Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07923


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Full Text

ANNO XXXIV N. 100.
*
~r-
I .

i
Por 5 mezcs adiantados 4<000.
Por 3 mezcs vencidos 5$000.

SEGINDA FE1RA 5 DE MAIO DE 1858.
Por auno adiantado 15$000.
Porte franco para o subscriptor:
ENCARREADOS DA SL'BSCRIPCA'O DO NOKTE.
Parahiba, o Sr. Joo Rodolpho Gomei ; Natal, o Senhor An-
tonio Marquel da 8It ; Aracaty, o 6r. A. de Lemoi Braga ;
Casar, o Sr. J. JoM* de Oliveira ; Maranhiio, o Sr. osi Teiieira
da Mallo ; Piauhj, o Sr. Joie Joaquim Avellino ; Para, o Sr.
Juitiao J. Kamoi Amaiuuas, o Sr. Jerouvrao da Coila.
PARTIDA DOS COR REOS.
Ot.l lodoa dls,Hax*ik-rdosi.
,', GaUim e l'df j i6a, na. aegaaslaa --.us-fciria.
B i, Bnnit, Careara', Alilaho Ganaban*: tarta-Wra.
S.LoarvafOi '''" Vaho, KaiaraMa., Liaiocir*. Braje, Peaaneira, lieaiei-
ra, Flor.-.. Villa-Bella, Doa-Viata, Oaricarf a Eu\ na< qairtii
,!l" '"rmi.ii. Una. barrenos, Apua-I'rela.
Cal-". Ipoiaea, Serjafeia
plaiaalelraa c Nala-J; q
(Todaa oa eorraioa aarwa
Paral lao,
i-r.ir.a.
i Doras da
,anh3.
AUDIENCIAS DOS TRI8UNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segunda quintal.
Relacao tercsi feiraie sabbados.
Fazenda : quartai e labb.idos ai 10 horas.-
Juio do commercio: segundas ai 10 faorai quintal ao mel dia.
Dito deorphoi: segndale quintal ai 10 oras.
Primeira varado en el r segundas eieitai ao meio dfa.
Segunda Tara do eivel : querase iibbadoi ao meio dia.
EPHEMERIDES DO MEZ DE MAIO.
6 Quarto minguante ai 4 borai e 20 mininos da maohaa.
13 La nova ai tf borai e 28 minuto? da niauha.
1!) Quarto eren-ente ai 8 horas da larde.
27 La ebeia ai 3 horas c 55 minutos da tarde.
PREAMAIl DE HOJE.
Primeira ai 0 horai e 18 minutoi da manbaa.
Segunda ai II horas e 42 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
3 Segunda.?. Rnpniano m.: S. Amaro m. : S. Juvenil b.
4 Terca. S. Munica viuv. dhI de S. Agostinho.
5 Quarta. s. A eoavna de S. Agosunno ; 8. Pi v p.
I) Quinta. S. Jojo ante portam latinam : S. Jusio Llamasceno.
7 Seita. S. BataDilo li. m. S.. Flavie e Augusto mm.
8 Sabado. App.vric.io de S. Miguel Ara-banjo no m. (.rgano.
II Domingo. S. Gregorio Na/iaiueiio h. doulor da igreja.
EXCAKREUADOS DA SI BSCRIPCA'O do SOL.
Alagoai, o Si. Claudino Falcan Diai; Baha, Sr. D. Pupnd
Rio da Janeiro, o Sr. Joo l'ercira Martina.
EM PERNAMlilCO.
O Proprletariodo DIARIO Manoel Figueiroada Farla, na iua
liTtaria, praca da Independencia ni. 8.
parte omaiAL
OOVERNO DA PROVINCIA.
Por portara de 86 do corrente, foi nomea-
tu, o bacharel Cesar Octsviaoo de Oliveira,
removido daqtiella comarca oara a da Roa-
Vista, o bacharel Jos Mara Freir Gameiro
Jnior, e exonerado o promotor publico
da lila-Vista,o bacharel Jos lavares da Cu-
r.h.i c Mello.
Por portan:, de 28 do corrente foi Hornearlo pra-
ticinle da thesouraria provincial o Sr. UI vises Jus-
liuuuo d'Oliviira.
jonto em duplcala, e das diari.is abonadas aos re- selho administrativo do patrimonio dos or-
phaos.
Dito do regedor do Gymnasio, a presenta n-
do a conta da despeza rom alguns concert*
effoctuados na casa de despojo do mesmo
Gymnasio.Remettido ao Sr. inspector da
Ibesouraria provincial para manjar satis-
fazos
Dito do vigario da Varzea, pedindo a con-
signaciio de 2:0009, as obras de sua matriz.
Informe o Sr. inspector da tnesouraria pro-
vincial.
etpachos do dia 22 de abril.
Roquerimento de Amaro Fernandos Dtl-
tro, pedindo certido das inforroacGes dadas
prila repartirlo das obras publicas e pela
thesouraria provincial, acerca da pretencito encaraiuhe ao govemu imperial o requernnenlo em
do supplicante relalivamcnlo a lllomnacao que solicita sor Horneado amanuense da mesado
que pedio correspondente aos servidos ex- i consulado.Informe ao inspealor da thesouraria de
traordinarios na factura da estrada da Vic- fazenda.
crulai mencionados na relajo lambem junta, dos
quaei os tres primeiroi foram destinados para o exer-
cilo e o ultimo paia a armada.
Dito do director interino das obras poblicas, in-
formando ncerca do reqaeriraenlos de Juno Martina
de Barros e Antonio Francisco da Cosa Braga aobre
a eoncssAo de l menos de marinha.Remettido ao
Sr. inspector da thesouraria de fazenda para mandar
paliar os necessarioa ttulos ajs dona propnelarios
na furnia indicada.
21
Requerimeolo de Aolonio l'inlieiro da Palma,
fahelliao da contare.i do Rio formte, pedindo 311
das de liceur,a para vir a esli cidade.Requeira
ao respectivo jui.
Dito de Bernardo da Veisa l.eitao Arnoso, boti-
cario do presidio de Fernando, pedindo o paga-
mento de seos ordenados.Valle ao Sr. inspector
da Iheiooraria de fazenda pera nundar pagar na
couformidaie do oflieio de 8 de agoslo de 1857.
Dito da Franklin Minervino Maitins, pidiudo le
EXTERIOR.
toria Passo.
Dito de Epifanio Rorges de Menezes Doria,
tonente reformado do esercito, pedindo ser
pago dos seus vencimentos do mez de margo,
que deixou do receber por n5o baver crdito,
Ja se deram as ordens convenientes.
Dito de Francisco Antonio Cavalcanti
Coussciro, peiindo certidSo das infornaaces
dadas pelas thesourarias geral e provincial,
acerca do requerimenlo, em que o suppli-
cante e os tnais empregados da thesouraria
provincial pedem o pagamento do accresci-
mo de trabalhoDe-se
Dito de Jonh Dounelly, pedindo o paga-
mento do alugucl de urna sua casa na ilha
de Santo Aloixo, oceupada pelo destacamen-
to all existente.Requeira o supplicante o
pagamento do justo alugoel.pois niio l'oi.nem
poda ser approvado pelo governo o que
elle requereu.
Dito de Jos Joaquim da Silva, pedindo
pagamento do que dispon leu com agua,
azeitee lios de algodS. l'jrneci Jos ao des-
tacamento de Olinda.Remettido ao Sr. ins-
pector da thesouraria provincial para man-
dar pagar.
Dito de Jos Tnomaz de Freitas, pedindo
ser considerado guara de primeira classe
da alfandega.Remettido ao Sr. inspector
da alfaudega, para ser tomado cm consrle-
ratjio opporlunaraente.
Dito de Manoel Luiz Vianna, represontan-i
do contra as impugnaces t|ue fez a thesott- i
rana de fazenda, ao pagamento da prestado |
mensal, consignada nosla provincia pelo ca-'
pitao Paula Ros, protestando vicios na re-
dacgHo da procuracSo passada ao sopplicaute
pelo mesmo capilo Informe o Sr. iuspec
tor da thesouraria de fazenda.
Ollicio do brtgadeiro commandante das
armas, informando acoca do requerimento
do alfares do 9". batalhao de infaman, Jo3o
-au;-.e .Miranda.-ubrtrie --Sr.-4a*JXSlf-
da thesouraria de fazenda
Dilp do chefe de polica, solicitando o pa-1
gamento da despeza que fez o delegado do
termo do Ronito, com o sustento dos prozos
pobres da cadeta do mesmo tt.-mo--ltemet-
tido ao Sr. inspector da tnesouraria provin-
cial para mandar pagar.
Dito do comtnandaale superior da guarda
nacional da comarca do limito, apresentan-
do o pret dos cornetas do batalliHn 26 da
mesina guarda nacional Remettido ao Sr.
inspector da tnesouraria de fazenda para
mandar pagar.
Dito do subdelegado da freguezia deGra-
vata, comrounicar.do o assassinalo do cida-
dao Joaquim Alves l.ima.Remullido ao Sr.
l)r. crele de polica.
23
Requerimenlo de Bernardo J.uiz Ferreira Czar
Loureiru, aju 1 ante da colonia militar de Pimeulei-
rai, solicitando ser pago dos seus vncimenlos do
roez de mareo, que tem deiado de receher por nao
baver crdito na respectiva thesouraria.Dirija-se
au Sr. director da colonia mihlir de Pimeuteiras.
pelo qual devam ser fetas os pagaraenlos das des-
pezas da colonia.
Dito de Francisco Jos Biptista. pedindo o paga-
maulo da quanlia de !>< de salarios, que vanee*
como icrveole das obras da casa de delenciio.Re-
queira qoando for solt.
Dilo di Joaquim Francisco Duarle, offtracendo
rrnis a quinta parte do preci, por que foi calculado
o arrendamanto da caa da prac;a da Boa-Vista, per-
leocente ao patrimonio dos orphSns, da qual he o
aupplicante inqtiilino.Remettido ao conselhoad-
in oisfralivo do patrimonio dos orphaus pira lomar
na devida considerarn.
Dilo de Julo Paulo lijroes de Paiva e Marlinho
da Silva Costs, pediudo se encammlie ao governo
imperial os reqnerimentus, em que solieitam ser
prvidos no ollicio de e*criv$o de orphAos do termo
do Umoeiro.Pagoem os direilos narinnaei.
Dito de SebastiAo Antonio de Albuquerque, pe-
dindo o mesmo.Aprsenle o termo de eiame de
tuflieiencia.
Dito de Jos Ricardo Ciellio, pedindo porlaria pa-
ra um tea Tilho seguir para a Europa.l'asse pas-
aaporU.
Ollicio do brigadeiro commandante das armas,
apresenlatido para o lirn conveniente a aela do eoo-
selho da fuga do soldado Joaquim Frincisca dos Sanios,
preso em Italaineiilo nu hospital regiroenlal aob a
guarda du segundo sargento do orimeiro batalhao de
antillana da guarda nacional Eustaquio /.ferino da
Silva Braga e du soldado do sent halalhflo de in-
fantera Jos Emiliano de Barros. Itemeltido ao
Sr. Ilr. promotor publico da eemarca do R.cife, pa-
ra promover o processo dos culpado ua forma da
le.
Dilo do ehefe de polica, solicitando o pagamento
das diarias ahouadas a quatre recrulas e a' escolla
qu os conduzo do dislricto de S. li-ttlo, em tiara-
nliiins, para esta cidade.Remettido ao Sr. inspec-
tor da lheouraria de fazenda para mandar pagar,
estando nos lerirjoi legael, a importancia do pret
Dilo de Francisco Pedro \insgre, pedindo ser
removido da pfiaMi do eslado-maior do corpo de
polica para o quartel das Cinco Poolas.Declare o
supplicante se lera honras militares por qualquer
titulo.
Dilo de Joilo Carlos Augusto da Silva, pedindo
pagamento du que dispon leu cura o forncimnto de
47 cauadas de azeila de rco para a illumiuaro do
palacio da presidencia.Remedido ao Sr. inspector
da thesouraria de fazenda .para mandar pagar tola
m,nlia responsabiiidade.
Dito de Mauoel Antonio da Cunta a Albuquer-
que, pedindo se encaminhe ao governo imnarial, o
equerimeulo em que implara a S. M. u Impira-
dor o perdilo da pena, em que foi condemnado per
crime da de-irr.o.Declare o suppli anta o liala-
lliao a que pi,i addi'io.
Dito de Manoel Jos de Almeida Nones, pedindo
o pagamento da qoantia de Il0*s, de velas slearinas,
que forueceu para a illuimnar i.> do palacio da pr-
ndencia.Rtinetlido ao Sr. inspector da Ihe'OUra-
ria de fazenda para mandar pagar sob miuha res-
poosabilidade.
Dilo de Maria lu/1 da Coneeiciio, pedindo per-
misao para irao presidio de remandoIndeferido.
Dilo de Vicente l mbelinu Cavalcanti de Albu-
querque, pedindo a entrega de uut documentos a-
nelos a urna sua pelillo alstenla na secretaria do
governo.Deferido.
Ollicio do chefe de policie. solicitando o paga-
mento do que di.pndeu o ei-delegado do teiiu de
F lores, capitio Braulio de Amniiin Btzerra, toin o
foruecimenlo de luz para quartel do destacamen-
to existente no dilo termo.Remettido ao Sr. im-
pector da lliesoorana provincial para mandar pagar.
Dtlo da administradlo dos estabelecimenlos de
cavidade, pedindo se inaude udmillir no arsenal de
mariaba o msnor eiposto llerculatio.Informe o
Sr. inspector lo arsenal de guerra
Dito da cmara municipal do Recite, represen-
tando e pedindo providencias para se reparar o es-
trago que ten sofredo o calamento das ras det.i
cidade com a inhumado dos canos para a illumi-
naej.io a gaz.Informe o Sr. lireclor das obras pu-
blicas, toman lo as providencial convenientes.
2G
Requerimento de Emadn Francisco de Sooza
Ma^alhapst msico do nono batalhao da infantera,
olle'recedo a Dimas de *lv''Tra llarcelo>araT)t>r
Hle liualisar < lempo do seo engajainenlo. Nao he
iloneo o substituto offerccido.
Oflinn do cinimandanle superior da guarda
nacional do Recite, apresenlamlo, instruido de sua
inorinaean. o requerimento em que o alteres porta
I.andona do oilavo batalhao de infantina pi?de (res
mezes de lireuca.l'asse porlaria concedeudo a li-
cenfa padilla,
Dilo ilt> inspector do arsenal d marinha, com-
mauicando havee sido preso a orden, do subdelega-
do do Recife o Africano liira Mainel.Informe o Sr.
Dr. chefe de polica.
Dilo ao major director da colonia militar de
Pimenteiras, communican lo que as pravas do de*la-
camentn nao tem recebido anda os seus veiicimen-
los dn mezcs de selembro a dezembro do anoo pr-
ximo passa -o. Informe o Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda.
Dilo do mesmo, commnnicando que a thesou-
raria de fazenda, nao lem juerldo aceitar o paga-
mento que por ordetn da presidencia fuera ao major
snli- l.reeior da colonia.Informe o Sr. inspector da
thesouraria de fazenda.
- 27
Requerimento de KstevSo dos Anjos da
Porctuncnla, carcereiro da cadeia da villa
do Cabo, pedindo o pagamento de seus ven-
cimenlos que ha deixado de receber por fal-
la do quota Requeira a thesouraria.
Dito dos empregados da secretariado po-
lica, idem.Volte ao Sr. inspector da the-
souraria de fazenda para mutilar pagar sob
minha responsabiiidade.
Dito de Jos Antonio de Araujo, pedindo
se encaminhe ao governo imperial, o requts-
rimentoem que solicita DermissSo para al-
fandegar os armazens qnc lem no Forte do
Matos -Informo o Sr. n-pector da thesoura-
ria de fazenda.
Dito de Jos Caetano Percira do Queiroz,
major reformado da exttncta guarda nacio-
nal, pedindo se mande que a Ibesouraria de
fazenda declare qual a importancia, que o
supplicante all deve pagar, dos dtreitos cir-
respondenles a sua refoima no referido pos-
to de major.Remettido ao Sr. inspector da
thesouraria de fazenda para mandar efTec-
tuar a cobranca de que se trata, em visto da
nota que arompanhou o ollicio da presiden-
cia de 20 de selembro de I85 ; certo de que
na secretaria de estado ios negocios da Jus-
tina, ja foi sanado o equivoco de ser o sup-
plicante contemplado ni referida nota com
o no.-ne de .los Caetano Pereira de Medeiros.
Dito de John Dounelly, pedindo o paga-
mento do aluguel da casa que serve de quar-
tel ao destacamento existente na ilha de S.
Aleixo.Satisfaga o disposto no aviso de 9
de novembro de 1857.
Ollicio do Dr chefe de polica, solicitan-
admi-sfo no collcgio Jas orphOas para a
menor desvalida Laurinda.Informe o con-
ORIGINAl DO DIARIO OE PERNAMBUCO-
2 DE MAIO DE 1858.
lltograpliias de alguns poetas liomens illuslres da
provincia de l'ernainhuco, pelo corrmeodador
Antonio Joaquim de Mello.
Sob et titulo acaba de sabir i Inz um bello livrn,
conlendo seis bingraphiai de s^is Pernainhiicaoos il-
luslres, acompanhadas de diversas noticias histricas,
__monumento de graldSo e justara, e verdadeiro
tributo de reconherinienlo e venerando, eiigido pelos
esforzse fadigas de urna alma generosa i sombras
paludas e mudas, que lalve licassem para sempre
eiquecidas, sein este trabalho precioso.
||,i iiomens que ao pas'ar por este mundo apre-
sentam tal carcter e laes proporees, que a imasi-
naeio se apodera dolle<, e os ron. ura A imagina-
cAo que he o verdadeiro artista, e o venladero poeta
LISBOA 7 DE ABRIL.
De como foi dissolvida a cmara dos deputados.
Noi paizes, cujo rgimen he cooslitucional, o ap-
pello para a urna fora dos periodos ordinarios, he
sempre caso grave, e que nao pode pasmr desaperce-
liido aos olho, dos qoe se iutcressam palas cousas da
u ossa ierra.
A disaolue.lo he um aeto do podar moderador, e
a carta deixou o chefe ao estadu na maior lililude
para o aiercar proficuamente.
O salus popoli o esla formla sagrada, cujos
abusos enegrecem lanas paginas da historia dos po-
vos, he a nica pela que a carta e-taiuio nos casos
de prorogac,an, ou adiamenlo das cores giraei, e dil-
solu^Ao da cmara dos deputados.
O legislador n3o poda ignorar o alcance politice
1 de lemelhanie piincipio ; menos anda Un puderiam
i ser descoiihecidoa os grandes males que vieram i
, humanidade por esla vlvula de seguran; social:
I mas por outro lado so lornava impossivel o exerci-
co do poder modera lor nestas hypothoses, sugeilan-
do a regras fitas e minudaveis.
Nesla parte o chefe do estado fica com os bracos
inleiramenle livres; e a sua prudencia, a verdadeira
conselheira, o a mais forte salvaguarda das liberda-
des publicas. As obras dos homem ntfnca chegam
a' perfeicio ; e qoando sonhamos em lachar a por-
ta a todos os abusos possiveii ; emaranhamo-nos
iiiim i rede de utopias, da qual cora dillicul laJe sa-
hiremos airosa o convenientemente.
I) decreto, qoe dissolvra a cmara dos deputados
em 2(i de margo ultimo, tem sido avahado pur mo-
do diverso pelos or*aoi da impreusa.
Lns eonaideram-o nao so desnecessario mas
inopporluno, e ale contrario ,'n praies conslilucio-
tiaes.
l'era-se querido ver neste acontecimenlo orna pro-
va de parcialidade da parte do poder moderador,
donde nicamente dimmra.
A muita ceule pareca impossivel urna diisolocao,
qoando o governo nessa cmara conservava mani-
ra.
Oulros aceilam eom agrado o fado, porque o ha-
viam padido muilas vezes nos arligos dos seus tor-
nis ; porem sempre buscam pecha que ponliam na
deliberarlo tomada.
Nos temos tido. e ouvido estas e ootras muilas
veranes, incluindo as npinies dos amigos do eover-
iio, que atlnhuem ludo s opposicfaes como era na-
tural.
Como nao militamos, nem no campo minislerial,
nem colhgado ; e como a nossa tarefa seje somente
registrar os aconlecimenlos polticos do dia, e fa-
zer-lhes algomas leves aiiuolaces,arim de que para
o luturo nielhor se pnssain interpretar, ah laucamos
o no..(i paraoar sobre este acontecimenlo, o qual,
quer se qneira, quer nao, ha de ser de grande a.e.m-
ej> .10 campo da poltica.
Kla cmara hoja defanta, fura muito infeliz desde
o berco al a cova.
Antes de ser eleila ja le fdziam proguoslicoi aler-
r i i res a seu respeiln.
Depois de constituida, nunca lograra das de ven-
tura ; de urna complei(;ao um |h>uco raclulica, des-
ajudada inteiranienle dos auxilios indispensaveis na
infancia ; faltando-lhe nina arvore robusta e co-
paila, a' coja sombra se abrigasse nos caniculares
polilicoi ; amatan mu existencia, a qual sem gra-
ve injusiicd se podiain conceder os foros da vege-
lacao.
^"s sempre fomos mais humanos para com ella ;
e nunca a julgamos com lana severidade.
Entendemos que se poderia governar com esla
macliina, s hem que concordasseinoi que nao bavia
sabido mullo hem vasada do molde eleitoral.
Composla de diversas fraccOei, pe lncenles aos
anligoi parlidos; com urna opposigo forte em nu-
mero, e em recursos parlamenlares ; com > maioria
fluctuanle, incerta, desanimada pela peseme, e dei-
curocod.d.1 pelo futuro, pouco se podi ccular eom
eli.
No meio desla seara de cartislas mais on menos
ferrenbos ; regeneradores de segunda edculo ; e
histricos ministeriaes, et ullra, nppareceram algo-
mas pUnlai exticas, orna especie de engmelos, oo
loriulhos polticos, que apezar de le baplisarem com
o pomposo nume de eclcticos, mil se poderiam in-
cluir em qualquer das classificacaies at hoja conde-
cidas.
Ni presenta de um coraposto, ou aggregado da
elementos liio helerogeneos, era fcil o prognostico
da sua incapxcidade poliica.
A esle principios dissolvenles accreacea > eon-
veniente direecao. Ha necessaria nos corpos deli-
berativos, e que a esla cmara faltn em larga es-
cala.
Por mellior constituida qoe ella se acbasse, nao
havendo regularidade, e forte iniciativa nos seos
trabalboi, nenhuro resallado se poderia esperar. Os
abalos, e mudanzas as reaies do poder eiecutivo
que ella observan logo que se reunir : os sxmpto-
uias de certa debili tade chronie em lodos os ac-
tos minisleriaes, eram motivos mais que inultos pa-
ra enfraquecer a mais robusta organisacao parla-
mentar. A' tibieza na maioria, corraspoudia certo
ardor, e auimaeao noi campos opposicionistas, o
tiroleosameuilarara-ie, e uestas relregai de peque-
no alcance, enlreliuha-se o fogo sagrado em uus, la-
van lo-se ao centro d'esloulros orna conliuuada des-
animarlo.
A oppn.p lo, qoe ao entrar na cmara, olhava o
poder como fruelo de langa peregrinarlo, comecara
a cobrar briui, e a conceber esperanzas na preienra
da morbidez do gabinete e da maioria.
Abandonando por isso aquella campo onde as op-
po.ices consomein multo lempoe trabalho; lavran-
do a ierra, semeando, e nao despreando cuidado
algom al que chegue a maturidade doi Inicios ; a
apposicilo lancara-se no caminlio das emluscadas,
applicara toda a assaltos a cidadella do poder, nos quaes a audacia
sempre corre parrillas com os perigoi inherentes de
tes de ama vida avenlorosa.
E na contagiosa, commoincoo-ie ao velho senado, que
por ndole, e por ludas as condiees caraclenil cas
da sua organisacao constilucional, deveria ser inae-
cesiivel a esle andacos, que em cetvtai pocas acco-
metlam os cornos polticos.
As essoes n'oma e n'outra casa legislativa lorna-
nm-se tempestuosas, e excessivamenle acaloradas ;
a ponto de que mais de um escndalo tivemoi que
presenciar.
Porem semelhantei desvos da vereda que a pru-
dencia marca nao podem altiibuir-m a qualquer pe-
nan mnente ; nem ao fogo do eonveocimanto na
solucjo das grandes quesles sociaes eram fogachos
da impotencia na escalada do poder, sem que eslives-
sioi promptoi todoi os trabalhos iodispeusaveis para
o essallo. v<
Em lal siuaeio verdadeiramenlc anormal, nao
sendo possivel que a opposicAo recoasse no plano in-
clinado em qoe se lngara ; nao devendo esperar-se
que a maioria sahisse de repeute de urna 13o prolon-
slo geral de lodos os ttlolos de nobreza. tSenhum
espirito sensato pode parar nesla snpposirAo. [Nao se-
ria nem justo nem prudente remoular a' origem das
possessi'ies mais ou menos aotigas, para alai procurar
abusos e fazer recahir o castigo sobre a posleridade
daquelles que os livesiem commellido.
Os magistrados comprehenderam que elles devem
perseguir e punir as uiorpagOes flagrantes sobre a
quaes nao ha nem erro neti ilhi'ao possival, cujo
dia e hora podem-ier indicados, que nada explica
e nao justifica. lYumi palvr.a, nao fora mellior dei-
xar qualquer usurpacJo desla nalureza, pumval pela
opiniao publica, jaii soberaoo em semelbanle ma-
teria 1
Parece que o da SI de fevereiro ?."> de marco
eram para as sociedades secrclas da demagogia
Iranceta, a occasiao de manifeslsroes projecladas,
mas immedialamente snft'ocadas aobre diversos pon
gada lethargia : sen lo igualmente ja larde qualquer tos do territorio. O rumor publico assoalhuu o boa-
cifonjo da parte do gabinete para repor o machiuis-j lo em tasa proporces, que nada julgamoi mellior
mo poltico nos seu gonzos naluraes; por quaulo, fo-
ra a inopporlunidade do momento accrescia o adiar-
saeta importante mola desencallada do sen lugar
proprio ; era puis ebegado o momelo da interven-
gao do poder moderador, a d.ssolurAo tornara-se
urna uecessidade poltica, como remedio heroico, e
indicado na* grandes enfermidades sociaes.
Os bandos polticos que por ah blasonam da forca
que nao tem, que amear.im os reos e a Ierra, apelar
de se Ihos descobnr sua fraqueza nos pomposos e
mentidos carlazes, com qoe preleude/n embellaeer a
inulti lio ; lanram-se reciprocameute as culpas, a
despregam mais ou menos acrimonia, legundoa pro-
fundado da ferida que Ibes causara aemelliaule golpe;
porm a nossa opiuiao e qoe ueiihum delles pode a-
lirar a pedra a adultera ; ministerio, maioria e op-
posirao, todos concorreram com o seu conluigen'
para este desenlace inevilavel. Segundo nos parece
iienliuiiia deslas Ires eulidales, ayroo na rbita pro-
pria, neuhuma aellas correspundera a sua niuiao.
I ni dize tu, dire eu, pie i azedar mais os es-
pirilos ; mas nada remediar.
A ligio nao deve perder-se ; mas o bom conielho
a leguu-se agora he o do grande Pombal na occasiao
do lerramolo, enterrar os morios, e cuidar doi vivos.
A poltica, sendo urna tola perenne, nao comente
descanso, nem treguas, tanto para os governos como
para ai opposires. Quem ss nao previne do mais le-
ve descuido, quem julga que te pede dar um peque-
o descanso, uu somno pa.sageiro, morre. Ravesam
se as seuliuellas, mas o servicu nao para, porriuaulo
a roda das necassidades sosiaes volve-se em seu gy-
ro comanle.
Os diversos partidos em que dos adiamos fraccio-
nados, conscios da sua fraqueza, colligam-se a se pre-
param para a lula eleitoral. Todos crecm dos meio
couslituciouaes, lod.s se preslam para dar a bilalha
no campo da legalidade ; he um nobre empeuho,
he ara espectculo grandioso, que de lodo uus nie-
va a alma !.'.'
(Juan jo as insliloigoes livres chegaram a radicar-
se a ura lal ponto, quandu no maio da esciUgdu de
tantas paiioes eucouiradas, aiuguera se lerabra de
meios violemos, lodos aspirara a triuinphar abraga-
dos ao cdigo das uussas liberdades, lie para nos or-
gulhar do nosso astado de cinlilarSo.
N enga quem vencer na.le pleito solemne, coman-
lo qua ee guardein (odas ss formalidades do processo
e que nenlioin dos contendores lenha de quenar-se
de violencia, ou de qualquer desvio de autondade ;
o paiz lucrar sempre.
Como a liona larefa seja a ile historiador irapar-
cial, e a lgica nao permita qua guardemos silencio
acerea de qualquer illacAo qu deva luar-se dos lar.
los occorriaos ; e eomo a entilado governo se uAo
polo consider.r lunorenle e e^lrauha a confuao que
lendas, as tradiges e nis poesas populares, do
que nos campos de batalha, nis proezas dos eierci-
los, no langue dos marlx ras e as Ij ranniai dos dei-
potas, oceupoa-se pruneiri mente com os cnticos
suaves da musa pirnambueiua, que primeiro saa-
dara o borisonle purpureo i.i palra, e primeiro co-
Ibera o perfume e o mal no. jardlns ancanladoi de
urna n itore; i aluda virgeu. em todoi os sentidos.
Aism, os primeiros capilulos do seu livro sao
consasrados a memoria do varios poetas illuslres,
uaicidoi nesta provincia, cijos trabalhos atleslame-
videnlemenle o flgar do tal mo aquecido pelos raios
vivificadores e esplendidos cu sol intertropical ; mas
este livro Bis he somente orna collecgao de produc-
gdes poticas, he tambera uraa pagina importante
da hisloria de Pornarnbuco, enriquecida de notas cu-
riosas, prodoclo de uro etarac profundo de muitns
phenomenos pol ticos, que tiverarn lu^ar depois da
gloriosa revolugo de IS17 al os ltimos momentos
do primeiro imperio brasileiro.
O prembulo com queo Sr. A. J. de Mello comeca
a saa obra, he digno da maiur attenrao dessa gera-
eao lalenlosa, que hoje corre pus des sedoeces da
aloria Iliteraria, a mais sania e maii veneravel de
ludas as illusoes desle mun lo.
Segundo o autor, oom dos lervros imporlanles
qoe a saa Ierra devem os Itratileiros,* lie nao deiiar
do que cilar a esla respailo o orgao oftlaial do go-
verno : o Apzar do h.arror qoe lem provocado em
lo las as paragens o atintalo de II de Janeiro, e a
explo>.io geral das sympatlnas em favor da dynas-
tia imperial, anarchi-l a-, cujo p.queno numero nao
desanima, qoeriam segando ura sanio cunvenciona-
do, lazar naseer cerla agilagao. Elles preparavam,
sobre diversos ponlos da Franca, movimenlos que
sem ntlererer pango para a manulangao da ordein,
basiavam para enlreter aigoma inquietado nos es-
pirltos. A i de fevereiro prises simultaneas ope-
' radas mallograrara estes projeclos crimioosos, e oc-
cdsionarara a descobena de armas e munn-es re
guerra e de correspaudencias comororaelte loras.
l'em-se singularmente exagerado o numero de.tas
ph'oes; ellas se limltam a SO do< prnicipaes agita-
dores em Paria, ii em l.xou, 12 era >larsr|hi, e
ora lermo medio de t para 40 departamentos do
imperio. Apezar desla praeinelo f,rraou-se urna
reumao era Pars em a noita de pan de margo.
Medidas firmes e vigilantes o fizeram abortar e de- |
terminar !> novas prisoes. Um molim em
Ctialous-1,,1 ou-ie ao plan i de agitaeao aya- !
temtica, cuiiuamna :a pelo procediraemo resoluto
dos humen- honeslo
A proposito de i jusliga: asenlenea do
tribunal dos jura los di ; de fevereiro panado*, re-
lativo ao alleulado de 'f le jaueiro, recebeu a sua
execugao.
A pena de Ro lio f.ii poi .matada era pris3o perpe-
tua eom Irabalhu, Pen eOrsin solTreram a pena
capital a M de mare i. Na sua n sidencia na pri,3o
da Roquelte, para ou le elles foian transferidos de-
poii de lerera interpuslu recurso para o Irlhonal de
Cassegao, conservarara o carcter e a allitude que
haviain tidu durante o curto dos debales. Or-im
impassivel e placido fallava pouco, e permaneca
quati conitantemenle mergulhalo em orna medita-
gao silenciosa. Pen eslava dominado por ama so-
bre-eteitagau continua, fallava e geslicul n. .s-
sanlemanle, disculiudo aobre tulas as os
guardas.
A II foi regeilado n recorso, na noile .1 p^ra
13 o cadafalso foi levantado ao el nao rlg lochas, no
meio da ura apparalo militar consideravel ; da ma-
nhaa, o momento fatal fu aniionciado aos condera-
nados. Orsiui conservou a sua placidez e a sua im-
passibiiidade, apenas pronunciou urna palavra em
ilaliano para dizer a Pen que se aqmelasse. Pen
com elleilo, cada vez mais sobre excita.lo ostentava
ama segurang.a e urna coragem faelicias. Dentro era
poaco o prestito se pra em marcha, e ambos eom os
pes descaigas, eovolius n'nraa comprida camisa bran-
ca, com a cabega coberla com uin veo prelu, sahiram
da pnsao. Elles galgaram os deuros alo cadafalso, e
Chega loa sobre a plaU-lornia, elles ah permanece-
vioi da ro.la execuliva. porque os seus moviinenlos
nos parecem ler coucorrido para o desmaucho ja re-
couhecido, e un parle remediado.
Nos nostoi anteriores arligos ja haviamos Jenpen-
dido a no.sa eoovicgajo a seine.l.ante respeilo; os re-
los ulteriores era nada alteraran) os nossos racioci-
nioi. O pcosiimeiilo polilico do governo nao adinilte
boslilidade ; porem, o seu desolvimeiilo nui diver-
sos ramos du aluiinislr.igao, nao nos parece couve-
uienteiiienie reahsado.
o Araicus pialo, sed magis amca veriles.
A. H.
(Journal do Commercio, de Lisboa.)
motivara a inlcrvaugao do puier malera lor, parece '""i luraue a lcitura da cnten.;i de coiulemnagao.
boa poltica, e por isxi devenios separar da parlo ales- jllmmedialainenle depois. os executures se apodera-
se elemento constitucional promplu reparo nos des- rain de t'ieri, qoe fazia vana e*forgos para eOBlioa ir
io cntico dos morios dos liirondinos que elle bavil
Iculoado, e cuja voz expirou sob o culellu. Orsiui
que ale alii permanecer lUaoeiaw, bradou enluo :
Viva a Italia Viva a Frang Ilepois entregoue
ao carrasco. Uraa mullidao iininensa atsUlia a esla
grande expiara.).
lal be o ultimo episodio desse drama que lem
Comprom-tli I i a aTiaiici augio-frail.-/1.
O imperador se fez o aulur aaonymo de umi liro-
chora, em que a quesiau ha sido elucidada com o
espirito de urna alta impircial.da le, e o om de uraa
mederar.lo, que lem augmentado a importancia que
semelbanle documento rtevia a saa crigem, ets aqui
um resumo suceinlo deile opu-culo.
A alliaaca anglo-franceza he inulto mais impor-
tante, do que o direilo de invi.it onlilade dos fren-
quentadore do Temple-Bar em Lon Ires, e a allian-
ga anglj-fianccza lia sido sempre da parle da Fran-
ca o objedo de dedicagao mais leal.
Nos campos de batalha da Crimea, .-pian lo o ex-
ereilo do genual lord Rigl.ni sjffiia crueis tratos,
.i Franga mo mercadejou cora os seus devere*. .No-
cunselhos da diplomacia era que a geuernsidale e os
seniimenlos cavalleiroios uaoso de urna estril obri-
gacSo, nem de ora eiercicio habitual, a couvierao da
ua torea mi Ihe inspirou os movimentos de urna po-
lnica moderada e conciliadora. Com ludo, depois da
aistgnat'jra da paz, as diveryenc-as de inlerpretagoes
bao felo esquecer em l.oudres ai recordacoes da
Crimea, os pongos pardlliados, os servidos prela-
do..
A Franga guardn toda a sua inodcragao, e qoan-
do mais larde a revolta arrebeutou as ludias, ella
nao ss aproveilou dulo para se mostrar maii el-
geme para com a sua alliada, enlo sobo peso dos
mais graves e dus mais as.u.la lores embaragns.
tjuauclo arrebenlavam Iguem se lembrou era Franga de que as conjurages,
formadas precedentemente contra a vida do impe-
rador, baviam sido como esla ultima, preparada',
organnsdas, executadas pelos refugiados de Lon-
dres ; coiisiJeraram-se eslas leulalivas repelida-,
como advertencia, vio ss nislo a indicagaa de grau-
des diveres para lodos os governos, c smenle oavio-
e um grito pedindo duas cousai, o afd.lameuto >ios
assassioos condemnadjs pela jusliga, a interdirgao
da apologa publica do assassinalo pelos juruaes e
n >s meelings. Ma Inglaterra enganaram-se volun-
tariamente, s fingirn! crer que se Iralava da abdi-
cagau do direito deasxlo, cuino se eslo .Incito de
asxlu que a Franga exe.ee lambem mu largamente,
e qoe protege os representantes, os .lean.ores das
causas vencidas, devesse ser cuufoadido cora o di-
reilo de lefogio que rouba os assassiuos a' respoma-
n !i la le dos seus crimes. Se a Franga se recusa a
crer que a legislagao actual da Inglaterra ba-ta para
pur lim a esle estado de Coalas, o imperador expon lo
a siluagao, appella para a I-a da le do goveriu ni-
glez afin da que ella de sati.fagao a' jusliga, a mo-
ral a ao direitu das gentes.
Depois da eiplicagao ollicial de qualquer mil-
entendido entre os dous governos alliados, o impe-
rador chamou o seu embanador na corte da ranilla
Victoria, o coude de Persigny, e collocou em sea lu-
gar o marechal Pelissier, duque de Malakolf. Esla
olulamcnle neiihuina. Cuinpre nao atrouvir no em-
peuho de reeolher e publicar esses restes preciosos,
e dar-lbei perpetnidade, talvaodo i esiueeimenln M nomes dos seus illuslres aulores.
Esxl litleralura ulo be 1,1 > tenue e baga, que qoa-
i nao veja, e neuhum luz rellicla ; as obras
lita a eipressd i e a grandeza deesas ligeras predesli- I perder-se loda a sua lllealura anl^a, raesmo lal
nadas, luppnminlo Ibes todas as qualilales mesqu q0al he. como na mxima parte ji' se lem perdido,
libas, todas as fraquezas, e lomando manifest- lo las dando esla psrd i causa a Mppor-sa, que ella he ab-
as soai bellas panes ; eniao os homens illuslres cora
esla txpo i.i t-.i-.\ ..i. alo conaerv.i los m memoria de
todos, pasaam de geraeao em geraeao com a maior
admiragdo .la posleridade. va.i augmentar o Ihesou-
ro legendario di historia, e loriiain-s liiuras ver 11-
deiramento picas, que serlo no partir orna grande
ligio. uift bello exemplo, um modelo sublime, um 1 noticiadas a"inseras as resistas do instituto his-
comple\o barmnnioso consagrado pela imagin.igao I lorien a geogriphieo do Brasil o provam. De que
das geragas futuras. apraja nie lo alias digan ? lia que louvores n.lo
Pal asta tarifa magnnima que emprebendeu a I sio benemritas quellsi llrasileiro', que em lempo
nnbremenle eeculoo o Sr. eoinmendador A.J. de j man remlo isiian)em falla absnlula de meios de
Mello, islvando dos abxsmos do ssquecnueulo algo- inslrucc.lu, que Ibes olTuec-se o asa lo, e em lern-
iii.is glorias immorlaes da nosas provincia, e cercan- pos man prximos quasi na mesins falla, sem que
do-as com ese nconb*rimeulo sympalhico que sem- lise.sem snbi lo do lirasil, alguns nem ale sasa pro-
pre consola e encanta os vivos. [ vineias, quasi sem emularlo, al.sololamente sein
O di.tinelo aulur dasHiogr.iphi.i-,convencido i I autores, antis desprczadoi, scuo parisgnidni, lleu-
de qoe a ht'tona das puyos antis is ciieontra nas' hura tico, llgttni em triste penuria, e todava cum-
sigo te inslruiram, eicreveram e poelaram com lano
saber a goslo, que as suas poueas obras s5o a lerJo
semfjre lilas cora admir.ig.io e recreio.
O qoe precede hs um conselho anima lor, orna doce
esperanga para lodos aquelles que sonham o futuro
do paiz, na ssphera elevada das icieuciai e das Ul-
tras, mas nao be ura conselho mesquioho e egostico,
nao lem por limites o borisonle desla provincia, he
um appello generoso felo a lodos os filhos da Ierra
da Sania Cruz, cajas cabegas esMo cheias de sonhos
poticos, e que lem dame de si o mais preciosos as*
sumptos para cantar, desle a bailada al o idxlbo,
desda o i i> IIio al o dilhyramho, dasde o dilhxYam-
bo al a ode, desde a ode at o posma pico, at odia
era que le possa definitivaraeote sentar no throno
do verdadeiro caulor.
(Jaatrn biographiai sao dcdicadis memoria de
qualro Pernambucanos illuslres pelas ledras, duas
a dous capit.les, que em ventada san duas glorias
immorlaes da coragem e valor desla provincia.
Mas o lentimenlo de patriotismo qae induzio o
Sr. Mello a emprehender esle trabalho, nao se limita
snmenle aos mnrtos. O nosso disMncto comprovin-
ciano, o Sr. Macicl Monleiro, lambem oceupa varias
paginas daa a Riographias com.diversas das suas
produrges. Eolre eslas produegies do Sr. Maciel
M inteiro encontramos urna, que nlo podemos resis-
tir a lenlagan de trasladar para aqu ; be orna das
mais syrapalhicas coraposiges poetisas que condece-
mos ; he dedicada a um auiiiveriaijo, celebrado no
da t de margo de Isi'.l :
Tro i o cnliao lerrribil, que aprea<'ia
Os patrios foros ein marcial linguligcm :
ICis o dia, Senhnra, de pagar-vos I
t) annuo feudo da minha vas.allatein.
olis uraa vez o a'lro soberano ,
Seos dominios rorreu no firmamento ;
Hoje nimia era sen llirono, ai-lo que espalda
(ragas de luz ao toase iia.cimenln.
Ralaneiiido se n'hssle Volopluon,
a.ii.lo linda gala Irajam hojeas Ib.res'.
Dir-se-hia, para gloria de enfeilar-voi.
(Ju'orvalliou-as na aurora a mito d'amoris.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
PERNAMBUCO.
PARS.
7 de abril de 1858.
A grande preocupago do inez que se tindnu foi a
existencia e a mauoteuglo da allianga anglo-fran-
ceza, saluda entretanto loda das eipllcagocs troca-
das entre ui dous governos.
O I,iiuro du minislerio Derby nao lera tomado
consistencia, as discusses prximas do parlamento
nao silo leit.is para assegara-la. O ministerio Csvuur
esta'araeagado da soils que leve o ministerio Pal-
merstoa. As quesles dmamarqueza e moldo-vala-
cas anda aguardara a suasolurAo. Tem-se no Oriente
e no eitremo-orieute o preludio de succeisos cuust-
diraveis.
Era Pars as preoccupagoei do corpo legislativo
nesle mez perderam di sua gravidade, ja' nao se
trata dai medidas de segurauga geral, que Imitara
abalado a opiniao publica era Franga e no e.lrau-
geiru ; trata-se mu limpiesinenle de penalidades a
estabelecer cunlra a usurparan alos ttulos de uobre/a.
O dilTerenles orgdos da iraprensa ja' liuhain tratado
da que.tilo : mis considerando o.la usurpa.;,!,, igual
a ura delicio, pediam a repressao por novas dispusi-
gei, diclaudo peuas mais ou menos leveras, oulros
nao viain uiito mais do qoe o resulla lo iiioffemivu de
urna vaidadc exigarla sem duvida, mas encunlra-
vam um corraclivo suflicleule na opimao publica,
que segundo elles fazjusliga a esiasusurp tulos e de qualid idei ; oulros anda achaudo oeces-
sario levantar una barreira contra um abuso rspre-
hemvel, pensaviin que sem re:oirer a urna le es-
pecial, fura sullieienle reilabelecer uu eudigu penal
um paragra pho qae linhd desappareciilo, e caja
onica in'i'i ipe.lo se lomara om freio ao maior nu-
mero das usurpe res.
lie esla tambera a opiniao du conselho da estado,
que elaborou o projeelo de le, que o governo acaba
de enviar ao corpo legislativo. A dispnsigao propon-
a be concebida uos termos seguiules : o Oualquer
pessoa que usar uililicainenle um (raju, om unifor-
me, ou urna eoodecnragdo qoe Ihe nao pertenca, oo
que al tribuir sci i direilo, um lilulu denobreza, ser
punido com ama prs3o de sei mezes a dous anuo,
e eom urna mulla de 3U0 a .'.,000 francos. S podera'
ordenar a iuserso integral ou por extracto da sen-
tenea nos jomis que designar, rusta do condem- [
nado. Mas quanlo ao procesio e ao espirilo que
deve presidir, o projeti na entend confiar aos tn-
bnnaes o cuidad > da proceder a orna sorle da revi-
scolha de um ofllria;, cujea loriis antecediles sAo
iiiiivers.ilmente conheci los, para occupir ura cargo
diplomtico, lem um earaeler que nao pode escapar
a ninguem. Alg'imas penoas pronunciaran! a esle
respeilo a palavra de iiitiraidacan ; nutrs pensara ao
contrario que ler escolludo a recurdagau viva da
gloria e dos perigos commons, be inuslrar as man
lisougeirai syrapaibias pela aliiauri : a impreusa in-
gleza be desla ultima npiniao.
I inliui, o governo trance/, compiltou as suas me-
didas de leguranga geral, toinnu preraaees acerca
dos pas-aportas de que devem ser munidos os sstran- ;
geiros que entrarera no selo franrez, pensando que
lia nnscraveis, a' cuj entrada ene, pre por obsla-
culos.
Em Londres, a prorogago do parlamento neces- '
sitada pela installagao do novo ministerio, ja'ej.pi-1
rou. A abertora da Ksalo leve lugar a 10 de margo.
Na cmara dos coinmuns, depois do juramenlo pres-
lado pelos depolados reeleilos, e que fazem parle
da nova adininislragao, lord Derbx anooncoa qoe !
0 governo bavia recebido ara despacho do conde |
Walawiki, ministro dos negocios estrangeiros em I
I'.iris ; termiuaudo de una maneira honrosa para i
os dous paizes as dilliculdades qua linli.im appare-
cldo.
Um despacho de Lord Malmesbury ao conde Cow-
ley em Pars, um despacho du coude Walewski o
conde de Persigny completaran, aseiplicagoes sufli-
eienles, e pozeram lim a (odas ai .lesintelligeneas.
A Franga em ludo isto se mostrou rauuu saparior
em materia de reserva, de b'om seuso e de modera-
gao iliiraute as lempeslades levantadas era Lon-
dres, Napoleao III escrevia com o seu propiio pu-
nliu a seu embaixador : Nao me illudo obre a pou-
c.'i elli.aci.i das medidas que s poderiam lomar, mas
sera,sempre um liom processo que tuavisara' iqui
muilas rr.iag es. Digne-se explicar os mlnislros
da raiulia a nossa posigao ; nao se trata hoja de sal-
var mmha vida, trata-se de salvar a allianca !
Loto, esla' bein averiguado que a Franca nao en-
tendeu, a proposito de direitu ale asvlu, etercer urna
preasao sobre a Inglaterra. Nao -lo por meio de
sorprezas iliploniaiiras que a Franca reivindica n
muir a pule de influencia que Iba assecuram as
suas Ira,ligue-. I'eio orgno -'o sea emb.uxa.lor, ein
presenga de urna conspiraga.i permauenle ella nao
leve oulra inlencao mais do que indicar au gover-
no liritaiinico o que Ihe pareca ser para ella um" fon
le de perigo, e chamar a sua attenrao sobre urna in-
suHicieucia presumida da sua legislarlo.
O gabinete Derby nis suas eircomstancias relirou
a le contra os conspiradores, apreaenlada pela ad-
ininislr.igao precdeme. Procedeinlo de-la lorie, el-
le se coiiipromellcu m ramente para com a Franja
a pr.iv-ir-,lie que a leg slagao aclual he snfliciente
para fulminar os crimes e os deliciis commellidos
ou preparados aobre o lerriloro biilannico por es-
Irangairoi, contra os governos vizinhos. Para com o
seu propnu paiz, o gahinele Derby cunlrabio ueste
sentido um comtiroinisso polilico, ao qual elle nao
sa poderia sablrahir sob pretexto albura. Foi a adop-
gau da emenda I, bs.ni, que motivando a retirada
dos Wlngs, den o -eu earaeler a administrado lory
obre a quesiau dos refugiadas ; a emenda liibsoii
foi a o mesmo lempo nina censan para 1 ird Pal-
merslon e um laeo para lord llerl y. Os governo-
parlamenlares silo praticadus ne.las cundigei rigo-
rosas : ai cunaras impera as suas voutades aos mi-
Distros escullndus nas suas rnni.r-.is pela coroa. To-
dos se recordara dos termos ileslu emenda t.ibson :
o A cmara dos cminuns esta' prompta era qu'l-
quer apoca, a coadiuvar, a rorngir qualquer detallo
, na le crlmiaal, que depois de ura nquerilo couve-
1 iiienle forem provados eiislir : mis ella nao pode
linar de lamentar que o governo de S. 11., antes
di- ronvi t.r a samara a, smuidar o u. oa tenha
eooipreneodldo que era oo s..-u aever dar era respos-
11 io despicho imprtenle do governo fraucez, dala-
do ein *) da Janeiro de 18)8. I
tal he o contrato que o galiinats Derby ass-gnou,
ao entrar para o negooiaa : mqueritu previo ; pe-
dido I eiplic ': -a du ig. ao governo fraiieez. As
aiplicigdM ja' l.veram lugar ; resta o ioquerito, a
saber.o processo ale SunSo Bernardo.
(. II.
Ai aves, qoe na selva alv saudam
Com seus mulles canlares a' porlij,
O perfume nas rosas aspirando
Os ares embalsamara de harmona.
O sol lem mais fulgor, s llr mais mimoi,
A ave mal- ducura em seu trinado ;
Ah J como o coragao dobrou seu fausto
Reste dia, Senhnra, abengoado !
Todo obedece a' voz do Eterno
Rendendo cultosa' belleza tanta !
S o Bardo ni lyra envidia em crep,
Se emprehende"canlar, gem, nao canta !
Muda a lira, na qual sagrei oulr'ora
Tantos hymnos de amor a' formosora :
Sedo prazer dedilho as corlas d'ouro,
Vibrar a corda sinto d'amargura.
Mas ja qae em vosso g\ neceo risetthe
N.lo pode o canto meu ser hoja ouvido ;
Dai, Senhora, que aos echos da alegra
Ao menos se misture um mea gemido.
Ah se cm pomposo altar a diviodada
Insenso, flr-s, cancs acoila,
O orar do Infeliz lambem acoln
E as lagrimas do Afilelo nao regeila.
A meima urna, qae no Tabernculo
Recebe o ouro fado da Opulencia,
Tambera, modesta aos votos de huinildade
A oblag.Vi rrcollie da Indigencia.
Pequeo be meo trbulo : ei-l.i qoal posso,
Qual me he dalo pagar-vos reverente :
Sao he o -luin opim do Opolento,
He sim a escasn ollrende do Indigente.
Esta inspirarlo trmula ds emoclo e de eolhus
mo, he um dos reflexos mais bnlhanles do grande e cmi as suas producees inces-antes vta
poeta cm toda a accepg.lo do vacbalo, he nm do. cdo a -eraclu adul.
brados mais s-,mpalhicoe do canlor peinamhucauo., .
que com as sute melodiosas e divina, producs lem A,,"m' V '"'P""'1' ,,nJ ='"" rt PrniP"'' '*
eucanladn a toa giracSo, deide a morada man iiu- ""-11"11"1 ?"' se ,<,,n rll=' '" Mm "t';" 'P0'
rable alti as residencia, miis opulenta,. rw0,M l;rvl1'-''''''" todoo e da am d.-
; polismo lirolal, lao digno de todo o acalamenlo e
Enlreas bii.graplii.il do erodllo Sr. A. I .de Mello, de loda a vr-neragu. os Irabillios -lesies vai.ies illus-
ha urna que por li so era bulante para elermsar o tres, qoe entre nos deram os primeiros pama ni as-
nete do aular no enragao dos l'ernambueanos be Irada das letras e dss sciencias, ,e que alpumas vetes
consagrada a Manoel Caetano da Almeida e Albu- sacricaram a proprit vida pan nos legorem a por-
quirque : he por que este nome be urna recgrdtgao c.a.o dt librtale da qai liojt goitmoi. I laura pois
conlemporanea. por assim dizer, pala o Sr. A. J. de
Mello, he porque este uorae he uraa saudade sania,
que Ihedeixou o seu meslre ecompanheiro de pnsao
vidima, comu elle, da oppressao do despotismo, que
em oulros lempos pesuu sobre esla provincia.
He ne.te artigo que o autor mauifesta todo o seo
amor rdeme pela liherdade, e lodo o seu sentimen-
lo de grali'lao de memoria do homem ja feilo, qae
Ihe dirigir us primeiros passos na carreira das lui-
das, a esprize-se embora a insania estulta do tro-
vador eiifadonho, burlesco arremedo da linguagein
divina, diz elle fallando ds Mabomelb, mas talvem-
se da injusta proscripgao do nosso eiqoecimenlo os
nomes dos predilectos das musas, e decore hoje a
nossa chronica e de Manuel Caetauo do Almeida a
Albuquerque, seno com a riqueza e primores que
di-s-jaramos, no menos do modo que o permute a de-
bilidade de nos-as torcas. He o voto da sympalhia
man pura que liga dous coraees nesle inundo, e
dous espritus nas espberas cleles da creagau.
Ora. nao admira qua os ti 1 litis de-la poca de li-
herdade e progresso aprcsenlem trabalhos da or.lem
desles qoe nos lem dado a masa fada.li do Sr. Ma-
cicl Monleiro ; pois que, rumo ja distemos im ou-
lra occasiao, o que fara' a honra elerna desle seculo,
he que as sciencias c as ledras, al enl.lo rx-lu- Y-
ntenle nas m.uis de alguns espritus corajosos e pri-
vilegiados, se lem lomado a preocctipacfio das mul-
l.loes, he que cultivadas por todos, ellas fazem pro-
gresos mincnsue, por me.io dos quaes abragam boj-
luda a esphera das realidades que nos cercara, be que
vol2arisadai, e lomadas accessiveis a todos, revelara
a todos os Instantes era lorno de DOS nm mundo de
raaiavilhas por muito lempo encerradas no gabinete-
de alguns homens MCOlhldot, hoje derramara em lo-
dai as parle, a sua luz presli^iosa que illumina todo,
emique-
B&VHIA.
A cmara municipal desla oda 'e faz saber, que
leu lo tei minad i hoje a apuragao final dos votos pa-
ra um san.ilor que lora de IBpprir a falta donada
pelo fina tu roiis-lhiro Ctssiana Espwidsle de Mel-
I- Mallos, den -lia o resollado seguinle : /achaiia-
de liocs e Vasconcello-|l:ll7, Alvaro Tiberio -le Mon-
corve Luna 1239, Jet Thomaz Nibaoo ee Ane-
jo MUS, Jas Ferreira Soals 997, J-e Augusta Clisa
ve. i,Vi, Ciinelm Ferreira Franca i_'s, Joaquim la-
t Piuheiro de Vascone-llos :ll:l, Pedro Aalran di
Malla e Albuquerque 79, lelo Js.iq-nm da Silva
ii, Luiz 1!irlialhi llanta Fiuza -2i'i, Jo.ln Jos de
Oliveira Junqueira 219, El nslo Ferreira Franga 22,
II u,i.. de Sao Franrisco S, Arcebispo da Baha i,
Frau-isco Muniz Barrelu de Arag.lo Edatrda
Ferreira Franca :1, Anloiiiu de S raza l.spmold .1
noceoeio Uirqaes de Araojo Goes 3. Juaquun de
Aievedo Monleiro 2, Baria Cijahiba, Barate de Cal*
ni. Vi-con la din tiaes, Franetsco Manoel ongalves
da Bunlia. Can li lo Ladilla i Japias-ii, Joao Pereira
Ramas, Turquato llutra Rocha, i.a-imnu de Sena
Madureira eom ura voto ca la ura.
Par; -oulir. o prsenle se publique pela irapren-
sa c allixe uus lugares do co.-lume.
Pago da municipalida le da Haba, 1 > de abril He
. ranriscu Antonio Pereira Richi, presi,len-
te, Joaquina Antonio .Moulintio Filho, aecfeterio.
(Jornal da llanta.)
psaiAsanoQ.
ASSEMBLEA LEGISLATIVA
PROVINCIAL.
SES;X0 ORDINARIA EM 2" DE ABRIL DEl8.ri8.
Presidencia dt .ir. Ilurao de Camarayibe.
Ao meio da varillado numero legal e aberla a
HSia i, he lula e approvadi a acta da anterior.
O Se. Secretario le o seguinle
EXPEDIENTE.
Cm ofii.-io di secretario do governo, participando
qoe le exigirara da directora geral de instruegao
publica as iufurmag.s pedidas por esta merablea
s.bre a prelengau de Loibelina Wanderley l'cixu-
lo.Inleirada.
Oulro do; raesmo senhor, participando lenm-se
ex'gidn as ioformag -s que foram pedidas sobre o
requerimenlo do Sr. P. Biplisla a respeilo da disln-
buie.iu dos (albos publicus feila pela cmara inuui-
clnal.Int.irada.
Out'o do mesroo senhor, remetiendo o balango,
a estas sombras illuslres, que o Sr. M-llo, inspirado
pelu a dur do pitrlotlimi Iliterario, evocou dus abis-
mos di fsqueeimcnto.
Anda repelimos, he na bingraphia de Manoel
Caetano de Almeida e Albuquerque, onde o autor
derrama os thesooroi da -ua lina de poeta, e lodo o
amor que consagra a' saa p.lria; e a critica pruden-
te, esclarecida e philosophiea, que elle taz acerca da
\ dissuliigao do nosso congresso cunsliliiinte, o da re
volugao de 1S2, he urna pagina eloquenle < pre-
ciusd, que cerlaineuie lia de passar para a nossa his-
toria : sao succesius contemporneos do autor, e por
! elle apreciados hoje, cun a calma e a prudencia que
s os anuos dSo.
Pala que o l-iti r hajt urna idea aproximada do
I estro potico de Almeida e Albuquerque. copiare-
mos aqui urna poesa que elle dedicou a duas senho-
E I di ei l.i le da Babia, de nomes Dellina e Custodia,
que foram deas ou tres nuiles de s.bbado tocare
canter, da fra da cadeia daquella cidade, onde le
achavam presos ceulenares de t'ernainbucanos illus-
lres, iuclosive .Manoel Ciliado, por causa da revola
gao Ce 1817.
[lioneslrai a memoria urn episodio da historia
dos (jirnadin H por Lamarline, no qual figurom duas
heronas francctta, que levadas pelo amor que con-
iki \ .ni .i dooi i'i iaes di exerrilo de Deoaoorier,
deitavem a casa paterna t: :s m noilei, e iam para
um p i-to perigos qae corran!
de d jus joieus offlclaei frai cens.
Procelen.lo deiParte ai d.ia* Btilia nas que-iam
demni-tiar ufo m i i e respeilo qoe Iri-
bolivam is victim.it -late, mas lambem
qaalo se Ihvi lornaria s i tuag.o c a sorle feliz, se
i.lo nao dipeodesie mais qui d.i suas vonladee.
Bm nena opini ht um i poesa qua donla i- grau-
de talen I > do autor :
us injoai o einb m
E quandu Dtilint Calila
Anji Coslodio me ineinla,
l'eiiiln .-iiupaixio de not.
Fallei primeiro em Deliitu
i uno v-,I i de I..re,
Mai cotilo meu pasmo agora
S por Caitodia divina.
cuntas e orgamentos da cmara municipal do Rio
Forraoso. A' commissao di orgameuto.municipal.
Oulro, remetiendo copia de um oflieio que lora
dirigido pela presidencia a tbeiuuraria provincial
acerca da eiecugau da le provincial u. 429 de 13
dajunlio do anno pa-sado pela qual se uugmenlou
os vencimenlos dos empreandos das repartiges, de-
clara lo no arl. 1. da citada lei ; aisira como qae
em \rinde da mesma lei foi levado lambem a mis
o ordenado do carteiro daqoella reparlig.io. A'
commissao de fazenda e orcamento provincial.
Antonio Cardoso de Queiroz Fonceca e oulros
empregados da Uieiourana provincial, lindo ido
forgados a empregarem-se mais ama hora por dia
no servigo de sua raparligao, r-edim qu Ibes seja
concedida urna compensar > aquello rvign na ri-
zao d 2(1? mensaes.A commissao de ordenados.
.Manoel i, nivea 1- Souza, arrematante da barrei-
ra da ponte dos Carvalhoi, pede o abiliraenlo oo
prego da arrera.lagao.era refeieocia aos ltimos dona
quartei-.A' commissao de orcamento provincial.
Simplicio da Cruz Ribeiro* e Antonio Rufino de
An Ira le Luna, profenores de instruegao primaria
do 2. grao, pedem augmento nos leas ordeuados.
A' corunns-o de ordenados.
Joaquim Joso doi Sanios Barraca, pede qua no
caso da serem a tupiadas alguinas medidas tenden-
tes a reforma dos ulciaes du corpo de polica, se-
ja o peticionario contemplado no numero doi que
devem ser reforma ios A' commissao de petigao.
A irmimladi de Nossa Senhora da Paz da fregue-
zia dos Afogados, pede que se mande correr doas
parles d'uir.a das loteras qae llie foi concedida em
beneficio das obras da igreja matriz, com preferen-
cia a qualquer oulra lotera. A' commissao de pi-
liges.
O Sr. N. Portella (pelaordem) diz qoe htvendo
ha poucos das apreseulado um requerimenlo, peda-
lo que sesolicilaise do governo rupia da propoila of-
fererida pelu eiigenheiro inglez Morniy para a coni-
Irurgao de urna ponte sobre o rio Sei nitieni, e lendo
efectivamente ebegado essa proposla aeompanhada
das informaron da Ibesouraria pruviucial, do proca-
rador fiscal e da direcloria das obras publicas, requer
que essa proposla e informarues sejam remeltidas a
commissao de obras publicas para sobre ella emittir
o sea parecer.
O Sr. Arruda Falcao requer qae seja nnmeiJo
um merabro para a commissao de pisliga civil cri-
minal de que faz parte, em subsliluigao do Sr.
Brandle.
OREEM DO DIA.
Conlinuagao da segunda discussao do projecto,
que lita a furga policial para o anno liuaucciro fu-
lum.
Entra o arl. .1.
O Sr. Kegn liarroi insiste nas consideraron qae
ja prodozio cunlra o projeelo.
O Sr. Oliveira faz noval consideracts em los-
ttiitagao do projecto.
(i Sr. Caroiiro da, Cuuha diz, qae a' primeira
visla a disposic.lo da irtigo he justa, he razoavel,
porque ningoeni negara' o premio a 25 anuos de
servico, emende porm que niio he I essa cooiide-
rag.lo su que se deve aliender, mas que convm tam-
b-m saber se !u dinheiro para salisfaztr i este acto
de juslie i.
O honrado merabro diz que infelizmente perten-
ce a commissao de orgaineiilo, que lem com os ios
illuslres rumpanheiros pensado madurameoie, o
que com petar annuucia a casa, qui se quizirem
decretar as desnezas do cosime e se nao se dtita-
rem de adoptar as obras publicas, o dficit sera de
O iliu-ire orador pergnnla se n'uroa provincia co-
| mo a de Peniambuco sera' possivel, qoando todo o
; movinienio passa para o sul com *-., f.-,..,, .u_
| tar le eenttratr eatradaa para os ouirua paulas da
provincia que r:m decrescendo consideravelminte ?
Pergunla, se mal oulias obras imporlanles em qua
provincia se acba nipn- ada daverao paralyiar
no fuluro etercicin para orcorrer a issa oulra ne'cis-
sidade de menor importancia '!
li Ilustre depulado, diz qae reeonhece, qae a po-
iigao dos cP.iciaes do polica e dos demais i-mprs-
g "los da provincia he na quadra aclual lerribilis-
- una, piri-soqueo movimeuto ascendente, o aug-
meulo dos salarios nao tem ebegado al elles, po-,
i.ui eiitcnde.que as rircunisl.ncias especiaesdi pro-
vincia, os seus grandes coinpiomeiiimantoi nao con-
senlem que ella por ora se empenha em novas des-
bezas, alias menos ni-ressarias do que nutras, viilo
cono a provincia lera a' esperar de leus repreicn-
lintei a uttsfaglo de oolras nccesiidades, que nao
o augmento de ordena tu'.
O honrado merabro chama anda a ailenraa da
-.i para nina circuinsiauea, e he que es-e saldo
le que tanto se tem fallado, nao he lao avallado co-
mo -c suppe, que no be como se -tiz de 300 man
sim de rentar Mulos cantos, e que acbando-se ji
decretadas diversas deepezas, laes como mesmo o
augmento as prag.as de prt do corpo de polica, eo-
i in le qae h urna inconvenencii o ir tomar a pro-
vincia mais e-.e encargo nal prenntei circumslao-
cias, e assim leudo de volar contra o art. 3- do pro-
jecto. JBlaoo nao dever faze-ln silenciosimiule.
O Se. Mello llego (Raphael) : Sr. presidente,
iiicliun-me a aceitar a idea concluida no irligo qae
se discale, N3> posso porm aceilt-la pela mauei*
ra purque esla enunciada.
Eu achu qoe se esta casa, ja reconheeca e admit-
ho como principio a conveniencia de no lim de um
redo numerada anuos, garantir aos fonecionanas
pblicos um meio de subsistencia srgura, que os
ponhi ao ahijo dos horrores da miseria, deve pro-
ceder du mes.nu mudo para com os nfllciacs de po-
lica.
OSr. .Manuel Cavaleanll :Esta casi anda n3o,
po le str que o Taca.
O Sr. Mello Reg Raphael)Qoando digo esta ca-
sa refiro-me a asserabla ;no me refiro nern a mim,
nem ao nobre depulado, nem aoi qoe em oulro
(era. o iirer.nn parle da casa ; refiro-me a assemblca
provincial de Pernambuco.
Acbo, digo, Sr. presdeme, que se deve proceder
de mudo igual para com rs n'.licia-s da polica, qae
lambeu -ao fuuecionarios pabiicus, qae preslam ser-
vigos e servicni nao menos importantes do que os
oiilius empregados pre-lam, lalvez me-rao mais va-
hos ,s, porque sao prestados com grandes inenmmo-
doi, com nsco de vida, com denam .ment de sea
nagua ele. Ora, garantir aos empregados elvis, no
lim de ura cerlo numero de innos, um fuluro segu-
ro, e nrga-lo aos ofliciaesde polica, me parec uraa
injoaliea (apoiado.;
ii Sr. Oliveira :Pode mandar urna emeuda que
eu aceito.
O Sr. Mello Reg (RaphieD : Sou pouco apta
para emendar.
Vejo, porem, que o artigo asta' redigido de mo-
do qua realmente da' logar as rtlletots que foram
felas pelo nobre depotado que falloe em primeiro
lagar o Sr. Reg 1! nr -.
O irligo diz que os ofliciaes serio aposentadas ;
Nao s com voz que admira
A oulra primeira iguala,
.Mas nos consola e regala
Tirando almos ioos da lyra.
He nofso prazer notorio.
Se a voz de Custodia admira,
Quando em cada artigo (ira
Mil almai do purgatorio.
Passo os alias como um reo,
E por bolla sabbalina
Levara Custodia e Dellina
Todo a' uuite pira o ceo. .
Quero se qucia di eslar preso,
lera mis qu'ixomes menliras.
Que a au vir ca', nunca ouvira
Juulos Leo e Pergolezo.
Fu c.i por mim franco fallo,
h no qae allirmo nao erro,
l.iue allronlo ferro e desterro,
l'enda a noile um tal regalo.
Em Hilfina um Sersphim
Esculo, se a' noile canta ;
llolro era Cu-ludia me encanta ;
Feliz son. tanate por mim '.
OSr. cinimend.ndor A. J. de Mello erre-vendo
esle livro, presin um scrvigo ineslnnavel a's ledra
patrias, que cedaminle Ihe grangeira' o respeilo e
ddmiraeoiijria posleridade.
(I- nomesdeJnao de.Nepomoeono di Silva Portella,
;re Manoel de Soorl Magalh.lea, do padre Jote
lililes da Costa iiadelln, de Filippe llandeira de
Mello, de Padre de Al'.uquerquo c de Manoel Ca-
tiao de Almeida e Alhoquorqoe. e de outros mni-
los Pernainlioeanos dislincloi, ja' nao Oetrflo sepul-
lados n i |.- d e-quenmrnl.i mis o perfuma da
poesa, a outros i gloria das fietottM no campa doi
rombales ludo ilo e-l' veneravdnienli guarda-
,1,, mi livro do Sr. A. J. de Mello, de quem pde-
nlo! -li/er, como dma A.Thierrx : que m e.inli..
.1. tatignida le foram a sua paixao inaii viva, nos
- de lorga e ds mocida.Ie, e que hoje o conso-
lara no mtio dtde-'goiiu* cdecnnlrariedadaiinjoslas.
i,ett-d(i(a/i-ff-A'raf<7.j
II
i\ /r-i


DIARIO DE PERNAMBUCO SEO INDA FEIRA 3 DE MAlO DE 1858.

itlo he, ficam com o minie de ofliciaes, c parece que para aooalilnir ao Sr. Brandao ni commissao de jus-
com a liuu
c. ni ai eraduacries e conscguiulemaule
te He nrile punto que eu repuguo.
lia alono apartes,
O Sr. Mello llego (Kiptiael):Perdoe-me o nohre
diputado, o nlliciae aposentado do poto que
livorem ; o governo pode chsnia-lo paro os em-
presa! novamente nessta mesmo pollo, donde se
cmielueque lic-m cora aa honras de oflleiae. Mas
p?rguala-ce : as assembla previnciaoi polem con-
ceder honras que >3o grabas, quando pela constitui-
rn m allnliuirao perlence elusivamente ao po-
di r moderador '.'
O Sr. Epamiuoodas de Mello Ten ellei honras
D,i ell.TliM.lali.'.'
II Sr. Mello Rogo Kiph'el' : T->m.
O Sr. Epamiiioii'ias de Mello :PuisfenlSo quem
Ih'ai concadea na elfeclicidade, pode cuuceder-lh'as
111 epusenladoria, na reforma.
(1 Sr. Hela* K>go Raphael :Elles tiro as hon-
ras inherentes ao ecrcicio.
t* Sr. Kpamioondaa de Mello :Porque es tein ?
O Sr. Mello Mego (Raphaell :l'or urna di'po-
si;.io do aclo addieioual, que aulonsou a creacao de
ana i i<; i policial.
(I Sr. Epamtnuuda de Mello :Logo a reforma
ht a mesma cuu-a.
O Sr. Mello R*go (Raphael) :Mas nos podemos
el ecar ao mesmo resultarlo por meioa indirectos e
mm regulares, e eu aventare! urna idea que me pa-
rare maia conveniente ; he aulorlsar-se o gnverun
a .-rear ama classe de olliclaea addidos para a qual
p viro, lendo ns annos da le podem todava tujeitar-
se a un servir, compalivel cum o seu estado e a
sua idade.
O Sr. Epaminoudas de Mello :Na essencia he a
in-ni.i cousa.
O Sr. Mello Reg (Raphael) :Mas he preciso
salvar os principios.
O Sr. Epaminoudas da Mello :Todo horror he
O dintieiro que se gjoclo.
O Sr. Mello Reg (Raphael):Nao, nao he islo,
a juesUTo para inim nao he de diuheiro, porque e
tu s ja admillimos que possam ser aposentados 100
ou 200 empregados civis, sein que isso veuha arrui-
nar o cofre provincial, nao he agora com imis l ou
8 nfliciaes de polica que ha de apparecrr este gran-
de grvame que o nohre depotado o Sr. Carueiro
da Cunha receta.
Perianto, repilo o que disse; aceito a dea do pro-
jeito, convenbo na necessidade de proceJer-se para
com os ofliciaes de polica pela mesma forma per-
que se lem procedido para rom os demais empre-
g. dos, islo he, que no liui de mu cerlo numero de
anuos conlem elles com um meio de msi-leueia
que os ponha a abrigo da miseria ;*ao huuieus.en-
c; Decaos uo servieo publico, que dorante sua mo-
cilade, no vicor das forjas phvaicas s nelle ae em-
piegaram, e a jusiira pede que se alteada a essa cr-
cumstaocia.
O Sr. Oliveira :Veja o nobre deputado a col-
le.e'io das lea de 1817, nella vera' que a asirm-
bl'ia ja resolveu que os ofliciaes de polica fossem
aposentados.
O Sr. Mello Reg (Raphael) :Eu nao estoa Ira-
la ii" do que a aisemb a lem faite, oceupo-me com
o qoe ella pode e deve faier. El para que lomei a
palavra.
Vai masa a segointe emenda qoe he apoiada :
Em vea de ap. enlado, diga-se reformados.
Epamui.indas de Mello. *
O Sr. Manoel Cavaleanli diz, que nega o seu vo-
l ao artigo em discus-So, por enleoder que todas
a conveniencias publicas sao contra elle. Vola con-
tra o artigo, porque elle quer conceder aos ofliciaes
de polica maior favor do que as leis garaes conce-
den) aos ofliciaes do eiercilo, visto que estes podem
ser reformados no fim de 'J"> annos, adiando se im-
posibilitados de poder continuar no semen, e em
su-li ntar.ln de seu argomento trai para eiemplo o
fji lo accedido com o Sr. II. llanda Cavaleanli, que
ha ven Jo completado 25 anooa de servido equerendo
reformir-se no posto de major o supremo consellio
militar indelirio essa preteurAo.
Vola contra o projecto. porque nao juica conve-
niente qoe quando os ofliciaes de polica se acham
habilitados para bem desempenhar os seus devere-,
vi-lo terem em seu favor a pratica se Ibes di'* apu
euladoria, estando elles moni- e robottos. em es-
lado de prestar anda bous servieo', se llies de re-
forma para ireni ervir outro logar ; emenda qoe
isso he um mal para a provincia e assim vola coulra
o artigo.
11 >r. A. Cavaleanli manifeita-se em favor do ar-
tigo e acaba por mandar o mesa a segunde emenda
su i-liliiliva, qoe he apoiada :
Os ofliciaes que com 23 annos de serviro fiea-
iga civil e criminal,
lia la a hora.
II Sr. ('resillante designa a onlem do dia, o le-
vaula a e*,1o.
KECIFL, 1.- DEMAIC DE 1858.
AS 6 HORAS DA TARDE.
RETR9SPECT0 SI1ANAL
A tout sisoeur lout honneur : a assembla pro-
vincial lem continuado nas sua> sesses ordinarios.
Enlre as suas diversas deliberaros sobre os ulerea-
ses geiaes da provincia, nao se lean esquecido da ins-
truceio puhli'a, base essencial to grande edilicio da
ciMli.ac.io. Te ni proposlo a creadlo de varias ca-
deiras de inclnenlo primaria para diversos ponlus da
provincia, que, por sua imporlaucia social e polti-
ca, reclamam a adopto deata g>ande medida.
Entretanto, tomamos a lber.lade de lembrar-lhe
a creacao de urna cadeira de |>rimeiras letlraa para a
povoacao de Tamandaie, que em virtode da sua si-
tuaran geographir.a, amenidade le clima, e grande
drsfiivolvimculo de popularse, he chamada a repre-
sentar, i.'uin prximo futuro, um macuifico papel
uo ileiiino integral Ha provincia de Pernambuco.
A fresueiia de lina, que de 22 eleilores e conla
tres graudes povoado, tem direito a reclamar dos
poderes proviuciue*, ama cadeira de intlr ucr.in ele-
mentar. E temos fu que a uossa leiiibranra nao eei
deeprezada, poli na sesso do anuo pascado foi pro-
posta pelo d'gno director da inslrucco pul lira a
crearan de urna cadeira de primeiras ledras para a
povoacao de Tamandarc, e se Dio passou a sua pa-
tritica proposla foi smente p>r falta de lempo.
Asiun, nutrimos a hsongciru esperanza que esle auno
nao acontecer a meim cousa.
As malas que trouse o T> neo de varios paizes do
velho mundo, nos conimumcaram poucoi sueressos
dignos de serem reprodozidcs. Osupphcio de Orsini
e de l'ieri, dnas viclimaa allnclnadas pelo fanatismo
la liberdade, e as complicases enlre na governos da
(t peie vendeu-se na forma do rostume, caro.
A callinhas venderam-se l2|0fJ0n., ai frangas
l;JS.), e os penis ti,-; rs.
ii- ..\os venderam-se a cinco por urna pataca.
Todos os mais gneros conservaram maioi e menor
preco. mas ludo caro.
Hospital de CariJaile.Evisliam no dia :t0
do enrenle 19 homens e -Js mulhtrcs tratados |.ela
raridad-, II homens e Ib' muflieres qoe psgam a
casa, e 12 pracas do corpo de polica.Total 8t.
Da 1.
Eiistiam O homens e H mulhere datados pela
candade, 11 homens e t< muflieras que pigam a ca-
sa, e !) pracas do corpo de poliria.Total 84.
Maladouro publiro.Matou-se uo dia !10 para
consumo do dia 1 de maio, a saber :
Comptubia das carnes verdes.......:|0 bol.
Ricardo Romualdo da Silva.......7 n
Duarte....................;,
Souza Lima................. i
Souza Queiroz...............>
Lula de Hueiio..............._' o
Jacinlhn..........,........' -J i,
Sou/.a lavares................ 1 '
Moreira..................., 1 >.
Ferreira.................. I o
Joao Nepomuceno.............. 1 .
PARA 0SIM.MS. SRS. DIRECTORES UA CAI-
\A1ILIAI. DO HAMO DD IIHAS1I. KM
l'ERNAMBl'CO VEIIEM.
1'ergunU que nSo offenle.
EstarSo rrsnlviJos os lllms S.s. directo-
res da Caixa 1 thal de Pernaniliuro a imita-
rem o proceder dos seus collegas do Banco
do Brasil, relativamentaos O.ttOOa das duss
letras falsas, que descontaran) ? !....
J)ous accionistas.
Kxtraliido do Jornal do l.onimercio do Bondimento do dia I
Rio de Janeiro, n 95 de 19 de abril de 1858 I CONSULADO PROVINCIAL.
BANCO DO BRASIL. R.nd)menlo do da l..... 1.-9199631
Consta-nos que os directores do Banco do
Brasil, resolv.ram dividir entre si o prejui- ,>KACA uo KEC" E- "K MAIO DE 1858,
zudas letras falsas por elles descontadas AS 3
inverso proceJer nunca nos esperamos de ranlhos
illuslrados cavalleiros, que comprehendem
EXOPORTACAO'
Baha, patacho nai ional oS. Joso, de 2i lona*
ladas, comiuzio o seguinte : -137 volumes paaaaa,
383 Jilos diversos gneros, 717 dilos diversas mer-
codorias.
Canal pelo Rio Grande do Norle, galera ingiera
ciln.lu, de 647 toneladas, conduzia o seguiuse .
-2.000 sarcos com 10,000 arrobas de assucar.
Kl.i.Klti.linlilA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE l'ERNAMBCCO.
l.uj-'.li'.i
MAI'VA demoiu/rafjro d'agua i/ue teteu han,-,, da
burra ile-l- porto na semana ltimamente
finia.
Total.
TiO bois.
At amanhaa.
Btl-ARTigaO DA FOX.ICIA.
Di 29 de abril.
Da participarse recibidas consta que foram
preaos :
Pela subdelegada da IVeguezia de Santo
Antonio, o escravo Lutz Cesano, pardo, na-
tural desta cidade, idade 16 annos, boleet-
ru, a requeriniento de seu senhor.
E pela subJelegacia da freguezia de S. Jo-
s, Dorolhea Mara de Jess, preta. soltei-
ra, idade 15 anuos, lavadeira, analphabata ;
Franca e da Inglaterra, qu"e eslit.ram em vespera i ?.nna (1os "'""eres, parda, solteira, de idade
de romper a alhauca imposta pelo grande conflicto *> nnos, analphabeta, e Mara Joaquina da
do Oriente, que tanto sangue derramou oorsule
mais de tres annos : eis os farlos mais importantes
de que foi porta* Jr o vapor de Southampton.
T^Ao obstante o suplicio destes dous iufelizes, i,,v.
obstante todas ai medidas que o gabinete das Toie-
Iherias tem tomado contra os refugiados em Landrea,
diz um jornal allemo que elle entran, e salie-n II-
vremeule em Franca, illudiudo complelainentca vi-
gilancia da polica. He triste qoe um toverno leja
obrigado a recorrer a' intimi laro e a' forja |iara .e
poder sustentar. O poder que lem por pedestal as
sympathias de urna nacjlo, he para nos o nico po-
der verdaderamente legitimo : Islo nos Cumprehen-
demos, porque he o dogma essencial da sociedade
em que vivemos.
E [lorqoe razio a allianca anglo-franceza esleve
em perigo '.' Porque o gabinete de Franja exige que
or refugiado eslrangciros sejam bellidos do territo-
rio dos tres reino unidos ; mas para onde irio essa
victimas do despotismo ;' Para Blgica '.' nao. por-
que na.i o quer o sobriDho de Napuleo I ; Para a
Suissa'? Tarobem nao, porque elle nao o qoer ;
Para a Italia, para a Allemanha 1 Nao ; porque aca-
te paizes, a eieepco do Piemonle, rema o mesmo
despotismo A-sim, t resta a estes infeli7.es oses-
lados mussulmanos do imperador do Cou*tanlinopda.
Talvez que ah elles gozrm de maiur dii-e de II-
berdade, embora l Iriumphe o iabruin do I huma
mo Bem, etpulso da Uungria, encoulrou lias do-
minios de Abdoul-Medjid a liberdade, que nio Ihe
deu o govemo de Francisco Jos : morreu depois de
ler abjurado a religiao de bondad e de amor de Je-
sos Chrieto'.' E porque '.' A historia o dita' v gera-
joes inlu-.
0 olgoarassD viudo do porto do norte do im-
perio, poueo na nada adiantou s Doticia, qoe ha-
viamo rerebido pelo aOyapork.u Uuanlo aos ne-
gocios polticos, nao hacia occorrido novidade algu-
nia. Entretanto, a falta de chuyas inspir.iva serio-
rereioc a' |iopolario. O gneros coloniaes eram
vendidos pnr alto preco, e a calamidade causada pe-
la falla de troces miudos nao linha diminuido de la-
len-idadc.
Do sul nao livemes commancar >e, eis do inte-
rior da provincia nio deisam de ser satisfactorias.
1 ina das novidade* desta semana foi o espectculo
do |ire-tidii;itador, o Sr. Julio, natural da prov.nna
do Maranhao, dado no thealro de Apollo. O Sr.
Julio nos veio convencer mais urna vez que o talen-
to de que i jo dolados os Brasileircs nio he inferior
em nada ao talento dos outro povos do mundo. A
nuil e/a a bom gasto com que o disuado
Concei^o, preta, solteira, natural desta ci-
dade, idade 22 ennos, lavadeira, analpbabc-
ta, tojas p r bnga.
SO-
PcIa subdelegada da freguezia do P.ecife,
o Africano livre Francisco, preto, natural de
Angola, idade 32 annos, ganhador, por cri-
me de furto de escravos.
Pela sudelegacia da freguezia de Santo
Antonio, Florencio Alves Alexandriuo, par-
do, solleirn, idade 28 annos, marcineiro, sa-
be ler u escrever, por crime de furto ; o es-
cravo Jos, preto, solteii'n, natural da Costa
d'Africa, i lade 30 annos, ganhador,a reque-
ri-, ento de seu senhor.
E pela subdelegada da freguezia-da Boa-
Vista, o escravo Panuco, preto, crtoulo,
idade 25 annos, canoeiro, a requerlmento de
seu senhor.
DESPACHARAM-SE PEI.A POLICA.
ia 30 de abril.
Francisco Antonio de Campos, Brasileiro,
legitimou-se para obter pasaporte para a
Europa.
Conforme, o secretario
Rulino A. de Almeida.
bem os seus deveres. Sentimos em extremo
que a directora do Banco, si fl'ra semelban-
te preiuizo. mas a culpa fui sua em se deixar
engaar Seumcaixeiro ou mesmo os em-
pregados pblicos sao obrigtdos e al res-
ponsabilisados pela di Seranea dasquantias
a legalidade das notas que recebem, ou por
quaesquer outras transiccoes qud fazem,
qual o motivo porque os directores de um
Banco, ahi collorados para dJesempenhar
com zelo as transacr;es quo se Ihe cum-
meltam, nao liio de ser tambem responsa-
veis, por quanttas que mandaran) entregar
em troco de documentos, que agora reco-
nhecerain ser* falsos e documentos que 8t
nao su bem dizer quem foi que os apresentou,
apezarde estar isto providenciado pelo re-
gula ment interno ? !
Diz-se que os empregaiios do Banco, que
apparecem as portas para o recebimento das
propostas sBo apenas os continuos Qul
o rnotinvo porque se procede assim?: Por
ventura as pessoas que se dirigem ao Banco
nao serSo dignas de entenderem-se com
mais altas petapnagens '.'
N3o parece mais proprto e al mais con-
veniente para os interesses do Banco e do
commercio, que um dos Srs. directores, ou
o 8r. secretario esteja em contacto com as
parles, recebando de sua maos e confeiindo
os ttulos que se preleudam descontar'
Parece que com esle expediente he mais
fcil descobrir-se as fraudes da ordetn das
queseacabam de dar, logo que os directo-
res do Banco nSo queiram ler o irabalho do
mandar coltaer ioformar;Oes sobre as Brisas
cuja legalidade ignoram, cjmoo fazem por
abi todos aquelles individuos que tem tran-
sarc/ies desia ordem.
l.'m accionista.
^ono &t tyttmmtm*
6V.
Herista semanal.
- Os precos de 110 por cenlo de
prendo solne Lisboa, 2't d sobra
Londres, e loo r. por fr. sobre
Par),, ,.n nomioaca.
Algodio------------i^om as noticia trazida pelo pa-
quete de SuLlhamplon, o mercado
declinoii, vendendo se de 79600 a
XjOOO rs. por arroba a prinieira
sorle.
Assucar A semana foi pobre em vendas pa-
re cipnrlario, negociando-se so-
menle aleum da qoarla soile bran-
co a 33:100, Mmenos a 39100,
mascavado americano de 'J^.YiO 1
3955O e Canal a 2>OO r. por ar-
roba. Yendeu se urna partida de
mascavado eiisleole ns Parabiba
a -J.^OO rs. por arroha posto a bor-
do. Os prer. s pago pelo arma-
zenario ao conductores do inte-
rior regalaram : branco de 3?000
I 395OO n., cmenos de 2S(I0 a
29OOO, ma*cavads lino ou Lisboa
de 3600 1700. America de
2->100 a 29500, e Canal de i-200
a 29300 rs. por arroba. Entraram
2J,iKitisacc Bacalh.io- -----Beialhou-se de l.'ija 16S por bar-
rica, tendo-se vendido acerca de
11> por atacado, tirando em ser
111,000 barrica.
Coaros-------------Yeaderam-se a 2oO r. por ar-
roba.
Carne sacca- fir.iam em ser 'lO.IMHI arrobas,
sendo : i.ihri 31,000 do Rio Grande do Sul.
\ endeu-ee de 59 a 5e)IO0 r* poi
arroha da primeira, a de 4c.n00 a
l'OOda seuoiiila.
larinlia de Irigo-O mercado foi uppriilo o ni -J.-jm)
barricas, eudo 400 de Trieste viu-
das pe Rio de Janeiro, e 1,800
de New-Orleans em direilura ;
_'
B Nominarao
s dosdias. Preamar. Baia -mar.
-

2< i Domingo . 15 l|2p 2b H 2. fera. . Ib 10
27 11 8. fera. . 161|9 1 '.'ti ' ii
28 111 l. eira. . 17 i> 91|2 i)
29 11 5.* fera. . 17 i> 9
90112 6." leira. . IBIp 9 112 0
lili Sahludn . lli o 10 0
Observado.
Nosdiflerenlc aurnradouro do porto oscilloa o
baua-mar de 12 e 2 a t:t I 2 e 22 1|2 pos inglezes.
a o preamar 2< 93 e 2:1 a ^i 1|2 e 30 l|2. Em 1
de maio de 1858. Jos Faustino Porto.
bii*sa.
O lllm. Sr. inspector da thesourana
provincial, em cumprimento da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia, manda ,
fa*cr publico, que no dia 20 de maio pro- Provincial 11. 343 de 15 de maio d
ximo vindouro, perante a junta da fazenda
da mesma thesooraria, se ha de arrematar
a quem por menos lizer a obra do i4.- tango
da estrada do sul, avahada em 18:500 rs
A arrematarlo seta fe i la na forma da lei
provincial n. 3*3 de 15 de maio de 185* e
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozereo a esta ar-
rematacSo comparecen) na sala das sessOes
da mesma junta no dia cima declarado,
pelo meio dia, competentemente habilita-
das.
E para constar se mandou aflixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
2 Estas obras comegarSo no przo de um
mez e serSo cuucluids no de 6 mezes, am-
bos contados de conformi lade com o art.
31 do regulameoto das obras publicas.
3.* O pagamento da importancia da arre-
matado, ser dividida em prestaces,
sen Jo a quarta da decima parle do valor to-
tal, que o arrematante reeeber quapdo li-
zer a entrega detinitiva eas tres primeiras a
proporcSo que lizer, o l lerc.o, o 2 dilo, e a
entrega provisoria.
4." i'ara ludo o mais que nSo esliver espo-
cilieado nas presentes clausula se observar*
oque dispe o regulamenlo das obras pu-
blicas.
Conforme, o secretario,
A F. d'AnnunciacSo-
O lllm. Sr. inspector da thesourana
provincial, em cumprimento da ordem do
Exb. Sr presidente da provincia, manda
lazer publico, que no dia 20 de maio pr-
ximo viudouro, perante a junta da fazenda
da mesma thesourana, se ha de arrematar, a
quem por menos lizer a obra do 12.- Unco
da estrada do sul, avahada em 13:0005 rs
A arrematarlo sea feila na forma da lei
ovtncial n. 343 de 15 de maio de 1854 e
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se p opozerem a esia ar-
rematacSocomparecam na sala das sesses
da mesma junla no dia cima declarado pelo
meio dia competentemente habilitadas.
E para constar se manlou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Peinambuco 24 de abril de 1858.--osecre-
tario,
A. F. da Annuncia(3o.
Clausulas especiaes para a arremalac5o.
1. As obras uecessarias para a cancluso
do 12 lauro da estrada da sul serSo fcilas de
Secretaria da thesouraria provincial de conformidade com a planta e perOI, ja ap-
ile |>eiia que o lugar em que esta' colloeado o
(neutro de Apollo n.i permita ao nosso hbil pa-
tricio urna concurren.'ia, digna do seo bello tlenlo.
A-siiii, elle foi infeliz no seo primeiro espectculo,
mas em enmpensacao o seus trabalhos foram eu-
i. i....i.tiiic applaaclMo*, c elle val dar um be-
neficio em favor do infelizes qoe procuran) um a-
liri.o no real ho'pilal porloguez. He um infeliz
que protege a iufelizes ; assim acontece ordinaria-
mente a todas aa alma generosa.
I'alleceram durante a semana 71 pessoas, sendo:
18 homens, I i molhere e 27 prvulos, livres ; 4 ho-
mens, i muflieres e 7 paivolae, eicravos.
agilidade,
rem imposcibilila los de servir, serlo apo-ut do. Maranlu i escruta os Irahallios da soa arle ja o
ron o ordenado por inli-iro ; e com o proporcional i collocam cima de lodo os artistas dt-sle genero, qoe
quando ticederem de 20 anuos. 'em vindo a esta cidade ; e se algumas vezes se pode
A aposenl.idoria se eiteu.ler aos soldado nas diztr que o discpulo excede ao meslre, a impressao
piaacBll couilijes s. R.A. Cavalcanli. o I iue no causaran! o eiercicio de prestidigila<;ao Me-
lle tambem remedido maca o seguinte : | rulados pelo Sr. Jolio, apngoo completamente a me-
i Arugo substitutivo. O ofliciaes que livcrem 30 mona qu_conservaoos de Mr. Deveaun, seo mislre,
anuo de seiviro poder.io ser aposeulados enm o e do Sr. I l\e.
sold por inleiro, impossibilidade physica ou mu.al
peraole a junta medica, para continuar a servir ; li-
ra ido prrjudicada a a|iosenladuria logo que quil-
quer oflicial aposentado aceite o emprego publico
com vencunenlo.S. R.Souza Reta, o
o Br. al..noel Caaloaf1 asan* ra iiira r.m-
dera^es no sentido das idea ja jior elle luaufesta
na c a, declarando que tendo de ecolher volar,
ames em favor da emenda do Sr. Souza Res, mas
que a sua upiui.in he cuulraria i idea em gc-
ia .
Encerrada a discas3o, sao approvadas as emendas
dos Srs. Souza Reis e A. Cavalcanli, ficando preju-
lirado o artigo e rejeitada a meuda do Sr. Epami-
uondas de Mello.
Eutra o art. 4.)
Ilejolgado piejudicado o artigo.
Boira o art. 5.)
Iteme(tm-se mesa c so apoiada as seguidles
en .-Hilas da commis3o :
Emenda ao S I, art. "i :
o Coodemnado ou absolvdo o reo, ser o pro-
ceiso encamioliado ao presidente da provincia para
o s ibmetler a urna juula, que se compor delle, da
urr. dosjuizes de direilo da comarca, e de des ofli-
ciaes superiores da guarda nacional ou do ezcrcilo
por elle designados para julga-io am ultima instan-
cia.Oliveira.Lopes. .
ii O 3 da art. 5. seja concebido assimo pre-
sidente da juuta tambem votara.Oliveira.Lo-
l>ei. a
O Sr. Manoel Csvalcanti entende, que a assem-
Mi a provincial nao pode impor obrigaciiee a empre-
sa los geraes, por isso vola o arligu quedeleimina
que os jaues de direilo julguem em egunda ins-
tancia o procseos dos soldados de polica.
I) Sr. Souza Res :Sr. presdeme,em virludeda
uppiessao da juntas de justiru militar que luviam
autigamente nas previuciat, o presidente licuu em-
bara;ado quaulo ao modo porque deviam ser julga-
.!i em segunda instancia os procesaos dos reos do
corpo de polica, porque a essas imitas d juslica era
que coropetia semelhauta julgamenluii. l-'oi por islo
que o aclual presdeme da provincia trouia i rasa
esla fado a sobre elle indicou a necessidade de re-
solver a assernbia como mais conveniente fosee ;
por islo sm duvidaa nova commisiao de BiecAo da
torca policial fez inserir o arl. j com eus SJ no pro-
je to que sa discute.
EaUetanla, Sr. presidente, me pareee nao ser
mullo conveniente que nos entremos no detalhe dcs-
i-es jolgamenlos, entendo que ao presdeme da pro-
vii ca se deve antorisar para que reforme o regula-
iniulo na parle relativa aos julgameotos dos solda-
dos de polica, como mais oouvenenle Ihe pa-
re 'er.
0 Sr. Manoel Cavalcanti :lie o melhor.
O Sr. Souza Reis :Mesmo porque vejo, qoe se- ,
..undo o artigo ha.operabondancia de juizes letlra- i nosa idea, e mandar promover e.ie ineino
il", c o mesmo ce da' anda a respailo da emenda ; sem duvida Uo importante quo necessan
al. ni do que linha miuhas duvidas sobre
Na se,3n de calillado, da auembla provincial, de-
puis da leilura do eipediente, o Sr. Epannnondas
pedio a palavra pela ordem, fazendo algumas irlle-
fle no sentido de ser impresso o voto em separado
do Sr. Reg Barro, dado acerca da pretendo do
profassor do uymnacio Provincial, Antonio Pedro de
Hsueiredo, que pede dous annos de liceoc. para ir
esiu lar na Europa.
O Sr. liiiur ilves tioimnraes fez considerarse so-
bre a demora que tem havi lo em dar a conimia3o
de poderte o eu parecer cobre a eleirao dos supplen-
le do 10.- dislriclo, e o Sr. Theodor e Silva, como
membro da commlssao, respondeu-lhe.
_OSr. Martin Pereira tambem fez igual reclama-
do a commissao ile fazenda."acerca de um pro-
jeclo jM>r elle apreseiilado. e qoe foi a mesma enm-
mia.i. daudo-llic o Sr. .Manoel CaValcanli algumas
explica (Oes,
Passaiido-te a ordem do dia, entrou a lei de fua-
r3o de forr;, policial em lorceira dscusso, orando o
Sr. Bapllala, i,aspar de Menezei, Porlella ManoeP,
Mello Reao i Raphael;, e Manoel C nalcouli.
Dada a hora o Sr. presidenta raarcou para a or-
dem do da de hoje, atganda discussao dos projectn
os. ti e 10 do anuo paleado, terceira do n. I deste
auno, e :1 da 18,">7, pcdoieira do de n. 29 de 1850, a
co'iiinoae.lo da de sabbado.
I'acsa a discussao do projerto de forca polica1, e
licaram anda com a |ial*\ra os Sr. Souza llei, li.
GoimarAes, Teneira de Mello, Coireia de Oliveira e
Gaspar da Menezes.
A caerte leaanlcw-oe as :t horas da larde.
C^orrc?rot)cncia.
poder ou
ii. o a assembla provincial incumbir trabalhos a
enpregados geraes ; quanto ao presidente porra
n,o ha duvida alguma que o pode fazer, porque a
le eupreacaineole o autorisa a empregar em servi-
ros |>roviociaes empregsdos geraes, se islo Ihe pare-
ce- conveoienle. Eis a razao porque mando a' mesa
um artigo cobilitulivo.
He remellido a' meca e apuiado o segointe sobsti-
tulivo :
trica o presidente da provincia autorisado a re-
for nar o regulameoto de 2 de dezembro de 1853
na parle relativa aojulgameulo do reo.S. K.__
So iza Re, a
encerrada a discussao,he approvadoo substitutivo
do Sr. Souza Re, preju licado ludo o mais, sendo
u | rojeclo approvado tm secunda discussao.
Terceira discussao do projeclo u. 1 que transiere
para (jentac a sede da matriz de Alagoa de
Baila.
_ Vai a' mesa a aeguinle emenda da commis-
sao :
A modanc de que traa o projeclo s lera lo-
gar quando a rapella estiver em estado de ntlla e
relebrarem os cilicios divinos.Piulo de Campo__
N. Pee-tolla.
r.ncerrala a discussao he o projeclo approvado
ro n a emenda.
Terceira discussao do projerlo n. .1 de-t an-
uo, que crea um municipio na freguezia de Flo-
ro.
I Sr. Pereira de Brilo :Sr. presidente, nao me
oppoiiho ao projeclo apresenladu, islo he, ao arl. 1,
que du (l) raas quanto ao art. 2 n3o poo doiXM
de me oppur, porquanio esta' concebido da sezuinle
ID iriia loma a ler.. Neota ca-a alauus depulados
ja fillaram uesie sentido e memo o autor do
I** J1 '"'......u queesselerrenu do Ciipill
ten 'ia ao llrejo, e assim
noli maneira he
far"r.
I odos os das vemos nesta
daqol, bolar-ie para acola' c vice-vera. n
aegnule rea-es) o contrario. Eu Uve a honra de u-
prescnlar ama emenda na segunda diceocMo no san-
tidn de ser ouvido o juiz de direilo do^trejo, nao
mereceu a arquiescencia da cas, mas aiud.i na ler-
ceira discua-ao lembro i|ue au he conveniente se-
mentante madanra e nesse sentido anda apicsento
un a emenda.
ha voto a favor do projeclo, porein n3o na parle
em qoe deimenibra um pedaco de (errilorio do Br.
jo, porque sr., mullo eonveiiiente constduir-se o
le^osemque e va'prejudicar a urna outra fre-
gai-na.
fie.lesenldoeu mandarci ama emenda a' meca.
No., mesa e apoia-ae una emenda do Sr Pe-
reira de Brilo.
t ucerrada a dicus,lo, he o projeclo approvado t
rejeitada a emenda.
' Sr. l'rbi PAGiN VULSA-
lie multo abusar. Lamentamos o miseravel
eslado em qoa se acham algumas ras desla cidade
pela ronsrrvacao de depsitos de lama ptrida, lej-
os pela coiitiiiuaro de agua sujas e ootraa iinmun-
dicics sobre ellas laucadas pelo fmulos de certas
rasas, cajo muradores devem ser mais escrupulosos
na observancia das postura mooicipao, afim de
mo se Ihe altrihuir tolerancia cm semelhanle abo-
so. E om tal jirocedimento nao palenteara' a mais
rensuravel indiflerenra e pooco aprero a ens vizi-
nhos e mais pessoaa qoe por ah Irarsilam "' Quem
passar pela rus do Hospicio, enlre a botica e o quar-
lelrla de casas c/oe Ihe ficam fronleiras, encontrar*
um deaie charcos, cajos miasmas infectando o ar,
devem necesariamente causar gifvusimo prajoilO a
caude. Donde nasce, poi, urna 13o aturada con-
tumacia em nao se remover semelhantrs depsitos '*
Quem ijuer os fine, apphca os melos Ja um
vez demonstramos a necesfidade que hdese fa/er
orna prara de farinha na ribeira da Boa-Vista, visto
como a que se desuna para asse fin nenhumas acom-
niodacii. ol,rere, nao s ao ntico da venda da
mesma, como por nao haver aondo se recolha e abn-
ue na eslacao invernosa. Para ?se melhoramento
apresenlamos a idea da demnlir3) das easmhas que
eiistem nos arco interiores da mema ribeira, cuja
ronseivacao nenhuma vanlagem nllerere, anles vai
de encontr a rommodidade dos habitantes da Boa-
Vista, qoe mutas ve/es -Ao forrado a distrahirem
o spus portadores em manda-Ios a ribeira de S. Jo-
r, ludo porque nSo liavendo na da sga freguezia a>
precisas acommodaces, o matul} v3o procuradas
naquelle outro lado O mesmo acontece rom a falla
de urna prara de mercado para as quilandera, que
3o fnreadas a andarem espalhada pelos arco da
ribeira de mistura enm os tallio de aroogoe, pri-
vando mulla vezes o transito publico. Em vista
pois desse eslado de cousas, rogamos a Hloclriaclma
eamara para que, novindo o sao respectivo aoge-
nheio. se digne lomar na deviia considerado a
ramculo,
portante quao necessano para o
bem publico.
O'ri/po-'Prevenimos a certos mojos qoe an-
dam em grupo pela ra .Vagos, a < aargalliada,
que se abslenham dese' modo de proceder, e tanto
mais se estas gargalhadas s3o prodozdas em conse-
iiuencia de algum dichole dirigido a alguma familia
que se aoiie em os janella.
Especularo. Eilstem por ahi eerlos espe-
culadores, que reunem urna certa quanti.i de se.lu-
las miada e dilaceradas para irem subslitai-las poi
outi as na thesouraria, servindo-se para esse fim da
esperuWcao de mandarem por diversos portadores
aos :t e fcfOOO rs qoe be para n9o se Ihe poder dar
em maior quantia, depois de assim substituidas,
venderem nas ao cambio de seis por cenlo. E como
evitar esse modo de especularan'.' ijuein quizar que
indique o meios.
O vapor nacional olguarassiio, sabido para os
poi tos do norte, levou a seu bordo os seguinles pns-
ssseiros:
llippolylo Jo da Cunha Samp;io,coa senhora e I
comoauhero, Jos Mazimiano I' -reir Vianna e 2
eccravos, Jos Antonio de Mello Jnior, Manuel
CavaicaaU de Alhoquerque e I escravo, Paulino Jo-
Cirneiro. Elelvino Daniel de Arnujo Machado a
I criado, Vraneicco daa Chag.n Marques Jnior,
francisco Jur Moreira da Costa o I enado, fran-
cisco Soare de Mello a 1 menor, Manoel Canez
Ranea Lima, Bruno Alvaro Barbota Silveira, Can-
dido l-'raucisro Xavier Maia, vigario Barl.olomeo
da Roca I-..gun.ie.. Joic da Costa llorges, Kraneis-
ri Joi Vaz de Oliveira, Manoel de Souza Martin-.
Ansiles llago de Moronha, Antonio Bodriaooi
Kunea, Anlonio Corroa Mauricio, Mirtuis lo-e de
Bairos, Podra Augusto Ethi, Manoel de Mesquila
Carioso, Joaquim francisco de Paula, Dotaiciaoa
Nanea So.ire-, Auna Mana da Conceir3o a I lillia,
Argemira lien ii da Cruz Gootca.
Reseiiha analvtica do preros porque le vende-
ram os genero na semana que Bodoej.
A carne verde vendeu-se al a 22 pataca, a de
caa lirsr-ss terreno | algosa particulares mais generosos do 26 a 28 pa-
lar.is.
A farinha vendeu-se a .;(), t;o e 720 rs. a coia.
ti milhu ven leu se a H'J rs. a caa.
O reijao vendeu-se conforme a qialidade, tendo o
molalinho 146X10 rs. a coia.
A carne secco venjeu-ae uas taberna a 100 rs. a
libra.
() baealhifl vendeu-se a 1 iO r. a libra.
O arroz pilado venden se a 110 rs. a libra.
11 aaaocar refinado u3o fez 1.llerenr i dn preco por-
qoe lem sido vendido, ISO e 200 rs. a libra.
A maoieiga maleza veudeu-se a l;2S0 e 1-i 10 rs.
a libra.
ii azeile de carrajato vendeo-se a (110 r. a gar-
ra!'.
O aiella de r.lco e de oliveira vendeu-se a 70 rs.
a g trrala,
A carne da porro vendeu-se a 'dN' rs. a libia
u loiirinho vendan- a 4W l% a hbra.
.si... liedoetom.
Recite 2b' da abril de 1858
O "Liberal Pernambucanoo quer sustentar com-
migo una polmica pouco decorosa, quer acalicar a
rniiha vida e peroerotar com que direilo orgo cu
a minha voz no jory nao sendo juiiscoutollo, fallo
na aasemblea sem ser estadista.
He por tal modo qoe elle responde a mnha cor-
respondencia, he por tal modo que elle me provoca
que eu deue da ser comedido e grave, quando fal-
lo em publicu, e que Ihe responda da mesma ma-
neira.
Mas descanse, nao o farei.
Se fallo no jury, he por que lenho sido maltra-
tado sem razao, iiem motivo, e fallo por que lenlm
direilo de o fazer, quando se traa de minha pessoa,
e d'aquillo que me affecla individualmente, mas
nSu fallo senao nessa cnnjunclora, sou o primeiro a
reconheccr qoe nao tenho ntm inteligencia uem il-
lutrarao, que outro quecem lo para ti.
Sr. redactore.Aoabo de ler o primeijo n. do
oDiario da Alagos, trazendo orna de suas colum-
nas tija com um algramaco radirulo, a qoe seu au-
tor Ihe deu o noma de cirrcspondencia.; dello bem
se comprehende o alio desejo de alguem.que preten-
de macular a honra de um magistrado probo, iode-
peiidenus e jusliceiro, o Sr. Dr^ JoSo Francileo Paes
Brrelo, e quem sera' lenhores redactores o autor
ou autores de urna 13o real infamia V urna bem co-
ndecida cfila naida por um B.... eeiupido a mal
intencionado, deaole inSo basca lodis os meios de
prevenir o juizo do goverio e do publico contra a-
quelle magistrado, de coja mleireza e rerlidao el es
Irepidam. O Sr. Dr. Joa. Francisco Paes Belo,
sem offander ao melindre de seus antecessores foi o
nico juiz municipal, que leve a gloriada poder fuuc-
clonar na villa de S. Miguel com reiullado, enl.e
um povo, que al agora lem tido a le sua vonlade.
e que mal acnstomado a obedecer e repeilar as leis
e a aulorida le, consideran) a e\ei ur o das mesma
leper.s.tuires: eniao por maior inconvenien-
cia delta, Ihe. lucoo a (orle de er dirigidos boje por
aquelle B... 13o magro de indiligencia, quanto in
digno do logara que se arrogaadvogado do povo.
SlOJ, seuborc redarlorec ; repilo, indiano do nome
de advogado : por que eese B.. Ignora a alta mis,3o
que da direilo a es-e ltalo, e tanto ha ecsim, que
vemos esta horda de aventuremos dirigida por elle
mesmo, em lodos o cea aclo e a todo os m-tante..
alasiar-te do dirailo e da ruto. Collado que nem
sabe fazer urna aceusaeSo perante o publico t mise-
ravel, qoe desejandu desconceituar a um magistrado
accusaiMo-n de inventor de prucessos n3o ciia um
10 por elle instaurado por meio de-a jnvencan.neiii
um ti dOMCS abosus porque o accua : pin ventura e
ata fara' por ler medo, ou por que a decencia o
elija, de cerlo'que ii3o, mat poi que o mentiroso es-
la coiideronadoa trazor a calva a oo.
Sr. redactores, au decejane pode apretenlar aqoi
cm carne osso e caro.so a pe>oa de.se intrgame
inculcado advogado, por que (cria como ce:lo, que o
publico sensato nao encontrara a menor dill'ioul la-
do, em rrconhecer em seu lv,.o. um espirito de.ti-
luido docena, fraco e a canhado, baldo de carc-
ter energa.
Sioto aoela occaciia n.io possoir a precisa habili-
dad para ao menos o descrever, mas vou e>fnr;ar-
me por deaempenharessa trela com auxilio do unta-
da I.avalar. Kllc tem urna cabeca grande com pe-
quea testa triangular, qoe aununcia espinlo deli-
luido de censo : o occipicio, ou o tooliro rompresto,
ou antes com urna concavidad, indica espiiito fra-
co, opimaliee e acanhado : tua testa arqueada e sem
anaolo, arredondada e proemmenle, denota carac-
lei baldo de enci^ia, espinlo fraco, ufionte rugosa
salpicado de dos, e irregulares eminencias designa
vai-vens de paiiec, linvarao de animo, csiolidi,
parvoice, lemperameulo colrico : suas sobracelhas
.ni.imriite eollocadasdeuolam incapacidade de relle-
x.lo, aua bocea alleiada denota malicia : soa barba
chala, carnosa, de dous altos, aonuoca sinsuahda-
de : suas bochecha de mamau, comcavidade tri-
angular, he signal de inveja e ciume : cu peacoi-o
curto e arotso denota liomem colrico, e fiualmeii'ie
sua voz de tabora radiada he evidente signal de lio-
mem talco e traidor. Lis os l\po fundamentas
establecidos nesse liomem.
Pernambuco 2 de abril de 1858. O secre-
tario,
A. 1". da Annunclac3o.
Clausulas especiaes para a arrematarlo.
1. as obras uecessarias a conclusiio do
14.- lanco da estrada do sul serSo fetas de
conformidade com a planta e perfil, ja ap-
provado por esla directora em conselho, e
pelo governo. sendo a quantia novamente
calculada em 18:500? rs
2. As obras comecarito no prazo de um
.mez c teruiinaro no de 11 mezes, ambos
com as quae o deposito hoje subi . a .ito?k....... irwia.V.....- contados coofurme determina a le n, 28ti a
tal resuelto.
3 A importancia da arrematadlo sera^pa-
ga em 4 prestatfjes, sendo as 3 primeiras de
3 decimas parles rada urna, e pagas ao aire-
matante a propor?So que lizer o 1. ter^o da
Obra, o 2 dito, e a entrega provisoria. A 4 a
prestadlo, do valor de um dcimo, sara en-
liegue depois da entrega definitiva da obra
*. Para ludo o mais que n3o est especi-
a :20.80o barrica, 8,400 deTriesle,
000 de Genova, e a mais america-
na. Veudeo-se a 27? r. por bar-
rica de Trcale, 18? a 2li.?0tKl de
Gcnovc, I9 a 203000 de Ph la-
deiplua, ISs a I'.IJOOO de Baltimo-
re, 20: a 21? de New-Orlean e
2',s de Richniond.
Manteiga-----------Vendeu-se a 700 rs. por libra da
francea.
Descont- De II) a 12 por cenlo ao anno.
Acetas-------------Do novo banco de 10a 11 por cen-
lo de prenio jielo valor nominal.
Eotraram durante a semana : nacionaes, ao ser-
viro da allandegs, I escuna, a mrcenles, 2 vapo-
res, 2 barca, 1 brieue, I brigue escuna e 2 tnates ;
portuguezes, 1 barca e 2 tingues : inglezes, 1 ga-
lera, 2 barcas, 1 vapor, 1 tingue e 1 patacho ; hes-
panhoes, 2 polacas -. americanas. I galera e 2 bar-
cas ; Iraucez, I barca btlga, I bngue, e caico, 1
escuna.
Sahuam durante a semana : naconaes mercante,
I barca, I patacho e ti Matea; noroeguense 1 barca ;
porlugurzes, I barca e 2 brigues; dinamarqncz, 1
bngue ; inglezes, 1 galera. 1 vapor e 3 barcas ; frau-
ecz, t barca ; belga, 1 bngue, e sueco | escuna.
Eii.teui fuudeaduc noc divertos ancoradouro do
mosqueiro os seguinie navios : naciouaes de guer-
ra, I vapor, 1 tingue e 1 ln.le ; I escuna a I hale
ao servido da allandega ; e mercante, II vapores, I
barca, 0 brigues, I polaca, 1 patacho a i Matea ;
porlugoezes, I Kalera, 2 barca. "J brigues, 5 pata-
che e I escuna ; insiere, S barcas, 7 brigoes e 2
patacho; francezes, 2 barca ; suecos, 2 hngues e I
escuna; hespanhoes, 1 galera, 2 brigue, 13 pola- i
cas e 2 sumacas; bamhuiguezes, 2 brigues e i escu-
na ; dinaroarqoez, 1 escuna ; hollandec, 1 bngue ;
amtriranos, 6 galeras, "i barcas, :l bngoe. I pata-
cho e 1 hale ; beemense, 1 barca ; oldemburguez,
I escuna, e sardo I brigue.
Eustem tundeados fura do ancoradouro do mos-
queiro, no das laii.inhas, i barca e 2 brigues in-
gieres.
Sahiram durante a emana o seguinte volme.*
para i. porto estranzeiros, ->'J,2IO coceo, 1 barri-
quinlia e 2 peiiet com 146.003 arroba e 7 libras de
lirado nas presentes clausulas, segutr-se-ha
o disposto na le n. 286Conforme.O se-
cretario,
A. K. da Anounciac,3o.
provados por esla directora em conselho,
e pelo governo, n importancia de 13:0009.
2. As obras comer;ai3o no prazo de um
mez, e lermitiarao de 11 mezes, ambos con-
tados conforme determina a le n. 286
3 A importancia da arremataco sera pa-
ga em prestaciJes, sendo as 3 primeiras de
3 decimos cada urna, e pagas ao arrematan-
lea proporco que fizer o 1.- terreo da obra,
segundo dilo, e a entrega provisoria A 4.
preslacSo do valor de um dcimo sera en-
tregue depois da entrega definitiva 4. Para ludo o mais que uo est espe-
cificado nas presentes clausulas se seguir
o que dispe a lei n. 286. Conforme. O
secretario,
A. F. da Annunciago.
&*$*fa-*5t*.
Pela subdelegada de Santo Antonio
desta cidade se ach depositado um cavallo
rucopedrez, inleiro, que foi apprehendido
por Bernardtno de Sena Barros a um preto
que diz o achara vagando pelas ras deata
freguezia sem dono, e por elle entregue
: O lllm. Sr. inspector da tuesourana esle juizo : quem for seu legitimo dono.
OVlllCial. pm roniorimentn ,1 rocnl.i.-,.,____i_____ _... _..,- b """
A combinando dalles
Se fallei na nssemblca provincial, he por que fui [ l,les ""*e,ee caraclercc relativo. A alleracao das
epuladn, e entend dever alli em salisfacao ao meu "0es' u'adas'por voloiilanos movimenlo, paleu-
lepuiad.i, e entend dever all em satisfaga
mandato expender as miiihas ideas.
Onde o crime ?
Diz tambem o Libralo qoe en pasto a miaba vi-
da em ama mesa de joso : he fabo, e n3o hovera'
quem diga que me vio jugar depois de cerlo pocha.
Joguei em algum lempo, masjoguei smente o di-
uheiro, e com o mena amigos, e como djvertimen-
lo a qoe muita gente grada e entrega uas huras
vaga.
O que mais diz o Liberar.' chama-me aualpba-
beto, diz que bolei fura urna fortuua e outras cousas
.leste jaez.
Mas ludo isto a que vem para a que-i jo qoe nos
ocropa > >3da, mas Liberal e discute aasim.
Nao se responde por agora aos agumeutos de di-
reilo que o o Liberal apresen ion : uto fara' objec-
lo de um artigo especial, e era* uto felo por pessoa
rompelenle. A miuhaa razcs de recurso fur3o fei-
la por advogado,qoe responder' aos argumentos do
Liberal se elles merecerem peso.
Por ultimo o ul.ioeral diz que eu me arho agar-
rado ao amprego coma ao ramo de ama arvore sal-
vadora Hflo conservarla emprego algum ae para me
sustentar nelle fotse preciso rommalier alguma iudi-
gni-dade.
Saibarn disto os Srs. du Liberal,
lendu assim retpondido ao argumentas pesoae
com qoe o Libralo pretende sustentar soa cauta,
declaro que nao re'pondrrei mais a artigo anony-
mo; o rogo, Src. Redactores, a poblicidade a cita
pequea cerrespoodencia do seu comanle
As.guante
Florencio Jos- C'arneiro Monleiro.
lea o estado aclual e pataageiro de noa alma, mas
a eipressao, que resulta da conligaiacao de-te rai-
go, nao pertencendo a vonlade, lem toda harmona
com a \ordaic. Sirvam-se, Sr. redactores, dar po-
blicidade a oslas mal encadeada bulas, com as
qoaes lenho por fim deiiar ao publicu tenalo orna
nica esacla do injusto detractor contra o magistrado
honesto, com oqoal mullo obrigara' ao seu reapci-
lador. Villa de S. Miguel 6 de marro de 1856.
O lili parcial.
iDiario das Alagos.)
provincial, em cumprimento da resoluco
da juula da fazenda, manda fazer publico,
que no dia '27 de maio prximo viudouro,
perante a mesma junta, se ha de arrematar
a quem por menos lizer as impressdes dos
trabalhos das repartieres provinciaes, ava-
hado em 3:500jpor anuo,
A arremalagao sera feila por lempo de
um atino, a contar lo I. de jultio do crren-
te atino, a 30 de junlio de 185.
As pessoas que sa propi.zerem a esta arre-
matado cumpare mesma junla no da cima indicado, pelo
meio dia, competentemente habilitadas.
I- pie. cousiar se mandou allixar o pre-
sent epubltsar pelo Diano.
secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 2i de abril de 1858,O secre-
tario,
A. I", da Annuiiciii(iIo.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da resolu?3o
da junla da fazenda, manda fazer publico,
que no dia 27 de rnaio prximo vindouro,
perante a mesma junta se ba de arrematar
a quem por menos lizer o servido da capa-
tazia do algodao do consulado provincial,
assucar, 461 caico me!, 116 ditos espirilos, 5 vol-
me doce, 7 dito, ourlo 70 diloc gomms. 1 dilo yga,,^,, nniiaimentfl em 2:47: rs.
iivro, -JO tarea com lili arrobas o 2 libras de al-
godao, :to,mu unlias de boi, OO meios de ola; para
os do imperio, 52. ^harneas farinha da trigo, 50
ditas rom 225 arrobas e 21 libias de assucar, 3 vo-
lumes fazeudas, 1-2 dilo fumo, ;)00 dito charutos,
.VI dilos cf, 5 ditos esperiaiiac. 56 ditos merca lo-
nas naciunaes, 200 ditos ditas eslr.mgeiras, 50 ct-
eos espirito, 2 pega* da ferro.
Eniraram : do porlos eslrangeirns, 280 colonice
aceite doce, :t:)l dilos toucinho, 66o dito mani-ia.
2> ditos amostras. 25 ditos leij3o li dito trelo.
180 dito passas, .V. diius baulia de porro, 18 ditos
marmelada, 102 dllaa cera, 251 duo droga, 71 d.-
lo miudezas, 825 dilo tecidos diversos. 315 ditoi
bebidat espirituosas, 160 dloa longa, 400 dilos ar-
roi, 376 ditos ferrageus, .to ditos queijos, 21 ditos
livros, II dito linguirai. 57 ditos alinsla, 254 dito
luala., 2'J dilos chouriras, 31 ditos n-pel, 51 dito
vidroa e cr\,tae, 206 ilos azeitoia, 30 dito bar-
rilha, l.t.dilos lio de algodao, 10 dilos biscoutu, 13
dilu minervas, 21 ditos especiaras, 2 dilos ima-
geus, 25 dilos moveic. 5 dito pene, 2 ditos nm oar-
ro, 2 ditos dinbeiro, 5 ditos chapeos, 6 ditos inos-
tarda, 10 ditos presuntos, 5 dilos mercaduras. 1
dilo o 1,500 molbos cebla, 107 ditos vinagre, l.si'.i
barricas lannha de trigo, 4,670 ditas bacalliao, lOi
muas ;10 casco vasiot, 13 pedraa de cantarla,
100 rodas arcos de pao, 2 gandas canario, 71 to-
nelada carvao, 101 lacha, 2 grad'. 328 barra a
6 tenes de ferro; doi do imperio, 501 dito merca-
dorias diversas, 17 ditos carnauba, 31 ditos gomm
60 dilo licore, l.m rulos bolachiohas, 214 dito
feijao, 760 ditos luilho, 16 dilos chapeo, 1,028
dilos cafe, 6 ditos estearinas, 71 dilo; fumo, 483
ditos i innha de mandioca, 5 ditos fazenda, 4 dito
re "gios, 2 ditos arroz, 100 dito fogo da Chin
Hvmmtui*,
PRACA 1)0 RECIIE I. DE MAlO AS
3 HORAS UA TARDE.
Cotaroes olflciaes.
Cambio sobre Londres25 l|2 UO d|v.
Cambio tnlire o lio de JaneiroI 1|2 0|0 de rebate
I0d|c.
Aaaueat mascavado do Canal na Parabiba2;l00
fior arroba com tacco posto a bordo.
i* Uorges, presidente interino.
1.. Dubourcq Jnior, secretarlo interino.
CAMBIOS
Sobre Londres, 25 3(4 d. por I j a 00 d v.
c Paria, 380 r. por fr.
i Lisboa, 105 a 110 por cenlo de premio.
Iieseonti de lettrac, 10 a 12 por cenlo.
A arremalac/io sera feila por lempo de 3
annos, a contar do I- ae julbo do correle
anno, a 30 de junho de 1861.
as pessoas que se propozerem a esta arre-
malr;fio couipai i r;am na sala das sessOes da
mesma junla no dia cima indicado, pelo
meio dia com,;eientemente habilitadas.
Epara constar se mandou allixar o pre-
sente e publicar dlo hiario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 24 de abril de 18580 secre-
tario,
A. F. da AnuunciaQo.
O lllm. |Sr. inspector da thesouraria
provincial, cm cumprimento da resoluto da
junta da fazenda, manda fazer publico, que
no dia 6 de maio rtoximo vindouro, vai no-
vamenle apra^a paia ser arrematada a quem
por menos lizer es obras abaixo declaradas.
9.- I.anqoda estrada da Lsca-
da avahado em 16.912,000
l.iicuda estrada do norte en-
tro a cidade de Goianna e a pon-
te do llujary.avaliada em U:C.Y2s000
o pre-
K para constar se mandou anisar
sent e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 16 de abril de 1858.O se-
cretarlo,
A. Y. da Annuncia(5o.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
ditos drogas, 3 ditos rape, 52 dil.a 'ame calgada,' provincial, em cumprimento da ordem do
3 ditos pene, 2 diloc 13a, 45 dilos carrapato, 32 Kxm. Sr. presidente da provincia de 21 do
Acham-sc a' Carga 27 navios, sendo : 2 para lie- vallada em 11:550.
nova, 3 para o Canal, 6 p>ra Lisboa, 3 para o Porto,: A arrematagao ser feita na forma da lei
2 para a illta de Sao Miguel, 2 para Liverpool. 1 provincial n. 33 de 15 de maio de 1854 e
comprela, que justificando, Ihe sera en-
tregue.o subdelegado,
Manoel Ferreira Antones Villaca.
Pela subdelegacia da freguezia dos
Afogados se faz publico que se acham legal-
meule depositados tres cavallos. sendo um
alazao e outro casianho, tomados a Cosme
llezerra, por serem furtados, acbando-se
este preso, e ura outro preto que foi achado
por Eduardo Marcolino, em seu rancho de
garapa sem conductor, quem se jolgar com
direilo aos mesvos compareco., que provaa-
do Ins serSo entregues.
Subdelegada da freguezia dos Afogados
1-de maio de 18580 subdelegado Paes
Brrelo.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial manda fazer publico, que do dia
3 do corrente por dtante se uagam os or-
denados e mais despetas provinciaes venci-
das ate o ultimo de abtil prximo ftndo.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco |. ,io maio de 1858.O secretario,
Antonio terrena d'AnnunciacSo.
Por ordem do lllm. Sr. delegado da
reoartiQao especial das trras publicas, faro
setsjote que a mesma repartidasiraretnr pro-
visoriamente funecionanio na ra do Hos-
picio, segn lo sobrado passando a Facailda-
Je de Direilo. Repartido es.ecial das tr-
ras publicas 1 de maio de 1858 --Francisco
Pacilico do Amara!, amanuense, servinlo de
oflicial.
Inspccco do arsenal de marioha.
Kaz-se publibo, que a commisslo de pe-
ritos deste arsenal passando examinar na
forma determinada no regulameuto acotn-
panhando o decreto n. 1324 de 5 de feverei-
ro de 1854, o casco, machina, caldeiras, ap-
parelho, Hiastrear;5o, veame amarras,ean-
coras do vapor Iguerassu', da Compannia
Penaiiiourana de navega^So costeira, acnou
luda em bom estado. Inspec^So do arse-
nal de maiinha de Pernambuco em 30 de
abril de 1858 O inspector, F.liziarin Anto-
nio dos Santos.
Inspeccfr do arsenal de rna-inha.
l'az-se publico, que a commissao de pe-
ritos deste arsenal, passando aetaminarna
forma determinada no regulamenlo, acom-
panhando o decreto n. 1324 de 5 de leverei-
ro de 1854, o casco, machina, caldeiras, ap-
parelbo, mastreacao, veame, amarras e an-
coras do vapor Persinunga da Jompanbia
Pernambucana deruveg'tSo costeira. acbuu
lulo em bom estado. Inspccco do arse-
nal de marinha de Pernatobnco 1 de maio
de 1858.O inspector, Eliziario Antonio dos
Sanios.
O consalho administrativo do patri-
monio dos orphos, continua por em has-
sesses no dia 6
ment das casas do
mencionadas,
e tem de decor-
. prximo futuro a 30 de
junho de 1859, s-gundo o que dispe os es-
para o Aroctly, I par a baha, I para u Ceara', 1
para o Maranhao e 5 para o Rio de Janeiro. Deates.
10 bracileiras, 1 dinamarquez, .') inglezes, I oldem-
burguez, 10 porluguezes e 2 suecos.
Conferirn! para sabir : pora u Canal o brigue di-
namarquea uEbba I redcrnUo e para l.i-bua o pi-
ladlo oMichaeleiise.u
WttfmkmU $0 \9Ptto.
^ubcaci c ?; |>e5i0o.
pro-
per-
ni jiarece rjue u'al-
uma usurparan que se quer
Memoria lus non delebilur,
el iioineu tuum repelilur a pro-
genie ni progemem.
Tua lfn.li.am; i jamis se a-
pagai, e tea ame ser repe-
lido de geracao em gerarSo.
>So se pode duvidar do valor que postue o"abali-
sado coiibecimento.
Indifierenle ao acaso, indiflerenle ars revezes
seu bnllic alravessa a mais coudentadas Irevas. a
ine.in.i man do lempo nao pode eilinauirsua.gluria.
Se quaudu um sacerdote se destila da carreiraque
Ihe he prescnpla pela honra, pelo dever, e pela mo-
ral ; e por roiisiquencia se torna digno de grava e
juila censura ; assim tambem tem direilu a recla-
mar de nos o contrario, isto he, uossas sympathias,
retpeitns, encomios e elegtof, quando sabe cumprir
honrada e drsveladamenle a missao deque te en-
carregou ; Joao Capislraiio de Mendonra, prcshvliro
secular,senhore, ha um destes que bailando a cam-
pa funrea, que Ihe decrelou a Providencia, elige
n,1o lo de n. con, i l meimo de seut mulos ad-
versarios lagrimas da mais pungenle saudade.
Soa memoria jiassar miarla, seu nome cum glo-
ria sei Iransmillido as ultimas idade.
He este, senlioies, o declino glorioso reservado aos
In ii.leu..re- da humapidade, aos cultora das cien-
cias, aos sacerdote celosos da seu mioislerio, be o
Inumpho indestructivil, he a coroa immorlal que e
mesmo lempo nao podar reubar ao mui alto, mui
sublime sacerdote, o primeiro dos prosadores de
Pernamlinco.
Na vardada na actual idade bsenlo Impoetivel, ao
menos mu dilliril deparar-te coro lnuui sacerdote
qoe como elle pre-ncha os fin da oratoria.
Sacerdole respeilavol, o, que 1,1o uolirement
desempenbasles a missAo" angu-la de qoe fosl-s en
carrejado, viis, que vveles compre submisro ao-
prece los do Senhor, gosai a coroa immortal recor-
tada para o dia da retribuidlo.
L'llimaram-so ai VocUs pre-suros splraces. E-
vadido do tropeos de um mundo inhspito, ,- in-
grato, voasle ao bracos i]q vo-so creador. \ -ora
Eosareis a verdadeira loria habitando o reioo do
'.....' bom Heos, que vot ju'gindo digno de sua au-
(OCla morada, se opronve levar-vos, porili-ando-v i.
r.iin iiiiiii. a inuilo ellicaz crar;a das manchas inse-
paraveis da fragilnlade llamona.
A consolarles mais un liaseis apoiada na voa
perteveranra, e huale, i las com a promtesaa do
Ssohor, darramem em vosea klOM o halsaoau mal
saudavel da couliani;a mais perfeila.
Fr. P. da Purificacio,
Ol.ROOnjas hespanbolas.
Ditas mexicanas....... 315000
Peca de tieiOP.
Moeda de 99000 9(1300
Dita de 205 205000
PRATA.Palacec bracileiros. 3O8O
Dito columna nas. -j-omi
Uilut niexiceno IfHOO
305000
32-3UIHI
Navios entrado no dia I."
17*100 188000 Mace.2 dia, barca inrleia nlmogenen, de 311 lo-
29100
29100
novo Banco de pernam-
buco.
O Banco descoma a 10 por cento, e toma
dinheiro a juro pelo premio e prazo que se i
convenctonar.
ALKAMJEA.
Itendlraento do dia 1.....
Descarreuam boj .'I de maio.
Calera injierallermiouemercaduras.
Ilrigue nulo/ Waller Bainebacalhao.
Brigue ingleArgnbacalhao.
It'iiiue i-ortiiKiieaKelampasodlvorcoc gneros
Polaca becpanliolaIndisfarinha da trigo.
MOVIMEMO l)A AI.IANECA.
Volumes entrados eom faien .at .
a a com genero ....
nrlada, capitao W. VVillim, equipagem 13, car-
ga algodao e atsucar ; a ('.. J. AoHej C. Per-
lence a Liverpool. Passageiros, Querino Joaquim
Medeira. Ricardo Jaqoe*, Adolpbo Beeke e Fran-
cisco Casado da C. Lima.
Torra-Nava30 dia, brieue nglez 1 Waller Bainen,
d 257 tonelada', capitn C. Richardcon. equipa-
am 13, carga 2,7(10 barrica com bacalhao ; a S.
I'.rr.llier [ C. Perlence a Creeuock.
Rio de Janeiro13 dia, polaca francea sFamearo,
de 22S toneladas, capujo Caisan, equipacam 11,
em lastro ; a C. J. Aatlev & C. Perlence a Harbor.
Navios lahidrs 110 meimo dia.
LabiaPaladn nacional 11 S. Jme o, eapitSo Jos
( Custodio re Lemos, carga varios genero.
BKH&gSlO (icuovaPolaca heapanbola oPromptau, capitao Ra-
mn Ros, carga aciucar.
CenovaBrigoe porlogoez iLocilaaoa, capitao An-
tonio Comea de Araojo, carga asiucar. i'assagei-
ro, Juan Pamente Vidolte.
CilhraliarPatacho ingltz elfiearto, capitao Ri-
chard lliason. caiga atsucar.
Porlos do norteVapor nacional Igaaratto, eom-
maudanle AdIoiio da Silveira Macicl Jnior.
120
SI
ToJal
Volomi
snhido com f alendas
o com gneros
201
78
330
Observadlo.
Sabio e fundeou no lamardo para acabar de car-
regar a barca ingleza ulliudoo.
Total
CO.NSILADO CERAL.
Keudimenlo do da 1.....
i!
2309126
DIVERSAS
llendimento do da I .
PROVlnciAS.
.... 342*389
DESPACHOS DE KXpnRTACAO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DlA
1: DE MAIO DE 1858.
Lisboa niue pirlogoez nl'araujo I, Manoel
Joaquim Ramos & Silva, 200 laceo assucar, 72
caceo mel.
PortoBngue pnrtugcMI Amalia I, Jo-e llodri-
goes Paieira, lo tascos me'.
CihraltarPatacho mgle Menalto, Saunder Itro-
Iher t\ (;., 360 acco a-sorar.
Liverpool lluica ingleza .Tassou. Paln Naali .
C.. 100 aaecoa aecucor.
CanalEscuna din,marqueta "Agir, Iiaae Curio
_ iV C. (ion sacros a-sucar.
CanalBarca ingleza allindom aaunders Brothers
c* C, son sacros atsucar.
libada S. tfisuel Escuna porluunera Itainha
do Atrala, Barroca V (.islm. 15 batricis aa-
cucar.
Si 2.? cs i * s lloras.
l.r = -: t 5oTt. l'-'l'- s = 3 B 3 O Atmosphera.
C-3 C ? -eeg a. = < * 5liS Direcjao. 0
i" i 0 S IT* ? f t n e 1 ule ni-dade.
2 s l S i sass. Ceniigrado 5 3
|i S g l: S lieaumur.
, "o'-. v X -r x -r i Xo Fabrenheil
0 K. 7 Q C 3 -1 -l-l-l b i'ici;,, lly/rometio.
0 o -l 'i-r-r 1 Haiointli 1.
3-
soli as clausulas especiaes abaixo copiadas
As pessoas que se propo/erem a esla ar-
reu.alacSo, comparegam na sala das sesses
'a mesma junta no dia cima declarado,
pelo meio da, competentemente habilitadas.
E para constar se maudou illixar o pre-
sente e publicar pelo Diario. Secretaria da
thesourana provincial de Pernambuco, 2*
de abril as 1858 0 secretario,
A. F. il'AiiiiiineiaQ.'ii.
Clausulas especiaes para a arrematagao.
r. As obras do 28- lauco da estrada da Vic-
toria, sero exceuladas conforme a planta,
perlis e. ornamento approvado pela directo-
ra em conselho, e submetlidos a approvagiio
do Exm. Sr. presidente da provincia na im-
portancia Je 11.5)'i-
2\ as obras deste lango comecarfio no
prazo de um mez, c se terminarao no de
quinze mezes, ambos cunta ios couforme o
regulaaiento das obras publicas.
3 O paga anulo da icipoi tancia da arre-
matarlo sera ilevidido em quatro prestaces,
a quaila do valor da decima parte do total, a
pana qnando a obra for definitivamente re-
cebida. As tres primeiras prestaces sero
pagas, a piopoicSoque o arreo alante lizer
um tergo, dous tcrcos.c coticlusaoe entrega
provisoria.
4- l'ara tu lo o mais que se nao especificar
nestas clausulas, seta observado o regula-
menlo.cunlorme.O secretorio,
A. F d'Annii'tciagSo.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial em cumprimento da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia de 21 do
corrcnte.manda fazer publico que no da 20
de maio prximo vindouro percute a junta
liada em 2:640$,
p; sent e publicar pelo Diario.
-se
ecrclaria da thesouraria provincial de
l'ernambuco 24 ae abril de 1858.
O secretario,
A. F. d' ui mi lina <;,"io.
c.\ Clau-nlas cspcciecs para a arrematarlo.
P. 1 a As obras da casa das barreiras da ion-
>;, le do laparura, serao executadas conformo t.tquia, ilem
os desenbos e orean.ento approvado pela di- ; -20 por cenlo sobre o consumo
lectora em conselho, o submettijos a ap- da agurdente do muuictpio
provagSo do governo Ua provioria, ttnpor- I do Itecir.-, por anno
i laudo em 2.040;. i Uem do municipio de Seii-
Magdalena, por anoo
Cachangi, idem
JaboalSo, i lem
liujary. Uem
-Motocoloiiib. idem
Ponte dos Catvalhos, idem
l'bcaruna, idem
.
i
I
*
I
5
ututos em vigor, a saber :
Ruada Madre de Dos.
33N. 8.- -Casa terrea.
34N. 6Mera.
35N. 4.Idem.
36--N. 2Id-m.
Ilua do Codorniz.
43--N. 2. t;sa torrea.
Ra da Moeda.
4M. 47.Casa terrea.
45N. 41.dem.
46N. 3 Idem.
i"N. 43 Uem.
Ra do Amorim.
51N. 17..Casa terrea.
51N. 45.dem
53 -X 43.Idem.
51.Y 21.Casa de sobrado de dous su-
dares.
55N". 24.Cas terrea.
56--.N.26 Ilem.
I'.ua do Azeile de Peixe.
57N. 21.Cas terrea.
58N. 19liem.
59.Y 17 Casa de sobrado de um anlar.
60N lo casa terrea.
61N 13Idem.
62 N. 18.Cosa de sobrado de um su-
dar.
63--N 14.dem liem.
64N. 2Casa terrea.
Ilua da Cacimba.
65N. 5 Casa terrea.
66 \ 12.dem.
67.Y 10 Idem.
Os licitantes bsjsm de comparecer com
seus fiadores na sala das sesses do mesmo
conselho, as II horas do uieucionado dia 6
lo cor-ente. Secielaria o conselho admi-
nistrativo do pai-imonio dos orpliSos I de

da fazenda na mesma thesouraria se ha .le I maio de 185. Dr. Vicente Pereira do llego,
arrerxatar a quem por menos lizer a obra da secretarte.
casa da barreira da ponie de Tapacura ava- i o lllm. Sr. inspector da thesouraria
; provincial, em cuinunmenlo da ordem do
A arremeiecao sera feita na rorma da lei bxm.r. presidente da provincia, manda fo-
provtncialn. 343 tlelde maio de 1854 e /er publico, que no di 2 de junho prximo
sob as clausulas e-peciars abaixo copiadas. vindouro, perante a junla da faienda da
As pessoas que se piopozerem a esla ar- mesma thesourana se ha do atremalar a
remsUc0 comparecam na sala das sesses quem mais der os imposlos abaixo deda-
da mesma junta no da cima declarado pe- rodos,
lo meio dia competente babilitadas. laxas das barreras das estradas e pon les
E para ci nstar, se mandou ^allixar o pre- seguinles :
8:100;000
llOjPOO
5:IU'0000
."jO-iiOO
2:02tiJ>666
1 ( o --ui lo
70OJO0O
7:100000
13.000aC!M>
II
l\/CI


D1A1U0 DE PERNAMBUCO SEGUNDA FEIRA S DE WAK) DE 1858.
nbSem, por auno 30;0i)o
AsarrematagGes serao feitas por tempo
de 3 annus, a coniar o 1. de jullio da cor-
rente nio a 30 dejunbo do 18 As pessoas que se propozerem a estas ar-
rematages comparegam na sala das sesses
da mesmi junta no dia cima declarado pelo
meio da, competentemente habilitadas.
E para constar se mandou altlxar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Parnambuco 1 de inaio de 1858.O secre-
tario, A. F. da AnnunciagSo.
CAPITANA DO PORTO,
Tendo-se collocado na barra do rio Mosso-
ro duasboias, estando assim balisada, man-
da o Illm. Sr. capilao do porto fazer publico,
para coohecimento de quem possa inlores-
sar, os esclarec montos abaixo acerca da si-
tuagao das mesmas boias.
Esclarecimentos.
A embocadura do rio Mossor est situada
nalat. *, 56'S",S. e long. 5-, 59' II". I.. R. J.
Os navios que a demandaren) rievem procu-
rar o ancoradouro defora, demoranlo-lhes
a poota da redonda a E 4, SE. ou K. 4 1|2
SE. e a ponta de Upaoema ao SSE., ou 'asca-
sas do lugar denominado Chiqueiro das Ca-
bras ao S ,'rumos magnticos). Ahi encon-
trarSo 4 U2 bragas de fundo e pouco mais.
Desse lugar demora a barr8 ao SO. As boias
estao collocadas E. O., urna da o-itra. A de E.
que he maior, esta na extremi iade do cabe-
?o da coroa do barlavento, ou de E. Deve-se
navegar direilo a ella at estar em pouca
distancia, e enlSo dirigir-se para a segunda,
passando a sotavento, isto be, ao N. da pri-
meira. Se em vez de passar muito encostado
a essa boia, o navio passar distante urnas 40
bragas, achara o canal um pouco mais Tun-
do. A segunda ou de u est encostada a
coroa de sotavento, e deve-se passar abar-
lavento, isto he, ao S. della, podendo pas-
sar indistinetamente, ou encostado a ella,
ou mais >>ara o meio do canal Entre as duas
boias est o batente mais secco da barra.
Etn baixa mar de mares de la,deve-se achar
* ps de fundo pouco mais ou menos, e na
prea-inar pouco mais da duas bragas e meia.
Nenhnm avio deve entrar sem pratico da
barra, o qual a lr balisado antecedente-
mente, e observado-se nella se operou algu-
ma mudanga, o que pode fcilmente aconte-
cer em barras como essa formadas por co-
roa* de area. Depois de entrar uorio deve
procurar encoslar-se para a rnargem direita,
ou de E Achanuo-se em frente do lugar de-
nominado Areas Brancas, bons ancoradou-
res de 4 e mestno de o e mais bragas, su-
bindo o rio.
Capitana do porto de Pernambuco, 20 do
abril de 1858.O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anjns.
Para a Kahia.
A veleira e bem conhecida sumaca nacio-
nil Hortencia, pretendo seguir com muita
brevidade, tem parte de seu catregaanlo
prompto, para o resto que lhe falta, trata-se verde,ra Imperial n. 173.
com o seu consignatario Antonio Luiz de oli-
veira Azevcdo, na ra da Cru/ n. 1.
Amnssadores.
Precisa-so de dous amansadores que sejam
peritos om sua arte, paga-se 303 mensa I, e
nopuxam cylindro : na padaria do Villa-
S^T ATTENCAO'. n
O abaixo aSsigna lo com taberna no Cam-
po Verde, avisa aos seus devedores que ve-
nham, no prazo de 8 dias, saldar suas coti-
las, pois do contrario publicar os nomes
por extenso, e usar dos meios que a le lho
faculta. Boa-Vista 27 de abril de 1858.
Manoel Joaquim Alves dos Santos.
Deseja-se fallar com o Sr. Anlouio
Lourengo Tavares, ou a sua residencia,*
negocio que lhe diz rcspcilo ; na ra do
Rangel n.2l
Fabricio Gomes Pedroso faz publico,
que desde o ultimo de dezombro do anno
prximo passado terminou amigavolmente
Barroca & Castro faro leilao por sociedade que gyrava sob a lirma de Fa-
ii-tervenrao do agente Oliveira, do mais !!r,cio (;oir>es & C, na cilade do Natal, cuja
lirma nada deve na provincia do Rio Grande
do Norte, ou em qualquor outra. Recife 2!
de abril de 1858
-- Para a ilha de S. Miguel vai muito bre-
ve seguir o patacho portuguez Liberdade :
quem no mesmo quizer carregar, entinda-
se com seus consignatarios na /ua da Caleia
Velha, escriptono n. 12.
'ara o Aracaty.
O hiale aCarnoes naeae oe*ie (iss : para o resto
da carga irita-sa cora Casiano Cjrtaco da Coila Mo-
rcira, na ra da Cadeia do Hecife n. 2.
flH >*j
completo sortiment de fazendas ingle-
zas de la, linlio, seda c de algodo as
mais proprias desle mercadD : terca-f'eira
i do crrente as 10 lloras ca manha no
seu armazcm na ra da Cru/..
Le i I ao.
O agente Borja em o seu ai mazem na do
Collegio ii 14 far leilao de una infinitado
de objectos difTerentes, que fora impossiel
enumerar, os quaes s coma vista podem
ser avahados, e serSo vendidos sem reserva
alguma : quinta-feira 6 do carrenle as 11 ho-
ras da mandila.
:
ISANTA ISABEL
19.* RECITA D.I ASSIGYVTURi
EMPREZ AGERMANO.
TERCA-FEIRA, i DE MAIO DE 1858.
ESPECTCULO LYMC0-DRAMATIC0.
Subir' a' aceita a inlerennaiite e muito applaudida
comedia em 4 aelus. ornada de couplet! :
DUQUBOERUQUELiURE
ou o
HOMEM MAIS FEIO DA FRANCA.
ro iutervallo do irimairo :io segundo aetu, u Sr.
l'adovani cantara' a romanza da opera
I DUE FOSCARI
do maestro Verdi.
Em seguida a Sra. Kemorini a o mesmo Sr. l'j-
'l'vnihi f.libii.i ii lido duelo da IDF,11)11 uper.
No inlervalln do segundo ao lerreiro acto, a Sra.
Itemoriui cantara' a eicellenle cavalina da opera
BETHLY
do maestro Dnnizetli.
No inlervalln do lerreiro ao quarto arlo, o Srs.
Padovaui t lliancbi caularao o magnifico duelo di
opera
do maestro Bellini.
Terminara o espectculo com o ultimo aclo do
caruedln.
Comisara' as 8 hora".
O bilhetei aeliam-ie a' venda no ticriptorio do
thealro.
- Fago saber que o padre Joaquim l'or-
tella comprou-ms a propriedade denomina-
da Muita Cobra de dentro, do riacho do Du-
du, he para o norte e nao para o poenle,
como se quer fazer a posse.
Anlouio Verissimo da Silva
Aluga-se um preto fiel, afiancando-se
sua conducta, sabendo cozirhar o diario de
urna casa, prefera 1o-se a pessoa solteira :
quem precisar, dirija-so a ra do Crespo
n. 15.
Roga-se a pessoa que por engsno Itrou
urna carta do correio para JoSo Jos de Pai-
va, a qual veio do norte no vaaor Oyapook,
queira por favor manda-l entregar" na ra
da Cadeia do Hecife n 9, luja de calgado.
- Precisa-se alagar una preta para o
servigo de casa de uma pequea familia, pa-
ga-se bem conforme, o ajuste : no Hecife,
ra da Cacimba, sobrado n 8
Kugio no dia 12 de margo, do engenbo
Muribequinha. um cabra di idade 14 a 15
anuos, com os signaes seguinles : cabello
estirado, secco do corpo, ps compridos e
chatos, levando comsigo calca e camisa de
algodilo, e chap) de palha, o qual escravo
foi do escriviio Poslhumo: roga-se as anlon-
dades policiaes e capitSes decampo que o
apprehendam e leven) ao paleo do Tergo n
4, a Manoel Eleuterio do liego Barros, ou
no engenbo Muribequinha.
Loter
Provincia.
O Sr. tbesoureiro manda fazer pu-
blico que se achara a venda lodos os dias
no pavimento terreo da casa da ra da
Aurora n. 2o" das 9 horas da manbaa as 8
da noile um sorlimcnto completo de Hu-
meros de l)i 11 ii'les e me os da priineira
parte da primeira lotera do recolhimen-
to do Sanlissimo Coraro de Jess da vil-
la de Iguarassu' cujas roelas andarn im-
preterivelmente no dia 12 do correte
mez.
Thesouraria das loteras I de maio
de 18.)8.O escrivao. J. .M. da Cruz.
>Ta Iivriiia ii. 6 e 8
da praga da Iiiiiependeii-
oia precisa-Si fallar ao8r,
Detti, que
do
Rua da Cadeia de !S.
Francisco n. I,{ B ,
escriptorio (leadvo-
fseia.
O bacharel formado Manoel Morei-
ra (Guerra, tem installado o seu es-
cri)torio de advocacia na ruada Ca-
v deia de S. Francisco sobrado n. 11 B.
5 onde offerece os servigos de sua pro-
^ lissao as pessoas que o quizerem
Ti-j honrar coma sua conlianga, podendo
** para isso ser procurado a qualqur
'..'; hora de todos os dias uleis; o mesmo i;i
j bacharel encarrega-se de quaesquer ^
}a recursos ou outros negocios forenses jj
- do interior da provincia, que pe- Ji
rantn qualquor tribunal ou repart- ""


-:
m
W gaodesla capital tenham de ser ven- CjS
^ tilados, para que lhe poderao ser en- j
.^ deregados em carta fechada ; no que fi\
ib
.OSSLTORIO EOUOPTHlGO
DO

a

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dir-
20j00
10/000
2/000
la/.c
* PUDRAS PRECIOSAS- *

fl Aderecnsde brilhanles, i
" diamanlet e perola, pul- ja:
* leiras, alfineles, lirincoa <*
v arozelas, Loloes eannei s.
* de difireme* soslo* e de 5
t diversas pedras de valor, i
i '-^
m
* Compram, vendem
^ Irocam prala, ooro, t
4 lh'Hilp<,ili.)iiianl i e pero- .
* las, a nutra, qoaesquar i
joiasde valor, a
f un por nbras.
*'r^^3?3SSBaB*ie8E3pSa^tO
** ?*?? + ?-?;;??>.?>.?*
S OL'RO E PR.VTA.
_
UJI BMR|7ai
Roa do Cabuga' n.
Keceliem por
7.
j Adere^u completos
9 ouro, meins diloi, pul
S ras, alfinetes, brinco
y rzalas, eordes, trancel-
'? lins, medalhsg, curenles
j-._ t a enfeites para reloi io, e
-$} ouiros muilos objeclosde
.^.^dososvapisresda Eu-t ,uro- h ~ ,, .
" 8 Aparelhos completos de
ropa asobr-Nih mateS p""p"a eh, bandajas,
1 j;vas, eaali{aef, collieres
I ii; oerno gosto, ta n-| ^ "v,le eh *-
?* 5 los oulros
d Franca cotnoP p"1*
d.
ei- ?
I
*
?
objeclo de
i
de Lisho
j>re^> c
Na lundiqao da Aurora precisa-se
de serventes lories ou escravos, paral
serviro debaixo decoberta.
Consultorio 11
es
o
O
Rio
de Janeiro
Segu com muita brevilade o palhabote
Piedade ; para o resto da carga e passagei-
ros, trata-se com Caetano Cyriaco da <".. II.,
na rua da Cadeia do Recife n. 2, primeiro
andar.
O brigue portuguez Relmpago segu
para Lisboa no dia 24 de maio impreterivel-
mente : para o resto da carga o eassageiros,
para o que tem aceiados commodos, trata-
se com os consiga- larios Th Jinaz de Aquino
Fonseca & FiMio. na rua to Vigario n. 19.
primeiro andar, ou cun o capilSona praga
Porto pela Figueira.
O patacho portuguez Caino -s sahe por es-
tes dias; recebe alguma carga para ambos
os portos : a tratar com Carvalho 6 IrmSe,
ou com o capilSo na praga.
Arag'&o
niorou na rua
e te ve inaici-
neiria.
Pode-se ao Sr. Claudio Dubeux o fa-
vor de recoramendar aos boleei os de seu*
mnibus, para o3o largar do ponto antes da
hora marcada. IIb precisr estar prevenido
com alguns nassageiros pata se niio deixa-
rem engaar como por riuitas vezes tem
succedido.
Achou-se no dia 30 do mez passado mui
periodoe-tiicioda faculdade de direito una
chsvinha de relogio, que por isso se presu-
me ser de algum estudanle da inesma lacul-
dade : auem for seu dono queira procurar
no mesmo edilicio das 9 horas da manhSa
ao meio iiia, o numero U do 4 anuo da mes-
illa fauuldade de dir.Mto, o qual prompta-
rr>ente Ih'a entregara se lhe der os siguaes
ceos.
Lin I a de omni-p
bus.
tudo assegura o maior zelo e promp-
lidao. aos presos pobres e pessoas
desvalidas prestara todo o trabalho '-'
gratis. -;
FEITOR.
l'rccisa-se para um sitio pcqunuo na So-
Indade de um bom feitor ; agradando paga-
se bem : dirija-sa ao primeiro andar n. 20,
da la do Torres, praga do Corpo Santo
l'rcelsa-sc fallar com os Srs. francis-
co Maia (orles, e D. Mana da solelade, a
negocio de seus interesses ; no escriptorio
de remandes & Filhos, na rua da Cadeia do
Hecife n 63.
Offerece-sc urna muther branca de boa
conducta para o servigo de uma casa de
poucajfamilia, anda mesmo para algum si-
tio : quem precisar, di rija-se a rua do Hos-
picio, casa tenes, lado uo poente.
ATTENQAO.
Na rua da Penha u 2 A, fornece-se comida
para lora com aceio e promptidao, pelo ba-
rato prego de 'J? mensaes cada pessoa, sen-
do o a I mogo de cha ou cale, e no Jantar seis
pralos.
Precisa-so de duas prelas para vende-
r^m azeile decarrapato de larde: na rua
dasCruzcs n. 26, segundo andar.
- Fugiram do engenho Agua-fria, fre-
guezia de 8. I.ourengo da .Malla, os escravos
.Miguel, alio, secco, quando anda he muito
inclinado para a lrcule, pituca barba, e foi
escravo de Joo Elilo do lingo Uarros, mo-
rador ua freguezia da Esea la, para onde sup-
pOe-se ter fgido. Severino, cabra, baixo,
grossura reguiar, tem um deleito em um
dos ocios oa ruo, representa a idade de 26
para 28annos, e tem pouca baiba ; quer
um, quer oulro fugiram no mesmo dia :
quem os apprehender, leve ao ehgeuho ci-
ma oito, que ser generosamente recompen-
sado. Consta ao abaixo ussignado, seuhor
de ditos escravos queseacham homiciados
em um dos cngenbos da freguezia da Esca-
ria, e des le ja protesta contra quemoscou-
sorva iudevidaniente cm seu poder pelos
dias de servigo de ditos escravos. Manuel
Thumaz Albuquerque Maraubo.
Couipanli.a das carnes u
verdes
A carne nos agougues da companhia, ja
designados seus nmeros e lugares, sera i do Collegio n 21, vendem-se UtThetes da lo-
vendida no domiHgo de margo em diaute, i teria da provincia pelos seguintes pregos
aos precos seguintes ; : sendo de 100 pira cima o a dinheiro a vista.
as quaes vendem por
como cos y mar.
ICEMTRALHOtUEOPA-
THSC0.
BA DE SANTO AMARO,
v.5 (Mundo Novo n. (i)
^& O Dr. Sabino Olegario l.odcaro Pinho .
jgx da consullas lodos os dias uleis, desde as S ';
^ linra* da manhaa as 3 da larde. Os convi- @
@ le* para viiias deTenlo ser dirigidns por &
,8'laineiil... Q
^ '.w ......... ... ...... ... ::j'^;\-.,
SEGURO CONTRA 0 FOGO.
COMPANHIA
, ALLiANCE.
istabeleeida em Londres,
era marco de 1824.
CAPITAL
CINCO Ml.IlOKS DE LIBRAS ES-
TERLINAS.
Saunders, Rrothers & C. tem a honrado!
i
i

i
i
i
a
2
I
i
8
| bravuras
O padre Francisco JoSo de Aze
vedo, achando-se presentemente
nesla praga, e oecunando-se priva-
tivamente na direcgaodeseu estabe-
lecimento rhalcographico, inrumhe-
B de executar com toda a perfeig5o
e brevidade quaesquer obras de gra-
vuras tanto a talho-doce como a re-
lavo, registros, retratos, lettras com-
merciaes, bilhetes de visita, musi-
rs, etc. ; e desejoso de levar o mes-
mo estabclecimento a maior ponto,
espera que as pessoas, que preten-
derem laes objectos, nao besitar3o
em o pocurar, prestando assim uma
ellicaz protecgSo a que o annuncian-
tc sera extremamente reconhecido.
Pode ser procurado as Cinco Pon-
tas, sobrado da esjuina eonfroute a
matriz nova de San-Jos, ou na rua
do Collegio, na livraria dos Srs. Mi-
randa & Vascoocellos.
O coronel Jos Pedro Velluzo da Silveira,
ofTerece as pessoas to povo, que quizerem
se dedicara plan.tagao de mandioca, os ter-
renos proprios para essa lavoura, que pos-
freguezias da Bseada, Serinbem,
OUEADE EM C01MA>WTA
para u falVrica de fiar e te-
cer algod&o.
Naotendc se reuni lo numero sulliciente de
ssociados no dia 2.'ldo corrente, apear do
instante coovile felo por meio do Diario
de Pernambuco, os gerentes pedem aos mes-
rr.os senliores o obsequio de coniparererem
no dia i de maio prximo futuro, ao meio
dia, em casa de. Antonio Marques de Amo-
rio), rua da Cruz n. 45, aflin de se tratar de
negocios da mesma sociedade, prcveinndo-
jsdeque sao urgentsimos, de cuja solu-
CSo depende a sorte da empreza.
FEM DE aiUTCHOlt E\D-
KECIDO, DE FAUVLLLE-DELEBABB
DE PAK1S.
Ouatro annos de experiencia tem assegu-
rado aos pentes de caoutehouc a voga que
boje lem, n5o s em Franga como no inun-
de inieiro ; s3o sem contradiegao os mais
agradareis de todos os peutes, mais brandos
que os de tartaruga, s3o os nicos que n5o
uzean cahiro cabello, por causa da electri-
cidade que contcm,accrescendo a estas van-
tagons a de n3o serem mais caros do que aa
de bfalo, a esta admiranvel invengao de
exposigao universal de 1855.
Aluga-se uma pequea sala que n.1o
exceda a 53 mensaes, no bairro de Santo An-
tonio : a quem lhe convier, avise na rua de
Aguas Verdes n. 8.
Precisa-se de um bom amassador ; na
rua da Seruala Velha n. 9i.
&:'::&&#-:;? -:.:;.? -.:-->:-:
I WNSKLTOMflHeiEOPATICOS
S DR. LOBO MOSCOZO. |
;'; Rua da Cadeia de Santo Anlouio. ?$
gS O Dr. I.olio Moscozo a/. iciente ^
(!$ aqaeminteressar rotsa que tem (j';
3 commodos em sua casa para re- g3
3 Ceber alguns escravos nao s pa- ';
Q ra tratar de suas enfermidadet *;
-;.-
-.;
i
0
0

9
fJ3 como para tzer qualqucr ope- tf
racao. Os doentes serao tratados
pela bomeopatliia ou pela allo-
pathia, conforme parecer mais
conveniente para a brevidade da
v cura. Adveite que recebe gra-
:~j tintamente uma ou outra pessoa
.;;. que precise (azer alguma opera-
r:;. ao, e que por suas circumstaD-
gj) das nao possam satisfa/.er as des- aa
joj pezasde tratamento e no queira #$
C MIJe'Ir"sc a ir para os liospitaes. i-':
%} O preco do tratamento dos esera- j
vos regulara' de 2,S a 7s diarios |
.;;. conforme a gravidade da moles-
^3 tia e o tempo de curativo.
-- Precisa-se fallar com o 5r. Ilenrique da
Fonseca C.outiuho, na rua do Crespo n. 16,
i luja de fazendas, a negocio que lhe diz res-
peito.
I
o
Alohilias de alu-
guel.
Alugam-se constantemente mobilias com-
pletas ou qualquer traste separado, e por
prego commodo : na rua Nova, armazem de
traste du Pinto.
Fugio do engenbo Campestre da fre-
guozia da Escaria, em outubro do prximo
passado anno, um escravo crioulo, de nomo
Manuel, de idade Je 30 a 38 annos, estatura
mais que regular, magro, pernas finas, ros-
to comprido e com bastantes marcas de bo-
xigas, olhos avermelhados e com falta de
denles na frente, falla bem, e embriaga-se
frequentemente ; foi comprado a JoJo
Francisco, morador entSo no engenho Co-
queiro da comarca do S'iito Anio, e por
isso conserva o appellido do Mauoel Coquei-
ro : quem o apprehender. leve-o ao dito en-
genho Campestre, ou a rua da Sonzala Nova
n. 38, que ser bem recompensado.
Ouem precisar alugar casas na rua dos
Pescadores para fazer padaria ou outro
qualquer estabelecimenlo dirija-so a rua da
Cruz n. C(, primoito andar.
&6W.W ..
Compra-se orna propriedade sita em alguma
das principa roas d'esla eidada, e que renda pou-
co mais ou iuciiiis .">( UsOOO r>. atilintes, citando
predio em bom astado, e desembarazado; quirrt
quitar, (rale na rua da Cruz, cscriplorio n. 19.
Compra-se effectivamente bronzo, lao
t3o e cobre velho : no deposito da rundig-
da Aurora, na rua do Brum, logo na entra-
da n. 28, o na mesma fundigSo, em Santo
Amaro.
F.m casa do lenle coronel Vilella, na
rua Formosa, compra-se uma escrava que
seja robusta, que saiba engommar e cozi-
nhar, assim como que tenba alguma (ilha
de 7 a anuos.
Compra-se una balanga decimal em
bom uso, que pese de 24 e 32 airobas : ua
loja de ferragens n l!6, rua do Queimado.
Compra-se effectivamente na rua das
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica o provincial, acgOas das coui-
panhias, e da-so dinhei o a juros ero gran-
des e pequenas quantias sobre penhores.
KH* !'0
Marroquim
a U600 a pelle, e 178000 a duzia, fazenda
sem defeitoe boa qualidade : na rua Direita
n. 45.
Casa de &aude2
i
e
Couro de lustre
marca caslello, muilo grande a 1 jOOO a pel-
le, e 447000 a duzia ; na rua Direita n. 45.
Relo&i
finos
16 de casas, e a quem mais convier, que | (.ngeritl0S para' fazer ^^ com todos
aguaou pnr ani-
maos, com a condig3o de lhe prgarem 10 por
, cento nicamente ua familia oue venderem
gnalmente sobre os objectos que cnnt.ve- 11Mndo graljs ou |lm d0 Jo que co.
sumirem na sustentagao de suas familias e
S.P'er,n,ar!I,eirMUt0rSail,'S Pel\dlU CrT I* accessorios movi los por
panliia para effectuar seguros sobre edifi-
cios de lijlo e pedra, cbenos detelha.e
rem os meamos edilicios, quer consista em
mobilia, ou em fazendas de qualquer qua-
lidade
Lote
ina
DA
PROVINCIA
No escriptorio do abaixo assignado na rua
O Dr. Ignacio Firmo Xavier, roee-
fc beemsua casa de saudc. que lioa ao
^ norte da estrada da Passageo da
Sfif Magdalena, entre a ponte grande o a
*
i
i
COMPAITHIA
Brasleird de paquetea a
vapor
O vapor Cruzeiro do Sul, commandante o
capitao de mire guerra Cervazio Mancebo,
espera-se dos portos do norte em seguimen-
to aos do sul ate o dia 6 de maio Recebe-se
desde ja passageiros, frete de dinheiro o en-
commcnlas e engaja-se a carga que o vapor
podpr cooduzir sendo os volumes despacha-
dos com antecedencia at o dia^ do mesmo :
agencia rua do Trapiche n. 40.
Maranlr&o e Para
Sngue com brevidade o palhabote Sobral,
receh carga a freto o passageiros a tratar
com Caetano Cvriaco da Costa Moreira. na
rua da
andar.
tadeia do Itrcife
n. primeiro
Primeira qualidade 20 patacas, ou 200 reis
a libra.
Segunda dita 16 ditas, ou 160 reis a dila.
- l'recisa-30 de 2:00uC a premio com by-
potheca ou tirinas, paga-se razoavcl : m
praga uo Livramento, taberna n. 5, sa dir
quem toma.
Prccisa-sedeum feitor, preferindo-se
das Ilhas, para tratar de um sitio peno da
praga ; a tratar na rua de Apollo n. 24.
Methuo CastilUo para
meninas.
Na freguezia de Santo Antonio, rua larga
do Rosario, abno-se segunde-feira. 3 de
maio, uma aula, cuja professora nada deixa
a desojar para o cnsuio de uma menina ; j
co llamos tres escolas para o sexo femimuo
por este insigue methodo A ;roveltemo-lo,
j que a cruel febre amarella, 13o nfeusa
os recem-chagados da Europa, alem rio
procedimento inslito da que na sua past)-
ral faz menguo o ICxui. arccbis.o da Bahia,
nos priva -o grande e caritativo auxilio rias
virtuosas Binas le S. .icente do Paulo. A-
proveitemus o ensiuo pelo amor. O metho-
Claudin Dubeux principia sngun la-feira,, do do Kxm. conselheiro Caslilho marcha
3 do corrente, a maular iim mnibus para ufano o glorioso, conquistando todas as
nto Amaro de Jalioat.o, o qual saldr do i arovincas do florescenle imperio de Santa
Cruz : a seguidle caria prova a verdade de
DOSSIS fssergrtes.
Sobral 30 de margo de 1858 lllm. Sr
Francisco le Freitas Gamboa. ~ Os amigos
das letras uo precisan! vurem-so para se
ainaieui, e para ajudarem a Conseguir os
prineipaes lins da sociedade. qu* he a civi-
lisagao ; foi isio que diiigio mutua pluma a
invocar o nomc Ilustrado de, v. .-> alim le
que faga ver ao Sr. Francisco lio liig es dos
Santos que aesU he o portador, que os
meios que deve seguir p^ra a cmpra dos
qulzilos precisos para a aula pelo melhodo
Uastilno que nesta ci Iade vou fuu lar. lia 4
anuos que vim de Lisboa, e lamentado lo-
nlio em demasa a laita de uma pessoa que
teora CDi.liecimjnto do grande metholo
para o por em pritica o (|ue agora f- (m
pe li lo de muitosamigos ; queira transniii-
tir seusamaveis preceitos a quem sera com
a maior estima dn V. S grato, servo e rcuito
enlhusiasta.-- Joaquim Fredericoda Costa
Kubim.
Pedc-se ao Sr. desembargador,. em
MO E JANEIRO.
A veleira barca nacional Helena, seguir
cum brevidade, por icr j engajada grande
parto desua carga ; q,lem lie|1(1 qUizer car-
regar, dar escravos a frete, ou ir de passa-
gem. ..ara o que tem escolenles commo-
dos, trata-se com Braga & Miiunes Cm seu
escriptorio, rua da Madre de lieos n. 3, pri-
meiro andar, ou com o capillo na praga.
RIO DE JANEIRO.
Segu com brevidade o brigue escuna
nacional Carolina, capitaoJoaquim An-
tonio Ii jn/alves dos Santos, para o resto
da carga tiata-se com os consignatarios
NovaescStC, laigo do Corpo Santo n. ,
ou com o capitao.
Pa ra o Cea r.
Segu nestes tres dias o hiate Novo Olin-
da ; para o resto da carga trata-se cora Tas-
so Irraos.
ponto as 4 horas, e voltai de'JaboatSo as 7
horas da na-dia ; as pessoas que quizerem
estar mensalmenle, podem vir tomar suas
a asignaturas.
Melhodo Cas-
tIli> para eu ino
de menina.
Priscilla Senhorinha Men.'es de Albuquer-
que,tondo sido examina la < a?provada para
o e-isino de instruegno primaria, tem aberto
a sua escola no seiiundo ar.tar lo sollado
n. 39, confronte a igreja do Rosario de San-
to Antonio, onde alem de leilurn, escripia,
coniabifi lado e grammatica nacional, ensi-
nara costura, bordados i< iavores, esperando
corroborar a boa opiniSn ora que a tem o
Exm. Sr. conselheiro Cas.Ido, expressa na
quarla edigo do seu insigo? metnolo.
Ouarta-feira, 5 do corrente me/, em
praga do juizo dos feitot- ria fazenda nacio-
nal, se hao de arrematar os bons seguintes,
sor execugOes da raes r,a contra seus deve-
dores :
Uma parte do sobrado le dous andares n
29, sito na rua da Guia, com 30 palmos de
frenle, 50 de fundo, quintal murado e ca-
cimba por 1:.'I8;060, penhorada aos herdei-
ros de Antonio Ferreira Duarto Velloso.
l!m terreno de m-rinha n. 56, na rua do
Hospicio, prximo a ponte da estradt de
Luiz do Rogo, com 30 bragas de frente para
a mesma estra-la e 71 da fundo por 3009,
penhorado a Jos Joai|uim do Almeila
Pinto.
Doze cadeiras. 2 bancas uma meia com-
ino la de madeira amare lo, I sola, l mesa
de meio de sala de madeira angico, 2 pares
do mangas o 2 pares do 'astigaes de vidro,
tu lo por 19;, penhorado a Joo Uernardiuo
de Vascuncellos : os pro.en.lenies compare-
gam no lugar do costa me. Hecife !. de
maio de 1858Os tlieilador do juizo,
Joaquim Tho.io'o alvcs.
Aluga-se o quarto n lar da casa da rua
ia Cadeia n : a tratar no primeiro andar
- A|uga-se a ultima casa da rua de JoSo
Fernandos Vieira, com bastantes commo-
dos, fan lia ou pessoa oue der lho o llovi-
do trato : a tratar defronle da grcja da So-
Icdade, casa n. 4.
- O autor do anntincio publicado no
Diario de hoje com o titulo um pedidoe
que principia roga-se ao Sr. Jl J. II o fa-
vor, etc., queira declarar se so entendo com
o abaixo assignado.
Mano una Rastisla.

m
dos trabalhadores que empregarem.
He chegado a loja jo Leconie, aterro I
da Boa-Vista n. 7, excellente leite virginal
de rosa branca, para refrescar a petle, tirar
oannos, sardas e espinhas, igualmente o a-
famadooleo babosa para I impar o fazer cres-
cer os cabellos ; assim como p imperial do
lyrio de Florenga para brotoejas e asperida-
des da pelle, conserva a frescura e o avellu-
dadoda primorosa da vida.
Delionte da ordena fercei-
ra de S. Francisco
CONSULTORIO HOMEOPATHICO
no
DR .P.A.LOBO HOSCOSO
Medico parten o e operador.
O Dr. Lobo Moscoso, ta consultas todos os *7
dias o pratica qualqueroperagaodecirurgia, A
ssira corno,accode com toda a promptdSo, as pessoas que precisaren) do seu prostnr.o j'
para o servigo de partos, pratiesndo aso-
perages roanuaesou instrumentaes, quan-
do n3o possa conseguir resultado por meio |
da homeopalhia. que tantas vezestem ven- !
cido dilllculdades, que pareclam
raveis.
pcjuena do Chora-Menino, todas as
pessoas doentes, afiangando o me-
Ihor tratamento, o maior lelo e cui-
dado medico. O local em que est
edificada a casa destinada para esse
miste.r as regras hygicnicas, sobre
as quaes est construida, os commo-
dos de que dispOe, o aceio, ordem,
o regularidade que ah so encon-
trara. sBo condtgOes ponderosas para J?
una breve cura e completo resta- ty
belecimenlo As pessoas que quize- (f
if m til isa r-se de su prest o po-
dem diri^ir-se ao paleo do Carino,
sobrado n 9, primeiro andar, das
10 horas da manila as 3 da larde,
e dessa hora em diaute no seu esla-
bclecinienio. (<3)
Precisa-sede um criado para o servigo
da casa de um homem solteiro, e que saiba
tratar de cava I los : na rua da Cruz n. 10.
I
i
f
m
cohertos e descobertos, pequeos e gran-
des, de ouro patento inglez, para homem
eseobora, de um dos melhores fabricantes
de Liverpool, vindos pelo ultimo paquete.
, mglez: cm casa de Soulball Melior & C.
rua ro Torres u. 38.
Com toque de
avaria.
A dinheiro avista.
Corles do musse.lina larga com II covados
e barra por 2 c 3$j00 pegas de algodiozi-
nbo liso largo a Sj. 2^500 e SfcOO vendem-
se na rua do Crespo, loja da esquina que
volta para a rua da Cadeia.
Fluroes etmaHdaos.
Craiide sortimeuto de florOea paru toclba^
dourados e esmaltados a vontade dos fro-
guezes quo Drecisarem, tocadores para cima
de mosa de todas as qualidades; na rua Nova
n. 0.
Cera de car-
nauba.
ISilbetes garantidos 53500
Meios ditos 25750
P. J. Layme.
Lotera
DA
provincia.
O abaixo assignado compra bilhetes da
lotera ja rodilludos pelos seguimos nregos
.ia rua do Collegio n 21, primeiro andar :
Alca quanlia de 109. 15 0|0 de descont
De 10a para cima. 10 0|0 de descont
P. J. Layme.
Talheres,
cranae sortimenlo de talheres para mesa, girema Londres, para passeio ou para tratar
le cabo de marlim, bfalo, osso e viado, co- do negocios, nflo podem achar uma casa que
Hieres de metal do principe para sopa e cha, Ums soja mais conveniente do que o hotel
sortimenlochegalo de louga de estanto pa-. de J. G. Oveire n. 2, Coldon Squa-e, onde,
ra cozoha, dita de poiclana, tu lo por pie-; alem de todos os commodos e confortos da
go commodo, e outras muitas Terragens e | vida, encontram a facilidade de serem en-
i.Utezas, que nesta sempre muito sortida | tendidos as linguas porlugueza, ingleza,
i
l> Di. Pedro Antonio cesar -sta
residindo na rua Direita n. 120, pri-
n.eiro andar e ahi o encontrarlo
para o exercicin de sua prohssao de
melico-paiteiro Aos pobres d
consullas das 7 as 9 horas da manhaa
e os visitara eji suas casas gratuita-
mente.
8
Golden Square,
res.
Os Brasilciros e Poriuguezesfjquc se diri
--u deposito piincipal
nsupe- (jos uias afamados charu-
tos da Bahia do Sr. Gus-
tavo La porte, aclia-se de
iioje em diante ^-ni caa de
Scbaphletlin & C, rua dn
Cruz o. 38.
| 3ECTSTA RiHGEZ.
grosso couio a retallio
loja lem tanto em
na rua .Nova n. 20.
; (iOIAN'.NA AITM.IVO'. ;;;
2$ Jos Francisco Collares & C, Taz U
gw publico que na eidade de Goianoa na S,
S rua la Punten 9, f-Ti efTertivo a ti ':;
W do lempo carne do Ca-a da melhor *
:J qualidade que h, pelo prego do Ke
3 Cl^e e ma's em conla do que em (fe
aM qualquer outra parte ; os aenhores -,
m de engenbo que por ser muito ami- ^
'?. g" delles, que nSo quizerem tor o f
W trabalho de man.larem ao ftecife, po-
^ dem diii;ir se ao mesmo armazem a
'.t qu se prometi fazer todo necocio *g
com ou rits g-*neiosque os raesinos '-'
i-1 quizerem trocar. -),':
-- Na rua eo urespo luja n. 12, recebeu-se
pelo ultimo vbpor da Europa o melhor rai.c
fabricado na mais acre-litada fabrica rs, a boa qualidailu de que h feito nao
precisa elogios a se continuara ter promp-
i ia venda, haver rcmessas por todos osva-
cujo poder se acliam os autos de appellagfio | p0res
eivel, nos quaes he apocliante Anlouio Car- '
los Pereira de Burgos l'once do LeSo, o ap- "'" P^risa-se de urna secca
pallado Jos Pinto da Costa, para que, pnr
... Pn>risa-se de uma secca
Corpo snto n. 17.
obsequio, haja por bem des radiar ditos au- """ l'rccisa-se de um rapaz para criado : a
tos alirn de se po 1er desonerar o liador Frnn- lralar n* rua do Apollo n. 2\.
Cisco Jos ta Silva Mayor, da lianga que] --Precisa-se alugar uma aTta forra ou
prostou na dita questilo," a favor do mesir.o j captiva, para casa de pouca familia, que
liespanhola e f anceza, e uma uessoa desve-
lada para Ihes dar todas as informagOes que
precisaron!, mui activa e desejosa de os
acompanhar a seus negocios e passeos. Mul-
tas yessoas notaveis do Brasil all se tem
i hospedado, ique muito bem podem informar
I as vantagens que se encontram. Kntre ellas
_ citaremos o Sr eooselbeiro Gon*alves Mar-
1 '.''._ lins, visconle de Condeixa, visconile de
" Loures, visconde de Carvalhi lo, o deputado
Jo3o Augusto Correia, Dr. Moniz Rarreto,
Dr. francisco Bonifacio do Abrco, Dr. Nunt s
deOliveira, Caetano da Silva azevedo, os
commandantes 1. Amazonas e Segundino de
Gomensoro, Miguel JosRaio, Cavalcanti de
Albuquerque, j. F.uyeuio Tavares. Antonio
Gomes Netto, Soares Pinto, etc., etc., etc.
Precisa-so de un. caixelrn, na rua lar-
Ka do Rosario n 20, loja de calgario, que d
fiadora >ua conducta ; na mesma so d so-
ciedade, querendo o socio encarregar-se do
gyro da casa, visto o dono ter de fazer uma
viagem.
Precisa-se de um eaixeiro quetenha
pratica de negocio de fazendas, para uma
loja de fazenlas na ridadedo Natal, o qual
d&ndo boas inormacii^s paga-se bem ; as-
sim como precisa-so de um a Iminlstrador
para engenno, que cntc:ida perfeitamente
de sua occuaagSo : na rua do Crespo, loja
do Sr. J. da Silva Castro.
do
Jos Pinto ta Costa, poisj ha mais de 2 an-
uos q ie a referida appellago subi para
BSSa tribunal, tendo causado graves prejui-
ZOS ao refer Jo liador este lempo de de-
mora
- .Na palaria do Forte do Mato precisa-
se de 2 amassadores que sejam peritos, na-
ga-so hora salario. .Na raes roa so precisado
um mogo quo lenha pralici de eaixeiro.
Aluga-se uma das lejas do sobrado da
rua dos Coelhus n. 'i, cum "2 janellas do vi-
draga, 4 quailos, 2 salas, CizuiHa fra, com '
quintal e cacimba, prnpria para l.r,.ilia :
quem pretender, dirija-se a mesma roa, pri-
neiro sobrado, passando a igreja de S Gon-
galo, com 7 janellas de frenle.
saiba cuziiihar e engommar Ivm : a lralar
na rua da Cruz do Itecife n. 53.
Q INDUSTRIA I'EKNAMIH CANA %
FABRICA \ VAPOR
RUA 1)0 BRM
prxima a fuudiyao
do Tem effectivamente as suas acre-
ditadas velas de cotnrinsigo : ardeni.
:-:,
5g
O
Paulo Giigtioaiiieiilisla.ruaNova n.il i ^P
1,'j na mesmacasatcm ai;ua e p-iUntrific. .';
&@^vr?i>^ &:: {.-iomm*
O abaixo assignado faz saber ao pu-
blico, quo dissolvera a sociedade particular,
que linha com seu cunhado, eamigooSr.
Jos Francisco ria CostaGuimares, na loja
'<: calgado sita na travessa das Cruzcs n. 4,
cuja loja desta data cm diante Tica nica-
mente periencen lo ao abaixo SSSignSdO
como fono que he e. lica sendo.
Melquades Manoel tos Santos Lima.
Preei*a-se de uma ama loira ud capltva para
Indo o sarvtf de mni ra ata do llosarto n. js, secundo audar.
ROUBO.
Da casa da rua do Livramento n. 2M, ter-
ceiro an lar, roubaram no dia 27 do corren-
te um relogio suisso com caiva de ouro, com
os signaes seguintes : a caixa de fora ja per-
tenceu a oulro relogio o que logo se conhe-
ce, etanto esta como a caixa ta machina ja
j fortn t"Cd,s, tundo enliaJn na argola uma
, lila de seda pela, e uma chave ordinaria
tudo bastante usado, tambera lem dolado
que se da corda tros buracos, nao servindo
I um para nada : roga-se aos senliores rclo-
i'oirosou a qualqtcr pessoa a quem for of-
Iferecidn o auprcbende-lo e leva-lo a seu
i dono na morada indcala que ser grali-
I licada.
PROTECAO" ESCNDALOS!.
Pergunt.-so a i dignisslmo ministro da
venera val ordem terceira de s Francisco
lesta ridade, como interprete dos mesarios
da mesma ordem qual he o artigo dos es-
lalulos em que se fir^aram para mandarem
informar "secretamente os reiuerimentos
dos dona uniros pretendentes, qu*? se pro-
pozeram ao hipar vgo do. crifcrmciro do
Trapassa-se o arrpnllmenlo do enge-
nho lliamant", sito na freguezia de S. l.ou-,
renco .1f Mata, distante tiesta praga 7 le-
pttas. con) 3Safras a fundar, p vnnde-se a
S'fra presente que lio tic 1,500 a 2,noo pits,
o ngenba esta moente e corrente, boa mo-
nada, bons vasos, tudo novo, e mesmo o hospital da referida ordem Me pareca, qne

ena
- F-rcc:sa-se de urna ama forra ou capti-
va para pouco servigo de casa, danio-se
preferencia se for captiva, e caga-se bem :
na rua da Itoda n. 36, sobrado, pun iro
andar.
Quem tiver urna casa terrea ba que
queira vender etn Olinda, dirija-se a ladeira
ua Misericordia ni casa do Sr. Candido.
** e tem a mesma duragiio das de es- -..'
Vi? pprmaoete, e custam 15 A Tambem tem de carnauba maiser- :
::\ narias de 6c 7 cm libra a 123 a ar- '
roba, sera caixas.
engenbo he '.e duas safras, muito boas Ier-
ras, matas c corrogos para abrir, e lanibem
se vendem 20 bostas de roda, muito boas e
novas, o engenho he muito Da neiro para
l". ,'luem tiuer principiar, mesmo quera tiv>r
^v; pituca l'orca, po-que os partidos o lenha s3o
era cima do engenho : na praga do Livra-
mento. taberna n. 5, acharao com quem
V.V tratar.
B
Um pedido,
Roira-se ao Sr. M. J. R., o favor|de mandar
entregar o object'', que no da 21 dejaneiro i
q tanJo muito deveria ser ouyido o reve-
rendo padrecommi-sario para direr alguma
cousa acerca da religiiio dos pretendonli j,
"O CirurgiSO ta casa ; nra tli/.erse 08 I110S-
mos rail ciam de molestias contagiosas que
podessem ser transmetti 'as aos irm3os re-
Colhidas ; porcm este expediente niio pre-
enciiia os lins que sem duvida sSoenviar-
se o requer ment ilel'elro a dous irmSos
teci'tts a darera es,' libidos para dizerem
0 peior que lor possivel deste pro'oiidente,
t 0 requerimento do lloqun a dous iraios
afTeicoados e interessa 'os na causa para san-
lificarem as torpezas de que o pretndeme
dallo o favor de ir a rua da Sonzala Velha n.
9*, concluir o negocio que nao ignora.
bom alugucl, a
llb, botica.
rajando
na rua Direita ti. offendida
"r-
assim peosa
L'm es-ministro.
Vende-so cera do carnauba de primena
qualidade : na rua da Cadeia do Itecife, loja
n. 50, esquina defronte da rua da Madre ue
Dos.
TACHASPARA ENGENHO
Da fundiro de ierro deD. \V. Bowman
na rua do Bium, passando o chala-
iz, continuaa liaver umcouapleloso ti-
mentode tachas deferrofundidoebali-
do, le 3 a 8 palmos de bica, as riuacssc
ccliama venda por prerocommodoecom
promptidao,embarcam-seou carregam-
se em carro sem des pe zas aocomprador
S. STIEI3IEL & C, banqueirosene-
frociantes, cstabelecidos lia muitos annos
em Londres, teem a satisfacrao de par-
ticipara seus correspondentes e" ao publi-
co, que acabam de fundar casas liliaes
nos prineipaes portos e distritos manu-
iactureirosde Frang, Alemanlia, Belgi-
ca e Hollanda, conservando alemdisso
suas proprias casas anteriormente estabe-
lecidas as cidades mais importantes, o
i portos mais commerciaesdaGra-Bretanlia,
i e estao em posirode ofTerecer grandes
! vanlajens as pessoas que possam necesitar,
| assim cm Londres como em outro qual-
quer ponto da Europa, de uma casa para
compra ou venda de artigos, bem como
para os negocios de transaccao de crdito
a banco de qualquer genero.
As pessoas que nao foremconliecidasdos
a ii ii 11 ni-i,-i n I es tlevi i niiifiiniji; uliai su;is m -
deus con os fundos necessarios para sua
exeuccao; icando entendidas que osan-
nunciantes nao teern dilliculdade em adi-
antar 75 0|0 sobre os gneros recebidos
antes de sua venda.
Os piceos con entes c mais informaee,
commerciaes, que forero pedidas, serao
enviadasgratuitamenle, salvo o porte do
corrcio, podendo dirigir-se aosannunci-
antes.
No fim da rua da Concordia, no ar-
mazem quo lica no recanto sope do boceo
do Pocinho, vendem-se enchams de mSo
travessa, caibros e ripas, por preco mais h-
lalo do que em outra qtalquer parte.
Vendc-se cera de carnauba em saceos,
10:000 a arroba : na rua da Madre de Dcos
n. 2.
.>s raa reine i ros.
Na rua Nova, armzem de mobilias do
, Pinto, ha para vender molduras francezas
de Jacaranda c de mogno, parafusos para
I camas francezas e para armarios, carros pa-
ra mesas rio j nlar e para camas, lunas,
1 mcias canas para madeira, podras brancas
:> ra consolos c para mesas de meio de sala
redondas recortadas a l.uizXV.
Vendc-se um bello binculo de
liieilio, di: marliin,. tos appcllidadu.s
Ducbessepor 20| : na praga da Indc-
pendencia n. I \ c Hi.
Batatas.
No arm,1Zeni do Ann"s, defronle da alfau-
tlega, vendem-so gigos com batatas, pesan-
do arroba e meia, pelo barato pjego do 2- o
Bi'o.
Coqueiros.
Venlcm-se coqueiros pequeos para se
plantar: na rua das 1 rincheras n. 20.
- Vendem sepes de larsngeirasdo um-
bico o selectas, pes de fructa-pao, sapoti,
; o litnfto para cerra, e nutras qualidades de
arvoredos : na Ponto de Ucboa, sitio da viu-
'va Carrol!.


DIARIO DE PERNAMBUCO SEGUNDA FERA r. DE MAK) DE 18;>8.
SSSF
Relogios.
OPreguica est
queimando
Na loja do Preguiqa, na ra do Queimado,
Cquina do becco do Peixe I-rito n. 2, con-
linu'a a fornecer-se ao publiro um bello
sortimonto de fazendas por baratissimos
presos, bem como seja grosdenaples preto
lino a 13700 c US00, dito muito fino a 25300
e 21100 o covadn, pegas de cambraia lisa
fina i'iim 8 varas a 53000, dita mnilo fina a
7oJGO, ita muito lina com 10 varas a 88000,
dita oais baixa a 48, dita com 8 varas a
23400, pecas de cassas de quadros muito
linas com 10 varas e com alguns furos de
cupim a -'f 00, e a vara a .'00 rs., chales de
merino bordados em duas ponas a 83500,
ditos lisos a 53, ditos do cbaly com listras a
6/800, casemira preta muito fina a 29100,
99300, 23600 e 33 o covado, panno azul pro-
prio para farda de guarda nacional a 23200
o covado, dito preto lino a 53500, dito ver-
de escuro a 43, grvalas pretas e do cores
de lindos padroes c superior qualidade a
13 cada urna, ditas de mola de cores a 1/,
ditas pretas muito linas a I 280 e 13440, cor-
tes de targelinas com 12 covados proprios
para as senhoras dar um passcio at ao Ca-
bo, pelo baratissimo prego de 103 cada um,
lencos blancos com cercadura da cor a 120
cada um, organdys de cordSo a 260 o cova-
do, cambraias estampadas a 440 a vara, dita
mais lina a 600 rs., chitas francezas de to-
das as qualidades escuras e claras a 240,
260,280 e 300 rs. o covado,peras de bretanha
de rolo com 10 varas a 23, mussulina bran-
ca lina a 300 rs. o covado. ditas de cores de
lindos padroes a 320 c 360 o covado. cobor-
gos, fazenda de cores, muilo propria para
casaveques de senhora a 600 rs o covado,
vestidos de tarlatana de lindos padroes com
12 covados a 43 cada um, laa/.inhas de cores
escuras e claras de lindos .padroes a 320 e
360o covado, mantas de lil ue linho do
molbor gosto possivela 143 cada urna, car-
melina, fazenda nova, padroes de laazinha
a 280 o covado, chales de lazinba com lin-
das barras a 23 cada um, riscados francezes
de novos gustos assetinados a 28o, ditos
mais linos a 320, cortes de meias casemir.vs
de lindissi mos gostos a 23 cada um, casemi-
ra s en Testadas de cores escuras mescladas e
superior qualidade a 2/200, cortes de case-
mira de superior qualidade a 03, 53500 e 6
cada um, brira de puro linho de lindos pa-
droes a 13400 a vara, ditos pretos proprios
para luto a I36OO, corles debriin de lindos
padroes a 2s400 e 23600 cada um, camisas
de meia de 13a de superior qualidade a
23800 cada urna, cortes de riscado fraucez
de lindos padroes a 33200 cada um, ricos
tapetes para sala a 33800 cada nm, madapo-
13o do todas as qualidades e procos baratos,
chitas de lindos gostos de 160 at 2 o, alpa-
cas pretas de todas as qualidades e por ba-
ratissimos precos, gangas mescladas a 520 o
covado, riscados de linho de lindos padroes
e superior qualidade a 200 rs. o covado, vel-
utinas de todas as cores e superior quali-
dade a 750 o covado, grosdenaples de lin-
dissimas cores e superior qualidade, pelo
baratissimo prego de 13900 o covado, cam-
braias de cores de liudissimos gostos e o
mais fino que be possivel, pelo diminuto
preco de 640 a vara, cassas de cores de lin-
dos padroes e cores lisas, chales de 15a de
lindisslmas cores e superior qualidade a
2sioo cada um, luvas brancas e de cores es-
curas do linho propnas para montana, pelo
diminuto prego de 500 rs. o par, e outras
muitas fazendas quo se deixam de mencio-
nar, e se vonderao por baratissiiiios pregos,
e so d3o amostras com senhor.
Agencia
da fnndic&o Low-Moor,
ra da "ss riza la 7ov.
n. 42.
Nesteostabelecimentocontinu'athaver
cm completo sortimcnto de moendase
moias moen das paraengen lso, machi nasde
vapore taixasde forro batido e coado de
todos os L* niauhnspara dito.
- Vendern-s? muito em conta tpalos do
Vendem-se relogios de patente ingle cm
Tassolrmios avisan aos seas fregueses, |M_ que o ultimo carregamento do farinha de
Trieste da marca SSSF ramiibo se venue
nicamente cm seus armazcus, aonde tam-
bem existe o melhor o mais completo sor-
timento de fxrinha de llichmond, l'hiladel-
phia, Ohioe 1< lli more,
superfinas.
tanto extras como
Oh! que pechin-
cha.
COM TOQUE DE AVARIA
NA LOJA DO PREGL'ICA.
Cruz n. 1S.
A. IlCn<^aO. 21rua do Quc'm,lllo> esquina do becco do l'ei-
<8y xe Frito n. 2, vendem-se cassas francezas
muito finas, com pequeo toque de avaria,
i? Kisscl, rclojoeiro Irancez, vendo
relogios de ouro e prata, concerta
.; relogios, joias o msica, ja aqui ho
i\ n t 1 1 \ .> 1 4 j o >k t o 1 u t ok <4 11
conhecido ha niuitos anuos,habita no
Temi o socio gerente da casa de|4B pateo do Hospital o. 17.
Schaphleitlin > C. de deivaro sitio do so- >jj$
lirado vermcllio prximo a capella dos
Afllictos, vende particularmente 1 mobi-
lia 110 mesino existente, comistindo esta
cm todo o necessario aos commodos da
vida em urna boa casa de campo : para
tallar a respeito na ra da Cruz, n. .~>8 011
no dito sitio.
O primeirotomo das lograpbias pelo
commcudador Antonio Joaqu m de Mello,
obra iutcressanle, j annnnciada por este
Diario; vende-se no deposito da ra de S.
Francisco n. 6.
27 RUI DA CRUZ 27
Armazem de Almeida Go-
mes, A lves & G.
\'i'iide-se :
Toullias de linlio para mesa c mos.
I .lidiad.is de Ierro, do Porto.
Cochinillios delinlio de cores.
Macolla.
Chapeos de feltro.
Calcado do Aracalv.
' 27 RA DA CRUZ 27
Ano .z iit dcAluieida Go-
mes, Alves & C.
Vende-se:
Vinlio de champagne em cestos.
Licores cm eaixas pequeas.
.Marrasquino em ditas.
Azeite doce refinado ein ditas.
.Mostaida lina para uso de mesa.
I Urna. pec:uiii*.ii i.
9 Cortes de seda do listras de Superior @
5 qualidade. com 16 covados cada corle,
4$ pelo baratissimo prego de 203 : na ra
SC do Queimado n. 16, loja de A. Bezor-
0 ra de M. l.yra. t
@e@ ss5es*
Na loja ao p do
arco de S An-
tonio,
vende-so panno fino de cores a 2?500 o co-
vado, alpaca de seda para vestidos a 800 rs.
ocovado, cambraias finas a 280 o covado,
ditas muito linas a 320 o covado, ricos en
feiles para ca liega de senhora, ditos para
pescoco, ricos chales de touquim de todas
as cores, o outras muilas fazendas finas por
barato preco.
Salvas
Vendoru-se na loja da ra Nova n. 20, sal-
vas de metal do principo, com o fundo de
cbarSo, muito bonitas, tsrnos de bandejas
muito linas, imitando cliaro ; e tambem
vende avulso apparclhos de metal do princi-
pe para almoco, nimio finos:, e tambem
mais ordinarios, tem bule e cafeteira avulso,
ludo por proco commodo.
Comma, velas o cera de carnauba do
Aracaty.
Na ra da Cadeia do Racio n. 50, primei-
ro andar, vendem-se saccas com excedente
gomma, cera e velas do carnauba de muilo
boa qualidade, e por presos razoaveis.
Vende-se 1 escrava criolla, de ptima
figura e moga, engomrr.adeira e cozinheirp,
cose chilo censaboa bem roupa ; 1 dits de!
22 anuos, cngotr.ma bem, cose chao, cozi-
nlia o diario de casa e enahoa bem, com 2
!?j\
:-:.^.-
K^-'
a? Q

pelo diminuto prego de 320 a vara, assiru
como cambraias francezas muito linas, pa-
droes novos e sem avaria, pelo baratissimo
prego de 500 rs. a vara, Hazinhas de qua-
dros de lindos padroes, proprias para vesti-
dos de senhora e palitos de menino, pelos
diminutos precos de 480, 500 e 600 rs. o co-
vado, e do tudose dar.lo amostras com pe-
nhor.
Vende-so uma.armagao toda de ama-
rello e envidracada, propria para qualquer
estabeleciroento; na ra do Hangel n. 20.
Ka ruaDireita n. 88, segundo andar,
vende-se urna dmsao de escriplorio c vene-
sianas.
Vendem-se saceos com farinha de
muito boa qualidade, por prego com modo :
na ra da Cadeia do Kecifc n. 55, no so-
brado.
selliiis
patente inglez
S.lo ehegados e acham-e a venda o verdadeira
liera coiihecidussellins riplezes pnlenle : na roa
do Trapiclie-Novo n. 'J, arnui/cio de fazendas di
Adamson llunie ,V C.
I\a lja das seis
portas em frente do Li-
vramento
Fara acabar com algum resto de fazendas
lem rcsolvido vender por menos do seu valoj
as seguintes : laazinba para vestidos fazen-
da perfeita com 5 palmos de largura a 400 o
covado, cortes de riscados francezes a 13000
fazenda fina, chitas encarnadinhas a 160 o
covado, riscado monslro bastante largo a
160, cambraias musselinas a 500 a vara,
cortes de casemira ingleza de cores escuras
a 2C5D0, iengos de seda brancos o encarna- sortimenlo de cai\s com chapeos de
dos a 800, meias para menino brancas e de -
cores a 240.
Vendem-se no caes da alian lega, ar-
mazem de Paula Lopes, os seguintes gne-
ros : batatas e ceblas, bacalhao de escama
a 123 a barrica.
la loja
das seis portas
EM FRENTE DO LlVRAMEWfn.
Pegas de cassas adamascadas com 6 varas a
Ir. ditas linas de salpico a 23 com 8 varas,
saias bordadas a I528O, chitas escuras mo-
fadas a 120 o covado, cartes de clcheles
francezosa 40, collctes de casemira preta
bordados a 19600, luvas prelas de seda a
500 o par, chales pidos de l a 136001
Attencao
He barato que
admira.
Na ra do Queimado n. 37, nova loja de 4
portas,acaba-se de receber pelo ultimo vapor
viudo de llanca, ricos cortes de vestidos de
seda com 3 babados para 303. 50, 60, 70 e
803000, ditos sem babados a 25?, sahidas de
baile a 23$, 24, 25 a 30/000, enfeites pira
cabega do melhor gosto que so pode encon-
trar a 103 12 e 14:000 cada um, manguitos
bordados de cambraia a 2/300, 3 e 5s o par,
camisuihas bordadas com manguitos e gol-
linha a 13/, gollinhas bordadas a 13200,
1>600, 23200 e 3f50O, tiras bordadas a 800,
000 e 1> a vara, cortes de barego a 73, gaze
de seda a 700 e a 800 rs. o covado, lolar de
seda a 800 rs. o covado, grosdenaples mofa-
do a 13 o covado, dito limpo boa fazenda e
GHANDI-: SORTiMEHTO DE FAZENDAS PKE-
Nova agua de malabar.
Vende-se esta agua a melhor que tea p-
Parecido para Ungir o cabello e suissas de
preto : na livraria universal ra do Collegio
o.20, d-sejunto um impresso gratis ensi-
lando a forma de applicar.
Relogios,.
Os molhores relogios deouro.patenlrin
glez, vendem-se porpregos razoaveis, no
esenptoriodoagente Oliveira.rua da Ca-
doia do Reciten.62.primeiro andar.
(Jal de Lisboa.
Vendem-se barris rom cal nova deLis-
boa, por menos prego que em outra par-
. le : na ra da Cadeia do Uecil'e, loja n. 50,
defronte da roa da Madre de Dos.
Attenc&o.
Na ra do Cabug n. 1 1$, loja de miude-
C1DAEMADIR^ T intitulda AVIO FRANCBZ.
Vende-se superior linba de algodSo
brancas e de cores, em novello, para costu-
ra : em casa deSouthall, Mellor & C, ra
do Torres n. 38:
Vende-se na ra da Cadeia do Re-
cie n. 7, loja de Antonio Lopes Pereira
de Moli & C, muito boa cera de carnau-
ba cherjada ltimamente do Aracalv pelo
prerode I Ojeada urna arroibaa dilieiro
a vista ; na iinsmc loja lia um completo
Para luto. O
Camisinlias, manguitos e gollinhas
"S3
fi? proprias para luto, equesevendem .
por barato prego : na loja de Leite, @i
^l Arthur &. C. ra do Queimado n. 10. ja
Aviso.
Na ra da Cruz .n. f> 1, primoiro andar,
sala de barbeiro, vendem-se bichas, tanto
aos centos como a retalho, mais barato do
que cm outra parte, e alugam-se ; advertiu-
do que sao clicgadas no ultimo vapor da
Europa.
Farinha de man-
dioca e saceos de um
dqeire copulado.
No armazem de liosas & Irmao, no
boceo da Madre de Dcos tem para vender
muilo boa e superior farinha saceos
grande por preco muilo mdico.
cudan,
ntes que e acabe.
le tro ja bem condecidos nesta praca
chegados ltimamente do Ko tic Janeiro
da labrica de Jos de Carvalbo Pinto &
Companhia.
^ Cabos sortidos da Kussia, Ca- ;;
:.':'i. 10 e Manilba.
Lonas da Kussia, brins c brin-
zoes.
Cobree metal para forro com
prego.
Oleo de linliaca c Velas stcaii-
nas.
Cstanlio em barrinlias, Bar-
rilha.
Vinlios finos de Moselle e Joan-
msberg espumoso, e de Borileux
.;';. I nupiarlolai.
' C. J. ASTLEV& C.
S

(iroidenaplc prclo encorpado da
Dito dio lavr.ido .....
Silln preto vtrdadeiro ma.-.ia
13800 o covado, dito preto' a 1;600, I38OO a Sarja preta verdadera lieipanholt
23, manas pretas de fil bordadas a 9 e 123,. N o'Miaoa p,eia larRa, par. ba-
linas ........
lina prtta e de core par ca-
-aaqus, covado
113, ditos de touquim bordados a 203,
chapelinhas para senhora muito boa fazen- : ye|'^
da a 14?. chales de merino bordados a 6c, 8 |)Ta
der-se por prego mais commodo do que
13700 2J800 em outr' qu'quer parte, as seguintes miu-
2;2U0 B 23600:dezas : t ,
238OO d S3800; L3a para bordar muito boa a 7 e a 89 a libra
" Botes de velludo para casaveqae.
13800
: Ditos de linho.
mcasa de Henry Brunn & C. ra
da Cruz n. 10 vende-se :
Cemento romano.
Cognac em em\as de 1 duzia.
Cadeirus de vime.
{]m grande soi timento de tocadores.
Retratos a oleo para sala de jantar.
Kspelbocom moldura.
Pianos dos melliores fabricados em llam-
burgo.
ICmcasadeUabeSchmcttau ^Companhia,
'ra da Cadeia n. 37, veudem-seolegante
pianosdo afamadofaburante Traumann
da llambu rto
1ECA1ISI0 FAIA SIfil
e
cortes do cambraia de salpicos a 53600, ditos
de seda pretos muito superiores 803 a 903,
chales de merino pretos a 43. Iengos de re-
troz a 2.3, chapeos de sol de seda superiores
a 105, ditos a 73, ditos de pello francezes 7s
a 8c, chapeos de lebre a 68500, ditos de fel-
tro linos a 53500, ditos do feltro enfeitados
para menino superior fazenda a 53500, cor-
les de casemira bordados a m.'iOO, ditos lisos
a 4c, cortes de bnm de linho a 23500, ditos
a 23800. ditos de meia casemira a 2c800, ca-
misas francezas brancas de linho a 49500,
ditas de m.dapoliio finas a 23400, 23500 e 33,
ditas de cores a 2-3500, ditas de mosqueteiro
a ic, musselinas brancas a 320 rs. o covado,
ditas de cor a .120, 360 e 400 rs. o covado
muito linas, chita franceza muito superior
a uso, 320 e 360 o covado, ceroulas de linho
muito linas a :!-. guardanapos brancos a 33
a duzia, luvas de lio de Escocia a 900 rs. o
par, muito boa fazenda, flanela branca a
480 o covado, ditas de cores muito finas a
900 rs., gravatas de retroz a 23, ditas de se-
tim bordadas a 33, ditas de seda a 600, 800 e
13 cada urna, cortes de seda branca com lis-
tras azucs asselinadas a 203 o corte, cam-
braia de salpicos muito lina a 900 rs a vara,
lil de linho liso a (io a vara,.dito bordado
a IcioO a vara, meias de seda brancas i- e
03, boa fazenda. ditas pretas 49, Iengos de
seda para homcm a 2.3, ganga de cor a 300 o
560 rs., bombazina a 13400 o covado, panno
lino preto a 3-3, 3500, 3500, 53500, 7 e 83.
dito cor de cate a 39 o covado. dito azul 39
a 5.-500 o covado, casemiras pretas a 23200
g. ate 43 o covado, damasco de 13a de duas lar-
w j guras a 23800 o covado, dito estreito a 80o
rs velbutina preta e de cores a 750 o cova-
do, velludo preto a 63 o eovario, brim bran-
co de linho a 13200. I35OO e 23 a vara, gra-
vatas com um annel por SfSOO, meias bran-
cas para homem muilo finas a 73, 8 e 103 a
duzia, cassas francezas muito linas a 480,
560 e 600 rs. a vara, collarinbos braucos a
220 cada um, Iengos de labyrinlho a 13, pa-
litos de panno, deeasemira c de alpaca, pre-
tos e de cores, caigas de casemira o colleles
de gorguraode seda, tudo muito bem feito
e para diversos pregos, sarja preta para for-
ro a 13200 o covado, cortes de colleles de
casemira bordados a 5c, ditos de gorgurSo
de seda a 3c800, c muitas mais fazendas que
n5o he possivel aqui fazer mengao dcllas
pelas multas variedades que se encontram
aqui neste estabeleciment : quem quizer
vcuba ver c traga dinheiro, que nao vai sem
fazenda barata.
600 D
750
13500

3
3500
s 43000
9
9
29OOO
NA FUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W. BOWMAN.nA
RA DO BRUM, PASSANDOO OIA-
FARIZ.
hasemprc um grando sortimenlo dos se-
guintes ohjoctos de mecanismos proprios
para engenhos, a saber : moendas o meias
Aracaty, para lisiar contas bem como obras '"has mulatinhas muito lindas de 2 e 4 an-
de labyrinlho, bicos, rendas etc.: na roa nos, e I muala de opima figura, engomma
da Cadeia do Kerife primro andar n, 60.
8ellins e relegios.
[SEI.I.INS ellCI.Oi.ll):- de patete
[inglez : a venda no armaztm de
iKosIronltooker & Companhia, (-
qoin;i lo largo do Corpo Sautoon- tllr,!. .
mero 48.
alguma cousa, cuzinba, lava, cosechaos he
de todo o servigo de casa e ra : na ra es-
treila do Rosario n. 25.
?" Veudcm-se por commodo prego os se-
guintes objectos. proprios para aquelles que
se applicam aos esludos das scicncias na-
nua do Crespo n. 12.
Vnde-se alcatifa muito larga, e propria
pan igreja a 23000 o covado.
Pechineha.
Vendem-se bonecas de chorar de todos os
tamaitos, tanto a retalho como cm porgSo,
poi prego muito barato : no deponto da ra
de Francisco n. 6.
Vende-se urna carroga em bom estado,
ccom um boi, por prego commodo : na ra
do Collegio n. 5, se dir com quem ha de
tratar-se.
Vende-sa urna armagao nova de ama-
relli, envernisada e envidragada, feita a mo-
derna, propria para calgado ou fazendas :
quem pretender, dirija-se a ra do Crespo,
loja n. I A, quo achara com quem tratar.
farinha
d'agua do Mara-
nhao,
Vundose no becco da Lingoela n. 2.
Quem quizer barato, lie
para acabar, v ra
do oueimudo u. 57,
loj? de portas, que se vende folar de seda
de .madros a tio o covado, sarja preta para
forro a 13200 o covado, capas de borracha
mulo boas a 93000.
Vende-se toucinho novo vindo|de Lis-
bou pelo brigue Relmpago, em barris do 2
arrobas, assim como linguteas novas vin-las
no mesmo navio, em barris de urna arroba,
por prego commodo : quem quizor comprai
'ut.'iida-si; com I''rancelinn Izidoro Leal &
C no largo'de S. Pedro n. *.
Veudem-se barris de 3.-, *. c 5-, gi-
gos o quartolas, que foram de azeite de pei-
xo : para ver, no becco do Carioca, arma-
zem da lliiminagSo, e para tratar, no caes
do liamos n. t.
V-n lem-se ovas de camorim muito
Irescacs a >^ o par : na ra do Dueimado,
loja II 27.
Vende-se urna cama de armacao,
ile oleo, e lastro depalhinha quaai no-
xa : na i na do LMamenlo n. 27, primei-
ro andar.
/Saceos eom superior fa-
rinha
Vende Antonio I.uiz de Olivciru AzcvcSo,
no leu armazem, ra do Vigano d. 23,
jPariufia de mandioca,
a melhor que ha no mercado ; vende-se no
Rec fe, armazem da ra da Cruz n. 13.
Attencao.
Vende-se loperior farinha de mandioca, e
niai, barato do que em outra parte : na ra
do \iueimado, loja de ferragens n. 14.
Cabriolet.
Vende-se um bom cabriolet de coberta :
na ra Nova n. 61.
1.' Um microscopio, cuja potencia moslra
perfeitamente os glbulos do sangue e do
leite, completamente preparada, e com va-
rias importantes amostras.
2.- 600 amostras escolbulas de minerlo-
go o geologa, com urna boa caixa para
guarda-las.
3." Urna boa caixa de reagentes chimlcos
com os competentes copos para analyses e
alguns ouiros objectos.
4.- Uncosmorama com bellas vistas das
principaes cidades da Europa : a tratar na
botica de Luiz Pedro das NevBS.
BSCRAV0S.
Vendem-se escravos de anijics os sexos: no
escriplorio de lraga & \nltnes, ra da Ma-
dre de Dos n. 3, ririmeiro andar.
BOMBAS.
Vendem-se bombas japy de varios tama-
itos, com canos e mais parlonces ; no ater-
ro da Koa-Vista n 6.
O BUDGET
DO
Ataba de chegar de l'aris LE BUD-
GET DI BBASIL OU BECHERCHES SLR
LES RESSOURCES UE CET EHPIRE,
DANS LEURS RAPPORTS AVEC LES IN-
TERETS EUROPEENS 1)1 COMHERCE
E DE L'EMIGBATION, pelo conde Au-
gusto Vander Straten-Ponthaz, 3 volumes
em 8.- Irancez, com diversa cartas e re-
talos das principaes persormgens e pro-
vincias do imperio. Esta obra he a que
mais convem aos senhores acadmicos do
quintoannoda Faculdade dedireilo, pelo
bem que desenvolve lodas as questoes do
direito administrativo. Vende-se na li-
vraiia ns. (i e 8 da Praca da Independen-
cia por 10.S000.
Cera de carnau-
ba esebo refinado.
Domingos R. Andrade & C, com deposito
no largo da Assembla n. 9. fazem scientes
aos Srs. fabricantes de velas, o a quem mais
interessar possa, quo esto resolvidos a
vender tanto um como outro artigo por me-
nos prego que em outra qualquer parte,
alem do que deixam escolher tanto sacco
como barrica no completo sortimenlo que
presentemente tem.
Na nova loja do sobrado amarello, na ra l* !
do Crespo n. 14. acaba-se de receber um op-! m(,enf as^da mais moderna construegao ; ta-
timo sortimenlo de fazen las cm direitura, c ,.e/crrfund.,u0 e batido, de superior
como sejam : cassas com listras assetinadas "Jua'oade e de todos os lmannos ; rodas
aOOrs. ocovado, padrOes os mais moder- ''onladaspara agua ou animaos, de todas as
proporgOes; crivos e bocea de fornalha e
registros de boeiro, aguilhoes, bronzes, pa-
rafusos e cavilhOcs, moinhos de mandioca,
etc. etc.
NA MESMA FUNDICAO,
seexecutam toaas asencommendas coa a
superioridado ja conbecida com a devida
presteza p enm odidade em preco
nos que tem apparecido nest^ genero, len-
cos de cambraia de linho bordados para nol-
vas a 83 cada um, ditos de bretanha com
cercaduras de cor a 23500 a duzia, meias de
cor pa>a homem a I56OO a duzia, chales de
merino de cores a 49500, meias casomiras
proprias para palitos a 800 rs. o covado, cor-
les de colletes do velludo os mais ricos e
modernos a 83, tapetes ricos para sof a 139,
colchas de fustSo para cama a 53500, e ou-
tras muitas fazendas de bom gosto, que se
venderSo por menos que em qualquer ou-
tra parte ; a vista faz f.
* ."'.'. *% .V.
Vestidos c<
?Vft!

?3
baba-
dos a 7#000. |
Vendem-se vestidos de cambraia de .<>.
cor lina com tres o quatro ordena de 8
bados pelo barato prego de 7i?000 : Q*
loja da ra do (Jucimado n. 10
.-. ... ... ... .-. ...
Superior fari-
nha.
A bordo da garopeira Estrella d'Alva existe
um resto desta superior farinha, para aca-
bar vende-se por barato prego: trala-se
com Anlonio Luiz de Oliveira Azcvcdo, no
seu escriplorio, ra da Cruz 11. 1.
2 Cortes de vestidos
1 a 2^000 I
3 Vendem-se cortes de vestidos de S
.->. fazenda matizada, escura, com lar- .-'"
^ gura de palmos, c com 10 covados, J*f
' pelo barato prego de 2} na loja da 9
^ ra do Queimado n. 10. 0
Vende-se urna mulatinha de 16 annos,
pouco mais 011 menos, de bonita figura, sem
vicios nem achaques, com algumas habili-
dades : na ra da Cruz ao p do ctiafariz,
em casa de Manuel Joaquim Seve.
Superior oleo de ricino em latas de 30
libras, vende Prxedes da Silva CusmSo, em
seu escriplorio no caes do llamos n 1.
relogios de pa-
tente
inglezesdc ouro, desabnele c de vidro:
vendem-sea precorazoavel, em casado
Augusto Cesar de Abreu, na ruada Ca-
deia do Kecilc. armazem n. .".
Carros.
G. ADOLPHO BORGEAOI.
Tem uns poneos de carros de rodas
grandes e peipienos muito bons, com
lions arreios e vende por preco commodo
por ter urna vi.igem a lazer, vende tam-
bem boas parellias ae cavallos e cavallo
para cabriole! : na ra Nova 11. 61.
Espingardas tronxudas.
Vende-so muilo bonito sortimonto de es-
pingardas de 2 canos tronxadas, finas e
grossas, e tambem de 1 cano tronxada, di-
tas sem sor tronxadas muito finas, vendem-
se tambem espoletas para as mesmas nova
invengan, tudo por prego muito commodo :
na ra Nova n 20.
Velas.
Vendem-se volas de composigSo, em cai-
xa s de 25 libras, apregos commodos; na
ra da Cruz n. 49.
Alpaka prcla lina de
Mantas de lilond, prelas e brancas,
bordadas ......
Los pretos de seda bordados .
Meias de seda prcla de peso, para
seohnra ,
Luvas de seda prcla de todas as
qualidades para seDhora ho-
mem .......
Pao preto muilo fino.prova de li-
mlo de .......
Caiemira prela selim de .
Cotias de catemira prela e de cor,
bordados .......
Corles de dita preta ....
Corlesdecolelcs de dita dita bordados
Chapeos prelosfrancezene moderno
Gravatas prelas de selim e gorgo-
ree de varios feilios .
Chapeos de sol de seda para lio-
niem e senhoia .....
Manguitos bordados para senhora .
Tiras bordadas muilo linas .
I Gulinhas de cambraia bordadas
! Palitos de alpaka prela muito liu?,
forrados .......
Gndolas de alpaka prela de co-
res .........
Palitos de alpaka prela .
Ditos de argentina de cores escuras
turrados .......
Dilos de alpaka de cores
Hilos de fu-lio asselioados.e gan-
ea de cor .....
Hilos de brim pardo e bretanha de
linho ,.......
Ricos corles de seda branca a pe-
kim, o mais superior possivel .
Corles de vestidos de varias fazen-
das de seda par.i meninas .
Sarja branca lavrada para vestido,
covado ........
Gorzurao de seda braneo.'com rama-
Lindos cortes de vestidos de seda da
er, corte........
Grosdenaples de cores, e branco su-
perior, covado ......
Dito diio com 4 palmos para for-
ro, covado ...... ,
Belleza da China, fazenda loda de
seda ........
Diana de seda lavrada, covado
fular de Pars, de seda com vistas
matisadas, covado ...
Selim da Escocia lavrado par vesti-
do, covado .......
Cuites de vestidos de cambraia de
esda bordados ao lado .
Cambraias orsaodis maliada.cnvado
Cassas francezas finas de cr.vara .
Chitas francezas de cores.covado .
Ditas dilas, covado .....
Itiscado Irancez de qnadros e lisias,
covado* ........
Mussuliua de cor e branca, covado
Urilhanlinlia branca, ramagim lar-
ca,covado .....
Pulceiras de velludo, froeo a fila .
Popelina de seda com llores matisa-
das, covado ......
liare-.' de seda com quadros e lisias
covado ........
Sadas de qoadrinhos e lisias,cnv.nlo
Gorgurao de seda de llores, de lindos
padroes, covado .....
Mauritania de seda com 4 1|2 palmos
de larsura, covado ....
Frondeliua de seda transparente,
covado .......
Chiles de merino com franja de 13a
Hilos de dilo com franja de seda .
Hilas de dilo dilo eom dita de seda e
(islas .......
Ditos ditos bordados a seda .
hilos dilo dilo em 2 ponas. .
Ditos dilo dito a velludo .
hilos de seda de cores, superiores.
Lencos de cambraia fiuos com labe-
rvnlo.........
Luvas de stda de cores, lisas e bor-
dadas para senhora .... 9
Grvalas de selim de cor e prelas ,
romp das .......
Passando o becco da Conaresa^o, do lado direilo
a qoarla leja de tres portas com rotlasbraueas, u.
D,i-sf amoslras com pinhor
Ditos de seda e de outras muitas qualidades,
Franjas de linho paracasaveque.
Ditas de seda dem.
Ditas de algodao com bolota e sem ella pira
cortinado.
Toalhas de algodSo e de linho para mesa.
Pentes de tartaruga a imperatriz.
Toucadores grandes para sala os mais mo-
deros.
Transparentes para janellas.
Temos de bandejas finas de muito bom
31000 78500' gosto.
25000 b itoOO papel de muito bom gosto para forrrselas.
- l rasqueiras com seus competentes perten-
5j>300 ces PrPrios P viagem.
b 63OOO Chicotes de muito bom gosto.
"3500 Assim como muitas perfumaras, e outros
1 muitos objectos, que a vista dos freguezes
9 i se far todo negocio : a elles, antes que se
acabein.
Vende-se um cabriolet muito forte,
coberto e em bom estado : a tratar na boti-
. ;,)rt, ca de Luiz Pedro das Neves.
PADARIA E TABERN4 A VENO.
Vende-se a padaria da povoagSo do Mon-
teiro denominadaAmorime a taberna an-
11 :.?ooo nexa a mesma padaria, cojos estabelecimen-
i tgooo tos acbam-so respectiva e precisamente
1 vkvi' monlados, olTerece mais a vantagem de ter
" iJ00 *s mesmas propriedades urna boa casa de
viven la com sitio plantado .de excellentes
fruteirasquesealuga conjuntamente as ca-
sas dos dousestabelecimentos ; quem pre-
tender pode dirigir-se a ra do Amorim n.
43 a tratar com Travassos Jnior & C.
?&ex dpS
*.
i) 1500
l100
1;I00
B 19000


8310
b 9J-20
5180
9
B 19IO0
i> leoo
t, se:>o
850
19500
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B (ijOOO
79000
89500
b113000
BlsOO
/
1(900
11
Dos premios da sexta parte daterceira lotera a beneficio do Hospital Pedro Segundo
extrahidaa 1 de Maio de 1858.
Fugio no dia 3 de abril do corrente
anno, urna escrava de nagSo Costa, bastan-
19500 te alta, dontes grandes e cangulaios, urna
venta Tarada com coraes, bragos grossos,
>309000 com urna argola de laLSo e outra de buzo,
>Nion i ^s ',,st,nle chatos e grandes, candas com-
-***' pridas com urna marca de ferida, levou ves-
t I9G00 ilo de cnila ainilado, ropinbo ja velho. saia
preta de chita : pede-se as autoridades po-
liches o a quem a encontrar queira trazer
ao becco 0o Veras n. 20, que ser recom-
pensado.
Escrava fgida.
No dia 26 de abril ausentou-se da casa de
seu senhor a escrava I'lonnda, criuula, ida-
de 28 annos, pouco mais ou menos, estatura
regular, cheia do corpo, a qual tem por cos-
tume embriagar-se, levou vestido de cbita
cor de rosa, e panno lino, assim como urna
trouxioba com roupa, sendo 3 vestidos de
chita novos e 3 camisas de algodSo ; esta
preta esteve ltimamente cm casa do Sr.
Manoel Custodio, em S. Amaro, aonde a
mesma prela tem urna lilba forra : roga-se
a qualquer pessoa, capitSo de campo, ou
mesmo as autoridades policiaes, que della
derem noticia, ouapegarem, leva-la ao a-
terro da Boa-Vista n. 57, que serao recom-
pensados.
Desappareceu no dia" 28 de margo do
corrente anno, um escravo Hocambique, de
nome Cesar, idade, pouco ma,s ou menos,
de 45 annos, he carreiro, um pouco baixo,
secco, pernas e bragos finos, ps pequeos,
nariz chato, bocea regular, alguma barba,
fuma cachimbo, o qual sempre o conduz no
coes da caiga, levou camisa de algodSo bran-
co e caiga de dito com lista azul, chapeo de
couro ja velho : este escravo foi dos berdei-
ros de Caetano Pereira Gongalves da Cunha
c muito conhecido por todo este mato e al-
guns engenhos: quem o pegarconduza-o
a ra do Trapiche n. 8, ou a ra Augusta n.
19, que generosamente ser gratificado;
descoulia-se estar acoutado em alguma casa
ahi pelo mato, desde ja declara-so, que se
protesta contra o acoutador com as penas
da le.
NS. PIIEMS.
1
GMHDE ESTABELECHESTO
DE
PIANOS FORTES.
Ifna Nova n. 27, esquina da Ciniboa do Carmo,
nico deposito do Carlos Seheel & W.
Sassenboif.
Neste bom conheciJo esbelecimento sempre achar-se-ha os mais ricos, lindos, fortes
e bellos pianos ate boje condecidos dos afamados fabricantes
Carlos Seheel & W. Sassenhoff
os quaes tem sido muitas ve/es premiados as exposicGea da F.uropa.e os primciros sendo
ascolhidos pelo joven Arllur Virol^ao, para seus concortos quando se acliou ncsla cidade.
VendeD-Seestes pianos debaixo le toia garanta, afiangando nSose mu larem, como
todos os mais que tem vindo a este meicido, sendo a conslrucgao a mais moderna e for-
tissima, ten'.o o leclado a c laslicidado desejada, e o exterior a maior elegancia.
Na mesma casa concerla-so e alina-se com porleigao os mesmos instrumentos.
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