ,a"r"se P"":" ,l0' ''""' ** P'tmeira condemnada"
relha com o b un gosl 1. necesiida le ; aulori*ando-so
___(ommunicabo.
^oooci.ic.io Xnpoijv.ipnua
iJcciiamnican.T.
onsliluielo phytie. e moral. A
mais aisombiosas descoberlas licariaoi
l'ont.iiuar-se-ha.)
a permanecer no estado de simple
opu/. ; iiomean- deroto concurso das mociarea ibes mo ps m
...itemos a' esquerda o c.fcdPe.0.. .era no, de- tf^SS^S B 7SES2 VSUTSSZ ^tT^B'^"-
rmo. n, d.scnpga. do luso, bom geslo que o ~' %% ^ SX^SOi %Z
in lu-irns, como saja a viae.io forrea, he um (esle-
muiiho eloquenle e irrecusavel de quinto devemo
ao espirito de a.soeiagao.
M 1*, se a esle Valido elemento de progresso mui-
lo nevemos no que respeila a' ordem pbvsica, muilo
iira- Ja' f maiores e incalculaven sAo os beneficios que delle
estabelecer uma emplos que nos
termos na nescriprao uo luto e iiom gcslo q
racterisam, nem no deserabaraco da chulosa do
iicomploiio; nao nos dem iraremos em aealytar I
legante aimplirid.de do vestbulo, deslumbranle-
mri le Ilumina lo por doorados lustre de gaz e re-
produzido por um magnifico eipelbo collocado ao
fondo ; subamos apressadamenle a larga escadaria :
nao nos deixeraos ainda allrahir pelo ruido confuso
qae se esliis por esia grande porta de repnslei-
lerias...
PAGINA AVULSA.
123D1 DH45, S
bramos
rroj.ll.-i. e queris negar qui u.lo sableis o que fa-' milliorio da nona carra,ra de civ.lisacao, como lh i dioca Tendida a relalbo e
" ebami o nosso collega. ntreme
domesE torno a declarar que eu nao sabia o
effeilo qoe devia produzr o que same maudava
fazer.
PresidentePorcm agora mesmo acabaos de de-
clarar, qae Orsini vostioha dilo na praga Vendme,
que U a' ra Lepillelier para malar o imperador, e
qaando vos disse qoe o seguisseis vos deu ama bom-
ba para a arremegardes no meio da eicolla impe-
rial : (orno a repetir-vo* que he imposiivel que nao
eslvesseis ao fado dos projeclos dot voiso compa-
nheiros.
ComesEu o3o labia para que me era dada a
bomba, porque so se me dizia qoe a arrojasse e o que
devia depois aconlcrer.
PreiidenteResumamos ainda nalra vez. Enlre-
garovo uma bomba embrulhada em seda prela ;
dizem vos qoe levis ; na praga Ven lome vos de-
clarara que se vai malar o imperador ; he isto o que
liaseis declarado ate. aqu '.'
ComesSim, he a verdade.
PresidenleDisse-se-voi que a arrojarieii na ra
l.epellelier T
ComesSim, senhor.
PresidenleIsto baila. Os senhores jurados apre-
ciarlo. Pieri eatava comvo-ro '.'
domesSim, senhor, porcm ojo no mesmo sitio
em que eu eslava na ra l.epellelier. Ea o perd de
visla quando arrojei a minha bomba e fugi.
Presidente.Nao fosles ja" condemnado por um
abuso de coufidnga ?
ComesSim, senhor, (inliam-mo confiado ama
calva que eu .bri.
PresidenteE foi depois dota condemnacao, que
par tules para Londres'.'
domesSim.
PresidenteEslaes pobre ?
ComesMulto.
PresidenteE foi enlo qae encontrasles Pieri'.'
Come'Nao foi logo, mas em Londres he que to-
mei conhecimciUn com elle.
Presidente E foi elle quem vos conduzio a
Pars'.'
ComesSim, senhor.
Continua.]

arie&afe
i\
Simphouia sobre motivos da opera nfehre amarella...
O autor Iropega no marque de Pombafc qua-
si qae vai cibir em Mlylo lrlo.O despertar de
uma capital.iCaf concerl ib.
(o, cala olhar uros fiulha, cada ri-:o uma careta,
cada individuo ama paill. : e de loda esla muiti l.ln
ell'erveseeale levanta se um rumor a-pero, agu lo,
vibrante como o das azis do um bezouro, ou do ca-
no de um vapor.
Id* a sala do Cafe concerlon no 1- de uncir de
1838.
Re e Ordem.)
A assemb'a r.uno-se houlem a* 11 horas e meii
la manliii, ga-tan In-se a primeira hora com.apre-
1 ao de uin projeclo do Sr. Souza Ueis, com o
C1 rsi de ser autoruado o governo da provincia a
por do salla daa real. provincia, que eiite
duvidamoi pe lie de novo a lllualriilimi cara ira para
que mande realiiar a eooilraeglo de diia estrada
pela planta que, sa diz, litara o respectivo engenhei-
ro ; visto como 111 el a lo un que ie ach actual,
nao permille que se facilito o tramito de vchiculoi,
que all pjleriiin chegar, ia nao (ora lio mo ca-
lumbo.
/ necetsiiade de Mm cemilerln na frejuezia
do Poro da /mella.Cid. vez mais se recoiihece a
ne res.ida.le queevisle de um cemilerio na freguezia
do Pogo da Pancha, e para o qual os |,cr loiro da li
nada Sra. D. Mara Helena oller-ceram um terreno
gratuitamente. Segaa 1 1 p ni im >-, o que lem dado
In-'ar a falla de sua real,sirio hl nao ler om dos
htrteiros querido atsignar a e*crip(uri
sem que (o lavia saibara iaal ja o motivo qoa .
ilo o in.In 1 ; ieji porto) qual fr, paraca que alo
ympallnas, ovemos uraa prova ethuberanle dessa
estima e verifieimos quinto ha de espontaneo e ani-
roadei ne--e .ai lio que a Associacao i'vpogriphica
I eroamliuraiii recebe do bro-o publico desla cidade.
A coro; aina dramtica, a cuja frente se ada co-
mo director e empresario o talentoso e dislincto ar-
Hll, o Sr. dermano Francisco de Oliveira, queren-
do eoneorrar eom o aaaii tervigo* para melhoraro
e lado economice da Aociagao Tvpographica, linha
Merecido dar em seu benelicio uma representacao,
que leve lugar esla imite no lliealro de Sania Isa-
bel. Nao he a primaira vez qui a arle dramtica
e-ieii le a m.lo protectora a' sua irm'ia e amiga, ar-
te lypographiea, a quem tanto
O lliealro Mleve*tiiterahneali ebeio, o qu pnucas
vetes acontece, a, artes e a, latir., a piolar..a
e o poesi 1 ich.ram-se abi reunidas o de m,los
la du para abrilhanlar a fesla deque havia da tirar
Iraz a manila* serena claiidade,
Esperanea deporto e salvimenlo...
A formosa e-tniplie do inniiort.il cantor lem aqui
Igual cabida ;entao era o grande reino que res-
pirava com o fallec,nenio de om rei indigno delle,
cuja incapacidad e eovardia o linha algeinado ao
posle da inaceao ; agora ha a (ormes L'liisca
qoe depois de urna lula sanguinolenta e porlia-
ignora lo ; e finalmente do requeriinento do Sr. Re- *ei vicos a illuslrissima cmara para administrar gra-
go Monleiro, parase nomear ums conims-ao da luilamenle a obra do mesmo ceinerio.
exame na tbeiouraria provinci.il. A< obras do gaz, Temo* ouvid
.'. Campo?.
') Nos das em que a igreja calliolicise reviste da
O projecto do Saija Rei foi, a reqoerimento I .....-oradore. da, roa, por cm te se *Z. "Z^ZV^Zl ^,ira.:=d,.ap5ar7ao no
do seu aulor, subraaltido ao eiame de uma com- do o cano* para a illummaco a gaz, que semlo Je*m (l.nsin .. .1... .,,,-
mis.aocspecialmei.le uomeada. composla do Sra. 0 Ica-la* ,1, me.,,,, nudo; e eiamiuaii.lo m[,l "!,'a \*l t,. m -i!Jl 2 1 P V 3"S
Rapli-ta. Manoel Por.ella e do mesmo Sr. S,za aet.qeeil.V. aehame-la.wdedeim.; prtenla cha- J5J^S^.,'^*"fc*
Re-, e a 111 liear,.! 1 foi a coininiss.l 1 de consliluie.io mamo* a alinelo dos senhoie- licaos para esle abo- I
os p 1 l.-i .iieiiin- acerbos e da moite alTruiilo-
.-----------,........ qua e de*se p ira ordem do dia os projecl
como a douzella que abandona o baile emque pela ns. 32 .le 185, Jl e 31 do anuo passedo, no qoe foi
'.'.'"!.,r.f,*c;tJ.".":n.,,r""!ou "" de icids Porosas de altendido, dando mai. o Sr. presidente pira a or-
boraba ; conlinnou plenaminte as diclaiarnes do
leu c-aecusado Rudio.
Por asas reeelaee, e pelas provas citeriores
apandadas na inalruegao d. prueesi.i, se encontrn
Orsini enlloclo, uo interrogatorio de Ji de ianeiro
de l58. '
ILEX4HDR1NA D ROSIER. *
ron Amede Aciiakd.
IV
(Coulinuaco.
No li n de um me/ ou ilool de estada no catello
de la llerlorhe. Mr. d. Maaveiin mo rallen anida
em partir. I na da que e>le cuninhavil j panma lar-
go 110 parque procorandi AlaUOdita, madama de
I ougarilles, qua e-lava a-senlada com a sobrinha
a pe d.i una arvjre, locou-a com o cotovello, e
ilu-i'-lbe :
Eoiao, pequen.1, parece-ras que o fugitivo
qoer voltar .'
M.daiiesell do Roiiar lengoo um olhar par o
lado de taalelio, -. reapoa leu nulo :
- Ali ja percebi isio ; eu po le 1.1 misino fazer
igo peu
Hi I. na aodiencia do tribunal impeiial de l'aris,
II de feveriiro de IK'iK.Chaii d'Es(-Ange.
ranle a leilura do aclo de aecusacao, os depen-
I).
Na 11 (.diaria
nem a escuda
tt in rap-
io natuial uma sceua de comedia,
nem a seg da po.la, era o poslilha '
de corda, era a (ogi la.
Oae queros dizer ?
I iih couia mm smiles. Mr. de Mauvczin
lembrou-se de arbar-me ao seu g-slo, c cielo que
0111 rapli n.lo Ihe ilei.gr.darl. .- alio.
II po-sivel eielimoe a haioiieza
lo : BU') r.lloo-l. ueste senti lo
Nilo (allou me em termos claros... mas eu
bem o enlendo, e 1*10 prov 1 ao menos que elle me
bina
Co 110 '. alo le indignas! : Prop r um rapio a
ama u .,;* de la eondiQo. com 1 se nao hoe
mais inaire nem cura para ruar--. !
Madi mesella *du llosicr poz-se a lir, c depon
disse :
De c?rlo o ca-iiii ni. ^ r i i oro deienlaee mai!
decenle ; eu ganli.ria U9im 11111 marido, e Mr. de
Mauve/iu uma li.i liga la eom as primeiras lamillas
do loga-. Viven.unos boue*lameiite junto de Vin\,
envelhe.-eriamoa janto, e fariamoi por nioter mui-
lo iofaliaaa. A' primeira visla a c uisa 1 arece mu
nai11r.1l, e Mr. Dtachapelle diunaria de boa vonia-
ile o co, trato. Infehzmenle nlo h .verla c mralo.
fallando eora lian jrie/i i|iie qoer N'inc. que Mr.
Vid Diario u. 81.
denles do tribunal depositan) sobre a inesa os cu-
pos de delirio* encerrados em duas caita. Coa-
siiUm elles em doas pistola* apanliada* aoa accasa-
do*, e na bomba adiada na ra Rosini, 1 alm disto
de Moverin faca de Urna moga qde Ihe levara'
seu eoragSo em dol, como una herona de roman-
ce t E-a coasas sao mu bellas em msica, mas na
vida domestica nunca foram sufllcienles, o um con-
clheiro da Cour des Complot tem o direilo de sa-
be-lu nilhor do que ninguem.
Mas emlim (eolio tres milln.es em boas Ierras,
e c< minha sobrinha etclamou madama de l'oog-
rolle com eiplosHe.
I 111 relmpago pis.011 pelos olhoa de madameaella
du Rose, a qual die :
lie de crer que elle nao lenh. faidado ni-so.
E iliilin.iii-ie sobre 11,1 da baroneza para bei-
ja-ii. Midan, -le Fougerolle* laogou Hhragoaao
pe-eoeo de A levan Irma, o lltrabie-1 ao eora. lo,
diien lo-lhe :
N.lo me ili\ ir.i* nanea !
I in.. Mita enmelo ipparecetiBO semillan! de ina-
daueella du Iduier.
Eu Ib'o promet >, repondeu ella com voz se-
ria.
0 mais importante eslava dilo. U.darnetella du
Roai.r a,|.piala pir madama de Fougirolle e pro-
rlamida loa ber.leira, reslava soinente decidir Mr.
de Mauveiin a derlarar-sp, o que lulo era certamen-
i" mu dillial ; |, ,,s i,, o receio de umi reru-a o re-
mili Elle nio poiia deixar de cuidar na caria
qu. e-crevera, tiuha modo. Em um bomem li-
tonzeado p..r biumphos de provincia c lamlu-m en-
laluado de eu nurerimenlo, como Mr. .le Miuve-
/111, ,1 me,lo era mn .igual de amor irrecas.vel. Mr.
Deschapelles eoearregoa-ie de f.ll.r-lhe.
Meu caro, dilse-lhe elle um dia rppenlinamen-
le, oaenhor be.- moa lele do eviagelho: pene
orador de I Bertoche, iodos labim qoi [.re/1
ha dii para devorar.
Mr. de M loveiin coroa apezar de ib. firmeza or-
I nana.
Ora, madama de Foogerolles n.lo quir que ua
ovelha ja roulilla, lornoo o notario ; ella tm ine-
I di seus dente, o* quaes lem decorado muitas nu-
tras. S,,u de opinin que rouvein derlarar-se. ||a
pretendiles em campo, he um esqaadrao, breve- .
meule sera' um regimenlo. A moga lulo diz nada ;
nw osee Unci ha aem dovida a favor da algum.
>e he cario 1, lome suas nformaces ; se nao be ...
deve ceder o losar a ootros mais malreiio.
Puis bem, diese Mr. de Mauvezin, hci de in-
terrogar a madamesella du Rosler.
Elle o fez uisse mesmo dia. Aleandiina dtiiou-
uin ewallia delirante.
He esla a mesma Lisboa que, desaliando pedra por
pedra ao horrivel abalo que tornoi Ido ralalimoso o I
da 1 de novembro de I7.Vi, se levanlava pooco :
depois mar bella a magMlon deeatiea.rDina.de
dou* mil edificio* e ds c daveres de eem mil des-
graeado :lia cenlo c dous ann- foi o braco u'um
hornera extraordinario que a crgueu nffocad. de.
se inoniao de podras o de sangue, e que Ihe iiuu-
flou com o seu balito omnipotente uma existencia
mais briihanU e vigorosa ; hoja f n ella qoe, aban-
donada pelos seus habitantes mal poder
um inarquez de Porabal, qu Ibe valle-se no pe-
rieo com a forja do seu genio, luslrnlo. valoro.
uma lula desigual com um inimigu lelvagem o des-
couheeido.
Eolgo deven a victoria .1 forga de mn Hercules, a
sriencia de um -deusu, agora i belleza do seu cli-
ma, ,1' providencia da sua e-lrellz.
Sao
dora
is
l.avantou se a itatta
li dia s-guinle os projeclos ns. 8,23 c :i(i de
1 hora e t|i.
BronehHe. lie ele um mal qoe hoja e-ta' gras-
san lo entre 11.,s, como epidmico, e comqoento nao
I 1 111 il, lo.lavia milito lem incoinmolado a
un,.1 glande parle de peisoas, qoe dc'.le tero sido ac-
eommrltidis.
Hospital de ruridade.^Exiitiam no dia II de
', que importa o i.ileiro cumprimenlo de In-
da ai -u u promeeu, e o Iriampho megnifleo das suas
lal.vriiadi ma loulrina, brith. com Ul limplici-
dadee energa nos seriptos de seus discpulos, qua
eguramenie nao ha quem os contemple sem que se
tinta peesaido de admirarais. Y. uessss meamos Ira-
halhoi histrico de 1.11
ASSL'.II'.I.IA LKdISLATIVA
PROVINCIAL.
SBSSiO ORDINARIA I M 1 DE ABBII. DE 18,">8.
Pretident o: do ..r. Oario de Ciimaran.it'>'.
Presidenle Connuai ajvjssa narracao lobre o
''J.11- epidemia, poique a nlelligencia, a Caridad, ea su-
_ domes Deixamos a ra Monlhabor. Chegados blime dedcag.lo di um leigranie, como II. Pe-
a^ praga Vendme, o senhor Orsini di-se-me que ia dro V, posto que atleuuem em glande parle os ool-
1 pea de um tau lerrivel llag.ll.., n.lo podem vncelo
completamente aem o auxilio dos (unecionarins, que,
ou fogem por eovardia, oo se cailam por ignoran-
cia...
Adelanl.O exordio qoe comerava em ollrape-
Carlo C-iulio da Risa, pardo, solleiro, 12 anuos ;
ep ism ..
M mi, branca, i .nnoe eclampsia.
' M ira da C mcen_ in.pir la, viuva, 80 a unos; chrro.
/.a, prela f irr.i, lollei a, 6(1 mn 1 ; gangrena.
loro.prelo es'i.vj, lolleiro, CU .000; inllam-
m.got ebronic.
fc.\l C.IIII-..MU.. riiere, parda, :l mezes; pneomonia.
1 ,n reqoerimento de Antonio da Siqueira llarbo- l.uiza de Alhuquerque Lima, branca, casada, 10
sa ootro proprielarios da (reguezia de N. S. dai anno; parlo.
e-iui apenase causas da feliz exlincg.lo da ; Concig.lo da Alagoa de llaixo, requerendo a Iran- Matou-se no dia l para couuiiio do dial! do
Ao meio dia, eila a di.inii 11, acham-M presentes ,\
'2t'> senhore deputado, bre-ie a aeasSo. ., 't ,*
O :-r. Primeiro Secretario d conl. do laguinU
ua l.epellelier. a' pera, onde la o imperador
naquell.i nuile. (,lUc ia malar o imperador, que eu
dev,a segui-lo, e que chegando a' ra l.epellelier,
eu arrojarla a minha b.ml.j uo meio da escolla m-
pnial.
Oae importa ? exclamou Mr. de Mauvczin, a
senhora he lodo para mim.
Ah 1 lorooq ella com ara sorriso singular.
Dorante um inslant a ngost a de Mr. de Mau-
vezin foi Inixprimivel. Desla ve 1 palavra fora
mais prompla do qae a rellexao. l'alvez mesmo
que no da segrala elle se Uve, arreprmlido do
qu dissera ; mas enllo obedec ra ao primeira im-
pulso.
ferencia da mesma fregaezi para a capilla de Jen- correule, a saber
0 explicir-ie sem interrorape-lo riogindo certa or-
preza.
Para fallar-lhe francamente, disse ella, eu n.lo
e-perava por es-a confiss.lo. Eitoo um pouco ad-
mirada ... a tal poni qae se ouira pessoa rae fallas-
se em seu nome, ea nao Ihe daria crdito.
Mr. de Mauvezin perlorbou-se inleiamente ;
ten! 11 responder, e balbuciou uma pbraie, ua qual
ilulinguiam-se as palavras de amor sincero, dedica-
cao e pezar.
S, como pens, sen pedida parle de urna reso-
lur.io Bruta, tai...... madamesella da Roaier, a qual
go/ava de seu embaraco, perioilte-nie que reil.-ia.
1 111 casamento be consa, em quo val a pena pensar-
se -dguiii dias.
Mr. de Mauve/in inclinoa-l. lula esperan. 1
serreta, algumas inducees qoelira'ra d.s palavra I
de Mr. DescttapellM, su., exliema fatuidade, que ja- j
nina dormi inleiramenle, e lanibem a nianeira, pe-
la qoal madametella do Boeier o recebe.a em Pa-
ris, tinlidiii-llie feln crer qoe a* coma* iriam rom
maii rapidez. A re deixnu-u em grande inquiltagio, e o pe/ar verde-
deiro que experimenten tez-lhe ennhecer que ama-
va-a mais seriameul. do qae a principio cuidas.,.
Elle julgou Alejandrina perdida para si ; si ella o
1 nao o lena logo aceitado '.'
Madameselli du Rosier guarduu o silencio mai*
absoluto durante ama semana inleira. Via Analnlio
lodos os dia a qualquer hora, c alleclava fallar-lhe
do cousa* indilTarentei rom a mesma jovialidad*.
Pareca que 11 ida a praeeeopava. Debalde Mr. de
Miuvezin a observa va ; er. impotsival saber o qoe
ella peniava. Aleandrina era para eom elle em- 'a al,,r depois de ler Ihe aperlado a ni.lu... Ve
pre poli 1.....veres agradavel. mas nunca perturba- ",ia Vo'*- Evaristo, eu o espero. 11
:.. N.lo evitava nem procurava as conversagoe*' A primeira vez que madamesell du Rosier reap-
particlales. Doas 011 Ires veze* Mr. de Meovetia pareceu cm Moulio na raicea leudo a -eu lado ma-
..iivinilo-a discutir projecto de viagem pAd. crer dama de Fougerolles o diaute le li .ir. de Mau-
que ella se e-querera inleiramenle do pedido que vezm, experimenlou urna cm ...1 1 Inlefioivel, na
ihe Diera. Bata siluag.lo lateiramenta nova miela-1 qoal o orgolho liaba gran le paite, luios 01 olhos
rada eom os inovinienloi de um amor tanto mais vi- a eguiara, ella linha febre, c no fundo do c
vo, porque era mais inquieto, lornou-10 um uppli- lembrava-se do dia em que partir pobre, lepeilida,
lod
laco na dila freguezia.A' cominis-do de es(alis-
lica.
0 Sr. Soma Res, jiulilica o requer qoe seja -ub-
melliJo a uma eammiseS. especial, o seguime pro-
jeclo :
A lu-emli'ca legislativa provincial decreta :
Artigo I. O presidente da provincia he aulori-
Evaristo'.' Esloa a' -ua e-pera... Cuida que eu
qoeira caar-me sem elle '.'...
Ah Mr. de Mauvezin nao le amara' como E-
varislo.
Alevandrina sorrio cora altivez e lornou :
N.lo telillas cuidado, elle ja'me ittil
Ma- .piando ella pediu a l.uiza qoe a eguiaie a
la Derlocbe al n de pinar ta' 01 das que haviim
Lompmhia das carne* verdes ,
Ricardo Romualdo da Silva .
Manoel Francisco de Siuza Lima.
Souza Iavare-...........
Souza Oueiroz..........
Luir Mureira de Mendouca.....
Jarinllio..............
31 bois.
10 o

1

:t
mesmo em peguntar a Mr. de Mauvezin.se n.lo teraia
uada dessa renta rivalidade. Aualulio sorrio,e res-
pondeu com ar de lidalgo :
Elle um rival o pobre Evaristo !
Entretanto um observador alenlo leria podido
no'ar que madamesella du llusier nao Iratava em
tola a occasulo a Mr. de Mauvezin como om noivo
ivrcruenle escolhido. Via-se as vezes nella urna ai-
le preceder seu csame,1I0, n.lo poudea principio ; livez, ura a/edume, uio dcslem, e certa Irritaclo
""erolle. O consenlimenlo foi latido n mesma ma ollim. pro, de .misada qae I. peco. Porven-
aoile. Mr. D.-I,apelle. chamado ., Berloebe 1.0 ........, rte,var de c-lar lulo ue'roim qaando
da seguinle recheu-se uo gabinete da b.rou.1., rom | fou casar-me '
qual liabalhnu loda a larde. I icido pala janlar __Farei o
elle diegou-si madamesella da Rosier para com-
primeulla ; porem o maligno velho a coiilempla-
va rindo por cuna dos oeolo.
Bem repre-eiil.ulo I di-.'-lhe elle em voz bai-
la... agir vejamos o quinto ar!..
Midaneiella du llosiei pagoa-lhi olhar com ollur,
mis em responder. De noite ella cscreveu a Eva-
risto p.ua rogar-lhe que vuliatse quanlo mais rapida-
iiiinie pedease.
Tomei urna grave resolur.lo. meu amigo, dizia-
Ihe ella, vcu caiar-me ; porem oetse iaslente |ne ha
pe decidir de toda a rouiha vida, quero ler a eos
junio de mim. I)e ma ese prova suprema de
que quizere, responden l.uiza lor-
naudo aos seu* b-bito* de su!.mi-lo.
E quando llixandrina -alna, tila aceretcoalon
br.indaiueule :
Cu, la em Evaii-I) I
Puucos dias depois madamesella do Roiier rece-
ben ama caita .le Evaristo, qoal continh nimen-
le esla pnl.vr.ia : 1 Esta daa linh nao me pre-
cclerio mais de vinle e quilro horas ; por tola a
parle e sempre, esl ,u a* so n ot:
1 11 leeillde q ie o casamento ,lo mal
du Boeier ede Mr. de Mauvezin leria lagar no fim
do mez. F.iliavam puucos ,t ..., ,!e Fou- lava-a. Ella linh. esa noite uma belleza radios..
c'i'lK* qoii que ,.-1 ceremonia |.--e moito es* '.'1 "1 l" e 1 g 1 junio de Evaristo encontrn 01 -
fegao. Parece-Ole qne caminharei mai* alegre pa-1 P'endida. I'o la a nebreta lodep rlaraenlo foi con- Ihos de Anatolio hum e mormu-
1 la a, e o hispo promrtleu ir pessoalraente cele-1 roa:
bar mu-.i ,,., igrei* de N. S. de Moullins.
Oh I para isso sou sufllcienta I respooden
ella.
M 1 lama deiFoogerollc Itvanloa a nrelba. A voz
1!. madamesella do I! ,sier era entao emclhiol .1-
queiio que elle oovire diflerenle veza, c da qual
,.,ia ..i, 1 nquec.r-80.
lia algoma couta diwe ella comsigo.
I ma ooile Mr. de Maoveiin pedio a iiialanic-el
la du Rosier que cantas, a captiva de Beber.
lie cousa singular '. dille ella cu, mel ni
dando uma ra linha aguda, depois que o seiibor
lomiiu aileielo a e-sa inclu i 1, elli lornon-M-m.
isup irtevi 1.
11-. "iililaule de Mr. de Maavezln perlurbou-se
10 lempo qae raidnraeiella du Bmier afaa-
na igreja de N. S. de Moullins. Fina
luida Aleandrina achou debano 'e seu gaardana-
po uma caixinlia contando diamante dafamilia.
> chaves da casa, que ella b.bilav. no lempo de
- mi i rimeiro Mpl.ndar.
Conservars l.r a minh 1 c mar, disse-Ilie nn-
dama de Fougerollea com dilincg3o.
Evariito ra o onico que permaneca triste no
meio de loda .csa alegria. Asaislia em silencio a'
Estoo vingada, elle ama-me !...
Eviruto ou.i 1 tmente .,s ultimas-palavras, e
se elle nm 1- 1. te f iil !. N". 1 lenlio
m.11 11 ida a /.-r aqu...
Alexan trina I ing la-lhe um olhar, cuja penetran- '.'
le ternura envolveuo inleirdiiu ule, c diis.-lh. !
Fique.
N 1 lia segaint. Mr. de Mauve/in havia de -er ?.-
1 ree'it.'. lo a..s amigos da familia. II Iti. numerosa
e lirilhaute reuui.io em la llerloche. Ma I
cuide lodos os intinte. No dcimo segundo dia e a merce de uma lia, que 1110 a amiva. Orcull.ira
nao pudendo mai sunporlar-lha a violencia elle no bolso do fallido a caria que Mr. da Mauve/iu sua propria minol icio. Sa. preseac. no eutello de
supplicou m.i lamcsilla du Rosier qoe se cxpli-. Ibe escrevera oulr'ora, e acliava um prazer singular la llerloche exC'lra a principio aiguini sorpresa,
* em senli-la debaixo dos dado. por que ninguem em Moullius ignorava qoal for
laso ha moi delicado, re-pon.leu ella ; mada-1 Aleandrina entrou no convenio da irroaa, edn
ma de Foogerolles ama-me muilo, pmero n3o sei | Ihe parle de sua delenninagao. lm O espiritos forte Orgoiam o hombrosdixado : lomeol.' *iam-e Ihe 01 olhos, o quaes brilhavain
ia do que pretende fazer oa occasuo do meu ca-| Mr. de Mauvezin I \ aes casar com elle Mas, Ora : lodo pastal Com lulo oulras pessoa n.i 1 criam : como f .go. Mr. de Mmveziu cobrio-a com seti 0-
1 uisse esqoeciuieulo. Mr. Descbapelks divetliu-selibar, quaudo ella enlrou.
plicarilo do acoiileciinenln mais grave e importante
11 gilodo o inundo. ah que a Providen-
cia parece (er depositado o segredo de suas obras : c
11 ,s phrase eloquenle* dos qualro evangelistas que so
resume, eom lod 1 .suas eireamataneiea e particnla-
; 1 na, 1 dagio do mai slupeudo de to-
laecesso.
Orecolhimenlo e a medilagao nos templos, os alia-
res coberlos de lucio, os sacerdote entregues s ora-
ces da mais pungente miga., o llnele dos campa-
narios, a tristeza de lodos, indicara qu uestes dia
e coiiimomorain facto* que por soa prnpria natu-
rexa leera uma estrella liglgo com a historia do
genero humano. O cliri dignes, sua origein e base do seu lesenvolvi-
mciilo, ainda olba e olliai sempre com lodo o
* Esle escripia u3o foi publicado durante a se-
mana Snrla, como devera ser, por ter vlndo (arde
para esla Ivpographia. Ot lili.
Em fim disse elle ofTerecendo-lhe o braga.
Sim, respondeu ella.
Seu accenln sorprehendeu a madama de Fouge-
rolles.-
Ela's com febre, miuha n I Ua'! disse a baro-
neza.
Aleandrina sem responder passou o brago por
bail 1 do de Mr. de Mauvezin dizeudo-lbe :
Pode dar-rae cinco minutos'.' leiibo. de lm-
brer-lhe aiuta uma cousa.
Ja' '.' eirlamuu madama de Fougerolles jovi-
almente. One sera' quan lo elle (.'ir leu maridu '.'
OuauJo Dcar.m mm, ma limeiella -du Rosier a-
brm um cofie-iiibo que vio-ie sobre a chamine do
g.b nele, para onde ella cundo/ira Mr. .le Mjuve-
ziu, e disse-lhe :
Lembre-tade uma caria que cscreveu-me
auno pateada depois di marte de meu pal f
Ah .1 senhora be cruel I respundeu Mr. de
Mauve/iu.
Recebi nutra ha oilo d;as. Eisa he de Eva-
ritto. Aqiie-uli lo las ,lu ... veja-as, e diga-ine
le| oii de a* ler li.lo, sa algiicm pode he sitar enlie
"- senhore.
Mr. de Manvezin estremecen, como se livesse si-
do mordido por urna ser|
le uma Iraigo exclamou elle.
He u na resposta, .tuse ella eom forra. Agora
pode ficar o lempo qae quier no castillo, para o
qoal ma lama da Fougerolles o convidou ; mai o se-
nhor ja' cuihecc-rae sofBcientcmeaie poia saber
.i. nunca iere -1 u nome.
Aleiau Irin. voltea i p ir. o sallo.
1. t.n marido .' percunloa madama de l'ouec-
ala lamesclla du R isier lomoa a n.aode Evaristo
e duso :
i:.-!., :
Dou. grito da alegria Ihe reiponderam, e mada-
d 1 I! 1 ichou-sa i, brag di irmaa.
1 \.,i 1 re-e'nlc linliam-
- lev.nl ido. Ua la ni 1 de I ,.., nfaia olha-
a para tojas a parle procurando .Mr.d.llau-
vezin.
Ma* por qoe .' disse ella em fim.
Porque .' responden inadameaella du Rosier
smenlo.
I Evaristo 1 exelamoa Luiza I
. lu II ,-ier eiteva vestida de braaco, porem mais pal- queimaiido na luz de uma fel uma caria que li-
10a litnacAo para com madamesella du Rosier ; po- li la do que a casa de eu corpiobo. Em 11 n rosto nha ua mo. Agora pono equecer-uie delle.
I IM.
II
1% #11


IHATtlO DE PERNAMBUCO QUINTA FEIRA 13 DE ABRIL DE 1858.
rpei!o e allto^Ao para imn palneis d9atroM*sof-
frtmvnm*, .le eruelMlmof marlyrios qae lhi d-
doj i .un mi e '! f i)ai i .i .i.if-. Purmiii que oindilTe-
reuliMiiu, til i mu constquenci* da IheoriM opinic-.
de un Mcufo lodo material, procuraentorpecer o ai-
pir lo banano, aa o damooi > I i duvi la se enforce par
de-ltutr-lhe a seinmle Ju inspira 601 e rtai crenr
ai e uit-weiar doi raconab.iai <.......-pe- constancia lrantmillld:< p.los evangliila>, cu >a satt-teumag......importancia > ea* tilo-co
MidaidMdeaMaiDrauea. e. itacate, n i i Ictasra lavel a lare- n.i.r, vai completara a hiilorii da cru- lia M ano ella neerrav ama lUmeato af.
da in.or, e de ioearaparavol resignado e paciencia f,i dt .juo noi ene i e pide tila ter, po- eifltao, percehai le-ha, no mel de.eei fado"
.mira dallarlo .lo eommove-lo, plantando-lne tentara, de grande anudada para tqacllei metroo, ratot, iim tentido prorado, un poder oecolto i
no tundo d alma o germen d,i piedade o di teall- que aa jactan) da pliitetophanlea, mus qu nanea a- cerlo 6 qae ti oa la palavra, un ca 11 arele d'e se
orlram ota Itero de verdadelra e solida philoiopMa. '
mele* religteto. I)i> feito, nada poderi prodoair
oap abala Uto forte no carelo da homem como a re-
eerdees.o deqaelledrama e,iraordinan<>, que. reprt-
aei lado asa olliut do p iva judaico, o .i faet da ersu-
Iboaa lerutetero, envolva era toda aa laai perita,
ein cada un .la seu> tcloi, o destino geial .11 mun-
do, AMi te lia pin cararlrrc, lodeleteit, alravct do
angue do Innocente, a biiloria tita da hamanidnde,
i' o Mpplleio eieculiJu mi ciino de Ulgelha se i.i.
apretoota aimla lioje como nma traoifurraacJo com-
ple a, eajoa resultados leem sul. a civilisara.i da 0-
cieda le. o pr.<:rpsso dea ideal e do, costooMe. Tatt
sao o* ponaa-raeotee de quesa aclia penda ii a igrejt
uaivoreal, qaando eipoe vitla dos crentet o ttpoe-
lacnlo locante e pathetirn d n I menlos e di mirle do
He emplur : laesafoofeenumootot quo ella no de-
cur o desle periodo lra.lu naa toas eorenieniaa, no
tea apparalo luctuoso e tolcinue, em toda assuas
pr.i-tirase inanifeslaci5?i lernas. O espirito pieduso
<|ue seriamente as contemplar, nio dallar de reeo-
nheccr em ludo isla lignilletrlo do un Erando fac-
i ; o o que houver alieno elimina vez a historia, c a
comparar ern seus laatemunliot coni as memorias sa-
grad ., cura os escriptos dos avaogeliita, coni as pre-
diecoea prophelleaa, e rnais aiuda com as tradte(Oei
de lo la a liumanidade.'lia de encontrar, por fin), a ni
em lodos cites nina concordancia ettrema lobr I
real i Jada dease facto, dessa acoulecimenlo maiavi-
lllOO.
Iieixemos, pois, que cerlo* rspjrjios, demaiiada-
nionle materialisados pelos aiidos principios de mu
grosaeiro plulosophitino, e fanaii-ados ptiaa crenca
de mau uusto que a enciclopedia laucara ao mundo,
dcKoncuulieeain ou linjan de*rnnliecrr a loflaaneia
poderoia i\ 19 lem extrcido o chrislianismo snlire o
des icio BlguiQeacao leiilu a inemaria dn maii admira vi ie
lodotot succes'oihistoiico.. Nao noalnqotetem as fal-
tas irgataeotacOeedaqaeUteqne, leudo lodo ointeres-
se em redurir a< creucis roligiotaa a mema aapeea-
ou QccOet allogarjtat, parlendem faror re.ur-
gll 110 meio ile inii a desanima loras lioniveis don-
Uinifl do ceulo piatado, Esia vtrti^i.in revoluciona-
ria, que so maniieilari eniSo aob o dominio doi a-
poaioloi do eirr-, n.lo nos devi m aleinunsar dianla d
1 llarval tribunal da opiniSo poltica, a' faca do
lima lojlemun!) 1 Js I n^i i?ro limnano. I);i
1* que ellet, no excesso de suas tlie riaaabsard
ice, levem o arrojo dj sua imeginacaa ao pomo
de pr em dotida a propria existencia do tedemptor,
de 1 e^ar a soa mitalo, 01 scus mitaares, asui paixflo,
1 sua mora o resarraiejao ; que, ligadoa pelo desojo
do iima in-ie calebffldada a1 escola tnphialica deesa
faiii'su impo da Allemanha, (late original Straosa,
qii ram faaer do CBri.Uaniemo nma Gc^io,
Mili ,1119 uuljr um injllio, considara-lo, rulo como
un iodteiduo realmente exislenle,' mai lia como
urna idea, oa tnti iro, lito 6, a homaniJa-
da : e ia axretam a diter que o Deo feilo lio.uem
o gaera buinaoo, que represinla o lili 1 da tir-
I e do pai ineitivel, Uto c, da materia e
do '-pino!., o peso dos docamenloa hhtoricoi e
da icioaeia, do que t^o d"^lrarnciue se lem servido,
Citlie oulros, 09 .-delires .hun, em sui Vida de Je-
so. Curalo, Hotoll) de Lorgaot, especialin.-iile na
Aluite antes do lloniem, Wisoman, nos seut prufun-
*los Discursos sobre as Relajte eoiie a Sciauca ea
Itel u'.io lt^vcl 1 !a, Mar-l, i':u seulinsa o sobre o l'.ii-
llieisino as soetedadetmpdernaa, baeteata para pul-
\ i', triodose*esridiculoss\.tomas, todos csses prin-
cipi is chimiricos, forjados sem bast, sem aulorida le
.a, sobro os immen-os errus e lulili 'a los de
in absurdo racionalismo. Deixtmns qoe esaes secta-
rios frenticos de ludo quanlo lora do commum,
este'itisudos pelo espirito caprichoso da incroduida-
de, se conforten) etlenetetos a indilTerenle a tuda
quanlo poda fallar a' couicieucia, e abalar o Confito:
moa que elles, vagando de doutrina em doolri-
na, principiando pola admiti d onhot ranlatli-
cos dos Indios, passem depois a adoptar todos 09 10-
pnlamaa dhtacolaa srogatro vido tvtlema do spi-
noaiimo e a anli-ieliaiosa llicoria 1I0 philosnpho do
Koeuieherg, que, sob o apparalnso titulo deRallgigo
nos limites da raso, en\olvo o mais perii-oso e ter-
1 ivol de lodos os principios em materia do reliman,
llenemos, alcm dislo, qoe, procuran lo por meio de
teinellianle melliodo explicar naturalmente os faatot
aobrehomanot, prorlamcm como l;iclite, que o
teu idealismo Iraoteeudanlal di come retallado a de
moi sirario da eilalencia do la 00 do Todo, tmen-
te petei fi ns le r.'s.i..; qoe, rn lindo a phrase ar-
rogante e-se profertor, alies cb gu .1 repellir toda
.1 n (la anterior, a promtllam e anuoncem quel-
Ifs que o eseulam, que por meio dos sem novos
prineipioj v,io crear Deas i Deixemoi qae, iegi 1
ot 1 arrojado, da Sebelliog, aoblndo p.da intu-
;.1 1 al o tlirouo d. Verdada, encontrem o Todo, o
Aii.iini,! igual a IToidade, o a L'indide idntica
a 1 i"; que, adoptandolabftracfdea iis. arriscan lo
propoiijdH 1 ."i 1 obaeorai quanlo impiaa e hatero lo-
xas, admilUm por entro lado ai ludias viifiei potti-
s, os itblimos louhot phdosophicoi do ilenliita
:. e como elle, na ioa Philoaophia da naturaia,
tm1 o Detii |."illio, decoinpond 1-11, a' naneiri
dea chimieot, aeguodo enrgica expreutio de un
illuilra contemporneo. Lom ease nao fiil unos n>:
nao o para elloa a peeaia Intima da r-ligiao quo se
icvola nat craoeataoavetdo nateimtote di Jetot, na
biilorta aeerbitaiai d< scus inart\ rio, e tormento',
DI consummacao final da ana vida ute mando. 1
pjtilivitmo das 111 hu ir.'s m*lapb\itcas esmanu-
llics no fundo d'alnia c-si- lenMCes doces e lernas
de piedadee religin melancola: e se por um lado
elles nao podem, por m os nfor;oi qoe lacun, rucar
da iattlligeneit e do corajo da* 111.1 ra do genero
liiiniano es. ^s idaa e imprepoet predoiiSai pela
ereoct chriilla, nao poderla lamben por oulro lado
Coostgair que ai solemnid i.lei da igreja, naqnillo
que lem do mal patbtlieo, de mal enternece lor a
elevado, drixem de ser, aos ollio.dos;lieis,especlocu-
Ins iignos de toda a alteneao e reapeilo.
o 'lautas nicas sublime', quanlo! pen^amenlos pro-
fun os, alu se descorlinom em (o la ataa historia ma-
rav liosa da Patela do Itedcmplor 1 yno painel as-
somlinuo reprsenla aoaolhoada hemem teidadei-
ramete chrtetao o periodo s deinne da .Semana San
ra Ouantas imagent teeloosa'.quiolai seeuass.u-
lunentaes, qaaaloa deaeripfea capaaea decomniovr
amia a erario m.ns en luieci lo e intitlenlo aos
impilaaa da alloma Ilia deroito socuios que o
ehiii|ianismo reina, que a sua dnulfina se arba es-
11I1 lleci la e linna-la as mail solidas base'. J 1' sao
pattadat eataa poeaa de marlyrioi o experiencias
crueit.nat qoiet aforra hrotedoilyranoi e periegui-
doris da crenca do Crucifica lo disputa va tan ner-
deuos de sua fe o dominio exclusivo da verdade. Ja
l foram retal dias funestus, em qae a lasciva e
oroolli laa cida lo dot Cesares telgava de \er nos cir-
1 nn pracat publica! o hedioudo espectculo de
ire de victimas sjer Oca l is a n woa ioslinclos
1 m .....igoiDarloi pr amor do Evoogtlbo : de-
Bjppareceram ni
: 111
m ciaoo dot ero, das tialeitoi e Cl
. mismo vencen lodoa os teu> inimigaa, levan-
1 n thnmanidade abatida, fundo, a frdadcira ci-
orlo portea ao 1 ti teieo 1 u e
idanojt aa 1
amcmoriadoi p ie dasvieiatiladet por
- .: < ibtle aa, detpertam
em todo o moudo urna extraordinaria venere; io. E'
ilravez de toda, attat i um peoaamenlo
mi 1 ido atmpra o itplrite humano :
qoe1 cae peoiaimento, -. .. inipiracao
1.... .torios 1, d'enlrc os eilreil 1 limitei le ora
d n .I .1 1 ,:.". mi .:. I :-.. 1 ;. su.
lanine, como 1'listarla eapreaiiva de am a 10 ia-
perior u lodos 01 netos humanos, refl'ete em teda a
sua partea e magetlada nos actos cetebradoa | da I-
fcriq x durante o l.revc eapao dcsl 1
nio um lendo, 1 ardm, "ptrmillido Iraij rom um
qua.lro completo e com j lo a i .envolviuiento ne-
iler d'ti e drim 1 1.11 ma-
rav lioso, cujo sentido t 1 phil itop ,1 eatholica e
ra< 1 da Igreja l'niveraal podem con teai porfeila-
mtnte, delibaramoi chamar em aoxlij de n .--. fi -
01 n lellijencia otettamanlio volm-simo de um los ma-
iprtfandoi eteriplorM qae netta se
\> monos, ningoem n is ji idera' arg ir de Inhabili-
tado ou fallo deiueloridada sobre o areamplo de que
ir.ici.iiiios por que n.i 1 tom bi qoe rallamos, 6
nm labio de repui.ica 1 tella e conqoialado em mili-
tas iocubraees .te indipnlavel meiito* Falte ll*
por su 1 tea, ja qoe nJe noa dalo faatr mai do
que temos leito : e ealamat cerlo do que Iba
sumina bclle/a e milito se Intcreaierio pelo teu et-
cii|do aquelles qua o lercm com fiticeridade e I-
lenclo.
Val dedica la Mil no nagam emintntt pela ma posicao na l^rej, pelo teu
exp I-
dram 1 divino loperabandtm a allei rio,
Cacflo do pataado ou a fUura do futuro
Um te n momento em qu? JetU'.tban lonado a 5 q.
dndatea, pelt (raquera civil do procorador de Ce ai
na Judi'a, se v irrisoriamente vestido de um manto
de parpara e eoroado de espiohoi, comee,! a reve-
I i(ao leienliflei.
A cune do J'islo, despedeada pelos aroules dos
verdugo*, nogra e esiremece soh estas luilgniaj da
realera. Entretente, esses hruloiqua lia desalma.la-
mente insultara a desgrarn, porque para tiles Je>u<
nao 1 attva de um desuia^sdo, nem so qoer imdii-
BVam que, reveetindo com a purpura o innocente
d .1111 1 especio do propliecia, cuja prime ira patevri,
p mm, cuja plirasc explicaliva era deiranhecida.
Continuar-te-ha.)
to satier, e por minias qualidadea superiores qoe condemnado a' morle, revesliam com os emblema
o earicleriMD). Oliereeendo este no>so Irabilhe ao
Exm. a Rvm. Sr. Areebitpo da Babia, pagamae-lhe
um Iribalo do nosso profundo respeilo e da eterna
gratuito que I lie devenios, pelo bom conceito c
eslima com que nos distingue.
A K. de Torrea Um leia.
CAPITULO M
liieralico da iniciarlo :| o grande iniciador da I111-
manidade ; o que eio ludo islo havia urna siria e
doola sigoiflcicio. .Nem poderiam pensar elles qoe
por si inesinns, ,. sem o saberem, o proclamavam
I roi de um povo que nunca mais lera' oulro, em ;o-
1 da a extens,)o dos secnlos, quinto, corvados ironi-
' tatenle diante dtlle, diara : a Salve, rei doi Ju-
deui. E' v DA OBRAA CRUZ MIS D01S MUNDOSDE v'!l*nle,qae depois de haver Jess experimentado
ROSEM.Y HE I.OHGLES ) lodos os sollrimenlos e insulto?, o que elles Ib'o vera
I tirar, como nos myslertos de Eleu'is, para rtstituir-
A CRUZ. Ille seu vestidos, "sua capa de innocencia, essa tu-
_____,__ nica, puro emblema de uuidade, que, formada sem
Vcr.ao dedicad) ao Exm. o Itvm. Sr. I). Romualdo ,0,or,i devia permanecer indivivel, iodisioluttl,
Antonio dt Seixas. Arcebispo d 1 Idilio, Trimai e c,om" a ,rol)rl bencam laucada por Jess sobie to-
Metropolilano do Brasil. d0', 1ue ,e lhe conservam unidos.
____ Como a tiara papal, a corea de espinhos que lhe
5 1 cillocaram na cabecil, enconara tres si-.iiliccCas.
Mu d.nln.1. nn.. .n ,' u.j.*u Os espinhos repicsenlam as miserias dest vida, a
>o_dcimo nono annn do remate de Tiberio, im- ,,)a Mhedoha do mundo. 01 crimei do sancluaiio
peradordo, Homan,,, ao, qr,,e d.as do me.de ," um req d "paer"... pro uu^.'Tph i-
menl .
Primeiramenle, de crer que agilacau dos es-
pintos fosst 1 .i 1 viva quinto eram Reraea as preoCCO-
pacts a respeilo d'esse soppo'lo criminoso, poii
que, paitado! algous diat, doii diiripaloa rfetai
bomem, dirigindo-se peia eslrids lio Emmsus, di-
nam a Jetos, que, sem ser por elles rteonbeeido,
llies faria perguutas sobre o olijecto da sua conver-
sa^la ; o i'or ventura lio etlrangeiro sois vos ern
J rotalem, qoe nlo taibrla o' quo ahi te lem patsado
liaa ? a I Sibe-ie aiuda que no meio d'e-a
agitacao prcJaiidaom lomudo pretorio prios plia-
n- us. ningaem poda concordar lubre os crimes do
arcosa te. Nece--sariamonio er un contradictorio! os
lito, da multidao, por quanlo es depoimenlu, das
leslcmunlias quadrovam lio poucr. entre si, que a
mente a insignia dos bypocnlat e dos sacrilegos. Es-
s s chacas, qoe llie cingem a fronle de am diadema
sansuin-1 .itn, e que os golpes de caima cid, vez
exacerliam e dilatara mais, foram, por ventura, o
mail longo e profundo dos solfrimcnlos de Jeios.
De feilo, o crimes do sanctoario sao 01 mais e-
normes.
Ei! como tr. recordava, egando o rilo moyiai-
co, aaiittgi I irma da expiac.lo que atlreliia subre
a calieca | condemnado lodo o peo do crime. [5]
Oetcravo senta agcravar-ae-lha a amargara da
morle p.la obrigaflo que linha de couduzr elle
meima o pai bulo era que o devtem pregar, e dessa
cruel obrigaeao dtrivou o termo injorloto furci-
fer pelo qual o ultimo dos proletario! lomauos
aballa, dt urna
templo em Ires dia .
I'urein a ver.ao, per cerlo, mais acreditada era que
elle quena aniquilar o poder do imperador na J u-
,..".. ,. -. .i'eoe ignominioso peso, olirigaram a >imr
e. i,.,,,'' "I '"'",''"'" *"*'**< "' "''" Cyreoo, qoe esiao pas'.ava ,.o, a,. a atad-te!
.la Bencam, o litera antes eom a lenlia, em sen sa-
crificio figurativo ; e para qoe elle polesse suppor-
larene ignominioso peso, obrlgaram a Simio de
por
qut mis
condemnad 1 era, pois, arrastrado 1 morle s..b o peso
de urna aecavaglo politlei.
Bate homem era Jesui, chamado Nazareno, posio
que hoovesse naaetda em Itelliln. Gtralmtple se
lina que ora lilho de um rarpinleiro e de urna mu-
ilier qoe vivii lioneslaineule do seo Irabalho. Ii'elle
se coutavam eoiai maravilhoiat. Ao menos, ocar-
n que os seos prnprios adversarios coulcmpjra-
neoeeram unnimes em reconliecr-llie urna vasta
instruccilo, urna ra.ii calma e lap-rior, urna eloru-
ao inaravilliosamenle simples e Incita. Chaman-
do em lorno de ,i possoas do sua ei ndieo, ronse-
guinlemeute pobres e grosseiras, bavia-ilies revela-
do que era o l'illio de Deus, qoe exista antes de
Abrasan), que era ocaminbo, a verdade ea vida;
iie -o por sen interinadlo podar-se-ia conseguir a
bem iviiituratii;, eterna. I'intia-llies anoancitdo qoe
lodo a iuelle que por sua causa o inlregatae aos nia-
gi.irados t Ihea promovate .1 mor te |ulgaria ler o-
brado de nm mo lo agradavel a Deua.
Predisieri-lliea lambtm que lhe rra preciso cutn-
prtr lu le quanlo nat eicriptura, lhe dizia respeilo,
ibre U temarla a rotponnbilidada antver-
al, qoando eiliveiie na tauz, ei.puslo a' visla de
lilil.-.
Bntinara-lheo, alera diilo, que pidas oi.rasde umi
doulnna qoe te jatea d'ello ; equepelot fruelo,
que pro luzinem ser-lhesi, fcil reconiecer os pro-
1 meiilira, os falsos Clmslos, os falsas pas-
tores.
Pete quo nos pertenre, fiis a e la maneira de jol-
gar, pretein luido de discutir previi mente o carcter
red de Jeius, chmalo Chrilto, sanio; na serie
d"ele escripia entrar 111 coiuidea.;.! dos a-lo, que
sao o frurt. .la sai palavra ; ellet mo'trnr-noi-hlo
-e a soa Corea vem no homem ou do cus. 1: p ii,
.je. 11,is retornos qotllt mntenlo em ,uu o ton*
acamado ( eondemnado lem julgameulo, sem debi-
te, sem provas. sem defeza ; con lemnado pelo pro-
prio magistrado .que declaroo nao lhe adiar crune
iijuui cnu luzido ao lugar da decelo,
consideremos primeirameiita as cir-uusl neias llic-
livat doscu sunplicio l'erdoem-nos examinar fria-
I l.uc. Evang. cap. \\l V, v. IS.
[i Uare. Evaag. oap. \l V, v. 56, ". 58, V.i.
Esse magistrado foil'oucio l'i alos.siKC'ssor de
V aleo tralo no governo da Jadea. Col elle me que, segundo comante, 1 enmara antes Jess
Clinslo 110 telrsrca llro.li-, que uo fez miisilo que
cobril'-o de injurias; p ir b|o Iba lia-r reronlieci lo
criininali lade, nem a menor sombra dt colpa : e foi
ateemeamo governador Imbcil, qae, ceitmloaos
nipulsosdoiuteie.se poltico; .1- tu -ge-1 es di quasi
-; mpre mal enteu lila conveniencia aoeial, nao duvi
dni eondomoar Jesui a* morlt, dej ais de haver la-
vado as na is como pira protetl.tr sua iuiioceucm, a'
itiaueia do, II ibreutl
Oue Jess t?inslo lora con lemnado cora flagrante
vioi.ii.ao do direito e das formas judicianas legoidtl
uaquella poca, o leem prova lo mu dislmclos es-
criplores. Nao tora fallad ', c verdade, quem se pro-
ponha sustcnlar a legilimi lade dessa senteuea cun-
demoalona e joilifleal'-a ante o tribunal u'a jorii-
prudeocia e da opinilo pobtica. L'in destei c o es-
criplor franca!, .Mr. Salvador, q ic uguodo a elo-
qnento phrate do erudilo Poujool 1, na na Historia
dt Jartatela,aparece ler-sj COOltiluldoo inter-
prete da naeoo julaic,a qual em sen fuoebro le
a da na 1 oler salur de su as ruinas, lenta a lo-
to o rusto iiem -Iir o t>-n, cujo immeuio imperio
ia condemoajlo.) .Ni sua 11 ito ,a
' I Sal) idor procurou a lo-
do o i. ma 111 11 ......11 1 exlrai ig inte que a
preoccopa, justificar a' faro do din lo a .i n larmuJas
do 1 ivo hebrea, o alrax allealado com-
mtllida eai Jtrutalem contra o til lio do Homem.
e mira o vardadeiro l'illio de Heis. E-la eicripl 1
implo fu, porcia, viclonoaataeiilt combatido pelo
saino Baplo, o vei.'io, qoe n'um pequeuo livro, pu-
blico lo em ls_s, lobo Ululo ,:eJl.s.s dame da
Ciiphaze Plalos, ou relul ;.io de um capitulo da
lli-ion 1 .1 i- iu-|.iu!e.i., de 1. 1 lor,__
mo.trou *'luz da evi itncia o en 11 1 rdo, o pa-
E-le logar lem tambera sua significasao e su;, im-
poilancia.
A Ira lelo do anlign Oriente referia que a rabe-
5, do primero homem, Adao, reliquia iraiisioilli-
da religiosamente a' sua posterulade, conservada por
iNoc n'arca, lora dli enterrada pelo ti uslre .Mel-
ehiiedech (6). t) proprin nome tiolgolha, que quer
dizer o crneo, caheca n, o, eonfirraava etll crti-
ca rommum ats rabes, aos Hebreas, aos Svrioi,
ele. ele.
E'la Iradic.lo he alopiada ou referid 1 por nuiles
padres da igreja '7 ti Golgotb, era o monte cele-
bra por ama vala darivd de Israel. Uizia-ie igual-
mente que um Ribo de No plantara naquelle lugar
a vinlia, em'd.us la 3 de que se serviu o fran.le
ponliflee MtlchiMdech, no sacrifico pacifico que of-
feecera ao Allissimo. I-ni lambem aln que David
ol-recen um sacrificio para applacar a colera divi-
na ; e afim de que a txpo'icao do Justo se revettittt
da maior aolhenlieidade p nivel, use tlolRollia ele-
vava-w sobre o alto plaino do Jerusalem, que era
iuconleslavelmeule a mais famosa das cidatlet de 10
do o t)r;etite. 8
Da aecordo com um no qo. per ventara, passara
do E-.vptu para a Jadea, ollereceram .Jess, ao
nIV" u a"N"'a in"-"'"' ,'"'"' '" c""-,'"<- aborai.....ossa trete, e conveucamos ao goveri
,)-ra ama ac. em qoe.e mitluriv.mcom ,, .,.!,,,, |e8..ltia pr.iaeiar *^J^2^*!^?^MB^\9'+W^*" au "" "+. e de
c am n ,P ^"^l' '" <"'*"' :"n"r- fl valemos tlguraa cousa na escala do en, Isae.ao
lean um pouco p.ra o pacent o rigor do, lor- ; ||e pelo Irabalho, lenhores, que elevaremos esta
mantoi Jtan que nao quena iabtr.bir-,e a' dor, ffei5u-zia ao maior grao le protperida le e grande-
que nio qu.ria .baler, por meio dessa breve em- ; H,6he do Irabalho que prov.ra' sua liqueza, porque
Uria u.v, ., dignid.de moral, rtgeilou a bebida. | 0 ,talJl0 he um ?' nunf2 so ^C5S
eolia o, algozet, arrojndole sobre a ,ua victima, mat be mlttir entretanto que o Interetta nao seja i
nz, ligsin-i ; muro e-iim-.ln, a nica ainmaciio ao Irabalho, Le
II'OJUCA.
A toeieJada Kecreio Ipojucino.
Acorapinliando a marcha progres-iva em que vio
lodas as cousas entre 1:01, parece que a freguezia de
lp' juca mullo lese reunir a lautas riquezas natu-
rae. que j- potaue lodo o engraudeciineulo que lhe
|iode dar o esforeu humano. All, para qoe umi idea
eja realiada, por maia euiloia, baila-Iba tero ca-
rcter de proveito'a bo lugar, baita-lhe concorrer
para o bem geral ; eulao, alo ha Irabalho que se
Bl venea, ola lis lacrilicio que se Hilo faca ; o pa-
triotismo dos Ipojucaiios, para gloria su, he supe-
rior e triumpli. inda das maioies difficuldadi! ;
prova disso be, entre mullos laclo, ja realisados, en-
tre rauilos projeclos em que tr.da i.im, a inslalla-
e.1> da ioc edadt Itecreio Ipojucano.
I'ma das maiores e mais impenosas iieccs'idadcs
que se experimenta no interior das provincias he a
falla qoasl ab-ololu de corcmunicscalo entre leus ha-
tillantes, he a ausencia dt um ponto de reanio on-
de se apcriera as relceos e se afogue o atgoismou
qut a vida solitaria o isulada anima e losleuta. O
Itomtm ietirado do trato locial coiislttue o seu uni-
verso aparte, cujo centro he 10a pessoa ; e leus sen-
liraeulus e suas ideas moriam sem nunca transpor o
limiar de mi. porta. Tudo o que nao he elle lhe he
exlranho, inliffereute e al adverao, e 01 outroi hu-
men., seas semelbaoles, nada merecem de aaa mi-
santropa.
lie as a esboracada dt Antistheues, ama t condece que deve
amar a seus semelbaoles; he as relacei intimas
qut marre o egosmo e qoe imperen) vicloriosamto-
le os -.'Mmenlo' d-a huinanidadt.
Quinde pois lellecliinoi no qae vale a uni.'o. no
que delta pode provir de bem, mo podemos deixar
desaudir o peiisamento qoe levou os Ipojucanos a
fundaren) ama soeiedado que, coinqoanlo nao leulia
um lim dilectamente proveilo'o ao augmente de su,
freguezia, todava da-lhe inuila vola e minia impor-
tancia, e pule ter origem de imuitnsos beneficio!
O Itecreio Ipojocano he urna sociedade cujo lim
he suavisar os rigore do Irabalho e firmar o es-
pirito de luciahilidade lazeudo a-s.n qoe .. agra-
davel sirva ao deseovolviraento do til e do neces-
sario. Fundando-a, Iralam agora seus dignos 'ocios
de construir na povuacao de Nona Scnhora do O' un
bello e espaolo edificio, pera o qual concorrer ca-
da socio com a qii'nt a de 2003 ; ahi funcoionai a
socitdae, ahi eiiconlrariio os socios essas diversre
puras e legiliraas qae releraperam o animo dique-
brado pelos labores da vida, e que u dispocm a no-
va' fadigas.
itegrada por bem pinsados estatuto", fundada sob
os auspicios mais felizes e mail espernzalos, tstt so-
cietade prometa mullo lloicsciinento e lotiga vida.
Tete lugar a sua inaugurarlo a 20 do mez passa-
do, em presenta aindi de poneos socios ; corno ludo
o que comer;.!, o Itecreio principia fraco, mas em
breve elle se desenvolver, corao ludo o que dave e
merece vivar.
Podemos obler ama copia Ja acta da Instelteflo c
oulra do discurso que por ea occasiao iiruuuuciou
o tenenle-coroiiel tnoel Cimillo Pirta Ealclo, boje
leu mu digno director, e aqutlle a quem te deve a
idea da crearao da sociedade e de quem par,ram
lodoa os esforcot para sua realisacao. l'ediinos-lhe,
Si-, redactores, a impressao de ambos esies docu-
mentos.
Discurso pronunciado por occasiao da inslallacao da
lociedaile itecreio Ipojucano no da 21 de
mar;., de 1858.
Senhores.Convidando-vos para a sociedade
flerreio Ipojucano, cuja crearlo tanto desojo e
linio mu he Mil, senipre pense que altendesseis a
mea reclamo, e encho-me de prazer por me mo ler
engaado. Amantes do progresso e da eteditaclo,
desejosos do augmento e prosperidade da nossa fre-
guezia, como vos soi<, cu linha razao pura crer que
nao faltarle!, quando se trataste de promover o
accre'Cimo de sua importancia, e de loruar menos
pcnosi a vida ilaqu'ltes que se entregara a agricul-
tura, a primeira e a verdadeira riqueza nacional. A
vo patriotismo e do tntercsst que ligis grandeza lu-
lura de-te logar.
Actualmente, senhores, esla freuezia he m des-
le lugares a quo o guvernu anda nao ftz o menor
beneficio : o nosso Irabalho, a pelicao que lhe di-
rigimos arompanhada des mais g 10111.01 oflrreci-
ineulos, o iios'o patriotismo lempre patente em lulo
quanlo emprthtnderoofl ; lu lo lato nao conseguto
am la chamar sobre nos a sua altenr.i >.
M is ag ra, que comecamos, levemos avante, se-
ndo!
Liberal Pernanibacaiio
seu dever.
Sej mi ditas estas palavraa tm minhi juslificacoo,
e dtenem-te, senhores redactores, de inien-las em
seu nliario.,p'lo que mnilo favor farlo ao -eu com-
anle leilor.1 ranciscn Teilejie de S.
mas o cumprimenlo do da Cotia Moreira, Perlence a Peroambaco. 1 -
geiro Eageno Vaogaalt.
I 5 dlet, sumaca nocional ellorlenriao, de !'l
tonelada', capitn J. ,u s. Coulo, eqai
rarga ftlinha de mandioca e ootrai genet
I., de Ollveira Axavtde. Pertenre .1 Baha
etliram-na, c-lcndera-iia tobre
pregam-lhe os pea, ai mos, e atiim a levaolnm; t>
sansuo qua llic corre da cabeei, dos pos, das mlol,
esfendida!, antena! iva para o qualro ventos do reo,
aos qualro pontos cardtata, que era derramado por
lo lo o geuoro humano. As'ini, tm templo, u pont-
fice de Israel banhava com o langue das virtimas 01
qualro lados do aliar, e com elle Itngia-lhe us qua-
lro augolos. ,10.)
Na devem merecer menos reparo o mez, o dia e
ate a hora dei-e sacrificio.
ti mez : era 111 prhneiro mez do anuo sagrado dos
Habreai, .Nisan ;l I;, correspondente a' poca da sa-
n 1,1 10 Bgyplo, da predcelo de Daniel sobre o
Ueiiiai, da permitate concedida a Neltemias para
reedificar o lem lo.
O da : aquello em que, regun lo a Iraccilo, fra
creado o I omem, aquello que te denommava da de
Venus, e que a idolatra consagrara a' voloptuo'.la-
le ; mas que o alio Oriente chamava EXPIAt^AO,
"taliou te e aioda hoja no kalmaco e n> inineil .p
I.' leita-feira o nome de .tabou P.XPIACAO' !
A hora : era, pouco mais ou menas, mem dia, islo
, da lala pura a stima hori : foi a essa hora i"
da ja dividido era dois qae Jjsni Chri-lo lenhu lo-
do o horror de seu lapplieio. A imag'ni dises mu-
mculos .le ag.....,1 e-ta' marcado com caraclj os lin-
gulare nos antigos lypoi dai formas ideugraplncs.
misler que alguma cousa ofiea mala suave, s-in o
fazer menos lucrativo, I10 misler quo .-. Ii.-m.., um
meio ile dar lenitivo is fadigas, e de fazer passarero
l'olgoda e alegres as horas que nao empregaraos no
Irabalho, e qoe eorrem para uns n'um trille isola-
uicnt .. Bate meio sera, senhores, ie vi o quizer-
des, a lociedade cujos eslalutos lomo a lbenla le de
olerecer-vos, esperando a subida honra de VMM
approvace.0.
Ahi fraternalmente unidos, respiraremos tirua ale-
gria que isolados islaremo! bem lougo de gozar, e
nossas famiiai encontrara) os diverlimenlos e lol-
- ares que su podem ler na capital, e com grande
ilesprza e maior incommodo ; abl havera' a com-
innnic ,c."> 1 dos pensamentos de lodos, de que resul-
tarlo as relacOr. de amisade, e a inlimidade dos la-
'ii qu deveiu prender eutre si como irmaoi os lpo-
jucaiiis.
.Mono proveitosa para nos, ej'i) socieda le dar
a nono respeilo a idea mais vai'.lajosa, e nos acre li-
tara' 11a oplnilo poldica do Brasil inteiro, como ho-
rneo! que amamos o pTOgresa 1 ,1 jialria, e que nao j
puapamoi sacrificio para eleva-la e engranaece-la.
l'.-colhen.lo o lugar para a fundacao da sucio tale
nao podiamoi encontrar oulro que ollerecesse mail
vniidgeiis que a billa c pillorcca povoacao de Nos-
-a Seuhora do U'. A vita planicie em que he col-
Sr.-s. redactores.Lendo no expediente .ii
ranuia 1T1 utiieipal ilesta cidade, de 24 Jo
prximo passsado mez, exarado em seu Dia-
rio de 7 do corrento, um ollicio Jo procura.
dor ila mesma cmara, o Sr. Jorge Vctor
Ferreira Lopes, communicando que lhe nlo
lom sido possivel conseguir de mim a asig-
natura la escriptura de doago lo Icrrcuo
designado para o cemiterio da freguezia do
l'mo, 11.I0 obstante haver eu voluntariamen-
te assigoado o pa:el de doacHo ; compra-me
espor au respeitavel publico quanlo ha 0C-
corrido a respeitn, depois que com os maia
herdeiros do vinculo do S. PantlIeSo, assip;-
, nei o ufTerecimetilo do terreno para o refe-
rido cemiterio, alim de arredar qualquer
juizo desravoravcl a meu respeilo, para o
qual quiz concorrer o Sr. Jorge viclor IVi-
[ reir Lopes procurador da cmara
Em dias do anno passado, olliciou-me o Sr
procurador da cmara Jorge Vctor Karreira
LopoJ, afim de parltcipar-me que a cmara
exigia urna escriptura publica do terreno
dado para o cemiterio do Poqo, que eu como
um dos herdeiros havia offerceids, sondo
o portador dessa ollicio um continuo ou ser-
vente da mesaa cmara, o qu8l entregoti-
me nessa occasiao urna procuraca.) para que
eu a assignasse, na qual se autorisiva ao Sr.
Antonio Francisco l'ereira, para assignar a
escriptura por mim eos mais herdeiros (ja
assignados na procuracHo1 e islo sem que
precedRsse convenio algum, ent-e mim e o
Sr. procurador da cmara Jorge. Viclor Fer-
reira Lopes, que sem duvida cntetideu que
eu era ceg, ou completamente analphabeto ;
visto quo nSo ignora que ou moro nesla ci-
dade na ra da Cadeia de Snto Antonio, e
quesou escripturano da thesouraria provin-
cial.
Nestas circumstancias respond so porta-
dor que logo me cntenleria com o Sr. pro-
curador Jorgo Victor ; e succeJondo cncon-
tra-lo depois de algans dias, e fallando a r.s-
poito, diase-lbe : que niio assignava a escrip-
tura do terreno para o cemiterio, sem que
primeiro fosse medido orrcsmiese decla-
rasse quantas brabas eram necessarias ; e que
a escriptura devia conter. alcrn do mais este
deca rac3o
Ora, ha naja maiskrazosvel '.' O Sr. Jorgo
Vctor, porm, licou com esla rr.ioha exigen-
cia muilo agoniadinlio, dizendo-tno que su
em mim linha adiado embarre na conclu-
sSo da escriptura, com pretenr;"ii a cousa
desnecesiaria.
Mas uo cedendo eu dessa c.aisula reti-
rou-se o Sr. Jorgo.
Achando-so o negocio nesta situacao em
data de lo do prximo Da lo mez, ollicou-mo
de novo o Sr. procurador da cmara, oom-
municando-me em cumprim^nto a portara
da cmara, quo se achava derr.arcaJo o ter-
reno o n quo so devia constru- o cemiterio
em questo, cujas confrontantes por copia
juulava.
Exigtnlo-se, porcm, um terreno cora a
supertele de 6850 bracas quadradas, entend
que anda no devii prestar a minha assig-
nalura a escriptura ; no so porque consi-
dero um terreno muito extenso para o ce-
miterio do l'oco da Panella, onde passam-se
das em que nenhum enterramenlo lia, como
poriiuo a superlicie pedida he toda irregular.
Quando, pois, oSr. procurador da cmara
municipal Jorge Vctor Ferreira Lopes cotn-
prebender que os hcr:oiros do vinculo do
lonteiro, so ollereceram graluilamente o
terreno ncccfsano para cons'.ruccilo do ce-
miterio do l'oe;o t nflo terreno para alguem
fazer sitio, c queiia se contentar com tanta
oxtensSo quanlo tem adoptado a cmara pa-
ra os emtenos fora da cidade, poJe man-
dar lavrar a escriptura, que nenbuma oppo-
sicio achara em mim, para a assignar, pois
muilo desejo a coucluso desto negocio ; do
contrario lique cerlo o Sr. Jorge, que o seu
ZELOpelo cemiter.j do Poqo a Panella,
fara com que tal escip'.ura se nao realize.
Son, Srs. redactores de Vmcs. venerador
e obrigado
Francisco Coraldo Uoreira Temporal
Itecfe 3 de abril do IS,">3.
Exm. Sr. presidente da provincia ,ie 2i dn
" rento, man Ja fazer publico, que do dia
a de abril prximo vindouro, perante a un-
ta da fazenda da menina thesouraria, se ha
de arrematar, i quem por menos Gzer a o-
Bahla8 diat, garopeira nacionil ..r.-irella d'Alva, lira o einpe.iramiMilo do 8.' lauco da ostra
dada tacada, avallado em 6:7989 rs.
A arremetacSo se .i frita na forma da le
provincial n. 34a de 15 de d'o de 185-i o
soh ss clausulas rspeciacs abaixo copiadas.
As pessuas que se p opozercm a isla ar-
remaU?aocomparecam na s^la ds sess s
de 56 toneladas, opilan Scbtttilo II. da U. e Sil-
va, eqolplRem .. raiga farinha de mandioca, a A
L. de i'. laevedo. Pertenet a Haba.
Liverpool150 dla, brisat americano ,W, i. Saf-
ford .le I7 lonelad ,-, capillo I. \V. |lo\, equipa-
gm l'J, raiga ptlrechoi pura a pe-ca, a ordem.
I'.rlence a Saghaver. Veio refrricar.
Maete tahido no mesmo dia.
AracalyHiela nacional olnvencivete, eapil
qoim .1. la S Ivelra, rar-a farinha de trigo e ma
Luneros.
I
I
I
Va'cnncellii e 1 criado, I), ti. l'ereira liaslns, I).
da Silva Pinto, M. J. de Souza, ManoaJ Temo-
Iheo e I lillio.
Rio de Janeiro llrii-oe nacional "Firman, capillo
llaaotl de F. Vctor, enra asstica'. Paittgeiros
Antonio I-. do Moraet, sevenno I". Uoocalvea,
Ignacio Jo-e goaret e soa escrava Genoveva com
-J lilhos.
Terra-Nova pela Parahibe irca im-leza a Ro-
lhfav, parle ila caraa qm- troutr.
l.on iresllirra ingleta Dorcat,* etpillo W. Artm-
trong, a meima carga que trouie. Smpeodeo do
laineirao.
da mesma junta no uia cima declarado pelo
meio da cotnretentemenic habilitadas
oim J. da S'lvelra, cargt ftrinha de trigo e maiiI F. para constar so nutilouifliv nn
...ero, l'assag.irosi Ignacio F. ,,a Cuaha, .1. U. s, n|,' o publicar pelo Diario P
I"" lerreira. Jos.'l,. I. 1 ern n.i.Camillo F. del Secreliria .te II,,-.,,, ,',, -, ,
ira Gavalcanii.HaooelF.de Sale!, Solero F. de p*C/"U"" .,llC,ourj"a provincial do
'orree el criado, H.X. de Arao)o, Jote C deti. '' rn'"i'"co 27 de marco de 1858.---0 se-
cretario,
Clausulas
5 2"
z- 1
O -* 3
* =' ? '
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n ^ -^ *
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lloran.
: B B 3
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Almo'phtra.

DirecjSo.
Intensi-
darfe.
**-* Cenligrade
IS. 1- li i li
*. NK" lieaiimur.
----- '- 3 I I'dlirenlieii
l/ygronii lio.
-i-i -i -
5: o o je "i |
X W-4?
/oinooc/ro.
A. F. da AnnunciacSo.
.. < speciaes para a arrematarlo.
'. empi-j.-anicnlo do 8- lanco da eslra-
aa ua Escada sera fe la conforme o orra-
n.ento approva lo pela dircrloiia em cotisc-
Hbo. esubmciinioaepprovaciiodoExm Se-
tTuBSSSUa Wfh* im'K>rU8d0
2. O arrem-lanle dar principio as obras
noprazo de30dtss o as concluir no de 9
mezes. ambos contados C0Ut0 determina o
arl. J| do regulamenlo.
3 A importancia da arromatacao ser
paga em 4 prcslacoes, sendo a 4.1 ,ia decima
pane do valor total e paga qnando fizer a en-
trega delinitiva, e as 3 prin.eiras a proporcao
r; quo o arremataule lzer o I.' terco, e 2.- di-
^ to e a entrega provisoria da obra.
*. Pare tu Jo o mais quo nao est dclot-
miiado as presentes claueul?s ss seguir
o quo determina o rcgulamento das obras
publicfs. Conforme. O secretario,
A E. de Fnnunciago*

&*.
s,

PRACA DO ItKflIF. I i DE .M AKCO AS
:t MOKAS DA TARDE.
CotefOet ollicio w,
Frele para Liverpool por Macelo201 e "i 0,0.
iin.is htipioholaiJOJOOO cada urna.
Atiucar mascava.lo purgado escolliidoa 2)800 por
arruha.
P. liorges, presidenle interino.
L. Uubourcq Jnior, aocralario iulerino.
CAMBIOS
Sobre Londret, -2li d. a '."< i v.
a Pars, 3X0 n.
t Lisboa, 1 |t) a 120.
Desronlode lellrai, tila 12 por canto.
OIKOOncas bespanholas. :tl-IIOO 321000
Ditai meiicanai....... 319000 32UIKI
Peas de 6&I00. I79U00 lOcOOO
Moeda, de 91000 VJfMm
Ditet de 20a 2113 1
PRATA.Palacoea brasileiros. 29080 2JI00
Diloi eolumuarits. SfOSO '100
Diloi meiiranoi Ij.mu
O numero da relima hora nprime lambem o tof-
Iriineulu e a loriara, a form I 11 nr .. : 7, sele.
l.-ia hora represe? tad 1 pe 11 man aaiig 11 t rm it,
coia urna a.lmn.m. analogi, de idai 110 grego, no
copio, no rnico, einjipouez, no elnlopico 1 tirot-
eo. No idiomachinei, o um azorragoe ; noesyp-
...., nma vara quliraua ; e no hebraico ama (S| ida,
/lino. A Idea da doreelY aempre ligada .1 r-i 1
iuiagem. Seu nome na I nigua primitiva quer lizar:
quebrar, separar, npiia em chinea, Bm illvrico, o
i.-iial dtsl 1 hora a niela lo do da Ierra, leu Jo por
cima ama cruz.
A pi-ojio .1 1 carpo da Jeus ni Cruz ecntinha
igualmenia um leuli lo ligurativo.
rera '.' E pon, se queremos a pjjetnoi, o que 110!
re.la '.'...
Tenho ludo a esperar de vos, senhore, e apoia-
lo 11 i ttnlimenloa que tendea ttmpre 111an.fe-ia.lo,
nutro qoaii a certeza de que mo i liaveii de acei-
tar a sociedade que vos proponho, teolo tamben
que abracareis ludo quanlo conduzir ao melbora-
menlo desta fregueiia.
Senhores, encho-me de jubilo por ver a diiposi-
ca 1 em que estis de dar lodo o iticreraeuto a po-
voacao de Notsa Seohora do O'.
-'/. C. i: 1.
lela ilu nstaUarSo da mcliiaItecreio ipo-
jucano.
Aos viole c um das do mez de marjo de 1838,
ALFA.M)E(iA.
Itendlmenlo do d'a I a Ll. .
dem do da I i......
103:5-5.13312
19:2599*84
182:823:096
flescarregam hoj 15 c abril.
Barca in^leza John Martinlooca e fazendas.
Barca insiera--Pluminbacalhuo.
Ilriiiie hamborguezNetl Edbaralhio,
Itngue sardoDainobtalas e Trelo.
Brigoe porluguez Tarujo farinha, sardinlias e
terete.
llana noroegaenseBoriivndfarinha de trigo.
Polaca sarda Flor de Manapapel.
I'alacho bratflalroContlancadiverso* gneros.
UOVIMEMO DA ALFANDEUA.
Volumes entrados com fazenoa, ....
1 com genero..... 323
O ll!m. Sr. inspector la thesouraria
provincial, em cumprimenlo .la ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia de-2 i do
corrente, manda fazer publico, que no da
39 de abril prximo vindouro, perante a
junta da fazenda da mesma thesouraria se
lia de arrematar a quem por menos fizer a
obra do empedramento do5.*Ineej da es-
trada da Escada, avahada em 9:5489 rs.
\ arrematado sera feita na forma da lei
provincial n. 313 de 15 de nato do 1851c
sobas clausulas abaixo copiadas.
As pessoas (iiic so propozerem a esta arre-
matadlo compaream na sala das sessoes da
misma junta no dia cima declarado, pelo
meio dia competentemente habilitadas.
E para constar so m>ndou allixar o pre-
sente c publicar pelo Diarlo.
."ccrctaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 17 de maico de 1858 O se-
cretario,
A. F. da Annuncia(So.
Clausulas especiaes para a arrematacSo.
1. O empedramento do 5* lanco da estrada
da Escada ser finta conforme o orQaaienlo
approvado pela diroctoria em conseiho.e sub-
nieltiilo a approvacao do F.xm. Sr. presidente
da provincia importando em 9-518/ rs.
2. O arremtame dar comego as oliras DO
prazo de 30 dias, c as concluir no do 10 me-
zes, ambos contados como doormina o ai t.
31 do regulamento das obras publicas.
A importancia da arre.- atara,1 ser paga
ei, qualro presintios, sendo a quarla da do-
cima parlo do valor total, e paga quando fi-
zer a entrega definitiva, o as tros primeiras
a proporQ.lo que o arrematante fizer o l.-
terco, o 2. dito, c a entrega provisoria da
obra.
4. i'ara tuio o mais que nao esta deter-
minado as presenteselausulas,segur-sc-ha
o que o determina o regulamento das obras
publicas.Conforme.O secretario,
A. F. da Anr.unciago.
~ O Ulm.Sr. inspeetoi da thesouraria de
fazenda iosta provincia, manda fazer pu-
lihc.i quo, em cumprimenlo da ordem do
tribunal uo ihesouro nacional, tem de ser
ai rematado pelo lempo de um anno, quo
comecar a correr do de julho prximo
futuro a 30 de junlto de 1859, o servico da
capatazta da allandega desta musma provin-
cia a quem por menos oquizer fazer, maio-
res e melbores vantagens olfcrecsr em fa-
vor da fazen :a, e que nos termos do art. 64
do regulanioulo do 22 de jiiutio de 1836, o
referido contrato andar em praca por 30
difs consecutivos, contados do l" de abril
prximo futuro em da ule, esera sr, enlata-
do no dia 30 do tillo tnoz de abril a uma
hora da tarde perante a thesouraria. Os
pretendcnles com pareja 111 com scus fiadores
legalmenle habilitados no lugar do costume.
Secretaria da ttiesouraria de IV/.enda de
Pernambuco em 13 Je niarQO de 1858 O of-
(icial maior, F.milio Xavier Sobreira de
Mello.
- O Ll.n. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimouto da rcsoluc.ao
.la unta da fazenda, manda fazer publico,
que a obra da consrvatelo da estrada do
Pao d'Alho vai nov3meulc a praca no da 15
de abril prximo vindouro.
A arrematacSo ser feita por lempo do 10
metes, c pelo pretjo de fi:900j rs.
E para constar se mandou allixar o pre-
sente c pnbitcar pr 10 Diario.
Secretaria da tliesourana provincial de
Pernambuco 27 do. marco de 1858.O se-
cretario,
A. F. da .'niiuaoj.icao.
- O lllm. Sr. inspector da tbesouraria

InspeceSo do arsenal de marinln.
Autorisada osla reparliclo a contratar o
rorneciment de bom cemento para as obras
loi elhoramento do porto, mulo da Euro-
pa, na quantidadc de 5 a 6.000 barricas, en-
tregues as pocas quo se conteucinar, a ul-
lio.a no exeo leudo do mez de rlezcmbro
lo crtenle kiiiio, manda o lllm. Sr. inspec-
tor fazer publico, que effetuara dito con-
trato no !ia -20 lo corrente, com quem mais
vantagi-m ofterega a fazenda, a vista de pro-
postas em cartas fechadas exhibidas nesse
tnesmo da ato as II horas da rnanha. Se-
cretaria da inspeccSo do arsenal de marinha
de Pernambuco em 10 de abril de 1858-O
sccretao, Alexandre Rodrigues dos Anjos.
Pela inspeccSo da airan toga se faz pu-
blico, quo no da 19 do crrenle, depois do
meio dia, a porta da mesma reparticilo, se
ha de arrematar um jogo do carro no valor
de 50('c0f>o, abandonado aos tllrcitos por G.
A. Bourgeois, sen lo a arrematlo livre do
direitos ao arrematante. Alfandaga de Per-
nambuco 11 do abril le I858.--0 inspector,
liento Jos Fernandos Hirros.
a
DE
SANTA ISABEL
ir.. RFCITADl VSSIGWTBR*
EMPREZAGEBMANO-
QU1NTA-FEIRA, 16 DE ABRIL.
Subir ecena o bello drama em 5 aelos, do Sr.
Mendos Leal Jnior :
Wtoros : Ormann, Silvestre, Hainmn lo, Senna,
LitDoa, Koiendo, Abjet, Bailo*, Santa ltasa, I). Ua-
iioela, 11. Joanoa, I). Carmela, I). .llenar c 1).
Jemio 1.
Terminara' o espectculo eom a nova comedia
rm um arlo :
foDAOlAl PAB.O (lin.SCEl.
Actores : Ralmanda, Cisbet, Ilo/endo, Sania llo-
sa. 11. -\I inoela, 11. Crnela.
Coroi de campom-zit, etc.
Camelara' as 8 huras.
Ol liilhele aeliam-se a' venda 00 escriplorio do
lliealro.



comnanhia
Brasileir tic;
paijuetcs
vapor*
O vapor Cruzeiro do Sul commanlantc o
capitodo mar e gu.-rra Mancebo, espera-so
dos pnrtos lo s'.l om seguimento para os do
norte at l do corrente : recebe se desde ji
passageiros e engaja-se o frote de dinh 'iros,
ei commen las o oiga, devendo os volumes
seren despachados al a vesperi ila clt
la : agencia ra do Trapiche n. 40.
Pitra o Itio 11- Janeiro salte com
- _. ulo tem a.lv : i
'' '.m P' ..a laoda cama d calholicit- | la manijadas e itittiramanla rJispo,! is coaira am
... -------------- .......- -------- .------ -----------"-- -.'i1"''" ii.ii.iii un
mo.a 11 om litro primaroao a rOoi ueid limuo lo, ; u qae lia detuila iccolos ic eoaterva inibalavel e se
Total
Volamas i.iliidoi com fajendas .
a o tom gneros. .
Total
CO.NSFI Al>0 liF-RAL.
323
106
-r.
331
- ii lllm- >r. ins,cclor aa tliosouraria ,-, 1 1 1 ., ,
provincial, em cumprimenlo da resotucao da m^ta b'-evidade a barca Becie, a qual
juntada fazenda, manda fazer publico, que tem mais "C metade do seu carregamen-
110 dia 15 de abril prximo vindouro vai do- lo prompto, para o re
vamente a praca para sor arrematada rus lrala-se com Han
por menos Ozer a obra dos reparos do silva Carriro undoV
I da villa do Caho, pelo preco de____ "'' -' "' '" V
,s. mciro andar, ou a honi
Itemlimenlo do dia 1 a 13.
Mein do da I i. .
18:330Si2'.l
1:302:1I
I9:63j870
piu-
|ir.iuic;.io iaa|irectavel dn labio Kotellj .1
i|iih no, tiiC'inir.imiis .
ilir.iso, e par isso ato i
naata ba 'i'i'!i-i3-l'1"l"a''el,"""e u tor vai quebrar-se ante esse grito
deas, que, etiejndo o angue
,' 11 liso qoe sua doulriua a verdadelra
inri lo, elle im|>riim-lhe o raovimenl.) pa
lei da '
o-se a'
\ ilacfl da C'iniiii s.,1,1 direetura, orain eleilos por
1^-..... -.".-n..ori,rio,.,nda,ei,,o.,ai,r.ja^qoe;.!; lovimen,,. p.ane.a;, ,,., 'ZiTZ,^: ^^^e^e'^ir^.iZe"::
,1o propria. SdEuodo 11 Ir.t.li, la cmiilaii-
Clinsto na cruc liaba
DIVERSAS PROVIBCIAS.
Ken.limenlo 1)0 da I a 11. .
dem do dia li. ,.....
705562
28p28
7341490
1:210/
I. para constar se mandou allixar o pre-
senil- e publicar pelo Diario.
Secretatia da thesouraria provincial de
Pernambuco 27 de marco de 1X58.0 se-
cretario,
A. F. da Annunciaco.
o lllm. Sr. inspector da thesuuraria
provincial, em cuntprimen'.o da ordem lo
ManoelJosc llibeiro.
el rraiicisco Ua
gario n. 17 pil-
lo coin o capiao
- >'
ra
sooa.
Pretende carregar o sabir com brevidade
obnguo portuguez Viajante, capitaoloBo
Xavier da Fonseca, por ler maioria lo sen
grito unnime das ,- ''P0'1"*-
I do F ll,o de .M.na, de- l,er"l"l.
. mi. .,,.1 -
IteJemplor.
"'.'u/.i ii um dos monumentos mais sublimes que a
oeeeltoeia nletremeatt mudas poderiam _
levantar ea> lieora da o c da religiosnela que pro- i inavam elles, f.i/er morror a ptssoa alguma': iNobis i
les-ain.i. : ,- um panul debutado cam laJM de mes- non licel interlicere qneinquam.
tre, em o qual se nos desenlia cun I .das as eres
pin nias n uraiidioiu aconlriimenlo qua vtiu por o
soa ira-la
te, Jess
Sin J 1,1.1 llamaceuo o refer (l(i ; r San
nrargiaO Jos Antonio l'ire, FalcJIo, e
1 |.rocuradiires, o maior Tlieulmiio de Souza Vieira e
1 raee.volUda para 0 .iteres Filippe .tes,' a Alboqoerque ; e Oeado
por esla Turma iiiiUlla.la a sociuda
cl 11.iv un ao mesmo lempo que uenliom diraio li- ,'lie ufn'' **
nliam a sua m irlt : u.N.lo nos peruiiuilu, enca-! -____.
1,11 ,,..i,, i. i-...i r" i'- 1,,111 1 ll..||ll 11 ,1 ?'U,"ia.l.. J-11--,, 1, ,1
i nidos eslava para o meio dia e a
I A
sa a prsenle acta que todos assignarain.
-elli a no.sa rtgeiieracau mural. L.se liomem e\-
iraordmario que ja Uo relevanlas itrvicot han
pieilado i can-a d.i veri ..I-, etereven lo o ,eu im-
inii, vel Jess Lbrialo peraala .. teealo*, abra am I religiou.a qual te enleude ja inuinVlunfe al osal*ti-
i". liuiuniitalo etuge- moiduminius da tcieocit. o pen-am-ntn que e-ie es-
purpura a cor da iniciaiao, porque lig-
A- idaa de Salvador e'deoutros coma lie nao """''1 a.l,'va;aa, a coruac.lu : aoa mytleriot de Ce-|
podem germinar e crear praielv 101 n'eite serolu, que re=' '"'"adot eram in se, como eenftMamot, um tecalo diipultdar, Iri- "
voto e eininitiiem .ule egoi.la, vai S'iilui.lu, eulre-
lolo, os ululares elTeitaa de urna prodigi isa retelo
indos de purpura.Artemid. Onerocril., lib, 1,
rap. 79,
lleuleron. cap XXII, v. 12.
I.evilie.
eap, XVI v. 21
(Sorrcspon&cndrtiJ.
>r. redaclorti.Km um artiga editorial do a Li-
beral Perriainliiir.moi. n. aob a epigraphlo termo
1,11 Brejoli em Wguida a alsum.n consi lernres da
redrtelo, cena da intertnidede da dtlezaela denle
termo,a rilarle do deplorada ucees
"';' mi, em njae merchnm vro,
'h,"n7,' riaemngablaiplitm.aev.ntrj 1 aloria"dejeiot
pro>et>oeo a o lor d, llittoria de Jerai
Man, n ni-ciiaiieu, repreaeotava o pri-l TendochRad"o arta villa no dia ". do protimo
l"^;111'; .1 iro
DESPACHOS DE EXI'OIITACV) PELA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
i DE ABRIL DE 1838.
Canilllri.:ue uigle uEarl Craya, S)undcrs llro-
llicrs cv C, HO saceos assucar.
LisboaBarca partuguezt aajaria Feliz, diversos
carregadures, t*0'sacros ataaear, 10 cascos inei.
Porlollares porlusuera Lima t, diveisus carre-
.-a lnre, 07') tueco! ai-ucar, l.'i cascos mel.
PortoBrlgut porloguez S. Matutl L>, Joi A.
le Ctrvalho, 10 saceos a I'ort. 1Itnuue portuguez Amalia la, Manoel J ia-
quim Hamo, e Suva, i'i cascos mel.
PorloI, llera portugueza Flor do Porto, .Manuel
Joaqun) II.irnos e Silvl, 3'i cascos mel.
KXOPOHTACAO".
Rio de Janeiro, hriirae nacional Firma, de 172
lonelsdaa, condu/io o itguiult : 2,100 sacros J-
tocar, 25 caitas ilne dtgoiaha, 17 espanadores.
RBCEKKDORIA DE RENDAS INTERNAS liE-
RAES DB PKKNAMBI Cu.
Kendimenlo do dia t a 13. ... 6:9139129
Idam do d:a l....... 3609189
7:^7
Exm. Sr. presidente da provincia de 2* do I c>rroRamento prompto: querri no mesmo
corrente, manda fazer publico, que no dia Iquizer carregar, ou sega r de passasempara
22 no abril prximo vindouro, perante a \ o que tem buns comino los, poder! eotrn-
junta da fazen la da mesma tiiesouraria, se dor-se c.im os ccnsignalarins Amorim Ir-
1 na deairemat>r, a quem por menos fizer a | rnos, ra da Cruz n. 3, on com ocapitona
prags do commercio.
olira do empe Irameulo do 7.- lauco da es-
Irada da Lscada, avahada em 6:600| rs.
A BrremaUso sera feita na forma da lei
provincial n. 313 dol de mam de 1851 e
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozercm a esla ar-
rematacao comparceam na sala das sessoes santo
da mesma junta no uia cima declarado,!
pelo moto da, compelenlemento habilita-!
das.
i. para constar so maulou aflixar o pre-
sente e publicar pelo Inario.
Secretaria da tbesouraria provincial ue
Pernambuco 27 do martjo to 1858.-Hlsecre-
tario,
a. f. da Annunclar;So.
Clausulas es) eciacs ara a arremataco.
Para o Io Grande do Sul
vai sabir breve a barca nacional Uaranna,
recebo al(,-unia carta a froto : quem prrlrn-
dor embarcar, entenda-se com Manoel Igna-
cio de Oliveira &fho, no largo do Corpo
Para Lisboa e Porlo.
Segu com brevidade n patacho brasileo
Constancia, le primeira marcha, para i res-
to da carga irata-se na ra do Trapiche n.
I" con Itastos Para Lisboa pretende seguir virgen) at
o ultimo do corrente mez barca portu-
gueza Mcria Feliz, forrada de cobre, de pri-
m. ira marcha, capitn /ferino Ventura los
CONSULADO PROVINCIAL.
Remlimriiln do .lia 1 a 1.1. 21:771 ;s
dem do da 11....... t:77|-nir.
1. O empedramento do 7. lanfo da eslradj Sintos.poi s acharcom meia carga a bordo
da Ksca la sen- feito conforme o orean ento Pfr* ,c>: '''' 'i:i <*rga passageiros, para
ii tem escolenles con, modos, trata-se
ctini l.uiz. J i de Si Aruujo ou com o capi-
19o na praca
m**s
PC-
approvado pela directora em coselbo .
submetlido a approvacao do Exm. Sr. pre-
sidente da pr' rlucia, importando om 6:600.-3
2 O arrematante dar comego ss obras
---------- noprazo de 30 das e as concluir no de 9
23:512! i.i mezes, ambos contados como determina-o
art 31 do regulamento.
A importancia da arrematacSo ser
i Para lla-mli

di bamani la la.
Tradotindo esse eapilulo, que
o re r
de um lmalo pela demonio de .1
Nada mail nos cumpre diier ,i einilii mi,. r-i
'......'.-'......:'.'' 'lu-m-U nos ius- .......ue lultisolvil, Lotgoe, i qo,^';
pira, e preporcionamo
o O niieiis, n,
darem apreciar a" loz de um i crciiQi lemaalle .u-
" '! liuloiu uus tiiiv-rsi-e man ulraordiuditu
loto, os ctiriit.i ,s, a |o t.
(ecasiau opportau i par. po-
rie luda a
manida le pn clama como um pon.......,,.,,
no, eom i urna ver lade que a In.inria e ,i seteucia
lileiiaiuenle coulinnaiu.
( >ola do luduclur.
va a ni ni", o larerno* ; e poi tito pi i.icerdoies ngt i ao m amo Sr. Dr. joiz municipal, q
lizti volt i) im-ie para o O ci leule, em- bem i ti mmenle iratuu .le pronuncia-loa.
qoanto priiferiam o analbema, laeodiodo soacapi Nioboove, perianto, a'refpeito di que cumpria
i ni.-.: i "i.,.i-iata ,n eiimeni tes. farerem as Butori.la les em Tace do caso e da I,i, nem
I'or urna le Keral, loilos o planetu do noso Iroutidue, era Inercia ou desidia, como eoottoo ao
17 aChrista, cruci adiiui ad ocrilculem eral In-
lucns, ejns veru vencandaruin maiiuum altera iu
uisn kiu, altera ni .-tidiuinuucm eral cmcusj,,.
i'
ai lolai ni ivem te regularmente de ocn lale
para nneriip.
16 iDommai c'im in erocem peularal, aJ ocej-
iuiu |>[u.-piciKbat.o
Navioa entrados no dia 17.
Illia le S. Miguel2 diat, patacho porlognez 1.1-
berda ir., da 121 too la n, r ipil I > Antonio da
Silva Partir, eqaipigem 13, em lastro d'agua, a
altar A Ollveira. Perlence a lllia de S. .Miguel.
Irnuie 50 emigrado!.
Mar Pacifica in_' diat, L-iiera americana Lydiaa,
de 333 tonelada!, rapii.io J. W. Leonardo, equi-
pagtm 27, carga azeile d peiie, a nrdom. Per-
lence a New-Bedferd. Veio relreictr.
iraettvlu ia, hiate Dacional|oEthali-Ioi), de :7
tunela la<, capillo Antonio M Allon-o, equipagem
j, carga, cera de carnaubae uuttus geueroi, a t. C.
Di
C i
se i
i
I i
Indo o
ham-
p tua
ra Mamburgo legue por
corrente mez de abril, o briguc
rguez I ilion por ler partei
ga promptn.pHra o n ito trata-se com
consignatario Romingo Alves Ma-
los, na ra do Apollo n. '2-t.
. > ivro
paga em i preslacOeSi sendo a quarla da de-
cima parte do valor lotal o paga quando l-
zer a entrega definitiva, e ;> tres primeiras a
propon-o que o arrematante fizer o i. ter- f
;o, o 2.- dito e a entrega provisoria da obra
i.-1 Para lu lo O mais que nao esta deter-
minado as pro-entes clausulas, seguir-se ha ?r< ,,'l"io n'r "" dl?.'', c ,;r,'"t" ea,na
oque d termina oregulamento das obras i;a .cza Miole.cap.t.io iiir-utv ; rstoiy,
publicas.Conforme.--secreUrio, de primeira marcha, offrrere exccllents
ramo Ius para passageiros pi-ni preten-
ir depassagem, dirija-se aos censignsla-
r ue >, Tlssct frerejs, iua do Trapi-
u. II.
de
a F. da AnnunciacSo. ''''
... o lllm. sr. inspector da thesouraria- i no
provincial, ein cuinpiiinetilu da uidein dulcue
ILEGIVEL


DIARIO DE PERNAMBUCO QUINTA FEIRA |6 DE ABRIL DE 1858.
.
i
*

X:
t

COMPANHIA
Per ambucana.
O vapor nacional Persinunga, comman-
ilanlo o 2- lente Morcira, sahira para os Para so resolverem negocios urgente,
portos do sul de sua escala no dia 17 do cor- teucentes a mesma coni|>anhia.
Tallieriis.
Grande sortimento de talheres para mesa,
de cabo do inarlim, bfalo, osso c viado, co-
Ibercs de metal do principa para sopa e cli,
sortimento chegado de Ioiiqs de estanto pa-
ra cozinha, dita de porcelana, tudo por pre-
go commodo, contras ir uitas ferragcns o
miudezas, que nesta sempro muilo gortida
luja tein tanto em grosso como a retalho :
oh ra Nova n. 20.
.OMt ANUA HE J llevo E TEUDOS DE
ALGODAO'.
S8o convitados os Srs. socios da mnsma
companliia, para una rouniSo no dia u< do
corrente, ao meio dia.em casa do Sr. Anto-
nio Marques de Amorim, na ra da Cruz,
per-
LTGR10 HfiSFi
DO
*
&$ys mm^^mm^
i
pestes de oitioic em> Burras de ferro' iVova fundido
DE
Ferro e bronze.
KECIDO, DE FAUVELLE-DELEBARR
DE PARS.
No armazcm de Burle, Souza C. ra da j
Cruz n. 48, lia constantemente as inclhores'
rente, as 5 e 1(2 horas da mantilla, recebe
oarga at o dia 15, a qual ser depositada no
irmazem da companhia, acnmpanhada dos
:eus respectivos despachos e conhecimcntos.
..viso-se aossentiores carregadores, que os
l'i-etes d'ora avante serSo pagos aondo con-
vier aos mesmos.
P*ra o Porto
he imprelerivclmento no dia 21 do cor-
rente a barca portugueza Lima I ; ainda
pode receber alguna carga e passageiros.
para os quaes tem bouscommodos.
PARA. O ARACATY.
Segu em poucos das o hia'.e Capibaribc ;
para carga e passageiros trata-se na ra do
Vigario n. S.
Para o Rio de Janeiro
*ahlr at o dia 17 do corrente a barca Yaya:
para o resto da carga, trata-se com Caetano
(". da Costa Moreira, na ra da Cadeia do l\e-
cil'o n.2.
Para o Rio le Jan* iro.
.No dia 8 do correte dcsencminliou-
so um galo niallez com o cabo torado c todo
cinzento : rjuein o levar a rua da Mangueira,
soluadon. recebera 4? de gratilieac5o.
- Antonio Martina Sal lanh, no becco
das Barreiraana Boa-Vista dir qucm vende
urna casa modorna na ra dos Prazeres, e
lambem vende ou aluga um canoa de 700
lijlos de alvenaria grossa.
--- lloga-se ao Sr. Paulino da Silva Min-
dello o obsequio de apparener na ra da Sen-
zala Velha n. 91.
O portugu^z que se olYercce, para cai-
soiro de padaria, da qual diz ter pratica, di-
rlja-sn a padaria do lorio do Matlos, para
tralar-se.
ADVERn.NI [A.
Thoro l.cSo ilo Castro, nSo se rcsponsa-
s por conla alguma.quc niio es ti ver au-
lorisada por escrinlo.
o

lU'A'li.V CADEIA, DEFRONTE DA ORDEM TERCBIRA DE S. FRANCISCO.
icdo se acham semproos mais acreditados medicamentos lauto em tinturas como
. ti lbulos, ereparadoscom o maior escrpulo e por procos bastante commo-'o-,
PItKCOS FINOS
Botica do lubosgrandcs. 10/00e
Hita dc 24 155000
Dita de 36 2O3OO
hila de 48 f 258000
l'ila de 60 30*00
Tubos avulsos a....... tOOO
Frascos do tinturradomeie mica. 25000
Manual Uniedicin* homoopathica Jo r. Jahrcom o dic-
cionario dos termos de medicina : .
Medicina domestica do I)r. Ilenry........
Tratamento do cholera morbus ... ,
Repertorio doDr. Mello Moraes .
Mi-iHi
10/00
2/000
feno
O Dr, Podro Antonio Cesar est re-
sidindo no primeiro andar do sobra-
<- do da ra Direita n. i0, onde polo
W aer procurado para o ejercicio de sua
prossSo de medico o parteiro. Aos
pobies da consullas das 0 as 9 horas
da manh&a, e o- visilai em suases-
O palhabote nacional Amazonas II preten-
de seguir al o dia 16 do corrente, tem a ,
bordo dous tercos de seu carregamento ; '; gratuitamente,
para o resto, trata-se com o seu consignata-
rio Antonio i.uiz de Olivara Azevedo, ra
da Cruz n. I.
Harn Lisboa,
sahe com brevidade, por ter parte da carga
prompta, o hrigue portoguez Laia 111, capi-
13o Jos Januario da Cosa ; para o resto,
trata-se com os seus consignatarios Francis-
co Severiano Rabel lo A Filos, 00. com o ca-
pito na rraca do commercio.
or vetes.
os dias ile trabadlo em quanto
* PEORAS PRECIOSAS-1
( Atirreos de brilhanle, i
* diamante* e perolas, pul- w
*j leirat, allineles, liritiros 8
* arozelas, lioles annt 8
*. de dillerenles no-tos p de -
^ diversas pedras de valor. '
m
* Compran!, vendtni nu m
f. trocam pralj, ourn, br-i "
* lliaiiles.dinmaiiles e pero
lazein caluro cabello, por causa da electri-
cidade que conlcm.accresccndo a estas van-
tegeos a de nSo seren njais caros do que aA
ile blalo, a esta adoiiranvel inven^So de
exposiao universal de 1805.
r:\--r: "- :^---:V;
DEffTISTA l&mi.
2[ Paulo l..:igii(iu\ iientisl .r ii;t .\o\ a n i 1
na ii.c-rii,. ,.i-,. ( ein .una e ptolf iflC.

I0UH ,
Ra do Cabnga' n.
iecebem
lososvsiior
ER

.V.
7.
por lo
stla lu
Ol!RO EPRATA<
.- Aderero eompleluF di jj
oiiri), meiei diloa,polfeb
* ras, allineles, briBCOI e ?
$ roielas. enrdes. tranrcl \
> lins, m.'dallus, rorrcnli |
> e eneiles p.ira reloaio.e *
^ oulro mullos otjeclosde *
i o uro.
Aparelos complelus de
**?;*.. &*>$ : > -
Part a Baha.
Pretende seguir com muita brevidade o
patacho nacional S. Jos, tem parte de seu
carregamento prompto; p se com o seu consignatario Antonio I.uiz de
oliveiia Azev do, ra da Cruz n. 1.
fcfl;**.
LEILAO
Augusto Cesar de Abrcu far leilSo. por
intervenc3o do agente Pestaa, quinla-feira
15 do corrente, pelas 10 boras da mantilla,
no armazem do Sr. Aunes dtfronle da al-
fandega de
10 ancoretas de vinho tinto.
toditas vinagre.
8 barris amendoas, casca molo.
6 ditas com notes.
10 dita, com cevada.
48 latas com marmcllada.
32 pitas com massa de tomates.
62 caixas com ceblas de Lisboa.
LEILAO DE FERRAGENS E
.CUTILARIAS
Sexta-e ra 16 docorrente
Por inlervencao' do agento
Pestaa
W K. II yatt fa- leilSo em seu armazcm,
pelas 10 horas da roanha
DE
Um completo o valalo sortimento de ter-
ragens e cutilarias, eoutros gneros proprios
para este marcado.
Leilo extraordi-
nario
CSEM LIMITE)
Quiuta-feira 15 do cor-
rente.
O agente Borja em o seu armazem ra do
Collegio n. 15, far leilSo de todos os ob-
jectos existentes no mesmo : os quaes sero
sem reserva vendidos : quinta-leira 15 do
crreme as 11 horas da manbila
F. Souvage & C. querendo dar ii3o equi-
vocas provas de considcrac.no e sympalluas
para com seus bons amigos c frageles,prin-
cipalmeole da parle do seu ctiefj por occ-
siSo da .iua prxima retirada para tranca,
farSo leilSo por intcrvenco do agente Oli-
veira do mais completo e valioso sortimento
de fazendas francezas de seda, IS, linho e de
algodSo, lao conhecidas e aprcciailas no
mercado, que nSo pr<-csam ser mais enca-
recidas : quiuta-feira 15 do corrente as 10
horas da manbila no seu armazcm ra da
Cruz.
Continua. L> do leilo por
intervenirlo do agente
Pestaa
James llalli ;1 a y & C. no tendo podido,
por falla de lempo, npresenlar a seus dignos
freguezea no leilSo de terqa' feira 13 docor-
rente, muitosobjeclos deferragensc cuti-
larias, que tem em seu armazem: conti-
nuado o leilSo hje pelas ii e meia boras
da manliHa, no qual alem de immu roer veis
obj.-ctos de interesse, venlorSo tiran le
sortimento de farrsgens avinadas
Tolos os das iie traba.lio er,i quanto o
lempj o permittir, haveri sorvets artii-
ciaesas6 horas e roela, no aterro da Itoa-
Vista n 3 ; visto a quasi imposaibilidade de
se procurar troco bstanle, pele s< eos se-
nhores freguezes de ter a buida le de trazer
scdulas iniu las, se niio querem ter o incom-
modo de levar btlhetes.
I'recisa-se de urna ama ce leilo ; na
ra do Hospicio n. 15.
COMPANIUV DE SEGUROS BOUIDADR.
Thoinaz de Aquino Fonsi'ca tes da companhia de seguros martimos E-
quidadi-, eslabelecida na (i ia ie do Porto a-
visam ao commercio em geral, que se acham
autonsados a effectuar qualquer seguro, por
conla daquella companhia, em seu escrip-
torio na ra do Vigario n. 19, primeiro in-
dar, das 9 c meia horas ca bianh.ia as 4 da
larde.
Anda para esclarccimento da ver da-
de se declara, que as trras de Bosd hu' mo
pertencem por per'.encerem aoengenho Pin-
tos por ni i ni comprado, c assim loi reconhe-
cido pela demarca^ilo judicial feita icio en-
tilo julz do rivol dcsla capital o Kxm. Conse-
Iheiro Nabuco, deinarcagao quo se loz a
vista de ttulos que nenbuma duvi la deixa-
ram acerca da propric lade de ditas ierras ; e
posto que nfio fosse olla confirmada na par-
le relativa aos limites do engenho Contra-
cade, pelo fundamento nico, j declarado
da falla de citaeSo de tris dos sus berdei-
ios, cuja existencia se occulluu, todava isto
e nem a esperteza de se haver contra o di-
reilo levanldo as mesnas torras um en-
genho de estoios e leilo oulras obras o que
oi em lempo duvitaments cmhzrgado) pois
que hu bem sabido que cjuom faz lilhos em
mufber alheia perde-lhe o fetio. preju lica
ditos titulos eo reconhecimenlo judicial de
perlencerem as referidas trras aoengenho
Pintos, e pma terminacho dos limites ja se
reqoereu nova demarcacSo em dita paite, o
que de novo provar a respelabilidade les-
ses que querem possuir eugenno sem com-
prar ou bordar. Do expoalo se \t o direilo
que me assiste para me dizer proprielaro
das refer las torras, sendo certo, que os que
Uto conleslam n3o tem titulo legitimo quii
oppr, o recorrem a insultos para suppri-
rem o direilo que noten. Taes insultos
entreglos ao despreso que merecen, e os
reverlo intactos aos que os escreveram, por-
que cada om l o quo tem, e taes meios de-
vem envergonhar aos qun del les se servem.
Jos Fernando da Cruz.
D-sc diuheiros a premio sob penho
res de ouro ou prata : Da ra Augusta n. *S
Ouem tiver urna imagem do Senhor
Crucifica !o em segunda mSa que seja per-
feila equoa cruz ca pehanba nSo cxceJa a
palmse a quizer trocar dlrija-se ao pateo
do Carino esquina da ra de Hurlas n "2,
primeiro andar, ou annu ci.
--o Antonio Pereira, subdito portggucz,
vai a Europa tratar de suu sau le.
Precisa-se de urna ama que saiba co-
zinhar c fazer lo lo o mais sitvico ile casa;
na ra do Cal.leireiro, talierna n 60.
Thomaz Forsler, subdito ieglez, rcti
ra-se para a Inglaterra.
Precisa-sede um caixeiroquelenha
pratica de loja de calqado ; na ra do l.ivra-
menlo n ::t.
iNo dia salibado para o domingo II do
corrente mez, fjgio da casa do ennunciante
um seu escravo de uome Jos Comes, crin-
lo, de i lade :>5 anuos, pouco mais ou me-
nos, com os signaos seguales : urna bebde
|em um olhn, os dedos das mos um tanto
cncaranguejados pelo calor de Ogado que
soffre, e os ps, e pelo pescoco com ilgumas
empinges : roga-se atlas as auto'tales
que o appreHndam e remellam-o jura o
Kecife para ser entregue ao senhor, na ra
do Collegni n. 17, lerceiro andar, que se
gr, lilicara
- Por deliberaran da mesa administra-
tiva da irmandade acadmica de N. S. do
l!jm Conselho, sin c >n.i la los os resnecM-
ros irmSos para mesa geral no domingo, 18
lo correle, pelas M horas da manlili, d
pois da missa, no c nisistorio da mesma ir-
manda le, no convento Jos religiosos f au
cscanos.
Francisco Jos GaimarSes faz scienle
ao respeitavcl corpo do commercio, qim leu
sociedade ao seu caixeiro Antonio Jos de
Amorim. em su loja da ra da Muir de
Dos n 9. desde o 1 d marQodo corrente
a o no, sendo des 11 entSoa ra/:" > social Cui-
marSea a Amoiini. Itecifo 12 de abril de
1858
Precisa-sede -2 ca i se i ros de i lade de
12 a 18 anuos, quelenhni pratica de neg-
mffM; i opa asobrosdo inah. ^Z^b^ I
i M^JbraV' di""eil" s wionerno costo, t- d*. ='- .
? I r "T"- I 131 '"* "ulic" obicelo de T
: ., to Jrranea cor.io*.p.r!v,
de Lisboa, as
pre f cornm
eomo
Di
urna ama que tenlia
lom e abundante leite, patja-se ;-'ne- j 6^
rosamente : a Untar no palco do I'araizo A
n. 28.

raTnrar
Coirsuitorio
: CEWTR&L KOSEOPA-
$

i :
Na iundicao da Aurora precisa-se
de srvenles forros ou escravos, para
servico debaixo decoberta.
f @@@ $ @0
s CONSULTORIO HOMEOPAT11ICO
por presos razoaveis.
Na olliciua de dagucrreolvpo do ater-
ro da Boa-Vista n. i, lerceiro "andar, lim-
pam*se e botam-se vidros novos em vista de
stereoscopos. Na mesma casa vendem-se al-
gumas piltiSS galvnicas.
JARD1II PUBLICO. Hl A D.\ S0LEDAE
NUMERO 70.
Chegou segunda remessa de plantas, ar-
vores, e arbustos de flor o frucio, aisim
con.o cem< otea de ver luras, arvores, arbus-
Na fabrica de caldeir.iria da ra da Cruz
n. -28, conhecida por abriea do HesquiU,
alem das obras de que ate agora se tem en-
carregado, de cobre, bronze, estanto, tinco,
chumbo c lolha de Flandres.
Fnude quaesquer obras
de ferro,
sejaqual for o seu modello, tanto para en-
genho e agricultura, como para navios ou
vapores, como sejam rodas dentadas, cyliu-
dros, cruzetas, crivos o portas para forna-
llias, maucaes com bronzes para engenbos,
2S //na das Crnzes 28
Ncsle consultorio acham-se sem-
pre os mais acreditados medicamen-
tos tanto em tinturas como em gl-
bulos e em carleiras e caixas as mais
ricas possiveis e por procos cumul-
los de Irnclo e flor ; o lempo he propno de escovens e quaesquer pecas do machiuismo
serem plantadas e semoadas, apromptam-se
encommendas para o centro da provincia, e
as mais do norte e sul.
Qi ( Dr. Joo alaria Seve, medico, (gs
/a nmdou sua residencia para a ra J*2!
V9 Nova n, 6,prirr.eiro?ndar, onde po- W
[ dos.
:* Vende-se a pathogenesia ou mate- I>
'J ra medica em porluguez dos 48 >
'<' principaes medicamentos, acompa- *
db libada de um repertorio tratando de I
- todas as doencas e o modo de appli- r'?;
caros medicamentos.
Nysten diccionario dos termos de '.,':
medicina.
Jahr em 4 volumes, e outras obras .
propriss para os liomeopalbas.
O t)r. Casanova pode ser procura
do a qualquerhor.i para visitar doen- '..'
les e praticar qualquer opera^So de "-'
cirurgia especialmente de partos. agg
ara navios ou vapores, tudo com presteza,
perfeieao e commodo Drego. Na mesma fun-
dicao precisa-se de odiciaes de caldcireiro,
latoeiro e serralheiro, e alguns serventes
forros ou escravos.
Precisa-se de 2 amassadores e I for-
neiro bons, c I menino de 14 annos : na pa-
J. de ser proc'urado pari es.'erciciorde /rf> d"na da rua do l-ivramento n 32.
sua prolissao.com especia I idade pa- *! '' ~ r'rancisco Congilves Netlo subdito
%) ia o servico de paitos Q portuguez, sua lamilla e urna criada, vo
&@@ @? ^^^^ K-'Precisa-se
on-ov do urna ama para
rilo, em seu odelo, paga-*, bem agradaado: ira- Pel''ena familia ; na rua larga do
lar na mi, do Amorim, n. 108, arniaem de Paula 1*a0 P1" da bolica do br. I Hilo,
,\ S mies. calcado.
casa de
osario
loja de
Juan de Sosia Pacheco e Manuel da l'onl VI-
eirs, subditos porluguezes, reliram-se ( r America
Ingleu.
Domiagai Jos da Caoba bases nimila mu
fillm menor. Juio DomlgO) da Cunlia Lagta, para
Lisboa,
Ouem quizer comprar acees do novo
llanco de Pernambuco compareca na rua do
Trapiche escriptoiio n. *0.
Precisa-se de urna preta pura servico
de portas para fora : na rua das Trinche-iras
n 9,
- (l abaiXO assignado faz publico, e com
especialidade ao corpo do commercio, que
t"in feito SOCiedade con: seos manos Anio-
O abaiso assignado, chegando ulli-
mamente do Marannao, o prelendeodo de-
morare nesta cidade, assignar-se-ba Jos
llodiigues ConcaWcs Ferreira, por haver ou-
lro de igual nome.
Jos liodrigucs Ferreira.
Precisa-se dj una ama captiva ou for-
ra para o servico de ensaboido c engomina-
do de urna casa de familia, paga-se bem :
na rua da Cruz, sobrado n. 23 ao lado direi-
lo divcli ifiri7.
Prente Vianna Cx C. avisam ao com-
mercio c com especialidade aos senhores
que descontam letras, quo perJeram urna de
rs. |:000}oo, assignada reos Srs. Domin-
O padre Francisco JoSo de A/e- j
O
O
3
TMIGO.
RUA l)!i SANTO AMARO,
(Mundo Novo n. )
ii Mr. Sabino Olegario l.odgera Plnho
da con^ullas lodos os das olis, desde as S
;V horas da manhSa a 3 da larde. Os convi-
f$ les para vuilas il-vei.io ser dirisidos por
^ escriplo. O pobres sao medicados qralui-
lameule.
A fabrica de caldeirci'-o e rundicSo, na
rua Imperial ns. 118 a 120, precisa de odi-
ciaes do ealdeirelro, laioeiro, assim como
admilte ainda alguns aprendices de idade de
l"2 annos para cima
SEGURO CONTRA 0 FOGO.
COMPANHIA
'_ ,v.>) vedo, achando-se presentemei
nesta pr i,a, e oecutando-se priva- j^
f.'; vv livamente na aireccilodeseu estae- V'
-'.! $i lecimento cbalcograpbico, incumbe- f
':'- ft*i Sl> ''' executar com loda a perfei^So Jn.
5* e '""evidnde quaesquer obras de gra- %w
(:'; varas lanto a talbo-doce como a re- t*:
ik. (& !''vn' registros, retratos, lettras com- *,
J mercaes, bilhetes de visita, mus i- 2
cas, etc. ; e desejoso do levar o mes- ^
mo estabelecimenlo a maior poni, f
espera que as pessoas, que preten- ^j.
derem taes objectos, nao hesilarSo *^
em o pocurar, prestando assim urna (^1
A ellicaz proUcciio a que o anuuneian- (.
|ff le ser cxtremameu'.e reconhecido. S
f? I'ode ser procurado as Cinco Pon- ^9
($) tas, sobrado da esquina confi onte a f
(A matriz nova de Ban-JosO, ou na iua *
*g doCollegio, na livraria dos Srs. Mi- w
i '$/) randa VasCOBCellos. ())
Rstabt'lecidr em Londres,!
em marco de HJ24.
CAPITAL
CINCO MII.IIOTS DE LIBRAS ES-
TERLINAS.
Saunders, Brothers eV C. tem a honra de
informar aos senhores negociantes, proprie-
larios de casas, e a queni mais convier, que
estilo plenamence autorisados pela dita com-
panhia para ell'ecluar seguros sobre edili-
eios de tijolo e pedra, r.nbertos de lelha. e
igualmente sobre os objectos quo contive-
rem os mesmos edificios, quer consista em
mobilia, ou em fazendas do qualquer qua-
lidade.
Ptiblic;;c!io jurdica.
lia chngadode Lisboa, a Manoel do Nasci-
inento Pereira, rua de Apollo n. 0, segn o
andar a obra em 8 volumes Theoria do Di-
reilo Penal, pelo conselheiro Silva Ferrflo ;
para ser entregue aos Srs. subscriptores,
pelo preco dolor, c para os que nSo sSo,
pelo de I49, pagos a visli.
- Preeisa-se tomar do quatro a cinco
conloa de res a premio do um por cenlo,
dando-se u>a predio contento por hypo-
llieca : quem pretender eslo negocio, an
nuncio para ser procurado.
Defronie da ordem lerce-
ra de S. Francisco
CONSULTORIO IIOMCOPAT11ICO
DR-P. A-LOBO HOSCOSO
Mi dico partero e operador.
O Hr. Lobo Hoscoso, u.i consultas todos os
das e pratica qualqucroperac.ao de cirurgia,
assim como,accode com toda a promptidao,
as pessoas que precisarem doseu prostimo
para o servido de partos, praticando aso-
peraijes manuaesou in do nao possa conseguir resultado por meio
O Sr. thcsnureirn manda fazer publico que da homeopalhia. que tantas vezestem ven-
') coronel Jos Pedro Velloso da Sveira,
oOerecea qualquerhomem do povo, naci- ,(,;,,
nal ou estrangeiro. o aforamento perpetuo
das Ierras que possue lias l'reguezias da Et-
cada, Sermli.il'>--, I'.omlo, Hezerros e S lien-
to, divididase demarcadas em lulos de loo
brabas quadiadas com as condii;es se-
guintes :
I. Aprescnlaro pirlc>.denle um passapor-
te da locali la Je de sua residencia pelo qua]
se mostr hvre de crimes.
-_'-. Pagar anuualmente 1'V da foro em
muedii ou gneros alimenticios pelo prec;o
corrente.
3*. Aolim de 3 annos ter o aforado cons-
truido pelo menos urna casa de lijlo ou de
taipa cubera de lelha, e plantado entre ou-
ii as ii ucleiras um pe de fructa po.estas bem
fetorias serSo a garaniia na falla de paga-
mento do foro quando cabir em commisso
4*. NSo poder o foreiro subdividir o ter-
reno aforado senito por seus lilhos e netos,
sendo sempre um o encabezado responsavel
pelo loro, e nao o potera traspassar a oulro
sem offerecer a preferencia ao proprietario,
e pagar 6 por cenlo de laudemio sobre o va-
lor da venia.
.">-. So poder fazer uso de matas virgens
que comprehender o aloramenio para lirar
madeira psrasuas casas e cercado c lenha
para o sen gasto.
6.- NSo liabalhar a jornal a ningi.em co-
nio bouren^o Collares, e lose LourencoCol- gos Rodrigues de Andradc o C.cujosaque be
lares, debaiso da lirnia i unlia o. IrmSos, le 30 de ruarlo prximo passado na me-
aqul principioo a gyrar em -21 de Janeiro tes, e proveniente de cora de carnauba, mas
aanno, se.u domicilio eommercial
sera nesta cid de, e una Csa filial na ci la-
i' do Ico. Aracsly ~> le marco de 1.">S.
Manuel Francisco '.a Cunba
--- Fugionodia 3 do cnrrenloum crioub-
de nome Marcolino, perlencenle aoSr. An-
tonio Botelh i Pinto de Meaquila, com os
signaos seguales idade de 16 a 18 anuos,
parece os annunciantes que dita letra no
eslava aiuJa por elles assigna la coa saca-
dores, por isso protestam contra quem a
lenha em seu poder, ainda qnando a po les-
-e n assignar como sacadores c endossanles
por traspasso, por quanto e-lo os Mellan-
tes prevenidos e gabera que naquuila dala
l.'ics com. i rara m cera de carnauba, e nao a
Sem barba, corpo regular, pouca altura, es- i oulra qualquer peSSOa que f'aululoiiUiineii-
croloscr scidos. Fste moleque fui escravo
da Si-. I). Calharina, rmoradora na Soleda-
de foi cozinheiro da csa de pasto deno-
minada Cova la tlinja, c ullimamenlo do Sr.
clii.lio Ilubeux : quem pois o levar a seu
senhor ou a fundirlo da rua do Brum n. 28,
ja bem recompensado.
te se mostr secador, na dita letra.
liento Jos Pereira, subdito portu-
guez, vai a Portugal, levando em sua com-
panhia a Sr. Thereza de Jess da Silva o
seus lilhos Anua Mina Pereira e Manoel
Heuto Pereira de menor idade, sendo este
Brasileiro o as duas natoraes do Portugal, e
lina pessoa com bastante pratica de ouranto a sua ausencia deixa por seus bas-
escripturacSo mercantil, offerece-se para la- Untes procuradores encarregados de todos
zer pxrticiilarinento qualquer escripia por os seus negocios, em priuero iugaroSr.
partidasdobradts : quem de seu preslimo Joaqinm deOlivera Pinto, em segundo o
se qui/or alilisar pode delxar seu nome nes- *r. D mingos de Oliveira Pinto, e cui tereci-
la ty,ographia, em carta fechada dirigida a : ro o Sr. .tono Albanasio llotelno : quem so
J. A. II.
Aluga-se urna niulalinba com idade
de Liannos, propria para lidar com crian-
cas, c servido de casa : a tratar na ruado
Collegio n. 1U, lerceiro andar.
Ain .
Na rua da Soledade, defronte do n. II,
precisa-se de urna ama que teja boa cozi-
mo artista ou como tiabalhador na lavouia, helra, para o pouco servico de urna cas de
sem preferir o proprietario pelo niesmo jor-
nal queoulro qualquer pagar.
7\ S licam regeneradas dos laes afora-
mentos as Ierras em qup se plantam cannas
para os engenbos e os sitios dos lavradores,
em todas as mais trras podeni os prelen-
deutes escolher os lugaies que Ihes convier.
I^SlIJORlftiiOMEOPiVTICi
l)U
DR. LOBO I0SCCZ".
uoterta
DA
Provincia
jolgar seu credor apresenle-so para ser pa-
go, assim como pedo aquellas ^pessois que
se acham eai debito com o mesmo, que os
venliam satisfazer no prazo do 8 dins, con-
t'dosda dala deste, do contrario recorrer
aos meios que a le Ibe confere. Recifo l
de abril de 1858.
r3fc
mocos solteiros.
Um homem C'Sado, filhoda llha deS. ... ,:nmiram-se eneriivameme na rua das
Miguel, chegaio ltimamente, propoe-sea Floresn. 37. primeiro andar,apolices da di-
ser re torda al guoi sitio, ou mesmo ir para vida publica o provincial, accf.es das com-
algum engenho. por le-muita pratica dla-;psn|,aSi ,|a.se dinbero em grandes e pe-
Seguro
lar no Itecife, rua da Cadeia, loja n 26
Prcrisa-se de um caixeiro que tetilla
ortica ; na padaria da iua dss l.arangeiras
n. -28
Quem se julgar habilitado para ensi-
llar a escrjpturacjlo coi imercial por parti-
das deliradas, mi nuncio sua mora Ja por este
Diario.
ATTENCAO.
Do quintal da casa da rua de S (in-
calo n. 20, furtaram na noite do iliilido
corrente um cavallo alazn, pequeo, eon>|fJ/ Pa,r," ,.ci ,da de^Mamanguape ; a tra-
um signal na testa, um p branco, he bas-
tante espcito, e tem os joelhos com marcas
de ter cabido : quem delle souber, dirij-se
a mesma casa, ou a Ponte Je l'choa, sitio da
Capella, que ser recompensado.
A pessoa que annunciou precisar de
* a 5 cantos do reis. dando por hypolheca
um predio, dirija-se a travessa da rua da
Madre de lieos, segundo andar, que l se dir
quem faz o negecio.
Precisa-se de urna casa terrea no bor-
ro da Boa-Vista, com quintal e cacimba,
queseja de 20>> a -i.? rs mensaes quem li
ver e quizer alugar, aimuiicie pelo mesmo
jornal
No da 13 de novembro de 1857, fugio
do engenho Bello Monte da r.oiic.'.cilo do
Pao d'albo. um escravo pardo, de nomo Ma-
noel, de idade de-28 annoSi pouco mais ou
menos, com os signaes seguimos : baixo do
corpo, e um pouco g-osso, cor alaranja la,
cabellos um pouco pegados ao casco, com
urna belide em um dos olhos, .tem falta de
barba, tem urna marca de ferida em urna
das pernas, entende alguma cousa de almo-
crevar, e he alguma cousa ronceiro no ser-
vico, as vezes apresenla-.se com militas es-
pinhas seceas pelo rosto ; quem o apprehen-
der, conduza-o ao dito engenho, ou a rua
da Cuian. 6i, que recebera l#0, livrede
dessetas.
No primeiro andar do sobrado da rua
da Penba n. 2, fornece so almocos o jaula-
res por 25j mensaes, almoco e jantar avulso
i;0oo ; no mesmo precisa-se de alagar urna
preta queseja diligente, paga-so bem.
- Quem precisar de um perito jirdinei-
ro, dirija-se a rua do Que.mado n. 13, loja
de ferragens, que adiara cmi quem tratar
se acham venda lod'is os dias, das 9 horas cido dilliculdade
da manli,1 a as x da noite. no pavimento ter- raveis.
reo da casa da rua da Aurora n. 2G, bilhetes
e meios da quinta parlo da primeira lotera
doGymnasio Pernambucano, cujas rodas an-
daro impieletivelinenle no da 21 do cor-
rele mez. Tnesouraria das loteras l de
abril de 1858.O escrivSo, J M. da Cruz.
Aluga-se a casa terrea da rua do aterro
da Boa-Vista n. 7'J, a qual tem bstanles
comino los, grande quintal, com sabida para
a Ponte Velha er.cimba de boa agua ; foi
fabrica de charutos e ainda tem dentro a ar-
ruacSa e balcSo, que se vender a quem a
quizer para o mesmo negocio: a fallar na
ji ;n;a da Boa-Vista n. i, botica, que abi su
lira quem aluga.
I'recisa-se de urna ama para que saiba
cozinhar equeira =com jrar, quem quizer e
e-tiver nesias circumslancias appareQa no
aterrada lio.-Vista n. 18 para ser conlrala-
da. pois paga-so muilo bem a quem ap-
parecer.
Aluga-se um sitio no Bosarinho con-
fronte a igreja do mesmo nomo : a tratar na
-ua d's i rincheiras o i6,
Precisa-se comprar a obra di P. Ovidio
Nasiio, en latim --ad usum Delphinis : na
rua do Hospicio n P, ou na iui do Collegio
u i", primeiro tndar
.Manoel Firmino Ferreira mudou a sua
residencia para a casa terrea joto do seo
estabelecimenlo de armazcm de ute iaes.
na iua da Concordia.
Lotera
DA
PROVINCIA.
N I i 'senatorio doabaixo assignado na rua
do Collegio n 21. vendem-se bilhetes da lo-
tera da prorincia pelos seguales procos
sen lo de I0W para rima e a dinbero a visla.
Bilhetes garantidos 59590
Meios ditos -j-T.'.O
P. J. L'vinc.
s, que parecala insupe-
contra
fogo
COMPANHIA NOKTHEN, ESTABELE-
CIDA EM LONDRES.
Prem ios di m itt 11 i dos
AGENTES
C..I .Astley.^*Companhia.
-Na livraria u. C c 8 da prac* da Indeprn-
i.-
.]'; Rua da Cadeia de Sanio Antonio. @
;j O Dr. Lobo Moscozo faz sciente ffi
i]3 a qni'iii interessar possa que tem (;'
(]) com modos ein sua cusa para re- gg
-[) ceber alguns escravos uno s pa- &
-;"; ri tratar de suas enfermitlades (['
: como para Fazer qualquer opc- f ';
*"; racao. Os doen tes serao tratados (,
. ;. pela homeopalliia ou pela alio- .. ;
patina, conlbi'mc parecer iihs
conveniente para a brevidade da
cura. Adverte que recebe gra- fift
tintamente muaoii oulra pessoa ^
que precise fazer alguma opera- t';-
rao, c i|iie por suas circumsten- j
fj cas uo possa m satis fazer as des- &
,"J1 pezas de tratamento e no queira S
'-, sujeitar-se a ir para os hospitaes. I

::
'.:-
:.:
<&
-::
voura ; quem precisar, dirija-so a travessa
da Ma Ir de neos n. 9, que o encontrar pa-
ra tratar.
- Precisn-so de um pequeo para cai-
xeiro de taberna, e que lonba alguma plati-
ca da mesma dirija-se ao pateo do Carino,
rna r.. 2, que volt-i para a rua das Tiin-
ebeiras, que ah achara com quem tratar.
Amassadores.
Precisa-so de dous amassadores que. antea-
da m ds sua arte o sejam deseiBbaraeados
na ten ledoira, psga-se boui ordenado, e na-.
poxam cylindro j os pretendentes dirijam-
se i rua imperial, padaria do Villa-Verde
n. 173.
.1. I). Ribeiro da Cunlia, bacbarcl
em dueiio prope-se a advogar no civel
e eommercial, podendo ser procurado na
casa de sur residencia, paleo do. Collegio
n. I, segundo andar.
Luiz Jos de Su' Araujo retira-se
Lisboa comsiia familia e urna criada.
para
-- Deseja-se saber onde existe nesta cola-
do um liomeo de nome JoSo Jos de Ca prista
se ainda existe annuncie por este Diario pa-
ra ser procurado a negocio, este senhor be
,':. O prcro do tratamento dos esera- m Gibo da cidade do Penedo.
r --------.'.. i .,. -. i Aiivinla-se o
quenas quaulias, sobre penhores.
Compra-se elfoctivamente rironze, lao
cobro velbo : no fleposilo da fundicS-
da Aurora, na rua do Brum, logo na entra-
da n 38, e na mesma fundicAo, em Sanio
i maro.
Compra-so ama eserava preta, de na-
cSo ou cnoula, quo saiba bem engomaiar o
que seja sa lia e socegada : a tratar com
Manoel da Silva Santos : na rua da Cadeia do
Itecife.
Compra-se urna cas terrea que seja
nobairrodeS Jos ou Santo Antonio: ua
roa ilas Trincbeirai n. 36
- Compra-se um cavallo ruco, s m lo
novo, de earrro. ou proprio para isto: na
rua do Li .lamento n. 33
--- Compram-se 50 lijlos do marmore :
na livraria n. 6 c 8 da praca da Indepen-
dencia.
Compra-se orna pro.iriedade sha em alguma
das principat ras S'aala 'il.nlt, e que renda pou-
ru mais predio em bom eslado, e desemlnracado; qunn
euuei, Irnle na rua da Cruz, escrlpliino li. 19.
Conipra-sc urna casa terrea no bairro
de Santo Antonio, em oom eslado : a tratar
na rua Nova n. 53.
Compram-se 30 ps de larangeiras do
umbigo, (i ps de frucla-pao, e algumas ou-
i'.i'iilm Caiabussu- tfas plaas diferentes, e isto em eaixos pa-
vender
A'en't;rio no paleo do Ter-
90 11. 16.
O arrematante das aferlcoes do municipio
ilrncia precisa-se fallar so 5r. Detan que mo- t, Kecife, scienlifica a qucm interessar, que
rou na rua do Aragao, e leve marcineria.
.oleri;
-O coronel Jos Pedro Vellozo da Silveira,
offerece as pessoas 'o ovo, que quizerem
le mandioca, os fer-
enos proprios para essa la voura, que pos-
Me as l'reguezias di focada, Seiinlia -ni,
Donito n Bozerros, e seobriga n fqrnecer-
ingennos pai 1 fazer arinlia, com todi s
os sccessorios rnevi los par agua ou p.ir ani-l
' s, fura a copdifSo de Ibe prgairm 10 imr i
i'nlo nica mate dafariiiha quevendcieml
lo gial.'j ou hvre d foro a que con-'
lumirem na sustentculo de suas familias e*
los Ua! aihi lores que empregarem.
- lie negado a loja e Leconie, aterro
la Roa-Vista n. 7, e\. cliente leite virginal .
de rosa branca, para refrescara pella, tirar
pannos,sardas e espinbas, igualmentco.a-
ramado oleo babosa para I impar e fazer eres
no mosteirodc S. lenlo de Olinda.
-- Na rua do Crespo loja n. 12, recebeu-se
pelo_ ultimo vapor da Europa o melhor rap
fabricado na mais acredit da fabrica rs, a bosqualidade de que be Caito nao
P eci-i elogi is 8 se continuara ter promp-
a venda, baver remessss por todos os va-
pores.
~ O pro rielarlo da oblcjna o'galeris de
i mandam e vendem pelas roas, fazen as miu- Jguorreolypo do alct ro la B -VUte n. *,
izas, leile, niel, ,/eiie de carra palo, mi- tercciroanJar. ten Jo de ir a capital do im-
Iho, arroz, leijao, carne de porro, e lquidos
iin ccoras que at esta dala amia naoafe-
-riram, que veuham aferir e rever medidas,

lera principio as revisesdas mesmasafe-
no s do I. do corrente mez em dianle; as-
sim como chaina a attencSo daquelles que
pesos o blanc"s ote. Recite 7 do abril de
1858 Francisco Pedro Adviucula.
Ama de leile
Precisa-se de urna ama de leile. para dar
leite a urna menina de 3 mezes : na rui
Augusta n 3 C ou na rua do I.mmen-
lo 11. dJ
-- vluga-se urna mub-la para o servico
interno de nina casa de familia, sabe bem
engommar, cozinbar e cnsaboar, porem com
> pd impenal.o a cndicSo de se adiantar a quautia de 2003
a premio, sobre o aluguel da dita eserava :
mis (aneo Ponas 11 32.
O seobor do escravoMathias esta bem
convenc Jo que o mismo est cscon ido pela
peSS 1 que ha lias o uiaudava seduzir, e por
I bi io, so le 1 a sua i li! i a e f .1 i? sb rtss
at os lins do prximo futuro mz.
so s qued isi irem honrar o seu estabeleci-
menlo e lie-1 com um Del a perfeilo retra-
te, dignem-se sproveilar a occasio.
ll.MMIUS.
Fio d-.- aigod&o i Igo lao
da 15a!'. i.
Venie-senoescriplorio de Antonio luiz
le liveira Azevedo, rua da Cruz n. i.
ai ii.li de -S. Mal lieos.
Vende-se a bordo do hiato Kstrclla, I in-
te, la confronte o caes dolanlos, melidu
lo um alquelre para i-ima.
Veude-semanteiga ingleza aoionoso
rs a libra : na taberna da rua de Hurlas
n. i
Vende-se um mulatinho de Ci anuos:
Pudera* o publico le li 'je ein dianle. tomar HHa- I no Corredor do Itisno ll. t.
lo no. omaibui .. ibaiu .gn.do.dnde o paleada i ... vende-se um grande sitio na freguc-
Sianla Lu/ ais a e. ..i-3o ein >.mii> Anlomo, e vice i _.. ,-._ .
ver,, p,ndo 100 >'. por etd. *.R.m. Paraan-1*' Varzea. a margem do ameno Capiban-
l.H.u 7 de abril da I8.i8.--C. Dubevt. ''0' com '''lsr, Cimmola para numerosa Tami-
_ ^^ le, eoebeira, estribara, aviamentos rara
'S ^i>'i> "S'ii'S>'?i*1S^ fazer farioba, quartos para escr.vos e cria-
*) a >gk do grave, gallinbeiro, etc., bem plantado de
l* "iSl ( I(* A larangeiras, cafeeiros banane.ias, limoiras,
"Wicoauetros. ele. e assim como olaria
I'ogio na noite de 13 d i correle o escra-
vo Severino, do 5(1 annos de idade, pouco
mais ou menos, baixo, corpo regular, pernas
arqueadas, quando nuda eurva-se baslanle
para dianle, e tem um deleito no olho es-
querdoque o torna menor ane o direilo:
quem o pegar, leve-o a rua d) Queimido n
22, que s-ira generosamente gratilicado.
No dia 5 do OOtUbrO de 1857, fugio do
engenho ello Monle di ConceiCO do Pao
1' Iho, um escravo, pardo, de nome Manoel, At a quautia de 109
cornos signaes seguintes : representa ter De 10? para cima.
5 a 50 anuos de idade, de altura regular,
um pouco grosso do corno, cabellos um pou-
co solios, tem falta de i entes na frente, fal-
la um pouco atrapallu lo, principalmente
! quan lo est embriagado, tem um dedoa lei-
jado e.n una das mSos, pouca barba, tem
muitos cabellos brancos, os ps ral fetos,. ;.nillir.,;i a ,,,,. n0 Sl.,;i
e cnteii b; de drapina, levou a lerranienla >
do ollicio : quem o apprebender, conduza-o sobrado n. 20 do paleo do Carino,
ao dito engenho, ou no Recite a rua da
Guia n. pezas.
l'az-se negocio com nm das melho-
res tabernas do baino de Antonio, a qual
v
Precisase por 8 mezes da quanlia de esta muilo afreguezada, tanto para a praga
800s rs., pagndose no vciicimeido 1:0009 ; cono para ornato: quem pretender an-
queta quizer fazer este negocio anuuucio.' nuncio.
Ii.\
provincia.
0 abaixo assigna lo compra bilhetes da
lotera ja recolhidos pelos seguintes arceos
.ia rua do Collegio n 91, primeiro andar:
15 0|0 de descont
10 0|i) de descont
P J. L.yme.
I'recisa-se de nina una lino ou es-
erava para l'.i/.er lo.Ir, sei-\ieo de urna Caa
de duas pessoas casadas, nao se duvida
pagar l>em comtanto que seja ama de boa
do
.loaquim Filippe da Costa, Brasileiro:
vai a Europa tratar de sua saude.
~ Precisa-se de urna ama para engom-,
mado : na rua das Larangeiras n. 26.
lyrio de Floronca parabrotoejas easperida-
desda pe le, conserva a frescura eo avellu-
dado da primorosa da vida.
--- Precisa-so de urna ama eserava para
lodo o servico de casa c raa, paga-se bem :
na rua da I lu entina, casa do Sr. Cuimbra do
theatro.
Precisa-so de urna arra que saiba cozi-
nbar, engommar e fazer o servico de casa de
um homem casado sem lilhos ; no paleo do
Paraizo, no segundo andar do sobrado que
volla para a rua da Roda.
-- Traspasa-se o armazjm e sobrado da
rua do lirum n ~li, trata-se comjo prop ie-
rio o Rarllioioincu francisco de Souza
paiao arreo lamento e para caixOes eos
mus pertenees do mesmo armazem com
Luiz Jos de S Araujo.
Precisa-se do una ama para casa de
pouca familia : na rua da Ponte Velna casa
que tem i frente pintada de encarnad', n. li
-- Precisa-se fallar ao Sr. Marcrlmo do
Espirito santo, lilho do anligo saciislea da
V.a Ir de lieos : na livraria n. C e 8 da praca
da Independencia.
i
1
Agencia
i'
de passaporte e
Ita con \(\<<.
Cli u lino do liego Lima morador na rua da
Praia primeiro andar n.-13, lira pasaaporte
para dentro e fura do imperio por com molo
preco o presteza.
Precisa-se de u"na ama que saiba co-
zinhar e engommar para cesa de pouca fa-
milia : a tratar na rua da Madre de Dos
n.7.
-- Precisa-se de 600? a ptemio por pouco
Manoel do Nascimenlo Pereira mudou j lempo, dando-se por garanta um bonito
a sua residencia da rua de Apollo n. 16 para moleque com IU anuos de idade : quem qui-
a mesma rua n 6 casa de um aodar. 'zer aunuucie.
isso se adverle a essa pessoa que menos se
perdea dos das de servico do dito escravo,
lo que Smc perder dos 4 que possue s m
a compra estar legal isa la e juntamente ma-
triculados ... Lcmbre-se que quem tem ra-
bo de palba nao pega om fogo.
-- Os abaixo assigna los vendo-so na dura
necessldade de querer evitar o quo alguma
pessoa se. illuda com algum bilbete em nos-
so nom para com elle fazer alguma Irau-
sacefo com Antonio Francisco de lima e
'Joaqun,' .lose deSou/a Lima, sem que para
istoestjam autorisados, poisse acham fora
de nosso dominio ha muilo, e desla forma
sem aulorisacao para qualquer negocio por
equtno que seja, anda mesmo os ditos
apreseniando esc.ipto em nosso nome
Ibes nao temos aulorisa.lo aos dilos
re> assim o fazer, e qualquer pessoa quo se
illuda com a nossa li ma licara sem direilo
i de haver de nosJos Francisco de .Souza
Lima, .Mara Joaquina de Abren Lima.
Ilesappareceu li -je 15 do forren!., pela* djia
] horas da larde, dn rua da Praia, de ura mtalo, um
Cavalla r.i-lantio, cmn ama estrella na I.-la e ion i
aobracana ein una das mftoa ; elle he earregador e
j -ciro e loi cjiii caagalha : quem o appreliatiiler
dbija-a* a malina rua n. 51, que ..-ra' uraiilicaJo.
Piecoa-se de un eonlo de ria a premia, dao |
por garanta )i\|iolhera na parte de umi i- i-a
' fine v.le o duplo. A q'iein convier este necoeio on-
ooocie ou den a tu hcara i de iua morada e as
ci.ndicr.e de cntralo em c.irla fechada cum ai ini-
naes M. F. na rua Nova n. 5I>, loja.
SOCIEDADE CULTIVADORA I'aS LETTRAS.
Por ordein do Sr. pre.nlenle declaro, que a pri-
maira *es-5o do cerrente auno lea' lugar buje a* u
e meia horai da aianhla, ua casa de suas c
ni* dos Copiares n, l.
is adora das Letlrae, I de abril de 1H5.8 Joaquim

o iir. Ignacio Firmo Xavier, roo
he em sua casi de sao Je, que lica ao
norte da estrada da Passagcm da jZ
Magdalena, ent'e a ponte grande e a V)
pequea do i:h ra-He no, todas as I0
pessoas doeotes, aGancando o me- a
bor tratamento, o maior zelo e cui- g
dado medico O local om que est V9
edilicada a casa destinada para esse (V?,
misler, ns regras hygienicas, sobre ^
as quaes esta construida, os commo- ^J
dos de que dtsp.r o aceie, ordem, Wk
e regularidaJe quo abi so encon- tA
tiaoi. sSo COndicOeS ponderosas paia T
lima breve CU a e Completo re-la- *v)
belecimento. As pessoas que quizo- gtk
rem utilissr-se de su prestia.o po- T?
dem dirigirse ao pateo do Carmo, O
sobrado o '>, primeiro andar, das (c&
III horas da ni uihaa as 3 ila larde, g e desss hora em diMilc no seu estaj 1
belecimento. ()
senbo'- 5# @@ Q&
GABI3TE RTGEZ
^
i vi >* ""i cr > *
Em cumprimenl.i do artigo 36 sao convo-
cados os ^rs. cons Huiros do mesmo Gabi-
nete a so reunirem em sessS orinara,
qninla-feire, 15 do corfente, ns 7 b
noilc. na sala das sessrtes do mesmo (.abi-
coquciros, etc., e assim coino olaria com
1 forune excellento barro para obras linas e
.grossas: quem o pretender, dirija se ao pa-
j leo do Carmo, tahea I!. *6, que acb'ra
com quem tralar. -Na inesrna taberna se ven-
de o cxeellcntc cale da Varzea, pelo diminu-
to preco do 6Ci00 a arroba.
Vende-se um piano usado, em mulo
bom estado, por preco commodo : no aterro
: da Boa-Vista n i, segundo an lar.
Ven dem-ee arcos de pipas, novos.
viudos doPorlo na rua do Amorim n. 9,
armazcm.
, Vende-se um mol 'que de 13 a l an-
nos de ida le, chegado ltimamente do ico :
no largo da Assemblea, armazem n 9.
Vende-se um balrio muito forlo para
taberna, e sal de pedra a 1} o alqueire;
bem como outros mullos gneros pelo mes-
mo preco do trapicho : a tratar ua barrena
do Manguinho
- Vende-se una taborna na p'aiadeS.
Francisco-la ci Jado de Olinda, defronie da
ilfrcj-. da Senhora dol", bem afreguezada e
de piucos fuios propria para quem quizer
principiar a vida ; tratar com o seu dono
no mesmo estabelecimenlo.
Ven le-se milho eai saceos; no pateo
do p raizo n 16.
>a loja do canto
ti Pontos ia loja do canto da rua da Cadeia
do Reciba n. 51. esta disposto a vender lin-
dos e nagem adoptados
na Europa para quem viaja
na eslrada do
l'crcud .\rr,ie-, pnuieiru lacietaiiu.
ncte.- Rodrigues Pereira, secretario-
Offerece-se um rapaz* portogoez para ierro e neste seatidoelle faz t-mtirara ra-
clizeirb de padaria de cujo negocio lem pra- pazea'da qua ainda l n3o foram comprar
(ira : quem precisar annuncie para ser pro- ,,;,ra este misler, que Ihe chegou no ultimo
curado. vap-ir inglez um lindo so>iimcnlo desles
SAI5A. aseaos boje em mola, bons chapeos de mola
Chegou no ultimo vapor muito superior proprios para o mesmo fim, ditos do> Cbili, e
ui": salsa parrilba nova e tolos pequeos, una muitaa outras Tazendas que vita do com-
sta na alian lega c (,ra tratar na rua do praJor se dir o preco, para admirar a ba-
Irapiche escriplorio ii. *e.
i raleza.
I I
1% I


DIARIO DE PEUNAMBICO QUIMA FEIRA 15 DE AbRIL DE 18:..
Na loja de Tino-
co Barros $ C.
Na ra nova n 42, defronte da ConceigSo
dos M litares, vendem-se gravitas ieilas a
800, damasco de seda fino, covado 15800,
chpeos francezes pretos 6/500, ditos de mnr-
roquim 2,?500. tapetes proprios para sala 73,
sedinlias de quadros 800 o covado, palitos
de sarja de cordo 83, manguitos corn golas
finas*/, saias bordadas 3J, cortes de vesti-
dos de seda com toque de mofo a 30?, ditos
de gorg'irao, limpos 243, copelinas ondea-
das com listas de seda a 850 o covado, cha-
peos de sol do seda grandes a 73. riscado do
linho fino a 200 o covado, gangas pira cal-
as 560 o covado, luvas do fio da Kscossia
escuras e brancas a 800 o par, ditas linas a
18, corUs de cassa do selpicos brancos, finas
a*3500 com 8 varas, cortes de colletes de
pelucia de seda a 63500, o muitas outras fa-
zendas por menos prego do que em oulra
qualqu-jr parte.
Charutos
do fabricante Thom Pinto a 2o000 o cento ;
na ra Ja Cadeia do Kecife n. 15, loja de Jos
Leopoldo bourgard.
Thom Pinto
Cliar jtos de Thom Pinto a 3000 o cento:
na rua du Cadeia do Recife n. 15, loja de
Jos Liopoldo Bourgard.
Prelo de Lisboa
om IICSOS grandes a prego muito barato, no
armazen de Travassos Jnior & C, na ra
ilo Amorja n. 3, ou defronte da escadinha
da alfandrga, armazem do Annes.
Vende-se a loja de louga da ra do
tange! n. 24, com excellente armacilo o uem
sorlida, por seu dono querer relirar-sj para
fra da cidado : a tratar na niesma loja.
Vende-se urna negrinba d ilade San-
nos, prelenJer, dirija-se a ra larga do Rosario
n. 30, loja de calcado.
Bois de carro
Vendem-se 7 bois muito mantos e gran-
des, proprios para carro ou carrosa, por
prego rom molo; na rua Inperial n. 173.
Aos alfaiates
Na loja de Adriano & Castro, na ra do
Crespn. 16, esquina, vendem-se velludos
das cores abaixo mencionadas: azul, escar-
ate, verde, castanao, caf, brooze, pardo,
todos de superiores qualidades, o vendem-se
por procos commodos.
HIPAS DE LOURO.
Aterro da Boa-Vista
n.55.
Ossenhores pedreiros e estucadores scha-
r3o sempre destas ripas de louro de todas
as larguras, como tambem se serra para as
pessoas que quizerem dar sua madeira, tudo
por prer;o razoavel.
Instruceao moral e reli-
giosa,
ou resumo do novo e velho testamento : ven-
de-sca 13000 na livraria ns. 6 o 8 na praga
da Independencia.
REMEDIO IMCO.MPARAVEL.
Pechincha!!
A 2^500 o corte de calen
de casemira.
Na ra do Quelmado n. 17, loja ao pe da
Botica, vendem-se cortes de casemiras de
! cores escuras, pelo barato preco de 2J500 rs.
' cada mu.
Na ra da Mocdi n. 2, confronto ao
i trapiche do Cunlia, venle-se millio em sac-
eos e em barris /levando para estos os sac-
eos visios): assim como compra-se mol en-
cascado, ou desencascado.
OU l que pechin-
cha.
UNGENTO IIOLLOWAY.
Militares de individuos de todas as nages
podomtestemunhar as virtudes desle reme-
dio incomparavel.e provarem caso necesse-
no, que, pelo usoqucdclle fizeram, tem seu
corpoe membrosinteiramentcsaos, depois
de haverempregadoinritilmcnteoutrostra-
tamontos. Cada pesso :ioder-se-ha conven-
cer dessas curas mai .
dos peridicos que |<,
dias ha.muilos anuos
las s;lo to sorprende!
mdicos mais celelires
cobraram com este s
do seus bracos e pe.;.
nianecidu longo teuip
duviam suft'rer a aiupui
ilhosas pela leitura
:s rolal.m todos os
e a maior paite deis
es que admiram os
'.Mana- pessoas re-
rano remedio o uso
', depois de ter per-
nos hospitaes, onde
So! bellas ha mui-
Na loja do sobrado amarillo, na ra do
Crespn. 14, so encontrar nni grande sor-
limcnto de fazendas chegadas ltimamente
de I'aris, que so vendem por baralissimo pre-
go, como bein sejam visitas de grosdenaples
de varis cores, guarnecidas de plumas bran-
cas, ditas de meninos as mais ricas que pode
apparecer, cortes de chaly de novos goslos,
Na nova loja dei
4 portas na ra do o.uei-
mado n. 37,
Joaqi.im Rodrigues Tavaros de Mello, na '
sua nova loja de 4 portas na ra do (Jueirin-
do n. 3"i passandoo beceo da Congregado,
acaba de recober pelo ultimo vapor que ebe-
gou do Frauda, um rico sortiinento de sahi-
das de baile do gosto mais moderno que tem
apparecido, e um completo sortimeuto de
OPregui^a est
queimando
Na loja do Pregulca, na ra do Qucimado.
vestido* pretos de grosdenaplcs com tres ba- fs'lu,ina ? bccco ,J M *'*<> *
hados taordados de sedal prego de 60?, 70f, l""' a a fornecer-se ao publico um
603,90J)e 100; cada um, ricas mantas d rtito de fazendas por baratist
p* raiQii&iLTO.'
M?0,
3\
dos
da
DI
(i
enleilM para cabe?. -
mdenos que tem apparecido a 12?, novos h**0u. casemira prela muito lina a 2otCO,
pad-es de soda e algodSo para vestidos pelo --300. 2-600 c MI o covado, panno azul pro-
barato preco de 60 o covado, e muitas mais Pri P" farda (le guarda nacional a 23200
rVorti ,roc i"'? assel'nau,as' d,.l,s hiendas que nao he possivel aqui fazer men- WTado, dito preto lino a 5-500, di lo ver-
de todas as cores, chitas francezas de goslos | c-0 de {a\ Esle ovo esta/e,eciment se de ,escur davalas pretas o de cores
propOea vendor mais em conta do que em |?e 'indos padroes e superior qualidade a
outra qualqucr parte, so alim de se acredi-
tar e adquerir boa freguezia.
\ende-se
brancas e de cores
os mais modernos, cortes de riscados fran-
cezes, ditos de mussulina com barra de seda
furta-cores, chales de touquim muito ricos,
e outras muilas cousas de bom gosto, que
se vcnderSo por presos os mais baratos que
he possivel. o a visla faz f.
GRANDE SORTIMENTO E FAZENDAS PRB-
IAS 1'ROPRIA.H PARA A QLARESMA, RE- 1 \i i y | i | w
CblIlbA EM DIHEIl'CRA PELO t LIIMO I ClOt"*
>AMO FRAKCEZ.
137IKI ,i 2J800
2.-200 2$tiO0
2-2MK) 39800
2S0O0
SSSF
Tasso Irmuos avisam aos seus freguezes,
qun o ultimo carregamenlo da farinhade
Trieste da marca SSSF raminho se vende
nicamente em seus armazens, aondo tam-
bem existe o melhor e rr.ais completo sor-
limento de larinha de Richmond. Philadel-
phia, Ohio e Haltimore, tanto extras como
superfinas.
tiegou a loja o \ do ar-
co de Santo Antonio
um rico e completo sorlimenlo de bicos e
renda da trra que se vendem por barilo
! preso.
gios d
pa-
lova loja uo
sobrado amarello da ra
do Crespo n. 14.
Jos Gonsalvcs Malveira na sua loja de so-
brado amarello na ra do Crespo n. 1 ven-
de cassas escocezas muito lina o covado a
200 rs., cortes de chita escuras com 13 co-
tas, que havendo dcixad esses isylos do pa- i vados a 1,600 caila um. mussulinas finas e de
decimenlo, para se nao submeUcrcm a essa I variaveis cores a 320 ocovado, luvas de se-
operasao dolorosa, foram curadas completa-1 ^* finas para homem e senhora a 500, meias j
mente, mediante o uso desse precioso re- de cores para honiem a 2,000 a duzia, ditas
medio. Algumas das taes pessoas na cl'uso! P8ra menina a 1 600, lensos brancos de bre-
de seu reconlieciiiioiito.declaraiarn estes re- Imha de linho a 2,000 a duzia, c outras
ra : em casa deSouthall,
do Torres n. 38:
aullados benficos diante do lord correge-
dor.eoutros magistrados, alim de mais au-
teulicarem sua allirniativa.
Ningueru desesperara do estado de su-
saude se tivesse bastante conanca para en-
saiareste remedio constantemente, segiun-
do algum lempo o trotamento que uccessi-
lasse a natureza do mal, cujo rebultado seria
provarincontestavelmente: Quetudo cura.
O ungento he uhl.matparticularmente
nos segumtes casot.
muitas fazendas que sa vendem por
do (ue em outra qualqucr parte.
sellins
patente inglez.
Slo rhegado e acliam-se a venia os vcnlsdeira
a hem conheciilussellins inglezes patente: na roa
do Trap-elie-Novo n. i-, armazun de fateudas Je
Adamsoii llonie A C.
Relo'ios.
Fres escravos deis, 20 e 22 annos. 1
mulato de 16 annos, proprio pira criado, I
negra de 24 annos, ptima coziaheira, 1
boa mulata de 18 annos, 1 negrota de 16
annos, coso, engomma ecozinha.e 1 negri-
nha de 12 annos, todos se vendem por pre-
sos maito razoaveis; na ra ircits n. 66.
Ao barato
freguezes, antes
que se ac be ra.as bo-is f*-
aend'is por poeo
dinheiro.
Nai'Ua doO icimidon. 1!.
Chapeos de sol de seda, cabo de cinna a
7,'0o0, cortes de collete de pelucia, fingin lo
velludo a 1/1500, ricos brins de cores para
caiga, pelo barato preso de 19400 e 13709 a
vara, cussas francezas de cor muito finas a
">00 e 440 vara, pesas de cambraias brancas
nuito linas com 10 varas por 53500, corles
le lli para vestidos com 16 covados por
19500, lensos do cassa para meninos por 80
ra. IIi um rico e completo sortimento de
hilas francezas muito linas, padroes os
iais ricos que ha no mercado, pelo barato
ireco de 280, 210. 2S0, .'120 e 360 o covado,
elalhos do se las muito finas a 600 e 750 o
ovado, brilhanttnas brancas o mais fino
ue ha, pelo barato preso do 550 o covado.
^'ende-se urna escrav mosa, comas
.abluales precisas para o necossario de
tma familia : na ra doCollegion. 16, pri-
leiro andar.
*eciiiiicha para liquida-
calo.
Vonde-se urna boa preta crloula, de 2G an-
s, com una Imh cria mulatinht de 35
;as ; no aterro da Boa-Vista, loja de calca-
n. 2.
'ecbincha de um neirro
peca .
Vondc-se s para engenho um dos molho-
s negros que na para enchada, e corn mais
-rupias habilidades, e o motivo se dirao
mprador no aterro da Boa-Vista. loja
. 10
ii]stanienlm ver-
dadera
Ven Ic-se para hbitos 1e terceiros fran-
:scnos, por preso commodo : na ra do
.'achilado n. 17, ao pe da botica.
lia do Crespo n, 10
Lo)i de Jos GoneaWea litlveira, vende-se
'in;.-, de libyrinth) o mais bam acabalo
no -t aqui se. tem visto, assim como urna
quissima toalha no nesmo sentido, sendo
i luies'.es objeclos de superior catnbr.iia

Vestidos com habi-
dos a 7^000
Vendem-se vo-ti los de cimb-ai.i
ile cor fina, com tres o qualroorJens
;:; de buba los. pelo luraio pr
preso de 79 :
Jo (Jjtimado,
' na luja n. 10, da ra
;- l/'i'e, Arlhur & C.
-- >o c es da alfau lega aroinzem do Sr
Alinas, vende-se o resto de saceos de mil no
pelo diminuto preso du 7,500, para fechar
contal.
Alboreas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores decabesa.
- das costas.
-* dos membros.
Knfermidades da cu-
lis em geral.
informidades doanus
l-.rupsOesescorbulicas
Fstulas no abdomen
Frialdado ou falta de
calor as extremi-
da des.
Fr iciras.
Gengivasescaldadas.
Inch ases
lunaminacio dofigado
- dabexi?
lnllanima;3o da ma-
triz.
Lepra.
Males das pernas.
dos pe i los.
de ol os .
Mordedu -as de reptis.
Picadura de mosqui-
tos.
1'ulniOes.
Queimadalas.
Sarna.
SupurasCcs ptridas.
Tinha, um qualqucr
parte que seja.
Tremor oe ervos.
Ulceras r. a bocea.
do ligado.
i das arliculasOes.
Veas torcidas ou no-
esiga. I dadas as pernas.
Vende-se este ungento no es tabelecimen-
10geral de Londres n.244, a&.lrand, e ni
lo|a de todos os boticarios, droguistas e ou-
tras pessoas encarregadas de sua venda em
'oda a America do Sul, llavanf e llespanha.
Vende-se a 800 rs. cada bocelinha,conten
urna inatruccSo em porluguez para explicar
o modo de fazer uso deste. ungento.
O deposito geral he emcasadoSr. Soum,
piarmaceutico, na ra da Criz n.22, em
l ernanibuco.
SYSTEM A MEDICO DE IIOLLOWAY
O
>
menos
Vendem-se relogios de patente inglcz
-...-.. ...-.;.-v:3 feyy Si.-,i-,f.-^ ,;ruz n. ls. b
Cabos sortidos da Russia, Cai- @
ro cMnnillia. Z'
Lonas da Kussia, brins c liiin- j;
zes. i
Cobret: metal
para
fono com $
pregos. @
Q Oleodelinhaca c Velas steaii- @
as. @
g^ Estanho em barrinbas, Bar- $
& "ilha. t
Q Vinlios (nos de Mosellc e Joan- ^;.
^ nisberg espumoso, e de Bordeux ^
ja em rjuartolas. f
C. J. ASTI.EY & C. e::
@-ss-e-s &?;
Lmcnsa de Ilenry Brunn & C. na
da Cruz n. 10 vende-se :
Cemento romano.
Cognac em caivas de 1 duzia.
Ca deiras de vime.
Um grandesoi timentode tocadores.
Retintos a oleo para sala de jantar.
Espelliocom moldura.
Pianos dos mellioies lubricados em Ilain-
burgo.
!
Gm casader.abcSchmettau &Companhia,
ra da Cadeia n. 37, veudem-seelegante
Pianos do afamadofabricantc Traumann
le la ni bu rx'.u-
de
de lindos
W cada urr'a, ditas de mola de cores i 1/,
ditas pretas muito linas a 280e 130, cr-
supenor linba de algodao tes de largelinascom 12 covados proprios!
ns, em novello, para costu- ,ara as '""horas dar um passcio at ao <:- i
Meilor & C, ra pe'0 oaritissimo preso de lo? cada um,
| lensos brancos com cercadura de cor a 120
cada um, organdys de cordao a 260 o cova-
do, cambraias estampadas a 410 vara, dita
mais fina a 600 rs., cliitas francezas de to-
das as qualidades escuras e claras a "40,
260,280 e .100 rs. o covado,pesas de bretanha
de rolo com 10 varas a 29, mussulina bran-
ca fina a 300 rs. o covado, ditas de core de
lindos padroes a 320 c 360 o covado. cobnr-
gos, fazenda de cores, muilo propria par
casaveqnes de senhora a 600 rs o covado,
vestidos do tarlalana de lindos pedres com
12 covados a 43 cada un, laziuhas decores
escuras c claras de lindos .padroes a 32" e
360o covado, mantas de fil ue linho do
melhor posto possivel r 149 cadi ma, car-
mel i ni, fazenda nova, padroes de ISaziobi
a 280 o covado, chales de liaziuha com lin-
|as barras a 29 cada um, riscados francezes
de novos goslos isselinados a 28o, ditos
mais linos a 320, corles de meias casemir>s
de lindissimns gostos a 29 cada um, casemi-
I ras entestadas de cores escuras mescladas e
superior qualidade 2/200, corles de case-
mira de superiorqualilado 5-, 5-500 e 6
600 v 19300
O
em
di
Bom e barato!!
At y f i 1 w cada um, brlm depuro linho d lindos pa-
10,5 (;a(la pfcCa Ij'l jardaR.
KsguiSo largo definissimo linho de Irlan-
da, lio roliQO, o melhor quo tem viudo ao
ara lutoa 1-600, cortes de briol de lindos
padroes a 2sl00 e 2-600 cada um, camisas
de meia de i:,> do superior qualidade a
23800 cada urna, cortes de riscado IVancez
ICilISHO n

PILLAS IIOLLOWAY
Estelnestimavel ospecilico, composton-
teiramente debervas medicinaes, nao con-
ten mercurio, ncmalgumaoutrisubstancia
delecterea. Benigno mais tenra infancia
ea complcs3o mais delicada, he igualaicn'
te promplo e seguro para des.rreigar o mal
na complejo mais robusta he inteira-
mente innocente em suas operasoeseelTei-
tos ; pois busca e remove as doengas de
qualquor especie e grao, por mais antigs e
leazos que sejam.
Entre militares de pessoas curadas com
est remedio, muitas queja eslavam spor-
tas morle, preservando em seu uso; con-
seguirn) recobrar a isudee forcas,depois
de ha ver le nlado intilmente- todos os ou-
tros remedios.
As mais alllictas no devem entregar-sea
desesperaQio; fa(am um cumpetenta enuaiu
doscllicazcselVeitos dcsta ass>>mhrosi medi-
ciu.i, eprestesrecuperarAo o benefici da
laude.
.Nao se perca tempo em tomaresle reme-
dio liara qualqucrdas scguinluscufcrmida-
des
XA FUNDICAO DE FERRO DO F.NGE-
NHEIKO DAVID W. HOWMAN, mA
RA DO BRL'M, PASSANDOO olIA-
FARIZ,
ha sempre um grande sortimento dos se-
guintes objoctos de mecanismos proprios
para engenbos, a saber : moendas e meias
moendas da mais moderna conslrucso ; ta-
chas de ferro fundido e batido, de superior
qualidade e do todos os lmannos; rodas
dentadaspara agua ou animaes, de todas as
propor?0es ; crivos e bocea de fornalha e
registros le boeiro.sguilhes, bronzes, pa-
rafuson e cavilhoes, noinhos de mandioca,
etc. etc.
NA MESMA FUNDICAO,
seexecutam tooas asencommenda's coafta
supenoridado ja conhecida com devida
presteza e com odidade em preso.
o superior qualidade a 200 rs. ocovado, ve|-
lutiuas de todas as cores e superior iinnli-
dade a 750 o covado, grosdenaplcs de lin-
dissimas cores e superior qualidade, pelo
baralissimo preso de 19900 ocovado, cam-
braias de cores de lindissimos goslos e o
mais fino que he possivel, pelo diminuto
preso do 610 a vara, cassas de cores de lin-
dos padroes e cores lisas, chales de 19a de
lindissimas
mercaco, proprio para camisas de senhora e de lindos padroes a 39200 cala um, ricos
de honiem com 17 l|2 jardas, pelo barato i tapetes para sala a 3r800 cada nm, madapo-
preso de 163, metsde do preso porque sem- 113o de todas as qualidades e presos baralos,
presevendeu: na ra do Queimado n. 17, i chitas de lindos gostos de 160 at 20, alpa-
loja ao pe da botica. cas pretas de todas as qualidades e por ba-
2?-iF:iS: ."" :-T\ -> -->,>->b <"* v,P\ ratissiroos presos, gangas mescladas a 520 o
................. ....;..v.rV ^ Aftenyao.
w Kissel, rclojoeiro (rancez, vendo ^
2 rekgios de ouro c prata, concerta
gj relogios.joias o msica, ja aqui he r>
conliecido ha muitos >nnos,habita no r'-!
t? pato do Hospital n. 17. -'.":
Assocarrefiuado. ,
.\os depsitos de assucar relinado doi2,-i00 cada um, lur?s branc.-s e de cores es-
Moiiteiro continja-se a vender assucar curas do linho proprias para montana, pelo
refinado de dillerentes qualidadas de d"niutu preco de 500 rs. o par, e outras
.-.S800 a :i800 a arroba. muitas ^"ndas quo se deixam de mencio-
. na-, ese venderao ?or baralissimos presos,
?*Hl VHS. e se dao amostras com nenhor.
Vendem-se na loja da ra Nova -. T.O, sal-
vas de metal do principe, com o fundo de
cbarSo, muito bonitas, temos de bandejas
muito linas, imitando cbarSo ; e tambem
vende avulso apparelhos de metal do princi-
pe para almos, muito finos, o tambem
mais ord nanos, tem bule o cafeteira avulso,
tudo por prego commodo.
lspingiirdas troiixid s.
Vende-se muito bonito sortimento de es-
pingardas do 2 canos tronxadas. finas e
giosses, t tambem do 1 cano tronxada, di-
las sem ser tronxadas muito fins, vendem-
se tambem espoletas para as mesmas nova
mveiigSo, tudo por preco muito commodo :
na ra Nova n 20.
Venle-se um cabriolet muito forte,
coberto e em bom estado : a tratar na boti-
ca de l.uiz Pedro das Neves.
39000 .i 79500
25000 i> 35500
S
a 59500
5
3

I56OO
3
.1 .'.joon
i> 15000
P IC000
1> 59500
S. SilEBIEL & C, banqueiroscne-
gociantes, eslabelecidos lia muitos annos
em Londres, teem a saiislacuio de par-,
deipara seus correspondentes e ao publi-
co, que acabam de uudar casas iiiaesl
Alteucao.
o
Na ra da Quelmado, nova loja de quatro
portas n. 37, passando obceco da Oongrc-
gas3o, ah se encontrar um grande sorti-
mento de fi zendas, pelo menos prego que be
possivel, como abaixo se veri notado :
3,500
4.500
5.500
6,800
8,000
6,500
a Leiie, AiihurA <;., ra do Quei-
.j malo n. lo, lem para ven le-* um ".:'.
g completo sortimento do ISizinhas ";*
'if ehegadas ultimamnnte de Pars, e &?
;';- que rao !i" por coamodo preso.
':- :. Q&&Q
No largo do Gorpo Smto eicr
ro de Niv.iis >\ C. soliradu n. ti tem
ra vender chapeos do Cliili de iodos os
tamaitos e qualidades,chapeos da Italia
dulii-.iilos e sinj'eioi e chapeos de fultro
siip rior que tu lo vendem por pre^ u ra-
/i 11 veis.
)(0-
pi-
Accidentesepiloplicos
hlporcaa.
%mpolas.
Areias mal de).
Aslhma.
Clicas.
Gonvulsoes.
cbilidade ou exte-
II :l ICllO .
Debilidadcoufaltade
forsas para qual-
quer cowsa.
Dysi nteria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Durezano ventre.
Knferuiidadcsno ven-
tre
CiiferiiiidadcsJnoDga-
do.
Ditas venreas.
Enzaqueca.
Herysipela.
('obres bi liosas.'
Fe'.ircs intermitiente.
I'ebrelo da especie.
Gotla.
Ilemorrlioidas.
ilydrop sia.
Ictericia.
Indigeslocs.
Inflamma^es,
Irregu la r i da des da
menstruaefio.
I.omlirigas dct.oda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas nciitis.
Obstru cao do ventre
l'blisici ou consump-
C'io pulmonar.
Ui'leiic.ln de ourina.
Hheumilismo.
Symptomas secunda-
rios.
Tumor os.'
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
Panno fino preto, cova lo
l'itodilo dito, covado
Dito dito dii o, covado
Dito dito dito, covado
Dito dito dito muilo superior, covado
Cortes de casemira lina'
Casemira dn cores escuras c duras,
covado
Ditii enf.-stadas, covado
Palitos de panno e casemira
ios principis portse distritos manu- Ditos de casimira
luctureirosde Franca, Alemanlia, lelfi- (;alsas de casec ira
ca e Uollanda, conservando almdis'so (:"l'lcs Jo Rorgurnodescda, linos
'as proprias casas anteriormente esta be-' .r-8 '!C WS^-d08 ?e s"aa prelus com
da f11 nd 9lo Low-Mo-r,
ra da tenala Pova
11. 44.
Ne8tecstabelccmenloi-ontlnu'aahaver
um completo sortimento do moendase
meias moen das paraengenho, machi nasde
vaporo taixas-Je ferro batido ecoado de
toJosostaraanhosparadito.
2,000
.1,500
25,000
18,000
10,000
7,500
Vendem-se estas pilulas no estabeleimen-
to geralde Londres n. 2. iStrand, e na
loja de todos os bol icarios, drugu islas e ou-
tras pessoas encarregadas de sua venda em
tola a America do Sul, llavana e llespanha.
Vendem-se as bocetinha; aSOOrs. cada
imi lelliscontm urna instrucsSoem por-
luguez para explicar o modo desse usardes-
tas pillas.
11 dep isito goral he em casi do Sr. Soum
harmaceutico, na ra da Cruz n. 22, om
Pern inlmco
lecidas uas cidaiies mais importantes,
portos ruis commerciaesdaGi-a-Bretardia,
eestao em posi^Sode ofirecor grandes
rantajensaspessoasquepossam necesitar,
assimem Londres cuno em outroqual-
quer ponto da Europa, de urna casa para
compra ou venda de artigo*, bem como
para os negocios de transaccSo de crdito
. banco de qualquer genero.
As pessoas quenSo foreraconhecidasdos
annunciantesdeveiSoacompenharsuas or-
den! com os fundos necessarioi para sua
e\euceao; licando entendidas que osan-
niuiciantes nao teem dilliculdade em adi-
antar 75 0|0 sobre os gneros recebidos
antes.de sua venda.
Os precos corren tes e mais nformacOes
commerciaes, que forem pedidas, serSo
enviadas gratuitamente, salvo o porte do
correio, podendodirigir-se aorannunci-
a ntes.
Nova agua de malabar.
Vende-se esta agu melhor que tem n-
psrccidopara^iugir o cabello o suissas de
preto : na livraria universal ri.a do Collego
o.20, d-sejunto um impresso gratis ens
nando i.forma dn applicir.
Ilelogios,
s melhores reiogios diouro.aatenti in
glez, vendem-se por jreeos razoaveis, no
baba dos a 558 63 "0?, 80-3 e
Cassas francezas, linas, vara
Ditas titas, vara
Mussulinas, (ovado
Upara prela, cavado
Dita dita, covado
Dita dita, cr\a lo
Chapeos francezes linos
Ditos ditos diios
Crosdenaples preto. covado 1v-t;0Oa
Curies de vMludo para colletes
Ditos de dito para ditos
Camisas fraiix-zasdo 2- a
Casemira preta de300a
Chales de merino bordados
Ditos de diio lisos
Ditos de seda de I2J a
Manas pretal de fil de 0: a
Lensos de grade
Sedal brancas e de cores.
Chitas francezas, covado
Pecas de cam'jraia para diversos pre-
sos. r
Chamalotc preto c de diversas qua-
lidudcs.
II ios de linho de cores, vara
Ditos de dito miudinhos
Gravitas d cores e pretis Fins.
Aberturas Je camisas rrancezas
Cangas di cor para palito e clca.
covado
Itiscado fruncez fino, covado
'un. de linbobranco lino, vara
Cortes de barege, pidres novos
tilindinas de Be la, covado
Cazes de (Si esed>, covndo
pilos transparente, covado
Lencos borla los muito linos
Cortes de gnrgurSo de seda para col-
letes
100.000
610
80
:2o
600
720
900
7,000
8.000
2,600
8,')00
10,000
2,400
4,000
Vendem-se muito em conta spalos do
Aracaty, para lixar cuntas lem como obras
le Isbvrintbo, bicos, rendas etc.: na ra
da^Cadeia do Itecife primeiro andar n, 6o
* Vende-se o patacho nacios I S. Jos,
promplo a navegar para qualquer parle ; os
pretendentes o podem cxaminir no ancur-
douro confronte ao trapiche do algo Jilo ; e
ra tratar, com osen consignatario Antonio
l.uiz de Uliveira A/.evelo, rus da Cruz n. 1.
11(111 I.AI I KCTKl l(.
O nicoaulorisadopor deeitSodo conse /realo,
decirlo imperial.
Os mdicos dos hospitac-reconimciidmoa
arrobe de Lafeclcur, como sendo ouuico
aulorisado pelo govcmi e pela real socieda-
dc de medicina. Este medicamento de um
gosto agradavel e fcil a tomar em secreto,
esla cm uso na marinha real desde mais de
60 anuos ; cura rail i calmen teem pouco tcm-
po com pouca despez, sem mercurio, as al.
recsOes da pello, impingeos, asconsequon-
cias das sai as, ulceras e os accidentes dos
partos,da idade critica c da acrimonia he-
reditaria dos horaores; convern aos calar-
rhos, a besiga, os coulracsOcs e a flaqueza
dosorgSos, procedida do abuso das injec-
Soes ou de sondas. Como inli-svpbililicos
o arrobe cura en. pouco lempo OS flUXOS re-
centes ou tebeldes, que volvem incessantas
cmconsequeiicia do em prego da copahibe,
da cubaba ou das injeesos que representen)
0 virus sem neulralisa-lo. U arrobe UfTec.:
mercurioeao iodoreto di potassio.Lisboa-
--Vende-se na botica de Itarral e de Antonio
1 clk-iaiio Alvcs de Azevedo, pra(l de D. Pe-
dro ip. es, onde acaba de chegar una gran-
de pors&o de garrafas grandes e pequeas
viudas di eclament de I'aris, de easadodilo
Boyveau-LafTecleui 12,rua hiebeleu I'aris
Os formularios do-se gratis em casa do |a
gente Silva, na prasa de I). Pedro n.82.|
Porto, Joaquim Araujo ; Babia, Lima&lr-
Croidenaplc, rr,i0 ecorpado de
Hilo diu IdvraJa .....
Selim |irclo venlacleiro ma.'ia' '.
Sarja preta verdadira lieipaulioli
\ ciieiuna preta t l,rsa, para ba-
li'ias .....
Velbutina prla e de cre para ca-
favaques, eovado .
Alpafcl preta fiua de
Minias ds lilund, pntase brancas,
liordada ......
Loi preto de seda liurdados .'
Meias de eda pri-la de peso, para
mliora .. .
Lovti de seda preti de ludas ai
qualidades para ssnhora a lio-
mem ........
I'.uio preto muilo lioa.prova de li-
man de ...
Cazeoiira prela elim de ." .'
Corles de cazemira prela de oir,
bordados .......
Crlet -lo dila prela .
Corleada eoleteadedilidila bordado!
Cliapeos prelos(ranele*e moderno
bravalai pretas de eliru e gorgo-
rilo de varios felios .
Chapeos de sol de seda para lio-
mem e senliora .....
MsiiRiiilus bordados para senhora .
liras l>ordadas muilo finas .
Gollnbu de eambra Pablos de ilpaki prela muilo fina,
forrados .....
Gndolas de alpakl prela e do co-
res ......
Pililos de alpaka prela .
Dilos de argentina de cures escuras
ferrados ....
Dilos de alpuka de cores
Ditos de fu.lao asseliuados.e gan-
ca de cor .....
Dilos de brim pardo e brelanlia de
linho ,
Ricos curtes de -oda branca' a pc-
kiin, o iii.ii. superior rowtcI .
Corles de eslidos de varias fazen-
das de seda para meninas .
Sarji branca lavrada para vestido,
coTa-lo ......
Gorcurilo de seda brancojeom rana-
sem branca, covado.....
Lindos curies de vestidos de sida do
cor, curie ......
Crosdenaples de cores, e b'rarieo'su-
perior, corado .....
Dilo dito com palcos para for-
ro, covado .......
Belleza da China, fazenda toda d
se-la ........
Diana de soda lavrada, covado
lolir de Pars, do eda com valas
malisadat, covado ... o
Sclim da Escocia lavrailo para vesti-
do, covado .....
Cuites de vestidos de cambiv d
eada bordados ao lado ,
Cambralaa organd) malisada,covado
Cosas francezas linas de cor,vara
Chitas francezas de cores,covado
Hilas ditas, covado ....".
Itiscado Iraucez de quadros e listas,
covados .... ,
Mouoliqa de cr e I ranea, covado
llrilhanlniha branca, ramagero lar-
ca,covado ...
Tolceiras de velludo, frnco e fila' .'
Popelina de seda com llores roalisa-
das, covado ......
Hareae de seda com quadros e lisias
covado .....
Sedas de qoadriuhos e lisias,cova-lo
Gorgorio de seda de flores, de lindos
padroes covado ....
Mauritania desedacoin i 1|2 palmos
de larsura, covadu ....
rrondelina de .seda transparente'
covado .....
Coles de merino com franja de'la
Ditos de dito com franja de seda .
Dilos de dilo dito com dita de teda o
li-las .......
Hilos ditos bordados a ed
Hilo, dilo dilo em 2 ponas
Dilos dilo dilo a velludo \
Ditos de seda de coro, superiores .
Lene s de cambraia liuus com labe-
milo ........
I.uvas de seda de coies, lisas e bor-
dadas para ipiihora ....
GrtMlSi de selim de cor e pretas
compiida*. .....
i'as-ando o becco da CoiinresscAo,' do lado dlredo
a quarla leja de ires portas com rullas brancas, n.
10 a-se amostras com L>inhor
TACHASPARA ENGENHO
Da funditjSo de IerrodcD. \V. Ilowman
na ra do Brum, passando o chafa-
r, continua a liaver um completosorti
menlode taclias cleleriolundidoeljati
do, le 7>,( S palmos de bica, as quaesse
Bchama venda por precocommodoecom
promptdo,embarcam-seou carregam-
sc em carro sorn detpezasaocomprador
lente
:ijmio ... ,
^-oo "i;;Ic7.esde ouro, desabnete c dcvidro:
;Vendem-sea prerorazoavel, em usa de
1"sn" Augusto Cesar d Ah cu, na ra da Ca-
-,,o deiado Itecife, arniazYin n. o.
Vende-Sfl 1 excedente mucambs mu-
latinha, de 15 annos, o melhor que nesle ge-
nero se pode encontrar, 2 escravas crioulas,
inoras, com todas as habilidades, i oscravos,
2 mulatos proprios para engenho, sendo I
bom carreiro: na ra das Aguas Verdes
n. 46.
Vendem-so 2 oscravos de 18 annos el
mulatinho de 17 annos, coziuheirn, de bo-
nita ligura ; no pateo de S. I'cdro n. 6.
-- No armezcm do madeiras do porto da
ra Nova n. 25, vendem-so 200 cuchamos
i< 09OOO de 22 palmos e IDO mSo travessas de 25 di-
7a50Q los, juntos ou cm porcSo de 10 a 2J500 ca-
da um, dinheiro a vista.
vende-se urna carroca de rodas pu-
xada a 2 cavallos propria para conduzir as-
sucar da estrada de ferro para o Itecife: na
ra Nova n. 61.
No largo do Corpo Santo n. 6 cs-
riptotiode Novaos & C. lem para vender
superior viiho do l'orto engarrafado cm
caisasdel e2duziasde garrafas, assim
como em barris de 8- que vendem por
preco i'oiumodo.
Ra do Crespo n. 12.
Vnde-so alcatifa muito larga, e propria
para igreja a 2:000 o covado.
Ven lem-se casaes de rolas pardas,
que denominan) do Ilamburgo, muito boas
criadeiras a 2:oOU o casal : no sobrado n. 8
da ra de S. Francisco, como quem vai para
a ra Helia.
i 19500
a sOOO
5
1
i> 21000
l|500
lUOSOOO
2)000
i) llOO
I 1-1,1111
laioo
I IcIO)
i> icono
930
1960
80
c:ii
M20
CiSO
9
i) IfflOO
o 8600
b #50
i> f850
l iiiio
C'.IOO
s 5OOO
> OcIHIO
Tjlillll
i. 85O0
1 II^HIII
u 15c1 KM)
/
i) 1)200
5
/
J'echineha!!
A 220,240, 280eiJOOrs.
a vara.
Na loja n. 17 da ra do Queimado lo pe da
botica, vendem-so chitas francezas linas de
cores lixase padroes modernos, pelo barato
preco de 220 e 210 rs. o covado, mussulina
branca lina adamascada com pequeo de-
leito a 240, e sem deleito algum a 280 o co-
vado, cambraias francezas linas de cores li-
sas e padroes modernos, pelo barato preco
de 500 rs. a vara, e muito finas e miudinhas
a 640 a vara, e outras fazendas por barato
preco para liauiarflo de contas.
Vendem-se por commodo preco os sc-
guintes objeclos. proprios para aquelles que
se aprlicam aos estudos das scicncias na-
turaes :
1.- Um microscopio, cuja potencia mrstra
perfeitamente os glbulos do sangue e do
leite, completamente preparado, e com va-
rias importantes amostras.
2.- 600amostras escolhijas do mineralo-
ga o geologa, com urna boa caixa para
guarda-las.
3." l'ma boa caixa de reagenlcs chimlcos
com os competentes copos para analyses e
alguna uniros objeclos.
*." limeosmorama com bellas vistisdas
priucipaes cidades da Kuropa : a tratar na
botica de l.uiz l'edro das Neves.
Na grande fabri-
cu de tamancos da
Direita esquioa
na
que vi-
ra para. Pedro 11. 16.
Continua a ter um grande sortimento de
tamanros a retalho e em grandes porcoes
muito em conta, garanliniio-se os bons sor-
timcntos ludo a volitado dos compradores
igualmente lamancos de lustre para senho-
ra enfeitados por igual preco quasi aos de
marroquim, a ellos que o invern est pr-
ximo. '
Vcnde-se um carro de conduzir aria
rubricado de novo, por prc?o commodo :
tratar im Santo Amaro ao pe da fabrica de
ferro, taberna da esquina.
&Stfff v 1 --/ i, j>.
4
ios
8,ooOJmaos; l'ernambuco, Soum
6,400
10.000
12,000
2,000
280
1,200
*800
400
4SU
26d
1,200
7,.)U0
KbO
8110
, Itio ilc Janeiro,
Rocha & Filhos; e Morena, loja de drogas j
Villa Nova, JoSo Pereiri deMagatesLeite .
Rio Grande, Francisco de Paula Couto &: ('.,
Cera de car-
nauba.
Ven le-se cera de carnauba :e primeira
I qualidade : na ra di Cadeia do Recife, loja
n. 50, ('Minina delimite da na da .Madre tit-
ile s.
rarimba Ai%- ini-
ho.
Nos armazens ifo caes do Ramos ns. 1 c
16. vendem-se barricas com farinha de roi-
,;' Iho, muilo' nova
800
DE
IAIXOS FOR1
Roa Nova n. 27, esquina da Cimboa do Carino,
unico deposito de Carlos Selieel & W.
SassenhofF.
Po^niaZ-M1- -!''-;n)cnlo sempre achar-se-ha os mais ricos lindos, forte*
-iiios piaiiii ale bojeconhecidos dos afama los lab cantes
Culos Scheel & W. Sassi nhoff
os quaes tem sido muitas ve/es premia los as expoioes da Eurooi e os arlmeiros sendo
Vdesee^
lenuem-se estes piano, debaixo de tola garanta, ahaucando nao se mu larem como
todos OS ma que tem viudo a es,e mercad, sendo a consLruccf,,, a s ,, rn'cfu-
Ussima, ten lo o teclado a elaslicidade desejada, i oexterior a iL,r ele?.
^a mes.na cjsa eoncerU-se o ana-secom perrero os mesmos instrumentos
el
ieia do Reciten.62.primeiro andar.
I de Lisboa.
Vendem-se barris rom cal nova deLis-
boa, or m nos prego que cm outra par-
le : na ra da Cadeia do Recife, loja n, 50,
defronte da ra da Madre de lieos.
Vcnde-se urna ma lerna, la na Caa Forte
un terreno proprio. com 28 paloloi de fmiie p 224
de fundos, boa cacimba, ele., etc.: a tratar no bu-
co do Pailr ii. 26.
Luiz Jos de Su' Araujo tem para
ven I r 7e*eravos de nrmazcm de assucar
cque tambera traballiam ;i bordo dos
navios na estiva, sao bem (Mohecidos por
ter trabalhadb em diversos armazens,
entre ellet tem nm ptimo cozinheiro:
vende-se por o dono se retirar para Lis-
boa, trata-te na ra do Brum armazem
n. 22.
4.000
30,000
2,500
escriptorio do agente liveira.rua da'ca- Vest ios de gszesdeseda linos
Gollinhis a la i-ooo o
Pecas de madi poiao a 28800, -jo-,
3o00, 3>800, 49200, 5;2(-l), 5,-800 o 6,000
I :n Completo e variado sorlimenlo de fa-
zendas pretas do sedas, e sarjas, finas, la-
vra las e l.sas ludo por mdicos pregos, que
nao he possi\ol aqui menciona-las todas'; a
vista faz fii. '
Esta ns-Unidos
escravos, cangica, bolo
queiram razerj o prego
prar.
e chrgada ba pouco tos
he muito com moda para
cobertos e dcscobertos, pequeos o gran-
des, do ouro patente inglez, para humen
esenhora, de um dos m-Inores fabricantes
le Liverpool, viudos pelo ultimo paquete
ingliz : em casa de Soutball Meilor C
ra io Torres n. 38.
ellius e rt*Ie<>)i=
SKI.MNSaRCLOGIOS de palete
inilez : a venda no armaztm de
Itostrn lloiikcr \ Companbia, es-
quina lo largo do Corpo Sanio nu-
mero 48.
JLiquidaeao.
Thcophile Robert, tapio do liquidar sua
Inja da ra Nova n. 17, tem resolvido a ven-
der as tazendas que existem de 30a 50 0i0 de
menusdo seu vrlor; cheguem a elle, que
he para se acabar.
Fardo de Lisboa, millio, arroz de cas-
ca, leijo branco, esleirs de Mossor. cera
le carnauba, ludo por prego mais barato do
que em outra qualqui-rpartf: no armazem
Je Manoel Joaquim de Uliveira iV C, cm
frente do bccco da Madre de Dos ra dn
lo loiniz n. 16.
(]oii Soque a vari .
dii
e tu lo que della
d vonlade a coni-
DO
ti5
Verdadeiro.
Vende-se um carro americano de 4 in-
das e bem guarnecido, ha poneos di; s sabi-
do>daallandcga, com langas earreiospro-
, P"os para 1 ou 9 carillos; em casa do Jo-
hustOO Palor v C, ra do Vigario n. i.
, rapini Chegoa nova porcSo, e continua exposto
Vcnde-se um eseravo de'O annos. de bo- ? v.cna", ", p,I!0j?epo"it0' rua *ov* n: 53>
nita figoia, robusto, official de carapiua ollca de Josc da Santos,
rua das Trinchciras n. 29.
Pianos.
A (iitlii iro vista.
' orles de musselina larga com II cova.los
e barra por 2 e 35500, pegas de algoJSozi-
nno liso largo 25. 2/500 e 3afl00. vendem-
se na rua do cr.spo, loja .da esquina une
volla para a rua da Cadeia
-- Vend -se um cavallo novn aeostuma-
do a Irabalhar em cabriolet: na rua do Li-
vr.; ment n 2
Vendem-se fardos de Lisboa, cm sac
50/00J de gralillcagio.
Deseen dcsta cidade pera a capital na sex-
la-feira do llamos 18 do tnez prximo pas-
sodo, tangendo um magote de gado, e al
esta data nao voliou;prosume-se estir fgido
um eseravo de nome Antonio, com os sig-
naos segointea : altura regular, secco do
corpo. cor parda e amarellaga. cabellos ca-
rapinhos, orelhas pequeas, olhos amarollos
e papudos, p.-s seceos e eompridos. tem em
una cannella urna marca de um taino quasi
innio ao joellio, muito regrlsta ; sabbado .1
do correte as 3 horas da tardo fui visto no
Barro, dizendoque tcncinnava assenLir pra-
gi em tropa de liuha ou irla trabalhar na*es-
trada de ferro, e assim roga-se aos capitaes
de campo a captura do mesmo, e a con-luc-
c3o para esta eidade a entregar na rua Relia
da Alegiia om casa da abaixo assignada ou
na lagoa do Rarro em casa do lente Mi-
guel dos Anjos Alvares dos Prazercs, C8sa da
esquina, de quem receben a quanlia cima.
Ann Marcelina de Jess.
Cidado da Victoria 10 de abril de 1858
*
1 00$ de gra-
w lifieaco. |
O r"g'o ha quasi tres mezes, do so- ^
.--. brado grande da Magdalena um es- 5
./. cravo crioulo de nome Cosme com w
;:; os signaes seguintes : bem preto, de &<
-.- eslatu-a regular, mSos bem felas f'
..; I orem grossas, p,s um ,<)UCO tcui,,s. es;
,i* \ IKil-ii n>,n... ^-___I -. fL-.
.:
--*
parece ^
o nariz grosso e acbaiailo.
'l'ic- ull iinaiii,-ni,- perdeu uir." ilent,-
.. j1-' frente, representa ter 20 annos. @
' nemuito ladino, poique esleve na t$
i Raha 3 annos, servinao a um esto- flt
danto, tem a falla ou pouco airas-S
'- Ii e grossa, anda qpasi M-mprede 2
'-. wgar : quem o aprehender leve-o i-o C
-.;' dito sobrado de Magdalena eu no He 0
' cife noesenpd ii, ,io major Bollar-A
/. mino do Reg Barros, roa ta Cadeia
velba n, (8, primeiro andar, oufi-
;'. nalmente no engenho Drua da co-
. : marea de Coianni a viuva e filhos do
'.-' tenenie coronel Hanoel Cortea de
Oliveira Andrade, a quem pcrlence
' dilo eseravo.
e
cosgrandes, sendo muito lino, por prego '" .....-.. .-...,.. ^~
com iodo; no armazem de l.uiz Aunes, de- *'--'"-'.' '.- .',i?
com iodo; no armazem de LuizAnues.de-
fronledi alfandc^.i.
Velas.
Fugio no dli 7 do crreme mez o es-
i iavo preto, do non e J estatura recular
ili, 'V .O u, ,t^ ^,......1___. ... p *
Viti-nm r i j------ V ,..... Manir regu ar.
'* vls de composicilo, em cai- de 38 i Oinnos, corpolenio, m. tem barba
i is le 25 libras, a
rua da Cruz n. 'J.
pregos coiumoJos ; na
na ;
Vendem-se 2 excedentes pianos novos n-
glezes, sendo u n ele Jacaranda e o oulro de
mogno : no escipioi lo do E. II. Wvatl,
do Trapicho .Novo n. 18.

tt#
rs
o cento de charutos J'hom Piulo : na rua
rua | da Cadeia do Recife n. 15, loja de Jos Leo-
> poldo Bourgard.
Florot i i; mattdaos.
Crandc sortimeuto de OorCespan toilbas
douraiios o esmltalos a vonlade dos fie
guezesque urecisarem, locadores para rima
de mesa de todas as qualidades; na rua .Nova
n. 0.
II" barato.
t'm corte i'e cassa com 7 viras de cor lisa,
bonito taao por 2/400 : na rua do yucima-
do n. 8.
pouca no queixo, ros'o chcio de marcas de
bexigas, cozmbt iro, be bem conhecido por
ter pes muito grossos e grandes, miles pela
uiiMiia lorma e calejadas, tem olhos vrrmc-
Ihos e poucos denles principalmente na
frente, be natural do sertfio, e j esleve por
alguns annos no Itecife ; quem o pegar e en-
tregar i seu senhor no engenho Concordia,
freguezia da luz, ou na rua do Cabuga, loja
de lazen las de Peres .\ Vasconcellos, ser
multo bem recompensado.
PERN. TYP. DE M. F. DE FABIA. 18.
'
I
r
v
j
4


j



*
II Pil\/iri


Full Text
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