Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07924


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Full Text
X
i
ANNO XXXIV N. 101.
TERCA FE1RA \ DE MI DE 18^8.
I
Por 3 mczes adiantados 4$000.
Por 3 mezes vencidos 5$000.
Por auno adiantado 15J00O.
Porte franco para o subscriptor;
ENCARREADOS DA SLBSCRIPCA'O DO NORTE.
l'arahiba, o Sr. Joao Rndolpho Oomai ; Natal, o Senhor An-
Int o Marque da Silva ; Aracatr, o Sr. A. da Lernoi Braca ;
Cei ra, o Sr. J. Jote da Oliveira ; Maraubao, o Sr. Jus Teixeira
da Mello ; Piauhj, o Sr. Jos Joaquim Avellioo : Para, o Sr.
/uilioo J. Kamot ; Amaaonaa, o Sr. Jeronjmo da Coala.
PARTIDA DOS COR RF.IOS.
Orlada lodo, odla.,0.9 o kii horas .1.. 11*. .
l.u.ir.u Guianaa aParahib., na. sr^umiai amae-felraa.
B I 't.'.Td... li im:j. i.-i-nirii'. Aliinho e Ganaba: n.i lorca-fein.
.*. 1 .'...., Pao aVAlto, .\ai..r.oti. l.inn.nro, Breja, Pesquen.,, lo)a;ai-
ra, Fior.es, Vm.i-I[i'IU, n.ta-Vi*i, ouritury t-tvu'. na* ejoariaa-fairaa<
Cali... Ipojaca. SerlaMeB, Ki> PoratoM, Un, Barreno., Agua-l-iea.
eimrnli ir.a o A.r.l : iimu(.,s- tiras.
T.mu o* correio* parlen aa i o aoraa da m.nhSa.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommercio : segundan quintal.
Belaco .* tereal feiraa a aabbadoi.
Fazenda : quariai e labbadoi ai 10 borai.'
Juizo do eommercio : segunda, as 10 borai a quintal ao mel dia.
Dito daorphaoi: segundase quintas as 10 oras.
Primeira rara do civel.- segundas asaltas ao meio dia.
Segunda vara do civil : quartas a sabbados ao meio dia.
EPHEMEBIDES 1)0 MBZ DE MAIO.
B Qusrto minpuanle as 4 lloras e 20 minutos da manhaa
13 La ora as S horas e 28 minutos da manhaa.
19 Quarto crescenteai 8 horas da larda.
27 La cheia as 8 horas e 65 minutos da tarde.
1-KI-. X.MAIl DE IKUK.
Pr.meira ai m horas a 6 minutos da manliaa.
Segunda as 10 horas a 30 minutos da tarde.
DAS da semana.
3 Segunda.S. Ropniano m.; S. Amaro m. : S. Juvcnal b.
4 Terca. S. Monica viuv. axei de S. Agostmho.
B (.mora. S. A conversae de S. AgoaUoho : S. Pi V p.
6 Qullrll. S. Joao ante porlam lalinam : S. Ju.io Damasceno.
7 Sena. S. Elanilao b. m. ; Ss. Plae e Augusln mm.
8 Sahbado. Apponr..0 de S. Miguel Arclianjo no ni. (rgano.
9 Domingo. S. Gregorio N'izianzcno b. doutor da igreja.
ENCARREGADOS DA SLBSCRIPCA'O Do SI L.
Alagoai, o Sr. Claudino Falcao Dias: Baha, Sr. D. Duprad
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Marlios.
EM PERNAMBLCO.
O Proprletariodo DIARIO Ma.oel Figueiroa da Fsria, na la
liviana, praca da Independencia ni. t a 8.
parte nraiciAL
OOVEHNO DA PROVINCIA.
Detpachot do dia 2H de abril.
Requer ment de Antonio Bernardo Viei-
ra, offerecendo-se para ssentar praQS no
ex "rcilo O supplicante riSo I'oi julgido apto
Dito de GuiroarSes ,\ Oliveira, livreiros.
podindo o pagamento do que forneceram para
0 espediente da secretaria do (foverno lie-
mottido ao Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, para mandar satisfazer.
Dito de Ignacia Maria da Coacei<;ao, pe-
diado ser transportada para o presidio de
Femando, aonde so cha seu marido cum-
pi indo sontenc;* --Por ora n3o pjde a suppli-
cunte ser deferida.
Dito de Maria Jos de Jess, idem.Por
ora n3o pode a supplicante ser deferida.
Dito de Joannada Silva Medeiros, pedindo
indemnisaQao dos estragos que em seu sitio,
ni cidadede Olinda, tem causado a canali-
sticjio do rio lieberibe.Informe o Sr. di-
rector interino das obras publicas.
Dito de Joaquim Leonardo da Costa, ro-
p icando ao despacho de 26 de margo ulti-
mo, que lhe negou a entrega do menor s-u
alilhado, Antonio los Jorga -luforrne o Sr.
inspector do arsenal de marinha.
Dito de Jos 'lavares Pessoa Dornellas, pe-
dindo a entrega do menor seu tuteladj, Ma-
noel. Requeira ao jui de orpoSos o que
lile coovier.
Dito de Mauoel Francisco Victor, pedindo
se mande por em liberiade, visto que se
acha preso a quasi dous anuos, sem culpa
1 jrmada.Informe o Sr. I)r. chefede polica.
Dito de Mana do Rosario das Virgens e
JoSo Braz de Vasconcellos, pelindo se Ibes
mande passar titulo de posse de urna legua
le ierras na comarca do Bonito.Informe
O Sr. delegado interino das Ierras publicas
Dito do Pedro SemeSo da Silva Rraga, pe-
dindo ser oomeado guarda do consulado
provincial.Informe o Sr. inspector da the-
souraria provincial, ouviodo o administra-
dor do cou-iulado,provincial.
Dito de Vicente Ferreira da Costa, pedin-
do o pagamento do aluguel da casa, em que
M acha estabelacido o GymiiHsio.--Informe
o Sr. inspector da tbesonaria provincial.
Officio do chele de policia, solicitando o
pagamento da despeza feta com o sustento
tos presos pobres da cadeia de Cimbres.
Hemettuo ao Sr. inspector da thesouraria
provincial, pira mandar pagar.
Ditodo director do arsenal de guerra, pe-
dindo se mande satisfazer o que pelo arsenal
8fl despenden com o palacio da presidencia.
Remettido aoSr. inspector da thesouraria
de fazenda, para mandar pagar sob mirilla
rcspousabilidade.
29
Requerimenlo de Alejandrina. Teixeira
otilo, pedindo permiss3o para traspassar a
'.udgero Teixeira Lopes a posse de seis bra-
i;aso terreno de marinha n. 3S4.Informe
O Sr. inspector da thesouraria de fa7.cn la
Dito e Aristides Carueiro oaCunhae Al-
buquerque, pedindo se man le passar paten-
te de capilo do 8." halaltio de infamara
la guarda nacional do municipio do P,ecif'',
para que fura ltimamente noueado.Passe
patente.
Dito do padre Rellarmlno Jos Cavalcanti,
pe lindo ser inscripto para o concurso as ca-
deiras .vagas de instruccSo primoira.De-
fer do-
Dito de Isabel da Silvoira Miran la Seve,
pemil Jo permisaSo para vender a Antonio
Jos Leal Seve 36 palmos de terreno de ma-
rinha, na ra d Aurora.-Satisfaga o que
exije o procuralor Bacal.
Dito do a I Teres Jo;lo Paulo de Miranda,
pedindo pagamento do que dispenleu com
azeite para luzes do quartel do destacamento
da villa do lreio Volte ao Sr. inspector da
thesouraria provincial para mandar pagar
Dito de JoSo Mximo Espindola, preso, pe-
dindo o pagamento dos salarios que perce-
beu como servente das obras da casa de de-
tcncSo Requeira quando for solt.
Dito de Joaquim da Costa Dourado, pro-
lossor publico de Cabrob, pedindo 3 mezes
de liceos Passe purtana cunee lendo a li-
cenca requerida, sem veucimentos.
Dito de Jos Malaquias da Roa, pedindo
se mande tr em liberdade seu lilhojoao
Francisco de
allega iseuco legal
30
Requerimenlo de Antonio Francisco Pereira, ra~
pilao do primairu balallio de futileiros da suarda
nacional do imiuicipio do Rec.fe, pedin.lo reforma
no mesmo pelo.0 mpplicaiile nao musir adiar-
se em algom dos esos do arl. 8 da le para ter a
relnrma requerida.
Dilo de Claulm Uubeax, pedindo permissilo para
comprar ao arsenal de guerra :KX) velas luulas.In-
forme o Sr. d rector do arsenal dv guaira.
Dilo de Jone Lula de Suuza, ye .i iii.ln ser numea-
dn guarda do con.iiUdo pru\mri.l. Junte follii
corrida e o. raais docutneiilus que moslreiu a idouei-
dada do supplicante.
Dito de ReginaMo J. do Nascimenln, preso sen-
lenriado no presidio de I e;n u i.i. pedindo so in n-
de dar transporte para aquello presidio a sua muiiiei
Por ora nao lein luu.ir.
C'ilico do ecrelsrio do ^ovarno, apresenlando o
pomo do rmpre,jdos da secretaria, relativo ao ei-
piranle mei, afini de se orilrnar o pasamento dos
re.neclivos vencnnenlos.Ketnelitdo ao Sr. inspec-
tor da thesouraria provincial para mandar pgar.
Dilo do meinio, sulicilaudo orilem para pagamen-
to M.ni so dus jornaes que veneeram us srvenles da
MicreLna n<> uiez de abril expirante, ma. lainbem
dai lespezas com o expediente e aceio da mesina re-
partirlo no citado mez Remellido ao Sr. inspector
da lliesooraria provincial para mandav pagar.
Dilo do ensenlieiro civil Jos Mamede Alven l'er-
reira, pedindo que pela repartir;*. das obras publicas
se marque o poni, do qual deve coinecar a obra da
es .rada do Pao d'Albo. da qual be o mesmo euge-
uheirocoulrulaule.Informe o Sr. ditecloi dai obrai
publicai.
COMMANDO DAS ARMAS.
Qaartel ceserel do iinal dasaraaaade
Parnanabaco aa cldade do Ueclfe, esa 30 te
abril da 1858.
OH DEM AlUMCIi INA I. A DE N. 56.
Havendo o brigadeiro eommandanle das aroaai in-
lerino por olll -lo de 3 deste mez suhmellido a con-
siderarlo do Exm. Sr. presidente da provincia a pe-
tieao do Sr. capiao do I. InUlh.i. de Mlilbaria da
guara nacional aquarielado Jos Domingues Cide-
eeira, que reclamara contra a ordem pela qual aquar-
I Ion igualmente coir. contingente do i.' DalalUg de
infanlaria da mesma guarda um Sr. capilao nomea-
dn ante* da nova rgaaiteejila da guarda n.cional, e
que nao se acliava titulado lia run lir rmtl.i le da lei
procurador geral ordem para se encalar a sanlen-, sea companheiro eslava excitado. Fallou pouco ;
rs do Tribunal do. As.ises solire os crimino.os do mas quando o governador da priiio, e algaus dos
allealado da ra Lepellelier. Como ja vos annua- olTiciae. se aproximaram dalle, disse-lhes adeos em
ciei precedentemente, e Oriini e Pieri. A pena de m irte imposta a Radio lhe com um modo picaroso, que eilava chegado o
foi commulada em trabalhoi pnblicoi por loda a seo ultimo momelo. Omni agudeceo a svmpsthia
V"1'- qoe lhe deraonstrava. O cabello foi-lhe" lambem
Desde a aa condemne3o jul:,ou-ie conveniente corlado, porem elle sofTreo esla nperar.'io sem Iiolir
venir o cohete de forja aos tres criminosos para e- comsigo. Quando lhe puzeram o capuz, o sea ros-
vilar qoe cites podesiem pralicar algam aclo de to, al enUo tranquillo e impasiivel, corou por um
violencia contra si ou contra aquclles qoe estavnm momento, e o olhos inflammaram-se.
em contado com o. presos. O relogio da priOo deu 7 llora. ; eoles de acaba-
A commotacao da pena a Radio torn.ua desneces- da a ultima hdala la, a porta qoe ennduzia no cada-
sana esla sojeirao, e o governad >r n3o se emorou i (alto, abrio-se cmoda per si. O abbaie liugon
om momelo em dar ordem para que llie tirassem pedio a Piei", qoe aproveitasse os ltimos moin.n-
ocollele. Quando os chaveiros enorregadus desta lo. que anda lhe restavam para lomar urna allilude
commissao entrar.- m no qaarlo de Kadio, eacontra-
ram uo a dormir. Abanaram co n elle ama on doas
vezes, e so enlao acorrioo ; qaardo abri os olhos e
se sentn na cama, olhou aterrad i para os chaveiroa.
mas tranquilla
Pen prnmetlea estar tranquillo, mu dissa que
quera canlar um hyinno patritico, a ditera que se
[i /ti a canlar o bem eouliecido : Moarir pour
e por um momento pireeea sen ronsciencia do que | la palrie.
se passava. Jolguu que lhe vinliam anounciar que j Encostale ao brajo do abbide liugon, subi os
eslava chegado o seu ulmno instante, recuou qumze riegraoi do cadatalso, repeliudo eerapre os
quando llie pozeram a mAo. I Nao vos assusleis, | venos do hxmno.
disseram os rhav.iros ; njo vim3? fazer-vos mal;: (Irsini ia "pelo braco do capellao da Conciergerie, e
pelo contrario. Tra/.emos-vos boas milicias : o voi- a soa iranqaillidade nao o abandonon am o ni imen-
so castigo foi commulado ; e ni vimos tirar-vus o to. (Juan lo appareceu na plalifornia, conheceu-ie
cohete de formal pelo movimenlo do corpo e da cabera, apezar de co- !
Nao he preciso dizer-vos quaes foram os senl-
menlos do desgranado pre'io. Dizem que elle cau-
larolara urna cantiga durante operario.
Ja sabis que desde o jalgsmemto os presos foram
transferidos na Conciergene para a pri3o dol con-
demnados, chmala Nouveau Picelre, na praja da
Roquelle. Nos lempos anUgM a pra^a da la Greve,
boje pr.ir i do Hotel de Ville, era o lugar onde le
exeriilavaia as Mnteaca de moile.
Na verdade pojia-se-lh. chamar o Campo de San-
gue, tantas for.m as vezes que o seu terreno fui re-
gado com o singue das virliroas de tedae as revolu-
yes, e com o sangue daquellen que ersm executa-
dea pe. in.lo da justica. Des le o acabamento das
berla com o veo, qoe olliava para o povo, e que que-'
ra talvez fallar-lhe l'..rem eslavam rooilo dialan-
les um do oiitm. O eicrivao duse enlo ao official
de justica, que lase a enlenca do Iribunal, que con-1
damuava o preos a' morle ios parricidas. O offi-
cial, que era am velho de mus de 60 anuos, eslava!
multo imuressioiadn por ter de cuinprir esle dever, i
e Iremia lano de emocu, como de fro ao tai o do-
cumento, a que oinguem presin atiendo.
Concluida eita formalidade, Orsini e Pieri abra-1
(aram os sacerdotes, qoe os acompanhavam, e beija-
ram o crucifixo qoe Ihes era apresentado. Ilepois
enlregaram-se ao executor. Pieri foi primeiro ee-
culado. Quando lhe tiraram n veo, e miles de lhe
amigaveii do novo gabinete, se v eom sincera aa-
lisfaso qoe os actuaos ministros da rainlia, como o
seos antecessores, nao h?o deireciado as nonas dis-
poii(6es nem a gravidade dos 'actos que lemoi mos-
trado ao soverno da S. M. li.
O governo do imperador, Sr. conde, le lisoogeia
de qoe durante seis anuos lodi o sea compartimen-
to n.1o se ha dirigido nanea i lerir a digmdade da
nar.lo iagleza e S. M. en ter aproveiljilo todas as
occastoes, lano na paz como ia guerra, de estrellar
o lac,oi enlre os dous povos.
O imperador, ja o labeia, senpre ha lido a convic-
ta profuula de que a reconciiac3o das doas gran-
des nare-, depon de seclos de antagonismo, nao
poda ser sincera nem duradoura se nao com ama
condrcAo : que a honra de urna oac.a') no fuste ja-
mis sacrificada ante a honra da mira.
Iguais. senlimeotoi, allistados lelos actos cons-
tantes do governo de S. M., respoidem s apprecia-
ees errneas de que he objecto a ioisi communica-
(30 de 20 de Janeiro.
E qoe ha soccedido "'
Ea vos lenho rogado que representareis ao gover-
no de S. M. II. a existencia em Londres de urna sei-
la eatrangelra que uas suas reunin e poblicares
erige o assa-aiuio em doulrina, e que no esparo de
seis annos lia enviado Tranca nai menos d oito
a'sauinos para aisassinar o imperador, como o altes-
tam as derlarac/ifs do jurado.
Todos eitei atlentados, como o di H de Janeiro,
nao achado impatsivel o imperador, le poe loda a
sua rnnli mea ua proiere.io do eco, eolha com des-
dem os ataques que s se dirigere coilra a sua pes-
soa ; mas o paiz o v coro vivo sobesallo. e como
quando vos dingi o mcu despacho iAo se linha lo-
mado medida algnma repressiva em .ondrei. a opi-
niAo publica em Franca, sem exainnar as leis in-
duas prise. na eilreinidade da ra de la Roquelle, collocarem a cabera no cepo, allirma-sa que elle ex
e em frente destes edilicio., e na pequea prara
que oa separa, que se levanta a guilholina.
A roa de la Roquete exlendese desde a prara da
liielilha ale a barreira de Aun iv no Boulevard ex-
terior, prximo do famoso cemiterio do Pere la
Chane. A meio camiulio, e a' esquerda a ra l'opin-
court reuue-se-lhe em ngulo recto, e he continua-
da do outro lado em linha recia pela ra de flis-
froid. Des.le esle ponto de intersecrao ale a' soa
extremidad! nada se pode encontrar nidis melanc-
lico do que esla ra.
Muilo antes de sa'iirdes para o Boulevard, sents
qae vos aproximaes do grande deposito dos morios ;
maif de inetade da parle superior da Roquelle esta
cheia de lojas, onle se vendein caixoes, podras lu-
mulares, tmulos e coroai de perpetuas de differeo-
tei feitios. Mais aliante levanLm-se Irialemeule as
doas grandes prises, e dai prnOes ao cemilerio he
apena, um passo.
A populajao ne.la parle de Parii he densa ; as
longas ras de Nea.al.jr, Piepus, Charenton e por
ultimo o famoso Faabuurg e rua de Sanio Antonio
com a. suas tributarias, convergen) par a prara da
Kaslilha oe orna parle, eo Riul;vard Beaomarchais,
com as soas numerosas passagens, desemboca na
nutra ; em quinto que a rua de la Roquelle. como
om eanal central ; corre, como ja dnse, da Baslilha
al as pffia5et
Aa dua. nuiles passadas a pr;a de la Roqaelle e
ai ras contiguas esliveram coherlas de povo, que
arronou o intenso fro e a chuvn para preseucear a
exacurAn ; a gaste jua esleve re viga esla ultima
uoite qoasi que se nao pn le calcular.
K,*ta inannaa o lempo eslava lilajliiitalutan tw-
ra liiiinnla com a nave que linha cahi lo. As ras
nos mos in.iis (listantes da cil.de eilavam deser-
tas, purcm a prepereilo qoe qualquer le aproxima-
va ao beirro conliguo i' pri-ao. va esqoadra.de
claroera : Viva > Italia '. Viva a repblica.
Seguio-ie Orsini. O veo qoe lhe cabria n sem-
hlaule foi removido, e nem eulAu ai luai faicoei de-
nuneiavam eiinri. Antes de collocar a cabera no
cepo fatal, vollou-se em direcrAo ao povo que lhe fi-
cava distante, e di/..ie qoe exclamara : Viva a I ran-
r;a bram cinco minuloi depoi. dai 7, quando a te-
guada ualieea cabio no eeslo. L'm calofri correu
por todos aquella! cuja aliene.o eslava lix.i no que se
passava, no cadaTaiso, e dorante um nstame houve
profundo silencio. Comludo ceisoaem breve. Quan-
do ludo eslava acabado, os homens foram para o sea
trabalho, e familias que tmliam vindo de bsirros
dislanle, apressaram-s a vollar para casa a almo-
earem. A manira lornava-se cada vez man clora.
As tropn principiaran! a pr-e em movimento pa-
ra vollar a quarlen. A goilholina loi apeada, e re-
movida ; a moilidAo foi gradualmente rareaudo ;
alguns poocos gnapoa nuda se demoraram por al-
gara lempo, porem o fro aogmentsva, e a nev prin-
cipiava a cahir, e dentro de poocat horai a praja es-
lava deserta.
Peridico dos Pobres no Porto.
INGLATERRA.
Os joroaes de Londres publicara o. despachos que
o conde de Malroeshury e Mr.. D'lsrael deposita-
rana nao mesa, da cmara dos lords da cmara doi
coininun., e nos pa.iamos a transcreve-los :
Ao Eira. Sr. conde Cewley, embaixadur de logia-
Ierra em Pars.
Koreiiig-Office de marro de 188.
Milord !
>os aproveiiMiei., .. prnueira ocvasnn ue iiat n
comiede Wa|ew*ki a seguranrja de que os conselhei-
ros de S. M a' sua airada uo pul", se achara de-
s.'josos sincerara-ule de inanlerna sua mlegrida le as
-elajoes estrellas e amigaveis qoe rlepois de resta-
be aa eoniidera que o dito partido conla em sen i
seio varias fracr;es roais ou menos compromellidas
em sentido liberal, nAo podera' deixar de dar-se im-
portancia a ama manifesla^Ao de semelhaate naiu-
reza que facilitara" ao governo os moios de organisar
urna maioria suaceplivel de assegurar-lhe o trinm-
pho as latas que o esperara ou dizendo melbnr,
que se euconlra na uecessidade de susleolar com a
oppoiifo.
Esta ja principiou os seus alaqoes.
Na esso de 17 do crreme, lord Jobo Rassal, a-
presentou a sua antiga proposla relativa aos israeli-
tas, e se bem que por deflereucia para com o gover-
uo nao quiz formalisar o debate, a circumslancia de !
ter-lhe p.rguntado Mr. Duncombe se cria que o bil ,
livesse melhor acolhimeiiloua cmara alta que linha
lido ouiras vezes provocou urna resposta nAo loo ex- I
pheil.i como se esperiva do nobre lord. Mas seja
disto o que se qneira, a discn.sAo lic.i empeulia la.
Na ultima sessAo da cmara dos communs Mr.
Craverford inlerpellou o governa para saber se o
despacho de lord .Malroesburv, a que linha respon-;
dido ltimamente Mr. de W.ilew.Ui, antes da sua
remltaSc oflicial, nprecia^Ao do governo Iraucez.
Mr. Disraeli repellin a impolar;Ao de que existis-
te communicarao subrepticia entre os dou. goverims,
e explicoa a dnnora apparenle que linha soUndo
e.l.i correspondencia pela uecessidade de snbmeller
o despacho em qoetlio a' apreciaeAo da rainba, que!
se achava naquella uccasiAo era Oaborne.
O lord corregedor de Londres ha racebido a car-
la secoinle da imperalri/. Eogeoia.
Palacio das Tulliena. "i de fevereiro.
II*i recebdo, milord, con a corla que me Icndei
dirigido urna caixa que contera um atadalha cu-
tillada em Londres em commemorar;Ao da visita que
o imperador e eu lizeinos ao corpo municipal da Ci-
elezas nem o. seus motivo, de resera, a que se re- i t de Londres. NAo era necesiaria esla medalha pa-
Tere o despacho de lurd Malmesbur\ exlranhava fi-! ra que en conservassa a recordado do amavel aco-
caise impune lana audacia. Hmenlo que hvemn. por parle da Cilc ; mao desejo
ir dos nos-os psaso. ha sdo definido do I dar-vos araras, assira como ao conselbo municipal.
geme, de polica cinini.ando na mes,,.., dir.ccAo, ; b^^TtapVrlo SZSZSZETZ p Z
"! V ''^" '"****? ,u,1" "e ,,a,- : ..Hanca aalra a franca e a Inglaterra. P
nvo 1 ,, B"' !""l> ''"'" "'" 'nT "" Coawaeldo que leV ..otimealo. animara igaal-
".""?..':"?,' l?.l"r"u::,moveo^"se.'1^a',: d.s. i.q,ambosoU8r,na-cu.
te ra-sos da porta da prisAo eslava levanlado o oa-
dafalso, e lobre elle liilingai.-se o inslrumentn de
mora, cujo mime Iraz a memoria Ido lerriveis di-
sociarnos de ideas.
As cinco horas ouvio-se o som da Iromhelas e
tambores em todal as pa.iagen., que dAo para a
praca de la Roquelle. Dahi a (nocoo miuulot ouv,-
rain-.a avancar vario, asqoidies de cavallaria ; os
soldados emnrulhados nos tena capoles azues ou
broncos, os cauacetes dos dragues relozindo a' luz
dos lampones. Todo o 3 de hassares, dous esquadras
de cavallaria pesada e doas esquadres de gendar-
mera a c,vallo, desembocaran! das roa* lalaraet oa
praca. Depois percorreram a prar;a em volla, e se-
paraodo-se em varioi deslacaraenios, lizeram eva-
cuar apiada e a. ruos prximas e socegada porem
liruieraeiile lizeram retirar o novo paro o lado nor-
ia da rua S. Mour, e para o oul dai roas Popincuurl
do, se continuara, lueiphcaveis, um peno-o eflailo
sobre o espirito publico
V. S. dar' a segurara; lao conde de Wolew-ki de
que o governo de S. M. lera a lirrae convireAo de
que S. Exc. no seu despacho de M de Janeiro o.-
eriplo era momentos em que a iusla indignaran da
Kran;a e do mundo se achava eicitada pelo ultimo
atroz atlenladn contra a vida do imperador, e sob a
impresiAo da qoe a, lei. ingieras erara insullicianlea
para proteger a S. M. I. contra a renoverAo de oe-
iiielhaiiies tentativas da parle dos refugia ios eilran-
geiros re-.deules u. Inglaterra, nAo linha oulra in-
lenjAo fn.ii a de indicar ao g varno do S M. o nuo
pareca mauancial de damuos para a Franca echa-
mar a alleucAo sobre esla presumida lusullici-
eucia.
Se til ha sido entAo a esperanza do governo de S.
M., eita esperara a sa ha vi.lo realisada pela plena e
fraca ieg iran;., que ha .lado ev, unlaneamenlo o
modo roaii poro pelo mesmo imperadir, que vos es-
cievia no lim re Janeiro :
o Eo nAo far;o illus.io algma lobn a escassa efli-
cacia das medidas que poderAo lomorir ; mas lem-
pre sera' om procedimento que calmara' aqu a ir-
rilarAo.
aExpticai bem aos mioislrosda raima a nossa po-
sirao : nAo se Irala lujo de lalvar a Timba vida, l
se Irala de salvara adianca.
O imperador, lenhor conde, nAo la pensado em
pedir o apoio de governo, eilrangeiro para augmen-
tar a sua srguranra pe.ioal : um senlimenlo inaii
elevado, nm nteres.a maior a seus ohos o ha gua-
lo : be o de conservar as suas boas elares com o
I..l.i fus vizinhos.
O mao despacho da-JO de Janeiro iSo linha outro
objecto man qne marrar um estado le consa. dolo-
roso, mal eu me abstive de exprefsa opinAo algo-
ma sobre as medidas proprias para reoedia-Io, e nao
entendo como aigumai palavias daiuelle despacho
foram mal inlerpretadas.
Eu uAo lenho des.)o de dizer-vos orno jmai, hei
crido a' legislarlo ingleza proleclor do culpado, e
usando das raeamut palavrss de lord Malmesliurv,
tomo a proposito para evitar o ca.ligo.
Dando estas seguranzas ao primero secretario de
eitado, poden ocrescenlar qae, conltcidas as inlen-
efle. do imperador, o governo de S. 3. -e abstera' de
continuar urna discussAo que, cnnl uan.lo, poderla
prejudicar a digmdade e a amiade lestes dous pai-
zes, e qoe confia pura e simplesmaul: ua lealdade do
povo llgll?.
Rogo-vos qoe leas esle despachoa lord Malmes-
bury, e que lhe demeis urna corta.
Recebei, ele.
W.l.ioli.
Ceios do uSan) de 15 de nico :
Namero I
O conde de Cowley ao conde de Clarendun .rece-
bdo em J'i de fevereiro).
Pars 23 de fevereiro.
Milord :
O cunde ile Walewski desejaia vehemente que ex-
pree a V. S. a saa admiragAi e o sen pelar pela
interpretaran dada ua recentedi.cosiao ua cmara
dos rominuns, certas phraseido de.pacho dirigido
ao cooiie de Persigny do JU do ultimo mez ; admi-
ratSe de que se hoja coprelnmlido Uo mal a sen
pemameuto, e pezar de que sehaja podido julga-lo,
conliecendu como conliece a Iil.lerra capaz de es-
lender como generalidad!, uno impolacAo que o
mesmo theor do seu despacho leria devido, no seu
pelo senlimenlo que vo, ha movido a cousagrar a'
recordarlo da noisa visita.
Kugenia.
Bala rarla. lida pelo lord corregedor ao centelha
monicipal de Loedrat, foi acnlhida com estrepitosos
applaoaot, e por propoeta de Mr. Parkius se concor-
dou que fosse depositada nos archivos do tribunal
dot Aldermens.
(Sarao .
PEBMflgBnCO.
ASSEHBLE LEGISLATIVA
PROVINCIAL.
SESSO 0RDINAB1A EM "29 DE ABBIL DE1858.
Prendenca do Sr. Barrio de Camaragibc.
A, II ', da maiiliAi. verificado o numero legal c
aheila a nata, sao lidas a approvadas as acias das
sesses anterior.
0 Sr. I" Secretario le o segainle
EXPEDIENTE.
1 ra oflicio do secretario di governo, remetiendo
as inlurmaroes miuislradas pela cmara municipal do
Cabo acercado prujeclo u. 51.A' quero fez a re-
qeisicto.
Oulro do mesmo Sr., remelloudn ama represm-
lCAo da cmara municipal da Cidade da Victoria,
sobre limites da freguezia.A' commiaso de esla-
lisllca.
Outro do mesmo S'., devolvtndo a esta ass.mlilea
o reqoenmento de Luiz Jerouymu Igiuciodos Stutos,
em que pede augmeulo de veuciruentos,declarando de -
urdem de S. Exc. o Sr. pre-ideule da provincia que :
* i""*--v-.....,>*..- peo utoae tce&or agora u> i'.- '
lar novaraeule os vencimenlo. dea olliciaes do refo- j
ii lo corpo. V' coinnus-ao de liv .rao de forra po-
ln .i|.
Oulro do mesmo Sr., remellendo por copia as n-
formariies liada- |iela Ihesouraria provincial acerca
ilas ponles dos Carvolhos e Molocolomb.A' queiu
(ez a requisijAo.
Oulro, participando que do Exm. prelado dinco-
ano te exigiram as iofisraacstet petlidat a reipeiio
do projeclo n. S.Inleuada.
Outro, Irausiniltiudo a. posturas da cmara muni-
cip.l do Rio Formte.A' comraissAo respectiva.
Oulro, remenelo copia das luforuiacoe, exigidas
da Ihes.iurana provincialtobra a de-peza com o pre-
st o de Fernando.A' quein fez a requisicAo.
conceilo. demonstrar qu au poda ser apphcaval ^^IIT^* imp'i'n',r os P'jej"<>* '* r-
oenl. ., ei.... aJL_inir.........-'-.- I CAmenlu provincial, e o do Sr. Joaquim Podro Bar-
e Basfroid. oude foi conservado a respeilosa diilan- ..,a. w.i.
or em l.ueraaae seu limo joao ; ca por dous hat.lhoas de infamara, auxiliado, por ^ dThSSSr^?? fl vos.o despacho
cavallaria.....m como o eiparo qne lica em volla ,,,.-)i. ,... ',* ," ">ni,
oe -u i'e janeiru, a sua admirado de qut se haja
pado
ica em
das duas prisoes. Em menos de meia hora numero-
sos destacamento, de iufaiitarni, precedido, da es-
qua lias oe agentes de polica para abrirem cami-
nho, lomsrain posse de lodoso' ponto, do Faubourg
de S. Antonio, que de.eml.ocam na Roquelle, e
quem quer que aconteca passiir ne.la ilirecr u>, era
obrigado a mostrar de om modo satisfactorio que ia
Iralar de urna occup.iro perniittida. A foir. ar-
ma a emprenada nena occa.i,,o suba a mais* de j
mil homens ; eslava -oh o commaado imraadtalo de
um ueneral de brigada.
A'i ri horas em poni i ir-:n e l'ieri foram acorda-
dos pelo governador da pri.A), que lhe aunuueou
. que se haj
comprehenoido mal o que qaiz dizer, e seu senli-
menlo de que se o baja crido capaz, com o eonheci-
moulo que ello lem da Inclalerra de ter querido hos-
lilisar com urna accusaQAo geral o qoe nao poda ex-
plicar-se, como do senlido do seu despacho se devia
provor, senAo s a certa classe, classe de eslran-
geiroi.
Se bem que o governo de S. M. ha crido desda o
priuc, io que se liaba dalo una imerpretac,o err-
nea ao despacho do con le Wtlewski, sabe agora com
a maior ialisfa;Ao que S.Exc repelle, de honrosa ma-
neira e nolonamente, a iiilenr.io que se lhe linha
allrihuido e o goveiuo de S. M., co
que eslava ,-hegada a su. ultima hora. Eslavam pre-1 a^UefclmL'".!! 1 f"' "'" leal!l,,de *"'.
senles oabbade liugon, eapal.ia de la Roquelle. o | J'Zl^Z" ? """""" 1" '"
produzdu dosfavoravel impressao ua
opin ao publica deile paiz.
\ S faro' observar, poli, ao conde de WalewtaVl
qoe. quando diz que o allenlado qoe acaba de frus-
Ir-rse de nm modo providencial como oulro, qoe o
liAu precedido, ha tido tramado ua Inglaterra, que
representa, fallando de aoeplos a dea asogia eslabe-
lei i lo. n.i lagUterra, trigidea era douinui o assaa-
ler\.s.ar,o 7.," ,, S"IOe ".mente, poslo'em pralirapor y,tl,Htl
d, pn.ao. urnas Irinla pos- Cr SP0S d,.nio<
toat, das quaes a. pnncipaes arara o esenvao, qoe tura|menie, dar rom
repres.mava o Tribunal do. Assi.es, e o oflicial de ,,[,Ten inde to Z
jo.lia, enrarr.gado de ler a .eu.enca no c.dafal.o. ri^^l^!
0 r.slo pareciera ser agentes de polica. ""'" CODs",'*a"'D ">
n. 602 de 19 de .elemhr de 1830, pelo que nao de-' rom 0 roslu emo oeaTrBha a om homem. Quando
va na opiuiao do reclamante concorrar era servido
cora o. nutro, olliciaes ninneadns era virlode da rila-
da le, e menos ler preceleucia sobre tiles : o mes-
mo Rxm. Sr. lendo oovido ao respectivo commandn
superior, resolveu por oflicio datado da honlem nada
ler qae providenciar no senlido da reclamado, vi-
I a, ai disposice, do arl. 71 da sopradila lei, e do
ai ligo III do decreto oe 2, de outuhro do referido
auno, e que o Sr. capiao Jos Domingues Col.rei-
ra, fosse por esle eominan I repreheu li lo em ordem |
rj.i .dia, no. Ierran lo, ariigos MI S 2, e'.17 52 da le
mencionada, porque a pretexto de /. I > pela discipli-
na o guinl i n leoaal, e p.|a digni la ledoa sen. olli-'
riaes, arrogou se a faculda le de quallficar datreapei-
losarai'nte as ordenados seus suiennres, e amearar
eom a "ua de bedlencio.
(Assig nado.;lo.ii Jos. di Co la l'unentel.
l^mfor.ne. Horacio de Galanas C irlho, alleies
ajudanle o e ordena enearregadn do detalbe.
capelln da Concitrgene. Na i posso dar promeno-
re* do que se pas.ou dentro da, paredes do quarto,
mas uolaiei que us dos de.gnrados pareciam tran-
quilina, quando se Ibes deu a infausta nova, que
uA > p oliera aorprende-los. Asseguram-me que el-
le, ouvirara 11. i e re.-eberam a communho, sean
com devocAo, pelo menoi com respeito.
Pouco depois i' i---.ii.-ni para a .ala chamada do
(iloilelteo, para inudarera de vestuario.
n.io he g.,in le. Nesla oceaaiu coiilinlia. ,i
capaila., e do governador d, pn.ao, unios Imita pos- I ?.?" F^ conlr.bo.r a favora-
das quaes a. principa., .rara o esenvao. ooe ?".Vi-!.'. dr,*n"'* o.-eu, planos, islo dev.a na-
prehender que S. Exc. qoeria
s qoe o, mencionados delicio,
como tae, pela lei ingleza, po-
dando commeller-se imponemente, e qoe demais o
espirito da lesislarAo ingleza era de nalureza pro-
pn.i para proteger o culpado e evil.ir-lhe o seu cal-
ligo.
O governo de S. M. ila" persuadido d*e que te o
conde Waievvski houver. sabido, quando leve com
V. S. a conservado a que me hei referido interior-
mente, qoe aemelhante inlreprelaeAo havia de dar-
se a cerlos paragrapho, do despacho da 20 da Janei-
ro, nao leria lido difticul.lade alguma em as.egorar
que nada disl.ua, mais da .ua intentlo que ama in-
juria contra a moral e a huir da na'c.lo iagleza.
Todos o delicio, que enumera S. Exc, provado,
diaule dojorado, eucerram para o culpado pena,
mais oa menos severas, sa o governo de S. M. I.
ha commumeado ao governo de S. M. faclo, de que
ao parecer se linha leilo cato, ala caba davlda em
que os conselheiros de S. M., ao ab,Ur-ee de patsar
odianle, nao hAo .ido movidos por motivos de reser-
va ou ilisrriprAn iocnmpativeis do todo com o lio-
cero desejo de reprimir semelbantes deliclot.
Em con.eqaencia desde o ultimo e alroz allenlado
se bao procurado p.r-egui-lo sob dous conceilot ; o
de cumplid lade nesle .uccesao, e o de ama publi-
caban riquo exige o a.sa.sino era doutriua.
pareciam ser agentes de pol
.Quando o, condemnado, entraran) na sila do toi-
leden, foram codocados cada um em urna exireml-
dade della, com as co.las volladas um para o oulro.
Eslavam ah don, exeeulores ajudanles, om oe
Itoueu, oulro de Caen, alera o axeculor de Par..
Esles nAo perdeiam lempo en. preparar os condem-
nadoi para o caiafalso.
Dorante a lerrivel operarje, Orsini ronservoo-e
tranquillo ; a Pieri com quanlo uao fizaste Unta
bulha, uem le moslra.se IAo coniradiclorin como du-
rante a audiencia de jolgameuto, eslava algam lan-
o excilado. O rollete de forra impadia-o de gesti-
cular, mas assim mesmo nAo ce.sou de fallar por
um momelo. Quanlo o executor o eslava prenden-
do, pedio-lhe que nAo aperlo.-e muilo as corda, por-
que nAo linha inlenr.lu de fugir. O contacto fro
das the.ouras no pesclo, quando lhe corlaram o ca-
bello, para esle nao enibarae. i a guilholina. pare-
ceu faze-lo tremer um nstame ; mas bem depre.sa
rohroo animo, quando vio que Ih. nAo corlavam a
barba. Agradeceu ao executor o deixa-lo ntorrer
EXTERIOR.
EXECLC A'O DE ORSINI E DE PIERI.
Paris 1 de marco.
tlonlem aa a nieia horas da larda receben o
lhe pozaran na cabera o Capaz, do qual pande o
veo que encobre o ro-lo dos parricidos, diz-se que
de.alara a rr, e qoe prununoa'ra urna grasa a res-
peito da figura que havia de fazer.
Nata momento volloo a cabera, e vio Orsini :
rumprimeiiiou-o a'egremenle e pergunlou-lhe como
ia. Omni, que eslava passando pela mesma opera-
r3o com lano sangue fro conm se um criado o esli-
veate preparan lo para um baile, lulerrompeo-o, di-
/eudu-lhe : Socegi. inen amigu. Apezar dislo, Pie-
ri continuou a fallar. O ajudanle pissuu a tirar-
llie o cali;a lo, parque em con armida le da leotenr; i
us condemuad.is devi.nn earamli r para o ca 'af.lso
(lascados. O etectltor pareceu he-itar, poera Pen
.iiiimuu-o e a i lou-o nesla oper.ir'io lauto qoauto
pedia, C fallan lo sempre.
Acabado i-lo. vnllon se par 0 clnveiro e pedio-
l!ie licenea para nabr.irir, no que este ccnsenliu.
Era (llegado o inuuieiilu de por so a cniuiuho, e o
abbide liugon etclamou Animo, meus lilhoi.
senao a una closi. deierminadi de e.lraiigeiros.
Devo ao conde de rValewel. a jus.ira de ocr.i- | "%*** Rea ,obrea lhe'our'r' Provincial.
remar que as conversacdei nunerosas que lemoi li-
do no mez passaio, a sua lingoagem ha sido confor-
me iuleirameule com e^las siaoranjas, qoe lenho
nesle momelo a honra ilo iraisiinllir da loa parle
a V. S.
S. Exc. ha mostrado lauta trlieltude para que o
deploraveis acoulecimonloi que bao occorrido nAo
Inlerrompam a, amigavei, rel tra os dous paizes, que ala ha lugar de sappr qae
hoja estampado com inlon^Ao :ou.a alguma qo.se
preste a ser interpretad i como um ataque As lber
dadei da nacAo ingleza.
Tenhn a honra e str, etc.
Assiguado Cowley.
N amaro 2.
O conde de Malmesbury ao conde de Cowley.
Mini-lerio dos negocios ettiaogeiros i de marco
da 1838. V
;Esla despacho ja' o publicnmoi antei pela toa
maior importancia .
Numero II
O conde de Cowlty ao conde de Malmesbory re-
cebdo a '.) de inar^o .
Par, 8 de man,, de 1858.
Milord :
Visilei esta larde o conde de Walewtki, pois aisim
linhamos concordado, a lhe hei lido o de.pacho de
\. S. de 4 do coirenle, e em comprmeme da, n-
trurres cuntidas nelle. lhe he denado urna copia.
O rond'i de Walew.ki declaron que recebia cora
grande prazer ti .esoranras coudas nelle. de qoe
o governo de qae V. S. form.iva parle, desea man-
ler \ iv.nr ente na sua iulegrid.de as relac,i, eslrei-
la, e amigavei. que desde o e.tabelecimenlo dn im-
perio h.'u caraclensado a alliaura enlre a Franca a
Inglal.rri ; qae reconh.ee, deaccordo com V.S., a
grande vantagem do urna boa uilelligencia enlre os
doos paizes, e que .empre o encontrareis diiposto a
ajudar-vos a roante-la.
Pelo que re.peila ao resto do despacho, o conde
de Walewski ha dilo que dara a respo.t.i dentro de
um ou dous das, por conduelo do embaixador-do
imperador em Londres ; mas que nAo duvidava de-
clarar desde aqorlle mesmo momento que nada ll-
ana estado mais distante do .eu pensamento qae o
inserir no teu despacho de 20 de Janeiro ao runde de
Prtiga) imputarlo alguma coulra a moralidade ou
a honra da nacAo inglez..
Ampliando mais as sua, consideracoei, aeresreo-
(oo que me dava a seguranza d. que esle despacho
appiovados tem discu-sau us segrales
requerimeutot :
o Requeiru que so ofiicie aa Exm. presidente da
provincia para informar, se sa m-ndou construir um
a?uede era Cimbre., segundo foi determinado pela
lei provincial n. :i;l de H de maio de 1855 arl. 12 ;
e no caso negativo, a razan poique. S. R. Oli-
veira.n
Reqoetro que se ofiicie ao Exm. presiden!, da
provincia para que no caso do existu na respectiva
secretaria urna repre.eulacAo dos habitantes deCra-
hres, pedindo a restituirlo da fiacao do larnlono
pertencente a freguezia d. S. lenlo, que pela lei
provincial n. 1:12 de 23 da junho de I8j7 foi des-
membrada daquelle lennu e eucnrporada ao de ua-
ranhons, a r.uioll i a eala a,sembl.. P.qo da as-
sembla legi>laliva provincial de Pernarabaco, 28 de
abril de 18.i8.-S. R.Ohveira.o
He lido e approvado ura parecer do commissAo de
pencos, pedindo diversa, inf irma^es acerca do pre-
leiieio da munida lo de Nossa Saobara da Paz da
frenueaia dos Afogados.
O Sr. Pereira de Brilo (pela ordem :Sr. pres-
deme, ha pouco, dias Iralou-se ne-ta ca.a da inli-
deiidade do. Srs. lachiygraphat aa tpaahaaieBie dos
discur.os pronuncalo." pelo. Sr.. depulalos. Lendo
eu boje no jornal o di.cu.o do Sr. Brandan, e ha-
vendo eo dado ura aparte, e esle nAo leudo lid res-
posta alguma, para o que j consullei nAo a um, uem
dous, nem tres, nem quairo inerohros d.sia casa, po-
rem a maior numero, e todos esle. cullegas, lodos
estes mcuibro, da casa nem um s ouvio o aparle
que se acha transcripto no jornal ; parece-m. por
cousegoinle que nao houve e-se aparte, e uem ou
or.va para que se diga uo calor da discus.Ao o
depulado n.lu ouvio esle aparle. Por lano o apar-
te que aqoi te acha escnplo, do Sr. Piulo de Cam-
pos, nao o houve nest.i cata.
O Sr. Pinto de Campo, :N.lo opniado.
O Sr. Pereira de Brilo :Eu ja dieta ao nobre de-
pulado que lenho o teslemunho da casa a quem con-
sullei.
O Sr. Pinto de Cimpos : E en lenho o teslemu-
nho de oulros collegas.
i Sr. P. de Brilo :Os Sr,. Amida Faldo, Mar-
lin. Pereira, Gouralve. GuimarAes e oulro. nAo ou-
viram.
O Sr. Y. de Campos:Poii eu o dei.
OSr. Mello Reg 111| le ;Eu vioha entrando
e daquella porla ouvi-o.
nia se ..cr.v.o com oulro lim mais do que a,.,g- JmZ. C""POi '- E" de 6 ,S'Um ""
nalar eer;os actoi e procedimenlos perigosos para a | ,, r i, a." i......_ r. 0bre deputado
procadimenios perigosos par.,
Iranquill dade da Franca, que o governo imperial
linha mutivu, para crcr combinado, uo lerr11 ario
inglez.
S. Exc. reconbeceu qae te linha servido de ex-
pressott forjes, mas que a eua linguagem nAo era
rispida seoao com relacAo a esles aclo. e procedi-
raenlos, e que jiuni, linha indicado nem linha a in-
O Sr. P. de Brilo : O nobre deputado deu
aparte ao Sr. KrandAo dizeodoie he allusao a mim,
diga o qoe eu lhe reapoudere ele. mal nao se di-
rigi a mim.
O Sr. P. deCimpos :Dirigi-me.
O Sr. P. de Bro : lia lambem am aparto do
Sr. Manuel Cavalcanti.
L'm caso parecido se acha boje submellido ao exa-
me dos advngados da cora
> -i ul ios c-;o-r am .. que e,la, consideraces pro-
varao ao conde Walewtki que a. toas aipraaaMl bao
sido mal comprehenlidas, ou qae sAo o resallado de
ima apreciaran errnea das leis desle paiz, eqae!
era urna ou oulra l.\ polhese S. Exc. nao titubeara',
rom a franqueza que caraclerisa a sua conduela, em
dar urna explicara.) que apartara' loda a ma' inlelli-
gencia eti.tecle.
Vo, lereit esle despacho ao conde WaUwaU e lhe
deiarelt copia.
Saa, etc.
IMalinesbury.
A S.Exc. o conde de Peraigoy, embsixador de
1 ranea em Londrat.
Parta, ll de marro de I88.
Senhor con le.I.ord Cowlev me ha remellido
Ba nAo lenho medo, responden l'ieri. not v mus pa- om despacho que lhe ha sido dirigido pelo pnmeiro \
r.i o calvario, e em ama especie de e\. itacu febril, | serrelario de e.iado no ministerio dos negocio, ea-
repelio com.igu mesmo: Pira o calvario, para o Iraiueirus de S. M. 1., d.laJo de i de mairo, de:
calvario. que incluso adiareis a copia.
Onini eilava tao socegado e tranquillo, quanlo o I O goveruo do imptradui se felicita das icgaraojas'
appliear'ee tile
Asiignado Cowley.
Numero i.
O conde de Malmesliurv ao cunde de Cowlev.
Forning Office 'J de marco de 18i8.
Ifylord:
Rerebi o de.pacho da V. Exc. de 8 do actual qae
me da' conla da lingogem usada pelo conde de Wa-
le ski, ao receber da vutsa mAo a copia do meo des-
pacho de i do correte.
Dtvo participar a V. Exr. que o governo da rai-
nba ha violo rom granie talllftflo n espirito ami-
gavei que ha dictado as reflexe. de S. Exc, e esla'
seguro de que loda a ma' inlelligeucia que-e ha pro-
duzdo a proposilo do peus.incnlo do seu despacho
de 20 de Janeiro, ficara' complelamenle desvanecida
pila resposla o conde de Wtlewski vos da' a enlen-
d.r qae dar' a' communicarao que lhe ha sido di-
rigida.
Son, etc.
atMigeado
Malmesbury.
N omero '>.
O conde de Walewtki ao conde de Prtiga]
.comiiiunicaJo ao conde dt Malmeibuiv em 12 da
marro .
Segu em Iraucez o lexlo desle despacho publica-
do pelo "Monileurii de lli de in.iro qut lemos pu-
blicado lambem oa principio.
Dtenlo, e viole membros do pailido conservador
da cmara do, communs, reunidos na residencia of-
licial do ehefe do ministerio, hAo promtllido a lord
Detby apoiar a sua poltica.
le a dignidade desla casa.
Sr. pre.iJ'iile, o Sr. lraudoo qoando orava e le
empenbava na d.cussAo lor(e(neiila com o Sr. P. de
Campo-, disse que nao leinia as mas bravatas : eu
is>e enlAo per;u a casa que se eo nAo for fiel no
meu aparle, que o diga disse em r.lajAo ao no-
br. depulado o Sr. Brandan dizer que nAo linha
medo felizmente estamos na cidade ou ua capital
anule nAo temos medo de om tiro atraz do pao, e
esle mandado dar pur autoridade policial.
OSr. Pinto de Campal :Nao apoiado, ene a-
cre.rimu nAo existi.
O Si. Pereira de Bailo :Aqui est transcripto.
O Sr. Piulo de Campo. :Pulid nAo esla escnp-
lo por ledra do laiiiigrapho, esta' no discurso por
ladra do Sr. BraDdaa.
O Sr. Pereira de Brilo :Este aert-cimo, que ae-
cre.cimo ?
O Sr.,Pinte de Campos:Esta aotoridade poli-
cial.
0 Sr. Pereira de Brilo :En di.,., felizmente es-
tamos no Recito aonde nAo tememos ura tiro de a-
Iraz do pa o, e esta por autoridade policial.
O Sr. Piala de Cainpna :En nao ou.i islo.
L"m Sr.'.Deputado :En oovi.
O Sr. Pinl i do Campos :Eu llio respon.Ij -c ae
refere a mim, lhe dire que o unlire depulado lie
mais capaz de dar lina alraz do pao.
O Sr. Pereira de Brilo :>Ao ouvi, por qoe se
ousi--o de certo lhe leria reapoadido...
11 Sr. Pialo dt Campos : F^ tu muilo maW.
OSr. Pereira de Britto :... e leipoudido cabal-
mente.
OSr. Piulo de Campos :Pois responda que en
acei'o o duelo.
O Sr. Pereira de Brilo :Ea nAo estoa acosluma-
do a haler-me Iraieoeisimeiite; quando me balar, ha-
de ser franco e cavalleiramenle, e nao...
OSr. Pialo de Campos :Aceito o duello, aceito
de lodo o corarlo.
O Sr. Pereira de Brilo : Ea aceilo-o, perem
lrai-cani.nl e nAo a Irn;'io, porque uAo tou u-eiro
e viseiro em traicei.
O Sr. Presi lente :Eu naa posso admillir a dit-
cossao desle modo ; se o nobre depulado lera de fu- I
zer alguma leclamecao faca-a, lirailando-se a is-o.
O Sr. Pereira de Brilo : Cu eslou uo meu direi-
to ; a casa ela' convicta de que o meu aparle existi
e de que nlo houve o do oobre deputado.
O Sr. Pinto de Campos:NAo apoiado.
O Sr. Mauoel Cavalcaoli.:Curlaratu-se moiloi
apartes.
O Sr. Pereira de Brilo :Sr. presidente, eu diste
quando o Sr. Brandan dizia que nao lemia bravata,
e valenlias, dei eu o aparle e nao ouvi o aparle do
Sr. Piataj do Campos nem o oulro do Sr. Mauoel Ca-
valcanli, por que por elle me parece que o nnbr.
depulado quiz dizer qoe eo lambem era capaz de
dar tiros; parece-me gue V. Exc. nao deu eslo a-
parta.
O Sr. Mauoel C ivalcanli :Nao precisa eicel-
lencia.
O jr. Pereira d. Brilo :He meu.coslume Iralar
a lodos com delicadeza.
Vera aqoi um apata do Sr. Minotl Cavalcaole
dizen lolambem aqoi na cidade e nos arrabaldes
o que paieco que corrobora o aparle do Sr. Piulo de
I. unios.
O Sr. .Mauoel Cavalcanle :Is.o eu disse, he ver- I
dade, qnau lo o nobre deputado fallava.
O Sr. Pereira de Brilo :Agora pergunto Eu: este i
parle he corrouoraudo o uulro do Sr. Sr. Piulo de I
Campo-'.'
O Sr. Manoel Cavalcaatl .He refutando o dito
dn nobre depulado de que s se do liros alraz do
pa o uo serlAo, dis.e eu eulao que ua cidade, nos ar- I
aballes lambem se davam.
C Sr. Pereira de Brilo :Porem, Sr. pr.sidente,
se eu livesse ousi.lo o aparle do nobio depulado o I
Sr. Pinto de Campos, eu por certo leria respon-
dido.
O Sr. Pinto de Campos :E'lava em seu direilo.
O Sr. Pereira de Brilo : E respondido de urna
manen i digna de miaba pessoa.
O Sr. Piulo de Campo,: Ja lhe declarei que e I
nAo te referi a mira uo aparle anterior ao meu, re-
tiro n que disse.
O Sr. Presidente :A qoeslAo continua a desviar-
so do seu caraiuho, qualquer Sr. depulado pode re-
chinar por alguma inexaclidAo que veuha no ((Dia-
rio, mas me parece que assim nAo pode continuar
a diseussAo.
O Sr. Pereira de Brilo .Eslou am mea direilo,
esluu fazeiidi urna reclamaran.
O Sr. Pinto do Campea) "Eu lenho de fallare
me explicne melhor ; pero a palavra.
O Sr. Vereira de linio :Se lem de fallar, eu lam-
bem desejava follar, respuuder-lhe e entrar mais
arnolameiile neala queslAo.
L"m Sr. Depulado :tilo he urna quislAo muilo
injurio.a para a cas,.
O Sr. Pereira de Brilo :E ale vejo tajarla ni-
lu, eu traanlo desla quesillo e-lou muilo tranquilo,
a ininha conducta quer romo etdadae publico, quer
como particular, he muilo conheci la, jornal algum
mu la rae acoimoo de faclo algum deshonroso porme-
nor que elle fo-so.
O Sr. Pmio de Ctmpos:Enlao os q te o, jornaes
acoimara .ao criminosos ?
OSr. Pereira de Bulo : O nobre depulado por
rouoeqiieticid u,\j poda izer que cu ero
dar tiros.
O Sr. Pinto de Ctropos :Sa se refer) a mim,
referi-ra tan lena, ao nobre depulado.
OSr. Per-ira de linio :Se eu rae referisse ao
nobre depulado, ulve livese razo.
O Sr. Puno o- Campee :l'ois entae aipliqaa es
sa ra/,io com forija) iularpella-e pira explicare.
O Sr. Pereira de Brilo :Poeta argaaealar cora
lo loa os jornaes de l'ernambuco qu; lera acensado ao
linliro depul id.< do muilo. i.ciis criiimio-.i-.
I. ni Sr. li.-puUdu :Oucm be que uAo lem sido
aecusado
O Sr. Pinto de Campos :Nao faca conla dalle,,
assim como nao fac.o do nubre depulado.
Reclamares.
O Sr. Preeideatl :NAo possu consinlirque a dis-
cos,ae continu as.im.
O Sr. Pereira d. Brilo :Mas V- Exc. v que o
nobre depulado be quera me provoca, re.pondo ao
uobre^depulado que o desprezo soberanamente.
O Sr. Presidente :So o nobre depulado pedir a
palavra para fa/er urna redara irao, nAo posso ne-
gar-lh'a, u que farei he pedir lhe qoe se cuiileuha
nos ierra os dn regiment, assim coaio pero ao uo-
bre depuia lo .
O Sr. Pinlo de Campo, :Sr. presi denle, rlepois
que oedi a palavra para urna reclamarlo, assenlei
em u*ar della paia um lim mais ampio; .sseiilti
em fazer ura requerimenlo casa, e prevalecer-ine
d occaiiAo, para ra.gar am cerlo veo que cobre os
motivos da linguagem sempre allu.iva e amphibio-
l.giCa, de que se lera serv lo o nobre depulado ; e
desle modo fazer appareeer a verdade em sua motor
oudez. Antea, porem, de eulrar no cles:iivulvimen-
lo dos motivos que devein basear o meu requeri-
menlo, devo declarar com a franqueza qoe me ca-
raclerisa, qoe eu dei mu coiisrjenciosamente o apar-
te, contra cuja existencia acaba de reclamar o no-
bre depulado. Del esse aparle, como ouviram osno-
bres depulados que se sentara de.le lado ; e nao le-
nho culpa de que o Sr. lachvgrapho o nAo apa-
nln.-e ,a be que o alo apanhou) ; ma* dando esse
aparle, eu use do urna hypolhese, a saber; le o
nobre depolado com o sea aparle A qae precedeu o
meu, nao leve em visla lerir-me, eslava longe de
Baln lamben) fei-lo ; mas te o nobre depulido
cun eleilo quiz offender-me, lhe declaro lem re-
boro, qne o julgo muilo moi, capaz de mandar dar
lima por deiraz de pe dt pao.
O Sr. Pereira de Urdo :EulAo apanhou a cara-
puca.
O Sr. Pinlo de Jampos:INAo, porque o nobre
depulado nao seria capaz d. lalha-la para mim, e
por i,so respond li\pulh*licam*n(e, anda qae nin-,
guem, que suuber tiui odio, profundos, que o no
hre depolado me vola, deixor dever no &eu apar-
te urna altu.Ao prfida a minha pe.soa...
i' Sr. Mauoel CavalcaDli :E no tom com que
elie o deu !
O Sr. Piolo de Campo,;He verdade ; e para
qne o nubre depulado nao prosiga uesse ivslema de
referencias ambiguas, eslou re.olvido nesla occa-
siao a ehoma-lo a declararnos franca, ; nesle intui-
to aprsenlo o meu requerimenlo, e na expsita o
dos seu* molivos ronhecera o publico a, raines Iri-
slas que lem o uobre deputado para olfender om
homem, que nunca lhe fez o menor mal, e que an-
tes o lem sempre respeilado como cidada.
O Sr. Pereira de Brilo :lenho procedido da
mesma sorle cora o nohre depulado.
O Sr. Piulo re Campos:NAo, senlur, nAo lem
procedido do mesma soile p.ra comigo ; a casa lem
sempre le-lemunhado a m vonlade com que o no-
bre deputado se porla para comigo ; he necessa-
rm que eu pateuleie ai canias dessa aua m voo-
lade.
O Sr. Pereira de Brilo :Ser l>nm dAo bolir
rom ehagaa que anda sangram e que apenas etilo
cicatrizada,.
O Sr. Manuel C ivalcaali :Enlao no saogram
rnais.
O Sr. Pinlo de Campos :Pouco me importa que
ellas saugrem ; nao fui en qae as abri, como pai-
sarei a provar.
Senhores He sobre manera doloroso, que de-
; pois de tantos anuos a obilinario de cerlos espritus j
i me lorce anda a descer a aualyse d. taataa, que, |
| cero veze, refutados por mim, por meo, amigo,, e I
: por todos os homens sensato, e ju-los de ambo, os
parlidot, jA foram complelamenle julgados pelo
( Accu.ailo ii i as.emblea provincial, na se--.i i
d. J'i do correle pelo sr. Martin, Pereira, pelo fac-1
lo de haver suppnmi.lo um discurso proaaaeiado
por esseSr. e acensado na sesso de 1 pelo Sr. Pe- '
reir de Brilo, por haver alevosamente uilroduzdo I
na dicono do sr. Brandao um uparle com a nome ,
do Sr. Pinto de Campos, sem que live.se elle tido
proferido, devo uiua llgtira icsposla a esses leulio-
res.
Q i>nlo ao Sr. Mertini Pereira, d rei qoe, lendo os
oolios ora lores que se empenlurain ua disco
mandado aapprmtraa ieni litcanoa, |uteaai davar,
de aecardo eom i ortica s.guida, resumir t,mbem)
o que S.s. Iiaaera, lauto maia qoauto, esses di-rurso,
er.m quairo p.lavrat e bem Minrenles, cuja falta
nao preiudlceta por forma alguma ao Sr. depul. lo,
e em respo.la i i sr. Paraira da linio, remello-o
.imple.mente para o discarso dn Sr. Pinto de CaHi-
poi, que nAo sn a.severou ler dado e-se aparte, como
repetia-e urna e mulla, vezes em f.ee do sr. oei".t i-
do, o qoe o d.ve ler conveuci Jo, de que nao fai eo |
qut o inveule,
Carlos l'alcao.
paiz Mas he deslino da verdade ser sempre com-
batida ; e reveitindu-me da necessaha constancia a
nioderarAo, prnpna, do homem que falla com a
contcieucia desalumbrada, enlrarei na historia de
nina certa pbase de minha vida poltica, IAo iu-
justameult apreciada por algn doi meas graluitoa
dt.alltclo,. Invoco ueste momelo, tenhores, loda
a vosia benevolencia ; loda a moralidade dos voi-
sos semimoiiios. Ouvi-me, e julgai-me, e ea me
submellerei ao voss:. juizo sAo e imparcial.
Lavrava a segunda rebelliAo nesla provincia. Ite-
colhido a raioh.i obscondade, nAo pretenda envol-
ver-uie em couia alguma. Os Iranes e perigo, por-
que havia passa,do ua primeira me acouielhavam.
que livesse sempre di.inle dos olhoi o qae e,la'
esciipio as paginas sagrada,: n quera ama o pe-
rigo, nelle perece. Firme tala ro.olurao me
achava, quando o meu nobre amiga oSr. BarAo da
Boa-Vida, a' iaslancia, do presidenta di provincia,
quo enlAo era o Sr. cooselheiro d'eslado Carueiro
Leao, procurou ter comigo urna entrevista, cujo ob-
jecto era resolver-me a .eguir para o Bonito, onda
a revolta se ostenlava tale intensa e tenaz. Reiiili
por duas hora, a's pouderac,ei do nobre barAo, a
quem exhib us verdadeiros motivos da minha hesi-
tacao ; mas a eslima em que sempre live e.ie digno
cidadao, e os desojo, sinceros que ma maiu'eslou de
ver reslabelecida a paz e a Iranqutllidade da pro-
vincia, ti/ rain que eu me resolvis, a seguir os
azare, da situar... Em companhia do mesmo Sr.
BarAo da Boa-V ,1a me dirig ao preiideule, o qual,
soli.f.ilo com a mftiha ro.olurAo, disse-me, qoe era
urgentsimo que eu partate para comarca do Bo-
nito, e .la,n para oulro, pontos da provincia, oude
a minhi presera;a se Uzease necessaha, para com o
emprego da p.davra da'persoasAo conseguir que
o nimos se acahnassem, ea ordem sa re-labele-
cesse. R-cebi, pois, ai suas insirucr.'io, e no .lia-o-
guinl. puz-me de marcha. Chegand ao Bonito, en-
couirei-ine com ncommondanle da, armas, o bene-
mrito iii.irerh.il Coelho, e del le soobe o estado das
cousas. Passado, alguns dias, comiminicuii-rae elle
a re-olor',.i em qoe esteva da mandar prender o
ex-commandanle superior Francisco Xavier de Li-
ma, visto que g.ramenle se aflirmava que elle a
aoa familia favoreciam efficazmenla a causa .da re-
volla. Eu, que sempre linha uuvido ao meo parli-
c.lar amigo o coronel Francisco Alve Caval.anli
Cimbnin abonar a ndole e qualidades do Sr. Xa-
vier de Lima, senil que coulra elle eslives.e levan-
la la a e.pad.i da jusiija, e pro:urei denle logo dis-
suadir o commaudanle da, armas do designio de o
maudar prendar. Nesla empeuho fui bstanle au-
xiliado pelo meu diguo amigo o corooel Francisco
Antonio Barros eSdva, sendo qae a< no.tas instan-
cia, demoveram o marechal Coelho do proposilo fir-
me em que se acliava. Emitanlo, enhorei. nao
pararam ni-io aa nossas diligencias. o da leguinte,
eu, u dilo coronel Rarro, e Silva, e o labelliAo pu-
blico do B mito, Vicente Ierren a d'AsiompcAo, noa
dirigimos, om n-nlium appar lio bellico, a fazenda
do Sr. Xavier de Lima, e nesie trajelo a nossa vida
correa nAo pouco perico ; porque arguelle territo-
rio anda se acliava infestado a rebeldes. Chega-
do, quo foanmee a casa do Sr. Xavier de Cima, a
quem ea va pela primeira vez, lhe commonicamos
as iinpotacGes, que sobre elle peeavam, e oa dei-
go-i... que lhe haviainos poundo, evitando a sua
prulo, alias ju.lilieavel em pres.nea das circums-
laaaiaa. O Sr. Xavier de Cima te 'moslroo moi re-
coiilnc lo por e-sas prosas de dtalieaeSo espontanea
que lhe arabavumos de dar, alianrando-no, qoe ja-
mis desmentira as inloimaroes que hnviamos da-
do ao rommandaiile das arma. Exigimos, porem,
que para maior leguranra sua, era prudente que el-
le so reculhe.se a esta capital, alira de que, ausente
d i lli- .uo da revolta, c-s- iss.m as suspeiias de sua
.. apenas aq i rhegaise ; mas nm lhe afiaucaraos
loda a garaalia da parla do presidente, a qoem es-
crevemo, em seu favor. Cora elfeiio o Sr, Xavier de
Lia i. qne liaba eoooeteacia de ti, veio para o Re-
c fe cara leaifilhot; aqoi esleve algum lempo, e da-
pois rerolheu-se ao solo de soa familia.
Troata csie faclo a discussAo, Sr. presidenle, pa-
ra mj.iiiir a alguns dos meu, desdl'-clo, que ea nAo
fui ura aojo exlermiuador qoe subi para o serlAo ;
para mostrar que n.io perd nunca a menor occasiAo
de empregar os meio, brando,, aulas da empregar
o, forle, e enrgicos.
De volla ao Bonito, encoulrei orna parlara mui-
lo iionrus,, a Sr. conselheiro II ,nono, nomtaudo-
ine delegado do Br.jo da M Ir de Dios.
O meu primeiro pensaroeoto foi nao aceilar a nu-
iiiearao, a ne.la senlido me uirgi ao commaudanle
das armas, e Iba disse que de modo algum me eu
carregana de una commusAo, no dc.empeuho da
quil se poderia dar a uecessidade da empegar ma-
l las severas, e repugnantes com a ndole do meu
nimslerio.
l'm Sr. Depulado :MAo he librenle a' profis-
so do padre o dertaineulo do sangue, iiso he su
proprio do aoldado.
II Sr. Piolo de Campos :(.lun lo a segur.mra
da socudade exige, IoJooci ladaohe'soldado (apoia-
dosj ; alm duto, a roissAo do toldado oo he derra-
mar sangue, lio urna olTonfa qoe o nobre deputado
faz a clas.e railila'. A raisiAo do soldado lie su.-
leutora ordem, e ai in.tituicoes do a.o paiz. Sa
e-la- sao amearadas em sua, bases, lodos os meios
le escuda-las sao legtimos (tpoiodo,). Quanlo a
mim, declaro que n.'i.i derramei a man pequea go-
la de sangue ; Dos sibe a iiileu;Ao que me guiava
em todo e-,e periodo desgranado. Tomei par, em
taes acoiiteciraeutn,, porque reconheci que os meus
ttrvicat erara necessarios ; nao se pode comiierar
eaduuro para mim o ler assim procedido. h--e-
pa ires que hoje veuerdmos como btoemerilos da
patria, oblivrram esse titulo pugnando por ella...
'Ha .11v r-ns aparle,.)
O Sr. Pinto de (jaranos:Nao receio de ter ae-
ro-, i lo peranle os viodooros de haver commellido
acto, indignos de ura homem chtisiao.
Ma,, ditia eu, Sr. presidente, que apenas recel
a nomearao,declarei ao c .minandanta da armas que
a uao aceiluva, no que se oppoz elle, moslrando-me
unto rarla em que o presidente lhe pedia encare-
cidamente, qae se empeuhasie comigo para qoe eu
rae incumbi-s. da trela, e marchas.e para o Bre-
jo, acoinpanhado da columna commaudada pelo co-
ronel Barro, e Silva. Em .emelbanle conjuociura,
jolguei que a minha insistencia ou recusa Irana
naiores dilliculdades ao govtrno. EnlAo lesolvi de-
hmtivaineiite submtiter-m. ao lacrificio, qoe me
iinpanha a siluar.'iu. Marchamos para o Brejo ;.ao
chegar a fazenda do Curraliuho, olliciumos as au-
toridade. judiciinas do Brejo, que fizessem constar
quede, povos. que a columna que para la' mar-
chava n.io ia exlermioar nioguem, que a ella ia
n.io oppozesso ; que o seu lira era plantar a ordem,
punir os enmes, e garantir os boDt ejdadlai.
Chegaudo oo Brejo, e lomando poe da delega-
a, o meu primeiro cuidado foi ofliciar ao laneule
enrooel Antonio Francisco Cordeiro de Caivalho,
dizendo-lhe que lendo elle ped lo sua dimis.Ao sob
u funderaeiito de descubrir grandes tendencias dos
povos dn seu lermo para a levolla do capitAo Pedro
Ivo, e que n iven lo de mais a mait ia dado o fado
de ler um geuro sea, a-nmpanh ido de oulros desar-
mado um destacamento viudo de Flotea, e lomado
.- presos que ennduzia.
O Sr. Pereira de Brilo :Elle havia desarmado
o delinca meo lo .'
O Sr. Mmoel Cavaleinli :NAo diz iseo.
O Sr. Piulo de Campoi :... E que devendo eu
enlrariiocoiilieciniulodes.es faclo, cumpna que
elle viesse enlender-se eonugo a respeilo. Em ver-
lade, dou, dias depoi, appaieceu em minha cana o
leueute coronel Cordeiro, acompanhado de seu ir-
inio o Sr. padre Cordeiro, do digno vigario do Brejo
o Sr. Pedro Marinho Falcao, e do juiz de direilo.
n ie eu recebi, e Irale mu bem o lenle coronal
Cordeiro, deiio que fallera aqu.llet que o acorapa-
uharam, bem como o coronel Barru. e Sdva.
O Sr. Pereira de Bnto :lialuuo lo bem que
foi aeeaaaarie eil- e-ruudtr-se.
O Sr. Pinlo de Cimpos :NAo inlerromperei o fio
da .....tii i historia, a qual mostrare' o quaolo he o-
juslo o nobre depuli lo. \e--a oreas ao, pois, con-
feraaaiei rom o lenle coronel Cordeiro, di.se-lhe
que oaahamaaipdiinatijoea linha coulra elle, que
ealtva maame di.paala a preslar-lbe lodo o .ervir;o.
\ eatat demoatlrar^H de tprero respondi elle
com 'mullos agiadecnnenlos, deparando ale, Sr.
i c-t lente, peranle as citadas pessoas, que nuu-
ca im.igiuou enconlrar em mim lano acolhi-
inenlo NatM mesma occanAo, charoaudo-mt de
parte, deu-me una lula da criminoso,, em cajo
numero tiguravan diversc lironles do nobre de- .
palado.
Paatadei dous das, voio ler segn la vez comi'go
o ten. ule coronel Cordeiro, dizeudo-me, qae ve-
ceiava qoe algn, de seu, inimigos se prevaleceMem
Ji ocra-i.i para Iba fa/er mal, ao que Ihi repon-
i larmlnanletaeola, que n da lamettt, t qi.e em
prova da minha lealdade, eu lhe mo.trata um ofli-
ciu reservado do prndenle a respeilo dedo, de cu-
li, di.posire, nAo pretenda de tnodotlgom otar :
li-se-lhe man, qae ja havia .srnplo ao prndenle,
assegurando as tuai boat inleo^ei, a qoe esperava
favorav.l resposla. Ao ouvir-me com tonta franque-
za, aaubores, u tntalo coronel Cwdeiro agradeceu-
II LCOiv/cr.


DIARIO DE PF.RNAMBDCO TERCA FEIRA 4 DE MAIO DE 1858.
me com lacrimas nos olhos a benevolencia cam que
o traldvii !
Algans dias corrern), quando pe lerceira vez
me appateceu elle, roamfeatando-ine novo receios :
eoiao Ihe diiseeu : Se nao se juba seguro aqui e
qauer ir para o Recite, etoo proinpto a eicrever
as carias que qutier em sen favor. A til* propo*ta
respo..deu-rae elle allinnalivamenle, pedmli.-me
que lile allelas*e n'uui requerimeulo que, na pre-
lenca do mesmo Sr. vigario do Brejo, me apre.en-
lou, qual me comliva ier a sua conducta. Ilom
depoi Ihe mandei ptlo meimo vlgirio o lequeri-
menlo, entss* dia a larde veio ler cumian o Sr. pa-
dre Cordeiro. me dina que sen irmao partira para
o Becife o mais breve posaivel.
M i-, *iilmre<, por ama diana, pronc-upacf.es qae
sempre deplorar!, u lenle coronel Cordeiro mu-
dou de re.oluc.Ao, ei-lo que do da para a noile
daooppartea do Brejn !
O Sr. Pere.n de Brilo :Nao desappareceu clan-
destinamente.
O Sr. Piulo de Campo :loase de que modo
fosie, o homtm desappareceu. Immedialamenlt
inanilti chamar o Sr, padre Cordeiro, e Ihe lizver
o ei ro que havia commellido se u irmao em desap-
parecer, quando ira do seu grande inliresse aeguir
par* o Ilerife.
O Sr. Pereira de Brilo da' um aparte,
ti Sr. l'lnlo de Campo :Knlao ni elle hayia de
morrerda febre '.' Porque nao morreu o Sr. Xavier
de l.ima e seu lilla T Emlim, desengaado m que
o homem voltaria ao Brejo,'*pezsr da* diligencia'
que-liz por intermedio de aeu irmao, prosegu lia
punirn do criminoso e assinos que abundavan
"aquella comarca, e infeliiintnli enlre tsse cri-
minosos flgarivan] diversos prenle do nubre de-
polado.
O Sr. Pereira de Brilo :O nobre depulado lam-
ber o nao tem criminoso'.' Eu nao suu rtspou-
aivel pelo meus.
O Sr. Pinto de Campos :Nao iei si tenho p-
rente criminoso; o que sei lie que nenhum oi
anda convencido em tribunal algum, e creio que o
nulire deputado nao pode duer oulro lano
o Sr. Pereira de Brilo :Nao sei.
O Sr. l'nlo de Campos :Dioso infelizmente que
no numero dcses criminosos liguravam diversos p-
renle do nobre diputado, porque...
O Sr. Vertir de Brito :(' Sr. tambero iw lem
em Pajen'. Anda ha pooco be sabido que la' fo-
ram algn condemnadoi.
O Sr. Pinto de Campo:He falsiisimo, niio lie
rapaz de epreientar om s prenle meu que ose
nanea conlemnado em tribunal nenhani. Defenda
leni prenles dt oulro modo ; ma nao com recrimi-
nare- banaes. Mas prosegua, como disse. na re-
preeilo de criines 1.1o horrorosos, sem condescenden-
cia com ninguem. O meu fim era restabelecer o Im-
perio da lei uaquelle termo, onde pass^avam impo-
ne ciiminnio de longa dala ; nao recuei dianle de
seu* punhes, a lei ira igoal para lodoi; nioguem
se Irevia a lombar da autoridde ; o torios comee i-
rarn a drsapparecer cuni leravelraeole.
I) Sr. l'eieira de Brilo:K um caivete qae far-
I na na fazenda de meu irm.io o leiienle-corouel
Ctodi lo \avier, e om cavallo '.'
O Sr. Pinto de Campo:l.oavado saja Dos! furlo
di um caivete '. (Risada*,.
O Sr. Pereira de Brilo:E orden) de receber 800-3
rii ?
ti Sr. Pinto de Campos:Orden) de quem '.' l)e-
clart-o sem reboco ; foi ordem minba '.'
O Sr. Pereira di Brilo:Nao eei ; foi de quem
mandou a tropa.
O Sr Piulo de Campos:Diclareranramenle qae
olcial oi ese que recebeu ou prelendeu receber
sae dinheiro, porque descunbee' complelameutc.
esse (aclo. A minh* polica nao tra a polica do
roubo ; era a polica que condemnavoladroeira e o
assastinato. Durante o lempo em que a exerci erran-
quei muilos iicravoe, bois e cavallos do poder dt
cerlos polenlado para restitu lo a seos donos; lia
pigir divida antiquisaimas ; reslilui a ma liberdad
urna pobre familia de pardoa que viva do aapliveiro
de om prenle do nobre depulado.
O Sr. Peraira di Brilo : E da fazenda de raen
mano lenente-coronel Brilo fea restituir ama peona
que fosie '!
O Sr. Pinto de Campo:Son raais justo do que o
nobre depulado ; nunca fu m.i idea des e se tiveaae molivos em contrario, luilia bastante co-
ragem para chmalo ao imperio da lei; e laulo o
nao coiisnlerava criminoso, qoe me mandando elle
pedir um passaporte, por inteimedio do major An-
tonio de Carvalho, eu lli'o conced sem a ininor dif-
fculdade.
0 Sr. Pereira de Brilo:No lempo da revoluco
elle all nao eslava.
O Sr. Pinto de Campos:Ncm eu o inromroodei
nunca : se alaunas vena sua fazenda foi visitada de
tropa be porqae ella patieavatu tola aquella co-
marca, em basca de criminoso; nao era ponlvrl
licitar de var-j ir certa casas, oi.de suppuuham os
commaiidanles militares haverem pessoas supeila..
As iniiilu iiislrucces, paran, a essi respeilo eram
mais restricta, no sentido de serem acatado o
i tadau* innocente* e tuas familia, o desafo ao no-
bre depulado a apn praticada no meu lempo.
A'sim proetdi ea, senliore, com o irm"o do nobre
Jeputado, c com todo aquella de seus prenles que
.3 >HillUv* lunpo d roti>-l-
11 Sr. Pereira de Unto : li chegaudo aqui foi
:'iamj] a pohcia por ifenuncia do uobre depulado.
O Sr. Piulo toria pode fizar parelha com oulras molla* qoe o
notara dcpal.ido lem c miado, com o lino etelusivo dt
oTucar a verdade. Nao cunsegaira' desvirlunr os
ervicoa que com lano* sacrificio* meo* preslei na-
noeile termo ; nao conseguir' abafar o snlo ae re-
i'oiihecimenlo no peilo dos bonitos pacilico e ho-
nestos, que anda boje bem dizem a miuba delegacia,
1 entie esses ae f ,zem notar alguns prenles do uobre
occullirocnte do Brejo, ata porque receiasse nada di
mim, em cujas palavra* acredilou ; mas sim por que
tema urna Iratfln do alferea Jo.lo Nuneadc Alia-
car.
O Sr. Pereira de Brilo d um aparte.
O Sr. Piulo de Campos, appe lo pira a probMa-
de do letlamuiiho do Sr. padr Cordeiro, n qual nao
era nit-uos amigo de seu irma> do qoe o nobre de-
palado ae proolama. Anda v a casa, pelo que aca-
ba de referir, que o lente coronel Cordeiro stni-
pr encontrn, em mim lodo o favor. Alem desse qoe
Ihe fia, a ped lo do Sr. Carneiro da Cunln, em di-
verso officios ou caria ao presidile, sempre faltei
dclle favoravelmenle.
(I Sr. Pereira dt Brilo :O presidente era o pri-
miiio defensor delle.
O Sr. Piulo de Campo :Depoil que ilissipei ai
duvidaa qu pairavam sobre elle. Ha pooco faltei
n'uiu reservado a respeito umcameole do leueule
coronel CorJeiro, reservado que elle vio.
\ ou realsr, Sr. presidente, o lio da historia acer-
ca da linda do soldado para o Brtjo. Segua elle pe-
la estrada do Puco : essa estrada, na altura pouco
mais ou menos da fazenda do Sr. Frederico, flho
do lente coronel Cordeiro, divide-si cm dous ca-
miiiho; um que segae para Tabocas, como qoem
vai para o norte, e oulro que ugue para a villa direitura lo poenle. Ao chegai a essa eiicruzjhnda,
que fca ama boa dislaocia de Tabocas, pasta um ca-
valleiro pe > soldado, que segua ptlo camiuho do
Brejo, sem direccao a Taboca...
O Sr. Pereira de Brilo :O nobie diputado aca-
ba dedizer que o canutillo do Poc,o para o Brejo nao
pa-sa por Tabocas, a que para ah passar, be pnciso
lazer uina volla.
O Sr. pinto de Campos :Ea nao disse que o ca-
minho do Puco ii;lu passava em Tabocas, o que digo
he qoe qoem quer ir no Poro para a villa, nao Itm
nicesiddt de ir a Tiliacas, que he volla (ha ama
voz da galena que confirma .iserc.ao do orador) ;
e lauto he volta que o sollado segu'o pelo csminlio
mais eommum e mais perto. Ma. seohores, aquella
cav,Heno de que ha pooco v.n fallet, chegau lo a
Tatiocas incooira-se com o ten ma coronel Cordeiro
n'uin almo;o com oulras pessoas ; Ihe referi qua
tinha visto om toldado qua eegut par o Brejo. Ao
oavir isto, o Sr. lenle coronal Cordeiro. levado de
seu genio aisomado, rooutou < cavallo, e puli a*
carreiras ipt'i o soldado, e o scompanhoa Aalouio
Alves Campo.
O Sr. Pereira de Brilo, d,i um iparle que nao
ouvimos. *
O Sr. Pinto de Campos :Eu ipp-lln para a pro-
bdade do nobre depulado, appallo para a saa cons-
fltancia, como homem christfio ...
O Sr. Pereira de Urdo :Nta me refer ao nobre
depulado.
O Sr. Pinto de Campos :O soldado na sua mar-
cha, leve de parar debaiao de urna aivore, que tica
a margi-m do riacho das Tabocas, onne lambein ae
chava paseando o rigor do sol una pella, qut viva
um lenjn, qua mo ouveam Hopear de cavallos, e
logo dtpoi dous cavalleiros, un dos quaes, ao ve-
lo, Ihe grita : Cabra, que fazes aqui, andas me e
preilan lo ? A estas palavras arroja-Ule o cavallo em
cima ; o soldado levaula-se, e llie diz que vinha com
um ollicio do Pojo para aea commaudanle, moslra-
Itie o cilicio ; ma o cavalleiro a nada cede, da'-lha
iiiivii- gritos, pica o cavallo ao.ir'eile, e como viste
o sida lo que o homem llie-iu-m fazer mal, pois
qoe vinha armado de um clavinole, passa para a ou-
Ira banda do riacho ; o cavalleiro o stgue, e vendo o
sol lado qae tile Ihe atirava disparon primeiro a gra
nadeira, e mala-o!
O Sr. Pereira de Brilo da' um aparle.
O Sr. Piulo de Campos;U ele o faoln var-
dadeiro, alleslado pela prela que presente se a-
chava...
O Sr. Pereira de Brilo :Pois d ere ilo a prela?
O Sr. Pinto de Campo :E por que nao, le ella
O Sr. Mello llego iJnaquini :Pela aegunda vez, T'ercira disrus-o do prejeele O. 8 da 1877, que
Sr. presidente, son toreado a reclamar contra as lo-1 determina que para abrir casa de droga nao he pre-
eiaclidss com que se publican) a discu'sts de*la i ciso ter carta nt ph.irmaci.i.
ca-.i ; miis acreditt-'e-me qoe estou disso patarata O Sr. Martn* Pereira : Sr. presidente, o pro-
por ler de refenr-me a urna pe*un que noiiea me Jjeeto que esta' agora em Iticeira diseaatlo loSraaji
tez a menor rfeua, que ao demais ja esta' au- duas discos-es ; porcm discusse* silenciosas...
sent deai casa pelo re,lo da presente seao. Sr. tlliveira :^ao apoiado, em primtira dis-
Anles, |i mu, de ir an poulo principal, quero ru.-,"in cu I.illei e infjrmei a casa do que havia a res-
earnair ensao no que da' como origem di dicus'3o patio.
ilo da t do eorrenle, o projeetoqne abre crdito O Sr. Martins Pereira : finando ele projeelo
MOVIMBNTO DA AI.FANDEA.
Volantes intrads com fazenuai ....
com generoi ....
Total
Volomis sahidoa com faztndas
a lom gneros
le IKaOOjOUO para a matriz da Taquarintiga, pro-
jeelo que nao fez parte ta ordem do da de**a se-
ao, a sim om oolro, o que instaura a villa de Flo-
res.
Nao quiz prescindir deli racliQeaejIo, para qoe
nao fique o meu primngenl > nesta casa como o pomo
da *ti-enr lia que aqu ocroreo.
Sr. presidente, a minha r-! un n;l i versa sobre
um do* discurso* do Sr. Mr. Brandao, publicado no
jornal de hoje ; e eu me siolo acanhado bastante em
faie-la, porque temo que se dina que ea de propo-
sito me prevalido de sua ausencia.... Todava eu
lenho motivo pelos quaes nao posso dei&ar de recla-
mar pela upprps>ao de-um;apa:te meu.
tjuando o Sr. Brandao pruvocava a calorosa da
ctis.fin do da 1... .
ti sr. Souza Keis: Foi provocada por elle '.'
O Sr. Pereira de Brilo : Provocnu-a o nobre
depulado ( referindo-se ao Sr. Pinto re Campos ;.
O Sr. Mello lleno ( Joaquim ) : Pois bem, n.lo
farei queslo de palavra.
O loodo por que oceupoa *t\ti\ a atiendo da casa
causaodo-mi urna certa m lumr.i. qae nao pude
conter, lavo-m a dar-lhe um aparle, que nao vem
publicado.
L'm Sr. depulado : (Joal foi este aparle 7
O Sr. Mello Reg ( Joaqoim ) : Foi aquella em
que eu dizia, como para alvertir o Sr. brandao dt
que se ove im de mais,om homem que ja fot con-
demnado pelo jury !
O Sr. Soaza Kei ; Disse islo alto '.'
I Sr. Mello Kego ( Joaquina ) : Disse-o.
Cm Sr. Depulado ; Eu o ouvi d'aqoi.
O Sr. Gaspar de Menezes : O Sr. Brandao nao
oovio ese uparle.
O "-r. Mello Reg (JoaqtiirrO : Mas en o dei...
O Sr. Gaspar dt Menezes : Ea o ouvi, roas sel
qoe o Sr. Braudo nao o ouvio.
O Sr. Mello Reg ( Joaquim ) : lie natural qae
oavisse, mas sso uao importa averiguar, o que con-
ven) saber-se lie que o Sr lacliygrapho o ouvio t a-
panhoo.
Im Sr. Depalado : Como prova isso.
O Sr. Mello Reg Joaquim ) : O Sr. lachi-
grapho aflirmou-me que tinha apanhado o meu a-
parte, e eu indo a typognpOia do jornal da casa, l.t
vi no autographos qoe aqoi trago ( mo*(ra-oa ) que
esse aparte esta riscado, e com a tinta que servio pa-
ra a correecao do discurso.
O Sr. Go.ieilve* Guimaraes : E l).pograpliia
qae n pagamos foi que Ihe forneceu i*lo ?
Cm Sr. Depulado : Bem, o que prova islo '!
O Sr. Mello Reg ( Joaquim ) Prova qoe o a-
parte foi rucado pelo autor do discario.
O sr. Souza Re:O nobre depulado sempre
guarda as suas reelamac,0:s para quando o Sr. Bran-
dao nao esta' aqui Isso nao he generoso.
( Cruzam-se oulros apartes ).
O Sr. Mello Reg ( Joaquim ) : lie cosame
fazerem-seas reclamaeoes nos das em que sao pu-
blicados oa discursos, contra oa quae ae reclama ;
bem vtem o* nobres deputados que boje he qae
sabio no jornal o discurso a que me redro.
0 Sr. Souza Res : E a que proposito vem es-
las reclamaeoes'.'
1 m Sr. Depulado : Perdoe-me o nobre depa-
lado, entindo que devii ser mais generoso com um
collega auscnle.
O Sr. Mello Reg ( Joaqoim ) : Eu agradeco
o favor que provavelmeule me quiz fazer o Sr. Dr.
llran Mu, lirando-me a responsabilidad* detse apar-
foi uina das teslemuuho O fado qoe acabo de re- ie, supprimindo-o, apelar de ala ler para i*ao con-
ferir uao aolTri a menor conte.lac,ao, se nao talvez seiitimenlo meu...... Ma para que nao continu tl-
pelo nobre depulado; o proprio Antonio Alves Can- le a pret(ar-me esses obiequius, eu repetire aqu',
pos, qui o pretenciou, e que tallo procorou desviar | mais deseovolvidamente, o qut tinha dito, islo he,
o lente coronel Cordtiro do peiigo que tile pro- que o Sr. Brandao nao lem nenhum direito, nao e-
prio provocara, o disie em Genipapo, no dia do fu- la' habilitado a vir aqui fazer alardo de si, inculear-
ueral, fazendo convencer aos parenlea do morlo que
uinguein tiulia concorrido para lo triste soccesio, s
nao elle Cordeiro. Senhores, he preciso nao ler co-
nheoido o genio do linado Cordmro. Elle era homem
de nrremessos, de oesplanlea, e de eslouvamtutos
lemiveis, embora no meio de ludo iua tivesse um
boro eoraeao; mis negar que elle ara arrojado, e qut
n8o lolerava que niiiguera avuliasse dianle delle, he
querer desconhecer a verdade.
O Sr. Pereira de Brilo :O maior ceg lie aquel-
lo que o9a quer ver.
O Sr. Pinto de Csmpos :Moilo bem, disse ama
grande verdade, que tomo a literdade de appbca-la
ao nobre depulado, qut conhecindu o como o faci
se homem puro, para assnn linear alloses injurio-
sas sobre seus eollega, lindo, como he, um homem |
julgado pelo jar\ dtsta ci lade(rcclainac-s .
lun Sr. Depulado : Rtfert-e ao um membro I
ausente, i>so nao tem lugar (apoiados).
O Sr. Mello Ktgo ( Joaquim ) : Ea ja disse r-ne
fazn esta reclainacfio, por que nao poda prescindir
dalla, mas nao ire adtanle, qaero sempre de alsum
molo respeilar a ausencia do Sr. Brandan.
O Sr. Souza Ret: Wa ausencia de seu col-
leja!
L'm Sr. Depalado : Caso virgem a i prnca-
do palo nobre depulado.
O Sr. Mello Reg ( Joaquim ): F.a fneo re-
ae passou, tinge U-nora-lo, * lirar-me urna pecha infame...
t) Sr. Pereira de Brilo da um aparte.
O Sr. pinto de Campos :Si n, a na cabeca do
nolire dtpotado \ jdea aiiinliar-sesemeihaiile inous-
Iruosidade !
t) Sr. Pereira de Brilo ;O nnlira depalado he
qut he monsluiosi lade (reclam;i(des).
O Sr. Pinto de Campos ,'coin letet) :E o nobre
depulado he urna asquerosilade personificada !
iUuIiuimIH *- r*lafT,c50e9.)
O Sr. Pinto de Campos:.Nao imagine o nobre
dejsutado que heide recuar dianle de suas aggrtases
crea qut sempre Ihe heide igra Jecer o favor que me
fez de proporcionar-me e*la occa*iao de txpor so-
lemnemente o laclo* que se de im no Brejo.
O Sr. Pareira de Brilo :Contando a historia a
aeu modo.
O Sr. Pinto de Campos:Contando a historia
rerdiderra, a historia aceita e icconhecida por todos
os aapirilal iiuparciaes. aceita por muitos de seus p-
rente* ; pelo proprio Sr. padre Cordtiro, qua das
dcpolado, sendo que dous lio *eu-e uinaos do ti- j epoi* vindn pregar em Bezerrss declaroa a moita
nado Cordeiro, hnnram-me conslanttmenle com oa
MIM snllragio para depulado geral e provincial ;
prova evidente que elles me Ifieo a josliea que
o nobre depalado me oega por mero despeno.
Senderes eu apezar de reconhecer que ia srr-
vindo de algama utilidade aquelle termo, lodavia o
continuar na delegacia era uina verdadeira violen-
cia para mim. Quinze das depois da minha po**e
pedi a demnao ao Sr. cooselheiro Honor o, lem-
brei Ihe at qoem me devia sub-tiliir : S. Etc. rea-
pandeu-m qua nao era potsivtl dispensar a ronli-
uoacan le* meu* aervic, i* ; que en conta*se demo-
rar-,ne no Brejo pelo met n qtiatromezes. Esta res-
liost* alllijio-me bastantemente ; e logo que o Sr.
u/.a Ramo* aqu etiegou, Ihereptti a memaeoua,
liz-lhe sentir que nao poda mal* ruin o peso de to
araOM eornmis*ao. Ktspon leu-me S. Ele. que ea li
o discurso do Sr. Brandao, e nao por que esteja elle
aaseute. Ojaudo mnmu elle aqui esltviss, eu rao
recuarta....
Urna voz : Elle ja declarou que no tinhs pre-
leaeSe a valantao.
O Sr. Mello Rejo ( Joaquim ): E eu o declaro
agora. Tolo o meu valor, firma-se ni eOMcienell
que felizmtule tenlio, .le qut ssmprt qae sacudo a
casada acho-a sem p.
( Ta Jivereoe apaile-
O Sr. Mello Reg ( Juaqaim ) : r. presidente,
se ea quizeise Incir nos de'gracados a contecimenlos
dos das -6 e :>7 de julho de Isi8.......
fui apreienlada em segunda discnssao.co t*tava con-
vencido de que elle nao tinha paado tm primeira.
O Sr. tlliveira :Paisou, isto he urna acru-ac.lu
que faz a mesa, que he incapaz de proceder desla
uianeira.
O Sr. Martins Pereira :Penloe-mt, o nolire de-
potado linda me nao oovio como me julga ? No da
era que o prnjeclo (o submeltido a segunda disem-
ino, eu dirigi-me a Igun* collegas manife a duvida em que lahorava oe que o projecto nao ha-
vta panado em primtira dlaeonla, mas dizen me que eu eslava engaado, prueure espanrar de
Bita eepinln iemlh>nte tluvida. F>t,' Mleafailo o
nolire depotado '.' V que eu nao quiz accosar a
mesa...
Sr. presidente, Jira" da noas allribuicuc a ini-
ciativa da materia desle projeelo '.'
O Sr. Oliveira : Isto ni diz qoem nanea olhou
par i a le do I ele oulobro de IS28,nem para o re-
gulameulo da eommi'sao da saude publica.
O Sr. Martins Pereira :Sr. presidente, sera' o
aparte do nobre depultdo nina necusarao ou mais
alauma cooji a mim oa nao } He, maa nao me im-
porta com ;. arcasarjAo que o nohrt dtputtdo mt faz,
* vou meu caminlio, iiendo que n projeelo em dis-
eo*an he eicenlnco re no-sa altribaie^e.
O Sr. Oliveira :Nao apoiado.
O Sr. Martins Pere ra :Provo-o com o regola-
manto da muta central de hygiene publica, he a ella
que compele, na crlt, e a commis^oes oas provin-
cias, propnr as camans municipaes as medi.ta que
entenderem couvioha'eis a ben da salobridade pu-
blica.
OSr. Oliveira :Ca regulameolo do governo nao
revoga a lei do I' de outubro.
O Sr Martin* Pereira : Diz o 5 > do arl. < do
decreto n. 59S de li de aelembro de 1850, que
creoo a jonla central Je bxiene o segoinle : (l).
Ja* v por lano o sobre depolado, que o i -2- do
arl. 4 iinpe as cmaras manicipaea a obriga^ao res-
tricta de reduzir A pinturas as medidas eligidas por
eail junta.
O Sr. OliveiraO artigo niio he obrigalorio.
O Sr. Martina fereira : He, lano qut manda
qoe quando a jaita ngo fr altendida, recorra para
o governo geral.
O Sr Oliveira : Mas o eoverno geral uao pode
obrigar a cmara- a confeccionar postura.
O Sr. Martins Pereira : Senhnres, essa dipoi-
eao he posterloi a lei do 1' de oulobro, que regula
as allribuices las cmara*, e para que ama dispo-
sicao de lei resegu a que emitir em contrario, nao
precisa qae eirressamenle o declare, a sim implci-
tamente.
O Sr. Olivein : l'm regulnmenlo nao pode re-
vogar urna lei.
OSr. Marina Pereira :Mus este he um regola-
ment confeecimarlo em virlude de uina aolorisarlo
especial dada ai governo pela assembla geral, em
vista de remedar males que ixistiam em grande
escala.
O projeelo tmdiscasaao da' faculdade a qae qnal-
qoer individuo possa ler casa de drogas indepen-
denle de qoali ade de pharmaceuticn. A nns.a le-
gMac,o munic pal, as posturas que foram confeccio-
nada por um; de nosas illuslrc,es medicas, que
foram sustntalas aqui por esst medico em I8.")0,
quando faziain parle desla casa os Srs. Maciel Mnn-
teiro, Klavicuiu-, Dornellas, niio um denes mdicos
se oppozeram i passagem deslas posturas, notndo-
se que ellas foiam felas anle* da promulgsran desse
reuulamenlo di junta central di hygiene', pori-m
essas poslurai i o rcgolaroento dtrivam da mesma
fi.nle, da leuilai.lo Iranceza aobre saode publica.
Eu nao acho cnivenieneia aluama.
Sr. prtsiJeuc, na revoga$a do arl. do til. -2-
das posturas rninicipaes dt I8.V), nao acho ennve-
menea na adojj.lo dessa dispoic3o, porque ella vai
abrir a porta a diosos immensos ; he orna dispoiieao
Ilegal, porque i arl. l do regolamento da junlade
hvgienc eii^e |iie os boticario e droguista* nao
abandonem saa* boticas e drogaras sem qae deixem
ah pe*soa l'ahiltada.
f) Sr. Olivoir;:Islo s.lo boticas e nao armazeus
de draga*,
O Sr. MarlinsPereira :Boticas e drogara*, diz
o art. M.
(i Sr. ()|ive;ra:Nos armazen nao se aviam re-
ceila*.
O Sr. HarllnaParaira :Mai eta disposieao pode
traver o inconveiienle de, na frente haver'easa d*
droga", ,|, prtele delraz botica, e he islo o qoe eu
mo qnero que atdd, he para evitar esse abusos que
eu me oppnnho o orejele, porque o nobre depu-
ll la bem 'abe cae nem lodo o numen- anlepOem
an seas inlarejat o bem publico.
ti abato Mili tanto*, se este projrclo dt appro-
va<1o, qoo :'* nes veremos obrigi*dos a revoga-lo.
Slo BilM a coi"irnce* que por agora lenho a
fa>~r.
o Sr. Oliveira retpiodt ro precedente orador.sns-
i.-..^-n Trrai*in Oo.iiojecio.
Tanda dado a hura, fca a discussao adiada.
) Sr. Presidente rrarca a ordem do dia, a levnTa
a sessao.
caridade, II liomen* e 1(i molhere* qae |iagam a
casa, ID |irae.a do corpo de polica.Tolal 83.
Mortalitade n lir 30 de ahr d* 1858.
Iinlora Mana do O', prela, soltetra, 40 alios ; di-
senteria.
Mara, prela, i.lleira, '.10 annos ; hepalile.
Joan, pretu, cscravo, soltiiro, ii annos ; encepha-
lite.
Mantel K-leves da Cosa, branco, casado, "> anuo* ;
pericardile.
Joaquim, prelo, eseravo, solleiro, 1S annos ; phlhi-
iica.
Dia 1 de maio.
Fortnalo, preto, I i das ; ttano.
Jn*c, pardo, 9 mezts ; couvulie.
Iioiniiigus, preto, eseravo, solteiro, X annos ; rliar- i dila
,,IM- dos dita de IM, i ditos tapete, I dito hiela, SI gi
Marta da Conreiean, parda, solteira, 2{ aunos ; tu- Bos louea, i cesto* batatas, JIJO sarco arroz,,',11 bar-
ia sleiras de preperi......
lia Eatopa nacional........
27S estningeira, nio d'obra
------- familia de aramia. ......
:tx:> niilho.......
n mandioca,. .
853 Feijao............
l I-'uni em rolo bom .
-------u ordinario......."_
891 em felba bnm.....
ordi n.ii io.....
reslolho .....
. urna
I
.
@ :isooo
2500
.'Alqueire fiS300
alqueire K^uoo
berculo pulmonar.
Juvenil de Sa' Brrelo, branco, solleiro, I i anuos ;
phthtsica.
Tolal
E IMPORTACAO'.
Calara incleza "Hermioiie, vinda de Liverpool, D o
consignada a Johnston Paler iV C, inanifeslou o ee- Gengibre.
&<"<>> Gomma..........
til lardoa e SO canas fazenda de algodao, 4 dita Ipeeacuanlia........
le buho, 7 ditas dita dt buho e algodao, G far- |.enha de aehas urandes
a n jiequenas
lroi
>$
ilq. al
*
ce uto
ns inaiiteiga, 1 canas lencos de algodao ; ios con- Praiichoes de amarellode 2 coslad. s um
juvenil ae sa uarretn, branco, solleiro, 11 anuos; igualarlo. "
phllnsiea. -2 can-s azendi de laa, 1f, dita e 58 fardos dila Costado de imai^dVl.Yi di
Primo, pardo,., da* ; lelano. de algodao, 5 ditos dila de l.nho, 1 cai>. arreios ; a l"" -i ,1 ;I
Iranciaen, pardo, !1 da ; letano. James Crablree ^ C. d' ,:." :. ......
Angela Marta da Conceie.ao, branca, viava ; e.yii- > caitis e 2 fardo fazenda de algodao ; a Jo3o Cn-ladinlni de"."1*0 '.'.'.'.'. '.
. *^ I i_ ** 1 Snullm .1,. ruin
li'stHHI
liMlX)
lgdO
14000
ll-IKI
alOO
i 4:8ii(i
3>(HKI
1 jOO
llalli
3590011
"-'com'
I.111/.. branco, 5 mezes ; convnlsC.es. 15 fa.t,,, lateyada de auadao, I ditos dita de 13a, FuroV^li'!!,"''
Joao tionjalves da Silva, branio, aolleiro, :llj annos; 50 barr* maule ga ; a James Ryder & C. ( I d | '
\S?tt^lgBA di,. d. de laa. I ?
arrem* para rabriolet,
bvdropesia.
Dia 2.
Manuel de Jesu*, branco, solleiro, 18 anuos ; febre
perniciosa.
Mana, branca, 2 annos ; telsno.
Molesto Kodrigae de Farias, pardo, solleiro, JO an-
uos ; febre beliosa.
Jos dos Reis, pardo, solleiro,j2> annos ; febre gs-
trica.
Manoel, pardo, 2 dia, eseravo ; hemorrhagia.
Jos Amonto Francisco de Araojo, pardo, lolteiro,
febre iiillammatoria.
Manoel, prtlo, eseravo, solteiro, 30 anno ; bezigai.
Matadourn publico. Maloa-se no dia 1 para
consumo do dia 2 do correte, a aaber :
Companhia das carnes verdes.......51 bois.
Ricardo Itomualdo.da Silva.......10 n
Souza l.ima.
Duarle.........
Souza Queiroz ....
Souza "lavare-.....
Ferreira .......
Luir de Queiroz .
Jacinthu........
Juan >epomnceno. .
Francisco das Chagas.
para
Matoo-se no dia 2
eorrenle, a saber :
Companhia das carnes verde*. .
Manuel Francisco de Soma l.ima.
Duarle...............
Ricardo Itomoaldo da Silva .
Sooza Queiroz..........
Souza lavares ..........
I.uiz de Queiroz.........
Moreira...............
Jarinth...............
Jos Joaqoim Ferreira......
Joao Nepomueeno........
Francisco das Chagas.......
Tolal. .
consamo do
10
9
4
3
3
1 1.
1
99 bois.
di* 3 do
13 bois.
8 i>
Tolal.
tile amanhaa.
8li bois.
EtJrARTiqaO OA POLICA.
Dia 1 de maio.
Da participare recibais consta que foram
pre*is :
['el* subdelegacia da rreguezia de S. los.
John Ilnnti, branco, Amenrano, idade 32
annos, marujo, sabo ler e escrever, e o es-
eravo Barlholomeu, preto, solteiro, crioulo,
idade 30 annos, ganba lor, ambos sem parle-
Pela subdelegada da freguezia do Recife,
Francisco da silva AzeveJo Cabra 1, branco,
solteiro. Portuguez, i lade 19 annos, anal-
pbabeto, por insultos, Antonio Jos dos San-
tos, preto, solteiro, idade 25 annos, estiva-
dor, sabe ler e escrever, por insultos.
Pela subdelegada da freguezia de Santo
Antonio, o eseravo Qucrino, preto, solteiro,
crioulo, ida le 21 annos, pintor, a requeri-
mento de seu senhor.
E pela stiblelegacia da fregue/ia de S. Jo-
s, o eseravo Pedro, preto, solteiro, natural
de Angola, idade 25 annos, pintor por f-
gido.
Conforme, o secretario
Huilln A. de Almeida.
gente que seu diguo iriuao perecer victima de iua
precipitarn.
O Sr. Pereira de Brito :Ene homem est de-
mente.
O Sr. Pinto de Campos :Eli demente, porque
diz a verdade, admiro que o nobre depalado asstm
se exprima com um seu lio a quera devia respei-
lar...
O Sr. Pireira dt Brito da' un aparte.
O Sr. Piulo de Campo :Euiao a comequtncia
he qoe eu mmilai matar o t. nenia corouel Cordei-
ro '.' Diga-o, deijie-at de rodeoi- ; invoco a iua pro-
pria couseieocia.
O Sr. Pereira de Brilo :Digi-lhe que o3o posso
dizer qoem foi, porque nada V .
O Se. Piulo de Campos:Acceito a na confissao
embora dobia ; porque dovidar nao he aftirmar. bt-
vesse resigua;o ; que nao poda rttirar-ma de orna nlu.re-, o soldado coubeceu lano que matava um
1.marea a nde me haviam levado circumslincias homem qut o aggredia, que nao lusiloii ir apresen
!viraordinarias, e qoe se p r ventura eu de la* sa-
in*t, antes da ordem consolidada, icria o responsa-
vel por quelquer evenlualidade que ipparece*e.
Em visli de respo*la lao terrninanle, contiooe a
. unil.rir o mea dever, leudo a salisfaceao de ver ja
qoasi vigorado o f-uclo de tanto trabadle. A co-
marca mostrava o mais lisnngeiro asperlo ; ja' nao
havia mais nada que recetar. Ktsolvi poi* defniliva-
menl* relrar-me, embora nao livese ordem para
iso, de molo qoe anda boje aou delegado porque
iuuc* ful demitlido iri*o|.
Antes de seuuir pan e-,la capital fui passar algn*
1111 Poco, f zenda do meu ami;o o Sr. coronel
' .iiobaiin. Na vespera porcm da irnnlia partida para
iqui receln um nlll.-io. do rnnimandanle do desla-
camaMata qut eu havia deitado no Brejo, e que vive
icliiilineiile nesta cidade, e com alie nao tenho re-
lace*. ISao vi a pessoa que me Irojxera esse ufliciu,
porque ja' era noile quando m'o enlregaram. De
( li diversas reclamaeoes, de modo que nao po-
demos apaubtr o reslo do peusamento do orador ).
O Sr. Mello Reg ( Joaquim ): En bem podia
ler a 1 11 ( tirando do bolso um jornal ) a s-menea
do jury do Abyssinio .... ( nao apoiados, reclama-
ee*, sussurro prolongado ).
Lina voz : Veio bem proveuido.
O Sr. Mello Reg ( Joaqoim ): Sem duvida,
para confirmar a veracidad* do meu aparte, se fosse
contestado.
O Sr. Presidente : O nobre depulado pedio a
palavra para orna reclamado, se ja a fez, nao pule do do Paco; mas hoje de lado le abnsa.porqoe nao
FAG'NA AVULS&.
Boleeiro* esuatlibrra. Pelo que observa-
moi lodos os dia, nac se pude ditiiii!iiir quid seja a
librea do* bolteiros t criados de braje*, porquan-
to cada um particular farda os seus criados coro
que mais Ihe cuiivni, qur Ihe perlenea qur
11A0. Boleeiroi leinosvisfo usarem de libreas verdes
rom galOes de prala, rae nao podem e nem devtm
lrzer por pertencer s.mente este uniforme aos cria
Ziano bt ^trnttturo.
Sa aeao dt.honlem. depois do espedienlt, o Sr.
Peinlo Duarle apresenlou um requenmenlo |.ara
que e pedi*se infiirinaee* ao governo acerca da
pnsao que soflre o eaiiiiau Bezorru. >*tlslawailA el*
rajen, josliticando tm termo lisnn?eiros ao dliu
upilS*. O Sr. Mello Kego (Haphaeti acompanhou
o Sr. Peixoto Doarte 110 bom coneeto que Iht me-
reie ee nllieial, coml.atend.- todava a conveniencia
do requenmenlo. Posto a votos, foi estt regeitado.
Passando-se a ordem do da oraram obrt o pro-
jeelo ue forra polica, os Sr. Souza Reis, qneorcu-
pon a alinelo da casa por quasi duas hora, e o Sr.
(joncalvt Cuimarats.
Dada hora, o Sr. presidente marrou para a or-
dem do da de boje a terceira discussao do projeelo
11. 10, e conluiuacilo da dncussao de houtem.
Eram duas hora* e roeia.
. capa de ebuva e amoslras; a
Arlvwrighl, Tuckne-s C.
I rana droga : a lien Furntis.
20 fardos e 21 Calilla fazenda de algodao, 5 fir-
do* fazenda de linbe, :l dilo barbante, 1 caixa fari-
nha de aviia, 1 dila diveuoa ; a Patuu, N*ah
& C.
(i caixa*, 3 barricas e 1 fardo drogas. S barricas
garrafas vazia*, I dita lauca, 2 dila azeile de aroen-
doa, 2 caias dito de m-mona, 2 ditas caixai para i
(ululas ; 1 Joo da C. Bravo.
I lata queijo, 1 barriquiuha lingoas; a (.. Slarr
i!v C.
3 caixn l.i-coilot, 1 dila qaeijn, 2 ditas preson-
Ics, 25 bar. is maoteiga, I dilo vinho. 2 barricas con-
ervas, 2 dilasceivrja ; .1 M. J. da Feote.
3 cana- fazenda de algodao, 2 ditas lencos de di-
lo ; a Fox Brolher*.
1 caixa eouros ; a Rabe S.-hmeltan g C.
1 dila queijo, 3 ditas biscoilo, I u la presun-
to*. << ditas conserva, I dita mostaia ; a J. F.
Lima.
li'i Inrriqninhas salitre refina Ir., 25 harris oleo de
lnhaea, I8ditei linln, I dito colla, 2 .tilos e I cai-
va drogas. 5 barricas lerptntinas ; a Barlholomeu
Francisco de Souza.
I ciia cordes de algodao e de seda ; a 'l.inm,
Mooseu ^ Vinaase.
50 taixa de ferro, 1 "mbrolha regot, 1 caixa di-
versos, I dila foimas para as*ucar, (i dita ti roda*,
Mj pe;as e 18 rolhes roachinismo : a U. N\ Bow-
inan.
21 fardos e 11 eaixa* fazenda de algodao, 1 bar-
rica garrafas, 1 dila cobre, 1 caixa roopa, 200 sac-
eos arroz, 50 barris manleiga. Tti gigos e 2 cestos
louea ; a Saonders, Brothers *\- C.
H barriqaiuhas pregos, I faido bailas ; a E. II.
Wyall.
S canas faltarla de buba 19 lila de algodao, 10
fardos barbante, 2 dilo lona, 9 caixas biscoitos, 5
ditas moslardi, fi dilas conservas, 2 dita qaeijos, i
barr presunto ; a A taimen Howie & C.
39 canas fazenda de algoiiio, 19 fardos dila de
laa, 8 caixa chales, 2 dila leudos, 2 barrica cule-
lena, 115 barr manleiga; a Suolhall Mellors
e ('.
5 caitas fazenda de linho. dita a 9 barricas fer-
ragens ; h James Hallidav i C.
I caixa objeelos d* ferro, 1 dita meta*, dilas
biscnito, 1 dita chapee de sol de seda, 50 gigus lou-
ea, 10 d to garrafa vasta, 3 barrica lerragens, 30
dita barrilha, TI toneladas carvio de pedra ; a or-
dem.
1 caitas miadezis. 5 ditas fazenda de laa, 32 ditas
e (i fardo dila de algodao ; a Henry on.
51 lava* dt ferro, 50 barricasenxadas, 5 ditas fer-
ragens, 3 dila culiUna, 18 ditas pesos, 110 dilo,
50 chauas de fogao, 2 barricas lampas para as mes-
mas, 70 per/ai e 8 caixa machinas, 12 letras, 8 bar-
ra azeite, 3 ditos e 1 rana drogas,5 barr linlas.328
barras e ti feixe de ferro, 1 caixa fundai. 2 dltai
nnudezai, 15 ditas fio di algodao; a S. P. Johi-
lon.
I fardo e 1t> eaixa fazenda de algodao, 5 ditas
' -ii.br.ia. 1 dita uina barra d* ferio, 2 Jila, e-cas...
do rame ; a Kosiron R.mU.tr & C.
1 caixa om baromelro e dou orillos ; a Rothe ek
Bidoulac.
50 barris manleiga ; a Bastos i^}I.emo.
7 caixas chapas de cobre, ti bar icas ful lia de ll.m-
dre, 35 dilas enxadas, 50 barris manleiga ; a Barro-
ca \ Castro.
1 -accos amustia- ; a diversos.
tingue inglez nWelter llaine, vindo de Ierra No-
va, consignado a SaLnder Brolhers & C. ; mtuifea-
luti o eguinte :
2,760 bairicas bacalbao ; a ordem.
Soalho de dilo
Forro de dilo ....
> cedro .
Toros de latajuba .
Vana de pareira .
agoilhada .
_ quins..........
Em obras rodas de sicupira para c.
u d eixos o 11 a
Mel.................
Milito...............
Pedia de amular.........
filtrar..........
)> rebolos.........
Piassava em molho........
Puna- de bol...........
Sabao ...............
salsa parrilba..........
Sebo em rama..........
Sola ou vaqutla..........
Tapioca.......,,,,,.,
I tilias de boi..........
Vinagre.............
4'ijUOO
atljOOO
lSOOU
12JIX0
-*m
lasooi)
105000
0500(1
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'50011
1528(1
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159211
f,Htn
30.5000
203000
caada ?3UO
alqueire 15500
urna -i.ii
(iaoiKi
13000
5200
40200
5121
205000
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5501)
9320
loroou
quintal
duzia
par
. um
cento
*
B
1
meio
m
. ceulo
. pipa
*Bt&i*umt deporte
Navio mirado no di* 2.
Terra Nova29 rtias, brigue inglez nSpriMi. de 2ii
toneladas, eapilio lleurtque Roper, quipagem
12, carga 2,57> barricas com bacalbao ; a James
Crablree 4 C. Pertsnea a tireenock.
Navios sabidos no mesrab dia.
CanalPatacho sueco Ebb Fredericko, capitn A.
F". Slromberg, carga assucar.
Rio Grande do NorteBrigue inglez eRosabeo, ca-
Saspeadea do la-
pil J. James, em lastro,
miran.
Navios eotrados do dia 3.
Babia10 da, brigue inglez cr.Vsia, de 250 tonela-
da, cajitao T. J. I huma/, quipagem 9. em lt-
iro ; a Scoll YVilsoii. Perleut* Londrea.
Baha9 das, brigue brmleiro Laura,o dt 240 to-
neladas, c-1 11.1.. J-.aiiu 111 Peietia da silva Maller,
quipagem 12. carga farinha de mandioca e mais
seeros ; a Antonio Luiz de Oliveira Aievedo.
Perlence a Bahia. Pasaageiro, Joaquim Manuel
Pereira de l.vra.
Babor l.race29 das, brigoe inglez tBelle,* de
I18 tonelada*, capitao W. Broik*. quipagem II,
carga 2.100 barricas com bacalbao; a Saundeie
Brolhers & C. Perlcnct a Liverpool.
Terra Nova32 dia, brigue ingle/ oCvmbelioe.o de
219 lonelada, repitan James Tl.oni.on, equipa-
itan 13. carga 2.510 barricas com bacilho ; 1
.lames Crablree 4 C. Perlence a Liverpool
Rio de Janeiro8 da, brigue nacional Tris A-
migos. de 312 li.nela.iai. capillo Claudico D.
(,onclves. quipagem 13, carga vasilharoe o moii
genero; a Aulonio L. de O. Azeftdo. Perlence
ao Kto de Jaueiro.
Navios sabidos no mesmo dia.
Ilha do FaialEeuna portogaeza crltainha dos Aeo-
rei.D eapitan Antonio Joa de Me.toirns, carga as-
sucar e agurdenla.
LiverpoolBarca iugleza Inioaene,.. capilo W.
Wnliatn, cun a lutama carga qae Iroate de Ma-
celo. Susptndeu do I.amaran. Pauagairo, Dr.
Mj, sua senhoia e dou filhos meiime.
CONSULADO C-ERAL.
Kendlmenlo do dia 1.....
Idtin do dia 3.......
DIVERSAS
Rendimenlo do da I .
dem do dia 3 .
PROVINCIAS.
2:3085126
4:3509317
6:6583143
342J389
8I0
33(4783
7.1*
2 5 I
~"
^. o t-
c a
C =
:-. ~ as es
" o. = 3
Hura'.
Almotphera.
lar-se ao seu commaudanle, con .and .- be o que ha
va 'iicelii.i ; e n. te mais a naaa, qae o eoldado
nao suube a quem malou, lano as-im que s muilas
horas dtpoi htquesesoube que a victima tora o
tenente coronel Cordeiro.
O Sr. Pereira di Brilo :!> he irriiorio.
O Sr. Pinto do Campos :Irrisorio be o qae diz
o nobre depalado ; irrisorio be .icgar ama verdade
eonhecida por tal.
Preso o soldado, Sr. presidente, foi logo meltido
em proetsso. Esorevl immelinlamenle aos meo
amigo* do Brejo, que era da nona honra que easi
soldado fosse punido severamente ; e com efleilo,
respondendo elle ao jury, qaan lodo compoilo di
amigo- meus, cell a. niuuu-o a g li perpetua .*
0 Sr. Pereira'de Brito da' uri apart*.
O Sr. Pinto d* Campos :... depois de coudem-
nado, veio remelli 1.1 para e*la capital. Ao chegar
aqut, o coronel Araniim Bezirra, qun era entan
uuile iin-inn liz a rtaposla; mas de manhaa mu cedo commandante das arma*, o interri.gou de novo so-
|.reparaudo-me para aeguir viagem sem ja me lem-
brar .10 nlficio, chega-se a mim u capitn Francisco
das Chagas, que com oulros moiti.s emigoi me qui-
/eiaroae mpanhar, eme diz : io soldado que Irou-
>e o ofticio qaer a resposla, elle aqui esta'.. 1 ru-
iiiailiatamenle em preseuca de mais de quareula
pessoa enlreguei ao toldado a minha re-po'la, tem
a 11 miar Ihe uina palavra, e elle parlio...
O Sr. Pereira de Brilo:Fatalidade, e este mes-
100 .ulda.li foi o atsatii,o.
O Sr. Pinto de Campos:... e no mesmo instante
inuntei a cavallo ; entretanto o sollado seguio pura
i< Brejo, e ao chegar na euerazilhdda da estrada de
Tabocas....
O Sr. Pereira de Brito:Jallamente lambein no
lia em que o nobre depalado havia dado um passe
10 lenente-coronel Cordeiro.
O Sr. Pinlo de Campo (depois de al2uma paosi, :
Este aparle do nobre depolado veio d*spertar-me
11 memoria de urna circamslaneia mai impurtanle
pan o meo cao. Asradeco-llie o favor qua me a-
eaba de prestar. Interrompere pois o lio da minha
historia, para referir mais urna prova das minhas
boas diipoticiies para eom o tenenle-corouel Cnr-
deiro. Das depois da fuga desse senhor...
O Sr. Pereira de Brilo:Fuga ? Elle eslava em
urna fezenda.
|.oi na fuga.
O Sr. Pereira de Brilo:Elle n.lo etava preso.
O Sr. Pinlo de Campos:Estimo qosj o coiiTesse;
toa* m nao eslava preso, tinha o dever de nao reti-
iar- ledeniia*.
Mas, dizis ea, enflore*, que dia* depois do desap-
p 1 1 unen!.. rt0 leutnie-curnnel Ctajdatro pas-uu
bre o faci, ammando-o a dizei a verdade, pns qoe
elle nao eslava mais deb.iiu da acc;ao dot liomeni
du Brtjo ; mas o soldado, enhores, ratificoa ludo
quaulo havia sempre dilo ; prolestou que ninguem,
eaaa tile tinha lulo parle nesse aeonlecimenio.
O .r. Amonm Bezerra anda vive, elle que o diga
se (alio a' verdade. I", iii-ta-me mais. Sr. presidente,
que qonulu ltimamente o mareetial Coelfiu fora a
lili 1 de Femando, alguno de sua comiliva encou-
Iraii.lo la' o soldado, Ihe fizera a rotsma inlerruga-
(ao ; e o sollado eonfrroou semprt o seu primeiro
depoimento, sem neulpar a ninguem. E loria cri-
vel, senhori'-. que e*.e infeliz. 110 meio do rigore
da saa ittoarau ocrullasse que Psdro oa Paalo era
en cmplice em um aclo, pelo qaal ella soffr t t
por toda a vida ?
L'nrn voi:Isto he irretpondivel.
O Sr. Pinlo de Campos : Senliore, pesai bem ts
faelus que vos tenho narrado ; consollai a todas as
fonles que tenho indicado, coi.hecereis iniqaida-
de com gue urna un nuiia vo/. 1 indi murmura pa-
los cauto dat roa, que eu live parle directa, ou in-
directa n**ee horrivel aurcisso I
OSr, Ptiioto Duarle:A npiniao publica ha
multo qut o absolva dessa nr.planlo, e Ihe faz
loda a justiea ( apoiado. }
- O Sr. Piulo de Campo:Sim, eu mi felicito do
intimo d'alma, por ter sempre encontrado na opi-
111,10 do meu paz a man plina juslica. Apezar des-
se* labeos lollatei do que alcuu- du. meus desjllee-
los prncoraram nodoar-me, 11.10 tenho ale boje dei-
xado de ser a im ilido ai altos circules do paiz. Mas
o 1 obre d plalo, na falla de facios coro que me ac-
comuiella, appclla para a accusaje* da imprensa !
Seuhores tjuem pode conte'iar que os lu.mens
man vnluo-o-, que o caracteres mai eminente, d
|iela Villa do lirtjo a Sr. Dr. Manoel Joaquim Car- sociedade tem vergado a's flagellai;e< da imprensa,
iieirodaCunlia, mu del membroa mais dillinelos
.lesli cas, e qoe p..r fatalidad* nao fe acha atora
e-iile. (iieg.r.iin elle ao Breju me die : Pastel
por ;.qui. nao M para v-Io, como para Ihe pedir 11111
.'an ie lavnr. Di.a-me o qoe ha contra 1. lenle
cortinal Ordeiro ? Reapondl que perora nada havia,
qoe elle fot qaem se lizera susptito, evadindo--e do
llrej...
Poli beta, replieou o Sr. Cirneiro da Cunha. de-
)"jo restituir a paz e*e hn.nem, e servir a-iu. a
v-a pn, que comiso se tolere*** ueste sentido.
R*poudi anida ao Sr. Cu unto da Cunha, que e o
tenvnl- coronel Cordeiro encontrara em miro t. me
la ir .rulliiui.utu, ni.an* no lempo em que ell i de-
verla yarecer mai* colpado, qoaulo mai acora ; por
'*oniegxioie dei-lhe lo.la-a- promessasde sesurauei,
. 11 iii.lava orna forja volante pelo lado de IV-queua.
,im com a oulras autnridales, recommendanl -
be- qtie s encoulrasaein a lente coronel Curdei-
ra.oio Ihe liiistem o menor mal, salvo se tile resi-
lt*se a pnsao de algn, cruuiui.so que me issevera-
vam indsr co e|t. se ateeotao. senliore*. tu nun-
a Imita uereSu,,i0 lenle eoroQol Cirdeiro. da-
tuelle da em .lianle linda menos. Smlu ler pardi-
llo urna carta quaei|a diripri a seu trinan n Sr. pa-
dr Josc Ccrdi.ro, vm que lite dina, que relirou-te
em que par i*o hajam soflridc no eu crdito
O Sr. llego lluros e nutres : ipoiado* ; aecusaefies
vasa- nao .'-sacreditatn ninunein ; a rejiulacao* do
aobre .(anulado e-l cima Helias.
OSr. Pinto de Campos:Na0 duvi tu, n.lo neg
que eu tenha -ido victima da mai* atruzes aeeu-j-
(OM pela unpreii'i : ma* tenlu, ambem a loria de
declarar, que at hoje Dio deitei em p urna s im-
piitac.lo serla.
Dotarlo o nobre depalado a apresontar-me urna
-o. q ie nao fosal -egatda da mai completa refola-
{Si). O proprio ergio do partido liberal aaala provin-
cia lem-me f-ilo plena justiea em algn* artigo re
continuar a fallar, e ae anda tem alguma cousa a
dtzer a tal respeilo, rogo-Iba qoe se limite a tila.
O Sr. Mello Reg ( Joaquim ): Sr. presidente,
os nobres deputados, com os seus apartes, me leva-
ram muilo alem do ponto que eu tiuha viudo :
vou, pois, coucloir.
Nao era leero minha ler a tentenca a qoe me
retiro^ por qoe ja que nao fui para como Sr. Brau
d3o lao generoso quanlo devera ser, ao menos
coimnlia poupar-lhe e-a leilara ero saa ausencia ;
mesmo por que nao quero causar a casa desprazer
de adqaertr talvez a eonviccjto de qoe enlre sei's
memhros possa figurar algum que seja mdigno
dalla.
O Sr. Sotan Reis : Indigno Indigno a um
colltga Nao apoiados, reclamadles e aussarro pro-
longado } .
O Sr. Reg Barrot : Pela ordem}. Pedi a pala-
vra para fazer urna rerl imar.ln contra uina prupo-
i;.lu emillida na casa pelo Sr. Mello Kego (Joaquim
contra o Sr. Brandao.
0 Sr. Presidente : Perdoe-me o nobre depala-
do nao pode responder a reelaronrao que acaba de
ser leu, nao ha nada em uiscus-..
0 Sr. llego Buros: M o nobre depalado Sr.
Mello Kego I Joaqoim ) acaba de irrogar urna inju-
ria a um collega nusso que esta' ausente e tu prcles-
lo contra isso ( apoiadoa muilo bem ).
O Sr. Martina Pareira : ( Pela ordem ) Sr. pre-
sidente, eu .ulerea a considerarlo da casa um pro-
jeelo que confeccione! para satisfaztr orna necessi-
dade orgenle do circulo de que sou representante ;
suhmelli-o a cun.ideracVi do Se. Dr. Kaplista, el-
le fez-me a honra de reforjar a minha assigualura
as*i'gnando-o em segundo lugar. Entretanto que es-
te projeelo apparece publicado no jornal da ca-a
timpltsmenl* com a assigoalura do Sr. Dr. B-ipli.la
quando a palernidade me perlence. Nao he por que
eu Iaci questao sobre qual de nos deva em primeiro
lugar necupar-se em saliifazer as necessidadei do
districlo a que temos a honra de representar ; mas
1 a .(.mente por que sendo a idea minha. e leudo
i.lo o projeelo confeccionado por mim,quero que se
taiba que nao me esqaero dos intersse dos m*us
constituniles.
(iSr. Reg Monleiro (pela ordem):Sr. presiden-
te, recoiihtceudo que qualquer depulado tem direilo
de fazer reclamarles, quandu se dan iuexaelides na
publicarlo dos discorsos que pronunciam ; he este
um direito seu, um direilo inconteslavel, maa virem
os nobres depulado dicoirer sobre 01 roolivos em
que se fun I rain para ot aparle dados, t faierem
estas retlainarr.es, he o qut me paree* nao permilli-
do. V. Etc., como presidente da casa, qae lo bem
dirige os nossos trabadlos, deve empregar os meios
a sua disposieao par evitar eslt inconveniente que
me parece abuso.
Ora, cmqnanto aos tachygraphos, j que Unto tero
sido censurado,devo pela miuhi parla fazer-lli- urna
juilica. Eu nao lei seos tachygrapho podem tomar
lautos apartes qaantos so dao "aqui ; elles devein di-
rigir a sua alientan, especialmente para o oradm.e
quando muilo para oro ou oui.o depalado, que por
a-snn dizer esta dando apartes repetidus, oa mesmo
quando ha urna especie de dialogo, mas quando se
eraran minios apartes simultaneo, qoerer-se que
o larhvgraplio apantle todo, e cemura-lo quando o
nao faz, he sem duvida demasiada injosliea.
OSr. Mello Ittgo .Joaquim:Eu uao" me quei-
xti da lachygrapho.
O Sr. Kego Monleiro;Eu devo agora fazer urna
dectaraeSo ; poucas vezes lenho fallado, mas as mi-
nhas palavras lem ido apauharia de modo lal que
eu nao tenho feito nenhuma allerarao, apenas urna
mi nutra correceao puraineiilfgrammatic.il, e na la
mais.
OSr. Manoel Cavalcanti:Islo he pelo grande
habito que o nobre depulado lem de fallar.
O Sr. Reg Monleiro;Nao me tem sido neces-
sario nenhum addilainsiile, e ereio qae a casa lem
^orrcsJVouDcucta.
ha quero di-so lome c.nheciroiuto. E-le abuso (ero
te e-t.'u lidu a (al uonb, que al mismo algn bo-
leeirot de carro de alcauc usamde bbreasag*lodas,
algn* dos quaes tra/un divisas nos piiuho* como se
toasen) militar. Sganlo o qae st acha eslabelecido.
nenhuma pessoa pude osar de qualquer distinclivo
qae Ihe nao perlenea eque tmenle he concedido por
uro titulo e toda vez qae nao eja observado asle
principio, ludo sera' im chaos. Entretanto, presen-
temente tudo e faz san qae haj* qaem isso se np-
ponlia. Necessario perianto se ful qne com a mais
restricta leveridada seobserve o que acha eatabe-
lecido trtrea de bies nslinctivoi, assim como que a
dlustrisiima cmara dt*igne os uniformes de qae de-
vein usar os boleeiros das difireme cocheiras txis-
leule- nela cidade, cm eadendo a cada uina .Itllas
um pa-lrao diverso, pira que era caso de algum de-
sastre occaiionsdo peln carro, possa faCtlmenle ser
entibe' po pala librea 1 que coebeira perlence o car-
ro que o oceasiooou, orno st pralica em ootras pro-
vincias, t mesmo para qut nao se veja cada um dos
boleeiros ttajando porstu modo, nns de snbrecaa-
eai e chapeos de palha, ootros de jaqoeas e bonetes,
e ootros finalmente fadados t agaloa los.
O quarlel da derimn batalhio.Qoem nao li-
ver eutrado no qoarle do dcimo batalbao dt raca-
dore, nao poder' porcerlo avahar do aceie e acora-
raodaeoe que ntlle se eneontra, tudo promovido pe-
lo respectivo commai.dsott o Si. lenenle-coronel
Joaquim Kodrigues Crelho Kellv, sem que para es-e
lun Ihe leuha sido ne:essario importunar o cofres
da theiourana, lal Itm sido o seu zelo pelo bem ei-
i-r dos seas soldado. Tivemoa occasiao de ir visi-
tar este quarlel, e pelo meirao Sr. commandanlt oos
fui franquead* a entrada em lodos os lagares, ea)
cada om dos quaes fuios observando o maior aceio
postivel. All se encentra tudo quanlo he preciso
era om quariel ; hoaa companhia com su barra
de roaiteira, boa sala de rancho com paredes pinta-
da ; espaeosas e arejada prues lambein com bar-
ras de tu- etra ; hons qoartos de inferiores ; boa
reteria d* companhia ; e finalmente boa disposi-
eao da parte deas* digno commaudanle em promo-
ver li lo quanlo he d* meltioramanlo para stus sol-
dados. E ser*' ludo islo pouco "! Nao por cerlo, e
tanto mais quanlo todas essa bemftitorias lem sido
fetas com at ecouomia do batalbao, e sem qoe tora
ellas hajam tollrid.i as pracas a menor quelira em
tus iuiereei. Tambero fomo a secretaria e ptin
ni --li Sr. commandante nos foi mostrado o seu ar-
chivo e i-en; i.iraca ., a qual achamos em dia e ludo
na melhor ordem.
Imprudencia. Anda por ah um individuo
qae nao .b-lanle oceupar um emprego publico, se
ha consumido a vergonha de eu* companheiros pe-
lo estado em que quai sempre se acha. Esse indi-
viduo, cujo norae omillimo, e cuja con lelo he bem
digna de lastima, si ha lomado importuno e ale
intimo audaz, mormulle quando se acha desconcer-
tado de ideias peln terrivel vicio a qu* te tem habi-
tuado. Temos encontrado por vezes a eise indivi-
duo no mai depluravel e-lado, algama della pe-
lo* templos a vociferar contra este oa aquelle indi-
viduo e al mesmo contra a piopria religiao, ludo
porque lem sua razao escaldada, kfuilo lamen-
tamos o infortuno de>se homeir., e bem desejaramos
qu? soa familia quando o recoulteras-e nesse estado,
procuraste obstar a saa saluda para nao o expor ao
ridiculo da plebe, e nem rae*tno dar a eonlieeer o
seu estado, que sem duvida podera' concorrer para
a perda de -eu emprego, ou quando menos para orna
simples apo-enad ,ti 1.
O Campo l'erde e urna grande parle de *eui
habitanlet.Faz boje u ..* graiide parle dos habi-
tautes do CampoVerde. certas mulhere cojos coslu-
mes e mos precedente* a* lornam escandalosa* e
inupport*vci. Aiti be o ponto de reunio em que
o soldados le aiguns batalli-s *ao exercilar loda a
calta dt libertiu-gem cun aquella mulbcre, e aon-
' de a crapols pre*i le a todos os actos. Diversas itm
Srs redactores. Ouando ura hon.em
qualquer pralica actos de caridade e virtu-
des he digno da maior estltca e consi Jera-
qSo daquelles que conhecem esses seus
actos. Se, pnrem, esse ;boniem lie um sa- '
cerdote. raais digno de respeito e veneracHo
se torna.
NSo he a fofa lisonja que me arrastra a
vir agora publicar os aclus de religiosidade
praticados pelo Rvmd. Sr. Francisco Ferrei-
de Souza Branco, nesta freguezia, durante
as diversas semanas da quaresma.
Apezar de sua avanzada idade, nao trepi-
don ante o e&l'orcado trabalho de qt-o se ia
sobrecarregar. Seus bous; desejos e suas
vistas sempre chelas pelo espirito da nossa
religiSo, venceram todas as dillicdldades
que se Ihe anlolhavam.
Um dos actos mais bellos de nossa reli-
giiio, he, por cerlo, a Va-Sacra ; foi essa.
pois, a p-1 te d-que se encarregou o Rvmd
Sr. 11 11,-o. Antes de dar corneQo a esse
exercicto, elle fez patente aquelles que all
se .fhavant, em um bello e tocante discurso,
o quanto havia de sauto e puro nesses actos,
verdadei.'o sytnbolo do camiuho trilhado por
Jess Christo, desde a casa de Plalos al o
monte Calvario, chafndoos fiis corre-
rom cadeira da verdade, e fazendo ver
quanlo eram agradaveis a Dos as boas
obras; depois do que proseguio na conli
iiitac,"u) todas as segunda*, queras e sextas.
i.rande foi o concurso de pessoas que cor-
rern] dSo s buscar o allivto aos males
de seus espritus, por mel da coafissao, co-
mo a assistir ao santo ejercicio.
O espirito de religiosidade da populacho
desta freguezia mais urna vez se palenteuu
em seu maior auge. A attenr-.a'o, o respeito,
o silenaio e o fervor com que os fiis cor-
riam a igreja cm busca desses actos religio-
sos, e se portavam durante elles, so dtssj
provas exuberantes.
Oueiram, Srs. redactores, dar lugar em
seu conctttuado "Diario,* *s preguntes li-
nhas, que s3o a expresso da verdade.
Iztdro Dias da Silva.
Ci lade da Victoria 10 de abril de 1858.
DES1WCIIOS DE EXl'OKTACAO PELA MESA
DO t.ONsl LADO DESTA CIDADE NO DU
:t l'K MAIO DE 18.i8.
IjenovaItrigue tueco Malino, Whately lor-ler
& I".., tiUO saceos assucar.
CanaiEeeuna dtnainarqueza Agirii, Isaae Cario
\ t^., l.tliH) saceos a-sucar.
Liverpooltingue inulez nAdelaideii, James Kvder
i\ t... '200 arcos assucar. ,
Liverpool Barca ingleza -Tassou. Paln Nash 0\
C, I.OUO saceos assucar, 70 saccas algodao.
Lisboa Brigue portuguez "lara III, lianci.cn
Sevoriano Kabello Aj Filhos, 61O saceos assucar.
l'orlu Patacho porluguez tiCume*., divoriM car-
regadore*. M cascos mel, 3(10 tacco aisucar.
A.;- resl'alacho porlugoez Liberdadeo, Bailar &
Oliveira, 0 c*co niel.
Rio da PralaSumaca hespanhola Esmeralda,
Novaet & C., 30 raitot cachaca.
bXPOKTAgiMl'
Lisboa, patacho porluguez Micliaelense, di 137
lonelaiiat. eonduzo o segainle : 703 sacce e 2
Tenis com :t.".:12 irroba de asocar. b pipa, 6 bar-
r de ;!., 50 utos de 1.-. 117 dilo de 5.\ e 2 ditos
de ti. mel, 79 saeco gomma, IVU7 couros salgado,
500 meios de tola.
Cen, brieae saeco (iEbh-1'rederick, de 18t> to-
nelada, uonduzio o seuuiule : 2,191 taccus eom
10,970 arrobas da assucar.
tiibraltar, pitacho inglez nMenaltO", de -Jsi tone-
ladas, ronduzio e seauinle : 4,100 saceos com
20,000 arrobas de assucar.
S. tligoel, escuna portusaeza Kainha dos peo-
res, Oe 173 lonelada. eonduzo o seguinte : 2li
pipa agurdenle, 1,321 saceos com o,3l>9 arrobas e
2 libras de assucar.
Canal, barca ingleza ttlllndnon, de 112 tonelada,
eonduzo o scguiul* : 5,100 saceos com 27,000
ai roba* de assucar.
RECEItSDOItlA DE RENDAS INTERNAS CE-
KAES DE PEKNAMBUCO.
Rendimenlo do dia t..... iu'-.,'ri
Idain do dia 3....... 1:2900220
t s
. ?
rr. Vt
Direcjao.
e s si b n
Intensi-
dade.
-. SUS*
~l "x =-. -
Cenligrido
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ti. ^* wx
Heaumur.
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i llygromelro.
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Baromelro.
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(A
mu*<*.
Gomm$* O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da ordem do
l.xm. Sr. presidente da provincia, manda
fazer publico, que no dia 20 de malo pr-
ximo vindouro, perante a junta da fazenda
da mesma thesouraria, se ha de arrematar
a quem por menos fizer a obra do (4 lauco
da estrada do sul, avahada em 18:500 rs.
A arrema ta^So sera feita na forma di le
provincial n. 313 de 15 de maio deiste
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerom a esta ar-
rematarlo comparecam na sala das sessOes
da mesma junta no dia cima declarado,
pelo meio dia, competentemente habilita-
das.
E para constar se mandou afiixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 2 de abril de 1858. O secre-
tario,
A. F. da Annunciar-o.
1 =892)869
CONSULADO PROVINCIAL.
Hendimenln do .lia I.....
dem do dia 3.......
Clausulas especiaes para a arrematac.no.
1. As obras necessarias a concluso do
14." lauco da estrada do sul ser3o fetas de
conformiladn com a planta e perfil, ja ap-
1:!H!in;3'i prova lo por esta directora em conselho, e
2:>t2;909 pelo governo, sendo a quanlia novamente
7""""; ; calculada em 18:500-3 rs
,: .-*'"'j 2. As obras comecarSo no prazo de um
l mez e teruiinarao no de II mezes, ambos
contados conforme determina a lei n, 286 a
PAUTA
do. precot correnlet do attucar, algodao. mais ^ repeito.
3 A importancia na arromataco ser^pa-
genera* B producres 'n'-innaet que te de*pa-1
rliam na mea di< mnmlado de Pernambuco'.
PRACA DO RECIPE 3 DE MAIO AS
3 HORAS UA TARDE.
Colaces oftlciaes.
Assucar maecavadn americaoo 2-i.jO e 2C50
por arroba com saeco.
P. Ilorges, presidente interino.
1.. Dobourcq Jnior, secretario iuteriuo.
CAMBIOS
Sobre Londres, 25 3| d. por 15 a '.'0 d v.
c Paris, 380 n. por fr.
t Lisboa, 105 a 110 por cento de premio
(leseotitode lellras, lo a 12 por cento.
O ROOoc,as hespauholas. 305000
Ditas meticanas.......315000 32stlOO
Pecas de fijHK'. ITJUO I85OOO
Moeda de jOOO 300
Ditas de 20J .... 20;".11O
I'KA l'A.-I'alace bra-ileu .-. 2^180 2P100
D1I01 eolnmnarifs. iamn SflOO
Diloi mexicano! I9K0O
visto, qoe o que lem saludo publicado lem tido o silo as reclamace que e no lia ftilo contra es-as
qoe eu lenho dilo : de maueira que devo farer a tnulheres e suida 10, > para que na continen. ns-
ju-liea de declarar qoe os Sr. laehycrapho lem sido I te estado de desmoralcelo, julgamo dever chamar
luis no apsnhainenlo deaaa* puuea* palavra, ou
IM connderaee* qae ea lenho felo. ma* diri-
fun le ; por eeaseROloie, por **e lado o nobre de- i ir *e-lbe* urna censura, porqae nao loman) etle ou
pulado vai mal ; pude esperar as mina- que quizar
pode emfiin aquilatar-me, cuino Iheaptuuver; Inuvo'
me nu juizo do- bomtn mipareiaes, dos hoinen que
lile laerifleesn a verdad* a' odio velho, e que de
cerlo me nao algas, capaz de r-.ubu a vida o meu
eiiieihaiite. -lou fatigado ; aqu termino.
Vjisoj :Minio bem / muito bem !
He lila e apuiado o seguale requerintento
n lequiiro qne se pecan) ao presidente da provin-
cia copia de todas as p.ulicilet ufli.iaes das autori-
dades do Brejo, relativimiole ao ana*inain do l-
enle coronel Antonio Cordeiro ; que leve lugar 0111
lo de guila de 1830.Pinlo de Cimpoi. o
aqoelle apaile, este ou aquelle apoiado, he a una
ver tima lltjtisliee.
OSr. Mello llego (JoSqoim :Eo n,1o me quei-
tei do larhvgraplio, e al diss* qoe o aparte eslava
tomado, liona ido escriplo por ledras do tacrngra-
phu e depois ritcadu.
11 Sr. Presdeme diz que lendo dado a hora des
reqoerimento. fira a discuta adiada.
(OSr. Pereira de lint., fi-a eom palavra.)
tillliCM DO DIA.
Primeira dicus-ao do projeelo n... qae revofi al-
goii irligoi do regiminio 4* cita.
He approvado tem diicustao.
ailinc.i.i do respectivo aub tel'gado da Uoa Vista e
eommsii.lante* de curpos, com *peeialidade do 10'
batallio, esle* sobre at suas prar^a* e aquelle sobre
.quelia* mulbere., fim de o filar conler a lodos
ou puni lo*, se a lano lor neeeMirio.
O vapor nacional sPemnaogao, saludo para
o porto* do *ul, levoa a seu bordo os sesuinle- pas-
sagelrot :Manotl Jo Soare (iuimaraes, Jos Lo-
pe de Amonm. Pella Joe do Saerameolo Ramos,
Antnnin Luiz Pinto, II ;! 1 Cotia, Birgamaschi, Ig-
uana Mana da Coneeiejo, Luiz Pranci-eo da Silva,
Alfredo de liarro, llerculano Alvet da Silva, E-
du ir.ln Adiar, Joo do Reg Lima, Cassiano Al-
berto Pimenlel, Loptt lili pagun le*.
llo'pUal dr Caridade. Eiiiliam no dia 2
du coneuia 20 bumeni e 28 uiulbuc tratados pila
novo ico buco.
O lianco descoma a 10 por cento, e toma
dinheiro a juro pelo premio e prazo que se
convenctonar.
AI.IANDECA.
Rsndimenlo do dia 1 .
Ideiu do ..11 i......
8:0355.810
1b:'l|7j3
24:9532t3
De*earregam boj* 1 de main.
Cillera inglezaIIerminumercaduras.
Hriuue inclezArgnbar ilh.10.
Brigue inglezWaller R.inebaratillo.
Rti;ue portoguizRelmpagodiverim gneros.
nu temara de 3 a 8 de mt.'o de
AsMirar branco.......
o masravado..........
refinado........
Algodao em pluma de 1 ." sorte
d o l> 2 .a 11
n i> ) i* ,'|#i a
n Pin rariien.........
Aguas ardentesaleool. ou espirito
n'.iiuardenle. .
11 de rath.tra......
tle canil ,1'.......
dislilad'.i 1 do reino.
Ijenebni ..... ........
Licor ...............
................
Arroz pilado.............
o cm case: i..........
Azeile .le m? mona .......
i) 1. ni'un..'!""' e de coco. .
o iS c peixe.......
Aves ir e.ras........
o r.apagaios........
Periquil. -..............
Bolacha *.............
Biscoilos.............
Cacan..............
Cachimbo*)......., .
Cafe bom.............
em rao reslolho.....
con -asea..........
u innid 1............
Caruc seci .1...........
Cera de o iruauba em pao.....
em velas..........
Charutos bous ..........
ordinarios .......
regala e primor .
Cocos sert os............
Cuurcsic boisalgados......
d si -ecos uu espiaadoa. .
n > er.lts...........
d de ouea.........
11 1' eal.ra curtidos .
1 cameiro........
Doce de calda..........
i) guiaba.........
o ser en ...........
o 1 dea ............
K--pana dures graoda.......
> pcqiienos......
1858.
- I
r.inada
botija
caada
garrafa
arroba
3a60
alqueire 3SHHI
caada IS920
a 2s0
uina
um
ga em prestar.fjcs, fendo as .'! primeiras de
:-;u 3 dcimas partes cada uina, e pagas ao arre-
29500 matante a proporgSo que lizero I. terco da
5!20 obra, o 2 dito, e a entreza provisoria. A 4 a
" K;lin preslacSo, do valor de um dcimo, sera en-
a i.~:.'u0 tiegue depois da entrega definitiva da obra.
Erte ''ara 'Ul^ ma's 1"e na esta sspeci-
-"'' ficado as presentes clausulas, segutr-se-ha
caada lao50 dlsP0So na le n. 286 Conforme--O se-
' ;,i,ii cretarto,
,, 96OI A. F. di Annunciagao.
aoo
5800] Olllm. Sr. Inspector da Ihesouraria
5280 provincial, cm cumprimento da resoluto
9960 da junta da fazenda, manda fazer publico,
0 que no dia 27 de maio prximo vindouro,
peranle a mesma junta, se ha de arrematar
a quem por miios fizer as impressiles dos
trabalhos das repartios provinciaes, ava-
-i.yJlO 'i* ,0!> em 3:500^ por auno,
ia-'i.hi A arrernatacn sera feita por lempo do
:.-u.iu um anno, a contar do I. de julbo du corren-
15000 te anno, a 30 de junho de 185.
As pessoas que se propnzerem a esta arre-
matarlo comparecam na sala das sessoes da
mesma junla no da cima indicado, pelo
meto dia, competentemente habilitadas.
I. para constar se mandou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de
Pernambuco 2 de abril de 1858,O secre-
tario,
A. P. da Annuiiciae,3o.
O lllm. |rir. Inspector da thesouraria
provincial, cm cumprimento da rei-olucAo da
junta da fazenda, manda Tazer publico, que
no dia 6 tle mato \ 1 ixtino vindouro, vai no-
vamente a praQa pa a ser arrematada a quem
por tmmos lizer ig obras ahaixo declatadas.
!'. I.anc 1 da estrada da Ksca-
da avalla 10 em 16.9I2,OCO
l,an;o da estrai* do norte en-
tre a cidade de GoieatM e a poa-
le do Bujary,avallada em 14:6529000
E para constar se mandn aflixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
a
13800 I
83OUO I
. ,. .i-ilKI
milheiro 1*000
arroba
cento
cento
Im
rtiu
', -111
i- Mil
II9OOO
i
29OOO
3S00
J-,.l-l
..-l'l.l
5200
9220
I3II
159000
5KI
riOt
3500
9400
lOOO
58INI
2V>00
ISJOO
A
J
if
II
l\


niAr.ro de pernambco terca feira \ de maio de i858.
thesouraria
de abril de
provincial de
1858.O se-
Secretarla da
Pernambco 16
cretario,
A. F. da AnnunciaQ'o.
Olllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da ordem do
Exm. 8r. presi lente da provincia de 21 do
corrente, manda fazer publico, que ni da
90 de maio prximo vindouro. perante a
junta da fazenda da mesma thesouraria, se
ha de arrematar, a quem por menos fizer, a
obra do 28* lanco da estrada da Victoria,
avaliada em 11:5509.
A arrematadlo ser feita na forma da lei
provincial n 343 de 15 de maio do 1854 e
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas
As pessoas que se propozerem a esta ar-
retnatac.a'o, comparecam na sala das sessoes
i'a mesma junta do da cima declarado
pelo meio da, competentemente habilitadas.
E para constar se mandou aixar o pre-
.-.entee publicar pelo Diario. Secretarla da
'.hesouraria provincial de Pernambco, 24
le abril de 1858 O secretario,
A. F. d'Annunciaco.
Clausulas cspeciaes para a arrematado.
1% As obras do 28' lanco da estrada da Vic-
toria, sero ejecutadas conforme* planta,
jerlise ornamento approvado pela directo-
ra em conselho, e submettidos a approvacao
lo Exm. Sr. presidente da provincia na im-
portancia de 11:5505
2\ as obras desle lanco comecarSo no
srazo oe um mez, e se terminaro no de
quinze mezes, ambos contados conforme o
regularcento das obras publicas.
3\ O pagamento da importancia da arre-
matado aera devidido em quatro prestaccs,
i. quarta do valor da decima parte do total, 8
paga qnando a obra for definitivamente re-
bebida. As tres primeiras prestarles serao
llagas, a proporco que o arrematante fizer
nm terco, dous terr,os,e conclusSo e entrega
provisorl.
* Para tulo'o mais que se n5o especificar
cestas clausulas, ser observado o regula-
mento.-tonforme.~0 secretario,
A. F d'AnnunciacSo.
O lllm. Sr. insacctor da thesouraria
provincial em cumprimento da ordem do
l.xm. Sr. presidente da provincia de 21 do
frrente,manda fazer publico que no dia 20
ce maio prximo vindouro perante a junta
da fazenda da mesma thesouraria se ha de
arrematar a quem por menos fizer a obra da
tasa d barreira da ponte de Tapacura ava-
liada em '2:6409.
A arrematacAo ser feita na forma da lei
provincial n. 3*3 de 15 de maio de 1854 e
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rematacSp comparecam na sala das sesses
Ca mesma jnnta no da cima declarado pe-
lo meio dia competenle habilitadas.
E para constar, se mandou ,'aflixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
lernambuco 24 de abril de 1858.
O secretario,
A. F. d'Annuncia^no.
Clausulas especiaes para a arrematarlo.
1.a As obras da casa das harrciras da pon-
t> do Tapacura, serao executadas conforme
osdeseohose orgair.onto approvado pela di-
rectora em conselho, e submettidos a ap.
pruvacSo do governo da provincia, impor-
tindoem 2:6409.
9. Estas obra comecarSo no przo de um
mez e serao concluid"* no de 6 mezes, am-
bos contados de ronformidade com o art.
31 do regulamento das obras publicas.
3. O pagamento da importancia ta arre-
matoslo, ser dividida em 4 prestaqes,
si'nio a quarta da decima parle do valor to-
tal, que o arrematante rec>-ber (jijando fi-
znr a entrega definitiva e as tres primeiras a
proporcSo que fuer, o I terco, o -2- dito, e a
entrega provisoria.
4.' Para tudoo mais que n3o cstiver espe-
cificado as presentes clausulas se observar*
oque dispde o regulamento das obras pu-
blicas.
Conformo,"o secretario,
A F. d'Annunciacno.
- O lllm. Sr. inspector da tliesouraria
provincial, em cumprimento da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia, man!a
fazer publico, que no dia 20 do maio pr-
ximo vindouro, perante a junta da fazenda
dt mesma thesouraria, se ha de arrematar, a
quem por-menos lizer a obra dol.- lanco
da estrala do ral, avaliada em 13:0009 rs
A arrematadlo se( feita na formada lei
provincial n. .343 de 15 de maio de I85 e
sob as clausulas especiaes ahaixo copiadas.
As pessons que se p opoze>-em a esia ar-
ron.aiarrio comparecam na sala das sessOs
da mesma junta no dia cima declarado pelo
meio dia competentemente habilita las.
E para constar so man lou atusar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambco 24 de abril de 1858.--O secre-
tario,
A. F. da Annunciaciio.
Clausulas especiaes para a arrematadlo.
1. As obras necessirias para a conclusio
do 12 lauco da estrada da sul serSo fcitas de
conformidade c"m a planta e perfil, ja ap-
provados por esta directora em conselho.
e pelo governo. n< importancia de 13:0008
2. as obras comeqanlo no prazn de um
mes. e lerminarSo de II mezes, ambos con-
tados conforme determina a le n. 286.
3 importancia da arrematado ser pa-
ga em 4 prestares, sendo as 3 primeiras de
1 decimos cada urna, e pagas ao arrematan-
te a pronorefto que fizer o !. terreo da obra,
segundo dito, e a entrega provisoria. A 4.
prestaeflo (lo valor de um dcimo sera en-
tregue depois da entrega definitlv da obra.
4. Para tu lo o mais que nSo esta espe-
cificado as presentes clausulas se seguir
o que dispde a lei n. 286. Conforme O
secretario,
A. F. da AnnunciacSo.
tN'.tfawwSHr..
8:100s0fl0
.llO.yOO
5.HO?000
5505n00
2:026c666
1:0009O0u
700M00
7:100*000
13:0009000
Ra do Amorim.
51N 17i asa terrea.
52--N. 45.dem
53 -M. 43. -dem.
54iN. 21.-Casa de sobrado de dous an-
dares.
65--M. 24.Casa (erren.
56--N.6.dem.
Pa do Azeite de Peixe.
o7N. 21.Osa terrea.
5X--N. 19.-.-dem.
59N. 17 Casa de sobrado de um andar.
60N lo Casa terrea.
6I--.N. 1.1dem.
62--M. 18.Casa de sobrado de um an-
dar.
63--N. 14.Hom liem.
C4-N. 2.Casa terrea.
Ra da Cacimba.
65 N. 5 Casa terrea.
6--N 12.dem.
67N. 10dem.
Os licitantes hajam de comparecer com
seus fiadores na sala das sessoes do mesmo
conselho, as II horas do mencionado dia 6
do corrente. Secretaria di conselho admi-
nistrativo do patrimonio dos orphSos 1 de
maio de 1858. Dr. Vicente Pereira do Reg,
secretario.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em curaurimentn da ordem do
Exm. sr. presidented provincia, manda fa-
zer publico, que no dia 2 de jucho prximo
vindouro, perante a junta da faicnda da
mesma thesouraria se ha do arremrtar a
quem mais der os impostos abaixo decla-
rados.
Taxas das barreiras das estracas e ponles
seguinle<:
Magdalena, por anno
Cachang, idem
JaboatSo, idem
Bujary. idem
Motocolomb. idem
Ponte dos Carvalbos, idem
Tacaruna, dem
Giquia, iiem
20 por cento sobre n consumo
da agurdente do municipio
do Recife, por anno
dem do municipio de Seri-
nhSem, por anno 30>00o
Asarremat'Coes ser3o fritas por tonipo
4e3annos, acontar do 1. de julho do cor-
rente anno a 30 dejunno de 1861.
As pessoas que se propozerem a estas ar-
rematares cooparecam na sal i das sessoes
da mesma junta no dia api ma declarado pelo
meio dia, competentemente habilitadas.
E para constar se mandou afiliar
sent e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Parnambuco 1 de maio de 1858. O
tario, A. F. da AnnunciacSo.
CAPITANA DO PORTO,
Tendo-s- collocido na barra do rio Mosso-
r duasboias, estando assim balisada, man-
da o lllm. Sr. capitSo do porto fazer publico,
para conheeimento do quem rossa interes-
sar, osesclarecimenlos ahaixo acerca dasi-
tuagiio das mesmas hoias.
- F.sclarecimentos.
A embocadura do rio Mnsso' est situada
na lat. 4-,56'.V,S. e long. 5-, 59" 11". E. R. J.
Os navios que a deman larein devem procu-
rar o ancoradouro defora, demorandn-lhes
a poota da redonda a E SF nu E. 4 1|2
SE. e a pona de I'oanema an SsE ou asca-
s8 do lugar denominado Cbiqueiro
bras ao s, rumos magnticos). .\h
trnrSn 4 t|2 brabas de fundo e pouco mais.
Oesse lugar demora a barra io .SO. As boias
estSo enllocadas E. O., urna da nutra. AdeE.
que he maior, psta na extremi lade do cabe-
eo da enroa do barlavento. ou de E. Dev-se
navega'direit.i a ella ate" estar em Douca
distancia, c entilo dirigirse para a segunda,
passando a sotavento, isto he, ao N. da pri-
meira. Se em vez de passar rouito encostado
a essa bo, o navio pass.ir distante limas 0
bragas, achara o canal um pouco mala fun-
do. A segunda ou de n est encostada a
coroa de sotavento, deve-se passar bar.
lavento. Uto he, ao S della, poden o p-s-
sar indistinctamente, ou encostado a ella,
nu mais rara o meio do canal' Entre as duas
boias est o batente mais sccro da barra.
Em baixa mar de mares de lua,deve-so achar
4 pes de fundo pouco maisou menos, e na
prea mar pnuco rail di duas bracas e nieia.
Nenhnm navio deve entrar sem pralico da
barra, o qual a Lera ballaado antecedenlo-
men'e, e observado-se nella e operou algu-
ma mudanca, o que pode racilmente aconte-
cer em barras como essa formadas por co-
roas de area. Depois de enti-ar no rio dt-ve
procurar encostar-se para a maigem direita,
oudeE Achando-e em frente do lugurde-
nominadoAreias l'.rancas, bons ancor Jou-
ros de 4 e mesmo de 5 e mais bracas, su-
bindo o rio.
Capitana do porto de Pernambco, (1 de
abril de 1858. -O secretario,
Alexaodre Rodrigues dos Anjos.
Pela subdelegada da fr'guezia da Roa-
Visti desta cidado, foi recolhido a casa de
detencSo o preto Serafim, m 24 de marco
do corrente anno, por andar fugo, o qual
disse ser escravo de Jo'quim Comes da Sil-
veira, morador em Cargan i\ provincia da
P^rahiba. Quem ao dito prto tiver direi-
to, apresentaodo os seus ttulos legaes I he
ser entregue
Porto pela Figueira.
O patacho portuguez CamOes sahe por es-
tes das; recebe alguma carga para ambos
os portos : a tratar com Carvalho& Irmiia,
ou com o capito na p'.ira.
rio de Janeiro.
A veleira barca nacional Helena, seguir
com brevidade, por ter ja engajada grande
parte desua carga ; quem nelia quizer car-
regar, dar escravos a frete, ou ir de passa-
gem, para o que tem excellentes commo-
dos, trata-sa com Braga & Anlunes em seu
escriptorio, ra da Madre de lieos n. 3, pri-
meiro andar, ou com o capitHo na prac,a.
BIO DE JANEIRO.
Segu com brevidade o brigue escuna
nacional ..Carolina>., capitiojoaquim An-
tonio (jnralves ilosSmlos, para o resto
da carga trata-te com os consignatarios
Novaea & C, largo do Corpo Santo n. (i,
ou com o capitao.
Para o Cear.
Segu nestes tres das o hiate NovoOlin-
da ; para o resto da carga trata-se com Tas-
so limaos.
Para a Baha,
A veleira e bem conhecida sumaca nacio-
nal lloilencia, pretende seguir com muita
brevidade, tem parle de seu carregamento
prompto, para o resto que llie falta, trata -se
com o seu consignatario Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo, na ra da Cruz n. 1.
Para a ilba de S. Miguel vai muito bre-
ve seguir o patacho portuguez Liberdade:
quii no mesmo quizer carregar, enlcnda-
se com seus consignatarios na ra da Ca lea
Velha, escriptorio n. 12.
/Jara o Aracaty.
O hiate Cmoei esae nemes das : para o resto
da carga Irala-te com Caetano C>riaco da Coita Mo-
reira, na ra da Cadea du Heciie n. 2.
SOlSLTOhiO HUliariTHiGC
DO

$
RUAIDA CAOBIA, DEKKONTE DA ORDEM TERCEIIIA DE S. FRANCISCO.
Onde soactiain sompro os mais acreditados medicamentos tantoera tinturas como
im ({lbulos,a jireparadoscom o maiorescrupuloo por precos bastante commo 'os
PROF.gS F1XOS
Botica de tubosgrandns. 10/00.
Dita do 24 c t.v-'iii'
Dita de 36 20.j0l.-0
Dita de 48 a 2500C
Dita de 60 a 30f00*
Tubos avulsos a....... 1900#
Frascosdotinturrademei*onca. 25000
' !0{f&
o pre-
sccre-
-o das Ca-
li lncon-
Barroca i Castro farSo leilao por
i/tet vencTio do agente Oliveira, do mais
completo sortimento re fa/.end is ingle-
zas de la, linho, seda e de algodao as
mais propinas deste mercado : terra-eira
V do crlente as 10 horas da manha no
sen .nmazetn na ra da Cruz.
Leilao.
O agente l!oi a em 0 sou armazem ra do
Collegio n 14 rara leilfio de una infiiade
de objectos dilTerentes, que fora imposiel
enumerar, os quaes s coma vista podem
ser avahados, e serSo vendidos sem reserva
alguma : quinta-feira 6 do carrete as 1' ho-
ras da m n.lia.
Manual damedtetna homeopathicado Dr. Jahrcom o dic-
cionario dos termos de medicina ; .
Medicina domestica do Dr. Henry......
Trat.-mento .lo cholera morbus ......
Repertorio oDr. Mello Moraes .......
20300.
10/001
2/00t;
fot>
*SBS3F!:**:.*sf.:>:****^BjftSllT
? PEORAS PRECIOSAS.
t i
2 Aderemos de brilhanles, ^
diamante! e perolat, pul- '
* leiras, alfineles, brineM 8
V erozetas, bnlOes eannrit I
*; de dilTerenles costos e ae -
* diversa pedral de valor.
IVUEU
fcJa II 9"Fr:J
Ra do Cabnga' n.
7.
m
OfRO EPBATA. |
^ Adererna completo* da *
>' ouro, meios diloa, polsei- <
* ra, alfineles, brincoi ?
-X rozelas, cordes, Irancel- ^~
3> lins. medalhas, correnles
.1,
irnos n
io.a m
,-*' ppp l)>v, rilir t r. enf*'1* Para relosio
**et,riH m por o-*oolroi ,, 0tjMl0!1__
rocampraia. "ora, Dri- ,.- Aparelho completos de
1 ee,oi\798,'q07es'"; lroP" asobrsdo uta Ul "' *;,"- ''". *
"'. "uiras qa,ie-(,uer > ^ alvan, c.nstieaes, collieres -
j Iroca
la
I 'wara.' a>"U''" I H, temo ;OS, tail-f 'H*e"
* I"" """ W 5'* ou,ro obieo
^????-?yo:*****^.**-**'0 d Franca couo* pr'1-
mu-
obieolo de J
?
de Lisboa, as quaes veudem por
l>re$o eommodo como eo^t^mai.
para
Na tundico da Aurora precisa-se
de serventes forros 011 escravos,
trrico debaixo decoberta.
-
JorisSuitoi'io
NO
PATEO DO GARMO.
Nestc estabeleciment de tSo grande ulilidade haver todos os das desde as 6 hora*
da manhSa ate as 10 ou II horas da noite banhos frios simples d'agua corrente da Com-
Panhia de fleberibe, ditos aromticos, ditos de choque e chuviscos, banhos momos sim-
ples o aromticos, assim como banhos medicinaos sulphorosos e salgados, viudos de
l'aris. dasmui acreditadas pharmacias de Mes. Sarband. Vauquelin e Pelletier Pai iFilhos.
'.llamamos a altencao dos lllms. Srs. Urs. em medicina para este eatabelecimento,
que poJera facilitar-Ibes algumas curas importantes. Ha lugar reservado e completa-
mente separado para as familias.
PRE(0 DOS BANHOS.
Trinta cartoes para banlios Trios com leocol de linho.....
Ouinze ditos dito dito......................
Seto ditos dito dito .... ,...................
Trinta ditos para banlio momo de choque, chuviscos ou farelo.
com lencol Je linho etoalha propria...........
Quinze ditos dito dito.......................
Sete ditos dito dito....................., r ,
Um bantio avulso fri ou morno com lencol e toalha ......
Dito aromtico, mais o valor da essencia............
Tianho medicinal artificial salgado.............
Dita dito dito do Vichy.....................
Rito dito dito de ftarege................'..'.".'.
Os abaixo assignados esperara merecer a
vertern que os carines nao sSo transferiveis.
coadjuvaQiJo do respeitavel
Aguiar (V
15/000
8J000
SOO
203O00
l0?0OO
55000
19000
15500
2SO0O
2I0OO
publico, e ad-
Freiss.
*Hf>. **>*
P0*04k
Pela subdi-legacia de Santo Antonio
desta cidade se acha depositado um cavallo
rugo pedrez, intfiro, que foi apprehendido
por Bernardioo de Sana Barros a um preto
cuodiz o achara vagando pelas ras desta
f-eguezia sem dono, e por elle entregue a
cstejuizo: quem for seu legitimo doro,
(ompareca, que justificando, loe sera en-
tregue.O subdelegado,
Manoel Ferreira Antunes Villaca.
PeU subdelegada da frefruezia dos
A'ogados ae faz publico que se acham legal-
mente depositados tres cavallos, sendo um
alazoeoulro castanbo, tomados a Cosme;
Kfzerra, por serem fu-lados, achandn-se
este preso, e um outro preto que foi achado I
por Eduardo Marcnlino. em seu rancho de
gi rapa sem conductor, quem se julgar com
direito aos mesmos c.ompareca, que prnvan-
do Ibes serSo entregues.
Subdelegacia da freguezia dos Afogados
1 de maio de 1858O subdelegado Paes
Brrelo.
Olllm. Sr. inspector da thesouraria
p-ovincial manda fazer publico, que do dia
3 do corrente por diante se pagam os or-
denados e mais despezas provinciaes venci-
das al o ultimo de abril prximo findo
Secretaria da thesouraria provincia] de Per-
luimbuco 1. de malo de 1858.O secretario,
Antonio Ferreira d'Annunciaco.
Por ordem do lllm. Sr. delegado da
reoartiQao especial das trras publicas, faco
se eoto que a mesma reparlieio se acha pro-
visoriamente fiinccionan io na ra do Hos-
picio, segundo sobrado passando a Faculda-
de de Di'eito RoparticSo especial das Ier-
ra., publicas 1 de maio de 1858Francisco
Pacifico do Amara!, amanuense, servin Jo de
ollicial.
O conselho administrativo do patri-
monio dnsorphos, continua a por em has-
ta publica, na sala do suas sessOes no dia G
de curenle, o arrendamiento das casas do
ni:sao pat-imonio, abaixo mencionadas,
per lempo de um anno, que tem de decor-
rer do I.* de julho prximo futuro a 30 de
junho de 1859, Befando o que dispe os es-
ta '.utos em vigor, a saber :
Ruada Uadrede Dos.
:13N. 8.Casa terrea.
14--.N. 6dem.
15.N 4Idem.
16--N. 2 Id"m.
Ra do Codorniz.
WN. 2. Casa to rea.
Ba da Moeda.
1 4N. 47.Casa terrea.
'5-N. 41.dem.
i6-N. 43.Idem.
'.7s-N. Vkdem.
ITIIIBAjTKD
SANTA ISABEL
ii ucinji aB&imTm
EMPREZ AGE R MANO.
TCRCA-FE1RA, ', Dg MAIO DE 1858,
ESt'ECTACULO LYHICO-DIIAMAT1CO.
Siiiiir..' a' cena a inlarewanle c miiilo appl.iudida
coinedia (ni i actus, ornada de couplets :
DIQUE DERIIQIJEL.VI.RE
ou >
HOMEIH MAIS FEIO HA FRANCA
Nu initTVHllo <)o prlnMiro .10 legando ael, u Sr.
I'a iuviini caolari' i romanea >1a i pera
I DUE FQSCARI
do matalrn Vrdi.
Em?gui.1a a Sra. Rcmnrini c n mesmo Sr. I'a-
dovani taalario o lindo ilulo .la inesina opera.
No inlirvallo du s(|ion.lu jo lerrciro acto, a Sra.
Itcmorini cntaro' a eicellenle cavatina da opera
BETI1LY
do maturo DonizMIi.
No InUrvalla d" lerceiro no quarta arlo, o S>s.
I'.i iovain e Uianclii r int.ir.Vi o irdsoilico duelo da
opera
:jljm
lo maestro Uelhiii.
Terminara o espectculo com o ultimo acto do
comadla.
C.onerara' as 8 horas.
Os l.ilheles acliam-se a' venda no escriptorio do
tlie.tiro.
tVla*.

H
Seguro contra
fogo
COMrANHIA NOlllIlEN, ESTABELE-
CIA EM LONDRES.
Prem ios tfim in nidos
AGENTES
C.f -Asllev cyC> panliia.
Araassadores
Precisa-sede dousamassadorea quesejam
peritos em saa arte, paga-se 30? mensal, e
nopuxam cylindro: na padaria do Villa-
verde.rua Imperial n. 173.
Alugn-se urna das lojas do sobrado da
ra'los Coelhos 11. -2, com 2 janellas do vi-
d'aga,4 quaitos, 2 salas, co/.inha lora, com
quiulal e cacimba, propria para familia :
quem pretender, dirija-se a mes na ra, pri-
neiro sobrado, passando a igreja do S. Con-
galo, com 7 janellas de frente.
O secretario ta innanda*
dfe do Divino Espirito
Santo, erecta oo con-
vento em nome da mesa regedora, convida a todos
os seus irmSos para comparecerem domin-
go, 9 do corrente, as 8 horas da ni n ti :1a,
para ouvir a missa do hiv no Espirito Santo,
e depois ilarem seus votos alim de elegerem
a nova mesa que tem de dirigir os traba-
llios da irmandade no anuo de 1858 a 1859,
assim como comparecerem no da 13, as 10
horas Ua manhOa, para assishrem o levanta-
mento da baudeira do Divino Espirito Santo,
Manoel Jos, .Machado.
Secretario.
Precisase de urna ama para cozinhar
e comprar para urna casa de pouca familia :
a tratar uo alorro da Boa-Vista n II.
Desde 15 do corrente est fgido o mo-
lequo Antonio, o qual representa ter 20 as-
nos, bem rallante, que parece crioao, tem
o dedo do p j ,nto lo mnimo Uo pequ ur-
que se faz muito visivel, he muito condeci-
do porque tem esta >o alunado em algunas
casas, e agora qnando fugio estava ao servi-
CO do italiano lJ.nodiclo, morador na pr(;a
da Boa-Viata, pois he quem lne carregava a
caixa, anda aenpre com pedacinhos do ra-
me fozeiido correnles, Umbeo si oceupa
em pescar com vara e carrega assucar : que-r,
o pegar, traga-o a travessa da Trempe D. 9
A peMoa que precisar do 3 a 4:000?a
premio, com hy.otheca em casas ou boas
lirmas, podo dirigir-se ao Itecife, becco das
Boias n 2, a Bartholomeo I.ourenco que
dir quem d.
Na rua da f adeia Velha n 20, por ci-
ma do hilhar, ensina so a grammatica por
lugueza mu.lieres e morjas que quizerem
ir as 6, 7eat 8 ho-asda noite. ensina-seja
meninas, e a lodos os trabalfios de agulhas,
clcheles e flores
Na quarla-l'eira, 5 do corrciil", depois
da audiencia do Sr Dr. juiz municipal da
segunda vara lera lugar a arreniataco -las
rendas do sobra lo na travessa do Sarapatel,
pertencente ao herdeiro do finado JoSo Bap-
tista dos Santos.
N rua da Cadei, defronte da Relaciin
n. 2S, aluc>m-si e vendem-se superiores bi-
chas hamhurguezas.
Precisa-se para urna escola de meni-
nas nesta cidade, de urna senhora livre e de-
sempedida, que saiba 1er bem. escrever e
contar, que seja do conducta llibada, e do
liador ou conhecimentos de sua pessoa :
quem se achar nestas circunstancias e se
propozer ao magisterio cima, dirija-so
escula do mctliodo Caslilbo na rua das Flo-
res, rujo professor informar e es. endura as
cnndicOes.
Jos Carvalho dos Santos, sublito oo'-
tuguez, rctira-se para Kuropa a tratar de
sua saude
ODr. William May p*de lesculpa a to-
das as pessoas de sua amizade, do quem bSo
se despeiio pcssoalmentc pela presteza do
sua viagem*
As pessoas que, tem penhores no boc-
eo tapado .la motriz, casa n. 9, que. ja se
venceu o lempo do seu contrato, pois todas
tem 11 m papel c im tola declaracSo, venba
v?
o
o
o
o
de
3 CENTRAL H0IKE0PA-
THICO.
RUA lE SAMO AMARO,
(Mundo Novo n. G)
O l)r. Sabiao Olagario I.n litro l'uho
.','. d eooaultai todoios dial otis, desde as 8
3 lioras .la mandria a 3 da larde. Os convi-
fff les para viailai deveriln ter dirieidot por
i\ escnplo. Os pobres sao medica.tu gratui-
lamente. -' '
SEGURO CONTBA 0 FOGO.
COMPANBIA
ALLIAWCB.
vstabelecida em Londres,
era marco de 1U24.
CAPITAL
CINCO MIUIOTS DE LIBRAS ES-
TERLINAS.
Saunders, Brothers & C. tem a honra de
informar aos senhores negociantes, proprie-
tarios do casas, e a quem mais CODvier, que
estSo plenamente autorisados pela dita com-
panhia para efTectuar segaros sobre edili-
cios de lijlo e pedra, cbenos de telha, e
igualmente sobre os objectos que contive-
rem os mesmos edificios, quer consista em
mobilia, ou em fazendas de qualquer qua-
lidade
Lotera
DA
PEOYINCIAe
No escriptorio do abaixo assignado na rua
do Collegio"h -21, vendem-se kilbotes da lo-
tera da provincia pelos seguintes precos
sendo de lOj para cima e a dinheiro a vista.
I.ilbi.tes garantidos .V?500
Meios ditos 20750
P. i. Layme.
Lotera
DA
provincia.
O abaixo assignado compra bilhetes da
lotera ja recolhidos pelos seguintes DreQos
.ia rua do Collegio n 21, p'imeiro andar:
Atea quantia de tos. 15 0|0 de descont
i*e 10; para cima. 10 0|0 de descont
P. J. Layme.
0 nOlANNA.ATIENCAO'. -;
^a Jos francisca Collares C, Taz r*
..j publico que na cidade de Coisnoa ua
fl; rua da Ponte n. 9, tem elTectivo a to- "g
W do lempo carne do Ceara da melhor 9
i qualidadoque b, pelo pre^o do Be- *J$
-j cife e mais em conta do que em fj
. qualquer outra parte; os eenborea .J
'' de uugeuho que por ser muito ami- "
*& go deiles, que nSo quizerem ter o &
Sf trabalhode mauJarera ao Itecife, po- 3
A ''tim dirigir se ao mesmo armazem ,.
** que se prometle fazer todo negocio ^
'J com ou:ros geneos que os mesmos Ci?
.. (|uizereai trocar, -;_,.
,r\.. -OGO-'.': :
Na ru uo crespo loja n. 12, recebeu-se
l.clo ulti.ino por da Kuropa o rnellior raie
fabricado na mais acredit. da fabrica de Pa-
rs, a boa qualidade de que he leilo nao
piecia elogios a se continuara ter promp-
t.a venda, baver remessas por todos os va-
pores.
Precisa-se de urna secca : na praca do
Corpo Santo n. I".
- l'recisa-se de um rapaz para criado : a
tratar ua rua de Apollo n '24.
9 INDUSTRIA PERNAMBL'CANA @
TURICA A VAPOR i'
m
O padre Francisco JoSo de Aze- (^)
vedo, aehando-se presentcnente 2
nesla praca, e orcupando-se priva- J5
tivamente na direcco de seu estabo-
^ lecimento cbalcograpbico, incumbe- *j
f se de exeeutar com toda a perfeico ^.
^* c brevidade quaesquer obras d* gra- |P
(g) varas Unto a talho-doce como a re- ()
{A levo, registros, retratos, letirrs com- gt
2[ ine.rciacs, bilhetes de visita, rousi- 2
V cas, etc. ; e desejoso de levar o mes- 3
(^ mo estabelecimento a maior ponto, j}
^ espera que as pessoas, que preten- ^
*? derem lacs objectos, nilo hesitarSo w
v) em o pocurar, prestando assim urna t?)
(>l ellicaz protc(3o a que o annuncian- jfc
^? te ser extremamenlo reconhecido. J2
W Pode ser procurado lias Cinco Pon- %9
1A tas, sobrado da esquina confronte a (jf
matriz nova de San-Jose, ou na rua &*.
do Collegio, na livraria dos srs. Mi- JJ
a randa & Vasconcellos. m
O
O
':
RADOBRMS
prxima a uuoiyao ^
do Sr. BoWiiiaii,
O corone! Jos Pedro Vellozo da Silveira,
olTerece as pessoas do povo, que (juizerem
so dedicara plantario de mandioca, os ter-
renos proprios para essa lavoura, que pos-
sue as fregue/ias da l.scada, Se'inbiSem,
Bonito e Bezorios, e se obriga a l'ornecer-
Ihes engenuos para fazer farinha, com todos
os accessorios movi ios par agua ou por ani-
maos, com a CondieSo de Ihe psgarf m 10 por
cento nicamente da farinha quevenderem
licando gratis ou livre de foro a que con-
sumirem na sustentacSo de suas familias e
dos trabalhadores que empregarem.
He chegado a loja Je i.ecome, aterro
da Coa-Vista n. 7, excellenle Icite virginal
de rosa branca, para refrescara pelle, tirar
pannos, sardas e espinhas, igualmente o a-
famado oleo babosa para limpar e fazer cres-
cer os cabellos ; assim como p imperial de
lyrio de Klorenea parabroloejas e. asperida-
desda pello, conserva a frescura e 0 avellu-
dadoda primorosa da vida.
Uel'ronte ta ordem tercei-
ra de S. Pranciseo
CONSULTORIO IIOMEOPATJ1ICO
DR-P. A. LOBOM0SC0S0
Medico parten o e operador.
O Dr. Lobo Moscoso, da consullas todos os
dias e pratica qualqueroperacSo de cirurgia,
ssim como.accode com toda a promptidio,
as pessoas que precisaren) doseu prestimo
para o servico de partos, praticando aso-
pera^es manuaesoa instrumentaes, quan-
do n3o possa conseguir resultado por meio
da homeopathia que tantas vezestem ven-
cido diiliculddes, que parecan insupe-
raveis.
Precisa-se alugar urna oscrava para o
servido interno de una casa de pouca Cami-
lia, e para vender na rua, nio se duviJa dar
b' 118, botica.
Quem tiver urna casa terrea boa que
queira vender em Oliuda, dirija-se a ladeira
da Misericurdia em casa do Sr. Candido.
Quarla-feira. 5 do corrente mez, em
craca do juizo dos feitos da fazenda nacio-
nal, se h5o le arrematar os bens seguintes,
por xecu(0es da mus .a contra seus deve-
dores :
Uma parte do sobrado de dous andares n
-29. silo na rua da Guia, com 30 palmos de
frente, 50 de fundo, quintal murado e ca-
cimba por l:348>0W, p.'iihorada aos berdei-
ros de Antonio Ferreira Duarle Velloso.
I'm terreno de m-nnlu n. 56, na rua do
Hospicio, prximo a ponte da estrada de
Luiz do Reg, com 30 bracas de frente para
a mesma estraiaeTI de fundo por M09,
oenhorado a Jos Joaquim de Almeida
Pinto.
Doze cadeiras, -2 bancas, una meia com-
moda de madeira anoin-llo, i sof, 1 mesa
de meio de sala de madeira angico, 'pares
de mangas e-2 pares de (ssticaes de vidro,
lulo por 192?, s-enhora.lo a JoSo Bernardino
de Vasconcellos : os pretendentes compare-
icn no lugar do coslume liecife 1.- de
u.aio de 1858.O solicitador dojuizo,
Joaquim Theodoro Alves.
Aluga-se o quarto an lar da casa da rua
da Cadeia n i : a tratar no primeiro andar.
- Alug -se a ultima casa da rua de JoSo
Fernandos Vieira, com bastantes commo-
dos, familia ou pessoa une der Un o devi-
lo trato : a tratar defronto da igreja da So-
l Jade, casa n. i.
OCIEDADE El COMANDITA
para a fdbriea de Hr e te-
cer iliiodlo.
NSo tendo so reunido numero suflieiente de
associados no dia 23 do corrente, aje/ar do
instante convite fcito por meio do Diario
de Pernambco, os gerentes pedem aos mes-
. os senhores o obsequio de comparecerem
no da 4 de maio prximo futuro, ao meio
da, era casa de. Antonio Marques de Amo-
rim, rua da Cruz n. 15. aflu de se tratar de
negocios da mesma sociedade, prevenindo-
os de que sao urgentsimos, de cuja solu-
cSo depende a so. le da empreza.
PE.YTE DE OITCHOIC EM>
RECIDO, DE FAUVELLE-DELEBARR
DE PARS.
Quatro annos de experiencia tem assegu-
rado aos pentes de caoulchouc a vega que
boje tem, n5o s em Franca como no mun-
de inleiro ; sfio sem contradicco os mais
agradaveis de todos os peutes, mais brandos
que os de tartaruga, s5o os nicos que nao
fazem cahiro cabello, por causa da electrl-
j cidade que conlm.accrescendo a estas van-
tagdis a de ni"io serem mais caros do queaA
de bfalo. A esta admiranvel invencSo de
eXDOsicSo universal de 1855.
J*S@S @ SS@@Sr
B
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m
Casa de saudei
i
9
9

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1
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(f>
O Dr. Ignacio Firmo Xavier, roce-
be em sua casa de saude, que tica ao
norte da estrada da Passagem da
Magdalena, eot e a ponte grande e a
pequea do Chora-Menino, todas as
pessoasdoantes, aliaucando o me-
lhor tratamento, o maior zelo e cui-
dada nitdico. O local em que est
edilicada r. casa destinada para esse
raiate.r as regras hygieoicas, sobre
as quaes est construida, os commo- W
dos de que dispOe, o aceio, ordem, ()
e regularidade que ah se encon- Iran, silo condicOes pondeross para ff
uma breve cuia e completo resta- t$;
belecimeoto. As pessoas que quize- (A
lem utilisar-se de seu prest., o po- J?
dem dirigir-se ao paleo do Carmo, &
sobrado n 9, primeiro andar, das (J)
10 horas da manha as 3 da tarde, 2[
2JT e dessa hora em diaute no seu esta-
{^ belecimento. B
Precisa-sede um criado para o servico
da casa de um hornera solteiro, eque saiba
'ratar de cavallos : na na da Cruz n. 10.
M .. It. Iinj... _..._.: j<___. ... ....
Iigf U Dr. Pedro Antonio Cesar .-sta
residiodo na rua Direita n. 1-20, pri-
meiro andar e ah o encontrarlo
%jf para o exercicio de sua profissfio de
jA medlcn-parteiro. Aos pobres da
X consultas das 7 ps 9 horas da manbSa
e os visitara eu suas casas gratuita-
n mente.


Tem eirectivamente as suas acre- 5t
dita;las velas do com.iosii;ao : ardeni, >
e tem a mesma durscSo das de es- /f
permacete, e CUStam 15#0. 0 a arroba. ;%
Tambem tem de carnauba mais or-
Barias de 6e 7 em libra a lSa ar- ?
roba, sem catxas. ;*'*
O sabSo aqui fabricado he de pri- '..
meira qualidade, o que se garante ijjji
%G:}^..- GGQOiii
- ltoga-se ao Sr Paulino da Silva Min-
lirar no prazo de 8 dias, senao serSo ven li- dello o favor do ir a rua da Senzala Vtdha n.
dos para pagamento, c o recib por mim 94, concluir o negocio que nao ignora,
passado ficara sem vigor ncnlium.
Juaquina Mara de Sant' *nna.
Precisa-sede un c ixeiro portuguez
lv'Il O ou brasilero, que t.nlia praDci de taberna,
p>ra lomar cuita ,'e nina dita, em Santo
Segu com muita brevidade o palhahotcjAmaro de J^boalo. d-se hom ordnalo :
l'ieda.le ; para o resto da carga e passagei-1 queai quizer, polo dirigir se a loja do Sr.
ros, t-ata-so cora Caetano Cyriaco da C. M., Bezerra, na rui do tjueimado n 46. que
ua roa da Cadeia do lecfe n. 2, primeiro achara com quem tratar.
anJaf- PublicaClLo jurdica.
O tingue portuguez Itelampago segu : Ha cheha lo de Lisboa, Manoel di Nasci-
para Lisboa no dia "24 do maio impreterlvel- ment Pereira, rua de Apollo n 16, segn o IOS ao
mente : para o resto da carga e ,'assageiros, j ailar, a obra em 8 volumesTheoria da Di- mora
para o que tem acetados eommodos, trata- reito Penal--pelo cunselheiro Silva Perro,
se com os consignatarios Tnomaz de Aquino para ser entregue aos senhores subscripto-
Fonseca A Filbo. na rua de Vigario n. 19.1 res, pelo prego de IO5O00, e para os que nio
primeiro andar, 011 com o capitao na praca.. sao, pelo do 14 pagos a vista.
Pede-se ao Sr. .esembargador, em
cujo poder se acham os autos de appellacao
civel, nos quaes lieappellante Antonio Car-
los Pereira de Burgos Ponce de Lc3o, eap-
pellado Jos Pinto !a Costa, para
O
TV -W -ir
S03S?
Rint da Cadeia de !>.
Francisco n. I Jl ,
escriptorio deadVv/-
O
O
-
acia.
O bacharel formado Manuel Morei- .
ra (tierra, tem inslalla lo o seu es- ^
enptorio de advocada na rua da Ca- *."
ri deia de S. Francisco sobrado n. II B. tjfe
.[S onde olTerece os servidos de sua pro- ^
lissao as pessoas que o quizerem ^
f honrar com a sua confianca, polen lo JJ
2 para isso ser procurado a qualquer @
".'; Iiora de to los os dias uteis; o mes.no $}
A bacharel eucarrega-se de quaesquer gj
.'i recursos ou oulros negocios forenses -.
'.'I do interior da provincia, que po- .A
do interior da
rante qualquer triliunal 00
repart- ';;
a que, por!--- H ^ ....." "" -('-.;,
obsequio, baja por he,,, desjachar ditosau-IS? f*0*6*" ca',ti'1 '.t,"""'" d5 serven- C^
tos alim de se po ler desonerar o Oidor Fian-1 "- '''Jos para que Ihe poderSo ser en- ^
cisco Jos da Silva Mayer, da lianca que 9 '"^V dos em carta fechada ; noque Q
presto,, na dita questr.o, a favor domesoo 9 "do assejura o maior z-lo e promp- ^
los Pinto ja Cosa, pois ja ha mais de 2 an- '2 l'ti'\ .^ Pf P"hres e pessoas
nos que a referida appellacao subi para ^ desvalijas pre.lara todo o trabalho |
esse tribunal, t^udo causado graves prejui-
referiJu liador este lempo de de-
Na pa laria do Forle do Mato precisa-
se de 2 ama-si lores que sejam peritos, pa-
ga-se liom saUno. Na mesma se precisado
um moco que tenba pratica de caixeiro.

V desvalidas prestara todo o
-.! ;ralis.
**s *Vi """*'
i;....;,.;,:.-..-.-t, ...
FLITOR.
l'recisa-se para um sitio pequeo na So-
ledade de um hom feitor ; agradando paga-
se bem : dirija-se ao primeiro andar n. 20,
da ma do Torres, praca do Corpo Santo.
- o lepsito principal
dos mais afumados cmiru
tos da Bulla do &t, Gus-
tavo La porte, aclia-se de
lioje eiu (liante em casa de
Sciiaphletlin & C, rua da
Cruz 11. 38.
I mmim fmkcez. i
;- Paulo daigiioav iienlista, rua Nova n.il 1 ^^
na mosniacaalem agua e p- leulriflcr. @
O abaixo asslgnaJo faz saber ao pu-
blico, que dissolvera a sociedade particular,
quetinba com seu cunhado, eamigooSr.
Jos Francisco da Costa Guicnares, na loja
de calcado sita na travessa das Cruzcs n. *,
cuja loja desta data em dianle tica nica-
mente pertencendo ao abaixo assignado
como dono que he e lica sendo.
Melquades Manoel dos Santos l.im.
Precua-te de um. am. torra no capi,vn para
to.lo o MTVifj* de om ca.a de familia : na rua lar-
a .lo llosdrio 11. 28, teaund > audir.
BOU 110.
Da casa da rua do Livramentn n. 2(1, ter-
ceiro andar, rouharam no dia 27 do corren-
te um relogio suisso com caixa d ouro, com
os signies seguintes : a caixa de fora ja per-
tenceu a outro relogio o que logo se conhe-
ee, e tanto esta como a caixa da machina ja
foram tocadas, tendo cnliadn na argnla uma
lila de seda preta. e uma chave ordinaria
ludo bastante usado, tambem tem do lado
que se da corda tres buracos, nSo servindo
um para nada : roga-se aos senhores relo-
joeirosou a qualquer pessoa a quem for of-
ferecido o apprehende-lo e leva-lo a seu
dono na morada indicada que ser grati-
ficada.
PROTer.AOT ESCANDALOSA.
Pergunti-se ao dignisstmo ministro da
veneravel ordem tercei ra de S Francisco
desta cidade, como interprete dos mesarlos
da mesma ordem qual he O artigo dos es-
tatutos em queso finnaram para manlarem
informar fsecretamente os re juenmentos
dos doiis Hincos pretendentes, que se pro-
pozeram ao lugar vago de enfermeiro do
hospital da iefe: ida or lem Me pareca, que
|| auto muito drveria ser envido o reve-
rendo padre commissario para dizer 1 Ig
Icous'acer.-a da religiSo dos pretendentes,
o cirurgiSo da casa para dizer se OS mes-
mos pad ciam de molestias oontagiosaa que
po essem ser transTietti 'as aos irsaSoa ro-
colnidas ; porem este expediente nio pre-
enchia os (ios que sem duvida sBoenviar-
se o requerlmento de Pairo a dous nii.'i s
te c^i'os a darem eacolbidos para dtzerem
o peior que for i>ossivel deste, pre'endente,
t o requerimento de Hoque a dous ir.naos
afTecoados e interessa ios na causa para n-
tllcar..n as torpezas de que o erelen iente
esleja coherto, com tanto qe seja favoravcl-
mente deferido Mas Pedro nSo podera p's-
ponsabiliaar aos informadores que o infor-
maram falsamente '.' estou que sim. e quan-
do odignissimo ministro Ihe negu.: o re-
curso, ahi esta o meritisstmo jui/. de, capel-
|la para fazer desagg'avar a lei e a reputadlo
otr.-ii.iiJa : assim pensa
\ Um es-ministro.
lobilias de alu-
guel.
Alugara-se constantemente mobilas com-
pletas ou qualquer traste separado, e por
prego eommodo : na rua Nova, armazem de
traste do Pinto
Quem precisar alugar casas na rua dos
Pescadores para fazer padaria ou outro
qualquer estebelecimento dirija-se a rua da
Cruz n. 6t, primeiio andar.
Precisa-sede um bom amassador ; na
rua da Senzala Velha n. 94.
v:c;--^X;oO-i,-.: ..: .;;-&;?
J fiOMLTOIW HOMEOPTICO g
S DR. LOBO MOSCOZi. I
g( Rua da Cadeia de Santo Antonio. $
P9 t) Dr. Lo.bo Moscozo faz scicnte r^
$$ aqueaiinteressar rossa que tem @
3.3 commodos em sua casa para re- A
[f ecbor iljjuns esclavos nfio s pu- 5
@ ru tratar de, suas enfermidades @
^j como para lazer qualquer o pe- fik
j3 rarao. Os doentes serao tratados 9$
@ pela homeopathia ou pela alio- dh
j palbia, conforme parecer mais S
@ conveniente para a brevidade da S3
.; ;., cu, m. Adverte que recebe gra- g$
;Jji tintamente urna 011 outra pessoa j^j
; (jue precise fazer alguma opera- gj
'.,} '!''. e fl"e por suas circumstao- 3
'. cas nao possain satisfazer as des- g.;j
cij pezas de tratamento e nao queira -j
Z siijiilai-sc a ir para os liospitaes. ^
g$ O prerodo tratamento dos esera- S
C vos reculara' de 2$ a 3$ diarios f
^ conferme a giavidade da moles- 3
^ tia e o lempo de curativo. 5
Piecisa-se fallar com o 5r. Henrique da
Fonseca Coulinbo, na rua do Crespo n. 16,
loja de fazendas, a negocio que Ihe diz res-
peito.
Precisa-se de duas pretas para vendo-
rem azei(e de carrapato de tarde : na rua
das Cruzcs n. 26, segundo andar.
Hoga-se a pessoa que por engno lrou
uma cariado correio para Jo3o Jos de Pai-
va, a qual veio do norte no vapor yapock,
queira por favor man !a-| entregar na rua
da Cadeia do Kecife n. 9, loja de calcado.
Lotera
Provincia.
O Sr. tliesoiaeiro manda [tiei pu-
blico que se acham a venda todos os dias
110 pavimento terreo da casa da rua da
Aurora n. 2(i das 9 horas da manhaa as 8
da noite um sortimento completo de nu-
meros de bilhetes e meios da primeira
parte da primeira lotera do recolliimen-
to do Santissimo Coracao de Jesus da vil-
la de Iguarastu' cujas rodas anda rao im-
prcteiivelmente no dia 12 do correte
mez.
Tliesoiirai a das loteras 1- de maio
de 1868.O escrivao, J- M. da Cruz.
Na li va ra n. 6 e 8
da pra$a da Independen-
Ici precisa-S fallar ao Sr.
i Dotan, que morou na rua
do Arag'o e te.ve inarci-
i'eiria.
Linha de mni-
bus .
Claudio Dubeux principia segnda-feira,
'i do corrente, a mandar um mnibus para
Santo Amaro de JaboatSo, o qual sahir do
ponto as 4 horas, e voltar de JaboatSo as 7
horas da ma ulula ; as pessoas que'qulzerem
estar mensaluienle, podem vir tomar suas
assignaturas.
Melhodo Cas-
tilho para endino
de iiieninas.
Priscilla Senhorinha Mendos de Albuquer-
I que.tendo sido examinada < ar>provada para
! o ensino de nstruccSo primara, tem abcrlo
ja sua escola no segundo andar do sobrado
1 ti. 39, confronte a igreja do Rosario de San
;to Antonio, onde alem de leilura, escripia,
contal.ili I.ole e grammalica nacional, ensi-
, nara costura, bordados o lavores, esperando
corroborar a boa opiniSo em que a tem o
Ksm. Sr. conselheiro Castilho, exprossa na
quarta edico doseu iusigne methodo.
Cuiiipaahia las earues
verdes
A carne nos agougues da companha, ja
designados seus nmeros e lugares, sera
vendida no domingo de marco em diaule,
aos precos seguintes ;
Primeira qualilade -20 patacas, ou 200 res
a libra.
-utida dita 1C ditas, ou 1G0 res a dita.
Precisa-se de um fetor, preferindo-sc
! 1as filias, para t'atar de um sillo perto da
i praca ; a tratar na rua du Atollo n. 34.
\ ma
Precisa-se de uma ama'forra oa capti-
va para pouco servico de casa, dando-se
preferencia s-? for captiva, e paga-se bem :
na rua da Moda n. 36, sobrado, primeiro
andar.

II FGIVFI


DIARIO DE PERNAMBUCO TERCA FEIRA # DE MAIO DE 188.
Lotera
DA
provincia.
Tendo sido publicado na lista geral dos
premios da sexta parte da tercera lotera do
hospital Pedro II o n. 2078 com o premio de
55000, o Sr. tnesoureiro manda declarar pe-
I i presente, que o referido numero tem o
premio de 100-5 e nao de 53 como errada-
mente foi publicado.
Thesouraria das loteras 3 de maio de
1858.--Uescnv3o, J. M. da Cruz
i. J. Merki vai a Europa.
Gratificase com
50$ reis.
No da 12 do mez de marco prximo pas-
-ailu tupio da casa do abaixo asignado, o
eu escravo Antonio, naco Rengela, idade
40 e tantos anuos, alto, magro, falla bstan-
lo atropelado, tem a barba toda branca, po-
rom cosluma rapa-la, levou calca e camisa
de algodSo de listras e chapeo de palha de
carnauba ordinaria ; foi visto no dia em que
iugio no engenho Giqui, e seguia a estrada
ca Victoria : portanto rogase- as autorida-
des policiaes e capitSes do campo a appre-
hcnsao do dito preto, na certeza de que a
primeira pessoa que o appreliender e trou-
j:er a^rua do Crespo n. 21, receberS a grati-
licac.no cima. Este escravo foi do engenho
Teres do Sr. tenente-coronel Manuel Joa-
cuim do Ii>go e Albuquerque.
Bernardino Maia da Silva.
O sobrado de dous andares sito na
ra da Guia n. 29, que tem de ir no dia
." docorrente a praca, por penhora feita
pelo juizodos feitos da fazenda aos her-
deiros do finado Antonio Ferreira Duarte
Velloso, lie foreiro a irniandade das al-
mas da matriz do Corpo Santo.
Padre Jos Leite Pita Ortigueir.i,
Procurador geral da irmandade.
Oll'erece-se urna mulher para ama de
leite, a qual tem bstame leite e de boa
qualidade; a pessoa que precisar, pdedi-
rigir-se a ra de Santa Thereza n. 58.
Vende-so um negro bom oflicial de
pedreiro, de muito boa conducta, sem vicio
nem achaque algum, 011 aljga-se ; na ra
do Livramento n. 4 Na mesma casa ven-
dem-se mais escravos de boas figuras, e
cumpram-se.
Vende-se fumo cm folia c charutos de
superiores qualidades, chegados recente-
mente da ISahia, por menos prego do que em
outra qualquer parte: na ra da Cruz do
Recife D. 13 primeiro amia-
Vende-se um terreno com 57 palmos
de frente e 2 000 de fondo, na ra da Auro-
ra junto a nova propriedalo do Sr. Tiburcio
Valeriano Baptista: quem o pretender, cn-
tenda-secom Francisco Ujtelho de An Irado,
na ra Imperial u. 167, ou no Itecife no
Forte do Mattos.
Acg>s da Companhia Pcrnamhucana.
Venaem-se 30 accOes da acreditada com-
panhia de vapores cosleiros : quem as qui-
zer procure no aterro da Boa-Vista, casa 11.
4". Adverte-se aue se faz todo o negocio,
quer de tojas ellas, ou de parte, com algum
prazo.
Na ra das Aguas-Ver les n. 46, ven-
dem-se diversos o bonitos escravos de ambos
os sexos, entre elles um ptimo pedreiro ;
d3o-se a contento.
---Domingos Jos da Cu aha I.ages, pri-
meiro fabricante das bolachinhas de aram-
ia, alliada, soda, regala, coraces, dubeliu,
carioca, partcula, biscoitioho, biscoito de
llaraburgo, biscoito, fatias, em seusestabe-
lecimentos na ra da senzala Nova n. 30, e
em continuacao da ra da ConceigSo da Boa
Vista, bem como superior p3o e bolacha de
todas as qualidades, que vende por prego
commodo.
Claudio Dubeux tem para vender urna
porgSo de pipas e barris vasios.
lillio,Mjao
uiulatinlio c
branco.
Vende-se superior milhc, feijSo mulati-
nho e branco, por commodo prego ; na ra
do Amorim n. 39, armazem de mol, dos San-
ios finio.
Pedido.
..
S@38GQ @@G@
-:.;
Pede-so Sr. Germano Francisco do Oli-
velra o obsequio de levar scena o muito
aplaudido dramaa Gargalhada.
Os tres apreciadores.
Manoel Dias e sua mulber, brasileiros,
vo a Europa.
Francis Edlmann retirt-se para fra
da provincia.
Jos carvalhodos Santos, portuguez,
retira-se para Portugal a tratar de sua
santo
Precisa-se de um forneiro, e d-se bom
ordenado; na padaria da ra dos Pires
Q. 44.
D-se a juros aquantia de 2:000, em
grandes e pequeuas porgues : na ra do Co-
tovello n 56.
COMPANHIA DAS CARNES
VERDES.
S3o convidados os socios desta companhia
para reunio em assemblea geral no dia 20
docorrente mez de maio, polas 10 horas da
.'llantina n lugar e casa em que se ha reuni-
do, ra da Cadeia de S. Antonio n. 13.
l.ourcnco de Barros Vasconcellos, pro-
pietario do engenho Camarag, faz scien-
te so publico que deixuu de ser socio da so-
ciedBde Liberal Nazarena, desde o dia 17 de
abril de 1858, licando logo d sone:adode
qualquer responsalulidade, visto ter pago
todas as mensalidades e mais conlribuigO.-s
da mesma sociedade.
Engenho Camarag 20 de abril de 1858.
Lou'enco de Barros Vasconcellos.
Precisa-se alugar um moleque de 8a
10 annos, nicamente para recados, que soja
Gel; paga-se bem : na ra da Cadeia du Ite-
cife u. 59.
- Antonio Leiie Pereira Bastos transfe-
rio sua residencia para a ra de Apollo n.
1<, segunlo andar.
Quem precisar alugar urna mulata
com muito bom leite, dirija-se a ra da
Piala n. 64.
Roga-se ao Sr. JoSo Ferreira da Silva,
morador na freguezia da Bna-Vista, o espe-
cial favor de se dirigir a ra Direira n. 106,
ou annunciarsua morada para su lhe poder
fallar.
Precisa-se de 600/ rs. a premio, fazen-
do-so hypotheca em urna casa de pedra e
cal com terreno no lugar do Remedio, tam-
bem se faz negocio por venda : quem pre-
tender dirija-se ao mesmo lugar, a tratar
com Octano Baptista de Mello.
--- Precisa-se de urna senhora branca pa-
ra casa de um homem viuvo para tratar de
orna menina : na ra do Collegio n. 9, que
se dir quem precisa.
ODr. Cas'-nova lendo de fazer urna
viagem a Europa, pode a todas as pes que Ibe eslao deven lo o favor de mandar
pagar at o dia 15 do corronte maio. Em
quinto credores ou diviJas nao tem, po-
rem se alguem sejnlgar cora este dlreito,
aprsenle a sua conta, que immediatamenle
sera satisfeita.
- O abaixo assignado tendo procurado
oSr. paire Joaquini Belizario I.ins e Mello,
e n3o o tendo encontrado, nem saben 'o
onde reside, roga ao mesmo Rvm. Sr tenha
a honda de de annunciar sua morada, 00 di-
rija-se a casa do mesmo abaixo assignado,
narua Imaerial n. 167.Francisco Boiellio
de Andrade.
A pessoa que cnmprou urna taxa de
cobre estanhada em que se costuma derre-
ter cera, escravo ou a fmulo presuaiin lo
que eslavam autorisado pelo dono a assido
faze-lo, queira dirigir-sea ra Direita n.88,
segunJo andar, que reeebera a importancia
pela qual comprou : advertindo-se porem,
iuc se assim nao fizer so dar parte a poli-
ca para mandar dar urna busca, e ser a mes-
ma aprehendida, e o comprador ser punido
na forma da le, visto como l'urtaram-na de
casa.
Jos Joaquim Ferreira, estabelecido
com casa decommercio na cdade Theresina
capital do-Piauhy, desejanlo ter noticias de
seu sobrinho Mauoel Joaquim Ferreira, que
em 1818 ou 18.0. lheavisou ettar no lugar
denominado Porto de Maragogipe, Baha ;
pede a quem quer que estiver no caso de
da-las, o favor de dirigir-se a ra do Cabu-
gan. 11, onde encontrara com quem enlen-
der-se.
Capotes de borracha
a 2,000 rtis.
Vendem-se capas de barradla s
xf porque se acham pegadas, pelo hara-
* to prego de 2/rs. cada urna : na loja
Cw da ra do Queimado n. 10, de Leite, 9
3 Artbur&C. g|
Na tanoaria defronte do trapiche
do Cunha lia superior farinha de man-
dioca em saceos grandes, assiin como
bom milhoe feijo, tudo por preco ra-
zoavel ou tratar no armazem da ra da
Madre de Dos n. 12.
Na ra do Trapiche n. 54
escriptorio de Novaes
Vende-se superior vinlio do Porto en-
garrafado, em caixas de I e 2 duzias de
garrafas, bem como em barris de i- e 8-
a preco commodo.
O
Coqueiros*
Vcndem-se coqueiros pequeos para se
plantar : na ra das Trincheiras n. 29.
Vcndem-se pos de larangerasde um-
bigo e selectas, ps de fructa-pao, sapoti,
e limo para cerca, c outras qualidades de
arvoredos : na Ponte de Ucboa, sitio da viu-
va Carroll.
Reloo'ios.
Vendem-sc relogms.de patente inglex em !
casa do rknriglu Tuckoiss & C, ra da
Cruz n. is.
AfUru;ao.
'ii Kissel, relojoeiro Irancez, vende
^ relogios de ouro c prata, concerta
gh relogios, joias e msica, ja aqui he
conhecido ha muitos nnos,habita no
paleo do Hospital n. 17.
sellins
patente inglez
Sao chegados e acharo-te a venda os verdideira
6 bem conhecidussellins inulezes patente : na roa
do Trapiche-Novo n. 42, armazem de Tazendas da
Adamsoo Uowie A C.
Va lja das seis
portas em frente do Li-
vramento
l'ara acabar com algum resto de fazendas
tem rcsolvido vender por menos do seu valoj
as seguintes : 13azinha para vestidos fazen-
da perleita com 5 palmos de largura a 400 o
covado, cortes de riscados franrezes a 1e600
l'dzenda fna, chitas eiicarnadinbas a luu o
covado, riscado monstro bastante largo a
160, cambraias musselinas a 50o a vara,
cortes de case-oira mgleza de cores escuras
a -2550, lengos de se la brancos e encarna-
dos a 800, raeias para meuino brancas e de
cores a 240.
5l
das seis portas
EM FRENTE DO LlVRAMEWTo.
Pegas de cassas adamascadas com 6 varas a
t;, ditas linas de salpico a 29 com 8 varas,
saias bordadas a l;-280, chitas escuras mo-
fadas a 120 o covado, cartoes de clcheles
francezes a 40, colleles de casemira preta
bordados a 1-tuO, Iuvas pretas de seda a
500 o par, chales prelos de la a 126001
OSZOXOZXO S-:::-::O
Para luto,
2 Camisinhas, manguito* e gollinhas w
P proprias para luto, equesevendem
J por barato pregj : na loja de Leite, ^
@ Arthur &. C. ra do Queimado n. 10.
Aviso.
>a ra da Cruz n. )1,primeiro ardar,
sala de barbeiro, vendem-se bichas, tanto
aos ceios como a reta I ho, mais barato do
que em outra narte, e alugara-se ; adverliu-
"io que sao chegadas no ultimo vapor da
Enrona.
v-v*U>*-3,
Compra-s ama propriedade tita cm alcoma
das priucipati roas d'esla cidad, e que rend* pou-
co mais ou menos joOjOOO n. aD.iuaes, e.lanila o
predio em bom slado, e desembarat-do; quim
quier, Irale na ra da Cruz, eicrlplorio o. 19.
"~ Compra-se eirectivamente brooze, lao
tao e cobre vellio : no deposito da fundica-
da Aurora, na ra do Hrum, logo na entra-
da n. 28, e na mesma iundigao, em Sauto
Amaro.
Compra-se una balsnga decimal em
bom uso, que pese de 24 a 82 arrobas: na
loja de ferrageas n. .16, ra do Queimado.
Compra-se effecti va meato na roa das
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da tt-
vida publica e provincial, aeges das com-
paohias, e da-so dinli 'io a jaros em grau-
des e pequeuas quantias s>b>e penhores.
% Una peenincha. f.
tt Cortes de seda de listras de superior 0JS
g qualidade. com 16 rovados cada corte, |.|
0 pelo bratis>imo prego de 203 : na ra BTl I 1
s ts&u&zn-46'loj6 do A-l!ezcr- ji arinnai de man-
/va loja aopdo
arco de S An-
tonio,
vende-se panno lino de cores a 29500 o co-
vado, abac de seda para restidOS a 800 rs.
o covado, cambraias Bnas i "280 o covado,
dit.s muito linas a 320 o covado, ricos eu-
feites para c.ibega de senhora, diios para
pescogo, ricos chales da to iquim de todas
as cores, e outras muilas fazendas finas por
barato prego.
Gomma, velas e cera de carnauba do
Aracaiy.
Na ra da Cadeia do Recile n 50, primei-
ro andar, vendem-se saceos com excellenle
gomma, cera e velas do carnauba de muito
ba qualidade, e por pregos razoaveis.
Vendem-se por toiuinodo prego os se-
guintes ohjecios. proprlos para aquelles que
se applicam aos esludos das scieucias na-
turaes :
!. Um microscopio, cu;a Bolencia mostra
perfeitamenle os giobulo do sangue e do
leite, completa mente preparado, e com va-
rias importantes amostras.
2.- 600 amostras escolhidas de mineralo-
ga e geologa, com urna boa caisa para
guarda-las.
3.- Urna boa caisa de reagentes chinilcos
com os competentes copos para analysese
alguns outros ObjectOS.
4.- Umcosmorama com bellas vistas das
principies cidades da Euiopa:a tratar na
botica de Luiz Pe iro las Neves.
O BDGET
DI
Acaba de cliegar de Pars LE IUD-
GET i)( BRASILOD BECHERCHESSUR
LES RESSOURCES DE CET EMPIRE,
DANS LEl RS RAPPORTS AVEC LES IN-
rERETS EUROPEENS DI COMMERCE
L UE L'EMIGRATiON, pelo conde Au-
gusto Vander Slraten-Pontliaz, 3 volumes
em 8.- francez, com diveisas cartas e le-
tratos das principies personagens e pro-
vincias do imperio. Esta obra he a pie
mais convm aos tenbore acadmicos do
quinto anuo da Faculdade dedireito, pelo
bem que desenvolve todas as questfies do
direito administrativo. Vende-se na li-
vraiians. G e 8 da Praca da Independen-
cia por lOsOOO.
Cera de carnau-
ba esebo refinado.
Domingos R. Andrade & <:., com deposito
no largo da Assemblea n. 9, azem scientes
aos Srs. fabricantes de velas, e a quem mais
interessar possa, que estao resolvidos a
vender tanto um como oulro artigo por me-
nos prego que em outra qualquer parte,
alem do que deixam escolher tanto saec
como barrica no completo sortioiento que
presentemente tero.
oiO;;a e soceos de
alqeire copulado.
\o armazem de llosas & lrmao, no
becco da Madre de Dos tem para vender
muito boa e superior farinha saceos
grande por preoo muito mdico.
cudam,
.* ntes jne se acabe.
Na nova loja do sobrado amarello. na ra
do Crespo n. 14, acaba-se de receber um p-
timo sortiniento de iazenlas em direitura,
como sejam : cassas cura listras assetnadas
a 300 rs. o covado, padres os mais moder-
nos que tem apoarecido nesti genero, len-
gos de c.iiubraia de liuho bordados para noi-
vas a &} cada um, ditos de bretanba com
cercaduras de cor a 29500 a dtuia, meias de
cor para homem a 1^600 a duzia, chales de
merino de cores a 49500, meias casemiras
proprias para palitos a 800 rs o covado, cor-
les de Golletes de velludo os mais ricos e
modernos a 85, tapetes ricos para sof a 13?,
colchas de fustSo para cama a 5$500, e ou-
tras muitas lazenJas de bom gusto, que se
vender5o por m<-nos que em qualquer ou-
tra parte ; a vista faz fe.
^ Vestaos com baba-
| dos a 7000. |
Vendem-se vestidos de cambraia de ,X,
^g cor fina com tres o quatro ordena de ^
^3 hados pelo barato prego de 7#000 : ?
O l(,j* da la do yueimado n. 10
qoooooo'::.::. .:-:.iOo
Superior fari-
Oh! que peehin-
cha.
COM TCQE DE AYARIA
NA LOJA DO PREGUIQA,
ra do Queimado, esquina do bpeco do Pei-
xe Frito u. a, vendem-se cassas francesas
muito linas, com pi-queno toque de avaha,
pelo diminuto prego de S10 a Vara, assioi
como cambraiaa fraocezas muito Gnas, pa-
drones UOVOS e sem avaria. pelo baratissimo
prego de 500 rs. a vara, 1 iazinhas de qut-
dros de lindos padres, proprias rara vesti-
dos de senhora'e palitos de menino, pelos
diminutos trogos de 4SO, 500 e 600 rs. o co-
vado, e de tudo se darao amostras com pe-
nhor.
Vende-se umaLarmaglo toda de ama-
relio e envidragada, propria para qualquer
estabelecimeulo; na ra do Itangel n. 20.
--- Vendem-se saceos com farinha do
muito boa qualdaJe, por orego commodo:
na ra da Cadeia do Itecife n. 55, no so-
brado.
Vende-se superior linha de ilgodao
brancas e de cores, em novello, para costu-
ra : cm casa deSouthall, Mcllor & C, ra
do Torres n. 38:
^ Cabos sortidos da Russia, Cai- @
<$ ro eManiilia. g
Lonas da Russia, brins e brin- ^
-;j3 zoos. (h
$ Cobrec metal para forro com prego*.
$ Oleo delinhaca e Velas steari- ^
^ as. g
^ Estanto em barrinbas, Bar- ^g
r!,ha- tt
y$ \ inhos finos de Mosclle e Joan- ^
^ nisberg espumoso, e de Bordeux ^
. ;. tin quartolas. &.
'.-;, C. J. ASTLEY& C. %
OZGQQ; i:-OOC:-:;:--:.:-
Lm casa de Henrv Bruno o; C. ra
da Cruz n. 10 vende-se :
Cemento romano.
Cognac em caixas de 1 duzia.
Cadeiras de vime.
Um grande sortimentode locadores.
Retratos a oleo para sala de jantar.
Espclhocom moldura.
Pianos dos melliores fabricados em Ilam-
bitrgo.
i)m casa JeKabeSchmettau &Companhia,
ra da Cadeia n. 37, veuiiem-seclegamc
Pianos do afaniadofabricaiiu Traumanr
la llamburo
^uSCAIISHG
MO.
NA FUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NUEIRO'DAVIDW. BOWMAX.rtA
RIJA DO BitUM, PASSANDOO oilA-
FAIUZ.
ha semprt! um grande sortimento dos se-
guintes objoctos do mecanismos propro
para engentaos, a saber : moendas e meias
mocadas da mais moderna conslrucgao ; ta-
clias do ferro tundido e batido, de superior
qualidade e de todos oslamanhos; rodas
dentadas para agua ou animaos, de todas as
proporcoes; crivos e bocea de fornalha c
registros ie boeiro, aguilhes. bronzes, pa-
rausos e cavilhOes, .uoinhos de mandioca,
etc. etc.
NA MESMA FUNDICAO,
seexecutam todas asencommenda's co
superioridade ja conhecida com a devida
presteza e com odidade em preco.
Altenco
He barato que
admira.
:>a ra do Queimado n. .",7, nova loja de 4
portas,acaba-8e de receber pelo ultimo vapor
vin o de EYanga, ricos cortes de vestidos de
seda com 3 babados para 3i'>. 50, 60, 70 e
805000, dilOS sem babados a :j~, sabidas de
baile a J3-5, 2i, 25 a 30/000, enfeites para
cabega do melbor gosio que se (ule encon-
trar a 1W12 e 149000 cada um, manguitos'
bordados de cambraia a 2/300, 3 e 55 o par, I
camisinhas bordadas com manguitos e gol- ....... ... ,.,. ,CKrn n
lin^a a 13/, golnh.S bordadas a 1^00. i K^t,.!^ .', 'IsVakA
19600, 2S00 e S9500, tiras bordadas a 800, CEBIA EM OIREITU
DE FAZENDAS I'IIE-
A yl.Vltt?MA. KE-
.^KA l'ELO ULTIMO
900 c 19 a vara, corles du barege a Tt, gazei AAVIO FBANCEZ.
de seda a 700 e a 800 rs. o covado, lolar de (jro*deiiar>let preto encorpado de
seda a 800 rs. o covado, grosdenaples mofa-, Hilo dio lavrado ....
'lo a 15 o Covado, dito limpo boa fazenda e Selim preto vrrdadeiro maoaa
19700 .i 29800
2c200 ^;l)llll
15800 o covado, dito preto a 1>600, 1.-800 a > Sarja prela verdadeira heipanliola
3. mantas pretas de fil bordadas a 9 e 12;, xeuioa preta e larKa, para ba-
nha
- EmOlinda, no lugar denomiimdo Ma-
na Simplicia, sitio dos Boltrins, vendem-se
bons bois mansos : a tratar no mesmo sitio.
Veude-se urna mobilia .e arnarcho.
sondo 2 cams de armacao, 12 cadeiras 1
mar^ueza, I sof, 1 par de bancas, 1 mesa
de jantar, el espelbo de. prele, ludo por
prego muito commodo por ser de orna pes-
soa que se retira na ra da Itoda n. 52.
-- Vende-ie farinha de milho a 120 rs a
libra : ua uadaria da ra das (.ru/es n. 30,
A bordo da garopeira Estrella d'Alva existe
um resto desta superior farinha, para aca-
bar vende-se por barato orego: trala-se
com Antonio Luiz de Oliveira Azevedo, no
seu escriptorio ra da Cruz n. 1.
X Cortes ^ Vendem-se cortes de vestidos de 3
.-.-.; fazenda matizad, escura, cjm lar- :.
^ gura de i palmos, e com 10 covados, "'.*
;?? pelo barato prego de 25 : na loja da ^
L ra do Queimado n. 10. O
Superior oleo de ricino em latas de 30
libras, vende l'rax-des da Silva CusmSo, ea
seu escriptorio no caes de Ramos n. 1.
^elogios de pa-
tente
inglezcsdeouro, desabnete c de vidro:
|vendem-sea precorazoavel, em casarle
Augusto Cesar de Abren, na ra da Ca-
deiado liedle, armazem n. 56.
GRANDE ESTABELECIMEATO
DE
PIADOS FORT
Ana Kovan. !27, esquina da Cimboa do Carrao,
nico deposuo de Carlos Niheel & W.
SassenhoF.
Resto bem conhecido esbelecimento sempre achar-se-ha os mais ricos, lindos, feries
e bellos pianos at boje condecidos dos atamaJos hbiicaates
Carlos ftclieei ce W. Sassenh.if"
osquaes tem sido mui'as v;jes premia ios as exposicoes da Enropa.e os primeiros sendo
escolhidos peio joven Arthur Napoleao, para seos concerlos quandose aclmu nesta cidrde
vendera-se estes pianos debaixo de tola garanlia, afiangando nao se niudarem, como
todos os mais que tem vindo a este me-cdo, sendo a conslrucgao a mais moderna e for-
tis-ima, ten 10 o teclado a f.las'.icidade desejada, e oexterior a maior elegancia.
ba mesma casa concerta-so e alina-se com oorfeigao os mesmos insiruju'tos.
Opreguica est
queimando
Na-loja do l'regulga, na ra do Queimado,
esquina do becco do Peixe I-rito n. 2, con-
tinua a fornecer-se ao publico um bello
sortimento de fazendas por baratissimos
iregos, bem como seja grosdenaoles preto
fino a 19700 e 19800, dito muito fino a 25300
e 2^400 o covado, pegas de can braia lisa
lina com 8 varas a 59000, dita muito fina a
75500, dita muito fina com 10 varasa85000,
uta mais baixa a 49, dita com 8 varas a
29100, pegas de cassas de qudros muilo
linas com 10 varas e com alguns furos de
eupim a 2^800, e a vara a 300 rs., chales de
merino brdalos em iluas ponas n 89500,
titos lisos a 55, ditos de cbaly com listras a
6^800, casemira preta muito'lina a alio,
29300, 29600 e 39 o covado, panno azul pro-
prio para Tarda de guarda nacional a 25200
0 covado, dito preto lino a 5jS00, dito ver-
do escuro a 4s, grvalas pretas e de eores
de lindos padres e superior qualidade a
19 cada urna, ditas de mola de cores a 1/,
ditas pretas muito linas a l280e IStO, cor-
tes de targelinas com 12 covados proprios
para as senboras dar um passeio at ao Ca-
bo, pelo baratissimo prego de 105 cada um,
lengos brancos com cercadura decora 120
cada um, orgin-.ty de cordita a 260 o cova-
do, cambraias eslampadas a 440 vara, dita
mais tina a 600 rs., cintas francezas de to-
das as qualidades escuras e claras a 2*0,
260,280 e >00 rs. o covado,pegas de bretaaha
de rolo com 10 varas a 29, mussulma bran-
ca fina a 300 rs. o covado. ditas de cores de
lindos paures a 320 e 360 o covado. cobur-
gos, fazenda de cores, muilo propria para
casaveques de senhora a 600 rs o covado,
vestidos do tarlatana de lindos pf.droes com
12 covados a 45 cada um.lazluhas decores
escuras e claras de lindos .padres a 320 e
360o covado, mantas do Ot ue linho do
melbor gosto possivel a 149 cada urna, car-
meliua, l'jizeii.la nova, padres de laazinba
a 280 o covado, chales de laazinba cora lin-
das barras a 2- cada um, riscados francezes
do novos gostos asselinados a 28o, ditos
mais linos a 320, cortes de meias casemirs
de lindissimos gostos a 25 cada um, casemi-
ras enfrsladas de cores escuras mescladas e
superior qualidade a 2/200, cortes de case-
mira do superior qualidade a 5?, 59500 e 6
cada um, h-irr. de puro linho de lindos pa-
dres a 1;400 a vara, ditos prelos proprios
fiara luto a I96OO, cortes debrim de lindos
padres a 2j4O0 e 256OO cada um, camisas
de meia de laa de superior qualidade a
25800 cada urna, cortes de riscado francez
de linios padres a 39200 caja um, ricos
tapetes para sala a 39800 cada nm, madapo-
13o de todas as qualidades e pregos baratos,
chitas de lindos gostos de 160 at 20, alpa-
cas pretas do todas as qualidades e por ba-
ratissimos procos, gangas mescladas a 520 o
covado, rscados Je linho de lindos padres
o supeiior q-.ialidade a 200 rs o covado, Vel-
1 lutinas d-5 todas as cores e superior quali-
dade a 750 o cova lo, grosdenaples de lin-
I dissimas core e superior qualidade, [icio
baratissii:io prego de I99O0 oco?adi-, cam-
' bratas de cores de lindissimos gostos e o
mais fino que he possivel, pelo diminuto
prego do 640 a vara, cas5as de cores de lin-
dos pd.-o.>s e cores lisas, chales de laa de
lindissinas cores e superior qualidade a
29400 cada um, luvsS brancos e de cores es-
curas de linio proprias para montana, pelo
diminuto prego de 500 rs. o par, e outras
muitas fazendas que se deixam de 1
nar, e se venlerao i|{ir baratissimos presos,
c se dao amostras com neiilior.
Vende-se tuna cama de armacao,
de oleo, e lastro de palliinba quasi no-
va : na ra do Livramento n- 27, primei-
ro andar.
chapelinh*s para senhora muito boa fazen-
da a 14.9. chales de merino bordados a 69, 8
e 115, ditos de louquini bordados a 20s.
cortes do cambraia de salDieos a 596OO, ditos
de seda pretos muilo superiores 809 a 905.
chales de merino prrtos a 45, lengos de re-
troz a 2>, chapeos de sol de seda superiores
a 105, ditos a 75, ditos de pello francezes 7-9
a 85, chapeos de lebre a 65500, ditos de fel-
trofinosa 59500, ditos de feltro enfeilados
para menino superior fazenda a 55500, cor-
tes de casemira bordados a 65500, ditos lisos
a 4-, cortes de bnm de linho a 2-300, ditos
a 29800. ditos de meia casemira a 29800, ca-
misas francezas brancas de linho a 19500,
ditas do madapoiao linas a 25400, 29500 e 35,
ditas de cores a 29500. ditas de mosqueteiro
a 4.5, musselinas brancas a 320 rs. o covado,
ditas de cor a .120, 360 e 400 rs. o covado
muito linas, chita franceza muilo superior
a 280, 320 e 360 o covado, ceroulas de linho
muito linas a 39, gmrdanapos brancos a 39
a duzia, Iuvas de lio de Escocia 8 900 rs. o
par, muilo boa fazenda, (lela branca a
480 o covado, ditas oe cores muito finas a
900 rs., grvalas de retroz a 29, ditas de se-
lim bordadas a 39, ditas de seda a 600, 800 e
19 carta um, cortes de seda branca com lis-
tras azues assetinadas a 209 o corte, cam-
braia de salplcos muito fina a 900 rs a vara,
tilo de linho liso a 640 a vara, dito bordado
a 19400 a vara, meias de seda brancas i3 e
-, boa fazenda. ditas pretas -9, lengos de
sfda para homem a 2.-, ganga de cor a 300 e
560 rs., bombazina a l-5Vn0 o covado, panno
lino preto a 39, 39500, .',-500, 59500, 7 e 89,
dito cor de c*]v a 39 o covado, dito azul 39
a 595OO o covado, casemras pretas a 25200
ale 4- o covado. Damasco de 15a de duas lar-
guras a 29800 o covado, dito estreito a 800
rs., velbutina preta e do cores a 750 o cova-
do, velludo prelo a 69 o covado, brim bran-
co de linho a 19200, 19S00 e 29 a vara, gr-
valas Com um annel por 5.9500, meias bran-
cas para homem muilo finas a 79, 8 e 105 a
-luzia, cassas francezas muito linas a 480,
560 e 600 rs. a vara, collarinhos brancos a
220 cada um, lengos de labyrintho a 15, pa-
litos de panno, de casemira e de lpica, pre-
tos e de cores, caigas de casemira e colleles
de gorguraodeseda, tudo muilo bem l'eito
e para Diversos pregos, sarja preta para for-
ro a 15200 o covado, cortes de colleles de
casemira bordados a 5-, ditos de gorgurfio
de seda a 398OO, e muitas mais fazendas que
n5o he possivel rqui fazer mengSo dellas
pelts muitas variedades que se encontram
aqui neste estabelecimento : quem quizer
venha ver e traga dinheiro, que nao vai sem
fazenda barata.
Carros.
6. BOLPHO BOURGEiOL
Tem uns poucos de carros de 4 rodas
grandes e pequeos muito bons, com
bons arreios e vende por preco commodo
por ter tima viagem a fazer, vende tam-
bem boas parelhas ae cavallos e ca vallo
para cabriolet : na ra Nova n. 61.
Velas.
Vendem-se velas do composigSo, om cai-
xas de 25 libras, a.pregos couimodos ; nr
ra da Cruz n. i9.
S. SI l.ll.l. & C., biintpieirosene-
gociantes, estabelecidos lia muitos annos
em Londres, tcem a satislaceao de par-
ticipara seus correspondentes e ao publi-
co, que acabam de fundar casas Qliaes
nos principaes portos e distritos manu-
facturaros de Fran;a, Alemanlia, Blgi-
ca c llollanda, conservando alemdisso
suas proprias casas anteriormente estabe-
lecidas as cidades mais importantes, e
portos mais commerciaes daGru-Bretarda,
e estao em posiqao de ol'i'erecer grandes
vantajens as pessoasque possam necesitar,
asumen) Londres como em outro qual-
quer ponto da Europa, de tima casa para
compra ou venda de artigos, bem como
para os negocios de transaccao de crdito
o banco de qualquer genero.
As pessoas que nao loreinconliecidasdos
annunciantesdeve So acompenliarsuas or-
den* cora os fundos necessarios para sua
exeuccSo; icando entendidas que osan-
nunciantes nao teem dillictildade em adi-
antar 75 0|() sobre os gneros recebidos
antes de sua venda.
Os precoscorrentes e mais informaces
commerciaes, tpie orem pedidas, terao
enviada*gratuitamente, salvo o porte do
copreio, podendodirigir-se aotannunci-
antes.
No fim da ra da Concordia, no ar-
mazem que fica 10 recado ao pe do becco
do l'ocinho, vendem-se cuchamos de mao
travessa, caibros e ripas, por preco mais ba-
tato iio que em oulra q-ialqucr (arte.
--- Vende-se cera do carnauba em saceos,
1091100 a arroba : na ra da Madre de Dos
11. 2.
.os marcneiros.
Na ra Nova, armazem de mnbillas do
Pinto, ha para vender molduas faucezas
le Jacaranda c de mogno, parafusos para
camas francezas e para armarios. Cirros pa-
ra mesas de Jantar e para camas, limas,
meias canas para ma .eir, pedras brancas
Ptra consolse para mesas de meio desala
redondas e recortadas a l.uiz XV.
Vende-se um bello binculo de
tlieatro, de marlim, dos appcllidados
Ducliessepor 20$ : na praca da Inde-
pendencia n. ii e 10.
SSSF
Tasso Inn.ios avisam aos seus freguezes,
que o ultimo carregamenlo de farinha de
Trieste da marca SSSF raminbo se vende
nicamente em seus armazens, sonde tam-
bem existe o roelhor e mais completo sor-
timento do farinha de Itichmond, Philadel-
phia, ubi'-e liillimore, tanto extras como
\ superfinas.
ESC.ItAVOS.
Vendem-se csr-ravos de ambos os sexos: no
escriptorio de Braga & Antunes, ra da Ma-
dre de Deus n. 3, primeiro andar.
BOMBAS.
Vendem-se bombas jpy de varios lma-
nnos, com canos e mais pertences; no ater-
ro da Boa-Vista n. 6.
Vendem-se barris de 3.', *. e 5.\ gi-
gos e quartolas, que foram de azeite de pei-
xe : para ver, no becco do Carioca, arma-
29800 3b800 zem da illumiuacao, e para tratar, no caes
" do Ramos n-1.
Saceos com superior fa-
rinha.
Vende Antonio Luiz deuliveiru Azevedo,
no seu armazem, roa do Vigario n. 22.
/Vttenco.
Vende-se superior farinba de mandioca, e
mais barato do que em oulra parle : na ra
do uueimado, loja de ferrsgens n. 14.
Vende-se toucinbo novo vindo de Lis-
boa pelo brjgue Relmpago, em barril de 2
arrobas, assim como lingulgas novas viudas
no mesmo navio, em barris de urna arroba,
por prego commodo : quem quizer comprar
entenda-se com Francelioo Izidoro Leal &
C, no largo de S. Pedro n. 4.
Nova agua de malabar.
Vende-se esta agua a molhor que tea ap-
parecidoparatingir o cabello e suissas de
Preto : na livraria universal ra do Collegio
O.20, d-se junto um impresso gratis ensi-
nando a forma do applicar.
. I
29000 11 29400
19800
750
600 s 15500
9
5
35OOO 11 79500
29OOO i. 39500
3
595O0
69OOO
7c500
9

9
1500
linas
Velbutina prtla e de cre para ca-
favaqaes, rovado .
Alpaka prela lina da
Maulas de bloud, prelase branca?,
hurdadas .... .
Lt prelos da seda burdados .
Meias de seda prcla da peso, para
snliora ........
Lina* de seda prcla de todas as
qualidades para stnliora ho-
mem ........
Pao prelo muilo fno.prova de li-
mito de .......
Ca/einira prel selim de .
Corles de caemira preta c de cr,
bordados .......
Corles de dila preta ....
Corlesde coleles de diladila bordados
Chapeos prelo. francezes e moderno
Grvalas prelas de selim e gorgo-
reo de varios feilios .
Chapeos de sol de seda para ho-
mem e senhora .....
Mantudos bordados para senhora .
liras bordadas muilo linas .
Golinhas de cambraia bordadas
Pablos de alpakt preta muilo fiua,
forrados .......
Gndolas de alpaka prelo de co-
res .........
Palitos re alpaka prela .
D1I0 de argeullua de cores escuras
ferrados .......
Ditos de alpaks de cores
Hilos d fuilo asstlinados,e gan-
Ga de cor .......
Dilos da brim pardo e brelanlia de
linha ,.......
Ricos corles de seda branca a pe-
kim, o mais superior poMival .
Corles de calido* de varias fazen-
das de seda para meninas .
Sarja branca lavradn para vestido,
cova lo ........
QergurSe de eda branco.coin rama-
sera branca, covado.. ...
Lidos corles de vestidos de seda da
cor, corle........
Grosdenaples de cores, e brauco sa-
perior, covado......
Uiiodiiocora 4 palmos para for-
ro, covado .....
Belleza da China, fazenda loda de
seda ........
Diana de seda lavrada, covado
l-'olar de Paris, de seda com vistas
uialisada., covado ... o
Selim da Escocia lavrado para vesti-
do, covado ......
Cilea de vestidos de cambraia de
esda bordados ao lado .
Cambraias orgaudis malitada.covads
Casias francezas linas de cor,vara .
Chitas francezas de cores.covado .
Hilas -lilas, covado .....
Kiscado Irancez de qoadros e listas,'
covados ........
Mu.suliua de cor e branca, covado
Brilhanlinha branca, ramagern Ur-
ca,rovado ....
Pulceiras de velludo, froco e fila '.
l'opehua de seda com llores inalisa-
das, covado ....
Ilarece de seda com quadros e lisias
covado .......
Sedas de qoadrinbos p lisias,covado
UargorSo de seda de Oores, de lindos
pa-ire, covado ,
Maurilaina de seda com 4 1|2 palmos
de laruura, covado ....
rronielina de seda Iranspareole,
covado .....
C- des de merino com franja de l.ij
Olios de dilo com franja de serta
Hilos de dilo dito com dila de seJa e
lisias .........
Hilos dilos bordados a seda
Hilos dilo dilo em -1 ponas.
Hitos dito dito a velludo
Hilos de seda de core., superiores.'
Lengos de cambraia liuos com labe-
rvnlo........
Luvas de seda de cores, lisas e bor-
dadas para senhora ....
Grvalas de selim de cor e prelas
rompiidas ......'_
Passando o becco da Congreatc'ao,' do lado drailo
a quarta leja de Ires portas com totolas brancas, d.
10. Ua-se amostras com pinbor
:^ i 49000
B 65000
H 595OO
15500
49OOO
9
9
I 25000
B 15500
309000
23OOO
d I56OO
I9COO
i> IjIO
b I5IOO
B I5OOO
). 53(0
v 5320
v 9(80
9
15100
l> 58(10
I 55
8.-)0
1-5500
5900
II 55OOO
i) (J9OO
b 75000
b S;>-,00
BlIKKXl
BI59OOO
i
19300
S
/
Mairoquim
a l<600 a pclle, e 179000 a duzia, fazenda
sem dereito e boa qualid.de : na ra Direita
n. 45.
Couro de lustre
marca castcllo, muito grande a I4J00O a pel-
lo, o 415000 a duzia : na ra Direita n. 45.
Relogios
atatas.
No armazem do Annes, defronte da alfan-
dega, vendem-se gigo* com batatas, pesan-
do arroba e meia, pelo barato pjego de 29 o
gigo.
1 endo o socio gerente da cusa de
Schaplilcitlin & C. de deixaro sitio do so-
hrado vermelbo prximo a capel la dos
Al i I icios, vende particularmente a mobi-
lia no mesmo existente, consistmdo esta
em todo o necessario aos commodos da
vida em urna boa casa de campo : para
tallar a respeito na ra da Cruz n. .18 ou
no dito sitio.
TACIIASPAKA ENGENHO
Ua fundir.io de Ierro del). YV. Bowinan
cohertos e descohertos, pequeos e gran-
des, de ouro patente inglez, para homem
esenhora, de um dos melhores fabricantes
le Liverpool, vindos pelo ultimo paquete
inglez : em casa de Soutball Mellor A C.
ra po Torres n. 38.
Com toque de
avaria.
A dinheiro vista.
Cortes de mussclina larga com 11 covados
e barra por 2o e 35500. pegas de algodaozi-
nho liso largo a 29. 2/500 e 30000 vendem-
se na ra do Crespo, loja da esquina que
volta para a ra da Cadeia.
Agencia
ia fundic-o Low-Moor,
ra da Senzala Tova
n. 4*1.
Neste es t abeleci men tocn II nn'a aha ver
um completo sortimento de moendase
meias moen das pa raen ge nh o, machi nasde
raporo taixasde ferro batido e coado e
lodosostamanhospara dito.
Vendem-se muilo em conta sapatos do
Relogios.
Osmolhores relogios deouro.catcnti m
glez, vendem-se porpregos razoaveis,no
escriptorio doagente Oliveira ,rua daCa-
deia do Rocifen.62,Drimeiro andar
O primeiro tomo das Biographias pelo
commendador Antonio Joaquim de Mello,
obra interessante, j annnnciada por este
Diario; vende-se no deposito da ra de S.
francisco n. 6.
Allcncao.
Na ru do Cabug n. I B, loja de miude-
zas intitulada Aguia de ouro. ha para ven-
der-se por prego mais commodo do que
em outra qualquer parte, as seguintes miu-
dezas:
1.3a para boidar muito boa a 7 e a 89 alibra
HoiOes de velludo para castveqne.
Ditos de linho.
Ditoa de seda e de outras muitas qualidades.
Franjas de linho para casaveque.
Ditas de seda idem.
Ditas de algodSo com bolota e sem ella para
cortinado.
Toalhis de algodo e de linho para mesa.
Pentesde tartaruga a imperatriz,
Toucadores grandes para sala os mais mo-
dernos.
Transparentes para janellas.
Temos de bandejns finas de muito bom
gosto.
Papel de muito hom gosto para forrar salas.
Irasauetras com seus competentes perten-
ces proprios para viagem.
Chicotes de muilo'bom gosto.
Assim como muilas perfumaras, e outros
muitos objectos, que avista dos freguezes
se far todo negocio : a elles, antes que se
ac bem.
Vende-se um cabriolot muito forte,
coberto e em bom estado : a tratar na boti-
ca de Luiz Pedro das Neves.
PADAKIA E TABERNA A VENDA.
Vende-se a padaria da povoag3o do Mon-
teiro denomiuadiAmorime a taberna an-
nexa a mesma padaria, cujos estabelecimen-
tos acham-se respectiva e precisamente
montados, offerece mais a vantagem de ter
as mesmas propriedades urna boa casa de
vivenda com sitio plantado de excedentes
fruteiras que se aluga conjuntamente as ca-
sas dos dous estabelecimeulos : quem pre-
tender pode dirigir-se a ra do Amorim n.
43 a tratar com Travassos Jnior & C.
Escrava fgida.
No dia 26 de abril ausontou-se da casa de
seu senhor a escrava Klorinda, crioola, ida-
de 28 annos, pouco mais ou menos, estatura
regular, chela do como, a qual tem por cos-
tume embriagar-se, levou vestido de chita
cor de rosa, e panno fino, assim como urna
trouxinha com roupa, sendo 3 vestidos de
chita novos e 3 camisas de algodSo ; esta
prela esleve ltimamente em casa do Sr.
Manoel Custodio, em S. Amaro, aonde a
mesma preta tem urna lilba forra : roga-so
a qualquer pessoa, capilao de campo, ou
mesmo as autoridades policiaes, que della
derem noticia, ouapegarem, leva-la ao a-
terro da Boa-Vista n. 57, que serio recom-
pensados.
Desappareccu no dia" 28 de margo do
correte*anno, um escravo Mogambique.de
nomo Cesar, idade, pouco mais ou menos,
de 45 anno, he carreiro, um pouco baixo,
secco, pernas e bragos finos, ps pequeos,
nariz chalo, bocea regular, alguma barba,
luma cachimbo, o qual sempre o condoz no
coes da caiga, levou camisa de algodSo bran-
co e caiga de dito com lista azul, chapeo de
couro ja velho : este escravo foi dos berdei-
ros de Caetano Pereira Congalves da Cunha
e muito conhecido por todo este mato e al-
guns engenbos : quem o pegar conduz-o
a ra do Trapiche n. 8, ou a ra Augusta n.
19, que generosamente sera gratificado;
desconlia-se estar acoutado em alguma casa
ahi pelo mato, desde ja declara-se, que so
protesli contra o acoutador com as penas
da lei.
Eugio no dia 12 de margo, do engenho
Muribequinha, um cabra de idade 14 a 15
annos, com os signaes seguintes : cabello
estirado, secco do corpo, pes compridos e
chatos, levando comsigo caiga e camisa de
algodSo, e chapeo de palha, o qual escravo
foi do escriv3o Posthumo: roga-se as autori-
dades policiaes e capitSes de campo que o
eppreheudam e levem ao pateo do Terco n.
4i, a Manoel F.leuterio do Reg Barros, ou
no engenho Muribequinba.
1-ugH-am do engenho Agoa-fria, fre-
guezia de 8. l.ourengo da Matta, os escravos
Miguel, alio, secco, quando anda he muilo
inclinado para a frente, pouca barba, e foi
" ~o'r7.^i?!ffA^SS5.K
poe-se ter fgido. Severino, cabra, baixo,
grossura regular, tem um defeito em um
dos dedos oa mao, representa a idade de 26
para 28annos, e tem pouca barba; quer
um, quer outro fugiram no mesmo dia :
quem os apprehender, 1, ve ao ehgeuho ci-
ma dito, que ser generosamente recompen-
sado. Consta ao abaixo assignado, seuhor
le labyrintho, bicos, rendas etc. : na ra
da Cadeia do Itecife primeiro andar n, 6o
afr Sel litis e "elegios
SEI.LI.NSe RELOGIOS depalenle
iniile : a venda no .iiinutm di
liostroi-ltnnker & Companhia, m-
qaina lo largo do Corpo Satonu-
mero 48.
Ra do Crespo n. 12.
Vnde-so alcatifa muito larga,
pira igreja a 250n0 o covado.
e propria
ecliincii

W nilem-se bonecas de chorar de todos os
na ra do Bium, passando chala- ,an","l'">- tanto a reUlho como em porgSo,
,-., ,; 'I'" |or prego muilo barato: no deposito da ra
nz, continua a ha ver um completosort- deS. Francisco n. 6.
mcnlodc taclias dclcriofundidoebati-
uu, ii. Bcham a venda por prc-.-ocommodoecoin !>.0,nplld.o,,,,l,a,e..,,;-seO,1car,.^
- Vende-se usa armagaonova de ama-
do, le3 a S palmos de hica, as quaesse ""> enremiaada e envidracada, faitea nm-
para calgado ou fazendas :
se a ra do Crespo,
.oja ii. I A. que achara com quem tratar.
se em carrotf*m despezas aocompradorl ^~y a
Vende-se urna carroga em bom estado, i jjk |)|*|| |*|
ecom umbji, por prego commodo : na rua w "* m^rm^m,
do Collegio n. 5, se ur cam quem ba de t Vende-se nm bom cabriolet de coberta :
iralar-se. 1 na rua Nova n. 61.
MUTILADO
de dilos escravos que se acham humiciidos
cm um dos engenbos di freguezia da Esca-
da. e des le ja protesta contra quem os con-
serva indevidamenle em seu poder pelos
das deservigo de ditos escravos.Manoel
Thoraaz Albuquerque MaranhSo.
Eugio do engenho Campestre da fre-
guezia da Escada, em oulubro do prximo
passado anno, um escravo crioulo, de nome
Manuel, de idade de 36 a 33 annos, estatura
mais que regular, magro, pernas linas, ros-
to comprido e com bastantes marcas de be-
xigas, olhos avermelhados e com falta de
dentes na frente, falla bem, e embriaga-se
frequenlemente ; (bi comprado a JoSo
Francisco, morador enlSo no engenho Co-
queiro da comarca de Santo AmSo, e por
isso conserva o appellido de Manoel Coquei-
ro : quem o apprehender, leve-o ao dito en-
genho Campestre, ou a rua da Senzala Nova
n. 38, que sera bem recompensado.
PERN, TYP. DEM. F, DK FAJUA. 1SM.


-
'
v


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