Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07927


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Full Text
AUNO XXXIV H. 104.
Por 3 mezes adantado$ 4^00.0.
Por 3 mezei vencido! 5$000.
L
SEXTA FEIRA 7 DE MAIO DE 1858.
Por anno adiantudo 15SO00.
Porte franco para o subscriptor;
EMARREtiADOS DA SUBSCRIPC.VO DO NORTE.
Para liba, o Sr. Joao Rodolpho Gomei : Natal, o Rsnhor An-
tonio sarquaa da Silva ; Aracat;, o 8r. A. da Lemu Braga ;
Caira, Sr. I. Jote de Oliveira ; Maranhao, o Sr. Jone Teixeira
da Mallo ; Piauhj, o Sr. Josa Joaquim Avellino : l'ari. o Sr.
Juitino I. Bamot; Amaionai, o Sr. Jironvmo d* Coila.
PARTIDA DOS COR REOS.
Oiinda lados aalaa.aa*a aMta tana tedia.
ni', Goiaana eParahiba, aai legaadaa r -era,-reiras.
S 1 l: I, I: .iiiu. Cmara', Allinno eCaranliuns : 11.1 tarca-frir
S-.Loai P l'S ho, asarath, Uaioer!, Braja,Paa^aaira, laaaaa
i.i. Floraa, Villa-Belfa, Boa-Vis aricarj a Esa', n** qiiari.i*-i'-ir.,
Ca", laajaca, SariaMeai, Ria Fnrams, Una, llarreiros, Agaa-Prel
p-lareateirae a Ivataf; vaJatai-feiraa.
T.nl.....leoiraioa liarir-ni ** 10 hora Ha manliSa.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : sefrunda e quintal.
Belacao I terca feirai e abbadoa.
Fazenda : quarlae e labbados ai 10 horai;
Juio docommercio : segundas aa 10 borai a quinta* ao meio dil.
Pito da orphaos: segundas e quintal aa 10 horas.
Primrira rara do civel; aegunda t ieitai ao mrio da.
Segunda Tara do civel : quartai e nbbadoi ao mcio dia.
BPHEafBRIDES DO MEZ HE MAIO.
A Quarto minguante al 4 horas e2G mininos da manha
13 La nova as o horas e 28 minutos da manha.
l Quarto ereseenleas 8 horas da tarda.
27 La cheia ai 8 horas e (5 minutos da tarde.
PREAMAK DE BOJE.
Prime ira as 0 horas e 30 minutos da manha.
Segunda as o horai a 54 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
3 Segunda.S. Rnpiniano m. ; S. Amaro m. : S. Juvcnal b.
4 Tcrfa. S. Monira liuv. mai de S. A;nstmho.
5 (.luana. S. A convenio de S. Agatliabo ; S. Po Vp.
ti Quinta. S. J.....) inte portam laiinam : S. Joao Damasceno.
7 Baila. S. EitaoUaa b. m. Ss, Flavio o Augusto mm.
8 S i libado. Apparir, io de S. Miguel Arebaajo no m. liargino.
i) Domingo. S. tireyorio Naiian/eno b. doutor da iu-reja.
ENCARREGADOS HA SlIiSCRIPCAO OO SI U
Alagoas, o Sr. Claudino Falcao Diai; Babia, a Sr. D. Duprad
Rio de Janeiro, o Sr. Joo Peraira Martins.
BM PEHNAMBICO.
0 Proprletariodo DIARIO Manoel Figueiroa da Parla, na sua
lisraria, praca da Independencia ni. a 8.
DaaDTIr nVll'II^IlT correncia, a que serio convidadoi o rorneeedores,. toi, e o mais da qoe se precisar para as cornpmhiai. n d o conveniente delino ao rcquerimenlo, *m pra dos objeclos mencionados 1101 pedidos do director ,
rnilllil UaV JE iai aKasTaVaM e 'oiilonnidadi com dupoilo nesla recula- de aprendises marinheiros e oolros iilahelecimen- qoe o sopplicanle solicita d enverno Imperial er do arsenal de guerra, sob n*. |:ll e 132.Fieram-
mento. los de marinha as dilas provincias, obler-se-hao, ; prvido em oin doi oflicios de ocrivo do* feilos da se as neeesiarias communicaedes.
fcxciptuam-se: se.ondo-se as mesmas regras estahelecidas na cor- fatenda ou do julio especial do commercio. lo- Dila.O Sr. auenle da cu'mpanhia brasileirn di
SI. O oso de parecer ao governo mais conve- < le pelos arliaos 1 ale dO do prsenle regulamenlo, i lorme o .Sr. Dr.juir. dos feilos da lateada nacional, paqoeles a vapor manda dar passagem para a prt-
nieulerealisa-laroradopati, por nlirmedio de suas im Indo quanlo for applicavel, cora a differenr.a, | Dlio de Cosme de Salles Cavalcante. alferes da vineia da Babia, no'primeiro vapor que vier do
legsrnue consulados, ou porencommendas eommel- sumenlede sar o conselho, as referidas provincias I guara nacional, pedindo cerliJAo de soa patenle. '. norte, ao grumile remitido Manuel Anaslacio Hai -
lulas a negociantes de notoria probidade, podendo a- composlo do intendente, ou inspector do arsenal, Paite. | ques.Commuiiicou-se ao commaudaule da estacas
MINISTERIO DA FAZENDA.
/V'Tff'j ti. ^117 de 10 de abril de 1858.
Manda aiecutar o regulamento da me-a de rendas
da c i.ide de S. Jote do Norte na .provincia de S.
Pasar*.
llei por bem ordenar, em conformidade da into-
risa^ao concedida pelo artigo 31) da lai Homero 361),
da 18 da se'embro de 1845, e artigo Vi da le ni-
ineru 514 de 28 de oulubro de 1848, que na mesa
le rendas da iidade de S. Jos do Norte, creada pe-
lo decreto numero 2.08:2 de 16 de Janeiro do cr-
ranla atino, para substituir a alfandesa ah eiialeute
e observa o regulamenlo que rom este baixa, as-
signidu por Bernardo de Souu Franco, do man con-
seibo, tenadur do imperio, minislro e seerclano de
eslado dos negocios da fatenda, e presidente do tri-
bunal do thesouro nacional, que assjn lenlia enten-
dido e fac,a eiecatar. Palacio do Rio de Janeiro,
em 10 de abril de 1858, Irigesimo-setimo da inde-
pendencia e do imperio. Com a rubnea de S. M. o
imperador.Bernardo de Soaza Franco.
RiKoliroenlo da mesa de rends da cidade de S. Jo-
te do Norte, a que te refere o decreto n. 2,117
desla dala.
Art. 1. A mesa de rendas, creada pelo art. 3 do
decreto n. 2,082 de 16 de Janeiro desle anno na ci-
dade de S. Jos do Norle, da provincia de S. Pedro,
regir-sa-lia, alm dis disposires desle regulamenlo,
pelas do de :ll) de maio de 18:1(1, a oulras actualmen-
te em vigor eoncernenles s mesas de rendas.
Arl. 2 Esta repartirlo Oca habililala : primeiro,
para o despacho de importarlo dos gneros de pro-
dcelo e manufactura nacional, navegados por ca-
bolagem, e para o dos genero de prodcelo e ma-
nufactura eilrangeira que ja tivarero pago direitos
de consumo era qualquvr das alian legas do imperio ;
segn lo, para o de exportadlo dos gneros naciouaes
para os oulros porlos dentro ou fora do imperio.
Art. 3. Quaesqotr genero* de proincr,ao cslnn-
geira que se deslinarem ao porto de S. Jos do Norte
dardo todos entrada a aero despachados na alfanje-
ga da cidade do Rio lirande. As embarcarles, po-
rm, que os conduiirem, assim como as que carre-
garera para o porlo do Rio (fraude, poderSo deman-
dar o de S. Jos do Norle, se o seu callado d'agoa
Ibes n.lo permittir a entrada naquelle aulro porlo, e
ser-lli'*-lia facultado baldear ahi, na forma do arligo
que se segu, os voluntes e mercaduras indi*pensa-
veis para alllviarem a carga.
Arl. 4. Os volunta* i mercadoria, cuja descargo
for indispensavel para o lim declarado no artigo an-
tecedente, ser.tn, precedida licencia do in*peclor da
alfandega do Rio Grande, e na presenta de uin con-
ferenle da me.ma reparlir^o, auxiliado pilo* guar-
das que necessarios forem, baldeado* para barcos,
lanchis, ou oulras embarcarles menores que os le-
vem aqoella alfandega.
O confrrenle mganisara' Inntis rclar;.'>es em duas
vial, contendo o nome do navio, o do seu commaii-
maudame, soa procedencia, numero*, marcas e es-
pecias dos voluntes, qualnade e quanlidades das
merendonas, e quaasquer oulras dedaraedes qu* jul
gue precises, iem com Indo abrir os volunv-s, qii.m-
tas forem as embarca^oes para que estes liverem de
ser baldeados, e eslas retardes serbio aisigoadas pelo
raesmo eoofrrenle, pelo commandanle do navio em
descarga, e pelo guarda que lomar conla das mar-
aadonas baldeadas, na forma do arligo que se
egue.
Arl. .". Cada nm do; turcos, lancha* oo embarca-
Dtto de Francisco Rolellio de Andrade, pedindn paval.
bonar-sa a estes nina commissao nonca excdeme de do commandanle da establo, e de nm emnregado
5 por cento. da Ihesouraria, horneado pelo presidente. O com-
5 2. Os aasos urgente*, e os di eonluio enlre os; mandante da estarlo era substituido em snas fallas
Concurrentes. pelo commandanle mais graduado, e, rm igoaldade redo de mantilla ein Fra de Porlas.Espera-se in-
S 3. As compras miadas de ni ilori.il nao existen- de graduajao, pelo mais anlign que esliver no porto. I foimsjao da cmara municipal.
se d soluroo a uin seu requerimenln, no quil pedia
se man la-.e passr Ululo da afforamenlo de um ler-
te nos almotanfados. e a dos objectos precisos para i Art. 25. Os gpresideutes das provincias na exe-
o expediente e serviro das diverts estatus do mi- cuc.ao desle regulamanln axercerno lodat as atlri-
nislrrio da marinha. buirei do ministro da mirinlia, iem euja aotorisi-
Art. 2. Nos usos orgenlei. e nos de eonluio enlre i ,ao, porem no podero faier encommendas de
os concurrentes, a compra le far pelo modo que j objeclos para a Europa, nem exceder as rubricas
mais acertado parecer ao governo. respeclivis por meio de compras, ou encommtndas
Arl. 3. As compras miudas sero aulorisadas pe- I avultadas.
lo intendente, fetas por um agente comprador, | Arl. 26. Ai compras do que for necessario para
qae data a lianza de qualro conlns de res.
CAPULLO II.
Das compras na corte.
Art. 4. Na corle as compras ser.n feilas por mcio
de um conselho composlo do olliciat encarregado do
quartel general, como presdeme, do intendente e do
auditor geral da marinha. Esle conselho se reu-
nir' no dia 5 de cada mez, e sempie que for neces- i
sario.
Arl. 5. Compele ao conselho :
; I. Reqviisilar ao ministro aolorisarllo, afim de
retdisar a compra do malerial preciso, para o com-
pleto ali.isliciment'i do almoxarifado em nm lempo
cerlo.
t- 2. Promover o fornecimento de x veres e farda-
menlns para os corpos de marinha, coinpaiilnas de
invlidos, e de artfice*, e mais pratjai da armada,
bim cooio eflectuar os respectivos contrato*.
S 3. Promover a compra de lodo o material de
qoe se precise, para o provimenlo do almoxarllado,
conforme o dispoito nos arligos seguinte*. ou verifi-
car, por meio na coneurreucia, quaudo for necessa-
rio fazer alguma encomroeiida, qoaes o* negocian-
tes que da inesma se incumbiram por menor com-
inisio.
Art. 6. O inlendenle da marinha, lendo em vista
o eslado das seeroes do almoxarifado. e os pedidos
que Ibe forem dirigidos, apresenlara' ao consellio,
com a uecessorja anleripaciiu, n calculo dos provl-
meutos que convenlia fazer, acompanlisodo-o :
De urna relajo da qoantidade dos gensros, de
coja compra se tratar,existentes as serros do almo-
xarifado.
Da tabella demonslrativa dos procos por que taes
gneros foram comprados no semeslre anterior.
Do resultado dos exames a que tenha mandado
proceder para verificar a exaclicao e conveniencia
dos pedidos; assim como de quaesquer oulros e*cla-
recimenlos de que im*ta o coi>*ellio precisar, para
bem romprir a dtsposirao do S 1 do arligo antece-
dente.
Art. 7. O conselho, com as informic/ies dadas pe-
lo intendente, e quaesquer oulras que liver oblido
fara' a req.atti(ao da que traa o -\ I: do artigo 5.
lendo mullo em vista a eeavaaierrea de evilar-se.
quando forpos.ivel, a ueces*idale oe compras or-
genles.
A requisio.io sera' motivada e acompanliada, nAo
su de urna relar.lo do* objeclos precisos, mai lam-
beni de um parecer cirruin.taiiciado, sobre a manei-
ra mais couvenieule de elfectuar-se a compra dos
mesmos.
Arl. S. O minislro da marinha, considerando as
os navios surtes nos porlos onde nAo houverem in-
tendencias, ou insperres, serAo feilas por meio de
um conselho, composlo do commandanle da e-tacSo.
ou do navio, e dos doos ofliciaes nm* graduados,
ou, em igualdade de gradaaQAo, mai* anligos, per-
lenctnles a eslacjo, ou navio, servindo de secretario
o tscrivao do navio chato.
Arl. 27. Esle conselho funecionara' em urna das
salas da capilania, ou a bordo do navio que se acW
no porto, e proceder', a respeilo de todas as com-
pras, conforma o disposlo nos arUiM 17 e 18 do pr-
senle regulamenlo, em Indo quanto for applicavel,
lendo tamborn em visla o qoe determina o aviso re-
giilainenlar de 98 de novembro de 1811).
Arl. 28. Para as compras miudas e urgentes se
abonara', pela Ihesouraria, eos coramissann*, orna
quanlia, que nAo devera' eiceder de 6003000, fi-
cando elles olirigadosa prestar conlas na mesins lite*
souran, do einpregn que fir.erem desse diuheiro.
I ti III LO V.
Da m.ineir.i porque os navios da armada devem ser
prvidos nos porlos esl.angeiros.
Arl. 29. A respeilo dos snpprimenlos, e nutras
despezas que ie lenham de fazer com os navios sor-
los ein porlos eslrangei'os, se continuara' a proceder
pela forma determinada no regulamenlo de 8 da Ja-
neiro de I8:)K, com a dilfereoco de sercm s com-
pras e quaesquer contratos deliberados por um con-
selho, composlo dos mrsmos memiiros, de que traa
Dito de Manoel l.oiz Alves Viai.na, pedmdo so
Dita.O presidente di provincia resolve nomenr
interinamente Francisco Pacifico do Amara! e Joo
Cnrisoatomo Feraajidet Viauua, o primeiro para o
lugar da aruauuense, e o segundo para o de poileiro
archivista da reparticao especial das Ierras pablica
ordeua o pagimenlo das prestacoe*, qoe de en Sol- detia provincia.Fizerain-se as communicatOes ne-
du consignnu nesla provincia para Ihe serem enlre- ees-arias.
gues, o capUAo Vicente de Paula Ros de OliVil-1 Dila.O presiilenle da provincia resolve nomear ;
ra.Kequeira ao lliesooro publico nacional, t Rodrigo Jacome MarliiH Pereira para o lugar!
Ollicio da admimslrar.io dos eslabelecimentns de i vago de cuarda do consulado provincial.Fizerain-
eardade, propondo modiliea(6es ao contrato, era I ai neeassatias eommunieacoet.
virlude do qual sAo tratadas no hospital de candade Dila.O presidente da provincia, tendo ouvido os
as praoai doenles do oorpo de polica.Informe o ] inspeclores da Iheiouraria de I i/nda e da alfande-
Sr. coinmandanla do corpo de polica. | ga, resolve nomear o .-salu-liano Sevenano Ramos e'
D lo do director das obras publicas, parleripando i Abdias Bibiano da Cunlia Sales, para os logares de
que das sobras da comignacAj dada para as estradas guardas da segunda classe da me*ma alfandega.Fi-
do Mauguiubo e do norle, fez o pagamento da con- zeram-se as uccessanas commomcac/ie*.
servajao da estrada da Escada; e'pedtndo que neste
sentido le mande fazer o* devido* descomes as ver-
bas respectivas.Remedido ao Sr. inspector da tbe-
soorana provincial para mandar paliar de urna para
oulra verba a quaolia de que se Irala, na forma re-
querida.
Dito do commandanle interino d batalliAo n. 21
d mi mo, i-i da guarda nacional do l.unoeiro, npre-
1: rprdifHte do secretario do governo.
Ollicio ebefe de polica.S. Exc. o senhor pra-
iideole da provincia manda declarar :i V. S. qoe fi-
cou ii.ieirado de haver fallen lo na enferniaria da
ca*a de delcnoao o recrula Paulo Jordae da Silva,
como paiheipou V. s. em ollicio de 12 do crranle
sob n :ilti.
Dilo ao mismo.Manda S. Exc. o lenhor presi-
enlandu o prel da escolla de guardas nacionaes do denle d i provincia acemar a recepcao do nflicio de
balalhan de seu cominaiido, que conturio recrin.is \'. S. de bonlem, sob n. 3)7. acomp'anhindo o mappa
dos Iraballios da promotona publica dos termos ue
Ol'nda e Igunassu, no mez de marro prximo lindo.
liara ola cidade. iuforine o Sr. Dr. cliefe de po-
lica.
Hilo da triglifo da freguezia da cidade da Victo-
ria solicitan lo um auxilio para as obras da sua lidente da provincia aecuso a recep^Ao do oflicio que
malrizinforma o Sr. director das ebraa publicas. I bonlem Ihe dirigi V. S., com o mappa do* traba-
Dita do vigano da fregaeiia da Villa Relia, idem. \ lhos da promotona publica da comarca de liaranhaos
Informe o Sr. Dr. juiz de direilo da comarca de no mez da marjo ultimo.
Dilo ao mesmo.De ordena de S. xc. o Sr. pre-
G.1...<. a.. ..-....;..-:- .^^^__________. .,. .^
Flores.
Re'toeriraenlo de Antonio Pedro das Naves, pro-
prielano dos brigoes nllom Jesusa c uAdolplion.
pediudo o pagamento d.i quanlia da 5,124; III I i-..
pela qual o consignatario dos referido* hngues con-
Iralou conduzr para o prendi de Fernan.io, gene-
. ----------------------------------------, ._ ,----. -w -- -^^.. ...... i -o i o u |>ir- -iiip h : i h-ii r, fciiTin;
o ai ligo 26 do presente regolamenlo. dispnisando-se ro*, prar is e senlenciado..Informa o Sr. inspector
III l'urllll' 1 In.' .1 1 llilaa.'.a.i _.. n au ._.._!_ X ___1 rt ll__. .____:. >
da Iheuurarla Je ftMdria.
hii-i lo i.idu lio Ihibeiux.IVfiinrto licenri pnra
comprar ao arsenal Je smrra ;,0[) ve|;w mista--.
9OM mennrei que recb-r a mereadorM baldadn, MW <> con-elho, nnlortam1 ou Ma a oom-
depois da (echada* e aella-ins as un* ete-itilli.i-4 pe 4 |,ra ; "dlWBdo, nn primeiro c. w, a qo..iihdade du-
. a al I llllfliy ak .. III. I<1 >...a. .<. a > .4. .... ~ K n .*.,. F 1 t ., _-
empregados incombidot da dctearin, semina log
vi.mem para 04R10 Grande, lendo a burdo um |
guarda, o qm. loinara cunta do* volumen a vista da \
rel.ir.lo orti;Aiiiada pelo conferenle, e defla levra j
comcigo urna va, par a apreseniar na air.unleca a
que ce dirit**, e ser ah coufrontanM com o re*pec- I
livo mantreslo. A oulra via d retac.lo sera' imme-
dialaroeute presentad. ao administrador da meia de
renda, que mandara eitralnr uin ceriifiCHtlo rom
todas a derlararts ron-lHnlcs da meaina relagao,
para ser eotreaue ao commandanle do navio, e a
fara' registrar em livro propti, para a tu lo u lempo
se pafsarem as cerhdftes que Turem rej'if rid-s.
Arl. 6. O suarda que Bcompaulidr os volunte* e
mercadorias aim baldeados para a alfan Kio tirande, devera' apresenlar na mena de S. Jos
do Norle, denlro de um prao raxoavel, wrtilleedo
com que moslre edecliva deicari... Daqu*n> al-
faodega ds mercaduras qoe condu/.ii>, *,( de
multa de 10,> a 100-3, e damn-sJo du eaea Vi-
dencia, 'i'in prejui/o de qaal(|uer oulio ;di-
menlo havendo extravio. >bn u aoarda for da alfan-
dega aobredila, a rela-jilu sera* remeltida. por in-
lennndm do reipeclivo ehtfe, no da referida inea.
Art. 7. Se por qualquer motivo ns embarcares
para qoe se lionvrr feto a baldeado nlo .puderem
seguir logo, erao ai mercaduras conservadas a bor-
do, e smente reculhidas em deposito nos arrimen*
da mesa de rendas, se assim for indispensavel para
sua seguranza e conservarlo, tirando ** mesmas sub
a vimlan-u da repartido, <- respuniabilidade de al-
gun. guarda, at que possam seguir para a alfande-
ga do Kio lirande.
(eneros e u mudo por que devam ser comprados
Art. ',). Kesolvida a compra ou toeOBmenda no
mercado da corle, o conselbo Iralara' iromediala-
meule de promover a conmrrerria, auuuncian'lu
p.osjeriiaeade maiur circular vi
g 1* O da hora h lugar do rfceiiimcnto das pro-
pesias e das aiiii.slf.is de gneros.
i '1. O din, lior* e losar em que proceder* ao
eteue das amoatrat e Mcolhaa daa quahdades me
fboicsou mais incunvcnienles.
? ;. A quriulida les e qudidades dos gneros de
cuja cun pra ou encuinmenda se tralir.
Todas as cundi^Oes da compra ou eocommen-
da, lempo e fnrma do pagamento.
'). O da, hura e lu^ur ero que arlo abarlas ai
propostas para compra ou nicoinrneida.
Arl. 10. No dia e hora, que ss aunun?iar, para 1
absrlura das propuslas, a presidente 1o conselho ad-
millira' na respectiva salaos roncurrenlts que se
"presentaren?, e em aclo publico, eoin o empregado
que servir de secrcl-irio, abrir' luda* as propettaa
que eiiitirem. A* medida que as for abrinJo e uu-
meraudu ira' o secretario t concurrente, dos gneros que se prape a vender,
sua qualidade e preco ; e de ludo lavrar-se-ha ter-
mo que er* assignado pelos membru* do conselho.
Arl. 11. fcacnpto e assiguado o leimo de que Ira-
la o arligo anleceJeute. u concilio d cutir' as pru-
po>l.is, o, depois de assentsr subre a que mai* cou-
veuba a' fazenda nacional, levara* a' presenca do
ministro, pur meio de oflicio, tuna copia Ho referido
Irnno, acompanhada do seu parscer motivado, a res-
peitu da conveniencia de aceitar-s* oa nAo, urna ou
do civel. pedin lo se ordene u pagattieolo da quanlia
de ..vv-viiii), fin qus importfrarn a- miis da pro-
cesso luslaoradu rm sr, pela auditoria d? marinha
contra us implicadas no roulu e eilr^vio de A>*ica-
Arl, 8. A armazenagem, a que no caso do artigo! ",ais proposlas, neceisidade de nova concurrencia
anlecedcnte licarem aujailoa os depsitos de merca- V1-ai(em de realisar-se a compra pur oulra
dorias 111 mesa de 8. Juso do Norle, era' calculada
na razclo dupla a paga na lfandt;a do Kio Grande,
em relarao ao lempo da demora em urna ou outra
rsiar.lo, para o que a mesa de rendas fara' as con-
veniente* partieipac/.e* a' alfandega sobre a entra-
da sabida das mercadorias.
Arl. 'J. Os vencimeulos do* guar las qoe acompa-
rein as merca loria* para a alfandega du Kio tiran-
do, bem como o das lripol4 a* baldearen), doraule o lempo do recrbnnenlo,
tr*npor(ft e descargadas mesrnas mercaduria*. sera
por elas indemniadus, adicionandu-se a sua im-
poriancia a' dos respectivos direitos.
Arl. 10. As dispi*ir<.-s dos artigas antecedentes
no silo esten-dv.is s embaroces de cabotagem ;
todava os genero* por ella* transpoitridos licam su-
jeitos ao pagameu o da armazenagem 110 caso do
arl. 8.
Arl. 11. A-i embarcares procedentes de porlos
eslringeirus, e as de cabolagem que condozrem g-
neros de pro'lufrl' eslringeira Com deslinu a' cida-
d.- do Porto Aleare, flcam isentM do ouos imposto
na [ rimeiaa parte do arl. '.] do decreto n. (W.i de
Ji I novembro de I8t.' ; mas nao poderao aegotr
i. seu drstino sem tomerem na alfandega du Kio
(irai da um 00 dous guard.19, que serilo pagos a' cus-
la ds mesmas embarca;es, e sem que lacrem e fe-
ebem Cum cadeados as saas escolllhas.nAo Ibes sendo
permeliida a baldeado do seu carre.:aineiito. Qoao-
do Ihe* convenha descarregar na cidade do Kio
(rande s pnder.lo mudar a descarga para i'orto-
Alegie, levando inaniteslo especial do reslante da
caria.
Arl. 1-2. Os in*pcrtnres das aifandegas do Kio
(ranee e Porto .Megre, e a administra lor da mesa
das rendas de S. Joc do Norte deverao aoiiliar-se
motuamente no empreo das med las tendente*: a
prevenir o contrabando entre os djlos porlo*. soli-
citando de promplo das autoridades cometientes
as que nlo rniib*>rem na na aleada.
Arl. l.'. A' alfandega do Kio (randa Hca compe-
liudo eiclusivamenle a laape*?$oa fiscali*ac.\o e
guarda do respectivo porlo, o tmiibem, commuUli-
vamenle com a mesa de rendas de S. Joi do Norte,
as desie porlo.
Arl. II. A me*a de rendas de S. Jos do Norle
era' um administrad >r, um e.r-riv;io, om escriplu-
rario, um porteiro e qualro guardis, enju* venci-
lorma.
Arl. 12. O minislro ein vista do parecer do con-
selho, ordtnara', ou n.m, a compra, ou encommeu-
da ; e nesla ultimo caso indicara* o que se deva fazer
para obter-so o material necessario.
Art. l;f. o conseibo, lo^o que receber a ordem
para a compra do material precise, elTectuara' os
conlraloi, nandasido lavrar os neces*arius termos em
livro proprio de lalAo, do qual o iccrslario eilrahiM
0 compleme litlo do venda, ou rola da encom-
meuda, com qoa a parle fara' depcis a enlrega na
respectiva sec^o do almo\anfadu.
Arl. 1). A* amostra* que foiem preferidas ser~o
fechadas, lacradas e marcadas com > sinele do con-
selho, e depi-is enviadas a* sserSo respectiva para, rio
aclo da entrega, serem os gneros rom ellas con-
frontados pelo ajudante do intendenta ; observndo-
se o dispiMtu nos arl*. 11 e 15 do regulimcuto auue-
10 ao decreto n. 1,769 de ll de junio de lH">t.
Arl. 1 ."i. A escolha das amostras sera' (eila pelo
c. inselho, qae ouvira' previ imente, se julgar neces-
sario, os peritos de sua confianra, vi quaes podarn
ser us do arsenal, ou quaesquer nutras pes*oa* du
commercio e e*tranliH* a* repartir"-* publicas.
Arl. Hi. As compra* de que trali o ?; -' 'lo art.
5* daste regulamenio serdo realisadas peto coii*elho,
com assisleucia dos coramaudante* da c-.1;,. e do
enepos, t sem dependencia de autoriaco previa do
iiiim-tro da marinha, a cuja appn vacilo porm o
1 ursino Conselho submetlera' os respectivos con-
tratos.
Art. 17. A* compras previstas nn arligo anlece-
denle serio lambein feilas por meio de concurrencia.
preceden.Jti o. annuncios de que Irala o art. '.i-,
que devrrAo (*perificar quanlo convenha que os fur-
ueredure* conbecam pira apreseut. rem ein Ierran*.
as sua prapostaa.
Art. 18. No da e hora que se fi.ar.para as com-
pra* memionadas nos arligo* antecedenles, proce-
der' o conselho, na ronform lade 1o que di*pe os
arls. 10 e sejjuiules desle regulanieiito.com a dif-
(erenra de que o secretario, em lucar de pas*ar o
Ittulo de venda, cu encoinmcnda, como determina o
art. l, astrabira1 de um vro de :alAo apropriado
as nutr* dos gneros com que o forusee lur preferido
deve entrar para os armazeus, seguodo as necesii-
da *es d >t,r\iro.
Ait. 19. Ai encommendas que ?e honvertin de
ment* serflo proioriam"nle marcados pelo pre-i- I re*Mri I*' interine Ho da* lega<;o ;s e consulados.
a a _. .a alaa/JIY T 11 i I 1 1 I I (atlau J i -.. ~ I ......(> ,.1 -.. ^ ^ .. I .. ..
ilfiiln d.i provincia, ale que possam ser fundos por
om* labcil-i.
Jlio da Janeiro. *m lll de abril de ISJ8.Bor-
runlo de Souia l'iancn.
MINISTERIO DAM,\lt1MI.\.
Oeemo ii. tiKS de 30 de fecereiro de 1858
ltecula a maneira pela qual se devem farer as com-
pras de material, para *npprim#nlo dos almoxa-
rilado* da marinh.i, mi roniaeinienlo a seu csran.
Un por limi ordenar que a* comprai dn malerial
para supprimenlo dos almin-rifado* da miirinlii, un
f.irnecimenli* a seo cati, *cjam feu. na eiMifunni-
dad dn re^iil.iini'iilo que pun Bato liixo atfisaado
sero resolvulas e feilas d.iert .......I pela secrelari
de estado dos negoeios da matiulia, a' visla dos dados
que o concilio fornecer.
Arl. 30. A" molida que forem checando as en-
ciiiiiiiioiilas em qne falla o arillo anlerinr, o inleu-
deulc providenciara' lolire a iaa arrecaddjio.
CAPITULO lll.
Das compras para forn-cimenlo drs lio-pitaes de
m irinha.
Arl 21. O fomaeimanlp de ludo quanti se pre-
cisnr para o hoipilil de marinlia d? crle. incluiive
medicamenlo*, sera felu por um Cii-i*altto, composlo
do direclor, primeiro medico e almuxarife du mes-
mo hospital, scrvindo de lecrelario o respectivo ei-
por Jol Anliinm Siraiva, do man rmisellio, minia- crivan.
tro a secretario de esladn di* nc-irio* da inaniiha, Art. <>. A dlsposirao do arliga antereilenle sar.i
qoe o lenlia Bwia enl'ii lidn e lar i i-x-rular. Pala- e* eio do Kio de Janeiro, em jOde 'fevereiro de 1838, J"" ronveniaiileinenle organiaadof.
In-.'ssiino lalimu da indepeudenria a do impsrio Arl. 'J. A- regrai qoe nos arta, 17 e 1S desta re-
cerlilicddos das leia(i>is que por aquella lo eii-
Sidoi.
CAPITULO Vt.
Duposires diversas.
Arl. 30. Das compras minda*, de que Irala o S
3" do arliuo 1" se fara' na intendencia urna rrip-
iur*rau aimplei e clara, para a qual o respectivo
intendente dar' as precisas inslrurr/ies.
Art. ;||. Dos dinliiiro*, que receber o agente
comprador, prestara' elle no lliesooro conlas, devi-
damenle documeuladas, prece leudo a competente
liqoidacio pela conladorii da marinha, nos termos
do aviso reuolarinenlar de 2 de abril de 1856.
Art. 32. Us lecrelarios dos conselhoi na corle e
na provincia da ll.lna ero os das inlindencias, e
nas provincias da 1'ernamburo e l'ara' o das lospec-
ijoes dos anenae*.
Arl. :13. As diversas eilarii de marinha remlle-
nlo ai intendencias com a necessaria anlecipacUn, os
pedidos dos objeclos prerisos para o teu iipeiiienle.
alim de era arquisiQiio dus mesmos fela pelo agente
comprador, na forma da ai Uro 3.
Paca as raleiidas eslai;i"s *e marcara' mensalmeu-
te, sob proposla dos respectivos chefei, as quaiilias
que forem iieces*anas a-i sru asseio e a qnai-squer
oulras desperas que mo se possam f.uer por pataM
estranhas a ellas, sendo laas quanlia abonadas no
principio de cada me.
Os mismos dictes iucoml-ir.lo destas despezas a
um empreKadn, e mandando Coala |aiflcada, reinellaro lodos us me/es a run-
laduria de marinha, que verificara' sua exacli lao,
assim como u linni em prega das qriinliai dnpendi-
das, ea aolonaarao dada para isso pelos diloi che-
fti,
Arl. .l, II minislro da marinlia arbitrara' ao au-
ditor de marinha na corte, e aos empregadoi do fa-
zenda que foreni m^mliros ,in coiisellio nas provin-
cias, orna Bralilicarau que nao exceder' de 1:2009
para o primeiro, de lino:- para os ecaadef.
Ar|. .'(3, o senle comprador lera' o ordenado de
litm.^i e una grallfleac^o igaal ao mesmo ordenado.
Pas provincias a araliliracao sera" da 4004.
Arl. :Il. O ajodaiile da intendencia na curte, e o
das inspecrries dos arsenaes nas provincias, lerao a
sea cargo xenlirar na prara os precos correnlea dos
paneros preciaos para os almoiarifados, e as casas
imporladoras que os possnam, alim de informarem
aos ciiiiaeihus sobre ludo quanlo convenha qm el le
saibam a lal respeilo.
Arl. 37. As amoslras dos seeros, cuja compra se
realisar, sero conservadas, sempre qua for possivel,
nas respectivas imcAh do almoxarifado. e de furnia
que se n.ii sobsliluam, para o nm de podir-se veri-
licar em qualquer lempo, se os fornecedore* enlra-
ram com gneros de qualidades inferiores n mencio-
nadas nos seus cuulraloi.
Arl. :is. Nenliuin coulralo sera' celebrado eom
cmnmercianles ou quaesquer oulrai pessoasque live-
rem vendido gneros avariadoi ou procurado melter
no almoxarilado quali lalis ou quanlid.ules inferio-
res s vendidas.
Arl. 39. Os inndenle* de marinha Uno o maior
caldudo em v-nlicar a existencia de conlnius entre
nriii-re loro* e perito*, com Milenio de defraudaren!
a fazenda nacional.
Arl. 10. O ioinelho, de que Irala o art. i-, propo-
ra' ao governo Indas a medulas que pn.lerem aer
adoptadas e liverem por Hm Tac litar os pagamenlns
e destruir os ambararos que impedem as casas im-
portadoras da vender para os arsenaes, e bem a*im
verificara', com aulohiacAo do ministro da marinha,
ia o lyslaina de propostas previamente falla* podera
ser algmnas vezes, a com vantagem para a l-izeii-U,
iiiiiliiui tu pelo syslema dos laucos, de que se fat
uso nas bastas publicas jodiciaes.
Arl. 41. iva ciirle o aodilor da marinha, e nas
provnolas o emprendo de que Irala o artigo 21, or-
ganisarao semeslralmenle o relalono de lodos o
ir.halho* do con*elho.
Ksli relatono devera' indicar :
As v.iul.geiis olilid.is pela fazenda com os conlra-
los realxados.
Os embarazo* encontrados para a acqai*ic3o de
material por presos mdicos.
As providencias que couvira' adoptar, pan rimo-
ver laes embarazos.
O abusos inlrodur.idos na lisealisacilo das quanliai
despendidas com a compra de malerial.
O dilo rolalono sera' acoinpanhado de om quadro
demiinslralivo de todas as compra*, eoeetamendat e
foriieciiueiil-is que o conselho liouver coulralado.
Arl. Vi. O coiiselliu visilara' urna vez, pelo me-
llo, em cada mez, os arin./.ens do alminaiifado, alim
de verificar quai-squer abusos iulrodu/i los no rece-
bimenlo dos gneros comprado* ; e solicitar i' imme-
dialainenle do minislro lo las as providencias india-
pensaveis pira que laes abusos si ala repitain quau-
Jo os ancoiilre.
O referido conselho lera' malla em vi*la Infor-
mar-te do proccdirotnlo dos pnlos incuinliido. do
exame dos gneros e medicao do madeiras, jura pre-
venir os abusos que possam provir de fraadi e re- lhe*oraria de fazenda. sob i. 1 T. declarando
sli-encia dos mismos, e que podem inulilisar lodos os nlliciais rommandaiiles dos deslaeameiiloi d
os seos e Arl. 13. t) roii.ilho de que Irala o arl. rleste | melos al o lim de marra ullimo.
regulaminlo prapora' ao miaiitro da marinha qual- : Dito o con-elheiro fedro Aalrao di Malla e Al-
quer in dihc.icao no mesmo regolaineulu, que a pra- i bu<|uerque.lico intiiradn de se adiar V. S. eer-
Iic acuuselhe, como intispeusaval, para a melhor cendo iuleriuanienle as funcc.s de director da Fa-
hscalisacao dos dinheiro* puiili. i*. |culladc di Direilo, no iiiipedimenlo do bar.lo de
Arl. i. O consellio de compras nas provincias da Camaragilie.
Dilo ao direclor geral da nslruccao publica. S.
Ese. o senlivr presideule da provincia manda deca
rar i V. S., que ue-l.i dala expeli unleni a (hesoo-
ririaproviuci.il para ser enlregue 80 deleg I le do
diitrlcto luterano da,rregaexia do Altinho. ou ao
seu legilim proi-uradur, a importancia dot abjaetoi
eoaatautei do dacamento, que acumpauliou o afflcio
de V. S. de l doeorrente, leb n. i.
Dito ao secrelari da a*sembla legislativa provin-
cial. N. 4i.Ao eanhicimenlo de S. Ese. a Sr.
[re-i lenta da provin-ia lovci o Ollicio que lionlem
\ olla ao Sr. director do arteail da guerra p'ara et- me dirigi V. S., comiminicando a aleifla da mesa
lecluir a venda, de que se irala. que lem de dirigir r.s trabalhai da aanaabla le^is-
Diln de i- irmian i Joso K. inguas l'ereira. Pro- lativi provincial, em iai tires-nle MMle,
pondo-so a arrendar de nur o sitio n. I, no la.ir Dito ao iiie*uio .\. J.",. Manda S. Exc. o Sr.
de l'arnameriin, perlenceuta ao patrimooio dos or- presidente da proviurii (rausiniliir por cop-a a V.
pliloi.Cencerra o tupplieinla ao arreudameulo S-. afim da seiem pre.enles a as-emlili-a legislativa
pcranle o Conselho adiuini-lralivodii palriinonp) dos provincial, M lies ofJIei dilados de ."> e (i de feve-
orpRAns. | reiro ultimo, r-lalivamante a abertura da primeira
Dilo do mesmo.Idam. Deferido com o despa-i""ccao da Mirada di forro dest.i capital ao Rio de S.
cho desta dala. Francisco.
Olio de Joan Saraiva de Araujo Gilva, c*crivo Dilo o mesmo.N. ,6.De nrdm de S. Exc o
Sr. ,-ire.ideiila ,1a proviocil remello, per eoflia, a
v, ^-., afim de ser present a aiaanibla lagslaliva
provincial, o acto (icio qual te abri mn crdito
koppltmenlai ao conslgoido no arl. 12 da lei n. II,
no* impoiUdii em oulubro iaqaelle anuo na barra ''a quanlia de IDO contoi de ris, para ser despendi-
do Serintiaein..N.lo teiu lugsr.
Du de .l.i.qiiiiii Augusto Psreira J*c,ibina. arre-
malaiile de il.- I.un; i da e-tr.i la do norle, pe lia lo se
mamle pagar o excelso do Iravalha qae ha lulo com
a exlracc;) da podra encontrad: tm o dito liir-
{0.Iuforine Sr. director das obrai publica*.
Dilo de Jos l'ereira di Osli Novael, pedinJose
declare se c-sii "in vigor ou praseripla a lieenei que
Ihe foi concedida era 1833 para corte de madeirai
nas mallas naciuiiaes.Bin<|uanto governo Impe-
rial nu decretar o contrario, he eoDlidereda caduca
a liceiiQ* concedida ao supplicaute.
Dilo de Jiih Joaqaim de I.una Jnior, pedindo
cerii l.i i da patente de major da gearda nacional de
Joo Baptnla di Silva Uaogolnbo,l'asse.
Dilo do Jos Kodopiano dos S41110S, lenente da
seclo de reserva da guarda nacional de liirniros.
pedindo passe guia para um dos corpos de reserva do
municipio do Itacile.Paca guia, querendo.
Ollicio do chafe de polica, solicitando pagamen-
to do alogucl da casa que serve de quartel su desta-
camento de Sanio Amaro de Jaboae. Kemellulo
ao Sr. inspector da lliesourana pioiiadal para man-
dar pagar.
Dilo do direclor do arsenal de cuerra apresentsn-
do a coula dos objaatai que por aquelle arsanal se
furneceo a repailic.1i da poden.Itemellido ao Sr.
Dr. ebefe de polica para mandar salisfazer.
Dilo do nepeclor do arsenal de marinha, apresen-
lindo a conla do que se despendeu, durante o me/.
de abril rom a inaniiteiica dos inenons asiateatai
uaqueUe arsenal. l'.etnellido ao Sr. inspector da
Ihesouraria di fazenda pina mandar laiisfaier.
Requeriminlo do luchar el Alfonso Peres de Albu-
querque Maranhao, Timolili Peres da Albuqueique
Maranhao a oute-,, pedindo se eiicamiulie ao gover-
no imperial o requeriinenlo em que implorara a
S. M. o Imperador a arara de Ibes conceder o foro
de lidalgos cavalluros.Jiiutom os supplicanes fo-
Iha corrida na forma da lei.
Dito de II.11 n 1I1 da Silva Oliveira, offererrinlo-se
para servir no exercilo.Apresenle-se a iuspecr.ao
110 quartel general.
Dilo de Jusc Ricardo da Silva, pedindo cerlidao
da urdem da presidencia de 7 de maio de 1855,
J-i na firma da tabella, lamli*ni junta por copia.
Dilo ao misino.>. i7.S. Exc. o Sr. presi lente
da proTioeia mandi remellat pur copia a V. S.. alim
de ser presente isiembl -a legislativa provincial, o
nilirio que Ihe dirigi a camjr. muin-ip.il do Bonito
aro 17 da mareo allime, com o orcameato a cenlaa
exigidos pela presidencia.Communicou-se a refe-
rida cmara.
_ 1', _
Ohleio ao enviado extraordinari e minislro plc-
nipntenciario do Brasil em Qondrei. Jalgo dever
enviai a V. Exc, para seu obnliecimenlo, 1* obfer-
vacna* e recl.unarin-s qua, por parle da eompanhi 1
in letrada -le ferro d Recibe aa Ri de S. Fiancii-
e-, foram-rae aprannladni polo luperlntandanta da
ine-1111 eslrada, a reapeilo di d-creto n. 1930 de >{\
de abril de 1837, ein conf irmiJade dn arl. I"i7 do
referido decrel 1. o-*i:ii c imd a parecer do engenhei-
ro liscil, a qoem odvi snlir- e*te objeclu : que lu-
do V. Exc. vpi.i da* cnpi.is jonta*.
Dito ao bnga leiro commandanle das ermas.
Miado V. ElC. por em liberdaJ* os recrulai l.uiz
Lupes da Silva, e Agasllnhq de Faria* Correa, que
foram jalgados inrapazas dmervicu do exercilo. se-
gundo consta 'lo termo qoe acampanhoa o ollicio de
\. lxc. da ij do crreme, sib n. 233.
Ditoao mesmo. Fleo inteirada do que, por des-
cuido do enipreaado da secretaria do -etalhe deaai
rommaudo, segn 11 pirlieipou-me V. Ese. i-in ofli-
cio de liontem sob n. 2!7, deiSOO de ter liecuclo a
ordem exped la por Bill presidencia para que a for-
taleza do Brum di-sse a salva do slylo, por uccasiau
da abertura da anemblea lagislaliva provincial.
Dilo ao mesmo. Mande V. Ese. dispensar do
aqoarlalamefll 1 o* guardas nacionaesjor lionrjalves,
Jo.lo t'ionc-ilves c Alexandio. Cmiinuiiicou-ie ao
c iiiiinandjile superior da guarda nacional desle mu-
nicipio.
Dilo ao misino. Com e*le oflicio fsco apr?ser.lar
a V. Exc. com.) retrata para o exercilo, o paiane
Jos Carrico do l.inin. que diz chamar-se Antonio
/aran*, do Canil). Commuiiicou-si ao chefe de
polteia.
Dilo ao chefe da-p-Jiria. F.m reiposla aa oflicio
de \ S. de hontcrn. sol) n. :t.")2, lenlio a decl.irar-
Ihe que pode aulorisar o a tmtinstra.ior da casa do
da tabella a que a mesma ordem se refere.Passe.' 'Ulencao a coriprar a mi-a neeenaria para o* Irab
Dilo de Manoel Antonio Kodngoes Samico, pe- "os de e-cripla daqolle esUbstaeimenlo, datando
dindo cerlidilo da iuformacau dada pela Ihesouraria v- s- remellcr-me a reip?diva conla, para sor aulo-
provincial acerca do requeriinenlo em que podio o ruad o pagamento,
pagamenlo dos or leados que veuceu como agente 'l,' ao ministro interino do Brasil em I.onires.
pagador das obras publicas, e que deixou de rece- I Aacaao a recepciio d ohlcia de V. S. de :t da mar-
ber em coiisequencia da suspensa dada ao cx-llie- C "" qual V. S, servio-si* de communicar-me que,
ooreiro da repartir :u das olnai publicas, Jos Mar-
celiuo Aires da Foii'eea.Paan,
Dito do mesmo, idem da iuformacflo do 'director
d is obras pui'licas sobre o mesmo ubjeclo l'asse.
Dilo de Manoel Pereira de Moraes Finheiro, a-
liiiiin 1 ila Faculdade de Direilo, replicando ao des-
pacho de 17 de abril que Ihe negou a licinc que
pedio para en-inar os esludos preparatorios daquella
leudo o minislro do Brasil em l'aris entrarlo em ne-
gociaeio eom Mr.ChevaBer.para eonlratar para ier-
vii-o delta provincu um irmo^desle, engenheiro ac-
lualmeni em servici do anv irno da Chite, eotendeo
a Sr. eonselheira Carealhe Moreira, eojaa eaaea V.
S. la, que devia deixar a decis.1i deate negocio -
qnel le minislro era Pars, declarando a Sr. Marques
Lisboa que nada irmil se devia la/.er do que conclu-
Faculdade, e pedindo que se reforme dito despacho ,r *ng .jmenlo referido, que altas Ihe parecii di
c uir-edendo-se llie a hcen;a requerida.llabilise- la^* a vantagem pa-a .1 provincia, e satisfaz cor-
le na forma da lei.
Ollicio do direclor das obras publicas, partici-
pio o que o arrematante do quarlo U1150 da rami-
hcacao da eslrada do sol ha concluido n segando
lerc,o da obra do sen contrato, e se acha por con-
seguinle nas condices de receber a preil.icao devida.
HemetNdo ao Sr. inspector da Ihcsouiaria pro-
viocial, para qne a vista do cmprente eartlflcada
mande pagar a pro-lacau a que l.ver direito u arre-
malauli de quo se trata.
Expediente do da 13 de obril de 1858.
Illlicio ao commandanle superior da auarda na-
cional desle municipio.Siivase V. Exc. de infor-
mar sobre o que expie o camniandame das armas no
eflieio incluso, datado de hoiilem sob 11. 232.
Dilo ao cnminaiidaiile das aruiss.Ao offido de
V. Exc. de H d crrenle, sob b 223, respondo com
1 copia inclusa da informarla que iiopeclnr di
qo-
a
Om a rubrica de S01 Mage.ladc o Impeador.-
Jusc Aniuiio Saraira.
Begulamcnlo a qoe si releic o dccrelo desla dala,
e-labelecendo a forma poique se devem fazer as
c< uipras rl malerial n*ce**ario para o servig e
ci.n.iiiii.1 da armada, aisenies e mais tilabeleci-
roeoloi de marinha.
CAPITULO I.
lias compras.
A-I. I. A compra do malerial neraisario para o
erv qo e consumo da rmala, ar*enaes e mais esla-
Jlecitacolos de 111 jrialia le fara por meio di con- da Babia, l'eruambuco Para, 01 meras, fardamca-
julainentn icam descriplai, para as rompas dos vi-
veres e radamente!, aerla ob*ervadai pelo conse-
lho, de que Irala o arl. 21 em lu lo quanlo lur appli-
cavel.
CAPITULO IV.
Do ahaslerimeiilo dos almoxarifado- da marinha das
provincia* da Babia, Peniamlu. e par, e da
inaneira fiorque nos 1 irtoi onda nao liouverein
inleudeiiri.i. mi inipeesoes, devem ser picvido
os navios da armada.
Art, 2. O material necessario para o abliled'
menlo do* almoxarifado* de inarinlii das provincias
Babia, Peniamhud e Para' sera' presidido pelo olli-
Clal de 111 irinha mais grada lo, i ein i.-ual 1-nle de
gradua^ao, pelo mais anligo.
Arl.ii. ,>js provincias onde se liverem crad i
coinpanhias de aprendizes inariiiheir--, a nao bajara
arsenae*, era' o couselh, para os respeclivo* for-
neciineiilos, composlo do rapil3o do porlo, coinman-
danteeollici.il mais graduado das referidas cumpa-
lihi.is.
Arl. il. I-'icam extinelo* os conselho* de admi-
ni*lia;a, crea.los pelo dccrelo 11. .'/ni de 31 de de-
zembru de4817.
Arl. 57. Ficaffl revogidas as disposices em con-
trario. Palacio do Kio de Janeiro em 20 de feveiei-
ro de IS'iS.Jos Antonio Saraiva.
GOVERNO D& PROVINCIA.
Detpachoi io dia I rf- mal de 1858.
Ueqoerimenlo do harharel Antonio Aunes Jacome
Pires, otlicial da secretaria do govenio, pedindo se
mande pagar seus ordenados do me de abril lindo.
Bemellido o Sr. inspector da Ihesouraria pro-
\innil para mandar pagar.
Dita -la Aui -int Jos Gomes do Crralo como
procura lor lia-lanle de II. Mana di* Doral t-ernan.
des Eiras, pedindo pernnssa. par 1 vender ai casal
lernas us. l 1 VJ da ra llalla desla rula 1-. -'la-
mi terrenos de marinha.Sim, pagos os dinilu*
nacional'*.
Dito di Aulouu Piuheiio de Me.i loin; 1, pediodo
Dilo ao direclor das obras militare*.M mde Vine
fazir o concerlo d qoe nece-aila o portal da coxia
da quarla companhia do nona bitailiAo di iafantarii
segundo represi-iilou-me o cominaiidanle das armas.
.oinmuti'Coii s- ao commandanle das armas.
Dito ao baeharel Antonio Ferraira Martlaa Bi-
ln-iro.Palo seu ollicio de hontem Rquci c-ri de
haver Vmi-., como sexl siippliule, enlr.ido 11 e\er-
Cicia da* louci-iie* de juiz de nrpho* do termo da
capital, no impedimento do ni-.iuo juiz.i-i/.-r,mi-
se la cominuiiicaci-s uecessaria*.
U1I0 ao major Anloaie Jas de Oiiveira. Fico
inleira 1 de Inver Vine, paliadoao leu imiucdialo
em voios o azerclcia de jui/. de pea do primeiro dta-
trido da fiegoezia di Santo Amonio, alim de lomar
asseulo na aitembla legislativa pr .vuinal.
Dilo ao regador do Gymnati 1 Piovineial.Declaro
a Vine, que nao deve prestar >oi alumnos do liym-
na.io por mais de uina vez o* livms neceMarios p-i a
os seus esludos, diveudo os (i.us siippri-los dos maoi
di qua carcc,erem os mesin-s aluninos, por lerem
eilragado os que receheram.l-ica issim respondido
o iiflicio de Vine, a reapeilo desle objeclo.
Dito ao me*mo.Atienden lo ao qua espOI Vina.
a re-peil.i dol vincimentoi lo ija laoti .1-' m irdomo
dorante a lempo em que l,* a* reca deite, lenho
resolvido concider-lhe a gralificacSo do lu;;ar que
exereeu iulerinamenle.
Parlarla,Nos termos do regolamenlo de 1 i de
derembro da 1852, promova o eooielho adminislra-
Uvo para forueciunulo do aiscual de guerra a com-' Silva Jnior de condazir para a villa de i.aiaoliuu
plelamenle os desojo* desta presidencia.
E i-:- Iicend a V. S. e-la resposla ao meu ofli-
c-io de 22 -le desemhro ilo atino passado, renov a V.
S. os prolestes da mtuli 1 mais perfila coniiderai;ao
e intelro aprafo.
Dil u ao inspeelor da Ihe-ouraiia de f.uenla.Tan-
1 o 11 .-ia data nlo i ronce iilo a Braz Mareallino
da Sacramenta a demi**.io do emprego de boticario
do bospitil regimanUl, qoe exercia por nomeacia
da presidencia, mas lambein aulonsado o briga leiro
aommandaati las armas a enearragar Arsenio Gusta-
ra II naes da botiei do moino hospital, a**im o coin-
muiiico a V. S. para sua inlelligeucia.l-'ez-se o nr-
eesiare expediente.
Dilo ao prefeilo do convenio da Nona Seahara
da l'enlia. Para .or laliafeita uim requi*ica da ai-
lambioa legiilitiva provincial.airse-se \'. P r Rvm.1
de ohler do Rvd. Ir. SibMtiao, e Irau-millir-me,
co-n brevidade, as possfveiifnformatieaiobra o* *e-
-eaiiiuies ponlos: t. quanlo recebea o memo 1111--
siiinano 1 do |iarliculare* o ligarlo da fregaexia di
Ipojoci, para .1 constroef^o di re-pncliva malriz ;
2." qoanlo se despendeu eom e**a obra.
Dilo ao ligarlo da fregoezia de fpoaeii.Afim de
ser aatiifeita im requisir;;! da iiiembia lesMlaliva
provincial, cciixem que \111c. nie di-clare com brevi-
dade : 1. quanl'i recelan de F>. 5ebasti3o e de para
liculare*, |iara a couslruccilu ra iareja malriz de.s-
fregoitll ; 2." quanlo de-pende-j rom e*sa obra ; l.<
se ella esl.i paralx-ada, e purque.
Iiiio aa juiz de direilo interino da comarca do Ca-
bo.l'ara sar aaliifeila orna requi*ic,io da inembll
legi'l.iliva provincial, recoinmenloa V111. que. pro-
ce,leu.In :'.* av-noiiaras neces'.iri.t*, me infirme
rom a pnsivel brai i 11". legn lo 01 esclarec-ren-
tos que oblive- : l, ijoanta receben o ligariode
Ipojoea do mi-ion irn Ir. ebaslilo, e de parlieuta-
res, |iara a eonitroccJo da igre|a matriz daqoella
fregoezia ; 2." qnanta se de-jiendeu com eisa obra ;
:!.- ie ella e*l paralysidi, e porqae.
Dilo ao insperlor da Ih -sourari 1 provincial.Man-
de Vin-, pdr tm haala p iblica a* ohraa encampa -
da 1:1.- e I i.- lauco da estrada do aol, leriindo de
lia*e a es*a- arremalac > as clausulas nula- por Co-
pia, e OS precos ni lira lo. pelo direclor interino di
reparticalo da* obra* poblicaa, no oflicio lambem jon-
ipi 1. Ciminuiiicou-se ao director Interino
dai obras publica*.
Dilo 1.....--i o.Annoin lo ai que me requisitnu
o director interine da* obras pobli .1-, 110 ollicio jun-
io por copia, nominen.lo a Vmc. que CoolralOCnm
o irremaliiile do empedrameuta da -j a parte ,i \ .
laiiru da e dramente it mai* 1 mu;,-, qoe faltan para m-
plelaromenei......lo lance, lando em i la para esta
lim o orcainaiilo Lomhini junio por copia.1 .....no-
nicoo-se ao direclor interino das obras publicas.
Dilo ao iiiesm". feudo o clele Caetano Jos da
0 armamento a rarluxime desunidos a muuiciar a 1
guarda naciunal, que all si acha destacada para ao- ;
llliar a larvhjo da polica, baja Vine, de mandar
abonar ao referido cadete a importancia, que farda-
11I1 pela conducen de taes objeclos, que poderao'
fazer a carga de Ires cavallos.
Dilo ao mesmo.Ao uflicio de Vmc. de 5 do cor-
rele, sob 11. Us. respoiid declarando ; que para se-
rem aceitas as conlas do vigario da freguezia da Ja-
boaiao. deve elle mOitrar a aulorisacSo, qua leve
para empregar nas obra* do cemilriio a quautia, qoe
riccbeu para as da matriz.
Dito ao juiz municipal do Itio Formoio.Convem
que \ me. leniett i-inr, rom brevidade, o traslado
da demarcado, por esse juizo feila em 1S2 do ter-
reno de servenli militar da fortaleza di l'amandire,
sendo escrivao Coimbra.
Dito ao delegado de polica de Cnianna.Km re*-
poila ao sen ollicio de li do crrenle, lenho a declarar-
Ihe.qoe em viriuie do arl. 2 da le de 1S de selenibo
|s ai e dos arl*. H7, SS e 89 do regulamenlo de W
de Janeiro de 1854, deve Vmc. proceder x ollicio
contra os que, em Ierras devolola*, derrubarem ma-
las ou Ibes laucaren] fugo, e a requeriinenlo dos res-
pectivos pioprielarioi contra aquelles que nas Ierras
paniculares l'uerem.
tjaanto aos que derrubarem sem lirenca madeiras
de le em Ierras possoidas, he-lhes applicavel a dis-
po'ica do arl. 17S do col. crim.
Dito a cmara municipal do Cabo.Com o oflicio
inclu-o do direclor Interino da reparlirao das obras
publicas, sob 11. lili, respondo ao qoe me dirigi a
cmara municipal do Cilio, em data do I") de marco
ultimo, e sob n. acerca da planla dessa villa.
Poriaria.t) presidente da provincia, cnuforman-
do-se com a proposla do chefe de polica, datada de
honlem, iuiva exonerar dos cargos policiaes da co-
marca de Garanliuns os cida-laj* abano declara-
dos :
Termo de liaraohuns.
1. Supplenle de deleaado.l.uiz Joi da Silva
Borgos.
2. Supplenle. Joa Correa Pae*.
4. Suppleule.Pedro Cavalcanti de Albuquer-
que.
."). Siiiiplenle.Jos da Barros Silva.
6. Supplenle.Antonio Vctor Corred.
Fregnczin do mnmo nome.
'iiuii'irii dislnclo
1. Supplenle do subdelegado. llygiuo l'irmo das
Chaga*.
2. Supplenle. Joaquim Vieira de Siquiira.
:t. Supplenle.Virissinm da Cinta Soares.
'1- Supplenle.Jaita da Barros Corras.
ti. Sopplente.Tbomai Ferreira de Azevado.
Segundo diitriclo.
1. Sapplente do subdelegado.Ra> mundo Candi-
do dos Passoi.
2. Suji. l-jiite. Jotquim Salgado de Vascon-
celloi.
3. Supplenle.Joaquim Vieira da Siqoaira.
5. Supplenle.Ignacio Alves da t'.usla Jnior,
(i. Supplenle.Manoel Josc Cues.
Teictiro dilric'.o.
1. Sopplenla c subdelegado.Antonio Bezerra
da Silva.
:!. S.ipplenle.Manoel Joaquim das Virgens.
. Suppleule.Paulo Virgilioo da > Iva.
-i- SopplenlaJoao Bapti-la ra Silva,
ti. Supplenle.Jos Poociaao da Silva.
Freguezia de Papacara.
1. Supplenle l'enuriu do Albuquerque.
2. Supplenle.Joo Alves Madiado.
3. Auiuuio l'.iv inundo da Soasa Barros.
i'i'Cij-jezia de /'uiV/ua.
2. Supplenle do subdelegado.Jos I.oureuco de
Albuqueique Mello.
3, Suppleule.Joso Victorino de Carvalbo C*val-
Clllll.
. Sapplente. Joaquim de Albuquerque Pes-
an a.
"1. Suppleule-Manuel de Albuquerque Caval-
canti.
6 Sopplanto.Jirnnxino Vaz Tenorio.Commu-
nicou-sa ao chele de pulira.
Dila.O presidente di provincia, ennformando-se
com a proposla do cbefa de polica datada de limite,
sob n. 350, r-.-si!va Humear para Os cargel policiae*
1 da comarca de aranliuns os CidadSo aban decla-
rados.
Termo do Gatanheni.
Delegad.Uajor l.uiz Jos da Silva Burgos que
oecupava 0 lugar de primeiro suppleule.
1. Supplintado delegado.Floreulino Cxpriauo
.11 C na.
2. Supplenle.Antonio Vctor Corra, que oceu-
paia o luaar di sexto supplenle.
3. Supplenle.Min.el Alves Brrelo, por haver
fallecido u qui esercia o me.in logar.
1. Supplenti.Antonio Paei di l.yra, pur se ler
ni 1 ll u i leraio o que exercia o mesmo lugar.
. Siipptaale.Miguel Or rea de Miranda.
ii. Sopplaoti.A-'nslitili j 1 erreira da Silva Aza-
veJo.
Freguezia do ntfimo nome.
Primeiro di-inclo.
1. Supplenle do subdilegado.Manuel de Ponles
Jar lim, pur sa ler uiuladu do islriclo o que exeicia
o iue-1110 lii^ar.
2. Supplenle.Antonio Cardeal de Azevedo.
:. Sopplenla,Ignacio Godo) Vascnnjellos.
i. Sopplente.Antonio de Barros Correa.
.'>. Sopplenla.Vicenta Ferreira dos Sanies.
0. Supplenle.Antonia Aruajo Miranda.
S -^iiii lu di.trelo.
1. vipplenle do subdelegado.Joaquim Salgado
da \ a-.-oncellos que uceupava o lugar de secundo
su|i[.lente.
2. Supplenle.Antonia Pinto Corra.
3. Supplinta.Joaquim Jos dos Santos Jnior.
1. Supplenle.Antonio Baztlie de .Mello, pur lia-
ve* fallecido, o que exercia o mesmo lugar.
5. Sopplente.Francisco de Salles Peixolo.
(i. SuppliMite.Mauricio Lopts de Luna, por se
ler mudado do dislriclo o qui cieicia o mesmo
logar.
Terceiro diitrieto.
1. Supplenle do ittbdalagado.Fraucisco Alves
Macui.
2. Supplenle.liento Vieira Piulo, por l.avir
fallec 1 o que esercia mesm Ins r.
:. .uppieiiie.Ju.iiida Poreioacola Valeni;a.
. lupplenle".Jo Ignacio da Silva, por se lia-
v-r mu .id 1! iii-ui-iu o que esercia o maimi
I lugar.
5, :- ipplcnle.Francisco Telseira di Mcedo.
6, ^'Jpplellle.l'aulo Caalaua Pereira.
Freguezia de Papacara.
1. Supplenle du sub lelegadu.Pedro Theolnnio
lC Sa' Cavaleantii pur se ler mudado da freguezia o
que exerda o mesmu lugar.
:?. Sopplenla.Manoel Feiteaa da Silva
3. S ipplenie.Jesaino Uoncatve de Mello, por
se ler mudado da freguezia o que esercia o mesmo
lugar.
0. Supplenle.Thomaz Tenorio Villa-Nova.
Fregwzii rv Hui/ue.
2. Supplenle du lobdelegado.Joaqaim de Al-
boqueiqae Peuii Civalcaali.
3. Sapplente.Ilunuraiu Cavalcanli de Albo-
querqui-.
i. >u iplenle,Manoel de Alhuquirqua t'.aval-
caiiti, q le esercia logar de qmniu supplenle.
i. Sapplente.lenlo Benicvi Cavalcanli,
. Supplenle.Jo.lo Alvarc- da Cimba, pur se ler
mu lado da ieguivia o que eseraia o mesmo lugar.
Dila.O preideota da provincia, ntteadeado ao
que Ibe requeren o prnr.nl r publico di cornarea
lo Iti 1 I 1 rioso baeharel Ayres de Albuquerque
dama, resolv prorogar |ior cinco das a lieenca,
qoe por ..rl na da II de fevereir ultimo, Ihe fui I
concedida. lizeram-se as necessarias communi-
ca^iie?.
F..ipeili'iitc do srerriario do galerno.
I Ifilcio a li. iga leiro I o man lauto dai armis.
S. Bxc, 1. Sr. presidenta da provincia jnanla dada- I
rar a \ Ese. i-i raipoita a seu oflicio de 12 dn
". n :> -. lob n. lil, que lie-la data expcdio ordem
a' Ihesoorarii di fazenda pira que, na eonformi-
da la do avilo .1" mioiilerl 1 da guerra de i di mar- ;
r 1 ul'.iii 1, M|a paga ao Cabo Colono l.uiz Pereira o
qoa *e Ibe deve pela apniahansao d caruata deser- '
1 lor do 'J- balalnao de mfanlaria Iraiuncu J-t-1
Diog'.
Dito ao chefe He poliaia.S. Ese. Sr. prasi-
, denle da pruwnna man li BCCOSil 8 reeepCSO do of-
ficio, qim iinilein Ibe dirigi V. S., lob 11. l'.i,
ruin ni mippai do* ir b il,.. .la promoloria publica
la comarca do Bonito, ni s i\t-. da dezembro, ja-
neiiu e fevereiro i-Uimo.
Dito ao inspector da lhsooraria provincial.S.
Esc. o >r. preai lonti da provincia manda acenaar o
icri'iniiH'iil 1 .ios h.lanceta* c demottilraclo, qoe|
icampaatiaram o* ofilcioi de \'. S. datado da 1 *ie
marco ollimo, e da 1 do correte, 10b ni. ^*s a lili. I
1 : 1 r :' -'lar I .'<> IO| er: r interino da t n
do Br< joS.Esc oSr.preiidente da pi vineia man-
larer a V. S. qoe, naata data, aol 11 iou a ihe-
aonraria de fiziodi.1 pagar o prel ein duplcala da
enmela Simplicio Gomei Pereira, de que trata V.
S. eiu sto ollicio de 2 do correle.
Dilo 10 conselho administrativo para fornecimen-
to do arsenal de guerra.Manda S. ic. o Sr. pre-
sidente da provincia aecusar a recepcao du oflicio,
que Ibe dirigi o conselho administrativo para for-
necimento do arsenal de guerra, com a copia em
duplcala da p-la da seisao do mismo conse lio de
7 do crrenle.Iteinelteu-ie urna copia a' thesoo-
raria de fazenda.
Dilo ao seOelario da asseinblca legislativa pro-
vincial. M. is.De ordem de o. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia passo as man* de V. S., afim
de ser Hlbmillido assimhla legislativa provin-
cial, o ollicio inclu'o, qu dirigi a cmara muni-
cipal de Igoarasia' em 10 do crrente, pidindo qua
pelo cofre rovincial aejam feilos os reparo de urna
casa de sobrado, que naquella villa serve de qoar-
lel s forjas deslacadai.CoramoDiceu-ie a' cma-
ra de Iguarassu'.
Dito ao mesmo>. l).Manda S. Etc. o Sr.
presidente da provincia Iraosmillir a V. S., afim de
serem preseule a' atsembla legiilaliva provincial,
o balauco, cuntas e orcamenlo, qoa foram remedi-
dos pela cmara municipal de Iguarassu' com o olli-
cio de 10 do correle.Coramuuicou-so a relinda
cmara.
Dilo ao mesmo.N. 50.S. Exc. o Sr. prnden-
le da provincia manda rcmitler a V. S., afim de ser
tomada em eooaidiracSo pela asiembloa legislati-
va provincial, a melosa postura addiciunal, que ra-
melteu a cmara municipal do Cabo com ollicio di
15 di marco ollimo.Coinmomcou-se a cmara re-
ferida.
Dilo ao juiz di paz presidente da junta qaalilica-
dora da fregoezia ua E-cada.S. Exc. o Sr. presi-
deiil da provincia manda aecusar a recepcSo do
oflicio, que V. S. Ihe dirigi em 28 de fevereiro ol-
limo, com .1 copia las actas dos trabalhos a qae pro-
cedi a junla qualilicadura dessa freguezia no cr-
lenle ano .
Dil a' cmara municipal de Igoarasso'.S. Exe.
o Sr. presdanle da provincia manda remelter a" c-
mara municipal de Iguarassu' a eullere,.lo das leis
provinciaes do nnn pastada, como soliclou a mei-
ma cmara tm seu oicio de 10 do correnle.
COMKANDO DAS ARMAS.
Quartel general do commando dasarauade
Pernambaco na cidado do Reclfe, em 5 e
maio de lsaS.
ORDEN DO DIA N.58.
O brigadeiro commandanle das armai inlerino faz
publico, para sciencia da guarniede, o segoinle aviso
do minutarla da guerra de 17 ne abril prximo fiu-
do, em solucclo as llovidas suscitadas pelo Sr. deli-
asdo do cirurgio mur do exercilo nesla provincia,
acarea dos vopcimealoi dos seuhoni olliciaes do cor-
po io Moda empregadoi nos dillerentes ramos do
serviv.
I. leecfo. Kio da J jneiro.Ministerio dos ne-
gnos ia guerra em 1/ de abril de 1858. lllra. e
Exm. Sr.S. Al. 0 Imperador, a quero foi presente
o ollicio de V, Exc. sb n. 1768 datado de 2 da mar-
co prximo lindo, ao qual acompanhou a reprasen-
laco do delegado do ciiurgio-mnr do ixercito na
provincia de Pernambuco, pedindo solnrao aos tres
seguinles quisitos : I desda quando os cirurgiOi
militara Um direilo aos soldus dos poslos de capi-
laes e (enenies a qua foram elevado* em cousequen-
-11 do .-egiilamenlu approvadu pelo decreto 11. 1900
de 7 de marco do anuo ultimo, 2 qoe vencimen-
los lem elle, direilo desde 31 de Janeiro al li do re-
ferido mas do marco ; e :i-, quo graliearao deva
perceber o eirargile director do hospital reiinenlal
da snpraciiada provincia. Ilouve por bem delermi-
uar que sobra tases quisitos loise ouvida c conlado-
n.i geral da goerra, e lendo e*ta reparticao emitll-
lo sulne elles a soa opinio, diguou-sa o mesmo ma-
gosto saohor mandar declarar : quaulo ao primeiro
quisilo, qua os sol loa sin s devidus desda a dala do
decreto da promocSo; c que aaslui ja' o governo im-
perial o ha denudo a resucito do Dr. Joaquim Vi-
cente Iones Hornea; re -lisamente ao segundo,
qoe nada lia a providenciar, por 1-0 que ja' por avi-
-o de I de fevereiro 1! pioximo pretrito anno, fo-
ram sana,l,:s todas ai duvidas; finalmente sobre o
1 lerreiro, qoa em conf innilade da informar, da
. na .um geral da guerr, ao eirorgllo direcinr do
li ispital regimeolal da praviaiti de Pernambuco ;
na-compela a gratiOeacSo manial de 2,"is eiaheli-
cido pclu regolamenlo de 17 de fevereiro de 18.72
para os c:iurgi>s imires que siinullaneamenti sor-
viam nos carpo, t hospilaei ou enfermaras milita-
res, e qoe bem procedeu a Ihesouraria de fazenda,
recusando paga-la, visto Ur-se ja' por forma idn-
tica rcsotvido acerca d segundo cirurgilo dn carpo
-le saode Juo Munii Cordeiro Cilahy, por se haver
entendido que decido de 7 de marr;o do anno pas-
M lo i:n|ilicilameule revogou a disposicao da circo-
lar de :10 de Janeiro de ISJ ; pois que em nenhuro
le seus arligo!, nem na tabella de vencimeulu a
elle annesa, eslabeleca gralilicaclo especial para ni
cirurgiei do corno de nade que servirem cumula-
tivamente nuscurpo* e enfermaras militarte ; anle
pelo conlrano, no arl. 216 se defermiiia qoe as en-
fermaras sejain eocarrega las aos mdicos qua aeom-
panliareiu o corp uu deslacamWnlu : o que tudo de-
claro a V. Exc. tiara sua inrelligeocia e governo.
lieos guarde a V. Exc. Jernimo Francisco Coa-
ilio.Sr. bario de Soiuhx.
Coartarme. Horacio de Ciusmao Coilho, alfere
'judaute ce ordeus encarregado-do dilalbe.
TlBUKAZ. DO COMMEIiCIO.
SESSiO AnSIlMSTRATIVA EM 6 DE MAIO
DE 1838.
Presidencia do i-.xm. Sr.detembargador
Souza.
Ai lu horas da manilla, achindo-se prsenles
o- Sra. depuladu* Bego, llistu, Leraus e supplenle
Hamos e Silva, foi iberia a sesillo.
F'uram lidas e apjirovadas as aclai dn duas ul-
limaa.
EXPEDIENTE.
I in ollicio da presidencia da provincia, di 4 do
correla, Iransmittindo por copia 01 decreto! noroa-
rui 2,1 'i e 2,1 ib de abril ollimo, regulaudo, o pri-
meiro a arrecad.n,.io do imposlosda patentados agio-
tes de leiles, 1 o segundo a do imposto de plenle
doscoireloresAccuse-se a recepcao o archive-sa,
e remeilam-sc cupias aoi coireluiei e agentes de le-
les para sua inlelligencia.
dulro do ollicial-maior da secretaria do trihonal,
dai 1 lo do I* do correnle, declarando assumir na-
qqelle dia as func^es di seu lugar na secretina.
liiteirado.
Foi prsenle a colarao otlicial dos priroi corren-
le* da praca, relama a semana fiada. Maodou-sa
archivar.
DESPACHOS DEFINITIVOS.
Ful requeriinenlo do Manoel Ignacio di Oliveira,
pediudo caria de registro para o leu navio oMarian-
ua.iil-re-i 1,1-1 jurameolu e assignado o termo de
respooaabilidada de que Irata o art. 1C3 do cdigo,
di---. -Ihe carta de reg *ro.
Oolio de John lleurv kabbc, pedindo o regislro
de 1:1111 pri.i:iirac.io qoe ijuula.Como requer.
Oulro de Jos doncaives Malveua, pedindo o re-
gislro da nomeacao annesa de teui caixtiros. Be-
- itre-aa.
Oulro de Carlos Jos Astlcy, pedindo o registro da
sua prucurac.lo.C-imo requer.
Oulro do J0J0 Joaquim da Coila Leiti, pedindo
o registro da *oa nomearo de caixeiro de M.'.noel
de A/.evedu Ponles.t'.nmo requir.
lulru de Chnstovao Ferreira Campos e Jo3o Bo-
driguei Cordeiro, pedindo o regislro do sen cunta-
lo social.Declamo a naturalidad! dos soros e a
forma da nomM(lo dus arbitros e eliminem o arligo
(i-, |iur ler contrario M di-posices do cdigo.
nuiru de Joio Edxv 11 Robarli, correlor giral, de-
cl iranio a sua xulla a esta cidade para enliar no ex-
rcicio de son emprego, oceupado por seu prepuslo
Bin irdlno da Vaacencallot.Contiena no exercicio
ile seo empiego, licaudo siin elfeilo a nomeacao do
prepuslo
Duir de Frederico Robilliafd, correlor geral, no
me.mu sentido, sendo o -eu preposlo l.uiz Dubuurcq
Jonior.Igoal despacho.
1 lutro d'- Jo*u M arques dos Sanios Aguiar e Julio
Tbeodoro Fraila, pediodo o registro de sao contrato
s ci ll.l'.egi-lre-.e.
Ontro da AieeciaraSo de Coloni*ar.io em Pernani-
liuc, Parahiha e Alagos, pediodo o registro do dc-
crelo a estatuto! pelos quaes se rege. Regii-
lr, '11 -o.
Oolro da Joe Connives Villa-Verde, cumrner-
ciaulc malriealado pedindo moratorU.Nomeiam ni
agentes dai caiai iredorai da Adaxnaon llowie A C.
e de J in-- (.ral-trac- \ i. iirpaiilna, para verificarem
a exacli Mn do bataneo a' visla dos Ifvioi a papis
qoe n impetrante Ihe* deve facultar em seo eeeripto-
no. Eapeca-sa orden ao juiz de nireilo do cem-
uien 10 par ; r leader as diligencias determinadas mu
riigai 899 e 900 do codito do commercio.
Oulro de ii.i-tri.n Rocfcer *gCamnanhii eeairr-*,
pedindo a ibiitnra de Mlencia de Jos Gooealvaa
Villa-Verde.Dirijam-se 10 jutsa especial do com-
mercio para allcgaiem o seo direilo.
Ooira do Manoel de Azevedo Pantos, pedindo i
bdixa da respousabnida :e do legietro da sumaca


1
DIARIO DE PERNAMBUCO SEXTA FEIRA 7 DE MAIO DE 1858.
nBo-Epernca,i> 'i'1 *'" II registrada no tri-
bunal da Baha.Sellado, vnlle.
Oulro ds Viceule Jos de Brlo & Filho. pedindo
o reg-tro de seo coolralo social..Na forma do pa-
recer fucal.
Ootro de Fot. Brolher, pedudo o registro de Orna
profarscao.Como requer. .
Ootro de Miguel Jone d. Abri, Braileiro, de 29
unos de idade, residen! ncta prac, onde he es-
labelcrido eom loja de faxendas. n roa do Ou-ima-
do O. 11, pedindo matricularle.Corro requer.
Oulro de Dogo Jos da Cosa, pedindo o registro
d teu conltalo social eom 1 ri-lao J .come de Arau-
jo e Manoel Loii de Mello Jnior.Kesislre-ae.
I ..rain coro ""'a a Sr. desembargador fiscal, o
seguinUs requerimenlos :
l'm de Aulonio Jos de Siqoeira, l'orluguc/, de
.'ili unos de idade, residente nssta cidade, aonde
he ettahelecido eom negocio a grosso e a retalho,
pidindo malricular-se.
Oulro de Joi Joaqun) Percira da Mendonc,
IVriuguti, de 40 anuos de idade, domicilisdn nesla
i lade, aonde he eslshelecidu eom loja de fazenda
) roa do Queirnado n. II, pidiudu tambim malri-
eolar-se.
Nao luyendo inaii o que tratar, foi encerrada a
(sao.
SkSSO JUDICURIA EM 6 DE MAIO.
I'rt'itncia do Exm. Sr. detembargador
Souza.
Estiveram presente lodos os membroj do tri-
bunal.
ylggravot.
Aggravante, o coronel Gaspar de Menes Vaicon-
cell de llrummond ;
Aggrav.do, viuva e herdeiroa de Joilo Henn-
que> da Silva.
Nao leve provimenlo.
Asgravanle, u presdeme e directores da cana
filial do Banco do Brasil ;
Agravados, N. O. Biabar & Companhia a Jo.lo
krlier i\ Companhia.
leve provimeuto.
Dittribuirao.
Appellanles, D. Francisca'da Concedo Y'f de
Mello, por si e como lutora de seus lilbos, o l)r.
curador geral ;
Appellado, Antonio Marinho l'aes Brralo.
Escrivlo Martins Pereira.
Ao Sr. disimbargadur Guerra.
Appellaules, Kostron Itooker & C. c oulros ;
Appellado, ni idmiiiialiadnres da massa fallida
de D. Candida Mara da Silva Lima.
Eicnvo Martins Pereira.
Ao Sr. desembargador Villares.
Julgamentos.
Appellanle, o bacharel Chrisiovito Xavier Lopes ;
Appellado, Miguel rolentinn Pires F"alcSo.
Adiada a dtci-.io a pedido do Sr. depulado Biso.
Appellanle, Ellas Emiliano llamos;
Appellado, Francisco Santiago Hamos.
Fot reformada a sentenc,a appellada.
I'atsagem.
Appellante, Tiborcin Antones de Oliveira :
Appellados, Paula & Sanios e oulros administra-
doras de Manoel Joaquim Alve l'iloinba.
Do Sr. desembargador Guerra ao Sr. desembar-
gador Silva GuimarAes.
Appellante, Joao Soum por seo procurador ;
Appellados, os administradores da massa fallida
da Oliveira t\ Companhia.
Do Sr. de.i-mbarg nlur Villares ao Sr. desembar-
gador Silva (juimares.
Nada mais buuve a tralar.
O secretario,
Dr. ylprigio Cuimaratr.
Decailly, cocheiro, roa l.nffile :No da do al- labelfcimpnlo de nilurea particular, que, eOfnoie. Matmlourn publico. Malou-se no dia -> para .golam as condires legitimas das peetoai, d.is eoosa,
tenlado, ouvi Ires detonaeea socceisiva, deci para vio dorante o ollimo mez, negou-se a coadjuvar o consumo do da (i do rorrete, a saber : e os enVito* das nhricac,is, ou con'enc,> celebra-
ver o que era. A loja do holicar o eslava chela de I governo, desrnnhccen lo a impurlaucia dos deveres Companbia das carnes verdes.......',- bois.! das enlie s individuos ; que, como diz um escnplor
1 inoriernn, be o completo das normas que presiden ,is
EXTERIOR.
TRIBI'NAl. DOS ASSISES DO SENA.
ATTENTADO
onlra a vida de SS. tiM. o Imperador ea Im-
peratriz dos 'ranee zes.
Processo sobra o a neniado de 1 i de Janeiro.
Interrogatorio das testemunlias.
Continuado do n. 95. )
Plondeur, ronlra-rueslre em casa de M. Devisme,
vendeu o revolver de que a leslemuiiba Devisme
acha de fallar.
Doerch, eaixeiro do holel de Franca e de Cham-
pagne : M. M. Pieri e Gomes, alojarm-se am-
bos no holel ; lerobro-me de que no da do atienta-
do. as unte horas, os qunlro acensados se reumrain
todos no holel. Depois do alndalo,rerordo-me de
ler conversado nial eom Kudio ; elle nao manifest)
emoc.a.o alguma ; disse somenle que era mullo mao.
Eu soube que qoando o foram pieu-ler, o eucoulra-
i am vestido na cama.
Pieri, a' (eslemuiiha : Disse-lhe oj meo nome.
oa pelo contrario nao Ihe enlreguei o meu passa-
porte '.'
A leslemonba : Elle entregou-me sen passa-
porte.
Pieri : Dei moalras d eseonder-me ; fiz-me
servir urna mi ver no meo quarlo ?
A leslemuiiba : Dao, elle comen sempre na sala
commom.
Viuva lriand, Evelina Monvoisin, dona de holel
de I- ranea e de Chmpame : Coobece os qualrn
acensados. Pieri. Iludi chegaram a K pelo cami-
nbo de ferro do norle. Pieri lomava qoasi lodos os
das cafe no hotel. Nao ubserve nada eslraordina-
rio ; somante, no dia do altentado, M. Gomes veio
I ravallo para Ibes fallar, M. Ortiui viuha ver Pieri
lodos oa das.
>o dia seguinle do atleutado, Kudio pedio-me a
saa nota, dizendo-mi que parta no oulro da, e >
noite foi preso.
Pen : Madama, dei mo'tras da econder-me
doranle o lempo que eslive em seu hotel'.'
\ le.iemuutia : Nao pelo contrario.
I'ieri : Eu licava na sala de jautar a ler o
jornal.
O primeirn presidente e' le*lomonha : Sim ,
mas lodos clles nuham nome falso'.
A teslemojiha : M. Orsini se chamave Allsop ;
M. Pen se cliamava Andreas.
I'ieri : Ei a o meo sobreuome ; madama con-
lundin leen sobrenome eom o meu nuine.
Madama Moranil, parter, na roa de Mnnlhabor
n. 10 : Conheco os quatro acensados. M. Allsop
(Orsini) residi ein uossa casa, na roa Moulliabor,
datante um mez. E um dia depois, elle volloo fn-
do dixendii-me : Nao sei o que aconleceu, vou par-
tir ; os Fraucezes me quizeram assassinar. Risa-
da .
I'. : No dia do allenlade, iio'esliverain raoni-
dos lodos qualro .'
A lexemunha : Vi tres segnramente.
Orsini : NAo loo lAo tolo para dizer eemelh'n-
le cousa, que fui assas'iuado pelos Francexes. To-
do esto vendo que esla pobre uiulher esta inteira-
mente perturbada.
A teslemonha : O Sr. disse que os Francexes o
qneriam assasainar.
O pnmeiro presidente : Oue intesesse tem a
le-leinuulia de emprestar-llie palasras que o Sr. nao
di-se !
Orsini : Ha depoimentos bem estpidos.
O procurador geral : Orsini nao sabia muitii
ve/es a eavallo ?
A lestemonha : Sim, senhor.
P. : E para onde elle ia ".'
K. : Dizii que ia paisear ao Ilaii da Boolo-
gU.
t. : Nao Ihe dixia elle que via algumas vexes o
imperador '.'
K. : Sim, e al pareca mu contente quandn
o ''iicolilrava.
M. Villaume, caixejro no hotel Robinson, na roa
di Parchemiuerie : Ea eslava dianle da Opera
quando o altentado leve lugar ; foi seguindo o pas-
scio da roa Kossni, perlo da pasugen da Opera, qne
vi e apanh-i om objecto envi lio em um sacco perto
de urna po<;a de sangue. Ilesilei e nao deveria laii
<;ai esle obje:lo sobre leito da roa. I.nnga sensa-
'.ii.) Esle steco conlinli i ornadas bombas.
/ipratenla-se a' testeinunba om sacco pralo que
eoi iiuha eom elleilo orna das lioinii u .
M. Deinoiideau, aliador de pianos :A 10 de
Janeiro, I'ieri e Gomes me visitaran) ; era domingo.
Elle lomaran) alguma coosa comign.
U. Kim :A li, pela Tolla de seis horas o meia,
m M paas-gem dous desles senhores, Kudio e Pieri,
que se tb-linavam em ficar na paisagem ; eu Ihe
ili.se que elle nao podam licar all, e que, se m-
si'li'sem, en chamara om empregaiin de pelleja.
Pen :A lesleinunha esla' riniipletamcule em
erro ; foi esle boniem que procuiou convorsar co-
migo. Na o.-ra-ian da refoimacao da culpa, quaudo
el i; vio-me na minha cellola, "em Mazas, come(ou
por dixer ; N3n, oio he e-t depuis rllse-ine : eu
driejara ouvir-lhe a vox ; lallei, e entao elle me
di.se de novo : Nao he este. Ileeonhereu Kudio ini-
in?dialaruenle ; depoi, vollando sobre as sua de-
elaraies, elle disse : Poden* ser. Perguntarei a'
i- Ifiiuiiilia se me vio cem algoina cousa na
mo '.'
A ip.teinui.'.u :Nao Ihe posso dxer ; ja era qua-
'i escuro :
I'ieri :Tinlia eu alguma eoosa ao pescoeo .'
A Itsieiniinlia :Nao pude distinguir por caosa
da obacoridade.
.11. Malliieti :Eu quizera qne se pprgoutasse a'
lo h do holel da Fraoca e Champagne a' que hora
Pieri satura do seo hutel.
\ Sr.a viuva Brian .Parece me qne foi pela
M' ia de sete horas que M.M. Pieri c Radio sahi-
lalll.
M. Utlbiea !Qoinrt agora que a porleira da
mi Munthabor, n. 10, preeisatse a hora em que os
acrusados deuaram a ea>a.
Mu. Morand, poileira:Foi,segundo me parece,
pela volla das sele horas,
\| r.unl, perleira, na rrta Mnnlhabor :l'm dia.
M. Orsini di-se-me que vira o imperador ; ale a-
rTOSGOOlOQ quo o imperador nao liub.i med,.
Prosldenle.Depvi de 10 de Janeiro, vio muilas
pettoai vi.ilar Orsini'.'
A leslemunba :Sim. lembro-me qoe vi, qualro
di is antes do aiienlado, M. Silva i deHadio), M. An-
dreas ;Pieri) vir .' ca-a de II. Allsop.
Pre-lenle :A II, lembra-se qne os aecu-
11 los se leuliam reunido lodos qualro, e a' que
hora !
\ leslemunba :Kecnrdo-me qun oeste dia M.
Or.ini entrou a's nove horas d.i nuil; durante o
dia nao sei o qne elle fez.
Debarge, cocheirc, ra MunMi ibnr :A I i de ja-
genle ; foi ahi que vi M. Orsini eile disse-me : Eu
quera ir-me embora para a m uha residencia, na
ra Monthanor, mas nao sabui bem o cammlio ;
dlise-lhe que tomasse nina carruegein.
O pnmeiro presidente : heconhece o aecn-
ado
A leslemunha :Beeonhec,o-o perfeilamente (a
leMeinunba designa Orsini.'
Orsini .He verdade, lallei cjm a lestemonha ;
mas nao fiogi fallar inglex.
Charoye, porteiro do holel il1 l.ille :Prnrora-
ram-me una mauba i para ir procurar urna acom-
modacao para um cavalln. F^u .lis-e a Orsini que
linba adiado um logar. Recordo-me ter-lhe dilo :
O seuhor he Italiano'.' Eo, disse me elle, nao, loa
luclex. Mas porque raijo me dix lo".'Porque
pilo seo acctnlo jolgava que o seuhor era ita-
liano.
Im dia elle veio procurar-me ; ia a' Opera lia-
liana ; eu o acompauhei ; elle cffereceo-ine urna
chicara de caf na pacsagem Choisenl. latanlos de
Pars, doa inonomenlos de Pan-. F.lle pergiintoii-
me onde ficava a prac.a da Revoln^ao VA piar;, da
Revolueao.lhe disse eo, ja uao ensle. Foi ah que
se e\eculou l.ulz Wl.Sim, mas depois da revn-
loc.lo evecoloii-se na Greee, depois na harreira de
Sainl-Jacques; hnj execula-se na pra^a da Ro-
quette.., iO rosto de Orsini tornou-se um pouen
rubro.
M. Slanilo, diiulnr em medicina: A lde
Janeiro, fui chamado para tratar om Ingle qn de-
elarou chamarse Tomaz Altsopp ; comprehen.ii qne
elle nao era Inglex, e a conversaban leve logar em
Frenen. Tinha elle na fonte dneita um pequea
ferida, qnasi do lamanhn de urna cesura de l.ncel-
la, e que linba deitado mullo sangue.
Prndenle : Como explicava tile ler rtcebido
esla ferida '.'
A leslemunha : Elle me di.se que linb-m des-
parado um tiro de pialla sobre a carroagem do im-
perador, e qoe tinbam respondido por Ires descargas
da qoal urna o linba ferido e que haviam partido da
escolla.
Orsini :A teslemnftha rlisss na formaran da
culpa escripia qoe a peda de langoe nbstroira-me
a visla.
A leslemunha : lie exacto.
Joan Balhey : Cocheiro da "nmp'nhia imperi-
al, da' coula da escorsSo que elle fea eom Orsini, a
I i de Janeiro.
.M. Uemarquav, ollicial de Da/. : A II eu es-
lava de servico na Opera ;entregaram-me urna Imn
ha e um revolver, que tinbam sido adiados oa ra
Ressini.
Presidente : Rtconhece a bomba e a pistola ".'
Sim.
Dioi. criado da Sala : Adiei um revolver na
ra l.e pelelier. a 19, a' meia noite menos um quar-
lo. ein urna sala do rrslaorante Broggi.
Presidente : Nao vio prender a pin dos acensa-
dos '.'
II. : Sim.
Presidente : Keconhece a pistola '.'
R. : Parece-me que be esla.
Presidente : Onde eslava ella collocada '.'
R .: >sobre urna praleleira.
Vresidenle : O homem que foi priso nao di-
rigi palavra eatratigeira
R. : Nao ei ; este bomerji conver'ava em
italiano ou era inglex eom um doa cheles da caso.
Presidente : Elle procurava eu amo '.'
K. : .Vi sei : pareca niiiiti, perlorbado.
Presidente : Gomes,, foi voaie quem collocou
a pistola sobre a praleleira '.'
R. : Sin.
M. Nicolel, defensor de Gomis : Peimaneciu
porvfliuitq Ipmpo neste eslado de perlurhaeao '.'
R.: Elleichegou na occasia do acontecimen-
to, a's oilo horas o meia.
Presdeme : Ooanlo lempo demorou.se !
R:Elle ficou sentado sobre uina cadeira dn-
rante hora e meia oo dua* !;oras.
Oumelle : A I i de Janeiro, a oilo hoias e qoa-
rtnla minulos, eu fui informado de qoe se Imha a-
cbado um revolver sobre a calcarla da ra itu>in.
Al amanhaa.
BbrAHTiqaO DA P0X.ICIA.
Dia i de maio.
Da parlicipieoes recibidas eomtl que foram
presos :
A jirdem do subdelegado da bregaeili de S. Amo-
nio. Roznido Jixdas Neves, pardo, tolleiro, idade
de alios, talbador de carne verde, analphahelo,
por furto em pesos ; o esrravo l.uiz, prelo, solteiro,
rriniilo, idada da -JO anuos, lalbadnr, por furto em
e'in e a escrava Mara, prela lolteira, crioula, i.la-
de de O anuos, [or ebria e descrdiira.
3
Foram presos :
A ordena do Si. l)r. chele de polica Carenan,
branco, solteiro, Sueco, i lade de anuos, manijo,
sabe ler o escever ; Sjobolm, branco, solteiro. Sue-
co, idade de :\> annos, manijo, sabe ler e escrever,
ambos a r-quisicao do raepaalva es nsul.
Pelo delegado do 1.' districlo, Bnzealo Ignacio,
branca, >. Heiro, Porloguez, idade de 'i 1 annos, nn-
rnjo, analphaheto, sim parle.
E peio subdelegado da fregueiia da S. Antonio,
Joaquim Jo*e Cesar, pardo, casado, idade fo annos,
analphabei.i, por biiga, e a escrava Severioa, prela,
.crioula, idade de 21 ennos, a requiic,Bo de seu
enbor.
Conl'ormp, o secretario
Huilln A. de Alan-ida.
Na NaaSa de boniem, ilepoi do expeliente, con-
linuou a assemblea provincial na discusao do pro-
jerlo de forc policial, orando anda os senhores Gas-
par da Menexes. Mauoel Cavalcanti, Theodoro e
Silva e Peixolo Dnarle.
Dada a hora, Geoa a discossao adiada, e o Sr. pre-
sidente ni trem para a ordem do dia de hoje, a pri-
meira diseusso dos projeclos ns. 0 e I, e conti-
nuacto da de bontem, e levautou a sesio. Erm
tres horas e meia da larde.
A le-lemunha reconbece o revolver collocaJo so-
bre a mesa.
ai. Onirequin, commissario d mtreadorias:M.
AlUnpp me enviado por M.Bernardo que me**pedia
Ihe foise til na compras que elle pretenda,fazer
na praca de Pars. Pastel algum tempo sem ver
M. Allsopp, que veio con) M. llndge. Una nova
caria de Bernardo me pedia que Itie conlinuaai-e os
mam b MU smeos. Bernardo, na sal caria, per-
tunlava-me se eu me encarregana da venda de ar-
mas de luxo. Eo respond a Uodge que neecssila-
va consallar a nimba freguezia.
Os meus fre^uezes responderam-me que qneriam
ver a amostras- Dei parle desla raaDOatl a Bernar-
do, que me envin doo caixOe* de pistolas, dous
das depois da carta de aviso. \a mesma larde,
Orsioi, quero dizer Allsopp, se apreseutoii em mi-
liba casa.
No dia segointe ou dahi a doos diaa, elle vollou e
perguoloo a minha mulber se ;u llana recebido
urna carta de Bernardo. No dia do allantado, elle
se apresenlou dua vezes em miuba casa. Eu nao
eslava prsenle, nao sabia o que elle quera.
Presidente :He lodo quanto sabe Y
R. :Creio que sim.
Presidenle :Vio Pieri ?
R. :Elle veio eom Orsini. Vollnn varias ve-
zes ; quera comprar, as pi-tolas enviadas por Ber-
nardo. Na ultima vez, elle acaheu por querer con-
duz-las. Minha mulber Ihe diiso que nao se con-
duzia um objsrlo de semetbaute valor sem dar o
nome e o endereco. Foi o que Pieri fez.
Presidente : lleruardo nao Ihe deu in-lnir-rr.es
paia o caso e-u que Allsop quizesse lomar as pis-
tolas ?
R. :Elle escreveu-me dizendo qoe nao me des-
fiesse das piallas, que pensava poder passa-las a
seu amigo Allsop.
Presidente : Tem relac.es intimas eom Ber-
nardo '!
R.:Sim.
Presdeme
mcttedoras.
nardo '.'
K.:Sim.
Presidente
As lias ralaeis ;ao mui compr-
la sabe qual he a siluaeo de lter-
Elle eicreveu-lhe nos lermos da
roainr inlunina.le ; recommenda-ll.e um homem que
he um conspirador ; llodge, e Al.sop, oulro cons-
pira lar. Nao eomprebendeu nnCa da cuinulia que
e passava em tomo da sua pessoa .*
R. :Sr. presidente...
Pres denle :Nao comprehendeu qne era urna as-
tocia ridicula para engaar a polica franceza '.'
R. : De maneira alguma
Presidente : Nao coioprphendeu qoe era orna
astucia grosaeira para armar hornens que nao ousa-
vam inlrodu/.ir eslas aunas em Franca ; nao adevi-
nbou nada ?
K. :Ivada, eo Ih'o joro.
Pre-deule :Enviam-lbe esla-i pislnbs para ven-
de-las, e as enlrega a Pieri, a ap-nas lira o seo di-
reilo de commis-flo ; nao \ nada nilo de sospeilo '.'
Sabe de quem aran eslas pis(ola ''
R. :Soub-o em Londres.
Presidenle :A quem pois pertenciam ellas
R. :A Bernardo.
O pnmeiro presidenle : Eu Ih'o repito, a soas re-
lacfies sao mu compromeliedoras: lenha roldado.
Ir oolras leslemonbas anda s.lo oovidas, e a
audiencia be adiada para o da sei.uinle as 1(1 horas.
(Conl de que se eocarrpgara. Souxa l.ima.
Cabla assim ao governo lomar as medidas neces- Ricardo Romualdo da Silva
sana para elevar o cambio de '2' a 27, e o que Souza llueiroz.......
nao admillein a sua Iniertereftrta, ou dzem qoe l.uiz de Oupiro/......
n.io e-la em suas man- el- trababa de Siaypbo, de- Doarle............
veriam ler romer;ado por fazer revogar a le a que Seaxa Tevares........
temos alludlo. Moreira............
Vemos pois que ao governo corria a obrigacao que Jacinllni..........,
lomoo a si, e que a coDlprie em orcasiao muilo a- Ferreira ..........
propriada, e do modo o mclbor pos-vel. Joao Nepomoceno......
Nao se pode deieonnecer que as operaees ence- Francisco das Cbagas.
ladas para elevar o cambio seriam Irabalho de Sis\-
pho, se as circnmslanrias as contraiiassem. Dar-se-
hia a repetirn do que arnuleceu anleriormenle a
alidi-aeao du Sr. D. Pedro I, quandu indos os roa-
najos para eltvar o cambio prosaram ser iou-
lei.
E por que o provaram, senao porque as cansas da
baixa eram permanentes ? lloje a causa he transito-
ria, e leude a dctappareeer em breve lempo, de
sorlo que a mnMAa do governo reduz-se a apressar
este desidertum.
Naquella api ea anterior a 1S1II conenrriam para
a baixa do cambio as so-moles poderossimas cau-
ca :
Circulacao fidociaria uper-or nocessidades
lo niercado. e eom valor real muito abaixo do no-
minal pela cirrumstanna do deseredito do Banco,
que emiltia olas alm de snas forcas.
Necessidades do thesnoro. sujeuo a snpprirsens
gratules delicit-aimuaes eom empresliinos do Hin-
co, que rh'vl realisava em olas j daeacradlladae, as
quaes e-la novas emisses laziam anda haixar mais
de valor.
Prodnoi-ao inferior i necp c.lo e retorno*, que, elido iosaftlclentef, faziam re-
tirar os inelaes a baixar o rambiu.
Nr... a Imiri pois qne lelo, us e-foreos p:.ra elevar
0 caii.nio fossein entao sem fructo ; oa reme I ios
aproveilaveis serian) os heroicos de que nao se lan-
eou, ni ni talvez se padll Uncir mao.
Na actualidade a baixa docambiu lie o resultado
de orna pre-sSo temporaria e extraordinaria, can-
sada pela erise eommereial, o Onda ella, deve su-
bir o cambio a' tasa aulerinr a' crise, em virluJe
das caosas que entao produxiram esle pbeno-
meno.
O cam'iio eslava .icima de ^7 anle da cri-e pe-
las segolules raieei.
Pnmeira.Porque a rednceao da somma circu-
anle em notas do Ihesouro, a menos da que o m*s-
mo lbeouro recebe annoalmrnle. as atredilava e
conairvava o valor correspondente a 15 por oitava
de nnrn.
Segunda, porqno alm da fi lelidade rom qu o
governo imperial tem comprido os sn-is promeea
de iiao faxer nova emissoe, havia a certeza de que
leudo saldos superiores as suas dcpezas, nao preci-
sava recorrer aos meio de crdito que diminuis-
sem o valor de seos lili.los fiduciarios.
Terceira. porque augmentada a prodcelo e ex-
porlaea i, nao era preciso exportar melaes preciosos
par completar o relorno em generes..
Deslas causas, como principaes, e de ontras me-
nos importantes, resellara que o cambio linba subi-
do alem da lata em que o pretender filar o novo
padi.in monetario de 1846, e assim so consrvalo
por 11 anuos.
Eslas causas, qoe desmerecern) de vigor durante
a forea da crise. sulisidrrn e lendem e comecam a
reslabelecer-se.
A .omina em olas c:rculantes diminoe lodoso
diaa eom as perdas a que est sujeila a moeda pa-
pel.
A situarlo do Ihesouro, loriga de ler peiorado,
melhora de dia em dia, e a soloeao pacifica das ques-
Ides do Prala veio diminuir os seus encargos.
A produeao do pail Da lein minorarlo, e as exis-
tsncias de producios nos mercados do impeno aug-
mentan) diariamente, como se observa no desta
corte.
O cambio lem pois V subir por si mesmo desde
que se reslahelecer lias praras da Europa a confian-
{a as forea do nos iiossos proiiocliis liverem faril venda e nielbor prp<;o
na Eiin i, como vo leudo, e mais lerao amia eom
a iberlora dos portal do Nert*, obstraldoa pelos --
los do luveruo ; e de-de que a venda dos cals ues-
te mercado do Rio for em maior quanltdade, como
1 vai sendo desde o da 6 do crranle, lia um mex
I leria o mercado 10 a 560,000 ssceas de cafc.e no dia
i (i de abril a existencia diste genero regulou
150.000 saccas.
ludas eslas circumstancias necessarias para a su-
| hida do cambio pode calcularo rom fundamento
i que se realisem dentro oe um, e quandu muilo de
dous meres ; e pois ueale periodo rievia o ranibiu
subir ao seu nivel de 27, ou s aproximar delle.
.\creceiii-sp a mlluenria de o,.eracei que len-
| dem a por a' di-po-icao da prse do Rio de Jaiie.ro
I ein Londres aomina avallada em melaes,e oulras me-
nores a di.posic.ao das da Italua, Pernambucu e >.
Paulo, o que lomara' diipensavel por mezes a re-
messa de provi-ao para os saques, e ser-llie-ha mais
urna poderossima razAo para a prxima subida do
cambio.
O que fez pois o Sr. Seus Franco senao procurar
aprensar uin melhorameiiru que d.si.1 vir dentro de
pouco lempo '! Feto, poique a le Ih'o incumba, e
porque ... mais subidos inleresse ilo E-lado o exig-
an) ; pois que o cambio a 2:1, oo a menos a que ia
descerni, era de sumnio inconveniente para o Ihe-
souro r para o paiz.
Para o Ihesouro, porqne diminnis o valor real das
sommas pereebida na cohranca das imposicxs, ao
pa.su que os contratos se Ihe loruasam mais onero-
sos ; por se ver ohri^arlo a augmei>l,r os venciinen-
los dos empregados pi,tilicos na razan da ilescda do
cambio ; e porque a retirada dos melaes dus iios-os
mercados la trazendo serios embaraeos as Irnosicces
vencidas.
I'aia o paz, porque, alm dpsias raz's, lendia
a desacredila-lo no inlerior, i fazer retirar os capi-
laes corn reccio de mainres perdas, e a dillicullar as
Iransarsje pela inslabilidide dos clculos paraos
retorno,.
Con,egoinlemente as operacfs sobre o canibio
eram iudiapeosavels, atada me-mo quandu na appa-
rencia poiiessem Ira/er alguma perda au Ihesouro.
E diiemos na ippirenrli porque a perla piolilema-
lica, quan.lo vies,e a reali-ar--?, s.ria compen-.i la
pelos gai.liaes reaes que o paz e o Ihesouro ublcm
con I elcvaeio da cambio.
Conseguiiicinenle a conducta do Sr. ministro da
faseada lu digna de elogios, e ni pode ser censurada
ou por quem a nao cumprebeiide, ou por opposicao
svslemaiica.
Total.
9
!l n
i .
:t
:i
:i o
2 a
2
2 r.
2 i.
1 o
S7 bois
seria alleoc.a'o, que merece, esse fruclo primoroso da
si ti) dos Inzeiros mais imporlanles da nussa Faeuldade !
de Direilu,.e qne recompeiisandu .les llmenle Ira-
^Xt^mtmf us i>c*o
PRAGA DO BECIFE !" DE MAIO AS
3 HORAS UA TARDE.
Colares ofilciae.
cscont') de letras10 12 0|0 ao anno.
Fred. Robilliard. presidente.
P. Ilorges, secretarle
relacries particulares dos hornens entre si, delermi
na o esla,l> da- paasoai, quallfiea as condignas do na- I mas heoridissieal trela
cinnal ou e-lran-eiro, marca a inator e menor idade, gluria para o paiz.
es direiios e devere do palii.i poder e dos lilbos, as
formas eeirpil-is do casamento, as regras da ucces-
sjo, e oulros relajn pessoaes dos particulares eu-
Ire si.
Determina a rondices da acqus:cao, prnprieda-
de, bozo, e Iransmiangodii causas, das parlilliae, hy-
poilieea-, e servide, para qoe os inleiesses mdivi-
doae tenham garanta certas e litas.
Emlim. i la.-ilica regula s diversas obrigaces
civis, as convencaos, sseeiie.uei pirlleolire doslo-
divldoo, allendendi) aos seus inleresses, e prulegen-
do suas liberdadea, a dirpios Balaran.
Pela diversa funcees que, como acabamos de
er, o Direilo Civil lein de preencher na sociedade,
be evidente a soa impurlaucia, e quanlo deve elle
ciirienrrer para o progresso e bem estar dos ci-
liada..-.
Ora, se a-sim 1)0. niio podemos deixar do fa/er
especial mene.io da segunda e lirc.ia das I ii.liluiciie-
dp Huello Civil Braiilelra do Sr. r, Luurenco Tn-
so'-de Loureirn, que furmam um bello contingente,
que be nconleslavclnenta orna pe.lra imprtanla
eom qoe o Utaslredo proeasor de direito acaba de
cuncorrer para o edificio da civilisac.lo.
Can elleilo esia obra elementar pra uso das esco-
la de Direilo do imperio, acommodadn a Inlalli-
gencia dos principiantes, e de fcil compreliensao
para todos, quanlos qoizerem percorre-la ruin um
lance de vista, he um rico thesnoro, que veio eerla-
nienle realear e enriquecer a jurisprudencia bra-
sileira.
is bsll os lia proficuo-, dar' incentiva a que oulros le Navio
- enlreguein, como o Sr. Dr. Loure-ro, a* improba, Munda2| das, 1
de procurar utilidad* *
O Ju-liceiro.
&J
ios enlrados no dia G.
hiato nacional nCorreo do Norte,
de ;17 toneladas, capilo Joo Aniones da SOveir,
qoipag-m 5, carg iio aaeoaa rom fa*luha de
mandioca, a C. C. da Costa Moreira. Perlenca a
l'ernamboeo.
MaranhaoIS dis, hrigue escuna nacional oGn-
ciosan, de 218 toneladas, capujo Jlo Jos de Sou-
za, equipagem 11, carga farinha de mandioca e
arroz, a Almeida Gome. AlvasA C. Pertence ao
Meranhao. Paatgciro Mana Claodioa de|Jso
Lima 2 filtini,
liaranhio23 .lis, brigoe escuna nieional nLaorau,
de Ir. toneladas, capilo Jos Psreira Ribeiro,
eqmpsgem 3, carga- fannha de nandioca arroz,
-_ i a Jote B, da Fonseca Joniur. Ptrlence ao Ma-
i\OVO jOxllIls*0 CIG l'a'ahibaJdias. Iiiale n-ioual "Flor do Brasil,
le 28 I o-la ui, capilSo Joao Francisco Marlins,

Pernanbuco.
O Banr-o desronta a 10 por cento, na pr-
senle semana, e torna ilinheiro pelo premio
e prazo .jue se conveneonar.
CAMBIOS
Sobre Londres, 25 llji d. por I? a 90 d v.
e Paris, MSO rs. por fr.
a Lisboa, 105 a 110 por cento de premio,
(lesronloile leltras, lo a 12 por ceulo.
nojooo
3I900D 32OO0
CABRFAK1NIIAAGUA.
Imposto ou laxas subre os gneros de primaira
naceatideda.
Comprrhendemos dehaixo desla denonvuarao,
nem so os objerlos indispensavais vida, mas anda
diverso oulros objeclos llidlspeii'aven I vida, mas
anida diverso oulro de que o pi.vo gola de fazer
uso, ou em cou-equencia de longo habito, ou por
cansa do algumas rircumslancias dimatericas.
.Mas,nao cbsleiile estes uso un ccslumes que cons-
lilueni a nicessidade de encarai inos cerlos e variados
objeclos como indispensaieis ao gozo d vida, com-
pre dislin-uir d'enlre elle os que sao por sua na-
lureza necasiarloi a alimentaiau, bem como a cune.
a farinha e agua.
A falta dos dous primeiros, constiloe a roaior ca-
lamidade que soflre re-igoado o noss> povo. Seria
injosiiea e al mesmo impoltica nao remedia-lo
d'esle precario etlado de coosas, applicndo-se-lbe
proinpto e ellicaz remed.
lie oulrina crrenle, que nada condnz a desmo-
rali-aeao .luin povo. como seja a miseria ; a nes-
moralisaeao he o mais penslo flagello. o iniroigo
ina-^s Icnivel que os govemos lenhain a lemer.
Estas coiisi.l-r-cries san por si nie-ma- ,la mais su-
bida importancia; pornmsao anda corroborada por
oulras eunsideraciies fioaaceira que Ihe eslo ao-
oeai,
. as cifras de que se compoem onrcamenlo pro-
P i viucial, contam-se cenleiares de cuiilos de rei, pro
venientes de subsidio ou dizimo do gado em p, e do
imposto para consumo di carnes verdes, cum di-
versas danoninacAnprovincial e municipal.
0 imposto sobre os gneros de pnmeira necess-
.la,le, pelo menos sobre aquelles que ao pmdozi-
dos pelo nossu lo, tere para a agncullura e para a
Industria os mais grave inconveniente*.
lie sabido qoe a moni de um povo lein por prin-
cipio a aceita do clima em que vive, e a influencia
.1" leo rgimen liar iloil.
1 -anmenle se pode conhecer eom evidencia a
exaclido d'esla doulrina, pundo-se em parallelo a
algumas nenies cuja ni. lo he diamelralmtiile op-
posu a nossa.
Ser-nos-hia ocio,o demcnslrar que por mais a-
buudaiiria que exsla no increado de Inda e qualquer
e-pecie de cereaes, I ..lia..... a nossa familia, exista o
de-coiiicutameiili., apparece a fume, e eom ella a
penuria ; ella exerce lodernsa influencia sobre o
bem estar da nossa popularao, ella conslilue o pao
quulidano, sua falla ou escaisez, caua incalcula-
vel damnu a anuda e a moral do povo.
Seu uso be da mais remota anliguidade ; desde o
lempo da nussa epparigao como cob nia porlugueza,
e pul convem senil o allvia-la de tuda e qualqoei
laxa, que por ventora estoja sujeila, propor premios
de aniuacao aos cullivadures, que apremiaran uu
mercados maior porcau de alqueires, isenlando seu
transpone de todo unos do pedagio oubsrreira.
Os effeilos d'alla do nanear, coaliiboio mais qoe
minio a inlluir de um modo funeslo na cultura da
mandioca ; compre neulr.ilisa-lo, por lodo e qual-
quer modo, embora este benelicu resultado nao se-
ja lie men.elilo.
Tu.lo boje coucorre pra se inslsrpilaexeeur.au
d'esle nico aliilre bem como avahar, oa fuer de-
I 0 (inusado jorisconsullo porlognex Pasrhoal
Jos de Mello Frer* mi o Dr. Looreira no princi-
pio do ollerecimenio, que faz de sua obra a S. M.
Imperial; lendo sido o primaira que a casia de in-
sano Irabalho redozo .ystema regular, e expoz em
su exrellenl obra losliluliun Junt Civil Lo-
silla), eom illoBlrada critica, e adnuravel ordem,
clareza, e preci-ao, a immenso lahynniho da legs-
lac3o pnriu,-ue/a, nao dtixar em lempo nenlium d
tr considerado e respeilado romo o fon.larl.ir da ju-
risprudencia brasileira, conforme a linhl sido da ju-
n-prudenea porlugueza nos fin do seeulo pa-sado ;
por qoanlo anda Ihe con! e a gloria, mullos anuos
depois de sua unirle, do ser adoptada a -u, dita ex-
celleule obra para o eusino do Direilo Civil nos cur-
ios de s-iuicias jurdicas e sociaei das cidade de
Olinda e S. Paulo.
a E-a obra poim, anda que exeellente e desani-
ma uiilHade nos lempos, que se spguirain de perlo
a sua publicado, ja nao tintn nessa posa para tan
grandioso e Uto imporlanle liui o alio merecimenlo,
que anteriormente liana lido, Muilas dus suas dou-
Innas, appropnada9 a ndole da monarclna absnlola
daquelle- tempus, estavam e.-n opposicao eom os prin-
cipio- ctrdoaes da monarebia consiilucio-ial repraen-
laliva, qua n Brasil adoplara, quaudo seelavara ca-
Ihegoria de na^ao livie e independenle ; e mullas
oulras, anda em manir numero, linliam sido oo in-
(eirameiile, ou mais oo menos aderarlas por leis pos-
teriores, urnas porluguexas e oolras propiiamenle
bra-Heiras. Era por lano manifesla a urijeule ne-
ceiriJade de urna nova obra para o ensiuo do Di-
reilo Civil Braaileiru.il
Da simples liposifjlo, que, neste Irecho faz o Sr.
Dr. Loureiro dos mi.lisos que loinaram urge lile e de
absoluta necessidade a puhlicaeu de sua .nslilui-
ees ile Dneilo Civil, v-se clara e perfeilamente
que a reforma que acaba de ser operada em um dos
ramos mais imprtanles das sciencias jurdicas, que
e-se pai-o para o progresso, que, como se sabe, ,e re-
vela principalmente pela legislarlo e arlianlameiilo
as sciencia, acaba de er dado de una maneira ad-
nuravel pelo ili-liurlu Sr. Dr. I.ourencu Trigo de
Lnuieiro, que por esse modo conquislou inconlesia-
velmenle as homeuageiis e os repcilo dos sabios e
de seo cuncidaiiaos.
U Sr. Dr. Looreirn he para a joriiprodencia hra-
sileira, o qu o jorisconsullo povlugnoi Pasehuat Jo-
Ol'BO(Incas bespaiiholas.
Ditas menearas......
Peca .'p 69(00. .
Muedas de '.IJOllO .
Ditas de 205 .
P11A IA.Patace brasileiros.
Dilo eoTumnarias.
Ditos mexicanos .
Caixa Filinl do Banco do
Brasil em Pernnmboco
EH3 DE MAIO DE 1858.
Directores da semana us senhores:
Manoel Gon^Wea da Silva, eJos Pereira
Viainia.
A caisa descoot letras a 10 por cento ao
anuo, e reci'l)ij Jinheiro a premio de con-
formidade coui os seus estatutos.
equipagem i, carga loros /e mngoe, a Jolino da
Silva Boa-Villa, Perlence a Parnamburo.
Rio de JaneiroIH das, hngoe braiileiro nl.iberalu.
de 207 toneladas, capillo Joaquim Cardoso, equi-
pasen) II, carca farinha de mandioca e mais ge-
narns, a M'ouel Bailo de Abrea Lima. Perlance
ao Rio de I uieiro.
i BabiaI.) dia. barca iiiileta nRichmondn, de 551
toneladas, capiaoF. Atlimead, equipsgem 14, im
Taslra. a C. J. Aillev & C. Pertence a Liver-
pool.
Navios sahiHos no mesmo dia.
Liverpool por Macoi Barca ingleza .Joho Mar-
in, capitio R iberio Blaer, em lastro da al-
inear.
7>KJ0 I8JO00 BahaBrine injler..AValler Uaine, capUSo Chir-
'.IjUOH l Kiehardaaa, crg bacatho.
2HC")O0 GenovaBngue sueco Maimn, capilSo O. E. Jdn-
- I 25100 eber. carga i.-u-ar.
iCOSil 2jl00 FalmniithEsctHl dinamarqaeza eA Eser, capiUo
II. .Malher, carga assucar.
Aracatjlliale nacional nCam6esn, capifilo Marti
nho Gome da silv. carg fazendas e mais gene-
ro. Pasaaceirn Jos Fernandes Kois.
lMK)
5? $
AI.FANDEGA.
Rendimento do da I a .
dem do nia (i ..... .
09:100*14:1
'.l:tii:iB*tSt
Ii'.l:ll|;l5.i2
Dcscarregam hoja 7 de main.
Galera Inajosa! ler un. memercaduras.
I), i.ue ingle/.Cvmbelinebacalhso.
Bngue brisileiroTros Amigosdiversos gneros.
MUVUIBNIO DA ALFANUEGA.
Volomes aalradoi ion faien a 8
a a eom genero .... i 1 >
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l'ioco I Fabreuheil
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' Jornal do Commercio do Riu )
PBmAJKBca.
AGiftJi VLS
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Sevicias.I,eiiihr.imos acprla >*nl,nrn mnrivdnra
em uira cidj.d que nSo he a da Hecif* e nt-ni lila
pouco de ('IiimIh, que de\e limiUr t>- (> rl.,f, r,i--
tsot que f? 11 11 rrrtva-. O effiirilo nenie seinelhaiitfl elnui-iia ; li >h educaran, nao
n-s cninia, que enine uin StMbvfl .1 manejar nm
ctiicole, e por liin teflMM le* que, ni falla dos spii-
liuteiilus de liuHiiiMitiu.li', repriinein as stvin.H quo
t CU Mello Frirfl havia sido para a juri poru_'if/;i ; rome esle, jainsifl deit^ia de *er consi-
derado e repellado romo 11 lundadur da jurispruden-
cia brafilaira proprian^nlfl dita.
Se Paschoal Jet rfe Mello Freir re-iuzio ayile-
m n-uu-r, o e\po/ em *ua eicellenle obra Inslt-
(ulmnes Juris ClVtli Lu-iilam n immeixo laliyrin-
Iho da legiilacjHQ porlugueza ; o Sr. Dr. Kooreiro,
\pondp o aprevenanlo cum clarera e precisa o em
uai Inlilaire de Direito Ovil Ittaule.ro, a Irsit-
lai;ao patria, o* principios e dnolrmas Qp pS mai
conaenlrineas rom a muuarchta reprcteiilaliva e n-
dole do povo bramleiro, em ntH alizuma licou a
quem dodislinctu junscoiiuUo purlusuez.
L-e hvro precioi>, que bem pode chamar nm
livro fi'ouro, < prinvetro, que aaihawaofi il<<>*e eenr|
110 ltra>il, coulem a* doulnnas mau t>ita e eoofer-
mes eom a ra/flo, a jondea e o direilo. iNesla secun-
da e liu ;. i de I0M iiihliluire* o Sr. Dr. laoureiro
fulo se cinglo nicamente a opiniflo dos'antin* ju-
riCiiusullos, leve muila* \tzt de secuir u respeila-
vel e distinelo jurisconsulto porfufioexCoelho da
llocha,eeeriptor quo neela materia muilo nos tne-
receu semprede atlender e fun.lameuiar as sua
douirioas nos codiatoa dos poios culto*, eome d^
tranca, Prassiai Aaelni ele. ; sendu o eiiylo neeee
legenda edicAo mau claro e correcto, que na pri-
ineira, lorna-ee a obra por conequencia oe orna com-
prebeoale faeil e rapi-ta. principalmeule para aquel-
lei* a quem ella he destinada.
Lina rtas nece^sidades palpitantes da lociedadr-
br^^1!el^at e que ha eiicida irnptriosametite p*lo
uusso estado de civisacao, he a orgaDieafie de om
codico civil, fundado as solidas baeei da judies e
equidaJe, necessidade j prsvisla e reconhecida pelo
; 18 do arl. 171) do nosso paci fcndametilal.
Um escnplor muderuo, o Sr. Pimeula Bueno em
Mu obra de lueilo Publico liasileiro e aual>'*e a
con-lilui^o do imperio, fallando da necesii'iade da
conferc^o de um cdigo civil, como mais ama jra-
r.inlia ue seaoranca dos dueil s, diz muilo bem
que o livre e seguro eiercieto dos direilos civn
cunslitue a fehcidade prauca da sociedade, firma 1
ordem e a moial civil, be quem faz efleetivu, qeero
da inleira realidade a lodos os direilos em su;is rela-
Itppireeer de todo, e quuuto antes, a ta\a que pesa CftW iudividuae. Que porlauto deve haver um co-
obre o sadl
Devemo-nos lambrar qoe de lia bem pouco o ro-
verno supremo do imperio firmara por solemnes tra-
lados c.m a Ciiplalloa, por inlcrmedio do plejiipo-
lenciario d'esla repblica, o general Lamas, a hvre
entrada *'a carne de charque em os porlos do impe-
rio, mediante certas condi^es ; eiilreldiito que, mu
sobrecarre^anios coin pesados impostos aos nosos
criadures, causando asim eraves prejuizos, alm
dos que eslo exposlos em virtude de peiiodicae sec-
ea.
h-le impo-to causa ini".-.|l\elmente a roina, 00 es-
c itaea a prodocrilo, t-mbm nao Ihe applicarem
pruinplo remedio, \ira' a ser onueni de males incal-
culaveii; ncm sempie devenios conlar e menos an-
da e-|.pr.ir Ulere de oulras proriticias.
l\3o seren os lo everos, a re-peiln de oolro ob-
jeelo coinprehendido ti'esle artigo, quanlo a compra
d'agoia se bem que nos pareja que o governo pro-
vincial deveria dispor annuaimenle de urna -.ninma
para compra de apolices da companhia de Iteberi-
be, applicaiidn seus dividendos na sqoffc.ia de no-
vai aci-s. Cedo averiamos apparreer a poca em
qne se apoderando enverno ue lodos os cpiues da
empresa, oh*erta*iesgua para o coiisuido d'esla im-
porlanle cidade.
>.io ignoramos qoe o pobre, assim como o rico,
um oilenlarfl.) e no ce.i-'lem B,*SO> a cumpnr para coin asociedde.
mut o seremos mais o- dade que a industria e o ln
dae de aeneras, so serviran, para entar a n*o st
fossem poblieadee eiptii ver bisa, e coea a anigaala-
ra do seu autor. Ja se deiva ver qoe Ao dcniiai car-
ias que nos aos friismno-j em recebe-la, e niio a-
qaellas que nos pedem esclarecer de lacios que de-
RIO DEJANEII.O.
As operariU'S de camino, e o Sr. ministro I advertir a renos n
Tinhamo promellulo explicar as operr;.>ei ence-
la las peloSr. ministra la fazemta pata elevacSo rio
c.iinli'o, e sustentar -ua naScasiida le, escriba e rti-
reecjlo, fs-lo-liemos au-ura, i.-n lo re roaii para
rumprir ela |irnm-s-a, um rin.liwi, qoe be a 111-
iuia einson fela por espirito! pravaaitJos a S.
Exc.. ile que qner eriadaineine influir no cambio,
o que, dixem clles, nSo e-t- no pniler de pessua al*
gvmft.
Uembraremoi em pnmeira lagar ao ditrarinre
.1 .s medidn ininisisrines a dispait*Jlo doart, 2 da |
le de 11 de setembro de 1856. he-ondo esta lei,
leudo se rla.l.i .1 olla de uiirn 1 valor da ~. qoe '
equivnle .1 I -iiiiie Londres a :>7
nencepur mil ris, autiiri-nu--e o u.'verno para |
faier a eperacfiei de crdito indispeDSiveil pin
conservar aqoalle val.ir.
\- opern-oes l.> renlo neeesssriai pin conr- j
var h uilava de nur n valor da l~, un a que he o i
mismo, para conservar o raiob n 11 27, eslavam
porlanlo determinadas em I-i ainda >m vigor ; e
se a reiisur.-is lives.ein lunar, seriam cunta o I-
li lader de ISli, e nin coulra o Sr. Soaia
l-r/nr-ii.
I'.oni a excenrlri leal desla lei oque se sin foi n
preenetiiaienlo do sen fim, e que a cambio -o con-
si-rvuu pnr sele anuos qn .si lampra a piiurn mais
da 27pencapnr 1"-, eraras ve.-- aballo, nim e\-
cepc^lo de pule do anno >e 1818, pm r;i7.3o da "ra-
vissiiiM rrisi- enropa de enl.i ; f ^sle faclu justi-
fica plenainrnle n legiilador brasilero.
a-.mii ae volveram oannos de isiri e 1-" I, -
qu o Sr. Koilrisups Torres, hoje visrunde de llabo-
rahy, enlandando qoe o lim da Bta(ae do maio
i-irruante seria ui.-ll.nr preenebido coin a crearan
rio anen iin Brasil, lli'a commeltea alo cerlo poni
pela Ifi orgnica da Baoeo de .", de julho e dnelo
da :il de agosta, ambos de 1853.
Sa o-la nnsa med ia era vanlajoM nos lempo or-
dinarios.o resulUdo ino-irou qu. ;itlo menos nga fui
sullr.ro os imsvraveis escrasos. K a-trnTa-nos que
faelus desla onlem se dem eom oilenlaio e mi ce.i-
Iru di urna cidade. Yodaren... e seremos mais ex- | "e ""ade que a industria e o Irahalhu u'aquel-
plicitos, se coniiuuarema- l1agfllac,oes. |le eonst.iue teu onlco eapilal, mas nem por lase de
Se/am / ... 1.1 raordotnos, Como : v" *" """",* concerrer para supporlar os cnus do
meio de ptaviuir aboso, emndenlo dever laierIj-lae, qoe Ihe caranle oliera eitrcicio de soas
alo nos impartnnas- I t-*- Se poioin a clase pobre nao lem ilirril,.
em crin suas carias, mulla das quae inlriremenli- ; a "rlaniar para likjnM insenru ,do encaran pu
4eliluidas de fundamento e completamente reehen- !,l1"''"- "lloai joslica ha em f?er cun que ella ear-
iijo civil, coja redac^u melbudica, fcil.clara, pre-
cisa, pcsa ser bem eoit.piehen.1ida, nao somenle
pal i lecisla, mas qaanlo possi\el |ela ^eneralidaot-
nar-ionai. 11
Se a Ma arcrifceularmo, que no imir.enso cabos,
em que e acha nos-a lem-lacAo, n?--a vasla 1nu.11-
iia 1 de le-, llvars, decretos, resoluriies, avisus etc.
1.1.1 he fcil iuvesliaar a dispnir;oes. que enlre mis
vigurain. sando al um conlrasenso, uin perfeilo a-
naebronismo que a uciedarle lira-il-ira lenba ile re-
gular-se anda hoje em suas ielac,e civi por essas
caducas oideuaces piirlupueza* Oe ll.l a -11 t \-
n asauanles, quaudo pelo adiaiilamenio da eivilisa-
<;!.., que bu ni. mirado e transformado as lelare so
el... -. faz.se nnster di-posii;rs eivi acconimudada
a iialureza da nova siluacu da si.ciedade, se atten-
i-t-i 111..S a ludo islu e a nutras c n-iii i.ir.-e?, que Del
brevidade deisainus de apreseular, nao podemos d,-i-
ar de cenfessar, que be inderliiiavel e Keralmenle
enlida a iieces-i'ade de um codiuo cimI.
As insiilrii._es de direilo civil brasileiro do Sr.
Ilr. I.oureiro, anda por este ludo lio de maii'feala
iitilulade : be um p.i--o dad,., be om raeiu podeinso
de se poder fcilmente confeccionar oiu cdigo civil
coin as base, que a consliluirSo requer.
As materias ah acham-se elucidada deh.ivide
(...o- o aspeclu, bem colliadas, e litfada de modo
qoe forman) um lodo computo e lium>>eeiieu ; tu.io
quanlo diz respeilu as pessnas, s cuu-as, e abri-
gi i,u ^cba-e iiaiaio enm ordim, melbodo, clarez
e fonrisilu : pode-se pois, ilaodu-se-llie a furina con-
veniente, coi.seeuir e e I..ki se cum a obra do Sr
Dr. I.ooieiro, um cdigo civil que curiesp.nida 11
regoe n.ais do que a sua parle, be u que acontece
ii'leh/metite quasi sempre, quandu se (rata uu de
r.crnianu-iilo, ou de destacar a guarda naeioail,
Quanlo a no, laes factos nao meiio ii.llni ni para
an-riina n.olivada de bracos na lav Irada
em ser publicados, ese krnam preveitoso. Al- a*"le he que d ordinario e*iupregi n culiu-
- i.-iu porem lenMlido p.ra si ^quiio que a onlrem f* niendloea, milho, leijlo, lcete,
olleriamos,'nbarquiuu-nos no da .'> do correnta rom SolHa esle < oolros pontos, rli.maiiios a lio
a soa carta em que denunciando a venda de garepa ,,,et> doi aelnaei legislideres da previnci
piel ia no heceu deni-miiiadolo lu. 1 10 nos ac-
r-u-a l.li/endu que se nio queremos Iralar aC'.ra
. .. I".' be por que ja livemaa ligan empenlm
lalPORTACAO.
Vapoc ngleiTyne, procedente da Kurop,
mantl'estou o se;:tiinto :
I eaixa relogtcs : a Augusto Osar de
Abreo.
2 ditas joias ; a flalie ScluimoUau & C.
lilil ditas. 1 dita e 1 embrulho amos-
tris ; a Timni Moimen c> Vinassa.
i 'lita joias, e lattl bichas ; a Isaac, Cu-
rio i\ i;
1 dita ditas ; a V Sauvage&C.
1 iliti nlogios ; 1 KJuardo C. de Oliveira.
1 dita ditos, e 1 euibrulho amostras; a
Saunders, Brotbers 1 -
Jo barra oaoieiga, Clisas queijos, di-
prusuntos ; a v Iteid.
1 caixa amostras ; a James Crahttree t\, C
t dita c I embrulho amostras ; a llenry
Gibson
1 tina liiclias ; a Mr. Falque-
3 barns vinhu ; a Mr. Nash.
19 caixas chapeos, I emhrnlho amostras ;
a un!.-ii .
5 lilas teeiilos de algod.lo, e 3 ditis amos-
tras ; a Southall, M'llors^ :.
I finlirulno amostras ; a C. J. Astley & C,
1 1 > 11 ditas ; a Gnilherme, Carvalho ,\ C.
I una ditas ; n M. J. no l>araizo.
1 dita bulas ; r. Oclaviano de Souza Franca.
1 voluma amostraa ; a Parete Viauna.
1 1 :i.I 1 ni'ii. ditas ; a l'aton Nash \ C.
1 dito ditas ; a Fox Brothers A '..
1 dito ditas; Hostion, Itooker & C.
1 dito peridicos a II. Iluch.
1 *oluma ditos : a A. M. C. Soares.
3 i-mlirulhos impressos j a Adamson Ilo-
v.ie 6: C.
4 dito.; ami slras ; a II, Brnnn {( C.
1 oaix nha ditas ; a Demesse Leclere i\ C.
'i caixinbsi amostras, 1 dita obras ue me-
tal, e 1 caixa roupa feita; a l.uiz Antonio
siqui ira.
I eiuliiulho livros; a direcc.lo da Banco
do Brasil.
1 dilo papis; a Bastos ,\ Lemos.
1 oaiziDba amostras i. r.ardoso Ayres.
ti (lilas ditas; a J. KellCr A.- C
t (lita dilas ; a CU. llore!.
I dita dilas ; a Monteiroe.- Lopes.
I eaixa ditas ; a Burle & Souza.
1 dita ditas ; a F-.idel, Hinto i\ C.
1 dita diobeiro ; a Ignacio de Medeiros
Reg.
4 barra vioho ; a r. Cox.
1 dito dito ; a Scott Wilson C
1 caix.i aoioslns ; a Almuid-i (lomes Al-
ves e c
I .'-ila dilas; a .los Antonio Moreira Dias.
i dita ditas ; a Barroca i\ Castro.
I dita ditas ; a >. (I. Bieher ,\ C.
I dita obras de metal a J. F. Wood.
3 ditas papel ; a J Ilusin.
1 dita amostras ; a \V Pliilipe.
3 ditas queijos ; a W. 1 C da Fonte.
1 volnme papis ; a Whately Forster & ('..
Brtgue nacionel iTrsi Amicos.o viudu do Itu de
Janeiro, cansicnado ; a Antonio Lui de Oliveira
Aleve'o; mamfcsiuu o seguinle :
SO barr e I.Mi meio maoleiga ; J. P. K. de
-Ou/a.
lito pipi s 307 biiriraa vasias, WH)caisa fugo da
china ll ditas cauuella,-2J() sacco ;irroz,rjl> dilos mi-
lho, 'Jllll dilo e 2> b.incas farinbt de mandioca, I
dito cale, DO ilii-s hanlm de horco ; a ordem.
BrlRaa nieieoal sLaera.s nudo da Baha, consig-
nada a Antonio Luu de Olivrir Aievedo, rnanifei-
lou o seuoinle :
150 bairicas gsoibra, "iSi saceos milhe, i dilo
colla, ill) ditos familia de mandioca, 1 faisn cha-
pciis ue I-Uro, s dius e Mal camuhas calalo,
Olllm. Sr. inspector da Ihesouraria
provincial, em curn. rmenlo da resolnclio
da junla da fazenda, manda fazer publico,
que no dia '27 de maio prximo vindouro,
; 1 r. 11.1 a mesma junta, se ha de arrematar
a quem por menos lizer as impressfles dos
Iraballios das repartices provinciaes, ava-
hados em 3:30ib por anno,
A arromalac/io sera feita por tempo de
um anno, a contar do i. de juluo do corren-
te anno, a 30 de junho de 185.
As pessoas que se propnzerem a esta arre-
matadlo comparecam na sala das sesses da
mesiiia junta no da cima indicado, pelo
oieio dia, competentemente habilitadas.
K para constar se niandou aflixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da ihesouraria provincial de
Pcrnambuco 34 de abril de 1858,O secre-
tario,
A. F. da AnnunciacSo.
O lliiu. Sr. inspector da Ihesouraria
provincial, em cumprimento da resoluco
da junta da fazenla, manda fazer publico,
que no dia 27 de maio prximo vindouro,
peranle a mesma junla se ba de arrematar
a quem por menos fizer o servic.0 dacapa-
tazia do algodao do consulado provincial,
avaludu animalmente em '2:4740 rs.
A arrematadlo sera feita por lempo de .'i
annos, a contar do I" de julho do correte
anno, a 30 de junho de 1861.
as pessoas que so propozerem a esta arre-
Tsl m;."io comparecam 11 sal das sessOes da
mesma junla no dia cima indicado, pelo
meio dia compctentcmcnle habilitadas.
I. para constir se man uu aUixar o pr-
seme o publicar dlo Diario.
Secretaria da ihesouraria provincial de
Pernamtraco '2i de abril de 1858.O secre-
tario,
A. F. da Anu'jnciac3o.
- O H'm. Sr. inspector da thesourari
prov""'al, em cumprimenlo da ordem do
lix presidente da provincia, manda
fazi ilico, que no dia 0 demalopro-
linu, ..douru, permita a junta da fazenda
da mesma ihesouraria, se ha de arrematar
a quem por menos lizer a obra do 4 lauco
da estrada do sul, avahada em 18:500> rs.
A arrematacSo sera feila na forma d* lei
provincial n. ;i3 de 15 de maio de 1854 e
sol) as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
reniataco comparecam na sala das sesses
da mesma junta no dia cima declarado,
pelo meio dia, competentemente habilita-
das.
K para constar se mandn afiliar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da ihesouraria provincial de
l'emambuco 24 de abril de 1858. 0 secre-
tario,
A. F. da AnnunciacSo.
necetiiidadei .is visi,is ,ia. relscei plisada.
!\.1o sumos iiiieirameule da opinio daquell-s, qoe ( 1-'-' fardos fumo ; a ordem.
eul-n lem, que a confecciio do uos-o cdigo civil deve | cauoli cbarub ; a Domingo M. Alves.
er modelado pelo codillo da lr.nc,a, dvAutlsi.i ou ; E-cuna nacional nlleduwiii'si. viuda do Kio de
de onlra qoalquer na;lo civlhsida, ao quaes tero I Jaeajiro, consfgnada a Amento da Almsida Comes
duvnla prrferinius da al^moa torla as vilha orde- I Ale i\ C. ; Banlfeslou a legolals :
650 saeens fariubi da nmidiuca, "iO ditos feijAo,
-illOdili miiho ; a ordem.
lliale nacional *C*rreio da Norle,a viudo de Mao-
ii,.,...-ii. Pailogal ; porqnanloaindi que isjamos
os |.i 111..111.-.1 recoiibe^er a excedencia do endino de
.Na[ol>;lo ou mesmo do cdigo de Iranci-cn I. eom
ludo lie lamben inoegaval, quedouiiin.sha uasins- dau', eensigoado a C. C. da Cosa Moreira
liluisoes do direilo au deve haver recriu deque se'pertain alguns reiru, e mrsino di'p.is i.ue- na,uiilena(o' Filippinn, 4oU arco familia de mandioca ; a ordem.
conlo de ris da pagina do orcaaaealo provincial 1 loe j-mai deven) denerde ser apreveilaaai, pria- COfiSUlADO GEHAL.
sdoplando-sa is medidas proposlai; nao fallarflo | eipalmeale e refleclirmo que o Brasil, hiveado | BaadTmailla do dia 1 a 5 ; 14:6243660
para Dos fases catar : Ante de ledo dsvenos asse- I m""s Pra es substituir: lie nistei iirimeiroque lodu pt-rlencido cu leudo fulo paile de Potlagal, f.ilau-
gnrar a e-s,i pessoj, a quem nilu lem..- a lu nra de 'e,"M eonvieejo de urna cosa, e vm a sr, qoe de
conbecer, e a Iodos geialmenle, que lc luje mu- ''''"' iniroigo que ameacam urna sociedade qu-1-
quei, di iiiiii formidaveil su :a fume, a iiiisena
e a cerrapeS.0assim peina
.V. 1. /.
um compri mi-so lomo* ptra eom pesoa sluuma
que no- 1 os-.i la/fr eslir, e para o que desafiamos a
iliii'iu quer que se aprsenle pata uo* conlealar. Se
pois nilu nos liaviamus anioveiUr di -ua ni liria acar-
ea da eilileocia deesa depo*ilo de garapa, be por
ja havrrmus delle nos nrcupadn. e nao sar e-I um
objsrli) a que nos devanis circum-crever, ine-uin
por que, c mo bem u ilisse ein sua mencionada car-
ia, tem direito de pelicau para a cmara, a quem
Mu incumbe por parle doi mil agentes liseaei,
ruar ubsoivar lis -Ua postura.
.ijHitiaiiieiito. Cnniiiiiiam ns sjanlimenlo lo e progiesso que vilo lendu no Brasil as ciencias
de preloa escraves pelas tabernas, para nao ai fiz- jurdica, o nosso espirito se eleva e aa exalla eom
rain alaridos que limito incommoda a vizinnanei, tula a forra do enihuoasmo, contemplando o romo
:s-2iinrla edii,,ln das Inilllni^des de Direilo Civil
Brasileiro, pelo ur. Lonrenca 'luco de l.oure ru.
lenle da I.' cadeira do i. anuo da Ficoldads de
Direilo dn It-cil, e advosado nos aujiclono da
iiii---iii.i cidade, I
tju.-tii lo rclliclimrsseriaminle no disinvolvimeu-
qoe divisando ee bello futuro, cada vet niais h.....
iero, que aauaida a nos-a rlia.a p lu.
A acleueial sociaes, as que de-perlam es
corno paia .tcporein de seus senhores, e ser isso ap-
plaudido pelos laberneiros, muitos no qoacs couhe-
i-i'.nos no, que alu proniovem a diKttlsao, Seuhcre
liscaes, eteculem poslula monieipal m parle que!llc ordun, de morahdade, de progtesoo.de boa orgo-
dil respaila i vraeriai, aba eoidadi s etc. e us ambo- nisaeo do poderes, de formas ne governo a que
res obdelegido aa parle que diz raspeito s suas proemara mostrar barmonla dai lea |srevidseiai,
allribui.-ii.-. que reten) a sociedade, eipondo e eiplieando os pbe-
Prefinir o mal anlet que elle pparera. nomeaos da produejao, dislnboicao t consumo da
Cbamamo a alienc.'io -lu ?ir. aundaleg-ido ila fregoe* riqueza social, ele, mo san smenle aj que concor-
lia de Santo Antonio para que nao cuiisinla que o run para o bem c-lar e felicida.ie social Al K eii-
suflii unte no da crise por que oassur ,' m*u,mu *ao [l'"[ur "' I""1" ,u '" X,va "<""> n" i.....*"- quecomprchendem osdivei-os ramos
-.-.. conilanlemeola seobserva, quer seja de piare vasia, da leaistacao, qu,- r.ur.laui us diteilort, nlerestes e
qaer chais, afim de evitar que alguem se a3o afo- relatOes eivi, eomoiereiaei a ineamo penaesdoho- goea divltaogeralmenle recibida, a niele
gue, como ha muilu fcil acontecer, mormenle pelo memos sociedade, lamben lem uro parle moile nrigam no (direilo Humano, lito he Ira a I. dos
activa, urna mllum-ia muilu podsrosi e imporlan-1 dlreilos o obrigacoe em relac*o as penoes, 2. em
. iizderoaio. lenoadisl......1 felieldada doa individuos en geral, relacjo as comas, 3. en relelo 101 coolralo. uu
O que pnnm una imperta re. nnliecer, he qne se anda -e nos vende carne de 18, dO e 22 pala- e por conequencia do eslado.
Clausulas especiaes para a arrematado.
1. as obras necessarias a conclusHo do
14.'lauco da estrada do Sul serao felas de
conformidade cora a planta e perfil, ja ip-
provado por esla directora em conselho, e
pelo poverno, sendo a quantia 1.ova nenie
calculada cm 1 5005 rs.
2. As obras comecarSo no prazo de om
mez fe leruiinarSo no de II mezes, ambos
contadQS confjnue determina a lei n, 286 a "
tal rcsf.eito.
3 A importancia da arrematic3o sera p;
,'a em 4 prstaces, sendo as 3 primores de
3 dcimas uaries cada urna, e pagas ao arre-
matante a proporcSo que fizer o 1. terco da
obra, o 2 dilo, e a entrega provisoria. A 4 a
prest3C,.1o, do valor de um dcimo, sara en-
tieguedeuois da entrega definitiva da obra.
4. Para ludo o mais que mi esla cspeci-
maui- i ficado lias presentes clausulas, seguir-se-ha
o disposto na le n. 286. Conforme.-o se-
cretarlo,
A. F. d AnnunciacSo.
O 1 Iministrador da mesa dn consulado
provincia', em virtu lo do dispo-to no artigo
3 do regulamentode3 de julho do 1852. faz
I pub ico, quo se acha depositado em poder
i,ts-n:iH i|e Joaquim Marques dos -amos Souza e
ufiaOBI Mello, tm cavkllo rodado eom piulas de pe-
"T" ', dre/, cauda e dinas preas, apprehemlido pe-
__'"'- I lo subdelegado da frtjgaezia de Santo Anto-
isoavel qoeiemo de Porlugal .1 que hoaver de I DESPACHOS I)F. EM'OI! I \< \0 l'l-.l \MK*\ | n'' ',Uil1 no considerado bem de evento,
.111 esc adaptar nona relacfie iodividose, lio CONSULADO ttESTA CiUAlHi NO IM A Por se "escon',eeer O "dotto, o para q ie se-
6 DE AlO DE 1838. (ja cumplido o que dispon o sob.u .ito artigo.
AceresPatacho portogaei sLiberdade, Bailar S menda publicar pela Iinpreoaa, p-raquein'
Oliveira,>)Sg cascos nel. prazo de 15 dias cumparec quem ao dilo
Porto Paiacho porlngoet eCamoea, diversi- car-eavallo lenha direito, (n lo o qual su proee-
regadoee, 16 caico mil, lio sacco assucar. a arrematacSo pela forma determinada
a pertoinea uFeraaadei la, Carvalbe no artigo 4 do Citado r.'Kulaniflnto ; e para
Idsm do dn li
moslroo-
iaeomplsla ouioilBeai mesmo" na. po-
cas aotoriores, alias mai prospera, em que por ve-
lo a rnetini lingoa, temi a uieem.i reliadlo, os mea-
mos habito! e cmluines. se acha em cena cousas lio
identificada cum essa nai io, que muilas das -nas dis-
ii.iii.in-s Ihe poden servir, e iram-lbe vautagsii DIVEBSAS PROVINCIAS.
mu-. 1 Rendimento do da 1 a ."> .
ftflo se -iL-ue daqui, que achenio muilo hum lodo 1 Idein do d a i....... ,
qii.,iilo conti-m as ordcu.tres e mais legislac,es de
Poiiusil, cono .i ivtii.o- enirever do lu.io desle ar- 1
ligo ; o qu. quereiin s l.e um me o lerna, ju-lo e
ros.
b
uso- ci limos le, e de uuba qualquer Bicao el-
m.-., la o que foi preferivel to que -e acha estabe-
lecido 1- adniltido rn Portugal, ile modu que, cum-
ce ligo 11\ l ln isileiro reipoada 1 er-
oeiile i necesiidada acluaei di noni socie-
dade. lelalivaineiile a Illa parte do direilo privado.
Ora, as li.-iiiiiN .(- de Direilo Civil Briiiliira do
Si. Ii I.- orero molra e analvsa a- dipoiicae ra-
Maveis e adnisaive .:.i- ordi mu,-i -. isun cene a-
ponla o- que te nppGi ao in --1 i'-i.idn de progresan
1. risilisar.'io, prslenndo nesic r,.-,i ..? di-po-mies do
igoi de Franca, Austria etc.
He poi* im-cii-.iv.l que a obra do Sr. |ir. Lou-
reiro, imilla em rel-r.i.i .1 necessidade da cieacao de
um cdigo civ.l, be de una u'.ihdade leal e iiianl-
lesla.
A obra do Sr. Dr. I.oureiro, como ja
3dl68a626
I7^93ae8
que Cbegue ao coriliecimenlo de tudus. man-
dei l./i-r 0 oresente edilal aos 4 de maio de
1868 Antonio Cafueiro Machado Rlug
dissimo, se-
'..w'nni "mp'enl'.la "C""" "" """"" au,""> d" ; ""> 'baaeanlo con que co.tun. ba, l,,,.-.,..'
- Cartsd,Sim..- chegadoi
o governo imperiol leve em vi,la- demittir d
o li a I cas, O nilida ail m por muilo favor. De ante- lila D'enlre a incurias jurdicas o direilo civil fnrm
I cuiivenioes.
Iiisojaramo disrcr ,1 deicripcAe minuciosa de
(\ lili .10. U CBMi II.el.
Ponoli'lera pi.rtuitueza Flor do Portn, Carva-
llin ,\ Irmiloa, lllil arco* a-sorar.
PortoBrigae norlugoex eAmalia I, diversos c r-
.,.-.io.,s junsacusas-uiar |)r. Anselmo Francisco l'eretti, commen-
''t^IInJim^iTdi^-r:;:,;, "n"'" **,yl,.*sto-: "nsa eJu:z
LUboa Biiaoe porlugon Taranto I, diversos de direilo esueclal do oonnereio nesla
carreuadoies, Sca-co-mcl, IHI saceos assucar. ciliado ilo BiTiTe, capital da provincia de
I l.ibsPatacho uicjodiI aCooilancaa, Bailo A 1^-1 l'ernainlinco.rorS. M. o Imperador o Sr.
mo, Wlll sacco as-ucar. I) Pedro II, que l'ios guarJe etc.
'"uT^':,::;;;:;^""'" ,Ic,,,? Va,i- *r v******** .o no d*.
Falmoullv-Eaeana sueca eldaa, SaunJers Biothe.s 4 de maio do cor-ci.le miir. en. prac-a ,,a-
v\ C, 131 saceos .ssocar. ,,llca -'esiejui/o n torta da loja de marci-
I.Xl'OK'IACAO' e.nro na roa Diretta n."3 de Joaquim Jos
(iinnva, l.risue lecco eMelno), de 2U4 laaelada, de Siquelra, ae ha de arrematar por venda
I .i .,.) .1 ui.bnlnr a v ilnr ila nnn, a a I .......- ... r ...... --------- .-- -..............................u...r ~ ....,,..,, ,,,,, i,es"|aiiimos ue-rer ,1 nesilipr.in minuciosa de >i'"". .' eueiu .vmiiiii.fi. ne -au inneams. '- '1----------- .....- nu-o.ii pi Yriioa
01.11..1. lo.ieso le, lar r .1 1 un, ou do ram- ear.na era per que nem havia gado, e uin era pos- sem coiiienaca. alguma, a parle ni.o-diiliri e mi- cada nina deslai liarles, e mostrar o acert e m-lea i condono o Kguiole: 2,800 sacco coin li.ooo a quem nais der os ohjectos seguinUs :
un. 11,1.1 o le pie '' e e o nouvera felo, I-ivel decer por falla de pisto e agua, mas boje l.i- prtame. As rlac5e. IA.. diversa niulliplicad-s, rom que f.iam Iralvdaa neto eu uni autor, mas airabas rtei-sc-i, una cama de Jacaranda no valor de *0-> nina
. rame. As relicoes leo diversas a a>nlllplleads, con qoe Coian UaUdaa pelo seo eiinio enlor, ma-
lena commeiimo mono-rase ern, porque e mha- das alai eoosai n(o esislem. e no eairelanta ainda que regula, as regras, que preserove, So, a vida I isln demandara ampio
bililana para, pelos infiosor.in,anos e legaei, a- 1111 nas eapcbam as bolsas. Mo be poaiivel ha- civil, oe an ata consunto oda quasi -ud. s os 111- que 0S0 he ad
liefaier as visias da le Ue IM6, lfr ,,-, piiiiautroniaii do que a que Inn "s mar- lanles, e anreseulam necessariamenle, ao qoe quer |)c.
li pois randada a amono que. c,en.tn-e o 1 chantes, e n*o se o
vasto deaenvelvlmenio,
Imisuvi'l nos e-treilns liinles desle ar-
.a nada, por que ser um ruin, conhece-lo, um do.....no mu leusu e vailu a per- I Coi.rloindo pnis eslas nossas humildes reflesfies.
Banco do lira-il comoateme ai. s apropriado pa- | d. Usa marchaman., pe. qual memo endemn.- correr. I ;, podemos .levar d- render ao lllni, Sr. Dr
ra Mllii.ier o preceiio 11,1 le rilada da II . lemiiro, conervou romlu'iu o governo imptrial
-. pelo prego que Ihe iproover.
neiro, enire seis horas e um quarlo o sele hura me- mesma- ubngaces que esla Ihe iinpoiera, de con- i Hospital de Caridnde.Esisliam no da 5 do
'"Vi'v? V}'' *''","r }} '>'""< '" eumpanhia servar Bis o v.lM do ooro ou o cambio. crreme Sil hon.n, _"> mulh.re, Iraladus pela en- Talla ce 1
ciomm. Kudio a pen; Come-, que ia airas, li-1 ProcedimenM contrario, se lives.e sido ,Hnp|,do, 1 ndade, II boineu li, mulherci que psg.im a casa, nao lem nlu la publicado.
una ui|uuii cD| cm um Itneu luciruado. I euirtgaiii ai liuuc;ai do imperiu t raere da um es-1 e I i pr-; do corpo Ue pul.cu. lulal i.
rai'flr., e de si
i.U-
...urein o pn luios de nona admi
ra graldSo pilo relevante aervi-
I Ete rli2ii ha minio ella ein Mun poder e por (os, que aralia de preelar a m .cidads bra-ileira e n
soIBcianla e iilluencii de malera, pail em geral, esperan 'o ao mesmo lempo que n -
honre Con a sua benevolencia ; e ronliaim.s que a
Os /:/.', 1 usieuibk-. geral legulalivi nao dcisari' de prestar a
uma cama de Jacaranda no valor de 40-7, urna
BECEBr.UOIllA DE RENDAS INTERNAS UE- ma de rr.aileira aiicico por acahar ro valor
KedmB,,"V ':S. "', 1't-K!yAMI" '" 'le SU, u-na dita ,le amarello nova no vlor
rdc.m,r,,:,iaV.,a v:::: ,:3^ *>**~*~*m,*m.+~
____'_ commotas v.liias a 6reis l, um jugo de
8.23I1S97 ')anc's P"r envernisar no Talor de 20/, um
CONSULADO PROVINCIAL. Jgo de bMira> .sem lampas nn valor ne 10,
Rendimenir do dia 1 a ."> 104)67/977 dous }OgOS >!e bancas usadas sendo um sem
l.iein do da (i....... &>9(t83 lmpO no valor de 249, uma cama de vento
---------- eom ari!iay,iio no valor de lii, uma mesa de
1 J.'JJ7c2Cu amiroll-j por cnveinisar no vaor de 16S,
l'

V
<
MIITII AHO


DIARIO DE PERNAMBUCO SEXTA FEIRA 7 DE MAIO DE 1858.
urna mesa delouro com giveta no valor de
10/, urna mes o enor de aniarello osada no
valor de 6,-j, qoatro cahecelrai de marqueza
no valor de 8?, orna cadeira de braco de
am*re||o no valor do 68, dezesete cideiras
americana velhas sem palha no valor de
IOS, cinco toucadorcs sem vidro no valar >le
81, seis cideiras por acabar no valor de 18,
urna marqueza velha no valor de fir, cinco
cadeiras de angico velhas sem palha no va-
lor de 59, doag cadelras de Jacaranda velhas
no valor de -c. quatro arroages de cama de
vento velhas no valor- de *s, dous podacos
de costado de amarello no valor de 12;), um
banco de marcineiro em bom estado no va-
lor de 20?, um banco ruis inferior no val r
de 169, dous bancos de marcineiro ordina-
rios no valor de 10/, urna serra de brago
grande no valor de 53, urna carteira sem
tampa no valor de 4, urna mesa por acabar
no valor de a, diversas ferrament-s velhas
de marrinain* no valor de 403, diversos pe-
dacos He madeiras no valor de 0s, cujos
bens fo'am peohorados a Joaquim Jos de
Siqueir, por execugao de Prxedes da silva
usinao, e nSo h'vendo langador serao ar-
rematados pelo prego da adjudcagSo.
E pr que chegue noticia a todos solici-
tantes, man lei passar o taes quo serio alli-
xades nos lugarei do costume e publica los
pela empreza.
Dudo e passado nesta cidade do lecife ca-
pital da provincia de Pernambuco aos de
maio de 1858 Eu francisco Ignacio de Tor-
re Itandeira, escri3o do juizo especial do
commercio o fiz escrever.
Anselmo francisco Peretti.
Olllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial,em cu-nphmento da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia de 21 do
correnle, manda fazer publico, queuo dia
20 de maio prximo vindouro, perante a
junla da fazend da mesraa thesouraria, se
ha de arrematar, a quem por menos fizer, a
obra do 28- lango da estrada da Victoria,
avahada em 11:5503
A arrematarlo ser feita na forma da lei
provincial n 343 de 15 de maio do 1854 c
sob ig clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
reaiatagSo, comparegam na sala das aessoes
<*t mesma junta no dia cima declarado,
pelo meio da, competentemente habilitadas.
E para constar se mandn tllixar o pre-
sente e publicar pelo Diario. Secretarla da
thesouraria provincial de Pernambuco, 2*
de abril de 1858 O secretario,
A. F. d'Annunelago.
Clausulas especiaes para a arrematado.
1 As obras do 28' lango da estrada da Vic-
toria, serao execuladas conforme planta,
per is e ornamento approvado pela directo-
ra em consellio, e submettidos a approvaglo
do lixm. Sr. presiilenle da provincia na im-
portancia de 11:5503
2 as obras deste lanco comegarao no
pra :o de um mez, e se terminarlo) no de
quize mezes, ambos contatos conforme o
reg.ilau ento das obras pablicas.
3'. O pagaou-nto da importancia da arre-
nialsgSo ser devidido em quatro prestagOes,
a quarta do valor da decima parle do toUI, a
paga qnando a obra for dennitivamente re-
cetada. As ttes primeiras preslagfjes serSo
pagas, a propoigSoque o arrematante fizer
um ter^o, dous lergos.e conclusao e eulrega
prorisorl.
4'. Para tuloo mais que se nSo especificar
nestas clausulas, ser observado o regula-
meuto.Conforme.O secretario,
e A. F d'Annunciago.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial em curoprunenlo da ordem do
Exra. Sr. presideule da provincia de 21 do
corrente.manda fazer publico que no da 20
de maio prximo vin louro persnte ajuma
da fazenda da mesma thesouraria se ha .!e
arrematar a quem por menoslizera obra da
casa da barreira da ponie de Tapacura ava-
liad cm 2:64':.
A arremingan ser feita na forma da lei
provincial n. 343 de 15 de maio de 1854 e
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rcmalagao comparegam na sala das sesses
da mesma junta no da cima declarado pe-
lo meio dia competente habilitadas.
E para constar, so mandou aflixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 24 de abril de 1858.
O secretario,
A. F. d'annunciagno.
Clausulas especiaes para a arrematad-So.
1." As obra da csa das harreirs da pon-
to do TapHeura, serao execuladas conforme
os desenlise orcairento approvado pela di-
rectora cm conselho, e submettidos a ap
provagilo do govorno da provincia, impor-
tando em 2:6403
2.' Estas obras roinecarSo no przo de um
mez e serfio concluidas no do 6 mezes, am-
bos contados de conformi lade com o art.
31 do regulamento das obras pulilicas.
3." O pagamento da importancia da ar-e-
malacao, ser dividida em 4 preslages.
sendo a quarta da decima parle do valor to-
tal, que o arrematante rect-her guando 1-
zcr a entrega definitiva eas tres primeiras
proporguo que fizer, o I tergo, o 2- dito, e a
entrega provisoria.
i.' Para ludo o m.iis qu nSo estiver espe-
cificado as presentes clausulas se observar
oque dispe o regulamento das obras pu-
blicas.
Conforme, o secretario,
A F. !'AnnunciHc~> '
_ Olllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia, mana
fazer publico, que no dia 20 de maio pro-
. ximo vindouro, perante a junla da fazenda
da mesma Ihcsouiaria, se ha de arrematar, a
quem por menos fizer a obra do 19.' ltigo
da eslrala do sul, avaliada em 13.0003 ra
A arremalago sn feita na forma da lei
prrvincial n. 343 de 15 de maio de I85 e
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se p opozorrm a ei a nr-
rematacuo comparegam na sala das sessos
da mesma junla no dia acuna declarado pelo
m lio dia com etentemenle habilita las.
E para constar se man tou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
l,-rnambiico2 de abril de 1858.--O secre-
tario,
A. F. da Annunciag.to.
Clausulas especiaes para a arrematacSo.
I, As obras necessaras para a conclusa
do 12 Dngo da estrada da sul serio feita de
conformilada com planta e perfil, jaap-
provados por esta directora cm cuiiselho,
e p"lo governo. n> importancia do 13:000;
-. As obras comegarao no prazo de um
mez, e lerminarSo de 11 mezes, ambos con-
tados conforme determina a le n. 286
i A importancia da nrrematagao ser pa- ;
g* em prestag6es, sendo as 3 primeiras .te
3 Jecimos cada urna, e pagas ao arrematan-
te proporgflo que fizer o 1- lergo da obra,
segundo dito, ea entrega provisoria A *>.*
pie.stagSo do valor de um dcimo era en-
trega depois da entrega deliniliv* da obra.
4. Para ludo o ovis que nao esla espe-
cificado as presentes clausulas se seguir
o que dispe a lei n. 286. Conforme. I)
secretario,
A. F. da Annunciagao.
i.
13:0003000
30.-000
20 por cento sobre o consumo
da agurdente do municipio
do Recifo, por anno
dem do municipio de Scri-
nbem, por armo
Asarrematces sero taitas por tompo
de3annos, a conlar do 1. de julho do cr-
rente anno a 30 de junho de 1861.
As nessoas que se propozerem a estas ar-
rematagoes co opirccam na sala das ses-s
da mesma junta no >)ia cima deelarado telo
meio da, competenteovnte habilitadas.
E para constar se mandou afllxar o pre-
sente n publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pamambuco 1 de maio de 1858.0 secre-
tario, A. t. ila Annunciagilo.
CAPITANA DO POR I O,
_Tendo-si enllocado na harra do rio Mosso-
r duasboias, estando assim balisada, man-
da o lllm. Sr. capitSo do porto fazer publico,
para conhecmenln do quem pona interes-
sar, os esclarecimentos a ha i xo acerca dasi-
luacHo das mesmas hoias.
Esclarecimentos.
A embocadura do rio Mosso'o est situada
na lati-,fkV5",S. e long. 5-, 59'tl". E. l; J.
Os navios que a demandarem devem proco-
raro ancoradouro defora, demoran-lo-lhes
a ponta da redonda a E SE. na I'.. 4 1|2
SE. ea pona de Upanema ao sK o-j asca-
sas do lugar denominado Chiqueiro das Ca-
bras ao S romos magnticos) Ahi encon-
trarlo 4 1|8 bragas de fondo c p. uco mais.
Oesse lugar demora a barra ao SO. As hoias
estSo collocadas E. O-, urna >la o-Jtra A do E.
que he maior, e^ta n* exlremi leda do calie-
go da coroa do barlavento. ou de F. Deve-se
navegar direitoa ella at estar em ponca
distancia, e entilo dirigir-ae para a segunda,
passando a sotavento, sto he, ar. .\. da pri-
meira. Se em vez de passar mu to encostalo
aessaboia, o nkvio passar distante urnas 40
bragas, achara o canal um ponen mais Tun-
do. A segunda ou de O est encostada a
coroa de sotavento, e deve-se passar !)-
lavento, i-to he, ao S. della, podando Ps-
sar indistinctamante, ou encostado a ella,
ou mais pera o meio do canal Entre as duas
hoias est o bateute mais seoco da barra.
Em haixa mar do mares de lua,devo-se adiar
4 ps de fundo pouco maisou menos, e na
prea-mar pouco (xaiadaduaa bragas e nieia.
Nenhnm navio deve entrar sem pratico da
barra, o qual a tr balisado antecedente-
mente, eobservado-se nella se operou Igu-
ma mudanga, o quo pode racil-nerite aconte-
cer em barras como esaa formadas p0r co-
roas do arma. Depois de entrar no rio deve
procurar encostar-se para a margem dircita,
oude E. Achando-se em frente do logar de-
nominado.-\reias rancas, bous ancoradou-
ro s de 4 o mesmo de 5 e mais bracas, su-
bindo o rio.
Capitana do porto de Pernimhuco, 20 de
abril de 1858.-0 secretario.
Alexandre Rodrigues dos Aojos;
CONSELHO AI1MIMSTHA1IVO.
O conselho administrativo, para lorneci-
mento do arsenal de guerra, tem de comprar
os ohjoctos seeuintes :
Secretaria militar.
Sinete de armas ioiperiaea t ; castigaos de
ato 3 : talha para agua I ; b
hvrn p
:om o quarte
RIO DE JANEIRO-
Segu por estes di o brigue Pelii Des-
tino" por ja ter parte do carregamenlo.que-n
no mesmo quizer carregar, dinja-sea bi rdo
do mesmo a tratar com o capitflo, ou no es-
criptorio de Manuel C.ongalves da Silva, ra
da Cadea do Recite.
Ri
de Janeiro
Seguo com muila brevidade o palhabote
l'iedadc ; para o resto da carga o passagei-
ros, trata-so com Caetano Cyriaco da C. H ,
na ra da Cadeia do Recife n. 2, pnmeiro
andar.
O brigue portuguez Relmpago segu
para t.isboa rio dia 2* do maio impreterivel-
mente : par o resto da carga e passageiros,
para o que tem acealos eommodos, trata-
se com os consignatarios Tnomaz iie Aquino
Funseca rillio. na ra do Vigaiio n. 19,
pnmeiro andar, ou com o capilo na praga
Porto pela Figueira,
O patacho portuguez CamOes sahe por es-
tes ui8s ; recebe nlguina carga para ambos
os portns : a tratar com Carvalho; IrmSa,
ou com o cap tilo na praga.
RIO DE JANEIRO.
A veleira barca nacional Helena, seguir
com brevidaue, por ter j engajada grarde
parte desua carga quem nelia qoizer car-
regar, dar escravos a t'rele, ou ir de passa-
gem, ^ra o que tem excellenles eommo-
dos, trata-se com Braga Mitones em sen
escriptnrio. ra da Madre de Dos n. 3, pri-
cteiro andar ou com o capitSo na praga.
-- Para a ilha de 8. Miguel vai muito bre-
ve seguir o patacho portuguez l.iherdade :
quem no mesmo quizer carregar, entenda-
se com seus consignatarios na ra da Ca teia
Velha, esen, torio n. 12.
Pura n \i\o de Janeiro
segu com brevida le o brigue Adoliho, por
j ter parlo da carga prompla ; para o res-
to, traia-so com M noel Alves Guerra.
Para a Baha.
Segu a sumaca nacional II irtencia com
a maior brevida le, por ter dous lergos de
sua carga para o resto, os pretendentea
podem dirigir-se s seo consignatario Anto-
nio l.uiz de Oliveira Azevedo.
Para o Itio de Janeiro
Segu viacem com a roainr hrevidade n
bem conhecnlo brigue nacional Tres Ami-
gos, por ter parle da carga prompta ; para o
resto, ou passageiros, para o que (em ex-
cellenles comino los po iem entender-se
comseuconsignatario Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo.
PARA n RIO DE JANEIRO
segu com muita brevidade o brigue Laura,
poi ler parle de f.eu carregam- uto prompto :
para o resto e passageiros, podem enten ter-
se com o consignatario Antonio l.uiz de Ol-
na I ; caneco de loigal; livro paulado :Vi:lra ^CV-"- ... _,..-,
par* correspondencia ollicial orno auarlel! egue para Lisboa ole o da lodo
general do exercito I ; llvro paulado para 'O i cnl. o patacho nacional Constan.;.i,
dita de dito com a presidencia da provincia i por ter maior part- do sen carregamen-
veus coruignatariot Basto & Lemos, ra
Jo Trapiche n. 17.
Rio Grande do
lentes na provincial; livro de matricula
dos olliciaes reformados da extincta '. linha
con^soldos e honorarios, com vencimentns
esem elles I ; livro pautado para ndice
dos papis archivados i: livro dito para o
drtalho doservicol. Os livros suara, de-
vem ler o formato estabeleci los nos mo le-
los aonezos a ordem do dia n. lidoquartel
general do exercito.
Meio batalhlo da Parahiba.
Papel a I maco, resmas (i ; penas de ganso
400; caivetes 2; Unta pruta de escrever
garralas 6 lapis, duzias 6 i reia prea, li-
brase ; colleccSode cartas para principiantes
20; lahoadas. ejemplares28; gramuiaticas
porluguezas por Monte-ver jp. ultima edi-
gSo, cxcmplares 6 ; campan lio do arithme-
tica por Avila, csemplares C; paulas 6;
traslados 20
4 batalhaodeartilliaria.
Sapatos, pa es 240.
8 batalbSo de infantera.
Sapatos, pares 211.
!>.- batalhlo de nfaolaria.
SapatOS, pares 357.
10 batalhHo de infaotaria.
Sapatos, pares 204
Meio batalhoda Parahiba.
Sapatos, pares 293.
Comp- nbia de artificos.
Sapatos. pares I3(.
Companhia de cavallaria.
Sapatos, paies60; luvasdealgodSo, pa-
res 108. "
Fortaleza do Bru.
Papel almago paulado, resmas 3.
Para o asstenle do ajuda ue general
da provincia daa Alagoas
Sinete com armas imperiaet c distico res-
pectivo |.
Qu ni quizer ven lor estes objectosapr-
sente as suas propostas cm carta fechada na
secretaria do conselho, as 10 horas do dil 11
do correte.
Sala das sesses do conselho administrati-
vo para fornecimento do arsenal de guerra,
S de maio de 1858. Rento Jos Lame-
nha l.ins, coronel presidente Jos An-
tonio Hinto, teneate-eoronel vocal, servio lo
pe secretario.
8hi' na seguinte semana o lindo e mu-
to veleiro brigue n icional Imperador, capi-
tSo l lamente Jos da C isla ; para o resto da
crga irau-se na ra de Apollo n. 4, coai
Do.iiingos Ferreira liaia.
ara' e Mar-
O hem conhecido brigue escuna Laura sa-
bia impreterivelmenle no dia 22 do correo-
te com a carga que tiver a bordo : os pre-
tendentes e passageiios, cnlendam-se com
J. is. da Eonscca Jnior, na ra do vigario
n 23.
$*
7 de iiiio, contiuiia o I:i-
l;i de /i tulas de Hen
rique Brann .< C.

DP.
SANTA ISABEL
21-a BK1TAB& ASSlG^ATOBa
EMPREZAGERMANO.
SABBAUO, x DE MAK).
ESPECTCULO LTB.ICO-MAJUT1CO.
Subir' a'cana a iniin. baaa nr.-iii.iu drama en;
i aclvs, uniditii i^e inunra :
Por ordem do lllm. Sr. delegado da
reuartigo especial das trras publicas, lago
renle que a mesma reparto, "o seacha pro-
visoriamente funcciuuando na ra do Hos-
picio, segundo sbralo passando a Faculda-
de de Di eilo. Repartigo especial das Ier-
ras publicas 1. de maio de 1858--Francisco
1'nntico do \ oljicial.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cum.rmenlo da ordem do
Kxm. Sr. presidented* provincia, manda fa
/ ir publico, que no dia 2 de junho Prximo
vmdeuro, perante a junta da faiend da
Resma thesouraria se ha do arrematar a
qjem mais der os impostos abaixo decla-
rndos.
Taxas as barreiras das estradas e pont.es
seguintes .
Magdalena, por anuo 8:100^000
Cachanga, i4em -iliuaooo
JabiialSo, ilem 5;11ftMO0
Bujary, dem 550; Mvlocolomb, i lem 2:02fl-i;nf,
Ponte dos Carvalbos, dem l:00irii 10
Tcaruna.idera 7UO=oo
C.quia, idem 7:100^100
.u inierv.ili.. a prinwir* ifgondo acia, a S^a
tem- roo eaalara' lielln aria ila apira
^inuu &f & i^ttntoitrttt;
00
i'. R A r A DK I) F O S .
.Vi Intarvallo da Maoada a-, icrrcirn acto, o Sr.
I'a.l ivaoi eanUra1 a .ra il.i np.-ra
IDUF0S"i
Jim argida o me-inn Sr P.dcvini e aSra. Ra-
BXiriM eanlarl a duelo da niMna 0|>era.
.u inlervallu du qaarlu :n. qoinlo iota, 01 St-.
Bidiu-ln e Padsvaui cenlarid .. linda dada da opera
IJ\U\ DE GBAMGOT
OI A
GBACA DE DOS.
Terminara o es.ectculu com ultimo arlo d)
rama.
Conwfara' > S hora.
"- '"Hieles aaham-ta a' cada no escritorio do
llie.iiro.
Fugiodopoinr oo abaixo assignadn
um seu escravo -e noinc Ricardo, de nac3n
Angola, alto, secco, marca de chicote as
''oslas, ligi-iro no andar, muito ladino, '
rm um pouco atrapatnado no fallar, de jo
anuos lo idade, cor avcrmeltiada; roga-e
a polica, aos capilaes de cSuiyo e mais pe-.- |
soas que o encootrarem, de o pren 'er e le-
var ao engeobo Novo do oit*. na fregu tzia
da Luz, ou ao Recife, na ra de Apollo n. 2,
que generosamente satisfar todas as des-
pezad
J aquim do llego Barros Pessoa Jnior. |
- Precisa-se do um menino para criado :
na rui las Crozes n 33
Lavt-se e engomma-se eon) parfeigo,
lano roupa de homeo como de senhora :
na travessa do Dique, sobrado do* lampallo,
no segundo an lar.
- o bacharel Galdino Ferreira Gomes
mulousua residencia para a ra da Cadeia
desta freguezia, s<>gunJo an-tar da casa
u. 15
Fu.io desde o 1. de abril um escravo
da nomo Concalo, idade n aunus, com a
barba meia branca, criouto, bem preto, per-
nas algum tanto arqueadas, estatura regu-
lar, grosso do eorpo, c insta andar por Igua
i asu", aon le hn bem conheci 1 por ler ira-
ibalhadocm lomo de el: osaporebendedo-
res coiulu/im esta oda le, na roa da Praia
rie Santa Bita, sbralo :e lous andares n
:7, aonde sero recompensados.
E-Juardo de quino Konseca, (libo do
Dr. Joaquim de .quino Fouseca, parte para
Pars, por Lisboa, afim de continuar os seus
esiu ios.
O vigario loaquim Belizario l.ins Mello
declara ao Si. FranciSC i liolelho de An |ra-
deeaquem convicr, que a sua residencia
em quaoto .se demorar nastt pioviucia. be

ft*

na na de S.
Francisco n. j(.
Loersa
CEM'*ffilRANHAO E PARA
O veleiro brigue escuna firactOS, capi-
llo e pratico Joao Jos de Sonta, vai seguir
com breviaada aos porlos in lirados paraos
quaes tem grande parle da suv carga promp-
la ; para o reatante a tratar com os consig-
naiaii is Almeida Gomes, Alves i\ C. escrip-
torio na ra da Cruz n. 27.
Quarta-feira, 12 de maio, corre a lotera
la drovincia, estao i ven 11 no aterro da Boa
Vista, loja n. so, bilbetes inteiros e meios,
eosfreguezes enconlrarSo troco par se-
dulas.
Antonio Jos de Oliveira Castro com-
pren por ordem de Anioniu Jos Barbosa
Vianna 2 bi bel 's da piimeira parte di pii-
~eia lotera do recolhmeuto de Iguaraasu*
ns 1575 e 2626, um dito da mesma lotera
n 17:t 1, por ordem le Estevu dos Arijo da
Ferciuciila.
-- Aiuga-sa orna boa casa terrea rom so-
to, em boa ru-, em Santa intonio, por
mei le doaluguel que vale, facendo o in-
quetino os concerlus qu a casa precise a
sua cusa, por um tem o que convencional :
a l'-IUr na ra da Cadeia, defronte da llcla-
cSo n -Js.
Filippe Frankee retira-se para fra a
' OVI i-l.l.
Na padaria do Forte do Matlos precl-
sa-se de um fornelro.
Os ablixo assignidos fazem publico que
com.rarama tab- n- da ra do Rangel que
perlencia ao Sr. Antonio Joaquim Ribeiro.
Recife 6 de maio de 1858.
Jos da s Wa Ferreira P. & C.
CATALOGO.
P.-rconla se ao Sr. F. .V qual o mn|io de na
let l dever Uulai liucia*.
.ios Srs aruna-
zenarios ou vendedores
de assncHT.
Precisa-se de 2:h0 'Ono a premio, paga-se
razoavel e d-8i escravos por gar^nti por
una escriptura de hypotheca, dando-se a
correspondencia para vender as safras a
qualquer que se queira encarregar, fazen lo
este adiaiuamenlo rom seguranga : na ra
do Livrameuto, taberna n. 5, aciu rao com
quom tralar.
nosocuicp tnpogvaptticA
aSJcviMtnhucAiia.
Tendo de celebrar-se domingo, ti do c,or-
ront-, a mls-a solemne rommemorativi do
pa Iroeiro desta associagSo, o gloriosa S.
Joo ante porta ni laliuam, o ab-uo BSSig-
nado convida aos membros elfectivos da
mesma para assislirem esse seto, que teca
lugar na igreja dos religiosos capuebinbo
do N. S. da Penba, as 8 horas da manha.
Secretaria da AssociagSo lyoograpniea Per-
nambucana 6 ue maio !c t8s. .. jUVencio
A. C Cesar, 1.- secretario interino.
- O abaixo issignado faz seiente, que
ningoem lga negocio algum con sua mSi
Cmbelma Joaquina de Alhujuerque e sua
irm.i i Mana Joaquua de Albubuerque, com
os escravos Man Bernardina e Nicolao,
pois a primeica das mesmas escravas per-
Unce a mana do aunuuciaule Umbslina Joa-
quina de Albuquerque e o mais nSo chrga
para pagamento do abaixo assig alo, que
por respeito a sua mf e ao publico ha mui-
to nao iem procurado o s u Jireito.
Jos A. de Albuque. que.
O billiete n. 2CS7 ila primeira parte da
primeira lotera do recolhimcnto do sni-
tissimo Coragao de Jess de Iguaraasu' com-
prado por Joo Jos de Car val bo MO'aes,
perience ao Sr. Maooel Krancisco de Moraes,
do Sobral;
--- O abaixo assjgnado faz SCiente ao res-
peitavel publico, c com especial i la.Je ao il-
lustre corpo do commercio desta cidade,
que havendo vend lo o seu estabecimento
silo na ra das Cinco Pontea n. 66 ao Sr.
lo9o Jos de Carvalbo Jnior, com todas as
dividas que se Ihe deviam. constantes do ba-
taneo dajo no uito estabelecimei lo como
constou dos annuncios deste Diario de {9,
^ e 21 ile abril prximo pas-ia :.i ficanlo o
dito Sr. Joao Jos, de Carvalbo ohrigado a
salisfa/.er a praga as dividas quo em nouie
delie annunciante se btviam contrahido, e
que havendo o dito Sr. JoSo Jos de Carva-
lbo, comenlo a satisfazer o dito debito,
mas anda nHo 0 lenha liiulisado, participa
que o restante da dita liqmdagao he a su-
guiole :
Oj III s. Srs,
Guimarflesi Alcoforado 656*730
tntonio Jos .le rastro 5I1'
Paula Sanios 4259000
Barros & Silva 3779500
Molta ,\ Iroios :ti2-.no
Vianna c> GuimarSes 136^980
Luiz Jos da Cusa Aniorun 1219200
Rosas A; irmaus 629940
faSSO A Irma >s 45/000
2 077:660
K que achan.lo-sc prestes & seguir pa
Europa, roga a qualquer pessoa quesejul-
i para serindemnisado dorante o prazo de:*
lias, as (aneo Ponas n. (6, e aprnveita o
cosijo deste para agradecei ao Sr. ..'o.lo Jos
de tairvalrio Jonior os bous servidos que Ihe
,irestou durante o lem DO que l'oi seu CalXeiro
como laoib.-io na admtnstraco de sua casa
eni,uanlo esleve na Europa.
Recite 7 de maio de I85S,
Francisco lavares Corris.
Joe Ciudldu Viegaa agradece cor-
.llaltuente as pessoas i|ue so dignaran)
ssistir as exequias ie sua prezada
consorte n. Rosa Candidi de Quintal
v'iegas, bem como ao seu especi ami-
go e compadre Fre Joao d'Assumpcfto
Moura e aos de. us religiosos c litas que sa prestaiam a companha-la
al o ultimo jaziuo
Precisa-se de um tiomeui ciue saiba
trabalbar com urna carroca de bois, que
si.ja lid e diligente no sen trabalbo : a
tratar no becoo das Barreirai taberna da
esquina.
PUm.K'.AtlAO- LITTERARIA
a' FAVOR
do mm rio \qdebico
A primera edicao' com o tulo de
UM LUSTaO de M. P. de
Moraes Pinheiro, dividida em 3
volumes.
1 V0LDME
Qoadrose typosde l'ernambuco, arligos
e discursos, uns publicados e ouiros ineji-
los, como o que versa sobre o romance
2 VOLME.
Tatayra, Alfredo, rulos populares, cor-
regidos eaug lenia tos com alguna eontos
ihaotaslicos, como a feiticeira di Serra-Ne-
-:ia, acompaubando o volme a critica litie-
raria do Si. A. ue Figuelredo, e J D
itibeiro da Cunha.
:; vOLDUE
Myslerios de reruainbuco, V parte, ou co-
mosem lotera esem heranga sealcanga a
opulencia.
OBSERVaCAO' AOS ASSIGNANTES
Ha ah urna cr-agfni-o Monte 1*10 Aoda-
mico -composta nicamente da esiudantes,
a qual iem por li i subsiliar, estimular e
premiar as inteligencias mora usadas, mas
|ue parecem vacilar, cabir o morrer.
Vacilar umt tal InstituicSo, he um des-
douro ;cahr, urna vergooha ; morrer, be
um opp.obio.
(,>ue se nao diga ao modos, que aquello
que mais auxiliou os companheiros a as-
seotar as podras a i9o magoifica fabrica,
los.-e o pnmeiro descorogoar na empreza
gloriosa, santa a b lia. das regeneracfijs in-
lelleclua. s e desvalidas
bou pobre : e era a cor do rubor me -
code s faces em conflsso t5u Ihaoa.
Sa Fura, nao oigo opulento, porem rico.
esse i-'i t-iru dos fiordes acadmicos, nao
vacilara, e nem morrena ; crescena, nnbi-
litado, glorioso, immortalisado at)a extinc-
e'i.i do orbe, se tic que elltf exliogue-a
Em falta porem d ouro. Su pra o meu tra-
baibo ioteltectual. incorreto e pobre, asani-
arrojadas e quasi poeiisadas 'alot
.- s lesejos anciadus do curacfto.
Compreiiendam- e. (i que sobretudo as-
piro e quero, he Indirectamente, cnamara
lo los, estuilanles ou nao, a derramar na
arca da intelligencia desvalida o ohulu co"
o qual sorriem-se a patria, os anj s e Heos
Aquellos i|! e se quizerem prestar a aegao de
urna impon ncia tSoincootestavel, di-ijam-
s' s loja* dos Srs. Miranda e Vascon-
cellos, na roa do Coliegio. e na laculdado nos
ncarregidos'dos dilTerentes aunos. Prego
ila assipi tura pagos adiantadus p. ra oc-
correrem-se as despezas lypographicaa.
M 1' de lloraos Pinbeiro.
SOLIOEIO fil]

1)0
;.--.: v
_',v
JM^^tt a%MI*M
n
RUA|DA CADEIA, DBFBOBTB DA ORDEM TERCEIBA DE S. FRANCISCO.
Onde soicham sempre os mais acreditados medicamentos tanto em tintura*, remo
im lbulos, prepara dos com o maior escrpulo e por ['rogos bastante commo:os
PROEC8 FINOS
B'itic t|e tubosgrandes.
Dita de 2*
Dita de 3G >
li.i de *8 a
Hila de 60 >
Tubos avulsos a .
Fraseos do linturradomeir onca.
unual dtmedicina homeopatbica
ctouario do termos de medicina
Medicina itosaestica do Dr. Henry
T'"lamento do cholera morbus .
Repertorio oft. Mello Moraes
l0J0e
*.5C'
30*
25000
!
to Dr. Jabreom ^ dc-
I0/00
2/000
ffeoc
i *-.!rffflafa .ar
* PEORAS PRECIOSAS-
! -
Anrrrroade brilhaales,
^ diamaole* e pernio, pul- -
3 aeiras, alflaetea, briuroi
,; aroxtaa, bf.l0e8 aaoatt
? de diflerenipa sn divarsaa pedras de valor*
i*..:
I.ua do Cabcga' ?.
ecehe.


7.
te
coro E r: a r.\. *
KAirtrtn enmpleloi '-
ooro, maioa ditos, pal ci-
'^ ra, alflnalet, brncoi c *
rozelaa. cordbas, traocel- i
;: Mu, medalhas, rorrenles V
( enfallea para reincin.e
oolro mullii. olijerie-de
til
deLisbo

objecto de

por
pre^u commodo j coi
-

.Va uiKlir.m da Aurora precisa-se
terventea forros n escravo, para \
serviqo debaixo decoberta.
ivieiuodo uas-
tilho pira i o
de meiiiriH
O padre Francisco JoSo de Aze- {,
redo, achando-.se presenlem ite <*
,^ nnsta prga, e oceupando-se pn\i- .'
.' tivnmentenadirecgSodes<>uestaba- ((?'
'. lecimento chalcographico, ineombe- 5
Priscilla Senhorinha Men les de albuquer- i ;. *',!" execotar com toda a perfeg3o .
que,tendo si lo examinada a provada para !.' c brevidade qua< squer obras de ^ra- %*
o ensino de iostruegao pnmar8,transferio a S raras lano a talho-dnre como are- @
sua escola da na do Vigario para o 2 at-, lar registros, retral >$, Ifttras coro-M
lo sobrado n.39,eonfronte a igreja do Rosario t inerciae, bilhetes de visita, musi-
do S Antonio, onde alem de leitura,escripta
contabilidade e grammatica nacional, ensi-
nar costura, bordados e lavores, esperaodo
conoborar a hoa opi-io em que a tem o
Exm. Sr. conselheiro CasUIho, expressa na
quarta elig.Vi do seu insigo metilo lo
SEGOhO COSTEA 0 FOC-0.
COMPANHIA
l^stabelecida em Loiid
era marco de 1824.
CAPITAL
CINCO MILO'ES DE I IBRAS ES-
TERLINAS.
Saundera, Brothers & c. t^m a honra de
Mobilias clealu-
guel.
A!ugam-se constantemente mobilias com-
rl-tas ou qualquer traste separado, o por
prego commodo : na ra Nova, armazem de
i raste do Pinto.
PESTE DE CAOITCHOIC END-
KEC1DO, DE FAUVfcXLE-DELEBARR
DE PAKIS.
Quat-oannos de experiencia tem assegu-
rado aos pentes de caoutehouc a voga que
Boje tem, n5o sd em Franga como no mun-
<-e mleiro ; silo sem conlradicgSo os mais
agradaveia de lodos os peutes, mais brandos
que os de tartaruga, sao os nicos que no
fazem caluro cabello, por causa da electri-
cidade que contem.accrescendo a estas van-
tngins a de nao serem mais caros do queaA
de bfalo. A esta admiranvel invengao de
eXDOSigSo universal de 1855.
* asa de ^audeg
7 0 Dr. Ignacio Firmo Xavier, roce- tJJ)
(i) be rm sua casa de saude, que fiea ao (
ole da estrada da Passagem da 2
v- Magdalena, ente a ponte grande e a V)
%Jj pequen do '.hora-Menino, todas as g)
isoas doantes, afangando o me- ,a
.^ Ihoi i.vi.-.r-eiito, o maior zeio e cui-2
W dado medico, o local em que est ^
Ste,l as r gras hygjcncas, sobre J
- quaes est co su-uida, os commo- W
f^ des de q-ir dispe, o aceio, ordem, 48)
*a o regularidade quo bi se encon- ^\
*j- tram, siio COOdieOes ponderosas para JJ
J& urna breve euia e completo resta- (^
($ belecimento. As pessoas que quize- tA
( _' dera dirigir-sc so pateo do Carmo, 9
($) sobrado n 9, primeiro andar, das *|S
I horas da manbSa as 3 da tarde, Ja
il ssa ho.-aem diente no seu esta-**
(^J belecimento. ft?
Precisa-sd de nm cnadapara o servigo
da casa de um homem snlteiro, eque saiba
tr b r de cavados : na ra da Cruz n. 10.
tt
i0^ para o oxercicio de sua prolissao de tt
Dr. Pedro Antonio Cesar esta
re-i lindo na rus Direita n. 120. pri-
i ciro indar e ahi o enconlrarSo
para o oxercicio de sua prolissao de
medlco-parteiro. Aos pobres di
Consultas das 7 : s '.I poras da Clinhaa
e os vistala eji suas casas gratuila-
mente. '
vv ras, etc. ; e desejoso ue levar o mes-
*) mo eslabeiecimenlo a maior poni, (
i s.era que as nessoas. que prel
Vf derem lees objectos, nSohesitarSo w
em o pocurar, prestando ssin ama (/>"
(\ eliicaz protecgo que o aniiuiician- Vf
fj I0 sert extrema mente reconhecido. a
, &) Pade ser procurado nis Cinco Pon-
'^ '5 ?(l-,r8'1" da es juina confronte a j)
"atriz nova je Ban-Jose, ou na ra a
*'. r!o C'.l! pi, na livrana dos Srs. Mi- v
Ski la Vasconcellos.
---O corone! lose Pedro Vellozo da Silvcira,
oflerece as pessoas do novo, que quizerem
se. letear a plsntagSo de mandioca, OS ter-
renos proprios para essa lavoura, que pos- \
mu ws freguazias di Escada, Serinhfiem, |
Bonito e Beaerros, c seobriga a fornecer-
informar aos senhores hegociantes, proprie- "lc8 Mgeonos para fazer larinha, com todos
tt
iearuro contra
i,..;
r>
OgO
tarios de ci-a=.e a quem mais conVier, qoe
estao plenamente aotorisados pela dita com-
panhia in effectuar seguros sobre edifi-
cios de lijlo o pedra, eoberlos de lel!ia, e
igualmente sobre os objectos que contive-
rem os niesn-.o-i edificios, querconsista em
mobllia, ou e"i f a zondas de qualquer qua-
iidade
Lotera
os accesSOTIOS mov 'os par aguaou por ani-
001 es, rom CondtgSo le Iba prgarem 10 por
i nicamente da brinda quevenderem
lo gratis ou livre de foo a que eon-
sumirem na sostentagSo de suas familias r
di s trabalhadores que empregarem.
De chegado a loja e ceconie, aterro
da Hoa-Vista o. 7, escollen ti. le le virginal
de rosa branca, para ,-ctrescara pelle, tirar
pannos,sardas e espinbas, igualmenteo -
COM PAI! IV NORT0EN, ESTABELE-
CI DA EM LUNDL,.
Vreuiios (Hminvidm
AGENTES
C. .As ley .y Co^panhin.
Am?iss;)dores
Preesa-se de dous amassadore que sejam
peritos em sua arle, paga-se SOameusal, e
naopusam cylindro: ua padaria do Villa
verde,rui Imperial n. 173.
g l'auio li.iiA!ioui>lcutsla,rua.Nova n.il 1
-,J na me.-inacasaiom auaa e p.danlrilicr. frf
Precisa-se de urna ama para COXinbar
e com rar para Ufa Cfsa de poura familia :
a tratir no alerro da Iloa-Vista n. 11.
-- Xa ra da Praia da Cadeia Velha n 2!,
IM
T- "

r1
No escriplorio do abaixo assignado na rna
do Coliegio o 21, vendem-se kilhetes da lo-
tera da provincia pelos segumtcs pregos
sendo de tOOj para cima e a dinheiro a vista,
liilheics garantidos 58500
Meios ditos l-TJO
P. J. I.vme.
LOtCI'a
ramado oleo babosa para limpsr e fazer eres- por cima do buhan, ensina a
ceros cabellos; assim como po imp'Tialdejpnrtugueza mulheres c rroeas que ouize-
lyrio de Klorenga parahrotoejas e asperida- rem ir as 6. 7e ale 8 horas da noito ensilla-
dos da pelle, conserva a Ircscura e o avellu- i se. a meninas, e a todos os trabalhos de aeu-
1 lo da primorosa ds vida.
OoVoiite da ordem fereef-
r de S. Fr 11 el -t
CONSULTORIO HOMEOPATHIGO
O nba
compra bilhetes
lotera ja recolbdos pelos aegointes arecos
.ia na do Coliegio n. 21, primeiro andar :
Ate a quanlia de 1113. 15 0|0 de descont
Del0#para cima. tu 0|ti de. descont
P. J. Layme.
...... ;-.--. .t--.v, .^. ,., ........ '.. ,.A..,i
,...\:-^--.:r.-..;..-... ..-. .-.
liOlAXXA.ATTENCAO*.
Jos Francisco Collares ('.., ra
publico que na citado de Coianna na S
ra da Ponte n. 0, tem eflectivo a to-
do tempo carne do Ciaa da meibor "
DB-P. A. LOBO HOSCOSO
Medico purtesro < opioador.
O Dr. Lobo Hoscoso, as consultas lodosos
dias e pratica qualqueroperagSo decirorgia,
assim como,acemlo com toda a promptidfio,
as pessoas < pree lo seo prestimo
para o aervieode partos, praticando aso-
' acoes roanuaesou instrumentaes, quan-
do nao possa conseguir resultado por 1
da homeop'thia qoe lar.'-- vez tem VI I -
eio dfficuldades, qu pareeiav insupe-
r veis
.......
,!, Ka a.i Cadeia de W, '"'
trabalhos de agu-
ijas, clcheles e llores.
I".. ra da Cadeia, dcrron'.e. da RelaCd 1
n. 28, alngam-se e vendem-se superiores bi-
ches hamburguezas.
Na livraria n.6e 11
praca da Independen-
precisH-s aar aofer.
)ean,que morou na rna
do
-
:j qualidade que h, pelo preeo do lie- <
\J
1 nciseo 11. li i ,
seriptori > fie al v -
ra CuWra, tem ins'
pri -jr 11. advocat
formado Manoel Morei-
.1 lladO o 500 es-

- :-
acia na rin

cite e mais em conla do que em e
-'. qualquer ulra parle ; os s. uhores ->.
,'-. deengenhoque por ser muito ami- '..;
2 (f deiies, que nao quizerem ter o
".' trabalbo de maniarem ao Recife, po- ['(
.'.-1 dem dirigir se ao mesmo armazem .
!*^ que se promelle fazer todo negocio y
-' con: ouiroa geneoaque os Baesmos
.-" quizerem trocar.
---- -, -......-,...-.... .-^ .*..
. .- ... ... ... ... .
Precisa-se de urna secca : na praga do
Corpo Saoto n. I".
-
HCiSO
aurm
'5 r
s.
le de
ivra-
:" ': y": :'>' .' ; --.-
industria perxmbui vna
fabrica v vapor
RA DO BRM
prxima h n "- 1
do Sr. BoWimu
ie.
".
ditadas velas de composigSn ardem
e tem a mesma luracS > das lo .---..
per,ncete, e custam 15/020 a arroba
i'a'ubem tem d<*carnauba maiaor- -.
natas de 6e 7 em libra a Ij.~ sr- ':'
roba, sem c.iisas.
i) sabflo aqu fabricado ha Se pri-
meira qualida le, o que se girante
re
O hschare
ra
c
le Frai cii eo sobrado n. 111!
: le 1 fferece os servigos do sua pro-
, ssoas que o quizei >m
honrar con: a su* eonfianca, po len lo
,-' para isso ser proeurado .1 qualquer
.. .* hora de todqs os das uleis; o mesmo i';
bacharel encarrega-se de quaesquer
recursos ou outi os 1 tan
do interior >ia provincia, que pe-
rante qualquer tribunal ou reparti-
g.looesta capital teobam des-' ven-
tilados, para que Ihe po lerSo ser en- ',',
derec* los ei cari 1 no que
tU lO! lo e 1 1 ..!,.;>- ,
I dio. OS presos p '.'res e |
desval ra todo o truhalho '
':
.. ...... ..
. .--...,.*
Yrasrssea-se o arr ndamento r 1 1 n-
genho Diamante com as di ragfl s.feitas
11 j annuncio do '.. do correnl a tratar no
engeobo do dia 9 emolanle.
1,1'jc a so julgar credor da ti'
Costa <\ sa. api ate su 1 cuntas 1 > prazo
le 3 di*! na I ivessa :;.
ra Augusta 11. 1. Recife 6 de inao do IS08.
rago e tefe marci
neiria.
O deposito principal
dos mais afamados charu-
I s da Baha do Sr. Gus-
tavo Lapi rfe, aelia-se de
fioje en diante t m casa de
hletiin & ('., na da
Cruz n. 3.
Precisa-se singar orna escrava para o
8 lia t'a- ira ven ler
O
na roa, nao se duviia dar
lom a logue!, agiadaudo : na ra Direita 11.
II, hoiict.
Antonio Lelte Pereira Itistos transfe-
f I rio sua residencia para a ra de Apollo n.
I(, s gondo andar.
-


MN
::
c-
i
EBITA-SB
:.;;.;;.;;.- ..:
ment.
Terroinou finalmente, de os de 8 mezes
de chicana, a qoestSo pr 11 o ida por Igoos
1 is da mesa regadora da irmanda-le
do l.ivra "<-uto, qu por mal intencionados
jolgaram dever anullar seu proprioai
he, a eleigSo do novo juiz, essa chicana se
lomara muito mais longa se os ir mi
se Interesasvam em fazer valer essa eleicSo
nao desistssem da vista que por aci
do supeior tribunal da relago Ibes lora
eoncedi la com suspensflo, ora vi-tude de
cuja desistencia procede a nullidi
.....1 ;Sn. e : or lso foi lern ina lo
pelo lllm. sr. Dr provedor de capellas que
>>e procedesse a nova eleigSo do juu 110 da
lomingo, 'J do correnle, pel>s 10 horas da
inianhaa, com a sua asistencia.
com que aotorijade e dlreito retendem os
icios gerentes dasncie ade -fitgSoete-
cldos da algOdSo, Ira passar a lerceiro o
uso 1 ucto il 1 sil a, com 1
manifest dasociedade; quando tendo-se
p oposto na ; 1 g ral de 2 I do pr-
ximo passado o arre dementa ie mesmo si-
mo, a manira dos so 'ios pn iclatvu-
>e intra -so, e na as 4 ito cor-
.... ..'..'. rente se decldi que "simios da gerencia
licassem suspensos ale a reunan que deve ..
ter lugar no dia ti ocurrente? por ven li-
ra alugar o siti 1 nao 1 : acto de gerencia .'
U socio,
A barca portugUPZB Ma in l-'eliz, que
iboa, na.) tem
pelu capil -o ier esta 11 doente, porem sabii 1
Precisa-se de um caixeiro de l-2ali|
annos par um deposito de .adaria ; na ra l
Direita n. 30. No D esino precisa se comprar
um carro de 4 rodas rom um hoi ; quem li-
ver dirija-se ao mesmo, ou annuncio para
ser procurado
Precisa-se por alugoel de una preta
\ fjOMLTORIoeOMIOPAWCOg
: do
d m, lobo loscozu. S
ij Ra da Cadeia de Sanio Antonio. O
3 O Dr.I/>bo Moscoaw fu/, acianto :.;
:_'-. a quem iuteressar rossa que lem
eommodos em sua caja para re-
; ;- ceber aIguns escravos nao s pa-
-.. ra iriiai de tuai enCaranidades
como para Hizi r qualquer opo^ '-
o. (Is doentes lerao tratados :;_:
p la homeonathia ou pela alio- -'3
". pathia, conforme parecer mais 3
. ;. conveniente para'a brevidade da S
. cura. Adverte que recebe era- tt
.;_. tuitamente umaououtra pessoa Q
.;. que precise faxer alguma opera- Q
.- ra e que por suas circumstao- S
:\ cas nao possam 1 itisfa r al d
pezas de trata nenio e nao queii
itar-se a ir para os hospitaes.
vos regulara'de 2JJ a ".S' diarlos ;'
c nforme a giavidade da inoles-
Q
tia c o tempo dt cirativo.

escrava para o servicu nterno eexternode "'"'" '* ,d pode receber alguma car-
ga .- a trata com Si arai i ., na na lo Brum
n. -22 Pe le-se eos senhores carregaJores da
urna ci-sa de familia : quem a tiver, dirja-
se ao sobrado n. 8 de ra de S I iscisco,
quem vai para a ra Helia, para tratar do
ajuste.
tt abaixo assigna lo vai ao Rio de Ja-
neiro neg icio s o, as-ii romo 1 mbi m ao
1 d I ernand >, deixando su 1 senho-
ra, 4 nios e t com' dre
l'i-dro Antonio de Carvalho Raiano,
Precisa-se de um r- paz par: criad -1
tr.itnr ua ru 1 de Api lio n. 24.
--- Antonio Francisco Pereira vai a Eu-
ropa.
Precisa-se de um eaixeiro de 14 a 16
anuos, para taberna 1 na ru 1
fova n aa,
Pi 1 e orna ama para casa de
homem solleiro : na ru lo Livreroento
n. 21.
1*7
ai
Provincia.
mesma barca de man iarem os coheeimen-
' "1 bem como *s ; iem contal
para receber d" navio, qu n im mandar ie-
ceber quanto anl s.
Precisa-se para im 10 distante
urna legua le villa d'Agui Preta, queoffe-
is an Ilion s va itaeeus de se vlver e lu- 1
de um hora m 1 P zdecriar umsitro da noie. "i:',-" """""' completo de ..,.-
de fructas e hort
ro de 1 noeiro : as
;oas que'julg rem habiliiad com fa-
<) Sr. thesoureiro manda fazer pu-
blico que so acbam a venda todos os dial
no pavimento terreo da risa <\-,i ruada
ira n. -_'ii dai'.' horas da manhaa as 8
e be'n assim de umofli- meros de punctei < meios da prmeira
parte da primeira loteria do recolliimen-
lodo Santiitimo CoracSo de Jess ila \il-
11 de I ;i 11 r.is-n" cuja'-, rodas andaro im-
preterivelmente no dia \i do correte
mez.
Thesouraria dai loteras 1- Hi; maio
riel858,Oescrivfio.J. .M.da Cruz,
m>li* ou .-.- o :har cora-
na ra do Torres 11 80, loj.
--- Fraocii retira-se
pur.-.- 11 1 Europa levan 1 '---.i Ma
Ma menor Cuilbermilia Soares Bo-
: telho, iilha do t'.uiiherme Soar-.s Uolelho.
II EYilWaCl


DIARIO DE PERNAMBUCO SEXTA FEIRA 7 DE MATO DE 18.8.
HomeopaUiia0
O Dr. Sabino Olegario L. Pinho, tendo de
organisar aHistoria da honieopathia du-
raute a epiiemia do cholera,roga a todos
os amigos da verdade quer desta provincia,
qner das oulras do imperio, que Ihe forne-
gam com a maior brevi lade possivel, quaes-
quer documentos, informacOes ou narrcGes
exactas, que possam servir para a execuciio
dessa obra. He justo que sejam conlieci ios
os nomes de todos aqnelles que em lao ca-
lamitosa quadra soccorreram a afllicta hu-
manidade. No consultorio central homeo-
palhico ra do Santo Amato (Mundo Novo)
n 6.
- Do lugar do Ribelro Chande, fregue-
sa da Bom Jardim, comarca do Limoeiro,
desappareceu no dia 7 do corrente me/ o
escravo crioulo de nome Joaquim, de idade
Hannos. pouco mais ou menos, altura re-
gular, bem preto, olhos vivos, rosto natu-
ral, dentes alvos, falla grossi, perras linas,
pea apalhetados, e nunca Coi castgalo:
quem o pegar, dirija-.se a niosmo lugar, a
entenderse com Manoel da Silva Pinto, e
nesta praga coa Jos Carlos de SouzaLobo,
prensa de algoiSo n. 14.
-:0nwf',#*
i
i
ra dos (Juarteis
andar.
por
n. 22,
Compra-sc um pequeo halcao de
amarello, que no tenlia menos Je nove
palmos, embora teja usado : na ra da
Cadeia do Kecife loja n. i I .
Compra-se a collecga'o do peridico
Marmota : quem a livor, dirija-ge a ruado
Collegio, taberna da esquina, ou annuncie
para ser procurado.
Attencao,
5
INa ra do Pilar n. 72, segundo andar,
compra-se um moleque, preto, de 6 a 8
annos.
Compra-se om nropriedade sita em alsuma
das principas* roas d'esla eidad*. e que renda pou-
co irais ou menos tOjOOO ra. animar-, estando o
prelio em bom estado, e desembarazado; quam
quiei. trata na rna da Cruz, eicrlptorio n. 49.
Compra-se cITectivamente hronze, lao
tSo e cobre vellio : no deposito da fundicS-
da Aurora, na ra do Brum, logo na entra-
da n. 28, e na mesma fundicao, em Santo
Amaro.
Compra-se efTectivamente n ra das
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e provincial, a:*cOes das com-
panhias, e da-so dinheiro a juros em gran-
des e pequeas quanlias sobre penhores.
Compra-se urna secrjtaria nova ou
usada, mas em bom estade : quem a tiver
para vender, annuncie por este Diario.
Compra-se 1 ou 2 lachos grandes de
Manuel Cassiano do C-liveira Ledo
acaba de dar principio a um curso /,*.
particular de geometra e continua w
areceber alumnos al o meiado do Q|
crrente, quem quuer frequentar {*
pagar adiantado 59 por mez: na 7?
primeiro fpj
Tendo de fechar-se ate os fins do cor-
rente mez a galera eolcina de daguerreo-
typo do aterro da Boa-Vista n. 4, terceiro
andar, as pessoas que desejarem honrar
este esuhelr cimento e Picar com um fele
perfeilo retrato aproveitem a occasISo. >a
mesma casa encontra-se um completo sor-
timento de caixiohas americanas e france-
zas, quadrose molduras pretis e passe-par-
toutsde muitos e variados goslos para a
collocagSo dos retratos-
< MWMMMM
V D-se dinheiro a premio com pe- *>
$$} Phores ou boas firmas : no pateo da j
fo.Assemblca n. 12, segundo andar. j:-.
- Antonio Marlins Kurlado. Portuguez
retira-se para Portugal, levando em sua
companhia sua mulher, e duas liIbas de
menor idade.
-- Precisa-sede urna criada que engom-
me perfeitamente o faga mais algum servi-i cobre : quem os tiver e quizT vender, diri-
jo; paga-se bem; na ra de S. Mita n. 27, '
segundo andar.
Na galera e officina da daguerreotypo
do aterro da Boa-Vista n. ?, terceiro andar,
existe um lindo sortimento de alflnetes de
ouro para serem vendidos com retratos de
18 a 258 rs Na mesma casa limpam-se e
botam-se vidros novos, em vista de slereos-
oopos.
O Dr. Sabino O. L. Pinbo roja a todas
tas pessoas, que Ihe deveru contas antigs,
que Ih'as mande satisfazer.
Pelo juizo de orphSos desta cidade, e
cartorio doescrivSo CulmarSes, tem de Ir
praga por venda, requerimento do lesta-
menteiro inventarianto dos bens da falleci-
da D. Joaquina Jeronyma de Jesns, a casa
de sobrado de um andar e sotSo, sita na ra
da Penha n. 4.
- Precisa-se de urna ama para casa de
pouca familia, sendo forra oa escrava ; na
ra do Hospicio n. 34.
Precisa-se de um criado ou urna cria-
da para o servido de urna casa de familia,
tanto interno como externo, sendo captivo
taro bem serve : quem quizer, dirija-sc a (la-
punga velha n'uma das casas da lllma. vul-
va Lasserre ao p do Sr. Bonifacio, que acha-
ra com quem tratar.
Antonio Gomes de Carvalho retira-se
para Portugal a tratar de sua saudc; quem
t-t julgar seu credor apresente-se no prazo
de 8 das na rna da Praia n, 2!- Becife 4 de
maiode 1858.
Perdeu-se desde os Coellios at a pra-
5 da Boa-Vista um relogto de prata d'anco-
ja-se a ra Direila n 88, segundo andar.
- Vende-se urna casa em caixio, com
quintal plantado de ptimos srvoredos fruc-
tferos, na estrada dos All icios, por prego
razoavel: a tratar na mesma estrada, casa
que vende encherlos.
ra, tendo denlro gravado o n. 5478, e mais o ,r 1 .' ,',
seguintelget. eef. grad, Aner: 18 lin-13L 7 *&?tt*ZLt?
Stean. e ten! ale,, desL signaos um. cerca- l^Z^*'*?'*
Cura duurada e urna correte de prata : ro
ga-se a pessoa que o achar, o favor de entre-
gar na ra dos Guarara^es ^. 36, qne spr
bem recompensado.
~ Precisa-se de um feitor, preferndo-se
das Ilhas, para tratar de um sitio perto da
praga ; a tratar na ra de Apollo n. 2i.
~ Precisa-se de 50os a juros de I por cen-
to, dando-se por seguranca urna moleca de
i snnos de idade;: a tratar na ra da Roda
n. 20. Na mesma vende-se urna cabra bicho,
com cra.
I'recisa-se de urna ama lrre ou escra-
va para to>loe qualquer servicode urna casa
de pouca familia ; a tratar na ra da Sinza-
la Velha n. 78.
Quem annunciou vender urna boa ta-
berna na freguezia de Santo Antonio, diri-
ja-se a ra do Bangel. botica n. 61.
Um caixeiro de taherna que se ac.ha
arrumado, desoja mudar de arrumarlo;
liieui do seu preslimo se quizer utilisar,
iirija-.se a travessa do Caldcirciro, taberna
n. 94, que achara com quem tratar. O mo-
tivo porque sahe se dir, e preferc-se algu-
ma casa de moldados.
Antonio Manoel de Oliveira Villa reti-
ra-se para Europa a tratar de sua saude.
Precisa-se de um rapa/, para raixeiro de ta-
berna : na iua da Praia n. O.
Na ra da Cadeia dn Itecife n. M de-
seja-se fallar com o Sr. Jo3o Gomes Ribeiro
de Avellar a negocio.
Na roa da Cadeia do Reeife n. 54 de-
seja-se fallar com os Srs. Jos Bento da Cos-
ta e l'.aymun lo da Silva Mala a negocio que
nao ignoram.
anualidad^ do Divino Es-
pirito Santo.
S3o convidados os nossos charissimns ir-
mSos para domingo, 9 do corrente, polas s
horas da mantilla, assislirem a missa do
iiosso divino padrooiro que tem do celebrar-
se a essa hora, e depois se reunirem pm me
sa geral, e olegerem os novos
que teem de dirigir a irmandade no novo
anno administrativo que principia em junho
prximo.O escrivSo, Santos Coclho.
--- Na ra do Crespo n. 16, esquina, alu-
ga-se urna mulata, a qual cozlnha, compra,
e cose maito sofTrivel.
Publicado jurdica.
Ha chegado de Lisboa, i Manoel do Nas-
cimento Pereira, ra do Apollo n. 6, a obra
em 8 voluntes Theoria do inrcito Penal-
pelo conselheiro Silva Ferrao, para ser en-
tregue aos senboies subscriptores, pelo pre-
go de 10?000, e para os que nao sao, pelo
de 143. pagos vista.
mnm\K m deberme.
A direcco tem marcado o da 11 do
coneuie pela I hora da tarde para ter lu-
gar a sessao ordinaria emassembiea geral
los Sis. accionistas, afim de elerjcrem a
nova administracaoe acomniissfio de exa-
me de contas, bem como decretaren; o
pagamento do 20- dividendo.
Os Srs. accionistas tao rogados a nao
laltarem, visto que, este dividendo nao
sera' pago antes de ter lugar a reunio.
Escriptorio da Companhia do Beberibe
5deraaio de I8.">8.Guilberme Sette,
secreterio.
Antonio dos Santos Vieira vai a Kuro-
pa, e deixa por rous procura lores o seu so-
cio o Sr.Joaquim Ferreira RothchUde, oSr.
Miguel Goocalvea de Brito, e oSr. Julio u
Costa l'i!
Jos Vieira dos Sanios vai i Europa, e
deixa | ni- se is procura .ores os Srs. Jos dos
.Sanios Souze, c Jos Antonio dos .Sanios
Ionios.
Claudio Dubeux ja tem velas mistas
para matar forangas
ATii:\r,u>'.
OSr. Jesiiino, morador, mi queja morn
na ra Bolla desta cidade, sunhorde u n es-
cravo de nomo Torqualo, oqual l.n com-
prado los Raimundo Concia, e tur se
acba fgido, ijuei-a app'recer na prai
Boa-Vista ein urna casa terrea n. 28, para
fallar com nina pessoa ijiie desoja dar noti-
cia do dito escavo, o juntamente \
pode fa?or ilgum negoi o a respeito do dito
escravo, no caso do o quor negociar.
Tomam-se aprendizes para o oflicio do
tornelroi dando-se-lhe o susb ato
quizar procure na rus iias ruzes, oja de
torneiro ti- :!i.
Precisa-se alugar um mnlequcde 8 a
10 anuos, unicamenle para recados, que
el; pnna-se bem na ra da Cadeia do Be-
cife n. 59.
Coqueiros -
Venlem-se coqueiros pequeos para se
plantar : na ra das Trincheiras n. 29.
Relogios.
Vendem-sc relogios de patente inglex em
casa do Arkwright Tuckniss &. C. ra da
Cruz n. 1S.
Attencao.
'3 Kissel, rclojooiro francez, vende vs
relogios de ouro e prata, concerla ^
5h relogios, joias o msica, ja aqui be tt
conhecido ha muitos annos,habita no ';'
v5 pateo do Hospital n. 17. O
sellins
patente nglez.
Sflo ehegados e acham-se a venda o verdadeira
I ni condecidos sellins insler.es patente : na roa
do Trapiclie-Novo n. iJ, arma/em de fazendas de
Adamson HowietV C.
Va luja das seis
portas ein frente do Li-
vramenlo
Fara acabar com algum resto de fazendas
tem resolvido vender por menos do sou valoj
asseguintes : ISazinha para vestidos fazen-
da p>'i Icia com 5 palmos de largura a 400 o
covado, cortes de nscados francezes a 15600
fazenda fina, chitas encarnadinhas a 160 o
covado, riscado monstro bastante largo a
160, cambraias musselinas a 500 a vara,
cortes de casemira iugleza de cores escuras
a 29500, lengos de seda brancos e encarna-
dos a 800, meias para menino brancas e de
cores a 240.
0 PECHINCBi ESTA' QEI-
fflAHDO
Pegas de cambraia de linho com 7 jarlas
a 6?llil0, cambraias de cor francezas a 240 o
covado, gollinhas para sonhora a 1:200,
manguitos multo linos a 3?, longos brancos
para menino a 100 rs., e 1?200 a duzia, cor-
tes de casemira pratos bordados a t>?, um
completo sortimento de palitos de alpaca
pretos e de cores, golla de vclludilho e seda
a 4-, ditos mclbores, ditos de casemira de
cores, de panno preto e de cores, ditos de
i briol pardo, ditos brancos, colletes de fus-
'*'"^atomer"d0'lV5en- toa2?.eotras muilas fazendas por pre-
jf galas tem mais algum] utilidade e sis oi-c
W vendem-se por prego commodo. S
fariuia
de mandioca, feijao e mi-
Iho,
desembarcados na presente semana ; ven-
de-so no armazem n. ."!, defronte do trapiche
doCuoh, no furto do Maltas, a pregos mui-
lo vantajosos.
Vestidos com bahades a 7S000
Vendem-se vestidos do cmbrala de cor
lina, com .' e 4 nrdens de baba Jos, pelo ba-
rato prego de. 7? cada corte : na loja da ra
do Queflmado n 10, de Lcite, Arthur, & '..
fundo com 35
o de 4 a 6 l|2
pollegadas de grossura : na ra do Bangel
OriSOC-OC-:::-::> :?.::::: C-OZQ
LEITE, ARTHUR &C. i';
I^Riii do Queiinadq a. 10*
^ Sedas de quadrinhos, padrOes no- '--j
0 vos e de todas as cores por barato @
$S prego, chapeos para sen loras enfoita- (
;g dos com bicos de blon i c veos de >'j
^ todas as cores, manteletes de rendas '
Oh! que pechin-
cha,
COM TOQUE DE AYARIA
NA LOJA DO PREGUIQA,
ra do Queimado, esquina do becco do Pi-
\e Frito n. 2, vendem-se cassas francezas
muito finas, com pequeo toque de avaria,
pelo diminuto prego de 320 a vara, assim
como cambraias francezas muito finas, pa-
drees novos e sem avaria, pelo haratissimo
prego de 500 rs. a vara, Hazinhas de qua-1 baile aSs, ^25 Ya/o, enfteT p
dros de lindos padrees, proprias para vest- cabcra do meinor oslo que se podc cncon.
dos de senhorae palitos de menino, pelos tr8r a m 12 e U;no0 csda um manguitos1
diminutos pregos de 480, 500 e 600 rs. o co- bordados de cambraia a 2/300, 3 e 55 o par,
Attencao
He barato que
admira.
Na ra do Queimado n. 37, nova loja de 4
portas,acaba-se de receber pelo ultimo vapor
vindo de Franga, ricos cortes de vestidos de
seda com 3 babados para 30?, 50, 60, 70 o
80S000, dilos sem babados a 25-, saludas de
vado, e de ludo sa darSo amostras com pe-
nhor.
Vende-se pelo custo um excellentc car-
camisinbas bordadas com manguitos e gol- GRANDE SORTIMENTO DE FAZENDAS PRE-
linra a 13/, gollinhas bordadas a ly200,. TAS PKOPRIAS PARA A QARESMA, RE-
1-600, 2s200 o 2.-50D, tiras bordadas a 800,, CEBIIU EM DIHE1TURA PELO L'LTIMO
ri,nho de < rodas, novo, mandado vir de en- 900e 1a var, corts de barege a 7>, gazi AVIO FRANGE/.
'.:

LEITE, ARTHUR &C
9nua do Queimado 11. 10;.^
", Ricas bengalas de canna,com cas- @
jj tOesos mais delicados gostos que
commenda dos Estados-Unidos : na ra de
Santo Amaro ('Mundo Novo n. 6.
Vende-se urna escrava moga, de naco,
quitandeira, ptima para todo servigo : na
ra Dire ta n. 3.
Vende-se superior linba de algodSo
brancas e de cores, em novello, para costu-
ra : em casa deSoulhall, Mellor & C, ra
do Torres n. 38:
3 Cabos sortidos da Rtissia, Ca- :.}
vg ro eManillia. tt
^ Lonas da Russia, Lrins e hiin- ^
ij? zoes. 0
JjJ Cobrec metal para forro com
9 P'-egos. @
^ Oleo delinliaca e Velas steaii- (fe
9 na-
@ Estanho em baninlias, Bar- g
ilba. @
^ Vinlios (inos de Moselle e Joan- @
^ nisbcrg espumoso, c de Bordcux ^
3 emquartolas. ^
v- C. J. ASTLEY & C. @
enfeitados de fita o mais moderno
fa-
y gosto de Paria, vendem-se estas
irlas por pregos commodos. !-:-
Caibros.
Vendem-sc os caibros que cstSo servindo
te audaimes no frontispicio da igreja do Di-
vino I.-pinto Santo, todos juntos ou em
porges : quem os quizer lomjrar, dirija
se ao thesoureiro da irmandade na mesma
igreja, ou na ra da Praia n. 18.
Vende sena ra da Cadeia do Reeife n.
5i, muito bom doco de ca.iu' sen calda, o
melhor que tem apparecido em latas de 10
a 20 litiras, nicamente proprio para camen-
los vista da qualidade.
gos commodos nos qualro cantos da ra
un Queimado n. 18 A, esquina que vira para
o Rosario.
Aviso.
Ns ra da Cruz n. 51,primeiro andar,
sala do barbeirn, vendem-se bichas, tanto
aos ceios como a retal lio, mais barato do
que em outra parte, e alugam-se ; advertin-
do que sao chegadas no ultimo vapor da
Enrona.
Em Olinda, no lugar denominado Ma-
ra Simplicia, sitio dos Boltrins, vendem-se
bous bois mansos : a tratar no mesmo sitio.
Venle-se fumo em folha e charutos de
superiores qualidades, chegdos recente-
monte da Babia, por menos prego doauc em
outra qualquer parte: na ra da Crz do
Reeife n. 13, primeiro andar.
Vende-se um terreno com 57 palmos
de frente e 2 000 de fundo, na ra da Auro-
ra junto a nova proprieda Jo do Sr. Tiburcio
Valeriano Baptisia : quem o pretender, en-
tenda-se com Francisco Katelho de Anlrade,
na ra imperial ti. 167, ou no Becife no
Forte do Mallos.
jRap francez.
Continua a estar a venda na rna da Ca-
deia do Kecife loja de fazendas do Cerdo-
so A\ res, aoiuleexistesempre um deposi-
to do mais moderno.
Vende-se unta escrava preta com
urna cria de dous mezes, leudo a escrava
bastante leite e sabendo bem lavar c co-
Einhar : na ra da Cadeia do Recilc loja
n. 41.
atalas
Vendem-se batatas holhndezas em por-
folio estado, sendo em gigos, a 1>:>00 cada
um, e ceblas soltas a 640 o canto : na tra-
vessa iia Madre de Heos n. 18
Continua-se a vender o terreno no lu-
da Itaixa-Verde da Capunga : quem preten-
der diiija-seao becco do Sarspatel n. 13.
Na travessa da ra do Vigario, loja n.
1. vondem-se e alugam-se as venladeiras bi-
chas de llamburgo, a pregos commodos. ap-
plicam-se com a maior prom,itidSo a qual-
quer hora que so soja chamado para esse lim,
sangra-se, limpam-se, chu-nbam-sc e exlra-
hem-se d.ntes, tanto na referida loja como
,! ftm c,sas das pessoas que neces-dlarern de
:c,onar,os alguna destessVrvigos. para cuja execugo
possue o proprietario des;o estabelecimen-
toos mclbores e mais ap3rfeigoaJos ferros.
Vinho do *orto
Su
pennr chamico.
' Lm casa de lleury Brunn & C. ri
da Cruz. n. 10 vende-se :
Comento romano.
Cognac em caxas de 1 duzia.
Caaeirat de vime.
Um grandesoilimenlode tocadoies.
Retratos a oleo para sala de jantar.
Espclbocom moldura.
Pianos dos inclliores fabricados cm llam-
burgo.
Em casadeltabeSchmettau VCompanhia,
ra da Cadeia n. 37, veudom-seolegante
p;anosdn afaniadofabriranii Traumanc
ia Hamburo
"" Pili SIS i
aso.
NAFTJNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIR'DAVID W- BOVVMAN, *A
RA DOBRUM.PASSANDOOollA-
FARIZ.
na sempre um grande sortimento dos se-
guimos objeclos de mecanismos proprios
para engenbos, a saber : moendas e meias
moendas da mais moderna construccSo ; ta-
chas d ferro fundido e batido, de superior
qualidade e de todos ostamanhos; rodas
dontadaspara agua ou animaes, de todas as
proporgoes; crivos e bocea de fornalba e
registros de hnniro, aguillioes, bronzes, pa-
rafusos e cavilhes, aoinhos de mandioca,
etc. etc.
NA MESMA FUN'DICA'O,
seexecutam tocias asencommendas coe a
superioridado ja conbecida com devida
presteza e com odidade era prego.
Ca vallo
Vcnde-se um bom cavallo alazao sem
achaques cquecairegajdc baixoat meio;
na ra da Roda cocheira dos Sis. Paula
v limao.
i?-S?C5@@
! Cortes de vestidos
a 2^000
* Vendem-se cortes de
.-:* fazenda matizada, escura, cjm lar- ^
S gura de palmos, e com 10 eovados, x
"? pelo barato prego de 2-5 na loja da W*
W ra do Queimado n. 10. 0
O
in-
vestidos de &
OPregui^a est
queimando
Na loja doPregulga.na rna do Queimado,
esquina do becco do Peixe Frito n. 2, con-
tinu'a a fornecer-se ao publico um bello
sortimento de fazendas por baratissimos
oregos, bem como seja grosdenaples preto
lino a 15700 e 19800, dito muito fino a 2300
e 2^400 o covado, pegas de catrhraia lisa
fina com 8 varas a 55000, dita muito lina a
7?o00, aila muito lina com 10 varas a 83000,
lita mais baixa a 48, dita com 8 varas a
23400, pecas de cassas de quadros muito
linas com 10 varas e com alguns furos de
rupim a 2#800, ea vara a 300 rs., chales de
merino bordados em duas pontas a 89500,
ditos lisos a 55, ditos de chaly com listras a
6/800, casemira preta muito fina a 2;K),
23300, 23600 e 35 o covado, panno azul pro-
prio para farda de guarda nacional a 29900
o covado, dito preto lino a 53500, dito ver-
Superior oleo de ricino em latas de 4 do escuro a 4>, grvalas pretas e ae cores
de lindos padroes e superior qualidade a
1? cada urea, ditas de mola de cores a i/,
ditas pretas muito linas a 1(280 e 1540, cor-
tes de targolinas com 12 eovados proprios
para as senboras dar um passeio at ao Ca-
bo, pelo baratissimo prego de 103 cada um,
lencos brancos com cercadura de cor a 120
cada um, organdys de cordSo a 260 o cova-
do, cambraias estampadas a 440 vara, dita
mais fina a 600 rs., chitas francezas de to-
libras, vende Prxedes da Silv Gusmao ,
seu escriptorio no caes do liamos) n. 1.
relogio* de pa-
tente
nglezcsdc ouro, desabnete c de vidro:
t.ontinua a ven lerse engarrafado o em vendem-se a pieeorazoavel, cm casa de I das as qualidades escuras e claras a 240
r 1' I i.' rlit iiIavvj* a n k a j j v j-, ^_ ak i^-. ^x 4 .____ M_________M f^ tal i ^* & ^ & r^ ^ a^._ _.
harris de oitavo, a prego commodo : no ar-
mazem de Barroca i\ Castra, ra da Ctdcia
do Reeife n 4
s devotos do mez ua-
ran no.
Rezistos doSS, CoraeSo de Mari, em for-
malo-grando, estampa nova, em colorido li-
no : no aterro da Boa-Vista, loja de miude-
zas n. 8,
Venie-se urna cabra bicho, propria para
cria; menino, por dar urna garrafa de leite
diario; na ra Augusta n. "25 se dirs quem
vende
Vendem-se por commodo prego os se-
guintesobjectos. proprios [.ara aquellos que
se applicam aos cstudos das sciencias na-
turaes :
!. Um micoscopio, cu a potencia moslra
perfeiUmente os glbulos do sangoe e do
leite, completamente preparado, e com va-
rias importantes amostras.
2.- 600 amostras escolbtdas de mineralo-
cia'e geologa, com urna boa caixa para
guarda las.
8." lina i>na caiis de resgentes chimlcos
com os competentes cupos para analysese
alguns oulros nbjectos.
4- Umcosmoraraa com bellas vistasdas
principies cidades da Europa: a tratar na
botica de Luiz Pedro das Neves.
O BUDGET
di:
osa *.^^b ntBa.'TB ^~
Acaba dechegarde 'aris LE BL'D-
f.ETDl BRASIL OU RF.CHERCIIESSR
LES RESSOURCES DI. CET EMPIRE,
DANS LE RS RAPPORTS AVECLES IN-
rERETS LUROPEEXS DI COMMERCE
E DE L'EMIGBATION, pelo conde Au-
gusto Vander Straten-Pontlioz, "> volumes
emS.- francez, com diversas cartase re-
tratos das principaes personagens e pro-
; do imperio. Esta obra be a que
ni ns c invm aos senhores acadmicos do
quintoannoda Faeuldad dedireito, pelo
bem que desenvolve todas as questoes do
direito administrativo. Vende-se na li-
vrai ia ns. G e 8 da Prara da Independen-
cia por lO.'jUOO.
Augusto Cesar de Abren, na ra da Ca-
deia do Reeife. armazein n. ."O.
Cera de earnau-
ba e sebo refinado.
Domingos It. Andrade & C, com deposito
no largo da Assembla n. 9, lazem scienles
aos Srs. fabricantes de velas, e a quem mais
inleressar possa, que estSo resolvidos i
vender tanto um como oulro artigo por mo-
nos prego que em outra qualquer parte,
alem do que doixam eacolher tanto sacco
como barrica no completo sorlimento que
presentemente tem.
260,280 e lino rs. o covado,pegas de bretanha
de rolo com O varas a 39, mussulina bran-
ca fina a 300 rs o covado, ditas de cores de
lindos padroes a 320 c 360 o covaao, colilar-
gos, fazenda de cores, minio propria para
casaveques desenhora a 600 rs o covado
vestidos de tarlalana de lindos padros com
12 eovados a 43 cada um, lSazinlias de core-
oscuras e claras de lindos .padroes a 890 e
360 o covado, mantas de lil ue linho do
melhor gosto possivel a 149 cada urna, car-
malina, fazenda nova, padroes de ISazioba
a 280 o covado, chales de lazinba com lin-
das barras a J- cada um, riscados franceses
de novos gostos asselinados a 28o, Jilos
mais linos a 320, cortes de meias casemir-s
de lindi.-si mos goslos a 23 cada um, casemi-
de seda a 700 e a 800 rs. o covado, folar de Croidenaplai prdo encorpado d
sede a 800 rs. o covado, grosdenaples mofa-! V" dio la*rado ,.
do al o covado, dito limpo boa fazenda e i ^e"m P'cto verdadeiro macao
15800 o covado, dito preto a 13600, I38OO a \
23, mantas pretas de fil bordadas a 9 e 129,
rhajolinhas para senbora muito boa fazen-
da a 14.5, chales de merino bordados a 69, 8
e 11-, ditos de touquim bordados a 203.
cortes de eambraia de salpicos a sfiOO, ditos
de st da pretos muito superiores 803 a 90?.
chales de merino pretos a 43. lengos de re-i i-.'" ?''}'" de "erf b'dad -
MuiiG ,1.. ...li i.i.ii da nun n<
troz a 2
109, ditosa 73, ditos de pello francezes 75 Una. de seda creta d
a 83, chapeos de lebre a 650OO, ditos de fel-
tro linos a 5500, dilos de f'eltro enfeitados
para menino superior fazenda a 55500, cor-
les de casemira bordados a 63500, ditos lisos
a 4-, cortes de bnm de linho a 23500, ditos
a 23800, dilos de meia casemira a 29800, ca-
misas francezas brancas de linho a 43500,
ditas de madapolao finas a 23100, 2?.">00 e 3o,
ditas de cores a 23500, ditas de mosqueteiro.
3, musselinas brancas a 320 rs. o covado,
ditas de cor a .'20, 360 e 400 rs. o covado
muito finas, chita franceza muito superior
280, 320 e 360 o covado, ceroulas de linho
muito finas a 39, guardsnapos brsncosa 3?
Sarja pela verdadeira heipaiihola
Vcnetiaoa preta larga, para ba-
loi-is ........
Velbutina prata e de cret para ca-
*avaques, covado
Alpaka preta lina da
Manas 0 blond, pretase brancas,
bordada! ......
is prelos 1
Meias de seda tirela de peso, para
chapeos de sol de seda superiores \ Mn|IOM
ho-
SSSF
Tasso Irmos avisan aos seus freguezes,
que o ultimo carregamenlo de farinhade
Trieste da marca SSSF raminbo se vende
nicamente em seus armazens, aoode tam-
' bem existe o melhor e mais completo sor-
timento de farinba de Richmond, I'hiladel-
phia, ohin o lialtimore, tanto extras como
superfinas.
BOMBAS.
Vendem-ie bombas japy de varios tsma-
nhos, com ranos e mais pertences; no ater-
ro da Boa-Vista n. 6.
Attencao.
Vende-se superior farinha de mandioca, e
mais barato do que em outra parte : na ra
do uueimado, loja de ferrsgens n. (*.
Vende-se toucinho novo vindo de Lis-
19700 i 2J80O b0, Pel br'Bue Relmpago, em barrisdea
28200 2joo I arroD*s. ssim como lingulgas novas rindas
25800 b 35800 i n0 mesmo navio, em barris de urna arroba,
23OOO D 25!00
I58OO
600
qualidades para seohora
inem ........
Pao prelo rnuilo fioo.prova de li-
mao de......
Cazemira prela tetim de .
Corles de cazemira prela de cor,
bordados .......
Curies de dita tirela ....
Cor les dacoleles de dila dita bordados
Chapeos prelos francezes e moderno
Grvalas pretas de selira e gorgo-
reo da vanos feilios .
Chapeos de sol de seda para ho-
mem e senhora .....
Mangados bordados para euhura .
Tiras bordadas moilo linas
331X10
25OOO
a duzia, luvas de fio de ESCOCia a 900 rs. o c-olinhas de cambra-a bordadas
par, muito boa fazenda, flanela branca a
480 o covado, ditas de cores muito finas a
900 rs., gravatas de retroz a 25, ditas de se-
tim bordadas a 33, ditas de seda a 600, 800 e
13 cada um, cortos de seda branca com lis-
tras azues assetinadas a 20.3 o corte, eam-
braia de salpicos muilo fina a 900 rs. a vara,
fil de linho liso a 640 a vara, dito bordado
a I300 a vara, meias de seda brancas '13 o
53, boa fazenda. ditas pretas 3, lengos do
seda para homem a 23, ganga de cor a 300 e
560 rs bombazina a 15100 o covado, panno
lino preto a 39, :3500, 43500, 53500, 7 e 83,
dito cor de cal a 39 o covado, dito azul 33
a 59500o covado, oasemiras pretas a 23200
ale 4.3 o covado, damasco de 13a de duas lar-
guras a 99800 o covado, dito estreito a 800
rs., velbutina preta e de cores a 750 o cova-
do, velludo prelo a 63 o covado, brim bran-
co de linho a I3-200, I55OO e 2.5 a vara, gr-
valas com um aunel por 05500, meias bran-
cas para homem muilo finas a 73, 8 e 103 a
duzia, cassas francezas muito finas a 480,
560 e 600 rs. a vara, collarinhos brancos a
220 cada um, lengos de labyrinlho a 15, pa-
lils de panno, de casemira e de lpica, pre-
tos e de cores, caigas de casemira e colletes
de gorguraode seda, tudo muito bem feito
e para diversos pregos, sarja prela para for-
ro a 1;200 o covado, c'tes de colletes de
casemira bordados a 5-, ditos de gorguro
l'nliii'n de alpaki preta maito lina,
forrados .......
oodolas de alpaka preta a da co-
res .........
Palitos de alpaka prela .
Dilos de ar^rniioa de coras escuras
forradoa .......
Dilos de alpaka de cores
Dilos ds fu-i.io acstlinados.e gall-
ea de cor .......
Dilos da brim pardo e bretanha de
linho ,.......
BLieoa corles de seda branca ,1 pe-
kim, o mais superior poiMvel .
Corles de vestidos de varias fazen-
das de seda par.i meninas .
Sarja branca lavrada para vestido,
covalo ........
Gorcura'o da seda hrancn^com raina-
sem branca, covado.. .
Lio ios cortes de vestidos de seda da
cor, corte........
lirnsilrnaplef de eres, e branco su-
perior, covado ..... .
Dilo dito com 4 palmos para for-
ro, covado ......
Belleza da China, fazenda toda da
seda....... #
Diana de seda lavrada, covado
l-olar de Para, de seda com vistas
malisadaa, covado ...
Selini da liscocia lavrado para vesti-
do, covado .......
Coila* ae vestidos de eambraia de
aada bordados ao lade
750
I95O
9
9
79300
35500
9
55500
11 t.1000
7>500
9
9
9
9
I96OO
9
58000
4?KH)
68000
59500
B 4900
u 49000
9
9
25OOO
a 19"-90
t309000
29OOO
i> 18600
I56OO
18100
18100
u I9OOO
de seda a 3;800, e militas mais fazendas que Cambraias ornaodis maii.ada.covado
no he possivel aqui l'a/.or mencSo dellas
pelas muilas variedades que se encontram
aqui neste eslabolecimento : quem quizer
venha ver e traga dinheiro, que nao vai sem
fazenda barata.
Carros.
6. ADOLPHO BORGEAOI.
Tem tins poucos de carros de 4 rodas
grandes e peqUenOS muito bODS, com
l>ons arreios e vende por preco commodo
por ter urna viaijem a ia/.cr, vende tam-
ben] boas parelhas ae cavallos e cavallo
para cabriolet : na ra Nova n. 61.
Velas.
VenJem-se velas de composigo, 9m cai-
xas de 25 libras, a^pregos commodos; n*
ra da Cruz n. 49.
S. STIEUIEL & C, hanqueirose ne-
gociantes, estabelecidos lia muitos anuos
em Londres, teem a sati$raccao de par-
ticipara seuscorrcs]>ondcnk's c ao publi-
co, que aculiain de fundar casas filiat-s
nos principaes portos c distritos manu-
fctureirosde Franca, Alcmanlia, Blgi-
ca e Hollanda, conservando almdisso
las proprias casas anteriormente eslabe-
lecidas as cidades mais importantes, c
portos raaiscommerciaes da br-Bretanha,
e cstao cm posiraodc oCCerecer fraudes
vanlajens aspessoasquepossam necesitar,
assim em Londres como cm outro qual-
quer poni da Europa, de urna casa para
compra ou venda de artigOS, bem como
para os negocios de transaccao de crdito
a banco de qualquer genero.
As pessoas qucnuoiorcmcoiiliccidasdos
annunciantesdeve oacompanharsuas or-
den! com os fundos necessarios para sua
cxeticerio; licando entendidas que osan-
nunciantes nao teem dilliculdade cm adi-
antar 70 0|() sobre os gneros recebidos
antesde s"ua venda.
Os precos corren tes e mais nformacocs
commerciaes, que lorcm pedidas, serio
enviadas gratuitamente, salvo o porte do
corrcio, podendo dirigir-se aosannunci-
a ntes.
Vende-se cera de carnauba em sa eos
IO9OOO a arroba : na ra da Madre de fleo
n. 2.
.4as na reine ros.
13M
|390
M8Q
9
iBioe
5S00
350

&so
19500
3900
5900(1
i. -IMKJ
B 730011
b 80500
B I MKKI
155000
/
15200
9
/
A dinheiro vista.
Cortes de musselina larga com .11 eovados
e barra por 29 c 39500 pecas de algodiiozi-
nho liso largo a 2e. 2/500 e 33000 vendem-
Pinto, ha para vender molduras francezas Zl ZV .d,I'ZT.* 'j' d" Mquia' qe
te Jacaranda c de mogno, nar.fusos para volla para a ra da Cadeia.
camas francezas e para armarios, carros pa-
Na ra Nova, armazem de mobilias do
Casaas francezas linas de cor,vara ,
('.hilas (ranrezas de cores,covado .
Ditas ditas, covado .....
Itiscado francez de qoadros e liaia?,
eovados .... ....
MsMoliaa de cor e branca, covado
Urilh.nlinha branca, ramauem lar-
ca.covado.......
rolceiras de velludo, froro a fila .
l'opeliua de seda com llores matisa-
das, covado ......
liareue de seda com quadros e lisias
covado ........
Sadaa de qoadrinhos e lisias,covado
liargarflo de teda de llores, de lindos
padroes, covado .....
Maorilama de seda com 4 1|2 palmos
de largpra, covado ....
i'roiidelina de seda Iransparenle',
covado ........
Chales de merino com franjada la
lulos de dilo com franja do seria .
Dilos de dito dito com dila de seda e
lisias "........
Hilos ditos bordados a seda .
Ditos dilo dilo em 2 ponas. .
Dilus dito dilo a velludo ,
Ditos de seda de cores, superiores.
Lene, de cmbrala fiuot com laba-
rvnlo........
Lavas de seda de core, lisas a bor-
dadas para lenhora ,
Grvalas de sclim de cor e pretas ,"
compridat .......
I'assando o beeco da Concresar.10, do lado dreilo
3 quarla leja de tres portas rom rotlasLraneas, u.
0. Da-se amostras com oinlior
Marroquim
a K600a pelle, e 175000 a duzia, fazenda
sem defeitoe boa qualidade : na ra Direila
11. 15.
Gouro de lustre
marea castello, muilo grande a 4000 a pel-
le, e HsOOOa duzia : na ra Direila n. +5.
Reoslos
cohertos e dcscobertos, pequeos e gran-
des, de ouro patente inglez, para houiem
esenhora, de um dos mulhores fabricantes
le Liverpool, vindos pelo ultimo paquete
inglez : em casa de Southall Mellor & C.
ra do Torres n. 38.
Coro toque de
avaria.
por preco commodo : quem quizer comprar
entenda-se com francolino Izidoro Leal d
C no largo de S. Pedro n. *.
Nova aua de malabar.
Vende-se esta agua a melhor qne tea ap-
parecido para tingir o cabello e suissas de
preto : na livraria universal ra do Collegio
n. 20, d-se junto um impresso gratis ensi-
nando a forma dnapplicar.
Relogios,
Osmelhores relogios deouro,patente in
glez, vendem-seporprecos razoaveis.no
escriptoriodoagente Oliveira.rua daCa-
dea do Reciten.62.primeiro andar
- O primeiro tomo das Biograpbias pelo
eommendador Antonio Juaquim de Mello,
obra interessante, j annnnciada por este
Diario; vende-se no deposito da rna de S.
Francisco n. 6.
Vende-se um csbriolet muito forte,
coberto e em bom estado : a tratar na boti-
ca de Luiz Pedro das Neves.
PAAKIA E TABERNA A VENDA.
Vende-se a padaria da povuacao do Mon-
teiro denominadaAmorime a taberna an-
nexa a mesma padaria, cujos estabelecimen-
tos acbam-se respectiva e precisamente
montados, oflerece mais a vantagem de ter
as mesmas propriedades urna boa casa le
vivenda com sitio plantado de excedentes
fruteiras que se aluga conjuntamente as ca-
sas dos dous estabelecimentos : quem pre-
tender pode dirigir-se a ra do Amorim n.
43 a tratar com Travassos Jnior & C.
Domingos Jos da Cunba Lages, pri-
meiro fabricante das bolacbinhas de araru-
ta, alliada, soda, regala, coracoes, dubeliu,
carioca, partcula, biscoitinho, biscuito de
llamburgo, bisccito, fatias, era seus estabe-
lecimentos na ra da Senzala Nova n. 30, e
em continuacao da ra da ConceicSo da Boa
Vista, bem como superior pSo e bolacha de
todas as qualidades, que vendo por prego
commodo.
Attencao
o
Na ruado Vigario n. 8, vendem-se cigar-
ros e charutos da melhor qualidade, vindos
do Rio de Janeiro.
Vende-se um excellente sitio distante
desta cidade mela legoa, com urna boa bai-
xa de capim, 2 viveiros, e bastantes arvores
de frncto : quem o pretender, dirija se a ra
do Crespo n. 9, que achara com quem tratar
Vende-se utu pombal de porrillos, de
muito boa rac,a, por prego commodo, e ven-
dem-se tambem aascasaes, gosto dos pro-
tendentes : quem quizer, dlnja-se ao pateo
do Paraizo, taberna da estrella, que se dir
quera vende.
Vendem-se bois mansos bons para car-
rocas, na frente do armazam de sal, na Boa-
Vista : quem quizer comprar, compreos
das 9 horas do da as i da tarde.
\ filil--.e,familia de mandioca em saceos (rin-
des, chipada na ultima viagem do vapor Igaarasa.
no armazem da companhia I'ernambacam no Forte
do Mallos a 99 e 95500.
Wa loja
das seis portas
F.M FRENTE DO LlVRAMElvfo.
Para acabar com o resto de fazendas.
Cassas de cores muilo largss a 160 o cova-
do, riscado preto a 120, oarles com clche-
les a 40 rs chales de ganga enesrnada a
13, chitas escuras tintas seguras a 160 o co-
vado, aberturas para camisa a 400 rs., chi-
tas rxas com molo a 120; dao-so amos-
tras, e a loja esla aborta das 6 horas da ma-
nha at as 9 da noile.
na ruta i'm Pranlolio n w- ras eofestadaa de cores escuras mescladase
rtc I Uct UO JL I.HC II. *4I I superior qiilidade a 2.72(10, cortos de oase-
escriptorio de
af'
Vende-se superior vinlio do Porto en-
garrafado. em caixas de 1 e2duziasde
garrafas, bem como cm barris de V e 8"
a |nvro conimoilo.
Umiii pe("..iid. i. |
a Cortes de seda de listras de superior jg
qualidade, com 16 eovados cada corle, -,
j polo baratissimo prec, i do -io;: na ra a
j;0 do Queimado n. 16, loja do A. ltezer-
XOVafsj m'ra ('*1 suPfir,orqualii'ade a .'i-, 5)500 e 6
cada um, brim de puro linho do lindos pa-
dres a 15400 a vara, ditos pretos proprios
para lutoa IStOO, cortes de brim de lindos
piliiios a 25100 e 39600 cada um, camisas
do meia de l,ia do superior qualidade a
25800 cada urna, cortes de riscado francez
de lindos padroes a 39200 ca la um, ricos
- ara sala a 39800 cada nm, madapo-
13o .lo todas as qualidades o precos baratos,
chitas de lindos gustos de lliO ato 20, alpa-
cas pretas de tolas as qualidades o por ba-
ratissimos procos, gangas mescladas s 520 o
diva ,o, riscados do huno de lindos pairos
e supeiior qualidade a 200 rs o covado, vel-

ra de II. I.via.

ra mesas de j-nlar e para camas, limas,
moias can?s para maleira, podras brancas
pr-ra consolos c para mesas de meio Ue sala
redondas o recortadas a I.uiz XV.
Vende-se um bello binculo de
theatro, de rnarfim, dos appelbdados
Ducbessepor 20jj : na praca da Inde-
pendencia n. 14 c It.
Batatas.
^o armazem do Annes, defronte da alfan-
deg, vendem-se gigos com batatas, pesan-
do arroba e meia, pelo barato pjego de 29 o
gigo.
Tendo o socio gerente la casa de
Schapbleitliri & de deixaro sitio do so-
lirado icrmclliu prximo a ca pella dos
Afilelos, vende particularmente a molii-
lia no mesmo existente, consistindo esla
em todo o necessaro aos commodos da
vida era urna boa casa de campo : para
Na loja ao p do
arco de S An-
tonio,
vende se panno fino de cores a 39500 o co-
vado, alpaca ce Seda para v
o covado, cambraias finas a
ditas muito linas a320ocovadO, ricos en-
feiles pare cabeca de senhora, dilos para
pescoeo, ricos chales de touquim de todas
as cores, e oulras muitas fazendas finas por
barato preso.
luiinas de todas as coros e superior quali- 'a"ar a respeito na ra da Cruz n. 38 ou
dade a too o covado, grosdenaples de lio-1 no-dito sitio.
dissimas cores c superior qualidade, pelo I TACI1ASPAUA ENGENHO
baratissimo oreco de 19900 o omito, cam- Da fmur,-,0 de ierrodoO. W. Bowman
gostos e o1
lira tas de corea de Imdissimos
mais lino que be possivel, pelo diminuto
prec,o de 610 a vara, cassas de cores de lin-
dos padrOes o cores lisas, chales do ISade
liudissimas cores e superior qualidade a
2-OO cada um, luvas brancas e de cores es-
curas de linho proprias para montana, pelo
diminuto preso de 500 rs. o par, e oulras
muitas fazendas que se deixain de mencio-
"" "co" na*, o so ven ii-i-ao por baratissiioos precos.
v,;';'"'OSa800:s- ese dao amostras com nenhor. V '
- Jso o civado,
Vende-se urna cama de armaco,
de cleo, e lastro depalliinba quasi no-
va : na ra do l.ivramento n. 27, primei-
ro andar.
na ra do Brum, passando ochala-
ii/., continua a ha ver timcompletosorti-
ment de tachas deicrro tundido e bati-
do, le 3 .1 8 palmos de Inca, as quaesse
01 liama renda por prococominodoecoin
promptido,embarcan>-se ou carregam-
si; em carro lena despezas aocomprador
Na tanoaria defronte do trapiche
do Cunlm ha superior farinha de man-
dioca em saceos grandes, assim como
bom millioe feijao, tudo nor preco ra-
zoavel ou tratar no armazem da ra da
Madre de Dos 11. 12.
Agencia
da fu mi i ya o Low-Mo
ra ila 8enzala ,:uva
n. fki.
Neste nstabeleclmen tocn tlno'a aba ver
um completo sortimento de moendase
meias moondasparactigenbo.macbinasde
rapore taixasde Ierro batido e coado dn
tod os os tama 11 bosp ara dito.
Vcndcm-so muito em conta sapa tos do
Aracaly, para livor cuntas bom como obras
de labyrinlho, bieos, rendas etc. : na ra
da Cadeia do Itecife primeiro andar n, 60
Sellins e rclegiog.
SELLINScRELOGIOS dpalele
unir* : a venda no armazam .le
KosIrciiKonker o,- Companhia. cs-
qalna lo largo do Corpo Sanio 11a-
mero 48.
Csbriolet.
Vende-se ura bom cabriulct de coberta :
na ra i\ova n. 61.
Milito, feijao'
tmilatinho e
branco.
Vende-se supeiior milho, feijSo mulali-
nho e branco, por commodo prego ; iia ra
do Amorim 11, .'9, armazem de mol, dos San-
tos Tinto.
Cora de carnauba por prego muito em
conta : em casa .le Caminba & lilhos, ra
da Cadeia do Kecife n. 60, primeiro andar.
eser^tw* fwffw*.
Gratifica-se com
3U# res.
>'o dia 12 do mez de marco prximo pas-
sado fugio da casa do abaixo assignado, o
seu escravo Antonio, nac3o Benguela, idade'
?O e tantos anuos, alto, magro, Talla bastan-
te atropelado, tem a barba toda branca, po-
rem costuma rapa-la, levou calca e camisa
de algodSo de listras e chapeo de palha de
carnauba ordinaria ; Coi visto no dia em que
fugio no engenho Giqui, e segua a estrada
da Victoria : portanto roga-se as autorida-
des policiaes e capit3es de campo a appre-
hensao do dito preto, na certeza de que a
primeira pessoa que o apprehender e trou-
xer a ra do Crespo n. 2f, rrceber a grati-
ilcacSo cima. Este escravo foido engenho
Peres do Sr. teneiite-cornnel Manoel Joa-
quim do Hego e Albuquerque.
Bernardino Maia da Silva.
Desappareceu no dia; 28 de marco do
correte anno, um escravo Mocambique, de
nomo Cesar, idade, pouco mais on menos,
deSannns, he carreiro, um pouco baixo,
secco, pernas e bracos finos, ts pequeos,
nariz chato, bocea regular, alguma barba,
fuma cachimbo, o qual sempre o conduz no
coes da caiga, levou camisa de algodSo bran-
co e caiga de dito com lista azul, cbapeo de
couro ja velho : este escravo foi dos berdei-
ros de Caetano Pereira Congalves da Cunha
e muito conhecido por todo este mato e al-
guns engenbos: quem o pegar conduza-o
a ra do Trapiche n. 8, ou a ra Augusta n.
19, que generosamente sc gratificado:
desconha-se estar acolitado em alguma casa
ah pelo malo, desde ja declara-se, que se
protesta contra o coutador com as penas
da lei.
Fuglram do engenho Agua-fria, fre-
guezia de 8. I.ourengoda Malta, os escravns
Miguel, alto, secco, quando anda he muito
inclinado para a frente, pouca barba, e foi
escravo de Joo l.lito do llego Barros, mo-
rador na freguezia da Kscada, para onde sup-
p<~>e-so ter fgido. Severino, cabra, baixn,
grossura regular, tem um defeito em ura
dos dedos ua m3o, representa a idade de 26
para 28annos, c tem pouca baiba; quer
uin, quer oulro ugiram no mesmo dia :
quem os apprehender, |, ve ao ebgenho ci-
ma dilo, que ser generosamente recompen-
sado. Consta ao abaixo assignado, senhor
de ditos escravos quesearham huxicudos
em um dos engenbos da Ireguezia da Esca-
da, e desde ja protesta contra quem os con-
serva indevotamente em sen poder pelos
lias de servigo de ditos escravos.Manoel
Thomaz Albuquerque Maranhao.
Desappareceu no dia 13 de abril do'
correntc anno um escravo de nacSo Congo,
de nome Malinas, idade, pouco mais ou me-
nos, 35 anuos, he canoeiro. alto, secco do
corpo, pouca barba, ror fula, o cora falta de
denles na frente, levou calca e camisa de
algodfiozinhoazul ; este escrava tinha por
costume trcbalhar com otitros parceiros na
escadinha da ailamlo.a : quemo pegar cou-
duza-oao sitio que tem o porto em frente
da capella de Santo Amaro, que seta gene-
rosamente recompensado.
PERN. TYP. DE M. F, J>E FAIA. ltW.
-,
J
i
1


Full Text
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