Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07929


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Full Text

\
ANNO XXXIV N. 100.
Por 3 mczes adiantadot 4$000.
Por 5 mczes vencido! 5$000
SEdlNDA FEIRA 10 DE MI DE 1858.
Por auno adiantado 15$000.
Porte franco para o subscriptor^
ENCARREGADOS DA SL'BSCRIPCA'O DO NORTE.
Pinhiba, 8r. Joo Rodolpho Gomes; ftitil, o Bnhor An-
lotiio alirqu dt Silva ; Ancitj, o Br. A. de Lcmm firn^i ;
Ceirt, o Sr. J. lat* de Oliveirt ; Maranhao, o 9r. Jote Teiieira
de Mello ; Piaubj, o Sr. Jos. Joaquim Avellano ; Para, o sr.
'uiiino i. Biinoi ; AnutoDa, o Sr. Jeroojmo da Coala.
PART JA DOS COR REOS.
Olinda todoi os das. l o atea horas do dia.
Isuaras.u', GolaaM r l'araliil-a nai iennilas e sextal-feiral.
S. Ant..,, Bezerros, Boalla, Cantara', Alllaha aGonaahan : na mea-relra.
S. Leairveco, ''ao d'AlfcO, .\i iarrlh, Linn.fira. Orejo, I><...|ueira, Intratei-
ra, Fluies, Villa-Bella, Boa-Vlata, Ountury e Kvu', aaa <|uarU*-friras.
Cabo, Ipojara, s.-riniijom, Rio Foraoao, Una, Barrelroav AfU-Preta,
Maaeaiairaaa Katal: faialaa-fatraa.
(Todoi o crrelos parleta ae 10 kuraa da aianhla.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommercio : legunda a quintal.
Relajeo lerjai feiraa a aabbadoi.
Fazendi : quiritt e iibbados aa 10 horaa;
Juizo do eommercio : legundn aa 10 boraa a quintil ao mel dia.
Dito de orpboa: segundas e quinlaa aa 10 Doras.
Primeira vara do evel; segundas e seitas ao meio dia.
Segunda vara do eivel: queras a sabbados ao meio dia.
EI'HEMERIDES DO ME/. DE MAIO.
6 Quarlo minguante as 4 boras a 20 minutos da machia.
13 La nova as 5 boras e 28 minutos da maohaa.
19-Uuarto crescenteas 8 horas da tarde.
27 La cheia as S horas e 85 minutos da tarde.
PREAMAIt DE HOJK.
Primeira as 2 horas a 54 minutos da manba.
Segunda as 3 huras e 18 minutos da larde.
DAS DA SEMANA.
10 Secunda. Ss. Blanda, Pniladelpho e Arplico mm.
11 Terca. Ss. Fabio, Anastacio e Sereno mm.
12 (Juana. S. Juanna prime/a v.; Ss. N'ereo e Aquleo rs. mm.
13 Quinta. >{ aJMncao du Scnlinr. S. Pedro Recalado f.
14 Sexla. S.Gil : S. llonifaci, Bnedloa e PoBCu mal,
l.*i Sabbado. S. Isidro Ijvradot ; S. uvuipiij priuceza.
10 Domingo. 8. Joao N'epomuceno coiiego tu.; S. Aquilino rn.
ENCARREGADOS DA SLBSCRIFCAO DO SL'L.
Alagoas, o Sr. Claudino Falcao Diaa ; Babia, Sr. D. Duprad
BJo de Janeiro, o Sr. Joo Pereira Uartios.
EM PERNAMBLCO.
O Proprieiariodo DIARIO Manoel Figueiroa da Firli.ni la
livraria, praca da Independencia ns. a 8.
PEBMAMBnCO.
ASSEMBLA LEGISLATIVA
PROVINCIAL.
SESbXO ORDlrUHIA EM3 DE MAIO DE 1858.
Presidencia do Sr. Barao de Camaragibe.
(Conclaiao.)
O Sr. Mello Reg (Riphae1):Sr. presidente, se
o lira do nobre depatado com o sea rcqaerimento lie
nicamente provocar ama discussao....
O Sr. Penlo Duarli : Nao, ssuhor, quero c--
claneiminloi.
0 Sr. Mello Reg llaplinel. : EolAo vol contra
alie, porque calendo que esla casa s deve inlirvir
e pedir esclarecimentos sobre objeetos, acerca dos
"1 i.n-s alia pona tomar providencias.
1 ni Sr. Depatado : Pois a assembla nao lie o-
brigada a velar na guarda da constitu jfio e das lea
O Sr. Mello Ileso (Riphail):Ora, o nobre de- | desde aquelle em que cala am sadir de sua casa,! nao pude completar o numero determinado para os
pulado am la pOo ein duvida que o humero responda '
a consellio de guerra como capillo e nao como de-
legado '.'
O Sr. Epamiuondas de Mello :Ponho em duvi-
fcila a conla dos que forem necesarios para a mar- i casos extraordinarios), deveria elle nao,usar da fa-
cha, os mesrnus sidos, elapes e mais vencimentos j cutdade que llie cotcele urna le geral quando as-
que competirem a tropa de linha.
A despeza seri flita pelos cofres geraes ou provin-
da sim, porque pode liaver aboso, pode ser que o ciaes, cooforme a nalure/.a do servijo a que se des-
queiram fazer responder peranle t conselho de guer-1 linar a forja,
ra por fados civil. (Muilos apoiados).
O Sr. Mallo llego (Kapliael) :O fado he todo
militar. ;
O Sr. Epaminondasde Mello :Eu nada sei.
O Srr. Millo Reg ittaphael) :Supponha que
he urna perseguir >, que provitleoeia pode dar
nobre deputado '.'
O Sr. Epamiuondas de Mello : Eolo eu llie
mostrare! se temos ou nao competencia para tomar
providencias.
O Sr. Mello Rejo (Raphael) :Em ronelusao, re-
(ii lo/o nobre deputado nao loma mais Inleresse por
e-te oflicial do que eu, porque alein de ser seu cora-
paoheiro d'armas, -<>u seutunigo particular, deploro
O Sr. Mello Reg (Raphael) :Mas o caso de que ,ua ,,,_ niI,|oru que .Jia hnie no Brum expan-
e trata nao esta* comprehendido nessa disposijao.
O Sr. Penlo Deerle :Trata-se de am delegado
do polica qoe por motivos poliches vai responder n
iim conselho de guerra, islo he, o capillo he quein
vem responder.
O Sr. Mello ttego (Raphael):Sr. presidente, di-
zia eu que nao devenios pedir esclarecimenlos senao
i aquillo sobre que podemos providenciar. O negocio
sim nao escedia aquella flsarao ?
Pergunla-se agora, acliaino-nos em casos ealra-
ordinarios quando elle empregoa a guarda nacional
em destacamento ".* He esta urna seguuda que.to
Collocada a qaeslao nesle ponto, Sr. presidente, que compre averiguar,
compre avetigaar qaanlo ao faci qoe lem servido Qoando live occasiao de fallar na discssao passa-
de discusso nesla casa, qaal o de ler o presidente da, eu disse que nao havia le alguma que determi-
da provincia deslacado a guarda nacional como de- uasse quaes os casos orlitiarios, nein os eilraordina-
claroa em sea relalorio, se elle o faz em alguos dos ros ; mas, senhores, a no casos previstos noekl. 87 da lei de 19 de selembro I pre qoe liooverem inolivos, razoes, sejam ellas
qoaes forem, que eiijaro, etn rela^ao a esla lei de
do o seus bons desejoa eiu servir ao governo, mas
nada posso fazer sendo lamentar, chorar com elle as
penas que sulre. Nada mi is, naca meuoi; voto con-
tra o requerimenlo.
Enr.eirradd a dlKOflIo, he rejeitado o rtqaeri-
meuto.
ORDEM 1)0 DIA.
Continua do 3a tliseussao do projecto que lisa a
coque se trata he puramente militar; he am olli- fora po|,ca| pdr8 o inno (nambiro de 1SJ8 a 183!)
cial que vam responder a conselho de guerra, para
laber-ae se infringi ou nao as leis militaras, se det-
obedecea ou nao ao sea superior.
O Sr. Olivelra da' om aparte qoe n3o podemos
apanhar.
O Sr. Mello Reg (Raphael) -.Mas anda maimo
qoe se contiena qoe o commartdatile das armas ex-
orbitou, pode i asiembla provincial faze-lo entrar
nos limites do seus deveres ?
com as emendas olleracidas a elle.
O Sr. Presidente :Tein a palavra o Sr. Sou/a
Reis.
O Sr. Souza Reis :*Sr. presidente, acham-se ta-
bre) a mesa srte emendas olferecilas le de fizarlo
da forra policio! ein discuss3o com o projeclo respec-
tivo : diroi o que pens a reapeilo do projeclo e de
cada urna de uas emendas.
O projeclo lita a forra policial em :|"l pravas ; ja
Cm Sr. Depulado.: Reprcientaudo ao governo Uve occasiao de declarar casa que dava o meu vo-
to para esla Biacla, a enlao eu disse que o fazia nao
somante porque julgava suflicienle esta forra em
easos ordinarios, como por que me pareca qoe os
cofres provinciaes n.'u poliam concoirer com urna
quanlia tao grande como seria a jue se devu des-
peder com a forc,a maior ; e lnalineute por que me
constava, que o presidente da provincia declarara
que se coiilenlava com eesa forQt.
Sinto, Sr. presidente, que afta esteja na cata o Sr.
geral.
O Sr. Mello Reg (Raphael; :Nao sei aonde est
a altribuic.ao da aisemblca provincial de represen-
tar ao goveraio geral nesle caso.
Sr. presidente, o nobre deputado nao forma jaizo
diflerenle, nem mais favoravel do S<. capilo Amo-
rim Bezerra do que eu formo; porque,alem de lado,
son amigo desse oflicial, qoe lie moco digno, muito
iutelligenle, mullo honesto, he emlim am oflicial
que faz honra ao corpo a que perleuce. Smlo e de- i Dr. .M.noel Purlclla que no sablado'declaroa pare-
ploro que ello se ache hoje no Bmm czpiainlo o zelo cr-llie estar em conlradicrao o presi lente da pro-
a derJica^flo com que desempeuhou as ordeos do
governo: ma, pergunlo, he is.o bastante, isso au-
lorisa-aoi o procedinientu que o nobre deputado quar
que tenhamos, intromeltendo-nos niquillo que he
puramente regalado peras leis militare, as quaes
nao podemos locar'.'
O Sr. Epaminondaa de Mello : Ai informarles
ha que o bao de dizar.
O Sr. Melio Rsgo (Raphael) : O fado lem por
base o que diste o nobre deputado, que alias ja se
mostra bastante esclarecido, menos quando diz que
deu-se um conflicto entre o Sr. cmim.ni lantn das
armas e o jaiz dedireilo de Flores. A rsposisao do
fado he simples, e consta dosjornaes. O Sr. Bezer-
ra leve ordein para fazer retirar urna porgao do des-
tacamento daqella comarca ; mas leudo o juiz de
direilo representa lo a esse respeilo, ponderando a
inconveniencia da retrala de forra no momeutu em
que ella te lornava mais necesiaria, o Sr. capitao
Bezerra aueutioa estas considerares.
O Sr. Peizolo Doarle :E o presidenteapprovou'.'
O Sr. Mello Reg (Raphael):A presi leticia eon
formou-se com a resoluc3o do capiiao Bezerra ; mas
o commaudo du armas enlendeu que o olli n.ii li-
uda desobedecido aa suas ordena. I.ogo o contlicto se,
conflicto esisle, nao he entre o coininatidanle das I
armas e o jai/, de direilo, lie entre o commando das,
armas e a presidencia.
O Sr. Peiiol Duarle :Ojiem etta' mffrendo '!
O Sr. Mello Reg (Kaphael) :O que temos nos |
qoe intervir nisso '.' o que podemos ns fazer para
acabar com o conflicto, se lie quo conflicto hoovo
entre a presidencia e o commaodaute das armas '.'
Para que essas luformacOea ? Por ieso digo, se o uo-
hre deputado lem por liin provocar somente urna
vincia, quando diste em seu relalorio que ella forra
assim litada era pouca p.ira o strvico da polica, ao
passo que eu declarava que elle dizia ser essa lorra
bastante.
O Sr. Barros Brrelo :Pode ter mudado de re-
aoluc,ao.
O Sr. Sauza liis :Anda au fui assim : houve
engao na declararan do Sr. Dr. Portella, por que
eu mo disse que o presidente da proviucia declara-
ra que esla forra era bstanle, qoe elle eslava boje
de IS'jO.
(lia um apaile k.
O Sr. Souza Res :=Ha aflirmo ao nobre depula-
do que me nao escapara argumento algum dos que
se lem produzido ; pero-llia por constquincia que
nao me inlerrompa.
E, depois disto, ver te em virtude dess.i le nao
lie precito, como diz o nobre deputado, qoe ni fi-
zamos a forrea, oo que fixeroos om namerode praras
13o diminuto qoa demonstre apenas qoe queremos
rumprlr a lei quando nos manda fixar a lnrr.a, e
ainda pela razo de que isto he mais econmico, por
qua effeclivamenle mais econmico he pagar a guar-
da nacional em destacamento do que a forra po-
licial.
A l.'rra policial, me parece qoe oinsuem o llovi-
da, he creada para auxiliar as autoridades namanu-
lenrao da seguranza individual...
O Sr. Barros nrrelo :Qae he objeclo puramen-
te geral.
O Sr. Souza Reis:A forra policial, Sr. presdan-
le, pudc-se destinar ao comprimento muilos de de-
veret mais ou menos importantes, mas o que he ver-
.l.i te he que especialmente ella se destina ao qoe or-
dinariamente chamamos a garanta da seguranza in-
dividual e do direilo de propriedade; por tanto sem-
pre que o presidente da provincia destacar a guarda
nacin.il cora o im de auxiliar as autoridades na
garanta da segaraur,a individoal e do direilo de pro-
priedade, he evidente qoe elle lem cumprido om
dever, que elle nao tem esorbilado e que nanhuma
censura se Ihe pode fazer. (Apoiados).
Ora, disse o presi lenta em mu relalorio ;lendo).
ii O corpo de polica nao pci ie chegar anda ao seu
eslado cmplelo, e a j na marro era o seu estado
efledivo de 333 praeai, faltando* Ij para completar
a forja de 330 praras Usadas pela lei.
O Sr. Barros Bnelo :Fallaram-lhe 13 praras.
O Sr. Souza Reis :Fallatse o que faltaste (con-
tinua a lr).
Nao sendo taflicienle brr;a Ifte diminua para
guarnecer a capital, e satisfazer as necessidadea da
polica em toda a provincia, temsido de iudeclinavel
necessidade conliouar a guarda nacional da capital a
auxiliar a sua gudniic.3u em que lia mullo ae achata
ja empreada.
I-o igualmente iiidispeusavel chamar a servido do
destacamento a gu.r la nacional de diversos muni-
cipio!, onde oulra forja n.1o havia O arl. da lei
convencido ditlo, nao ; eu disse q te elle se conten- i numero 412 de 8 da abril da H>~, autoriiou a pre-
lava com a forja tizada pela lei qt e vigoran no anuo j sidencia a elevar a liii l praras o corpo de policia em
passado, nao orillante reconhecer que ella nao era circunstancial extraordinarias, como as que se lem
Millitlente para o sciviri publico, mal que atlendia | adiado o paz e qat delerminaram a deiicieucia da
as forjas dos cofres provinciaes a le elle nao quera forja na provincia. N.lo senda poisivcl obler voluo-
crear diflruldades na lei do orrimento. liein ve. | lunlanos piraaagmeoto da forra docoipo, outro re-
fuaj.lo de forja, maior numero^ de praras do que
aquelle que se lem ordinariamente decrelado, ns
estamos ein casos extraordinarios.
O Sr. Manoel Cavaleauli :Sao.
Lm Sr. Depulado deu am aparte.
O Sr. Sou/a Iteit : Nem ae quer dizer qoe ns
eitivemos em poca de revulorao, mas tambera nao
he ao a revolujao qoe consiitue o cato extraordi-
nario.
O Sr. Barros B irrito : Para a provincia o caso
cxlraordiuano he a vonlaic do governo, e mais
nada.
O Sr. Souza Reis:Se pensarmos por este modo,
enlao eu direi que em ludo, e a respetto de ludo, a
v-ma le do governo he aeinpre o qoe serve, o que
vence, e nada mais.
O Sr. i'ntpai Drummntil : Apoiado.
O Sr. Souza Res :Mas eo nao pens .itim.
Mai, dizia eu, que ns lindamos estado em cato
exIraorJinano quando o presidile da provincia fez
empregar em deslarainenlos a guarda uacioual, e
fixajao de forra policial du anno panado e porque
a lei de lil de tetembro de 1830 o antonsava.
Urna voz : O que levou o goveruo a obrar
assim foram os avisos do ministerio.
O Sr. Souza Reii:Nio foram os avisos, foiam as
leis.
O Sr. Mello Reg (Joaquina :Tanlo foram os
aviso, qoe o primeiro aouo em qoe se nagou a
guarda nacional destacada pela provideia, foi
este.
. O Sr. Souza Reis: Passarei agora aa emendas.
A primeira do concebida uestes termos (leudo
l-'icam suppritnidas as forragtns que te pai.ui a os
olliciaes do corpo de polica, que uAo sejam o com-
maodaule geral, o majur e os ajudanles do corpo
e de ordena da pfoaideiicia, pcirrbendo mais os -.
J.s e 3.1 comtnan tantea e o commaiidante geral ama
gratificarlo de 203 mensaes a o quartel meslre a de
\i'~. lis olficiaes empreados ein diligencia lerdo
mais SuO reis por cada dia de viajera.
Ap no inulto, Sr. presidente, a ida contiila na
primeira parle desl. emenda, talo lie, de sa acallar
com as furragens concedidas aos ofliniacs do polica,
excepto ao cammandanlc geral, ao mejor e ao aju-
dante do corpo ; mas quizera saber porque se ex-
cepto.! o ajudanle d'ordens do presidente Por ven-
tara, Sr. presidente, lia alguma lei que determine
qae o ajadante de or-lens do presidente seja oflicial
do corpo de policia '.'
Lm Sr. deputado :tem as furragens ein qunnlo
estiver as urdeus da presidencia.
II Sr. Sioza Ilcit : ll.-s.a forma ainda poderia
(er lugar, roas anida assim havena raa3o para te
Ihe dar orna forragem '.' N.io, porque se a esse i.fli-
cial nao cunvein ser ajudanle d'ordens, nao o seja
uto se deu, Sr. presidente, justamente, poique por | porquauto a lato nao pode ser obligado poiso servjo
oideiu do coverno geral te fez ntirar da provincia das ordeus do presi lente nao be servijo de policia,
a maior parte, ou qoasi toda forja de linda que aqu
exista, porque o servjo dn Sul assim o exiga.
O Sr. Barros Brrelo :Ficaram apenas os cascos
dos batalhoes.
O Sr. Souzailte :Eite numero de
V. Exc., Sr. presidente, que nciil uiua contradicjao
so d por lauto na declararlo que l'iz o nobre presi-
dente da que essa forrea er intullicente com a de-
clararlo que eu fz de que elle si contenlava toda-
va com essa forja. Oesejava dar aela respusta etlan-
do presente o Sr. Porlelta, mis rala que cumpro u
meu dever com a declarajao que acabo de fazer.
Satleolo ain i>, Sr. presidenle, que vol pela fita-
J^lu da furra ein itl) prar. n e pela, ra/.es ja expen-
d las ; .14 ira puiviii en pastare a oulra queslAo sus-
citada ja na irgun la discussau, a anda aule-don-
lem pelo Sr. 1)-. Porlella qoanio ao ficto de ae
destacar a guarda nacional, quemlo dadi elle con-
cluir laiotieni que se da essa altri'iifijao da parle du
presidente da provincia, a nossa Bllribaiefte de litar
a forja como quo se uullilica, c r;ue porlanto seria
mellior que nos ato uiasaemo, forra alguma, oo que
(xasiemo! ama forra inuilo diminuta tmenle para
comprir a le quando uus determina qoe fxeiuos a
discussao, para m.iiife.tir aaa opiniu aeirca do of- I 'orea policial. Mas Sr. presidente, eu nao poiu con-
formar-me com semolhaule opinio, eu n.lo vej-i ra-
zan alguma para que se pense desle modo.
O Sr. Barros Brrelo :Eu vejo ludo.
fieal de que se Irata, cuja posir.to de dolorota, eu o
acompanharei. Mas te o din du seu requtruneiilo
lie pelir iuformaj?!, ou antes fazer iulerpellajes
sobre o facto, eu opponho-me decididamente a elle;
ii.lusu pelo qoe ja ditte, como por que nao acho coa- policial, e felizmente sobre islo rao ha qiieilao a-
vanienle crearmos prectdenle dota ordem. ,,am, ompele-noi pagar essa furja...
Senhores, ai leu que regulara o eximio sSo mni- 0 Sr. Batroa Brrelo :N3u apuiado.
to espeeiaes, nao eonvem que a aiiemblea provtn- () Sr# $oala Rel< :_Sobre lato porem ergue-se
cial se envolv oo qoe ellas diipoe. I Uma oulra voz em contrario. O que he verdade po-
Lm fSr. Depulado:A colpa hado govarnu qoe ]j rem. Senhores, deque lera pasado romo caito,
linca mao desse homens para ctrgoa polieiaes. ,,,. S( tD aceitado cuino liquido que esse paga-
OSr. Mallo Reg (Kaphael) :Seja de quem fr ment deve ser felu peds cofres provinriae, pelo
a colpa,nao ooe compele etivolver-um na quesiao de menos em vista dos fados ; e quinto inesino esta
que se traa; por que nos nao podemos dizer ao pre- casa hojejolg>se qae o pagamento nao devia ser fei-
corso u io reatara leuao o de chamar a guarda uacio-
ual era auxilio da policia. a
Pelo relalurin do pretal lente di provincia se v pois
que elle chamou a guarda nacional a destacamento
pira o servijo propriamente da policia ; resta-Sai
ver por lano agora se elle poda chamar a guarda
nacional para ese serviro. O que regula islo he a
lei de l'J di selembro de 1830.
O Sr. Barros Brrelo :Obedecen as rdeas do
governo, fez muito bein e se nao obraise assim devia
ser demillido.
O Sr. Souza Reis Eis aqoi o que diz a le da
guarda nacional art. 87 (If-.i
S'nhore, qual he o seivir i de guarnirn '!
1,'ra Sr. Depala lo :N.lo ha o de polica.
Outro Sr. Depulado : S.io as gairdai.
O Sr. Snuzt Res:E o que fazem a goirda", se-
nliores'' As guaras garanlem a segoranja indivi-
dual, t-raiilein o direilo do propriedade...
L'mSr. Deputado ;Euiao acabe-se com a tropa
de linha.
. !50 praras
marcado na lei do anno passado, o lem ndo ja' por
muilos anuos; e sera' possivel qae as necessidadea
da provincia' uao .leuham cri-cido desle eoto al
agora '.'
Um Sr. Depolado :Nao ha dnvida.
OSr. Souza Rala .-Em grande desenvolvimento
da provincia nao exige maior numero de forja po-
licial para garanta da segurauja individoal e de
propriedade ? Essas creares, divi-es e subdivitOee
de termos e de freguezias nao exigem timbera um
aogmeulo de forja J He sabido que cada tuna dessas
creajei de termos e freguezias iraz comsigo logo a
Humear > de um delegado, de am subdelegado, ele.
e a creajo desias autoridades traz tomo conse-
qoencia uecessaria o lerem ellas forja a' saa dispo- e o commai.danle geral uma
sir.m, i por couseguinte o augmiulo da forja po- j c o quartel meslre a de 10J
O Sr. M. Cavalcanli : Tam bem he eilrordi
llano .'
O Sr. Sonza Reis: Sem dovi la nenhuma isso
de exlraurdiuariu, em rolarlo a fixarao fela no an-
uo paitado, porque lie uslaineule a que se lera felo
em anuos anteriores, sem atlenjao a essas allera-
Parece porlanto que nao ha razan para se fazer essa
excepjao a respeu do aju lan'e d'urdens do presi-
dente.
I"ra Sr. depolado :Enlao prohiba qae os aja-
daotet d'ordent sejam nlliciais de p .liria.
O Sr. Souza Kels :Eo aulenlo, que esla casi
nao deve eslabelecer prohibirles, quando ellas sao
entendidas da le : ha claro, he evtenle, que o
servijo de um offcial de polica designado na le
exclue o das ordena do presidente, e assim para qoe
fazer-se essa prolntujao !
O Sr. Manoel Cavalcanli :l-to a;;ora he oulra
cousa,
O Sr. Sema Reis :Jlas de cerlo, ou nao '.'
( Sr Manoel Cavalcanli :Parece.
O Sr. Souza Reii .-Mas Sr. pre-idenlc, nao de
-nmenle esla a relleu.lu que leudo a fazer quanlu as
forrasen-, irei a oulra parle da eraeii 1a que diz
lercehendo mis os 1 .s 2.t e :l s rommandanle-
gratieacSa di 20}
sidanle da pruvincu que fa)a saspemler o curto do
conselho de guerra ; pur que elle au opole fazer.
O Sr. Pexolo Duarle :Dos uoi defenda.
0 Sr. Mello Reg (Raphael) : Kni.l-i para qoe
quer eisat informaroet se nada podernos fazer, e de-
mus, qoando o nobre depolado se moitrou scienlc-
de lodas ai occurreuclis t
l.'m Sr. Depulado :Ella pede informajsi olli-
ciaei.
0 Sr. Mello Reg (Raphael) :O commando dai
armas enlen leo que um oflicial tioha desobedecido
as uas ordent ; om conselho de guerra de uomeado
para lomar conhecimento disto, o que temos ot que
ingerir-nos nassa qutstao .'
1 i ni Sr. Depolado :O que dea lugar au conselho
de guerra foi om fado policial.
O Sr. Mello Reg (Kaphael) :Mas um delegado
nao responde a conselho de guerra, e se ns nao i-o-
demoi lomar medida alguma qae agerave ou melhu-
ra a sorle ditse capil.io, pira nada serve o requeri-
uiento do nobre depulado.
Sr. presidente, nesla casa da mni espaolosa ten-
dencia invasora das atlriboijes aldeas, e todava
tomos muito zelosot de nonas ittributjei !
L'm Sr. Depulado ; Nao apoiado, a assembla
provincial, nao invade allribuijei alheias.
O Sr. Mello Reg : Nao v o nobre depolado
que iito at pode aggravar a surte do olli -ial '.' K
por oulro lado tambera nao v que isto pode ferir a
ili-riplina do eiercito '!
Quando os soldados virera qoe as desinlelligen-
ciai que lem com seus eommandaulet, elles acham
recursos na assembla, e acham vozes que se levan-
lem para os defender, aceasar os ."i prnprioi su-
periores, nao se tornaran elles com mais forja e ani-
mo para loruarem-se insubordinados ? Nao he um
in- Ha por lano ainda mais este inconveuicnle ; a
qoestSo he entre o commando das anual e um ofli-
cial do etercito.
U lie qoe h.o de provar ae islu he verdade oo nao.
O Sr. Siaza Reis :Ea na. tei o qae o nobre de-
pulado chama guarnirlo, pergunlo o qae faz a for-
0 Sr. Souza Rea:Compete-nos litar a forja ra empregada na guarnirn ?
O Srs Mello Reg (Raphael) : A guardas, des-
tacamentos de fortalezas, por isto de que lie guarui-
jao.
OSr. Sonza Reit :-Mis ni municipios de fora
tambero nao lem goarnijao ?
Lina voz :au lem.
O Sr. Sooza Res:E o qua sao as guardas dai
cadeas Quem faz ene servijo '.' Seria precito que
o nobre depulado me determinaste pnc smente
quaes i3o ot serviros da guaruijdo sem que incluisse
ah ludo quinto diz respeilu a segaranra individual
e de propriedade.
O Sr. Reg Barros: Esta' discriminado por sua
natureza.
lo pelos cofres provinciaes, Bt estavamos na rigo-
rosa ohrigajo de ordena-lo. tind.i por que nao que-
reriamos sero duvidacarregar coma retponsabilidade
das consequenciat de um proce lmenlo contrario,
por qoe essas [conseqiieucias se'iam licarmos nos
sera a /urja precisa para co idjuva: as autoridades na
garanta da legaranja individoal e du direilo de
propriedade.
OSr. Barrot Baarilo :lia nm miio
para supprir isto.
O Sr. Souza liis :Mas diz-se, e agora metmo
acallamos de oovir ao Sr. Brrelo, que ha om meio
econmico para supprir islo. Tndem assim o disse
o Sr. Porlella ; eises dous senh .res depuladns refe-
rcm-se a le de 19 de selembro de 18">0 que refor-
mou a guarda nacional, e na qu>l est consignado
o art. s, que aulonsa o governo a deilacar a guarda
nacional designando-lhe os casos em que eses des-
lacamenlos se devein fazet, o ait. 01 onde se de-
clara por que cofre deve ser paga guarda nacional
segando ti servirn a que for applieada. Diz o arl. 87
da lei de 19 de selembro de 1830, (Lando).
o Aguarda nacional deve (ornecer destacamentos
denlru ou fora dos respectivos municipioi nos si-
guiles rasos :
i 1. (loando faltar a tropa de linha e de policia
para o servijo ordinario da guarnirau, para escollar
de ura lug.r para oolro as remessas de diuheiros ou
de quatiqucf efleilos perteiireults a Dajjo ou a pro-
vincia, oo para conduzr os prouiucialoi, coudem-
nados e quaeiqocr oulrus presos.
S 1. Para soccorrer algum municipio da mema
ou de diversa provincia no cam de. ser perturbado
oo ameajado de se lirio, inturjeijao, rebelliao ou
qualquer oulra comuiorao ou de incuriSo de ladr&es
ou m.ilfeitorei.
Diz'.o art. 91 da mesma lei. (Ledo .
Ouan ln a guarda iiarion.il |,',r mpregada na for-
ma do arl. 87 em virtodc de ordem oo eateriMfao
do governo oo doi presidentes, abnnar-ie-da aos ol
liciaes e prajas desde o primeiro dia da reumau ou
0 Sr. Sooza Reis : Nao eita' tal, porque o ser-
vijo que lazem as goardas dentro dcsla cidade lie
justamente aquella a que se preita a' polica fura
dalla.
1 ni Sr. Diputado : Ja' tem sido costura! em-
pregar-se a policia no serviji da guaroijilo, mas
islo 'i au lo da falla de tropa de linha.
O Sr. Souza Reis : por cerlo que a tropa da li-
nha da do ser emprega la em alguma cousa, u3o de-
ve estar lmenle .....qoarteis.
O Sr. Barros Brrelo (com ironia) : O governo
lem-iios feilo at um grande favor em fazer com
qoe algans destacamentos sejam pagos pelos cofre
gtraei.
O Sr. Souza Reis: A guarda nacional he crea-
da para auxiliar a forjada linda e da policia, scra-
pre que o govirno precise delta, por couseguinte o
presi lente da provincia rumpno com o seu dtver,
nao exorbilou em nada, destarando a guarda nacio-
nal fura da capital e fazendo-a pagar pelos cofres
pni\mciaes, porque lal servijo deve ser pago por lael
cofres era vista da lei. 'Apoiados.!
Depon, senhores, na f.lla da forja policial preci-
sa para o servijo que Ihe de propno fazer, nao leu-
do o presidenle da provincia meios para completar
a forja fisada, devena serlde prohilndo hincar mao
datte recurso que a lei geral Ide iiuni-lrru, alcum-
plelar o numero de 00 pujas, que de justamente
aquelle que Boa lixamos para casos extraordinarios '!
Parece-mc qoe nao. Quandn niesino senao qoeia
aceitar como argomenlo valioso o que aprsente! em
primeiro lugar, parece-me que a casa nao pode re-
cusar este, isto he, ns filamos na lei do anno pas-
tado 350 i- aras para caioi ordinarios c (10 para o
extraordinarios, o presidenta declaroa que n3o Ide
foi posiivtl completar o numero luido para os caso
ordinarios, islo de, 3.V) prajas (e roe parece que te
nao da de exigir delle que declare i razio porque
ORIGINAL DO DIARIO DE PEfNAMBUCO-
9 DE MAIO DE 185S.
I nio ezcursao .'cientfica ao interior detta provin-
cia pelo Sr. /.. J. Brutul.
Os prodigiosos Ibetooroa que o Brasil encerr era
seo eio. quer no reino mineral, quer no remo ve-
getal ; a immeusidade do sea territorio, a fecundi-
dad! do seu solo, a amenidade e dojura do i*u cli-
ma, e muilos oulrot dons que elle recebera da Pro-
videncia, ludo isto vai boje preoecupando nicionaet
e estrangeiros.
Ne corlo periodo de Ires annos, deroriidns tic
18H a 18.7. lem apparerido na Europa Ires pulili-
eajnes importantes acerca do grande imperio da
Santa Cruz : o nlludgel du Ilresil polo ende Slra-
leu de Ponlhoz, obra de um nlcanre elevado,o
Brestl.a por diarias Ravdaod e a nl-'rance e o Bre-
sila por Dulol, ao livros que dertamam rauila luz
tobre esla paiz.
1 mos isles Irabalhos tilo de grande ulilidade para
a nona pilrit, mas re'eva ronfessar que se raeen-
lein de inexaclido-, tildas iuconleslavelmenle da
falla de eonhecimenlo pralico do p.iz por eites I-
lostret ascriptores. Comtudo elles fi/eram um ser-
viro impoiliute, e o Brasil sera' boje mclhor co-
i,trenlo pelo eatrangeirn : todos aquelles qoe live-
rem lido as obras detsii Ires boiiieui nolave s, ja
nao topporao qoe o grande imperio aol-americano
be complelamenle habitado por Pau-Rougei,
como ha Tinte e lanos annu dizia o aolor de um
artigo qoe lemos em um i obra Intitulada Viagem
i' Ameritas pur nm homeui obscuro ; e rom elleito
t um hotiieiii mullo obscuro, que viajiaae sempre
aliavrt de treva, poderia ver eises liabilantes de to-
do o Brasil.
Culretanto estas inexaclides de qae fallamos as
tus obrai cima citadas, uos parecen] inevtlareii.
A" excepjao do primeiro escriptoi, que residi al-
guna anima na capital do imperio, revestido de um
carcter diplomtico, os oulrns doos nunca vieram
ao Brasil. Todava, o ronde Slraten-Poiilhoz, sem-
pre permitieren no Rio de Jaueirn.e le da la' saino,
seria para outras provincias do sul. Ira, ninguem
duvida que a necessidadea das diversas provincias
do Imperio sejam differmtea. Por eiemplo, a cons-
i luirn da propriedale territorial das provincias do
sul nao he a meima que a das provincias do norte -
a industria agrcola das primeiras he de nalureza
diversa da industria das segunda! ; o solo e o clima
as duaa grandes zonas em que se pode dividir o im-
perio nlTcrerem dillerenjat nnlaveise essenciaes.
Assim, entendemos que lodu aquelle que quizer
tratar do Brasil deve ler Om ccndicimento praller/
dn sen tolo, dai soas insliliiijoes e da sua legi-larao,
tas dilTerenlK provincias de" que elle se compe :
mas itttl de diOiril e Irahaldoso sobra lodo para o es-
Iraugeiro, que nunca saino da sia patria. Eutao,
f elle se v obrigado a recorrer a Iradircles nraes ou
rs-riptas. As oraes sao Iraosmitlidas ordinariamen-
te por pessnis que punco mais du que elle propria
coiihccem o pala 6 quanlo *s e'Criptas, jrllas sao
raras, e igualmente niexadai. Os noisos archivos p-
blicos encerrara poucos monumeu os que se possam
cousollar.
A polilica egoislica c. jtponeza, qoe reinou no
1 Brasil, durante os lempos coloniaes, e at mesmo al-
i"- annoi depois da nona independencia, as goer-
I rtt civil e outras perluihares domesticas que llage-
I iran u pai/, durante u longo per odo de IransirSo,
e Iculai as ticiisilodei porque paaiam os Estados *an-
1 tes da tua oiganisarao definitiva, ludo islo conlri-
i buio para a filia de esludo das uecessidadet leaet
i do paiz pelus natiiracs.
ouanio aoi inconveniente! resalanles do systema
; de poltica egostica e j.poneza qoe imperoa entre
dos, ciiaremos anmente um fado, filiando u sa|,iu
bar.lu de llnmdoldt Vitilaa ai posc-ses despando-
lat la America, o coverno da mrlropole ordenno
aos -eos daUg i los eoloniael que fr inqueaisem lodos
os arcl.ivos, todas aa bibliolhecia e ludo o mais que
fosee niister, ao illuilre viajante ; entretanto qoan-
| do te soube que o mmnrlal anlor do oCosmus,
. pretenda dallar o encantador valla dos Andes e vir
.jo Brasil visitar u notMl liJades, os dossos campos,
O Sr. Reg Barros : Isto lica remediado pelos
daslacamentus volnales.
O Sr. Souza Keis: Islo he oulra que.tan a qae
eu chegare lamdam.
Asiim poli, senliores, uio se podindn deixar de
dizer que etlaiainos era circonislanciai exlranrdiiia-
rias, fazeudo-se retirar da provincia a forra de li-
nda que aqu exista em qu.si toda a sua toialidade,
e eiiiindoe a necessidade de fazer policiar difie-
rentes localidades ein minio maior numero do que
aquellas que cxietiam uus anuos anter ores ein que
se dxou esse numero de |A-ar.as, por qoe, senlioro-,
isto nflo he do auno pastado, do ja de muilos anuos,
ja nlo he uma vez ou oolra que se tem litado e-se
numero, me parece que nao pode deixar de coiiside-
rar-te ludo iso como caso extraordinario ein que .
daviam sar applicadas as dispusijes da lei de fixa-
jao de forra policial.
Demonstrado que estavamoi em circurastancias
extraordinaria, quando o prndenle fez de.tacar a
guarda nacional, cunipre anda averiguar, ib loman-
do et.-a medida ella excedeu as forjas du cofre pru-
vincial em relafAo a fixajao da despea para a foija
policial. Senhores, ve-se que n3o obstante csses
le.tac.iinenio- sobre 01 qoaes tanto se tem filiado,
o presidente da provincia nao fez cretcer em nada,
pelo coolrario fez diminuir, pelo contrario economa
s iu ns diuheiros da provincia como fu dito pelo Sr.
Barros Brrelo ; mal dahi senao segu que nu nao
devamos fixar a forja, por que devenios esperar qut
te dtetiqoi a guarda nacional, porque cases de-ti-
camenloa somente devem er feloi ueste, caso ex-
ordinarios e a fixajao he para o casas ordinario!.
Ante hontem fui declarado nesla caa que a guar-
da nacional em destacaineulo linha chehalo, se bem
me record, a 117 prajas que com 33"> que foi o
numero que o presidente pude romegnir engajar
para o corpo policial o anuo paisa u, fazem muito
menos do 00, que foi o num-ro que a asseinblo
autorisou em'casos extraordinarios, accresccudo a
lulo islo, quti a farja policial tem mamres venci-
mentos do que a guarda nacional, donde te segu,
donde eu (Ira a conclusao, de que o premenle da
provincia i).io exorbilou da lei da lixajao da forja
ti iticial quer era relaj.lo ao numero de praras, quir
em relarao a He>peza fizada, e porlanto que o seu
adn nao pode deixar .da ser approvadu por esta
Casa.
O Sr. Barros Brrelo : E houve quem o aecu-
lasse por isla, apparreeram censuras?
O Sr. Souta Res : Fu fallo em relajso ao ac-
to em ti, e agora devn dizer como ja disie em oulra
occaiiao, que essa censura ha .! recalur sobre al-
guem ; e auhre quem ha de >er '.'
( Cruzam-te apartes .
Dizia, portanlo, Sr. presidenle, qae n.lo linda da-
vdo eiordilancia da lei, quer na Htajau, quer na
despeza aulorisada por eila caa.
Ea diise anida na diictis,,v, passada que quem
quer que havia pralicado este lacso era ato digno de
loovore, por qoe o havia levado ao ronliecimenln
do governo geral sem llovida por moilo escropolo
da sua parle, mandando fazer a desptza peloi co-
fres provinciaes depois dessi comalia.
Assim, Sr. presidente, eu creio ler dimonstrado,
primeiro que nem uim contradicro huuve entre a
declarajao fela pelo presidente da provincia em
seu relalorio e a declarajao por mira feila ueila casa
quanlu ao numero de prajas cora qua elle se cni-
tentava para o servijo da policia segundo; que o faci
de empregar a guarda nacional em deslacamanto nao
consiitue uma exoritancia da le qoer em relajao
a forja litada, quer em relajao a despeza autoii-
ilda...
lm Sr. diputa lo :Mas he om mal.
OSr.Souza Res:....e que nao linda Batida
a eoxrbilancia porque el- o tulla prat c ido eom a
le ua mao, o linda prallcadu em virtude da lei de
as nossai solidOes, os nossos rio, e lodas usas ri-
quezas fadulosas que nos legara a Providencia Divi-
na, o governo daqoella epoca ordrnou aos diversos
presidentes as provincias, que occultasstm lulo aoi
odos predrsliuados do sabio !
Ora, com semelhanle systema de governo, que
heranja nos podiam legar as gerajiies qae nos pn-
ce leram'.' II.-je felizmente as coudijits sociaes e
poliliras era que vivemos, nos permitiera marchar
mais fcilmente para o glorioso destino que Dos re-
lerva aos Estados.
Segundo a opimao de um i Ilustre escriplor, oo
povo brasileiro lem boje o orgulho de um grande
futuro qoe elle mede pela extenso do leu territo-
rio, pur suas riquezas, e pelis creajoes do genio da
sua rara em outros iccului. Taes senlimenlus sao
tao pengosos como legiliroot e nohres, se a previ-
dencia nao iguala a ambijao que elles excilam. O
Brasil deve descubrir ond elle encontrara' o pre-
mio ainda desconhecido do deslino a qoe elle as-
pira.
llra.se a previdencia do governo e dos particu-
lares ainda nao iguala a ambijao qoe esses seuli-
iiieulos legtimos e nohres excilam, com ludo nao
larda mullo que osla sublime equajao seja resolvida.
Depois do longo periodo de paz e de prospendade
que u povo brasileiro tem gozado, o governo lem
abandonado e'sas quesles merameute publicas, t
prnprias do berro dos pavos, e procura revelar ana
ulliot de todos etaai immensas riquezas que jaziam
sepultadas n.sem da trra, por causa da ignorancia,
essa mallir.lo de Dos, como dizia o malar poela
inglez do WII seclo.
Com elf-il., o governo lem ordenado algumas
explorajOes icienlilicas em diversos punios do im-
pel > o is deicnberlas qoe h.lo sido fetas, nao dei-
xam de compeusar as fadigas empregadll nesla no-
bre conquista.
O anno passado o Sr. I.. J. Ilrunet, profeasor de
orna das cadeiras de scirnci.ii nato ae- no l'i\inna-
sio desla cidade, tai mandado pelo goveraa da pro-
vincia fazer o.na viag-m loienlifici a varios pontos
do interior daata provincia. I) uifatigavel e badil
profeisor ainda n.lo se recoldeu a esla capital, mas
laemos qoe a soa commissao lera sido oolireinente
deteinpeiihada, e que o gabinete dn iiMimasio em
breve s<:tj enriquec lo cuto muiloi produdo> pra-
Sr. presidiute, parece can c*l3 gratificarao be em
subslituijao das forragens, de inaueira que o que se
deve entender he que as forrageus sao convertidas
era proveito dos olliciaes.
i ni Sr. depotado :Para evitar abusos.
0 Sr. Souza Res : Knl.lo llevemos acabar com es-
sas forrag'iw c se os olliciaes de polica nao ie con-
leulern com a paga que lem, deixem de ee-lo. (a-
poiados.)
Eu voto pela exlincjlo das forragens, porque en-
lendo que iienduma ueceisid.ide laa os ofliciaes de
polica de ler cavallo, excepto o cuinmanlanle, me-
jor e ajulantcs porque v ofliciaes uionlados.
1 ra Sr. Ilepuladn : Mas, as diligencias?
O Sr. Souza Reis :Para islo na occasi.lo peg mi-
se alii ravallos de malulos e ssrvein-se de|le...
Uin Sr. Diputado :Arda Isto muito bom ?
O Sr. Souza Riii : Pelo contrario, isio he orna
censura que eu far ..
lina Voz :Eolio qual o remedio ?
O S'. Souza Iteit : O remedio est ni lei, para
que se consignara desperas eventues ? Por esli ver-
ba se aluguein cavallus n'uraa occasiio dcstas e ,na-
gue-se devidameute.
Nlo posso por lauto votar por ama idea que traz
comsigo eil'oulra. deque as forragens, isto de, aquel-
lo dinlieiro que he dalo para sustento de ravallos,
esteja sendo convertido em prjveilo das pessoas dos
olltriaet do corpo de policia, que nao lera c ivallos :
vol por lano pela supprciao das forragens.
Cm Sr. Oepulalo :Deve volar coulra lodas, por
que nao ha olliciaes montados.
O Sr. Souta Beis : Ha, com a organisaj.lo que
se lem dado ao corpo.
O Sr .Manoel Cavalcanli Viciosa.
O Sr. Souza Res : Mas u nobre depolado vota
por ella, todos ni votamos pla organisaj.lo actual.
(Ha aparte- .
O Sr. Souza Reis :Isto be ootra cousa, eu da-
ra o meu apmo para a reforma da organisajao, mas
niMibum i idea por ora se apresentuu a esse reapeilo,
iceilo por lauta o que existe com lodas as suas con-
sequenciii e dallo de ne-to sentido ullerecer emen-
da, porque pidire a volajj i dest.i por parles,e dare
o meu voto segn lo pens.
A segn la emenda de a segainte : fiea proddi-
da a nonieaj.lo dos ofliciaes de polica para os cargos
de delegados e subdelegados. Esla emenda faz sus-
citar diversas quesles : primeiramenti pirguulo,
pn lemos ns estadelecer esla prohibirlo '.'
O Sr. Manoel Cavalcanli :.'odeinos.
O Sr. Sooza Res : Digo quo nao, nao podemos
eslabelecer etta prohibijao.
Dep iis iii.-ii..... asta oulra qnesiao : serk conve-
niente faze-lo ? Eu digo qoe nlo. Digo primera-
mente que nlo podemos eetibeleeer esta prodibirao,
porqne, sendores, lodos ns sallemos qoe os cargos
de delegados e sabdelegadot de polica s3o empre-
gos geraes : e podemos ns dizer que o presidente
da.provincia nSo poder! nomcar tal ou tal individuo
para ura emprrgo geral ?
L'm Sr. Deputa ln :E nao dizemoi mis aos pro-
ressores que nao exerjam impregos de qualidade al-
ga m a ?
O Sr. Sena Rail. O lugar di professor he In-
compalivel com o exercicio de oulro qualquer em-
presa, nao sumos mu que o dizemos...
L'm Sr. Drputadu : O mesmu se d com os ofli-
ciaes.
o Sr. Souza Iteis :Pelo contrario ha tola a com-
paliliilidade, d'aln resalla grande vanlagem, (apoia-
do'l em ltese na., posso deitar de diltalo |as-im.
Partilo por lauto desle principio : que seudo os
Cargos de delegados e subdelegad es. einpreaos ge-
raet. mis nao podemos dizer ao presi lente da provin-
cia qoe elle nao pule nomear para exercelos lal oo
tal erapregado pr.viiicial, e toda vez que nao hoover
iiieompalibilida le eolre o exercicio dot dous empre-
goa, o presidente da provincia lem llberdada ampia
para nomear a quem quizer e liein Ide parecet.
O Sr. ti. de Druininiul : >a le e>l a prolii-
bir.lo.
11 Sr. Sooza Reil:E-I.i na lei a prohibirlo quan-
do ha incompalibtlidade entra os dous emp'iegui.
Tenho por tanto demonstrado...
iosos, en.Indos pelo illaslre iirofrssor nessa looga e
mu ardua excursao.
Segundo o na carta sua, elle ja linha deixado o
Ex, e continuara a aegu.r as serras que limilam a
provincia de l'eruamduru da do Piaody, al- a cala-
dre teira dos Dous Iriulo-, juntando tempre tmue-
raes, vegetaes e animaes para eneder varias cargas.
Perlo da serra dos Dous Irinaos, nessa ierra cer-
cada de desertoi, de reivas, de matas, de proras cal-
cinadas, de areias, que ullimaineule servio de lliea-
tro ao formidavel canard enviado daqoi ao nMuui-
teuro de Pars, o Sr. Ilrunet viiiluo na povoajao do
Caboclo uraa alagoa afamada por se ler deicoberto
nella aiiligamente, na ixcavajao di uma cacimba,
uma ossada aiite-diluviaua.
Infrlizmeiile os os.us raaiures .i (inli.in sido que-
bradoi pelos meninos da povoajao, ou conduiidos
peloi curiosos ; todava o dislniclu pmfessor anda
encontrn pedajos de alguns ossos pr ucipaes, lael
como caberas de atunara de mais da palmo de di-
metro, um dente bem conservado do uolavel lama-
olio, pertencenle ao genero Mastodonte.
O qni elle achou de mais importante uaquelle
lugar farain alguns oisus e vaiin-s pedaros do casco
de um bicho, perlencente familia dos tat-, que a
julgar-te do t. manilo poto- pedagoi dn rasco .le mais
de uma pullegada de srossura. nao havia de ler me-
nos de nula palmos de comprimento.
Parici-not estar vendo o leilor r.'ir de parte
o jornal, mi Trompen.i a sua leilura, e dizer
comsigo mesmo : isto de um perfeito teanarda, o
brbaro o.M. t .11 .ii-el-Kraiif quei vingar-se da ca-
rnada que nos pregn o oMonileuri) no seu artigo
odre as aCiticemba no Braiil.i Nao da p \ri
que daja ora latu' com nula palmos de compri-
mento.
Poii bem, as.everamos-lde sob palavra de jor-
iialislau que esla noticia he tao venia :eira, como es-
tar elle diivi Lm la do que l. Se o leilor soude.se
que u'um sitio rioi arr.idal le. de-la cidaJe, perlen-
cente a urna pessoe muito eonbeeitl i. da um cagado
de uma grandeza lal, que latanla dous horneas la-
bra o dorso, e aula coto tanta facilidad!, comoie
n.lo live-se nada sobre ai, cerlamente nao duv > lana
da ver ,eida le desla noticia. He esla uma verdade que
qualquer individuo pode examinar n'um sitio que
existe no lugar denominado .. Reine dio-,., Nolc-ie
O Sr. Manoel Cavalcanli :Por hora oo denir ,.i-
Iri.u nada.
0 Sr. Soa/a lliii : He bem diflcil deni mitrar
alguma coma ao uobre deputado.
1 euh i dimonstrado que leu.l.i piide prohibir ao
presidente o uomear a quem quizer para os cargos de
delegado a subdelegido, porque sao einpregns ge-
raes.
I ai Sr. Deputado : Mas nao podemos o'giui-ar
o corpo de policia coran bem nosaprouver ?
O Sr. Sauza Reis : Isso he. outra cousa. mas nao .
o que se pretende, porque islo sera ir pr|peia ao
pie.i denle da provincia a respeilo de (uncres ge-
raes, em qne nos nao podemos nitervr.
L'm Sr. Depulado :E'em prejuizu doserviro pro- !
viudal. '
OSr. Souza liis : Eu voo ao oulro argumento,
n.lo se afllija o nodra depulado ; eu promelli que
havia de prevenir ludo e hei de prevenir.
Depois, sendores, sallemos lodos ns anda que os !
cargoi de delega lo e lobdalagado sao obrigaturioi e
como pus di/.er-se que o presidenle nlo pude no-
mear lal ou lal erapregado provincial '.'
(i Sr. .Manuel Cavalcanli d um aparte.
OSr. Souza Res :Mas be da lei ; quer oppor-sa
a ino .'
Lm Sr. Deputado :O nbrigalurio he em relarao
ao uomeado e uao a quem noinea.
O Sr. Souza Res : A consequeocia ln que se
nao pude dizer ao guverno que deixe de nomear lal
ou lal Cldadao, quan lo as fuucroas de ambos os car-
go! sao diatioctai por di/erem respeilo a' provincia
e ao imperio, quando porem as funcres nao sodis-
tindas, eutao a asseinlilea geral pule dizer : vdl na
Horneareis para lil lugar, quo lie geral, lal ampreg i
do qae he geral, (a esta assembla, p le tambera |
dizer : vos iij noineareis para lal lugir.qoe he pro-
vincial, tal erapregado que de provincial, islo eu en-
len 11, isto cu compreheodo, mas nao comprobando
que esta assembla pusaa dizer ao presidente vs uao
poden nomear para lal emprega, que de geral, lal
imnregaduque de provincial. Apoiados.)
Ha oulra einenla que tem relajao cora esta e be
concebida miles termos:
o Ot olliciaes do corpo de policia que forem no-
meados delegados e siiblelcgadot, nio contarlo 0
lampa de servijo durante u exercicio desse cargo.>
Bil-aqai ama emenda que limbetn nao pdda
pi-sar.
OSr. Mino;| Cavalcanli :pule n.lo contar-seo
tirapo.
O Sr. Souza Reii: Ella emenda, Sr. presidente,
nao pude paliar,
ti Sr. Manoel Cavalcanli : Apoiado, Da* pude
passar.
O Sr. Souza Reis :E-tiva quasi me contentando
c un lio, porqui quando o nnb.-i depulado cliega a
apiar uma idea nesla rasa...
O Sr. Manoel Cavalcanli : He verdade, apoio
poacas causas.
O Sr. Souza Reis : Poucas cousas, a em geral
boas cu usas.
Ora, isto de o mesmo qu qutrer lornir os nos.ni
renla Mos desobedieuIes.be e.tabelecer a desobedi-
encia a le ou tirarem-sB direiloi a Iqoird. Um in-
dividuo he no rae i lo olli nal de p ilicl., lera par isto
adquirido um direiti liavendo a prohidicao delle ex-
ercer o cargo que elle nlo p le deixar"dt aceitar o
de delegado ou subdelegado de polica, a conseqoen-
ria ho que, para nao deix ir Je aceitar ha de perder
o direiios que tem adquirido : por tanto esla emen-
da n.'io pule pastar.
Seiihores.coin relajao a ftftll duas emendas lem se
laaeilado aiadaoatlraiqnasloii.oma lie labec, dado o
caso que pa lelle prohibir ao presidente da provincia
a nomeajio de olliciaes de polica para os cargos de
di-legalos o sublelegados, sa sera legal lal n imea-
jAo, e se seria couvenieut?. Eu digo, que nao de
i^gal a iioit. te, apoiados i. nlo apoii loa, Iroean-aa rauiosapir-
les., Nao de legal. Sendores, porque romo cun-
dirn essencial para a uomeario da laes autoridades
a lei lem exigido a residencia no lerrao respectivo.
lApoiadoi repelidos.)
Argumentarte, Srs. cora a residencia forjada,
cora a residencia neccssarii, me parec que n.lo lie
lo espirito da lei, e il< qua a le mt-iramente re-
pelle seinelliaaile (del. A;i dados Algum lem ar-
gumentado, dizendo : mas as itonieaces que se
faiera auaii serapre sdo depois de e-lar "j.i o ollicial
no lugar. Mas o que Importa isso, senhores, te lil
residencia he forjada ?
O Sr. Gonralves Guimaraes :Se se entendesse
assim, tu nlo quera que a minha emenda pai-
laase.
0 Sr. Sonta leii :_o f-cto de se mindar um of-
fcial con.m-n laute d'u-n destacamenlo, e depois fa-
it-lo nomear delegado ou subdelegado, porque ja
lera um inez de residencia forrada, firmado no ar-
gumento de que a lei quer, que seja noioeaio quem
tenha is condijes para ser Mellar, como ante hon-
tem se disse nesla casi, t rud-ui para mim u3o tem
essa impoitancia, porque, lenliorcs, para o cleilur a
le qu-r apenas essa resideucia, essa estada por oro
mez no losar.
O Sr. liaspir Dru-i.m ;;i I :Antea da junta de
qualificaj.o.
O Sr. Souza Reis :Mu para o cargo de polica,
nao determinou a le lempo algum, e exigi are-
sidenciaoo dislrictu. de manein que quer a resi-
dencia cm lodo o rigor da ev,,r --.lo ; slo de, que u
iodividao noraea lo seja penda do lugar, e proprit-
ineute um d .meio eom lataroaiea all, um hornera
que posta inleressar-se por leus cncidad.loa, com'ie-
rednr do lugar ele. etc., esla he a residencia de que
falla o reg. de 31 de Janeiro de 1812, mas nao a-
quelia que exige a lei para ter eleilur.
[rocam-H diversos apartes.)
OSr. Sonza lie:O reg.de 31 de Janeiro de
1812. leudo fallado na rosiden-ia antes de fallar oai
condijiles de eleitor, bem claramente demonstra
que se refere a outra residencia, que nao aquella
que se exige para ser eleilor e que lie apsnas a os-
lada do eidado no lugar ura mez miles da qnalil-
dcajao ; mas a re-ideucia para o cargo policial he
de outra nalureza, he a e-ialo com animo delibera-
do de mu-.-ir, de habitar, he a estada naquelle lu-
gar, porque efleclivamenle reside all, porque all
lera inlerestei, porque assim pode mellior velar no
inleresse des srus concidad.ins, e quando a lei exige
que o individuo lenoa as qualidadas exigidas pira
.er eleilur, refere-se ai uutrasqualidadcs, ma. nao a
. da residencia, porque quanlo a es-a a lei foi ex-
' pressa e n.lo quiz reluzt-la a' residencia du elei-
lor.
Assim pois, senhores, nio parece ler demonstrado
tanto quanlo ina foi pos.ivel, qoe as nomeajes de
ili : ios do carpo de polica ;e o mesmo ha applica-
vel aos do linha), sao llcgaei.
Suscitou-se nesla casa onlra quesillo sobre a qual
creio que se fallou mais do que sobre todas as ou-
tras, i.lo he, sobre a conveniencia de se hornea-
rem laes olliciaes, admitidla a legalidad! de taes no-
porm que o cas'0 monstruoso de que nos fjlla o
Sr. Ilrunet, nao conlm gutrreiros indios acocora-
do!, cora as cabejai apoiadas uas maos e com os co-
I tovellos tubre o joclli.it, leudo ao lado as suas ar-
| mai e suas joias, com dentei roa alvos que o mar-
lira, iirm inadeixas de cabellos desprendidas dos cr-
neos, como as muinias que foram encontradas nos
vasos, cuja noticia foi daqui enviada ao jornal olli-
cial da Franja : o casco prodigioso eslava c rapleta-
meule vasio, e dentro era piucu podera ser vtto i
examinado no g.bnele de bisloriu oalural do f.vin-
nasio.
Mas ainda qoando isto folia um orinar!-, nao
pertenceria ao Sr. Brue!, porem sim aquelles que
Ide communicaram a de.cuberta ; e por oulro lado,
muta gente (em eugnlido gcaoardsa, Ctiatlieau-
briand lambem engullo um mu fnrmidavel : no
lomo undcimo dat suas Memorias de Alem-(u-
nulu, elle f.lla de om sexto continente reriiutieci-
do por velas fraucezas nos gelos do pulo antartico, e
comludo at hn|a a acieneia dos geograpboa anda
na-, venficou esta dcsroberla.
Enlralaala, coiiliuueraos cora a narr.iro das no-
ticias que nos (uram Iransinitlidas pelo Sr. Brunet.
Em um auno de gratula secca, lento sido o povo
obrigalna iprotandar mais a cacimba, dAcobno-.e
na parede de Ierra da inetma cacimba nm crneo
gig uitetcn de om tamauhn lal, que um negro de
hu altura, vaquero de um fazendeiro respeilavel,
coalamava eotrar na dita civiiri pelo buraco ocei-
pilal, a ntlla te dailiva, para poder ctperar mais a
commolo o gado na bebida. Mullas le-leniuiibn
cunlirmaraui o fado an inrintavet professor, que
pedio licenja ao dono da fazenda para fa/er atlra-
Inr a importante caveira e po-li k ditposijao do
Gymnasio.
Oa povo?j.lo do Cadoclo, o Sr. Branet se diri-
gi lelas catingas, sempre loginentaiido as suas col-
lecjes, e cheguo .i l'ctrolina, dcfrunle do Joazeiro,
nos (ins de oulubro pastado.
Coma osiens ravallos jo ala podessem rarninhar.
elle ri-.nlveue a patlll a ->-.- i en Pelroiina.
Envin d ni. eaeadorai .. difieronle tugare-, eom
plvora, chumbo c dinhciro.
Elles acharara orna porrlo de qoadrupades c il-
gnoi paaurei. Em Pelropolina, u Sr. Ilrunet id- ,
quiln oulios p.u-.ros e priuciptou a collecrj.0 doj
peixes do Rio de S. Franctieo, que acabo-a na villa
da Boa-Viita, fallando-Ida someute tres ou quatru
especies das menos importantes.
Ascollicjes que elle preten le Irazer pira o mu-
seo do i,\in n.lo oceupam cinco cargas: uma de
miueraes e otsos foseis, uraa de qoadrupedes, uma
de passaros, .loas de peixes.
A carga de mineues be conipn.ta dos osso fos-
seis ai.le uluvi .no. ji mencionados, das rochas
princi|iaes, perleucenles o valias furmares geolo-
girasda provinrta, e varias amostras do" raincraes,
de ferro, de gata, du marmrea brincos, cinzenlni,
azues com veas hraueas, cojas poderu-as forzoacoaM
elle encuutrou na barra do Rio de S. Francisco."lie
urna rqoe/i nnjiorlauli que muito deve augmeular
a |irospendadi da no-sa proviucia, a revelarlo de
uma nova industria.
As cargas de quadropedas conten, entra oulras
.raridades, un, talo' gigante, o canaslra ; embora
rhelo da algoiio, acha-ie mal acommodado dentro
! de uinca.v.i. de puto de qnalro palmo, de compri-
l ra.en(o : foi milter, para metle-10 dentro do cai-
xao, acoiidicmuar-lhe a rabera entre as mam e a
rau la entre a- pernal: mais um macho e urna ta-
mal di Tamandu Bandera de um lamanbo extra-
ordinario : lem mais de sele palmas de altura ; um
macho e nina feaaei de (Judiados Batcdores, es-
pecio de porco do malo differente de noeilalu'.
que se torna de mais a mais escawa na provincia, e
i ruja carne be mais sahoru-a que a do porco, e, ee-
-nii-lu a uaJaiio doSr. Brunet, merece ser d m mi-
rado, aMstoi.i. i c ..i. -na. o rflali imprtante dos
I. loreMUe obteve uma qui lem mis de se
palillos da ompnmeulo.
Na carga di passaros. obierva-se o l'lolusan-
hioga, o .MergiiUi.ii do Rio de S. I'rauc-co. qoe
parece ura palo emeu lado com um peicojo di
Garja ; a Pauaro B co de thesoora ; uma porjao
da pa -aro. etfaalieea, de papaaaiot, de gavnies, de
aves nocturnas, que tinta o Moseo nlo posaaa, a,
futre estes ltimos, a .Tripudo jicurulu' : ve-se
am lo du colbereira e nm i
.' 01 ti.lo ...
au irgisdi Piiai ancontrtm^eei maiiiole-
ress.uiles, nm surulnm de nove pilmos de compr-
manlo, que antis de ter e-fulado petara qualro ar-
robjic dote libras, um pita' de qualtu |mIous dtl
meaff.es. Aqu disculiram-te pessoai, a aa mlmen-
ti lenti que assim se livesse feilo.
L'm Sr. Depolado :Eu nao.
O Sr. Mello llego (Raplucl) :Ea falle i em pai-
ln defendendo.
O sr. oau Reis :O nobre depolado falluo em
defez.i, falfou em sentido un que nao poda deixar
de fazer.
Eu digo em tdesi, scuhore, que a nomcajao da
olliciaes militares para os cargos de polica, he cou-
veiiieute, he boa.
O Sr. Gaspar Droramoud:Nao he conveniencia,
quando ha iliegalidade.
O Sr. Sooza Reis :Mas eu admiti a ligaldada
por momelos para poder argumentar sobre a coo-
venieucia. por bvpolhe.e admiti i ligalidada, a
agora uisculo sobiea couveuieucia ; prescindo inei-
mo dos factoi du modo porque os olliciaei lem pro-
cedido, iiatarii disto depois.
Senhores, sabemos ns lodos quanlo he dillicil po-
liciar-sc lora desla capital ; por ah ludo ho dul-
culdades, ludo he lulas ; principia-si a hitar com
o ln.i;i,Mi! tnais importantos do lugar.
O Sr. Corii de Olivetra :N.lo apoiado, confor-
me as pestoai.
O Sr. Souza Res :Eu eslou fallando em ge-
ral.
Dizia eu, qae ludo era difflculdades para a poli-
cia fora desla capital.
O Sr. Mauoel Civalcauli :E mesmo na ca-
pital.
(I Sr. Snuza Res :Ma capital, sim, lambim ;
mas as razoes aqu lia mu difiranles, (apotadoi) a
como se falla du afltelaee militares, como e qua sa
lera dito smente se refere a elles, cu rae redro
lambem as localidades de fura, e dizia que coine-
r iv.-.e a lutarcoin os homens uns iiupoilaule dei-
-e1 lugaiei.
Lina toi :As vezes.
O Sr. Siuza Keis :Sim e com algum, a descr-
e al lutar cura ui huineni de eipitilo ruim em
qualquer eondijo que elles e-lejain.
L'm Sr. Depulado :Isto do luheranla a' poli-
ca.
O Sr. Souza Reis ;Mis digo que no malo, fo-
ra di |ixi he lio moilo mais dillicil e no malo, se-
nhores, ha muito receio de soldados de inaueira
que o sol lado unpa um respeilo iminenso a islo he
uiua da, coavenlenciae, uma daa razes porque ea
acho muito conveniente, quo a policio esleja cucar -
nada no soldado.
O Sr. Petxolo Un,ule :Sim, no terrorismo.
O Sr. Sania Beis :Terrorismo! Eu nao osei
datM expriiso ; o quo digo be que nicule mais
re-peito no anima daaaa gente.
lira Sr. Depulado :Mas os potentados oio lem
recelo.
O Sr. Mallo Re.,0 (Raphael):Tem, as vezei
tem.
O Sr. Sooza Beis :Tambem os reipeilam.
t) Sr. I1, de Brilo :He verdade, contera-.e.
O Sr. Mello Higo Raphael) : E he so o qua o
pode i-,ni er. Apoiado!.)
O Sr. Souza Re :Parecen-me ler sido aceita
pela casa, a proposijo de que o soldado iullue mul-
lo na polica das comarcas de fora desla capital.
O Sr. Mauoel Cavalcanli : E na cidade lam-
bem.
0 sr. Sonza iteis:Eo eslou (ralando di fura a
digo que o soldado faz a|.parecer necessariamente o
respeilo, acrescenlanio ainda, que se eisi soldado
,'nonie que dou lambem ao ollicial) le faz acorapa-
uhar de una porjao de coinnandeiros de armas, eu-
tao ese retpeito sube di poni e como qui (az acre-
ditar que onde quer que eslej i esse hornera com seus
coiiipanlieir.is, d i! rtmenle o cumc se commelte....
1 ni Sr. Depulado .Assim deve ser.
OSr. Souza Re :...... como qoe ha quasi
certeza de que couiraellendu-se ara criroc.ha de ap-
parecer necessariamente a ripressao e he da repres-
-an que us criro.ini.soi lem receio.
Agora, senhores, se deixarmos essas llieorias a
do-cerinos aos fados, o que vemoi ns ?
O Sr. Peixolo Duarle da' um apaile qoe nao ou-
vimoi.
0 Sr. Sonza liis :O nobra deputado nao poda
fallar desle inodo.porque apresenlou nesla casa mul-
tas exeepr -.
1 '. Sr. Depulado :S apresenlou um caso.
O Sr. Souza Res:E alinal o delegado mo, que
o oobre deputado apresenlou fui um, todos os ra.m
erara bou., de lorie que, a exreprSo lornou-ie re-
gia, ea regra lornou-se excepjao; o uobre deputado
au p dia dar este aparte, porque os facloi uot le-
vara a dizer qoe a Humearan dot delegados milita-
re! de boa. (Apoiados.) Nao he preciso qoe se di-
ga qoe as iicepjfiei nao devem importar quando le
trata de adoptar esta ou aquella medida como con-
veniente.
Lm Sr. Dipalado :Mas a excepjao be maior do
que a regra.
O Sr. Souza Reis:A eicepcSo oo entender do
nobre depulado he que consiitue a regra, e, porlan-
to, digo, esla excepjao prova a favor da convenien-
cia, porque eda veto loda em leu apoio, im teu
favor.
Eu n.lo personalisarei om por om os olliciaes mi-
niares, que lem citado empregados em cargos desla
ordem.
Lm Sr. Depulado : Faja o leo paiseio militar.
O Sr. Souza Iteis :Nao poiso, nao eslou habili-
tado para isto. Ouvi o uobre deputado pelo circulo
do ido Funnozo lazer seosurai acres a diverso olli-
ciaes militares.
O Sr. Gaspar Draramnnd : Trooxe as provas.
O Sr. Souza Re : Ja apparecem as provas
quando eu nao posso talvet mais fallar, mas ainda
mesmo quando o podesse, eu nio entrarla,ueisa dis-
cussao, e creio mesmo que ns podiimoi discutir a-
qut sobre i conveniencia ou desconveniencia da me-
dula sem per,ou.ili-ariin.-. (Apoiados.)
O Sr. Correia de Oliveira : Sem deseer aoi
faclos ?
O sr. Souza Keis :Os facloi podem-se apontar.
Mas, senhores, n eu me al.alai.cn, se eu me de-
movo do meu proposito de o5c. personaliiar laes em-
pregado!, fazendo-ii a reipeilo de alguns, he porque
fui directamente provocado pelu nobre depolado o
Sr. Mello llego, que se referi a miro, quando leve
de tratar do Sr. Azevcdo de Timbaobi. O Sr. Mel-
lo llego fez bem em se referir a iniin, porque cu
estive era contacto com esse militar por muito lem-
po ; eu, pola, dirii a esse respeilo o que sei.
O Sr. Azevedo na ion ., Iminislraj.lo policial le-
ve dais pocas bem di,Inicias. Chegaodo a comar-
ca de Goianna n'uraa poca em qoe n lida dado
um fado extraordinario, nao porque nao seja muito
commum praticar-se, mas o astaisinato de ama au-
londade he e lera' sempre om fado extraordi-
nario, eu uffereci ao Seuhor Azevedo a caa da
minha residencia para leu d-.scanto, porque nao
havia em Goianna un quarlel com as coodijois pre-
cisas para a estada de om oflicial ; elle aceitou a n-
teve em Beata casa al qui pirtio para ieu desliuo.
comprimento, he o peixe mais delicado do Rio ; o
PacamSo e o Canana Uapela. qu sao os peixes mais
fetos, e embora sejiao os mais laborosos, o povo nao
o Come ; ot mandis de varias qualididei, o aca-
r, ele, lodos estes sao peixes de cooro.
Euln os Peixei de escama, observa-.s o lloarado
Julubarana, a delicada Cruinal.la, a drill.ante Cru-
vina, a leinivel Pnanha, das quaes ha uma de dooa
palmos de comprimento, com om palmo de largara
e uraa formidavel dentadura ; vem lambem o l't-
rambeba e u Pacu'.
O Sr. Brunet traz ainda ama pircan desemenles
dos paos de frurtos svlveslres, laes como o Piqui-
zeiro e o Jalaba de riada da Serra de Araripe, o
Aralicum das caliug i, o Masseira do Rio de S.
ranci.ro, e raait nutras smenles dn paos alus
bem como o Ctagi Capelo da misma Serra de Ara-
ripe. cuja seineule da' um sab.io snllrivcl, o vallcsia
lincluriai, que da uma tinta vennelba e cor de rosa
lis lindas, varia! qu.ilidades de pao d'oleo, o
uiiii quanii.lade de arvoredoi, cipos a i'.ianln pro-
prias |iara eufeitar um borlo botauico, como A que
se projecta fazer no Gvinnasiu.
Para adquirir esta gnnle a preciusa qoanlidada
le objeclos, afira de enriquecer o museo, o Sr, Brn-
i l n -i p .upou dispe/.as, nem sicnlicioi de lempo a
lesorano: basta dizer que gaslon ate S de marro
prximo pasudo, era trabildoi O'duruos, perlo de
quirenta libras de velai deiespermaceli, e, leguu-
elle confeisa, nao leria exerutado tantas prepa-
rajei, se nao fots podcrosai.eiile ajulado. Diz
elle que qualro urinarios grandes ua.i sei iam su lu-
cientes para guardar n que elle rnnduz, e por isto
leu,hra qoo se pera uma quantia a' assembla pro-
vincial.
O Sr. Brunet lem gasto quasi dez mezes nesla ex -
cania. Itelcva observir que ja se a cha no l,\inn .-
sio orna carga que lile cnviou ha alguns races,
uniendo fomii, pauaroi e amoilrai de varios mi-
-.. diliaeocin e iiforros n.lo foiem Inler-
rompidoi, a preaperidada do mono sera' grati-
a l'eriiainboco lera' un bello estabcleci-
inculo deste genero para ellcrerer a' curioiidade
nacional e estrangeira.
t^iidiila/i-ci-Arafi/'.)
i
V.



DIARIO DE PERNAMBDCO SEGUNDA FEIRA 10 DE MAIO DE 185g.
Ku i\$o potto precitar hera o lempo, porque a pri-. do Sr. Pinteado.eu ettava em duvida se era
meira admini-IrarAo policial do Sr. Alando se poile'
lo por- s.r.ln de se poder elevar a forra o (.mi praras,
di-tinguir bem da segunda, mat
talvez rts, foi o Sr. Azevedo um oUicial dulinrlo, om ofli-
cial merecedor de elogios.
O Sr. Correia de Oliveira : E a imiade eom
Jos liuilherme que era um grande criminoso ?
O Sr. Gowjalves liuimaies :Mo teei Ijuilhet-
nie tiuimares, que he meu mano.
O Sr. Sooza Reis :Jos Ciuilhtrme ile Timba-
ba i acelo o apsrie.
Foi o Sr. A evado um olli. i.'l que procoron >em-
pre camprir seas devores, que cumpno-os misino,
que fez ptima polica.
O Sr. Conei de Oliveira ila' um ararle.
O sr. Souza Keis :O nobre depulado sabe qrte
nao leulio mzAo tinao para dizer o que sri e o que
pens ; eu nilo Itabo inieresses na comarca de tioi-
anna a n.lo ser o seu eiigrandccimeiito, por que eo
eslimo mullo a tioianna e ha nenia casa anvuos col-
legas meas que sabem que eu eolio ranal para es-
timar Goianna.
O Sr. Correia de Oliveira : O nobre depulado
nao pode saber da lodos os lacios que all se dio,
O Sr. Souza Heis : Ajudou o Sr. Azevedo mullo
a polica, ltmbro-me ate de ama diligencia muilu
importante que elle fez de combinadlo comigo e o
delegado,que eulSo era o Sr. coronel Antonio Fran-
cisco l'ereira.
O Sr. I)r. Anlnnio Coelho de Sa' Albuqoerqu
quando presidente da provincia da l'arahiba, havis
declarado em seo relalorio na abertura da assemblua
que nao tiolia sido posaivel aluda prender-se o cele-
bre assaisino Ars.nio muilu conheeidt no mole.
Urna Voz : Esla' hoje na cadeia da Psrahlbt.
O Sr. Souza Keis:)eve-se ao Sr. Azevedo.
O Sr. Mauoel Cavalcauli:Ao braco do Sr. Aze-
vedo e a cabrea do n bre depulado.
O Sr. Souza Res : Eu soube que se hornern
llnlia estado Da provincia da l'arahiba or limite-
de Golanoa, em um engenhu, e que em virlude
de inlnuas havia-se passado pera oulro engenlio
dentro da comarca de tioianna ; islo soobe 119 ines-
ma occaiiao era que lia o relatorio do Sr. Sa' e al-
buquerque.que m'o havia directamente remetlido ;
escrevi-lhe e commumquei llie o que sabia, elle
respondea-me que lolgana muito se eu podes-e levar
I tfleito essa diligencia.
I'rocurei, senhor|presidente, saber de lodos os pas-
tos, desse horneen, tratei inesmo de tomar cunheci-
ini'iitn do lugar em que elle eslava eollocado dentro
das malas, em urna pequen* cara e mu i lo especial,
de lodos os trilhos que haviam para alli, etc., ele.
Uepoit de oslar tenhor de ludo islo, eo mandei pe-
dir ao Sr. Azevedo que viesse a cidade, elle veio e
enlo conle Ihe islo, diise-lhe que somante a' elle
quera coniiar esta diligencia. O Sr. Azevedo dit-
se-me tafdia ea tenlio ordem do delegado para
estar aqai com loda a forcea por causa de urna procis-
s,lo que ha e entilo he boa orcasiao para fazer com
que a diligencia se eleclue. Chegado o momento, o
Sr. Azevedo tendo-se apresenl.do com a forra, eo
fui ler com o Sr. delegado, com quem alias jt n3o
enlrelinlia boas relaciiea, mas todava fui, commu-
niquei-lhe o que havia, e elle promplamenle man-
dou pastar mandado de captura e deu as nrdeni pre-
cisas pora que o Sr. Azevedo li/.esie a diligencia.
Eu fiz acompanhar o Sr. Azevedo de dous ofliciaes
de jottira qua sabtam aquelles lugares; elle parlio a
urna hora da noile e as sete da manlula eolrava pre-
so o Msassino
O Sr. Cortea de Oliveira : Todo'lrabalhn im-
portante foi do nobre depulado.
(I Sr. Souza Keis : Mas lodo o meu Irabalho
seria intil se nao dvesse um bom ejecutor, um eje-
cutor mullo especial, niuilo dedicado e que soubisse
cumprir os seus deverei.
O Sr. Corr-j de Oliveira : Se Arseoio esleve
no lugar em que diz o nobre depulado, porque o
Sr. Azevedo nilo fez o que o nobre dcpalado fez ?
nao frz as indaeares precuai ?
0 Sr. Souza Res : Elle astava em Tlmbauba e
Arsenie flava na freguezia de Tegicupapo.
O Sr. Corra de Oliveira : Mas o nobte depu-
lado fallou da extrema da l'arahtba.
O Sr. Souza Res : Isso era para o lado da Ta-
quara. onde Brsemn primen amante esleve. Apenas
chegou este homem preso, au liz cummunicar ao pre-
sidente da l'arahiba, e esle manden dentro de dou
dias urna forra netea-lo ; dirigio-mo um nllinone>le
sentido, oulro ao Sr. Azevedo, outro ao delegado e
ootro so presidente desta provincia o Dr. Kibeiro,
pediudo-lhe que se dirigisse a mim, ao Sr. Azevedo
e ao Sr. delegado, fazendo-nos sentir o apretjo em
que leve semelhaiite resallado ; o que o Dr. Kibei-
ro fez.
Seohores, esle laclo me parece bem importante
para mostrar a dedicado do Sr. Azevedo no servir..
da polica. Elle fez anda com que nao hoaveMC
raau aqoelle recrio que lodos em gem liiiham de ir
.1 'i'imbauba ; em geral, senbores, lodos que iam o
ininhj casa diziam a' se pode Ir a Tunbauha e a
Moros, ja' se pode transitar por essas etlr.i.M-.
1 m Sr. Depulado : Islo era dilo por Oregoa e
Trolanos.
O Sr. Correa da Oliveira : Islo ha de aconl:cer
sempre que a autonda.le liver f.irc,t.
O Sr. Sooza Res : Eu mo neg isto : eo disse
que os militares dispunhatn de forra armada e he
juntamente n que os fazta mais re-peilados. Esle
laclo especial e o que eu disse a respailo do estado
de animaran em que licoii Timbauha, sffectava lodo
lermo ; o que me parece qua he bem significativo
para demonstrar que a polica etercida pelo Sr. Aze-
vedo pruduzio bellos elimos. i.Apniados.)
Mas, senbores, pouco depois o Sr. Azevedo passou
a er pollino.
O S. Martuif Pereira : He a razao da guerra
contra o Sr. Azevedo.
'i Sr. Corra de Oliveira : Nao apoin-lo ; nao
pense que eu venho aqu dar eipaii-.lu a mea genio
rencoroso, porque o 11A0 tenlio.
1l'rocam-ie apartes.
O Sr. souza Keis : Eo posso ttiunr.it ao nobre
deputado que e.sas pessoas da comarca e tioiauna,
as quaes se aehava em opposiro o Sr. Azevedo,
eram ineapnzes de fazer Ihe acrusari.es tmenle pala
fado de nao perteucer ello ao seu lado ; mas real-
mente hou\eram ricessot, e aila, senhores, eollo-
cado o Sr. Azevedo nesla posic,.lo, leudo de advogar
mesmo iulereses de prenles seus, nao poda ler .11-
toridade lao enrgica, 13o acliva, lao boa, emfim,
como tinha sido al entilo.
O Sr. Carrea de Oliveira : En o que quero lie
os fados, argumente com ellos e diga-me o que pen-
sa a respailo da amizade de Jete liuilherme.
O Sr. Souza Reis : Vamos agora a segunda po-
ca da admlnislracSo policial do Sr. Azevelo.
Senhores, esla nova poca leve principio, he ver-
dade, quando aiuda cu eslava na comarca, mas nao
liouverara faclos durante esse lempo qoe cahissem
lebaizo de mea conhecimento, de maneira que eu
posta declarar nesla cass, e procedem asas accosa-
;et felai ao Sr. Azevedo ; fados importantes e que
podem lervir da acrusarao foram-llia imputados de-
poia de minha retirada de Gslaona, foram-lha im-
pelido! depois do anuo de 1853, quaud 1 ca j { 1 lo
eslava la*.
Senhores, en, como disse, nao me encarrego de ac-
cusar pasto, algoma, mas se live-se praaanciardo es-
ses faclos, se eltes tivessem sido pralirados na poca
em que eo eslava em tioianna e se chamasse o meu
lestemunho a respeilo delles e eo visse qoe se falla
a bem da casa revela-los, eu teria a coragem precisa
para faie-lo.
Senhores, fallou-se aqoi em amizade qne entreti
nha o Sr. Azevedo com Jos tiuilherme : mas qoem
era Jos (iuilherme era um inspector deqoarleirao
qoe servir com o anlidelegado que lora assassinado.
homem de mullo inliinidade desse subdelegado, em
quem elle deposilava urna confianza immensa e eo o
posso dizer, porque leudo relares com o Sr. (ioi-
maraea, elle mandara a m-nba casa Jajfje liuulierma
sempre que te traluva de negocio mais importante ;
era om iuspeclor de qoarleirSo que Sr. Aiavado
cnconlrou no eirrciciu de seu Jugar, em quem des-
eobria muila aclividada, que o ajudou mulo u.n
pe-quizas, as iodaga^ts a qoe procedeu por oeea-
siao de instaurar o piocesso pelo aataatlnala do wb-
dalegado, e foi durante esst lempo que eu vi o Sr.
Jos (iuilheime com o ."r. subdelegado em minha
casa, a se au desconliasse que alie era um crimiuoso
ea o loria tambera em cousenlir queeslivosse em mi-
nha caa ; mas creio que o nobre depulado po me
faz a injuslir.i de soppor que au soubesse que elle
o era.
O Sr. Correa de Oliveira : Mas o Sr. Azevedo
nao pode astar nesle caso.
O Sr. Souza Keis : l'oilanlose nao pode servir
o indicar-te esie homem romo criminoso para nahi
sa dizar qoe ea nao cumpria com os meos deve-
rii...
O Sr. Coarta de Oliveira : Nao se podo dedu-
zir uto a respeilo do uobre depulado.
O Sr. Souza Keis Tambero n.lo se pode invo-
car o meo dito para se aceusar o Sr. Azevedo, por
isso qne a a njo tabla qoe illa era criminoso. Bu [.es-
to alianrar que ale en.a ni oovia fallar de rnera como iuspeclor mudo activo, muilo dittiaeta,
que infundid lodo respeilo ele, e Indos os dias se di-
ziaaquclle homem he quem poda aji.il t mailo o
Azevedo lias uive-ligaries da quei.i lenlia si lo o 10-
lassliio do lubdelegado.Eit purlanto quem era Jo-
... tanto corpo policial ; queslAn esla que anda aqu nao fui di' li'i uiw> ..rii'nr.l ramns imii um niimern iln
qua elle era ma autoridad, ou te por ser boa e' mai. quanlo ezisle .ulorii.ra,. enred,.... peale, encalada, ,trela.o que eu lenho qua he ma uma ira'l?Hnrr7^ l h "Umer0 0
cre.o qoe passou asada .10 compnmanlo dos sel.s devoras, porque, se- da guarda nacional para destacar e.la. rm conclu- incompat.bilidade tnais uma illegalidade que o eo- J
nhures, he orna verdade iDCOOleslavel que em geral 1A0 : arho illegal a nomearAo dos delegados milita- verno eommetle
as autoridades qoe sao ciadas o. cumpniuenlo dos rea, ele contra a emenda que prohibe 1 nomeac3o I m Sr. Hepolado *so he eipresio na lei da
naoagradam. (Apoiauos. dosoniciaes de polica para es-es raigos, porque en- guarda nacional. '
>ea toubeque priuripalmanle conlra o lenoo que 1101 o n.io podernos fazer cm vista da le I O Sr. O. liuimarAes : He verdade, a etU' c. I-
.uiz de Unillt Brapdao esercia o sr. que regola ai Boaut altnlmire- ; se n.lo jolgasie lid., no arl. 13 do le 11. 602 de 1830.
illegal e-as nomearoes, eu ll arenaria, porque a- a- Mas, ,|u,a e0i pornu4 appacet8 a desinlelligen- esli mal causado pelu homem, para Intnar
dio ronvenienles. \ oto em favo, da loppressao das eit aalra aquellas autoridades, o governo enlendeu reaulari'S ; pstriu> .I* in^in p..nistp
orragen, c. as txcepces que j.l liz. a voto centra derai.tir aquella cenle, e enUo .10 l.imoeiro nAo Lm oUnr eW SunhL USSl O
a gralilirar.,,, que em compensara., des.a tappres- houve nome capaz para lal cargo, (o mandado para p ,.. "1 montailhas O ladetr.lS. O
lAo te quer conceder, e as.im dizendo assenlo-me. I subdelegado e commaiidanla de deslacamenlo ,1111 r Pl0 qUe SR acl,8Va llils mesmas Ctrcums-
pedindu \ Ele. que consulte a casa se conten'.- "olro Sr. lenle da polica, a creio qua S. Esc. es- Ila,,ci,s ei" <,ue actualmente se ada ni os nos
na retirada da minha emenda.
saos deveres nao agradara. (Apoiad
Entretanto e
Sr. coronel
l'enleado tlguus eicessos, que lie instaurara proces-
sot, com o ti tu de persegui-lo, e lano qua uo ron
aeguira ter acompanhado pelas autoridades toperio-
re- ; e eouitando-me que o Sr. eorouel Luiz de Car-
valho Branda be ura cidaailo respailare!, jirobo,
honcilo, a isenlo de crimes, e tanto que logrou unlli-
licar pela Imprenta at MMaacdei que o Dr. Joaqum
Pedro da Coila l.obo que havia sido all juiz de di-
rcilo, Ihe fizera ; e alurmando--e-me que o Sr. l'eu-
leado aism procedeu por iaii>lazer a apaiionada
voulade detle mesmo do Dr. Labe, e do sr. DoiDl-
riauo l'ereira Brandao. ambos lolmlges d.iqoella co-
ronal, eu coraecei a fazer conreilo desfavuravel do
Sr. l'enleado, de quera alias mudas cousas -a me d.-
zia daquella comarca ; felizmente porrm foi elle re-
lirado.
Assim, senhores, he claro que, se enlre 01 delega-
dos e subdelegados mililares leui ippnrerido ligan)
011 alguns que se tem eicedido, em na malaria ellaa
s.lo bous, e ezaclos enmpridorat de eeus iieveres. E
depois senhores, nao se sabe rom que diflruldades
lula o governo,quando quer lindar me de paisanos
pata esles lugares '! Onde os val o governo eucou-
lrr que ala sejam iiilluancias partidaria!".'
{ Ha um aparte. )
Etlat influencias o(governo -neimo as crea do quero Ihe convem, e muilus vezes ello ctea al-
gumas ptra destruir oolras. Sa o governo quer a lo-
do custo fazer um .le; uta do. da toda forra a' um in-
dividuo, e, embora se pralique toda a serle de arbi-
tranedade, uma vez que se consiga o lim, crea-se
nesle iodividuo ama inllueuria que muilas vezes nao
he a legitima e benfica, mas sim perniciosa. K que
arbitrariedades nao commettrm lae* influeucas'.'
O Sr. Barros Brrelo : As prisoet sera culpa
formada para averiguarles policiaes por .10 e'mai-
dias ?
Ilouveram diversos sparlit e fallou-so em dai-
muralnacao do governo.)
O Sr. Souza Reis : Se en fose a discorrer so-
bre islo, enio declaro quc fallava al amauliAa a
nao acabara ; nao sai ale ende me levara o as-
tumplo.
( Ha nm aparte. )
0 nobre de|iotado quer faclos mais importantes que
provem d'algum modo a denr.oralisaeao do governo
do qoe at nornear/ies para 01 caiges em lodos os ra-
mos do servico publico ? lluneus conhecidos c.mo
prevaricaoores.immorats.lioraens coberlos de ciime-,
sobre quem peta a ammadvers-lo publica, s.lo no-
nieados pelo govetno para cargos pblicos ; apela-
dos. )
Lid Sr. Depulado : Entilo a desmoralisarAo ba
da narao (oda e nao do goverio so.
O Sr. Souza Keis : He por sso que eu digo
que o aparte do nubre depulado me faz cuufessar Is-
to ; que o governo as vezes com os seus actos merece
bem denominadlo da desmoralisado, nao posso de-
nomina-lo siira em geral, petque nem fempre elle
pralica assim.
Um Sr. Depulado : Por causa das honrosas ei-
eepces.
Oulro Sr. Depolado : Isso acontece em loda
paste.
O Sr. Souza Reis : Nao. Nao lio em toda par-
le ; em loda parle ha leis, e enlre nos mesmo, qoe
regulara as numear,es para o cargos publico-, e o
nobre depulado sabe que em bem pouros paizes se
deisa de cumprir com essas leis no qua diz respeilo
ai n.iinear.'iei, mas o governo enlre nos muilas vezti
salla por rima de ludo isso.
L'm Sr. Depulado : Esl me parecendo decla-
m-rao.
O Sr. Sooza Reis : O nobre depulado nao potie
contestar isso, o nobre depulndo sabe de faclos desla
oidem.
O Sr. Mello Kago Kaphae ): O nobre depula-
do Ble est aulurisado a di?.;r islo ; eu nao sei de
nenlium ciiinluuso convido uomeado [telo go-
verno.
O Sr. Sooza Reis.- Nao Sr., convicto, nAo, as
crasas ii.ii. chegam l, e quem dera que rlieg issem,
porque ao menos se elles fossem exercer 01 carg s de-
pois de lerem expiado 01 seus crimet. bem bom ers
isto, ms he que nem mesmo islo se faz, (3o crimes
de que lodos tem conhecimento, mas para o quaes
nao ha le, crimes de que o publico esla' iolimamen-
te couvenctdo.ruas que se n(. punem, e ao contrario
aos qnp s praiiram, se dAo cargos !
O Sr. Mello llego ( Rapliael ) : Segao-se que a
mmoralidada lavra por cid, socedade.
(* Sr. Souza Keis ; Euh'e mis, porque o nobre
depolado sabe, que os actos do governo sAo quasi
sempro esemploa para mis.
Cre purlanto, Sr. presidente, que lenho dito
quanlo me parece bstanle para mostrar qoe s il-
legaes as nome.roes dot delegados a subdelegados
militares (apoados, applauos.; Mas na,, teja islo
razAo par se querer que se consigne esla emenda
proliibindo ao presidenta a iiomea^ao dos olliciaes
de pulira |iara laes car-os, i,lo nao, porqoe nos na.
pudeinoa eslabelecer seraelhanl.; prolnb lo. Tenlio
lamhem feilo senlir que lamento bstanle que se-
jam illegaes laes nomesres, porque como lenho
l' Klde, ellas sao mu ciinvauieules, como lenbo
demoostiad ero sua maioria.
I'assare agora a apreciar oulras emendas. (Leu-
do. )
" Ao linal do rl. I., aosmenle-tePicando prohi-
bido qoe a mollea do corpo seja competa de praras
do rm-mo corpo. a
Aceilo, abrae 1 da lodo o coradlo esta emenda, qoe
manda que os msicos do corpo de polica nao te-
jara praras do mesmo corpo.
0 Sr. Oliveira:Tamben lena excusado, vi>lo
qne a le nAo dispe, que o msicos tejara praras
de polica.
O Sr. Souza Keis:Com Iicent;a : da erganisaejlo
dada ao corpa de polica, c-eando-o era ludo temo-
lliaute aos corpos de luiha, segue-se que ello deve
ler niasira compnsta de praras, a se uao sa deter-
minar que a msica nao fa{a parle das praras do
rorpo, as cousas eoelinoaraa no mesmo estado; e a-
lm disto o proprio regulamento do corpo rreou a
msica compo,la de pracas, e assim he necessario
que nesla parte seja reformado.
Vol pela emenda.
(Leudo) Sabr a aposentadora dos olliciaes do
corpo da polica, dga-se: sera regulada pela lei pro-
vlneial a. 216 de 7 de abril de lS.JIi-.
Eu duu todo o meu as-eu iineulo a esla emenda.
Seal ores, eu apresentei na icgonda discussao uma
1 Hienda a' le da lixarao, coucebida neeses lernius.
I. .
Eu, Srs, quando apraienlei esla ameoda nAo tinha
lido com toda a allanero a le de que treta esl'oulra
emenda que eu li em primen logar, porque enlao
eu tetia inaudado nina emenda nesle sentido, por-
que a lei a que ella se refera, dispCie o que eu que-
ra, e conten mais uma 1 isposirAo salulr, porque
pela nui.lia emenda o olcial apote rilado perda os
vencimenlos, areilando cargo publico cora venci-
menlns, mas a lei a que sa refere a emenda, declara
que neslas cirrumslaiiciat i.eixara' o empregado a-
posenlado de recehrr os seus vencimenlos, emquau-
lo exercer oelra eioprego ; uestes termo; : l .
Na la mai- justo.
jornal
NiDRuem ignora hoje, itue as irregularida-
des ilas estates e as secca que llagellam os
povos, resultam do sorribamento das arvores
nas montailhas e as ladeiras
A setenca dcscobrio o meio para reparar
Muito l.em.
Va mesa e ba apoiada a seguinle emendi ;
O secretan do corpo de polica let de gratifica-
ra,, Ii3)ij<)0.Pastos e Silva.
ti Sr. Uefjcalve Gnimarlea : Sr. praiidenle,
eslava resolvd 1 a lomar parte na diteawala da fita-
rao da lorra policial, por qua sendo e-la occaslo a
mais propria para Iralar-se dat qoesles em geral,
me preparava para dizsr ilgsma canta, a por isso,
tinha au pedid logo no principio da eetlo inforina-
r.e< por intermedio do Eira, prndenle da provin-
cia de slgumil cousas de qut lencioiiava occopar a
altenra da cata, mas nao lando chetado uella taes
Informatoes, nao ni nao enlrei na segon la dlscoasSo,
do piojelo, como qoe ale ced da palavra, ajiezar
I or-in de fubtislirem as me.mas razes, ful todava
ebriaado a pedir instigado, pelo que dte o nobre
de,-iiiailo o Sr. Kaj.liael,quando trouie a casa o lac-
lo das morles dos infelizas iruiAos de Sebaslnl Luis
de Araujn, assassignados policialmenle pelas aulori-
.la te-de Taquarilinga, querendn nobre depulado
prealeeer-aa desse argumento em favor da idi qua
rattenla da conraniencia dos delegados e subdelega-
dos militares, e destacamento volantes, que o nobre
depulado jolga os nicos capares, e nicos hons po-
lica." res da provincia. Cnmpremettido assim enlcn-
di que devia eulrar n. discnstSo e dar minha npiniAo
orna vez que os administradores de.lo provincia des-
de o Sr. Jos Beulo li hoje lem consiaiilemante, ao
meu ver, abusado da lei que nos se;a em lal materia
[anulados, e na apoiadost...
Se pois, Sr. presdeme, esl prnvado, como alguns
ditlinetos oradores o lera rulo, qoe determinando o
arl. :>l e 27 do regulamento n. 190 de :ll de Janei-
ro de \H\J. promulgado cm virlu le da le de :) de
dezemlir de ISil, que os cargos de delgalos e sub-
delegados ezuem residencia da parle daquelles qoe
devam occopar lal empreeo, e nellei exercer jOm-
diccf o, esla lamhem claro que loda e qnalquer no-
meaA, que nao recahir em laes ni lividaos, he um
abuso, he nma corroptela na lei, de qoe o gover-
no provincial lem lanzado maopara mos fina.
lia um 1 parle.)
O Sr. (,. (iuinar.les :Ea quizers que n'om caso
extra.irdiiiano. n'uma loralidade eirepcion.il ernqoe
governo nAo poiesie obter egenles capazas de suf-
forar qoalquer exrrsso ou crime, que amearasse a
ordem publica, ie lancssss mo desse maio centrarlo
a lei, nas qua pela neces'idade essa eiceprio arhas-
se jiislificarAo ; mas o governo nrmear sempre, e
quando Ihe convem, olliciaes de linha e do rorpo da
polica, dislralundo-os assim do terviro que Ihes he
proprio e inherente, he o que de cario eu nAo pos-
to deixar de censorar.
Ouvi a opinio dedoos nobres depulado nesla ca-
sa, c cuj 1 rapacidade reeonhec,o, aos Srs. Bapli-ia e
V Portella] qoe defendem como legaes laes oomea-
roes, mas OObfesso, senhores, que os nobre* depola-
d.s nao me convencern!, e pero-Ibes licenra para
Rer ni minha opioilo, aperar'de qoe por ora el'a
n.lo pastar, te qoe a minha voz nAo se faro oovir,
mas que ella lugo produ/ir eho na ptiz, e que o
governo nao conluiiiar a lanzar ma de laes honiens
para cargos policiaes, por lano, o que me compre
agora lie censorar laes nomearoes.
L"m Sr. Depulado :lempo llavera em qoe opaiz
aceito e applaoda.
0 Sr. (i. tiuimares: N,lo duvido, mas eu nSo
cre em tal.
Agora, Sr. presidente, como fui arrastado para
essa disctalo pelo meu nobre collega, vou dar-lhe
resposla, sustentando o aparte que enlao Ihe dei.
O nobra diputado dille que depois que se esl.ibe-
rain os deitacamenlos voltiles, a se nomearam os
delegad" e subdelegados mililares nAo se linlum
visto mais fictos horrorosos romo aqutllet dat mor-
les .los irosiaf d SebasliAo Lint.
O Sr. Mello Kago (Rapliael) : yue oult'ora se
pralcavam.
ti Sr. ti. Gaimirles :Mas, permita o nobre de-
putadb que llie diga, que na occasiAo que esses fac-
los se deram em Taquarilinna, e que na OCeanlo que
essas crimes se commelleram, rain ura ollicial de
pruneira linha rom ^ni deslacamenlo.
Lm Sr. Depui.i in :Sob as ordens da autoridade
local.
O Sr. G. Goimaraet :Srs., nm rommaudanle de
deslacamenlo pode enmprir semelhanles ordem ".'
I'uila haver orden- para que se m-.tem presos que ve-
nlism j ferldos e eanegados em redes, para que se-
jam assassinadns mesmo aguarradot com as imagens,
como eslavam ? ..
Ira Sr. Depulado :Qnem deu a ordem
t> Sr. t. Guimarlet : Posee qoem fosse, prdens
dastas nAo podem ser compridas, e com esseargu-
menl.i o nobre depulado na prnrou cous.i llgnma
em favor dos delegados militares, que sempre a sem-
pre abasara e em granea escala.
I roeam-sa aparto-1.
O Sr. C. liuimarAes :Vallando ao laclo, Sr. pre-
si.lome, isso acontece quando h.i conlianra de mais
n governo da provincia ; quando ha enii'fianra de-
masiada, quando as autoridades sabem que serlo a-
poiadas.fram o qoe lizerera ; quando os presidentes
eslAo era cerlas relacet.e esperara del as llgnma cou-
sa que pretendem einao v-se procdimenlos
dessa ordem sera que o governo lome ronla ; porm
nao se parsoada o nobre deputado qoe su as autori-
da les locaes se altriboera lados ilesia ordem.
Ora. diga-me o nobre depulado, lambem nao sari
faci horroroso, o assassinalo da mesmo SeiiashAo
Ltns de Araujo, praticado pela forra do governo nos
limitas desla provnola, pelo cadete subdelegado da
Barra de Naluba ?
O Sr. Mello Reg (Rapliael; :l'or itso foi pro-
cessado.
O Sr. tionealves Gnintrlea :Sim, a o que Ihe
aconleceo ".'Talvez esleja alfcres 00 leiicnle, e com
duas 00 Ires consideraroes !..
Senil .re-, o prucedirnentu do nobra depulado he
muilo loavavel, porque perleuce elle a'ciaste mi
litar.
O Sr. Mello Reg (Raphaell : NAo lie por
lase.
O Sr. tiuncalves liuimarAes : A minha quedan
ha que a nomear.Ao he illegal, e que ellas pncedem
sempre mal.
O Sr. .Mello Itegn R.phael' :Para mim em re-
gra lie sempre boa a nomearAo.
O Sr. Irncalvaiiiuimarles :||a minha opiniga
que o governo lem Sempra lanc;adu m-11 dtsses I10-
inens para Bns aleiloraes.
U Sr. .Mello Reg (Rapliael) .NSo, para isso o!
de la serviara melbor.
O Sr. Gontalves GuimarAes :O governo ja lim
MIS descouliaiirat ros malulos, que ja van conhe-
ceudotaus direilos. senAo jamis laucara nio dei-
ses homens, qua governam cora o lerror a apparalo
ir romo disse um Sr. depulado, que quando
em capaz para subde-
Ja ven, pnanlo o, uares depn.ad.t, qua eu ^dTo. atat*^'^' ""'"--
nao posso deuar de dar lodo assentimento esla e-
iiieu.la ; eu a apoio, e al pedirei liceura em lempo
para retir-r a que liavia oflcrecido netl'e sentido.
Esla emenda mandando regular a aposenladoria
pela le exi'ti-nle nAo faz mais doqoe igualar os ofli-
ciaei de polica aos empreados pr vinctaes, leudo a
lei delermlnad ia' o mudo porque estas ipoteali tu-
nas devem ser concedidas; e previnese ...-mi quas
15o das houras ou u3o lionas mililares qua elles nAo
devam ler, o qoo he muilo regalar, muilo justo,
porque os ofliciaes de pulira ao empregados pro-
vinciaes como qoalquer oulro, o lem apenas a farda
a banda, a espada, ot galei e a disciplina eon.o
meio inelhor do se porern a letla da ama forra para
i uma diligencia policial.
O Sr. Barros Brralo:Tem ludo quenlo consli-
loo um militar.
O Sr. Souza Rail:Mas como por imitar.10.
O Sr. Manuel Cavalcanli:Tem om mal, que he
a imitara do que ellea na sabem fazer.
<> Sr. Souza Keis:Alguns ha, qua fazcm muilo
bem o servir...
I) Sr. Manuel CAvalcanti Vamos a regra, c nao
iou das excepcOes.
O Sr. Souza Keis:Eu nAo via rizln alcana por
onda os ofliciaes do corpode polica fossem mais bem
iqufoboadot do que quakutr oulro empregado pu-
blico, l'ois, os mai- bao d ser api santa lo- com :l(l
anuos, provando inhbil tara phvsica ou n.oral
para cnlinuar a aervir. e os ofliclnas de polica I1A0
de te-lo com 1~, ..unos, sera provar itlo, podeudo
ser aposenta.tos estando sadioi e bous .'
Um Si. Dopulado:E os que se uihab litarem
antes de-e lempo '.'
O Sr. Souza Res:Ahi esl a disposirao salolar
dos 10 anuos.
(Trucam-se alguns apartes.)
tjuando algnetn se va eegaptr no rorpo de polica
av lAo mal informado do Liraoeiro, que soppz! sos scrloes e matas, hoje ja nao he victima
desta triste cslamidade. Durante a idmcis-
tracao providencial de .Mehemet Alli, planla-
vani-se todos os anuos mais de cinco mil ar-
vores, a iiralica desta medida tem continua-
do, e hoj) as esta^oes naquelle paiz se v3o
1 tornando regulares, e em pouco lempo
aquella porciio do sulo africano recobrar a
que la' n.i.i baveria ora hora
legado.
I.m Sr. Depulado :Na esla' lal.
0 Sr. ti. liuimarAes :\l'i qualro annot que nAo
ba alli um subdelegado paisano.
1 111 Sr. Depulrdo : Aclia mais conveniente ter
om subdelegado miliar '.'
O Sr. (i. tiuimarAei :Entretanto a comarca lem
estado sempre normal, ain.la se nao deu alli um sua fertiliilade primitiva, que fazia que uma
faci extraordinario que reclamatse laes medidas. ; sement lanQatla na Ierra desse trezentOS
cito brasileiro confiada a seu nommanio,
siinpreencontrou nclle um atrigofiel o um
protector devotado. Iieisindu estaproviocia,
o Sr. Pimentel parle para a Bahia.no mesmo
posto de commandante das armas. As suas
alias quididades e a confianza que elle ins-
pira ao govc-nn eral, sao os nicos motivos
que o chamaram para este novo cargo ; mas
hqoe elle certa que as saudades dos seus
amigos < acoinpatihatao a qualqucr lugar a
que o levar o deslino.
As noli.: as terebidas do varios punios ds prnvincia
OSosiosi i-f o lorias quanlo agricultura. -I'oocat
ebuvas lem cabido n'umnii n'outro poulo : em geral
sa ciparinienlam os inconvenientes da falla do um in-
vert 1 revolar desorla que ss lls.xi^eirit esperan-
za- que linham intpirado-as primeiras chuvas.se
acham hoje bastante adormecidas, o receia-se qoe a
safra futura 11A0 teja boa.
Falleceram durante a semana 50 pessoas,
sendo : 15 homens, 12 mulhnrese 10 prvu-
los, livres ; 4 homens, mulheres e 5 pr-
vulos, escravos.
DIVERSAS PKOVlhClAS.
Kendimenlododti 1 a 7 7Sffi86
Idam do dia 8....... ittM367
llenemos itlo.
i.negou o novo subdelegado no l.moeirn, e jal
Eis aqu o projcclo de lei da Patrie,
apfesenlaioao corpo legislativo da Ifnoca,
coo lugo muito bem ligar-se com.ijoiz de direito "a sessao de 5 de marc;o do correte anno :
interino, e ficoo de mod que ludo mtis cheirava- Artigo nico.-O titulo XV. do cdigo II0-
lliemal. reslal he substituido pelos artigos seduin-
Lm dos f.rtos mais nolaveis desse commandanle.1 tes v b
qoe eu po lena dizer que se chama Cunegundei, foi .', 0(l vi, ,- ,
lomai comas ao deleRado da polica, qoe por fellci- H [,l 2 ^eil'um particular pode usar
da e be malulo c propietario probo... ', u'r''Ho de arrancar ou derribar suas ma-
O Sr. Mello Rege (lliphael : Alii esta' um que t8 se nao depois de ter feilo a respectiva
uao b militar. : declaracSo sub-prereitura, ao menos qua-
0 Sr. ti. liuimarAes.... quiz lomar salisfar;Oes por \ tro mezes antes, durante os quaes a aiimt-
causa de uma revista, que o delegado com o prorao- nistrar;So pode fazer signilioar ao propriela-
mand .nVi',.,01"' "* m ?T'r ?' "^ t' rio a sufl oppoiicao ao sorribamento.
mandn tirar o preso Manuel do Reg, criminoso *>.. ..:. -_ j r
poner furlado m menino forro, a Joiio Cuodno L H**f *1eZ?> ?,Ur dre*U slB'l'CacaO,
criminlo de morle, estando asie na sala livre, e V rU, U0 aVa0 do P'efeilo em coaselho
aquelle na prisAo das mulheret < Note a essa qoe it- | Heleitura, he estatuido dmiaislraliva-
I nAo ficou em palavras c amearas ; o Sr. Cune- fuente sobre a oppostgiio pelo ministro das
finanzas, ouvida anlecipdimeute a seceso
das finanzas do .:onselho de estado.
Se, nos seis mezes a signilicacao da oppo
sic.ao, a dectso (o ministro nao for profe-
rida e assignada ao proprielario das mattas,
o sorribamento pode ser effecluado.
o Arl. 220. A oppostQSo ao sorribamento
so pode ser formada quanto as maltas cuja
conservado for reconliecida neceessaria :
I" A' manutenro das trras sobre as mon-
gundes ollirioo ao deja-gado, tslrauhaudo elle ler re-
movido os presos sera seo coosenlimento, dizendo-
lliequeJoAo Claoiino eslava alli a suaoidem. Ora.
senhores, o delegado achon onze presos na euxovia,
e ja' quando retirava-e da visila, Ihe disserara ha-
ver mais doos presos, os quaes o delegado mandou-os
igualmente para a enxovia, E*les preses, senhores,
eslavam com a pronuncia sustentada pelo juiz mu-
nicipal, e como poda eslar em pnsAo designada
pelo commandanle do destacamento ? Como pode
entender-te esla provocar;Ao, quando o delegado 11A0
'\\T"u <"" qa C",'ni'. ? 1uelldi,J'0 "' tanhas, ou sobre "as ladeiras ;
lal de .11 de Janeiro da \i>, visitando as priies .'
I.ominuiiirou ao Sr. rhefe de poicia, e esperava lo-
dos os dias ordens desle para lomar conla da cadeia
o Sr. lenle Cunegundes.
Esse senbor anida enteode que as suas fuucrOes
so as de juiz de paz com forra armada: humen,
que se Ihe vem queuir de dividas, como ha ponco
sucredeucom um negociante da fazeudas que te acha
va all de liorna Bernardino, om malulo daixou o
sacco encostado ao banco, sahio e quando voltou
n9o achou o sacco, quiz cobrar do negociante, este
diz que Ib'o nAo devia ; fe mandado chamar a pre-
tenra do subdelegado, que Ihe dissecabra, ladran,
entregue ja u sarro,ou pa^ne ao homem, se nAo vos-
s vai para a radeia. O homem abaixou a cabera e
disse-oltro islo, porque 11A0 eslou na|minha Ierra.
O Sr. Mallo Reg ^Rapliael' :Isso o eooaas ir.ui
tot palores fazcm os subdelegados qoe nAo 1A0 mi-
litares.
s corriam.
I) Sr. Barros Brrelo .Eu sou malulo, c nao
corro.
O sr. Gonealva Gaimarlaa :Enlrarel portanin,
Sr. presdeme, na narrado d'alguns fados pratica-
dos por esses delegidos militares na comarca do Li-
111 alto. Eo nunca vi merradejar-se lano rom a
ju-lira roinu se lez depois qoe para all te mvenla-
ram os delegados m litare-. O Sr. capitao Canti-
llo, hoje major por merecimenlo, era delegado de
tinnnnu.
l'm Sr. Depulado:Nunca o foi.
0 Sr. i,onc,i,,.s Unimarlai :.... faz por la' to
.< >ai ion-ai que o juiz de dlreilo Begueira Cesll
vio-seobrigado a respon-ahilisa-lo ; creio que foj
procetjado, mas com proce-sn da moda, qoe 0 pra-
idenie I110I1I11011 o.
1 ni Sr. Depolado :N80, senbor, esla' encanado,
ala fui lal proceuadt.
0 sr. Gon;tltei liuimarAes :NA houve um
I I 1 -o de re-pon.aliilulade 1
1 m Sr. Depulado :Esia' engaado, houveram
apenas 1 IDeios.
O Sr. ti. liuimaies : Seja como f.ir, hnoveram
conllido, na.culus de excetsos d sr. anilia Cami-
sAo, que obrigaram a presidenta demilli-lo da
ciinmissAo de tioianna. e para que nlo -e esgoi-
tas-a ao homem que poda servir para ondas cou-as,
earao depola s-rvio, foi elle por uma taanla man-
a delegado de polica do l.imoeiro e r m-
a, l'ao-
2o A' defeza do solo contra as erosoes e
invasOes dos ros, nbeiros e regatos :
3" A' existencia das fontes e dos riachos ;
si. iiuilherrae, ei conhecimento que au linha del- !dee saber de todas as inconveniencias desse lugar
le e li.'T cuno 'iiitil* da ana ui naa-ie*Sa >.n- .- c i .- j_____,__.... .~. *. : j ...
le a por coniegoiule da sua aiparirao com Sr. Aze-
vedo em lunilla casa, se uAo pode doduzr aiguiuenlo
de arcusa^,io roiilra u Sr. Azevedo.
Ma om aparte.)
ludo lito be posterior a poca era que e la es-
OSr. Correa do Oliveira: -Mas era anda o
subdelegado da limbaha.
O Sr. Sonta Keis: -Quando en talii de tioianna,
elle anda ara subdelegado da Tlrabaaba e tstevero-
Iha que he a pnmeir.i vez que cu vi falb.r 111,(0 a
reepewo do Sr. Azevedo.
Senhnre-, com|ite que co diga, eu ,,,, aPT0 ne_
gar que Se AiSVldo pratici u ... t ,.,..',,-., __
ro mesmo alguna.... mas nAo me face cargo le rafe-
ri-los, porqoe nAo forain 'elles pralic 11 s 10 lempo
em qoe eu all eslava ; sa o Biauot eu linda cii-
vewte como anluruhi te em Ooianna, no logai 110
qneea prtliearam asset id >, poderii sabe-i.
verdade lltve mas eu [a n;n e-lava e por 1--.1 n.,
bride fazer crgalo Sr. Azevedo ; ja ditte, teobo
sabido de arlos praliradns por elle qoe 11.1 deviam
ser pralica los per nma an(. ridade, e creio mesmo
qua elle os |iralira-s. mas nao me faro carga
lelatar. lal quanto ao Si. tiendo,agora, qaablo
ao Sr. I'autead, tabre quem l.mhem nibre depo-
tad me apoiilou como pdenlo dizer lignina cousa.
NAo conheco o Sr. Pinteada, mas quando ello is
achara rumo delegado na comarca Uve pulid, pan
qoe fo?e elle relindo dalli ; entretanto meu |aiio
eileva laspen-n por alnm leu. r< pello, porqei
vendo muilu btlercasa em couieguu-se a demiisiio
deve saber que lem de ir a diligencias, que lem de
lular com criminosos, que pode moirer ii'uma des
aat occasioes, e enlao nao aceite, se 11A0 quer suje-
lar-te a essas comequenclas.
(I Sr. Caneiro da Caoba.'Qaati qoe Ihe eslou
dando um apuiado.
O Sr. Sooza Keis:NAo vejo pos raz.io para se
fazer ama evreprAo desla ordem. Eu, por exemplo,
quando aceite! o caigo de promotor publico, que i.i
orenpei, nao sabia que liaba apenas SttOj} rs. de or-
deii--do, que carregav com a odiosidade dos rrimi-
aoa s. que linha de fazer visitas nas radeis, que
India de tialar rom issassioot que me p liara lal- |
mandante volante das comarcas daquella vill
d Albo e Kazarelh. Pal anio quando s vio a jus-
liea mircadejada ; pri.es feilas para exlorquir-se
dinlieiru. nruhuraa diligencia mporlanle fe/, pro-
eedimento que nunca alli >i pelos matulos que no-
bre depulado julga incapaies.
O Sr. Meho Reg (Rsphtai; :Eu nio dis-e inca-
pazes. islo he phra-e do nobra depolad e pejo Ihe
qne na me empresta pon-amentos odiosos.
O Sr. (i. tiuimares : (| nobra depulado disse
que ja lem valo essas autoridades darem senleura
por ID30II0 rs. "
<> sr. Mello Kego fltapliar! :_|sso nao prova.
O Sr. I. Iiunnaraes :_.\a0 pn.v.i p ir rerto, por-' e"'1" no regulAo-eiilo para
que os d'aqui de-la praea recebem rJoO? rs. p ira nAo "
proeessarem.
ila um aparto.
O sr. li. UulmarfM :O que me parece, Sr. pre-
sdeme, e do qoe lenho minhlt deconflancas, IN
la o governo asa' tampre prevenido como LI-
moeiro, e que para com elle lem lulo sua reserva.
porqoe leropra all I... um militar com.. autoridade
Osr. (i. 1',nim ir.-.. :Lm homem por nome
I..'uar.lo loi-se apretanlar ao subdelegado para as-
sentar prat;a em Iropa de linha volautararoeale ;
mas porque ene homem vinha de camisa e eeronli
um pooco tuja, e linha a enr um pooco prela, o
sobdelegado enlendeu que elle ou era ladrao, ou
a-cravo fgido ; cadeia com elle. Ao cabo de ou ti
dias foi e-se individuo remetlido alternado para as-
senlar prara. Ora, senhores, qutndo a le manda
qoalqaer pessoa que quena assenlar prara te apr-
senle a qa-lquer aulondade, e esla Ihe dar' uma
goia, (cando logo percebeudo os teut veocimenlos
desde esse momento, quando os voluntarios lem
uma gratilirarau de IK);., e mais nma dala de, Ier-
ras do 22,300 braras quadradas, como he qoe se pri-
va um cidad.lo de lodas esas vaiitagene, inaudaiuln-
preso para assenter prar,a como recrolado '.' He
mailo alburio. O Sr. commandanle do destacamen-
to anda tain id a mais, pr. hibio qua os presos
Irabelhattem de da, de maneira qua foi precisa or-
dem mu terminante do delegado para que os pre-
sos trabilhiseesa de da. fazendo-sa revista a' larde
e tirandu-ie enlAo lodos os instrumentos para fiira.
Tero mais uma cousa o subdelegado ; nao gosla
de quem passa por elle e Ihe nao lira o chapeo, e
ale por ase lem querido mandar inetler gcnle na
cadeia.
t na voz :Isso he coilnme velho.
O Sr. it. tiuim.irAet :I'ois la* he novo, a s leve
principio quando esleve destacado ora Sr. capillo
Barros, errio que do '.! balalliAo, que coromandava
ilcslacamealo de linha naqajelle lempo ara que cada
freguezia linha sua fuica, e que deu o resultado da-
quella (lei.;.'ni que ron-ulero 11 o pnmeiro depulado
da provincia, um Sr. general commandanle das ar-
mas. Pois esle St. Barroe-deiloo na cadeia urna fa-
milia inleiri por causa de nAo se Ihe lirar o chapeo,
cidadAos honestos furam agarrados tviolentauante,
seus chapos lirados a forja, al um alferes foi a en-
xovia por esse crime.
L'm Sr. Deputado :Quem era subdelegado nesse
lempo
0 Sr. (,. Guiraaraes :Nao me record, mas sti
que os soldados pisavam 01 pt dos matul. para
por qnalquer cousa tetera esles levados a cadeia ;
ludo eia lerror.
.Mas o s-ui.or subdelegado e commandanle do
deslacamenlo do Liraoeiro nAo quer que se loque,
nAo quer ouvir locar uma guitarra fora do limas.
nem em ca-a nem nas ras, de sorle que l nao se
da u que sa da' aqu no Kecife, porque aqoi ouvem-
se a cada passo at melodas dot inslramenlus fora
de horas. Ha om rJC[0 ,noi0 especial anda. Nos
sabemos qoe pela lei de II de dezerobro ficaram per-
lencen 10 ao jalgamenlu dos delegados e sobdelega-
dos at eonlravenjocs da posturas : o fiscal da villa
leve de fazer nma correicAo, e encootrando diversas
pessoat em contraveneno at p slurat lavroa 01 ter-
mot e cbamoo ot soldados que o acompanhavam
para assiguarem como leslemunlias ; o fiscal foi en-
tender-so com o subdelegado, mas atta respoodeu
que Ibe ofljciasse pedindo a assignelura dos lolda-
dos. Ora, quando u subdelegado deve ser inleressa-
do na punirAo dat inracres das posloras, como he
qoe quer diflicullar essa punirAo, prohibindo al
que os soldados assignem os termos '.'
1 m Sr. Depniado:EtlAo muilo piquaninoi'oi
laes faclos.
O Sr. G. GalMirlat:E o fado do homem que
vem iHenlar praja he cousa peqoemna !
1.- I e oulras couiai tem se visto pralicar no Li-
raoeiro a entretanto he essa a polica que os nobres
dcpolados sustentara, a aqoe lerem tantos encomios.
Agora direi doas palavras sobre a emenda que
mandei a mesa, emenda que prohibe o serem ot al
liciaes de polica nomeaiot delegados e subdelega-
dos. Alguus senhore volam contraa emenda, porque
achara muilo boa a medida e ja prevenida na lei,
oulros volara contra ella, porque entendern qua nos
a nlo podemot adoplar ; de sorle qua a minha e-
inen la he a que est em peinret circom.llnrias.
Mas, o nobre depulado qua me precedeu disse
qne mis nAo podamos l-gislar sobre taes reitrircijes
porque os delegad! e subdelegados s.lo creados pur
le geral. Ora, Senhores, poi, nos creamos um corpo,
damos Ihe sollo, creamos 11 regulamenlo, a n.iu po-
dernos impor-lhe esta ni r.giran J
l'm Sr. depulado:Mas nAo po lemos ailabclecer
condlc "e- pa.a iinmearAo dos cargos geraei.
O Sr. ti. GuimarAes:Senhores. os prfessores de
primeiras lellras 11A0 sa empregados provinciaes ?
Al nomearoes dos joizes munripaes tupplenles n.lo
silo felas em vrtnde de uma le geral'I Como pois,
o regoltmeoto da nalrncctlo pabllea diz que ellas
nao poderao aceitar oulros car gus !
O Sr. Souza Keis:E-tes 11,11 podem acailar ou-
Iroi caigo, porque qualquar oulro eu,prego lie in-
ccmp-livel cora o pr. ff-s..ralo.
O Sr. ti. GuimarAes. EulAo o professor pude ser
noineado juiz municipal supplenle ?
O Sr. Senil Bes:Oue duvida.
li Sr. G. Gnimirlet:Mil r.-golamenln pro-
liibe-o, e assim emendo ao, que mis podamos lam-
bem no regulam-nlr policial prohibir que ellas ee-
jam uomeados empregados d policio, porque mes-
rao o nobre depulado bem v que o pre-i lente nao
pode disirahir eises empregados dos
lio destinados.
II um aparte.)
Senhores, o nobre depulado acaba de nos dizer, ,
que as nomearoes dos delegados militares he illegal, de hatillos pblicos
e ao mesmo lempo diz, qua assa medida he conve- OCCasiSo pata d'Cla
me ule.
4" A' proteccSo das dunas e das cosas
contra as erosoes do mar e a invasao das
neai;
5" A defeza do territorio nos limites da
zona fronteira ;
6o A' salubtidade publica.
Art. 221. Em casa de contraveneno ao ar-
tigo 219, o ptoprietano he condemnado a
uma multa calculada na raz3o do 500 fr. ao
menos ede 1,50o Ir. ao mais, por geira de
mallas derribadas, e alem disio, a resiabe-
lecer os lugares derrbalos cora trvores 110
prazo que Tor fixado pelo julgamento c que
nao pole exceder .'ianuos.
- Art. 923. Se o proprielario nio poder ef-
lecluar a plantario ou a sema no prazo
prescripto pela sentenrja, elle sera inlem-
msado nas suas despezas pela administra-
gao florestal, sobre a aulorisar;5o previa do
prefeito.
Art. 223. As disposigoes dos qualro arti-
gos que precedem sao applicaveis s semeas
e plantaqesexeculadas, em virtudo da sen-
tenga, na replatacao das maltas derribadas
s Art. 224. Sao exceptuados das disposi-
ees do artigo 219 :
Io As maltas novas duranto os vinte pri-
moiros annos depois da sua semiia ou plan-
ta?3o, salvo o caso previsto pelo artigo pre-
cdeme ;
2o As lapadas ou jardins cercados ou ad-
jisentes is habilicties ;
3\ As maltas nio cercadas, de umi exten-
sBo inferiora dez geiras, quando nao fazeai
parle de outra malla que complelaria uma
exlensao de dez geiras, eu nao sio situadas
sobre o vrtice ou a ladeira de uma mon-
laniia.
e Art. 225- Os processos que tiverem por
objecto sorribamenlos commettidos em cou-
travengao ao artigo JI9,se prescrevem por
PAGINA AVULSA
:j!d>: e^a, s
I m cadver em putrefticnio. llabilava na
roa .la Ilota uma prela que viva de fazer quitan-
da. Acliandose ella, segundo consta, alcoraa cou-
sa aduenlada, deitou de apparecer algons dias, o
que rausandi admirar^Ao as toas parceiras, ama dal-
las f 11 a sua casa afim de v-la, e como achaste a
porta fechada, allribuio que algum sinislro Ihe hoo-
ves-e acontecido, e firme iieeta idea procura o res-
pectivo subdelegad da freguezia, a quem coinmo-
nieaodo o occorrido, pedio que mandasse abrir a
porta da casa, afim da ver se ella all se aehava, ao
qoe se negoa este, declarando que nAo o poda fazer
por nao ser de suas atlnbuic/iss, a nm do juizo mu-
nicipal, com quem ira entender-sa par dar at pro-
videncial necessarias, e con elleil lando assim pro-
cedido, foi ao depois abena a casa, procedando
todas ai forinalidadei. e encontrado o cadver d re-
ferida prela em lal estado de pulrefarcAo, qoe nao
era poasivel lolerar-se o ftido, todava consta que
se firera o floto de vesioria. Allriboe-se a soa mor-
le ao atilde de molestia em que se aehava, e qne
-.. romo viva, lando sido ac.miineltida de algum
ataque, delta succomlnsse pela lilla de quem a soc-
csrretse. Taes acmitecimeutot sAo bem ordina-
rio! enlre nos, e nAo nbttante nimia gcnle ha qoe
ronheceodo o mal, 11A0 djivida fechar se em uma
cata --11 orna companhia, para que cid casot idnti-
cos poaa aeodi-la. lieos queira que d'ora em dian-
le baja mais cautela da parta desses qut assim pra-
ticam.
i,"iem iiit i/ui:er ser lobo, uo Ihe citla a
pele.Temos por vezes Ir.lado Acarea de cerlos mo-
ros, que reunidos em grupos, percorrem lodas as
noiles 1 rua Augusta, proferindo ptlavras obscena!,
e pralirando actos que s sAo propnos de gente rale.
Taltal supnnnham que nAo sejam mohecidos, mas
nos Ihe aflirmamos qoe era nosso poder param os
seas n iraes, e que niis os levaremos ao couliacmen-
lo da polica para os fazer agarrar, e pelo qua te
uAo devem quitar a depois.
l'm belln iii'mumriito. NAo podemot saber
romo em uma rua publica como he o aterro da Boa-
\ isla, se contenle a conservadlo desta predio qoe
foi coniomido pelas rh-inin.is, servndo nicamente
para despajo de qoanla iinniun liria ha e qoerem
faier. (juera por all paisar, sentir' por certo o
pestiphero ftido qoe esala ; e no entretanto se con-
serva este predio como om monumento, sem que o
seo dono se importe com o mal que pode causar Aos
mora lores que litam viziuhos dessa iminunda praia.
Oulr lano acontece' com as casas em rumas das
Cinco Punas, lem que nenhnma providencia te lo-
me. Parece que a oonserviclo dmii predios em
lal astada be para formoseamenlo da cidade. lodo
pode aer, menos que seja esla a nossa opiniAo.
/ailrriiiienlo. leudo chegado de orna das
provincias rio noria no vapor nCroz*iro do Solo o
Sr. Joaquim tiiroiniHiio Baibosa de loes Lira, que
achando-se doente vinha para aqoi tratar se, acon-
laeea que tomando um c-r'o p-ra sua coinl-.fi;,1,1, ao
chegll ni pealada Boa-Vista fallecer dentro do
me-ino carro. Em que astado se aehava aqoelle in-
feliz hornera Parece que a Providencia aguardava
tornale a sua cliegada a esla provincia, para 11A0
Iba dar por sepultura o ucean.
/al/a de rctpeil'u Anda 11A0 foi postivel
cerlos individuos coinprelienderem que nos limpios
de\e haver maor respailo, a qoe uAo servara alies
para te pralicar lanos eicandalui. como contlaule-
inenle te observa. Tivamos occasi da observar o
un do porque eerlos more, tallos iam uvida de
edjcacAo. sa pnrlaram em uma desaas nuiles em que
se celehrava o mez Mariano na igreja da Soledade,
e rutile-ramos que lano nos revollou, qoe fomos
forjados a relirarmo-noa, para uAo continuarmos a
ter lettemunhai de lana falla de respeilo na casa de
Deot. E quererAo eises degenerados homens que 10
Ibes d o nome da ralbolicos, quando ellea nao pas-
sam de selvagent'.' Avante, meos senhores, cora
asie modo da proceder, que a recompensa lera' bem
horrivel.
Itesenlia analvlica dos preijos porque te vende-
9203753
DESPACHOS DR EXPORTACAO PELA MESA
l'tl CtiNSI I.AIH) DESTA CIDADE NO DA
8 DE MAIO DE 1858.
Lisboa Btigoe portuguez ol.aia Illa, Antonio
i eneii.i Monteiro, :.ii saceos assucar.
Liiboa Barca porluguezt Msria Feliz, Anto-
nio francisco Marlint de Miranda, 23 cascos rael
Ilha de S. Miguel e l'orlo(.alera porlugoezt ollor
do 1 .irlo, divenoa carregadorat, H catcot mel.
'JO ca-cos agurdente, 100 saceos astocar, 1 sac-
ro caf.
PortoBrigue portuguez Amalia la, Manuel Joa-
quim Hamos e Mlva, 57 rascoe mel.
Ar...rasPatacho portugoez eLibtrdade, Bollar A
Ohtelra, 171 harrlcat attucar.
Rio da PraiaSumaca hatpanhola eEsmeralda.
.Novaes 4 C, 20 rascot agurdenle.
CanalBruna mglez oAdelaide, James Kvdtr A
C.| litK) taceos assucar.
Valp,ra,zo-B,rca h.lga .Braliea, Amnrim IrnjAos,
I.dO saceos a-sucar. '
RECEBhi!.)ltlA DE RENDAS IMEBNAS (iE-
ItALs DE PERBAMBLCO.
Rendimenlu do dia 1 a 7 qii-runi
,d"u d *....... mg
dez anuos a datar da poca etn que o sorri-1 ram os gneros na semana que andn.
bamento liver sido commettido.
Art. 226. Assemss e plantages sobre o
vertece e declivio das montanhas e sobre as
tunas, serao isentos de qualquer imposto
durante trinta annos.
-No temosainda um cdigo florestal, mas
com ludo estas medidas poderiam ser adop-
tadas entro dos, com algumas niodiUcacOes,
edest'ane se faria um grande beneficio a
toda a provincia.
O paquete do sul foi portador de poucas
noticias importantes. Ilouvoram muilas con,
decoracoes, mas nSo passaram os Abrolhos-
licaram toaos alm deste limite.
O Cruzeiro do Sul chegado dos portos do
norte, pouco aiiantou as ultimas noticias
que haviamos recebido daquellc lado do im-
perio. Em alguns lugares ja havia chovido
bastante, mas em oulros anda se senliam as
consequencias da secca. O alto pre^o dos g-
neros de prodcelo indigena e a falta de tro-
cos, anda conlinuavam a flagellar as diver-
S8S pnpill-.COt'S.
Pelo mesmo vapor recebemos uma colloc-
Ciio de leis da assemblca provincial do Cca-
ra, promulgadas o anno passado, ecm eujo
ornamento le-sc o seguinte artigo, laxando
alguns gneros exportados para lora da pro
vincia :
" Dous mil reis em alqueire de farinha de
mandioca, miloo ou arroz que sahir di pro-
vincia, quando se vender no mercado da ca-
pital, aquella a mais de quilro mil reis e es-
tes a mais de tres mil leis.
Ella medida nos parece atiti-social e anti-
economica. He sabido que nas provincias do
norle de I'crnanibuco, onde a cultura da
canna he quasi milla, a industria agrcola li
mila-se a plantaco da mandioca, do milho.
Jo arroz, etc. Dalii resulta que a producgSo
destes gneros nessis provincias, he em ge-
ral superior ao consumo. Seguudu a proln-
biao, os agricultores do Ce.ira soio obri-
gados, ou a perder o oscesso da sua pro-
ductNlo, que nao poder ser consumido no
mercado da capital, por falla de comprado-
res, ou etiiSo a pagar os dous mil reis da
multa imposta, para poderc-m exportar qual-
quer excesso de prodcelo; e nesle caso as
oulras provincias que precisaren, (lestesg-
neros, s^rSo (orejadas a compra-Ios por um
preco muito mais alto do que acontecera,
se o exportador nio tivesso de pagar a laxa
dous mil reis Por oulro lado nSo consta que
s oulras provincias tenhatn aioptdo medi-
das deste genero.
Ainda repetimos esta medi la he aoti-cco-
noiinca eanti social ; repugna com os sen-
lmeatos de confraternidade que devem rei-
nar enlre as diversas frarr^oes do imperio.
Se a solidariedade que une as diversss pro-
vincias he una verdade, se os deveros o di-
reitos sociaes sSo os mesmos para todas,
esperamos que a assemhlea provincisl do
Ceara, na sua prxima re iniJo elemino do
servias a que orcamenio da provincia esta molida verda-
'deirameiite egosta.
lia muito que no fallamos sobre a casa
Assim, apruveilamos a
para declarar que os proprielarios
A carne verde ven leu te i 18 e -JO patacas, e al-
-1111. a a -* .
A farinha venden-se a 560 rs., lilO e 720 rs.
(l feljilo venden-te a l960Urs. e IsTiO rs. a cuil.
O milho vtndeo-se a .5(10 e 520 rt. a cuia.
\ rarne secca vendeu-se a 4(11 rs. a libra.
As gallinhas c. 1,servaran! o nieco de 2.^001) rs.
Os ovos venderam-sa a cinco por uma pataca.
(I carvlo vendeu-aa a illill e 100 rt. a mochila.
O azeita de carrapalo vendeu-se a liiO rt. e o de
coco a oliveira a 720 rs. a garrafa.
O arroz pilado vendeo-se a 110 rs. a libra.
O assucar retinado uao lez dilletenra de tKO e 200
ts. por libra.
O cafe vendeu-st a 200 rs. a libra.
A carne de porco ven leu se a 100 rt. a libra, e o
toacinho a 180 re.
O pane vendeu-se como sempre por nm prero
fabuloso.
O bacalhn vendeu-se a 140rt.
lodos c*5 raen geuerus foram vendidos por alio
prec;o.
Ilotpital de raridndt.Etisliam no dia li do
crranle 20 homens a 20 mulheres tratados pela ca-
ridade, 12 homens a 17 mulheret qoe pagam a casa,
e 7 praras do corpo da pulira.Total 85.
Dia 7.
Kiisliam 21 homens e 29 mulheres tratados pela
candado, 11 homens e 17 mulheres qua pazam a ca-
ta, e 8 [iraca- do corpo de polica.Tutal 80.
Dia 8.
Etisliam 22 homens e JS mulheres (rajados pela
cu ida.le, II homens e 17 mulheres que pagam a ca-
sa, e 8 pradal do corpo de polica. I olal 8(i.
Morlalidade do dia 7 Jarnlha leueira, prela, vuta, 00 aunus, foi en-
contrada dentro de casa raerla a Iret das.
Anluoia IVrp.iiliiia dut l'iazerts, prela, casada, 18
anuos ; inlermilleiitt.
Joaquim lieinimaiiu Barbota da Coas, branco, sol-
letro, 22 aunoi ; repetilinamenla.
il amanha.
Ni -essao de sabbado da assemblca provincial, de-
puit do espedanle e leilura de pareceres, tomou as-
iento o Sr. Vilella, supplenle do 1." dislriclu, e vo-
larain-se at emendas apretenladas ao projecto de f.ir-
C< policial, sibraat quaes lizeram algumas consi-
deraroes os Sts. Oliveita, Mello llego (Itaphael; a
S losa Keis.
Em seguida deu se astentl ao Sr. Siqoeira Ctval-
canu, supplenle pelo 12. dislriclo, volou-te o arl.
2." do pioj". tu ae lei do urramemo provincial, leu-
do sobre elles orado doa vetes o Sr. Manuel Caval-
canti, e uma os Srs. Mello llego (Kaphael) a Car-
neiro da Cunha.
Dada a hora o Sr. presidente m.arcoo para a ordem
do da do boje pruneira discastao do projecto n. 24,
e conluiiiarao da de sabbado.
l.ev.iulou--e .1 -essao ai 2 horas.
#m$sm&
l'KACA DO KECIFE S DE MAIO AS
3 HOBAS DA fARDE.
Coturnos ofliciaes.
Descont de letras9, 10, II 12 0|0 ao anno.
Asiucar mascavado -_'>5i(i e 23)460 per arroba.
Fred. Kobilliard, presidente,
i' Borges, secretarle.
. CAMBIOS
sobre Londres, 25 :|| i d. por 1J a 'JO d v.
a Pars, >.i rs. por fr.
Lisboa, 105 a 110 por cenlo de premio.
Moatde leltras, lo a 12 por cenlo.
1 Sr' son i- F leste esttbelecimcnto nao poupam esfreos 8?Ei! .'" |,,.V,-,,ore"Uo*
Osr. Sooza |..if,-E que lem o principio con. para que o publico seja bem servido Cotis- muMmST^'^ It
OSr. 1,. (;aimaret:-Para miro tem moito. por- la-,,,s .le elles le.1c.0nam a^re-entar um, Paca de WOe! ." '. '. ',7
oeeueiitendu que havemlo iii.gaiidade, na ha "querimeiito a assemblca geral da Compa- Meedasde ;O0O 1
conveniencia na medida ; assim como erilendo tara- n",a t DeberlOe, alim d ) que lhes soja am-
rotn.i pastea -na. intimamente depois das eleicei
1 ivmeiaas., qoe se procederam om novembro, nSa
la cpiial, nao ass.st, a vesloriat na entovia, cerca- leudo Diado ara harmona oinii de direilo .me......
do da criminosos de quem era eo o aecusador V 1 com o subdelegado lenla Pestaa..
I m Sr. Depulado:> tsperiui;a de Ar jalz de
direilo no lira do qn.itn-nino.
OSr. Souza Keis:Ea allianco ao nobre depu-
tado que nio linlii tsperinoa dislo.etiabs a pro.
siiiiu.r iu de -er Horneado, mas Nperraca, n.io. nao
I 1111 Yol :Oue alias fu bem elogiado.
(i Sr. (. GuimarSes 1 A eommitsio de que fui
especialmente anearrecirlo, cnmprio-a azodaioenle
I 1.1 Sr. Depolado :Missao polkitl .'
O Sr. li Guunares : 11 Sr. lenla Pestaa sa
Uve, nao lenho, aproveito a oceatiaa para declirsr ""' "' ''"'' '"," "arto-, lambem nao era indolen-
ojae na. d,.-ej. -er juiz de direilo, que me ceanla '* l''' muilas diligencias importantes, prendeu mui-
inuil.. rom a vida que lenho, com a prolisso que ''"' 'rimiuosoa.
cx',"-"-, L'm Sr. Depulado :E nao receba dinheirn J
A oul.a emenda eleva a forra ;, I311 nrieai. Ne,ia <> Sr- taimarais --.Vio, icnhur, era incapaz
le voto palo queso Os no projeele, soilanlei a
litara,, de :,ii |aci-, ,. oottanlo veto coulr 1 e-
inen.ia ; e ja del 1 imo parque o r.,,-,
Creio que lio bstanles ss350 pracas.'ou que no.
deieiiniaconlenlar rom alias, porque os eofrsi ni,.
compurum maiur dttpe", eonservanaa .ea dispo-
Mh. o galerno Iam entandido, como dira, con-
veniente ler pessoa sua alli arroinulando 01 lu-
g.iret de subdelegado o rouiuijiidanle de dtalaca-al
1.....'O, o qoe be. ain la 90 .....1 >er ..... 1 outra i||e-
tjalidudt, que a par do commaudo da forja esleja o
corpo da polica
mis pelemos determinar 0,11.1 o serviro a que elles
u davem presta.. Porcor.seaoinle enlendo au, que
a miona einen a deve passar, nilo prevalecendu a
razo de que, porque nos mo podemos prohibir que
o pros,,|enle lance man dos olliciaes de hulla, li.'io
o 1 '.-tuos a respeilo dos de polica.
Eit
Hilas de 20a
pliaido o limite dos banheiros que p^-la .lrec- PKATA.l'aiacet Dratileiroa. .
Q3o da mesilla companhia Ibes foi pres-, u'10" columnari-s. .
Ditos meticanos ,
cripto.
Sendo este limite de desasis banheiros,' ALFANDEUA.
qualro dees quaes so completamente reser- Kondmanlo do da t a 7 .
vados para senhoras, um para banhos do '< la*lu Jo s.....'.
ratoet que linhi a apresenlar, e comas choque e outro para os meJicinaes, lica o!
Jiaaaoccepeiallencaodacata, pelo que pero a estabelecimento roduzi.io a dez bnlieros
,.".. ".e-i!"a.'1eM',".,,a'e d,!lla abu"'. ">> divididos em duas classes : baiilms frise
15000
jZsOOO
9CI00
2IOJ500
2-IISI)
29080
15000
.IflOOO
:i-j;' IKI
185000
2?t00
25100
86:7819070
22:17G>fl.lr>
108:9579688
llgumt cousa me exced.
leudo dado a hora fica a dscu-sAo adiada.
<> Sr. Presdanla designa a ordem do da e levan-
la .1 St.-:...
KECIFE, s DE MAIO DE 1858.
AS 6 HORAS DA TARDE.
RKTMSPBCTI SEMAML.
\ sssembla provincial aioptou cm se-
gn la discussSo o projeto do lei que lija a
torca do corpo de polica para o aunn se-
Kuinte ; assim como em primeira discosado Sr genra francisco -Sergio lo lve"
momos. He sotte que sendo pequea a con -1 ,Hier, fa.iS2"i7**2 T S1de "]""
Curreoci. durante o dia,s r, lirlanus a % 1S3gS2S& ^
se po,.em aproveilar de qualquer afluencia Eenna braiilcua-liracinsadiver-ot genero-
rtOS donniisos e as nuiles, por falla le lugar, j Brigai brasilein__Liberaldem.
lie por tanto justa a reclamaeSo que prelen-l MOVIMENTO DA ALFNDEUA.
ilem fazer a ass-inhir-a gcal da Coippanhia Volum:l> aulrados oora fazemiai
de Beberibe Com semeltiante coocessSo a
c-impanhia augmentara a sua reccita, e o
publico sera melbor servido.
No dia 8 entregou o Ksm. Sr general Joao Volomai
Jos da Costa Pimonle! o commaudo das ar-
mas-la guarnieo desla provincia, ao Exm.
ra Mi-
li nrcarriPiit provincial, que esta sen lo apre- litar de uma illuslrago pouco rom mu ni do-
mado nos seus ditinrentes artigas. i-i.lo dis mais bellas maneiras, o Sr general
A proposilo : submettemos a ronsderac,-io l'imenlel deixa profundas synipathia* no co-
da assembla provincial o seguale projeclo rao dos Pernambucanos. A ptirs-io do exer-
coin gcerot
ahidot com faztndas
a tom generot
Tolal
ToUI
CONSOLADO (.ERAL.
neiulimeiilo do da 1 a 7 .
I de 111 do .ni -< .
198
233
11
CONSULADO PROVINCIAL.
9:617969;
Reinliinento do dia I a
dem do dia 8
Cooros-
i6:978/i.'ili
1:706 Jti'JO
1S:68o8I2
PRAGA DO RECIPE, 8 DE MAIO DE 1858
AS 3 HORAS DA TARDE. '
/casta semanal.
Cambios-------------.No principio da tamaa taccou-
te a i, o. por (.joiio, porem do
meio para o lito a j:, IA, e 25 Ira
a 60 a 90 diat vista, sobra Lon-
dres ; e 110 por cenlo sobre Lii-
boa. Sobre Par, nada si tem fei-
lo, lando a colicao de 400 rs. por
f. nominal. Sobra o Rio aaccoo-sa
... a 1 e 1r de rebana.
Alfeodao-------------\ anden-., do -58OO a 85000 por
arroba da pnmeira tarta.
Assucar------------Ko principio da semana ot preces
do branco aitlverara muito daa-
iiimados, porem nos ltimos dias
ellecluaram-se alsumat vendas
que regular.m de 3ji,o a 37(JO
'-.f.0' S^SS"' "' 'manos da
25, a 28900. Os m.acavado, II.
.'ll-r" '2^' 2870- America
->o0 a 2*>0, e Causl a 2f>4(|ll
rt. fcnlraram 19,000 saceos.
Veoderam-so 1 21XJ rs. a libra
dos seceos salgados.
Arroz----------------Vendeu-10 1 39300 n. por ar-
robi.
ISacalhao------------Relalhoo-te de 12 a 15 rs. por
barrica ficaodo em ser il.oOO
dita.
Carne secca---------O mercado etlave animado, eflee-
tuando-s. bstanle, vendtt : di do
Km (.randa de 34500 a 73O0O, o
do R,o da Pral. d. 58000 a 5|(J0:
bearam cm ter 2*,0o arroba, da
.... P'imeir. a 3.000 da tegonda.
familia da tr.go-Vendeu-se a 28O00 por barrica
de Rirl.mond,278000 a d. Triesla,
SJJOOO a 198000 1 de Ballinwt
198000 a 2(lc000 1 de Phil.del-
('"' 198 a 218000 a de New Or-
laant. e da 18 a 2J0OO a da Ge-
nova ; Ccandu em ser 1,200 bar-
rica da pnmeira, 8.200 da licua-
da, 4 100 da lerceira, 600 da qotr-
la, :i,600 da quuit.i, o 900 da ol-
lima.
Dila de mandioea-1 dem de 8JO00 a 1<)1|000 a tarea.
Manleiiia------------A francea vanden-te a 730 rs.
por libre, a a iogleza da 920 a
9)0 res.
cciies-------------l)o novo btnco vtnderam-te 1 11
por cenlo da premio tabre o vtlor
nominal.
Dctcoolo------------Regolou de 10 a 12 por cenlo ao
anno.
Eniraram dorante a semana : nacionaet mercan-
lis, 6 bri2oes, 2 vaporea, I brigu. escuna, 1 escu-
na, 1 patacho, 1 sumaca, e 3 niales ; ingieres, 3 bar-
cal, o brues, e 1 palacho ; belga,1 brigue ; e fran-
cez, 1 pulaca.
Sthiram ourant. a semana ; ntciootet marcan-
lis, 2 vaporas. 1 I,mi I palacho : porloauezes,
1 Drigo., 1 palacho, a 1 escuna ; inslezot, 3 btrca,
2 tingue, e 1 patacho ; soecot, 1 brigoa o 1 pata-
cho iiinam.riiutzes, 1 ticuna, e I galeota bei-
panhul, I polaca.
Eiislem fondeados nos diverso! ancoradnoros do
mu.queiro : u.i.innae. de guerra, 1 vapor, 1 brigue,
e 1 Inale ; 1 escona, e I hiata ao serviro da alfan-
dega ; naeion.es inercanlia, 1 vapor, 1 barca, 15
brigoes, 1 polaca. 2 brigues escuna.. 1 palacho, I
sumaca, una sumaca. 1 escuna, e 6 diales ; por-
lugoezas, 1 galera, 2 barcas. 8 brigues, e 3 nalt-
elios ; ingletes, 8 barcos, 10 briguat, a 2 patachos
franceict. 2 barcas, e I polaca ; so.cos. 1 brigue, e
I escona ; lietpauhuet, 1 Rilara, 2 brigoes, l'>po-
Itcai. e 2 somacat; liamborguezta, 2 brigues o I
escona ; dmamarquez, uma ticuna ; americanos,
(. galeras, .! carcas, 3 b.igus, om palacho o 1 hiale. 1
fcti.lem tundeados no ancoradooro das laminhas,
I barca, e 1 brigut, tendo a prinitin ingleza e o
segundo amtncano.
lundeoo no dia 4 do corrento, e teguio na larde
desst meimo da o vapor oParan.u procedente dot
poriot do .ul ; e a 7 chegoo a seguio no mesmo dil
o vapor oCrozairo do Sol, vindo do lorie, ambos
peritnceiitet 1 geral eompaohia de paquetes hrasl-
leiros. "
Sthiram dorante a semana 01 taguintes volumet :
E1.?,. "' po."0' "'tangalros. 17,424 taceos com
ci.,.)li.l arrobas e 2 libras do assucar. 289 sarcas com
I,ii2 arrobas do algodao ; para n. do imperio, 1,28o
volumet aenarot estranBerot, 115 ditos ditos nacio-
naet. 21 ditos cora 120 avrobas de assncsr, 11 ditos
doce, 20 ditos mel, 2 arrobas cama de urque.
tnlraiim : dos pullos atlrangeiroi, 5,085 barricas
bacalhao, 8 volumet joiat a relog'oi. 50 dilea amot-
lta, 8 djlot vinho, 6 dltot fazendat, 2 dilot langue-
sngas, 7 diti.s quaijos, 4 dltot pretuolot, 20 dil a
manleiga, 19 duot chapot; dos do imperio, 400
volumet sabao, 2.10 dlot manleiga, 193 ditos fomo,
^10 ditos cafe, 10 dito, fazendas, 800 ditoi forelo,
.9 dilotcoli, II dilo. rhapcot, 1,458 dltot charutos,
toO ditoi genebra, 40 ditoa cannella.lOO dltot banha
de porto, 3 ditotcli', 600 ditos foga da China, 764
dilu arroz, 42 dilo. ericommaodas, :M8 ditos feijao.
9,11 dilos milho, liOdiiot vinho, 4,311 ditos farinha
de mandioca. 290 dilot barricas abatidla, 832 cascos
vttiot lavado.
Acham-tt carga .11 navios, senda : 1 para Ca-
ota, 2 para o Canal. 3 para Liverpool, 5 para Lis-
boa. 4 para o Po.lo, 1 para a ilha dot Acres, I pa-
ra Ballimore, 1 para o Km da Praia, I para Fal-
moulli, 1 para Bo.lon, 1 para Valpsralio, 6 para o
K10 de Janeiro, 2 para o Rio (irn le do Sul, 1 pa-
ra a Rabie, 1 para o Areeaty e 3 para o Ceara".
Desle.: 2 americanos, 1 b-lga, 14 brasileirot. 1 d-
namarqoez, 1 hatpanliol, i loglezes, 9 portugoezas
e 2 tuecos.
\r
VZtf-tiimmtQ *& ipQtfw
Navio entrado no dia 8.
Aracaly18 dita, palacho nteonal oEmolacaos, do
de 135 toneladas, capilAo Antonio Peraira,
equipaKem 12, carga lula, sal t farlr.ha da man-
dioca a Manuel Jote di Silva. PeMence a Per-
nambuco. Pat.ageiras Raimando Nonato A. da
Coila a .Mam el Jos dot Santos
Navio sabido no metmo da.
Liverpool pela l'arahibaBrigue inglez Sprav, ea-
pilto II. Roper, carga assorar e baealhAo.
23:8188253
2:8138328
27:3078301
1- o ,
lili
* s ~
= :
= SI
s =
05 ^. -
o % c
c. ec -
.0 3
llura:
- 3
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H
3
Atmosphera.
i'
Direcjo.
Inlenti-
dide.
x t. i_ -
Cenligrtdo
j Iteaumor.
^i-5 lF,
lirenheil
llygromtlro.
-.1-1-1 -1-i
I
a mV! Baromelro-
I
O
f
W
SB
s-g
&a
S Pl
c O
5' =
O
o
o
>
UAPPA ilem'mtlraluit d'agua que tete o banco da
burra dente orlo na lemana ltimamente
/inda.
Nominarao
dus.lias.
Domingo .
2.a feira.
i. feira.
i." feira. .
.">. feira. ,
6.< feira. ,
Sabbado .
I'reamir.
Il.iii i-ni.ir.
16 pe i irglezet
151,2 m
15
tit|2 n
14 D
lil|2 *
15 n
10 1|2 pt ing.
10 1|2
II
111(2
12
1I1|2
II
Oltsai lacia.
Nosdifferenlet 'ancoradonroi do porto oirillon o
baua-mar de 12 e jo i. ),o 21 l|2 ps loglaiet
o o preamar de 23 1S1 25 e 31. Em 7 de maii
de 18.V. Jlo Francisco l'irdelhi, ijudanta do
pralico-mnr.

.
i
'



-------------- ,


DIARIO DE PERNAMBUCO SEGUNDA FEIRA 10 DE MAIO DE 1858.
-.
\
V
Mfete.
Manoel Joaquim da Silva Kibairo, fiseal da fregoe-
ia de Sanio Amaino deala cidade,
Fago publico, que un viriuda da circular que me
ro dirigida >ela cmara municipal desta rneimi ci-
il.iie, coro dala da 5 do crranle, que o prazo da
duis anuos concedido para o comprmanlo do arl.
2 dai posturas de 20 da o ivemhro de is.'i.'i. que de-
termina aoa propriclarioa da (erraa devoteras dtolru
da cidade, ou mui proiimo dalla, a le-laa muradas,
sol. a pena da mulla de 306000 re., finda-ae em 111
de julho prximo vindouro.
E para que u.lo appareci ignorancia.lavrei o pre-
seenle, qao aera* publicado pelo Diario.
Fitealiaacjlo da fregueiia da Sanio Amonio, 7 da
ni, io de I808.Mauoel Joaquim da Silva Kibeiro.
Joi (iomea de Almei la. major da guarda uacienal
do municipio do lente, e presidenta do cootelho
da qualificar,Ao por S. M. o Imperador etc. ale.
Pajea saber que, da mu dette a oilo dia*, se reu-
nir no consistorio da igreja matriz di parochia da
Boa-Vista, pelas 10 horas do dia v conselho de qua-
lificacJo da guarda nacin.I da roas.oa parochia.
para constar a quera convier, mandei publicar pe-
la .x prensa. Quarlel do enmroaudo t 3'. balalho
da guarda nacional do municipio do Recita H da
roaio de 1858.Jo<6 Gomes de Almeld.i.
-
w**it*&&
O conseibo administrativo do patrimo-
nio dos orphaos, declara que continua a por
om hasta publica na sala de suas sesses, no
da 13 do corrente, o arrendamento das ca-
sas do mes tu o patrimonio, anpunciadas para
o dia 6, om que n5o pode ter lugar.
Os licitantes hajam do comparecer com
sens fiadores na sala das sesses do mesmo
conselho, as 11 horas do mencionado dia 12
do corrente. Secretaria do conselho admi-
nistrativo do patrimonio dos orphSos 7 de
mio de 1858. Dr. Vicente Pcroira do Reg,
secretario.
companhia
Per aiuhaeana.
O vapor nacional Persinunga commsn-
dante o segundo tenente J. A. Horeira,sabir
para os portos do sul de sua escala no -lia
17 do corren le, recebe carga ate o dia 15, a
qual devora ser depositada no armazera da
companhia acompanhada dos competentes
>despachse ronhccimetilos que serSo en-
tregues no dia 17 pela manhaa.
Para o Rio de Janeiro
O patacho Beberibe, pretende seguir cea
muita brevidade, para o resto do seu carre-
gamento trata-se com o seu consignatario
Antonio T.uiz de Oliveira Azcveo, ra da
t-ruz n. 1-
PARA O RIO DE JANEIRO.
Pretende seguir com muita brevidade o
brigue Fluminense, tem parto do sen carre-
gamento prompto, para o resto que Iho falta
trata-se com o su consignatario Antonio
Luiz de Oliveira Azcvedo. ra da Cruz n. 1.
I', rao itio Grande do
aSlll,
S.AHTA ISABEL
22' RECITA Da .\SSIGYlTUHa
EMPREZ AGERMANO.
QUARTA-FEIRA, 12 DE MAIO DE 1858.
Subir1 a' acea o muito moral, encelltnle, e ism-
prn applaodido drama em 5 actos e I prologo, escrip*
lo pelo ditlinelo Inicilo, o Sr. I.. A Bourgain :
QUE
JA THE E AGORA NAO TEffl.
Nofirri do prologo os Sis. Biaucln a Padovam can-
taro o lido duelo da opera
Terminara o espectculo com o ultimo aclo do
drama.
Comecara' as 8 horas.
Os bilhetei acham-se a' venda no eseriptorio do
Iheairo.
THEATIIO
APOLLO.
TERCA-FEIRA, II DE MAIO.
SECUNDA REI'llKSE\TAi:.\()'
Julio e madama Xtcvcau-t.
BENEFICIO
rio prestidirjitador b'asilciro
JULIO DOS SANTOS J'LULIRA.
Agradavel e variado diverlimcnlo de apnarenles
io^os plivsicos, peras mecnicas e pteslidigit*flo.
I-'-' i que os senhores profesores da orchesla lina-
lisarem urna agradavel e escolhida svmplionia, Baria
aherlos os irabalhos pelos Ineiplicaveis e enigmti-
cos eltailos, que lem por ltalo :
A SALA DOSSEGBEDOS
ou
PODER DE SATANAZ.
O lieneficiado encarregado de dar exerin.an aos
lrJlulho era lodo o diverlimanlo, lem teiio urna
I'articolar ascollia de inleressanles sorles, cojo dei-
'nvolvimenlo se torna le ealrnnrdinaria sorpreza.
PRIMEIRA PARTE.
Sortas.As carias obedientes.
O negro quadro dos sagredo!.
O lindo r. ir de cryslal.
Aa trans iiiiMo.-..
A grinalda m*ravilliosa.
SF.r.l Mu PARTE.
A cana magntica.
As pillos de Maricn.
A gaiola encantada.
Yerdadeira psssagem.
O catador da Luiz XV.
TERCEIRA PARTE.
"W-afla*. mal flLB ^3sV.
M
O MENINO DO AR.
Esla joven arlilieial, a qoem o sen autor conce-
dio o mais perfeilo de lodos os segredoa, trabalhara'
sobra a cerda bamba rom dilliceis volleios a dilTa-
rules pot'Cta de engaosa natorshdade.
UUAHiA PARTE.
Conlinuaro do inuit., apulauJido trabalho qaa se
dauomiua
LES EFFECTS
DO MEGASCOFRE EGYPTIEN
Dando lim ao espeelaculo as variaveis e transfor-
maloriaa
CIKCl'LAQO'ES ELCTRICAS.
O beneficiado ralo a lanas bondades do moho
respeilavel publico pernambucann, polo evlraordi-
nario acolhunenio que obleve em seu pnmeiro es-
peelaculo, organiaou um variado diverliinenlo do
O brigue'Adolpho seguir com brevidade,
por j ter parte da carga prompia : os pre-
lendentes para o rest". podom dirigir-so ao
eseriptorio da ra do Trapiche n. 14, para
tratar com Manoel Alves l.uerra.
RIO DE JANEIRO
Seguc por estes dias o brigue Feliz Des-
tino por ja ter parte do carregamento.quem
no nesmo quizer ca'regar, dirija-se a bordo
do mesmo a tratar coin o capiUo. ou no es-
eriptorio de Manoel Concalvos da Silva, ra
da Cadcia do Recite.
Ri
de Janeiro
Segu com muita brevidade o palhabole
Piedade ; para o resto da carga e passage-
ros, t'ata-se com Caetano Cyriaco da ('.. M.,
na rua da Cadeia do Recife "n 2, pnmeiro
andar.
O brigue portuguez Relmpago seguc
para Lisboa no dia 2i de maio inipreterivel-
mente : para o resto da carpa o passageiros,
para o que tem acetados eoiiminlus, trata-
se com os consigolatios Tnomaz de Aquino
Konseca A; Filho, na rus do Vigario n 19,
primeiro andar, ou com o capitao na praqa.
RIO DE ANEIRO.
A veleira barca uacional Helena, seguir
com brevidade, por ter j engajada grande
parte de sua carga ; quem nella quizer car-
regar, dar escravos a l'rele, ou ir de passa-
L'Cin. ara o que tem excellentes comino-
dos, trata-se com Braga Ar Anlunes em seu
eseriptorio, ra da Madre de Dos n. 3, pri-
meiro andar, ou com o capito na praQa.
Para a Bulla.
Segu a sumaca nacional Hortellcis com
a maior brevida le, por ter dous lergos do
sua carga : para o resto, os pretendentes
uodem dirisir-se a seu consignatario Anto-
nio Luiz de Oliveira Jkzevedo.
Para o Kio d; .lan< i.-o
Sogue viagem com a maior brevidade o
bem cnnhecido hriguo nacional Tres Ami-
gos, por ter parte da carga prompta ; para o
resto, <>u passageiros para o que tem cx-
cellentes eommodos, po.lem -ntendcr-.se
com sen consignatario Antonio LoiZ de Oli-
veira Azevcdo.
Segu para Lisboa ate o dia lodo
corrente o patacho nacional Constancia,
por ter maior parte do sen carregameD-
to prompto : para o resto trata-se rom os
leus consignatarios Basto A l.emos, na
COoIl'AMIll DO BEBERIBE.
A direo;5o tem marcado o dia II do
ronenle pela 1 hora da larde para ter lu-
gar a sesteo ordinaria emassemblea geral
dos Sis. accionistas, alim de clegerem a
nova ndministracaoe a commissao de e\a-
medecontas, bem como decretaren! o
pagamento do 20- dividendo.
Os Srs. accionistas sao rogados a nao
faltaren!, visto que, este dividendo nao
sera' pago antes de ter lugar a reimiao.
Eseriptorio da Companhia do Beberibe
5 de maio de 18.">8. Guilherme Sctte,
secrelerio.
Claudio Dubeux ja lem velss mistas
para matar forangas.
- O abaixo assignado faz scienie ao res-
peilavel publico, e com especialilade :u> 1-
lustre corpo do commercio desta cidade,
que havendo vendido o sen estabecimento
sito na rua das Cinco Ponas n. 66 ao Sr.
Joilo Jos de Carvalho Jnior, com todas as
dividas que se lite deviam, constantes do ba-
lanQO dado no dito cstabelecimento como
constou dos annuucios desle Diario de 19,
20 e 1 de abril prximo passado, (cando o
dito Sr. Joflo Jos de Carvalho obrigado a
satisfazer n prega as dividas que rm nome
delle annuncinulu se haviam contrahido, o
que liavendo o dito Sr. Joo Jos de Carva-
lho, comeca lo a satisfazur o dito debito,
mas ainJa nao o Icuha linalisado, participa
que o restante da dita liquidagao he a se-
guinte :
Os lllms. Srs.
Guimarfiesdi Alcoforado 056>~30
Antonio Jos de Castro 51US000
faula kv Santos (.J..500U
Barros A; --ilva 377-500
Molla \ Irniaos 310
Vianna A Cuimar3cs 1j6?980
Luiz Jos da Costa Amonio 141*900
liosas & Irmfos 6-2'390
TaSSO A; Ir ni a os .')#000
do Trapiche n. 17.
Ceara*
e
nliSo
ra-
O bem conheeido brigue. escuna Laura sa-
hira imprelerivelmente. no lia 38 do corren-
to com a carga que tive'r a bordo : os pre-
tendentes e passageiios, eiilendam-se com
J. R. da Fonscca Jnior, na rua do vigario
ti 23
: -! G77J660
E que arhando-se prestos a seguir para a
Lu upa. ruga a qualquer pessoa que se jul-
gar seu credor,' que aprsente sua conta
para ser in :emnisado durauto o prazo de 3
dias, as Cinco Puntas n. 66, e aproveitao
entejo desle para agradecer ao Sr. Joao Jos
do CarvalDO Jonior os boas servidos que Ihe
preslou durante o lempo que foi seu caixeiro
como tainbem na admuiistrago de sua casa
cmquanlo esleve na Kuropa.
liecile 7 de maio de 185U.
Francisco lavares Correia.
Publicnyao jurdica.
lia chegado de Lisboa," a Manoel do Nas-
cimenlo Pcreira, rua de apollo n. 6, a obra
om 8 volumesTheoria do lnreilo Penal-
pelo conse-lheiro Silva Ferriio, para ser en-
tregue aos sonhores subscriptores, pelo pre-
go de lOOOO, o para os que nao sao, pelo
de Uo, pagos a visla.
AMAS.
l'rccisa-e de dua amas para casa de pnuca fami-
lia : na Boa-Vala, rua da Ponte vellia, casa que
lem a treme piulada le encarnado n. I i.
- O Dr. Sabino O L. Pinho roga a todas
as pessoas, que Iho devem contas antigs,
que Ih'as mande satisfazer.
Precisa-so de um feitor, preferindo-se
das lillas, para tratar de um sitio prrto da
praca ; a tratar na rua de Anillo n. 2
Um caixeiro do taberna que se acha
arrumado, desrja mular le rrumacSo;
que~i de seu prestimo so quizer utibssr,
dirija-se a travesea do Cal.lcireiro, taberna
n 9*. que achara com quem tratar. O mo-
tivo bo.quo salte so dir, e preerc-se algu-
nia ca>a de molhados.
Homeopatliia0
O Dr. Sabino Olegario I.. Pinho, tendo de
orgauisar aHistoria da hoiueo, ranle a ei lomia lo cholera,roga a tolos
os amigos qner das outras do imuerio, que lhe torno
gam com a maior brevi lado possivel, quaes-
quer dociimenlos, informage.s ou narrcd-s
exactas, que postan servir para a execue.o
desss obr... lio justo quo sejam conhect.los
os nomes do todos aquelles quo em tao ca-
lamitosa quadra soccorroram a atllicta hu-
msnidade. No consultorio central homeo-
pathico rua de Santo Amaro (Mundo Novo)
u. 6.
Tendo de fechar-so at osfins do cor-
rete oiez a galera c ollicino de daguerreo-
lypodoalerio da Boa-Vista n. *, terceiro
andar, as pessoas pie desejarem honrar
este eslabeltciinciilo o licar com um fele
perfeito retr-i lo aprovcilem a occasi^o. *ia
niesma casa enconlra-se um completo sor-
limcnlo de caixinhas americanas e trance-
zas, quadrose molduras pretas e passe-par-
louts le nimios e variados goslos para a
collocagao dos retratos.
PUlLICALAO LITTERARIA
a' FAVOR
DO MONTE riO ACVDEIIICO
A primeira edicao' com o titulo de
UM LUSTRO de RI. P. de
Moraes Pinheiro, dividida em 3
volumes.
1- VOLUME.
Quadrose typos le Pernambuco, arligos
e discursos, uns publicados e oulros ineJi-
tos, como o que versa sobre o romance.
2 VOLL'ML.
Talayra, Alfredo, Contos populares, cor-
regldos o augTienlados com alguns contos
phanlasticos, como a reiticeira da Serra-Ne-
gra, ecompanhando ovolume a critica Ilite-
raria do si. A. P de Figueiredo, o Dr. J D.
Itibeiro da Cunha.
: VOLME
Mysterioa de Pernambuco, 1- parte, ou en-
iti'iSem lotera e sem heranga sealcanga a
opulencia.
OBSERVACVO' AOS ASSIGNAM'KS
lia aln urna creagloo Monte Dio Acada-
micocomposta tnicamente da estudantes.
a qual tem por lim subsidiar, estimular e
premiar as inteligencias murn|isadas, mas
que parece vacilar, callir o morrer.
Vacilar urna tal insliluigao, he um dcs-
dourojcahir, urna vergonba ; morrer, he
um opprobio.
Que se n3o diga ao mc.ios, que aquello
que, mais ;auxiliuu os companheiros a as-
sentar ns pedras a USo magnifica fabrica,
fosse o pnmeiro di'scorogoar na empreza
gloriosa, santa o bella, das regencragOJs in-
tellectuaes e desvalidas
Sou pobre : e nem a cor do rubor me a-
code os faces em eonfissSo tilo Ihana.
Se fors, nao digo opulento, porem rico,
esso pricciro dos lloriles acadmicos, nSo
vacilara, e nem morrena ; creseeria, nobi-
litado, glorioso, immortalisado elc;a exlinc-
go do orbe, se he que elle extingue-se.
Em falta porem do ouro, suora o meu tra-
balho inlellectual, incorreto e pobre, as am-
biges arrojadas o quasi poetlsadas d'alma
o as desejos andados do corago.
Compreliendam-..e. O que sobretudo as-
piro equero, he Indirectamente, chamara
lodos, estudantes ou nao, a derramar na
arca da inlelligencia desvalida o ohulo.corr-
o qual sorriem-se a patria, os anjus e DeOS.
Aquelles que se quizerem prestar a acg^o de
nina importancia tilo luconteslavel, dirijam-
se as lojas dos Srs. Miranda e Vascon-
eellus, na rua do ColIflgiOa e na faculdade aos
encarregados dos dill'erentes aunos. Prego
da assignatura 5; pagos adiantados para oc-
corrercm-.se as despezas lypographicas.
M 1* do Moraes Pinheiro.
Tilippe Krankee retira-sc para l'Ora da
provineia.
i\a padaria do Forte do Mattos preci-
sa-se de um fornelro.
Declaramos que a rar.ao pela qual cliam.imns
por e,le jornal de J'l Maia Corles, a vr ao nosso eicriplorinB foi para o
meemo Sr. ereber a importancia de urna ordem que
a seu favor livemns do l'ara', remellid.i pelos ae-
nliorcs N'elloso Aj C. t'or Jos Joaquim Das Fer-
uaniles (\ Fllhot,Pallliao ias FeruaoilM,
I'rerjsa-e de DOOOf a preinio e d.i'-se al dous
por renlo, oll'Terenilo-se por se^iiranQa papal .le
venda a relo fechado em dous e.cravos moijos e ro-
bustos : a quem convier anuuncie.
Precif-a-se de ama.satures : na rua da Sjasela
.Nova n. 3, e na Continuafllo I i rua da Conceiroda
lina Villa.
Fat-ie lodo e qualquer iiesorin com una le-
tra aceita pi-lo Si. Lduardo Eugenio Monleiro le
Anilrade : quem quicr annuncie.
Lotera
Provincia.
&SUTGHI0 H
DO
*8L #fc AU
i -,
KI'AIDA CADF-IA, DE FRONTE DA ORDEM TEKCEIItA DE S. FRANCISCO.
Onde seacham seuipreos mais acredilsdos medicamentos lantoern tinturas emo
rn glbulos, prepara do:- com o maior escrpulo e por pregos bastante eommodos
pp.OEgs FIXOS
tubos grandes.
Botica de
lula de 94
Dita de 36
Dita de 8 c i>
Dita de 60 a
Tubos avulsos a.....
Frascos dotinturrademei ongs.
danual d medicina homeopathiea .'.o Dr. Jahrcom o
cionario dos termes de medicina ;. .
Medicina doaestica do Dr. Ilenry ... -
Traj^amento do cholera morbus ,
Hf-rortorio ioDr. Mello Moraes.....
io/ooo
155000
909000
25000
30;50f*
100I-
2*000
dir-
20>0O.
to^oot
2/0 01
feXf
...
t
i:
Adererosde hri'lianles, *
diamantes e pero'.as, pul- ffi
seir.is, alfineles, brincos
a rozlas, folies e nnneis
de dillerenles soslos e de
2 diversas pedras de valor. S
* i.
T Compram, vendem on
Irocam prala, ooro, bri- *
-.; IhaDlea.daniaolta e pero-
joiaade valor, a
, ou por obras.
?.->.:: E3BSBS8B3g8 BSS tO i
sS.'b BS 9BBIYII
Rua do Cabnga' n.
^ecebem
Pli.M V. i
PE\TE DE CVOlTCnOlC EM>
RECIDO, DE FAUVELLE-DELEBARR
CE PAKIS.
Quatro anuos de experiencia tem sssegu-
rado aos pentes de caoulchouc a voga que
boje tem, n3o so em Franga como no mun-
de inleiro ; sao sem conlradicg3p os mais
lavis de lodos os peules, mais brandos
que os le tartaruga, s3o os nicos que nSo
razesa eabiro cabello, por causa da electri-
cidade que conten.accresoendo a estas van-
I gens a de nao serem mais caros do que a*,
de blalo, a esta admiranvel inveng3o de
exposijao universal de 1855.
Lasa de saude|
o
9
I
a
7.
i
mvmaBBBBawsBBifm ?*;
' PEORAS PRECIOS..-
S
5 Arlererc-s eomfrlelos r! J
;V ouro, meins di'os, pulsei- >
, ra, alf.uelcs, brincos e
i rselas, cordes, arancel
'*' lins, medalhas, correles \
jutji Xo.^ e enfeile pnra relocio.e *
r v oulros muilos objeclosde *
so*van res da Eu I 7ro- ., \
2 Aparelhos completos de +
f ropa as obr s do mait* r^iapar ha, baadejaa, 5
0,r ... aalvaa, cati(aea, coilieres-< lA
dinheiro e moderno rosto. tu BoPa.d.eM,.- jii
_, r? 1 oulros ob;eclo de %
ra: <*,ui..o.-. pra,a-
O !>r. Ignacio Firmo Xavier, roce- {Jy
be em sua casa de saudc, que Tica ao
a, norte da estrada da Passagem da S
P .Magdalena, entre a ponte grande e a v?
pcqueua do i.ln a-Mi-nniu, todas as ^
pessoas doentes, afiangando o me- A
Ihor tratamento, o maior zelo e cui- J
dado medico. O local em que est
edificada a casa destinada para esse (f
miste,r as regras hygieoicas, sobre 2Z
as quaes est construida, os commo- w
dos de que dispi, o aceio, ordem, O
e regularidade que ahi se encon- rA
tram, .fio condigOes ponderosas para nr
urna breve cura e completo resta- v)
belecimenlo. As pessoas que quize-
rem ulilisar-se de sfu presta o po-
dem dirigir-se so paleo do Carino,
sobrado n primeiro andar, das
10 horas da manh.ia as 3 da tarde,
e desea hora em diante no seu esta-
bcleci ment.
Precisa-se de um criado cara o servigo
da casa de um liomem solteiro, eque saiba
8
i
a.
i. ai m-i-**-* ^w* Jk ^_~ *,. I tratar de cavallos : na rua da Cruz n. 10.
as quaes vendem por $@$@ @@s
^ t) Dr. Pedro Antonio Cesar est
pre?, eooim^ Na fundirlo da Aurora precisarse
le servente* forros oti escravos, para
servi(;o dcbai\o decoherta.
Cas-
til!o para encino
de memoas*.
Priscills Scnhornha Men les de Albuquer-
que.tendo sido examinada e a >provada para
o ensino de instrucgSo primaria,transferio a
sua escola da rua do Vigario para o i andar
do sobrado n.39,confronte a igieja do Rosario
de S Antonio, onde alem de leilura.escripta,
conlabilidade o grammatica nacional, ensi-
nara costura, burilados e lavores, esperando
corroborar a boa opi"ifo er. que a tem o
Exm. Sr. conselheiro Castilho, expressa na
lutria eJigao do seu insigne metbodo.
SEGURO COSTRA 0 FOGO.
COMPANIHA
^AjLLIAJCE.
Elstabelecida em Londres,
era ssarco de 1824
CAPITAL
CINCO MILHO'ES DE LIBRAS ES-
TERLINAS.

residiudo na rua Direita n. 120, pri-
meiro andar e ahi o encontrarlo
para o exerricio de sua* prossfio de
melico-paiteiro. aos pobres di
consullas das 7 as 9 horas da manha
e os visitara e... suas casas gratuita-
mente..
:>
I
3
O padre Francisco Jo3o le Azo- (j
vedo, achando-so |>rtscntemenlo i.
nesta pragj, e oerut'ando-se priva- 7J
tivamente na direcgo de seu estaba- ^
lecimento chalcographico, incumbe- j|
,' se de exeeutar com toda a perfeigaa *
2: e brevidade quaesquer obras de gra- *
vuras tanto a talho-doce como a re- $
lto, registros, retratos, lettras com- &
merciaes, bilhetes lo visita, nmsi- J
cas, ele. ; e desejoso de levar o mes- O
sio estabolecimento a oaior poni, fi
espera que as pessoas, que prelen- a
derem laes objectos, no hesitarlo 2?
em o pocurar, prestando assim urna t^i
ellicaz protcego que o snr.uncian- h
te ser extremamente reconhccido. Z

Seguro contra
fogo
COMPANHIA NORTHEN, ESTABELE-
CIA EM LONDRES.
Premios tliminnidos
AGENTES
C.J Astiey tyC'ovrpanhia.
Amassadores.
Precisa-se to dous amassadores que sejam
peritos em sua arle, paga-se 30o meuss, e
niio, uxam cylindro : ua ; w Pode ser procurado ns Cinco l'on-
j^) tas, sobrado da es mina confronte a Q verde,rua Imperial n. 173.
/-A n'atriz nova le San-Josc, ou na rua v* ,-. '.i?* '
doColleg.o, na l.vraria dos Srs. M- g **
'a>9 randa & Vascoocellos. fl^
SS^-@S^"S^@d '' Paul" CaignouxueDli.la.rua.Nova n.41 i
__lie Phrartii a loia e x epnriie rprrn i W na mesmacasalem agua e pxlantriflca. \gf
no cnegaao a loja -e i. conu aterro ... ... ... ... .--,-i ^..-. .>. --
da Boa-Vista n. 7, escolente ieite virginal 19&-:&V;i'&-&iaf<&* W W*&qtfWtfw
de rosa branca, para refr,?scar a pelle, tirar N fu da Cadeia, defronte da Relaco
i,sardas e espiabas, igualmenteo a- n- ^ alugam-se e vendem-so superiores bi-
famadooloo babosa para limpar e fazer cres-|chas hamburguezas.
Saumlers, Rrolhers & C. tem a honra de ceros cabellos; assimeomo p<> imperial de j ----
LEILO
Qtiurta-fcira 12 do cor-
ren te
PELO AGENTE
Pestaoa.
::
<\fW
v,"
O

O agente Pestaa, honrado com a con-
- .langa do Illm. Sr. luiz Jos de Si Araujo
mellior go.lo possivel para offeiecer a (odas aspes- que se retira para a Europa, far leiliio
son que se dutnarem protgelo. Iufeliz em seo quarla-fei a 12 do
primeiro diverlimenlo, poderia dcsaoimnr e nAo dar
continuaran aos seus Irabalhos, i aren convencido de
qoa om publico Io amanle das arles n.l ileitara'
no esqueci-i enln aoa modo valiosa proleecAo para
com um dui seos irmAns, ae anima ;levar esle espec-
tculo em aeo hendido na1 esperanca de n,1o serem
baldados os seus desejos. O beueliciado a nada se
poupara' para gue esle Jiverlimenlo se turne com-
pltl..menle ali-la-iuno a n.lu puder desmerecer do
conceitn e eos elogios de que Unto as oulras pro-j
vlnelas como aqu ae lem turnado merecedor.
Os bilhelea arbam-se a' vauda no thealro e no
Keslaoranl trancis, desde as 9 huras da roaidiaa
at aa b da tarde.
Principiar' as S l|J horas.
ta*;*

38.
PARA O
GEARAMARANHAOEPARA'
O veleiro brigue escuna Craciosa, capi-
tao e pratico Jo3o Jos de Souza, vai seguir
com brevidade aos portos indicados para os
quaes tem grande parte da sua carca promp-
ta ; para o restante a tratar com os consig-
natarios Almida Gomes. Alves V C. eserip-
torio ns rua da Cruz n. 27.
A barca portuuuezo Mara Feliz, que
segu viagem para Lisboa, no tem sahido
pelo capitao ter estado lente, porem sahir
oestes dias, anda pode receber alguma car-
ga ; a tratar com S Araujo, na rua do Brum
n. 82. Pcde-se aos senhores carrega lores da
niesma barca de mandarem os conbecimen-
tos, bem como as pessoas quo tem contas
para receber do navio, queiram mandar re-
ceber quauto antes.
PA1U O K!() HE JANEIRO
segu com muita brevidade o brigue Laura,
po ter parte de seu carregainenlo prompto :
para o resto c passageiros, podem entender-
se com o consignatario Antonio Lutz de Oli-
veira Azevedo.
RIO DE JANElllO.
Brigue Librala : para o reslo da carga, pasta-
reiros, ele, trata-se com Caelauo Cyriaio da Coala
Moreiri, na roa da Cadeia do lenle u, J, primeiro
andar.
quarta-lei a 12 do corrento pelas 10 botas
da manbrla na casa da residencia do m-smn
seunor, rua de Apollo n 22. de toda sua mo-
bilis, ornatos e uiais ulene los de uso, pro-
prios pelo iioni esta lo em ipic se acham pa-
ra decoragSo de quaiqnr casa do elegante e
apoaraloso tratamento coi slando
DE
ricos e bem acabados consolos, sofs, me-
sas, cadeirasjde balango, ditas de biagos,
ditassimples. cama, guarda vestidos, mar-
queza.s, lavatorios, mesa de janlar, apara-
dor, guarda louga, gonimodS, cartei-a e
oulros muit'is objectos das melliores na-
deiras e rnais lindos modelos que au; luje
esl3i> aiinitliJas, um bello piano forte Je
liua conslrucgo c excoibnlos vozes, um
cofre de ferro, quadros. candelabros, la-
tarnas. casligaes, tpeles, candieiros, linis-
simos apaarrlhos de porcelUua doi.raJa e
lisa um cahriolel com coberta e lo los seas
pe teneos, .rala em obras e lima llilnidadi-
de objectos quo doisamos lo enumerar para
nSo sermos prolixos.
Leilftci de mobiiia
SEM RESERVA.)
O agente Borja. ein os'-u aoso armasen, rua do
Collegio n. I"), tara' leilao pur co'ila de una poMOa
que ha pooeo relirou-se para a Europa, de ama en
crllenie mobiiia de jeenreoda' guarda roupae, chii-
inoda*. oplmn cama fmicea. i il- i-s. I.vatorios
com pedra, mesas de janlar, guarda loura. aparailo
res, anobiUa de sala men r do quaruaa a oulrai
obres avuUas do inaiciuria, (aadafabroi e l.mier-
MI DAM.ADi; uESIDIiNCIA.
;'.. Dentista franecz.
^ A coila' do dia 15 do presente mez
.!. de maio Paul Caignous mudara sua
lsi residencia da *ua .Nova n.41 para a
( I na das L raugeiras n- l.
SOGIEDiDEEMGMHANjJlTA
para a fabrica de Llar t;
tecer aigodao
Silo convidados os Srs. socios para com-
parecere.m no dia II do correte, ao mcio
da, na rua da Cruz eiu casa do sr. Antonio
Marques de Aoiorim, para tomarem urna re-
solugSo a rcspeito da dissolug3o, ou conti-
nuagao da sociedade.
Caf do Cabo.
O proprielario desle eslalielccimenlo, .Ini Flix
Bibeiro de C-raalho, fornerera' as |no..squc o pro-
curaruui, almofa de cafo, cha, pito, biscoilos e bola-
chinfi.is diversas, asiiin com i presuntas de tiambr-,
lendo islo lug.ir loo das s.eis huras em d'anle, para
commodidade das pesoas que liverein de embarcar
de manilla na Irein das sela horas.
t\o correr do da h.ivera' refrescos, cervejas e ca-
iras brindas, e bem assira algoma refeicAo mais su-
bttancial p^ra iis peaioaa que despj^rem.
A' nuilc llavera' cha e caf com os mismos ccis-
lOaiM da inaiihAa.
Tambetn receber' no sea eslabelecimenlo al cer-
lo numero de pe*soa oo fdinilias, que quizerem ucl-
le Demediar ou psar dias, para o que lem commo-
Icaresi-rvados, precedendo para i-lo o con veniente
avia lim de que e posean diapor %m aulec;den-
cia o* arranjus ueres.arios p-ra tal recopffo, ba qaal
se compielieiiderV a cumtda dian qneeara1 foruo-
ci.la as |iessua- que pH (I proprielaiio cuila com a aoatfjuvacSo. nSo
s de seus |> Ir ciu*, coma daquelles sen ores es-
t'augeiios aqu residente ou rus que a rtta lugar
vieruin, e se esmerara' em beoa servir a lodos que
freqoenlarem o eao estabelcciiuenlo.
0 abaixo assiguadn, propretario o
moitoconbecidoKestauraot Franca is,ten-
do le partir ;-ara Franga pi-.lo paq iete ioelez,
alim le tratar de mullos negocios relativa-
mente a ooi aovo esli beleeiment que p,e-
lenle uionlar em sua volta, com todas as
cotimo tila les prop
O Sr. tbesoureiro manda fazer pu-
l)!it:o que se acham a venda todos os lias
no pavimento terreo la casa da rua da
Aurora n. 20 dns 0 Iioras da manluia ns 8
da noite um sortimenlo completo de Hu-
meros de bilhetes e meios da primeira
parte da primeira lotera do recolliiinen-
to do Saiitissuno Cora cao de Jess da vil-
la de Iguarassu1 tujas rodas andarao itn-
preterivelmcntc no dia 12 do corrente
mcz.
Thesouraria das loteras 1 .le maio
de 1SS.O escrivao, J. M. da Cruz.
Cbeguem.
Me chegado nova loja de miulezas do
pateo do Livramento n. 52 A. um grande
sortimenlo de estn pas de todos os santos,
tanto em nonio grande como em pequeo,
vende muito.em conta, e por menos do que
em outra qualquer paite assim tambem
romo um grande sortimenlo de miudezas.
tolas quanto possam havar no mercado, nao
fallando nada por menos 10 0|0 de quo cm
outra qualquer parte.
- O abaixo assignado pede encarecida-
mente a pessoa que em eonlianga pe lio-lbe
certa quanli* para dar-lhe dahi ba poneos
uislantes, que venho ou
queja ecorrem lmetes
assignado muilo sobreca
/.as que exige o seu e-labeli-cimento, nao
pn le fazer dess asmlas a quem absoluta-
mente Hilo precisa.
Auirc Alves da Fooseei Jnior.
G. X. Rourgeois vai para Franca,dei-
tando por seu procurador Lasserre eTis-
setFreres, e administrador le sua cocheira
seu sobrinho Eduardo liourgeois.
urna pessoa com bstanle pratica de es-
ciplurago mercantil olTerece-se para fazer
cscriptas por partidas dobradas quem de
seupreslimo se quizar utilisar, annuucie por
este jornal para ser procurado.
Precisase do um foroetro que seja pe-
rito no seu ollicio ; paga se betn acra lando :
a tratar na roa do Amorim n. 8, ou em
Olinda, padaria do Varadonro.
informar aos senhores negociantes, propie-
tarios de casas, e a quem mais convier, ue
esto plenamente sntorisados pela dita com-
panhia para elTectuar seguros sobre edifi-
cios de tijolo e pedra, cohertos de lelba, e
igualmente sobre os objectos cuo conlive-
r<>m os mesmos ediP.cios, quer consista em
mobiiia, ou em tazendas do qua'quor qua-
lidade. *
iLoteria
DA
No eseriptorio do abaixo assignado na rua
do Collogio n 31, vendem-se bilhetes da lo-
tera da provincia pelos segaintes pregos
sendo do I0"s para cima e a dinheiro a visla.
KiHieles garantidos 5S500
Meios ditos 3*750
P. J. Lavmo
lyrio do Florenga parabro'.oejas easperida-
des da pello, conserva a frescura e o avellu-
dado da orimorosa da vida.
Uefronte da ordena lercef-
i.: de S. Francisc
CONSLTOttIO llOMEOPATIUCO
DO
DR- P- A. LOBO HOSCOSO
Medico parteiro e operador.
O Dr. Lobo Hoscoso, oa consullas todos os
dias e pratica qualqueropcragSodecirurgia,
ssim coino,accodo com toda a promptido,
as pessoas que procisarem doseu prestimo
para o servigo de partos, praticando aso-
peragoos manuaes ou instrumentaes, quan-
do n5o possa conseguir resultado por neio
da homeopatbia. que tantas vezestem ven-
cido diiliculdados, que rarecia?- nsupe-
raveis
::--O-'-c :;::::.:
Rw Cade i II 11
..;..
(OIANNA ATTKXCAO'.
los Francisco Collares V C, raz ..
publico que na cidado de Coianua ni
O
m
do tempo carne do C-a- da inelhor
vj i| u a I ida, le que ha, pelo prego do Re- '...'
t cife e mais em conta do que em ""
rua da Punten. 9, tem elTectivo a lo- 2
'.'..-
i
Fra
iicsco n.
o
o
Malachias de Lapos Ferreira Costa
Uaosferio a sua residencia para a rua (ella
n. 14.
Precisa-se por alugucl de urna preta
escrava para o servigo interno e externo di-
urna casa de familia : quem a liver, dirja-
se ao sobre, lo n. 8 da roa de S Fraacisco,
quem vai para a rua Helia, para tratar do
ajuste.
Precisa-se alucar um escravn eopaira, e que
rnlenda -le lodo mais lervico de urna ras, e cojo
cntior se rcspunsabilise por elle : a Iralar na rua da
Crui n 20.
i mande pagar, pois i ; qualquer outra parle; os senbores .
is. e sendo o abaixo LX de engenbo que por ser muito aii- '
:carregado do despe- rfT go delles, que n3o quizerem ter o f-;;
B trabalho de mandarem ao Recife, po- @
A dem dirigir se so mesmo armaaera **
'.:" que se prometto fazer todo negocio ';::'
'" com ouirus geneos que os mesmos v&*
.' quizerem trocar. -;,.
Precisa-se de urna secca : na praga do
Corpo Sent n. t7.
:::-:.:::::::-::::- ::-.::::
INDUSTRIA PEKNAMBL'CANA
f A UBICA A VAPOR
SSaaOa
RA DO BRMI
prxima a in.di
do Sr. Bowni.iii,
Tem efTectvamcnte as suas acre-
ditadas vela de comiosigao : ardeai,
e tem a mesma durago
< scriptorio * <*i!i. ::
O hacharel formado Manoel Morei- '_
ra Guerra, tem inslallado o seu es- ';.-;
criutorio de advocada na rua da C.a- w
'.\' deis de S. Francisco sobrado n. 11 R.
onde ollercce os servigos de sua pro-
f'i (issa.) as pessoas que o quizerem
onrar coma sua conlianga, podendo
ra isso ser procurado a qualquer
'..'; Iiora de todos os das uteis; o inesmo
' '_'' liacharel enesrrega-se de quaesqu>
gj recursos ou outros neeocios forenses c\
do interior da provincia, quo pe- ^,
-
a iivraria n. 6 e 8
a |)iac da Independen-
>re< s;r-Si fallar iioSr.
Detan, que morou na rua
lo Arago e teve raarci-
eiria.
- O deposito principal
ios oais afamados charu-
tos da Babia do Sr. Gus-
tavo La porte, aclia-se de
lioje esu diante em casa do
iaphletliD .& C, rua da
Cruz u. 58.
Precisa-se de um rapaz para criado : a
tratar na rua de Apollo n. 2*.
I'recisa-se de urna ama para casa de
hometn solteiro : na rua do I.ivramenlo
n. 21.
Antonio Lelte Pereira llastos transfe-
rio sua residencia para a rua de Apollo n.
ili, segundo andar.
.-;:;- xxqgq qqq qui
i IOXSILTOBIOHOMEOPTICOg
6
IJU
as de vidro, vasos de porcelana, lisor.is e mais en- i mais fl CgUeZeS que Constantemente fiejuen-
felea desala, reloglua de parede 'e cima d- masa, lain seu 15:>! irant, 6 nao que en lo pailtr
candeeiros loglexei, sppsrallaN de porcelana para
almoco e ianlar, d los ordinarios pira o diario do
easa, vidrosCOOaplotol para snica de mesa, otm-
sili is de casa, tren* de ci-iulia e oulros mullos ob-
jfcto, etc.; assim como Untbem fara' leilSn de urna
iinmensiila le de artlaos iiilT-rrantcs, tiislenle* no
dita ariiia/i'iu, iacloaiva ati, ru lustie, propro pi-
ra ala de dansa, consistorio ou miro qu.lquer sa-
lgo ; os quaas objectos com o. denaala acuna men-
cicnados, -friio d-ti iitivaine-da ven.lMos sem reser-
va alltuma : quinla feira Id do crrenlo as II luras
em ponl'i da inanh, i.
O abaixo assign.-nln prnorielario do Si-
tio da Estrada de lo3o de BalVos, denomi-
nado sitio da cap-lia da ConceipSo, faz pu-
blico que no dia 2t do mez prximo passa-
io ssisMiou a eacripiara de arrendamento
do m soio sitio, feil.o o Sr. .Manoel Joaquim
la Silva Itibeiro piincipianio a vigo ar o
me mo a rrendamenio des le o da l do cor-
r nie e por consequencii nSo pode o 8r.
Thomaz Augusto de Vasconcell is C.oiinhrn
as para assigoantes e|que*amda se conserva no sitio, damoiflca-lo
como lem constado so bsixo assignado,
certo de que protesta cjntra tolas as ruinas
que 'oreiu encontradas.
FranciscoCavaleanti de Albuquerque Lins.

das de s- -
ig permacete, e cuslain I^OCO a arroba.
"-. Tambem tem de carnauba mais c r-
.. parias de 6 e 7 em libra a 1-23 a iir-
* roba, sem caixas.
V ( sabao aqu fabricado he le pri-
>.*} meira qualidade, o que se garanii;
s
DR, LOBO MOSCZ^.
Sua da Cadeia de Santo Antonio. Q
.. O Dr. Lobo Mosco/.o fez. cente $
tem
O
rante qualquer tribunal ou repsrti-
.S gao desta capital tenham de ser ven- ijf
t tilados, para que lhe podero ser en- ?j
^3 a quem interestar rossa que
fe eommodos em sua casa para re- $
-.,3 Ceber aljfims escravos nao s pa- (g
-' ra tratar de suas enfermidades
. como para fazer qualquer ope- fT$
i regados em carta fechada ; no que no. 0, oenies serfl0 tratados &
am ludo assetiura o maior Z'lo > iirouip- .-. ; ,. ,, **'
/. tidao. aos presos pobres e pessoas .. ',- P-'la liomeopatli.a ou pela alio- Q
esvalidas prestar todo o trabalho w :.- patina, conforme parecer mais Q.
9 BTBtis. '.,': -. ;- "inveiiii-iite para a brevidade da f
-!!":.'.'i".;i'''.;''.' ''...'"J :^'\,-:i-:-.y ,'; -. ; i'iin. Adverle (pie recebe pa- }
Queai se julgar credor da Tirma de vj tuitamente urna ou outra pessoa S
Costa A S, aprsente suas contas no prazo -"'j Qjue precife fazer aljuma opera- fj%
de 3 lias para serem p.gas na travessa da ^ cao, e que por suas circumstao- A
^ cias nao possam satisfazer as des- jj
tratamento e nao queira &
para os bospitaes. fft
. | t; prct ratamento dos esera- oe
ruu Augusta n. 1. I! cife 6 do maio de 1858.
- Precisa-se para um engenho distante *jb pezas de trtame
urna legua de villa d-At;ua Prela, (que ofle- S siijeitur-se i ir |>
n-ceasmelliorcs vantagens de si-viver el,:- g Q tlo ,rata
sem publicamente agradecer s todas as pes-
soss que 0 concorreiu, palenlea por es'.i
forma seu reconheeimento tanto aos assig-
nan'.es, como atlas asmis pessoas que
de iaj bom grado se dignam frequenta-l i
esperando de todos estes senhores em geral
a continuado dessa f equencia durante su i
ausencia, visto o potico lempo que lhe hi
Fazeo
as.
O abaixo assignado participa ao res
peitavel publico desta praca e do centro,
9ft#0 'E?uMtrt.
No da 12 do corrente tem de serem
arrematadas 4 moradas de casas terreas na
rua dos Pires ns 28. 36, 33 e *, na praga
do jiiizn municiial da segunda vsra, depois
da audiencia, por exeougS i da Manoel Joa-
quim da lincha contra a viuva e nerdeiros
do cotnmendad >r Francisco do Carvalho
l'aes de Au.iralo: os licitantes compare-
gam no pavimento terreo do edificio, onde
Irabalha d jury.
Anlunio Francisco ColaiI, vai a Koropa.
Ma praga da Iudepen leticia q. -O, tra-
se psssaporte e corre-so tulla, por prego
commodo.
necessano para i la c volta DO complemento l de seus negocios. SenhesUurantOcaJrnento de todas as fazendps inelezas. I" nenna ao Sr. Antonio Joaquim Itibeiro.
r P I l afita t .'
trancezas e suissas e precos muito em
conta : na sua loa n. IS aterro da Boa-
Vista.
Onarte Borges da Silva.
era de um hom-m Capaz de criar um sitio
de Iructas e horta ; e bem assim de um olli- ,
cial de carapina, e oulro de tanoeiro : as
pessoas quejulgarem habilitadas com l -
milia ou sem ella e quizerem contratar com-
paraoam na rua do Torres n 20, loj*.
I'recisa-se de urna ama para cosinhar
e curo rar -,:ara UO casa de punca familia :
a tratar no Ierro da Boa-Vista n. H.
- aos ere.ores de o en pai. o Sr. co'o-
E InardO de Aquino lonseca, Iilho do j n,,, Jos dp i,n(0 |(1g|eZi qualquer que seja a
I)r. Joaquim de Aquino Ftinseca, parle para oriJ,,.m ou nt.tlo la divid., roga seo Gibo,
Paria, pur Lisboa, ahm de continuar os seus I ar(1,so asignado, o rTor de lhe dirigirem
esudos [ suas contas, aOm de poder conhecer a qoan-
O vigario Joaquim I'.elizano Lins Mello !l0 montam. e poder couvencionar com os
d-clara ao Sr. Francisco Uolelho do Andra- rjusmoa obre o molo de seo pega Diento
deca quem convier, que a sua resMencil
om quanlo se demorar nesta provincia, be
na un do s. Francisco n. 06.
Francisco Tavares Corroa retira-se
para-se para a r.uropa, levando om sua
companhia a menor Cuilbermina Soeres Bo-
teluo. lba de (iuilberme Soares Bote.lio.
Lave-se e engomma-seom ; erf. igfio,
lano roupa de bomem como de senhora ,
na travessa do Dique, sobrado do lampeSo:
no segundo anJar.
--- O hachare! Galdino Ferreira Gomes
mu-lou sua residencia para a rua da Cadeia
desta fregueza, segundo an-:ar da casa
n. la.
--Os abaixo assignados fazem pubiici que
vos regulara* de 2s a os diarios
conforme a rjravidade da moles-
tia eo tcinpo de curativo.
O
em casa do Sr. corone! i'.habv, no aterro da I
Boa-Vista.
Dr. Nuno A. A A. ic Brito In::'. /.
[rmanda i ,<\ ino Es-
pjto S nu .
Avisa-se aos -mos da irmandade do I)i-
. Espirito S uto, que lerea-leira proxi-
j ma, 11 do crreme, pelss S horas da larde,
I priucipiam as sessoes diarias para e di-c s-
|s3o*do novocompromisso. como foi elibe-
rado em sessBo de mesa j-'-r -1 de 5 de abiil
prximo passado. o escnvSo,
Santos Coellio.
entregue a madama Maria LarsabaUX, que
desempeniara os misteres a que se proptiu
na coiitinuaclo le seu andamento diurno,
Igualmeiilo aaroveila a favoravel occasiiio
para despedir-se de tolas as pessose que lhe
sao aireigoadas e a quem consagra mizade,
visto que seus muilos afazeres lhe nilo per-
miltc.'u o despedir-so pessoalmentc
I.ouis l'ucch.
Tuda peraunla tem rotpoala, antes do dia 21)
de mam, o publico licara saliaiidu qoem be o dono
do barril de c.chaca apprcbeudido uo presidio de
lem ni lo. Reelfe S di- msio da l.s'.s.
Aviso ao COMMERCIO.
O bailo assiunadu taz ,cenle ao publico, que
deiioo de liatulliar rom o Sr. Franco, no servido
dt lauoairo na allaiidt-ja 1 -1j cidade, desde o da
."> do crrenle. Recite 8 de mmo dt 1838,Jua-
quim doa SdIoi.
ConslanJo ao abaixo assignado quo
promove-se negocio sobre um los predios
rertencenles a casa do fallecido seu sogro
Joiti> de Freitas Noguiira, ecoir.o ditos bens
Itecife 6 de maio de I85S.
los da Silva Ferreira I'. & C.
i Pelo juizo de orphSos desla cidade, e
cartorio do sciivao ijUiniarSes, tem de Ir
praga por ven la, a requerimeiuo do lesla-
meuteiro inveniariantc los bens da falleci-
da I). Joaquina Jeronyma de Jess, a casa
de sobrado de um andar e solSo, sita na rua
da Fentia n. 4
Na galena c officina de dagucrreotypo
Antonio Pereira dos Santos, serrador,
existente na rua da Concordia, retira-se pa-
ra o Porto.
Lotera
DA
provincia.
O abaixo sssignao declara que de hojo
em diante compra bilhetes de l.dei \\ rocti-
I Ihi 'os com o de-conlode 20 por ceolo sej
1 qu*l for a quantia : na rua do Collegio n. 21.
P. J. Lo y me.
-Mheneu Per-
n enimenna.
tenhain de ser submcltidos a novo inven-1 do aterro da Boa-Vista n. 1, tercejro andar,
tao por achar-se millo o que se proreleu, existe um lindo sorlimento de alUnetes de
como se ha de demonstrar uiuto breve, ad- | ouro para serem vendidos com retratos de
verte que oinguem faga negocio com nenbu- IS a rs Ns mesma casa limp,am-se e
ma de ditas proorie la es, nelo quo protesta : botam-se vidros novos, em vista de slereos-
cont'a tjda e qualquer trausaegao a respe-; copos.
lo.Francisco Serfico de. Assis Vascon-| Antonio Manoel de Oliveira Villa ret-
cellos, i ra-se para Luropa a tratar de sua ssuJe.
A commissSo directora do jornal convida
- Deseja-se saber on ie mors a -^ra. liosa, 11 todos os senhoras socios que tem escrip-
Ina a publicar nojomal da sociedade,so
dignen remette-loa ao abaixo assignado.
Ma casa, na erro la lio -Vista n 15,
segn Jo andar.Campos.
Precisa-se de um feitor para sitio pe-
queo e pooeo distante desta praga, o qual
deve saber tratar de arvorodo ; annuncie.
preta, que morou na rua d eque
esteve em Fernando alzuns lempos, para seu
interesse ; assim como quer-se urna rr.ulher
de meia idade para fazer com inhii e iralar
de urna s pessoa solteira ; para imformn-
g3o, dirijam-se ao hecco de Jjsi Caetauo,
loja de alfaiate n. t.
Lotera
DA
Provincia.
Corre qaaortafeira 12 de maio.
Mtv" S
__ Compra-se orna propriedade sit em algoma
das principas ru.is .iV-,i cj la.la, e que renda poo-
IfOO r. annuacs, estando o
i cm bom astado, e desembararado; quim
qniei, Irale na rua da Crol, eseriptorio n. 19.
Compra-se elTeciivatucnie hronze, lao
cobre velbo : no deposito da fundiga-
da Aurora, na rua do Brum, logo na entra-
la n. 2s, e ua mesma luudigao, em Santo
Amaro.
II
l\ #1


DIARIO DE PERNAMBUCO SEGUNDA FEIRA 10 DE MAIO DE 1858.
Compra-se effeclivamente ni ruadas
Flores n. 37, primeiro andar, a plices da di-
vida publica e provincial, aceces das coin-
paohias, e d-se dinheiro a juros em gran-
des e pequeas quanlias sobre penhores.
- Compra-se urna secretaria nova ou
usada, mas em bom estado: quem a tiver
para vender, annuncie por este Diario.
Compra-se 1 ou 2 tachos grandes de
cobre: quem os tiver equizer vender, diri-
ja-sea ra Direita n. 88, segundo andar.
-- Compram-se pecas vclhas de 16a por
179, e patacoes moxicanos na praca da In-
dependencia n. 40.
Compram-se sedulas muidas para tro-
co : na loja de miudezas da ra do Cabuga,
luja de portas.
Compram-se 2 escravos quesejam pe-
ritos padeiros, paga-se bem agradando : a
tratar na ra do Amorim u. 48, ouem 01in-
do, padaria do Varadouro.
Attencao.
Na ra do Pilar n. 72, segundo andar,
compra-se um moleque pre'.o, de idade de
6 a 8 annos.
\ tn iem-sp coqueiroa pequeos para se plau-
(ar : Da ra dai Trincheirai o. 29.
Vinho do Porto.
Superior em caixa de uma e doaa duzias.
Vende Antonio l.oix de Uliveira Azetedo, em seu
aiinazem da ra do Vigario o. 82,
tO.
Em acras crandes.
Vende Antonio l.niz da Oliveira Aievado, do iid
armj'-cm da ra do Vigario n. 22.
Jacaranda.
I em para vender Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, oo seu ariDazem da roa do Vigario n. 22.
- Vende-se uma mulata de 22 annos,
com uma Ulna de 7 me/es, cxcellente eu-
gommadeira, custureira ecozinheira. Taz lo-
do o servico de uma casa com pcrfeicSo : a
tratar na ra da Cadeia do Recite n. 4.
-- Vende-se om carrinbo americano de 4
rodas e coberto, e com um bom cavallo ar-
reiado e proprio do mesmo: quem o quizer
ve-lo e contratar, dirija-se a cocueira de
l'aulintio, na ra da Roda.
Livros em braneo de
Hamburgo.
Um sortimento completo : em casa de
Tiinni Mumscu & Vinassa, praca do ,Corpo
Santo n. 13.
Pianos fortes de Ilani-
burgo.
Em casa de Timm Morasen & Vinassa, pra-
Ca do Corpo Sanio n. 13.
J>a loja ao p do arco de
acabar com certas fazen-
das, dispoe-se a vender
por menos do custo.
Brira de puro liuho, a vara 800
Cazonetes de cor para calcas, o covado 90"
Cescmiras de duas larguras, covado 1?900
Par.no prcto, covado 2/u00
Panno de cores fino, covado 2s2oO
Dito azul, covado 23*00
Metas casemiras, covado 600
Merino de todas as cores, covado 1J500
Brim de linho de quadros, covado 200
Brim branco trancado, covado "20
Cortes docolletc de fustSo muito lino 800
Canibraias finas, a vara 400 rs. e 480
Chitas francezas, o covado 210
Hitas finas, covado a 300 rs. e 320
Riscados monstros finos, covado 220
Cortes de riscados francezes 3:000
Alpacas pretas a 400, 500,'640 e 800 rs.,
fina 15000
Riscados franeczes de duas larguras,
240
2S000
35000
2/800
300
480
500
3900o
com
covado
Cortes de carabraia de barra
Ditos de babados
Corles de casemiras decores
LSa lina pa^a vestidos, o covado
OrgandVS muito linas, covado
ileseda de listras de cor, covade
Coi le de panno prelo para caigas
Vende-so uma escrava crioula,
iimi cria de idade de um mez, a qual tem
todas as habilidades necessarias para bem
desempeuhar os servicos de uma casa, e
tambem pode servir de ama por ter em
abundancia bom JeiUs : a tratar no sobrado
da ra do Livrameuto n. 8.
Vndese a taberna sita na ra do Pi-
lar n. 131 : quem a pretonder, dirija-se
inesma.
Relogios.
Vendem-se cxcellentes relogios com figu-
ras em movimeoto, e lindos quadros para
sala com msicas e figuras em movimento:
na ra da Cruz do Recite, armazem n. 7.
Vendem-se saceos com milho de supe-
rior qualidade, arinha de mandioca, farelo
de Lisboa, gumma do Aracalv, sapatosdito,
cera e palha do carnauba, ludo por menos
que em outra qualquor parte : na ra es-
trella do Kosario, armazcm n. 29.
Obrasdeouro.
\ ende-n por preco coiumodo um rande sor-
iimci lo de obrai dt ouro, e algumas com bullan-
les, thrsada pelo ultimo vapor: ui ra da Cruz,
no llecife, armazim u. 7.
Cera de car-
nauba
Fazem sciente os Srs. Crrela & Saraiva,
que tem para vender cera do carnauba de
superior qualidade, mais barato que em ou-
tra qualquer parle : na roa da Crnz n. 30.
Farinha.
Vendem-se saceos grandes com farinha
de mandiuca, chegada no vapor Cruzeiro do
Sul a 103 o sacco na travessa da Madre de
lieos n. 16, arma, em de Ferreira & Marlins.
Vende-se farinha de mandioca, gomma
e milho, em saceos grandes: no armazcm
da Companhia Pernambucana, no Forte do
Maltos.
Engenheida
P OEMA DIDACTICO-IIEROI-COMICO
pelo
J)r. Jos Ferrari.
Acaba de chejar da Babia, a presente
obra, cujo principal lim he mostrar a
importancia e a iniluencia que tem, so-
bre o progresso da sociedade, um eiifje-
nlio de fabricar assucar. Seu autor com-
para o assumpto de sua obra com todas
as fabricas que no Brasil uvstem, c pfle
patente que nenhuma da' mi.iores resul-
tados, neta sustenta mais o commereio,
do que o engenlio de assucar. Acba-se
a' venda na li\raria da praca da Inde-
pendencian. G e 8, por 8,<000 rs. dous
volumes de bella e nitida impressao.
Na ra do Cabug, casa n. 9, torceiro
andar, se dir quem tem unas penuas de pa-
v5o para vender.
- Vende-se a quem convier a loja de
calcado do aterro da Roa-Vista n. 2, ou so
a armacao : a tratar na mesma.
PEGH1HGH&
A ella antes que se acabe.
Cbegou a loja ao pe do arco de S. Antonio,
um completo sortimento das mais ricas cam-
brais que tem vindo ao mercado, padres
intetramente notos, e cores lisas,que se ven-
do m pelo diminuto preco de 480 a vara.
Vende-se uma casa terrea, outra prin-
cipiada, e una taberna sortida em bom lu-
gar de negocio, no lugar da estrada nova do
Cachang, trras perlencente a Torre, a pes-
soa que a vende pretende reiir!r-se para f-
ra : quem pretender, dirija-se a mesma casa
annunciada, que l achara com quem tratar.
Vende-se fumo em folha e charutos de
superiores qualidades, chegados recente-
mente da Baha, por menos pceo do que em
outra qualquer parte: na ra da Crzdo
Recite n. 13. primeiro andar
Vende-se na ra da Cadeia do Be-
cife n. 7, loja de Antonio Lopes Pereira
de Mello &C., o ja bem conliecido rape
princeza do marylando fabricado na ca-
pital do Ceara' por preco commodo: a
ti atar na mesma.
I Vende-se
5 Na roa do Crespo los $
ia ama relia n. 4
m J -i
.-, DE v,
m AMONIO FRANCISCO PEREIRA. 2
ga Roupa feita franceza chegada ulti- ga

35/OO e
Relogios.
Vendem-se relogios de patente inglox em
casa de Arkwright Tuckniss & C. ra da
Cruz n. ts.
Attencao.
'3 Kissel, relojoeiro Iranrez, vende v*
Va. relogios do ouro e prata, concerta ji
ft relogios, joias e msica, ja aqui he -.
conliecido ha mullos -unios,habita no *
pateo do Hospital n. 17.
sellins
patente inglez.
Sao chegados e acliam-ie a venda o verdedeira
bem conliecidos sellins ingle/.es patente : na roa
do Trapiche-Novo n. 42, armazem de fazendas da
Adainson llie,\ C.
l\a loja das seis
portas em frente do Li-
vra ment
I'ara acabar com algum resto de fazendas
tem resolvido vender por menos do seu valoj
as seguintes : lazinha para vestidos fazen-
da perfeila com 5 palmos de largura a 400 o
covado, cortes de riscados francezes a 1C600
fazenda fina, chitas encarnadinhas a 160 o
covado, riscado monstro bastante largo a
160, cambraias musselinas a 500 a vara,
cortes de casetnira ingleza d% cores escuras
a 25500, lencos de seda brancos c encarna-
dos a 800, meias para menino brancas e de
cores a 240.
Oh! que pechin-
cha.
COM TOQUE DE AYARIA
NA LOJA 1)0 PREGUICA,
ra doQaeimadn, osquina do becco do Pei-
\e Frito n. 2, vendem-se cassas l'raucezas
muito finas, com pequeo toque de avaria,
pelo diminuto preco de 320 a vara, assim
como cambraias franeczas muito linas, pa-
dres novos e som avaria, polo baratissimo
prego de 50o rs. a vara, Sazinhas de qua-
dros de lindos padres, proprias para vesti-
dos de senhora e palitos de menino, pelos
diminutos presos de 480, 500 e 600 rs. o co-
vado, e de ludo so darSo amostras com po-
nbor.
Vende-se pelo custo um excellente car-
rinho de rodas, novo, mandado vir de en-
commenda dos Estados-Unidos : na ra de
Santo Amaro -.Mundo Novo: n. 6.
Vendem-se toneis, pipas c barrisva-
sios : om dunda, esquina da estrada nova,
na lioa llora.
Vende-se superior linha de slgodao
brancas e de cores, em novello, para costu-
ra : em casa deSouthall, Mellor & C, ra
do Torres n. 38:
Aviso.
Na ra daCruz n. 51,primoiro -.andar,
sala de barbe ro, vendem-se Dichas, tanto
aos centos como a reta I lio, mais barato do
que em outra parte, e alugam-se ; advertiu-
do que sao cliegadas no ultimo vapor da
Europa.
-- Vendem-se saceos com superior fari-
nha de mandioca, e por preco commodo :
na ra do Amorim n. 48, armazem de Pau-
la (\ Santos.
Vende-se um terreno com 57 palmos
de frente o 2,000 de fundo, na ra da Auro-
ra junto a nova propriedado do Sr. Tiburcio
Valeriano llaptis.a : quem o pretender, en-
tenda-se com Francisco liotelho de Andrade,
na ra Imperial n. 167, ou no Recite uo
Forte do Mattos.
Uap francez.
Continua a estar a venda na ra da Ca-
deia do Rccifc loja de fazendas do Cardu-
zo Avrcs, aonde existesempre um deposi-
to do mais moderno.
5 Vestidos com babados 1&

o
o
I mmente de r.iris, sendo:
5jr Casacas de panno muito fi-
5? no, todas forradas do seca,
]J obra feita de encommend;
O
o
i

i
22-^)00
20^000

O
IttoOOO .;;;.
is5oo I
3-500
:;
30/000 j
12S0O0 $g
15-000 @
2500O ^
105000
Pianos
Vendem-se por prero commodo pianos do mai
aramedo fabricante : na ra da Croz, no Kecife,
armazem n. 7.
jParnha de mandioca
Saceos de um alqaeire.
Vende-se no armazem de Antonio Loiz de Oli-
veira Azevedo, ra do Vigario o. 2,
da Bahia, e lio
de agod&o.
Vende Anlonio Loiz de Uliveira Azevedo, cm seo
atcripleria, na ra da Croz n. 1, ou oo seo arma-
zem, ra do Vigario n. 22.
Algodat)
Palitos, sobrecasacas de
panno a 20# o
Ditos ditos de. casemiras de
core msela !; a
Hitos do alpaca franceza
saceos e sobrecasacados a
Ditos de bramante branco
de puro linho a
Ditos de bramante de linio
pardo a
Fraques de panno lino,pre-
to e de cores a
Palitos de seda 'de cores e
de palheta da India a
Ditos de 13 e seda, ponto
;s3 sarjado a
Capas e.bornuus de panno
? fino a
^ Chambres do panninho de
Vr cor, todos forrados a
Camisas com pellos de 11- i,':
^ nho, ponto de agulha duziaa40;000 Ji
a Calcas de casemiras de
* cor a 10/HOO ^
v Coletes de todas as quali- .-"
dea a 6/000 @
Vendem-se Ira velas de ,'undo com 35
a 48 palmos de comprimento, a de 4 a 6 l|2
pollegadas de grossura : na ra do Kangel
:,) LEITE, ARTHUR& C. %;
JROa do Queimado It.lOw
'M Sed* de quadrinhos, pidrOes no- ^
y vos o de todas as cores or barato @
prcQo, chapeos para senho-as enfeila- @
dos com bicos de blond o veos de 5
todas as cores, manteletes de rendas 5*.
enfeitados de fita o mais moderno Jjg
"3? gosto do Paris, vendem-se estas fa- ^
'.\; zuas por procos commolos. fi;
Cr^-}:--j-- cOr':00 -::0^0^O
Vende se na ra da Cadeia do llecife n
5, muito bom doce de caj' sera calda, o
melhor que tem apparecido om latas dei
a 20 libras, nicamente proprio para cauicn-
los vista da qualidade.
a 7,000
*.:
Vendem-se vestidos decambraia de @
cor fina, com .'i e 4 ordeus de baba- .'-^
dos, pelo barato prego de 73 cada g
corte : na loja da ra do Queimado ***
11. 10, de Leite, Arthur, & C.
35
Attencao
He barato que
admira.
Na ra do Queimado n. 37, nova bija de 4
portHS,acaba-se de receber pelo ultimo vapor
viudo do Franca, ricos cortes do vestidos de
seda com 3 babados para 30o, 50, 60, 70 e
80?000, ditos sem babados a 25;, saiidas de
bailo a 239, 24, 25 a 30C000, enfeites para
cabeqa do melhor goslo que se podo encon-
trar a 105 12 e I490U0 cada um, manguitos
bordados de cambraia a 2/300, 3 e 5; o par,
camisinbas bordadas com manguitos e gol-
linha a 13/, gollinhas bordadas a 1-Jtio.
13600, 2fS00 o 2>50(), tiras bordadas a 800,
O e 13 a vara, cortes do barege a 7;, gaze|
de seda a 700 e a 800 rs. o covado, folar de
seda a 800 rs. o covado, grosdenaples mofa-
do a lo o covado, dito limpo boa lazeoda e
15800 o covado, dito prcto a I06OO, i-sun a
2', mantas pretas do fil bordadas a 9 e 12o,
chapelinhas para senhora muito boa fazen-
da a 14o, chales de merino bordados a 60, 8
e 110, ditos de louquim bordados a "21);,
cortes de cambraia de salpicos a 5cf>00, ditos
de seda prctos muito superiores 803 a 903,
chales de merino pretos a 43, lencos de re-
troz a 2;, chapeos de sol de seda superiores
EaToTsOT^dM^a^RussTaTCai'd a 1"-. dlts d'ts de pello francezes 7o
GRANDE SOHTIMEMO DE FAZENDAS PKE-
TAS IHOI'KIAS PAKA A QUAHESMA. KE-
CEBIDA EM D1KE1IUKA PELO l'LTIMO
AAVIO FKANCEZ.
de Croideueplti preto encorpado da

o
10 e Maniilia. &
Lonas da Russia, hrins c brin-
zOes. @
Cobree metal para forro com @
presos.
Oleo de iinhaca c Velas steari- @
as. fi
l'Stanho cm barrinlias, Bar- ^
rilha. v
Vinhos linos de Mosellc c Joan- ^
;;; nisberi; espumoso, c de Bordeux ^
;r,% cm quartolas. $;;.
h C. J. ASTLEY & C. e';-
Lmcasa de Ilenry Brttnn o; C. ra
da Cruz n. 10 vende-sc :
Cemento romano.
Cognac em caixat de 1 duzia.
Cadciras de vime.
Um grande sortimento de locadores.
Retratos a oleo para sala de jantar.
Espelliocom moldura.
Pianos dos nicllioics fabricados cm Ilam-
burgo.
Pi
os
;
a 80, chapeos de lebre a 6;500, ditos de fol-
1ro finos a 5s500, ditos do fellro enfeitados
para menino superior fazenda a 58500, cor-
les do casemira bordados a 68500, ditos lisos
a 4o, cortes de brim de linho a 2o500, ditos
a 23800. ditos de meia casemira a 23800, ca-
misas francezas brancas de linho a 43500,
ditas de madapolo finas a 2otOO, 2:500 e 33,
ditas de cores a 2;500, ditas de mosqueteiro
a i;, musselinas brancas a 320 rs. o covado,
ditas de cor a 320, 360 e 400 rs. o covado
muito linas, chita franceza muito superior
a 280, 320 o 360 o covado, ccroulas de linho
muito linas a lio, guardanapos brancos a 38
a duzia, luvas de fio de Escocia a 900 rs. o
par, muito boa fazenda, flanela branca a
480 o covado, dilas de cores muito finas a
900 rs., grvalas de retroz a 23, dilas de se-
tim bordadas a 38, dilas de seda a tiOO, 800 e
13 cada urna, cortes de seda branca com lis-
tras azucs assetinadas a 20; o corte, cam-
braia de salpicos muito lina a 900 rs. a vara,
fil de linho liso a 6i0 a vara, dilo bordado
a 1;00 a vara, meias de seda brancas io e
5;, boa fazenda. ditas pretas i3, lenros de
soda para homem a 23, ganga de cor a 300 e
560 rs., bomba/ma a 13400 o covado, panno
lino preto a 39, 3*500, i;500, 53500, 7 e 83,
dito cor de caf a 33 o covado, dito azul 33
a 5;5UH o covado, casemiras pretas a 2;200
al 4o o covado, damasco de 13a de duas lar-
guras a 23800 o covado, dito estreito a 800
Dito dio lavrado
Selim preto verdadeiro mano
Sarja preta verdadeira lieipauhola
Veueziana preta larga, para ba-
linas ........
Velbulioa prata e de cre para ca-
avaques, covado .
Alpaka preta lina da
Mantas dt blond, pretas e brancas,
bordadas ....
Los pretos de seda bordado) .
Meias de seda prcla di peso, para
sanliora ... a ... ,
Lavas de seda preta de todas as
qualidades para atnliora a bu-
mem ........
Pano preto moito fioo.prova de II-
idSo de .......
Cazemira preta icliiii de .
Cortes de cazeraira preta e de cor,
bordados .......
Corles de dita preta ....
Corlesda coletes de dita dilabordadoa
Chapeos preto francezes e moderno
travatai prelas de setim e gorgo-
rito de varios feitios .
Chapeos de sol de seda para ho-
mem e Minhura .....
Manguitos bordados para senhora .
Tiras bordadas muito tinas .
Golmhas de cambraia bordadas
l'dlii de alpaka preta muito fina,
forrados .......
Gndolas de alpaka preta a de co-
res .........
I'aulii, de alpaka preta .
Ditos de argentina de curas escuraa
ferrados .......
Ditos de alpaka de cores
Ditos da fuslo assttinados.e gan-
ga de cor .......
Ditos de brim pardo e bretanha de
linho ,.......
Rico curies de seda brauca a pe-
kim, o mais superior poisivel .
Cortes da vestidos de varias fazen-
das de seda para meninas .
Sarja branca lavrada para vtilido,
covado ........
Gorguro da seda brancu.com rama-
sem branca, covado.....
Lindos cortes dt vestidos de seda de
Cor, corle
13T00 a 28800
2-3200 11 2S6O0
20S00 b 308O0
29006 b 281O0
13800
750
600 o 18500
8
9
33OOO
23000
m casadeRabeSchmeltau &Companhia,
ra da Cadeia n. 37, veudem-seologante
pianosdo afamadofabricanti Traumann
le Ha m bu ru
ISCilISMO PU im
Sedas.
Veodem- e muito em conla ricos vestidos de seda
os mais modernos que tem vindo a tale meicado.
11 ."10 sii lavrados com babados, como bordados para
casamento, assim como colleles brdalo*, ditos
de velludo, lilas de seda lavrados. catsaa finas as-
tampadas, cortes de casimiras finas para caifa, gri-
naldas de flores com ramos artiliciaet, grvalas de
seda, lavas de pellica de Jouvm, e multas oulras fa-
zendas, e um grande sortimento de perfumaras e
ubjeclos de luio : na ra da Cruz do llecife, arma-
zem n. 7.
NabucoAC.com loja na ra Nova 11.
2, acabam de receber pelo ultimo n cez, um lindo sortimento
atataN
Vendem-se batatas hollande-as em per-
mito estado, sendo em gigos, a 1;500 cada
um, e ceblas solas a 640 o cento : na tra-
vessa da Madre de Dos n. 18
Vinho do i*orto.
?Superior chamico.
Cqnlinu'a a ven ler-se engarrafado e cm
barra de oilavo, a preqo commodo : no ar-
mazem de Karroca & Castro, ra da Cadeia
do Rectfe n. 4
Vendem-se por commodo preco os se-
guintes objeclos. proprlos para aquellos que
comoSejam,palitUdeces,U,irTdrcor,d^\a,s^raT'Cain '"* ***" "
de panno prelo lino, ditos de merino de cor-
dSo, ditos do seda, ditos de alpaca etc cal-
cas de casimira preta o de cor, cohetes de se-
tim preto e de cor, ditos de seda, ditos de
fnstfio etc camisas francezas com peito de
linho, ditas do peilo de fStSo hr.-nco o de
cor, ditas de peito do mu.-sclina etc., e ou
Iras umitas fazendas de goslo.
"~" ***ai la matriz da ra Nota n. 2, loja
ne jabuco & t:., vendem-se pecas do palha de
ne sola da India, propriaa para casavoques
de senbora, lencos da mesma palha, ditos de
iinho, lavas de seda, lencos de retroz borda-
dos, ligas de seda, meias de soda, gollinhas e
manguitos para senhora, basquinas de Gl
pialj guarnecido de velludo, Chapeos de sol
de se la para senhora, chapeos do scJa para
baptieado de menina, meias de seda ele. e
oulras mullas fazendas de goslo
Nabuco .V (.. com loja na roa Nova n
2, vendem lencos da cambraia de linho bur-
ilados para senhora a 15^, 20; e 5; cada um,
me>aa do algodSo para senhora a i e :
di/.ia.
Na ra Nova n. 2 loja de N'ibuco c< C,
ven !e se borzegoins gsspiado para senhora,
dilos para me'iino.dilos para homem, botins
debezerro para hjniem, sapatos do lustre,
ditos de bezerro, ditos de lustre para rapaz,
ditos de bezerro.
Vende-se na fbrica de vinagre da
na Imperial n. 7, dous tanque* de ama-
relio, cuno, gatos de sicupira, contendo
cada um 50 palmos, esses tanques podan
servir de deposito de tncl.
I.- L'm microscopio, cuja potencia mostra
perfcitxmcnte os glbulos do sangue o do
leite, coiiipletainente preparado, e com va-
rias Importantes amostras.
2.- 600 amostras escolbidas de mineralo-
ga e geologia, com uma boa caixa para
guarda-las.
3.- I.'ma boa caixa de reagentcs chimlcos
com os competentes copos para analysese
alguna outros objeclos.
4.- Um cosmorania com bollas vistas das
principaes cidades da Europa: a tratar na
botica de Luiz Pedro das .Neves.
O BUDGET
DL"
Acaba de chegar de Paris LE BUD-
GET DI BRASIL OU BECHEBCI1ES SUR
LES BESSOURCES DE CUi' EMPIBE,
1DANS LELBS BAPPOBTS WEC LES IN-
l'EBETS EUROPEEXS Di: COM.MEBCE
LE DE L'EMIGRATION, pelo conde A11-
to Vander Straten-Ponthaz, 5 volumes
em 8." francez, com diversas cartase re-
tratos das principis personagensepro-
vincias do imperio. Esta obra he a que
I mais conve'm aos senhores acadmicos do
quintoannoda Faculdade dedireito, pelo
bem que desenvolve todas as questdes direito administrativo. Vende-se na li-
viana iis. be 8 da Praca d 1 Independen-
cia por lO.s'000.
Amazone.
Kicos chapeos de palha escora, forma
amazone, o do abas largas, ricamente enfei-
tados com plumas, litas o flores, e bico com
vilrilho, tanto para senhoras como para
meninas, rhogados pelo ultimo vapor inglez
da Kuropa : vendem-se por prei;o comino lo,
era casa de J. Falque, ra do Crespo n. i.
Vende-se uma negra perfeila engom-
madeira e cozinheira, uma dita com poucas
habilidades : >to palco de S. Pedro u 6.
Vende-se por 1:400.-000 uma boa es-
crava moca, que sabe bem cozinhar o diario
de uma casa e fazer os mais arranjos, n5o
tem vicios, o que se alianza, assim como se
dir o motivo da venda, tambem se aluga
para alguma casa, caso nSc se venda : na
ra do Amorim n. 48.
Escravas.
Dcfronte da igreja da Madre de Dos ha
para vender uma mulata de 20 annos de ida-
de, pouco mais ou menos, o uma negrinha,
ulna daquella, de 6 annos.
relogios de pa-
tente
inglczcsdc ouro, desabnete c de vidro:
vendem-sca prcrorazoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na ra da Ca-
deia do Kccil'e, armazem n. Zli.
Cera de earnau-
ba e sebo refinado.
Domingos R. Andrade & C, com deposilo
no largo da Assembla n. 9. fazem scientes
aos Srs. fabricantes de velas, e a quem mais
interessar possa, que esto resolvidos a
vender tanto um como outro artigo por re-
nos prego que em outra qualquer parte,
alem do que deixan escolher tanto sacco
como barrica no completo sortimento que
presentemente tem.
Na ra (o Trapicheo. 34
escriptorio de Novaes
$ o.
Vende-sc superior vinho do Porto en-
garrafado, cm caixas de 1 eSduziasde
garrafas, bem como em barra de 'r* e 8-
a preco commodo.
| Una pechinclia.
ii Corles do seda do listras de superior
n qualidade, com 16 covados cada corte,
A pelo baratissimo prec. i de 20: : na ra j
do Queimado n. 16, loja do A. Itezcr- j
9 ra de M. l.vra.
Attencao.
Vende-se superior farinha de mandioca, e
mais han.tu do que em outra parle : na ra
do jucimado, luja de ferrsgens n. 14.
O LEITE, ABT11VB A C. g
^p.na doQueirnado n. lo
;' lucas bengalas de caiina.com cas- J
loes OS mais delicados gestos que i;;
Z tem vin lo a este mercado, estas ben- _',.
w galas tem mais alguma ulilidado e ';'
'^} vendem-se por preco commodo. -';
NA FUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NI1E1RO DAVID W- BOWMAN, iNA
RA DOBRUM,PASS%NDOOollA-
FARIZ.
ha sempre um grande sortimento dos se-
guintes objeclos de mecanismos proprios
para engenhos, a saber : moendas e meias
moendas da mais moderna construccSo ; ta-
chas de ferro fundido e batido, de superior
qualidade e de todos ostamanhos; rodas
dentadas para agua ou animaos, de todas as
proporcoes; crivos e bocea de fornalba e
rogistrosde boeiro, aguilhflcs. bronzes, pa-
rafusos e cavilhOes, eioinhos de mandioca,
NA MESMA FUNDICA'O,
seexecutam toaas asencommendas costa
superiohdade ja conhecida com a devida
presteza e com odidade em preco.
4 palrooa para for-
fazenda toda de
rs., velbutina preta e de cores a 750 o cova-
do, velludo prelo a 63 o covado, brim bran-
co de linho a l?-200, U500 e 2.3 a vara, gra- ,
vatas com um annel por 0?50O, meias bran- I ^Z cw"""'' ""e ""
cas para homem muito linas a 73, S e IO3 a
duzia, cassas francezas muito tinas a 480,
560 o 600 rs. a vara, collarinhos brancos a
220 cada um, lencos de labyrinlbo a 13, pa-
litos de panno, de casemira c de alpsca, pre-
tos e tle cores, caigas de casemira e colleles
de gorguriiode seda, tudo muito bem feito
e para diversos presos, sarja preta para for-
ro a 13200 o covadoj cortes de cohetes de
casemira bordados a 53, ditos de gorgurSo
de seda a 338OO, e muitas mais fazendas que
nao he pnssivel aqui fazer niencao dellas
pelas muilas variedades que se encontram
aqui neste estabelccimcnto : quem quizer
venha ver o traga dinheiro, que nao vai sem
fazenda barata.
"3500
35500
9
i. 5*50(1
KjOOO
7*500
I

9
. 1?600
9
B 55000
i) 43000
63OOO
u E9SO0
b 43500
i) I9OOO
9
9
* 25OOO
b 1J500
308000
29000
B 18600
llalli
OPreguica est
queimando
Na loja do Pregulca, na ra do Queimado,
esquina do becco do Peixe rrilo n. 2, con-
tinua a fornecer-se ao publico um bello
sortimento de fazendas por baratissimos
oreos, bem como seja grosdenaples preto
lino a 18700 e isSOO.dito muito (no a 28300
e 2/400 o covado, pecas de cambraia lisa
lina com 8 varas a SsOoO, dita mnilo fina a
Carros.
G. ADOLPHO BOURGEAOI.
Tcm uns pinicos de carros ce 4 rodas
grandes c penenos muito bons, com
bous arrcios e vende por preco commodo
por ter tima viarrem a fazer, vende tam-
bem boas parelbas uc cavados e cavallo
para cabriolet : na ra Nova 11. til.
Velas.
Vendem-se velas de composieo, em cai-
sas de 25 libras, apre;os commodos;na
ra da Cruz n. fi9.
S. ST1ER1EL & C, banquearosene-
gociantes, eslabelccidos lia muitos anuos
em Londres, teem a satisfacco dt; par-
ticipara seus correspondentes c ao publi-
co, que acabam de fundar casas liliaes
nos principaes portos e distritos manu-
factureirosde Franca, Alemanba, Blgi-
ca e llollanda, conservando alcmdisso
suas proprias casas anteriormente estabe-
lecidas as cidades mais importantes, c
portos mais commerciaesdatira-llreturilia,
e estao em posicaodc ofierecer grandes
de mandioca, feijaoe mi-
lho,
desembarcados na prsenle semana; ven-
de-se no armazem n. .'!, defrontc do trapiche
do Cunha, no l'orte do Mallos, a presos mui-
to vanlajosos.
Na travessa da rus do Vigario, loja n.
1. vendem-s e alugam-se as ver.la leiras bi-
_ j chas de Hamburgo, a precos commodos, ap-
plicam-secom a mior promplidSo a qual-
quer hora que se seja chamado para esse lim,
sangra-se, limpam-se, chu-nbam-se e estra-
hem-se denles, tanto na referida loja como
cm casas das pessoas que necessitarem de
alguns destes servicos, para cuj cxecucHo
possue o proprietario desse estabelecimen-
to os melbores c mais aperfeicoados ferros.
cupim a 2^800, ea vara a 300 rs., chales de
merino bordados em duas ponas a 83500,
ditos lisos a 58, ditos de chaly com listras a
6/800, casemira preta muito"fina a 29ICO,
2:300, 23600 e 38 o covado, panno azul pro-
prio para farda de guarda nacional a 28200
o covado, dito preto lino a 53500, dito ver-
de escuro a t3, grvalas pretas e de cores
de lindos padres e superior qualidade a
19 cada urra, ditas de mola de cores a \g,
ditas pretas muito linas a 1280 e 18H0, cor-
les de targelinas com 12 covados proprios
para as senhoras dar um passeio ate ao Ca-
bo, pelo baratissimo prer;o de 108 cada um,
lencos brancos com cercadura de cor al 20
cada um, organdys de cordao a 260 o cova-
do, cambraiiis estampadas a *40 vara, dita
mais lina a 600 rs., chitas francezas de to-
das as qualidades oscuras e claras a 2*0,
260,280 e ,'ii>0 rs. o covado.peczs de bretanha
de rolo com 10 varas a 23, inussulina bran-
ca fina a 30o rs. o covado, ditas de corea de
lindos padres a 320 e 360 o covado, cobur-
gos, fazenda de cores, muito propria para
casaveques de senhora a 600 rs o covado,
volidos de tarlatana de lindos padrees com
12 covados a 43 cada um, Sazinhas de cores
escuras e claras de lidos .padrOes a 320 e
360 o covado, maulas de fil ae linho do
melhor gosto posiivel a 143 cada uma, car-
mplina, fazenda nova, Dadres de laazinha
a 280 o covado, chales de luazinha com lin-
das barras a 23 cada um, riscados francezes
do novos gostos assetinados a 28o, ditos
mais linos a 320, corles de meias casemirrs
de lindissi mus gostos a 23 cad* um, casemi-
ras en Festadas de cores escuras mescladas e
superior qualidade a 2/200, cortes de case-
mira de sui erior qualidade a 5;, Soo e 6s
cada um/brim de puro linho de lindos pa-
dres a 13400 a vara, ditos pretos proprios
ara luto a 13600, cortes de brim de lindos
padres a ~2s 100 e 23600 cada um, camisas
de meia da laa Je superior qualidade a
23800 cada uma, cortes de riscado francez
do lindos padrees a 3300 cada um, ricos
tapetes para sala a 33800 cada noi, madapo-
ln de todas as qualidades e 1 recos baratos,
chitas de lindos gostos de. 160 ate 20, alpa-
cas pretas de todas as qualidades e por ba-
ratissimos precos, gangas mescladas a 520 o
covado, riscados de linho de lindos padres
n suprior e.iialidadc a 200 rs. o covado, vel-
lulinas de todas as cores e superior quali-
dade a 750 o covado, grosdenaples de lin-
dissimas cores e superior qualidade, pelo
baratissimo preco de 19900 o covado, enm-
braias de cores do lindissimos goslos e o
compra ou venda de artigos, bem como
para os negocios de transacruo de erudito
,i banco de qualquer genero.
As pessoas que nao loretnconliccidasi
annuricianlcsdevcioacompenliarsuasor-
dens com os fundos necessaros para sua
exeuccao ; licando entendidas que os an-
nunciantes uo teem difliculdade em adi-
antar 7.") 0|0 sobre os gneros recebidos
antes de sua venda.
Os precos cor rentes e mais informarse*
commerciacs, (pie fotem pedidas,serao
enviadas gratuitamente, salvo o porte do
correio, podendodirigir-se aosannunci-
antes.
atatas.
No armazem do Annes, defrontc da alfan-
deg, vendem-se gigos com batatas, pesan-
do arroba e meia, pelo barato p.iec.o de 2- o
PADARU E TAJ3ERN4 A VENDA.
Vende-se a padaria da povuaco do Mon-
tciro denominadaAmorimo a taberna an-
nesa a mesnfa padaria, cujos estabelecimen-
tos acbam-so icspectiva o precisamcnlc
montados, ofTerece mais a vantagem de ter
as mesmas propriedades uma boa casa de
viven la com sitio plantado de excellentes
fruleiras que se aluga conjuntamente as ca-
sas dos dous estabeleeimentos : quem pre-
tender pode dirigir-sc a ra do Amorim n.
43 a tratar com Travassos Jnior i C.
Domingos Jos da Cunha l.agcs, pri-
meiro fabricante das bolachinhas ae araru-
ta, alliada, soda, regala, coraces, dubeliu,
carioca, partcula, biscoilinho, biscuito de
Hamburgo, biscoito, latas, ein seus estabe-
leeimentos na ra da Vnzala .Nova n. 30, e
em conUnuacSo da ra da Concoicao da Boa
Vista, bem como superior pao c bolacha de
tolas as qualidades, que vende por prc^o
commodo.
Vendem-se bnis mansos bons para car-
rocas, na frente do armazam de sal, na l!oa-
Vista : quem quizer comprar, comparega
das 9 horas do da as 4 da Urde.
TACHASPABA ENGENHO ?;
Da fiinilirao de ferrodeO. W. Bowmnn
na ra do Bium, passando o cbala-
riz-, corttinuaa baver umcomplctosorti-
mentodc tachas dclerrolundidocbati-
mais fino "que he possivel, pelo diminuto:do,lc a 8 palmos de bica, as auaesse
prcQO de 640 a vara, cassas de cores de lin-
dos padres e cores lixas, chales de la de
b 13600
19100
b 19100
i> 18000
Dito dito com
ro, covado
llell/a da China,
seda....... .
Diana de eda lavrada. covado
l-olar de Paru, de seda com vistas
malitadaa, covado b
Setim da Escocia lavrado para vesti-
do, covado .......
Cintel de vestidos de cambraia de
esda bordados ao lado .
Cmbralas organdis malitada.covado
Castas francezas linas de cor,vara .
Chitas francezas de coras.covado .
Ditas ditas, covado .....
Hi-cado francez de quadros e listas,
covados ..... ,
Huaolma de cr e branca, covado
linlli .iitinlia branca, ramagem lar-
ca,covado ....
Pulceiras de velludo, froco e lila '.
l'opehua de teda com llores matisa-
das, covado ....
arese da seda com quadros e lisias
covado ......
Sadas de qaadriuhos e listas.covado
Gor^urao de aeda de llores, de lindo-
pd.lres, covatlo .....
Mauritania de seda com S 1|2 palmos
de largura, covado ....
l'roiidelina de aeda Iransparenle,
covado .....
Cbatee de merino com franja de la
Dilus de dilo com franja de seda
I lilis de dilo dito eom Jila de aeda
listas .......
Ditoa ditos bordados a aeda
Hilos dilo dilo em 2 ponas. .
Ditos dilo dilo a velludo .
Dilos de seda de cores, superiores.
Lencas de cambraia linos com labe-
rjnlo.........
Lavas de sada de cotes, lisas 1 bor-
dadas para senhora ....
Grvalas de setim de cor e prelas ,"
romp nas ....... .
Passando o becco da Connre'gacao,' do lado direito
a quarla leja de tres portas com rollas braneaa, n.
10. Da-ie amostra com inhor
S.110
11 3:1211
b 3180
I
b 13100
B 3800
b C50
b 8:*
b I30OO
3900
B 53O00
B 63OOO
B -3000
b 83500
i> IISOOO
bIJOOO
/
b 1{200
I
SSSF
Tasso Irmaos avisatn aos seus freguezes,
que 0 ultimo carregamento de farinha de
Trieste da marca SSSF raminho se vende
nicamente em seus armazeus, aonde tam-
bem existe o melhor e mais completo sor-
timento de farinha de Richmond, Philadel-
phia, Ohioo allimore, tanto extras como
superfinas. -
BOMBAS.
Vendem-,o bombas japy de varios lma-
nnos, com canos e mais pertences; no ater-
ro da Boa-Vista n. 6.
Nova agua de malabar.
Vende-se esta agua a melhor que tem ap-
parecido para Ungir o cabello e suissas de
prelo : na livraria universal ra do Collegio
n. 20, d-se junto um impresso gratis enti-
nando a forma deapplicar.
Relogios,
Osnelhores relogios deouro.patenU in
glez, vendem-se porprecos razosveis ,no
escriptoriodoagente Oliveira,ra daCa-
deia do Recifen.62.primeiro andar
O primeiro tomo das Biograpbias pelo
commendador Antonio Joaquim de Mello,
obra in'.eressante, j annnnciada por este
Diario; vende-se no deposito da ra de S.
r'rancisco n. 6.
la loja
das seis portas
EM FRENTE DO LlVIUMEN fn.
Para acabar com o resto de fazendas.
Cassas de cores muito iargaa a 160 o cova-
do, riscado preto a 120, carles com clche-
les a 40 rs chales de ganga encarnada a
1?, chitas escuras tintas seguras a 160 o co-
vado, aberturas para camisa a 400 rs., chi-
tas rxas com mofo a 120; dao-se amos-
tras, e a loja est aberta das 6 horas da ma-
nhaa al as 9 da noite.
No da 15 de marco ausentou-se do en-
genho Palheta, comarca de Pao d'Alho, a
escrava Anua, crioula, idade 30 annos, pou-
co mais ou menos, baixa, de meio corpo,
ea becada, pescoco curto e cara ossuda, den-
tes limados e com principio de podres, an-
dar rebolido, bebe agurdente, e quando
bebe lica regrista, anda limpa e com sapalo,
suppe-sc estar nesta praca por ser encon-
trada em Cachang, e depois no sobrado
grande: roga-se a qualquer pessoa, capitao
de campo, ou mesmo as autoridades poll-
ciaes que della derem noticia, leva-la ao
mesmo engenho Palheta, ou a ra da uruz
n. 18, segundo audar, i Gustavo Lizeazeno
hurtado de Mendonca, que serao generosa-
mente recompensados.
--- Do lugar doRibelro Grande, fregue-
jia da Bom Jardim, comarca do l.imoeiro,
desappareceu no dia 7 do correte mez o
escravo crioulo de nome Joaquim, de idade
17 annos, pouco mais ou menos, altura re-
gular, bem preto, olhos vivos, rosto natu-
ral, denles alvos, falla grossa, pernas finas,
ps apalhetados, o nunca foi castigado :
quem o pegar, dirija-se ao mesmo lugar, a
enienJer se com Manoel da Silva Pinto, e
nesta praca com JosC Carlos de Souza Lobo,
prensa dealgodSon. 14.
Fugio na madrugada do dia 3 do cor-
rente mez, do engenho Novo da ConceicSo,
freguezia de S. Amaro de JaboalSo, um ca-
bra de nome Francisco, com os signaos se-
guintes : alto, secco, olhos fumacados, ida-
de 23 annos, ligeiro no andar, e levou cha-
peo de baeta ja usado', calqa do riscado, ca-
misa de madapolao e mais roupa, levou com-
sigo um cavallo castanho, grande, escuro,
pes arregazados, orna estrella branca na tes-
ta, diHerentes ferros, alem do ferro MS. Este
escravo foi comprado no mez de agosto do
auno passado a Domingos Alves de Moraes
Coutinho, do Mallo Verde de Pajeu', por Ma-
noel de Souza LsSo, o lual pede a qualquer
autoridade sua captura : bem como a qual-
quer pessoa do povo, quefar a gratificarlo
de 1009 rs levando- ao engenho cima, ou
nesta cidade ao Sr. Pereira da Cunha, e em
Carusru'ao lenente-coronel JoaoVieira.
Marroquim
a U600apelle, c 179000 a duzia, Tazcnda
sem defeitoc boa qualidade : na ra Direita
n. 45.
Couro de lustre
'a rastello, muilo grande a }000 :
413000 a duzia : na ra Direita n
llelofirios
Gratifiea-se com
50$ res.
lindissimas cores e superior qualidade
230O cada um, luvasabrancas e de cores es-
curas de linho proprias para montaria, pelo
I diminuto preco de 500 rs. o par, c nutras
muitas fazcuias que se deixan de mencio-
nar, e se ven lerao por baratissimos piejos,
e se dao amostras com neuhor.
Vende-te nina cama de
de oleo, e lastro de palliinlia ,
armacao,
piasi no-
na 111a do Livramenlo n. 27, prtmci-
va :
ro andar.
ccliama venda por precocommodoecom
promptidao,embarcam-se ou carregam-
se em carro sem despezas aocomprador
Na tanoana deliontc do trapiche
do Cunha lia superior farinha de man-
dioca cm saceos grandes, assim como
bom milhoe icijao, ludo por pceo 1.1-
zoavel ou tratar no armazem da rita da
.Madrede Dos 11. 12.
Vende-se um cabriolet muito forte,
coberto e em bom estado : a tratar na boti-
ca do Luiz Pedro das Neves.
No dia 12 do mez de mar?o prximo pas-
sado fugio da casa do abaixo aasignado, o
seu escravo Antonio, nacSo Mengela, idade
40 e tantos anuos, alto, magro, falla bastan-
te atropelado, tem a barba toda branca, po-
rem costuma rapa-la,'levou calca e camisa
de algodSo de listras e chapeo de palha de
carnauba ordinaria ; foi visto no dia em que
fugio 110 engenho Ciqui, e segua a estrada
marca castello, muilo grande a jOOO a pel-!da Victoria : portanto roga-se, as autorida-
le, e 413000a duzia : ua ra Direita n. 45. dPS pohciaes e capitSes decampo a appre-
hcnsSo do dito prelo, na certeza de que a
primeira pessoa que o apprehender e troo-
xer a ra do Crespo n. 21, receber a grati-
ficado cima. Esle escravo foildo engenho
Peres do Sr. tcnenle-coronel Manoel Joa-
quim do Reg e Albuquerque.
Bernardino Maia da Silva.
Desappareceu no dia; 28 de marco do
correte anno, um escravo Mocambique, de
nome Cesar, idade, pouco mais ou menos,
de45annos, becarreiro, um pouco baixo,
secco, pomas e bracos finos, ps pequeos,
nariz chalo, bocea regular, alguma barba,
fuma cachimbo, o qtfal sempre o conduz no
coes da calca, levou camisa de algodSo bran-
co e calca de dito com lista azul, chapeo de
couro ja velho : este escravo foi dos herdei-
ros de Cactano Pereira Goncalves da Cunha
c muito conhecido por todo este mato e al-
guns engenhos : quem o pegar conduza-o
a ra do Trapichen. 8, ou a ra Augusta n.
19, que generosamente ser gratificado;
desconba-se estar acoutado em alguma casa
ahi pelo mato, desde ja declara-se, que se
protesta contra o acoutador com as penas
da lei.
Fugtram do engenho Agua-fra, fre-
guezia de 8. I.ourenco da Malta, os escravos
Miguel, alto, secco, quando anda he moito
inclinado para a frente, peuca barba, e foi
escravo de Jo5o Klito do Reg Barros, mo-
rador na freguezia da Escada, para onde sup-
pe-se ter fgido. Severino, cabra, baixo,
grossura regular, tem um deeilo em um
dos dedos na m3o, representa a idade de 26
para 28annos, e tem pouca barba; quor
um, quer outro rug rain no mesmo dia :
quem os apprehender, leve ao ebgenbo ci-
ma dilo, que ser* generosamente recompen-
sado. Consta ao abaixo assignado, senhor
de dilos escravos queseacham homiciados
em um dos cngenbos da freguezia da Esca-
da, e desde ja protesta contra quem os con-
serva indevidamente em sen poder pelos
dias de servico de ditos escravos.Manoel
Thomaz Albuquerque Maranhu.
Fugio do poJcr o abaixo assignado
um seu escravo de nome Ricardo, de iiaco
Angola, alio, secco, marca de chicote as
costas, ligeiro no andar, muito ladino, po-
rem um pouco atr.ipalnado no fallar, de 40
annos de idade, cor avcrmelhada ; roga-se
policia, aos capujes de campo c mais pes-
soas que o encontraren), de o prender e le-
var ao engenho Novo do Coila, na freguezia
da Luz, ou ao Recite, na ra de Apollo n. 2
que generosamente satisfar todas as des-
pezas
Jeaquim do Reg Rarros Pessoa Jnior.
Fugio desde o 1. de abril um escravo
de nome Conralo, idade 40 annos, com a
barba meta branca, crioulo, bem preto, per-
nas algum tanto arquoadas, estatura regu-
lar, grosso do corpo, consta andar por Igua-
raasa*. aonde he bem conhecido por ter tra-
balhado em forno do cal: os apprehendcdo-
res ronduzara :i esta cidade, na ra da Praia
de Santa Rila, sobrado de dous andares n.
37, aonde serao recompensados.
coberlos e dcscobertos, poquenos e gran-
des, de ouro patente inglez, para homem
e senhora, de um dos melhores fabricantes
Je Liverpool, vmdos pelo ultimo paquete
inglez : em casa de Soutball Mellor d C.
ra do Torres n. 38
Com toque de
avaria.
A dinheiro vista.
Cortes de musselina larga com II covados
e barra por 29 e 3jj00 pecas do algodozi-
nho liso largo a 2, 2/500 e 33OOO vendem-
se na ra do Crespo, loja da esquina que
volla para a ra da Cadeia.
Agencia
fi fundie&o Low-Mo
ra n. 42.
Nesteestabeleclmentocontlnn'aahaver
um completo sortimento demoendase
meias monn das pa raen ge nho, machi nat de
rapore taixasdc ferro batido e coado de
todos os tamanbosp ara dito.
Vendem-se muito era conla sapatos do
Aracalv, para fi\ar conlas h*m como obras
de labyrinlbo, bicos, rendas etc. : na ra
da Cadeia do llecife primeiro andar n, 6o-
te^i Sellins e relec-ios.
-II I.INSeREI.OGIOSdVp.lenle
2n
ingiei : a venda 110 armazam de
Itoslrnnltooker & Cnmpanhia es-
qu 11. i'i largo du Corpo Sal o inj-
iero 48.
- Vende-se urna casa om eaix5o, com
quintal plantado de ptimos arvoredos fruc-
Uferos, na estrada dos Afilelos, por preco
razoavel : a iraUr na mesma estrada, casa
cue ven le encherlos.

Eimlalinho e
branco.
Vende-se superior milho, feijSo mulati-
nho e blanco, por commodo preco ; na ra
do Amorim n. 39, armazem de niel, dos San-
ios l'iuto-
Cer.we carnauba por preco muito em
conta : em casa de Caminha ,\ Filhos, ra
da Cadeia do Reciten. 60, primeiro andar.
/
!
PER. TYP. DE M. F, D FARU. UM.
11 rnix/ci


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