Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07931


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Full Text

-a
y
ANNO XXXIV N. 108.
Por 5 mczcs adiantados 4$000.
Por 3 mczcs vencidos 5$000.
OLVniV FEIRA 12 DE MI DE 1858.
****
Por auno atalantado io$000.
Porte franco para o subscriptor;
ENFARREljAOS DA SLBSCRIPFA'O DO NORTE.
Parahiba, a 9r. Jcjio Rodolpho Gomei; Natal, o Senhor An-
tonio Marquea da Silva ; Aracaly, o Br. A. de Lemol Braga ;
Ce-ir, o Sr. J. Joi de Olivtira ; Maranhao, o 8r. Jos* Teileira
da Mello ; Piauhy, o Sr. Jos Joaqun) Avellino : Para, o Sr.
Juilino J. Hamos ; Amaionai, o Sr. Jernimo da Coala.
l'ARTIDA DOSCORREIOS.
Olimi lOOI liaa.aa O e Beie-taraa da lia.
1 m.n l'ar.ihit .i, ni. jeganfal .....Itai-felral.
s. Aatao, l:.-.,-.r.,s, Batalla, enraan Alliako iCmakni! n iirta-foit
S. Loarroeo, l'.o 1 Albo, Naiareth, Luao,-ir., lr.-,-. i\ i,.,,, lavase!
_ '* V....... illa-Bella, Bo.-Vi. ., Oatl i r Ea i, ,- .,,-
1........a>atMHaaa, Rio Pomoio, Cu, Barreiroa, Aa-k>ra iinna e Naiar: ojuiniai-r. ir...
isrorrcios Barli-fla *f 10 h'iraa da manila.
Todi.i
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommercio : legunda quintal.
Helacao terc-ai feiras e labbadoi.
Fazenda : quarlai labbadoi ai 10 horai:
J ii i!o do eommercio : legunda aa 10 Iiomi a quintal ao malo dia.
Dito de orphoi: aegundaa e quintaa ai 10 hur.it.
Primeira Tara do civel; legunda o aexlaa ao meio da.
Segunda rara do civil : queran iibbadoi ao meio dia.
EPI1EMBRIDES DO HEZ DE IIAIO.
6 Quarto roinpuante ai 4 liorai a20 minutoi da manha.
13 La nota ai 5 boraa a 28 minutos da manhia.
19 (Ruarlo crcenle ai 8 horas da tarde.
37 La cheia as 8 horas e B5 minutos da tarde.
l'KEA.MAIt DE HOJE.
Primeira ai 4 horai a 30 minutos da manhaa.
Segunda ai 4 horas a 54 minutos da tarde.
PARTE OFFICIAL
DAS DA SEMANA.
10 Segunda. Ss. Ulan la, Philadelpho e Arplieomm.
11 Terfa. Ss. Faln, Amistado e Sereno mm.
12 (Juana. S. Joanna princeza \.; Ss. Ncrco c Aquileo irs. mm.
13 Quinta. Assenc. o do Senhor. S. Pedio llegalado f.
11 Sella. S. liil : Ss. Itonifario, Encdina e Poncio mm.
1o S.-ibbado. S. Isidro latrador : S. Djtnpua princeza.
1K DomiDgo. S. Ju.io Nepoinuccnoroncgo m.; S. Aquilino m.
GOVERNO DA PROVINCIA.
I'or portara de S do crranle fui enmara lo do
cargo de eubdelegado de S. Fre Pedio l.unralvo do \ "J," ,
II icife, h.icliarel Jos Bonifacio de Sa Pereira, por i ainrlj ao
.i-- m o haver pedido, nomemdo-ie para o referido
cargo o cidadAo ta llierme Joto l'ereira.
mas que se as da (ercaira claise, r.,o i-siivere-n con- da atentar a recepcao do oflicio qua V. S. II
cloidas antes de comecarem ei endiento do invern, gio em -) de merc)* nllimo, cora os mappai i
que principia, o governo nao responder pelos joros, lico dos Irahalho
antee c"
conclo
que ell
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCA'O DO SI I..
Alagoai.oSr. Claudino Falc.io Iii.n ; Babia, e 6r. D. Duprid
Bio de Janeiro, o Sr. Joao l'ereira Martini.
EU PEKNAMULCO.
0 Proprietariodo DIARIO Man -el Figueiroa di Farla, ni lu
lifraria, praca da Independencia ni. e 8.
lie diri-1 OSr. SoUza Res : En nao i
eslalii- ) casa pode.se capacitar-re, de que
i, dijo, qua aila
commissao linh
aproveilar, porque a sai nomeacao foi illegalmeule
foila.
O Sr. Souza Kei:lia da ISiT.
O Sr. Epaminoo.lai de Mello da'
imperial,
tro dos
nlio all
si fazer
marca
tolas e
Cenun
lucan do governo imperial, acerca desie astnmpto, de IMil.
espero que o seolior supariiilei dente reconliecar Pela seeretari
Espediente do da 18 da fbrl da 1858.
Oflicio ao commandante das armas. llvenlo coja co
pir-ie a' sepultura, hoja ai I horas da larde, oca- tendido
diver do ollero.' reformado di guarda naciontl Pe-
dio Antonio Teiieira (iuimtraes, qae lem de ser
cendozdo da igreja de S. Francisco, sirva-se V.
Ble, de dar as orden* pira que le llia fajam ai di-
vids honras.
la-
mino ao enviato cilraordinario e ministra ple-
nipotenciario do Brasil em Londres. Julso dever ui fin
dr conli.eim.nlo .i V. Eio. lo in da oflicio, que
en dala de 17 do corrente dirigio-me o superinlon-
dnnla di estrada "o ferro desta provincia, a respeito
dm olirai poracabar'na primtira iecr;Jo, e do tem-
piido |u 'I c i'neivirnn a correr os respectivos joros,
cerno da rasposta que Ihe dei, da eonformidade com
a> ordene do governo imperial.que foram-me trans-j do a 1.a sessao do jury de Ourcur\, prelendendo '
rar csse documento para
aqu provar que he exacto que nos consla, que elle
do governo se commonica an he menor de -J" annos ?
> Peroira do Carmo Jnior, se- | OSr. Peixulo Doarle : Elle (ambem Dude en-
to las as facilidades possiveis, para o deti-mpeuho dos gondo lente reformado e mombro do conselho ti- I gatMr-w. v
ininilralivo para forneciniento do arsenal de Raer- | O Sr. Soma Res :Ouerer se hia mesmo que mu
ii Hli ln em aviso da 13 de fever.iro ullimo.
Dito ao pen l.nie da provincia do Rio (irande do
S'il.-Accoio a recepjao do ollicio, queV.Ete.se
itrvio dirigir-me em II de mir<;o ultimo, com dous
CNemplarai impresso da collac^ao dus leis, que nes-
provincia foram promulgadas o anni passado.
Dilo ao presidente da provincia de Sergipe.Ac-
c iso a feeepc,ao do offi:io, qae V. Etc. se servio
Dito lojuiz de direilo da comarca da Upa-Vista. ra dasi.i provincia, que, sesondo eonslou de avi.o | fos-emos ao archivo da Vacudade d
Palo sen ollieio de 15 ue marco ultimo, hquei intei- | do ministerio da cu.rra de :il de marco ullimt, S. esta1 matriculado pe.
rado de que, no da i:i passira Vmc. a,rar a sua M. o imperalor indeferio o reqoerimento, em que '
residencia ni villa do Oorieory. S. S. peo que dnranle o lempo da licenn que ob-
Dilo ao oesmo. Recebi o leo oflleia d 17 de leve, se Ihe abonem os vencimeotos daqelle eier-
marri ultimo, e lico certo de liaver Vmc. convoca- i ciclo.
Pela secretaria do coverno se commonica ao
Sr, .Manoel l.uiz da Mello, que eom o aviso de 21 de
marco otlimo, iGb n. US. fui remedido a S. Esc o
depoisaluir .i correi^lo naquello lermu a nos de Ca-
brob Boavi'ta.
Oflicio circular a,o juiz. do deito da pr.meira vara
desta capital.Afim di ler fiel cumpriinenlo o aviso
do ni mi.le fft da Justina de 21 de marco do anno pro-
timo findo, convemque Vmc.alem das pirlicipa^iies
que dirigir a esta preidencia na forma do eslylo e
ordens em rigor, ministre regularmente, no lim de
pirigir-me em 25 de mirjo ultimo, Ciin os etempla- I cada seme'lre, a contar do I da Janeiro do corrente
res da uin follieto, no qual si descreve a trasla lac.ao I a,inot seauinles inlonnare relativa- ao mesmo
dos resto mortaes do e\-preidanle dessa provincia
L'r. Ignacio Joaqiim Barbosa.
Dito ao cummandinte das armas.Com a inclusa
ctpia di informado minstrala pela conladona da
llieiourana de fazenda, respmlo an oflicio, que V.
l-tc. me dirigi em 2!) de mire, i ultimo, iub n. 199,
a:erta do (oriiecimeiilo ds ruup i aoi Atri-anos Joa-
q lia e Jos, que se acliam em servir.o do hoipihl
mgimental.
Dito ao mesmo. Com a copia inclusa do avilo
e .pedido pelo ministerio da goerra em lll de marco
ii hu o, remeti a V. Esc- o incluso reqoerimento
di r ipu.io do '.> h.il.ilh.io de infamara Jo-e Jo.i-
quim de Binos, alim de que sa ajunlem a f de
oillcio e documentoi qot salisfacam as condicfmda
|Tiin..i.i do comedio supremo militar, datada de 21 da juslica de 2 i de niin.
de fevereiro de 1851, orno etige o ajodanle gene-
r.il do eiercilo em sua informaejo, tamtiem junta
por copia.
Dito ao iiio-mi. Sirva-se V. Etc. de informar
ubre o iurluso lequeiiinenlo, que a S. M. o Impe-
rador dirige Manoel Antonio da Ounlia e Allioquer-
qur.
Dito ao chele de polica. Remeti por co"pia a
V. S. para sua inlelligeucia e etecui.ao na parle que
Ihe toca, o aviso circular expedido pela repartidlo
i eral das trras publica ara 30 de mateo ullno,
lub n. It, deleimiiiando que os mappas relaluo-
: os colonos miro lu/i lu no imperio devem ser e--
(ripios em papel paquete, e couter uiucameuie os
inunes dos emigrantes, que veem etabelecer-se no
imperio, e declararan assim dos lugar! d'onde pro-
edem, como d'aquellei em que se v3o litar, procu-
idii lo-se rslreilar, quanlo se posas, oeipaco em qae
te lanrarem aquellas etplicasoei, para qua so evilem
manirs despezas do crrelo.
Dilo ao meamn Em vila do aviso_jurito por co-
tia, espedido pelo ministerio da ju*l ea em 21 de
narco ultimo, cimvem que V, S. engindo dos dele-
gados de polica da provincia, que furem bsclioreis
'orinados, as informaces m lieadafl na modelo junto
faca,en vista dallas, or.nnisar no lim de cada -.e-
ineilre, a contar do de Janeiro'do corrente anuo,
um quadrogaral, que deverj' ser trantinillido a esla
piesidcncia, alim de ler o conveniente destino.
Dilo ao inspector da Ibesouraria de f.izcnla.Com
a inclusa copia do aviso circular etpedido pelo mi-
nisterio da marir.ha em 31 de mareo ullimo, lob n.
19, remello i.mbem por copia a V. S. pira sua
mlelllgencia e etecurao na parle que Ihe (oca, o
decreto n. 2.10.H de 2*1 do mez. protimo passado, bem
semestre : 1.a em que lermos, e em que datas, pre-
ti lio Vmc. revi- i da lisia dis jurados : 2.a que
aaesfo do jorv, e que Crtetela ihrio, e em que dd-
lai ; :l. que promotor assistio i mtsmas lOiei, e
em que dalas.
Alm dislo Vmc deveri declarai podendn-o faier
re-ervada ou conli lencialmenle no mesmo peiiudo
as queitas, suspensoes, pionuncHs, e o mais qae Un
constar, a respeito del jallas mumeiae., promotores
edalegados de polica, qie fore n baehareil furmi-
doi.1 imI, "mu iti* mutaii liso, _aos jui/.es de di-
reiio da 2.a vara e nos de ludas as comarcas di pro-
vincia.
Dilo aos juizes municipses. Para que tenha (iel
etecuc.Jo o dispuslo no aviso circu ir do ministerio
r por cen l.io esto domnen-
lo >ao, eu nao vejo que a iienhum inemnro desia
casi corra a obrigarao da asiim proceder tro caso
taei.
O Sr. Reg Barros : As eommisses podem pe-
dir o docunienloi Decenarios para fundamentar
os leus pareceres
O Sr. Souza Res :Isto eu n,1o conlestei ; sel
apjiado.) Mil, Sr. presidente, eu devo raspouder a
isio, quequando os argumentos sao (Ao fortes, quan-
do ai razi.es sao 1.1 > poderosa!, qoando os racioci-
nios sao tilo claros, iao vehementes, que nao podem
ser combatidos, nem de modo aleara destruidos, a
onica escpula que ha he a de dir.er-se : nao uasia
de um oplii-ui,i.
Sr. presdeme, a razio principal poique eu lenho
icnipre defen lido a admis>So de cidadaos nesta
caa un hypalhete prsenle, he filha do estudo pro-
funlo que lenho feilo das dispoiir.'.si da constitoi-
eiocoin aadli leiscivis, he lilhi d'esia dasharmonia
que etiste enlre a eiinnnr.arlo civil de 21 annos. a
ia. a emancipadlo poltica de 25 ; meo espirito nao p-
o- de admiltir esse fado anormal ; e prtenlo eu pro-
.. -esen- curo o remedio para liarinonisar conlradicc.io fia
que se o cleilo nao tem a idade de 2t annos, a no- vilveu a queta.i, e sustento o parecer da commis- grant;-, Coma (ambem pan birmonisar as opiniiiea
ineacao nao poda ser feli e conseguinlemente tal sao por julga-lo justo, e pnr ser fundado na le. COtitrariM, Bu honlcm positivamente e-labeleci a
cario paro que f.i nimea.li Iba nlo aproveila. I.i la, he apoiada a se^uinte emenda a' conclusa;), quesillo se era po'sivel almllir-se anda que fosse
Mas, diz-se : elle n.i i era premolar effeetivo e do parecer. correle a opinian dos nobres depulado., um reme-
emao pergumou o nobre impug.ii.1or do pireccr Nio constando do diploma a acial e nem de al- i dio pelo qual se dispensasse a idade completa de ->5
. ha le que etpressamenie prohib que nao poasa s?r gom oulro documento a falla de idade do Sr. U-, annos paia ser membro desla caa. Eu pelia illus-
o o que hu lem aa qoalidades de tirana, a ten.lo etercido o oflnio publico, he de pa- Ir commissao que emittisse o seu voto a e-ie reipei-
eieiior oa de jurado N.lo, nao ha le e nem he reccr q.ie e|a approvj I.i o ma ekurlo, o se Ihe de lo, e boje Uve o despraz.ee de nao ouvir orna pala-
preciso que baja, porque, senburas ludo quanlo a as-enl...I-.,i:nuiond.| de Mallo. vra sobre illa.
le diz com relaeo aos cargos policiaes se appliea OSr. Eparalnonda de Mello : Senhor presi-
qoer aos elTealivos, quer os interinos, silvo quan Jo dente, eu direi boje milito punca cana. Nia reja
a le mesmo lem feilo eicep;oei : por exemplu, a necessida lo de repisar a quetUe no p em que li-
respcilo do cargo de jmz de direito, a le diz que con iionlem, repelindo argumentos
(I Sr. Sooh Reis :Dispensar na lei ?
O Sr. Epaininonda de Mello :Sim, senhor.
iroeatn-aa algam apsrles.)
II Sr. Epaminondas de Mello :Devo fazer algu-
.*tr. presidente da provincia o nqutrimenlo em S. | que lemoi facullade para asiim proceder, que po-
mc. pede lieenca para fazer transportar para a corle, demos fazer muda couia, o que risla saher he a*
dentro de um auno, 500 duzias de pecas de vinhati- '
en amarado, olTerecan io de preferencia a referida
madeira ao arsenal de marinba ; cabendo ao mesmo
liim. Sr., segundo se declara nu citado aviso, tomar
conhecimenlo desta prelancSo, na forma da circolar
de 10 daqaille me;.
PKBMAMgCO.
ASSEMBLEA LEGISLATIVA
PROVINCIAL.
SBSsXo ORDINARIA E>|5 DE MAIO DE 1858.
I'retideniia do Sr. Bario de Camaragibe.
Ao meio dia, verilirando-se numero legal e aberta
a sess.lo he lida e approva.la a acia da anterior.
0 Sr. Pr.meiro Secrel.irio da eonta do leguinte
EXPEDIENTE.
1 m oflicio do secretario do governo, remetiendo
j a copia das infornuees ministradas pelo vigario de
por que lempo servio de I J1?"0', :Ma,qT Ja C'"'a So'rti- Pe" a W2*?
i., se presid ao jurv e qoanlas ; fe* "'TX"^, 'a T? mun,?,.,,al de
' i.i ii.iii u .le parle do alagado.Pantano. A com-
defiuitivamenle
juiz de direito
vezes.
Dito ao juiz de orphaos supplente em erercicio do ;
termo do Recite.Para- que lenha liel cumpriinenlo I
o disposto no aviso do ministerio da |nstiei de 23 de
mart;o ullimo, couvein que Vine., alem das parlici-
pa^us que fiz.er a esta p esi.lei ca, na forma do es-
Uloc ordens em vigor, miuiaire regularmente, no-
lim de cada semestre, a contar do I. de Janeiro do
corrente auno, as seguintci inlminaees, relativas ao
inem i mesmo semestre : l.a quaulas aodienna's deo
Vine. ; >
mente.
Dito ao mesmo, bar.harel Aol. nio r'erreira Marlins
Itibeiro.Pico ccrlo de se ach ir Vine, enojado pelo
(allecimeutj de sua av.., como parlieipi-me em seu
odelo desla dala.
(lito ao juiz monieipal e de orphaoi do term do
Gibo.Recebi o seu oflleia de I i da enrenie, a fi-
quei inleiralo da haver Vmc naqaclla dala, passa-
do a vara da direilo ao sea sub-lilulo, o htrharel
Ignacio de II irros II irrel.t. vi.lo u.l i po ler eoulinuar
a ete.ce-la por .lente. Iiz.erain-se as commuaica-
; necen.irias.
_ Dito a.t Inspector da Iheionrari i pfbfinaial.II iji
Vtnc. de informar sobre a malaria do nllieio, incu-
so por copia, d. assembli legislativa provincial.
Dito ao mesmo. Reinellem o por copia a Vine,
lomo o regnlamento, a que elle se refere, cstabele- l'ara sen cinhecimeiiln, o ollicio que me dirigi o di
rendo afjrin.i por que ie d-vem f.izer as compras do redor interino das obras publicas, em 17 do corren-
inalerial nec s-arm para o irrvieo e consumo da
firmada arsenaes e man eslahelecimenlos de marinh i.
Communicou-se ao inspector diarsanal de ina-
iiiilia e cunmanddiila da e-I i, m nasal.
Hilo aa mesmo. Em vista do que V. S. em dala
(le 17 do coireole, informou sobre o ollicio de 1:1,
I ir copia junio, da commandadle superior da guar-
. a nacional do municipio da capital, a da demoni-
l-or.io da insullicienna do ere lito concedido para a
rubricaguarda nacional,e di augmento que se
lirna neeeisario, como colsla do ollicio de V. S. de
1' do corrente, o qaal nesta occasiao transmiti i
creiaria de estado doa negocios da justiea, autoriso,
sib minln res.onsabilidade, a eealiaaieto dai des-
rezas, qae se deverem fazer por aquella verba ni
correle eiercieio, al a aomma de n. :l:752?ii;
alem do ereiilo consigna lo.Communicou-se ae
enmmandaolo superior cima referido.
Dito ao eonselheiro delegado da repartiese espi-
c al das Ierras publicas.Na conformi lade do aviso
encalar, eipidide pela repartidlo geral das Ierras
I ublieas em do corrente, sol> n. 1 j- Nanainillo por
i.opia a V. S., dar aaa etecutilo, ndiro aviso de 9
de fevereiro ultimo, determinando que nenltama
desprza le faea eom a inspedoria geral de mediques,
delegacii, Cdlonisaeao, eathecheso a civiliiar;3o de
imligeiaa, e colonias militare!, lem etame previo
lena delegaeie ;"e que no caso de ie adiantarem di-
nheiros pura as despezas de qualqner dos ervi.;> a-
rima meneionadris, os empregaaos que receherem
ra adiaiit.imenlus, em etde'maudarem direclamen-
s as cont.s a' tbesouraiia, as enviem por inlermc-
nio da delegacia, qoe depols de as eliminar a cmil-
Mr leo parecar, ai remetiera' a' mesina thesourana.
Communicou-se A Ihesooraria de fazenda.
Dilo ao mesmo.Remello, por copia, a V. S., pa-
ra ma intelligeneia, o aviao espedido pela tepartieao
i:eral das Ierras pnblicas, em 10 do roncle, sob'n.
7, providenciando sobre o modo porque se deve pro-
eider na Icgilimaeao das postea, que nao eicedam a
,irea de 250.000 brabas qaadradas.
Dito ao coininandanle da eslavo naval.Remello
.or copia a V. S., para sua inlelligencia, o aviso et-
ledido pelo iiiinitlerio da inarniha em !l do corrente,
10b n. 1-20 declarando que deve-se abonar aunual-
inanle a gralilieaeao de seis ceios mil res a cada um
loa eniprega loi de lazenda, inembros do eonselbo,
de qoe tala o arl. Jl do regulameulo n. 2iO de 20
de fevereiro ullimo.Communicou-se ao inspector
ila lliesuuraria de fazenda.
Dita ao ra.smo.'loman.lo em c.in-i.leracao o que
im-.l i de negocios de cmara
O bacbarel Joao Cirios Augusto Cavalcanti Vellez.
pe le a approvaeAo do aforamento qoe a cmara da
Olinda fez de um terreno..V cmn......' de nego-
cios de cmaras.
lie mandado imprimir o seguinle projeeto :
A .semidea legteialiTl provincial de Pernambo-
Co, resolve :
Artigo nico. Fica criada na Cipnnga, mulli-
que numero da causs decidlo definitiva- ',To xa moicu".n.r.m,,Ul' ^ '"""""' """* P'"
.. Par;o da assenilil.it legiatnfiva provincial de Per-
nsmbuco, 5 da malo de 1858. Francisco Penlo
Doarle.
lie e approvado o aagninla parecer :
A commissao de negocios de cmaras para poder
emillir a sua opinlio sobre n requeriinenlo de Felu
da, Cunba Teiieira, Anlenia Joa Coalha de Ro-
lara e outrai, precisa qae pelos eanaei competentes
- mica a cmara municipal desla cidade a respailo
da preterirn dos supplicanles.
S .la das coinmi ses da aiaemblea legislativa pro-
vincial de Peruainboco, :l de maio de 1838.Amo-
nio Joicde OliveiraCbrlaUviO d.n Santos Cival
canti.Antonio Epaminrndaa de Mella
Foi igualmente approvado o seguinle parecer :
A commissao de negocios da cunaras para poder
dar o seu parecer tabee o incluso requerimento de
Florencio Dominguesda Silva, reqoer que pelos c,i-
iiae competentes le odicie cmara da O'indi para
salisazer ao qua dispoe o ail. 12 da lei do i- de uo
(obro de IS28
Sala .las commisses da aisemblea legislativa pro-
vincial de Per na ni Imeo, :, re maio de 1858. A. J.
de Oliveira.Antonio Epaminondas de Mallo.
OIIDEM Di) DIA.
Conlinuaclo da diseussa.i do parecer da commis-
sao de constituido e podere adiado da sessao an-
tecedente.
OSr. Preiidente :T.m a palavra o Sr. Sooia
Reis.
U Sr. Sooza Reis :Sr. presidente, disrnliram-se
nesla casi .liver- s pareceres relativos a' ele icio de
iiossoa collegaa, e eu nao lomei parla em nenhuma
lessas discustes, nao pretenda mesmo faze-lo
le, sob n. FIO, e do qual consta o numero dos lam-
p $ da azeite, que foram achados nesta cidade, le-
nh. i a declararqua a fazenda praviucial deve ser in-
temnisa la da qaanlia, qaa de mtis liver pago por
20 lainpees, que se verilicoo nao etistirem.Igual
copia remelieu-ie aochefe de po ida a oulr.i i assem-
l.le.i provincial.
Dito ao director dai ohraa mili|tre-. Pelo seu
nlliciii de lli do eorrenle, sob n. 76, fiqoei inleirado
de haver Vme.prefe idoi Jos Faustino l.emts para
eucarrigar-se da caiadura e pintura da enferma.ia
do hospital regimental. conforme o m ..amento ap-
provado por esla presidencia. Commuuicou-se
Ihesouiarii de faieula.
Dito ao director inlerino dts ebras publicas.Ap-
provo a dislriboieilo dos lampen ts a gaz no bairro di
B ia-Visia, e povo.e.lo dos Afogados, como te v dai .,
Plan.as. que acomp'anl.dram o ollie,,. dess, directora Doral" ?' ', ^L ,I',,l'"le "' qUe. "-'"L"'
da 17 do crreme, sol, n. 130, opportunament. se uUa .Pd 1. V ^ V ,a "" "<,":"0 he
resolver* ,, a lugar em qa. devrm ser eolio-\T*.ZftZlJLTSSLffl5* m0,n?l" ""
f?,if,I"_"!?. "":- .* p d.a-1C Ztt2?uZ!!2!ir 2".c meT:
tribuir alim de complclar o numero de mil.
Dilo ao meamo.-lnleira.lo do cooteado do oflieio "" ['"' ,?. 7??T. ?''* ,'\ "U '"' P"
que Vmc. me diriga en, 17 da corrente. aab ... 120, ""' ar Z ''",!.'" tS! "pen"
tenho a diz.r em respn.la que o .tortee a receben ffZT^JK'JS '.SS*.***** P'.1"
delinitivameute as obras do I." lanei da r. mu ti .;,!, i
do sul para Mnrbeca, e bem assim a paaaai o com-
pleme certificado, afim de que o respectivo arroma- i
lanleposta hiver da Ihesoorara provincial, para o
que licaro pedidas as convenieulcs urden
poilanria da prestado, a que liver direilo.
Dito ao cummandante du corpode polica.Man-
do \ me. dar haita do servido do corpo sob aeu com-
minio, aj pravas do mesmo corpa, Conitaale da re-
l.i<; io junta, as quae<, ten lo lio ilisa lo a aeu engaja-
menlo, ale desejam roiitniuar a i-ervir, legando Vmc.
me derlarou em seu ollicio de 12.1o eorrenle, sob
... 1.5.5.
Relacao a que se refere o oflieio d.. presidencia, diri-
gido nesta data ao ominan ante do corpo da pa-
liefa.
Sargento ajudanle U.-larmiuo de Pauli
guela.
2. saigcnlo Ignacio Raymundo de Jess lim
deira.
CaboJavencio Pacheco Vieira.
SoldadoJoao Antonio Stares,
demllerculanu Francisco Ramos.
I lemInnoeencio Pedro Francisco,
demJos Rufino da Silva,
demPedro de Alcntara Lirneia,
vi que se conforma va inleirainente eom a rumba
opioilo, opiniao que liulia formado desde qaa se
apresenlou nesta casa o mesmo supplenta por occa-
siao das sesses preparatorias, e ven lo que esse pa-
recer liuh.i sido impugnado com lana habilidade,
lauto tlenlo, quanlo reeoiiheco no raeu nobre rol-
lega o Se. |)r. Epaminondas de Mello, vi logo que
me corra a obrigaeij de suslenla-lo ; en o qua vou
fszer.
O parecer declara null.i a elerio do primeiro
supplente do 10. ditlriclu eleitoral", e o faz sob o
seguiules fundamenios : I., que Ihe coma que o
eleilo nao lem amia a Idade de 25 annos ; 2.", que
e dizendo, por paila de-e supplanle, que este
eterna o lugar de promotor publico inlerinamenle
quanlo foi eleilo, nlo era a couiui s..ln da parecer
I que aiu ta aiiim a su i eleielo era valida, porqoanlo
nem o eleilo polla ser nomealu proinolor publico
iiitcrinonemqiianlopo1e.se se-lo este earg Ihe
dava direito a' elerao, porque elle nao etelue a ida-
de cumprida de 25 annos para se poder ser eleito
membro da astemhla provincial.
Taes foram, Se. presi lente, os fon lamentos do
parecer que foi elaborado pelo no o Sr. Theodoro Silva, a qae eu Uve a h
devemos fazer isto.
O Sr. Epaminondas de Mello : Podemos fazer
multa causa, aceito.
O Sr. Manoel Cavalcanti : At dispensar na
O Sr. Soma Reis :Mas devemos nt fazer sin '
.levemos fazer o papal que cumpria ao eleilo fazer i
Desde que se diz nesta casa que o eleilo he menor
de 25 annos, elle que tem todo o inleresse que esla
easa valide o que ieus eonslituintes lizeram nao da-
via ser antes quem offerecesse tal documenlo a' com-
mits.io ou a' ctst '.'
OSr. R-go Barros : Nao, que ellejulgava-se
habilitado.'
0 Sr. Sooza Reis :Sem duvi Ja qae era ao eleito
que cumpria fazer assim; o nem le diga que a'qacl-
le que allega ha que cumpre provar, porque se diz
que ao autor cumpre a prova : por quauto a isto
respon lerii que quando o reo confeasa n que se al-
lega, o auter nao precisa provar ; e ha nlo justa-
mente ii que se da' nesle cato.
1 m Sr. depilarlo :Qaem be que oconfetsa '.'
1) Sr. S iuza Res :(Juando o r i confetsa o que
se Ihe imputa, aquel e que imputa o faeto nflo lem
obriKarao de provar ; ora le o eleilo declaron a'
mim, ao meu nnhre collega da commissao e a oa-
iro muitos memhros desla casa que era menor de
25 annos, esta' ella na hvpntliese que cu ligurei ; e
p..ranlo a commissao Bga liulia a obrisajao de pro-
duzir prnvas do que allegava. Eu o qoe me parece
bstanle dever dizer em resposU ao qne atanroa o
nobre impugnador do parecer, quanlo a' primeira
parte da suo impu,narao.
Mas anda .' este respeito o nobre depnlado dil-
le, que a rommissao nao liuha figurado urna htpo-
Ihese qoe se pedia dar, e era que o eleilo poda talo
ter completado anida os 25 annu, mas ler entrado
nellei, por ler completado os 21 e estar eocaminhan-
do-se para os 25. Ma, Srs., como se prncuram fazer
valer hjpolheses desla n.ilureza Porque razao ? II.
por vautura alguna disponc.lo da lei que aulorise'.'
t.reio qus nao, e tanto he as.im que em nenhuma
da. disposices de lei que Iralam-da retele dos
memhros das astembleas provinciaes, so v etigir-
se a idade ne 25 anuos cowe deilanda duvida sobre
ser ou nao essa idade completa. Auim por etemplo
a em slllu'r.iu etige eipretanienie no artr 17.5a
idade de 25 annosor este modo de etprim r-so o
leg.sla lor constitucional duvi la uciihuma ha de que
lie a i lade completa que se etige ; o arl. 07 fallan-
do dos que se etcluem, dizo menores le 25 mnoi
o que lambem lira toda a duvida sobre ser ou
nao a idade completa.
nado, como polemos mis entender assim t l.-rei o cuida a opiniao qoe os nobre depaladoi a lunliem. A I novel segundo aa pocas, segundo as liabililnces
art. qoe (rata da nomeaeai de promotor inlerino. cummissio a) el leaa defenaore* dizein, a ims consta I leguudo o progre-io da socieda le scundu crlaa
para ver se ah ss enronlra algama couia que (avo- l particuUrmente que esle n talan no i tem a dale; cirrumstancias: e por esta razio tolo "sCstcma alei-
reea a opiniao do nobre depulado. Diz o an. 2IS do oulros a coolrariam eonleslam : e daln o qoe rm- I-ral que tivesse urna da.le permanenteeslabelecida
mesmo regulamenlo leudo : .. Na falla ou imped- cloem, o que resulta'.' Resulta a evidencia de qae' destruirla, como muto bem diz (iuisol o principi
menlo dos promotores os junes de direito nomearao nao esta' provea que o Sr. Gilirana nao leuha ain- fund uncnlal de qae a capaenlade he med la du
quem inlcrinameole os subslilua, e no primeiro da a idade de 25 annos. A eommiuio diz, o fado direito; e u direilo para poder ser representado pre-
caso ele.o do Sr. (, lir.in ler sido prom ilor publico nada im- c-a ler por si a eapaei tale e a babililarao. Por-
t-ira, por ventura qoer o nobre depulado que ei- porta, por que esta nomearao foi milla cm come lano ende muito variavil esla condiea'o lia ne-
primindo-se assim o artigo etelue as qualidales eti- quencia de recair n'um cida.l.io que ni Itnlia a ida- ee,siroque niiteslejamos a cada passo rerormando-a
gidas para ser promotor '.' Nao ; eu nao crao ist i ;, de; be urna nova ai*ere,Ao de fado que precisa ser coiif.rme o eslado, o rstame-, as luzci e o pro-m-
eo nao pens mesmo que o nobre denujado opine pro va da para se concluir a nullida 1e,e dahi o que se : so do paiz.
lesia forma, c para] fortalecer a minha opiniao nao de.luz be que a commissao se limita a dizer, cenata- l'm Sr. Depnlado:Sempre pelos liamiles legaes.
eju que sej preciso mais forte argumenta do que o me. Eu direi : o facto de um juiz de direilo, em- <> Sr. Epaminondas de Mello: lim, eu peco a'
queeuja prouz-, lato he, que ai qualnla.les eaigi- pregada da ce.la nrd.m, de certa eathegoria ter na-1 allentla do nobre depulado.
das para os cargos pubNcos s.lo sempre as mesillas, meado um cidada i para um euiprego publico, que <> Sr. Tlieo.loro da Silva :'Nm nao estamos aqai
quer para o ctercicio efleriivo, qar para o inlerino, segundo os nobres deput idos me- nos dizem, ezig a para interpretar a eemliloiele mas sim para ete-
i|.iinlo ala nao lem feilo etcepi;io, qoaudo a la. idade de 25 anuos, prova em favor desla i la le, e cula-la.
nao eonlra ella, por que nao se presume qne o juiz i O Sr. Epaminondas de Mello Para enlende-la
de direilo aemeane a pase individae, no se presu- i dar a devua etecucao a (o los os seos arligos e qoan'
nnmeai.lo sem do elles ja' nao furem convenientes, compalivcii
|u ni i., a la nao tem feilo e\cep.;lo, qoando a la
nao lem creado positivamente sobtliluiees chima-
das legaes. Si pois a lei na i faz nenliuiui disiinc-
tio, se a lei nlo evigi i qualidades dillarenles a res-
peito do in lividuo que ezerce o cargo de promotor
inlerinamenle, esla' cloro, he lora de duvi la q ie
para o promotor inlerino he lambem exigida I qua-
lidade da jurado, e por isto muilo msii a de ler
manir de 2.5 anuos.
me que o juiz de direilo lizesse ess
que catitate esse individuo as condi^es da lei.
ti Sr. Souzs Reis : l'or que la lula pole pre-
sumir ?
O Sr. Epaminondas de Mello : Se se presume,
eu lamn ni di
de direilo procurar o re- ;
c un iiis-'io diz que quem (f0 se
A villa dille, querer-ss-ba ainda provar que pelo i "niear l> legalinenle, que faz a nomearao, lento
ferio de tei sido o eleito Horneado prom ilor publico, e'se cidaiao a idade da lei. Mas como me contesta
a eleiQ.ii de que se Irala he valida Nao, porque se a illuslre co-nmnsao'.' A commissao coule.>a-me,
illegilmenle foi elle nomeado, n.'u nao devenios a.t- fi'endi, a ni n;li incumbe a prova, mis nao po-
niillir qae illegalmenle Iculii elle aliento neata ea- li miot ir ao Piauhj buscar esa, certi Ido, l.ii u.lo
sa, pirque um i ille^tli lade nao pule de maneira al- podamos ir a facudade
gum i autontar outra, e pelo eentririo a regra lie
que, quanlo se da' um aelo illeg.il e nullo, por con-
aeguinlV ludo quanlo ha consequincia delle lie
lambem millo.
O S A. Civalcanli : ('.informe a oullidade.
U Sr. Souza R -is : Mull lade sufisianrial. como
o nobre depulsdo n.l.i pule negar que esla lie.
Agora, Sr. pre.idenle ea p.issarei a outra qaeit
e he se, admittlido maamo'por li\ p ilhese que o ele -
looceepovj eirgo publico, para qoehava alio no-
meado valid menle, esla' a sua cleii-lo no can le
com a poca, procurar os meios de julgar lem qoe
ella teja ferida de franle.
< Sr. I!.tu loro da Silva :Ol senhor !
(i Sr. Bpaminoadaa de Mello : Dotamos a esle
'.:l.U.!h?.r:e,eUm'.VeJ.'!ee!'le.f".a "spe,l qu. .t,4 r.uiaot. eiUrfio direito da
elegir deriva-ia da rnpacidade e Ihe perteuce. Diz-
se ler caparidade aquelle qoe goza de urna indepen-
dencia real, dispon |j livremeute de sua peina a de
seus bens, c possaimlo algumas ideas de inleresse
lia o que runslilue capacidade poltica, a
giill m e etaimna-los; a
deve provar os fados, qoe furnia, e que allega he
oreo, lia o cilaiAi eleilo ; mas esle cidal.io nao
van i irgundo os lempos e lugares, nao bastan-
mpre e por leda a parla para conferi-la a mei-
ma medida de fortuna e de luzes, embora os seus
elementos sejam coiiaunlcmenle os mesmos. tjue
motivo .lelermiiiou, em lodos os lempos e em todn
lem procoradoi aqui, esse cidatao nao etli' presen-
to, mi lei citad i, nem oiividu, un sC esl,' alelen- ,
deudo, esse eid.iiio ao pode Barrenar com .. loap.. "hSS ., ."C ... "" qe se.H,ecl8ra
aiatu aa l otiomein malar, lito he, livro para administrar
-na ventada ot seus proprios negocios '.' F;sia litarao
la(ge de que nao tem provado e evigencia da le.
(I Sr. S "i/a
nao foi itlle
seu dipliuit, porque pensj como en, eom
ser lambem julgsda valila por esla cas..' Eu dign i ,n"i qo a elegeram, c un a mesi aleileral que Ihe
que nao, porque, senhores, com esle Irgomenlo I den ene diploma ; a se lulos etses Individuos, se
a adnailie a b\ p i|!ie lenderain nesle Molido, que elle eslava nu caso de
ser ele lo, que podia tom*r aiscuto, aind.i mesmo
ni h)p Ibese de nao ler a Idade, a elle nao corria
biiii i(| o .le vir .n|iii epreienlai a cer'll lie de idade
par |.r.var a legalidade de sua eleir-a ; elle nao
Res : iiuem troute o diidoma V ..... .' ,"......'""cius .- r.sia inarao
o o'liima.naol.einauqueaileciaraeAodoiegoiiilefacle ge-
M. Epaminondas de Mello : Elle Imuteo lSipV^SSjSS^JS!Z^mS'f*m
nv.e e razoiveiiiiento na esphera de seos inleresies
le- iniivilu.ie?. Nem es.a deciaraiaj be arbitraria;
annus, e lilbi lamilla e se pretende que etleja
caso do .5 -J do arl. 92 da constituido. Ora o 51
dest arego diz : Ir.)
Este par.'i.rapbo coiiicm orna regra. que he esla :
i "* menores de 25 aiiniis nlo p.ilem Volar as a--
'ilaie fc,|'am",l""li's de Me" 'Ahl Ja I diver- sembleas paroHuaes; se porcm estes menores de 25
nt,'c... auno., sendo maiores de 21 forem casados, offlciaes
Diversilade no mojo de et- ; mil tares, hachareis formados e clerig.s de orden.
vej im.s o que diz a lei eleitoral no arl. 83 ..
ir A idade da 25 aonoi, prohijada e deceate sub-
sistencia.
OSr. Epaminonlai de Mello :O que lie a ida-
dade da 2.5 annos ?
<> Sr. Sjuza Reis :lis o lempo qaa decorre des-
de que o individuo nasc al qoe lem completado
25 .unios
as a.sembleas parochiaes.
Senhores, ea chamo a vossa alinelo para urna
| cousa : para que se seja etcluido da votar basta estar
comprehendidoem cada nmadestas seis regras ; ejm-
prehendido isto, conclue-se que o filho familia que
esliver na companhia de seas pas, embora eterna
ollirio publico, que lie a etcepeau, ele leudo 25 an-
, nos que he o que etige o 5 I-, nao pode ser eleilo
u r. Epaminondas de Mello dea om aparle. ; membro da assemblca provincial. Esla consequen-
&r. .sioza R.is:Nmguem pode nigar que dei ca he ia. ciar.., que eu nao sei como se posta con-
testar.
o Sr. Epaminondas de Mello :Aclio-a muilo es-
: cora
O Sr. Souza R.is :Nm tomos no crime ditposi-
[ cei especiaes para o caso em que le justifica o de-
i helo, e enl.i i u legiilador penal se etprimio asiim :
iiilertiiido conjunclainenlc taeselaes requisitos, nes
a respeito muilo a opiniao le rata cada um dos requisitos n.lo he bailante para
justificar o delicio, be iiere-.ario o concurso conjunc-
p nli i du mil o alguna pr em dovida a sua eleic.lo,
e dizer que n.lo era valida; per que a' ele nflo i-in-
pna vir pedir piedade, eotnpaiiao c dltei : lenho-
rei, dispeusai-me, p .r que fui eleilo lem lale,
nao; elle diz: eu lenho as con liccet para ser le-
galDHale eleito, e por (aiilu, se quem dina que
elle n.lo Ma' legalmeute eleilo por que nao tema
idade, loi .i commi*sao, a'esli compele provar essa
'trcuiii- unca em que se funda ; nao foi o enlodan
quem aventou esla nullidade, foi a commissao, a
coinim-.io que n prove, em quanlo porem nao o
provar, eu continuo a lirmar-ine no juizodojoiz
le direilo que o n..meoo, dos eleilores que o ele-
pnrque se a poca da miioiidadc civil tost litada
\ aos dez, ou aos quaienla anuos, seria a lei avilante-
mente absurda, luppundu capacidade em quem a
, mi i icm. nu nio a recouhecendo naquelle qoe a pos-
ue, isto he. conferiiido-a, ou negando-a sem lun-
lameal. lie pois a capacidade uquem confere o
direilo, e a capacidade he um fado itiiidependeute
j Ja leio, que ella nao pode aerear ou'deslruir a von-
I ladee, mas que se limita a rcconliicer com eiacli-
13o tiara ao mesmo lempo reconhecer o direilo, que
I delle le deriva. O que se diz do individuo conside-
rado em tu.is relactjea com ea seus inleresses inlivi-
daaea, applic.i-se exaclameuta ao eidadao couside-
rado em suas relares rom n inleresse social.
Se o principio, que em maleiia de eleicao faz de-
pender o direilo da capacidade, h-por sua natoreza
universal c suserplivel de cuntanle applicaro, as
cunJijes de,ta capacidade, e os signaes etleriorea
pnque se fdz conhecida, s3j issencialmenlc varia-
veii, nem pnlem nperpeluaineiiteii encerrar-senos
geram, da meza eleitoral que Ihe deu o diploma 7' f," "a i' *em ""V"'t principia pe-
de ou.ras pessoat, de oui.os calleni q .e pens.in -V 'Jmrn i JZ me5m0 d" 'Tin-
quea su. eleira. he valida. ?" ":10 "''' ,,u.' '1" ''"*'<*< cond.sua
S.uh.ir presilente, commissao e.lab-leceu ainda iJ""" '"' "Pcl<,a',8 aleUoral, segundo o eslado
urna dlinicao perteita.
O Sr. Epaminondas de Mello :oSa esloa ne-
gando .'
O Sr. Souza Reis : () nobre lpala lo nega por
qoe esla sustenl.ui.lo opiniao diversa.
Sr. Eraminonda de Mello :Isso he que o no-
bre depolado ii.i i |- i le dizer.
i fV qUe '"'P"10,30 Pro^"", Mb' depulado \ lmeme ; mas nesle caso nao esta' a ques.o de qa
m^to i"',q.V a"" "' "ns"1"i,n"* casi,! se trata, a conilituicao nao etige que conjuncla.ner
muilo hdbi.ilado para emiltir o seu juno sobre as I le se dea lol.s eisas eircamslancias de menor .dad
V. S. etpoz em sea olliem de II do crrenle, dei as Ideinlleurique Pereira de l.yra.
providencias convenientes par, da forma possivel,
ner satisfeita a re.'lamac.io (|e v. S-, quanlo ao pa-
Dito ao meimo.Aa ollicio du Vmc. de 17 do cor-
rento, sr.h n. 161, respondo |i- deve mandar rei-
gameala dai guarnir.ijt ,|,,s navios da ditisao em pondar a cons-lho de investigar; ia o sol lado dueor-
noeda de valor proporcionado aos seus veneimen- : P9 do seu cumulando Joao Das da Silva Civnlcanti.
ler. nm conseqiieuiia da eia-.ii do ciiuiitoso Manoil
Dilo ao diredor do arsenal de guerra.Na ron- I Locas.
male.i.s man impo,(an(es ; mas pode estar engaa- ; de icr lilho fam lia, ele, ele, nao, lo nao he preei-
\m U cX". 'r" ^ SS; I"' "" nil if"" h B,u< l"" "'" <
.....-: omLJ.. r ? qoesiao de queme oceupava, volar aquelle em quem ella se justifica. Nesla ca,a
sa disse que o eleilo he Albo familia, mas que oceu-
descerei da consliluieau a lei eleitoral, a finalmente
aos avisos ; vamos ver se ao menos entra esla. tln-
posices diversas ha algama que lavorec.a a opiniao
lo unir e depulado Duvidas sutcitada a rispeilo de
filho-fomilias que i.lo empregadoi pubicus tem sido
decididas, maudando-oi admillira votarconilaulo
qoe lenham 25 anuos. Ja' \ por lento o nobre
depolado que a commissao n.lo podia em rao al-
gam figurar a hj pudiese de n.lo ler o eleilo locado
a idade completa de 25 annos, ten lo apenai mais
de 24,
., senhures, se formos a admiltir livpolhescs des-
la nalurezu, qual sera' o eleito qua poir falla de ida-
de denar.i de ler entrada nesta rasa J Pode alie di-
zer nao lenho 25 annos, mis tenho 21, vou portan-
lo caminhando para os 25 ; eslou poii no caso de
lomar atiento. Esla he a consequincia da argumen-
tarlo do nobre depulado.
O Sr. Peiiotj Doaid : Mai islo nao se da' com
o pretndeme.
O Sr. Sooza Reis : Ea voa la'.
onra da as-
'8**r- O pretndeme provou lambem, qui te nao tinlia
Oigo, sr. presidente, qoe nao pode ser valida a -' annos completos caminh.iva pira elles"'
eieiCtie du upplenle de que se trata sendo elle me-
nor de 25 anuos, porque a lei eoinlituciontl que
nos reae dnp.it etpres-amenle, qae esta idade he
precisa para qui se seja eleito membro da assem-
bla provincial, e mis nao podemos dispensar na
lei, mis nao podemos me.-mo, por qnalquer lado
O Sr. Paitlo .Duarte : Iniciado os 25 esla'
aellas.
OSr. Sooza Reis : Portanto, Sr. presidcnlc, eu
ereio, que o primeiro fundam.nlo do parecer proce-
de e que os argamentoa aprcsenl.ulns contra elle n.io
polem deslrui-lo ; assim passarc ao segando funla-
provar que esta cata pode receber e admillir o Sr.
(illtrana, ainda momo que nao esteja elle as cou-
dii;fles que querem os nobres depola lot. .'assirei ao
illuslre membro que troute nm argumento que Ihe
psrerau mui forle, dizendo, que tolos os poderes do
eslado lodas as deciM'i-s do governo haviarn reiel-
vido a quesblo nessi senlido que elle eipnz, e citou
" Sr. Fpaminondas de Mello :Portanto daqui
se conclue que nao pode haver permanencia no ivi-
leraa eleitoral, qoe nesle ponto elle nao pode ier
tibe ecido, deve ser mudado, lefonnado.....
O Sr. Souza Rea.*Pelea poderes complen-
le!.
O Sr. Epaminondas de Millo :Mai sabe a casa,
a iliiponcao da lei eleitoral que diz, os menores de ","1" "* f> "irados inembros, qne no lempo em que
25 aunes, mai sem fallar dos filhos-familias. Eu ''.C'msUluicae foi ftia, a i lade para a emanciparan
hunlein ja disse que (olas essas deci'es, lodas as cjvl1'/a de 25 annos, e o legislador coiislituciunal
de jane.rn, M reeoaheeeu iMaren i"ir etecular e
completar v.nias obras da primeira scelo da letra-
da, as quaes foram nu mesmo ollicio d:\iJidas em :i
elaaaee.
Na co.respnnlenria trocada entre esta presidencia
e o senhor superintendente, ror eecaailo da abertura
la prime ra i-ri;.io, poacos dial .Irpoi. daquelle olli-
rio de _>. de Janeiro ficou aisenlado que o governo
permiliia, apelar do catado impertoite e incompleto
dai obras, a abertura da primeira .et.-o, sem re--
poawabilldada algama de ju-i", < sob i mai^ Condi-
(OM, que razoavilinculc se eslabeleceram de modo
bstanle eiplicilo.
Dos relalnrins feilos pelos engenheirns ,|0 governo
em 21 de dezemhrodu anno passado. e .5 de fevereiro
ullimo. consla qual o estado das obras, eniao, e as
que reatava acabar ou etecutar.
Iloje o senhor superinlenlenle, c o ngenhelro .la
companhia, ilevem saber, mellior qoe ningaem as o-
bras que fallam, e sem ouvir u engenheiro fisc->l n.lo
juiz da paz da fregue/ta de l'ji-aralii.Ai
i.fli.-io de \'mc., com dala de S do crranle, resj.on-
do declarando que os olliciacs de Jusliet, de que (ra.
la o arl. .",J .lo regulaineulu n. I:!0 de 'II de Janeiro
de Ixi-2. s.lo de ii.imeic.ao dos sub lelegailos da pal-
ela, e mo dos juizes de paz.
Porlaria. O presi lento da provincia, nnvin lo o
ecrelerio do governo, resolve designar o i ieial be-
fe da Mgonda leerlo da secretaria do s .verno, ha -
cbaral l.uiz Salazai Mu.con da Veiga P^stoa, para
ctercer o mesmo In-jar na primeira lecc i.
Dila O pre-i lenio da pratiuca reavive nomear
o bacbarel Aulonio Anoes laeoui Pire Jnior para
o lugar de olliei.il chele da segn la seer.u da secre-
t.iii.i dolgoverno. Fizeram-ie as commaoica{oei
ueceisarias.
go 01 diz | le. ) o t)s que nao polem volar nasas-
semi.leat primarias de parochia n.lo podem ter mem-
hros nem volar na nomeacAo di algama autondade
lerliva nacional ou local, i)
Hxptdienle io te relario do jocern >.
(Iflicio ao eialeial miior da secrelarn de Miado dos
nagacioi la fazenda. [cali reseme 0 aiilic-io que
V. Etc. se lervn dirigirme em 2 I le mareo ulmno,
, e iiinmamenl Ihe agr dejo a remessa do relatarlo.
a prompdlo que o I que eu h.via soliciladn para esla seeretari...
liil. io in.pecl .r da Ibesoor; ra ,le f.i/.ri 11. s.
lenbnr luperinlcii lente desoja.
Pelo qoe loe no oflicio ja referido do senhor supe-
rintendente ae dala de 29 de Janeiro, n qual foi por
esla presidencia suhmelli lo a considerac'io do over-
no imperial, recebi ordem do meiBM governo, para
declarar ao ser.lmr superinlen lente, que o governo
n.lo e re-p insaiui,,., pelos juros, .e nao do da em
j.n eslivarem concluidas ai obras da seguiida clasu,
Vejamos portanto qaaei nlo ai qualidades eligi-
das para que se possa votar as atsembltas paro-
chiaes.
Diz o artigo 01 da contliluiclo ( l. )
Dito artigo 92 leudo, si'i ezcloidae de volar
as astembleas paroehiael ; SI.- Os menores de
23 annos noi qaaei semlo romprehende os casa tos e
ofliriaes militares qoe forem maioras de 21 annoi
os barbareis forma.los e clrigos de ordens sacras!
g 2.- Oi filboi fa.nilits que eslivercm na companhia'
de sem pas, silvo se servirem ofllcios pblicos.
Tinha o eleito 25 annos, qnanto o elegeram '!
Esta he a queslo que se deve dilculir, quanlo ao
primeiro fundamento do parecer da eommiMlo, lu-
d i mtis que se pode dizer relativamente a isto, deve ]
constituir a materia da discus.u do -egonlo [iinda-
menlo. O que se aprsenla, Sr. preiidente, em op-
io primeiro fundamento do parecer ? Primo
que a commissao n.lo linha apresenta.lo um docu-
O Sr. ftego Barros : Eolio os actos pratieados
por elle Otilo millos.
O Sr. Souza Res : N.lo Irado disto.
O Sr. Reg ll.irrnt ; l'.us devemos tractor.
II Sr. Souza iten : Se eu for responder a ludo
rouho lodo o lempo a' casa, lato ha la' cora o juiz de
direito, mis naja lemos enm islo.
pava um cargo publico, que lie considerado ama
etrepno i, e que por conaeguinle p iilia ser volado.
Mas, digo eu, se a i lade menor de 25 annos he por
si circumslaiicia baalanto paia a eiclusao, como etla
determinado no S I do arl. 02 da consliloican, e o
eleilo be menor desea idade, nio polla ler eleilo
membro da assemblea provincial, e conseguintemen-
le tus eleicao be nuMa.
O Sr. Epaminondas de Mello:l.ngo argumente
eom a conjunrcao, e nao com a separarao.
1) Sr. Souza Res: Eu trago o argumento de
.'ii.|uin-.;.lo para mostrar an nobre depulado que se '
a lei disteste, que era preciso que conjunctamente !
concorresiem lodas eisai eircum-taneiaa.leria lugar a
opiiuio do nobre depulado, porem nao be nso o que
a le quer, a le etige apenas a en-lencia do urna su :
das cirrumslanciis para dar-se a etclusio.
Parece-me, Sr. presidente, que.lenho demonstra-
do que a idade menor .le 25 annos he circamttaocia
ba-lanie para etcluir de volar nos assemblcas pa-
rorlnaes ; ora, quem esla' Inhabilitado para volar
nessas assemblas. nao pode ser eleilo membro da
assemblea pn viudal : he cl.ro que o eleito-up-
plenle pelo dcimo dislricto nio podia se-lo, e por
islo liim coucluio o parecer, declarando sua eleii.Jn
nail.
Senhor presidenle, lano riconhecem o paci fun
damenlal, a lei das elairues e (olas ai re-ulii.;..es
que (un partido do eoveruo a retpeilo desla mate-
ria, que a idade de 25 aanoi he coa ln;.lo-me qua
non,que semine que le lem dadn uecanao te lem
istu ui mili-si i.i.. Na eaaitilairlo esta' axpreaia e
na le dai eleiees art.83, eipraaaameole e odia ;
e elle art. he o man eiplicito que |io.lt- dar-se,
|iorque di?: leudo .
I M'eptu uii-ie .ia regra relativa a Idade, oa ioI-
d.i.ln. a i.llioiaii mili! ira- que po lar.lo ser eleilo,
quando forem miiores de 21 aunns, os baehareil
formad,, eos clrigos de urdens sacras.
Portanto, senhores, vejamos ainda o que dizem
u- avisos.
OSr. He", i lluro-:Dizem a racima coom, nem
podiain deitar de dizer.
o ;>'. Sanzi IVeit:Vejamos como o governo pro-
celen.
k Suscllan.lo-se duvi la aobre a intelligencll do
paragrspho 2 do ail. 92da con.liluic.lo no mesmo
senlido em que agora se suscita, o governo resolveu
leii sao copias da cou-tiloir.lo, e que elloi nata
mais adiantam sen.lo mostrar urna aptailt, opini.lj
que su pode prevalecer se os seus fun lamentos o-
rein ranieven, se forem luslat, por lano, -,1o es ra-
zei, sio o fuidanieutis das deci'es do poder,
lleuden io eniao i neeessidades dessa poca, nao
fez mais do que adoptar para a emancipacao pol-
tica o principio da legislarlo civil. Mas correram o
lempos e enia, as nec.n'dades variaiam, as pocas
dlveriificara-in e ajipareceu a necessidade de se re-
qoe o nobre depulado devia aiiahtar, e nao trazar rrmar etla condicao legal : entao o legiilador di.se,
o facto desta. deeUOll. Me paree porem, Sr. pre- i na!,qu*ro mili :i aantn par a emancipacao civil,
ma sega- ; ,,a,.ll"n 21 : ja se t pois que
i lente, que se lian pode aflirmar com mu
i desde ent.lo nao pode
ranctt que lodos os poderes da e-lado lenham oe- S Prevalecer para o syttema e.eiloral a idade da
"i lid i netse senlido, por que t.dvez se posas diieri *t esse principio esti'morlo, etiste o prin-
em contrario, que lano a assemblea geral, como I cl|l'. da ctpacidade aos 21 annos, que he a medida
as pmv nciaes lem admeltido ci lades no caso do [ direito. datai pois a necr-,idade de liarmonisar a
Sr. Cilirana, e nao iroi muilo longe: en pergunlo i """"cjpar.lo poltica cmn a emancipacao civil.
i e-la easa com qua direito, rom que fundunen- ^ora percuutn eu, t(;arla a bypnlhise e dado o caso
le queessa dilliculdade app.tena peraote o puder
legislativo; podera' o poder legislativo, de accordu
rom a legislacgo civil, de accordo com as uecessida-
des reaes da sn..iedade. com a poca em que esta'
funrcionando, diier ao candidato que enlre, ao clei-
toquc lame asiento, embora nao lenha os 25 anuos ;
ou devera' o p ider legislilivo julgar como os (nu-
naes pelo direile escnplo, pelas provas do allegado e
provado '.'
I ni Sr. Depiilado :Olln, que o acto addicioii.il
he posterior a'lei qae diminuto a idade para a
emancipacao poltica.
O Sr. Epaminondas da Mello :O acto addicion a
nao tilia em idade.
Devenios nesle caso, Sr. presidenle, nesta ililli-
culdale conservarmo-nos como juizes, como em-
presa los, como funcciuuariiis do poder judiciarin,
"O lemos a omnipotencia parlamenlar, limilada t-
menle jielos principios da ioslici, o pelu bom
senso '.'
O Sr. I inodoro Silva .Nao.
i> Sr. Epaminon las de llalla :Devenios geeidir
Sr. I.epe Lima estudale do terceiro anno, quando peloi piinriploi di jaeliea, pile bom linio, dindc
.. Sr. i.iiiian i he do quirlo, o Sr. I.apu l.iini qui avienl.......la ei.i an eleito.
n;ij lem a nlaJe Muilos apoitdoi. Im Sr. Depolado :Devemoi proceder segundo
I ni Sr. Depulado : lia uil:ial da guarda na- o ocioadJiclonal que he a le que nos rege,
tonal. O Sr. Epamuiondas de Mallo :Sr. presidenle,
O Sr. Epimiaondade Mello Fu volii em fa fu honlem ji di-se e aindaboje digoueste caso.
lo admilliu o Sr. Teiieira de Sa' .' apoiadoi, min-
io bem). Sim, senhores, vl que queris etpFcar
as le- lundan.lo-ni na disposieo 111 lera 1 da cous-
hluic.io do imperio, cun que direito admitliileii o
nlho-fainilin Teiieira de >a' 7 Muitos apoiadoi'.
(i Sr, l'heodoio da Silva : Eu vole contra.
(I Sr. Epaminondas de Mello : Elle n.lo era ba-
charel. nflo linha amia o grio, c se e-la cmara que
ho um poder poltico do esl ido ja' decidi oesse sen-
lido, como ho|e o honrado mimbro vem dizer que
todos os poderes do eslado lem decidido a queslflo
uo -enti lo de sua Opini.lo ?
11 Sr. Suiza liis : E-lava forma lo.
O ar. Eparninnodas de Mello : Nao eslava tal, I
etsa que.i.i i agilou se, elle nao linha u grao, era
ainda em toda lurrja do direilo lilln familia. Fi
vulei a livor do sr. leneira de Si, porque eilou
cobereute eom as minhai apiaioel ; e pargoato boje
a e-la casa com qua .lireilu i que interpretan! a
euiisliluieao n'oulro lenlldo, que /esleis >..t, qae
vos lirm.ies ni- deeisei du poderes do esta lo Dia-
-esles que a eleicao do Sr. Lupes l.'iua ero valida, o
vor de sua ele.c.iu, ipprovo-o,porqai eslou Colieren-
ne-t i
itpolbesa a cmara pude reolver com os pe-
le rom a miaba doolrlna, mivns, senhores, con- 'deresque Ihe fnrdm conferiJos, pode resolver como
Iradielorioi'.' Ou a observara i reelrieta di constitu- l'";1*' legislativo. Eu nlo enlrarei em longoa dis-
elo, ou rolla MUI modifir-aees que as ueie-sid ules
Sr. presidente, o arl -_'li; do rec. de :ll dejanei- P"r aviso de 17 de mareo da IST, que os filhoi fa-
ro de 1812 que fui dado para a etecucao da lei d..
reforma diz, que para ser promotor publico he pre-
dio ier bacbarel formado OU na ralla ter ,-n quali-
dadei para ier jurado : por aqui, senhores, imt
vamos tornar a'primeira queslflo qua eu ja apre-
cie!, istu I e, a' quesl.lu da idade, por que como he
sabido par ler-se jurado he predio lambem ler 25
annoi. Diz o rilado arl. 2111 l. i l'ara etercer
o cargo de promotor sit.lo eom preferencia e-cull.i-
dos hachareis formados e quando os nao haja id-
neos para :s limares lerao nomei.los individuos que
enbam as qualidades requeridas pela lei de :i de
dezembro de IKI pora ser jurado."
Diz o ari. 2Ji do mesmo regnlamcnlo .- a S|e
apios para ser jurados os cidadoi : primeiro, une
poderein ser eleilores.o
Aqu MlaatOl nos par conseL'uinle Iransparlados
i l qaeillo que eu ja apreriei, islo he, lem o eleito
a idade de 25 annoi '.' N.io, por cons
|i n direilo, que a le eti^em para ca>os seme-
I Im ules.
OSr. Theodoro da Silva : Eu ignorara o fado |
do Sr. l.ones lama.
I m Sr. Depulado As vezes a cous hr, ta I
riera.a. tic o sr. preiideu.a da provtucia mau-1 nitn precia de documento, basta olhar.
lar nas ataemblas parochiaes, lendo 25 omos de
idade. i.
ilSr. Epaminon las de Mello:Ilonve um lem-
|io em que elle nlo diziO i-l..
(i Sr. Santa Res:lito nlo be rnaito modirno,
he de IST. ja' la' van II anuos.
tl Sr. Oliveira:Mas o nobre depolado dirigin-
doieieSr.Epimlnondai.de Mello narjanta da
qu-lili-ae.iu a que ha poucopreiij.u adoplou aquella
doolrlna.
o Sr. Epaminonda de Helio : Sin, Mudar,
confeno, adoplel.
II Sr. Souza lleit:Eis aqui oolm aviso be de
^7 de marco do mesmo anno de 1817,a nu mesmo
lentido.
lodos o pa lere di estado que lem conliecid i da
especie son perianto concordes com a opini.lo emil-
ann.is '.' Mo, por conseguinle elle (ida pela coininisiau de coiisliluic.io poderes a ce-
nlo po lia ser numca.lo promotor publico. Esla be l pello da quetl.lu que se agila.
a concluani ; e por lano embora o cargo de pro- O Sr. Epamiuouda de Mello : De que dala he
motor lubiliti pan se nr eleilo, islo nao lite podo' use aviso '.'
. ----. ia,iu iu ilion i.n \\; ,vj rini i'iusi'ii'ini a-iaric-
minas, embora empregadoi ......Ilcoi, -., ,, idiam va- .,.,. pt, Sr. T,Ueiri e s.., do, diplamai do Sr.
volvimenloi lobre a natareii .io poder legiiiaiivo e
sua. allnbuirr.es p.ra reaolver ariirmalivameule
urna qnaella desla orlem, eu n.lo Iraiei mesmo es-
cnplori's, que defendem a doolnna que eu susteu-
10, eu I -al lo peraule bomens illuslrados que eslo a
O Sr. Epaminondas de Mello :-Do diploma apre- ^'^TT'""0''" ,e'e''"* do'dinito publico .
... !. I 'i' pulanlo me dispensaran de fazer urna di-serla-
rflo escnlaslica. Vas, Sr. preaidinte, nao peno dii-
pensar-me de ler lobre ocaso especial em que e-la-
mo, a opinilo de um esrriplor, qae nesle enm isla'
de conformi lado com a mlnha, he o Sr. I oucarl, ha
o titulo :i que trata doi direiloi polticos, aonde, dc-
pois de eipor ludo o qOe le paisa la' pela Franca
O Sr. Helio K-eo Riplrael Fu voln. poique eonrlue deslc modo lendo
;,. labia, lappuz que era u capillo Lope Lima. Dltiem qai u me.;., .les collcgioi eleileraes
! M- '-' "'........."''' ^,u" :-\"<- mudo bem. ;,- ..r,,,,,,,^,, ,eni0 proviaoriamento sobre todas
Fu pergunlo auna a Olla asi mu ,, mil- nicol la I,- elelli raes, ou deelig bilidade : be a'
lio a e-es ida loo- Bal me-iii,. c.rcumslancias ,,,,, ,,, ,,,,,,, quB cpmpl\t ak ,ri,.
Sr. pre-i lento, lalvez parec a al;iitm, c lem se liva e leiberanamenle (odas etlas quetl.'.es. A cama-
;i I.i |U| laul i o primeira vez que cu ditculi etla ra appliea a lei nSo segundo as regias do direilo
quesi.io a reipeilo d i Sr. Iel > Alfredo, como boje > itriclo, mas confuime um i iulerpret.ic.io mais larga
e,i n i i Ra mu .loque etpir sophiim-s sublis que e ju-la. ti
podem revelar inlelligencia, mai qoe nao ealle alii Bu portanto a minlia dnulriua aolorisada com a
de accordo com a dispoiir,lo da lei. Islo, Sr. presi- opinilo de om ucripter dislincto.
denle, he urna iojoria, he um doe-lo envolv lo nuin.i Se pois n.lo be i-lj om sopbiima cerno se qoiz-di-
eapi d'ouru ; a par da Inlelligenda, que alias nao zer, se pois he uto antes um meio razoavel c justo
ponan, vem o fado de cu discutir aqui, apretenlar pata remover as dillicaldades prjlicat que as leis
qneDOei a Milenla-lai contra a evidencia de minha nlo preveniram, como pois, senhores, querer-se,
consciiDci.i, coulra a verdaiie coulieeida por tal. ,No porque ;t eleicao de um cidadio nio foi acompaulia-
l.'ipet Finia, das acias, dos documenlos, n.lo cousl.i-
va eiia cu :u:n-l incia ; mas p u liculrmente, atsun
como coima parlicularminie a respeito do Sr. < ti-
rana, conalava lambem j cada um de udi uinguem
o ignorava.


DIARIO DE PERNAMRUCO QUARTA FEIRA 12 DE MAIO DE 1858.
da de certa cirrnm.lancia presumida", querr-se
expeilir a um cidadlo, que fui legalmenle eleito,
que le a seu favor a opiniAo dos eleilorea de ana
enmarca, que pal merece lilil alUnc,Ao como qual-
quer de hu '.' Si Bus leaoi ineio na juslic,a e ni
ruta para motear ena difflcnldade, para que noi
Invern, de rcllncar na po-icAo de jaitas, que jul-
gain adlriclis a's prutas, quaudo ni i lia ena a
IIOS-.I n is*Ao".'
En, Sr. presidente, nao etnsarei mais a pacien-
cia da cmara, eu Mallo na sua Mluilrac^o, en con*
lio na si a imparcialidade, eu peto anda urna ei,
de conv ceo, do fundo d'alma, que nio ac eimaguc
o dircilo do Sf. ilirat.a, como ja eimagarsm c de
Sr. JoAo Alfredo. Apiado- Eu nao loaba consi-
drcAet de am zade quaudo fallo aqoi ein fator do
Sr. (jilinna, quando defendn a tu eleic,io ; nao
linha reraroesde anuale, aeniodaeerleela, quau-
do defend a do Sr. Joio Alfreda ; e coma aa diz
que ven 10 fallar conua a minlia rontlceJ.0, que eu
venho -i. dar mn-tras de urna inlelligencia que alian
n.i i Icnl o, nao apolados) defender lophiunaa, quan
ilo eu fallo aqui de e.-nvircAo. quandu mi Brota na
ju-tica, no direilo, quan tu rilo a opiniAo de homens
diilincli'S da Europa em inen apoio '.'
Eu poco a' caa que vol contra o parecer e ap
prove a emenda. vMuila bem, applauso..
0 Sr. 1 heodoro da Silva :Sr. preiidente, admi-
rei-me profundamente da que n nolire deputado,
prelexK de modilicic/jei qu suppoe necessariat A
eonslilutc,io do imperio, propuzes-e que por ims-as
proprtat mana a allera-ieraos, ado|>lando e--as mudi-
bea^e ; e minha admiraran -ola o da ponto a i ou-
vir o nobre deputado, conhecetor da nosso dir lo
publico constitucional, e Ilstralo a talentoso, ro-
mo he, diier que naquetle empeiitio, e [>ara que nio
tcri-semos de freule a cunslituieAo, poder-nos-hia-
mosieriir de oolros meto*, comanlo que rtalisisse-
moi aqiellai modificacuei.
herir a coneliloicio da fenla, he o qae o nobre
ileputa'lo procura evitar ; lauto importa aconselhar
qoa se liraa de Iratz Quaeaquer, porem, que II-
jam os tneioi siu illrgaes ; porque as assembleas pro-
vinciae- nao podemalltrar a eoBSlilwclo.
S>nhiires, eu respondo ao nobre deputado com a
propria constituido. Ella diz, em leu artigo 178,
que lado quanto concerne a direitos polticos nio po-
de ser Iterado, nem n'uiu.i t letra, nem n'uma l
virgula, teuao pela ataemblea geral a nos lemos
legeos.
1 ni Sr. Depulsdo :Pelo iiieir.blea consiinunle.
I) Sr. Theodoto da Silva :Noi lermoa legnes,
di-e eu ; por que o legislador fui tilo previdenle qae
ale ale quiz que n legislaturas ordinarias se entol-
vessem. lr,ila-em da allerarAo da ccnsliluicAu em
maleri; s daquetla ordein.
Di' i irl, 178 : He ni con.lilecional o que diz
respaila aos limites e nliribuicrs dos i e ler, s poli-
ticos e mi udireilos politis e in4ividaiesdus ri li-
dies : ludo o que nao he conalitucioiial pode aar al-
terado sem ai formalidades referidas pelas legislatu-
ras ordinaria
Sa so bem m parece nAn haver paridade algum i
entre ella a a do elello, ej i ileicin se discute.
Voltarii aos fundament. do parecer.
Bm primeiro lugar examinare! uduiito; depoi-
applic,i-lu-hei 101 facloi inenciuuados un meimo pa-
lecer.
Si. praaidanla, diz o atligo *i:l da renilitoicle
os que n.lo podem volar nai aisemblc- primeria
Sr. Theodoro da Silva :II ou nao verdadeiro
| o principio de que em direilo civil o individuo pode
haver iltiagidu a Dllripataado a epoea da maiorida-
de. e ser, nao ob-iante is0, rpala lo lillio ramilla,
urna vez que sa conserve suh o poder paterna -
o lio, se o nubre deputado m'o caneada, a eonse-
qui'uriai que lenho dedo/ida doli, com app|ieac3.i
ao 5 2* doail. 02, lio legitimas, I ina dellas he com
de parenla na podem sir mcmbro<, nem votar un j ellaito que o ti I lio familia, emhora maior, tola a vez
Borneada de ilguma auloiidade electiva naciona
ou local.
Dahi se legue que, quim uo pode volar naa as-
temblii de parochia, nAo he el.jtivel diputado pro-
vincial, deputado geral ou senador, lalvasatres-
triceea expretsat que para cada um tiestas caraos
faz dial, A razito ilaqualla diipoiicao he bem sim-
ples ; quern goza da direitos maiorte deve gozar dos
direitos menores.
O artigo 7i da conslilai(3o, que n3o foi alterado
pelo acto addicional, que criou as aisemblaa pro-
vinciaei em euhitiluirao aoa consellios ile provincia,
diipe que a ulada de 23 annos, prohidade e de-
cente subsistencia sAo as qualidadei necesarias para
ser inrmbio distes coniellms.
.Mas, nao podendo ser memhroi de'ies conseios r
por conseguiute depulados pruvinciaei que no
leem as habililafiies uecessanas para volar nai as-
emhleas de parochia, segue-se que, im resultado,
as condices da elcgibilidade do deputado pruvin-
cial -,o as eligidas pelo arl. 112 da conililui{Ao para
ser volante, visto como aquellas nao a]u mais res-
trictas que estas.
I^ombiuadus, pois, esta artigo 1)2 com o art. 7~i re-
ulla, entre outras cotidi{ei, que nAo tao elegmell
depulados provincides os ineuores de :l'i anuos, e\-
que ].! rii.mere lab a ero ma d leu pai, ou por
uefsilo phyirn, oo por locapacidade moral, aupar
oiilra qnalquer can-a, na pode gozar de dirriloi
politicus, parque nlo e-ta' ou nAo >e presume estar
emancipado, nem iquer civilmente.
I'orlaulo ja' vi a caa que o j; 2* do arl. '.1-2. a que
se orcorreu o nobre deputado, como a seu maii for-
te argumento, nao Ihe pode aproveitar.
E porvenlura sera' errnea a iiilerprelSjAo que
dou a esse paragrapho '.'
l)i'penio-me de com a propria legislacAo mostrar
que nAo o he, porque o Sr. Souza RtiaU' o fez. To-
dava direi que a lal ft 1!1 de Iguale de IHiti, que
nAo he um simples e mero avisa da govemo, liando
o principio de que l aos -J."> anona rte idade ha qu.
se pude ser eleito de| utadu provincial, ende suas
Miilnilnirt publico.Malou-se no dia |i
consunta do da 11 do currante, a eaber :
C.....panhla das cames verdes.....
Souza l.ima...............
Hilarle.................
Souza Tavarai.............
M' reir.................
Farreira ...............
Ricardo llomualdo da Silva .....
Jicinlua..........,.....
Sot i. Queire............
I.uiz de Queiroz...........
Ja"u >ej oriiiireo i...........
Francisca das Chagas.........,
Joaquim de Souza l.ima........
para los em auxilia
i i Dris
10 B
K 0
1, a
i i,
i o
o
1 a
:i
:i n
3 i>
Total.
!lli hois
Ale itpms d'amanhiia.
ia?to $* tjpttnc&mtntio.
A memMa provincial, dermis i| espedanle,
discuti o pancer da eommisaAo de peticoei bre
a iniia de c>r\Ao de pedra, roja ilascoi erta oflenceu
eieeptoaa, na eillbelaeeu a do esercicio de cargos, Soo Navarro. Ornara os S-<. Crneiloda Canha,
publico. ; e di.ei mais, que- ilero di-so os ,vu9 e R.,, nairo,, Mella Reg Raphael Manual Ca-
i. cuiiurma.n es.a valcanll a Eparoi.ondaa, tl approvado o parecer
doelnoa
Como o nobre deputado, reconhe^o que nem sem-
prc valem os avisos....
O Sr. Epi'tinundas de Millo : Valem o sem
fiindaineiilus
I) Sr. i'heodoro da Silva :Apoiado
Vii
leus fundamentos, porqoa *l'e eslao de accordo
com a emenda du Sr. Carneiro da Canha
Em seguida coiilinu.ai a ducus-Ao ilo artigo ,V do
plajelo ila ledo nroHinenlo piovinrid, tallando a-
iu ii sobra alia o Sf. (ionjelves liaimirlea, l'arlel-
la Juaqninr, Siqu ira C-valcanli, Mantel ('.aval- e dlrigirera urna empreza irileiramenl
e he lelos; ranii e Mallo Rago Itaphael Terminada a discui
Ceploadoa os casados, osclerigos de ord;ns sacris, o com a interpretarn lgica da cotisliluirAo, que eu
ofliciaes militares, e os hachareis fumado'. He o os aceito.
que diz o irl. \)>, no S I- : SAo excluidos di votar l'onanto a ca-a que, sem manifesta infraredo
as assemhl.s parocliiaaa, primeiro, is menores de da le, nAo Iba sera' permitlido lecouliecer depoll-
2 auno-, as qoar nao se rnmpreh?n lem r,s casa- dotapplrnle o eleito pelo (O- dillrlclo.
dos e ofliciaes militares que forem laaiore de 21 A in lepara a seguinle connderar.la, q na ja'foi
annos, os hachareis formados a derivos de ordens, faila e que sou rrpelii, thamo a ltencau da V.
Uccupemo-noi por ora ilesle primeiro paragra
pho ; a queslAo eita' a- m la.
O eleito pelo 10- dlatriete nAo l"m a idale com:
pela de i anuos; loga nA i poda ser eleito sup-
Exi\. Sr. prndente
Suppunha-se que n.lo rrocedam as precedente-
observ res a re-peilo do S > do art. 1)2, islo he, que
n lacio lo exercicio de emprego publico emancipa
'politicamente, indf pendente di idade ; nearao II
pente de deputado provincial. Sendo-o, como foi, \ sim o cieno nAo era elegivel, pilo ficto de haver
he nulla sua eleijAo, parque nAo lem em sau favor servido interinamente a proiiutona publica. Ilee^la
urna das esrep;es que. apezar da i lade, pode- i urna prejudicial
riam habilila-lo a elegivel
I'ur eoiisrgumle ho fra deduvlla que o eleito
nao lem direilo a que sua eleicAo irj.t approvada,
urna vz que se nAo prova o contrario, lila ha, una
voz qu, em oppoiirAo a afDimaliva i.i rommi-Ao
bascada em la propria confiarlo, nAo e prava que
elle lenlia a idade cumplida de 2i annos. \ conse-
queocia, pois, he que elle nao devia ser ileito, e
sendu-o, in.ll. Meme o foi.
E poilera' essa eUicao nulla ser validada pela a--
atmhica provincial 1 Ni podamos vatida-la, he
verdade ; mas com a omnipotencia do arbitrio. Se
Se o el ito nao l'in 2"i aanos de idldei nAo podia
*r iioineailo promutor puldico, ppiqua lem aquella
i lade na se pode servir tal cargo, legando dispncm
oiarli.2l6e 221 do re^ul.....euto n. 120 de 31 de
Janeiro de 1SI2.
t.luaes sAo as condires para a nomear.lo do pro-
mi.tur publico '.' SAo expresos c determinados noa
dous cita tus ariigo. Afora na hachare s formados.
Ao fui o artigo approvadu, bem cuiuo o (I- sem dii-
co--ao.
I'ai-ainlo-ie ao artigo 7- orou o Sr. Theodoro da
Silva, licando a dlaCOHlO adiada pela hura.
A orden* du diu de boje he a coulinuacAo da de
honli in.
\ sesiao Icvaiiliui'-o ai II horas.
&0wmunicab0&.
THEATRI) UE SAMA ISABEL.
Por furlana aasislloioaa'repretenlarjio do eirel-
lenle VaadevilleA Siloii. que leve lug-r no
'.....o Ihealro de .-aiiin Isabel, lionlem li de mito.
Desajararnoi que a dosii penna podeua traear em
(o'co papel um qnadro vivo das diva sas pa-'-agans
|ue pie-enriamo-, as quaes te he difllcillimo ao ar-
llsti coiisomada representa-ia, escede i toda a
comprehens'u reprodnzi las depoi'.
tem quizsraiins lar unta penna que fallass, e
que e\|irimnie com lodasaa gradae'i do senlunen-
lo aqaillo que o nosio coracha cmmovidi e pro-
fundamente abalado pre-encion, mas ain ta suh o
He portaiilo, reniores, com a con-titoiAo que quizeimoi obedecer a lei, que noi cun pre obedecer;
eu responJo ao nubre deputado ; ha invocando-a respailar a constituidlo, que dsvemos respeilar, nAu
que esiiero que a casa nAo alenla suas i hserva{e
por is i que ten'em alterar a lei consliluciouat,
alim d-; qoa o eleilo pelo 10" diiliiclo se anlucipe a
gotir lo direitoi pohticoi.
US Epiiiiinondai de Mello da um aparte que
uAo o vimos.
O Sr. Theodoro da Silva .A aemblea pronn-
cial de l'eroamboco, a quem cumpre respeilar a
CjistiluioAo, tiade ser a propria que queira fizsr-lhe
a- elleraees quo eulende o nohra deputado ?
U Si. Epaailneadia da Mallo : Ditu anim, he
moilo bom.
OSr. Theodoro da Silva :Com i-so, repelindo-
se os esempios, em vez de arca da Mbam;-, eda con-
veiler-se-hia em ares de pericos e tempestades.
O Sr. Epaminondas de Mello :NAo liei de ser eu
quem ra*guc a couslitiiieAo.
(I Sr. Theodoro da Silva:NAo lie opiniao minlia
nos sera' licito a Imiltir com a*sento ne-ta casa quem
Dio poda ser eleilo diputado suppleote.
E (reanla se oiz : cainqiianlo o el?ilo nlo lenha
23 annos completos, lodavia, pelo ficto de haver
sido nomeado interinamente promotor publico, fi-
cou emancipado politicamente, esta' no gozo de seus
direitos polticos.
A consequencia nAo he venladaira.
Felo o mais ligciro exame na cons.ituic.An, con-
vencer se-ha quem qaer que seje que a connm-.A.
enleu leo minia bem que o elsito nAo devia ler ri-
couhecido deputado 9iipplenla.
As le excepcionaes. SeDhores, devem ser enten-
didas sempro slriclamenle, de inoi o qoe >e nAo
ampliem, nem se rcsliiiijam suas restriegues. Es-i-
minemos, pois, as dispusieres do art. 93 da Consli-
luir.Vi, lendo em vista este principio ; e aisim co-
nhaceremos se o eleito, pelo factu de haver sido no-
he opiiiiSu de homeni aotoii-adu-, oor qoe lem pan- meado interinamente promotor publico, fieouipso
sado i riifuinlaroenla lobro o direili publico, que, : joreemancipado politicamente,
quandu se trata de inlarpretir leis coiisiitucionaes, | () a-ligo que regulaa materia, he a rtl-o 92 da
a interpretaeAo deve ser sempre djuirinana e nAo eons|itu.Sfio, que ha pouco cilet Ella diz o le-
per v a de autoridad!. A's assembleas provinriaes, I guinta :
pois, jue nAotem o direilo de alterar, par qualquer S3o esclai los de volar nai assemllai parochiaes
prelexlo, a consliluicAo, corre o dever de inlerpre- [ [e por cnneguinle nao podem ser eleiloi deputadoi
la-la huitrn menle, de obedecer u sua letra.ain- provineiaes.,
da mrsmo que u resultado ds obediencia saja menos I t. (H menorc de 21 annos, nos qoaes nAo sa
I por que, como disse era urna das ses-es compreliendein m casados a ofliciaes mili lares qoe
rgislalivo, ellas a ni furem maiures de 21 aDnos, os hachareis (nina los e
e-tao somente h ibillladoi a esercer e-se cargo os que | peso acabraulia lor des-as sansa^as, a lolelllgancia
podem ser jurados; podem ser juradas ni que -Ao I lica obtusa, a imiglna{lo ennorace, e a penna mal
susceplivei- de irr eleil ras e finalmente s com 23 Wlleoladl por dedo trmulos tiiuhia, e nem aa me
anuos he qoe se lem direilo a ser eleitor. Em ulti- nos pode e-crever peusimedius mal elaborados e
ino resollado,! idade de 2"> annoi he essencial a' no-, '\ae de tropel se soccedero, se aceumulam e se con-
mea^.io i>ara o cargo de promotor. I fundem : felizes daquelles a <|uem a nalureza do
Tena o eleilo pelo 10 di-lricloa idade de25 an-l,a" de oeaalm fiia, de um eorarjia pouco ius-
nos'.' NAo, uto alera; logo sua noineieAo para u ceplivel, e que asian-aee- embatcm eamo sobre um
cargo de promotor foi nulla. ruche lu e se esvaecein como a coda sobre o ca-
par conseguinle o faeto dessa nomo.ie.An nAo I lie d,'i *l"po !
direilo alguna i la emancipiflo poltica, porque o O drama e-lcve em garal bem exerulado pe
que he nullo se con-i lera como Dio exilenle
E o que valem. em conlrapoiieAo do que tica di-
to, as rulisi lerarei que fez o nobre diputa lo '.'
Pois, scnharis, quandu re argumenla rom a lei,
quaudo ie raoiln com ella que noma-eAo do eleilo
lo Ihe d direitos pulitico-, porque lie nulla, re<-
pon le se como fez o nobre deputado, que o larto des-
sa nomeaeAo, lendo i do praliralo por um jota de
direilo, que -e suppe e que lie illu-lra lo, faz presu-
mir qna o eleito foi nomeado as roiidieAes da lei ?
Oh senhoris, no ea de-creio do que leio, ou a ar-
gumenlaao do nobre deputado nAo proceda.
O Sr. Kpaini.iiiidas de .Mello : Uu que o juiz
enlende a lei, como eu entendn
reiile* >clore- qoenella i.un,rain parte, e 'es
cepcAo de algum pap-I pouco decara lo, lu lo o mais
curreu a's mil irraravilhi: pmtanlo ja se v qae
em geral ficamoisahsfeitos e permittam assim qoe
nos nreupemos especialmente do principal papel, o
de Sr.' t. Manela, que, perdoara' se eflende-
nioi a sua molestia, tocou a meta da peifei-
clii ::
Ha muilo lempo que n.ln temo- o prazer de ver
representar Io bem I A Sr. I). M mora com
prehendea o seu papel em tola a sua cxIensAo ;
apossou-se de Indo o sen|im-nta que elle exiga, exe-
ciiloo-o megnilic.imeiite !
Era o papel de urna orphAa que nAo linha tido
pi.....I"S, envara da carcter U
matenas constitucionaes nao constituem direilo, ob-
arvaa o direilo ucriplo.
Isl", Sr. presidente, nAo he opiniAo miulia, repi-
to ; ha opiniAo do Sr. Pimenta Bueno e de aolros
eirriptores de nota.
(I 8. Enaininonda de Mello :E o que infere a
islo '.
O Sr. Theodoro da Silva : O Sr. l'imeiua Bueno
em d versas parles de -ua obra, diz, e multo bem :
quu todas as vezes que, ;i pretesli de se interpre-
tar a ennslilaiclo, e Ihe'fazein uaova{6M de-las,
reollam inconvenientes ir.ui serios.
He, por lano, invocando este principio, qoe eo
digo |ue aecca da indiligencia dos ampos consil-
iario laes que se refeiem a preteneo do alalia pelo
10" di-lnclo, devenios nheleecr-llies eslriclamente.
de ni. "tu que uAo i il"iol un a o-, ii i '. lina mi mi,
do legislador, siijeitaiido-no> a's suas deriOea, res-
peiiendn-as mesmo, por que nAo nos he licito outra
coo-.'l. Se ha uecesndade de supprimenlu a' ida le da
eniaucipacAo poltica, respondo que a con-liluir,ao
n.io .i a loplon ; se ha desharmonia enlre a idade da
eina icipaeAo civil e da emancipar,! poltica, nao
I podemoi ie-tahilerer a harmonia.
Ei tamos na coudieAi de Tntalo, que via saburo-
-os i iszonados frurtos, que de-ajava collier, e nos
quais nem se quer pudia locar,
Pode bem ser que naquelles dous pontos prerise
de reforma a cun-lituicau ; mis i-so nAo pa-sa de
dse o, cuil realnae.o mi padrinos elTretuar.
( n Sr. Deputado: leo pumo ve.lalo.
OSr. I'heodoro da Silva: Entretanto nflo le
np| linha qae o legislador coiuliliicioual foi unpre
O Sr. I lien lora da Silva : NAu ; he imposiivel 1 felieidade de riinheeer os dous entei, i quem de-
que o juix enteda a lei como o nobre deputado. I'ni* de Dos, devemos a existencia ; en a orphla
O que vale ainda, contra ai observaciM que li/ e i fl "* lanha goiadn o q le ha de maii doce ne-u
que me parece liasearein--e na consliiui^Ao, o aclo mondo o canudos de uina mfli desvelada, o de
de haver sido o eleilo honrado eoa> os votos de um "
diilrirlo ? NAo poda, (er havidu engallo...
vuifiic e alo previnio o caiu de ser neceiiaiia al- efle, sem dovida que nAo he alegivel.
clngos de ordens sacrir. lE-t runi ;-i a regra le-
lativa iridjde, brm como delinidas todas as suas ex-
ceptes.
o 2. ()< ii'lios familias, que e-livarem na cam-
panilla de seus pas, lalvo ic -ervirim cilicios p-
blicos.
.I." O criados deservir, em cuja elasse nAo en-
Iram os guarda livros e primeiroi eaiteiroi dascaas
de commerciii, os criados da casa imperial, que Po
forem de galAo brauea os 8'lmiiiisiiadorcs das fa-
ren la* riiraa-.
0 i." Oireligioso e quaesqoer que r miiuidada claustral.
a 'i." :u que nlo tiverem de renda qui la cem
milrcis por bans de raiz, indusl.ia, coromercio ou
empregos.a
Da simples leitara desaa artigue da forma porque
esli eslabelecido- seus parigraphoa, ve-se que au
eleito nAo aproveita a reslnec,Ao feli ao S 1.
1 odo etses S.S lio separados e di-tinelos ; cada um
drlle compreheiida urna idea complets ; mas loaos
-Ao igualmente cssenciaes, porque eilAo cunt lo- de-
bailo da uina epigrapna commum. De -na essen-
eialidade resulla que devem ser entendidos de modo
que se respailara leciprorameute, que se nAo preju-
diquem e que se na ollenlam.
A inlelligancia contraria srria abiorda ; senAo, ar-
gamenlrmos com o S .">, que diz l :
a Se llover alguem que tenlu rend liquida su-
perior que exige a iei, lem de ceilu um das requi-
sitos uecessari is i elegihihdade ; >; enlrelanto Ihe
fallar albora dos uuiros requ sitos, pal outra, se es-
liver compicheii lido em qualquer das outrai excep-
0 Sr. Epamiucindas de Mello : Todos o que
peii-Ao como ea, enganaram-se.
_ O Sr. Theudoro da Silva : Em canclu-Ao direi,
Sr. preiidente, que lenho a mais roboita rnnviceAo
de que a pra(en;.io do eleilo nao incala em diieila
e he reprlli la pala lei. Si, porem, i casa enten-
der que nlo obstante o direilo e a lei, Ihe he per-
mitlilo validar a eleirio do cliilu, far;a-o, porque
e-la' am pleno arbitrio.
O Sr. Uirlini i'ereira : (NSe devolveu seu dis-
curso.
Encerrada a discu-sAa sao approvadas a primeira
e lerceira parle-.lo parecer, prejudicada a segn la e
regeiladu o requerim"nlo.
UIIDEM DO DIA.
Eoutinuaeo da li-reeira ili-cu-sau do projecto que
fisa a forra policial com todas ns emendas olTereri las
t) Sr. I.uiz l" 11 ppe am um breve di-cur-1 apre-
lenl.i varia conuderaciies sobre a materia e icaba
pur volar era favor do projeclo e emendas da com-
rois-Ao.
O Sr. Coneja de liveira : Nie devolveu sio
discurro.)
Ten lo dado a hora Tica a discn-sAo ciliada.
U 9r. Presidente leudo marcado a ordem do dia
levanta i tenlo.
velos e um pii e\lremo-o; entregue na infancia ,
mide os passos vaccillantes prarisam do apoto dus
progeinlore a urna lia, em pouco lempo leve de a
perder, e ser entregue a urnaSaloia, e fez le
cildo a perda total
Bem [irrviaino- que noisos arligos, op[mu lo -e de
\ofre a- p.di-s iiregulare-.movenam contra iin in-
dtap i-icoes e u los ; pur ellas es|ieravamo-,
ti aAcrionislan se encarregoo da ser dalles inter-
preta ; sao olliinn artigo mii o temos a vi-la ; sua
phra-e injuriosa nao 001 a-sombra nem migl, ape-
na- i i'ie em relevo sua eduracAo e lagmenla u fun-
dameulos da ceniura : o que porem summamenle
lastimamos, lia ver que in la por mudo II donil-
nam no espirito de quem o inove paises reac-
toras, des-jos claros de comprometter anda mais a
cao-a da coiii(anliia.
lanianlia gloria eslava reservada ao nubre "A-rio-
nislan Consola-nos porem a espeanca de que un-
sai o|iinies resiiiiameole achirla cbo.
Al aqui suppunhamoa que a midmeza, a pru-
dencia e a circumspercAu deseriam rrgular suas pa-
lavias, para mediar alianaar os .le.viui da direcjA '.
He para senlir, repelimos, qu horneas oeeolhidoi e
ieilinados para dar appliraeAi a enormes quanhas,
espaeolada*
ra, hotneni da qaem a me ma aniciaeAo espera ie-
mediu a l-nlos males que a allligom, C'ii-adoi de
urna rspactaliva ale aqui sem e maaoi lealtadu a-
lufaclario, se esquarain de seus mH -agr tus deveras, para que, levados de um
desmarcida orgullio e lmenle preoecapldos de leu'
intere-se-, durmain a iinbra da indiflerenea dus ni i -
les que esli causnido a seus associadni, a acarre-
lando o odioso a urna emjire/.a por derm s til e ne-
canarii ao sngrandecimeulo desll provineil, as-im
desminlana conlianea qoe nellesae ha depiMIdo,
He purtanlo necessanu que e--es s-nliofes se con-
vencanl que ae torna |iraciso nina realidade, que lu-
da- desejlin ver aprolOCto de seus eipltlee, e nAo
10 Importam saber e meaos ain la deselam ve-lo-
ampregar em obras albeias ao fim a qna foram des-
unidos. .V minia da eampinhia he nutra, de corlo
que rr.lo he a de abrir lirada-, Canaliaar ros ou es-
pecar que taei obras s facun para so poder tirar
ulilidada de algn- trapiches e alugsr canea: e-ta
de-culpa he, emqnanlo a mis, urna \erdadein aearc
tada, porquiiito nlo poder! jamis alguem giranin
a exlatsncia desiea trapichei, ate qu eanalisem
nos e se atiraui e-lra lal de man de lilcgis:a
naiuio da c. uipaiilna lie aim o lucro ,u empate de
gr.n le* -omiuia que destmou .1 navegara) eniteira
por vapor, bem /-lili, conven eulein- ,te admiiiis-
j traa |ie(as esfur^os cotlecl Se o vAcelonialaa conliace.se b-m a pi-i,ij i,
nobre e illustrala direilona, e quaei os deveres quo
ha conlrahi lo, talvez concordado que um pouco le
energa, rdenoaabstinsclo, apar deceno tino dmi-
uislralivu, lena relninlil i lu a compauhia el ludas
mas esp-ran^as ; nas nAo, ella supp1, e errada-
menie, que e-e emperrimanta em s i.tentar lodei
os desvies e desperdicios enormes, sera' o nico cu-
pal de ileaoear o qui lemo- em vista.
E, pon, qu ni lo ella reconhecr que he improficoi
a aua tolerancia, quandn ella vir que o estado de
in lllloreiie lid i) produz 01 rr-iilt i lu< que lalvez e-
pera, alienta a sua extremada beiihoaaia ; qoaudo
eessar a poca da ispeclacAo, t bens enlAo podeie-
rooa espetar.
Emqiiaulu, porem, icol igentei so n,lo eonvtu-
cereio das verdades qae lli-s temos dito, e que seu
proerder nao excita -ynpalluas. emquaulo ellas dei-
denliam seu^ devere-, sempre nos Ir' em frente.
I'adeis por acaso dizer que uina empreza alentada
pela esperance de grandes lucros, lob igue par entre i
as trovas du prcienle que Ihe paleulea umi na'
directa*, um fuluin cliei > de gturia, sem que loque
niela do iiiforluniu e du de-animo '.' De cerlo que
nAo.
Dado porm que taes temores nAu exislam, qu
lejam unicameule fiMios de um pnico, que a vossa
ruinpiiihia ndue-ieja, como suppomn, gangrenaila
ale a me lula, que lulo a vossus olhos s.ja bom e
que elle lioocionasse com sen vuto estes e nud
disproponlos. N.lo : n.li ha peaaivej qoe a oirereie
egoine os a dielamei, e oavisss seus iadiciase
eanselho, euido ai cou-as an lariam da nutra ma-
n-ira. Pelo contrario a retirada desia habitiasiiou
nflicial e vosso ex-gerenle,
genio roncilaador, que goza
liin tu relar.Oe de i miz. le co
chefes de repirtieo
t
tyublUaKbe* $ ptripi-Jt).
HIVORCIt) BURGOS.
tameei o embarga lo per lamentar qoa e-li cau-
lomem de minio e de :" nao tune agora noi embargo! Datada com a oro-
de geral estimacAo, na- lindeza e largueza que mereca, lenliudo ver si
omdi.linclia persone r'v'"o. combaler em mbitos lio apartado. quan.
c na n r|C""' ',*',' P'" *"" ""*'" ""' n ,, .''J"1 '"""""' <\ laCio metropolitana
;' npenal dav. om penh.r a.guro a '"'.) gamen.o alea.icara um renome, repu,aeAo
einpreii, causou ale culo poni um desanimo ge- celebrtda la, ,,, ., i" ,.ni. ,,,,.,,,' ,,.,,
ral. e mui.o encorajou ao, ozangOes d. infei.z com- I %^^^J2Uf H*
-----------------.,.,,.,.,,..,,, ,,.,,,-,i, m, o- .- -.niLMuLnu uus emnargns pioiii
propindo. eqne devii de-enhar o poder adminis- .mpe ';r T'a" en,b.,a,d n# fu oeino(1ri.
rativo da cm.ianl,,,, d'e-.a, p e dar-lhes eslab,- J*" ,*VrSL'! U'U ** "I***** -l'doseom
Hda.ta. Lomo po- sera ,.0..,vel rrer-se que elle J "'l**"***.F|J iMillear o aecordle qoa o
anceianiNe ou eeeitaelhawe ai obras da Itaptisom, el' "( '' )"'u"p."", ,,f o, eonlierimentos l.rgo e
eoque maisheadeUoianna, h.m assim a compra i ','"'"''.' '.* ""ln "onico, de entrar i.'es.a de-
dos vapores, e 0 arlarme cortej ,|., r.,e Bor "' "i'irat.ia |(.,n eomprehendem- s que a largu.za
nvel e deiohrec.llenle fab.il...,,, ? pdai-iii., l'r''"< nlo pidamos acret.lar-voi : de,la vezo a Aettonts- e;,""r<"' f'"e as pai.f,, qu, ,,.,, ,u au u.
ta. o truc .u de fal-.. e",1 I" mtiargado. seu .He(, e praeotader,
Uisiemos urna pura verd ida, quan lo entre oulro. e'c'"1-' l0', fr *'-" 'e numen, ,ie astllenles da gala-
deaperdicio da eompanhia, utamos a sop>rabmi- "*.' I".v;,',l^,,l" o resp tatel liihunal ecelesiaatice
dela de pracas, que con.iituem ai rquipigeni d n *, e",!"' "'""'' "'i'm C ><<"< lo pata acobardaren!
aparas, e qus Me obUlole esse ao.maulu s,-r ds- ,li""- piriliea fracos, para lerramo ui niiiu-lr ,s
tendido, e olaaabima, sa tamliem elogiad, np|, < atlar, tabindo I au lacn ,10 iiaiila de ser um do
A-ciMii-ii, a pergiintaina, se era ou nlo om los o ',l'"1" l relapo aeeopido pele renlo e proeora-
le drspezi, umi a-liniioi ,1 *!,"-.-aria, aceres- 'or do embarg In em quanto durou a discu-sAu ate
coudoain.lai compra de Imitis candi-, tambni
defeudidas pur o Accionitli o com in l'-peu.av-i-
paraoiervlgs leiearga e carga da< raercadoria-. He
aqoi i em u.....j companhn Cerner and a ntaii
eie acto draregn lo da companh i, pmvamoa a in i- """'"",
i lili le da barcarias e odas.....es irlo neinero de '' ''''"-ou*as qje o emlnrgido quera que a
IripolaoUi, de umi manein eeneludente, U nobre i ,""'ir-'",e se oeaapiie para gritar que irelacla
*?".....a couipaiihia, com lula i alid-z de qae 'Po'Jxana despieza o peder las f.milias ricas e
litad" uasappelll.la de f l-an aristocraticese da lata a ean.ijerac-lu ao lilho do ba-
lemos melilad i soi.re a materia, nlo igmirirooi(lf,'1 '* r,ei o Livraoaenta de Pernamboco, por
un eentj i?\o o iimja da mptir ama
arrancar-M a deei*lo, que ti anual deel ,-., i f,,.
vw da ilievili. A euiliaigaiite c.in-cia daioetieade
u causa, respeitadora da invinlabili la le de tnbo-
"d nj,, tralau de profnalo, nAo mandou um n.
apares da i
qnal deva ser a lolacAo de ca la um ti i- .
campanilla, d.-a-car jo cima- i..nali.-ns reepeetl-1""'""*'PeeBia a e-si uol,re familia para evi-
, lencioiiavam a. eompier e-las luueei con a- ].''' "''' '''-'* injuria la lu los n, dial, veio i
loa vaporea di eimpanhii central dos paquete ha- "'"* ''"" 'le "Vr'i i tui au lacia al no tribu-
sileirus, e al in- ni i com a. d is vm m i >n>rra "' e-eoi(adu por igeatos celebres na arle la ex-
citar pravu-ac., odieats.
Se a n torna la familia da embarcante nAo cinsii-
"* ".....n-ti lad-, nai meio. ti (lo-qu por
J Irabilh.ouiein para vive, com decancia e cap-
illo m- ni i cu ii a. d is vi po ei de ao erra,
onelida pur tonelada, e Tirces expaneiva. iflia de
l> der-m i. o-i.e ,ct palpiv-lminle ao obsinit,.
roiK-uiii, asiegurau lu-ltia mata e-la vez que nlj
te.noido roitunit fallir a veidad'.
Enlr lint
da razio
lis
III he o imperio d i v
"da le e a forea '*' 'Pl' e a ettnii i d is Pinambucanos, st ella
q-ie a pro|irn c.iinjiaitliia Pernamuncan,' ,"e,ri1'";'' aete d-apalteot, na. leria o lillio lo
n >-f .nisco da In, iiun claro, e p.-ilivs, em ap.io ",1,le'r, 'a praga d, l.irram mo a afuuieza de rap
is n is-ai ebiervaeSia a r-paros ; par quanti nin- Ur u ca do engeahe de sea pai umi virgem elu-
gu-in ignora que a prnuipn a eiuipigm da l.ui- f4 la etf,n '"'"o recato cariult i.piri depon ultraja
rassu us nava entre Ti a 72 pioas, e a do Par- i al "<' la.
-iniing, a entre 30 a5* 1 earraram el lampos, e' *,m qualquer jirovineia do liras I um engenho
hoja a conti o primeiro de-as vapores o'J tnpi- en'd're-ee am castello innoiavel, anda que teu
lames, e o segundo 86 .ditos, havende por canse-. j'r"|ir ,Uru> ** cont iei numero guinl- -i I i ta I iz| i,s a nivel diOareoca de MI tm "' 'isla lo, digna, da esli ni publica, pnnepal-
meu-, comparada au prnnilij numero de suas aqu
pigene. Cmeintirl o n,s,i loalacaval omentor,
que a visti deste e do oalros f.cl >s, el is-iliqaem >s
lodo este exeeu deile-jtazi h ividi cun in dillos, per e binj imevto ou di-pardieies t
Ninguem hnje ignora, qu- a eompanhia te n alli'a-
lo de si as t\ iiipatlna du- seus cou-oeio*. Nll li-
le ha punco qu., ouviinoi o rtho da lempetl id- que
est conjurada, pil.a desvarios di nobre direi-iii.
encoraja la p-la ivaranta sir lldei de seu- faitea "le-
fen.ures. Nin baveinos espasio as mnore cil uni-
da les. Nem le lo- os acio ustas aeu lirain de pramp-
toi ao bradu de seacerre. Dispordletvs desll ordem
nao sa esquerem lia depres-a ; a fembrain;a toi le-
les arbtranos da nobre direcc,! > Me,' gravada na
memoria de I. tu. aquelies, qu : oli.in com alinelo
para as cnnaai.
rio |ia'p-vcii alo enes disperdieios, que em qual-
quer acia da nobre directo ah os aneeatramea.
ttiiem lanjir olho< de ali-nc'-o sabr o relilorio da
nutre os me-mos sentimeulos
Hatera
-naii relorma a' constiluicao. NAo, elle o previo ;
e sa for razoavel a opinio du nobre deputado, que
clama pela saliifafAu d,iquilla- duas necestidades,
ellas mais cedo ou mais larde lio de ter silisfeitus.
P i'feitda estai palavras, que servem de resposta
ao oue ditse o nobre deputado, eulrarei na quea-
1,1o.
A cnmmista'o, Sr. presileine, rslabelicca em sen
Parecer assrguintes proposijOrs : o eleilo pelo 10
Supponha agora o nobre deputado que am indi-
vi loa po-sue a renda legal ; mas supponha tambem
qoa ello nao lem a idade da33 annos, nem esta com-
prehendido em nenbuma das implia(e- relativas i
Idale e mencionada! no S |.e quem leilealiri que
elle, taro idade legal, emliorapoiiiii a precita ren-
da, | ,za de direilo, polticos '
O S'. Epaminondas de Mallo :A raz.lo, qae mi-
ll*i favor da renda, lie he a ii enna que se d a
diatrtete nao deve ler admiltidu na ca- porque sua | favor do que liver exercido em|iregi publico
eleicla be nulla ; e sua eleirio he nulla, porque I
olle nlo lem, segundo consta," a idade completa de j
25 uni- ainda mesmo, porem, que o eleilo bou I
vese exercido, antes da elncAo, o careo de prumo-
I ir publico interinamente, es-e esercicio nAo Ihe da
direilo poltico, porque nao lem a tutea de dispen-
sei iquella idade exigida para a eraancipajio puli-
Hci.
A commi-iAo, Sr. presidente, nAo autoriiou a prl-
neira de mas pro|,usicOrs ; a que concernea idade
do eleito, cora um cerlidAo ; porque lite era impos-
-nel fize-lo, Vatio como elle he natural, tegouJo
ja se "jase na cata, nio detla provincia, da da Plaa-
h\. Enlratanto, senliore, havera' alguem d'enlre rados como meuurr-
001 que .mienta haver a COmmJsalO avaneadn uun
f.l-id.ide com a propoiijlo de que o eleilo n.lo lem
alada a idide de 29 annoi .'
Diz-se : acnminis-ao nAo provou es e no encanta lainathtsla incumlna prava-la. Mai
.iluein ja allinnou seriamente que a eommlnlo
liouvess fallado a' verdade, que o eleilo linha pelo
mino a idade de St anuos Nio, Sr. presidnte ;
por que ninguem lio capaz de faze-lo. l-to demous
Ira que o eleilo nao lem a idade da lei ; ai a tivesse
ja te-la-liiain provado.
O Sr. Epaminondas de Mello :Basta que a corn-
il lauto cufifeste qu nao provou.
O Sr. 'Iltcodoro di Silva : A eommi-sAo nAo
provou materialmente cun uina carlidAu de Idade,
ha leal ; mas quem nAo sabe que a eoaflsslo he um
dos meius regulares de prova ?
O Sr. Epaminondas de Mello :Cniifi.!Ao,ionde '.'
Pilante o tribunal competente.
I> Sr. Theodoro da Silva : Pode o contestar
o i, ino diputado ; porque sua conlrstafAo aera/ re-
pellla, nao por mnn, por qua-i lodosos noisos col-
lega., que sabem que o eleilo a(lirin,na a' todoi que
nAo linha "i annos.
O Sr. Epaminondas de Mello : Contesto, como
mis auloa ; eonleato, porque nAo esta' prvido.
O Sr. Theodoro da Silva : Mae diada que om
Miembro d*ta rasa ae levanta e autora ama estr-
elo com a confissao do proprio interesiado, nio se
I'de mait por em duvnla iua palavra, quaudo me-
i os porque nio se devo dav ar do proprio inleres-
sado miquillo que he contra si :
E ainda a-uu nlo lilaia' protado o merlo d
conimis-Ao ".'
A' mira rae admira que o nobre deputado, que
pugna pela qmuipoleucia parlamenlai, exija prpvas
do que eala* provado, quaudo sua theoria appoe-ae ]
n i exigencia. Eu, porem, qu nAo ponto como o
n .bre dapatado, rrconheeu quo a cotnmiteAo devia
provar a meuoridad polliea do eleilo ; mas itlo al-
l u fez, porque nAo se pode contener que a COoCt-
lle doelile, feila a' todos nnl e a' cada um de n-
iiiliviflualmenla, leuha lodo o valor contra ti.
A.-nn.e.ta provado que elle nao leal i ida le rom- de-te
O -r. I heodoro da Silva :Agora* he fcil de co-
i.hecer que a redacjAu do ai I. <>J repelle a pretendo
do eleilo.
Ella, que ua verdade he Bine f.'milia, porque vi-
e em eompanhia de sane pan, exerreu um cargo
publico ; masettt farto pur ti ni nio Ib d c eman-
rixiifle poltica, como ale a di l.mhem por ii t a
renda legal, |>orqoaulu, como insto caso, lie uaquel-
ondi;i|o essencial a da mainridade de 25 aunes.
FAGlMfVtSS.
isa):-; isa45. *
Sem ludn que reluz he ouro.Porque nao ha
de a gante aceitar ne-le mondo a pu-irdo qua a Pro-
videncia Ihe lem a-signado ".' A dignidad e a honra
lie ciadjectivos tA 1 laigos, qoe concordan! tanta
com a upiilencia e grandeza, como a pobrels e hu-
111.mida,!e. Anda nasiuas desla cidade um eerto
moco, que nAu s lardea riqueza de Cressos, sanio
qua exhala a cada pasar, hafuradas da urna sciencia
produzem
.--gocianle ou capitalista que queira dar
presa s .breiudo a sna honra e guara eoidadoil a o seu dinheir, te-lo empatad ten laoro algum
sua tinnestid.da, e extenaati de soffrer privacrs, i einbora applicados para urna emnriza de reconl.e-
e qu.i-i mora de fuma, encontra um humera ja en
canecillo pelos annos que respaila a virlode, con.li
liie-sc defrn-or da honra, c dispoaao de nina grande
I uun 1, terve-llie de amparu, e acompanha por lo-
E-te drscouhecido a quem a cantora presta tola a
venerado, e procura a ld.s os momento dar con-
venientes provas da la gratidio, era o verdadei-
ro protector que Dos da a um titiloera teu
pai '. !
De-erever as emices que Mirla sent, quan lo
remidiere sen pal, descrever o como a Sra. D. Ma-
nela
cida eitilidade Sa capitalista lio latriota eoiitie-
ce o i'A.ciiiiii-taii.para que lijo os indigitl i leda o-
c mrala dore, d emprezas, bem ci mo a daToa-
dose a do Patente Slipassim r'C-taria gran-
des ser icut a 11.,'. 1 loria : masqual 11) Accionista,
bem sabe como islo por la' andl.fl qua u desani-
mo bem rnteiidi lu lavra em suat filenas : finge es-
lar alheio a lo.la- as ocrarrrncias desailrosas, ii lias
nicamente du incuiiae deileixo.
lie preciso nAo metir o alcance dos mais impor-
tantes -urecstus, desconhrcer-lhes a influencia par
asseverar em tom d
nme-Ziiaturaes.,^
sas forra, : nAo procuremos 'perianto pinUr' um JgJ ,' M "'1'""10 US "i,, ** <1*P-
qaadro, era que a ceosle, a desorlem e a des-
harmoala das core nada exprim-m seuo a inhabi-
ii't.i te do pintor, lia formar um objeeto que so prn-
voqo i liu ; era a natoreza quem fallava na Sr.'
I). Manoela ; e a nalaieza nio se pinta '
llrm quizramos iic-te artigo consignar ainda
algoma- refl-ie, ledenlas a inulilidade dos pre-
vilegiut e subveneOis, como trepemos da livre con-
euriencia,
Me, corifjlo liomano, quanto l dillicil de con- mc" "'ligo, eque linio irritara agora ao nosso
tentar E o que sa ha de faier, quando a nata-
reza, ao lanear-not ueste val de lagrimal, j.i Bes
lem dolado com o srulunenln de que era precito que
uina mAi nos Irooxease encerradas durante algum
lempo, nos ilimeotesse em leus seio-, uos ampa-
rase nos pastos VICellllDleS da infancia, nos en-
eliese de etiinho e de heijes, # que id por urna
dessa ordens severas da Providencie, ai quaes he
impossivel desobedecer, nei ahandonasse ao aca-o !
cunto, dars! D*s,.e/n >,ara s obler as snbien-
cas de Aligla, Parahiba, Rio tirando e C-ara'. '.I
cunto-e ..11.1 mil res Pagamento de I |S por 100
de eorrelagem pela venda da i mil acede, 5 con-
t, de res !
Eomu -a podera' jamiis eoneiliar e-ta estado de
comas, i' vista da uno temas unta lo e da prediMli-
dade deslas pagas l as quaes formara um verdalei-
rn conira-le enlre a ut -idade da impreso, e o vili-
inento la livi luil das nieutb-os qu coinps a nobre
hro,-c;i, a D,r ,|0S estoico calleo!nui, que ella ne-
c-ssariamenle deveria ampie, ir, com i de deier leu.
alim de montar a empreza que Ihe Tora confida 1
lim bal te -o Oiiirira' o "Accioni.la ., em dem >ns-
Irar sali.factoriameiiteosl-s e oulrui de-peid cioi .
da rarlu qoe. um |>!oni|i .tencianu qae d'aqoi par-
Inse para o Riu de Janeiro, nAo engiria um tai
roniuneracjlo.
tlvala' que, aljumai vezet o illu-lra lo ,i Accionis-
ta, a arrebatado pela forja dai psu-s e pelo dese-
pi que lanas vetn irm pilenleadu neita discussiu
le ai -ii i-ta-, ala i.icnli iiie os seas nio volzare ta-
lenio. B
Samo o mal qoe ea poli, inlmigoa de questae.
P'-uaes, razio perqai deitemode chamar itlea-
cio d.i nnb'i directa, para o vapor i Iguiraisii
contendor ; mas o curio estadio que devemoi per-
corier no-lu ved-m. Contanlamu-noa, com lem-
brar, que e-sas ideas por ims emillidis, e como que I "''-"' g'ralmenle que elle inrti.ee ia.n ao eapl
as-ociadas ,i qaestild que lamoi tratar ielitlvanante '*" do qae a eompaobia: seus'epi-odios ale da en-
aot negocios pecutia-ea da Companhia Pernamhuca- | cmilro aot inleresset g-raes da atiesa social, cumpr-
Bl, nada lent puis de commum aua discutido com i rt'me liar o males em quinto he lempo, ejestirpar a
..Salomnico. Pon qn.rent ver a que v.m ,. s,r l- v, I .- '. ** "" "
da e.sa Importara ? L"m d.a d..ig,-se o mea Adn- **'"'i T"""' i"*,,,ull l',n que SCM,B a """ vl-
nis a uraa cocheira, enlutado, ..cavado e paifu- ','. '? i"" desCul,n' "" ><" l"llur dedt-
mado, ubtiteta um convite para um baile em um "'"'", ",r ..'V Ita,*"e' oida como de
P
deilei irrabaldei, e quera liansporlar a sna illiislre
petsoa ao lugar do feslirn. Encontrando o cocheiro.
pargunta-lhe com urna gravidade donoual : Parla
boje algum cairo para... 1 NAo, sanhor, mas ir V.
S. qoiier mando ja' aprestar um.Nio, qniaera que
Vine, me alogasse nma bolea !NAu he posiivel ;
la
salvas as ampliacoes espre-sas. ti S > do arl. !IJ .la-
ve ser entendida de maneara que nao ofrenda o5 1.
Tudevia, parece haver incoherencia era conre.ier-
se aos lilhos familias, que de ordinario sAo con-ide-
, i emaaelpaqU polillea, qoau-
do o\. rr,,n, eaigoi publicui ; un ctanlo que le pre-
tende exclui-loa de gozo des-a imioeipicSo, pe'o
relo de terein menores de 2 anuos, tm vi'iludc do
S l.o do art. !I2.
A incoherencia lie devida A Malasia de palavre.
qua antes de ludo prende a alleneAa de quem
i o 4 2do ctalo arl. '.12, sao ai mas legaiales Pl-
i pa-
que tiverem em companlna de seus
latrat
pai-
Ellas nAo sao inutais.davein exprimif alguraa cou-
sa ;_ poique n'uma lei nu ha palavra intil.
Examinemos o que expnmem e sigiiilicim'eisis
pal.vras, bem como ai toas antecedentes lilhoi
familias.
t'.ainmummcnte se rhamam ti los familha nt que
le le menor nade mea por sisaqeilificaila de-
vem ser coiibeeidos ot filbos que v vem m.i. a domi-
nio paterno. Casos e podem dar e effeelivamante
se ilAi iin que o lilhos, nio obslante bavrrem ailni-
gido a mtiondale, se conservara soh o patrio domi-
nio, lob a inspeceio c iconnmia da eeos pas; nesie
caa elles sao rrpuladoa filhos fimilll, nem asilo
emancipados civilmente. Tanto aisim he que un,
dus meius, porque te elleclua n emancipacao, he
pela separaba, do filllo da erununia do pal."
Agora he fcil de conhecer a inlelligencia do 2
do arl. !)2.
ti que o legislador quiz
um sonho aobresalle.lo, e peigunl.i-llio :B mnihi
mAi, linda nio me fallaste delta '.' Deslili-o Pai '. :
i|n..l niu tena a agudazi de sin m.gua I Pobre
Mara, lu Ble leus mAi I.... I.tie rctimnle o det
os drtvarios da empreza que nos ocupa
Bem, en mal conced lo, com razAo nu aem ella,
eii da nossa parle um eiro infantil largar d m.lo
a qotatle principal da compauhie e entraltiimos-uos
najilncus-do ecuiiomira.
<- ui|.rebandeiuu- o vosso desejo, cliamando-nos
para esse terreno : mas tr.nquilise to o contendor
Accionislaa, lalvez leuha aluda occatiio de not en-
contrar nea esliada.
E, poli be malicia nqualificavel da nossa parle
grabado pai; unir.irespoila quo nin pai desgranado n,lJ")ir 1"" haviamea dito ser em criine da cum-
podedar a ieu lillio qoe pergqnla por tui mii \ P*"",1" aceitar o privilegio e agenciar ai tubvenri..-
lorqoe nAu si nin alugo boleas, romo nAo aeho de-
cent que V. S. Inca de laeaio, tlu bem ataviado e
envennsa !o como esta'.!.a' Com isso nio se in-
commode, qoe com o favor da'm ile eu cdvegarel ao
lugar do meu detlino, -em ser conheci lo ; observan-
do entretanto os prereitns da ans acunomia I Ora
vejara ns leiluics, se he s no carnaval que andam
mascarados !
O me: Mariano.Toda, as veles que os exer-
cicios da rcligt.lo nin siu pralicad'i eorn aquella re-
vtrencia que ha devida, ou quando alies sio ejer-
cidos como om mero passa-lempo, bem luuge de sa-
rein apreciados se tornain sem divida dlgnoi de
remora. Como he sabido, nlo he por inm dlaer,
quem tilo festeje em tai casa o mea Manan.,, e ule
seria bem louvnvel le por ventura lulo- o lixeetem
|i ir espirito de devo(iu ; mas militas pesioil pur ah
riialem, que em vez de eiereitarem essa pralira de
devojo con-o devem, nAo o fazetn senAo por um
mero recreio, em que pretendem passir noilrs di-
vertida no meio da reunili da ron vi lados para mai.
pompo-o lorairem n mo festejo, o qoa por cerlo a
religin repella. Pin oulro abusa -e da' na pralica
atollada pela mor parla d,,s devota do inez .Mariano,
a he, cese cnticos desharmoniosos com que em ca-
ta canta no- alroam os oovirio, A nosso ver nao
sao ees callleos que con-liluei a d-veeAo cui'-a-
grada Santissim Virgem MAi da Deis ,'ao eonlra-
lio pensamos que fora muito meltor que cada um
exereiliMe esai devefiu no meio de sua ramilla com
I maior simplicidadee reverencia qu he postivel,
du que trnala rom estes cnticos urna completa
-cana d |,re-epa.
ijiiem suuber i/ue retponda.Sera' cerlo que
um individoo ii cidade de Oliuda, lento ama li-
berna ni ral da..... cojos fundos nao excediam
de IOsOllO a 2IK1J0IIII ri um meniuu eu rauei-
rn Iba dea de prejui/o ;ilk)jsUUII r., e pelo que
solTrera urna sorra, te Ihe rapara a rabera, e pur lim
fura acorrenlado '.' O lo podemos cier ; primeiro por-
nesle 5 foi excluir, 1 que nio lendo este laberneire era sua taberna m 110
que o abandonen em lenra Infancia
Nisla pas-agein a Sr. D. M.nuets Incoa 10 su-
blime : 1,1-1 a ni s lagrimas se uo derramaram : ro-
que lem, e n.lo menos anda tus corre a ohrigaoao
de org-msarutoi empreza independentei da mono-
polio. E-te rdalo eila' nina'n lera do cimpa da
pre-enpiva-se a ualureza, e a Sr.a I). Manuela com fS0- e destacamento que nelle colocaile rlel-
as man vivas cures exprima os sonlimenloa nalii-
raet e seu leroblaole em que se detenbava a maii
viva roiiim.ciu ara inundado de uina torrente de
lagrimas, qoe mais nAo podiam exprimir : -inda
pira miil abalar e cuchar de pezares o corarAo dos
e-pecli lores, caula a Sr. I). Manoela com um
i.iin ebeiu de ptedade e mimo us irguintet ver-
sos :
Minha mAi, nh quanto be doce
De uina n Ai o pensamenlo .
E -' iilir-sa om su momento
Em seus bracos estrellar
No-sa infancia cailub.isa
Com teus cantos ernt,at S'in : Maria ji com ida le sullicienli para aqui-
latar as vlciniludei p^rqoe linbl pa-sado du-
rante tantos annos, da' graeas lo Altissimo pu.
ter encontrado sen pli, ueste de-conbeci lo quelite
Hulla pioslado lervirais que ni om verdadeiro pai
poda prestir ; I.ment porm que nAo linlia Je jju-
lirdesie iniffavel |irazer que pu.lena senlir se en-
eonlrasse sua mil '. Eucuiilra. he verdade, a fria
rai que leve a friera de abandonar sua tiln logo j
......i-cor, a que al linha queri lu corlar-lhe a exis-
tencia Oh nalureza, que assim como creatle os
lelii kilos (r jclot que as- .s niam e -n-tenlam a na-s.i
exiafencia, linibein produxisle aq'.ie.'oulroa quo no-
tn venenara e liram-nsa a viii em mn mamaole !
(toe aisim como creaste a 111A1 eirlnbosa, que da' a
vid por seui lilhos, este dom di. co, qne per lidu
urna vez, jamis te encoutra oolro, tambera engeo
ramrnie, como inactivo e fura do alcance, nao sera
por o desalojado : iremos a caminlio.
S.le 11101 dar o descont conveniente as dillicul-
dades, sempre librenle a rralieacAo de qmlqoer
idea, posta rm evocurAo.e altender a iodos O' bices
que tem encontrada a nobre divorcio, para por em
pratica osv-lema de navegac.Au a vapor, aiaqoi nlo
empregada enlre I rabolagem do nosso litoral ; ma
esta tolerancia e descuidos nAu podem rlugar
cancro roedor dai entranlias da eompanhia. O laclo
la retirada combnala dos engenlieicoi machn -las
dos seas rapare, he muilo original e deponente,
lalvez o anico nos annaes das eerop millas que se tem
orginisadaaa Imperio. >.i 1 lomot aos -.mente que
hsveinosde voz em grita, bridado contra a inegu-
lar marcha da eompanhia, o deegoeta principia
lavrar e a raanilelar-se am a- proviocia Innitrn-
phes, aqui : exlralilmo- o a-goinle :
l.i'-se no Liberal Peroarobeeo. nnihero l.tiVt
la Id de abiil proxim. panado. Ceara'3 da ibrtl
llontem .li-i'ii o o Ifaarait que pas-ou u mez
de.mareo s.,n lionraruoi eom sua Visita, Desla ma
nena mu lumia lo h o preslimi que elle oflerece
a esta povineia, e muilo car a sua hotpedagero
Cnintl-ma que lahlta' aminhlj pira a tiranja, etc.
ele.
ta resto, agradecemo-lhss a serie do lermis
tevianoimentiracalumnia f .Itaiineinvrj no
eom que nos brindara lio amiudadas vezes ooAccio-
Bialaa.
S ella tm vontade propria, s elle esprime u-s
convino.., : D lia malla qoe sois contiendo, pela
philauria que sempre Inniloi em vuisos escripto-,
satjlieos e injuriosut.Tudo areilaremni di bom gra-
|i nt., de nos fazer apoiar e intu eluda tanccionar 1 'lo" "teos o atlronlato epllhate que lio claramente
u pa-sa errado que se drra no remeco da empreza, Boa dae, de asulerllde i Ma : diga oque qui-
na ippticacAo da Iheuiia a pralica. Era prenso ig- 1 ''' eAeeienletaa, a prebi lade e a honradez nlo lie
nerar que o-henelico-re.ullados de uina empreza Palnm.nio de algutin ; ha quem te nio renda pur
qualquer, depaiidrin menoi das appareneia de lu- dinheiro, que supine sr lele iiitinna, e qu anle-
no. in-iieios, que dos etleiloa de orna honesta, sabia \W priveajoe que falla de meius f.z t.dl'rer do
aaronorrnraadmini-liaa'i, qoe-alba empregar
a lealdade no de-empanho de seus llevares.
O deepreso da apiniio dos pxoBseioniei que a di-
rec.au oavill, lalvrz fo-e para aparentar seus actos
arbilrarioa, e cora elle se aeoberlar, actrretamlo
cmn sigo grave e irremeliaveii peda, ponto al
em risco a tsiiifncii da eompanhia.
Sea dlrecflo fesie daetl a e-ses conselbns como
de dever s-u, vi-lo ser albeia do materia, ainda boj.
Contarla no numero de seus vapores, o difunto
"Mirqnez de Oliadit), e nin figurara na lila 11"-
ga os seu- prejuixo, a elimine minina de ( 1 Gb'
eolitos do us! proveniente da diffrnnc que .0
rneonlra da indemnisatlo do- icguradores, compa-
rada com o valor primitivo do casco. Brabera e-so
que o.l'nl ir us doarad 1 an.Irejos de urna opulen-
cia adquen la..........taba D'M como. Nanea aspa-
cuh.ino. coro a criuii lade publica montando em-
piezas, j.nii lo-as dtpuis em leilio.
Prolestiinoi mait e.sla vez, pela maneira msi- tn-
Icnino e enrgica, que nlo he, n-m desair-itan, nem
-nliu e meu .- ain la inveja'. que nutniios contra a
muil honrada diiecr.y, da eompanhia, e seu-, Sgeo-
lei desda o mol gredoede alee utlunu un- nio
he rciei.liminlo algum de qualqu r iialure/a, que
nos |eva a esti larefa. e iii-nus anda 111 ,ve a nossa
peuna : lio penosa sacriQeia he ro e omcamenle
motive lo, pele irdenli desejo que nalrimoi a l.v-.i
1 -11 til einnreza, que ., tinini.lia la roiivemenle-
n.enl-, nem -., eagmeatira' a riqueza publica como
lambrin a dos teus atsuciadot: por lauto o odise
que arieiranieut laura s|,re nos o trAeelonislaa.nle
uus caite, elle entra de.'ha mullo us planos do no-
bre anvuga.iu.
Descansemos, enlrelanto vejamos qua rumo le-
segue .1 comp.ulila ; paremos, I .1; 111 i. ponlo.drixe-
11A0 os menores, porque enes j estavam excluidos; re fundos do qae 2IJ(t?tXiO rs., nio podia o seo cai-
pelo S 11 ma 01 lilhos familia, qoe, apelar de mato
res, tivettsem em eompanhia di seus pal.
O Sr. Epaminonda de Mallo : |.io diz o nobre
depolado ; eu digo 01 filhos familia, quiesquer qua
ellas ajem.
O Sr. Theodoro da Silva :Nio ; pnrqaa islo fo-
lia reapparecer a inclieiencia e a telundancia in-
til enlre nt don- Sg,
No S I est etlalielecido que os menores de 2", an-
nos nao poiem valar as inte nbleai parochiaes ;
"s deve, por tanto, sprnuir consa divena. O que
elle exprime he que os filhos familia, que pudem
ter malares da 25 annos, Ao aiclaidoaj de volar, nin
guzam de direitoi poltico, apezar de manir, quan-
jilo vivara com seus pai, porque estAu sub u poder
piel de 2"i annos ; ida te que he exigida pala com-
tiliiieAo para a emancipa...i., poltica e um a qual
Da re goza de direilo. polticos.
I ma vea : M-t jl guzou.
E esta dispo-irAo he, a meu ver, razoatel. Ofilho
familia qua, alo obstante haver alliugidu a maiuii-
dada, se miutera sub n poder paterna, prsame-
que nlo lem a preelsi independi-uria pan gu/..,r de
leaeeplivel de ser
pai. E lano fui
prevenir no ci
xeini.ho dar-Ihe o prejuizo de MOSQpO r-. ; segundo
porque ainda mesmo quando sa dcsie lal prejuilo,
nin podemos nppdr qu pin esse molivn alguem
houvetsa que applicassa lio haib-ru castigo em um
seu caixeiro. Seja purm como lr, rumpre a poli -
ria averiguar e--e fado, alim de verificar te com e-
fedo elle se deo.
l'm cadver. No dia 10 do correnle tal en-
contrado na praia do aleo doi Af. gados o cadver
de um boinetn brinco, tem qoe live-se o menor ves-
tigio de lr aillo ISIIsiosdo. Ignora-e quem elle
taja, e allnbue-i a sua multe a algum ataque de
api, plena.
- Ilo'pilal de niiidade.Elilliim no dia !) do
...-,.,<<,, c "iuim. ,..ii,aiii 110 1,1a .1 UO I ....... ..a ----.
crreme Jl homens -2H mullieres Halados pela ca- P'Pe'S6 '!'
r. Lula. \-2 homens e 17 mulhere- que pag.ni a casa, ;,P" .1 i '" "a """ ,,,'n, *"'r"V
.pie 1
e 1 liradas do corpo d policio.I til M.
Dio lu.
I.vi-li.im a_> homens e -I, mullieres (talados pela
Clridlde, U humen e lli mulheris qua pazant a ca-
ta, e (i (.raras da corpo de pulira. I, |*| ,-,:.
Alorlalidaie > dia ;i d> con inte :
fortnalo, pardo, -1 auno. ; hexiga
11 'I'l ... ..... =..v n .1 1
< M. theurodo da Silva :Eu, Sr. p.csidenl, se | direitos polticos, vi-lo como le
em que o nobro deputado n.1.1 aptccias.e buje us inllu-nciadu e iluminado pur tau
lun i.imeiiii., dn par.eer, que bonleui siislcntei a i-to me-mo o que o legislador ruiz
qae lanra de novo foilateeido jelu Sr. Souza Heos,
'enpar-iiic-hei delles, pan provar que a ronclusio
10 p.reeer i impoiia u cuiiipriiiiciil) di Iti ebe-
dieuria a' conttiliiie.i.,.
bulietaoto, diz u nobie depulalo, ao pasto que a
' in 111-sAa ib moslra Uta rsalrirt ni ohieivancn
dr,.|!?ll',,.C."''.il,,lc"'"i,e'' "l0 ('1" f'rfl"lle Agora panonlnao nobre dep,talo e a'ca-a le o
ve evelua o elcitu I, c.ii,,.!., nd....., bem pouco. eleil pelo 10- dialliclo e-tar.,' comprcliiidido 1 "
has, resolten ,m ie.iii.lo conlmia i' refocilo de do .... 911 Penad qoa alo. rc"e"J""> 5
eleilo' lU'' "" me",i" c'cu.nst...cias d. E-te paragrapho nAo Ir.la da pinte, porque ella
O. .obre deputado, em a-guma razAo par eensa- VSfZ \SSXl\Zl fcZEM&
rir a casa pelo que r.z ; 11 as poiq ja se coniinclleu nos qua, 11A0 obstante istn, viverem em cnmpanhii
de seus pai, lalvo servirein emnregus nnl.iien. 1..1'!.''
.na- a dallo que nao he maior de ,, Tl\ P.IW..?' ", \""'"- '"f"1""
Liode nruleeer-ie com esta reslnci, a\.. ,'lltla"". V'c'. lellciro, JO anuo. ; plllhhjill
O Sr. Theodoro da Silva :-Nio, n.to, Ire. teze,! mprego. ''"C.an do ex.rcco do Bernardo, pardo, S mese. esjutnio.'
11 Porque um erro sa commilleu. dever--e-ha OSr. Ke.m-ii-w.nita da ll*ll .__a-.. > .. Da III,
A EOMPAMIIA PERNAMBLC4NA, SEU PHI-
\ ILEI.IO E COMl HOMISSOS.
IV.
Depoia de lonsa qoareiitena, volla i carga o oAc-
eleniela, mala laribonde e mais tucontequente do
'l"e '.....ci sempro potsaido da mait irueliti ma
levantando faltidades,
el dose de doetlot
e provocar-oes, com o lim unleo la detvirtuar a
queslau e da nos impar silencio Cusa na verdade
a conler a niti, Josli indignadle com a leiluia de
temellunle torpee. Mneratel lctica de insulto-
quando nlo he PomV'I re-|innder rom tantagem los ",||r""- T"'
.....publica, princ ,,..
ment n> que respjita ao lanetoaria da lr dnmeili-
- i. entretanto a casa do pai da embargante f i inta-
"II pelo embarga I., p,ra rapta-la. Islo prova o
qiamo o pai di embargante he avetto a lomar vm-
*-". q-ianlo ha re-piiladars da. lei e-la nobre
Kinili., que a emb irania calumnia, levinlanlu que
eliiliinnii Pcrnambucj, e faz Periiimbucau
eseravo, da gleb, injeranla e le a-s in r,n lana
iiiv-ra,iiillianc,i ot dign .- descendente! de Cernirla,
vtale \ 1-1.a, qae tanta, pmtai lem sempre dad 1
le prnpiignadoresda beiu ente 1I1I.1 liberdade pol-
tica e civil.
A embargante nJj falln as paites, nao fez cata
I > faii que leve o e nliarg, lo de mandar com a ve-
loeidale de lelejnp ios para Indas as gai-las da
provincial do Imperio elogiar este Meerdlo na sun-
pmjio de alMocar celebridade. repulaci. e reno-
me para o sau ag-ute o procurador, que se uiana
da a ter alcauc lo, tratou com o divide respeilo da
mileria nova em que o aceonlAa fon Ion la rnnilo
eorl 1 la difllcul 1.1 te em que baria do libar-** o em-
Birglde na.i Ierren di ioitiei, qua para ella lem
BMiloi abrolbe,
A prova he, qis nunca leu lo n diicuti lo nem ao
menoi susctala a qaeulo de leaprezartm se por
Bollo os depoim-nloi da. l-lamunlias q.i juraran!
pranla o parodio quo reeeberam cummi-,11 do
vigarto geral, eulen leu o ambirga-lu qu. -., p ,dia
mpngniros embargos alcunllando os ne inepto, e
tamalera vellia, p >rqut em nove e-nra io arligo,
(rabia se de.la queslAi, su-rila la pelo aecordin e
irlieuluu s-uua ella tniha du I > uina appicacAu fal-
sa e errnea us dispo-ice de diriilo em que bi-
seou-sa.
Assim a materia nova, e nanea di-citid nem per
(Seeidcaia locada am lulo o cor.., do |>rocesn f.,i
alciinhada de materia telha. e deptis de ter-se dito
qae e embargante eitreiloa 01 mbito da qoietla
111 ".....partate qiielem havi.l na relami mropn-
litina eensuruu.ie q,n em nova estirado, irttgoi
d-'s-nv Ite-a ella o primeiro e principal pon., de
tea embarga, nao seis uto comradiccAo, nem ao
meu .1 mcoiierencia, ha de sem dolida parecer urna
lgica desprevenida.
Qu u aceordio admille os embargo, opposln
pe la en.harganl nlo re.ln duvid, tenio a algum
principiante fa-etnado pelo n.teressc da defeza que
abraca. Alende ter nteiameoie nova a queslAo
la nullidade dos juramentos, o ccordAo inflingi o
til. 2 du regiment do vigario geral, que o aoioris
. dar eomixiiso aos paiochos para inquirirn de
leslemnnhas sem esigr qoe ni rnmmitianos venhain
'"estar juramento peranla o chanceller da relarAo
aelrapolitaaa. O mesmo ereordi, dau falsa e err-
nea applicaea. an irl. :|I).1 du til. 3 do rhancellcr
la iei..,.-10 melropul l.na an III, 2 |! 12 da rrd.
o liv. I., pui, qUe aatas dispo-icoc re'gem .rnenla
os 111 llvldie que >Ao prvido em empregot para
nAo r m ;,..n m servatos mu primeiro pre-tarem
lurameiiln p*ranle o chincellrr.
O, ac-orilAut que infrlngem as I.i, .Ao millos e
amhargavis.Ord. liv. :i lll. 87, regiment do Ba-
ldone ecclesiaslic.i, S 2U.
tllanlo a tai incumbe, a qualquer empragado pu-
blica laivr as vezes d oulro, ou por cmn un.-a,, ,,n
por impedimento deste, nio etiga que o subtliliitu
presta jurainentu, poique ella he ja urna peatn ju-
ramentada, poslo que nio lenha conprehen tido no
-eu juramento a e-pecia om que tai aetvir de ubs-
lilulo ou conimi-sano. Assim nio romprehendendo
o jaramente preUade petos vareadoras os acioi da
ji.risdic^Ao con'.enci.i.a qoe elle per accidens podem
. ir 1 overear 111 falla eu iimadimenlo do- juizei
ui.inicipaes, todava quando elle ia chama.'us a
-nli-iitiiir estes junes na preslam juramento, por-
que 11 sio pnmeiru ju.ain.nlo garante a religin i-
le c .111 que lev em parlarse na sub.liluir.V, como
ttm decidido o govrrno em iviso que foi ronliima-
do |,or decreto de i de novemhro de 18J7, arl. :t.
O p.rudio ou o letrado ja lem prestado juramenta
aquelle quandu collucou te ou quendo teve proti-
-Ao de ncomme.n la lu. esla quaudo lecebeo o grio.
Euihuia nos teua juramentos nio se trataste do
acto de inqui irem ou presidirem s iiiquinrAo da
leilemunhai em eiuau do foro contencioso, ludatia
a obn-acA 1 do p,.ilar-e leligiasameule na commis-
sia e-ti conlrahi ta palo pr ineiro juramento di
ine.in 1 -111- que a de tareadoi.
luda muilda sabe es|,intual e n.io cu iliMiciusa, aitnn cuino ido ve-
eidor ha econmica e niu contenciosa, eque a
commiiiAo a a snb-lituirlo he ceidental e nio he
um noto einprego. Supio- o embargado qu o le-
trado nunca Uves. pie-talo jurarneuto, Nio con-
"l.-m '- |. 11 d que n.1,1 leuha sido gradeado em
alguma faculdade nem que recebes.e o glao sem
pro.lar juramento.
Aventura timbera o arl. T'J do regiment du au-
dllorio 11,10 lolorlsi u vigario geral a dar cummuso
par fura de sua audiencia, quo apenas Ib ,11 f,-
eul lodo jiara el -ruar om inqiiiiidor quefir; em sua
nie-enea pei-unia- as l-elemniihai.
Se as-im faase, > accordiu n.in annuilaiii os rfe-
peimento por fall de juramento prestado pcloti-
gsfia cumimssiunalo peranle o chancellar, e lim de-
cid, la que a nullidade pruviuh dn falta de juiii-
dlcfio do vigaiio geial para dar co'mmose.. Esta
elpticarjle he man urna tentativa du embarga o
para eilabelecer um novo piincipio de direitn ca-
nnico em que se diz milito venado cu mais que
os oulro..
O regim-nlo do vigaiio geni no SS Gi e 79 da-
Ibe o po ler de cmiretler, dar cominis-ao a qual-
quer |iar..cliu ou letrada para in juirir ai tetlemu-
o ellaa
_ vapor nin p-de-.e entrar em todos o porto de es-
dtaile a mAi, oh nao lia mii, que abandona ot s.us | f.J,,.tl" Hilo de punlal, e pur .sso improprio para o
lilhos, que ut desjireza que os entrega aos rlgorai '"" 'l''1"1"'"' lamo a companlna cunheceu o logro
da orle 1 em que llivil cabidn, qu o pebre o.Maiquei. an-
Batta nao ha penna qoe desrreva senlimentoi ''"" %'Hall|o P'l-s provincias do mi ollerereudo-se
lio profun I01 a ia naluraei qoaes os que desentol- a a"e,n "'i", ne-,f-
veu a Sr.a |j. .Manuela ne-se drama e por tanai te- "" M,4,"oi inlimamenta erantes, que se direc "'" 'I"* lemp. -..tic cuino aeeeeaarra elemeulo.
zes: te ha alguem que supponha que exageiamos C'" 'uv-ti lea fproll-sionacs, como .dit o Ilustre 10e ",".e paudet a musir com toda a evidencia
peei ao Sr. (ermene que repita-o, porque no. c.m 1 Aecionlilj, de cerlo nao emp.egari seos eiplaes I"'1 pi'edeire de lodos ns caprichiot da com-
inoito go.io o liemos apreciar sempre qu for leudo "a "'"'f" l1e ""' vapor de perlo de mil tonelada i panhli, liu preeonisa lee, tao (ndeesados, p a'scena. de ferro e a hlice E alo 10 diga qoe a eompanhia Ihiwllisn advogido, que n lem libada sabilitair
A Sr.a |>, Manoela qae nos desculpe, se Dio Iba ,"n ri""i"l>'1u erradamente, porque tomoa ,eu, i >"as idn a. expre-set empregada pilo, leus ad-
podrmns fai.tr um elogio digno do seu merecinieitlu i"1"11-"- Ainda se outem ns dena.leiros clamo i verierios.
ailisltco. res, Cantil os aulore delta callilropaa : perd eni.inio o publico ensato, que te 11A0 deixa le-
prognuslicda por lados ns humen, de rn.r, dasde o y" pelo devnelos de esul ladat plianlatiai a.ps-
mllS graduado ale o mais miigniliranle ealtaeiro 1 r pelo, retulla la. das factu-, e os lacios JarAu em
Se a companlna o, ouvis-e, nAo preferirla na resul|i lo o man solemne desmenlido at ac,e. ceu-
sub-HurAn, por dous vapores de fe.ro, e a heliee, "", (P" nos ha feilo o Accioiii-lao, por na aire-
aos con-lruidos da madeira 1111 otando rodas ; certa- "erra s s ,l?lg.rar um ju.uco, o t-, do mv .leo com
mente os mais cpropriados a coiiveuieule para a 1ua. arobertitam lodos es aetoada coiiipanhi.
ii.iv- g-cA'i que le linha em villa. Eis a tardada que necrsiariimente ha 1. calar no
Admira 3 c.iragam e a sem ceremonia -com que espirito de lodo, aquellet qu lem alusiva lo impar-
enaaseamavelcontendor,o Pilidimdi ceropinhi, cialmenteo, faclus, lulo, lies sabeiio l.zer-no. a
defende indo, o actos da discelo, ainda os mais davida jetln;, aaallatiado a boa fe ;u nusso pre-
csl'ataganles, por de mais eshaojadoKS, ceder.
A-mii n pronunciamos conlia atle systema oltl Acuna de n., cima do Iccionita, cima da lairleiempessaalafeole s
n mullos respailo! e em oolros ca-a. percal nao lompanhio, ou di toa illoilro direc<,.Vi, ha aas nei-
he fcil a repinle de qeilqaer ivarn, por instg-1*e* ^ imprensa livre, urna Bolencia alada meter,
aja, e qu purvcnlara pesaa sotTrar o 1 imdi man respeilivela opin a,i i-altltcae gisrj.
nh. qu... lo elle o au poder faz-r, qoa,,00
ule p 1 lerem |, la distancia de sua morada tir a sua
prisenea, la-llie pu.s a juri, lir^u de cotnmisiiuuar
-ein lumia la. Nunca o, inquiridoies anles da re-
forma do processo, qocdeu faculdade parle a teu
procura lore- par. pergaalareas a le-leiminhat, fazi-
am as inquimes na pretMeado joizet;ooa cauta
exigiam que o. juize. inqoii-stio letteinunliai,
.11 er un laejqaaoi inquiu.lores nn cari.,nos do
tterltiei fainm as iequirir/oes. O regimenlu do au>
iil niu na cu.-a crunet e mairiinuniae. e na. de
liVOielo lecuuimeii Ion que os vigari, jieraea iii-
atemunhas
ligamentos dos seus contendores! De que outra ma
neira poder) e-Accionista preencher sai mis-Ao
I.111 vez de nos eaniagar tul
um erro.,
O Sr. Epaminondas da Mello :Nu foi erro, f.
.0 porque o podil fazer.
Ballhaur llamos Teiisin, pardo, casado, .",11 annos ; 1 imporUnta qanUe
espa-mo.
Florencia Maria da ConceieAo, prela, solleira, i",
anuo- : m le.lia interna.
Aalono do Carme barcal, pardo, casado, I", annos;
molestia interior.
Maria Julia da ItessiirreieAo, branca, ca-ada, 30 an-
nos : leridas no ulero.
Casco, em qualquer dos [
em que seja preciso eim
lados, a cu-la de gran le- -arrilicio
Alm de.te grave inconveniente, acraiee a Infe-
rior idade di marcha e desvainagem da duraeAo e
o, risco 1 qua esla ssposloi, comparilivimenls
ao oulro sylami raaii segare, ra melhoc msrehii
.1 mai- fcil separar.lo ; quer 110 micliini-mo, quer
nem deisa-ia desapeicebida, | "O casen
quenot porlos de escala,I a publ.ei la le, ella sabem caaligir, qm| osa eealan-
laqui i.;.erarios h-.bili- lores cuite ein eiro -o o 1. Acciui.|.. cu ,.
\. V. /..
/0ri*c>v<>ni5cttciti.
Scuhorc
a um S
inpie que
o pode-.em, a un cao deo ni. |io,lerem facer, das-
sem couiiii-sin sai lganos da vara, eo. paiorl.os
ou aos leiiad -. s-m exigir juramento, por ietetn>
peoa- jtiramci.lad.s.
Diz n embarradoque 1 jnri.prudencia cannica
nao almilloqne o juramaulo dato para o exerrirm
de um empreg., nrva pira qualquer oulro arlo a
qua aeja eharaade o em|.rega.io, a que ene prlncipra
vigora em tudas aa legi.|ci-i do mmi lo. |.|0 he de
na l.vra de direilo cannico, p. 1. nio late ama sn
"n'..I'1'.aver""-S""0 uem,,"ef """" deci-Ao.la.g..japaapomr, nem um. leg.sla-
1. qu detera uceupar-se do mira laiilu r uno co destaa de lodo u muil
i
\
<^


DIARIO DE PERNAMBUCO OUH.'A FEIRA 12 DE IIAIO DE 1858.
\K
i
V
\
v.
ord. lit. I. I. 2 il'i chanciller civil que fui a fonle do
diiu 'etpmenlo. Estes precedes p> rem so vigoram
pira n prnvnrient. s doi novot empregidua. A com-
mi'-ii nur o vigirio geni confn po sao etrrpre-
goi, nao drp-n 1em da juraminlo, porqaa tlu dadoi
a pesiois jarainentadas regim-se pelo I. 2 do regi-
nenlo SS l e 79. que n.lo isittem eemeliianle jota-
mente, o ernpregados que por e. mnii.-.v. cu por
impedimento dos junes aflo clumadoi a ejercer ligri-
mas luticc 9 des-as nao piulara juramento nem os
)uiies miimcipiei qm suuslilaem o de cintilo nem
os uipiioKi que subslituem os municipiae'. Tur
lia regra he que aa cominis-fies e subsliloicajes do
vigario gorel te devtm reger e n.lo pela da ord. liv.
1. I. J; 1 que ... traa dos novo! emptegos.
Nuuca lal juramento esigio-se doa parorhoi que |
receitiam rommisslo do vigatio geral ; he orna exi-
gencia nova, t.nto as-iin im sempre entendido o I.
2. do vigario geral gj 64 a 79, que o enibargado nem
na primeira e na eguuda initanria levantog scuie-
llianle duvida coitlia ai leslerounliat da embargante,
len lai ali*s alardeado que na primeira iuitancia a ana
dafne fui minciada por uin doa m..ii illusliedos
advocados do Braail e na segunda pelo que mala co-
ndece o p'inclpioa de jurisprudencia cannica e lo-
dai aa legislac/ies do mond >. Fo por lano o accor-
il.lo embarga lo que piimeiro auscitou esla dovi.la
coin a erruuaa e f .Isa applicafio do ail. 303 do III.
3 do chaneeller da reinlo melropolilana ao vigario
geni da Pernambuct, postergando o I. 2. do liga-
rle) geial do bispado que nos S, 64 79 o aotorisa a
dar cotnmisaS aem eligir joi menlo prranle o flian-
cellirda melrupule, que era exigir qo vel. lie poia materia nova que admits embargos I <
na chancellarla ord. liv. 3 III. 87.
( Conlinuar-sr-lia. )
cnos-Ayres20 dia*, paischo nglez Siplio,
Bude 206 toneladas, rapio Edwnie Blake, et|ui-1
pagem 10, cm lastro ; a orejera. Perti-nee a-
'ltmnili.
Navios sabidos no mesmo dia.
Araralyhia'e brasilciro Exhalar,o-.capilo An-
tonio M. AITonso, carga azeinlas o maii ge-
MrM< Passageiros, Antonio B. da Cosa e
Antonio Jor de Oliveia Castro.
Liverpoolpatacho inglcz aiaour, espitic A.
M. I.. Campbell, carga assuca o algodo.
Illias do Salbrigue ingli'z uArgisa, capitao I.
Teciiman; em lastro.
9ft>*0 S&iittJr^
n
c = 5
=. 5
2 Z
:.a;
< 2.2 a
3
M APPELLO A CARIOADE.
Estas actualmcato nesta cidade na ra do
AragSo n. 13, urna, rapariga donzella de 15
anuos pouco mais ou menos de idade, escra-
va, viu la do interior da provincia para ser
venilla, allm Je seus senhores poderem re-
mellar urna precisHo urgente. Vinio-la e
constnstamo-nos por nao pdennos por nos
mesmo arrancar ao captiveiro urra moga
branca, porquo ninguem que a vir,dira que
he par la, por isso e porque na desgracia
condieSo de escrava, e esposta a venda, po-
de a sua belleza e Innocencia desafiar os tor-
pes desejos de algum comprador : a quem a
qualidade de Sr. facilite a deshonra de utua
donzella, nos lembrainos de invocar a cari-
dade Irs peasoas bastidas,
I ivoeamos pois a pbilan'roDia dos Srs.
Antonio Marques de Araorim, Josp_ Antonio
de Uaujo, Francisco
-'J
D _
C C t9i
,< 3
iora.
Aln otfhtra.
m
Dirccflo.
V =S =
Iiilenai-
da de.
SI8S8
a Onl >rri^o
I- 9>t9CQD
il-*,i Mil nr.
iciSi'o I Fhrenheil
Ihjrrometro.
-i-i-i
I
I Barmetro.
I

< -i
, Pl
o 2
P'o
b
n
v.
k barca poitugueza Maria Feliz, sahe
impretorivelmento para Lisboa sabba lo 15
do corrente, as horas datarle; roga-se
aos senhores carregadores, queiram mandar
seus corihecitiipnljis al quart-feira 19, e
quem livor ronlas rom o mencionado navio
ti "ja de presenta las al odia U o nicio
da, na ra do Itrum n- !>, terceiro andar.
para set examinada comantecipacao, no
. | t'scriptorio dos Srs. Hotlic A BiJoulac, rua
do Trapiche Novo n. 12, onde lera" lu-
jar dito jeilao, quartafeira I!) do coi-ren-
to ao meio clia cm ponto-
JoSo Navier da Penseca Capibaribe, li.scal
da fieguezia deSan-Jose desta ci la de
I'aco publico, que em virttide da circular
que me foi dirigida pela cmara rnuoicipal
desta ci'la le datada de 5 do corrente, que
oprazo de dous annos cuneelido para o
cumprimento do art. -1 las posturas de "0 le
nove di bt o de 1855, que determina aos pro-
prietartos de Ierras devolutas dentro da ci-
dade. (.u mui prximo della. a te las mu-
Xavier' de Oliveira e radas, sob pena de mulla de 30s rs.. tem de
PARA O
CEKA'. MRANHaOEPARA'
O veleiro bngue escuna Graciosa, capi-
tSo e pralico Joao Jos de Souz. vai seguir
com brevidada aos portos inlicados para os
quaes tem g'aude parte da sua carga promp-
la ; para o i oslante a tratar com os consig-
natarios Almeida Comes, Alves & C. escrip-
torio na roa da Cruz n. 27.
PARA O RIO DE JANK1R0
segu com muita brevidadoo b'igue Laura,
po le.r parte de seu carregamenlo prompto :
para o resto c passageiros, podem enten lor-
io com o consignatario Antonio Luiz do Oli-
veira Azoverio.
50ME GlTFaCACiO'-
^'o dia do corren'e mez dosapjarecci Ai
de un dos pos, no an lar firma-.su as pon-
as dos meamos, deleito que lhe ficoo das
bexirfas : reoommenia-se sua apprelicnsao
as autoridades policiaej e aos capities do
campo e pessoas do povo, da-se a gralilioa-
i;3ode 50f, enlregando-o em Rio l'ornioso a
Joso de Souza llarreiro, ou nesta cidade a
los Antonio da ('.mina (^ I rmSos, ni rna da
Madro de Daos n, 3i.
l'redorici los ReJjnay, sub lito brit-
nico, domiciliado na cidade da l'arnahiba
provincia de l'iauhy. presentenipnlo aboleta-
do em casa de seu "amigo l)r. Hibeito,retira-
se para a F.uropa.
Illm. Sr. ])r- Caspsr de II. V. de Iirum-
rnond.-Despjo que V. S. tenba a complacen-
cia de declarar-me por este jornal, quaes os
assiimptos sobre que love ao seu conlioci-
menlo, e pelo qim conslttuio-sa V. S. meu
advogado, e em que poca ; assim como em
que p se aclia dita questSo. Isto necessito
para com precisao if.nl r a inoi dide la de um
escroptao ve*titiioS3 que por de meis me in-
commoda.
Francisco Serilico Assis Vasconcollos.
- F-rcctsa-sc do uina criada, quo engom-
me porleilaini nto, o faca mais alguns sni-
cos ; pagase bem na rua de S. Rita n 27,
segundo andar.
I'rccisa-so alugar um casa na Roa-Vis
la, ou em santo Antonio, sendo as ras
IUO I1C JANEIRO.
Brice .Librala: para o resto da carca, aataa-11?e ate hoJe usti' admittldos, um helio
o.i no forte c l>oa construcv.'io c exceU
entes vozes, alguns cscravos de ptima
oulros ino^m negociantes desta praea, cr- espirar no dia 16 de julho prximo vui i. u-
jos sentiuientos patriticos e humanitarios ITO. E para que nSo haja ignoaucia, lavre o
nos animam a esperar ; que com > nos te- Presento, que sera publicado polo Otario.
nbain horror a escravidao, afim de que pur
si c pelos seus amigos contrihuam para a li-
bertada desta misera (onzella.
Invocamos ainla a pliilanlropia dos Srs.
negociaoies estrangeiros. Esso proce lmen-
lo da parlo de pessoas 13o qualilicadas, ser
tanto hus sublime e digno de elogios,
quaoto he essa rapariga, unta pob>e desval-
li li at hoje, e que a nao ser o favor espe-
cial da Providencia, lera de ser arrojada bem
de pressa ao abysmo da 4deshonra e da pros-
lituicfio.
As sociedades necessitam deaccOesdestas,
e o sent mente, miral e a religi.to parlicnlar-
menlo, exige sobreludo para mostrar que
aiuda vivemos sob o imperio da razSo e
da jusligi, e que n seculo actual d3o rene-
gou de todas as crencas suaves, e elilican -
tes decaridade e de amor do prximo. Es-
i r vinos sob a impressSo deslas tJetas e
segundo os impulsos do coracSo.
O Catnolico.
FiscalisagUo da freguezia de San-Jos 11 de
malo de maio de 1858 Joao Xavier a Fon-
seca Capibaribe.
<&>m*4W2l4.
IRACA lli) RECIFE. 10 l>E MAIO E 1858.
AS 3 HORAS UA TARDE.
Colares olllciaea.
Cambio sobre Londres25 l|1 90 d|V.
Descont de letras10, II 12 130(0 ao anno.
Dito de dilas de S meza12 0|0 ao auno.
Assucar mascando2?i60 por arroba.
Ola II.
Cambio sobre Londres25 l|i IH) d|v.
Cambio labre u Porto105 0|O 'JO d|v.
Cambio sobre Liiboa110 U|0 bU d|v.
Asiiur masca* do americano bem2)400 por ar-
roba.
AMucar mascavado americano 251HX) por arroba.
At>ucar matcavado purgado2500 por arroba.
Assocar aomenos3^050 por arroba.
Orkcoiilo de lelras10 (l|0 aa anuo.
Fred. Itobilliaid, prest lente
V. Uorgea, atentarlo.
CAMBIOS
Sobre Londres, 2 3|i d. por 19 a 90 i v.
t Paril, 380 r. por Ir.
e Lisboa, 105 a 110 por cenlo de premio.
II'mulo do leltrai, lili |-j por cenlo.
UURUOncas hespauliolas. 30$0O0
Ollas meiicanai.......319000 32{ Pecas de ltilH'. 179000 18O00
Moedaa de U9OUU 9|300
Dilaa de 209 ... 'OgoOO
PRATA.Patacdea braiileiros. J08 281 rO
Oiloa columuariie. 29O8O 29II1O
Olios meiiranoa I9KOO
ALFANDECA.
Rindlmenlo do d>a I a 10. .. .
dem do 111 II. .... .
127:287j9.)0
11:70690."):!
138:9'.ll-(Ki:l
Descsrregam hoja 12 de maio.
Barca inglesallermioneferro e carvan.
tirigue brasdeiroO. Luziadiversos geoeos.
Male braileiroInaeutivelidem.
MOVIMENIO A ALFANDEA.
Voluraes entrados com fazen ia.....
* com gneros ....
Total
Volomes sabidos com (ar.endas
e 1 lom geueros
15
229
21
172
221
393
CONSEI.HO ADMINISTRATIVO.
0 conselho administrativo, em cumpri-
mento do art. 22 do reguiamento de 14 de
dezemhro de 1852, faz publico, que foram
aceitas as propostas de Francisco Maeiol de
Souza, Manoel Ferreira Mello, e Rolrigues o
Rihoiro.
Ol. 1181 pares de sapatos feitos na pro-
vincia a 1?700 rs. o par, para diversos bala-
Ibcs.
0 2." 300 p res do ditos ditos a 1s760 rs
o par.
03 1 bandeja pequea por IOOO, 3 cas-
ticaes de latSo a 19500, para o assistenle do
ajudaule general na provincia do Ceara, e
para o me 10 batalhan da Parahib ; 6 resmas
de papo! almaco a 39200 cada urna, *00 peo-
nas de ganso a razSo de 1C600 o cenlo, 6 du-
zias de lapis a razSo de 320 a duzia
O conselho previne aos senhores arima
mencionados que no da 11 do corrente as
10 horas do dia deverSo recclher os objeclos
comprados.
Sala das sessOes do conselho alministra-
tivo (.ara roinecimenlo do irsenal de gunr-
ra 11 de maio de 185S -- Jos Antonio Pin-
to, lente coronel vogal servinjo de secre-
larto.
CONSELHO ADMI.-MS RA I Vi.
0 conselho administrativo, para orneci-
moulo do arsenal de guerra, tem do comprar
os objeclos seguiotes :
Para o alacio da presidencia.
Velas estearinas, iibras 2v8 ; pavios, du-
zias 12 ; azene de coco, canudas 60.
I'rovimenio dos rmazent do almoxa
rilado do arsenal ue guerra.
Caigas cura Mitas de Henares umdno d
marca cruz 6; rame de lalao de n 13, ar-
roba 1 ; presos caxaes, milheiros 10 ; li-
vros em branco de 150 tollias 6 ; ditos de
dito de ditas 8 dito da dito de 200 di-
tas 1 ; ditos do dito de 80 ditas 2 ; papel al-
maco, res 1 as 20 ; dito de poso, dilas 10 Os
livros cima podidos devem ser de papel
paulado, e ter cada folha 15 pollegadas de
com >i menlo e 10 de largur.t.
Quem quizer vender esies objeclos apr-
sente as suas propostas em carta lechada na
secretaria do conseno, as 10 horas do dia 18
do corrente.
Sala dassessOes do conselho administrati-
vo para fornociment do arsenal de guerra,
1 de maio de 185JJ. Rento Jos Lame-
para o resto da carca, pasta
S'iroa, ele, Irala-ae eorn Caelaoo Cyriaco da Cotia
.Moreira, na rua da Cadeil da Recite 11. 2, ernnsiro
-dar.
II
Total
CONSULADO GERAL.
Reudimiulo do dia 1 a 10. 37:3511580
Idiin do dit II....... 6:42ltO:t5
'i3:772vG15
DIVERSAS PROVinCIAS.
Rendimenlo do da 1 a 10. t:.V>'.>.-H0
dem do dia II....... 2109602
companhia
Per ainhii ani.
O vapor nacional Persinanga comman-
danto o segundo tenente J. A. Morpira,sabir
rara os portos dosul de sua escala no nia
17 do crreme, recebe carga al o dia 15, a
qual devota ser de ositada no armazern da
companhia acomnanliada dos cmprenles
despachse conhectnientos que ser3o en-
tregues 110 dia 17 pela nianbaa.
lJnr o Kio de Janeiro
O patacho Beberibe, pretendo seguir cen,
muita bicvidade, para o resto de sen carre-
g'ment trata-secoii o seu consignatario
Antonio Luiz de oliveira Azevedo, rua da
Cruz n. 1
l'ARAO RIO DE JANEIRO.
Preten le seguir com muita brevidado o
brigue Fluminense, tem parle do sen carre-
gamenlo prom.ito, para o resloqoe lhe talla
trata-so rom o seu consignatario Antonio
Luiz do Oliveira Azevedo, rua da Cruz n. 1.
Hura o si jo Grande do
Sl,
O brgue Adolpho segoir com brevidade,
por ja ter p.-.rle da carga prompia : os pre-
leudeDles para o resl". po leiu dirigir-so ao
escttpt'irio da rua do Trapiche n. II, para
tratar com Manool Alves Cuerra.
Ri
de Janeiro
Segu com muita brpvidade o palhabotc
i'iedade ; para 0 rosto da carga e passagei-
ros, t-ata-so com Caetano Cyriaco da C. M.,
na rua da Ca lea do Recite "u. 2, primeirn
andar.
O brigue portoguez Relmpago segu
para Lisboa no dia 2't do maio ioiprelerivel-
mente : para o resto da carga e passageiros,
para o que tem acolados comuioios, trata-
se com os consignatarios Thooiaz do Aquino
Fonseca 4 filbo, na rua do Vigario n. 19,
primeiro andar, ou com o capitao na praqa
RIO DE JANEIRO.
A veleira tiarca nacional Helena, segui
com brevidado, por ter ja engajada grande
parle de.sua carga ; quem nulia quizer car-
regar, dar escravos a froto, 011 ir de passa-
gem, ,ara oque tem cxcellentes comino-
dos, trata-se com Braga Anlunes cm seu
eseripiorio. rua da Madre de Dos n. 3, pri-
oioiro andar, ou com o capitao na praca.
Pura a li ln',1.
Segu a sumaca nacional II irtencia com
a maior brevida le, por ter dous tercos de
sua carga : para o resl, os pretndanles
podem diri0'ir-s^ a seu consigostario Amo-
nio Luiz de Oliveira Azevedo.
Para o IIio de ./aueiro
Sogue viagpni com a maior brevidade n
bem conhecido brigue nacional Tres Ami
gos, por ter parlo da carga prompla ; para o
eslo, ou pas:geiios, para o que tem
cellentes commodos, podem enleoder-se
c 'rasen consignatario Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo.
LEILAO
HOJE
PELO AGENTE
Pestaa.
O agente Pestaa honrado com a con-
Uancado Illm. Sr. Luiz Jos de Sa' A-
raujo, que se retira pata Europa, fara'
leilo hoje pelas 10 horas da manliaa na
casa de residencia do mesmo Sr., rua do
Brum n. 22, de toda sna mohiha ornatos
e mais utencios de uso, proprios pelo
hom estado em pie se acham, pira de-
coraco de qualquer casa de elegante e
apparatoso tratamento, constando
DE
Ricos e Iiem acal.ados consolos, sofs, me-
zas, eadeiras de balancO, ditas .le bracos,
ditas simples, camas, guarda vestidos,
marquezas, lavatorios, mesa elstica para
antar, aparador, guarda loara, comino-
das, carteira e outros muitos oijectos das
mclhores madeiras e mais lindos modelos, 1 principaes, o que tenha comino los para fa
milla ; na rua das Cruzes n. 2, seguirlo an-
dar.
Olerccosc um rapaz brasileiro para
caiseiro de qualquer estabecimonto, menos
taberna, dando preferencia caixaria dos
reccbedo'es dcassucar, por ter muita pra-
tica ; quem precisar appareca na rua dj
Queimado, loja de Rodrigues lavares, que
acnara a qualquer hora com quem fallar.
Mouleiro Lopes mudaram sua resi-
dencia para a 111a da Cadea n. 30.
Belarmino do liego Barros vai a Euro-
pa con sua mulner, e na sua ausencia, d-i-
xa por seus bastantes procuradores, era t
lugar o Sr. Vcrissimo Jos Moreira, quelica
na gfl'encia de sua casa ; em > lugar seo
sogro o Sr. Joao Jos de Carvalho Moracs; e
em 3 sin pai o Sr coronel Joao Joaquim da
Cunlia Reg Rarros
ASSUGs.lt.
A retinara de assucar crystalisado, pro-
finado commum, inudou o sea deposito da
ruada Cadeia do Recite n. 30, para o caes
nov i dfl Apollo.
--- Precisa-se do um portugnez, soltei-o,
ilbo, e experiente no servico de carneo,
,ara feiloria do um e -gento na freguezia
de TraCiinher, o que nao ignore a vida do
caniponez : a quoai convjer dirija-se a casa
do Sr los do Reg Pacheco, iravessa ila
rua das Cruzes 11. 8, que Iho dir quen pre-
tende tratar esse negocio e pagara muito
bem, contorne a sua aciivida te
;_;. O Illm. 8r. provedor da sociedade $a
_, Ortodoxa o I.literaria Aiior Ca- i*
';.'. rtdade inania con vi la 1 os Srs. socios
''J para comparecer buje as horas ''
:.y da tarde no palacto da rua da Prail
"; pose do novo conselho que te:n
y; do reger a sjciodade no carrentean-
' IH\ a .K'u'r. ma n \ < 1 i ...
(gura, umcolre de Ierro, (piadros, can-
delabro, lanteruas, castijaes. tapetes,
candieiros, linissimos apparelhos de por-
cetlanadonradac lisa, nm cabriolet com
cohertae lodosos demaespertences, pia-
la em obras, e tima ininidade de objeclos
(pie deixamos dcenumerai para naoscr-
mos|rolixos.
Leilaodcb.?4^t s
Segiiiiila-feira 17 do cdi-
reiita
PELO A.GENTE
Pestaa
'l agente Pestaa (ara' leilSosegunda-
feira 17 do corrente pelas 10 horas da
manhaa, a porta do aima/.em do Sr. An-
uos defronte da alandega, por conta de
quem pertencer
,)E
VOO gigos com batatas 1 ollande/.as.
Leitao.
rente.
PELO AGENTE
Festona
O agente Pestaa autorsado por urna
pessoa que se retirou para ("ora da pro-
vinoia Tara' Icilio seAta-leira IV do cr-
lenle pelas 11 horas da manh3a no se-
gundo andar do sobrado por cima do bo-
tequim do Sr. Paiva
F.
urna completa mobilia de Jacaranda",
contendo solas, consolos, mesa redonda
com tampos demarinore branco,eadeiras
de bataneo, ditas de Iliacos, ditas sim-
ples, marquezas, lavatorios, eadeiras e
mesa elstica para jantai, de escolhida
madoiru de ainarelio, um rico piano e
diversas musicis, tapetes, escarradeiras,
1.inleinas, jarros, i elogio de parede, loa-
(;.ts linas para jantar e para clia", copos,
jrralas, callX, compoteiras de crvslal,
tren* de cosinliaetc., etc.
Preclsa-se do um cralo ou urna criada.1
para urna casa de familia, |quer forro quer|
captivo pira servigo tanto interno cono n-
Rio Pormoso,esuppoe-se ter viudo rom di-i ter" : a quem s-rvir dirija-se Capunga
recclo a esta cidade. o escravo crioulo de I Ve11"1 casa da Sra. viuva Lasserre ao p da
19 a 20 annos de idade, eor fula, corpulento,' J" -Sr- Bonifacio que achara com quem
leni bastante o vtisveis signaos de bexigas e tral,r-
urna cieatriz s jbre a jjnia do dlo gtan I .~ Eoabawo assignado declaro que.teridoj
r.,inba lilba Mana da Aniiunoiacao .ira con-
Dado-mea guardado urna letra aceita pelo
Illm. Br. Dr. Filippede souzs.|.orio,da quan-
tia de 1:000/a vencer emflm do margo de
I8i! quantii proveniente da venia de urna
parle de um oscCavo que Iho fez a mesma
minha ti I ra. a que por conveniencia deixou
em poder do mesmo Sr. Dr conteceu que
m'a roibassem do una gaveta onde eu a !
conservava com segranos, por isto rogo a ,
qualquer pessoa a quem ella for aprosenlada
nSo a des-oute : e ao Sr. Dr Tilii-po de Sou-!
za i.eo nio apague no da de s-u veneimen-
to a outra pessoa qu n9 > seja aquella mi-
raba Giba.Calende 3U da abril de 1858.--
Manuel Ignacio de Lira.
No dia 12 do corrento tem de sarem
arrematadas 4 moradas de rasas terreas na
roa dos Pires ns U8, 36, 38 e *, na prac
do juizo municipal da segunda vara, depnia
da audiencia, por exocucao de Manool Joa-
quim da liocha contra a viuva o herdeiros
do commendador Francisco do Carvalho
l'acs de ,vn Ira lo : os licitantes compare-
?am no paviaiento terreo do ediGcio, onde
trali.illia o jury .
Antonia Francisco Galarl, vai a Europa.
Jos. FrauciscoCoelho de Goesi Brasi-
leiro adoptivo, vai a ciJale do Porto, tratar
dos seus negocio?.
--- Jo5o Raposo dos Sintos, l'ortugucz,
retira-so para liba de S Miguel.
O abaixn assignado acha-se no BXerci-
co da subdelogscia da freguezia do S Fre
IV 1ro Goncalvea do Recite, o suas su liencias
conlinuam ser as tercas e sextas fe; as as
Id horas do-lia, na casa de sua residencia
roa da Moeda segundo sn lar n. .
Guilbermo Joso Pereira,
) Ti iumpho do
PHC di; Mi
S. !
t)*
o
no, e espera que n.o faltom.
O e.scnvao,
M J. S; 1v ira.
::
t j;t
Novos registros em fo-niMo grande e co-
lor lo lino, ocio modelo da imagem que
existo na igreja a senhora da IVnlia, dos
quaes se devein prover todos os devotos lo
mez Mariano: no atorro da Roa-Vista, loja
de miudezas n. 58, nica parteaondo os ha.
Precisa-so de um caixeiro de 12 a 11
annos para la lio.-na : a tratar na rua Direita
n. ai.
Qnarta-feira 1-2de maio correa lote I da
provincia, esli a venda no aterro da lloa-
Vista loja n 6, btlhelos intuiros e meios, os
freguetes encontrarSo l'oejpara sedlas.
Precisase muito fallar ao Sr. Jos de
Almeida Lima, mestre da baicaca I 'nio
Conslanle, por isso se lhe roga o obsequio
de comparecer na rua da Concordia casa de
Manoel Firmino Ferreira.
Lotera
DA
provDcia.
LVa livraria n.6c 8
da praga a Independen-
cia precisa-sj fallar ao Sr.
Defaii, que iiiorou na rua
do Aiaao e teve na re i
eiria.
- O deposito principal
dos utaia alainados cliaru-
tos da Balia do Sr, Gus.
tavo La por te, aclia-se de
lioje em diante em casa de
Scapliletliu tC, rua da
Cruz n. 38.
O Sr. Sebastian ATmso do Reg Bar-
ros, faca o favor vir a loja da rua do Ouei-
mado n. 10.
Precisa-so do urna ama que saiba cozi-
nhar o engommar para casa de pouca ramt-
ia: a tratar na rua do (jueimado n. 11,
loja.
Tu.la pergunla tem risposla, mies do dia -20
le maio, o puldir.i Reara saliendo quem ha o dono
tnli-rril da c.cluri apprehendidn no presidio do
Fernn lo. Recife X de maio da 1858.
AVISO AO COMMERCIO.
O baiso asmna.lo Tai cenle n pablirn, que
deisoo de trablhar eom o Sr. Franco, no serviro
-Ja lauaeiro na alfaiuleaa ilesla cidade, desde o da
> dn curente. Hecife 8 de maio di 18J8.Joa-
qun! dos Santos.
Taberna.
Fa/.-se negocio com urna boa taberna com
pouoos fun los, no barro de S. Antonio, a
qual vende muito para a ;;rac, e as fregue-
ses do malto quasi todas a diuheiro Faz-
seeste negocio em consequoncia do dono
ter-se de retirar para o mallo : quem pre-
tender aununcie.
-- Precisase do um forneiroque seja pe-
rito no seu olli-io ; paga se bem agradando :
a tratar na rua oo Amorim n. 48, ou cm
Olinda, padaria do Varadouro.
Malachias de Lagos Ferreira Costa
t'Biisforio a sua residencia para a rua llalla
n. 14
.' 3-
1:8IK1;0SJ
DESPACHOS E EXPORTAGAO PEI.A MESA
DO CONSULADO DESTA CtADE KO DIA
II DE MAIO DF. 188.
Liverpool barca infiera Tasa) o, divers-n carre-
a:a iore, 1110 sacras algodAn, i.oo sacci.a as.ncar.
LiverpoolPatacho mul/ uCiaouru, James Crah-
Iree e< C., 1 sacca aluo-lo.
CanalPaladn ingle oO"l> Son, Soutlial, Mel-
lors & C 800 sacecs .ssucar.
liibralUrllnuur inele Amia Marine, N. O
Bieb'r .\ C, 1,200 sacros a'sucar.
Ilusinbarca americana .iNorlliuod, llenry Fors-
ler 6c C., 600 sacros anaear.
ValparauoBarca belgl Uralion, Ainniim Irmaos,
1.500 saceos a--.ic,n.
LisboaPaladio nac oual OMlaafaa, diverso! car-
regadores, 701) saecus as-ucar.
Porlo(i -lera p.>rlnuoea Flor do Porto, diversos
earrega lore-, :lil pipas echaba, I j burilas goiDma
10 barra e loa sarcos issocar.
PorluI'. I,din porlugo'z Canies, diversos car-
regadores, 611 barra e 31 sacci>s aasatar-
PorloUiKue purlugner. Ainaln la, Manoel Joa-
quim Hamos e silva, 50 saceos assucar.
PortoBarca poriaguea Fernandes lo, Carvalho
i\ lrniA, .)< cascos niel.
Rio da PralaSumaca hespanliola Esmeralda,
Novis i C, -H) pipa ras.ee.
EXPORTACAO"
Ciara', ltate nacional aNovo Olinda, de 85 lo-
nela-las, conduzi o seguinle : 892 volumes mer-
cidoriai esirinaeiras, III ditos ditas nacional!.
LiverpoolP-lacho initlez oGisoura de 2:1 i to-
neladas, cooduzio o seguinle : 1,400 sicens com
7,000 a< robas de assucar miscva.l, :78 saceos com
.2,080 arrobas IM lii.raa de algotU*.
Ola I E-cuna sueca aldna de 2U6 toneladas, con-
dono o seguinle : 2,100 saceos assucar.
LisboaBrigue portugus nl.au III.. da 288 lo-
neladaa, couduzfo o seguinle : I.0.50 saceos com
5 250 arrobas de assucar bramo, 1,;)50 ditos com
6,750 ditas de dito msrava(t<-, 65 cascus niel.
A'ar-l-Hule nacional E\halA(Aua de 87 tone-
ladas, cooduzio o seguinle : 2J6 volumes meicado-
rias esliai.gvira*.
RECKBtDOKIA DE RENDAS INTERNAS CE-
RAES DE PERtlAMBUCO.
Rendinoeoto do dia 1 a lo. I0:7-23I09
Idim do da II....... I:li52-;!K)5
nha Lins, coronel presideulo Jos An-
touio Pinto, leneiile-coroiiel vogal, sarvindo
de secretaiio.
Conipauliia
DO
Beberibe.
.No Icndo tido lugar hoje a rcuniao coi
assembla (eral dos Sis. accionistas an-
nunciadu, loi marcado novamentc o da
18 do corrente pula nina hora da tarde,
para essa rcuniao no escipiorio da com-
panhia rua do Cahuija' n. Ib, aliin de Segu para Lisboa ale o dia lodo
eleger-sea nova administracSio e cornmis- corrente o patacho nacional Constaoca.
sao de c\ame de conL's, bem como de-' por ter maior parir do sen carrcpanicii-
cretar-seo pagamento do20". dividendo
Sao previniaos os Srs. accionistas de
queso ellcctiiara' a sessao cm assembla
geral com qualquer numero de votos que
se reunircm de conformidade com o ar-
tigoadditvoao I ti- dos estatutos.
Escriptorio da Companhia do Beberibe
11 de maio de 18.">8. (luitherme Selle,
tecreterio.
O
I):
SANTA ISABEL
2>.'ni:(.iT\iii\^i\\Ti!iu
EMPREZ AGER M \NO
QUARTA-FE1RA, 12 DE MAIO DE 188.
Sulni:.' a' cena o moil moral, scellanle, e sem-
pie applaU'tido .Ir. n.a em 5 Iflol e I prologo, escrip-
|o |. lo di.huelo I lie-alo, o M. L. A. Buurgain :
ega
lo prompto : para o resto trata-se com os
seus consignatarios Basto (\ Lemos, rua
do Trapiche n. 17.
QUE
JA TE?E E AGORA NAO TEM.
Na Am do prologa as Srs. Ilunchi c Padi
laiao o lu I.. duelo da opera
ATTILA
terminara u espectculo :um o ultimo aclo do
Jiaiiia.
Carne-jara' as 8 horas.
Os bilheles ailiam->e a' viuda no escriptorio do
lliealrn.
Ceara' <; Mara-
nliao
O bem conhecido brizno escuna Laura si-
hir .inipieleiivclmi'iil.' no da 22 do corre-
le com a earga que tiver a bordO l os pie-
tondeiiles o passageiios, cntendam-se com
J. H. da Fonseca Juuiur, na rua do Wgario
3 RIO DE JANEIRO-
segu por estes das o brigue Koliit Desti-
no, por ja ter part do carregamenlo, quem
no mesmo quizer carregar dirija-se a burdo
do mesmo a tratar com o capilo ou no es-
criplojio de Manoel Conyalves da Silva, rua
da Cadeia do Recita
Engcnheida
POEMA DIDACTICO-HEROI-COMICO
pelo
JJr. Jos Ferrari.
Acaha dechegar da llahia, a presente
obra, cujo prineipal lim lie mostrar a
importancia ea influencia que tem, so-
hreo piojjresso da sociedade, um enge-
n'io de fabricar assucar. Seu autor com-
para c ssiitnpi i de sua obra com todas
Jas fabricas que no Brasil existen!, e poe
patente quenenhunia da maiores resul-
tados, nem sustenta mais o cotnmercio.
Jo queo engenho de assucar. Acha-se
i' viuda na livraria da praca da Inde-
pendencia o. lie S, por S.s'OOO rs. dous
volumes de liella e ntida impressSo.
O BUOGET
ni
DBDC .'Ti. 2SsS D B -
Acaha de chegar de Paril LE BUO-
UET DI BRASIL Ol, RECHERCIIES SI K
LES KESSOUKCES DE CET EMPIRE,
DANS LEI'RS RAPPOBTS AVEC LES I.N-
l'ERETS i:i lioi'l l.NS DI CMMERCE
i; DE LEMIGBATION, pelo conde Au-
gusto Vander Straten-Ponthaz, 3 volumes
em 8.- francez, eom diversas cartas e re-
tratos das principaes personagens e pro-
vincias do impeli. Esta obra be a que
mais conven aos senhore? acadmicos do
quintoannoda Facilidad" de direito, pelo
bem que desenvolve todas as questftes do
dircito administrativo. Vende-se na li-
viana ns. 6 e 8 da Praca da Independen-
cia por lO.sOOO.
..,.,... i--:.-O-:;;-; :--:; : O aba.w ass.gnalo declara qoe.do hoje
- Prccis-s.. de, ;,. non,,. -,.hs m ,'llaMl" c""<" hilh.-l.-s de loter.a reco-
pralica do enferman., para um entrando "' ,? Cm ,!o ('""1" ,lc "i0 Por reill S0J'
quil for a iiuant.ta : na rua do Cnllegio n 21.
P. J. Laymo.
Itecobi dssSras. herdeiras do Tallecido
Norberto Joaquim Jos Guadas d5; por sal-
do de ojotas durante a minha geslao no es-
iabelecimenta das masmas senli.iras, licsn-
| do o mesmo estabeleclmenlo dezonerado e
sem mais algoma responsabilidade para co-
migo Recite io de maio do I88.Manoi-i
Maxi lao Guedes.
Na rua da Cadeia, defronte da RrlaQHo
n. 2S, alugam-se e ven loji-se superiores bi-
chas haniburgiiczas.
- Precisa-se le um rapaz para criado : a
tratar na rua de Apollo n. 21.
i Lotera
DA
Provincia,
Corre quarta-feira 12 de maio.
l>- L yrae.
;;s m FRMCKZ. I
muito perlo desta praca : na rna da cadeia
lo licite n. 36. prmeiro an lar.
."VSBsaWSsBaBalSbBSLHrSe..^ ArUJM"JBJLi ~TW,
\ .-.ocelaJo Oitlioiosa e l.illerar
Amor s Caridade agradec" cordial-
mente a todiS as pessoas que tssi-.li-
ram a missa e memenlo quo a rnesm.i
mandou celebrar pela alma de seu mui-
to charo socio honorario o pair mes-
tre loa i Capistrano .le Mendonca, o
particularmente aos lllnis. Sis. capi-
15o francisco Camello Pessoa, presi-
dente da innandadi de N. S. da Con-
ceicSo dos Militares e lanciito Ignacio
Antonio Itorg-s, Ihesonreiro da mes na
pelo zelo, prom?ltdao e benignida-lo
que liveram, prestando so a lodosos
podidos foi tos pela sociedade
O provedor.
F R. Ou i ti'piro
X h j.
I9s37fi90t4
CO.NSCLAO PROVINCIAL.
Rindirnenlo do dia I a 10. 21:462/693
dem do dia 11....... i:00;700
2S:i753'J3
QBtwhmmm '&? posto*
Navios entrados no dia II.
Rio de Janeiro 17 das, patacho nacional (lAn-
na, de 181 loneladas, rspitao llnmtngos II.
Mafra, enuipagem 12, rarga 400 sarcos rom
farinha do mamlioca, e mais genero! a Tas
Irmaos, l'erlence a l'ernanibuco.
caile popular
HASCVBAS E VlIAMASIA
PALACETE DA RUA DAPRAIA.
QUINTa-FHBX 13 DE MUO
A pedido haver baile reste dia com rom-
pa e biilhantsmn ; os cartOcs de ingresso
estarflo a ven la no losar dOCOSlunie no dia
dodiverlimento, o qual deve terminar as 2
horas.
Le19,o (t; mobilia.
SEM RESERVA.
O flsenli liorja, cm o son aniiao armnzem, rua do
Coltigiii n. |j. fara' IclSo por conla de urna pi.soa
que lia pooco reliruu-se para a Lurupa, de urna p\
relenle mobilia .le jar..randa' guarda roupas, c.nn-
inu'las, opllma cama f.an.-e/a, loiliiea, I.valoras
.ni can- ,u,n P"lf- mesa* de janl-r. goarda l.iuca. aparado
I res, snobilia desala interior a de qoarloa elrai
abril avul.as da maroioiiria, ean-lelabroi e laalir-
natdavidro, liaos di porcelana, figaraa e inii n-
teiles de sala, rel.-sius de parida e .le cima de mes,
candeeiins Ingllles, apparelhoi ile porcelana para
almocu e jaulsr, .1 loi ordlsiarloi |.h.i o diariu de
casi, vidros coin|>lclos psra servir., do mesa, ulen-
siii s de casa, Irma de co jecl.-s, ilr. ; usim cnii.i lambim dr' lilla de iiiom
immensida;ie de artmos diaTennle, rsi-lenie< na
dito anaascni, iaelusiva nm rieo lualie, proprio p--
ra ala de ilasila, consislorio ou oalro qualajar sa-
lla ; os qua-s objeclos com o?, demai* anmi mtn-
riouados, sarao dibailivamaoli (endldos nm ro.er-
va algoma : mil feira, li do crtente as II huras
em ponto da manilla.
Leilao.
O agente Oliveira fara' lei'So, por or-
dem dos idinnnstradoixs, e consenso dos
credores da extincta casa commercial de
Deanc Vonle s C nesta praca, de todas
as di vidas activas de conta deiivro, e le-
tras pertencentes a mesma em liquida-
cao, e cuja relacjBo existe evpressamente
Joaquim da Silva Copes, declara a quem I
pretender comprar a II Miar lino Francist l
do Azevedo Campos, como procura lor de!
Sancha, a casa terrea entre as duas pontes
na Capunga defronte do sitio do Sr Dr. Fir-
mo, cuja casa tem porlUo de ferro.quo a dita j
esa lhe est hypolhecada por Jos Simio e !
sua mnllinr I). Tliereza de Seixas, feita n o I
anuo de '816 pelo cartono do escrivao Jo*e
Alejandre Ferreira, langa ta rio cartorio to
rpgisto das hypotlieras pelo escrivao Anto-
nio da Silva Cusmao Jnior.
Madama Prire com sua familia faz pu-
blico que reiira-t'-se para lora da provincia
-- Precisa-se de don caixeiros para fura
-lesta provincia, sendo de 12 16 annos le
i lado e com pralica de negocio : a tratar na
rua da Cadeia do lierif.' loja n 95.
-- D-sedinheir.i a juros sobro penhores"
-li' ouro : quem precisar dirija-se a rua da
Roda n 34.
Da-se diuheiro a juros razoaveis sobre
penhores de ouro ou prala : na rua Augusta !
n. 48.
O hachan-1 Caldino Ferreira Comes,
nm Ion sua resitencia pira a rua da Cadeia
desta freguezia segando andar o. 15.
-- Preeisa ic una ama; para casa de
pouca familia : na Boa-Vista roa do Sobo,
casa prxima ao sobrado novo.
io !iBa(.r%Bttismo
* 1' n:l i..'ii:ni,.i\ lenlisla ,r ua.N'nva n.il t
;,J na mesmacasatem auua e piit.linlrifici. 9
Antonio l.olte Pereira listos transfi-
ri sua residencia para a rua do Apollo n.
16, segn lo an lar.
-- Pa praca da Independencia n. O, tira-
se passaporte e corre-se folha, por preQO
com modo.
Precisa-se de O*1; a juros de 3AJ0 so
rrez, danio-sa por garanta una escrava
nioca : quero quizer fazer scmelbante nego-
cio, annuncie sua morada para ser procu-
rado.
Victorino de Almeida (tabello, com-
tir.iu para Domingos Jos Barb isa, a posse c
eutencilios lo deposito da rua do liangel 0.
73 ao Sr Jos Aivcs da Silva Reg, livroe
. Bsemberagado.mas se alguem se julgar om
direito ao mesmo compaieoa no prazo de
i es -lias na rua do .ol canto das Flores,
frente do porto das Canoas n SI, taberna, c
lindo ns Iresias rrderflo todo o direito que
possatn ter no dito dppo-ito.
Arrcnila-so o sitio que f..i do finado
Acaba de ebegar a nova loja do miu lozas' Vnloni '-'no, na estrada quo vai de anto
do aterro .la Uoa-Visla n 82, quasi confroil-| X n*ro. I"""'1 Belem, conten lo grande casa le
Precisa-se comprar urna arto ingleza
por Jaku', qu -ni a tiv.-r dirija-se a rua dos
Quarteis sobrado n 14, segn lo andar, ,quo
achara quem a queira
Conipra-se urna pronriedade tita em alguma
das principis ras o'isla ci.ia.li, e que renda pou-
cii mais ou menos jtOjOUO n. anuuaes, estando o
predio em linn uladu, e desirobarasiJu; quim
quiter, Irali na rua da Crin, eseripiorio n. 19.
Compra-se ellectivamenle Dronze, lao
tilo e cobre velbo : no deposito da fundicS-
la Aurora, na rua do Brum, logo na entra-
la n. 28, o na mosma fuudicao, em Santo
Amaro.
Compra-se cffecti va monte na ruadas
Flores n. 37, primeiro andar, tpolicesda di-
vida publica e provincial, accOes das com-
panhias, e da-sc diuheiro a juros em gran-
des e pequeas quautias sobre penhores.
Comiram-so pecas vclhas de I69 por
17?, opat-c6es moxicanos na praja da In-
dependencia 11 40.
- Compram-se 2 cscravos que sejam pe-
ritos padeiros, paga-so bem agradando : a
tratar na rua do Amorim 11. 48, ou cm O.in-
da, padaria do Varadouro.
Vende-se urna mulata -lo 22 annos,
com urna filfa do 7 mez-s, cxcellenle en-
g.immadeira, coslureira e cozinboira, faz lo-
do o servico de urna casa com perfekSo : a
tratar na rua da Cadeia do Recife n. 4.
Um alambique barato.
Vende-se na rua Nova n. 38,um alambique
que ferve 50 cana las de garapa com cara-
puca e serpentina, por menos pier-o que o
sen valor, advertindo que he novo e nunca
par roRio df nm-
Lencoes de cobra doj 5, o 6 libras cada
um a 760 reis a libra : na rua Nova de Trono
da ConceicSo dos militares n 38.
Vendem se 2escravas com habilidades,
I moleque do ir.anios e 1 negro de meia
i Jade : no pateo de S. Pe 1ro n. 6.
Na enca.lernc5o da rua das Triochei-
ras n 5, acham-so ven la 17 volumes de
colleccao de leis : iiuotn quizer dirija-so a
mesma enea lernscao.
:; SEDAS BARATAS.
Adriano^ Castro com

o
Joj.i (le fluencias li-
i.-.is na cua do Cres-
O

Vi
)Ofl!l gOStO
vlCGCiciaCiiO tXimOQVAUlltCa I'*88 0 sodl P'* eslidos, franjas de bo-
(JcvtiAmhucAtta.
Quinta Feira I do concille, as 11) horas
1 nianliaa, llavera' seSSrO do conselho
director.luvencio A. C. Cesar, I.* se-1 cousas quaseria enfadonho m-ncionar, e
eretario interino. .qqe ludo se ven le muilissimo barato a di-
., ,_--^ ____ .,,,__ nbeiro a vista, da-se amostras do tudo com
^^-"^""-^^^Penhor.
__ **!!> -- Desapparcceu no da 8 do corrente urna
SOCIEDAD
:; (\ LT\ tSMHlV HAS LFXI'R IS Jijld..' cima escura Ja v
*afi
r^lst. Por ordern do Sr. preside
OBI amanhSa (13) liaver., es- .
, ra. dn dia, na ca. 11. :i da rna .tus Opi;,- ij | -lesla oda 1 por ter si 'o Vista 11) Munio
viven la, corral mura lo o eoberto para ga i
com imrneosos cajueiros, mangueiras, ja-
queiras. coqueiros, do 1 leseiros, algumas
laranjetras, nvuila Ierra para plantcd s e ja
eom uina pequen* planta de capim, pasio
para gado, todo ccrca-lo e com porto de em-
barque nos fundos : a t-l*r c un o Sr. Joa-
i-inn Maria de Carvalho na rua da Kola n.
21 das C as 8 h iras la manhaa e das 3 e 1|2
da Urde em di uto.
Precisa-se de um feitor, preferindo-se
las libas, para tratar de um silfo porto da
praca ; a tratar na rua do A, olio n. 2
Al i* i.<;io.
Na rua da Penna n 9 \. fornecem-se co-
midas para lora com acceioe presteza, pelo
Je botoWpara casaveque^ de vidro, madrv b,r,to l";i" '' ** ""es para urna pes-
perolaedourados, eslampas com vistas -le '*'>" -enl '">oco de cha 011 Cfc, e no jan-
uerras e santos ele ele ooutras muitas t*r seis pratos ; na mesma prec.sa-so alugar
urna prela.
Na rua do padre Floriano n. 67, con-
te a matriz, os mais ricos eneiles de esbo-
;a que al hoja tem vinJo a esta praca, as-
miii c.lino muito lindas gravalinhas para
pescla de senhora, lencinhos de retroz bor-
dadas a troco obra muito delira la tambem
para senhora tudo chegado rolo uliimo na-
vio IVancez -Rio Can lea. assim cono pre-
vine a todas as pessots principalmente da
Roa-Vista que nesta loja enconlrarao sem-
pte o mellior sorlimenlo de miudezas que
se podeeueontrar como seja (uvas de se ia e
de pelica de Jouvm para homem e senhora,
um rico sorlimento de lilas de vellu lo e de
seda largase tst'eitas. muito ricas franjas e
tas para cortinados, rgolhaa francezas d
lodas as qualidid'js, um grande soitimento
praga-se e psga-se li.-nt um escravo, que se-
ja moco, sadio, sem vicio ou achaque, | ru-
prio para o servico de ea po, e. se for car-
'-.- escrava erioula por nomo Tliereza, he has- reiro melhor, e que le.ma bonita figura,
s SJSi lauta hix, rlieia do corpo levou vesii lo Precisa se de um felnr para um euao-
resi.iente declara ES usado com lialr* Biiudas encarnadas, des-1 que pretender com pi
r., seisao.a !i-, im- t^' eonlia se q-jo enda mes-. o aqu pelns ras ral das libas, dinja-sc
OSIiem
nho distante 10 leguas tiesta pfaca, 1 pessoa
eferencia se for na tu-
so ao paloo do Catino
11 I.
Secretaria da sociedade Cullisa.lora
l.ellr.s, 12 de maio de 1838.
loaquim Pereira .Irrais,
1." serrelarii-.
-Sra. Ann Price e li f il los retiram-
se para Inglaterra.
Todas as pessoa 1 (|ii(.> tem corlas
contra o tallecido Joao Price, sub-em-
preiteiro da estrada de ierro, sSO convida-
das a mandar as suas cuntas sem demora,
no escriptorio de Sr. N. I iirners, rua do
T'rapiehe n. 12, sej'iindo andar.
C'ostureira.
Urna senhora de hons costnmes, a qual
sabe coser com perfeicao, l-fferrce-se para
trabalhar em casa do al.-nrna -- odiis i quem
de seu prestlmo se quizer ulilisar dirija-so s
rua Augusta defronte do 11. 19.
O
ni
freguezes
Ima loja de funilciro c 1-loeiro na rua Im-
Niivo : roga-se as autoridades ecapiles de
i'am, o que a aprjhi'U fam e a Uevem roa
da Moe.la n lo, primeiro an lar, quo se gra-
iilica bom.
Peneu-se a motado de um moio billie-
le de 11 16J6 da lotera da provincia que cor-
re no dia 12 de maio de 1S5S.
Precisa-se de um bom fomeiro para
padaria : a tratar na rus da Cruz 11. M, la- perillo, ol, quem precisar qualquer obra
liorna. de folha de fUndrcs ou de roelaj dirija-se a
li.'sap-areceu na noito do 21 de inri' I mesma casa,41 fallar eom Francisco Teixeii'i
do crreme anno o escravo de nomo Floren-! Barbosa, que ho barato,
lino, com os signaos saguintes: estatura al-1 Aluga-se por 2>? mensaes ou vende-se
la, cor mulata,sem barba, eapaJuas larpps, porSOOO, a quem uver g.isto do possuir
(.s grandes, rosto compri lo, olhos casta- orna escrava crioula de 20 annos de tdade,
nho, cabellos pega los, falla grossa, muito sadta e a mais perleila oas engor madeiras,
regrisla, tem falta de 3 denles na ,frente, en coslureira o sanendo fazer qualquer servico
um los lados do queixo tem una fistula, que della se exija com delicadeza e perfet-
levou Chapeo decouroe camisa de riscadt- (;So, o motivo d. venia se dir ao conipra-
nlio : quem o pegar lrve-o a fundicio da Au- for:a tratar com Jos Carnelro da Cunha
ron em Santo Amaro, que ser geuarosa- noeu eslabeleciaiento na rua dos Pmzeres 1
mente recompensado.
da Roa-Vista.
po n. 16 esqua i.
Sodas de qualros mullos c
graudos o cuvado a loiOO
Sodas em cortos com 3 ba-
-''; badas a 4081)01) @
tXi Saias bordadas linissimas a 35300 (,'fi
.-.. .' -. -. :-.; :j ;.-?. .-. : & &
Vcn-le-se urna vac-a de leile com urna
cria do 4 mezes, assim c imo 9 bois dn car-
roca no silio fronteiro igreja dos Aducios.
- Vende-so um excolleute cabriolet des-
ceberto com arreios : ni sitio dos Adi-.cios
confronte igreja ou na cochdira do Cueles
na rua do Cano
A Hoja das
aiiiilias e-
coiioniieas
Esta bem aeie lita la loja na rua do Crcs o
n.14, s-ibrado amarello, tem coulinuada-
menie as m(-Inores fazendas, e as mais ba-
ratas para homem, corno sejsm : cortes do
oaseiiiiras muito finos 5a rs., ditos de
meias rasemiras de muito gosto a 3?, ditos
de britn de linho n 2|00, co tes de c-.Heles
de seda de cores a 23500, ditos merino bor-
dados r. velludo a 5o, ditos de velludo ultimo
goslo a 7/,lenQ09brancos mudo finos a 5110
a duzia, ditos de cerca lura de cor a 13500
a du/ia, meias de cores a 11600 a duzia, di-
las cruasa 25500 ,1 duzia, chapeos do Chili
muito Anos a IOS, ditos pretns francezes ul-
tima moda a f.C. gorros de velludo bordados
a ouro a f.-. saceos par viagem (de tapete e
velludo: a 6?,dilos do marroquim inveroisa-
dosa'2^500 palitos de alpaca preta muito linos
a 65, ditos lavrados a 6, dilos de meias ca
sentirs a 85, ditos de brinl de tudas as co-
res a 35 rs. Isto he a reali la le purificada, o
quem d'ivilar q-ieira dar-se an trabalho de
visitar esta loja ancucos la pelas familias.
Feijo preto muito novo.
A sjnoo o sarco ; vendeiii-so na travessa
la Madre de H-os. annazem n. 15
Vende-se urna poreflo de metralha que
sobrou da obra do acoua;uo da ribeira da
freguezia de Sin Jos os pretendemos cn-
I len lam-so com o fiscal Ja mesma freguezia.
-- Ven le-se u n s sito na roa de Hartas n 16, o qual ron le
mais le 700? rs. annnalmenlo : a tratar na
rua Bella n. 18 ; e l> uilicn recebe-se alguma
1 casa terrea po- Iroca
Milho e farinha*
Vendom-se sccos com milho e farinha da
torra ; assim como canas com doce de g lia-
ba litio : na taborna granle ao lado da Igre-
ja da Soledade
Na roa da I ni3o, ullima casa ao lado
esquerdo, lia algumis obras de labyrintho,
quo vcndor-se-hilj por juuto a quem con-
vier.
Ven le se urna escrava mor; de bonita
ligura, e de nimio boa con lucia ; na rua Di-
1 cita 11. 3.

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DIARIO DE PERNAMBTJCO CUARTA FEIRA 12 DE MAIO DE 18b8.
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W(S 2BiSfl2e

3
Milito.
Em saceos erando.
Vend Anlouio l.oit de Oliveira Aievedo, do iru
armazcm da roa do Vigario n. 22.
JNa loja ao p do aico de
Santo Antonio, para
acabar coni certas fazen-
das, dispe-se a vender
por menos do custo.
Briol de puro linlio, a vara 800
Ca/.enotas do cor para caigas, o eovado 900
Casemiras de duas larguras, eovado 1:900
I'anno pelo, eovado 2/1OO
I'.imio de cores liuo, eovado 23200
Hilo azul, eovado 24o
Meias casemiras, eovado fioO
Merino lo todas as cores, eovado 1/500
lrim de linho de quadros, eovado 20O
l'.rim branco trancado, eovado 210
1 res dccolletc de fuslo muito lino 800
Cambraias tinas, a vara 400 rs. e 80
Chitas francezas, o eovado 20
Hilas linas, eovado a 300 rs. e 330
Rucados monslros linos, eovado 220
( orles de riseados francezes 3?000
Alpacas pretas a 400, 500, 6*0 e 800 rs ,
lina 1>000
titeados fVancczes de duas larguras.
eovado 240
Cortea de carcibraia de barra 2tOiio
liitos de babados 3J000
rtes de casemina de cores 2*800 .'".
I.un fina para vestidos, o eovado 30o "'
rgandjrs muito (as, eovado 480
I Si dii seda do listras do cor. covade 500
Curte de panno preto para caigas 3>000
Vende-so uma escrava crioula, com
uma cria de lado de um mez, a qual tem
todas as habilidades necessarias para bem
desempenbar os servidos do uma casa, e
tambem p.le servir de ama por ter cm
aliunlsneia bom leite : a tratar no sobrado
da ra do I.ivr?ment n. 8.
lb lejos.
Vendm-se cxcellentes rialejos com (gu-
ras cm movimeuto, c lindos quadros para
sala com msicas eliguras em movimento:
ni ra da Cruz do Recite, armazem n. 7.
Vendcm-se saceos com milito de supc-
r or qualulade, farinlia de mandioca, fardo
de Lisboa, gomma do Aracatv, sapatos dito,
Cira o imilla de carnauba, tudo por menos
qup. cm outra qualqucr parle : na ra es-
treita do Rosario, armazem n. 9.
Obras de ouro,
vnde-ie por prejo commodo um rinde sor-
limenlo de nbr-s de aero, e algomas rom brillian-
loi, clifuadas pelo ultimo vapor : na ra da Cruz
n>> Retir*, irmazeni n. 7.
J Vendem-se roqueiro* pequeos para si plan-
I lar : na ra das Trincheirai n. 29.
Vinlio do s'ort >.
Superior em caita de uma o doas iIii/m-,
\>ri'le Antonio l.uiz. de Olivera Azeredo, em aeu
armazem da ra do Vigario n. 22
Vendc-se na ra da Cadeia do Rc-
cife n. 7, loja de Antonio Lopes Pereira
de Mello &G., o ja bem ^onliecido rap
princesa do marvlando fabricado va ca-
pital do Cenia' por preco commodo: a
ti atar na mesma.
1 Vendc-se 1
. Na ra do Crespo los @
p ja aman-la n. 4 O
nE r*
ANTONIO FRANCISCO PEREIRA.
A Roupa feita franceza rhegada ulti-
r mmente de Taris, sendo:
^ Casacas de panno muito (i-
k& no, todas Torradas do seda,
$$ obra feita de encommenda a
Palitos, sobrecasacav do
^\ panno a 20#e
I
anos
Vendem-io por prejo commodn pianos do mai
alunado fabricante : na roa da Craz, no Hecife,
aiiu.izeni n. 7.
/'V-rinli! de mandioca
Sjccos de um alqoeire.
Vande-ta no armazem de Antonio Luir de 011-
eira Azevedo, ra do Vigario o. -22.
Algodo da Baha, e
de agodao.
V;nd Antonio l.uiz de Uliieira Azevedo, em seo
i-cri|p(orio, na ra ilaCruzn. 1, ou uu seo arma-
/"in, ra do Vigario u. 22.
fio
Ditos ditos de casemiras de
cor e mcscladas a
? Ditos de alpaca franceza
ife saceose sohrecasacados a
Ditos de bramante branco
de puro linho a
Ditos de bramante de linho
pardo a
Fraques de panno lino.pre-
to e de cores a
Tal i los de se la de cores e
de palbeta da India a
Ditos de la c seda, ponto
,;J sarjado a
a Capas o bornous de panno
V. fino a
'p? Chambres de panninho de
y? cor, todos forrados a
/[ Csmisas com peilos de II-
Relog'ios.
Vendera-so rclogtos do patente inglc em
casa do Arkwright Tuckniss & C. ra da
Attenyao.
Kisscl, relojoctro (rancez, vendo w
!]? relogios do ouro c prata, concerta ?
% relogio.-, joias e msica, ja aqu be .'.
' conhcrilo ha muitos annos, habita no ''
*:"5 pateo do Hospital n. 17. -!'
sellins
patente iridie/
Sao chci;adns e acham-se a venda oa verdadeira
e bem conberidu> sellins inslezes patente : na roa
do Trapiche-Novo n. 42, armazem de fazendas de
Adamson HowieA C.
Aviso.
Na ra daCruz n. 5f,priaiaro andar,
sala de barbe ro, ven tem-se bichas, lano
aos centos como a reta I lio, niais barato do
que em outra parte, e alugam-sc ; adverlin-
do que sao chegadas no ultimo vapor da
Europa.
Mussulinas encarnadas
>a loja de fazendas da ra do Crespo, na
esquina que volta para a ra do Collegio,
ha um novo .-ortimonto de mussunas en-
carnadas de bonitos gostos, e superior qua-
lidade.
lTominfjos Alves Matlicus tem pa-
ra vender cm sen escriptorio na ra do
Apollo n. 2o por preros mdicos o sc-
guinte:
Azcilc de Palma cm cascos.
Jacaranda' superior.
Algodao da Babia.
Fio dealgodfio.
A 10/000 O ALQUEIRE MEDIDA VLI.1IV
de superior farinha,vendc-se a bordo do hia-
to nacional N S. d'Ajuda e no oscriplorio de
scu consignatario Antonio Luil de Oliveira
Azevedo, ra da Cruz n. I, trala-se cm por-
tes a vonlade do comprador.
Superior firiuha do Ma-
r n lulo.
Domingos Alves Matheus, tem para vendar
em seu armazem da ra do Vigario, por
baixo do escriptorio do Sr. Anlonio Jos de
Castro, muito superior farinha do Maranbao
em saceos grandes por preco mdico.
Farinha
Vende-sc farinha nova por preijo barato,
na ra do Amorim armazem n. I.
Vende-sc uma escrava de 18 annos,
crioula. milito robusta : na ra do Collegio
n. 16 terceiro andar.
Farinha
Vendem-so saceos grandes com farinha
de mandioca, chegada no vapor Cruzeiro do
Sul a 10.? osecco : na travessa da Madre de
Dos n. 16, armazem de Ferreira & Mirtins.
Vendc-se farinha do mandioca, gomma
o milho, em saceos gr-ndes: no armazem
da Companhia Pcrnambucana, no Forte do
Mattos.
Cera de car-
nauba
Fazom scicnte os Srs. Corroa v\ Saraiv,
que tem para vender cera de eirnauha de
superior quali lado, mais barato que cm ou-
tra qualqucr (arte : na ra da Crnz n 30.
iap francez.
Continua a estar a venda na ra da Ca-
ricia do Recfe loja de fazendas do Cardo-
zo kyta, aondeexistesemprc um deposi-
to do mais moderno.
35^000 A
22-000 g
20/000 O
111-1100 Q
3o5oo -:,:-
30/000
1-2:000
issooo i g Vestidos com libalos e
5000 | a 7,000 |
$g Vendem-so vestidos do rambraia de f
;; cor litm, com .' o ordens de baha- j
S
10;tii)o
i Dho, ponto de agullia duzia a 40;Ooo ""' .': dos, pelo barato preco de 73 cad
Caifas
cora
de casemiras de
lo/noo '.:
<3 Coletos de toJas as quili-
B dades a p/ooo ffi
OSS03)8
\enJc-se fumo em falla e charutos de
superiores qualidades, chegados recente-
mente da Rabia, per menos ircco do auc em
outra qualqucr parte: na ra da Cruz do
Recifc n. 13 primeiro andar
Vende se na ra da Cadeia do Recife n
5, muito bom doco de caj' sem calla, o
melhor que tem apparecido em latas de 10
a 20 libras, nicamente proprio para cainen-
tos vista da qualidade.
tate
Ven lem-se batatas bollan lezas em per-
fcilo estado, sendo sm gigos, a 19500 cada
um, e ceblas solas a 6*0 o cento : na tra-
vessa da Madre de Dos n. 18
Viiiho do iPorto,
Superior chamico.
Continua a ven ler se engarrafado o em
W corte
n 10,
ri
na loja da ra do Queimado
. de l.cite, Arlhur, & C. &
&&:>33g'
Oh! que peehin-
eha.
COM TOQUE DE ATARA
-NA LOJA DO PUCIHK.A.
ra do Queimado, esijuina do becco do Pei-
xo Frito n. a, vendem-so cassas franeczas
muito linas, com pequeo toque de avaria,
pelo diminuto proco de 320 a vara, assim
como cambraias franeczas muito linas, j.a-
drocs novos e sem avaria, pelo haratissimo
pre^o de 500 rs. a vara, ISazinbas de qua-
dros de lindos padii's, proprias para vesti-
dos de senhora e palitos de menino, pelos
diminutos prerjos de 180, 500 e 600 rs. o eo-
vado, e da ludo so darao amostras com po-
nhor.
Jacaranda.
Tem para vender Antonio l.uiz de Oliveira Aze-
vedo, no seu armazem da ra do Vigario n. 2.
Ven lem-se|saccos com superior fari-
nha de mandioca, o por pre^o commodo :
na ra do Amorim n. 48, armazem de Pau-
la c Santos.
Vendc-se suporior linha de algodao
brancas e de cores, cm novello, para costu-
ra : em casa deSouthall, Mellor & C, ra
do Torres n. 38:
S@@9-;-:;:.c;;3@ @ 45 S
m Cabos sortidos da Rusta, Cai-
10 e Hanilha. ;};
Lonas da Russia, hrins c hrin-
6e8.
0 Cobree metal para forro com @
presos.
Olcodclinliaca c Velas steari- @
'*
Estanho cm barrinhas, Bar-
,ill,;!-
(gf Vinlios finos de Moscllc c Joan- @
:;/i ntsbcrr; cs|iumoso, c de Boidcux ^
::$ emquartolas. ^-.
C. J. ASTI.EV & C. *-
km casa de Henry Brunn & C. ra
da Cruz n. 10 vende-sc :
Comento romano.
Cognac cm caixas de 1 duzia.
Cadeiras de vime.
Lu pandesoi timentode tocadores.
Retratos a oleo para sala de jantar.
Espclbo com moldura.
Pianos dos mcllioics fabricados cm Ilam-
buifio.
Attenco
He harato que
admira.
Na ra do Queimado n. 37, nova loja de ^
portas,acaha-se de receber pelo ultimo vapor
vinJo de Franca, ricos cortes de vestidos de
seda com 3 babados para 30;, 50, 60, 70 o
80?000, ditos sem babados a 259, sabidas de
baile a "23?, 24, 25 a 30/000, enfeites para
cabeen do melhor gosto quo se pode eneon- \
trar a 10? 1-2 e 14C00 cada um, manguitos;
bordados de cambraia a 3/300, 3 o 5 o par,
camisinhas bordadas com manguitos e col-
linna a 13/, gollinhas bordadas a 1-200.
19600, 2)900 o 3-50(1, tiras bordadas a 800,
900 e 1j a vara, corles de barege a 7?, gazo
de seda a 700 ea 800 rs. o eovado, folar de
seda a 800 rs. o eovado, grosdenaples mofa-
do a 15 o eovado, dito limpo boa fazenda o
IS800 o eovado, dito preto a 1;600, 1-800 a
8*, mantas pretas de tilo bordadas a 9e 12?,
chapelinhas para senhora muilo boa fazen-
da a 14?. chales de merino bordados a 6?, 8
e 11?, ditos de louquim bordados a 2ii-
ciirtes de cambraia do salpicos a .r>?f"i00, ditos
de .-pa pretos muito superiores 80? a 00?,
chales do merino pretos a
troz a -2?, chapeos de sol de
CHANDE SORTIMEMO DE FAZENDAS PKE-
IA> l'Rl'ItlAS PARA A IJI AhT.vMA. UE-
CBBIDA EM DIKEllRA l'ELO ll/IIMO
AVIO FRANCEZ.
Croidenaplet preto encornado da
Dito dio lavrado .....
Selim preto verdadeiro ma.-.io .
Sarja prcta verdadeira heipaiihola
\ eiieziaua preta larga, para ta-
imas ........
N el tintina prrta e de rre para ca-
ravaquts, rotado .
Alpaka preta lina da
Mantas da htond, pretase brancas,
bordadas
1700 28800
3?300 HUKI
33800 o 39H00
3?000 jUO
(.00
t> IjjSOO
7.'iO
iBJOU
SSSF
Tasso Irmaos avisan aos seus freguezes,
que o ultimo carregamento do farinha de
Trieste da marca SSSF raminbo se vende
nicamente cm seus armeos, sonde tam-
bem existe o melhor e mais completo sor-
timento do farinha de Richmond, Philadel-
pliia, Ohioe Billimorc, tanto extras como
superfinas.
Nova sigua de malabar
Vendc-se esta agua a melhor quo tem ap-
parecido para tingir o cabello e suissas de
preto : na livraria universal ra do Colleg:o
n.20, d-scjunto um impresso gratis cm
nando a forma de applicar.
Relogios,
Osnelhores relogios dronro,tati i ti in
gloz, vende m-se por precos razoavt is.no
escriptoriodoagente Oliveira,ra daCa-
dea do Rccifen.62.primeiro andar
- Vende so a taberna sita na ra do Pi-
lar n- 131: quem a pretender, dirija-se
4?. lencos de re- ["' P".lot d 5edJ horda^os .
e seda superiores : ^..8'1 pr,,a d; Pe,' Para
alo?, ditos a 7?, ditos do pello francezes 7? |.0, deseda'prla de todas ai
a 8?, chapeos de lebre a r,;500, ditos de fol-, qualidades para senhora e ho-
tro linos a 5?500, ditos de fellro enfeitados | mem ........
para menino superior fazenda a 5>500, cor- Pano preto muito fino.prova de li-
tes de casemira bordados a G?500, ditos lisos
a 4.?, cortes de bnm de linho a 2?50o, ditos
a 2?800, ditos de meia casemira a 2?800, ca-
misas franeczas brancas do linho a 19500,
ditas de madapo'.ilo linas a 2?40O, 29500 e 3?, (.orifsdecPlelesdediladilabordadoi
ditas do cores a 2-5O0, ditas de mosqueteiro Chapeos preto(ranrrzese modornn
Cazemira preta selim de .
Corlee de cazemira preta de cor,
bordados .......
Corlea de dita nreta ....
m casadellabcSchmettau vCompanhia,
ra da Cadeia n. "37, vcudomseclegante
Pianos do afamadofabricantc Traumann
te llamburo
ma/one.
(icos chapeos do palha escura, forma
amazonc, o do abas largas, ricamente enfei-
tados com plumas, litas e flores, e bico com
vilrilho, lano para senhoras como para
meninas, chegados pelo ultimo vapor inglez
da Europa : vendem-se por prego commoio,
em casa de J. Falque, ra do Crespo n 4.
Vende-so por 1:400?000 uma boa es-
crava moga, que sabe bem cozinbar o diaiio
de urna casa c fazer os mais arranjos, nao
tem vicios, oque se afianza, assim como se
dir o motivo da venda, lambcm se aluga
para alguma casa, caso nao se ven-la : n*
ra do Amorim n 48.
relogios de pa-
tente
iuglczcsdc orno, desabnele c devidro:
Sedas.
Vendem-'e muito em conla ricos vestidos de seda
os mais modernos que tem indo a este mercado,
nao ti lavradoi eom babados, como bordados para
casamento, asm como eolletes bordados, ditos
de velludo, litas da -c In lavradis, catsas linas ee-
tatnpadas, cortes de casimiras finas para c,il<-,(| nx\- \
nalJas de flores com ramos artiOciae, grvalas de i
seda, tovas de pellica de Jouvn, e;muitas outras fa-
zeadas, e um grande sorliment. de perfumarias e|
objectos de luio : na ra da Cruz do Recite, arma-
zem n. 7.
Nabuco iV C. com loja na ra Nova n. I
S, acabatn de rppeber pelo hllimn nsvio fran-
cez, um lindo sorlimento do roupas feilas
como sejam.palilts de casimira de cor.dilos
d panno preto (no, ditos de merino de o-
dlo, ditos do seda, ditos de ilpacu ele, cal-
cas de cssimira preta e de cor, cohetes de sr>-
tim preto e de cor, ditos do seda, ditos de
mstao ote camisas france/as com pcito de
linho, ditas do peito de fusiS branco e do
Cor, dilas de peilu do mussehna ele e ou
tras minias fazendas de gusto.
Mr-z da matriz da ra Noti n. 2, loja
di Nabuco \ C., vendem-se pegas dn palha de
di se i da India, proprias para CaMveques
de senhora, lencos da mesma palha, ditos de
Imho, luvas de seda, lencos de retroz borda-
di s, hgas .'.c seda, meias de seda, gollinhas e
m-nguitos para senhora, basquinas de lil
preto guarnecido de velludo, chapeos do sol
de seda para senhora, chapeos de seda para
!vplisado de menina, meias de seda ele c
outras muitas fazendas de guitu.
Nabuco i C. com loja na ra Nova n.
?, vendem lencos de cambala de linho bor-
1 t>-ra senhora a 15/, 209 c 2-> cada um,
meias de algodao para senhora a i) e 5?
duzia.
--- Na na Nova n. 2 loja de Nabuco c c ,
ven le se borzegains gaspiado para senhora,
ilc hezerrn para homcm, sapatos de lustre,
ditos de hezerro, ditos de lustre para rapaz,
dtios de hi/erro.
barrisde oilavo, a prego commodo: noar- vendem-se a prerorazoavel, cm casado
Aurjusto Cesar de Abren, na ra da Ca-
deia do Recife. armazem n. r,(i.
Cera de carnau-
ba o sebo refinado.
Domingos R. An Irade & C, com deposito
no largo da Assembla n. ), fazem scientes
aos Srs. fabrcinles de velas, o a quem mais
mleressar possa, quo eslo resolvidoa a
vender tanto um como oulro artigo por me-
nos prego quo cm outra qualquer parte,
lem do que dizarn eacolher tanto sacco
como barrica no completo sorlimento que
mazem de Barroca \ Castro, ra da Cjdeia
do Recife n. *
Vendem-se por commodo prego os se-
guintes objectos. proprlos pira aquellcs que
se applicam aos estudos das scicncias na-
turaes :
1/ Um microscopio, cuja potencia moslra
perfeitsinente os glbulos do sangue e do
leite, completamente preparado, e com va-
rias importantes amostras.
2.- 600 amostras escolhtdas de mineralo-
ga o geologa, com uma boa caisa para
guarda-las.
3.- Urna boa eaixa de rcagentes chimlcos
com os competentes copos para analvscs e
alguus oiilros objectos.
.' Umeosmoraina rnm bellas vistas das > Presen'emente tero.
principaea ddades da Europa : a tiatar na
botica de l.uiz Pe 1ro das Ncves.
grandes
Vende-seuui resto de farinha baa a
II sneea, ovas do serlo a 29 o par: na
ra do Uimimado loja n. '27.
VYndc-sc uma casa terrea na ra das
carangeiras n. 31 na ra da Mangucira da
Boa-Vista n. 6.
VTsnue-se na fabrica de vinagre da I -- Na fabrica da chapeos, do aterro da
na Imperial n. 7, doas tanques de ama- Bo-Visla n. ct. venlc-sc lei'.e puro a razio
relio, cornos gatos de sicupira, contendo Jo PB!aca a garrafa
yo pateo do Corpo Santo
n. G escriptotio di
NOvaes S,- C.
Vende-se superior vinho do Porto en-
garrafado, em caixas de I e2duziasde
;;.nraas, bem como em barris de V- < S-
a preco commodo.
Alternlo.
Vende-se superior farinha do mandioca, e
mais barato do que rni outra parto : na ra
do ueimado, lja do ferragens n. 14.
farinha
de mandioca, cijaoe ini-
llio,
desembarcados na presente semana; ven-
-J Pires, tra-; de-se no armazem n. .'{. defronte do trapiche
la-se com Manoel Joaquim Carnriro Leal do Cunha, no Forte do .Mallos, a pregos mui-
(uixas de viilio-s
baratas,
Tem na ra Nova n. :s avista do tamaito
los vidros o do prego, os freguezes nao dei-
xam de comprar, por haver porgio e querer-
se acabar com ehes, e bom assim os melho-
ies diamantes que tem opparecido nomer-i
cado cia/ados cm lalo.
R elogios.
Vende-se em casa de vSsunders Brothers
iv (.., praga d i Corpo Santo, relogios do afa-
mado ( hricantc Roskell. por pregos- commo-
dos e tanihem trancellins e cadeias para os
mesmos -'e excellonte gosto.
Vende-se a tabern sita na ra da C.roz
n. 41, hem afreguezada : quem rretender d-
rija-so a mesma ra n 28, taberna.
--Vende se um b.ii com uma carrog nova
ou s o bot : na Ro-Vista ru do I
cada um r. pipas, esses lancines poder
servir de deposito de mcl.
Vendom-sc 8 vacess de leite c un tou-
ro de rrga : na casa n. 1 da ra da matriz da
lioa-Vista.
lo va n laj osos.
Na travessa da ra do Vigario, loja n.
1. vendem-se c alugam-sc as verdadeiras bi-
chas do lUmbiirgn, a pregos commolos, ap-
plicam-secnm a meior promptidao a qual-
quer hora queso soja chamado para csse lim,
sangra-Be, lmpam-se, chumbam-se o extra-
hem-se di-ntes, tanto na referida loja como
em casas das pessoas que necessilarem de
alguns dcstes servigos, para cuja execugo
possue o proprietario desse estabelecimen-
lo os melhores e mais aporfeigoados ferros.
NAFUNDICAO DE FERRO 1)0 ENGE-
NIIEIRO DAVID W. ROWMAN, HA
RA DOBRUM.PASSANDOOlIA-
FARIZ.
ha semprc um grande sorlimento dos sc-
guintes objectos de mecanismos proprios
para cngenbos, a saber : moendas o meias
moendas da mais moderna construegao ; ta-
chas do ierro fundido e batido, de superior
qualidade c do todos os lmannos; rodas
dentadaspara agua ou animaos, de todas as
proporgOes; crivos e bocea de fornallia e
registros do boeiro, aguilhOes, bronzes, pa-
rafusos e cavilhOcs, monillos de mandioca,
ele fttf*
NA MESMA FUND CAO,
scexoculam toaas asencommenda's coua
superioridado ja conhectda com a devida
presteza c com mudado cm prego.
i Himno
O Pregunta est
queimando
Na loja do l'regulga, na ra do Queimado,
esquina do becco do Peixo I-rilo n. 2, con-
linu'a a fornecer-se so publico um bello
sorlimento de fazendas por baratissimos
iregos, hem como seja gros Icnaolcs preto
lino a 15700 c 19800, dito muito fino a 23O0
e 2#400 o eovado, pegas de cambraia lisa
lina com 8 varas a ojOOO, dita muito fina a
73500, dita muito fina coro 10 varas a 85000,
lita mais baixa a 49. dita com 8 varas a
23400, pecas de cassas de qutdros muito
tinas coi 10 varas e com alguns furos de
cupim a 2/800, o a vara a 300 rs., chales de
merio bordados em duas ponas a 89500,
ditos lisos a 59, ditos de chaly com listras a
6/800, casemira preta muito lina a 2ji( o,
25300, 29600 e 3? o eovado, panno azul pro-
prio para Tarda do guarda nacional a 292O0
0 eovado, dilo preto lino a 5r>00, dito ver-
de escuro a 49, grvalas pretas e de cores
de lindos padroes e superior qualidade a
13 cada urna, ditas de mola de cores a 1/,
ditas pretas muito linas a I280 e 1540, cor-
tes de targelinas com 12 covados proprios
para as senhoras dar um passeio al ao Ca-
bo, pelo baratissimo prego do 109 cada um,
lengos brancoscom cercadura dec0ra120
cada um, organdys de cordao a 260 o eova-
do, cambraias estampadas a 440 vara, dita
mais lina a 600 rs., chitas francezas de to-
das as qualidades escuras e claras a 240,
260,280 c 300 rs. o covado.pcgas de hrctanh
de rolo com 10 varas a 23, mussuliua bran-
ca fina a 30o rs. o eovado, ditas do cores de
lindos padroes a 320 e 360 o eovado, cobur-
gos, azenda de cores, muito propria para
casaveques doscnho'a a 600 rs o eovado
vestidos do tarlatana de. lindos padroes coro
12 covados a 4- cada um, Uaziuhas de cores
escuras e claras de lindos .padroes a 320 e
360o eovado, mantas de tilo ue linho do
melhor gosto possivcl a 149 cada urna, car-
melina, fazenda nova, padroes de lazinha
a 280 o eovado, chales do laazinba com lin-
das barras a 29 cade um, riseados francezes
do novos gostos assettnadus a 28o, ditos
mais linos a 320, corles de meias casemiras
de lindissimos gostos a 23 cada um, casemi-
ras en (estadas de cores escuras mcscladas e
superior qualidade a 2/200, cortes de case-
mira do superior quali ",ade 1 -, 5,--5()0 6f
cada um, hrin de puto linho de lindos pa-
droes a 1-400 a vara, ditos pretos proprios
para luto a 1-600, corles de brim de lindos
padroes a >siOl) o -'3600 cada um, camisas
do meia de laa de superior qualidade a
2-800 cada uma, cortes de riscado francez
de lindos padrees a 33200 cada 11 m, ricos
tapetes para sala a 39800 cada tiro, madapo-
lio de todas as qualidades o pregos baratos,
chitas de lindos gostos de 160 ate 20, alpa-
cas pretas do todas as qualidades e por ba-
ratissimos pregos, gangas mescladas a 520 o
eovado, riseados de linho de lindos padroes
o superior qualidade a 200 rs O eovado, vel-
lutinas de todas as cores e superior qunli-
|dade a 750 o eovado, grosdenaples delin-i
1 dissimas cores c supenor qualidade, pelo.
I haratissimo prego de IsooO o eovado, cam-
braias de cores de lindissimos gostos e o
1 mais fino que he possivel, pelo diminuto
prego do 640 a vara, cassas de cores de lin-
dos padroes o cores lixas, chales de laa de
lindissimas cores e superior qualidade a
29100 cada um, luvas brancas o do cores es-
curas do linho proprias para montara, pelo
diminuto prego de 500 rs. o par, e nutras
muitas fazendas quo se dcixam de mencio-
nar, e se ven lerao por baratissrnos pregos,
e se dao amostras com pcnhor.
Vende-se uma cama de armacao,
de oleo, c lastro depalbinha quasi no-
va : na ra do Livrainenlo n. 27, primei-
Iro audur.
a b, musselinas brancas a 320 rs. o eovado,
dilas de cor a 320, 360 e 400 rs. o eovado
muito linas, chita franceza muito superior
a 280, 320 o 360 o eovado, ccroulas de linho
muito linas a 39, goardanapos brancos a 33
a duzia, luvas de fio de Escocia a 900 rs. o
par, muilo boa fazenda, dela branca a
480 o eovado, ditas de cores muito linas a
000 rs., grvalas de relroz a 29, ditas de se- Uondotn de alpaka prcta
lim bordadas a 33, ditas do seda a 600, 800 e| T". .........
13 cada um, cortes de seda branca com lis-| !,,'""*,de a'i,ak' P,re'.
trasazucs assetinadas a 203 o corte, cam- 1'%,^ "* '"'" '""'"
'"iadesalpicos muito lina a 900 rs a vara, Dito, de alpaka deVr'es" '
lilode linho liso a 640 a vara, dito bordado Ditos d. oMilo aslinados,e gan-
IjravalM prelas de tetira e gorgo-
rno de varios Tritios .
Chapeos de sol de seda para lio
niem e senhora .....
Manguitos bordados para senhora .
tiras bordadas muito finas .
Gnlinhas de cambraia bordadaa
Palitos de alpaka prcla muilo fina,
forrados .......
da cu-
al-ion n vara, meias dsela brancas 3 e
59, boa Fazenda, dilas pretas ?, lengos do
seda para homcm a 2?, ganga do cor a 300 e
560 rs., homhazina a 13400 o eovado, panno
lino preto a 39, :;500, 43500, 53500, 7 e 8?.
dito cor de caf a 3? o eovado, dito azul 39
a 59500 o eovado, casemiras pretas S9200|sarj7braiu lavrada para vn
ale 43 o eovado, damasco de 13a de duas lar-i covalo ......
guras a 23800 o eovado, dito estreito a 800 GoreurSo da seda branco.com ramal
rs., velbutina preta e de cores a 750 o cova-' *em branca, eovado.. .
do, velludo preto a 63 o eovado, brira bran- 'inM r"r'e co de linho a I3200, 1*500 c 2; a vara, gra- .'"''""?
vatas com um annel por 5*500, meias bran- ,'r05d,ni,P|" d "'. raneo sa-
ca de cor
Ditos da hnn pardo bretanha d
Nidio ........
Ricos corles de seda branca a pe-
kim, o maU superior potfivel .
Corlea de vesiidos de varias fazen-
das d seda para meninas
cas para homem muito linas a 79, 8 e IO3 a Dluditoeom" 4 m
niizia, cassas franeczas muito linas a 480, j
para for-
ro, eovado .......
560 e 600 rs. a vara, collarinhos brancos a Belleza da China, fazenda toda da
220 cada um, lengos de labyrintho a 13. pa- Ja ........
lils de panno, de casemira e de lpica, pre-' '?'a,la de da lavrada, eovado
tos e de cores, caigas de casemira o eolletes ol,r de Par''' de sda cum vistas
do gorgurao do seda, tudo muito bem fito ."""* .I"' ,ov,do
e para diversos pregos, sarja preta para or-1 *d' eo?.dT0' P"' *~
ro a I3200 o eovado, corlea de cohetes de
casemira bordados a 5-, ditos de gorgurao
de seda a 3.-800, e muitas mais fazendas que
nao he possivel aqu fazer menguo dcllas
pelas muitas variedades que se encontram
aqui neste estabolecimcnlo : quem quizer
venha ver e traga dinheiro, que nao vai sem
fazenda brata.
Carros.
G. ADOLPHO BODRGEAOI.
Tem tins poneos de carros de i rodas
grandes c pequeos muito bons, com
hnns .i-i-cios < vende por puro comiiiuilo
por ter urna viagem a tazer, vende lam-
bcm hoas porcinas uc cava los c cavallo
para cabriolct : na ra Nova 11. til.
-- Vendc-se um carriuho amerierno de 4
rodas c coberto, e com um bom cavallo ar-
reiado o proprio do mesmo quem o quizer
ve-lo e contratar, dirija-te a coc'icira de
Paulir.lio, na ra da Roda.
S. STIIISIEL & C, banqueirosene-
gociantes, estabelecidos lia muitos annos
em Londres, teem a SatisfaccSo de par-
ticipara seus correspondentes o ao publi-
co, rpic acabam de fundar casas lilincs
nos piincipaes portos c distritos manu-
tactureirosde Tranca, AlemarJha, Blgi-
ca c liollanda, conservando alemdisso
toas proprias casas anteriormente estabe-
Iccidas as cidades mais importante*, c
portos mais commerciaesdaGr-Bretanhat,
e esto em posicaode offereoer grandes
vanlajens as pewoasque |iossam necesitar,
assim cm Londres como cm otitro f|Ul-
quer ionio da Europa, de uma casa para
compra 011 venda de arligos, bem como
para os negocios de transacrao de crdito
3 banco de ipialrpicr genero.
As pessoas quenaoforemeonhecidasdos
annunciantesdeveiSoacompenliarsuas or-
dens com os fundos necessarios para sua
exeucco; (icando entendidas (uc otan-
nunciantcs nao teem dillieuldade cm adi-
anto r 7."> 0|0 sobre os gneros rcccbidos
antes de sua venda.
Osprccoscorrenlcs c mais nfbrmacoes
commcrciacs, que orem pedidas, scrao
enviadasgratuitamente, salvo o porte do
correio, podendodirijpr-sc aosannunci-
a 11 tes.
Batatas.
No armazem do Annrs, defronto da alTan-
dega, vendem-se gigos com batatas, pesan-
do arroba e meia, pelo liara lo pjego do 23 o
S'go.
PAI)A(I\ ETABERNA A VENDA.
Vende-se a padaria da povoagao do Alon-
Iciro denominadaAmorime a taberna an-
nexa a mesilla padaria, cujos eslabeleciincn-
tos acham-so respectiva e precisamente
montados, offerecc mais a vantagem de ler
as mosmas propriedades urna boa casa de
viven la com sitio plantado de excellentos
fruteiras que se aluga conjuntamente as ca-
sas dos dous esiabolecunen'.us : quem pre-
tenler pode dirigir-se a ra do Amorim n.
43 a tratar com Travassos Jnior c< C.
Domingos Jos da Cnnba Lagee, pri-
meiro fabricante das bolacbinhas de araru-
ta, alliads, soda, regala, coragoes, dubeliu,
carioca, partcula, blseoititiho, bseoitode
llamburgo. biscoito, latas, em seusestabe-
lecimentos na ra da Senzala Nova n. 30, e
em continui.gao da ra da ConceigSo da Iloa
Vista, bem como superior pito e bolacha de
todas as qualidades. que vende por prego
commodo.
BOMBAS.
Vcndom-">e bombas japy de varios tama-
nhos, com case mais perlcnces ; no ater-
ro da Boa-Vista n. 6.
TACASPABA ENGENBO
Da fundicdo de ferrodcO. \V. Bowman
na ra do Bium, passando o cliafa-
riz, continua a baver umcomplctosorti-
mentodc tachas defer o fundido e bati-
do, le3 a 8 palmos de bica, as quarac'il
cliama venda por prccocommodoccom I
promptidao,embarcam-seou carregam-l
se em carro seno despezas aocomprador
Ni tanoaria def-onte do trapiche
do Cunlia lia superior farinha de man-
dioca em saceos grttndes, assim como
bom milboe feijo, tudo por preco ra-
zoavcl ou tratar no armazem da ruada
Madre de Dos n. 12.
35000 79500 25000 355O0
9 1 595OO
11 69OW > 7S500
9
9 9 9 15600

:>}0oo 45000
69000 59500
19500
i> I9OOO
9
9
B 29000
I95OO
305000
25OOO
o I56OO
b I56OO b 15100
19100
B I5OOO
9
Cuites de vestidos de cambraia d
esda bordados 10 lado
Cambraias organd mali Casias francezas lin^s de cnr.vara
Chitas francezas de corcs,covido .'
lilas ditas, eovado .....
Itiscado (rancez de quadros e lisias
covados .......'
HoarallM de cor e branca, eovado
llrilhbiitinha branca, ramasrm lar-
ta,eovado ...
Palceiras de velludo, frnco a'lit '.
Popelina de seda com llores matea-
das, eovado .....
llares de seda rom quadros e listas
eovado .......
Sedas de qoadriulios e lislas,cov.,do
iior.iir.i.) de seda de llores, de lindo
padroes, eovado .
Mauritania ri eerin eom \ I (2 prtluiu*
de largara, eovado ,
Irondelina de seda transparente,
eovado .....
Chalet de mcium rnrn Iranjadela
Ditos de dito eom franja de seda .
Hilo de dilo dito eom dita de seda e
listas ......
Hilos ditos bordados a seda ".
Hilos di.to dilo em -2 ponas. .
Hilos dito dilo a velludo
Ditos de seda de core, superiores!
I.enc, s de cambraia liuot com labe-
rjnlo........
Lavas de serla de cores, lisas e bor-
dadas para senhora
Grvalas de selim de cor e p'rel'as ,'
compiidas .....
P.ssando o becco da C insreSac,'lo,' do lido direi
qoarla leja de Ires portas com rotalaabrarieas, n.
10. Ua-ie amostras com rinlior
ii 9310
b 5320
9180
9
b 15100
b 5X0O
b 550
teViO
19300
. 3900
b 5500(1
u 69009
ii 73"00
B9SO0
B II .....
B I.000
/
B 1}00
9
/
a 1-600 apelle, c 179000 a duzia, Tazenda
sem defcito e boa qualidade : na ra |>irela
n. 45.
Marroquim
c 179000 a duzia, U
ia qualidade: na ra I
Coupo de lustre
marca castello, muito g-ando a 4|000 a pel-
lo, e 419000 a duzia : ua ra Direita n. 45.
oirios
eoberlos e dcscohertos, pequeos e gran-
des, de ouro patento inglez, para homem
e senhora, de um dos melhores fabricantes
le Liverpool, vindos pelo ultimo paquete
inglez : cm casa de Soutball Mellor < C.
ra po Torres n. 38.
Com toque de
avapia.
A dinlieiro vista.
Cortes de musselina larga com II covados
e barra por 23 c 35OO pegas de algodSozi-
nho liso largo a 23. 2/500 B 33000 vendem-
se na ra do Crespo, loja da esquina que
volta para a ra da Cadeia
Agencia
a fundidlo Low-Mo
ra da Vnzala fova
n. 4.
Ne8teestabeleclmeniocontlnn^ahaver
um completo sortimcnlo de moei.Qase
moias moendas paraengenh o, machinasde
rapore taixasde ierro batido e roado de
todos os t ma nbosp ara dito.
Vendem-se muito em ronla sapatos do
Aracatv, para l\ar contas bem cuino obras
de labyrintho, bieos, rendas ele. : na rui
da Cadeia do Recife primeiro andar n. 60
Sellins e rle*>ioa.
SEl.LlNSRBI.O(.IOS drpainie
iiiile7 : a venda nu aruiazero de
ResIroaKaokei & Companhia, es-
r|um. le largo do Corpo Saulonu-
mero i.
O primeiro tomo das lographias pelo
commendador Antonio Joaquim de Mello,
obra interessante, ja annnnciada por este
lliano; vende-so no deposito da ra de S.
francisco n 6.
mesma.
Livros cm branco de
llamburgo.
Im sorlimento completo: em casa de
linunMomsen & Vinassa, praca do Corpo
Santo n. 13.
Deposito de pianos fortes
de HainburffO.
Km casa del'imm Mnmsen Vinassa, pra-
<;a do Corpo Santo n. 13.
PECHIlfCHI
A ella autts que, su acabe.
Cbegou a loja ao pe do arco de S. Antonio,
uro completo sorlimento das mais ricas cam-
brais que tem vin lo ao mercado, padrrVs
inteiramenlc novos, e core* (izas.quo se ven-
dem pelo diminuto preco- de 480 a vara.
la loja
das seis portas
F.M FRENTE DO LIVlUMEINTo.
Para acabar com o resto de fazendas.
Cassas de cores muito largas a 160 o eova-
do, riscado preto a 120, carles com clche-
les a O rs chales de ganga encarnada a
13, chiles escuras tintas seguras a 160 o eo-
vado, aberturas para camisa a 400 rs., chi-
tas rosas com mofo a 120; do-se amos-
tras, e a loja esl aberta das 6 horas da ma-
nha at as 9 da noite.
&*6*.&9Bf*4tiJ>M.
imilanho e
branco.
Vende-se superior milho, feijo mulati-
nho e branco, por commodo preQo ; na ra
do Amorim n. 39, armazem de mel, dos San-
tos Pinto
Vendc-se um cabriolct muito forle.i Cera'de carnauba por preco muito em
iberio o em bom estado : a tratar na boli- conta em casa de Caminha & K.lhos, ra
1 de Lutz Pedro das Neves. d Cadeia do Kecife n. 60, primeiro andar.
cobert
ca
Atlencao.
No dia 4 do correntc mez de mjio fugio do
engenho Cachoeira da comarca de Coianna
um mulalinho de nome Anaslacio que tem
os signaes seguintes : 15 annos de iaad, al-
tura baixa, seccu do corpo, pernas linas,
olhos grandes, cabellos um tanto sollos e a
vermeliados, ps apellidados, com signaes
anda frescos de bixos, levou c l^as de al-
godflozidho de riscado vclho, camisa de ma-
dapolSo e chapeo de palha e mais uma trou-
xa com mais roupa ; recommenda-se sua
pnsao a tolas as autoridades policiaes e os
capues de cam,>o dos lugares por onde elle
baja de passar e protesta-se recompensar
bem a quem o apretenUr seguro no supra-
dito engenho Cachoeira ao abaixoassignado
que lie seu legitimo senhor ou na ci lade do
Recife ao major Bolarmino do Reg Barros.
--Ludg-roCavalcanti da Cunha Vasconcellos.
ESTA' l-UCIDO.
Mareolino, mulalinho, parecen lo caboclo.
de ida le 16 annos, cabellos cor. idos e gros-
sos, olhos pequeos, gagueja quando falla.
pes grandes, levou vestido calca de brim do
quadnnhos azues e jaquea de panno preto I
sera recompensado, quera o pegar e le-
var a ra dn Crespo n. II, est rugido desde
a madrugada de 9 do correule mez de malo.
Nodia 17defeveroirodo corrento an-
nofugio do engenho Curcahi da comarca
de Pao d Albo, um escravo de nome Antonio
Cacangc, de idade 38 annos pouco maisou
menos, de altura e grossura regular, can-
gueiro no andar, nilo tem barba, tem todos
os dentes, he casado c tem marcas de relho
as nadegas, ro escravo dos herdeiros do
allecido CaetanoCongalves da Cimba: cons-
ta que corta pessoa moradora pira as partes
do sul o tem em seu poder,e desde ja protes-
ta-se contra tal proced ment com todo o
rigor das leis : quem apprehender dito escra-
vo conduza-o ao refer lo engenho, ou no
Recite na ra da guia n. 64, que sera genero-
samente recompensado.
No dia 15 de margo aosentou-se do en-
genho Palheta, comarca de Pao d'Alho, a
escrava Ann, crioula, idade 30 anoos, pou-
co mais ou menos, baixa, de meio corpo,
cabezuda, pisclo curio e cera ossuda, den-
tes limados e rom principio de podres, an-
dar rebolido, bebe agurdente, e quando
bebe lica rgrist, anda limpa e com sapato,
suppe-se estar nesta praga por ser encon-
trada em Cachang, e depois no sobrado
grande: roga-se a qualqucr pessoa, capitao
de campo, ou mesmo as autoridades poli-
ciaes que della derem noticia, leva-la ao
mesmo engenho Palbeta, ou a ra da rjruz
n. 18, segn lo andar, i Custavo Lizeazeno
Kurlado de Mendonga, que serfio generosa-
mente recompensados.
- Do lugar do Ribelro Grande, fregue-
sa da llom Jerdim, comarca do l.imoeiro,
dcsappareceu no dia 7 do corrente mez o
escravo crioulo de nome Joaquim, de idade
17 annos, pouco mais ou menos, altura re-
gular, bem preto, olhos vivos, rosto natu-
ral, denles alvos, falla grossa, pernas finas,
[s apalhelados, e nunca foi castigado:
quem o pegar, dirjase ao mesmo lugar, a
entcn !cr se com Manoel da Silva Pinto, e
Bosta praga con Josfr Carlos de SouzaLobo,
prensa dealgodSon. I*.
Gpatifica-se com
50$ reis.
JVo da 12 do mez no marco prximo pas-
sado fugio da casa do abaixo asignado o
seu escravo Antonio, nacSo Rengela, dada
40 o lentos annos, alto, magro, ralla bastan-
te atropelado, tem a baiba toda branca, po-
rem cosluma rapa-la, levou caiga e camisa
de algodiio de listras e chapeo de palha de
carnauba ordinaria ; foi visto no dia em que
rugi no engenho Ciquia, e segua a estrada
da Victoria : portento roga-se as autorida-
des policiaes e captaes de campo a appre-
henso do dito preto, na certeza de que a
primeira pessoa que o apprehender e trou-
xer a ra do Crespo n. 21, receber a grati-
(iracn aci-na. Este escravo fni'do engenho
Peres do Sr. tenente-coronel Manoel Joa-
quim do Reg e Albuquerquc.
Kernardino Maia da Silva.
Fuglram do engenho Agua-ira, fro-
guezia de. 8. I.ourengoda Malta, os escravos
Miguel, alto, seceo, quando anda he muito
inclinado para a frente, pouca barba, e foi
escravo de JoSo Klito do Reg Rarros, mo-
rador na fr<>guezia da tacada, para onde sup.
poe-se ter fgido. Severino, cabr, baixo,
grossura regular, tem um deleito em um
dos dedos da miio, representa a idade de 26
para 28 annos, o tem pouca barba; quer
um, quer oulro Tugiram no mesmo da :
quem os apprehender, I. ve ao engenho ci-
ma dito, quesera generosamente recompen-
sado, lonsta ao abaixo -assignado, senhor
de ditos escravos queseacham honnciados
em um dos engenbos de freguezia da Saca-
da, e des le ja protesta contra quem os con-
serva ndevdamenle em seu poder pelos
das deervigo de ditos escravos.Manoel
Ihoraaz Albuquerque Maranbao.
.. '


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PfcRN. TYP. DE M. F, CE FAJUA. mi
II
IV


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