Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07939


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Full Text

J**-"
AMO XXXIV N. HO.
Por 3 mczcs adiantatlos 4J00O.
Por 3 mczcs vencidos 5<>000.
.->
S.I.KVDO 22 DE 31110 DE 1858.

Poi auno adiantado 15^)00.
Porto franco para.o subscriptor^
ENCAKBEGADOS DA SI USCRIPC.Y'O DO NORTE.
Pirahiba, a Sr. Joao Rodolpho Gomes ; !N'aial, o Senhor An-
lonio Marques da Sil ; Aracatv, o 8r. A. da Lemos Braga ;
Cetra, Sr. J. Jos de Oliveira ; Mu.inh.in, o Sr. Jos Teiieira
da Malla ; Piauh;, o Sr. Jos Joaquim Avellrao ; Par*, o sr.
Juilinu 1. Ramos ; Amatorias, o Sr. Jeronjmo da Cusa.
PARTIDA DOSCOURKIOS.
, < .'.<..-- ,. ,..,, I.or i- >!> di i.
i.-u'. Goiaaaa < i'.r.iiii'.i. i,,. ....,,1, i,. .....itaa-falna.
.ti ,;........ I ira u Aluaha ftaransans: aa lerra-felra.
rearo. Pie d'Atho, taurelh, Lia P -i. lagiiri.
ra, Flor. .. tiii,-l:. .. i. .. l, u.....rj i Ki**, .,, aa irl
Cako. Ipajoea, ,S..iinl,'..-,n. 1.1 r, h .,r,n ,..,, |H, Ijii-i..., Asaa-Prela,
Pifaaateiraa a h~ata : veieiae-friras.
[Todos oa correoa parseai as 10 lioraa da rn.nl.5a.
OI.
Is.,
N. Anl
S. P
AUDIENCIAS DOS TRI8UNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas a quintas.
Relaciu .' servas feiras 6 aabbados.
Farenda : quarlas a aabbados is 10 horas:
Juio do commercio: se gandas as 10 huras e quintal as mtle da.
Dilo da orphaos : segundas e quintaa as 10 horas.
Primeira rara do civel; segundas a taitas ao meio dia.
Segunda rara do cual : qusnas a iibbadot ao meio dia.
EPUEMEKIDES DO -Mi:/. DE MAIO.
8 Quarto minguante as 4 huras a 20 minutos da manila)
13 La nova ts 5 horas e 28 minutos da iiiauhoa.
19 (.hurlo crescenleai 8 horas da tarda,
27 La cheia as 3 horas o 65 minuior-do tarde.
PREAMAIi DE IHUE.
Primeira los 30 minutos da manhaa.
Segunda aos 54 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
17 Srgtinda.S. Paschoal Bajlo f. S. I'nssidonio m.
18 Terco, S. IVIii de Cuttlice i. Ss. Faino eJnliU ir. mm.
19 Ouarta. S. Pedro (destino i. ; S. Ive f. : S. Pudocian \.
lo uinta. & Bornardino de Sena t. : S. Puntilla liuv.
".'i .ti i. S>. Marcos, 'I bcopen rn i Valente bb.; s. Hospicio.
22 fiabbado. S. Mita de Cauta mu. : S. Quiteria v.
23 Domingo. Paachoa do bapirito Sanio, s. Basilio Ore.
ENCAKRECADOS DA SI RsCHIPCAO o SCL.
Alaioas.oSr. Claudino Falco Das; Babia, 6r. D. Duprid
Rio de Janeiro, o Sr. Joo l'ereira Martina.
EX PERNAMBCCO.
O Proprlrtarlodo DIARIO Manuel Figueiroa da Farla,na loo
Imana, proco da Indtprndencia nt. ( a 8.
PARTE QFFICIAL
MINISTERIO DA FAZBMRA.
Decreto n. X.\ 15 de-lll de abril de 1858.
Regula a arreradac.iio do imposto de patente dos
asentes de leilues.
I -.ni l.i da .Mili.mar.iu concedida nn.irl. II, 3 di
le n. SSi do I. de .minino de 1836, arl. :l;l da iei
n. 9:t'.) de -2i de sembr do 1857, hei por liem orde-
nar que a arrecadaco do imposto de patente dos
agentes de leiles >e regule |iaUs dtiposicos ae-
goioles :
Arl. I. O imposto lito ettahelecido pelo arl. 30.
S 1., da loi n. ,58 de S de outohru de 1833, e arl. 17
da Iei n. 317 de 21 de oululiro ,lo t>3 a que estn
suje.los os agentes de leilues, alcm do imposto de que
Irala o ar. I. S I. do reculatnento n. Ubi de 15 de
junho de I8H. sera' de 81109 na eidade do Km de Ja-
neiro, de i>'i,-" as di Rabia o Piroarabuco, e de I
.'ini? na do M iranhao.
Art. -2. O imposto a qua e refera o artigo antece-
dente sera' pago a' boca do cofre da estacan liical
compleme ale o lint do primeara trimestre de cada
etercirio, e, lindo ee prazo, na forma do decreto
n. 2,0.V.I de l'J de detrmbro de 1857. "
Arl. 3. IVam rcvou.das as dispusieres em cuo-
Irario.
Remani de Sooza Franco, do meii con.elho, se-
nador do imperio, ministro e tcrrelario de estado do
negocios da fa/enda, e presidente do tribunal do
llieioaro nacional, assiin o leuda entendido e faca
etecutar.
Palacio do Rin de Janeiro, em 10 d* abril de IR'iK,
37 da independencia e do imperio.Com a rubri-
ca de S.. M. o nn|ierador. Bernardo de Souzn
tranco.
fiscaes arrecadadoras do imposlo, sisnindn-t( ,i for- ( Dilo ao director da colonia mililar da l'imenleir.i.
ma do proceso eslabelecidn n.i cap. 17 do regola- | Pela quantia que lem Vmc. para as desperas da
ment de 2i de junbn da 1836, IaalrraccSts de 3 de colonia por cunta do miraisteria do imperio, pagne
nnlobro de IKit e mals iiispnsices em vigor no aos empregalos as gralilicacss qoe Ibes silo davidas,
que (oram ipplicivois excepto quanlo a' al- a qoe deitram de er pasas" pela|lhesooraria, .i qual
11*. ne-ti data se espade ordem nesle sentido.Com-
Art. II. A matricula de que trata o arl. 1. se fa- iminicoa-se i referida tliesouraria.
n' na corla nos metes de jnlbo e agosto prosunn fu-' Dito ao superintendente, da aslrada de farro.
luros, as provincias no mez de jullio, ou ero al- <",om o odicio do Sr. sopcrinlendeote da estrada de
ferro de 17 do crreme, recebi um etemplar do re-
LMl.iiiienio geral para os omprtgadoi da estrada, o
qnal eseminarei.
Dito ao hacharel Jnsii Maria Mostoso da Vaiga
I'essoa.Pelo sea ollicio de Ifi do crrente, liquei
Inleiradii de havar Vine, rrassuraido no dia antace-
ilenle o ejercicio das (unrees de juiz municipal
giins dos ssguinlcs, e logo que poder a ella proceder
se, na cooforroidade das iasIroerAei qoe espedir o
ministro da fazenda para ?\ecuc;to do presente de-
creto.
Art. 12. Se antes do me da Janeiro n3o se puder
cflectoar ein alcatifas provincias a cobranza do im-
posto do eserciaio futuro de 1ts>8 a 1859, por n.lo es-
lar concloida a matricula gnral e o lauc.amonlo res-' de orphos do lernso de Nazarelh, por se 1er linla-
Dcrrel'i n. 2,146 de 10 de abril de ISS.
Regula a arrecadarao do impoilo de patente dos
correlores.
lomando rm consideacio o que representaran1
os correlores da pr.ic.i da ti ihi i ao respectivo tribu-
nal do commercio, e osan.lo da autonsacfio concedi-
da no art. II, $ 3, da Isi n. SSI do 1. de onlubm lugar, e pelo .eoii lo
peclivo, tera' logar cm nlgnm dos mocea aeguioles,
rom a riaior bravidado possivel.
Bernardo de Sooza Franco, do mea raiKellm, se-
nador do imperio, ministro secretario de estado dos
negocios da fazenda e presi lente do tribunal do tlie-
sooro nacional, a--im o len la entendido e faca eie-
eutar.
Palacio do Rio de Janeiro, em o 1. de msin de
IRVK, 37. da inde|isndencia c do imperio.Com a
rolo ica de S. M. o imperador.Bernardo de Sooza
Franco.
F.spedienlo do dia 27 do abril.
A' lliesourarid de Pariiainbueo, para informar
cirriini.taimadamente obre o facto de ler Jos Fe-
ln do Reg sulnnallido a despacho na alf.indega da
Parahiba em junho do anuo pasuda diversas merra-
dorias que Ihe haviam chegado de Pernarobuco, e
qoe linli.im sido despachadas por rahotagein na res-
pectiva mesa do con-iilado, entre as quaes nadita
alfanlega foraro encontrados jt caiiivetes-puiilue<.
Da 28.
Ao ministerio da juslica, para que baja de re-
solver a duvida que oerorre un Ihesoura, te o oppo-
silor da escola central. Miguel Antonio da Silva, quo
eserce o lugar de engenlie.ro dos lalfgrpbo9 elc-
tricos da linha de l'elropolis, pole perceher o nrda-
nado de 1:2009 o gralilca.;.ii de 8{0g pelo primeira
* vantageils Oe engeuheiro
de 1X,(!, e arl. ;i.l da Iei n. 939 de 21 de Mtembfe | em comiui--,i) activa, a' vi.(a de arl. 7"i do regula-
do anco passado, hei por bem urdeosr que na arre- ment do do me/, paseado, pelo qual ha obtigldil
cada^ao do imposto de patente dos currelores se ob-
serven! as dipo*ic/es ..guiles :
Arl. 1. O imposto lito eslabelecidn pelo arl. 21
da Iei u. 317 de 21 de oulubro de 181:1, arl. '., S 33
da Iei n. 51 i de 28 de oulabro de Isls, e arl. 13 do
decreto n. 618 de 10 de noveinliro de 1819, a que.
aletas do imposto de que trata o arl. 2, da regu-
lemenlo n. :ilil de 15 de joatio de 1814, eslfln
sojeitos os que etercerem o ollicio de corretor, se re-
gulara' pela tabella annesa ao presente decreto.
Arl. 2. (I corredor qye as cidades dn Rio de Ja-
neiro e Rabia arcoinular o servico de todas os ramos
de corretagem pagaia' o matimo do imposlo a.lahe-
lecido no arl. 21 da Iei n. 317 do 21 de ootubro de
1813 para as referidas cidades, e o que se occopar de
dons, v que para cada un delles esta' marcado na
referida tabella.
Art. 3, o imposlo a qua se refere o arligo 1. se-
ra' pago a' boca do cofre da eslofjo liscal competen-
te at o lim do pruneiro trimestre, de cada eserricio,
e lindo esse prazo, na lorma do decreto n. 2,059 de
19 de dezemhro de IS">7.
Art. i. Ficam levo^adas as disposicoes em con-
trario.
Bernardo de Souza Franco, do meu conselho. se-
nador do imperio, ministro e secretario de estado dos
negocios da fazenda e presidente do tribunal do tbe-
souro nacional, a*snn u tenba enten lide e faja eve-
cular.
Palacio do flu Je J.meirr, em 10 de abril de 1858,
triga-mus seliino da iidependeiicia e do unnerio
d rornp .iecer na mesilla escola nos das ulei..
A' directora de reinl, <. Maja V. S. de de-
clarar ao administrador da recabadorta do municipio
da corle, em respnsta aosea ollicio n. 2S de II de
fevereiro ultimo, que n pruimo ejercicio c seguin-
les deverAo as casas de tedio conlmuar a pagar o
imposto proporcional dos 20 por cante sobre o valor
loealivo de que trata o arl. I 1, alcm co imposto
especial da arl. III do regulaniaiito de 15 de junho
de 1814 ; e que n.lo he cvt -n-iva aos agentes de les
loes a regra do arl. 13 do mesmo regulamento, visto
ser inherante ao ollicio o impasto espacial.
A' mesma.Km respnsta ao ullicio qae a V.
S. dirigi o colleclor das rendas cernes de ISilberobv
em 8 de fevereiro ultimo ii (j, consultando se pelo'.
privilegios coucadi los na provincia do Rio de Ja-
neiro a diversos empregos, se deve cobrar o imposlo
do ^ 34 da tabella laaesa le n. 213 de 30 do no-
vembro de 1841, baja V. S. de declarar ao mesmo
eolleelor qoe para distiun.a dos novse velhos di-
reilns que perleuccn re. ta geial dos que perlen-
cem a' provincial se devem regalar pelas ordena n.
112 de 17 de agosto, 125 de 2"i de set.mbro e 187 de
3 de dezembro, todas do anuo de ls7.
A' da Parahiba.Bernardo >e Sou/.a l-'rancn,
prndenle do tribunal do Ihesoura nacional, r< -pon-
deudo ao nllirio do Sr. Inspector da Iheeoararia de
fazenda da Parahiba, de 1i do crrenle, ein qae
cninmunica nao ter mandado partas aos caardas da
allaudeca, que einhire.ir.iu no mal de marco nti-
do o lempo de hcenca. que por esla presidencia Ihe
loi concedida.Fizeram-se as commonicaees ne-
cesarias.
Hilo ao 1111 /. municipal e de orphaoa supplentc em
o.enicin do termo do l.imoeira.Mandei alistar na
coinpanhia de aprendizes in.nnheiros o menor Per-
geiitinn, de que qoo Irala Vmc. cm scu alBeio de 18
do rorrele.
Hilo ao espitan Antonio Theoilorn da Ros? (ama.
Pelo sau ollicio de 22 do correle, Tquet inleirado
de ae adiar Vine, no escrcicio interino de director
das obras militare- : par .e ler retirado para a corle
o lente coronel Jos Joaqaim Rodrigues l.opss,
afim do tomar astenia na cmara dos depulados.
Dito ao capillo l'ranrisro Amonio da Coila Cabral.
Pelo seu oflicis, da 12 do mez proilmo lindo, li-
quei tlenle d havar Vine, pateado o romanando in-
leri-io ilo l balalhao do municipio do l.imoriro ao
rapii.in da 5.' eompiohia, visto ler miniado a -na
re-nlenria para nutra comarca.
liiloaooilici.il da repartidlo especial das Ierras
publicas.Tendo segunlo para a rrle, alim de lo-
mar as-enlo na cmara dos senhnri'- deputadot, o
rooaelbeire Jos Bento da Cdnha c. Figaairedo, con-
vem que dorante a sna aoieneia Bqae Vmc. encar-
reqede no dirigir a reparlicltO especial das terrat pa-
blieas.Curamunicou-se o' Ibenararie de fazenda.
Dito ao vereadnr em ejercicio da vara municipal
do termo do Clbo.Com o parecer junto por copla,
da conselheiro pratidanta da relarai, responda ao
ollicio que me dirigi Vmc. em 17 do estrenle, con-
-nllando se deve continuar no ej.rcicio de joiz mu-
nicipal, declarando-la sospeito as cantas de qua de
antea era advogado e se pode renunciar esse ejer-
ci, por ser incompalivel com o advogado.
Parecer do presidente da retar.) .
O juiz muuicinal sopplenle da villa do Cabo Jos
Paulo do |(eRo Brrelo, pergunta a V. Ejc, no of-
ficio qae devolv. I.- se deve continaar no ejer-
cicio de jniz municipal, declarando-so suspeilo as
causis emque antes era advogado; 2-. se pode renun-
ciar o referido exereieio, por er incompalivel com
o de advogado. Cumpriudo o que V. Ejc. enge em
ollicio de lionlcm leulio a ponderar : 1.- que a vista
do disposto na ord. liv. 3-. til. 28 5 2, eJidieado pe
lo aviso numero 62 fle 28 de agosto de 1843, e tam-
bero pelo qoe ja fui declralo em aviso de ."> de de-
zembro de 1837, nao lie permillido aos juizet o
ejercido da advocada : perianto nao pode o dito
|oiI iniim.'ipal supplente conlinuar a advogar, mes-
mo naquellas causas, em que antes de entrar em
ejercicio era advogado, excepto nos suas oa de pes-
soas qae em razio de parentesco for suspeilo. o que
nao se verifica no ca-o vdente ; 2-. que na pode
renunciar o ejercicio dn juiz municipal sopplenle,
parque ei.rcendo o referido lugar De tjoalidade de
vereador. e nao se lendo antes acosado deste cargo,
nao Iba he permillido renunciar o ejercicio de juiz,
e continuar a ervir de ver.a lir.
Dita ao luir. .Ir- paz do segando anuo da fre loada
Legislaran
meios de Cpmmonlcacio por Ierra e por mar cuncor- fessor.
, I---------------------'.....-......., |..< ,,,,. b |,vi Illa, ,11, UI -
(Hara. Jote Ignacio Silvtiri da Molla, liarJo de [re noderos|tmente para o augmento da riqueza pu-
Muritiba o Jusc Ildefonso de Suiza llamos. | blica, o senado, Grmado neta couvice.lo a no va-
Marinba e goerra. lioso -ervici que ja preslam algumas dai emprezas
Oi Srs.Manoel Feliurdo de Souza e Mello, mar- orgam.i l,i. para esse lint, e favorecidas pulas lea,
quez d- t, ivias c Micoode de Albuquerque. concorda inleirainciite na conveniencia da molti-
il Sr. Tciveira de Mello : Mas Iral.ui-sc delle numero
ti Sr. Machado Portel la : Daremos em oulro
aqu, e o Sr. Paiva lambeiu ja uati he delegado Ili-
terario.
du.indn nSr. P.iiva f ii Horneado delegado lutera-
no, ejistia ale niuila ainizadu ire as iluas familias
Sr. Merlina Pereira dirigi algumas palavras
de recunliaciinenli, ao digno diredor da ii.-trun ao
publica, e manifeslna desejos de que os profeasores,
eiillenles antes da Isi !que leformou a inslrureo
Moda publica.
o- Sr.. Jote Martina d, Cru; j.
Ilorges Monleiro e visconde de Jeqiiilinlionlu.
Radaece das ios.
Os Srs.Jnse Antonio Pimenla lluenn, Jos Ildo-
fon-o de souza Ramos e visconde de Sapaeah].
Kstatislica, calechcse e colnii-.c io.
ii. Sr-. Jo-ii do Araajo Ribsvlro, manfuez de A-
br.uite. e Antonio da Cnnlii Vascncall. -.
A-sembh'as provinciae-.
Os Sr. I). M moi'l de Assit Mateareahai, visen,, ie
de l rogoaj p Antonio Lolz Dantas da Barros l.eile.
I ni la a eleicao das conimisscs, o Sr. presidente
den pira ordem do dia a primeira di-ca.-.io da pro-
poslcj da cunara de- S's. depuiadas, approvando
a pens.io concedida a II. Joanu a Ignacia Lacas, na
primeira discussiio da proposicJl'o do senado aulori-
sando o governo a conceder gratuitamente lotea de
Ierras devoliitas.
I.evantoa-se a teoslo s 2 horas da larde.
A cmara dos depulados nilo funecionou no dia i.
11 da mam de ISS. ___
ubtera'aer luvida asle grande e nobre objecto de
bina, Candida sitas fadigar e desvellos, porqoe Dos qae ealnpl-
mo, a gratilicar o diaria, qua pela I .bella annesa ao I de tiraval'.Km reposta ao ollicio
Com a i'lin, i da S. M. o impsr.idor.Rernardo de regulament > de 2 UJaneiro de 18J(J u-m os mes- Vmc ca 13 do correnta, acarea da arcan
Soosa I lauru.
Tabella a que se refere o arl. 1. Jo decreto n. 2,116
desla dala.
fisfvla ato i'i>>'"i'>.
Corrtloret.
I nudos publico, 5005000
Mercaduras. :ti).im
Navioi......2000000
Palacio do Rio de Janeiro* ein 10 de abril de 1858.
Rernardo de Souza I raneo.
necrelon. 2,1(10 de I- de mam th 1858.
Manda proceder a uina nova matricula geral de todos
eaeeoravos sajeitee a laia.
lendo nuvi.lo o parecer da secc.m de fazeuda do
meu conselho de estado, hei por bem, para boa ese-
i ue ii do arl. II $ 2- da Isi do I- de outubro de 18-jG,
decretar o stguiule :
Art, 1. Todos os cscravot sujoitos a t.i\,i animal
de gOOO, na conformidade do arl. 9" S 5* da le de
.11 de oulubro da 1835, art. II da le ue 21 de oulu-
liro de 1813, a art. 11 5 2' da Iei do I' de oulubro de
ISVi, ettejam ou n.lo matriculados actualmente, se-
rao dados >ie novo a matricula, a que se lem de pro-
ceder, dentro do prazo de 30 dias, contados do edi-
lal publicad pela estacio li.cal arrecudadora do im-
poslo, palas pessoat designadas e na forma eslabeleci-
d 1 nos art-. ,,.">, He S, do regulamento 11. 151 de
II de abril de 1842.
S i meo. Esla matricula comprehendtra', na ci-
d.ue do llio de Janeiro, os escravos residentes den-
tro dos limites da dcima urbana e da legua alcm da
.iei 1 ircae.io nos termos do art. II da Iei de 21 de
oulubro de 1843, e lias outras cidades e villas os re-
ndentes dentro dos limiics que forero forma do arl. 1* do deerelo 11. II de i de junho de
1845.
Arl. 2. De ."> em 5 anno. a conlar do ejercicio
futuro de 1858 a 1859, ser.' renovada oas eslacoes
li-caes, no mez da julho, a matricula dos escravos,
rousislindo porcm este proeetso.eiu braosporlarem-ae
para novo- livrus, indepeudeiite de retacan mini-lra-
da pelos cnilritiniiiles, os escravos 111-criplos na ma-
liicula, que, n.lo lendo silo eliminados legitmente a
lequeriiuenlo da paite, anda estivercm sujeilos a
lasa.
Arl. 3. I re.ni obrigados a apretonlar na epoea d<\
reuovai;.io da matricula raanles pela inaucira esla-
lielecida no arl. 2', .rnenle os donot 011 administra-
dores de e.travo, que residindo lora dos limites das
cidailss e villas tus provincia, lie.rern cnmn-.liendi-
tlot nos nf-rnoi lmeles, em consequencia de novas
dein.ucares, e porUnlo sujeilos a laja.
i tinco. A obngacau do qae trata e-le artiga lie
1 vien-iva aos donos e aduiiiiislradores de escravos re
aidautes no uiunicipio da corte, quan.lo se venlica-
1 "in as mesillas circumslaiicias em coiisci|ueucia da
ileroarcar.io dos limites da decima urbana.
Arl. 4. Ai disposicoes do art. 9" das iiHlriieciies
le 2S de abril de IS.ii sern observadas as eslacoes
arrecadadoras do imposto as provincias, mas lano
nes-as eslacoes. como na do municipio da corte, a
iiumcraciio sera' especial para cada letra, alia de
WOl gu.,. einnaica I... peta 1 ./., 1 ,,. n.i ,
se adiar a mesma gratificaran conlamptada na tabella
que baijnti com o necreio n. 2.H2 de 10 de ianeiro
do correte anuo, regulando o n micro e veuriinen-
to. dos empiegsdos das alfaudettaa do imperio ; de-
clara ao mtsmo Sr. m-pector que deve continuar a
abollar as sobredilas eraltlicaee. ; porquanto n.lo fo-
rain elhs, pela ~\.\ nalureaa, tupprimlda ou alte-
radas pelo eitada decreto.
.\' de Pernamhiieo, derlarandi que lira ang-
menlado cun a qoancia da lOlOuttJUOO o crdito de
I2:00tlj concedido ae correnle eieroicio para a ru-
bricaMesas de rendas e collrclonas.
Dia 29.
A' directora de rendas, declarando, para o fa-
tee con.lar a' rerebednria, qae as gratiliraeoei de
ejercicio doa offleiaea do carpo policial da cute nao
e>Wo tujeltaa ,,... direilee di tabella de :M) de novein-
liro de 1841, nos termos da circular de 11 de julho
de I82 e da ordem de 21 de agosto de ls">2.
Dia :i(t
Circular. Bernardo da Suiza Franco, pre-idenle
dilriliunal do Ihesouro nirional, decala aos Srs.
lutpe. lores das Ihesourarias de lanuda, pira o de-
vido conhaeimenlo e eiecue.io, que a circular do 27
de juuhu de 18 i, c uno de leu- termos clararaeule
se rollige, nao se refere aos recursos nos caso, de
mull, e appreheu.es de que tralaui nt decretos n.
177 de 18 de Janeiro de I.M2 en. 1,132 do 19 de
marro de 1853, os astees, logo que inlerpostos lurem
nat reparliri.es compelen e-, de,era.) ser por estas
dneciamente remetimos a' instancia que tiver de lo
mar conlie. ineuln delles na forma dot ciltdos de-
cretos ; cumpnndo que a. Ibrnearariu, quando rean-
viarem as naeimea ranarti(Oei nt protaaaes com as
decisnes que liverem preferido, Ihrs facam juntar os
papis e pareceres que liverem servida de base as re-
feridas decisoes, allin de que, s. as parles recorre-
rem de novo, nao seja retardada a soturno da ques-
lao na instancia superior com e esigancia de laes
documentos.
Ao ministerio da guerra, para que hija de de-
clarar se concorda cm que se faca evicn.ua as oatras
provincias do imperio, a 01,lem do Ihesouro de 22 do
corr.nle, espedida a' lliesouraria de Pernamburo, a
respailo do modo de efTeetoer-ae o pagamenio dos
venciinanlos din olliciaes praras de prel dos desla-
cainenlos do inleiior da p'ovincia.
. A' mesma, que a' vista das disposicoes da la-
rifa e da reforma de 211 dn agosto do auno passado e
2, demarro ultimo, (<>i iuiielerido o requerimenlo
dos negociantes l-aac Curio & C, nu qual preten-
dan pagar oa direilee do consumo das 1,301) aara-
paeai ,.u galela que deapacharam, escedeute cada
nina 10 peso de III oilava-, na razao Mmente da 30
0|l) do valor de (2(1 a ital rs., qua jukdin pnjer nb-
ler un mercado por cada nina dellae.
GOVERNO DA PROVINCIA.
abrraiea uo oa -ue naris .iein.
Oflicio .10 brigideiro comin.indaiile dea armas.___
Esc. faco apre.putar, para ser inspeccionado,
\ \
o paisano Cldiidnio Jof da Silva.
Dilo ao ni.-mu.Mande v. |jM. fl|prjr assenta-
mcnio de pi.iea au- lacra ai Franciaea Antonio .le
Oliveira, l-'raucitco learlo deC.rvalbo e Anlonio
M .11 1. I da Cotia, qoe, em intpecolo de saude, foram
jolgadoa aplot |iara e aervi^o dn ecereilo, segundo
cou.ia do teribo que acompauhou o ollicio de V.Eac,
de hniilein sob n. 2i7.
Dito ao mesmo..Vcete a receptan do ollicio de
qoe a matricula (modelo n. 1 e a Uneamesrlo .mo-i v. Exe. de 22 do tunen e, a une" acompauhou o
.lelo n. 2 -e lacam por ordem alpk-Wliee. processo do conselbo de inve.lig.e,,,,. ,lu. mandan
Arl. 5. Concluida a matricula ojeada qomquen- v. Esc. ,.roceder do soldado Joaquim Francisca dn>
nio, nell. te farao oes.....asuntse lllerafea que s,,,,,,^ |>l,,lll tratamenle .,,. hospital r.Bimen-
lorem occorrendo, a vi.ia 1 reelaaMCuet dos donos ,.,, ,, ,. ,a, ,,.,,, es "s.,,m
I'" adro.....''''''"-d0\^c';:^':i..l.u^'ll"J,.H^,^-! culpado, pala fuga do dita soldado o 2. Mr-
icgolar d.ijnoi, qualiflead ra deesa rre&uezie, leane
a declarar que nada ha que resolver 'obre a materia
do citado ollicio, devendo -er cumpri lo o que dcler-
ininel em eftleio de 21 da man;., ollimo.
['orlara.ti presidente da i.rovmcia. ero tirlnde
los irligea 61 e (2 da le numero (.112 de pl de se-
tembro de isiii. resol ve bispanear do ejercicio de
inajor eominandanle interino do : balalhao da
goarda nacional do municipio de Recio. ao major
Claudino de Oliveira Cruz, c designar pira sob-li-
ini-li, na commando lo referido balalhao ao majar
lea bornea de Alnvida, que entrar.! immediaia-
incnle em ejercicio, al deeialo nllerinr do gnverno,
e nidcna -e ejperain para e.to fim as ordena neres-
larfas,Ii/eram-se as coininuniraces precisas.
lilla.O Sr. gerente da ciiinpannia Psrnamhnca-
na manda dar p.s.agem, para a provincia da Bio
.randa do Norte, no vapor 1 Igaarastu 11 em um dos
locares destinados para passageiros do governo, e
Virginio Antonia llomem.
/i>rdicnlcda*ecrei Ollicio ao chele de policis.S. Ejc. o Sr. presi-
denle da provincia manda acensar a rerepr.io dn ni-
fino, que Imntem Ihe dirigi V. S., sob Homero 3T8.
com um mappa dos trabadlos da promoloria publi-
ca da comarca da Boe-Vista em fevereiro ultimo, e
outro dos da promoloria do Rrejo, em marco pr-
jimo lindo. '
Dilo ao metmn.Por despacho desla dala aolori-
snn-se a thesnuraria de fazenda a psgar a importan-
cia, n.lo i das diarias alionadas aos qaatro recrujes
vindos d, fr.guesia de g. Rento, mas lambem do
pret .la escolla qu aromp.inhn.i os mencionados re-
crolas. O q,,,, ,..e ordem do Ejm. Sr. presdeme da
provincia, commonico a V. S.. em resnosla 10 seu
ollicio de boje, soh amare 380,
Diloan Inspector do arsenal de marinha. S E\e.
osr. presidente da provincia manda declarara V.
>- que licoa inleirado de ter sido alistado 1 a eom-
paniiia de aprendizes marinlie.ms n menor Anlnnio
Borges P.mcnt.l, de que Irala V. S. em tea ollicio
ue nnutein, sob numero !).",.
Dito ao d.rector do arsenal de guerra.S. Ele. o
Sr. presidente da provincia, manda aecusar a recen.
cm do ollicio. que Ihe dirg.o V. S. ,m 21 do ra>t>
roote, sob numero Ti.aenm o qaadro das nlli-in.,s
Jle-sa repartieao. c reanles dos respectivos Iraha-
lind "neeole ao mez de marjo prjimo
l'Ho .1,1 primeira sccrelarln da as-emblea legisla-
u provincial.Neanero7l. \. s. Ejc o s,. pri
ra nunca deiva de abeuroar e proteger as gianJe*
dedicati-..
a No desempenha de to sublime minio o sitia-
do alianca. o Iranroe real apoiu que seinpre lem pres-
tado a V. M. Imperial.
Paco do -enado, em || do roain de IS'.S.Vis-
conde de Abaelc.Visconde da Abranlei.J. A.
de Miranda.
A cmara dot depulados oceupou-se hotilcm rom
a eleicao das cummi.......
14
O Sr. Miranda juetiiieou e ai-rcsentou bontem no
senado um requerimento para que se peta ao gover-
no nina relata dos olliciaes que se acham lora dos
carpos arre- mentados, e nutra dos olliciaes dn es-
lado-maior deeempregados. \ diwnttSo de-te re-
querimento no leve lugar iminediatamente por pe-
dir e palavra o S>. ministro da fazenda.
Continuou a diaeusso do requeriineulo do Sr, Sil-
11 nr. visconde Itanorahy, a vi.la dot documento, vena da lolla tnbre o- saques do banco Maua.
annetoseo relalorio do Sr. miniatra da fazenda. al A cmara dos depulados oeenpa-ia con 1 eleicio
et da casa bancaria Maua, Mac | *** commisses. e nomeoa boje a de commercio, in-
ania lechada.
O Sr. siqueira dvalcaule di um aparte que nao
OU1IIII.I-.
O Sr. Teiieira de Mello :O notara deputado nao
se quer convencer disto, mas convenrer-.o-ba a casa.
Vende o br. Paiva que o rufas.or deS. Beato
11.10 cumpria os eus devores, leve de utgar-lhe al-
ie I idos, e desia denegacao fui qae parti a intriga
do Sr. I.uiz Paul.....; mas o director gcral da ins-
3. Subvenc.io ao artilla Arsenio
Fortunito da Silva.
1:200c000
8;2!K|.SHJ0
' I Sr. Rogo Monleiro pede esplicacf.es sobie o
artigo.
O Sr. Madiado Portella :Kan se adiando pre-
se] ir nenJinaa dos neinjiros da commitsao de orra-
truccao, en en leudo que lalve MM provie-se de 11- meuln para dar 11 esplicarnes pedidas pelo nobre
ti ^as, e dando ouvidus a uulr.is peasoai, Sempra le otado cu direi alRuma cou>a para talisle-lo
maiidava pagar o ordenado ao Sr. I.uiz paulino, li
que lu.lmente n Sr. Paiva, vendo que o diredor
geral o nao alteadla, depoia de dirigir-llia muiios
ollicios, pedio a -ua demuela ; porque nao e^ava
para faier lisura de papello, -ervitidoin de orna
eipressao de matulo! porqoe as suas infnrmardes
eram menotpresadas, Parece-me que esse ollicio" fot
ja' dirigido ao director interino, porque o uobre de-
putado e-lav.i na idmin slrarao da provincia.
11 Sr. Ma:ha .'o Portella :Ouvi follar nlsso.
U sr. kaixetra de Mello :A demissao do Sr. Pai-
va rol jior ella pedida, porque como humero velbo,
_ l'ar .
Eiiste na cnllerr.io de jeta de 1Si8 urna le crean-
do urna escola industrial no ; anuo passado em mea
relalorio eu pedi que esta Iei fuste reformada, e
adqoada as ciroum-lancias actuaes e efleclivamen-
le na Iei do anuo passado deu-se nulorisacao a pre-
sidencia para reformar essa escola e marcua-se-lhe
urna qunia. eo rae arhava eulo na admnisIraQo
la provincia, nomeei orna connnissio para apresen-
lar o seu parecer e esta o apre-eutou com Um pro-
jeclo de regulamento, e en depositei no archivo da
preeideneia os Irabalhot que evistiam a esse res pel-
lo. S. Esc. i o proven anda os logares, e pareee-
e que lem eccapado muitoa empiegos com ii.utta me que da' a causa difso no seu relalorio deste anuo
lontadez a perspicacia, nao qucni ejercer um que I que o nobre deputado podera' ver. Parece-me pois
metralla deaar, pela forma que as cou-as omam. 1 que liavena conveniencia em nao sopprimir-se esta
que.lerlararam os jornae., q, ,, garantia dada pelo
governo era inmutada, entretanto que do relaluim
se v que o nAn lie.
Apoiado cs-e requerimenlo, a pedindo sobre elle
a palavra o Sr. Sooza Franco, lie ni a liado para en-
trar em di'cussAo anianhaa. '
Na cmara dos depotados conlinuio hoja a eleieio
das eomraisooei, Hcando compeeta a de fazenda doa
Srs. Salles Torres-I I umeui, Sainpaiu Vianiia, c Paula
Sanios.
A' urna hora di Urde Icvanlou-sa a sessio por nao
baver mais ti-1.
12
Depois de addi.ido o requerimenlo de que demos!
conl.i aprovoiui senado oulrn requerimenlo do Sr. vis- 1
conde de liabor.bv, evigiudo a Ubeltl dos saldos
do exereieio da 1856 a |8 .7, c aeeajpoa-ie
densa materias dadaa para a nrdein do dia, e .:.io 1
oSr. Laz Paulino. Mal, -e alleud irnos a que ,1 111-
1 dii,.o.it,iu do sr. I.uiz Paulino ruin o Sr. Figeeire-
toiistain .1
ptenle.
qtlP
extracto que palliUcajnoi no lugar cun- s.denlela provincia.A dlstribou
governo remetiendo I mor com a seu perdae.
txettiplare do falheto conleodu arsone doeamen- De um procedimenlo lio reprehernivel en eollijo
a que -e raCere o relalorio de S. Exc. o Sr. pre- 1"* Sr. I.n / Paulino nii 1 ha um nrol......
Entrol) lioulem em disenoan na -euaJo o reque-
rimenlo do >r. Silveiri ^j .Molla -obre os saque- lin-
ios pelo RaVto llana'soh a garanti do governo.
Orarem os Srs. visconde de Itaberabv e ministro da
fazenda, e licou a dtacuisSo adiada pac nio baver
esta.
No senado apresenlon-se aulp-bnntem o laeoinle
projeclo de respnsta a' falla do Ihrono ;
i)iro i,, 11.'.':.n 1,1 a repicsenl ic.lo d.i 'amara mu-
a
lo lo log 11 le i- loreel 1 a pul u.
ke.Aquem fez a raqui-
i's guardas da casa de 4etencfa emprocadee como
amanuntea na secretaria da mesma ras., pedetn
aoginato de aeas ordenados.V eommissao de or-
denados.
H. I ranri-ta de Barros Pereira de Lyra, viova
do nrrnial
ere irinos des leas, para que tal se n.lo realise.
Iin Sr. Deputedo :lissa despera esta decretada
por Iei.
.tecnia que,.,,,,u pul.. .Ye.", ^tX^'Z^ ^ *"'*
aro ho, i, que sub e .er nma imuuralidade inqoa-l
mi n ..visto 1 no na,, :-;:n 1 pro-1
tilica el, be um mao exeiiiplo qoe da'aotaani'dta-
O Sr. Carvalho, bomein generoso, cedendo a pe-
didos do Si. I.u z Paulino, perduaudo-lbe ewa cri-
qual ja' eslava processado, e linha oa de
181 "'-' i ou de 1 11 :. r .1 ca leire, 1 rovou que
nao be esse ii.uii.in 1,11.cor.-o, nao be case llomem
le .la obra da bomba c aleiro sobre o I meiqonho, eapax da raler-se das oecaiioei |iara ex-
Senhort V II ^mZ^?MLZV.%?!"W{^}\?\tMyi!a''i't? ""' aelara des.., obra. Imiui o Sr. Lula Paulino, por assiin d.iex. debaixo
.imperial a alia prova do inlerease qua \ M. A' comn.-.1,1 de obras publicas. 'la redea.
Imperial loma pela estahihdode das insliluces que I Alejandrina de Lima Albuquerque, proteasera
nos regem, dignando-ae de manifestar que a leunim publica de inslrocclo primaria da Iregue/ia de Sau-
ua a.seml.iea geral legi.laliva he aemprc molivo de tu Aulonio desla tidaJe, pede que na le do orea-
maior jubilo para V. M. Imperial, e das m.ns bem I manto be marque quola para pagamento do quo* se
laudadas esperanca. para a uacao. Ule deve da gralilic .cao a que lem dircilo i.r roais
Cougratu ando-ae coro V. M. Imperial pela de 42 a unos de eervico.A' rammiselo de fa/.eula e
pal c iranqailKl.de de que lem gozad o imperio, o urcameulo.
senado dirige fervorosos voto- ao lodo Poderoio pela i Fol lulo c mandado imprimir o proicclo :
cont.nuacau ,le lao Maigaelado beneficio. ( Entra o projeclo sobre ., Associatao Tvpogra-
moilcracao que lem phiea Pornambucana e irmandadi de S. S. o ler-
11 O espirito da concordia
presidido a' poltica do governo de V. M Imperial
allesla a alia labederil de V. M. Imperial, e nao
menns o empeuho com que procura unir 01 Rrasi-
leiros. Esta grande pcnsainento. sendo bem compre-
heiidulo e executado, prodiizira' sem duvida oa maii
salularet elleilos.
o O senado comprar.se de saber qoe aa relaCos
entre o imperio c as ootras potencias ..10 da m n-
perleita paz e amilane-, o persuade e que 110 de-
teiivolviineuto que o governo de V. M. Imperisl
Ibas (ero dado foram devidaroenle con.miado, os 111-
leresse do paz com escrupulosa alten, io.
a O
|ue Ibes concedeni loteriai .
ro adiado por ler aaiigna lo vencido uro inembrn
da c nnmi.-an de fazenda o parecer da mesma com-
lui.-ao, qoe defere o reqoenmeulo em que Manuel
Antonio Martina Pereira, pe ta remissa 1 do que an-
da esla a fazenda provincial cuino arrematante de
disimo dos cuco- do llio I oiino.o, o os juros qua Ihe
eobra a thesnuraria provincial.
re lijo e approva.loo legoinle requerimenlo :
I. 1 lOlro, que se remeta a coniiiiis-.n. de fazenJa
o projeclo n. 5rsdo auno piscado, para Incluii no
parecer que lem do dar sobre o projeclo n. 20 deste
anuo que trata de malala idntica.Isonealve ui-
senado examinara' o aceurdo que o governo
de V. M. Imperial eonelnio coro o da Repoblica m.i lea.
Orieutai em 15 de Miembro do auno prjimo pas- lia lambem approvado ,. scgninlo rcqneninanlo :
sedo, ...tire a navagacle lluvial ; e a nova convenci I Requeiro que -e peca inlormaco ao Exro. preai-
ms-ina uatureza qae em 20 de noyembro cele- : dent. d prov
... iu.sraa iiaiureza ,,u= em -1 ue noyembro cele- dent. provincia, ouvindo-se a directora da in,-
l.rou coro a tul. ed_erac,lo Argentina, completando Iriiccau publica, qual o motivo por que fo. suspenso
assim o tratado de, de maico de IS.ti. I o profe-.or publico de pr.n.eiras lel.ra. da villa le
loi limito agradavel ao lanado a declararlo de Cabo, com lodos os pareceres que porvonlura puteara
,lla um iparle
U Sr. I'etseira de Mello -.Nao vou por esse lado
de1 elei(oee. Uoje ludo ae explica por eleifoei ; e
inda ,1 re que umempreg la merece urna pena, rlic-
ie logo : u Sio intrigas ,ie partido, sao violencia-,
-.10 queslea eleiloraes. a
" sr. Mello Rege Raphael): Applique essa
Iheonaaot delegados militares.
ti .-ir. Teiieira de vielio: Eu nao quero dizer
que pr espirito do partido nao se lata ligme cou-
a, mas lambem 11,10 quero que ludo quanlo ha se
atlriboa a espirito da partido.
lia um aparte.1
O Se Teiieira de Mello : O que fez o Sr. I.uiz
Paulino rend ni,, esse favor do sr. Carvalho ? ...
N II 1 I- '. .es, anude o sr. Carvalho nao tomou a Daeii
pequea |iaitc...
11 Sr. Siqueira Cavalcanti :Nao apoiado.
o Sr Teiieira de Mello :Nenhama parle, e p
rece-me que o nobre diputado um pode provar
talo, porque o mesmo ex-subetegado amiga do n-
made, pode dizer se o Sr. Carvalha tomou
a menor pide, se se euvolvru por forma algama
em eleicee, salvo se levar a sua chapa be envolver-
se em eleiti.es. Y. lano meta que o Sr. Carvalho ule
lio da poltica do Sr. I'aiva.
o Sr. Siqueira Cavalcanti : Saltela que o Sr.
Carvalho nao eslava unido com o Sr. Paiva.'
I) Sr. Teiieira de Mello ;Tanlo que alies-a.
de cores polticas mili difiranle.
tendidas pelas autoridades Competentes, Se.a' lam-
bem averba.la na matura a madanea de residencia
ios eentiibaintee, quando asura cuuslar as eitifoei
liscas.
Ass 6. No mez de-'1"'"1 "^ c;,('a anuo os donus e
adinini.lia lu,. ,p < '<" '"" ''':.....fiacaei de-
il.irati.es asagnea" ejuslilicadas das alleraefies pro-
venientes de aesui-i.;on, Iraii-lerentia de dominio,
alloma, ar* alio motivo qae nema inlluir 110
lainaip-"" "** ''"' ''" al...... futuro, nos lemos dos
,' 1 10 do regiilameulo n. 151 de II de abril de
iMfc.
Arl
genio do I." bil.illia da artilh 111a la gn ir la nacio-
nal, Kuttaq.....'/. -r-rnio da silva Braga, e o guarda
do .. I,al th.1 1 de infanlaria Jote Emiliano do Bar-
ros, orden.1 que contra ellea -e pruruda na loruia da
'el indo I.'.rj cumpelenle.
Dito au in-pcclnr do arsenal de raarinli.iInleira-
do de se lerera f.-no na ferraria de-se arsenal m eon-
ciiu- nrgsntes e indispeuiaveii em oii|.cios parlen-
tente- a., apparelho do vapor eOyapocka, previno
ne.la dala a llic.ou.aria de fazenda, de que val ser
recolhida ao respectivo cofre a qoanlia de
. O lancainento da tasa de cada ejercicio I "* 1U# 'mportaram os referidos concert!, segando
& lira' a fula da malrirala respectiva, c os donos a '' '"'i'1 '' l;;il'1" 'P'e konlem me dirigi Vmc, oh
1 1 j.irao nao i I... r-cr.ivos me,,. 1,,,,, i,, o arl, II "''"Osueion-ae nesle sentido thesnuraria de
do regulamento de II de abril de |h42, cmodos """'"
que 11A0 liverem sido eliminados da malricola de- Dito ao meinio,Manda Vmr. por a dtapoiicao
vendo sij-lo a leqoeriineuto de seut dono, ou ndnii- ''' i;"""a mniiieipal de Olin la nina .las Africanas
iiislradore-. ei -tenies ne-st arsenal, a ira de eopreger-ss do
Arl. s. a dispo'itan do art. 21 do regalamento o | "visjo i* miterio daqoella eidade, era substitui-
1 "il de II de abril de 1S2, 11A0 oh.li a perrep. jo ,|j ''"'da que se maodou recolliOr a e-se arsenal.
meia aixa qoe se pretende pagar, e a malrieela dos Commooscoa- 1 i referida cmara.
escravos deven.ln proceder-se ulterinrmenle na for- IWo iiu'-tn...Com oslaolliaia faeoapre enlai
ma do mesmo legularocnlo contra quem de dirallo a v me. o niennr Pereenlino, para -er alistada ua
companhii de aprenditea mariuheirni.
Ii lo ao eommandanle de orpo de policici I 1 -
' ...... "ssoiero |. v. .-s. etc. o >r. pie.I
'lente a* provincia liz p,..eule a oflicio, que b.....em
rae rigi \ >., romiiiuiiitaiiio baver a asiemblea
tegis aliva provincial em leaaao d.....a antec.denla
rejoitado a pu.tura a Idicional, constante do parecer
impreeto, qno aeostjpenhon o ciadn olli-to.Cora-
monieon-aa a cmara municipal do Recife.
Diloao prnpresnlenle da cmara miiiiitii.il de-te
mu,c,p,o._s. Ble. o Sr. presidente da provincia
manda declarar ,, V. S. non, rolo ..i, ,1.1 d. ..
lemura .1,- *,, ,,, nfsU ,,a|., ,,,, .
< '--mar., munitip,!. H|1H..,. ierm,H..ic,.ie re-
olvida a dnvida propasta por v. s.. 1,0 seu olTieio
de hontem, acere, da acturaulae.io dos cargo, ,1.
vereador e de juta municipal pela lei.-Romctleu se
copia do aviso a cmara monicipal.
Rm de Janeiro.-Mini.l.rio dos negocias eslrangci-
ns, 2 de abril de 1858.
litan, e Bxm. Sr.--Aeaio a reeepcAo do ollicio
de ,..'. i! n"' E"- rtlr,-l0-m '"' "la de IS
de marco ullimo, rcmettendo-me copia da corres-
pondencia, que heove entre es.a presidencia, o cn-
sul de I orloeal e o j. de orpliloi da eidade de
1 ernamliuco, motivada pela iilerveutAo que quiz se
ailribuiro segando i.a tutelada pessoa e adminlslra-
laii ao tiene de subdito porluguez dea.izado Ma-
"0 dos litis iiuare-ma, quando ja existi para ei-
ic inaiviuae um curador Horneado pele me.un.
Inleirado da Indo o que V. Etc. communica-me
,1 este r.peno, approvo a maneira porque nrocuron
eoneihar pretancues do dito consol era .. espirito
da nossa legislecAa, recommeadandi..... san de or-
ph.ios qae 110. acto, judiciaes e adiniuislralivo- reta-
mos a peana o heos doa des.-izados e oolras pissoai
emelliantea, procede.tse cu, aadiancia dos respec-
iivo- agente- consolare!, ero eonfornndale do ar-
11-' 1,1 do regulan.....Ii de 9 do raaio da 1842.
Aproveilo a opportonidade para reiterar a V.
Esc. os prolotlos da miulia perfoil.i e dtatincla con-
sideracio.Visconde de Merangaspe.A S. Ejc. o
Sr, lieuvenulo Augusto de Megalhaes I
i.uiupra-se.
Peitiambuco, 17 de maio de 1858.
OSr. Iteg, Monleiro:Assim come ea no hu-
ir que o gnverno despendesse quanlias
em qoe para uso liveasa aolorisa$a i, assim lambem
enlendo que se nao devem votar uulras que nio
lem .'ipplic.-lc.lo.
Limilo-me a eslas consi leraces.
OSr. Carneiro da Cnnua diz que nao ameacou a
casa co.n un dficit, que, u que avancou, fui que so
nSo le Ozessem ecosvemtai, como se nao lera felo,
realiiar-ee-llta um delicie Observa, que a razao que
leve a commt -o para eoiisignsr a quota a que te re-
feri o liebre deputado pelo 1:. circulo da R.ia-
Vi-ta |,,i porque he essa urna de.pe/.a creada por le,
m 1- que 1...1 .1.11 quer dizei, que o dinheiro se gal-
le, porque elle eileclivamenle s sera ilts,.andido
quando as cadeiras forero creadas, que daln nao
vem mal elgum, porque nao se oreando as cadeiras
o dinheiro lie ira no colre e es,un cnlaude 0 illu-lie
orador que a conimis-ao procedeu em regra e 11,10
propoi nada de novo.
Encerrada a discuss.lo, be o artigo approvado.
Arl. 10. Com a bibliolheca :
1. Riblioliieeario...... tiiMi.MMin
S 2. Compra de livrol..... 2:ti;lii)
1I.0O0-0O0
pistada a huta da te nal diaeoea&ei desla casa, marnente -en lo lao ra-
1 11n.ua do 1 c.,.,1 mm ., Cunfederacao Argentina loro.11 como ata, c.....ue muitot membroa se a-
anire os rus l rugue) e I arana, assim como a ej- chara eropenhadoi em Hilar ; mas vendo quo i. mea
tr.idict.io de criminosos o a devoluc.10 deeseravoe de nobre eollega, deputado pela circulo de Flores, qae
lirasileiros, e no qu. se celei.rou em Lo. dres a s de bontem falln, disse alguma cou.a a respeilo dn. e-
levireir.. desleal.....ve a ...licitada do goveruo de legados do distrie.....(Urano, procurando laucar o
com..,' I"'1'"' *'" tsu"i" '?" pulUicas e odiosa sobre o de Seo Rento ao mesmo lempo' que
,? ., i' d ",""""' ai.resentou o nroleeaor daqu^lla fr.guezia como un,
\l Itn riil,.c'!,,',, ""l'."""','c'a ''"' "*J*," T" V. profes.or modelo, rae vejo por *w tmpelltio enlrjr
Al. imperial reruraineiida a sua cnuiideacao, ose- ne-la di-cussio
lado n.i,,. hesitara' era p.eslar o seu apoto a quaes- I. Sr. .iqoelra Cavalcanti _N.i disse tal, disse
lo Sr. Paiva.
t) Sr. Siqueira Cavalcanti :l. quera
duvida '.'
o :
paz en
laque-,
lor.
Arl. 9. A mulla de que Irala o art. _'.'! do rega-
laiuento o. I'il de II de abril de 1842, he somonte
apulicavel .os donos on administradores dos etcravoi
que nos praxoi le...es ,.. uiu inairic.ilaiem, on dei-
aarem d. faaor aa .te, lar o...-- aabreos que liouverero
adquirido uu II..-. livel. 1.1-ido iem. tildo de loi da
ildadet s v.ll., .
Art. 10. A Imposifilo das penas do arlif
clenle, e d .111. 1 '.,,, ,, .,,| llnra|,l da I I de abril
da 1842, he da rompeleucia dn- ilults j.
ISTEKIQA.
rio ni: Janeiro,
CMARA DOSSKS. SENADORES.
Se-s.'in de de iiiaiu.
Osonado occupnu-H bonten) com a eleirSo de
iuei cenle de laiem -1 l., eogaj idus, para ser vi re m comraissoes, que ficaram composlat da segrale ma-
no rorpo sol, -en commando, os paitanoi J laqaiin ueira :
Mein
Presidente, 11 -Ir. Cavalcanti de l.acerda com I
Mano.l. Seha-ti..1 Jo-s- e Basilio Rodrigues da Silva,
como \ me. parlitipun -me cu, -eu oilieio de linnteiu,
sol. 11. I .11.
Ii.io a vis/aria V enaucia rlenrique de Ki sude -
enteje l.,.,, l.Ksm/ 1- 1......tu era 21 do
estrenle o eiarcu......leriiio das un,,.. la direc-
I ; t ,1 da in-lrnt. "i pul ca. I 11........, r..o -e a
e-l.ieoei. Ihe ouraiia provincial.
los, vit- pie .,tinte, n Sr. r.n/ebii. dal.lui-iio/roiii
pliuiairo r, 1 llalla, ,, '-, \l ,1, 1 rom
........ 1
qii.it..,. Sr. Almeidl e ULuqueique
aund
l.im con, 21
eoin 2 '.
111 nu eleitot primtii.....pplenie o Sr. Ilercalino
peile tempre do estado.
" Me para scnlir, fenlnir, que 1 coloni-acan Iriih.i
encontrado Impecot na sua marcha progreativa(s{Qan-
do urna das tu,, 1. urgentes necean ladea da agricel-
Inra e a da industria lie a inlio.lucc.io de col......1
uieis e morigerado!, qu. venham eui aovillo de-ta-
dnas fontee da rique/a publica.
Confiando quo a governo de V, M. Imperial ve-
lara c, ni peneverauca 1 energii nell esecate dos i|oando f,.i .. -sr. Paiva.....neado delegado lilteraViu
tratados, e dar' aos emigrantei loda a prolectaO le- : a Sao Bento, no .vi.11,.111 anida e-as mingas de
gal, e que as.un ha d,, eonsegnii remover elguus parlido. B 1 arece-me que recouheecodo-se a eapa-
daqutllr- Irepecos e desvanecer preoceapafOei ponto enlode do Sr, Paiva,
favoraveis a' viuda de cinos para o impet io, D se- quelle I
nado, para a rcali.acan do mtsmo fim, lomara' ero
ronsideraci
tes a i
tria de si adopc,
Siqueira Cavalcanti evpliea o seu pensa-
mentu mure o prolessor de S. Rento e re-pon,le ao
precdanle mador in-i-tindo em loxi opimei ja
emittidas.
lulerrompe-M a di'cussoe he lido o seguinle pa-
recer que be approvado.
O Sr. Tlieo.loro Silva fai algumas coiisiileran.es
ein er.ltin a chamar a altencio da caso para o ar-
tigo em diseosso, porquanto enlende, que achando-
se a bibliotbeta publica anida i l'aculdade de Di-
rpil. poura vanlagem Iraia pela sua mi collocacao,
prla dilliculdade de ser frequeulida uesse "lo-
cal n dli qu nao sabe mesmo >e coovir conli-
nuar a ileciel,irem-sc fundos para este estabeleci-
inenlo emquauto nao boover um edificio convenien-
te |. ira a collocacao da bibliotbeca.
Encerrarle a dlsciuaSe e approvase!o artigo.
CAPITULO III.
Arl. II. C un auvilios induslriaes :
5 I. Snbvoic.lo a'companbia Per-
nainburana ........40:OCKteOIIO
? 2. Juro addieienal a' primeira sec-
eSo da estrada de (erre......53333f333
S '! Dilo irosavtl a'egunda sec-
'1"............20:60006(17
100:001 cn 101)
pintos euiillid.is na casa, me corre o dever de ej-
pllca o- mniives que deram lugar a queIJo do Sr.
Paiva com oSr. I.uiz Paulino.
Parece-me que o nobre depulado 11 io beben a.
mforuiat.. -i, em que -e lun Ion para fze,- ,1 del ,,
do pule-or de Sao liento, era foule uiuilo pura,
por que velo apreaenlando como causa de te le es-
sis quenas contra o professor da Sao llrnlo, intrigas
le paludo ; mas leinbrn ao nobre deputado que
parecer que -c me do a
,ento.
Sala das cninmissiiet, 12 de maio de 1858.Theo-
doro M. I-. Pereira da Silva.Ur. liaplisla.Cor-
rea de Oliveira.
Achiindn-se o Sr. deputado na anle-sala be n-
troduiido na aala com todas ai formalidades do cs-
Ivlo e prestando Juramento toma leselo,
O Sr. Mello Reg Raphael) :Daremos em ou-
lrn numere
O Sr. I,, (mimar es diz, que lolga de ver, que
a- i-vplita. ,>es dalas pelo honrado Sr. directo! da
inslroccio puphea conmutara a prtipsir,no uvan-
. Ile| redor, de que a instructjlo publica uau
1 da melhor lorni.
'.m resnosta a aieviraro do Ilustra Sr. directo!
geral le que elle orador havla leilo inerep h ae
profeasor de Instrncs^ga primaria do eirrnlo qoe re-
presenla, dii que nAo pode denai n da liarte de-e uobie denota lo, porquanln o an-
O Sr. Mello Cavalcanti fai senlir a iuconvenien-
cia de, sem pr :via disrus-o, volar-se urna quantia
l.'m avallada como a que menciona o artigo.
Com ri! 15 ;' a' sobveneiQ que ah se marca para
1 compsnhia Pernombueana, o lloslre orador faz
sentir a noces!ulade de se examinar mals cuidado-l-
mente at que ponto he til a' provincia a cunee-,lo
de mais esto favor eito ,1 semelhanle companbia,
lites.idaJe que julga lano mais conveniente quan-
lo Ihe parece quo o governo geral por falla da
cumprimenlo das cundicOea do contrato nao tem
dado a' eompanhia Pernambneana toda a subvengao
c aMim diz que nao comprehende como hade a pro-
vincia dar a tobvencilo o in lolom 11 a essa corapa-
"es de seu con-
A commissode con-iiloic-io c poderes a quera Z7.Tr r'TV"' '"T"
f -i Pieie.....o diplom. -1 s. Dr. Ignacio Joaquim "j'l "'"' CU""r'" ,u ella as co,,dl"e
lesu/a l.eao aleilo pelo oilavu ui-lricln, acllii-u ',, ,._.-j ._?,.. .- ,
regular. U, port.nl. Se parecer que se Ihe deas- *21X?5** f 557*
ti Si. I ranciseo Ignacio de Paiva he um homem
eioadopX. ^ "*'"" "'""'"' S'- '<' Paulino.Ja1 era
linha uceupado niuilo, aargoi
No fallei das suas
elle boro notavel, e j
O leado aeompanha V. M. Imperial na na publicoi,
juila alllirc.j vista do sollrimanlo do novo pela USr.Siqaeira Cavilcauti:
eareilia d 1 gneros aiimenlicios ; e na certeta de|qnalidaoes.
qae o governo de V. M. Imperial lem procurado
saludar as causal de lao lamentavel estado, e t- iqoi lo nome do Sr. Paiva tive moitoa appliu
eorreu opiiorlunimenle is localidades em qoe esta murmenle daquellai pesaoai que o conbecem, assim
mal ae lera aggravado, concorrera'de bom li nsla como Iradircionalmente.
preeaurosu para a adopro de qaaeiqnr proviilen- Ora, van principiar e explicar I quMtSo do Sr.
ras que ten l.m a destruir e a eafraqueeer aquellas Paiva .'0111 o S I.uiz Paulino.
. que be mi-lcr
que a leeerohli atienda um pouco para o estado do
eompanhia Pernainhueana, porque se elTectivaraenle
e-la' e.l.i desaciedilada, se a gestan deseos negocios
tillo be a melhor, a cmara nao deve procurar enco-
brir eslas cousas. O illu-lro oradur comquanlo nio
-mIi 1 diz; das larlicularidadet que te tem dado na
direct.in ile-,i rnmpanhia, coiuliido ao stu eonheei-
inento lem che;adu lacios bailantes para qoe essa
mpreza nao livesse bous re..liados. Apona, por
ejemplo, o fado de ler- despendido a companbia sa-
nente un ma iliinenlns na viagaaa qoe de Ingla-
terra fez para 1 Brasil o vapor n.Maiquez de Olindai.
Iiirimit- Com cite, diz o honrado deputado, mul-
los faelos poderia apnntar, que pruvam, ou o r-la-
heleclmento prematuro tena empieza, ou a lila
1 1 de seas tuuoeius, ou finalmcnle ama e ui,a
eouit, 1. que leve pnr sem dovida des'. lene 10 da asseinbla para que os dli.'Cirs .la pre-
via ta nao sajara despendidos :;uprobcnamenlo.
i.'uaiiin i,' cmi-iui,acao 1'; -,:;:(iini; cuino juro a.l-
.ic.oual a' primeira .rrt.i di estrada de ferro, o il-
lulre deputa^;, ,| qUo nao sabe se sera' convi-
iihavel ilecrelacio deni deapaii desde ja, por-
'lll;'.'..io (lie parece que a primeira scccilo da va
1 riea se 11 .1 ach concluida, que quasi ludo ah
ien- I he previ-.-rio c-iit certeza se nao sabe te essa scc-
clOias ooi -eus pernicinsns elleilo .
c, O sonido pora' lodo o esmero na apreciaran di
nece-siddde de refnrmir-se o aeluil ryslem de re-
1 rulaiiiento, a bem assiin no rame .i-, projeclo ja
un. i ido, que regula a proinocao dos offiriaes da ai -
111.id 1.
a loi ero exliemo aeradavel ao senada -1-, 1
rsu. 1 .i.- que renda publn 1- ten, ,.1 em ...
lueulo progre-siv-i, ipe/ar ,i al.......,, 1 .
n.i- !i 10. ic,.,e- COI.....erCiOOS em ,01. .. pien.-i 1 d,
.....que iiliim noel,i- al.il.oi aa ii.lostriai deal-
fui que o omearam para a- jecto sobre qae leve de couvenar coro S. Eir. fot
cum reeretitia m unta correopood 'iicia publicada
numjorii.il contra MM proles.ur, roas que ua la
vaneara cm sen deubnuo.
Entretena unta o honrado orador, que nao lindo
a directora de in-trucrili. publica lomado pro;
," V""'",""1 r 'noeiroi i,-era'recebiJa deulro du ejercicio futuro.
hoje depon da eletcAo he que o illssira director ge-, ,, .. .
ral de lostruecio es.ee inforu Des a respoto dosl '.....'' ;' juro addirional a se-
O sr. Teiieira de .11. lio : V. quando eu liatei r.iclos occorridus 110 l.imoerrc. |)ahi conclo o illa. W"1""8?*0 metm" estrada o honrado orador
Ir orado, que o cnnve leve no anuo oasl ""'"','' ,'1"" "" s" t""1" fonsiJcrtOes que fez
tu 8. l.v. non 1 ',;,,,-. raonrooa- ..... ... c,,,i, porque a .Ilustre commi-
dimt nio de s Eic. no crranle auno '" ortB" "'L0 "">"" uas l' ""-
... ,- <- verba, a osemblea a nao deve approvar
,"'""r;"" relodo Ihe parece, que a reipetlo de dwpezas
"' vimencia d eii 1 ., msi -,,.| : avullada
I in Sr. Depulado : Par., q-:e Ir.'.z c-s.a quesillo
ni 1 in iqoi .'
0 Sf. le,vena de Mello :Poii tral.irei de dele-
gado Ilttereri e do 1 rol ssor.
l.m Sr. Deputado : Mil quil lie a v
I,-- 1 .ll-.-U--.,,l '
11 -.. 1 eixeii 1
i-1 11 .ti
.1.1 11 '.. 1,...
1 ido- 80 1 I Ir
M lio 1 tiero mnsll n que 1,
I .... i....... 1 -.
1
..... 1 1 ce lmenlo ; quero m-ii .r
. um Ciados, u n.W oh,lano .. le latcSo Jos duei- bomein de qnem |l 1 1.....cu di 1- I,
! I
ipl^ nquelle
e que 1 tala
Irabilhem fi lloras pot
'
ras, trabalho qoe a ten ver 1. .. i 1,nenie se
-ea pa o me-., 1 regalamento eiige doa
pinfitiores de 111-tiu.,_.-, seron.laria.'que ils'-m de
- loinl I leu i-' pea 1- .! .is bol ,1
lili I
'lreor.il rio 1 te .1.
, 1 1 ...
Isi de ,.i.,l..t ,., ,l ,,,,., : .1 r ,|, ,
.la Reeife, Silvano |h inaz .1- s ./, Magalhaes ;
Jll i| lo a e id .- 1 ;..I..I .._ ,., ,i ,0 |o| I
ra i.ni .leve dscidir-se sera
um maduro eiiine e lem ilgami discuti, o por
i--., espera .u.ir aos oalroi membros da aom-
.-:;.- ao.
O Sr. Caroairo da Cuona, satisfazendo a'ieiigen-
cias I.-1I.1- pelo eu le.lirado eollega, di/, que a1 cem-
inissi........ cal .1 ,11-1,1.1 Je pietipiiad.. que pan
.en quores Ihi 11er a uabre mipuguadoi a. arti
la "... ... eii 1 .. juro s del.,!.. pal 1 1
I e '. U I 1 1...... .,....., ..,,1,.
|ue ulu .- .
:i i-.-iid., como lalve meamn dentro de-.-a
,- ,'uiiclu 1.1 ir an-l .....
ILEGVEI


\TiuKui M M ifl DI ISML
O honrado metnbre di/, que so boro quo a pti-
rtieira larcAo *l.t estrada se Alo acha rerebida e se
p 1-.1 diier que lalvet fila precise .le alanos repa-
ro, todava ii;Vi ta Imo ta/.ao par;i que alia nao seja
definitivamente acabada em pnuro lempo ; e que
r uuquanto nao quena diier donde recobeu as n-
formofoea que lem, todava cata' convencido ileque
0 laofo fallo tata'reecbido o o segando iera*eon.
cb.ido tambcm mais riepressa lalve do que e sup-
| : e Mtiai lie visto qoe a coiniiiisa.io prnrerien re-
cularme! le marceado as verbas que foram Impog-
1 ada pela nobre depulado a quem ce refere.
(Juaulo a' compatible reriiambocana, o illu'lre
deputado di, que exislindo um contrato a roinmis-
100 uo poda ileuar de colisin ir e.sa verba, nao
tabeado .>' sssemh ca examinar por -i >e a eompi-
nhia compre ou nao as cundire do contrato p.ua
ic-.ir-llit a subvenrAo.
illu-tre membrn diz que Ihe parece Icr juilifi-
eado o pi redimen! da ooaaaataiio de que tu par-
le, e que |iur taao nao fara' ueiio jia oulra couside-
r. i -j. 11 .
Vcrie indo-M nao nter casa.
i .Sr. Piesidoole leudo marcado a ordero do da,
levanta a seesle.
Ditcuraopronunciado pelo Sr. deputado
Barros Barrete i n;t scsso de 1 do
coi rente.
(i Sr. Barrea Brrelo : Sr. re-idenlo Ipeiar
da enctedede que irm manifestado a caaa ile otar
projeelo que m dis ule ; eneledarie que anda hon-
lem foi inanit>>Udo por V. Kxc. runcedei.do-nie
i epoli daa II 1|i hura a ipalavra para hilas sobre a
loa tarta...
" Sr. "rr- lento : Nao fu ralis do que cumpril
I re tinento.
<' Sr. I'eixolo Duarlo : E eu fallei milito a niru
OS'n.
I > Sr. Barros Brrelo (para o Sr. Peiieto de Doar-
ts ) Nao di/id n nobre deputado lato quaudo lal-
liva.
Apeeir dessas rirrumslaiicias. Sr. presidente, sou
I r.;i m a ornipar amia a aUoneSo da casa.
Alsumas pro|.oiici* einillidas por mmi deram
lugar a que o meu pensainenlo nao fosse bem com-
1 rehoadido por ilguos nebral depuladoi, uus enebrr-
t ira i:i em ninhta palavras cunlradircn ; nitros en-
chergaram nella um grito de narra contra a admi-
u.traca do Sr. Taque ; amulo, Sr. preaidenle, as
queale aventadas poi miin na presente riiscusao,
eonainliim os nobres ileputados qae Ibes diga, n.io
foram cesolvds, nao foram mermo apreciadas de-
I lito le una Tare, que me lirasise (oda a convnolo
qoe ea (eolio de qae as opinn.es soalcntadus por m ni
a-lo aquellas que devem ser seguidas pela aseomblca
provincial.
Ba prineipiei enliio dizendo Sr. presidente, que
ii"- Bao rieviamos uus inferir Mallo na livarao da
forja policial: os nobres deputadoa que combale-
rnii es-a nimba opiniun piirem o que dieearan em
rcsposii, a iDm .' >ns lemos pago a forja policial al
baja, llevemos paga-la daqol por dianle". Islo be ar-
rmenlo meus enboics'!
(I Sr. Oliveira : Eu n3o dissa islo eo diste
que na facultado de fmr a forja eslava a oluigajao
de pj^n-la.
O Sr. Ilirros liarrelo : Mo poda o nobre de-
lulado de ncnbuiu doi artigo do aclo addicioual
concluir isto.
0 Sr. Oliveira : E lano era aarim qae a assem-
lli.i prjvincial lioha .serupre dccrelado o paiia-
inenio.
0 Sr. Barros Brrelo : Ahi esla' o nolne dpo-
lado juvlilioaodo o que acabei de direr. tlom a pra-
lica lie que o nobre depulido arQumoulava, de sorle
euc aenhores, mis nAo lenios o direilo nem nenbuin
eos poderes do estado de reformar a liaislacao, quan-
ilo -a entender qae ella be ma, on explica-la quau-
do conliaeer-ie que ella lem sido mal comprebendi-
il.i, que o qu se tem pralicado nao be o que con-
ven).
O Si. Oliveira : Mes presume-se que be o que
oonveni.
O Sr. Barro Brrelo : Mas a preaumpcao nao
d.i' iliieilo a nada, nem a presumpcao nos obriua
iqui o cnusa ahuma.
Mas, ienliorea, qual be o inconveniente que appa-
reca das assemblcis provinenes lixarcm omenle o
numero daa pracas do corpo de polica ? Dtzetn os
ileput- los : como pode a asoootbla Usar o
loro se essa detpeza correr por conla do cofres
ica .' Eu vejo no preprie acto addieiooal, cou-
HgO o Sr Oliveira:Haopiniei multo ill
em s.niiio eonli i
11 ^r. Epaminonda de M- li.i : Btta' bem ponre
desenvolvida > lal opiinao,
O Sr. Barro l m-i.i : A colpa nao lie minhaa
para mioi lolisfaa : elle que se enrarregae de des-
envolver a ua op nio a coiilontii do nobre debu-
tado.
Sr. preiidenie, o nobre depnlado o Sr. Oliveira
enchergoo ero minli'ai palavrast qoandoeo declara-
-ro contra o projelo em disrua o i-a conlra-
dii"' diise o nobre depurado : pirque razan a presidencia da provi
aiuda no auno passado o n.dirc depulido VOlOII pel
forra o Jeile anuo vol.i contra l IJueni aulojieo
ao nobre deputado para dizer que eu liuha Vuiado
pela Torca .'
l> Sr. Oliveira : ') nobre deputado cunles-
lui-o '!
(' Sr. lluros Brrelo :Se ea nao liohl Meato
na rasa quainio s voloo a torea policial...
II >r. Oliveira :l'odia ser um iik. m .
O Sr. Barros Brrelo :Tratando disa, nioaei a
que veio dizer n nobre deputado qu cu linba to-
ma lo aqui a defeta de IdministrajSa do Sr. Joe
lenlo. Illas o nubre deputado dizendo islo esque-
ceu-sc de que, quando eu naqoella occasiao lomava
defea do Sr. Jos Benlo, i ma am aooa que elle
tiiilu iieiadn a admiatstrajie da provincia e que
11 -i \.
lo, vernn. e se o iiohic
i quero foi vt re
qoem foi que pralieoo o lo, e mande-lbo
eu o eensurei.
i i Sr. --i, ltal< ila um aparte que nflu oavim ,
i' Sr, Barros Bairelo :yuando tu fallei da oulra
vez na discos? ste proieclo eu disseque D3 me
prevaleca d (|uc'!a i ra, a* ezemplo do qoe
wmpraae pralirava nesla casa, apreciar o gra'u de
ci nfanja na descoofi nja que por ventura men cease
que erain coosi ; i ce
de ordem mu superior, que me levavam enlio a
fslhr e a pronuuciar-iue contra opmjecl.i que -e dis-
culo ; entretanto do urna deelarajfto IBo eaplieila,
lio franca, Sr. presidente, o nobre dopulado o Sr,
Martn l'cmra, cedendo a1 forja nao sei de que |o-
giea, coneluio qoe ea tinha |erguido um br do de
gacrra contra i adminiairajao do Sr. Taq...... Ka
creio iiic .....sembiOl lo la me fara* a |otija de nao
ler enrbercado em miabas palavras ami cenaoraaH)
Sr. I,que.
OSr. Martins Pereira:Ea no.
o Sr. Su;/1 Keis : I ma censura n.io nosso dei-
xar d" reconheeer.
(I Sr. Barros Brrelo :Ma- cu a disao ao nobre
deputado que ^e lem mmlo ompenbo em*descobrir
em minias palavras una censura a e-te ou iiquelle.
ni mi ulo poltica coulrario ao jo-
venia la lea pi riaei
t ni Sr. Depolado :l'ds perteucer-se a um lado
o l zer-se oillja.
" Sr, tarros Brrelo :Joslijs lulos (azem. alm-
- commi-ltPin ; auluridadc- ti l lnu>r. mt-inu
ni di ntio da laura da le, praticam
muitns actos de jestija, e lambem cumno-ttem mui-
do o Sr. h'elieiano, e Mallo Kec Kapliael. Km I Se Diogo la i palibula sea enieiro
seguida r. Miiiiuuii s.i a diseus lu art. 12 do p>o- Antonio, o arcosa Aur que sdereden aquella
jecio de lei dn orjemenlo provincial, fallando sobre suicida se fiaelorando o crneo de encontr as pare-
alie os Sr*. Mello Keao (Kapliael l'orlella Msnoel) des de jua prinSo, nao o faa senln
e Bapfisla. I'. -i a volos loi appruva lu o artiga poi vencido que alies o lem roubado;oqueo.na'o fiera de
Klarotoi contra !>. allli-'i todas as vezes que ouve pronunciar os"U.
I) Sr. presidente marrn para a nnlsin do dia de ; nome
CONSI l..\l> I i.LHAI..
iteadimenle rio da I a HO. .
dem da da 21.......
quatido cu tomava esia detza baviam na casa mu- se ato lie conven), declaro, que li/. a reuaura.
membros ,iue lalvaz livessam maie lalajoos eom
o Sr. Joc Benlo do que en liuli.i, porqve tah I nfl
o visiusse durante me adminlstrajao aenio II ou i
letas,
) Sr. Oliveira da' um aparte que nn oovi-
in .
OSr. Barrol B rrclo :Eaqoeceo-ao mais ledl-
O Sr. Soma Bei- :i'ois sim, aceito,
O .'->. Martins Pereira :O nobre depolado pro-
curan ulna occasiao para se declarar em opposlclto.
11 Sr. Barro Birrete :ii-i Orando que nao me
pravaleeia da occasiao para isiu '! Islo na veroads --
la' i tolla enigmtico.
Ma- depoia daquella derlarajSo i.lo franca, pare-
ser, qoe ea defenda o Sr. Jos Dente na occasiao eia-me qoe ningoem Hnha o direilo de concluir de
em que eo apreaenlava orna emendo nBo approvan- minhaa palavras qoe ea irotei lio ou linba ei^oido
do a- ile-pez s que por elle tiiibam sido aotoriaadas um biadu da ;ueir i contra a administraran 40 :*r
eom os deslacrmenlr- volantes ; pirque nao reco-
niefia.qoe ai aseembleas provinciaea livessem o de-
ver de pagar desp .....t1! iaee do exercito, nem
rom destacamentos volantes, nao reconhrcia etl, co-
mo agora nao recoohejo, qoe as Bsaomblas provin-
ciaea livessem o dever de ./.er despeza alguma cum
a policia.
Sendo assim,
pri ee Mnenlo era
Taques
O Sr. Martin i'or.ir.i :Ningnem lem o direilo
a- n tssai consci 'iic.ias as su it opim ics,
11 lOrrus B iireto :- iO qu-in impuz ; Ku de-
c 1 1 qoe, uic n.'w prevaleca daqoella occasiao para
li/.r crii-or.s nem para defender a administra jao,
qoeeu m dingia por eonsIderajOes de ordem milito
o nobre i!e|u!a'o, que o meu aoperior ; e como dahi se poda dedosir qoe eu le-
nolln eobereute, votava inteira- ; van! iva um grito de goerra contra o Sr. Taques .' Se
mente de arcordo eom c- puncipiOB que ludia enois- n Sr. depulado tnlend.-n qoe Ibeconvinla, que era
can na casa em 1851. do m-u Intrnese fezer aquella declararan, que fes
Sr. presidente, vou agora tratar de onlro ponto de que o Sr. Taqoes Ion eito nm 1 b< a adini-
para mim anda mais importante e que lem sidu nialraao. declara-se-o, apezsr de qo io no vlnha
muilu debatido nesla cas i, vou Iral ir da obi a lo ao 1 aso, 1 t qoe n.uituera n irli. posto em dovida.
qoe foi ulmamente imposta 's provincia de pa- 0 Sr. Martina Pereira :l--o diz o nobre depn-
earem icional destacada para o ser- lado, ma> eo compreendi o contrario.
viro <\.i polica. OSr. Barros Barretu :Maa comprehen >u nial.
Senhores, os defensores desta medida, medida' Se enlendia que iiso Ihe era conveoianle fizessa la"
qae ea nunca deixarei de qualili-ar do ineonstltu-l asmsnifesujdee qoeqoizeee tasar 1
Bional ; es defensores desta medida socenrrem-se de ma* nsosse-as por sua cunta ; pejo-ll
b abas
rer dispdr, maiores serio os abusos qoe bao de
Icr.
I ni Sr. Deputado :Mas Icio reaponsabilidade
ma lmmediala4
OSr. Dieodoro da Silva :lia urna molestia de
pie lies sonrea minio, que be a inercia e fiou-
\i 11 ,
I ni Si. Imputado : Antes i-lo rio qne a vio-
len la,
OSr. Barros Brrelo :A inercia pode ser moilo
mal prejudicial duque a violencia, parquea vio-
lencia faz se sentir, contra esta podoappareccr um
remedio, mas cunta a iuercio pule nao achar-sc re-
media 011 vir larde.
Si-., eu eslou algoroa censa fatigado ; fallo muitu
puncas ve/es.......cupo a allencao <1a casa quando
na 1 indio outra remedio ; lenbo dito, nao quanto
va, na- quanto coube em minias forras, cor-
ro 1 ado asopinioel que aqu aprescnlei quando en-
cetei esta liscsisi olas qoae* me julgo na obti-
gsjao da volar conlia ii projeelo que se dscolo, e se
parecer lalve/ ao m tire d-puta'o o Si. Oliveira qoe
amda asaini ronlmeilii una iiicoheieneia, volando
con ira todo projeelo, sem 10 mem a volar pela lixa-
5 o, direi ao n ,hre deputado para qoe votar por 330
350 pra' 1- saii-faziam as necessida le di
provincia '
O Sr. Ol v ira : au. m.n n estada dos cufies
poldicos n permute mais.
oSr. h. Brrelo: Istoainda l maisomargo-
ment...... favor dos que prelendem qoe i)3o lejsm
ol 1 a pagar a forja policial, poique, se ella- o
lar. rendas da provincia nao eerao soflicleoles
para ine.umbem ... pri viucia*.
Sr. presidente, cu concluo pedltulo desrulpa ana
nobres depolado, por haver oecopadoa sua alien-
;ao per lano lempo, c contando eom a mi b mljile,
asiento-me tranqmllo, volando runlra o projeelo.
bojea prlmeira di-ru--.io do projecto qne conceda
c quaniu 111: lar fur a forja de qu- siles > ls mece de licenja a A. P. de Ficneiredu para |i 1
Europa, e continuarn i\a de honlom,
l.evaiituu-se a seeaflo a. \ loras da larde.
o vapor ingles Tynea, coceada honlem dosul
do imperio. Irouxe-nus data- da Paran', que al-
canrain a 27 do .,|.nl; de Mllia-1 ,-l'l.ies a* 3, do Uto
de Janeiro a' 15, de S. paulo o' 10 e da Babia a' >'.!,.
lo tas do crrenle mz.
i.in de Janeiro.
.OSr. loaqoim loso Btarlins foi agraciado por S.
M. o Imperador coin a coinmenda da Ordem de
t.liri-lo.
OSr. lenle geiicral Seara acba-sa (i'avemenle
en formo.
>'o dia IJ do corrente ao lerminar-se a sc--.m,
muilo- Srs. -enadaics foram visitar a pfiarm.iea roi\-
Iral e fabrica de productos chimtcoi dosSrs. Eae-
qoiel i'\ i'ilboa, admirando as propoijes de e-ia-
beleci: calo, as bellas machinas, e apparelbo- que
aln fiiurcionam.
I.-se no sCorreio Merc.iiitil), :
o Sr..ministro do imperio man.loo BDnnociar
que IrevemMite devem chsgar a esta rrte plaulas
de canua de assocar das libas da Reoniaa e Vlaori-
eias, eurim.uietnl.ida- pelo ^overnu imperial para >e
disiribuiiem pelos fazendeiros.
Pila mesina ocessiia bao de vir plantas e se-
mentee de oiqallent rafe da illa da Reuniao, a ar-
vores, arbotos Iruciifcm c de oroaneuto, e semen-
tes de plantes Inrraceirai.
As pi--oas que preleuderem s referidas planta
e sement rievrm itucrcvrr-se na secretaria do in-
derio p r si ou por paoa aoloritada.
A distribuirn sera fella em peqoeuoa I,des e por
mdicos prejoe para 111 icmni-arao das despezas fti-
las petu goverpo.
ii Sr ministro manden UmLcm vir dore cavalloi
das ti., .ore- _racas da
das raras cav llares do Brasil, sendo destina los .ia
provincia- de s Paolo, Paran, 'linas,SaniaCallia-
una e Bio (jreude do Sul.
As pessoas que prateuderem in-rnver-se para ol-
lerem aquellos aminaes devem tambero comparecer
na '.'.rolara do imperio, pelo modo e condirnes a-
ciina declara dos o
S iflren tu le somnambolismo, e enterran lo noi-
la o que de mais precios i adquire, |quan lo ilc-pe.il i
-.ni. lenibra do que faz dormindo, e. dando por
f.lla tus objectes, coja ^uar s, em sua eoutioo
eonlianjs, rnulia a Ierra, deix-i racahir suas sospei-
i lobre aquellts que. como caivcno admille em
sua easa, -. utisque na lardero am eonverler-se
en eerleza, vi-loqne ningnem i'i.....Ira era sea
senlo, e ilguma circuui-1.....:ia sempre vem coutirina-
las ; todava o amor d i ouro nB > pule abafar-lle a
(i'l:(;)'i-'.s.
l:86isl .
7l.-o7.;;i is
DIVERSAS PBOVIftCIAS.
Itendimeniu do di., i ,, .,
dem do di., _i\
2:8879159
:i:(iii;M,|
DESPACHOS DI'. fc\poni,\i:\o PELA MESA
M DE MAIO DE I- 18.
'"""' : l-1"' porlngnei larujolo, divenos
ias;iouavia .....or n n-iro na pu.te sualar-llte a -,,.,.., ,, i ,------- '"lul". mawaw
consci.ncia, e tanto he islo ve.dade que, quando se ,;Z'^ "' "l',"1"" ', "' "rn, ^'"'r-
conveiioeq., Vnlonloe Anlrc lor.m^^virliroas iono- c""~,^aMW S:"" W,l'0,"\
Canal-
lora
centei, na.i | :.. lobreviver an< remoras, e suecum
be fazendo urna rxcrllenle epplicajao de roa furluna,
nao endo eqoecldos o- pabrea, de qoem n.io quena
ou vir (aliar, r.iu.ideraudn a miieria como o qu .-i
conslsute resallado da pregtiija, do vicio e da lou- p .
-Patacho inglez eOolv Sona, Sootbal, Mcl-
i\ C, l-"Jl saceos assucar.
Boda Prala lricn- Iwspaohal D. Joa-iuim
Aranaes .\ Bryan, 290 barricas assocar.
'oda PralaBrigua be-panlud aVigilanlea, N.
Oqoe acabamos de dizer baila pata qoe se veja qoe I.'XZ&nikFJSSlX'J^l ir-,
da Silva, a parcerlo este papel nao pde ser eonve-1 "' \pnl;Tr.n.
nienlemcnle desemprula 1, u ,, ,,,r um artista de
FAGINA AVLS4.
sonando psragraph i da or. '.II da lei de 19 desetem-
l,ro de ISll, que den organisajBo a* n-rd* nacio-
nal. Has, sanbores, os nobres deputedus poden
me iilirniT que urna legislatura ordinaria p.- .
dar ou lirar allril incoes as asaemblas proviu-
Clur. .'
L'in Sr. Depatad) :l'odc naquilio que nao be
constitucional.
O Sr. Barros Bairelo :>o pode ; urna legisla*
lura ordinaria pode alterar qualquer arillo do acto
Sr. laques,
lurem, nina
cousa. e be que i lajfios faja-as, ma- n.io queira fi/.er de mim.le-ra'u
-obre o qual deva subir para lazer ^-cs cumpri-
manlos.
OSr. Marlint Pereira'HSn preciso fa/er de nin-
goem degaa'o, a minbi posijao rumo lodo mundo
sabe...
O Sr. Barroi Rrrrelo : N3o enlro neita qoesUo,
nao quero saber disto.
O Sr. Martins Pereira : Nao preciso de Jeqri'o.
Ouan.lo en argOfDBUtava (lizoutn que as nssom-
aeteaddicioaal diz no 3doarl. II : be da aun-1 des lo essa lempo nanea ohrigoo os prosidentaa de
Daijao das assembleas pn vinnas lixarem a forra po-
licial, de cooformidade cum a proposla do proeidenla
la | .v una na palavrassob propo'la do presi-
dente ,'a provinciae-la' u remedio a qualquer abu-
10 ella livar um numero soperlor SO pedido po-
.o pr dente. Bata" no -' u direilo o presidenta nio
pll 1 n lo o numero vola .
O Sr. Oliveira : .Nao esta* tal, o prosideola be
obriga :.. a eomprir as lea provnciaeo,
OS. Manuel i;ivapanii : O presidenta pode
sanccionar a lei.
O si. O,iva ca : -- N m pe le porque be um precei-
lo eonslitQelonal.
'i Sr. Barros Brrelo : Enlao di/, o nobre dc-
puia.ii, .m. i, -, pode doiser do eom-
pnr a lei '.' Sopponne que a atsembloa n.io marca
Imidi i ai i pagar-aea forra policial, ou que de-
l.riiiini que rlia sej., paga pelus rufres gereea. sem
qe .. ,-..v-tii" ^,ral Irnba marrado quola luQicieale
para o. pa.lena ella compilar o numero lixado po-
li asaeinblca provincial J Poderia eamprir a Ici '.'
11 Sr. oliveira : Devia eopregar lodos o mcios
paracumprr a le, e nao o podando fazer, represen-
tar a lesembla, mas mo adoptar um aibilrio,
ti Sr. Harina Brrelo : Diso me-ino na b> po-
Ibe-e Ce nao ler a asscinblea ger-l votado urna verba
sullicienlo para pagar o numero de proras lixado pe-
la asamblea provincial.
Sa| ponba-se pnreni que a a-sembla fixa nm nu-
incro mullo infer, r equelle que ob informarao dn
prsaidenla foi etiuido, aquelle que a- necesaidadas da
provineia redaniaia, pergunto cu, qual be o iacoo-
vemeiie resollante dahi Saosedoiloi da provin-
cia sin apreeiaram devidamente as drcumslanciis
della, so alies volaram ama forra iinullicunla para
1,,c ildodes de provincia ejam saUsfeitas,
BsiemUca que aisim proceder, quer por espiri-
to de pp ...rio, quer da mesqonhez, esta sssemblca
.. icr i d.- responder peraata a opiniao pohlica '.'
I m ir. Depulado : E-e be um Iribuual mullo
lie..
f>Sr. Barros Brrelo : Ouor alasiieu, qaernSo,
Ir Inbaa .1 a que ludo, iii.i devenios obediencia.
O Sr. Mano,I Cavalcanli : M-nos eu.
OSt. Barros Barril,,, o nobre diputado he
-ii malcriar.
ad.liciona I nilei pr( tando-o mas n.io pode dar nem nem me presto 'dejjra'o
tirar allrbaijoes inclaindo ou revogendo disposi-l o Sr. Barros Birrete :Faz muilo bem, esta'no
joes do aclo aildicional, pode inteiprel ir ai ligos ou '> seu direilo.
paragrapnos que nao exisitm '
l"m Sr. Depulado :Pode fazer o que Ihe con-
ven:.
O Sr. Barros Birreln :l.om abasos Indo mundo
faz o que lie convem, comanlo que Msujeilea'l
penas da lei.
Eu creio, Sr. re-i lente, que nltrihuiscs que fo-
ram concedidas pelo acto aridiciuual ni assemblias
provine.ae-, iin p dem as me-iims as-etnb;1 -
privadas dallas por um aclo de urna legialelora or-
dinaria ; e se asaini be, como pude uiua legislatura
ordinaria dizer a' goaroa nacional emaregada i.cste
ou uaqoclle servico sera' paga pela a-i-embica pro-
vincial ? Aonde *e acia no aclo addicioual disposi-
j3o alguma pela qual fossem as provincias obriaa-
da a paa.ir a' "iiar.ia nacional'! Se pois ea nao co-
nllevo na legislatora ordinaria o poder de dar nem
lirar Bttiiboijoes a's assembl-s provinciaas, n.io re-
rouliero tanilem como coustilncional oail. 91 <^^\
lei citada pelus nobres depulado.
Mas, lenhores, sapponhamo mosmo, desprezadas
catas consiiierar'-. sopponhsmoi qoe esto artigo lie
mulo cousliliiiional ; seuborea, una lei promul-
gada em I Sil), una lei q ie lem sido aiecctada
CaTdaie. ileesta urna palavra, qoe, segundo o
modo de pensar de aigum.ii pessoas, devesri dtlmi-
d.i bem diversamei ie do que ella exprime, ou que
deve ser inlerpetrala como bem couvior. Ordiia-
riaueole be isl.. nc acontece quando se quer tra-
lai de intereses proprios. r.om que iiezar i lote
mus observado o modo iiurque be eiercida a r.in la-
de per cere- proprielarios de rorb'iras que se oeru
pam em mandar eotldozir pala o cemilorio publico
o- cadveres daquellas pessoas que |>or falla de ineios
sao para -illi Uvatla- em carros^ que se denominan!
dacaridadeess.i de que trata o a.t. oj do rego-
lamenlo do eemilerio ; e podera' ak-uem dizer que
e-le artigo seja cumprido, e .le lal caridade seje
eiercida 1 Mo por corlo, B0 contrario lodo ron
eordarao comno-cu que esses eulerrainenlos sao fei-
tos pelo modo o mais escaodaloso que hepossivel,
porqoanlo a maior parle dees carros que se oceu-
pam nesla mi-ler, sao Po ordinarios que melle ver-
gonha ollar para elle-, e no entretanto be
I i aule-hnnlem lanjadn ao mar dn ealalriro da
Pona d'Aroa um palacbo, que loi denomina ..
..luiia-su', consumido para servir de transporte
de gneros de Montevidro para Mato-Oro-so palo
Para uv. Assisliram a' ceremonia os Srs. ministros
e oulras aulorutadrs da maiinla, s quem o Sr. ce-
le de osqoadr Rodrigo fbendoro de Kreiia-, riretv
i..r .1 i e-i il.pl. iiihmiI... uilcieceii d-[uis um janlar
de MI Ollero.
O palacio i.lguasu'o tem asseguinlea dimen-
ea :
Comprimenln na linba iracui rarrr-
gado...........
llora...........
Calado dVgn.i........
Toiudagem para a carga.....
I'or decreto de II do corrente, na eonformiria-
de rio art. :.'S do reculamente approvado pelo de-
rrelo n. I ,tKS) ,|e 7 de mar^n de IS"7, foi noincarin
gaoiaajao oaa cmaras mooicipaes, ir i qUe ,.....uc.
oulra cousa mais do quo a delegaran do poder geral a"'' "" "niara lomar riella c nliorimenlo para
nese-aa cmaras ; o poder que pode imi-ur lionas de- 11ue l"'e :"""" ""' "" eslendcndo a tanto.
legou partedasie poder em circurastsncias muide-! r'rociadt rmiia.Seguodo nos informoa
lerminadel s remaras manicipaes : portailto ,.ie i om paciente eilslem na Boa\i-la, na ra quena
argumoiilo do nobre depulado nao prova para
O Sr. Oliveira : 'rova que os poderes compe-
tentes lambem delegavam t't assombsas proviuciaes
ese direilo.
O Sr. Un ro Brrelo :N.io sei qoe no aclo addi-
ciouslbaja arligoalgom a este respeito.
Sr. presidente, eu nao posso .lavar ma eoosa acorra deisa canjada questao dosdestaea*
melos veanles.
Seuhore, o mbres dopotado* argumentando eom
a lei da relama, dizeui que os deslacamonlos ou
he da tristeza, doal (Mes lao lerozos, qneain.'.a mas-
mo s- ii, -e ebegar a casa de seu senbur, a cuja per-
la gii.rdain, ijue alo avancciu, mol lam, ou quando
menos rasguen) a roupa, como aroiileceu a esse pa-
ri-nle a quem doi re'crimo, e nos commouicnu os
seos s.dTiimcntor. Sem conbecarmns pois quem se-
ja o dono riessts caes, nao podemos denar de Ibe di-
zer, qe pede a p'udenria, que lenha preso estes
animaes para evilar nao s,i para que oulra pesaos
nao lenlia de anffrer o mesmo mal, como incsino pa-
ra evitar SlgJBSDB eOolailajao,
Theatro ie Santa teabel. Val boje a' seena
Sr, presidente, ou reprito muilo a opiniao dos
opinados, qoc |,m nielado 'la materia, mas rter a' sseembla do"cieiar as'uaa de
rmillam, qoe ea, ,.s su res- bri peiijveis, opponba a eppiniao nao moanoa reepeita- nroveiumn.
i menos Hlasliada do Sr. consalheiro Pin.....- 11 Sr. i'.m
'. Diz elle Irat indo da sllribaijaa que lem
embicas provinciaesda fitai a forra" policial o
Me:
K la atlribuirlo njo drisa da ellererer algans
Inconvenientes, um delle- be de onerar o r ifi i -
i ruin asta verla de despezas senq re ronii te-
Cremas pnrem que de-.le que as provincias
na -- ur ,1, i ,; |.,e 0 govsrno ger 'I ceuserva-
iii lornpre nidias, salva as circunstancias exlraor-
p- liriar- -uas, solliciei.ies |iara os
nos dlsTerenles servijus, e morineuie e foessm pot
i remo que aproveitariam melhor as suas
lo-ai em melhorareentos pravin-
l.imilar-se-hiam eoU..... a soa roslncta ai-
Iribu rio de filar o ip.ianluiii della em lelajio ao
. provincial.
Un Sr. Deputado : >,Y,s !c-rjamos aso mesmn
qn o Sr. I'imeuli Bueno rcconliece, mas n.io o po-
fazer
OSr. Berros Brrelo : .Nao reconhceeu lal.
Higi mais, Sr. presidente, so as esseniblaa pro-
vinciana podem nao se lixar romo pagar, enlao ellas
esli no sen direilo organtsando a forra policial, im-
pon lo-lbe penalidades.
I mi Voz : Ni.i s segoe islo.
' i Sr. B irros llairetu : Secoe-se, poique a obrl-
de pagar Iraz a de e-labelecer as rondiroes do
nenio e *' penas para a falla de emprmenlo
i-eondices. Bnlretanlu as assembloai provin-
ciaes nao podeaa ioapoi panalidade; opioiloqoe
su-lenlo .linda rom a do Sr. Pntenla ltu.no (lo.)
As a--emlkas provinciaes, apezar desta allnuirao
.vara forca polieial), nao lem oireito de auto-
ii- ir rrrrulainenlii para semelbaue forja nem pena-
lidades, nem algiima oulra dispoaijo semelbanle,
poia que san materias qne afloctam a lber lado Iudi-
\i O il obre que Blo podem Ugi-lar ; etc.Ja v o
nonrs depnlado, que as a-.embiras provinciaes nao
lem o direilo de decretar penalidades.
O Sr. Oliveira : Polo cunlrano, vejo que lem
decreto, lauto assim que a Bsambla geral aioda
levogon esees arles que Ibe tem sido sabmel-
lldoa.
o Sr. Barros Brrelo:O nobre depulado nao
pode argomenlaf cm, .. que se tem fe.io al bu|,
nem lo pouco eom o faci de tereru sido remcllidu.
ni para a staemblca geral, e nlo lerom 11
pai laa este precedente eniau.a
censtiluijao esta' defonla moitoi annos, parque
provineiesa fazenm psgar a guarda nacional pelos
: rovlneia, e so cm 1838 foi qje se lembra-
ram deesa dlsposijo da lei ?
OSr. Mello Bogo [RBphaelJ:Islo nao liara-
iSo.
0 Sr. Barros Brrelo:lio raan pelo mi i
que enten tem que na boje b ...
r r da Bssemblca geral o pagamento da forja
policial.
1 ni sempre d.'-tacata na provincia a guarda na-
cional, quaudo as necessida les da leiriju reclama-
viiiii e-la medida : cunlinuoo a ae-lo depois da pro-,
i ll ti :- -i)'!, e nanea foi a guara i -
. provine! > mas eqj |85t
palgendo-i lalvekqae o grande pao-Ja-IO da qoa-
enta e lanos mil cotilos ja n.io era laslante para
i--., eolendsa-se que era preciso que a mirradi
r iia ehamatta orjameoto povinciol servase lamlnn
liara paK .- (-. | .,e/.as do cofre geral, e ahi vera
nm aviso,pagos-se pelos c .(res provinciaes. Sctilu-
res, o que esi.iino- ei aqui fa/en lo, s-ja n.io lemos
o direilo d" liv r i- .
L'mSe. Depoladu:--O aviso nio mandn na.la, a
lei delermiuava.
O S'. Bario- Barrete; lano man.loa, que n s-
nior presidente a diese n i sea relsli rio, e j.i remel-
leu-o a casa. Uas -e a Ici solorisava esse pagamen-
to, puique nunca fui alia posta cm pratice, e m' cm
i r-.i i
lina Vos:O qoB Importa .'
OSr. Berro Brrelo:tnporia qae issa desptza
nao tevia s.-i paga or nos,
OSr. Si /a Reis:Imparta que n'.n se exceulou
a le, desde que lela ser esecu
OSr. Barros Brrelo:O nobre quie-ia' no lado
i\n Sr, segn Jo secretario, o Sr. Mello Regu ( Ka-
pliael e n- lu pouco me tfeu um apait v :
qoe e-l u fallando -ubre a materia, e antes que me
e-qu ja, permitla-rooqae l!ic diga, ru eu nao sol
aun le pondo o nolne depulado descobrir noilesa-
vi- ao gevorno oa nete artigo de lei ama
as provincl
O Sr. Mllo llega Raphael):Erna regala.
O Sr. Birros Brrelo:Regelia de que .' Carao-
lia contra o que I ic regala por ventara a obriga-
rao de pagar .'
OSr. Melle llego [Rapliaell:lie regalia o po-
lezas, e la n-
ie que ii ii a-
uue o- delegados militares ilo fllhos da illegalidade, ''" ,! o'BniB un qualro acioa a .a-a
eeu achoque os delegados militare iao Rlhos da l'"l,: i*igne poeta dramalico Loiz Antonio
propria le d- 3 de dizembr : partee um absurdo, "oorgain. Esse dra a be nm dos bellos qbadroa em
urna propusijao muito atrevida esta minlia, maa ee "I" ee representa eom vivas cures ate que ponte
teiibo a presompjao de que a dera.....Iiarei. ;} Bvajeza de um -- m. que nao loeo-
Na i licia dae loealidado veem-se I'1"'1'1....."" Bro so.lo a soa riqueza. E-te bomein
moilsi itas daa provincias, que que-1!'." "" ra, cojo papel sendo cooftado ao Sr.
. i issi r por l um a- re^ los e usticeiros, pos ho- "erraai o 1 raoclsee de Olivera, foi por elle tan bem
qoe se nao quere i lei, era Indi lo e nesempenliado, que Iszie vacilar
lo o | irli '.. n. r ... de |an- I1"1'1' a 'eolidada ea pbanla-i. iago da Silva le-
vando por lal modo o seu desn|o de ..inoiunai cabe-
de indivldm ilra ll 1S a i ..- incal.ladea. I
favo.- .'
gar para ontro, e .piando aroiriava i|ue nao o arba-
va no seu lugar primitivo, qual um louro gritara
que lora roubado por un- raixeiros, e por cuja sup-
po-ieau levava ao cadat. i lo a dous. r n mesmo acun-
letera ao lereeiro, se por venlura nflo se descobriese
que elle nie-i.....ni si nanibuli-uiu o i.rrullava. Nlo
... o. descrever toda a importancia desse dra-
ma, erm qu n Sr, Germano pola segunda vez vai
elateqUiar-aae ne-ta noile. Taremos de o apreciar, c
c infiamos que dupla sera' a uossa expectativa pelo
loin
rros I! irrrlo:;; i cu da-cr que os sfr
vi. s que presta a guarda nacional a, geraes?
o Si. Siuira liis:lloc opoi hie labor csl.
tiSr. Barros Barrlo:O n biedepulaiu laolc
confunde m- serviros que y daclaroo qoe n lo n -
mullen i ;! ir. i entre servijo de pilar niro e da
polica, que lala a tropa er i empregada n.i polica.
M i-, a ireval 'r.-i o principio do nobre depolado,
rula ,i qoe leremns be que a provincia esla obri-
gada a pagar leda a larra que se ar'iir Dellu, em-
boia eila seja de linba ; po qui .. Mrvijo da polica
he pago pela provincia, se t i la a ir, pa eiialente na
provincia be empregada ni polica tegue-se que
lo la ella deve ser paga pela provioci i.
' l Si. Souza Reis:Nao se segu isto.
O Sr. Barros Brrelo:Segue-ae, muito nalu-
r.i'ineuie, sera ser preciso violei lar a eonseieneia.
Mas o nobre de|iula lo dise q-,o e.a urna regala.
Regalia de que. Senl rre>, de pagar .'
Regalia de olilisr-se dui serv jos sem psgsr, eoro-
pm a ido, mas regalia de pagar servi jos, eservfjos que
nao sao fetlos B ii".; regala de paga- desi
lletas, guarde o nobie depulado paia si cssa rega-
la qoe eu a nao q..en>.
(Trocara-so diversos sparles.)
Os nobre lepulados partera de nm principio que
Um Sr. Desalado :Faz-i lol nao ponpa.va oecasiao de podei adquir-tos
ii lem rvsult eommellet se fin, as maiorea osorss, anda
OSr. Bsrros Bar, eioEu creio qne niuilos, por- i o iotanta D. Aflon ,.,, ...... i:.
..,,,;,,,,. .,.. .... m eropfeslimo de ft.OHO cruzados, exigi
I ia Sr. denotado :Apn enle um .mu- isso lenha "?r. """.'" paHar-Ihe o dobro dentro de um anuo.
fel. I I era a avidez q r e-S bon.eni linba pelo ouro,
oSr. Barros Brrelo : Ea cela i ic la I ni em i'l'"1 r "" '.>"iii.ava. e ainde mesmo em sonju
eom elle se oceupava, fazendo-o mudar de um lu-
. dizia eu que ..- rir, nm lancias prroliares
le certas locabdades impunlam un goveruo que
qoizese lomar orna dclibesajao joaiciosa, que
quizesse nao se envolver nos partido que quizaste
em I !a a sua plenitode CUmprir as v i-!.-., do gov eren
geral no sea ponsamento de coociliajao poltica,
que isso impooba ao presidentes a obrigajSo de
laurar m.'ni de homena Bstraohoi iiileirameota a's
localidades e a lodas c-sas intrigas iba ..Idea.
'' -. enh ra, unde ira o presidente da pro-
vincia buscar bnnifii- nestas aircumslancias *? Aou
de ? Dsveria exigir de qualquer particular da Ca-
pital, ion Ii meu facilmi ule poda ar;,..r genio ha-
bilitada, podeiia les o sacrifcio .1
mi' 11 ; iiem exercer unta
solorids le i]ue nada Ibes pudendo Ira/er de boin,
de corlo Ibes Irnria as ingas, o deagoslos, so nao
ludo quanto houvesse de rul Nao, nflo ll poda
i" poique a lei de : de d.renbro quando dis-
lO foSSI III lil adaaS dai .oral. I
li-p sieao, poripi nao India
deliberado a par del ia qae o- delegados de polica
Uve iraeuto, dispuz enlao qae essas an-
t ridades fosa m do lugar, porqoe qoalqaer pessoe
cali iade poda, sen, grande saciiliciu seu, exer-
CCI -i cu.
Mas quando o presidente se arla as eireomslio-
rias qoe eo acabe! de mencionar, quando se ve na
impossiblli lade .te lanjsr m,1o .'a- pessoas d inca-
l iade para nao despertar animosidades, n.io iimie ir
bOSCO-laa -on..u III clasSO do- militare-, por .que be
.i e paga para luda nalureza de servijo
que ., i ir le publicas exigiroin, tendeles a
-.'.urina individual e I i v. Mi. aqu na
propria lei de 3 de dezembro, na eircumalancia ii'el-
ia o i ler determinado, quer--.. autoridades fos-
i idade liopresereptivel, reronle-
i. l. poi in lu- a- presidentes lenjarem mao em cer-
.- inililaies para serein aulori-
ilieiaes. V.
[atenta elevado
A quem nao vio o Sr. Hermano p'rsneisco de (11-
veira. repreapnler Diogo da Silva ; ronberendo pela
leilira lmenle o dramsdoSe. L, a. Rourgain, pa-
recer nnpoa-ivrl qu.- o axecale .1- am modo rali*
faciuno, porqoe nem todos elo talheiloi para lulo:
entretanto aquellts que, como nos, esliveram no tbei-
lio .1 .-sinlj Isabel na noile em que -o .leu a ^.,.,,
Maldita, nao deixeralo de reeonhscer qoee die-
lincto nrlisla repre-eiitou-o oplimameute, itmln m-
cunieslavel que iao bem su-ieninn o raraeler dn ava-
renlo, e tilo vtrdadeiro foi m Pul-- .- ulnaJOes,qoe
es-e papel, do qual outr. -. nfl ni' n ii dlstineloa de
que elle, tal ve/, se ahlsaefll mal. tai um de -eos trium-
phos, e -leve ser considerado ..'-uno urna .le suas na;.
elizea eresjoos.
Somos o primeiro a recnoheeer que o publico, que
Allemaoha, para regenerajflo freqovul i i nossos Ihestros, nem empre sabe apre-
ciar rertas predarjes.
Habituado .ios dramas, em que o -angue curre em
sceua, a s.ln freqoeotes as ponhalad u liros, -" -e
.lev bem impressionar por e-.* exag'ra jAes qne
i > vaii -and de moda, e pul i-to er i .le recalar
que o drama do r. I.. A. Bourgaiu nao tives-e o de-
vi.io apicjo ; mas aasira Blo m ceden.
sala eslava rii, e, runo que para honrar o
diilinclo escriplor, achava-se prsenle o F.xm. pre-
. la provincia, qoe raras vezes vai ao Ihralro :
ite todos os lado- foi api I n !i I. o Sr. Oeriuauo
l'rancis o de Mbveira : e deve o Iriiiinpbo que obt.-
va ao r. 1.. A. Boorgalo, a que,,, compete urna par-
le da- glorias desea noile, em que ambo- orain bem
ajudados pela Sr." D. Manuela, ss. Raymondo e
Silvestre, o D. Joanna, e pelos ontr .s artialas queen-
Iraramni representajflo de CasaMaldita.
Se ao Sr. I, A. Boorgain eramos gratos, porque
ja* nos linha dalo l.uiz de t'.ameie Pedro
Cen, mais gratos devemos ser-lhe agora por soa
Casa Maldita, que por certo n.io ser sua ultima
productor.
lmenlo das prodofjfles lillararlas doSr.L. A.
Bourgaln ho real: lodo elle esti no- seos szcellen-
les drama-, r sua reputaran nao le deesas quo a ca-
maradagern faz adquirir. A diversidsdo shas a-sump-
lo, cpic elle desenvolve rom srlo, mustia a elaslici-
dade ue -eu talento, e isto n.io be pouco : a tanto
n.io devem sii.s repotajoei oolroo, cupis produce,,es
nao xalein l.uiz de (".anies, c julgar-.e-hiam felizas
se o houvesM'in es-ripio.
Se no Brasil nao e da grande apreeo s prodlic-
ee dramalcas da Ierra, nio le i-io razan para que
-o crea que a Casa Maldila tirar -epullada no
osqueelmeule, em que jazem nutras quo o n.io mc-
recem.
Por eerlo Moliere, qoe si por favor real e tnb
condi^es pola cut.seguir om (azigo em logar sagra
do, nunca iiiopoz que suas comedias leiian, o apreeo
que luje sa Ibas da, Bem em lempo alenul por sua
cabera p is.ou que un da vina, em que sua estatua
servira da innato a urna das mais Ireqnenlada-. las
de Par i-.
K'irilamns p,,is o Sr. I.. A. Bourgaiu por sua
Casa Maldita e Ibe pedimos que nao desanime.
>" i a repiesentara de sua-. ultras red, ids a arli.~
las "li-linclus que, con,.t n Sr. t,ermaun [-'ranci-cu
.ir Oliveira, comprehendam eua penaamenloi, e Ibe
eflianjamoa que o sea Iriiimpho nunca -era du-
Vldoio.
93
26
ti
130
pee.
Mancilla, bri.uo trance/, ofameuxi., cnnduzin o
seguale: ,ik) arco- eom jj.tkKi arrbasela
a-suca r.
Gibraltar, br:goe' ingle/. sAnn Marinio, de
toneladas, ron.iu/in o seguale: 3,3U saceot
cun 16,500 arrobas de anacer,
Rio de Janeiro, brigue nacional eLibarala, de 207
toneladas, eondozio o legoinle : J,lil acr,n
eom 10,500 arrobajj de assoear, tajo cocos eom
casca.
Itiu lirandi: du Sol, barca nacional eNorma, de
2)4 toneladas, conduzio o legoinle : b5 coorua
de r, borlara, ll*l pipas cachaca, 560 barrais e -Jl)0
barriquiubas ssiiear, 2,006 cocos con casco.
Illa iie S. Miguel, putarbo portogoea el.iberda-
e, .p t.,^ tunela.Ia-, ronduzio o seguiute : sr
inri i. i ipaa r -j', \ pajrria niel, .*,7 barricas, I VJ meta
ditas, 25 saceos o 2 carel rom 1,097 arroba o 3D
libra de :,...,e,ri ;'7_ ,neios da sola, IJ barns
agurdenle. I 1.arrie, tari iba, .Vi rebnlus.
KECEBDOKIA DB RI-NDAS INTBKNAS GE-
RAES DE Pr'.KPlAMIII CO.
Kendimenlo do dia I a 20. 19:!li>n7
dem do dia 21....... ;)7
2d:'J.ib;(;i;
CONSULADO PROVINCIAL.
Kendimenlo do dia 1 a 20. i.i:0Oo>)-JI
I.lem do da H...... ,
I::i7-a,l
Ur.illIJJtS'
Di.*&* '. pasito.
lio (las minas do morro rio Cbumho, na serra do
Agudo, no di-lriclo de Iporanga, desta provin-
cia, as qnae o Sr. logo Paula Dial levoo ao Bio
d Janeiro, alini de aprescnla-lai a pessoas etilen-
.lulas
,' O nvnerat be de umi enpiosidade poueo vnl-
gar e 0 metal fundido o mais perfeito poivel. Af-
lirma-noa o Sr. .leo Paulo Das, uv.radoi d:i-
quelle lugar, que o terreno onde se encentra o mi-
neral he va-tusimo e que cate se eha quasi a' flor
da Ierra.
o Chamamos toda a' Uonjflo rio enverno e da
aa.emblea geral para esse lamo de industria, qoe of-
ferece ao paiz urna fonte de immcusa nqoeza. ..
Na madrugada de honlem houve um pequeo
incendio na padana estabelccida na ra do Hospicio
n. Is. I'oi prsmplameoteexlineto.
o iTj'ne leva luja 134:8629 'm ooro, a aa-
ler : |-J'<:'M.7-- em munl.i, 795J embarra e 5:200;
em po.
IParana'.
No dia do Beataffelra da PaixilO a' orna legua
pouco mais ou menos da cidade, Miguel de Paula
rernandes assassinoo a murrosom pobre vrllnCliin ... ,- ,
,,,-,., r .\rc.nr .o em re.ai i*, elr,, une inigaui nreceoen
por nor.ie Biilmo Jn-r. O as. i.Miui f"i pieso e in- i ; ,
, ,, -. ,. le a uiiciva aprsenla, a pelo dc-tuibargador i^anui-
ta:i,".,:e sua iiiulher, s.:.i,eita de rmplieid>de. .M- ,' .7 ,,
I do l.a.li-lao .l.ipias'ii de I igueiredo a Mello, contra
Navios entrados no da 21.
Lisboa33 das, larca pertogaeaa sPregreesisla,
de JiS liinelada, rapilao Ajllonio Josc Hndri-
goea, cqoipageni 13, car:avasilhame o algn
generes. Perletire a Lisboa.
Havre29 das, brigne flanee/ nBeln, de 187 In-
neladas, capilflo Dobol, equipagem 13, cargo fa-
zendas e mais genero ; a' I,.ser Tessel l-'rere
i\ C. Perletire ao Havre.
BsrnuS Axres 21 dias palacbo inglez oMary
Biork-, de 117 toneladas, eapiUo \V. Wintor, e-
qotpogem !l, am lastro ; ao capilo. Perleuce a
Soulliampli.il.
Rio de Janeiro e Baha vapor inglez Toir, co-
mandante Savvxer.
Liverpool.",7 da, brigue ingles ollxena, da 321
tonelada, capillo It. t'.baddock, equiingein III,
carga fazenlas e ,nuis genero; a J. Paller iS; C.
Pellcure a I vrrpuol.
Navio sabido no ine-mo dia.
Bio de Janeirol'allubole nacional sPiededei, ca-
pilo Joaqoim .lose Alvcsdas Ncves, aar^a assn-
rar e agurdente.
Para' pt|o MaranhfloPallisbote narional uSohraln,
(apilan Antonio p. l.niirenro, carga BSSOCar.
C.nrk Barra ingleza utuxine, espitao W. Bell,
rom a inesma carga qus trenzo. Suspendeu do
lama,.lo.
?&nbcacao avril'oo.
liima-sc que a m..rle fui perpetrada eom o lim de li-
car Miguel de Paula coin toda urna quitan 'a que
i. !-~ui .le sociedade eom o Bisassinsdo.
Huiros faetos se tem dado, perem felizmcote a
polica tem -i In bem .uceo,|j,!a em -na. riihgeocis.
Di r, i la cedis da eidaie nuireram inrilar as
de Paranagaa', mas a tentativa .le arrumbamenlo
foi era Umpo ronheeidep prevenida.
Mina Ueraes.
leve logar no da 2 do crrenle, o baile otfere-
eideao Bxm.Sr. Carnetro do Cam|ios, pelosdepo-
lalos provinciaes. Nada fallou-lhe para ler una ex
pre--a.. lineeri da ympalhia de que neaa pros/ln-
cia goza o Sr. con-, ileiro, e dn' eccordo exislenls
eniie ,is dodl poderes.
Ha na aesembla um projeelo que lem por fim
estabelecer as aulas de instrucr.li, secundaria, qu^
loi un lepprimdas, nao ba muilo, na vila de Mon-
tes Claros de Hormigas.
Paulo
s.
l-semp-nho que se deve e-perar. _,. .. S. Pablo.
,,- rentes Na reoaiae da I Conlinne e.ia provincia sem alguma oceonenra
i xii.iiirdinaria.
Bssembla geral do iba 'i) rio roirenle diliberou-se
tior unanimilalc a diesotojlo desta companliia, li-
cando a liquldajlio a cargo a gerencia, deveudo li-
njli-ar a malanja no ultimo do ndenla me/.
/."/r/./.s. L-lao as lnlena- desla provincia
l.lo redualdas, que mal parecom na- do que mes-
mo lotcria-, ludo porqoe se ba desenvolvida om enza-
ine negociadores de bilhctei das nterin rio Uto
de Janeiro, que milito cuucorrein pra que as da
provincia assim se aehem rodnzidas, e nem nutra
eooi i podi deuar da sui ceder, porque lauto na i le
.. Capil I do povo que pos-a c.hegur para jegar eom
luda as lutcna-. I ma le suppomos existir, que
exprc.menle prohiba a venda de Imbeles de Inic-
ua, de oulra- provi ni,:, peala, e tai be a pena que
nnpc, que au convidarla correr o ri-ro ; mas o qoe
suced '.' vemos qae raro le o vapor que nao Ira/.
tima grande, romma de bjlhelea do Ido, e dentro un
ponen lempoelles s.loe ma providencia pois nao b'.r lomad, ee'lamenla
iiinir, i.ia as Inte las desla provincia, 0 rnl.iu liraiau
... ninas e Bstsbelceimantos a quem ella. iao cooee-
di.1 -em e-e beneiirin, salvo o re-peclivo the-
sooreire qnizer arriscar os seos lucros, como ja' o
lem frito pala a tu ., tran.e laze-las exlrabir. Km
eran te parle o* caolelislas coneorriam inira a extrae-
rn ii-. lolerlas, m e.-es inesmos que as-im prali-
eavarn, ja' tem dmiuoido em auaa compras, taivez
: diciaos. Ba erri., Sr. presidente, queesta
v;di ar.ii he a m.u- natural, a m.is rouv.n.....le, e '"' ;'' "" "" l",'1"l,1 "4 1" negoeiam eom billete
a mais juila que *( pide dar a Domiejao dos dele-
ga i.- militares. Eolretaoto eu ngudiroi, qneesses
lininens lenbm ildo um Iris de paz, mas lambem
I ii.m uirei que < le- lenham sido njoi de deslroij lo.
Cada qual coala da frsla romo Ihe vai nell llena-
lural queoiafl ijoados d'aquelles para o- qoaoe ce-
sas autoridades leulatn mostrado mais xqipalbias...
I tna voz : Logo nao -a. imperelaea.
1) Sr. Ur. Brralo : O nobre depala lo loppdo,
que baja e--e homem ipje eollocado n'oma poiljgo
deadministrajAo p licial, tendo de prender, da for-
mal procesaos .lene -le desagrador slguem '.' Nan.
USr. Corroa rio Oliveira: M s o. del galo
Id san o- qu- nn- tem desag i. .
O Sr. Mel Reg (Ixaphasl : A a pullos a
quem elles n.o .rrvem.
O Sr. Barios Bjireto : Por l mo, Sr. presiden-
en mo admiti ; os nobres depuladoi qaerem que ir, .-un,, ja" ii--..- em oati.....essiao uAo vejo q,,e os
baje alguma rousa llamada polica provincial reo
do eonhejo o .me isio seja pilas nossai le ; u >n
rernnbeeu oo polica gr.,l ou polica mouicipal, e
na i sei que euii lade :i-' e-sa polica provincial:
1 ma voz; Kiii.m deseonhece acto addicioual.
OSr. Barros Brrelo:Por eu reconheeer o aclo
addieiooal he que nao rrcmihejo como os nobre
lelegadei militares srjain ia i desi ilrosos, lo fal.es,
i ia lem dito nesla casa, *e abusos i-melles
couiinettido, sbusai tembein commetem os paisanos;
se um oo oolro lora ibusado de soa aotoridade, be
naloial qae issim sconleja parque loto o li-nuein
abusa, quer seje militar, quer paisanas, quanlo
naior or o grao de forja .O qoo qualquer posea
lepulados, notro polica mais do qoi polica ger.,1 eI dispor, tanto maior sera' probabilidade de abusar
a municipal : i se na nao lemos pie nos ingerir
na pulicia geral, ie lude o empreados de polica
eslo debaizo da inspeejao do go-ierno geral, se
obrain na eephera Irarada por leis geraes, be mais
nm argumenta qu eu lala para sustentar que a
forja de polica nSo deve ser pasa pola provineia.
Fixar ooieamente, ja' o diese mais deumav/, e
,1'e.b. : slo lu la be muito natural lano no militar,
eo; ni un paisano.
Coi Sr. depuorio : li a llegalida I da uomea-
ea ea iieompalibilidada dos servijo**!
USr. Barros Brrelo: A illegalidade da-
lo ica coin
ai delermiaand
de utas lolena-, pelo menos be islo o que por aln
-e diz,
A barr pnrligneza nProgressisla, viuda de
Lisboa, Ir. uve a eu bar.lo para e-ta provincia os se-
gundos passageiro :
Jo-r l.oumiro ,i( Morleira, Jos Manoel da Insta
uamelio.J kj .ol Auiai... Jn-e lavares da Roeba,
J.i-r Antoajp Mendrs, Jos< \nt mu Arooca, Jos
Carvallo e loa.....in.ia, Joaqoim Pedro, Joao Ig-
nacio, Jo.lo Ojonjalvee, JoBo Baplisla Coslbo, Anto-
11 'o ll.i| ii-:.i e sua nhiua, Antonio Mana da
Silva, Antonio rtodrigoes MagalliBee, Antonio de
S >u/.i Braz, Antonio Padroio, Angelo Jos de S ti-
za, Antonia llin Manoel Nobre da Figoeiredo,
le Hivi-ira, l.ui/. Antonio Allonso, Kapliael
ti Costa, Bernsrdino Aogoslo tlesar, Jos Antonio
(eusande.
Ov.p-r sTynen, entrado do Rio de Jalielra,
Irouxi i -i", bordo paralesta provincia os legoioles
pasagi
tiaelano Castello, Agoslinbn Maraslany. Manoel
Kspinole, Iranci-ro I'. I eite, John I'. Kiable.
o lu gue Iraneez Belena, viudo do Havre,
Irooze a sei bordo paia sta proviocia asseguinlea
'Toa :
lieieiir. L. Cellj, Paolo Napnlt.io, 1". Deglein,
Jos Taller.
-- O p.liab'.te nacional oSobralo, sabido para o
Para', eondozio a eu burdo u legoinle pessageire ;
Domingo! Jne I', llaga.
O vaporelguara.....i, vindo dos portea do nor-
Bahls.
No da 17 lomon po.se, e presin juramento ,|
lug de intendente da inaiinl, d'essa provincia 0
Sr. cicle rie divisin l'lnli|>pe Jo ierreira. e de ca-
pitn do pollo n Sr. eapilao de fragata Augusto
Wenceslao di Silva Lisboa. Nada mais jilos adtan-
lao o. jornias desta provineia.
I.-se no n.luriial da Baliae o seguiute :
l.ungevtiade. lia actualmente na cidade de
Valencia, na roa do Carraquel, riuas -enbnraa, mae
e lidia, qoe prefa/.ein a lama de l'.l'.l aunes, pois
a man tem 11 e a Mba si. Dizia*so que esta Ira-
leva de casar roni u.n eavallairo valenciano, que
tem SI aunes de idade. Ambas as senboias sao lia-
tones de Madrid.
| Sergipe.
Snbre essa provincia assim se exprime n Jornal
da Babia :
A asseinllea provincial man.lou urna eommissgfl de
seu seio lelicflar o presdeme da provincia, o Si.
Di. I.i alero, pela joslija e moderaran um qne lem
dirigido o. mm actee oe administrar da provin-
cia.
A rnmmissan era eomposla dos !>rs. Antonio No-
lne rie Alenla c Castro, Jesuino Pacheco de A-
villa, coininaiidaiile superior Antonio M umcl de
li.ga e lenles coronis Antonio Caine.rn de Mo-
llr/e- e Manuel iMinz Villas-BOBI.
ll Sr. Dr. Brolero den a cs-e acto loda a Impor-
lauria, e le-lo extremamente solemne.
lu removido o promotor de Propria* barbarcl
Francisco de Paula Peuua para promolor da ca-
pllal.
lol nomeado prouiotnr rie Propria' o larbaiel
Plnlippo Xavier de Almeida.
I o aanccionada nina lei cran.ln oulra rarieira dn
sxo feniuiti na cidade da Estancia, e supprimin-
do urna das .'Ido bozo maiculien, sendo removilo o
pr.da-sor paia a villa da Capilla, onde se creou
mais uina.
O presidente da provincia nubarrn no lia
[na a ru'aee de l.araugtiras.
NOVICIAS CUMMKRCIADS. -
RIO l'K JAN fe IKO l.i ;>i: .MAIO.
Colares pHicUsi d*j }unli 'l^- rorrelores.
Camlnt. S lirc l.iMiii's .:- !. ^ (*n i-.
ierdei. li.mfM 0 aclual rliple 11l .Mi>iureir.i, poi qoanlOi WIo as aato*, delle*
coman da ojae n e-ri^vo-, q:ip znto ol>jecl<' <>>
t'urj peitonrism < al iti filleei i coronel '-""
l..i i .iv.i pelo lu/o i- orpBou rtf-ii i-iii^tit, r (pie
eram lierdeiroM o qoeitos rom oas mii"i,i-, he ria-
ro qoe o chefo di ivolicia nao tipvfi,, ..'(r-i.r .r bocea
requerid a, cin!".ra ^ pe icion Arias nos documenta
'un ipip nt>iruir:iin o aen rn|uot unciil >, niotlrac-
->"in epie i cecravoi l^es orafo sirM^naii'* am
p.triiiit.. ; porrpie Me ltalo nao baslava p.na n po-
lica anitar no eonhecimeiiio iJ necocio^ mirir.i-
iiiiiiir nvi-i, e que eran Iraiadus pelo juizedeor-
phaos, quem eumpele lazer enlrar <> lierdeiros oa
l1"* <1p leui quinhOei ; a (.uno nafi <|ue no* mes
mea doeu inenloi oflcrecHlM pelaa pelicieDarias 11. *J7
1 la vem a deelarac.ae di quixo*o leiu eo jaia de
orphflof tic que *Mt3 ecra*u exisliam em stu poder;
c i.mii <|ue o atentarte nlleguo que a appella^fle ou
rniii irs .^ ,' partilhi nfto upcn lem o* fii'-iins della,
gUO lo a ili*po>r"io ila ord. I. 'r lit. '.M> ^ JJ, leda-
4) = 8 ' g J C Ti IC fia, W B llorat.
ZZ. 0 *" -"a 1" ti BoiJ 5. i. - Almosphtra.
c _ rn s & c s C~ | Direcclo. 1 o
5 S : '\ Inlensi-dade.
>. a> 1 l~ 1_. 1^ 1. OnRrada
BV C ! Ileaumur.
-:_ ' -1 -, j. 5-aS-1 1 l'abicnbcil
rt M -1 -,-,-, i Ihjijronulru.
- 1 1 -1 1 --l^i S r- | 1 | larmiiclro. 1
o
a
S R

o
p
r-

ce
o lllm. Sr. inspector da ttirsourana
provincial, cm cuin?rimenlo da ordem alo
I xtn..Si', prcsidooleile provincia, manila la
va nem e.le era "o ur. della para Ihe Oor rompri- /.IT ptllilic.i, i|UU 110 dia 1! de junlo prximo
inenin, como qoe a pertilha em ojoeetae acba-se ap- vui.louro, ucranio a junta ,1a faieoda da
pellada pala propria inventarame, e embarcada pe-1 mosnia Ihcsnniaria se ha de irramaUf a
mor i repilo, a Usar porque as aseembleas previo- uliam nm veucimeuio, exigiodu dos panieul res o
elees eUo mais babilitadae eonheeor dais naeessi- favor de aa tij i1 .unan, pesados encaraos de au-
la provineia, e mesmn InforniadaB pelo pie- ion .aria policial,
ladete podem naolhor aelermlner qoal o numero de l'ralando-se desta questao, pracas que mais conven) a uecesiidafles da | rovfn- ouvt honlem o me., n .;. e oigo in.. h deputado
na. ei. sqoi .pial b a si, i ebrlgagaD, e ja mo-trei pelo J. circulo, que l havia relio um
lia inconveniente nisto, porqua lmbeme elogio lito pumprao a ctasae militar, vir |ul decla-
i lix.i o numero dos paroclios, creando as i i clla,lanrar-lbi i ma...
iblea provincia,que lerem mullo rreiiaeuas, Osh o numero dos joues de direilo. mo- I) Si Man :l Caval m i i "'. ,., i x e
i CooilituicAo, enlretauto nicipaesep creando es comal is, crean.
do u. uiuuicipi.is c suude esta* inconvenienU Sr. II rre liirretn; lana, e
i a -i., decli i .
I :n Sr. Iiepola !..:\las rom isso nao crea a.
despegas, porq
..i le joiies,
l'.lllrl |o, r
. os nao i rea, se os nao pr .v.-. I,
. sena embararjsdo |>ai i
i a/i i que la a eoliilsdo policio pro-
privile;;os ou lim tacrte a's la- i no mol ral ; por-
n.i.idi", aslabeleeer mol- qu recebiam ios- n". demos
senas eivis o eriminaes, n ., lia -,, da airada ru .. is, e te n 11 cram ^\ lados pela, a. em- o >r. B rroi Brrelo : r, ni icoam loria a pie
nlnio .xclii-Mi. que nio tole- '- lequeaforc ni .. i asas de-
oolrem iqoe ella s ella he a competente priva- pulicia geral, nao deve ser lau ... pro- muilo par qne Foi rom profunda magua, que ea
ii-a la pela falla da propria lei, """* seu borde es segoinles pasaageiros
n que as autoridades policiaes ls-I w. Bernardo Machado da Cosa IJoria, sua seoho-
'I1'" los a as embira ger I,
'i-i, quando slgum de| ulado da* pt .
ba que tem >i o revogado.
ra : -..i devemos suppoe islo d.,
ii ;i...
ila ,e
ii -,. Olive
irclo : |i,/ sin
I -. .. I II In l|i|e
.ia- mi .!, |, i, geraes. uar.
un modllioar direiim un ubiigares, impair .le-
ra, llilboe* rscravos,l>r. Lora LopesCal*lloBi
en, .n, lanhors, (i i l..--, eecravos e l criattoe, Loia
'.andido Maricl Brilo e I escravo. Aolonio Bavilio
Itibeiro Jnior e I escravo, Antonio Francisco Car-
ii.-ir i Itlonleiro r < i. Francisco Kidellis Barroso,
Paulo Joaqoim da Silva, Kaymuudo Aniones do t)li-
veira, Pedro Meiidea, I ir. Jeso Vlmeida Amorun
Pofiearpo .'.. da Sooza, Onnlre Jone S.,
(\lsandro Rodrigara Machado, .le-,' K. Costa. Jn*e
i i -. i "nm idr IfOlIherme Breqoenlield,
, ;,,( 1 ,..i.. .- Xavier Sil i.-ala ., Francisco Josi fomes,
Irc .\lv.- ie Oliveira, Manoel Jok da Silva,
i .pie ... .ira I.....' "" '' liinlade. Se-.l-n... .1, ii iviia
ilade.lania i^ a hondada .;.....riiir pala- Salles, Luciano da Paa llandeira, Joao Bapliata 1
-. M i- i-i o i" para eram mu r..,,- emeuies.
Jos l.s Cario. > fa 11111 s do Sanios, lecrelario.
FedlOO-SC 0 cambio In.je liiuie a 2,"i l|0 d., ellec-
tuan lo-se saques a.pielle algarismo por quanha re-
galar.
Iliea pola o total dos i^.urs por r*te paquete em 1
isil le'. ., in.ir pane a > i l|J d. a 'JO lis.
Cvcepio una venda de aerees do Banco dn I'., a-'I
a 1 BAHA 19 ni: MAIO.
Cambios.Sobra LondreeG0a90d.de vista "i Ifi <
.'< Ip2d.
o e
llambnrgo
l.i-O ia 11" 1 I Id i rm.
Melar-.Hollines hispautiocs :.l .ni ., ;_'-i.l'il.
Hitos da patria .'.t ~.
, lulo em mneda 7 a S p r.
Pr. as de i ".i velbaa I",.
I>lta. de 'J-iSI.
Soberam s 10 .
Palacocs brasilein *I00.
hito, hespanhoes ^100.
Dilo uiexieam.s .' -
lo qocisusa e mala herdeiros, sem .pie livessem seos
I rmaes par.i llir. dar rxeme.ln. riieuuislanria mu
ponderosa para escapar eo acensa.lo. quereodfl so-
menle enlen ler a or.iem cila.la em sua generalidad
do, o qoe laotomaii -aliente re i. ma, qaanslose
observa escrevos firassem em companhta do qoetsoso, e da
me.u.,1 Forma a preprie invenlarianle qaenaopre-
curuu bal ^r csaes Oscravos, usando du lemcdio da
or l. liv. id. ;i, in principio, citado doeameato 11.
J9, ape/ar de .at er aonde elle, exidiam ; a--iin,
pois, o ebefe de p..liria nlu tem apelo al, um eui le,
pois qoe a di.pnsirn dn arl. 189 7 du cdigo do
pmre.-o, i ao tem appiirara.i ao ra-n xertenle, lia-
vendo pe,i contrario o asi*,, numero IV! do 7 rie
nuiii.iii d: 1851, 'tna declara Formalmente pen,
rbelcs de pulira nao | o,lem conceder busras em ne-
gocioS uiei,,m-nle eivia, enuio invi ularius, etc.. nlve
basen b. re.l.lencia, o que se nao den pala a boSCB
icquerida : pon(ue nec04ttando-se tara o amprego
. da forra a requiaieAo da auloiila-l- civl. esla sr nao
eurnnlia doi UHU'ut.is ll. ii e -. quinte- e n.-in se
[.nde rnn-idrinr rnlllo lal o despacho do |lll/ .1.....-
pidos aa re.|ueiiinenlo rias peticionarias em qne
uuiiliein as pessoas qu-; oecollavam os eacrovoi lu-i-
dv, d.ri.incnl.i 11. s.
1 inalmeiile nilo pode desnnerar ria re:ponabili-
dade ao acensado a oaasaeire porque .--la' concebido
Oasea .le. lelie para a ronees.ao da bvaMB ; porqoe
^ |iar que o delegado livea.e aibilno un euiiiptuiien-
lo da dirigencia eriiiiiielli.la. de nn.Or na que *?-
coado a nada mai* procodesae a' respeito, roas nan
lmar Inda a iniciativa como cnufessoo em ana res-
poslafl. i e segundea, lateado errar pela Iropa
a e.i'^ .lo ,|oellos,, antas dn delegado ler cullieci-
raeulo 'Ia commissao, pois so leve leienda dep is
que abri o ollielu reservado no adro da llmnliin,
qoe paia tal remuictlera O acensado, sendo por coii-
sguiiile seu desparti uhia verdadeira ordem : por
lanln, e | el,, mal "(Ue dn. anln. ......I ,, piniioii. i.un
o chele le polica como incurao i.....rnc" l.l'.l do co-
li o rruninal, pr .seguindo-se nos lermo-. eatabelcci-
. I :l.
Caa^ue is easlas.
I'. .Ina, Id -le ouluh 0 ila 18 |7.
>. in., relator.Bulo.
l i vuln vencedor o decmhargador TonriuhOi e
vencido o desembargados Alboquerqoe.Nelto.
isar n pre-

"'
l'UAC
n.lnl.ii'ii
I
ii.--. Manoel I tvalc ule : Forrado, foi
pie lalv e. u lo quirasao.
O Si lian -i ; i : I imhciti c*ta .1.-. lara-
.- .i.-, otado me salistae.
..culi: |i.,' nm aparte que
\ !" RKCII !:, _:i i'1. MAIti n: 1808.
A'S :: non V-. ha i \ ic i ti:.
Lolares nlllciae..
l', me de letra lii 0|0 a i auno.
1'rei:. KoblMiard, pirra lole,
i', liorges, icerelsrlo.
CAMKIOfs
Sobre Londre, i::.. a. |mk i- a 90 .i v.
a Pars, :'.s(i i*. |.m ti.
a Lisboa, 105 a lili por rento de premio.
|)e e(in| I le |r;|ra>, |.| a I.1 per cent,,.
quem mais der OS impostos aliaixo decla-
rados.
laxas ;Ias liarrctrai das oiradas o ponles
sngutult :
slagdaleoa, por anuo SiK^O-tn'i)
O lianza, ideal V-llilc'"1
JaboaUiv, idem 0:iio-oiui
tujary, idem 5SO|000
MolOColom'H), i.lciH '.?:06;fitit>
Ponte iius ca vaiii".-., idem iiooocooo
lauaruii, idem 7iioc'iO
i;ix|uia, idem v.iooouo
^u por cento sobre o consumo
da agurdenla do municipio
do Kccifc, Bjoranno i:i:0on>ooo
dem do municipio do Suri-
nhaem, por anuo 309000
As arrcoiaUi;cs scr.lo l'eilas por lempo
de.launos, a cuna- do I. de julho d cor-
rete anuo a 30 dc.jiiubo de 1861.
As pessoas que se propozerem a oslas ar-
reinaUcAes comprela ni na sala das sessoea
da mesnia junta no ma cima declarado olo
mi'io da, competentemunte babilltadas,
I. para conslar so man.lou il
scnio e publicar pelo inaiio.
Secretaria da tliesouraria provincial do
Pernambuco 1 de maio de 188.O secre-
lano, A. Io. da Aliniit ri,ii;."i.
o I'r. Francisco do a tisOliveira Maciel juiz,
ilo direilo uleiinoda primeira vara erniii-
nal da comarea d" Rccffe de Pernambnco
puf S. M, olmpuiador, que Daos guarde
ele.
i ...i s .lu-r cm virlu le do art. 286 do co -
dKo .lo ni.,, ,.! < riiniiial. ijun leudo sido
convocada para o Jta A do mei de abril
prximo pretrito a segunda s.'s>,io odioia
ra do jury deale lerao, inslalou-se no i.-
d crrante e ineerrou-se a imo mesmo,
lando sidojulga loa Ij processos, contendo
ii reos; sendo la presos o :; allancados.
r ora o asst luos nos i.iiiaiiins ,ia diia seasio
ossenboresjurados ofleclivos seguales:
Benlo Joaqoim de Miranda Heuriques.
Joo Francisco Carneino Uonterro.
Major Francisco do Miranda LealSeve
Kranctse Jos Viaona.
Mlo. i Poriunai.0 c oliveira Mello.
romo 1 elicuuo o testa.
Mano.'I do .nipxro Laju'.
Maximiauo Francisoo l'oixoto Huirle.
Si opl icio Itodriguea l.nvpello.
Foram menos aaaijnos por motivos asli-
nmiunce-v)^.
li| HOllura. Ili-psubel-
IMias moslcaiias.....
per .el- ". .
Moeriai de Ijono .
lilla, lie ;',,- _
l'K \ i I l'atacoei lo a ileiru

Hito, meii< si
.'..-un
uve i vonia ir e ionali i;.-
"a ni ensa laeuldade lie pms justameets a qoe per-
.' ai.embii a geral.saiva a de|>en leen da lanc-
'. i.oqaal tea comptetaeido oeecssaiio a v
garanta, i
V i tainb'in n nobr depoladu que ain la ;
oplnllo as isiemblas provineiaes nio podem impr
oaa
"* as.emli i. i | ,ifl ,(i
H-pn. ..!., i, ,
vinciai. ri aquella efpre.sa do n lo, e aso-
NSo ci lo o Sr. Sima Iteis qoan- n he ion inuita lalolar o .e .m.;.i i -:
in-iiti.i rae
eu-ui it
do de [i seqem fallou nesla questao, porque
urna .
a s too.
i) -i\ :/i Bell:Censara ao raetn.
USr. lluro- llrelo : .',; ,#1 (q
psao cru-'irai uma lei .po me parine iiiconven
neiin da i am lia. A ndir Josaj Vieira, I lanet-. > liu -
knlon ., l.-ii irt i de Vraojn, Mi-
1 los JoBquilll 1'lnbf iro de Va.rniieellos,
\ aujo, Josepha .Mana e I lilba,
e.e \i s a enit ,i.
I iri'l'i'lr.Ksialiam no da l'.i do
: hom :; r i mullieres n .tadns pela ra-
ridade, 10 homeus e Ii. mulhcre .pie pagem a casa,
' i r rpo dt polica.Total mi.
Dia -Jo.
i..: ii.iin 22 homense37 mulheres lialadoi pola
ni', le, '. j lismeui < lii malhera que pagam a ea-
"| n de polica. i ..la!
I \a Ha .".'.'. arrt m
VCASA I O :di \.
n i actos e ."iq ladras, doSr. I.. A. Bargain,
;;--wi
ano
.' .
ll' ...
dn |
M I \N
' > a I a !'. .
I _'l. .
I
|i>.v
i "
1.1.1 |
.1 .|..e.,
' i e..i. K.uat.i I ..

'
.., reiisur ii uni un
. asliei quain I.....
11 o
rr.ivni., o nobre dapolado pelo el-rulo do ""'l:'- i"'1"' '"'' l'1"" termnenle.
lio Formoso, Ii nlsm Iralando i,tnbm '' I ""J, solteiro, l.i sones; cscorbolo.
Mana, branca, i anuos ; mil itiiinarao de Intestinos.
p w- 4'ama/ilil'i.
-"> da '.....i-in............ -e ,- arable.....
i lie...lo, da ,
p uc ii da rol in.- -...' de ,.|i; illlrlili. l.lUUICipil, olJII-
I
1 ni. e fallan lo nao ei anda o que do Sr. Y.
v, echa i I ido
horneas debilita! para o cargos da polica, \ .*
...... '"I '! ''.a..... I.n -. I I 1 I ...,.... ., ,|,|.
"* el n ,. ,,,,.,,, ,,,,,. |,, .,.;.. ... p,.. l,,i ,..,,,..,,, j. ,, ., ,, ,,,.-..,,
I- Hlti.l 1 1.0 a .1 sll (...llin. IpIS
'": ,; I......D-l I i.
.:. b i .1.- i ...,-; I llulUCUI ip.e
I .a a m i. na noile de l dn rorrele, A Cas,
Maldita drama orisinaldoSr, I.. A. Booreat, .
pn lemos allirmar qoe e.l pr.i.lu.^ao I Iterara dn li-
li,.lie ailler de Lu / de Cui.ne- e de 1 !ro C'in ani-
da mais deve routiibnir para a bem merecida repu-
la, a.i dlsiinclo eieriplor.
O drama, deque nos occopamos, he om dess -,
quo sahem da ordem commoio : eu autor, lomando Brigue ingle/.Rutheiua i> ..
por aesumpto un velho avaronlo, uo proeuroe Brt u ti oathao.
imitar Moliere, e soobe desenvolve-lo eom tal arle, Briuue porl ( ipet ".
que be inesperado a .! ii...i.....parece eo a daquelle, a nao ser emqusn- lo.
ilhdo, que foi dos mais sailfalorio. MOVLMFiNTO D.! VI.FAKUElJA.
I rala-ae no ,lr .ma .lo Sr. I.. A. Boorgaiu. de om Volumes entrados ....
.,,,.
le maio.
ni l
aniel .na mi larinha de Ii ;
velbo colerieo, qu.....euida lona e enlhooor-la, al meamo calculando, para I
iato.com o bvmaneo, eimo llorpagoa doAvarenlo]
.1- Moliere; e, ttoalo que Hinco di Silva de tolo.
de .....lie, i.... pe!......r.......-,.i docoiar.ii.,
i .,..- .. ba .la irnpvr........- I........ t. /...,,,
III I...... ei.. i o.,, tnl.i. ., llll .i,.
I

i'oliiinei iliiJi
.in reuda
cados os sentiores jira.i,)3 effectivuj
nuiules:
SSHias Francisco Min tallo
; ';, '",; '"-""' Vi coto .i- Paula via-.ln,,s.
. ',,K( Vnl n"i d Soura Mallos.
lu.',., o mea I is l bi lira.
in los B limiin ki da ta Men.....
1'nraiii .i- i '.<'* t'S senfaores juiado
plCllll
i'.gpilao de fragala J 'u BaplisU do l'livt tu
om nal os.
i | '' S uta liosa.
I I 'tu ia ile, Brito.
Vil v.n 1. IIO Crrela de l'.arrn-s.
lo C Fl ;:.-i'.i .ins Santos Miran,I.'.
'
Vntonio i' reir .1 Ferias
Jolo 11 Time.',, do I',, go Valonea.
Francisco Cavalcanli deAlbuqucrquo it .-.
Joaquim 'Jan lio Mo ileiro lunior.
\nlonio Augusto .ia Fooseca
JOSo Firmmo i otcis do Ara1
\l.,i,:. lino Jos l.opi s.
183 Jos Marcelino da Silva Braga.
Dr. Joaquim Antonio Alves Ribeiro.
'" .Ki-e I r -Itaa Bar osa
~ ... I 'rime,-.e.i da Sil a ., i 11 a
p. 'din... I lo iqilllU I .-i leira I :[i-\'-"..
lano'i i. i,. ., ... Santo .
tuI iw.-.u Muuluirc Je a tdrade Malviai -.
Total

c


et
11 FGIVFI


OAiwo m i HAin ro ii&i


Jo.lo Francisco Marques.
Francisco Jos Arantes.
Fnram monos asiduos por motivo justi
instruecSo publica 90 da maio de 1858. O
secretario, Francisco Pereira Freir.
Pola secretaria da directora geral da
nstruc<;5n.publica faz-se constar, quo o con-
curso is cadoiras vagas para o sexo fcrrieni-
licado os scnhores jurados supplcntes que no de Serinhaom o l.imooiro, foi espacado
segnem-so : para o ilii 2t do correte. Secretaria la
Francisco J-craphieo do Assis Carvallio.
Alejandro Rodrigues los Aojos.
Antonio Machado Pereira Yianna.
Francisco Quintino liodriguos Ksleves.
Francisco Antonio da Silva Cavalcanli.
losd Ribeirode Brito.
Fnram multados cm .150*000 os senhoros
jurados :
Urbano Mamode. do Almeida.
Jlo l'nrreira Cavalcanli.
Koram multados co :"-noii (1s seuhores
Jurados
Antonio Moni/ Pereira.
Ir. Femando de Sa Alhtiquerque.
Jos F'rmo Xavier.
I'oram mudados cm 3i0sooo ns senhores
Mirados :
l)m;n Joaquim da Silva.
Ilerculaoo Jos Rodrigues Pinlieim.
Manoel LuizGoocalves.
Foi multado em 9009000 Bermeoegildo
l'irmino de lama.
I'nram multa los em 280)000 os sonliores
lOrados :
Jlo da Cnnha Nevos.
JoSo Itautisla do Medeirns.
Foi multado om 3OO9OOO o senhor jurado
Manorl los Rodrigues Itraga.
Foi finalmente multado em 1805 o senhor
jurado Felisbino de Carvalho Raposo.
K para constar ruandei pasear o presento
editai.qun sera po'dieado pola imprensa.
Cidade do Recife 20 de mio de I8.">8 Eu
Manoel Corroa Gomes de Almeida, oscrivo
interino do jury, oescrevi.
Francisco do Assis Olivcira Maciel.
ilt&#p&.
DE
SANTA ISABEL
RECITA EXTRAORDINARIA
BI
EMPREZAGERMANO.
SABBAOO, 2-2 DE MAIO.
Subir' a' icena o azceHenle drama rm acias c
(|yadros, do Sr. I.. A. Uurgaiii :
I rrminara' n Mpeclarulo c m a Erariosa rntnedia
em mu acto, do Sr. I'cna :
O JUDAS
SABBADO DE ALLELIA.
Cotaeeara' a ,s hars.
Os I i'lieic." a cha 111-se a' anda no aMiipterio do
Iheatru.
CAPITANA IK) porto,
Tendo-se collocado na barra do rio Mnsso-
ni duasboias, estando assiin balisada, man-
da o lllm. Sr. capitSo do porto fazer publico,
para eonhecimento de quem possa interes-
sar, ososclarecimcnlns abaixo acerca dasi-
tuac3o das mesmas boias.
Ksclaroci montos.
A embocadura dn rioMossor est situada
nalat. 4-,5fi'.V,S. e long. :,-, 59'lf. E.R.J.
(Is navios que a demandarom Icrcm procu-
rar o ancoradourn do fora, demorando-Ibes
a pona da redonda a E. \, SE. ou E. 4 1|2
SF. e a pona de Upanema an 8SE., ou asca-
sas do lugar denominado Chiqueiro das Ca-
bras ao S. (rumos magnticos). Ahi encon-
trarlo '1 11?. bracas de fundo c pouco mais.
tasse lugar demora a barra ao SO- As boias
eslo collocadas B. O., urna da o-jtra. A de E.
que he maior, est na oxtremidade do enho-
c da ooroa do barlavento, ou de E. Deve-se
navegar dircito a ella al oslar em pouca
distancia, o entilo dirigir-se para a segunda,
passando a sotavento, isto be, ao N. da pri-
moira. So em vez de pasas* muito encosta>to
a essa boia, o navio passar distante urnas i0
bracas, achara o canal um pouco mais fun-
do. A segunda onde o, est encostada a
enroa de .sotavento, e deve-se passar aliar-
lvenlo, ato he, ao S. delta, podendo pas-
sar iiidistinctamenlc, ou encostado a ella,
011 na is para o mcio do canal Entre as duas
boias est o lstenle mais secer da barra.
Em haixa mar'de mares de lua,devc-se achar
4 pos de fundo pouco mais 011 menos, c na
proa-mar pouco Oais de duas brabas o meta.
Mcnhnm navio deve entrar sem pralico da
barra, o qual a tr balisado antecedente-
meuie, e observado-so nella so oporou algu-
111a mudanca, o quo pode raeilmente aconto-
ccr em barras como essa formadas por eo-
roas do arcia. Depoisdo entrar no rio deve
procurar encostar-se para a margem diroita,
ou de E. Acbaodo-ae em fronte do lugar de-
nominado Areiaa Brancas, bous ancomdnu-
1 'ns de e mosmo de S e mais brajas, su-
bindo o rio.
Capitana do porto de Pernambuco, SO de
abril do 1858.O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Aojos.
COnSELUO ADMINISTRATIVO.
O conselbo administrativo, tcm de com-
prar os objactos seguintes :
rara fornecimenlo da secretarla do assis-
icnio doajtntanle general da pro-
\ mcia do Gear.
Taina para agua i; caneco de louca I; li-
vro para correspondencia ulficial mm
quartel general do exercito i ; livro para
correspondencia ofllcial com a presidencia
da provincia o SOtoridades eivis 1 ; livro
para correspondencias rom cheles doseor-
1 os o olliciaos militares existentes na pro-
vincia I ; livro do matricula dos olllciaos
reformados da extineta 2 linba com sold
o honorarios,com voneimonlos o, sem ellas 1 ;
livro para ndice dos papis archivados 1 ;
livro para o dct>lh.i do servieo 1. Osllvroa
supra devera ser pautados e ter o formato
cslabelecido nos modelos annexos ordem
do da 11. 19 do -quartel general do exercito.
MeiO halalhilo da Parabiba.
Caivetes de urna folhasj tinta prelado
eserever, garrafas 6 ; amia preta, libras 1.
cnlleoelo de Carlas para principiantes, oxem-
plaresM ; tabeadas, exemptarea 20; gram-
matiea portuguesa, porMonte-Ver.lo lullima
cilic'ioi l'-xeniidaros 6 ; compendio do arllh-
melica por Avila, exemplares 6 ; pautas 6 ;
c\oiiiplarcs de escripia ou traslados'20.
Companhia de envallaria.
I.uvas de algodlo, pares |08.
Fortaleza do iirum.
Papel pautado, resmas n.
Piovimcnto do armazeem do arsenal le
guerra.
Botes grandes, brancos deosso, grasas
90 ; ditos pequeos, ditos de dito, grosat
126; eolebeles pelos, pares21,600, livros
ora branee de. 150 follias r>; ditos de dito d
jOdilaS; dilo de dilo do. 200 ditas I ; di-
tos de dilo de SO ditas a Os livros aluna
pedidos deven ser de papel pautado ler
pa la roiha IS pollegadas de comprimenlo o
10 de largura.
Para o lo.'batalhao de catadores.
Sapatos, pares 148 ; bonetes, 110.
Quem quizer vender estes objectos apre-
lonte as suns propostas em carta lechada na
secretaria do conselbo, s 10 horas do dia 25
lo correte.
Sala dasaossoes docorisolhoadministrati-
vo para fornecimento do arsenal de guerra,
19 de maio de 1858. lenlo Jos Laino-
iiha Lias, coronel presidente Jos An-
tonio Pinto, leneiilo-coionel vogal, serv ndo
de secretario.
- A cmara municipal do Rccifc contra-
a o planto o amando de arrotos por olla
escoltadas; nos caos, pracas c largos desta
cidado, mediana a paga c condie/ics que se
conveociooem : os moradores dos lugares
mencionados ou outros quaesquer que se
queiram anearregar de semelhanta trabalh,
comparecam pcranie a mesaaa cmara, nos
das de seaaSo, ou rci|iieiram. Paco da c-
mara municipal do Recife 19 de mai lo
IS58 l.ui/. Francisco de Barros Reg, pro-
presidcnicManoel Ferrara Aecioli, secre-
tario.
Pola recebedoria de rondas Internas
geraes se faz publico para eonhecimento dos
deve lores quo os iropostos pcrtencenles ao
exereioiode I857-I85S a saber renda dos
predios nacionats, foros de terreno o de
marinha, o laxa eos escravoa, nao sendo
ai recadados pelos colira ores no domicilio
dos contribuimos deven estes vir paga-Ios
naraesma recebedoria adm de evitaren) a
coii.-n;.-' oxecutiva. Recebedoria do Pcr-
ambuco 10 de main di 1858.O adminis-
trador. Mal.....I Carneiro de Sou/a l.arcrda
- Pela mesa do consulado proviucial so
taz publica nua nn dia 25 do crranle mez
'. 11 limas ta mandila, le m de ser arrema-
tado em hasta publica, um cavallo rudado
com pintas de ped /. cau la o
vahado por t:1-po- ser eoH
i>aeventoMesa do consulado provincial
19de maio do 1858 Antonio Carneiro Ma-
chado Ros, admi istra lor.
--- Oconselho administrativo do p;tri-
menibdOS orphSoS declara, que continua a
por em basta p iblica na sala dn SUassessOes
no dia 24 do crrenlo o arrendarnonto das
p-ass dn mesiBQ patrimonio, annuueiado
para o dia 29, om que nao pode tr lugar
s licitantes haiam de comparecer com
seusDadores na sala das sessoes do mosmo
conselbo a< 11 hoaas da manbSa do mencio-
nado da 2i.
s,l'"-ta'ria do conselbo administrativo do
Patrimonio dos orphSos M >ie maio de 1858.
t>r. Vicente Pereira Jo Rogo,
Secretario.
THEATIIO
APOLLO.
S E (11. i\ li A-F EIRA, I i; M A 1 O.
TERCE1RA nr.l'i si.m \<:\o'
,|u|io a m i't.tm > Di \( ,iu\,
BENEFICIO
DE
MARA ALEXANDRIKA DEVI Al'X.
\ ariado e novo divfrlimcnl da apparentai jogol
plniiro. pir.ii nsacaaica e prestid gilai;i-.
I.nge que (14 icnhore prnffnrp (la orrbaslra li-
aaliaran ama agradavel aymphonia, taran ab*rln<
tralialhos pelas rovslerioMt elTcilos. nae tem par
titulo :
A SALA DOS SEGREDOS
OPODEROESATANAZ.
A beaaflsiadf >ra' a aneampada dos lral.alli*.n
parte do* jnso,'piniieo dota aoile, para cojo fon
lem feitn urna parliriihr srnlln naa Borles f|ne lem-
se de asaeolar, que lo de um deseiivolviinenlo e\-
traardiiiario e di methor co^ln po.cvel.
PRIMEIRA PAUTE.
Serle.Chapeo myelerimo,
A roda eniematira.
11 lenro viajante.
A aarpreta agrarfaval,
A urna eneaiilada.
Cofre eiiKm.iliro.
f> as.ucarei'o de vi tro
A jarra de (1 rp.
A rai\a mi A roseira Ho pai ar/o ou n deas d'drnor.
SBGUNQA parte.
l'ara o Um de Janeiro sane com umi-
ta brevidade o bem conhecido brigue Sagi-
tario, oqoal lem a maio: parte de seu cr-
regamentoprompto : par? o restante e
sageiros, trata-s com Manoel Francisco da
Silva Carrico, ra do Vigario n. 17, prlmeiro
andar, ou com o capitSoa bordo.
>ara o liio
DE
Val eainr rom lod.i brevidade o velaira liri'.'iic
nacional lElvtraa ; para carga, panaaeirosa e^^^a-
v09 a frete, para a (pie tem oeelleutoi eomrqodos,
trala-ta (-um o* comianalarivi I arnandei ev Fillio,
ra da Cadeia do llecifc.
Maranliao e Par
Segu em poucos dias por ler a maior par-
lo da carga engajada o brigue escuna Arco-
lina ; para o resto, trata-se com .1. B. da
Fonseca Jnior, na ra do Vigario 11, 23.
Para o
[lio de Janeiro.
Seso con brevidade o bem aonhecirlo brigue na-
cional aDamSo, de primeira mareha : quem nelle
'Pii/.er cirrrgtr ou ir de |ii--.(i(.m, aatanda -e rm
o* eonaiaoalarioi l-'trnaodei ^, Kllhos, ra dn i adeia
do Recife.
Para o Rio de Janeiro.
Pveleiro patacho nacional Itcberibe, de
primeira marcha, pretende soguir c: ia brevidade ; lem parte de seu earregamen-
lo prompln : para o resto trata-se com o snu
cousi^naiario Antonio Luiz >lc Ollveira Aio-
vedo, ra da Gru n. I.
Para o itio de Janeiro
O veleiro brigue nacional Fluminense pre-
tende se-uir com mulla brevidade: para o
resto da carga que Ihe ralla, trata s' com o
seu consignatario Antonio Luiz de Olivcira
Azevedo, ra da Cruz u. 1.
Para o Amo' legae nealej poneos diat a bar-
cada dl;lor do Parlen ; rjunn quizar carrejar, en-
tcmta-'c na roa da Cadeia dn Recale, loja 11. 50, do-
frmila dd 10a d,i Madre de lieos.
Rio
de 4c neiro
Seguo com rauita brevidade o palhabole
Piedade ; para o resto da carga e paasaRoi-
ros, trata-se rom Caetano Cyriaco da >'.. M.,
na ra da Cadeia do Recife n. -Z, pnmclio
andar.
RUI DE IANKIRO.
A Veleira han-a nacional Helena, seguir
eom brevidado, por ter ja engajada piando
parle de sua carpa quem nella quizer car-
regar, dar escravosa froto, ou ir de psssa-
gnm, para oque, tem excellenles comnio-
los, trala-se com Braga Autunes em seu'
escriptorio, roa da Madre de lieos n. :i, pr-
meiru andar, ou com o capito na prac^a.
todos os arreios para um e dous cavallos,
livros le litleratura ede dirctlo, e urna nn-
mensidade (lo outros muitos ri
lo, ainda nao vulparisados nesia rulado e
ludo sera sem reserva vendido no referido
dia qnarta-feira 26 de maio as 10 horas em
pon.1 da manha m rnado Hospicio n. 3.
A
-*
c
Leudo.
nazeni cic louca
<
barro vidrada
RA no r.\" cr.i. n. ->*.
Sabbudo 22 do coirenlc.
As H) HORAS DA MANUAA.
Marcolinode Borta far lloilo do arma-
zem sito na ra do ftangel n. 24, constando
da respectiva armacao, um ptimo sorti-
menio de pecas de louca do bairo, vidrada
etc., para diHerentos mistores, em |um sou
mais bees, segundo a vontadn dos preten
denle- e sem recusa fil.u'uma : no dia e hora
cima indicad'.
.eilao
O aponte Olivcira ta' leilo, por orde^i
dos administradores o consenso dos oradores
la extineta casa commercial (le lieane Ynule
iv C. nesta piara, do todas as dividas activas
decanta de livro o letras, perteneentna mos-
ma em liquidacSo, e.cuja relaffio existe ex-
prossamenle para ser examinada com ante-
c
.1
I
reme ao moiooia om j
leilo espadado do dia Hipara o indicado'25
do crrante, alim do mais vulgarisar-se a no
tlcia e para mellior csclarecimenlo dos pre-
tenden! s.
oiupaiia
1)0
Beherihe.
O Sr. commendador Manoel Gonral-
Silva, calva da compnnhia, esta'
autorisado a parrar o 20* dividendo ;i ra-
x.i"(i le 2^700 rs. por acro.
Bcriptorio da eom)) nihia do Rcbcrilx'
1S ic m:ini le 1858.Gullicrmc Augus-
to lodrigucs Selle, secretario.
Diiilieiro ou casa /
lrecisa-se do urna pequea casa terrea
con commodos somonte para urna ou duas
peiSOas, sendo a casa em Santo AMltOniO ou
l!o>-Vista : quem livor e quizer aluga-ta,
diiija-se ra da Concordia, segn a casa
pegada a urna serrarla, da 1 as 7 lunas da
taile, que se dir qu"in quor.
- 0 abaixo assigna lo lem transferido sua
rsidencia d 1 1 axanga, tara o segundo an-
dir do sobrado c. SO da ra Dircita (esta ci-
ib le, unte continua do I de jnnho proxi-
1... : 0l SSO do ensillo ele iciilar, a que
sj ha ledlcailo ; o aceita meninos externos
tomo Internos, sobro rujo tr.-uamonto pro-
n.'tlea maior solicitude e de-vello. O an-
01! um moQo para caixeiro de
bi an um eiio, ton.10 pratica .1
ci de motilad) >, com preferencia para lora
da ca tal, 11 qual d culo de sua
conduela : quom Ihe convier este negocio,
procuro ns taberna da ra dos Martyrioa n.
36, que achara com que tratar.
-..:.:
I C0MLTOWOB0MEP\TIC0|
I m, L0B0MOSC0Z0. 1
\' Ra da Cadeia de Sanio Antonio. Q
.3 ODr.Lobo Moscozo faz sciuntc -;':
($ aipit-m iiitenss.ii- possa quo tom >,_';
commodos em sua casa para re* ;;
-.. ceber algunsesclavos nao si) pa- g|
'. : ra tratar de suas enfei-rnidades -
v- (orno para l'a/ci- qualquer ope- ;-
i'.i
Att HOTEL TROVADOR-
Riw 1.ij;i do ifot-arlo
n /i0.
AcbarSo una lista eom os procos das co-
medorias e por ella toda e qualquer pessoa
podera regular a despeza'que loncionar fa-
zer, pois aie mesmo com um sello nao dei-
xari de pt tiscar e poderSo fazer almo?o ato
0*0, janlar at 1/500 entrando doce e vinbo,
e a vista da lista nao deixarSo do comer ba-
mtoecom aceio, e nao terSo de que se
quoixar; tambem previno ao publico que
liajam de trazer dinheiro miuJo se caso nSo
;' tenham avisarSo ao servente para alie ver
se ha troco ou sugeitar-se-h3o aos bilhetes
da rasa.
--'... -lili l | l'CIIil I \ ( I I T I I l I rl 1,(1111 'MU'.-
patao no escriptorio dos Srs Rothe e. Bi- Dunciante que, a forpa do trabalh e medita-
loSacruadoTrSpicbe-vofon. I*, onde teri (* no """ alguns annos de enslno,
usar o.i,.,, leilo, guma reir 2i do cor. naf''P>'ico como particular, s-mpre ha
ente ao meio dia em ponto, vi: licou este, 1"* Ploeer4e dos romos mais


O MENINO DO AR.
nesnae** jaren artificial, poi< o publico j i. canhera e pode
dar o devisa oaereeimenfo aoa mu Irabalhoi -"tire
a curda bamba.
TERCEIRA PARTE.
Cdiilininr.in; j0 inuitu applaodido Iraballio qna
tom par liiulo :
LES EFPECTS
BU MEGASCOFHE EGYPTIEN
.ara-
Ceara' e
nhao
( bom conhecido brigue escuna Laura si-
iiira nnprelerivelmente 110 da 32 do corre-
le com a carga quo livor a bordo : os pre-
tendentes e passageiios, cntemiam-so com
J. R. da Fonseca Jnior, na ra do Picao
u. 23,
;r
orlo
Rciorma da pau-
ta d-- ..\\- iideffi
com dillerenlcs appcndiccs : vende-s: ,<
l.s'flllfl is. na livrana n. lie S da p -;u .1
ila Independencia,
I) ssappareceu do cngenbo Penctlnho,
termo de Nazarelh, um cabra denomtJosc,
alto, espadando, cabellos crespos, olllOS
gran le- e brancos, nariz afilado, pei.o fun-
do, pes grandes o chalo.--., pernas lorias, en-
costando os joehos, mSos grandes, 1S0 tcm
barba sohrancelhas lechadas, idadt 20 an-
uos, pouco mais ou menos ; levoa um ca-
ivete, u ca rete, calca e camisa azal, eco-
tras pecas de roupa branca : quom O popar
love-o ao referido engeaho, ou nesta pra$a,
hvraria n 6 os la praca da Independencia,
que sera rcconipensado
Irmandade das almas da frcguexia de S.
Frei Pedio Gonralvesdo Recife.
Por delibeiarao da mesa regedoia da
irmandade das almasc!a tregtiezia de S
Frei PedroGorrtalves do Reiic, convido
a todos os irinaos la mcsnpa i-mandade,
para coniparccercm no domingo -~ do
correntc pelas 10 lunas da nanhaa 110
consistorio da mesmn ii-mandadc. Con-
sistorio da irmandade das almas :2o d,-
o de 1858.O rscrvo Uarcellino
l Goncalvcsda Ponte.
Attencao.
0
Precisa-se de um l>orr> negro que soja bem
roo, para andar veiidendo pelas rilas, qiiem
u 11 er dirija-se a ra larga do Rosario n.
iii, pois nao se pe duvida em se pagar
bem.
- Jos dos Sanb Souza Lina e J0R0 Jos
Poreira, abaixo assienados, fazem publiro
que no dia 11 docorrente dissolveram mi-
avclnicnto a sociedad
romptos e seguros acerca do progresso da
c 'cac'io de seos discpulos, pormunindo-
secontra qualquer especio de seduee,lo que
possa abalar e corromper-lhe o espirito, nes-
ses primeiros impulsos '}i\ paixOes intnsa-
las, presume satistazer plenamonto a espee-
tativa dos Srs dosta capital c do campo, q-ie
o honrarem com sua confianza Kntretanlo,
os inlerossados que, sobre este a-sump'o,
pratendere 1 mais ampios csclarecimenlns,
irijam-se a ra da Aurora, casa da Kxma.
nrofessora I. Mari Carneiro Lscerda Villa-
Seca, que ahi .serao devidameulo infrma-
los.Francisco Xavier Carneiro da Cuaha.
SOCIEDADEEBCCMKAHiJITi
i) ira a fabrica de fiar e
tieer 1 Igcdio
Sao convidados os 8rs. socios para com-
parecerem no dia 22 do crrante, ao meio
da, na ra da Cruz em casa 10 Sr Antonio
Marques de Amoriin, para tomareo urna re-
soluco a respailo da dtasolu^So, ou couli-
nua(3o da sociedado.

*V*Ja
tcl
como para fazer qualquer ope-
]'. rarao. Os dociites scraogratados
'; pela homcopalliia ou pela allo-
..- pathia, conforme parecer mais
conveniente para a brevidade da
cura. Adverlc que recebe fjni-

.;3 Indamente uma'oit Otilia poSSoa \'T< hfira a K^'li'aao
Ha 15 dias. pouco maisou menos, 0.0-
sapi arecou da obra do hospital Pedro II, um
mulatinho di nome Moysesque se ochava
aprendendo o oflicio de pedreiro, attribae-
- ipi" trvesse solo suduzilo por al^uem vis-
to ser elle de menor idade i quem pois del-
ta drr milicia ou apprehender, pode leva-lo
a casa de seu legitimo senhor, que he^Anto-
nio .los Comes do Corrcio, e de quem reco-
(azer alguma opera-
;3 '.'' e juc por suas cireumstan- ;.
0 cias nao possam satis fazer as des- .;';.
.;. pezas de tratamento e nao quei
-: -

:..
ra J7;.
sujcilar-se a ir para os liospilacs. \
0 pceo do tratamento dos escra-
vos regulara'de 2$ a j diario!
1 ifui'im a ;;i avid.ide da moles-
I '"' *
lia c (i irnipi) de curativo.
...-
-..-..--...
.:: [fJQ )I)1C0, Pila (la
oledade n. 70.
Quatro jardins unidos, destinados s plan-
tas de Koropa, Asia, frica o America, for-
mam este muito grande estabelecimeoto,
que lo los os anuos recebe plaas de lodos
os poneros, .livores, arbustos de, fiuclo c (la-
res. f'.hegOU pelo navio (ilmda a te.rceira
encommenda desle anuo. Apromptam-so
encommeadas para o centro da provincia, o
as mais do norloc sul.
Lote
DA
CfSLTORIO E. ICO
nn


R1IAIIM CADI i \. UBI RONtfe DA ORKEM TERCEIRA DE S. I RANCISCO.
nda ai:,,i,i ,., lais acreditados medicamentos tantoem tinturas romo
m (Uibslos,a preparadoscoui o maioi escrpulo o porprecns bastante commodos
PROECS P1X08
tubos grandes
Botica de
bita les
l'ir' o 36
de 48 a >
futa d60 >
Tubos avulsos a......
Praseosdetinturrademeii onca.
Manual i* medicina homeopalhicado ir. Jahrcom o dir-
irio dos termos de medicina ;. ... x0iCo<
ciadonestica do Dr.Henrv...... io#nos
Tratamento do cholera morbus..... 2/00
Hopertorio lioltr. Mello Moraes........ Sfnu6
10/00*
20aofl0
250O
30SO04
tJK0
2I0O0
'- '-
No escriptorio do abaixo assignado na ma
do Collegio n. 21, vendem-se biibetes da lo-
tera da provincia pelos seguinlos procos
sendo do IOO3 para cuna o a dinheiro a vista.
Kilbetes garantidos 59500
Meios di los l'?7."i0
I'. J. I.aymo.
I.SCP.AVO FDGIDO.
No dia25do mez prximo passado,
parecen oescravo Gonealo,crionlo, de idade
15a SOannos, estatura regular, cor lula, ma-
-i-o.rosio descarnado.olbos a ver niel hados, le-
vou cab;a de casimira ciiizcnta,c camisa de ;i\-
go ISozinbo do listras,este preto fi 1 do finado
Si oaatiSo.dosOculos Arco Iferde Pernambu-
co, e foi comprado ltimamente a Antonio
de llollan a \rco Ver le Cavalcanli: roga-se
as autoridades poiiciaes ou capitales de cam-
po a su- apprebeusao.c leva-lo a ra do Hon-
dego n. 95 padaria do >aralva, que sera bem
recompensado.
?. *' .>,.-*-,.,
peoras rr. E
f, Aderaeni da hrilhanlas,
O unantei a parala*, pal-
J leiraa, aISaalaa, bi
t rzalas, lielSaa r annaii
? de d 1H('rentes bosIos e de
* di ver pcdrai .
Raa
L,H II
do Caliitira' n. 7.
OUUO E l'RAT.V.
m __ ,-*
' Arlerrro eomplclns da
ouru, rucio* dilns, pnIsei-
* ra*. alliiirlc", brlaeaa a *
las, cordMa, trancel- ."
lina, nadalhaa, eerreaaea
t>< I anitrnt inuitox olijcclosde
? Coropram, ven da m oa tiliienauaiu ,. ,..,1,, *i,,1 oare. S
; troca, ,.,ata. ..., hri_ *OS OH Va|t LVbCM I -' A;,ire!hn completo, de
Ihaiilc.d.aniantsepcro- rot;-. as * laa, o oalrai qaaeoquar |'rt > i>tiuui.lti Hls ,;ll|i{,,,

J joiasile valor, a dihhairo iiin(!l . OU "T "liras. MIW(;UHIW, I .,;,, ,,,, objfc|(> d( __
d -rauca c ^
.*ecel)n
.>< fc'tfi
t
de seus anjos.
I infusando esl-i parle palai .ipicciavcis e apppi.ni-
cinci;r.Acoi:s elctricas.
,\ liMirfu*iHf!3 opera dn icipeiUvel puhlico ppr-
naoDbncaun ida$ .is ttMcelpui necftMriM p"r n.to
poder esprur*ti tm ptreiio poitupoc; e tgaaU
iieule por ser Ctll a pr.iiif>ir.i vt-z que vai r^balhar
np'lri rul.nte DOt diflicultusos |ogos phtoicos ; f>p-
raa4u da Uvada booddda do afavcl pnblieo par-
naaobacaoo loda aifdtseatiiai em *?u Irabalha. Or-
la dr> qua um pulilicu l&o amante c piuiecir di
ar(i*ia!>, nAu dMiara' no Navccimaiila mi maito \a-
liaaa protac^So, eooGa 'n-* seos dtsejoi nio caria
baMadafli ficaads* toda a poMivel, para queesld4
TrlrmHto >^ torne merecedor ? de urna vardadalra dhitrtca^io' as pejaoas que *
dignaren) proleoe-la.
Vi biltietei afclianHw a \cnJa noReataarantFran-
eex r no nuMim llicalro na ve-pera e da do ttpte-
taculo.
I'rero dos bilhelee ^."i os do roshinip.
rnucipisra' a S IwraJ e nit"-".
Krria eanceddi p*la Imfirea oe Santa Isabel,
in benefleie do asilo da infancia desvalida da llha
de >. Uicnel.
QUINTA FE IIU ^7 DE UAI0 DE I
Depon que .1 orelieilr i liver e**i uindo ama #*-
cothida limphonia, .1 eomnsnhU dramtica de Saula
Isabel, dirigida |clo >i*i> lluAtra empresario, re| re
scnitra* o excellente drama ni aclos, ornado de
(lo-ira
A SALOIA.
A coiamisso anrarrauada do prawnle lianeliclo,
af.citoudp prefarauca e-le drama, par ser um dos
qu^ irais lem agradada no tli-airo da Sania l/-
bcl, c rutila aiaiio latiffatn a p>saai que eoneor-
rfiein ao e-prUrulo, o qual larraiuara tonaraI
prcstiilar.ej da lilil^ c atpurilcoai comedia em un i
acto
rjneni nella quizer carregar, ou ir de passa-
geni, rlirija-se a ma do Crespn. 14,ou no
trapiche no algo 15 >.
Porto.
Saliira mprcterivcloicnle no dia M do
correte ovelciro brigue portugoez \malia
I, tem bous commodos para passsgelros : a
Iralar rom o Ponsignatai io na ra da Cadeia
ilo Itecife n. 3s, ou e,ini o eapitSo Ualiflo na
praoa.
Para o io dctfaneiro.
(i brigue l.aura pretende seguir at o dia
25 do crrente, lem a bordo metadede seu
carregamento : para o restn que Iho taita,
lrata-e eom o sen rohsign*lario Antonio
Luiz de Olivcira Azevedo, ra da Cruz n. I.
Cear c Aearacu'.
Sormo at 35 do correntc o patacho Rmu-
laqfio : quem no mesmo quizorcarregarou
ir do passagem, dirija-sa ao rapililo a bordo,
oo no escriptorio de Manuel Concalvcs da
Silva.
O verdadi iro alg-odilo :;;;
Babia, v (o di. atjgrodtlo.
Vende Antonio Luiz de Oliveira Azevedo,
no sen rsr-riptoriu da ra da Cruz n. I.
Lola
'tria
PAEAO
\ Capa de Jos. CEARA-- mrahhaoe fara
DA
Promnciu.
Corre sakbado _:' i!c; maio.
P. J. L! yme.
trm n'side do S d;j
matriz da Boa-Vi&ta.
I m virtude do capitulo subslilulivo an
capitulo I. docompromisso, convida-so a
todos os i; maos cm g< ral para que compre-
la m no da 23 do correte \> las :i horas da
manha, no consistorio da dita Irmandade,
para em mesa gt-ral cleger i mega regedora
quetem de funecionar no annu de 1858 a
IS59 Consistorio f s de maio de 1858. 0
escrivSo, JoSo Barlbolumeo Goncalves da
Silva.
Ausenlou-se no dia fl de dezemhro
passado, do engenhe \,,
;..ni(. (oncalves da Silva, a esc ava Kilippa,
ennula.de idade le 25annos, a qual osera-
v foi einnprada ao Sr. Pina, o hoje perten-
Ifo maii nina acelo Bansmerlla, h mais em ras-
^o iie philaalraphia, (|ue ?p d'ie reun r aoi ainiloi
nimio, oe qna te Ihu auclinio de gloria ii llloslra
eavaltaira 'ta rdm i* Roa, u imuana .irtisia lira-
silriro. o illuslris-uuo Sr. dn Huno l-rancisco de (l-
livrir.l.
Srii'ln-inp pelillo da inidi.i patria, pela rlc-rn.
da Mllo de Infancia deavalida, qneagauciai e nn ,i
e-m .1,1 n.: 1.1 proaiiicia, pata eoadjovar aqaelle im-
lilul'i ; rscorri, a'bcuevolencia n.. illoalrramoSr.
Ilermaiio. para dar um bcnafieb .i Loor daquelle a-
ilo ; sem m.iis reparo, n mais heiitar, ; romp-
tifii-(ni-e par n rflacloar no II 27 do frrenla.
E nie Me tal m da qna naa pnd< daiiar de .l^r-llie o
mais vio leAlemanha de n.ei reconliecinlaalo an-
niiui-i-'ii(lri-" pila MpTeDM,
lio de.le modo qii s l.urt.i rerommeml ido os
mai4 insignes arliala", a qua i postertdada ou o-
nliera e aprecia. Por iiun a parle eu rendo ao il-
lealrtoimn Sr. Garmano, a minha eral dflo, e o re-
eoinme.iiilii a' dos Acorianons micliaelaace*, o (|ue
est.i h- q-ie, a I ecfto da IIiisii i.-im i Sr. i,. rmaao,
aja aplaa lida pelo amigaa da hamanldada, c d-
juvan.io a ninoceiicia, c iin o ene rouber om aaai
turra para um fim Mo ju-lo e -auto.
Anida diri i ao illoalriasiiao .vr. I -rinaiio. que a
lllia de S. Ifiaual lie pobra de ouro, mai rica da
csracOti (pie ii.io esqueci m i I oai scc/ies.
Recita 22da maio da I- .
.lo.i'. Alaria Cordeirn l.ima.
siderado be,,, iUki"i.tl l< I lid
ti veleiro brigue escuna Graciosa, raju-
ISo o pratico JoSo Jos< vai seguir
com brevidada aos porlos n licados pata ns
quaes lem grande parle da sua carga promp-
ta ; paran restante a iratar com os consig-
natarios Almeida Gomes, Vives A ('.. escrip-
torio na ra da Cruz n. ^~.
f.^

rr
Ja\'
b -^.
v)
i'.\i.\(.i:ii: da iu T da
DOUIRGO 23 DE MAIO.
,\ pedido de varios amadores havera baile
nestedia. o qual somente ser transferido
so a e'niva for n uita, os r: rt-s de IngreSSO
eslarSo a venda no lugar do costume uo dia
do livertimento, o qual deve terminaras -'
boras da nianba.
Mr\i;iA-!!.li;.\ 2fi DO corukntk
As'10 horas d mo.nha'a
'aii-s do iI.o-j)i i. i. r
De riquissimos movis escolhidos do mof-
li, jacarando vinhatico c chaido,
jotas, cbrislncs, porcelanos, binii/.i--..
i le, cujo [jostoc perfeieo eslo cima
de todo (i i'losjio
MaBCGLIIO DE 30; ja
encarrogado p lo lllm. sr. desembargaiior
raneisco Joai|nini Gomes Itibciro, i| i-
retira Brevemente para a corlo do Itio lo Ja
neiro, aprsenla ra ,- concurrencia puhltc
biii leilan, na residoncia de s s ma rio los -
picio n. .1. tolos ns -s movis constaodu
de elegante mohilia de sala, eom piel
f>.s poltronas, nttomanas, guarda roupa
cem e sem portas de vidro, ptima secreta-
ria, riqoissimo toilette com mermare r. por- retratos.
colana lina, eiria fraic za de r ni l).-<
perlenccs, dita de m
ce a Siqueira peni.- e como consta
iiuc an le occnlla no bairro de Santo Anto-
nio, avisa-se aos capites de e:.n>.'i uu a
qualquer pessoa que d lia lenha noticia de
.; pegar j leva i a ra do Crespo, loja deSi-
queira i l'ercira, que recebera ma grattli*
rac-ii).
~ Furiaram na noito lio is do correle,
do um dos camarotes do Iheatro de Santa
Isabel, um binculo d< i de maior dtmensSo
todo de tartaruga preta roga-se ;i pessoa
a quom for nflerceido, que a, pro ten la n b
evo 11 asa do |ir, j. da Aqntnn Konscra.que
i i, o aquelle que conhecer o la-
dran, indicando-o, ser lambem recompen-
sado.
A!';i<;;iti.
i istf loaquim da Silva Giiima'.les, cidadilo
iro, natural la r. uguezia de S I r.
Pedro G nc Ivs do Recife, casa o, mi
si cidade, e estal eicci lo no at no da
lina-Vist', declara, qoe existe nesta cidade
nutro Jos Joaquim da Silva GuimarS s,
subdito l'orlugucz, o eslaheleci lo eom ta-
berna na amboa do Carato ; assim como.
v le engenbo que por ser muito ami-
::;. H" dclles, quo nao quizerem ter <> jg
'-. trabalh de mandarem ao Recife, po-
', dem dirigir se ao mesmo armazem -..
.'' que se prometto fazei lodo negocio y*
com outros genetos que os mosmos '
i)ui/crem trocar,
Precisa-se de urna secca : na prat;a do
Corpo Santo n. 17.
Grauras1
ipf O padre Francisco Jlo de Aze- (*
,y^ vedo, achando-se presentemente ,.?
% nesta pra^a, e oceupando-se priva- -.
vj livamcnic na dhoccnde son estabe- <&)
jttk lecimoato chalcographico, incumbe- \)
Mb de .'S- -:.!.ir eom luda a perfeicSo p.j
*^- o brevidade quaesquer obras de gra- y/
ty, vuras lauto i talho-doce como a rr- '
,> levo, registros, retratos, lellras com- ej
*J mcrciaes, bilhetes de vivila, mus- ^
1 cas, etc.; edcsejosodi levaromes- ''-'
fi,/) mo estabelecimeuto a maiot poni, iA
..^ era que as pessoas, que preten- ,t-v
2 derem lies objectos, nriobesilai
1$ em < nocurar, prestando assim urna f?
| ellicaz proteccJ i |aeo anouncian- '.,
lo. L
'' po ie ser procurado nsCinco Con- w
, sobrado da esquina confrontes Jj^
, d iin/. nova le San-Jose, ou na iua ^
-.' o( Itaurio, naMvraria dos Srs.Mi- w
J-1 randa rVasconcellos. (ji
de Lisboa us quacs veodem por
{>re omm'W} como costuiuam.
Na Itvraria :i.'(Vi:
a praya da lnd pend :n-
"cis; sa fallar ao Sr,
i>ctan, que morn na ra
tria.
-- () deposito principal
dos : ; is afamados ciiaru-
tos da Baha do Sr. Gus
t tvo Lapotte, acia-st de
hoje em diante ni caaa de
Scapliletlin & C, ra da
Cruz n. 38.
iiaiiitos da
Ijaiw'a da fabriea o Sr.
Gustavo Laporfe.
Era casa de I. Prager & C. ra da Cruz
ii. II continua iserctn depositads as mc-
llioret qualidades de charutos da fibrica
dn Sr. Laportc, <>s quaes se veudcni por
menos preoo do que cm outra f|ualqucr
parte ; lambem ac.ha-se a venda a bem
conhecidd nunca Missisipi,
^nronlioida
Seguro contra
fugo
COMPANHIA NO la 11 EN, ESTABELK-
CIDA EM LONDUES.
Premios diminuidos
A.GBNTBS
C..I.Astley Companhia.
Precisa-se alugar um preto o urna pro-
la para andar na ra com um laboleiro eom
tazcndaSi com oulra pessoa : quem tiver,
il'.toira dirigir-se a ma do Hospicio n. 3.
Da-so a quanlia de 2530(10 por mez a
urna ama que eolia muito leile c que uo
irags Ribo, aasegora-se bom tratamento -. na
ra da l'raia, sobrado n. 51, priuieiro andar.

Francisco u
11 15,. I
Na lundiinia la Aurora prcrisa-se
de serventes forros ou escravos, para
servieo dcbaixo ?&W DE eAOUTCIIOHC EN)-
J KECIDO, Di: l'AVELLE-ELEBARU
DE PARS.
Quatro annos de e: periencia tcm -
rado.aos pontea le caontchoue a rosa que
liojoTem, nSo s om Franca cono no mun-
do inioiru ; sao sem contradicco os mais
agraitavcis de todos os penlcs, mais loan los
'Me os de tartaruga, sao os nicos que nSo
i ihiro caliello, por causa da olectri-
cidade que cont ,accres< indo testas van
lagous a do nSo se: em lais caros do itio ia
de bfalo. esta admiranvcl ii ventilo de
expo ic3o universal de is.'ij.
I (tlt;.
O abaixo assigtn lo pede enoa' cidamente
POEMA DIDACTICO-IIEROI-COMICO
pelo
Dr. Jo.s Ferrari.
Acaba declicfjar da Babia, a presente
obra, <' i i > principal lim lie mostrai a
importancia e a iniliiencia que lem, so-
breo ptogresso da sociedade, um enge-
n'io de fabricar assiicar. Sen autor com-
para o assmnpt o de sita obra com todas
"e
palele (|uc iiinliiir.il da' maiores rcsul-
lados, iie.-ii sustenta mais o commcreio,
i]n qneo engenho de assucar. Acha-se
a' venda na livcaria ra prara da lude-
pi-ndencian. ti e 8, por KsOM) rs. dous
voluntes .-ii.- Ik'ILi c ntida impressfio.
Irmandade do Divino Es-
)i; tn Si m'.
Contino'a a disctisso do novo compr-
me ii i. i annuueiado, todos os lias
das 6 boras da tarde em diante ate (inalisar.
Santos Coelho, cscrlvao.
Fazendas.
escriptorio de adve-
g-acia. |
ti bacharel formado Manoel Morei- ft
ra Guerra, tom iuslallado o seu os- '
criptorio do a Ivoeae.ia na ra da O- *'*
lea do S l ranr.isco sobrado n. 11 B,
inde offerece os servidos do sua pro-
is>"io as pessoas que, o quizerem .'
innrarcom a saa eonfianca, podendo -*
ira isso ser proeurado qualquer
lora de lod is os das uteis; o mesmo !
bacharel cncarrega-so de quaesquer
recursos o outros negocios forenses
u interior da provincia, quo pe- .
rante qualquer tribunal ou repart
ven- '"
- -r"
c'm desta Capital lenham do sor ve
tila los, par.i oue Ihe podoro sern- i
derecaios ornearla fechada ; no que '
11: o assegura o maior telo o promp-
ti ao. A.OS preCOS pobres o pessoas Jsj
.esvali'tas prestar to.io o trabalh B
| gratis.
precisa-se denma ama de leile, pa-
gamlo-se bom : Dr roa do Hospicio n I.
Precisa-se de um menino de 12 a 11
U | ,.^,1,., c ,.. annos, portugus ou brasileiro para caixei-
' ro de urna taberna na dado lala; -ei lina o Portas, na do pilar II. 4H,
ou em Olinda, tus de S. lenlo,ao lado de S.
I'odro Velbo
que o recibo que se ai publicado no Dia- aoslllms Srs socios commanditarios da so
rio de 20 do correle, i rogos da ciedade de Ilapso e lecidoa de algoJS
Sra, fl. Mara I lesus na corr ion- ram fazer-lhe o esp mi favor de compare-
dencia do Sr. Antonio Pinto de UagalhSes, cer na r.uuiao da assembla gersl que continua a ler
nao foi por elle passado, e sim por oulro de ma sociedade, cont aodiaSd
igual nome, o para prevenir qualquer du- corrcn'c mez, em cas lo lllm. Sr. A. M. de
vida para o futuro faz i ; iscutc derlaracio,
.t e maio de O interosso que o abaixo assignado loma
A. le rlrand.\ i a I uropa.
-- Tcndo ,t l bar- mi
ra oollicina ilo ilaguerre n u aterro ila
lina-Vista n i. lereei c andar as pesso'
que des jan m Imnrai osle i stabelccin pnlo
mu bel e r I itn rcll lo, apro
veitem <( occasiHo. Ka inesma casa eiicon-
i -i so um rompilo soi tmenlo dos art re-
los (in que he coslumc collocarem-se os
a quanlia do 2uoa por meza
O abaivo as&ignado participa ao res-
pcilavcl publico desta prara e do centro,
.o completo sorti-
.11' tilo de balas as fnzendi-S iii;;c/as,
Irancezai c suissas c precos mullo cm
(ma : na sua loa n. 18 aterro da Boa-
!a Silv
tu lo comparec! i u ti. do i ir niiincro pos-
sivcl du .-ceios nessa sessiio :( tssemb
feral, fumia-se em ler cll > -se l'rncisa-sedeum b-ilor, nreferimlii se
ls aci i saritas falsas qui i. lem silo fei- 'as libas, para i a tai de um sitio '-1 i da
tas, mostrando que eni vez d* ronsurva
oi-ih-o i ni .id >:!, tem e.nri lado lodos os l'cnl mitas de t anetlim
seus esforcos para promover a roalisa;o da um pr de brincos i 'dia lanl i : qnetn os
einp-e/a, a ;uai I i icado li tu i o o achar. I e i lloa-Vista n
asa de saudc
'-vi o Pr. Ignscio Firmo Xavier, roee-
fn lie i ni le saude, que lies ao
orto da estrada da Passagera da
U .-..lena, entro a ponte grandaea *'^
pequea do Chora-Menino, todas as ^JJ
i
'i'SMias doeules, autieando o me-
l'io- trtame lio, o maior zeta o cui-
dado medico U local em que est
edilicada a essa destinada para esse
miste,r as rearas higinicas, sobre
as (paos est construida, os commo-
doa de o lispoo, o acolo, ordem,
o regular! la le quo ahi se eoeon-
tram sflocoiidicOes pon'lorosas para ,
Uma breve Ctira o completo resta- \^f>)
belecimeoto. As pessoes que qoize- iA
rem utilisar-se de s a prestn-o no- TJ?
dem dirigir an pateo do Carino, w
s'ibrado ii ;, primeira andar, das j)
ni Imras da manhSa as ^ da larde, <
i diaul a no sen isla- 'JJ'
belcei \)
i
mogno, soberbo divn, umi ama que lenba muito taite, e nSo tr ga Ira
sola, mesas de cabeceira, ditas de jogo, con- lii'io ; assegura-se bom tratamenl o :
persuadido que t'ara gran-
des van n vincia, a qual c n-
ra lauto amor como a sua pi ipria pa-



Rio l.r.iinle ( Sal.
A barca nacional nTbarcaa I, rapilJa Haaaal
I ni/,t.i. viMin, vai .iinr auna brevidade : raraba
diini i ii i i frale, pata u i|u UaU a na f os da
Cadeia do Kcrile D, I-'.
solos, bancas de costura, jolas, ricas norti-
nas, esplendidos espelhos franco/es, lindos
quadros, ornamentos de sala e v bnete,
lustie, ser; entinas, tapetes finos, porcelana,
cbryslaos, servidos linos de almoei a jan-
lar, grande mesa elstica, guarda loueas,
aparadores, cadeiras e mais movis b uten-
c los de s.la de alitar, qi:artos llltal ion s
io/1 n ha, ii ni i pon ;.;n .! viuIiom linos fi n i
lados, uta exceilente cairo de rodu com Wmensaes: a tratar na ra Mova u 49,
na I lia
da l'raia n 51, ri neiro au lar
-- l'ieeisa-se (') una mulhcr sa lia, que
saiba engommar : a tallar na ra do Scve,
casa ierre junto lo de "> varandas,
em frente a grande casa que si est fazendo
para o ymnasio Pernamhucano.
Aluga-se urna pela crioula de20an-
i,os, a qual sabe coznba eii| remar, lava
( l.i/i-r lab\ i iiiti..i, ludo l pi c ni
'..', que s ia bem rere-
I', i-se Sr. lureiro das lote-
ras |i.e e so saia i lo o meio billiete
da torce ra parto d lo r---
i o abaixo assignado de que | ilhimci ca n. I6t0, que nSo
de refu
; -. i isto sobram-lhe razfies e ar-
ra que os lllnrs. S -. ...
a que esl
rompan c< r a liecife
19 de i!-..".io de 1858.0 soi i i de Industria,
T. M. U|
tis-. llamingos .',.-i Silva forres lem
.....a carta na ra do Irapiche, aimazenin
,o ll.
i haixo a
Ii o qu; i lni''(-i- levou dcscaminho.
\!^ i -ia.
Ten '.u->c juslO por .
rea da rua doTambin 311, Comosherdei-
rosde Victo lao francisco, Pedrolloncal-
'.iiip, el), homaua Isabel Ma-
ra, se fa? o pi ute unci para se al
tu n ni "ir projiidic.i :n 'ii igir -.- a i na
du llosa! io da l.ua-V'isU u. Ii.
(0
::>

i
as-
tiii] > p ira encino
de euin is,
Priscilla Scnhorinha Men '.os do Mbuqoor-
si o examinada o a iprovada para
o ensino le instruccSo prunaria.transferio a
i ra do Vigario para o 2 andar
ibrado n.39,ronfronti lo '.osario
; S Antonio, on e al< m de leitura.esct ipta,
conlabtlidade ig ammalica nacional, ensi-
llara costura, bor lados o lavores, esperando
corroborar a bos opiuiSo em que a ten o
Rxm. Sr. couselhciro Caslilho, expressa na
t| i irla edir5o du leu Ui igue metbodo.
ILEGIVEL


D1AHI0 1)E PERNAMBIXO SAI1AD0 22 DE MAIO DE 1858.
Bichas burgo.
Defronto
d,i matriz
da Boa-Vis-
ta alugam-
se hiehasde
Uambargo,
viadas pelo ultimo vapor da Kuropa, assim
r.oara alinipam-se e chumham se denles a
nina c. prata, applicam se ventosas, botam-
se iiuvidos em armas do fogo, amola-se to lo
o ierro cortante cora toda perioitSo
promptldSo.
Muga-so para 0 servico de risa i es-
cravos mogos, le hoa conducta: a tratar na
rnn de Aguas Verdes D. 17.
lie chp.gado a oja ae Locme, aterro
da Roa-Vista n. 7, escolente leile virginal
de rosa branca, para refrescara pclle, tirar
pannos,sanias e espinhas, igualmentco a-
famado oleo babosa para limpar o fa/.er cres-
r.er os cabellos ; assim como po imperial de
lyrio de Kloreoca parabrotoejas easperida-
des da pello, conserva a frescura e o avellu-
dado da primorosa da vida.
Det'ronte da ordein lercei-
ra de S. Francisco
CONSULTORIO H.MEOPATIIICO
DR-P. A. LOBO HOSCOSO
Medico parten o e operador-
or>r. I.obo Moscoso,ti;i consultas lodosos
das e pratica qualqucroporac.3o de eirurgia,
assim c.orao,accodo com toda a promptidSo,
par
perac
do nao possa conseguir resultado por
da homcopalhia, que tantas ve/.estem ven-
cido dilliculdades, que pareca insupe-
raveis.
Homeopathia0
O Ir. Sabino Olegario L. Pinho, lendo de
urganisar aHistoria da bonieopathia du-
rante a epi iemia do cholera,roga a todos
os amigos da verdade quor desta provincia,
quer das outras do limeo, que liie lorne-
cara com a maior brevidade possivel, quacs-
quer documentos, informadles ou narracoes
exactas, que possam servir para a cxecur.iio
dessa obra, lio justo que sejam condecidos
os uomes de todos aquellos que cm lao ca-
lamitosa quadra soccorreram a alllicia liu-
inanldadc. No consultorio central homeo-
palhico ra do Sanio Amaro (Mundo Novo
n. ti.
9 SEITISTA .FR.HCEZ.
(3 Paulo liaie,iiou\ enliMa, ra da l.aran- r.:p
' reirs n.15, ua mesmacasa lem auna e pos ,',.
>> itanlrilica. 9
&/..-:.: ::::;::? ::-:-:OC
Precisa-se de un criado ou una (riada
para una casa de familia, quer forro quor
captivo liara servico tanto interno codo ex-
teino : a quem servir dirija-so a Capunga
Velba casa da Sra. viuva l.asserre ao pe da
do Sr. Bonifacio que achara com quem
tratar.
AVISO. j
I'homa/. Payne para evitar qualqucr duvi-
da que por ventura possa apparecer. fazo
presente aununcio, declarando que desdo o
auno de I s.V> deixou de tcrcavalarlce na ra
t5$ O Dr. Augusto C.arnoiro Monteiro di $j*
,j Silva sanios, mudou sua residencia a
para a rua do Quciuiado n. 10 pri- S
rjieiro andaraonde pode ser procura- '*&
w do par exercer qualqiicr tiabalho ?
!-i de medicina, cirurgia e parios. '.[;
?-: >?:
1 urtaram do ai mazem do Sr. Rulino,
na Boa-Vista, ruada COnceicSo, urna carau-
na, que vmha do Ico para oabaixo assigna-
do : quem della der noticia ou a queira en
Iregar na praca da Independencia n. lie 16,
sera generosamente recompensado.
Joaojda .Malta ltclliao.
Precisa-se de urna lavadeira para to-
mar coula da roupa de urna familia : no pa-
teo de. S. l'edro n. 1(1.
Precisa-se do um cai&cirn de idade do
12 a 16 annos, que tenba pratica de negocio,
para a cidade do Mamanguapc, pata urna
casa que faz bstanle negocio : a tratar no
Kecife, ra da Cadea, loja u. 26.
:J O lir. Carneiru .Monlciro na casa de &
7' sua residencia, ra do Oueimado n. gjj
^ 10 pnmeiro andar, recebe docnlcs ~
i& para tratar. i{;
O abaiso assignado faz publico i|ue
lem urna procurarlo baslaute com poder
limitado, ua mao do Sr. Antonio Joaquim
Relogios.
Vendem-so relogios do patente ings em
casa de '.rknrighl Tuckniss & (,. ma da
Cruz n. ts,
... .-....... ... .-... ,<..- .^. ...
.:...'. Vi.-V- ::.:....: '...-.., :......:..:;
Attencao. C
*
8? Kissel, relojoeiro Irancez, vend W
rologiosdo ouro e prata, concerta -y.
.-;. relogios, joias e msica, ja aqu ln _.,.'.
" condecido ha mudos nnos.habita di *''
.".< paleo dO Hospital n. 17. ;
&&$$$* -.: tMI
MussulinaH encarnadas
>a loja de fazendas da ra do Crespo.na
esquina que volla para a ra do Collefio,
lia um novo sorlimento de mussulinas carnadas de bonitos gostos, e superior qia-
lidade.
Dominrros Alves Malinos lem ra-
ra vender cm scu cscriptorio na ra lo
Apollo n. 2T> pur piceos mdicos o s>
uinte:
A/.eile de Palma em ciscos.
Jacaranda' superior. *
Algodaoda Bahia.
^ nEXRiyiT.rriOTOS *%>
fe
lclogios,
Osmolhnrcs relogios dcnuro,;atentrin
glez, ven'lo m-se porprecns razoaveis,nO
cscriptorio do agente Oliveira .na daC.a-
doia do l,.ecilcn.fiJ..>rimeiro andar
I'.sla ;i venda na olficina dclruiit do
convento de S-Francisco, No^des deArith-
raetica, obrinha organizada pelo professor
i taquim Antonio de Castro Nunes prc?o
iOO rs.
Farinhaa 7^000
Vcndc-se na travessa da aladre do lios, na
taberna de Joaquim Vicira de Barros.
.-, ,..... ...... .-..-. .-..-,., ...;''..'..,.
-....-.:.;...,'..:-...-... -...'.,:.., .... ... --

spossoas que precisarcm doseu prestimo 'n.itauo. ua mao uo sr. anioniu Joaqun.
n o servico de partos, praticando aso- u"s !;'!"l.os'1 cu Pr^ui-aCao lica de nrnuurn
oraQoesmanuacsouinstrumenl.es, quan- cffeito deade boje. Recite W deimaicida
ionao nossa conseguir resultado or meio 8a8.--Antonio Jos Fernandos de Carvalho.
Lotera
DA
iiroyincia.
Oabaixo assignado declara que de boje
em diante compra brinetes do lotera reco-
llii los com o i'.e.-cor.lo de -20 por cento seja
qual (or a quanlia : na ra do Collegio n. 21.
P. J. La y me.
- N ra da Cadcia, defronte da Relajan
" tu .....- e v.....ven-so superiores ii-
chas hamburguezas.
Precisa-se de um rapaz para criado : a
11 lar na ra de Apollo n, 24.
.. '.. '-.. -rk -t- .".
INDI STRIA PERNAMBUCANA
FABRICA A VAPOlt
JAA UO BRM S
f prxima a ituidicti
do Sr. Bowman,
Tem eflectivamente as suas acre- '/'.
diladas vciasdecomposiQau : ardem, ^
c tem a mesma duruciio das de es- >.:
permacete, c custam ljOco a arroba. !.\
Tambom tem de carnauba mais 01
narias de 6 e 7 em libra a l5 a ar- f.
roba, sera caixas. ";;f
O salan aqu fabricado bode pri- %'?
meira i]ualidade, o que se garante. t$
' :-. '. .7- .- -'. '- -. -. ". ...
.:-..:..;-..: .:..:.:.-.:.:: i.;^,-. ;:.;>&
--- Precisa-se de um portuguez, solteiro,
ilbo, o esperiente no servico de campo,
para feitoria de um cogenlio na freguezia
d ramponez : a quem convier dirija-so a casa
doSr. Jos do Rogo Pacheco, Iravessa da
ra das Cruzas n, 8, que Ihc dir quem pre-
tende tratar esse negocio, c pagara muito
bera, conformo a sua aclividade
Na ra do Trapiche n. 17 eseripte-
no, deseja-se fallar ao Sr. Jos Kilieiro
da loclia Bastos, a negocio do scu inte
n sse.
Claudio Dubcux
pura matar formigas.
- Precisa-se de umi ama forra ou cap-
tiva, do boa conducta, para casa de um es-
tiangeiro solteiro, que cozinhe, engommo,
ce : na ra da Cruz do Reciffl n. 3U.
Memoria Histrica Biographiea do Cl ro
Pernambucano, pelo padre Lin de
Monte Carmcll
f
5i
O
ti
ja lem velas mistas
~ Precisa-sede um caixoiro: na padaria
da ra limita n. 2t.
l'ugio ou tiraram urna ovelba toda
branca o com una corda no pescogo : quem
a trouier ao sitio de Sanio Amaro que tem
tres palmeiras no porlao ser gratificado ge-
nerosamente, pois que a ovellia he de pessoa
grada.
Cll'erece-se una ama para casa de pou-
ca familia : na ra de S Comalo n. 15
A"* '-"Si
SQCIEDADE
i < <
. i

CtLTIVAUOKA DAS LETTU VS!
Por ordem do Sr. pre9ienle, declara, ^
ue .unanliad {Zi) li\er., ess5o,,ia *.liJ ||_ r,,
. ; r.n do da, aa caa n. .: da roa s Cn|ni-l,S
,: : "-. Seercidria da sociedade Collivaoora 5J
das Lallru, 1 de iii.iio de 1858.
GRANDE SiiiuiMKMO DE FAZENDAS 1'ltK-
TAS PKOPRIAS PARA A '.'I AKESMA, HK-
CEBIDA EM DIREiTCKA PELO ULTIMO
MAVIO FBANCBK.
liroi(loin|ilea prtlo eacorpado da 1?7(HI i j;miii
Hilo din Urado .....J^Jiiii i> j-iiki
Selun |irelo verdadeiro nia.au 98U0 1 3>N
Saaja tala verdadaira heapanhoU -JUihi -Jrion
VenaataBa prcla c lar^a, paia I <-
nii-i* ........ i> Ir-siHi
Velbulina prtla e de rore para ca-
savaqua>, covado 750
Alpaka prela lina da 600 i. 19300
Manas de blond, pratasa brancas,
bordadas ...... 3
m
m
i

: <. -
'.
foaguim Pireira Jrraii,
I." secretario. .
ATTENCAO.
Ns rua Nova 11. 60, urna seutlora casada
propoo-se a vestir aojos morios o a scuhoras,
indo a casa dos mesmos ; advurle-so que
veste por prec-os muito commodos : quem
do scu prestimo seqnizer uliiisar, dirija-se
casa cima referida.
-- /luga-so urna prota que cozinha c com-
pra : na rua do Collegio n. 20, pnmeiro
andar.
Jos Jlelisario Ilenriquc da Cunha de-
clara que nao he elle e ncm algum de seus
companheiros o autor do aununcio sob a
cpigrapho inheiro ou casa que se lem
lido no Diario. Faz esta dcclaracfio porque a
casa da rua da Concordia, iudigiliida no re-
ferido annucio, he a ae sua residencia.
Na rua da Palma n. 2 eugomuia-sc c
lava-sc com perlcicao ; na mesme casa co-
Zinba-se para lora : que.m de Ip.i.s serviros
precisar, dirija-se a dita casa, (|ua achara
com quem tratar.

Fio dcalr;odo.
. f* L..a pecios de seda bordados .
A 5f-ffO O COrtC fiMeiei de seda prela de peao, para
i ^^ u-4 r a ? sanbora ... a ... ,
ti \endem-se cortes de chita lranccza
Tp larga padriies modernos, 'com 10 co- j ?
;}j vados pelo barato preco de 2c cada |5
5"*: corto -. na loja da rua do Queimado :'?
m n. 10 de Leile, Arfhur C.
Vende-se o terreno que existe entre
a ponte da Capunga c a pinguella da liai-
\a-Verde, com frentermra a rua ISeal e
os l'undos para a eamlioa do Manguinho,
e chaos livies : a tratar no sobrado 11. ti
da mesma rua Real.
Ao barteiro.
Na loja do canto da rua da Cadea do Re-
cifon. 5t, existe urna immensidadc de fa-
zendas de muito bom goslo o por precos
milito commodos, cuja baratez faz admi-
rar : sendo cnlro rilas chapeos do mola do
ultimo goslo a 5?, capas de panno lino, cou-
sa superior a :\0' panno lino prelo a -Jroo o
covado, ale T, dito muito lino ingle/, a .30
covado, corles de diamantina de seda c'
quadros com 12 covados por 8?, cobertores
de 13a boa fazenda a 39. chapeos do Chili de aiewcrlu de seda I
nimias quali-lados, saceos para quem viaja kini, o mais superior possivel .
na eslra Ja do forro de 6 a K?, lencos de cas- Curies de atlidos da variai facen-
sa, uma duzia por 1c, militas nutras fazen- das de seu para meninas
Coropra-ee nma pmpriedadi; aiM em algam*
das principeeefee 4*4to tdode, equerend i.....-
ro mala oa menns5oOHOtlO rt. eonuaei, ciando o
predio em bom astado, e deeembaraedo; qonn
qnitei, Irdle na rua da Croz, eterlplorio 1 t.
_ Compra-se offcotivi......um iironze, lao
tilo e cobre vrlho : do deposito da fundica-
la Aurora, ra rua do lirum, logo na entra-
da n. ,n na mesma fundic3o,em S.Amaro.
I.u\as de seda prela de todas as
qaattdadea para aenMora c ho-
mem ........
'ano prelo mallo lioo,prova ile li-
mao de .......
la/cmira prela aetim de .
Lirlcs de caxcmra pela e de cor,
bordadoa ...... .
Cy le* de lila prela ....
Coieseleceteleo da dila dita bordados
F.tnpeosprela*fraDcazese moderno
lii^valaa pretal de scliiu e K"rgo-
rio de varios feilios .
Comeos de sol de seila para bo-
nem e aenhora .....
Maii;iilos bordados para scnbora .
Firaebordadas muito linas .
Golobas do cambraia bordadas
Palilu de alpaka prcta mullo lina,
forados .......
(oudo'as de alpaka prela e ds re-
res .........
Palitos de alpaka preta .
Ditos di argenlioa de cores escaras
ftrraibs .......
Dilotdealpska decores
luios defuslao asselioados,e gan-
sada sor .......
Hilos de trun pardo e bielaoba de
lin!i 1
.'.;........
L'MOO u
7-VHI
39500
9
B ..-Mili
11 I.NKIO
11 7aS00
Cortes tle vestido ;t
2,000.
Vendom-se cortes do vestido (lo la-
zenda escura maiisada com i pal-
mos iU- largura : com 10 covados
pelo barato prccode23 cada curto :
;-? na rua do Queimado u. 10 luja de i-
J3 Leitc, Arlhur & C.
Veude-sc a grande fabrica deteci-
dos denominada lodos os Santo*e
suas ollicinas sita cui Valenea provincia
da Baha, acha-se cm aclividade c tem
macliinismo assente para labticar diaria-
mente para mais de (i,000 vai as de panno
tem )' eseravos e vcndc-se a condic/ies
muito razoaveis prra os compradores:
ipialipier pessoa OU eomp.inliia que se
loiine para fazer esta importante acriui-
sie.io, achara' lodos os esel.irecimeiilos
que precisar no cscriptorio dos propre-
tarios Lcenla C. na Babia, ou com
Antonio Luiz de Oliveira A/evedo no sen
escriptoro rua da Cruz n. 1.
SSSF
Tasso Irmos avisan aos seus fregue/.es,
que o ultimo rarregav.cnto de fannha de
Trieste da marca SSSF raminho se vende
nicamente em seos armanus, aonde tam-
bero existo o melhor e oais compiti sor-
tmenlo de familia de Richmond, Pbiladel-
phia, OhioeBsltimore, tanto extras como
superfinas.
Vendem-se coqueiros pequeos para se
plantar : na rua das I'nuclieiras 11. J'.'
Ven lem-se duas escravas de bonitas
figuras, quiUndciras, ptimas para todo o ""a inglesa a 25500, enlutes de case-
_ Til I T .1 lirol l...,i'^l...t*id ^ niiti Iji .. *__________
I\a loja das seis
portas em frente do Li-
vramento
Quarendo acabar com algumas fazendas,
tem resolvido vender por menos do scu valor
as seguales:
I..; i/mlia para vestidos com 5 palmos de
largura a *00 rs. o covado, cortos de cassa
de salpico a 2:, cambraia mussclina a 500
rs. a vare, chitas para coherta, covado 200
reis, ditas escuras para vestidos a 160, dilas
rxaa com mofo a 120, ganga de cores para
Calcas 1: palclnts a 50o rs. o covado.cortes de
9
c
l;i.....
i
.'.CIIIMI
11 9OOU
I I.-OOII
11 ;.c 'iiki
II Ic'iOII
i, laoOO
3
dasque o comprador a vista da boa quali-
dadee barateza nao deixara de fa/.er nego-
cio : da-so fazendas a moslra com pon llores
e se levam cm osas de familias. I)a-su em
troco prata de bl a Sg, nao exceaendo de
51000.
Vendc-sc barato um moinho grande
para cale, em pe'le to estado, assim como
uma torradcia que comporta mota arroba
de cafe : no deposito da rua das Cruzes
11. -21.
Rua do Crespo li. !E1.
Vende-se um moleque do G anuos de
idade.
.Na rua da Cadcia do Kecife 11. 5i, ven-
de-sc prala de ."i~ a 3 proporcional mente
com o promio de 8 0|0.
Vende-se uma inolecota de 18 annos,
com habilidades, um prelo do mcia idade,
um mulato de 20 anuos, pedreiro' no paleo
de S. Pedro n. 6, se dir quem vende.
Vendem-se saceos rom superior milho
viudo pelo ultimo navio do llio de Janeiro,
pelo diminuto prego de 6; : na rua de Apol-
lo, armazem n-1 \.
Vende-so uma casa forrea, na rua das
Larangeiras n. 31: a tratar na rua da Han-
guaira 11. 6.
/ip iVmcez.
Continua a estar a venda na rua da Ca-
dcia do ltecife Toja defa/endu do Card-
lo Ayres, aonde existe sempre um deposi-
to do mais moderno.
Vende-se na rua da Cadea do i!e-
Compra-se etTectivamenle ns ruadas cite n. 7, loja de Antonio Lopes Percm
Ploresn, 37, primeiro andar, apolicesda di-
vida publica provincial, aegous das eoin-
panhias, e da-so dinlieiro a juros em gran-
des c pequeas quanlias sobre penhores.
Corjpra-so urna taberna em bom lugar,
que seja bem afreguezada para a tena :
quem a liver, (11.unido vender, aununcio
para ser procurado.
Compram-se mnedas do ouro com
premio : na prara da Indepciidcueia n. IS
e 90.
&**!$.,
No aterro da Boa-Vista 11. SO, vendom-
sc ancoretas de azeitonas a 91500, (pie deita
10 garrafas, e em garrafas a 320, macarrSo a
320 a libra, haiiha de porco a 7 melada a 00 rs. a libra, em latas de 1 e 2
libras, ludo novo.
Vendem-so 700 cocos seceos com casca
proprios para embarque, o l.uoo palhas de
coqueiros : na rua Nova, loja n. 18
Vende-so azoite de eirrapalo cm bar-
ra e caada : na taberna da rua das Cruzes
11 40.
ESCIUVOS.
Vendem-se 2 moloques peijss do 18 a 20
annos, i ditos proprios para engenho, por
commodo prego, 1 linda moleca de 16 an-
nos. l escrava de 30 annos. insigne engom-
madeira. por 700J por ter um deleito em
um pe, 3escravas com boas habilidades c
boas conductas : na rua das Aguas Verdes
n. iG
l) triumpho do S S Gora-
;ao de ivlaria.
" '-'ma. Rovos rezistos em formato grande, o col-
be alguns dos sis. que se dignaram assig- rido lino, pelo modoilo da m agem que exis-
nar esta obra, anda nao receberam o sen te na igreja da Senborada Pcnba, dos quaes
respectivo excmplar, poderSo mandar pro- se devem prover todos os devotos do mez
cura-lona casa do autor, na Camboa do Car- Marianno : no aterro da Uoa-Visia loja de
mo, sobrado da dous andares n. 38, onde miudezas n.58, nica parle aonde osba.
tambora esta a disposigSo do publico o resto Na mesma loja ven lem-se as afamad
di s exemplares a tacada um.
Precisa-se de urna ama para cozinhar,
mnipran- pooco s.-rvigo da cusa : no aterro
da Boa-Vista n. 11.
I). Hartura Muniz Tavares Cumenles,
viuva de Pedro Antonio Tciscira UuimarSes,
U ndo de proceder o invoniario dos bens de
s '.! casal, roga as pessoas que so julgarem
r-edoras do tnosmo, quciram aprsenla!
s las eonlas 011 titulas de seus crditos para
seren conferidos o a Hendidos no respectivo
inventario, ate o lim do correle mez. He-
I de maio de 1858.
Uma pessoa de vida mente habilita- ...
gU da olle.recc-se. para leccionar em Col- [i
legios a casas particulares os seguin-
tes preparatorios : rencoz, geogra-
bia, rbetorica, philosophia egram-
' matica geral daliugnapatria 1 |uem
pretender procure na rua da Cadeia
j de Santo Antonio u. 11 It entrada ao
lado esquerdo que achata com
' quem Iralar.
de Mello 4C, o ja bem condecido rape
pnnceza do marylundb fabricado na ca-
pital lo Ceara' pov pceo commodo: a
Ilutar na mesma.
Vondo-sn gonima a 80 rs. b libra: 110
petoo do Carmo, esiiuma da rua de Hurlas
11. 2.
Vendem-se por commodo prego os sc-
guintes objectos. proprios para aquellos que
se applicam eos esludos das scicncias na-
luraes :
1/ Um microscopio, cuja potencia moslra
perfeitamente os glbulos do sangue o do
leile, completamente preparado, c com va-
rias importantes amostras.
2.- 600 amostras escolhidas de mineralo-
ga o geologa, com uma hoa ca xa para
gurdalas.
3." Uma boa caixa de reagentcs chimlCOS
com os competentes copos para analysese
alguns oulros objectos.
*. Um cosmorama com bellas vistas das
principies cidades da Kuropa : a Iralar na
botica de Luiz Pedro das Ncves.
Relogios.
Vcndc-se em casa de s? umiers Brotbers
(\ C, praca do Corpo Santo, relogios do afa-
mado fabricante Kosk,cll. por precos commo-
dos c tambem trancellios o cadcias para os
mesmos de excellcnte gusto.
relogios
de
tente
pa-
ingtcr.cs(leouro,desal>onctec dcv'ubo:
vendem-sea prerorazoavcl, cm casa de
Augusto Cesar deAblCU, na rua da Ca-
'lei.i do Rixifc, armazem n. i.
Saij< liranra lavraila para vaslido,
coea i"........
Gorgurla Ja -cila brancu^um rdiiia-
sein branca, covado.....
bunios ciiile de vestidos de seda ila
cor, corla........
Crosdeoaplas d* cres, e braneo su-
parior, eovado......
Dilii dilo coi i njln.ni pira for-
ro, covado .......
Bailesa da China, (azenda toda de
sola ........
Diana da seda lavrada, aovado
loUr de Pars, de sida com villas
Diatisadas, covado a
Seliro da Escocia lavrada para voli-
do, covado .......
('.mies de vestidos de cambraia de
esda bordados ao lado .
Cambalas ercandia tniliaada,covado
Irancezas finas de pur.vara .
r.liilas lianrr/,1. de rorts,rovido
Hilas dilas, eovado .....
Kiscado trancez de qiiadroi e lisias,
covados .......
.M(i--iil,n.i de t. t branca, aovado
BnihanunlM branca, raatagsm lar-
i:a,rovedo .....
I'ulcpiras de velludo, iraca e lila
Popelina de seda com erea inaliaa-
das, covado ......
Ilareue de seda 00B1 ipielros c lisias
covado ........
Sedas do qaadriohos e Kslas.covado
Ijoruiirao de seda de llcrcs, ile lindos
|taami*-, ovaiio ....
Mauritania de seda com 1|JpalIno
de laraora, eoveda ....
Frondeliua de seda transparente,
Cu vado ......
Oales da merino com franjado tai
Ditos de dito com franja de seda
Hilos de dilo dilo com dila de seda c
lisia .........
Ditos dilo bordados a seda
Hilos dito dile cm 2 pona-. ,
Ditos dilo iliiu a velludo .
Hilos de seda de cores, superiores.
Lentos de cambraia liuos com laba-
rynla.........
I.uvas de seda de coi es, lisas e bor-
dadas para euliora ....
liravatas de setim de ror e prelas ,
romp ida* .......
l'.-ando o boceo da Genaregagaa, da lado direilo
a quarla leja de Ir parlas rom rotulas brancas, 11.
O. D.i-te amoslra com t inlior
Na tanoaiia delronle (|0 trapiche
do Cuaba ba superior farinha de man-
dioca em sacros grandes, assim como
bom rnilboc feijao, ludo por prero ra-
/.oavel ou tratar no armazem da ruada
Madre de Dos n. 1 .
. f. .
..^r;1:
2J000
Ic"i00
a30|e00
11 l-NilKI
11 18600
i. lilOO
u I9IOO
1S00O
,. -;o
11 SI80
9
19100
11 98OO
1. C")0
1. 7850
I930B
. 9900
KOOO
11 TanOfl
n 83300
) I l.-XKUl
|t l.i-IIIIO
i
1) 19200
sarvigo : na : ua Direiia 11.
Atlencao
He barato que
admira.
Ma rua do Queimado n. 37, nova loja do *
porlas,acaba-se do receber pelo ultimo vapor
viudo do Franga, ricos cortes de vestidos de
seda com 3 habados para 30?, 511, so, 70 e
SO^OOO, d i 1 os sefli habados a 25?, sahidasde
baile a ->i?, 21, 25 a 311/000, enfeites para
cabeca do melhor gosto que so pode encort-
Irar a tW 12 e 149000 cada um, manguitos
bordados de cambraia a 2/300, 3 e 55 o par,
camisinbaa bordadas com manguitos o gol-
l'nha a IV, gollinhas bordadas a 1?'J00,
19600, 292OO e 29500, tiras bordadas a 800,
000 e 1? a vara, cortes de barego a 79, gazo
de soda a 700 e a 800 rs. o covado, foar de
seda a 800 rs. o covado, grosdcnaplcs mofa-
do a 19 o covado, dilo limpo boa fazenda e
lSOO o covado, dito prelo a 19600, U800 a
29, mantas pretas de. lil bordadas a 0 e 12$,
rhapelinhas para senhora muilo boa fazen-
da a 1c. chales de merino bordados a 6?, 8
e 119, dilos de touquim bordados a 209
cortes de cambraia de salpicos a rfiOO, ditos
de seda prctos muito superiores Hll? a 00?,
chales do merino pretos a 49. longos de re-
troz a 29, chapeos do sol do seda superiores
a 109, ditos a 7.?, ditos do pello francezes 7c
a 8c, chapeos do labre a 69500, dilos de fel-
tro tinosa 59500, ditos de feltro enfeitados
para menino superior fazenda a 5?50U, cor-
tes de casemira bordados a 69500, ditos lisos
a (9, cortes de brim de linho a 29500, ditos
a 29800, ditos da mcia casemira a 29800, ca-
misas francetas brancas do linho a 49500,
ditas de madapoln finas a 2?100, 2900 e .1?,
ditas de cores a 2960Oi dilas de mosqueleiro
a i-, musseluias brancas a 320 rs. o covado,
dilas de cor a .'!'20, 360 e *00 rs. o covado
muito linas, cinta franceza muito superior
a 280, 920 e :i0 o covado, ceroulas de linho
muito linas a 39, guardanapos brancos a 3o
a duzia, luvas de lio de Escocia a '.loo rs. o
par, muilo boa fazenda, llanda branca a
480 o covado, dilas de cores muito linas a
uno rs., grvalas de retrox a 29, ditas de se-
tim bordadas a 39, ditas de seda a 600, 800a
le cada uma, C0rtesde seda branca com lis-
tras azucs asselinadas a 20; o corto, cam-
braia de salpicos milito lina a 000 rs a vara,
lil do linho liso a 6i0 a var, dito bordado
A 6,000 a peca com 35
covados.
;i Vendem-se pecas de chitas franco- *j
_.->. zas padres modernos com .13 cova- i.
[ dos pelo barato prego de t; cada pe- ^*
Vy ga : na loja da rua do Que miado n. &
-'.;:- Mide Leile, Arlhur & C. .;;;.
.''/" ;- -'- .....*- -- -*- en -*
..". r .:::-::-::..:....:..::.:.
sellius
patente iglez
Sao ehegadet c arliam-sc a venda 01 vardadeira
a bera conhacidussellius inglezas patala: na roa
00 Trapiclie-Novn n. 12, armazem de raleadas ds
Adamson UowiaA t:.
Jiois para ear-
roea.
a
Moje as toblas da manhaa se achara uma
^'d'propria para cairi.ga.a .pul se ven- j i,' i'-ToO"a'varaii meias"de s'ed "brancas Tg e
59, boa fazenda. dilas pretas ;, lengos de
seda para hoiiicm a 29, ganga de cor a 300 e
fiO rs., homhazina a 19100 u covado, panno
lino prcto a 3;, $9500, ;500, 5;500, 7 e 85,
dito cor de cate a :; o covado, dito azul .'!>
a 59500.O covado, cascniiras pretas a 29200
ate 4^ o covado, damasco de la a de duas lar-
guras a 2.;800 o covado, dito estreito a 800
rs., velbulina preta e da cores a 750 o cova-
do, velludo prelo a 6; 0 eovado, brim bran-
eo de linho a I92OO, IcSOtl e 2.3 a vara, gr-
valas com um annel por 59500, mcias bran-
cas para homem muilo linas a 79, 8 o 10s a
duzia, cassas francezas omito linas a 5110 o 600 rs. a vara, collarinhos brancos a
220 cada um, lengos de lahymilhn a I9i pa-
litos de panno, de casemira e de alpaca, pre-
tos e ile cores, caigas de casemira e colleles
de gorgnrSo de seda, ludo muito bem feilo
e para divnrsoe prafst, sarja prala par for-
ro 1 1-200 o covado, cortes do rolletes de
casemira bordados a 5;, ditos de gorgurao
de seda a 3;800, e mullas mais fazendas que
nao he possivel S0]U fa/.er menean dcllas
polas mudas variolados quo SC ciie.inl.ram
aqui nesle eslahelccimeuto : quem quizer
venha ver c traga dinlieiro, que nao vai sem
fazenda barata.
der* no largo da igrtja do Kspinlo Santo,
por prego razoavcl.
Na loja das
seis portas em frente 'lo
Livramento.
FAZENDA F!NA
Sedas de quadros, fazenda nova a 19200 o
covado, chaly de flores com listras de seda I
' 19100 o covado, manguitos bordados a
39500, golinlias a 19, cassas frncczas linas 3 I
Jlill a vara.
PAIIABlA ETABERN* A VENO a.
Vcnile-sc a paUaria da poVuagSo do Mon-l
tetro denoiiiiuada--AmorimB o taberna an-
nexa a mesma paitara, CUJOS eslalielecimen-
los acham-SO respectiva e precisamente
montados, offerece mais a vanlagem de ter '
as inesmas proeriedadoa uma lioa casa de
vi venda eoin sitio plantado de excedentes
rrnteiras quesoaluga conjuntamente as ca-i
sas dOSdousestabelecmentos : quem pre-
tender pode dirigir-sc a rua do Aiuorim n.
43 a tratar com Travassos Jnior & C
Vinlio do Porto.

Obras do Dr. Pimenta Bueno.
n Direito Publico Brasileiro, analyse
H da COnstituicSo ; prego 99: aponta-
.h
No armazem do Manorl Joaquim] de Oli-
veira le do hecco da Madre de Dos, vende-se mi-
Iho a 79e 99o sacco, farinha de mandioca
muito superior a 99 rs.
Nova agua de malabar.
Vende-se esl 1 agua a melbor que tera ap-
parecido para tingir o cabello e suissas de
prelo : na livraria universal rua do Collego
a. 20, da-so junto nm mpresso gratis cus:
nando a forma dnapplicar.
Ka cocheira ijue foi do Sr. Pasaos, no
aterro da Boa-Vista, existe par venderse
uma cruz pendente para cavalleiro da or-
dem de Christo, ta la cravejada de diaman-
tes e podras encarnadas : qnem a quizer,
sea mesma cocheira, qUe achara com
qnem tratar.
mentos sobre o procosso civil 5o, ta
do Cobo on.frcnlc
-A" -V^i" -t 5? Jiw~r
Superior chamico.
Continu'a a ven der-se engarrafado o em.,
barris de oitavo, a prego commodo: no ar- ;'.: a vcn<,a na rua
mazem de barroca & Castro, rua da Cadcia H: ao n* ~'1'
do Reeife n. 4.
LOTERA.
Sabbado 22 do correnle, corro a loteria de i^a IO 1 JIO \)6 (1(1 a ICO de
I apacaga, cstao a venda no aterro da Itoa- .
Vista n. 56, loja, burieles inteiros c meios OttlltO AlltOIIIO.
troca para os treguezes, e muito boa nume- Vendem-se ricas cambraias ;de cores 200
reis o eovado, velludo o lil para vestido a
(>
A
U'AMUA
,ALLIACE.
Iistab ida em Loudn s,
em di IH24
CAPITA!.
CINCO &HLIIOKS LR LIBRAS ES-
TERLINAS.
S.....i lers, Rrothers & C. tem no
.
quem mais couvii r, que
-lao plenamente autorh
panhia para eftectuar seguros sohre
detijolo pe,ha, crAerlos de lelha, e
i nal.neme sobre os objectos que conlive-
rem ns mesmos edificios, qutiri onsi I
o olulia, ou em Fazendas le
nhaa iie pbopboros, e um excelienle vidro
para cosmoraaa de maioi grao.
-- Ai rua da Cadeia do ccife, casa n. 55,
lorn saceos com farinha para vender, o sac-
eos cum gomma, cor prego commodo.
Ao aterro du Boa-Vista n. 4, terceiro
andar, se Jirr. quem ven le uma casa terrea
Sita lio hairro Ue Santo \ni
--- Na oflicina le daguerreutypo do aterro
da Boa-Vista o 4, terceiro aunar, existe um
lindo sorlimento dealfinetes de ouro ara
serem vendidos com retratos do s a 259000.
i)uii;i\(;ii)DiCi\
LIOAO DE DIREITO CRIMINAL PELO
DR. BRAZ FLORENTINO IIENRI-
<>U.S DE SOL/A-
Com rste titulo sabio a' luz c esta' a
venda mi Liviana Universal, roa do Col-
legio o. SO,esta nteiessnntc piihcaro,
para a qual chamain Guimarcs & Oli-
vcia, proprietaiios do estabelecimento
em que se annuncia a venca, a attem io
das pessoa*entendidas, e dos S.-s. ;, ;, !, -
micos da Kactildadc de Din ito ao Ueeilc.
I'nrn I.SIKI.
- rinha de mandioca de
snperor qua ldade.
Na rua do Trapiche, armazem n. 9ell.
^ecas de algo-
doziiilio rodo (!; cupiii
R L'iSO r .
na i n i do Crespo, Soja la es-
quina que volla para a ni i u (di la.
l)i-|icsiio de sal,.! no lar feo du
A em!i!, .i li. 9.
Vende-se sabo amarello de primeira e
I qcirliJ r inho, prelo e kran
ba c sebo pi tinado.
Cera de carnaii-S' Ur^My^|ie
),00O.
Vcndom-se vestidos de nrgandy 9
qullho fazonda mais moderna ain- (5)
da que os debabados pelo barato**
prego io !? cala nirlc : na lo|a da T*
rua do Queimado n. ln de Leile, W
Arlhur (\ C. u\
HIIio. feijao
imilatiiiho e
braneo.
Vendo-so superior milho, feijao niulali-;
\o a braneo, por coinmodu preco ; na rua
kinorim n. 39, armazem de mel, dos Sau-
jnlo.
ora toque de
19200 o covado.
Milho e farinha.
Vcnde-se milbo do l;io o mais novo que
ha DO mercado a 09 sacco, o farinha de
mandioca em saceos le atauire da modula
velba a 10? : no Kortc do Mallos, armazem
de llemetero & Irmaos, confronto ao trapi-
che do algodao.
Chcguem ao
bom c barato.
avaria.
A dmlieiro vista.
Corles de musselina larga com II covados
e barra |ioi "? 0 39500 pecas de algodozi-
nho liso largo a 29, 2/500 e 3p000 vendem-

Domingos It. Andrade & c, rm deposito
no largo da Assombla n. 9, azem scientes )
1 Srs. fabricantes de velas, e a quem mais '(j#j
POSSa, (JUO "tf,lrt r..cilui.l..c .. I N
est3o resolvi los a
inleressar
vender tanto um como oulro artigo por me-
nos preco que em outra qualqucr parle,
alem do que dpixam escolher tanto sacco
como barrica no completo sorlimento que
presentemente tem.
.Yo puteo o Coi'|>o Samo
11. C eseriptorio de
NOvaes y V.
Vcndc-se superior vinho do Porto en-
garrafado, cm ca.\as de I o 2 du/.ias le
;; 111 alas, ln 01 (omo em li.d 1 ib de i' i 8"
a preeo 1 ommodo.
Aliene;;! o.
Vende-se superior farinha de mandioca, e
mais bar lo do que eui outra parle : na rua
ima lo, loja de erragens n. I*.
n
ini-
MaiToquini
a 1-600 r. pclle, e 178000 a duzia, fazenda
sem deleito e boa quabdade : na rua Ui re la
n. i5.
VenHe-sc na fabrica de vinagre da
na Impciial n. 7, dous laniiues de ama-
rello, cornos gatos de sicupira, contendo
cada um 50 pipas, cases lauques podem
sei sic de deposito de rnc.
O primeiro lomo das l'.iographias pelo
commendador Antonio Joaquim de Mello,
nbrs intoressante, ja annnnciada por esta
Diario; vende-se no deposito la rua de S
x rancisco n. 6.
cilios e rlegios.
'.-ki.i.i.v ei;r.:.or,ios dapalaata
inclez : a venda no armazem linslriiiiltiinker A, lannpanliia es-
qoina ln lar^o du Carpo .Saiilonu-
mern IS.
Tampolinas as mais ricas quo tem apparc-
cido no mercado pera vestidos a 1ro cova-
do, sedas lavradas para vestidos a 19800 o
covado, lencos de seda grandes a 19, grava-
tas de seda hoiulos padr:s a 1?. luvas de
seda para homem e senhora a 19280, muss-
linas de cores e brancas a .",211 o covado, cor-
les de calca eacuros a 1-, chales de merm
linos com palmas de >o\a 109. ditos sem
roUa'p. / !h i-;!, i'13 'U "'"""* ,," "almas 59, Cb.pOS de so. do panno -, cor-
v n e pr',C"'"0 ,'"""[ la ,r'"- 0Mn* "'laa fazendas que se
-- veodem-sa mu.lo car conU sapatos do V1,n;lpni para Iixar CuIllas rua do Col.
Aracaly, ara |i\ar eonlas b^m como obras legin,
de lahyrintho, bicos, rendas etc.: na rua _T_ _. ^ _. _^.
da Cadeia do Kecire pnmeiro andar n, no ..,.'.. .. ...-...- .-......'......
Cabos solilos il.i Knssia, Ca- '
o c tlanillia. ,;v
.: Lonas da Knssia, brins c brn- ". :
::: ao. .
mira preta bordados a 13, chales de Kan-
encarnados a 19, dilos de 13a prctos a cooo,
cassas do cores a 160 o covado ; dam-se a-
mostras. A loja est aberla das 6 horas da
manbSa at y da noite.
A loja das fa-
milias eco-
nmicas
Na loja cima denominada, de Jos Con-
calves Malveira, na rua do Crespo n. I i, so-
brado, amarello, ( onslantemente so encon-
trara um variado sorlimento de fazendas a
vontade do comprador, e por meuos prego
quo em oulra qualquer parte. Entre ellas
esistem : ricos chapeos de goslo muito mo-
derno, para senhora a 159 rs.', chales de tou-
quim malisados, goslo de Taris a 30?, visi-
tas de merino guaruecidas de franjas a 20;,
dilas de grosdenaples guarnecidos de pennas
a 30?, grosdenaples furta cores a I36OO, len-
cos de cambraia de liobo para noivos a -a,
53, e85rs., maulas de blond brancas a 80,
cassas de 'ores muit. linas a 480 a vara, col-
chas de laia de seda a 26?. ditas de (usto
aS9500, tapetes para sala com 4 palmos de
largura a 11;, corles de alpacas lavradas de
todas as coros imitando seda, e de duas lar-
guras, pelo diminuto prego de :i-uo, cassas
sedas, goslo da corte a 610 o covado, chaly
liso de todas as cores, muilo fino, com 4
palmos de largura a 800 rs. o covado, cortes
do cambraia e bailados e barra a '2|50O, liras
bordadas de cambraia com um palmo de lar-
gura a 1 rieiu a vara, cortes de chita escuras
proprius para casa a 1;600, cassas oscocozas
a 200 rs. o covado. Alem dcstas esistem ou-
tras muitas fazendas, que a vista animara o
comprador, pela vanlagem que enlSo rer.o-
nhecero.
Chapeos de sol de seda
a 6000 : na rua Nova n. 42.
Publicado jurdica.
Continu'a a ve,udcr-se em casa de Manoel
do Nascimento l'eroira, na rua de Apollo 11.
6, a Theoria do Direito Tonal por Silva Fer-
rao, em 8 volumes, brochura, por 14/000
vista.
S. STIEBIEL S; C., banqueiroaene-
gociantes, cslahelecidos ha mullos anuos
em Londres, teem a salisfac;ao de par-
ticipa i-a seus corresponden Us c 00 publi-
co, que acabam de iundar casas filiacs
nos principaes portes esdiatrtes manu-
factura ros de Franca, Alemnnlia, Ikdrji-
ca c llollanda, conservando alemdisso
suas proprias casas anteriormente estabe-
lccidas as cidades mais importantes, c
poitosmais comniciciaesilalu-lJielar.lia,
e estao em posieaodc oferecer grandes
vantajens aspessoasqiiepossam necesitar,
assim em Londres corno em oulioi|iial-
quer ponto da Europa, de uma casa para
compra ou venda le artlgOS, bem como
para os negocios de transaceo de crdito
.1 banco de qualqucr genero.
As pessoas |ueiifiolorcnicoiilirclasilos
annunciantcs dcve 5o acompanharsuas or-
den! com os fundos necessarios para sua
exeucro ; litando entendidas que os;an-
niinciaiites nao tcem dilliculdade cm adi-
antar 75 0|0 sol re os gneros recebidot
anli-sde sua veni'a.
Ospretjoscorrentes c mais infrmateles
commerciaes, que (orctn pedidas,serao
enviadas gratuitamente, salvo o porte do
correio, podendodirigir-so aosannunci-
egiismo Fui uei-
no.
NA FUNDICAO DEFEIIRO JlO ENGE-
NIIKIRO DAVID W. BOWMAN, .NA
RUA DO BRUM.PASSANDOO CHA-
FAR IZ.
ha sempre um grande sorlimento dos se-
guintcs objectos de mecanismos proprios
para engentaos, a saber : moendaa o meias
moendas da mais moderna construcc5o ; ta-
chas de ferro fundido o batido, do superior
qualidadc c de todos os lmannos ; rodas
dontadaspara aga ou animaos, de todas as
proporedes; crivos o bocea do fornalha e
registros de boeiio, aguilhocs, bronzes, pa-
rafusos e cavilhjs, moinbos de mandioca,
etc. etc.
N.V MESMA FUNDICAO,
seexceulam lois ascncommendas com a
superioridado ja conbecida cora a devida
presteza e com odidade om preco.
SI RLI1V DO RIO DE JANEIRO.
Vende-sea superior farinha de man-
lioca deuoininaea Suruliy viuda do Rio
Janeiro, pelo baratissimo preco de
barrica, e quem nao andar ligeiro
sem ella : a tratar na rua do Ces-
Agencia
i;, funditpao Low-Mo
rua ;t Vnzala >va
u. A*i.
ncstcostabelecimentocontlnn'aabaver
ni completo sorlimento de moendas e
meias noendasparaengcnlin,macbinasde
rapore Uixas le ferro balido ecoado de
lodosos ta ma utaospara d 11 >.


------------ qualquer qua- r 1 p 160 a libra, e os mai reces ra-
IMaue- Izoaveis.
de luaudioea, feijao e
Iho,
desembarrados na pn 'nana; ven-
de-so cu ;n mazem n. ''>. defronto do trapiche
do Cuntas, do borle do Mallos, a precos mui-
to ventajosos.
leloirlos
o
rolarlos e desronertos, pnqnenos gran-
I'".'......... patente i ngle7, para homem
e. senhora, da um dos melhnresfabricantes
le Liverpool, viudos pelel ultimo paquete
"igl-z : imca 1 de joultrall Mellor & C. j marca rastello, muilo grande a 4s000 a pe.
'"' r.ompanbia,
'. :t~, vcudom- p -iegante
:ante Traumann
inhuma
Couro (1<^ lustre
rua po Turres n. lis.
'lo.c-VtrOOa duzia : ua rua Uireila 11. 4.
l!
que pechin-
cha

39
C0I11
ic un l.il
para
pregos.
Oleo le linhaca e
forro com }*,
Velas Steari- @
as. saa
Eslaubo cui l>.ti 1 inlis, Bar- (
lilha.
Vinhos (nos de Mosellc 1 loan- A
nisberg espumoso, c le Bunl<
c
ile
2S.s a
(cora
po 11. 1 I 011 na 11 a do Collegio 11. i.
(-*W*?0$ ?**'L<^.
COIS TCOOE DE AYARIA
NA LOJA DO PREOriCA.
rua do Queimado, esquina do neceo do P,>i-
Xe Frito n. -, vendem cassas Irancezas
muito linas, con pequeo toque de avaria,
pelo diminuto prego de 3sH> a vara, assim
romo cambraias Irancezas muito linas, pa-
drees novos e sem vana, pelo baratissimo
prego de 500 rs. a vara, ISazinhas de qua-
dros le Ionios padrdes, proprias pan vesti-
dos de senhora e palitos de menino, pelos
diminutos oreos d i -o, 50fl e 600 rs. co-
ludosadarSu amostras com pe-
ulior.
:il.al:isS.
.;;. 1 111 quartolas.
C. J. ASII.EV St

No dia 17 de fevoreirn do corrento an-
no, fugio do engentan Curcahi da comarca
de Pao d'Alho, um escravo de nome Antonio
Cacange. de idartr 38 annos pouco maisnii
menos, de altura e grossura regular, ean-
gueiro no andar, nSo tem barba, tem todos
os dentes, he casido e tem marcas de rclho
nasnadegas, foi escravo do herdeiros do
tallecido Caetano'.oncalves da Cunha; cons-
ta que certa pessoa moradora para as partes
do sul o tem em s ;u poder.e desde ja protes-
ta-so contra tal p-ocedimrnto com todo o
rigor das leis : quem apprehrndcr dito escra-
vo conduza-o ao referido engenho, ou no
llccio ua rua da g lia n. 6, que ser genero-
samente recompensado.
Kuglram do engenho Agua-fria, fro-
guezia de 8. I.ourcngoda Matta, os osera vos
Miguel, alio, serio, quando anda he muilo
inclinado para a lenle, pouea barba, sj |ol
escravo de JoSo lite do Reg Barros, mo-
rador na freguezia da Kscsda, para onda sup-
C.
g pe-se ter fgido. Severino, cabra, baixn,
W grossura regular, lem um deleito nm um
O
No armazem 11 Innes, defronte da slfan-
. 1 ndeoi-sn gigos com batatas, pesan-
do arroba c mcia, pelo barato pieco da 2: o
'oO.
j-O::>000 -.-OOOOr.:0:^:
Vende-so .superior liona de algodao
brancas e de cores, em novel lo, para costu-
ra : em casa do bouteall, Mellor & C. rua
do Torres 11. 38:
'::.-:;:
g Toalhhs pra mesa.
"-;/ Vendem-se toalhas para mesa de "''
..; lodosos tamanhos o com diversas v:
ramagens todas de goslo por barato a
w preco: na loja da roa do (juoimado '!
... 11. 111 de l.eile. Arlhur ('..
TACMASl'AKA ENGENHO
Da fundir
na rua lo liium, pastando o chai -
riz, continua u lia ver um completoso ii-
meulode 1...I10 deleiiolundidoebati-
dos dedos aa mao, representa
m
a i dado da L'S
para '28annos, e tem pouca barba; mer
um, quer outro lugiram no mesara lia :
quem os apprehender, leve ao ehgeuho ci-
ma dito, que sera generosamente recompen-
sa lo. Consta ao thaixo assigeado. senhor
de ditos escravos que se ae|ian: homicudos
cm um dos engentaos da freguezia da Beca-
da, e desde ja protesta contra cucm os con-
serva indcvidameiitc em scu poder pelrji
das de servico d; ditos escravos.-Manoel
Thomaz Aibuquerquc HaranbSo.
~ Desappareceu aa noiie de 21 de hril
do enrente auno o escravo de nomo |Voren-
tino, com os signaos segrales: estafara al-
ia, cor mulata, sem barba, i'spailua- largas,
ps grandes, rost romp ido, olbos casla-
nbos, cabellos pegados, falla gross>, minio
srrodeD. W. Bowman regrisU, lem falta de 3denles aa |r.ete. em
um dos Isdos do qoeixo lem uma fstula,
levou chapeo Ip couro o camisa de risadi-
11 lio : quem u prgar leve o a fundifn ''> %
I rara em Santo Amaro, que sem 1 eiijio-s
do, le j a S plintos de bica, as quai ise
celiania venda por preroi ommodoecom
prornptidiio.eniba cam-se ou carregam-
se em carro sem despezas aocomprador
menio recompensado.
I
l

PEItN. l'Yp. DC M. F. I>C KAItU. 1.
ILEGIVEI


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