Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07925


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Full Text
ANNO XXXIV N. 102.
Por 3 mezes adiantados 4J000.
Por 3 mu7.cs vencidos 5J000.
mMS
OIVRTA FEIRA DE MI DE I8S8.
>%.
Por annoadiantado 15$000.
Porte franco para o subscriptor;
ENCARREGADOS DA Sl'BSCRIPCA'O 1)0 NORTE.
P.r.hiba, Sr. Joao Rodolpho Gomei; Natal, o Senhor An-
tonio Marquei da Silva ; Aracaij, o 8r. A. de Lemua Braga;
Cear, o Sr. J. Joie da Oliveira ; Maranhao, o Sr. Jote Teiieira
da Mello ; Piauhj, o Sr. Jos Joaquim Avellino ; Pari. o Sr.
Juitino J. Bamoa Aroaion;s, o Br. Jeronjmo da Con.
PARTIDA DOS COR REOS.
da.
Olinrf. In.lo. os a,.,...' O Hela hora.
Ifuara'- '. n.. i..-.:in.|,n e .eilas-feiras..
5, v i: .-. n "iii.. ara ir.i'. Altlaho e Garh..t: .a (.rca-feir.,
>. 1 re;.., l'-i d'Alho, .\ai.,re;h. LBoeir*, Braja, PesfOBira, Ink-.,.i-
r. Florea Villa-Baila, Boa-Vial, Oarkaiy c Ea.', n.a oaarUs-reira.,
C*h". Ii"'jm-a.-s'TinfiN'm, lli. Forauao, tila, Baxreira., Agiia-l'rcti,
rim.-nt.-ir... e Natal: o.f.ue-feJra..
[Todoa08COIteloa /.arloin as 10 auras da miinrill.
AI OIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommereio : ieRund.il a quintal.
Rrlicao tercat feirai aabbadoi.
Fazenda : quartai labbado. ai 10 horas;
Juizo do eommereio: aegundaa aa 10 boraa t quintal ao malo d ia.
Dito deorpbaos: segndale quintal ai 10 horas
Primeira tarado civel.- aegunda aieitai ao meio dia.
Segunda Tara do eivel : queras* tibbadoi ao meio dia.
EPIIEMERIDLS 110 ME/ DE MAJO.
6 Quarto minpuanle ai 4 horas a 20 minutoi da manbaa.
13 La nova ai 5 hur.ii e 28 minutos da manota.
19 Quarto erescenteai 8 huras da tarda.
27 La cheia ai 3 horas e 55 minutos da tarde.
PREAMAIt DE IIOJE.
Primeira ai 10 borai e 5. minutoi da manha,
Segunda aa 11 horai e 18 minutos da tarde.
PARTE OFFIGIAL
t. rniei; ir.nn o Irabalhos da faculdade : dit-,e que ,
DAS DA SEMANA.
3 Segunda.*.. Ropioiano m.: S. Amaro m. : S. Juvenal b.
4 Terra. !-. M< nica \iuv. mi de S. AgOitinho.
5 Quirti. S. A eonverso de S. Agotlinho : S. Pin V p.
i; Quinta. S. Joao ante portan laiinam ; S. Joo Damasceno.
7 Sella. S. EiUnilao b. n. : S... Havio c Augusto mm.
8 Sabbado. Appencao de S. Miguel Arcbaojo no ni. (rgano,
y Domingo. S. Gregorio KaaianieBO |,. doutor da isreja.
ENCARREGADOS DA SUBSCR1PCAO Do SI I..
aJagoee, o Sr. Claudino Falcu Das ; Babia, Si. D. Duprad
Rio de Janeiro, o Sr. Joao l'ereira Martina.
EM PEI'.NA.MILCO.
O Proprietarlodo DIARIO Manoel Figuciroada Farla.na la
lirraria, prace da Independencia ni. Ca.
bonaugo.o, do qu. no, anteriores de .orle ou. eon- O Sr' Pinto d. C.mpo. :-E bal de medir com do o ZI'.' d3, a p..a,Vo ~ T
i.W.ram raalr.cal.r-,en|.pr,me,ro.11oll,,.lu- nobr. depotado as m.sm.s arma, qoe elle made-iiMe.m.rco ^am rtciiiSIT P *
dtntes: nunca houve nest, faeeldad. anno filo nu-, jogar. H I U^a pessoa in.eryeio mi.
O Sr. Pereira de Brilo .Esla' em sin direilo, | quim a
CDMMANDO DAS ARMAS.
artel (ral do couamando d.i.r.iil
Pemambnco aa eidade do Reclle, ea. 3 do
alo da 1H&B.
ORDEM DO DIA N. 57.
O brigsdeiro cumtnandanla da arma! interino re-
coiamenda aos aenliores eo omandantai dos eorpos,
qus na > arranchen! toldados casado,, oa quaes sao
disto itentoa pela lai ; aasin como que ja'mais lie-
ga sm o direilo de peligau as pr.nji. de seut eorpos, e
TU daam o devilo promplo andamanlo aos requa-
rinentos que estas Ihes houverern de entregar. O
diietlo de petirja lie garanlido pelas leia. e bem
longe de ser eteenlrico da disciplina militar, esta multo e violentas votileraroes, varioa depnladns con-1 O Sr. P. de'Brilo :__Mas islo ti que
misino inscripto na asphera das couvnieuciasdesla. | sertando-se na tala da sessOes, nomearam o sop- candara : o nobre deputado diste que proleceu a es"
Assiinado.;Joao Jos da Cosa l'imenlel. penle de am dos lecrelarios p, ra presulcute, e n se Sr. que o tinha lecommendado. porem a rerdade
. o Sr. Manoel Joa-
-----------------,._ pedido de sea volito pai, inlmio ?migo do
-Mi, he verdade, que Irouiesie essa queiiao para Sr. Cordeiro, foi qaem inlereeio, sendo enlAo que
'7i' u sr. l. de Campos : He parque o nobre de-
meroso. Nao contm masmo que eales eximes se- ,
jam minio rigorosos, pois qunsi tolos os examinan-
dos sfto criancas e anda no cometo dos sens esludos.
A assemblca provincial foi praro^ada doas vezei. i
A discosian da le do orramenlo enmetou, secundo potado he o nico que tem eeu preven
eremos, nos primeiros das da proroaajao, ou nos ul- O Sr. P. de Brilo : Creio que houveram muilis
limos da >es*.i,i ordinaria. Conliiiuam a apparecer inetaclides pela maneira porque foi o histrico do
scenas de escndalo entre alguns depolados, que se delegado do Brej : primeira quando disse o Sr. Pq.
converlem e.n aguadas ou coasa semelhi.nl., desde 1. d. Campos que tinha proteg.do ao Sr. Lopes Li- isso chamado ao Itreio Torque e,
que o presideule inlervem para reprim-las. Anda ma. Idnoimsia. da,mi.V. P'T
ltimamente, endo o vice-president.,,.ventado a i O Sr. Pinto de C.mpo. : Eu nao di... Lope. .? d'e'cumTr"f u. "d" "i."'
-^!SS^^^^~^^^^r L,?t ........ .mi.hare, de t..,cde%ad^,0
a com Verissimo, mismo dentro da villa do Brejo, e no
l.imieiro linha 'ommelliio oulro assa.siualo. Ter-
gunlo mais ao S'. delegado.
0 Sr. P. de Cimpas : l;, o delegado.
O Sr. Pere ra de Itrilo :Percuto ao nobre de-
polado o Canlaal nao leudo entrado na revolla
pal
se podia retirar em rK para o Brejo. Men mano,
dis m vindo. este, avisos constante, indicam al?uma
'PPZCV. ;.n""J1,l,''e,I1Mlamo<'i".P'1ro. o histrico do I cousa.-pr-veni-o, porm no obstante os negocios
'I 'iJ I d.?!5!?_d0- B"JO : P.r,me"a l^ndo im Sr. Pin-1 do finado Cordeiro e,t,vam Uratados e era eMe por
Conforme. Horacio de (usmao Co.lho, alteres
ajitdaote de ordens encarrezado do drtalhe.
BIO DE JANEIRO.
2i de abril.
Notas do Banco Commereisl Agrcola.Espa-
Ihou-ie honlem na prm;,i que tinham sido roubadas-
algumas uolas.ainda nQo assiguadaa, do Banco, Com-! 1nel1 'I08 lei" psrlenelles, e alo as propras aa-
... ----------------............... poren
outro, depulado,, para ecielann-, e conlinoaram a surge, apparece como a lut meridional, por felieida-
discuhr por mais I., ou M minulos, passando o Sr.' de apparecea no mesmo momento o Sr. Arevedo l.\.
Dr. Hodngo da Silva no rema!, desta scena, ama ] ra nesta casa e cu eonvidei alguns collegas para o-
tremenda descompostura na mesa que se retirara, e I vi-lo e elle disse-not : Sr., fomoi perseguidos pelo
nos depulados que a acompanharmn. d.l.gado Joaquim Pinto de Campot tanto que 19 me-
n.ln nos qoeremo. melter netlas queslfles da as- es andamos no malo perseguidos,
.embica, visto que ellas nao lem um carcter politi-
cu, e sim lodo pessoal, como elle- mesmua tem con- '
fassado. Mas lastimamos sinceramente fados desla
natureza, que smenle lervem tara desconsiderar
marcial e Agrcola, que parle Ocssas notas se a
chava em circularan.
O que acoDleccu, icguudo no. intormam, foi o
seguinle:
Antes de eslabelecer-.e o Banco, ach.nnl.i-se
anda em diferentes estampara, a, suas nota,, soc-
redeu que de urna desapparecessem Irinta notas de
:ii)8000, e de ontra dua, de 20U9UDU.
Das daas ola, de -200} foi levada urna an Banco,
at-m assignalura uem nuinera^o. Da. de 309 (em
apparecido alguma. no mesmo esladu, islo he, sim-
pl..mente com a estampa.
Anda nii.gurm leulou falsificar firma, e nome-
rujao, alguma anida por acaso apparecer, li.
fcil ,.ra' reconliece-la que uenhuui leceio pode ha-
ver d. qu. ohteuham cncularao.
Eiplosio.No dique da ilha da, Cobras houve
anle-hoiilem a' tarde urna eipljsau, da qual resul-
I1111, Infeliimeole, a morle de qualm irabalua Kue-
a o ferlmento grave de doua.
O Sr. engenheiro re,idanle a. ervo eommiini-
car-nos, na caita que abaixn transcrevemos, 09 por-
menores desse lamenlavel aconlecimento :
o Sr. R.daclor.Julgo nao improprio, na qua-
lidade de encenheiro residente das obras do dique
da Ilha da. Cobras, que parlicipe a Y. os pormeno-
res do desa.tr. acontecido aqui nesta larde. Carre-
gavam-ie algumai minai dentro do pojn de esgota-
$lo, e diz um dos salvos, que 110 acto de cortar o
eslopim ferie fogo communicandu se a' plvora spl
(a em reserva para a. oulra, minas, e aasim ao eslo-
pim das minas ja car regalas. Os Inf.lize dentro do
po nao poderam aliar com a cacada, e (iveram assim
de offrer os ruellos de seis .aeee.ivimenle, qoe
faz-no. lamentar a perda fle 4 vidis a 1 gravemen-
te fsrido..
a O modo d. intlammar a plvora da. minas den-
tro do poro he o estopim patente gcralmenle nsado
em toda as obra, de magniludc, rccnnhacida co-
mo o menos ptrigoso. o rame galvnico lie usado
na. minla, e oa. nutras partes do dique, mas nao
no poco, por srrem as minas la' n.ceisariameute
numerosa, e pequeas.
a Teuuo de agradecer os valiosos sorvirn* pres-
tados aot lufclites pelos S's. Servulo Josa de Siquei-
ra Lima, Jos Leite Guimarfle, > no ho.piul da
inarinha aus Srs. |)rs. l-r.incisco P-nheiro riuima-
rae, Jos Iguaeie de Olivrir, aos Srs. pharmaceu-
lieos do mesmo hospital Francisco Kibeiro da Silva
Ramos, e ais platicantes Joao Caetano Martn, a
Joao da Rorlia Moreira e Aniaral.Suu aeu, ele.
Roberto ti. Cumunghame. Dique da Ilha das C-ibras
-'I d abril de I-Si. i>
sembleas provinciaes se|viram soena, semelhanle
nein ainla MI lempos da maior agitaba poltica ;
mai lambem quaulo dilTeiem os depolados de hoje
dos de outr'ora, que se chamavam Anlradas, Monte
Alegre, I-eijm, V.rajueirj., Pntenlas Bucncs ele.
etc !
Felizmenle cessou a alluviao rlesses pequeo, pe-
ridico,, deque un p.isaila dem, noticia. Diz-se
(nao o adirino que he deiido inlervaiiijao do pre-
sidenle a Com el. dessa guerra inligua de insullos e
calumnias, qoe lano e.oan lalisava a honeslidade
publica.
Para completar e,la noticia, d 'vemos agora tratar
dos ralo, sabios indianos; com que o Sr. Slellano
Paccozi tem divertido o_ publico desla capital ; ints
como esse espectculo he' ah condecido, nao dare-
mos Jelle meis larga noticia, somenle acrescenla-
remos que aquelle senhor tem ajiiotedo a'qoelle d-
vrrlimenlo billa, scenas de phaulaiinagoria mec-
nica.
O Sr. Dr. Almeida deitoa o chetado de pulicia,
que foi incunimdo ao juia de direilo da capital o Sr.
Dr. Hulea ; esle senhor parlio para Ar'a a sytidicar
ei oflicio de nao sei que fuilo oa roubo, que' ,e diz
lr soflriilu a her.n;a do fallecida capil.lo mor (ii-
briel, he um dos cavallos de balalha que mais lem
alimenladu a eloquencia do. illustres aradora, da
provincial.
Cunsia-iio- que chagou a esta eidade o Sr. barao
de Thschaud, que dirige a sua eicunao icienlifica a
Sorocaba.
C'iiiila-uos que ne ornamento que se discute aO-
lorisa-se o guverno a garantir ao Dr. Luciano Lape.
Pereira o juro de por |0 da quanlia de 2,tXX),00-3
para a fundarlo do urna colonia normal.
Il'iiius ulliinamenle comido algum pao feilo de
Irgo pruduriilii poresla provincia : foi o Sr. Dr. Ro-
drigue, dos Sanloi o restaurador de.la cultura, ou-
tr'ora tan importante a depon aLsolulamenl. eitiie-
ta entre nos. Elle lem distribuido urna grande por-
r,ao de filenle) de.le cereal pclns lavradores, en-
s.nand a sua cultura, e animando a einprehende-la.
Todo induz a ciiir que prosperara' esle novo ramo
de nossa acricullura, e nao sera' por certn ele um
do. menores temeos que aquelle dltiucto Paulitla
lera' pfaatldo ao eu paiz.
iCii.-ln particular.)
Jornul do Commercio do 10.)
S. I'AIT.O.
S. Paulo, -M de abril de 1858.
At chovas que linham por algum lempo ctisado,
lem vollado ne novo, poslo que nao com a meima
abundancia ; os das ehuvosos e seco, tem se alter-
nado, e .. vezei 110 mesmo da vi- se esta alternaban
de iiiiin n 1 lempo.
1 .i! ..la urna dai causas quo lornaram as frslai da
semana santa menos bullanle, concurridas do que
de ordinario ; a ausencia do Sr. biipn, que continua
na 10a incesaante visila pela dioceie, lambem nao
pode deitar de ler contribuido para liso, p'irque el-
le fax um papel multo importante nesias santa, ea-
ramouia,.
Em compensaran, porem, livemos urna tesla pro-
tina, com que ninguem coulava. Annunciaram os
j in.aes que no d.a 7 do crranle lena lugar o Un-
(amenlo da primsira pedra do thealro pelo presiden-
te da provincia e com grande pumpa. Com elle:li-
nease dia, as 1 *ioras, ouvimos a ariilharia Iroar no
paleo de S. Gonzalo, a para la nos dirigimoa a (ar-
da ; toubemot, porem, que por causa da chuva do,
diat antecedente, liana sido transferida a (esta para
;i do em rente.
Vollan 10 de novo ueste dia adiamos o paleo 13o
ipinliailn de povo, que pouco pudemos ver a. cere-
monial da dila fesla. Ptrcebemot apenas qu. o Sr.
ronselheiro Torre, foi Isuc.ir a p/iraeira pedra do a-
licerce oese edificio, e viino, subir a um pulpito o.
Srs. Drs. Marlim Fcancisco u AIiiiimiI, Mello, como
nradorc. da fiiiniiiis-.i.i noineada pela aasemblca, e
recilarero breves discurso, ; subiram depois ao pul-
pito am estudaute do ..* anuo e oalro do 1' e lam-
bem lizeram seas discursos ; finalmeiil', um dos ac-
tores recilou um bello .nelo qoe vnno, depoi, de
impresso.
A distancia nao nos deitou nuvir perfeilameule a-
quellcs diecursos, porem quein os pd. apreciar in-
forma-nos que estiveram- brillianln, e analugu, ao
aelo. Houve depois salva de ariilharia mosquea-
ra, e dislriboio se um auto impresso em que se nar-
rara as plica,es porque passou a idea da crearlo do
thealro desde que appareceu na assemblea provincial
s foi convertida em lei ha i ou 5 anuos, ale o rau-
meulo em quo foi pnsla em etecucao, e semencia-
i.uii 01 nomes de lodos aquelle, que liveram parle
na realisacao de,lo pensainento.
O thealro deuomia,ele S. Josem honra o
Sr, eonselheiro Saraiva que coniratuu com u Sr.
i^uartlin e&Ia obra, e de Sr. consellieirn 'forres q.e
ii-u execurao aquslle cunlrato, vis'.o que u nnme de
ambos estes senhiiras ronselheima he Ju.e nao sel co-
mo se safara da difliculdale o Sr. Qoaillm, se ella
livassem llura dillerenles. O concurso du povo fui
iminenso, lalvez pela oovidadeda testa ; e Bem ser-! Piulo oe Campo,adiado na ia^Vtecedenle
vio para diminui-lo o lar ella de paar-se iiavui-l O Sr. Hresi lente :lem a pilavia o Sr. Pereira
pilanca da cadea, onde se acham diversos presos ala-1 de llniu.
cado. .1. bet.ga. _.,_,, I OSr. Perrir. de Brilo :-Sr. pre.idenle, rom
fcsla moleilie com elleilo na granado com bas-I basl.niie mata ovou entrar em orna queilan
lanle inleuiidade uesla eidade, eja lem apparecido a qual fui airastado.
mullos caso, alaes ; mas a popularlo se nao moslra
ASSEMBLEA LEGISLATIVA
PROVINCIAL.
SKSSAO ORDINARIA EM30DE ABRIL DE 1858.
I're-idencia do r. Ilnrao de Camaragibe.
An inein da reoaldo numero legal de Srs. de-
potados, caberla a sessau, he lida e approvada a
acia -la sessau anterior.
0 Sr. Secretario li} n -e;ui iie
EXPEDIENTE.
1 m officio dosecrrlario da provincia, remetien-
do niiirarnenlo da cmara municipal de Carura',
A rmnmissao de urcsmenlo municipal.
Oulro tran-iniltiiilo a, inforina{es ministradas
pela llie.uuraria provincial subr.i o que ,e lem dis-
pendiih. com aa malrir, das fn guezia, do Bonito,
Alhnhoe Caruaiu'.A' quem fez a requisir.lo.
Oulro reineilendo por copia as;infiinnar;a, for-
necidas pela directora geral da inslroc^o publica,
sobre a prelenr.au de I). Imbelina Wanderlej P.i-
10I0.A' quem fe/ a requisirao.
Ootra, reinellendii acerca di projeelo n. l de
1836 por rupia nao ,11 urna representar-an que diri-
I giram em 18 de marro de 1833, ligan, habilanle,
da fregue/.n de Agua Prela, m;< lambem a infor-
marlo que iobr. esle objeclo nnnisliou o Dr.juir
de direilo da comarca do Rio Formse, deitaudo
de enviar oulra. informar.!-,, ru por eila casa fo-
ram eligidas por 11.10 I-rom anida chegado a aquel-
la femara.A' quem fez a raquisir;ao.
I"m rrquerimenlude Felit .Manoel do Nascimen-
lo Valms, profeta .r publico de in-lrurrio primaria
de Sanio Amaro, pediiido que 1. le do ornamento
se marque qnul.i para pagaateal 1 du que se Ihe de-
ve a lilulo de gralilicajao.A' c inim;--,"in de or-
r;ameiiln provincial.
dem da Jola Anastacio Camrllu Pes'oa Jenior,
arrerualanlo do imposto de *>SU0wbra o consamo
de gado no municipio de Pao d'Alho, requer o aba-
le da quinta paria do prego de arrematadlo.A'
c-mini-sao de fazenda e orjam.'iito.
dem de Antonia Joaquim do Mello enrarregado
da polilicagai de vario, trahall os bu.graphico,, pe-
dindo que ,rja o governo autniisado a adianlar-lhe
seis coiilns de re, para a condoli da publicarlo
da referida obra.A' commissau de palires.
I lem de J iau l.uiz da Silva Leiria, professor de
insirurr.1,1 elemeular, pedindo que te marque quo-
(a para pagamento do aluguel da rasa em que func-
ciniia ,ua aula.A" Coninnssao de orramenlo.
Val a mesa e he apoiado o aeguinle reqoeii-
meulii :
II Reqoeiro que por intermedio do Eio. presi-
denle .la provincia a rrgedor do GyniDaii. informe
qoaes as anla, que nelle lem silo frequenladas de
alumnos, e quae, lem deiado de fonccionar emdilo
eslanrlecimeiiln.S. R.G. Guiu.ai.le-.ii
Cinlinuarao da dlscnito do requerimenlo do Sr.
para
ll.ivi 1 penado de anle-mao
ao 11 .hre depulado
n.lo Irautesse esla quesl
minl.a reclilicagao, prove que o
aterrada como nos lampo....ligo. O governo man-, m ptoteqeu
doo ealabelecer fora da eidade, am urna da. chcara. ra |,
du Sr. senador (lauro/, un. hospilal para 01 ulda-' ._..i. ...,.'.. ,:..
do, atacado, da,,, aoferraid.de, ,o,s os q.a.t.i, lem : l"T"Jl f'"''"'""""' "", ".1,'ar"".'' ,e
s.d. forlera.nle invadido, par alta, llevemos co- i '* ? a ''"*" TM'10- P'*'" u ,.
nhecer que nao tem l.avido bastan!, cuidado na d,s- '" 2?S '?" mC "S"."|UU qU "e"
Inbuicao da vaccia. de suri, que ...na grande parle i '!*JL "," "'''" au, ?* J" ,pmP qoe
Ja popularao nao esla' aulada l,,e mesmo, no ""'" **Mta n0 ""J" *. nle-mao preve-
nalo da epidemia, ha grande dillkuld.de paraob- ''' 1* ""m cl.agas amia mal cicalnsadas que
ler-se e.se pus p.e.e.vador em bom estado. | '"''"'""'" ,,e ,,e ,,ov0' "b*lante. porem
Ogoverao lera ulliin.meme dado acertadas pro-I lc"r"q"'e ,r"u,e ess" auesla,> dtossa...
videncia, a este respeito ; sera' porem necessario i Sr. preldenle, eu Ble eslava em Pernamburo
que faga .Hervir a polica alim de ohrigar a popa- nus"1" honve a revolujao de 5 ; parm como filho
larao ignorante 00 descuidada a ir receber a vcri- '".' ornemboen acnnipanhei luda discu-sao havida
na. com 1 em oulr.i li.npo se pralicava. Cun etlai
relletiies nao pretendenus de mudo aluum censurar '
o aciual vaccinador o Sr. liumide, pms uiulgamos.
digno de tolas ai conleinplar's pela sua avanzada
idade, e pelos seus longos e bous servir*.
Como estamos no rapilu!o dis epidemias, devo
refeiir qu. a felire amarella lem apnarecido em San-
ios, e feilo algumas vielunas penunw. parm que
por ora ella mi tem accommellido a pajaaaa que se
dan .1 vida maiilima. Apro\ima-se a eslarao fra, e
he de operar qoe ella se exUii-ja aera esiender-je
a's nutras povoarfi-a du litoral.
Fallecen de ccrnpliulas, era Canpina,, n Sr. Dr.
Manoel lenlo Guedet, juir. de direilo da Franca,
que ,e diriga a lomar asiento na i-SMiiliIra provin-
cial ; era am homein de IneonlMlaval lalenli e dos
mais proemine.iles do enligo parlida ssquarema,
que, porem, nunca lile den o .prego a que linli 1 di
reilo. Suulic gcaagaar ilu grande inlloeiiria eleilo-
ral na soa comarca, a,ae all nenhurn candidato re-
ceb. um vol Km sor da eu aura lo ; deita fami-
lia llanurosa e pnuro abastada.
He esta a ojearla comarca que etla' vaga n> pro-
vincia ; o gov.rno deve sa alar vendo em gran is
euinararns com I rhu.ina de prelru.leule.. Nao al-
lenda, pnrm, a pa Irinhos nein a parli los pnlilicos ;
iioin.-e hamens illetlradoa, honeale molei.ii ... r
lembre-s. que urna noaM.cIoma pira ampr.gai d. -
la ordem, podem trazer malea fuueilissiuio. e irre-
paravei..
pela, wraaea, poi. Iiah o direilo de apreciar os e.-
rriplos quer de um, quer de oulro crelo, e for-
mar o meu jui/.o a reipeilo, como lodos lem ; apre-
nei por con-equenna a- pbaan de luda a revolugao,
porem ja me a.-hsva em Peruaiahoro quando se deu
o_laclo de -er infelizmeale nomeado para a delega-
ciado Brejo o Sr. Pinto de Campos... -
O Sr. Piulo da Camn-s :Conlra iiso prolesl.m
os lioiis ridadao, da Rrejo.
O Sr. Manoel Cavalcanti : Apoiado, infelizmen-
te para a revolurao.
O Sr. Pereira de Brilo :O nobre depulado nao
perseguio reheM,,, perseguio ? homen, humados,
como coBlenoo aqui.
OSr. Piolo de Campo.:Perugai lidrSe.a
assassino,.
O Sr. Prreir de Brilo :P.uegoio c perseguio
li que eiterm n..n.
U 9r. Pinto de Campo* : fui quem eii.r-
minon
o Sr. Peieira de Brilo :Pnrtegaio rom guerra
dr ivleriniiii 1, o i.tiliro depula lo so ha de lembrai
dissn.
O Sr. Piulo de Campos :O nobre depulado quer
que eu \n adiiiil,-.
OSr. Pereira da llrilo:El deaejamulla, asi
virio ao Sr. depula lo qur ..1.1 1 ir.,......vel pelos
meus ario-, 1; lia a quem u nobre depulalu s. pode
dirigir franraruenle.
(iSr. i-mo de Campos :Hai de molivar o.
- meus acloa.
O Sr. Piulo de Campos: Ijaem, Sr. O Sr.
Xavier de Lima '.' O nobre deputado esla enga-
ado.
O Sr. P. de Brilo : 19 meze. di.se-o niqa.lla i
sala, dia,e-o dianle de alguna collegas, e se o nobre
depulado quer o le,temonho delles, ea os invoearei.
O Sr. Piulo de Campos: Invoque la' o que
qoizer.
0 Sr. P. de Brilo : Deu-se iito honlem depois
da disco--,Vi.
Sr. presidente, pareee por lano que o nubre de-
putado n*o foi exacto a este respeito, duendo que
havia Ira/.idu a paz, a soceso, a prolerr.io.
O Sr. Piulo de Campo. : Nao l.iile coi pro-
lecrao.
O Sr. P. de Brilo : Sr. pr.sidenle. o lenle
coronel Antonio Francisco Cordeiro.pessoa mullo re,-
peitavel, muitoeonhecida em loda a provincia e por
todo o centro, por certo que nao era rebelde ; .ra
una aotoridade que lodo, retpeilavam.qae por vezes
ha.a pedido a tua demissao ao presidente da pro-
vincia p.ilido-., porque dizia alia teuho pren-
les, esle, a. i.in envolvido desta oa daquella manei-
ra na revolurao, eu como auloridade leuho de per-
.egui-los, porem nao qoero, nao posso, porque .ao
meus pa.eutis ; pegu porlanlo a minha demissaoe
islo fez por dua. ou (res vezei.
O Sr. Manoel Cavalcaati : Islo dissn o Sr. Pin-
to de Lampm honlem.
O Sr. Piulo de Campos : Mas elle esla repo-
lludo, deize*o.
O Sr. P. de Brilo : Nao e alllija o nobre de-
putado.
O Sr. P. de Campos : Nao ; eslou conleolissi-
mo de me ter dado occasiao para fallar.
O Sr. P. .1. U,jio .- E.iimo ll)u,i0 |er.||1B daao
ama alegra. *
Por cousequ.neia parece qde o probidade do l-
enlo coronel Cerdeiro era reconhecida por loda 1
provincia.
OSr. Correia de Oliveira : Mesmo o Sr. conato
o disse.
O Sr. P. de Brilo : Estimo lambem que o no-
bre depulado cunliega.
O Sr. Carrea de Oliveira : Sabe, que eu lenho
lano inleretie como o nobre depulado, porque lam-
bem son prenle do finado Cordeiro.
O Sr. p. de Brilo : J o ouvi expender ideas em
contrario em oulro lempo.
O Sr. Correa de Oliveira : A que respailo '
(ISr. p. de Brilo : Da Sr. Pinto do Campos.
O Sr. (.orra de Oliveira Nunca, nunca.
O sr. P. de Brilo : E lenho letl.manhas,
O Sr. Correa de Oliveira : Cile alguma, eu o
provoco, pero a palavra.
O Sr. Pereira de Brito : Reconhecida a inno-
cencia do Sr. Cordeiro, o que devia Litar a autori-
da le que para all foste '.' Prende-lo '.' Nao. Poder-
le-ha negar a perseguicao que elle solTreu ? Nao he
possivel Sr. presidente, lo la a provincia sabe a.per-
sguirao que sollreu a lenle coronel Cordeiro, per-
seguidlo que fui de eiltrmiuio, porque lerminou por
um assassinato.
O Sr. Pmlo de Campos : (Juem o mandn ma-
lar foi o delegado .'
O S.. P. de linio : Ja la diego.
O Sr. lenle coronel Coideiro entregando a de-
legada ao Sr. Pinlu de Campo-, re(irou-se para urna
lava, ha perlo de
lila, e muila, ve-
, lendo milhare,
Legas de gado.
O Sr. Piulo da Campos : Quem o maodou fa-
zer i-i 1 ?
O Sr. P. de Brilo : Acredite a casa qoe he ama
pora verdade, o Sr. Cordeiro tinha milhares de ca-
btgas da gado, porem n3o podia mandar as sua. f,i-
I.ndas buscar urna rez.
O Sr. P. de Campos: Isla he orna etagerarao.
O sr. 1>. d. Brito : Exagerara n,i.,, porque
meu mano aeompanhou-o sempre.
O Sr. P. de Campos: Nunca, mandei omi ex-
pedigao p.ender o Sr. Cordeiro, i,lo he o que posso
atieverar ao nobre depulado.
O Sr. P. de Brilo : Diise o nobre depulado que
I (oram dua, tropas a fazeuda de meu mano, este 11.1,1
esleve all no lempo da revolugo, nao se linha en-
volvido, era um cidadao pacifico, assim. pois, Pa.
iropa, perseguiam aos tenenles-eoroneis Cordeiro e
Candido Xnier ; per.eguiam-uui com guerra de
exterminio.
O Sr. P. de Campo, da' am aparle que nao ou-
O Sr. P. de Brilo : Sr. pre.idenle, enlrarei na
quesillo do assissniato, ainda toe con batame ma-
gua. Dnae o nobre depoladi que vindo o lenenle-
coron.l Cordeiro da Taboca pira Brej... enconlr.ra
um soldado que o provocara, e mesmo o ameaciir.
arrojando o e.vallo sobre elle. Sr. pre.ilenle, nao
lenho o corpa de d.nclo reilo 10 fallecido lenenle-
coron.l Conliiro, porem podere raauda lo buicar
CI1I pi)ll(M<< ill.i-,
O Sr, P. de Campos : Para islo pedi as infor-
raacAes.
O Sr. P. de Brilo : Sr. presdeme, u peco a
atleurao da casa por alguns momentos. I m eaval-
leiro que alaca a um individuo armado de urna gra-
nadeira, arma comprida como n, aabemo,, que o
persigne de frente o perseguido atiri. que d.ree-
gau dev. ter esse ferimenl,.-: |)a neceidade o fe-
rimenlo deve ser de frente e deban para cima.
O Sr. P. de Cimpo. : o soldado linha passado
o rio, eslava do lado de la.
O Sr. p. de Itrilo : Sr. presidente, o saldada
e,lava de emboscada .obre urna ribanceira do uulro
lado 1I0 rio, como diz o Sr. Campos.
O Sr. P. de Campos : Elle diz o conlrario.
O Sr. P. de Brito : Eslava ah urna pela, que
creio ler o mime de Hendida, que diz qu o leuen-
le-coronel Cordero, saturnio da esa da finada sua
irmaa, minha lia, e leudo de pas.ar o riacho Tabo-
ca!, vira o toldado em cuna de urna ribanceira.
O Sr. I. Je Campos : Isso ha falso.
O Sr. P. de Bulo Ea Ihe provarei pelo cor-
(> \elho. se que o Sr. Xavier de Lima Ihe pedir urna caria
senil re-, he a ciiufisMO do rea, que o nobra de-| para u emu presideule da proviucia o Sr. couse-
itado honlem diese que sempr linha negada. Iheiro Honorio Hermelo, mas ea etlou aulorisado
O Sr. P. de Campo, com farca : Ea lbe darei para dizer ao nobre doputado que ell.se engaiioo.
uma esposla quo o lude enlamear para sempre. | II Sr. Piulo de Campot : Nao ha tal, o Sr.
Raclamagoet). lluros e Silva he letleannha.
O Sr. P. de Brili r^ra farca) : Enlamear a OSr. Marlins Pereira : O Sr. Barros e Silva
eiiao criminoso no Brejo, aon 1. linha de ser jul- mim f Este' engauad ., o nobre deputado he que be um humera de probidade, mas nao lem mais pro-
galo, naa fui mandado para o Recife ,-i,' enl.i.i,-. lo. bidade .10 que o S.. \,vier de Lima e o Sr. Manoel
( sr. I mm de campos:Por ordem du presi-, 0 Sr. 1>. de Brilo :En |nlga al qoe o nobre de- Francisco de Azevelo Lima t.u genro pessoa co-
aanie da provincia. P'Jlsdo o Sr. Piui.i de Campos dis.a, que Iraria .sle nhecida mim por que Ifoi quem m. infurmoa.
U sr. I .rer, de lint- :I-,., as.asinado pelo pro- ducumcnio. u Sr. l'uilu de l.unpos : t disse-lhe qoe eu
priotoldado Jlarlnis. ilous as.assinatos por conse- o Sr. I euolo Duarle :Aonde esla'a concilia- Bao linha dado casa carta '
queocia linha praiica lo esse soldado, enlrctanlo que ra 1. meu! senheres .' O Sr. Marlins Pereira : Sao horneo, muilo
repellareis, humen, quo lem influencia real na co-
marca, hoinens de precedentes mailo honroso.
O Sr. Piulo de Campos : O fado exitlio, he o
qoe Ihe sei dizer.
0 Sr. Marlins Pereira :(1 nobre deputado qoan-
do e-leve cora o Sr. Xavier de Lima deiiou-lhe
uma caria .em qoe este Ih'a pedisse.
O Sr. Pinlo de Campos : Eu nao u'isse que elle
m'a pedio, mas su que Ihe del a caria.
O Sr. M iruii Pereira : O nobre depulado a-
u.da ha pouco coulirmou que elle Ihe a bavia pe-
dido.
(I Sr. P.nln de Campos : Nao disse (al, eu fiz
mas do que islo, oierecia-a : e o Sr. Barros e Silva
he lesleraunha dissu, assim como o fallecido escri-
pena nenhuma linha soffrido al que commetleu o 1 O Sr. Gaspar Drummond : Na casa do iuiz de
lerrti.o homieilio paz.
Sintieres, he esse soldado que diz o nobre depu- O Sr. P. de Campo. :Eu eslava dispo.lo a Ira-
lado ser am innocente, que passeava inclume as zer esta laclo a casa.
islas do delesado, am homem lie jnslir.eiro. 13o I O Sr. A. de Oliveira:Ea no c.iso do nobre de-
recio como disse nata ca,a, rnnservava es,e toldado poiado havia de dizer o mesmo.
10 lo quando era anido que elle linha commallido O Sr. PeilolO Duarle :Estamos no tribunal dos
aasatetnie no Brejo. jurj
O Sr. Pinto de Cimpos :Ja Ihe disie que nj
sabia.
O Sr. Pereira de Brilo :O sr. Cardeal, Sr. pre-
sidente, foi victima de Marlins em camioho, fui vic-
tima vindo para o Recife.
O Sr. Piulo de Campos da' um aparle que nao on-
uiraos,
O Pereira'da Brito : Morreu m caminho, e
quando de la' labio iodos diziam : Cardeal morre em
caminho.
< 1 Sr. Pinlo de Campos:Imporla-ms a mim es-
la rulpa '.'
II Sr. Pereira de Rrilo;O nobre depulado dr lado ca.ifessou que o Sr. Cordeiro era um ci.l.i 1,1 .
lieenca, para quo eu conlinue. probo, e eu digo que elle nao era capaz de atbordoar
O Sr. Pinlo de Campos:Mas eu goslo de ver as
O Sr. P. de Brilo lomando a ler a declarara..' :
l-'u oque liz irazendo esle documtnlo fui anieci-
par-nie, Inrna a ler .
O ?ir. Piulo de Campas :Repila i,lo 5, (i veze,.
OSr. P. de Brilo continuando a ler).
\eo nobre depola-lu que eu nao me respoosabi-
liso pelo, meas prenles, esle he mea prente
O Sr. Piulo de Campos : Al auvnlvirara esse! %ao Assuinrgao tauben vio.
pobre homem que era prenle do morlo, masque O Sr. llar lina Peralta : Eu conhego o Sr. Bar-
nao iMslava dalle, p. rqnc o Cordeiro o esbordoava.ro> e Silva, conhego ludas e->,i possoas, menos o
'l Sr. P. de Brilo :le preciso que o mbre de- fallecido Assuinpc,io.
pulado ao menos reapeile as cit./as ; u nubre depu- | Era esto o reparo que eu quera fazer io que dis-
se o uulire depuladu, por que o Si.Xavier oe Lima
cinirliiv~.es logo.
O Sr. Pereira de Brilo :O nobre depulado mos-
Irou os beneficio, da sua delegatura, en eston mos-
trando o conlrari
hingoem.
Senh.ires, eu leio uma declaragao do assassino, nao
he orna invenglo minha, esle ducumenlo reeebi-u
honlem a nata, e he preciso que eu declara a'cata
is maldades que nella se deram, | li >r. M. Cavalcanti :Nu parece.
11 .- r. P, .ic Brito :Provarei que parece, e tanln
que ped an nonra depuladu, quando liz a miulia
rerlilicagdo ojee n.i-i me I.vaste para esse rampo.
11 -. '.!. Cavalcdiili :Para que o cbainou com
uparles
O Sr. I'inlo de C impas :Quer-i. fazer aqai allu- *e esse servigu me couvem 7
Cnaj ixarh.il a ...'.. __._^-^. _______> t. ._____ .1- .1 11 l^ ll.-.. I |i
por que perteguia-se a u.n humera honrado, probo e
conbecido por loda a comarca, enlrelanlo que un
H"H-.........iba loda a prolecgao. coma a linha Mar-
tin, Marlins, sniores depulados. achava-se no des-
lacumeulo du lirrji. quaulo fu chamado para ir ao
Pago bu-car 11111 afliera que o Si. delegado man lu
aa Sr. c. 1- niii.ii I ni du deslaeamenln.
O Sr. Pinto at Campas :Felizmenle esla' aqui o
coiiuiiaiidanle do deslacanienlo.
O Sr. Pereira de Brilo .Marlins eslava al de
guarda o fui rendido para ir levar esle cilicio posso
alianga-lo e eslou promplo para apresenlar lodo, os
doriiiruntos.
0 Sr. Pinto de Campea .-Eoia. o coinmandaue
do destacamento fui criminoso \'
O Sr. l'ereira de Brito :Marlins eslava no Brejo lado nao pode muleilar.
e o1 .lia fui chama 10 para ir ao Pogo. u Sr. P. do Brilo :Nao ouvi a nigoem, s oovi
O S Pinto de Campos :Fui eu quem o cha- o nnhra depulado '1 igiar-ie.
""'" <' Sr. Pinta de Campos :Nao lia tal, oonle os fac-
O Sr. Pereira de llrilo :Nao digo que toi V. S. : los ra ti siogelamenle.
mas Marlins eslava no Itreio, laigon-s. foi para u O Sr. P. de Bailo : Fez o hislorico, fii-uie ne-
nio pedio a caria.
11 Sr, Piulo de Campos : Neto eu digo islo.
O Sr. -M.it 11.- Pereira : O Sr. Xavier de Lima
sempre procedeu como humera que retpeila as luis e
as autoridades constituidas.
O Sr. Piulo de Ciinpos : E eu diste o contra-
rio d.sao ?
" Sr. Marlins Pereira : Nem eu diisa que o
oolir. lpala o o discsse.
i Sr Puno de Campas : Mas eulo esl fazen-
du um lervigo de,necessario.
<> Sr. Marlins Pereira : Sabe o nobre depulado
snes prfida,, e nao quena que eu Ihe reepeodesBe '
Vamos para diatile.
O Sr. P. de Brilo : Eu aeeilo.
Parece-roa, pms, St. potidente, qoe a deiegalura
a que lauto, elogios lacea o nubre deputado... ,elo-
gio, eni bucea ptupii : .
O Sr. Piula le Cimpa. :Di pescas mui sensa-
ta-, muito honesta-, e cuja probidade o nubre depu-
po de delicio, qoe a direcrao do projeciil indica que
o ferimento que fui feilo de embiscada, e mesmo o
fallecido eslava keampanhade da Sr. Campot. iiiss.
o lanenla-coronel Cordeiro, vemd. o soldado, oque
e-rtara talando aquella soldado 1 Dia o Sr. Campos:
nao he nada, segoiram, c no moranlo era qu^ .1 Sr.
(.ordeno iptasava o no, ojoldado de un lado 1 -
Ihe fugo o abala pegn no anl- htar. ., suppnnh..
que esquerdo, a raita lliaraetra e Ttia ili.t .,
dril direilo. Ve.le vos, enhores. se ura homem que
accommelle, de freute a oulro, que recebe un
tiro nao deve decididamente 1er lerido pala parte
anterior, e nao como acontereu ai Sr. Cordeiro la-
teralmente. Prova, puis, que o assassino eslava de
emboscada.
Craum-ie moilos apartes.
O Sr. Pereira de Brilo:0. lado nao pode ser,
porque ura homem qoe arruja o cavallu sobre oulro
que esta a pe, e este lbe adra, decididamente o fe-
rimenlo deve ser de frente, e debalxo para c ma,
pergunle-te islo a qualquer parilo que elle confir-
mara o que acabo de dizer Islo he para provar ao
nubre depulado que o Sr. Coideiro nao a.'gredio ao
soldado.
' Sr. Pialo de Campos:Mas a conclasan disio
Pogo, e enfilo trouxe o oili.-m de V. S. ; be islo o
que eu dijo.
Eu quero suHocar lodo e qualquer impulso, e se
eesaerio tambera aeompanbar ao tubre depulado, e
para Islo tratar algn, apoulatncnlus.
Termine aqu, com,......dne depatada qiler, e
alguma vez eu rae eiee lo, he tlevilu nao s ao meu cuino lauta desejava a couclusao, ci-laau vi, es-
a'nJnne's.r"" u!'? '" e"UU ,r","r"n,edl al",, I "' 1ue '"' '"> ">ndou dar o lira? Ea goslo de
.. esta quesl...... hile foi para a fazenda aoi.de mo- ; ver logo as conclusOei
..V |,m,i?.a."a.mnU ""e"'e "'""l1 ,;Hod,do Xi" i Per"" ,le B"to:-rtao l.nh.
1 Brilo, que Me linha-se envolv- provado qoe
dio ao soldado.
O S Manoel Cavalcanti : lera dito, provado
nao. '
O Sr. Pereira de Brilo:Para mim lenho prova-
do e lalvez para minios dos que me ouvem.
O Sr. Pinlu de Campos:Fago rauita juslira ao
ootn .fino dus que rae oov.m.
(' Sr. Pereira de Brilo:Eu lambem, e ao cora-
gao de quem falla.
(> Sr. Penlo Duarle:Ex aboudaolia cordio os
loqollur.
u Sr. Pereira de Brilo:Senhor presidente, dise
o nubre depulado, o soldado veio receber de mim um
odelo na fazenda do Poco, para o commandanle du
de.lacamenlo, ma. vejamos a falalidade, tupponho
que o, inspectores da ierra du Vento nem nesl, oc-
casiao furam ao Poro, e ahi dtiseratn ler encontrado
com o t-n-iii.o-roruiiel Curdeno e uesle meirao da
lie que o soldado Manoel Marlins de Souza...
II Sr. Manoel Cavalcanti:P.lo nome nao perra.
OSr. Pereira de Brilo;D-me lieeuga que eu re-
pila o nome por iiiteito, lenlii mais om punco de pa-
ciencia, poi? o nobre depnlado deve ler.
OSr. Manoel Cavalcanti:Qae remidi lenho eu'
O S;. Pereira de Brilo:He verdade, aasim cora i
l,rlln ,enllu Paciencia para ouvi-lo, com a diflerenea que
Eu ped ao nobre depu- o nobre depuladu encama e eu ahorren,. Manuel
Matlins de Sau/a foi chamado ao Pogo, e diz e
nobre deputado para levar um oflicio ao cotnmao-
danle do d->starainenlu, e para islo largou o caminho
111-is perln....
O Sr. Pinto de Campos:N3o disse que largara
o eaminho.
do, na revolugo, poique eslava no litio da Passa-
gem da Magdalena, e lano nao linha-se envolvido
que per,eguindo-sc a lodo que liviiaiu parla na re-
volla, a elle nao se perseguio.
O Sr. Pinlo de Campo. : E en ptr.igui-o .'
O Sr. Pereira de Brilo : Provarsi como o no-
bre depulado per,eguiu-o.
O Sr. Piulo de Campos : Tera caria branca para
dizer o que quizer.
O Sr. i', de Brilo Assim como o nobre depu-
lado leve naquelle lempo, que se nao Uves,., nao
fana o que Tez.
O Sr- Piolo de Campos : Para perseguir os la-
dros e assassino, |ie.
O Sr. p, de Brito : Retiraudo-io meo mano pa-
ra o centro e vendo o perigo de vida que corra mea
lio, cliamou-o para a ,ua farenda e all mesmo
seuliores, apezar de confes.ar o delegado ne.la cata.
que elle nao era criminoso, apparirau de Iropat eram
repetidas, os avisos .rara fraquenles.
O Sr. Pinto de Campos : Dum (ropas que pas-
aram ah. ^ K
O Sr. p. de Brilo : O nobr. depnlado promsl-
leu na,, me inlerromper.
O Sr. Puno de Campoi : Se eu nao maodei cer-
car a caa do Sr. ieu mano...
O Sr. 1
lado que ralo lrouxe.se leu disc..,.ao para a c
O >r. Pinto de Campos : (I nobre depulado foi
quem rae provortm.
O Sr. P. de Brilo : i) nobre depulado foi quem
inlrodozu um aparle no leu discurso, loda a casa
ciuicorlou lulo.
OSr. Pinlo de Campo, :auat loda a casa, um
grupo que acompaulia ao nubre depolado.
O Sr. Martin, l'ereira lera lano direilo como
o nobre depulado.
( Cruzam-se diversos aparte, rerlamares.)
O Sr. Pereira de Btito :Estimo, que o nobre
depulado eslea tempre em malaria.
0 Sr. Reg Monleiro :Eu naa perl.nco a am-
po,-, e-lou aqu em uotdade, mas ...e ap,.ne foi ou-
vido por minios Srs. depulados.
1 m Sr. |i nuli lo ;_li Hq,,, n,v, |,a Srup,s.
O Sr. Pereira de Bntu :Eu contiuuo, Sr. pre-
sdeme. r
Re rou se para a fazeu la de meu mano o len-
le coronel l.mdido, culada., pacifico, cutnolodat as
autoridades de Cimbre, o puderao dizer desalio
ao nobre depulado que Ihe descubra alguma perha.
() Sr. I'iniu de Campo,:So soubesie, (iuha a co-
ragem precisa pa.a o dizer, para que o nubre depu
lado Iraz islo ?
O Sr. Pereira de Brilo :Islo he unicamenle para
provar, qoe retiran 10-se o Sr. C .rdeiro para e-a
lazenda, parece que poderla ah estar seguro a Iran-
quillo, porem na., fui isla o que s. deu. yuera do-
minava, quem governava aquella localidad, era o
nobre depuladu, uma expedigao ou te mova senao
por ordem do delegado.
O Sr. Piulo de Campoi : Por or lem do Sr. Bar-
ros Silva commandanle geral da forga.
O Sr. Pereira d. linio : \ tropa qoe fui a fa-
zenda de mea mauo, que a cercou foi por ordem do
lelcgado.
Srnhore, disse o commandanle da forra que all
chegnu, invoco a ,ua palavra de homem.
I Sr. Pmlo de Campos : E eu invoco iua.
O Sr. Pereira de Itrilo .- Senhorei. ni lenho de
prender u Sr. coronel Cuidi.io Xavier, diaseram-inc
porem qoe e me dessetn 8(K)* qae o sallaste.
( Sr. Pinto de C.rapos : (Juem di,s ialo ?
Sr. Pereira de Unto : O lamino.
(I St. Piulo de Campos: O Targna Margino
era nra argenlo e comega por ser Talio que elle cotn-
maiidasse lorg, alguma.
Aprsenle documento tliiso.
( Sr. Pereira de Brilo : (J documento he a pa-
lavra d. meu mann que eslava prsenle que docu-
mento exige o nubre depnlado .' Ea e-lou pruvando
que a delegara do nobre diputad-, nao foi de paz,
mas de exterminio.
" Sr. Pinlo de Campos: Dizem-n'o os bons ci-
d.rMoa do Brejo e anlre elle3 inuiUs prenles do no-
ore depulado.
(I Sr. Pereira de Brilo : Ea ja disse qae riSo li-
lil, nada rom os ineat prenles, declaro a' casa, que
s -ou respoBsavel pelos meas arlos.
Fui prtanla pnmeira e (ai s segaada Iropa a
la/anda de meu mano. I llunaiiieule anparec.u o
Sr. iir. Manoel Joaquim Camella da Cunlia, que o
nubre depulado honlem citan. Mas, pruneiro o pai
la Sr. Carueiro da Cunha mandn diaer aa Banda
t'.ordeiru que viesia paia o Ricife, mas eu etcrtvi a
pressa. Tenho
u leueiile-curenel Cordeiro nao aggre-
proprio lemperameulo, como tambera a quesillo, que
na realil.ide para mira he dolorosa.
Sr. presideule, disse o noliie depulad, que o sol-
dado foi interrogada p*la autoridade policial, que
chegando ao llospirj.i foi iaterrog.do pelo Sr. coro
nel B'zern., que chegando a Fernando loi interroga-
do oulra vez.
O Sr. Pinto de Campos :Pelo, ofliciaes quo a-
campanaaram ao Sr. commaudant. da. armas, .
pn-o dar-Ib. lestemanha, se qoiier,
pei'o a voz da povo.
0 Sr. .Martin. Pereira :Lastimo sobre mn-lo,
Sr. presideule, que fado. I.lo desagradaveii se le-
11I1.1111 representada Beata casa. Pense! que vtulo
fizer parte do corpo legislativo da provincia, viesie
perteucer a una curporariu de horatna imporlau-
1 o Sr. Depuladu:E nao o -u .' Raolama-
g&ei.)
(I Sr. Piulo du Campos : Esta' bem, eolao ca-
lo-rae.
OSr. Uartins Pereira : O nobre deputado nao se
lera apoveilado de temelliaotes occanoe, para fazer
serviros".'
Nao consesuio esle anno a paitagem da um pro-
jeelo sobre Flore, para fazer tarricos a sil
OSr. Pinto de Campos : Serviroi ao. povoi.
O Sr. Marlins Pereira : Eu enleudo o conlra-
rio, eolendo que o tarrifa provena mais ao uo-
blo deputado.
O Sr. Prndenle : Mas islo he eslr.ioho 1 raa-
leria iBtetrameate.
O Sr. Martina Pereira : He o Sr. Piulo de
Campos quem me chama para esta discosso.
II 1 ni. aparle. )
Eb teiil.u a curagem da faze-lo.
II Sr. .Manoel Cavalcanti: E os oulroi 11,10 a
0 Sr. Marlins Pereira : Aqoillo quo tinto 91-
| 1 per que mea prooeaimenio leh/menle lem iido
pealado sempre pela regra dojuslo e du honesto.
11 Sr. Mainel Cavalcanli Apoiado.
U Sr. Martin, Pereira : Aoradeeo espacialmen-
. .Manoel Cavalcanli o sen .paiado.
iinia a facer mus oalraa consideragei, mas li-
inilo-ine a (Mas. Nao poseo, lo eslou no caso do
1 isa, te etUvesse l.ir-lhe-hia ura e
OSr. Marlins Pereira :Oh,.eohoret nra eon-
m O StvPereira de Brilo :^oiera o nobre depula-' -enieu. que eu emita c .tu franqnea um pan.a- >''a que imu aeeilas>eo ieq.ieriinc.ilu do Sr. Piulo de
4 trtse*-mo sva.innwa n'um erro. li f-Acaa ndk> taaho Itharilarta da daaai o qai r que osfacu.sja esiau bem rbidos do
O Sr. Pinto de Campos :Mo Sr. inio f Eu lenho a coragen precisa para ret| aa 1-1 la los, e mi tonvein ir mus longo.
O Sr. Pereira de linio : Sr. presidente, eu le- | pelo, meus arto mti me exr.,iier, V. Etc., Sr. O sr. Presidente : Vuu man lar ler o regimen-
iihu aqu em minha in.louin docamenlo, uma deca- preaidenle, lem restricta ebrigacao d- me chamar a le da ceta na pailo em qoe se eipceeaa relalivainen-
raeao de sol lade Manuel Marlins, feila pranle a au-
ton lada rompeleule, peanle o Sr. Dr. Joao ntanoel
do Brejo.
II Sr. P. de Campos : Se nao Irootesse itso, eu
traria.
or 1..... e eu obrig.gdo anda man r-sincla de ohe-
deeer a. reclame de V. Km-., que ha u nico a quera
compele dmgir a ditcntsao.
Uma eu, q ir pensara que sendo eleilo para re-
te as t lena-
O ^r. 1- Serrelario : 1.6 o a.ligo que be assim
Todo- os cila iiius e e.l.....geiro- pedera as si.-:
lir a. ttttes com lano que veuhuiu de.armadot e
nt.r a pi i, una de que lenho a honra de ser guariera o maiur silencio, ojo dan.lu n.uhuin signal
OSr. P. de Brili.-'ero a casi que presle loda a Blho, la |iertencer a ama cor por, gao de borneas ira-
altengio a leilur. den. documeulo,
O Sr. P. d. Campos:Pois nao, eu prelenlia tra-
zc-lu. ,
O Sr. p. de linio :En me anleeipei.
F-is-aqui om requerimeiilo do Sr. Jo-e Caetano de
Me.leirot mnvimrnlo decuriostdade Ir.
porlantea...
0 Sr. llena lluros Entie ojio g iao ?
1 ni oulru Sr. Depuladu :Sao impurlanle, naa
se engaan.
O Sr. .Matlins l'ereira:...de horaen, iiupor-
lanics, de homen. acettamados a's ii.ie, parlameols-
Diz Joso Caclano le VIedeiros, que a iiem de seu '*, de homans qoe h.viam qaeimada as pestaa.
direilo,preri.a que V.S,por seu respeilavel despaclio, sobre o, livm., .le hnmeai eaalamadaa a perdua-
nian.le na eserivla B.,iu, Ihe dar pur ceriida. a pe- rriM Bggravaa, de horneas astaa moraltsadea, de bo-
Mggo qu- o supplic.mle fez. alim tle que o reo preso men, que serian] os primeiros a dar o excmplo de
Alanoel Marlins de Sania litis-e a declararan que ao ; -'-u le', de Complacencia, e lio.lmenle de hom.n.
upplicaiil. pedio ; e bem assim o lermo de |ura- I *' qoem a provincia de Peruatubuco lera de aspe-
inenlu qoe se defe.10 pur ese juizo ao dio roo para r*r loto, o, beneficios deque caiere. Ma,, Sr. pro-
0 fin. declarado, que prelenlia fazer, uestes Ierran- "deate, estes f,.clua dcsatradaveis que e lera da I
requer ele.
Paite.V. do Brejo 23 de abril de 18o7. Correa
de Mello.
CerlidAo.
Elias Francisco Baslos. egunlo lahelliao publico
do judicial e olas e do registro geral dts hypolhe-
cas, eserivaa do civel c crune, privativo du jurv e
esr-rivau vitalicio do lermo e comarca do Brejo da
Mulie de DsW, por S. M. I. aC. que lieos guar-
de elr.
Csrlifico qae revendo os aalos de que |ral, o ,up-
plicaule era ,ua peligau supra, o Iheur do requen-
menlo do ello supplicanle e Ierran de declaragao que
fez o reo Matioel .Matlins de Souza, peraule n llr.
netIS cis. Ble rae lera feilo mudar du juizu que
formava, nao, apena, pairam em tmnha menle tus-
lieilas de qu- essa meu jala, alo eia lao perfeito
como eu suppuuha, (itaclamac^ies )
Eiislem sJgam is eicepgdet e os fados que.e lera
dado ne.la ca-a pruvain Uto.
F;u au queila, Sr. presi.ienle. tomar parle nesta
discus-ao e nem queria envolver-in. na quesfiu. do
de applau.o ou reprovc,
o sr. Prndanle : lera palavra o Sr. P. Bap-
ll-la. '
O Sr. p. Baplisla imovimenlo de all.ngOes, se-
gnida de profaado' ulenciu, : Sr. presidente, he
esla uraa da, occasiors, em que mal. preciso da
taima do* espirites para dizer a verdade, que Hal-
lo prezo. E queru crer, lenhures, qu. no iiuere.se de
no-,-a prupna huma, e da diguidade desla atsem-
bla, a vmsa benevolencia rao n,lo fallara' neste ino-
ra i-tilo.
Principiare! pelai ullimai palivras do nobre de-
pulado. que.e atsania du meu lado. Disioell.au
leiiiuuar o seu discurso treu niu vi, eu nao sei.
I 111 : eu sempre eoiiheci. e conhego anda o no-
bre depatadv cuino ura horaein de espirito illoslrado
e superior para nao deixar arratlar-i. por boato,
s 1- .-, na.culos do odio e das paltes, e para nao
,1.10.111,11 ni iinriul. irn de cuines, qu. elle eonfe-sa
que nao vio, que nao sobe, e miles ignora.
Srs., eu lenliu deveres rigoroso!, que me prendera
ao as-umplu, qde iiicouvenici.leii.enle loi Irazido a
-iu, e rae o'irigain a fazer lo lo o sacrificio era
"'""'".......' l'"le,"e wonel Cordeiro, nlo ven.....,,, da verdade e da honra injuslamente ollendida.
'"'!M. ..".'"* ;".U1" 'e."": '"<":''* cuu.equ.nle,; |- .dtogado tlu nobre depuladu aulur do requeri-
in.Milo em discussao; quando elle etnpenhou-se rom
e.srs lacios ja forana julgados pelo tribunal cuinpe-
lenle, o publicu ja Iu mullos aiiuu, lormou s,_-a
juiz, a rcspeiiu .,-.. a.-a--in.iio e e p irvealura al-
gamas^iessoas maii lornaram pane ne.se facto ler-
juiz inonicipal deste lertnu Jos Rodrigaes uu Pasto "%('' e v.rgonlioao, e os inhumes 11.10 lornaram eo
OSr. lereira de Brilo:Eu soa quem diz, que
larga o eamioho mais petlo e se dirige a Tabocas, i
dando uma volla, e vai joslamenle collorar-*e na
fazen la aonde ..be que o senhor Cordeiro eslava al-
mogando em casa de sua mana, Bao segu o cami- '
nh vai ler a ct.a, falla com algumas
Jnior, he da furnia e mane r.i tegainte :
Peligau.
Diz Jus Caelano de Madeims, que o reo preso por
causa da morie do infeliz Cordeiro, Maaoei Uarllat
le SoBta, ha da, palo ao supplicanle que lile quer
fazer uma dectararae, pnrem como o suppiiraule vi-
ve reeeiesB desse huincm pnr causa dus seu. prece-
leiilrs al.maalgama citada, requera V. S. que u
mande vir a sua preseng. para dehaixo de jure-
inenlo declarar |iuhl.e.imetile o que pretende. A-siin.
pe. a V.S. se digne deferir.E R. MeJos C,e-
lano de Medeiros.
Deipacho.
Na forma requerida.
V. do Biejo 5 de oovsmbro tle ISj. Puto J-
nior.
Termo de juramento : Ir
oheeimeal deesa parle que elles liveram, a opiniao
i publica j i os mal i.....a houve slguem mais que lu-
raou parta neata asaauinalo, o berodi.se .qaelles
obie quera pesou a impiilagau de ler lidn paite
nelle. se o julgmi innoceule do crime qoe se Ihe
allribu.e. Se pois os iiii.uuaes e o publico ja for-
iii.iiam ,1 saa epimSo sobre um tacto pastado ha
(aulu empo. para qu- Irate-lo mais aqui .'
O Sr. P. de Brilo :llirige-se a mim .'
O Sr. Marlins l'ereira :Dr liceaca quo cen-
linue.
lu Sr. Depulado .rara que e>(a' fazeiulo essa
inculpagio '.'
O Sr. Marlins Pereira :O nobre depotaJa n.o
sabe alada o qae eu qii.ro dizer.
o la a forra de orna cuuscienea lirapa era defen-
der-se desta imptenle, que ll.e lizerarn seui ini-
inigo, puliciar. : inlernei-ine em ludoi o, facloi -
luclai rain todoi os plano, e todos ot sophisraas,
urdidos pela odiu e rancur, a .
O Si. l'ereira de Brilo : Eu nao sei que o no-
bre depulado fasta plore.-al para ler advogado.
0 a., i'. Seplala : Perdue-ine: leve advoga-
do. pur que ebamaa a retponsabilidade o autor du
i. imeire artigo, que appareceu publicado, impu-
tan lo-ihe aquelle tMattiaale. Ouga-me o .ubre de-
pulada.
A minha silaagle u'aqtiella pnrhaera eniao aiss
dulicil e delicada. Advogado e amigo do uobte depu-
laoo uilcndidu c calumniado* amigo dol prenle, da
vlelil.a oasaesinada, chelos de odio, contra o uob.o
depulado, proced era Ito diflicil silnactta da nuil 1
a deaempenhar meus deveres sera desmerecer de
um, nera de i-tili. t.
1 n-te cousa fie quando a razfio te alcenla e cede
o eampo aus eprienea e ressenliiuenius human... *
tupponlio que itto o,n hecominura.
O Sr. M inuel Cavaleant. : lu homem he nma
cousa^e un sul lado era lempo de guerra be oulra.
O Sr. P de Brilo : Nao havia tal guerra.
O toldado reliruu-se para o quarlel, pergunto eu
agora, etle soldado nao era criminoso, quaes os
stns precelenles J
OSr.; 1'. de Campos: Era, lano que fui
pre-n.
O Sr. P. de Brilo ; Elle Dio havia commelli-
Pari que, Sr. preaidenle, que.eiem ainla os no-
brea depula los que venha es,o fado para esta casa ?
Aos .> das lo mez de iiuveinbrn de 1S0, nela 1 Sumo, us os coan.ete.tle, para ahulveriuus aquel-J O nubre depulado, autor do requcrimenlo, e a quera
villa do Brejo e rasa da rimara municipal, onde foi ; le* 601 Ira oa quaes a opioMo publica lera cni.-ide- j defen.lo, leve a desdita de ser delegado em lempos
vindo o Dr. |ait municipal a delegado Juo Rodrl- redo emo antoree de un. fado criminte ? Parece-1 de parlurbagOet e desrdeos profumtas. A ua de-
. l'assi, jnior, con.iKo esenvao do seu cargo. | roe qae al.. N. nlo temos allribuigCe.jadici.riat, dicagJo a cusa pubJJiea, sua energia natural, su.
deram disposigurs e valor para
n'^quella pocha calaiuiluta prestar relevantes servi-
ros au paia inultos apoiadot.)
Mas por oulro lado estes serviros Ihe accarrela-
vmi immeatas Inlmizadet, que elle tflronlava cal-
mo u tranquillo. J.,' eiil.lo rail accusages Ihe fa-
liam : e os odios inplacaveis nao cessavam de ata-
ra-lo, caltimnia-lu persrgui-lo. Foi uessa quadra
una-i excepcional, que appareceu o atsastinatu do
infeliz lente cur.uirl Antonio Cordeiro, e eii como
que uma mina nrrhiuUra ;>ara faze-lo desappa-
lerer da nina ve/.
> .jqa.ro ir maii longe, por que repugno Ira-
/i a memoria factus que ja' e?liu esquecidus pelo
lempo.
E ..penas, tamborea, se faz prreiso dizer-vo., qae
quando na forra detset acoiilecimenlus, depois quo
alguna par.nle. da as.a,.mala te ronveneeram, de
que u nubre depulado ex delegado do Brejo nem
lcela nem indhcclamenle havia r ocurrido para
aquelle defloravel acoulcciinenlu, elles mullas ve-
ze* rae declararan! issa, suas cunvicgOes positivas e
segaras.
E nolai. que essa, declararles tinham tanto mai
ral r quaulo erara tleclaiage. cnnfideneiaes, qae
elles me I ui.un come meu, amigos, e eram teilas
por elles, que como lambem me d.ziaiu, oliavam
a nobre deputado. ts neesat sutpeilat de
ler lido 1 rl nata t.Uu dissipadas; mas
- exi-lem.
I'jis eslou per-
d... lo.
o Sr. Martina Pereira : Nunca recebi olTena do
nobre depuladu, nao son daquelle, que quando
queien ditero que cnlim procurara rodeios, eu
Ho, te live. a cutivirrau de que o nobre enulaJo
um ex-ielensdo Pinto de Campot, mandara recom-
mendar a elle reo, que tasientutse o que elle havia
dilo desde 11 principio.
Siii.la-lbe pergunlade pelo juiz porque ralo linha
feilo ela declaragio no arto do interrogatorio na
formacJo da culpa dalla reo* Respoinleu que au
quena descubrir. E com 1 as.un .. dille, uiaiiduu o
jaii rater este termo, c por o reo nlo saber eserever,
. ten roco attign.u e toldado do aseando bal.ll.5u
O Sr ,..h. r "" I'" lf*,Uei'B' sta Cordeiro d. C.rvalbo, nao lora f.ilo .1. .ua
O Sr P.,1 a T i"'1 ti ""S' '"" 8iln a mandado do ex-deleg. In o Rvd.
OSr. Perei,. a, Brilo:-D. saber bem ma- Joaquim Pinto de Campot, prome.l.ndo-ll.. u.r ,
OSr P d. i-,^ i .. I,IM l'aitalogt. que elle roo fot,, para o Recife. 'Ru
srt l.ur'i,: or -n ^ m C""10 d"e """ <"',h"-^ <-* **") W >0g. la- .11. et-
O Sr P dr. t c ,. delegada fotse para o Recife, igualmente reeommen-1 Unba lido ama parte imroediala no faci vergonbo-
seiiauist's. n, : ~t-i^'" ou c"t"I'. eno:,lou.||ier-seasassinalo Francisco l.niz ileltrao Vel- o dado Da villa du llrejo eeu |,|ive,se convencido,
11.,,,-' ,11,, Pe'a e""eDa''V loso, dizendu a elle reo que depois que li'...... '' Irm enlen nobre depula tu leve palle
faH.dd? I a "i1"" IU"r '.""'i' 1 "W'MtO I"* >e re-ulheise a forra, que elle, Ihe no assauioal. du lenle cu.unel Cor.1e.ru.-
CordaXe v l* Z"iT. h .ev^n ,X li o mol V"..... f%' 'l' 'V'd0 '"'m T"1! '......Sr" P......,e '-"' -'* ,'e'n-
OSr. Uartiat Pereira .--Mat nlo lenho em eon
virr.i., ; e.,e, lados ja se deram ha lano lempo,
quando eu anda rae nu oceupava cora os negocios
pblicos.
O Sr. Pinlo de Campos :Mas lem morado pir-
lu do ilrejo, deve ier uuvidu o qu. pur all se
diz.
O Sr. Marlins Pereira:Hoja ninguem al i i se
occopaeom etica faelot, buje, Sr. pretidenle, nao ha
tu iis por este cenlro quem .e lembre do temelhanl.
r o., apoiado. e assim para qae nos hav.mo. de
estar oceupande com lo .' Para qoe quer o nobre
deputudii esta, inhumar
Eo, Sr. presdanle, enlenda, que a cata procede-
r.' uu iin liin nao arenando o requerim.nlo d.>
nobre depulado, parque se rile 1 i--ar. nos lere-
1..... 'e ver repelirera-se as scena, que ja te de-
ram.
OS-. Pinte de Campos :Vem at intormartoet, e
ella, lerrainara Indo.
o Sr. Uarlina Pereira : v jm as inforjnagfto.
que o |obl 1 pe 1", o nubre depula !o ha de
.u-r.-r ..-r\ir-. dell.t, leremot eiplicagO
Irona.u'ie, a Bol I"-j ilot.
I., lio dito como alguam disse nrslrt ca,-i, que
e-ta discutaae serve para enlamear a attambla.
0 Sr. Manoel Cavaieanli : Ma, di-se cou'a
paiar.
OSr. Marlins l'ereira :Fritas .si 1- obtcrvacSet,
>r. p'i -ilenie, contra, materia do reqoerimnto,
.levo aliuui reparo sobre o que di.. 1,. mam .....
hre deputado, quaulo .. orrupou do multo nnhre e
preil ibilittimo eida lao, o Sr. ax-commandanle ta-
ptrior l'ian-isro Vivier d. Lima.
1 ni Sr. Depaiede : Tralou li,nngeramrnle.
o Sr. Mallos Pereira : o nobre drpulado dis-.
escrevi.
Jes, 1.a-par da Cunceicaj. Jos
d. e.cadore. Jote Gaspar da Coneeiclo. Eu F;
do oulro. homicidios no Braja ente, da morle do FrtneTtco Battot, escriviu da china o
sr. t.ordeiro, enlrelanlo que nada liana solDido e I Paseo luoior
pas.eava inclume, pois assim era necessanu. Caelano de edairoi
aonile'o h.* ^.T.1 7" "' *Zl*omi?'*i* ** "e conlinha era di.a Delicio e termo dr
imLeiro ,ro- """nelle" '" declarar..,, qoe bam a fi.lmeale liz etlrahirdo.
nand,n?e n r '"e-q i ""'" "" C"" '^.n.,. ...ut, e ... qoa.t me reporto,
mndeme pa, ,.. MJ o prendern). i verdade sen, cusa qu- dl.V.d. (ari, por mim sobre
O Sr. p, d Brilo: l.ra um assassino, p rumo eseripto e ..signado, conferida e coocerlade nesla
o nobre depulado linha no deslaeaaneuto do que I111I11 r.i iin-ih lo dou, homicidios? das do mez de abril do anuo .! n.isciraenlo da Nus-o
O Sr. P. de Campo,: E eu era;respnn.avel por Senhor Jetan Chri.lo de ls",T. 1 'iz, sub-.-revi e as-
Itto '.' Bigoei. ln li- Ja verdade.
OSr. P. de lliilo :O nobre depula lo poliria-! O eeerlvlo do erime,
va eqn.lle lermo, nlo aodia ir um tasanina em Elias Franeite. 1 -
SBI tropa em plena l.berdade, sendo sabedor. v, ,., rMl, ,,, ,, i|m" .
( sr. P. da Campo, : Nao tabla, hle he falto, ta.. Villa do Brejo J de al.in de 18 ,.
o sr. P. de Brilo: Tinha em sua Iropa es-e IOI
asa,uno, tome por tachygraphia. Pg. de l|o :l9 rl.
O Sr. P. d. Campoi : turne em ledra, rali- i Brejo 23 de abril de I- ...
uscul.s para eterna gloria do nubre depulado. I i: uro .
os-, l'ereira de Brito : Permita qa. Ihe dei
um apar) '
OSr. p. Baplisla Pois n.ln.
OS Pereira de Unto : Pergunlo-lhe se eu
iccatiao, uu eruqualq.ernulra rae apresen-
l.-i ou ulleieci al^uina cousa conlra o Sr. padte
C intu-,
'i Sr. P. RapIMa : Bao, senhor. E he por is.o
ilranho hoja reraboar.de depulado em a-
grandeta a eleragae de carcter que Ihe ha
propria.
1 i;em poder.' dizer um a anrtodos o. papei. de
que a malina humana heeapai de represeular ueste
mando f Apoiado. No plaao da periegetfJlta eon-
tr 1 o ni bre depulado, o >r. pudre C.ami.oi, a, coasos
se inverliesn, tadataataravam de mrdu que a cre-
dulidad, publica feau. illadidf, e Bcateo corapron^l-
ti la. 1 iiunra Batles planos le furor o nubr. dapo-
tado, que me houiuu cun o se.i aparle, leve a menor
paite.
U.., seoboret, deitemot lodo Itlo a parla, e ap-
paraga tmente o qaelnlerasai amoralidada publi-
ca, e a iepal.i.,1.1 de 11111 oallegl nos,o, ebeiu de ser-
vir.., muitus apoiados, e he, que, depoi, qae a tor-
nala dimiuuio, e alguna houiens culraram cm
11 tri^i\/iri


2
DIARIO DE PERNAMBCO QUARTA FEIRA 5 DE MAIO DE 1858.
em it as cousas I >rain lomando ama nova direcco.os
propnos prenle rio ass*stinado, clep ji# que me
fueram asdeclaracOes de que ja fallei foram-s* ma-
nifeslindo no mesmo sentido a nutras pessoas ; foram
colindo da impulacao (eila ao nobre diputado.a in-
nocencia do uubre depalado foi vuliansad* e con-
vencida dell ., a comcieucia publica Irauqollisou-se.
(Minios apalaaoa.
Como pois, anda hoje renovar esses fa:los morios,
enterrados, eiquecidos, e de peral repugnancia para
a memoria'1 costo .anda molestar aquello, cuja hon-
ra tnnmphara, e coja vid continua a ullerecer do-
camtnlos de nliina de seus conculadaoi .' (A-
poiadoe.)
Senberea, eu er.i o menos proprio para pitar nesle
Ierre 10. A* offens.is que me Jiem meas amigos e
tletalleioaadoi, doem-rae no intimo ii'.lmu; mas
neni por isso deUo de render lioinenacein as virtu-
des, honra e probidad de meus aramos que possuero
t-l i-, bellas qoahdades. (Applausos.)
Tal vez que osle proceder me tenlia prejodicado
bem na minha vida poltica, lenha lido essa orna si-
tuadlo bem desigual para mim ; mis nHo importa ;
ii.iii quero perlarba;Oes em minha onscieucia, e
ueste marcha iusislirei ale chegar o meu ultimo da,
al soar a minha ultima hora.
Eu nao vira eudeuiar a admitiislrajo do nobre
rtepulado como delegado do Ilrt-jo. (Juuro crer que
na poca ditlicil em que elle servio.cercado de mul-
las e raves dilliculdades, havia de aLu.nj vez ei-
ceder-se, urna ou oulra vez bata de dar maior ex-
leniao a soa auloridade.
O Sr. Pinto de Campos :Soa liomem e basta pa-
ra nao pretender toda a perleicao nos meus actos.
O Sr. Paula Bapliala :Mas o quanlo difiere ludo
ito da impulacao que lile quiirrain fazer seus ini-
migos poliliros de uutr'ora, para depois recuarem ?
o qunnto ililere isto de urna impotarao que contras-
ta o sea carcter, seos srteos, suas nobres ambi-
cftis e as constantes e vivas demonstrarla que elle
Continua a receber de eslima pobhca Apoia los )
Concluirei, leubores, pedindo vos que votemos
contra eite requerimenlo do uobre depalado, re-
qocrimento que elle apresentara pelo sentimento de
honra, e com a larra de ama consciincia Tortee
tranquilla ; mas que nada man lem a faier, porque
todos Ihe fazem juslira, e a opimao publica ha mul-
lo que o Jalgara, abalando as vozei de teus inlroigos
(muitoi apoiados).
licitemos, por tanto, esta intil discotso. e Ira-
tamos de dar nexo e placidez aos nossos negocise
Irabalhns (applaasos )
O Sr. Presidente declara que a hora dos requeti-
men'os esl dada.
O Sr. Pinto de Campos reqaer urgencia que Ihe
he concedida pela casa.
O Sr. Pinto de Campos ( movimento de altenrSo )
Sr. Presidente : farei todo o poisivtl por nao fatigar
a altencao da casa repisando os facloi qoe hontem
enamerei no meu primeiro di-curso, na i porque
nflo vi nenlium delles combatido pelo nobre dipu-
querimento qoe ha pooco leo o nobr; depulado, foi. dous escravos, ilenriqoe G, dos Santos, Joao Jos de trancia, em Sircioe. para de Plratlni de secunda
ii ii i dio riiiitra I,,a-..- n> I ......1. 1. I... I.. Ai__:s.. H.J-.-... ,__- ni..... tt____I J_ < :____ r .,..... *
oldado contra todas as 1 finalidades do direilo Medeirus e doas fillias', Manoel de Medeirot, Fr. Jo-
chamado a aovo iiileiroealorio, e ah declarouo que s do Coraran de M.rU Catiro e um criado, An no
ha pouco tambem ouviiuos G. Brebenneld, Manual G. de Carvalho, o desertor
Mai, leohnre, a jusilla de Dos nao dorme ; tre Joao F. Basilio, sua mulher e dous lill.ui, Aotonie
dias oepois, havendo cusado a presan da. anidara-, de Paula Feruandes Eiras.
o toldado mandou pedir ao sea con mandante, que Hospital de CuiiJnile.Estallan nn dil : do
era entilo o digno capillo Paotetdo, que Ihe folie correle 20 hoioens, -J7 muthere, tratados pela
fall-r, que tinha revelaces importantes a fazer. ti .caridad*. II hmense III mulheres qne pacn a
Sr. Pinteado mandou-o vir a sua presenca, e ah casa, e til pracil do rorpo de polica.Total Hi.
Ihi pedio o soldado que o levasse a casa do jais, 1 Mortaliiade do di i :t de maio d> 1858.
elim de desdi/er-t* do seu segundo depoiinenln. Oim | Jernimo Sebastian de Alencaslro, hranco, casado,
elteito, foi o soldado lobmetlidn a' novas perguntas, 58 anuos ; plcuriz.
e peraute um iromtiisn concurso de povo maaifaa- Rila, preta, escrava, solleira, '20 annos ; peneu-
loo que liuha felo aquella declaradlo pelos graves [ mona.
receioi que leve de ser assassiuado na cadea, em Beltnita Maria da l".onceie,ao, parda, casada, lli en-
vista das ainearas que Ihe atora o Si. Jos Caetauo; I nos ; hemorragia.
enlrancia, na provincia de San Podro u.o >ul.
itemnvido o jui de direilo Vielorino do llego Tos-
cano Brrelo da comarca do Ip, no Ceara', para a
itrrpira comarca iilumamenle creada na provincia
da 1' r..1 \Im, por o haver pedido.
mas que novamenle vinha confirmar o seu primeiro
depoimanlo, isto he, qoe si> elle, espnenle el a li-
vera parle no asiaisinalo do leueuto coronel Cor-
deiro.
E note a cmara, que dorante e-las declarsres
do soldado Jos Cselano fit os raaiore esfnrcos por
ezliavia-lo ja com acenos ja com oulros ges-
tos, oa quaes si li/cram 13o sensiveii, que o juiz mu-
nicipal arcou com elle, lavrando noaaa oceaiiis um
protesto contra a iminuralidade que se acabava de
pralicar. Essa mesma oceurrencia fo immedialamen*
te commuuicada ao prndenle pelo juiz de direilo
do Brejo, o Sr. Giliraua, que mui claramente slig-
matisou o procediintnlo do infernal seductor do sol-
dad,.
Eii-aqoi, pois, senhores, a hislona fiel do artefac-
to infame, deque ha pouco servio-?; o nobre depu-
lado com o fio de embar a boa f desta asteinblca !
O Sr. Percira de Brilo : F'oi ubngado a isso.
O Sr. Pinto de Cimpos : Pon deve tovergo-
nhar-ae de se haver felo orgSo de lao atroz alei-
vusia.
O Sr. Pereira de Brito : O notre depalado he
que deve envergonhar-se.
O Sr. Piolo de Campoa : anvergonhar-me por-
que 7 Oae mal ru pode fazer um miseravet docu-
mento apocrypho, forgicado por um espirito perver-
so, como he publico e notorio '.' I.tribro-me at, 9e-
nhorea, ler lulo nesse lempo em una revista foren-
se, escripia fora daqui, a mais acre ceusura ao juiz
monieipal do Brejo por ler->e prestado a esa larca,
condemnada por lodos os principios de direilo, visto
que o procesao ja eslava concluido, o nao lima ap-
pareci io indicio algom que coutrariosse as provas,
que basenram a sentenca.
O Sr. Manuel PorlelU : De cerlo, he caso
novo !
O Sr. Pinto de Campos : Por conscgainle, em
lugar de ellligir-me, eatimei allnenle que o nobre
depulado nos viesse recordar esse torpe manejo de
que eiitfn se servirn, os meus calumniadores ; ma-
i nejo qoe foi !oo conhecido e condomnado pela opi-
niao publica.
Senhores! Os qoe assim proceliam sabiim per-
lado, mea aecusador, como porque fajo muilo hom feilanienle que eu nada liuha eum asaassinaln do
conceilo do criterio desta augusta asserablet, para
sup| or que ella|na apreciado dalles, possa aiuda ne
ce-- lar de mais luz, para os considerar de toda a
evidencia.
O nobre depulado, senhores, insiste em fazer crer
qoe eu foi que provoqoei esta discus<3o ; mas eslou
rnoito convencido de que Dinguem, que lenha acom-
panhado imparcialmenle aa occorreuciai enlre mim
e o uobre diputado, dir que fosse eu o provocador
(inalado),
U nobre depulado den em oulra sessio nm aparte
lo expressivo de aeos odloa para comigo, qoe nao
liuuve quern nao coiihecaase o objeclo de anas al-
laaBaa.
O Sr. Pereira da Brilo:Al lioolcm Ihe pedi
quo nao trntasso desta queslau.
O Sr. Pinlo da Campos:E por que n3o '/ havia
de consentir que o nobre depulado continuasse a
molestar-me ambiguamente, aem queeu o forcease a
aer franco, a dizer clarameule n que pense a meu
resreito em relacen ao aasaasinalo do lente coro-
nel Cordeiro? A minha reputa^ao exiga que, depois
de lao reiteradas insinuaces, eu lomasse urna aul-
lado de frauqaeza. Fi lo, e nao me arrependo, c dou
at .larabens minha fortuna pur ler-me o nobre
depulado, com suas provocares, proporcionado oc-
ratio de narrar os factos, como realmente te passa-
ram, e dar as verdadeiras caasas de seas odios con-
tra mim.
tinenta coronel Cordeiro ; elles bem sabiain que eu,
quando quizi'-se fazer mal a esse homem, nSo sena
IAo nesclo que me prevalecesse de um soldado, que
conduzia um ofiicio meo, oflicio qui foi publicado
pelas fallas publicas ; porque, Sr. presidente os
meus calumniadores fizeram lanto mjslerio desse of-
licio, que fui Toreado a mandar lin r-lhe a publica
forma, e snbmetle-lo ao joizo publico. Elles aa-
biam de ludo ; mas tioham necissidade de lomar
ama vinganga qualqoer de mim. N perdoai o haver eu levantado o braco da j a-Ir i pu-
blica contra urna immensidade de farcuioras e ladrea
que aflroutavam aa leis; nSo me pjdiam perdoar o
haver-lhes provado que anda existen, eapiritos vigo-
jo.os para conter a ferocidade do a s.is-mo covarde,
e fazer respeitar o imperio di lei ( inultos apoiados).
1N.I0 me arrependo de htvr-lo feito apoiados); tenho
convicio de que eumpri o meu dever. As aecusa
ra- e calomnias qoe disso me resullaram.eram con-
sequencias necessariae da justa repieatao de grandea
eninee: aceilei, como ainda aceito, lo las essas conse-
quencias. A minba provincia me lem aob-jame'ile
compensado,elegendo-me duas vezes a assembla ge-
ral, prova cviJemissiina de que me f<>z,eme laza mais
completa jostira (apoiadoi): proiiga pois o nobre
dcinilado em atirar-me lao triste datar. cima de
ludo est o poderoso testemunho da minha conscien-
cia ; cima de tudo esta o bom senso do piiz ; e
aind* cima de tudo esta' aqoelle l>eos supremo que
O meio, pois, de conseguir esle inlesideralom era i me hade jol|ar a mim, e aos mejs calumniadores
Rila Maria dos Prazeres, branca, solteira, 5(1 annos;
diarrhea.
Engracia, preta, escrava, II mezea ; febre gstrica.
Uerolhea, parda, escrava, 111 mezes ; gaslro inic-
enle.
Cecilia, tirela, escrava, (iil annns, solleira ; molealia
inleriur.
Rosa Candida Quintal Viegas, branca, casada, 25 an-
nos ; diarrhea.
Jote, hranco, I mezes ; irrilacao.
Luciano, preto, eteravo, solteiro, 70 annos ; moles-
lia interior.
Maria Ferreira de Mello, branca, solteira, !I8 annos;
molestia interior.
Maladoum publico. Malou-se no da :i para
consumo do da i do correle, a saher :
Compinhia das carnes verdes.....
Ricardo Itomualdo da Silva.....
Souza Lima...............
I .liarle.................
Souza Queiroz............
Souza Tavares.............
Lata do Queiroz...........
Jacintliu..........,.....
Moreira.................
Ferreira ...............
Joo Nepomucino...........
Francisco das Chacas.........,
,-J bois.
la s
0
!)
4
:i B
Total.
ss bois.
Al amanhiia.
BX.C-ARTICAO DA POLICA.
Dia '.i e iiiho.
ai pnrliripacea recibidas Consta que forana
presos :
Pela stibdelcgacia da freguezia do P.ccifc),
Felicida le Perpetua de Lima, parda, casada,
idade 25 annos, lavadeira, analphabeta, por
insulina.
E pela subdelegacia da freguezia de Santo
Antonio, Jo3o da Cosa Torres, branco, sol-
teiro, Portuguez, idade 50 annos, lav*doira,
analphabeto, por desordem e Maria Joaqui-
na do Sacramento, pr"ta, casada, natural
desta cidade, idade 50 annos, lavadeira,
analphabeta, por desorden,.
Conforme, o secretario
Rulino A. de AlrceiJa.
&iasi0 $t tyttwtmfotufy.
A assembla provincial oceupou-se honlem, depois
da leilura do exp.dienle, da reclamacao qoe fez o
Sr. Mailiirs Pereira acerca da uola do Sr. liarlos
Falda posla no discurso do Sr. Pereira de Brilo, da
di-cussAo da forra policial, em qne n> lomou parle
o Sr. l'uxeira de Medo, por ler licado interrumpida
a requerimenlo de urgencia do Sr. Manoel Cavil-
canli para ser diiculido o parecer da commissAo de
eouslituicao e pnderai, que e achara sobre a mesa,
acerca da leioao dos supplenles dos dcpuiados do
dcimo dislnolo. O Sr. Marllns Pereira Epami-
nondas comhaleram a argeiicii, que afinal foi ap-
provada. Posto o parecer em (liscus-flo, o Sr. Epa-
minondas reqoereu para qne fosse mandado impri-
mir, lailn 10 logo em opposielo ao mesmo parecer,
que foi auslenlado pelo Sr. Tneodoro e Silva.
Dada a hora, o Sr. presidente marrou para a or-
dem do da de hoje a eoiiliiiuarfio na de honlem, e
levantua a setsao. Eram duas horas e rneia.
aprcsenlar am reqaerimentn pedinlo as copias de
todvs os ofiicios e mais documento- que exislem na
secretaria do governo, acerca de*se ilesgraijado a
dcoiitecimento,sfim de que en posea de unn vez re-
du/ir o nobre depulado a conviecA i,i ostrando-lhe
qoe, entre lanas i tao ditferenlss aul iridadea que
lallaram nesse fsclo ao presidcnla da provio-
ca, nenhuma se qaer Icr.oa em ma noma,
sen-lo para defender-me de lAo infame imputaran.
Nenliores, nao pesso prescindir de repetir-vos, que
desde o momento em que um espirito perverso e
amaldrcoado se lemhrou de aecusar ni des-e fado
atroz, mullos prenles do lente coronel Corduro,
rouscioa da minha inculpabilioade, lit-ram mil pro-
testos em minha defeza. A propna Sr. II. Bernar-
da, irmAa do finado e ta do nobre depulado, com-
muuicando o arontecimento ao sen correspondente
ne-la prara. o Sr. Joaqnim Jos Ferreira, Me dlis:
ir nosso amio foi victima de sea genio precipitado;
mal sabia eo que sahindo elle vivo de minha risa,
entrasse morto em lo poucos mnelos! Bem que re-
preval que elle aalliate em busca de um malvado
sollado, qae ia seu caminho para o flrejo. O fi-
nado Joaqun) Jos Ferreira, apenaa recebeu
essa carta, foi moslrar-m'a ; autorisiado-me a nsar
do conteiido della. Esta conviccao, senhores, calou
em lotlos oa nimos bem intencionados, tanto, mais
depois qae oa factos se revelatam de modo filo evi-
ile ite. So o nobre depalado Tinge alimentar esta
prnoccupacao.
|>uanlo dizer elle qne cu tolerava o soldado Mar-
liiis, apezar da ser criminoso, declaro que repillo
com toda a forca essa arguicflo, qae lie emi-
nentemente falsa. Se esse soldado era criminoso,
seinpre o ignoni. Fio nada linda eom a tropa, qae
viva sob o comroanlo de seus chafes, com oa qoaes
me cnleodia. sem que tivesse nenhoma ingerencia
soore ella. Eram elles que faziam ia distrilioicOes
das palmillas, designando quaes os clliciaes que as
'muitos afioiailos ; matto bem, muilo bum !
;u honrado orador he felicitado por mullos de seus
dignas collejas.)
Sr. Crrela de Oliveira : (Sao devolveo sea
disrnrsn.'i
liada a hora
O St. Presidente designa a ordein do dia e levan-
ta SCSSi-O.
PAGIHU AYL5
-,
1B3D'>J HSH
f'nia tuea furiosa.No dia :ido correnle pelas
'. hor n da madrugada, na occasi.1) em qn se cele-
O vapor paran,M trouxe-nos jornaea coro as ae-
guintes datas : Rio t e Sergiue -20 do pasaado, Ba-
ha 1 e Macelo :! do rorrele.
Rio de Janeiro.
No dia 15 do paasado leve lugar a sacracao do ce-
milero mndalo construir pilo govemo as unine-
diajnoa do hospital mar i lima de Santa Isabel, para
dar jazigo dos doentei que all fallecerem.
rorain agraciadoi :
Com a dignalaria da imperial ordem do Cruzeiro,
o Sr. ronaelheiro Jos M. da Silva Prannos.
Com a cumiuenda da ordem de Chrisio, o Sr. Tho-
maz lortonatode Brilo, lecretarin da legacao de que
he i hele o Sr. Paranhos.
Falleceu no dia 33, o marechal de esmpo Antonio
brava a mina do Mez Mananto no convento do Csr- ^e "diiguei, o mais antigo s iVi.-i.il geucral do ci-
ma deala cidade, enlrou pelo letrplo a deilr-> orna ernto brasilero.
mulher, que se diz estar endemoiiinhada, e que mis Teve lugar no dia 25, aob a presidencia do Sr.
chamaremos loura runosa. armada de am rcete, c I viieoinla de Baependy, a primei-a setsao prepiralo-
espancou a todos qaantos all foi encontrando, re- | n* d cmara dos seiihorea depotad. s. Acharam-se
altando Picar gravemente maltratada urna senhora,
e nutras de bracus e cahecas (|uebradas, nao '.a
pelas pancadas qae receberam, como pelas quedas
qne levatam, e depois de haver prittcadn lodos eises
desatinos, estracalhou os seas vestidos, ficando nua,
e nete estado accnmmeltendo a todos com dentadas,
podrirlo ,i moitn coito ser agarrada e remellula ao
subdelegado de Santo-Antonio, q.ie a fez recolher a
casa de detenraa. Informam-ms algomas passoas
que essa mnlher antes de ir ao con rento rio Carino,
fra ao hospicio de Noasa Senhora da Penha, aonde
entrara e pralirara os mismos desalinoss, o que po-
dando d'all escapar-ae, viera eniao para o Carino re-
petir a misma acea. Avallamos que de auslns e
alarma nAo causara lao imprevisto acootecimenlo, a
o mais he que sem haver um mam de poler prev- Grande do Sal ;
prsenles os Srs.: I'er.ira Pinto. Machado, C-unja!
ves da Silva, lorres II moni, Pederneiras, Cunha
Mallos, Vilella lavares, llenrlqoes, Soares de Sooza,
Biplisla Monleiro, Alexaudre de Siqueira, Pedreira,
Pacheco, Candido Mandes, Costa Pialo, Alcntara
Mama lo e Sergio de Maeedo. Fiiurcionon como pri-
meiro secretario o terceiro, o como segundo o Sr.
diputado Soaraa de Sooza, convite do Sr. presiden-
te. Leram-se dous olliciosdosSrs. Parauagaa (",ar-
cia de Almeida, partecipando que se acham promp-
toa a comparecerera. A'sllemea levantou-se a
sissao.
Por decretos de 10, foram aposentados :
Joaqun \avier Ferraz de Campos, no empregn
contador da Ihe oiirana da provincia do Rio
lo
nir outro qualquer. Souhemos pelo mesmo sahde-
legado qoe quando essa mulher chegara a sua casa,
ii-v: : i tolo o orcirridn, e isto por lal rno lo qne fa-
ileviam rommandar, e quaei ns anidados que as de- zia suppor nAo se achar looca, mas n3o obstante man-
viam compiir. Ueinais, lenhores, naquelle lempo a
comarca do Brejo era governada militarmente. O de-
legado era om ponto na esphera do poder ; limila-
va-se a dar os nomes dos criminosos, deixar a ex-
ecjcAo das ordens por conla dos commandantea mi-
litaras. Todava, nunca me cnnstou que houve*sam
Militados criminosos na forrea qoe la' se achava. Essa
arrusacAn. pois, he graloila, como sao todas as qoe
o nobre depalado mi lem feito, sem lemhrar-se de
q le, se eu fui loexoravel para romos criminosos
convictos, fui aempre benigno para com aqurlle, que
se apreaenlavam justificado. Beterirei un faci que
prova exuberantemente asta propocAo. Chegando
cu ao llrajo, live denuncias de que o coronel Fran-
cisco Xavier de Paula, casado com urna prenla do
t.obrc depulado, era um dos que mait haviam auxi-
liado a rebelliAo : expidi ordein de prisdo contra
He; mas algurn lempo depois mandn om irmAo
sea contar-me a historia |de aua vida, afianzndo-
me qoe, se cu desistisse do rleignio de prend lo,
proteslava nAo abosar da minha bondade, e que se
lou que fosse racolhida a casa de dilenrao, andese
conservando tranquilla, pela 5 horas da larde des-
envolvea por tal modo o seu furar, qae foi mister
oito liomens para poder agarra-la e algema-li, afim
de ser remelltda pela polica para o grande hospital
d caridade. Uesde ja anteven os que de su-tos e
Irabalhni nAo ir causar naqaolle eetah-lecimeu-
lo, aonde nao havendo as praeisas acominoda-
J6a, j se contam tunta e tantos doo los. Dios
queira que nao obslaole toda a cautela, nao lenha-
mos de lamentar alguma scena deaagradavel, como
ja' sucre.leu urna vez, de um lonco assassinar a
oolro
Tudo lem cu limite. Para eonherimenlo de
cortos tndividana que halntam i.a roa de... e cssti-
gam desatridamenle a um seu escravo a qualquer
hora do dia e da noile, transcreveremos os seguinles
arlicoa das ,'poslurai municipaes de :10 de junfio de
TITULO X.
Arl. i. Nao aer* permiilido acuitar eseravos as
Removido o juiz de direilo Antonio Jnaqoim Mon-
eiro de Sampaio da comarca de Pitalinx, de segun-
da enlrancia, em San Pedro do Bul, para a de Ala-
laia, de primen a enlrancia, as Alagoai, por o ha-
ver pedido.
Reconduiido o bacharel Joi Pacheco Pereira no
lagar da jait monieipal e do orphaos do termo de
San Francisco, ua Baha.
Aposentado rom Inoras da ministro do supremo
Irbuiial de justica o desemhargador da reanlo do
Rui no Janeiro rouselheiio barAo de Mnriliba'.
Notncado tfnente romnel cnmmandanti do ba-
lalhao de infanl tria numero :I0 da guarda nacional
do 1'ar.i, Pe iro Pereira de Mello Mannho Falcan. I
o Nomeado o coronel comiriandante do balalliAol
de infamara numero !) da guTla nacional da B-
hia, Jos Anlonio de Sepalveila Vasconcellos, para
o lugar de chefe do islado-maior do commando su.
penor da comarca de Ahraiilei.na mesma provincia,
rr Promovido o capitAo Aniceto (.tmanle Malrher
ao posto de lente coronel enmmandante do fiata-
IhAo uamero ;t de infantaria da guarda nacional do '
Para. I
ir Promovido o capitn qnarlel meslre do comman-1
do superior r'a guara nacional da cimarra de!
Ahrantei, na provincia da Baha, Joaqnim Simeo '
do Paiva, a lente coronel comman.lanle do hala-
IhAo de infantaria numero !l da mesma guarda.
ir Promovidi o capitn da guarda nacional de
Malo-G-rossi .To Ildefonso de Figoeiredn a tenenle
coronel rommandiDla do 1' batalhao de infenlaria
da mesma guarda.
Foram refirmados :
.. Francisco de Ais Manso da Cnsla Rail, no pos-'
lo de coronel commandanle superior da guarda na-
cional do Mar de lle-panha.
" Luiz Manuel di Azevedo Soiris, no pcito de
mnjor da guarda nacional do itio de Janeiro.
ir F'oi permillido aos padres Francisco Feliciano
da Sdveira, vicario collado da freguezia de Nossa
Senhora da Madre de Dos, de Pirajuhya, e Anto-
nio Nunes Pinhiiro de Almeida, vigario collado da
da Nossa Senhora das Canden, de Barcellos, no ar-
rehispailoda Babia, (permutaren, enlre si as suas
freguezias.
o Foi aceita a desistencia de Francisco Jos de
Araojo Lima do oflicio de tsbellAo da villa da Li-'
metra, na provincia de S. Paulo.
marca da provincia da Paralnba o juiz de direilo
Lonrencn Francisco de Almeida Calanho. a
l.-se no a Correio Mercantil >i o seguinla :
Por decretos de 10 do crreme foram agraciados
com os diversos graos dn ordens abano declaradla:
Ordem impetial do Cruzeiro.
I'igntaari >.Brigideiro Joao Propicio Manna Br-
relo.
Ordem de S. Benlo de Avie.
Cnmmendador. Brigadatro Visconda de Ca-
mama.
Ordem de Chrislo.
Cavalleiros. Majotes Domingos Jos da Cotia
Pereira, da provincia de S. Pedro ; JoAo Francisco
do Liviamrnln, dem ; Jos Antnnin Das da Silva,
i.iem ; JoAo Ferreira da Silva Jnior, dem ; Joo
Manoel Menna llarrilo, idem ; chefe do eoenmiiei
riado, Elias Joaquim de Mallos, idam ; chefe da pa- |
gadoria, Eduardo Alvss de Souza, idem ; capitn de
cavallaria Jos Constantino de Oliveira, da Matto-
Groaaa ; dito de infantaria Firmino da Cunha Rgo,
idem ; dito de artilharia F'ranciseo Nunes da t^uuha,
i'lem ; dito de eilado-maior App>lonio Peres Jacome
('.ampollo. dem ; dito dito Joaquim da Gama Lobo
d'Ega, idem.
Ordem da Rosa,
(rande dignatario,Marechal da campo Francisco
Flix da Fonseca Pereira Pinto, da provincia de S.
Pedro.
Dignatario!. Conselheiro Angelo Muniz da Silva
Ferraz. chefe de nivisAo Joaquim Raymando de Li-
mare, coronel Martinho Btplisla Ferreira Tamarin-
do, coronel da guardas iiicionaes Saverino Ribeiro,
da provincia de S. Pedro ; marechal de Campo Jo3o
Frederico Caldwal.
(nnmendadores.Coronel Joaquim Jos lioncal-
ves, da provincia de Mallo-Grosso ; coniclhiiro Jtu
Joaquim Feniandes Torres, da provincia re S. Pau-
lo ; brigarteiro grarloado ftlailuel Luiz Ozorio, da
provincia de S. Pedro ; coronel Jos Loiz Menna
Brrelo, idem ; dito Vielorino Jos Carneiro Mon-
tair.i, idem ; tenenle.corotiM Carlos Resin, idem ;
dito Antonio de Sampaio, dem ; dito Jo3<> Francis-
co .Miiiua Barreta, dem ; dito da guarda nacional
Serapbim Eloy da Silva Cmara, idem ; dito dito
Manoel da Oliveira Bueno, dem ; dito dito Jof Al-
vea Yalenc,a,idem ; dito dito Zozmo de Oliveira Bue-
no, idem ; dito dilo Antonio l'n nii.ks Lima,
i.lem.
Oniciaes.Corooel Pedro Maria Xavier de Caslro,
ra provincia de S. Pedro ; dilo Candido JoacSancbcs
da Silva Brandal, dem; lenente-coronel Augusto
Fredeiico Pacheco, idem ; major Salaitiano Jerony-
mo dos Um-, idem ; teuenle-coronel da guarda na-
cional Manoel Lucas de Lima, idem ; dito da dita
Sezefredo Alves Ceelho de Mesquila, idem ; dilo da
dita. Anionio Lamo, ile Sampaio, i lem ; dilo da di-
ta Flonsbello Antonio de Avila, i 'em ; dila da dita
Seiaphim Ignacio dos Anjoi; i.lem ; major da dila
Jos de Oliveira Bueno, idem ; cirurgifio-ninr de
brigada Manoel do Reg Macedu. idem ; major do
estado-maior Jos de Miranda da Silva liis, da pro-
vincia de Matto-Grosso ; dito de cavallaria Antonio
Peixolo de Azevedo, dem.
Cavalleiros. Major Pedro Alvares da Silveira da
Cunha Godolphim, da provincia de S. Pedro ; dito
Miguel Jeronymo de Novaes, idem ; dito da guarda
nacional Jos da Luz Cunha, idam dilo dilo Joao
Jos da Silia Jacnb.idem ; capilo de cavallaria Au-
gusto Cesar de Araojo Baetaa, idem ; dito dilo An-
tonio Kodiigues do Nascimenlo, dem ; dito dilo Car-
los Belhez de Oliveira Nerv, idem ; dilo dito Die-
go Francisca Car tozo, i lem ; dilo de infantaria Jlo
de Menezea Doria, da provincia de Mallo-Grosso ;
dito dito Luiz Ribeiro dos (iuimaiAes Peixoto, idem ;
dito dito Cailtano Jc Martina, idem ; dilo dilo Josc
Cavalcanli de Alhuqoerque, idem ; dilo dilo Fran-
cisco Agtelo de Souza Valenle, idem ; dilo dilo Luiz
Soaraa Viegas, idem ; dito dilo de cavallaria Frao-
elaca de Paula Camargo, idem ; di(o do eslado-maior
Frederico Ctvalcmli de Alhnqaerqoe, idem ; 1 l-
enle de engenheiros Epiphanin Candido de Souza
Pilanga, idem ; dito dilo Manoil Feliciano Mana
Freir, idem ; capitao de aililharia Luiz Benedicto
l'ereira Liile, idem
Communicam-nos nllicialmcnte as
Fallereu em Campias, o Di. .Manoel Bento Gde-r de aaa residencia ; assim como qae o faci nao paa-
det de Carvalho, juiz de direilo da Frauca e depu- aava de urna que'to poss-ssoria. e de ashulho, a
tado provincial. I com es tres lestnnunhas que ia apreseutar tuslenta-
Sergipe. ra o qua dizia, que a lazAo eslava do lado do sea
A abaran da primaira esaao da dcima legisla- cliente, porque era o dono da pn-se do terreno qne
tur,, da aaaemblea provincial daala provincia, leve i linha dado lugar a qoaallo, ti disin.-tu advogado
logar no da 15 do pana lo. diacorreo larg.mente sobre a materia. Piuco depoi
IMPORTA'. Al i.
Iirtgiie inglez Spray. vtti lo de Terra Nova,
consgnalo a James CrabUreeA C, manires-
lou o seguinte]-.
2:575 barricas bacalho ; aos mesmos.
Vapor nacional Piran, viudo do Rio de
_ i inr uta uu pa"ii i", i------------------' ^-....- -.-- ......^.*. .i,. a -jM, i, i) u i> ni j. ------* ------------
Durante as sessOss preparalorial verficaram-se SI! *ieram as leatemanhai, que simio proimelarioa de Js"etrO, mantfestou o seguitAte :
poderes d. s depulados dos tres oi-lrirlos da capital, milita eonaiderario, e um delles o Sr. Braz Car-
de llahaiana e Batnela. Nenlium dos eleitos pe
districlo da Villa Nuva, de iieohuina .i. toral lol
reconhecido.
Babia.
Anda fazia senlir-se ne,|a provincia a talla ex-
caaaiva de trucos miado*, aperar da ramala recebida
da corle. ( comiuerrio va, pois, com esse liopeto,
cinprrcrem-se as suas Irau-arroes.
Durante o- uluinos das do mez pastado, (opiosas
e abuu 'antei chuvas, eahiraoi sobre a capital, cau-
sando aigiius damnos, (aescoino ilesmoronameiilo de
casas, endiente, de rioa, ele. Felizmente os damnos
arara de pequeo valor.
No da 'Jl leve logar a cnllocacao da primeira pe-
dra do caes de D. I'edro II ao sul do arsenal de
mariuha. Ao acto comparereram o Esm. Sr. presi-
dente, chefe de polica e demais auluridadea.
L-se nn Diario da Bahiaa :
paro, termo do rombal, foram barbarameute .si-
smadosJoAo da Cruz Teixeira, sua lillia, de cioen
anuos de idade (!] e urna cunluda, com quem eslava
para casar-ae o inletiz Joo da Croz ; cujo cadver
("i encontrado no mallo depon de 5 das com urna
farada no estomago, e os lirados ismigalbado.
o Os autores do faci invadinlo a caa, dentro
della assassiiaiam a mulher e a menina ; e Joao da
Cruz pode correr, mal nao eirapoo das mAos dos
barban s.
A oii^cm re (acto lao horrivel liga-se a urna
qocttAo de letra.
o Felizmeole os criminosos am numero de seis ja
foram capturados, grai.as s diligencias do capilAo
de polica Salles, que estando em commissAo no Tu-
cano, e saliendo do fado, emprehendeu a captura
deltas, que ato iscaparam i aaa bem combinada ein-
pre/a.
o Foi orna feliz diligencia, que lloara a quem a
emprehendeu e execulou.
Praza a Dos, que aempre qae nconlecimenlos
laslimaveis como esse se derem, tejain logo aegoidos
da pri.an do seus autores, a
i' Um doi iinssiis asaigaaoltt coirmiinire-tins u e-
gainle :
o Appareceram no dia 11 de abril, na cidade de
Caravellai, parlo de 30 aelvagens das mallas do Pra-
do, hoinens e mull, res acompanhados pelo capitAo
da bandeira, a qual hecomposla da quasi 100 pia-
soaa ; reclainaram das aulondadea por intermedio
de dou qae fallam portuguez, ferramenlas, e os m-
ceasarios par que podessem abrir urna plaularAo
'las maltas do Prado. Cou.luidos alguns ilos habilan-
te de Caravellai promovem subsrriptes em favor
delles, sendo estes Aulonin Jaeintho da Silva Gui-
marAes. Lirinio da Silva GuimarAes I.essa. e I .ir tu -
nato Pereira de Oliveira, alim de poderem distri-
buir enlre entra alies roupas e as necessartas ferra-
menlas para a lavoora. O governo podara aiitmisar
aa aolorlda lea locaes para aoccorrer a estes lolaHies
qoe noi podiam sar olis, quer siipprindo-nos de
bracos, e qur chaman.ln os mais para que veuham
participar dos beneficios da civilisacAo. n
Maceiii.
A assembla provincial encerroa honlem (:l) os
sius Irihalhos. As leis c resoluces qua discuti e
approvou sAo de pouco interesa*. Nada havia occor-
ndo man de nolavel.
NOTICIAS COMMERCIAES.
Itio de Janeiro.
Cambio.Sobre Londres 25 Ir- a !VO d.
Pars.:KS5 > :il rs. por fr.
Maisalha em Paris880.
Ilamborgo 7S0 rs. a '.? ,|.
Frele?. Para Aulueipia, Casal, llambargn, Lon-
dres e Liverpool 0 I. nominal. Estados-
Luidos 15 a 55 cts. Havre .10 fr. I00|0.
Marselha :15 (r. nom. Conslantinnpla :tll s.
Metaes.Onjaa beapanholaa e da patria 30f a 3if
Pecas de (oiotl l(i>i>ou a 169500.
Ditas de i> 99500.
Soberanos 09500.
Sihiram para esle po'lo : a 19, o palaeho iBebe-
ribeo; a 20, eseona Bdavieeaa e o hnciie oFIu-
mineieco; a 21. os brigues D. I.uizane .'.lana Lu-
Za; e a 2i o patacho oAnnan.
Chega-am, sabidos desta porto : a 21, o brigiie
oDamArn ; a 21, o bngue II. Allon-o ; e a 25, o
brgue irNorma.
Achavam-se a' carga para este porto : o patacho
americano nllenry Guilde, e os brigues Damao,
oSagilarion e oElviran.
Babia.
Cambios.Sobre Londres 60 e 90 d. de viala 25 d.
Part i(KI r. por fr.
Lisboa 110 a 115 ilepremin
rele*. Canal a' ordem pata porto inglez 35 .
Sahiram para esle porto : a 22. a barca ingina
riRichmond, e o brigue inglez Aiiaa ; e a' 21 o
brgue S 'ozait.
Chegaram sahidos de.te porto : a' 211, a barra in-
giere Miranda; e a 27 a barca norueguense ollor-
gundo.
^(rre&v5nt>cndt.
netro Lean, qoe lima sido -ublcltgado rjo dislricl
no lempo da quesijo e jnraratn com tanta clareza
e precisAo, que o rea, em vi.la deltas, niuhoina
culpa linha ; e admira eorno sAo facen os Srs. iolzaa
monicipaea rm prorianciarwn um edadAo em ten-
tativa de Borle, que lie crnm inaliancavel Fin-
da a ditcunao recotheu se consalho ; e prinripiei
cu a procoiar saber se baveril appellarjo da ab-nl-
virSn. qoe se esperava. As pesaoas mais sensatas di-
Zlam : O juiz de direilo goza, e lem repulacao de
ni lepen l-ute e hnpareUI, e he impuasivel que alie
appellc desta absnlvicAo ; entretanto eahio o conse-
Iho ; absulveu o ri, aojuiziiAu appellnu, sendo
ate ieu procedimento reeebnio por lodos como fi-
Iho de suas conviccii-s. Goalai moito da ordem e
presteza com que Irabalhoa o jury milito mais
goslei do juiz de direilo. Continu pjis o Sr. Kegn
Dantas no seu honroso j mee lmenlo, que firmara'
cada vez mais *ua bem merecida reputacAo e nos
convidara' a la* ir oulra vez visitar o am tri-
bunal.
O amino da juslira.
Recife, 3 de maio de 1H5K.
Fonseca
Pialo.
tyublicacao apeDiDo.
rto dia 26 de abril celebrou-?e, na igrrja
do convento de S. Francisco desta cidade,
urna missa snl"tnr.e pelo repouso eterno da
alma do sempre lamentavel padre Joao Ca-
ptslranode MendoiiQa. Muitos amigos dn il-
lustre iinado assisliram h esta ceremonia
pia, e por esta OCCasiSoo lllm. Sr. Germa-
no Francisca de Oliveira, digna cavalleiroda
ordem da liosa, pronunciou a seguinli: pos-
sia, como um tributo de am zadu que con-
sagrava a memoria do magnifico pregador
Urasileiro :
catxotes ; a Joiio Piulo Itegis de Souza.
3 ditos ; a Ferr-ira a. Aranjo.
I dito; a.\l. J. SaveAj C.
1 dito ; a A. P. de Oliveira Ramos.
I ilili) p i valumes ; a [Novaes r\ C.
-i ditos e I saeco : a F'rucluoso V. Vianna.
1 dilo e l encapado ; a Altiioi Ja Comes, Al-
ves iV C.
I eaiiiSo ; a Chrisliani A IrmSo.
I dito ; a J. J. de A. Peres.
I cmbrulho ; a Srhafbeillin & C.
1 dito ; ao Dr. Atilonio Jos da
Le.ssa.
I barrica : a Joaquim de Almeid
1 volme ; a Thumaz de F.iria.
1 dito ; a G. Augusto Rodiigues Tilla.
1 'lito ; a L. U, I!. Vello.
I dito ; a II. R. da Silva l'ereira.
1 dito ; a Cuimarfles A. Oliveira,
1 dito ; a Gervazio M & Filho.
t dito ; a lloslron Itooker 6 C.
1 dito; a F. It. da Mello Reg.
1 dilo ; a Octaviano de Souza Franca.
"2 saceos ; a Samuel Johnston A. C.
1 encapado ; ao Dr. Ttieoioro da Vei.gt Or-
nellas.
1 dilo ; ao Dr. Virgilio Alves de Lima.
I cauto!'!; ao Dr. Domingos A. P. de C.
Albuqucrque.
3 ditos ; ao Fxm. presidente da provincia.
CU.NM'LAIM) GERAL.
Kenrlimenlo do da I a 3 .
Idam do dia i ...... .
<:5Hjil:i
2:2589918
8:9l7c3i;i
S-rrou-se a voz nis races resequidas idem do dia
Paruu sem (orea o r^rat;ao no peito,,
Quando somenlc u:: lumava a custo
.Na trra prometida.
'.. /i i'segundo' rnnlos.
He bem seria a missiio que cabe aos vivos,
Os morios prantcar I
Quando a lenda fatal na campa fria
Precisa soietrar !
.liando o morlo era um pa--um terno amigo
Um prente, um irmSo !
Enl5o a dr, a pena he mais pungente
Que fere o coragSo.
DIVERSAS PROVIHCIAS.
Itendimenlo do da la!... .
tztI793
2052.50
Antonio Antunei da Porcioncula no de felnreon-
ferenle da alfaudega lezlincta) de S. Jos do Norte ;
Foi nomeado Gaspar Jos de Malloa Ferreira Lo-
cina para amanuense da alfandei-a da Uahia.
Foi reintegrado Jos da Silva Mafra Sohrinho nn
enprega de saarda-m Iharloa, li-.ni lo aera ell'nlo o decreto qae o nnmeou
ajudant* dos couferentei da alfandega do Rio Gran-
de do Sul.
Foram nnmeadas :
II chefe de divisAo Dioso Ignacio lavares inspec-
tor do arsenal de mamitis da corle.
O chefe de divisao Filippe Jos Ferreira iuten-
dinta do arsenal de marinba da Baha.
Balduino Jos Coilho ajadante do inndenle do guintes informa^es a respeito das ledras
falsas qun appareceram no Banco do lirasil :
Das diligencias c averigua^Oes a que tom
se-
ria fiel aoi principios de ordem. Apaas ouvi es'as i casal particulares de modo qoe snu gritos ou estr-
pitos das clikotadas incoinmo lem a vizinhanea, oa
os que transitara pelas roas : larabem o nAo caca u
castigo de palmatoalaa oo pancadas didas i. a mia-
do ou em lo grande numero qur incommodim a vi-
zinhanea : es infraclorea lerlo mulla.lo. im 4^)011
rs., e na reincidencia no duplo da multa.
Art. 5. Ftea prohibido as. casas parlicularis o
castiga nos escravua desde o loq je de recolher al as
aerAo multa-
i' usas, fu qo o eoronel Paula f .sse rerolhido ao
ano de sua familia, onde nAo fui inquietado.
Bateara] agora na analyge, aenhor preiidenle, des-
aa artefacto infame di qua o nobre depalado teve a
coragem de ae fazer orgAo nesta casa !
O Sr. l'ereira de Brilo : Artelaclo infame de
quem '.'
O Sr. Pinlo da Campoa :De qoem o f.irgieou.
Por decreloi de 12 :
Foram concodida es honras do posto de lirigadei-
ro e o uio dos competentes distinclivoa aos Srs. co-
proceiido o Sr, Dr. cOefe da polica sobre a
rois cominandanlea .upiriore. da guarda nacional r,,80c,?ao d"s eHr8 descontadas no Raneo
da provincia do Rio-Grande doSul David Canabarrn \^ ,rasi'. resulta que Flix Antunes Moreira
Joie Joaquim de Amirade Pinlo e Josc Gomes Por- de combinaciio com seu guara livros J. .1.
linho e ao Sr. lenente-coronel barAo de Jacohy. P <" Figueirelo, foi quem praticou tal
Foram nomeados: falsiricarj i. sendo que Flix Antunes Morei-
Chique-Chique, na ra. ja anteriormente liavta falsilicado a firma
de Joaquim Jos Moreira da Silva, em duas
li Sr. l'ereira de R. ilo :lie orna declaracao (ei- ti horas da manda* : os infractora
a parante auloridade competente. j dos em 3COO ia., e na reine dencia no duplo da
O Sr. Pinto de Campos (com farr;a' :He nm nr- malta
Ufarte infMH, he urna declaracao eilorquida ; e o Mo rotlume.Enlre nt'n existe om individuo
1 obra depuiado asame a aua reaponsabibdada '.'
O Sr. Pereira da Brilo :Anean.
11 Sr. Pinto da Campoa :Pois bem, mens se-
nhores, eu paesarei a narrar a historia de-se arlefac-
tn horrivel, aenlindo ir bolir .cnm pessoea, aquem
0.1 ja linha perdoado ; mas son forrado a paleuuiar
toda a infamia dos manejos qoe entSo ie fizeram,
alim de coiueguirain comprometler-me.
S-nhore, assassiuado o tente coronel Cordeiro,
1 launa de meas dei-fisetus liveram a crueldade de
inipoiar-ine mi faci. O poblico nn U se rerorda
tloa grandes esfore.01 que eniao fia pala imprensa pa-
ra destruir essa infame calumnia, e punfirar-mc
de no.I,ni 1A0 hedionda, de que alias nAo esteve len-
le um dos maiorea domen, que o mondo lem lido.
Mevaes, o grande legislador de Hebreos, foi tam-
bem acensado de haver morlo ara homem, e o eu-
lerrado as aiai do Epvpto, aem que por esta
impulacAo deiasae de uro bemeaa da Providencia,
o amigo da los, na pbrase daa escripturas.
(i Sr. Peixoto Duarle :Apoiado, minio bem.
O Sr. Pinto de Campoi :F^nlrt lanto, lenhores,
vendo os meus calumnidure que iieahoma vanta-
::em tiravam contra mim das dteeoisotH da impren-
ta, lias qoaes levoi a maior virlnna sobre elles, con
cibaram oolro plano nAo menos airea. F^u ja disso
t'in nutra orcasao, qni apenas foi assassiuado o te-
nante coronel Cordeiro, o soldado foi meltido etn
procesao, que aseste precaMM levedoaa meiaa alien.
que as averianacoes do faci forarn os iiihii minu-
cii sas, e que nAo apparecendo o menor indicio con-
tra nutra peana, alen do soldado, que sempre con-
fesiou o seu enme, [o elle pronoucindo.
r.sle faci, po-m, anda nao convenceu os meas
calumniadores. Uta delles, o major los Caciano de
: iros, olnu nos.j pca pdr, |lfpj V eh.
cande, eiileeoaaegaude reviver mda que me rom
promelloaae, recorren ao roa indigno de lodos oa
""neje*. Coneerlou com entra pasar .cojo nema nAo
dire, o insidiosa plano de eomegn r da soldado orna
declaracAo em sentido contrario is (irinieiras F
' /. essn liomem perverso para ebte-la .'
1,1 I tu ae fuii lo da prte bq ;,. (
criminoso, e entrn em conlas com elle, primairn-
menle cjtsu |*v*.|o por prorocstus liaonzeirea, .,UI
'litros meioa sedorlores ; deieosaaado, porcm, da
inenicaeta de laea raems, aeearrea-*e daa aroeacaa
di/rndo mui posiliamcnle ao 10Idado qo. te elle' I
nAo lizesse urna nova declaracao pela qual mi en-
volveise no assassiii.ilo do Cordilre, all meamo'na
cadeia elle feria morto...
qoe sendo vigoroso e podando pie'Ur mui bom ser-
vir;oi, se hi negado ao trabalho, e Um aquirido o mi
costume de anaar ineommodanlo a urna e a oulra
uessoa com pedidos, como se.;.tasas pe'snea lenham
.'brigacio dasalufazeras anas precises, occasionadas
por sua negligencia oa ou anlipalhia an trabalho. O
lempo nAo esl para ae fazer gracas, dizem esses mei-
mos que tem sido impnrlunadcs, e quem quer oa
lins appliea os meio*. Assim pris, ns o acouselha-
inos que se applique p algum trabalho qualquer,
com tantoqui teja licito, porquo em am apuro qual-
quer, esses mesmos qoe se negara em aalisfaie-lo,
estenderao as saas maosqaando a ellas recorrer, por-
que conhecerAn que o pedido que ae Ibes liier nAo
aer per habito e aira para saisfazer ama neces-
sidade.
Adrerlencia. Advertimos a cerloi senhores,
qae nos importunara rom suas cartas, qoe mais pa-
ncera am composlo de aiaetara* do que noticias, que
nAo te cansera em as enviar-nos para nos jioupar o
trabalho de sua leilora. Temos precisao de nolirhs
mas qoe sejam ellas revestidos do Moho ifi. verda le
e nflo d'aquellas qoe de nada nervem. e qoe sn li
datas para salisfazer capricho. ; aende Isla iaa-
lamenle para o qua nao foi eslabelecida a Pa-
gina.
O vapor n Paran, vindr do Rio di Janeiro,
truuve a seu bordo para asta piovillen os segrales
geroa :
Hr. JoAo Antonio de Araujo l'reitas H-nriques e
I eacravo, Fernando Jos de Almeida el Reeravo,
Alfredo Thom, Jos Antonio 1e Arroda, Antonio
Franctacs Ualart, D.Tberesi Slbnls, lilhos e I ir-
ma, segundo sargento Toda Aodrada Gomos. :l es-
cravos a eiiiri;.,i Jo.u Caldas Ceelho da Silva, 1
escrava com I ti l> menor a entregar a Francisco
Antonio Correa de Sa', leen e Fraoelece Goncil-
vei de An Irada Anuda e I eacravo, Dr. Pedro de
Cala/ans, I.oilhet m* Augusta Ricardo, llerculano
Firmlna do* llarea Gaia e I sacravo, Antonio da
Mola e SMva. Dr. Manoel Rodrigors l.eile Oitlciea
'" I e 1 e'cravo, Dr. Olegario C -a, Caboani, soa m.ii e
-u 1 laobora, l-r. Dan 1 da Nali .1,1,1,1,. ,ic ajft||| j,e_
1 ifi-ri's Mani 1 inionlo da Pooaeea a I ial-
dado, D. Elisa 'i Ivie Carapeba, Jos Manoel Bao-
li-ia, 1-i!i o J.....Caparca, 1 escravos do Dr. Cab'usl
sii, Jos Luiz de Oliveira AleVOdO.
Seguem para o noria :
Coronel Franrisro lote de Carvalho e | rimara-
la, .Maviiniaiio Francisco de Sonxag Iciieute (ioi-
provincia da Rabia, o juiz muiiicipl Joto Antonio
da Rocha Vianna.
Juiz municipal e de orphaos do lermo de Santa
Auna do Camisao. na provincia da Rabia, o bacharel
JIi Luiz Soares Marlins.
TabelliAo do termo de I'iralnv, na provincia do
Rio Grao te do Sol, JoAo rtolasen Pereira da Cunha.
Escrtvo 1I01 urphAos do lermo de 8. Francisco na
provincia de Santa CaUariua, JoAo Polvcarpo Ma-
chado da PanAo.
Escrvlo do civel e crime do termo de S. Luiz
do Maraohflo, Joaquim Pereira dos Sanios.
TabelliAo publico* eactivAo do eivel, crime e da
Srs. redactores.Acabara de asseverar-me que al-
guem, inrolcando-se iniciado nos segredos da redac-
c,Ao do oLiberal Pernamhiicanon, dissera confiden-
cialmente ao Sr. barAo de Camaragibe aer de lavra
minha nm artigo que apparecera naquella folha, lio
qaal, aiialysando-se os Irabalhns da assembla pro-
vincial, falla-se de S. Exc. e dn Sr. ScbastiAo do
Reg Rarros de l.acerda.
Parece-me que, da parle da qoem qor qoe srja,
ha proposito de arraslrar-me pan lulas pela im-
prensa, altnbnindome artigo* de que nAo tenho
dela aeai* depois de publicados; visto como nAo
he e.la a primeira vez que me consta ler-se procu-
rado espalhar a' mala-Vea e quasi que misliro-a-
menli pettencerem-me escripias que alias nao leio
-en o quando lal noticia chiga-rae aos envido*,
Tenho rtisprezado essa intriga qne nA'i posso dei-
xar de qual ficar da mesquinha ; ja' porque, Iran-
qudlo em minha ronsriencia. nada rcceiava dos re-
saltados della ;ja' poique nAo quera allnhuissem
a molivoi menos dignos de mim qualqoer declaracAo
que, para neulraliaar os elfe'los de semelhante arli-
iii!.ulia. houvesse eu de fazer: entretente especulare
com o mea silencio,ahusa-ie maligtiamenle de mi-
nha longanimidade.
Pois bem : ero alinelo sement a' minha pessoa,
qoe nAo quer, que rejeila, a palerni-ladc de arlos
que nflo sejam seu, declaro, alio e bom snm, que
nflo he nieu o artigo a" que me referi em principio, e
bem assim que, desde que fu desappareccr o peri-
dico iijostn-aii, alada nao eacravl para o publico urna
linha seqnor, que relaeo possa ler cem os negocio.
do imperio, ou da provincia
Recife l de abril de 1858.
Florianno Correa de Brillo.
He um amigo hojo que viomos
Seriamente carpir.'
l"m magistrado desta seila xngelica
No universo fulgir!
Rom se sent esta falla, ei-Ia d?sorla
A tribuna sagrada.
Onde soou sonora e eloquente
A palavra inspirada!
Seus labios eram fon te onde emana va
Do senhor a Itco !
Distribuindo como Dos- mandava
A jus!irao perd3o !
0 ministro de Chrislo, o santo apostlo
Desta seita dilecta,
Cumprio sua missflo a bem da igrejn--
Foi um novo propheta.-'
Oque be daquellc vulto de gigante
Que a to ios dominava,
Quando a voz elocuente e penetrante
No templo resoava '.'!...
0 que be deste amigo,-sacerdote
Da vrrdnde cbrisUtl ''
Pen leu-Ihe a fronte paia a Ierra inerte
Ja n.'io lem amanhaa !...
Foi grande a lide, e o guerreiro .' ci-Io '
litiou-se combalendo !
Foi he:oc que em defeza de tal causa
So se morre vencendo.
Siu nomc"ha deviver queum nome heroico
N3o se esquece tao ce lo !
Sa'alma'.' (le enlre os anjosque era u anjo !
Seu corpo ".' n'um segredo !
E vos quoaqui me ve les, n,"o tomis
Este sngalo canto,
Scnao como um conciso pensamento
Que he bem conciso o piaulo .
He urna flor que o amigo dedicado.
Transido de amargura,
Vem desfolhar n.odcsto e receioso
Na sta sepultura.
U5J0I3
DESPACHOS lili EXPORTACAO PELA MESA
DO CDNSL'LADO DESTA CIDADE NO DIA
I DE M Aln DE 1858.
GenovaUrigiie aueco oMalmoi, Whalely Forsler
6 C, lilil saceos asiiicar.
Canaltingue inglez Adelaida, James Ryder i
C, 5IKI saceos assucar.
AzoresPatacho portugoez aLiberdaden, Bailar &
Oliveira, 79 cascos mel.
l'orioPatacho portuguez nCimes, diversos car-
regadores, :i-> cascos mel, 100 saceos assucar.
PortoBrgue portuguez oAmalia la, diversas car-
regadores, -JO0 sacros asiocar.
Lisboa tingue portuguez nlaraujo I, diversos
rarregadores, 23 cascos mel, ilK) aaccoa assucar.
LiabaBrigue porlogaez nRelmpagos, Thomaz
de Aquino Fonseca & Filho, !I9 cascos mel.
Liaba* Barca porlugaiza fWaril I'eli/n, L. Joi
de Sa' Araujo, IS cascos mel.
Canalt'scuna dinamarqaeza aAgiro, Isaac Cario
i\ ('... "JiKI saceos assucar.
RECEBhDOHIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBCO.
Rendimenlo do dia 1 a 3 1:892iK69
Idim do da I....... 9399018
CONSULADO PROVINCIAL.
183ISSS7
&**tStttt*0*
Rendimenlo do dia 1 a 3
Idem do dia i
I:i62/513
1:3vU787
5:8059330
' 909tt
Navios entrados no dia i.
Rio de Janeiro e porlos intermedio* 7 dial a d
horas, do ultimo porto 1-i horas, paquete a va-
por nParana',)) de o44 loueladei, commandaote o
primeiro leoente Jos Leopoldo da Noronha Tor-
rezflo, equipiig-m 55.
IdemCt.iias, escuna nacional aHidavigas, de 172
Ihnelddas, capilo Manoel da Cunha Canda, e
qoipagiro 10, carga inulta de mandioca, fejo e
milho ; a Almeida, Gomes, Alve 4 C. Penauce
ao Rio de Janeiro.
Idemlli din, patacho inglez crOnly Son, de 152
tonelada!, eapilflo John I. Proaae, equipagem 8,
em lastro; a I. Ilalliday. Perleuce a Tiafi-
mowlb.
Iileui15 diai, patacho nacional uHeberibe,i) de 2119
tonelada*, capitao Joaquim Jos dos Res, equipa-
g 111 12, carga caf a mais gneros ; a A. L. de O.
Atevede. Perleneaa* Rio de Janeiro.
Navios bahiios nn mesmo da.
Para' e porlos inleriiiediosVapor bra-ileiro Para-
n',n comman lanle o prime.lu leoente Josu l.eo-
pol lo de N. Torr?*Ao.
LisboaPatacho portugoez Michaelenae, capilo
SebasnAo T. da Fouseca, carga assucar, couros e
comma.
CanalBarca iugleza Iliodco, capillo M. King,
carga as-ucar.
<$&$*&.
ettras que foram por elle olY.Tecidas a des-
cont em casa do banqueiro Antonio Jos da
Moraes, e em urna terceira elfectivamentH
descontada no Raneo Rural c llypolbecarto,
assignando a proposta com o seu proprio
nomo, havendo tambem descontado no Ran-
eo Man. Mac-C.regor $ C, urna outra lellra
falsa com as mesmas firmas das descontadas
no Raneo (Jo Bfi
Sabemos que o Sr. chefe de polica tem-
provedoria do lermo do porto da Folha', na proviii- 1 sfi mostrado iucansavel nesta indagaq;"io, que
ca das Alagoas, Pedro Antonio de Amorim Res. 1 Ihe faz honra. Desejamos ter sempre motivo
Foram removidos a seu pedido : | de reconhecer o servico das autoridades.bem
o orphAos Antonio Joaqnim como 11 o recejamos censura-las, qcando a
isso somos obrigados pela nossa posic<3o, o
Ituarqoede Nizarelh doi Ierran* reunido* da Impe-
ris* Asiemlila as Alagoas para o de Sanio A-
ilo em Pernamhaeo.
O juiz de direilo Loiz Gonzaga de Rrito liaerra
da comarca .* Maiondade ipnmeira enlrancia
provincia do Rio Grande do Norte, para a do Asa
segunda enlrancia,, na ine-n:a provincia.
Foram reconduzdoi os segiinitei Jarse* munici-
pis e de urpliA 1 :
Au^utln Ceiar de Medeiros, nos termos de Sobral
e Santa Quiteria, 110 Ceara'.
Manoel Duarle do Valle, no de Vianna. no Ma-
rnalo.
.Nicolao Alfonso de Carvalho, no de Santa 1-ahel
di l'ara.ua-Mi, na Baha.
I01 ilarlarado sem ellcilo o decreto pelo qual foi
prvido Manoel Antonio d Cmara llitlenrourl Oli-
veira nos ofiicios de contador a distribuidor do ler-
mo do Rio-Bonito na provincia rio Rio de Janeiro.
Por decretos de 17, foram Hornearlos :
Ajiidanle dos cndrenles da alfandega do Rio
Gratula do Sul o amauucnie da mesma, Francisco
l'ereira .la Silva.
Amanuense da dila reparlicao o pralicanle da the-
sourana de fazenda da referida proviucia. Candido
Augusto Ror.tini.
Felor oferente da alfandega de Piranarn..
A barca liarle americana i'Moni'ug Star, a qu
no iIm '.i lo corrente salina deste porto para Nova-
Oileans em laslro inceodioo-sa 18 imillas a esle de
n* Cabo Fri, perdeinlo-se de lodo o casco. Honlem as
1 e meia horas da manhaa enirou um bote que 'a
(azia muila agua. Iracondo o capitn, toa mulhir,
dous lilhos menores e alcumai peaioai da tnpula-
clo, que faram desembarcar em Nilherohy. L'm nu-
tro bote cu 11 um pillo e cinco pesaoas mais da tri-
pularlo enlrou larnliein li ultra, purera maii larde,
por ler se perdido daquelle em qua viuda o capi-
lo.
o Todos trnnvpram apenas a roopa do corpo. n
As ultimas datas recebidas na corte, daa provin-
cias do sul ou imperio, lem aaseguiutis data- : \la-
lo-Gro'So 5 de marci. Espirito Sinlo 5, Ouro-
Prelo 18. a S. Piolo 22 do passade. De Rueos.
A y re e Montevideo nenlium vapor havia chiga-
doalli.
Malo (resso.
PROCE-SO DE AFRICANOS JLLGADC PELO
JLRV DO CABO.
Sn. redactores.Sabendo qoe ia Irahalhar o jurv
do Cabo, e que haviam proceisoa importantes, enm
0 do lierraiiio secoiado por haver comprado Africa-
nos do palhabot de Serinhaem, e do M .noel Bar-
bosa ia S Iva, acensada de tentativa de morle, e ou-
tn,s, aicilon-ma a curiosidade de ir pela primeira
vez assislir aos jalgsinentoi diste tribunal, o qua liz
uo da 30 do panado, qae seguiado pela estrada de
ferro all caeguei e me dirig para a casa 'lo jury.
Po'tco depois de minha chao;, ia)0 juiz de diteitu Dr.
Reg Dantasabri a S***l0 cfoi chamao orco
llermno cujo advocado ara o Dr. Brandan j minio
maravilhou-me ver a ordem e O reapeiln que havia
naquelle tribunal inspirado sera davida pi las ma-
neiras urbanas, mas chelea de gravidade. com que o
digno ]uiz de direilo Iralava a lodos e fazia guar-
dar os pracritos dos regulamentos. Sorteada o con-
selho. observei que o dito juii prorurava dar a
maior importancia e consideracAo o juramento dos
sorteados para e eonselho do jnigamenio. Pouco de-
poia principiaram os debates ; e sendo esta materia
de lie valla rliscmaao, esperava ver algiim asade-
ra* ; mas o Sr. Dr. Brandle, que era o advocdn
da defe/a, hbil como he, e nraliro nos negocios do
pai/, aotth* guardar as conveniencias devidas a nos-
sa -iluacaoem lodos os seus argumentos, sem toda-
va fallar o essenrial a defeza. Em loda a ucu-An
os espectadores giiardavain o maior -ileurio, o Sr.
, juiz da direilo conservava-;e na posir.iu qun Ihe eia
ilevida. Findos ns dedales, o propesios os quesitos,
rccoldea-se o consethe *' sala da. cenfertaeia*. e
i eu principie! a observar o que se dixla a respeito da
1 aorta dn roo em relcelo an jijigamenln, e suas con-
sequencias. Todos eram ii opiniAo que o reo siria
jabiolvide; mas alguns diziame juiz de direilo
appalla, porqoe he insiero execulor das leit, e o
enme, sendo d nalorera grave e iinpnrlanta para o
PRAGA DO RECIFE i DE MAIO AS
3 HORAS UA TARDE.
Colaces ollieiaes.
Cambio sobre Londres 25 d. '.III div. e 25 lli
do d|v.
Cambie sobre o Rio de Janeiro1 l|_! lio de rebate
Couros seceos salgadosa 200 rs pur libra.
Ditos ditos ditos ua ParahibaC;S0O a arroba posto
a bardo.
Descont de letrasII) ())() an anno.
Acces do novo Banco de Pernainbneo II 0|0
da premio -ubre o valor nominal.
P Borges, presidente interino.
I.. Dubuurcq Jnior, secretarlo interino.
Novo Banco de
Per na ni buco.
O Banco desconta a 10 por cento, na pre-
sente semana, e loma dinheiro pelo premio
o prazo que se convencionar.
BALANCETB DO NOVO BANCO DE PERNAM-
BUCO, EM 30 DE ABRIL DE 1838.
Dibito.
Accionista, ,
tiaraiitia de emissao
Foniecimt'iiln.
De.pezas geraes.
Letras disconladas
Caixa .."..,
Aluguel da casa. ,
- O lllm. Sr. inspector da ihesouraria
provincial, em cumprimento da resolticio
da junta da fazeuja, manda fazer publico,
que no dia 27 de maio prximo vindouio.
peraute a mesma junta r>e ba de arrematar
a quem por menos fizer o servico da capa-
tazia do afgodao do consulado provincial,
avahado animalmente em 2:4719 rs.
A arrematacilo ser feila por lempo de 3
anuos, a contardo I- de julbo do corrente
anno, a 30 de junho de IS6I.
as pessoas que se propuzerem a esta arre-
matscao comparegam na sal* das sesses da
mesma junta no dia cima indicado, pelo
meto dia comoclenlemente habilitsdas.
E para consUr se man jou a lli xar o pre-
sente e publicar dlo Diario.
| Secretaria da thesouraria provincial de
Pemamboco 2 de abril de 18580 secre-
tario,
A. I", da AnuuDciacSo.
0 lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia, manda
fazer publico, que no dia 20 de malo pr-
ximo vindouro, perante a juna da fazenda
da mesma the;ouraria, so ha de arrematar
a quem por menos lizer a obrs do i4 lenco
da estrada do sul, avahada em 18:500* rs.
A arre,matac.5o sera feita na forma da lei
provincial n. 343 de 15 de mato de 1854 e
162:89318481*ob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
1,(,lW:tton-oi"l
36.251S466I
9499260
6|O40
194:0115H
6359000
Capital.
I Deicunlos.
Crdito.
2,004:5379336
2,OtUI:lKKI.SIi).|
1:5379336
2.004:5379336
l> L'uirda liaros,
Frtnciseo Josquim Pereira Pinlo.
f a 27 li/cram sua entrada o novo presidente, o Sr.
Delamare, e o novo commandanle de armas, o Sr.
coronel Conealves Fonles, acnmpaiihadns pela ulli-
cialidade de linha e cnerda nacional, necocianlcs
CAMBIOS
Sohre Londres, 23 '-',\'i d. pur I3 a '.10 d v.
* Paris, :|S0rs. por fr.
Lisboa. 105 a 110 por rento de premio,
nescontodtt Ultras, lo a 12 por cento.
(UROOucas hespanholas. .
Ditas mesi --na........3I9OOO
Peo** ie 69400. iv-.iou
Moedas de '.19000 9#300
Ditas de 209 .... 208 rOO
I'IIAIA.PalacoM braaileiro*. 29O8O
Ditea eolumnariai. 29OKO
Ditos mexicanos ljeHrO
As pessoas que se propozerem a esta *r-
remaiacSo comparecam na sala das sessoes
da mesma junta no dia cima declarado,
pelo meto da, competentemente habilita-
das.
E para constar so mandou affixar o pre-
sente c publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
I'ernambuco 24 de abril de 1858.-- O secre-
tario,
A. F. da Annunclsr^ao.
:t-.1 m 11
329000
SJOOI
novo Binco ite pernani-
buco.
O Raneo descoma a 10 por cento, e toma
dinheiro a juro pelo premio e pra.:o que se
primeiro escriplarario da mesma, Francisco Jo^'i'i" !?"!**" pub"CI"' *"' ,0"m "C'i'" hu *
llheiro. r,ll"iai-
I O carlorio do 1" labelliao da capllal foi roobldo,
t na ausencia do mesmo, que se achava em sua cha-
rara. O ladrAo s leven lodos os preceasna criminse*
qup alli esisiiam, lindns, em comeco oa a Andar, em
numero de triuia e tantos. Nada se havia deicobetto
al a ultima dala.
Espirite Sanio.
Ainda runtiniiava, por impedimento do prptiden-
le, a dirini- a provincia, o Sr. Monjardim, por se
haver excusado o vlee-prasidenle o Sr. barao di
i'ri.neiro escriplorario da dila reparlicao, o ama-
nuense praticaote da da corle, Cuilherina da Silva
.
Seaondoi cirurgioes de cr.rpo de saade da armada
o- Dr*. Antonio S.1I11.lian dn Nascimenlo Vianna,
Ladgarn Vieira iIl> Azevedo. Jlo liapusla dos Anjo*
e Fraociacode Assis Nereiroa Caatre.
Segonda pharmacoutico do misino enrpo Jos An-
tonio lupiliamb.
Foram lepara 1. i os logare* de eapiUe* dos porto. i77ne\neVim'
das provincial la Bahia e Peraambuco desde men- i.,,r", "';,
dente e de inspectnr dos efaenae* da mariuha das
mesmas provincias.
Pur decreto de l!l :
Foram Horneados o capitn da frauala Aorasln
Venceslao da Silva Lisboa p.rra o lucar de capihlo dn
porto da provincia
Rabia,
* .111 ,i r.-...t. 1___ P"'Z. o reo nao provnu bem >na innucriicia. .sa-
A-'(;de(evere,rochcSouadioSr.majorPeolo, ,,,,, Cl1Sf||,Kreali.u..e a ah-olvicau do reo,
assim rumo iinmedialameide a appcllar;ao do juiz.
Nesta occasiao tietei no semblante de qoasi lodos
um dcscnntenlamenio, por ler o juizappellado ; en-
tretanto dgnn* bachareia e pesso ahi eslavam, riconheciain ler n juiz obrado em re-
cra. Dirisi me para o pai do ro, que por sua idade
e circumslancias pareria-me ser um ancilo respei-
lavel ; o qual eslava eom r.s olh is chelos de lagri-
mal e commovendo a quem pora elle ntbava, e can-
soo-ine admiiacan a reaigna{ftO com que o achei.
Di.se-me elle : NSO lenbo qneitas do juiz qae ap-
pellnu, iiorqne, aperar de na 1 o enaltecer ile pcrlo,
ilizem-me Indos que deei le-e por si, e nao por con-
siderables da petsoa alloma, e por isso nao devo
ler queixa, e sn laalitnar a son de meo fllho, que
se ola preio eaolTlendo por haver comprado os. Rendimenlo rio da 1 a .
Forara capturados : J0S0 Jos da Roa Marte, pro- f ['<""'< >rv"u 'eren, de contrabando.- Id.m da ni, 4 ....." .'
. ::' Realinei.le o auciau mova a (odnt com qarm (al- 1
lava, lie para invejar a npinllo bem rumiada, qae
lem o digno Sr. ou de direilo Reg Dantas entre | Deacarreaem hoje 5 da maio.
I l.alera insierallermionemerradoria*.
corrente maio lornei a Bcigue iogletWallet Bainebacalho.
la a aeaaao, (o chama- Bnsue ngleaAigi bacalho.
convencionar.
Caixa Filial o Banco do
Brasil em Pnriiiimbiico
EM3 DE MAIO DE 1858
Directores da semana os genitores :
Manoel oncalves da Silva, e Jos Percira
Vianna.
a caixa i! sconU letrasa lo por cento ao
anuo, e recebe drobeiro a premia de con-
foruudadc com os seus estatutos.
ALFANDEtiA.
Claosulas especiaes para a arremataeo.
t. as obras neoessaraa a conclusSo do
I*.' (aneo da estrada do sul serSo fetas de
I coofortnidade com a planta e perfil, ja ap-
provado por esta directora em couselho, e
pelo governo, sendo a quanlia novamente
( calculada em 18:5009rs.
2. As obras coatocarfio no prazo de um
ajloomez e terminaro no dell mezes, ambos
291OO conti los confjrme determina a lei n, 286 a
tal re.sieito.
3 A importancia da arrematarlo ser^pa-
ga em i preslacoos, sendo as 3 primeiras de
:i di rirtias partes cada urna, e pagas ao arre-
matante a pro.iorQSo que lizer o 1. lerr;o da
obra, o i dilo, e a entrega provisoria. Ata
prestacSo, do valor de um dcimo, sara t*u-
ttegaedepois da entrega definitiva da owra.
4. Para tu lo o mais que nSo est especi-
ficado as presentes clausulas, segutr-se-ha
o disposto na lei n. 28G.Conforme --O se-
cretario,
A. F. da Annunciaco.
- O lllm. [Sr. Inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento iia resolut;Soda
junta da fazenda, manda fazer publico, qoe
no dia 6de maio i. simo vindouro, vai no-
vamente a prar^a para ser arrematada a quem
por menos liz-:r s obras abaixo declaradas.
9.Lancoda estrada da Esca-
da avaha jo em 16.912,0(30
Lancu da estrada do norte en-
lre a c dade de noianoa e a pon-
noncia lo pur crime de homicidio, e um Fulano I er-
ra, pur estupro cm urna sua cuntala de menor
idade.
Minas (aera**.
IVo dia I'.) devia aegair para a villa do RioPretn,
2l:9*Uta:i
U:l.si;;i'.l'.i t" do liujary,avallada em
U:G.V2;P00
os seus comaregee.
No dia seeuinte |. do
comparecer no ('ibunal. Ab-
lolll
F. paro constar se mandou afiliar o pre-
37:1399892 sent n publicar pelo Diario.
Secretarla da thesouraria provincial de
I'eroambuco 16 de abril do 188.O se-
crcUrio,
A. V. da Anr.unciaco.
Olrn. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da ordem do
*_> Exm. Sr. presidente da provincia de 21 do
'"' corrente, manda fazer publico, que no dia
-0 Je maio prximo vindouro. perante a,
____junta da fazenda da mesma thesouraria, se
(s lia de arrematar, aquem por menosflzer, a
-; ohr.i do :is- lan<;o da estrada da Vctor
------avallada em ti:350|
2J A arremalaQao serfeiU na forma da le
doria,


DIARIO DE PERNAMBUCO QUARTA FEIRA 5 DE MAIO DE 1858.
p-ovincial n 33 de 15 de malo de 1854 e
scb s clausulas especiaes baizo copiadas
As pessoas que se propozerem a esla ar-
re mattcSo, comparecen) na sala das sesses
i'ii meama junta no dia cima declarado,
pelo meio da, competentementehabilitadas.
L para constar se mandn iflixar o pre-
sente e publicar pelo Diario. Secretarla da
thesouraria provincial de l'ernambuco, 24
de abril de 1858 O secretario,
A. F. d'AnnunciacSo.
Clausulas especiaes para a arrematado.
1'. As obras do 28- Ian^o da estrada da Vic-
toria, serlo eXecotadas conforme a planta,
porliso ornamento approvado pela directo-
ri i em conselho, e submettidos a approvacSo
do Exm. sr. presidente da provincia na im-
portancia de 11:550?
2\ as obras deste lanco comecarfo no
pravo de um mez, e se terniinariio no de
quioze mezes, ambos contados conforme o
regulamento das obras publicas.
3\ O pagamrnto da importancia da arre-
nittacSo ser devidido ara quatro prestacoes,
a jiisiia do valor da dcima parte do total, e
paga qnando a obra for definitivamente re-
eeblda. as tres primeiras prestacoes sor3o
pigas, a piopo.cfo quo o arrematante lizer
um torco, dous terc,os,o conclOSSo e entrega
provisoria.
V Para tu lo o mais que se n.lo especificar
nestas clausulas, ser observado o regula-
oiento.conforme.O secretario,
A. F d'AnnunciacSo.
"- O lllm. Sr. insuector da thesouraria
provincial era cumprimento da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia de 21 do
corrate,manda fazer publico que no dia 20
de malo prximo vindouro perante a junta
di fazenda da mesma thesouraria se ha de
arrematar a quem por menos lizer a obra da
crsa da barreira da ponte de Tapacura ava-
llada em 2:6409.
A arrematarlo ser feta na forma da lei
provincial n. 343 de 15 de maio de 1854. e
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rematarlo comparecen na sala das sesses
da mesma junta no da cima declarado pe-
lo meio da competente habilitadas.
E para constar, se mandou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pornambuco 24 de abril de 1858.
O secratario,
A. F. d'AnnunciacSo.
Clausulas especiaes para a arrematado.
I." As obras da casa das barreirasda pon-
to do Tapacura, serSo execuladas conforme
os desenhos e ornamento approvado pela di-
rectora em conselho, e submettidos a ap-
provacSo do governo da provincia, impor-
tando em 2:6409.
2.* Estas obras comecaro no przo de um
niez e serSo concluidas no de 6 mezes, am-
bos contados de conformi lade com o art.
31 do regulamento das obras publicas.
3." O pagamento da importancia da ar'e-
tratacSo, sera dividida em 'i prestacoes,
aeildo a quarta da decima parle do valor to-
tal, que o arrematante reo-bera quando li-
ztr a entrega definitiva e as tres primeiras
p-oporcSo que lizer, o 1 terco, o 2' dito, ea
entrega provisoria.
4.* Para tudoo mais que nSo estiver espe-
cificado as presentes clausulas se observar
o que dispe o regulamento das obras pu-
blicas.
Conforme, o secretario,
A F. d'AnnunciacSo.
- O lllm. Sr. inspector da thesouraria
p-ovincial, em cumprimento da ordem do
Iadi. Sr. presidente da provincia, mana
Inzer publico, que no dia 20 de maio pro-
x.mo vindouro, perante a junta da fazenda
di mesma thesouraria, se ha de arrematar, a
quem por menos lizer a obra do 12.- lanco
da cslra la do sul, avahada em 13:000? rs
A arrcmslacSo ser feita na forma da lei
provincial n. 343 de 15 de maio de. 1854 e
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se p opozerem a esia *r-
n-matacao comparecam na sala di mesma junta no dia cima declarado pelo
ir.eio dia competentemente habilitabas.
E para constar se man !ou sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
r -ruambuco 2 de abril de 1858.- O secre-
tario,
A. F. da Annunciaciio.
Clausulas especiaes para a arrcmslacao.
1. As obras uecessarias para a conclusSo
do 12 lanco da estrada da sul sargo fcilas de
onformidade com a planta e perfil, jaap-
provados por esta directora em conselho.
0 pelo goyeino. ni importancia de 13:0003
2. As obras comeen .io no prazo de um
niez, e terminarlo de II mezes, ambos con-
1 idos conforme determina a le n. 286
! A importancia da arremaUcSo ser pa-
ga em 4 prestacoes, sendo as 3 primeiras de
3 decimos cada urna, e pagas no arrematan-
te a proporco que lizer o !. t"rco da obra,
segundo dito, ea entrega provisoria. A 4."
preslacSo do valor de um dcimo sera en-
tregue depois da entrega definitiva 'la obra.
4. para tu lo o mais que nilo esta espe-
cificado as proseles clausulas se seguir
o que dispe a lei n. 286. Conforme. O
secretario,
A. F. da Annunciac,ao.
Cor re o e-eral.
lielacao das cartas seguras, vindas do sul
pelo vpor Paran, para os senhnrcs abai-
xo declarados :
Antonio Anns Vieira daSoiiz.
Candida Innocencia de Serpa.
: ndSo Cordeiro.
iorreia & IrmSo.
i). Iphim d silva lavares.
l'rederico Maia.
Filippc da Motta Azevelo Corris.
Joaquim Marques dos Santos Junor.
Francisco Concalves de Carvalho.
Francisco Ignacio Pinto
Cuilherme Carvalho & C. (2)
l/iilora S nhiirinha Lopes.
James llalli !ay. .
Joaquim Bernardo de Figueiredo.
Joo Francisco Tcixeira.
.iosMarciano de Campos.
Leandro Concalves de Go'iveia.
Marcos Joaquim la Costa.
Manocl Ferreira dos Santos Porlugal.
O oDlcial papelista,
Ismael amavel Comes da Silva.
- Pela subdfIrcacia de Santo Antonio
desta cidade se acha depositado um eavallo
i iqo pedrez, nttiro, que foi apprehoiidido
p >r l'.ern rlino de Sana Carros a um preto
uediz o achara vagando pelas' ras desta
8:100:000
: 1100. 00
5:1HlJ000
550-.OII0
J:OJi|-G 1 :f!0O(l00
700100
T.IOOoOOO
13:00080 00
Ra da Madre de Dos.
33N. .-Casa terrea.
34N. 6.dem.
35N. 4.dem.
3--.N. 2Id-m.
Itua do Codorniz.
43N. 2.Casa torra.
Ra da Monda.
4--N. 47.Casa terrea.
5--N. 41.dem.
i1fi-N. 43.dem.
47.\\ 5 dem.
Ra do Anioriin.
51N, 17.rasa terrea.
M-N. 45.[dem.
53 -N. 43.dem.
54N. 21.Casa de sobrado do dous an-
dares.
55-N. 24.Casa terrea.
56--N. M.dem.
I'.ua do Azeile de Peixe.
57N. 21. Casa terrea.
M--N. 10I Jera.
59N 17.Casa do sobrado de um an lar.
- 60\ 10 Casa terroa.
61 N. 13.dem.
02N. 18.Casa de sobr.ido de um an-
dar.
63--N 14.dem dem.
64--N. 2.Casa terrea.
Ra da Cacimba.
65--N. 5 Casa terrea.
0N. 12.dem.
67N. 10 I lem.
Os licitantes bajam de comparecer com
seos fiadores na sala das sessfies do mesmo
conselho, as II horas do menciona lo dia G
do cor'ente. Secretaria do conselho admi-
nistralivo do patrimonio dos orphflos 1 de
maio de 185S, Dr. Vicente Pereira do llego,
secretario.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumnrimenio da ordem m
Exm. Sr. presidente da provincia, manda fa-
zer publico, que no dia 2 de junho prximo
vindouro, perante junta da faienda da
mesma thesouraria so ha do arrematar a
quem mais der os imposto abaixo decla-
rados.
Taxas das barreiras das estradas e ponles
seguintes :
Magdalena, or anno
Cachan^a, dem
Jshoatflo, i lem
Bujary, idem
Molocolomb. idem
Ponte dos Carvalbos, idem
Tacaruna, idem
Ciqui, i lem
20 por cento sobre o consumo
da agurdenlo do municipio
do Reclfe, por anuo
dem do municipio de Seri-
nhSom, por armo 30-000
As arremata;Cea serSo r-ita.s por lempo
de3annns, a conlar do 1 de julho do cor-
rente anno a 30 .le junho de 1861.
As pessoas que se propozerem a estas ar-
rematares comparecam na sala daalaessOes
da mesma junta no dia cima declarado pelo
meio dia, competentemente habilitadas.
E para constar se mandou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Psroambiico 1 de maio do 1858.O secre-
tario, A. F. da Annunciaciio.
CAPITANA DO PORTO,
Tendo-s collocado na barra do rio Mosso-
ro duasboias, estando assim balisada, man-
da o lllm. Sr. capitSo do porto fazer publico,
para conhecimenio de quem pos-sa interes-
sar, os esclarecimentOs abaixo acerca dasi-
toacSo das lucernas boias.
Esclareclmentos.
A embocadura do rio Hosso'i'i est situada
na lat. ?,56*S?*,8. c lonj,- 5 59'11'. E. R. .
Os navios que a dc^an larem dpvem procu-
rar o ancoradnuro defora, demoranlo-lhes
a pona da redonda a E 4. SE. na E. 4 1|2
SE. ea pona de Upanema an SSE..OU esca-
sas do luirT denominado Chiqueiro das Ca-
bras ao S rumos magnticas) Ah enron-
traro 4 1|2 bracas do fundo conuco mais.
Oesse Ligar demora a barra ao SO. As boia
estn enllocadas R. O., urna la outra A de E.
que he maior, esta na exiremi lade do cata-
rjo da enroa do barlavento. o de E. Deve-se
navegar direitn ella al estar em pouea
distancia, o enlSn dirigir se para a segunda,
passsndo a sotavento, isto he, ao N". da pri-
meira. Se om vez do passar muito encostado
a cssa boia, o navio passar distante urnas 40
bracas, adiar O Canal nm ponen mais fun-
do. A segunda ou de O est encostada a
coros de sotavento, e rieve-se passar bar-
lavento, M-. he, an S. della, podendo n.s-
sar indistintamente, ou eocostado a ella
ou mais -ara o meio do canal Kntre as -'uas
boias est o hlenle mais seCCO da barra
Km haix mar de mares de lua.devc-se achar
4 ps de fundo pouco maisou menos, c na
prea-mar pouco o.ais di duas bracas e ineia
Neohnm navio deve entrar sem pratico da
barra, o qnal a lera balisado antecedente-
men'e, eobservado-se nella se operou alea-
ma nudanca, o que pode ratilmente acmUe-
cer em barras como essa formadas por co-
roas de rea. Depois de entrar no rio devp
procurar encostar-se para a margem direila
ou de E AchandO-se em frente do lu-ar de-
nominadoAreiaa Brancas, tons ancoradoa-
ros dC i e mesmo de 5 e mais bracas, su-
bmdo o rio.
Capitana do porlo de Pernambuco, 20 de
abril de 1858.-0 secretario,
Alejandre Rodrigues dos Anjos
Pela subdelegada Vista desta rilado, foi recoltodo a casarle
detencSo o preto Seraflm, em de marco
do correte anuo, por andar fgido, o qUal
dase ser cscr.iv,) de Jo-quim (ornes da Sil-
vera morador em Gargahu-, provincia da
Parahib. Quem ao .-tito p.eio tiver direi-
to, a presentando os seus ttulos legaes Ihe
sera entregue
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo, para lorneci-
mento do arsenal de guerra, lem de comprar
os objectos seguintes :
Secretaria militar.
Sinete de armas i nperiaes 1 ; casticaesde
latSo 3 ; talha pra agua 1 ; bn leja peque-
a I ; caneco de louca 1 livro paulado
para correspondencia officul como qnartel
general do exercito I ; livro pautado para
dlt d dito com a presidel ca da provincia
1 ; livro dito pira tita ofllciaescom os che-
fi-s dos corpos e olliciaes militares existen-
tentwna provincial; livro de matricula
dos olliciaes reforma los da extincta !!. Mola
com sidos e honorarios, com veneimentos
e s-m elles I i livro pautado para ndice
dos papis archivados 1; livro dito para o
detalhe doservicol. Os livros supra, de-
DE
SANTA ISABEL
2II-' RECITA 1 \SSIli\\TllR
EMPREZAGERMANO.
OUINTA-FE1RA, l DE MAIO DE 1856.
Subir' a' sceua o eieellenle drama orisinal em
quatrn actos:
No fim do drama na Srs. Rianchi t Padovani cari-
largo o etrrllanlp iloel.. na ..para
FIDALGA E A JA1DINEIRA.
Arlora, : l.lahna, Haimoniin, l.ima, I). Manocla,
II. i Tin.' .i e BaMSf.
A accilo passa-se no ca reinado de l.oil XIII.
C'>me;ara' as 8 borat.
()< bilheles acliam-;e a' venda no escriptorio do
Ineatro.
CoISOLTOaiO EulIOMTmCO
RIO DE JANEIRO
Segu por estes .'as o brigue Feliz Des-
tino" por ja ler parte do csrregamento.quen
no mesmo quizer carregar, dinja-se a bordo
do mesmo a tratar com o capiUo, ou no es-
criplono de Manocl Concalves da Silva, ra
da Cadoia do Recife. '
R
de J?
o
neiro
segu rom maita brevidade o palhabote
CieJade ; para o resto da carga e passagei-
ros, trata-se com Cactaoo Cyriaco a >:. M ,
oa ra da Cadeia do Recife "n. 2, primeiro
andar.
O brigue portuguez RelDinpago segu
para Lisboa no dia 21 de maio imprcterivel-
mente : para o resto da carga o passageiros,
para o que tem acetados commodos, trata-
se com os consigne taos Tnomaz de Aquino
Fonseca & Filho. na rija co Vigario u 19,
primeiro andar, ou com o eapia na prac,a.
Porto pela Figucira.
O patacho portuguez Ca moas sahe por es-
tes uias ; recebe alguma carga para ambos
os porlos : a tralar com Carvalho Irmao.
ou com o capilo na pra^a.
RIO DK JANEIRO.
A veleira barca nacional Helena, seguir
com brevidade, por ler ja engajada grande
parle dosua carga ; quem nella quizer car-
icgar, dar escravosa frete, ou ir de passa-
gem, ,ara o que tem encllenles commo-
dos, trata-se com braga i A n tu lies em seu
escriptorio. ra da aladre de lieos n. 3, pri-
meiro andar ou com o capitSo na pra;a.
IO DE JANEIRO.
Segu cora brevidade obligue escuna
nacional "Caroliaa,capitoJoaquim An-
tonio fi niralvos dos Sanios, para o resto
da carga trata-te com os consignatarios
Novaes & C, largo do Coi-po Santo n. ,
ou com o capitao.
Para a ilha de S. Miguel vai multo bre-
ve seguir o patacho portuguez Liberdade :
quem no mesmo quizer carregar, cnlenda-
se com seus consignatarios na i ua da (,a lea
V'elba, escriptorio n. 12.
Path u AracatJ*
O liiale Camoes rsop aflea disi: para o resto
da carrja lrala-< cum Caelano C\nacn da Coila Mo-
rena, na ra da Cadeia do Henie n. >.
Par o iiio de .1 neiro
segu com brevidade o brigue Adolpho, por
ja ler parte da carga prompta ; para o res-
to, trata-se com M.noel Alves Cuerra.
Ilenrqiie Brunn t& C. Biio leitao
poi intervenido lo agente Oliveira, de
perleito sorti ment de fazendas iugleras.
francezas eallemaas de tod
ra
as as qualida-
des : qiiinta-eira (i do corrente as lo
horas da manbaa, no sen armaxem
da Cruz.
LEILAO
Barroca & Castro continuara o
lei-
lan de lazendas inglezai e l'rancezas ama-
nhaa o do corrente pelas II) horas da
manbaa.
do cor-
DO
'
ta
HIAlliA CADEIA, DEFRONTE DA ORDEM TERCEIRA DES. FRANCISCO.
Onde seacham sempre os mais acreditados medicamentos tanto em tinturas como
in> globnlos.e aroparadoscom o maior escrpulo o por precos bastante conimoios
QiiintH-fvira 6
i e i.
NELO AGENTE
Pestaa
O agente Pestaa tara leilSo por conta de
quem pertencer, no lia scim i designado, e
as 1(1 Por^s d^ manbaa i porta do arniazem
lo >r. Armes defronte da alfandega
DF.
80 barricas de farinha de Trieste prirnei-
ra qnaliddde, chci/adas proximanicnte do
Rio de Jan iro.
1 -aw
10.
Botica do
Dita do a*
Dita de 3G
Dita de 48
Hila de 60
PROF.CS FINOS
tubos grandes.
I0/!I"
lKMXrl/
a SlOOO
25000
, 300OC
Tubos avulsos a....... 1C008
Frascosdetinturradflmeiaonca. 2 Manual dmed!Cina homeopathicado Dr. Jahrcom o djf.
cionario los termos de medicina ; .
Medicina doaestica do Dr. Ilenry......, .
Tratamento do cholera morbus .
Repertorio JoDr. Mello Moraes ,
20$00
I0#o0
2/0 OC
oco
* PEDR
AS PRECIOSAS.\ I*! H
a$j> t *mm
Han do Cabnga' n. 7.
i
-J Adereroade brllhaalaa, 1
* diamanteas perolas, pul- *
J letras, alfnflrs, :.rinr..- |
a roz.etas, bolAca annpia ^;
de dilTcrentts goslos < da
* diversas pertraa de valor, i
* m
m OORO E PftATA.
.? __ ?
Adereroa romplelni da I
-E ouro, meioa dilos, pulaei- '-*'
| raa, slfineles, brlaeoa a^
S roalas, cordoct, iraaeal- *;
S lina, medalhaa, corremos .
" e enfriie* para relicin.e X
., oatroamalloi objcto*de
| noro.
j Aparelhoa cumpl loa de "
'-, praia para rhii, bandejas, .
j. salvas, eaadfaea, eolhcrea -
n de sopa a de rh.i e mu-
^ los oulroi ohjeclc de J
^^,,;m,^,v,,,^o d Franca eomx%ESmm* mmJ
de Lisboa, as efuaes vendem por
preqo commixfo como costtiuiam.
teeebem por lo-
?; Compran), vendem na Ano t\cvs>r\i rnurls l^i!
? Irocamprata. ouio, hrl-IU,*OS Vapi f S(.. %ll
| llianles.diainanlea e pero. ?rnr|| r,*irtir.k:i!li llliS ti
las, e nutras o.ie-qner 'i''1 '"*'"'' hl''M"'"''
*'"*?:^.a *'** Im, derno rosto, tan
Na IiiimIi;;io da Aurora pre is.i-sc
de serventes forros ou escravos, para
serviro debaixo decoberta.
Melliodo Cas-
tilho para ensillo
de r:e.'llM.s.
Priscilla Senhorinha Mandes de Albuqiter-
que,leudo sido examnaJa > a.iprovada para
0 ensino 4einstrucelo priinarja.trnnsferio a
sua escola da rUa do Vigario para o 2 ar, lar
lo sobrado n.39,confronte a igreja do Ilusa rio
deS Antonio, ondealem de leitura.escriota,
contabilidade e grammatica nacional, ensi-
nara costura, bordados e lavores, esperando
corroborar a boa Opiuifio em que a temo
Exm. Sr. conselhuiro Castilbo, espressa na
quarta edicSo do seu insigo.- melho lo
SEGURO CONTRA 0 FOGO.
CO.MI'A.MIIA
..ALL1AHCE.
bstafoeleeida era Londres,
ern marco de 1824.
CAPITAL
CINCO MILHO'ES DELIBRAS ES-
TERLINAS:
Saunders, Brothers .\- C. tem a honra de
informar aos senhores negociantes, propie-
tarios de casas, e a quem mais convier, que
estfio plenamente aotorisados pela ditaeom-
panbia para effuctuar segaros sobre edifi-
cios de lijlo e pedm, eobertos de tena, e
igualmente sobre os objectos que contive-
rem os meamos edificios, quer consista cm
mobilia, ou em fazendas do qualquer qna-
1 i dado
Lotera
i
Mobilias de alu-
guel.
Alagam-se constantemente mobilias com-
pletas ou qualuucr trasto separado, o por
proco comuiodo : ua na Nova, armazem de
trasto lo Pinto.
Qaem precisar alugar casas na ra dos
Pesca no res para l'a/er jalara ou oulro
qualquer estabelecimenio dirija-se a ra da
Cruz n. Gt, primeiro andar.
Preciaa-se de um bom amassador ; na
ruada Sen/ala Velha n. l.
Liiiha de mni-
bus .
Claudio DubeQX principia segun.la-leira,
3 do corrente, a mandar um mnibus para
Santo \inaro de Jaboato, o qual sabir do
poni as 4 horas, e volUra de Jaboato s 7
lloras da manhSa ; as pessoas que quizerem
estar mensaImcnle, podem vir tomar suas
assignaturas.
PEME DE OITCIKHC EMr-
RECIO, DE FAUVELLE-DELEBRB
DE PARS.
Quatro annos de experiencia tem assegu-
rado aos pentes de caoutehouc a voga que
boje tem, n3n so em Franca como no mun-
do inteiro ; sao sem conlradiccSo os mais
agradaveis de todos os pentes, mais brandes
que os de tartaruga, sio os nicos que nao
fazem calor o eabello, por causa da ala ctri-
cidade que cnntm,accrescendo a estas van-
tagens a de nSo seren mais caros do que a*
e bfalo, a esta admiranvcl invenco de
exposicSo universal de 1855.
i
3 O padre Francisco Jo5o de A/e- (yj
f^ vedo, achamlo-sn presentemente !? nesta prar;a, e oceupando-se priva- J
d livamenle na direcco de seu estabo- ^
lerimento chalcosraphieo, incumbe- ^
se de execntar com toda a perfeigao ^*
c brevidade quaesquer obras de f ra- W
aras tanto a talho-doee como a re- ($
levo, registros, retratos, lettras com- &
merciaes, bilheles de Visita, nn.si- j*.
cas, etc.; e desejoso de levar o mes- ^
mo eslabelecimeuto b maior ponto,
espera que as pessoas, que preten-
deren) taes objectos, nfio hesilarSo
cm o pocurar, prestando :issim uina fj)
ellicaz protecQao a que o anriuiician- le ser extremamente recoobecldo. 2
j t9 Pode ser procurado as t;inco Pon- 9
CJ) !* sobrado da esuina confronte a f^
i A matriz nova de San-Jose, oa na ra
') randa & Vasconcllo
i
i
I
i
i
i
* asa de ^audcS
O l)r. Ignacio Firmo Xavier, roed- ^y
be em sua casa de saude, que. lica ao *4S
norte da estrada da Passag m da f%
Magdalena, ente a ponte grande e a v9
pequea do Chora-Henino, todas as
uessoas doantes, a Saneando o me- $.
lboi- trata ment, o maior selo c coi- Jj
dado medico, o local eni que est <9
edilicala a casa destinada para esso S
misle.r as i gras hygienicas, sobre L
as quaes est construida os commo-
dos de une dispde, o aceio, ordem, (
e regularidade que abi se encon- A
Iram. sfio condic/es ponderosas para ?;
urna breve euia e completo resta- ($)
beleci ment. As pessoas que quize- (O- *?
i
Ilomeopatha0
O Dr. Sabino Olegario I. Pinho, tendo de
organisar aHistoria da liooieojathia du-
ra to a epi femia do cholera,roga a todos
os amigos da verdade qur desta provincia,
qner das oatras do imperio, que I he forno-
c,amcom a maior breviJade possivel, quaes-
quer documentos, informscOes ou narraefies
exactas, que possam servir para a execucSo
dessi obra. Ilejustoquc sejam conlieciaos
os nomos de todos aqnelles que cm lao ca-
la mi tosa qua ira soccorreram a afflicta hu-
manidade. .\o consultorio central homeo-
pathico ra de Santo Amaro (Mundo Novo)
n.6.
(^ Manuel Cassiano de trliveira l.edo M|
a acaba da dar principio a um curso 2
g pariicular de geometra e continua *f
t^) a receber alumnos al o meiado do fft
/Sf, corrente, quem quizer frequenUr 2
g pagara adiantado 5a por mez: na w
$* ra dos Ouaiteis u. 2-2, primeiro Q
(gf andar.
dea dirigir-se ao pateo do Carmo,
Sobrado n 9, primeiro andar, das
l() horas da mantisa .sS da tarde,
e desea boraem (liante no seu esta-
beleci ment.
i
s
a
DA

fieguezia sem donn, e por elle entregue a |vcm ler o formatoestabelecidos nosmode-
ctejuizo: quem for seu legitimo dono, los annexns a ordem do dia n. I-ido quartel
i'ompareQa, que justilicando, Ihe sera en- general do exercito
treguo.O subdel-gado,
Manoel Ferreira Antones Villaca.
-- Pela subdelegacia da l'reguczia dos
AfogadOS se faz publico que se achamlegal-
tnenle depositados tres cavallos. sendo um
Meio batalhSo da parahiba.
Papel almaco, resmas t: penas de ganso
100; caivetes -2 ; unta orla de escrever
garrafas 6, lapis, duxias6 rcia prea, li-
r.isfi ; colltfcc.'.o Je cartas para principiantes
o 'gente Borjs em o seu armazem roa do
Collegio n H l>r leilSo de le objectos dih*erentes. que lora impossivel
enamorar,osqusess coma vista podem
ser avallados, e serfio vendidos sem reserva
alguma : qiiinta-feira 6 do carrete as H bo-
fas da maobSa.
nlazao e outro eastanbo, tomados a Cosme ; laboadaa. excmplarea'iO; grammaticaa
Sezears, por serem fartados, aobando-sr
.^sto preso, e um outro preto qui foi adiado
por Kluardo Marnolino. em seu rancho di
.-arapa sem conductor, quem se julgar com
i ireito aos mesT-os comparerja, que provan-
do lhes serSo entregues.
Subdelegacia da fregoezia dos Afogados
1 de maio de. 18.">8 0 subdelegado Paes
Barreta.
- OHIm. Sr. ins--cc!e.r da Uwsooraris
provincial mania fazer publico, que do dia
3 do corrente por dianle se r-agam os or-
ii asadas e mis despegas provincises venci-
das at o ultimo de abril prximo lindo
Seorntoria da thesouraria nrovincial de Per-
nambuco |, de mab> .le 1858o secretario,
Antonio Ferreira d'AnnuneiacSo.
Por nrdem do lllm. Sr. delegado da
inuarliQo especial das Ierras publicas, fa$o
scientequoa mesma reparlicSo se acna pr-
visoriamenta tunceionan lo na ra do Hos-
picio, spgnn Jo sobrado pastando a Farol la-
de de Dieito. Itepartnjao esoeeial das ter-
las publicas 1 de. maio ,ie 1858 Francisco
laoilico do Aaaral. amanuense, servio lo de
dlicial.
O conselho administrativo do patri-
monio dos orphfns, continua a por em has-
tn publica, na sala de suassessoos no dia 0
d > corrente, o arrcndamenio das casas do
n esu'0 pat'imonio, abaixo mencionadas,
pjr lempo de. um anno, que tem de deeor-
rer do 1.' de julho prximo futuro a 3U de
junho do 1859, segundo o que dispe oses-
tututos em vigor, a saber:
portuguezas por Mootc-ve n-, ultima eli-
fi.), exemplares 6 ; compen lio de a ithma-
tica por Avila, etemplaras ti; paulas 6:
traslados 20
i b talb&O eartilitara.
Sapatos, pa-es 2>0.
8 batalhSo de nfeutari a.
Sapatos, pares 211.
9. batalhSo de infantaria.
Sapi los, par s 3t.
10 hataitiSode infantaria.
.sapatos, pares "201
Meio batalbSo da Parahiba.
S -.|; los, pares 293.
Comp nina de artfices.
.^a atos, pares I3ii
Companbia de cavallaria.
Sapatos, pares 60 ; I uvas de algodSo
res 108.
Fortaleza do II um.
Panel almaco paula lo, resmas 3.
Para o assisiente do ajo Unte general
da provincia das Alagoaa
Sinete com armas imperiaes c distico res-
pectivo I.
Qu"m quizer vender estes objectos apr-
sente as suas pro;oslas em ( arla fecha '." na
I''
Precisa-se le um rapaz para criado : a
tratar na ra do Apollo n. 2*.
- O Dr. Casa-nova leudo de fazer urna
viagem a Europa, ele a todas as pessoas
que Ibe estSd devanlo u favor de mandat
lagar al odia 15 de crranle maio. Em
quinto i credores ou diviJas nSo tem, po-
rem se algoem sejuigsr com este direito,
aprsenle a sin conta, que inimediatamenie
se a satiafeita.
Oubaixo assignado ten lo procurado
oSr. padre Joaquim Belizario Lins e Mello,
e uno o tendo encontrado, nem sabenJo
onde reside, roga ao mesmo Hvm. Sr. tenha
a bondade de aununciar sua morada, ou di-
rija-se a casa do mesmo abaixo assignado,
na ra Imperial u. 167.Francisco iioielho
le Andrade.
A pessoa que comprou un>i laxado
cobro esl nhada em que su cosiuma ilerre-
lercera, aescravo pu a fmulo presunindo
que estavam autorisado pelo dono a assim
raze-lo, queira di igir-sea ra Uireita n. 88,
segun-io andar, que recebera a importancia
pe.! qual comprou : advertindo-se porem,
que se assim nao fizar se 'ira parte a poli-
ca para man .ar dar urna busca, e ser a mes-
ma ap, relien li la, e o comprador ser pun lo
na forma da le, visto como fuitaram-na do
casa.
Jos Joaquim Ferreira, estsbelecido
com e>>a decommercio n*. cidade I'heresina
No escrittorio do abaixo assignado na ra
do Collegio n 21, vendem-se bilbetes da lo-
tera da provincia pelos seguintes precos
sendo do 10(13 para cima o a dinbeiro a vista.
ISilhetes garantidos 59500
Meios dilos .7i0
P. J. Laymc.
Lotera
DA
provincia.
O abaixo assignado compra bilheles da
lolcria ja recolhidos pelos seguintes oreos
.ia ra do Collegio n 21, p-imeiro andar :
At a quantia de 1113. ... 15 OfO de descanto
<>c l<)9 para cima. '. 10 0|ll de descont
P. J. I.avme.
GOIANXA.ATTENCAO'.
jjfl Jos Francisco Collares v C, faz aft
M publico que na4i lade de 1,oimna na SZ
JJ ra da Ponte n 9, tem elnjetivo a lo- ^'
3 do tempo carne do Ceari da molhor 9
\j qiialidadeque h-, pelo preco do Ite- 3
g elle e mais em conta do que em \
.-;-. qualquer outra parte ; os Siuliorcs ,--'-".
"*-, deengenboque por ser muito mi- i;;
2 8 delles, quo nSo qui/.erem tor o S?
Irabalbo de man iare:n ao Itecife, po- ^
-;i dem ti 11 i^ii se so mesmo armazem .-.
.'' que se prometle fazer lodo nc-ocio ^"f
'r com oiitros gfncios que os meamos '-s
-.- quizerem iiocar. -;
&m%>&*&>8Q< ..:::-.':
Na palana do torio do Mato precisa
se deS amassadoree que sejam peritos, db-
ga-se bom salario. Na mesma se precisado
um moco que leuhn pratica do caixeiro.
- Precisa-Se de urna secca : na praiji do
Corpo Santo n. I".
...-.......,.,..-.. ..-..-....-
:.. INDUSTRIA PEK.NAMBLCANA Q
FABRICA \ VAPOB
RA 1)0 BRM S
prxima ;. fumii
do Sr. lio\vni; u,
Tem effectivameii'.e as suas acre- '
la roa *,
do Collegio, na livraria dos srs. Mi- *j^
randa & Vasconcellos. (^
H84st94MSS99^SM
-O coronel Jos Pedro Vellozo da Silveira,
offerece as pessoas !o povo, que quizerem
se dedicara planl'clo de mandioca, os ter-
renos proprios para cssa lavoura, que pos-
sue nns freguezias da Bscada, Soiinti;"em,
Bonito e ezerros, e se obriga a l'orneccr-
Ihcs engenlios para fazer familia, com ledos
os SCCessoriOS mov los par aguauu por mi-
maes, com a eondiQSo de Ihe pagarem 10 por
cento nicamente .la farinlia quevenderem
Rcando gratis ou livre de foro a que con-
sum rem na austenta^So de suas familias c
dos trabalhadores que empregarem.
He chegado a loja iie Loconte, aterro
da Boa-Vista 11. 7. excellente lcite virginal
de rosa branca, para refrescara pello, tirar
pannos,sarrias e espinhas, igualmente o a-
famado oleo babosa para I impar e fazer cros-
car os cabellos ; assim como p imperial do
lyrio de Florenca para brotoejas easperida-
des iJa pelle, conserva a frescura e o avellu-
dadoda Drimorosa da vi.la.
Oefronte da ordem tercei-
ra de S. Francisco
C0NSULT0KI0 HOMEOPATBICO
DR..P. A- L0110HOSCOSO
Medico parteu'o e operador.
O l)r. Lobo HOSCOSO, t consultas todos os
dias e pratica qoBlqueroporac,5odecrurgia,
assim co no.accodo com toda a promptdSo,
as pessoas que precisaren) do seu prestalo
para o servico de partos, praticando aso-
icracCes manuaesou instrumentaes, quan-
do nSo possa conseguir resultado por meio
da homeopalhia. que tantas vezestem ven-
cido dilliculdades, que parecan insupe-
raveis
- Precisa-se alugar urna escrava para o
servico interno de urna cssa de pouea fami-
lia, e para vender na roa. nilo se dQVi la dar
bom aluguel, agradando : na ra Direila 11.
lis. bolici.
Quarla-feira, 5 ilo corrente mez, ent
praca do jnizo dos fritos da fazenda nacio-
nal,sehSo le arrematar os bens seguales,
or cxecucOes da mes .'a contra seus deve-
dore.s :
Urna parte do sobrado de iloos aodtes 11
29. sito na roa da Guia, com 30 palmos oe
frente,50 de fundo, quintal moradoe ca-
cimba por |:348S060, penhorsda aos herdei-
fOS le Antonio Ferreira Duarlo Velloso.
t,'m terreno de m riiiba n. 56, na ra do
II 1- licio, prximo a ponte da estrada de
Luiz do Reg, com 30 bracas de trente para
a mesma eslraiae7l de fundo por 30-1 -,
ponhorado a Jos Joaquim de AlmeiJa
Pinto.
Doze cadeiras, Sbancas, urna meiacom-
moda -le madeira amarello, I sola, 1 mesa
de meio de ssla de madeira angico, 2 pares
de ni"iii.-s c2 pares de casticaes de vid'o,
til lo por I9J, en'iora lo a J0S0 lleinardino
le Vasconcellos .- os pretendemos compare-
cam no lugar do cosame Itecife 1.- de
maio de I8S8.O solicitador dojuizo,
Juaquiin lln-o lo^o Alvos.
Aluga-se o quarto ao lar da casa da rui
la adeil n : a tratar 110 primeiro andar.
Precisa-sed u:n criaoo para o servico
da casa de um homem soltiro, oque saina
Ira lar de cavallos : na ra ta Cruz n. 10.
CttL^S-#SSS^S-SaM9
(& 11 lir. Pelro Antonio Cesar nU 6j)
2 residado na ra Direita n. 120, or- X,
w neiro andar a sbl o eneontrarSo
'$) para o exercicio de sua proOssSo de $
ia modlco-parteiro os pobres da 14
]?^ consultas das 7 as 9 horas ds manhSa 5j
W o os visitara e j suas casas gratuita- w
^, mente. I|
-- Ten Jo oe fechar-se at os lins do cor-
rente mez a galera e ollicina de daguerreo-
lypo do aterro da Boa-Vista n. *, terceiro
anar, as pessoas que desejarem honrar
este eslabelecimeuto e licar com um liol e
pe'foito retrato aproveitem a occasISo. Na
mesma casa encontra-so um completo sor-
timenloue caixinhas americanas e france-
zas, quadrose molduras pretas e passe-par-
toutatie muitos e variados gostos para a
collocacSo dos retratos.
;.-;-:' tf@
l)a-se dinbeiro a premio com pe- *Js3
-.;? nhores 011 boas lirmas : no pateo da &
q.,issemblea n. i, segundo andar. ^
OwIpOU .. -:::-:;.-;;.:;:.-;:; [:o
- Pedese ao Sr. (iermano Francisco
delivcira, digno emprezario do S. Isabel,
que n.lo vote ao silencio a representado de
entremezes e focas, que os ha tSo bons a
chistosos, especialmente os sempre/applau-
di tos Jo nosso patricio Penna, pois s3o rc-
presenUcoes taos que podem fazer o verda-
d< iro contraste com as pecas de forca o de
cstylo grave, cujas impressoes vivas pedem
alguma compensa^o.
Isto lho roga
Ilr?.!!"s ania'*ores da scena.
o lllm. .sr. provedor d sociedad ^
Orthotoxa l.itterana Amor a Caridade
convida aos Srs. socios para comparc-
ccrem na igreja da Conceicao dos Mili-
tares amanbSa pelas 8 oras do dia
aliin do assistirem a ultima missa
memento pela airea do nosso muito
Charo socio honorario o padre mestro
J0S0 Capist'ano de Meudonca, espera
que senSu poupem a esse acto de tan-
ta canade e dover.-U esenvao, M. J.
Silveira
AUionioMari.o, ruado, fonuguez
rct.ra-se1 para Portugal, levando em sua
com;aiihia sua mulher
menor Idade.
sua
e duas (Unas do
un
gur
o contra
' -
secretaria do conselho, as 10 horas do dia 11 capital do t'iauliy, desojando ler noticias du
do corrente. seu sobrinho Mauoel Joaquim Ferreira, que
Sala das sessOes do conseibo administran- em 1848 ou 1850, Iheavisou estar no lugar
vo para fornecimento do arsenal de guerra, denominado Porlo de Maragogtpe, Bahia ;
3 de maio de 1858. Benlo Jos lame- pede a quem quer que estiver iu caso de
nlia Lina, coronel presidente Jos An-1 da-las, o ftvor de dirigir-se a ra do Cabu-
tonio Pinto, lenenle-coronel vogal, servindo : ga 11. II, onde encontrara com quem enleii-
pe secretario. ,aer-se.
V? ditadas velas de composictlo srdem, J
--" e tem a mesma durac'' das )e es- ".;
.,'; pe-maceta, e cuslam I5f9f0 1 arroba. ",'
.3 Tambem tem de carnauba mais or- ^
.'-. naras de 6e 7 em libra a 125 a ai
' a, sem caixas. .
OssbSoaqui fabricado fie de pri
'..: meira qualidadp, o que se garanto ._';
..*,.-.' .,,.*,..,-. ..... .
lioga-se ao Sr Paulino da Silva Mm-
dello o favor de ir a roa da Senzala Velha n.
yt, concluir o negocio quo n.01 ignora.
Precisa-sede um cixelro portugus
ou brasileiro. que. lenlia pratica je taberna,
pitra tomar conta de urna dita, em Santo
1 Amaro du JaboatSo, da-se bom o-denaJo :
quem quizer, io dirigir-se a loja do Sr.
Bezerra, na ra do Uueimado n +, que
achara com quem Ir. lar.
* 'ubticHC^o i'uriiiicii
Ha cheba lo de Lisboa, Manoel do Nasci-
mento Pereira. roa do Apollo n Ifi, secundo
andar, a obra em 8 volumesTbeoris de I)i-
rr-ilo Penal--pelo conselliero Silva FerrSo,
para ser entregue aos senhores subscripto-
res, pelo preco de 10?0o. e para os que nao
sao, pelo de 14 psuos a visla
II.: 1(111.
Precisa-se para um silo pequeo na So-
l lade de um bom feitor ; agradando paga-
se bem : dinja-se ao primeiro andar n. atl,
i da 1 ua do Torres, praqa do Corpo Santo.
."-_-.....; .-, *. .-. .-> ^'-,'" -- -'- -
"- .... ..'*., ...".,.''..:"....,- ".-'-.."..',"'..*'...*
Ra ta Cadeia dr' >>.
r incisfo is. l B ,
pserptori > tleadv ,-
II lv riiarel forma lo Manocl Morc.i-
ra Cuerra, tem Installado o seu i-s-
en lorio le advocada na rya da Ca-
deia .le S. Francisco sobrado n. 11 It.
onde till'ei" e os servidos do sua pro-
fissSo as pessoas que o quizerem
honrar com a sua confianca, po len lo
para SS0 ser procurado a qualquer
hora de Lo los os .lias uteis; o mesmo
bacbarel encarrega-se de quaesquer
recursos ou outros negocios forenses
do interior ea provincia, que pe-
ranteaqualqucr tribunal ou reparii-
cSodesta capital tenham desor ven-
s, paia i|!..' Ihe poderSo se- en-
rii re^ idos em carta fechada ; no que
tudu assegura o manir selo e promp-
tidSo. aos presos pobres e pessoas
desvalias prestara todo o irabalbo
rratis.
.'..-.....-..- ......... ............
-.".- ..".:/-.-.- .'.'.'-. .--..
--- Precisare para una escola de meni-
nas nesta cidade, ce urna senliora livre e ile-
1 sempedida, que saiba ler bem, escrever c
contar, que si-ja do conducta IIIbada, c d
lia lor ou conhecimentos le. s^a pessoa :
I quem se adiar nesias circumsiancias e se
propozer ao magisterio cima, dirija-se a
escola do metiiodo Castilbo na ra ii*s Plo-
res, cujo professor infoimar e ex.endera as
condicO s.
Jos Carvalho dos Santos, subdito por-
tuguez, retia-se para F.uropa a tralar de
sua saude.
!gO
COMPANHIA NOHTHEN, E8TABELE-
CIA EM LONDRES.
Premios dimin nidos
AGENTES
Cal .Aslev cyCo"*- pauliia.
Astiassadores
Precisa-sc de dous amassadores quo sejam
peritos nm sua art", pi.: mensal, e
nSopuxam cylin 1ro : oa padana do Vllla-
verde,roa Imperial n. 173.
--
SiT!ST4 FRHGEZ. |
Paulo li.iignoox.ienlisla,ruaNova a.41 t ^
.,? na aaeamaeaaalomagaae pi-laiitriftc*. 9
ROTJBO.
Da casa da roa do Uvramenlo n. 90, ter-
cniro andar, reubaram no din 27 do corren-
te om relogio suisso com caixa de ouro, com
os signis seguintes : a caixa de fora ja per-
tenceo a outro relogio o que logo s conhe-
ce, e tanto esla como 8 caixa da machina ja
forana locadas, lendo enflado na arga urna
lita de seda prrta, c urna chave ordinaria
ludo bastante usado, tambem lem dolado
que se d coi la tres buracos, n5o servindo
um para nada : roga-se aos senhores relo-
joeirnson a qoalqi ei essoa s quem forof-
fererido o apprebende-lo a leva-lo a sen
dono na morada indicada que sera graii-
iicada.
*i secretario da irinandi
de do Oiviii > Espirito
i.to, erecta oo con-
vento de Fr-iit'isco,
em nnme da mesa regedora, convida a lo los
oa seus irmoa para comparecer domin-
go, 9 do correte, as 8 lloras da manbaa,
.ara ouvir a missa do lev no Espirito Santo,
e depois darem seus votos alim de elegerem
a nova mesa que tem de dirigir os trans-
idos da irmandade no anno de, I85S a 1859,
assim romo pon pan-cerem n 1 din 13, as 10
horas oa manhSa, para assisUrom o levanta-
niento da baudeira do Divino Espirito Santo,
Manoel los Machado.
- terciario
Precisa-se de urna ama para cnzinbar
C comprar para nma rasa de ponen familia :
a tratar no aterro da Boa-Vista n 11.
Desde 15 do corrento esla fgido O mo-
leque Antonio, o qual representa lerSOac-
nos, bem fallante, que parece crioulo, lem
0 dedo do i' junto -to mnimo Co p. ou o,-
que se faz muito visivel, "be n nilo conbeci-
do porque lem esta 10 aluga lo em algum.-.s
rasas, e agora rjuando rugi eslava ao servi-
do do italiano Benedicto, morador na nr ca
" I .a Boa-Visla, pois be quem I e carregava a
.'- caixa, anda sempre com pedacinhos de ara-
: ni0 fazen Jo cor rentes, tambe-u s-. oceupa
-. eai pescar com vara i- cu reg a.ssue.ir : quer
;:" o pega', traga-o a Iravessa da irempe n. 9.
i A pessoa que precisar de 3 a 4 C00? a
f.t I premio, com hj otbeca en casas oh boas I
.;";. firmas, p.....irigir-seso lenle, beccodas
Boias 11 -2, a Bartholonieo l.ourcngo, que1
dir quem da. 1
Na roa da Cadeia Velha n 80, por ci-
ma da bil ar, ensina se, a grammatica por-1
tugo.-7a a nuil', oes o mofas que quizerem 1
Ir as, 7 e ale S hO'SS da noite, ensiita-seja
meninas, e a todos os trabalbos de agulbas,
Clcheles e llores
Na quarla-feira, S do corrente, del
ila au ieni i. 0 Sr Ir juiz municipal da
segunda vara lera lugar a arrematado 4a
rendas do sobra lo na Iravessa 1 Sarapati I,
ei tencente ao herdeii o do fin 1 Id I0S0 lap-
1 isla dos Sanios.
--- .\ rus da i: leia, ilcTronlc 11 II
n. -JS, alo:;.111 > VOOd | O-S0 superiores In-
coas hambui guezas.
ODr. William M p I sculpa a ju-
das as pessoas de sua mizade, de quem nao
se des pedio pest le pela presteza de
sua viagem.
As pessoas que tem pen lores no boc-
eo tapado da .matriz, casa n. 9, que jase
vencen o temou do seu contrato, pois todas
tem um papel com toda declaracSo, vpnba
tiiar no prazo de 8 dias, senSo serSo veu li-
des para pagamemo, o o recibo por mim I
pasudo licara sen vigor nenhum.
* Joaquina Mara de Sant'Anna. j
O
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-- Precisa-sede urna criada que engom-
e peritamente e laca mais algum.servi-
co ; paga-s bem; na ra de S. Rita 11 27
segundo andar. *
Antonio Francisco Pereira vai a Fu-
ropa.
Precisa-sc de um caixeiro de I i a 16
anuos, para taberna : na ra da senzala
Nova n -2-2.
Fugio no dia 19 do abril do corrente
auno, nm oscavo Ce nomo Hippolvto, cor
cabra, com ida !o de 23 a 24 annos," pouco
mais ou menos, alto, corpo regular, ps
grandes, as juntas dos ps melladas, rosto
eheo de esninhas, 1.,-vou camisa azul, cal-
ca de hrim Oranco. tem as ponas dos den-
los qitebra las na frente : pede-so 1 polica
e aos capitSes'le campo, que o peguen) o
levem ao abaixo assignado no seu sitio na
Estrada Nova, que vai para o Cachanga.
PKDIDOS AU l)IG\0 I.MPREZARIO DO
SANTA ISABEL.
1. Peile-se ao Sr Cermeo que leve a sce-
na o excellente drama o Captivo de Fez, quo
nao obstante ser antigo, lie um dos mais
luzdos padres da litteratura dramtica
imrtugueza.
i Que faca representar igualmente o
o Lzaro Pastor, que S. S. tao porfcitamcnlo
rumprehenie, como o papel de Captivo de
que cima se fallou.
3.- Oue leve a scena o drama typo da mo-
derna osela dramtica, o grande Fr. Luiz
de suuza.
. yue nao prive ao seus apaixona^los do
precia-lonoOthelo, cujas lembrancas tan-
to Ibes excitou o 4.- acto 0o Kean.
.- yue Ibes do oceasiSo de obeserva-lo
anda no Tributo das Cem Virgens
gedia orasilcira Antonio Jos, em qu vai tSo bem, ese aprsenla com tanta na-
luralidade.
7 Oue nao voto ao silencio g Gargalhada,
que sempre Ihe trara novos triumphos no
palco.
8.- Que faca aoparecer anda o eng'acado
B.Cesar de Bazao, que he um dos rioiocs
mais bellos da sua c'ra de artista.
9. One anda por urna ver faca represen-
o Pnaniasma Branco, t ucarregando-se, po-
rem, S S. da parte do Phantasma.
10.- Que n.lo priva o publico de ve-lo re-
presentar ainda as Memorias do Itiabo,
fazendo S. S. a parte de i,ohin>
O Philo-Dramatico.
>a gaieria e olficina do daguerreotypo
lo !>lc ro da Boa-Vista n. 4, terceiro andar,
existe um lindo sortimeoto de alllnetes de
miro para serem vendidos com retratos do
18 a2S9 rs N mesma casa limpam-se o
b ttam-se vJros novos, em vista de stereos-
copos.
Precisa-se de SOOf a juros de I por cen-
to, dano-se por seguranza urna moleca de
."> annos de idde,': a tratar na ra da Roda
11. 90. Na mesma vende-se urna cabra bicho,
com cna.
U Hr. Sabino O. L. Piubo roa a tolas
as pessoas, que Ihe (levem contas antigs,
que lh'as mande satisfazer.
Pelo juizo de orpnSos desta cidade, c
entono dorserivSo CuiniarSes, tem de Ir
praca por venia, rcquerjmcnto do lesla-
menteiro Inveoriante dos bens da falleci-
da I) Joaquina .leronyma de Jesns, a casa
de sobrado de um andar e solSo, sita na ra
da Penlia II. 4.
Precisa-se de umi ama para casa do
pouea familia, sendo forra ou escrava ; uh
ra do Hospicio n. M
Desappareceo no da 13 de ab'il do
corrente anno um escrava de nac.iu Congo,
' nome alatbias, idade, pouco mais ou me-
nos, 3i anuos, lie canoeiru alto, secco do
orno, pouea barba, cor ful, e com falla do
d'iiies na frente, levou calca e camisa de
izi lio azul ; este esc.-avo tinba por
costume trabalhar com outros parceiros na
- mlia oa alfandega : quemo pegar con-
iluza-a o sitio que tem o porloo em frente
da capella ,|i> Santo ^^laro, que sera gene-
rosamente recompensado.
Precisa-se do um criado ou urna cria-
la *ra o servico de, urna rasa de fasida,
tanto interno como externo, sendo captivo
tambem serve : quem quizer, dirija-se a Ca-
pnnga velha u'uma das rasas da 111 ana. viu-
vji l.issir.-e o pe* lo Sr. Bonifacio, queartia-
i com quem tratar
-- Mtioriio Gomes de Carvalho retira-se
para Portugal a tralar de sua saude.- quem
se jqlgar seu credor apresenie-ae 110 prazo
de 8 das na raa da Cajeta n 2\>. Ilocife 4 de
mi 10 de 1858.
... p ., ieu.se des te os Coelboa ato a nra-
I Koa-VlSta um relogio de prala d'anoo-
ra lendo dentro g avauoon 5478, c mais
seguinlol get. cef grad, Aner: 18 liu-C!
Slein, ctem ale oestes signaes urna cerca-
dura 1 da e un 11 c trrent de prata : ro-
pa--.- a essoa que o adiar, o favor de entre-
gar ti ra dos liuarara. es n. 36, que. sera
bem recompensada.
Se algum dos senhores ncgociaules
desta praea reeobeu da Babia cartas de or-
.1 01 para Pedro da Veiga Onu-llas. por man-
da lo lo sr Manoel Jos,; de Figueiredo Ijlite.
queira le a non la le de Jlzer aonde tem a
ua morada ou escuptor.o, para o mes.-.o
seuhor o procura-lo
Francisco Joa Fernsodea Ptrea com-
prou ao Sr. Jos tnlonio Braga da Suya a
Uberus da ra da Soledade I i.
II
l\


DIAltIO DE PEKNAMBL'CO QUAKTA FEIRA ."> DE MAIO DE 188.
Lotera \
Provincia.
O Si. tliesoiireiro manda fazer pu-
blico que se acham a venda todos os dias
i o pavimento terreo da casa da na da
/.inora n. 20 das '.) horas da innnhaa as 8
< a noite um sortimento completo de mi-
neros de bilhetes e mcios da primeira
parle da primeira lotera do recolhimen-
M do Santissimo Coraran de Jess da vil-
la Ue Iguarassu' cujas rodas andaiao im-
prcteiivelmcnte no da 12 do crlente
re/..
Thesouraria das loteras 1 de maio
re 1838.Oescrivao.J. M. da Cruz.
- O deposito principal
los tavo Laporte, acha-se de
iioje em diante em casa de
ftc.iaphlet.in &C, ra da
Cruz n. 58.
Na livraria n. 6 e 8
da praya (ia Independen-
cia precisa-s fallar ao Sr.
Dotan, que morn na ra
do Aragao e teve marci-
neiria.
:-:;: :.-:"-3 &s?-$
,'i CONSULTORIO HOMEOPTICO g
DS, LOBO flOSCOZC. e
... Ra da Cadeia de Santo Antonio. {
:$ O l)r. Lobo Moscozo faz sciente
a quem interessar rossa que tem @
i$ commodos em sua caja para re- @
;j3 celjer alguns escravos nao s pa-
Jg ra tratar de suas ent'ermidades $
g$ como para fazer qualquer ope- @
S rarao. Os doentes serao tratados ;
| pela liomeopatliia ou pela alio- '
(JJ pathia, conforme parecer mais @
ig conveniente para a brevidade da gs
ijjj cura. Adverte que recebe gra- te,
j tuitamente urna ou outra pessoa
^ que precise lazer alguma opera- rj
-g <;3o, e que por suas circumstan- A
jg cias nao possam satisfazer as des- rtS
tgfr pezas de trataincnto e nao queira .H
^ sujeitar-se a ir para os liospitaes.
^ O preco do tratamento dos esera-
igj vos regulara' de 2.$ diarios a
Q conforme a gravidade da moles- a
tia e o tempo de curativo. v,'.
:-Sv};;:-;::-ODO::
I'iccisa-se fallar com o sr. Ilpnrique da
Fonseca Coutiuho, na ra do Crespo n. 16,
toja de fazendas, a negocio que llie diz res-
peito.
Precsa-sedcum fcitor, preferindo-sc
das Ilhas, para tratar de um sitio porto da
praca ,- a tratar na ra de Apollo n. 2.
O sobrado de dous andares sito na
ra da Guia n. 29, que tem de ir no dia
5 docorrente a piara, por penhora feita
pelo juizo dos feilos da fazenda aos ber-
deirot do finado Antonio l'erreira uprle
Velloso, lie foreiro a irmandade das al-
mas da matriz do Corpo Santo.
Padre .lose I.cite Pila Ortiguen-a,
Procurador geral di irmandade.
OfTrece-se urna mullier para ama de
le i le, a qual tem bstame leito e de tina
qualidade; a pessoa que precisar, pode di-
rigir-se r na de Santa Thereza n. 58.
Pedido.
Pode-sn ao Sr. Germano Francisco de Oli-
vclra o obsequio de levar scena o muito
aplaudido dramaa Cargalhada.
Os tres apreciadores.
Manoel Dias e sua mulber, brasileiros,
vao a Europa.
Fraucis Edlmann retira-se para fra
da provincia.
Jos Carvalhodos Santos, portuguez,
rctira-se para Portugal a tratar do sua
sau.de
Precisa-se de um forneiro, e d-se boro
ordenado; na padaria da ra dos Pires
n. i .
D-se a juros aquantia de 2:000?. em
grandes o pequcuas porgues : na ra do Co-
lovello n 56.
COMPARHIA DAS CARNES
YERDFS.
Sao convidados os socios fiesta eompanhia
para reuuiao em assemblea geral no dia 0
do corrente mez de maio, pelas 10 horas di
inanha mi lugar e casa em que se ha reuni-
do, ra da Cadeia de S. Antonio n. 13.
J. J. Merki vai a Europa.
Precisa-se alugar um mnleque de 81
10 annos, nicamente pra recados, que seja
liel; paga-se bem : na ra da Cadeia do lle-
eife n. 50.
Antonio Lclte Pcreira Bastos transfe-
rio sua residencia para a ra de Apollo n.
16, segundo andar.
Quem precisar slugar urna mulata
rom muito bum leite, dirija-se a ra da
Traa n. 6 i.
- Roga-se ao Sr. Joflo Ferrcir da Silva,
morador na freguezia da I! a-Vista, o espe-
cial favor de se dirigir a ra Dircira n. Kifi,
ou annunciarsua murada pera se lile poder
tallar.
Precisa-se de 600^ rs. a premio, fazen-
do-so bypulheca era una casa de pedra e
cal com terreno no lugar do Itemedio, tam-
bem se faz negocio por venda : quem pre-
tender dirija-se ao n.e.-mo lugar, a tratar
rom Caetano Baplista de Mello.
Precisa-se de urna senbora branca pa-
ra casa de um hornern viuvo para tratar de
urna menina : na ra do Collegio n. 0, que
se dir quem precisa.
vida publica e provincial, accOes das com-
panhias, e d-se dinheiro i> juros em gran-
des o pequenas quautias sobre ponliores.
'<;
Vendo-sc urna das m;lhores tabernas
do bairro de Santo Antonio : quem preten-
der annuncie.
Vende-se urna escrava de mcia idade,
nao bebe nem foge : qu-*--n a pretender, di
rija-se a ra d'Assumpcao ti. 20, a tratar
com seo setihor.
PECHIRCHA ESTA' QEI-
ge
Pegas de embraia delinho eom 7 jardas
6900, cambraias de cor francesas a --'40 o
novado, gollinhas para senbora a 1?200,
manguitos muito linos a 3,', lencos brancos
para menino a 100 rs., o 1)200 a duzia, cor-
tes de casemira pretos bardados a 6S, um
completo sortimcnto de palitos de alpaca
pretos e do cores, golla .ie vclludillio e seda
a 4>, ditos melhores, ditos de casemira de
cores, de panno prelo e de cores, ditos de
briso pardo, ditos brancos, colleles de lus-
tHo a 23. e outras muitas fazendas por pre-
sos commodos nos quatro cantos da ra
do Queimado n. 18 A, esquins que vira para
o itosario.
Na travessa da ra do Vigario, loja n.
1. vendem-se e alugam-sc as venladeiras bi-
chas de llamburgo, a presos commodos, ap-
plicam-se com a maior promptidSo a qual-
quer hora que se seja chamado para csse fim,
sangra-se, limpam-se, chumbam-sc e extra-
bem-se dentes, tanto na referida loja como
em casas das pessoas que necessilarem de
alguns destes serviros, para cuja execucao
possue o proprietario desse esUbelccimcn-
to os melhores e mais aperfeir;oalos ferros
Vendem-se 2 bois mansos proprios pa-
ra carroca : quem preXcnder, dirijs-se ama-
nhaa, 5 do corrente, no pateo da matriz de
Santo Antonio, das 8 ao meio dia.
Vende-se urna escrava moca.de nacao,
quitandeira, ptima para todo serviqu : na
ra Oireita n. 3.
Vinho do Porto
Snperior chamico.
Continu'a a venlcr-so engarrafado o em
barrisde oitavo, a preq.o commodo no ar-
mazem de Barroca & Castro, ra da Cedria
do rtccife n. 4
t'aos devotos do mez nut-
ran no.
RezistOS doSS. CoraQao de Maria, em fo'-
mato grande, estampa nova, ein colorido fi-
no : no aterro da P>oa-Vista, loja de miude-
zas n. 58,
Venle-se urna cabra bicho, propria para
cria^ menino, por dar urna garrafa deleite
diario ; na ra Augusta n. 25 se dir quem
Vcnde-sepelo custo um excellente car-
rinho de rodas, novo, mnrfado vir de en-
commenda dos Estados-Unidos : na ra de
Santo Amaro ('Mundo Novo n. 6.
lap francez.
Continua a estar a venda na ra da Ca-
deia do ItecifeToja de fazendas do Cardo-
zo A\ res, aondeexistesernpre um deposi-
to do mais moderno.
Vende-se urna escrava preta com
urna cria de dous mezes, tendo a escrava
bastante leite e saliendo bem lavar e co-
zinhar : na ra da Cadeia do iiecife loja
n. 41.
Ca vallo,
Vende-se um bom cavallo alazSo sem
achaques e que ca rega de baixoat mein:
na i na da Roda coelieira dos Sis. Paula
di Irmao.
$5 Vende-se o bngue inglez Asia, de ft
promplo S
trata-so ',r.
Ison f. '-
fi.i ra do Trapiche n. *. '"-
%
- Em Olinda, no lugar denominado Ma-
ria Simplicia, sitio dos Boltrins. vendem-^e
bons bois mansos : a tratar no mesmo sitio.
--- Vente-se urna mobllia de amarello,
sendo 2 camas de armacSo, l cadeiras, 1
marqueza, I sof, 1 par de bancas, 1 mesa
dejantar.cl espelho de parede, ludo por
preco muito commodo po-serde urna pes-
soa que se retira na ra da Roda n. 52.
Ven lo-se farinha do milr-.n a 120 rs. a
libra : na padaria da ra das Cruzes n. 30.
- Vende-se um negro bom odicial de
pedreiro. de muito boa conducta, sem vicio
nem achaque algum, ou aluga-se ; na ra
do l.ivramento n. 4 Na mesma casa ven-
dem-se mais escravos de boas figuras, e
compram-ae.
Ven te-se fumo em folha e charutos de
superiores qualidades, chegados recente-
mente da Baha, por menr. s prer;o do auc em
outra qualquer parte: na ra da Cruz do
lecife n. 13 primeiro andar.
Coqueiros.
Venicm-se coqueiros pequeos para
plantar : na ruadas Trinchuras n. 29.
Relogios.
Vendem-se relogios de patente inglex em
casa de .rkwright Tucfcniss & C. ra da
Cruz n. ts.
Atttnyao. -;:
Kissel, rclojooiro Irancez, vendo '
- ;- relogios de ouro c prata, roncera flh
relogios, joias e msica, ja aqui he -"r.
conheciJo ha niuitos nnos.habila no r'f_
'. ; pateo do Hospital n. 17. !..."
\j
patente inglez
Oh! que pechin-
cha.
COM TOQUE DE AYARIA
NA LOJA DO PREGUIQA,
ra do Queimado, esquina do becco da Pei-
Ne l'nto n. 2, venden.-se cassas franeczas Na rua 0 Qucimado n. jj, n0Va loja d
mi lio linas com pequi-no toque do atara, poilas.acaba-sedcrecehcr pelo ultimo vapor
pelo d.minuto preco de 320 a vara, assim ; vin.1(l do Kr,nci ricos corles de vestidos de
romo cambraias franeczas mu.lo linas, pa- seda rom 3 babados para 30?. 50, 60, 70 e
Altenco
He barato que
admira.
relio e envidrar;ada, propria para qualquer
cslabelecimenlo; na rua do ltangel n. -20.
Vendem-se saceos eom farinha de
muito boa qualidado, por prer;o commodo:
na rua da Cadeia do Kecife n. 55, no so-
brado.
Sao chegados e acham-se a venda o verdadeira |
bem conhecidussellins insleie palente : na roa : ~ Vende-se superior liuha de algodo
do Trapiclie-Novo n. 42, srmazem de fazendas de | brancas e de cores, em novello, para costu-
ra : em casa desouthall, Mcllor & C, rua
do Torres n. 38:
Adamsoo HowieiSi C.
\Ta loja das seis
portas em frente do Li-
vrameno
Fara acabar com algum resto de fazondas
lem resolvido vender por menos do seu valoj
as seguintes : laazinha para vestidos fazen-
da perfeila com 5 palmos de largura a 400 o
covado, cortes de riscados francezos a 1^600
fazenda finn, chitas encarna.ludias a 160 o
covado, rispada monstro bastante largo a
160, cambraias musseliuas a 500 a vara,
cortes de casen ira iugleza de cores escuras
a -25500, lencos de seda brancos e encarna-
dos a 8U0, meias para menino brancas e de
cores a 2*0.
la loja
das seis portas
EM FRENTE DO LlVRAMEiVfo.
Pera s de cassas adamascadas com 6 varas a
t?, ditas finas de salpico a 25 com 8 varas,
saias bordadas a 13-28.0, chitas escuras mo-
fadas a 120 o covado, carloes decolchetesi
francezes a 40. colleles de casemira preta
bordados a 1-iiuo, luvas prclas de seda a
500 o par, chales pretos de la a 1360i
a
o
900 e l| a vara, cortes de barego a 7>, gazel NAVIO FRANCEZ.
de seda a 700 e a 800 rs. o covado, lolar de i (.roidenaplei prelo encorpado de
seda a 800 rs. o covado, grosdcnaples mofa- Do dio lavrado .....
do a 13 o covado, dito limpo boa fazenda e Seiim prelo verdadeiro macao
IJ800 o envado, dito preto a 1-600, 1-800 a s'"ja prela verdadeira lieipanhol.i
, mantas pretas de fil bordadas a 9 e 125, N'""""" P'eta larRa, pan La-
chapelinhes para senbora muito boa lazen- VfibuJinl pri.a'e de c'ure. par/cal
da a 14;, chales do mermo bordados a 6;. 8. ,a,aqu.s. covado .
1?, ditos de touquim bordados a '20;. .\lpaka prela liua de
:_> vende-se o bngue inglez
A lote'210 toneladas in!il"zas,
.'-'. a fazer qualquei vige"i :
';. noesrnptoriudc Scolt Wls
'S--;
iW
OQ
Para luto.
** Camisinhas, manguitoi e gollinhas ^
proprias para luto, equesevendem @
por haralo prer;o : na loja de Leite, fj
^ Arthur s C. rua do Queimado n. 10. t
Aviso.

*]< j>.
^tteneao.
Na rua Direita n 2 loja de fazendas com-
nra-se urna cabra boa de leite e que os ca-
britos anda sejam pequeos.
Compra-se um pequeo balcao amarello, qu nao tenha meaos de nove
palmos, embora seja usado : n.i rua da
Cadeia do Recife loja n. I.
Compra*e um relogio de patente in-
glez, ci sa de ouro : na rua da i.-dea, dc-
fronte daftelacSo n. m
Ma rua do Pil^r n. 7-', segando andar,
pra-se um molequc, preto, de 6 a 8
annos.
Compra-s" ama propriedase fia em alzuma
dis prnicipit, run* n'esta eilade, e que rendo |.,iu
eo inos mi o1-. 1 r<. annuxes, e prpiiiii em bom *sldo, h ileieinlMracid'i; quem
qtier, Irali na rua da Cruz, enerlplocio 11. 19.
Compra-se elTectivamente nronze, lao
'..11 e cobre vellio no deposito da fundicS-
da Aurora, na rua do l'ium, logo na entra-
da n. 28, e na m>:siiia fundicao, em Sanio
Amaro.
Compra-se. efTectivrnenle na ruadas
Flores n. 37, primeiro andar, apolicesda di-
Vende-so um terreno com 57 palmos
de frente e 2 000 de lando, n rus da Auro-
ra junto a nova proprieda Indo Sr. Tiburcio
Valeriano BaptisiJ : quei 1 o pretender, en-
lenda-scom Francisco Kitelho de An Irade,
na rua Imperial n. 167, ou no Itecife no
Forte do Mallos.
AccOes da Cnmpanhia Pcrnambucapa.
Venaem-se 30 aCQOes da acreditada com-
nanha de vapores costeiros : quem as qui-
zar procure no aterro da Koa-Vista, casa n.
42. Alvene-senue se faz todo o negocio,
quer de tolas ellas, ou de parte, com algum
urazo.
g ..:potes de iorraclia O
a 2,000 rri*.
Vendem-se capas de barracha s .-:-,
a" porque se acham pegadas, pelo bara- T
to preco de Ifrs. cada urna : na luja -,;
da rua do Hjeimado n. 10, de Leite. '':':
SI Artbnrc; C.
Na tanoana defronte do trapiche
do Cunha ha superior farinha de man-
dioca em saceos grandes, assim corno
bom milhoe fetjSo, tudo por preco ra-
zoavel 0:1 tratar no arina/.em da rua da
Madre ele leos n. I 2.
Veudem-se por commodo prego os se-
guintes objectos. proprios para aquelles que
se ap,dicam aos cstudos das sciencias na-
turaes :
1/ IJni microsoopo, cuja potencia mostra
perfeila mente os giobubs do sangue e do
leite, completamente preparado, o com va-
rias importantes amostras.
2.- 600 amostras escolhidas de mineralo-
ga e geologa, com urna boa caixa para
guarda-las.
3.- Una boa caixa de reagentes chimlcos -
com os competentes copos para analysese a prero commodo.
alguns onfros objectos.
*.- Uracosmorama rnn bellas vistas das
principies cidades da Euiopa : a tratar na
botica deLuiz Pedro las Meves.
O BUDC-ST
ni
BUK^a^isna ^m
1 de chegarde ParsLE l!l D-
r.ETDI BKASILOU BI-XHERClIKSStR
LES RESSOI RCES D CET EMPIKE,
DAXS LEI'KS KAPrOKTSAVEC II S iN-
: -,S 1)!' CO.MMEKCE
E i.i: E'EMIGllATiOX, pelo conde Au-
gusto Vander Straten-Pontliaz, 3 volumes
em S.- francez, com di versas cartas e re-
das principa es r>ersonagen
vincias do imperio, lisia obrabeaejuc
mais convem aosscnhoi-cs acadmicos do
quintoannoda Faculdad dedircito, pelo
bem (pie desenvolve todas asquestoes do
direito administrativo. Vende-se na li-
vrai a ns. (i e S da I'rir 1 da Independen-
cia por O.SOOO. barato preco.
Na rua da Cruz n. 5t, .primeiro andar,
sala de barbeiro, vendem-se bichas, tanto
aos ceios como a rctalho, mais barato do
que em outra parte, o alugam-c ; advertin-
do que sao ciiegadas no ultimo vapor da
Europa.
Farinha de m&n-
<:q :n e s^ ecos de um
alqeire copulado.
No armazem de llosas & Irmo, no
becco da Madre de eos tem para vender
muito boa e superior farinha saceos
grande por prero muito mdico.
Acuda 111,
lites que se acabe.
Na nova loja do sobrado amarello. na rua
do Crespo n. 14, acaba-se de receber um p-
timo sorlimento de fazendas em direitura,
como sejam : cassas com lislras assetinadas
a 300 rs. o covado, padroes os mais moler-
nos que tem apparecido oeste genero, len-
cos de eembraia de linho bordados para nol-
vas a 83 cida um, ditos de bretanha com
cercaduras de cor a 23oOD a duzia, meias de
cor para bomem a 1;600 a duzia, chales de
merino de cores a 4S500, meias casemiras
proprias para palitos a SOO rs. o covado, cor-
les de colotes de velludo os mais ricos e
modernos a 8-5, tapetes ricos para sof a 139,
colchas de fuslao para cama a 5;500, e ou-
tras muitas lazen das de bom gosto, que se
venderSo por m nos que em qualquer ou-
tra parte ; a vista faz fe.
Cortes de vestidos
a 2#000 I
Vendem-se cortes de vestidos de i7-
fazenda matizada, escura, cum lar- *
gura de palmos, ecom 10 covados, ^
pelo barato preco de 25 : na loja da K^
rua do Queimado 11 10. i):
Superior oleo de ricino em latas de
libras, vende Prxedes da Silva Cusmao,
seu escripiorio no caes do Ramos n. 1.
relogios de pa-
& Cabos sortidos da Rusta, Ca-
^ 10 c Alanilba.
Lonas da Russia, brins e brin-
& zoes.
9 Cobree metal para forro com
9 preeos.
@ Oleo de linhaca c Velas steari-
A as.
i-g Estando em barrinlias, Bar-
rilha.
;jj Vinhos linos de Mosellc e Joan-
nisberg espumoso, e de Dordeux ^
.."-; emquartolas. c;-.
-fi C. J. ASTLEY& C. ''
Emcasa de llenry Driinn & C. rua
da Cruz 11.10 vende-se :
Cemento romano.
Cognac em caixas de 1 duzia.
Cadeiras de vime.
Um gi andesoi timentode tocadores.
Retratos a oleo para sala de iantar.
Fspelhocom moldura.
Pianos dos melhores fabricados em llam-
burgo.
'isadeltabeSchmettau cVCompanhia,
rua da Cadeia n. 37, veudeni-seoleganu;
Pianosdo afamadofabricantc Traumann
tu llarn'ou r-u
zmim mi mi
110.
PA FUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NUEIRO'dAVIDW. OWMAN.rtA
RUA DORRUM.PASSANDOOlIA-
FARIZ.
ha sernpre, um grande sortimenlodos.se-
guintes objectos de mecanismos proprios
para engeubos, a saber : mnendas e meias
moerulas da mais moderna construcQao ; ta-
chas do ferro fundido e batido, de superior
qualidade e de lodos ostamanhos; rodas
denladaspara agua ou animacs, de todas as
propor^es ; crivos e bocea de fomalha e
registros do boeiro, aguilhes, bronzes, pa-
rafusos e cavilhoes, noinhos de mandioca,
etc. etc.
NA MESMA FUNDICA'O,
secxeculam toaas asencommendas coa a
superioridade ja conhecida com a devida
presteza ecom o.iidade cm prero.
fortes de cambraia de salpieos a 5;f>00, ditos
de seda pretos muito superiores 80; a 90;.
chales de merino pretos a 4?. lencos de re-
iroz a 29, chapeos de sol de seda superiores
a lo;, ditos a 7>, ditos do pello francezes 73
s 89, chapeos de lebre a 6c500. ditos de fel-
trolinosa 5C500, ditos de feltro enfeitados
para menino superior fazenda a 5;?500, cor-
les de casemira bordados a 63500, ditos lisos
a 4,;, cortes de bnm de linho a 25500, ditos
a i-800. ditos de meia casemira a 2?800, ca-
misas franeczas brancas de linho a 4?50o,
ditas do madapolao linas a 25400, 2C300 e 35,
ditas de cores a 2;500, ditas de mosqueleiro
a -?, musselinas brancas a 3-20 rs. o covado,
ditas de cor a .!20, 360 e 400 rs. o covado
muito ("mas, chita franceza muito superior
280, 3-20 e 360 o covado, reroulas de linho
muito finas a lis, g.iardanapos brancos a 3j
a duzia, luvas de fio de Escocia a 900 rs. o
par, muito boa fazenda, (lela branca a
480 o covado, ditas de cores muito finas a
900 rs., gravatas de retroz a 2?, ditas de se-
lim bordadas a 3S, ditas de seda a 600, 800 e
15 cada um, cortes de seda branca com lis-
tras azucs asselinadas a 20- o corte, cam-
braia de salpieos muito fina a 900 rs a vara.
fil de linho liso a 60 a vara, dito bordado
a I500 a vara, meias de seda brancas '5 e
boa fazenda. ditas pretas i?, lencos de
seda para bomem a 99, ganga de cor a 300 e
560 rs., bombazina a 15100 o covado, panno
fino preto a 39, 39S00, 45500, 35300, 7 e 85,
dito cor de cat a 39 o covado, dito azul 35
a 55500 o covado, casemiras pretas a 25200
at 4> o covado, damasco d&liia de duas lar-
guras a 258OO o covado, dito estreito a 800
rs., velbutina preta e do cores a 750 o cova-
do, velludo prelo a 65 o covado, brim bran-
co de linho a 15-300. 1}500 e 2.3 a vara, gra-
vatas cum um annel por 55500, meias bran-
cas para bomem muilo finas a 75, 8 e (0; a
duzia, cassas franeczas muito linas a 480,
560 e 600 rs. a vare, collarinhos brancos a
220 cada um, lencos de labyrintbo a 15, pa-
litos de panno, de casemira e de lpica, pre-
tos e de cores, raleas de casemira e colleles
de gorguriodo seda, tudo muito bem feito
e para diversos pregos, sarja preta para for-
ro a 15200 o covado, cortes de colletcs de
casemira bordados a 5;, ditos de gorgur3o
de seda a 3;800, e muitas mais fazend'S quo
Manas d blond, pretase brancas,
bordadas .... .
Lo* prelos de seda burdados .
Meias de seda prela de peso, para
ssuhora ,
Luvas de seda preta de todas as
qualidades para seuliora e ho-
mein ........
Pao prelo muilo fiiia.urova de li-
mao de .......
Cazemiri prela lelim de .
Crlfs de catemira prela e de cor,
bordados .......
Corle de dila prela ....
Corlesdeeoleles de diladila hordadoa
Chapeos prelos (rancezes e moderno
Uravatai prelas de selini e gorgo-
rito de varios ftilios .
Chapeos de sol de seda para lio
niem e senhora .....
Mancnilos bordados para enflora .
liras bordadas muito linas .
Goliuhds de rambra'a bordadas
Paluda de alpaka preld muilo fina,
forrados .......
Gndolas de alpaka prela de co-
res ......., ,
Palilos de alpaka prela .
Ditos de argntica de cores escuras
ferrados ...... ,
Ditos de alpaka de cores
Hilos d fustao asselinados.e gao-
Ha de cor .......
Ditos da brim pardo e brelaoha de
linho ,.......
Rico; corles de seda brauca a pe-
kim, n mais superior poimel .
Corles de testlos de varias fazen-
das de seda para meninas
Sarji branca lavrada para vestido,
cuvalo ........
Gorsurao de seda brancocom rama-
>em branca, covado.. .
I.in los corles de vestidos de seda de
Cor, corle ........
Grosdeuaples de cures, e branco su-
peiior, covado......
Dito dito com palmos par for-
ro, covado .......
Iltlle/a da China, fazenda toda de
seda ........
Diana de seda lavrada, covado
Kolar de Paria, de seda com vistas
malisadas, covado w
Selim da Escocia lavrado para vesti-
do, covado .......
Cotes de vestidos de cambraia de
esda bordados ao lado ,
Cambraias organdis maliada.covado
l'KE-
15700 a 23S0u
25200 396OO
2.38OO 11 35HIIO
25000 b 2;00
I58OO
750
15500
9
9
SSSF
Tasso Irmaos avisara aos seus freguezes,
[que o ultimo carregamento de farinha de
Trieste da marca SSSF raminbo se vende
nicamente em seas arrnazens, aonde tam-
1 bem existe o melbor c mais completo sor-
1 lmenlo de farinha de ftichmond, Pbiladel-
| phia, Ohioe Billimore, tanto extras como
.superfinas.
ESCRAVOS.
Vendem-se escravos de ambos os sexos: no
escripiorio de Braga & Antunos, rua da Ma-
dre de Ueos n. 3, primeiro andar.
BOMBAS.
Vendem-se bombas japy de varios!
nhos, com canos e mais pertonces ; no
600
n3o be possivel aqu fazer mencao dellas ; Castas Trancczas linas de cor,vara
pelas muitas variedades que se enconlram"
aqui ncsle eslabelecimeiito : quem quizer
ventia ver e traga dinheiro, que nio vai sem
fazenda barata.
11HJ
*re2iiica est

inglezesde ouro, desabnete c de vidro:
vendein-sea pnrorazoavcl, em casa de
Augusto Cesar de Abren, na rua da Ca-
deia do Recife. armazem n. 36.
Cera de carnau-
ba e sebo refinado.
Domingos R. Andrade & C, com deposito
no largo da Assemblea n. 9, lazem BCientes
aos Srs. fabricantes de velas, e a quem mais
interessar possa, que estilo resolvidos a
vender tanto um como oulro artigo por me-
nos pre?o que em outra qualquer parte,
alem do que deixatn escolber lauto sacro
como harnea no cmplelo surtimento que
presentemente tem.
Na rua escripiorio de Novaes
Vende-sc superior vinho do Porio en-
garrafado, em caixas de I e2duziasde
garrafas, bem como cm barris de V- e 8*
^
queimando
Na loja do Pregul(;a, na rua do Queimado,
esquina do becco do Pexe Frito n. 8, con-
tinu'a a fornecer-se ao publico um bello
sorlimento de fazendas por baratissimos
irecos, bem como seja grosdenaules preto
lino a 15700 e 15800, dito muito lino a 25300
e. 2/400 o covado, pecas de carrbraia lisa
fina com 8 varas a 59000, dita muito fina a
7*300, aita muito fina com 10 varas a 80000,
lita .na i s baixa a 49, dita com 8 varas a
25(00, pec.as de cassas de quadros muito
finas con 10 varas o com alguns furos de
cupim a 2/800, e a vara a 1500 rs., chales de
merino brdalos en duas pontas a 89500,
ditos lisos a 59, ditos do ctaaly com lislras a
6/800, casemira preta muito"lina a 21C0,
25300, 25600 c 39 o covado, par.noazul pro-
prio para farda de guarda nacional a S99O0
o covado, dito prelo fino a 55500, dito ver-
do escuro a 45, gravatas pretas e de cores
de lindos padroes e superior qualidade a
15 cada urra, ditas de mola de cores a t/,
litas pretas muito finas a 1280 e 1540, cen-
es de largelinas com 12 cuvados proprios
para as senhoras dar um passeio at ao Ca-
bo, pelo baratissmo proco de 109 cada um,
lencosbrancos.com cercadura de cor a 120
cada um, organdy de cordao a 260 o cova-
do, cambraias eslampadas a 440 a vara, dita
mais fina a 600 rs., chitas francezas de to-
das as qualidades escuras e claras a 240,
i. 9atl
I 5320
180
9
I5IOO
JfiOO
5>0
15500
5900
0 59(100
i> bjOOO
7J000
K5500
D t t.-?IHIll
1 l'i-OCKI
t
v 15200
SRS
Una pecmnclu.
, Cortes le se ia de lislras de superior 53
f qual. lado. Com 16 COVadOS Cada corte, <
^ pelo baratissmo prce 1 de 2o; : na rua ^
ja do Queimado n. 16, loja de A. ezer- $'
":: ra ,le M. Lyra.
ja ao p do
arco de S An-
Carros.
G. ADOLPHO BORGEAOI.
Tem nns pinicos de carros de i rodas
grandes c penenos muito bons, com
bons arreios c vende por prero commodo
por ter urna viagein a lazer, vende tam-
bera boas parellias ae cavallos e cavallo
para cabriolet : na rua Nova n. 61.
Velas.
Veniem-so velas do composicjlo, em cai-
xas de 25 libras, a;precos commodos; na
rua da Ciuz n. 49.
S. STIEBIEL & C, banqueiroscne-
gociantes, estabelecidos lia muitos anuos
em Londres, teem a satisfaccao de par-
ticipara seus correspondentes e ao publi-
co, que acabam de fundar casas liaes
nos principacs por tos e distritos manu-
factureirosde Franca, Alemanba, Blgi-
ca e llollanda, conservando almdisso
suas proprias casas anteriormente estabe-
lecidas as cidades mais importantes, e
portosraaiscommeieiaesdadra-Brelardia,
c estao em posirao de ofTerecer grandes
vantajens as pessoasque possam necesitar,
assim em Londres como em outro qual-
quer ponto da Europa, re urna casa para
compra ou venda de arligos, bem como
para os negocios de transacro de crdito
a banco de qualquer genero.
As pessoas que nao forera conliecidasdos
annunciantesdeveiSoacompanharsuasor-
dens com os fundos necessarios para sua -
.- r j jj cohertos e dcscobertos, pequeos e gran-
exeucijao, tacando entendidas que osan- des, de onro patente inglez, para hornern
nunciantes nao teem diluculdade em adi-esenbora, da um dos melhores fabricantes
antar 75 00 sobre os gneros rccebidos|'eJ1''vprPou1' 'udos_ pelo ultimo paquete
antes de sua venda.
Os prerosconcilles c mais iiiformariies
commerciaes, que forem pedidas, serio
enviadasgratuitamente, salvo o porte do
correio, podendo dirigir-se aosannunci-
antes.
No fim da rua da Concordia, no ar-
dillas francezas de cores.covsdo
Hilas ditas, covado .....
Kiscado Irancez de quadros r linas,"
covados ........
Mussuliua de cor e l-ranca, covado
Urillianlinha Lranca, rama^tm lar-
S^,covado ....
Tulceiras de velludo, froco e fila .
Popeln.1 de seda com llores malisa-
das, covado .....
Ilare^e de seda com qoadros e listas
covado ........
Sidas de qoadrinlios e lislas.cnv.ido
padres, covado .....
Mauritania de seda eom i l(j palmos
de larcura, covado ....
lrondelina de seda Iranspreiile',
covado .......
Oales de merino com franja de 13a
Hilos de dito com franja de seda .
Ditos de dito dito com dita de seda e
listas .........
Hilos ditos bordados a seda '. ".
Hitos dito dito em 2 ponas. .
Hilos dito dito a velludo ...
Hitos de seda de cores, superiores.
Lento, de cambraia fiuos com labe-
rjnlo.........
Lavas de seda de cores, lisas bor-
dadas para senhora .... ?)
Gravatas de selim de cor e prelas ,'
rompridas ....... m
Puada o becco da Congresc,io,' do lado direito
a quarla lj de tres portas com rotlasbraueas, u.
0. Ha-ie amostras com pinlior
Marroquim
a U600 a pclle, e 179000 a duzia, tazenda
sem defeitoe boa qualidade : na rua Direita
n. 45.
Coupo de lustre
BOMBAS.
lama-
, no ater-
' TIMO r Boa-Vist n-
Vendem-se barris de 3.-, *. e 5-, gi-
gos e qnartolas, que foram de azeite de pei-
xe : para ver, no becco do Carioca, arma-
zem da illuminaco, e para tratar, no eses
do Ramos n. t.
Atten<;ao.
Vende-se superior farinba de mandioca, e
mais barato do que em outra parle : na rua
do Queimado, loja de ferragens n. 14.
Vende-se toucnho novo yodo de Lis-
boa pelo brigue Relmpago, em barrisde 2
arrobas, assim como lingulcas novas vin las
no mesmo navio, em barris de urna arroba,
por prer;o commodo : quem quizer comprar
entenda-se com l'rancelinn Izidoro Leal &
O, no largo de S. Pedro n. 4.
nov agua de malabar'
Vende-se esta agua a mclhor que tesa ap-
parecdo para Ungir o cabello e suissas de
preto : na livraria universal rua do Collegio
n.20, d-se junto um impresso gratis ensi-
llando a forma do applicar.
Relogios.
Osmolhores relogios deooro.patentrin
glez, vendem-seporprecos razoaveis.no
escripiorio doagente Oliveira .rua daCa-
deit do Recifen.62.primeiro andar
O primeiro tomo das Biograpnias pelo
commendador Antonio Joaquim de Mello,
obra inleressante, j annnnciada por este
Diario ; vende-se no deposito da rua de S.
francisco n. 6.
Vende-se um cabriolet muito forte,
coberto e em bom estado : a tratar na boti-
ca de l.uiz Pedro das Neves.
PADARIA E TABERNA. A VENDa.
Vende-se a padaria da povoar.3o do Mon-
teiro denominadaAmorime a taberna an-
nexa a mesma padaria, cujos estabelecimen-
tos acham-se respectiva e precisamente
montados, offerece mais a vantagem de ter
as mesmas propriedades urna boa casa de
vvenla com sitio plantado de excellentes
fruleiras que se aluga conjuntamente as ca-
sas dos dous estabelecimentos : quem pre-
tender pode dirigir-se a rua do Amorim n.
43 a tratar com Travassos Jnior & C.
Domingos Jos da Cunha Lages, pri-
meiro fabricante das bolachinhas de araru-
la, alliada, soda, regala, coracoes, dubeliu,
carioca, partcula, biscoitinho, biscuito de
llamburgo, bisccito, fatias, em seus estabe-
lecimentos na rua da Senzala Nova n. 30, e
em conlinuagao da rua da ConceicSo da Boa
Vista, bem como superior pao e bolacha de
todas as qualidades. que vende por prego
commodo.
.18000 73500
25OOO i) 3j(0O0
5
55500
11 6cOO0
i) 73500
9
9
9
9
I56OO
9
.booo
u .55000
65000
55oO0
D i 55O0
* 45000
9
9
25OOO
15500
309OOO
29OOO
I56OO
15600
13100
19100
I5OOO
9
Se*PH>$f*^-*-
marca castello, muito grande a 4{000
le, e 415000 a duzia : na rua Direita
Reloiios
A C.
260,280 e :0O rs. o covado,pec?s de bretanha ; "'Pm. (tuc ,ica ',10 rccanl o pe do becco
de rolo com 10 varas a 2?, mussuliua bran-
ca fina a 300 is o covado. ditas de cores de
lindos padroes a 320 e 360 o covado, cobnr-
gos, fazenda de cores, muito propiia para
caaaveques de senhora a 600 rs o covado,
vestidos de tarlatana de lindos padroes eom
12 covados a 45 cada um, laazinhas decores
escurase claras de lindos .padroes a 320 e
360 o covado, manas de filo uo linho do
melbor gosto possivel a 149 cada urna, car-
melina, fazenla nova, padroes de laazinha
do l'ocinho, vendem-se cncliamcs de mao
travessa, caibros e rpas, por preco mais ba-
tato do quo ein oulra q jalquer parte.
--- Vende-se cera de carnauba em sa eos
10-r'JOO a arroba : na rua da Madre de eos
n. 2.
.ios marcifneiros.
Na rua Nova, aim zem de mnbilias do
i'inlo, ha para vender inoldti as francezas
e Jacaranda c de mogno, paratusos para
a 280 o cova lo, chales de ISazinba com lin- MmM ll'l,1,'c'as c llara rmanos, carros p-
1 ra misas de J mar e para camas, limas,
meias canas para madelra, pedraa brancas
pera consolse para mesas de meio desala
redondas e recortadas a l.uiz XV.
Vende-se um bello binculo de
(.neutro, de marfim, dos appelfadados
Ducliessepor 0.S : na piara da Inde-
pendencia n. I e 10.
1110,
vende-so panno fino de eores a 29500 o c-
valo, alpaca de seda para vestidos a 800 rs.
o covado, cambraias f|nS a 280 o cova lo,
ditas muito finas a 320 o covado, ricos eu-
feites par cabe?a ile senhora, dnos para
pescuco, ricos chales de louquim de todas
das barras a 29 cada um, riscados francezes
de novos gostoj asselioados a 880, dilos
mais linos a 320, corles de meias casemiras
de lindissi mus goslos a 89 rada um, casemi-
ras en restadas de cores escun-s mescladas e
superior qualidade a 2/2"0, cortes de case-
mira de superior qualidade b -, 55500 e 6#
cada um, b-iea de puro linho iie linios pa-
drfies a taioo a vara, ditos pretos proprios
para lulo a I36OO, corles de brim de lindos
padroes a 29400 e 2:fi00 cada um, camisas
de mcia do lila de superior qualidade a
25800 cada um, cortes de riscado Irancez
de lindos padroes a 39200 cada um, ricos
tpeles para sala a 35800 cada nm, madapo-
11 de todas as qualt ladea e 1 retos baratos,
chitas de lindos gostos de 160 ale 20, alpa-
cas relas da todas as qualidades e por ba-
ratissimos procos, gangas mescladas a 520 u
covado, riscados de linho de lindos 1 adroes
e supe ior q-iahdade 1 200 rs. o covado, vel-
lotioas do loilas as cores e superior quali-
dade a 730 o covado, grosdcnaples do lin-
dissimas cores e superior qualidade, pelo
I baratissmo preco de 19900 ocovado, cam-
braias de corea de lindiSSmOS g:slus c o
mus lino que be possivel, pelo diminuto
preco de 610 a vara, cassas de cores de lin-
dos padroes e cores lixas, chales ue lia de
lindissimas coics e superior qualidade a
29400 cada um, luvas brancas o de cores es-
curas de linho proprias para montana, pelo
dimitilo pre^o de 500 rs. o par, c oulras
muitas fazendas que se deixam de mencio-
nar, c se ven lerSo por baratissitnos piejos,
e se d.io amostras com uenbor.
Btalas.
No armazem do Annos, defronte da alfan-
degs, vendem-se gigos com batatas, pesan*
lo arroba e meia, pelo barato pjec,o do ?c o
gigo.
Tendo o {socio gerente da casa de
Schaplileitlin & I"., de dcixaro sitio do so-
lirado vermctlio prximo a capclla dos
Allliclos, vende particularmente u mobi-
lia no mesmo existente, oonsisbndo esta
em todo o necessario aos commodos da
vida em una boa casa de campo : para
fallar a respeito na ruada Cruz n. 08 ou
no ditosilio.
TACHASPARA ENGENHO
Da fundicao de (erro dcD. W. Ilowman
na rua do Bium, passando O chala-
riz, continuaa Iiavci um complclosorti-
mntodc tachas deerrolundidoc bati-
do, le 5a 8 palmos de bica, as quaesse
ecliamavenda por prerjocommodoecom
\ promptidSo,embarcam-se ou carregam-
inglez : cm casa de Southall Mcllor
rua po Torres 11. 38.
Com toque de
avapia.
A dinheiro vista.
Cortes de musseln larga cora II covados
e barra por 25 c 3)500 pecs de algodaoz-
nho liso largo a 23. 2500 e 35000 vendem-
se na rua do Crespo, loja da esquina quo
volla para a rua da Cadeia
Agencia
4a fund&o Low-Mo
rua da Vnzala -ova
11. 42.
Neste es t ahelee! raen toe 011 ti nn'a ana ver
urr. completo sorlimento de moendase
mi!asmoeudasparaengenho,machinasde
raporo t'.ixasdc ferro batido e coado de
todososiamanbospara dito.
Vendem-se muito em ennta sapatos do
Gpatifiea-se com
50^ peis.
No dia 12 do mez de marco prximo pas-
sado fugio da casa do abaixo asignado, o
r85o!seu escravo Antonio, nacHo Rengela, idade
40 e lanos annos, alto, magro, falla bastan-
te atropelado, tem a barba toda branca, po-
rem costuma rapa-la, levou calca e camisa
de algod3o de lislras e chapeo de palha de
carnauba ordinaria ; foi visto no dia em que
fugio no engenho Gtqui, e segua a estrada
da Victoria : portanto roga-se as autorida-
des polciaes e capit3es de campo a appre-
hensao do dito prelo, na certeza de que a
primeira pessoa que o apprehender e trou-
xer a rua do Crespo n. 21, n cebera a grati-
(ragao cima. Este, escravo oi do engenho
Peres do Sr. tenente-coronel Manoel Joa-
quim do R;go e Mbuquerque.
Bernardino Mata da Silva.
Escrava fgida.
No dia 26 de abril ausentou-se da casa de
seu senhor a escrava l'lurinda, crioula, ida-
de 28 annos, pouco mais ou menos, estatura
regular, cheia do corpo, a qual tem por cos-
tume embriagar-se, levou vestido de chita
cor de rosa, e panno fino, assim como urna
trouxinha com roupa, sendo 3 vestidos de
chita novos c 3 camisas de algodao ; esta
preta esteva ltimamente em casa do Sr.
Manoel Custodio, em S. Amaro, sonde a
mesma prela tem urna filba forra : roga-se
a qualquer pessoa, capitSo de campo, ou
mesmo as autoridades polciaes, que della
derem noticia, ou a pegarem, leva-la ao a-
terro da Boa-Visla n. 57, que serSo recom-
pensados.
Dcsappareceu no da^ 28 de marro do
correte auno, um escravo Mozambique, de
nomo Cesar, idade, pouco mais ou menos,
de 4,') anuos, he carreiro, um pouco baixo,
secco. pernas e bracos finos, ps pequeos,
nariz chalo, hocca regular, alguma barba,
fuma cachimbo, o qual sempre o conduz no
coes da calca, levou camisa de algodao bran-
co e caiga de dito com lista azul, chapeo de
couro ja velho : este escravo foi dos herdej-
ros de Caetano Pereira Goocalves da Cunha
e muito conbecido por todo este mato e al-
guns engenbos : quem o pegar conduza-o
a rua do Trapiche n. 8, ou a rua Augusta n.
19, que generosamente ser gratificado;
desconlta-se estar acoutado em alguma casa
ahi pelo mato, desde ja declara-se, que se
protesta contra o acoulador com as penas
da le.
Fugio no dia 12 de margo, do engenho
Muribequinba, um cabra de idade 14 a 15
annos, com os signaos seguintes : cabello
estirado, secco do corpo, pCs compridos e
chatos, levando comsigo calca o camisa de
algodao, e chapeo de palha, o qual escravo
foi do cscriyao l'osthumo: roga-se as autori-
dades polciaes c capitSes decampo que o
apprchendam c lovem ao paleo do Terco n.
4 i, a Manoel F.leulerio do Reg Barros, ou
no engenho Muribequinba.
Fugwam do engenho Agua-fria, fre-
guezia de 8. I.oureocoda Malla, os escravos
Miguel, alto, secco, quando anda he muilo
inclinado para a frente, pouca barba, e foi
escravo de Jo3o Elilo do Reg Barros, mo-
a pe
n. 43.
Aracaty, para lisar cuntas b-rn como obras rador na freguezia da Escada. para onde sup-
de labyrinlho, bicos, rendas etc.: na rua!pe-se ter fgido. Severino, cabra, baixo,
da Cadeia do Itecife primeiro andar n, 60
Sellins e rleg-iot<
SELLlKSaRBLOUIOS rlr patente
Inglea : a veadi aa .irma/tm d
l(ni.irt>i.ltooker i\- Campaabla, n-
quin. lo largo do Corpo Saulo nu-
mero 48.
Cabriolet.
Vende- na rua Nova 11. 61.
* w '*
11
iipanco.
Vende-se superiar nidrio, feij5o mu'ali-
Vende-se urna cama de armario,l" em Carro""* despezasaocomprador nho r i,,anco. ,.or romnr.d,, preCo na rua
^-. ... .. do Amorim n. .,'J, armazem de mol, dos han-
de oleo, e lastro depalbinha
a do Livi
i 10 andar.
as cores, c oulras mullas lzeudas linas por) va : na rua do Livra'mento n. 27, pnmei-
n0_i Na rua das Aguas-Verdes 11. 46, ven-
dem-su diversos e bonitos escravos de ambos
os sexos, entre elles
dao-se a contento.
um ptimo pereiro
los i'inlo.
Citadlo Dubeux lem rara vender urna
porcao de pipas e barris vastos.
grossura regular, tem um defeito em um
dos dedos oa mao, representa a idade de 26
para 28 annos, o lem pouca barba ; quer
um, quer oulro fugiram no mesmo dia :
quem os apprehender, |. ve ao ebgeubo ci-
ma dito, que ser geniosamente recompen-
sado. Consta ao. abaixo assignado, senhor
de ditos escravos que se acham hotr.iciados
cm um dos engenhos da freguezia da Esca-
da, e des le ja protesta contra quem os con-
serva iodevidamenle em seu poder pelos
dias de servico de ditos escravos. Manoel
Thumaz Albuquerquc Maranhao.
Fugio do engeubo Campestre da fre-
guezia ds Escada, em outubro do prximo
passado anuo, um escravo crioulo, de nome
Manoel, de idade de 36 a 38 annos, estatura
mais que regular, magro, pernas finas, ros-
to comprido e com bastantes marcas de be-
xigas, olhos avermelhados e com falta de
dentes na frente, falla bem, e embriaga-si
frequentcmente ; foi comprado a Joao
Francisco, morador entfio no engenho Co-
queto ua comarca do Santo AulSo, e por
tsso conserva o apprlli.lo de Manoel Coquei-
ro : quem o apprehender, leve-o ao dito en-
genho Campestre, ou a rua da Senzala Nova
n. S8, que sera bem recompensado.
t
PERN. TYP. DEM. F. DE FARlA. UM.


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