Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07933


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Full Text
\N\(> XXX1VN. 110.
Por 5 mczes adiantados 4^000.
Por 3 mezes vencidos 5J0OO.
SAMADO i:; DE MI DE 188.
Por anno adiantado 13J000.
Porte franco para o subscriptor;
KNCVUREGAOS DA SIBsCKIPCVO DO NOKTE.
Tarahiba. Sr. Joo Rodolpho Gomes ; Na la 1, o Rtotaoi An-
Iodo Harqua da Silra ; Arica ly, o 6c. A. de Lemm Braga;
Caarft, o Sr. J. Jota" de Oliveira ; Maranhao. o8r. Jote Teiieira
da Mallo i Piauhr, o Sr. Jos Joaquira AveMoo ; Para., o Sr.
Juaiioo J. ftamoa ; AmaioDa, o Br. Jerouymo da Coila.
PARTIDA LOS COR REOS.
1.1 iior*. do liu
Olir-ln tOlliti o*-lia-.-- ......._-w.
lgu*r--u*, olanM Parahlbl m \i(i^-firn.
\ lo, Iti'otf..-. It miij. Caraaru'i Allikko etiaraabani : irr^-r<-ira.
S. i.Mir.n.... I'i d Albo, Kaaaralh, LiMorir*, toj, i-.-.^u.-it*, lBjiel-
fj, l- Calm, Ipojoco* SeriaUoai, Itio Ponaojo, Cm, Brr.io, A^u-i'. .*
cini-M-ii > a naCal fafotaa-feiroa.
Yodoa os eonolvi partea *b 10 bi risita munhKa.
AUDIENCIAS 1IS TRIBUNABS DA CANTAL.
Tribunal do commercio : ugunda quintil.
Relacao : tcrca fritas aabbadoi.
Fazendi : quarlai a itbbadoi ai 10 le ras;
Juizo do commercio : irgunda ai 10 boraa quintal 10 relo da.
Dito daorpboa : eegunda e quintal ai 10 boraa.
Pnmcira ara do civel; leguoda leitai ao meio dia.
Segunda fara de mil : quarlai aiabbadoi a* meio dia.
BPHEMBRIDES DO MEX DE MAIO.
A Quarto nhi.guanli ai 4 borai a 20 minutoi da manbai.
13 La nova ai 3 hurai a 28 minutoi da nia.ihaa.
19 Quarto crcente ai 8 horai da tarda.
27 La ebeia ai 3 boras e o5 minutos da tarde.
I'KEamah DE IIOJE.
Primein ai 6 horai a 51 minutoi da manhaa,
Segunda ai 7 horai a 18 minutoi da tarde.
DAS DA SEMANA.
Iii Secunda. Ss. Blanda, Phlidelpbo e Arj.lieomm.
11 Terca. Ss. Fimo, Aoiilecio e Sereno niin.
12 (.luana. S. Jnanna priiicea v.: S-. Ni re. e Aquileo ir-, inri
l.'l Quinta. >i* Assem. ... da Scnbor. s. Pedro lligaledo I.
I Sella. S. Gil : >*.. BonracOi Lucilina c Poociu mm.
18 Sabbado. S. Isidro lavredor : S. liwiipna plii.reza.
16 Domingos S. Ju ENCAKKEi.ADoS HA SUBSCRIPCA'O DO si I..
Alagoai, o Sr. Claudino Falco lliai; Babia, t Sr. D. Dupnd
Blo de Janeiro, o Sr.Joao l'eraira Martioi.
EU PERNAMBICO.
O Proprietarlodo DIARIO Manoel Figueiroa da Farli, na lu
lirraria, prac* da Independencia ni. a 8.
. Uo voluntaria lincera, tambara devo diier que,
^i.irJad i* ai dividas impcries, cu nao o qoero
I para o- cargos policiaes.
Lm Sr. Depulado :CouCme que nao nieve con-
cillado antes.
O Sr. ti. Drumnioh'l :l'orqua o uobrt diputado
qoiz envenenar es rainhas palavrai, comiderou-is
I mino dirigidla a unta claan ioleira, a quem uuitc.i
Uve inlenclo da ..Hender.
Im Sr. Depulado:Se fez .i conciliario nlo dive
stguir o PffeOOWO.
O Sr. ti. Drummond :Sr. presi le nte. a illegali-
PARTE OFFICIAL
TRIBUNAL DO COMMEliCIO.
SESSAO ADMINISTRATIVA EM 1* DE MAIO
DB 1858.
Presidencia do Bxm. Sr. deiembargador
Souza.
A< 10 horas da rnaoliaa, achando-se presentes
"' Sra. deputadoi Kego, II .sin, Lemos luppleule
Haniiis e Silva, fui aliarte a acsiAo.
l-oram lidat approvad.it as actas das dual ul- ( dade da nomeacea de militares para os cargoe po-
.iniai liciaes lie luje aiionid, e nao precisa de dernous-
EXPEDIENTE. | l'S*o.
Koi preseute a cuU^Ao otliei.l dos preroi corren- | O uobre depulado o Sr. Correia de Oliveira, o
llio, rliainando e piole;endo a lodus aqaelles que. O Sr. t,. Drummond :Poia bem, eram iiiimios desse eapiiao. mo o que di o nobre depulado, mas permitta-ina do tvlo m.iMasleis s>u car ? da como militar, mas iim como dek-gado de poli- Ira mnn.
t) Sr. Mallo Hego :E o Sr. (.arvalho foi bom. qoe lha pergunle. ie como magistrado emende que ; t) Sr. Ilieodoro dj Silva : Dar-llie-lici a res-1 ci. 11 Sr. Souza Keis :1> nobre depulado nao hivii
O Sr. ti. Drommonl :Eo anda nada diste acer- a ea desie tenhor, maa se lie preciso que o faca, deeo ment de urna carta a ootrem dirigida a fai-lo pu- O Sr. (1. Drummond: O preso queiou-se ao cia da nomeia(ao dos militare! pira cargos poli- > Sr. i,, iiriimmoud : IndcneiiJenle de-Ui va-
dizer ao nobre depulado que ae u Sr. Carvallio com- blicar lia justo, he lioneilo ? | presidente da provincia, e eu vou !r a pelicio. ciaes. I liosas razoea qoe ha pouco eipandi e ai qu.iei nar-
metleu taltal tinha ao menos urna qualidade boa, U Sr. S mga Keii:He preciso ejoe le provu que K Ei-la.Illm. e Etm. Sr. Dr. presidenta da l raa voz :Apuiado. I re ao delegado de Seriuhaem para n.lo demonslrar
nao linha a cobarda rio recuar antea paternidade de elle abia que linha sido violado, segredu da provincia.Diz Joaqun. Coma de Araujo, preso na ne. al, Drommond Sr rreiidente lenho 1ue roava ante esse processo aceilei o foro. Iu-
m.UVcia'.cm co,,l,1nunn, P'"'"" o M"r"' c".['\ Tk. tt "*? Je Sarinliaeni q0. havendo s.do processado ,,,, ,las daJ, nroD5ke8 ; ine ne;, caM. qoa.n.,e lestemuuhai, foi
Kego, qua o cnmmelle, e eom recelo ila lauclo U sr. Llteodoro da Silva da un aparte que nao pe
penal uesa forteinente. ouvimot. era
O Sr. Mello Kego :Mas em sumraa no todo foi O Sr. G. Drummond:Nao aila' o nobre depu- po em que elle esteva na diracr.'u e guarda da ca-
hun ou mAo '' lado sitisfeilo com a declaradlo do fallan do Sr. Joi ; dea pala ausencia do respectivo' carcereiro, foi ete
O Sr. l. Drummond .(luiros que Ihc raspan- Eug.uio '.' nao foi eila a conliwao de que o Sr. Mo- processo em giao d'appellatao julgado nullo polo o-
dain, sou uipeilo, Sr. presidente o delegado actual raes Kego sabia de lodo assa nego.uo'.' perior tribunal da relar-io insudando que se iii-Ih ii-
de Serinhaera entrando no exerciclo de no cargo,' Sr. praiideute, creio ter dito o que he ulllcienle rase outro palo loro cuinmuiii. Km qu.inln oaop-
ovincu.-uu aoaquim i,ori.-a de Araujo, preso na 0 Sr- ,,. DromIBOI1j Sr. rreidnle lenho 1ue rcca"' *
deaida serinhaent, qoe havendo sido processado tratado das dual proposiSo.s que avancai neHa casa, q"'"m-e le
ilo joizo de d.reilo da comarca do Kio lormoso, acerca do delegado de Serinhaera capiao Jos Anca- bllcu dl eom
u razso da oca de uin outro pre^o durante o tem- ,u de Mura R#g, la,l5[aie1o aifn aos dejos do i achoo o indici
O Sr. (,. Drommond : Sr. preiidente
"""it, foi ouvido o promotor pu-
marca, e esle digno funceionario nao
desejos do "" "inicio indis insignificante qne fosse qoe po-
meu nolira collega, quando me eiigio as provas'de **"* oriar uin pedido de pronancia. A visla dia-
minliHs n-.er._iii'-. | lo, Sauhore, o que poda eu esperar'.' necearia-
l'aaaarei, se'nhorcs, ao dealio ollicial (I nobre de-. '"",l* ul daapaeho qoe rae declaraste innocente c
polado que lauto a paito tomn a causa do Sr. Mo- 'I1" confuiidisse ios roeoa inju.los perseguidore-,
raas llego, procurando .illtuuar ette faci revoltan- ["? Va* ";>hcre'> verdad, cedo ou tarde apparece.
les da pnca, relativa a semana liada. Maudou-.e mcu collega o Sr. Siuza Res, dadozirain arguinen- I so procu-ou eslabelecer a desharmonia e a iutriga para demonstrar a arlada do primeiro fado prali- pilcante ma'odava prouuver a commi'.eracao de al- ".''"X\i,V'"*u\n AiZ' VmVn.i.V.. ".'"m a iiiiquid.ides por mais nue te occulle semine da-
los irre.pondveit quando tialaram da illegalidade I entre ot Strinhaenses, dentro em poucos das os que cedo pelo Sr. Moraes Hago. gomas ne.soat para minitlrar-ihe os meot pecunia- .i'n. ,. ,i ?
.____ r-... i.-.. 4..an ...------------ -_.__. .. ^._- ,.,__'.... .. ,,.._^ _..__.. i'iicniaae. nj
aiclnvar.
DESl'ACUOS DEElSITlVO'v. ; de tacs nomescoii; nao farei mais, stnhorei. do goz^vam dasg>a(as do seu antecessor etlavam fora- tu disse, senhores, qne o delegido de Sirinlilem ros .le obler eilracrao da eoletira desse julc-
No lequerimenl.) de James Crahlree A Compa- que repetir o que por tao Ilustrados oradores foi gidni e perseguidos cruelmente, jnderia em conlir- tinha mandado dar busca nos papis do preso se-1 meiilu afim da a|ireseiila-lo ao jaizo comp.leule -
nina, pedindo o re.islro de cinco procuracoea que a-' dito. A re-ideucia que a le elige pata que tus oo- m Jornal de
: mea^es postara recibir em ulliciaea mililaret, n.lo i veucena a quem uAo estiveise eivado de parcialida-, previuneole, qoe os papis desse desgrara l.i foram Coinroerci.. de 6 do mez pistld. apparecesse umo
junlaiii.Como requerem.
No de Barroca o Cislro. pedindo tambera o regis
Iro de orna sua procurarlo.Como requerem.
No de Srhapheitlin & Companhia, no mesmo teo-
lido.Como rrqoerem.
No di Krancisco (joocalves Nelto, no mrsmo sen-
tido.Como requer.
mo requer.
No de Izidoro Bastos de Oliveira, salisfazendo o
despacho riosle tribunal de ti do correnle, com um
i.l mmenlo ao seu contrato social, no qual ettabele-
plicidade. I) desali foi uin mero cracejo. mis is- I am 'eslamonho da sua eon lemnasao. Mat nao, se-
iiii inearoo censuro, porque o Sr. Moraes Kego li- i '.''ore, apfiareceram as correspoudeoci.it contra o
ha de ser juiz em una causa eu) que o nobre depu- Sr- lurs Kego cm poca que os aoloa sa achavaru
lado era parle. "'" '"H c""eloso, para tercer contra mim urna
Na verdade, tenhore, a imen.;.i.> do meu nohr. nieiqonha indicia, declarou-ta incompetente, eor-
eollega, fui engenhosa, mus periiiilla-mi dizer-lhe J"1'? 'Iue P'"08**0 f"-"' reraetlido jura llarreiros.
qu claudicon coiiiplel.inienle, mas anles de ludo eu ;" lle """ dilliril, Senli.ires, provar a injutlica
darei urna breve noticia desla ciata. desse despacho se o delegado de Seriuhaem foi o
Sanli.re.., o nobre dopolldo proOC0U-nie a locar competente para formar i culpa, nao poda rtcaar
ueisi chaga ptrida, que tem por cobertura es< pro- "n 'itr despacho; de pronuncia ou nao pronuncia,
o que foi instaurado palo Sr. aloran Rogo, com Pur 1u e**e despacho era um enrollarlo infallivil
ha a Toreada, nao he a necess.iria proveniente do de, de verdade de minhat proposic.net. levados para casa dessa autoridad, que lirou ot que correspondiucia da Villa de Sennli.iiin qua revcla-
comiuando de destacamento!, he sim a residencia eru U qoe refer acerca do Sr. Moraes Kego. he has- Iho convniha, que alin dislo pira nlvarse da res- corlo* a-Ios escandalosos do actual delegado da
loda a axleusao da palavra. A le qcer que o indi- I tanle para faze lo couhecido, e por eiiuseqoeucia pouialulidade do acto havia declarado ter sido me.mo lerino capilao Jase Angelo de Moraes Kego
viduo nomeado para delegado de pulieia couher;a a { nada mais adanlarei. limitan lo-me a dar proa praticaJo pelo alfere cominanda le do destaca- e elogiava n seu antecessor capilao Irancisco Aulo-
localidado onde tem de eterrer (anadicejlo, leuha do que ditajo a ripeilo desse h nuera, ja que o no- ment. mo da Carvalho, de quem elle e mosira deapeilauo.
niesino inlerena reae* nesia Incalida le, porque, se- bre depulado a lano me obrigou. | Seuliores, en nao preciso proar i existencia do Esta helo por si ni bialoa para desorientar e lomar
No le liabriel Antonio, no mesmo temido.Co- nhore, em individuo qoe se ache restas circunis- O primeiro laclo de que tralei foi a violaco do fado que aeauei de narrar, porqui os ouvistes a um ver.ladeiro po.ses.o aqoelle actual delegado de L-'," '''''.,. 'm'.'ivd.r''\'lrri\iea1!,lii-me"ciim "h~ Jjs Pfmessas por elle e-labelecidas e ludo islo. So-
lancias, de necessidade hade promover a Iranquilli- egr.do dll rartas. Diste que u Sr. delegado Mo- eonli.iao plena e (ranea, que lez o nobre depulado Seriuhaem a ponte deque correu a improba deas- .....JH ,.,,,,.',,,,,', ,,, uimiaw meai uui "horei. eora a clngular eireumslaneii de ter onvido
dade e a segnranta publica, porque aiiim fazeydo raes Kego havil feito publicar no ..Diario de Per- que ha juiz em mml, comarca qu.ndo me respon- befando .. sua airabais em urna coiresqi.ndeuc. no cu,,,,.,..,,.', n.,al{, ,". ,,.i>,rid i.l,- q lo promotor publico do Kio Formoso, o qual opioou
elle nao faz man nem menos do que garantir a sol nimliucn. o so|ipl.menlo de urna caria dirigida palo den na seguu la discu.sHo de.te projealo. Huno di Peruamhucu. de J do mesmo mez de i .,. ., m#lm doloroa. nara mira torda en. O"1 deoeperer, coulra esta prepotencia nue o
propna seguranca e Irauquillidade. I m homem. eapilaa I raneiaee Amonio de Carvalho ao Sr. Josc! O Sr. Iheodoro da Silva :A re<|.eilo de que .' uovembro ullimu OJ qual claramente rin que o | cor a repatsaauail que lenho em entrar nes-a ques- delegado de Serinhaera preleadia ejercer.
la.-, a ver.la le porem, eunsenle qoe aponle com o de- s-nli.ires, collocan lo-se o delegado de Serinhaera
do ni tirador, en teueule coronel Eriiicieeo Antonio "" oppoiic;ae ao |.romotor publico, dirigio-ie ao no-
ce orna nnva dispntu;".Kegislre-se. senhores, revestido deslas qoali tades, he ura ncleo Eugenio da Silva llamos. 1) S". Drantlieo i : Da violercia que soifreu lor dell.i he o supplicante e nao coulenle em ;.--i i
No de Vicente Jos de Unto ,\ l'ilho, nliifazeudo de paz, e (ido ira elemento de dncordia, ni seo Nesle ponto servir-me-hai da prova le-lemunhal Joiqmm Corroa de Araujo. O n ibrc depulado creio espor sua aulon.l.i le ahusaudo dola maudou dar
no -eu cntralo tocia1, o despacho deste tribunal de termo. c| d.icument'l, que o Sr. Miraes llego fez pobli-i quo declarou que o facto em si era ver.ladeiro, mu om varejo na masma ca lea em que o NppIlUOll
b do c jrrenle.Registres*. Estas foram as vistas .lo legislador quando eligi, car este lupplemenlo, he fura de duvida. ello aqu que diverga de miuha opinio, acarra de quem o se arha prtso. ipodoroa-st de ludas as cartas, e
No de Jos Joaquim Pereira de Mendonca, pe-j "jo art. itl do regulamenlo n. 130 de 31 .le Janeiro e-I." e euvou h'-r mostrando o Diario'. tiulia pralicalo. \ mim poia, senhores, m corre mii ppala a ella pertencentea, o maudou por em
dindo rmlricular.se.Como raqoer. "'e 1H1J, a residencia romo caadiejau ..seun.il para
No de Joo Cardozo Ayres, pedindo o registro de que qunlquer fuste nomeado delegado oo aubdele-
aa piocura(.1o que ajuuta.Como requer. I gado de policia.
Ko de M do bliti a'reipoiisabilidade do registro da sumara mear militares para o Caritos policiaei, nao lam jua- raes K'co mostrando a Diaria, eis a upplemento
Bia-Esperancaw |ior ichar-se registrada no tribu- lilicarjo po-sivel. A provincia esta tin paz, 1 Irn-| di carta dirig la aoSr. Jos Eugauto, he concabulo
eu li isto no | a obrigacfo de provar qu o Sr. Moraes B'go fu o algein ii, iiieuininniiuavel, e levou o seu arrojo a ir
meirra-lo ejn |iropna pesioa, de fz-lo MpaOCar ;
se porveutara mais ilgum ait go contra elle appare-
cesse as folh.is publicas, e he uesla ruel apprettilo
em que jaz o si.|iplic.iuld desde eniao.
Etcellenlissimo senhor, fcil he comprehendei
OSr. Mello Kego .Nao preci.t
Diario. m.in.taul. dese farto.
t> Sr. I,. Ilrummonl :Mal en. rjuern Icr para a > O Sr. Theudoro da Silva .*Eu nt conleslei o
casa novir. Eis-aqut a correspi.ndeurid do Sr. Mo- ; fallo.
O Sr. Mello llego : Ed disse li que ot delega-
dos pndiam mm I ir por os nrsoi em lirios.
Brandan de Mtlo cuii a |>riraeira personagem d.s- .'"* depulado pedindo a sua opiniao a respeito da
e drama co que o queitoso aprrsenlou-te como ver- Jllvll|a em que finga laburar e lite leudo .isa con-
ila.lairo lala de ferro. llalli contraria ; elle ocroltaudo-.i proclamava ter o
Fui encarregada. senhores por um negociante des- a",,rt depulado lha dictado sua sentenca, o que
ta cnla I, na! da llalna, como prova cora o documento junio. quillidado publica nao est aller-da, e neohuma na-i neslis termos : Sr. (i. Orunimon J : Eo inlrarn tiesta quet-
l'acamse ai aiinolai.net necesaria-, como requar. ces-ilsde ha de distrahir a esses nulitare de leai, Sei que o pedante Moraes Kego tero a Mdate Uo.
o da Antonio Jos S quera, pedindo malricu- reapednroi balallui-, onde podem i eslar relavan- i de ter ciumoa do pre-tigio qua ah goso, e por ito Sr. presidente, o autor do facto prjrlicado em
lar->e.__Decan o genero de negocio a que sa de- lB* seivcns, pira colloca-los nessas localidades, fon rala .le de-lszer n raeai srvn;os eom accusac/ns Jooqoiin Corra de Araojo, lelo h-, o agente e\ecu-
rjie,. da capital onde vo umcainenle srivir de llagello { a mnn, e urna dellas n nao ler eu lite deiiado co- lor desse fado fui o altores francisco Xavier de Sal-
mo de Serinhiem, elaimci o devedor a coociliac^o,
e confessan.lo o debito nada tnait rest.iva do que a
a ron teraoacio de preceilo.
devedor proearoa unn poa de iiiinha familia.
a grao le iltl.iculdade em que se ach.i o supplicauie ali.n de obter de inini alguma demora e mesmo umi
de provar o que acaba de Irazer ao conheciuienlo de enveneno sobran seu pag-inenlo. Em triada des-
V. tve, aereada o aupplieaule com-i esta' de pee- i le pedido ptocaroi esse homem para ver o que elle
toas Mili ir tina tas a aquelle delegado, escudado o alinal pretenda faz-r, respon leu-uie que nfte pitia
devo eoofessar que era urna misersAel calumnia, por
que li o parecer e vi que nao aulorisiva o despacho
que foi ltimamente proferido pelo delegado.
Senhores I uno contena eom o que havia eilo o
delegado de srinh.lem depot de ler iiiium o pro-
..'-.i original para .rreiros, apparecendo orna
i..rr,'-poudencia rnui furia contra elle, leve o ds-
miolaiiifiilo de mandar buicaa no carturo a traslado
d^sse procetBO |.ira jirononciar-me, no qua foi obs-
No requerimioto di Prente Viauna & t"..im(ia- aos eidadlai honestos e paeifleoi.
nhia, pedindo o registro de aua procurajo que ajun- Se o (overno tanca mi .leste meto porque nao
la,__(Jomo requer. lcenle! entre oasecl.rios de soa poltica p.sioai ha-
Vorain com vista ao Sr. deiembargador liseal, o hililada pora everer lats rargn., anda assim no
segumles requerimenlot : '"-' ju-lilirasel. Senhores, he uecetsario que se ei-
Lm de Mano.I Aolnnio Veira e Narciso Jos Nel- i i"'sa de urna vea eise evclunvi-ra i eondtmnado ;
pa dot inoos olticios para elle se guiar pur elles ; ; les Cavalcanli d'Almei la.Ourain os ineus coltegas
ora nao ha disparato mai.ir, eultnder o hornera que a eoulissAo de-te homem, no documeulu que vou ler,
devia ser senhor dos meus felot e segre los que es- he do proprio jiuulio desse altere-,
crevi. 'lomara encoutra-ln para pergunlar-lhe em Illm. Sr. Dr. Gaspar de Menezes Vasconeello!
que le ou coslume, se funda. EsM canalha iqoi me di Drutnmonl.-Tenlio reaponder-lhe qua entre, j e ,e ,noi,ra cons'prado coulra "o soppirca,ae?Vp"ar
veio por vezes ped.-me um irlalono, e eu dauaa- daalra da cadea da villa de eriuliaem. d.i a busca I conseguala que busca oi.pr.mi-l.> para exercer umi
lo, peiindo o registro de seu roulralo social. I he necessario que e sacntiquem no altar da patria hindo que era eucoinineii la disse o que senlta qu >n- om lodos os papua do preto Joaquim Corra >' ] mesquiuha vtti anca icr eoinnadecer-se do mi-ero
Oulru de Joaquim Jote Silveira, Brasile.ro, de 31 i esaea anl.goa od.oi, e que o homens sejam julgados. t a canalha, e os hnmens de bem, e agora real.sou- I Araojo, e o l.z algemar em das do mez de outubro estado du sopnhc.inle quealu de preso lam meios
alios de idad., resideule netla cidade, aonde tem peto seu ment real, e nunca pela bandeira pul.l.ca se que elle < quena aaber quem sao os tn-iii imi- do anuo lindo, por ordem do delegado de polica a de sohsisteuciae-l rilo carcomido do ominas Se
ealabelecido caa do deseonlo da papis de crdito, a sombra da qual militara. goi, porqo.iiitn cuidado com elle, porque essa peca i coimiiandante das [orcae, o capiliojoso Aug.lo de nao he hooeato me ssa aalorilada nar Mat nr.iuna.
compra e venda de metis e de gneros, pedindo "o partido govern.sta n.lo exilien jie-soa. ap- aqu d.u-me sua palavra de honra, aeveranilo-me -Moraes Reg. ,, |nme ,,7e, de offensas ouo iaiaitameuU
iiialncular-se. las para os cargos pul.cae, lejam procurado, uo a remoran de Joaquim Corroa para a tala livre ape- tmquanlo ao segundo re-ponio qie cotreguei lo-1 attnbue ao supphcale se nao he iuslo que e-a au-
Oulro do llolriguai o B.beiro, pedindo o registro partido adverso, porque, a.uhore., quando sa trata ] nat la' chegasse e ao contrario aa trata de nersesal- 'los os papis do ureso ao dito deletala em su. nrn- i >... i-a. ...!-.._... ..._'.;... ,______.____.____
do conlralo social, sob a Itrino de Sanios, Oliveira de promover a paz, a tranquillidade e a seguranca lo, e ale insulla-locom
mesniocotna amizade iiojo.z iiuiincpal desse ter-! immediatamente pagar a diliil, lilvo se qniieaM u '" '"''' '" 1""^municipal de Srinhaim segoodo
mo, com quem vive e convive nliin undule e do jail' aceitar em pagamento um escravo seu que eslava li-
ria diserta que a ambos apote ; ma- tambera nao es- misiadu em Barreiros sub os auspicios da polica. De-
capara' da subida iiifelllgeocia da V. Evc. cunhecer vo declarar a casa, que a polica de enl.lo nao era
ji.la citada cjnespo.i lenca da dito delegado qoe el- .nereida pelos que hoja a exercera.
I n Sr. Diputado : Em que lempo foi isto.
(1 Sr. (i. Drummond : Em ISV>.
Im Sr. Depulado : A policia acoitlva esenvos
m 1855.
O Sr. l. Ilrummonl : PerJo-me o nobre de-
pilado, eu disse que esta pessod me tinha declarado
lar um escravo em Barreiros, e qui a polica de
"Ulan o linha hamisiado a poulo de o uo poder
me escreve o mestno Cor
v\ Covnpnihia.
Nao haveudo maii o que tratar,
etiao.
foi encerr la a
SlSSO JUDICIARIA EM 14 DE MAIO.
/residencio ro li.rm. Sr. desembargador
Souza.
I-.stiveram presente! todos os raeiubros do tri-
buna!.
ni'lribuini'i,
Appell .ule, Eliat Emiliano llamos ;
Appellados, Manuel Custodio l'eivolu Soarcs r
oulms.
Esrrivle Vlbuquerque.
Ao Sr. dv.cmbnrgailor Silva tiuimaiei.
Jultjaiiiciito*.
Appellanle, o hacharel t.lirisius.i.. Xavier Lopes :
At pillad... Miguel l'otrnliuo Pires I alia.1.
I o rain desp.c/.ad..s us einharg..-.
Apjiellanle, Joo Soiiin por seu jirocuradnr ;
Appellados. os administradores da matsa lallid.i
de (lliveia l.in.ios \ Coiupachi.i.
Derlararam-se .n.pedid, s i.s >r-, Ba-lo e llego ; e
len.lc-se retirado o senhor de|.utado l.einus, nao sr
pule inlgar.
Einharganle, Tihiircin Antones de Oliveira ;
Embargados, Paula <\ Sanios e uulios.
Nadaflinats houve a tratar.
O secretario,
Di. .Iprigio Huimaraes.
.Tar1"baJ ^ZrZ^ZTlVJlt'l *M ^ : ":,v" ,u ,,,wl"Jo de """ "- Ob>. Ihe.loro da Silva : Em qu. anno !
:,,,.? d "i/ I"6 rel ,n,"" delegado vinci.il, esse empregn para fazer ju-lica aos povos, a fiSr (i ll-ummo..d Km IX"..
UZ mZ2 o S?Tea t^Tf^ ,W*M,r C'" "'*'" '|ue e"e lt -*" "'"" as 'SrC Drummond : Para que o nobr. depu-
ho ao "lo "J^Zn^; '^,^ Ur t .'"" .aq""ld '""0" ,a" '"''.. I"8 P"e "du toma pa.a si o que .. lile ate niara !
dOBCll de am amigo I OUlro, e que o Sr. aJoraCI _*' vru,or'eriI.', h.'_'-" '"-Eran .11,,,r.,rA., ,.,. V.Exc. aot.a,. g,ra,,t,a de sai Ma. r,
publica, a scoilia dos eurarregados de Io alta mis- reia. P.ibro pausada, que nao sabe que nat entradas
tao ueve recahir em cidadaos hone-tis piobos, em-; |ui| s,,0 llores,iporein as sahidas he que hei de
hora |.r i !>Mii;a a esle ou aquelle Idiln |..|.tico. var ...
O Sr. Mello Usgo : A qoesiao iao he de lado.: i> sr. Manoel Cavalcanli :lie ura mililar quem
O S.. Souza Res: lie a primeira vez qui le a- diz islo '.'
gila a que-iao ocsle ponto. O Sr. (i. Drommond : Sim lenl.or.
t) Sr. t,. Diuinn.iind :sr. presi'into depon de Una Sr. Depulariu :Entre collegat nao
ler Tallad., lu segunda discuisn rteele projeclo a- '
cena da illegalidade que havia na numeacan doa de-
!-. I..- militares, ji.ira provar a inoonw'ieneia de
laes i.omi'ai.rie-, n.iiri'i laclo esrandaln-os pralica- dencial de nm am.^o a oulru, e que o Sr. Moraes I S
dos p.r aquellos qoe et'rce'ain laes empregos am Reg tea publicar, para prova disto le ei o trecho
mu.ha comarca ; o mcu nebro amigo o Sr. K.phael, i,. Hua cetTrespoodoucia :
defendendo a e.=es militare., obs.rvou-me qu e.a (Juiudo me rtliro ao 01-aMoRldO c.i|iilio Car-
..reniria a |.rova da c0,la iota das proposites que ralbe respondend., ao artigo de que trate, Mo he
aqu proirlisa*. m raala, e pan oque, atirecie o publ.ci u do-
Senhorrs, eu ignoras a que a aswnbll provincial cuinenlon. I que lie o inppleminlo de umi carta
era tambera tribunal de juslira, onde aa quesloe dirigida a um sea auiigle.l i villa 0 rio qO'l M
vi1 a maneira||.orque si.u abonnVlado peloSr (". ar v a -
Iho se.Ho qoe ai exprc-.i... i|ne se ICetD era dilo
diH-umenlo, spinp||,am-se ba-taolc Coto a- do ar-
tigo a que respondo.a
Agora, Sr. presdanle, permilla-me \. Exe. que
san decididas pelo allegado.e prvido; no eniretinl
eu me compr melle cm o nobre depulado e a cas.,
a njottrar-lhe prova [dena de ra la ama das mint.as .
as-, i.j.ies acerca .1... 'si \\ .inl.i I \ .Mr noyes e LiI
ma Veiga. Com repuguaucu sujeilo-me a ilo, por-
u-li Gotlf slvoi CimpOl, am del SMII dignot caracle-
cisco Xauer da Sal "-"''"-- >. '- aaus.a r re. da u "-a magistratura, e que nao comparlilhava
efe 1 lr> n- d ist V Almeida. lio- -.., ;,,j ,|0, crueis iraiiao. p jr qoe e la' p .-ludo -ob es-,-,.,.,
ii, vi.i'!'"ii'" i' ", .. o Ifrroo jugo dsssa aoK.d.. Je api-v .n la, que au- denles fallan mu. alto.
*T2?4 M.?'- Ih. Z I. i "'"" l '""**" "ec,1o d,V. Etc. ,1,. s.su .- $'. \ j A,oi,n era om
O Sa' i. n,i,i,i.......j i, a. ,i.'.;..'' un-uliao, ou um -enhor de brt eetel'e. B, roqti0 honeito, mallo ieoto. o inUilo prol.
OS:< lio Kego"-T i.iis.v'nr.':..!.. i "'"" '....." 0PP""0,e PB.de V- *" 'r.......,n,,n I : Cm .ala derl.r.(le.
O Sr Dawmmood" S 1 ',"'.* """' "u.....'"' v'"' ","'4'" "*!- ,,, nhurei, dirig-me ao aegocianli, comroooi-
y ".. ft0 """ "OpolMo OMI- ,., Imtirr.oso em qua dia se >dn. rec theri raer- nuei-lhe tu I. cm Irlo I. di.l i ii elle a ii
go -rae a proceder aqu, como em um Uibuual de > m(Sc.-Por mea p.i Jo,qu I ranc .ce Carreta de '
!l.t. ,.r Aruijo.Recle, I da de/erabro de IS.7.
'i fado cx.si.o, como confessou o no- E:s senhores o rielo narrado pele proprio preo.
eis a j.eiioa.i que foi aprsenla la ao presidente da
me oarrou o Dr. promulor publico da comarca pa-
ra cujo teileuiuuho apello.
A vista dtsio, Senhores. j.i se pode avadar da ma-
nera pur que o delegado do Serinhaera deslrboe
justtra, e isaim julgarse o faci Jo dealio qoe uar-
rei ne-t.i casa fot ura mero gracejo como diste o no-
bre depulado o Sr. Kaphael.j Creio po.s te-lo con-
venc (o do que refer.
O Sr. Mello Kego ;Perde o seu lempo.
0 Sr. Ir. Drummond :Eu quero Opiniao do
patz, na., me importa com a do nobre depulado, ee
quuor convencer se bem, scnliiei rauilos. nao me-
recer a aua appruvarao, restando-me nicamente a
consotarlo de qua lizo que pude para provar a ver-
dade, e que o uobre depul- tu recua perante til,
perqu ninguein he man .lillicl Ide conencer-se do
que aquelle que aja quer ser convencido.
Senhores, com qo. .lucilo o delegado de Seri-
ohaem me mandara ch.mar em soa caa pira tlir-
gir-m om iatallo semeli.anli. En por ventura al-
gurn criminlo que devia ser preto '.'
1 .n Sr. Depulado :Os militares nao entendem
ItslO.
Q Sr. Gaspar Diotnmun I :O aobio dipulldo
.leve sab-rque clles entendem, finaem deseonhieer
prohija le os icuihonrus.isp.ee- ',' -."'"^ <,.'!," lo ,f 'l"erem iofringir, o demiii
r.o he u .s Maraes llego ura militar .Ilustrado
I que veje que e-les individual e.l.io lora dos cargos eu faca
bre depulado que he jniz, era minha comarc o
man laui- dessii laclo, foi u Sr. Maraes Rogo como
PSBI&MBUCQ.
pelieiaei.
( Sr. Mello Kego :A sua f.iedale vera larde.
i. sr. tj, Drummond i !>ao davide, paciencia.
Sebllsires, au fui injusto j.ara com esses delegados
de p.diiia. cujos fados aqu narre., como d.s.. o
nobr. .lepulaJo que ral resput.deu na sessao di 1 do
eoirenle.
" Sr. Mellnjllego Acredito qu
larlo-.
una jierguula au nobre depulado, co-
o Sr. Moraes llego obler eise tupple-
provtneu, e que obteve en. despcalo.I..forme 1 Sr.
ASSEHBLEA LEGISLATIVA
PROVINCIAL.
>F.SsAO ORDINARIA EMl) DE MAIO DE I 8.'>8.
Prendencia do Sr. Bario it Camaragibe.
i,Conclusao.
O vr. (i. Drummond :Sr. presidente, ainda urna
vez euho orcupir a alientan da ca.a, fallando so-
hro a liiajo da forca policial. As dillereules quet-
lOes u-cilada tem sido discutidle eom toda a lu-
. idez peloa d.tlinclos oradoria que me j.rere lorarn.
Assirii, po.s, pouco ou nada pode.ei d.zer queja ae
nao tenha dll. ; no entretanto peco aos meus lllus- |,re'dpa,ad nnhadl la'i.iur.nado.
tres lollegas que rae desculpem ler binado i pala-
islo tu forrado, n.lo |iurqui'
rao p,,.
ment ".'
I ma Voz :Ah he que e-t a qucsUo.
U Sr. ti. Uriiminnd:Pois bem, nesse ponto
usare da prma lesle.nuiih.il. i\a prese...;.! do n.bn
lepula ln o Sr. Ilaphael derlaron o lir. Joo da
Silva Kara..'-, lili... do Sr. Jos Eogen.o da Silva
esi.t baldo de | Kamoi, di-l.nrlo pn.prietano do lermu de Seri-
nh.lein, que rom elle.lo o capillo Car val.) tinha
OSr. ti. Drommoul : Nao, meu collega : nao dirigido orna rula .. aeu digno pal, doittroldl qoil
lenho aqu as prnva-, nao troux. os rloeuinenlos cora ia u spidemento que fui peblicadu ; c que o Sr.
ot quaes o convencera, mas gara .lo qu* o heido Moraes Kego linha ronscieucii de que linha sido
convencer. Eu puder.a narrar o tarto de u.na presa viola..a esta caita.
que o Sr. Lima Veigl lave em sua ca-a, sendo da- A' vista d.-to, pois, anda havea quim ponha em
logado de polica, e de quem fo. procurador. lusil.i a parle activa, que ueste manejo torpe lev. o
irr.iros
e de la ordenou-me que ell-olua-.-e a comra. enlre- '
gamlii i l.lra, e que o excedente para complemento
du ilor do escravo elle -ali-lana logo qoe vollasse.
C mi esta mi irisatjlo, senhores, ful a Casa do de- i
vedor expuz Ihe o que se havia passado, e tinal-
nanle olitive cu. r.ipoill que ao passana o pap-l de '
O Sr. Mellu R'gu : Aprsenle a documento se
he ca|.az.
O Sr. ti. Ilromnroiid :Senhores, eu n.lo labia
duseslvlos pailamenlares, nem nunca me pereilldio
que I. ja pode-sa fallar dos delegado! militares ; te
Isto me passasse pala minie, vina completamente
preparado.
O Sr. Mello Kego :Pois eu eiiKnJi que o no-
> r.i. otten leudo que a
lenha vaidnsa pretendan de fazer um d.srurso, mas
-un porque devo responder ao nobre dej.utado que
falloj apntde mim na segunda diseus-ao deslc pro-
leolo o linilmenle salisfazer as igenriai que me
lez o meu nubre amigo o collega o Sr. Kaph.iel em
eu discurso profendo ni se-s,1o do I' do corrile.
Siuto ler do entrar de sovo ne.ta discussao, que
ae considera odiosa ; tinto, repito, ler le provar os
faclon que iqoi uarrei, tanto mais linio, quando
alguno podo considerar esle meo proco lmenlo li-
II.o do despeito ou do urna vinganra que quera ex-
ereer, iproveitando-iue da iinmun la le que roe he
concididl peloaclo ad.lirin.ial.
Senhores, nenhuinat deseas paix.* se all.ergam un
...eu espirito ; tolilaiio e humil ta, veuliu tan somen
le I. ij patentear lo paz a in.ii.eir. por que nessas
lora niales fura da Capital he a ju-liea distribuida,
com a espada desembaiuhada, por i-ses delegados
mili ares, ver.ladatrot It- guio., qoe s.o enviado-, re-
ve-li.lot d. autondade polieial.
Ktll .i tielime a quem a ludo transe se quiz sacri-
ficar a inteiesses mvsiiuinhos ou a vin lirias peque-
as e miserave.s, poudo-se-in. al em riace de vida ;
it.n hoiuem enllocado pois na'ii.ii.liv jiosieAo n.'o
poda deixar de pinllt ne.;"es illegaes, e que alein dulo si tem trazido
males a provincia.
Cuinerufei pelo iliscurso do nobre ileputadn que
me napoiideu na s.gunda discus-ao desle projeclo,
e anlM de ludo |.ermilla-m que Ihe diga que mi-
no, justo fui contigo quando provoco me a que li-
e*e accusas;oea aus funccionirii.s pblicos do Kio
Foru oso ; menos juslo, repilo, porque o nnbre di-
puta Jn devia considerar quo i.au nos adiamos em
a um tribunal de |u-lioa, nem tao pouco vim aqu ci-
erre- o papel de aecusador.
I u Sr. Depnladn :Accusoa bastanll
OSr. (i. Ilr.iuuno.id : l'ui turrado a i-ln, se-
nhoies, porque declarando inconveniente i piovm-
eu i nouiMCilo de delegad..- militare., era nares-
tari > Irizer ficlnt que provitscm minha anerajlo;
ei- ti qua lie, e nao he esta por cello o papel de ic-
eooadi r.
I ii Sr. Depul.i lo :l'..|ou o iiome de foneciona-
rius, accusoii ot, mas nao aprcsenlou fados ; boje
I j le ser que ot aprsenle.
!) Sr. (i. Drumm ni l :Ea rt-p nlere j.i lo no-
bre d'potalo, lenha paciencia, lenha um punco de
ral.na. e rie-culpe-me se o nao salislizer, leudo era
allrui.io qui nao sju orador, e que os apailet mul-
las vares fazem-me perder o lio d > meu di-cursn.
Conlmuaoilo, sr. pre-.dene, devu di/.er ao nnl.re
rie|iulado o Sr. Iheodoro e Silva qoe nio vi... re-
canti di Alenla, durante o pouco lempo quo exer- POf'oe o nobre de|.ulado a minha frinquezi, i
> a.nl.ll mo j. ill.iam ne.iullnnaii.. <> n.i.iie
ci a delega, ii do termo de .-.rinlia.in cumprio com
p mtuali la le e r.alo ai miulias ordens, e qua cuaner-
lelcgado aclual re Smnlidera, o capit.io Jos An-
gelo de Moraes llego ".'
O Sr. Mello Kego :Mis nlo disse qoem abri a
carta.
0 Sr. (i. Drommond .Sejt quam for o autor
dessa Infamia, para mim he evidenteurna de doaa,'
ou o Sr. M>raes Kego fui quem violou o segredu
e entao he criminoso, ou elle receheu da quera
jiralicou samelhaule violarlo, e eui.iu he cun-
t Sr. (j. Drummond: Se eu luubesse, lena tri- i tilico.
/.ido os meus pipis velln... Para osla ultima parle, eo me inclino, senhores,
Um Sr. Depuladu :Potsii noble depulado foi tanto mais q.an.l vejo qu. a complela le do di-
qaem iveuloa discussto. legado de Siriuh.ieui uesse negocio se torne anda
O Sr. ti. Drummond :E ai viria.len Rt, por-1 mei! plenle, lendo-ae a eorreipondincii por elle,
que o ii.eu nobre amigo e rodoga o Sr. Barros Bar- publicada em u Diario da Pernambucuo, etn que vuu desta-ainenlo debaiM da inelbor ordem .lis-
elo, nos d.s-e que en esta a uccd-.ao adrquada, i sahiu impres-o o l.tl supplemcnln. cipl.na e pur sir vardiJc e rae nr .lelil tiassei o
pan qualquer meml.ro desll ra-a exneuder tua eju- Declara es.e I. inao, -obte a msrclia da ...Isu.ni-ir.j.. da pru- | amigo da villa, qoauto elle linha plena ciencia Eitgenho Carueiro, I' de oulul.to de
v.nra. t que havia .ido envala ao Sr. Jos E ige.no, que "ac'u. Joaquim de Souza Lele.
II Sr. Barroi Bureta:Fui eo quem;ihe deijmo.a tres leguas distante da misma villa, le o da
sla l.cao .' legado dt Ser.iibaein n.io llv.ua palie atea torpe
O Sr. tj. Drummond :Foi, sim senhor, e eu co-; negocio ella uivi.ltan.i i verdade, come fez, leudo
rao riiscipolo doc.l a aprend. iiaeti de lu lo eom confesso na praxanca do no-
E.n conetasa, senhores, devo confe-sar que nada bre depulado o Sr. Dr. Jlo da Silva Kan,"
sei, que ponha em duvida a prohjale dos Sra. O Sr. G. Cumiarais : En ouvl o Dr. Ramos fa-
zer e-la declaraban.
1 m Sr. Depul 11.. : E o nobre depulado nao sabe
qoem fornereu esse durumentu.
O Sr. G. Drommond : A que-ln Je qac me nc-
riip.Mir.ulni ua ni lividoaliriade quo fornecaii 08-
melli.rrite docuiiiei.l.i, anda que sa ta rjuem foi o
autor 'tesa lufdinia, nao suu obrigodo a di/e-ln, a-
pre-oul i sos meus rullegus u .tile ..ine, o desojo que
me ihvm u.ua solueao que pona iunoceiitar u Sr.
Moraes llego.
O .l.lemu.o, entrares, he o segunti
?-.". ," "' i" co"U",'"'' '" ,ltorei ',v 'rul ,h or" I "r. juiz de iire.to. (I reqeerlm.o.o fo. entregue a
..U ra,urde".Tr.naVe.o deaoadf he', s'I'oVe '""'" "C1""*"" ; '- oxlllan... du fac- vendi.'rec'.'.e'n'lV ,in,Hsd,a\ameu7o .V,lM,!e7"pa'r;
"irtia^aeSTTmXIaV!^XL *~'"" "c"""n< u,e'"J" a"',,re" ,""1""" "" <\- nagociinie qae s. ochava a.. Birniroa. Baeli-
e. r.:^.e!;,:,;::r:: r jls s^ks tzssfrzs^^^usn srr<......ni Um M"u- p,oput'0ieo ,M
uie' :/''" "d U"M ***** '|Ue '"'",4,i' C0in- V'"- senherea, um fado d.-la ordem, um .-can lab.-
, ., ,. so aboso da aulon la Je. platicado polo, alie re- sil-
sen lore., a inaoc.1i> do delegado di serinhaera em : ,,, ,,, do delei,,l0i ,,, dcxerM
proceder contra es.e illor. demon.lia a sua nter- ,odll 1||CM ,-,, ,,, nu|u de,mlado Orou
viusjau directa ne-.. uegocio e islo in la mais sallen- |u C0II1 ,rjd .
le se torna se atl-n lermus qu. essa alfirea inareceu Q Sr. Theodoro da Silva :Merecen,
a conhania do sr. Mora.. K-go e da. aolor.dades Sr. G. Drommond :-Dmdi lodo crdito ro-
d Ser.uli.lu.ilcurau evideuci. du. docuraeulus que | mo 4on ,|eelaraeao du nubre .1.pulid... lin.it iu- elle a or.l.nar que sa procedesse criiniiialuiente quan-
do so de-sein iguaes rectos, e porque o ..obre depu-
Iddo nao mau lou jirorc-sar ou deiiuiiciar daqueile-
que ti nha tu a-a ludo .le pral.rar esse aluno ou ex-
eesso de autoridad., porque uo deu previ lenc.a-
raererer
ju.z e.n mi-
vou ler.
O sr. Iheolnro da Silva : lera algn, ittesta-
O Sr. .,. Drummond Nao lenhor.
Eu us atiesta I o., pocaj i alline.iu dos meus colle-
ga.
Atie.to por ler verdadi que o Sr. aleles loimnuii-
dante .lo deilac.immo Eraiiciscu \aviar daSatlH
Cavalcanli de \une. la tem exa..lamenta curapri-
du com os seus deveru, Serinhiem 'JU de aoveesbro
de l>s>7 u eipihlu delegado Ju.u Angelo de Moris
K.go.
. Segn lo atiesta lo.Attestu qoe o Sr. ilferes do
corno ia polica Francisca Xavier de Salles Civil- !
('o-s.ir-me urna pru.-urarao, dan ln poderes oni- ;
cemente para l.rar e escravo, coja procurar-ao eu
lubtlebeleceril 00 seu ere.lor, c assim el.e puder.a !
baver o escravo que se ochava depositado.
Kei con. .. devedor ao carlorio du esrr.vao K.guei-
ra. e pas-on s. ,. procuricilo, cujus poderes lio ei-
lei eouslilaii eapcclalmcnla seu iirucorador na t
ce narra di Km Formoso ao Dr. Gupar de llenases
Vaacooeellot de Drummond p>r.i poder aroigavel ea
judicialmente requpier lodo o seu direiio e jusilla
..'. lermu de Barrenos e l.rar e reeeber uin seu es-
cravo da ii une l.uu qua se aeha fgido e depositado
na delegada ou ju./.o municipal daquelle lermo. i
Sr. presidente, eu dis-e que havia derlarado i ca-
para que eiles fosiem punidos .' Pois hi umi murle, ,, humera |u- -uhstahdecena a procurarlo em seo
aquelle que d.ve fazer punir os refractnos da le creder, isto me paree, nao piecisav de (irova por-
o.leiia quequiul.) laes fados se reprnlu/nei..... que todos os nobres deputadus aabem que as prucu-
proeeda contra M seos aulore-, o deixe inclume raeoes imprem ronieeiii n podir do lablllboleei-
u perpetra lor des-a .norte 1 manto ; ti i cnlretinto eo anda vou provar essa mi-
O Sr. Iheodoro di Silva :A pari late he per-
feita.
(I Sr. (i. Druii'n ni I :A violencia existera
anala que se de-.se.ii pruv.deoc.as para puuir us seus
ulores,
Cruzim-se varios ipartaj.
O Sr. G. Drumni.nl :O fado evislio senhores.
n'i i lesercan.
I m Sr. Drpulado : A ll.eora dos documentos
lio ... I.
O Sr. PeivotO Duarla : He peseima.
I. .-sr. I'isitenlo : Eu n.io poue dallar de pon-
derar .o nobre depulado, que a dt-cus-au \ai loman*
lo um, directa i ma', deslo modo os doui mezes de
sess -oo poueo para di-culi, esses ..goco*. Ac-
-A|ioiad(, sao rail.ldri-
Winderle) e Menezes.
O Sr. Kego Moiileiru :
dignos do uercilo.
O Sr. (,. Drummond : Se como delegados de po-
lica eslit senhores comuirlleram abusus e viulen-
: ca-, en j i uarrei, ra.tt uu.ua rae coustou facto il-
| gum de vpnalidarie.
O Sr. Mello Kego :Nao narroa tacto algutn.
O Sr. l. llru.n.ni.ii 1 :Pois o que prelleoa o Sr.
Mene/es com o meu nobr. amigo o Sr. Jos Anlo-
. mo Lopes nao foi urna verd. leira violencia :'
O Sr. Mello Kego :Do Sr. \\ au ler les nao oar-
rou um su fado.
O Sr. ti. Drummond :Palia narrar, meu col-
1 lega, p du mencionar o fado da um. porleira, que
f... picada pelo Sr. Wanderley na propnerlade do
Sr. lenle coronel l.'.pe-, e uinguem me pude cnu-
erestava nicamente saber quem luhl sido o ao- c'Je.,lalm,.!e pu le-eadra, l,r. mas as-tra i.a...
I8.T.-U- lur; o uobre depulado inaildou ouvir o delegado, e-le "'< "mmuud : 1 erdoe-me \ .ve. eu
* respon .eu ler s de o alteres coinm.....I inte do tte.ll. "00" '''^ '"rt Uc0 "":' ."'.' Iln;l1 n0-1"1
sr. alfer.., camenlo. e o unbre depu.a .0 parque nao Ordeno,. ~| ^tSSX^n^XiX
.-ta a orcasi.'o que lentos [.ara manifeslarmos uoisas
da adratuislrar.o o da maue.rd
Francisco Xavier le SalUt C.lcauli de Al.ne.da, .'|ue-e instaura.se u procetee ratperlio ou
luanle o lampo que esleve netta villa c.ram.turiau
du o deilacaraoulo, por Ion-, o eom euergia no des-
empei.hu do seu cargo Iraten lo o destacamento sera- j
pre era boa ordem e cuiupriudo eom proinj.lidao as i
roqnilcjDca desle juizo, E por me ser ped Jo |mi-
lel u |.rsente.
Seruihaein,-.!I le iimirabro de 1857 1> juil mu-1
nicpal de serinhiem. Gervasio Cam|iello Pues Fer-
reira.
Um voz : N.> he preciso islo...
Senhores, um lioraera que mereceu as alle.laen.s
que acabet de ler, deve se. considera lo, como ura
cumpridur ue seus deveres, e porcoiisequenc.a nao
j euin.netleria o laclo qu a |nioco uarrei, se ...1.. fosae nella profer lo este deipaelio : Vista a infurin..cao,
ou o Sr. orle.uto pelo delegado do Serinliem, ta tal ordem Me ha mais que providenciar.
que oe elle denunciado polo promotor publico
VV> -.r.a e-le um rae.o pal., qual a v.rdide basa opiniOe, .erra
,.or fo ,., ralgunr, o qu. evita.... para o futuro a re- Pn- S o.nj.reg.dus publ.cos cu.nprem os seos de-
l.etie.i.de fado-. Q ^ ,., ,^i ,.(, : ||, ., occasiao dos nobres di-
l) Sr. Presidente:Eu na la sabia acerca de-a p ..d, fazeren oh-ervares em geral sobre admi-
informatao, acredito pamente no que nos di-.e o no- m.|raeio, mas o nobre, dej.utado quer amlvsar pro-
* pan demonslrar que lats emqr.gados nao
bre depulado.
O Sr. 1 .eo loro da silva :Vm pode duvidar.
O Sr li. Druinininl:Se duvidasse cilava no
meu direitu.
I rocorfl-ie apirlea.
O sr. G. Drummoul :Devolvida a pelie.n a pre
sideucia cora a ...I .rinaol. d nobre depulado, tu.
listar, que a anin lite de del. gado nao chega a
lano, mas rieix .-me .lisio agora e ,i;oar.larei a oc- "" pal'ule. nao |irecisa mais do que ler-se
ca.iao em que t.ver de cumprir a promesa qoi Irz 'oapondencia. quaudo traa di pessoa
a., nobre diputado.
Ag"ia Sr. juesi lenle, pis-orei de Ki.. l-ormosu
P ira s-rinhaeii. e d.iei alguma coo-a acerca du Sr.
delega lo re polica capiia. Jo-e Angelo de Mo.ie-
llego. Derl.ro a lulot es meus rolligas qu cu..he-
r o Sr. Morara Kego no Rio de_Jaue.ro, e rom ei|e
nlielive aquellas rilaioie de (tura arbaaidade. Em
l'ernainbuco, smenla o vi, em Senuliaem quanto
delegada de Sannli.eiii violen o legredo das cartel Sr. Morae, Kego, nao tive.se dalo, seo alfares' Ssuhores, a informara da nobre depolado era a
alirtn lo e tinudo o supplemento, e eulao lie enmi-: Salle, ti.l > fosse o dcil instromeulo de su vonlade, base era que o presidente da provincia sa lluvia lir-
' Illa i.au Ihe dara semellimle atteslado ouquanlo malo paradas, o despacho que aeabat re referir. A
o lizesse consignara esn violeucta perpetra ta era \ vi-ta desse despacho o pobre preso requereu por ter-
Ju.iquiiu Corro. : tula aua inlorraae'io. mis foi lili denegada.
\ln, senhore., eu anda qoem previnir um argu- n Sr. 'Iheodoro da Silva : Por qu.n ?
ineuto, que se ma pndi ipresenlar, e he que altes- o Sr. G. Drummond :Pelo presidente da pro-
la I,, ueiihuin prova era direilo merecetii porque s.o j Incm. O nobre deimt.i lo pense que reeoo ante di-
imisiileradoi documentos puramente gracioso-, mis tor a verdade contri quera quer que I..r El a'com
miso, oo receben le quem i abri e entao he cum-
plir, no meimo chine.
Ha um aparte.
OSr. li. Drummoul : X su.i ma f. tenheres,
eor-
e quera era
la nutro aparte.
I ni sr, Depalado :Mis eu digo que n inpple-
rnen.o foi a m,in 1elle se... que elle isae a caria.
O sr. G. Drummond rEsta' o nobre ..eputado
perleilamenle engalo.
II Sr. Theodoro e Silva :O nobr de,iuta.lu sabe
bem la- ir. .,u,-t -una- di. facto '.'
couiprcm os tem rleveres ; parece-me islo inconve-
iiioi.le, porr|..e de-la maueira os dous mezes de sesiao
na. -era.. -uiVicieules. Eu vou ler o que dii o regu-
lainenio. Lo.
O Sr. G. Drummond : Mas pralica. .
OSr. Presideule: O regiment o que diz be
lio. .
I Sr. G. Drummund : Bun, eolio eu resumi-
r. .. mea discurso nesle poulo.
Senhores, depois de ludo isto, o procurador sobi-
labdecilo lirou o escravo e o vendeu, e na occastdo gslacao.
LmSi
jue se vuugloru de lor cursado ama acade-
mia !
Creio, senhores, que duvida alguma podl restar
*ta eililencil do fariu que uarrei, lauto mais quan-
do o tiv-bre dej.uiddo que he juiz era minha comarca
declarou que em si era elle verla l.tro. Foi comma-
nica.lo ae presdeme da |.ruvinc.,., e ueuliuma pro-
v.denria .iituareceu.
1'm Sr. Depuial.. t.luem era o preiidente.
O *r. G. Drummund :O Sr. laques
O Sr. I'eixuto Daarle :Entlo esperemos as pro-
videncias.
fina Voz :I lio de vir para as kiliudit G.e-
gi'.
ii Sr. Pelillo Huirle : N.io creio.
0 Sr. G. Draiuniond :.V \isla de tan fados anda
se me p.idere' contestar qoe o delegido de Seri-
uhaem abuwu re soa posieao, infringi I le e com-
rnelt-u uin crime'.' Ignorara' elle que os duelos sao
prohibid! enlre nos '.'
OSr. Mello Reg,, :_Eu disse qo.e era ira grjre-
|o, mas que o cemurava j.ur isto.
OSr.G. Drummou.l :E nao labe o nobre de-
pulado que i'ss. hamem nao eutrcliuha com.go rela-
eoa-, que era meo ii.imigo, e qui por eouicquencia
era o ramos aj.lo para dirigir-ire gracejos desla ur-
dir '.'
felizmente, senhores, urna voz elnqoenie ja di.ie
qoe a inania dos desalius era c -lu.ne vclho do Sr.
Moraes Kego.
Sr. presideule, o ullimo faci que en uarrei foi o
cerro iloengenhu (Jeolpapo. Disse o n.dire diputado
hoiitem quando mi responden que o delegado linha
planeado esse farto, por orde.n superior. Mas agora
pergunl i eu ao nobre depulado, i autondade do
el.efe de poieil cheg a lano qua pista determi-
nar que o delegado de um termo entre em en-
tro .'
1 ma Voz :Oue duvida.
i Sr.G. Dru.ninonrl :Nao, lenhores. o obele di
polica pule conceder man ladus de basca, mas
quindo a le a-labeleceu delegados de poliiil lem
eslibeleeido, que eses delegados lio os igen-
les dai urleni do chele de polica dentro do leu
termo.
L'm Sr. Depulado :E nao lem rile iospecrao so-
bre Indos '.'
0 Si. G. Drummond :Nao he esia nsporrao
qoe -e Ihe nega, o que eu neg, Sr. depulado, be o
diriilo que se quer dar no chef. de polica de man-
dar uin delegado rio policia i.tirar era ura terreno
mi le nao lem jurisd.celo, e onde existe lamben) au-
toridades policiaes.
1 'ma Voz :A lei mesmo o admille.
O Sr. G. Drommond :S no nico caso de ir em
segu.nenio da diligencia e ua perseguic,ao de algotn
criminoso.
(otra Voz :Logo a regra nao he absolola.
O Sr. G. Drummond : Senhores, o chele de po-
licio, ia tem o siireilo de fazer exieutar, Os icus
mandados por ofliciaes de juslica, quando se ichar
nu ihe.nru onde elles deva.n ser cumpr.dos, do con-
trario s o podera fazer por intermedio dosseo de-
legados. He o que ella' estabelecido era oosia le-
Depulado : Nao obstante o delegdo
emell.dn|.,ol>iecc..oce.le verdade dodocumentoque pleumenle engaado, nao sju impngido do g .veruo Sr. Pre-i ente icaboa de exigir.
vou ler.He o ollicio que .hrigio o Sr. delegado di i,e,n rou-a alguma quero que delle pona partir.
le re.lisat o pagamento do restante o devedor arre
penleu-si e evgio a entrega do seo eicraeo. i eslava em seu dir.ito.
D- ea I. um i de-las proj.oiirf.es, senhores. eu le-! <> Sr. G. Drommond : Nao senhor, nao eslava ;
nli. .uiui ji documentiis mal nao os lerei jiara au commetleu um crimo.
canear paciencia da ca-a, e mesmo para mostrar | Sr. presideule, lenho fallado mais do que preteri-
' sei !er doeil era cumprir e saiufazer ao qoe o 'da, leubo demonstrado um j.or um os lados prail-
eados pelo delegado de seriuhaem, lenho dimoni-
que
c sluuie de uo |.rorura. autoti.la.Us .- n.lo |a oh- *"ffu "" elle de Sr. M raes llego,
jerh, de serv, o. miu pioci.re. o Sr. Moraes Reg, '"* y"1 ~~l ",el" au'MD '" '"l0-
I in Sr. Depalado :Nao g sla dolas .' sr- G. Dramumn I : -Para que o uo
serinhiem lo cuininaiidanie do corpo de polica, ti Sr. Millo Reg :Pan qoe alardear essa co- por Francisco Anlonia Bandeira de Mello que de
juan lo .. allires salles fot reltrddo pira esta cidade. ragem quando na. be |.o.ta e.n don la. pasxagem seja d.lo : he meu u.imigo capital porcau-
. Eis o seu tlieor. Seutiores, se a inormaeio do nnl.re depulado era sa de questi.es peaseuartai enlre ell exislenle meu ]
Illm. Sr. Ao relirar-se de*(. deslacimenlo o a pura declarar da ver.Ir.le como creio, fiara que pai. aj.re-enlou es-a pelic.io de qneiva.
Sr. alteres. I-raueseo \ ivier de Sallas t^avalcanti de nega-la ao preso que puguava |ielos saos d.re.lus'.' Para que, senhores, n.io se diga que estou daudo
Almetdi, deixaria de cumprir um l-ver te laqaocea <.>ua.ilo sera.lhaule negativa lie contraria a dupo- i paternidrde de factoi a individuo! sem ipresenle
1(11 r nii 11 im aviso de 10 de Igoslq di IS3I '.' a pmva, iu vou ler a carta do Sr. Bludcira, dirigida
OSr. Barros Birrelo :Eu crein que eslo aviso ja ao queixuso. Ei-la.
li levedor p.rem ioinaado, animado e instado ; Halo que a sua entrada em lermo alheic. foi umeri-
e|
O S-. G. Ilrummonl :Rtiptito-M, mas nao
quero inliraidade.
lima Voz :Pois o nobre depulado ja foi aulo-
ridade.
O Sr. G. Drummond :Ja di
bre depa-
prova cousa l-
talo me provoca nulo ponto.
O Sr. Souza Keis :Eolia n.<
guasa.
O sr. G. Drummond : tls aparlii interro.npera-
nio, o s.i.to ler de fazer repet enes e-le'e... atlen-
0 repilo, res- tas -s iuterrujiei.es con. que me Honrara us meus
f... nomeado delegad., do polica, e segurado o meu 'Sr' '' |,rui">"1' :~s m, lenhor, a caria Iji
i si fazer s.-ulir a \ s. a |.r..mpla coaljuvocto que
me prestuu esse ollietll durante n poaeo tempu que
curaigo servio, turnando-se cr.dur de etima e con- .
tilrrae.lu pur sua acliv. dade e dedicara io lervno
pobhcn.
Dos guarde i V. S., Serinhiem ii de dezeml.ro
da 1857.Illm. Sr. Seba-li.lo Lipes GnilUllil, l-
ente curonel rnintnau laulc du corpo de |.ulic.a,
Josc Angelo de Morae. llego, cajntii ,.
peilo s muil... mas ti.n. eoslumu enlreler estrenas cullegai. Senhores, a Vista dula declarado feila pelo Sr.
res alar amia Can o |.apel de .reinador, nem relaei.es ron. ellas. Senhores, le desia maniira nlo ella'pruad o Moraes Kego, anida se pora em duvi la quo o alleie
lan|iiuco f zer a nirraco dos fictos, dea Crimea Sr. l'resi "enl. :Aisamindo O Sr. Moraes K(- lado pnlieada pelo sr. Mor.es llego, nao sei de que Salles fot um europrldar severo .le sen, deveres a''a quindo invnlve motnis di segredo ou compro-
raisii.o, pralicados por esle oo por aquelle ionice- go a delegada, in ln en a villa de Serinhaera, |>er- meius me sirv a para convencer au iiuhrc leputddo como tal no |io lia ler praticado o ficto qu se deu .neliinenlu alheio.
naru publico do Rio Formte, porquanlo sei que a guiilnu-me e-ie senhor se o nlo eonhecia, reipon- ; que me deu o ultimo aparte. cora o de-gr.ia lo Joaquim Cornil de Araujo, se nao Estara nesle caso a uforraao du ootre depo-
a.seiihla provincial nenbuma medida pule lomar di-lhe pele llirmal.va e ..l.-ui de ouir.. ra/nes que Eu repelirei o que ja lis-o, ou O delegado abri a Un fo-.e ordeuado tul delgalo de Seriuhaem '' Se i '"' '
Ihe del para o nao fr jirorn. a I... ,lis.,.|!. ( n.io caria, ou foi empine na abortare, e em qualquer ele alfere- livrs-e feito es
quera que se disiene que as auas antigs relates | doi dous caso- cmmelleo um crime, e uin humera i propna, o Sr. Moraes Iteg
alim de ir-pninir taei rofradnioi da lei.
S( a nobre depolado dirigi me aquella provoca-
rlo alim de ouvir de mim qual o jui/o que formo do
-eu |iroredinieiilo, como juiz mnoicipal du Rio l'.ir-
iihi-u, devo diz.r-lhi qu- sei fa/er iuslifa quando o
nobre depul rio a rae.ere, parque, -enhorrs, ni i I
negar n cada uin o que he seu, quer se) i bom, quer
eja .i..
' S |.rendenle, be eillheleci lo n no-sn |.arl..
f ,ri imenlal 1111" nenhuina ean-i rivil, etc.. Ma
ule liada sem privil mu haca.. ; a..im, pois. ail-
los lu rou.erar a minha cauja rom os delegados mi-
lit.ro-, ton f.aer 1 miaba reulissao ingenna, que
. po coi le I 11 om > ni.........siaeflo.
i claro s dimn.incnl
, ero-i c .me ...
1 ... p 1.. Cniu mi -.:> .; : ,
1 da J...I.11, e qoe mullos dos eo.
moi.il.r... lem dorran 1 lo o ICU s .ngiii-, quer 11.1-
neriis inteslinas, quer nu eilernu, e que por i--1
Un rredorel do acryealada reraiiheriincnl.i de lodos
..- I! a-ileiro> : mil, lenbore-, si fajo t-l 1 cu isilo
iiilln.am no seu procediinenlo eom.. aulorida.le pu-
blica. Eni.i > rps|,on leu-inee Sr. Moran Kego, e--
uiii.'i .nuil, v lo e visto ler ja un. causa ma UO
meu jui/o, e in ligan ln o que era 'uhe -or um pro-
eeaao crime. Rdltei-me para o U*o 1- rmoso, d.at
lepei (o .. .iiina in 1 ..r ordem de delega I
rinhaem, e M Imlaarau o lal famegirado proceso ta-
bre o qual eu direi man aliante al urna cousa,
Mai, Sr. pre-i enl -.ji-me lie., dizer. que a
vm ta rio Sr. Mo.de- llego, cn.i de..gado de srn-
1111 1 ;.. faria-in. ler teiiaa apj.r. !, n-...--. e na ver-
te I- e ;
I ir de tu J s que 11. 1 .....
alones Re. le g n.
. ..' .10 1. f.n ...i lo
.ni' 11 !.. le 1.: ui.iva li iih nia.-r os auiiu .1 -
h.ih.l.inles de s n..h........ o .ih.e.in 1..-.. ni p ....o
impareiil, mas sim qoe elle-., preeorav ho.tiliur
1 1 ido! iiquillps i|ui formas un o crculn d. -eu 111-
lecenor a Sr. ipltlo Fraiiciiee Anlouiode Carta-
eet* 111.1 licado
11 Sr. 1, D.urarii.nl :O nobre depolalo cita a
a diapaticAa qu* ra.rl.ticou.
11 sr. Barros Birrclo :NJ mire magnum di avi-
sos nao rae mello eu.
11 sr. G. lirum.n.rad :N.io l.i aviso era contra-
rio, raeu collega, exisleo de 10 de jolito de I83H,
que contera a mema doulrina.
Senhores.A negativa de cerlidis M ha mlori-
violencia, por vonlade1 O Sr. Iheodoro di Silva:Eu ll.'i mislrarei, e
idas-lho-hia os atle-lados i moslrar.i a caa.
Illm. Sr. Jet Severo.Moilo eslimo lenha go-
me anida me.mo que elle esliveise aulorisado pira
'o- ..
I m Sr. Depulado : Ja se disse que foi como
ci.miiianla.il. do deslacamenlo.
II Sr. G. Droirinond : Enllo neg qui o chele
de pope.a o podes-e ni andar, porque o chele d. po-
lica pdi dar bu-cas jmr iiilirmedio de leus de-
ligidos, a lei he muilo expressa e se este individuo
11.1.1 en delegado do Cabo, elle n.lo o poda mandar
que a-sira -e porta, he o 111001 habilitado pin exer- que Ihe den, ofliclirii 10 cumulan lanle du Oorpel O Sr. li. Drummond :Nao podr i esta infor-
cer cargos policiaes. A confequencil que de lude de polica da forma que fez nao te deve ioppr Imicao servir de guia na descuh-rla do autor de- e
1-I0-e pode tirar, senho.e, he que o delegado de aniel qoeo conlolo deua nflicio e do alleslad.i fei crin...l.l.e.i. seria o com|>rnraellilornniapol>li-
Serinblom, para ferir 1 um seu idversirio, i.i. se a pura exj.re.-.iu da verdade, e o qne a lal nspilla cidili desll informi{ao? No enlrelinlo wnhores,
1111 por (ou de eomrooll.r ura crime, uu pelo mcuoi I lenlia o delega 10 de Seriuhaem fu. d 0-1,1 man.iri qoe se procedeu rom o degr.o I 1
/ ido laude e feheidade. Me he miiiln prcrj.o fallar- dar buscas nes-e lermo, sa o delgalo do Cabo .1)
II. a negocio que Ihe diz respailo, e paia i-lo me merece conlianca diinllam-i.O, ritpousabilise.u-
aoiino a pe lir-lhetenha a non la.ie de ipparecer n'o, 1111- 1 i.....al.u-e j.or e-la forma.
em nos-a casa logo que esle teceber pois he negocio Sr-., cm eanelaeio eu ped.rei lo nobre depulado
da moili urgencia. qoe hoiileui lall.iu e que eialtando os hendidos que
AOirrao dibsiio de palavra de honra que, queren- lem felo os delega loi mililire*, diz-se que tli.ham
do pastar ni villa o ;.odc poli n.idd l.a coulra V. S. prend di poderosos uu potentados de Serinhaera que
podeodo eotretaafo ditpor de qoem he : m'osreiiri, lenlra lunilii nesse termo, e declaro i
De V. S. alenlo venerador.Francisco Antonio caa que o poler de 111.nha lamilla comiste en. ru-
Bauteira de Mello. peilar a lei, em cumplir os seus descre.
N.h. era sen. razo, Seoliore, qoe o lenle com- OSr. Lulx Fllippe :Nlo se refere atj uobre dc-
ml lian le.ra prornrava per ler-me, era necessarn. potado.
-eos clculos a niiiu.d rilirada.da comarca do It.o o Sr.G. DrnmmonJ : Se refere a membroi
Formn por qai j.cln menos servid-lhe de obsti- de miaba familia...
1 qni elle detnoiislrasse o suu amor pelo lurr.1 (j sr. Lu/. Ptlippe : Nao lenhor.
permmliucano, amor qu e.n verdade icji dito, he OSr.G. Drummond: Perdee-me, ea ho.ilem
eoadjovar em su 1 perpetra^
Creio ler enrapride o que ino pedio o nobre de-
puialu ;oSr. Raphacl na.i Ihe poderia ipruenlar
mei ur letlemnnlio do qu-- .. do Sr. Dr. Runos, li-
li,o do Sr. Joto Eugenio.
11 Sr. Mello llego :O Sr. Dr. Kara i as-ever..u
I I .1 -1.el la ; i
.. ......... 1 tupple-
. ... 1 ...
.... i. i lo tgrpj c iu-
1.... .
I si I.. I ; ..
o sr. I heod r la S Iva M 11 1 .1 a qutm
-o lofeno o n.l.re 1.. | r -' Icsiru.u a primeira pir-
1... lo -011 .liletiiiiij.
I mSr. Dejiulido : Aposto que agura elle n.io '""Ili,n Corren de Ariuj, qua ilm .1 pr-
dara atle.la lo- igua-s. Iihirdada sem mei n do lubsiilincia lo I. carcomido
t. sr. (,. Drummond : o ul divuii senhore, wmmas, nao encunir.u garauiis e nem ao me-
r a n.f rniae.... do delega lo de Senuhaem, acerca u0' cumpai v.i...
ser i
tese allere se aquella viilencil n.io foiM I .1 ell
aul.risi.li 11 1 dina elle Me ollicial, (.1 aihilri.
1;.. vloleulo in... i.i. 1 I,-, 1 i.i-.i. n.n t.l iroii-,
- iv.-_ .. 1 m .
r :. le negoci ...;:... 1 I
g 1 11 '. p 1 i procede.-,
1 or que 1 lia era co-..... .se tocio, que ie 11
s 1 1 p trn l.ide.
Pergonlarii agora ao nnl.ri depuli 11 qne h* nix
era iiitnhi comarca, se o laclo criminlo ijut lu l-
vido .10 .nio conlui ihii.iIo llislio, se .. lu. la val
Senhores.A conls. 1 > Jo ilferes Salles deve me-
rece, lo lo rredllo, 1 qu elle ln o kan
lelega I., de .ni.. ... .....-. 1.....
..-. ..... -..'i I-i o .11 ... 1.....
..... ... lu I...... lili I. -.-i ,- c.....
ibiiidaJ i.-..,,.
ja di irt. I lo ca ligo penal, he lio 11
no'.-s o que expe le um ordem nleg.il. c uu | 1
que .. execiilo.
I in si. Deput 1 lo. in.. c-ni ... militar! pi .
asnii.
tal que linsiig a.laigir a sua prepriedade anida
meimo com pi todaid uai viiinhoi, prlu me-
1 ,. x'\ il tv i. de i.b-1.11 uto em uin dos eugenhoi
t o'lonc ...to ,,. ,- 1 lo meu pai.
A queixa, Senhores, fu a|.re-enladd ao^uolire de-
pula lu 1 10 ino con.tl a regeilou.
0 Sr. Iheodoro da Silva : Dci-nil de su-r.oilo.
11 -r. G. Drumm .111 .--Ni 1 .1 meu pedido. OolOs
1 1 1 qaixiriin ( --; '. ?''' que, cIn
ir. Maraes H '.- 11
1 ....... 1 ei...... J "ii
1 ... D pula lo lo. .
. 1 .-: ..:...... 11.1 :i'rei .. ... i, ul. ,. ,-
I I S : O 1
lo roo acodo pon
inora I ir un I'.-.. Foi mol., 01 I .dos que e me im-
ite puiai un. len.lo iiireedide ora Bimiroi, he eomc
He
lqueiiteqoeodi.lv ido de Sarinham nao podi..... pie-idenie.
.. ivi diltr qua litiain havilo criminosos em Sen-
que linhara nd. proraai
11 sr. l.uti Kilippe :E nobre .lepalido e sua
f.imilt -10 os utn. it ibil iniei de seiiohlem '.'
1' s. (,. Duminund :- >.. sioo salisfeilo o alo
II. agradece.
Cccte qui 0 rjue lenho referido he bastile para
leiD. nitral os exres-us do--.-- homo..-, que desvian-
do-a d.. vardldeiro eaminliO sallam pela le., qui-
,,, ,..., 11-r |.o0 .m o e-p.d. na mgO.
1, \i ii.. Re 9 Ri| ...i 1 .....govir-
,, ;. ..... 1 ...i.iui. -Mal pon iibor.
- -i; ,. ..1...
.i sr. li. Drurnond-Vejamos a eetatiiticd iiiuiaff
.I.. |. rio do Kio I-orn s,, quanlos .Tilniniisul lo-
rain pr.sos o aun., pesiado. I ... nnire, diz o Sr.
II FfilVFI



U1AI0 J PK&NAMMOCO Uil\iit i., uk MAlO DE 1859
...
I m Sr. ntpuljjo:Vorqui liuhiHJiWo |ire ai te,. ; de orna cui|uncluia, Je uiu risa, lem detramado
(I Sr. (i. Ilriim nd:Ella' engaad, M M pren- ; seu Magua e baraleado ,ua ida pot a mol .1 ordam a
duran 9 oa i, easas prisma eram tosas, en por or- tranquilidade publica. Se, pola, mu fosse licito pulir

d 'ii> do uubi 1' diputado como delegado, ou a requi-
M'..io de oulras latotidadei.
Si' ie falla nota casa fin piiiOei, mas Dio le at-
iendo que sao piiset illegacs, aullas c que
lo posto da alfen -
O Sr, l>. Krumoii I d.i uro aparte que n.io cuv-
moa.
alcama canea im nobrea apelados, e -e mea pedido Sr. Theorlare da Silva:Knlauas miabas lufur-
vaieseu o que uo vale, tu padir-llic-bia : meos col- in.coe, a presidencia
lea*, nao continuis ne-la diacoNflo: ie queris cea- putadu t
sarar abuso*, ceaiorsi-ol sabara, mas oio am| 1 eii
Un par Ora niuias ve/es eiercer urna vingaur. o direilo da censara ate a offeon a* earscler indivi-
ncsquialia. 'todos nos sabemos a luanaira porquo se
p acede neiaas ailigaociai dirigida! por militares era
que a coosliluicao lie a Cpada e a le a sua vou-
1 ida,
dual c, uiais anda, a" ame Mrooracto miaba
Sr. presidente, o delegado do lenno de Serinbrieru
te ni sido urna das autoridades mal accoiadas. O 110-
bre depulado, que icprenute c dbUldo di Itio-
Um Sr. Uepuladi:li os oulros o que f,i/..'in, o Kormuso, ii'uma das Mateas paitadas, na da 21 do
que ili/em '' I "" lindo, esligmali.ou alguna acto-, que di/, lereni
O Sr. (i. Drumond:Senhores, a polica as mo* sido platicados por aquille delegado
dos junes manlclpaea be preteiivol a c#-a p liria
imlitarisad.i, porque o juiz muniripal lem una re-
pinarlo .1 perder...
O Sr. Mello Rigo Jlapbael ;E os militares mo
Itm.
O Sr. ti. Druraoud:...lem urna responsabilida-
ili moral.
O Sr. Mello Hego ..Raphael.:Os militares Itm
lauto a perder como o nobre depulado.
O Sr. li. Drumond:'tem na ioa camira, ua
su 1 alatse, que be urna claise minio dislincta.
-> Sr. Mello llego Kaphatl : l'or isso menino
le n reputarlo perder
A.palavras do nobre depulado dirigam-sc a' eise
luiirciunario ; porem liubain uin im oculto, porque
nie parecern! irigir-M, de modo Indireclo, lie ver-
dade, ao jui/. de direilo iulerino daquclla remarca.
O Sr. (. Drammond :Nao live esla inlonelo.
O Sr. Theodoro da Silva :Podarla haver-me en
ganado ; porem o discurso, que o nobre depulado
acaba de pruferir na seiso de boje, me faz cir que
uio me illudi.
O Sr. Souza liis :Nao se asquees* *'e tratar da
queslao da violarao da caria, que lie sobre 1U0 que
liaba de fallar.
t) Sr. 'theodoro da Silva :Kaqoella occa
O Si. Manuel Cavalcmli: Em oulro lugar, all islo he, depon que o uobre depulado fallou na seseas
10 o. de J do mu paaMd, sem qaerer arreineeilo n'um
II Sr. Millo llego (Raphael :Eniqualquer parle. I terreno ecorreeadio, em que de rerlo na diaria
O Sr ti. Drumond Senhores, en desrulpo ao bem, nem lo pouco desejaudo converl-lo de depu-
Dcbrc depulado, porque defende a sua classe
O Sr. Mauoel Cavalcaali:Defende-a dasnaif.
O Sr. G. Drumond:Mas convenca-se que esta
h a voz da vardade, be aqullo que eu sinto.
O Sr. Mello llego ll.ipliail : li ha a voz da
p 111,10.
0 Sr. G. Droinand:Eu narrei fados da aulori-
d.des polica** com quem uao lenhu a menor in-
diapaaiejia.
Senbor preiideule, eu ccncluirci o meu discurso
dizcudo qua me parte* ler dado a resposla precisa
a cada urna das proposites que os uobres depula-
d< t avalizarais. Pero a casa a eos meos nobret col-
lejas, disculpa, se por ventura use de alguma pj-
lavra menos conveniente ; uao houve nbto iitttn-
'.l o, eu nao liz man do que dizer o que sinlo, e de-
cl no anda que nao quu ollender a classe militar
a quim muilorespeilo, e que be diena de lod.n as
consideraros. {Apoiadu*, muito bem.
J Sr. Presidente : P*co aos nubles depulado
que se sinjam a di,cois,lo da materia.
II Sr. Manuel Cavalcauli : Diz qua ja leve oc-
rt: iao de proaguciar-ie sobre a materia, que ja a-
\e iturau slgumas proposires a respailo do lixai.a
da for(a policial, por que nao lendo algumas dessas
prnposi(oes sido respoudidas e algumas haveudo si-
do mal comprihtndidas, julga-st obligado a de no-
vo oceupar a atltneao da casa prolestaudo des o
lio. e uto apresenlar documentos compiolat'VO das
lias que crmltir porque como legislador se jolga
db pensado delta obriza rao.
um rilsoja ao que dista o honrado Sr. Souza
Il(i>,quando prelendeu juililicar a medidalouiadapr-
lo.;overoo da destacara guarda nacioual tntende qut
eti.a defeza fui dtiuait e faz sentir que o honra 'o
diputado a quera se relere confundir iuteiraiueule
cousas que sao disliuclts, couluudio o servir.') da
ciiarnic.a.0 com o de polica ; caiudo no absurdo de
julgar os cofrea pioviuciaei abrigado! ao pagamen-
to da guarda nacional destacada quando nao ha tal o
btiaaoia.
bulen le o honrado orador, que 1 medida lomada
pelo goveruo ugo be bastante regular ; por quanto
re erindo-se a lei da guarda nacional,dando aos pie-
sicenles a faculdades de destacar a guarda nacional,
tai >oiuenle a da' eiicircuimlancias extraordinarias
quiudo laes circunstancies se nao dirain, por que
a lelirada de dous ou (res balallioit da provincia
na 1 poda tar considerada uiua circuinslaucia evlra-
on mana c pelo contrario a accuuiularao de tropas
110 sol do imperio deve-te consiJeiarcumo caso mal
to ordinario.
Dando de barato que as circunstancias ezlraor-
diiarias se dessem, perguula o iliualre orador, se
po ventura tila provado que o goviruo esgolasie
lodoi os meios para levar ao seu estado completo o
coi po policial. Per-unta lamben: se por ventura a
hora policial fui emprtgada da raaiieira mus con-
veniente, buleu.ii o honrado depulado que uao,
que a forrea uu teve o destins mais conveniente,por
quanto rou-i i-llif que ot msicos erarn paaras tic
Irtlii^as do corpo qua p. ra oulros inuitus servidas,
a -eu vir estranlius a polica se dtsiinam soldados
vii.do ildhi a d.ir-se falla, falla que se nao sentirla
se es*a forra pa^a pela prov-ucia fosse e\clUBvameu
le deatioada ao servido que Ihe compele.
Om relaefloa noinc.ujijo do- militares para os car-
go' policiaca,
  • pi nao, que es'a medida be illegal e por de 111 i> n-
    Caavaoianla. Dizque dcuara' de eulrar em loiuo
    dcsenvolviinentos para losleoltl aall sua opin.ao
    poi qinnlo be matarla que jt lem sido largamenle
    ditcalida na casa, aaratacolaada todava com ri I cllt
    a inoonvenieiicia que a pouca lialnl tieao dos ofll 1-
    ac militaras para esses cargos he mala una rada
    Ti imilla em favor de sua opiinoo t contia sinie-
    lli. ulis iiomeaees.
    .le upiuija do honrado orador que a asscmhlea
    he eoiupeleiite para impor ao goveruo a olingarao
    de nao uomeai olliciaes de polica para os cario-, po-
    lie aes, c fatula a sua opiniao na competencia que
    tem a assemblea provincial para decretar 0 rigula-
    ineulu deise carpo, seu lo i|ue pensando assim adhe-
    re 1 emenda que Baaae sentido >e acha sobre a'
    me.,1.
    II honrado deoulado diz que una idea lem sido
    av> nlada para juitilicar n emprego dos mililares co-
    mo dilegados de polica c que esa idea he a de des-
    truir a> iuliuenciai locaes de acabar os polenta-
    do,.
    nltode o nubre orador, que esla idea de potenta-
    do! nao ptstt de uin phaultima, por que se poten-
    tado se emende poraquelles individuos que mi lo-
    calidades goztm pila sua pu-icao de inlluciicia, di
    pr ligio pelo sea procediineiilo, asaca julga o nvbie
    ni idor que 1,10 inllueucias benficas qut nao cou-
    vera destruir e que nem meaino sera' possivel des-
    truir. Se porim por potentado! se emende essai
    111 lue.ncias mtlelicas, esses individuos que pelo san
    111,10 procedimenlo e ciimes se cuiisliluem tmido-,
    anda a-.un inesmo com quauto reconlie(a a come-
    niiucia da destruirao deases ptenlaKs, nao voqui
    os deslacamenloi volanle e delegados militares, ao-
    jan o 111110 mais eliicaz para se cuu-cgutr esse oda
    ineralum-, que antes individuos do lugsr hoiucns
    ile posirao, que s.lo os nicos que podem bem ser-
    v os oargoa pobeiaes, valo como Ma eierridosgra-
    tuilainenle, esses rcveelidus de larri e prisligio sao
    os mais aptos para islabelecer o dominio da lei nos
    su is reipeclivas localidades, por isso que lem poilfie
    111 lependenle e nao sao como os oflictaea mililares
    as salariados pelo goviruo e meros cumplidores de
    sua< orile 11 peta nalureza de sua patlefta social.
    O honrado mimbro diz que ainda havia tomado
    o 1 tro- apoulamentos a rtspeiln dos quaes conviria
    d /er sbjurna eousa porem que alien h-nJo ao adian-
    limtnto da hora se limita as obiervares que lem
    fcilo.
    11 Sr. llego Horros :(Nao dcvolveuscu disrnrso.
    (i Sr. rreticcnte :Tem a palavra o Sr. Mello
    llego lt.11.hael.
    ti Sr. Mello lleco (lliphail : Cedo da palavra.
    i) Sr. I'iatidenle :tem a palawa o Sr. suuza
    I,. ...
    11 Sr. Souza Reis :Cedo i!.i palavra.
    O Sr. Presidente :Tara a palavra o Sr. Theodo-
    ro da Silva.
    0 Sr. Theodoro da Silva :En que enkn.ln ser
    di conveniencia publica que se manifestemos abusos
    que pnrveulura conimell.un fumcionarioi pblicos;
    cu que emendo que a dueatalo da li\a;ao da forran
    pilicril he a mais adaptada para a manifestarlo de
    1 o- tbaava ; pens todava que ncsles ltimos das a
    d tavaala lem sido sobremaneira incoaveuieule.
    1 ni Sr. Depulado :lato nao pens eu,
    ('Sr. Theodoro da Silva:Que sa crusura-srm
    abusos dos delicados militares, eu o compreuhendia;
    mas que, par da tensora se proferissem utsle ra-
    ci lio propositla que cxpuinem mais do qut censu-
    ra, he o que, a meu ver, comidero inju.lilicivel.
    Seohores, as accusac,es sao exageradas a par isso
    ir, >-mo injostas.
    Peosam alguiu dos nobres depula'Jos que s por
    infalicidade he que foram mandados para as comar-
    cal delegados militares ; por que riles lera ci.mb.ti-
    do os inieii-es pblicos, retardado a egricullura, pt-
    ralvsado o commercio, aggravado malas amigos e
    linalmenle anarchisadn a provincia.
    Oh '. scnhures islo naa he man que urna hvper-
    bile, cujo valor nao he senao o de urna hvperbole !
    Segundo oulros, os delegados mililares'tem aba-
    sado e rommeilido crimis, os delegados militares sao
    cirrompidos. Denunciam-se fados ; mal, a dispeilo
    da necessidade de que sejam provados, bem puoros
    o bao sido. E no entinto, pergunto eu, Sr. presiden
    le, a replalo alhiia he cousa com que se jogueleie
    ci mo a criana jogueleia com o I.cinco
    I rnram-se a
    O Sr. 'I beodo
    tem direilo e direit
    la;,1o. Proferir
    tiran allieia, Di
    vimtiise e t\\
    1 paladot.]
    Oulros linalm
    os delegados 11
    bidos pelo gover
    piuilio, as in'lu
    inlluencia local
    d. carcter e ki
    -njcii.iiein a vo
    Indo provincial em aecusador publico, todava, como
    ouvisse que o nobre depulado /aria accosac/iss, re-
    velaaudo fados, que. a' lerem-st Jado laes quaes os
    iiarniii, eram ceusur.iveii...
    O Sr. (i. Druininind .E os ilci'umenlos'.'
    O Sr. 1 heoduro da silva :Tenha a bondad* de
    ouvir-me.
    Todavia, como ouvisse o nobro depulado narrar
    fados, que, a' lerem-se dado laes quaes os narrou.
    erara ceusnraveis, eulendi que a nobre depulado,
    que exceder o papel de .Ir-pul o: para Tazer o de...
    t) Sr. li. Diummond ;Para cimbaler a i ca, fot-
    me nerenario entrar na apreciadlo dos fado?.
    O Sr.Theodoro da Silva :Entend por Mil ra-
    zao que, itm eoustrense-lo, poda e devia pe ir-lhe,
    como efliclivameule Ihe ped que, se soube-s* de
    alguus fados mais pralidos oulros funeciouarios pu
    lili ole a
    |iorquc o
    deinillid
    o-lo. II
    que de
    Atora,
    da cali,:,
    duu 1 cana un'
    quelles q
    polla, d
    sar o de
    nao pra
    ti Sr. Dromond:l'odia instaurar o prucesso nm
    indicar o nomo do aulor.
    que >* 11 im
    lado 1 1 1. ,, le.letnuilba
    pon leudo .10 Sr .Mello Kego.
    O nobre depulado aigiinienlou da seguiile nilnei-
    ra : o supi lernenlo da caria iulcicepladl c-l em po-
    ..,,.'..,,. 1 1 removida para sari- naadida da jy palagadM da .ircumrereiicia, amato
    ni,aun, e ahi nao esquecendo sui cuadurla ptlta li I 111 se n.io fotta llover derramado j.elas venias orna
    cunliiiuoii na r.irreir.i dos dlftlIDM S Violencia, al parle lo liqqido que coulmba afila. Depuis de ler
    qiieouohre diputado que se titania coi.fronte a di-.redo una porcao d* cuuio cabilludo. a Sr. Ib
    galorio fallou l:r>pon!.u que dn pe-,oa, pre-
    teules nao se recorda a qual fui qut anlragou o di-
    nheiro, por que nao se ricorda doi siguaes, mo .
    ligl a ueiihuma dit peisoss prsenles :
    perfeilo conlieeimenlo, me aseeveruu que, I mais esla lico de g. Dtrotidade a quem foi Ido pui- aquella pon., podia-se dwer, eia o que smneuie ha-
    com flT'il". o supplcmenlo foi tirado da carta que o eo cavtlhfiro ; c deinais, Sr. pre.idtnle, os laclo, va dt conleudo na cana craneana, pota que a mas.e
    ir i.arvallio dirigir ao Sr. Hamos ; mas que n.m perpetrados pelo Sr. capillo CarvalliO foram par *nctphtlilica eslava rcduzida a uin leve nulo ou
    O Sr. theodoro da Silva:Anda mais, Sr. prc- o lora pelo Sr. Maraes lleco, nem em sua casa
    si lente. I'ercunlo se pelo simples fado de llover
    una aul iiularle posto a ferros uin preao. sem
    nutra eireurnsiaaela mais cnnviuha iuslaurar-se um
    procaiM ? lie pergunla que se nao resolvea prori;
    mas aquellos que lem sido magistrados saliera que
    na. ba ptaetvel, nem eonvein In-taurar-se precessos
    por qudlq-.ier li^eira Ii,iii-cic--io da lei.
    O Sr (,. Drumoud:Eubin he permillido pora
    (erroe J
    O Sr. Theodoro da Silva:Nao dijo islo.
    O Sr. ti. Drumond:Nao he uin crinic lirar pa-
    pis doi preses '.'
    O Sri Theodoro da Silva:Sai o que be a comar-
    ca do Kio l orinoso ; o nobre oepulado nao ignota
    que fados laslcuificantes all i.unain urna impor-
    tancia e um vulto minien.n. (.tuero dizer que n.io
    sei quo papis eram esses, e se o preso Correa de A-
    raojo licou privado dellti.
    II que sei apena lie que ludo qoanlo narrei ef-
    feeiivamenle se den, e que mo parece nao haver
    raiga para censurtr-se o joiz de direilo interino por
    mo ler mandado imlauar proeexo conlia o deli-
    cado de Seiinhaer,.
    O Sr. (i. Druinuiid:Contra o autor do crime.
    U Sr. Theodoro da Silva: Que casa o decid.
    E anda devo fazer urna abaaivaca i a casa. Kan
    oh.-taule as info inaees que live do delegado, com
    Sr. Carvalho dirigir ao Sr. llamos
    que | mais de urna vez denunciados l aulnrnladei sope- irniz, que eipesstva as nu-mas ineiubranas. Lina
    aicuem que era inimigo do Sr. Carvaih,,, dosejando ores detla capilal. e o publico pelo. pr*ls, que bceira eompres-ao que (ai filia pan cipellir mais
    preslar um seivieo ao Sr. .Morara Kego Ihe rolrega- com vehemencia contra elles se pronunciaran). Ma< algum liquido, que se percebia eitar ainda iulilira-
    ii r-.esuppi menl-, ueando.-e todava a dizer-lhe o Sr. Csrvalho chamando a' responsabilidade a al- do, foi batanle para despesar loda* ai membrana,
    de quem e romo o ublivira. I guns jomaes que o acensaran), abatid.uiou a ques- da in.eno medullar, e conipriiuida- cnlre as moi,
    i>ou, porque devo lo, julgando-se deil'arle convicta as aceusaroes podem. s'dizer que qua,i se reduziam a liquido, seu-
    que Ibe lizer^ni, e para i-to chama a altenra do i da a ma.sa oncepbalica smenle bariaote para en-a-
    meu nobre amigo o Sr. Epaminoodas de Mell. boar II mus que as compremiam. He de notar que
    (' Sr. Epamlnonda de Mello : II luve detpro- > crrabello eslava peileilo, e que la' n.io linha prue-
    nuncia, mat nao abandono. irado liquido algum. Ot mm do crneo timbera
    O Sr. peinlo Uoarl*:Parccia-me que nao ha- nada aofi'raram qaanto a na eatificafao, poit qae ttM
    proseeoido tinha abandonado; como quer era recular e em harmona com a idada d* ruanca,
    arre lilar na piuhulade de quem m'o rilen
    O Sr. C,. Druuiinond : Eucarou-n pelo lado da
    defeza.
    (I Sr. Theodoro da Silv : Eu c-lou convencido
    de que o nobee depulado sabe que os fados se pas-
    saram como ui e-|. u tefetiudo.
    O Sr. (i. Dniniuond : Posso liltonear ao nobie
    depalado qua sei qne a carta foi abarla em casa do
    Sr. M raes Heco, posso allianrar que sei que n.io foi
    elle quem a ebrio.
    O Sr. Thendoio da Silva : Mas eu asstvero ao
    nobre depulado e ntsse ponto peeo-lht lir*n(a para
    vendo
    que se|a. Sr. presdeme, foram provadas as aecusa-
    (Aei -1 ni.-im,i', que sobre etM fancclonario pesa-
    am, e que vierain convencer-me que es. mililai
    era aquello inesmo qoe linha sido indtlirido por ou.
    miiuslro da guerra, em despacho que co-re impress
    qv liando pedia, que fossein iliininadal de sua de
    divergir de loa palavra, que a caria nao foi aberla | ollirio as notas mu qne sobre elle pesavam
    bheos do Hio-l;ut'moso,oi revelasse.i'ive a felieldade I ai qoafl coiucidiiain a do >r. Sales, auleudeu
    oessa occasiao de ouvir o nobre depulado desuerar I jui/. de direilo, para qoe nao te snppozeaae qee era
    que nada sabia a' respeilo dos dmela funccionarlos,
    em cojo numero couseguiuleinenlc catava eu com-
    prebtndulo.
    Ainda assim nao me s.itisli/, porque o que me ron
    vinha ca que o nobre depulado f..-se el ira e franco
    Pedi-lhe de novo que fosse mais riplirito, inlir- I la, axaminaite 1011 ciicuinslanrias
    pellei-o a etica do juiz de direilo interino e rogOfl- ; (o-se cunda quem foaw
    iiid.llereuie tu occorrtnclai do SerinMem para
    que as autori tiles da comarca se fOnHvestem e ligo
    cominellessim abusos, que devia olciar, como olb-
    riou, ao promolor publico, determinando ibe que,
    quaudo se de.sim fados da ordem do de que se Ira-
    e deuunciasse
    Ihe que se soubeie de fa..los por elle pralieadn.
    que Ihe fossem desairo.os, os palenleasse. O nobre
    depulado respondeu me que nao havla fallado Jo
    juiz de diteito interiuu.
    Enlao nao foi o qoe acora faca. Acraderi ao no-
    bre .lepiil.do o juizo que forma dei<* funccionario,
    coutri quem nao revelou o inujimo fado.
    Entretanto, Sr. presidente, pattaram-ie dias; le-
    aunda vez oceupou-se o nobre dcpuladu dos dele-
    gados mililares....
    (i Sr. (1. Druinmnnd :Perdoe-me, oceupei-me
    da illegalidade da nnmear^ao.
    (I Sr. theodoro da Silva lleni. Secunda vez
    fallou n nobre depulado, no mesmo da em que o
    meu e o seu discurso corran! impretsos ; n'e-sa oc-
    ca-iio lmenle tralnu, como declara, da legalidade
    das nomear,es de delegados mililares c nada di.se
    em res|ui,la ao meu discurso, para 11 que alias li-
    vtra eiii|o ; nuvosdiasse seLuirun, al que boje,
    o nobie depulado. talvez provocado pelo meu no-
    bre e illutiradn amigo o Sr. Millo lt)co, volta a es-
    merilhar os fados que mencionara, apreciando tam-
    bera a rwposta que dei na sejssao de -2'i do miz pai-
    tado.
    Foi, portante, Sr. presidenle, depois de todas
    estas circumstaiicias. d* ha'|erem decorrido lodos
    0 certa he, que Joaquim Correo nao jolTreu mais
    violencia Igoma.
    (ira, a vi-la de ludo quanlo liei dito, poder-se-ha
    loppr que esleve impasaivel o juit de direilo iote-
    rino do lio l'ormoso '.'
    1 m Sr. Depulado:Nao por cirio,
    O Sr. Theodoro da Silva : Entretanto alcum
    lempo dopois, Joaquim Correa diricio-se a piesuleu-
    eia, quiixaudO'Se do laclo que altribuia ao elevado
    e de outro, como por etempln, o de Ibe 1 rohibirem
    que livesse na prisao 01 c.uninodos pnciaos a su.
    9aa de.
    t Sr. presideule mandou-me ouvir sobre essv
    qoeia, na qial rouvioha que meu nomo totea lam- I fuoeraOeg poliriacs"
    m casa do Sr. Moraes Kego. O lempo Ih'o pio-
    vara".
    Agora, pergunto aonde eil o crime do Sr. Mo-
    raes llego'.' ondea sua complicla le '.' Poda ella
    usar do uppleraenlo ou nao '.'
    OSr. li. Driiiiiinond : .Nao poda, porque era
    11 m documento havido por um mein criminoio.
    t) Sr. llieudoru da Silva :Se o Sr. Morae< lleco
    abrisse a ca la e se itrvisse do topplentaale, qoe ni"
    -r. prndente, a serein muito ronveniiiilet as no-
    infares de delecados militares para caraos pobeiaes
    todas as provincias leriam he de crer) til medida de
    salvaran publica; entretanto consla-me que l-
    menle na l'arahiba em pouca- luealidales e as A-
    lacoas he que se ha adoptado essa minio incouvi-
    nieiile reaolofjaVl governamenlal.
    I 111 Sr. Depulado :No Ceara1 e mais oulras.
    O Sr. Penlo Do.ule :Mal 11I0 00 Pata", e em
    era para elle, de cerln que lena sido autor de um qoaai loda as provincias ao -ul do Imperio
    criina ; t se em boa fe u receheo de oulrem, que]
    nao Ibe dsse que o irbiivera por um roeio rriinno-
    0, cumo cunsjdera-lo cmplice'.' llavera'eotnpli-
    cid.iJe lem designio e proposito deliberado de con-
    correr ou cncobrir ora rnme '! Uao, de eerlo.
    O Sr. te. Druroinnnd : Tanto sabia que o nobre
    depulado ,refrr0-se ao Sr. Mello lleco OBVIO o lilho
    do Sr. Jos Eugenio da Hlva llamo* oizer que uSr.
    Moraes llego linha setenen do fado.
    O sr. Theodoro da Silva : Duvido d'essa tel-
    enda.
    0 Sr. G. Diimnond : Esl em seu direilo, por-
    que e-l defeudeiido.
    <' Sr. I Inodora da Silva : Nao eslou defenden-
    do ; imi< anles defender que aecusar.
    1 in Sr. Depulado :lie malla mais bonilo do qoe
    aecusar o iuimige em ua ausencia.
    O Sr. tbeodori da Silva :O que ha ainda a res-
    ponder.
    Poderia orcopar-me do fado de haver o Sr. lio-
    Seoboret, por fados semelbanli-, ciede-me. he
    que tomos CODtideradM lias provincias do .ul, pila- va,ss de o illCOIBHtodar, e lauto nial, quanlo Han eo-
    popol.na.e. minos sen-alas, poi hoinens iilerrado- ao- nbere a loule d uude parle. Ngo foi tornate ao Sr.
    erimei, por um povo, que vive lua di le. que se Travawi s a quem roube receber urna cada de-la or-
    alimenta nos sei loes do sancue de seos semclhaules; j dem : outra de igual lellra e concebida nos mtsraos
    nao apeladol, retlamarvMt inftliimeotl eu que nao termos, cun a nica dillerenra apenas do luc .r ao
    pono, e nem devo. ser desallerto aos 111 ssos irmaos
    do sul, ouvi lacliar-noi pot mais de um.) vez de re-
    volucionario E na vardade, senhores, qoaodo se
    olha para ulna provinria du sul, que he policiada no
    seu interior por acinlis das propriat loctlidades, e
    encara-se para n notM centro, paia 0 iule'ior da, pro-
    vincias do norle, e v-se nelle dtiramada urna por-
    ra i de militares, dos quaes muilos vao-se celehri-
    sando pelos troncos, eaatt cantados .1 eollelet de
    eutiro ...
    O Sr. Pereira de linio :ijue vieran) do 10I,
    0 Sr. Pallle Uarle :Cou-iciiad.- 1 quem .'
    1 ma \ oz Aos eriminot !
    ' I Sr. Penlo Dujrle : bnoio abran os um ere- de-as .arlas, e nao sera' um mm modo de vida para
    . ,aa K'.v-.w, nti.u-, c irriCIIB Ud
    silva, a ao nimio Juviuiano, uao e recorda de o
    ler vhIo, ....un como nao se ricorda te eulregou o
    dinheiro a qualquer dellet.
    Pelo Dr. chele de polica foi pergontado ao caita
    Numaja, se aluin dos caiteiros que se achtm preseo-
    tes e dos doos ausentes ndrade a tialva.i, a citi de
    s?u palrao JJieber rS C. lem uulrot e quatt 01 icus
    ti. mes '.'
    Ilespondeu que na casa de teu palrao uao ha mais
    ouitos eaiieiret, Ucea dos qoe esiao mencionados e
    pretentet, c apenas um dos empncados delli he o
    despachante di alfandega Jrsuino l'eireira da Silva,
    o qoal nao Irahallta no escriplurio. Declaro qut |j|
    a eulerlinha rtlro que diz : se recorda.
    I. nada mal. haveudo o Dr. chele dr poli 0.1 a per-
    cuolar, houve poi nudo o presente aulu do que duu
    fo, e depois da lido assicna com ai parlet presentas,
    isla he, con os caiteiros e a interrogado. Eu I ran-
    cisco I enano de Alahvde, e-envao o eicrevl Agoi-
    lioho l.uu la l.aina.jimugos l'rnici.co lavare.
    Joam Iradenck tieurc.-K.laal. Theodoro l'ried
    Uich. Ellea-ru. (iusiavo H. Praiuer. 1|. i;.
    Benmi Noblling. A. A. leireira da Silva.Ma-
    nuel liasius de Abtcu lama. Juvenci l-ernandes
    Silva.J. D. P. II. Nuiuiepir.Ai Slolzcmhark.
    lutarrogilorio feilo a Alolphu Siolzembark.
    E loso 110 mc-iuo da,mez, anno, e lunar retro de-
    clarado, estando ah prseme Adolplio Stolzembaik
    foi interrogado pela faria tesuiole :
    Perguntado u nome, estado, idade, nacionalida-
    de. reaiJnic.a c lempo desta, e qu.M a soa proliisao l
    Kepoatiu que siu nome ha Adelpbe Stabtem-
    liark, soltetro, da >\ anuo., natural de Mamourco,
    resiliente ntita cidade desde outubru de 1851, e que
    1 -ua prolissao he a de ser caiieno da cata de Kabe
    l.hamiltul.
    I'eigunlado qu-l o lempo em qua deiioo de sar
    caneiro da casa de Nicolao Olio Bieber A; C. '!
    Responde* que ate o dia 31 de agosto elle it'pon-
    denle foi o cana da casa de Bieber, e que na oa I
    le leleinbt* fez entrega della ao socio da can Car-
    los lloeck, e que esteva ainda de caixeiio ato :lil da
    srlimbro em qua denou para servir a cata de Itabo
    Chama llaal.
    Perguntado se elle respondetite durante o lempo
    dor, que por ess. modo quiz ver se pecav-.n as I,.- em que sieso como cana di casa de Bieber, fo, o
    (ba-. Nao he uno modo de se airanjar d.nbeiro, ., eueairegado etclusivamente de encher as letras quo
    punto he que se encontr quem M .lene engaar, 1
    nem peusera ot Srs. Travassos e Cu-lodiu que outro
    sc;a u lim, e c lempn ines mostrara'. Se porm ps
    sar o precedente, leremos de ver (requeiilemenle
    qoe calcula-se em li inezes paoco mais ou manos.
    mu e.cigenc'a por mno tlt ameart. Em
    una detMI n.nle. paMada deilarara por baixo da
    porla do Sr. Viclonuo Jos de S.ioza fravassus.oma
    caria tarjada de prelu e cora lellra* di-farcadai. un
    que se Ihe rtlzia qne se nao quizes-c ser a.sassinado,
    que denas.e 50)000 r*. dentro de urna quarlinha, e
    a fusil por debaito da guanta do ehal.uiz da arte
    da Boa-Vlfta, e islo no impiuiocavrl praia de Ir*
    dias, leudo por astignalura1) itsas-ino qur o quer
    malar'p..r cincoeuti mil iciso por aobscriptaSr.
    Victorino Jos da Sania Travaatoa morafechada
    com Ires 0bre1.11 pretas. Orno he nalaral, atratla-
    ladissimo licou o Sr. Travassos. anda que em lodo
    e--e diviarco nao envetcou ouii.i causa *enan urna
    elraiagia de que alcuein se lervio para n se Ihe pi
    lliava robre- ; mas seja ou i. ni -aja una e-lialc-
    Eia, o cato 11,10 lies nos man 'Imples pira qoe dei-
    de devia ser depositada a quaulia, foi laucada na
    Bolla do da t do crrente por haito da parla da ca-
    sa da Sr. Custodio ouvircs no aterro ^-t Boa-Vista, e
    que o rollocotl nos inesmos sustos e mbresiltot Am-
    bas etta< eniiai 1 eram em poder do Sr. lubdelegado
    da Boa-Viila, que etlt' procedeado asmis minu-
    ciosas pisquizas alini de ver se descobre o especula-
    ran lleco onlraeo rm termo estiaiibo para everrer dito para o, rolletes Je couro... Sr. presidinte. d /ia quem delle unir.
    bem envollo, como foi. Enlendeu-*.' que o juiz df
    direilo auimava as aulon lates de Serinbaem a per-
    seguirem Joaquim Correa ; e entretanto o que eu
    linha era comp'aii.1t> por es,e pebre lininein, lano
    que 10 podendo ella ser posto em lbenla le depoit
    que da relecan decesse urna carta dt lenlenc.-, eu,
    por coiiineracao para rom elle, havia espouaiiea-
    ment {Alelada da seguiiile inancira ao Sr. presi-
    deule da retaca-.
    Illm. e Evm. Sr.Consla-me que a relacau an-
    nulra o prore.so de re nesle jaizo contra Joaquim Correa de Araujo, pelo
    es-cs dias, que o nobre depuludii resolveu-ie a dizer | crune previlto na piimeira parte do arl. 123 do rod
    que o juiz de direilo interino nao procadera bem por | pen., nrdeiia.ulo que se I Se in*laoraise novo | n
    aie haver procesado a delegado de Serinlulem.... cet*o. Ojoto monicipal do termo de Serinhaem, 1.
    OSr U. Drumtnund .EU u.l 1 diste que linha cajadiiporicjflo isla'elle preso, aldanlo deu co-
    faito bem 011 mal ; persuulei io uebre depulado por-1 meco a es.e novo procciso, se bem queja' Ihe totee
    que nao linha feilo islo. I apio.rulada cetlidao do aecordlo, por falla da re-
    0 Sr. tino lino da Silva :-j-lla pergunlas qoi nao pecliva caita de seulenca, que, devendo servir Ibe
    eiprimem nina innocente pergunla, porque valim de base, he como lal iudispcnsavel. Me por i-.-o a
    ma formal aecusarao. para evilar que se conserve por man lampo em pr-
    liina eo, sr. presidente, qi e k depoit do curso sao um individuo sem culpa formada, que eu roen a
    de lodos esses dias loi qoe o nobre depulado com ; V. Evc. inlcrpuithi sua valiosa 1 olor idade, aliui de
    reiTtiao calculada, vollando Sos nesocios do K10-
    borraozo, resolveu-se, soh a fi.rm 1 de nina porgan-
    la, .1 dirigir urna accuttr.n ai ju z. de direilo inle-
    rmo do Rio-l'ormozo, por um fado que luo >ia
    11010, mas ja discutido.
    que aquella earla seja lego ailrahida e rnueltida
    para esle juizo.
    Como, i'uinn, prssa haver demora nessa etlraccao
    e rcmeesa, rulo deva pessoa alguma sullrcr pri!.lo
    i prolongada sem culpa formada, pergonlo a V. Kic.
    Se com a sua persunla o nobre depulado prtlen- se sera' legal, ueste caso, a aoltura de Joaquim Cor-
    deu diriair urna censura ,i essd fu iccionario, eu Ihe rea por ordem de llabeas-corpu*. vislo como j
    moslrarei que nao leve Tilde lgama. consla de urna cerli.lao que a reanlo anuullara o
    -l'e.li-lhe so qoe me cu- |iruceiso pelo qual lora elle preso, embora o SOgtl-
    1111 banle 10 -did.
    o jusliliro a lecalidade de te- eu. que coi
    couslt-me que o Sr. .Moraes cenlro que
    1 leradas a*im a*
    idea eo tora' de 10
    nossas localidades du /Ve/aoeo. Devera' e-lar -u;eilo a podasio o
    1. b, de norle, que carro ou cavallo que con-tuzir o saeerdol* i|ue levar
    s.. podemos no interior ser policiados por olliciaes do o S-nisimo Viatico a algum enfermo fura da rida-
    iiereilo alai de capilaes gene raes ? I Acaso, tt- de ? Em cele netalivo, como he qoe o arremtenle
    nb..ir,. etM* localidades das piovincias do tul, que do pedasio da penle do Mtnguiuho rucio formal-
    -ao l.li/uieule policiada* por culadao. babilanles meitle do sacerdote que ba das se oceupara neso
    dos ii.e-mo, lucaris. nao teta.) mirica .' n.'u se- mtsier, o padagio don otvallo* que coadati* a ti e a
    rao tamliein Ihealros de chine- .' remara' sempre, e u"ta outra pe.soa que 1 aconi| anbar- E quando
    lleco, a--un proceden do, oampra erdens topenore .
    l-.ui.io he elle censuradu porque rumpre ordena de
    quem be de e.:.i la 1
    II Sr. I,, iruriinn.ii I :E havia orden* '
    II Sr. Ineoloio da Silva : Nao o alliruio...
    I m >r. Diputado : Pu le allirmar.
    O >r. Iheodoro da Silva : Mas mtirpellei o Sr. nunca interrorapidl a Iranquilidade'.' mismo fo-aem abrigado* a e-sei.nu-, nao poderia o
    .Maraes Kee a esie respeilo e elle a*severou-me que Senbor prndenle, nunca alarai.....! Por que au arreinal.ule ditpeosa-lo, leodoem cunsioerac.ao o
    linha orden* para entrar un lermos eslrauho*. ~e ha de emre2ar a aulon.lade policial do mallo at Bm '.' II mallo exicir '. he minia restriceao '. !
    Ma duvilo, Sr. presidente, que o Sr. Muraes He- pestoai eircomipeclu, imparaiaei honestas d**M*|
    ao leuhi coninellido alcuns eiroi : eu, por esernpio, localidades, lie cruel, que -o tullas hahilem ho-
    reprovei u irocedimenlo que alie leve cora o nobre ; meus que te alimeiilam da enlriga, honieus lanco-
    lepulado o da provncarao, porque fui inconve- roao, e intolerante* .' Apoiadu-,|cnna i-se molli-
    pliradot apartes lodividuoa ha lias comarca, do
    cenlro muilo habilitados, a quem se pote entregar
    a vara policial lem recelo de abuso* apiado- de-
    de u liuique. por exemplo, teaboiet, ale 1 iaranhuu*,
    pos* i-vos arormar, que ha eidadloa, t|ue por tua
    furluna, independencia e prohidade olio 1,0 eiso
    quo
    alent, embora o pralicaste como simple- cidadao ;
    islo mesiiiu tVe diste ; mas lem-t* sido injusto com
    o Sr, Muraet llego.
    Cuino uesn occasiao, rm moilai oulrai presuruo
    haver-me motlrado ttmpre imparcial. A prova esl
    us propriat patawaa do nobre depulado. Couiulluu-
    se-me a nspeilo de um proeesso que dizia resptilo de seiem como felizmente ja' tilo sendo del,
    ao nobre de|iulado a niinha opinio, 1 minht re- de polica. Cumple todava dizer, sei.hores, que
    pela a cuustlla
    depulado derlarar
    fui a que a casa uuvio o uobre
    11 aquella comarca, e em mais alsumas lem policia-
    da evcellenlet mililarei. Eu respeuo, venero roet-
    (Jiidudo lia silo nectsario, *un servado de brai,ot cruzados. I que minios esquecendo roa praprb dignidad*, cal-
    t> hrl da baliiifa, que a muniliciencia imperial cando a. s pos ot lirios de um odicial de evir.ilu
    collocou em iilnh.is mao, eu nao o lenlni feilo muilo se bao comprometido pelo* no-.oi mallo*, I Cempanbl das carnea verdea .'
    pender, nem para um, nem p.ua uulro lado. (A-1 leiendo erar ao* mata ignorante* doa teot habitin-1 Souza l.ima
    Ilupilal de r,n itlaile. Etisliam no dia I Jilo
    ccrriiile 1 h.uneiia e ~. inulheres tratados pela ca-
    rntade, 10 humriis e l(> mullnre* que | acaiii a casa,
    e (> |irara- .1 i corpo de polica.Total 81.
    Morlal/Jiide lo da 10 ato corrate :
    lose, evposio. pele,9 me/es ; cotiviibe..
    Atlonso, branco, :l ineze, ; garrolilhe.
    Manuel I ranei-co da. Chacas, prelo, casado, Hiali-
    nos ; hticas.
    Jlo, presto, escravo, solleiro, 31 anuos ; eslreits-
    ment.i de unta.
    Antonio, |ireio, escravo, solleiro, 10 f-not; di-
    arrhea.
    Honorata, parda, escriva, ;t anuos; cmaras de
    Matadourn publico.Matoa-se ao dia 12 para
    coii.umo do da 13 do crranle, a saber :
    . 'r.'. bois.
    |i|icasse
    OSr. theodoro da Silva :Devo diur-lha que.
    rnmquanto estimo qoe me provocasse a urna etplic*-
    r.loda ordem laque vou dar,perqoe deaeio qoe meos
    actos eslejam ao alcance di apiectaeio de tolos, sin-
    lo qoe -ua provocarlo fo.se lu a lorroa de ama per-
    gunla e nao Ido explcita, cuito eouviaha que fosse.
    Vatnus aos fictos.
    O que primtrn narrou o nofcre depulado foi o se-
    cutle. Joaquim Crrreia de Araujo. ralba e dnenle
    de gommas, eslava dolido na qadeia de Ser nhaem
    E**e infeliz leve a desdila de que o delegado de Se-
    la*M .1 novo proeesao, que anula se nao fez. Se rae
    fotse licito, eu pedira a V. Evc. brevijadi na res-
    posla.
    Ilroi gatrde a V. Etc. Itio Formoio, 2'i de nn-
    Vfmbro de 1837.Illm. e Bim. Sr. Ermel.ndo A-
    lotlioho de Ledo, presidente da relaro.O juiz de
    direilo interino, theodoro M. freir Pereira da
    Silva Jnior.
    ti Sr. I lieed re d 1 Silva (oonlinuando Elle of-
    cio piova a toda evidencia que eu em vez de que-
    rer a ptrtaguicdo de Cunea de Araujo, me inleres-
    rinhaein suppuzes.e que elle eu quem dava poola- '''";l !' 'll0
    mcnlos para a conlereao de correspondencias, que "'r- Pr'nlpnl* da reanlo reapondeu-me que fi-
    se publicavam contra mesmo telegado. Esle pro- ca,ain dadas ts providencias para que a earla de
    curou vinc-r-se e mandn que o slferes r .minan- '""lenca me fosse quanlo anles remtllida ; mas 11.10
    llanto do destarameulo l-ranrisco Xavier de Sallas m* '8nbro bem da (Da ropotla acerca de habias-
    t.avalcanli de Almcida fu.se a c.d-'ia, nuzes-e u iu.;- cutpu*. I) que me emula, mas nao o allegare, he
    le-, .pie um militar quaudo os vai poluiar he de Doatle.
    proposito litine de us eilermirur (apolad Souza lavare*.
    bulregue-sc, senbor presi lente, a urna lutoridadel Morera.....
    panana vina fuic,a, que a faca retpeilar d-Ib* r,; Jacinlho. .
    enverno as necessarias caranlia-; a forra moral nao 1 Souza (lueroz
    me.-5*r. pre-idenle, tranquillo, pela ser- Ihe a lire, e ver-se-ha. que mullos ci lidacs du nos- | 1 *treira
    pelados.
    Se ai vezei psrere que a aoloritUde nao cumprio
    seu dever, evaii.inem-se 01 molivus de seu prucedi-
    menlo e ver-ae-ha que foram rezoaveit
    A-senlo-nie.^sf. pre-idenle, Iranquill
    nidada de rniuha couscieucia, pela conli.mca que le-
    iiho em mira proprio.
    Vozat : Moilo hem, muito bem.
    ii :-r. Penlo Duarle : Eu fallarei milito pun-
    co, .si. |.residente, comu he meu cuslume. Nao le-
    nhu 01 h.ilnlos de mador polili-o, lallame a inlelli-
    ceucia, precisa para bem arar pranla peitoai 1,10 no-
    i.ivn-, nlu-lracoes Ido impoilaiilat j e as-iin laliez
    ni 1 acia.le a esa, que e.l acusluinada a ouvir lon-
    cos diacurtot, recbeiadut de erudijao, e bellezas uia-
    loria..
    Principiarei dizendo, Sr. presidente, que vola pe-
    la eiiieu la do meu nubre amiito o Sr. Epaniiiiondaa
    le .Mello, que lita a forra policial era I ai pracas
    so cenlro soberao policiar com mas |.ru leticia que
    minios mililares, que vio alirar-te not Lracos das
    ntrica-, locaes, lomando nell-.s |iatlc acllvl, e e--
    qincen.ni seos .lvete-, a justira, c mulla vez seu
    nome, sua honra, e precudeultt illuslres alrota-
    do.-..
    Ma*. senbor pieai tente, a razao he clar; parece
    que alguus delegado* lo enverno lem querido pul
    e,le modo acabar com at influencia* ligil m.s dai
    localidades E quaudo fallo em ..inllueuciat legi-
    tima-" reliro-mea aquelles cidadaoi que a tem con-
    quistado por meit.s legtimos; eatoi -ao a> influrn-
    ciai bentlicas, que o enverno lem titcessidade de
    fi, aqu e.la' o meu discuro
    ( Sr. i,. Drummoud :Eulao o fado nao e-la'
    alterado.
    O Sr. Theodoro da Silva :Eu, porlinlo, nao
    neg que Correia de Araujo huuveise sido poslo a"
    ferros, nem mesmo neguei qoe -e Ihe torneasen) pa-
    u que liego 1: irnn he qoe atta (acto, r, a to-
    seciin lo ditae o nobie depulado
    Illm. a bvm. m.1-^m euinprimenlo ao de.pacho
    de v. l*ie, preferido na inrlun pelicjlo de Joaquim
    Correa de Araujo. que su boje me loi entreeue, le-
    nlio a boma de niluiinar o seeun.le :
    No dia _' de novembro lindo Uve nolicia de que
    Jlo Nejiomuceuo. ,
    l.uiz de Queiroi .
    Francisco daa Chacas.
    Joaquim Jos.....
    I
    8
    o lapplieanta fra. *em motivo lecilimo alceinado
    mada de |iapei e oppo*i(ite da ferros, parlisse c lossc "'.' c'"lrl'1 Serinhaem. y.am quinto o tapplieaol*
    praiirado pelo deleeidodc Serinhaem. ; nao me requere-ie eousa algara*, ollieiei luso ao
    USr. G. Drammond :Eu o que disse unir- "togado nigindo infaimatOet da *emtlh*nl< tocto esse Sr., qua lia lutado e*
    pioprielario, que
    constantemente seren chamados ao serado da cuar-
    da nacional os s-u, melhsres a mais habis arliata*.
    Im s.r. Depulado : Mas para que '.' para a poli-
    ca ou cuarnic.lo !
    O Sr. Petoolo Duarle : Islo de polica 00 cuar-
    nijo ei|ilique eo nobie depulado quii souber ; eu
    fallo a tespeilo do aquartrllamenlu. Esle eilabale-
    11 Sr. Penlo Duarle:Servem. e servem para
    muito, Mollar depulado, mas alcuiis nao strvem
    para ettes cargos peltciaei : nem ludo he pata lo-
    do*, nem lodos sao para ludo.
    (I sr. Mello llego : Su servem para cumplir
    orlen..
    " Sr. Paitlo Duarle:Perdo* o neu nobre col-
    Toul. KM bola.
    Maun-pc no Im 1.1 para cousunii d> du 1 do
    curenle, a saher :
    Companhia das eai nes verde?.......;{j bob.
    Soca Lima............... \ H
    Duarle............ j
    RiCtirJii Kuinualdo da Silva........ , s
    Soozi i .i\ iret....... j
    I.mi: de Queiroi ,2 a
    .M'Tir.i de Mendoin ,i..... -j
    lerreira............ u
    Jacintlio............ t | >
    Soasa QaclrM............. i .>
    Johij .Nepoinurcito.......... | i
    FraneiscadasChaigaa........ i
    Joao Jas.................. \ i>
    l.ilal.
    bois.
    cin.enlu. Sr. pretidcuic, porlence oo Si. capillo Jos ; leca, servem para oulros mltteret lambeni ntbret,
    i Pereira Jnior. Per varias veres lem-ine dito e iinporlaules como o de nublar cumprinienln de ,|0 BaOCO
    mente, a u uobre depolada nao o iiecnu. fui que o f1"'pronleiuiar cuino fosse de juslica Em sua res
    preso linha si.lu pn.io a'ferros, que se Ihe haviam l'-l,,<|. 'le iltere da historia narrada na penca-,
    lirado os Mas papen, e qae o que me cumpla pro- '""-"rou-m* que, se bem hoaveste a lapplicanlt
    m havia sido o inaiidaiile. | "do po-lo em ferros pelo commandanle do ile-la-
    ii) gravea dilticuldmie, na
    du
    __&mmnnlcbo.
    lendo sido preso por OCCasiSo das avcrl-
    guac,dca puilciacg, que liveram lugar para o
    descobrimeulo dos autores da ralsiHcaQBo
    .las duas letras "lcscoiila-las na caixt fili|
    do lirasi
    var, era quem
    OSr. Iheodoro da Silva :Bem. Aceito a etpli-
    coe.'ni ; nao lenho que ta/er reclificiflo a' e;-a pirta
    do .ll.eui.o do liebre dl|iulaiio.
    Sube dn laclo em questo,porque ouvi o nnbre de-
    pulado refenlo em uina casa un l* encontramosnot
    a iitiilc. Eausou-me imprento desagradase!; e no dia
    eeuinle, pela ininhaa, o meu prtmeiiu cui lado foi
    i palo
    carnalo, uuiiediuUiiienle fura linc dalle*. Tud
    i-lo consli das copia sob us. I e i. Eslas sao as in.
    lurmaioes que de momento potao dar a V. Ec; po
    lem van e\.ci-las mais cirruin.lanciada* lo deleca- de Hace* o
    do, abiu de leva-la. ao coiihecimciilo de V. Etc. A'
    elle ricommeudo insta dala loda a moderacao e im-
    l '"'.....todapara com osupplicanle ; e ao Di. pro-
    etigir do commaiidanle do destacainenl.i dn Itio l-'ur- l"","r publico incumb que denuncia.se, para
    moro urna pruca, a lim de levar um ollirio meu ao ""J** punirla, qualquer viileucia que se Ibe
    delegado de Serinhaem. fiese oflcio indocavt eu se .^a- ***" P'ovideaieii* o as qoe niinhas alliihui-
    era verdadero o fado que linha chocado a-, meu eo-' "" l'cniiilem lomar. Oque a-,eveioa V. Evc.
    iilteeimeiito. D'isto se conclue qoe nao desejei que ,'l* I"' a sorte do tupplicatite nao me lem si lo in-
    di* paiseassc ilesjierctbid dillcreiilo, como, alera da copia n. I, se conherc
    Pcrmilla-me V. Evc. Sr. preadeole, que leia al- ",el,lur dai copias sob ni. 1 e i. linas desia* eopiai
    culis docuutiilos, que n.o. sao Stlensol e com cuja elaln 'lo meu ullicio e do Sr. presidente da relacau .
    leilura nao roobarei lempo a casi. j *'J consullet ao Sr. presnledle da relacau se |io-
    O dalecado reipoiideu-me ada iFgoinl* maneira : dl' tu"fe ler Ihe ordem de ilabeas-corpaa.
    Illm. Sr.llespoinlcn lo ..cora inesmo o oflicio I e0' Buar.le a V. Evc. H'o Pont oso, 'Ji de de-
    de V. S. de boje datado, devo informar que honlem ; e"i,ro de 1857.Illm. c Evm. Sr. prealdenle da
    parlicipuu-me o aiferet d'etle de-lacameiitn que, por Pfov,acia.O uto de direilo Interino, IheodoroMa-
    occasiBo de pa'tir-te revista na cadete a' que |.e,- !?, **'"* Pereira da Silva Jnior,
    leahnenl* aiti-te, mandn etaii.inar tu lo, romo se "" Theodoro da Silva -ontiuuaado :Bis, Sr.
    lie, em resumo explicado o que houve a ret-
    i Curre* ; e creio havir-me juvlili-
    le.
    avaimeute aisi.ie, manuou eiau.iuar lu lo, romo se ---i.iueu.u
    pralic.i as pnsoes ; e adan Jo diversos papis per- "allenle, em
    lencenles ao preao Joaquim Correia do Araujo, ao l"'llu ue Joaqu
    liegar n'eises papei*, avaoiou-te a' elle o mesmo c,llniul
    progrcSM de sen eelabelecimeiilo em virlude
    opiai telljinenlo da guarda nacional.
    Un, a ser assim, como realmenle he, nlos para
    '.sa ein|.re/.a, sin.'io lamben) para alcumas nutras
    uateeiilet, cuiopre-nas, Mnhoret, dar a mo a' uoi-
    *a ni,lu.lira, animar as arles, fater que nao defililll
    esse pobre cumnierciu nacional, a nao mure a' falla
    porvir dos noSSM cam| nnezes,
    que, teja dilo, leineui mais um aquarlellameulo do
    que a tuais loi.,ada leva. Uuinpre-nos, repilo se-
    uhores remover a causal de lanos males poi ludo
    i"au que hei dito, e para qoe tambera nao eslejamus
    a' merc du monopolio esliaucnr.. .
    Ditotlo,Sr. (relenle, pa-sarei a oulro ponto.
    N.io tralarc da lecalidade ou illcgalidadc das no-
    no acoe* dos mililaret para lugares de agente* poli-
    ciaes ; n.io, Iralaiei smenle da iaeonvanienela d*
    laes uemeajea, e qua-i que posso diur, Sr pres-
    deme, que da sua lucouvcnieiicia re,tilla a -ua ille-
    galidade.
    .uno, pnrtin, seja esla urna quesia i da direilo. (ot do urna das parcialidades, a gnerreiam remolle
    pata a qual nao me acho preparado, e nem lenho, a nutra, apblados, erozam-t* .-ajarle-.
    teja-me permiuido duter, eonbeclmenioi piofestio-1 I m Sr. n-i ulado : Enlo os individuo, ido os
    oie- da inaleri para poder tem receio diiculir, pos-' que nio prestara, a cou-.i un ,i he hoa !
    tarei aos larl. s qua para iniin lem tima lona de
    a cisa emitlia, e saeave, ou se ha vi i algum oulioem-
    precadu neile miler *
    lle.punleu qoe lolai ai letras a eveept-io ras que
    a cass tacata coutra os lucalas desta cidade, era
    elle respondente quem as encina, aquella* eteep-
    tua la- arara elidas pelo eaiveiro do armaiem Anlo-
    inu Alvares lerreira da Silva : que a e, ripluiacao
    deslas a de ludas ai letras da casa nos respeelivot li-
    tra* era (eiia por elle retpundenle. o poocas veres o
    socio Botck l.uia a cscriplura^ao das lelrat sacadas
    para a Europa.
    Pargonlado porque ra 'o deixoo a casa de llieher,
    se foi volutiiaritmcule oo por detavtnctt cum ot
    socios della '.'
    Responden qUe deitoo a osa voluntariamente e
    de acr-or.lr. cum us sncijs della, porque a casa era
    qoe ora serve, Ib* da' m.iur ordenado.
    Perguolade se algumas veiet velo faier dctconlos
    Beata civa lilial a' mandado de seu palrao ".'
    Itespoiideu qua minias veres veio a esta caita (a-
    ter de>eontoi .le ordem de seos paues, e netiat ve-
    tes serapr* OMigneo u ptopaeU* pira os deseonioi,
    usando .la Inma da casa, e por bailo dala assiguan-
    do o seu nome.
    Perguntado se drenla o lempo em que servio na
    cate de Bieber ,\ C, e-la usoa tempre de chapas es-
    peciaes para as iaa* latas, oo te indislim-limeiile
    usava dequilqucr papel para as mesraat .'
    Ki-spondeu que a casa do liieber durante o lempo
    em que uilla sertiu, usoude chapas especiaos para as
    u..i |etra, sin lo uma para ai letra- delta prac,a e as
    outras para a* IrausareOes com a Europa, sendo orna
    .lillas eacr.pt* em franeca, e ai duat em tibiez :
    que a chipa especial pira at letras desta prega, assim
    como a. da Burotp* luibam eslampadas no cenlro as
    inici.ei e o appelhdo da cass era lelas brancas, a
    no tallo ha lamben) etcriple essa fuma da casa cora
    linla prela : quo acontecen acabar-so o |iapel estam-
    pa lo rom a chapa Mpectol, e enlao man lava a caa
    coui|irar no mercado letras lilographadas a propor-
    gdo que precna.a.
    Parguatado se citas lelr.s qoe a casi maadava
    comprar foram compradas em orna su Casa, e de uin*
    t chapa, ou em diflerentat casas, e de dillereules
    chapas'.'
    Reapondoa qne o papel que a casa de Uiiber man-
    dou cutnprar para encher foi lodo Comprado na lata
    do padre Ignacio, na ra da Crui detta fregnezia e
    lodo elle foi de orna sn chapa.
    Pcreiuiladose eonhecto os necocins da casa de Bie-
    ber & (.. cum a de he-ller i\ C., e se alera delle ret-
    o.menle na casa, liana mais algum empregado quo
    live-s" cannecielente deeses nenocios'.'
    Kespendea que eonheels perfeilamente o* negocios
    l. casa .te su palrao cora a de Kelcr r\ C, e que
    uppue que a'suiii sulret emj.regados da casa conlie-
    riam o* nogocioi della cura asa, porque a aicepc.io
    do litro ni-,ir que elle respndante guardara, o*
    demaia livros e'lavam ao alcance dot deuiais empre-
    ea lo..
    E oada mai* havendo a ser-lhe perguniado, depois
    de hdo, as.icnou cora o Dr. chele de polica. Eu,
    I ranciseo Ignacio de Alav le, e*crivJo o r-crevi.
    Acosliiilie luit da turna. Ad Stoltemback.
    lolerrogalono feilo a V lolpho Stolrembaek.
    Aos >1 de marea de I8S, nesla ci la te do Reci-
    te, na rasa de deiencao. aonde foi viodo o r. che-
    le da polica Acostluho l.uiz da Gama, eomigu aseri-
    vao abano assignado, e sendo ah presente Adolpho
    Slolniiiback, que ahi ae cha prelo, e etttndo eale
    em plena lber.bule, a sem roiiiltangimento alcum,
    o dito Dr. chele de polica Ihe fe* as tetuinlcs per-
    eunlas :
    Petciinlado se a lirraa da N. O. Biaber c Compa-
    ohia e a assigualnra dai propoilai nmeros 9rj8,
    819, I.Oi e 1,117 sao escripias por ella lespon-
    uenle '.'
    Responden qoe lano ai firmal de N. O. Bieber 6
    rdets. Eu ja' disse que OS m.l.la,.". ,V.',in"."-n "mi".: ^""^"^^^JJ0^*' "'>
    leus pala enrapnrem orden,- Oque digo, Itnh* ?U"S HtUV?.m Ji ''""'"
    ouv.do.e.ei por experiencia, he que quamlo algn* ?.S,7' & U, o ilo acoiUnU-s
    | chegam a's localuiade. nao se coii.irvam impar- I JOi' K>'llt;r ,\ i., is desejaudo remover qual-
    ciaeae alheio* a'a inlrigtsque nellas riittem. quer SUSpeiU, que aqu ou'em outra i|ua|- Compenbia, como a* assignalurat de ditas proposlas
    1 ma vos :E-te be que be u verdadabr* mal.
    OSr. Petoolo Duarle:Mae qaal lia a obrlgacgo
    de uma solerrdade que quer bem cumprir os lena
    devtre .' Conurvai-M ue ceir dos partid, a n.io
    Mrvir de ui-l umento a mesqoinhas viuganjas.
    ipoiadot .
    I ni sr. Depulado :s Sempre peudem para os
    lado,.
    ii Sr- Paiiolo Dnarle:Logo nio san esa* no-
    conveniente*cerne senam, se us deleeado.
    militares tornaisem-se alheios a polilic* e a-inli
    tas lucats : mas n.io ; o que vetnus he que ilgOJII,
    i1, lie a .amara, eu di.n sgaos..,
    I ni >'. Depalado:O uobre depulado marcha
    acuque secuto no lerieno da, eacepeftea.
    quer parte SO pnssa levantar contra tiiin, i *"t*cri|>ta!* por alia resp.....lale
    principal a. ente no corpo do eomiuet'cio, am '''-"'nado se embree a hura das firmas de N.
    que sou empregado, e do qual alias recebi im^A^S,^-'^3Stt!*m'mHJn'MM
    ProvaS no equivocas de csUtna lo intuios- .q,2.m".1V.aT.,.s ti "" *"""'"'>'
    n.. inlerrogaloiios, que me foram lelos, as foram escripias calas pelo socio Garlos Lun Vilu'ne
    nicas pegas Jo proeesso, que un' ilu.-m res- "ua.k.
    pello, assim como a declara;9o que lez o 'ttftrolade*e eeaooea a fiel da eajtaalltol, Jo<
    ihesotireiio i'.a ine-ina cauta filial e lio ter -v"10"10 de Ai-vedo Sanlot Jumor, e se com elle
    cebera quautia do Dieucionado descont
    Distas penes se vera que n"i.) Itouve eiiim
    mim a mais levo suspeila, eapenas ileu se :>
    circumstancia innocente e ordinaria du ter
    deixadodese caixeiro da casa do refer lo
    (Oes
    I relimado te conheca a lellra da propotla nu-
    mero 2,132 a a pessoa que at etereven ?
    Responden que n,i i conhec* a lellra dessa pesioa
    nem a pessoa qut a, r-rriviu.
    Pergunlad* m eonaece da ca,a de Bieber \ Com-
    eloqueucia prodigioM e irresillivel, e em igniii c-
    ios produtem man elleilo que as mais bellas e aire-
    batidora! Iheunas.
    O nubre depalado o Sr. leiveira de Mello, toxCB-
    i'evii, Sr. presilenl, astenlar-me, eu o eonhe- do o seu
    pas*eio puliciu-mihlar na comarca de liirj-
    iciaes, cumo
    do Carvalho.
    Viu sena pen.o rilar mullos fados, porque a
    casa ja deve talar conveneld* da inconveniencia
    dessss iioineac,cs pela tthibicl* de fac
    preso, era comequencia du que mandou ale.-ma-lo
    nicamente em quanto conclua a rcvi.ia. A peni t t> Po'que foi lmenle o que ditae o nobre depalado uhons^elralando'de lodos os"ainlest>o
    ure foi dada essa patle verbal, fui examinar o oceor- ro'n relai.-ao a mim. Todavia farei liccirat observa- que eiqucrru o Sr cat.ilu Carvalho
    n lo ; e souhe que lendo com elleilo Divido da parle *'"" oceupando-me ptiineiraineiilu di provocai;ao
    do preio essa falla, linha pur lie sido posto as al- 'lue, soltrou o nobre depulado.
    cenni, que Ihe foram loco liradas por ordem do Lonfeseo t V. Exe. e pero a casa me acrcdile,
    Dr.juto municipal du tumo, que primeiro do que 2*' '"" ""' ,c,u'menlo, que" nao be ficticio, e qoe
    eu foi infotmado do que acabo de capar. Iie ''lu imperioso, nio dese|o duvidar da palavra do
    Deot euarde a V. S.Serinhaem ^ii de novembro I "obre depulado. Ivem de cerlo a porei era du-
    de 1857.Illm. Sr. Dr. Theodoro Machado i-'reire i vi ,a-
    Psrera da Suva, dignistimo juii de direila interino O fac ida provocarao, romo j diste, chegou ao
    rl. comarca.O cepiUlo delegade, Joec Aitfjelo de ""-'" conlieeimenlo pelo modo porque u narrei. Csn-
    Moraei Reno. n sou-ine eslrauhe/a ; prucurei inlotinir nie du que
    O Si. Iheodoro da Silva continuando :__Eis- ',av'a de real a repello delle ; e soubt qua as um
    ahi. Sr. prtiidenle, uma versa i i-.u-iramente oiipus- ca* lie'soas '|ue n |.resenclaram foram o nobre depu-
    la a do nobie depulado. i lado, o o Sr. Muraes Rogo e o Sr. .Manuel Peres Ja-
    Corjeia de Araujo f.i posto' ferroa, noi qoaet cine da liami.
    esleve poucos momeutos, porque Bcgredioo cora- O Sr. Drummoud
    OSr. Pen lo Dnarle :-Nao sei meu nebrecol- N, 0 Bieber i\ C. onde era ca xa u lim lega : i i, por e*la .. pot .q.ella r.Uo, a, laca no- gtsambrodo ai.., nvnma 1't' i a """.'....."" ^ ,,;' r"-'' J M'e" >' "
    iniacOcssau.ncouveiiienie. ; anida eslou eu. meua s' f""' du '""'" P'OMmo pausado, mullo 'duu algum com e-s. nurae, nem lie couh
    principios. ni'es oo descont, qu: teve lUtjar aos 12 de I pestoaque o lenba.
    I'ni Sr. Depalado:Eo lenho vi.lo delegados
    que se n.io eiiibarae.m com os pulido! (Cruzam-M
    us apaileaj
    OSr. i'eivolo Duarle: Sr. prndenle, eo nao
    cunhero o* Srs. Y'eiga, Mi rae. Reg, ele. mas ou;o
    '.;..";."".:.". llf'i'.R'ii'".:'"'""'.":'" j'.r, iicw recoD&eceu
    em indivi
    hece aqu
    |ratv*j iitif c irillld.
    ti'ivcnitiro,aMar.i ser empregado em oulra I Pergonlada se ello respondenta nao foi convidado
    casa que n.e dava utaior ordenado. I"" para falsilicar a lirmade Bieber nal Ic-
    Ainda nao posso atinar om os motivos, 'lai..',"e f"""i ilcconlad s no banco, era novembro
    que determi.iaram tal proce lmenlo
    respeilo, e IV
    i
    dO anuo | a....rio
    .laramiai pmce lmenlo a nio, i, .-.
    elizmeiiieos,. Dr. cDefe de po- ,en,VT<["aTtoi'iB """"'"u ae"e "5|,"'
    etaat aomeatoet pea eintotcle de relos crimino | cusan.es a cs-*s mtlilaie*. romo agentes polic.es, I''"" t~iaaueceu a ioha innocencia, e me ptetleva a eM* falaineadw. e reipundente *a
    sos, perpetrados pin uma crande par* dos deleea- porque enlendo sr. presidente, que linliam necassi- "'""dou por em libcidaje, por n io havercm Peiguuta lo se sabe a pntol que fe i
    dot mililaret, feta u' cmara por llguirs doi dade de vir aqu invectivar contra cises militares, contra miru ni :ictos, OU presuoi-socs, que tolr*a, e qu* at aprescnlou para
    seus iiiciiihros. .Narrare .une um devendo del- ciiumniandu-os, e rom que lim ipoiados. auloi Isassctn a mulla del"in;,io. cana lilial 7
    tar palo amor de Deo* it.s ooIrM no esqueci E, poii, Sr. presidente, eu farti como fez om no-
    ineiit. que ao meu vtr ..ao lem ju.lilicaru |iossi- |,te depulado, uma supplica ao 1-vm. pre-idenle da
    re para quem u por ein praltea, pisando
    tolaiBeara i
    dtacuulo na
    NSo lie meu proposito ineelar tuna discus- i Rospoud*n qaa na* taba qaem fo.se o faltilicador
    s.topara mostrar i|iie fui victima de una '"'""'< "em 'e o nome da pessoa que ap.e-
    _____.--*. *.._ l_ ... ^(11(1 U d' if fal u>f m li.e.n.l.a
    vel par. qoem o pe em praliCI, piMOd* aos pe. ,.,n,n,cia, p.ra que retire da......miislrai.ao policial Dtevencao iOfuntlada nn-niii.U .> h., l.,J I '""'a, lelras para o d.seonlo.
    un do, a.ticu, m.is sali.nl, do DOMO cod,Ko pe- delegados mlhla.et qoe forem-se parlando mal, dne, i .. ha mi? o ,,,S'*) -ao vio indignar-
    "' ;eetrec..eapol,r,., daslucaliJade, i.osc.da.laosho-:M' 'm "''"'"' e'" ,lu" ""'" ""'e crime anual o nome
    (.hamo a allcnr.ln do nobre diputa lo Sr. Sonta n.....I nellas habitante*. | VI Ja), mas | ubi.ear o que oce iri'ru a meu les- posteas !
    te alaoem como
    e dess.i pessua oo
    Ris ; vuu tratar de um crune perptlrsdo pelo Sr
    capillo Carvalho ; crime de violarao do ugredo da
    I 'rucara se divert s ..|i-rte*
    Vpoio-o (o orador refere-s* ao presidente da pro-
    peito para que o juuo tovoravel, que serop e
    inereei, seja bascado em provas irrefiaj
    Responda que lem ouvido di/er smenle que a
    le.soaqoe- Jal.ihruu a, fi,,,,,, de Bieber & Cornpi-
    ILEGIVFI


    DIARIO DE PERNAMBUCO SAT1RADO 15 DE MAIO DE 185...
    ...
    ItcqnMilea que i* recorta de 1er Miado com al-
    gan nai p.iiiicioi, caiitiios de lliebtr, no se re-
    cnidD, p..ron, se foi na noile dene da, ou un alEn-
    1111 das -i uinlcs. K ri.i-l.i mais havtndo a' ser-llio
    ptruunla lo r- Milu, di-rlarou que a parle do seu in-
    terrsgataria irl.iiiao a perguala da qotm era o autor
    dn criine de falsdirarau prertiava do scguinli tscla-
    rtcirarnli que all nao lave, que o que ousio di/er
    f'i, que le julgava que a pearaa que (iz a falfica-
    Cio rouhecia as Iraiisacr/ies das caas de keller e
    l'i.'li, r cun a caita, que por so era de crer que
    fo--e feili por algum dos tmprrga ln< della, mas
    que lainl.em poderla Icr sido feria a faleillcajau por
    oulra quilquar pessoa eslranha as can* ditas a al-
    ia, do qua fajo ode termo M qual aisipna o interro-
    gado cora o 1. ctiefo de polica.
    K< Francisco I anaci dt Alha> de, escrivao o ei-
    cici. Auoslinho l,ui da (ans. Ad. Sloiim-
    l..ick.
    Interrogatorio em que io ordtnoo fosse posto m II-
    berdade Adolfho Stoliembark.
    Sajaai lelaxa.lat da nri.ao em que se achem Josc
    A atonto le Aievedo Sinlo* Jnior, e Adolpho Slal-
    tomioaa posteriormente a prisio ordenada, re ais
    ni uli,un n.tifio apparteto contra ellrs que polfsse
    Bocorrtf eos anteriora!. O escrivAo pane intoutl-
    nenle mandado de soltura a favor dos preso*, e no-
    lilique mi labellMei que ft/.erain o rame de Tullas
    I. para lia da 12 ao renle as II hiras da ma-
    ntisa i- n pnrcriim na caia liltal do banco, e uo-
    ili |uc is mlin-nle a J. J. I.appaclier, a Carlos Lola
    l'ilippt floerk, representantes das casas de i. Keller
    i\ C, e f. t>. Rieber Ov C para no da, logar a llu-
    ra designa dos comparecerem. lenle i) de abril de
    ISVi.A L. da tiaina.
    K mais seii.io conlinha as pecas aponlada e pe-
    dida por car lidia na pelillo reiro, que eu escrivao
    em principio desla diclarailn a abaixo a'S'gnado, por
    ? I
    < T3
    o n
    i*
    :- s '-
    5 3
    & -
    3-- i; s> llura'.
    i 2 s Almotphera.
    -M Ilireccan. V a i'
    a es i r o Inlensi-dade. &
    ewc" CcntlgraJo 5 3 1 3 5'
    li l K. li l llianmur.
    ES588=J- rahreiiheil
    a. a*. Hygromelro.
    Ilaromilro.
    Baalo,
    li iiiiit,i i >.
    Hozando.
    Jos.
    I>. Manoela.
    I'. lu iiiiia.
    :&$&<>&
    O Dr. Anselmo Francisco I'cretti, commen-
    dadur da imperial ordem da llosa, juiz de
    d i ro lo especial do coromemo resta ciJa-
    dc do Becifo de I'crnambuco etc.
    Fago saber pelo presente, que a reque-
    rimento dos negociantes Boslron Hooker &
    C. o ontros, achn-se abcrla a fe I leticia do
    coinmcrcianle matriculado Jos Gunealves
    iirtoie di de pelo Dr. dieta de poliria Agoslinho l.ulz da imina, ,\n[c .
    !Ze f,Un'"{* ",rah, ',or """"" ?,' ''/T'"! Atteti'denrlo a policio .lo lis. 2, mi que di-
    niuniHc* iitif pililo rm mea oodtr e catlono, e nos c
    qu..e, m. '.pono, val a pre.eal. sem cooi. qu. versos credores requeroni a al. ;.tura da fal-
    duvida fa!a por mim sobro dito tseritao escripto, loneta do comnierciante Jos l.oncalves
    rmirertado e signado nesla cidade do Ilecife cap- Villa-Ver le, estabeleci lo rom loja ce fazen-
    tal da provincia de l'ernambaco do imperio do Bra- das na ra do Ooetma lo desla ci de n. 7,
    sil. aoi i i dtsi do me/, de maio do anuo do nasel- o constando dos autos liavcr lito Villa-Verde
    ment de Noo Senhor Jess Clirislo de 188, Iri- cessado os seus pagamentos, o derlaro em
    p"'T..,"_u'd^'"'lc!^nle"c^!'lo.Lm?!,iod0_I,ra_ estado de quebra c fixo o termo legal da
    i existencia desla, a contar do da 30 de abril
    prximo passado. NomeiO para curadores
    sil. K.ncM o a lada.O e*cri.lo, t'ranclseo Ignacio de Alliayde.

    I'HAC.V l)H IIECII'E, H DE MAIO DE 1858.
    AS 3 MOKAS DA TAKDE.
    i-... 11-< i.- n:^kC:''e,omr-A^.m a. ?.,....! presente ao juiz de r>az competente, coma
    i. imliiii si'bre llamburt;o ido por m. de bronco r
    90 d|V.
    liscaosos credores llenrique B^runrj C.,qun
    prestaram 0 j-iramcnlo do es'lylo, e para de-
    positarios interinos os credorrs 'J imm Mon-
    ! sen d Vinsssa, que assignaiSo o conipe-
    , lente termo- O escrivao remella copia do
    (11 me de o Uniira .
    Gordurlio, criado de llioyo.
    I m cal.o de etqaadia. .
    Aiilunio.......
    i.lemencia, sobrinlii de Diogo.
    I la s einniri.....'
    Sequilo do infanta, soldado, povo, ele.
    Lisboa 1656.
    terminara' o espectculo rrm a espiritoosa comedia
    m mn aclo:
    1 FIDALGA E A JAHDINEIRA.
    Comecara' as 8 hnra.
    Os bilheles acbam-se a' venda no escTiplorio do
    Iheatro.
    Baile popular
    BASCARAS EPILWTASIA
    PALACETE DA ISLA DA PEALA.
    Domingo 1G de maio,
    O baile annunciado para o dia 13 foi trans-
    ferido, por motivos justos para domingo 16
    do corren te.
    u>
    ,}>.
    Descomo de I'traslo, II e IJ 0)0 ao anuo.
    Cambio sibre LondresT> l|i 'JO d|v.
    I'red. Kobilliard, presi lente,
    i' Uorges, secretarlo.
    CAMBIOS
    Sobre Londres, :i| d. por 15 a 90 d v.
    t Paria, 9B0v*. por Ir.
    o Lis 10a, IOS a 110 por canto de premio
    descanto de leltras, 10 a 12 por cenlo.
    Ol'KOOnjas hespanboUs. .
    Ditas un \ii-ii,is.......
    Petas le 65HIO. .
    Muedas de '.IjlHIO .
    Ditas de -Ji; ....
    I'UAIA l'.ilanie, nrasjleiros. .
    Ditos ciiluiiiiiiiri
    Hilos inetiraiios .
    At.rAMlhl.A.
    Keudiincnto do dia 1 a 12. .
    I de 1, di t)i| li. ,
    101:73:45)97
    Desrarresam boj* 15 de maio.
    Ildrca Iri neeuOlindamercadorias.
    Birca TrancenKaouldiversos gneros,
    li 11 -a hii aricanAnt) E. liranl[anima de Irigo.
    I'alaclio braailairaAnualiversu* gneros.
    Brieoe, orieano WHIiaaa Wilsoa larinlia de
    MOVIMENTO DA AI.KANOECA.
    Volumes tiilrados ecm Talen 'as .
    305KKI
    3IC000 3H 00
    I7KIOI I85OOO
    9:oo
    2OJ5O0
    5080 29100
    25080 25II MI
    15800
    115: 88;28ti
    16: l'.iill
    a tora gneros . . III
    Total l:ll
    Volumei s ihidis eom laifndas . . 121
    1 fi'iin gneros . . . 33
    Total 154
    CONSULADO CEBAL.
    Iiendinif uto dn liu 1 a u. 47:744>769
    liini dn da li....... 278|00l
    30:4321770
    DIVERSAS PUOVItICIAS.
    liendimnilo do da I a IJ. 1:870*072
    Istaaa do dia l....... I3s33b
    participac,ao dns curadores cima nomoados
    pa'aa opposifao dos sellos. Feitfl isto e
    cumpridoo disposto nos arligos809 do co-
    Idlgo, e .29 do regulamcnto n. 738, quanto
    a publicac.no desta, serSo opportunacente
    dele-mnalas as ulteriores providencias
    I presen pas pelos rel i los cdigo o rcgula-
    i ment. Recife 6 de maio de .1858 Anselmo
    Francisco Pcra.
    Em cumprimenlo desta'sentetiQa, convoco
    a lodos os credores presentes do referido
    fallido, para comparecer 11 1 da 15 do andan-
    te na s? la das audiencias as 10 boras da 111a-
    nli~-i, a li iri de se proceder a noiiiea(3o de
    depositario ou deposilarios. K par que a lo-
    dos aquelles credores ciegue noticia,mandei
    passar cdtlaes, que snrao allixa lo- nos luga-
    res docustume e publicados pela imprensa
    Dado c passido nesta cidad'i do tecife aos
    II demaiode 1858. Eu l'ranciseo Ignacio
    de Torres Ban mira, escrivao do juito espe-
    cial do commcrcio o liz escrever.
    Anselmo Francisco Perct'l.
    - O lllm. Sr. Dr chefe de polica da pro-
    vincia, nvnda fazer publico que por officio
    de^do correnle niez Ihe comm jiunicou o
    Dr. chefe de policia da Piraliiln, que fura
    alli presa como fgida, e se acba rccolbi la
    a'cadcia do termo do Cabeceiras daquella
    provincia, a cscrava Mana, que declara per-
    teticci' a urna Sra. viuva de mitin I) l.uzia
    WanJerley, morador na ra du Livramentoo
    desla cidade, a qual deve manl'r solicitar
    alli a entrega da dil eserava mediante do-
    cumentos coiiiprobalorius de seu dominio
    Secretaria da polica de IVniainliuco 14 de
    maio de 1858.U secretario, Ruliuo Augus-
    to de Almeida.
    2:002*408
    DESPACHOS DE BXPORTACAO PELA MK-A
    DOCONSUI.\DO DESTA CIDADE M) Hl.\
    11 HI- MAIU HE 1858.
    Canal 'Alachu inglaa tOnly Sonn, Soulbal, Mel-
    lors A, c, il'iii uccoa aaancar.
    GibrallarBriiue inulet u.Vnne Marine, N. O
    Biebn v i--. OOiaacaa asaacar.
    Poiln l'.n^u- porlugaei Amalia I, t'.arvallm A,
    luna 1 100 saaesM aasucar.
    Porta Paticlio portuga'i oCamown, (^arvalbo \
    IniHii-, :IVI saceos aiiocae.
    PortoBarca porluguea nl-ernandes la, Carvalho
    o. I ni .io, 12 eaaeai niel.
    5. .Miguel (jalara porlacoaia Flor do Porto,
    Uji oel .loaqiinn llamte silva, 2mi meios desoa.
    S. Ill(uulPatacho porluguez il.iberdaJe, Billar
    >\ tlliveira, :1(I cascos mel. m
    l.i-lioaPatacho uae ooal nConslanta, !'. Joaquim
    Meiina Cardlo, (i saceos as*ucar.
    KkCEBr.DOHIA DE RENDAS INTERNAS CE-
    KAES DE PERMA.MBLCO.
    Rendimei.lo do dia 1 a 12. I3H889291
    Idam do da II....... 616*220
    CONSULADO PROVINCIAL.
    1l:S0i5.il1

    PARA O
    CEARA'-MARANHAOEPARA
    O veletro brigue escuna Graciosa, cap*
    13o o pralico Joflo Josn de Souza, vai seguir
    con brevidada aos portos in licados para os
    quaes tcm grande parto da sua carga promp-
    la ; para o restante a tratar com os consig-
    natarios Almcida Gomes, Al ves & C. escrip-
    torio na ra da Cruz n 27.
    RIO DE JANEIRO.
    Brigue Libralo : para o resto da carga, pasia-
    geiroi, etc., Ir.ii.i--r- eom Caelauo Cyriaco da Cosa
    Moreira, ua ra da'Cadcia do Itecifo u. 2, pnmeiro
    andar.
    i-'rir o lio de Janeirj
    O patacho llcberibo, pretende seguir t.cn,
    muita brevidade, para o resto de scu carre-
    gimento trata-se com o seu consignatario
    Antonio l.uiz de Olivoira Azcvedo, ra da
    Cruz n.1.
    PARA O RIO DE JANEIRO.
    Pretende seguir com muita breriladc o
    brigue Fluminense, tem parlo do sen carre-
    ganiento promplo, para o resto que Iba falla
    trata-so rom o seu co'isiguatano Antonio
    l.uiz de Oliveira Azevedo, rita da Crtll n. 1.
    O conseibo imioistralivo do patrimo-
    nio dos orpliaos, continua a por em basta I
    publica, na sala de. suns SttstvOes 110 da 20 i
    do crranla, O rrenJamenlo das casas do
    mesmo patrimonio, ab iVr.t o Hii o Grande do
    .Su!,
    0 r gue A iolpho seguir com hrevidade,
    por ja ter parte da carga prompia : rx pre-
    tendentea para o res'.", polem dnigir-seao
    escriptorio da mu do Trapicha 11. 11, para
    tratar com Manocl Alves Guerra.
    Rio
    de Jr-neiro
    Segu com muita brevidade o palbabotc
    l'iedade ; para o resto da carga e passagei-
    ros, taia-s,' cun Caetano Gyriaco da G. M.,
    na ra da Gadeia do Recife n. 2, pnmeiio
    andar.
    RIO DE JANEIRO.
    A velcira barca nacional Helena, seguir
    cim brevidade, por ter ja engajada grande
    parle do sua carga ; qncm nella quizer car-
    lie i lira -no do da I
    l lf m do da i i. .
    12.
    30:6029621
    1:789*130
    32:5929051
    w
    iM-rtiim* b> posto.
    Navios enl'ados no dia 13.
    Itio de Janeirolj diaa, polaca franre/a ul'rancois
    l.oui.n, de 201 toneladas, capilla lieinie, equqia-
    uem 10, em lalro ; a N. O. Biebcr A, I'erlcn-
    ee a A| I.
    Riliiai das, brigue liambiugnct tiln la, de 220
    lonelalo", capilao C. Ma, equipagem II. (01
    laatn a N. O. Iliabcr & C. Pertence a llain-
    borgn
    Navios sobrios no m^-mo dia.
    Araeal) Uialc nacional Crrala do Nor;ei>, eapi-
    l i J ,,11 Antonio* da Silveira, carga larendaa e
    maia eneros. Passageiros, Jos Joaquim L'ile,
    JoaaJ l'ranciseo l.-ite. Vin-nle (iru^el do Anta ral,
    A. I- -rreira Autora, Luia Maria da Conceic.lo,
    Hi,i (ir.inda do SolPalhabule hrasiliiro, eLindo
    Alfredoo, espilao Eranriico Jos di Silva, carga
    asaacar.
    Navios ontrados no dia II.
    Barcelona41 iia, brigue bespanliol (iSnllanu, de
    262 tontldaa, capitn Jos lloldis, equipagem
    1:1, carga violto e mais gneros; A'aaaga >',
    Rryan. Porlenre a Baicelina.
    Rio de lniilrolidias, barca lira-ilfira o A teli-
    na, de 2 IS tonelad.s, capilao Ciaudino loe
    Rapo-o, equipagem II, carga cafe, v.isilli.me e
    mus rooeroi ; a Basloi & Lernos, Porlence ao
    Rio de Jaatlro.
    Porio 12 lias, brigue portuguo/. Esperancao, de
    1.1 I niel nas, eapilaa Joaquim do Saatl l."s-
    a, equipagem 12, carga viuho e man generes ;
    a Barroca o* Caalro. Perlenee ao Porto. Pas.a-
    Bciroi, Antonio Jo< da Arantes, Aulonio Pinto
    ile Magaihacs. Manoi/1 Joaquim da Silva tiuuna-
    r.iea, Juse Antonio Snares da Atevcdo, Jo-e
    l.iroira, Miguel Jas da Cosa, Aulonio da Col-
    la, Joaquim l'erreira, Joaquim Francisco da Sil-
    va, iliuoct l'ernandes, David Ribeiro, Antonio
    Ro Ingles Paris, Manuel Amonio Ribeiro, Ma-
    noel Eernuiles Prenlo, Antonio Jacd Vioira,
    AntoaiO de A/.eved* IVreira, Rento de Souza,
    Maiioel loaqaim Soarea de //-%, i,,, J-e Fr-
    nandps de Nirri/i, Joaquim t'erreira, Alanuel
    Peietra de M. J'inior, Joeqmm Csraolra.
    Di r.m inlsalaPalhabule de guerra nacional al'a-
    ralnl anuii, cominan lantc o I.' lenle Manuel
    I. Vllal de Oliveira.
    Navios sahi los no mesmo dia.
    Vjlpar. mBarca belga ullraboo, capil.Vi Eduanl
    Delf-, carga assur.ir.
    1 analBrigue inglet Vlelaida, capilao Jame
    Neili. carga assacar.
    2.t:asa terrea.
    1: n.i da Mocda.
    16>'. 43.Casa torrea.
    Ilua do Amorim.
    55N. 24.Casa torrea.
    56N. 26 Id'in.
    Boa dos Burgos.
    65-.N. 18.Casa terrea.
    69iN. 2t.Llera.
    Ba do > igario.
    71K. 22.Casa oo sobrado te tres an-
    dares.
    72N. 27l.lcm de dous andares.
    73N. 25 dem de tres andares.
    Itua do Encantamento.
    74--N. 7.Casa terrea.
    75--N 9 I lena.
    76N. II.Vasa desob:ado do dous an-
    dares.
    77N. 13.dem iltm.
    Ra da Sen/ala Vellia.
    78N. 136.Casa de sobrado do dous an-
    dares.
    7'i-N ni.Idemilem.
    80N. 132.dem dem.
    81N. 16.Casa terrea.
    82N. 18. dem.
    Itua la Guia.
    83--N. 2.'> -lusa terrea.
    84N -7. lien.
    Os licitantes bajam de comparecer com
    seus liadores na sala das sessfl s do inesino
    conseibo, as 11 lunas do mencionado da 2U
    do correnle. o
    Secretaria do conselho administrativo do
    uainiuonio doorpliSos 14 de un:io de 1808
    Dr. Vicente l'eieira uo llego,
    Secielario.
    -- Por n,lo ter liavido au liei ia da se-
    gn la vara dojuizo municipal no da 12 do
    torrente nao levo por este motivo lugar a
    arrematarlo aniitinciada ncsle Diirio das 4
    casas i Treas sitas na r^a dos i* res, o que
    le a lugar boje 15 de maio dc.iiis da au-
    diencia.
    - A cmara municipal do Ilecife contra-
    ta o planto o amando duarvons por ella
    escolbidas, nos caes, pravas c largos desla
    eid le, mediante a psgi e ,condi(cs que so
    coiive idonein : os moradores dos lugares
    mencionados ou oulros quaesquer que se
    queiramencarregar de semelbanle trabalbo,
    comparefam peanle a mesina Cmara, nos
    das desessSo, ou rcqueiram. l'ar;o da c-
    mara municipal do Recita 12 de maio de
    1858 Lu/. Francisco de arros lego, pro-
    presidente.Ma noel l'eiritr.i nccioli, secre-
    tario.
    - Segu para Lisboa ate o dia lodo
    corrente o patacho nacional Constanza,
    portermaior parte do sen carregamen-
    lo proui]il(i : para oresto li'ata-sc < om os
    seasconsij'iiutui'ios li.islo i\ l.ctnos, ua
    do TrapciC n. 17.
    C5
    a ra-
    iceara'
    nhao
    O bem conb 'eiilo brigue escuna Laura sa-
    hira impreterivelinenle no dia 22 do corren-
    to com a cirga qui liver a bordo: os pre-
    tendentes e passageiios, enieuiam-se com
    j. it.da Fonseca Jnior, na ra do vigario
    "" RIO DE JANEIRO-
    Segu por cs'es lias o lirimie Feliz llesli"
    uo, por ja ler par-' du carregamento, quem
    ii" mesmo quiz,-r carregar dirija-so a bordo
    lo mesmo a tratar com o en pililo ou no cs-
    criptojio de Usnoel GoDcalves da Silva, ra
    da Ca icia do Recife.
    Rio Grande
    Sul
    th>
    Ferreira Borges, opera-sc dus portos du
    sul em seguimouto aos do norte al o dia 17
    do rocenle. Reccbe-se desdo ja passageiros,
    froto de dinber > e encommi ndas, c engaja-
    se a carga que o vapor po ler comluzir,sen-
    do os volumes despse iados com anlece-
    dencia at o dia 16 : agencia rui do Trpi-
    cho n. 10.
    ARACATY.
    O hiato Novo Anglica sabe no dia 23 ou
    21 do correnle por ter a tnaior parte da car-
    ga prompta, mas amia rdecbo alguma car-
    ga o passageiros, para o que tem escellen-
    les commodos : traa so com Prenlo Vian-
    na Ci na ra da Cadoia n. 57, ou cora o
    meslro do mesmo hiato.
    S^ftfo
    Leudo.
    O agente Oliveira tara' leilao, por or-
    dem Jos administradores, e consenso dos
    Oledores da extincta casa coinmercial de
    Deane Voule i C. nesta praca, de todas
    as dividas activas de conta delivro.'c le- .
    , i.i qUa umanliaa (Ib Inver.i essao.as 9' bo-
    das pertenceiitcs a inesrna em liquida- ^ ra do dia, na cana n. :l da ra dos Cpia-
    eao, 6 CUJa relarao e\Ule expressamente 8 '* ^trelaria da sociedade Cultivadora
    para ter examinada com antee, pacao, no|^ d" Lel,r"1 *" '"
    Todas ns pcssoai que lem cortas
    contra o tallecido Joao Price, sub-cm-
    pieiteiro da estrada de fet i o, sao convida-
    das a mandar as sitas contas tem demora,
    no escriptorio de Sr. Y. lu neis, ra do
    Trapiche n. 12, segundo andar.
    lis rmeos da irman la le da S. Cruz
    dos Canoeiros do Recife, sSo convocados pa-
    ra no dia 16 do correnle, as 10 horas da ma-
    iihiia, c imparecerrm no consistorio da res-
    pectiva capella. alim do proceder se a clei^ao
    da mesa. Recita 12 demaiode 1858
    Kelarmino do Reg Barros vai a Euro-
    pa con sua molber, a nt sua ausencia, dei-
    xa por seus bastantes prncuradores, em 1
    lugar o Sr. Vcrissimo Jos Moreira, que diva
    na gerencia de sua casa ; em '2 lugar seu
    sagro o Sr. Joao Jos de Carvalho Moraes; e
    ero. 3/ seu pai o Sr. coronel JoSo Joaquim Ja
    Cunha llego arros.
    : >->.______________________________________________ .->;>
    SOCIEDADE '
    gaLTiV\DOK\D\SLETTRAS|
    . i Por ordem dn Sr. presidente, declaro,
    : < qaaamaahBa [16 llaveraleaaio.ai ;ii, ho-
    i-.<;.<
    escriptorio dos Sis. Rutile > Bidoulac, ra
    do Trapiche Novo n. 12, onde lera' lu-
    gar dito leilao, ipiu la fcira 19 do corren-
    le ao meio dia em ponto.
    Leilao de batatas
    jo^nnda-cir.i 17 do cor-
    ren! ;
    PEL< A.OENTI3
    Pestaa
    leilao segunda*
    pelas 10 huras da
    ti brigue nacional Imperador, receba pas-
    sageiros: Irata-se com o ca.iiao Clemente
    Jos la fusta, ou na ra Je Apollo ti. 4, com
    o consignatario
    PORTO.
    O veleiro brigue Amelia, sahir no dia 26
    do correnle, para paSSlgej os dirija-se ao
    capitfio, ou a seu consignatario Manoel loa-
    qulm Romos o Silva, a ra da Cajeta do
    lenle n 38.
    O agente Pestaa tara
    f'ira 17 do crtente
    tnanliaa, a porla do ai ma/.t-m doSr. Au-
    nes defronte da alfandega, por conta de
    quem pertenece
    DE
    iOO jigos com batatas l-ollandezas.
    Leilao.
    Augusto C- dcAbreu tara' leilao por
    intcrveqijao do agente Oliveira e conta e
    risco ae quem pgrtenccr de 119 pecas de
    cambraia c 115 pecas de algodo para
    Saceos, aviriailasd'agiia salgada: CCgUn-
    da-(cira t7 do corrente as 10 dota da
    mauliaa noseu ai'uia/.eiii rita da Cadea.
    LEILAO' DE MOBILIAS.
    (Sem reserva)
    O agente Boija, em o scu anligo armazem,
    ra do Collegto n. 15, far loilo por conta
    de urna pessoa que ha pouco retiro-se para
    Europa, de urna escolenle mobilia de Jaca-
    randa, guarde-roupas, commolas, ptima
    cama franecza, toilelles, lavatorios compa-
    dra, mesa dejantar, guara lou?a, aparato
    res, mobilia do sala inferior e de qu artos,
    e outras obras avulsas do mtreineiria, can-
    delabro o lanlernas de vi Iro, vasos de por-
    celana, (guras e mais enfeiles de sala, re-
    logios oe ppred" e le cima de mesa, candi
    eiros inglezes, apparelnos de porcelana para
    almoco e janlar, ditos ordinarios para o dia-
    rio le casa, vid-os completos para servico
    de mesa, utenclius de casa, trena decoas-
    nha, eoutros muilos objectos, ele ; asin
    como tainbem fara loililo de una iaimeiisi-
    dade de artigos diirrentes, rxistentes po
    dito armazem, inclusive u n rico lustro p-o-
    lirio para sala do dansa, consistorio, O'l Ou
    Iro qualquer silao ; os quaes objectos com
    os demais cima mencionados, serSq dofi-
    nitivamonto vend los sem reserva alguma :
    terja feira, 18 do corrente, as II horas cm
    ponto da m.iulia,!.
    Leilao de urna
    casa terrea
    O agente lorja, em o sen armazem, ra
    to Collegio II. 15, l'ar loilo Je urna exeel-
    lenlo casa terrea, sila na ra do Padre I'lo-
    riano n ">'!, a qual ser decisivamento en-
    tregue pi 11 niaior prcr; i nblido : lerca-feira,
    18 do crrente, ao meio dia etn ponto.
    LEILAO
    'egiind a-fe ira 17 do cr-
    lente
    l'II/l AGENTE
    Pestaa.
    O agente Pestaa far leiI3o no dia cima
    designado, e polas 11 horas da manliSa,
    porta do armazem do sr. Anuos lefroiitc da
    alian leg
    1)F.
    ?00 caixas Jo cliarulos da Babia.
    3 barra com presuntos do Mimbre.
    0 i>3 -$
    ATTENCAO.
    orlo

    i cr a-T - -. a -i ? ~ a. a l/urai.
    e - 1 ars i Mwmpktra.
    sil n 1 a g 1 l'irect.lo. ** O
    t d 9 a L2 Ca. i- =51 ^ = 5 Inlenri. daile. = 1
    rj^.j'f-.-"^ ICenligrada K
    o if i i i i *--"". ; lilMIIIIIUr. io- -; |
    c i-= ---i 1 Palirenlieil
    t 3 l / .' : i i i i- ; -x llyyrometro.
    i 1 -i 1 | Haromtlr 1 9.
    SANTAISABEL
    B. RECITA BA S8IGSATOU
    EtVIPREZAGESni \NO.
    SABBAIIO, I". BE MAIO.
    Sabira' a' ice
    Vai sabir com brevidada a barca Fernn-
    des I, quein quizercirregar ou ir de passa-
    gam, para o que lem exrellentcs com modos,
    dirija-se a Carvalho i\ Irmao, ou capitSo na
    pra^a.
    S I I I "i !. lii
    A velejra e bem conb cid. su mica nacio-
    nal llortencia, pretende seguir rom muita
    brevidade, ten a seu borlo pato do seu
    carregamento ; para o resto que Ihc falta,
    lrata-se c >tn o vu consignatario Antonio
    l.uiz de Oliveira izevaio, rm da Cruz n. 1
    Mura a IjUfiu..
    Km poneos das
    pcira Estrella d"M
    regatnenlo promp
    com o sen consignatario Antonio l.uiz i:
    Oliveira Azeve lo, ra da Cruz n I.
    ;>,ii!i o Rio de >"u iro
    fl veleiro e bcn conbeci lo brigue nacio-
    nal Tres Amigos, do primeira marcha, prn-
    mnla brevi lado
    , len le seguir cun muta lirevilvde po- ler
    na o nove eairrilrnte drama oii-ni.d pafin de seu e rrcgamenlo tratado: paran
    eincuicoaci.s: resto,os pretendentes enlenlam-se c......
    seu c 11 signatario Antonio lu/, de Oliveira
    Azevedo, rus da Cruz n. 1.

    F.-le drama he aludida cinpo-irfn> do moilo
    >S di-Inicio liilealo. o Sr. I.olt Antonio Boargain,
    r.uler dns draniH Pero-Cem, l.nii dt Camoei e nn
    "Ejlraaj bada s tolo para o tomar reconuneadavel a
    5- ~ cnprlalna riili'*
    - m henominiciO dos actos.
    2 |." arle.A cruz, quebra'la.
    p 'j. 2." aclo.Urna tlor rio byamo.
    3." arla Al falsas appaicncias.
    i.' aclo.O abandone.
    .V aclo.A ranura vermrllia.
    n
    j
    l'frtrninirn<.
    o infame n. ARoaa. .
    IIioko ita Silva ....
    Carlos, caiie r,i do dito.
    Hollarlo, seu irmio .
    O licenciad libuicio. .
    Adora.
    Silveaire.
    i < i mano.
    I.ima.
    I,sboa.
    Altai de Araojo
    Eageaheida
    POEMA DIDACTICO-HBROI-COMICO
    pelo
    Dr. Jas l-drari.
    Aeali.i dechegar da Bulla, a presenil'
    obra, eiijo principal lim he mostrara
    importancia e a influencia uue tcm, so-
    bre o piofjressn da sociedade, um euge-
    n'io de fabricar assucar. Scu autor com-
    para o assiunpto de sua obra com todas
    as fabricas que no Brasil c\istem, c piic
    patente quenenbuma da' maiorct resul-
    tados, neili sustenta mais o commcrcio.
    do qneo engenlio de assucar. Acha-se
    a' vend na liii.uia da praca di Inde-
    pendencian. 'i e S, pi-fi?S.sOOd is. dous
    volumes de bella e ntida impressao.
    O BUDGET
    di
    b b a c m r--i3 ? b___
    Acaba do chegar de Pars LE lil'D-
    i.ii ni ltAsii. o; Ri.ciir.t.nissi i;
    .LES RESSOL'ttCKS DE CET EMPINE,
    UPTp.rtegders',,Bc;?: ">A.NftLKI US APPORTS AYEC LES IN-
    to; para o resto trata-se i'EBKTS Kl'BOPEENS DU COMMEBCE
    i: ni: L'EMIGBATION, pelo conde Au-
    gusto Vandcr Straten-Ponthnz, 3 volumes
    em 8.- francez, com diversas catatase re-
    tratos das principad personagens c pro-
    vincias do imperio. Esta obra he a que
    ni iis convem aos senhorc? acadmicos do
    qtiintoann ida Faculdad dedireito, pelo
    hem que dcscnvolvc todas as (jucstoes do
    dircito administrativo. Vende-sc na li
    m-.ii,i ns. li e 8 da Praca da Independen-
    cia por lu.sooii.
    - Sra. Aun Prce efi lillios rctiram-
    se para Inglaterra.
    3500CtitCA0 Cl2pO0VM}l(;C(1
    iJJcvniinltucaui.
    Domingo, 16 do corrente, no lugar c horas
    do costume, naver sessao extraordinaria
    da cons lho director.
    Juvencio a C Cesar,
    1 secretario interino.
    ---.amado Vigario n. 10 segundo an
    lar, razem-sefranjas irla o decores.
    J. Ferreira Cocino, relira-se para Por-
    tugal a tratar da sua saude
    Madama l'ricc enm sua familia faz pu-
    blico que reliiam-se pa a lora da provincia.
    loai/uim l'treira Arrait,
    Ao da ti de abril prximo pasaado,
    furlaram do engeuho Japaranduba, fregue-
    zia d Agua l-reta, 3 cavallos, sendo um me-
    lado baio, co-n tres cascos brancos, entre
    olles o da m.io caqerda. tem uua estrella
    na testa, os cantos dos olhos vermelhos, e
    om um dos canlos urna pequea bellido,
    lem poucas clinas c cabellos no topete, he
    inte.iro, carrega, o an la a passo, e he bom
    galopaJor, bastante ardigo, tcm marcus de
    beigas em.cima dos rins, prov nientes do
    sellim, be ferrado eom esta marca g. Oou-
    tro cavallo he melado claro, pequeo, canir
    e cauda prcta, cabera carrejada, orelhas pe-
    quenas, representa ser capa lo, e s s i v Ti-
    lica com a mai, tem um baixo no queixar
    esquerdo, he esquipidor, c o baixo repisado
    O outro tic rugo, lem cabera c orelhas car-
    rogadas, porem bem faitas, he caballo da
    meio, com aucas eslreitas o ollios de galh-
    niia. tem um mal de hesta porto do umbigo,
    he rapado de pouco lem;.o, ton dentro das
    orelhas uns pintas pequeas do ter sido a-
    meacado do tengo, anda baiso, e a passu, e
    loria [.asso ho bastante ardigo, lu ferrado
    ruin M, lino e cncahellado : quem delles der
    noticias cortas ou m levar ao dito engeuho
    recebera por cada um U0~ de graliticarjSo
    AMY.
    Preciss-se de urna ama forra para o ser-
    vido de casi de touca familia : no paleo do
    Carino n 7, junto ao Sr Jos Mana da Cruz.
    Al MA A ELEICA'O 1)0 Ll\li AMENTO.
    Acha-sc deliiiilivameute marcado odia-IG
    Jo Brrente, pelas l horas da manhSa, para
    ler lugar a eleicao da nova mesa legedora e
    assim evilar que se conservo aaclual,que
    lendo ebrigaeflo deservir 12 mezes, ja lu
    Oque so acba cm exercicio, e parece ter
    tanto amor aos lugares e vocac.au pela ir-
    man Jado, que lem invidado todos 08 exfor-
    C'is para conlinuan m empoleiralos, tanto
    que leudo si io marcado o dia 9 do corrente
    a mesina esa actut.1 leve a habilidade de
    fazer coro quu nesse dia nao livesso lugar a
    le:eo perianto, roga-se a todos os ir-
    maos, (|ue comparecam nesse dia e hora,
    para vai se desta maneira s: consoli latn os
    negocios da irinmia le.
    --- l'reciaa-ae de um homcm para feitor
    de um sitio e que emenda bem .le pa ata-
    co is i quem pretender dirija-se a traVessa -ia
    roa do Vigario, luja de barbeiro do sr Se
    basiiao que ah se dir quem precisa.
    AVISO
    Previne-so a pessoa alguma que ninguem
    i ica negocio com u u terrano sito na Capun-
    ',estrada Keal, com ii palmos do freute
    com Jos Nazario de tal, pois me perteoee
    par boranca i una Uonleir* da Concei{So.
    > Nicolao Mandarino, Nicolao Crego, Ni-
    e -lao llosa, Vicente Rosa, Vicente Marselba,
    Domingos Falcbe, Chrislovo Prcta, subditos
    napolitanos, retiram-su para tora do impe-
    rio
    .Memoria Historie.t Biograpllica do Clero
    Pernambucano, pelo padre Lino do
    Monte Cirmello Luna.
    Se alguna dos Sra. que se dignaram assig -
    uar esla obra, anda no rerclieran o seu
    respectivo exemplar, poierSo mandar pro-
    cura-lo na casa do autor, na Can boa do Car-
    ino, sobra Jo de dous andares n, 38, onde
    tambem eslt a dispuSlcSo do publico o resto
    dus oxemplarcs a 4?cada um.
    Jli .'. 'j, r-.ts-s.t- %'.-"''i
    ' '.. ..-.T
    ,,i O ali.iivi ussijpiado professor e
    ,'.; particular de la tim, declara tu res- ',-
    peitavcl publico que tem aula
    abet ta em sua casa na ra do llos-
    ' 54, que po le ser fre-
    a por todos quanlos I he
    . quizerem azer a honra de se uti- 35
    ,. lisa- '-

    por
    I'rec.sa-se de utna ama para co/inliar.
    comprare pouco ServiCO ;a cisa : no aterro
    la Boa-VisUn. 11.
    -- Prectsa-se por aluguel le um p-eto os-
    cavo moQO e robusto na ra de Moras so-
    bra lo de um s andar n. 148.
    fru anda de do 5>iviuo Es
    j)iritt> Siuto do Coi-
    le^io.
    VCiando-se convocida para sossoos dia-
    rias as s horas da lardea mesa g- al que
    tem de approvar o novo projeoto de com-
    eromisso sao convidados os irmosa com-
    iiireccr.im as 9 horas da manhai nos dias
    le guarda.
    -- Ilesappareee i da por.a de um armazem
    la rui da Praia no dia i do crreme, u n
    i v lio com cangalha e duas barricas de
    bacalho, o cavallo itn a eor prca, tem
    nina unli i lasca a e una bexiga no espi-
    iihai;o, e mi a s rn l;ia pela la : quem 0 li-
    ver apanha lo leve-o a ua 'a P.aii arma-
    'iili n I';, ,|nn era rCC un ipiisa lo.
    . V tV *' .". .; r,: ''
    in.t i
    oa-se do cngeaho'Bujsry de Coianns
    un cavallo ai:-..i c im os signaes seguintes
    ; pe Inane *, In rn aberl i, nao he grande,
    e levou a cauda e a clin i gn ndes, lem o fer-
    ro .margem i quem n levar ou der n dicta
    crta debe, recebera tOSOOO em casa de Jos
    dos .sanios Noves, ra do Crespo.
    ' No dia do corrente, as ni horas do
    dia, vooii do sobrado da ra da Auroran.
    S, um papagaio novo e gran le e bastante
    Tallador, levan lo en um dos pes urna cor-
    relo de latSo aon-ls eslava proso : quem o
    I i ver pegado, lovc-o ao primero andar rio
    sobrado cima, qu sera buin recompensado,
    e muito obrigddo s-i li. ira.
    - Precisa se de um menino para ciixei-
    ro de um pequeuo estabeleciment, quer
    seja brasileiro quer porluguez : no pateo do
    Carmo n. 0, pnmeiro an lar.
    POR t 000 RES
    l.tna toalha de panno de linho de vara c
    meia de cornprimento, com labvriuibo ins
    ponas, e com bico largo, ludo de linho por
    of be baralissimo : no deposito n. 6 da ra
    do S. l'ranciseo.
    Reforma da
    pauta
    Acha-se no prelo os artigos da nova pauta
    ou t-rifa dasalfandegas, que foram ul'.im-
    mente reformadas Subscrevc-sc a 1/pagos
    no acto da subsciptjao, na livraria n. 6 es
    da praca da Independencia; e na msala
    occasiBo receberno a pane impressa, deven -
    do o rstante ser entregue ale o dia 18 do
    corrente.
    Troca se um oratorio com i ni
    portenecnte a heram.a da finada Jacintha da
    Costa; na ra de llortas primei.o andar do
    sobrado n. 22
    I'recisa-sc de un pequeo quo tcnbi
    alguma pralica da taberna: quem preten-
    der, dirija-se a taberna da quina que volta
    para camba* ,i0 (.armn, tfi.
    --- I) Barbara UunizTavares Guimaraes,
    viuva de l'edro \ntouio Teixeira Guimarlea,
    ten io ilc proceder o invenlario dos bens de
    seu casal, roga as pessoas que se julgarem
    credoras do uesmo, queiram apresenlar
    SUSS cuntas ou ttulos de geus rredilos para
    seren conferidos e attcndidos no espcciivo
    inventario, at o lim do correnle moz. fie-
    dlo 11 ,e maio do 1858.
    O Sr. Antonio llogaciano de Gouveia
    loura, ausente o Sr. Francisco Macha lo Tei-
    ICira i avalcanti, tem urna caita na ra da

    W
    !
    Loeria
    Provincia.
    0 Sr. tllCSOUrciro manda I'a/.ei pu-
    blicoquc scacliam a nuda todos os dias
    no pavimento terreo da casa da ra da
    Aurora n. tas !l horas da manhaa as 8
    da noite um sortmenta complciu de nu-
    mrasele bilhetei e meios da primeira
    paite da teicciru lotera do recolliiincn-
    lode Papacat-a, cujas rodas andarn im-
    prcteiivelmentc no dia 22 do conentc
    mez.
    Thcsoinaiia das loteras 12 de maio
    de IS.->8.O escrivao. J. M. da Cruz.
    Lotera
    DA
    Provincia.
    Primeira parte da primeira do ccollii-
    menlo de Iguarassu'.
    Nos billietes rubricados pelo abaixo
    astigisado sabiramos seguintes premios :
    legos : casis particulares os sguin- .
    tes preparatorios : francez, geora- "
    pina, rhelorica, pbilosophia egram-
    malicage.al da lingua patria : qu--m
    pretonier procure na ra da Cadeia
    deSintO totoiq n. Il |{ entrada ao
    lado esquerdo' quo achara com
    quem tr?tar.
    .......
    -- O secretario da trman lade de iN. S. do
    I.tvrsmciiiopclo presente annuncio convida
    aos seus ir mos para comparecerem no con-
    sistorio de sua igreja domingo 16 do corren-
    le mez as 9 horas da manhila 'ara so pro-
    ceder eleicao do juiz visto te'- silo milla a
    qui ltimamente sjproceleu em st-mbro
    do anuo prximo pretrito-Agoslmhu do
    Scuza Pinto, secretario.
    -- Mugase urna pequea sla ou mesmo
    iri gabinete, que sej nd pin lano, no
    hamo de Santo Antonio : quera Uvero qui-
    zer avise na ra te iguas-Vs-r as n. 8.
    Jilllll tjs 1) :iit ni ,ro
    J iboatao.
    Rsto mnibus seguir to Jos os domingos
    e di is simo- para J iboatj as 3 1 [2 horas da
    manhaa e rollara as 5 horas di: lar le para o
    Recite as pasosa que quizerem Ir devem
    prevenir-se de billieles ni ma de Santa
    Isabel caa. da esquina ou esteraren a hora
    indica la na ra do Cu Spo
    Antonio de Arrula Almoida deisou de
    ser caixeiro do Francisca Gones Castellao
    ds le o da II do correnle mez.
    S2GUH0 cOBTfiA 0 FOGO.
    COMPAPillIA
    , AL'LiAfCE.
    Kst.ibv Icciil.i cm Londres,
    ett margo de 1824
    CANTAL
    CINCO nlILHO'ES DE LIBI5AS ES-
    TGRLINAS.
    Saunders, Brothers & C. tema honrado
    informar aos senhores negociantes, propie-
    tarios de casas, e a quem mais convier, que.
    esliio plenamenfo autorisados pela dita com-
    panhia para elK-cluar seguros sobro edili-
    cios de. tijolo o pedra, ciborios de tclha, e
    Ns._tr.oO 5:0003 2 meios.
    2.. 1 :(00.< Bill.etc.
    1305 iOd.S 1 meio.
    22(1 200j 1 dito.
    81 200/J Bilhete.
    7', 17 100* 1 meio.
    76(i IOOjJ i dito.
    2177 IOOs 1 dito.
    I2 303 Bilhete.
    i 503 1 meio.
    282i 50| 2 Mitos.
    ViS. 50j t dito.
    2203 303 1 dito.
    I84C 503 1 dito.
    53 i 203 1 dito
    neo 203 1 dito.
    1*13 20J 1 dito.
    1017 203 1 dito.
    17(17 203 Bilhete.
    217 . 203 1 meto.
    227!) 203 1 dito.
    2175 20/J 1 dito.
    SI pteto n.
    I quentad
    "zerer
    r de seus servie.is mediante o S 'Ro^lmente solire os objectos que conlivc-
    dico estipendio de 53 mensaes ; wiu!'":,T^l!?Sq'll'rTsl,em
    cada alumno. | gj^ "" '!m *****" ',0 ''Ui;l'IUCr <1Ua-
    iria
    D.V

    P



    A garanta he paga no escriptorio da
    ra iio Collegio n. 21.
    '* Lsyme.
    Na praca da Independencia n. 10, tira-
    se passaporte e corre-se folha, por precu
    commo lo.
    Arrenda-so o sitio que foi do finado
    Antonio l.ino, na estrada que vai de anlo
    Anaro para Beln, contendo grande casado
    vlvenda, eurral mura lo e coberto para gado,
    com inmensos cajueiros, mangueiras, ja-
    queiras, coqueiros, den leselros, algumas
    laranjeiras, muita Ierra para planta^oes eja
    com una pequea planta de capim, pasto
    para gado, todo cercado n com porto de em-
    barque nos fon los : a tratar clin o Sr. Joa-
    quim Mara de Carvalho na ra da lloda n.
    23, das t as 8 horas da manhaa o das 3 e 1|2
    Ja tarde cm diente.
    I'recisa-se de um feitor, preferindo-so
    'as llhas, para tratar de um sitio parto da
    pra^a ; a tratar na roa de Apollo n. -J.
    .:-' 0
    Campra-te ema propna.laile lia cm ,il.:uin
    das prineipiti ras a'aaia risada, v que readi paa-
    .iniis un menos .Hlljllotl r. anmiars, e.lan.l.i a
    prelio un |i un esla.lu, a ilasembaracadu; iiurni
    quitar, ii.ii. na roa da Crat, aacrlplaria n. i'.l.
    Coiupra-se cllcctivanienie bronze, lao
    taoe cobro vclho : no -leposito -Ja lunlica-
    da Amura, na ma do llrutn, logo na entra-
    n n. -28, e na mesilla fundicto, cm Santo
    tmaro
    Compra-so effeclt va ment na ruadas
    Flores n. 37, p.rioiciro andar, apoliecs da di-
    vida publica c provincial, acees das com-
    pinhias, da-se diuheiro a jaros em gran-
    des c pequeas quaulias sobre penhores.
    -- Cofiirram-so p?Qas vclhas de 163 por
    I7f, e pat dependencia n 40.
    - Compram-se 2 esclavos que sejam pe-
    ritos paloiros, paga-so bem agradando : a
    tratar na ra do Amorim ti. 18, ou em (Mia-
    da, padaria do Varadouro.
    Coapra-se um tranceln do ouro para
    rrlogio: na ra da Cadeia n 28.
    i r.
    Vende-seo terreno que existe entre
    a ponte da Capunga e a pinguella da Bai-
    va-Verde, com frenteuara a rita lical c
    os (nndos para a camboa do Manguinbo.
    e chaos Itvics : a tratar no sobrado n- 0
    da mesilla na lical.
    Curtes -j
    i
    GOMPANHIA
    Brasileira Je paquetes
    vapora
    O vapor Oyapock commanJanta Francisco
    N i rscriptorjn do abaixo asignado na ra
    do Collegio ti 21, vendem-se ti I heles da lo-
    tera, da provincia pelos seguintes procos
    sem o Jo !04bj pa a lina r a dinheiro a visla.
    Bilhotes garantidos b35O0
    Meios ditos 29750
    p. J. I.iytne.
    OSr. Sebas'iSo AiToaso do Reg Bar-
    ros, faQa o favor vir a loja da ra do (.laci-
    nia '. n 10.
    Prccisa-se rito no seu cilicio ; paga -se bem agr lando :
    tratar na ma rio Amorim n. 8, ou ca
    Olinda, padarii do Varadouro,
    Precisa-sede um criado tara o servido
    lacas de um homem solteirn, eque sail-a
    tratar de cav l|.>s : na ra da t.ru n 10.
    a ai.ciVtir .S ^^S"V^i- .-S^
    irt mii.i i ui, .7. _. ,, ,,r ,.9|I0 A,||(l|M| CeMf RSU ^
    \. residieilo ni ra huella n. 120, pri- gL
    W Dieiro andar o ahi o cucentrarao '-W
    para o exercicio de sua prollsso do ()
    me leo-, a, tetro aos pobres di v-v
    . consullas das 7 as 9 horas da manba 7
    f e os visitara c .. suas casas gratuita- &
    -,3
    2,000. |
    VenJcm so cortes de vest Jo de fa- (5
    zeoda niulsa Ja escura com 10 pal- g
    mus .le largura pelo barato prego de
    Fi- ii sco n 11 Si,,
    csc otdiio tic tidvo-
    ;.r
    g'acia.
    US ti bacharcl frmalo Uanoel Morei-
    r :,uerra,t ni inslalla lo o scu i-~-
    criploro da a ivocacia na ra da C--
    deia de S Francisco sobradon II I! ;,-
    .): le offarecc os servidos de sua pro- ;+
    ai lissfio as pessoas que o quizerem
    y.- honrar com a saa coolancs, podendo
    . |..ra ssoser procurado qualquer .";
    . Iiora da lodos os das uleis; o mesmo
    , bachan l enearrega-se -le quaesquer ti,
    ''., recu sos ou oulros negocios forenses i
    lo ioterior Ja provincia, q io pe- :'
    .' rant> qualquer tribunal ou repart- i"
    . r3o ie>u capital leoltam de ser ven
    litados, para que Ihe poderao ser en- .,
    li der..-i;a los cm caita fechada ; no que
    ludo segura o maiot zcloe promp- '-'<
    li ao. Ao? pree is pul,es o pessoas
    desvalidas prestan ton o Irabalbo
    gratis ;
    -.
    *.--.-- -^ -'..........-.. ^. -.........- -,
    -- Yiclorioo de Almei a Cabello no seu
    annunciu que man lou I near no I) ano oe
    --- Claudio Diibcux ja ten vel.s mistas
    p*ra malar fon gas
    ivraria n. 6 c
    u ndependen-
    S fallar o
    .Ti. ""' no lai^'jia jiuiij ii.n .i.. iiiii^.f ur ^
    ''.- fo o corte : na luja da ra do Ouei- v&
    \": mado n 10 de Le le, Arthur i C. D
    I), alaria Lucia da atendnnea Paes Bar-
    reto pre'cn le ven ler o seu sitio no lugar de
    Xt'ipucos, com casa de viven la, baixa de
    capim, posse das matas do mesmo engenho
    VjiJvucosiiun Ihetocouem parinha por fal-
    i'seimcnlii de seu pai Francisco da Bocha
    l'acs Brrelo.
    Vciidcm se 3 vaccas le leilc de raga to-
    rioa mui'.o bous sondo duas paridas de pri-
    meira barriga ; qm-.m as quiier dirijt-se cm
    Olinda na cocln ira do Varalouro
    Vende-se una taberna com ponco?
    fundos, no becco Largo n t : quem a pie-
    ten ler, dirja-sc a mesma, ou a ra das Cru-
    jes n. I, lambem ila-se sociodada.
    Venden se sacros com familia do man-
    dioea por prego omino lu : na ua de Apollo
    n;i A.
    Vende-se urna m-dala de i.lado : na
    rna d) padre Florano ti. 12, a tratar das 6 as
    0 horas do da,
    Vende-se ua molequinho idade San-
    os : na ua do Crespo u 21.

    t\ j;rn; .
    Detan, que itiorou na na
    io \ra^ao <.-, tuvo uirci-
    leiria.
    O (!i'; li i incipal
    dos ; i uf tuados clin i ik-
    t.s la I riin do s\ (.us
    A
    das
    i IVO lABPi t' ; ;l:i-sc
    in'iunri.i que man lou I near no li ano ,ie .
    ernambu.-on.lOae IO! dizendoque tinha lOjC V .! .U- III f:\'.;j de
    umprado para liomingosJos Barbosa o de n i ,i-., t\ ,
    osiloda ra da Bangui n 73 ao *r. Jo-e OCiJipilll lili] ^.., |*lla (!:!
    Alves Ja silva llego, p-ecipitadamonlo o fez (V.., ..
    por engao de nomo, os que a compra do *
    i i fui i uta a., sr Fi-minoGomes Precisa-se de um porlogdez pan f.i-
    da Silva llego o. nao ao Sr. Jos Alves da sil-, tor deum engenho, uue seja sollero, ou na
    ia RegO por ISSO fe/, a presenta declarajao falla demuiponca familia: quem se sebar
    o publico o pede por obsequio ao Sr. Jos nestas con igoes, e comss habtlitagOes ne-
    .Ives da Silva Bago o lesculpe de haver le- cassarias, dirija-se a ra dos Ouarteis, so-
    va losen nome.so publico no dito annuncio. bra lo n U, segn lo an lar, que achara com
    --- o p-dic Paschoal Corbi, residente na I quem tratar.
    villa do Cabo, ven lo sua ca?a de nm andar Prcnsa-se de urna criada, que engom-
    a so';*), sita no primeira becco da camboa me porfeitamenlc, e faca mais algunaservi-
    lo t'.armo n : a liatar na ra do Crespo gos ; paga se b-m na ra de 8, hila n. 27,
    II. 17.
    familias e-
    t:sia bem aer Vita la loja na ra do Cresao
    "'', sobrado amarcHo, tem continuada-
    inento aamelhores fazcnles, o as mais ba-
    I ratas para homem, coto sejam : cortes do
    C -.miras muito linos a ; rs., ditos de
    meis casomiras de muito go-to i 3r, ditos
    Je brim de linho a 2/.'>00, ro tes .lo collctes
    eda de cores a 29500, di los merino bor-
    ladas a velludo a -, ditos de velludo ultimo
    gosto a 7/,|pncns brancos muito linos a 25U0
    a du/ia, ditos de o rcadura de cor a 19500
    a du/ia, mej s de mies a 1:000 a duzia, di-
    tas cruaaa 285O0 a duzia, chapeos do Cbili
    muito hiles a I":, ditos reos francezes ul-
    tima muda a (ii, goiros de velludo bordados
    a ouro a t;, saceos para viagem I le tipete o
    velludo a fi-,dilos du marioqui-n invernisa-
    dosa 2*500,palits de alpaca prcta mu lo linos
    a 69, iiit.is lavra los a t;?, ditos de meias ca-
    semiras a 89, ditos de brim de tudas as co-
    res a :i; rs. Isto he a reali lade punlicada. e
    quem d'ivi lar qtieira dar.-se ao trabaltio dn
    .visitar esta leja abencoada pelas familias.
    11 miv/n


    DIARIO DE PERNAMBUCO SABBADO 15 DE MAIO DE 18;>S.
    Relogios.
    Vendem-so relogios do patente ngle em
    casa de a.rkwright Tuckniss &. C. ra da
    Cruz n. is.
    & Attenco. e
    Kissel, relojoeiro francez, vende @
    relogios de ouro e prata, concerla &
    relogios, joias e msica, ja aqui he r
    conheciJo ha muitos nnos,habita no *"
    pateo do Hospital n 17. ''

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    Attencao I
    He barato que
    admira. i
    Na ra do Queimdo n. 37, nova loja de 4
    poi tas,acaba-se de receber pelo ultimo vapor
    vindo do Franca, ricos cortes de vest los de
    seda com 3 haba dos para 30?, 50, 60, 70 e
    tinu'a a fortiecer-se ao publico um bello sorOOO, ditos som babados a 25?, sahidasde
    sortimento de fazendas por bsratissimos baile a '23?. 24, 25 a 30/000, enfeites para
    oreos, bem como seja groslenaplos preto cabera du melhor gosto que se pode encon-
    fino a 15700 e l800, dito muito fino a 2S300 trar a 105 1-2 e li?00<) cada um, manguitos
    e 2/400 o covado, pecas de catr.braia lisa bordados de cambraia a-2/300, 3e5sopr, I
    lina com 8 varas a 5o000, dita muito lina a camisinhas bordadas com manguitos egol-
    77500, dita muito lina com 10 varas a 85000, linha a 1S/, gollinhas hondadas a l5'->00.
    dita mais baixa a 45, dita com 8 varas a t-fi00, 25200 o 2;500, tiras bordadas a 800,
    ?100, pecas de cassas de quadros muito 000 e 15 a vara, cortes do barege a 75, gaze
    O Pregunta est
    queimando
    IS'a loja do Pregulc,, na ra do Queimdo,
    esquina do becco do l'eize Irito n. 2,.con-
    sellins
    patente inglez.
    SAo chegados e aeharo-se a venda ot verdadeira
    bem conhecidossellins ingUzes patente: na roa
    do Trapiche-Novo n. 42, armazem de fazendas da
    Adamson Hoie A C.
    Mussulinas encarnadas
    Na loja de fazendas da ra do Crespo, na ;b coyado, dito preto fino a 55500, ditover-|e 115, utos de touquim bordados a 20s
    esquina que volla para a ra do Collegio, de escuro a 45, gravatas pretas e de cores'
    ha um novo sortimento de mussulinas en- de lindos padres e superior qualidade a
    carnadas de bonitos gostos, e superior qua- j 15 cada urna, ditas de mola de cores a 1/,
    lidade. I ditas pretas muito finas a U280 e J40, cr-
    Domingos Alvcs Matheus tem pa- les de targelinascom 12 covados proprios
    remseu escriplorio 11a ra do ,sra ^^s.d.r um passeio,t ao Ca-
    a loja das fa-
    milias eco-
    nmicas
    linas com 10 varas e com alguns furos de
    cupim a #800, ea vara a 300 rs., chales de
    merino bordados em duas ponas a 85500,
    ditos lisos a 55, ditos de chalv com listras a
    de seda a 700 e a 800 rs. o covado, lolar de
    seda a 800 rs, o covado, grosdenaples mofa-
    do a 15 o covado, dito limpo boa fazenda e
    18800 o covado, dito preto a 15600, I58OO a Sarj'a p'relaVerdadeira lieipanhols
    ' Vt-iieziiud preta larga, para ba-
    6/800, casemira preta muito fina a 29100,' 25, mantas pretas de fil bordadas a 9 e 12a,
    25300, 25600 e 35 o covado, panno azul pro- ;chapelinhas para senhora muito boa fazen-
    prio para farda de guarda nacional a 29200 da a 145, chales do merino bordados a 65, 8
    3j3f vf3
    t-1 *a bl L P k
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    JNa loja a o p ?Santo Antonio, para
    acabar com certas fosen-]
    das, dspoe-se a vender
    por menos do cnsto.
    llrim de puro linho, a vara 800
    Cazenotas de cor para caigas, o covado 900
    Casemiras de duas larguras, covado 1-900
    Panno preto, covado
    i'anno de cores lino, covado
    Dito az jI, covado
    Meias casemiras, covado
    Merino de todas as cores, covado 150" A
    Jirim de linho de quadros, covado 200
    JSrim branco trau;ado, covado 'JO
    Cortes, de collete de fuslo muito fino 800
    Cambraias linas, a vara 400 rs. e 'i80
    Cinta.- raneczas, o covado 210
    Ditas linas, covado a 300 rs. e 320
    Kiscadcs monstros finos, covado 220
    '.orles le riscados francezes :;>000
    Vendun-se caqneiros pequeos para sa plan-
    tar : na ra das Triucheiras n. 29.
    Vinlio do i'ort).
    Superior em raiza de urna daas dozias.
    Vende Anlonin lu/ de i liiveira A/e ;du, cm seo
    aimazem da ra do Vigario n. 22
    Vcnde-se na ra da Cadci.i do Rc-
    cife n. 7,4oja de Antonio Lopes Peral*
    de .Mello AC., o ja bem conhecido rape
    princesa do marvlando faliricaco na ca-
    pital do Ceaia' por preeo com modo: a
    tratar na mesma.
    2/jOO
    Ventlc-se

    Alpacas pretas a 400, 500, 640 o 800 rs ,
    fina 1-000
    Kiscadcs f.-aneczes do duas larguras.
    :>
    Na ra do Crespo los
    ja amarella n. 4
    ':
    ra vender em sen esc pt
    Apollo n. 20 por piceos mdicos o se-
    guinte:
    Azeite de Palma cm cascos.
    Jacaranda' superior.
    Algodao da Italiia.
    Fio de algodao.
    A 10/000 O ALQUEIKE MEDIDA VELHA
    de superior farinha,vende-se a bordo do hia-
    to nacional N S. d'Ajuda e no oscriptorio de
    seu consignatario Antonio Luiz de Oliveira
    Azevedo,, ra da Cruz o. I, trata-se cm por-
    ^Oes a vonla le do comprador.
    Superior f.rinha do 31a-
    ranho.
    Domingos Alvcs Matheus, tem para ven-lar
    em seu armazem da ra do Vigario, por
    cortes de cambraia de salpicos a sfiO*, ditos
    de seda prctos muito superiores 80; a 90-.
    chales do marin prelos a 45. lencos do re-
    troz a 29, chapeos de sol de seda superiores
    a 10-, ditos a 75, ditos de pello francezes 7;
    a 85, chapeos de lebre a 05500, ditos de le-: Linas da seda preta de lodas ai
    qualidddes para stnhora ho-
    roem
    Na loja cima denominada, de Jos Con-
    talves Malveira, na ra do Crespo n. I so-
    1 brado amarello, constanteroeote se encon-
    trar um variado sortimento de fazendas a
    vontado do comprador, e por menos prec,0
    iquo em outra qualquer parte. Entre ellas
    existem : ricos chapeos de gosto muito mo-
    CIlANDE SORTlatBRTO DE FAZENDAS PKE- dorno, para senhora a 155 rs., chales de lou-
    ias IKOI'KIAS i'aha a yiAKESMA, HE- quim matisados, gosto de Pars a 30a, visi-
    CEBin.V EM niiiLll l HA l'ELO ULTIMO tas de merin I ditas de gros lenaples guarnecidos de pennas
    15700 a 29800 a 355, grosdenaples furta cores a I56OO, len-
    '^i 2! cosde cambr' de linbo para noivos ai.,,
    3Sn i^Ki 5?' 8? rs mntas de blond brancas a 89,
    *^ ^ cassas de cores muito finas a 480 a ver, col-
    * I98OO cn,s de lai' de seda a 269. ditas de fustao
    , a 55500, tapetes para sala com 4 palmos de
    750 largura a 135, cortes de alpacas lavradas de
    bou I9J00 todas as cores imitando seda, e de duas lar-
    ; guras, pelo diminuto preco de 3;500, cassas
    sedas, gosto da corte a 640 o covado, chalv
    NAVIO FKANCEZ.
    Croidenaplet preto eucorpado da
    Dito dio lavrado ....
    Selun prelo verdadeiro ma.ao
    tinas
    Velbulina prela e de cores para ca-
    savaques, covado
    Alpaka preta lina da
    Manas de blond, prelase brancas,
    bordadas .... .
    Lea prelos da seda bordados .
    Meias de seda preta da peso, para
    -tullir
    bo, pelo baratissimo preco de 109 cada um,' tro finos a 55500, ditos de feltro enfeilados
    lencos brancos com cercadura de cor a 120! para menino superior fazenda a 55500, cor-'
    cada um, organdys de cordSo a 260 o cova-
    les do casemira bordados a 65500, dilos lisos I l'"^'"dto mui, '""Prova de h"
    a 49, cortes de bnm de linho a 25500, ditos cinmtn pnia Mli ata .' ."
    a 25800. ditos de meia casemira a 2-800, ca- o.ries de cazemira preta a da tor,
    misas franeczas hrancus de linho a 45500, | bordados .......
    ditas de madpolSo finas a 29100, 250OO e 3s, | Corle de dita prcla .
    ditas do cores a 25506. ditas de mosqueteiro Cortesdecolelesdediledilabordadoi
    a 5, musselioas brancas a 320 rs. 0 covado, -''apeos prelos francezes t moderno
    ditas de cor a :20, 360 e 400 rs. o covado .(jrav'" Pr' d ."ni e gorgo-
    T%""r'TZa mU, S,UPrr,r Cl'apo'dV'Sol dc".,da par- ..o!
    a 280, 320 e 360 o covado, ceroulas de linho mem e senhora .
    muito finas a .'5, guardanapos brancos a 35 Uaocalloa bordados para'senhora '.
    a duzia, luvas de fio de Escocia a 900 rs. o liras bordadas muito finas .
    _ par, muito boa faz<>nda, (lela branca a I Oolinhas de rambraia bordadas
    360 o covado, mantas do fil de linho do *80 o covado, ditas de cores muito linas a l'*hw de alpaka prela mullo Qna,
    melhoi gosto possivel a 145 cada urna, car- 900 rs., gravatas de rclroi a 29, ditas de se- '""d0* ......
    melina, fazenda nova, padres de IHazinha tim bordadas a 35, ditas de seda a 600, 800 e i'ondo1" > 'P^k P'-> < cu-
    do, cambraias eslampadas a 440 a vara, dita
    mais fina a 600 rs., chitas franeczas de to-
    das as qualidadcs escuras e claras a 240,
    260,280 e 300, rs. o covado,pecas de bretanha
    de rolo coro >0 varas a 25, mussulina bran-
    ca fina a 300 rs. o covado, ditas de cores de
    lindos padrOes a 320 c 360 o covado, cobur-
    gos, fazenda de cores, muito propria para
    casaveques de senhora a 600 rs o covado,
    vestidos do larlntana de lindos padres com
    12 covados a 45 cada um, ISazinhas tie cores
    escuras e claras de lindos .padroes a 320 e
    39000 a TgoOO
    29OOO 35.300
    9
    59500
    69OOO
    79500
    a 280 o covado, chales de laazinha com lio-
    baixo do escriplorio do Sr. Antonio Jos de.ji"
    Castro, muito superior farinha do Mar=,,h5'>
    em saceos grandes por prego mdico.
    Farinha
    15 cada um, curtes de seda branca com lis- p,
    tras azues assetinadas a 205 o corle, cam-
    s barras a 25 cada um, riscados francezes
    Castro, muito superior farinha do Maranbao :uo .no,vos 6stos assetinados a 280, ditos \ br.ia de salpicos muito fina a 900 rs_a vara,
    , mais linos a 320, corles de meias casemiras filo de linho liso a 610 a vara, dito bordado
    de lindissimos gostos a 25 cada am, casemi-: a 1-oO a vara, meias de seda brancas 15 e
    ras en Testadas de cores escuras mescladas e 05, boa fazenda. ditas pretas 5, lencos de
    superior qualidade a 2/200, cortes de case- seda para homem a 99, ganga de cor a 300 e
    Vendc-se farinha nova
    na ra do Amorim armazem
    Vende-se farinha de m
    e milho, em saceos grandes: no armazem
    da Companhia Pernambucana, no Forte do
    Maltos.
    SSSF
    res
    ili de alpaka prela .
    Ditos de argcntioa de cures escuras
    ferrados .......
    Pilos de alpaka de rores
    Ditos de tu'ijo aisetinados.e gan-
    ga de rr .......
    Dilos de briin pardo e brelaoha de
    linha
    Tasso Irmfios avisam aos seus freguezes,
    qun o ultimo carregamento de farinha de
    Trieste da marca SSSF raminho se vende
    nicamente em seus armazens, aonde tam-
    padroes a 25100 e 296OO cada um, camisas ate 45 o covado, damasco de la de duas lar- Sarj branca lavrada para vellido,
    de meia de I fia de superior qualidade a guras a 258OO o covado, dito estrello a 800 ealo ........
    258OO cada uma, cortes de riscado francez rs., velbulina preta e de cores a 750 o cova- GorR"'a d 'e"" brauco.com rama-
    de lindos padres a 39200 cada um, ricos j do, velludo preto a 65 o covado, brim bran- ;e"",ran tapetes para sala a 358OO cada nm, madapo- | co de linho a I5OO, 1S500 e 2a a vara, gra- "fS? "' ve8"dos de ni' d#
    13o de todas as qualidades e probos baratos, | vatas com um annel por 5-5500, meias bran- Gre*denap! de crs e braiieo so-
    chitas de lindos gostos de 160 at 20, alpa- cas para homem muilo finas a 75, 8 e 10? a perinr, coado '.....
    cas pretas de todas as qualidades e por ba- duzia, cassas franeczas muito linas a 480, Diiu diio com 4 palmos para for-
    ratissimos precos, gangas mescladas a 520 o 560 e 600 rs. a vara, collarinhos brancos a ro, covado.......
    covado, riscados de linho de lindos padrOes i 220 cada un, lencos de labyrintho a 15, pa- ""'" d* China, Uzenda toda de
    o superior qualidade a 200 rs. ocovado, vel- j liis de panno, de casemira"e de alp>ca, pre-
    lutinas de todas as cores e superior q'uai'- tos e de cores,' caigas de casemira 'o collics .'^"ra de* "^,'""^1] "
    tor e mais completo sor! I ^J^tl^S^LSS^t^^ ICKS** ?!l.t0.?.0,.l! *Z ffl- """""- ""
    DE
    i AMONIO FRANCISCO l'ERKIRA.
    31 Koupa loila franceza chegada ulli-
    ?j mmenle de Taris, sendo:
    *^ Casacas de panno muito 11-
    covado 210
    Corles le cambraia de barra 21000
    Ditos d 3 babados 3j000
    cirtes do casemiras decores 2/800
    l.aa finji para vestidos, o covado 30o !^
    Urgaudys muito linas, covado 480 i 3
    LSa de seda do listras de cor, cova Je 500 S
    Curte de panno preto para calcas 3900o '?
    Vendem-sc saceos com milho de supe- '-.':
    rior qujliiade, rarinha de mandioca, farelo $
    c Lisboa, gonima do Aracaiy, sapatosdito, :h -."Vn
    csra o palhado cirnabii, ludo por menos -'' ir,(
    t\u<- em outra qualquer parto : na ru s- *^
    treiU co Itosario, armazem n. 9.
    i^arinha de maiiflioca
    Saceos de um alqaeire.
    Vende-se no armazem de Aulouio Laiz de Oli-
    veira Azevedo, ra do Vigario e. 22.
    AJgodlo da liahia, e io
    de algodao.
    Vende Aulonio l.oiz de Uliteira Azevedo, cm seu
    escriplorio, na roa da Cruz n. 1, ou no leu arma-
    zem, iu do Vicario n. 22.
    Vende-ce na lubrica de vinagre da
    na Imperial n. 7, dotis tanques de ama-
    relio, como* gatos de sicupira, contendo
    cada um JO pipas, csses tanques podein
    servir le deposito de mcl.
    lmenlo de farinha de
    phia, Ohio e lUlliinore
    superfinas.
    Livros em branco de
    Ilamljtirg'o.
    I,'m sortimento romplnio : em casa de
    TiminMomsen & Vinassa, praga do Corpo
    Santo n. 13.
    Deposito de panos fortes
    de Hambnro'O.
    Em casa de Timm Mnmsen s Vinassa, pra-
    c,a do Corno Santo n. 13.
    itap francez.
    Continua a estar a venda na ruadaCa-
    ?9 no, todas forradas do seda, ti?
    %$ ohi feila de encommenda a 35/000 @
    A Palitos, sobrecasacas de .-''.
    * panno a 20? e 225000 2|
    Ditos ditos de casemiras do ':'
    cor e mescladas a 20/000 &
    Ditos de alpaca franceza
    saceos e sobrecasacados a 105000 @
    Ditos de bramante branco ea j 1 n t V~~ r r
    do puro linho a 550O *g|ueia do Recile toja de la/.endas do Cardo-
    Ditos de bramante de linho & '- A\ res, aondeexistesempre um deposi-
    a 35500 B lo do mais moderno,
    traques da panno lino.prc- ';
    toedecorca 3U/000 .-. QgTj .;-..- ^O^H>G^S
    Palitos de se la ide cores o .-. ix/i /,:. 1 1. ^.11 J\
    125000^::> Vestidos com babados^
    a com vistas
    versos presos, sarja preta para for- Selun da Escocia lavrado para vsti-
    ") o covado, c tes de colletcs do do, covad.........
    gostos e o Casemira bordados a 55, ditos de gorgurSo Coiles .le vestidos de cambraia de
    mais fino que he possivel, pelo diminuto i de seda a 358OO, o muitas mais lazeudrs que e"'4 bordados ao lado .
    preco de 6*0 a vara, cassas de cores de 1111- nSo he possivel aqui fazer mcncilo dcllas "dI,"i"s ursandis maii.ads.covado
    ^----------*__.---------^_- _l_,_- .. .- 7.^. .^ *_____, __ u^'as Iraucczas liu^s de cor,vara
    ades que se encontram ,.,,,, ,, +mm/ |
    i mais completo sor- dissimas cores e superior qualidade, pelo eparadlversi
    Itichmond.Philadel- baratissimo preco de 15900 ocovado, cam-! ro a 19200 o
    , tanto extras como braias de cores de lindissimos gostos e o casemira bon
    9


    I96OO
    9
    .">9000
    49OOO
    69OOO
    > 59500
    49500
    11 49OOO
    9
    9
    29OOO
    i' 19500
    30*000
    29OOO
    l5"iO0
    > 15600
    I9IOO
    r ItlOO
    i> I9OOO
    5
    liso de lodas as cores, muito fino, com
    palmos de largura a 800 ra. o covado. corles
    de cambraia e babados e barra a 2f500, tiras
    bordadas de cambraia com um palmo de lar-
    gura a 19600 a vara, cortes de chita escuras
    proprios para casa a 19600, cassas escocezas
    a 200 rs. o covado. Alem destas exislem ou-
    tras muitas fazendas, que a vista animara o
    comprador, pela vantagem que ent3o reeo-
    nhecerao.
    -- Vende-se uma Tarca de leite com uma
    cria de 4 mezes, assim como 2 bois de car-
    rosa no sitio fronleiro igreja dos AHlictos.
    Vende-se um escolente cabriole! des-
    coberto com arre i os : no sitio dos Aflilctos
    confronte a igreja ou na cocheira do Guedes
    na ra do Cano.
    -- Vende-se a loja do louct da ra do
    Rangel 11... por seu dono querer relirar-se
    para fora, toda por junto rnj divid la a lou-
    (a da armacao, com algum abate no custo,
    conforme a voolade do comprador : a tratar
    na mesma.
    Vende-se uma linda molalinha muito
    propria para se educar, com 8 anuos : na ra
    do Pocinno, casa terrea junto a cocheira.
    dos padrOes e cores lisas, chales de laa de pelas muilas variedad
    lindissimaa cores c superior qualidade a
    2500 cada um, luras brancas e de cores es-
    curas de linho propnas para montara, polo
    diminuto prer;o de 500 rs. o par, e outras
    mtlitas fazendas que se deisam de mencio-
    nar, e se venderlo por baratissimos presos,
    e se d3o amostras com nenhor.
    aqui nesle estabeleciment : quem quizer
    venba ver e traga dioheiro, que nao vai sem
    fazenda barata.
    Milho.
    Em saceos Grandes.
    Vende Antonio Luiz de Olive ira Azevedo, no siu
    armazem da ra do Visarlo n. 22.
    Dilas dilas, eovado
    Itiscido francez de quadros e lisias,
    covados .... ....
    MessuliM de cor e nranra, covado
    linlli..niiuli.i branca, ramagem lar-
    l;-.'ovado .....
    Tulreiras de velludo, froco e lila .
    Popelina de seda com llores matiza-
    das, covado ......
    Uareze de seda com quadros e lisias
    eovado ........
    Sda de quadrinlns e lisias,covado
    C-or^urAo do seda de llore, de lindo-
    padre*. covado
    3 1 diri<>9 u" >>! rutj
    depalheta da India a
    :.y Ditos de la e seda, ponto
    $$ sarjado a 155000 @
    j^ Capas e bornous de panno ;.
    Ano a 2O9OOO k
    Chambres de panninho do
    cor, todos forrados a IO5OOO w
    Camisas com pcilos de li- _;
    nho, ponto de agulha duzia a 40;000 S%
    Calcas de casemiras de ?.
    cora 10/1.00
    toletes de tojas as quali- 5?3
    dados a 6/1100 J

    ;-5 a 7,000
    a Vcndem-se vestidos de cambraia de
    ;a cor lina, com 3 e 4 ordens de baba-
    dos, pelo barato preco de 79 cada
    g[ corte : na loja da ra do Queimdo
    n. 10, de Leite, Arlbnr, & C.
    no va a ua de malabar.
    Vende-se esta agua a mellior que tem ap-
    parccid para tingir o cabello e suissas de
    preto : na livraria universal roa do Colleg:o
    n.20, d-sejunto um impresso gratis en;'--
    nando a forma dnapplicar.
    Relogios,
    Osiiulhores relogios dr ouro.patenti in
    glez, VMidem-sc porprecos razoaveis.no
    oscriptorio doagente Oliveira,ra daCa-
    deia do Uci-ilen.62,pnmeiro andar
    PECHINCHA
    A ella antes (pie se acabe.
    Chegoo a loja ao p do arco de S. Antonio,
    um completo sorlimento das mais riess cam-
    brais ciue lem vinJo ao mercado, padioes
    inteiramenlc novos, e cores fisas.quu se Ten-
    deen p:lo el 1 ni i 111 tu preco de 480 a vara.
    Ha loja
    das seis portas
    EM FRENTE DO LlViUMEMo.
    Para aralmr com o resto de fazenlas
    Cassas de cores muito largas a 160 o cova-
    Amazone.
    Ricos chapeos de palha escura, forma
    ^^CK-:-Ovv:^-V ?C-?C*5 mazone.o do abas largas, ricamente enfei-
    Vende-se Tumo cm folha e charutos de laJos com plumas, fitas e (lores, e bico com
    vilrilho, tanto para senhoras como para
    meninas, chegados pelo ultimo vapor inglez
    da Europa : vendem-se por preco commolo,
    em casa de J. Falque, ra do Crespo n i.
    superiores qualidades, chegados recente-
    mente da Bahia, per menos preco do auc em
    outra qualquer parte: na rua da Cruz do
    Recifon. 13 prtmeiro andar
    Batatas
    Vendem-se batatas hollandezas em por-
    folio estado, sendo em gigos, a 1950 cada
    um, e ceblas solas a 610 o cont : na tra-
    vessa da Madre de Dos n. 18
    Vinho do Porto.
    uoac tacnas acierro lunaiuoe liuti-1 "'"uerpouc uirigir-so a rua 00 .\1110r11n n
    le 3 .1 8 palmos de bica, as miaesse43 a tralar coa> Travassos Jnior & C.
    tma venda por pre.ocommodoecom tfSSSSX ZSSSJ^Ji
    covado
    1: ..le., de merioo com franja de Lia
    Dilos de dilo (om fiiiuj 1 de seda .
    Ditos do dilo dilo cum dita de seda e
    listas .........
    Ditos dilos bordados a seda .
    Vende-se urna cama de armacao, PADARIA E TABERNA A VENDA
    rlp r,l >r> ,. Uci.. ,i 11 -_u Vende-se a padaria da pov acao do Mon-
    de oleo, e lastio depalh.nha qua no- ; lCK0 denominada-Amor.m-e a taberna an-
    ta : na rua do l.ivrainenlo 11. 7, pnmei- nexa a mesma padaria, cujos estabelecimen-
    ro andar. tos acham-so respectiva e precisamente
    TACIIASPAKA E.NGENIIO montados, offen cr mais a vantagem de ler I llarTtaiTi de seda com' i^ palmos
    Dafundiro de trro deD.W.Rowman "* resmas propnedades urna boa casa de d. largura covado .
    '. ., "Ufc" ''"vvenla com sitio plantado de encllente*, I rondelma de seda Irausparenle,
    na rua ao Bium, passando o chala- fruteiras queso aluga conjuntamente as ca-
    riz, continua a Iiaver umcoinplctosorti-j sas dos dous estabUeciinentos : quem pre-
    mentodc taclias ciclen o Itindidoe liati- tender pode dirigir-so a rua do Amorim n
    do.l
    ' "", sw^wvwiMM.wvwm 1 meiro fabricante das bolachinhas de araru- DH01 dito dito em 2 ponas,
    promptidao.emDartvm-.seoucarrerrain-1 ia, alliada, soda, regala, coracoes, dubeliu, iiim d.io dilo a velludo .
    se em carro sem despe/.as aocotnprador 1 carioca, partcula, biscoilinho, hiscoito de 1 Ditos de seda de cores, superiores.
    Na tinoan-. dpf,r,nio *n hral> "amburgo, biscoilo, latias, emseusesla)c-lL''"^f1 natanoana delionte do trapiche |ecimenlos na ruil d 5anzali Nova 30 e r>",.
    do Cunlw ha superior farinha de man- Pm continuado da rua da ConceicSo da Boa '"d^s rara .enl.or'a b'"
    dioca em saceos grandes, assun como! Vista, bem como superior p1o c bolacha de |c,ravaias de selim de cor e pretas "
    bom millioc fcijao, tudo por preco m- todas as qualidades, que vende por preco rompudas ......'.
    zoavelou tratar no aimazem da rua da commodo.
    Madre de Dos n. 12
    S. STIElilEL & C, bahqueirosene-
    gociantes, eslahelecidos lia muitos anuos
    em Londres, tecm a satisfaccao de par-
    ticipara seus correspondentes e no publi-
    co, que acabam de tundar casas filiaes
    nos principaes portos e distritos manu-
    factureirosde Franca, Alemanlia, Blgi-
    ca e Hollanda, conservando almdisso
    suas proprias casas anteriormente estabe-
    Vende-se por l-.WOjOOU uma boa es-
    crava moca, que sabe bem cozinhar o diario
    de uma casa e fazer os mais arranjos. nSo
    tem vicios, o que se afianc*, assim como se I'01 l^sr.iais coinmeiciaesdatjii-Rietarlia,
    dir o motivo da venda, tambem se aluga
    para alguma casa, caso n5o se venda : na
    rua do Amorim n 48.
    llillio,feiiao'
    miilaliiiho e
    branco.
    Vcnde-se superior milho, feijSo mulati-
    nho e branco, por commodo prego ; na run
    11 5:150
    v tsat
    ' 5180
    i. 15100
    58OO
    5*)0
    o 58.'i0
    IJoOO
    . 5000
    .. 55000
    gOOO
    79000
    v 15*000
    /
    o 11200
    2
    l'as.ando o becco da Cinsrrsir.io, do lado direilo
    a qoarl lrja de Ire pailas cmn "rotulas braueas, n.
    10. Da-se amostras (om oinlior
    -h> Caranda.
    lem para vender Antonio Luir de Oliveira Ate-
    vado, uo seu armazem da roa do Vigario n. 22.
    -- Vendem-sejsaccos com superior fari-
    nha de man lioei, e por preco commodo :
    na rua do Amorim n *8, armazem de Pau-
    la & Santos.
    Vende-se superior linha de algodSo
    brancas e de cores, em novello, para costu-
    No dia 17 de fevereiro do corrente an-
    no, fugio do engenho Curcahi da comarca
    de Pao d'alho, um escravo de no me Antonio
    Cacange, do idade 38 anuos poueo maisou
    menos, de altura e grossura regular, can-
    gueiro no andar, nSo tem barbe, tem todos
    os dentes, he casado e tem mareas de relho
    nasnadegas, foi escravo dos herdeiros do
    fallecido Caelann 1. nigalves da Cunta; cons-
    ta que certa pessoa moradora para as parles
    do sul o tem em seu poder,e desde ja proles-
    ta-se contra tal procedimento com todo o
    rigor das leis : quem apprehendcr dito escra-
    vo conduza-o ao referi lo engenho, ou no
    Itcctfe na rua da guia n. 64, quo sera genero-
    samente recompensado.
    No dia 15 do marco ausentou-se do en-
    genho Palheta, comarca de Pao d'Alho, a
    escrava Antis, crioula, idade 30 annos, pou-
    eo mais ou menos, haixa, de meio corpo,
    eal.ee-ida, pscoco curio e cara oSsuda, den-
    les limadose com principio dn podres, an-
    dar redolido, bebe agurdenle, e quaudo
    bebe lica re prista, aula limpa e com sapato,
    suppe-se estar nesta prega por ser encon-
    trada em Cacliang, e depois no sobrado
    grande : roga-se a qualquer pessoa, capitAo
    de campo, ou mesmo as autoridades poll-
    cises que della derem noticia, leva-la an
    mesmo engenho Palheta, ou a rua da cruz
    n 18, segn lo andar, Custavo Lizcazeno
    furia lo de Mendonca, que scr5o generosa-
    mente recompensados.
    Graliica-se com
    50^ reis.
    No dia 12 do mez de marco prximo pas-
    * K5jjw sado fugio da casa do abaixo assignado, o
    ',' V,.nm seu e8cravo Antonio. nacSo Rengela, idade
    40 e lanos anuos, alto, magro, Talla bastan-
    te atropelado, lem a barba toda branca, po-
    rcm costuma rapa-la, levou calca e camisa
    de algodSo de listras e chapeo de palha de
    carnauba ordinaria ; foi visto no dia em que
    fugio no engenho Giqui, e segua a estrada
    da Victoria : perianto roga se as autorida-
    des policiacs e capitSes de campo a appre-
    hensSo do dito preto, na certeza de que a
    primeira pessoa que o apprehender e trou-
    xer a rua do Crespn. 21, recebera a grati-
    ficaco cima. Este escravo foi do engenho
    Peres do Sr. tenente-coronel Manoel Joa-
    quim do llego e Albuquerque.
    Bernardino Maia da Silva.,
    lecidas ascidades mais importantes, c: ?0s'Vuiio. "" ,rm,zem de mcl-ds &a"-/a "'C8SS ^eSoulha11' ellor & C. rua
    relogios de pa-
    tente
    e est&o em posi^o de offerecer grandes ( coherto e em bom est
    vantajensaspcssoasc|uepossam necesitar, Ci dej.uiz Pedro das
    --- Vende-sel um cabriolct muito forte,
    ado : a tralar na holi-
    Nevcs.
    ^
    assim em Londres como em outro qual-
    quer ponto da Europa, de urna casa para
    compra ou venda de artigos, bem como
    para os negocios" de transacrao de crdito
    d banco de qualquer genero.
    As pessoas que nao forem conliecidasdos
    annunciantes deveiSoacompenharsuas or-
    dens com os fundos necessarios para sua e barra por 2s c S90QO pecs de algolaozi-
    exeuccao; litando entendidas que os an- inno liso lar a 2J' 8'50" e 3'000 vidcm-
    nunciante, n.,o teem difficuldae em adi- -J *S&* da ^"" que
    V^CPa (le ||*r|-|||.,ll,',li''(M0sol>ie os gneros iecebidos Cera de carnauba por preco muito cm
    gia
    guarda-las.
    ioa caixa de rea;
    para analyses e
    alguns oulros objectos.
    4.- L'mcosmorama com bellas vistas das
    do, riscado preto a 120, carloes com colche- principaes cidades da Cutopa : a tratar na
    tesa i) rs chales de ganga encunada a botica de Luiz I'cJro das Nevos.
    1-, cbilas escuras tintas
    vado, aberturas para cam
    tas r:;as com mofo a
    tras, e a loja est aberta
    nhaa alas 9 da noile.
    Superior clirinrico.
    Continu'a a ven ler-so engarrafado o em
    barris de oitavo, a nreco rommoo : nn ar. :
    mazem de Barroca & Castro, rua da Cadea ",e,Jc/CStle 0l". desabnete e dev.dro:
    do Recife n. 4 veiidem-sea precorazoavcl, cm casa de
    - Vendem-se por commodo preco os se- Augusto Cesar de Abren, na rua da Ca-
    gutntes objectos. proprios para aquellos que deia do Kecife. armazem n. ."0.
    se apphcam aos estudos das stiencias na-
    luraes :
    1.- Cm microscopio, cuja potencia mostra
    perfeitamenle os glbulos do sangue e do
    leite, completamente preparado, e com va-
    rias Importantes amostras.
    .!'aMl,r,fafS,r""1"'K de mineral- "olargo'da Assembla n. 9. fatem scienles 1
    gia, com uma boa caixa para aos Srs. fabricantes de velas, e a quem mais c01'm0> podendo dingir-sc aosannunci-
    ..:.. a. ,, inlcressar possa, que esto resolvidos aan,l-'s-
    3. Lina boa ca xa de reagenles chimlcos vender tanto um como oulro arti-o por ti.e-
    com os competentes copos para analvses e nos preco qu em out'.! qu.lque? paril.
    alem do que deixam escolher tanto sacco
    como barrios no cmplelo sortimento que
    presentemente tero.
    Coro toque de
    a varia.
    A Cortes de muselina larga com 11 covados -*
    Cabos sortidus
    l antes de sua venda.
    Os precos con entes c mais nformacoes
    commerciacs, que lorem pedidas, serao
    "gos K. Andrade & C, eom deposito enviadasgratuiuilente, salvo o porte do
    ba e sebo rc lina do.
    n
    na
    N'A FL'NDICAO EFKKHO DO ENGE-
    seguras a 160 o co- Cft.VaS (le VdrS orando *T0 Pdt('0 (lo C 11)0 SailtO, MIK1KO DAVID W. ROWMAN,.%A
    "'-V-00"*01'1 n 6 escritorio de; RUADobrum,passandoooua-
    120; dao-se amos- l)l* das 6 horas dama- T......N_____.__._.._. \ftV900 A'. 1
    Marroquim
    Tem na rua Nova n. !s avista do tamaito NOVaOS S' C .
    dosvidrose do preco. os reguezesnao dei- Vende-se superior vinlio do Porto en-
    xatn de comprar, por haver porcrio e auerer-' iran-il'-,.U -.ja 1 1 -
    se acabar com elles, e bem assim os melno- 8 ,' Cm CWXai de,' c ~ du/li,S dc
    res diamantes que tem appareciJo nomer-l"'"'1' l>oni como cm barris de r e S-
    a I-60O a pclle, c I7SO00 a duzia, azenda cado cravados cm latao. a preco commodo.
    sem defeitoe boa qualidade: na rua Direita I*^| ;___
    n. 45. KCIOO'IOS.
    Ven !e-so em casa dc Suaders Brothers
    conta : em casa de Caminha & l'tlhos, rua
    da Cadeia ilo liecife n. 60, primetro andar
    Vendem-se muito em conla sbalos do
    Araealy, para fixor cuntas bem como obras
    de labyrintho, bicos, rendas etc. : na rua
    da Cadeia do Hecife primeiro andar n, 69
    Agencia
    da funciicao Low-3io
    ruada Senzal;. i ova
    n. 42.
    v3 Cabos sonidos da Kussia, Cai-
    %-'; 10 e Uaniiha. t.'s
    $$ Lonas da Kussia, brins c brin- @
    S3 zoes. @
    Cobrec metal para forro com @
    pregos. Q;
    Oleo de linliaca c Velas sleari- ^
    as. cj
    Fstanlio em barimbas, Bar- ^
    O ra.
    ;'-3 Vinlios linos de Mosellc c Joan- ^
    :j- nisberg espumoso, c de Bordeux O
    :g em quartolas. sjj
    C. J. ASILE VA C. &
    ^ .:-}:Oil:^ ^Hi'^^ $;
    Km casa de llenrv Ifiunn C. rua
    da Cruz n. 10 vende-se :
    Cemento romano.
    Cognac em caixas de 1 duzia.
    Ctdeiras de vime.
    Lu grandesoi limentode tocadores.
    Retratos a oleo para sala de jantar.
    Espclbocom moldura.
    Pianos dos melliorcs fabricados em Ham-
    burfro.
    Gouro de lustre
    marca -astello, muito grande a jOOO a pel-
    le,e ;.':"00a duzia na rua Direita n. 45
    Attencao.
    Vende-so superior farinha de mandioca, e
    mais barato do que cm outra parto : na rua
    ruado fabricante Roskell. por precos comino- ;Jo Queimdo, loja de rerrsgeris n. 14.
    dos c tambem trancellins c clelas para os
    mesmos de exrcllente sosto.
    Feijao pr< to IL'ito novo
    A 8j>oo osaeco ; vendem-se na r7fsss
    ila Hat re de li os, armazem n. 15
    -- Ven le se u 1 sobrado de dous andares, $
    silo na rua de llortas
    mais
    rua
    casa
    farinha
    ha sempre um grande sortimento dos se-
    guintes objectos de mecanismos proprios
    mnr!nein*e,h0S'-" *"Tr moendB8 mel.M toiosostamanhosparadito.
    moendas la mais moderna conslrurcao ; ta-,
    chas de ferro fundido e batido, de superior
    qualidade e de todos os tamaitos ; rodas
    dentadaspara a^'ua ou animacs, de todas as
    proporcOes; crivos e bocea de fornalha c
    registros le boeiro, aguilhocs, bromes, pa-
    rafusos e cavilhocs, aoinhos de mandioca,
    etc. ele.
    NA MESMA FL.NDICA'O,
    Nesteestabelecimenlocoutinu'tahaver
    um completo sortimento do moendas c '< r'-:'.::.''::.v):.": ''' *-v^'p^ f::''.!? -1 :. meiasmouiidasparaengenbo.machinasde :ri r|\,..i|,' *." '.............:i
    rapore taixas le ferro batido e roado de L "'' s l,; ra f* est *
    W Vendem-se toalhas para ire-a de
    Fugiram do engenho Agua-rria, fre-
    guezla de 8. l.ourenroda Malta, osescravos
    Miguel, alto, secco, quando anda he muito
    inclinado para a frente, poura barba, e foi
    escravo de JoSo Elito do Rpgo Barros, mo-
    rador na freguezia da Escada, para onde sup-
    pOe-se ter fgido. Severino, cabra, baixo,
    .'grossura regular, tem um defeito em um
    I dos dedos da mo, representa a idade de 26
    para 28annos, e tem pouca barba; quer
    um, quer oulro rugiram no mesmo dia :
    quera os apprehender, leve ao engenho ci-
    ma dito, quesera generosamente recompen-
    sado, consta ao abaixo assignado, senhor
    de dilos escravos queseacham homiciados
    em um dos engenhos da freguezia da tsca-
    la, e des le ja protesta contra quem os con-
    serva ni levi lamenle em seo poder pelos
    dias deservico de ditos esclavos.Manoel
    | Thumaz Albuquerque Maranh.lo
    ESCRAVO FGIDO.
    No dia 25 do mez prximo passado lugio o
    escravo Concalo, crinulo, de i.ade 45 a 50
    annos, estatura regular, cor f>.Ia,m>gro, ros-
    to descarnado, olhos avermelhados, levoa
    i calca de casimira cinzenta e camisa de al-
    | godaozinho de listras, este preto foi do lina-
    i do ScbasliSo dos tirulos Arco Verde Per-
    i namhuco, e foi comprado ltimamente a An-
    tonio de Hollanda Arco Vorde Ctvalcanti :
    roga-sc as autoridades toliciaes ou caoitajjs
    de campo a sua apprchensSo, e que o levem
    a rua do Mondego n. 05, padaria do Saraiva,
    que ser bem recompensado.
    50.? DE GRATIFICACiO'.
    No dia 4 do corrente mez desaparecen do
    Rio Kormoso, e supu'.e-se ter vindo com di-
    recco a esta cidade, o escravo crioulo de
    19 a 20 annos de idade, cor Tula, corpolento,
    tem bastante e viisveis signaes de bexigas e
    uma cicatriz sobre a junta do dedo grande
    o, r- L!' 6 ? ""f rn" 'nullhe fazenda maa moderna" ain-
    B a % e m em"""t "- "'l? "' H J de babados pelo b.arato
    re o't ,c^ C mre febe-SB "8""'* preco de 9 cada corte: na loja da
    wrrea porlroca ^ ru< i)o )>)ll(.imado (1 |Q de Ll,|le(
    Milho e farinha. [#Qmimmmmmwmm9
    c aa^ax seexeculam tonas as encommendas ro 8
    E*f>f5@@@-S-@@ *aaaVBsBiisBjBj superiondade ja conhectda com a devida
    Orandy Aqtiilliea H dc niaiidioea, i'cijao e mi-.,rw,l,;"cc"- ^leemnreco.
    '^ ) 0OO ^ Hit) O primeiro tomo das iographias pelo .,
    . /V" ftil i 'commenda.lor Antonio Joaquim de Mello, pelo diminuto
    Venden.-.":? veslilos de orgamly W ; desembarcados na prsenle semana; ven- obra interessante, la annnnciada por esle romo camhrah
    - (g). de so ro armazem n. I!, defrontc do trapiche Mario ; vende-so no deposito da rua de S (|,r,
    '.] lodosos lmannos e com diversas 5 Je um "os ps, no an lar firma-se as pon-
    I lll IIII Bifaoll II '' riun*S'"IS lods de gosto por barato ir. \*s dos mesmos, deleito que 1 lie licou das
    VFll fllli^ Mi x^lllll" ;:;' piec'i na loja darua do Queimdo i oexigas : recommenda-se sua approhensao
    * v.i' n. 10 de Leite, Arihur ,\ C. '.': '= autoridades policiaes e aos capitSes do
    cha.
    COM TOQUE DE AVARIA
    .NA I.OJA l)i> PKEGUICA,
    ss!; -osos-oz ss-
    SEDAS BARATAS.
    Q
    rua do Queimdo, esquina do becco do Pe- V
    xeFrito n. 2, vendem-se cassas franeczas :.;Vlrt HO iV Castro COI11
    do Caoba, no lorie do Mattos, a precos mui- | Francisco n .
    lo vantajosos.
    10
    o
    o
    coherlos e dcscobertos, pequeos e gran-
    des, de ouro patente inglez, para homem
    o senhora, de um dos melhores fabricantes
    Vendem-se s-ccos com milhoe farinhaHa l'' alaillbitllie lia U t.
    trra ; assimleonto raizas m doce de goia- Venle-sena rua Nova n. 38,um alambiquD
    ba i-u : na taberna granie ao la Jo da igre- que ferve 50 rana las ,1c ga-apa com cara-
    u aa ^leoaae. putjaeserpentina, por monos preCo que o le Liverpool, fiados pelo ultimo paquete
    eomeit. b al-, m s T?'" l. "'" vaI ,r. mlindo qoe he novo e nunes inglez: em casa deSoulhall Mclloi & C
    csquciuo, na aif,urais oliras to labvrmlho, s^r/io
    -7',"'"'""""'""............" PAB&F01I0 DFHiVIO.
    vendo se urna escrava mura de bonita Uneoes de c.bre de i,:., o
    ligara, eUuinuilo boa cunJticla ; na rua Di- u
    reila i.. 3.
    muito linas, eom pequeo toque de varia,
    pr^co de --!0 a vara, assim
    s franeczas muito linas, pa-
    rces novos c sem avaria, pelo haralissimo
    preco de 500 rs. a vara, ISaziobaa de qu-
    i|m n.. .i.i largo da Corpo Sanio no-
    mero 18.

    IC200
    oaooo
    *'l-('^"* I ilo* dn senhor. o nolil/.s ,1o moninn noln. S las de quadros mili los ..
    graudos o covado a
    '." Se lasein corles com 3 ba-
    -;, bados a
    ;;. Sma.s borladas linissimasa 37000 @ Unte baixa^ciie'ia'do corpo, VevouTesUdo
    OOOQXOQ ~::::: ^-S9|, chita escura ja velho c panno d. costa
    liaste & Lemos, na rua do Trapichen "sado com listas minias encarnadas, des-
    17, lem para vender os seeuintes gneros: conla-se que anda mesato aqni pelas ras
    ra. ,iTor, do arroba e mea, pelu ralo w de 2g o -*' 3SSJJ '& ^ ^ ZX<3&tl
    Vendse urna mulata do -22 anuos, ^ ;'.."."" "*',s, \-l *', ,, ^'in' campo que a apreheudam ea|levem a iua
    comumalilna de 7 neva, ezccllente en- Em casadeftabeSchmettati &Companhia, i ,MBaS. ,r.', ,. .. p..aJas .lu.dV.ZT ;'^ ''a Mo.,i, i;, primeiro andar, que se gr.-
    ii,.,oi. libras cada gommadeira.costureiraecozoheira, falto- rua .la Cadeia n. S7, veudem-seoleeaiito Vciidem--, bombas ianv dn varin.i.m. i .7. i ,n, i, i -tilica bem.
    ma7fior,.,sal.bra:n,ru;. M,a de fronte ,1o o se, vt^o de um, cas. con, perfeicSo : Uno. do afam.dofibric.nlt Tr.um ... nhs ,-1-Jj "'n,a.sV- r't. .- Zl7X i
    da toncoicao dos militares n 3S [tratar na rua da CaJeia do Kecife ... 4. I de llamburiiu, I ro da Boa-Vista n. 6. ''
    Batatas.
    No armazem do Annrs, defronte da alfan-
    deg*, vendem-so ki^os n batatas, pesan-
    do arroba e meia, pelu l> rato pjpc/) dc -2- o
    O
    :::-
    ~ Hesappareeci na noito de 21 de abril
    do crrenlo auno o escravo donme l'loren-
    ! tino, com os signaes seguinies : estatura ai-
    Si ta, cor muala, sem barba, espa las largas,
    @
    ,;';. i s grandes, rosto coniprido, olhos casta
    lUJd ia/,CIKia.S II- 5 nhos. cabellos pegados, falla grossa, muilo
    as na rua do Ces- ::
    jio ii. 16 esquina.
    5
    regrista, lem falla de 3 denles ns (Trente, coi
    um dos lados do queixo lem uma fstula,
    levou chapeo de couro c camisa dc riseadi-
    ; nho : quem o pegar leve-o a lundicHo da Au-
    rora em Santo Amaro, quo ser generosa-
    mente recompensado.
    liesapparcceu no dia 8 do crrente uma
    escrava crioula i.or nome Thereza, be has-
    precos iniits i'oii.uio los que uui outra
    I qualquei paito. j
    PERN. 1Yp. DE M. F. Pfc FAKU. 1.
    li prii\/ci


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