Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07942


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Full Text
ANNO XXXIV N. 119.
Por 5 mczcs adiantados 4J000.
Por 3 mczcs vencido! 5J000.
QUITA IL1UV 26 l)E MA10 DE 1858.
Por atino adiantado 1 j$000.
Porte franco para o subscriptor;
eiscarregados da si;bscripc.vo do norte.
Parihiba, o 8r. Jcjo Hodolpho Qomes i Nitil, o Senbnr An.
lonin Marque* da Silva ; Ararat;, o Sr. A. da Lem. Hraga ;
Caarl, o Sr. J. Jm da Oliveira Marais, o Se. Jos Teiieira
d* Malla ; Piluhy, o Sr. Joa Joaquim Avellino ; Para, o Sr.
Jusiino J. Eamoa ; Amuouai, o Br. JeroDvmo da Coila.
l'AlvIlDA DOS COR REOS.
Olin-l (od. MdlM,aSOe m.'i.i lion. dola.
'ir...
s. Aat, i- r '-. I A t: a. tare i feira
s. I. .nr.ti.... r.i. ,1'Ai... ,\.w K. 1)1. L i- -r, i laiaaei
rj, Florea, Vill.i-1:. i. v. i, Oaricary e Km', Bal i|aarU
i Ipagaca, SwiaMoai, Ro PuraaMO, Uaa, Barreirvj, Afiaa-Prela
einv al ie> A a/*li r- raraa.
[Toa isoaca Tatos par eai aa '" hir.-s d.i m,ni.3a.
AUDIENCIAS DOS TRIBDNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommercio : segundas quioi.ii.
Rclacu : lareai feiras e tabbadoi.
Fazenda : quinal a ubbadus ai 10 horai:
Juio do eommercio: segunda! as 10 horaa quintal o mcio dil.
Dito daoriihaos : segunda! e quintal aa 10 boras.
Primeira vara do eivel .- aegunda aieitas ao meio da.
Segunda Tara do civel : quartai i nbbadoi ao meio da.
EI'llEMEIllliKS Do .MI./. DE MAIO.
6 Quarto Blnguaala ai 4 horaa a 'u minuta* da in.'inbsa.
13 La nuva as 5 huras e 2.H minutos da UMiiba.
I'J tluarto creicenle as S horas da tarde.
27 La chela as 3 horaa e 85 minuto, da urde.
1'REAMAIt DE llo.'l..
Primeira al 3 horas e 12 minutos da nuonaa.
Segunda ai (horas. 6 minutos d.i urde.
DAS DA SEMANA.
24 Segunda. S. Amomno h. ; s. Vtenle da Leirns.
l'j Tarta. S. Gregorio vil |i. ; s. Alheo p. m.; s. Zenobia b.
26 Quaria. S. Ir'ejippe ."vci> fundador da cong. ilo oratorio.
'-'7 (jrala, s. Jo i" |>. lo.; s. Kaoulfo ni. s. Butropio.
28 Sena. Ss. Senador, Podio e lutto bb. ; S. Priioin m.
2!) Sabbado. S. Masimiano b. .-. Mximo i Reslitulo tnm.
3o Domingo, da SS. Trindade s. Fernando re.
ENCARREUADOS DA SI l'Si.RII'CA'O UO BUL.
Ai.iso.ii. o Sr. Claudino Falco Dial Babia, Sr. II. Dupiad
Rio do Jauuru, o Sr. Jtao I'ereira alarnos.
EM PEKKAMBUCO.
O Proprlekariodo DIARIO IHanoel Figueirol di liria, di lu
livratia, prac,a da Independencia ni. I a 8.
PARTE OFFICIAL
d.i primeira lessao do jury desse leimo, divida no
1 crrante anno.
Kilo ao jim de direilo da comarca de Santo An-
aOVEHNQ DA PROVINCIA I 13o.S. Exe. o Sr. presideu e da pro.incia manda
iv# va "" accosara recepcao do ollieio que llie dirigi V. S.
Espediente do din 2 de abril de 18J. | em-21 do crranle, eom os inappas estilsticos dos
Ollieio ao Inigadeiro coromaudanle das armas. I Irabalhos da primeira lenlD do jorv |do lertno de
Minio V. Ett. abrir assenlaininlo de praca .ios ; Sanio Autao, liavula no concille anuo.
reirnlas Joaquim Manso Rispe, Jos dos Reis e
.ouslautiuo Lira. vi.(o que loram lulgados apios
para o servieo indil.tr. como coma do lermo de ins-
1"' r.ilo, que aeompanliou o ollloio de V. Esc. de
lioitlein, sol o. 2.iS.
Uilo ao rededor do Gyninasio.S. Ene. o Sr.
presidente d;i provincia, lendo por despacho de bo-
je, aolorisado a tbesour.iria .provinci.il a pagar a
importancia da ennla, que velo auneva no nflieio de
V. S. de hontem relaliva teca de gymnasliea, qoe
acham-an concluidas ai obras dasla secto, quans as. pendido com ;i referida aerc.lo e a quanlo orea a i
qoe eslao por acabar ou ciecular, eopraxoqae quanlii jV paj imlos cofres pblicos eni virludi da
conviin marcar rara conrlosao das obra qoe ad-1 garinlii de jaro*.
litio ao meimo.Maja V. Etc. do mundar solis-, *e mandoo faier para exerciiodos alomnos dessa
litanr ii pracas da colouia militar de Piuonleiras,
(|uu convilm dalli retirar, enlrando do numero das
quu leeni de substituir as que devem refrenar para
ni Corpus, uta tufeiiur, que possa servir de esenvio
da colonia.
Hila ao mcimo.Sirva-so V. Eie. do mandar
esl.ibeleeimenlo, asiim Ib'o manda parlicipar para
siu conbecimeulo.
Hilo no pnmeiro secrelari) da asembla lecisla-
liva provincial.N. " Sr. presidenlo da provincia iran-inillo a V. -. i' .r,i
ser pretetile a' MWiabla l'-i-lilivj provincial, a
ir,
inspeccionar o soldado do corpu de polieia francisco copia inclusa do cilicio da cmara municipal do Ito-
l'aulo da Cunda, quo I lie sera apre-.entado por par- | nilo, datado de 28 de marro ullimn, acompauliandu
le el comniaiidaule do corpo de polica.Olliciou- arligos de posturas
se ao coininandanle do corpo de polica para man-
dar apresenlar o suldodo cima Paferide.
Dito a chefe de polica.Altepd.ndu ao qoe me
riprei.ulou o recrnla Joso Lenrdatea de Uli.eira,
que V.S. me mandou aprcsintar como seuullicio n.
i(>i. disla dala, resolv manda-lo pr om liber-
dade : o que Uto uoiiiiiiuiuco para sua intelli-
gaaeia.
Olio ao inipeclor da (hesouraria do fatenda.
Di'v ilvando a V. S. o prel. que eio .mu \ i ao seu
efflaia de l.op', sob n. 171, relativo escolla de
guardas nacionaes, que condumio recrulas da fro-
gueaia de S. liento, lenbo a di/.er que mande effei-
kuar u p.i^aiueiilo do mencionado pret, conforme or-
deuei por dasp.iolio de boulrm, licando V. S. na in-
lellt^encia de que uesU dala ei|>eco as convenien-
l Tilens, iliirr la mi ler enviada a faia de que
lid I o citado ollieio.
Dito ao mesine.Autorisaiido nesla dala o direc-
lor interino das obras militares a mandar faz-r as
obras necessanas no quailel da eompinliia ile c.i-
vallarta, na confurmidade do plano e nrramcnlo
enuilaiiles da copia inclusa ; asstm u cominuiuco a
V. S. para sua mlelliaiucia.
Dito ao coinmandanl. soperior da guarda nacto-
n o i 1 eemarea de Sanio Aut.io.Kiquei aeieole de
liaver V. S. reassumldo o eiercicio das fuucciics de
cnminaudanle suparinr da suarda nacional dessa cn-
mana, como parlicipou-me e'm ollieio daqutlla
dala.
Dito ao capillo do porta.Om esle (seo ipreaen.
lar a Vnoc, para o sarvico d'armada, o paisano Mar-
ruin o Coiirilvs do l'.spiilo Sanio.Cuminuuicou-
se an ebefe de polica.
Ddo ao director do arsenal de guerra.Pelo olli-
eio de Vmc. de 2:1 rto crrenle, sob n. 7.1, liquei in-
teu. do de haver fallecido o menor da companbia de
air. lililes desse arsenal .Maifiuiano Hodrigoes da
l.unba.
Dito ao juir. de direilo da romaica do Ronilo.
Pelo *eu ollieio de l'l do correle liiiu.i cerlo de ha-
er Vmc, no impedimento do promotor publico
deisa comarca, noineado-pata esercer inl.iiiiainenle
a. respectivas fuurcues o cidad.io Halcluaadeeil le-
nles reren.i de Vaseoncellos, que picslou juraiiienlo
a acha-s. funecionau o.literani-se as ciiinmuiii-
eaciies ueceasarias.
Hilo ao inspector do llie.uurina provincial.Para
ser salisfettd a rei|uisn;.io da BMembla te^isl.liva
pioviucial, informe Vmr. : I.", quanlo se tem des
miltem demora. Para autilia-ln ueste Irabalho, or-
deno rt-particii das obras publicas llie presle os
empreg los neeessjrios.
Dilo ao direclor inleriuo da colonia militar de
l'imeuleiras.Pode Vmc. elevar a selecenlos ril
diarios o salario dos trabalhadores dessa colonia, co-
mo Vina, propia em seo olluio de 12 da mareo ul-
limii. sob n. 22.
Dito ao nip-mo.Pode Vmc. deslinar para a fa-
brico de .'iiin'i .. enfermarla e ufliciuas o barracao
eiislcnle nesa colouia, mandando, para ato, fsr.er
os eonvenienle divixiei, eomo prnpe am seu cilicio
del,i dala.
Dilo ao mesmo.Concedo a aulorisacAo, quo so-
licita Vmc, em seu oilicio desta data, para affeitnar
colonia, mas (ainbeiii a compra de dous cavallos, pa-
ra o servic.0 da inesma colunia.
Dilo ao secretario da euinpauhhi Pernamboeana.
Pode seanir amanliaa vapor uPersinuima pan
resnlucao da asseniblca legislativa provincial, rogo
a V. hic. Rviii". se sirva dj dar o seu pardear ao-
bro o inclu-o projecl n. s i .. eorrente auno, qna
eriae em inaln/. a capaila de CfotM Sinbora dos He-
medios da povoaeao de Malhadinha.
Dilo ao mesmo.Keniellendo por copia a V. Ii\c.
Ilvm a le provincial n. i 12 de 2 1 de jonbo do
anuo i roviino passado, vou roaar-llie se sirva de
deelarar-mc se aaobrclil.i lii js esta' em axecurjo
na parle espiritual, e desde ruando.
Dilo ao enviado extraordinario e ministro pleni-
potenciario do Urasil em Londres.Km addilaroea-
to ao meu ollieio de 2n do crrante, sobn. INI, trans-
muto por copia a V. El*, a inloimaeao que em 2i
do crrenle ininislrnu-iua o enuenbeiro fiscal da es-
trada d. Ierro dasla provincia, acerca dos trabadlos
execulados na segunda divisao da seguuda seceo da
me-iiia eslrada.
Dilo ao coinmamlanle superior da guarda nacio-
nal desle municipio.Acenso a reeepe.Ao ilo ollieio,
que V. Etc. me dirigi em 'J do rorrete, dando
parle do Irabalhos do aonael ra de rcrisla que, len-
do-se reunido da novo no da 21 do correte para
rever ai qualilicaciies do pin taire e Bagando bata-
llies doile municipio, cticerruu as ,suis saises no
referido da 2i.
Dito ao briga leiro cnmmandanle das armas.Com
este oliicio faeo apresenlar a V. C\c paia ser ins-
peccionado o paisano Kei.jaiiiin palacollo da Silva.
Cominunicou-se ao cbpfe 1e polieia.
Dilo ao mesmo.Pelo ollieio de V. liic. de 23 do
eorrente, sob n. 339 liqnei scienle de ler sido al-
fada incapaz, do servieo do .vealo o voluntario
Manuel i'ianci.ru dos Sanio.
ilo ao inspector da tliesourarta de fazenda.Em
raspala an oflicio da V. S. de SS da eorrente, oh
n. lbS, leulio a declarar que npprovo as condiees
com que por V. S. fui contratada 0 arrendamenl|da
casa de Mareelliuo Jos Lopes, para servir de quar-
ttl general do caminando dai armas, pelo preeo de
um cont e quindenios mil reis aunuaes.
Dilo ao misino.Visla a nfonnaeao da cnnlado-
ria, x que se refero a de V. >. datada de 2 1 do cor-
rele, sob n. |69, convm que o cofre da hospital
regimeulal seja indeu.nisado d.i quaulia de 1373670,
Iiuporlaocia da dficit veiicada entre a reeeila a
dospaia do mesmo hospital aa me/ de mareo ulli-
ino, cumo se ve di inclusa del......slraclo, qaeacem-
pi'u lulo coni os nratrixea de Noasa Soahora :i-* to panhou o ollieio do cenmaa lana dai armas de I
rea de Csru.iru', do O'do Altinho, e da Conceieo i ueste inex, sob n. 20.Coiuuiuuicou-se ao cotu-
da villa do lluuilo ; 2.", as dalas em que se re.'li-: mandante dai .nina-.
sou a entrega dos quaaliai daipaudida com as rete-! Dito ao cumiante laperior da guarda nacional da
rulas matrizei. I comarca do llonilo.KespuiiJeudo ao nliicio, qoe
Dilo ao iiiciiiio. l'ieo inleirado de luver fiil-enlo | me dirigi \ .>. em :l de marco ultimo, leulio a
o guarda do consulado provincial Antonio Eleute- declarar-llie que de* o. reinaltei a esta presidencia as
rio la Silva Braga, como Vmc. me eonunanica em I wple auibeulica da* liataa aaiatenlo......onlar-
seu nflieio de 2.1 do eorrente. sol, n. I'.l. lanlada da artigo 37 de decreto n. 1130 de 1 de
DMa ao mesmo.Mande Vmc. entregar ao dale- marjnda l.iV; en*iamloneM listas depon que se
gado de dutriclo Itllarario de Serinh ora, ou ao -cu '"^r a qualili.ar.io desle anuo.
Oflicio ao bispo dineesauo.\a couformid.ide do o purlo de Uapieiuma, a hora indicada no ollieio de
leRilima procurador, a qeaolia e 322>khi rs., em
que laapartaram os movis comprados para o aula
pnbUel de nisIrure.Vi primuria daqoella villa, eomo
se v da relae.iu inclusa.Coiniiiuuicuu-se ao duec-
lor geral de imlruccAii publica.
Dito ao cominaiidaute do corpo de polica.Na
couformidade da resolue.lo da asiembloa legiataliva
piovinri.il, infonne Vmc., com urgencia, sobren
incluso requerimeolode Luiz Jernimo Ignacio dos
.Santos, secretario do enrpo sob seu eommaudo.
l.oinmuniaou-se ao secretario da assemUca.
Dilo ao mesmo.Maule Vmr. dar baixa do eor-
D.io ao mi liii.- :.'iiloi presente o afltra que me
din.lo \'. ir em 2.' ile mareo Billino, cou-iiliadou :
I* como BB nev proeader a qu.ililieae.1o dos guar-
das naeionaei roaidenle na paite da lerrilonu, que
loi desmemloailo da liemie/i.i de lt'zerros para fa-
ier parte da de Grvala' : 2 se as peetoaa residentes
no districlo da colonia militar de Pnnenleiras estn
i-entas d* er quililicad.i' guardas naejanana. E
em resposla cab'e-m. decan i-llie, iiuanlo a' pri-
meira parte qna, de rouformidade rom o arl. I* do
decreto u. 1130 de 12 de agoslo de ISV1, ua fregue-
zia deiiravata' deve reunir-.e o ronsellio para a qua-
po sob seu comm nido aos soldados mencionados na i lilica^o das guardas da compaiihia ou roinpauiias
relac.to inclusa, vino que, leu lo concluido o lempo
ile seas eog.ijamenlos, nao desejim conliiuiar a ser-
vir, segundo Vine dclarou em ten olii:to de 12 do
eorrente, sob n. IV).
Itelae.io a que se refere o oflicio cima.
2.* farfanteAloiandre Couei d. Silva.
CahoJoaquim Ap iliuariu do Nasciinenlo.
CbrnataJoa Joaquim de Santa-Anua.
Jiil'la.lol'rincisco Antonio Craibuua.
a Mauricio Joa da Silva.
o Honorio Jaa Cirdoso.
l.unealo Joic do Sonta,
o Antonio Mirinho FalcSo.
o Jos Francisco do Espirito Santo,
o II iiui/io I .-i reir da. I,!ia^,i-.
Dito ao mesmo.Mande Vine, dar baiva do cor-
po .ob seu enlomando ao soldado Jos Antonio de
Barrad i.icerda, c faea-o apresenlar ao lingadeiru
r ni man ti n le das armas, alim de ser alistado em
um dos corpos do evereilo.Ofliciou-se neste sentido
an coiiimaudante das armas.
Dilo ao capitn eiigeulieiro fiscal da estrada da far-
io.-llrspiMiJeiid.iao ollicm de Vmc. de l'Jdocorren-
te, cabe-me di/ei -Ule qoe o exercicio das lum cues
do seu cargo sera' regulado da misma sorle que o
de oulros impregna, nos quaes cessa o eiercicio
quaiido, por auseiicio, molestia, ou abonilono das
lunecoe- deiva o mpregado de eserce-las.
Hilo ao director interino das obras militares.
Mando Vine. foer as obras oecessarias no quarlel
la companbia de cavallaua, na cuufurmidjile du
plano e orcaineuto que acompanbaiam o seu ollieio
de 16 do correulc, sub n. 277.Commuuieuu-se ao
i umiuaudaute das armas.
Dito a' direce ao do novo ll.inco de lVrnamluirn.
Vo ofliaio qoe em III do eorrente dirigio-me a di-
respecl.vas. e ao eonaolho da Ire^ue/i.i de flezerros
com pote a qu.alieac.io dos goinl.is resideule na fre-
gneiia de (iraval.', que se acliarem uu dislnclo das
c.....panillas que na frcguetia de Ueiarroi tiverem
sua parada.
ii nulo a' segunda liarlo, Icnho ,i diar-llie que
podein lee qualilicadus guardis uaciona-s os ui.livi-
iliio-ie-1'leiites na colonia, ci m eieepcio dos colo-
nos de qo.dquer classe.
Olio ao direclor geral inleriuo da inslruceao pu-
blica.Em couioruiidada da le.-nluc.ui da assem-
tdea legislativa (iiovineia), lia a V. S. do ministrar
com urgencia, os eiclaracimaiilos eligido! pela ines-
ma asiemblea, como consta do ulliciu junio por co-
pia, acerca dos dous requeiimeulos de mbeilOa
W.iiidetlev Penlo, os quaes lamban remello jun-
tosCommunicou-ia ao steielariu di atsembla.
Dilo au iiiesino. Pude \'. s. auloruar o dolegadu
de di-li.ctu Iliterario do llou.lu a romprar. .paia a
escola de iiiilrucc.iu primal lo. da.vill.i du]}onilov m
uijcctos constantes da reiac.ni inclii-d assigunla (icio
secielorio do governo.
Helarlo a que se lefcre o ollieio do Exui. Sr. presi-
dente do provincia.
5 baucoi de 10 palmos de comprmanlo.
I mesa com 12 palmos de couiprimenlu.
I eadojra com estrado.......
I lalha para agua........
1 cubo.
1 coca de folba. .
3 linleiros dmela!.
17?Vm
:;i,-iihi
ii-1'ni
2-IHl
19600
20
IjOO
7I3S0
Dilo ao jui/. de direilo da cjniarca do Cabo.Na
cavando forrja diaponivel para ici augmentada o det-
Vmc. de-la dala.
Dilo ;i cmara municipal do Itonilo.Ao oflicio
qoe me dirigi a cam ira muiiieipal do 11 unto em 1'.*
de margo ultimo, dando eouli do prncedimcnrii que
leve para rom ojaiadopai da frceue/.ia de lirava-
la', com rel.ieao a' qualilicacao de volantes, que sa
fez irregiilariiicute, respondo declaran lo que ja' se
expodiram as ordeni necesarias para prnceder-se a'
nova qualilicaran de volaule ua meneoiiada fregue-
Ua, como so couiinunieou a essa cmara em oflicio de
21 de marco ultimo, de que .se llie remelle segunda
va.
PurlariaO presidente da provincia resolv exo-
nerar do lugar de promotor publico da comarca da
Boa-Vala o becharel Joan Tararea da Cacha e Mel-
lo, e uniucar para o mesmo lugar o promotor publi-
co da comarca de Tacaralu' Joic Mana Freir tla-
nieiro Jnior.l''izcr,iin-.so as cuinmunicaces ne-
cessarias.
OllaO presidente da provincia resnlve nomear
para o lugar de promotor publico d.i comarca de Ta-
1 imtu'o tiacharel Caaar Octaviaoo de Olivaira.Fi-
/.oram-se as roiniiiuiuc tenes neress-tnas.
l:itedenle du secrelurin do ^/nrer/ni.
Oflicio ,10 insiieclor do arsenal de mantilla.S.
Evc. o Sr. preaidnle da previaeia man la declarar
a V. S que vai siibineller a' considerado do gover-
no Imperial a materia do ollieio, que ibe diriga V.
S. em 2',l de margo ultimo, snh 11. 77, pediado fos.em
abonados an* emptegados da enfermara de marinha
os veucimanlos mircados na tabella, que bmou com
0 decreto n. I,;i>il de fu de selemliro do anuo pro-
iiinn p.is-ado.
Dito ao I." Bocralario da aasoaMa legislativa pro-
vincial. N. 79.S. Evc. o Sr. prndenle da pro-
Mu ua, determinan lo-nie que remella a V. S., alim
de ser presenta a' assemblea legislativa provlneiil. a
Copia inclusa do oflicio dirigido pela presideucia a'
tlnsour.111,1 provincial icerca da exccugo da iei
provincial n. i'2'.l de l;l de jiinlm do anno n.issalo,
pela qual se aogineutoii os venciinonlos dos empre-
1 1 lo- das reparllgoes declaradas no arl. t da citada
le. me ordena lamban) que commiiiiique a \ S.,
alim de constar a' aaaambla, que o mesmo Kxm.
Sr., alien denlo no quo llie reprcientoii l'rauklin
Chinaco I'ereira de Sonta, garleiro da Iheannraria
provincial, mandou por despacho d. 21 de nnvem-
loo do auno prximo passado, em virliule da le ei-
lada, elevar a inn-iihi rs aunuaes os veiiciiiiuilos,
qu pereebia o tapplicanta.
Dio ao iiii-in,i.>. m._s. Etc. o Sr. proaidon-
la da provincia o quem loi presonta o uflleifl de V.
S. da 24 do eorrente, me*ordena Ihe declare, alim
le que cingue aa coahoeimeato dais.mbial
lativa provincial, ler-aa providanetada, alim de iei
ilisfeiio o que ella axiga quanlo n' disiribuiejo
das talbos pblicos feil.i pola aamara municipal
icsta ctdade. (Hiiciou-se 11-sle leatidu o' c-
mara.
D.lo ao mcMiio..N. 81.De ordem de S. I ve. o
Sr. presidente da provincia, remolla a V. ,-., pira
ser presento a- asseml.!. 1 legislativa provincial, o ba<
lango, cuntas e orcaounlo, quo oram enviados pela
eamara municipal do Rio Hormoto com o ollieio de
21 de margo ultimo.Commuuicou-se a' cmara re-
fciida.
COMMAADO DASAUMAS.
t)n.irt..| general do eonmando du armas do
Fernaabaco aa cid a le do Recite, am 21 do
mato de 1858.
ORDEN DO DA N.67.
1 > marocha) decampo commluanlo das armas
inleriuo faz. publico, que a presidencia 110111 m por
porlana datada de hontem pira o cargo de delegado
do termo de Santo Anl;V., o Sr. lente do 9." bala-
Intva de Inlantarla commindaate do destacamento
do mesmo lermo, llenrique Eduardo d,i Cos,, llama,
em HbMitaieae an Sr. ca|iil;1o Joaquim lr,iuci-i o de
Olivaira, que mlicilou e obleve dcmie.io do dilo
cargo.
1 Assignado.' Francisco Sergio de Oliveira.
Conforme. Horacio de Guarni Coelli 1, alferes
ajiidante de orlen. enearregade do delalhe.
i'iiDKM DODIA N. (68.
Omareebal de campo coinmandanl. das armas
inleriuo, l. c'io.'qoe leudo seguido pata a corla na quddnle
le deiiulado lopplente a" as-emblca geral legislativa,
palo M iranliio, o Sr. eirarglUo mor de brigada de-
legado do eirurgilo mor du evereilo nesla provin-
cia, l)r. Jos Sergio l'irreira, passoa bantam I BI-
rcar interinamente atfaaefosMde delegado, u Sr.
I. eirorgiio Dr. Antonio Joto da Fonsaca Lesaa.
lar. publica igualinenle que lamben lioulem en-
Irou n. exercieio do rargo de jui/. de direilo dai.
vara criminal desta culada o Se. Ur. Bernarda Ma-
chado da Canta Dira, as-umindo issun as fnnccel
de audiclor da genio de uerra.
A--igna lo.)Francisco Sergio do Oliveira.
Conforme. Horacio de Guarnan Coelho, alferes
ajodanie d'urlens enearrasado do detalhe.
I ereeire.Em que dados se fnndou o governo
para approvar os planos da segunda seceo alrava
I 1 ierra do Mar pelo trico do rtheirao do's Macar .-.
Ou irlo.Se no plano approvado se acha ou nou
cninpreliendnl 1 toda a segunda seccao, na forma do
arl. 19 do contrato de |fl de maio de 1853 ; e, dada
a afirmativa em que ponto dettgoadamanle termina
ella.
Ouiilo.A quinlo monta o nrramcnlo de (odas
as obras exigidas por esse plano.
Paco do senado, 5 de maio de 1838. Candido
llorges.
O Si. Sonza Franco pade a palavra.
O Sr. Prc-idcnte declara que lici a discussao ad-
diada.
n,1o so o engajanienlo de um ferr.iro, um earapiaa I O Sr. Visrnn.le da Jequilinlionha pela nrdem .
a iiui oleiro. alim de le ein|iregarem 11.11 obras dessa Ijnbjan lo qus o Sr. ministro da blanda petia a pa-
1 levra parador informaees que podem facilitar a ap-
provac.io do reqiiernneutn boje mesmo, 111 lepen len-
te de mala diseustao, entande que mo >o deve consi-
derar c pedido de palavra felo por S. Exc. em todo
o rigor do regiment.
O Sr. Sanea Franco dll qne pedio a palavra na
forma du rogimenlo e para fallar onando Ib cum-
petir mas que e-la' promplo a fallar hoje mesmo.
A discussao lie 1 addi.ula.
OKDI-.M DO DA.
Passa sem debite em primeira e segunda disea-
s.to a pro|iosic.in approvando a peniSe concedida I
D. .1 '.mua Iguacia Lucas.
Enlrn em primeira diienatia a propofirgo aulori-
111 lo o governo a conceder gratnilainantc* ierras dc-
volulas.
O Sr. I'erreira Peona propoe o addiamcnlo desle
projecto ale que a commi.iio da cotoniaa{4o niter-
ponlia sobre elle parecer.
O requonmento he apolado.
(I S-. \ iscoDda do Jequitiuhunli.i rnnrnrda no rc-
queriinenln, mas lembra a' illu-lre commi-s.in ,1 ne-
eessidade urgeiiti-siun de dar o seu parecer quanlo
aiiles sobre esle uhjeclo.
Apprnva-se o requeritnenlo doSr. I'erreira Peana.
EsgoUda a ordem do Jia o Sr. |iresi.1enle declara
que .1 da sessao seguiule sera' a li-cu-sao do reque-
rnuenlo do Sr. Candido Bargas a a ler'sira discus-
sao da propo-ic 10 sobre eoocoNao de licnea aodesem-
bargador J. M. Figuetra do Mello.
Levdtila-se a sess.lo a's II e :11 horas da manliaa.
CMARA DOS SUS. DEPUTADOS.
Sessiio de de maio.
rrttiitna 4oSr. 'invade de Batpendy,
A'a 11 horas, falla chamada e achando-ie reu-
nido numero sullicienle de Srs. depulados, abre-se
a sessn.
I.eem-se e approvani-se ai anas d.is sasaet do II
e 12 de sitembro do auno pastado e a> de 2 o i do
Brrenle.
11 sr. I- secrclarln da' conla do segoinlo
EXPEDIENTE.
l'm oflicio do Sr. ministro da marinha, pedindo
dia a hura para aproienlar a proposta que liv.i a for-
ca da mar. Designa-se o da do liujjd ao melo-
da.
Dilo do secretaria do senado, remetiendo o au-
tographo da talla com que S. M. I. abri
da assemblea geral legislativa.A' cooautiseia de
raapaita a' falla do lliroao.
Dito do Sr. miuiatra da gnarra, pedindo quo sr
marque di.1 a hora pira apreaeutara proposla qne
fixa a furga de tena. Dasigua-se o da de ain.iuli.ii
ao meio da.
Dilo. do Sr. depuialn Franelsee Diogo i'ereira de
vaseoueellos, partieipanda lar tara i i ira i
senador pala provincia de limas.A' coiuiuissau de
poderes.
ORDEM DO DA.
I'roc te-i i i -o .1' eleirito da tu u c con
permanente., ihetn eleil
Presidente, o Sr. viaconde do Baepaudy, por i
Vol-, re i.ii.ie 61 cdulas.
Vice-pi .. Sr. Machado, por 56 votoare-
cebondo-se li 1 cilas.
*'Seeret....., oSr, l'jei Aarrelo, por JO volas
recebeiido-.se 61 cdulas.
votos,
ra Concert de carros, mi cada
atino.............
Despegas evealuaes ......
4:800:000
5:00(1-1100
6:2009000
7O:OOH;O0O
Ilonilimonlo anuual.
'.)00 carradas, calculadas a tres
por da em 10 mozos, tic ida
e volta do Ico ao Aracaty,
descoutando-se dous mozos
do rio choio, a 100? rs. 9O;O0OaKM)0
'JOO passa^eiros, calculainlo-so
11111 por cala carro de ida e
volta.a 300 rs. por legua, 309 27:000-000
1 17:11110/0110
||il-t)H0
iei cao do novo Hinco de PeriiaiuliuCD.respuudo da-I licamanlo duBM villa, nao pude ser salisfeilo o que
1,11 nulo;que se espau lem as convenientes ordeus pa-
va |que as dnaa siuiiuellas enllocadas na c.uva filial
sejam, de segunda fera 26 do correule lem diaule,
ilislriliunlas por aquelle cslabeliciineulo e | elo novo
Banca, para s-guranei de amlins.Olliciou-se ues-
te entido ao bngadeiro commatidaute das armas.
Portara. 1-aea o rousetho adniiuistialivo do pa-
Inuinuio dos orphoos admillir no reapecllvo colle-
gte .1 menor Alejandrina, que a Mi sera' aprc da por paite da adminilrariio geral din eslabele-
ciuuiilos de caridade.Coiiirounicou-*c a' esta.
/ wpeHtHle do secretario do gorerno.
Ofitcto Uo ollicial-inaior da secretaria de estado
dos negoeos da jusltra Divolvendo a V. E*c. de
nrdem de S. Exc. o Sr. presidente da provincia, o
pedio Vmc. em sen cilicio de liouleui, couviudo qoe
Vine, providencie de modo que o servieo dojur\
n.io ambarara o da guarda da cadeia.
Dito ao inspector da (hesouraria provincial.Man-
de Vmr. pagar an despchame Joi Antonia Vleira
de Soura, conforme requisita (, inspertor da alfau-
dasa, a quaulia de 207;'.l2n. am que, legando a cun-
ta junta, importa mu 01 diieitov de quairo cu cas com
a marca S. I. M. conleudo cnvollorioi para o ex-
pedienta da s.crelaru desle govama, M >|u,iis lendo
vinda da Londres na navio Augure, foram dospa-
cliados uaquella repartirn.C uutuuuieou-ie aoius-
l'Prlor da alfandeg.i.
Dilo ao ines.no.Visto o qna reprsenla o anafe
de polica nn ollicm junio p, r Copia, mando Vmr.
incluso reqiienmente. e'm qoe l.uiz l'almo Vieri airegar avapiUa Braailio do Amorim Beterra a
ile Mello pede ser prvido no ollieio de I' lahelllao
iln notas do l.iiuueiro, teiiho a declarar M V. Eic.
que com o ollieio, que o aaaiaao Enn. Se. dirige
iiela dala ao ministerio da ju-la;a, e a inlormscio
dida sobre nutro riqaerimeiilo do lupplicante, lica
sati-leiio o que exigi V. Etc. em leu ollieio do 2."
de lelembro do anno passado, por ordem daquilli
ministerio.
Dito ao memo.De ordem de S. Ene. n Sr. pre-
sidente da provincia devolvo a V. Etc. o requen-
rnento, que acompanhuu o seu ollieio de 0 de ou-
lubru do anno jimximn prssado, e no qoal Elias
Kranebeu Bastos, 2- labeltilo e esenve d judicial
'.....la- da enmarca do Itrejo, pede ser removido
para o oflicio de eierivo do orpnioa, c Rnner.ee do
i-uno iio Limeeira ;eo mesmo Evin. Sr. manda
declarara V. Etc. que, com ollicin que nc-la data
.linee an iniiiisleno dajo-tir.i, ,,,lisia/ a exigencia,
que pof oidciii deste Iba lu faila.
Hita ao mesmo.S. Eic.e Sr presdante da pro-
vinoia me ordena, que davolvande aeampanhad 1 de
inorin.ieiio do ojia municipal competente, .1 peti-
eo inclusa de l'irinino Correi.i Pesaoa de Moli,
qna pretende es eillcios de eserivle e labellilo do
lermo do l.inoit'iro, declare a V. Ese. q,ie .obre
e-le obj-clo refire-se o mesmo Eira. Sr. a. quo
importaaeia das desperas ledas com o nstente
praaofl pobre, da eodei.i to ter 110 de l-'lares, n
zes de novembro e de/embro lo ann
Bada, c com Inxal para oquailel du deslacamenle
daquelle lermo nos metes ce oulubro a de/em-
bro do mesmo anuo.Coaamunlcou-se ao chafe di
polica.
Dilo ao operinlend.nlo da rslrula de ferro.__Ac-
enso a ree.pc.iii du ollieio que om data de 21 do
KD) DEJANElllO.
CMARA DOS SENUOKES SENADORES.
Sessu em .'1 de Maio de 1858.
I'rt'idem-.iado sr. Cacalcatitie Ijtetria.
As 10 e 3|i horas da manhaa he aberla .1 lessao e
approvada a acta da antecedenle.
I.nlo o expediente, declara o Sr. presidenle que
(em lugar a aprtu.ntacSe de nrojelos e indicie...-.
O Sr. Candido Surges dlx qoe uin.i dos material
que ulliiiiameule tem occopa lo, por assim li/er
absorvido a alinelo publica, he o que o ton passa-
do a resp.ilo da eslrada de ferro de D. Pedru II. O
senado sabe que abrio-ae ooaeurreocii para arre-
mal.1r.10 das obras da segunda seccao dessa asilada e
que urna d.s proposlai foi aceita, o que imporlauma
apprmac.iu previa dada |ielo goierilO ao. planos da
inesma teerdto. O senado sabe tambera que publlcou-
o.s me-1 ,e ha diosa, bases de um contrato verdadelramoole
" ol0,\'l".'.'..'.!"',T adnutaval, e qoe 1 respeito de lu n islo se manifes-
loa entre ns iiiembrns da directora dlsconcordancia j
que f i alfocla ao ronliecnneiito do governo.
heduzida a despeza
Lucro liquido en> relac.ru> ao
capital de 60 por cauto 47.000
O Dr. Theborge anula tifio chepou a capi-
tal para tratar com o povorno sobre as con-
difes, com que este est resol/ido a protp-
,'er essa emproza ; mas lauto no leo, como
no Aracaty cuida-se delta com bastante aui-
macSo. urna caria, que lenbo presente, diz
que no ultimo daquelles lugares Cham-ss
subscriptos, psra ais de 50 cotilos de res
de accaffes, a une sin la ha esperances de ar-
ranjar-se um arultado numero da subscrip-
oes.
O documento, a auo me reliro, allanr;a
'lie tolo o inlercsse, que tem apnarecilo
por somelhante empreza provera essencial-
inonte da conUanQa, qae o eommercio dopo-
sila ni Ilustrada adnnnislraco do Sr Ur.
Silveira deSouza, o qual, com os recursos
de que a provincia pode ihspor, tem dado o
mador impulso aos scus melhoramentos ma-
teriales. Assim pois folgo de dizer-lbe mais
tuna voz que esses e outros ioleresses nao
sSo promovidos gmente pela adminislra-
ctio e pelo eommercio, que nestes ltimos
anuos lem prosperado extraordinariamente.
Ojornelismo, que poiera ser urna aia-
vanca poderosa de lodos os mclboramcnlos
materiaes e moraes, que mais precisam ser
liiineiiin los, apenas se OCCUpa, como ja tive
OCCasiSo de dizer-lbe, com a alia e batxa dos
empichados o com improvisos sobre o re-
cr uta ment.
Ora tslo no nina verdade conliccida por
lodos, n3a contestada por ninguem, c t|uc
nada envolve de odioso para osla provincia,
por quanto ale os qnalro Cidad.os, qne cs-
jereyem para os peridicos desta dundo, po-
deriam, se o quzcssem, entregar-so
vantagen discustSodos inleresses cima
indica los.
\pezr disso porem, saina, [de pas-
, que esse m iu juizo, do qual nao ba
para declinar, porquealem de verla
deiro, nada tem de olTansivo conira pessoa
. chamou a lerroiro e concertada-
inenle aquclles quatro escri plores, os quaes
iditando-se com procuradla baslan
i ra dareni iva los m nome de to-
ti lado d
tadir que o Gm as pala-
bras ora Fazer passar a todos estes por una
ran
Engaa itn-se os ineus interpretes.
'.'liando disae quo o nos.-o jornalismo
" iratava i1 te nSo acompa-
A estrada dn Baluril est actualmente.
[nSo sei se j Ih'o disse] dividid cm Iancos
diversos, 4 dos quaes acha m-se contratados, i
Dizem t^cralmenlo que por esse modo ser
ella feila com mais rapidez e mais economa
cntente.
Dr. Janlim anda uo ultimou os seus
e-lulos sobro o porto, ncm o conseguir
talvez nestes dous ce/.cs prximos futuros, s.
eslacSo que corre o tem inlerrompido as ve-
zcs em seus Irabalhos.
Acbam-seconvocados os jorysdos termos
de Aquiraz e Cascavel, pertencantes a co-
marca da capital. Dizem que no da 24 des-
te seguirSo para alli os Drs. juiz de direilo e
promotor respectivos
O juiz municipal Icsla cidade, que foi des-
pachado par. o cargo de juiz do direilo de
Lagarto, na provincia de .-sergipe, acna-se
presentemente em Sobral, e dizem que Uto
cedo nao ir tomar conta de sua comarca.
1- baeretat o o Sr. I'eieira Piulo, i>oc Oi
rccebemlo-se 6lcsdulas.
3' Secrouiio o Sr. ilendei de Almeida, por -H:
votos.
i- Secretaria o'Sr. .salles por 20 volas, lecelunjo-
se i.ii cdula-.
Suppleulcs, os Srs. Arabio e .Mello o Soaras de
aouaa.
Achanilo-se na ante-sala o Sr. ministra da mori-
nna, he nilruduido com a, furm ilidudes do eslvloo
le a icguinie pruposu :
" Aii-uslos u disni,,iino- senliores ripreseuljnles
da uae.iu :
Na coufnrmidale da Iei, vendo, de ordem de
s. -M. o Imperador, apretealar-vosa scgumle pro-
posta, litando o fore.i noval para o auno Gaaucairo
de ISiJ o 1860,
a Arl. I- A (brea naval para o .inno finaneairo
que ba de correr di, I-de jullio da I8!) .ni altimo
de junliu de Lsnil enlistara'.
a J I- Dos ullinaes da armada e das mais rlasses
que lu preciso embarcar, conforme as lolaeoes do
uivins, e e-I idu-maior das diVMOM uavaes. "
5 '-'. lui ciicuiusloiicids ordinarias de 3,000
procos de marinhagam e de pret dos eorpoi de ma-
naba, embarcadas em navios armados a transpone,
0 de .1,000 em eircuuHtaneias eilraordioariai.
Du eur|io de ieaperiaos mirinhelros, de a-
preudlles inarinheiros, ereolu- pala! leis nuleriores,
du balalhao naval e da companbia de imperiaes ma-
ruiheirus da proifocla de Mato-Orooio, Bonllnuan-
do a auiotisocou |i,no,eleva-los ao seu isla lo com-
plelu.
0 Ait, A lure.i cima mencionada sera' pre-
enchida pelos meio. aulorisadus uu arl. I" ds Iei n.
LI I de l'I de acost de 1831.
.< Ari. .- Picam rovoeadas ai diiMsicfies am con-
trallo.
Palacio do Km de Janeiro, cm j de mai) da
INiS.Jos Antonio Saraiva
II. rem.llida a' eommiaslo de marinha e guerra.
Lontino'a a eleicao.
CommisUto de resposla folla do Himno.(Js Sn.
rorroB Ilamem, Keblaa e Sergio de Macado.
CousliiuicAo e poderes.-Us Srs. i'eix.ira Jnior.
1 achaca e \ Hiela I avara.
1 i. de oreameiili..Os Srs. I orre lloineiii, Siii-
psio \ launa e llcnriques.
Indo-fe pruceder a' eleic.3o da secunda commisslo
de ..remenlo, reCOIlhece-ie nao havci casa.
ii Sr. Presdanle da' pina ordem do du :
(.uiiiinn.icoo d. eleieAo das commissiie*.
Ltvauta-se a sio a' I hora o um quarlo.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PER-
NAMBL'CO.
CEfVRA'.
Fortaleza 20 de maio de 1858.
la poucos das llie cscrevt pelo Iguaras-
su'.n mas com tanta pressa, que llif no dei
noticia dos fados mais un,.olanles, qae por
aqu havlam, lio o que vou fazor nesla oc-
casiSo,
Por intermedio de um amige ebegou-rae
as mSos os detalhes, que abaixo transcreve-
nbava el
ten I ire >o
pelu-
esta' cora a prosp.rid.de publica. Uentdeiinte".s I heberS", vista dos quaes Vmc. se con-
que deve resollar so pau do esiabeleclinenln de vis, vjl',1rc''r'1 lacilmenle que ella lie de lilis gran-
mesma monta a
3C:M)
6:0001X100
,;ll OI-UII,,
.ie-
ceasaria jalgau a sus opresenlaro, quanlo be vo/.
publica que o governo n.io se dirig....."te nigocio
do modo reclamado pelos inlereaiqi da paix, que
-ou proeodimento lobreesle assumplu he merecedor
de -e\sr.i reusura.
Coirelue fazen lo votos para que as informacijei que
derrelo de 7 de agoalo de ISV. iu i linca las
.icios do governo e de seus agentes.
Senlo somelhante prelenra i inleiramenle nuva (
inexperada, n.iu sei desde que lempo jalea o Sr, ni
icriiiieiideni que a. olrr.is ed:i i eoncloida., neis no
-en citado nliicio, nu am nutro depni- de aberlurapla
sece.io ao iroiun. jamis .. Sr. ra per intendenta aa^jrt^^-ve;n"Bn,,.^B7^
a 3:000i i
UU i-avallo- ;i SOj rs. .
;n canos com arreios i
Deapezas cvenluacs .
soo
lignalon-o.
foinbetn lio deleminando ri Sr. superiiifeudente
a que artos da governo ou dos leas ajenies se rele-
coaalada asa ollieio dirigidomsia dala ao mun-ie- '" nl" lle i' "url "bar qaaoi is lUodlIieaciHs do
no dajaotica. "i- ,H aaeoudujaaB, que illudc.
Dilo ao chele de polirin.('.iimpre-me COfflmu-l As infonnoc is que lenho receido do Sr. 'upe-
nii o a V. >., :.. nni'iu de Rim. Sr. presdeme da rintendenle e do eiig'nhairo fiscal be qoe se Ira-
provintia, que por despacho de boje, aaturiseu-se l"lh'1 para a eoncluiau dae ebrn da primeira sac-
ra oanno passado com as informaees qua| hnspivis annuaes.
erigi a retpeito do eommercio das carnes verd,-; Pan concert da estrada i
e declara que laolo mais ardenla be este Ma ,0(0 csja .,,,,,
Por,,,,, receia que a respe,.,. ,,, J6 gBardas pa^QVlcer'cd0S
a 2508 rs.
a IhcBonraria inrovineial a pegar, vi io das coulai
que vuram anuexo- ao oflicio de V S. dolado de
hontem, sob u. o'sf, a importancia das SUlpazafl fe-
las lio me/, de Janeiro Uitlinn culll o sustento dos
I re-os pulir. ...i ea.tei.'l de files, e cen u lolneri-
iiiciiiu da lux pau a quatlrl du d.-Lujin.-ni.. d.i-
ipielle leimo.
Hilo ae ,1.,/ de limito da ,......r i do Bouilo.
MandaS. file, o.-.r. presidenlada pre.inea aecn-
ii reeei.i ni do ufli io, que \ S. Iba dirigi em
y de abril, cooa su queira oslender o veo do mystetio, que de cerlo
tempe pata ca' Icin se loruadu um meio du go-
veno.
I .'-se c lie apoi i !i e sisuiul^ requcrmenln :
equeiro que pela loeretaria do imperio se io-
Ao engenheiro fiscal determino veiillqae, e me in- lieilam cam nrg.ncii as segoinles informaedes
forme, o estado los obras na ie>ecfio, e eora o ra-
los mu asamos serlo e-stivenienteinente sa-
ii-i-u... o. ,i jos do Sr. inparfsil.n lente maufesla-
doi ni iitliiin ,, ule da -eu ullicio.
I'itu io w......l-eu.. ti.., di cicii. da Ierro.
' ..... -* B Hi-, ...i vial, do qoa red un i .. u
ilil.n l-ole d
- I'rimeiro.Se se aehara conelaidaB inda, as li-
bras necaanrias ao hrafego da | estrada de ferro de D. 1'eJro II, qaer relativas ou
cintillo Prire, quei em refereurij a lubsrqorules
Hii,di i.,..-. .lele i minadas pela cumpairlmi ... .,
dan velo governo, a no ca neeniivn em quanlo se
p*i inndente .u estrada de farn |u Vine, esa- acha ore li i Javera fan
minando com lodo o cuidado a primeira se ,.? da miua-la..
Mirada, iiiiuiue .....i toda a hrevidide possivel, e. i Segonalo, "ae capital lem ji companliia Id
O bole iros pai a 20 carros em
exercii o a 250g ra.....
dri na ios aos empregados no
Aracaty, Ico........
3,'iOH alqueires do milln. para
sustento dos cavallos, regu-
lando-se urna lerca pura ca-
d.i mu. Intil no vm 3o, l'llllln
IIO invrili.i .1 .. I ii.li al
. | ll'-l 1-..........
.lu,iiini ln\.- da ejpim
para ". inesiitii., a |(. '.Illl'IKISKII)
'';0UO
9:01 O5OOO
H.OU
lO:0'io:ono
.1 -.11111
mesmo lempo, qae o i osso eommercio pro-
mova a incorporarlo de utu flanco, dava
andamento a empreza Tbuberge, o fomen-
tava nutras em irezas dessa ordem tira,
os honrados e tloutos escriptores, aos quaes
iro, lulo de dar liecnca, que eu u to-
dos os que uo leem por sua cartilba, que
sSoaquasi totlidade da provincia, esteja-
mos couvcnciitos. de que o corpo commer-
ci ti, a cuja Frente acham-se alguns dos nos
jos viee-presidentea, lodos os nossos pro-
l'i; iciarios. capitalistas e ale cerlo ponios
nossos azendeiros, representava mais os
cearenses, deque suassettborias,(que ape-
zar do alto julio que le si possam fazer do
ludo COgilam menos de promover os vorda-
deiros interesses daquelles. Isle posto ve-
so que um pouco mais de pausa e relles.no
OU um pouco menos de anaslamonto e pre-
cipita la acquiesceocia as instigae/ies dos
re adores do Coarenio, que conira o sup-
posto autor destas esUo sempre resolvidosa
.abracara nu rom por Juno, nao teria iludo
I tugara que so sopbismassem as miabas pa-
1*1 ras o tulenca.1. lias cousa notavel 1 pa-
rece que suas senboriaa suscitaran! essa
mesiiia polmica gmenle para Cornee
um novo argumento d que mo grado seu,
converlem em poltica tudo quanlo tocam
Ouo cootinuem nessa estranba va de
prugresso, puuco me importa ; so desejo qua
fique de urna *ez patente que eu nSo lenbo
inleresses polticos, que nao me entendo
com os partidos, que aqui se debatem seja
qual for a airoico que tenlia por tiualiitier
Era necessarla esta digressSo. que Vmc
lera a bondade to de responder aos Srs. da impreusa desa
cidade nao o !"tido feito aqui para evtlai po-
lmicas esteris. Alem dessa corria-me a
obtigat;ao .1 faltar desle assumpto ^ i
no corpo de minhas missivas.
Agora esempre oem mais u:na palavra a
l 0 ilissi;.
4 repressSo do crimo continua cada da
mais vigorosa ; ha poneos das publicou o
Pedro II um mappade mais trala e cinco
criminosos presos no mez de m- reo e abril
do eorrente anuo. Alm dnssas soube-se
posteriormente, por affirmeciJes do tur. em-
pregado da polica, das prisOes dos seguin-
tcs iu lividuos Maooei Eugenio de Uedeiros,
pronunciado em crime de fe i metilos graves
pelo subdelegado de S. Pedro de Ibiapina ;
Manoel Jos Duarte, indiciado em crl
morle, ambos capturados pelo delegado da
villa Vcosr ; Manoel Francisco Comes, c,n-
demnadono arl. '257 do col. crlm., preso
pelo activa delegado de Sobral; Francisco
liamos Mercal, condemoido por ferimentos
graves pelo jur] do Aquiraz, Mana Magda-
lena de Aevedo, proeessada pelo mesmo
crime, ambos presos pelo Dr. ebefe do po-
lica.
lie extraordinario o servigo quo se ha feito
na repressSo dos delictos ; ue jan< ire de
1857 at o mez lindo lem-se capturado pcrlo
inosos. Creio que em
nenbuma oulra provincia do imperio a po-
iguido t.io gran le resultado
\osannoscivis de 1856,i ;ai o
ultimo do ia t antecedente isto he no de
cui so de .o i s i a 2611. ci ui as
para o Ex ireito e 20 para a marinha, ao lodo
290; no anno iinaneciro de IS501857, e
desle ato o lim do dito rrrz de abril deu 15!
para o excrcito e 26 para a armad ao lo
210.
ha talvez Irez me; : im lo lo i
o perio lie is desta cidade, isto be o Sol, o
i Iro II, o Cearen imercial, que nes-
us ltimos anuos linham sido recru-
ladas mais de mil pi ?soas i. to la vi a, o mo
rer do quadro cima, qu
secretariado governofoi publicado no Pe-
dro II, a provincia nao ehegou i dar rwni um
l.i i I... recrulas, que disseraiH aquclles
i" '"
| o Sin l l ,i l ,
i rpool n in i .o lmi ftalla .,, i |
, li i iiiiui'i.'l
PEfliAgauco.
ASSEMBLEA LEGISLATIVA
PHOVIXCIAL.
1 OBII1NARIA EM 16 DE MAIO DE 1858.
I'rc i ,Vr. Boriio dr ('ixutarnijxhr.
Au meio da, veriiir.ii> la-se n nuuisio leffal e
aberta a bbhSo, he lida e approvada a acia da an-
tcnur.
II Sr. 1- lecrelario !. conla EXPEDIENTE.
Uro oflicio lo secretario da provincia, remidiendo
por copla a inlurmsen ministrada |ielo consellni do
patrimonio do* orpnaoa acerca du reijuerimeniu de
Maa el Antonia Viegaa.A' ccrainissu de ordeoa-
dus.
I elii Cavnleanli de Aibui|oer do joij da cidade da Victoria, pede que llie reja
marcada ofnafrratitieaca.e paga pela mnnieipalidade,
reiinuciaiiilo ella ijuaesquer cnitBI a Barga da rneima
niiiuieipalidade.A' cuinuiis-5u de orraineulu mu-
Dicipal.
Juseplia IMara di Silva, proprialaril do sitio que
faz quina con a estrada dn l'ninlial. do qual a cania
ra municipal desta cidade quer deiapropria-le, rede
nina providencia que obele a prolenfSo <\.\ refirid
cmara*A' emnmiss-n de DCflOCIOB de cmaras.
A'evaudre Primo Camello l'essua, prufessur po-
lili.-o de pruueiras lellras de Itsmaruc, pede qne se
marque quola na Iei lo oreainento provincial para
pagamanto da gralifieacalo a que se oiga com direilo
pur ler mais de 12 anuos de e\ercicio.X comuiis-
silu de oreainento e fasede.
Vieenla Lieinia da Coala Campallo, BK-aarlerario
da Iheeonraria provincial peda orna providanea que
pona Raraulir-lhe o dinilu de delea,que ellie lem
negado auim como as oaceisariai ceiiiies que tem
.:- lo da Uietonraria provincial.A' cummissau dr
.
loi lidn aner .uinle parecer:
.'.' c ucn.-..io de negOCioi de cmaras tenilo litio
pastara iddirioaal da cmara du llecife de ."> il
crrenlo mez, juUa ulil a sua 'ispasieiiu e por i-s
be de parecei que sej impresai f-ara onlrai na or-
dem dos traliiillios.
Sa i i e ', da maio de 1858*Anlo-
:u i ra.-A. Epaminonda de Mello.
S9o I i bjecto de deliliera^Su e man-
dadus imprimir oeiegainlee prujerlos:
lativa provincial Ue Pernambneo,
rc-olve :
Ari. i. !Vi creada urna cadiira !r latimna villa
'.io.
Arl. 2. (1 presidente U\ provincia poder.i nnmiar
a quaique 11 lu o qui Bililodo para rala
oinuno, iiidepaiiilenle deqnalqaer uncur-u, prefe-
rin !u algam clarin de urdiu* lacras.
Arl. !. 11 i di s ir le i......r den la do mil cunto
. i-, b recebar mati i itratiii .
Irezeoloi mitris, quaudo iiver maii de Oeciiei
lamo -.
Ai i. I icn revogadafl as diiposiees em con-
trario.
Pac,' da actamble legiilallva provincial le l'er-
ii'iiuliuro, 17 de maio de I88. Jos Juaquim d
Barreo.
Art. I. lica elevada a cathegoria devilla.com ->
den iininacn da valla de Sao Banlo, a povu.ic.lo do
meoiio nome. perleiiceute a comarca de liamuliuus,
lendo por termo lodo o teitilurio da freijue/i.i desle
nomo.
Arl. 2. Fieam revogada as nJipotaai em con-
Ir-irin.
Peca da asaemUea legislativa provincial de Per-
Bamnnco, 17 de maio de IS'iS. Siqueira l'.aval-
cauli.
ORDEM DO DA.
2.' di- -i|j..ui da projeele n. 21i dcste anno.
A conunitaio de Unas pulilicas, coininercio casri-
cullura, a cuto conheennento ful sulimetlulo o reque-
riuienin do S'. d.|uiado Antonio Cevolcanti, que
propSa que ella d m esclarerimeulus aabra a u-
t'na envolvida nu projecto numero.....la anno pal-
iado, e emita -cu parecer ; enlende que a dlipoii-
eio uelle cnulida Ble deve limilir-se aos peticina-
nos a que so refere, mas a lu ios que eslivcrem em
golee eircumstia ios. Anim propfta a Mgvinla ra-
-uleclo :
.'. a--"'nlilea lr_;s'-,tiva provincial de i'ernaniliu-
cu, resolv :
Arl. |. Pica o presidente da provincia iniorhido
a conceder Boa arreinalaules das obras [ir. viucrie.
nlrata lai aotoriormanle ao anuo de Is'di, que n.iu
' su I,, -i lo execul.i las por causa da epidemia du cliu
lera, foram ja eneamplda, a ieneilo da pena de
rei| 'i.-.iiili ladl <^o eueainpameuln c las multas im
odende lambem, sr julgar conveniente, re-
uovar o eoutraloB, proroaanda os prazoe.
Arl. 2. l-'icain ravogada as dspoilc,ui, etn con-
Irari i.
Sii.i dascomroissOea du assemble legislativa pro-
vincial de Pernambueo, de mam de 1838,n-
gulo Krederico de Oliveira.alenoel do .Nasninen-
to Machado I'orlclla.
Me approva lo
2." disru's.'io da einmd.i ai-rcscntada em '.' M
projecto n. 2 desli atino.
II- iqipruva la.
Coalinnaco ^i 2.' dUcanSo do arl. 2X do orra-
mento pruviucial a liado n i sobsI i Bnlecedanta.
ni -a rio apoiailas as segundes emendas :
Depon da palavracollceloria, di'.:a-se :li-
eando o governo aotorisado a ddr-llies uovu recula-
mente.Mello Reg (Raphael .
Nlo excedendu a qu da valadl.Barros ll.irreln.
i om os empreados 10:000}.luiiealvci liuuna-
r,c-.
I>Sr. Oliveira aota daraaooosidada di emenda
d i Sr. Hallo Raga, visto que o goveruoja esl aulo-
ris.ul i pirau ine-ino lim.
ti Sr. Mello Rogo Raphael] entande qoaasaa
emenda ha neeaisaria e nem procede a razan ipro-
scnlada peloSr. 1." secrelano deque o governo ja
Un antorisacjlo para reformar ai culleclorias. pf
isso que bmi aaloiiaacJIo fui dadj em le aunua e
caducou cum intsiiia Iei.
i nobre orador dll que nao pora davida em reli-
rar a sai emenda casa njajulgada intil uu desne-
i ma mas que llie parece indispensavel n livnr-si
una re^ra quanlis a dur.i';ao das anlurisaces con-
cedidas ao ituveino na le do orcaininla, que secun-
do pensil ei|iiraiu ruin a misma le.
Kuretr.ida a diicassflo lio approvadoo arlico com
as emendas dos Srs. Mello Rege ( R.qdiael )e Itar-
rus Barreta, senda rajeilada a outre.
Arl. SO. l^uiii u .i-'-iii i. -. .
1. Kinpreg le....... ',.m,v -00 i
2. lApedieulc........
lie api
Arl. :.". Com o .
do.
Arl. I. t^ mi jubiladm.....
lie approvido.
Arl. 2. Com a divida de evercino,
H ii............
Pica odalo.
Art. :;.i. Com o resgale das ;
lu tercena tenc e |uroi respectivas. .
Ha ipprova iu.
Art. o. Com os jaros e regasli da;
!c qu iili sene, que ie tem eu.iiii lo,
desdi ja | rahibido que n
pele a c ni-.-ii) desBaaaplleos. .

ijOOO

,77:1
11 r. \ i.s| i lM.| i ur l.'ui -\ commiuao
i poi V. Kir. i.....du ico io ) d icio dj
pre id-mu 11 i.-1 i i' ii o .. in i..- '., | ou pi
i a l-'i pi I i .o, I.I.. I
, uinpi. esse .lew i, e -, i i, la im
com ufo o di ujei i ae iiiii a
l
(1 Sr. Mello Riso ivapliael :Sr. presidente, ve-
ja que pelo artigo em discu-so se prolube a emii-
silu de plices ; mas nao vejd autorisarao qoe ba-
ii'lile o goveruo a realisar sm duilieiro o pagamento
lis obras arrematadas qua devem ser pagas em apo-
llis. Hunde lira o goteruo esse dinlieiro, lira' do
arl. 12?
0 Sr. Mello Reg (Joaquim) :De consignae.lo
da- obran.
ti Sr. Mello llego (Raphael) :Mis lupponba-so
0 que n.iu he malta provavcl, mas podedar-se) que
us einpnileiros querem recelier apolices e nao di-
llheiro, pnrqu3 lia cnntralos feilns uesse sentido ;
cumo resolver esa diiUcoidade .' Aeho que se devo
aulurisar o governo neste caso a fazer o pagamento
lambem pur essa furnia, mis n.io priva-lo dn oallu
molo, que pude ser eligido pelo arrcmalaute.
1 ni Sr. Deputado : E isla' na voulade do arre-
malaule ?
Osr. Mello Reto '.Raphael):lisia', porque nos
contratos e-hp jou-se a coudieao de que o pagaineu-
lo seria em o p.dices.
Or. Cirneiro da Conha :Mas ainda se podem
tazei ii ivas obras, | leande-aoeom apolices '!
O Sr. Mello Reg lltaphael) :l'assaudo esle ar-
tigo n.iu.
o Sr. i.iti.eiru da Canha :l'uii he o que se
quer.
<> Sr. Mello Reg Kaphael):Eu quero qne ai
obras srjam [ a_;.is em dinheiro, mas para o caso em
|ue os arreinabuiivs n.iu o queiram, convm aulo-
risar ao governo a servir-se do raelo cstabele-
O Sr. Carneiro da Conha :Pois nddicione algo-
ma Palavra an artigo, eu areili).
lie remeltiili a mesa a leguinte emenda que se
apoia :
o Arcrescenle-ielicando o governo aolorisado a
realisar em dinheiro o pagamentn das obras arrema-
ur cunta do emprestimo provincial aulnrisado
pela le numera :Vi.Mellu Reg ( Raphael. )
Encerrada a discusiaa he o ariigo appruvado rom
a emenda.
Arl. 85. Com asdespezas eventaaes
inclusive cinco conlns para as impres-
ses provliici.es........20:IIOOruiKI
O Sr. ||. > ivileanli diz, que enleudendo que des-
pezas eveoluaoa si i aquellas que se nlo podem pre-
vir, nSo |i.ide volar pelo artigo na parle em que cou-
ligna 5:0001000 para urna despeza prevista, qoal he a
las improaaoa*.
Oburv o linnrado depulado, que lalvez eisa con-
i-nac.".u do :0l)lesil00 possa ler mais cabimento em
nutro arligu du oreiunmlc, e por isso entendo que
ella lleva ser eliminada das despezas eveoloaes.
O Sr. Millo Reg : llipli.iel Sr. presidente,
quero mandar urna emenda anumcnlaudo s verba
das despezas cvenluaes, darci as razes em que ma
tunda.
Cuustanleinente esla verba he evcelida pelo go-
verno : nu ImI,uico do anno pastado ve-se qoe a
tunta di- evcuiuaes suiuu a qounlia de .'ll:'j:i'i>L'll.
.\n l. seme-lre .leste anno ja se achan gaitns
2'i.ilHc ; e lodos ns aunus tem sidu assim. A casa
lom lempre olludo para islu com in tillereuc.i ;
mlretaato eu euleudo, que si havemoi de votar
un i verba iniullicienle, melliur lio darmos logo
urna qnola que chage, pura salisfdzer as despe/u
qu corr ni por coat della.
Urna v../ :lie melliur nlo fazer nreamenlos.
I) Sr. Mello Usgo Uaphael).lie melhor nto [a-
ler urciiiienic, du qua votar verbas imaflici-
'llles.
rrosam-se ipailes.)
Sr. prw.deo e. ,uu que vejo lie que pela verba
BVaatnaailorrem de-|iezas de luda a qualidade,
liadas e pagan] pur esla verba.
i' Sr. r. ;i ltala : lie um uinuibas auiide sa
itnban indo.
i> Sr. Mallo llego (Itaphiell :Se havemos de
estar c mienlindo nisso lio melliur d.uiuns urna ver-
ii.i que chegai.
i' Sr. -Manoel Cavaleauli :Eu antes quero pro-
lo qae dar a verba.
O Sr. Mello Regn (i'.apluel):O nobre dipta-
lo ja pini...inu contra Isle '.'
O Sr. .lae i C.ivatcanM:Oh Sr.' eu Icnlm
* u a mesa e sai apoiadas as segoiulcs emendas.
a Evcnluacsdiga-M llU.lWnjOO.Mello llego
; Rapbael. )
Cm vez. de '20:000^000 diga-ie IO.OIHIjOOO.
Dr. P. Uaplisla. ,,
Eocerrade adiienaslo he o arligo approvadoere-
jeitadas as emendas.
Arl. 36. Com ujuro e amorlisieao
In empri-lunn decrel.nln pnr esla le. 30:000)0011
n.-r. Presidente:o arligo :1G deve licar adiado
purque se refere au arligu 12.
I.nlra em discussao o arligo 12 qae ficara adiado
al i di-cu-,"lo do capitulo 12.
O Sr. M. C italcmii ju-nlica e'man la a mesa o sc-
gumle requerimento que he apelado.
Kequeiro u adiainrnln do capitulo H.' pur 21
buras.Manml Cavilcmli. a
O Sr, Prendante declara que era face do regimen-
t da cana lie considerado o rcqucrimeiiti eoano
eineudd e por consequeiicia le acba em dlaenaito
lom u ortigo.
Vozoa :Vetes, votos.
N i i liuvcn lo quem pera a palavra ha encerrada i
liscu-.ou e apiimvadn o requerimento.
CooUoaa i ditenssSe dn titulo 2.
Art. .17. O presidente da pruvincia lica aulnn-a-
I" para effeelner a despeza do eiercicio de I8>H a
1 i ', a cobrar as rendas designadas noi SS seguin-
les :
5 I. Tres por cenlo do algndao e assucar reeipor-
llilos.
, J. Cinco por cenlo dos miis gneros de produc-
i provioela que lambem forem reeiporladus.
c 3. Dcima integralmente cobrada sobre o, pre-
di... urbanos,
. Dous mil e quindenios reis por cabera de ga-
do vareum culis.mido us municipios do Recife,
OlinJa, Igoarasni,GeUnai, Um piirmuzn. Naz.iielli,
l'an d'Alhu, Victoria, Cilio, Serinhaem, e Agoa-
l'rela, sendo que us outros municipios e-lo iiupostu
-i sera pago por quem Islbar carue para uegocio,
pagan o os criadoras u diaiasa.
$ 5. Sello de lim aneas e legados.
S l'. Meia siza de cscravos.
> 7. Iluzenlos mi reis por escravn exporta lo da
provincia de coufurmidBde com o g 7, do arligo i I
da Iei Damero i I.
- B. Cinnluillenlns di polica.
- '.'. I)1/, por c utn dos nuvni c velhos direilts co-
brados dos urden nidos das empregados proviueiaes.
S 10. liualro | ur cenlo sobra o aluguel, das casas
em que se acliarem ua cidade du llecife, us seguios-
te- es.ibelerimeiilos ; boticas, lujas em que se ven-
lei a relallio, lojii de cambio, armazens decana
secrr, de mcd-ir.i, de lijlos, de cal, de eaplm, de
aseocer, ds sal, de lazemlis, de larinha, de mollia-
li.s, de mi"ames, de ruurus, de drogas, de recolher,
hibernal, bollqoini, senarias, olarias, lypagraphnis,
corheir.is. eavallarieai de alugucl, prensas de algo-
l.iu a fabricai.
.: II. Ouarenla mil reis sobre casas de moda--.
v 12. Leaj reis pur libra de i.iliaco fabricado, seis
ceutos res por arroba do nao fabricado, mil e qui-
ndenios res por milheiro de charului e cigarros,
Imita res pur can ida de bebidas espirituosas, quinte
res por cenada de vinagre, e elle centus reis por ar-
roba Je aaban, (cando lentas dcste imposto as fa-
bricas desta provincia.
13. Viole por cinto da agurdente de prodac-
,-ileira que for consum la na provincia.
4 1*. Htenla por cenlo sobre o valor de cada bi-
llicle de lotera le oulras provincias segundo a le
numero > I'.l.
l'i. Pedaglos Us ponas a cstradji, vigoran.In a
ii-,i.i-ic.'o do S "W do artiga 38 di Iei numero 2ii.
Ifi. lien, do evento
: 17. A(ipre!ien-n"s pila polica.
IK. Mull I* p r iiiti.e i_'H'-.
'. i i ;. o reposii-des.
ile mil reis por ceu de jugo da Lidiar.
21. Prodoclo la vcuJa de gneros, aleucilioa e
: ii Bvineiaei.
:. Hilada da divida aulcuor ao I- de julho di
ISin.
. Dil 11 -U\a.
_,. Randlmentodacapalazia do algnd,1o.
Jal i- depusildd-is na cana du
Raneo do i!r?sil nc-la provincia.
retelo de 1857 a 1S."A.
Ib das cam ippiieactie especial.
7. Producto dai loleriai do lliealro da Santa
Isab il,
.
IIO
\.in a mu i ns sc::uinles emendis, que sao apoia-
das,
A" diga-so nicamentedecima urbana.
\|. ii ::- o iiiipiim. Manuel Cavalcanti.
i .i.....' i inoprosiva .1 alimiue -e_ i pil i
.i Kecifi l.p iminend i de Mello.
I iimtiie ii u i lu i- lencas, lopis de tender a
lellllio, labeliu", Itpl i pin i>, .uilieii.it ejieii II
- ditas dn ii.nina-io.
Dilo da lasa de (artigo inda Iei ntinier
miitii Ann


.
U.1 1 tM.\
d (lf n udo-te i
cenlo re l*itindo-Sfl a : por c
Ai 5 12 dapois das palavra-----baodiga-si lum que se do e pagar poi c lila roda, iiio he,
fabricado uesla provincia e tiipprinia-sa o loan.
Sooza liis.
(I Sr. Kgo Monliiro : Nao dsvolvsu o seo d-
curio.}
Vai a mesa esta emenda que he ipoiada :
(i SlloUiK) sobre casas que vsndereui obras de imito
de quilate interior a IX, lir.ni!" o soverno ento-
ntado a eslabelecir contraste.tioncalve Guiuia-
res, u
ii Sr. !-:> Monleiro : (Nlo devolveu eu dii-
cur-o.i
i1 Sr. Manoel Covalesnll diz, que j por veist lem
manifestado a na opiniao oeerrs dot psdsgios qos
)alga le indcclmavel necessidade, porqaa HM im-
paata bo credo para a consirvacao ri.u eslradn, e u
jul-ta lano ruis conveniente, quaulo he elle pago
justamente por aquelles que goiam do beneficio des-
eas inesinas estradas.
O honrado orador diz que scbr'eita materia pensa
de modo mu difTerente do nobre depuUdo que o
procede:!, que lastima que nao bajan) barrenas eiu
in.iior qiiantidade lim de que se podesse .lesie Im-
pela tirar a qoanlia neressaria para a romervacao
dai estradas ; que mesmn entende que de inoiio bim
gasto devein ooncorrer tojos para pegar mu impo'lo
quando veem o resultado imined alo delle, om;i ti
sslrtds ; e que se alsuin defeilo ha a notar he nao
haverera mais barreiras e mais caaaa, SS he que isso
fose precise para baverem nuil e millnres es-
tradas.
O Sr. Kcgo Barros :No sei a vantaacm que po-
de Iraxer a emenda do nobre deputado pelo 1. cir-
rulo, o Sr. Epamlnondas de Mello, supprimindo o
imposto de J;")H| sobra o gado do consumo, pelo
i'ontrariu euteudo que he ella de grande desvanla-
gein, poique vai diminuir cou*iileravelmenle a ren-
da, e Uto quaudo a cada paito le estilo augmtnUnd
daapaiai, quando a provincia est auiearada de um
delicil. I'or tinto, eu nao poiso deixar de volar por
6M eiio nda.
O Sr. llarroi Itarrcto :Eu von fazer apenas duas
reflexai, Sr. presidente, o pnmeira he sobre !.
diste artigo. Nao sei e deiejava que a nobre cum-
musao i le desse a razao porque redgio este arillo
enipreg: nao a palavra reeiportado.
l.mS. Depulado :lia erro da imprensa,
(i Sr. Barrot llarrelo :Beta, como eu vi a pala-
vra repelida duas vizes, suppuz que losse outra
niU',1.
Sr. i residente, eu chamo a atlencao da cmara
sobre a: disponerles dos Sjj 12 e II dote artigo. Eu
sel tiiui bem que essa uisposice nao sao novas,
exisiem de mullos anuos mas a assembla consi-
dere bein, que estaa ditpoiicots nao uleiramenla iu-
coaslituiionaes (l).
Logo, todos esse gneros fabricados fura da pro-
vincia eilo sojeiloi a este imposto, e nos nao pode-
mos ere ir imposlos de iruporlac.ito.
O Sr. Uliveira : Podemos unpor, cotu tanto que
te nao prejudiquein os imposto geraes.
O Sr. Itarros llirrelo : Nao, Sr., impor sobre
nbjeelos de outras provincias be tambera prohibido
pelo acl i condicional, lio um imposto iiilcirarneule
uconsli ucional.
E, Sr. preiidente, te eu censuro, se me tenho a-
'|ui pronunciado conlra cssi espirito de usurparan,
que do rerlo lempo esta parle lem apparecido das
illr liuiies dai assemblcas provinciaes, lambn no
quero cjncoirer para quo a ssicmbles oltrapisse us
limites que (lie foren Iracadot pelo acto nddicional.
Tor tan o, voto contra estes doos paragraphoi.
0 Sr. Mello llego i Rapbaei; :Sr. presidente, lie
para fa.er algumas reflevet em resposta s que fu-
raiii faltas pelo nobre deputado, relativamente KM
po lagioi do Manguinho e Capuuga, que eu pedi a
palavra : tere breve.
Enes psdsgios uilo forain creados arbitrariamente,
quando era I8.7 esta alterable sulorisi.u o goveruo
a despender ule a quantia de 1 j:llO0.;O cora os re-
liaros di estrada de Apipucm, arresoentoa : (li'i
<< lleven to estabelecer-sa urna barreira na ponte do
Muiigoiiilio, ou onde mais conveniente for.e
llevo dizer ao nobre deputado que re gastaram,
iio ltOOna, roas 70 e tantos coutos naquelle peda-
CJ de e.Irada que o nobra deputado acha que leu)
:!" braris.
Sea s-emblod mandando reparar aquella estrada
decretando para itso urna despez de 15 conloe,
queria que sa estibelecesae urna barreira, quaulo
man leiido-e esgoladoTtl o tanto contoi de rcis !
1 ni Sr. Deputado :Nao lem orna legaa.
' Sr. Mello ll.go (Raphaeli : Mas, dir o no-
bre depul.ido, maudou-sc ealabelecer nu Mingoi-
nho e ii.io na estrada da Capunga.
Nole, porro!, o nobre depolado, que a barreira
N entrada da (apanga he urna neoesidade p.ira
evitar qoe os viau laules dcixcui de pagar ; pulque
^c nao HitUaK essa barreira, elles nao passariam
pelo Manguinho, procurariam o deivio da Capunga,
e (oruar-sc-lua intil e burlada a disposicao da
le.
Alm di(o nao he urna grande iajaiHca para o'
habitanies da Capunga, porque elles eproveitam eisa
irupesi;ao de I porile Va menhl repartido al etisle um Irabal i que fura eleito, e sujeitu
hto.Peiaola Doarle. este respeilo, e p'r i">> marco apenas o qoan- de earcer as fun
t: Sr. Uatpai Drammond:A lei -jue regala a nia-
ter i lie a de il'de deztmbro.
O Sr. M. Paclalla:Ea von adiaale eom a ori-
gem.
Ea di-s, que iros e r;-. 11 os argumentos apresenla-
coolra o) n:i.....|ue ratiento, mu nao quero
de um e qualro vintons
( Sr. l'ereira vimos.
ii Sr. Mello Rigu(Riphael) :(l nobre deputado
enlo uilo me rompreliendeu : o q>:e en loto quero
he que um cabriole! que boje | pague
taitlo como um mnibus que rondu/ 2j paasoaa.
(I Sr. l'ereira de linio :Sruundu a rinenda do
nebre depulado um cabriole! americano vem pagar
S!) nis.
O Sr. Mello llego [lUphael,:E o quo s.lo mai-
doos vlnlaru comparado* cum o bouelicio de (or boas
la* !
O >r. l'ereira Je linio:No lini do i.uno somme e
vero' quauto he.
(1 Sr. Mello llego l.apliaet :Agora darei una
ligelra explica^ao ao nobre deputado pelo enrulo de
lllinda, que me inlerpellou. He verdade que eu
concorri com o men parecer para que folie remo-
lida a barreira da Tacaruna.
.lia um aparte )
(l Sr. Mello llego l'apliael : Sonliore, quem
pga he quem tem cavallo ou carro, e quem pode
ler um cavallo uu um carro podi tambem pagar oa
barreira.
Sr. l'ereira de llrilo d' un aparte qof> nao ou-
vimos.
U Sr. Mello llego Kaphael):O nobre depulado
ala he pobre, be rieo.
O Sr. l'ereira do linio:Bita' engaado, nao son
rico, lenbo carro por urna neces^idaJo.
O Sr. Mello Reg R iphael :'.I nobre i
pazi om aspaste de 1:29800 a' cmara municipal, e
suslntii cavallos ; qoe mais silo dous vinles que paga
na barreira ?
Ditia eu que coii'o ri com o meu vol pan que
se renovasse a barre1!-. da 'r.caruna para lllicda.
U Sr. l'asios Juuior :En inelhor que folie jiara
a ladeira do Varadeuro.
1 Sr. Mello llego (Rapbaei) : I'oii proponln.
Kfi nAo teria lomado a iniealiva aosll Iransteiea-
cia se ella nao fosse requerida polo irremalanle.
O Sr. Carneiro da Cunha :Ojeuou-:e d"S ni js-
qu los...
II Sr. .Mello llego (P.apliaei; : Oj:\ou-sde
msis llgnmi cousa ; i!i. qoe eslava em lemotde
abeudoiiar a barreira ; porque vivia n'uH) lugar de-
serlo, aonde cao havia agua, aandfl nao poda per-
sistir...
Lid Sr. Deputado : Niio foi rasrutado pan
III,
*' Sr. Mol. lle^o (Rapbaei) :... aonde alm di*-
so nao podio evilar que ... peisoai que pa
deixassem do pagar-lhe, porque os almocreves pana-
e.mi na curren.! e o ameacavaro.
!) Sr. Carueiro da Couha ; Ora, rito refore-se
todas ai birreiras.
*l Sr. Mello liego (llapbaci :A presenca do pu
blico lempre infunde um ceno respeilo ao que li in
de pagar, he urna especie de polica, o quo i.o
leeii no lugar em que eslava a barreira.
O Sr. Carneiro da Cunta a un aparte qoe nao
ii vi mol.
OSr. Mello llego (liapliacl :(1 nobre depalad
e.-l.i' mais iuformadu do que ha uesle negocio que
eu, portanlo parece-nn que pode dispensar s mi-
nbas oxpliciees
Allegava rremalaale que alli era um lugar de-
serlo, af^stado de toda .- eonunonieacSo, lano de
Olinda como do ilicife, aonde nio le pode negar
que o viver era ilillicil ; e por sso pedia a transfe-
rencia da barreira. Ora como dahi uo viulia um
preiuizo para as pessoas que irausitam por cssi c-
ir I eu coneordai...
Um Sr. Depulado :E os que lio daqui ale u
Arrumbados nao pagan) ?
OSr. Mello llego illaplnel :Vouca gcnle vom
SOI Arrumbado* a cavallo uu a carro, e anida assim
a mdanos da barreira favorece e nao piejudica
O Sr. Carneiro da Cunha : Mas 09 que vem de
Olinda aos Arrumbados pagara.
O Sr. Mallo llego (Rapbaei :l'ouca gente vem a
cavallo aos Airombddos, e us que Vn) por paiMia
para fazer o chllo, esso podem pagar ^11 rs. Mai o
facto, Sr. prndente, he qua quem vai do Recita
para Oula, e Tice-vena, lano paga em Santa I lie
re/a, como na Tacaruua, e sao esses o quec'iisli-
lucm o Innsiio pela estrada de Olinda. Us pM
tamo indilT-rente pagar aqui, ou mais adianle : h*
empre a lata da barreira, e nao vejo por que um-
gastn se quene de que elle lique uesle ou naquelle
ponto.
O Sr. llrilo : (Nao devolveu seu discurso.)
Vai i mesa e apoia-se a seguinte emenda :
o Nao podando o ^nverno cobrar psdagioi da es-
leda da Capuuga euiqu.inlo a dila estrada ii.io esli-
ver promptl l'ereira do Brito.
O Sr. liarro- llarrelo : Vufo contra 8 emenda
do nobre deputido : primeiro, porque nao sou muito
mi o de aotonsates ao enverno para augmentar ou
crear impjsiees ; e vol contra 8 einen la do nobre
depulado porque eu no poeta de manerra algama
concordar com as suas idll a reireilo doi pesos .lo.
roviacia eleva o corpo a 000 praca, lem t> Sr. N. Portedla : i :......I tabar as era
sidu necMiaiio, f.zer destaca! aquartellar a guar- ou nao neeeHario tazerdestarar e--i (oarda nacio-
da nacional, tendo qoe para a coarnitlo iluta cida- nal, nao lie uis a qneilao da que me oceupu, inm Kerreira
los
qos wmelbanleiqusaUo Oque limitadla eitai pro-
pore.., -. i: m slm ,ue Ha ser e monta a ios origem,
e por i-o fui buscar,i o : m doi ju/es de pat. (.-
mecei por dizer e leconhecer quo a lei de \XS7,
longe le utabsiicer incompalibilidads no r\ercici
das funecOaa de jui/. de pa/, com as quo to iubc-
renle loi afllciaei de primeira icgunda linlu.|so
contrario adinitle que eaes ponsfl) exercer aquellas
apenas estabcleceudo um malo de o-cu-o par aquel-
la que esla revestido do cargo militar, d'onde bem so
v qui- u legislador nao rieoobeceo iucompalibilidi-
te entre o esercirio de unas e ouhai ronceos.
Ul i Sr. preiidente, dela delermiiiiieao na lei de
IS27, que aslibeleea om tnii de escota ao lervieo .i
cargo dus juizes de paz, tem-ie querido concluir qoe
o ponaameoto do legislador eutSo foi i|ue flectlva-
incnle o cargo de juiz ile paz era ineompalivel rom
o de oflio.il de pnmeira s segunda Mulla; llanto
......- M mu procurado prevalecer de lemelbinte di
poicaof quaulo puslertiinneulo a provi-.i.i de -:e
uulubiu determinidoi individes quo perlenceni a caos ral-
litar, e ani la m.is porque o decreto de Jl de Janeiro
da 1830, salsbelecoa iu am] libilidadi dooaercicio
das funceuei de oflicial de ptiui irj e de commindla-
Isi, mnjoru e ajudjules dos eorpoi da tegond Imha
mcres de juiz de paz, a e\ o ,,o loa re-
forma los desempregados que a lei menciona. Mas,
dcsla dispo-iodo eontlgnida na le de i\ de Janeiro
de iv o. ninguem podara' considerar qoe o legisla 'or
leve em viili eit.ilielecer e-la in empatib li lade em
eonssqaeneia do eiercieio das funcees do mesmo
cargo : rao. a raadlo da diapoiicgo da lucombilibili-
dado e.UhelecnU pela le de lci-'lU, era sulla que nao
a .lo ujrcicio iiroclivo das fuucces de um e uulro
caiga, era sem duvida alguma ulabeleclda em alten-
5.1o i origem d'onde diinait.ii.im is funceOes que ca
da m dellcs tinba do evercer. Como sabe : casa, co-
mo sabe V. E\c. iiessa poca como anida boje os
cargos de juiz de paz. tiara confer los em virlude
de nina eleie. ; o elemento popular portante nter- .
viuda na deuioistraeao de coiitianei dada aquello i 1
qoe lilil, .le ev re. r ese cargo c Dio canvioha i|uc
houveo luterveneao del i: qoo pretende.-
tem l;l (iomoi'st..,.;o'i, o ijuese um o em icfer. -
oa as I l e delagados e sab-delecadol, poi
seren eslas nereidas un virlude de nomear^u do o-
veril), toda de conlianea, c por COntegolUISam nada
Sppostl a terem p r agentas os nnlares.
M ii vejarnoi se fui elleclivamente c-la uu nao a
inti D{go rio lejisl idor qu .o lo estabeleceu umethan-
le ineompablli llde. Uirei ao nobre depatado pro-
puguador da opiniao coalraria, que na lei por elle
citada .le :i de deaeobro de Isl t no reg, de Janei-
ro de Is'i2, nao aeho fundamento bstanle para 801-
(eni.ir a >u.i opinio, pelo eoolrario na muma t.i no
iiiesino rogul.nueiito eu encontr diiposicao que au-
lorisa a opinto que inilsnlo. A le de I8tl, inlan-
do de e-tdbeloepr as condiees nseitlarial, para que
Igusin seje nmneado delega lo.o que di/.? Se me nao
Ogao, a lei no arl. U. eslabelece nina dispo.je.lo
geral, facultando o dando um camp > vasto ao gever-
no quaulo a esculla i|iie tom Jo fizer dos individuos
para os cargos da delegado e subdelegados. Ei] aqu
oque dupos a lei de .1 da dezembro de I8SI
li quando slo nao butisii ah esla' a mesma le
que, fizando pinar as ittribuIcSsi eriminaei e poli-
eiaes dos juizes de pa/. p :ra os d'elegidos e lubdelega-
dos, em neiihuma de suas dispoiiees conngua a la-
compalibilidade do servnjo militar rom o eaercicio
dai fuucc6ei de delegaoos e lubdelegadoa.
Vejamos pgora se a incompalibilidade rcsolla dos
arti. -jr, e ^7 do rezolsmeuto uc .11 de Janeiro de
1842 que ili/.em ir .
Da simples Icilura loites dous arligos vfi-ss que o
rignlantento comrunha o principio geral Mlsbele-
i ida na loi de 11. no* tegolnle termos : d'enlrs
quaesquer cidadaos, fazeudo apenas una nniei
excepe.io, que lie a dos p.iroclios (le), e sem eslabe-
Iscer Sieepclo alguma daioOlciSSI militares.
O Sr. llego Miileiro : -^Essa he que Iu a ex-
Cepeao.
OSr. N. I'urlella :En explican! 30 nobre de-
pulado esla disposicao da le tal qsal ea eulendu.
Nao un cauearei e nao quererei fatigar a casa em
repetir, p de modo menos agradavel, a areumenta-
e.io que loi prodaiida palo Sr. I)r. I'. Baptiiti no
sonido de demooiirar a diOeranoi .le residencia que
ee deve considerar cm rilar.o ao que exerce o car-
go rrililar c oo simples paisano, nao me encarrego,
digo, de fazer a di-tinccao de residencia voluntaria
e de residencia Toreada.
O Sr. llego Mouleiro :lie ilillicil do demous-
Irur.
me pino sceupar. e-ervo, l.uillierme Antonio Ririrdo, Miehel Chrii-
il mesmo Sr. Depulado: Entilo esta fonda li.iui. Juau Demale, Qsinsepsa Seagi, Anlonio Ber-
| nard ii. da Silvi Barroca, A. Alve rilarse lll se-
0 Sr. N. I' rlella :Nao, porque a iMieil.i.i be f i- llhora, Miguel, Kr. liento do Monte Cirmillo, om
ier ver a assembla que be precisa lomar um.i deli- escravo, Policarp ,lo-e de S mu, l'e Ira A. di Cir-
que lac retirar i guai la nacional de lime- t valho Baluano, (jisserio e--r.iv de Uanoel Disi E,
Jo-e de Alioel 11, Miniji E. de Alui'il.., Domingo
i lli.inle ssrviep.
I .i) Sr. Depulado lslo o nobre deputado
nao
li i : >is |uirlellado constantemente au de boje,
lliai .le mullo, JPII e lautas pi.i.;a-, sendo Illas pigal
purera peroieofret genu, p.,ia o lervieo da poli-
ca, nal difjarialet romarcii iiue nao o da capital
tomse destacado 117 guardas Haciendes e estes pa-
gos p.djs entres da provincia.
A primeiri re.flex.1o, Sr prsiidsnls, que c-t.n i i-
lavras de relslorio de S. Ex. podem lagerlr qua
he? lie, que lia uece-sidade, de que nos to-! pode ennseguir.
memos un i medida a respeilo, porqui presidente! OSr. N. l'orlclla :Porqni
enlei.de que illl pra(Ss he numero nisullicicnlclpara vi-lo.
o lervieo da provnola, a presidencia emende qu- I', rliulo, a ra/iio que terin a a-iomhla para lixar
m clrcunMlaucili exlnoidinariii no foi possivello numero de 330 pracas nlo pode prevalecer, pur
elevar o carpo .lo polica a 6(1 i pncat, a preiidco- ; !< nao obitaule o estado dos coflrel profincises, por
cia sntends, que metroo em consequencia dilo foi riles eorrera os despeiM que reiullsm dui 117 gosr-
necessario laucar ui.io da disposie.lo do irligo 91] da as nicionses desUcidot no isrvico da polica. He
lei da guarda nacional fozendo destacar s p..gar pe-
los rene- da provincia os guardas que ss pre-tain ao
lervijo da polica. Agora peigunl .eu aoi liebres d-
lo I. Sai gio : erreira e um esciavo.Juse I. de l. imi
reama .! |alm Ai t mi. (inzante Jos
ls Costa. Ur. I.oiidi Carquein Sena 1
Desojo muilo ou-
OSr. N. Partetla:Algn loi.) qoerido quo o
militar s teni reildencis forcads no lugar cm que
sssrha o corpo a que perieoce, (apoiado roatsssa
I'slo regolamenlo que boje vigora, (veja o nobre
depulado a injuslira) um mnibus, que tem (> uu 7
vezes maior peso do que um carro, paga lauto samo
um cahriolel de -2 rodas. Nao be possivel, uao he
justo que islo continu asiiin.
Urna Voz :l'aga 10 rs.
O Sr. Mello llego >.Kaphael : Paga tl rs. cada
carro iu lislmclamenlc.
L'm Sr. Deputaon :Mas a lei com Uto leve um
fim, qui foi o facilitir ai conductas, lorua-las ba-
ratas.
O Sr. Mello Rfgo (Raphaeli :Ora o que he m.iis
dous nu qualro vinlins sobre um mnibus, para tor-
il ir as coiiduccoes mais caras? Pur lauto estoii dit-
puslo a mandar urna emenda anlorisando o goveruo
s Migmeniar essa laxa, na razao da< rodas de cala
vehieoii, e animo na razia do piso, oque laivez
losse ma.s eouveniente como succedi em inultas es-
tradas da Europa, aonde os vehculos quaulo us
pasan ais pagam.
Alen disto o reeulsinento actual anda precita ser
refunn.do por urna outra razao ; elle tem de ser
muilo oneroso aos senhores de engeiibos quando se
i I ihelecercm birreirai lias suas trras, porque nao
salva o< carros empregadot no terviou aercola in-
lerno.
i Mi um aparte).
O Sr. Mello llego (Rapbaei'. :Supponha o nobre
depulado que tem um partido de oannai de um ledo
dS SSUads, e que a barreira Rea defronla de seu ni-
genbe d'aqal remita que toda as vezes que paliar
ara caro enea canas ion de pagai o oedaglo.
Acbo, pois, quo ee deve aulonsar o goveruo a dar
mu novo regularacnto s barreira', alten leudo aos
rasos que aeabo de especilicir, c necessidade de
hirssaaisar a laxa com o peto do vehculo, elcvan-
rJo-a,
Lm Sr. Deputado :Ouer tambem elevar n ai-
de ai >
O Sr. Mello Reg (llaphaol) :Nlo quero que am
mnibus que levn -Jj pessoal pague lauto como um
rdbrielet que leva I psssSS.
lirai ,v. Depulado rl'aga pelas rota.
O Sr. Mello llego Kaphael :Ah lie que eita o
engani. co nobre depulado. lim mnibus he consi-
derad*, como carro, e paga tanto como qualqucr ou-
iro, paga como um cahriolel. Repito, aeho inve-
hiente quo autorisemos o goveruo a dar um regula-
ment, pdenlo elevar o pedagio de um a qualro
vlnlens.
i 1 rocam-te divertos aparte),
O S'. Mello liego (liapliaeli : E o que he para
um on inlius pagar una pataca n'uma barreira *
Uiu jr. Deputado : He um impoilo pesadii-
itSM.
Sr. Mello llego apbael :E a destruirlo que
r.iu-a i.ui omniliuB na eitrad ?
O Si. l'ereira de llrilo :C. na Cspangl qoe tem
umfl barreira e nao lem ulrada ?
0 Si. Mello llego, Kaphael. :Maa o nobre depu-
lado pira ir do Mondrgii ale a Capunga nao pama
n'uma estrada esleda ; boa e bem fetla ? I'ois he
por isso que paga, enmprindo seinpre ler em vistas
que se auiorisou s despeza de 15 contal com essa es-
trada, e gastaram-se 7(1 linloi.
(I Sr. l'ereira de Rolo :Alo o sitio do Sr. Jos
liento da Cuiiha ligueirelo.
> Sr. Mello liego (Rapbaei) : Ella coulinuara'.
1 m Sr Depulado !Ovando ?
0 Sr. Mello Reg (Kaphael :Quando o governn
tiver mcios para uu.
1 m .-^r. Diputado :E leve meios para fazer a es
Irada ate all J
<> Sr. htllls Reg liaphael; : leve, e tanto que
a Itz ; mas con.o nao lie possivel qua se ssttsfaeem
Indis H BSCessidades da provincia ao inesino lampo,
c nutr.,1 ni.iis srgeutsi (-tu sppsncide, daiiea-ie ds
.continuar a estrada.
li Sr. Carneiro di Cunha diz, que pedio s palavra
pan ubter sselireclmsnlsi do nolne deputado, que
be director du obrw pobtieu lobn h m.divos qu
deicrininaram a Iransferencia di liir^.-ir,. de Ta-aru-
na paia qassi deulro da ei ida de Olinda, ds forma
inatiliisr-M u. It deesa cidadaqoeheo
Airn.hado, pors onde s nS r o pe-
dagiis.
11,1,, '"*', e um
in/. o Honrado me.nbro qos ai razci que ouvio ,|erw, a sm isr om svi.....a
. transferencia Iho nao pareceui |uitili- .
que se allego he que o lugar po|cia
irrsit i in loe mmod i 'ira o arreioal
!'' rio, ja por Ur muitoi mosqniloi, etc.
i'nr i ... ;,,.; ouv ,., oiido nobra Sr.
t"i da brii publieai ...l.r^ este .
- l.tfleandno Bloriaado
a d.ir novo regul imanto pan a cobranca di lai ti-
moI, ju rs. ,., ,.M ,,.,,,. ;ao5d0 p
.1.- vehicoHW.Mellu liego Haphac'
in o carro fr de i rodas o peso era' de 1(10 arrobas
para cada urna, e ah esta' u carro de rodal, exer-
cendo menor pressilo que o de duas, o por eonsegQio-
10 esniando menos e-lr.ig i- ll e-lr.tdas.
O Sr. M.uioel Cavalcinti : A preisilo dupliea,
porque a duas rodas paitan! no mesmo lugar.
O Sr. Uarroi llarrelo : l'ode no sor asiim e de
mais n mai* eu mo sai se a pressao de (.(I arroba-
por duas ve/es sera' ipa.il A de UHI arrobas ds urna
ni vex ; be preciso alleuder i isso.
O noble depulado tambem na tem ralla anda,
quando parece querer condemnar dcsla torta es car-
ros mais aperleioiadoi ; aleni de quo ou rreio, que
um carro que conduz ura grande peso, qos conduz
200 arrobas pur excinplo, nao naga o n asma que um
oulro que earrega menos ; o nobre depulado diz que
um mnibus paga lauto como om cahriolel, m-.-
he aisiin, porque um oniuihos earragsdo precisa ">
cavallus, cada CIVlllo paga um viniera, logo, nao pa-
ga lano como um cahriolel.
OSr. Mello llego (RsphMJ : El fallo do ve-
hculo.
O Sr. Barra llarrelo : l-lo he outra cousa, m.i-
o duilieiro he cobrado, quer pelo vehculo, quer pe-
los animaei que o puclum, o que he corto he qoe um
carro que be puchado por (1 bois nlo paga tanto
qu nito um qoe vem puxado por I bui.
Me parece. Sr. presidente, que pelo quo seibo de
expender nlo lera razAo o nobre dej utsdo.
Alem disto qoal be o raeio de se ex.rular a medi la
proposla pelo nobre deputado? Ouer que le lome por
base o peso do rano corregado ou o peso do vehcu-
lo em si ? Oual he o mein de se verificar hilo ? 11:.
de te desearragar um carro para ae saber o peio que
elle lem .'
i'ui estas refl.'xci que mu ligeinmeafo venho do
fa/or, vol cimba a emenda do sobre deputado.
O .ir Sin/. Rus jostilica a sua eiimida.
Encerrada a discu* lo he spprovsds n srligo e leus
S-i, o iu a emenda di coiniin-..io, que diz dcima
urbana, sendo regentadas todas as emendas.
'leudo dado a hora,
O Sr. Presidente designa a ordiin do da e levan-
ta a seisao.
so pronunciado pelo Sr. deputado
\:. minto Portella, n;t sessaodc I do
corrente.
rellexes que, acerca da queslao sppsreids nesta ca-
a di illegalidade on legilimidsde dan nomsseo
militares e mesmo dos offlclsss de polica, pa'ra car-
gos p.diciacs.foram felos hanosjea pas meu illiistra-
do collega o Sr. Dr. Pauta BaptlllS, ine reeor ei de
ler dado um uparle cm sent!.. i voravel a opiniSo,
que elle lustoiton, por ucca-iAo om que discutio esta
staris sm ugooda diicutslo o Sr, Theodoro .i i SU
Va, e sotandl que me corra a obrigaeao de tambera
pedir a palavra para expender o mtu'juizo a respei-
lo de scmelbanlo que:tao.
E aproveitando-me da palavra que mo fui ronce-
dnla por V. Etc., n.io id iralasai da fuer algomai
c.ii-idea'j.u-em rclscaos que.lao sgilads, eomo
tambem em rel.ieao aos dillereutes arligos de que *e
compile este orejado que disentaos.
Sr. presidenta, en mo recen, di/ir, que considero
como leal e muito legal o proeadimeoto .'o coverno
qusndo fsz nerntsr offieiau miltare e mssmo ds
pul ios; qo.d be a ideia que domina esta cas
. do projecle que ora se di-cule '.'
I iu Sr. Depulado :Augmentar a (orfa policial.
II Sr. N. I'onell, :Nlo be e-la s inanifisliodo
que tem feilo a sisemblea ; nao, a susmbles appro-
Vuu o pr.'jeclo lal qusl ISlSV/S.
I ni Si. Depolad :Porque slguim doclarou,
que .i presl lela se conlenlava com e-.a foren.
'' > Porl i ;Eullo bu pre-ite que seja-
mot fraucoi: se a presi lencia entende, que :i.7ll pra-
ralllcienles para o servii da proviucia cm
circumtl mclai o i urna.
1 UIJN I-e, i|i :>.(,, pode ser, poiqus o rala*
torn. diz o cintrarlo, e o documento oflicial he quem
pr..va.
OSr. N. Portella :Ss a presidencia emende ac-
lualin. ule .pu 350 prsoai sao safllcieutai psrs o isr-
viro d provincia, sollo he preciso uue a eass mani-
fest lo.idenofj que uiio he muilo de seu agrado
que recouheeeudo ella qoe 330 pronas sao iuI.cen-
le-, ronllnue a fazer destarar c pagar pelos cofres
da provnola a guarda nacional ( apoiado*. 1 .Mas
como eu rotando, que ca n.io pode ser o pensa-
mento de S. Exc. son pena de se achar n i i. ni a -
nifetta conlradico.lo com aa palavrai que ie,acham
em seu relatorio na parle 'el iiii i o forra.
O Sr. S iu/.i Reis :Eu rctpoudersi ao nobrs do-
tan..
0 Sr. N. I' rlella :Ea nio pnsso deixar de
chamar a allen..,io da assembla para que con-
lilrre com toda a rcllexao o lucio de evitar-se o
mal que actualmente >e da. Sr. presdeme, a as-
temlnea provincial ti a .. numero das prscaa do cor-
oill-ia em JjU ; ee sata numero n.i. be tsfli-
cienle como eo reciinheoo qnenao o he, qual he a
eonssqaeneia.
I'ma Voz :Augmento-sp.
OSr. N. I'urlella :lie qoe a as cial est representando um papel pouro digno delta,
porque ella que lixa o numero da. praeai, ella |que
coubesa si n o-- i ;.v?s da provincia para, em silen-
cio a ellas augmentar esse numero, ella que calcula
II qua lem do fazer com o corpo ds poli-
ca tem de fujeilar--e a salisf.ir,lo de lana despeza
qoanl i f r necean ril pira o servn; i da paliis, foi!..
pela guarda nariunai. Assim pois Sr. prndente, se
a :is....inlic.i entende como ao euteudo qoe he pre-
ciso fazer com que a guarda nacional nao continua
d prestar o -ervioo de polica qoe alo boje lem pres-
tado, e s ser paga p. los cofres provinciios com
grande detrimento dos mesmos cofres.
L'mSr. Depulado :E se sugmenlsr-se a forja
u,'.i isri paga petos oofrsi provino.es ?
0 Sr. N. Porlelli :Mas sagmenlando tt po.iemus calcular a do-poza quo fazemoi com ella.
Um Sr. Deputado :E cm circumslancias exlra-
ordiusrisi ?
Sr. N. l'orlclla :Mas, para as Circomilineili
extraordinarias todos nos sabemos o numero a que
lem de ser elevado o corpo. Agma pergunlo ao no-
bre depulado^ a mitiir-se como til, como v.uil.i-
jnsn para a pro inda o que e-l.i OllpOlto no artigo
'.II da le da guarda naoional, o |ire-i.lenle da pro-
vincia; i eiguoto eu po.ie elevar o numero dos guar-
das naiionaes destacados aquello quo quizer ? l'ode
ou nlo pode ? l'ode porque a lei n.io liraitou.
1 in Sr. Depulado :At o numero que a necessi-
dade exigir.
JOl J. ds Santa Anns, Joiqaim Jos de Santa Au-
na. Manuel II. ds rtsacimenlo, Joaquim Carduzo Ai-
re-, reeratai pan a inarlnbs.
Ilorpital dt caridad*. (| do corrcnle.
hxisliiin 32 boinens e 27 inulherc ll alados pola
caridade, 1^ bomeni e I, mulhsrss que pagam a ca-
a, e i pracu docorpo de pulira.Total S.
Mortalidadedo diai\docarrtnle :
Mana Hila, pela, viuv.i, 50 snuos
lemvillda. paula. I das, BSpasmO,
I bes I. linda, preta, solteira, 12 anuo, ttano,
Ursals Maniota do Nasrimento, branca, viuva, 7i
anuos, dianha.
fos Kerreira da Silva, brsnco, solteiro, 23snn0l
fehrc amare I..
estupor.
I'ilippe Joaquim I erreira Mesquila, brauc o, > 11 -1 r >.
- "i anuos, febre nmarella.
M ni .el. bronco, 2 anuo., espasmo.
Vctor Manuel, pardo, solteiro, :lt) anuo.-, tubrculos
pulmonares.
Jaeob, preto, iscravo, 3 mezes, gastro interile.
.iii anunhitt.
a re-i lencia ds om ofBcisI em urna localdade para
quo o habilita para sel Horneado delecado ou sub-
delegado, mo be, a residencio qoe lem o oflicial no
lugar que Use determinan) para seu ssrvlco. Psf
laiilo je xc o nobre depulado que em relae.io a ele
sen o guenlo a sua opinin me parece que n.io
procede.
Vejamos anda a disposleSo, de que n nobre de
pulH.lo se sore.irreu, na lei elotoral que exige a
residencia, e filando a confruiilarau da retideocia
O Sr. N. Portella :Agora vpjamos so a Ibenra
do nobie depula lo recoiiherendo que a presideneis
seha-sa em seu direito de fa/er destaca! a guarda
nacional em destinar para o servioo da polica o no-
mero da guarda nacional que qui/er, que as cii-
eamilsociss da provincia reclamaren)....
II Sr. Lu/ l'illippe :NAo, que esla limitado pe-
la loi di lisaelo de forra.
O Sr. N. Portella .'Aonde existe, aonde est
e=sa limitarlo ? Se o presi lente tem a dlspostclo ds
le geni que o auiorlsi deitacsr sem numero?
lie pre. Isa p.ir est.-s cu-as no terreno em que ellas
deven) ser Collocadae, Se admittir-se qm a disposi-
oio da lei da guarda nacional facultando ao presi-
dente .la provincia u destac.ir c destinar ao servico
da polica, tazando parar peb.s cofres da drovineia s
guarde nseloosl nos esso previsto! peta lei, be pre-
ciso reconlieror, qos a li n.io tem feilo limiiieo,
que o presidente pode elevar o numero dss gnard -
uaeionaes ao qun quizar.
L'm S-. Ds| Hado :A limil r o estaa lei pro-
Vncial,
OSr. N. Portilla :Ss be verdadoiro a principio
do nobre .i- ri esla casa m | oso; io de l-
xar o namsto ds pr :< qne deve ler o corpo de
policio, eonl r coa i dsapezs qu e-se corpo tem de
fazer drame o anuo e ao depois ver-se na coi.lin-
-iii de tazer pagar pelos seus cofres OS venciineu-
tos ds t les essH gosrda naeionaei |dastacedoe e
deslio :..:;. ,1,1 polica.
L'm Sr. Deputado rO nobre depotado lolo sabe
que a le provincial do anuo pasudo elevou o nu-
mero iie orar, n .. |
O Sr. N. Portella .Sei disto psrfeitamente, mas
o qne digo lio que se a faculdade dada ao pros-deii-
exigida por ella com o que consigna o regiilamenlo I'" da Provincia para salisfazer o servido da polica
de I8t2 para concluir que em rao algum um mili-
tar |iode ser u.,meado delegado ou sub-dslegado sem
que previamenle a' nomeae.lo ja eslea| slTeclivs-
inente resi mido no lugar sonde lem de exerrer a
sua autondade.
O ni. ^(i ,ii/ |, .
li a, da manera p.rque esta' re ligib cilc artigo
0 nobre depulado ha de reconhecer, que quando o
le.' atados exige, que o eidsdlo para ser niuneado
tenii.i a- qoejidadn de slsitor, nlo pedia
incluir neslas a da residencia, lal qual eslabelece a
ti i eleitnnl....
0 Sr. Gaspar Drummond :Ent.io exceptuara.
OSr, >. Parlella:... porque 8 qasldidi da resi-
deucia jl' se acha comprchendida Da primari parte
da disposicao dcsle artigo.
O Sr. (,,i-pjr Drummond :l'oi para dar mais
filies.
O Sr. N. Portella :Nao, porque enlio deveris
lizer, que para ser nomeado delegado era nseessirio
apenas ler os requisitos para ser eleil r ; mas quan-
do o legislador eslabelece, tasando excepclo di
re-idencia, cantignando-a ssnaradamenle, e ao de-
1 o., exige tambem, para ser delegado, que o indi-
viduo lenlii as qaslidsdss para sleilor, por cerlo
nlo quiz comprebeo ler nesiei a da residencia no
iu-.ir em que val exercer as funcrcs" de delegado,
' de que o u bre depulado queira que as
. eontida Msle ortiga cada nma deltas
nlo lenba ama rallo de saa existencia. I', ranlo a
di-posioo da le de eleieoes a qoe
do se ii.ccorreii nao o favorece.
Sr. presidente, >e en ve|o qne o nobre depulado
nao foi feliz ni susIsulBiao de sua opiailo soccor-
rendo- que .lin i no n fot, ou mo Isve do -. ce irnr-se .."
doolrioa estshelectdi em um aviso do goveruo, avi-
no qne reepette s legoronca. individual e pabiea he
nnanimemente dads pela le, qoe lixa a tarca poli-
cial, eulao he preci-o confessar qoe o presidente nlo
pode dispar de oiiiros rucios que taren) concerniles
10 augmento do numero de pracas de polica. Atora
te se eulends que essa fscaldsne he dada ao presi-
dente na le geral, he preciso eonfessar lambem, que
a lei geral ole faz hniilin-fio do numero de pracas,
que assim a presidencia est no seu direilo tazando
deparar o uomero de pracas que quizer.
I ii Sr, Imputado tNao, porque cneontra liini
tacan na lei provincial.
O Sr. N, l'orlelia :I'ois a lei provlncisl pode l-
milarjurna attribuicao que he aonlerida ao presiden-
te por urna lei gerl ?
0 Sr. Sooza los:Eu responderei ao nobre de-
putado.
1 ii Sr. Deputado:NAo (i Sr. N. Portella :Bullo lio ootrs eom
Siiemblel SSls1 disposla a nao fa/er pagar os venc
mu I la gurda uaopal, detlacada por ordem da
pie-idencia, se esls'Htiposta a fechar-lhe us cofres
M. de O. tioimarlss, Vio.iriuo Antonio do cra-
uienio e I crisdo, Dr, Di Uopes lt. dos Amos e um
isersvo, Jos Antonio ds Aojo, Antonio Pinto ds
Siqosira, Dr. CessrOctsvisoo ds Uliveira, Dr. Jala
Joto I erreira d'Acatar e um e-cravo, Miguel esers-
VO entregar. I Ot l.m/ de Oliveirs A/.vodo. Jola
* '' Vai aoceltal Laillo, P, Manoel l'ereira Man-
cho Anlnnio dos Sintoi Siqaiirs Csvalcanli e um
cris lo, Joiquia A. Perreira Jieobina, Anlonio Jo-
asatra, paranlo, quo sssa raido nlo dave pe/ar no j so Duarle Coimbra, A lolplio llceke, Thomai A. do-
anima Ja a-.embica para limillar-ie apona a litar H. I'osla, Mam.el A. dos lien, Anlonio do-A. Cal-
:r.ti pescas, be preciso que is reeonbera a nseessids- das, Innoeencie r. Aiexandiino, Thimotao Jos da
de que lia de mais tarea, elevemos paranlo, a for- | Costa, saa senbor.i a um fillio, Iilippa A. Teixeir.i.
Cl a ut prarai a da alguno forma lennos viran '
pro.lenle d.i provincia que I Itiambls provincial
nlo stli' disposla a fazer pagar pelos roflre provin-
cises as despe/as hilas eom a guarda nacional desta-
cada,
11 Sr. vlaiioel Caralcsnli :E o arl. 1)1 da tai anu-
de lira ?
O Sr. Souza Res :NAo ihve ser execul.nln.
II nutro aparle.)
O Sr. N. Portella :Nao he isto o que se collge,
porque so o preiidenls da provincia di/ que em con-
sequencia do numero nlo ser saflieienle, (o/-se ns-
eeasario destacar a guarda naeional, segue-se que
para termos boa polica illl prsca nlo sao luician-
les e eni.io demos-lhc SOflj ma> faeainos-lhe sentir
que a aasemUe nao esla' dispoila a pagar a guanta
nacional destacada.
l'm Sr. Depulado :Mas ss o presidate tem au-
loii-ado a alguem para dizer aqu que se contena
com i'iii.
O Sr. f, Portella :Nao posto combinar islo rom
o que elle nos diz no cu relatorio e no relaluno
o presidenta nos diz que 330 pracas nao s.la sofll-
cientes, como he qoe igora o nobre depulado vem
aflirmar o contrario ?
lm Sr. Depula lo :Muda un ss riroimslan-
CdS.
(i Sr. IS. Portella:Oases s.i. sielrearaslsncisi
em i|ue estamos sas oircum-tano.is em qua eslava-
mus ba poneos das .' I'orvsnlurs boje ha mal ou me-
not recelo .U perlarbacio da urdciu publica do que
hsvis lotao ?
Lina Voz :SS.
0 ir. N. I'urlella Tem o presidente outros re-
curso que nlo lintia entiu .' Creta que nao. Bollo
o qoi lio preciso eanfessar he que nao In nsle pa-
rd que o presdanle mudasse da opiniao que niani-
feslou un sou relatorio pan coiileiilar-se com o mi-
ra, ru tixado.
1 m Sr. Deputado :Um nono collega ja promsl-
tcn explicar ito.
(I Sr. N. i'orlelld :llem, nAo iusislo mais : eu
cstdvi apenas res|.on,lendo a um aparle que me deu
0 Sr. l.uiz Filippe.
Agora, Sr. presidenta, em rel.icAo ao arl. -2 aeer-
i il hi uiin emou id, taziado aogroeaur o
Veocimeuta dai pracas de |iret de polica, cabe-ule
ulZef anida como um i consequincia de lodo o pen-
samenta que tenho manifestado nesta .asa : que se
a asitmbloa oda dispotta a eoii'crvar o numero da
til) pra.; i- e a adherir a execoc.io da dispo-iei i do
arl. :M da le de guarda nacional, e paranlo" a fa-
zer pagar pelos seus entres o venrimeiilo dessas pra-
cas, enlao dcsncresiario se loma o aogineuto do
vaneimenloa das pracas tic polica; mai se a as-
sembla i;it.ni le que sarda nacional deve ler
dispensaos pelo que respeita a' polica, e por islo
lurna-bS neeesaaria elevar o numero de pracas de
polica a 500, cutio h preciso quo acempanhauda
e-se peusameota se focara pagar as pracas de piel
de modo muilo difiranle daqoelle que qer o pro-
jecta s as emendas o querem. Nio he por cerlo as
orcuin-ldiicids em que esta a provincia que s en-
ronirarao buineus morigeradas, borneas morsliM-
dut dedicados i agricultura e vs industrias que
entre nos exislcm para virem didicar-ta exclusna-
monle ao servir de pohria, servico penoso, servio.
dcreiponsabilidade com essa paga me-quinha. le
precisa entao que aeompanheinos o progrssss da
provincia, o. recudiramos quo as Circoinsloic a-
em que ella se acba teja nio foi possivel olivar o
numere do pracas de polica em consequencia do
pequeo voicnnento que tniliam as mesmas pracas,
as mesmas elrcurastancias se eonlnnarsm a dar, e
eolio digamos em lugar de MHIoudc ISOOOrt., como
querem o arligo c as emandd- aagmenlem-SS mais
esses encmenlos, para que o carpo ti pie camplelo,
para qusem cireumslsneis algams se nos vena di-
zer, que as uecessidados do servico publico exigir.'iu
o tqnarlstameulo da guarda nacional, icndo esla
paga pelos cofres da provincia.
Eu ulo poseo deixar de fazer aleamos c >n-i ,.r;i
cues acerca do arl, que foi modificado ou comple-
tamente substituido pola emenda do Sr. Son liis,
emenda pola qual volej. Eu volel por cssA emenda,
eonfeaao, Sr. presidente, pnrquz mi atlendi bem a
razio qoe iilvil preferencia quo se quero .lar
so artigo da projeelo lal qoal estavs em raanlo eo
lempo. Eu oTit-u to, Sr. pieaidenle,qu o aaas-
seoiblea eamprehehde uu be necessario dar ama
g irantia io olliciaei de polica, que he preciso -e-
gvrar-lhes o futuro, para que depois des servaos que
h'.yverom prestado a provincia Icnliam um meio de
ubsistaucia, he preciso que a avambla nao se enl-
loque na.. p,.sie,io em qoe a emenda e o srligo a
evllecam. 1 ix.ir o pra/o de tl anuos para H apo-
sentado! in .'.. < IBciiva de pidi i, lm p ir cerlo, Sr.
prest lente, querer que nlo najan aposenladunas,
be querer eslabelecer una disposic.u qoe nAo se
realis.mi, que nao lera' oulro resultado senAo iiem
zorenca on garantid para esses olliciaes. He
verdade qva para as apasenladoias dos diileroite-
mpregados pblicos he etlabeledo um piazo de
:|tl anuos; mas o servido que presta u oflicial de
polica he dillerenle do que presta qualquer emprc-
gado provincial, pirque mullas vezes o oflicial de
polica, alem dos mullos incommudns a qne si*'
sujeito, presta um servio) c.un risco de saa proprid
vida, e .leve ser racompeusade de modo diverso do
qoe lie prestado debuto do lerto, com bellas .ir-
commodaoes, c nlo no campo, as luan, n rlifli-
enldsdes por que pasaa um oflicial da polica.
Eslas outra- emendas coulin dispusires que eu
sou o primeiro a confossar ijue nao potso a, rectal
ilevidamenle, aspirare, que as saus aulorss deem
algumai explicaoiei demonstrando a ulilidddo ou
xsnlagom dola*.
l-uraiu e-las asrcflcxoes, Sr. presidente, que ju,-
uei n-.cessarus, e rom as quaes me NlaSfaCO, es-
peanlo, que as ideas que emilli possam ser
apreoadds por aquelles que ton de lanidr a pa-
lavra.
porem, se na la apparecer quo pn.ve a as-
srreo desse desafelo, provada Oca a mi.
nba innocencii c a itjustica com que mr.
apg'idcm.
Quanto ao meu gratuito detractor, sn i|.
Rfna iiii-ixa tem ife mim, apresente-a do-
i-iimotiuda cm publico fim de eonfuadir-
me; porem, su gmenle pretend; laacar
sobre mnn o odioso, alim do desabitar o
seu genio atrabiliario: cntao dir-lbe-bei: so
presaos a I n.na, o liria r, a repulacHi) pro-
Mtns e alheias, deixai a cubardo tratcoona
capa do snonyroo apresantai-voi cm cam-
po aberto com ovosso proprio nomo, para
que vos possa apreciar, conliecer <-. res-
ponder.
Recife 24 de niain de 1838.
Antonio Silfeira Maciel Jnior.
tytbcaca upcVtio.
i uue determina, que o tej contado so| militares
i ifmps de lervieo que ia quslidade de .tele-alo. o
lob-detegedos preslarem na provincia., porque me
parece que outra riuiaa que n.iu tem a de Ineempa-
llhili lide, foi a que pe-nu no espirito do goveruo.
I m Sr. depulado .\ iucouipelcuci.1.
U Sr. N. I'oriilta : Se fos-e ineumpctancia o eo-
veruo como primeiro piopnimador do effectivo cu:n-
primento das obrigac,3es nhstenle ao se.- eo mul-
lir | reerionao le liantarta faier descontar lem-
po".......
ti Sr. (j. Drammond : Enlo qoal foi a ralle ".'
> Sr. >. Portilla ; A rsilo que levou o govir-
da provincia, enlao he preciso que teja tranca e diua
a assembla nlo esta' disposla a faser com que coi-
r,:m por seos cofres os venrimenlos do goarda na-
cionaes de.laca.los por ordem do Roverno.
O Sr. Manuel Csvalcanli:Esiaia' uu nio esta-
r' roaforms as cirrnmilsncias.
t)Sr, N. I'orlelld :M... pergnnta, e-la casa do-
ve em -eus arlos, na maiiilesiaeaj de SUSs opiuiOll,
iob deputa- t"""","'"l""li poslelo toda dobla, toda relativa
a- r rrumstanciai.'
o Sr. Uanoal Csvslcinll :Qoe dnvids !
OSr. l.uiz l'ihppe : y gasa be que compela oxa-
min.ir >e as orciimslaneids foiam ordinarias uu ex-
lididin.mas,
o Sr. >. I'orlella :Uu rele que ja n.io sei eom-
prehender o que querem os nobrea dcpuiados, etloo
col locado em om terreno em c|ue nio po--o sinds
deiXSC de insistir : he pieos....., franco, para que
-.' ... r:roim-tmoas he que li.'ui de levar esla assem-
bla a conceder ou denegar S pauameuln da gnaida
nacional deatseads nns-iviro da policio, cntao be
preciso que -o diga anda, qus a posiflo em que nos
colliiedlnos u gnvemo lie Lola !
() r. l.m/ Pilippe :lin nio son do* mal cover-
ni-las, mis icho que o noven.o eduou mallo ra/.oa-
vi Imsole.
(I Sr. N. I'orlella :K-li alo he a questsn ; nao
se irilj .le s.il.o -e o -ovemo obroii ou nao rotular-
PAGINA AVULSA-
CMARA MUNICIPAL DOttECIFE.
I. SESSAO' KMl!AitltDIN \l.l \ KM 17 DE
II uu ni-; i) .
Presidencia do Sr. i
['rasenl s os S s. llego, Hat ita, Mello, (iameiro
Antonio l'edrt de Plgadredn, que prestan jura-
mento, (omouasenlo, inri i--o a se slo, e foi li-
as) apprnva la a acia d'anlcccdenle.
Foi lulo o tsgainta
EXPEDIENTE:
Um olcio do hxm. prisi-lenta da provincia, rc-
eouheeendo a uUldsde ds dssspropriaiiSo do solo e
itiin i- la eass desabndods esqnins da na do ia-
vrameuto. pcrloncenle ao casal do liuado Joaquim
loicde Miranda.Qee s commonica.se ao advo-
cado para requerer a do.
Oalro.do nesmu, devolvendo approvada a planta
da nova direreo que Manoel Jacquea da Silva quer
dar aos camiones qu plsslo por denlro do icu si-
tio,'na rasa I-orle. Ojo se eomttonfleasse ao en^e-
nheiro eordeadar, renieilendo-se-lhe a planta.
Oulro do secretario do enverno oa provincia, par-
ticipando qm l.'.ra remedido a' assembla legisla-
tiva nrovino, | ., artiga do postara qoe acompanbou
ao ofliclo desia cmara, de ."> do corrente, sob n. 39.
Inteir.i la.
(loiro do engeiiheire cordeador, pedindo Ibe de-
clarasse a cainnra, se bivil ja' nomeado o vereador
que lem de eer encarroado da Dsealisstlo da obra
:s Inulto qua lem de s.-r tola por dnrinisIrasEjl I ni
Irada do cemileiio, para com elle se entender, a
"ui.ldr da eiecucio d'ella. Eocarrit;oa-se ao Sr.
vereador Rege da lisealisir.io, niaudju-se eommu-
uic ir eo engonhetro*
Oulro do mesmo, n.io se oppondo a qoe Joao lli-
bsire do .Moiaes substilua por onlra de pedn e cal a
bomba ds latioas que na estrads da Itaixa- Verde da
Cip iii-a con Iu/ ages para o vivoro do seo sitio,
urna vet que a obn seja leila com a prao-a -olote/.
Ileferiu--e ao pelic.onario ne-te sentid".
Oulro do mesmo, li/cudo nao te ler roparado o
caleainenlo .lo alono dt BoaVista por falla de pe-
dra, pon que om individuo que ha Oeste ridddc, e
que a manda vir, leudo contesta lo o rnlcmiiento do
aleiro do Afolado, emprega nesta obra tola s pe-
dia qoe manda buscar, e mo Icio querido dispar
de nenbaina porejta d'ella, entretanto que o calca-
mento ca la vez arruina mai-, principalmente de-
pois quo a eompanhia de illuiniiucao a gas o revol-
eu para as-entar os respectivos canos. A cmara
mandou expedir ordem ao prjcura.lor para, ds r-
cenlo com o en^enheirn, contratar com Josc An-
lonio de Araujo, Johu Doiiuelly, ou culro qoll-
qoer, o foruacimeulo da pedra precisa para o calc-
nenlo.Nlo mesmo se mandou communicar aoen-
gsnbelro.
Oulro do Bseal do bairro de Sanio Antonio, pro-
pon lo a deuii-s.ii ,|,i iiu.irda inoincipal, /oferinn
l.ois Waodarley. por nlo ter hem aomprido ss toas
l.Re Ixone a demitslo proposla, e
(uaudou-se que o fiscal propo/esse oulro para o lu-
Outro do procurador, informando a' rerca da pe-
:i\....,i Machado & fimo, qae allega nlo es-
tar ourigada a pagel ..s imposlos atenidos, que deve
a casj u. s da ros Dlrsita onde tem a sappiieaote
padsria, vi*lo que nio toeeedea a neobum dos es-
labeleeimenlos que knanre ni ine.-ma casa. Ilesol-
veu-se que o Hscal informarse a raspeito cronns-
tanda lamente.
Oulro do fiscal da Boa-Vista, informando qu se
pililo .lar licenca a Tiburcio Antones de Oliveirs
psrs edifiesr, como requeren, mo casis cum 32
palmo, de illura em o sen terreno em secuimeuto
la ra do Pires.A' commis..io de edificsc/rst.
Outro da eontadsria. Informando que o eserivAo
Joaquim da Silva ile-i.i eslava no caso de perceber
s cusas qoorequer, mil que nao havia quoia para
Ipil pacaniento.
Oulro do fiscal de S. loase, pedindo o pagamento
da. quantia de 5J000, que despenden rom o enlsres-
meiilo de um cavallo, que no da 12 do correle
appareceu morta na ra Impend.Mandou-te pai-
tar mandado.
Oulro do mcem", participando que e acha promp-
la a obra do acoogue do qnarleirlo da nbeira do la-
do do sul, iiirtustve a porta que lizerj abrir no quar-
leir.io do norte. 1 nto.r.i t.i.
Forera aj provadoi Iros pareceres da commissaode
ediheaees : o primeiro, para ser ouvido o engauhei-
ro corlead r sobre a preleneo de lelix da Cunha
leixoira e stiros, que reqnereram a a-semblea sal-
prsalo ds prsca da ra do Hruin; o secundo p-ia ser
lanibein ouvido o mesmo envtoilieirn a respeilo da pe
lilo lida na tesnlo passada.de l>. Kmilia (.onsiaucia
do Moraes l-'crrcira ; e o tercein. filialmente, para
se sonaullar ao Sdvogsds sobre a poliro de Albino
Josc rerreirs da Conhs, que requeren para a esme-
ra entrar eom elle na r.....pre ds caa torea do p-
leo de S. Pedro, que lem do ssr demolida em parte,
para slargar-se a travesa que se abre com a demo-
lilo *io sobrado no mesmo paleo, que foi olinna-
menle de-, pnnriado ; consislinrlo a consulia sobre
o que seria mais eonvenlllita a' cmara, se comprar
a essa f ira depoi. vende- I a Altano, rom abalado
PARTIDA.
QScctie hojea tomar o i-uiumando das ar-
mas di provincia la Kahia, o Kxm. .Sr. ge-
neral Joao Jos da i.usia l'iiiR'ntel, nomeado
por decreto de ;i do abril docorrento tono.
A una carreira militar sem .lancha e rio-
Uvelmeate marcada por importantes serri-
cos, junta s i-.xe. profunda e vanada illas-
iraco, que sao garantas subejai para feli-
cilaimosa proviutia da ltalna, pelo alto
lunecionario com que o governo a distin-
gui.
A giiarnigao da provincia, a que mais im-
mc lii.i.mmil atTecta essa uomear;i>, muito
deve applau-lo, porque ccontrara no il-
luftt re general a pardo trato mais cavallei-
ruso. c dicididu iulercsse pela i'lasse, o rs-
lrii.li) inanlunedor da disciplina militar, eon-
rtirjao esaencial existencia dos exrciios.
Muito conbecido he o ,-unoral l'imentel ;
;:ias a lembranea dos homens, como a pin
tura, precisa de ictoque-c colorido para nao
nliaquecer e desmatar no contacto destrui-
dor do lempo,
m i nos guia a prcsurapcSo de retocar e
col tro quadro grandioso das accfjes do
conspie io general ; mas a amizade tem de-
veres sagrados a curnarir : deveres quo os
liomens nein sempre apreciam, c militas ve-
zes desvirtan). Uatdogio porro, anda quan-
do soja a genuita eXpressaa da verdade, s
pode naseor do um cora desaffecto cega a paixao, c ao inditTerente
tolhe o dcslcixo.
Aceite poi o Exm. Sr. general Joo Jos
la Costa l'imentel, esle fraco t-.steniunhoda
mais respoitosa e sincera amizade e sem nos
fazertnos cargo do espresssr allietos seutt-
mentos podemos allianr;ar a 8. Bxo. que o
aeompatiliam a syrnp'iiliia o afleieSo que
sempregrangeiamaquclles qtic colloeadoa
uas altas po3IC,oes sociaes sabem casar a aus-
leridade com a polidez, c a circums|iei;o
eom a delicadeza. Al. O.
Recife li do maio de 1858.
'
l'ltAC.A IU RECIFE, 23 DE MAIO DE 1858.
AS 3 HURAS l.v TARDE.
toda .e- ntliciaes.
Descont de letra10 OtO ao auno.
RECTIFICADO'.
Da 22.
Cambie tobre o itio de Janeiroi2 ()|fl de rebata.
Ir I. II ibilliard, presidente.
1'. Burees, secrelarlu.
CaixH Filial t.o Bant:o tit
Brasil em Pernambuco
EM25 DE MAIO DE IS5S.
Directores da semana os senhores :
MfjaoelGoaealTCsda Silva, e Jos l'ereira
Vianna.
A caixa desronla letras 10 por rento ao
atino, e recebe dinheiro a premio de con-
formidade rom os seus estatutos.
r.vMitios
Sobre l.ondrea, j., :t, d. por 13 a 00 d v.
> Pars, USO rs. por fi.
> Lisboa, lo.'i a I lll por rento de premio.
!' tente de lellras, lo a 12 por santo.
OUKttOneas besnsnbolse. 301000
Dilsi mexicanas....... lltsmt 320U0
l'e is oe i.-loo. I7d00 IHS0O0
Mnedasde ^litNI Ilf:i0ll
Hilas de 'JU? .... 2U8500
l'ilAIA.-i'.it.ici.r. tiras taires. i4IS0 2f1Q
Dilea columi aris. 2f060 29100
Ditos metica )i lisio
ALFANBUA.
Ken.limenlo do da I a : .
I de in do d| 25.....
I.uii Filippe :l'ara Iho he preciso olgar
i por que nao seria roiiveiiieula une um militar iiue
eorp,. de paliis pera cargos policiaes; o sebera que sIih teacha dnlacsdo n'orn fauccio eslrinha a'
'";,,rj P,Bli....."!''- '"<" ouv.do pr.muu- militar foiss tamben) pago, lotass, ,. lim do lem-
nii.em-se doos sr^umeuloi de ordeus di-.ei.a,, lula- po todsi a- refiaHtl quea le concede ao. militare,
va eollocarai i quesllo u um terreno clame. Ml
Dooi irara os arcumentus sprescnlsdoi aqni con- \
no a etlabeleeer una semellnmla pena nao foi sen.n. menle, eu nao e-loo plisando 0 Arl i do governo, es-
para que o militar que esltve.ae no exerciels de cor- '"" con-i ierau.lo a poshjlo qoe deve oceupsr ssla
licises nlo te podetse sproveilar........ aembla, quauu i* cvostgns{lo da forca da po-
Uma VOZ : O aviso se retere a louiinis-.ies ci- llr,a.
vi-.. S
O Sr. M. Paridla :Dabi ve-se I ... qoe e.e-Io*'" doJP>vrno.
verno o que nao quer be di.ti, r.i .1,. serv,,. mili- I Sr. ft. I'orlella :Perdi ; en estou apena- a-
lar e o Hpreveilsineoto d a vanlsgens que iao" per- precisado as eoosequenoas que se dedotem dewe ac
liare;, e n.helantes ao eveicirin das loneres minales '"> ""' e'1'"1 sprielaiido o mesmo acta propriamenle
'porque em relar io ao prorc lmenlo doKOVsmo eu
j.i disse 0 i[ue liulia a ditei na icsslo pessada, i en-
lende que etla' inlatrunenle lora das atlnbuiris
que contare o srligo 91 di le .la goarde naeional aa
i tente da proviocis, o servico que actualmente
presta s goards nacional, porque, senhor presidente,
re,.it.. o que a din, o arl. 'il as le da goarda na-1
'Jada.i.'ueixa-se om morador da ra Nova
do pe-euno rosiuine da vi-iuh.uira de um tercolro an-
i.r, lacear da Jsnells para o quintal toda a qualula- i valor daqaelta pule qoe .. planta manda rlemollr, oe
de de a^uis soja-, succedendo muitas vetes que com eir que Aliono a compre para In Jlinnisa-lo des-
o veulo vai ler urna grande parle delta em sua sal, i ** I'"11?-
tirando esta alem de parea, empastada, l'ara evitar, I Dupachsram-se aa peliroes de viuv.i Alachado ,\
p.ue, qna npaieram desgottos enlre vi-mtio-, con- Fillio, s de Ignacio Adrin.. Muuieim, e levantan-te
ventana eia' que es>e morador da eaes con una a tssso.
prohib que de -ua janelU -e facam lies despejos Ku Manoel I erreira Accioli, seeretsrin a sobsere-
Lazareto do Pina. Ditera as mas lingoes,' v.Frenes, pro-presidente. Ileso, Mello, l.amuro,
que osdoenle un convalescenei ds tatareto do IV li-ueii, lo.
na qoando Ihc parecein vilo para a illia do Noi;ueira I---------
para comenm Cacos. as podemos crer qoe isto _. nvonn wa ram "
acnteos, msi como quer qne tal ......cianloseja i-AHTigao DA POlaluIA.
muilo tstisfsloria, hura -ca venlica-la alim deque' Dil 21 le maio.
saja destruida eomo he de espetar. Das participefbes recehidas cornil que foram
fierieuu.toi ve/e- lem ctieL-atIo ao nosso r.i- prc-os :
nbeciin, ni,, i. procediineulo brbaro de um psi, mo- l'-lo delegado do primeiro rtistrirto dcsle
radur na ra da... para com ion lillias e Batas il termo, Antonio l'.inc.iro dOS Ssntos, branco,
''''*"""' >!; iro.Hespanl I, "idade 25 annos, boleei-
ro. sabe ler e escrever, por insultos.
i. .1 la o! 'i egacia da freguezia .los Ifo-
g>dos, o escravo Lu, pelo, crioulo, idade
:M innos, ganbador, a requer ment de seu
senhor.
-22 -
Pela subdelegada da freguoxia do Recife,
i-i lonl i, i lade
beto, por feri-
284:039)770
3:9559119
2>7:994|689
Pescarrcsam hojs 26 de uni.
ri_'iie porliignesEtperaaeedivenos gneros.
Ilsrea porlugaeza Progiessista ideal.
Ilriuc ingletIte-inamerendonas.
Brigoe inglesGliacns -bseelbao.
Ilri^ue ingletVenusden.
HOVIMENTU DA ALFANDEGA.
Volamos entrados son laten a. .
s i cora generoi ....
Total
Voluiui
lahuloi rom tarsuda
> sora eneros
CONSULADO GERAL.
Itcudinienlo do da 1 a -i.
Idsin do dil j....., .
Total
67
W:059*i75
.".A.;'.;'.i>.l
89:9l.tai36
DIVERSAS I'IIOVIHIIIAS.
Kendimenlo do da I a i. 4:2fl7JII9
dem do dis .'.")....... si.^l-'
5.iJo2jtll I
um aparte
\llldl mais prova o aparte do nobre deputs
mocil
|ui...... .\.n. quiieramoi cier que a taotu cheaa<
tare idade de am psi pan eom suss propriss fili.is;
mai '> tsnlsi a. p..-..- qm i.io nos lem viudo noti-
ciar, que non potemos deivar do luppor qoe tal s-1
conieci, e tanto niiis quaulo circomtsaciai te dio
pnia no-lo l-/er crer. Julftsmosporlanto necsesiriol
I i/ir seinn a esse psi desnalorado que o s-u .tuminio
para cen sua- binas deve lee Iranes,e qu indo deltcs
Hetcede.tamotle.ii para o fatar contar ; hepreei- j,,'.-, idr,Vrelo7o!toVr!
so, porlanto que nao prosiga te ha qos uao quer ser .,,, ,.., s ,.1,1.1, nalnh
epoutsdo o licor assim de-cobcrlo. ai" nnnos, 1 .tai.u auaipna
I'ri-o. c recTUias. v.10 ha nada Ido repui;-
uaule omo o ver-je o modo porque sao eonduiidoi
do malo para .i praca o pro.ns e recrulai. No
lia 22 1. correle llvimoi oeeaio de obttrvar o
rao 10 porque algnm presos ou rerrulai p
pela ru .lo Aragao. alera de mauielsdos poi mco
de algemas, ineirades rom eorda pelo hombros,
coj > srroclio nsoessartamenle devia tarlura-loa. Xas
-anei.....de quiin parta esse eostumo, te lesaulori-
dades que os rsmellsm pea a capital com tal recom-
raendac.lo. ou te da forca que os cund/; seje po-
montos.
Conforme, o secretario
Ituliiin \. .'e Almeida,
::eiail.>
5* $itw-L'*lnit0.
limiten nlo hoave lesslo na assemblee provin-
cisl por lalta de numero des Sis. diputad .. pete
formar c, -a.
que.-t.: 1.1 mi record, e de ualu ni
ra;,io e fuudamciilo 11 nlia para
ca: .1 que algn 1
lido d ir tipa 1 le qoi .., qoan orava na se nda
"''" awei rmlllaret cussooSr. Ur. Ihendoro Slva, aparte que dei, n.lo
.... mei 1 coslu ds 1 res, mas para i..
ise que liuha a irgumeol ... doulrna
coiiUana .: qne tuslento, passare a con idtracoes
ido 1 o. em ii-
ii 11 me iusierem ifesta moiiieutu, eiperandu que
. local a que ei nal ere -I miidi
proposilo i.. ,!.. 11 -..
'. io- p ira uar.intia e IC40-
Sr. pre dente, asaltriboir que lu. ,
..los do polica i'r,im, coiiiii \ .
Etc. ea r.i-1 n-.tt isnoram, canfsdss snl
aos |uiti ', t.-i de i.i le 01 I obro
crean lo os joitei di pa* eom altribuiras i-v-, poli,
trimimes nlu etubalecea ineumpalibilidade
r uno te lem qoerido pr* tender enlre o etercicio .1
derem sim al d
iaio .;,i >. ja' demooslremoi s nseessidade que in
le mu mil. -ijn.it pt i,, qu ii sscontieca a etllncclo
... 1
co\>- imputando-mc inteiir; que de maltona alguma se coa lunam coui o
ni!.'ii 111.. lo de 1 cu i i- e de rocedei ; o com
:- ui.ents do motlenlo reclamara,
ni a penuauenca da gualda
I itn um icrvicj ellect vo.
Sr. prndenle, quanlo aoar lie I-, me perece de- alo pi.-i-m em annancta-lo, e"pi "e liin'iein- rjuanto csteja de que as pessoas
r mn iitir.nbi 10. sentido da se aoguieul roo 10 seria couvenieote qas s primeiri Igrija que mi conbcccn e bou*an) com sua ami-
111 da piar ,'e p.i 1 do corpo le polilla, porque e um repique para u me fazein a dcvida
foco se acliava eUinrlo. Entre- justar;,
raque un a adopta oa apra tnl raque '' fcnr-mo
lenh.i o orgauisaodopara iisj um arti- '.'.'..' '.".l.'Mi;"' '' : : > mustia
noNSUI^IX PROVINO iL.
Hendinieni.i do .lia I
Idein do da 25. .
a .'i.
"..07 1-;^
..
ni :sm.-i;iiM
:7U,;ti,t,
.ii:0o.':',li

a 1 o que n.-s lev ra aa nlo augrcantodat pi
de pre eia iiein duvjda ilguma .1 lo estado arlual
d.....o-- ti 1 mi. en emendo qu actual-
mente fiidas lula ai ninfa 1 pro-
vincial etislein no servico da p licia pagui p. 1 -
.Navios enlr idos no da -J.
Liverpool15 dies, barca ssglesa aLiadea, t 2W
I.melada-, capilla J. W. Paikni-.in, cquipaem
m, carga fasmda ; a Jame, (ablrce i <. I'ci-
lenrc j Wetely.
.Navio entridd no da J>.
I'hil 1 iei,,|iia ti di, bsrea sosaricana n.......,
le l'.is tanetadss. rapilaa John Poner, equipa-
cm lo, carga rijo 1., incas com Urinln da Irma;
-W
DESPACHOS DE txi'nlt I A<:\o l'I.I.A UBSA
IX) CONSULADO I ESTA t'.IDADE NO DA
23 DE HAIO lili 1858.
Ilimpiin Koade Brigus iiUltat Ssplio, llemy
Ponter (V C, 600 ss eei eaoocar.
U.ii-rin.i l'.il.ira ti.iur vi ol''rail ca> i a l.ouisn, Hal-
lar ,\ uliveira, 1,680 ssceos sssoear.
Marseloalialera france/.a aKioulo, diverso! car-
reteadores, IHm saceos aisucar.
Havretialera trancara otllinda, diverso rirre-
gadores, ti saceos cafo, O saccat aiu.ui.in, 80:1 sac-
eos assocar.
Ilio da PraliBrigoe hiipaulml Sultana, Aranasi
V aVyaSti IOO barricas a-urar.
Ilio Ja l'rila llricur be-panlid ni). Joaquim,
Aranaga sS Itryau, II I barricas aisurar.
Ilio da l'rala ltrie,ue lie.panlinl Vigilante, No-
va.- (V, t!., 223 barricas at'ucar.
RO da l'rala Patacho le-panhol ol'artoi), .Ymnrim
Irinoos. :(IO hairl...s ,is-uear.
UsboaBtigae porUgaan altelampaso, diverso
esnagadores, :i saccas algodao, 131 laeco. as-
taear.
PortoHriuno portugnas '(Amalia lo, II. J. llamos
e SHva, ".o -,tecos oaojeat.
Lisboa Itnaue pnlagsMI xTarojo I, diversos
csrregadatei, lio sircas sgnale.
fcXI'dllTACAO'
Canal, p2taeho Ingle 1 eOnl] Son.., de il'.s tone.
lajla-, conduii) o teguinte : :,.ViO saceos .mu
17.730 arrobas di nsou.11.
Ilio da Janeiro, barr 1 am-ricana Conrad, da
illS loneta.la-, cunlu/.i, o -egunile : 41)0 barri-
cas bren.
Iii.ciilii-.DOUU DE RANDAS iNiiiivxs i.K-
IIAI.S DE l'ERflAMKlICO.
Hendimenlo do ana i a t-'i. JiiN'il.-, :\
Idam do da 23....... 22at|utJ0
i
kl ITM AP\^


DIAl PEttNAMI CO DI I85&.


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5
T. C C
a.ts *
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llora.
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Direc(3o.
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dade.
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-"" Cmliprado
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licaumur.
I t'jlireiiticii
-l-IM-l-l
-ti' w|.
Ihjgromelro.

I
I Parmetro.
I
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A _
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52
Po
r-
o
&bit*&<
0 lllm Sr. inspector da thosouraria
provincial, em cuinpnnieuto da resolucSo
da junta da uzeada, manda bw publico,
i|Uo a obra do 9.- lauco da estrada la, val novamente a praca no da 10 de ju-
nho prximo vindouro, para ser ariemaia-
< 0 a quem por menos lizer, avahada em .
I 6:9|jj rs.
I", para constar so mandou allixar o pro-
ponte e publicar pelo Diario.
Secretaria da lliesouraria provincial de
I'ernambuco 18 do maio do 1358.O secre-
tario,
A. F. da Annunciae>).
O lllm. Sr. inspector da thosouraria
Toviucial, cm cuniprimonto da resolucao
da junta da fazenda, manda fazer publico,
iiuenodia 10 de juuho prximo vindouro,
\ai novamentea praca para ser arrematado a
<|uom por menos lizer os reparos da ponte
( e Goianna, avahados em 4:032? rs.
K para constar so mandou allixar o pre-
cnte e publicar pelo Diario.
Secretaria da thosouraria provincial de
I'ernambuco 18 de maio de 1858--O secre-
tario,
A. 1". da Aniiuiicia(,'iiu.
- O lllm. Sr.^ inspector da.lliesouraria
provincial, cm cumprimento da rcsolurio
da junta da fa/enla, manda fazer publico,
que no dia 10 dejjunl.o proxiuio vindouro,
vai novamente a raga para ser arrematada
quem por menos lizer a obra do lauco da
estrada do norte entro a cidade deCoianna e
a ponte do Rujary, avahada cm 14:6525 rs.
I', para constar so mandou allixar o pre-
sente o publicar pelo Diario.
Secretaria da thosouraria provincial l'cnianibuco 18 de maio do 1858. Osecrr*-
lario,
A. F. da Annuncia^o.
O lllm. Sr. inspector da thosouraria
provincial, em cumprimento da ordem Jo
Kxm. Sr. presidente d provincia, manda fa-
zer publico, que no dia 2 de junho prximo
Mndouro, perante a junta da Calenda da
roesma lliesouraria so ha do arrematar a
luem mais der os impostas abaixo decla-
rados.
bocea do cofre do segundo semestre da
decima do anuo Qnanceiro de 1857 n 1858,
so principian! a contar di> I.- do junho vin-
douro. Mesado consulado provincial 29 de
maio de 1858.- o administra lor,
Antonio Carueiro Machado Ros.
CAPITANA do porto,
Tendo-Sficollocadona barra do rio HOSSO-
r dnasbolas, estando assim balisada, man.
da o lllm. Sr. capillo do porto fazer publico,
para eonheeimento de quem possa iiite.res-
sar, os esclarecimcnlos ateixo acerca da si-
tuac/m das meemas huas.
Esclarecimcnlos.
A embocadura do rio Mossor esl situada
na lat. 4,56' 5",S. c Ion;;. V. 59'H". K. K. J.
Os navios que a demaudarem devetn procu-
rar o ancoradouro defora, demorando-Ibes
a ponta da redonda a V.. i, 8E. ou E. l|2
SE. ea ponta de lipancma iq SSE., ou asca-
sas do lugar denominado Chiqueiro das Ca-
bras ao s. [romos magnticos). Ah encon-
A SALOiA
-V Mmmietie snearrsgada do premia Iwatflcia,
aereilou de preferencia e-le drama, por ser un do
que mam lem aura'ado un llualru de Sania [l-
bil, e conia a.iin uliifaiar as pexoaa que enneor-
reiem o e preHnticaa da linda e eiplrilaoM comedia em uta
aclu
A Capa de Jos.
He mala urna SfCSo ftencrnerila, lie mala mu ras-
co de pliil.iiilroplna, que se dtve reunir aof mullos
miiiio .le que se lem eachida de eloria <> iiliistr
eavailairo da Ordem da Raa, o insigne aruala bra-
sileiro, o illustrisimo Sr. rionnaiin l-'rauc)scu de O-
livi'ir.i.
Seiiln-me pedido da niiuli i patria, p .i irerr.io
do asilo de infancia desvalida, queag< se ulna
eeraala nssla provincia, para enadjavar oqaelle im-
Tr" ""- Ulula ; recorr, a'uenevolencii do UlnsIriHlmo Sr.
Irarao i 1|2 bracas He lundo c pouco mais. ermano. para dar um beneficio a favor daquello o-
8:1000000
itlOjOO
5:1105000
550*000
2:026o666
1:000?S)UO
7005000
7.1005000
13:0005000
30500o
lo : un maii repara, sera mal basilar, prump-
lifieoa-se par o tffeetaai no da ^7 do rorrele.
Bata ai;,1o iln llustris ine de lal modo que nio pude daisar de ,l.ir~llie o
iimis viva le-lfitiniilio de mcu recoiilieciiiienlo an-
iiunci>ndo-o pela imprema.
He darte nimio que se f.i/nn recoruincn,|..,!i os
man Insignes arii-i.,-, e que a pasleridads oseo-
nhece o aprecia. Per uiiu a parte a raudo aa il-
loslrinimo Sr. Germano, a minha graltdSo, o o re-
enmiiipndo a' do* Aroriauuns micbaelences, o que
resln he que, a ac{ao do illettrieiinM Sr. Germauo,
-ij 1 aplaudida pelos imigos da liomanidade, eoad-
luvando a Innoeoncia, c.ini o ijue roulicr em suas
loroas para um liiu Ifla Jealo e santo.
Anda dire ao illuslrlssimo Sr. Iiermano, que a
lilis de ;S. Misuel lio polire de uuro, mas nra de
CoracAas que nao esqiiecem as boas acede*.
Ilecifo 22 da maio de 1858.
Joan ktaria C.ordeirn l.ima.

Oesse lugar demora a barra ao SO. As boias
BStSo collocadas E. ()., urna da oulra. A de E.
que he maior, esta na extremida le dn catin-
go da coroa do bar|avcnto. ou de E. Deve-se
navegar direito a ella at estar em ponea
distancia, c enlao dirigirse para a segunda,
passando a sotavento, isto he, ai> N. meira. so em voz do pssar -nuito encost lo
a essaboia, o navio pasear distante unas u
bragas, achara o canal um pouco mais fun-
do. A segunda ou de O est encostada a
coroa de sotavento, o deve-se passar abar-
lavenlo, isto he, ao S. della, pudendo pas-
sar indistincUmrntc, ou encostado a ella,
011 mais para o meio do canal Entre as duas
boias est o lstenle mais secco da barra.
Km haixa mar de macs do lua,devc-se echar
4 pes de fundo pouco maisou menos, c na
prca-mar pouco mais de duas bracas o meta.
Neohnm navio deve entrar sem pralics da
barra, o qual a lia bllisado antecedente-
mente, oobservado-se nella se operou algu-
na mudanca, o que pode racilniente aconte-
cerem barras como essa formadas por co-
rse de area. Depois de entrar no rio deve
propurar encostar-se para a margem direita,
oudcE. Achanoo-se em frente do lugar de-
nominado Arcias Brancas, bons aacoradou-
ros de e mesmo de 5 e mais bragas, su-
bindo o rio.
Capitana do porto de Pernambuco, 20 de
abril de 1S58.--0 secretario,
Alexandrc Rodrigues dos Anjos
A cmara municipal do Recife contra-
ta o planto o amanho de arvores por cha
escolhidas, nos caes, praeas e largos desta
cidade, mediante a paga e condlQOee que se
convecciunem : os moradores dos lugares I te Antonio Silveira liaciel Jnior, sahira ini-
mencionados ou outros quaesquer que se I preterivelmente para os portos do norte de
queiramencarregardesemclbanleirabalho,Isua escala no dia 1 dejuubo proximofu-
comparegam perante a mesma cmara, nos turo para os quaes recebe carga al o dia 29
das de sossio, ou rcqueiram. pago da ca- do crrante mez, e qual ser depositada no
niara municipal do Recife 19 de mam ile armazem da companhia, aeompanhada dos
Maraali3.u e i ara
Segu era poneos das por ter a maior par-
te da carga engajada obrigue escuna Arce-
lina; para o resto, truta-se rom J- li.da
L'onscca Jnior, na ra do Vi gario n, 23.
Rio
de Janeiro
Segu i-oiii muita brevidade o palhabolo
Piedade ; para resto da carga e passagei-
ros, trata-se rom Cactano Cyriaco a 1 M ,
na ra da Cadea do Recife n. 2, prirmiro
indar.
O vapor nacional Persiminga, coin-
mandante o 2.- lente loaquim Alvos II 1-
reira, sabe para o porto de Itapissuma no
dis 27, as 6 horas da manhSa, e voltara 110
da 2n. No dia i de junho seguir para os
porto-; do Mil de sua escala, e s recebe car-
ga at o dia 1.*, a qual sera depositada no
armazem di companhia, aeompanhada dos
respectivos despachos o conhecimentos.
araoho c
.
companhia
Per aiubacana.
O vapor nacional Iguarassu' comirmn lan-
^
laxas das barrenas das estradas o pontos
soguintost:
Magdalena, por anuo
('.achanga, idem
JaboatSo, i.lcm
Rnjary, idem
Molocolonib, idem
Ponte dus Carvalbos, idem
Tacaruna, idem
Ciqui, idem
20 por cento sobre o consumo
da agurdente do municipio
do Recife, por anuo
dem do municipio de Seri-
nliSem, por auno
Asarron,atagoes scriJo feitss por tompo
de :t anuos, a coiHar do 1. de julho do cr-
lenle auno a 30 de junho de 1861.
As pessoas que so propozerem a estas ar-
rematagOes cnmparcgam na sala das sessfies
la mesma junta no 01a cima declarado pelo
meio da, competentemente habilitadas.
1. para constar se mandou allixar o pre-
sente o puhlicar'pclo Diario.
Secretaria da thesourana provincial de
l'arnambuco 1 de maio de 1858.O secre-
tario, A. F. da Annunciago.
COLLECTORIA DV CIDADE DEOLIMtV.
l'rancisco das Chagas Salgueiro, collector de
diversas rendas da cidade do Olinda cct.
l-'az saber pelo presente,que fora-lhe entre-
gue pelo Dr. delegado dcsle lermo.um ca'val-
lo castanho, pequeo e calcado de ambos os
P s, que fura apprehendido pelo sun-dele-
gido de lieberihe, a dous honnns quo o con-
[ iziam : e porque o dito cavallo pertenga aos
lufas c evento, silo chamados quem sobre o
mesmo so julgar com direito, para no prazo
do M dias contados da data dcsle virem re-
clriina-lo perante a mesma collecloria na
ferina do arl. 6 do rrg. de 17 de julho de
1853 ; lindo esto prazo ser o dito cavallo
ai rematado eo sou producto recolhido a
respectiva thesourana, na forma dctermuia-
1I1 nos arls. 4 e 5 do Ja citado regulamento.
i; para que chegne a nolicia de todos,man-
ilei passar o presente, que sera tffixado nos
lugares mais pblicos, e publicado pelo Dia-
rio. Colleetoria de Olinda 30 de chril de 1858
u loSe Goncalves Rodrigues h'ranga, escri-
v.u) o subscrevi.
Francisco das Chagal Salgueiro.
COLLECTORIA DA CIDADE DE OLINDA.
Francisco das Chagas Salgueiro, collector de
diversas rendas provineacs da cidade de
Olinda etc..
Faz publico pelo presente, que pelo Dr.
delegado deste termo, Ihefora entregue um
cscravo, que se acba recolhido a eadeia des-
ta cidade, apprehendido no lugar do limbo,
c qiil dcclarou chamar-se Manuel, preto,
r.rioulo, represents ter vintc a um annos,
com principio do ollicio de pedreiro, ten lo
ausentado-seda casa de sua sonhora na da-
de de 10 annos, a qual chair,ava-se D. Joa-
quina, em companhia do seu scnhnr mugo
le noeie Lourengo Cordeiro, moradores em
( inblra da provincia da Parahiba, fora para
Ijirangciras c dahi para Coroangi, desta pro-
vincia, onde morrendo o dito seu senhor
mugo, elle lieara cm companhia de seu pa-
d mho de chrisma do nome Tneodosio, lio
irim branco, solteiro, commerciantcem o-
roangi, donde se ausentara procurando a
companhia da senhora, fora preso em l'edras
0 EogO por um homrm que venda niiude-
7,is. oqual conduzindo-o para esta cidade
piidecvadir-secm caminho, sendo uilima-
mente preso no engenho Ti ab, c dahi rc-
nieltido e cadeia de ordem do Dr. delegado
dcsle termo : c porque dilo cscravo pertenga
aos tions do evento,siii chamados quem sobro
elle se julgar com direito, para no prazo de
60 dias contados da dala do preseutle, virem
rorlama-lo perante a mesma colleetoria na
lorma do art. 6 do rcg. de 17 de julho de
1853, lindo este prazo, sera o dito cscravo ar-
rematado e o seu produelo recolhido a llie-
souraria provincial na forma prescripla nos
1 ils. 4 o ,">do dito regulamento.
I) psra que cheguo a noticia de todos, man-
dei passar o presente quo ser alxado nos
lugares mais pblicos c publicado pelo i)ia-
rlo. Colleetoria de olinda 4 de maio de 1858.
u I0S0 o.icalves Rodrigues Franca, escri-
v" oosubscrevi.
Francisco das Chagas .Salgueiro.
1858 i.uiz Francisco de Barros Reg, pro-
presidenlcManuel l'erreira Accioli, secre-
tario.
CONSEI.HO ADMI.MMKATITO.
Oconselho administrativo, lem de com-
prar os objeelos seguintes :
Para o presidio de Fernando.
2 barricas de farinha de trigo ; 8 arrobas
de assucar hranco : 5 ditas de arroz ; 10 me-
didas novas de vinho linio ; libras de cha ;
32 ditas de toucinho do reino ; I caixa sa
b3o; 12 medidas novas de azeile doco ; 3
ditas de vinho hranco superior, para missas
Quem quizervender taes objeelos psen-
te as suas proposlas am cari fechada na so-
crelaria do conselho rs 10 horas do dia :l
do corrente mes-
Sala das sessOes do consolbo administra-
tivo par fornecioaento do arsenal de goer-
:a 25 de man) de 1858.Rento Jos Lame-
aba Lina, coronel presidente. bernardo
l'ereira Jo Carino Jnior, vogal o sen
O conselho administrativo do patrimo-
nio dos orphos, contirjuui a por em basta
publica, na sala de suas sesscs no dia 28
docoirente, o arrendamei to das 1.
mesmo patrimonio, absizo mencionadas,
por lempo de nm anno, que lem de dec ir-
rerdol de julho prximo fnluioa 30 de ju-
nho de 1809. segundo o que. dispon os ola-
tutos em vigor, a saber :
Ruadalfoeda.
16--A. 43.---(asa leirrea.
Ros dn Amorim.
55- \. 24.Casi terrea.
56N. -jo.l,l-m.
lina dos Bureos.
G8-N. 18 Casa terrea.
89N. 21.Idem.
lina do \ gal 1
71H.22.Casa de sobrado de tresan
dares.
72N. 27 I lem de dona an lares.
Ra do Encantamento.
71--N. 7 Casa terrea.
75N. 9Iiam.
Ra da Sen/ala Velha.
81N. 16.Cas terrea.
82-M. 18.Idem.
lina da (uia.
83N. i'.).- -Casa terrea.
84N. 27.--dem.
Ra doTrapioJ c.
85N. 30.Casa de sobrado de tros an-
dares.
Recen da Lingola.
86N. 14.Casa de sobrado de dous an-
dares.
Ra da Crui
87N. 11.Casa de sobrado de dous an-
dares,
88-n 98.Idem Hetn.
S9im. 14.Idem idem.
90N. 12.dem dem.
Os licitantes bajan de comparecer ruin
seusAadores na sala das sessoes domesu.o
conselho as II horas do mencionado da w
do correnta.
Secretaria do conselho administrativo do
patrimonio dos nrphSos -j."> de maio de 1858.
Ir. Vrenle per -na do RegO,
: icrela io.
ara .
Scnun cm pouros dias o palaolio na-
cional Tamcjjo, tern a bordo dous tercos I
da carca, para o resto la-sccomos consignatarios NovaesiS C,
largo do Corpo Sanio n. (..
Rio BE JANEIRO.
A veleira barca nacional Helena, seguir
com brevida le, por ter ja eng ads grande
parte do sua caiga ; qui 111 licita qui/.er Car-
regar, dar escravos a frete, ou ir de passa-
gem, para oque lem excedentes comino-
dos, trata-se com Braga 4 intunes em sen
escriptono. ra da Madre de Dos n. :!, pn-
meiro andar, ou com o capitSo na praga.
s
Mmmmi

Coiiipauliia
DO
Beberike.
O Sr. comuicndador Uanocl Goni I-
v es da Sil va, caixa da companhia, ,
autorisado a pagar o 20" dividendo a ra-
,mii de 2J700 1 s. por aci
Kscriptorio dacotnpinhia Behcribc
18 de maio de IS.'iS.Uuilbcrme Augus-
to Rodrigues Settc, secretario.
Precisa-so de urna pequea casa ter 1 1
rom commodos somonte para urna ou duas
pessoas, sendo a casa em Santo Antonio ou
Roa-Vista : quem livor e quizer aluga-U,
di rija-se ra da Concordia, segn la casa
pegadas nma serrara, da 1 as 7 horas da
tarde, que se dir.i quem quor.
O aliaixn assignado tem transferido sea
residencia do Ca nga, para osegnndo an-
dar do sobrado n. 86 d 1 rus Bireita desta ci-
dade, onde continua do I de junho prxi-
mo, na profisso do crismo elementar, a que
se lia dedicado; e aceita meninos externos
conm internos, sobre cujo tiatamento pro-
mattea maior solicitude e de-vello, o bo-
nuneiante que, :> for^s de t-abaiho e medita-
g!5o mi exercio do algnns anuos de enslno,
nSo mi publico i orno particular, seaipre ha
procurado prevalecer-so dos meios mais;
promptos e seguros acerca do progressn ,1a
edueagHo de seus discpulos, promoniudo-
econtra qualquer especie de seducg3o que
possa abalar e eorrompcr-lheso espinlo,nes-
ses piiiueiros impulsos de paixfles insensa-
tas, presume satisfazer plenamente a espoc-
lativa dos Srs. desla capital e ,1o campo, que
o honrarcm com sua ronlianca. Entretanto,
os interessados que, sobre este sssumpto,
i 1,'iendcrcm mais ampios eselarecimcntos,
dirijam-se a ra da Aurora, rasa da Exma.
ossora I). Mara Carnciro Lacerda Villa-
Seca, que ah serSo devidatncnle informa-
dos.Francisco Xavier Carneiroda Cunha.
Locria

Bichas de Ham-
burgo.
i ir fronte
,'.1 matriz
da lina-Vis-
ta lugam-
se bichas de
"*-r llambnrgo,
viudas polo ultimo vapor ds Europa,
como alimpam-se e chumbam-se denles a
ouro e prata, applicam-se ventosas, botim-
se nuvidos cm armas de fogo, a mol a-se to lo
o ferro cortante com toda peiTeie,.",,, e
romptld
HTISYi
Paula tialgnoaseaoliala, ra da* l.aran- 0
' ^pir.is n.l.i, na mesmacasa (em agua c pn '
ntrifica. -' ;
Precisa-se de um criado 011 una 1 .
para urna casa de familia, quer forro quer
captiva para servic,i> lano interno co do ex-
terno : a quem servir dirija-se a Capunga
Veilia 11 casa da Sra. viiiva l.asserre an pe da I
do .Sr. Bonifacio que achara com quem I
tratar.
D. Rarbara Muniz Tavares GnimarSes, I
viuva de Pedro kntonio reijteira Guimaraes, I
tendo de proceder o inventario dos bensde|
seu casal, roga as pessoas que se julgarem
riellas do mesmo, queiram apresenfar
suas emitas ou ttulos de seus crediti
seren conferidos attendidos no respectivo
inventario, ate o limdo corrente mez. Re-
cite 14 de maio de IS.S.
\ capa lazia da mesa do consulado
geraI precisa de serventes livres: rpicm
pretender dirija-se ao trapiche do algo-
u.io a tratar eom o capataz do mesmo.
I) l'mlielina Joaquina de Albuquerquo
fi/. publico que tem retirado os poderes quo
deu a seo lilao Jos Anaslacio de Albuquer-
que pela promocSo quo passou ao mesmo
para liquidar os hens do seu casal. Recife
24 de maio de 1S5S.
Precisa-se de om caixeiro com algo-
ma pratira de taberna, o qual d conheci-
mento da sua conducta : na ra do Caldei-
reiro n. 94.
Di-se a quantia de 958080 por mez 1
urna ama que lenha milito Icite, e nao traga
liihn ; assegura-se bom tratamento: na ra
da Praia n. 51, primeiro audar.
-- Tendo de fechar-se nesics dias a galn-
ria cellicina de daguerreotypo do aterro da
Boa-Vista n. i. lereeiio andar as pessoas
que desejarem honrar este esUbelecimento
e Bear com um lid c perfeito retrato, aprn-
voitem a oceasiSo. Na mesma casa cneon-
1 a se um completosortimentodas artefac-
Itos em que he coslume ctllocarcm-se os
:retratos.
-- Francisco Mfrodo da Silva Castro, lilhn
de M. .1. do Figi.eiredo, propriotario cm Ce-
simbra.sabcniic que mora em Pernambuco <>
Sr. Cactano Jos Garca, muitu desejava
cnmmumca-lo 1 para isso pele ao mesmo
Sr. Garca quera drigir-se em carta para a
cidade do Ceara.
-- OlTercce-S!i um rapaz brasileiro par*
ctixeiro, tendo ja pralica de |oja, da-so lia-
dor do sua c m hola : quem de sen prcslimo
se quizer ntilissr, annunce a casa parase
tratar.
DA
POV
compeicnles despachos e conhecimentos e
coa os respectivos rotules dos portos do
destino; alem desse dia nenhuma mais se
rcechera Adverlo-sa aos sonhores oarre-
gadorea que os fretcs que exxederem de I0g
sero pagos aonde Ihesconvier, sendo pago
na gerencia os que chegarem at nstaquau-
tia.
Porto
Vai saln cen hrevi lade a barca Fernan-
dos I, quem quizer carregar ou ir de passa-
gam, para oque lem ex alientes commodos,
df rija-se a Carvalbo Irmao, ou| capitao na
pr(;a.
Rio Gratule do
Sai.
a qualquer momento oeste por-
to o briguo nacional Parahibano, novo e de
aira marcha, o iual de| os do Ul
moradas sdias seguir para o porto de
seu destino j or u r prompto mais d
tercos de sua n ga: para a restante que
falte,eseravns a fre.te ou ir de passtgem,pa-
ra o que tem asseiados commodos trata-se
eom Draga ,\ Antones em seu escriptorio,
ru-. da Molledo Heos 11. 3, primeiro andar.
rmjKSjmjM^,
i
le pa uftes in^Ieaca
Q| ARI'A-FEIBA 3ti DO CORRENTE
As 10 horas da manha a
" o De rfquissimoi movis cscolbidos de mog-
no, Jacaranda', vinliatico e eharao,
joias, christaes, porcelanas, bronzes,
etc., cujo gostoc perfeicSoeslSo cima
de iodo o elogio
MARCOLINO DE BOBJA
encarregado pelo lllm. Sr. desembargador
FranciscoJoaquim Cornos Ribeiro, que se
reiira brevemente para a corte do Rio de Ja
neiro, a presentar a concurrencia publica
om leilSo, na residencia deS s roa do Hos-
picio n. 3, todos os seus movis roii.stan.lo
de elegante mohilia de sala, complete. Bo-
fas, pulir,mas, Ottomanas, guarda roupa
come sem portas de vdro, ptima secreta-
ria, riquissimo toilette eo marra rc e por-
celana lina, rama franceza de Jacaranda eom
pertenes, dita de mogno, soberbo divn,
sola, mesas de Ci 1, Ci ira, ditas de jugo, con-
solos, banc 9 I stura, joias, ricas eorli-
nas, esplend los espelbus francezes, lindos
Iros, ornamentos de sala e gabinete,
lustre, serpentinas, 11 petes (nos, porcelana,
rhryslaes, serviros tinos de almoco e jan-
tar, grande mesa elstica, guarda loucas,
aparadores, ea leiras e ruis n ovis e ulen-
cilios de sala dejantar, [uarlos inferiores e
cozlnha,uma por^So de vinhos linos engarra-
fados, um excedente carro de 4 rodas com
lodosos arreios para una c dous cavallos,
livios do litteriitiir o lie dreilO, e urna 1111-
meosi lade do outros mnilos artigos de ges-
lo. anda no vulgarisados nesta cidade e
lulo sera sem reserva vendido no referido
dia quarla-feira 36 de maio as 10 horas era
poni da raanh.Ta na roa do Hospicio 11. .'!.
No esc i; lorio do nbaixo assignado na ra
do Collegio n 31, vendem-se kiinetes da lo-
tera da provincia pelos seguintes precos
sendo de lou.s para rima e a dinheiro a vista,
l'.iiiietes garantidos .'.rou
Meios ditos r.'.O
P. J. Layme.
CplANXAATTENgAO'.
Jos Francisca Collares iiv c, raz
. publico que na ci,ia,'e de i.oi.mna na 3
: rus da Pontn. 9, tem eectlve a to
, lempo carne do Ceari da melhor '
qiialidade une h, pelo precu do he- .
.';, 1 fe e mais em conta do que em ,;
.' qualquer ontra parle; os senhores
le engenho quo por ser muito ami
'.:' go dellcs, que oSo quizurcm tor o : ;
' trabalbo de mandaretn ao Recife, po
dera dirigir se ao mesmo armazem -
'.''. que se promette fazer iodo negocio
com outros genoios que os meamos -
-.. quizerem trocar.
. .-,.,....-. ...-,..... ,..-....-,...
..... x?<} WW!
- I'recisn-se i!e an,a seiea : na pra^a do
' Santo u. I".
ifj) O padre Francisco J0S0 de Azo-
i *^ nesta praca, o oceupando-so priva-
'amente na direcejio de seu esl
mlu ehalcograpbieet incombe-
se de 1 pcrlcic,fto
'"/ c brevidade quaesquer obras de gra-
>) voras, tanto a talho-doce como a re-
3l '^T0' registros, retratos, lettras com-
1 f2 merciaes, bllbetes de visita, musi-
| \j>) cas, etc. ; e desejoso de levar o mes-
'^ mo estabelecmento maior ponto,
.'a espera quo as pessoas, que preten-
HolBOATBlCO
DO


Rl'tlIM CADBIA, I ROMTE DA ORDEM rERCEIBA DE S. I-'RAM'.ISCO.
ndaseachaiu semp ,-. mais acreditados medicamentos tan toara tinturas como
mclohalos.e preparadoseom n maior escrpulo e por pni.os bstenla commodos
PBOECS FINOS
Botica de tubosgrarrdes 10/00*
l'ita de -2A 1. 15*004
Dita de 3s o 201000
Dita de 48 > J500e
lula do60 o 30900*
os avulsos a ...... 1900
cosdetinturr*dsmeiaone:S. aWOD
Manual da medicina homeopathica .o Dr. Jahrcuui o dio-
conario dos termos de medicina .... ... 20*00,
Medicina domestica do Dr. Henrj......, o/eo
rratamento do cholera morbus ...,., 2/000
rtorio ioUt. Mello Horaes........ s'<>

os
DE
SANTAISABEL
O prespiili- eapeelacnlo annnnciado para-liaalrm
_' do ru, 1 rule, as leve lu'jar p r cauta dn nnei
lempo, e lircu Iranslrrido [ara
"ar^-mirc:
QfARTA-KElRA, 16 DE MAIO DE 1iu8
Mi'iu 1 i.nn ii.\ii:\ 11.
Babira a'soaoa o intareiMnta irania em aclos,
(r.idii/iln 1I0 Irancf 1 pt|o arliall I, cunan., I ra,iri<-
cu da Olivtira :
IARUJIEIRO )E
0
TROPSZ
; vapor.
ai, o da 20 deste moz espera-se ila Euro-
pa uro dos vapores desla companhia, O qual
sera o primeiro debaiso do novo regula-
mento, e depois da demora do coslume se-
guir para o Rio de Janeiro, tocando na Ba-
bia, para passageiros etc. trata-se eom
ageotes adamaon, llowie & c. ra do Trapi-
che Novo n. 4-2
AVISO
Rcconhecendo os directores desta compa-
nhiaa uocessidade do organisar um plano,
em rirtude do qual os vapores de volts do
Brasil chegassem a Soulhampton no dia 5 de
cada mez. alim de que se podesse pelo va-
por que sahe.d'aquelle porto no da '.I es-
ponderem-sc ;.s correspondencias das dif-
lerenlrs praeas brasileiras ; decidiram clles
queos vapores desla companhia deixassem
de locsr pos e Mi eir e Ten 1 ife, e
que a demora no Rio do Janeiro fosse resu-
mida ,le slguns dias. Assim un mez de
mato prosiino comcQar a ler vigor este no-
vo regulamento, e o vapor que sabir de Sou*
tnamplon no dia 9 d'aquelle mez locara Bo-
rnete noa portos de f.isboa bS. S cente, e
'leve cliegar a este porto a :!' do mesmo mez
olanles seguir entSo o Rio de Janeiro
locando na Babia. Este vapor ha de erogar
aqui de volta do sui a 15 do junho, e depois
la demora d o seguir para s. Vi-
cente Lisboa, ,1 iven io hadar s viagem em
Soulhampton no dia :> de julho- agentes
vianisot, Uowie &C, ruado Trapiche Novo
n 42.
Para o Rio ,le Janeiro sahe eom mu-
la brevidade o hora COIlhecdo hngUO Sagi-
lario, o qual lem a maior parte de seu e r-
regamentn prom ito : para o restante e pas-
ssgeiros, Irsla-se eom Uanool Francisco da
silva Carrito, ra ,:,i Vigariu 11. 17, primeiro
an ar, ou com > capilaoa bordo.
iiao de Eiian-
teiga
(ii;ii la lera iG
rente.
PELO AGKN'ir,
o" rol-


k' poria do armazem doSr. Aunes defron-
leda alftndega, o referido (gente vendora
no da cima designado, e pelas lo horas da
manhSa, sem reserva de precos, o a golpe
do martelo
su barris de manteiga.
35 meios ditos de dte.
O agente Oliveira fara leilSo por or-
dem do Sr. encarregado do consulado de i.
M. B. nesta cidade, n 1 u nma e risco de
quem pertcnci-r, dos seguintes salvados,do
naufragado navio Inglez llenry Jones, a sa-
ber : nina lancha gran le e um escaler, am-
bos eom vrlaS, luastros lerars -o nina
agulha de m>rear e urna lanterna : sabha-
do, ado corr me, .: 1 mel tli em poni,
n> caes do rrapiche .Novo, defionle do ar-
mazem de Attdr i'ayanl.
3
'*!*, .'4--*- +-|
?
- PEORAS MU.CIOSAM-
derc(oad lirillianlf-,
-/ diamantes parolas, pul- '
1 aa, a 1 liiicics, briucoi
1 1 n, :etaa, batSat t moaia
* de dillcrenles Ke*'os e de
* diversas pedrai de valor.

*' Compran, vendeo eu
J Irocam pral.i. un,,, hri-
; Ihantes,diamante e pero-
* la-, a mili.:, qoaetquer
* joiatd* valor, a ilii.liene
, ou pnr obras.
f
*
i Aderern complrliu do *
ouro, meios dilos, |,iil.n
J re, alfinetr-s briaeof e,'
J midas, eardocf, Iraaeel-
W Mus, medaUas, correnles
i '??:"? *?>?. :
OUROKPn.MV.
MU ;j> liRl:
Run do Cabuga' n. 7.
Ceeeheifi por to-*et!h"MJ*'!32I,V
1 onlro mullos ubjerlosdb J
v&ik sda ICu I ."r"-lh .
\| irclhns .-limpelos de .
f :;:. .st.hr ISCIUIIKIIS^ ,l"- baadsjm,
1 salvas, eailitaes, co""
.moderno rosto, Un-J *ra"3fa.'
;t.. ti oao*^-

de Lisboa as quaes vendem por
pree** comma.^lo coui
,?v
.
Pela recebe,loria de rendas inh rnas
gi raes SO faz publico para eonheeimento dos
devedores que os impostoa peiteoccmes n
exerciciodfl 1057-1858 s saber renda ,\
pie ios nacionaes, foros de terreno e de
marinha, o laxa eos escravos, n8o sendo
mrecadados pelos cobra lores no domicilio
dos contribuidles devem estes vir psga-los
na mesma recebo loria alim de evitaren! a
e, branca executiva. Recebedoria de Per-
nambuco 10 de maio de 1858. O adminis-
trador, Manuel Carueiro de Sou/a l.icerda.
Pela m. -a !o consulado provincial avi-
as se ios proprotarios doi p u los urbanu
...... di .. ida ],; e da .;,.. II
doi, que os :o das uteis para o pagamento
til iaj.i3.i.1i|,||UL
^,l ion do drama, a Sra, R morini c o :'. I'ado
van caulaiao o duelo da opera
I QUE FOSSAB!
lrniin;ir,r o NpMtcealo c<111 a |reeiosdicnm^lii
m "Jtu aelo, do Sr. I'eita :
O DILETANTE
na qual o irlttta Germiao l.ir..' o papel de l'riu-
liota.
rom"!' ir i' -i* 8 Iior;i.
" Mlhctes acliam'e a' vend no eseriplofio do
ii*' tiro.
xi
t



a AEA O
CSARfiMRANHOEPARA;
0 rcleiro h ig escena Graciosa, espi-
llo e u al ic i 1 i lose de Souz vai seguii
coa i 1 ividad 1 aos porte sra 01
quaes lem grande | arte 9mp-
I : para o 1 tratar rom os consi ;-
II tari ti leda Romes, tlves&C escrip-
: 1 o io na 1 ua da Cruz n. 87.
i ra < le J neiro.
Obrigue Ijiura pretende seguir ate o dia
25 do corrento, tem a burdo metadede seo
carregamento para o resto que |he falta
THEATBO
tnSH WebOIMbIVI
Bacila eoneediria pela imprei.i 4a Santa Isabel, traU-se com o sea coasignVtario Antonio
m benefleio do ttilo -la iofaneia Ji di .1 4a Hita Luiz lie Olivi ira Azevedo, ra da Cruz n. 1.
'\,p.!H^;:^^::::ii':;,:,,.., p--*SZnSi"i^,,,,
rM-M,,-,,, .,,., ,.,.,,.,, ideS.uli l:""" ; "mi. no mesmo quizer carr-gar 011
I- ,l.p|, ,Iiii..ii| 1 1 ..-i,, .h,i iiiu iip emp misia' o eieelleni
muica
o loa, 01 nade .te
ir ,le passagum, dirija-se so capiln a bordo,
ii.i no r-i rijii o ,ii je lia noel 1 mcalves da
Silva.
Quem precisar 1- urna ama ,-e iie
sem Bino, muilO boa, di ja-se a na Kormo-
sa, segunda casa, que pagando a despeza
tolla a levar, a qual lem inulto bom leite.
-- ';- na b'ormoxa, casa do teuoniq-roro-
ella, se dir quem compra nm
rente de S. Rento dnstas antigs, sem fe 1 lio,
assim como troca-so um, oratorio em liom
estado.
"s Idfl ilustradores da maSSS fallida
de Jos Dias Simoes avisam iodos os srs.
credores para virem recebar o nico divi-
deudo do liquido apurado la mesma mas na ra do (ollegio, escriptorio do adininis-
irador Policarpo J >-< i*j
Precisa-se por aluguel de um preto es-
cravo, por quera se dan a quantia de 40S
mensaes sn-i-mo, sendo moyo e ro
na ra de Borlas, .-obrad de um andar n-
18.
Na ra do Tra iehe Novo n 13, arma-
servico domestico, e agradan lo paga-se
bem.
1 u
SS.v acr ment !
o Corpo '" i ul
% isa rep irman laee -I 1 S-s. Sa-
cra me uto da matriz .1 lodos os seus 1 lignem
- 10 ho-
ras da maiiha, nu consistorio da dita ma-
I01 de qu reun los 1 ru mesa geral,
procedan! eieiij la uu 1 -1 que lem
.1 ido durante < anuo de
1858 a 1859 O ihesoureiro,
Judo Fernandes li |
-- Ns ma : 1 i d 1 corrente rugi
do engenho das Matas da freguezi do sbn
o eseravo crioulo, de non Vicente, com 20
annos de dade, altura regular, c >m i lu de
denles na frente, he campia, foi escrav
rheodera Francisca de narros, ... ..: ;. ; ,
ua Embiribeira ; paga-se com generosidade
a quem o prender e entregar no Recife ao
lir. Ignacio Joa,ni ,.1 le -n,/- l.efiu, ni na
do Collegio; 111 ruad ilo a vlliino
lo >-1.',---i, 11 -la i,uu.'i, o 1 no n:,-- ii-1 enge-
nho Mala.-.
derom laes objectos, nSo besitarSo W
em o pocorar, prestando sssim urna (^y
elflcaz prot n-,io a quo o annuncian- ti
., lesera extremameute recoubecido. 2
v0 pode ser procura lo ns <;i.ieo pon-
>) tas, sobrado da es uua confronte a ^
a itrii nova de San-Jos, uu n tus *7 do Collegio, na livrana dos Srs. Mi- **
'ida o; Vascoucellos. (^
@$$@-sSS@SS@-@SSSl
Na luiidieao la Aurora precisa-se
ilo serventes forroj 011 escravos, pura
scfvii'o-debaixo decobei te.
peinte m wmmm m
REGIDO, DE PAVtLLE-DELEBABB
DE PARS.
Quatro annos de experiencia lem sssegu-
ra lo aos pentes de Cpnutchouc a VOga que
hoje tem, nao s em Franca como no a
le nleiro ; sSo simo contradicho os -mais
a irradaveis da lo Io ,,- entes, mais lun los
que os de tartaruga, s3o os nicos que nSn
a cahiro cabello^ por causa da electri-
' que contcrn,accrcsccn lo 1 astas van-
,. ns a de" n5o ser aros do que sa
de hualo, a esta admiranvcl invencSo de
eXPOSisO universal lie 1855.
: '. -. '-. -.
-.-.-. ........'
i.; U lir. Carnereo Monleiro na.casa de
la 1 si li I Ca, ra do .Oin'iniai'u 11
10 primeiro andar, recebe doentes
..' para tratar.
-. fv0
Defronte da ordem lercei-
rj ~:. F 1 ii--Ts;-'.
CONSULTORIO IIOMEOPATilICO
M P- A. LOBOMOS6S0
Medico partetro < operador.
O l>r. I.oiio Hoscoso, 1T.1 consultas lodos os
has e pratiea qualqueroperaco decirurgia,
assim como^ccodc com toda a proniptideo,
bs pessoas ii icisarem do seu prestimo
para o Bervico de parios, pralicando <-
perac,,-s leaiiuai-- uu instriimentac.s, quan-
lo nao possa conseguir resultado por meo
lahomcopathi intas vezestem ven-
cido liiculdades, quo pareeiam insu <
i aveis.
S&viic>i>a.c80
i' r. Sabino i i Pinho, tendo de
organisar aHistoria da homeo/alhis du-
ra ole a epttema ;,- ch i a tod s
04 amigos ds ve or desta proviaca,
qner las oulras dn imceriu, que Hie forne-
ossivel, quaes-
' melos, informaces ou narrac -
iacl s, que possa servir (ara ae\ecur.Ao
i obra. He Justo que sejam cnnhei
ine rm i.io ca-
lamitosa quadra soccorreram a fJl
raanidade. No consultorio c niral i m
i de Santo Amaro 'Mundo Novo
ii. li.
-

Ol'r .'.o ;u: I i Ca ni ii o Monteiro ,
; Silva s un,i ', i rcsi li m la
.,lO II. II pl I-*
no an lai aonde i i ; roe ira-
tercer qualquer trabalho
medicina, ci u i tos.
; '
He ch gado a lojl
-;a o. 7, excellente leite vil
.. roa i branea, pai
pannos,sanias e espinhas, gualmenleo a-
i so babosa para limpai e fazer eres-
cer., rial de
u ) floren
tlr^ la pelle, con >r ., u u ,,
dado da primorosa ds ,
Na livrana u. 0 r. ii
a ju'<; a liul penden-
cia j>recisa-St failai >
ii, que morou na na
'lo Arago e teve marei-
ueiiia.
--- O deposito principal
dos :!;!is afamados charu-
tos da Baha do Sr. Gus
lavo La porte, acha-se de
iioje eaa dante t ni casa de
Scliaphletlin & C, ra da
Cruz ii. 38.
Engeahdla
POEMA DIDACTICO-IIEROl-COMICO
pelo
Dr. Jos Ferrari,
Acaba dcclicgar da Baha, a presente
obra, cujo principal lim lie mostrai ;i
importancia c a influencia que tem, o-
bre o piogresso da^sociedadr, mu enge-
nho de fabricar assucar. Seu autor com-
para o assumpto de sua obra com todas
as fabrica! que no Brasil evistem, e pfie
patente que nenhuma da' maiores resul-
tados, ncra sustenta mais comraereio,
do queo engenho de assucar. Acha-se
i' venda na livraria da praca da Inde-
pendencia n. 'i e 8, por SjOOO is. dous
volumcs de bella < ntida iuiprcssao.
ATTECAO.
Na rua d.-. Gloria n. 60, urna senhora casad
pro o -- e s vestir snjos nioi ios o a senhoras,
indo a '-asa do- mesen s ; a lverte-se que
veste por preens muito ios: quem
lo seu prestimo seqnizer ntilisar, dirija-se
, casa cima referida.
Fazendas.
'* abai\o assignado jiarticipa no res-
pcitavel publico desla praca cdo centro,
que continua a ter um completo sorti-
nento de todas ,is iuzendps inglesas,
Irancezas e suissas c precos muito em
onta : na sua !o u n. IS aterro da Boa-
V'isla.
Duartc Borges da Silva.
% lOXSILTORHMIOSEOPATICOi
Seguro contra
rs
I
ogo
COMPANHIA NOliTIIEN, ESTABELE-
CIDA EM LONDRES.
Premios diminuidos
AGENTES
C. J .Astlej $"C7owpanliia,
l)-so a quantia de 259000 por mez a
urna ama que lenha muito leiie e quo nio
traca lilho, asscgjra-se bom tratamento: na
rua da l'raa, sol ,-ado n. 51, primeiro andar.



110
^ jt. Lu m .
i.: Rua da Cadeia iic Sanio Amonio. '.
'.]: O Dr.Lobo Moscozo fa/ Fcientc r.';-
|uem interessar rossa que lera >';-
-. .- commodos em sua casa i ira re- -; ;
i i* algu esa avos mo s pa- C
de suas cu!', rmida
.- ruino para lazer qualquer ope- f;-
ds docnh -,. lados '[:
. p ila homeopatliia uu pela alio- ,;;;.
' ilhia, ,',:,!! parecei mais -;;.
conven para abrevi lade da
' J cura. : ci be gra- {:.
i-o: ii umuoiioulia pi
uni opera- ';
"ii suas circuinslan- .
-
a queii ; ;
i ii para os I is| I es. ,:\
..-. (.' |-i eo* ii,, irataincnlii dos ra-
.;; vos reculara' de H < ">>' diarios .-.
les- .; s
: -:i c o tempu de curativo.
..... ...... -
Precisi i i prefei Indo-se
das filias, para i, alai i erto aa
prac. lista, na la de Asollo q, -\.
Francisco n 11 B |
escriptorio de advo- ?|
^acia.
(i bacharel formado Manuel Morei- I
ra Guerra, ten inslallado o seu e>
criptorio de advocacia na rua da Ca-
deia ue s francisco sobrado n. n B. '
onde oferece os servfcos de sua pro-
. BssSo as pessoas que o quizerem j
honrar com a sua cenGanca, podando
para isso ser procurado qualquer ;
hora de lodo-, os dias uleis; o mesmo ?14
bacharel enctrrega-se de quaesquer :
cursos ou outros negocios forenses ,
* lo interior da provincia, que pc-
rante qualquer tribunal ou reparti-
do desla capital lenham de ser ven- j{?
x tilados, para quo Ihe poderio ser en- vi?
lerecados eo caris fechada; no que ?
b ludo assegura o maior zeloo promp- ,:
ti.lao. Aos procos pobres e pessoas I
desvalidas prestis Ioo o trabalho *ji
i gratis.
!
OSr. iio.'l luiros !a Silva Torres tem
nma carta na rua do Trapiche, arma/.em'.u.
9" II.
asa do 8audc
(I Dr. Ignacio Firmo Xavier, roce- (J?)
he em sua casa de si llde, que lca ao (A
norte da csliada da Passagem da S
Magdalena, entre a ponte grande e a Wl
pequea do Chora-Menino, todas as ^3)
pessoas doentes, aancando o mo- ^
Ihor tratamei lo, o maior zelo e cui
dudo medico. O local em que rsl
edilicada a ci sa destinada para rsse
roisle,r as rcg ras hygioaicas, sobre
as quaes osla eooslruila, OS commo-
dos de que dispOe, o acoio, ordem,
c regularidade que ah so emm-

m
i
a
9
g
m
I

^ Iram. sao con li lerosas para t
^25 nma breve cu a e completo reala- W
ik beleejmento. as pessoas que quizo- s
'(A iem utilis de seu presUa.0 po- Z
'$0 dem dirigu si so pateo do Carmo, (rv
do n ", primeiro andar, das (Jj)
ras da manhSa as 3 dai.,rie, ^
este- W
^
$1
sobra,
III lioraf
e dessa hora em diante no seu
heleci ment.
tfS&U '2tSS
O
]as-
tiliio ; ano
tic
I'riscilla Senhor nha Ui n les de Mhuquer-
que.len lo si lo examins la s provada para
o cnsiuo le instrueQflo primaris,transferio a
i ua lo Vigari i para \ andar
do sobrado n.39,confi unte a igreja doltos
de S Vntonio, on I alem de leilurs,escripta,
i nacional, ensi
n ra costura I rd.i...... lavores, esperando
corroborar s boa opin'iSo em que a lem o
-i ua
pa. 11 o licSo do sen nsign mi thodo.
-- Precisa-se de nm caixeiro: napalaria
!a rus Direita n -ii.
--- So lia -ji a rs
la de Ihealro > e Sinta Isabel a pe
a quem pertencer, ile drigir-se nudo
Apollo u. ti;, que ib sera eutregue, dan lo
os signae
A ; I I 11
II FftIV/FI


DIARIO DE PERNAMBUCO |QUARTA FERA 2< DE MAIO DE 1858.
Lotera
Provincia.
<> Si-. iIk-soiiiviro manda la/.cr pu-
hlieo que se acliam a venda todos os dial
no pavimento Utico da asa da ra da
Ani ora n. '2i> das i) borai da manhaa as S
da noite um tortimento completo de nu-
neros de blnetei e moios da ultima
parte da terceira < prmeira da quarta
lotera do hospital Pedro II, cujas rodas
andaro imjiretenvclinente no dia 2 do
prximo me/, dcjunlio.
Tbesoararia das loterial 22 de maio
de 1858.O eterivfio, J. M. da Cruz.
En observancia do olliclo do quartel
general dcsta provincia, do "20 do corrente
mez, contrata-so o fornerimento d'agua pa-
ra consumo da companhia lisa de cavillaria:
os proponenlos queiram dirigir suas pro-
postas eni carta lechada, ao quartel da dila
companhia, em Santo Amaro, no dia 27 do
corretile, ao meio dia.O capito,
I.uiz Muniz liarrcto Netto,
Precisa-se de urna ama forra ou capti-
va para comprar e co/.iuhar, paga-so bem :
na ra da Florentina, casa do Sr. Colmbra.
Adele l-'leury retira-se para Europa.
Na casa de pasto da ra do Cordoniz n.
10, precisa-se do um cscravo para servidos
da mesma, pagando-so mensalmcntc seu
servico conforme se ajustar, e sor hem re-
compensado a pessoa que quizer alugar,
din ja-so a musma casa a tratar com o pro-
pt jetarlo.
Procisa-sc de urna ama Torra ou cap-
tiva para servico interno do una casa do
pouca familia, que sai ha ao mcuos cozi-
nhar; no aterro da Boa-Vista n. 2, segundo
andar.
--- OSr. Jos Alvos Lourciro, natural do
ron seibo do Castos, em Portugal, vio io pa-
ra osle imperio em I89 ou 180, qoeira di-
ngi -so a roa da Cadeia Volha do liairro do
ReC lo. n. 2-2, a uegocio de lamilla. l!oga-se
a qualquor pessoa que lenha couheciment
ou noticia anliga ou moderna do dito Sr!
I.onrciro, o favor de o participar na dita
casi, pelo quo so Iho licar sumisamente
agradecido.
Ama de lcite.
I\a ra do Trapiche n. 12, primeiro andar,
ha para alugar una ama de loito.
De baixo de toda n garan-
ta.
J. Ilundcr, estahclecido com loja de al-
fa inte na ra Nova n. 52, scienlilica ao res-
pci.avcl publico, quo se aclia prumpto a dc-
senipenhar toda e qualquor obra, tauto para
oc vil como para militar, feta pelos mo-
Ihorcs olliciaes e costureiras, com muito
aooio e promptiio, por preco razoavcl.
-- Um liomom solteiro "precisa alugar
um prolo para cuzinhar c comprar : na ra
do \uioiim n. 33, segundo andar.
Lotera
DA
provincia.
Oabaixo assignado declara quo de boje
ni dlaule compra bilhetes do lotera reco-
lhidos com o descont de 20 por cenlo seja
qual for a quanlia : na ra do Collegio n. 91.
P. J. Laymo.
iV'a ra da Cadeia, defrontc da RelacSo
n. 2S, afogara-so e veudom-se superiores bi-
chas haaibarguezM.
l'recisa-se de um rapaz para criado : a
tratar na ra de Aiiollo n, 24.
o
o
m
INDUSTRIA PERNAMBUCANA
FABRICA A VA-I'Olt ''
RADOBRMS
prxima a fuudicau
do Sr. Bowinan,
Tcm effectivamente as suas acre- g
ditadas veas do composico : ardem, **
___._____ j_____*,. j-, J _.. ir


c
e lem a mesma duragiio das de es- -
permaecte, o custam ljOro a arroba. -i
Tambem tem de carnauba maisor- j*.
narias de 6 e 7 em libra a 12j a ar- .j.
roba, sem caixas.
O sabao aqui fabricado ho de pri- r
Z; mcira qualidade, o que se garante. .-
Claudio Dubcux ja tem velas mistas
para matar formigns.
Moinonu Histrica Biorrraphica do Clero
Pernambucano, polo padre Lin do
Monte Carmcllo Luna.
Sa alguus dos Srs. que se dignaram assig-
nar esta obra, ainda n5o receberam o mu
respectivo ejemplar, poderao mandar piti
cura-lo na casa do autor, na Camhoa do Car-
mo, sbralo do dous andares n, 38, onde
tambem est a disposicao do publico 0 resto
dos cxcmplares a 4: cada um.
Urna pessoa dcvidanienle habilila- ";;
i|< da offerecc-se para leccionar cm col- JJ.
| legios e casas particulares os seguin- Sp
tes preparatorios : frincez, geogra- "u
!- phia, rhetorica, pliilosophia egram- *u
Attencao.
o
Jos Joaqun) da Silva tendo disconta-
do urna letra daquantia de 1:2004 sa-
cada no dia 8 de marco p> p- por l'rai-
cisco Jos Rodrigues Bastos contra Anto-
nio Pereira da Silva, a 90 dias, sendo-lhe
indossada em branco pelo saeador no dia
10 de abril, suceden ter-sc desencami-
nhadodita letra, pelo pie roga a qual-
quer pessoa (pie por ventura a achar de
a'levar ao palco do Carino n... que sera'
recompensado, cerro o publico de que
O aceitante C lacador ja se acliam preve-
nidos para naopagarem se nao ao an-
Dunciante no da de seu |veneimcnto que
lie o dia 8 de junlio prximo vindouro.
Vaccina m-
blica.
A reparticao continua a funecionar no tor-
reio da allandcga as quintas e domingos,
e na casa do commissario vaccinador, ra
eslreila do Rosario n 'M, cm lodos os sab-
bados.
Imagens
Precisa-Be do tros imagens, sendo urna do
Scnhor Cruciiicado (mosmo som a cruz),
urna do Santo Antonio, e urna de S. Jos,
sondo muito pcrfeilas, nao tendo mais da
um palmo e meio de altura, coniprehendeii-
do as duas ultimas as poanlias : quem as
livor, ou cada urna do per si, o querendo
trocar, appareQa ou mande com ella a ra
da Cadeia do liedle, primeiro andar da casa
n. 6, que, agradan lo, far-sc-ba qnalquer
uegocio.
ro Formoso
Auscntou-se da cas de seu sonhor, o prc-
to Kclix. crioulo, de 25 aunas, estatura re-
gular, nariz un tanto chato, miios bem ca-
lejadas do servido de padaria, e as cOSttS
alguna sigoaes'decbicole, he bastante re-
grisla, o lovou camisa e cal^a do algodaozi-
ulioazul : roga-se, perianto, as autoridades
policiaese eapitSea decampo a apprchcnsan
do mesmo escravo. o enlrega-lo em liio l'or-
inoso, padaria do Miguel, ou no Itecil'c ao Sr.
Jos lluarlc das Neves, que esta aulonsado a
gralilicar com gencrosidade.
Joiio l'crreira de Carvalho avisa a quem
livor penhores em seu poder, que os vfio
tirar no prazo de 3 dias, do contrario scrSo
vendidos para seu pagamento. (Muida 21 de
maio de 1858.
l'recisa-se de una ama para cozinliar :
na ra do Crespo n, 2.1.
l'recisa-se de urna pessoa para sociar
com outra, que entre com fundos iguaes,
sendo urna taberna bem afre(.;uczada para a
trra : a tratar no pateo do Hospital n. 16.
Precisa-se de um caixeiro com i lade
do 12 a 14 anuos na ra de S. Hita n. 1*.
miDANCA DE DOMICILIO.
Oabaixo assignado lazscienle ao respeita-
vol publico a cspecialmante ao corpo do
commercio, que mudou sua loja de fazendas
do atierro da Boa-Vista n. 10 para n. 4 : aon-
de seos numerosos amigos o bous frageles,
cuntiuuarao a achar um lindo sortimenlo de
fazendas inglczas o franeczas, e a maior par-
to destas sero vendidas por menos do seu
valor, para liquidar seu antigo eslab"lcci-
inento. Kccife 25 de maio de 18C>8.--Julio Ce-
sar Pinto de liveira.
l'recisa-se de um hbil compositoi
com capacidade para dirigir a typograbia do
Diario das algoas, na cidade do. Maclo,
isto com urgencia : Irala-so na ra do Cres-
po n4 II, luja de fazendas.
~ A commissSo encarregada do boncli-
cio. a favor do asylo do lofaDcia dcsialida
da llha de S Miguel, previno aos lllms. Sts.
que tiveram a bondado do aceitar cadeiras,
quo os nmeros dos buhles nao servem
por ler davalo engao, podem senlar-sc
aonde quizerom. Hestam alguus bildetes de
camarotes do terceira ordein, de platea e Je
vaiandas, que estar.lo expostns venda no
dia do espectculo, 27 do crtente, no es-
criplorio do tdealro Ce Apollo, das 10 lloras
da mandria em 'liante.
Quem precisar de urna ama porfeita
cozinlieira, e propria para todo o servido de
casa, menos engommar, dirija-so ra da
cruz do Kecife n. 9, terceiro andar.
Arrcnda-.se o segundo lindar do sobra-
do n. .'5, na ra do Livramemo, com quin-
tal e excedentes commodos : a tratar no
mesmo sobiado.
Offerece-se em um engenho distante
dcsta praca 5 legoas, um sitio com excel-
lente casa de vivesda, fructeiras e bastante
terreno parase safrejar : oll'erece-so tambem
glande vautagem para so queimar cal an-
uualmentc: os prctcndenles dirijam-se a
ra .Nova n 41, terceiro andar, ou ao enge-
nho Corjacari, no termo de Ignarassu'.
Precisa-so de um oleiro perito em seu
olllcio, para un engenbo perto desta praca '.
na ra Nova n. 'i, leiceiro andar.
- (Juem precisar de uini ama de leite,
dirija-so a ra da Roda n. 15.
O l)r. Jos Sergio Kerreira embarca pa-
ra a corte, e pedo dcsculpa a todos aquellos
amigos de quem nao pode dospe lir-se pes-
soalmente em cunsequencia da molestia de
que solfreu neslcs ltimos dias, o olTerece
seus diminutos prestimos naquollc lugar.
ol)r. Jos Sergio Perreira deixa en-
carregaJo de sua clnica nesla cidade ao Sr.
I)r. liuzciido Aprigio Pereira GuimarSes,
morador na ra do Arago n. 12, burro da
Boa-Vista.
Acaba de chogar pura a fabrica frase-
la de raleado do altorro da Boa-Vista n. 52,
pela barca franceza (linda, um grandissinio
sorlimunto dos bem abimados calalos de
Suzer e Nanlcs para bomem, rapaz o meni-
nos, couro do lustre e bozorro com lita e com
burrarda, asslm como quo pila primeira
vez apparecem os sapalos elctricos nova
invencSo quo receben asmaiores recompen-
sas por seus benelicios salutares.
Veude-se urna casa terrea com bom
terreno atraz sita na ruada Gloria, por pre-
go commodo a tratar na ra Nova u. .21
terceiro andar.
Vende-se milho muito novo a 480 rs. a
cun, feijfui amarello do Lisboa a 80o rt>. a
cuia, al isla a 210 a libra, cba prolo a lc^'0,
dito Uyssou a 2.7, mantaiga franceza a 880,
dita ingleza a 960, tuicinbo de Lisboa a 4uU
rs. a libra, azcite doce a 640 a garrafa, vi-
nagre de Lisboa a 320 : no palco do I'araizo,
taberna da estrella 11. l.
Vende-se um bonito cavallo rodado,
bom andador de baixo a meio, muito gordo
c manso, por isso proprio para urna sculio-
ra : para ver, na cocheira do Sr. Joaquim,
na ra da Sonzal- Nova.
~ Vende-se urna escrava crioula, do idado
de 18 annos, muito sadia o lobusla, a qual
he sullnvel cozindeira e tcm alguma prati-
ca de costura c de engommar : quem a qui-
zer comprar, cnleuda-se com Joaquim Jos
de Amorim, na ra de Apollo 11. o a. o qual
Uira o motivo porque a vendo.
Vende-se urna negra de 1S annos, co-
zinheira, engommadeira, e faz renda ; um
cabrinba de 14 annos com babilidade, c um
cabra bolceiro : no palco do > I'edro n. 6,
se dir quem vende.
Na fabrica de chapeos do aterro da
boa-Vista 11. (i2, vende-se leite puro a 320 a
garrafa, e sendo queom algum da seja fal-
sificado pelo portador quo o conduzir do si-
llo para a mesma fabrica, o comprador dei-
xa 1 a de pagar.
Voudem-so 1 quarlos para carga o 1
1 boi manso para carrosa : na ra Imperial
n. 31.
Vcndc-sc um cavallo bom esquipador,
anda baixo do meio, tem boas habilidades
,'ara quom quizer aprecia-lo ; quem quizer
comprar, dinja-sc por cima de
inglcz, na ra do Trapiche n. 13.
Relogios,
Osmolhores relogios deouro,patentcin
gloz, vondom-so por presos razoaveis.ndl
irintoriodoagonto Olivcira ,rua dat;a-
deiado Rocifen.62.primeiro andar
Farihaa 7^000
Vende-se na travessa da Madre do Dcos, na
taberna de Joaquim Vicira de Barros.
Cortes ile vestido a
2,000.
.
CHANDE SOKTIMEYIO UE FAZENDAS l'KE-
1AS PRUI'IUA?. PARA A IJARESMA, RE-
CKBID.V h.M 11UEIILRA t'El.l) LI.TIMO
.NAVIO FKANCEZ.
(roidenapltt prelo eiicorpado da
Hilo diu lavrddo .....
Selim prelo verdadeiro ma.-.m
Sarja protd vertladeira lie Vcueziaua prela larga, para ba-
tinas ...".....
Vellmiina prtla e de crea para ca-
favaques, royado .
Alpaka prela lina de
Manas di blond, prelate branca",
bordadas .... .
!."< pretoi de seda bordados .
Moias de seda prela de peso, para
fienhora ,
Luvae de seda prela de lodas as
qoalidades para stnhora bo-
mem ........
Patio prelo muiio !ino,prova de li-
in.lo de ......,
CltMnira prela icliin de .
Corles de ca/.eimra prela e de fnr,
bordados .......
Corles de dila prela ....
'.or les de coleles ile di la d ila bordados
Chapeo prelosfrancesese modeino
Grvalas pelas de selim e gorgo-
ro de vano feilios .
Chapeo*, de sol de seda para bo-
1?T00 23800
gtiOU -j-niHi
29600 :!;hiiii
2.^J00 c mi
l|800
600 v
750
19500
3
9
:t.-iNHi TBoOO
'-'-ooo u :!r.".(Mi
9
i, 59500
u 6.^100
i) TjOOO
moni e senbora
consulado, Maogaitos bordadMparafcnaVri .
I'iras bord.nlas minio linas .
v:h--.>^o,k;::>;>::>:: og;;:^> prd^detipAa'pr"^:\:i,
. \ astutos com bdbatios *
a 7,000
9
9
laOO
:;-, Vendem-se cortes de vestido de fa- ;.
zonda escura matisada com pal- .'.
moa de largura e com lo covad
'3 polo barato pro^o de 29 cada corlo : y9
v;"; na rua do Queimado n. 10 loja do
(fe Leite, Arthur & C.
i$>e-3@e**GGs9G
Veudc-sc a grande fabrica deteci-
dos denominada Iodos os Santos e
suas ollicinas sita ein Valonea provincia
da laliiu, aclia-sc cm actividadc e tem
macliinsmo assentc para labticar diauia-
mentepara mais de ti.ODO varas de panno
tcm .")' cscravos c vende-se a condic/>e(
muito razoaveis pira os compradores:
(lualqucr pessoa ou companhia que se
lorme para fazer esta Importante acqui-
sieao, achara' todos os csel.irccimcnlos
t|UC precisar no cscriplorio "los propie-
tarios Laccrda & C. na Daliia, ou com
Antonio Luiz le Olivcira Azcvcdo no seu
csciiptorio rua da Cruz n. i.
^r>
-
J Veodem-se vestidos de cambraia
^5 de cor lina com .' e V ordens de ba-
O
:::
s bados polo barato prego de 7; na loja
V; da rua do Queimaoo n. 10 do Leilo,
& Arthur A (,.
--- Veude-se um prcto de idade, porcm
robusto e sadio, e de muito boa conducta:
para ver, na rua das Cinco Ponas n. .'.fi, c
para tratar, na la do Trapiche ns. 'J e 11.
Vende-se urna bija do fazendas com
poucos fundos, na rua da l'raia u. 28, ou
da-sesociedade a alguma pessoa: a tratar
na mesma.
Domingos Alvos Mathcus tem pa-
ra vender em seu escriptorio na rua do
Apollo n. 2o por procos mdicos o sc-
;uinte:
Azeite de Palma em cascos.
Jacaranda' superior.
Algodo da Baha.
Fio de algodo.
Vende-seo terrer"'"eexiste entre
a ponte da Capunga e ,,"<'"'' ''' "''"
vil-Verde, com fren te nara a rua Real e
os fundos para a camhoa lo Uanguinho,
o chaos livios : a tratar no sobrado n. (i
da mesma rua Real.
0,000 a pera com o5---
(ovados.
Vendem-se pecas de chilas france-
.".'. zas padres modernas com 33 cova-

,, malica goral da liugua patria : quem .
'i pretender proco: o na rua da Cadeia *^
r de Santo Antonio n. 11 1 ,cntrada ao ';
*)^ lado esquerdo) que achara com ;.;
i).' quem tratar.
SEGURO CONTRA 0 FOGO.
COMPANHIA
ALLAftCE.
LCstabelecida eai Londres,
era margo de 1JJ2i
CAPITAL
CINCO MILHO'ES DE LIBRAS ES-
TERLINAS.
Saonders, Rrotners &C. tema honra de
informar aossenhores negociantes, propne-
larios de casas, o a quom mais eonvicr, que
stao plenamente aotorisados pela dita com-
panhia para effectuar seguros sobre edili-
rius de tijolo e pedra, coberlos detelha.el
igualmente sobre os objectos que conlive-
rem os mesmos edifieioS, quer consista em
inodilia.ou em fazendas do qualquor qua-
lidade.
ucformada pau-
tada alfandega
com (IiII.tciiIc.; appcndiccs : vcndc-sc '
l.snilOrs. na livrai 1.1 n. (i c I! da praca
da Independencia,
--- Drssapparoceu lo engenho PenoJinho,
termo de Kazarelb, um cabra de oooicJosc,
au.i, espadaudo, cabellos c esp S, odos
grandes e brancos, nariz afilado, peito fun-
do, pos grandes e chatos, pern s t.irlas, i n-
lostao .o os juehos, mu os grandes, nao tem
bar i idas, idade Man-
ilos, poueo mais ou menos ; leven um ca-
ivete, urna rede, cal (a e camisa azul, e ou-
Lras pecis de rnupa branca : quemo
leve-o ao refer lo ongeubo, ou nesta praca,
liviaiia u. (i e8 la praca da Independencia,
que sera recompensado
los l'ranci: intos c Silva vai
a Ruropa tratar dn sua san lo, ( .., por
seus bastantes procurad Jo.nqmm
1 I 'O' I '' i "-i! v.i lunil I.. ni || dn ,! i
ra Lo| i asso lim ios.
P' na p i -i asa .1
pouca familia: na travessa da aladre II
o. 14, casa de primeiro andar.
am >.
Corapra-se latSo cobro bromo c
chumbo : Em Kra de Portas, rua dn Pilar
n. u
Coropra-n una prupricilaile slia em aljama
das prlneipaai ras d eala ci.iade, p que renda puu-
eo maia ou meaos uOfOOO r. ananaes, e-lamlo o
predio em bom aslailu, e-desfinhararadti; qutin
iiuitei, date lid rua da Cruz, escriplurio n. i'J.
Compra-se ellcclivamcnle lironzc, lao
trio p. cobre voltio : no deposito da fundicS-
da Aurora, na rua do ttrum, logo na entra-
da n. 28,8 na mesma fundir;;o,om S.Vmaro.
Compra-se effectivsmonte na rua das
Flores n, 37, primeiro andar, apolicesda di-
vida publica e provincial, s -eoes ilas coin-
pnubias, e da-se dindoiro a juros em gran-
des e pequeas quaulias sobre ponbore.s.
Ao barteiro.
Na loja do canto da rua da Cadeia do Re-
citen. 54, existo una imiiicusidade de fa-
zendas do muito bom gosto e por preccis
muito commodos, cuja baratez Caz admi-
rar : sendo entre ellas chapeos de mola do
ultimo goslo a 5?, capas de panno liuo, cou-
sa superior a 30/ panno tino prolo a WOO o
covado, al 7?, dito muito lino inglez a Ojo
covado, cortes d6 diamantina de seda e
quadros com 12 covados por Kf, cobertores
do laa boa fazenda a 2j, chapeos do t.liili de
mudas quali latios, saceos para quem viaja
na estrada de ferro de 6 a 8r, lencos de cas-
sa, urna duzia por lo, nimias oulras fazen-
das que o comprador a visla da boa quali-
dade e barateza naodcixara de fazer nego-
cio : d-se fazendas moslra com penhores
e se levam em casas do familias. Da-se em
troco prala de 3f a 2o, niio excedendo de
55000.
Rap francez.
Continua a oslar a venda na rua da Ca-
deia do Kecil'c loja de fazendas do Cardo-
/.o A\ res, aonde existe sempre um deposi-
to do mais moderno.
Vende-se na rua da Cadeia do lie-
dle n. 7, loja de Antonio Lopes ^Pereira
de .Mello &C, o ja l>cm conliocido rapo
princesa do marvlando fabricado na ca-
pital do Ceara' por proco commodo: a
tratar na mesma.
Ma alucina de daguerreotypo do alcrro
da Boa-Vista n 4, terceiro a miar, existo um
lindo soitiineiilo de allinetes do ouro para
serum vendidos com retratos de 1S a JJ?UU0
Relogios.
Vondc-se em casa de Sanadora l'.rotbcrs
ov C, praca do Corpo Santo, relogios do afa-
mado fabricante Itoskell, por preces commo-
dos o tambem trancellius o cadeias para os
mesmos de escolente goslo.
relogios de pa-
tate
nglezcsdc ouro, desabnete c do video:
rendem-sea precnrazoavcl, em casa de
Augusto Cesar de Abren, na rua da Ca-
deia du Kccife, armazcm n. 56.
Cera de carnau-
ba
i, jnon
u igOOU
u ir."(i
a IfOOO
5
5
i) -.'-ooo
lajOO
309000
2j000
c IjClHI
i. 1*600
u IjlUO
19100
IjOOO
9

11
Mo
&320
M80
9
t.-lim
son
Ijoudola de alpaka prela a da eu-
re .........
Palili d alpaka prela .
Vitos iie argaaUua da cores e^curai
forradoa ....... B RfOOO
Uilo de alpaka de cire 3o00
Hilos da faslio aNBtdos,e Ran-
ea lulo da brim pardo t brelanlia de
Indio >......
Ricos corles de seda tirana .1 pe-
ana, o mais supeiior poi-ivcl .
Corles de (Mlida) de varias fazeu-
las de seda para meninas .
Saiji branca Uvrada para vellido,
covado ........
Gorcurao de seda branco.cuiu rama-
-fin branca, covado.....
Lindos corles de cslidus de sei'.d le
cor, orte........
lirosdenaplei de cores, t branco su-
ptinir, covado......
Dito dito rom ) nalmoi para for-
ro, covado ......
Uollexa da China, fazenda loda de
seda ......
Hiana de seda lavrada, covado
l'olar de Pars, de seda cun vistas
aaliaadaa, covado ...
Selim da Escocia lavrado para velli-
do, covado .......
Goles de vellidos de cambraia d
esda burilados ao lado
Cmbralas: ergaadi maiicadi.covadn
Casias fraiice/as linas de cor,vara
CliilM franeuaf de cures.covsdo .
Hilas ditas, covailo .....
Itiseado francez de quadros e Iblag '
cavados .... .
Massulma de cor e branca, cavado
Brtll.....india branca, raaaagan lai-
ca, covartu .......
I'ulceiras de velludo, finco e lila
Popelina do seda cun llores naatia-
dal, cavado ....
de seda eom qaadros o lisias
covado .......
Se lai da qoadriolioa e lislai.covjdo
Uorgurao de seda da lores, di lindos
podrOoi, covado ....
Slaurilaina .le seda con ', 1|2 palmos
de largara, aovado ....
I roadolina de seda liaospareule'
covado .....
Oale de merina rom franjada lia
lulo* de diiu com franja do seda .
Dilos de ilo Jilo com dila de seda o
lisia .........
Dilos diloi bordados a seda
Hilos dilo dito em -J ponas. ." *
Dilos dito dito a velludo .
Ditos de seda de core, soperinres.
Lencos de cambraia fiuoi com labe-
rjulo.........
I,uva de seda de cores, lisas e bor-
dada para tenliora ....
C-ravalas de selim de cor c prilas ,'
coiuprida .......
Plisando o becco da Concresicao,' rio lado direilo
a qoarla leja de Ires ponas com rotulas brancas, u.
lO. .i-ie amustias rom idnliur
Ilonieus do
povo.
Acordai, mas nao vos precipitis nessas
manhaas Iras a sabirdes de vossas casas
sem terdes nos hombros o preservativo que
defronte do becco do Rosario de Santo An-
tonio se acia vossa disposicao. sao os ca-
poles de chova, os nicos garantes de vosso
commodo o da vossa saude ; a simples
qoantia de ."-OcO he sullicicnle para lana
virlude que nellcs encontrara queilcs qoe
nao podem dispr de maiores soiiimas.
Vende-se moa morada de casa do pe-
dra o cal, no lugar do l'.io Doce : qnem qui-
zer. cuten la-so com o dono na dita casa.
Stiruliy do Bjo de .a-
oeiro,
Vcndo-fo a superior farinha do man-
dioca denominada suruliy, viuda do Rio
de Janeiro polo baratssimo proco do 28s
> barrica, c quem nao andar ligciroiica-
ra som ella: a tratar na rua do Crespo
n. 11, na rua do Collegio n. ou noar-
maztandoSr. Paula Lopes na escadinlia.
:
:-

r^ dos pelo barato prego de fo rada pe- ^
9 ca : na loja da rua do Queimado n. C?;
-.';. 10 de Leite, Arlbur >V C. j'-.
sellins
patente inglez.
S;ln elirgados e arliani- WHII roiiliprn1o> sellins nrjc/.rs paleilt!. n roa
SSSF
Tasso Irmaos avisara aos seus freguezes,
que o ultimo carregamenlo de familia de
Trieste da marea SSSF rtiiiinlio se vende
nicamente em seas araaxeus, aoode tam-
bem r\iste o nioldor e mais completo sor-
timento de farinha de l'.ielimond, Piulad.d-
plna, OhioeBlllimorc, tanto extras como
superfinas.
Attencao
He harato que
admira.
\a rua do Queimado n. 37, nova loja de 4
portas,acaba-se do recob?r pelo ultimo vapor
vindo de Franca, ricos cortes de vestidos de
seda com 3 babailos para 30:, 50, 60, 70 e
803000, dilos som babados a 359, sahidas de
baile a '23-?, 2i, 25 a 3/000, enfeites para
cabera do mclhor gosto que se podo encon-
trar a 105 12 e lteOOO cada um, manguitos
bordados de cambraia a '2/300, 3 e 05 o par,
camisinhas bordadas com manguitos e gol-
Imha a 13/, gnllinhas bordadas a ls'200,
19600, 2;-2U() o 2?500, tiras bordadas a 800,
900 e 1> a vara, cortes de baregn a TI, gaze
de seda a 700 c a 800 rs. o covado, lolar de
seda a 800 rs. o covado, grosdenaples mofa-
do a 15 o covado, dito limpo boa fazenda e
15800 o covado, dito prolo a 19600, I98OO a
29, mantas prelas de filo bordadas a 9 e 129,
c.hapolinhas para senhora muito boa fazen-
da a lio. chales de merino bordados a 6?, 8
e 115, ditos de louquim bordados a '208,
cortos de cambraia de salpicos a ;fiOO, ditos
de seda prclos muito superiores 803 a 909,
chales do merino pretos a 4?. lencos do re-
iroz a 29, chapeos do sol de seda suporioes
a io-, Utos a 79, dilos do pello franceses 71
a 89. chapeos de lebre a 69500, ditos de fel-
para menino superior fazenda a 59500, cor-
tos de easemira bordados a OjaOO, ditos lisos
a 1-, corles de brim de lindo a 29500, dilos
a 23800. dilos de incia casomira a 29800, ca-
misas franeczas brancas de Indio a 4? ditas de madapolao linas a 99400, 29500 e 39,
.lilas de cores a 29S00, dila de mosqueteiro
a o, mossolinas brancas a 320 rs. o covado,
ditas de cor a 320, 360 e 400 rs. o covado
muito linas, edita franceza muito superior
a jso, 320 o 1160 o covado, ccroulas de Hubo
muito linas a 39, gaardanapos brancos a 39
do Trapiclie-Novo n. i2, arina/em'de faadas dla duzia, luvas de lio de Escocia a 900 rs. o
Vddiiison HoMie.S C. par, muilo boa fazenda, flanola branca a
1 480 o covado, ditas de cores muito linas a
900 rs., grvalas de retroz a 2, ditas de se-
tim bordadas a 35, ditas de seda a 600, 800 e
19 cada una, corles de seda branca com lis-
Iras azucs assetinadas a 809 o corte, cam-
braia de salpicos muilo lina a 900 rs. a vara,
lilo de lindo liso a 6i0 a vara, dito bordado
?.
Vende-se um cabriolet
rodas c 4 assonlos, para um edous cava
no pateo do l.ivrameuto n 25.
andeiras na-
eionaes.
Na rua da Cadeia do Recito n. 49, defronte
do armazcm do Sr. Ilenry Gibson, Vendem-
se bandeiras naciouaes de varis lamanbos,
por menos precodoquese rcudom em ou-
ira parte.
-- Vcndo-se una escrava do dado <\'- 30
auno, do liaban Angola, do boa conducta :
na rua Hr di 11. :;
Na rua da Cadeia .1" Recito n. 50, pri-
.11 no audar,veudom-se excolleulos cocluiis
brancos e de cores, luidos ou babados de
nlgojfio de dilferentes larguras, loaibas de
hiiii.1 adamascado para mtsa de ditV rentes
tamanhos, guaran. 11 -. de linhoeaigodSo,
velas do cera de carnauba, excelieate gom-
ma niii alva o lina, ludo por preeos razoa-
veis.
N'a rua da Cadeia do Recito n 5*, ven-
de-se urna uegrinba do idade do 10 anuos,
pouca mais ou monos; muilo linda ligura.
CAFE' lid COMMERCiO.
Rua da l'ivpie i- 11 13.
O dono dedo eslabeieciment lom a aiis-
i.io.'iii do avisar aos seus fi 1 ezes emgei i|,
ijue acaba dm 1 ultimo nav
: ido Me Franca,.. be 11 conlitx ido > al
1 caporal nial > laude ; assini como
ai bai .1 coiiii. ci la
telena frauceza.
e sebo red nado.
DomingosR. Andrade A C, eom deposito
no largo da Assemblea n. 9, fazem seienles
aus Srs. fabricanlcs do velas, c a quem mais
interessar possa, quo eslSo resolvidos a
vender lauto um como oulro artigo por me-
nos preco que em out'a qnalquer parte,
alem do que deixam eseolder tanto saeco
cobertode como barrica no completo sorli ment que
os presentemente tem.
v fSO
. I95OO
. 9900
a 59000
) I.NKXI
79OOO
.si- .un
i> II901H1
.i. 1.59000
/
1920(1
/
Na loja das
seis portas eon frente do
JLivrameiito.
FAZENDA FINA
Sedas do quadros, fazenda nova a 13200 o !
covado, cdaly de flores com lislras de seda
a l>inii o covado. manguitos bordados 1
39500, goliutias a i3, cassaa francezas finas a
560 a vara.
PADARIA i: TABERNA A VENDA.
Vende-se a padaria da povnac/10 do Mon-
tciro dciiomiuada--Amorim--e a tabena an-
nexa a mesma padaria, cujas estnbelccimen- ro,do lmba a ,400i ,Jjl'0 "^ a vara, gra-
tos acbam-se respectiva o precisamente vu" "' por5500, me.asbraa-
Cheguem ao
bom e barato.
Pampolinas as mais ricas quo tcm nppare-
cido 110 morcado para vestidos a 19 o cova-
do, sodas lavradas para vestidos a I92OO o
covado, lencos de seda grandes a 19, grava-
tas de seda bonitos uadres a 19. luvas de
seda para bomem c senhora a 19280, musse-
l.nas de cores o dramas a 320 o covado, cor-
les do calca cscuros a 19, chales de menu
linos com palmas de soda ios, ditos sem
palmas 59. chapeos de sol de panno 29, cor-
les do vestidos de cambraia a 39, ditos de
cassa >s, grande sortimenlo de roupas toi-
las, I9 a peca para cscravos, camisolas de
laa a 1*400, e oulras multas fazendas que se
venden, para lisar eonlas : na rua do Col-
legio n. 9.
i;g Cabos sortidos da KllSSia, Ca- jj
j' 10 c Mnnillia. 4*
? Lonas da Riiisia, brins c biin-
oes. %>
? Conree racial para oiro com JJ
# pregos. q
$} Oleo delinli.ica c Velas stcaii- Jj>
as. (gf
.'i Estanlio cm l),urinlias, Bar- P'fi
& lillia. r^
:<3 Vinlios ino de Moscllc c Joan- f\
f nisberg spumoso, c de Bordcux j
5gj emquartolas. S
C. J. ASTLEV& C. 3
IEC1IISM0 FU II|-
IHO.
NAFUNDICAO DE FERRO DO F.NGE-
NHEIRO DAVID W. BOYVMAN, i%A
RUADOBRUM.PASSANDOOoHA-
FARIZ.
tro linos a 59500, ditos do tollro cntoilados ha sempre um grando sortimenlo dos se-
guimos objoctos rio mecanismos proprios
para engentaos, a saber : moendas o meias
moendas da mais moderna construc^ao ; ta-
chas de ferro fundido e batido, de superior
qualidade e de lodos os lamanbos; rodas
doutadaspara agua ou animacs, de todas as
proporcOes; envos e bocea de fornalha e
registros de boeiro, aguilhocs, bromos, pa-
rafusos e caviihoe.., aaoinhos de mandioca,
etc. ote.
NA MESMA FUNDtJA'O.
seexeculam toaas asencommenda's coa* a
superiondado ja conbccida com a devida
presteza o com odidade em preco.
Cera de carnauba,
Antonio Gomes da Cunta e Silva recebeu
nova remessa de cera de carnauba de supe-
rior qualidade, c est vendendo por proco
commodo, lazendo alguma .lilTerenija de
preco a quem comprar grando porqo : na
roa da Cadeia do Hecife, loja 11. 50, defronte
da rua da Madre de leos.
Vende-so um negro fle bonita ligura,
moco, sem achaques : na rua lreita 11. 17,
fabrica de espritus.
.Na na liircit.i 11. 17, vende-se um ca-
vado de cor alisao. gordo, proprio para ca-
briolet, do que est acostumado, e tambem
auda muilo bem de sella.
a 19400 a vara, meias do seda brancas 19 a
33, boa fazenda. Jilas prelas '13, lencos de
seda para bomem a 9, ganga do cor a 30 e
fiO rs., bomba/ina a 19100 o covado, panno
lino prcto a 3.3, 39500, 3500, ."cjOO, 7 e 85,
dita cor de cale a 9 o covado, dito azul :>3
a 59500 o covado, casemiras pretas a 29200
at 4.3 o covado, damasco de laa de duas lar-
guras a 23800 o covado, dito estreilo a 800
rs., vclbutina prela e do cores a 750 o cova-
do, velludo prolo a 69 o cavado, brim bran-
S. SflEBIEL & C..I
montados, oflereco mais a vantagem do *.er
as mosmas propriedades una boa rasa de
viven a com sitio plantado de cxcellentos
fruloiras que se aluga conjuntamente as ca-
sis dos dousestabelecimentos : quem pre-
tender pode dirigir-so a rua do Ainnrimn.
43 a tratar com Travassos Jnior 6t C.
Viiiho do Porto.
Sti{nwlor liiiiiico.
Continu'a a ven ler se engarrafado o em
barris do oitavo, a preco coijimodo : no ar-
mazem de barroca \ Castro, rua da Cadeia
do liccife n. 4.
lilIio,fejao
mulanho e
branco.
Vende-se superior milho, toijo mulati-
nho c branco, por commodo preco ; na rua
do Amorim 11. .19, armazein de niel, dos San-
tos Pinto.
I\a loja das seis
pollas em frente du Li
vramento
Quarendo acabar com algumas fazendas,
tcm resolvido vender por menos de seu valor
S segiiintos ;
l.aazinha para vestidos com 5 palmos de
largura a 400 rs. o cqvado, cortes de cassa
do salpico a 129, cambraia musselina a 500
rs. a var, chilas para coberta, covado a 200
reis, ditos escuras para vestidos a 160, ditas
nixas -.un molo a 120, ganga de cores pura
calcas e paletots a 500 rs. o covado.cortos de
easemira ingleza 3 23500, colleles de case-
mira preta bordados a i>, chales deganga
encarnados a 19, ditos de 13a pelos a 19600,
cassas de cores a 160 o covado ; dam-so a-
mostras. A loja est aborta das 6 horas da
manhaa at 9 da noite.
Publica c3o jurdica.
Continu'a a vender-so em casa deHanoel
do Nascimenlo Pereira, na rua do *pollo n.
o, a Thcona de Direilo Penal por Silva Per-
rSo, em 8 volumes, brochura, por 11/000 a
vista.
Agencia
da finulirfio Low-Alo
rua (i}j Senzala 'ov*
11. 4i.
Nesteestabeleclmentocontlnu'aahaver
om completo sortimenlo de moendas e
meias anoondaspa raengcnbo, macbinasde
vapore taixasdcferro batido coado de
^o pateo (io Corpo Santo
11. G escriptorio de
NOVaes C.
Vende-se superior vinbo do Porto en-
garrafado, em caixas de I eSduziasde
garcaias, bem ruino cm barris de V- e S-
a preco comino.lo.
Alte nra o.
Vende-se superior farinha 'e mandioca, e
mais bai ito do que em outra parle. : na rua
do uueirnado, laja de foi 1 agens n. 1 i.
de inandioc, feijoe ini-
desembarcados na prsenle semana; ven-
dc-so no ai ina/rm n. 3, defronte do trapiebe
do Cunta, no lorio do Mallos, a preeos mui-
lo vanlajosos.
, nanqucirose ne-
gociantes, estabelecidos lia muitot annos
cm Londres, 1,'cin a salislaceao de |iar-
lici|>ara seus correspondentes c ao publi-
co, que acabam de lundar casas liliaes
nos principaes portos distritos manu-
icturcirosde Kranca, Alcmaolia, Blgi-
ca e II.,11.unla. conservando alemdisso
sua propas casas anteriormente estabe- lodosos tama 11 bospai a
Iccidas as |)oilosiiiiiisi;oiiiinciciacsda(.i,i-l!rei.ii'lia,
u cstao em posiraede oflerecer grandes
vantajens as pessoasque possam necesitar,
assimem Londres como em outroquai-
quer poni da Europa, do urna casa para
compra 011 venda de artigos, bem como
para os negocios de transacc^o d crdito
.1 banco dequalqucr genero.
As pessoas quenaooremconbecidasdos
annunciantcs devci aoacompanharsuas or-
dena cora os fundos necessarios
)ara sua
c\cuccao; (candoentendidas queosan-
minciantcj nao leein difliculdadc cm ad-
aniii-Ti 0|!) sdlin- os genetos rctx-bidos
.mi. s de sua vei da.
iCOIlentes c mais inloi i.
loiiiin. 1. iars, que loiim pedidas,scrao
enviadas gratuitamente, salvo o porte do
correio, podendodirigir-se aosannunci-
antes.
TACHASPARA ENGENHO
U.l fl! I 1
na na do liiuin, passando o chala-
Com toque de
i varia.
cas para bomem minio linas a 79, S o 10 a
duzia, cassas franeczas muilo linas a ..so,
560 c 600 rs. a van, collannlios brancos a
220 cada um, lencos de labynnlho a 15, pa-
litos de panno, do easemira o de alpaca pre-
tos o do cores, calljaa de easemira o colleles
de gorgurSode seda, ludo muito bom toiiu
e para .livcrsos pregos, sarja prela para for-
ro al 1200 o covado, corles de colleles de
easemira bordados a 59, dilos de gorgurao
do seda a 39800, o minias mais layendas que
n3o he possivel aqui razar meneSo dcilas
pelas minias variedades que so euconlram
aqui nosie eatobeJacianento : uucm quizer
venha ver c traga diuhciro, que nao val som
azenJa barata.
Vende-se superior linha de algodSo
hraiicns o do cores, em novello, para costu-
ra : em casa de .'Soiilball, Mellor & C, rua
do forres n. 3S:
Veodem-se muito co ronia sapatos do
\racaly, para lixor contas bem como obras
le labyrintho, bicos, rendas etc.: na rua
da Cadeia do Recito primeiro andar u, 60.
Oh! que pechin-
cha.
COM TOQUE DE YARIA
NA LOJA DO PREGL'ICA,
rua do Queimado, esquina do becco do Pei-
xe Frito n. -2, vendem-sc cassas franeczas
milito linas, com pequeo toque lo avaria,
pelo diminuto prego de 320 a vara, assim
como Carabraias francezas muito linas, pa-
drees novos e sem avaria, pelo haratissimo
prego de 500 rs. a vara, la/limas de qua-
dros de lindos padrees, propnas para vesti-
dos de senhora e palitos de menino, pelos
diminutos procos de 180, 500 o 600 rs. o co-
vado, o do ludo so darn amostras com po-
nlior.
Batatas.
^o armazem do Annos, defronte da alfan-
dega, vendem-se gigos eom batatas, pesan-
do arroba e meia, pelo Harato pierdo de 2; o
S'go-
Vcndc-sc na fabrica do vinagre ila
rua Imperial n. 7, dous tanques do ama-
relio, cornos gatos de sicupira, oontendo
cada um 50 pipas, esses tanques podem
servir de deposito de mcl.
Na tanoana defronte do trapiche
.lo Cunda lia superior farinha de man-
dioca cm saceos grandes, assim como
boro milhoc fcijao, Indo por preco ra-
zoavel 011 tratar no armazcm da ruada
Madre de Dos n. 12.
Oh! que grande
pceliincha
Vendo-so grande porcao de couro de lus-
tre, marca castello, em duzia ciiiio e em
Farinha de mandioca de
superior qualidade.
Na rua do Trapiche, armaxom 11. 9e II.
companhia
pernatiabueana.
Vende-se no escriptorio da gerencia (Insta
companhia orna grande porc/ao de loro* de
mangue viudos do uorle 110 vapor Iguarassu
Deposiio de sabao no largo da
AsscnililiM 11. !l.
Vcndc-sc salan amarello de prinaira e
segunda qiiallila.i-, ciMnnho, parada o batan-
eo por 160 a libra, n os mais por precos ra-
zoaveis.
Milho.
No armazcm de Manocl Joaquim'de Oli-
vcira & C, rua do Codorniz 11. 16, em fren-
te do boceo da Ma ir. de lieos, vende-se nn-
Iho a 73 o 93 o sacco, farinha de mandioca
muito superior a 93 rs.
no va agua de malabar
Vende-se esta agua a melhor que ten ap-
parecido para tingir o cabello e suissas de
prelo : na livraria universal rua do Cullogo
n.20, d-se junto um impresso gratis ent'--
liando a forma de applicar.
Cera de carnauba por proco muito om
11.na : em casa de Caminba lilbos, rua
da Cadeia do Recito n. 60, priaiciro audar.
Relogios.
Vendem-se relogms de patente ingles em
casa de Arkwrighi Tuckniss &. C. rua da
Cruz n. 1S.
Aiten(;ao.'
i? Kisscl, rclojoeiro francez, vonde w
v;i relogios do curo o prala, coucerla ;.j
;V relogios, joia.-e msica, ja aqui he ..
conhecido ha muitos annos,habita no ^
S paleo do Hospilal n. 17. '?3
Mussttlinas encarnadas
Na loja de fazendas da rua do Crespo, na
esquina que vola para a rua do Collegio,
ha um novo sorlimento de mussulinas en-
carnadas de bonitos goslos, e superior qua-
lidade.
A dinlieiro vista.
Curies do musselina larga com 11 covados
e barra por 2| e 3-..011. pet;as de algodozi-
ndo liso largo a 29, 2/500 o 39000 vendem-
se na rua do Crespo, loja da esquina que
volta para a rua da Cadeia
f;... Seilii
^#*fgSi>.*.
No da 17 de fevereiro do corrente an-
uo, fugio do engenho Curcidii da comarca
de l'ao d'Aldo, um escravo de nomo Antonio
Cagange. de idade 38 annos poueo miisou
menos, de altura e grossura regular, o an
gueiro no andar, nao tcm barba, lem todos
os denles, he rasado o lem marcas de relho
as nadegas, foi escravo dos lierdeiros do
lillccido r.aetauo Caiiqalves da Cunda; cons-
ta quo cerla pessoa moradora para as parles
do sul o tem em seu poder.e desde ja proles-,
ta-se contra tal |.roccdimcnto com lodo o
rigor das lea : quom apprchciidcr dilo escra-
vo conduza-o ao referido engenho, ou no
pello a :!;020, e quem quizer comprar em I Kecife na rua da guia n. 64, que sora gencro-
i.x e
r lefios.
RE i IV- r RELOGIOS drpalaole
01 le : a \ .ai .|a na ariiia/.m .le
r.ii.ii. 1 r i ii,.-r ,\ ConipaBhia.es-
.iiii..' I largo do Corpa Saniabu-
i.ll' 1.. is.
.. ..
II


Smcasa lellabcSchmeltau &Companhia,
rua da Cadeia n. 97, vendem-se elegante
rodcD. W.Bowinan !lia" IS '" afamadofabricanti Traumann
tu llanura 1^0
& >*10S
is o desronertos, pequeos e gran .,,-mban
iu 1 u lenla ingl 1, para I Um >m ,
ivdhores fabric.....M ae em carro am despezas aocompradoi
i:/. 1: 1111 i 1111 a a 11.1 ver 11111 COmpIctOSOrti-
iiH'nto de tachas deferro undido bati-
do, leo 18 palmos de lora, as qtiaesse
Bcltama venda por precocommodoecoin
e Liverpool, vinJ.. .:< ...qnole. i lonl...... i/i'Ui' .1'
ebriosa pas 11 $l /. em es le Southall Mellor & C. I ria e caada ; na I berna
I rua pu Torres 11. 3. i 11 iO.
carrapaloem bar
1 d is Cruzv-s
Couro de lustre
marca castello, muilo grande a ijOOO apel-
la,,' UKHWa mu/ 1 : na rua Hireita 11. -l.Y
MaiToqum
a X pella,
sem del. lio o i... 1
11. v
173000
luilida I
duzia, I li
ni. na Hireita
Ciixa faz-so um abale, assim eoino tambem
um grando ; or^ao do bezerro francs do
mais superior que h no mercado a 3;500 a
pello, e tambem um grande sorlimento de
calcado da lena, porcm sao de muito bom
goslo, e os Iregaezes a visla da obra nao
deixara.i de comprar, ludo isio vende-se por
preco com modo : na rua larga do tlosano
11. I 1, a pe ila botica do Sr. Piulo.
Atteneo.
Na rua du Collegio 11. 1.1 acha-se de novo
aborto uin deposito no qual exislem os g-
neros lo primeira qualidade abaixo decla-
ra los a sabei : uianleiga ingle/a nilo su-
perior, vinbo do Porto engarrafado Leopol-
do I, '< casca o. de, nozes muito
novos, macarrSo, alelria, ixliiarim, estreli-
nha, pevide, espermaccto americano d- 1
em libra e de G, estearina, ca prelo, dito
byson le duas qualidades, dito do Rio, ve-
las |do carnauba da composico, ditas de
carnauba pura, queijos llamengos uovos,
iiscoutos de todas as qualidadcs, bolacha a
eulho c cm pore.io, a.-Mn como pilo a 2t
por palaca, arranjam-se fraseo com gene-
bra.lalas com bolachinhas doRio,cart0es com
bolos franceses marmellada, traques, pas-
-as, bal nos de l'orto, licores francezes de
tojas a- 1jn.1lll.1de.. ci ei .; -ardilida ile
V-.I.I,-., ..li../, ...:! a-sil. .ir de todas as
qualidadi s ummi de irarula,co 1.. ,. 1
lo francez charutos linos: vondeu se
os gneros cima mencionados pni menos
do que em outra qualquer parto.
smente recompensado.
Kugiram do engenbo Agua-Tria, fro-
guezia de 8. Lourenc.o da Malta, os cscravos
Miguel, alto, seccOi quando anda he muito
inclinado para a frente, pouca barba, o foi
cscravo de Joao IClito do llego larros, mo-
rador na freguezia da Basada, para onde sup-
pSe-se ler lugidj. Sevcrino, cabra, baixo,
grossura reguiar, tem um defeito em um
dos dedos da m.'o, representa a idade do -2H
para 28annos, o lom pouca barba; quer
um, quer otro fugiram no mesmo da ;
quem os apprehender, leve ao ahgeubo ci-
ma dito, que ser: generosamente recompen-
sado, i'onsla ao aliaixo assignado, seulior
de dilos escraVO que se aedain domieudns
em um dos eogenhos da freguezia da Isea-
da, o desde ja protesta eonlra quom os con-
serva iodevidamento em seo poder pelos
dias de servico de ditos cscravos.Manuel
I liama/. Albuquerquc .Maranbao.
Iiosappareccu na noite de 21 de abril
do crreme auno o escravo de lime Ploren-
tino, com os Sigilaos seguimos! estatura al-
ta, cor mulata, som barba, espaduas largas,
p.-s grandes, insto compndo, odos Bsta-
nnos, cabellos pegados, fali grnssa, minio
reg isla, lem falta de :t denles na frente, em
um dos l*dos do queixo tem una fstula.
i.vnii chapeo do couro o camisa de risradi-
11I1.1: quem o pegar tove o a ruuditjSu da \n
rora em Santo Amaro, quo si-ia keiwru
mente 1 ecompensado.
I'W'.N. TVP. HKM. F. Ltl-AlU. tfM.








LEGIVFI


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