Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07940


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Full Text
%
AMO XXXIV N. 117.
Por 5 meze$ adiantados 4$000.
Por 3 mezei vcncidoi 5$0C0.;
f
SEGIND.V FEIIU Vi DE MAIO DE 1838.
Por anno adiantado 1J000.
Porte franco para o subscriptor:
E

ENGARREGADOS DA Sl'BSCKIPCA'O DO NORTE.
Parihiba, 8r. Joso Rodolpho Gomri ; Kalal, o Bnhnr An-
tonio Harquei da Siha ; Aracatjr, o Sr. A. da Lemoi Braga ;
Cear, o Br. J. JolS de Oliveira ; Maranhao, o 9r. Josa' Teiieira
da Mallo ; Piauhy, o Br. Jos Joaqun) Avellino ; Par!, o Sr.
Justino 1. Ramo ; Amasonai, o Br. Jaroojmo da Coala.
PARTIDA DOSCORKEIOS.
. kai
'
OUihIi i" loa ii- di ia, mei
\: Gol.....i P iri hia, ..
S. 1 : .....n ... i: isi i 1 terea-fe
S. Lusi-eo* .. i | \ i, \ I i: |i i
Florea, Pilla-Rana, ,;.,.,-i .-.,, Ouriesrv l.xu ,. ,n,.;........
1 Una, Barr iroa, A. I .
'."' 'l l
Toaoi <

Una, li.
Iraa.
I'i ttora AUDIENCIAS nos TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eonimereio : lasgunda a quinlaa.
Belacao lercsi leirai labbadoi.
Fa.eoda : quarlai a labbadoi aa 10 horas.-
jTaixo do conimercio : ireaiiitl.il aa 10 hora quinta ao meia da.
Dito da orphaos : secundase quinlaa aa 10 horas.
Pnmcira Tara do chel : aagundaa aienai ao me,o dia.
Segunda Tara do cival : quirlaa a aabbadoa ao meio dia.
EPIIEMERIDES DO UEZ DE MAIO.
6 Quarlo mincuama ai 4 horas a 20 mininos da mantisa.
13 La nova as 5 hora a 28 minutos tis mauliaa.
111 (.loarlo creacentca 8 boras da larda.
27 La cheia as 3 lloras e io minutos da larde.
I'KEAMAK M-. tlOJE.
Primeira ai 2 horaa a 6 nnnutoi da ni.inli.ia.
Secunda ai 2 horas a O minutos da larue.
DAS da semana.
; Segunda. B. Antonino b. : S. Virente de Leirim.
28 Tere.. >-. Gregorio Vil p. : B, Allnoo |i. ni.; S. /cnobio b.
26 (luirla. S. Felippe Xen rundadoi da cong. do oratorio.
L'T (.loima. S. Jiim p. no; .-. Baoulfo m. ; >. Eulropio.
2ti (texto. Ss. Senador, Podioe Justo bb. ; S. Priamo n>.
-".i Sebbsdo. S. Maiimiaoob.; Ss. Mximo e Iteslilulo mm.
30 i mi igo. ENCARREGADOS IA SI ISSCKIl'CAO 00 MI.
A Liguas, o Br. Claudino Falc.o Diai; Baha, Sr. I), Duprid
Blo de Janeiro, o Sr. Juno l'ereira Martina.
E\l PERNA11ECCO.
O Proprlelariodo IHAR O Manoel Figueirosds Parla, na ma
Ilrraria, praca da Independencia ni. a 8.
PSRIAMIaO.
ASSEMBLEA LKC.1SLAT1VA
PROVINCIAL.
SBSSAO ORDINARIA KM i i DE MAIO DE I 85.
Presidencia do Sr. Rnro de Cnmaragibe.
Aoruaiodia, variticaiido-se o nuroiro legal e
aborta a ..es.vio, lie hda e approvada a acia da an-
larior.
0 Sr. aecratario d conla do segninte
EXPEDIENTE.
1 ni ollicio do leoelario do governo remellando
a* copias los contrato* feoi com os engenheiros ci-
vts Jos MarnaJe Alve. l'erreir.i e Manrique A.M let
exigidos pela ossemblea.A quein faz a requtsi-
ao
leohoouvido dizer, eo que ta i'eilo nascer as duvidas ,ie: he o caso em que a coinpanliia dcixe de cumprir eaa o que acoutnceu com a Compaahia tVanleira
que lenlio. ; as obrtgacoea que se Impoi para como governo; de paquetes a vapor. V. Bu. se ha de sembrar
sr. presidenta, conlinutm as aecusares conlra a bmi cabe e na ama Mama t Crea que bypalNase que Ha chema pemr estado do que anuctle em
(. mpanliia IMrnamliurana, du-se que cll.i empra- se n,io da, e amia quamlo >e deise Blo soms nossoa que eila- a Companhia Peruambucana, e o govemo
ga nos vapores urna iripnlafAo mullo sopanor aquel- competente para inspeccionara eiecuca do con- aempre a suslenlou com ai sutivencues
la qua ellas neceiiitam ; diaem nian que ella lem ---
comprado muitas harcacas, rruilas canoas que sao
perteilamenle Ululis. As aecusacea anda vio
adianle, diaem que a comiianliia iiiandou conslruir
Irapichi'S, alo boje sem utilulada aluuma. e despeu- qua mis nao somos os ejecutores
deudo urna quanlia muito lupaTior a'quella que somos quem lem de lixar a quola, mas nilo oa com-j prestado serviros nanita impurlta
poderia despender.
O Sr. Caldas Lina : O ii Xamandar h.vi val
de nada,
OS*. I"heodoro da Silva : O deTamandar he
un encllenle trapicha
Aa rac6ei
"''? iia l.omiiHiiina llrasileira desearam i 5, ningoarn
l,m Sr. Depulado .Islo lie que cumpre eiami- dava nada pela stia existencia, a lodavia o enverno
nar- nunca deixou de aabaidia-la.
Sr. Mello llego .'Kapliaei; :,Nao nos cabe, por | O resultado foi que a Companhia prosperno, as
lo coulralo ; mis ; uaa acrrs acliam-se hoja cima do par, e ella lem
ao p.nr ; lal-
prlenles para examinar se a companhia tem ou na vei seja um dos elemeuto< que inais lem concurrido
comprado os seus elevares: isso soinpale ao podar para a iulegridada do imperio. A-un, Sr. presi-
adminislrativo. Acho, porm, que laxemos bain na denle, os furtos aponiados|pelo oobre depotado I 1 i
occaii.lo em que damos u dinheiro, mostrar dse- mesmo que |sejam vcnladeiro--, nao nos deve le- [
]i-de que eleseja ham applicado, moilrar daiejoi' var a deixar de prrilar o auxilio que preslamos t!
II ;-r. (/irrea.de Oltvaira : l-.is-aqui como ta de qaa| i;nnvi'in, sereforme aquillo que nos parece Conipsiihia, porque llevemos ter a esperance de que :
contra iiam as infnrmarOes. Mas eo quero ercr qua : abuso ; islo he malla rar.oavel, e ninsuam pode ella ha de prcilar nos serview valiosos para o fu-
oi trapichea sao multo bous quo valam moita cou-a, conlestar-nof etaa direilo, neni mesmo o de censurar lora.
upando que |
do de comparecer as saeiea desla aisemblea.lo-
(eirada.
Manoel l'orlunatn de Olivaira e Mello, prefeMor
pollino de inslrurco primaria da Varzea, pede que
a gcalittcacjio que percibe para iliu
j.i equiparada a consignada t'*ra os
Alonados e Poce.A' commi.-au de
bina.
Pilippe Cavalcanli de Alboquerqoc, arremalanle
da obra da casa do agoogoe da ei la le da \ tetona,
pede a approvacao da deliberac.to da cmara daquel-
la cidade qua li.e couce.leu mana quanlia da 30091
las censuras, que se fa/em contra assa administra-1 namburana.
'1"- O Sr. C^rreia de Otiveira :Eu digo o que ouco
L'm Sr. Depulado : Enl9o o resultado lie que di/or.
levemos acabar com a companhia '.' O Sr. Mello llego .llapliaej;:O nohro depulado
L'.n Sr. depulado : o ronvidasso a ns-
plieacOea i'
USr. Mello Reg Jnaauim;'. Sim Sr.
OSr. Corruia ile Oliveira : Podi c.vlioi-
uel o ca.a '- O Sr, Correa de Ohveira : Nao, men caro col-i repeli que euvio di/er. Maso nohre depula 10, c30 sjm '
profes.ores' de '""' pHo conlrari eutendo qua lodosos Par- que he um moco illoslredo, dave examinar eiNll Ac. Uplln Rorm .
uislrucco pu- "a"ll'uc'lll0S *'" muio inlereisidvs mi que a com- ooatas por si, uio deve, perdoe dizar-lbe, servir aqu "ar ajeno itego fioaqu l m : \
panhia preste a' provincia tojo; us bons lervicos qoe de cbo de halo- vagos", ni i deve lambem por e-ses ze.r n(",r(! depula lo, limilati lo-
te deven) esperar della.
O Sr. Mello Re^o (Jaaqaiat] : Como (em pres-
(ado.
O Sr. Correa da Oliven a : l'erdoe-me o nohre
la ciiaoe qua i;.e cuuce.ieu inais a quaiiun un ^:.iri..7 _------
alm ..aquella pela qual arr.an.loa a di.a obra.-.V i do \,a'"i'"' E** pre-lado. alo.
commiao da or^amauto municipal. JJ8r e|.u(ado : Como V. p
Manoel lerreir. Eicovar.leuenle ajodanta do cor- .. ,:v Ln"e de ,,1"e"" : ~ Cu"'
po de polica, ptde que a itralilicacJo inensal ile "' '"' "'"'' .
Jli concedida aoi oniciaea do mesmo corpo para o prf<| 31d,"el -'^- reliando.
o val prestando,
Como desejaria
uni de 1838 a 1830, seja exteoiiva ao peticiona-
rio.A cominissao de for^a policial.
I.oiz Jerouvmo Iguacio dos Sanios, lenle se- .
cr.lano da cu'rpo da polica, pede Igual couceis.to.- "" "!" 'as inuilo ,u,,eriorei as soas forras, e que
V mean commis.ao. "" ',u4"'a rte '"l!r
O Sr. Correa de Oliveira : Sim, isto sim.
Uizem mais que a companhia tera-se emharacado
em resollado a -ua
boalaa erguer a >ua voz
naiiihiicana.
conlra a companhia Por-
rn snti-fa-
. DIO a c\-
plicafSo que qtier, sem acompaonar a dia*
cassa na direecSo que teta toninl i. .Nao me
O Sr. Corrata de Olivaira:Na me fita dezar em convert, nem quero averiguar so l Cotnna-
Maxand.e Jos Uornellaa, professor publico do | Jr(^J4,e" -""I"'11"'"""-. J'""> 'l >'' Q" '
I" ^rao de inelrnrrao primaria, ahaiido-ae jubilado
e com direilo a gratificaban que Ihc concede a le,
pede o pasamento da tefenda grali5cac.au vencida
e.a qua le for vencendo.A' cuiiimusao de fatenda
e ornamento.
Baolo I- r-neisco de Paria Toires, pede qoe na le
do "remenlo municipal te marque quola para paua-
iiienlu do que Ihe deve a caiuaiu da SauelhA'
commissAo de orcamenlo municipal.
I "i lulo e manda lo imprimir o eguinle projeclo ;
que ciea os lugares de avaliadores em todas as co-
marcas.
ORDD.M DO DIA.
Primaira diicos.ao do projeclo n. que marca as
de-pe/as e oic'i a receila das cmaras da proviu-
cia.
lie approvado sem disru-s o>.
Segunda discusso do projeclo n. que ansmenla os
veneimeulo- do cirurgiAo do LramJe Inispilal.
lie approvado em diaenaalo.
t.onliuuarao da seguiida discusso do arl. II do
ori;amenlo provincial.
(t Sr. Garrea da Olivaira : Sr. presidente, es-
lando consignada na lei do orcanienlo o quola de
il:ir,M>3<)UO para pegamento da suhvenrao, que se
prcla a' Campanilla i'em.nnburaii', eu uo pasas
deivar da acompaahai o nohre dppulailos pelo se- i
pundo circulo us escrpulos, que elle inanifrilou
na sessao ultima.
siii-i>'. ; -i iri'i'-. ,.-..(- tnlliclr[n^. p"i.-
que infortunio iua\p|ieavel pesaiu a liare a Comp i !n-
l'.'rnaiiilunaiia accusafOsi gravisaiinM deque ella.
a ale (em pedida defender. Dm-ee, par xnrnplu, I T^Y
que a Coinpiuiua Paroambacaoa leoi deapendida
iiiulilmcnle e com una i-rn iig.i;i juslilii-acaa, qoaoli.is avallad,.. Cil .-su a despeta
de ItfcOMfOOO, qu- ella deu a orna pessaa pan rea-
li.ar um eanlrala, que indepeudeiii* desla deapea,
po.lia obter. Diaxe que para conseguir as siihveu-
._i das oulris provincial ella despendeu a quaulia
.la 9:5003000 lambem sem necoseidade ; e diz-e fi-
naliueiite, que de aarralacem da venda das aernes
despeo.leu a quaulia de i:ix>>>-.
A Companhia l'eniainbucaua, Sr. presilenle.'love
a lufelicidate de mullir comlruir o vapor o .Mar-
que/, de Olinda n para a navigac.lo cosleira
aecusado tambein a compantiia por %*<& ario, qoe
mullo dispeudiusas, quer fazei caiiati*a-
C,es,.e que para es-a- nhrai se lem despendido gran-
des qoanlia. ; e finalmente. Sr presnlaule, coiitain-
se Untas eottll da Companhia t'eniambucaiia, que
eu u:lo sei como possa deixar passar este artigo do
orcamenlo sem fazer elguatai rellues conlra elle.
O Sr. Mello Kego ( Kanhael : (Juaee sao as es-
tradas que ella lem f.no .'
O Sr. Correa de Oliveira : Dizem que vai fa-
zer, e que ja' se lem despeo lid i dmlieiros.
L'in Sr. Depulado : Mal nao se lem feilo.
O Sr. Correa He Oltvaira : Mas aa sa lem des-
pendido dinheiro emn estas obras....
O Sr. Mello Kego Joaquim ; Isto he o que res-
la prever.
OSr. Corroa da Oliveira : Eu naja me compro-
met! a trazer para aqu documentos.
O Sr. Mello Reg Kaphael ;Aponte as estradas.
O Sr. Correa da Oliveira .' Nao SSloo lioje ha-
bilitado pira direr vio, mas sa ,, nobre dejiulado me
provoca, eu potere Irazsr para aqu malhroi lofor-
inare-, slguoi doruinenlos iiicuio, e podere pro-
repelir arcusasnes que julgo tundidas.
Sr. .Mello Hoco (Kaphael : Sr. praiidcnle, he
preciso allender-.e ai dillicuidades com que lula e
necessariasaeate lm de lotar em seu romero, em
um paz novo como o uoiio, urna empreza desla or-
dein mollas ap.ua los .
Acora nao se Irala senhores, de entrar na vanla-
sem ou conveniencia da creac.io dessa companhia,
que exilie incorporada e funcrionanilo
O Sr. 3(aiioel Cavalranli :Da un aparte que nao
otivimo.
O Sr. Mello Raga Kaphael : lia vnrdade, mas
a asse-ubiea adoplou a idea, e eu al fui
membros da cummisso que formiilou o projeclo
|iara asuh.enc.lu ; lz parle tamben da romiiii--.io
que appmvuu o acto do ,'goveruo coucedeudo mais
de 10:000.7 dos (nula volados; coneordei oaasa aug-
neulu .le aubvancao com repugnancia, he veedade
ma. ced por que dizia-se que sen lu a companhia de
grenda vanlacem para a provincia, Irazandollie
araadaa benalicios, nao era por dez contos de rs.que
licariam gravados os cofres poblicus, que aha'nlem
gasto laalo diaheiro aoperfluo coneordei, pois com
as meus collejas approval esaa subvenc;.ao a qual s-
gora temos de volar para dar a companhia meios de
taaecianar.
-Nao duvido qoe a companhia tenha rnmmetlido
erros ; he isso anda nina consequencia da inexperi-
encia, be um trbulo que ludas as novas empiezn
lem da pasar ; mas agora digam-me os nobres de-
putadoa, acham que os individuos que dingein esla
companhia, que lem all snus capilar- cinpiegados
nella, nlo davarfla ler selo o lodo o iaJeraaaa na sua
lirospendade Serao ellcs daicuidados tobre
var na lerceira diicassao que a companhia lam ido praprios iolerasses .'
mal, nao i>m procedido romo di i 0 Sr. Corrala de Oliveira .Ja disse, que a 10 ra-
il S.. .'Kilo || ge '.Kaphael.: Isto be outr. eo desees basneas a melher cancana,
f"uw- O Sr. Melle Reg Kapliael :Pon sallo cerno
< Sr. (.ir.i d- Oliveira : Sr. presidente, o- Ihe uirige eenauras que acabamos de ouvir '.'
meus eseropalos eraseasa dt ponto, de-d-> qoe ao A companhia disprrdicoa quanliss euorn.es sc-
vejoquro \ i no seral tom rtironlradn molivi-. p i- gualdo a initiie lemitariu." ..... ns,,jsiraftdo-a, refeno
' '-> icaa '..'.-. atilre- ,.-.." qua nd las pela roesma cim>f>
lamo nao po > rteisar da notar a( anamaha ; 1 Lu
provincia na pode ter um eon(ra(o com basas opIdas prodigalidades da companbia
postas se c mil i le rilo com goveruo eeral, c an-
u le:n .lado p ir intsiro a Mllivor.Vi.
I ni Sr. i'i'iiiiio :A(adianiarla.
II Sr. Correa de Oliveira :D'ou te provem islo ?
Como ae evplica 7
o Sr. .Manuel Civalcauti : '.lo palronalo.
OSr. Mello Rece (Kapliael :iCvamnuo os c n-
traloa '.'
O Sr. Correa de Oliveira ;Mas prometi ao no-
bre depulado fazer ludo quanto quer, prometi a-
eompanha-lo na iiscasaao,
(lia um aparte.:
0 Sr. Correa de Oliveira .Sr. presidente, ni ini-
lan-s 'esl,"<1'1 as ''"vidas que lanho, haseio-me em uilor- mandar ja disse que lie um bom trapiche, c o de
uarii's qoe ale hoja nlo team sido deslraidas, baseie- Itapiasoou que bunbein he bom, pode-so uzer que
la um aparte
" sr. Helia Raso [Raphael] :.\ companhia li-
nha da ooslrnir armauua, parque neees>itava fa-
er depnsiios; a visto qoe tiulia de condaxlr ma-
i riaes, para assa i rvico rram-ma nscessariai bar-
cacos, ssses peqaeuos ineios de transporte para le-
var o objecloi aos poolos convenientes. Oque
Isto de censuravel, aomle esla' o disperdicn. '.'
nina Peroambucam vai bem 00 mal.se at-
tingeou nSo proaperi ia le ilosej ivel, por-
que corca della lenlio a minha iipini.'io for-
iiiada. Confio muit na sua iiireccSoa acre-
dito que elle mu liein zelaos nleresset a
seu carRi), o por isso deseancu acerca do fu-
turo dessa nlil emprexa, alm de que nao es-
to a bem a par dos Deg031O8 desata compa-
nhia, n.loestoa prepara lo pan contestar as
asser^Oes dn nobre degiutado, e assim poder
n do! eutr8rc<"n vanlagom na iiscus.-,.io.
No eutretando cooceder-se que a com-
panbia vai mal, que nao da [ucroB aos ac-
cionistas, o que tomos nos coto isso .' He
questao l da companbia, que cumjre ajus-
ta-la entre si, e o3o anos que S devamos
indagarse as coodicoes do contrato feito
com a provincia, sao ou nao prctieticlndus
A commissSo, Sr. presidente, nio polla
deixar de pedir e-n sen projecto. ere lito pa-
ra pagamento da S'jtivrnr.i a Companhia
Pernambucana, urna vez que ella beo cum-
primentode um contrato celebrado pela pre-
sidencia e approvado por esta easa.
Sea companbia nSo salislaz as condi(6es
desse coulralo, ao presidente incumbe pro-
videnciar a respeito, sospendendo Ibe sub-
vonc3u ; mas mblca d tixar de v llar
o respectivo ere.lito, que habilite .> govorno
salisfazer o eoipenhu que contrabio 101
parte da provincia para cun a companhia,
quand" i seus deveres,heo
quenvi toavel, n urna diculdade
q te nao deremos crear para o go\ rno
Eis, Sr. presidente, o motivo que leve, a
epmtnissoo para pedir crdito pare a gub-

Bncerra-se a dis osado t approva-ie o
seus
as -ii.ii-
0 nobre depulado acha que a companhia fez Ira-
piches niiiii., dispendio- |,
o Sr. Correa de Oliveira da' um aparte qua nao
pod'mos ouvir.
0 Sr. Mello Roso 'llaphael' : trapiche de Ta-
1 .' .. Ulia dn ti uitiri rcin.si.t sAl,s(rifliri-i- Lu ii-nni" Sr. (nr r#ia Ha au.,,... i
que um Tpur 1,V> gran le fnmo
M r ii / > j
de Oliveiid ;Ainda a [ira estd'
O sr. Correa
i I compromplli a proviir nenliui i ilna csbfiulaiiieiilu-! mal rullurado.
,)l,nla.daqae..alo.acao,ii........ha eolrar om 01.1-1 .........,_ 1^, ,,,. s.^,^u....... Q X R.g, Pinp3el;:_S, nje fr fai
depula-'orna obra daqaellas, nao -e Uu. cum It.tiot- por-
as sals- qua alm ia casa, lem una pullo obre esleas.
OSr. Crrela de Oliveira:A ponte he mullo mil
o sr. Martini l'ereira :Trate dos obstculos que leita nao esta acabada.
los
que
, do, portosd,.., pravine.a e taulo a-sim *\*ZZ^fSZ5Z^TSZ
eaUe pariata-se ..a barra de (aoiaoniil du
O he. Icllo ReR1. ,Kapha8|j : Aoude elle .e raiav ia larceira dlaeansle.
pe'deu podia entrar
O Sr. Correa de Oliveira : Mas dize qos a
oui|n;ihia, reconheceudo o ssu erro, quiz mullo de
iroposilu' perder o vapor em lioianna nao apelados),
i hl por islo fue se nao aerara as pravidaneas ne-
l es.arias par,! evitar esse mal. He precias dizer, eo
'i ni quero rrer em todas essea Insto* ; mas todas
s".as accuiacoes lazem latear em man espirito duvi-
daa que su dearjo ver desvn radas sem que
rom ludo crea lir.memenle as secosaooes que
se lazem a' Companhia 1'eriiamhocana porque
eo facu mudo bom enaceito dos direclores dessa
companhia e aeria um crinie de minha parle
atacar cerlas repulac.>es, que ato recoiilucida nesla
provincia, e que ste boje eslo limpas de lod a ano-
doa.
l'm Sr. It'puia lo : Rollo roma explica isln
O Sr. Corre da oliveira : Tuln Islo (ai na-cer
m nieu e-pirilo davidas, que su quero ver dei-
(ruidas,
A parda do Mrquez de Oliaiaa diiem-m, que
deu a companhia o prejni/.o de (iii;()(X)0. Eis aqui
cuino os err.s la companhia fazeni c,m que ella este-
ja baja, tasando afflrnueo, em peaaima astada, cora
que sua> teeftea nao leuliam o valor que deviam ler,
pur isso que se vendetn com um abale extraordina-
rio, deudo a' falla de dividen tos, dizem mais e eo
poasa allinnar qsse os vaporas il i romp mina valem
mullo pooc.i, clles (em apenas a forea de III cavados
e .ni i un pouco mahdeqaalro milhis por hora ; e
vapores desla quslidade Dio servara jiara a navegacao
Nsleira.
(Troeam-w diversos ap irles.
i'ia sei que o s Persitiunsa a taita qualro milhas
i|oainlo as elreamtatanalai ^<> oaeooi favoravsls e di-
zem me i|ip. o .luaraisu'u Ole deita mais.
\ -. ii-.i eu ainda a companbia por ler ella preferi-
do os vapores a hlice aos de rodas conlra a espe-
nnria que lem demonstrado que os ltimos 1A0 pre-
l'enveis aos iirimeiro.
o Su .Met,. Reg Raphael) Para os ries n;in.
11 S^ Correa as Oliveira;Eo nao sei.nao sou pro-
lii.ioual, nao emendo dessas materias, repilo o que
nr.lGINAL :io DIARIO oe pernambuco.
lector do arsenal lem patio a eompanhi
O sr. Corre i de Oliveira 1 Ko nlo *ri dala, n.lo
compreheiirn mesmo como he, qoe elle lenlia podi-
do por obslarulos a' companhia, quamlo o uovaruo
do provincia qua Ihe he mullo supenur lemna favo-
rec lo mullo.
Manifestados assim os mus ecrupuloi eu conc'ui-
rei, astaverando a' ca>^, que i o ha de ininha pule
ue.ihnu desejo de hestilisar a companhia IViuatn-
bucana, qu eu pelo centrarlo ealiroel inoilo que
ella se uirorporasse, easjeidarel este aconlecimenle
como mullo feliz para esla proviada a para as pro-
vincias vi.Milus, e na obsearidude de astodsote, em
que eu viva eulan, preslei algmn serviro aos acen-
les da companhia Paruamhucana, lulri metin.i rom
einbarae is em tiuihiina para servir a es*es alenles,
O Sr. Melle Reg Kaphael Eu nao vi nada
dltlo ; vi urna ponte tilla como sao as desss enere,
Obre eslacada.
OSr. Corris de Olivaira :Esta he que he a
obra para I (.0009 '.'
O Sr. .Mello Reg (Uiphael'' :lie verdade ; lie
urna obra le arveuaria que lem lalve -DO palmos
de comprido s ibrs 30 de largura, com boa robar-
la : su isto nao O o n ibre depulado rom 9:0J00.
fc se se gastiiu .. e-se dioboiro, be lie porque foi
foila a' .1 ou aiiuoi e por pess.ies do losar que ein-
pregaram os seus esrravos ; por admiinstracao
allirm.^lhe qne se nao firia cm 1 ^:IMIr.
Tin Sr. Depulado ;Isso sim, se o-se por ad-
miuisl.arao.
0 Mello llego (Kaphael' :) nobre dopulado II
para remover os oh-taculo. que riles eno.tlra.am. e he o que q-r dizer ; pagndola a operario., nao
nlo se pn le por ronseqaeiicia eulen lr as palavraa o faz com ) ;i 0(1- 'r5 ,..,.,,.
que eu acabo de dizer como urna hostilidade a com-
panhia, n;lo, eu quero smenla que a nohre entu-
ms.rio de oriMinenlo me deahu oas aipliea{6ea ; es.
timare! mullo que ella possa destruir as duvnlas que
eu tnnho, r.liniare mai|0 que ella me (.Marera, de
modo a poder dar o paeo Sala ni favor desla arluo.
O Sr. Manuel Cavalcanli : Bu Ira luzo as suas
palavras em inlerossa pelo bem publico.
o Sr. Mello Raga [Raphael Sr. presidente, -m
ser mamhro da cowi is.o de crraineuto praviuelal,
creio que posso .tara, uolre d. pillado a raido la
ciiisisnacu desla quola para a subveneflo da com-
panhia IVrnambiicaiia. Existe um contrato felo eo-
Ire a provincia e assa companhia, contrato que obri-
ga-nas a dar ama suhvenrao le 411:0005000, pelo
que .levemos habilitar a provincia com o. motos pre-
citos r'ra si .fazer a essa ebriglfto cotilrahiJa. Eis
a rarao da efitlaneia di qoola.
Pergaala-ia, podemos mi. refusar stsi labven-
clo
Diste lambem OUobre ilapnl.ulo qoe sao srandet
os Irapiebes Sr.. ; devamos lar em vista, qua es-es
trapiches nao s.io Olios p ira a aclualidade, sao Caitos
pira o fuiuro, o prsame o nobre dopaiado quo
paia o tullir., nao ha de haver imaior II lanci.i da
carita, inaior movimenlo de coininercio do que ac-
tualmente '.'
II i um aparte.'
O trapiche nao he s unenle para assocar, he tam-
ben para mallos gneros que liverem de vir des.es
pontos para a capital, a d'aq u para la' ; por jons
Kiiinle precigamde ser espasotos, e ale. (er diversos
repar(imen(os.
lias o nobre depa(ado |Sr. prndenle, para sos-
lentai que a roiiipanhia lem fallado ao comprimen-
lo de -eu- deveres, apoaloa o lacio i0 governa ge-
ral nio ler pago ("da. as suliventoes a' companbia
ao pasio que nt panamos integralmente. Sr. pre-
i.leiite, be preciso alleeder-te a que no eanlrala
pira com o enverno garal a companhia se obrigou
e Arl.
( IPITI LO i'.
Obras publicas.
Com a repai'. i., o i'.a* obras publicas ;
S I. Empregadot, vigorando o arl.
I2da O, n. 3J0.......
Espediente a arelo da casa .
!. I'ar i as cmprezai da oilrada
do norte le Pao d'Alho a Nazareth c
de Sarinhlem a Tamandarc .
i, l'ara o clcame,,lo las ras
da culada.........
5 ">. Para eriudos graphicoa, com-
panhia de operaiios. reparos e enn-
servacAo de obras, pagameulu de o-
brasjn' arrematada*: obras a om-
prehender a da casa te deieiir.lu, a-
Cudes decreta os e IO:OUncUljo para
o hospital Pedro II......
S (i. Obras .1.... matlizet .
i: V'.ll-iiui.l
lil.i
^-.OflOSOOO
aO:000.;IKH)
... ,, .... .- ,. "" '"." ^ -"nuiii nerai a coiuiiau na se oliri"ou a
OSr. Manuel I. valcanl, -Podemos p.ovar que ,u, ,,, s.s Pr mez, eutetantu qu. no con"
1 "......' '" """s'-1-- trato com a provincia na., ha toa con lirio.
O Sr. Mello Rege [Kaphael] :lia urna Vpolhe-
23 DB MAIO DE 1858.
CONTOS HBOROS E KKANCOS.
Vanias ho|e enlrcler o leil ir rom algaos c mos pn-
puiaie.. ,ju em le los os lampas e entre lo l '* as po-
sea luanles lem anlrelido os meninas t as mi i. M -
.tn.i o naaaolciiot cireomspecto : alo n.i i ma dil res-
pailo, quand malta se pode ref-rir a estancas. Nlo
llov taino, que airearlo pon i elle leuha razio, mas
,i que he ceno he qne nem lodo- os Parisiensea Ho
criencas, e com lodo, um tos ulhslinislas maia
nere hiedes, urna das rrpolares litierarias mais glo- :
- da eapil i la Praaca,'rti actualmente aos eos
n ores, n i folhniim original da om dos primeiros
..mies de Paria, orna eollacclo de cantos popalares
lo Orienta, qoe Ihe anvia um dos aa ebrrespon-
lenlea daqaella parte do mun i r roo elle dil que
i ceios ale aempre interesantes. ,, Km noalqoer
logar ou le -......eontrara h imens, eo a ilram-se ires
nasas : eaaflaa, proverbios e eolitos, Canla-ae era '
Indas a> para : i. onda le ama, lalem-s proverbios
.ni indis a- par on le h >m .. -a jolgam illu -
Irailas pela experiencia, inventan! ae canias em
a.:. ule- nula >e toiria, em lodat aa parles on le o
l un -m se aborrece do mondo e da toa triste ver-1,
i a i'. o
lie poi- a penno do illuslre tseriplor v; |aar 'o !.-
bonlave, a qu ma hlleralara moderas deve tonina
Irabah N preciosos, qos v un is tomar a mal ri i dr--
loarligc* ; e comecaramoi p-lo rontoqaelem por
litlo: i. A V-lh i que era mais lina qaeodlabo.i
he nuil .....I" de f 1 '.
II un un |oi.-ii r-n l.-ir a. r i ido ha qmlro :nin...,
c i- ..i, \ i -u i ...al -i e ci i i i, i.l |., sita cania
i iprinae.ro dia. Nanea u.ua patavra le censura,
aempre um .'iciltiiiua.il..-.'.i.ico...i, uma complacencia
eiii'ontesUvel : lud o seu pritet cuuai-lu em veem-
se, lodo o seo pezar em lepararcm-se. I'assando por
ai-i'em urna ''paulado ; alie nanea Imita visto urna harejionia
d"s(a e.pecie, e lew leiot Halo ; m ii Irabalhou In-
tilmente, foi mal toccedide em ludo qoeeto tmaqi-
nou, e depois 11 lonja espocl il .a, obrigado a parlar,
se poz de viagena, marmaiando duranle (ado
o r-iiiiinho ; encontrn una vclha qua pedia es-
mola.
Meu primo, Ihe disie ella, porque rallo val
mtirmuran'tu i-.im '.'
Qae ir imperta, respondca-lhc o dale encolc-
ri.iilo, tu nao ni' podes ejedar.
Por que nao raplirou a \ellia ; ignoras lu que
nos oatras vsltiaa saltemos molla coasa hize-me o
que i falla, lalve eu I- possa servir ; eu tenho ser-
vlo a mullos uulros que le val m.
o diabo .oiiioi a .u : desdita : h i doas me/es, ili.s*
elle, que eu gvro eoi Ionio derla e.i'A, t nlo lenlio
vislo nina risa, hslou lurioso por ler perdido lan-
o lempo e ler li to ni .1 ineeedid em om negocio 'pie
te ordinario n,'\t nos orcupa ile maueira alguina.
Ni hen ii< le qna islo, diz a veltia rin lo-se,
1, un1 un-, par de bons rpalos, B antes de urna hora
eu lerei acaba lo com asas deas milaiires .le eont-
laocia.
poli bem, diste o diabo. s bem euecedlds, i
laril a que lesejas da ma do liom sapaiciro.
Ao pa-.o qne o dia a la repon ar sobre uma podra
vizinha, a v.-ih i enlroa na re da joven rendeira
O marido eslava no campo e Irahatlnva. | relha
abri a porta la ula, e qaaedo ella reeabea ama
emota, se ;'/ ,11 ir r un o ar 'tito man temo.
Quanto be bella, meu char i coracao ; seu ma-
n io |i.,.te chaiii i-u a joi i da io i casa. Sel qua vive
n'iiina adoravel uniS i que rao.a mea a to la a gen-
. Conserve la harmona ; i se acredita na mi-
nh i vellta experiencia, faca com que isto seui|tre dure
e que nuoca s| :* ir.;a u ::a palavrj ilesagradavel en
Ir a in.uini e sen m n ido.
Conhscs e-te meio, dlasa a ni. ra ; eu a
ten, c ii .i.
o lov 11 o o eenhecii repliou a velhs, o
! para nuil, ha im praaaf oitidn'li Ih'o. sau inari
l.lalemom e;.....lio branca no terlire le eabeft, a
Ib'upoder jitaui ir sem que elle o latbi, elle teiiT-
Nlo coocluirei Sr. presi lente sem "lemhrar
|ue | amara, e anda mais do que o faz agora.
A moca, acreditan na volita, que Ihe fallava de
lio boa fe, alhe pergunlou aomo ella potera iirur
e.leeaballe blanco sem que seu marido se aperce-
hetse listo.
Na la he mus fcil, replicn a arillos,,. Todos
os diaa elle faz a sua sste com a eabeca nobre sea
coito ; niela una uav.,1:., em sua algibeisa e corle
devagarinho o cabello branco.
Isl i^radou mullo a moja, e deapedio a vclha de-
pois de a ter agradecida o pago bem.
Apenas .rula, a velli.i Tcorreu direilo ao campo
on le tr ibalhava o mari lo.
ta'in da, meu li:h... liona dia !
Ohrigado, mli, abrigado f
Uspoisdao le isadado detlaaorta,a vclha pe-
dio-lhe que paraste om imtaola : astea pobres b >ii
nailevjiiam a mal o parar por alguna inomenlus;
elle allendeu, e, arrimaudo-se a sua chai rus :
Eulao, mli, o que quer de mim .'
Ata meo amigo, meu filho, hradou ella com
una voz trmula, etloa iao commovida que nao pos-
so fallar.
E ella b pe a tolnr ir e a chorar.
O que acuntereu '.' pergaotoa o rendeira,
ral e.
Meu pobre amigo, li -n velhl aempre em la-
grimas, i ii lena um coracao de ooro e amas a laa
melher ; ella tambera le amaria sem duvi la ao nao
liouvetse um hoincm que h! mallo m lis rico do que
! lu, s qoe prora lie i e isa la a sim que ta m .r-
rnres.
Se Dos qui/er, disse o marido, elle tem molla
qu.> esperar.
Nao ntuilo lempo, meu amigo, ropticou a ve-
lh", eis-aqoi ii legredu que -orpreinli. 11 o je ao meio
ha, qeande laa molb r te t: msi r o anl ir, ella le-
ra' uma navalha na sua algibeira ; dir-te-ba qoe
lartnea coma de ordioario, repaoaandoa la eaberi
-..i ie seu eolio, p quaudo estiveres sdormecid ., i,-
corlara' u paveocu.
i.i'i'ni Coi aorprendido i.....ren.leiro ; todava
elle deu un p.e ...t- i velhs'om ideeim ule les
(a aonlidenc.a ningular. i i nisMila tai immed.a
laii.nie e.con.lec-se no lo. i Viouhu pjt. .n.u
plenaioeole i ma obra.
3i)0:0fl03000
labOOOOOOO
:: -2.
He remettido a mesa o tegainte requerimento :
i.equeiro preferencia pata a donoslo doacaptiu-
los ., e segoieies al o capitulo l;>, seudo o i- dis-
cutido depois dalle.Halle \Wo (Rapnel).
Eiu aaguida v.lo a mesa as toguiulea emendas :
com uma poale sobre o no Xaboillo aa estrada
der.iinihcic.i,) para Uuribeea.Machado Poriella.
Hepois das palavrasacudes decretadosdi i-se
licondo em vsgot a disposi(lo do arl. \2 da lei n.
I3I do auno poetado rrlalivainuiile aos inelhoi amen-
to da estrada qu da Naiarelh se dirige a Alagoa
ecca.Manuel Cavalcanli.Arrula Paleto.Ma-
chado Porlella.Mello Heno Joaqoun, Correa de
Oliveira.
Com o concedo da casa da cmara de Senoblem
3.-000J.Souza l...io.
Com a matriz do Oaricory, que te acha em
obras 2:8000.Francisco Pedro.Teiieira de Mello,
Penlo lluerle.
Com a matriz de (aranhons 1:0003 rom a de Bui-
quo 1:000-e com a de TaCaratu' 1:0003.Piixolo
(toarte.i eneira de Mello.
Com ii.ii acude, ou a.-quedulu que lrneca a-
j:ua polavrl a' dada de NaiareUi, podando ser'a o-
bra conlralada com algasia eompanfaia que para is-
ao e orgamae nos irruios do art. 30 da lei do orca-
meiiio vigente.M ichado Porlella.
Cum ama estrada de (Joanna a' Pedral de Fogo,
devendu ,er [iLdrivel o nielo de coulralo com al-u-
DH companhia que para is-o .e organise, mis Urmos
o arl. ,,u aa le do orean.cuto v rule e na unpos-
ibilidado drsle ou(ro qaalqoH dos osados.Correa
de Oliveira.Mouofl Cavalcanli.Machado Por-
lella.
l'-i'ois las palacrasobras aemprehenderdga-
secom rciilicario da ama et eia ua villa de Car a-
aru e oulra na villa do Honiio.Marliiu Peratra.
Ilepoia das palana------liado, grapli iadiga-ie
mandando o pr.,i.|anle da provincia proceder aos
aeeeaaa.ios estados para coaliscer-se da pralicabih-
da le da mu I inca do lulo do Rio Bonito ur.ni le I-
ra o do rio BonKo, ambos na v illa do mermo n une,
e igaatmeole acerca da pralieabilidada do destgaa-
ment de um los bracos d i no Taqnara no rio Un i,
proiimo a povoa{le do Allinho.Marlms Pereira.
Correa Selle.P. Baptiala.Paitlo Doarla.Coi
rea de Olive.ia. Isneira de Mello.Hassos Ju-j
mor.
Senda 2:0009com es obras do recolhinienlo da
freirs le Iguarasso*.Pasaaa e Silva
Depois di palavra tamaodarli:a-e e com a
picada na larra do M-tearenhas, dt maneiraqoese
l-cilite a commoniearlo romo povoado de S. Vi-;
cenle.(forrea de Oliveira.
Uepoia il.ii palavrasPedro II.acere- :i e-M o
ruii os inel-nramenliis da eslraiio da villa de Sanl
Antonio de tiartohonta villa .'.o Buique. reiiein
de Mello.I'eixol i lloarlc.
O Sr. P. Ilsplista : Sr. presi ente, quasi
qoe be escasado dizer, que he esla a le
mais importante que nos temos : quasi mes-
mu que se pode dizer, que lie osla a chave
da piovinr a.
Eu no designio de fallar com rigorosa pre-
ctsao a respeito de eertos Degocios. e ao de-
mandar na terceira discussau al-
'"" las, petjo ja d'agora alg ins es-
clarecimentos.purq ie repitobei I I lom
rigorosa precisflo. Asduvldas que tenho, e
.as quaes desejo muito sahic sao estas
Creio que devo leo-itar to ia a f aaquilto
qoe aqu esta escripia Eis as duvidas ; o
gove .u liea auloristdo a conlrabii em cui-
prestimo de 600:000o. Bem, temos 8 estra-
das empreendidas; a d.. norte, de Pao d'A
lho a Nazareth, e e SeriabSem a Faroanda-
re. Eu nao quero por ora dizer coasa at-
b'urna a res ieito, mas desejo iHustrar-me.
Creio q.n i i"1!,! ^rt. :is os fundos que aqui
se deva n arrece lar '.o exercioio futur> nao
lem nada rom esees encargos, porque o go-
veruo por esse artigo lem de recorrer a um
eropreslimo, esla estabelecido um meu. ,ie
realisara feiiura das ; ealra las. Mas eu (algo
que o arl. 1-2 diz assim lt .
Bis aqui, portauto, alem do empresti 10,
mais a quaulia de S3ocontos para estas -
ua las de fio d'Alho a Nezare li, do N rtet e
I de sui iiiiiein a Tamandarc, \u .
Mas qual he a estrada do .Nirle, nS-) he
esta que ja est contratada,e para a qual ja
j ha um emprestimo de 60o:000^ioo .' Ora se-
nllores, sera posssivel que eu perdesse o
meu lempo, e que uilo saitia ra.ns lr, ou a3
sei mesmo me definir.'
SSo estasas duvidas que cu quero ver cs-
plica las Anula lenno outra auvida, 10 es-
tradas empreitadas moniam em 600.0 Uma voz :Minlatn.
0 Sr. P. Baptista .Bem mas como no
contratse man-, amotlisar a quailli
j o.ooo- que o .' :'[ir. teiro recebeu a lianta-
111 ti anuos do contrito,
E de mais, que obras sSo estas a empre-
lien ler le |ue illa o ilro '
o que ag ira me esla toando eunTosio he isio .-
(obiaa empreheadidaa : obras a einprehcuder ;
que ulnas sao estas a emprehender !
1 li o relulorio do 11 o* ila 1 .r el ir das ebi .-
iln obras, que
empresa, era
do relata rn com 1 a prun 'ra a mais oecess ri 1.
O Sr. Mello Kego llaphael): yual ha ella'.'
11 Sr. Paula Ua posta : Mal a julio de queui !i-
cam eslai obras a eniiueliender'.'
I'ma ve,/. : \' mil > lio enverno.
o Sr, Paula Baplisla : K pirque nao lavemos
logo de diiar qua Bcam a mtrec dat obras pu.ni-
ca- .'
O Sr. Mello liego (Raphael] : l'icam a merc
do nobre leputado.
(Ua oulro 1
O Sr Paola Baplisla : Ka por or no dijo na-
da a respeito do presdanle, porqao, quer o acluil.
quer o. que lem lido ate baje, na sai eieonheinis.
naceassriaroeole pan emprehen ler abras hlo de ou-
vir a rep irlir.io das oliras publicas, esta pule dizer
'ju es ta as ubrlt que de preferencia deve.n .er em
prathendidat, que se I a,; i c-ia e n.io aquella, que se
faca c :n fulano e nao com siertno, por isso esaal
obras h empreliMider han de ficar ao arbitrio da re-
paniriio. E nlo convira' que a aesembla previo-
r al diga alsomo eonia a esle retpeilo?
OSr. M. Kego llaphael):Pois designe a assem-
hla, porque quaud.i ella ndo o desuar, dssigoa o
goveroo.
o Sr. P. Baplisla : ola o nobre dapulado hem
o que eu acabei de dizer, veja qual he u meu pan-
saiiMilu e alien.la para a ifluafo em que me collo-
co. Ku nao exagero cotilo outros mullo- a neressi-
estradas, lodavia nao mo lao neaeio, lio
Ignorante que ni 1 saiba ligar i.....a iiec '-si ladi lad .
a Importancia que ella lem ; creio qua esta injus-
ilra nngoem me fu, eo meu procumentosta
c -a tem revelado Isto r raslsnteinenle, perqoa o no-
bre depula lo sabe que eu lenha semtim con orrido
ron: u uirii voto para a faelura de e-lra tas, e agora
alba mais. que aa desejo qae as astradat te facam
tulas qu.lilis se pode en fa/.r, que ie farnn por
empreada, que sa fara.n por empreza, Rio leprovo
11 1 1,1 ditto, vaj 1 b ,,1 o nobre dapatado qu.il he a ini-
nha (1 is.rn, nao roprovo e-sa. cootat, mas quero
que .e f iran conforme a lai.
o Sr. M. Rege Kaphael di ora aparte que n.io
ouvimos.
OSr, P. Baplisla : Mai quero qae npsss eslra-
dai n.i baje....
O Sr. M. He-o Raphael] Ku sri anule quer
ir bter, or i-s. Ih digo que emende o artigo.
OSr. P. B.plista :Smhores, acha o nobre de-
potado que he pottivel raalisar es.as erapre
Achao sovarno^up o empraileirn o qup lem a fazer
leve ter vanlajoto ? Ka com o meu l'rac ap no c m-
Inlloiiei para lu !o isl i.
i >r. M. Reg Kaphael: :>3o sou so quem Ihe
pude responder.
o Sr. p. Baplisla : !'or contegninte n.io son dos
que vein fazer opp isicj i a eslai c lusas, mai .'.ora
lambem esloo no aaso le sabe, examinar como alo
oslas musa, faltase na dosigneelto das abroe qoe te
lem de fi/r pugnar por aquellas que jah
coovenienles. Cabe lambem sabar por qun meio.
e par qnr um lo forano atlas obra- cnulratada,
Slo e.clarerimeiitos esle* que m sao BOeesti rio.
para hem apreciar a materia
Ao mele-dia, a rendeira melleu na algibeira a na-
valha, e vrin ao aiironiro lo man lo ijue a esprala
Com ccrla iiiqnielae.io. Elle se beijarain cuino ra
de cosluine.e o mando fez lodoqaanlo po le para en-
golir seu jautar. Api.....- trabou.a mu hei Ihe disse:
Meu ail:;.., elMga-le pala o pe le ii.nn ; re-
pousa la cibera Sobre meu rollo, t ./e I loa sesla,
lu davet calar fidgado. EOe obedece, mal
leve de dormir, pola rom-rava a acreditar que a ve-
lhl Ibe linlia ditu ,1 verdade.
Qaaodo a rendeira jnhjou o .poso adormecido,
ella tirou davagarinho a navalha da alcibeira [>ara
cortero cabelle braueo. la abrir o totlramanto,
|u "1 lo n ni indo que velava, levanlou-te precipila-
dameote, alirou a navalha locbaa.e loman,lo a rau-
Iher pelos cabellos, se pi a espanca-la rom furor.
l*oii como, m instro, bradava elle, poli com.,, attas-
stna, poit como, hxpoerila, heetitaio para isso qoe
lu lingiat amar-m 1 (.luero dar-te uma lir
espilla p.11 ,1; re o diabo do leo cerebro. K elle
a baleo al que roas i ar -. Qca .un eansa las.
Com lo lo n dial i, aempre lenlado .liro i podra,
etfregiva as inaos t ra a bandeirai despref
ver esie a-r idavel espectculo. M is elle refteelio, e
par mais dii bo que roste, leve um remorio ; a ra-
l'imiii. Ihe cao.....horror. AUenejlo, dine elle ;
esla vvll.ii lia prior .1 que on. i
les e em lodo. o. .rus crimes, "- h imenf se quiiv im
santero do diabo, | irm l,n u .. como atlas causara
motor mal do qoe un--. ih/eu io isto, o diabo qoil
vinsar-se, po que -e elle lean dsfeilos, an menos
cumpre tempra a sua palavra, e no. seu. traloi cum
os homeni -He tem -i lo man de orna vai victima da
sua hone-lii la, 'I li f. i o po le .1 uma
agoilhada de imm mo c imprimenlo, elle coll< cou
na pon os tapntot a as eMenl o a velha, dizendo-
llu : i. Mo quero appioviinar-ine de !, lo me pie -
ari algnma peca, pola que es mais astuta e mais
maligna do que eu. K a-.iin une B velha loinnu
na tpalos, elle aliroo ao cbl. a agoilhada, e de --
ippai eren remo mu re imp igo.
Olanlo .' lei!,r.i -.elii i> a raminh ., (tiran
leda do (er i.io nril luis qoe u l-abo, e do Ihe (et
causado modo a cu-li da celeralez. Rtra hem i>
I ..i i quem -e ril p u nUim<, pon que o di iba acaba
-eiopre pe tirar a MI desloil.i.
o >r. Mello Reg Joaqaim ) :Vou ver se pasto
e-cl ireear ai duvida da nobre depalada, o Sr. Itap-'
lale, acorra d i pro|ecte qoe se discute.
0 artigo 12. tu, g :t.- consigna uma quola para pa-
earuento da. rsira la. rontraladas por empreza, e
mail adianle, no artigo :is, se enroulra talorita-
rao a.i governo para conirahir um emprestimo de
000:000a.....i res, cura applicar.io espacial a estas
emprezaa.
As duvidas do nobre denotado conaistam prten-
lo, em enrhergsr que desset dous arligoa re.ullam
doaicredilo. para uma sii despezi. Ilemonstrare,
[oi, o contrario.
Acomuiis.rm no artigo \-2 COMignon o credilo prn-
ci.o un o nvenlo ir dando coinpriincnlo tos coa-
leln ii. sem qae (que na exclusiva dc-
pendencis do emprestimo.
Um Sr. Diptalo :M is e. obras empreheudidas
deven) ser feil, em 6 annot,
O Sr. Melle Kego loaquim):Seis annos he o
maiii.....lo l"mpo, n quo ul i prohibe que o erapres- '
timo laca ettat obras em praio minio menor ; por
i'v rapio, melado do estipulado. Para pravenir esse I
case he qae a c immiaslo quer habilitar o goveruo \
com un ierro .la importancia da obra, para olo prev-
io liear a >oi rapi i i,
Oiintiai empre.liinn reronhacendo a cummit-|
lio, ,;ue a despera qae se lem de lilll par; a auno
iii.ir i. he superior a raceita oreada, aoloaisa-o....
O Sr. Soaza Kais :k sommisslo etl eeila que!
ha etcasso 1* despeas "'
O Sr. Mello Reo Joaqaim :Esta, eeslm como |
0 oslara o nobre depul do se Iqanataa dar-ie ao
le fai tommas do projacle quesedii-
cole.
0 Sr. P. BapiMa : Ku ja fiz ludo i^io.
(I Sr. Mello Kego .1 iqnim-):Enlende, per-
venlura, nobre depul ida que o deticil ni o aaisle,
aeoao ni vontais qoe a roroiDieteO tova da erea-lo .'
Oue inioratae podara ter n*itsa i Cominis-o '' Com
i- -ii ;i i i ;ia a c unmisso coular, crcanJu
dilli nidadas para si e pira a ca-t '
lie minha parla, tenho ene/., bistanle de que
nenhum prove (o viria d nina lal eslralegia, por-
que ni ha de ser com ella que esla instables deise
te cr-ar novas despejas, -. tottnder que assim o
leve fazer.
. la um .le nos lem animo bulante para nao te-
diar |,erante o pinico de om delictt.
1 ni m. Dapatado : Delieil Dio ha, o que ha be
sm cofre.
O Sr. Mello Reg Joaqaim} :He eeldo do an-
udo, 'iio qoal tinta seulo pud* eouler,
assim cometa cuita com o do semestre nllimo, por
lie- part da receil i do aierclcio eorranle. O di-
nheiro que bi em cofre nao nos deve animar tanto,
porque hem pude ser abtorvido pelas despezas do
lem ulre em qae estao., que de ordinario he o em
qu- a detpea he manir e a receita menor.
O oobio depulado moslra animo de alo eeridilar
1 i ''v tetas l- i atpea, ni i ^ei rom que fun lamenio,
ase io, i:i lo qoe .1 ron'ill-:-.l i n l<'Uloll.(rou a IOS
rxisleneia Acreditara* o nobre depnlado que a
rominisiao quiz lllud.r a Catl '
\a lanho convic(lo, Sr. presi lente, que ale st.s
0 defieil melivo para que o. nobras deputadei ,le-i--
iam i, a de soaa prelancdas. rodataates
pretenraf.lo t r-, i. i loa- que aqu appareceram, a
coman, lala as podera' obstar ,e ie deOcit dil
Iwvar no tir.,| iel i de lei de orcemento, he porque
lie au lie u.na fiecle -'a, e porque alia he real.
i ii lo, Sr. pro.i lente, a comuuisao, com i liuba
certeza do delieil, de.de que na di.inboilo da re
c.-ita por tolas ai docretaees de \i.< aspaciaes, que
: um ex. esse i d Ua oreada exista
desde qu-, re u/ir a. r..,i.iji;aro pr-.-
p. i menle aunexts, Dada roosagole para acautela.
. ri
........ l"" prevenir <, u"..,.-,(. o
.....i o.,
-. [ ir
pal i latiafa-
1.I0 do ei portelo, eolre
uniros meiol de prcveni-lo. ailontou a con .
do mprestirao, com ipeeial ai empre-
sas das estradas dn iinrie, para ter alilisado como
-0(0 lo-lito de rec
lambem a commiai o alo poda deivar de pulir
o de .nas publicas, porque o
emprestimo pode mu b-m nlo ser reilisado, e.n-
tretanlo nlo sa volando raudos pan esaa detptia,
o governa licava embara;sdo, nlo podia satiatuer
o r mproroiasoa que lem eoubrahido com o* eui-
pre,leiio..
'- i rallo em qoe sa fondou a commisilo para
proceder como procedan, e se o nobre depulado rain-
taina ata 11 a,uiauter .luinlas.ee n,iu sei o que mais
he, ded /er para asclarece-lo.
o sjr. Manuel Csvalcauti diz qoe pela primeira
i- de uma langa pratica legitlaUva >< u r<\\
a I lilac ileinori.ailo, pal quo (endn na nrimeira dis-
ii,--.11 du segando arligo lo projeclo feilo reneiOei
solire lodo elle, reflioiuas a qae lano mais se actia-
va obrigado, quanto eomu meniiiro da conuBitsao de
015 manta havia itsignado vencido neeea prajeclo,
que a c.\^,t oslara1 lembrada da lorie irapognartlo
1 ia 1- -o.'- propoai^oas se fer qualilicaudu-se ale de
falsos ilguiH delalhes a qoe l.'ua oeeessario descet
para eorroborai as mas asisrcdss, seudo que Ira
I ale amearailo de urna cana dasagradaval .e por
1 ventora peraislitse DO terreno em qoe litiba inat-
cba to.
O honra lo menino faz ainda notar a posc,tn des-
1 ravoravel em que se acha colloc l". vi.tu como o il-
luslre presi toute ; ca i est pravinide a seo respai-
le por forma tal que a mu. paqueos alterara a.
.0/ o ciiaui 1 a ordem, ao pane que couttnte aos do-
l uie.nhio- que dlsCUlara um pouco mais lu re -
: mele.
O illuslre dapatado diz que na primaira reunan
da comtnisslo de orcameoto se concordara em fazer
luda economa po somma pira as obras publicas da provincia, nlo se
; ii m 1 cum lado de volar todas as despea
aulorisadas. Ouando pela primeira ve/ ., Iralou da-
j empreai redo membro diz que nao linha eiuda uma idea per-
a re-feiln della., e que quau io perituntaia te
ss. empf /.a- atlas mi n cato de ser aperos, i
o ha-te-lhe, (oe o prati lente eslava aotoriaa-
11 (azi-la. a n cas, i rettava volar ; mas qna
I ven lo que o retallado era um dficit de
eiiulou, procorou coohecer-lhe as causas e cu-
n lio- ni.ia .te.la- eram as empre/as, eeapr-ol II
e lo 1 rec mheesu que na deviam ser ap-
is, p i qoe o presi lenle ni. eslava eolorisedo
pela le a contratadla*, a que anida quan Jo o <--ii-
* ..... nao liniiain tegoido nes-e negocio as for-
mula- preacripla. pela lei para quando se houverctn
de controlar emprc'-.
O honrado orador dia que tan fallo, de i
adiara o defeusores da idea das einprezas consgna-
la io. projeclo qoe ora ditera, qua o presi.tente se
arhava aatori a lo a conlrala-lai pila le qua o anto-
r -ou a contrahir nm emprestimo de dn );o.ki; para a
feitara de estradas, ira, ae loccurrrm da le recula-
mentar das obras |iublicas, que aulorisa o governo a
decretar as ulna. iuc se devem fazer ; enlende po-
rem que nenhum a dessas leis aulurisava o govtmo
para conlialar sei ell.antes einprezas, mrmente pe-
la Ijrma porque 1 fez, excluindo a con urjo easeu-
cial e lalve mais imprtame dessas leu, a concur-
rencia publica qae he o malo indicado para uesset
contratos e adiar quein mail vanlageus ollere^a pa-
ra a fazenda.
Aleda conceden lo que o presidente da provincia
livaasa aateritafli pire contratar o raznenlo das
Obres que routrali u, eulan te u illuslre tirador que,
11 io foiam ellas cnnlratadas da maueira a mais vau-
lajosa para a provincia, e com quanto a falla da pu-
blicara., los il i-uinenlos realivos a es.as obras o
nlo habilita eindi a fazer uma analvsa e miuucio-
H. lodavia de relalorlo da directora das obra, pu-
blica, tira argumentos para mostrar qoe essas obnt
n.i.i forana contratadla couvemeuleinenle, visto como
dlieodo-ae nesse relatorio qoe a falta de engenheiros
n.io periDiflio es aludos preparatorios deisn obras,
csi laro qua falle a rase essencial sobre que le po-
da fazer um rndalo vanlajosu, nem mesmo com-
prbanle como em nagocio de tanta monta se pres-
cinde de dados se.:ur<11, comoromellendo-se a pro-
vincia em contraas da lana importancia.
O honrado orador diz que, persuadtndo-se que a
diseussle tenao eoeerrrara imtnedialamenle, agoar-
da a publicaedo d. s conlralos para descer a exames
mais minuciosos e as.un mostrar a incunveuieni ia e
a lllegalidade Oo proce lmenlo do governo.
Nao havendo rniia quein lome a palavra e o re-
queriinenlo da ad menlo approvado.
Pasta-te a tratar do
CAPITULO V.
Seguranca publica.
Art. l. Com o corpo de polica :
5 I. Sold e gralilcar, 2. I ar.iameulo...... .l:."i77.N0O
. i. Cavalgadaraa...... 3008U00
. i. Korragens....... 4:380*000
134:3619000
Vai a mial o srnuiate arlio subslilutivo que be
ap.uado :
Artigo lobstilalivo .10 I i :
S 1. Solde gnliiteac/aes. IV.tiSViS'i'l
S 1. l-ardameiilo...... i^TT.-niHI
1 ""'-ou....... t:trj."uHlll
: i. Annaineuli e iquipamenlo ifeUvO^lOO
. Sapprieaeala e curativo da<
I"".'1.-........... 4:7-*J500
S 6. Agoa e luz para qoaileis c
df.iar.iniriilus. ;...... i': 11 l"-ii'U|
S 7. I.ivros. '...... -JOONKio
l6tfcS66S900
Manoel Joaquim Carnciro da Cunlia.Mello Kego
[Joaquina1.
Vai a mesa a se;uinlc emenda que nao he rece-
bida :
luciuOve i gratificarle de 20J menttat ao atajar
e a n lole e aeccrllarie ua anuo linanceiro desla le,
lenlido augu eule-ae i> qaaalilalivo.Oliveira.
I'.iuerra-se a duscassao e approva-ee. a artiga saba-
lilutivo.
Arl. 15. Cam n ctsa de Dctenro :
I i. lonp.egadis .....". 7Hnvuon
S -' Expediente e servente l:7UU9l)0>l
Kis-aqui oulro cont :
o renitiro pruient.
Ilavia om reudeiio qoe se orciiinva l-nihem do
coii.meicio, e um da elle parti para a cii i
\ 'li .i C imtigO lodo o seu dinheiro. alim de fazer al-
gomai compras. Ao ehegfr a nina encraulhada,
pergontan a um homem que se acluiva ahi, que es-
trada eoovinha segnir.
Dir-te-hal se me derr. rem escudos, re-pnndeo
o eslrangeiro ; n.io fallo por menoi ; cala um do.
m"us eontelhos valem cam escudos.
Com mil iliabos, diese comsigo o rendeiro. o que
piule ser utn conselho que val.' cam eo las "'
Ande la', distaelll ao lioiiu m. falle, eis-ahi os
leli. cun ascu -.
Bscata, pois, reapondeooettrangeiro, etfaei-
Irada que aegoe ew linha recta, he a estrada de bo-
je ; aqu-lia que faz uma corve, be a estrada de ama-
nta!. I 'uini ainda um eonaettio a dar-te, eonlinaon
ele; m compra lamben) que me pagaos por elle
cem escodn-.
le ro retleclio por albura temp>, depait te
.
Ja qoe pagoe pela primeiro cootelha, p n i
sem dovida pagar pelo segando, e .leu simia cen es-
cu Ion.
Escota, pois, Ihe dista o estrangeiro. Qoando
iagem e enlrare. em uma hospedara.
se o li -pe.teiro for velho a ie sm mulhrr file mora,
--:vel, se mi q..ere. q~ae
le iconti i algami desgrafi.
ain.l i nm r- los, arre-cenlon elle, tenho
a n la algama cous. q.e le dizer.
O rendeiro se pz a refl rlir, '.'id hepoil e-t.
l do'i-,
p..s.,i sem duvids pagai le o lerceiro. Ed i
mu i v-z cem tteu
Bscata, pois, Ihe dina o eslrancero, se algama
v da -e un.le ; n.io gasles luda a tna colera em un,
lia.
II rendeiin.I moa i i.niiu o raminha latee cae,
onde ..... -.
O q Ihi i inuiba
Apenas lie-e.......Ihos. reapundeu alia, |a< tnf
ro! ir..ni ca i.i um cent r i los,
Ibn, deila fura o leu dinheiro, segando leu
COslui.
Minha chara mulher, responden locamente o
ren leiro, nao lamento meu dinheiro ; ouve la' quaes
i.oaiii a. palavras que eu rnmprpi.
K conlou-lhe o que se Ihe havia dito ; a' vista d>
qoe a m libar encolhao s hombros e o coesideroo
om loorn que arruin iva ua ra.a, e redola lodos a
miseria.
Dep i. le algom lempo, om mercador parnu dian-
le da porl i do rendeiro, eam doai rarroagons rtieas
dame -. Ella tlnha perdido em eaminho
um iocio.....ffereeea ao rendeiro cincoenia .-
se le quuesse encarregar de uma das carroageni ir

El| fi", disae man le a mulher do rendeiro,
qoe nao ere ar, e que desla vez ao menos
ge.ihars tlgoma roo-,.
Partir.ni; o mere idor ron !u/ia a primeira carroa-
gei i. e o rendeiro a irgun la. (1 lempo 'ia n..
'<.....:io- r- -an. .le-; gran-
de dllHi "I le, I
' e o marcador pergun no qo il - II a d : au. milla, disse o i n leiro ; I.o a mail
eomprida, i
O merrad'.r le boje,
lia, a quan la ni uioi, di-se o
ren ( ro, eu lll I iril 1 u este caminbn. .
lCnii io| n re iro une linha t-<-1-
i. mallo lempo
I ands q ie' i o.; as a toa car-
algama ; o maread r sn
... linha ral.i.lo n'um
' eslaxa vana lo, I i
...
i se apearam.
< uma mulher j neo. o
tner a loi mil I II r afim de sin passar a nnile.
.Na, I n i til ne ile--eui rem ea-
rudos, bri Ion o ren Ierro.
t. ii.i.i .. ni ii- de| i leisan le sea
. .mi. iiiheiru
\ i'ule li. 3, o. i I e -I i
e lall rain a po id do* -ni- bellos ohwi. Itei
.embiiiib'i i e liuiiv um liutiieiii nint-
9:401i\fOO0
r. Mello Rago J i; qaia da aleamaa uptiea-
lemunle ao |oe un nina das rauojoat
inlrrioraa diasara i Sr. Maooel Civalc.snli.r-laliv.i-
inenle c.ui.lrucrao da uma cochaira na caa de
. e Bli q ... ..!:. qo ..
rte do plano da obra, he lodavia oeceetaria,
por qoe breve aqaelle estabolecmanto devera' lar
uro. propriadot para condtuir o. presos, como se
lo las as cid i les emuladas, e no Kio de Ja-
neiro, acabindo-se com .-. -\ teeaa repugnante a
" le o lar an h imem peles mas se-
garo pelo ros da caifa, emoitai lates rogiado da
o dos luldados, ou sendo arraslado a maltra-
tado.
11 Sr. Manoel C.valcanli, faz algomas observaees
obre o artigo, expleando o que dau lugar a lar'el-
le fallado na consl-ucrio da cocheira da casa de U-
len(lo.
Kiicerra-sc a ilis-us.ao o rejeila-se o arlpo.
Arl. II. Com e iluiiiiuacio publi-
ca, das cidade do Kecife, Olinda o
la'iaBM.......... 7!:00(WNI
MtOOi-yMMI
SI i remellidas a mcia ai siguintcs emendas que
alo apoiada :
(.un lu lampedes para a cidade dn Kio I'ormosn,
aui;iiienic-se a rispecliva verba.(1. Ilruininond.__
Lopes Caldas l.in..Penlo lloaile.
Ciin :lll lampafies pera acidada do Naiarelh e
mais i) para a de Qoimna, au-ii.rnlandn-ie urde
eotidu a respecliva verba.Carrea de Oliveira___
Manoel Cavalcanli^Machada Porlella.
Aerescente-ss :Bcando o governo autoritario a
tteapeai iiierisa. per cuta do arl. 1 >, para
a illuminacao da casa de l>elenc,u e a collucac.n. lo-
ra do permetro di coulralo os lampuies resloni",
dot mil coulralados.Mella IWgo (Kaphael).
Encerrada a disius-.io sio approvadas as emendas
com u ; ,1.
Arl. 17. Com o islabelecimenloi
de caridad......... &O00MOO
^^alNCNHK)
lie approvado sim debate.
Arl. Is. Com ii'uslrulo dos pre-
sos pobres, dando o prndenla da
provincia um regolamenlo para a ap-
piCai.Jo e li'Calisa;io desla deipeza. 38:000-(MK)
38:(KKwaio
o Sr. Manuel Ca-aleanti pede explicarei sobre
o artigo.
Encerrada a discusso he approvado o artigo.
leu io dado a bota.
o Sr. Presidente ada a diseeatla.
.Vimeanio para i roinmissln qoe tem de apre-
senlar ao Exm. piesidenle da provincia algn! a'loa
a sanecio aos:... Valaolim Vil.lia___Krauci.ro Po-
dra e Calda. Lint, i temi marcado a ordem do da
levanta a lettlo.
KECIFE, 22 DE MAIO DE I85S.
AS 6 HORAS DA TARDE.
RKTIIrSI'Ki'JO SEMVMAl.
Al noticias chegada de vano poulua da provinri.
lo, e cuino lamiam a joslica, esconderam o cadver
ua carruagem do maicadnr.
Elle, que linha dormida bem, e nada ouvira, le-
vaiibu ic de madrugada para enjaezar seu. cava!',.,,,
e licnu realto tttettade ao encontrar ora mo.o em
sen carro. Ouiz fucir o mais depressa poss'.vel pata
nln ser envolvido n'.im proresso incomir.odo mal
cnrrcrain apnt rile. Esperando que a tilica esclare-
ces, e o negocio, lanraram o pobre hornero ua cadcia
e ronliscaram-lhe ledos os seos bae.
ouando o rendeiro aoube o que havia aronlccido a
sen comp iiih.if., elle quiz ao menos por em gu-
sanea a sua carruavem, e voltau para mi rasa. A'
me ii la que se approiimava, rellaclmdo sobro ns ma-
l- que r.iu-a.n os rivquersrot dat malrrtres, tvittoe
.ua mulher tentada no jaidim. e Iciuln a seu. | .
um joven sol la.o qi o 11,e pattava os loaros em (or-
no da riii'ura. Colloeados embaa a' alameda, eate-
"iii debati insmaos ,|e um ciato, O rendeiro pU
di u de urna jNtaaMMI''11':ar-.u lobre os dooa li.n-
doret : r.i.isoS^lTn^^ew
PagueTcem escudos, dis>e elle comsico, pira
s-t.er que n.io d-vrmi. .Ir-priisa toda a iiussa colea
em um dia. I'.-, eren o amanilla.
Deu oini v lia paia entrar em sua casa por om
oulro 'a 1 ., a assim que balee a' porta, eis o joven
lo que vera larrar-se em seus bracos, (na-
dando :
Mea pai, aproveilei a minha lieene,! para abra-
r O ren leiro di.se .n Jo a' mulher :
Escola agen o que me acantete, e vers .n
rain es Iras i-ui-dho qoe me
derom.
Elle ronlou Ihe Inda a historia ; e como o pobre
n rendeiro .. arliou berdei-
ra i ; menle, lomando -c rico, repela io
dn. ns 'ia-, que nunca se paga raro de mail UO h ..
ron afilio.
Em nutra nrrali i lai l. I
c.....p" .lm no l de repelidas veres a'porta, a de
d ii i i; no lii mal tspai | j..i tac. hi.
IftIKl .-
i,
II Fm\/FI


iiiARit) iK pKUNaMMCo ;.r..,"\T.A FEIRA fi. DR MAM )F. Iftfi.
sin butanle lisoiiatlrat. A- chova* que o lem ci-
periinealado netla iJ.iile desde ocli.i ludo corre-
le, ].< > Milu gOCMt ; algam nos Ion lidu lictenle.
i >s procoa doa generoi de produocSa indignan aa
arlmii un ponto nuil* liaito.
I,nos I Mlaft(lo la pedal anniiriar ao- nusms
leilorcs 11111,1 noticia bastante importante aera a uos-
-.1 gricallera.
.Salemos que S. Evc. o Sr. presidente d.i provin-
r a as.iiiiou o emirato pelo i|oal Mr. ('.liarle de La-
li.iulnr se obriza ,i eslabelecer, por maio de orna
rmnp.'iohia,orna fabrica cenlial para o fabrico do as-
sucar.
Sr.Lahaatief leve a hondada da no mostrar a labal-
las da uroiluc(iio actual da planicedodbo.quand i es-
la h'l a parle da,no-a provincia, |>nc everoplo, parda
Iraballianilo pelo avalenta atrazado do fabrico que abi
M eapreca, assim cuino em luda a> paracens. At-
eta, o li) endeudas situados aobre esla rica planicie,
ni safra passada, o assoclro se vendiam por naa
precn elevado, quamlo cada I 'fina de mel (Uva ao
aenlior de enceulio 1 i>"iIKI, oo para melhor duer,
quamlo cada caima ein pe Ihe data 17 iei ; por um
liaba.ho coordenado, simples, f.icil. son a ine liianiida.ie de ranna, ein vez de 15J>501), o sculior
de enjenho deveria lirar 207260, a por eonsqii',n-
na cada ranna ein po devena piodozir de 28 a
29 rois !
Nao sera doloioso ver que se perde lano dinlieirn,
qmudopor urna aasocincjali de capilar, pela divisSo
il i traballio, o nosso fabrico de assorar poileria por
kaata dizer duplicar os eus producios com a mesma
i|uanlidade de caimas hnja empregada, e fa/.er urna
concurrencia (errivel a lodos o paires qoe, como o
Mees), rullivam a canna de assocar, concurrencia
lano mais Icrrivel, quanlo a caima de assocar do
llrasil lie considerada geralmenle como a mais rica
do inundo ein malarias sarcharinas, a que conlem
menos materias eslranhas, c que he de mais fcil col
l ura '
Esperamos que Mr. Charles de I.ahautiere pnaa
eoiiveneer os notsos mncullores sobre estas viitla-
| lae. I'ela nossa parle, nutrimos a esperanca de
ver n i lafra de 1800, urna fabrica central levantar
urcol lusamente a tua ehamine am orna das nossas
loriis plauiciea ; e eilamoi cerlos que depois dos re-
anllacos deste primeiro ensaio, a nossa bella e rica
provincia sara coberla de etlabelieimeiilot deste ge-
nero, riqueza certa, e do um alcance masoilico.
0 vapor Igunrassiio, entrado dos portes do norte
da oa escala, deitoo em paz lodai as provincias por
onda paisoo. So Casar, no Ido tirando do Noria e
na Parahiba lein ehovido baslanle. O reeetos de
secca esli completamente desvanecidos. Esta sa-
lisfae tarta noticia lia sido confirmada por eommnni-
caees oiaiaes.
A i.nla seeomle ha do nosso correspondente do
Cear., que nos escreve com dala de 1 do eorreule.
ii As noticias que ha, depois da miuha ultima ear-
la ata as acumules :
a A companhia l'niao-Cearense, encarrecada de
lealisar a empreza dos carros de transpone do l)r.
I'hi'h*rge ja' coula para mais de 40:000^)00 de labr-
en pri.es. O capital oreado para a mesma he de no-
venta cunt.- ; creio que muilo breve aerao vendidas
is an-es que alada enislem !
Os estatuios do banco do Ceara' legulrnm para
:i cor e no uCru/eiro do Sol, e ha toda a esperanca
de que sejain aprosados. Dizem qoe se nao houver
ntlle- minia mo iilca.;ao, um dcimo do capital do
banco sera' destinado a favorecer a nossa nascente
agricultura.
A|rei|ui-i,,io do presidente da provincia e do
eorpo coiiKncrcial desla cidade, o governo imperial
naur mi abrir um trilito do ferro da ponte de des-
embarque para a alfandega, dcvtndo, logo que o
mesmo eilivcr concluido, correr por coula da fazco-
da toda a despeza com a conducan das rnorcadorias
do I apiebe para a dita alfandega, e desia para
aqoe le.
.<- O Dr. Jardim continua no tame e esludo do
porte.
a A estrada de Balante faz-se presentemente
por irremalaro ; para esae tim foi dividida em I i
lance s, algans dos quass acham-se arrematados, re-
pelando um laen de 1,000 bracas por um eonlo de
res. Dizem geralmenle qua foi acertada essa me-
dida, a qual, alcm de ser mais econmica, inconles-
lavelmcnle lem da accelerar a maicha da dda es-
lrdi.
a Contina o calcamcnto enra o meimo on maior
vigor, he voz eral qoe he mais bem fcilo que o
d'ahi.
e Os dous individuos que o presidente mandn
engajar na Inglaterra, ou llollanda para ensillar
aqu o fabrico do queijo, e da manleiga anda nao
rbegirain, mas eu nao nosso dizerlhe qoaes as dif-
liculdades, que se li.io encontrado nesieemcajamenln.
Consta que o Sr. Silvairj recommendara de novo
esie -ngajamenlo, do qual provira' grande ulilidadc
para esta provincia.
ci Acaba de ser publicado um regulamenlo de
obra* publica, a respeito do qual nao me he poMi-
vol agora ininur um juir.o seguro. Taitas mesmo
anata o fa^.i por ler perdido ela opportQuidadc.
Entretanto potra taaegarar-lha i"o o uCearense a-
ilia-.a c.imprnmelinlo a analisa-lo. Se otrabillio
desso peno neo n.io for publico, como infelizmente
I.i'kz aconlrra, dar-lbe-hei urna indicia dellc ; do
contrario dei\a-lo-hei firar aqu mesmo com lodo o
cortejo de suai rtfleoe*.
Aqucllds tn.pre/.as, o os diver-os melhora-
mi :i i, iia que Iba lallc nesla. e d? que Ihe lenhn
lana fin Tr/r-, sao pn movidos Mmenle, -.orno j
Ihe i/, ver, pela administraban e pelo comniorcio
daila ciilade, n ijual viii obedecen lo bcllaiucute,a09
imp jbos io progresan,
Cticy,ou, ha pouco, de Liverpool a barca i ai
;:lc/1 i'Anel', lanceado um geaada carrogonwnlo oe
lar.endas. A ana viascm foi muito demorada, pelo
que ja' sa cuusiderava perdida.
" Appareceo a fehre amarclla na povoarlo de
Armuelles, urna legua distante desla capital, e tem
leiln algumas victimas.
Acha-se ja' reslahelerido o ultimo docnle de
boiigMj que havia un hospital da JaeareclDga.
ltimamente houvc no lsreo dcsia cidade nm
roncureo para a cadeira primaria de Sobral. O S>.
Sdveira MtMio a elle, e apezar do juno da com-
inisiao de exame, deu a cadeira ao cidadoEmiliano
de i mira.le l'esaoa, qoe I.v. mullo melliorca provas.
Fui mais um aclo de juslic,.! da adiniiiislra^o.
a Ess Emiliano lie aqu (ido em coula de li-
ben! ; o sao competidor be saquarema.
Foi preso pelo delegado da Tedia um crimi-
no- i de mime Jura, o qual na crisc das heiigas do
atino prximo passado, bavia-sc evadido da cadeia
desla eidade, onde acbava-se condemtiado a qualro
anuos de prisao com Irabalho.D
0 Tyiie, chafado do sul loi portador de pouens
noticias importantes. Entrara no parlo do Ida de
Janeiro no da 13 deste mez o vapor inglez Clode,
viudo de Liverpool, rom dalas de Londres ale I (i
de abril ede l'aris al 15.
lio um numero doajornal doCommercio eitra-
biiuos as aegaintea noticias que trouia aquelle va-
por :
lano em Londres como em l'aris estavam os es-
pilos punco tranquillos. O horisoule npresenlava se
aluda carregado. A oceupacao da ilba de l'erim pe-
los Ingieres ; a queslao dos refugiados polticos em
Inglaterra, que couliimavan a imprimir all livre-
iieule os mais viotenlua libellos contra n imperador
Kapalale ; a pouca durafAo provavel do miuislcrio
lierby, que dc\e ua existencia precaria i desunian
dos partidos e aos ciuines dos seus contrarios efebe-;
o e.lado de amuelo em qoe ae acba a Italia, e mui-
lai uniros causas mais acundarias por ora, mas qoe
de um momelo para oulro podem tomar grandes
proporfves.ludo contribua para conservar os nimos
BBI lamia e para augin-ntar o recelos de um rom-
p lenlo de que infelizmente pode resultar uma
guerra geral.
So a maior prudencia da parle dos gooernos de
1 anea e de Inglaterra : -o o< mais sinceros desejos
df inanler a paz ; somante cuiires-oe* motilas, p ale-
ra i evitar a lula provocada rom lana perseveranca
e ;em allencao aos ineios empregados, por lodos os
in inigos da uniera polilira c social na Eoropa.
.No da 12 do passado, termina 1.1- a- fe-I .s da l'as.
coa, conliuuarara os trabalboi parlameulares em In
glaterra ; purera alo o dia lli liverara apenas rete-
lencia cases Iralialhos aos aisomptoi que tiuham de
culpar o parlamenlo na scinaua de l'J a 2 do
mes.
Ncsse mesmo dia \J aiinunciou o Sr. Diiracli que
DO da 10 apreseutaria o orranienlo.
'.'i .in in iu mi I da India, verillcou-se o valici-
n o do uosso correspondente de Londres de que csse
li II sena relindo.
"Sr. Disraeli declarou logo ao primeiro dia de
si -sjn qoe o governo anda nao sabia quando convi-
r a propor a segunda leilura daquelle bil.
O ministerio parecia arlur-sa ein dilliculdades,
mas na opini.io de parle da imprensa da capital, es-
s-is difllculdades eram mais apparenlcs do que reae.
Adlrma-so que o ministerio Oerhi ciin-eguna o
a oio de nm auligo adversario, de lord Joliu llus.ell
e o rcenle procadimenlo do S. Exc. ua cmara pa-
mela coufirmar essa assercao.
Lord John Itossel propinara no dia 13, como o
rrclhor mcio do piocf.'rr ampollo da queslao da
1 o lia, que o governo em vez de dar seguimeula ao
>t u bil, apre-enlasse certas resolacoes em commissau
piral da cmara, relativa a' futura" ,idminislrai:5o da
I liba.
Ella resolocAo impnrh o rrronlierlmenlo da necos-
t l ule de uma reforma, e urna ve/, a leptada loma-
ra* aesnoeeatara a apraaeniacta de um bil. Aaaim
;:overiiii fara' calnr sobre o p-iilaiiiemo loria a ic--
iwatabilidada da reforma, c esrapara' ao pargoi i e
un,a votara, i adversa.
ftahooi ida cmara dos esmmni
nao descobrisse o Rm qu...... J ihn Kaan l li iha em
'*" b declaiarqoi.....
onlirri.i a en idade da iroposla e lord .1 hn
Rasaell, e a aceilava em nome do gotorno. I
lo i -o i lord Jii.ti l!,is-,-ii ,......| ,,,..,. ,,lu.
lo pai evii r a lord erhj uma darrela que lera-
; ia lonl l'aliner-li.n ai poder.
. l*Jh*oiniln. ii.eiromini.
lr de-pjiva voltai pira o poder, a qaa
" neionavara apressai a tal.....id< iteus.....e.
i >s aorral in I.....fa -, rio na que'lao .la
li por ota lado o n iva mioislerio Itarb] II
i'Tiiiiiiado n:i i largar aapatlaa ;aj>oroalr, asa va
uni lord Jilm RuSMl
rios wblga e liheraes de lord Palrnerlon, Era i atsi-
vcl, porem, que leintlhante mor o iiem rii
ser aprosentada, porqoanln, se nao agradasso a' ea-
luara o orcamento do Sr. llisi.icli, era quasi certa o
iminediaia nina crina mliii-leridl.
I) inarerlial PolliMier, duque ile M ilaknll. embai-
xadni da Kranca ein Inglaterra, chegou a Londiea
no dia lli. S. Ese. fu roeebide rom r. nli'lidadt', e
eonflava-ta que a sua procura eoiitribnii
acalmar os espirita.
JNo dia 12 enmarara o proceso da lieriinrd, leva-
do aos Inbuiiacs ingle/es por ordeni do governo
Heiby, como cmplice no atlenlado de 11 do Janei-
ro. Suppunha-se que eaae julaamenli- terminara no
dia 17 ; ma>, dado o caso de -ir llemard coiidcm-
nado pelu jory, nao seria proferida a Matonea pelo
juiz no mamo da do lolgameuto. O advouado rio
reo aprawaloa urna seiie de excepcus, o sobro allai
linba de resolver o tribunal dos qtint/.e juizes de
I nglalarra antes de se lavrar a senlein-a.
O partido republicano em Franca alada nao lomara
decisao a respailo des candidatos qoe iiprereularia na
prxima eleicao pela capital, eleirfto que, rara dizer
a verdadr, nao excilava na popularlo o menor inle
resse. O preliminar iiidispeusavel de prestar jura-
raeulode lidelidade ao imperador deeorganitoa lodo.
II Sr. Julio I a\re nial sabia o qoe Ihe cumpria fa-
zer. Se livesse de levar-se somante por suas inspi-
rares, he provavel que nao data om > paaw ; mas
ve-se instigado pelos seos correligionarios, e mal sa-
be como sahir-se da difliculdade, vial i como Ihe re-
pogna prestar uma 1.1o solemne adb'sao a um go-
mera, i que derriben a sua mimosa repblica.
O Sr. Bellimonl tamhem hrsilava, e acredilava-se
qoe no momento era une se sprtsenlasse, o Enverno
o proclamara lainbiiu -ou caudidalo, e voltaria as
sim a artilharia miniiga eonlia u proprio ini-
migo.
lis qualro riepotados da oppo>icao, Emile Olivier
e llarimon por Pars, llenou por Lycns, e Coio por
ilordeaux, acharam-se enllocados ao dia 10 em
grande embarazo por motivo de un convite que
tiveram para jamar naa Tulberias 04 dia 12. O Sr.
Olivier declinou a honra, escrevendo ao niurdumo-
mor do imperador a sesuinte cada :
' Kogn ves lenbais a bondade de agradecer ao
imperador o convilo para janlar, qie por soa or-
dein me transmiltistes, r de dizcr-llte que nao posso
afeitar.
a lenlin a honra, ele.Emile Olivier.
Os Srs. Daiimon e Ib non recosaraui igua'menle,
mas o Sr. Cure ecaitou o convite. 11 impciador re-
eebeu-o coro a maior urbatudade, c aur mullo lem-
po conversn com elle.
O acampamento de Chalona anninciava-sr esl
auno muito brilhanle. A forra all reunida subir'
a cera mil humen, c sera' cuinmandada pelo ma-
rechal Cauroberl.
Os preparativos navaes faziam-se timbcm era
grande escala. Tratava-se com aclividadt do ppli-
car o hlice b ludos os vasos de suena, e ein Hresi
e loiilon coiisiruir.imse baterias flualuaules da fo.-
ri de mil r i vallo-.
Alllrmava-se que o general Espinasse dallarla a
pasla do interior, e corra que leria por auccessor o
Sr. de l'araignv, oo o conde do Morny. Parece
qoe esta mudanza he devida ao m.io acolbirnento
com que foi recebida a uomeacao do general Espi-
nasse.
O brigue franeez (((telemn, entraro nesle porto
no dia 21, trooxe apenas um numero do Monileuru
fraocez, que nada diz acerca de polbica ; anlretao-
to segundo uma Carla particular que vimos dirigida
a uma patata datla praca, a alliauca anglo-francaza
se achava em perign eminente, por causa da ahsol-
vicao de llernanl pelo jury do l.ondie. Ksta Bal-
ala causou uma improsso muito d:sagradavel em
Franca.
Falleceram durante a semana 13 pessoas : sendo,
II houiens, 10 mulheres e 10 prvulos, livrts ;
liomeus, e oiulltsr, escravos.
11 i1 -batein ; parece continuar e
silo e aprencnUr-nw como um Titn, lu-
undo sempre, a todo proposito, e coaa to-
dos Por lisongeira qua possa parecer so-
melhante attribuicSo, declino della pnrqu*
lian In verdade ra. Gloria oo peccado, lique
a scu dono.
Declaro, por rninha honra, que nada ha
de commttm entre mim e--o etpi ctador m-
visivi'i -Conteslc-mc qaen spuber a u ler.
Declaro mais, que alheio romo sou as Io-
tas polticas actualmente, nada encreverei
nos jornaes deata ou de outra provincia, po-
li ticos ou nao, scno mm a rninha assigna<
tura; un o pseudnimo de.\grippa--, so-
bre ssumplos Iliterarios : proposito que
tenho ohse.rvado lia utasi um asno.
Assim, pois, de boje em dianle ningucm
ser aulorisado a atiribuir-niu escripto al-
gum fra daquellas condlc/les, e nao seref
perturliado na tranquilla ohscuridadn a que
me Ihe: remettido, e que tanto aprecio por-
qu esl no meu destino e no meu carcter.
KecifQ 22 de maio de 1858.
Dr. Aprigio GuimarSes.
Scnhores redactores lie publico e noto-
rio tiesta cidade, que o actual arrematante
dos subsidios do gado e dos legumes, que
so r.onsomcm nesle niunicipin, sobra robrar
160 rcis por cada carga do lamilla que con-
corro ao mercado, lem a exagerada preten-
c3o do alialimoiilo de 50 por cento no proco
da arremalae.io, como acaba do requerer a
l'.xma. asMmblea pruvioclal, a qual nao dc-
ve l'a/vr tal toncessao, porque alemdoa-
buso, que commcito o iilo arrematante, re-
cebendo mais do que 80 rs. por cada carga,
cuino manda a Ici, nem por isso tem deixa-
do de concorrer feira muito gado, e legu-
mes ; e para quo o arrematante, sobre o
abuso que pralica com os pobres malinos,
nao v ainda locupietar-se nos cofres da
provincia, recorre ao seu acrediado Diario,
para prevenir a Fxma. assemblea provincial,
que se nao deixe sorprchender, fazenioa
COOCeSS&O do pretendido abate, que em pre-
senta dcsles factos, he injustamente recla-
mado, alem de oll'ensivo da dignidadeda
assemblea, pela sua exagcrar;rio.
Coto a insorc-io dcstas linbas muito ohri-
garao, senbores redactores, ao Vv. Mu,
muito allencioso venerador.
Itio l'orniuso 17 de maio de 1858.
Joaquim Ignacio Paes Brrelo.
CVMIUOS
Sobre Londres, 25 ,1|{ d. por |J a 00 d v.
a Pars, 38 rs. por fr.
> Lisboa, loj a lili por cenlo de premio.
Pscenlo de leitras, Illa 12 por cenlo.
OIHOticas despalilllas. IIOSOOO
Ditas mexicanas.......319000 OU
Pojas de <;s|(><\ ladO lrjaOO
liloedas de OcOOO OllIHl
Pilas de 20a .... 209500
PIIAIA.I'alacoe brasileiros. jOMO 2JI0O
Hilos Dolumnarlaav. SifONO 2jl00
Pilos mexicanos IfgOO
5 'lilas pella- preparada* : a l. .lilin-ion ,\ t..
2 raiiit ergios, 1 dila velas, 1 dila vldros; i II,
Plllliolil.
1 rana livro, S dilat morreara, rnapa, vldros,
i ipel, esnolelaa o botte, tic, 3dllaa mtdicarnen-
lus. I dila Ida, 1 dita tullas, 10 dita- anadaa de so-
la. ealr.i lo et.*.. t. ilila- ronseixa-, i ili-
s perlino na e aaapentorio, 30 dllai aardinliai, I
dibi ioueas. I' -1 atalas ; a ni lera.
I cana marcearla Manuel .loe Das da Coila.
CONSI LADO liEKAL.
Ilendiniento du dia I i*i|, 7l:27:'.;t".|s
Idtra ilo dix 22....... 1:7111-1 ,
72:'. -
DIVERSAS PlinvmciAS.
Ilrndinientododia 1 a 21. :t:li'ii> 'il
Idaui do dia 22....... aO"J>|06
3:3555967
lambas, -ji.n pranlne. 10 gas e 20 dorias de l.i-
beai, S barra aacila do andiroba, 2 paneiroi coiaa,
nO peras de cabo, 6 barra looca, I barril procos,
'Mi -arcos fan lie, .'i raiaas rape, 11 naceos earrapa-
to, 1 caivao varios objeclos, H caitas vi ir.-, I cal-
ile molduras, sol couros de rabia, 2.uno sedas le-
uda, 22 paneiro- lape ra, s cseos vUas de carnau-
ba, 3 fardo tpalos, 7 fardos chapeo-, 1 parole e 1
lardo pelmas da inia, 1 caitao imacens, 1 eailole
obieeloa de uso. ."1 garajaos earne, s al.picires -al, 1
eaixao qiieij.is. I parral.10 niel da abolhaa, 1 baln
mupa de aso, 30 latee aulle de asar......a, :;i, barra,
i meias pipas vioagra, I caiiola azeile da chairo.
Acham-se a carga IT navio! sondo, pna o Rio
nudedoSnl 1, para o Itio de Janeiro S, paran
Porto ... para n Ceara' 2, para o Para' t M.iranli.io 3,
para MaCtio I.
-IU^tWlif topettp
DESPACHOS PH EXPORTACAO l'KI.A MESA
INI CONSULADO HESTA l.lllAHIi M) PA
22 DE MAIi) lE 1858.
CanalBaigoe ingles .llarlcjse, Jamos Ryder i\
C, 000 sai ros aatncar.
rr eslePolaca hespandola eMadruna, Bailar ex
Oliven 1, b*i*i tace '* atsuear.
Un* ila Pr.it,, lln^nr ba-palihol o\ iuilatlten, No-]
vaes tV C, 21H) barrlcaa aatoror.
Lisboa KrigiM porlueaat (Taraje la, Conrado MAPPA drmonilratun ti'nqua que trie n banm iln
Navios sabidos no din 22.
KioGrande do Sul- Brlgue brasileiro Impe-
ra -lor,* capitao Clemente Jos da Cosa,
carga assucar e agurdente.
Rio de Janeiroftrigue brasileiro tLibcralt,
capilSo J Cardoso, carga assucar.
CibraltarBrigUe inglez aAnna Haran, ra-
pilo Gcorge Sbearir, carpa assucar.
Auvuslode Parias, ls barril
I M'OHTACAO
Canal, paladn malea aSapho, de 210 tonelada.,
cninluio o-euuinlc :5,050 saecoi eom 2">,2j ar-
rabal *le a' >uear.
RECEKKDORIA DE RENDAS INTERNAS UE-
RAES DE PEHNAMIll I.
Ueudimriito do dia I a 21. 20^1569661
Idam no dia 22. 3;I90S788
2S.ii7:V2
CONSDIADO PROVINCIAL.
Iten.lmenlo ,1o iba I a 21.
dem do dia 22. .
16:1 UJ.182
.si ;-119
47:25:1:7*11
burra de.-ie porta na umana ltimamente
I* ma.
Nominaran
dosdias.
Dominan .
2.a fe ira.
3.a feira.
i." feira. ,
5.a feira.
<>.-' feira. ,
Sahbado
Preainar.
17 ios invler.es
10 1|2
10 a
l.l|2
I51|2 11
10
10 n
Ha i \.1-mar.
rom principio do olcio de pedreiro, tenlo
ausentado-seda casa do sua saohora na ida-'
de de 10 anuos, a qual chamava-so D. Joa-
quina, em companhia
iioiiii's grandeSi brancos deosso, grosas
M ; iltins pequeos, ditos do dito, grosas
126; clcheles pelos pares21,600, litros
de seusenhoi moco | ero hraneo de 150 follias S; ditos de dito de
dedil de 200 ditas 1 ; di-
i rangeiras dahi i ara Coroaiigi.'desi. pro- pe lid is'devem ^ "pd pauUdo'e tor
vincia, onde morrendo o dito sen senhor cada folba i:, polio
tnot;o, elle licara em conipanlna de sen pa- |o Jo largura.
de nome l.oureiico Cordeiro, moradoras em 50 ditas 8 ,ii:
Cuablra da provincia da Parahiba, lora para los de dito de m
lega
as de coniprimonto e
nu I"1"
d-inlio de chrisma de nome Theodosio, bo-
rnea brauco, solteiro, commercianle em i n-
roangi, donde so ausentara procurando a
companhia da senhora, lora preso em podras
de Paga por um liontcm quo venda miude-
zas, o i|ual cnuduzndo-o para esta ctdado
podeevadir--o canutillo, sendo ltima-
mente preso no engeuho Timb, o dahi re-
mettido e cadeia de ordem do Dr. delegado
deste termo : e porque dito escravo periclita
ans 1 ens d" evento,sao chamados quem sobro
elle sejulgar com direilo, para noprazode
60 das contados da dala do preseotle, virem
teclama-lopcranto a mesma collertoria na
forma do aru 6do reg do n de julho c.
1852, lindo esto pra/o, sera o Jilo escravo ar-(as "
rematado e o sea producto recolhtdoa the-
souraria provincial na forma prescripla nos
arls 4- e. 5 do dito regulamnuto.
I-. para que cheguo a noticia dn lodos, man-
ilet passar 0 prsenle que sera allixado nos
lugares mais pblicos e publicado pelo Dia-1cnad0 ,:ins> dmi lustrador,
rio. Collecloria oe oituda t de malo de 1858.
Para o lo.- batal iS0 ,ir. caladores.
Stpatos, pares 11:1 bonetes, 1*0.
yuem qui/er vetnl ir estes objeclos apre
sent s suaf propostas am carta'fechada na
secretaria doconaelho, as lo horas do dia 25
do corrate.
Bala dassossoea *io eoiiselho administrati-
vo para fornociroonto do arsenal de guerra
19 de maio de 1858. Itonto Jos lano'
tilia l.ins, coronel residente Jos An-
tonio Pinto, tciinnle-roronel vocal, serviudo
de secretario.
Pola mesa do consulado provincial Be
faz publico que no dia 25 do crrante mez
limas .la manira, lem de ser arrema-
tado em hasta pijhlira. um cavallo rmlado
eom pintas de pedre, cauda a cimas prelas,
avahado por 120? pot ser considoradn bem
de eventoMesa do consulado provincial,
19 de maio do I88 -Antonio Carneiru Ma-
ll 1 pes ingl.
10 s
10 1 -' 1>
101 2
II
111 2 a
II i.
PAGINA AVULSA.
HSCE>Lii H\ !
Deseonlenlamento. Consla-nos qnc os auto-
res da Celta Icuibranca de impedir o transito pu-
blico por meio de uma cerca de tabeas na nava roa
da i alubia' nao licaram muilo eonleules como
desiiiomiiamenlo da mesma cerra,' pois qut alera de
perderem a despeza qoe eom ella fteraat, bem de
liaqar as mullas qoe Ibes forain impostas : be bem
failo qoe lal bravatee acontecido, para no se mel-
laren) a fiizer o que nao deviam.
listrada*.Sendo ceralmente rscnnhecido qne
ama das principara fontea do engr iiidecimanlo de
om paiz, ho a facilidade das cummunir.icoes a dos
Ir.iusporles, e que islo s se conscane pelo aperfei-
1.1 .memo o mulliplindade de estrada-; niBfJuem
nielbor devo ler coniprehendido eila verdade do
quea illuslrissima cmara inuuicipa'. Sein deipre-
zar iieiihiins dos rainus de sua adiniiblrarao, ella
lem olliauo com atlo ver ladei-amenle patritico pa-
ra aquclles que mais podem felicitar n seu munici-
pio, prc mo ven do nao s o intlbor.iinenlo de al-u-
mas, mas tambera fazendo ahnr novas, em cujo
numero eremos aera' considerada a c ae se acba pro-
jeclada daata cidade a' povoatao da Var,
vanl 1,-ens que desla estrada resultan) sao l.io salien-
tes qua au sora' necessarl i oceupar-mn-nos em
incnriona-lai. l.ampcnf:rc-se a illnali................-
.. >.M.,irlpal dos lii'llcbrius quo pm e fatal ttl ttUl
inunici|iei com obras seraelliantes, que o publico
recebera' beuelicioa lacs cuino um lignal de aua ura-
tid.io.
Anttt larde dn que miara. No dia 211 do
rorrenic fui levada a tome baplltnal, una enanca
de 11 ranos de idade penco mala oj menos, i.uu-
vanios mullo a lembranra de quem quer que hnal-
raeiile rcsolveu-ie a dar um txetuplu tao proprio do
seu lado.
Astssinato. Na noile do dia 20 do carrele,
am parlagaaa na rea da Moeda ataasiiana a eetro,
legando dixea por /clus, que dclle livera, e que
depois de baver commeltido o assaisinalo declarara
que havia iiiorlo a um patricio, e que ia matar a
uma brasileira. Secuinln consla depois de illertuada
o su prnneir.i cruut procuroa evadirse; c comolbe
fosse lato euioararado, com o mesmo iiislruuifiuu
cun que matara ao scu adversario, ferira a mais trea
individuos, um dos :quaes, dizem tallecer lio te-
ijuinle da. lelizmeule saraelbauls fera n:lo ple
escapar da at(So da polica : actia-ie prtaa.
ezastre. No dia 20 do correnla no lugar de
Apipuco uma eanoa que passara de um lado paia
oulro, n.i podando ser ajeniada pelo canoeiro
que a governava era consequencia da grande cor-
renteza d'aeoa produsi la pela endiente do rio, vi-
ran e orcasionou a morle de uma mulhcr que infe-
luiiieule eiubar:ara uella, poden.lo salvar-te o ca-
noeiro. Se bem se cuniprtliendes-c o perico qoe cor-
re embarcar-se quando o rio se a-ha por lal modo
cheio, cerlamenle nuicuem se exporia a elle romo
muiia genle faz I Ja' nao he a primeira. vez que lal
acemite*.
lleie lera' Inear no thcalro do Apollo um hene-
ficio de apparenles jogoa pbvsicos, petas merliani-
eaa e presiiiliiiiacno, em favor de madama lleveaux.
Sera' mais uma orcasi.lo para o Sr. Julio fa/.er art-
illar o seu emule talento arlisli-o. So o publico
leve prolecrao a qualqu-r pes-oa que a elle se che-
ca, esle dever toma maiores prupi rc.oes quando be
uma mulber que o reclama. As-un, pois, he para
esperar que boje a sala do Apollo se anchara' de
e-ppci.i.iures para auxiliar uma representante das
crasas e das fraquezas humana-.
ti vapor I)iien saludo para Saulhamploni e p*>r-
los erilermedius, leva a scu bordlos secoinici pas-
sHKeiros :
A. dos Sanios Viaira, J. V. i^ns Santos, A. F.
Pcreira, !'. J. Kedyway, los Mondes, J. 1". da
Coala, J. A. Boarajots, J. J. Heokl, I. K llennnn,
Luix l'ucch. Tinoco, na fenboa e lilho, Delluio
l'eixeira, Pelippa l'ranrk.
l/utpital de candial,: (21 dn correle )
l.visiiam 22 homcns e 27 mull;res halados pela
carUaile, 12 boineiis e 10 mulbere:. que pasara a ca-
sa, e 5 prt{as dororpo de pibcia. Total 83.
Mortalidude do dia 21 do coirrah1 :
Anlnnio, pardo, Cl dia-; aspaano.
Itt (rva-io de Amorlm Garfil branco, casado,
."**) airaos ; didrop\sia.
Siheiro j...c Caeellat, branca, Klleiro, :'.") anuos;
mliira de arteria, produsi da ilc uma facada.
Loira, prela, 2 doras; e-pasrao.
Ealalin, braiuo, 2 niezes; espasmo.
ldalina, branca, 2 mezes; cnnvolsfiet.
Ale rfr/ioi.s d'amanlwa.
Al.lAMIfcGA.
Ittndlmeulo do da I a 21. .
Idam do dia 22......
253:0109697
iLMICm
263:526JVI82
I>esearrei:am dojt 21 maio.
Ilarca americanaCantanfamilia de Iriso,
barca porliu'uozal'rogressisla ceblas, foijao c
pipas valias.
Ilriuuo InRlei'il.nicusbaaalhao.
Iln-iie in-le/. Itullieuiacan
Hn^ue porloguezEsperancadiverwa eneros,
l'alb.ihole nacionalllous Amigo fumo a charu-
tos.
MOVIMKMd |)..\ ALFANDEGA.
Volumes tntrtdoa cura fatouitaa .... 'l
t com gneros .... 1S
Vnluini saliidoi com fazenda
t i) tora ^eneros
"olal 20"
. 02
. 295
Total :i>7
IHPORTACAO.
Barca franc/a colinda, vinda do Havre,
consignada a Lasserre &Tysset frerej&C,
manifeston o seguinte :
372 barricas Cfmtinlo. 9~i ditas farinha de
Irisa, 30 ilitas Piier), mo caiXSS rerveja, 40
ditas qaeijos, 100 ditas velas estearinas, SO
utas papel, ion fardos dito de embrulho,
186 barris e 180 motos ditos manteiga, so
gif;os chimpanlie, 2,07* podras, 3 voluntes
vitino i|uiiiiiine pilulas; os consignatarios.
6 caixas pello de coolbo, chapeos de le
tro, bonetes, e objeclos para cbapeieiro ; a
Christini ex Irni.lo.
24 eaixaa fszendas do seda, de linho, de
algodSo, e mixtas, velludos, lencos, alline-
les etc., 9 dilas litas de. seda, franjas de al-
god.io de diloe 15a etc., i oinbrulhus amos-
tras ||. runn ij C.
50 lisrris e 50 ineios ditos manteiga ; a
Jolmstoii l'ater ,\, C.
1 caixa arreos, 6 ditas roupa, trastes c
calcado ; a Lui/. Anlonio Siqueira.
50 barra salitre ; a Joao Soun i\i C.
10 caixas perfumarla, meias de algodo,
lencos, cartas de jogar, clcheles, estampas,
calcado, chapeos, grvalas etc.; a Monlei-
ro,\ Lopes
9 caisas pnrcollana ; a ios Antonio do A-
raujo.
Bonetes, fitas de seda, papel, obras do co-
bre 'inorado etc. ; a Prenle Vianna
3 caixas crystaes ; J. ('.. Ayres.
1 dita mercearia, 50 gigos cnampanha, 15
harris e 15 meios ditos manleiga ; a l>. Al
ves Malhcus.
ri
1 caixa chapeos, 2 ditas vidros; a Siquei-
i\ 1' reir.
dilose 50 volurnes farendat de la, dealgodllo,
panins, roupas, calcado, cooros, papel, perfumarla,
lumo, marreatia, livros, chapeoa, piano-, quinqui-
llera, oru.lot, biscoutus e traste-, I itt\i machina ;
a Hurle k\ Sou/a.
1ofnni.se i caira papel, a dita de imprimir; a
ren ilroa de lana.
19 caixas mercearia, Ira-tes, carine, ele. : a l'ei-
dcl, 1'inlo ,\ C.
ao Dr. Aquino Ton-
a Wdallev l:orsler
I barril oleu de linhaca
seca.
a ditos c 55 mcios m.mleisa
Si C
1 cana espoletas : a S. P. Johniltn \ C
2 barril vinbo, I fardo rolbat, I raia roupa, vi-
nho e carne migada ; a viraron t\ C.
N barr vn.hu ; a J. da Silva I-arla.
10 dilos e 25 oicms manleiga ; a Ballet & Lemes.
Icaixa porcelana ; a Joan llaptisla Fragete.
IMlAt.A DO RECIFE, 22 DE MAIO DE IS5S,
AS3 HtlIlASII.l TAKIIE.
Retula remanal.
Cambial Variaram de 25 l|5 a 25 d. rorlj
a i.O e 90 das vi-ta, com praioi i
a dinhriro, sobrt Londres ; de 390
a MO rs. por f. a 60 e 9*1 das vi-
ta, sobre l'aris; de 105 a 1l"> por
canto dt premio sobre o Parto 6
l.i-lioa; de 1|2 a I por cento de re-
bate sobren Kio de Janeiro : Os
saques de que foi portador o va-
por i'i'vnen, montaran a SO mil
libras slerlinas. e as rtmeeeil em
e-pcrie a rs. 61:313$.
Algodat-------------Kntraram lmanle 270 sacra-, re-
culando as vendas do re s-t*Kl
a s-_i*.|| por arroba de priiueira
sorie.
AlSneai A entrada foi pequea em eonse-
qnaoela da minia chuva que cabio
em qntli todo os dias da semana.
Vendeu-ie em primeira mao a e-
tuuda e lerreira sorle bronco de
ii a i-nnors. ; quarta sorle de
3IO0 a :?t)0l|; n mascavado ame-
nra da 2500 a 2a600 ; Canal de
5' ion a 2-i."i*l; e malcarado bont
I 2-S00 r. por arroba, t) deposito
Din be grande.
Cauros-----------------Hepula-se nominal o prcro de 200
rs. por arroba dos tercos aalffadot.
Ilacilhao-------------Vcndeu-se cni atacado a 11 t>ra
por barrica, e de 8-? a 15? a rela-
Iho. Iicaram era aer li.OOtl bar-
ricas.
Carue sirca----------I'icaram no mercado 35,000 arru-
llas do Kio t irn.I, e 3 OtH) do
llio da l'ral.i. Ktlalhoo-se de 5;
a ('saOO rs. por arroba da primei-
ra, e de SS a 5S300 da segunda.
I .irmili .le Irigo-Lnlraram 1,800 barricas de Kich-
iiicu i, rom a qoaes o mercado
boje menta a 20,200 barricas, sen-
do 7,200 de Trieste, 800 de Ge-
nova, e as mais d'.Vmerica do Nor-
te. Vendeu-se a 200 a primeira.
de 183 a 20? da segunda, e da ls-
a 239500 a americana.
Dila de mandinca-11 grande variedaoe no mercado,
e os precos sao variaveis confor-
me a qualidadeda 7000a91000
a sacca.
Manleiga-----------\ ingleza reunin de 920 a 950
rs. por libre, e a francesa de "ilio
a 750 r*.
Dcscontos---------De 10 a 12 por cenlo ao auno de
rebate.
Frates- Pura *> Canal 20. Liverpool 15, e
... Sil 6 .
p.ntrarain durante a remana os scsoinlcs navio. .
narinuaes ulereantes, t v *por, 1 barca e 2 patachos ;
americano, I barca ; portegecf, 1 barca ; Ingle-
Bes, 2 barcas, 3 brigues e 1 patacho ; francezes, 1
briRae.
Saliiram durante a mesma semana : nasionaes
mercante-, 2 vaporeo, 2 brigwea, 1 patacho e 0 lta-
les ; piirluuiie7.es, 1 galera, 1 barca e 1 patacho i
hamhursiiez, 1 litigue ; sueco, I escuna ; america-
nos, 1 barca e 1 hiata ; inglesas, 2 barcas e 2 lin-
eos ; Trance?, 1 barra.
Eiialom tundeados nos diflerenles ancorailourns do
mosqueiro os seuuinres navios : nacionaes de guerra,
1 vapor, 1 hrinue e 2 ltales ; I escuna e 1 late ao
servieo dt allandeja ; e mercantes, 2 vaporea, 2 bar-
cas, 11 hrigues, 1 polaca, 2 bnuues escunas, i pa-
itaba*, I sumara. I esrnna ; purluguer.es, 2 barras,
K bnuues e 2 patachos ; inulere. S barcas, 7 bnuue-,
13 patachos ; francezes, 2 barcas, 1 galera, 1 brigot
e 2 polacas : sueco, 1 brigue ; hespanlioes. 1 galera,
3 brigue, 12 polacas e 2 sumacas ; liatnhurgiiez, 1
e-runa ; dinamarqiirr, I escuna ; aniencauos, t ga-
lera, 5 barr-, i bnuues o 1 patacho.
Kxistem Tundeados fora do porlo e no aiieoradon-
ro ao sueste d > dat larainhts : 1 barca belga e 1 bli-
une mul/..
Irarain no porlo dorante a semana: 2 vapores
procedentes do sul do imperio, sendo o vapor nacio-
nal i'Tocautitis no dia 10 ; e o vapor inglez nTyne
a 21 ; o primeiro seguio no metmo dia para os
pnrtos do imperio ao norte, e o segundo as 10 ho-
ras da mantisa do dia 22, ludo do correle mea de
maio.
Srbiram durante a semana os eisuinles volnmes :
para os portes tstrangairos 15,255 sacros eom 70.270
arrobas Oe Minear, 1,030 cascos e 3GI harris mel,
52 caicos e 12 harris agurdente, 65 volomes gom-
ma, 300 coces seceos, 200 vaquetas, 5,597 i-nuros
saleados, 372 meios de sola, 50 rebolos; para os do
imperio, 3,315 sacros, 560 harneas e 605 meias di-
tas com 21,930 arrobas de assucar, l,015.:asro-, l.ln
pipa e 20 barril agoardenle, 3.000 coco. Meeoa,
3,305 voluntes diveraot, 100pipaa vaiat, livolu-
mts diver-as fa/.endas e ferauens, 75 harneas fari-
nha de triuo, 105 volumes estranueiros, 70 nacio-
naes, 500 arrobas earne secca, 5 harris plvora, 5
lien i- ci.uinbo, leadla aletria, 2 barrica iniiea, I
barrica carrafas de a/eile e vinagre. 3 tachas de co-
bre, 2 barrica, bcalliao, 4 canas sabio, 2 banica-
e I sacco caf. 1 barril vinagre, 1 barril manleiga,
36 taboa de plnho, 2 barricas estucar reflnanado, 3
saceos cera de carnaub, I surrao chapos do Chile,
< 5 taceos arroz, 2 fardos fumo, 55 couros da cuber-
tura.
Observadlo.
Nos diflerenles ancoradoiiros do porto oicillou a
baua-mar de 12 e 20 a 1.3 112 a 21 1(2 pea iogle-
ze, a a preamar de 23 e 29 a 2 Ip2 e 30 l|2. Km
22 de mam de 1858. Joc Fauliuo Porto.
l'n Joao Co.i<;alvcs iiodrigucs Franca, escri-
v3o o subscrevt.
Francisco das Chagas Salgneirn
00 tr* c Ba e r_ o 5 P o "> u ** n B r o B A 2 So B a 5 c o c c 1 oa -^ ei lluras
o o" P i C *" Atmosphera.
a. o Da IX 5 O o R Directo. C
E 3 b tn a n rs Inlensi-il.TC.
ic K i; K. i i y E i S ti 0 Centgrado
5] Ivlii; tL abaloesa r lieaiimor.
1- 2SSS55. I'alireidieil
m -1 -1 -1'1 Ihjqremclro.
o' :! :.:':! = -t t a-i-tS 5o oc *-i p Jlarnmetro.
5S
.-
2.a Sec^o.--Secretaria do governo de l'er-
i aiiiiinen SO de maio de 1858.
I'or esla secretaria safa/, publico que os
reqoeiimentos das pessoas ahaixo declara-
das arhai..-se ja informados alini de segni-
rem pa vo porte no comi.
Manuel Silvestre *ic Alboquerqae MaranhSo.
lacliercl Nabor Carneiro UezerraCavalcaali
llajor Kranctsco Comes de Araujo l'ercira.
Alteres Ilerculano Ucraldo do bouza .\laga-
Ihaes.
Cabo Subastiao Jos Barbosa,
Atieres Joao Kantista Hispo.
CapilAo Leopoldo Augusto Furreira.
Ilacharel Bernardo l'eretra do Carino.
Me es. jse i'.eneiiieio do'Espirito Sanio.
Kapitao lianoel Sabino de Mello.
Alfercs Manoel Joaquim de Oliveira.
Dito Aristtdes Ballua/ar da Silveira.
Cabo [zidro Josc
Jo.lo i .a ros llltslier.
f; Alfcres l.uiz Vicente Viann.
? c
r
c
c.
~.
9r r-v-
Kntraram dos portes estranueiros : SO mullas,
120 pipas, 152 barril c 225 r.n\..os vtnhn, 53 bar-
A aiaeobla provincial na Miago do nbbado,
ib'poi- do espediente, e approvarlo da redara de
diversos projeclo, discuti o parecer da enmmitsno
de iirramenlo provincitl, lado sobro o prejerto .lo
Sr. Marlina IVreira, eslabclerenilo cerlas i-encoes
dt dcima, tjrou o Sr. Martms i'ereira, e foi re-
geitado.
Foi apprnvado em primeira diaCOssao o projeclo
qaoeoncade ls mena debcenri a A. P. de Fi-
uueiredo, profossor do tiymnasio Provincial, para ir
a Boropa.
I'is,nao a'dhenilSo do orcin-.ento provincial
sobre o art. 13, oraram os Srs. S ui/a liis, Paitlo
Dearte, Carntiro da Cunda e Peroira de Brilo. Im
approvado. Sobre o irl. 38 oraram oa Srs. Porlella
Manuel e Carneiro da Canda, cuita vezoSr.
Porlella o Sr. It pliH I ieoa idiade pela hora,
leudo a palavra o Sr. S .;' i nei-,
.| ir, -i.icn'' marrn para nrdem do di i .te
:nielr-i ili <;:--,i. do pi I-1 1..... 10, I le-
lo de u. 32, e continua; -: i i t
Levanloa-te a sessao as 2 3.
Corrtjip>iifjuirti?.
,27 volumes drogas, vidros, Unas, le. ; a II. F. de rise'lata. pr.;nt.e lalpicfiei", 306 saceos f.ijao.
5 eaitai qnuiquilharias ', dilai etrUa, 3 dilai cal- ,,xoe e 2 cndeles retro,, 2,570 barrica, bacalluo,
Caillls, 1 Cilla I-"'" .la f I a.,- Il-... ., ^:........ .. .
b.ildes c cr
~ ealtSil | ente
.,.....,------.,.,, ,,, ,.,, ,a-, ., ,,a- ca- c.nxoe e 2 euliliele, relror, 2,570 barrica bacalluo,
ma burra de rerm, 1 dila li-ira. 2 dilai 0.^56 barricas e 725 metas ,tm< familia de mu.).
rvstaes, ., ditas ervaUes ; a J. i'. Adonr |HQ birril feraeens. I, etiiliea obras de prela e ou-
qnelhariai, 2U caimcrytaes, I caixa marlrua, 2"
4 a;i ia.......i. .. .... i|u.-iiiiu-, _n i.ni" rniaes, i cana marlrua, 2.
1 diladilo. para chapeos da sol; a Manoel Ame. ,olamt, ,,,., clv,. cartas, 1 c.ixa hui. de
-ibirii. e2.)meios manleiga; a l.uilbenne ^ ferro, 1 cana bulbes, I caixa plantas, 7 caitas es-
l..ii,allio. i ,,).., xr,i..tl..,. i an. nt..i..... _.. .. .
srs. redactores.Son milito fracb, para
rena o i
quer nao nos sobrecarregariamos con
dos outros : ta! ca i a
1 embrulho amrslrai ; a E. C. de Olivaira.
26 barra e 10 meiosmauleiua, I rana tbjectoi de
eseniii.no; a Almcida Coinis. AlvetAjC.
2 caixas papel e livros ; a liiuiiiar.ie- ,\ tlbvcira.
I dita espelltos ; a Campos i Lima.
10ditassardiuhai; a N. t). Itielnr j C.
:.n gigos ehampanha ; a Prarner i\ C
. r:,w.i-, caifa loi e palitos de fogo ; a OtCU les-
lllicall v
27 dilat, 1 farlo e 2 volumes fatenda *le seda, de
alg.id.lo. *le Lia muta, litas de seda, abalea de meu
e.ia, veiidu>, ele.; 28 caitas conserva, !l dilat tar-
dinhai, barril vinbo, :'*i gigos rhampaahe, i am-
brulhoa amotlrai a J. Keller <\ II.
I caita ralbados -. a Raba Scbmellan ,', t'..
21 ililas e 1*. volumes fatenda de aiu-> lao, de e-
d *, de l ia e mixta, reqoifea, lale-, vatlidoa, etc., I
mtiniliii imoalras ; a Sehaffteillia *S| C.
75 caixas, I lardo, .", velamos a I lala eha|
renda .1 algodao, *le la.,, de nda, mala,|toreela-
ua, crytlaea, cbapoi do sol de alaodao, pannos, gra-
-I. r lua, roupa, faaenda, papel para
cigarros, 2 harris tzeile, I embrulho c 1 caitin amos-
a I bjuvasa c. C.
Itavtlt et don nobrai lord, a como h itegurivi
<:ue nem um -o da* membros dn irn
mirarla para .i gabinete i im lord Jobo Itu tell,
inien i,o s. Rte. quea honra que Ideara negada
i in devli i ai,ci ao anirot,
''" "''.....i mal late aa can* n i a atelo de lord
'"" lowtll, ii.oti.,,,, ella i'nlalIlvtloirHIa .....,
... I- de loe, -,., a |,|, |
muito forte que o*se, eu ou anal-1 '",'" c ',' "l"':,. !nn,,*'5' MiM MP*dM e
ra la- ; a Isa ic t.uno c\ C.
II calase 5 volumes bolees, requifcs, Olas de te-
nias de algoil i... mitla, dila io amostras ; a liinin M.
Ualmenle ni alhoirot iubai ,\ Vinasaa.
i dos outras s tal >noafron- da, faze
.. un -l.r a mirada de itou ate Itoje os hombros ,1o Kedemptor. ale, 1 caita elembru
i...i l. .iinor-in.i.l.iii,. amigas torusrarii Irreconcl-1 li/ualmiuite n.io sena de c. v.ilh
pada, 8 caitatlivros, I dita objeclot para ralogioi,
* I cana objetos de ecriplorio, 382 harris cemento,
I 20 canas larelo, 1011 canas ceneja, 71 caixa. con-
| servas, 20 caiiat vinliu mu'calel. canas ite pe-
da, 6 diltl tulpdllo de qtina, 30 ditas cotiae, |()
ditas rr.arr.i-qiiin .. in .litis lirnrr-, sil fardosalfa-
lema, Oembrolboa e 2 caixas amostras, :i cai-
xa- lilas. ;t voluines xinho de qoiniBOi 1 calva' ar-
reios, 7 caixas roupa, 50 barricas salitre, IH r.n\.w
peifumaria, 10 calvas porcelanas, 1(1 calimba.
fumo, 286 eadeirai,.; caitAei imagent, 1 caitao bri-
des, I caii.iu carmn
I cu, 1 caivao remedios, 1 cixao misaangas, 108
aneoretai iteilonas, 2 caixas obras de palhela,
I rarli.io |.. de oom, I caixme sarja, 2catAes
i liineilas, I rali ni lilas, i barrica geropnu, 5cai-
XI .- velat it. ctla, :. caiques Intneira- de pao, I ru-
nhela rendas, I cutio panno da linho, 1 tarro ca-
vada, 48ligua vatios, lio algaidares dabarro,96
..ina.ira albo, 100 rolbat, l caita solfa, I rana..
I na Ida, 1 barrica cala, 50 canaelrai btalas, 1 cai-
toet ponala, I rana pnlilo*, i tardos baelilba, 2
lar.!..- poneiraa, I rubale volante, ti galolai |ia.sa-
ros, 2 mullios de lauro ; dos do Imperio, 81 i liceos
e 2 barrica- cite, 7-. barril plvora, 200Tolda
l.nl rhinlias, H)7j sacros e ti baldeas farinha de
mandioca, .12 volumes c 1 cana roopa, I7H5 sac-
eos .ni.i, |06 anacos cera de carnauba, 750ar-
io rol te, 27(1 pipas, 510 harria e 300 meiu bar-
ricaa vaiiat, 3 amarrado! quadro, i caitao pello
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial em cumplimento da resoluto da
jimia ila la/cnda de 1.' do corrcnle, manda
fa/.er publico que as arretoataijries das obras
ilo 12" c 14- I'iirus da estrada do sul e da
casada barrenada ponte de Tapacur, II-
eam transferidas para o dia "27 do corrente
F. para constar se mandouafllxar o presen-
te e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernamboco 17 de maio de 1858 noflicial
da secretaria, Miguel Affonso Fcrreira.
O lllm Sr. Inspector da thosouraria
provincial, em cumprimento da resolugno
aa junta da l'azcnda, manda f"/.er publico,
tjue a obra do 9.' lainjo da estrada da Enca-
da, vai imvameute a praca no da 11) de jti
olio prximo vindoiiro, para ser arremata-
do a quera por menos Gzer, avaliada em .
lti:!H23 rs.
F. pra constar S(. mandou allisar o pre-
sente e publicar peiu ni.a
Bearauria da tttesonraria provincial de
Pernambuco tsde mato do I858-O secre-
lario,
A. F. da Aiinunciac,,"io.
- O lllm. Sr. inspector da lliosotiraria
provincial, cm cumprimento da reeola^So
'la junta da fazenda, manda fa/.er publico,
que no dia 10 de junbo prximo vindouro,
val novaiiienle a prat;a para ser arrematado a
quem por menos li/.et os reparos da ponte
deCoianna, avallados em 4:0327 rs.
E para conslar so mandou ailixar o pre-
sente e publicar pelo Inario.
Secretaria da thesouraria provincial de
l'eiiiaoibuco 18 de malo de 1Sjs.--t scuc-
tario,
A. F. da Annuncia^no.
- 0 lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumplimento da resoluto
da jimia da fazenda, manda I azor publico,
que no dia 10 de jtinlio prximo vindouro,
vai novamenle a praca para ser arrematada
a quem por menos lizer a obra do lant;o da
estrada do norte entre a cidade de t.oiaiiua e
a ponto, do liujary, avaliada cm 14:652; rs.
!: para conslar so mandou allixar o pre-
sente C publicar pelo ln.it 10.
Secrelaria da Ibesouraria provincial de
Pernamboco 18 do mato de 1858.-- O secre-
tario,
A. F. da Annutii iario.
0 lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da ordem do
Kxm. Sr. presidente da provincia, manda fa-
ier publico, que no dia 2 de junho prximo
vindouro, pnranle a junta da fainada da
mesma Ibesouraria se lia de ai rematar a
quem mais der os impostos aliaixo decla-
rados.
Taxas das barrenas das entradas o puntes
segu nles>:
Magdalena, por auno 8:t0c0<>0
Cacban^a, dem 4:tl0a000
Jaboalo, dem 5:iiocooo
Bujary, dem 5Ma000
MoliicoloiiiIm, dem '.'.ojii-iiiii;
Ponte dos Carvalhos, dem l:0O0CO"O
Tacaruna, idem 7t'0;t)0O
liiquii, idem 7.104*000
20 por cenlo sobre o consumo
da agurdenlo do municipio
do Recife, por auno 13:000.;000
Mem do municipio de Seri-
in.jem. por anuo 309000
As arreu.alaqes scriio fcitas por lempo
de 5 annos, a c-.n ar do 1. do julho da cor-
rete anuo a 30 de junbo de 1861.
As pessoas que su propozerem a estas ar-
rematrjdes compareijaiii na sala das sessoes
da mesma junta no oa cima declarado pelo
meio da, compcientem ute habilitadas.
ki para constar se mandou alllxar o pre-
sento e publicar 1 co Diario.
Secretaria da Ibesouraria provincial de
r.irtiambuco t Je 111.110 de 1858.O secre-
tario, A. F. da Aununciaco.
r.oi.i.Kt.TOr.lA DA CIDADE DE OL NDA.
Francisco das Citabas Salguen o, colleclor de
diversas reas da cidade dn Dunda ccl.
la/, saber pelo ptesenle.qui: l'ora-llie entre-
gue pelo Dr. delegado deste lertno,um Caval-
o castanho, pequeo e calcado de ambo- os
ps, que lora apprebeodtdo pelo suo-dele-
gaJo de lebcribo, a dous homcns que o con-
luzarn : u porque o Jilo cavallo pe 11 enea aos
bens .ic evento, silo chamados quem sobre o
Albu-
1 riinhete carne de por- mosmo se julgar eom direito, para no prazo
do 30 das contados da data deste vireiu 1 e-
clama-lo peranle a mesma collecloria na
forma do art. 6 do reg. de 17 de jolln de
IS.Y' ; lindo BSle prazo sera o dilii cavallo
arrematado o o seu producto reeolhido a
respectiva ibesouraria, na forma determina-
ia nos arls. 4 e 5 do ja citado regulamento. hvro para O dclalb.i do servieo t. Osllvros
Teneute Joaquim Fabncio de Mallos.
Soldado Antonio Vietra da Silva.
Jos Custodio IOS Sanios.
Pedro Marliui.
Joaquim Jos*' l.uiz.
l.uiz Corrcia Lima.
Sold9do Marcoituo Evangclisla da l'atxao.
Soldado Manoel da l'euha.
Dito Thome do Espirito Santo.
Dito Francisco Jos dos Santos.
Dito Jos Thendoro de .Azevedo.
Cabo Jos llaimundo do Carvallto.
Dito J0S0 Francisco dos Prazeres.
Dito Theodoro los da Silva.
Sargento Manoel Saturnino da Cunha,
Dito Francisco Kduardo Benjamn.
Cadete Manuel Joso Concalves.
Dito Feliciano Caliope Monteiro.
Tenente Anlonio Jos das iNeves.
Dito Jos de (.etqueira Lima.
Dito Antonio Vctor de Sa Marreto.
CapilSo Jos Francisco da Silva.
Racharel Tiburcto Hilario da Silva lavires.
Tenente Joaquim Jos dos Santos.
Dito Joaquim dos Santos Araujo.
Vicente l'mbcliuo Cavalcault de
qtierqoe.
Jos l'iodriguesdo Araujo Porto.
Joan Paulo dos Sanios.
lenle llicrrdo da Silva Noves.
Joao liaptisla do Amaral e Mello.
Jos liento da Cunha FigoeiredoJnnior,
Secrolario do governo.
O secretario da directora geral da ins-
im.e.ni publicada provincia faz saber que o
Concurso par |.......->,,,".,!. 1.. .1 ,...-
vagas de tnstriiii;5o primaria do sexo feme-
nino de Beiiohaem e Umoeiro, lera lugar
no ia que de doto se annunciar. Secreta-
ria da InstruccSo publica 22 do maio de 1858.
Francisco I'ereira Freir,
secretario.
Pela mesa do consillada provincial avi-
sa-se aos propietarios dos predios urbanos
das fregueziasdesta ci lado e da dos Afoga-
dos, que os 30 das litis yara o pagamento
S bocea do cofre, do segundo semestre, da
decima do anuo flnanceiro de 1857 a 1858,
sa principiaos a contar do I. dejuuho vin-
douro. Mesado r.nnsulado provincial "22 de
maio de 1858.- O administra lor,
Antonio Carneiro Machado Itios.
CAP1TAMA DO IMIiTO,
Tendo-seco!locado na barra do rio Mosso-
r duasboins, eslaudo assim baltsada, man-
da o lllm. Sr. .apilan do porlo fa/.er publico,
para coohecimeoto de quem possa inlercs-
sar, osesclarecimcnlos abaiso acerca da si-
tuaban das mesmas linias.
l'.sclarcc.im"iilos.
A embocadura do rio Mossor esl situada
na lal. 4,56'5",S. olong. .'-, 59'11"'. E. R J.
Os navios que a demandarem devem procu-
rar o ancorad turo de fora, demorando-Ibes
a pona da redonda a V.. SR. ou E. 4 1|2
SE. o a pona de L'pancma ao 8SE., ou asca-
sas do lugar denominado Chiqueiro daaCa.
oras ao S. .rumos magnticos!. Ah oncon-
IrarSo l|2 brabas de fundo c pouco mais.
Oesse lugar demora a barra ao SO. As boias
PStSo enlloca las E. O., uma da oulra. A de F..
que he maior, est na extremidade do cabe-
C*o da coroa 00 barlavcntn, ou de E. Deve-se
navegar dircito a ella ate estar em pouca
distancia, e cnlo dirigr-se jiara a segunda,
passando a sotavento, islo be, ao .N. da pri-
meira. Se em vez de passar muilo encostado
,1 essa boia, o navio passar (lisiante urnas i"l
bracas, achar o canal um pouco mais fun-
do, a segunda ou do ti, est encostada a
coma de sotavento, e deve-se passar aliar-
lavento, i-to he, ao S. della, poilenilo pas-
sar indtslinclamcntc, 011 encostado a ella,
ou mais para omfeio dn canal Entre as duas
boias esta o batente raais seceo da barra.
Em baixa mar do mares de la,deve-se. adiar
i ps de fundo pouco mais nu menos, c na
prca-mar pouco r,ais *i duas bracas e nteia.
Ncnlinm navio devo entrar sem pralico da
barra, o qual a teta balisado anleccdente-
mcnlc, 0observado-sc nella se operou algu-
ma mudanra. o que pode racilmcnle aconte-
cer cm barras como essa formadas por co-
roas de areia. Depois de entrar no rio dev
procurar encoslar-se para a margem dircita,
ou de E. Achando-se em frantedo lugar de-
nominado Aroias Brancas, bons aneoradou-
ros de i o mesmo de 5 o mais brabas, su-
btndo o rio.
Capitana do porlo de P irnambnco, 20 de
abril do 1858.0 secretario,
Alesandre llodrigues dos Amos.
CONSBI.no AHMi:MSIH\ll\i>.
Oconsclho administrativo, lem de com-
prar os objectos seguintes :
rara romecimcnlo da secretaria do assis-
tente do ajo lauto general da pro-
vincia do (a-ara.
Talha para agua 1 ; caneco de looca 1 ; li-
vro para correspondencia uflicial com n
quartel general do exercilo 1 ; hvro cara
correspondencia uflicial com a presidencia
da provincia c autoridades civis 1 ; livro
para correspondencias eom cheles dos cor-
nos e oiliciaet militares existentes na pro-
vincia I ; liv-o de matricula dos ollleaos
reformados da extincta 2 linba com sold
e iioiinr.iiios.eiMii venrimcnlos e sera elles 1
livro para ndice dos papis archivados 1
~Oeonselho administrativo do patri-
monio dos orpbaos declara, que continua a
por ein hasta publica na sala de suas sessoes
no dia 24 do corrente o arrendamenlo das
casas do mesmo patrimonio, anuonciado
para o dia 20. em que nao poie ler lugar
Os licitantes hajam de comparecer com
seos Dadores na sala das sessoes do mesmo
conselno as 11 tuua.s.la manh.la do mencio-
nado da 24.
Secretaria do consclho administrativo do
patrimonio dos orph/os 21 de maio de 1858.
l>r. Vicente I'ereira do llego,
Secretario.
Pela secretaria da directora geral da
instrucc.lo publica faz-sa constar, que o con-
curso s cadeiras vagas para o sexo femeni-
no de Serinhanm a l.imoeiro, ro espacado
para o dia 24 do corrente. Secretaria da
tnstruci;ao publica 90 de maio de 1858. -- O
secretario, Francisco Peretra Freir.
A cmara municipal do Ileeife contra-
ta o planto o amauho de arvores por ella
escolbidas, nos caes, praxis e largos desla
cidade, mediante a paga e condicocs que se
conveocionem : os moradores dos lugares
mencionados ou oulros quaesquer que se
queiram cnearregar le semflhsnlo Irabalho,
comparecen! perante a mesma cmara, nos
das de sessfio, ou requeiram. Pago da c-
mara municipal do Recife. 13 de maio de
1858 l.uiz Francisco de llarros Reg, pro-
presidente.Manoel fcrreira Accioli, secre-
tario.
'iTiHiri
DE
SANTA ISABEL
RECITA EXTRAORDINARIA
EMPREZAGERMANO.
I IBt.A-l F.lli A. 35 DE MAIO DE 1858.
Sutiles' a' scena o tiitiiressante drama era 5 artos,
Irarliii.l.i dn francei pelo .11 lula Germino Francis-
co dt Oliveira :
MARINHEIRO DE S TROPEZ
I)
ou
Na lita da drama, i Sr. ItianchiJ a Padovani
Terminara' o fspcclaruln cmn a graeiosa cmcln
ni um acto, O DILETANTE
na ipial o ai lisia tcruiano fara' o papel de l'au-
lisla.
Cmncrara' a S linra-.
Os billielet acliam-se a' venda no eseriplunu dn
Ibaaira,
THKATRO
APOLLO.
SEfaU S I) A-F E I It A, 21 l> E M A1 O.
TEBCEtBA ltl:ll!l:sK^TA:.VO
Julio c nailama Doveanx,
BENEFICIO
DE
MARA ALEXAVDRINA DEVEAUX.
Variado c num plivsicos, ptr.is mpraincas e prcsld I.nfio que ns senhoca* profassores da orcheslra li-
nabsarein uma a^ra.taval syrDphnnia, serno alien..
n- Iraballius pelos ms^leriniot tircilns, quo lem por
lilil" :
A SALA DOS SEGREDOS
0 PODER DES ATANAZ.
A licnciiciaila sera' a eaeamaada dos Iralialliu- na
parta dn jagos pbysiCM dc-la noile, para cojo fun
lem fcilo un. 1 particular esculla as sorles qoe tira-
se de escolar, que -a) de um ileseuv'ilvimanlo et-
Iraoidiuario e do melhnr eo.ln pnssivel.
I'UIMKIA PAUTE.
Sorles.Chapeo in\siennso,
A r.i.la pnimi auca,
11 Inifo viajante.
A irprc.i a;railatel.
A urna encantada.
Cofre imii.1!'. tico.
II as.ucarcirr. 1I0 tridro
A jarra tic lljrp-.
A cai\a mlitarioae.
A rnscira dn parai/.o oun de.i- d'ainur.
SKCI M>* PARTE.
O MENINO DO AR.
Dcsnecessario .11,1' lercr qnalqOer elogio a esto
jaran aruflcial, pois a pablico anaanhaea e pi.10
*lai o ilevi l.i meieninniilu aos seus traliallio-, sobre
a cunta bamba.
TERCBIRA PAIUK.
(.nnlinuaraa; do inulto applan lidu Iraballi qua
lem por titulo :
LES EFFECTS
DU MEGASCOFRE EGYPTIEN
As vi-t.is qi,e van aer palaatesj sao da inais primo-
roso gnslo a iie uma | articular aaoolha no dataatal-
miiiiii.i do que .. a|>pellida Vinlaa pilnrateat,
s-iiilo suas Ir.insfurni. re com Imlaa lllasla De vista,
apresenlaiiilo por ulnno quadro o man sublime e
a.liimavi'l ros etleilo* ua transformarlo que e de-
n.iuiuia :
A GRUTA MARAVILIIOSA
ou n appnicao de Chtisto en fenle
de ficus anjos.
I mal, in 1.1 esta parle palas apreciareis e appplau-
CIRCI I.M.n l.s ELCTRICAS.
A hcii.lniali espera do rcspcilavel pnl.liao per-
n.imliu... .. .1 as doanalpaa atnetttariaa por naa
poder etprastar-ae cm pcrfeito pnrlapin ; o igoal-
meule i traer eila ., primeira ve/, tana vai (rabalaai
Ot .lilli-ulliis,,, ]..-... |hl-ln.s e-p-
vi ni ser liuitailos ter o formato '"'';' a iada kondada do afave paUteo pnr-
dei passar o presente, que ser a!liia*io nos estahelecido nos modelos annexos ordem
lugares mais pblicos, e publicado pelo Dia- do dia n. 12do quartel general do exercilo.
no. i olli-etotia .le llliinla 30 de abril de 1858. I -''i'io balalbao da l'aratiib.i.
Eu Joao Goncalves Hodrigues irania, escrt-! Caivetes de uma rolhaa; tinta prcta de
*9o o subscrevi. escrever, garrafas6; areia prela, iti 1 6;
Francisco .(as t:tiaas Salgueiro. <'.ollec(;.io de cartas para principiantes,Xem-
QU BCTOBU DACIDADEDE OI.1NIU ^l,^" :.,L"l",i",;'N IX'';' "vS ",'L; B.r.am'
, lena
a,.
!"
que r-., ,,,
as glorias de outrem, o se dlgunia vez no I caita liTrnt; a Uanoel Jote Carneiro.
for eu cavalbeiro, Oo ser por transvio de I dila porcelana, 56 fatdos papal de embrnlho ; a
vonta de meu l..ie. eutendimento JotBapiitii da Fonteea Jnior.
ipala lo, nlo in lago, se adrede. M'M '""' e aaie**1 ,,e ralnjoaire ; a V. C.
i*1 id.....'1.....1 ptriiJa illa.
-e ni- lina le, que SOU -O CMieClldor in\ *s| .
I -dn I i llera I l'.i 11 iiiiImh'ni.. In, \ ,., |,,.,
1 '.. 1 uui a Da urna : 1. i.,.|.-. ,|,,,. u
Inti politit ijlia iini pul m-ii|,i
l.em.int.
1 .ni. eneros preparados, dllaadititi irrSe*, sel
i lila 1 ..(-. a naoilnt; a Tli. ftnneri,
lita qoihqiiitliirian .J Mnadta Fraue
l 1 .i.i 1 um ipparsHiQ i .1 1 errein ., i uarairo,
matica porlugueza. por atonte-Verde (ultima
de ibre, i: in saecoi lariniia *ie triso, |~3 s.nco I francisco das Chagas Salgueiro, eollector de edi|So},|exoai piares 6; compendio de arilh-
n......na, 9,29(1 malea ola, 1,211 saceos c -JO barri-
ca cafe, 8,39.*! arrobas rain? de charque, 395 taceos
1. i,.lo, 188 mullios e960etleiree, lean
(Juna, 1s_' latas oleo de ricino, 50 esleirs de per-
perl, 18 .-iim a. rbapes, 213 rolos e 3 fardos fnmo,
lliarn, p lasta, 16 barraloneiaho, 1.21
"I*, l'Ki l.smt ^ M meiot mealei 1, tljarare
l"......I.-, .. 1 1.1- libo, < una e i le.-.:..
diversas rendas provinciaes da cidade de mlica por Avila, exemplsres 6 j pautase
linJa etc exemplares de escripia ou traslados 20.
Faz publico pelo presente, que pelo Dr.
delegado deste termo, lliefora entregue um
escravo, que se acba recolhido a cadeia ties-
ta enlode, appreheudidu na logar do limbo,
o qual declarou i lia mal .- Uanoel, pretat,
i ...ni,. ... !.,.., I pipa, J qual lula- I-I l,ani,ai I. Iiuiilo, I .:|u e ci.ll l-i miiIg o uiu uno.-..
Companhia de cavallaris.
I uvas :1o al :n i."..i, paren 108,
Fnrlaleya do Itrum.
Papel paula i.i *esmas :.
I'i u\ iiui'to lili aru.a 'e,-ni
guerra.
I,al ..
naiil.ii.aiiu lo la as desxalpai em sen uli-iliu. Cor-
la de que un, paUiee tai aaaaata c prateeiea dee
anulas, 11,1o datiara' no etquecimenlo sua mullo va-
ii-a |,ri.,ra, eeaniqua ot seos desejos nao sern
auados, retando le i. o posstvel, para que esla di-
verlimentu aa loraa merecedor de eoaeeHo paWiea
"'I- urna erdadrira disUaceo'aa pessoas qoe se
dignaren) proleue-la.
Os liillieti's acliam-se a venda no Rclaoranl Frau-
eea e no mesmo Ihealrn na ve-pera e da du einec-
laentn.
Pre.jo .las h Ihelet -aa es ilo ro.luirle,
Principj ir.,' et 8 horaa e naeia.
_^i- si
Kenta c, needid i pela impreta de Sania Isabel.
em li.neli.i-. de etilo .tj infancia dmalida >lj liba
lo M. n'l.
III I M 1 I I ll. l 1.1 \| UO |lF ]v-..;
[ Uepouqoa aorcliealie litet cnuiajo uui. ,-
'
ii Ft^i\/ri


flfAP.io m rar.NAMi.Eco srr.rsT,\jjrr.mA s br mao de j
i oltr U tmpliimia, a rompanh4 dramtica lo Sania
InM, (Urigldl pelo eu illuslre *m(>riino, repre-
ftpulira'o escolenle drama ein arlu, ornado de
imwica
A SALOIA.
A aammiasia wiciHrt lio prestnlr hen.ficio,
arcoilnu de prefermcia ole druma, por ser mu rins
que mais lem siira .elo llitalro ile Ssnla lia-
b.l, e coilla aiui saUalase as ppssoas que cnnrnr-
rsir-m o e|.fHculn, o qual (ermiuaiV coni a te-
| reMiiljrV) da lid piriluosj cnniedi ein uin
asta
A Capa de Jos.
He mais una arcao bpncmprila, lie mais um ras-
K le philanlrophia, que te dve reunir aos muilos
e mailos de que te tim enchuto de eluria n illuslre
i i\ alleiro Ha Ordem da It >-1, o inviene arh-la hra-
leiro, o illaslrisorao Sr. Germano r'faociico de O-
liveira.
Semla-me pedido da minlia patria, pela" tretelo
do uUo de intuira .leivilida, que aRenciasse urna
ramilla nenia provincia, para coadjuvar aqoelle int-
uala ; recurr, a'uouevolenria do illoslriiMiiio Sr.
I.ermaiio. para ilai um Iiene(irlo a favor d.lipidie a-
ilo ; >em mais repam, s.in mais hesitar, priunp-
tilicnu-se par.i o tlfecluar no dia da torrente.
Esta ac.lo do illulrisimu Sr. I'.trmano, penliora-
nie de lal modo que n.in pude dei.ir de dar-llie o
iiuw vivo lestemunho de tutu reconhecimentn an-
liunciaudo-o pela imprenta.
lie de m i- insigne arlla., e que a posteridad* os co-
ndece t aprecia. Por mili parto eo reudo ao il-
laslrissimo Sr. (jermano, a ininln vralido, e o re-
enmmeiulo a' dos Acurianims michaeleores, o que
ruta ha que, a arcan do illusimsimo Sr. (icrinaun,
Nji aplaudida pelos amigos da humanidade, aonoV
I ivanto a (inocencia, cun o que couher eni suas
forras para um fin 1.1o josln e santo.
Anda dire illuslrissimo Sr. ii.rmann, que a
lilla do ;S. Mi-ii.'l lie pohre de nuro, mis rica de
rnrares que u.io esqueeem as boas acces.
lenle 1 de malo de 1838.
Jo.lo Alaria Cnrdeiro Lima.
zimo* m&K
Rio Grande do
jSu!.
espora-so a qualquer monionto noslo por-
to o brigue nacional Parahibano, novo o de
primeira marcha, o qual ilepois do urna de-
mora de seis das seguir para o porto de
seu destino por lor prompto mais do dous
tercos de sua carpa : para o restante que
falta, escravos a frote ou ir do pissagem,pa-
la que tem ansiados commodos trata-se
cora Braga i\ Autunos em sen weriptorio,
ra da Madre de Dos n. 3, primeiro andar.
Ataran!.Lo e ara
Segu era poucos dia* por ler a matar par-
ta da carpa engajada o brigue escuna Arce-
lina ; para o resto, lrata-se coni J. I!, da
Fonseea Jnior, na ra do Vigario u, 23.
Para o
Rio de Janeiro,
Segu cura lirevidadp n lim anaJiecMo lingue na-
cional cli.ini.i"", de pritueira mirclia : rpiem nelle
quier rarrrear nu ir de paMaeena. enlenda-se cm
m consignatario leruaiiiles ,\ Kilhos, ra da Cadea
do Uecife.
Para o Rio de Janeiro.
Oveleiro patacho nacional rtobrrlie, de
primeira marcha, preletide seguir com min-
ia brevidade ; lem parle de seu carregamen-
to prompto : para o resto traia-st com O son
cousignatario Antonio l.ui/. de Olivcna Azo-
rado, ra da Cruz n. I.
de
Rio
Janeiro
Segu com muita brevidade o palhahole
f'iedade ; para o rosto da earga e paassgei-
ros, trata-so nniv Caetauo Gyriacods C. H.,
na ra da Cadeia do Hecife n. 3, pumriro
andar.
RIO l)F, laNKtBO.
A veleir barca nacional Helena, seguir
com brevidade, por ler ja engajada grande
parte desua carga ; quera iclla quizer car-
regar, dar escravos a l'rcte, ou ir de paaaa-
gem, para o quo lem escolenles comino-
dos, trata-se com Braga escriptono. ra da Madre de Heos n. 3, pri-
meiro andar, ou com o eapitSo na praca.
Porto,
Vai salnr com brevidade n barca reman-
des I, quem quizer carregar ou ir de passa-
gam, para o que tem excelientes commodes,
Uinja-sc a Oarvalno & Irmao, ou eapitSo na
praca.
pressamente para ser examinad* romante-
cipacSo no escriptorio dos Srt. RoUie >\ lli-
dniac, ra do Trapiche Noto n. 19, onde lera
lugar o dito IcilSo, segunda fefra 3 do cor-
rente ao meta dia em ponto. ^. ii. I'icou eale
leilSo espacada do da i para o indicado S4
do corrale, alim de mais vulgtrisar-se a no-
ticia a para ineliior esclarocimciito dos pre-
tendentes,
tft>;-*i^ "' ^V..
fillt Lotera
Provincia.
O Sr, tlicsoureira manda fazer pu-
blico que se achara n venda todos os das
no pavimento terreo dn casa da ra da
Auroran. 2 das9 horas da manha as S
da imite umsortiracnto completo de n-
meros de bilhctcs e rucios da ultima
paite da terceira primeira da quarta
lotera do hospital Pedro II, cujas rodas
andarSo impretcrivelmenlc no dia 2 do
prximo mez de junho.
Thesouraria das loterias 22 de raaio
de 1858.Oescriv3o,J. M. da Cruz.
Km observancia do ollicio do quartel
general dcsta provincia, de -JO docorrenlc
mez, contrata-so O fornacimentO d'agua pa-
ra consumo da companhia lisa decavallaria:
os i roponentes queiram dirigir suas pro-
postas em carta lechada, ao quartel da dita
companhia. em Santo Amaro, no da 37 do
corrente, ao moto dia.O capitn,
LuizHuuiz liarreln Netto.
Joo Prudencio da Cruz, alfaiale, csta-
belecido na ra da Madre de Heos, retira-se
com sua familia para a cidado do Goiaona a
tratar de sua saude.
Precisa se do urna ama forra ou capti-
va para comprar e cu/inhar, paga-se tem :
na ra da Florentina, casa do Sr. Coiuilira.
Precsa-se de urna cejada, preferinlo-
se porltigueza : na na dos Tiros, em casa
da l.xma. Marqueza do Uccil'o.
Adele l'leury rotiru-se para Europa,
-- Ni casa de pasto da ra do Cordoniz n.
COMPANHIA
de paquetes ing-lezes
a vapor.
Ale o da 29 deste mez espera-so da Euro-
pa um dos vapores desta companhia, o qual
era o pnmcirii debaixo do novo regula-1
ment, o depon da demora do eostumo se- i
gira para o Rio de Janeiro, tocando na Ba-|
hia, para passageiros etc. trata-so com os
Lcilao
Tere*feira iij> d cor-
rente.
PELO AGENTE
Pestaa
AVISO
DE
Magnficos olijeclos do mobilac mais or-
natos para casa de ;nslo c trata ment
nao vulgar, ja pela elegancia dos mo-
vis, ja mesmo pela dlversidade ; sin-
gulares modelos.
RA NOVA V. 17.
MonsieorCh. Robert que se relira para
Europa, dignou-se de honrar agentas adamsou, Howie & :. na do Ttapi-lconGanra o agente cima declarado, en-
carregando-odeexporcni IcilSo os mo-
vis ciis utencilios de sua morada,con-
SHtindoem solas, mesas, consolos, cadei-
ras ilciir.K-ii e de balanco,espclhos, lava-
torios, guarda-vestido, gu irda-louca,qua-
ilios, mesa dejantar,cama francesa com
cortinado imperial, figura*, jarros ova-
ras pecas do porcelana.
Cumprc notar-te que lodos "s movoh
cstao cm perfeiloestado (iiier cm sua con-
ustencia, quer no envt rnisamento, as
molduras sao de curiosi attencSo, pois
nellasse retratara pocas histricas como
do reinado de Luiz XV I Franca, Pedro
Grande da Rusta, Gcorgc III da Graa-
Hii'lanlia, CarlosVde llespanha, nao tal-
lando i\r outrasmuilas c :lebridades, que
podem dar-sc a conhecer aos curiosos que
sedispozcrem a concorrer ao recndo
lcilao, onde o mencionado agente Indo
paten tea ra'.
Ileeonheeeiido os directores dcsta enmpa-
nbia a necessidade de orgaoisar um plano,
nm rirtude do qual os vapores de volia do
Brasil ebegasaem a Kouthampten no dia 5 de
na la mez, alim de que se podesse pelo va-
l'or que sabe d'aquollo porto no dia O res-
puntl.iaB.jie as correspondencias das mt-
lerentes tnicas lirasileiras ; deciiliram elles
que os vapores desta companhia deixassom
le tocar nos portes de, Madeira e Tee, i le, o
que a dciuora no liio de Janeiro fosse. resu-
mida de alguna das. Assim no mez de
naio prximo eomecara a ter vigor este no-
vo regnlamento, e e vapor quo sabir de Sou-
Ihamplon no dia 9 d'aquello mez tocara so- "' '"
mente nos porlos de Lisboa e S. Vicente, e
deve clicgar i este porto a 29 do mesmo mez
(nu antes) seguir enUo ao Rio de Janeiro
"cando na Babia. Kste vapor ha de chrgar
aa.ui de volta do sui a 15 de junho, e depois
da demora do costme seguir* para S, Vi-
cente e Lisboa, iievendo lindar a viagem em
Soiithaiiiplnn no dia 6 de julbo : agente.-
\dainon, llowieMC, ruado Trapiche Novo
n 42.
10
da nesma, pagando-se mensalmente seu
servico conforme se ajusfar, esora bem re-
compensado : a pesaos que quizer singar,
dirija-80 a mesma casa a tratar cora o pro-
ptietario.
I'recisa-sc de urna ama forra ou cap-
tiva para sorvico interno do urna casa de
pone. familia, que saiba ao menos cozl-
niar; no aterro da Boa-Vista n. 2, segundo
andar.
OSr. Jos Alves l.oureiro, natural do
COnselho do Bastos, em Portugal, viudo pa-
ra este imperto em ls:i ou 1850, queira di-
rigir-se a ra da Cadeia Velha do bairro do
Recite ti. 33, a uegocio do familia. Roga-se
a qualquer pessoa que tenha conhecinieulo
ou noticia antiga ou moderna do dito Sr.
Loureiro, o favor de o participar na dita
casa, pelo que so lhc licar summamenle
agradecido.
raa de Icite.
Na ra do Trapiche n. I, primeiro andar,
ha para alagar uma ama de leil.
Debaixo de toda a
iicloriiiu da pau-
ta da alfandeira
i'oni dillci.Mitcs appcndiccs : vende-sc a
IjOOOrS. na liviana n. (i c S da pr.ici
da Independencia,
- Dcssappaieccu do engenhn Penedinlio,
termo de Nazarrth, um cabra denomeJos,
alto, espadando, cabellos crespos, olbos
grandes e brancos, nariz afilado, peito fun-
do, pesgrandes e dalos, pernas lorias, cn-
costando os joehos, mSos grandes, nao tem
barba sobrancelhas lechadas, ldade '-'0 an-
uos, pouco mats ou menos ; levou um ca-
ivete, uma rede, caiga e camisa azul, e ou-
Iras pecas de roupa branca : quem o pegar
leve-o ao referido enge.nho, ou nesta praca,
livraiia n. 6 e8 la praca da Independencia,
que ser recompensado.
Attencao.
Precisa-Se de um bom negro que seja bem
forte para andar vendendo pelas ras, qnem
o tivcr dirija-se a ra larga do Rosario n.
l'i, pois nao se poc duvtda em se pagar
bom.
Jos dos Santos Souza l.ins a Jo3o .lose
Percira, abaixo sssignsdos, azem publico
que no da II do crreme dissolvcrain ami-
gavclmeute a sociedadnque tinham na luja
de COUros, raleado o ollicina de sapateiro,
sita na ra larga do Rosario ao p do quartel I educacao de seus discpulos, permunindo-
n 14, que gyrava sob a firma de Souza <\ pe-1 se contra qualquer especie de seduccSe que
rena, lcando desse dia em diante periencen- posas abalar e corromper-lhe o espirito, nes-
Conipaulia
1)0
Bebcriho.
0 Sr. cominendador Manod Goncal-
vesdaSilva, caixa da companhia, esta'
autorisado a pagar o "' dividendo a ri-
zan de 2f700 is. por accao.
Escriptono da companhia do Bcheribp
18 de mato de 1858.Guilherme Augus-
to Rodrigues Sette, secretario.
I'reeisa-se de urna pequea casa terrea
com commodos somonte para uma ou duas
pessoaa, sendo a casa em Santo Antonio ou
Boa-Vista : quem tiver e quizer aluga-la,
dirija-se a ruada Concordia, segunda casa
pegada a una serrara, da 1 as 7 horas da
tarde, que se dir quem quer.
O abaixo assignado lem transferido SOS
residencia do Galanga, para o segundo an-
dar do sobrado n. su da ra Direita desta ci-
dade, onde continua do I*, de junho prxi-
mo, na prolssao do ensino elementar, a que
se ha dedicado ; e aceita meninos externos
como internos, sobre eujo Irr.lamcnlo pro-
matlea matar solicitada e desvello. O an-
nunciante que, a forja de trabalho o mcdila-
c.Ho no exercio de afguns anuos do ensino,
nao mi publico como particular, sempre lia
procurado nrevlecer-se dos meios mais
promptns o seguros acerca do progresso da
do 0 mesmo cstabeleeimonto ao socio Jcao
lose Pereira, e este responsavel pelo activo
n passivo oa extincta lirma. Recife 17 de
maiode 1838.Jos dos Santos Souza Lins.
Joao Jos pereira.
O verd-Kero algodao da
Baljin,e fio de algfodao,
Vende Antonio i.uiz de ohvcjra Azevedo
no seu escriptorio da ra da Cruz n I.
A.Usent0U-se no dia ll de dezembro
passado, do engenhn Pueta, do po ler de An-
tonio Concalves da Silva, a escrava Plippa,
crioula, de idade de 25 annos, a nuai esera-
va oi comprada ao Sr. Pina, e boje perten-
co a Siqueira & Pereira, e como consta
que ande nciulta no bairro de Santo Anto-
nio, avisa-se aos catataos de campo ou a
lia.
parau-
ses primeiros impulsos de paixoes insensa-
tas, presume satisfazer plenamente a espec-
taliva dos Srs. dista capital e do campo, que
0 lionrarem com sua confianca. Entretanto,
os intcrcssados que, sobre esle assum ',,
pretenderem mais ampios esclarecimentos,
dirijam-sc a ra da Aurora, casa da Exma.
professora i Mara Carnciro Lacerda Villa-
Seca, que ah serao devidamenle inl'orina-
i'os.- francisco Xavier Carneiroda Cunba.
. l'urlatamrio armazem do Si. Rufino,
'na i ruada Conceifo, uma cara u-
na, quevinba do Ico para o abaixo assigna-
do : quem dola der noticia ou a queira en-
tregar na prac"! da Independencia n. 14 c 16,
sera generosamente recompensado.
Jo9o(da M iita ReltrSo.
.'::::':: ?;.:> :'...: i 3 :':'./: ;":,:&3
| CONSILTORHHIOM SOMTICO |
I DS. LOBO MOSCOZu.. I
:' Ra da Cadeia de Sanio Amonio. ;
i? O Dr. Loljo Moscbzo Faz sciente f.\;
'. aquem interessar possa que tem S;?
i'^ commodos em sua casa para re- f.}i
-:_;'. ceber alguna escravos nao s pa- M
0 ra tratar de sitas enlc-midades {l;
:$ como para fazer qualquer ope- C;-S
['j racao. Os doentes serao tratados i^
}j pela homeopathia ou pela alio- (,'/
;'' pauua, conforme parecer mais ;';.
-'; conveniente para a brevidade da S
cura. Advcrle que recebe gra- V,
tuitamente nmaououtra pessoa Aj
que precise fazer Jjum;i opera- _;
cao, e fjtie por smts circumstan- (V.
K'f cas nao possam satisfazer as des- ''3
i? pezus de tratamento c nao queira fl}
3 sujeitar-so a ir para os hospilaes. jj
'3 '* pirco do tratamento dos escra- (
) vos reculara' de "J.s" a .".s" diarios jfjj
tft conforme a gravidade da moles- f'j
,-.-. i a eo lempo de curativo.

AO HOTEL TR0YAD0B-
Ra larga d iusario
ii. /i6.
Acharan uma lista rom os precos das co-
medorias e por ella toda e qualquer pessoa
poder regular a despeza que tencionar fa-
zer, pois f t mesmo com um sello nao dei-
xar de p-tiscar e poder."io fazer almoco ate
640, jantar ate i,;.>00 entrando doce e vinho,
e vista da lista nSo deixarSo de comer ba-
rato ecom aceio, e nao tero do que se
'l'ieixar; tam'ietn previno ao publico quo
oajam do trazer dinheiro miado se caso nao
tenham avisarn ao servente para elie ver
so ha troco ou sugeitar-se-hao aos bilhctcs
da casa.
lia 15 dias, poueo mais ou menos, ae-
sappareeeu da ol ra do hospital Pedro H um
mulatinbo de nomo Moysos que so achava
aprendendo o o licio depodretro, ttribue-
se que tivessc sido eduzido por algucra vis-
to ser elle do menor idade : quem pois del-
le der noticia ou apprebender, pode leva-lo
a rasa de seu legitimo sonbor, quo he Anto-
nio Jos Comes oo Correio, e do quem rece-
ber a gralilicaco.
aJardm pblico, ra da
Soledade n. 70.
(Juatro jardins unidos, destinados s plan-
las de Europa, Asia, frica e America, for-
mara este muilo grande cslabelccimento,
que lodos os anuos recebe plantas do todos
os gneros, arvores, arbustos de frueto c flo-
res. Chcgou pelo navio Uliuda a lerceira
encommenda desta auno. Apromptam-s
en ommendas p< as mais do norlo e sul.
oteria
Para o K<> de .latiejro
O veleiro brigue nacional Fluminense prc-
tendn seguir com inulta brevidade: paran
esto da caiga que lile falla, Irata-se com o
eu consignatario Antonio l.uiz deOliveira
Azevedo, ra da Cruz n. 1.
Ceara' e Mara-
nliao,
O bem eoulineidn brigue escuna Laura sa-
hira impreleriveluienle no dia a-2 do corren-
te com a carga que liver a bordo : os pre-
tendentes e aassegeiios, enlendam-se com
J. K. da l'onseca Jnior, na ra do vigario
n. -'3.
Para o Rio de, Janeiro sabe com mui-
ta brevidade o bem conbceiilo briguo Sagi-
tario, o qual tem a manir parte de seu cr-
regamouln prompto : para o restante a pas-
sageiros, trala-ae com Manuel francisco da
Silva (.arrien, ru do Vigario n. 17, primeiro
andar, ou com o cepitao a bordo.
Leilo de irene-
Para o lo
DE
\ai*eiuir com lodl lnevi.ude o veleiro bricue
iiri.in.ii Elvira ; ptra rara, pa^aceirn e e*rr-
vos % frele, pura o que lem icellrntp* ournmrf<>s
IralS-N r\.u\ 01 COUtlftliaUnM l eunn It.-. t\ lili t.
ra da Cadeia dn IUciTo.
ros,
Segiiiida-fera '1\ do cor-
rente.
PELO AGBNTB
Restaa.
' agente Pestaa Tara" leilao no dia
cima designado e pelas 10 horas da ma-
nha a porta do armazem do Sr. Aunes
defronte da altndega
ni:
Sil lian isioin manteiga.
56 meios ditos de (lila
95 saceos com arroz da India.
it) saceos com fcijao.
J. Ilundcr, cstabelecido com Inja de al-
faiate na ra Nova n. 52. scientifca ao res-
peitavel publico, que se aelia orompi.i a de-
sempenhartoda e qualquer obra, tanto para
o civil como para militar, fetla pelos mc-
Ihores ofllciaes o costuroiras, com muito
aceioo prompti 13 i, por pre?o razoavel.
Um homeni solteiro prensa alugar
um prcto para cozinbar e comprar : na ra
do .morir n. 33, segando andar.
Lotera
DA
provincia.
Oabaixo assignado declara que de boje
em diantc compra bilheteg de lotera reco-
ibi los com o descont 'le -jo por cont seja
qual for a quantia : na ra do CoUcgie u 21.
V. J. I.aymo.
Na ra da Cadeia, defronte da BelacSo
n. 2?, alugam-ee e venden-se superiores lu-
chas hamburguezas.
Precisa-se de um rapaz para criado: a
tratar na ra de Apollo II. "2*.
.--

it'
'>


PARA O
CEARA', MARANHAOE PARA
O veleiro brigue escuna Graciosa, cepi-
tao e praticn loSo Jos de Souza, vai seguir
coto luevnlada aos porlos indicados para os
quaes lem grande parte da sua carga promp-
la ; para o restante a tratar com os Consig-
natarios AlmeidaGomes, vives i\ c. escrip-
tono na ra da Cruz n. 27.
Para
Mnecio
segu para Macelo at o ,||a -..,; ,\n ror.
lente, a haic.i ConccicSo de Uamaoguaba :
quem neila quizer carregar, ou ir de passa-
gem, dirija-se a ra do Crespob. 14, ou no
trapiche no algodao.
Har o Bio de Janeiro.
II brigue laura pretende seguir at o da
25 do corrente, lem a bordo melado de seu
earregamento : para o resto que Ihe falta,
trata-se com o seu consignatario Antonio
l.uiz de iivera Azevedo, ra da Cruz n. 1.
Ceara' e Acaracu*.
Segu ate 25 do corrente o patacho r.mu-
laclo: quem no mesmo quizer carrea ir ou
ir de passagem, dirija-se ao eapitSo a bordo,
nu no esciipiuiiii de Msnoel i.oticalves da
Silva.
, precisa-so de um escra vo para servidos | qualquer pessoa que della tenha noticia, de
a pegar o lev?r ra do Crespo, toja de Si-
queira & Pereira, que receber boa ;retiii-
ca?3o.
Attencao.
Jis Joaquim da Silva Guimares, eidadto
Braaileiro, natural da freguezia de S. Ir.
Pedro Goncalves do Recife, casa lo, morador
nesta eidade, c estabelecdo no aterro da
Roa-Vista, declara, que existe nesta ciliado
nutro Jos Joaquim da Silva Cuimaraes,
subdito l'orluguez, e estabelecdo com ta-
berna na (.anilina do ('.armo ; assim como,
que o recibo quo se acba publicado no Dia-:
rio oe ao do corrente, passado a rogos da
sra, i). Mara Pilippa de lesus na correspon-
dencia do Sr. Antonio Tinto do Magalhaes,
nao foi por elle passado, e sim po/ oulro de
igual nomo, e para prevenir qualquer du-
vida para o futuro faz a prsenle dcclaracao,
Hecife -21 de mata de is.".8.
A. Bcrlrand vai a Europa.
Tendo de fechar-se uestes dias a gale-
ra eollicina de daguerreotypo do alono da
Roa-Vista n. terceiro andar as pessoas
que desejarem honrar este eslabelecimento
a licarcom um liel e porfeito retrato, apro
veitem a occasiSo. Na mesma casa eneon-
lra-se uoi completo sortimento dos artefac-
tos cm que be costme collocarem-sc os
retratos.
Dt-se a quantia de 2330CO por mez a
uma ama que tenha muilo leite, e nao ir.ga
lil'io ; assegura-SO bom tratamento : na ra
da i'r.ua n 51, primeiro andar.
l'recisa-se de urna mulber sadia, que
saina engummar : a fallar na ra do Seve,
casa terrea junto ao sobrodo de 5 varandas,
era frente a grandecaaa queso esla fazendo
Pra o i.vmnasio l'ernamiiucano.
Aluga-se tuna pela crioula de ao an-
uos, a qual sabe cozinbar, engommar, lavar
e fazer lahynolbo, ludo com perfeiejo e por
168 mensa es a tratar na roa Nova n VJ.
Alugase urna Preta que cozinba e com-
pra : na ra do Collegio. n. 2o, primeiro
andar.
Jos Belisario Henrique da Cunba de-
clara que nao be ello e nem algum de seus
companbeiros o autor do innuncta sob a
epigraphe -- Dinheiro ou casa quo se lem
h Jo no Dial io. Faz esta deciaracSo porque a
casa da ra da Concordia, indigileda no re-
Un lo annucio, he a de sua residencia.
.Na ra la Palma n. a engomma-so e
lava-se com perfeicSo ; na mesme casa eo-
zinha-se para lora: quem de taes servidos
precisar, dirija-se a dita casa, que achara
com quem tratar.
Bichas ci ILmi-
burgo.
ief'onte
da matriz
da Boa-Vis-
ta alugam-
se biebasde
llamburgo,
vindas pelo ultimo vapor da Europa, assim
romo alimpam-se o chumham-se denles a
i uro o prata, applicam-se ventosas, h ilam-
se onvidos cm armas de logo, amola-se Indo
ti ferro corlante com toda perleli;ao e
promptdSo.
aluga-se para n servido de casa :; es-
iravos moi OS, lo boa conduela : a tratar na
DA
PROVINCIA.
No escriptor jo do abaixo assignado na ra
do Collegio o. 21, veodem-se ailbetes da lo-
tera ila provincia pelos seguintes presos
sendo de tOOj para cima e a dinheiro a vista.
l'.ilheUs garantidos 59590
Meios ditos 2*750
P. i. Layme.
F.SCRAVO FGIDO.
No da l) ,1o mez prximo passado, desap-
pareceu o escravo cncalo.crioulo, de idade
45 a li.innos, estatura regular, cor fula, ma-
greoslo descarnado.olhos avermelhados.le-
vou calca de casimira cinzenta.e camisa de al-
go ISozinho de listras,este preto foi do Dnado
Sebastifio dosOculos Arco Verde Peruamhu-
co, e foi compra o ltimamente a Antonio
de lloilanda Arco Verde Cavalcanti: roga-se
as autoridades polieiaes ou capitSea de cam-
po a su apprehciisao,e leva-lo a ra do Mon-
dego n. !."> padaria do Saraiva, que sera bem
recompensado.
Mo Ha
IMiCO
1)0
v*
;>*
IU" \il>A CADEIA, l'KFRONTE PAOKHEM TERCEIRA DES. I RANCISCd.
da soaeham snmprnns maisacreditadosmedicamenlos tauoem tiuiurasromu
em glbulos, sjreparaeosconi o maior escrpulo o por precos bstanle commodos
Botica de
l'ila do 24
l>ila do 36
Dita de 48
Hila de 60
IT.or.cs FIXOS
tubosgrandes.
10/00
1,55000
205000
2500
30S0O
iiooa
29000

Tubos avulsos a......
Frascos de tintwrrademeia onca.
Manual di medicina horanopatbica lo l>r. Jahrcom o djc-
eionario dos termos de medicina :. .... von
Dr.Henry......, lo^ona
Medicinadoaiestica do

Lcilao
QUARTA-FE1RA 2(i DO CBRENTE
As 10 horas da itnanha a
Ruh De riquissimos movis es olhidos de mo"-
no, jacal anda", vinlialico t: charo,
joias, diristaes, porcelanas, bronzes,
etc., eujo gostoe perfoirSo eslo cima
de todo o elogio
MARCLINO 12 30cJA
oncanega lo p lo lllm -r. desombargador I
francisco Joaquim Gomos Ribeiro, que se
retira brevemente para a rnrle do Rio de Ja
nene, aprescnlara a concurrencia publica
om leilao, na residencia deS. s ra do Hos-
picio n. .!. todos os seus movis constando
de elegante molulia de sala, completa, so-
tas, poltronas, idloinan is, iruarda roupa
com e sem portas de vidro, ptima secreta-
ria, riqoissimo toilette rom mar more por-
celana lina, cama frauc za le Jacaranda enm
perteners, dita de ningn, soberna diwan,
sof, mesas de cabeceira, ditas de jogo, Con-
siilos, bancas de costura, jolas, ricas eorti-
nas, esplendidos espetaos Francezcs, lindos
quadros, ornamentos de sala e g bnele,
lustre, serpentinas, tapetes linos, porcelana,
cbrystaes, servidos linos de almeno o jan-
tar, grande mesa clastic; guarda lencas,
aparadores, cadeiras e mais movis e uicn-
ciiios de sala de jantar, q lartns inferiores e
cozinha,uma por(9o de vinbos linos engarra-
fados, ura excedente carro de i rodas com
tollosos arelos para mu e dous ('avalles,
livros de I i Itera tura e ilc direito, e uma un
mensi lade de outros mnilos artigos de ges-
to, anda nao vulgarisados nesia eidade B
ludo sera sem reserva vendido no referido
dia quarta-feira "J6 de raaio as 10 horas em
ponto da maiihaa na ra do Hospicio n. 1.
I.eilfio.
0 agente Oliveira far leilao, por ordem
dos administradores e consenso dos credores
INDUSTRIA PEKNAMBCANA ..;
FABRICA A VAPOR
UA DO BMJM
prxima a fundi^o
do Sr. Bowmaii,
Tem eflectivamente as suas acre-
ditadas velas de composi<3o : ardem,
-."-" e tem a mesma duracSo das de es- '.-
:.]': permacete, e custam 15^000 a arroba. ',]'
vis Tambera lem de carnauba maisor- /:
'\ nariaa le 6e ~ em libra a 12a ar- ,':'
\;' robe, sem oaixas.
'." l> sabSo aqu fabricado he de pri- @
;. meira qualidade, o que se garante. :,;
O-'.''.'.,.. y.'-:. ...;:::/:;:&
rna de Agua Vi rdes n. 17.
- Na ra do Trapichen. 17 escrmlo- DefrOMie da onJci ICrrel-
n, desrja-se lallar-ao Sr. .lose Itibctro
Rocha Bastos, a negocio do sen intc-
GOIANNA.ATTENCAO'.
^3 Jos Francisca Collares e C, raza
.; publico que na eidade de Coianna na Z
;:. ra da Ponte n. 9, lem efiective a to- 2
"-- do lempo carne do Ceara da rnelhor *'
..- qualidade que ha, pelo proco doR
;'. cife e mais em cunta do que em .
; qualquer outra parte ; os s1 nbores .- .
.:. deengenboque por ser rauito ami- S
S godellcs, que nSo quizerem ler o '*
' trabalho de mandareai ao Hecife, po- Q*
b dem dirigir se ao mesmo armazem .
'.''. que se proinelte fazer lodo nesocio ^f?
; com outros genetos que os mesmos
quizerem trocar. '
Prcctsa-se de uma secca : na praca do
Curpo Santo u. 17.
o
l
Tratamento do cholora morbos
f.opertorio aohr. Mello Moraes
*?..***'?:?;?:?;*.**:????*: VT,->fivTS a
2/000
leo
" Pr.lillAS PRECIOSAS-
\ Aderern.de lirilhanlts,
*' diamntese parolas,pul- -
* Miras, aliineies, bcDCoa *
, ^ re/elas. boleca aunis ,;.
* de dilTerenles eii'los e de
* diversa, podras da valor. *
'
.ek ii ciRiTif
Ra do Cabuga' n. 7.
Rece bem por to
? ... ... ... .n.*H*
| OLIVO E PRATA. i
.7 Adereros completos da *
:?' ooro, anaiae dilns, pulsei-
* ras, alfinetes, brincos
rojetas, cordoes, traneel-
I
* !in, medalhas, correles aa
'* e enfeile para relnin. e *
S oulro mullos objoctosde 'J
- o uro. i
? Compram, venrfam ou (los lS V lllri**i|-|'l f?n
irocampral..., hn- 1 <)S VapOH MM. IUI -w A|,arelho, eomplc.o, de *
oanaV rOOB ?tSOl> TMS (4> lllUS* P' Pa rl.a, baedcjat, *
j i i "al""' 'luaes, colhares +
d.....'"" niodfirno tosfo. tan-t .-, ~ 8 tea outroa obieclo
..^to (jw Franca coiio*/;a,a^><
. Ili.'intcs.iliainaiile
^ las, e nu tras 't
* jotas de valor, a dlbheiro
2 uu por obras.
? *
mu- *
da
,;?.?:.* :+,.<: .?.
de Lisboa, as quaes vendem por
pre$o commfHJo como eostuiuam.
Na vraria 11. 0 e JJ
a praca ria lndei>eiideii-
precisa-se ikilar ioSr,
De tan, que iiiorou na ra
o Arairo t; teve luarci
Aragao
Dubeux ja tem velas mistas
ii
da
resse.
Claudio
para malar for migas.
--- Preeisa-se de uma ama forra ou cap-
tiva, de boa conduela, para casa de um cs-
trangeiro solteiro. que cozinhe, engomme,
etc : na ra da < ruz do Itecife n. :i".
Memoria Histrica Bioj'i-aphica Pernamhucano, pelq |>udrc Lin do
Monte Carmcllo Luna.
Se alguna dos Srs. que se dignaram assis-
nai esta obra, nuda nSo rereberam o seu
respectivo excmplar, poderSo mandar pro-
cura-lona casa do autor, na ('anilina do Cal-
mo, sobra lo de dous andares n 3*, onde
lamliein es!, a dispoSCSo do publico o resto
dos ezemplares a \? cada un.
I'reeisa-se de uma ama para rozinhar,
comprare poUCO serVQO da casa : no aterro
la Boa-Vista n. II.
:;:. '- K r :
j Uma ,essoa devid......inte habilita- ';
s da ofTereee-se para lecciohar cm Col-
jios o casas particulares os aegoin-
los preparatorios : rranrez, geogra-
pbia, rhetorica, philosopbia egram-
malica geral da lingua patria : quem
pretender procure na ra da Cadeia
de 8 ido \ntonio n. II i; entrada ao
la lo esquerdo) que achara rom
quem tratar.
O padre Francisco Jlo de Aze- Qj)
vedo, achando-se presentemente va
nesta prai;a, e. oceuvando-sc priva- jl
tivamente na directo de seo estaba- (w
f0f leeimentocbalcograpbico, incumbe- (gh
se de executar com toda a perfeuj&o ,>.
e brevidadeaquaesquer obras de gra- 1
veras, tanto a talho-doee. como a re- ($)
levo, registros, retratos, lettra.s com- %
merciacs, bilhetes de visita, mus- J
cas, etc. ; e dcaejoso de levar o mes- vy
mo estalielecimenlo a maior ponto, tk
espera que as pessoas, que proteo- sa
derem laes ohjectos, nao besitarSo W
(|9 em o pocurar, prestando assim uma ^)
A ellcaz proler^Ho que o annuueiati- fi
J"? le ser cxlreinanictite rcconliPCtdo. T
Sv Pode ser procurado as Cinco l'cn- VPV
^J) tas, sobrado da esquina confronte a S|
/a matriz nova de San-Jos, ou na ra ^*
^J no Collegio, na livraria dos Srs, Mi- ^
jf randa (\ Vasconcellos. ff
Na fundicSo la Aurora precisa-se
de serventes torios ou escravos, para
servico dcbaixo dccobci ta.
mn de awiTcuon fm>
RECIDO, DE FAUVELLE-DELEBAKR
DE PARS.
Quatro annos de experiencia tem assegu-
rado aos pontea de caoulebouc a voga que
boje tem, nio s em Franca como no muu-
de inteiro ; so sem contradic^So os mais
agradaveis de lodosos peutes, mais brandos
que os de tartaruga, sSo os nicos que nao
tazemcahiro cabello, por causa da olectri-
ci i de que conlm,accrescendo a estas van-
ra de. S. Fraiicst-o
CONSULTORIO IIOME0PATHIC0
no
DR-f. A.LftBOMOSCOSO
Medico parteiro e operador.
O l>r. Lobo Moseoso, aa consultas lodos os i gcuf r|e nlo ser'em mais caros do que a\
de hualo. A esta admiranvol inven^iio de
exposicSo universal de 1855.
OSr. Iincnupos da Silva Torres tem
uma caria na ra do Trapiche, armazemn.
9 e 11.
-- Precisa-sede um e.xeiro de idade de
ra 16 annos, que tenha ortica de negocio,
para a eidade de Mamanguape, para urna
dias e pratica qualqueropera(Su de cirurgia,
ssim romo.accode com I oda a promplldSo,
as pessoas u precisaren! do seu prestimo
para o sorviejo de partos, pratiesndo aso-
peracOos manuaesou instrnmentaes, quan-
lonlo possa conseguir resultado por meta
da homeopathia, que tantas vezas lera ven-
cido difliculdades, que pareciam insupe-
raves.
4,-
os.ti opa
neiria.
-- O deposito principal
dos i:;is afamados charu-
tos ria Bal ii a do (us-
lavo La porte, aeha-se de
lioje eui (liante em casa de
Scitapliletlin &C, ra da
Cruz n. 58.
Cliariitos da
Saiia da fabrica do Si\
Gustavo La porte o
llm casa de l. Prager v\; C. ra da Cruz
n. 11 continua a seren clcpositads as rac-
Ihores qualidades de charutos da fabrica
do Sr. Laporte, os quaes se vendem por
menos preco de que em outra qualquer
parle ; tambera acha-se a venda a bem
conliecid marca Mssisipi.
Eri^enhoida
POEMA DIDACTICO-HEROI-COMICO
pelo
Dr. Jos Ferrari.
Acaba de dictar da Rabia, a presente
obra, eujo principal lim be mostrar a
importancia c a influencia que tem, so-
breo progresso da sociedade, nm enrje-
nho de fabricar assucar. Seu autor com-
para o assurnpto de sua obra com todas
as fabricas que no brasil e\istem, e poe
Dtente que nenhuma da' matares resul-
tados, nem sustenta mais o comrncreio,
do que o engenbo de assucar. Acha-tc
a'venda na livraria da praca da Inde-
pendencia n. i\ e 8, por 8jt000 rs. dous
Seguro contra
fogo
COMPANHIA NORTIIEN, ESTABELE-
CIDA EM LONDRES.
Premios diminuidos
AGENTES
C..I .Astley i*Compauhia.
D-se a quantia de 25J000 por mez a
uma ama que tenha muito leile e que nao
trapa lilho, assepura-se bom tratamento : na
ra da l'raia, sobrado n. 51, primeiro andar.
Kua Francisco n 11 IJ
escriptorio de advo-
cada.
m (i bacbarel formado Manoel Morei- .
, ra Guerra-, tem installado o seu es- >
<' eriptorio de advocada na ra da O- ff
:<> doia de S. Francisco sobrado n. II I!.
f? onde offereco os servicos de sua pro- Jfi?
jiS fisso as pessoas que o quizerem $
; honrar com a sua conlianca, podnndo -ji
i ira isso ser procurado a qualquer JU
hora de todos os dias uteis; o mesmo 5
bacharel cnearrega-sc de quaesquer >J
vjt> recursos ou outros negocios forenses cfj
U do interior da provincia, que pe- {)
;;' ranle qualqjer tribunal ou reparli- jl)
gj {fio desta Capital tenham de ser ven- jgj
; litados, par.i que Ihe poderao sern- ??
dereea ios em carta fechada ; no quo Jf
f' ludo aaaegava o maior zeloe promp-
f|J lilao. Aos precos pobres e pessoas J}1
desvalidas piestsri todo o irabalhu ;i
'3 pratis. ;
1

SR5I5W
'''id rt uuauv (it- 'i- Mliliin'Ml" i-n;a uuia .
casa que 1,1/ bastante negocio : a talar no v,,1"""'s dc W "'t>da imprcssao.
SEGURO C0TS4 0 FOGO.
CO.MPAMIM
. ALLXAVCE.
Rstabr-lecida em Londres,
em Miarlo tlt- lft24
CAPITAL
CINCO MILIIOES Di: LIBRAS ES-
TERLINAS.
Saunders, Brotbers & c. tem a honra de
informar aos senhoras negociantes, proprie-
larios de casas, e a quera mais c mvier, que
estilo plenamente autOrisadOS pela dita com-
panhia para eflectuar seguros sobn
cios de lijlo e podra, r -herios do telba, o
O
O Dr. Sabino Olegario L. Pinho, tendo de
organisai a- Historia da bonieopalhis du-
rante a epi Icmia do citolera,roga a tolos
os amigos da ver,lade quer desta provincia,
iner das nutras do imoerio, que Ihe forne-
(,am com a maior brevi ade possivel, quaes-
quer documentos, informar;ftes ou narracoes
exactas, que posam servir 'ara a execucSo
isa obra, lie justo que sejara conhccldos
os nomos do todos aquellos que em |3o ca-
lamitosa quadra soccorreram a alllicla hu-
mara lade. No consultorio central horneo-
pathico ra iie Santo Amaro (Hundo
o. t;.
.-. -\r;f-.
-.--. ........ u.- ,
Paulo 'i'iy'ou', lendsli, roa '. Mran- ;
' ceir.ts i.15i ame macasa tem ai;ua e pi
mirifica.
-..../., .-...-. .... ...-..- -..
Precisa-se de um cria.lo ou uma criada
para uma casa de familia, quer torro quer
captivo para servido tanto interno co no ex-
terno : a quem servir dirija-se a Capunga
Ve Iba i casa da Sra. vinva Lasserre ae i da
do Sr. Bonifacio une achara com quem
ti atar.
--- I). Barbara Muniz Tavares GnimarSes,
i cife, roa la Cadeia, leja n. 2$,
;'5.-T*75 y.: ;;:.:.:-::-:y.r::-:r.';:::^-<
aja o iir. Carneiro Monleiro na cas- de ''
'. sua residencia, ra do Queimado n. :-.
^ 10 primeiro andar, recebe duentes
v.3 |iara tratar.
u abaixo assignado la/, inihlicoque
lem uma procuri c5o bastante com poder
limitado, na m.'i do Sr. Antonio Joaquim
dos Santos, cuja procuracSo lica de oentium
i1.,'1.1 desde boje. Keeife !0 de maiode
-Antonio Jos Pcrnandcs de arvalho
e
Irmandade do Divino /vs-
pirito Santo.
(inndnu'a a diseussao do novo rnmprn-
niISSO. Como jifui aununeiado, lodos os das
das b horas da Urde em diante at linalisar.
Santos Coelbo, escrivao.
F.izeodas.
O ahaixo assignado participa ao res-
[icilavd publico desta )M'.o.i e do centro,
pie continua a ler um completo sorti-
mento de todas ;is fuzendas inglczas,
Irancczai e suissas c precos muilo em
i 'ola : na sua loa u. |S atcri'O da Boa-
Visla.
Dn ii le Borgcs da Silva.
Precisa rcitor, preferindo-se
ai [Ihas, ,ua i alai de um sitio perto da
i '"V IrOll n. -i
Ti ndo-se justo por eo npra a casa ter-
rea da ra doTsmhian 30, romosherdei-
ros de Victoriano francisco, Pedro Gon^al-
'esde nt'anna, e I). Komana Isabel Ma-
ra, sel /. o presente annuocio pai
.o, io :- jul-'.-.r prejudicado dirigir-sea ra
lo Rosario -a Boa-Vista n. U.
OifereCA-.se una ama pira casa de pou-
ca familia : na ra de 8 Goneslo n. 13.
ATTENCAO.
Na na Nova n. fio, una senbora eas.i !.>
pro 6e-sea vestiranj is morios o a senhoras,
los de s os cr, ra i ir oscabellos; assim como po imperial de indo a casa dos mesmos; adverte-se que
at i., nesta praca, de todas as dividas activas rem os mesmos edificios, quer consista em serem conferidos e attendidos no respectivo lyrio de Floreoca para brotoeias e asperida-
de eoula de |vro e letras, perleoeente a roes- mobilia, ouem razendas de qualquer qua- inventario, ati-o fimdu crrente mez. Re- oes la pelle, conserva a frescura eoavellu-
ma em liqolda^o, e cuj rela;ao existe ex-llidado, Icifell de maio da 1858. dadoda nnmuiosa da vida.
Thomaz Payno para evitar qualquer duvi-
da que por ventura posa apparecer, ra o
|iresentc annuncio, declare nao que
l Jlixou de lercaval i
de ipullo.
....- ., .......
;-... : ::.:.. ;:-.
;. nlir Augusto Cainciro Monleiro da ;_.-
.;. Suva santos, mudou sua i s i Icncia ,:,
"'! para a ra do Queimado n. io pri- '.'.
9 ruefro andar aonde pode ser prosura-
.-' do para exercer qualquer ir.-, tatho
medicina, cirurgia e partos. [
----He ChegadO a toja je Leconle, aterro
da extincu casa commercial de peane Youle I igualmente sobre os ohjectos que contive- suas eonlas ou tilulos de
viuva dePodro vntonio Teixeira Guiraares, da Koa-Vists n. 7, exeellente leil i
leudo de proceder o inventario dos bensd i branca, pararefres
seu casal, roga as pessoas que se julgarem pannos, sara;.....spinhas, igualmente o a-
credoras do i esmo, queiram b presentar ramadooloo b fazer eres-
Precisa-se de uma lavadeira para lo-
mar eonla da roiqia de uma familia : no pi-
lco de 8. Podro n. 16.
|Lasa de saude|
& o l>r. Iriiico Firmo Xavier, roce- ($)
KK hfi eni sua casa de saude, que lica ao tj)
S norte da estrada da Passagem da ^
' Magdalena, entre a ponte grande o a \5
(() pequea do Chora-Menino, todas as tj)
ia pessoaa doentes, aliau^ando o me- a
** Ihor tratamento, o maior zelo c cui- 2?
dado medico l> local em que est
edilieada a casa destinada para esse
miste,ras re,-ras hy^ieniras, sobre.
as quaes est construida, os commo-
dos de que dispon, o aceto, ordem,
e rcgularidale que ah se encon-
trara, sao coi diqoes ponderosas para
urna breve cura e completo resta-
belccimenlo. As pessoas que quize-
rem utilisar-se de seu prestir.o po-
dem drigir-se ao paleo do ('.armo,
sobrado n 9, primeiro andar, das
10 horas da manliaa as 3 da larde,
e dessa hora cm (liante no seu esla-
ieleci ment.
0
i
1
i
i
veste porprecos muito cae,no ios; quem
da seu presume se qnizer utilisar, dirija-se
casaariina referida.
m
i
i
i
i
8
Methodo Cas-
tilho ,u i endino
de < linas.
Priscilla Senhorinha M n es de albuqoer-
quo,leudo sido examinada e a iprovada para
o ensino le instruecSo primaria.transferio a
sua escola ta ra do VlgaTIO (ara o -1 andar
lo sobrado n.39,ronfronle a igreja do Rosario
de 8 Antonio, nii le aleni de lettura,escripia,
eontabilldade e grammatiea nacional, ensi-
llara costura, bordados e lavores, esperando
corroborar a boa opiniSo em que a tem o
Exm. Sr. conselheiro Castllbo, expressa na
quarta edic9o do seu insigne imtliodo.
Precisa-se i e um caixeiro: na padaria
da ra Incita n 21.
- Pogio ou tiraram uma nvelha toda
branca o com uma corda no peseoco : quem
a trouxer ao sitio de Santo Amaro que tem
tres palmetras mi porlSo sera gratificado ge-
nerosamente, pois que a nvelha he de pessoa
grada.
I I I
II /I


DIAMO DE PF.RNAMBUCO SEGUNDA FEIRA 21 DE MAIO DE 1858.
Attencao.
Josc Joaquim da Silva Unido disconta-
do urna letra da iiuantia de l:200j{ sa-
cada no dia S demarco p. p. por Frai-
cisco Jos Rodrigues liastos contra Anto-
nio Pereira da Silva, a 90 dias, tendo-lhe
indossaua em 1)raneo pelo sacador no dia
10 de abril, sucedeu ter-se deseneami-
nliado dita letra, pelo f|iie rofja a qual-
quer pessoa que por ventura a adiar de
a'levar ao pateo do Carino n... que sen.
recompensado, ceito o publico de que
o aceitante e sacador ja seacbam preve-
nidos pai a nao pagarem se nao ao an
nunciante no dia de sen |vcnciinento que
heo dia 8 de junlio prximo vindouro.
Vaccina pu-
blica.
A repartiese continua a funecionar no tor-
reSo da alfandega na.s quintas e domingos,
i na casa do commssario vaccinador, rua
slreita do Rosario n 30, cm todos os sab-
bados.
ATTENCAO'.
Offerece-se um rapaz brasilciro de boa
conducta, itlade 20 anuos, para caixairo, isto
he, preferede loja de fazenda, ou algum ar
mazem de assucar : quem quizer annuncie,
ou diri]a-se a S. Francisco, que achara com
quem tratar,
A capatazia da mesa do consulado
gcral precisa de serventes livres : quera
pretender dirija-se ao trapiebe do nlrjo-
dao a tratar com o capataz do mesmo.
Compram-se os Diarios de 4 e 7 do
ni"/do abril de 1855: na livraria n. 6 e 8
da prora da Indepcndeucia.
Compra-se um p de flor de cera e um
dito do camelia: quem tiver, dirija se a
praca do Corpa Sanio n. 13, primeiro andar.
Comi>ra-se lato cobro bronre e
chumbo : Em Fra de Portas, ra do Pilar
n. 92.
Compra-e ama propriedade Uta em aljama
la?. principas* ras d'esla eidade, e que renda pou-
<> m iis ou menos 5005000 n. annuaes, estando o
predio em hom estado, e desembarazado; quam
quitar, trata na ra da Cruz, eicriptorio n. 49.
Compra-se effectivamente bronze, lao
tSo e cobre velho : no deposito da fundicS-
da Aurora, na ra do Brum, logo na entra-
da n. 28,e na mesma rundicao.em 8. \maro.
Compra-se effectivamente n ra das
Flores n. 37, primeiro andar, apoliccs da di-
vida publica e provincial, accOes das com-
panhias, e d-se dinheiro a juros em gran-
des c pequeas quantias sobro penbores.
-- Compra-se urna taberna em hom lugar,
que seja betn afropuezada para a Ierra :
i|ucm a tiver, quarendo vender, annuncio
l>ara ser procurado.
Compram-se moedas de ouro com
premio: na praca da Independencia n. 18
o 20.
-
?r loja lo p (lo) reo de
Santo Antonio.
Vendem-se ricas cambraias do cotes a 200
reis o covado, velludo o lit para vestido a
15200 o covado.
Oh! que pecliin-
cha
COM TOQUE DE VARIA
NA LOJA DO PREGUI$A.
roa do Qneimado, esquina do becco do P.ii-
xe Frito n. 2, vendem-se cassas francezas
muito finas, com pequeo toque de avaria,
pelo diminuto preco de 320 a vara, assim
como cambraias francezas muito linas, pa-
droes novos e sem avaria, pelo haratissimo
preco de 500 rs. a vara, liiazinhas de que-
dros de lindos padroes, proprias para vesti-
dos de senhura e palitos de menino, pelos
diminutos procos de 480,500 e 600 rs. o co-
vado, e do tudoso darao amostras com pe-
nhor.
Batatas.
No armazem do Annes, defronte da alfan-
dega, vendem-so gigos com batatas, pesan-
do arroba e meia, pelo barato pjeco do 2; o
gigo.
Vendcm-se muitocui conta sapatos do
Aracaty, para lixar contas liam como obras
de labyrintho, bicos, rendas etc. : na ra
da Cadeia do ltecife primeiro andar n, 6o
Agencia
da fundicao Low-Mo
ra da Senzala ova
n. 42.
Neiteestabeloclmenlocontlnu'aahaver
um completo sortimento do moendas e
meias moon das paraengenh o, machi nasde
vapore taixas le ferro batido e coado de
lodosostamanhospara dito.
Com toque de
avaria.
A dinheiro vista.
Cortes de musselina larg* com II covados
e barra por 2o c 39500 pecas dealgodozi-
nho liso largo a 2?. 2f500 e 3-aOOO vendem-
se na ra do Crespo, loja da esquina que
volta para a ra da Cadeia.
Sellins e relegios.
SEI.I.INSeKKI.Ot.lOS dr patente
inclez : a venda n arinnin le
Kostrnnltooker & Cnmpanhia, es-
quina lo larno do Corpo Sauloou-
mero 48.
Ptao
lloniens do
povo.
Acordai, mas nilo vos precipitis nessas
DUbSu frias a sahirdes do vossas casas
cm lerdes nos hombros o preservativo que
lef-onie do becco do Rosario de Santo An-
imio se acha vossa disposicio. sao os ca-
oles de chova, os uuicos garantes de vosso
:nrnoijc e da vossa saude ; a Sfmpli-s
nanlia de ^;00 he sufliciente para tanta
irtude que nelles encontram quellcs que
lo podeiu dispr de maiores sominas.
Ctunilieno Arialidca u riuu Pimen-
l tem um escravo de 18 annos para voador
or pre?o razoavel, na ra das Aguas Verdes
70, segundo andar: quem pretender,
rocureo mesmo senlior, de meio dia cm
nante
Vcnde-sa urna morada de casa de pc-
ra e cal, no lugar do Rio Doce : quem qui-
t, entenda-se com o dono na dita casa.
Suruhy do io de Ja-
neiro,
Vende-se a superior farinlia de man-
ioca denominada suruliy, vinda do Kio
Janeiro pelo loratissimo prero de 2S.S'
iMi'i'ica, e quem nao andar ligeiro fica-
< sem ella : a tratar na ra do Crespo
11, na ruado CoUcrjio n. 2 ou no ar-
izemdoSr. Paula Lopes na escadinlia.
S. ST1EBIEL C, banqueirosenc-
ielantes, establecidos lia mullos annos
B Londres, tecm a satislacr&o de par-
tala seus correspondentes e ao pulili-
>, que acabam de fundar casas liael
is principaes portos e distritos manu-
iclurcirosde Franca, Alemanha, Belgi-
i e llollanda, conservando alem clisso
tas proprias casas anteriormente estabe-
cidas as cidades mais importantes, e
ortosmais commcrciacsdalira-Uretanlia,
cstiio em posieaode oieiecer grandes
intajens aspessoasijue possam necesitar,
simem Londres como em outro qnal-
jiier ponto da Europa, de urna casa para
>mpia ou venda de artigo*, bem como
ara os negocios de transaceao de crdito
i banco dequalqiier genero.
As pessoas qiieniioiorcmconliccidasdos
'nnunciantesdeveiioacoinp;'nliarsuasoi-
iciis com os fundos neeessarios para sua
'xeuccSo; ficando entendida que osan-
iiineantes nao teem dllliculdade em adi-
iotar75 0|0 sobre os gneros receidos
uites de sua venda.
Os preeos correntes e mais informacSes
immcieiaes, que oiem pedidas, serao
enviada*gratuitamente, salvo o porte do
irreio, podendo dirigir-se aosannunci-
a lites.
TACIIASPARA ENGENHO
Da fundieo de ierrodeD. W. liowman
na ra do liium, passando o cliaia-
r/., continuaa liaver um eompletosorti-
mentode tachas deferro fundido e bati-
do, le 3 a 8 palmos de bica, as quaesse
i! liama venda por precocommodoecom
promptid&o,embarcam-se ou carregam-
M! em carro sem despe/.as aocompradoi
IVa loja das seis
portas ein frente do Li
vrament
Quarendo acebar com algamat fazendas,
l< m rcsolviilo vender por menos:,,: s<-u valor
a> seguimos:
LSazlaba para vestidos com 5 palmos de
largura a 400 rs. o covado, cortes de Cassa
do salpico i, canihraia musselina 500
r:.. a vara, rbius para cobert, covado a 200
res, d;ias escuras para vestidos 180, ditas
txu com moto a 120, ganga de cores p caras h paletots a 5o rs o covado corle- dr
casemiri ingle a 99500, colletes de case-
nura preti bordados a i-, cbales de ganga
eicarnadosa 19, ditos de la pretos 1-600,
cassas de cures a ten o covado ; dam-sea-
o ostras, a loj esu abena das6 horad da
ti auliaa ate 9 da noite.
Chapeos de sol de seda
a tUOO : na roa .Nova o 4-.'.
Publwacao jurdica
.ontiiiii.i ;, vender-se boj casa de lianoel
J.i Nascimento Hereira, na ra de apollo n
, a riu-oria le Direito Penal por Silva Ker-
r.,u, en. s voiiim.-s, brochura por H/,i ,
Vista.
tm casadeltabeSchmettau ACompanhia,
ra da Cadeia n. 37, voudem-seeleganie
pianos do afamadnfabricantc Traumann
iu Hambumo
Couro de lustre
marca castello, muito grande a IOOO a pel-
lo, e 44COOO a Uuza : na roa Direita n. 45.
Marroqulm
a 1-600 a pclle, e 175000 jozla, Tazenda
sem defeitoe boa qualidade : na ra liireila
u. 45.
Vende-Se na fabrica de vinagre da
ra Imperial n. 7, dous tanques de ama-
relio, cornos jatos de sicupira, contendo
cada um ii plji.m, estes tanques podem
servir de deposito de mcl.
O primrtro tomo das Itiographias pelo
COmmendador \nlonio Joaquim de Mello,
obre interessante, ja annnnciada por este
Diario ; vende-se no deposito da ra de S.
francisco n. 6.
Na tanoana defron'.c do trapiche
do i'.iuilia ha superior farinha de man-
dioca em saceos grandes, assim como
bom milhoe i'eijao, tudo por preco ra-
zoavel ou tratar no armazem da na da
-Madrede Dos n. 12.
Na cnebeira que foi do Sr. Passos, no
aterro da lloa-Vista, existe para vender-se
urna cruz pendente para navallciro de or-
dem de Christo, toda cravejada de diamau-
tns e pedras encarnadas : quem a quizer,
dirija-se a mesma cocheira, queachaicom
qnem tratar.
No aterro da Roa-Vistn n. 80, vendem-
se ancoretas de azeilonas a ;.05OO, que deita
0 garrafas, e em garrafas a 320, macarrao a
320 a libra, banlia de porco a 700 rs mar-
nv lada a 800 rs. a libra, em latas de 1 e 2
libras, tuio novo.
Vendem-se 700 cocos seceos com casca
proprios para embarque, e 1,000 palhas de
coqueiros : na ra Nova, loja n 18.
Vende-se azeito de csrrapalo em bar-
ris e caada : na taberna da ra das Cruzes
n 40.
nSCRAV'OS.
Vendem-se 2 moloques pt>caa de 18 a 20
anuos, ditos propnos para engenho, por
commodo preco, i linda moleca de Kan-
nos, 1 escrava do 30 annos, insigne engom-
madeira, por 7005 por ter um defeito em
ump, 3escravas com boas habilidades c
boas conduelas : na ra das Aguas Verdes
n. 16
triumphodoS ,S Cora-
(iio de Mana.
Novos rezistos em formato grande, c colo-
rido lino, pelo modeilo da imagem que exis-
te na igreja da Seno ra da Penna, dos quaes
se devem prover todos os llevlos do mez
Narianno : no aterr.i da Boa-Vista, loja de
miudezas n. 58, nica parlo aoudo os ha.
Na niesma luja vendem-se as afamadas veli-
nhas de pliospnoros, e um "xcellente vidro
para cosmorana -ic maior grao.
Na ra da Cadeia do llecife, casa n ."'5,
tem saceos com farinha par vender, e sac-
eos com eomma, por preqo ooinmodo
No a Ierro da Boa-Vista n. 4, terceiro
andar, se dir quem vende una casa terrea
sita no bairro a Santo Antonio.
Na offieina de dagoerrcotvpo do aterro
da Boa-Vista n 4, terceiro andar, existe um
lindosoitiinenio dealfinetes de ouro nara
serem vcnaiJoscum retratos de 18 a 25^000.
1)4 RElWIDEXClA
LI^AO DE DIKEITO CKIUINAL PELO
Dl. BHAZ FLBE.NTINO ULMl-
QUES DE SOL/A-
Com este titulo sahio a' luz e esta' >'
venda na Livraria Universal, ra do Col-
legio n. 20, esta interessante publicaeao,
para a qual chamara tiuimaraes & li-
veiui, prnprietanos do estabeleciment
emqueseannuhciaa venda, a attencao
das pessoa*entendidas, e dos Krs. acad-
micos da Faculdade de Direiloao liedle.
Preco I $600.
T itiiii superior qunlidade
Na ra do Trapiche, armajem n. 'Je II.
Pe^as de algo-
ilo/.inlio roid< de cupim
m U'180 i .
Vendem-se na ra do Cres;o, loja da es-
quina que volta pra a rua da Cadeia.
Ilcjiisiiii de subao no l.u;i da
Assemhlea n. '.'.
Vende-se a bao ama re lo de primeira e
-iioda qualidade, castanho, prelo ebran
co por 160 a libra, eos mais por preeos ra-
zoaveis.
Milho.
No armazem de Manoel JoaquiniJ do Oli-
velra >v C. rua do Codorniz n. 16, em fren-
te do becco da Ma lie de Dos, vendo se nn-
Ihoa 7>e 93o sacco, farinha de mandioca
muito superior a tic rs.
Nova afn; de malabar
Vende-se esta agua a mclhor que tem ap-
parecido para Ungir o cabello e suisaas de
prelo : na livraria universal rua do Collego
n. 20, du-sc junto um impresso gratis ent'.
nando a forma de aiiDlicar.
Cera de carnauba por preco milito em
coma : em casa de Caminha g Kilhos, rua
da Cadeia do ltecife n. 6o, priuiciro andar.
Reiogios.
Vendem-sc rclogtos de patente inglez cm
casa de Arkwrighi Tuctaiss ct. C. rua da
Cruz n. ts.
@? @
O Attencao. @
iy Kissel, rclojoeiro francez, vendo 9
v_: reiogios de ouro e prala, concerla v$
. reiogios, joias e msica, ja aqu he /
" condecido ha mullos nnos,habita no *
'35 pateo do Hospital n. 17. -I;'.
Mussulinas encarnadas
Na loja de fazendas da rua do Crespo, na
esquina que volta para a rua do Collegio,
ha um novo sortimento de mussulinas en-
carnadas de bonitos gostos, e superior qua-
lidade.
Domingos Alvos Hatlieus (cm pa-
ra vender em sen escriptorio na rua do
Apollo n. 2.1 por piceos mdicos o se-
guintc:
Azeite de Palma em cascos.
Jacaranda' superior.
Algodao da Babia.
Fio de algodao.
Vende-seo terreno que existe entre
a ponte da Capungae a pinguella da Bai-
sa-Verde, com frente nara a rua Real e
os fundos para a camboa do Manguind,
e chaos livres : a ti atar no sobrado n. (i
da mesma rua Real.
Ao barteiro.
Na loja do canto da rua da Cadeia do lte-
cife n. 54, existe urna imnicnsidade de fa-
zendas de muito bom goslo o por procos
muito commodos, cuja barateza faz admi-
rar : sendo enlre ellas chapeos de mola do
ultimo goslo a 5">, capas de panno fino, cou-
sa superior a 30/ panno lino pretO a 2coo o
covado, al 7C, dito minio lino inglez a Ojo
covado, corles de diamantina de seda e
quadros com 12 covados por 8?, cobertores
de 13a boa fazenda a 23. chapeos do Chili de
multas quali lades, saceos para quem viaja
na eslraJa do ferro de 6 a 85, lencos de cas-
sa, urna duzia por 1?, muilas entras fazen-
das que o comprador a vista da boa quali-
dade e barcteza nao deixara de fazer nego-
cio : d-se fazendas i mostra com penbores
e se-levam em casas de familias. D-se em
troco prala de 5f a 2;, nao excejendo de
5JO00.
Vende-se barato um raoinho grande
para cal, em pcfelto estado, assim como
urna torradcia que comporta nicia arroba
de caf : no deposito da rua das Cruzes
n. 21.
itua do Crespo n. *1\.
Vende-se um moleque de 6 8nnos de
ida le.
- Vende-se urna casa terrea, na rua das
Larangeiras u. 31 : a tratar na ruc da Man-
gueira n. 6.
lap francez.
Continua a estar a venda na rua da Ca-
deia do ltecife toja de fazendas doCardo-
zo A\ res, aonde existe sem pre um deposi-
to do mais moderno.
Vende-se na rua da Cadeia do lle-
cife n. 7, loja de Antonio Lopes J'ereua
de Mello SC., o ja bem conhecido rape
princeza do marylando fabricado na ca-
pital do Ceara' por preco commodo: a
tratar na niesma.
Vende-se gomma a 80 rs. v. libra: no
pateo do Carino, esquina da rua de Hurlas
n. 2.
Vendem-se por commodo preco os se-
puintes ohjectos. proprios para aquelles que
se applicam aos esludos das sciencias na-
turaes :
!. llin microscopio, cuja potencia mostra
perfeitamonte os glbulos do sangue e do
leite, completamente preparado, e com va-
rias imporlanlrs amostras.
S.- (en amostras escoltudas de mineralo-
ga e geologa, com urna boa caixa para
guarda-las.
3.- lima boa caixa do reagenles chimlcos
com os competentes copos para analysese
algun.s outros ohjectos.
4.- Umcosmorama com bellas vistas das
principaes cidades da Europa : a tratar na
botica de Luiz Pedro das Neves.
Reiogios.
Vendc-se em casa de Snunders lirothors
6: C, praca do Corpo Santo, reiogios do afa-
mado fabricante iioskell, por preeos commo-
dos e tambem trancellins o cao'eas para os
mesmos de cxccilente gosto.
reiogios de pa-
tente
inglezcsde ouro, desabnete c de vidro:
vendem-se a preco razoa vel, em casa de
Augusto Cesar d Abren, na rua da Ca-
deia do llecife.armazem n. .~,ii.
Cera de carnau-
ba e sebo refinado.
Domingos I!. Andrada & ('.., rom deposito
no largo da Assembla n. 9, fazem scientes
aos Srs. fabricantes de velas, e a quem mais
uileressar possa, quo estr.o resolv dos a
vender tanto um como outro artigo por me-
nos preso que em outra qualquer paite,
alem do qoe deixan escnlher tanto sacco
como barrica no completo sortimento que
presentemente lem.
.\o pateo do Corpo ."Samo
n. 6 escriptorio de
Novaes y

Vende-se superior vinho do Porto en-
garrafado, cm caixas de I e duzias de
gnalas, bem como cm barris de i- e s-
a preco commodo.
Attencao.
Vende-se superi mais barato do que em ouira parte : na rua
do ijueima lo, loja do ferragens u. 14.
iiriuha
(1(3 mandioca, feijoe mi-
Iho,
desembarcados na prsenle semana: ven-
do-se do armazem n. '. defronte do trapiche
do Cimba, no I orle do UattOS, a presos mili-
to va nlajosos.
Robertos e doscobertos, pequeos a gran-
des, de ouro patente inglez, para bomem
sunhora, '. u a lli n- fabricantes
le Liverpool, viu.H.s pelo ultimo paquete
inglez: em casa JcSoull.all Melior ^ c.
rua po Torres u. 38.
<* emion
&S1TO.'1
ttelogios.
i)s:uollioras reiogios dcouro, .atentein
glez, vendem-se por presos razoaveis,no
esenotoriodo agento 0liveira,rua daCa-
deia do Recifen.62.primeiro a^dar
Farinha a 7^000
Vende-se na travessa da Madre de lieos, na
taberna de Joaquim Vieira de. Barros.
.'. .-... ..-.....-..;} r: :;V.r-.- !
- -.- ... -.-..- -. W -. -'
Cortes de vestido a
1,000.
UKANUK SORTIMBNTO DE FAZENDAS PRE-
TAS PHOFRIAfi PARA A CEBIDA I.M DIREITURA pelo ULTIMO
NAVIO FRANCEZ.
Croidrnaplai prtlo encorpado da
Hilo dio lavrado .....
S.'inn prelo vrrdadeiro macad
S.irja prcla verdadtir heipanhola
Vmipziaua prela ( lar^a, para lia-
liuas ........
Vclbullna prtla e de cre par ea-
favaqut, covailo .
Al|iaka prcla lina da
Maulas il< Ilion 1, prelase lirancan,
buriladas ......
L prelos de seda bordados
Mi'ii- de . senhnra ...... ,
Lavaa de seda prcla de lodas as
ludida ios para senhora e lio-
meni ........
Pano prelo muilo lioo.prova de li-
ma. de .......
Caiaaalra pret lelini de .
Corles de cazeimra prela de cor,
bordados .......
Curies de "lita prela ....
Corlesdecolelcs de dila dita bordados
Cbapeosprcloiiraiicezese laaderoo
(iravatal prelas de seljm e gorgo-
reo de varios feilios .
Chapeos de sol de seda para lio-
iiiem e scnlioia ......
HiDgailiM bordado! para senhora .
liras bordadas muilo Anas ,
Goliohu de cambraia buriladas
l'alil de ilpakl prela luuilo lina,
Torrados .......
Goodolai de alp.ika prcla da co-
res .........
I'alilos de alpaka prela .
Hilos de argialloa de cores escuras
I. rrados .......
Dilos de alpaka de cores .
Ditos de fu-lo asseliuados.e gan-
ca de cor .....
Dilos da brim pardo e brelaaba de
lindo ,.......
R.....- corles de seda brinca n pc-
Uiiii. n i!,.iis .n;ieiior po.-ivcl .
Ctirlct de vestidos de varias fazen-
das de seda para meninas .
Sarjs branca lavrada para vestido,
aova to .......
GorcurSo de seda lirancojcom rania-
sein braora, covado.....
Lindos corles da vestidos de seda de
cor, corle........
Grosdioaplti de cores, e braneo su-
perior, cubado ......
Diiu dilo ruin j palmos para for-
ro, covado .......
belleza da China, fazenda toda d
se Diana de seda lavrada, covado ."
lolar de 1'aris, de seda con vistas
mutiladas, covado ...
Seiun da Escocia lavrado para vesti-
do, covado ......
Ciles de vestidos de cambraia de
esda bordados ao lado .
Cambraias orjandis mali'ada.covado
Cassas francesas finas do ciir.vara
Cintas franceza de cores,cuv.du .'
lillas (lilas, covado ,
Riscada trance/, de quadros e lisias,"
covados .... ,
Mossoliua de ciir c branca, covado
Brllhkolinlia branca, ramagon lar-
as,eovado ...
Pulceiras de velludo, froto afila '.
Popelina dn seda com llores malisa-
das, aovado ....
Bareg de seda com quadrus c lisias
cova'Io ......
le qoadrlohos e lisias,cov.ul
Gorgurflo de se is k llores, de Bodes
pa"|r.. i, i i .....
Miuiilani.i de seda com 1)2 palmos
de largor a, covado ....
I ronlelina de seda Iransparenle,
covado .'..,.
CnalM de mermo rom franja dein
lulos He dilo com franja de seda .
Dilos de dilo dilo com dila de seda e
lisias .......
Ditos dilos bordados a seda
Ditos sillo dilo em i ponas. .
Dilos dilo dilo a velludo
Dilos de seda de cores, superiores.*
I.encis de cambrai i iuos com labe-
nulo .........
I.uva de ssda de coies, lisas e bor-
dadas para 'eiihora ....
Grvalas de selim de cor e pretas
cumplidas .......
Pastando o becco da Coo*r*Rsc*.o,' do lado direilo
i. quarla leja rt* Ires portas cm rotulas brancas, D.
ll). >:- amo.has i-nin linlior
m
su
',)'. senda escura meiisada com
W mus ile larr'iirn n enm III
Vendem-so corles de vestido de la- ;;
pal- |
covados
15700 .1 2JR0O
39200 2fi00
_ i :i-so(i
2HHJ0 u 2&SO0
l^vfK)
7.VI
t)O0 i) l|VSO0
1
9
:I,-IHMI ,. 7.-MMI
l'.^kki v 39300
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i. 5a3O0
i. 69001
i> 7;j00
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I-uno
t MODO
ii I9OU0
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s 301000
2)000
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11 79000
R>500
ii II3UOO
" l>;uou
e
i) 19200
9
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DIOS ilc largura c coni
-,;* pelo barato proco de 2-5 cada corte: '-''
:,-if na rua do Queimado n. 10 loja de '.,':
& Leite, Arihur & c.
.; o+Q o O:;: :::./:'.
Veude-sc a grande fabrica de teci-
dos denominada Todos os Santoso
suas ofltcinas sita em Valenrja provincia
da Babia, acha-se cm actividade e tem
macbinismo assente para iabiicar diaria-
mente para mais de 0,000 ra as de panno
tem 59 cscravos e vende-se a condiees
mnito ra/.oaveis pira os compradores:
qualquer pessoa ou companhia que se
lorme para fazer esta importante acqui-
sieao, achara' lodos os eseLueciiiienlos
. pie precisar no esc iplorio dos proprie-
tarios Lacerda i C. na Babia, ou com
Antonio Luiz de Oliveira Azewdo no sen
escriptorio rua'da Cruz n. I.
SSSF
Tasso IrmSos avisa j aos seus reguezes,
que o ultimo carragament do farinha de
rrieste da marca SSSF raininho se vende
nicamente em seus armazens, sonde tam-
bem exist- o meiiior o aiais completo sor-
timento do farinha de Riclimond, Pniladel-
plua, ohioe Ililtimore, lanto extras como
superfinas.
Ven.lem-sc coqueiios pequeos para se
plantar : na rua das I'rincOeiras n. 9
He barato que
admira.
Ka rua do Qucimdo n. .17, nova loja de 4
portas,acaba-se de recebar pelo ultimo vapor
Vin lo do Franca, ricos corles ,|P vestidos de
seda com 3 babados para 30$, 50, 60, 70 o
80?000, ditos sem babados a 859, sahidasde
baile a 23, 21, ib a 3H*000, enfeitcs para
cabeca do meihor goslo que so pode encon-
.trara 103 I2e 140000 cada um, manguitos
I bordados de cambraia a 2/300, 3 e 5o o par,
camisinhas bordadas com manguitos e trol-
linna a 1S/, gnllinhas bordadas a 1;Jon.
tiras bordadas
Cheguem ao
bom e barato.
Pampolinas as mais ricas que tem appare-
cido no mercad 1 para vestidos a 13 o cova-
ao, sedas lavradas para vestidos a 15200 o
covado, lencos e seda grandes a 15, grva-
las de seda bonitos panres a 13. luvas de
seda para homem e senhora a I928O, musse-
I.OSS de cores e brancas 320 o covado. r.V-
>s de calca escjros a 15. chales de merm
'"tos com palmas de seda 103, ditos sem
palmas 5, chap;os de sol de panno 25, c.'.r-
es ce vestidos de cambraia a 35, ditos do
assa25, grand 3 sortimento de roupas fei-
aa'.1i..arie* "'" escrvos- mislas de
iaa a 1*400, c otiras muitas fazendas que se
venden para xar conUs : na rua do Col-
'egio n. 9.
l@
m<
A 0,000 a peva rom 55
JJ covados.
,:> Vendem-se pcr;as de chitas franec-
-
zas padroes modernos com 33 cova-
';' ilos pelo barato preco de fi? cada pe-
; ca : na loja da roa do Ou. uado n.
o de l.eue, Arthur i\ C.
mm%-^9^9-99mQ
^abossonidos da Kussia, Ca- fj
M 10 c Maniiba. <
@ Lonas da Itussia, brins c bi in- %
i$ zes. Z
ri Cobrec metal para fono com ;'3
3 prego. ^
% Oleo de I nhaca e Velas steari- is
% as. :..
t$ Estanho em bariinbas, Bar- ta.
rilha. g
$ Vinbos nos de Moselle e Joan- &
; jj) nisbeig espumoso, e de Bordeux ^
.3 emqiiartolas. ^
C. J. ASTLEY & C.
iB'SS'^-^^-'vS *.-<....-,..;
..^> .- -^. ... .g. ... s yl ^-.x.'. ^,. .,.'
4KCAIISM0 fAMA
I-KOO, 2*200 o 25500, tiras bordadas a 800, j
900 e 19 a vara, cortes do ha reg a 73, gaze
de seda a 700 e a 800 rs. o covado, folar de
seda a 800 rs. o covado, grosdenaples mofa-
do a 13 o covado, dilo limpo boa fazenda e
13800 O covado, dilo prctn 15600, 13800 a
99, mantas pretas de fil bordadas a 9e 123,
chapelinhos para senhora muito boa fazen-
da a 14?. chales de merino bordados a 63, 8' j Flliviiir rT^'A^^n^ .. _
e 113, Jilos de touquim bordados a 29.1 *[ "'C*0 DE FERRO DO ENGE-
c'.rtes de cambraia de salpico-, a isf.OO, ditos w "El KO DAVID W. BOWMAN, i>A
I de seda pretos muito superiores 803a 905, RUA DO BRL'Jtf, PASSANDOO oHA-
ehales de merino pretos a 43, lencos dfi re-j FARIZ,
'roz a 2-3, chapeos do sol de seda superiores i.
a 109, ditos a 7;, ditos de pello fraucezes 73: ",. ,e.mproh un? Braide sortimento dos sp-
a -, chapos .lo lebre. a 69500, ditos de fel- _f ?.jec.* de mecanismos proprios
tro linos a 55500, ditos de lellro enfeitados
mu*-
selliiis
patente inglez
Saoehegados r aeliasa-ta a vsods n vardtdaira
a bem eonlitridosSllina inglwes patente : na roa
do Irapwlie-Nave n. (2, armaiena .le U/.endas .1.
Adamsou lluvkie>V C.
Na ioja das
seis poras em frente do
Li vrament.
FAZENDA FINA
Sedas de quadros. fazenda nova a 19900 o
covado, chaly de flores com listras de seds
a 1,-100 o covado, manguitos bordados a
3*500, golinhas a 19, cassas francezas finas a
560 a vara.
PADARIA RTARERNV A VRNDV.
Vende-se a padaria da povoacSo do Mon-
tciro denominada--Amorim--c a taberna an-
nexa a mesma padaria, cojos estabelecimen-
tos acham-se respectiva e precisamente
montados, ofTercrc mais a vanlagcm de ter
as mesmas propriedades urna boa casa de
vivetiJa com sitio plantaoo de excellenlcs
fruteiras que se ilug ronjuntameuut as ca-
sis dos dous eslabelecimenlos : quem pre-
tender pote dirigir-se a rua do Amorim n
43 a tratar com i'ravassos Jnior 6c C.
Vinhir- -ti |)i;>:- : IHIUICO.
Continua a ven ler-se engarrafado e cm
barris ue oilavo, a preco coniinodo : no ar-
mazem de Barroca & Castro, rua da Cadeia
do ltecife n. 4.
Hllfeo,feiao'
mulatiulio e
braneo.
Vende-se superior milho, fij,70 mulati-
nho e braneo, por commodo preco ; na rua
do Amorun D. 39, armazn le mcl, dos Sim-
ios cinto
; .11 iiihis rr j.uuu, .....i- ,ict .-.lili 1 111 1-1 "dilUS
para menino superior fazeiid* a 5;500, cor-
tes de casemira bordados a 03500, ditos lisos
a -, corles de hnm de I111I10 a 5500, ditos
a -800. ditos de meia casemira a 25800, ca-
misas francezas brancas de linbo a 19500,
"tilas do rradapolito finas a 23400, 25500 e 35,
; ditas dn cores a 29500, ditas de inosqueteiro
, mosselioas brancas a 320 rs. o covado,
ditas de cor a :i20, 360 e 400 rs. o covado
multo linas, chita franceza muito superior
a proprios
para engcnbos, a saber : moendas c meias
moendas la mala moderna construccao : ta-
chas de ferro fundido e batido, de superior
qualidade e de todos os tamanhos: rodas
denladaspara a{;ua ou animaos, de todas as
proporcOcs; en vos e bocea de tomaina e
registros de boeiro, aguilhes, bromes, pa-
rafusos e cavilhocs, oinhos de mandioca,
etc. etc. '
XA MESMA FUNDICA'O
1 toaas asencommenda's con.
devida
JsfMt^^fitfttsji.
---------- ......-. ------ .------- i*.,*.v ju|ii:i 1111 >------------------ -w--- .. .- ni wuiinrii
a 280, 320 e 360 o covado, ceroulas de linho I siPcrioridade ja conhecida com a
muito finas a 'Ai, g .arda apos brancos a 33; Presteza e com odiaade em preco.
a duzia, luvas de fio de Escocia a 900 rs. o
par, muilo boa fazenda, flanela branca a
480 o covado, ditas de cores muito finas a
900 rs., grvalas de retroz a 39, ditas de se-
lim bordadas a 33, ditas de seda a 600, 800 e
13 caia un", cortes de seda branca com lis-
tras azues assetioadas a 2O5 o corte, cam-
braia de slticos muito fina a 900 rs a vara,
fil de linho liso a 6i a vara, "lito bordado
a 1-ioli a vara, meias desoja brancas 15 e
55, boa fazenda. ditas pretas 3, lencos de
oda para bomem a 23 -
1560 rs., hombazioa a
1 lino preto a 33, .'5500
is pretas i3, lencos de os dcnts, he. casai
!3, ganga do cora 300 e Das nadegas, fei e
I5iii0ocovado, panno 1 fallecido Caetano 1;
, '1-500, 53500, 7 e 83, '* "ue eorla pessoa
n ....... .1;*.._____, -,_ llfl Slll n Ipm am ^n
-- No da 17 do fevereiro do corrente an-
uo, rugi do engenho Curcahi da comarca
de Pao d Alho, um escravo de nome Antonio
Cacange, de idade 38 annos pouco maisou
menos, de altura c grossura regular, can-
gueiro no andar, nSo tem barbs, tem todos
os dciifs, he. casado e lem marcas de relbo
fei escravo dos herdeiros do
ongalves da Cimba; cons-
moradora para as Dartes
do su I o tem em seu poder.e desde ja protes-
ta-s contra tal procedimento com todo o
rigor das leis : quem apprebendcr dito escra-
vo conduza-o ao refer lo engenho, ou no
Itec.re na rua da guia ti. 64, que sera genero-
samente recompensado.
Kugiram do engenho Agua-fria, fre-
vatas com um annel por 55500, meias bran- : Pue7|a de 8. I.ourenco da Malla, os escravos
; cas nara homem muilo linas a 75, 8 e I(15 a : Miguel, alto, seceo, quando anda he muito
duzia, cassas francezas muito linas a 480, .inclinado para a frente, pouca barba, c foi
5HO e 600 rs. a var, collarinnos brancos a I escravo de Jo3o Elito do Reg Barros, mo-
220 rada um, lencas de labyrintho a 13, pa- r*'lr na f""Bg"CZia da Escada, para onde sup-
lilS de panno, de casemira e de lpica, pre- P*6"** ler fgido. Severino, cabra, baixo
iraecolleles K'ossura regular, tem um defeito
.... !._.-. *. lilis ili> I11: ra ..^"... _.__..___._ 1
...... ,---.. .,.,,.--, .,--, -., c ,,,_.,
dilo cor de cafe a o covado, dito azul lis
i a 595O0 o covado, casemiras pretas a 23200
at 45 o covado, damasco de 13a de duas lar-
; guras a 2-SOO o covado, dito estrello a 800
I rs., vclbulina prela e de cores a 750 o cova-
1 do, velludo prelo a 65 o covado, brim bran-
|co de. linho a I9MO, 13500 e 25 a vara, gra-
Milho e farinha
, pe
I aqu nesle estabplecimento : quem quizer Pm um dosengenbos da rreguezia da Esca-
veuha ver c traga diuheiro, que nao vai sem da> e ll?s ,e J* protesta contra quem os con-
razenda barata. .serva indevidameule em seu poder pelos
dias deservido de ditos escravos.Manoel
j rhomaz Albuqoerque MaranhSo.
Iiesapparecru na noite de 21 de abril
I do eorrento anno o escravo de nome Floren.
Unde-semillio doloo mais novo que tino, con. os sign.es seguintes /estatura a"-
ha no mareado a 95 o sacco, e farinha de! ta, cor mulata, m barba, espaduas arcas
m ndioca em saceos ,1c alaue.re d. medula Les grandes, roslo con.pr do. olhos Sf-
velha a 103;: no Forte do altos, armasen ,.hos, cabellos petados, falla grossa rnuito
che do al ",'no m:'S' COnfrnle lraP- > r"8r'SU T fail" de 3 denles'u. fren, m
ene do algodao. um dos lados do qucixo tem urna fstula
Vende-se superior hnha de algodSo levou chapeo de couro camisa de rS
brancas e de cores, em novello. para costil- nho : quem o pegar leve-o a fundicio da Au-
HVlfarv^Tf*800*111, Me,,or*C- "";"" --loAm.ro, que'aeS'gena'ros.-
1 mente recompensado.
l>os premios da terceira parte d* primeira lotera a boiieiicio do reeolhimonto de papacara
_______ exrraliidaa 22de Maio de 1858
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