Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07943


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Full Text
ANNO XXX l\N. ...0.
Por o mczcs avilantados 4$000.
Por 3 mczci vencidos 5J000.
QU.YTA FEHU 27 DE MAIO DE .88.
Por annoadiantado lo$0f)0.
Poile franco p;ira o subsi riplor
1 MAKREi.AUOS lA SL'BSCRIPCA'O DO NORTE.
Parahiba, Sr. Joao Rodnlpho Gome : Na I al, o Senhor An-
tonio MarqtiM da Silra Aracalj, o 8r. A. de Lemut Braga ;
Caira, o Sr. i. Joil de Oliveira ; Maranho, o 8r. los Teiinra
da Mello Piauhy, o Sr. Joi Joaquina Atellino ; l'ar. o Si,
Juitinu J. Karnoa ; Amamnai, o Sr. Jaroojmo da Coau.
PARTIDA DOSCORREIOS.
.Olin.l, lo.li, <' SU
Icutr---.. Giilaaaa tParafalba,
s i Beierros, l: mi
g. | l'-ni .1 \ h
..'_:-< e testae-felras.
Altiaho a Garaaaaas : aa lerea-feira.
io, Braja, Peaqaeira, 11
''. I......> Vllh-ll i; Viau, (.....irj ,. i., .,. .,.,:...
t,l... Ipajuea, SeriaMeai, Rio Forai....., Cu, Barraros, Apta-Prela
.\,i.,/ vaniaa-fain
i partea, i" a
AUDIENCIAS IIOS TltlBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommereio : segunda! quintal.
Rea cao .- terral feiras e labbados.
Fazendi : quartai aabbadoa ai 10 horat:
Jui/o do eommereio: aefiunda ai 10 hora a quintal lo mrlo dli.
Dito de orphoi: segundas e quiniae aa 10 horas.
Primrrra rara do eivel : tefundai a aeita ao meio dia.
Segunda Tara do ciial : quartai a labbadoi ao meio dia.
EPHEMEKIDES DO Mi:/. DE MAIO.
t Quarto mingiianle ai A liorai a 20 minuto da mandas.
13 La nota aa 5 hora e 28 minuto* da manbae.
19 (Cuarto rreeenie aa 8 horas da tarde.
17 La cheia ai 3 horas r 05 minutos da tarde.
PRKAMAIt DE lltUE.
Primeira ai 4 horas e -U> minutoi da manha.
Segunda aa i horas '. niinuioa da lardo.
DAS da semana.
21 Segunda. S. Antoninn b. : S. Vrenle de Leirins.
25 Terca. 8. (repino Vil p. : s. Albino p. m.l S. Zenobia b.
26 Cuarta. S. Fchppo Nerj faadadoi da cong. do oratorio.
27 CIJinta. S. Jaso p* "I S. Rauullo ni. : S. l-.utrnpio.
2s Sexta. Ss.Senador, Podios Justo bb. ; S. Priamo m.
2* Sabbado. S. Maximi in i b.; S, M istmo e Restilnlo mm.
un Dotningo. da SS. Trindade S. Fertuudo re.
BNCVRREGADOS DA SI MJil l'CA'o lo SI L.
Alague, o Se. Cl.iuduiu Falcio Da ; Baha, o Si. D. Duptad
Rio de Janeiro, u Sr. J jao l'ereira Martini.
EH PERNAMBCCO.
O Proprlelariodo DIARIO Manoel Figueiroa d Farla.na la
linaria, (iraca da Independencia di. ? a 8.
PSBIAMBUCO.
ASSEMBLEA LKCISLATIVA
PROVINCIAL.
SBSSAO ORDINARIA F.M 18 DE MAIO DE 1 R.'>8.
/VesiJiioja dn Sr. Harao de Camaragibe.
A's 11 hura da lanilla, varilicaud i-se u nurairo
let;al a aborta a Harto, lie lid* e approvada a acia
da anterior.
Sr. 1- secretario d eonl do egoiii(e
EXPEDIENTE.
Umnlli'io Jo secretario da o'ovincia, remetiendo
por copia a informaces dada pela lliesoiirana de
far.en.lj, lbiouraria provincial, repartirlo de
obra puhlirai, acerca dos reparos do edificio dn
collegio e da enliga cadeia dei(a capital.A' qoeni
fe/, a re pii.ii.lo.
Oulro, remetiendo a cnpia do cntralo celebrado
em l*i do corrent cun Carlos Luiz Rioardo Lahau-
tiere para o eslibeleeimenio da om engenlio mo-
delu de que trata o irl. 51 da lei provincial n. i.li
do 22 de junlio dlS>7.A' e.iinmissau de obra
pnbhca, eommereio, agricultura, industria e ar-
les.
Oolro, remellendn o quidro da divida pastiv
provincial." A' coimnislo do faienda e orc,a-
nianlo.
Maupel Joaquim de Oliveira M.iciel. professor pu-
blico d" initrurrAo primaria da pouar.io do All-
nlio, pede a sua jubilacao.A' cuniuiis-o de HM-
I ni' i_.1-i publica.
S^ii lilis o approadai a redacrai do projectos
us. I e tu denla anno.
He Umliein lido o approvalo o iiguiila rqueri-
nieiiln :
Requciru, qoe pela repartidlo da obras publi-
ca, -e iij, InforTaM qoal o inaiimmn do valor de ca-
da ama braca das airadas e ponte, feilat noi A ul-
timo anuos.Sonta Reis.
He uu lmenle appruvadn o se^uinle parecer :
a A coinmissao de fazeuda c oro nneiilo pan mil-
lir oseu juio acerca do leqoerimenlo em que Anto-
nio da Silva liaim.it>, arremalante da illuminac.lo
deila eidade, pede una nlemniic,au rreaponden-
le a elevaban do preco do aoue, fundando o tea
pedido no prec.9 de lj20l) por caada, que diz elle
ler lervido de ban a seu ciKitralo, em todava ler
juntado o menor docnmenlo que inslruisse soa peli-
c,o ; prerisa que pelo ranae c implanle. >e i-
j'nm da lliesnararia provineial proposla e inlorma-
rfitt que preederam ao contrato, bem como o mais
que emlir sobre >> direito que o supplicanlc posa
ler .i qualqucr indaMMitaelO em virlu le do -e.i con-
trato e fundamento que a elle deram lagar.
o S|ia las cuminissii'.", 17 de inaio do IRiS.Ma-
noel Joaqaim (' irneiru da t'.unha.Juaqaitn Pedro
Barrlo de Mello Rejo.Manuel Cavalcauti. n
He lulaado oh|erlu do deliberadlo, o manda-se
imprimir, o scoinie projeeto :
A aiieinhlca legislativa provincial de I'ernam-
Imeo, decreta :
ii Art. I. II iver em cal i municipio da prnvin-
eia, uin eolleclor e um esrrivAo para a eeeriptara-
clo e arreeadacao dos impolos provinciaes.
s A'l. Aiiumaacao do colloriores era faila
de ojnalro em qualiu ainn pelo inspeclor Ja llie-
ouiaria, sob pn>i>ota das earoawii manielpae, ai
qnaei apresentar.lo tres uoine de eMwlfOi probos,
que tenliam bem, e ejara muradore no muni-
cipio.
Art. :t. 0eerivil das eolleclrria serilo lam-
bem Horneados polo inspector, e proptalM pelo col-
leclores, que aiaularao a inforinac,uo da cmara mu-
nicipal.
si Art. 1. Crear se -ha em cada municipio uin pro-
carador doslins de ovillo, o qual sera Humeado
P-Io juit muninpil, *!> prop "ti do re-pectivo col-
lector.
Arl. .">. Computan ios procura lores doz bens de
eveolo:
I. Arreeadar lodos o> bens, considerados d
vento, secundo as luis sin *l|Of| o adiuinis-
Ira-lai.
i? 2. Kar.er laneaDMiile I*" "'. 1" "~
riiadaiem Ihej forein entregues, micrevendo-os
rom os aignaaa que llverem, e ferros que "- dislin-
gmrem, teinp i do reeeliimenlii, e o lagar onde a-
rhados, un appr.liendldo.
8 :l. Remellor por miarme lio do juiz muniei-
pil ao eelloetar, a ranura re.p-ctia, de tres em
tro meze ama ratafia dos bens oh ua .olinini-lra-
5 to,ara a dcclaraones aiigieuM no paragrapke an-
leredenle.
> i. EoHagar o ben D"s naana, ou arraraa-
UnlM por mandado jmlicial. /
o Ar. 6. As cmaras inunicipaes, na piiineira tes-
sao ordinaria de cada anuo, mandaian alliiar editaes
no lasare mai publico do municipio, declaiaudo
o bens existente no poder do pracarador, eoan a<
declarante do S d or. .">.
i anteo, A lajeaeararii foniecen livrns para os
lain-ainonlns de qoe trata o arl. "i S -.
Arl. 7. l'auailm dnu anuos da di* da matricula
do bens, o procarador oa denunciara' ao jaiz muni-
ri|iil para pioceder a avallarle, elilaos, airemata-
(Ha, e er o pradado rerolliolo ,i' collacin, deda-
/i las ai despera e cusas.
i Arl. S. De 'eis em seis mete e reprolur.ir.lo
eslas arrematarnos, nao comprehendando ella os
hemque nio iivorem i doos annoi de matricula do
arlieo antecedente.
nnieo. O juites mniiicipaes enviaran a' Ine-
ourria gata) das ajaaUaa reliada na collec-
toria.
a Arl. 0. Ais procuradores e impele, pelo jados
o animaos da erear, olere* da pioducrlu, como he
i.stuine aaa eraa lores.
a Arl. 10. I) is animacs que nio foiom da pro-
deeta, e dos aaevavea, lerao viola por eento do va-
lor, e tanto e-la remuneraran, romu a do arliijo an-
Iprclenle, era' effectuala no aclo da cnlriga e ar-
remat io,lo daa lien,
.i l'ar;o d. assemliloi legMalWa provincial da Per-
naiohaeo, 18 de uiaio de I.S.S.lionoalves Uutma-
ries. o -'
(iitnr.M i><> da.
Tereeira di.cn-.io do projeeto n. '.1 de-lc annn,
qne augmenta n ordena lo 80 eirnrgl.i da OOapiUI
de caridad*.
^ ii mesa e sao apoia la as aagaiolea emen-
das ;
o Os enfermeiros e o l.aili ir > dn eilalielernnenln
de caridad* l*rao aaai* lera* do que pareaban.-
Epaminondas ife .Mallo, o
Aere*aaala-*e e ao boticario e eseiile.V. Vil-
lela.l'ereira de Urito. i>
Depois de ,ili:uin o cnniMeraee do Sr. Tbaado-
ro da Silva e P. da Brilo, he approvodo, sen lo r-
jailada a emenda.
i;onliniilro da s-u*da disousso da projeeto de
ni ^imeiiln provincial.
Vrl. 12, que lioara adiado a requerimenlo de um
;>r. dapulado.
Arl. 12. Com a reparlicA > da- ninas publica :
>5 1. Empregadns, vigorando o arl.
12 da le ii. :t >ll.......
, 2. Expeliente e acoio da casa .
4 .1. Para as emprezas da airada
do norlo do l'.io d'Alho a .Na/aielli
a de Seruihaem a Tamaadar. .
5 4. Para a e.ilranienlo das rita
da cidada.........
5 Para etudo graphiee*, rom-
panhia de operarios, reparos p -on-
Mrtaate da obras, pisainenlo de
obras j airemaladas : obra a em-
prebeuder e a casi de delenr'm,
leude* derreladM e lOKWflOOO r.
pora o hospital Pedro II ... .
S li. Obnidas initn/.es. .
Van a' nava as wgoinles menda :
\.< 5 i'..(.mu .i malriz da lioa-Vista 4:0
I'eisoio Doarle, >
0 Tiran lo o lovarno aulori-ado a mandar Indar
can.ili.a<; in de um rio ojo* Iomom;. agu p aidade da Victoria.Rodrtgaa* da Silva.
i Sr. Sou/.a Rei< :S'. prexideale, lando eu li-
da a projeeto da orcamentn, que fm eflerecido pela
re-pocliva coininljo Bolei que no tt3*do arl, 1 2
e rousignava a quanlia de 2 HlrOII"? para a em-
presas das ritrada do aorta, do l'ao d'Alho a Naza-
relb, e da Serialiaen l'sminlaro; noiei anda
ajae nn ail. .'iii -e eoatga*va para o jaio e ainor-
ii.ar'io do eiuiri'siiino decretado por ela lei,
1ii.ihiiis.'hhi ; nolej fualtnento que lias disposieites
L'eroes luvia o art. 38 Conceb lo iii-les leiino-.
\C-
1 lea prasi lenle da provincia aalartaado :
ti 1. A cnnlrai.,r an enpreatino provineial al
;,s caaia* para s*ll*f*c*ai da empaaboi tomado
rum as empreni*. de aalr*da aelaalnanla eouira-
ladaa a aropoieao ejaaaa nacaMldadea -i,- meama
sajptaaaa u rae^ianarr-m,
'. iijiiio ii. i ser nunca nuior de 'I (mr rento
ao anuo e pago scmeilralmente, bem como <>||>nr .
cenlo de amorii-arj.i lo empreslimo.
I.embru-me Sr. presiden le, deque tratan lo-se
uesla casa do augmanln, creio que de 2fH) res, no
suido do soldados de policia, um dos illustrcs mem-
hro la rommiisao de orramenln o Sr. Dr. Carueiro
da Cunln, pedio a palavra i- principiou ueste ter-
mos : en anniincio a' ca-a que nos umaaca um dif-
ficil de SOOiOfMS).
O Sr. Carneiro da Cunha :S ?
l'alla-lhe o se....
O Sr. Siaza Reis:Sr. presidente, en fiqaei real-
mente assastado com lal ani unci, qual o da ainea-
ca de om dficit de 500:0003 en nao sabia, o nSo
poda ver mesmo porque BH livo se daria esae dc-
licit ; mas logo qa<> || o projeclo del ornamento eo*
nheei, que *sse ilafieit havia, roas luna porqoe'
don mernbros da illustre commisiAo o tinham crea-
do na era porque as desner.4 ordinarias da pro-
vincia lizessem com que tal dficit apparecesse, mas I
era, note-ie bem, porque dous inembros da com- !
ralsso n haviam creado 1 Eu nao sel poli como
poda esse nobre depurado fazer um nonuiieio j
desta ordem Mas disse elle que se justificara com
os ntralo de que o administrador da provincia
deo coma a' esta casa am sea ralatorio, isto lie : os
rontratus para se fazerem a> estrada do norte, des-
de o 9, Lineo al alm do rio Araripe, de Pao d'A-
lho, desda a villa al a dada de Nazaiclh, e de
Serinhaem a' Tamandarr.
Vou por tanto, Sr, presidente, apreciar tae cn-
tralos. Antes de lodo pon m en dire que me pa-
rece qi:e esta casa lem o direito de reprovar seme-
ntantes contratos, pnr -erein illegaes ; e digo assim,
porque pens que o aduinii-lrador da provincia nao
eslava autorisado para faze-'os e lauto qoa qnem
quer qu procura sustentar qua lal aulorisafao lia-
vi.i, na cila a lei que autoi mu om empreslimo de
tilWMXel?, ora a le qua refi rion a repart.;.i das
ohros publica, e al um e igeulieiru da provincia
disso que a autonsaeo eslava na le do orramen-
to do anuo passado !
O Sr. Mello Reg (Itapluel):Ene engenheiro
lem asiento na casa ?
I Sr. Siuza Reis :Non Senhor.
O giveino nao linlii coni: ieucia dc-i anlorisa-
ro.
Im Sr. depnlado :EnUo fot Maqueado '!
O Sr. Souza Kcis :1 se ha duvida sobre iio, se
algiiam entende, que havia aiilonsarlo atada in-te
c.iso, aata casa nao deve ipprevar laes cunlratu,
poique elle nao furain raalisados de conformidide
cun essas nie-mas leis a que se loooriem os que
dizem que havia lal aulurisirao.
O Sr. M. Cavalcanti : Hlame* no caso do lobo
e o coideiro da fbula.
ti Sr. Soata liis : Anta porem de entrar nis-
u d*monsiiar,io cu fare a ma ama eaanderaelo.
Conhoro de perlo u admtatslradar da provincia ; fu-
ro ;o.|n; i as suas iulenres, mas nao pussn pardoar>
lli* a pieei|iilai;,io rom que elle proeedeu em mate-
ria lia grava, em materia loo imp il.iite ( nao 1-
pmados '.
O Sr. Oliveira : O temo ha am poaeo forle.
lSr. Siua Res:Eu, o repito : foi precipi-
tado;
O Sr. Oliveira.'Ni i lia tal, ello proeedeu ale
com mulla pradeacta, minio desceniuneulo.
O Sr. Souza Reis : Faco ustira as soa inten-
euei, au ja' o dtaea, naa multas vezesSr. presiden'.,
ubra-se com preetcdlaeta san ventada.
I> Sr. Oliveira : N'um negocio desta ordiin nlo
admiilo. ,
0 Sr. Sooza Reis : O qne he verdadehe qoe o
facto demonstra o i um ario dn que o nobre depula-
do alfa' dizeudn ; o que he verdade he qua essas pra
posla foram apgaiaaladaa eni fevereiru, a assemblea
devia Minr-se em alare* e S. E\c. adiou a abertu-
ra da tatemado*.
1 ni Sr. Dapalado : l'or esse inolivo '.'
0 Sr. Sou/.a Ueis : Eu dis-a que era por essea
mutuo ".' O que be ventada liras eu he qde a pro-
p i-ia daSr.alaneda foi apresenlada m faveraire,
assenbtta ilevia se ahur en marco, mas S. Exe. a-
dioa ess ibarlara ; que he verdada he que ao da
i de abril amgnoa-ie esse contjito e a assemblea e
liada de abrir no dia 12 !
1 ni si. Depalada: ido naimo prava qua nao
h'ii.ve precipil icao.
O Sr. Soaxa Katl: Islo prova que pela dilleren-
ca da9 diaaaadoa errado u presideuie da provtaala
nao eaparaada que eata rasa e abrhaa alim de dar-
Ihe conta d* um aegaeia lo grav*, tan grave nho-
res, que tras um comprouieiuieulo para a proviucia
lalvex aaperior a kikimioo-, ;
O Sr. Manoel Cavalo-mii : indereuido.
O Sr. Souza Res: >7to se sabe ruesinn a quaoto
innulara'j,!
Lina voz. :Porque '.'
O Sr. Souza Ra : porque ie Da taba qual he
a eilens.lo das estradas ronratada.
L'm Sr. Depula lo : II- ler no contrato.
ii Si. Soaxa liis : Ni* coaita ; un contraa nao
ha um su art. que declare q ul ha a cxti-u-. i das es-
Iradat.
1'oiiani i Sr. presidente, vejo que hoove preeipi-
laoao da pirle de S. Etc., piecipilaran que en llie
ola pusso perdoer, poique loi a respeilo ie um ne-
gocio inulto importante, qual o de compiomeller o>
cofre>|la provinciajem lilao, de 800:IKH>0.
O Sr. Mellu Regn (Raphael) : Dico-lba que nlo
chega a (mi.
O Sr. souza Reis E0 dtge-lhe que em villa
d* aHanlamenlo que se manduii fazer, a aondaile
que devemos lirar lie que chega pelo menos a
800:0003 e hei do dcmuii-lra-lu ao nuhre depu-
lado.
Sr. presidente, eu nan sei em que lei e fundn o
presdeme da provincia para erfectuar tac cunlra-
lis.
O Sr. Oliveira : Na lei le o antorisoo o con-
Irahir a empreslimo.
0 Sr. Seat* Ri*: Itto dix o nobr* deputailo,
mas elle nao a dix im seu ralataria c iicm uo corpo
do i oulral.i se dia* Eu ain la non vi uin M cunlralo
(citn pela pruvincia em que aanl* declarasse lugo
mi principio qual a le que a entorila ; e nada niais
regular.
O Sr. MeLo Raga (Raabial) : A arcemalare
como sio I
i" Si. Carmn da Cunha :Islo foi dafeilo do
labellao.
O Si. Siuza Reis : Eu digo, que enAo fez a de-
claraslo, par qaa a pteeiaanta nao saberla mesmo
que le era que o aulorlsava.
O Sr. Mellu Regu (Rapbaal):O nohrc depula-
do ala' mal mfoi um lu, no* eaalraloi de aireinala
uao diz qual a lei que o aulorisa.
II Sr. Sou/a Uis :O nobre deputadn sahe que
ai arrenataotee faxeawa por um regulamento da
raparliP4a daa obra publie. s. moilo coabecido e
qa o i i (ireeiaa meoeioiiar-; m lodo, o cunlralos;
porque atoa in mullo eom nuus ; mas em um con-
trato dpla nrdem d qua mis di/em que a -ua aulo-
risaeu esla' na lei que aulonsni o impreiteirn d-
60thl)00}, cano afliaorou n nobre depul.nln 1-se-
erelario, e onirm que no ragalananto da repartidlo
das obras iniblieai, pareee-me qoe o presidente de-
va declarar qual a le por que >e julgava aatorilado
la/--lo.
Mas Sr. predenle, en vejo pela infirmac.lo dad'
pela no-so nobre allega qaa he director daa obras
publicas, que na le a. 2%, joslamento a que aolo-
nsou u emprsstimo de presidente para fazer asses contratos dessa un-ui >
inlnrmarAo eu vejo qoe S. E\-, Hahl duvidas a ras-
pedo, tanto qua o iioba-e depnlado director das obras
publicas a,-im >e esprime (Ir.
o Olanlo aos monis e recursos de que pode o go-
vornu lanear mo para levar a' elleilo o mesmo eon-
Iralo em vista d.i aiitorisara'o que Ib" contare a lei
n. 2M que abri um erediln de 600:0003 rs. para
W0-0Qtl3000 la' '"", '"'*" "^ ra'"rino emitlir opinrlo,
' |->"li0'iNMlt) De' as-nn o nuhre depnlado ver qac S. E\c.
linlu dovida quanlo a esses me* is.
Vl+nttMn Sr- M'"' ll=" [RPlal| :^.l..
__!__! OSr. Suiza Ueis:Enl.lj permita que Ihe faca
" I uina pergoot* : a que velo o nubre deputadn tratar
di-tn ;
2:|:lloOOO
2'>n:0iW50'10
:W:(KM)jOO0
o Sr. Molo llgn (Rapnaet): QaUmaatrarqaa
o cntralo exceda* quiitada loi.
O Si. Soura Rei :Ma para qoa islo se o pro-
sidanle n.m liiiha iluvidas ? l-io serve para provar
o que eu ilisic. c he que S. Bxe nu Is.iluo iiiesui'i
qua le a auloiisava pira fa/.or i.ims eoniralos,a a
nuble depiilado anida di-se--eu nan emiti a mi-
nb.i opiniao:Creio porlaata qoe o nobre deputadn
lambein linda sua iliivnla a reipeiln, porque ao
e milano devia etniltir sua opnn.iu cum lula a Irait-
|ue/.a.
Continua o nolr* depuladn (le) devendo len-
le ii/' r i' \ Exe, que a obra las duas estro la. oe-
re oxead* em malla aqaalta qaanlla, tno. prasano
que ando por nove rciilos coiiios de rail nouee a. -1 -
ou iiieuus.
Alada* o ,..,,,' i,- -,,.ii l m rtiiie, que o
eou de lar o-;- i ,:. .
irelanln a sua opiniao be que exceder1 de........
I KJ3.
O Sr. Mello ti > Raphiel II- qa* o contra-
la nlo fm felu na allnalo m que era prapoate.
O Sr. Souza Reis:Eu argumento com soa pro- ,
prias palavra.
Sr. presidente, aquellos que dizem qne o contra-1
lo foi lit-in feilo, nu qoe foi falte legalmeute querem :
que a aulorisacan fosse concedido an presidente da .
provincia pela lei ti. 2% ; ella lei. Sr. presidenta,
xalortoa o empreilimo de (HHlc, he verdad" para
a fazerem a estradas do sul, do uorte, de l'ao
d'Alho.o da Eseada, mas a caa dev saber, qoe em ;
1S~>i outra lei se conficcioiina foi laaceionadl, a
b-i n. :t.")t, qui auloiiaou o mpresliino de -20il:IHi0j
para o meino tim. (Nao apoiado) (h-ul n Para oc-
eorrer as daspezai da obra decretadas pela lei do
oreamenlo vigente quando o supprimenlo que bou-
ver de fazer o gnveroo geral, nlu e|a iilrienle,
lica aaloriado o governo da provincia a' eonlrahir
am empre-timo al duientoi conloa derii ele. Co-
mo he que e di/, que nao foi para o mesmo fim '.'
Para o mesmo fim, Sr. presidente, e posteriormente
a aquella lei, nova lei le fez aatnriundo, nao
aquelle mesmo empreslimo de fv>0:()00?, mas o de
2iii):0,Mlj, e pergunto : estara anda em vigor a le
que aulorisoo o empreslimo de OOO.-lKXVs, quandu se
celehraram os coniralos de qua n Irala '.'
Urna voz :E porque nlo '.'
O Sr. Souza Kei :Digo que n.lo, porque a lei
pnsl-rior revogou a interior, e a nao er assim na-
quella se devia dizer, que ficava o presidenle aulo-
risadn a eonlrahir mais o cmpreilimo de 200:0003 ;
mis a le mo diz islo, e revogadas lulas as di'pon-
cei em contrario, se nlo polo dcii ir de eiihieder
que foi ravogada aquella outra lei. Parece que esia
avaenblaa mais bem informada vio que nao preeia-
va de contra ir o empreslimo de ftK>:0tK);, masque
ai a bailante coolrahir u de 2Ot):0ou.
Se pois a le numero 296 eslava por esla forma
revogada, como di/.er-se que por ella o presidenle
e-lava aalonsado para contratar lasa estradas t Mu
li/.-seusa le nao revinou a oulr i ; essa lei o que
qail nicamente foi augmentar esse empreslimo.
Vejamos norlanlo se en lu assim o contratu fui feilo
dentro da dispo-ieei dssa mesma lei.
A lei damero 296 qee aatortaaa o empreslimo de
bOO:ilt)0.? he concebida licites termo.
Arl, i.- O produelo da presente uperae.ia da rre-
lilu sera eteluaivamente empregadu na constrinajau
da estradas da Esca la, de Pao do Albo, do Sul e'du
Norte.
Arl. 8.* Para elfectdar a obra cima ladieada be
0 governo ealoriaado a contratar sua faltara lolal uu
parcialuienle eom quaesquer comoaabiai un parli-
culares que melhores condires oll-rrr.im, dando a
as-euiblea provincial e-perilicada eoata das bases dos
aju-tes.
Admitamos, Sr. presipenl, qua pela le numen
2!H> eslava u governo aatorilado a f.izer eiles cun-
trat i.; ; admillamoa que esla le au foi revogada
pali de numero 3 i ; pergunta-ea : eonprio n pre-
sidenle da provincia n preeailo da lei cunlralando
com Jo-o Mmele Alvc l'erreira a fcitura da ei-
Ira la do Norte e de Pao d'Alho, sein admiltir a
coucoireoeia f
U Sr. Depuladn :Sim.
O Sr. Souza Rei :I) nobre depuladn nao pode
sustentar islo, quando a lei se espume deste modo :
16 ) he o governo autorisado a contratar sua felura
com quaesquer coinuanhias ou particulares que me-
lhores coudiee ollere^am.
Ouem fui esie nutro concurrente que appareceu
para se coubeeer que era Mainede que uflerccia me-
Huirs coudiee ? O nobre depuladn que o diga, 11
que diz que se rumprin o preeello da lei.
( Cruzain-ie diversos apartes. ]
o Sr. Souza Reis Trata-** do eontralM pan
e fazerem as estradas do norte, e de Po d'AHio, |a
pargaalo para Mlaia da*ai ealrada apiiaieeerain
oulro coneorrenles lem do Sr. Mamede: a nao t-n-
'* apneraeido, po.l a o gnveroo eonlralar com Ma-
mede, quando a lei diz que elle o Lira com qm-m
melhore condic&es olTareear .' Calo, que ningaem
responder aflirioalivamenle.
l'orlanto Sr. pre.dente, nimia dado que esla lei
luluruasse o prsideule da provnuiia fa/.er e--o-
ciuilralns he evidente que nlo o tendo elle feilo
secundo o eu preceitu Dio poden ser jolgados vali-
dos por esla casa.
Ma Si. presidenle, uo he smenle nesio ponto
qu* o cunii ,t uiaiieira porque elle e fez. Ninguein nio pude cun-
leslar qa ala obstaule a diipoiioao desla lei
que aulurisaudu conlralus para o liin de se fazerem
os e.-lradss do Nuria e de Sul, era preeieu que |ire-
e csiem eilndos, que precidessem uri;ainenlns, por-
que Senhore, e-ta lei nlo ah-tralu. das di-pi.-K*-
ralativa a toda! a obras publicas conforme dispe o
respectivo regulamiOIO. Vejamu u que diz o ngu-
lamento { le. )
Arl. II. As bases ou con lices ,|e qualquer em-
prea sobre e\''-uc,io, repara^ao ou cuns*ivac,1o e
entretenimenlo de obra pahlir.i lerlo formuladas
pelo diie-lur, diKalida e approvads em cunsclhu e
augailM a apiiruv.irAo do presidente da provincia que
far as alteraces c correees que julgar coiiveuieu-
les.
Perguntn eu. Sr. presilente, foz-se iito '.' i-lo he:
as bans ou cundirnos dos contratoi feitos com Ma-
me e foi.un fururcilai pela repartirlo das ubias
publicas !
O Sr. Mello Reg (Raphiel) :Vein no oDiario.
O Sr. Souza Re* :Karam dbeatidal a approva-
da em aoaaetb*'.' Nlo.
O Sr, Mallo Reg ( Raphael :Veja no Diario.*
O Sr. Souza Re:Nao furam lal, .perdoe-me o
imli e deputa lo
Sr. pre.i lenle, depoii, que Mamed* oflercceo a
sua proposla fui qno o presidenle da provincia re-
metiendo ao director, dai obras publicas a e-te em
cunselho deu o eu parecer.
( Ha um aparte.)
O Sr. Souza Re :lie desse parecer que falla
a lei '.' He esse o alado, he essa a ducusiAo, que a
lei quer qui s0 laca para a enecucao la obra* J
O Sr. Mallo Reg (Uapbael. : lie, nAu lia uulra.
O Sr. Souza Res:O nobre dipuladu nlu pude
siisienlar i-lu, a nlo querer pur loica lusleiiljr o
lelo .na que con -orreu.
deiro.
O Si. Soata Rei:Senhore, he precito ver a ra-
zan por que a lei dtipox par esta forma ; ma riza*
nlo poda er uulra seno a de se conliecor qu u .i-
dillculdades qje se podan eiicunlrar na feluia de
mu I olua, qual o luclboi meio p ira ella ser levada a
elie lo; c liualmeulc, senhore-,a quanlo pode inuutar
a d<.'-pez.i com essa obra. E, porganlo : pule o nu-
bro depulad.i diieclor das ulaa publicas no seu ga-
liin;le ; e liinplcsmeule pelodadoi foraeeidea por
.Mamede, que era interesaada nu control i, jjr o seu
partear a respeilo das diflicaldade* que se pndiain
encontrar na felura des.a estrada, e da deipexi pro-
vavel qoe se tana com ella '!
1 Sr. Mello Reg (Raphael): Outra Ihe disse,
qne eu dei por eeieadadoi .'
II Sr. Souza Ro- : Oue didos mais linlu n nobre
depulado '.' Se o nubre depatada he o primeira que
coafessa no ten parecer dado ao presidente da pro-
vincia que encomia o inconveniente de se fazerem
ese coulratos sem tstudo- previos, e apenas da'
cuino rail* para dispensa-Ios, a falla de angenhei-
ros, como c^inleilar, que nao dea nicamente por es-
sas base, ,,0r esse- dalos foraeci lus por Mmele ?
El-, Si. preaideole, o que liz o nobre depulado
direelur da ulnas publicas, eis as ideas millida por
elle, que sao jiislameule as que cu acabo de emitlir;
[apoiado*] elle se exprime por esla l.rma l).
o Cavando a presenea de V. Ec. e direatoria, julgo do meu dever ponderar que n con-
trato que se liuuver de fazer sobre a referida prapo*-
la, lia de talvez rcssemir-se de um grave inconve-
niente, que vem a ser a falta d* aladoi por parle
do governo para iraear a diraeege da estrada cum o
preciso invelaiuenlu, alim de couhecer-se ajilaeipa-
dainanle a ualure/a do aterios e escavacocs. Confiar
es-es etludos e evimes ao* pioprio empreileiros e
conpaahiai, que em regra leeain em visia o inaior
lucio ponivel na exeeaflo dai obra*, he .empre ar-
uscado pode dar legar previoldoi, daiaaada-aa au empreileiro o arbilrin da
Iraear a direceloer*x*r o dnviosqua Iba aoaviar,
anida mesmo com a reslriecan de nao a(Tastar-ia
ni ii- da iin bracas para cada lado, como prepox o
coaaalba director.
He islo on nan abundar na ideal que eu acabei
de emillir ?
o Sr. Manoel Civalcanli : Nlo ha davida al-
^Ulll".
(I Sr. SoOH litis .Vamos a ver a rata* que da'
o nobre depulado para dispensar e--cs eitadoa fi).
o Bnlrdanlo a falta da peiwal detta rcpniicn,
inhabilitaiidn-i para anlregar-s* affara a leea e-lu-
do- forra-iiie a pedir a V. Exe, que nlo faca de[ien-
daf o mencionado controlo drite Irahalho que aba
um piole -er aclualiueule eveculadu com u nuinciu
de eagenhairai que exilie, a
Sera' pos-ivel, Sr. presidenle, que a falta de pei-
^1 -li iiaa laftlcianta pira e les tr a elleilo uin
1 controlo cono ni que depems de eiado qoe o
proprio director dai ui -a- paelica cont ; e:em
noeenirla*, mmiu aae*atarioi, tob pan i da se confiar
I lmenle no* ailadoi fett*t pelo emprailein taludoi
I ie poi-in -er t'ii jo tici-es iosiniaraive*da provin-
I cu, por qu* *lle be inleit-ssdu rtn nciultir ai ddli
culdades, em nccullar mesmn o inclnenlo provaval
d*a obra elanlo mais Inlerenado. Senhres, quan-
lo o preco eslipula.lu nesse conlrato foi por braja, de
maueira que se nao pode saber que o tutalqiial
pode montar V Creio qoe nao.
Se a razio era a falla de paaaoal, se nenhuina on-
tra havia, me parece que o alvitre o tomar n.lo deva
ser oulro senao demorar a realisacAo de einelhante
eonlratn ; e eu eren qua a provincia gauliaria mui-
to mais com a demora de om auno se lano fon*
miiler, para se fazerem os eslodos do que com a pre-
cipitaran de elTecluar lemelbaote contrato, aam
aquelle estados que o propriu directur da obra
publicas julgava neceisario.
Ja vi- pulanlo a cata, que vigorando esa lei eom
que se diz qoe o presdeme eilava autorisado a eflec-
luai loes contratos, nao poiemo preaeindir da con-
diccao nella determinada, da ennearrenria, que nao
hoove ; nao pedemot prescindir lambem di todas
as maii eondirie inherente-, a quaesquer conlralus
ou de arrcmilaeao un da empreza de obras ; e nlo
si leodo respeilado laes oadlet**, uo pule ift
cunlralo ser considerado valido, irahora se pense qu*
BlorlsaeSa havia paia efleetiia-lo, porque para taei
contrato te eiTicluarem.coudire haviam de que se
nlo poda aburan ; nao basta dizer que a auloriaa-
eao sistia, he preciso laber se sia aulorisa^Ao foi
nereida potos meio que a le lem indicado,
Mai, enhorca, nlo he l neita paileque c ahs-
traluo dos meios indicados pela loi, porque diz a con-
dirao I i : L.)
o Por cada lauco de ."lUO bracas, inclusive aj pnn-
les e boeirus que o empreile ro apresniar conclui-
do, |.>ra' direito a quaulia de 17:5009000, da qual
ser-lhe-ha cnlregui 17:1)00? na Ihaiaararia provin-
cial depoi de lavrado na repartieio das obras publi-
ca o termo de recelumeulo provisorio na forma do
artigo :i"i da referida le n. 2Wi que -era' observada
para o recebunenlo definitivo, o .'.OlijOOO sern
eootervadea' em deposito para seren entregues na
poca da eanelarta de tola a airada que dianr res-
peilo, quando e der n cuntalo por terminado.
Diz o regulaaMOlo das obras publicas qoe he 0 que
rege am tae aasos : (Le.)
Em geral es pagamento! do preco da arremata-
o o. -alvo -li|iulicu em cnnttario, Hrt* teitoi am
quatro pre*tac6*f regulares ; a primeira. do tris de-
runos do valor i.lal, quando esliver coucluilu o ler-
cu da ubra ; a segunda, igual a primeira, aslando
acabados doos terco ; a terceia, lambem igual de-
pala de lavrado o lermo de recehimeiito prnviiurio ;
a quarla liiialmente, de um dcimo, depms do rece-
biinenlo dtliuillvo. o
(Ha um aparte.)
(Ib senhres O que lem ilo ? Eu quero mostrar
ale ou le se levuu o favor, e lauto lenle mostrar lu-
to, Sr. presidente, que en vejo que ao metrno lempo
que e fez o eontralo com o Sr. llamle ll fez eom
0 Sr. Millel a' respeilo desle s^ obiarvsn ne-la
parle o regiilamenln. mas quanlo aquella nao ; u la-
vor foi para o Sr. Mamede, mas au para o Sr. Mi-
1*1.
0 Sr. Mano.I Civalcanti : Ello leve oulro.
OSr. Soaxa Res.- Os favores do Sr. Alilel fo-
ram d* oulra ordem, he tardada,
.iOO^Iihi be por ventura um dcimo da quantia de
I7:00g Nlo ; e tera' bastante 1*1 qaiatia para
garanlia da eon.crvacao da cada um dos laucos da
estrada de-de que ella se entregar provisoriamente
al que for receida definilivenetit* ? Tanben nlo ;
poique e-lo valor he apenas uin trigsimo da presla-
cu ; c. leiemo no fim da ol.ra apeoai em deposito
-eu trigsimo do valor lolal della, quando a le quer
qoe baja om dcimo lemu-se o favor ao ultimo
ponto Diz i cundirlo 15. (I,.)
O empreiteiro prestara' na (hesooraria provin-
cial orna Banca do valor de 50:0003 como garanta do
presento eoniralo.
O que resala boje tae fuis be a lei n. :ii 1 que
diz issi.u. 'l.o.)
A lianea exigida para M dito* ariemataco-s palo
art. 26 da citada i-, lita l.nitd.i a taudecimuido
valor da obra, o
O Sr. Meho Rogo ( Raphael) : Isso he para as
atranatafet.
O Sr. Soaxa Rei: Ja' eipwava que o nobre de-
pulado pozo se esla duvida ; mas o proprio cunlralo
a desvanece Mutuamente; diz u conlrato na con lo ,
13. (W.)
ii O empreileiio lira sujcilo a dlsposi;3o do arl. :',T
da le ii. 2SH .. demais que Iba potaam er aplica-
das em rniiforuiid.ide do art, 11. a
Vejamos porlanlo ie he nu nao a' elle applicavcl o
TU" su diz a respailo dos arrematantes em relacao a
lianca. Diz o arl II da le n. 286. (Leudo.)
o Os raprcilciros de obras lerlo inieiiai a prestir
llanca idnea e a todas a. obrgacAea do arramatante
declarada no oapilulo intecedenle.
0 Sr. .Mellu Reg (Raphiel,: A finnea lica ao
arbilrin do -uvernn.
0 sr. S ma Res Poi nao hale er a fiama
que a lei lera estipulado ? Aiula devia haver ma'is
oite (aval'.'
{Ha lguns eparles.)
A lei folla da lianca era rclaclo a toda obra, e iilio
da lianca de laneoa, c nem me diga o imbre depula-
dn que lian >e labia emquanlo luiporlava al obra,
porque vou demon-irar-llie .ue se i ihe perfailaiiiin-
le, quo chega pelu menos a 800:0003. e o uobre de-
pulado a calcula em O0:0Ol);.
Ja m' porlanlo V. Bxc,Sr. presidente.qae esla flan-
ea nio (o pieslaJa cunforiiie a le eilga, e a sel
exacta o que uine o nobre depulado, lato he : que
nao se-abe a quanlo lem de montar luda estrada,
enlao eu dire lambein que si ale pedia ell este contrato, porque, para que elle le cllecluasse
era neces'ano preslar-se urna lianca de aeii decimo-
do valor lolal da obra ; e denle que este valor total
nlo polia ser rouhecido, o Canltaio uo poda lara-
bem|-er efleetaado.
Agora, u vou demonstrar ao nolire depulado, que
se sabe o se labia qual eia o valor total, uu que pelo
manos it tinha calculado coiivenieiilemeiile qual el-
le em. Diz a con lie ao 16, Li.
o l.og i que leiiba sido us,iguailo o presente con-
lrato e pie-l.id i a liauea de que Irala o artiga prece-
dente ira euliegu- poj di.iiilamenlo ao empreilei-
ro a quaulia de 10:000} a qual mi a paga por um dea-
Cante de ."> p>.r cunto em ca la uina preaticlo que re
eaba da the.ourara provineial ate completar a som-
iii.i adiaiilada. u
Perganto cu an nobre depulado, toda a viz que se
adiaiitaui lO^OOOSOOO a se diz que c-l.i quaulia Mja
paga na raziu de .'> pnr cenlo do que fr lecebendo o
eiiipieiliiio, lem-ie eonhacido nu naa qual he o va-
ler total da estrada t
O Sr. .Mella llego (Raphael'. :laca o calclo.
OSr. Soaxa Reii :Sir 800 11103060 he u qnan
lo he p. eoisa que luaiile toda nitrada tiara que a la-
z.ii de 5 por caotoi* paguein os UhOOOaOOO. Creio
que na i lia ii > la mus evado : era pon r.,1 uladu o
val ii i ilal da eslrn la em 81(1:1)1103.
Ei<-aqul romo prava que ei.i o be rni.heci lo o va-
lor total a e-lra la ; e, sa le labia qual era o valor
total da e-lrada para ai amorliiar ana dinhairo que
te miad u a li miar, poique se o nlo auube tamb-ni
para le (a/.er prest .r a Banca que a le enge d* Iqlll
du valor total da abra'! Talve porqo* eia precuu
fazai in.iis e-te favor : nao ha oulra ixplicac^o.
Mas, Sr. presidenle, esta c :i lie, lo linda MIMila
urna qucsln uiiiilo importante, e he : poda o pre-
sdante da provincia mu ar adantar dinheiro sem
que uta atseiuWla o aaloriaiie .' ,'Jepois de algama
pan- .
Ka vejo a casa toda silenciosa : nao lia quem me
ligo-un !
o Sr. Mauuel Civalcanl:Ha a fbula do Iohoe
o eordeiru.
OSr. Mello Rogo [Raphael] :Esse contrato nao
e-u' lojeiio as regrai eommani.
U Sr. Sonta Re- :Diz u nobre depulado diree-
lur da- ebrai publicas quo este cunlralo nao esta' su-
jeilu as regias commuus '.' Oh senhres e poique i
Cm Sr. Dcputado : He um contrato ,-ui-ge-
nei i- i,
O .Sr. Souza liis :Nlo pedia, Sr. presidenle, o
ad bimstradur da provincia mandar adiaiitar diuhci-
ros, porqae nao Ihe be isso nermillido em cata
nciilium nm .luloris.ica dula ax po le faxer adiaelamaiil* de dieheiroi ten! para m
eaioa evenlaaea, para di cas i | _..iu c, a,, urgea-
lisMina m e\pre-,,i aoloriur;ie deila auembla,
(Ha um aparn .
OSr. .".ou/i II i. I'ini saibl o nubre depulado
que mi-s.iu du presidente da provincia, quanlo as
deapi tai da provini ia he unii menle fazer o que es-
la assambla Ihe manda la/.ei pela le du ore ma-
te, e nao estando ene adlanlameuta intensado poi
le, elle o nao poda fazer.
la' vi- por tonto a ra-a que ain la por este lado
en* controlo nao piole ier apprnvad .
Ma, lenhnre. o qoe levara o presidente da pro-
Vil 'ii a' eflectaar um contra dMl* nalarexa, con-
tra luda* at dlapoticA* dai I a que o*ao pro-
pi ios -ii-ieui i loi i ni. o a, tnai liimi io
em..... |ua i* < im* l .... iulei-
to; nm contrato fjra Inteiramenle de toda* ai con-
dir/ips miuraes dos enniralm da qaalqaar nalnrera
qua -ejaui *' Fu nlo ei eo n le vejo raxlo nlaam i
1 qii> n pi-iique. o que be verdada aeran ha que
I elle o fat Ota obtlaot* 'U .-ii tet de leiiiin -t i
das depois delle auignado, o uem ao menos, senbo-,
res, o presidente da provincia compreliindeii que a '
ditcasaS* aaito casa, que u eooearao dola em nego-
cio de- a ordem poda ser niuilo poderoso ; nem ao
imiio-, enhorca,atienden para as conaideracoes fe-1
las pelo nolire director das obras publica quanlo
I lie fez ver, que nan haviam o e-lodo- previos ou |
se haviam eraiu muilu limiladus e iiisufiicienles !
Ma diz-e, he porque o -ul esta' mullo bem aqu- ,
nhoailo, e he preciso lambem que o norte lenha al- '
guns favores. Siahorai, esles favores serilo tortol ao
Hurle ou -oi.'io feitos a alguem ? Ouem he que apro-'
veila com estes COnlratl '
I ni Sr; Depulado :A provincia.
O Sr. Souza leii :Havemos de f-to ni fim dos'
seia anuos ; por ora nlo o posso dizer ao uobre de-
pul 'do. O que he vardade he, que para o empre-
leiro aproveilar in com lal contrato, bala quo d |
principio a estrada, empregando 10 ou 12 homam
cun cuchadas por algans da, que se recolba a su i
asa uu lira dos seis anuos va' rerollier an cofres os I
40:0003, porque ficar.i' talvez com um lucro inaior
de 20.0003 I
O Sr. Mello Reg Raphael) :E as mollas ?
O Sr. Souza Res:Sr. presidente, a mulla he
de 5:0003. I''
* Se lindos os seis auno n'\o tiver o empreileiro
coaeludo as obras de alguraas das estradas ou de
aajba perder' em favor do- cofres da provincia a
ominas que cm virlude da condialo li ixiatlram
em deposito na Ibesourana provincial relativas a'
Mirada ni i arbala e pagara' mus nina mulla di
5:0003,
O Sr. Mellu Reg Raphael] iPorque nao argu-
m-uta com boa fe .' Porque n.lo eiaiuiua a COOdi-
c.io seguiita '!
i Sr. Sou/.a Reis :A condiclo eointi (eata do
caso de uo se dar principio a obia.mas eu figurei es-
la hypuihcse'.' Eu digo on cnilrario que o empreileiru
la'principio empregando Ilion 12 bomens.voll i pa-
ra sua eata, e no fim dos seis anuos remlfie os l:im t)
". que recebcu e, aercscaiilare agen, o 5:0003 da
multa, fican lo com um lucro de mais de 20:0003, 0
que bemuilo melhor du que fazer a estrada. I'o.le ou
nao dar-se esla bypolbe-* '.' Por BOteiegnlale como
cunle-tar-.e que seinelbanle adianlainetilo uAo he
ineonvanieiile .' Pan quo nl fone inconveoient*,
Sr. pre-ideole, era preeno que a malla Iom* tal que
aqairaleaae a ata* adianlsento (apaiadea); ma
uina mulla de ||g do adiantainenlo iiuanlu a con-
lrato lem de subir lalvez a cifra de '" ) eolitos de
mu.....
liSr. Mello Reg Itanhael; :1 1|S nv, i
10 cunlos para a- du i- ---li a la-.
O Sr. Seat* Reis ;l'ois bem, d '|i.
Lm Sr. Uepula lo : I do nao he o penr.
O Sr. Soaxa Ueis :So nao he o r""r, nao o me
pode contestar que be u;n arganaal I inulto valioso
uulra ti coiilialo.
Sr, presidente, declaro que n~n n--tonlia o*es-
par-me desla qutst.io agora, qaena oavir prineirn
algn do nobres collegai a retpailo, i' i quena 'c
quem levautasse a lebre, ame aa i Batana di/.er ;
mis, sinhores, cu me vi toreado a faxe-to, por-
quanlo me vi toreado ate a requerer qaa e pediste
ao presiiieule da pinvmeia quo no, rntnetteate Indi-
a* pacn a infurmara a respaile detta contrato
do nutro feilo com o Sr. Millet, pi.inae recatara
qae elle ca' nao vietsem; suppun'ii mesmo qae nlo
se queiia manda-lai.
l'mSr. Diputa lo :Soppunha mal.
<> Sr. Souza Aei :NAo suppun'n m^l, qaando
va que esta assemblea foi aborta a 12 de abril
al o da li di mam em qoe eu requer nao linhim
arada ido remiltidaa lee* pecas informarte-, i;
uAo podan esiesdociiineulos ler acompanliado o rt-
i.itorio d >. Exe,'.' Batralaala, nao n o nAe aeon-
paaharam,canaS.Exe. naa den a rtapeit* onlra
i* pao de qae e cntrale se tirilla raalii ido ;
dea-no* ditlo nm til :ta, Senlirt-
ro, e laate matt me almirava ete modo de proce-
der do ailmim-tra'ur la praviacia, quinto taina e
lodos tabeui que elle se mo-tia lahMa pe'os o 1
la pioviucia, /-i.i-o. sr, pi ctenle, a poiiln do lie
gir cojtitoutementoItceacascon uidenailo, e ne-
gar menno licenea o empregadaa deeates, recunbe-
.laainenle tae-.
O Sr. V.J Viltlla : Conforme be o crapre-
gado.
O Sr. Souza Reis : Eu nao ;nslo de individna-
lisar.
O Sr. V. Vitalia J Elle nlo merece esla sen
sura.
O Sr. Songa Reis : Ku o eslou defciideudo, c o
nobre depulado me devia ate dar un apiado; es-
lou dizeudo que elle he ramio Mloea pelM cofres
provinciaai,
O Sr. V. Vitalia : lie isla uina (lef;7.a que
1 Ao eeeeite, be mu epgramma.
O Sr. Souzi Res Pon declaro qua a fae> de
corae.lo, sendo que islo lio uin corre, i i v i de que elle
lera usado eom lulo o direito com jusiir.i mts
na : ja' v, por tanto que uo he um epigranraf.
Mas, dizia eu, quanlo va o presidente da pro-
vincia (ao zel.iso.por essa lado, daa cofres provlaeii-
es, e lio pouen por nutio lado ao poutu de nao d-Miar
de realii.ii o eoutralo M uno le; euiuao -ci re I i n
le que razio leria elle para assim proce 1er. Sarii
por ventora o de-ejo de evecutar a le que levou n
nolir- presidente d p'ovincia a fazir lal conl alo'?
i-'ii no. por ver que essa lei de empreslimo de lili
c inloi jazia n i esqueciineiito, e nAo bavla qu-ra se
atreves.i- a po-ta em execueau, sendo que dtil re
aullara muitos biaeficio* a pravinaia? Eu creio
que nu; e creio que oio, Sr. presideote, poi que
vejo que outeas lea reUlival mesmu a estrada-, e
que alias uo trarisin este comprumetluneiit i, afta
foram pos'is em exrnelo p.r elle.
OSr. Malla Reg ( Riphael ) : Por vem-
plo
(1 Sr. S laxa Res: t'ma lei feila por asta caa
0 do que cieiu que foi autor o Sr. Dr. Cirneiroda
Cunta aetoriaando a tabertura de iim.i eati id i d i
Vicl ni.i ale Vilh-llella.
i) Sr. Melio Reg (Raphael) : Oun que fun-
dos ?
OSr. Souza Keii : E quaes foram ns fuios
que se deram para a c Irada do l'o d'Alho e do
uurle ?
Per que razio pois nao execulou elle es l'or que raxlo nio pox em exaeufle a lai d i anuo
passado que man,lou fazer una picada aa mra de
M ic irenhai '
(I Si. UoIriL'il. da Silva : Esla' se esta lu la.
0 Sr. Siaz Res : Ah Para e fiz-r ota pi-
lada lio precisos esiudos, mas para as ealrada ao
norte e do l'j'u d'Alhe eiiei e*tad*i ta dexaeeoe-
larlosl
OSr. Mullo llego ,Raphael;: E'l.uo eslula-
das para --.
OS .Siu/.i Reis: M.n o nebro depnlado dil-
le que nao iiavim ealndos,
Sr. Halla Reg .Raphael : Nlu lera o nive-
laineiito.
i> Sr. Souza Rei- : Enllo o quo tem ?
lu Sr. depulado ; lem o rccunheciiueulo do
terrcuo.
USr.(Soon Reis; Par laate, Sr. preiidaale,
nao fui o amor a' ixecoclo da lea que b'vuu o gu-
vernu a (azer lal eontralo, por que como im-liei un-
irs leit ha tambein da nema nalureza, que alo
trazem o teonpromattinentd que aquello conlrato
traz aos cufrrs da provincia, entretanto que uAo lem
si lo ejecutadas, ^,lo diicubro, Sr. presidenle, a ra-
lio pur que n piesi lente da provincia fez esse con-
tratu, creio [todava que da parte delle bouve lem
lovida muito boa lntene >.
1 ni Sr. depulado : A menos sso.
0 Sr. Souza Ueis : Me ti.irere, he de soppir.
1 o. Sr. depnlado : Eu afirmo mesmo.
I Sr. Souza Reii : lauto nao digo eu, nao pos-
so afuma-lo.
li Sr. Mello (Rega Raphiel : De quera foi a
li...' t .'
ti Sr. Soura Reis Se en soubcs asievero ao oobre depulado.
O Sr. C nucir da Cunha: Ncii autneti is
couiaelara '
I Sr. Souza Reis : Eu nao lei fu. r
tinas de-la-.
Sr. presidente, te do conlrato llanadepi
ao cunlratu Melle!...
O Sr. Carneiro da Cunha : Frigidni horror..."
o Sr. Sou/.a Ueis : .... vcrenoi que realmeoii
em algama* eoaiaa'parece qae se quia canprir me-
Ihor o lei; na pergenio *u ui>'s Ai- tu to, qoal foi
* lei qneauioriioaeste contrato com o Sr. Millel
para tazer a estrada di Seiiuhien a remandare .'
ImSr. depatada : Seppeab que se mandava
por em irrc I I. io 7
11 Se. S tu/1 Reis : M is i na -o ;>
Para < eontralo Mamede di/ -e que foi a lei
., iu a Inda- d,.....He e l'a'o d'Alliu, ni i. i e-lial.
1 toilora e eonlrela rom o Sr. filial, nlo e i *
han lista -........ihum i desla .( i- I
i <-...
hi lante p-ri que e-: el i i pn
cunlrei. m i aindl issim Sr. pre--i lenle. i esle
conlrato em qoe ha mono defeitoi, ha toda
cuma cuu-i que tnrec* le: sido m
ii> ido is dupa ci 11 le,
lu Sr. depulado : Mas lem oulras roasa.
tISr. Siuza Res : Mutas; primeiramcnlc be
una e-tra I i | roviioriat.a cu nao lei o que lie estra-
da provisoria, nlo ni uie-mi comn -o autorna o
despendi de 30conloi duren, com urna eslradj
ciqi ovi-ncii lambem -o nio sibe.
O Sr. Mello Regu illapliaelj : Cimo labe que
l eolitos ','
ii Sr. Suiza Ileii : 30conloa he o que te diz
que costara'.
O Sr. Hallo Raga Raphael).' ,Eeli* sabe-ie
que lio li mil br i
O Si. Siuza Res :; Declaro ao nobre depulado
que a re-peito do contrato Millet liz multo pouco
eslndo, rnaiama eilrida provisoria !
l'm Sr. depuladn : E o que quer dizer provi-
soria ?
0 Sr. Sooza Rail : Eu nlu sei, quero saber.
1 alla-se cm poolet e diz-se fajaru-se mcsino de
madeiraa rulijas ; o encostoi dai ponte serlu de
e-lacada--.
Oh I lanborca, pois ito he eontralo que am pre-
liileute de pravioeia de-r.i a fazer".'
i) Sr. Carneiro da Cun'ha : He \erda le, devia
mindar fi/er pele poiteiro.
O Sr. Souza Reis:Centrada de atoada provioo-
ria era que ie diz qaa pule a estrada ler de 12 a 20
palmoide largara Qae lirada h* esta ?
L"n Sr. Depula lu :II iviamos mil de ler umitas
0 Sr. Uineel Cavaleanll :De graca sim.
OSr. Smza Reta:Ripito, ha eiaa ama eatrada
cojo eontralo aeac* um presidente a eoofeceionar .'
Nao vjo que baja aqu ohngacA i ai-urna a co nprn
por pan do Sr. .Miiiei note cntralo alo ha nada
estipulado em vanlagem da provincia ; toi.rc ludo,
enhore*, eu na aei, nlo ha qoem na paaxi dixaf
quo le loi que aul ni-nu lal contrato, c eu era prez i
01 ii bies epatados sustenta loies dos coiilraloi para
que li.'o drgiiii.
1 ni Sr. D-piilalo .- Eu ja disse q.ie o rejala-
tneiini das ubras publica aulorisa conlralus e em-
prezea.
O Sr. Souza Reis : Mas vemos que enlao be pre-
cito que te preenrha u arl. ', I. |
Ai batel oflereeida pelo enpteiteiro que nlu sla
siilli-ienles, que nao podem servir, mino diasa o nu-
hre depulado.. .
0 Sr. Mlio itego Raphael :Nlo dieta isla.
OSr. Son/, Rail :......ltenla a reipeitode
"". ten duo o mpeilo de lo lai,
lia nm ,.;i re.
OSr Soaxa Re: O: estados davina dar-se
lambe o a espeilo .lo-a estrada, 0 nobre depula.I-
leronhcce que nlo esta' islo futo pela repirticla
competente ; c como quer que o artigo II aproveitc
para te faieren eenelhantos ralratoiT
El, Sr. presidente, o que eu lenhu a dizer a res-
p to deises dous -,.;ilr i ii ; he ben pOSSivel que al
gama cea** atada digi, porqae ;i agora levaret a
cm/ 11 r iivario.
Entretanto vollarei egora ao leli it annuneia lo ;
e pergoatarei qoen crina r*s deftcil'.'
1 ni S Depnlado:O Sr. Carneiro daCanha.
OSr. Souza Rei :E o Sr. tapalodo Mella Re-
g (Joaqaim Sim diiviia al.-....... porqua ni pa-
rece qae -i-s doai uu..,- nobres e illeg n menbr
da cuinmtsiAo de ortanenl i eviaui nos ter inlorni-
do deises conlrato,, ou n apresenl id o -,u pareen
para consignar toados pira altea denuil que essis p.
eis fossem remellidas a esta ca-a, porque ettna een-
v -ue.do que, elles as lives-em II lu, por cerlo ato
leriara incluido na lei de orcauleolo semc'.liante
artigas,
O Sr. Carneiro da Cunda :91/o tivetsam navtdn
lalvex, mas arj pela tortora, tariam o que se fez.
'> -r. S iau Ret :M ti e i ereio que oadi adi-
10 i o qae eil i u i- \i-ci-, qno nos foram remetli-
ae ; i i i i qa mi, tu ,i:. ,. nn| j lo del
lereaeenli ,,, pj-eetsavo
ie me ler envide, bastava lelas lido.
OSr. Garaairo Ja Cunlu :I le poique Lalvex nao
lima ler.
o m. S ni/1 ;"ii :Segando n projeeto he a des-
P*" d* 1,1 '. ir.-.'.s N.II r -U., SSla' oreada,
segn lo n oeuneul.. eito pela theionraria, en
I.OT:t:l9t300U i-.; ii-, oinspecloi da llietouri-
na qae e.sa re-eila pode ler elevad i a 82.-0003 I Kl
mu-, que prefaz urna receiti prnvavel de......
1,15a: -o-
Ota i eveessn da despera com os laes eontralo',
jaro e imortiurjiu an la poi 260:0009 rs., ja poi
'anl......nbr* di'nuia lo que ibalido os 2fi0:0003 i-.
por earle que uenhum dficit se podara' recelar.
II i un aparte.
O Sr. Soma Rea :Tirados o 260:0003000 tem
desappareeido o deOott que someule os nobres de-
pulado- erearam.
O Sr. Carneiro da Cuoh i Existe smenle, por
que nos eie.iin is ?
OSr, Sioxa lt-i, :Somante, porque vejo, que
o ooiro uotto nobre aolleg assigaea-s* venc lo. Ji
te vi p.nauo, diziaaa, qa* lirada ana verba de
despezi iieiiho.n recio ha de lemelbaaie dficit a
P'lo conlrario llavera' alo -al 1... contndose com o
sil lo di, exercriu pasuda : eis porque eu disse que
ess- delieil foi cieado pelos nubre deputo jos, cuino
fui emprazadu para prava-le,
O Sr.Crueiro da Cuuh :Nao fo
pulido,
ii S Souzi liis:I'ai ne dito em aparta que o
deinonilrisae e eu respond qae havia d* demuoslra-
lo em t-mpo.
ll Sr. Carneiro di Cu iba:Eu lambem hei de
leroonalrnr algami coma.
OSr. Souza Res:Ka relo nesno, S'. preii-
Jeole, qae a queto de 2l:i)u,- pera as amprexai
las Mirada* lo uorlo e l'ao d'Alho fie ale excenii i,
purqu, a ealra la lem do ser efectuada deulro de
sei- anuos.
' Sr. Carneiro la Cunha:Mas se lizer ames !
O.ir. Soaxa Res: Mas o nobres depula loi n.lo
P'd'im le ouir, base leolo eata
o Sr. Carneiro da Cunha:Ot meinbrn da com-
ntsiio i .o ao magistrados, qae iaigem pelo al-
lega lo e pro* uto.
O Sr. Suiza Ret:Sapoondo meirao que o valor
tot-i da estrada ehega a s 10:0003, o que eu demons-
l'ei em vista do modo porque se quer a imorU**-
'" 'diaalenenlo doa 10:0003, ve-se qae nlosle
lieceSMnos 230:0003 pnr auno ; que es,! verba ha
niveo quaotu polo ser, porque cm seis anuos
2.I(I.I)!I0; ai.....aes da' 1. s 1:0003 ; ora, o mais a que
podo rheg.ir a empieza ua HUUii !-. og '. para que
consignare*sa*2UV>:00>31 Eu nlaafferee* anae-
monda neite temido poique voto contra tal consig-
"'-" ''" aoulrario cu acrecerla, porque ellecu-
vamente a conaiignatio he exeesiivs.
Olanlo aui.iii-ar.iu para eonlrahir o empreslimo
en uoto anda om defailo, o permilta-ma V. E\c..
ter presidenle, que cu diga algama cuusa a este
raipelto, poique lem lo la ligarle.
o Sr. Presideete:Mai nloeila'em disriiss.i esse
rtico.
OSr. Soata Res:l'tm, eullo eu aguar lonie
para .10 di pul..
l-.i-, senil ir presidente, o que leudo a dizer por
ora, em relac] 1 .11 arti ;o que si diteal ; a caa me
pe |i an' -e eu Ido routiii tanto teinjio infructfera-
mente. [Nlo apoladoa.)
VI
do. .-
C1111 a malriz de Serinhaem 2:000?. Souza
Lalo.
\ 1 5.Depoi* da palavraarremtaladi:a-
e aura urna ponte sobre o rio Serinhaem, no lugar
denominada pmio de podras.Souza Late,
Com a continuarlo da estrada do
|u 11 1-.Siqui ira'Cav draiil!.
.', 1 6.Sendo 6:0003 pira a malriz novada
frcgaeziadaS la cidada,Reg Barros.
Aa i 6,Com ai obra* da nutriz do Rio Pormoio
>, ;.llas Luis.
Ao J 6.Com as obras da matriz de Barreiroi
>Cal lis Lina.
a 1 3 Con u n 1 mirada di rl:.. le i:m For-
"......a puiii- la Jindalu ..1..'. 11-111.(. d I u. Lu.
Au i.Depui, das p 11 na. .o.ule decretad 1
lis 1- ni mdando o eoveraa faxer um acudo na
pov .ae ni do 1,Ion.1 do liona.Sanios ;Cavalcanli.
Ao 5 ...Depon da- palearas eonsarvaslo de 0-
b'esdiga-sa das.....I" o governo mandar fazer os
reparu. precuns ua cadeia da villa de l'o d'Alho, e
relimar a ladei'a do Livrainciilu na mesma villa.
Santo. Cavalcanti.
11 Sr. t:arneiro .l.i r.unha : Em iienhuma arca-
lila, Sr presi leol ulive lie inditposlo romo boje
para lomar
da con irramenlo, ou |......ulra.se naoli-
vi.1 um il cu- rompanheiros -1 lo dissid 1 le, ee
rallara, parque eitoa com horrivai* dores de
1 : mal poasn praalar alien. ao que lie.
Mi- 11 1 1 1 o o. me 1 fui lai mi a di-
iiu roas* lando sido o mea anu* p......in
ido. a 1 liara Ido lana -- t ......bra depulado
' .1- i-- -..i 1. .....'no -., |,,a
br* d*t i-'
.1 'mi que,
ti 1 qu* .-! im
po 1,.- tn 1 1- IMl ..... Me Doa
liria m il, e hi< 110-
ao uobre de-
a me-1 legalulei amen la- qaa sai apaia-
da dina bem .-nm a realsaeao dessa circuinalaneiat,
a que enifio eu me referia.
O nobre de miado por ventura j.i se deu .10 (riba-
ldo do ex un nar a quanlo iiioiiljin a detpezas ja
decretadle ueste anno ?
11 Sr. S iu/a Reis :J Ihe disse que cm re......
1,4 14:4143798.
O Sr. Carueiro da Cunda : E a da receita or-
ada !
OSr.Soaxa Rei :Era 1,0^:1819000.
ti Sr. Carneiro da Cunha :E mil* i
O Sr. Soasa Res :O qaa qoer libar ?
OSr. Carneiro da Cunha :Se ha dficit.
O -r. Seax 1 Ret :lia, me* creado pela eommis-
slo, j demonstre!,
(I Sr. Carneiro da Cunha : Ma lirande-ee essa
meinai iraprexa* ala ha ii um deli:ii'.'
11 Sr. Siuza Res :Nlu.
Sr. Carneiro da Cunhi :Sim, sinhnr.
i> Sr. Soaxa Rail di uin aparte que nao 011-
viinos.
0 Sr. Caraiira da Cinha :0!i! senhor 1 Pois
-o ha certeza, su ha infallibilidade no que favorcei
.1 opiailo de oobre depulado ?
II Sr. Souza Res :u nao digo isto, tu demons-
tro, a casa quo juigue.
0 ~r. Carneiro da Cunha : Astrahiodo das em-
preza, ,1 dispeza be da 1,133:1739). a a receita de
1,073:18*3, lego Ja ha um dficit de 59:989.
11 Sr. Soata Res :Moito peqaeao.
O Sr. Carneiro da Cunda : Mas um dficit que
eu alo creio.
Sr. presidente, a maueira porqae o nolire depu-
tod 1 argaoteotea foi urna maueira toda capciosa,
que deu em rastillado ludo quanlo elle quiz.
11 Sr. S0011 Re :Obligado.
11 Sr. Carneiro da Cunha : A palavra oflen-
deu-n
S mosln moilo talento da pirle do nobre depu-
lado.
11 Sr. Sooza Ro ;Agradeco anda islo.
0 Sr Cuneiro da Caaha : Mai eu nao acceto
a argumenlaelo do nubra depuladn. que alias tam
moilo talento, multe habilidade. Nao mostrou que
- 1, a sua arguinenlaco, fosse verdadeira ; e tobre
lulo, pernilt* que Ihu diga, que nao goiiei quando
li--e que uu- decretamos landos para urna empreza,
Sen ler ao menos li lo o, cunlralos.
o Sr. Soox* Rei" :Mas porque nao gastn '.'
O Sr. Carneiro da Ctiuha : Pondo isso de parle,
dire, que o que ha ile real, lie que a attemblra |a
decretuo ana deipax* de 1,130:0009, e ainda ela-
no* em meio do arramento, o que faz crer que nao
he possivei quo aqu fique essa despiza, e eu aia
vejo que a ricaito cresca da mesma maneira, nem o
no re dopat. do anda deu a entender quae os
moios de tale-la crescer : diz apenai qae o dficit
he pequcuo, e que de de Mpper que lenhairlo. om
auginml, ,ic Ml;iiJOJ, M is he de suppor porque ?
Porqae algae n e dia .' A aataile do insperlur da
Ibesourana vale lano como a de qualqucr de n-, e
eu lambem pois* di/er que 1.00 aceeilo a iua opi-
nin aeeta prte.
11 Sr. Soaxa Ret :Elle da a razos.
0 .-ir. Camcuu da Caahl : tu tambem dou as
miaba*.
1 ma grande parle do BOOM rereiladcqiie prnvem '.'
Do a-sucar llue camiuho leva a asiurar ? Dado
mesrao ipi* ia|a auginetilo de pro lue.Vi, he ptl*
I lautldeda do assurar que irisce a receita, uu pelo
preco de que elle gola ?
11 Sr. Souza Reis :Por urna c outra cousa.
Sr. Cirin iro da Caaha :Sim, mas uem toaba
bases segara* qaaala produrlo, nem posso contar
coin augmento pelo lado do preco ; porqae o que
vej he um li n\a Mpaetasa ; e qni vejo he que as
noticia da E irojia maiilem essa bou, pnr cunsc-
11 devu imuiu'.r a receita. Craiaqae este
Ctenlo he m lie vi idc...
II1 ota ap*r**v>
r. Carueiro da Cunda :O que lu verdada be,
vi c nlar cum dlealaetelo da receila net-
rle, a despesa mo tem dimtneidoem pro-
. se ja a e.| 1 hora da 11111 dficit do n -
abura Ble se augmenten) mai ai despeis
1 -. lia samare nm dficit rom qu >e deve contar.
II Sr. Soura Rail :Mil aisevcruu que -degavd
a 500.0003.
o .Sr, Carneiro da Cunda :K quando foi que
innoneiei a'rasa case dficit? Par aaesjasaja de pre-
por-ie engnento de piafa* e de sold para o corpo
de polica. Pargaalo su nobre depulado : eonlwla
sos membrus da eeroniesfe o direito ou anios u de-
ver de espor o oslado da receito e da despera pu-
blica, de pugnar, quando assim lu nece-,1110 par*
que se n'io ai guenle a depeza '.' E tera' digno de
cea* ira o ha >r eu dilo, qae st a cata cuntinuassn
a rer tilo geueros* e fianea como o lnba sido ale
callo o .i-lis-11 ma a 500:0009 '.' Pui eu quem creoa
eise delcit t
O Sr. Sunzi lltit :I) nobre depulado disteen
annuneu a' e-tsi que ja pesa sobre a provincia um
dficit de 500
OSr.Carneiro da Cantal ;Na,aa die:
assim formo coulinuando, em resposla ao Sr. I."
S icrel irlo, qu- dixia qoe lodo o auno se eonlava
essa hitloril de falla de dinheiro, 1 que 110 lirn nada
pparecia,
O uobre depilado lem orna maneira de argumen-
tar, pan mi n extraordinario, que Idc serve la' pa-
ra o |uo elle qaar Pega a palavra solas, de-pe
arguineiilus, arrenja-e* la' como qoer, e dessa forma
he que elle qier caular victoria eobre ui seos ad-
venarioi.
11 Sr. HaBOal Civalcanl :islo he de mis lo-
dos.
0 Sr. Carooro da Cunha :Pois enllo nlo o eul-
po mai disto, e coiilinuarei.
Ja nostret, que havia delieil, que'o nohro depu-
tadn para eub-i-lo, mesmo liomeopalllico como elle
0 leha, da' como corlo um aagmen'.o de renda de
H0:0009 P)r lh o haver dito um hornera que finita
leves rato** para o dizer. Mas eo apiesenlo-lho
aqu urna dninnicae da renda de quem ningucm
davida, que ninguen cnuteiia, e se nlo, focamos
um negocio : eu doe-lha rw* 80:0009 de aaemenlo
de renda pele diniaaifle doimpusta do assucar, a
fi |ne cerlo qoe ha de perder,
1 "i creado o dficit, dix-ee, por que mis aulnrisa-
mos emprezas, i-lo be, nm os dous memliro da com-
miaslo, p<>r que o lereeiro be dissidenle ; nflo s at-
signuu o nrrai enlo vencido, como ale foi dissiden-
le eiu qnasi ledo elle. Eu ja disse qui na primeira
vez qne fallei nbre esla materia, que ette Sr. mem-
liro distideute a' (irincipio, nlo o era lano como de-
pu:- *e raoalreo, e elle nflo me nigua islo.
O Sr. Manuel Cavalcaiili:Logo que me conslou
lal dcficil a-enlei-me.
11 Sr. t;ariieirii da Cunda : Perdoe-me; o nolire
lepulado me cate, como amigo e romo depulado,
quo-e seos uniros dous rumpauheirus qui/es-cm rer
ceer no ercaminla oulra deapaaaa. que elle aceili-
ria 1 empresa, e ale o empreslimo.
o Sr. Haooe CivetcaBit:Mo.
o .^r Carneiio da Cuaba :EnUo estou refeiin
do urna inexeetidae'.'
O Sr. Manoel (avaleanti :Oiieria (oda a econo-
ma paia qno ie dessi para as estradas o mais pos-
sivei.
emprerlhno.
O Sr. Manoel Cavalranli :Nao para es impre-
sas.
ti Sr. Carneiro da Cunda :A qucstio he de for-
ma ; en la' irei a's emprezas ; por 01a trata-ie da
euusa cm ll.
O Sr. Manoel Cavalranli : Ooal coma cm si, -
Irada da norte ou emprezas J
O Sr. Carneiro da Cunha ;Eitradas do norte.
emprexas...
11 Sr. etiuotl Ctvaleaati :Nao Seibur.
O Sr. t;,inieiro da Cunha :Eu nao o poes* ron-
liaaar oasis paite ; por que o uobie dcpolado. ne-
gsndo a* miabas pslavraa, ceudepois negando as
le, nao sei ; mide rhegariinoi licarei passando
ior inexaelo.
0 nol.ro depnlado ja me disse qu* areilava o Tacto
da estrada, ot mesmo por empreza, com tanto que
e crreasseni oalra* de-iie/.as.
11 m M noel Cavaleanll :O nobie depatado for-
a-me a dizer mai- alanroa coasa.
(i Si, l.aimiio 1.1 Cunha : Mal por que a com
1 11.iu havia de an llar a empre/.i, por que nlo
havia de coiiiot lar nu contrato, habililande o ga-
veriui rom n- mi io* aecesairioi t Per que '!
1 ni Sr. Dcpal-nla :Poique lian eslava leilu le-
galuieiile.
O rr. C raairo da Cunda :Como '
la oulro aparte,
I) Sr. Cernen o da Canlia : Porque 11.^0 havia
1 r.1.11,11-10 de decrelu luudoi'.' Parque era ilie-
oal ? I | ,!,. contrata '
Porqo* ole podi 1 etteaer fetto? Sera' parqoaaeb-
- 1 para qae fu feilo ala proeteva, oa porque a
ion 1 empre id n leva sagaeaasi leis extaaele-
ue quam o fes ni. ei lai i
,
' 11 ,
tu ruad' 1 torc porempreraa eoneloiSo da a-
do norte de 1 10 > Lina, suida inemu.
qu ni' lie 1 c- 1......im e-pecial, ha
, i ; poique l.-do- os aV-
L\jf'i itii \r\r\


MAMO ....;.. ,., |>ij Ifta
.. i. 4 ivrai daa e-.ir.i--
d da naife, do al, l> da etc.: at potaltt t- iva
til* auloriaado.
Um Sr. Diputado:Uealro do crdito, a eom as
comilones mareada pala lii-
O ."ir. Carneiro da Canha : II judamente da
endito quo iKii traamos, o nobre depalado nega-o.
: eu lli'odoo, t tenlio pena de llia nao dar 6,DOO:0009
' issi i ii esclareca, t.n cuido
visoria! qu,-r lzer uina estrada que
uo fiea tl qual esl, que be una m io ira-
balliu. Mas segue-se que por isso nSo
t o nobre deputado devana mostrar que
a despeza i]iio su Uzease rom i'ssa estrada
m lunar de 60O:O0tlaS para seren empregados lodo* I fio tralla lucro nonlium, nao prestara pa-
em iiuprtza desla urden.
t'tn Sr. Hpulado:E ja realisou ello o eoipre-
limo '.'
0 Sr. Carneiro d> C.unh:Ma lia de >e Malbar.
1 ni Sr. Uepulado.'Agora lio que so aolon.a o
empt estimo.
O Sr. Carneiro da Cunlia:KiltleJ' llin8 lei (ll,e
aurli risa um emprtstimo eom Dm determinado.
Vejamos o que ella diipBej. I 6.
Arl. 7. O producto da paseante operaran de rre-
dilosera' exclusivamente empreado na atMltoe-
51 a daa adradas da Becada, Paa d'.UIio, snl e norte.
Arl. 8. Para elTecluar a obra acim indicada,
lie n gorerno aolori'ndo a contratar sua fallara
total, od parcialoienle eom quae nhia oii parliculares que melliote eamdigoei ola-
le,.' n i ele., etc.
Pin, contratando eom Mamede, rom Antonia
Francisco oa eom Jo*e dos Sanio nao lie om contra-
to '.' relava elle oo nao autotisado para slo'.'
(i Sr. Sooia Heit:Nito.
0 Sr. Carneiro da Cunta :Siin, muiliisimo au-
torisado, e eu studo prtsi lenle nem dalo preci-
ava.
Di*, porcm, o nobre diputado :o preidente fui
precipitado, elle nem mismo linda cnnhicimont,.
daaaa lei, na > sabia em qoe lei se fundava. Eu
n.lo lomo parle nesla queslflu jmenlo pelo amor de
defender o presidente, poslo que nio dueide faze-lo,
convrnriilo como esloo de qoi elle nao errou, mas.
pemnnto, precipllado em que 1 O que quer dizer
precipitarlo aqu'.' Pretorio ou atropellos as tormu-
las, sacrilicou ou esqoectu as reurs 1 S se ha 'so :
esta' no raso das cmaras da Aldea que precisain
de om advogado que ensioe a maneira de fazer os
contratos
1 iii Sr. Deputado :E a d'aqui tambem precita.
0 Sr. Carneiro da Cunta : Mas o advnuado da
il'.iqi i nao lie para isio.
Porcm, Sr. presidente, ain la em Msla dasla le
n.lo p.tava o presidente aulorisado a fazer o contra-
to ? Nao se preeaclieram a- auaa ormulas '.'
Dm Sr. Deputado:Nem una.
t> Sr. Carneiro da Cunlia :E quaes ala essas for-
mulas, ii que era elle obneado ? Ser*" as apuntadas
no rt -,llmenlo das obras publicas ".' E quaes as qoe
lallaram '.' Serio esaas formlas a hasta publica '.'
1 ni Sr. Deputado:Entre oulras.
O Sr. Carneiro da Cunlia :Eutdo so podem esit-
lir contratos sendo feilos em Insta publica '.' lie sao nicijro do
exigi lo sempre pela lei 7. Nao. Onde asa', pois, a
precipitarlo ? Nao sei.
I) nobre diputado disse anda ,-ilgumas palavra,
qoe, se tisnifieatn o que soam, sao realmeule mudo
fertnis; porque elle nos dista que a aemhla es-
lava para se abiir em tal lampo, e que o presidente
a adioo, e nesse inlervallo oi feilo o contrate.
0 Sr. Souza Iteis : Tome as minbas patarras
come totear, para mim he indill >ruile.
'I Sf, Carneira da Canha U quo quer islo d--
Itr A abertura da iseemblca foi adiada, e depoi-
appareceu o contrato. Querera' dizer qua relar-
dou--e a abertura da atiembla pira se poder fa/er
tal contrato? E porque, eom medo daassembla? O
quo poda fazer o presidente lendo medo da asseni-
Mea '
1 n Sr. Deplado (eom irona; :Coitadn.
O sr. Cirnciro da Cuuha :Entilo para que lia/.
tete '
11 Sr, Souza Iteis :Etla amrobta faz medo .'
<> Sr. Carneiro da l'.uulia : Nao f,z a asteinblca,
mas laz u nobre deplado. E meneo da supposicao
do mbre deputado nao se pode inferir que o en-
verno foi precipitado. Precipitado he aquillo que
se faz sem redestfo, seni calculo, sem meditadlo ;
mas retardar a abertura de om eorpo legislativo,
rom a proposito lirme da realisar lal uu lal cou-a.
porq >e d'ahi cen proveito a algoeni, nao exprime
prtcipilac.au, exprime outra cou*a.
O .ir. Siuza Ktis :Apoio ludas as conclu: qut
tirar de minha proposi^o
O Sr. (.animo da Canha : Mas estas palavras
sao frrio*, e os elocioa qus o nobre deplado aqu
ataa ja' deu ao presidmto da provincia ala se
i >in|'iidecem eom o que dellas se pode eolligir.
i) Souza Keis : Elogio-o quaudo ello o me-
rece.
0 Sr. Carneiro da Cunha :lias Sr. presideni,
M se adiofl a ascemblt'a para se reali/ir a BBilIralo
Mamede t O presidente nao teve outros motivos mais
forte" da qna ule, para adiar a abertura da aaai n -
Idea .' Pois o presidente para f^zT ana mao contra
lo precisavn recorrer a esse meio ? N;1o fiutlia elle
i Igac esse contrato, e uniros que quizesse estando
af rabaltiHiido aqu'.' Por ventura a asstmblca ser-
Ihe-ha um obslacolo, e eatid esta asseinbla, que
secundo o uobr deputado nao laz luedu a nini'.uein'.'
A ser BMaB, enl.to o presidente da provincia he um
iiii'drnzo eitraurdinario. da ludo lem medo A ar-
gaaaonlar-aa por esle :uodo nao ha nada inste mun-
do que preste. So ha pois, ma fe, na vouUde em
tud.i.
tlia om aparte.)
O Sr. Carneiro ila Cnnha :Ora eis urna coinci-
dencia, que eu linha uoladu : a a^semblea foi adiu-
da, quaudo ja tanta havido a proporta, e depois ijue
aa ler. o coulratn f,.i que eila se abri %
n Sr. Jlello llego (Kaptiael) :->iem isso se d :
baila ver a data da proposla pobHcada no Diariu,
que he de G de fevereiro, e o adiaineuto lie inoilo
anterior.
O Sj. Carneiro ila Conha .'Eu sti que eom o
meus argnmeulos nao couvenc.arsi a nnu'tii'iii ; quasi
empre rnda um ja vem eom o seo juizu formado, e
nao sero as mesmas opinioes quo InVi de mudar a
convierto de algueno. Com ludo continuare! no pon-
i de que por um pouco me aliarte). O nobre depu-
tado insista quo o presidente nao lnha aulons.ir.io
para contratar, e que nao cilaudo o le que Ih'a c ti-
ln, mortrava bem qoe nao eslava aulorisado.
O Sr. Souza lteis :Pelo modo poique contra-
too.
0 Sr, Carneiro do Conha :Islo Sr. presidente,
foi ,em dnvida ueuhma esquecimeuto do Sr. Ta-
ques u.io mandando chamar um labellio para
latrir nina escrlplura, e n.lo perguntando ao seu ad-
': do quaes ai formulas que manir for^a dao afila.
Po I- r.i ser isl i urna queslAo de redacr.io, que aera1
muila couia para os trilionats, mas que nao lei se
valor lira omtsraoem contratos desla natureza.e em
urna quesillo qua devenios apreciar pelo que ella he
em si, e nao aumente pelas formula4.
Entretanto, suppouba o nobre depotado por mo-
mentos, ja que nao quer adtiutlir, que o contrato es
lava bem feilo, ou que lite agradava, devia a c.im-
im--sao de orcamenlu deitar de dar os ineos pecuni-
arios para o guverno CBBipri-lo ?..
1 m Sr, Depnlado : Se toeaejlegal, devia dar
es meios para isso.
(I Sr. Carneiro da Cuuha:Ma> eu cuido que
o contrato he legal, e asiim o juliM lambcni o meu
nobre nnnpaiiheiro tle coinmissao (a espero ineiuio
que man alguna senhores ejoloaen),portaste a cun-
irnssao por forra havia de coiismn.ir pracisoa para
h.ilulilai o lioverooa e.Cuta-lo. Els ln p.is o del
licit creado, s.im ser pela forr., da ranilla irr.iijin u,i ,
mas pila necissidade ludecltnavel em que eslava a
coininiSk.io de votar fundos porque o contrato alo
he legal para o nobre deplado se para inim elle he
milito legal.
DemaisSr. presidente, porque n'am contrato nao |
exi iiin todas a, formulas exigidas, he consecuencia
I. ele emirato ella' ni.il feito, he II.gal, ala deve
xi dir 7 Isso seria apenas ohjeclo de urna censura,
ser a moliro para se dizer que par nutra Tez i
1 ii lataa inaii ; mas toi i-lo o quo se fez '.'
( lia nm aparte. )
U Sr. Carneiro da Cunlu :Uual he 8 cndilo
letal,a formula que a le exige esseneialinenle
na eunfecro dos contra os da urde a d;i da que lr,i-
larr s!
Cnu Voz:V coacorreucia.
ti Sr. t.iji.c.r i da Colilla :E queni disse ao no-
hre leputado que nao houve coticoriencia, se lie
que ella he neessaria '.'
Um Sr. Deputado :Como '.' Sem annunrios, sem
preroes'!
II Sr. Carneiro da Cunha :Eu lenho feilo mul-
los onlratos, para os quaei !m havido eoncurrencia
sem prenses. Par eonseqoencia ce contrato podia
ser feilo sem pretor, e le o nobre deputado per-
suade-se que elle foi leilo minio em seuredo, dlgo-
llie que enana-se. O que quor di/r nao ler appe-
rcriiio man do oue umi proposla, labeado-ia que o
Bjaveaivo quena fatal estradas por meio dp taes con-
trelns .' yuer di/er que Biagae so prepez,
Um sr. Deputado : Porque nao hati
iji "tu quizesse coacorrer com ello.
t) 8r. Carneiro da Cunda O-a, o nobre
lo otado quer fazer crer que foi um contra-
to de favor quo se fez ruin 0 Sr. Maoiedc.
O Sr. Souza Rea '--Moelrei-o.
II sr. Carneiro da Cunha :O mus qoe o
no Te deputado mostrou foramas raidos que
n i ivararo a pensar assim, mas cada um de
nos esta no m u din ilo'.eea nSo aceitar es- -
i.i/
De. i lis disto, sse o nobre depatado, quo
i estrada nalofoi estudiada. Ku n.i.i podcrii
respon !cr boro ah ; porom anda qua o no-
too deputado que ja pedio a palavra o Sr
M. Rapbael I llie ha de respon ler latitfacto-
inenle. Entretanto, apezar diei i
ludo ser excusado; porque o nobre
utadoesl I.ik lirme etn suas conic<;0ei
l'ieja nosassegorou que bavia de levara
cruz ao calvario, assim difcilmente .sera
convencido.
n lo ao i ntro contrato roofesso, S-.
inte, que deplore! ver o nobre depu-
tado, qne he ISq onlhusasta lis deas li-
\i s,coinoo reconlierjo, mostrar .se aqui i5o
agarra lo as formulas, a tal \\ into, que cui-
re-lo discutindo auti um tri-
bunal iudiciano I li nao so islo, como ale
i ie n5o
o qne era um i irada pi ivisuria.
9Sr. Manuel Cavalcanti:Como eu n -
tro da n ni -.-.i' ti qi.....i mi .- tud
' .i..... ll :., o.....
ersto .. :.. i r.;|
-I 1
ra nada, crcio que o niio fe/.. Apenas em
abono do sua OpiniSo trousc urna lei que foi
aqu iniciada por mim mandando fazer urna
penla para a villa Helia.
Ora, Sr. presidente, parece-mo que o no-
bre deputado por ah niio foi bcui, porque
se eu ja me conlcnlava com urna picada,
quanto mais so fosse urna estrada provi-
soria I
O Sr. Souza Itcis : F.ntao osla daivlo a
razSo porque a estrada he provisoria ?
o Sr. Carneiro da Cunha : He provisoria
porque no ha meios para la/e-la perfeita
ja, e purgunto ao nobre deputado : convina
esperar id anuos para se ter urna estrada de-
liuittva ; Nao lio mclhor lo-la provisoria do
que n en I itima .'
Sr. Souza Iteis :l'elo menos a lei a que
se soccorreu o nobre deputado niio falla na
estrada de Tamandar.
O Sr. Carneiro da t:unVn Para minri nao
^en.;;:';;,;,::;,;; "Z?Zi:i?fiti; srSSS mz :[',." -y^r
i isso e-lrj.imos sujeitos : II que referimos be pelo
lem ger.il, o momio para ver -e deixara de appare-
i|uiii/e mil res
lim qu-.iilo a neces-i lade empre cresrrnle nliri-
ga u i Uecife a ogloinerarein-ie daai familias em
. i d imaaodae ea-
esla quota t sempre ebsorvida coos'a gra-' r'"''"'-' "'''l'ie n i Recife eualariara de aloaoel
JJ| uncacSodeum escrlptnrario, alaguis der'M'.'"."!11'*"'lu*'a,_M,m Uhadaporde
cor arbitrios desta ord'em. NJo podemos serrapn- c,sa ''"' el1'' '' 'lll:ls nunca os secretarios]
saveii pelo qae aealiamoi de referir, porque he voz della so tem ulilisado sen io que, o secre-
publica u quanto loorem o- guardas naeionaes de al- tano actual, fazen lo des I o principio abs-
gons dos seus ofliciaes, a qeera nieamenle oes di- tencio das sobras desta verba, tem por ve-
rigimossemlodatiapersonalrsaloi. es reclamado, que seja olla suppnrnida e
w^JSn^^^tSMUTA glL*Xr?P tociamente ,1 dwpezas
Acaso nao serao ellas een-iderada c......, p,c,|i, Ur- ','" bfiu "Criplorlo : marcando um ordena lo
baoos, oo a' e,t,ir..' aludido o crtame de seren nu- "x" sc" eSCripturariO, he tambem esta r
miradas? minha opinian e croio quo concordareis co-
-4/ojaifos. CuiUm-nos que lem havido alga- niit;o.
mas tropelas nessa pjvoario, s qoaei nao batido I Por cinta da nossa autnrisi^o que obti-
que lem-se prestado a vemos do govemo era ouliiliro de IS'oV, para
lasaltnbui- a coiistruecao de mais 15 chafarizes dentro
''' .....i' ''' aeerleta, a alo r* estabeleeer
', P"V" compridi.......|ue (......, ..,; B _. ,s do re-
gulameulo, .nula qoe conclua pe i faliidade al-
legada pe i r i o os erabarsus, que oppozer a atsiaaa
i.i i le le diaa; por modo que poi manque decla-
ramos peri Hteremfals a as letras, que te accionara.
e-i .int.a a autoi i lade local
pralicas menos razoaveis, a fistl
.le
una mesma casa e us proprelaiios de dinlleiro mi- e anda inesrno que esla declaraban -cj,i corroborad,,
i.iui os seus capilaes, e ns naoemnregam na c liliea- por graves pretump^Oet, devtm Ites embargos s>r
rio, o que as circuiilil ni-ias sena inesuio una o- recehldos com rondeiiinarilo.se n.io der-se outra
lira de beneficencia ; eiirtmlram-se na> desertas prava completa, a ptrteila da faliidade arcoida. pe
aquella ctdade, easaa fechadas a delcrio- qua lats de:larac,uti, laes preiampfea t taiam meia
ras
rarein-se.
ti es^otamenlo do pantano he a neceisdade h\-
uicinca d.iqnella lena ; ja comedida a obra e mee-
mo a lianla a como se acha, fcil seria Coucluir-se,
o ent.io que txcelleute e apreciavel moradia A au-
sencia de aeltvidade do cominercio, da a-ricullura,
da pesca e de tota industria moimo, que adormeo-
no un .ni m un nfsrourir-se o ni ii-.mi, senun o visi- i- *= '("" "sraurTraiu ou tu tu mili rao o ron- I |ada eslr ida de ferio dea pira aquella
nhos do rallecide eoeommodadoi cuno presumidos dimenlo liqui lo ; preciso porem so faz t'atar ((oimaiores bens deve prodozir, quanto
oureaet aeoaitdores do meamo. Bala aolleia fai-nea dessas obras para usolruirmos as vantagens do cuidarse de ua efftclividade. Bt
1,11 mu.io por alio, por issr, uenhuin omnenlo fa- que nos concede o % 6 art. 2 da lei provin- he de muio mande tutoro. Eatabel*
^!d.VI!!P'U"' a'fl nae ""J'Tr melhor "'-'Ctal n 46deU(ln'jimhode 1837. al a'cidad. de Olind.....ao tardara', que ella ehe-
lormados; e assim possamos ou reriifica-la ou des- .. i___ ,. ,. .. ,. i;;,, ./ i,ii,. .i, .i
uvtilve-la em lodot n< eos iuridenirs As ob as lla '"mpanhia, S6US predios, Soe-" "" ""''," 1 aralntia, etc. etc.
-afa-izes o mas palonees conlimiam i Be aeHiMnta liada edir-ia i importancia e
I et lime ilo ale pedia eu ler. u que deu orgem po-
"|| lio insultante e imniuiido ti>o. verconba
. para a cor portera a que pertenct o Sr. capello, foi
t remetler-lht eu urna tarta Icmbrando-lbe o paga-
nie.it. i,, rancha, a que s. tiuha tile loriado, por-
que eu llana de rretar cotilas a os companheiro, no
""' ertMeira. Soiprendeu-me sobre maneira,
M-. t- Itelorts, ver rumo da um rtligiuio francis-
canoi p I, unir ,anu lna,ida0) m.nii,,, insolencia
e infamia.
Apn.veilo esla oecasiao para aradecer ios Srs.
nciiocantes residente. cm jgr-i.,1;|. qne ,.j,c,,a,to4
entra esse aviso deram prov,, ao 10tpeilas da coii-
lideracao em que lem o. olliciaes da armadi
II .ido do bricue barca ollamar.tca',, turto no porte
de Janana 10 de man. de 18:s.
lea Rodrigan de Souza, primeirn lente da ar-
mada.
AVISO 1)0 1KADK.
Pede-se ao Sr. lenenln da armada Jote Itodiignes
de Souza, ahsleuba-ie de pralirar acroe- picaras, .,,
proprtas d. cinaiiii, como acmteceu no da 28 do
prava,
Bill dootrina nos termos em qoe foi cxposti, ht
monea, i.isttsleiit.ivel embura sc|a exacto u princi-
pio geral em que te futida.
A lalil lade, Mrgeade os johs-otiiulloi se prov,
primeiro pir confissao, de quem a pralicou, tegonde
por depohntnie) ou saben] qua ,e pralicou, lereeiro pela compararan
das escribieras, oo linnas falsificadas com oulrat re-
conbecidas verdadeirai: merliii no repertorio pal ve-
riltcaliot p, |36,
Estes tres meiei na to eligido! cumulaliva- eorrente, prnluhin'to a.ahida "dosbalit mente, e qnilqutr de
Que di/ferenra '. Nao ha nada boj. 1,1o pre- chalanes o mais permnees conlimiam
cario como a .orle do emptegado publico, mormenlt r mservar-Sfl em bou estado, o tu lo corre
de corlas repartieres onde ela' elle lmente adstne- regularmente,
lo ao magro ordenado, ludo aumenlou de cusi, os Srs. accionistas, tMnvtdn-v is ao comprl-
presado publico que alom de ludo o man. lem de; nossos ostatnto- iroo
su-ienlar a dignidad! do empreao, apresenlau lote) v. .,., ,ninisti -, i ,t
con a decencia coY.n,el., ..ao lem t.do -
ne assim, por iue eu ja dtsse que entenda, j salarios erescertm correspondeiitemenle ; mas o em- ment do disDOSto nos oS I c 3 do art. !! tos
que o presidente t.-sXava aulorisado .i fizar
as estradas, mesuio in iependenle daquulla
lei.
(ila um aparte
O Sr. Carneiro d i-Cunha :~rimlim, i no-
bre deputado anda vai fallar ; eu fallo sem-
pre mal c hoje peior do que nunca ( niio
apoiados) Espero anda ouvi-lo, loto
argucioso, tolo desfavoravel, arriando ludo
mao, tudo precipitado e falto de formulas.
Allirmo-lhc porem. quo se eu fosse presi-
dente da provincia lea toma lo tambem ao
DObre 'leputado por ineiiadvogado ias cau-
sas publicas, issim como o ho as particu-
lares.
osr. Haphar-I Mello liego : Daremos em
oulro numero )
leudo dado a hora lira a dieeotaSo adiada por ler
petlidu a palavra o Sr. .Manoel Cavaleanle.
O Sr. Presidenle marca a ordeno, do da e levan-
ta a tostao.
valor dcsia obra de vtrdadeiro progressn para as
provincias do norte, cuja eurencia de communiracei
rpidas inapiee lauto, lio lastimosamente a ruar-
cha da cmlisajao nesle paiz.
l''areinos votos para que o soverno proleja, quan-
I-ndo eleic:1o ta no- to em si coubei, sla etupreza de lio grande necti-
Si'. deputado Bego linios
pronunciado ua sessHo de 7 to cor-
rente.
O Sr. Reg Pitrros :Sr. prcdenle, tiala-se un
Tctira diteoadlo do projeclade tixacan oe forra po-
licial ; tsle projeelo lia sido sullicieuleunnte discu-
lidn he verdade, e cu ja live de fallar sobre elle ;
mas, lambm he veril.de, que elle nao esta' bem
discriminado pira poderme votar eom eonhtci-
menln ; por isso fare anda aUumai considera^ci
a e*se respeito sdtando pelos ilemais artisee, irei ao
qae (rata das apnsentadurias dos ullieiae*.
O Sr. Ilirros Brrelo da' um aparte.
II Sr. Rene IStmis ; I) nobre deputado sabe que
fallei contra ess.i idea, porque entondo que a a-sem-', ra o Aracaly, condutio os seuumlea paaiascirot:
luaisnifleante uielbora nos seus ventimenlos. A pro-
porgo qut os serventes daa ninas publicas e meamo
particulares eslilo a 25 e 28360, viaiM emprea "los
de calle'; iria, da primeara repatl ro provincial, e
pan : v m.tito de ctijo tusar precede um cnticurso,
cm qu- te apresentam variadas liabilita;es, terem
i; i .1 venriinenln por da, tenSio menor, nccorendo
anda que aquellas Irajam como .ervcnles, e ules
nao podem deixar de envergar unii casaca opropler
i : por isso com malta graea diz um desses
empregados qae tojo emenJigea da eataea. A as-
seir.l.lea provincial romp t mlender a e-sa dilTeren-
ea. que l'ie nao pode ser dateonheeida, a remlla-
la coiiveiiieiiteinunle, islo a dilHroldade da -ilua-
'.'.io ; e ni i se d,.' i ue he lar le, que n.'ni piile Ur
moit luaar esta providencia, porque nunca he larde
para s. fazer o bem, e a terceira diicussao do ore,,-
ment anda nao teve lugar.
Bxamtd habiUtafao.tio dia 21 do corren-
ta foi publicado o resultado do exame de habilitaban
do proftssot de inslrucrlo pnmaiia da irimeira ca-
dena deite bairro. padre Vicente l-'erreira dt 81-
qurira Varejao, o qual foi julgado as eoadlfoes de
prceher as vanlaneus da lei regulameniar da ins-
ttucr.lo publica ll. 369,
/'tu deihabilU1 tiicowrnieiitc. Pedemuos
que, pur caridade, advirtamiia om eerloSr., mo-
rador em um dos paleni detta eidarit, qae costa de
andar por casa mi innioresn e metiido n'am cham-
bre aberlo, que spja mais acautelado quaiido cbeaar
a sua varauda na sala de deiraz : pus niusuem ds
isinhaaca geela de ver-lite as canallas, a que deve
ecoiiomis.tr para si e para os seus.
ti br>ano porlusuez Peninsular, vlndo dt
Lisboa, trouxe a sen bordo os seaniulcs passag.irus :
Joan liaptistt e Antonio Uaspar,
II ltate braiileiro ...Novo Anaelican, sabido pa-
blea provincial uo pode conceder essa aposcnla-
doria.
Senhores. as mnhas ultimas oliservaces sobre o
projeelo, he stber romo tlevem ser execul.idas ataai
aposentadoras, islo he se a le deve contemplar
nicamente os acloaes oflinaes do corpo, ctinlando-
Ihes desde a tanecao da le o lempu que liverem
servido oo se sera' d'ahi por dianle : assim como, se
todo aquello que liver servir no corpo, mas qu.
n i i so acbe no ex.rcicio, lem igual direito a essa
apotenladorii *
lim Sr. diputado :Os que ja foram demet-
lloS '.'
O Sr. Rogo Barros :Os que ja tem annos tle
tarrico no corpu, mas que agora uju perlencein a
elle.
O Sr. Oliviira :Enes n.o .lo olficiae,
(l Sr. lleco Barros :liem, hito he que eu qoero
que seja bem dicriminatlo, para nao baverdu\idi
na eieeacaa da lei.Dilo sto peco licen^s Sr.
|iresidiiilo para entrar na dbeast&a havida nesla
casa sotire as nomeares dos deleaatlos militareis
niio possu deixar do pronunciar- me cintra aaaat Bo-
mtatJAei por entender que ellas sai illegaee, e se
Irasem llgam bem a provincia, lanuem Irazem a-
bjsoa desagratlaveis como algan qut. ja loratn rila-
dos nesla Casa ua ducatsjo que tem. I li io, poo que
ni. posto |ior modoalgam approva e-ta i ao.
Agora, senhores, una paiavra sobre o delegado
de Scriiili.inn. I- sabido que esie tlelenado excp-
dea as suas altribuices entrando pelo distnclo de
Ipojuca, onde n.,o lem juris lir.io, e eeio pela tegan*
da ou lereeira vea fazer prisei nesse termo, cercou
0 iBgenBO Geoipapo pelas i) borai a nolle, e a e-
t is mesmas horat varejou a casa contra tlireilo ex-
1 ress que lem todo o ridadu um as\lo inviolavel
garantido pela ooatlitaielo, qoando dii que do aotta
itio se podera' eoUar nella ; por este laclo. Sr. pro-
stdeute, prova se que o delegado de rserinliaem *iom-
nieilcu uuit arlntranedade, que elle n.io podia fa-
zer, alr-n disto u,lo su pretideu a esse individuo que
prneurava, como eercoa maii a umi casa e raeratoo
a um oflletal da ferrtiro, quetiuhi iienco da lei
para nao ser recrulado Assim ve te ain la qoe o
delfsatlo nao t veio a Ipojuca com i fut de prender
Martialio, pelo erime coininetlido ha mais de ib
anuos, (rrime ja' preicriplo) n.in per sua vonlade,
serun lo esloo informado, mas por una casualidade
qeando elle era emprtgado de polica e lev de fazer
urna diligencia, o'oudt reiullou o rrime de Mirti-
nbu. K enl.Vt, lenhores, nao lio ido om desrespeito
ao snb lelegado de Ipojuca, cuja autorMade lem lem-
pri servido com promplitiao e zelo nis IBU fonc-
COes, som oulro ititeretse tango di ser nltl ao seo
paiz. Como dizer-sp aqoi qut o acto do delegado de
Serinhilem he legal !
I "ni Sr. Deplado :Foi por nrdem superior, es-
lava no seu direito.
{Ha outros aparte- .
ti S'. Reg Barra Ol nobre lepoladoa dizem
islu mas nao provam. Sr. presiden e, as ooinnaces
los militares para delecatlos tle polica, ti Irazem
aignm hern, lambcm traztin malet. e ate para tiles
he ma'.
Sr. presidente, lem-se dilo aqoi que os bons etda-
d.los age quetetn aceitar as nomeacies de pulira, se
as-.im be, a raigo bo a deteonfiaoca que sempte lim
o j veino tlellei, em qnanlo que ns militares lem
plenos poderes '. (apoiade*). Pea esses e oulros rnoli-
vo que lem sido manifestados na caa me nhriKaram
a dizer e-tas palavras : eu lulo venho censurar a au-
loridade por rumprir o sen dever, pelo contrario
louvo ; mas censuro ornado porque be cumpridu.
A puiado).
Aqu concilio, Sr. presidente, porque des.jo ceder
I a palavra a um dus cultigas, e a hora esta' adtau-
lada.
Jo.-e da Cuuha e 2 escravos, Anlonio Jos di Cirra-
Iho e 1 eteravo.
ti brigue-escuna brasileirn, itl.aurau sabido para
o Maiauhae pelo Ceara', eoBdaiao os seguinles pal-
fagtitus : .Manuel N. de Mello e Heuiique Kloreck.
./(. amanilla.
geral da Coni-
18
C()MPA.\III\ DO BEBER1BE.
RELA.TORIO
Apt dentado a' assembla
panhia do Beberibe em sessao de maio de 1858.
Senhores accionistas. Do conformidade
como6do art. 28 dos nossos estatutos,
venho Hoje ipresentar-vos o relatorio se-
mestral dos negocios da Companhia.
NSo so lentlo realisatio em novembro pr-
ximo passadoa reuniSo ordinaria em assen-
blea geral dos senhores icionistas, a pezar
dos respectivos avisos, a sendo necessario
decretar o 19.- dividendo, cautorisar o or-
camento deste segundo semestre, a direceta
lelil.'ion a respetlo, prevalecendo-se do que
dispoem o artigo additivo ao 16.- dos esta-
tutos.
O relatorio semestral ultimo que vos de-
via ser litio se vos reunisseis, esta sobres
mesa a vossa disposicSo, o com elle todos os
mais papis relativos.
Devo agora dar-vos cotlta das occorrencias
do segundo semestre do auno financeiro da
Companhia que acaba de exnirar no 'Ma ul-
timo tle abril prximo passado, a principio
por informar-vos, que no i. de novembro
prximo passado exista cm caixa a quan-
eotnmtsso di esaiiid
do conta-s
Srs. accionistas : desde a fun laQilo desta
Compmhia iiiie tentto si lo honrado com os
VOSSO.S >nfragiospara servir na administra-
;3u delta, o ha 7 anuos, que nrciipo o lugar
tle director ; ests provas de t-nilinnca que
de vos tciiho recebido, sSo em verdade mu
lisongeiras, para que eu dcixe de tributar-
vos o meu reconheciment i ; mus a aecumu-
lai,'iio de outros servicos acto ilinenlo a meu
cargo,me levlma rogar-vos mui sincra-
mente iiuc fagacs esc dha do outra pessoa,
qoe mellior do que eu, possa dedicar-se ao
Service da Companhia ; o que nao me he
realmente possivel Confio quo mo darcls
mais urna prova da vossa considerarlo ac-
ceden,lo a este meia pe li to,escusando-me da
direccSo da Compaubia: be do mea dever
agrsdecor-vos e eos raous companbeiros da
a liuiiiistrac.i'o em particular as atlenc''S e
Obsequios e harmona que sempre reiuou
entre nos, e confessar-vos que ho com pezar
e saudado que deiso to bons comnanheiros
Kscriplono da Companhia dn Beberibe em
Pernamhuco aos 18 de maio do 1858 Joo
Pinto de Lcmos, director.
Conforme.Cuilhnrmo Sctte, secretario
PARECER
lia comraissSo ,1c axamc de contis da Com-
panhia do leberibo, apresentado cm ses-
sio geral de 18 de maio do 1858,
lllms. Srs. accionistas da Companhia do
Beherihe. A conimissilo encarroada de re-
ver as contas da administrarlo desta compa-
nhia, em cumprimento de seu tlever, oxami-
nou us liyros e mais papis da gerencia da
mesma admlnsiracao, durante os doze raezes
contados do t- do maio do atino passado, a
30 de abril do crreme, c achou loda a es-
CMotutaeHo em dia e regularmente faita,
mostrando os resultados constantes do ba-
la neo, quo vos deve ser apresentado.
leudo por tanto a dita administracosa-
Usfeilo a tudo, como se esperava, julga a
ComroissSo que as suas contas devem ser
approvadas, agradcceudo-lbe o zelu, interes-
se e boa vontade, com que descmpouhuu o
son Irabalho.
Escriptorio da companhia, II da maio de
ihj8. -JoSo Goneahres tl Silva --.los Pereira
da Canoa.Jos Pereira Vianua.--(lonforme,
GuHfaerme Sette, secretario.
sida le e transcendente valia.
(^oircJaVntDcttca.
Srs re lactores.Tondo lilo no Diario de
Pernamhuco de boje na publicado dos tra-
lialhos da assemlilra provincial, o resumo de
um meu requerimento dirigido aquella cor-
poraglu do molo o mais inttel que ora pos-
sivel, julgo-mc ohrigadoa vir agora rectili-
ca-lo coma assereraclio de que a roale ii
constante do meu requerimento he pedir
providnunas para que sejam t.incalidas as
certidOes que preteudo, qur para juslifi-
car-mo das arguitjes, que como empregado
publico, me fez, em iuformaedes a presi-
dencia, o inspector da Ihesouraria provin-
cial, quer para dar ao Esm. Sr. pi e-id 't.
urna queixa tos abusos e prevaricaces quo
presumo ter coTimelti lo esse empregado.
Recife -26 de maio de 188.
Vicente Licinio da Costa Campello
QUESTO JURDICA.
A Importancia da quistan, quo se agita no toro
des!., cid ule para cohranca de duas letras no valor de
o1): Ion?, que foram descontadas na c liza filial do
Itancii do llrasil nesla provincia, as qu oes liguram
de saccalores, e aeeeiUoles llimai dtt anliiet e
mente, e qoalqutr desset he idmiltiuo para provar a is.itnado de bordo do bneue de guerra ttllim.raca..,
laitiuaue, Henmer Iralada das proras ji,,. .,.....,,, ,|0 ,mpi rclt de nao lerna uecana,,
s-tni.. cuno iit diuiciluno., a as mais das ver.es, em que o me-mo fonde.u, e elle desembareou, ta-
imposMieif 01 do primeire meiae, recorro-si or- lisalo a evorbilante quanlia de In-OIKI r.., evlnr-
diiiariaucnle ao lereeiro, rumo o snico de provar a quula tle ma' fe de cadi um doi passigurot que vle-
falsidale. pois que do eeolrario cria eligir o .npos. ram de l-'erniudo cm -asa de um m.o rancho de 8
rtspeitaveis casas de eommercio tle .N. O. Itiebcr t5j
('.., e tle JoAo Keller o C, e o alcance, que pude ler tos, ou indireeloi. citados Karrter e Merlin.
sivel, como observa o rilado llonnier.
(i- juriscoiisullus reciinbecem eom elTeilo qoe atla
prova he fallivel, nem sunpre mierece o conho
da certeza desejavel pera a deeiiSo rlea pleitos, ( co-
mo lambem nem sempre o otlerectm ,,i teslemu-
nhai ) | rinripjlmenie para a condeuiiiar.i,, ,, Cilu.
sas ciiiiiinai's, mas recoiiiiecim tambem que tas ci-
veii ala pode deisar de ler a luntlida, e de r.ir.er ftj,
>lerlui Repet, as palavras cninparaison des ecri-
tures pag. til e seguinles. Ferreira Borgtt (jcc
jun lico-rotnmercial v.presumpcaoos adversa-
rios tiesta prova reconheeain a sua nieeeiidlda e qne
della raras vezes se podera' prescindir para a venlica-
ca i la falsplade argui la as esenpturas, espicial
mente particulares.
It.rlnl citado por Itentham ta ie-ria da< prov.ii
>i I tlepots I; enumerar a- razdes pro e coulra, acres
cenia :
I'irrm por mais ronjecloral, por mais imperfei-
lo que seja esto meio da provs, o li-.-sl tur tnlo po-
dli prohibi-lo, lera improdeoeia. S'.t etrloto fa-
vor-ceria -ingiil irnieiile a fraude, aonan.i aos fl-
lanos prh odo .1 admiiii-traca di jusliea tonico
meio que lem em grande nutii".-.i de easoa de punir
o crimt.
A a Imisso da prova, que resolta da cumparacilo
las leltra. lem pnncip luiente rabnnento nos escri-
tas particulares, que por nao strem revestido da'
rormilidadei e garantas dm aulhenlicot, jo mais
uteeplireJ de i' liific rio, e por isso nao s.lo cunti-
dtradus venia leirns iniquanlo a soa vencida le nAo
he prevada, alado Boiiuier, pag. 577, 603, OOli, 0H7,
lil.Se flIO.
Heronhecem ns juiiconsnllos qne as ileelaractls
los poitos nao ligam. nem obrigilB o juz, quando
sin rombalidat por oulras provas ou preaumpeott.
que as f.icam inverosimeis, por isso mismo que sa"o
falliris, mas que nao se dando esla circumstancia
ii.1i podem deiiar di fazer fe, di estabil.cir prova
mquanlo o contrario se n.lo provar por meios direc-
dlas ; lieando cerlo o mismo Sr. lenle que ntiu
S. s e nem outros iguaes sero capaiet de abalar a
repulajao de que le zmcule goza o abtixo is>ig-
nado.
ti insino abaiio ass gnado aproveila o ensejo pra
tlrspctlir-ie do lllm. Sr. commandanle mail Srs.
affieiais da cuantelo ilo mencionado brigoi.
Maceni U de abril le 1858.
Fr. David da Nalvldadi de Nossa Sendera, capel-
1,1o lenle.
I
ta de.
u rend ment da
Companhia nos-
te semestre, chc-
goua.......
lie o debito da
caixa.......
111 111 /. 111 i o despen-
dido, a saber :
com despezasgo-
rans.......
Com pagaaenlo de
diversos alraza-
dos.......
Com dilo do 19.
dito.......
Existe em hoje em
caixa ......
Com esta quanlia
lio,le fazei-si! o
.u.'' dividendo a
razSo de 24700
por act-ao, pois
montando o nu-
mero del las a
10/736 prefaz a
quaulia de .
E sera o saldo cm
ca:xa.......
6:51688*9
3,:'2.S85740
61:7753589
*:377#5'28
2:500r300
25:537*500
--------------- 3*:*l5ft328
29:3604961
28:9879200
37.1?0fil
PAGINA AVULSS-
aBJBSS 8>U> i
i ; i i generosa,A commtMlo rtlrtetori <1<> if)lo
para >i Infauetl dpsvali eoolando eom raiio .ffliar Dt*U provincti etrtfAei
-, dlrifljio-M a aljuns de eu< comprilriola*,
pan quo entre nl >geDCIIStB1l1 um;i esinoU rm );i-
vnr d.Mjiifl!.' i'tiluio. Coii *enhoto rc*ol\i lo dir para e^lo io um ben^ficin im
IbMlro do apollo, lodoa os hilhpu de c.nleiras e ea-
mirolM de prinicira Miranda or.li'm nlSo (oniad<),
rt*si|,iin]i) iipi'iiai o do lereeira ordeni, varin la- r
plaia. Aoerotce que v;iria* pana a i voodo qn# n,io
llie-i era pofaifll ir csilr hoje a repre*.nt;ra*o da
per rolhida, devolvernOi os l>illiele que I'i'm fo-
r.-ni rajmailidoa, ajantando-llMa a somirn que por
elle* preteuliam dar. He cerlmei.(e mail pe ero-
m Ule r,i'ii'l.i-ni l-iinhfin que o Sr. (ierniano
Ifsna emprezario do S ma Itbela ^e pret;ira de
bum grado ii ir rr-prenenlar com a sua co'npanhia h
ilteatro elma nMnalonado, sem raeaber p iriliuirlo al goma, alenlo o lim a qne he o beneQela
fltn se :$ttn$K*uto..
i da lionlfm, depoi da tallara do expedi-
ente, fui lido o parecer da rommin-Mo ihhiim la para
dar o teu parerer soliro o prnjerlo di Sr. Suuid
K.'is, que prnpAe providencia* lendenlfs a remover
a caro-li.i do* vivre, o qual f lucnmeuio do Sr. I'lie^doro a Suva. Em st&oidn
lomou naeolo o Sr. deplado suppiaole Castro
Leao.
I'a-sindo a' oidem do di; fui appruva^o cm 2.'
lirrues3o o projacto, qne rnucedc 1S mezas de h-
cen<;a \. V. da b'if,ueircMo, para Ir i*|Eoropi
t^ndiifira'in o Sr. Sonta Keis. SeRttio-ae a 2." dis-
:i--1 i rjl Offaiflanla moBeipal ein que lomar.un
pTln m Srs. Soasa Kei, lldili-'a, Kparuinonda,
Pereira e Peixotu
Duaile, saiido approvada com diverail emendas, to-
da apaite que se relere a' camaral le-ta cidade.
Dada a liora o Snr. praaidanta marco para
orden* do dia de lioje, 1." d-eaosaflo do projecto do
Sr. Souza Keis, rerca da* divida* de exercicios fin-
di, 3,e dos de n-. (i, \\2 e :\\) de>le ;inno, e ronli-
ntiar.io da da hontem, deftisoando para a commi*s;V
que deve presentar a' presidencia as re*olac/>es ap-
provadaa, que lem da *er sanccinuda, os Srs. Ilaso
llarro, Catro l.cao, e Toiaira de Sa'.
Ia vaniou-se a MiAa s.'f huras da larde.
Temos carta de Alagoat, ruja data cliesa a 2 do
crrante mez, da uaal lendo sido porlador o a l'er-
inonga a rom lado 6 hoje veo-nos a man1, em
ciiir-t' jii'-ik i,i de Irazc-la una pessoa particular i
cuj cuidado* fora recommandada.
Ko enlrelanl) vamos d'alla eldatUr o que ha de
mata importanla]na referida provincia, afim de sa-
llafaaar a justa curinaidade do publico, e a**ini pre-
anchar essa lacinia, que dea-a DM notieiae do sul.
As chavas lem sido ineessantes, cahindo copioaa-
nnule desde ( do correle ; de maneira que lunse
de fxereerem una arflo benalca r.a prodcelo e u.i
riquexa da provincia, lem pcio eonlrario produildo
elr*n;ie incatculaveis n'nma e n'oulra ; visto qae de
Indos o ngulos chc^am nolicias bem consumado-
ras a e \t e-lrada publicas arham-se intr-insitaveis e ar-
ruinadas ; as plamsrpi a da Gnharam ; dillerint*.
--1- na capital lem sido desmoronadas, a o inrsmo
acontecimentu deploravcl ha lido existencia na villa
do Tilar, onde vierarn haixo todas oo a mor parte
das rasa-i iluadas lias marcem da llagOfl !
Paioado algamai eansldaroc6ai a referida carta
crea dtala calado calamiloaoa eoDclaua de*ie modo :
o ll anda continuar o invern na ti'tentacAo de sua
paran futuro, mih qneilOn iienlicas, a ilecisflo j
prnfirida pelo U.\m. Sr. preMdinle do Iribunsl do
comrnarcio. me|literminaram aapiaciarcita dacisflo,
que bem poda eslabececer urna juriiprulenca, que
em meu humilde entender, he man <* conforma a lal,
a doulrina dos ju-inconsultos, a pude traxer grave*
males ao eommercio.
Sa ealoo em erro, te a opinio que adopto, niln lie
a junsdic.i e verdadeira, de*ep> ser convencido, e
sarei dcil em recunliecer o antao, em que por vm-
lura lbaro, e nesle intuito e tmente para o escla-
recimenlo da verdade. para que srjm eelodadafl
QjOOStOei de din subida importancia, he que recorro
a dtMSHSo, a convidos h men* versados na mate-
ria, e mais habilita le do qu- eu para que me aju-
lern rmn suas lo/es e aulori Jde, se pensarem como
en, ou me eselaream, amo sa a topdirem a pename ilo conirarm.
O embarg03( qoe foram opposlos a assisnac-ln los
lez dias. as decisis qn* foram proferlda na pri-
meirr e na secunda Inatancfa, o* documentos quo
lie s,iu relativos, ja foram putdica los, e pjr issn me
retiro a estas pecas, como js conhecilas, e pide ido
ser connl(adas por qu<* o quizer eslodar a materia.
AMe^ou-se em os ditos emhar^osa fatsidade das la-
Iras, e a illezalidade dos descont* por procurador,
que a*signoo por procoracRo de firma diversa da 7ue
fiffarava nai latra, *ein que eihibiise easa proenra-
(la : no decendio ^e prodoiiram testemoubas maio-
res de toda a 6VC6pC*o e nao contstala-,
que dopoxaram acerca da probldada. hooradei e
nunca deamonlida moralidade das tirinas que Itgura-
vam ms lelra*. e de ca li um dos individuos qu a-
cumpunham, e que no dizer das le*iemuulias rain
iocapase de uecarem as suas linnas, e de se reci ia-
rem ao pasamento do qua judamente devessem ;
exhib o-se o exame feilo por t ibellies oomei loi
pelo Sr. I)r. chefe de polica, e t\^ presenta das pal-
les, n ij'i -1 se reconheceu a f -1 la le daa tetras poi
diversas r*/<~ies, que nelle foram cunit^iadati asnn
como a propusla que deu lu^'ar ao descont.
i > Sr. |aic do eommercio eulendeu qne esta prova
era curnpnda e sullicienie para o reivliimenlo tos
embargos som condemnacao, ma* o Sr. prtaldenta
do Iribanal do eommercio enleurtou que o no ara,
e deu prnvimenlo ao a&gravo r-t elle latarp) ato,
ordenando que se recebessemos embarcos, que eram
reb'VHnies, sem condemnacao.
Ets o estado da ojoaalfta ; as raiOM com qae o jaiz
a^cravatln suilentou o sea despacho, j foram tim-
ben, publcalas, assim como Bada provimiul > do
Bggravo, de que vamos agora tratar.
Prinripiou esle prnvirneiilo por dizer tr que in-
cumbindn aos rcoi na assignacilo dos dez dias o pro-
var campridamente os seus embarco* para sererr. re-
lavado* da condemnacilo, sei^unlo os rligoa258a
Jal' do reiiilamenlo de 23 de salembro do IS'fl. os
embargos nao foram provadus completa e perfeita-
nienle pelos as^ruvados com o exame ou compara-
cao dad letras, que foram confrontadas pelos peiitos,
verificadas e examinadas peranle ochcf* de polica
com assisUncia il's parle inleressadas.u
Uepois c\pc em geral as declarai;ei feitas pelns
Isbcltiitos no primeiro e no ic^undo exame, a en-
trando nal razes de decidir, continua us seeniu-
les termos: a que resulianJo dos ditos exames
A-*im he reconheculo, e fora de conle-lae^o que
as declaracOei dos perito*, quando nao ^.i. eomb.iti-
das por provas que as f^^am inverosimeis s;lo admiti-
das em jaiao, e faiom puna, ao menos al a prova
em contrare, e com especidid.ida nos ecriplo part -
Calares, que nao dao ^^ranlia de soa veracidad*, co-
mo os auiheniicos.
E se assim n.lo fo-se, mal estara aqoelle coja fir-
ma f.isse falili-*ada, e que nao leudo provas doru-
inenlaes ou teslen:unh.ies, qnasi impossiveis de obler
no raso, recorrcs*e ao exame dos peritos : por mail
que estes Ine fossem favoraveis, por mais vehemen-
l-f, que fussem em seu favor as premmpoSM seriam
coniemuolo^, c oom *equ*r tonara aeai ambarso*
rcreld los sem condemnacao ; he fcil de ver o pe i-
(Oi q'ie dabt resultara ao eommercio.
A doulrina esposU era Mgolda no Direilo Koma-
n i, na le -'2 c.a.d laRom eorneliera d* falsi ab fal-
l Timen incidarit t lunc aocorrima fat iuda^alio
ara aman li, leshbu*, scripturarum collatione, aliis-
qae voslffil verilatisa sempre foi seguida em nos-
sa jurisprudencia.
.as causas civeii, diz l'ereira e Sooza, n. 7I pa-
ca us instrumentos nao fazerem t:, basta que sejam
argnidoi de falsos,
\lmeidaoSooza nwaecse lararoariaa dh no?;
os. Qoando se trata de dilsiiide, rivilmenie. boa*
lam qoaesqoer prove leves aeonjectoraes *m kfle-
renca do caso, om que se (rata criminalmente, e o
mesma repele uo 339.
> i prova exigida para recebimento dos emb.r-
zo* sem coulemn-rio f,,-;e a plena a cmplela
da que falla a deciso a que me refer, escusado fe-
ria *e'_' Jir-se mais ampia diffilia, porque ti causa
aosim licaria loi;o decidida : logo nao ha desa prova
de que sa (rila, BAM -un dalia formada pela pre-
snmpc. o, pelo indicio, por un d>s meios de prova
emfui adiBIlldo pelo cdigo, bastante para conven-
cer ao juiz en negoei i claol, sendo qua >au sempre
da gratule eoTotlo quaudo ia (rala do deicobrir a frau-
de b limalacjlo doi arlos. Secruu Uaraaalin.l'ar-
reira Borgea l)ic! Jar. Com. v. indino.
A turispradeneia moderna, como bem diz o mes-
iil lo-reira Horres deicoiiher** eisao dilinccOoj ab-
ordos loi laicrprolea do ooUga decreto que ccria-
i ni 'ule nfle livcraiu por gala a ra/.io e cila asara
o Ionio eommentarlo de Cenco a I. '.\.. cod. ad Ur.
Julin), mageslalii. Ventas e lien e-l plena verum, non est semiplena verum, sed
plene r As eonjedurai o indicios formara para o casi o
plae verum.
^'l^1le-Je pois pela douliina do j.c que a compa-
rac,o ilas leUra* poalo qoe seja prova f.itlmd, lodo-
vi< della se nao podo presciu ir, e faz fe, quando se
trata de verificar a tal-iid-.de de qualquer titulo, e
mala anda se he particular, o deve sub-iatir al a
prova do contrario, e islo se de luz do .mIuo l:jt> do
re^ulainenlo cilado.
Sio admiaaivaM no juzj conmercial as provas se-
:; uiutes ;
S* As premmpce*.
U* O arbilrameiilo.
Setene se anda que a declara^ao dos peritos, sen-
do, cerno tr coueludenle, e fundada, como sa mos-
Irava, de seram falsa a> lellras fazia a prova, que
^ufrcqctto apc)i)o.
MONOLOGO
Recitadopelo actor dramtico
**"** li tt Blf r Silva Loiirrlrn.
por tccata dt ,.f brnc/icio no lliealrn dt Sanln
Isacl em a not dt 21 de maio de 18o.
Carvide no pein d'atn iiHrir prafandu
IIoji n'm .me ,0, ii pubre irli.lH,
Para c.mprir devere* ratreoMee,
1,1 ti. a l*i lj gralldie Ika impA. ublimi.
Meio qut miot past" t tmulot, inrerloi
l;trmem-re npenas ao locar o rtl.dio
linde iinta lia ponfo rrc arrojara upliantt,
loo conliadii irn vtts qui me aeolhieit,
l'.u lulo me i'-'|.ii\.i ao -,ilui r imprrio.
Il,i coiiiciencii qm me dii que (plli
A linuiia^tm mais pura e rnai tirtrirt.
Vergaada io jaso de tenaz docm;,i,
l>tuu forrado a abandonar lisa erlt,
tnico arrimo que anda mA conlaii
No m-u Irisle iyer ; mu a ipirmi^a
Sorrio-me ainila candi la e fagmira,
E a tirio do a-r:igo do colima illuslie
Abriio se para mim tilo dinerosa,
(Jue nao vn sci dir.er. Agora metrao
A prova existe ntia cabal e aelealiea
l> qne elle por mim Itr. lio preinmoso.
liman qupri'lo, tublunado arlisla,!
lie rom liso quo eu allo, transportado
Pela ptazer d.i sratniu mait vita.
I .li i ri Ijermiuo os volos que ti rendo
.M'- -s.lt ni to corado fervidot, purot,
Aeaeila-aa, un. eceiti-ot um demora,
nue d'amirade -.ni fieii pcnhori, :
I. a to li- que com liso hoje na teena
Atsiiu me nbitqueam, deinonelramlo
IJue d'atlista! irni.in, o mime pream
Faze chocar a toe rtcouhecida
Do velliu niferino, seu irmAn amigo.
A mis lambem. hnspiuleirn pnvo,
Oue tinto me acoihei, que ci> Milu nnpie
l.'io beuiKiio p ii i tu ni, l ni ilailivnso,
A iiiiiiIi Ktalidae, ,- mais insennot
1 e-i.iiiiiiilii,. de afielo te dirigtm
N'ailaa pateen, qui d'aqui ios manilo.
.Nu.tca esqiierdes qoe o pobre actor tem nnme
Sonli estimar-vits, e que om dia ao raentut,
.VIj IciiiIo que vos dar como Iriboto
Do que Watt por yon, deu-ins I iiiiagrm
Do iiroprin cornrau n'estds palavras.
G&tmettti*.
l'UAl.A DO KECIIli. 2t, DE MAIO Dt 1SJS.
AS 3H0BAS DA TAIIDE.
Colat e nlliri.ifs.
CnMa obre o ilio de Jm-im1|2 0|0 de rebate.
t; un.;.i sobre Loiiilres2."i l|2 40 d|v.
'red. Kohilliartl, prndenle.
P. Ilorget, secretarlo.
r.VMIllOS
Sobre l.onret, 23 l|2 a 'JO d.
* P.iris, XMl a iOO rt. por fr.
* l.t'iiiM, I0."> a 110 porcento de premio.
.i Itio tle .1 iiiwro l|2 por Onj tle rebate.
resrontode lettrat, 1i) a 12 por cenlo.
Ol ItOOnras liespanholia. .
Dilat ine\iranas......
I'ecat di (iJiOP. .
Moedat de HjOOO .
Ditas de 2Up .
IMIA1A.I'alacftet bratileiro*.
Dilot enliiinnaries.
Hilos meticenoi .
para o snmristrc que principia, se venlicar-
se o pagameiilo tle todas ;is ac^Oes,
0 passifOda Compaotli*, boje ha apenas de braiala, ur* este auno o mais herrirel e'esteul em
1:6259990; aeniJo .'4289400 Je alguna dWi-1 relttao a a*la protiniia.
dendOS trazados, O 197/3119 sello quede- A fibra amarella ral.....le na villa de Atalaia, que
vemos aus nossos correspondentes emLon- P^ .igomi arle ent aalaUBii-
iHCS OS Srs. Knowles A. FSter. ''"'" '?"<'"'''. raera (cr entrado cm
. Btiiwi i ,cu prriolo do declmacao c ileiapparenmenlo d-
t.onviJo vos por tanto a que deliberis 80- n,,,Mncia, acaba de irraiiiir.uiisem.nanies ni., li-
ore o pagamento do 90. dividendo, atQUeI reret k pepaloi e eommereial villa de'S. Mtsuel
aotonseis ornamento pata o semestre que do< irnoei,ende lia fciio preciosas iclimat,
cunt : os livt'os que conten ,i escHpturatjSo, Bmi. Sr. presidente ipenat trve Mlenela ds(a
da Compaubia, c o parecer Ja respectiva imergenele, nomeea uma comminao, nivino meil-
comniiss.o .lo exame de contas esUu Um- "" >"ra i,"i e ,l,u ""as Prvidenciis idequadas e
bem patentes sobre a mesa. .er am..,. pela .ilum.a...
r, .,,....!.. s. w. ,_ r ^o da II to corren e urna barca portuiueza deu
1 i concluida a obra d pequeo chafar./ aev$u n. Barra-(>.nde,para onde rlio o rwpec-
na povoaqao dus Anipucos, e del le tomou livo eonaal no dm 19, qaaodo Ihe rhogaram ai par-
po U la o >r. Uatniio Dubenx desde O h de] t.eipa(o>s a rwpfllo do aiaiatro; acareado qual ha
Janeiro prximo passmlo pur atTendamcntu joizoe aaeoDlradoa. A proposito, lar. a raria a qne
Je um uno : neste seitiestrc li vera ni lugar "* raferiaaoa, uma rorlifeacAo iol>re o aaafrasjo de
mais cinco coulratos, para fornecimenu uma jansina saluda para Puaim, na parle relativa
d'agua por jacto continuo a preJios parllou- ;' '
lares, con os Srs. francisco Antonio Cor: ta
leat.aado. l'u.rpdendo d**i mod, o riInneto ar- Car.'oso, Albino .loso Ferreira !a Cunha, Jos
!.l5l:1i"!!la:".c"/d-"..*!-"V"18. ,,R,ot,,,ro?",,fi":,',p- reixeira Bastos, JosNoreira Lo.ies. e l)r.
nuil formado*, e al um l>llo u*o da ROnfo rom que
a l'ruvideucia o dotou. (J iem dera qua l; et exem-
(ilos fosacui sempre imitados!
Quem qmzcr conhercr o llo melta-lhr o
raigo na iw'io.Antea da reforma da goarda nano-
nal, bem .iros arsm o* in lvido)* qua aefa in i i m
ara urna tal ou qual pu-ir;a', se qu ies*em prestar a
orvif romo um Himple* guan4, c para |aao empre-
gavain lodoa oa eeTor$oa, ?*** laato que ninsutm n*
vla*a armadoa de uma i-ranadeira. p.itrona e finio-
rSo, lioje poten rom a reforma da inima gnardfl
lmenle foi davi lo a uifon.:an.e< inexacta
Sflo f.icto* da ordem do da all, efundo a mesma
raria, o accordflo da relaflo do di delirfjtti dn comarca de Porto Calvo, Ur. Ment OD-
ante* prova da veraeidade, e realdade das letra-.que reqoer a le,a nAo poda deixar de t'a/.i r fe a'u quan
A.i semcIlHiilea em raracteren lVito promiscuamen-
te pelo- iiivcrsoa surtof, que u*am da lirma<. como
< 'M-U alcm diilo da declararlo de alquil*, que fo-
ram interrogadoe, is proposires allegadaseoa em-
bargos, nao e>i.io curopridameiita provada*, nem
monnu pode uiduir-*e pre-umprAo de falsidade :
ora, priduzndo, secundo o direilo, a eompfrac.l
dai
denle, ord. do liv. ,\ dt 5*J pr., por ser um rniio d-
prova mui fallivid o ronjeclorai, e mu arbitrario,
porque, como confessatn lo los oa jorlaoanaajtat, nio
lia Malo davjdaa e nx-crie/^s nesle meio, a pur Uso
nao le inimttrar ao jul/. teaflo uma presu nprao
(at qua!, ando o juico a de'aradlo dos peri aa om
favor da reah lade dan tirm.i* o a-sisnaturas naa le-
(rasde peiin;i, oaaSgravadra neiiliuma prnva fi-.erarii,
nem produzram esa mesmas conjecluras a pie-
sunipre'*, qut pela maior pule das veros rcutlam
das cuinpriirn/it's c .enicaijrn-i de letras c aaeriptoi
particulares, quaudo i3o argidos de fal*i lade, e oea-
les leriiioo iiAo provaram os seus emliar^oa, porquan-
to a Faliidade, anda que allegacald relevante, deve
er flTcctiva, e concludentemenie prvida pata par-
le, que a alltca, nao sendo ioflieneta e simple* p -
si bil dada presumpcao uua imples pan formar
lo nao OOM doavanacida por oulras provas directas,
uu in luecU, a por m liorla de raao na especie su-
loila, na qual com a declar^rAo da f.il-i l.ilf COeCOT-
riam as praaumpn>es do illibado crdito, deque go
z.ivaro as lirmas soriaai qua foram falaifloada, e
niin i de*uieulida moralidade de cada uro de saos
ocio, uma e oulr.i musa aKeMada, por lesletnu-
lelraa, una p>ova smi-pleua, qaand i lie | rnro- nhai matorea de (oda a aieapCio, e da circumstaucia
|a apunta la do ter ido ftilo o descont por procura-
dor, que nao exiliio procuraran, e aaugnuu poi firma
ne-u cidade.
Taaa eircarailaniUi se nao attabeleciara prava
plena da Folaidado das lirm.is, eslaheleciam graves
praaoaDpcfiea da lal- lado, c davara plena f a decla-
rara daala faliidade fot|a pelo, peritoa, que nao po-
dia d-i\ar de considerar-**, opino prova curnpnda,
v Miili-'i:-ule para o lOCablmoatO *** ambaruoi iem
;i,n,irao, corno os recebeu n Sr. ju'.r do com-
Biarcin, tanto mait quanto a arcomular^o da pre-
luropcoM gravea asoa prova, como dupe o ar-
llgM |.S lo reuulamenlu ja citado, abe correle em
dir io, poiluer trata dai obrigacOea n. sfo o RU,
l'onira e Sona n.Vi,.
A concluido do que fica ponderado lio que a rie-
AI.KANUECA.
M.endimenli' do da I a S&.
lam do rtl| 2(i......
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25IWO 2M0O
iatisti JJHKJ
188" 10
. J-7 rote*
15: tiitij'.ii.i
303.93olR.i3
Dawatl 'm hoj* -27 de maio.
Ilri.il.. inlo/.til ,r nsti.ir.illi.ii..
Itnctir inslczVtnusitltm.
Hnniii' inaletKecnimtrcitlori.
Ilurca |..iri :h,>i il1 nitmiiij iliMrttii, geiiiros.
Bncue Iranrel!r|. niiDerratluriai,
li.r.-.i rraneexaOl tulacemtulo.
Barca americanatllerstiiUrinlia de Irigo.
Male narinnalCapihanlipmeros to ft.ou.
MDVIMKM ) II.V ALFANUEUA.
Volumei. intratlns eom raitmlai .... 1 >.
eom futro .... .ii.n
ToUI
Velomit ittiilnt eoiri latinda
toin gioeroi
CONSOLADO t.KKAI
Kcinliniinlo do dia I a "i.
Iltm ilo di, uro. .
Total
(i6
77
179
2M
8!):!)H!;i:ii
t.s.:|i,s
:il:lSIbtli
l>IVBKS\S PKOVIMCIAS.
lirndiinenlo do da I a i.
liiiin do dia IM,
5:052!43
IUI59I7
bausn
a convirc'to do jnite, t|uc o aarirlpla taipella Blflttrt r:s.ut, que lf ni frllo ol.|,cto dasl, aiL'uiiipnto he ine-
lp ounu. da iiii'ina |inoa, c iine lie iMilciilcinctilt | nos ciiiifnrinc a le, o a doulrina dea jurlMontoIlM,
(alio. Por lana, ele. ale. M ntenm jaita, a nao pode nem dtve elalip|ccer
Dn que fiea transcri|ito litlmtiile >r vi- que o pro- I j iritpra tema : fin nutro irllga discutir! oulro
Jos MaJu AWi's Ferreira. Ilnalisna-se raalu r Citlello Braneo, deplado aeral pplo circulo da
O Contrato com o cstaliolccttnento tlti ba- dtpilal a celeuma levititlada |.el. Itvm. Joas roo
nhos pblicos, com vanlagem
panilla
O arremaUnto Jos cltafari/cs o bicaa do
balrro da Boa-V*ta, requereu aesladirec-
qSo, em novumbm prximo passado, uma
provideocii qae o iodemaisasse do prejuizo
i|uo dt soSrer em razo tic nSo irera as ca-
noas receberagua na Inca ta punto ta lliit-
nacioml, qae amallagenie laneabidoora poti|.|Vifita, esim na do Recife. A direceflo dSo
io do alHeial, s.e ihmhkn que tilo ramimei eiam i obsUnle achai razoarel o que alega o peti-
coii.iii >, ii.in sej ilgou eouipetente para at-
lender, t^ por iso resolveu addiar esse ne-
iiit.ii i.i.i o -prvic,t., um oa limilet doitmt atriboicdei, a lodot
pertaaaioda pur tollas de sirvico, anda iqi
para a Com- tra o juif de ditpiln tle Ai.tl.ua Monlalro de ^.imi-
paio, .i qtipui imputa a tnorle de *cu If, o vicario
i Nlrpute itp Maeeda o i earratpondeoelii,
em qae mutuamente SO hettiliiam o dtpuladu* pro-
vinciaea tcnente rnroiitl Paula Ms-quita e l.eopol-
illnn.
.N.iu In mais litonseiro o a~pr-rtn eominereial da
provuteta, Tial tablilla n'oina aranltada e dutria
-itii.ir.i i, desaaimandi luda ai iraojar^ei e inca-
tniilo t. recelo tm lodoi. Todana, n mere,di. aclia-.e
auiphiinpiile prnviito ; mas a cncurrrnri.i atla multo
.i qaam 'ios daiej m .t i rtndeaot?.
O depotilo do bacalhao aleta-sa 'clKMi barrleai,
nrlotiva mi earreganieato rtieem-ehesodo ca
in.ti.lpvrs, in t.. poique ia acaii.ni reveilid i do p- ^',K'"':|1' vnssi reuillSo, alim de iiue o jul- \ auri.ro Ferreira .te Vndrade p .ip carne cites
drr, sem te limbearern que cara e ^pr lnun 8*neralf ollcls com jusilla.
ni-ter -r i/ un to lenlia si io timn toldado. Como
e il.e alo h.t hoje qoem nSo -p|i i-h.ir.lt aarional.
mas t.iinbiui lie sabido*, qut eoncedendo a lei iteu-
it .i '. tem por canteimiole todo o
teriigo a r;.f.iliir tobre a rlaata meuot aballada, ao-
! .la, qoe ti'. liUi \ atea -.11 r. :.; i ,, ,, j.ii irfm
ao tenieo para to dedicaren] aun Iribalho d'ondt
i!: i virtnde do estado ruinoso pm quo se
a i' mi i < Recife,< do inimiiieu-
i que oo ti', .i oossa linlia de camitis
.., cullocada sob as eslivas da mestna
ponte, osla iltreceno represcnlou a" i mu
presitl ti da provincia cm io ao norenibco
t '.ih'O nrroba, IhtpiiiIp pour.t extrarcHo. O a..u-
r;ir ,\i-ie n'am ppreilo mam-uip, nem compran
nem "rendas lem appartrldo, Importando nelit qut
t.i ti ipirhea acham-ta ipiohadot iie militare, itp iac-
cot, e no p>Ti" ttilcm de* naeioi a carga. II alfio-
n lim lulo melhor aabirla, renaequiado pro-
cos mai* ti.t...ii.d.: .i q-ip ha animado lano ao % -mi
n Itr.ir o mtioi de .lar o s:-.,ieiiiii raa famli prtixi.no ;iassa.!o, S'iltre tal obieClO, afim de
mu., dia : e no aatualanlo tioeaaet mena po :. r evitar i Companhia O Brande Drpjuizo
em i rol de quem asst.litid,. r... ..srados dir.ilo.. < ,uosffrerja ,,,. r-t imento da ptllo.
nAo Miieud.> e coiin* quem s> I"'- pe-ar ludo u visor J i *' *-*
da lei, rooolhao lo-te um ealab ao, s.m sr aii.n- ih hxc' ^r,m teve -^dade Mo respoader-
der ao alado a qae vilo liear radoxidaa aoai naolhe- "'s ero-I ao meamo novembro, eoviaouo-
rao o li Nos duranie oa diaa em que i?a* marldoa "os p"i u de uma informado dada pelo Sr.
adiaren presos in lo e
e lor romo ao comprador, que .i tu lu ao lam au- va eqmprida, Mo qi"r. wi i
ferido os lucro* eaperados.
tu.culo pu^lu que l^atrt>^e i romHc aman le da qnca-
i.i i de fado e de direilo, loan doyi Kopicoa, oo faa-
dameiiios capllact, um em reler&o no laclo, que lie o
da apreeiacSo dos t\,nios e ootro am i alacio 10 de-
creta, qoe lie oda apreciac/io eompara^ao deUlroa por pernos; desla Ualarel 1-
n e du oulro al'KOi em oolro anuo.
A prove que e aliga para o rcctbimenlo do< eme
barsos saro coiideaVaa^ati deve ier completa e per-
leitd. como se di/, no provimenlo, 011 deve ser lome-
le comprada, iala lie, tufticienla |' no recebimento para dar lu^nr a discoaaSo ordinaria
a ampia da causa, e a novan prova* .'
A rr-posta -e dadoi dos uifinios arlii'ii citado* ;
don t ll filos, (pie pro lu c-se rcct-lmenlo.
( Ani^o j."s.Se o reo oppolar cmliarcos rele-
vantes, a oa provar cuinj ridamenla ooi daa da. a--
ilanadoi o ail oa receDera' para dar lui:ar a diicui-
}Qo a
(Ira, ^e a prova, me s^ roquar pira o'rorelrmento
do. ambaraos e nao na anida para o definitivo ni-
^.mi'iili) da eaaao, >aa nmi-nle para dar lusar a iiiecussa*. ^pni qae o reo leja obrl ado a pagar, oa
dfpoMi.ir a quaulia demandad, e f-lo receliiniento
neo Imparta densa 1 alzuma sebra a direito das par-
to-, e nadl mail do que um inlotloculnrio, que 1 1-
l-o 1 o procesas, he ron nrl la nio ha a plena a coint>lela, que reria nere*.- ,
na ,.a.a o tea juicamente ftaal, tenia a qut h. tof- fr D."" A* ^"",<, *"* Senla eapalMo
neiaolc para qoeotiam ... .-muios...remet.,!,., ...ais [""."" 'lo 'xernl".....,"!" "I"".r" "".'" rto -
impla diseuaaioi aera o onus do previo depoiio, e o-1
uual apreciadoa. como merecern, e nem haveriji
rnaflo para cases que pr oda esa > itrii... aiveraes, m
eviftiasa a mesma prova, e qoe a simples interloeafoI
no rese equipar.1,to n senlenra daliniliva.
Assim ; o termo, que empresa n regolamento pre-
iii-.-r oulra coa
fondo meato em relelo ao fado ; vttto qae ele ja
\ai l.m.'.i.
Raufe, 22 de maio da is'i^.
J. II. Ge Atcofora lo.
Sr*. redirtorcs. Nu eu nDiarOD dp II do eor-
rento >ein ame rerraepnodencia aiaiaaada or It.
David da Nalivdada de Kasm Senh >ra, conlra dou*
olliciaes do bctgoc barca vliamaraea'e.
O Sr. primeiro lentute .'armada Ko/ehio Joj
Auluues, ronlieredor da qualidade* de eu entiesas
01 referidos oflleiaaa, em outra corre-sponleiicii, pe-
lio ao puldiro que su-peole-se o jui/.o nue p -d'Tia
rau-ar aquella correspondera, al que Mes rln-
l{aaemi uorqec linha convicrao de que se defende-
riara eabetmante.
l'.iu qoantu, pois, nao chegam osditoa olli-iae, llie
rogo, em legoimento a est,i, rt pobtieacio de um ; v 1-
ao e uma correspondencia inserios em dou* a Diarios
dan Alagoaa,
Com o qoe, minio ol.ri^ar "u *o KacOe 25 de maio de IK'.S.
Lu/. Jo.-t: Ko Irimies de Sou.
BBSP05T Ao aviso.
Sr* redartorea.Chegaado rfb porio daal 1 cidada
hoja, e sendo-me mu^trado om aviao, q-ie contra
mim, em minha auen*-ia, maudou publicar o Sr.
le me/, vejo-m^ 11.1 obricarflo de >at algamai e\-
plicariles ao publico acerca da quo deu motivo a' re-
te: 1 i.) pal licarjft.
; Sr. cspellio, per Ihe ha ver eonsl ida
ler eu dilo a mena eamai idas o >i iracej que era
alie e ra la vi sem, que se tornava m m ma
pelas calma*, levo m proceilimanto nqanMffavel
e menos digno d n que vala Ol a raspeilavel habilo
otmunicoto.
A I r:,io-a til nda, o lierca da academia, h.ije ft-
culdido do Upcifo, v.n tm deeadencia eomplela,
m tn : elotqaemai. director interino das obras publicas, n qual importante*, a mace,......i lemplot arroinidot, dpsa-
.leer:a despertar l .,!'.-nr i lewel filie,ap,'. lan- so essi-vora, quo O nosso rt'.i'Rlo Ite infunda-
tu mah c a nteenidada aiRama re ihet ha leu,, do, poisquea ponte nSo ameaea d unbamen-
i,i,ibei.i toat earanioolut. Ora. ja nio a*ndo Mo to aleum : ententes Meamos rom tal asso-
l.io pour.i para ;itioell-'s ipi" s i,mi, ac*i .cp rtto 11 -..-. ^ ...
m.i! ,. idoimpo'ioto i""'l"c e ordena a Tus de ,"r'";;', ,""v." eu ch,ra. a,v"s>!i ^"^
um ioj. la, para 90a teja acarrado pela al,, da ra- **n ''s"! obJetO que reputo do importancia.
Vsroveito a p inca para lombrar>
''1" [,.... ai caiaiiooc., p,.rqua que a ra couw.meiil la rl'orma
h.101 emenden o capit ,;, Iluc ge,a| .iosnossosestatulos.pnruue leiilo nido
eonrewiona.loi ha 15 anuos, algumas
.,,.1,,-........ i-..,........ '' '" '"''........' aliet 1
ta.ll.......' : I. .1. ,, ,. "" ti
. 1 ...:..
iiiuieni 1 -. 1 -,i -.li, i+\ba ii
I
l'lllll 'llll-iilr ,|.
Ii.iiii em aban tono. I'oe ,, coraeflo ver no iiipIii
!., j.i-lla cidade Iflo iri>i*', ir-ae exnnaindo o mnvi-
ineiiiii e vida, que anda In punen 01 iitodaale a-
linlaian eona lana aninaijlo. leli/menle o spmi-
ti.iriu qus-, eita' reedilietdu ; lie um aomeolo maa-
nico. (I de S. lleiilu, qut) e acliava lodo dele-
:', o. ,' !,!.1 reparatlo, ^rap.ts ai. iplu itt
r, -lie pret) lenlt nu ns, .i 11 ara ama^poea ,t
:'..,. 1-1 'Plls tllfM-
lnr.1 de 11111.1 obra pin n,.!li r l.ilver il. Mi .1
......o I .ni..- po* e .I.* 1,. ,. 1 i,-;,. ...i 1 ,., ov-
li .,,'......1 s,.ir;....c. ,.--ioiii- nu bin li..., di i,,. 1,
.1 (... ..
I : ;
1 U convenio daa 1 ,r,i. -l.-io- lie um
qoe nao k a a prow bartanle pato que tejara oa fr.nnsr.,.,.' tanto ..., viaRom, m 1 1 ansanUr se
iliM.'tn.i.i de detpedir *e du Sr. eoeaman-
ombara 's raeebidot e riiatolidos, e nle loao 'ip.prera-
dos, nao exprime ootra Mea, que R9o tt):t a a
|i. leroaa 'r oa tmbariMa, ain la que releanle-, rp-
cplinlussim rondpmn.QAo, te nfl, forem piova lot ,,"
dec.ndio, mas uto a de que eaaajwova aja lo plena
e Uto ci'inpl,'!*, mint, .1 que sirio npcess,ria para o
joleamanli) Rnal, f-.., prova eamprida ule lie oolra
se niio .1 que esteja na CliegOria das que o arli't
|:IS do rruiilamenlti eslabaleca nos tliu dilferenle,
paracraplint, e fe for enlendidi nos Icrmos d \ rn-
lirnenta diAleilmenlt te pelara' prodoair na cario e
pprrin,,lorio termo de de/, illas, 1, qut com maio, ia de
raro se ilpilu/. to arlii;., II, hup-piii relarii,, a, tan*
lenca. iiHnilii 11, r lena qup o juir. hilqaa pelo' que
i, -em. qualiti :ara i .. 1,
lie pois fpra 1 ivi I. que *e eiasiaroa a prava,
.ip 1 .i- 1
dinle e seos olliriaes. que rom tanta c mal ler
af-l.ili lade Iralaram 109 paMOReirot ti." presidi de
l-'prnando.
iVo da tecninta veio a |. ,r lo uma penea Inrom-
ln la il levar a htgaacm do Sr. I)r. Cabott e mai
4, percantando eu ae o Sr. rapelllo '.avia
r-mellid,t a Impnrtineia qne sttta iIpvpt aot 1 ffteloea
pela raajeho do ctureiro, liv reeposia ne-
s-iva. A lancha qae veio un.....1 1.....ia receltpo
immediat,mente a bagagen ,1o Sr. Dr. Cabaa*Q, e
parle da ^o Sr. raptlUa, pot nlo poder o> uma ver.
levaj to i's. e n 1 areaall > di laroaf para torva, dioaa
cu. qna bni aalo teria qu o Sr. eooaaaaadanlo,
. l.tmdn em roopa p< r alsunt li 11 o sr. rtpelUo.
a vbriaaiiaa vir 1 bordo dia.r-lb
al&um dever.
ESrAf. 111)3 DE tXPnRTAC\0 PULA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
26 DE MAIO DE I8.)8.
Caualllngue iiirIpz llarlcy<, Jamea Kyder &
t^., (100 aaceeo as-tirar.
Liverpool-s-FJricae inclez titilscu, Whnle\ Kori-
ler k\ C, 7..0 -aero, assucir.
Ilamptoit KoadsBusui inulez tiSapTion, llenry
l-t.rster (\ C, StK) aceoit assucar,
UlbrallaiBrlROe meler.lOlinda, N. O. Ilitbcr
i\ C. l.lo sarco aaaaoaV.
PortoBrigoe porlusuer Amalia I, diversos ear-
re^'trtores, O sacros .sucar.
Itio da l'ral.iPatache lirspanhol l-artno, .imonm
Iruidiis, loo barrica! as-ucar.
Itio da PraloBrigee haopawM ,.Sullan, Aranac
* llryan, 50 barricas a--ui-.tr.
Itio da Pralallriane lte van tV C, bar icas nanear.
Havre(ialira (ranean oOllndan, J. Keller tS C,
122 uceas alodae.
EXI'DItTACAO'
llaliia, timara nacional allorlcncia>. He 01 tone-
lada,, eondntlo o aofninlo : liij volomes diversas
merradorias e ld/.einlas, 937 ,jll0, ,j|Ver,a, mirca-
l.,f,,-.
.Molla e Meliteraaneo, polaca bespanhola Ma-
drona, de 192 loneladaa, eondasla o ,eiuinle :
l.'.HH) saceos ct,m'.I,, Kl arn.ua de assactr, 1,700
cocol com catea.
Itio de Janeiro, Larra nacional Helenan, condu -
rio o aegniMe : 70 pipot cachaca, l.lao mein.
de tola, 330 mullios de palha de carnauba, 10(1 bar-
ncas e l.'.^T saceos cun S.ll.ti indias e 17 libras
de a,sucar, 90 taeeai Cava ta carnauba, 20 saccaa
com I.ISti ain lias p O liltras tle algorUo, :)2 vol-
me, mercadura e-ti ingoiraa.
RKNQAS INTERNAS ,E-
PEttHAlIBi io.
a -'".. 2VO,;-, W
..... KKSOib
. ,.'-.,
CONSI LADO l'liOMM.lAL.
Ken lmenlo do da I a _'.. :,i:iJI,-.i; .
dem do dia 2 57:279*431
tu** -s por'rp
KEt:Klli.l'OKI\ di:
raes n :
lcii.limei.li, do dia I
Idtin do ,l -i
.Novio rrdradoo un da 96.
Aracalv13dias, hiale bratileiro nCapibaribr,
tle :|S tuuelaiias, rapHlia IrajanoA. ta Goola,
aqaipageai.'., carga cera de carnauba e roai, ge-
nerut ; a Lall llurifs de Cerqoelra. l'erlenre a
rnanbaco.
oadeoadedei- R carnead40 da*, palbabol araarieaM aGiaraa
que reqaar o raculaininlo para raeebimenlo da adida, e eamprir roai. alB" dever. Deet}, do 18 loeeladai. eaailae K. E llallo-
*......;-"" rondea......lo. o que a prova.qn.va ,, ,..,,,,,, fl ,,, ,ir 0 .,r Mp.|,,0 .,. aqnipacein 8. rara* 31.300 barrita! con tari-
' '.....--U1" |.1p.i, pil.,- ., d,1 .,.:......i;.., ,.',, I- i.. ,; !. .,.. i:..Lp C. I IVilrme .
''". i ..,...,..., -|.,rl..
1 ll i tonlo I iiup bol : < '
in"ti! ,j daiciitpai |i i,, ..,,-!,- i illival i0rai, arbi-.' do SJ curnmaoilalite Bn i vti.poii que tal pro-I da 180 tonelada!, copiio L. H. Vandu Veldi
MUTIL ADtT

i

-


^
ll Fftivn


X
......
a,
equipag'ni lo, nrff* qs |oe e nni pnnoi
Br.in.le. a llr.ui lis. Perica a Kotnfrlam.
Lisboa30 dise, brigee porluauei Penioglar,
i'.iil.i.i i. capilo lijiiacio V. Fernandez
equipanem 1t. carga tintn, vaailhame e mai'
genero.; a N'o.ae. & C Petlencr a I. i .boa.
K.Iimi 112 din, alera inlcza Margarlllw llea-
neii, da iSX tonelada, eapiMa Jame Aelkin. e-
qnipag.m 15, em lmiro ; a James Crablree ,\ C.
I'erleiice a Liverpool.
N.iio sabido no mesmo ilia.
A ai-.iiyHale brasileiro iNofo Angelina, (-apilan
Joi Joaqun] A. ila" Noves, carga fszendas.
Mareaba* pelo Cura' brigus escuna braiilelro
,r|..iurau, capilAn Jos P. Kibeiro, carga fa-
tenda
Charteelinrapolac.i despatillla ttlndia, capilao
1 >.i Pin. sm lastro.
Cherieatawapolaca lie.panh.da Manocla, capi-
ISe Cubriel Kamenlol; era laslro.
Gaarlfalown pi.Uca keepenleell "Encantadora ,
rapilfli Ja.c Pia; sm laslro.
HavaiMsumaca despalillla Guadalupe, eapi-
Mi J. I''imlenelle, carga a me.uia que trotine de
JJneiios-Avres.
35 0 er 0 C-. 0 a ic "9,= 3 Ilorai.
1 n 0 S' * 0 a bf.s = g 1 Atmosphera.
c 0. m O U f b fi es 5 Inlensi- ? S darte. = 1
i 1 RSSbS. I Cenligradii C* C > i 0 3 2
i i te i. 1 = = ==0 j Reaumor.
K 1 iox>4 1 Fabrenheil
2- 3 a c o. -1 o j llijgromtlro.
2. 0 0 2- ? sagas! a "i-i5:-i-i2 w" 00o? Barometr 0.
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=.l*J
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95
P
01
$M*ar3.
(i ir. Anselmo Francisco Peretti, rnmmrn-
dador da imperial ordem da Kosa e juiz de
dircito especial do commcrcio, nesta cui-
de do Recife capital da provincia de Per-
nambuco, por S. M. o Imperador, que Dos
guarde etc.
l-'aco saber pelo presente, em como ne da
> ile junho do correntc anno, em praca pu-
blica deste juizo na porta da loja de marci-
neiro. na ra ilireita n 3, do Joaquim Jos
deSiqueira, se ha de arrematar por venda a
quera oais der os objectos seguintes : urna
cama de Jacaranda avahada em 40?, urna ca-
mi de ma leira angico por acabar avahada
ri 20}, urna cama de amarello nova avallada
em 1*5, tres camas velhas avahadas cada
urna ora IO5 30, duas comraodas velhas ava-
lladas cada urna em 63 12o, un jogo de ban-
cas por envernisar avahado em 209, um jo-
go de bancas sem tampo avahado em 10-,
dous jogo* do bancas usadas, sendo um geni
lampo avahado em 2*9, urna cama de Tonto
com armario avahada em 120, urna mesa de
amarello por envernisar avahada em 169.
una mesa de louro com gaveta avahada em
10o, una mesa menor de amarello usada
avahada em o, qualro caheceiras de mar-
que avahados em 8/, nina ca leira do bra-
co do amarello avahada em 9, deresute ca-
deiraa americanas vnlhas sem palha avaha-
das en 10o, cinco tocadores sem vidros ava-
hados em 80, seis cadeiras por acabar ava-
hadas em I8.0, urna marqueza velha avaha-
da cm rio, cinco cadeiras de angico velhas
se B palha avnliadasem 59, duas cadeiras de
Jacaranda velbas avhalas om *?, qualro ar-
madnos do cama do vento velhas, avahadas
em 19, dous pedacos de distado de amarel-
lo avahado cm I2J, um banco de maicinciro
em bom estado avahado em 208 um banco
mais Iflftrior avahado em tj, dous ditos de
dito ordinarios valalos em 10*000, urna
sorra de braco, grande, avahada em So, urna
cartelra sem lampo avhala em o, urna
mesa por acabsr avahada em *?, diversas
forramentas velhas de marcineria avahadas
em *i>o-, divrsos pedacos le ma leiras ava-
hados em 30/; cujos bent. Cora ni penborados
a .loaquim Jos de Siquira, por execuco do
Pracbedes da Silva Gusmflo, o na Talla de
liciUntea correr a dita rrematacSo polo
precoda adjudiracao, E para quo chegue
nolicia a tolos os licitantes mandei passar
litaes que serao allixados nos lugares do
costme e publicados pela imprensa. Uado c
passado nesta cidade do liedle de Pernam-
hoeo, aos22dc maiode 1858 Ku l-ranoisco
Ignacio de lores r>andeira, escrivSo do juizo
rominercial o liz eCrever.
Anselmo Francisco Pcrelti.
O.' 149 pare., do sapatos felos na pro-
vincia a l740 rs
O a.- 10 bonetes com o n. 10 metal a-
marelloa2/900rs.
03." 108 pare* lo lavas brancas de algo-
dSo a 210 rs.. .'100 pares de clchelos pretos
a 20 rs.. :i resmas de papel almajo paulado
a 4.i00 rs 6 libras de area prcta a 400 rs ,
2 caivetes do 1 folha a 240 rs.
O 1 90 (rosas do bolflea de osso gran les
a 230 rs., 125 ditas de ditos pequeos a 270
res.
O 5.- 20 cartas de a, b, c, a 60 r., 20 ta-
boadas a 60 rs., 6 pautas a 40 rs., 20 trasla-
dos a (10 rs., 6 garrafas de tinta preta a 500
rs., 6 hvros em, branco d1150 _Tolhas do pa- n v MClonal Iguarassu' commandan-
pel, pautados dors., 8 ditos di tosde1 50 fo-, lo fcnto.io Silveira Haciel Jnior, sahiri im-
Ibas a.19 rs., i dito dito de 200 folfias por preterivelmeole para os portoa d norte .ie
73 rs., 2 ditos do 80 d.las a 45 rs. ; sendo:.!,,,, ,.sc,,ln 0, ,. do ^0 fu!
ro para os quaes recabe carga ate o da 29
companhia
Per amhfioana.
CMarutoM iaCoiiiiaulii
Baiia da fabrica co Sr.I \0
Bchenlie.'
todos estes livrns de 15 pollegadas de com- t
pri monto, o 10 de largura.
K avisa aos gupradiloa vondcJores que de-
vem recolhcr os respectivos objectosao ar-
senal de guerra no dia 28 do correte mez.
Sala das ses.ies do consnlho adnunistra-
vo, rara fornecimento do arsenal de guer-
ra 18 de maiode 1858. Bernardo IVrcira
doCarmo Jnior, vogal e secretario.
Corro i o ir ra.
Kelacao das cartas seguras existentes na ad
ministrarlo do enrreio, para os saibores
baixo declarados :
Antonio Annes Vieira de Souza.
Antonio Coelho de s Atbuquerque(i).
Antonio da Multa Hooteiro.
Antonio Silverio Barbosa da Silva.
Caetano Jos desonza Lima.
Candido Leal Kerreira.
Candido Thnmaz Pereira Isulra.
Francisco Ignacio Piulo.
rranciscu Jos de Vasconcel os Lessa.
Gertrudes .Mana Pastora.
Innocencio Paos de .Vendom;.
Joaquim l.uiz Vjcira.
Leandro Goocalfes de Couveia.
Manocl Perreira da Silva.
Francisco Pereira do Barros e Silva.
Salvador Vicente Sapucaia.
Vicente Mondes Waoderlay.
Ismael Amavcl (ornes ila Silva.
do correte mez, a quai sera depositada no
armaznm da companhia, acompanhada dos
competentes despachos a conhecimentos e
cornos respectivos rtulos ilos porlos do
destino; aleo desse dia nenhinna mais se
recebera Adverte-sa aos senhores carre-
gadores que o- fretes que e\cederem ile I0J
serSo pagos sonde Ibes convier, sendo pago
Gustavo La porte.
Ementa de I. PragerA C. ra da Cnxr.
n. 11 continua aserem depositadi at me-
Inores qualidades de (JiaruUM da Fabrica
'I" Sr. Laporte, os quaes ic vendem .por
menos preco de que em outra qualquer
|iarte ; tambem acha-se a venda i l'm
conhecida marca Missisipi.
BOA IRECOkPEMiU.
Contjnua a estar rugida desde o dia 18 do
abril de 185:!, a eacuva Cosma de Idade pini-
co mais ou renos da 4o annos, com os sig-
nacs seguintes : alt'ira regular, as costas
com duas costuras sendo una no meioe mi-
tra no bombroesquerdo, no lugar da auca
lem uma costura pequeua de ventosa, pos
compridos c secos, an-8o esquerda um lan-
o dormeule por ter tido um pansricio, ca-
bellos cortados, nrelhas grandes, prii-s li-
nas, he ilha do Rin Grande do Norte, c.ons-
tou sor ella casada la mosmo sendo o man lo
isSdiA de Ilam-
bui'go.
!> fronte
da matriz
da Boa-Vis-
ta ilugam-
se bicliasde
Ramburgo,
viudas polo ultimo vapor da Europa, assira
romo ahmpam-so c ebumbam-se dentes a
ouro e prata, apphcam-se ventosas, botam-
- ouvidos cm armas de logo, amola-se todo
o forro corlante com toda perficSo o
prompttdSo.
com Commodos soienlo para uma ou duas r -'."."?!.'?''" T*-'"- ..-
fwnJY f|
0 Sr. conincnilailnr .MaiHuT GorChI-
ves da Silva, caixa da crripanla, csLV
autorisado apannr o 2(1' dividendo a ra-
zaodc2$700 is. poraeco.
Escriptorio da companhia do l>< beribi
1S de mnio le 1858.Guilherme .\u;;ns
lo Rodrigues Sette, secretario.
Precisa-se de urna pequea casa ter.ea
Boa-Vista : qtiem tiver o quizer alaga-la,
dirija-so a ruada Concordia, segunda casa
pegada a una serrara, ila 1 as 7 horas da
tarde, que ge dir quem quer.
Oabaixo issignadolem transferido sea
residencia do Caxang, para o segundo an-
dar 'lo sobi a.lo ii. 8(11. ra Di re la desti ci-
dade, onde continua do i de jnnho proxi-
Precia -t-por nlu_'id do um pretoeg-
cravo, por quem so dar a quautia de 40;
mensaes e sustento, sendo mogo e robusto :
na ra de Hurtas, sobrsdo de um andar n.
128.
Na ra do Trapiche Novo n. 12, arma-
zem, precisa-se alugar duas pretas para o
servlco domestico o igradaudo paga-so
bom.
D I mbelina Joaquina de Albuquerqtn-.
faz publico que tem retirado os poderes quo
dona seu Gibo Jos Ansstacio deAlbuquer-
que rola promocSo que passoo ao mesmo
l^ra liqui lar os bens de seu casal. Itccife
24 de maio do 1858.
--- Prnrisa-se de um caixeiro com algu-
ma "ral ios de taberna, o qual do conhe<-i-
mento da sua conducta : na ra do Caldei-
rciro ii. 9*.
vi; Paij|T(iaigioij*d^1iiTaT*"a*3aTTaTasi- !}:.: J)-so a quanlia de 2.-,c00O por meza
' Beiras n.l.'i, na inesmacaa lem agua < | i ,V. uma ama que tonha muito leile, 0 notrsga
nirifire. '..- lilhn ; assegura-sc bom trfitamcnto : na ra
o:-jfi-j.-;- da l'raia n. 51, primeiro andar.
na erriir-i n> une eli... -,r,.n, .iV, i. ... '"-' ""* i-'saua la mesmo enun i man o ------ ........ '...........- "'. -- j"" !*-
na gerencia os qui h^areni ate esta quan- i forro foj Mcr,Ti (1(| S(. 0 m d no, na profiss-lo do engino elementar, a que
Rio rande do
Sal.
I spi r--;o a qualquer momento nesle por-
to 'i brigue nacional Parabibano, novo e de
pnitieira marcha, o qual depois de uma de-
mora de seis das seguir para o porto de
seu destino por i.er prompto oais <\n dous
tercos ele sua carga: para o reslaule que
falta, escravos a l'reto ou ir de passagem,pa-
ra o que tem asseiados commodos IraU-se
com Braga & entunes em seu escriptorio,
ra. da Midi de heos n. i, primeiro andar.
!) Maria Feliciana de Ulive i'a, fez varias fu- se n* l,l'l|il-,ll> i >' ceita meninos externos
pdase Fui pegada uma ve/, na villa do Igua-j c"mn iteriins, sobre cujo IraUmentO pro-
rasan1 : roga-sc as autoridad
P
DE
SANTA ISABEL COMPaNHIA
qualquer particular que soiibor dclla se di-
rija ao aterro da Roa-Vista n 17 a fallar
com Krederico Cli v -
Precisa-se fallar com o Sr. Domingos
Velbo Marrlo a no.ocio : no aterro da Hoa-
Visla n.17.
Iir>es ei matlea maior solicitnde e ilo-vello. O an-
nuociante que, a torca do trabalho o medita-
dlo no oxorcio de alguns annos do onsino,
uo s publico como particular, sempre ha
procralo prevalecer-se dos ineios mais
promptos o seguros acerca do progresso da
educado de seus discpulos, premuniudo-
- Precisa-se de uma ama para servico i SPC1">lr" qualquer especie de sedcelo que
externo : na ra das Cruzas n 21. ''"ss" '!,r e corromper-Ibes o espiritles-1
Precisa-so de um criado ou uma criada
para uma casa de familia, <]uer forro quer
captivo para servico tanto interno cotio cx-
leino : a quem seivir dirija-se Capunga
Velha casa da Sra. viuva l.asserre ao pe da
do Sr. Bonifacio que achira com quem
tratar.
Quem precisar do urna ama o leile
sem lilho, muito boa, dirija-ge a ra Kormo-
sa, segunda casa, quo pagando a despoza
del la a levara, a qual lem muito bom leite.
\a ra Formosa, casa do lonentc-ciro
Del Vilella, ge dir quem compra uma cor-
Tendo de fechar-so nosles das a galn-
I ria eoflicina de dagoerreolypo lo aterro da
I Boa-Vista n. lorceiro andar as pessoas
'que desijarem honrar esto estabclociraento
a licar com um bel c perfeito retrato, apro-
veitem a occasiilo. Na mesma casa cncon-
tra-se um cmplelo sortimento dos artefac-
tos ero que be costume collocarem-se os
retratos.
francisco Alfredo d Silva Castro, lilho
lo M. J. de Kiguciredo, propriotario em Ce-
simlira.sabendo que mora em I'ernambuco o
Sr. aetauo Jos Garca muito desejava
Ultima hecha extraordinaria
Da
EMPREZAGERMANO.
S.VBBAUO, 20 DE MAIO.
o paquetes
Subir' a' cena
drama em
encllenle o mullo spplailJido
aclos, do Sr, Meiides Leal :
ro esla uro do* dramas que dorante annpie/a
maior arolliimenln rrrehrn da publico, lauto que o
appelbriain Pedro ttm mal* nada sondo a-
quellc rom que o Salpresarlo dea comer aos tn,*
Ir.ibalhos, fu, por esle eseolhido para termina-loa,
como uma rrr.ndarAo do andamento regular dos e--
pecl^ruln, t da alisfsr.lo cum que o publiru a lo-
dM receben e applaudio.
I) arlisla Sinn. que ha poiKo deu o seo ideal de
despedid* ao puldico,au relirsr-se, en) con-equencia
dos seus pa declnenlos phioioof, anda urna ve/., e
para olmquiar au leu rnlleca empresario, vai fazer
a'riliiio de reprsenla! o sen papel de Conde
de Saratano.Por e.le si-nal de amitade receba o
arlita Senua 01 agradeejmeato* de seu amigo e col-
lesa empresario.
Terminara' o espoctaculn com a nova e inleies-
anle comcilia im um arlo, ornada de marica.
o-' *#
Inglezes
UMA LICIO DE CL\Rlflt
D.
na qual tomam parle os artillas, I'. Manuela,
Carmela, Silvestre, Raimando e Liiboo.
O respeilavel publiru receba anda una ve/ n* a-
sradeciinonios do artlala empreiario i>cla eoediava*
rao que Hit prestuu durante ludo o lempo de sua
empresa.
Cometer' as 8 borae.
<) lullicles arliam-sc a' venda no eaeiiptono da
Ihejetro.
-
vapor.
At o dia 90 deste mez espera-se da Euro-
pa um dos vapores desla companhia, o qual
ser o primeiro debaixo do novo regula-
mentO, edepolsda demora do coslurne ge>
gira para o Rio de Janeiro, tocando na Ba-
bia, para nasaageiros etc. trata-so com os
agentes Adamson, Howie c< C. ra do Trapi-
cho Novo n. 12.
AVISO
Reconhccendo os directores desta compa-
nhia a necessidade de orgaoisar um plano,
em virtude do qual os vapores do volts do
brasil chegassem a Southampton no dia 5 !e
cada moz, alim de que so podetse pelo va-
por que sahe d'aquelle porto no dia 9 res-
ponderem-so as c.'irrespo'ijcocias das dif-
ferentes pracas brasileiras ; decidirn! ellos
que os vapores desta companhia deixasscm
de tocar nos porlos de Madoira e TenC' i fe, c
que, a derr.ora no Rio de Janeiro tosse resu-
mida de alguna das. Assim no mez de
maio prximo comeesr a ter vigor esto no-
vo regulamento, e o vapor que sabir de Sou-
thampton no dia 9 d'aquelle mez locar so-
mente nos portos de Lisboa e S. Vicente, e
deve chegar esto porto a Si do mosmo mez
ou antes; seguir ento ao Rio do Janeiro
locando na Rabia. Este vapor ha da chegar
aqui de VOlta do sui a fsdejuoho, e depois
da demora do costme seguir para s, Vi-
cente o Lisboa, oeven lo Sudar a viagera em
Southampton no dia .'> de julho agentes
Adamson, iioio &C ruado Iraplcbe Novo
n. 42.
- Precisa-se fallar com o Sr.
no Jos Soares a negocio de seo interesse:
na ra Augusta n. I, segundo andar.
Pelo juizo de orpl Sos desl cidade lem
de ir a praca por venda, no da 1.- de junlio.
a hora o lugar do costume, o a requenmen-
to do tegtamenteiro e inventariante dos beng
da fallecida 11. Joaquina Jcronima de Jess,
a rasa de sobrado de um andar o sOlSo, sita
na ra da l'cnha n. 4.
Aluga-se um sitio com urca elegante
casa, que tem commodos para qualquer fa-
milia, c foi acabada em agoato do atino pr-
ximo passado ; o sitio bu todo fechado do
muro, ebetn pianta.lo de aores de frutos
todos novos o muitos dos quaes ja brotam,
coinosejam, larangeiras deumbigo, seletas.I
sapotiseiros, mangueiras. jaquoiras, pitom-l
beirasetc : quem o pretender iiirija-so a
ra da Calcada n. 6, das horas da larde em
diante quo achara com quem tratar.
Conservas
id- ses primeiros impulsos de paxoes insensa-
tas, presume satisfazer plenamente a
tativa dos Sis. desta capital e do campo, que
o honraran com sua confianca. Entretanto,
os interossailos que, sobre este assumplo,
prelenderem mais ampios eselarecimentos,
dirijam-se ra da Aurora, casa da Lxma.
professora n. Maria Carnciro l.acrda Villa-
Seca, que ahi sero iicvidamonio informa-
dos.Francisco Xavier Carnciro da Cunba.
rente de 8. Rento destss antigs, sem felio, commumca-lo i para isso pede ao mesmo
assim como troca-so um oratorio em bom |8r-.(,,cj" ?>" dirigfr-seom carta para a
estado.
! onlade do Ceara.
Lotera
DA
franeZris
I. Praeger & C. ra CONSBLH0 ADUlNISTRATIVO.
Oconselho arimPiistratlvo, tem de com-
prar os objectos segsiintes :
Para o presilio ile remando.
2 barricas de farf'iha do trigo ; 8 arrobas
do assucar branco :'5 ditas de arr>z ; 10 me-
d.das novas de vinho tinto ; 8 libras :i3 ditas de toueinho do reino; 1 caixa sa-
lino ; 12 medidas novas de azeite doce ; 3
ditas Quem quizer vender taes objectos aposen-
te as suas propostas am carta fechada na se-
cretaria do cunaeltio te 10 horas do da :n
do corrento mez.
Sala das sessocs lo consclho administra-
tivo para rorneeioneplo do arsenal de uer-
ia2J de maio de ,I8.-Bento Joso l.ame-
nha Lins, coronel--presidente. Kernardo
Pereira do Carmo J jnior, vogal e secretario.
0 conselho ad ninislralivo do patrimo-
nio dos orphSos, cu iliniiua a po* em hasta
publica, na sala de. suas sessoes no dia 28
do correntc, o arre i demento das casas do
mesmo patrimonio, abaixo mencionadas,
por tempo de um anno, quo teai de decor-
ror do 1 de julho prximo futuro a 30 de ju-
i ho de 18J9, segundo o que dispa os esta-
tutos em vigor, a saber :
Ra da Moeda.
4-H. 4.1.Casa terrea.
Ra do Amorim.
:.:>--N. 24.Casa terrea.
56--N. 26 Idom.
Roa dos liurgos.
(8-\. 18 Casa inrrea.
69N. 21.Idcm.
Ra dii Vigario
'I--N. 22.Casa i sobrado de tres an-
dares. ;r
7aN. 27 dem i dous andares
Ra do Entanlarnenlo.
74\, 7 (Msa terrea.
7..-N. 9 | tem.
Ra da Sen/ala Velha.
8I--N. 16.llaga terrea.
W-M, 18.Idom.
Ruda Guia.
83N. 86.--Gasa terrea.
84--N. 27.Ideo.
Ra do Trapiche.
85M. .'!>.Casa de sobrado delresan-
dires.
Recen da hingota
8fi--N 14.Casa do sobrado de
daa.
Ra da rui
87N. ii casa de obrado de dous an-
dares.
88-M 29 dem i,cm.
2""2 1V ~ 'demidem.
'" '- -Idom, lem.
UJ hctanles h,,,^ ,,,. ,,,,,, ,v,.r conl
'"> iladdreg na aa|, iailsPSSeaa do mesmo
ur> crranle.
n.|i,B.,'lar;' ''" ConseHo adminisUalivo do
MWnio^ao8orpbaos5demaiodcl838.
Dr. \ cenle fereira do Reg,
Secretario.
- Pela mesa do consulado provincial s0
Hzpuhhco.que arrcmat.cao d, cavalU
ictencenle aos bens de evento, anonnciada
para od.a 25, fo, transferida pa-a o di. M
do correte, ao mcio dia, porta desta
consulado. Mesa do consulado provincial zr,
le maio de 1858.-0 administrador,
Antonio Carnciro Machado Ros
COKSELH AUH1MSTRATIVO.
O conselho administrativo, om
ment do art '
Cea r.i.
PalhabotO Venus, CapitSoJacintO .Nones da
Coala segu com brevidado, recebe carga a
tratar com Caetano Cyriaco da I". M na ra
da Ladeia do Reeife u. 2, primeiro andar.
para a Bit Ilia.
Protonde seguir com muita brevidade o
veleire e bem conhocido alhahote Hous
Amigos, tem parto de son carregamonlo fro-
tado, para o resto quT Iha falla i rata-so com
0 seu consignatario Antonio l.uiz de liveira
Azevedo, ra da Cruz n I.
para o Rio de Janeiro
n veleiro patacho nacional Rehcrihe. de
primeira marcha, pretende seguir com bre-
vidade, tem a seu borde uielsue de sen car-
regamanto, para o reato quo Iha falta trata-
se com o seu consignatario Antonio l.uiz do
liveira Azevedo, ra da Cruz n. 1.
-*ra o rtto tte Janeiro.
Pretende seguir com muila hrevi lade o
veleiro brigue. nacional Fluminense, lem
parte do seu carregamento tetado, para o
resto quo Ihc falla trata-so com o seu con-
signatario Antonio l.uiz de tlllvcira Azove-
do, ra da Cruz n. 1.
Para o Vio A barca nacional Amelia, proteo lo Seguir
com muila brevidade, para oralo de seu
carregamento trata-so com o son consigna-
tario Antonio Lu/, de liveira Azevedo, ra
da Cruz n. 1.
I*ara o Rio Graiideldo
Sui
segu con brevi lado o brigue iyasileiro
Adolpho ; para n resto na ci .ra c pasaagei
ros, irala-se com Mauoei Alvos Guerra, na
ra do Trapicho n 14
Maraiiiifx) e
Para5
0R!0 lOliOfaTHlCQ
0(1
i:i \I"A CAMBIA, III i ROKTE im RRIlEM TERCEIRA DES. FRANCISCO.
Hidesoacbam erapi.....mais acreditados medicamentos tanto em linturafcomu
m {lbulos,* ieropara.loM.im < maior escrpulo o porpn<;os bastante commodos
g
No rscriptorio do abaixo assignado na ra
do Collegio n 81, vendem-se i-.ilhcics da lo-
tera da provincia pelos seguintes procos
sen lo de 10(;- pa-a cima e a dinheiro a vista.
Bilbetes garantidos 59500
Neios ditos 89750
P. J. Laymo.
0
PARA O
CEARA',MARANHAOEPARA;
O veleiro brigue escuna Graciosa, capi-
tn e praliro Joo Jos de Souza. vai seguir
com brevidada aos portos indicados para os
luaes tem grande parto da sua carga prome-
ta ; para o rstanle a tratar com os consig-
natarios Almei la Coins, Uves & '',. cscrip-
torio na ra da Cruz n. 27.
ilous an-
Si;;iic cm poneos ilial ,
cionaJ Tamcjju, tem .> bordo
da enrga, para o resto nmi I
ila, Im
iloua lo
o falta
n.i-
I.I.S
Ira-
fttm s.
O agente Olireir far leililo por or-
dem do Sr. enc.arrcgado do consulado de S.
H. R. nesta cidade, e por conla arisco de
quem pertencer, dos seguintes salvados d,.
naufragado navio ioglez llenrv Jones, a sa-
bor : urna lanrna gran le e um escaler, am-
bos com velas, maslros e lemes de uma
sgulha de m-roar o orna lanleina : sabha-
do, 2i) do corrente, ao mel iha em ponto,
no aos do trapiche Novo, defronte do ar-
mazem do An Ir Pavant.
Leilao.
.i (gante Pestaa fara leil3o pelas 10 ho-
ras da manha, na porta lo armazom do sr
Aunes, defronte la alfandegai
di:
Vinagro em mens pipas o barris.
in fardns rom co i.inho.
ta-gc com os consignatarios Novaos & C,
largo do Corpo Sanio n. b.
RIO DK 1 .M.II'.O.
A veleira Parea nacional Helena, seguir
com brevidade, por ter ja engajada grande
pane ile sua carga ; quem Helia quizer car-
regar, dar escravos a frote, ou ir Je passa-
gem, para o quo. tem escolenles commo-
dos, trata-se com Braga fc Antones om seu
'soripti.no, ra da Madre de Heos n. 3, pri-
meiro andar, ou cora o capilao na praca,
iVlaraahftn o Para
Segu om poucos diss por ter a maior par-
te da Carga engajada o brigue escuna Arce-
lina para o resto, trata-se com J. II. da
Ifonseca Jnior, o roa do Vigario n, _' I.
(> vapor nacional Persinunga, com-
man.lanto o 8.'tenente Joaquim Alvcs Me
reir, sahe para o porto de llapisgoma no
di i 27, as 6 limas da mnuhSa, e follar no
dia 38, No dia .i de junho seguir para os
portos do Mil ,H- so- escala, e s recebe car-
ga al o dia I a qual sen dnposil ida no
armazem da rompaniiia, acompanhada dos
respectivos despachos e cmlieciuientos.
*orto
Vai ssnir com brovidad" a barca Fernan-
dos 1, quem quizer carrejar ou ir do passa-
gam, para n ano tem escolenles Commodos,
dirija-se a Carvalho & IrmSo, ou| rapitao na
praga.
V
&<*0*.
(oianna ath:.n(;a<>'.
Jos Francisc Collares .\ C, fai
publico que na cidade de Goianna na ':'.
i ra da Ponte n. J, tem eireclivo a lo- ';:;
\. do lempo carne do Ceara da mclhor ^i"
;,. qualdade que he, pelo preep do Re- :?;'>
'..i c'^ e m*'8 "l COnts do que. em .;';.
gj qualquer outra parto; os senhores ':'.
't de engenho que por s,-r muito ar-n- './
2* go delles, que uo qui/.orem ter o s<;j
'..' trabalho de mandaren ao Reeifo, po- i.':
.:\ dom dirigir so ao mesmo armazem .--.
I.'! que se prometi fazer todo negocio ';::"
com outros geneos que os meemos @
.- qui/.orem trocar. i_';
Precisa-se de ama secca
Corpo Santo n. 17.
na praca do
Cruz ii. II,
avisam aos seus iregiiezes e ao rjtiblico
em geral, que pelo ukimo navio cftegado
le Franca, receberam um esplendido
sortimento dai conservas mais linas da la-
brica le Bassct como:
Saucistes naturelles.
Hilo truflees.
Itoeill en Daulic.
Pricandeaua Oscitte.
Dito aux Pois.
Itouding noirs.
Pats de faisn Irullcs.
Hilo ii! giliier .lito.
Dito trulcs vares.
Dito dcPerdereaux trulles.
Pieds K' montn.
Pied poretrufe.
Tete lo veau.
Civet lo lic'vrc.
S;:lsili\.
.Montes au lilcu.
Ijiiis louhle.
Bonilion gras.
Illiennc.
Ghampignons au jtis.
Sardinri al'heulc.
Oseille pur, carottesnujus, ocllc no-
commodeasperget, cliou.x de Bruxel-
let, PetitoPaisetc.,etc.
Orden ten-t ir i Id Carino
O secretario da vcneravel ordem ter-
oeira lo Carino desta cidade, cm nomo
a mesa regedora convida e roga a lodos
oscarissimosirmaos c.v-mesarios da mes-
maordem a comparecer em seu consis-
lorio no domingo50 do corrate as 8 l|2
liort da manlina, alim de emitirem suas
opinioes a respeito do novo compromisso
rjuepela commissao fra organisado p;i
i a legimcm da mesma ordem.Antonio
Pereira de liveira Kamoi, sevretaiio.
Irmandado do SS. Sacramento da matriz do
bairro de Santo Antonio da Recifp.
Polo presente sao convidados lodosos ir-
moa da mesma a com oarecarem em o nos- nrvTP Wl- rtnfT'llMT rtn
so consistorio, no da 30 do correte, as 10! i fc,\ I h U. liAlH I LIHrUi [.MT
horas '-
Ca de
hita de 34
ila de 56
Dita de t8
l'ila de 60
PROECS FI\()S
tubos pra ndes.
,.

in/hoe
15*000
205000
25000
3090O*
1*001
2*000
> .
Tubos avulsns a
Irascos de linturradenioi? on<;a.
Manual de medicina homeopathica do Dr. Jal.icom o dic-
cionario dos tormos de medicina i. ...
Medicina docaeslica do Dr llenrv......: .
rratamento de cholera morbus .....
Repertorio rioDr. Mello Moraea..... .
.'O.;0H
tc;oog
2/ooe
? f I .? I > -,
* IM'.HRAS PltKCIOSAS.

TU


, n. i?? ?*?
*
I OtIRO E PRATA.
Uua i\o Cabula' n. 7.
Arlerfrof.lr brilhan'e*,
diamanle t perolie, pul-
"ir.is, aJIlnile*, briuce ^
b rozelaa, belOes eannaii S
ile differenlee aeelae e .ir
divereas pedral de valor. V
>
Cnmpram. vendem (|<)f5 yanorPS
Irneam prala. niiri., Iri- I
;ehem po
r f!>
A'lereroa cnmplelna de <.
are, meioa diln, pnlsri-
'* raa, alfuieles, hrinroi e *
: rnr.elaa, cordes, (rancel-
v lins. medalliaa, frrenles v
-i' e enfeile* para reloeio.e *
* oiitro mailna objertasde
+. ouro.
lhantee,diamael.> e y re-
* Aparelhof completo de jj
I QraTfflras
') padre Francisco Jo.To de Aze- (?)
'A vedo, achandn-se presentemente /<<
*7 nesta praca, e occupando-se priva- *^
H tivamente na direccSo de seu estaba- (W
A 1.'cimento chalcograidiico, incumbe- 6*
,*",v se le esecutar com toda a perfeicJJo ,.
revidade quaesquer obras do gra- W
(^ vuras tanto a talbo-doca como a re- (0)
fg| li^vo, registros, retratos, lettras com- g
,*? merciaes, bilhetes de visita, mus- *
cas, etc. ; o desejoso de levar o mes-
mo estabelecimento a maior ponto,
espera que as pessosg, que prelen-
derem taes objectos, nSobesitarSo
1$t em o pocurar, prestando assim uma
i ellicaz proteCQ&O a que o annuncian-
*; to sera estrema monte rcconhecido.
i-j Pode ser procurado as Cinco Pon-
'^ tas, sobrado da esquina confronte a
fy matriz nova de San-Josc, ou na ma
*! do Collegio, na livraria dos Srs. Mi-
'#) randa > Vasconcel los.
Na hindicSo da Aurora precisa-se
de srvenles forros ou eseravos, para
servieo dcli.u\o decoberta.
^
i
i
i
s da manhSa, ura so proceder a leicaol RECIDO, DE FUVELLE-DELEBARR
da nova mesa que tem de funcemnar no1
anno de 1858 a 185'J. Consistorio da ir-

Faco saber ao respeitavel publico, que
nSo facam negocio algum com Antonio Jos
Salgado, morador nesta freguezia de Santo
Vnlao, com uma letra aceita por II. Isabel
Mariade Mello, oassa 1a a lanos [ laueiro
prximo passado, da quanlia de 5:0009, que
ha uma grande duvila em dita letra. Enge-
nho Pomhal 30 de maio de 1858.
rrancisco Virissimo .lo Rogo Karros
A ) Rio c- o le i' i Norte.
O abaixo assignado, no tendo po !i lo des-
podir-se rio tolas ns pessoas com quem in-
tretovn rrlsajAos e amizade na provincia do
Rio Grande do Norte, quer ,.s de de
quer ns r.i Ii- le, 'in razSo ,ta che-
gads in lo Iguarassu', n o curto
lempo que modiou da rbega la o partida do
referida orissj a lodos esses dirige
seus cumplimento* om despedida por mel
do-io ; agradecendo-lbes igualmente isma-
neiras gttenciosas com quo o trataram, e
Ihes offerocc nesla cidade sei s servieog Pi c-
vabce.se. desta meama OCCasiSo para decla-
rar que, suppOe daih se ier retira lo quites,
o quando por ventura alguem haja a quem
Qcasse devendo, espera que essi pesaos se
digne dirigir-hio sua cunta, que ser satis-
feia- Recife 25 de maio lo is.'.s
l.uiz i.opes Castalio Branco.
man lade ^7 de maio do 1 858.-0 escrivSo,
Francisco Antonio de Brito
A casa da ra lijroita n. 77, portencen-
te a Anua Joaquina dos Santos, so ai-ha hv-
polbecada a vana do fallecido Manoei Luiz
de tbreu : quem se julgar com direitoa
musma, haja ,1c annunciar.
Desappareceu na noilc do dia -25 para
II nhecer O lia 26 da corro ite, tros eaval-
los, gen lo um ruco de cangalha e sella, car-
regad ir e galopea, rauda curta o clin.is tra-
tadoras, bom agudas, outro eardSo frecna,
carreg c esquipa, e outro easlaoboescoro
pequeo, com uma picadura ao lado em ci-
ma das costeiias, iodos amagrecer ni em
, os quaes cslavam no sitio da Iha
lo Retiro, d'onde se descnciminharain :
quem os pegar, dirija-se ao Forte du ilattos,
em casa de Joaquim Francisco do Alctn, que
sera graliGcado com Oo.
--- Vende-se uma cabra (bicho que da
meia garrafa le leile, pouco mais ou meos:
quem pretender, dirija-se a ra Nova, boa
li 8. '
Ddssppareceu no dia M quiuts-feirs
docorronle mez, da casa da ra de Santa
Rita n 58, um pardinlio ,1c iiom ApoloUlO
;livre) levando calca de brira escaro, e ca-
misa blanca de preguinhas muidas, lilho de
Uaranbao, estando nesta provincia em com-
panbia de um tu. : quem dclle livor noticia
pode annunciar por este jorn>l para sur pro-
ido, ou liva-io a mencionada cas-, sendo | peraeOea manuaes u instrumentaes, quan-
do niin possa conseguir resultado por meio
la hnmeopathia. que tantas vezestem ven-
cido difJiculdades, quo parociac insupe-
raveis'.
>E PARS.
Quatro annos de experiencia tem assegu-
rado aos pentes de caoutehouc a toga que
boje tem, nSo s cm Franea como no m-
ele inteiro ; sao sem contradicc&o os mais
agradaveis de lo los os pontos, mais liran los
que os i!f tartaruga, sao os uniros que nao
fazem caluro cabello, por causa da oUctri-
cidade quu conttn.accresccndo a oslas van-
s a do nao soroin mais caros do que fifi
de bfalo. A esta admiranvel inven<;3o de
exposieao univoiSTl d" 1855.
-.'.-. .-. .......,..-,.-..-,..% v m -
-.-.. ......-. -. ::
_ (i lo. Carneiro Uonteiro na casa de 5
'-. sua residencia, ra do Queimado n. .'-,
' 10 primeiro andar, recebe docntis
para tratar.
Defronte da ordem tercei-
tle v. FrHfieseo
CONSULTORIO IIOMEOPATHICO
DU- P. A. LOBO HOSCOSO
M 'dico partezro e operador.
<) Dr. I.i')m MOSCOSO, OS consultas lodos ns
dias epratica qualqueroperacSodecirurgia,
assim como,accode rom toda a promplidiio,
is pessoas ;ue precisarem do seu prestimo
para o servico de partos, praliramlo as o-
* oiai de valor, a dinhi ii i,
, un por ol.ras.

its o^vaporesda lo
,,:.;. "Stlirmdl) til.- 1-* f"'* p"ra '"' bandejat, *
M |l HMlirdUUIIIrl|l silvas, c.sliraes eelheru
im liemo ,'si<>, ti n
!.' ranea
ile upa e de cha
tm niilrof objerto
e mu- m
de *
r* .S n\-i- prata.
de Lisboa as quaes vendem por
pre^o comiiif^io com< eostiaiiiam.
de
(I:.
Na livraria n. 6 e 3
;;. pracH da Independen*
c precisa-Sd fallar o
ofau, que morou na ra
do Arago e teve niarei-
ueiria.
- o deposito pi incipal
los mais aiamados ciniru-
it s la Ittiiliia lo Sr (sus
favo Lapoite, acha-se
hoje em dia nte < ni i ;
Sciiapliietln & ('., ra
Cr.iz n. 33.
Eogenhcida
POEMA DIDACTIC0-IIER01-C0MIC0
pelo
Dr. Jos l'iirari.
Acaba dechegar da Bulla, a presente
ulna, eojo principal lim lie raostrai a
importancia ea nrliicnciii que lem, SO-
lire o progresso da sociedade, un enge-
nho de fabricar assucar. Seu autor com-
para o assumplo de Sha nina com helas
os fabricas que no Brasil existeni, c pe
patente quenenhunia da' man.ros resul-
tados, era sustenta mais o commereio,
Jo queo engenlio de assucar. Aclia-se
a' veiul.i na livraria da praca ila Inde-
pendencia n. Ii e S, por S.s'Otld rs. ilous
volumes de bella e ntida impressSo.
ATTENCAO.
Na ra da (.loria n. 60, uma genhora casad*
proiOe-se a vestiranjos mortns o a geuhoras,
inlo a casa dos meamos ; adverte-se que
veste por precos muito commodos : quem
lo seo presli do seqnizer ulilisar, dirija-se
a casa ania referida.
guro contra
fogo
COMPANHIA NOIUHKN. ESTABELE-
CIDA EM LONDttES.
Vremios diminuidas
AGBNTES.
C.l .Astley Sj*Corppanhia.

itua da adeia e S.
Francisco n 11 15,.
escriptorio de advo-
cada.
(i liacliarel formado Manoei Morel- *
ra Guerra, tem installado o seu es-
; criptorio de nJvocacia na rus da Ca-
! deia de S Francisco sobrado n. II It. i
fiy onde ollereco os servicos de sua pro- B
lissao as pessoas que o quizerem ,,i
- Iiunrar rom a sua conlanr;a, podendo j
;!. para isso ser procurado qualquer S
;;. hora de todos os das uteis; o mesmo
. baebarel encarreRa-sc de qoa*squer Q
;; i. cursos ou o Jiros negocios forenses ",\
lo interior ca provincia, quo pe
raiitc qualqurr tribunal ou repart- D
Cao desta capital lenham do ser ven- i
filados, para aue llie poderlo ser en- .4?
derogados err caria fechada ; no qu,
tudo assegora o maior zcloe promp
lidio. *os precos pobres e pessoas SJ
desvalidas presura todo o trabalho >j
gratis. -v;
SU
--?
-i
?

^Vze
as.
abaixo assignado participa ao res-
|Kiia\c| publico desta praca edo centro,
'pie continua a ter um completo sorti-
l.i/.endes
ii;;le/.as,
cumpn-
f>reri<--se de um cozinheiro psr
pessoe estrangeira: tratar no escriptorio
da estrada de ferro, las 10 horas da i
previnido tambem a quem o tiver oceultedo'
de so proceder contra quem quer que for,
como lio de juslica.
Precisa-sede um menino do 12 alt
anuos, porluguez ou brasileifo, para caixei
ro de urna taberna na cidade do Unida : a
tratar em lora de Portas n. 40, ou na ci lade
deOlinda, ra de S. Bciilo ao la,lu de S.
l'edro Velbo.
V5
l'ara o Rio de Janeiro sitie com mu-
2-. do regulamento de u de ta brevidade o bem conbecido brigue Ssgi-
SiiiS.tE^ queforam tarto, o qual lem a msio: psrU do seuc.r- ls3 d. tarde,
a ..it.,s m propostas de Francisco H.riel de regmeuto prompto : para i, restante e pas-
tos o, 'eliL"""^' ?'lr!'S: K"nVM'"' ''"" M.......Irrancscod. Sra D M.ri. k.....,,,. .i.. ,.
NocoeiraA Soum .';>nl") I orretra, o iiva GarrlC., ra do ianon t.. ,,r;........ ..... ida. iri..... .., :,,.
iiubueira at souza a (., para lornecerem :'anu, ou toni o capilao a bordo. Ireio receberduas caria .
DO
itcrameiito da matriz
(i'i Corno Sant'^
' da miiaii,!.... do SS. Sa
craun uto ,.. mal, i/ .,, ,;: pU SauUi convida
a todos os seus irmos para quesed
comparecer domingo SO de maio, as 10 ho-
ras da manhSe, lio consistorio da dil ma-
triz, alim de que, reun ios em mesa geral,
proceda n a elei ;3 da n iva i esa que lem
,ie reger esta irmandade .uranio o anno do
tso-, a 1859.0 ihesoureiro,
Joo Fernandes Bsplista.
Na mantia do .lia i .lo corrente fugio
do engenho des Matas da freguezia do Cabo
ro ci ioulo, de oom >. Vieenle, i
annos le idade, altura regular, com I -l11 de
ientes na ', I can la, I ii ef
loa
Ilomeopalhia
ii hr. Sabino Olegario L. Pinho,
O
tendo de
todas as
e suissas e precos minio em
nasna Ion n. IS aterro da Boa-
ment !
I frana / n
conla
Vista.
Uuarte Borges da Silva.
| flO.\StLfOBI HOMEOPTICO 1
-. v ... '.3
-.... -rrrr
O Si. Domingos da silva Torres tem
uma carta na ra do Trapiche, armazem',n.
'& O hr. Ignacio Firmo Xavier, roce- fj|
jj*j be em sua casa de saudc, que fica ao
2 norte da cstiada da Passagem da J*
W) .Magdalena, ent'c a ponte grande c a W)
(&f pequeua do Chora-Menino, todas as (ty
4k pessoas loeotes, aliancando o me- fe
& llior trata ment, o maior xelo e cui- J*
'..-. dado medico, o local em que est fft
Z*, edilicada a casa destinada para esse
m
asa de saude|
i
.:-
po w e Uossa Hora ti
DR, LOBO lOSCQZ*. S'|SSk
miste,r as regras bygieoicas, sobre ^a>
as quaos est construida, os commo- w
dos de qoe ilispOo, o aceio, ordem, fB
c rcgularidaie que ahi ge encou- Jv
iram. sao con liejes ponderosas para T?
urna breve cura e completo resta- belecimonlo. As pessoas que quizc- js
rom utilisar-se de seo prestimo pi- S
doui dirigir-so ao pateo do Carmo, wt
sobrado n 9, primeiro andar, das $)
10 horas da manhSa as 3 da tarde,
e dossa hora m diaulo no seu esla-
nisar aHistoria da horneo atnia do- -. nuada Cadcia de Sanio Antonio.-
.....! ,. .. ..... I........ .1 ~ k 1 ,____..__.^1._*
raute a ept lemia do cholera,roga a todos
os da ver lade qo.'r desta provincia,
lo imperio, que le forne-
i o com a maior b'evi lade possivel, quaes-
q '" oci mentos, informados ou nerrc-s
I ara a c\ccur iu
- >< obi a. M justo qu si asi conl
os nomos de ln.li tilo ca-
larmlosa quaiifa snreorreram a alllicta liu-
\o com ull...... ntral homeo-
pathico i uto Amaro (Mundo .Novo
ti. .
;'. (i llr Augusto (.ameno '.! mi
.--. Silva Sanios, iniidou SUS losidencia .-
i i a ra do (Jiicimado n. 10 pri- 2
; meiro andar aonde pode ser procura- '['
..i do para exercer qualquer trabalho
i / de medi :ina, cirui pia e partos.
, ..-
lio chegado a loja .ic Leconie, aterro
. ..
Francisca do narros, moradora der tirar
na Embiribeira j paga-se com gneros! lade pannos, sanias e espinhas, igualraentee a-
a quem o prender e entregar no Recife ao femado oleo babosa para limpar e fazer cres-
Dr. Ignacio Joaquim de Sonza Leio, na rus cer os cabellos; assim como laldc
!"''': na ma do Uu"ilo- a Albino lyrio de Florenca para broto es |M-rida
., U Dr. Lobo Moscozb faz scente
'."} arpiem interessar rossa pie tem -'
;_; commodos cm sua cusa |>ara re- ;;
ceber alguna escravos nao s pa- ; .
i ,i Iralai cnterm da
. como pai i l i rpialcpicr op -;
> traa
.o |n 1.1
pan i




alio-
IM.
dade da
c recebe gra-
pessoa
lose i e;i,-,i .,
uho Hatas.
dn Un1. i,o RO dio
dado Ja .iiuiorosa da vida.
pola h.i'iiii,|.,i',li!,i
palliia, conloriiiL'
conve.nienlc pai n
cura. Advert
tuitamcnte uma ou ouh a

cas nao possam satisl'azer ns
: tni nto e i'" i rineira
sujetar-sc a ir para os hospitacs.
U precn do Iratamento dos esera-
vos regul ira' <1
da moles*
ta e o tempo e coral \ o.
0
i
Preelsa-se de um caixeiro: na padaria
da ra Uir.'ita n. til.
--- 50 dia 21 IChOO-Se una pulsoi'a
sabida do theatro de Banta Isabel a pessoe
a quem i ertencer, pido dirigir-se ros de
Apollo n. I."., que Ihe ser entregue, dan!.
"s signaos.
,is aiiminisl adores da msssa ulh.U
le Josi loas Sun,.-.- avisam i lo los os Srs.
nres para viiem roroli.ro iiiie-divi
leudo du lquido .pinado da loesiua illa -a,
I na ra do Collegio, escriptorio do adminis-
; trador Policarpo J is Laymo.
JO,000 r.
s. (
le gratificaco

-, ........ -. ..
i'i'-'oi se de um 1,-i'or. |
pas Iralai i ertu ,ia
11 atrstai na u.. de Apollo n. 24.
No dia do c irre isappareeea do
Rio Pormoso, e ppO se ter vindocom di-
rcecao a esta CI 'de, o isciivn llourique,
ci ioulo, de 19 a 20 annos de idade, cor fula,
o.orpolento, tem bistr.ntcs e visiveiS signaos
IS, e umi cicatriz sobre a junta do
dedo grande de ui 1 los i es, no andar lirma-
-. ,!,'f uto qu
lirou o ig becbigas: i
[rehensfio as autoridades policiaea.e aos r,<-
pitles de campo ; da-se s gratificacBo de
i, entreganlo-o om Rio Formse a
i, ',i->,ii/.i i:.', i ein.s, ou uesla eidada a
lo iXniouio la i' ..ha Irmos, na ma da
Msdio do eos n. 3.
MMTII ARO
II FRIVFI


MAMO DE PEKNAMBUCO QUINTA FEIRA 27 DE MAIO DE 185S.
P
Lotera
IROVINCIA.
O Sr. thesoureiro manda li./.ci pu-
blico que se aoham a venda lodos os dia*
no pavimento tonco la casa da roa da
Auroran. 2t das9 boras da raanba ;is 8
il.i aoite inn sortimento completo le nu-
tnc us de bitbetet c meios la ultima
parte da terceira e primeira da quarta
loteria do hospital Pedro II, cujas roda
podaran impreterivelmentc no dia 2 lo
prximo mez dejunho.
Thesouraria das loteras ~2i .Ir maio
de 1858.O escrivSo, J. M. la Crin.
-- Precisa-se do urna ama forra ou capli-
va | ara comprar e co/.inhar, paga-sc bom :
narua da Florentina, casa lo Sr. Goinbra.
O8r. Jos Alvos Loureiro, natural do
ronsalbn lo Bastos, em Portugal, vindo pa-
ra esta imperioeoi isvjou 1800, quaira di-
iigii-se a ra la Cadeia Volha do liairrodo
Reeife ii. 83, a uegoeio do. familia. Roga-se
qualq lar pessoa que lenha conheetmeoto
OO noticia antigaou moderna do dito Sr.
Lonreiro, o favor do o participar na dita
casa, pelo que se Ihe lioar siimmamonle
agradecido.
Debaixo de toda a garan-
ta*
. .1. llundcr, cstaliclccido com leja de al-
taiate na ra Nova n. 52, seientilici no res-
peilavel publico, que se aeha prornpto a de-
semponbar toda e qualqucr obra, tanto para
o civil como para militar, fcila pelos me-
mores olliciai'.s o oostitroirns, com minio
acuioc promptidlo, por proco razoavel.
Joio Ferreira do Carvalho avisa a quem
livor penhores em seu poder, que os TSo
tirar no prazo de 3 dias, do contrario sorfio
vendidos para sea pagamento. Olinda "24 do
na 10 do 1838.
Vaccina pu-
blica.
A reparticSo continua a funecionar no lor-
reSo da alfandcga as quintos e domingos,
o na casa do commissario vaccinador, ra
oslreita do Rosario n 30, etn todos os sab-
bados.
Imagcns.
Precisa-se de tres imagens, sendo una do
iilior Crucificado (mesmo sem a cruz),
nina sendo Pinito perfeitas, nao leudo roais da
un palmo c mcio de altura, comprchcni'cii-
donasduas ultimas as peanhas: quem as
litcr, ni cada urna de por si, e uerendo
trocar, appareea ou mande com ella a rus
ds 1 kd ia do lenle, primeiro andar da rasa
n. 6, que, agradando, far-se-ha qnalqucr
negocio;
Lotera
ha
provincia.
na lo declara que do boje
em diante compra brinetes do loteria reco-
llu Jos com o deCOnlo de 20 por cento seja
qual fo a quantia : na ra do Collogio n. 21.
P. i. Layme.
- ?a ra da Cadeia, di-fronte da Rolaran
n. 98, alngam-8e e vendem-se superiores In-
edias hamburguesas.
i de un rapaz para criado : a
i ratar i i ra de Apollo n. 24.
IM)l SII1IA PERNAMBI CANA
":
'Ol
FABRICA A VA
RA DOBRUMI
prxima u fuudic&o 8?
do Sr. Bowiiian,
Tem efTectivamentc as suas acre- j,
ditadas velas do composicSo : arden
o. tem a mesma duraca"o das de es-
permacote, eouslam l/Oco a arroba.
i ambem lem I carnauba mais or- y:
narias de f. c 7 cm libra a 129 a ar- ."'.
izas. '; ;'
t saboaqul fabricado bo de pri
utir qualidade, o que SO arante
fSSS
- i laudio Dubcux ja tem velas mistas
para matar forminas.
Piernona Histrica BlOgrnphica do Clero
P xnambucano, pelo padre Lin lo
UonteCarmello Luna.
So alguna dos Srs. que se dignaram assig-
nar esta obra, ainda nSO receberam > seu
respectivo excraplar, podero mandar peo-
nara-lona casado autor, na Can boa do Car-
ino, sobra lo do dotlS andares n: 38, onde
Lamben) ost a disposicao do publico o rcsio
dos ejemplares i tacada um.

Urna pessoa de vid* mente habilita-
RIO Foruioso
Ansentou-se da casi de seu aenbor, o pro-
to Flix, crioulo, de*95 anuos, estatura re-1
pulir, nariz um tanto chato, mSos bom es-
tojadas do servido de padaria, enas costas
alguns signaes e chicote, be bastante re-
gruta, elevou camisa e ealca de algodiozi-
iilin azul : roga-se, portante, as autoridades
policiaese capitSes de campo a apprebensSo
do mesmo escravoi e entrega-lo eoi Dio For-
moso, padana do Miguel, ou no Recifc so Sr,
J isi Doarte das .Noves, que esta antorisado a
gratificar com generosidad'".
Precisa-se de urna ama para eozinbar :
na ma do Crespo n.-23.
-- Precisa-se de urna pessoa para sociar
com outra, que entre, com fundos iguaes,
sendo urna taberna bem afreguo/. i la ara a
trra : a tratar no pateo do Hospital n. 16.
Precisa-se de um caixeiro com idade
de 12 a 14 anuos- na ra de s. Direita n. 14
MUDANCA DE DOMICILIO.
O abaixo assignado laz scicnto ao respeita-
vcl publico e especialmente ao corpa do
commercio, que uiudou sua loja de azendas
do atierro da llua-Vista n. 10 pira n. 4 : zon-
da seus numerosos amigos o bous l'reguezcs,
continuara!) a acbar um lindo sortimento de
fazendas inglesas e francesas, e a maior par-
le ''.estas serfio vendidas cor menos de seu
valor, para liquidar seu antigo estabeleci-
mento. Itecife 23 do maio de 188.Julio Ce-
sar Pinto do Oiiveira.
Precisa-se de um hbil compositor,
coro capacidade para dirigir lypograhia do
Diario das aJagoas, na cidade d; Macci,
isto com urgencia : trata-so na ru.i do Cres-
po n, ti, loja de fazendas.
A cominissio eiiearrcgada .lo benefi-
cio, a favor do asylo de infancia desvalida
da liba dcS. Miguel, previne aos Uns. Srs.
que tiveram a bondado de aceitar cadeiras,
que os nmeros dos bilhetes nao servem
por tor havido engao, podem sr-nlar-.se
sondequizerem. Restara alguns bilhetes de
camarotes do terceira orden), de (latea c Je
varandns, que cstarflo expostos venda no
dia do espectculo, 27 do curenle, no es-
criptorio do tbcalro de Apollo, das 10 horas
daMnanhSa em liante.
Ouem precisar de urna ama perfeita
cozinheira, e propria para todo o servico de
rasa, menos engommar, dirija-se ruada
cruz do Reeife n. a, tarceiro andar.
Arrcnda-se o segLiudo andar do sobra-
do n. :5, na ra do Livramenio, com quin-
tal e excellentes conimodos : a tratar no
mesmo sobiado.
Oflerecc-se cm um engenho distante
desta praca 5 legoas, um sitio com encl-
lente easa de vivenda, fruotoias hsstantc
terreno parase safrejar otterece-se tambem
grande vantagem para se ueimar cal an-
nualmente: os pretaadentea dirijam-se
ra Nova n 44. tarceiro andar, ou ao enge-
nho Gorjacari, no termo de tgnarassu'.
l'rccisa-sc de um olciro perito cm seu
ofllcio, para um engcnho porto desta praca .'
na ra Aova n. ii, teiceiro andar.
Quem precisar de urna ama de leite,
dirija-se a ru- da Roda n. 15.
-- <) Hr. Jos Sergio Ferreira embarca pa-
ra a corte, o pedi- desculpa a lodos aauelles
amigos de quem nao pode despe.lir-se pes-
soalmente em eonseqtieneia da molestia da
qiio sollreu uestes ltimos das, a otlorece
seus diminuios prestimos Daquelle lugar.
-ODr. Jos Sergio Forreira deixa eo-
carregado de sua clinica nesta cidade ao Sr.
Dr. Rozendo Aprigfo Percira GuimarSes,
morador na ruz do Aragao n. 12, bfirro da
l!oa-Vista.
Antonio Luiz de Oiiveira Azevedo, tem
para vender nosou escripiorio, ra da Cruz
n 1 ou no sou armazcm da ra do Vigario
n. A, yiniio do Porto cm caixas de urna c
duas duzias.e Jacaranda superior.
Afcnc o.
Faco saber ao publico para provenir qnal-
quer suspeita, que da Sra. minha mSi D.
Uuibclina Joaquina de Aliiuquer|ue, nunca
taes poderes me foram dados para agora se-
ren tirados, nom mesmo vejo em |ue se os-
sa fazor qualqucr liquidacSo; s se estes po-
deres, le que me antorisa a pbantaslica pro-
moQSo, me foram dados m razao de alguns
emprestimos de dinheiro quo liz, e ainda se
me deve, de ler-me incumbido por alguns
lempos de sua manutnuc.lo e de sua filba Ma-
na .ioai|uma do Albuquerquc, a quem um
cancro invijoso devora, ue surte, que, fez
nutras manas deisarem a companhia da Sra.
minha niai, para constituir-se un ca herdei-
ra do pie ella possuc : pois ella be a origem
desta invcncao, ella toda sisraatica de sua
prelenc^o, quii acabar com oque nao exis-
ta. Dos a proteja. Reeife 26 de maio de
1858.Jos Anastaeio de. Albuquerque.
sociedad: 1
Acaba dechegar para s fabrica franco-
za de calcado do atierro da Boa-Vista n. 52,
pela barca franceza Olinda, um grandiasimo
SortimentO dos bem afamados ealea ios de
Suzer Nantes para homem, rapaz e meni-
nos, couro de lustre o becerro com lila e com
borracha, assim como quo pela primeira
vez apparecem os aapatos elctricos nova
iiivcnefio que receben as maiores recompen-
sas por seus beneficios salutares,
-- Vende-se una casa terrea com bom.
terreno atraz sita na ra da loria, por pro-
cocommodo*.a tratar na ra ^ova n 21
tarceiro andar.
Vende-se milbo multo novo a 4.so rs. a
cola, feijSo amarello de Liaboa a son rs. a
cuia, al asta a "-''I a libra, cha prelo UGllO,
dito bysson a %}, manteiga franceza a 880,
dita ingteza a 960, toicinbo de Lisboa a 4u0
rs. a libra, azeile loco a CO a garrafa, vi-
nagro de Lisboa a 320 -. no pateo do Panizo,
taberna da estrella n, l'i.
Vende-so um bonilo cavallo rodado,
bom andador de baixo a mcio, mullo gordo
e manso, por isso proprio para una senho-
ra : para ver, na cocbeira do Sr. Joaquim,
na ra la Sen/ala Nova.
-- Vende-se una eserava n nula, de idade
le 18 anuos, mullo sadia e robusla, a qual
be sollrivcl cozinheira s tem alguma prati-
ca de costura e de engommar : quem a qui-
zer comprar, ontetida-se com Joaquim Josa
de \morim, 0a roa de Apollo n. 6 A, o pial
dir o motivo porqne a vend'.
Veude-sc una negra de 18 anuos, co-
zinheira, cugomma leira, e faz renda; um
cabrinba de 14 anuos com habilidad)-, c um
cabra bolceiro : no pateo de S, Podro n. 6,
se lira quem vende.
Na fabrica de chapeos do aterro da
boa-Vista u. 62, vende-se loilc puro a 320
garrafa, e sendo queem algum dia seja fal-
sificado pelo portaiior que o conduzir do si-
lio para a mesma fabrica, o comprador dei-
xaia de, pagar.
Venli-m-se ipiarlos para carga o 1
1 bol manso para carrosa : na ra Imperial
n. 31.
-- Vcndc-sc um cavallo bom esquipador,
an.la hiixo le mcio, tem boas balnlidades
para quera quizer aprccia-lo quem quizer
comprar, dirija-se por cima do consulado
inglez, na ra do Trapiche n. 13.
|9 Vestidos cotii I) jhados a 7,000
@ Vendcm-sc vestidos do esmbraia fk
'3 t'c cor ''0a com e ordens le ba- "!'
3E hados pelo barato proco de 7? na loja r<:
W da ra do (Jueimadon. 10 de. Lene, S?
-? ArthurA v. -;
-- Vcode-se um proto do idade, porffl
robusto c sadio, e de muito boa conducta:
para ver, na ruadas Cinco Ponas n. 136, e
para tratar, na ra do Trapiche ns. 9e II.
Vende-so urna loja do fazendas com
pnucos fundos, na ra la Preia u. 28, ou
d-se sociedade a alguma possoa : a tratar
na mesma.
Domingos Alvos Hatlicus tem pa-
ra vender cm se i escripiorio na ra lo
Apolle) n. 23 por precios nnulicos o se-
fjuinte:
Azeile le Palma em cascos.
Jacaranda' superior.
Algodiioda Babia.
l'io le algodao.
Vende-seo terrenorme existe entre
a ponte la Capunga e a pingnella da Bai-
a-Verde, com frente Dar a ra. leal e
os fundos para a cainlma lo Manguinbo,
e cliaos livies : a tratar no sobrado n. (i
Ja mesma ra Ilcal.
.-
:;(ILTiV\I)()l{VDVSIITTRASl
i ', Per urdein Jo Sr. presidente, leclaro, ^
J -pie .iinanliaa (J7) liaver.. es*5i.,;i* : no- .
:,; r.n do dia, na r.i a ii. : di ra dos Copia- *".
t>< r.s. s-cri-un.) da sociedade Callivadora !
m das Lellras, 2)> de maio da 1858. l
: ,1 loai/uim Pertira .trrar, j.
.- 1." neerelano.
Precisa-sede trab.lhador de masseiia,
na padaria do pateo da Sania Cruz n. 6 : a
tratar na mesma.
Ao b&rtciro.
Na loja do ca-jto da ra da Cadeia do Re-
eife n. 54, existo urna immcnsidadc de fa-
zendas de muito bom goslo o por prc;os
muito commodos, cuja baraleza faz admi-
rar : sendo entre ellas chapeos de mola do
ultimo gosto a ?, capas de panno fino, cou-
sa superior a 30^ panno lino proto a 2r00 o
covailo, al 7, dito muito fino inglez 9J o
covado, corles de, diamantina de seda e
quadms com 12 covados por K~, rolicrtores
de laa boa fazenda a 89, chapeos do Ciiili le
multas quali la les, saceos para quem viaja
na ostra la do ferro de 6 a BS, lencos do cas-
sa, urna duzia por 1?, minias oulras fazen-
das que o comprador i vista da boa quali-
da le e bar lozi nao deixar de fazor uego-
eio da-so fazi odas moslra com penhores
e se lovain cm 'asas le familias. I)-si cui
troco prala de 51 a 89, nao excuaendo de
5)000.
iap franecz.
Continua a citar a venda'na ra da Co-
^ dcia do Reeife loja de fazendas do Cardo-
/.<> A mcs, aondeexistesempre um deposi-
to du mais inoileriio.
jj da nll'orece-se para
I igios e casas part'
leccionar cm col-
tes preparatorios : francez, geugra-
phia, rheturica, pbilosophia e gram-
il da lingua patria : quem *4?
p tender procure na ma da Cadeia
'. di Santo Antonio a, H i; (entrada ao .
luerdo) quo achara com ;
quem tralar.

.......
SG URO COITBA 0 FOGO.
COMPANHIA
,a:llace.
listabt'lecida em Londres,
em marco de 1J24
CAPITAL
CINCO MILUO'ES DE LIBRAS ES-
TERLINAS.
lera, Brothers & <- tem a honra de
"i" ii i.ir iosseuboies negociantes, proprie-
easas. a a quera mais convier, |ue
itSo plenamente aotorisados pela dita i
p.iuliie para effoctuar seguros sobre e
cos de lijlo o pedia, coberlos dotelba, e
talmente sobre osobjectos une conti^ i-
rem os meamos edificios, quer consista era
mobilia, en em Eszendss do qualqucr qua-
lidade
ueVriKuSa pau-
tada
rom diUerentes
l.i'i'b rs. na livrana n. e '' da
da l.i lepen lencia,
~ m 111 ec ;nho Pcoedinlio,
termo de Nazareth, uro cabra de 10 \
eniaies os seguin- Compra-se offectivamente bronze, lan
ga
appendio s : vende-se a

Omiira-se ama prepriedade ilU em algama
ilns pnucipui mus '!'.'-ih tidade, a ipie rend poo-
.Mi menaa .V 0JOO0 r. innuai -, estando o
predio em l,.un Miado, c desemba ic^do; qB
quitei, Irale na rus Ja Cruz, Mtiptorio n. 19.
tiio e cobre velho : no deposito Iafumiic9-
Ut aurora, na ra do Brum, log na entra-
os Q. 28,e na rr.esnia fundlc3o,em S.Amaro.
Compra-so erTeclivamente na ruadas
Clores n. i?, primeiro andar, plices la di-
vida publica e provincial, acedes das com-
panhias, e d-se dinheiro i uros era gran-
des e pequeas qoantias sobre penhores.
Compra-se um diccionario inglez e
pon nene/, de V'icira, cm mcio uso : no ater-
ro da Boa-Vista sobrado n. 17.
/iandeiras na-
cionacs -
Na ra da Cadeia do Recite n.|49, dofronle
do armazem do Sr. Ilenry Glbson, vendem-
SC ban leiras nacionaes de vanos tamanhos,
por menos preen do quo se ven lem era mi-
tra parte.
Reloirios.
Vende-so em casa de Snonders Brothers
iv >'... praca do Corpo Santo, relogios do afa-
mado fabricante Roskell, por procos commo-
dos c tambem Irancellins e cadeas para os
mesmos de excellente gosto.
r^logios
de
tente
pa-
'
-- Vende-se nm terreno na ra da Con-
eonlia : quem pretender, dirija-se ra la
Calcada n. ti, das botas da tarde em liante,
quoaeiiara com quem tratar.
'-- -. ....... ..... ...... .....

Madapolao tino a 4.?f
-. :
a prca.
se meias pecas de mada- '-.
poSo lino com 20 varas lendo i pal-
mos de iar:.'nra. so porqne so actl
rom um pequeo toque ib averia Q
barato proco de i~ na loia \ ,'
ra do (.Imunado n. 10 do l.eilo, ""
Arlhur x 1..
vende-se una muUtiCba do (i a 7 an-
uos : na ra da Madre le Heos n 5,
ro a n ar.

Veodc-sc
i
irinba de mandioca de superior qualida le,
cose cm preo"s .';rand-- e peque-
as, a vunia.ie dos compradores, por menos
inglc7.e$dcouro,desabnete c devidro:
i udem-sea pr-rn a/.i.a\i I, c ni casado
Augusto <".' sar de Abrcu, na ra da Ca-
deia do Reeife. armazem n. 36.
Jera de carnau-
ba r sebo r finado.
Domingos i!. Andrada & C, com deposito
no largo da ssemblca n. 9, fazem sci ules
aos sr.s. fabricantes de velas, e a quem mnt
liileressar posaa, que estao resolvidoa a
tasto um como oulro trlige por me-
nos preco pie em outra qualqucr parte,
alem do que como harnea no completo sortimento que
presentemente tem.
.Vo [i Ato (Jo Corpo Santo
ii. G escripiorio de
Novaes .y C.
Vcnde-sc superior vinbo do Porto en-
garrafado, em caixas iie 1 ) 2duzias de
;.ni-,ilas, lx>m como em barris de i- c 8'
a preco commodo.
Attencflo.
Vende se superior farinha le mandioca, e
ra parle. : na ra
do Uueit lo, ja do ferrtgens n. IV.
Relogios,
Osmelhores relogios deonro, stontrin
gloz, vendem-so por presos razo vi is,nd
cscriptnriodoagi'iilo Oiiveira,ra daCa-
doia do Itecifen.6J.primeiro andar
Fariuhaa 7f>000
SSSF
Tasso Irmilos avisam aos seus freguezes
que o ultimo carregamento do farinha i
.Trieste da marca SSSF raminhn se vende
"s- na nicamente em sena armazens, aonde. tam-
be i existo o niellior e e.ais cunpiei,, sor-
timento de fariohs de Richmond, Itiiladol-
pina, ohio e Beltiraorc, lano exiras como
superfinas.
GRANDE SORTTMENTO HE FAZENDAS PliE-
TAS l'KOPUIAS PAHA a liLARESMA. ItE-
t.KUlli.V KM HIKEITCKA l'tl.O U.TI.MO
.NAVIO FKANCEZ.
Crosdenaplef preto cneorpadn de
Ini'i din lavrade .....
Selim prala verdadeiro iiu.-an
Sarja pela verdadeira hei|iauhola
\ ''ue/......i pn-ta e larca, para ba-
luia ........
Yelliulin.i prilj e de crc para ra-
avaqoes, covado .
Alp.ik.i imla lina de
.Maulas ile liloiid, prelase blancal,
I" r f.iil.i^ .... .
Loe pretna de seda bordados .
Mciat* de *e I.i prcla de poto, para
senliur.l ... I ... ,
Lova ile teda prcla de indas ai
qaalididei para HDbora e bo-
ii'i'in........
Pana prelo inuilu fino.prova le li-
inau de....., ,
Ca/.emira prcla ctiin de .
(."Hcs de caiemira preta de cr,
liordadiis .......
C'ides de lila creta ....
Corlea de eeleldtdedita dita bordada
Chapeos pretofraiicr/i-se moderno
liravatai prMH do lelim e gorgo-
r;lo de varios fetio,
Cbapoa de sol le seila para ho-
mem e Icnliora .....
.Manguitos bordados para Mabora .
liras bordada! moilo linas .
Goliohai de eambraia liordada
l'dlils de ilpaka preta muito fina,
forrados .......
Condolas de alpaka preta t de re-
res .........
Palito! de alpaka prcla .
Ditos de ar^uliua de res esrurai
ferrados .......
Dilos de alpaka de reres
Iblus d fusto asselinados.e g.ni-
ca de rr .......
Hilo de brini panlo e bretaaba d
bullo ,.......
Rico? curtes de Mda branca a po-
kim, o mais sii|>eiior [iti\t| ,
Cuites de VOllidii il variai lar.en-
das de seil.i pn.i nieniui .
Sarja branca laviada para VMtido,
covato .......
Oorgario de setl,i branenjeom rama-
-em branca, covailo.. ,
l.in.los curies de vcsliilos de seda itc
ci'ir, corle........
GrosdeiiaplH d cores, e liranou su-
poror, covado......
Dilo dilo com i nal. ,oi para for-
ro, covado ......
BolIlU da China, a/cinla toda d
seta ........
Diana da soda lavrada, covado" .
Folar de Pari, de seda com vlaa
maliadn, ovado e
Selim da Escocia lavrado para vesti-
do, covado .......
Cil'" de vestidos de rambraia de
rsda bordados ao lado
Cambraiu crRauduj nalitada^iovada
Cairas rraBceui linas de cor,vara
Chitas frauceza da eorM,covado
Hilas ditas, cavado "
liiscade Iranera de qoadros e llitai,'
covados .......
Honolina le rr e branca, covado
llriihaidinha branca, ramagim lar-
Ca.fevado ...
Poleelm de velludo, fiocn e fila" !
Popelina de seda com llores m*tM-
das, cnv.idn .
Barego de seda com qa idros c llitai
covado ......
Sedas de qoadrnhoi r li-l,is.Ciiv.nl,i
Cor..ur.lo de -ca ile OorCf, ile lindo:.
p.i traca, covado ,
M.iurilaina de sedaeom l|2palmo
renra, covado ,
l700 a J'snn
j. Jim i. _|-i,iio
gHOtl :i-mmi
JjOU ii J:'iiio
l|S00
T.'iO
eoo i9>5oo
?
9
:i-.iHi i
L'COOO JOO
taberna de Joaquim Vieira de Barros.
Veude-sc n grande fabrica dclcci-
!los denominada Todos os Santosc
suas ollicin.is sita i'ill Vaiinra |iiiivincia
da Babia, aclia-sc em actividade c tem
iiiacliiiiisino astele para lab car diara-
ini nii'pai a mais de 6,000 varas de panno
tcn .i!> cscravos o vcnde-sc a oondic/ies
inuilo razoflveis nrra os compradores:
qualqncr pessoa ou companhia rjuc se
Eorme para fazer esta importante acqui-
sirao, achara' todos os esdarecimentos
que precisar no cscriptorio dos proprie-
seda liaiisparente,
8
I ",.- .[!
) I.-Ollil
i) "aoo
8
I |.....'
a sjonn
i> igOO
f.-IUIIi
5>jO0
i. IJOO
i. igooo
s
3
i. 2)000
lc"'"0
309000
L'.-OOtl
1) 19600
y i-r.nii
11 ||00
o 19100
1-5000

J.1W
3:1^0
11 -iso
3
lyiOO
iOtt
9>30
rs/Jt
,. 19500
Frondeliui r
rov.n.'o ,
Cnale. de merin.i com franjado ll
IiiIik .le dilu com franja ,ie serla .
Hilos de to dilo com dita de seda u
ti-tas .........
Ililu dilos linrdadiii a seda
Diloi dilo dilo cm 2 |" utas.
Ililns dito 01I0 a velludo
liiins de lena ae core, loperiorw.
Lencos de c.imbrai.i mus com l.die-
rynto........
I.uv.n de seda de core*, lisas"e bor-
da ta para enhora ....
Gtovalaa tle celim de cor e protsa ,"
compiidas ......
Panando o boceo da Conercsacao,' do lado Hi,eit
a quarla leja de tres portas com rolla*brancas, ,,
10. I.i-ie amo-li.n com oinhof
Honioiis do
- sooo
II 79000
)' 1131100
153000
/
I 19900
3
povo.
Attencao
He barato que
admira.
rsa ra <1> Queimido n. :7, nova loja de *
tarios Lacerda Si C. na Jlaliia, ou com porlas.aoaha-sedereeeber pelo ultimo vapor
vtii i 'lo Franca, ricos cortes de vestidos de
seda com :t babadoa para 30*, 50, 60,70 e
809000, ditos sem babados a 2>, sahidasde
baile a 239, 2V, a 311/000, enfeites para
rabeca lo mcihor frnsto tjuo se pode encon-
trar a 103 12 e II3000 cada um, manguitos
bordados de esmbraia a 2/30", 3e59o par
camisinbas bordadas com manguitos enol-
linha a 13/, golliabas bordadas a l3>oo,
i^fiOo, 29SOO o 99500, tiras bordadas a 800,
M0 c. 1? a vara, edrtes tle liarego a "3, gaze
de seda a 700 e a H00 rs. u covado, fular de
s-da a son rs. o covado, grosdenaples mofa-
do a 19 o cnvado, dito limpo boa fazenda e
13800 o covado, dito proto a 13600, 13800 a
39, mantas pretas do lilo bordadas a 9 e 123,
ehapelinhaa para senhora muito boa fazen-
da a 1*3. diales do inclin bordados a 63, 8
0 11?, litos tle louquin bordados a 209,
erl"s do cainhraia de salpicos a 59MM, ditos
do soda prctos muito superiores 80? a 903,
olales de ninrin prctos a 43. lencos de re-
iroz a 29, cha moa de sol Ue seda superiores
a 10^, ditos a 79, ditos de pello francezes 7j
a 8-, chapeos do lebrn a 63500, ditos de fel-
trolinosa 59000, ditos do feltro cnfcitado.s
para menino superior fazenda a5j300, cor-
tos do casemira bordados a 69500, ditos lisos
a 43, cortes a 23800, ditos do meia casornira a 29800, ca-
misas rrancezas brancas lo linho a 19500,
ditas ilo madapolo linas a 29400, 23500 e 39,
litas do coros a 29500i Jilas de inosquctciro
1 9, musselinas brancas a 320 rs. o covado,
ditas do cor a 320,860 e 400 rs. o covado
mimo linas, cinta franceza milito superior
a 280, n-0 c .'!60 o covado, oernulas de I indo
... minio linas a :',?, guardanapos brancos a 99
trapiche-iSiivn n. >, arma/ein de t.i/cii'las dala duzia, luvas de lio de Kseocia a 900 rs. o
Antonio Luiz le Oiiveira Azevedo do si u
escriptorio ruadaCrn/. n. I.
Vende-se um cabriole! coberlode i
rodas c iassontos, para um cdous cavallos '
no palco dn l.ivtanionto n '_'.-,.
Vendem-se
Casemiras pretas inglezas e inrestadss.
Copos para agua a clices para vinh> de
vidros ordinarios o baratos.
Frasqneirasde gcnnbra especial para ipesa
Unsjogns )lo pedras )1; murmure para sa-
la, muito superiores em qualidade.
Lonas da Russia a onl.as.
Tilele le coros, ludo por presos mdicos :
no nrtmzcm do Itran ler a lraudis es C, ra
do Trapiche .Novo n. 16.
A bordo do hiatenacional
M. S. da Ajuda.
Farinha muilo superior medida ic al-
queirc vcllio.
Bm porcao lrala-so no escripiorio do
Antonio Luiz de Oiiveira Azevedo, ra da
Cruz n. I.
III1S
patete inglez.
S.10 ehcgodm t aeham-ia a vend o, verdadeira
o bem coiihei i.liis wllina inglexei plenle;: namal
do Trapiche-Novo n. '
V'lamsnn lleie,\ C.
par, muito lina fazenda, flanela branca a
480 o covado, tlitas de cores muito finas a
!'00 rs., grvalas de relroz a 29, ditas de se-
lim bordadas a :)>, ditas de seda a non, sooe
19 ida urna, cortos de. seda branca com lis-
tras azues saseliiiadas s 309 o corto, cam-
braia do salpicos muilo lina a 900 rs. a vara,
fil do linho liso a 6i0 a vara, dito bordado
a I91OO a vara, meias desoa brancas 3
">", boa fazenda. ditas pretas i?, loncos de
rada para innieni a 99, ganga de cor a 300 a
560 rs., bombazlns a 19400oeovado, panno
lino prelo a 39,39500, 9500, 59300, 7 e 83,
dito cor de caf a 39 0 covado, dito azul 113
a 59500 o covado, casemiras pretas a 29200
Ble 19 0 covado, damasco de laa de duas lar-
guras a 23800 o covado, dito estrello a 800
rs., vciIntima preta e do coros a 750 o cova-
tciro denomin'ads-Amor'm-e a taberna ''"Velludo prelo a 63 o covado, brim brao-
nexa a mesma pa.lana, cojos estabelccimcn-1 co.'le llnho ,?'200.- 1?j0. ?%> a vara! Kr-
los acl>am-so respectiva e precisamente
Na loja das
seis portas Livrainento.
FAZENDA FINA
Se laa de quadros, fazenda nova a 19200 o
covado, c.haly de llores com hstras de seda
a 19100 o covado, manguitos bordados a
33500, col 1 tilias a i-, cassas franeczaslinas a
560 a vara.
PADARIA E TABERNA A VEND4.
Vende-se a padaria da povjaeo do Mon-
Clieguem ao
bom c barato.
Pampolinas ns mais reas quo tem appare-
cido 110 mercado para vestidos a 19 o cova-
do, sedas lavradas para vestidos a 19900o
covailo, lencos de sedo grandes a 1, grava-
tas de seda bonitos padrf.es a 19. luvas de
seda para homem e senhora a 13280, musse-
linas do cores c brancas a 320 o covado, cr-
i unos com palmas de soda IOS, ditos sem
palmas 5;. cluecos de sol do panno -23, or-
tos do vestidos de canibraia a 3o, ditos tle
cassa o, grande sortinteulo de roupas foi-
ls, 13 a peca para eseravoo, camisolas de
iaa a lioo, o outras militas fazendas que se
vendem para lisar con:as : na ra do Col-
tcgio n. 9.
fac
ca

Ito, espadando, cabellos crespos, (ribos Pre?o do que em outra qualquer parto: no
ios, nariz afilado, paito fon- "rmn ',| de Emctorio & lrni3os, defronto
do,.pea grandes e chatos, per en- Uo ,n ia-
COStaildO os pulios, mos grandes, nao lom
Itarba sobrancelhas- fecludas, idade Oan-
nos, pouco raais "uninos; lovon um ca-
le, calca ecamis izul, ou-
lras pecas de rnopa-branca : quera op
leva-o ao referido engenho, ou nesta pi
livrana n.fi e8 la praqa a Independencia,
que sera 1
a
ftlilho e feiido.
1111-
- Jos Francisco dos Santos e -'Iva vi
a I.uropa tratar lio sua san !,., ,. ,.,
I islantes procurado
oda silva Jnior, Bernardino ds l!"'<>(]aO ta
Silva Lope ilrmSos.
Precisa-Sede nina ama pira casa .'
pouca lamilla: na llaves.;-, da Madre d'j Heos
11. I, casa de primeiro andar.
No srtTJj 1 noel Joaquim de Oii-
veira o. C., ra tio Codorniz 11 16, .-m (rente
do boceo da Madre de Den-, veuda-se miibo
t 79 o sacco, 1 li \ branco, rsjs lo,
fra linho, arros le casca, farinha, gu nm
ba, i- mui
ganaros do prira 1 issi i 1 le, 1
mu'.lo barato.
IflIlUl
Jiio,
'arcados na presente semana ; von-
tlc-so no .11 nia/oiu n. A, dcfronle do trapicho
do i.unlia, no forte lo Mallos, a procos mui-
to va 11 Lijosos.
'3
^
O
Baha <
O (1
e
.1! izoia .
No escriptorio de Antonio Luiz de Oiiveira
I Azevedo, tua da Cruz 11. I.
e inenos a gran-
mro puenie inglez, para bom
i 9 ni ".ore-; tabricautes
le Liverpool, rmdos pelo ultimo paquete
inglez : em casa de suiball Mellor \ C.
ra i,o Torres n. 38.
Ao.ordai, mas nao vos precipitis nessas
matiiaas fras a sahirdcs de vossas casas
sem tordos nos hombros o preservativo que
defronte do beeco do Cosario-de Santo An-
tonio aeaeba a vossa disposifao. sao os ca-
potes de chova, os nicos garantes de V0S80
commodo e da vossa saude ; a simples
quantia de :i?o.o he sufiieiente para tanta
virlnde que iicllcs onconiram iquelles que
nao potlcm dwpiir do maiores sommas.
-- fendo-se urna eserava de idade de :;o
unos, do nacSo Angola, de boa conducta :
na ra Direii* n. :;
.Na ra da Cadeia do Reeife n. o, pri-
meiro andar, vendem-se excellentes cochins
braOCOB o de cores, tullios ou bahados de
algo So de difiranles larguras, toa I has do
IlUbO adamase;', lo para mesa de dilVerenlcs
Unannos, guardanapos do linhoealgodSo,
velas de cera tle carnauba, excedente g mi-
ma mui alvn e lina, ludo por procos razoa-
veis.
Na ra da Cadeia lo rcife n. 51, vcn-
de-sc urna negrinba de idade de 10 anuos,
pouco mais ou monos, muilo linda ligura.
-S. SlIl'.ISIIL \ C, banqueirosenc-
,; 1 antes, cslabclccid s lia muitos auno*
em Londres, teem 1 satisfcelo le par-
ticipara seus correspondentes c: ao publi-
co, que acahain de (undar casas liliaes
s principacs poi ios e distritos munu-
llieirosdc fr.niea, A Ii 111.1 ola Bcljji-
c: Uollanda, conservando almrlisso
suas proprias casas anteriormente cslabc-
Iccidas as cidades mais importantes, e
porto* mais coinmerciaesdnGr-Bretanha,
o oin posicodc offcrecer grandes
vantajens aspessoasquepossam necesitar,
assimcm Londres como em outroqual-
uer ponto da Europa, de nina asa pata
ipra ou venda de artigos, bem como
para ns negocios de tranjaccao de crdito
.> b meo tic qualqucr genero.
As pessoas quenaOforemeonhccdasdos
a o n 11 ocia n tes tic vti Soacompanharsuasor-
deus com ns fundos necessarios para sua
e\encro; licando entendidas que os an-
uunciantes nao teem dillicuidade era adi-
r 75 tl|" sobre os gneros reccbtdos
antes de sa ti inda.
s presos con cutes c mais nfonnae>cs
commerciacs, que orcm pcdidas,serao
enviudasgraturtamente, salvo o porte do
crrelo, podendodirigir-sc aosannunci-
antes.
rACIIASPABA ENGENHO
Da fundir^ o de ferrodcD. W. Rowman
na ra do Brum, passando chala-
ti/., continua a haver umcomplcfosorli-
mentode taclias delcrrO fundido e bati-
do, le -1 ,1 s ,1 il :i is de b.ica, as quaesse
echaniavenda por prerocomniodoecom
bai cam-se ou 1 ai 1
se em carro sem despezas aocomprador
Vende so .170110 de esrrapato em bar-
ris o caada : na taberna da ra tas Cruzes
n. 0.
montados, oflerece mais a vantagem do ter
as mesraas propriedades urna boa casa de
vivenda com sitio plantado le excellentes
fruteiras que, se aluga conjuntamente as ca-
sas dos donsestabelecimentos : quem pre-
tender pode dirigir-se a ra lo Ainorim n.
t3 a tratar com Travassos Jnior & C.
Vindo do ^orto
Superior ciamj^o.
Continu'a a ven terse engarrafado e em
barris de oitavo, a proco commodo: no ar-
mazem tle Barroca & Castro, ra da Cadeia
do Reeife n. 4.
liUiOafeifao'
niiilaliiilio o
branco.
Vende-so superior mtlho, feijao mulali-
nho n branco, por commotlo preco ; na ra
do A morim 11. .".D, armazcm de niel, dus San-
ios Pinto.
Va loja das seis
portas em (rente do Li-
vraraento
Qusrciulo acedar com slgnmas fazendas,
tem resolvidovender por menos deseo valor
as seguintes:
l.azinba para vesli los rom 5 palmos do
largura a 400 rs. o covado, corles tic cassa
lo salpico a 29, eambraia massaltna aSOO
rs. a vara, chitas para colierta, covado a 300
reis, ditas escuras para vestidos a 190, ditas
rozas com moro a 120, ganga de cores para
calas e palotots a 500 rs. o covado.cortes de
cas-mira ingle/a a 89500, Golletes de case-
mira prets bordados a 1-, chales de ganga
enramados a 19, ditos de lia pelos a 13600,
cassas do cores a 160 o covado ; dam-ae a-
mostras. A loja esta aliena das 6 horas da
manhaa at !) da noite.
I'ulilicaeiiii juri lica.
Continu'a a vemicr-se era casa de Mano*
vatascom um annel por 59500, meias bran-
cas para homem muilo linas a 73, 8 e 103 a
duzia, cassas franeezaa muito tinas a 480,
560 i- (no r.s. a vara, collarinhos brancos a
S2Q cada um, lencos de labyrintho a t.j, pa-
litos tle panno, de. casemira ; de alpaca, prc-
tos e de cores, caltas de casemira e. colletes
tic gorgurao de seda, ludo muito bem feito
o para diversos procos, sarja preta para for-
ro a 19900 o covado, cirles de collotes de
Casemira neniados a 5-, ditos tle gorguriio
de se la a S98OO, e militas oais fazendas que
niio lio possivel aqui l'-zer menean dcllas
petas muilas variedatles que se encontram
aqui nesle c-taholecinionto : quem quizer
venha ver e traga dinheiro, que nSo vai sem
fazenda lia-ala.
Vende-se superior linha de algodSo
brancas e de cores, em novello, para costu-
ra : cm asa deSouthall, Mellor & <'.., ra
do forres 11. 38:
Vcudeni-so milito eiu cotila sapatos do
Araeaty, para li\ar onlas ln>m Como obras
le lahyi nilho, liicos, rendas ele. : na ra
'la Cadeia do Itecife primeiro andar n, 60.
Ob! que pecbin-
cba
COM TOQUE DE AVARIA
NA LOJA 1)0 PREGUrQA,
ra do (Jiioimado, esquina do barco lo Pei-
xe frito n. 2, veodem-se cassas rrancezas
inulto linas, rom pequeo toque de varia,
pelo diminuto proco de 390 a vara, assim
romo rain lira 1 as franerzas muilo linas, pa-
lios ROVOS c sem avaria, pelo haratissimo
proco de 5O0 rs. a vara, nazinhas de qua-
dros de lindos padrees, proprias para vesti-
dos de senhora o palitos de menino, polos
diminutos procos le iso, 5110 a 600 r.s. 1 co-
vado, o de tudoso darao amostras rom pe-
tihor.
It
alas.
do Nascimonto Percira, na rus de \p.dio n.' ?" V' """"6 ,v*"lla "m K'a" s "
6, a Theona de Direilo Penal por Silva Ker- i s l""',l;"1 '^ labynntbos c I
rao, im s volumes, broebura por ll/ooo a '.''"", a sfbor',l0,,bM ;'", ,os diUs '
vista. lo, fronnas, lencas, pannos do barba
-%gcncia
i'V
da rtindicao Low
ria da i la
Nesteostabeleclmentocontlnn'aabavar
omplel 11 tortimento de mocnda e
;cnho,iiiarbinasrle
rapore 1 isasdt re n. il de a toado do
lodosostamaubospara dilo.
Com toque de
avaria.
A (iinheiro vista.
Cortes do mussclina l-.rga rom i covados
c barra por 7- o 3 IIO, | de algo ISozi-
11I10 liso largo 1 ;!-. sasOU e 39000 vendeni-
se na ra do Crespo, loja da esquina que
volta para a ra da Cadeia.
l Seliins e relegios.
SBLL1NS RELOtilOS ir paUnle
Inelo ." a venda D armax.n de
Roslri nRookai A Companhia s-
qoin:: )u largo do Corpo S.iutonu-
incie 18.
No armazem do Anuos, dofronle ta alfan-
deg, vi ndem-se gigos com hlalas, pesan-
lo ai roha e mna, pido barato puoco de 23 o
gigo.
Na Roa-Vista, ra la Mangoeira, casa
rli men-
te gra-
de ros-
r vol-
linlia para padre, rios bicos e rondas, ludo
reito no paiz e por commodos precos.
N-i tanoana defrontc lo trapiche
M Cabossoi'lidos Ja Bussia, Cai- f$
:,': 1 0 Manillia. ejv
Lonas da Russia, I.iins c biin- %
Cy3 Z'U's. ^
S Cobrec metal para fono com f*
pr^o. ;-
%i Olcodclinliaija c Velas steari- t
($ Kstanlio em liarrinlias, lia- va
Iba. I
;';, Vinbos finos de Moscllc e Joan- ^a
^5 nisberg espumoso, e le Bordeuz cij
0 "'irpialilas. (&
C. J. ASTLEY& C. ti*
&0@#9i@
'SCAIISIO MU U|
110.
NAFUNDICAO DE ]'! KKO 1)0 ENGE.
NHKIBOIIAVIDW. OVVMA.N. ,>
BA fO BRUM, PASSANOOllA-
FARIZ.
ha sempre um grande sortimento dos sr-
pintes objectos de rieCanisin.,s propr os
para engenhos, a saber : moendas e molas
moendas da mais moderna construccao ; ta-
chas do ferro fundido s batido, de superior
jua idade c de todos os Umanhos; r.idas
dentadaspara agua ou animaes, de lodas as
proporcOes; envos e bocea le fornalb. e
registros de boeiro, agoilhoOa, broiues, pa-
etc ete.6 ravi,b<:,es' oinho de mandioca,
PA MESMA rUNDICA'O
seesec.ulam loaas as ncommendas r.ira .
superioridado ja conh -eida rom a devida
presteza e com odidade em preco.
Cera de carna 11I1 a.
Antonio Comes da < unha e Silva rceebeu
nova remessa de cera ,le carnauba de supe-
rior qualidade, o est vendendo por preco
commodo, fazendo alguma lilTerrnc* do
prce. a quem comprar grande porcao : na
roa da Cadeia do Recita, loja 1. 50, defrouto
da ra da Madre de Dees.
Vende-se um negro de bonita figura,
moci>. sera achaques: na tua Direita 11. 17,
fabrica de espritus.
-- Na ra Direita n. 17, vende-so um ca-
vallo de cor alasao. gordo, proprio para ca-
lirtolct, dnque est accsluraado, e tambem
aula muilo bem de sel a.
Farinha de mandioca de
superior qualidade.
Na ra do Trapiche, nrmazem n. 9 e 11.
companhia
pernanihncaiia.
Vrnde-se no escripterio da gnrenria desfa
companhia urna grande porcao de toros de
mangue viudos do norte no vapor Iguarassu
Deposito Assemblca n. 9.
Vende-se sabflo amarello do primeira e
segunda qualidade, caslanbo, prelo e bran-
co por 160 a libra, e o> mais por preces ra-
zoaveis.
CAFE* DO COMMERCIO.
Ra do Trapiche n 12.
O dono dcsle eslabeleciment lera a satis-
farn de avisar aos SBu+freguozcs em geral
que acaba de receber pelo ultimo navio che-
gado de Franca, o bom conhecido o afamado
tabaco caporal e mar, laudo; assim como
acharan sempro a conneeida e deliciosa pas-
telera franceza.
Nova <:iia de malabar
Vende-se esta agua 1 n elhor que lea ap-
parecnlo para lingir ora lello t. suissas dn
prelo : na livraria un- o ,a| na do Collegn
n 90, da-so junto um m iresso gratis en;'.
nando a forma dn aDplirvar.
Cera de carnauba | or preco muito em
com, : em casa de Caninna & Filbos, ra
da Cadeia do Itecife n. 60, primeiro andar.
Relogios.
Vendem-se rslogios do patente inglez em
asa le Arkwright Tickniss & C. ra da
Cruz 11. 1S.
^ Altenc-io. O
';'3 Kissel, relojoeiro 'francez, vendo &*
'.',} relogios le ouro e 'prala, roncera f
@J relogios, joias o muscca, ja aqui he S
condecido ha muilosannos,habita no ''
pateo do Hospital II. 17 vi-
!*C :;:-:::-OO::-:;:-
MiiiSSiilJnas encMintlas
Na loja de fazendas da ra do Crespo, na
esquina que volla para a ra do Collegio,
lia um novo sortimento de mnssulinas en
carnadas do bonitos gestos, e superior qua
lidade.
'I" Cunha ha superior farinha de man-
dioca cm saceos grandes, assim como
bom milito c fcijao, ludo por preco 1,1-
/.a veln tratar no armazcm da mada
HadrcdeDeos n. 12.
grande

Oh! que
peehincha
Vende-se grande porajlo de conro de lus-
tre marca castello, em lu/.ta te-.....J ^ em
polio a 39520, e quern quizer comprar em
eaixa fa/-se um alate, assim como lamben)
tima gran ic porejo de bezerro francez lo
Oais superior que h no mercado a 3d>00a
pcllc, c tambem um grande sortimento de
calcado da torra, poroi sao de 1 UitO bom
gosto, O OS Ireguezes a vista da obra nao
deisarSo de comprar, tudu isio vende-se por
preco Commodo : na na larga do Rosario
11. I i, ao pe da botica do Sr. Piulo.
ttWHl ?*$& <&
Altviufio.
Ns ra do Collegio 11. 13 acha-se de novo
aborto mu deposito 110 qual exislein os g-
neros de primeira qualidade abaixe decla-
rados a sal" .- : manteiga ingleza 1 uito su-
!".! mi, viiilii do l'orlo engarrafado Leopol-
do I, amen loas di casca mulo, nozea nimio
novos, macarrSo, aletria, lalharim, estrali-
nha, pevide, espermaceto americano de -
111 libra e de 6, estearina, cha prelo, tlilo
hyson le duas quabdades, dito do Rio, ve-
las|de carnaoba da eomposicSo, ditas tie
carnauba pura, qneijos ilamengos novos,
Inscoutos de todas as qoalidades, bolacha a
retalho e em poroso, assim como pao a 2*
por pataca, arranjam-se frascos rom geue-
bra,las com bolachinhas doHio.cartfies com
:11a, multo grande a 4tOoO a pe!- bolos francezes marmcllada, traques,
Bm casa 10 KaheSchmottau ^Companhia,
ra da Cadeia n. :<7, veudem-seelngan 1
pianos do afamadofabricanti Traumann
la llambuito
11. i
Couro de lustre
n.isielli-i, muilo grande a tOM
JOOO a duzia : na ra Direils
ftlarroquini
1 s pello, e 179000 a duzia, f
sem deieiioe bu. qualidade: na ra Direita
11. 40.
pas-
s.'is, balaioa do Porto, licores fraitcezea de
qualidadas, con ervas, sardinha de
Nantes, atroz, caf,5assncar de. todas as
quabdades; gomm 1 de sraruta.cognac, azei-
1 francez charutos linos vendem-se
os gneros cima mencionados por menos
do que em outra qualquer parto.
r
.No da 17 do fevr eiro do corronto an-
HO, fugk) do engenho Curcahi da romaica
de Pao d'Mho, um es avo de nom.- Antonio
Cacange, de idade 38 nios pouco niiisoit
menos, le altura a gtossnra regular, can-
guetro no ailar, nao em barba, tom todos
os denles, he casado tem mareas de relho
Basnadegas. foi aseravo dos herdeiros do
fallecido CaetannGoncalves da Cunha; cons-
ta que corta pessoa moradora para as parl;s
to sol o tem em seu pmier.e desde ja protes-
la-se contra tal procedi,enl,, ao* lodo o
rigor das leis : quem apprrbender dito asav*-
voconduza-o ao lefeito engenho, 011 no
lien fe na ra da guia n. 64, que ser* genero-
samente recompensad).
I'ugiram do eagenno Agua-Tria, fro-
gtip/.ia tle 8. I.ouronci) da Malta, os cscravos
Miguel, alto, aereo t quando anda he muilo
inclinadlo para a fn, ile, pouca barba, c foi
escravo dojooi.l.,o do llego Itarros, mo-
ratlor na freguozia Sacada, para onde sup-
poe-se ter fgido. Stverino, cabra, baixo
grossura regular, te'iu um dcfeilo em un
dus dedos da mo, representa a idade de 26
para 28annos, e ten pouca barba; quer
um, quer oulro fugiiam 110 mesmo da :
quem os apprchcndcr. leve ao ebgcnho aci-
ma dlio, que ser generosamente recompen-
sado. Consta ao abai:io assignado, senlu.r
de dilos cscravos inn se achato hooiiciados
em un doseagenbbs da freguezia da Eaea-
da, e desde ja protesta contra qnemoaeda-
serva indcvidamento cm sen poder pelos
dias de servico ds ditos escravos>Manoel
Tbomaz -Mbuqucrqne llaranho.
Desapparcceu na noile de 21 de abril
do eorreute auno o esclavo du nonio Floren-
tino, com os signaos s; 'gueles : estatura al-
ta, cor mulata, sera Par ha, espaduas largas,
pis grandes, roste coinpn lo, olhos casia-
nhos. cabellos pegados, falla grossa, muito
regrista, lem hita de 3 denles na frente, em
um dos lados dn queixo lem urna Fstula,
lev,ni chapeo de couro e camisa de nacadi-
nho quem o pegar lev -.-o a tundidlo da Au-
rora em Sanio Amaro, que sei generosa-
mente recompensado.
PEKN. TVP. DF M. P, DE FAItlA. Hit.
MlJTTOsTYT
ILFGIVFL


Full Text
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