Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07894


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Full Text


4HM XXXIII N. 271
Por 3 mezes adiantados 4,$000.
Por 3 mezes vencidos 4#500.
SABBADO 28 DE NOVEMBRO DE 1857
Por anuo adiantado 13*000.
Porte franco para o subscriptor.
KJIC4HRKAU8 DA SIBSCR.IPCA'0 DO NORTE.
Parahiba.nSr. Julio Radolplio Gomes Natal, o Sr. Jnaqum
Jl"* ."ereira Jnior ; Arac-ly, o Sr. A. de Lemol Braga ;
Lear, o Sr. J. Juse de Oliveira ; Maranho, o Sr. Jos Teixeira
de Mello ; Piauhy, o-Sr. Jus J.iaquim Avellino
Justino I. Ramos
FAHTIDA DOS COaiKlOt.
Para,
Araasonas, o Sr. Jeronjmo da Cosa.
Ollnile : tojos 01 dias, n c ai,-,,, horas .lo .!!..
tanraw. '" |..i,n,.: a, ./u,i r .-',,,,.
, lul.o, lletcrr,is, lliMiilj, Cmara', Allinlu. c (lurunli.l.is aa una f,.r
Cibo, Ipujuca, Sciinlieio, Kio tormusu L*
cnlfraa e INaUl ; quiniaa-f.-irai-*.
>Tedt us corre,.... parten M 10 horas da manr.*
ii-s .j.irlJH-r.Mf.i..
Ujireirus, Agua-Prea, Pi-
t m km*miA* TwaoNA da carnal. muniDU do mkz de novemboT
Pn..n ..r. 1. .i WDdu ,_,......fc |p.In., .,,, ,,"Z^"""'-
PARTS 0PF1GI AL
MINISTERIO DA FAZENDA.
Expedient dodia 12 de oulubro.
A' tli-auu ra de l'ariumnuco Bernar-
do 4e Sojzi F ano, presi lenle do t-ibuual
do thesojri) nacional, participa ao Sr ins-
'iganda tara do elvel : uan. ubbado. ao maia dia.
A mesma, que o dito tribunal, inJelirindo o re-
curso de Levard Ouiol e C, resolved que os pentes
de chifre enfullados de metal dourado, que fazcm
objecto do recurso, sojam despachados por fac-
tura.
- 31
Circular.Bernardo de Souza Franco, presiden-
Segunda a 1 noca e 42 minuto, da manhaa.
pector iU th-s Hira' a da f-izcida <1* provio- i ledo tribunal do lliesouro nacional, ordena uos Srs.
ca da Pe inmune >, de cO'iforrnl.la le CJ n
o /isa do ministerio da ruarinha de 3 do
orreote, que foi oes, data diuermnido,
un solugao as duvi las aoresentudas pelo
eo.-iiman lante da estacSo naval da mes na
provincia stbio a execu?5o das lab tilas*
queso refere o decreto n. 1,921 di ti de
abril ultimo, regulan lo o forneci nento de
viveros e de muiiicna inw e de guerra
aos navios da arnvda, que o dos bngues
barcas sr-ja feito conforme o das corvetas de
segn ia or lem ; bem co no qua naquelles
favios onde em uid< s6 bitacula baja a duas
lanlernas, sede despez lo mais uina luz de
ozeite doce, p na tabella n. 7, observacSo quinta ; prati
cando-se islo nicamente durante o lempo
ero que taes navios and ruin vela.
-13-
Circular -llirnardo de Souza Franco.prc-
si lente do tribunal do thesouro nacional,
declara aos 5rs. inapecto etd s t.hesoura< ias
para sua inteligencia e para o fazerem cons-
tar quera couvier, qua em viriude do art
46 do dre eto o. I.9I de -8 de margo il-ste
anno, d-vom re.iutar-se JecisOe^ ds inspec-
tores das alf ndegas, paras? dtnittir recur-
so autori Ja le administrativa superior, as
proferidas nos casos do art 6 do decreto n
'Mi de 17 de novembro de I (t 4, arl. I 6
do decreto n 68 d.i 30 de julno de I8i>0.
quandooio houver manira absoluta de vo-
tos dos enipreg-dns e peritos oa praticus do
commercio,explicados assio o art adoc-
tado dicreto de 1850, e art. 8 do de 1814, a
que se refere a portara de ilO d junbo de
1850.
-- A directo'ia dis rends publicas. Unja
V. s de declarar ao administrador da rec i-
bo loria, em solucilo a duvi la proposia e n
seu cilicio n. I"9de'2 de setembro prxi-
mo lindo, qua os escrves d a 'pc-llaco e
os do co ninercio dev^rn pigar o im insto de
patente do rcgulamento de 15 de j uri.io d
8i4. anda que fincconein em eniiiiosdo
ustado, e por maioria de ra/.Ho quando por
este forem alugados paia as rejirticSes e
tribun.es.
-- A' "Ifandega.Comm'jnico n V. s que
foi indeferiJo o requeMmento de Jos Miz
S'mpaio C isla,red.mando conlri a laraqu
Ihe quer dar essa alian l-*gi em um despa-
cho 'de 100 vi Iros de sulpbato du quinina,
sobre que V S. informou em dtale 2 do
correte, por qua uto a alfa'lega proc de de
conformi la le com a verdalcira intolligmeia
do art. 1.5H tara de 40 por cent, quando como no caao
prseme, vem em vi iros que compoitm a'c]
urna libra de li^ui 1o ; cump indo todav. i
que se leve igualmene em coii'a a tara usa-
da para as barricas, caixas uj latas, sempre
que os vidros djsio ou lo qualquar outro
producto vierem acondicionados dentro de
qualquer desses envidlorios.
-16-
rircular.Re nardo de Souza Krmcj, pre-
sidente lo tribunal do tnesou>o aaciooal,
tendo em vista representacJ qm Ihe di
rigi Jeronlno Moreira da Silva, negociante
desta praca, sobre o despacho de dragonas
para olliciaes, e ouvin Jo a semelh.nte res-
peilo a etrimissiln uomeada p>ra propor as
alteracOes que forera neceisari'S a nova ta-
rifa, declara aos Srs. inspectores d-s Iheson-
rarus de fazenda qu : serelh inte merca lo-
ria lev ser despachada por factura com di-
re.itos de 30 por cento ad v.ilorem.
A thesoura Souza F anco presidente do tribunal do
thesouro nacional, pnrticipa ao Sr, inspector
da thesouraria da Baha, que o m^smo tri-
bunal, i vista ado disposo na nota 141 d no-
va tarifa, nao deu provimento ao recurso,
que ac impannou o seu olcio n. 231 de I i
do ni z lindo inierposto por i.ex e Decos-
tord freres, da decisjo da dita the>ouraria.
confirmatoria da da alfandega que exilio no
despacho de 100 caixas com licor marrasqui-
no, alera de t-5 po cana la, mais 50 por cen-
to por vir elle engarrafado.
30
A alfandeg*, declarando que o tribunal do the-
souro induf.'i o o recurso de Frederick Manassal
Brandon a respeito de uina porcao de lilas de vel-
ludillio quo pretendia despachar por (aclara, visto
se adiar comprehendida seinelhante mercadoria no
art. 7o5 da tarifa.
privi fgios, liberdada, i.ence* rr.nqurz.e q0p
cumi.elirern aos olliciaes combaleote. de dosios
igo-es. r
S 2. PerceberAo o sold correspondente ao. sen.
po.lm, e na. diver.as ci: in.lancia. do ieu ervic .
ripecial a van(aa;eu. de mu Da I.bella junta ao
prpacnle plano.
S 3. A ua |imm";;l i te fara' l.gundo os princi-
pio. e-Uieleciiloa, ..u que se eslabelecerero para
tus oniciaes do eorpo da aimada, na parle .,ue for
applica.el eapecialidade de.ua pruli.-u.
Na ;i|.r.-.-i..<_.,, do tea mrito .ubsliiuir-ae-lia a
condic>i de valor uu bravura pela de coragem
augiie fro no desempenho dos devere. que Ihe.
sil., propno., e se aliend.ra' lamben a' bumaiiidad
com qoe Iratarem dos enfermo..
Arl, i. O rirurgiao-mr da armada, como cbtfe
do corpa de laude, .era' o pnmeiro raspousaveI pela
DIA* DA SEMANA
23 Segunda. S. Clemente p. m. S. Chrisogono ni
J ,|erC- s- J<>"0 da Crm c.; S. Felieidade m.
35Quatia. S. Calbarina v. m. ; S. Erasmoe Mercurio.
Quinia. S. Polro Aleandrinu b. m. ; 8. Dcllina v.
S7 Seita. S. Margarida de Sniioia v.
2 ?"bD"do s- Jc"bda Marca f. : Ss.Sa.thene. e Horlul.no.
2 Domingo. 1. do Advenio. S. Saturnino.
inspectores das tliesourarias de fazenda, que solici-
tein djs respectivos presidentes de provincia, a ex-
pedi(ao das convenientes ordens, para quu, ero e\-
ecucao do disposto no arl. 6- do citado decreto n.
413 de 10 dejunho de 1845, os escrives do jui-
zode priraeira inslancia edos trihunaes de segunda
remellam direcUtnenlo as mesillas thosourarias no i b a"A '^-~ a'""""" "'""*"' ?*'
mez de Janeiro prximo futuro, iroprelerbehiiente m.btar^7" '" '*,,,S da rep,r"a
Arl. 5. O cirufBiSo-mor.era' sobsliloido emana
Talla ou impedimento pelo cirurgiio mais graduado
de-iBoado pelo governo.
Arl. 6. llavera' om secretario do corpo de .ande
escolhnl i o'enlre o. cirnrgioe. da armada pelo cirur-
giao mor, que podera' ler hu- om amauueuie de
sua esculha, quando for aulori.ado pelo governo
Arl. 7. O secretario do corpo de saude lera' a
seu cargo o espediente, registros e asnenlamento.
do eorpo, o arranjo do retyectivo archivo, ludo
mais que for couceineute ao boro andamento do
ervico da secrelaria, e a correspondencia ollieial
do eirursiao-mr..
Arl. 8. O' cirurgies de esquadras e os de diviso
pnderau ser empregados nos hospilae. da marinha
cnnn pnmeiro. mlicos oa primeiros clrorkioe,
as ealacOe. navae. ou commandos de forc;a, como
cliefes do servico de saode. Em geral prestarse lo-
do o .ervi;n compaliv.el coro a >ua graduafao.
Art. 9. O' pnmeiro. e segundos cirurgies servi-
rHo nos hospilae., enfermaras, corpos, c.tabeltci-
menlo. e navios da armada.
A>l. 10. S lero cirurgia. o. navio, de goerra
cuja IciIhc.oi nao for menor de quareuta prafas. SJo
evcppluados, pnrm, desta reatricc,a'> oa oavio. em-
oue lica I Pr*a,,0, em cnimusOes espeeiaes, que absolula-
ele.ada a 10 por cento. a commissao de 0 por cen-! "uvo M'jan' 'eU b0r'10 UUl'U ** 0m f'Cul_
to -
relac/ies de todas as sniencas que liverem passado
em julgado no trimestre correnle de outubro a de-
zenibro, de que so lenta averbado o imposto de 2
por cento do valor das causas, alim de se proceder
na forma do mesino or. a arrecadacao do que
frdevido; e que os sobredilos cscrivaes de igual
modo pratiquem pelo que reipeita aos trimestres
seguimos, e .|uanlo as relacoes dos anteriores que
desde logo as ao organisamlo para remetieren, na
poca que Ibes fr declarada pelos senliores inspec-
tores, que procederao ulteriormente na conformida-
des da circular de 10 de maio de 1850, cuja execu-
cao Milica restrictamente recomroendada.
Aviso sobre o mesmo assumpio ao ministerio da
justica.
Ciicular.Bernardo de Sooza Franco, presiden-
te do tribunal do ihesou.-o nacional, attundendo as
diversas reclamasoes que se lem feilo, e usando da
aulurisac.io da le numero 342 de 2!) de novembro
de 1841, arl. lOgierceiro, declara aos sniores
inspectores das thesourarias da fazenda,
que pela cobranca judicial da divida activa per- Arl. II Nenhom eirurgijo embarcar.' em navio
cubum os empregados do juizo dos fuitos da fazen- co'" romniandanle seja de p, t-nte inferior a' sua.
da, pela ordem circular numero Sude 3i de ou-
lubjo de 1843, e inslrucces numoro 113 de 28 de
abril de 1851 art. 12.
FflLHETIH,
NIOLAI FLVUEL
Por Pedbo Berand.
MINISTERIO A MAUINIIA.
l)e-relo n. 1,981 de 90 as .eterubro de 18r.7.
Altera o plae a qu- ,e r-fere o decrelo n. 7:19 de
H> de novembro de 18), sobre a orgausacAo do
corpo da s.mrie da armada.
!Sa eoufo.midale do arl. da lei n. 8l:t de :tl>
le jullio do anuo prximo prelerilo, hei por bem
qoe o plauo a que se refere o decrelo n. 739 de ->j
de novembro de 18.J0, para a org-ni.acao do corpo
i. saude da armada.seja alterado segn lo o que com
e.te baua, a.iigna.io por Jas Antonio Sraiv,, do
neu conselho, ministro e secretario de estado dos
iieaocio. da inarinha, que assim o trolla entendido
t laja etecutar.
.^!"1''!? rtu K' *' Janeiro, em 30 de setembro de
leu/, db- da i" iep. n i.,,-,., e 1|(1 imperio.C.m a
rubrica de. Al. o Imperador.-Jo.e Auloni^ Sa-
rnivflai
Plano que altera o de 25 de novembi-o de
18o0, u (pie so refere o decreto de
lioje, sobre o corpo de saude da ar-
mada.
TITULO NICO.
uo corpo de saude, .ua .r.-aiiKacao e servir seral.
CAPITULO I. "
Ua orKani.arao.
Arl. I. o corpo da saude da aimada sera
posto do ciromies, pharmareulicos
conforme o .eguinle quadro :
SI. Um cirurgio-mr da armada, com a raan-
lo de mar e ..erra.
d.Sr!i,i!"UH *""''''" d squadra. cem a palenle
le iapil.i.1 ,1c Ir.iMl.
S 'I. Su cirorgie. de divisio, coro a i tenle de
capii.lu-icn.iil-.
S Vmle primeiros cirurgies, com a patate de
pruneirn lente.
S 5. Q trenla segundo, cirurgies, com a paten-
te'dt eiiundo-lriieiile.
S 6. Tres primeiros pharmacentico., com a gra-
duarlo de guarda marir-ha.
S Ste segundo, pharmacealico., com a m.ima
grailuaijau.
g 8. tina companliia de enfermeiras, compo.la de
um primeko-sargonto, um segundo-sargeulo, qua-
iru cabos de e.quadra 50 soldado..
Arl. |. Os primeiros eirurgies (amhem poderlo
ser empreeados por romminjo, como cheles do r-
TABCLLA~
vico de saude as e.lac,oe> navae., divi.es, oa
qualquer commamlo de lurra naval.
Art 13. Na. e.iafea navaes, geralmcnle em
Indo o commando da forja naval onde au luja um
chefe de servir,'! de >aude. servir', como delegado
do cirurgiao-mr, o cirurmao mai. graduado que
for designado pelo governo, oa chefe da esiacjo, ou
comman unie de forja.
Arl. 14. Ao cirurgiao mor na corte, e aos seu.
delegado, ou cli.fes do servido desaule na. pro-
vincia., ou fura do imperio, compelea direcrSo
in|iecc,,,i e li-Cah.ai;do profesional de todo o ser-
vicn de aaude no. bospilaes, enfermara-, e.labele-
ciiii- ni", e navio, da armada, debati da aulori la-
da do chefe militar, a quero estes navios estabele-
cimenlos esliverem subordinados.
Compele-llios outro.im regular a escala de servi-
do dos ulliciaes de saude que se acharem no di.lric-
lo de .ua immediata juri>dic(3o, a nume.ir.lo do.
que Ihes forem requisilaloa pelas autori ales mili
lares, para serem empregados onda eunvier.
Arl. 15. O cirurgiau-mor no esercicio de suas
aliribuices di.ciphnare. podera' pruder qualquer
ullicial do eorpo de saude unanle Ires dia. no m-
ximo, em alsum qu,niel ou hospital, e reprehen-
de-lo verbalmente, por ollicio, ou om ordem do
corpo.
Poder.' lambcm licenciar at oilo das quulquer
dos ditos olliciaes, nao exlando embarcado, ou ein-
pregado debaiio de orden, immediatas de outra au-
toridad*.
A mesms attriboi(3o, com a mesma clausula,
compele fora da corte aos delegado, do eirurgio-
mr, ou cheles do servido de saude a respeito do.
eirurgiOts que te acharem >ob sua immediala aoto-
ridade.
A'l. 16. O governo s completara' o qoadro dos
llinaet do corpo de saude quando for isso eligido
pelas necesidades do .ervic<>.
CAPITULO II.
Dos ptiarmaceulieos.
Arl. 17. Para a admioio dos ph.rmaceoticos sSo
necesaria, as mesmas condc.es do arl. -2., em re-
I cao arle e a' individoalidade do candidato.
Arl. 18. Os prlmeiro. e segundos pharmaceuli-
rn. pudente obter a Rr.ilu.c.io de seguiido-leuanle,
depon de qualro anuos de embarque, ou de oito
annos de servico nos ho.piaes.
Os primeros pdenlo ser promovidos graduarlo
immediala de primeiro-lenenle, depoi. de oilo an-
nos de s.rvic,o no posto anterior a bordo dos nanos
da armada, ou da deiesei. anuos nos hoipilae..
CNCASKKbADOS Da SDB0CB1U OU 4CL
Alagoas, o Sr. Oaudioo Faleio Da. ; Baha, o Sr. D. Irania
lo da Janeiro, o Sr. Joao Partir Marlios.
EM PERNAMBl'CO.
O proprialarlo do DA SJO Manoel rigueiroa d. P.rl. a roa
i'xr.ru, praca di Independroeit o. a e 8.
Arl. 19. Os pharraaceuticos servir, nos hosoilao
e enfermaras da armada, e no. navio, da guerra,
de crvela de primeira ordem para cima. A encp-
elo do arl. 10 he applicavel au. servicios ios phar-
maceoticos em navios a que nao corre.poude esli
praja.
Arl. 20. 0< pharmacealico. perceberao os ven-
cimeulos, uralilicarOas e vdutageus currespoudeute.
a tabella junla.
Arl. 21, O. pharmaceulicos ter3o direili a' re-
forma quando conlarem mai. de vmle cinco an-
nos de servico, e se acharem impostibililados de
continuar nelle.
CAPITULO III.
l)u. enferineiro..
Arl. A companhia do. enfarmeiros lera' o seo
qoariel no ho.pn.,1 de marinha da corte, fiera',
como a. prac,.s deste estaiielecimrnlo, sob a admi
nisic c'u e ordens imro.dialas du respectivo direc-
tor, qoe propora' a cirorgiao-mor os que dev?ru
ser nomeados para embarcar.
Arl. 23. Os enfarmeiros serao classifiradof em
enfei melros-inres, enfermeiro. ajudantcs de en-
femeiroa.
O. enfermeiros-mores terao a gradaa;ao de se-
gundo sargento, e os enferioeiros de cabo de es-
quadra.
Os enfermeiro. e ajudanles lerao accesso de ca-
tegora e graduado correspondente sua praca.
quando se tornarem mure redore., pelo seu zelo,
aclividade e ca i a Je no desempeuho dos seus de-
vere..
Art. 2i. Os enfermeiros-ir.res e enfermeiro. se-
rio propo.lv. pelo director do lio-pial de mariuha
da corte, e approva los pelo clrurgiao-mr.
OsofJlciaes inferiores da a Irniu-liac-io da com-
panhia s-_rao Horneados pelo director do hospital.
Arl. 25. Para ser enfermeiro-miir exige-se >a-
bar ler e escrever, as qualro operar/ies de anlhine-
lica, as particularidades du servifo de enfermero,
e nomenclatura do material do. hospitaes ambu-
lancias.
A'l. 20. Os enfermeiros-mores, enfermeiro. e
ajudanles de enfermeiros pereebera, alem do. ven-
cimenlos de sollado do balalliao naval, a g.'.lilici-
(Ao quejitas lie marcada na tabella jaula.
Os ofli-iaes inferiores e cabos da a imini-lracto da
comp.nhia perceberao os mesmos vencimentu. que
tem uuar. piafa, no sobredi lo corpo.
A't. 27. A companhia de enfermeiros he declina-
da a forneeer as prarja. de-la cla.se aos ho.piaes,
enfermaras e navio, de nueira. O seu numero po-
d-ra' o exigirem.
C\P TU LO IV.
Uos alumno, pen.iuni.lag.
Arl. 23. Serao admilinlos no huspilal de mari-
nha da c re al seis alumno, pensionistas ordina-
rios, sendo quatro para o.ervicu de medicina e ci-
rurgia, duua para o de pharmacia ; bem como
tra. eitranumerarioa, do. qua.s dou. para o pn
meiro rviso, e um para o s-gundo.
Art 29. Para er admitlidu como alumno pensio-
nista requeras: 1\ appiovcao nos tres primeiros
anno. do curso medico, ou no primero auno du
corso de pliarmacia das la cu I I .de. da me nema do
Mperio ; 2-, ilte-tadu. de bon. coslumes, dado
p-ins respectivo, lenle..
> -nfiiim aluinnu sera' admlllido depois de appro
vado nn ojalarlo auno do curso medico, ou no se-
gundo d i !i .1 ni -ceuliro.
Arl. 30. O. alumuus peR.ionislas serao empa-
nados no hospital e botica, seguudo em reuulamen-
lo for nele minado.
Arl. 31. Os alumnos pensionistas ordinario, re.i-
dirao no hospital, e lerao urna gratificarlo igoal
a sold dos guardas inanuhas, cama, luz, e racao
de comi la.
SeiSo tratado", qoanlo adoecam, as enfermaria.
los olliciaes, se nao preferir.m curar-se em sua.
ta. que forem repruvado. em algum anno do carao
medico ou pbarmaceulico das faculdades de medi-
cina.
CAPITULO V.
Oispos'rdes diversas. *
Arl. 35. Se o serv;> da rmala exigir, em lem-
po de cu.rra, ou em circum.lancias eilr.urdina-
ria. maior numero d* farolt.livo. ua pharmacentl-
co. do que o fita lo no art. t o governo po lei em-
pr-gar lemporari-menle cirorg.f)e< e parmareuli-
c.s civis. daiid.i-lh-a o. veneimenlos vanlagens
dos segn to. cirurg-des e pharmaroulieo. milita-
ra. ; lavandu-.e-lhe. em coula o lempo que assim
serairem quando venbain a pertenec- ao quadro do
corpo de saode da armada.
Esia medida, porem, devera' re.sar logo que ces-
se a nerra.ida te que a livr determinado.
Arl. 36. O. acunes pnmei.os cirurgiS.s. qoe lem
a patente de capilo leneiUe, entrarn na categora
qoe llies corresponde pala presente orsaui-,.c,i do
corpo de sao le. as demais vagas serao preenchi-
das pelos eicurme. das clas.es inimedialameote
inf-niire. a quein a promoro conpelir.
Arl. 37. Coiitinuam ero via.ir as disposi(5s di
lei n. 866 de 13 de agmlo de 18J6, que faz eitea.i-
vo o ino ne-p'o da marinha ao. ofrlciaea de aaude,
e bem as.im do arl. 7. da lei n. 86 de 26 de e-
m"!"..'?^i0,C*,u'.per,,"rao 8r"nra'.lo e tembrn de 1839, na parle em que declara os mes-
ron, olliciaes comprehen.lidns na. disposiede. do al-
eara' de 1(1 de demliro de 1790.
mai. vanlagens que perceberem.
Os alumnos pniisiouslas exlraurdinarios entrara.,
na. vaga, quedeiiarem o. o.dioanos, secundo sua
iotelligenria, aplulo e bom cumporiamemo.
Arl. 3d. fcm ooaapooatji* 'o aunho qua e pres-
la a..a alumno, pensionista* ordinarios pan con lu -
depois.
Se, porm, linio o .obredilo praio de om ann
nao forero admitliJus nocoipo de saode, por lall.
de vagas de segundo cirorgiao ou pharroaceutico,
(carao isenlos da obligado que comrahiram qu.n
do peJiram e aceitaran) u lugar de alumno peu.iu-
oi.lu.
Art. 33. O. aloriiu u pensionislas que enlrarem
para o quadro do corpo de s.ude couia.ao para a
reforma o lempo que servirem nos ho.pia.s corno
"'^"u'p.rderao o .qgar os alumno, pensionis- de^57.^.,, Anm'^"^
Arl. ,1S. Os principio, de precedencia, prioridi-
de e oberdioaela entre os nfllciaa. do corpo de m-
de ero aelo da servic., meramenta disciplinar ad-
mi.n.lraliyo, ser.1i os mesmo que dnigem la*, re-
e
iscui-
10
qua
A'l. 39. No resal man!) qoe o rirorgiao-mr de-
ve siimneiler a approvacio do eaini-lro da marinha,
em virlude da rasponaubdi lade que Ihe he imposta
p-lo arl. i-, se declar ra' todas hs obrigac,8es dos
i.i -i.i-s e mai. pravas do eorpo de saode as diver-
sas r rcum.launa, de seu servido especial, e u o-oilo
por que es>e tarvieo se fara' nos hospitaes, e a bor-
do dos navio*.
Ari. 10. Picam revogada. todas as disposicoes em
contrario.
30 da setembro
em
va.
a que se refera o decreto desta data, sobre os vencimentos e vanUgeni que icam percebendo os olliciaes do corpo de saude da armada embarca
(jados na adtn.n.stracao e servico dos hospitaes e enfermarlos, ou qualquer commissao pela repartido da mantilla. 6 6uerra e de tranPorte, e os empre-
Corpo de saude da armada.
rom-
enfermeiros,
POSIOS.
Cirurgiao-mor .capnao de mar e guerral. .
(.'rorglao de e.quadra i^rapiao de fragata). .
l)ilo da divi.o (r-piao-lenenle).....'. .
rnmeiro rirurcio primeiru-lenenle .
SeKundo dilo(-esuu o lenle)........
I'rimeiro phima.-eulieo (seauudo lente). .
Segundo dito EuaMa-mariiiha;........
Alumnos pen-loni-la........... .
VENCIMENTOS E VANTAOENS DE EMBARCADOS EM NAVIOS ARMADOS EM
(iUEKKA OU EM THANSPOKTES.
I'encimenlo*.
Solduspur
mri.
1200000
965000
SljfOOO
(KiaiHio
42S000
3.&MJ0
Maiorias
Diez.
pe
7oroo
605000
.jllSOtKI
SUiOO
2J-() 2.JS000
1I5WK)
C md. na-
por dia.
33600
I^HK)
l2tit
9800
CKOi)
>\SII(I
3800
11- auli -,tMie-
pur m./.
2273000
1723000
167,-dXN)
li.JWOl)
IJ3OOO
7IB0II0
itirooo
1 antagciii.
Kares por
da
3aj00r.. ca
da urna.
2 idero.
- i lem.
2 dem.
2 dem.
2 dem,
2 dem.
Criado* por
mez.
2 a IO3OOO
1 dem.
i'i-in.
7;(i00
ideir..
dem,
idnn.
Cera por dia
2 vela..
1 11
1 x
2|3 de velas.
2,3
2,3
2,3 .
VENCIMENTOS DE SEKVICO EM TERRA.
.40.1 que tertirem nos hotditaes e as en/ermarias.
.Sil.* poi
me/.
12030(10
96.3000
89000
603000
438000
4-9000
363000
Maioria. poi
m.z.
70S000
(kl'lliM)
."(I-1MX)
.111.-'KM)
253000
.158000
II9OOO
Comedorias
por da.
2cl00
800
3600
3400
SiOO
JMoo
3*oo
Obsercares.
l,r^l'lir;icoe-
por mer.
144)1000
MKstMM)
II I9OUO
I0H9000
lili;-1,11
1018000
51 -100
4l>(KlO
Em outra qualquer
commisfao.
Sidos (o
iuej.
%-HIIO
S'clli II
60VUU0
129000
42-tKX)
369WW
*)
Vil.
I lamel perturbado pela, revelnrnes de Sara, nao
l'ii/.'ra reapparecer na luja de madama l'ernelle.
I npacieule por eamprir os desejo. de .ua amante e
de ser aeu c.mpanhajro, sea ap-.io, elle .e ding re
para sua pobre habitculo. II .vendo chegado, al.
prendera occultamente cintura um punhal, lendo
em vi-la os perig.is da riagem ; depois, leudo lirado
de um escondrijo as piucas pistola* que formavam
sua. economas Picara logo prometo para partir. O
111 iraxillioso tivru da magia na 1 fura esqaecido nem
Ido piuco algumis velhas reliqaus. Depui. de lia-
ver exploran lo c un om olhar .ea pequeo domici-
lio, Nicolao pen.oa qoe para desviar inelh .r as des-
conHan^a. prevenir o perigo qu* teria corrido apre-
sentanlo-.e c .ro traga de chrl.iao junto de urna Jo-
dia, devia adoptar lamb-m o veslaario da nacao pros-
cripta. Ceden 'o a -s-a iu.pirac^o, plaroel ia correr
a ca.a d* un volhi roirea lor, q ian to Eusl.qaio ap-
parec-u repentioamenta .liante delle. O sacri.iao
vira palear o seo joven roigo, e vmha simpl'.roen-
lo r-.oroli mi la 1, pela maneira gru.seira, porque o
deiiara daa. horas antes.
En dim. excliiiiuu l'iu.laquio com acento de et-
l.rotir.t^v.. o arrepeii tinnnto I te vollar Mas e.-
<|u ; un i-n i. le um inom.nlo de vivaeidade. Ama-
nhli sera > pub'icadi* os Innli... de leu casimenlo, e
ne.ie ni un-..! i elles e.lao allit.dos ,. porta da igreja.
II' 11 vi, diss* o sacrista^ cun nruolho, que sirvo
a*e OMOI arnigH, e ai sorprenJe-los, e adevinhar
sen* desejos.
Eo digni ateri.llo q-iiz al.-cir o amigo, mas
Nicolii ola ni 1 1 apenas para elle, e entregue ao.
eeu* pen*ainaulos, recuio dnndo-lhe com voz
urda :
Nao pos>> e mprehen ler soas palavras, aenlisr
Eii.laqo.o. Y.nc. a explicar em oatrs orca.iao ;
ma. agora estou ancioiu por .ahir.#.M a oulra
vida...
'Juar*. deix ir-me, ingral exc|amoo o saer s-
l.lo agarran brai;o de Nic l.i. BoliOOle a-
be* o que acabo di* f-/er para a la felicilade '.'
Va pira a inferno cnin o. .eus my.leri.n, di.se
Nienltn eusperado ptU insistencia da ollinosa per-
son geni.
E'l stop'faclo por ana apo.trnphe imndila da
parte de eu di-el pala, or nanamente brando e r.s-
pet"So oajo.a i-ole eiclamar :
D-sgrarido !
AdtM, enhar Eu*iaqoio, lo-noo Nianlo em
ouvi-lo. e dirigind.-.e para a p.rla ; rogue a Daos
pelo feliz xito de minha viaeem.
Na has de sabir, di.se o sacrist.lo culloeando-se
enire a pona e o im E adcvinlii'ido emlin a* inlennj-a de l-limel por
ver eu* pr-p iral vo-, elle acrcceulou ruin profunda
inii.711 -_ 1 i :
() Vid Diario o. 273.
CAPITULO II.
Das or ni .1.,...
Arl. 2. Niouem pudara' ser admillido como ci-
ru-, 1,11 nu qoadro du corpo de saude da armada e-
nSonopo.tode segundo-lenle, e sob as eondi-
50s seo.nul--
la Ser doiilor m medicina pelas facilidades do
imperio, ou por ellas letalmonte habililado.
2 Sor eida iao brasileiru, eslir no go.o dos direi-
lo. ruis e polticos, e ter meuus de trala anuos de
1 lade.
3 Ser bem morigerado.
4 Ter a nacessaria robustez e saode para n servi-
co naval.
Arl 3. O. olliciaes de saude da armada serio da
"senlha d.i gexen.n, e Humeados por decreto.
SI. Serau sojeilos a lodas a. regras e cundirOes
da disciplina militar, goiar.10 de toda, a* honra.,
U'nar madama l'r- nelle, e 110 momelo em
que... Nao o lera*, 1..0 he iinpo.tivel!
Acbeme. '. replicoo o e.eriplor ; meus mo-
melo, esiao contados. De mais, acrescenmu para
livrar-se do importuno, no fro de alguns instante*
het de aullar aqui para buscar lodo o que lenlu de
levar ; eni.io poderei ouvi-lo.
Terminadas esta, palavras, Nicolao e.capou da
maos do sacristn, e desapparec*o rpidamente ua
profundeza da aseada, com graude desespero do infe-
liz Eustaquio.
Seus momentos e.lao contados repeli elle do-
lorosamenle. (Juer partir !... ma. pela minha salva-
cao, nSo era as-iro. Ninguem dir qu* um rapaz
formado pela, minha. |ic,6rs. instruido pelos meos
con.ellios foi como vagabundo perrorrer as estradas !
1 unalo exelamava elle l.ineiilavalmanle, quer re-
(irar-se De certu est louco .' m*s, por D*o>, sei
um meio de rete-lo. Vam .s avisar madorna Pernel-'
le de todo islo. Essa aenhora ha de vir aqor, e loos
junio* poderemo. forjar Nicolao t renunciar ao seu
projeeto.
Bem como re.o'vera, Eastaqhio foi casa da via-
va, e inteiroo-a dos fados de qoe acabava de ser tes-
lemunha. As*u*tada por essa nolicia, ella esleva
prestes a desmaiar. Mas dominan lo sua emu.-ao cba-
moo sen* copistas dirigio-se cora el es sem demora
habiiar.io de Mainel, re.olvida a aguardar a volla
-lo fagiliv, afim de rele-lo. anda que para obler
esse resultado devese offerecar ao ingrato sua mao,
sea eoracao e sua luja.
Alguns momentos depois que es.a. personasen, in-
que Irala a tabella, urna maior gratilicar^ao arbitrada
1 j.elu governo.
I. u cirurgiao-mor da armada, emqaanto e.liver 2.a O* cnurgie. qua .ervirem nos navios
ero activo servico, pereebera' os viinmenlos que pombilidade, nos corpos, e em outros se
TSZiiS^^r^sTJSS^ a le'r.a :r-?so?r*snrq,,e ,ao 2,;rf,dus r,i" ?*mx> zzxssmzzz.
liralili-ai..o
por mei.
I78O00
I78-30IXI
I3IHHI
I4(l3ll(i0
88-3H00
61;U0d
Empregados nos hospitaes e
enfermaras de marinha.
EMPRECOS.
Direclnr. .
Almoxanfe .
KsCMVi'lU ,
B.eriplr-rio
Enfermeiro mor
Con.pradur e liel
Pi.iieirn. .
I,' enfermelio.
2-' dito ....
i.uii.lieiru .
Srvenle*.
ORDENA-
DOS.

I lOOOsOOO
1:2O0c00
6OO3OOO
'
9
9
t.RATIFl-
CACOES.
2:00j000
mino
4003000
2OOJO00
8OO90OO
M3BO((0
400IH>)
360BOO)
3603000
IS por dia
no confor-
me o.que
se ajoitar.
Idm id#m.
paleles pela
GOVEBNj Da PbOV1Ni.1V proceso, ex gindo dellas o. nomes do. asa.siua ios
_ atpedi*>M*> o ai.. ->:| de nonoibr. I e do. reos, euinprindo advertir que por noticias par
OlllcluAo Exin. rominai'.lauto .las armas, traas-1 Ooj.l c..nta que oulra. inertes se d.r..m por oc-
0 amurada .(.- Us c.rorgiues que serv.rem da chefes de saode a urna ajoda de cosi, arlulrada segando a nalure.a nam a* n,i, i a
ina.mdi. *""* ""6 0 'Se* nava... lerao. do se.viro que forero p.esur, etro diroilo a p 'l-< l.1^11 H-l"f,aM ?"''< I
ios em dis- alem dus vencimenlos e vanlagens que l'.-s compet- geni p r coula do soverno P : I r? ''' de ,-1"" oe ,ta'-
orxic.ncm rem como embarcado* em ii.viii armados, as malo-: Ou.n.lo se abonarem as vanlagen
imen.esupenor. .-,.. O. cirorgiB., qe emlnrcrem no, navio, ar- 0'o.f.n'w o7. U^''1" Pa" ** ***
ados para .ervir malo* etran.porte. que estiverem em naiz estr-in l>.i-a,..ao ^ ,
e, tern direio a eiro. pc-reh-,..,. me.ma* co Z,Z?Z fo-E I85W ^'Lfe ^Z^ "' 'e"mbr d
em qualquer commi.sao lora da corle
miiiniao copla do aviso da guerra *e 28 de outubro
ultimo, determinando que c**se, por ser abusiva, a
pralica de fornecerem se ao* corpos de caeadoree
butr.es da massa, quando o plano geral dos uniformes
pie.creve que lae. bulas sajara de metal bromeados.
Igual ao arsenal de guerra.
OiloAo presidente da relaoj", dizendo ficar in-
cajpau da pn.au ae dous .vcaiun-i du criiue.
ditoAo vice-consul do Brasil no Porla, envi-
ando as relares das qaaes ion.la o destino do. ub-
dil. s portua-uezes que emigrnram para esla provin-
ria no palarh. Despique o Purlo. e barca M -ria
Josu procedente dalli. Igual ao.ennsul g.ral do
llra.il em Itamburgo .obre o destino que tiveram os
lei'adnde baver o joiz de direilo Lourenco Jos da eslrangeims vindos dalli no vapor o I culonia
Silva Santiago lomado posse e entrado no exerciciu \ '"Ao juiz de direilo do Hondo. vecuso a
de de-embargador daqnella re.icio. Cormonnicoa-sa recepQdo do seo officio de 10 do crreme, inteir-do
a' lliesuurari i d fazenda. da desagradavel occurrrncia que Vmc. reala, por
D'loAo chefe de polica, communcando ler of- l'aver o juiz municipal supuleuie entrado conlra as
lie a.lo au provedor da saude para passar a reparli- ordens de Vmc. na pri.au em que acha-se recolh do
cao a seo cargo para um do* torree. da alfandeg* | bacharel Manuel llennqoa l^irdim, lenhu a dizer-
Bapcro qoe Vmc. sa h x era nesla roijoni tura com de, o alferes Francisco Antnnio da Vei
loda a prudencia que convra a soa .mi ridade, e
que de lu.lu d.ra' immediala comrnunieacao .sta
ptnldeaeiata Expedirain-ae a respeilo as ordens
precisas.
Din. Ajala municiptl sapplenle do Bmito.
Do oflicio que Vror. dirigio-me em d.la de 19 do
Me-quita Pimeolel.
DiiuA mesma, dizen.ln qu. poda entregar ao
subtireitur da colonia de l'imcfile'ras a quanna de
'J263.J21 r... que resla do respectivo credto, eqoe
he rrn.ellida ao direclur d-quMIa colonia.
DiloA' mesm.. para que envi com urgencia a
ga Cabral de *** d Fori de Porlas, o qoe eonstam da re-
Priar.a-Ao agente da Companhia dos racen.les
br.nl.iros, para mandar Irauspurlar para a corle, ,,.,
vapor Ovapo.k .. o. recrula. d. marinha Ilercola-
no jn.se Ramos. Wenceslao Jos de Oliveira, Claodi-
crrenie. v.- que fui Vmc. causador da des.gra- I goF. do rVpi.o"aoM Deodoro da Fo7.ec"-''am d Z.lf"?,-'? "p f""" S"n,0 Fr"nC"Cffl Joflu d"
lavel oceurrenca qo reala, entran lo na pnsdo e-r renielhda LTF.,.. ..I... ron*""- '''m de Snuia. EU l|u Emili.uo e o menor F.enrisco ('lan-
era que se aeha recolhido o bacharel Manoel lie,,. I .,","' Exm- ""''"> oa guerra,'qoe a dio,, Virgilio do Nascm.nto.-Commuicoa a
onde tuneen.na a finan -san da bvgiene publica, o
recommendandoa eipedir.lo de ordens no senlidn de
er lambein para all Iransferido o regi-lro do porlo.
Communicoa-se a commissau de' hygieua a ao
capiUo do porlo.
DiloAo memo: Accoso a recep^ao do cilicio
rio de V. S. de 18 do currante, no quat reala a ma-
Ihe quanlo ao destacamento de Boml, que nao he
posaivelcollorar uessa comarca manir forra de p.l-
meira liona ou de polica do qoe a exi-teme em Ca
oarii e Pimenleiras, e qne so Vmc. julgar conve-
niente, polera' requintar ao delegado de Cama, u a.
pr.ca- precisas para a vi la do Bonito, auamenlanda-
se o deslacamenlo daquella (ida e com proras da
lace* que hoovs no silio l.ameleira do lermode Fio- f ." 1, ?, q" 1 f"a,le"" ,r"
.... e qne ja se achavam preso, o mndame e dou. U"r,u ne1Vm<-- c"m" pnmeira autor.dade da croar-
d..s execatores de erime 1.1o grave, e em resncla te- ",' e C" ." '"^"f |,^.U1V*^ 'lfa"nn.i.le a seauranca
nho de d.zer a V. S. que compre empregar lol. a i ". '""I"'""'1" '"-"ie de Caroaru. nao o.ixan-
energia na perseguan de ru. de lao enorme alien- 'a forca UMM". "goodo as circumst.n-
lado, eduinspeclor de qoa.leiro que o. auxilioo, ClaS es,*lreln-
lnve*liganto V. S. a maneira porque as aolorldade. I Nesle sentido re eipedem as convenienles ordens
n- licu, do le, mu se tem havido as diligencias em-! "" delegado de polica e ao commandaute do desla-
preuadas para a prisao dos reos e na organisacao do cemento de Caruai.
riques C.rdim. a pre(end*ndo all con*ervar-*e con-
tra a. orden* do juiz de dir to da enmarca, pois
que, com juiz mouicipal, nada liuhs Vmc. cum
esa pris.o, coro o preso ujeilo a' juri lin.lo supe-
rior, e tudo Ur.oe ha evitado se Vmc, respeilando,
como devera, a aaiondade do juiz de dirailn, alo >e
ingerase no qoe a Vmc. nao pe leticia. Confio qoe
o juiz de direilo sabara' curoprir o sea devrr, a (a-
zer jusl .ra a Vmc, que esper d emp.e exeroplos
de prudencia e da respeilo a' le a a' autoridad, su-
perior.
Dilo A' thesouraria de fazenda, para mandar
pagar *b reponsabihdade da presidencia o aluguel
da casa perle,cenle a .luo Pinlo de Lemos, onde
fonrciona a pune loria da saode e o regi.lro do por-
lo, decoriido de 20 d* junlio deele anuo ate a entre-!
ge.-----------' *--------...-......u u i.aacim.nio.umiroouicoa se ao
Dito-Ao arsenal de guerra. ,pr,ado a re- f,. r P",'
mes*, dos arlig.-s d. f.rdamento qoe se mandn """*- nced.ndo 30 dia, de lirenca cen vnci-
aprnmfdar para o meio balalhao do Cara". menios ao de.emnBior l.ooren.-,, J, da Silva
D.lo-Ao diraclor das obra, militare,, e.ioris.o- *"n"".0 f"" 'ralar o aode.-Fizerim-so a. ua-
h., c.sarias couimiiiiK.icn...
do-o a mandar fazr a obra de que precisa a cubera
da parle do e.lili-io em qoe (rabalha a Ibesouraria
provincial.Commouicou-se a esta.
DitoA' Iheiouraria provincial, recommendando
qoe do 1. de dezeml.ru al completar dou. meze*,
nao p.Bue o. vennmenl. do pro fe-sur de S. Benfn,
Loiz P'Ulinu de llnllan.la valen.; i. visto ler sido
sii~P-ii.ii do exerecio do magi.terio pelo conselho di-
rector da instruccao publica.
piloA me.ma, commiinicando-lhe que o ollieial
Officio Ao
raro*.
24
F)m. c mmindi'iile
superior da
menos pez.rosacomo mulhrr de ver quanlo era bello v3o comejar novamenle para nos, a l. remo, ain la
o seu semblante ; ma. para que lim deve Nicolao ir I de s. licor a forne, a se e, a intemperie da. .slacOes e
a'roa de La Tiierandcrie '.' adeshumanida-le dos humen*. Eipellidos de l-'r.n-
_. de.graca. renonden ?a apezar do. Ihesouros immen.
a Judia com lacrima, uos olhos,
que elle ama.
t&ZSi"** d0 i,Dp,no e ra""" +tt'!tt23Z2L7Sft
... licenca qne f. ia concedida.
DiloA mesma, Iransmitlindo copia do aviso rla DiloA' mesma. para mandar enlregar ao dele-
guerra de i do curenle delerminaudo que se ajuste i ga lo au dislriclo Inlerario de S. Fre Pedro ( nral.
comas do saldo porinleiro. elape durante e, tres! ve, do Recfe. nu a' peo. p,,r elle au.ori.ed. a ^l^tZS^SS^L '
mezes que e.leve com l.cenr, p a Irat.r de soa s.u- j quanlia de 61-3201) em que imporlaro oa ..bjerlos pro- ne" Jn" Francisco d. C*,,a" hS'{' ,
guara nacional d;; Recfe.-Em vi,la do qoe ,
> E-. ero sen uflicio de 12 d con.nle, usando
*.L?.V')'','?n.- oue P"" "o mini.terin da
S? f ;,e ;-w,i>"0 -^ wS'SSM
dn qoarte balalhao de mlanlaria da guarda
2 ... *.' d ""C" J'"0 ,iom" Almeida.
do "limojla me.ma u rapnao Jo.6 Antonio 5
que a V. Exc. deverao
Carvalho Danta*
nario-
e
o de
apresen-
cuniderarn do govern
mpeiial exponho o alian-
enenl. .-euro-
es de Andrade e
i).ial he n lilho de Israel, a quera deu-se leo I Iha om olliar lerrivel. Aden*, acrescenlou deunis de I
^ .... ... _----. ---- -...., i ..... j x. *-** i .un uiii i in-i iriinri, rl'ICl'** a\ C5C11IO 11 ( i ( *i ]# | I I ---------------------
coracau'.' Falla, qualquer qoe sej o sea nome, um momento do silencio, deixo ao cao o cuidado de ; Nirol nm" p"'*"* "rnenle, tornou Barnab reteudo
quaiquer que.-ja.ua furtuna. ailida que sua faim--punir-te. [' ..
I..______0______. a > ... | *T ^ ^Pfll OII Villa VAf.i. ranla.x.a ___?_ .
-Par, pievinir urna grande de.graca. ra.pondeo ca apezar d" '''"""'^nienso.. com qo. l*m pa- lia ,e,a ob.cor' sa^.sas^k^'a^riilo.tre'pra i ^IHUa'oriai pal-vras.o rabino dirig'o-se nara aloor I l."^2T d(.UVda ,"'* '"'""' 8 "f1" de ar-
para salvar ludo | ge a dura ho.pedagem dos clir.slaos, algn, de nos- fazer sua elicidade e a tu. V 11. m.. ..n !........... ." J.?" .."--.:^ Pa".*[p0r' i .."''"'' nao m. foi po.sivel ac.ba-la : mas...
~n.irm.ius dirig.m-se para a llespauha ; mis os se-
a, amo., nao m loi po.sivel acaba-la
Nes-e memento ouvio-se om vagido
mas...
a eesa grilo
cdo-lhe o qua acabam de ouvir,
eternamente agradecido.
Nicolao nao conheca nenhuma Jodia, lornoo
Eustaquio fallo de paciencia, e evidentemente irn
lado pelo desemli raro afTeclado por Sara. R-tira-lr
flaqoi, ribalda, vai levar a oulra parle teas olhares
impuros o leus maleficios !
Mas d sso depende a .ida de Flamel eiclamoo
Sara. Se antes de uina hora elle nao iiver fugidu de
. Pars, estara' perdido t- ni.1i os senhores nao sao | ceei algama desgrana
, amigos delle 1... Onde poso acha-lo ? Calam-se partamos.
, Nao importa eo poderei conjurar lodos os pe-
rign*.
E a pobre mora deiioo a cmara de leu amanle
dizendo com figo :
Vou bus-ar mea lilho, depois virei esperar Ni-
colao janto daquella casa, e fuguemos.
Sara ..I,.-Ion >e rapidsmenle, e tornoo a ganhar a
roa de La Tixeranderie. Ciiegando diaote de soa
casa, senlio um tremor murtal percoirer Ihe as velas.
trodi.ziram-se ao domicilio de Flamel. Sara appare- I leve um presenlimento lerrivel. A porla fechada
cea no lumiar da porla. Cinco minuto. 1 nham-lhe por ella com extremo cuidado eslava aberta. Sara
sido umcieutes pasa ir de soa casa proco de Sunl
J.cqoes la Bouclierle. Chegaudo ah dirigi a vista
p.r.i a loja da viov.i J.cqninl, e nao deixno dg expe-
rimentar extrema a I miror.lo de nao ver nenhom sem-
e*lremeceu ao ver i.sn ; ma. pensando qoe Nicnlao
podia ter vindo, r.C'br. u a coragem, e precpitnu-
se na ala em que o tiln repousava. Apenas l.ncou
. na olhos sobre o b*ir,o, deu um grilo doloroso, e ca-
banle humano na casinha, eniao completameme hio como fulminada,
aban tonada. Anciosa por adiar Nicolao, subi ,a- j Fieou um mmenlo jmmovel, sem voz, e filando
pi lmeme as cacadas que condozem ao aposento do eu lhar desesperado sobre o berco vasio. Nenhuma
e-criptor.Foi someutequando j ealava a poucos pas i lag.iroa correo Ihe dos olh ueuhnm suspiro esca-
sos da di.i.niei* que oovio uro rumor de voze sabir poo-llie do peilo ; ella achoo em soa dor urna en.r-
do interior. Inq .lela por essa circumslanria. licou a
principiu iiileci-a se se aprese,il -na ou n.lo ; mas
i,a. plenlo vencer sua angustia, e aperlada pelo*
- ----- -a--. ..|.-.... -aiao me i.ii.in, rila ua" (IUTI
les, cootinooo o rabino, lembrei-me lodas as nuiles conseguir fazer que Plam
de II adorando o enhoc e faz-ndo votos para qoe a eeofl.oea. Mas echan lo-
de'graja ao passassa o liminarde minha easa. Ad-
vertido de que o re Carlos VI meniava a pros
cnpr.lo de nu'sa rar;a, deixei to iu para vollar, e I
dep.us de orna viagem peuivel de multas semanas U
chegoei huntem perla de Pars, Nao quera culrar
neta cidade, e euvlei nm raeoaageiro para buscar-
te ; porm esta manhaa n.lo vendo-te apparecer re-
o vim. Agora, minha ulna,
Vollando por estas ullimas palavras ao sentimenio
de sua *ilu*,1 Sara ampallideceu honivelmente.
Cum voz perturbada ella diss. ao p.i abaixaudo os
olhos :
-Conceda-ro. alguraa. hora,. Amanhia ser. hornera um ro.ser.vel, a enrou de.prezei .oV. infa- nbterei m mano-criplo dos mai. estimado*.
mes horoenagein, aproveitoo o instante em que en gado a reiirar-se com s-u irm3o, o Judeo nu quiz
i fugir couiigo, t furtou vir aqoi I -me,i lo as gramola*.
nio qoe vosiC leva
me nm con*elho, di.sa
procurava urna ama,
mis-,io conliaJa ao tea
instantes que decniriam, dinmo-.e re*ololamenle
para a porla, abrio-a, avislnu do p-imeirn lance
do olliu. mudaina Pernelle, o aarrMDa e o* copalas.
li-ando mu p-rlurbada pela ao.encia de Flamel.
A sbita apparira da Judia c.us.u profundo e.-
paulo a Eustaquio, i im larm l'oriirllc, e aos escrin-
tnres. r
I.roa Judia! una Judia dis.erain lo tos os
cinco encaran lo coro de'preto Sara perturbada.
Alisarla p la. a u. u-11 as qu*. en chia ni-I he o cor-ca
gia siilirehnmana
Meo libo mea lilho! exclamo a pobre mai
com voz sur i,., os infames o roobaram.
E apertando a Irona enlre as ma.is como para re-
ler ahi a raza >, procuroa qneni poda ler si.lo o au-
tor de*s* crime. Repenlinamenle e.lremeceo, e sal-
lando p.ra o fundo da sala, l.mcou mao de um pu-
nhal perlencenle in pai, e repeli cum voz lerrivel
agitando a arma em .ua. unios tremolas :
F"oi el'e '. foi S.voisv P*ra dom.r a mili, rou
bon o lilho '. Ah de.graca lo de II, Savoisv !
E S.ra lendo u semblante per tu,hado peu deses-
pero e pelo furor, leu lu o. labio* lvido., o olliar
S.ra nao Cuinprel,.,. leu quanlo desden) e uli.age I .n.j.iro. e a fmnle banh.da d um sunr fri, occul
eoulinlia e-s. ex.-laiu n. i i p.ra ella, leudo di.lin-
gaido roa 'ar.ia parn-lle, e rernnheeendo a pela pro-
prielariaada luja era que Nicolao Irabalhava, dirigi-
se le.olutameule a ella, e disse-lh* com ar soppli-
c.nte :
O
lou o punhal na* dobraa de *eu vestido, e dingio-
e para a porla. Nn raomenln em que ia sabir urna
mao agarrnu ll'.e o braco. Ella ergueu o* olh..., .
vio diante de *i o nubre c respeilavel velhnde Uran-
ia vasla ei de barba* brancas que rah.am-lbe obre o
lempo de tieixarmos Pane.
Aoiomper da amura deverao* estar jj longe
daqoi ; nu.aos momentos -,1o preciosos.
_ Mas, di.se Sara in.pirada por uiua idea .abita,
Vmc. lao sabio, l.i rico, Vmc. que, eguode dizem,
lem rel.cfie. com o espinlos supenore*. Vine, cha-
mado o grande S.moel entre nossos irmaos, oAo po-
dar comprar a preco de ouro ama prulong*sAo de
residencia aqui !
Sun, us chrisiaos lomaran meos Ihesouros, e
promelleao tudo para salisfazer sus robira ; na.
amanbaa eus arrheiros me laricrao em uia ra.is-
'iii.. ro. Vamos, Sara, disse o vilho.
E i me ni i-, au redor de si om olhar salisfeilo, a-
crexentou :
E demais, a ulgar pelo estado desta ala pre-
parava. toa partida. Que berco he aquella '!
E o (dhardo velho Judeo uilcrroguu a mora tr-
mula.
Sara continuou Samuel com voz severa e
para
I
de teufilho do chri-iau dos ma, piadosos e condecido por 'todos
Mea h lio exetamna a Jodia eom perlurbaran. os copistas d.s galena* r zer urna compra t.m oilra-
E pegando da mao do rabino reconduzlo o para vagante, rile .e-p udeu engnhosarn*ntr.
ionio do berco vasio. e dis.e. >il0 | lla.|a m*i. simples, far. bom negocio.
Aqu repousava meo til lio esta manhaa.Veo nm Em troca deite vesiuio romp ado "por balso preco
i.l.l.r.i m rii-Kiii.Ari i.ln Ana -.. a ..!._ 4--- i i
meo fil'iu Qoando Vmc, appareceu, mea pai, u
ia pedir meo lilho, puis bem sai onde lies de adiar
seu rnobador.
Minha filha, diste o velho com piedade, eu e-
rei sufliccnle para tornar a achar leu lilho. Com
ouro nblrm-se todo do rhri.iaos. Mas quero saber
o nome de leo .edi.ctnr ..
Piedade, m*u pai, piedade para com elle ex-
claman Sara laucan.! i-se ao pescoro do velho.
Po.-uidur emfim do precinso veslaario qae hava
de dar-Ida a apuarencia de um fllio de Israel, Ni-
colao deu-se pres.a em deixar a. galenas. Julgava
que o .acii.lilu liulia voltadu para a igreja, e la en-
liar em sua casi. .pun, de repente inudou de re-
i.liii.iio. e dis.e comsigo.
He Urde, antes que eu me lenlu vestido a
nnile firara' escura, e S..ra inquieta por nao ver-me
rhegar ; alem disto m. lama Pernelle l.ilvez leuha
ror ventura le envergnnhas de.se h,ve.em .' per- sido advertida por Eustaquio, e esleja a' minha es-
I gonlon Samuel. Falla, acaba, que-o aber tu tu pera....
Ah I meu pai es.e hornero he um cor-cao nobre; E Nicolao so jeito a loda* esas inqaiel.ce. diri
lodo n eu enme esla na oa urigcm, pois nao he ti- go-se re.olulamenle para a ca.a de Sara. Ch'egan-
Iho de. I*ra.l ,, roa ,1e Je.n-I'ain Mulle!, leve um encontr
samnel eom horrer e ; violento cera um horneen que lr*zia om embruh
e
urna
c.ibrindo o rn.lo rom as mns, um cbri.l.l. !.. tfal-
dleanl Um chrisiao rep-lin o veho A'i beronlu
..ejioSenhor porque deixoo roiibar o Iruclu deas.
condatin.lo a pobre ma, para o barco, que d-vo | c, lme eirciavel "...
erer;' Ah! o- leme Tai commeiiiio algoma '
Mi. ouca-me, balbacioo o criado cada vez
mai. perluibaio.
Ei* aln, coiiiinuoo o escriplor, porque vosse acha-
e a estas horas pe. to da ra de La Tixeranderi
Mas em nome do ceo, excl moa elle asilado por
reflexao sbila, para qae 1*1 crime '.'
Enlregoe-me es.e menino, lornoo Il.rnsb im-
nacieute pal capar a penelrarao de Nic lao. Pi-
lilo de Judia, elle deve .er ..|v. p-|0 mea, cull,a.
do*. E de sua parle, te preza a vida, nao diga ia-
mai.., mn-uem o que araba de f-z-.-me ouvir.
.a faia. gniou Fl.mel ameacando liatnab
(.orno fuaste este meniuu a mai ".'
Nao lei, di*se o criado tremendo a' vila da
colera do e.eriplor. Ha poucos in-lanles pas,. u om
.les'onhecidn junio d miro, mlleu-me vmle pnu-
las na man, depundo-me no. brar;o. esse menino, a
depoi* desappareceo.
Mentes exclarn"u Flamel ; Iodo esse mjslerio
occulla uro. hurrivel de.graca I
Azora enlregue-me a crianza, dis.e o criado
acc.lo qae a fax;a curar de pejo Sena para occol-
lar urna f.lt. qua deixaodo o quarleirdo habiudu
pelos nossos iriuao., veio procor^r letugi.i entre os
chrisin* '.'
Meu pai eiclamou Sira rompendu emlim.
Sara al-riada palas palmas dn p ripio ,i cabera, depoi. rec brauloa roraeeni pira
defender seu amor murmuioo com voz suil .cada :
Euiao Vmc. retira de.se m-....., seo apuio pira
aban lima-la au seu mubadnr '.'
lo dor ,be penurbava o peo.ameuto, a,.,, pa,. D^gf^X?" nb'' ""
lenba piedade de iniu. .
E a Julia cahiudu de joelho. bauliou com lagri-
ma. ardenl'S as mao. do velbo.
Eniao, tornoo S.moel com voz amarga, mi-
nha filh*, meu orgulbo, minha alegra, miuha lilha
da,.te do peilo, e qae pelo trage devia ser criado de ,""""'1" *b,ir us braco, do escriplor, e lomar-lhe o
algom lidalgn.
P-los cornos do di.bo exclamoa e.te. OMO co-
lera, len. I uto viulio no vende que nao ves man
diBiit de d
Nicolao surdo a es*as palavras ia continuar seu
eaniiiilm ; mil *s-a iadiOeieiiCa pareceu au ciadu
um suial de deapraao la. enorme, rjue elle cuireu
ap..s o fogiliva.
\ pagl la arrogancia, p.tife disse elle.
.M-.s apenas ex ni.in,u o s.inblanlO do escriplor
eiclamuu :
SenhinT Nicolao Flamel '. Ah por lodos os
pois
e ama impura 1 l'-r leu sua honia .' Mas, acres-
. Flamel nfl.i el aqui '.' .. i de Vallar ti peilo. Ene hornera liuha na niu un b.slau d^ via- : renloo o rabmo rom un gesto de rommi.erara,
<|u,' va sem demora
Tenha a bondad, da iicer-ll
a' ra -le L. TiXeraudeiie.
Ma*. perg.intou in.lnni Pernelle profonda-
menta iiilunala. Como chrisia i. de que Flamel po-
desse ter rilarii coto urna filha da Israel, e sao
gem.
M*u pai exciao ou Sira recoando.
Ah I die o veneravel Israelita depoi* de ler
abracado a filha, enho bu~car le para conduzir-le
ao'longe atrai) das Mfooi inimlgai. As viageni
linha presumido mudo de las forjas ; moca, bel-
la, e sem apoio na i podaste resistir as seduccee.
Ergoe a fronte, minha pobre filba.
E lomando S.ra pela mi aiirabio-a a s, aura-
jou-i leroamcnli, e depois lornoo :
I ns ham, di,*e a maca c.uii om"ria re-igncao.
> lo que \ me. deixa de ap iiar minha fr.qieza, e
ranaga tu lo quando amo, nao f.ltarei ao meo dever I Mnlot, lenh.i mullo prazer de encoulra-lu ;
de mili. Po la parlir, meu pai, eo s me defen le- Vnv, val pre-lar-me om servio,
rei e prot.g,rej mim mesma. Dizend lo o criado esleudeu ao escriplor a uni-
lias] de cnuir-me, di*e Samoel lomando a | ca manque duba lisre.
mo de S ira.ha* da deivar esla ca.a para n.lo chamar
s.b.e li a mal 'iSilo nvln ..
Pois bem. di-? Sira, amaMigoe sua filha ; pois
aSoaerai un.a mai *em enlranhi..
Recosa. obo.1ecer-ru*, inlringe. miuliis or-
l!o vo
s, B.rnah
menino.
A/reda-le '. griloo Nicolao com voz lerrivel o
remando al un. pa.su*.
I'rer,,,, de-.e menino: E ja que Vmc. m'o re-
cusa, vou torna lo a Im.,
Mi.e.ave: disse u escriplor livrando-se du
nians de ainabu.
E Uranio o puuhal qu |rata cccollo acrMcec-
loii;
S" da s om p**o, lim.lo i vita I
O criado deSavoi.x la..coo-.e ..br I lamel, mal
e-le reeuamlu um p;...0 abauou u biaru por um .es-
to vilenlo, e a lamina do punhal rravou-se i
dua de Barnab.
0"tn rae acode .' ppgi 0 aisassioo '
criado ..p.uan i., se a parede.
I na aipa-
B'itou o
disie 1 lamel com sorpreza, he vo- Flamel Itiiou roeiier a arma m bainha e ap.r-
| tandu cnvul.ivaniei.le o menino ,0 pei.o.'prccipi-
Ma- r Ueriindo que qualquer demora poda ser fu- tou-ie pata a ra u Tii-rainie,ie.
.Conimoar-se-Zia.;
r.e*i i,.l..poz-ie a cnlinu .r seo caraiuho, e acrescen-
lou
deus ? disto o velho leniaminli, fitjuda lobre a li-. filiaremos de oulra tez.
MUTILADO



IMA&IU DmaNAMlUeO iajhAKJ $0.1 OVEmSHO O IS1
-
paia o Leai um soldado de canillara nervada ne
sa .urna, aliin d all servir de .mlreeler le urna
seri-au de ravallaria creada naquell.i provincia, con-
forme requisita o respecuvu | r<~i.l.i>i
OiluVi cln-fe miuisliadur da caa de detencan, que panadas 21
llora depoi* de rrculluilu 01 preso*, cuja pnsau ik1<>
he lugo mol.vida, participe ;i V. S. o motivo da,
p.ivao con-biiile da nota de culpa, mi s* ella nao I Kssa segunda melada do Mella deie.iove. alierla pa-
ral dada, declinado o motivo da pr..1o. Budo ra lito iudrs tmbale, entre grande* povos chritliee,
quelle praio, afim de se darem a< previdencia* e Vejo eucaminlur-ie a obia niaior anda da civiltta-
f .ir. ni a, It.fur.uaciies conveniente*. ( r,;io no Urteute O genio da hoinem, forlilirado lo-
licn inteirsdo de quanlo a reapelte deile ol- dui o> das por noval descebarla., he boje o ronquts-
(ciii es pul V. S. en tu olliciu de 1H do cor- I lador i|ue uriiena es Iraballios creadores, que apru-
renle. I >ma ronliiiaolis. que rene os mares. Alean-
D lo-,\o mrimo.Tenrto sigilo as necesarias dre, cojas armas mudaram o cummercio do mundo,
nifi de 7 do torrente, no qual (muse ao mea conlieci- que reuna o mar Yrrmelho ao N lo c coinmumcar
Neru J* >* e Aiboquerqu-', que num se Urdararn, iado do lio, tioro e de sus* ina* .ii.iruens. A Viraa i da inspirauNo da um sabio eloquante prelado, re-1 II aasamiplo vtrdadelreanenle p-vlrioliro, n (raba-1 tO:uOo ffancoa para obra draaue.lca cm Irta aetoa .1,..., ,,- ...... Vil ,- caaaa
aehande se o primor* mu jado sem que s.iii V. ra ronl.uuara' aan duvida eta eoniinis-.m eosmo-1 veladur eiiRcaboao d lodos os eslodoa n ures, remo* Iho hbil e novo, que desla vsi B*ou o sutn-agio da pelu mena* e ano \er-o. rcprcfenlada eom .ucetrao, hoces da scena nara ti I I
Etc. para onde, polila, a Buerra nlo he senao um do* moi Initro-1 jnvio* infantes recitaren) cora a elma o leilo origi-1 academia, lie : alllsloria do raiiiado de llenrique e ojue reunir melhor a' olllidada da lirio mural, o J ello ^vallar- a husca-io,
hitoa\o comm inda'He das arma, rerommmen- ment-. O proftreoM) moral eos poderea, o mrlhora- nal itai loblimi mi lopaas e dos choros de oOEdipo IV.liaras vetea .iluda tilo profunda lem apreaen- mrito da rompos (Ao e do e-i\ lo, cousa loo pi quena c fcil que somos injusta
dando, na falta de inferior 00 eabe^faf a seguii roenlode aorle dea povos, o bem e,lar aiigoaeoladu I ein Coh.....n, nAo ha islo urna prava de que na grani tajo eea lio viva \ P-la or-en. e pilo Irabalho em pii/es fertci*. o eom- de patria da Orne lie e Reme, de II f*uet e Fe- luines urigloaes, um erando cararler.um ttpirilo >u- vee>e, nfto >A boas obras para a scen, mss lanibem I
iiieicio reparando os males destruidores e civil sjiulo nalon, 11 piiio da bella anliguidade nao pude jainai-. > |enor e tsse memoravel esenip'n de um limnem po pare a academia e*cvlnas, ri m ipie olla re honra.
a mundo pelas arlas, eii o resuljada que deve ler desnppeicer,oo que elle vir acmpre reanimar eom 1 deroio, que qeer lelleidada doe ootrei limneus, e Heinm asouro felii para o novo concurso que tila
uina guerra Dolilire, e o que edida a p'opiis victo- su- ciammB'oa asludoi nacionaes que eunaagra a ana dever do Ihfuoo 'ii valor e sen p'| 6e.
ia : be Isloo que cada da deve ser mellior eom- (ls vrr.i de Mr. Aoirall p.itcncem a esla gera- nenio. B>les traeos deminanlH da physionorpia da
1 rehendido e o que ira' lego inelhor celebrado. i;.lo peeliea ai ma nutrida da graciosa reeordo{*o nal llenriqe IV uto eram deacooheeidas sein duvida.
Ueste modo pode apparerer para o bftu da huma- lellras anhuas e que nuil por ligo procura nie'n. s lo- lodos saben] o que a VOI mais covida do seculo
-' lde. o asreiideiile da Europa sabia e narreira da a ii e***v **-*
i"", na aa mesma inaiKtia, ijuanrlo a DUioria relativa de-
B*cidr u coiiilnioda luperabundaneii de candida-
eleitosn, aquelle que for c\rliido da lisia Iri-
Jiuriial i.v. nehnl.
menlo, secundo o que Ihe coinmunicou o respectivo
d'les-do de puliiie, que em liuianna liavinro sido
accommetlidas da beiigsi varias pesios niisrra-
veis, e que do seu Iratamenlo le incumbir Cmil-
lo ileniiqnes Tavura Indgena, que cura pelo sjs-
lenia.homeopali.ico. e que juslu era se Ihe con e-
desie por esse-cvico una retribuidlo pecoiiisria.
ohe-me oixer-lhe qus ndo existe epidemia de va-
rila em Goianna, e qoando |ipsre(a, la se cha,
alm de oulro facultativo, o ciruiaiao da p-rlido da
cmara municipal, a quem esse servico devela ser
incumbido, nilo leudo lugar a cratilica(Ao qas pede
o delegado para a pesoa cima mencionads.
D1I0Ao mesino, dizendo qne se mandan pa-
;'ni aa deeprMa eom o su da radeia1 do liando, uos mezes e jolito a setembro
Hit irnos. *
DitoA' Ihesooraria de farenda, rransmillindo
copia do aviso da jusilla, de .11 de oulubro ultimo,
elevando a 30? a pre.ltco meu*al abonada \.ara n
alusuel da rasa occopada pila secretaria .do com-
mando superior desla capital.Commuuicou-se ao
comui'-ndanlo superior.
DitoA' mesma. Devolvo a V, S. o ollinio de
chele de poliria eom o meu despacho de 1(> do cr-
reme, no qual ordenei o pagamento dos vencimen-
los calculado'paia a volia da escola que de Oorl
cory cnduzo recrulas para ca capital, segundo a
relacdo que acompanhou o uiesino idlirio, e nTio he
valido nutr) meto mais recular de salisfazer esle
servido, porque a escolla deve recebes meios de
manter-se no seu regreso, e nfo Irou&e guias re-
i-ul i(-, mande V. S. elTecluar o pagamenlo, e f.i-
zer as verbas ueces.aiijs para que se tio dO a du-
plcala que receia.
D1I0A' cmara do K'tife, diiendo, em resposla
.10 oflicio em que lueiale na necosiilade da cou-
liurco. pela conipanhia de B-beribe, de um eha-
fari ero franle da casa que se edifica liara o (ivm-
desle modo Aden eom Aleandria, sus cidade. A l'ar in-lsnls un vou d'homme au de jenne filie
morle nto Ihe deu lempo p^ra i^so. Esperamos que Arrive a nutre oreille en sons clairs tt juv rui
di.i, elle lem minias ve/es o BCeeoto melanclico e ( lit.u 1, u mala papular que 11 poema lie lido, lem le-
grave dos fados do Norte, I va 10 por luda a parle a gloria do vencedor da Liga,
Apaiiooedo pelos enoaole da naloreu, da qual | e alguna! das paginas maii bellas de Vollaire 1 ilo-
lem descnpln os gran les aspectos, elle puna eom I fiador fio vivad pintura* da poltica c das virtudei
urna emocao verdadeira as srenas as ina s agremies e 1 deste grande rei.
as impre*es as niais ingenuMS da vida dos campos, j i'ein-se dito muil.*s vezos qua os reinados "seguin-
Coin elle vemos pss,er nci ares o vo a o gorgeio da \ les e sohreludo o longo eiplendor do reinado de
andntiiiha, v. re-pirais o perfume da ceifi do feuu: l.uiz XIV linda oluaeadu a memoria de llenrique
llelarapide faoileclalr par IrMlants brille: IV a diminuido um pouco obnl'.odo sen lime. A
Alravers la dilnnre, il'chlnuil uos veut
PER&MBlCQ.
-ACiN*%.VLS
occiipamos para ou-
gasa
?uez, atireviara' melade do caminlio do Urcidiute
esclarecido para o enle baibaro !
A academia appelia nuvainen < para a medilsc,ao
do pensador edopotta sobre e>sas recordac;oes de
I.e |oor s'efaee au loin ; ses locurs eloulleei
Meurenl sur les hauteurs, Veleigoenl sur les eaDi ;
El chaqu venl qui passe, apporl par boullcs
1,'anivranl seuleur des herbes en moiiceaus.
eluqueucia a a poesa, lo podeosas eni.l para coin-
mumcar urna gloria, eom que ellas naeaiao se eoroa-
ain, failavam pouco de amigo re popular, peranle
: as victorias, os moRUmenloo, os I nula primeiros
I grandei annoi .te Luu XIV reinando por iimiimo.
A mesma uncnc.lo ou o mesmo olvido conlinuoo
j durante as ,iesgi.(;ai que depoia Lola XIV sdlreu
lu iioureimute, e cuju curso elle delese eom urna |B premalura. E
paz necifssna e gloriosa anula. Crenms que n3n
11)01)al laCi. i
Os prctus iKamoii>ho!eailt em eaiallot. .'nuca do drama deque
Ka*0 podemos ver -t-m no> causar repugnain i, a ina- i Ira voz.
oaira porque ci p.elu. g-uhadure puva.n wei aar-, Voltamoa ao primeiro'aelo: 0 Sr. Senta, Don-
uuiri v*? demonslrr-nios os iiicoiiveoienie que de^n
pr re- pudrin resullar, ni-- a lilila e lem atlfli*"
il-il'i por e julgar iHlvez de nenliunia inipurtaiicia u
quf dlftrroot ; Piilrelaulu n* ini>liremt!* em de-
eui tiuMiciuiia la. -i- -i ^u.i-.ut.i-
Noli, brilhorj como .emnre a S.a. I) Manola !'!,",' ',"'" ""m'u]t< esla artisu ,u, doladada urna ,.......!,; Zft^. *f Mn v<"^""- V,e,,
parece tmpe dispensar o ponto, .(, llc ,, el I ^hZA tW, *???" "',' '""J W
nelrar-ac es, antosamenle de aeui papis para Ha "*, i ^": Tf" M'1'1"'," *' m
J separado: en procuici refuia-los musirn Jo que a
mpr regra para a eleifjio especial de supplentes sbffria
exce| 1 ao quanrk aa dava cooflicio de volajao, o
sara- eom exeroploe e argumentos de paridade, e servin-
";'"' '''"n *0 "o caso de empate, liz cnnlio-
e prove que a mioba opiniio se casava eom o
llmenlo u espirito da le.
Meu entendimenlo acbou eniii, ... ainda hoie
o elegios dispensados, a
elogiar. *
Pof falla de lempo vamos resumif a nossa
fenlia ; rallando tmenle noi aclore) que nenliaraa as principaea parlas e pondo de paite a car e provei que a mioba <
peniamanlo e espirito da le
Emrelanlo. Sr.., devo repeli-lo, a voz mais forlo e"m""- ealabalaea urna poetara que prohiba es-
do seculo de,e-e.e ,. v, de llossuet. .".'.. ,m"' "e fTtS^f?, """d """"' *"" "' "'
da verdadera ar.ml.ru .inda irnis do que dcil ao "V* fU'''JIf.1"'?" flVf"r *TST
palmas,parecrii aniniar-sc. renreseiilou Lem e eom
elarcr que nao ha pomvel que esses pretos possain ',,.,, """ >u, repswoiisuu ueui urai
durar por muiio lempo, poique o excersivo peso que naiuiaiidiae. Vt entrada do Sr. Germano ja [!
elles carregam e tobreludo pelo niudo porque o fa- lamos,
zem, nAn iirou.elte oulra eoasa mala do qoe uina mor-
podei is'O ssela permanecer 1
multo coiitiamoi que a lllma.
'oiiemosaopr.meiroaclo: U Sr. henna, Uon- acha, que he duro, violento a iriauo excluir n
nasJoanna e Carmella lepresentaraui bem os candilalo, que leve maioria .bsol.iia do lugar*
seu> papes a mosiraram que os cotnprehenderam. ,|Cpiiiado, e ao mesmo lempo do de Bueolenhv......
O Sr. Co,mbra sendo reeebido eom urna roda de be duro, violento a iniquo invocar-se w iLn
-No segundo aelo, alm dos Sis. Germano, I).
Manoella, fallatemosdo Sr. lUvmundo quem
pela primeira vez vimos n'um papel daquella or-
dem, agradou-nos.
>"o lerceiro aclo, nada de nolevel, i evcetifo
|ue apezar do incommodado, mos-
que lliedao urna tepu-
pur^s das virtudes g
principal da nussa apoca, a essa nrcesiidade dos es- Ao ladu d>sla collectSu de nebes seiitiim-nlos # de
pintos providentes e das nohres almas, ao pensa- bous verso, a academia Collocou, Con uina re;cm-
e de Ibes la/.er sentir e confessar sua leliridade
1--0 eia amado al a paix
nome de oCanlas geueris humaniu, eisa sIlucSo pe-
lo genero humano, piincipio naquille lempo I.I11
pouco runhecido, e que desmeolla lao cruelmente a
dureza dos costumes romanos, tornou-ie pelo apos-
tolado evanglico, o mais vulgar eos preceilos e co-
mo o signal infailivel da le nova.
l'ma vez entrado 110 mundo c reconhecido pelo
nain, que em face da lei n. Ib de 1 do junlio de ; eorecle do bomem, este principio da c.ri.l 1 Je um-
1837 e do contrato de 11 de dezembro de 1838, nao [ versal i.Ao deisou mais de obrar alravez de lodos o,
podendo a companhia lerobrigada a Tazer o chafa-! males do despotismo, da conupcilo servil, da inva-
riz mencionado, a coja conslrucc.io se recusa, eom- sao do, harbarui e uu Irabalho peutvel da reiiovajAu
pra que .quall. municipahdade recorra a oulrus das sociedades.
meios pela saii-facAo desa nrcessidade
DnoA' cam.ra do Buique.Ao ollicio d c-
mara municipal de Buique de 0 de outubro uilunos
no qual pondera a neces.idade de urna casa para a,
esses da camera a do jury e para as audiencias, e
que u cminandanle loperi.r Jos de Carvalho de
Ar.ujo C*s(ro, lem doas casas para esse desuno a-
propriada e pode ceder qualquer dellas para same-
lhante flm, lenho a declarar n mesma cmara, que
convm melhor con>lruir urna casa de cmara cum
lodas a< accommodicd-i necessarias a eom precia
segorauca. qoe nilo lera urna caa particular ceni-
Iruida para diverso desuno.
O1I0Ao S>. J. Tampleton Wood, superinten-
dente da estrada de ferro, enviando copia do decre-
to n. 2,0U de 7 do crreme, approvando a tabella
dos preces de Iranspoile de mercadorias e passagei-
rus na primeira secc/o da mesma e-Irada
DiloAo cornmand.nle do Fernando, recom-
meudando que enve para esla capital, disposicu
da presidencia, o sentenciado Francisco Jos Ka-
malhn, afim de ser temellido psra as Alagoas.
Communicou-se ao respectivo pre.iiente.
'luAo arsenal de mariuha, dizeudo licar cien-
to de ler sido embarrado no vap-T *lguarsu a
baleeira que por aviso de i de selembro ultimo se
mandno foruecer para o servido da cap toma do
purlo do (,e-r..
DiloAo mesmo, recommendando que provi-
dencie, para que os Afucauosqu* ad. ec-rein e-
jam vistos e tratados pelo facultativo, quetn lo-
car.
DitoAo mesmo, enviando copia do aviso da ma-
rinha de 09 ,|e ,,ulul.ro ultimo, mandar lo furnecer
aos vapores .t.i t-l icj. naval, torcida proprias pira
ns pbares das caitas das rodas dos mesmoi va-
pores,
D loAo mesmo, remetiendo copia do aviso da
menuda de 3 do crrente, determinando qoe lique
por em quanlo perlenctiido a aqurlle arsenal o
coter que sa in.ui lu.i couslruir para a associa^o dus
artillas.
DiloAo director do arsenal de guerra, Ir ai.-
mili iikI.i iopia do aviso da guerra de 7 do canele,
declaranto que, em visla do p,r,cr dr coiiladoria
gem di guerra, uo pole ser approvad? o conlr.ilo
por es-a directora celebrado cm Elunrco l'erreira
Billar, para coiidurcio dos piesi.s. geueros e mais
ebjeelea dealinadoa aa presidio de Fernando.
DitoAo mefmo, para mandar apromplar eom
urgencia os-arligosde fardamenlos indicidns na le-
la Junta, os quaes ae dctlinam aa meio l.alalhto da
ParaMba,
DitoAo mesmo, para que lomera ao assislente
do aiudaue general das Alagoai, um su ele eom as
armas imperiaes.
DiloAo juiz de direilo da primeira vara.Ten-
do a presidencia feiio ji a dislribuicfto 1I01 recrolas
que devem dar, lano para o everrilo, como para a
armada em diversas freguezias da comarca dn capi-
tal, nao constando que a buuvesse Vine, ftilu, e
lindo depois dis-o reeebido o seu ultieio de 13 do
correle, .0 qual acompanbou a distribuirlo que
fez Vmc, dos recrulas para o eserciln, vou decla-
rar Ihe que fieve licar subsislindo a distribui-
rlo de.la presidenria, a qual ,1 foi ci.mn unicada as
autoridad.! incumbidas du recrul.menlo.
DiloAo commis*.rio vaccina lor, determinando
que remella para Goiauna, ao eiraruSo de partido
da camaramunicip.il JuAo Uumiogues di Silva, al-
guns tubos de pus vaccinieo.toinmun cuu--e
cmara rosperliv..
DiloAo director das obras pul lieos, aulorisan
Apanhare dar luz aos. traeos distinclivos desla
vasto.quadio, fazer seivir a eurdir^ao mesmo a be-
neficencia pralica, era esse, senboie-, um bello .s-
somplode esludo ; he aquelle que esculheu Mr. A-
li'Min.ire lUuumer escrevendo a ullisloria do s,c-
corro publico nos lempos auligose modernos.
Se as vezes, na autl^uidade sob elulo, elle pare-
ce cunfundir cousas prulundsmente di-lmclas, as lar-
guras ambiciosas e as liberalidades benelicas, os mo-
nopolios da democracia c a parle que a pisdade do
homern (em no infortunio, mesmo em umj socie.la-
de vilenla e corrompida, i cullou entre os mudos
do soccorro publico o ucongiarium e o donolivumo,
eiles premios que o poder absoluto alirava a lleenca
militar, seu livro nflu est menos cheio de uocdrs
preclo-as e verdadeiras.
Dous grandes punios sohreludo ah sao tratados
eom essi a tiniraco imparcial, que engrandece as
inlenr.'.e do eipinlo ; he em primeiro logar a influ-
encia da igreja sobre o principio e o desenvnlvimeu-
luda caridde, os ejemplos e as ligues sublime, eom
que enchem de assombro o mondo pelos Acnbrozo
a Chrv.O'lomos, as crearon tutelares, cum que ani-
mou a media idade, lulsndo eom loda a sua virlu
de eentra o cresrimento dos virios e dos males ; be
lami.fi.1, para o mesmo lim, a accAo menos hiilhan
le| menos va.la, mas til e sabia da aoloridada ci-
vil e judiciana para regular, furlalccer a obra da
earldade. para ene rpora-la ao estado, para fa/.e-la
della a pnmeira divida das suciedades modenias e a
medida do seu progresso moral.
I'ur o ni nclito de eeieneia evada e de inlenr/ies
elevadas, o livro de Mr. Moumcr se colloca con
honra pnlre Isnlus ensaius, que lem feito nascer a
rn.sma quealau m.tis de urna vez piopoala nos pro-
grammas das companhias sabias. A acallen.ia lem-
braudo-sedoi Irabalboa, subre esle as.oiupiu, p r
ella cursados, e ua mimes lio rcsieiiavcis ile Air.
Ch slil, de Genova, de Mr. Schmiot, de Strasborgu,
de Mr. de Cnapjpagny, cencede una medalhaj de
primeira urdem ao historiador do oSjecurro pubhcu
us lempos ant'gos e modernoaj,
Ko nie veu collocar a obra mala ampia de um escnplnr 1110-
ralisla, digna de elogio, por mullos lilulus, mas que
foi bem surcedtdu lobretudo na arle de dar a curio-
sidada um fin salutar e de instruir um grande nume-
ro de leiloies mesmo pouco preparados, ollereccudo-
llies urna sabia Cullccc.io de diverlimcnlos, claras
lieOee, surprezas, agradaveil para a imagumcao e
veidades sen*iveis a alma.
Tal.'ieo livro de Hr. Eduardo Charlen, ot Via-
anlis anligos e moueriloso, Colleccao engeiili..-1.
dislriliuida eom arle, saliiainenle esclarecida e pin
tuda a parle acompaoliada de novas parttculariJa-
des.
Tem-so por awhn dizer diante de si a descobcrla
gradual do mundo; ea medida que elle se deten-
volva aos olhos do bomem, va-te ao mesmo lempo
separarem-se e subresahirein os principios essenciaei
da naturrza hornaua,., verdades que a dirigim ;qoa
a suslentam. qoe a consolom.
Alenlo para esse lim moral, o abreviadur de lau-
tas narragei, retuonlanilo aos leslemuiihu mais au-
ligos, leve mullas vezes de com~uii.nr 01 hMoiiadores
cornos viajanles,Cooiec,a por estrados de llerodolo as
sim como pelai immorlaes relacts de Ilaunun e de
Nearro para descer al Ce-ar, esse Viajante armado,
qoe nem por isio era inenus bislur ador, e cuj.s
Meu .o las parecem o mouuuicuto immurlal dos pu-
ros, que Iinha vencido.
esta ceifa da aonguidade, a Academia aeolia nao
encontrar na amiga (iallia nenhum vesligio.iienhum
las vetee 10 lem renovado, excepto mudndose de
obje.'lo e de beie. I'ara mi, c na forma por qo-
eita quealfle occuiou o tiuhiico leitr.i lo dos dona l-
timos seclos, he o eparallelo.a Impossivil sobre
mullos pontos, de alguna genios de uo-sas nacOia
modernas eom os que nos liraram da Grecia e de
Roma,
O dbale sobre e-la preminencia emsi mesma se-
ria baitaota \*; mas as quesles inlimtas que se re-
feren a influencia dus costumei sobre o colo, do
genio nacional subre o genio particular, a aut lida-
,le da Iradigao e a necesidade da ios .nr V, ss ver-
ilades eternas na arle, como na moral, que reultam
deste cunfliclo e desla succesao de esforcoa e de fe-
lizes penamenlo, era para o critico sabio, dcil,
variado, urna Ihe-e que nto ie esgola. Al vezes um
melaphvaieo aoblll p de t.b,curece-la ; roas a analy-
c, a eloquencia, a iroma, a erudien antiga e allu-
6es modernas a rejuvenescem para fazer della urna
dilTieil il .Irania, eii
s, eis onde fez-nos o 5r.
nciosamenie o nome de
do Sr. Joao Caelano,
fallar, fui |al a monona
1 "r de que exi-lc nu paleo de .V S. do Ierro um pal I l'or 'lue 'e roiupenetruu de seu papel, que liD'lirou-
- lae baibaro, que quandu quer. castitar seu lilbo, o ^-lu.s ver-lheos olhos fura das rbitas, os labios
meihoi satisf.- trmulos de raiva, c parecendo ai querer sallar
para .1 platea: ciea-nos, ^r. Germano, lomos o
prazsr dj admira-lo,msa nunca de nossa bocea ou-
vio pessoalmenle um elogio sequer, a nossa admi-
raran lie sincera pea que esla no silencio do nosso
coracio sepultada.
O Sr. Coimbrs agrai!ou-nos no primeira aclo,
o que sentimos i/er-lhe nao aeoniectu no quinto,
oz sonora, mas precisava
O neilj; pois nao nos pa-
generoso, nem o principe pro-
migo ou qttando nada um
ras eram frias, c seu eniliu-
p.ra seu povo e do amor talremu de seu puvo a
ellee
e oas altiihuires, levando o seu excesso a poni
lado, nao senle por ventura quan o esta in-lica'rciia ,
. hondada de HenriquelV. L a s-m,,eni,,, < Pe"9a"01 ou eDV"lve i"Kum d,,'es ,l"ls',, *>ue M c""
I'.hhm, era inalrueiiTa
A
na bocea do bi.po de Meaux ,U-"" i,'"Ue" "i "su n""lu l'r"v,->e1, e "? que
dando conswlhoa a Lola XIV omnipotente '" c""""," e,se al.uso.recomm.ndamos eos liscacs
mor.., de II em,qu. I V nunca recebeu mais bello" \ *"' V, "\ "VT"' "' ',"'[',' t''"a\-
tclemunlin oeiio judarta.Pelas roas da 1,1. na e Concenaoan-
Tod.via boje, senhore, no eslado da scienci 0 ^u,na sucia de repasla, que lomaram pjir d.verli-
espi.ilo solido e penebanl. que, a 1.1a da orna mil T "'S 8"d"r"1 """"do* "e ''"los ."' ". Pu-
lida,, de documentos i.o.o. en.pr.hen.lei. 'TscrTvar q ? 1 '''*""" l. "*-
r 1 rem leveminle urna port-Ao dos mesmos palitos jun-
do-o a mandar fazer, por admim.lr.rao por cunta recordaCjie dos pieciusos aFragoiealOI hniorico.e ,10
da verba do irl. II da lei do orcamcnlo vigente, os pluloso|.ho gregu 1'ossi.ioino ;aJmira-se igualmenle
cuucerlos precisos a ponte dos Afogaoinlios, e sp- que o sabio rnlactor moierno nada tetilla extrahidu
provaiido a compra que fez Smc. de madeiras para 1 de lanos ponn- ores ongiuaes estfeos m Slrab
1.9, onde nasreram. Fillms > a llhl Buurbon, o autor
dos ul'oemas anligoso, coreado pela academia frail-
ee;, receben desde ese oia um lestemuiihu anuuu
da eslima do seus concidadaos.
Esa estima nao pode dei.ar decrescer eom o uc-
ce.so de om poela, homem de imsgiiiiicSo e de pa-
n nie Irabalho, procurando as bellezas lories delira-
das da arle, pdenlo desviar-se, per lemer exressi-
vo dus camuiho! vulgares, mal dign Ue elevaf-se
as grandes colisa por mua nova 6en a. Ha esle o
lim, que a. vean ngu lem conseguido, nutras vezes
alcaBcado enm felici.lade em u> nuvoi Eusaioi r.li-
giusos e profanus, debaixo do Ululo de e l'oemas e
Poaiies,
l'erlo desle Irab.illios da arte e do geslo, a acade-
mia jolina que poda ndmitlir e recompensar urna
or.lem de esludus iuleirameiite dillerenles, um litro
sem seducciio, om li.iti- lli 1 de indagar6ea espinho-
*as, de inlerpreacoes novas e de extractos euriosos,
paca explicar urna paite Imporiaote .le nosioa annaea
poblicoa, a sliisloria dus oui-elhos des reinos diver-
sos saclos da amiga muuarrhia, por Mr. Vidalllae.
Cum .ITeltO he e.le um grande lado da lllllOfia pe-
lilic.i, mullo dcspreziidu pela ruaior parle dos pero-
rados C9,
Procurar o heni qoe produz um principio de de-
111 e 1 .i_. 1 < 1 e ile exame, no cimo do adilicm social, co-
mo un uulros graos, era sem duvida um problema
ni-lruciivo. Couselhu do Palacio, C inaelha de Ba-
lado, oinelha su|iremo, Conselho dos partidora, es-
tes uoiues diversos recordam multas qurstiVs sul>re
a forma e accAo do pa er, desde Gallos M ... 11 1 al
l.uiz XVI. Iiifelizinenle a obra he de um esludo
dilliiil ; abulia, em documentos origiuaes em Pag-
nenlos preciosos de archivo lueilos, de r.gi-lros es-
quecidos ; mas a allencSo le fatiga debauo desie
manilo da mal.riaai incultos e de .lelalhes lecbmros
O nico fio a seguir he um cerlo pregreeso de mo-
derar.lo, de equidade, de jusilla, que sa sent nas-
cer da 11.Un.'i.. ia de um dbale seno e da necessida-
de de exame, mesmo para a ommpolenc.a. Por uso
esle livro i;agrad-i4 mullas vete, ao* publicuuas e ao
pensador, cumu nileressava vivainenle em nossa pre
Ser rei, islo he, beneiicoe juslo. mesmo no meio
dagueria civil ; depoia, conforme he i.cs'ivel,f.z-r
succeder aos male des-a goerra, aos abusos de mal-
los reinados 11.ou a paz publica, a nrdem das finaii-
cas, o alli.i dos impusin., ascendente no exterior,
nfloa a tolerancia, mas 1 Ignaldada religiosa, sub-
metler lodos a' lei e lomar boa a eoadlcta do ign-
cuilor. lal foi a amlncAo q..e logo no primeira dia
se propm llenrique IV e que elle pruseguio dorante
nuve anuos de combates e de reinado.
A narracSo cmplela de lal obra, narracao anima-
da pel ardor das |ie?quizas e pela ronsrinciosa sa-
Infacaodas desc. br|..s. eis-aqui sem duvida nm es-
Indo in.piranle e fecundo para a historia Devere-
luos procurar ah o. lados traces 1 O autor, ecre-
venda eom slmplicidade, ju-leza e vigor, pcrvenlu-
ra lem emtire batanle lustre e colorido para um
assomplo, em que bri ha anda o heroi.mo eavallei-
roso da idade media, e que rene romo -m um een-
Iro o f..go das pailOM religiosas, o orgiilbn dos cs-
rarlere, a impetuosa outadia do secuto XVI ea
trsndea petsoal de llenriqoe IV ".' .Nao, sem du-
vida.
Mas leia-se enm allencan o quaoro. Ou te quizer a
analyoa forl, que o autor Tez do estado des p.irlidus
* de seu ullimn Irabalho, de seus urdus murmurios
peranle a barreira que se eleva a sa reconhecera' a
inlelligrncia fume e convencida, o enrgico accenlo
da vetdade de um diiripulo de Polybio.nao s quan-
lo n' narrarlo evada dos appreslos e do movim. nlo
de guerra, mas lamben) sobre a ex, Mearlo das per-
lurba{oea da alma, do nreeoneeilos, dos erras, das
paixOes que agitam a masa dos homens e subem ou
caliem eom ella as diversas pocas de urna revulu-
riin,
Toda esla primeira parte do reinado de ll.nruue
ISa ci.iiimuacao us perico, de que fui aisalla o,
seus esforcol rrescenles. sua ultima virlora, lud, is
lenca a um emiuente juiisconsullo, nosso celebre !lo 'sla' diciiplo eom urna evsclidJo xpressiva, que
collega. grava os fados sem os pintar.
Deve-aa lamentar .omento que o aotor. preocco- I O roemo se observa eom o qoe segoe a Liga, a
pado de um amor da nrdem, que no sequereiia Bu.rra incidente cnnlra a Heepanha ; mas o lado
chamar excessivo, nlo Iinha lidu allences numes, niais original do livro, o Ululo dislinelivo do ecrip-
us meemos concert! e factura dos andaines
DiloA* cummissio de hygione publict, envian-
do, em repla noque Smc. represtnlou sobre a
mas ciimprtlieudeu a dilli uldade do Irabalho ei
ncehendido," peranle a InQnlla varledad dos objer-
10 de estado, que ia trazer a deliuic.ao do mundo
caa d. deiitico, o ollicio junto do chufe de po- romano, a invasait das povos do Norte, as emprezas
liria. i iivanluros.is da idada media, as grandes navegables
DitoA' Ihesouraria provinci-l. inleirrndo-a, d I do scalo deeimo qninlo, e a duplicae/iu du umver-
ler concedido ao prufe.sor de (Juipiip.i,Jlicardu da 1 *- Na malo deslo monlia de maravilhas appare-
Feneeea Melenos, as vantigeiis de que tata a se-! ceiulo ao hoiiiem da Iteniscenca, qui va a anligui-
guoda parle do arl. 2li da lei ii'.l de I i de malo de I da le s,nr do tmulo e u tnuudu vvenle eugiandc-
1SJ5. vilo ter se elle habilitada tu forma da me-ma cer-s., o aecriptor muderuo au mense propoa uina
l.i.Commuucou-ia ao director geni da insirucciio i nobra materia de oh, rvacao : piocurou o liauum 11,1
que ropsagram a virlude, as luzes e o. mais .gen-
ios infortunio. Nlo estamos habituados a Conside-
rar Turaol e M.lesherbcs como argos e perigusos m-
novadore, e entre os objeclui de duvi la ou mesmo
de eenaora, que pude ollerecer o remado de um mo-
narrha, admirado sobretodo em sua morle.nlo colla.
camos a'gumas reformas salul.res, alguns aclu me-
moraviis de lolerancyi e de eojuidade, eom que Iinha
as-igualado eus primeiros simes e que a Franca de
enlla rec-beu cum enlhusiaimo. O amor da buma-
uidade, o zelo da ustica, ainda quanlo fosem al-
cumas vezs deCouheci.lus e punidos naquelles que
na.) os pnmeirus exemplos, devem Ionio mais honrar
lor sera'ludo quanlo se refere ao governo interno,
que ce v sabir dese cahos de guerras civis e es-
Irangeira. de fiarres e de seils.
I'ondu de parle ai grandes qualidades de llenri-
que, que o aulor ji Iinha indicado, para galibar e
governar ns homeni, um livro hilen > de sua obra
he particularmente consgralo a resumir os ultimes
resultados da victoria alcanzada sobre a l.iga e o
corsa regidor dos aclos, qiu Ihialmenle vio marrar
pela nulo de um grande principa a influencia de
urna realeza limitada, rr.a pncilie. e consolidada.
Sera' o periodo de 1,60(1 11 1.610, poca tnemura-
vel, em que se operon a lr.ii-1 do mal nn
a memoria desa nubres victima*, nSo s pelo que I bm, parcialmente ensaiado. mesmo luisannos pre-
li/crnm, mas lambem pelo que soflrrram. Mas e<- cedenle de perlurhaces e de Cmbale ; operou-se
les ng re. Injustos, e-la p.rcia i lades eslreilss, que ; ,pm tregua e sem descamo, aos .11,,. vigilantes de
suggere as vezes o estado dos |. nipos mais aproiima- i um rei auxiliado de alguns amigos lalii.s, gtadf.,
dos de n, o autor nao os lem sobre um pas.ado mai|! servidores como Sullv, e sosleniadrs por esse cor-
publica.
fham;a.
Rea lorio lo secretario perpetuo da acade-
mia sobre o concurso Senhore.Esla lala annoa das ledras, em que a
academia he leliz de honrir tlenlos condecidos e de
assignal-r novo, tlenlos, deve boje come^ar para
nos por um pez.r, dizei quaii por urna de-culpa. I.'iu
u'i.i.lo de pues.a, proposlo sob a impresslo dusen-
limeiiio publico, um a-sumptu que jusliti-ava a e-
muU{0 e que suscilou .o menoi iiumerns.is esforz
Ole Inspiran ainda uu.a obra sobre que a academia
posea eiilreler-vos. Entre cenlo e cmcoonla poemas
destinados a celebrar a goerra do Oriente, daos so-
mente nos dao. nlo obstante umitas im|ierfei^des, a
promes, e cumo 0 prni.eitu einato da obra que es-
peravamos.
Etn alienlo ao asiomplo e ao talento, academia
adia o prino para o prximo concorso ; ella nao
recela esu demora ; a gloria Dio envelluce. A pers-
pectiva de um anuu ni.is nlo dimiuuirl o brilho de
alguns mimes rerenlemrnle ill.slrados ; nao apaga-
ri is lellgieaai record.res de reconheciinenlo e de
lal l, que si prendera a' memoria de Untos bravos
l'rrnceze, nobre victimas da gloria nackn.il.
A goerra do Oriente, a esse grande aconteri-
sencia irnmorlal de seu ser moial
A unidade deale peusainenlo eiii|ire prsenle da
a rollen ao de .Mr. EJ ar le Charlen um carador uAo
menos elevadu que instructivo. O celebre l.ocUe,
conlradielo ne-le poni por J. J. Rotseau, tiuha cu-
riosamenle procurado a pretendido adiar nos COI-
liimes estranlu's de alguns pavos barbaros a prova
de ule exislia psra o curaca,! de homem na m, ral
primitiva, e que as verdades lociaei Dio sao nuil
do que crenr;as formadas pelo lulero.e e pelo I. til-
lo, inquieto por e-se prrigoso paradoio, o autor
que e u.ua pas,agem lis llcioduio lint.., corregido
111111 falsa in luir.) contra a I. mura i.o;,i doi pas
remlo ; e he 1.0 seu Irabdl'-o curioso e novo na or-
dein geral dos fados, q.ie a academia Concede uina
da* me albas do concurso.
Oulra rudselo, inaugurada o auno pausado plo
neme jo.lameiiie respeitado e pelu lulo duradooro
dial apuio, que de lodas as parles Ihe (rallan! lodos
o. liornen dignos de comprehuderem sua |, | r,, qu
ao menos de serem mov des por seus benelicio.
Beta imacem de urna selivitfrdc panuca de dez
anne*, esle poder reparador levado pelo homem de
serian de Pajeii de Flores, para salva-lo da grave ei
fermidade que o tintura, lie de crer que os notaos
patricios de Paj 11 Oem ao il!utre deslerrado a bes-
pllalidade que pur mas qualidades e illustrariiume-
rece.
Hotpital de caridde.Existan] no dia 2t do
crreme i homens e ;il mulherea tratado! pelo
crida'e, 7 homens, c l:| mulheres, que p8gam
a casa, e II orejeada corpo de polica. Tutal >4
doeule.
Ilelacu das pessnas que foram sepultadas no cemi-
'erin publico no dia :il du Borrante.
Manorl, brauco, 5 anuos, maligna.
narciso, pardo, escrav... lo .nes, enlerile.
Maris Joaquina de Abreu Lima, biauca, US an-
nos, g -lio entente.
Andre Avrlmu Smico, prelo africano, viuvo, 33
anuos, bepalite.
I mbel-ua, brauca, mezes, tclano.
Matndouro publico. Malea-te no dia -.'(i
para consuma ou da -r do crtenle :
A companhia das carnes verde.....
Ricardo Itomualdo da Silva.....
Soma 'lavares.............
Virginio Horacio de Freilas......
yueiroz...............
35 bur
H 1,
:i o
i
pura seus tubos, leva por luda a parle o ine-uiu e.- | que be raro em notsol .lias, un. dadiracao de mui-
crupuio, e na.) censura menea justamente diversas los auno na prosecuco du ine-m,. lim, e a coii-Un-
narrarles da viagens do uilin:u setuio minio chelas ca du Irabalho em u mesmo pansaroeulo.
II aiiaiii, permita academia levar bojo sua ese...- a-nio sobre lodos os pontos de uina socielale aller-
llia dre Irabalho., para os quaes 11 iit-.ini|.eii-a. (i premio anuu.l legado pelo fallec-1 ralle, antiga* e da liberdades do pait no eaforeo
do Mr. Uir.lni para orna abra de alia lili,raluia p- i m"mni ro,n que urna hbil mao ilumina eses restes
de-se apptiear a qualquer Irabalho grandioso, nao de babitot de.ordenados, que deiiam aiu al a anar-
e sobra a lualoria de i-rauca, mas sobra qu Iquer cn'a, a grande obra da felicidad! pul.lira, finalmente
povo eslr.nho, du qual eanviuha primeiramente e- reslabelecila em pnurns annos.sobre um solo lio ire-
ludar a Inigua, o costumes, o genio para bem 1 om- mendo e lao agitano, he sem duvida um lodo admi-
pielienler seus ann-es e para reprodnzi-los eom es..i I nivel, que se dejara abracar de urna su vez. E-se
precisla .le iuveeliga(o>s e es-a vivecidade de ciir,
foe ai ler 11111,1 narraAo. Seinelhanle obra pede, o
He a ese l lulo que a a ademia dlslioeule a His-
toria .la Heepanha por M. Rosseeon Sainl liilaire,
i.'uniiitu quasl novo em no.sa liiigoa, livro conn ct- niado de l.uiz XIV, que o graude rei foi u
lo cedo, depoia transformado pelo autor atraanlo
na segunda edicAo desde a llespanha remana al a
paz memuiavel de Passavv, em li.i. Viva impres-
do espliilo de um lempo, que toma va o nulerialnmo
pela pii,|un.le/.,| dn peiiSiimei.la.
Mr. EduardoChariun em mas anahses nao s se-
para de to ia a Drmelo esa licen^a, eom que si di-
ve lia Di'erel, mas recliflra a felina geral desse es-
ludo, 1 111-.11 10- 1 ao mesmo lempo mais cuuveni-
eole e man verdadeir*.
A'i 11.er 1.1, v ti .iii.Iiuj.i- por assim di/er na his-
toria da espec e humana, elle uppe a realidade do
ei.tune in. interno, por toda a paite reconhecido ale
sol) o veo da ignoraDria.
Elle raoslra que algumai va* as lllaiuei as mais
grus'iiras, os desvario, na barbaria s.io aioda a ap -
pilcarlo errnea de um principio verda eii o e de alravessarem aquellas Lellos p.izes, sn dcslruir'em
um iinlindo moral, e que de.le molo para o obser- all .1 rasencil do genia nacional, curiosos a agrada-
vados as noi;oes divina., a idda de lieos e do bem ae veis indicio! desse genio lecolhidos nos uos. na* le-
................1
Total. i'.I bois
Al depoi* U'amauhaa.
SEXTO DlSTflICTO. I.IMOEIltO.
Pruneiro escrutinio.
(III cdalas.)
Os senheres :
Dr.Jos Francisco da Colla fiomes
Padre Anlnnin Feanc.sco Gonralves Ouimaraei
Joaquim Pedro Brrelo de Mello Kego
Man. el Coelho Cintra
l)r. Silvio.. Cav-lcaDli de Alhoqoerque
Dr. Antonio de llollanda Eavalcaiiti de Albu-
querque
llenrique Pereira de Lucira
Segundo e-rrulini...
(IIOMaViIoi.)
Os Scnhores :
Joaquim Pedro llarrelo de Mello llego
l)r. Silvmo f.avalcanii de Albuquirqiie
Mantel Coelhu Ciulra
Depuladcs.
I)r. Co.la linmes.
Padre Goimtrict.
Mello Kebo.
Supr lentes.
I)r. Jlo Franriscn de Arruda Falrlo
lenle Joe Fraocisco l.opes l.ima
Manuel Coelho Ciolr*
DCIMO DISTRICTO.BONITO.
Depoladoi.
O .. 1,1. r ;
lr. Francicu de Paula Hapli-l!
Ilr. 11.-11 lu o Civalc.nti d'Aibuque'qoe
r. I.o z de Albuqiierqnr Martins Pereira
Supplentes.
Francisco Jos F. Gilirana
Jo-e de Barios Conala Selle.
*o >mmuuict'o
Volos.
77
61
.Vi
17
35
Voloi.
,'li
Volos.
i
54
53
CAllTI-IRl.MIA 1)0 TIIEATR.
Ja vimos esse drama em oulra parle, algumas
lilferenras nolotnos, mas a nossa inlelligencia nao
lie dado aquilatar o nyrilounirc anos dona asiros
que iltstaiites um do oulro brilliam fulgentes que-
rendo eclipsarla mutuamenle, qual dos dotis ade-
vinliou o pensamenlo do au lor, quem o puder
dizer ? s Alexandre Dumas, mas nunca o pode-
ro azer as
Duas Rabeccas.
.4 tletfo do primetro circulo.
Na lerea-feira, 2 i do corrente mez, publicou o
Diario de Pernambuco o scgiiinle :
No dia 22, lano no primeiro como no segundo
circulo, s leve lugar a eleitjao para membros a as-
scmbla provincial.
No dia 23 procederam-sc em ambos a eleijao
para supplentes.
Antesporm, decomsrarem ostraballms no pri-
meiro circulo, o respectivo presidente da mesa de-
claren que liavia un protesto do Sr. Fetielon, o
qual allegava o direilo que lambem tiuha a a-r
proclamado deputado, porque liavia oblido maioria
absoluta enmo os tres individuos ni is volados do
que elle. O Sr. eleilor A. P. de Figueiredo, ob-
lendo a palavra para fallar sobro o protesto, disse
que o protestodevia ser reeebido, visio dar-se uina
duvida que nao eslava prevista na lei; porquanlo
wem um arligo ella diziarpie ara ser declarado
deputado, era misiirqueo indivijuooblivessa mai-
oria absoluta, em ouiio artigo determinava cipressa
e claramente que cada circulo devia eleger tres de-
putad-is, e que nesie caso, nem o collegio podia
proclamar qualro dpularloe, nem Considerar os tres
mais vatados como lae, porque eniao vinlia a pre-
valecer o principio da rcaioiia relativa, que nao es-
Una consagrado pela lei. Em seguida o mesmo c-
leilor decbrou, que naocomordava eom a opiniio
daquellos que diziam que o Sr, Feneloa devia ser
declarado su .penlo, em ronsequeiicia de ler sido o
quaiio volado eom maioria absoluta. O Sr. Fi-
gueiredo, fundara-so no.iritgoda lei que determina
pressa e positivamente, que naos dando o con-
ftelo de volaran por causa do empale, se proceda a
eleicao pata supplentes.
O hr. vigario Reren 'e, disse que o protesto nao
devia ser reeebido, porque nao fura aprcsenlado no
dia em queso procedea a elejo para drpulados,
que era a recasiao opportuna. Seguio-ss-llie o Sr.
Epaminonilas, que rouiorou declarando, que enten-
da que se devia retener o protesto e lun/lava a sua
opiniio nos mesmos argumentos que linham sido
producidas pelo eleitor Figueiredo, mais que enten-
da que o Sr. Fcnelon, era o primeiro supplonte
pelo simples faci de ter oblido maioria absoluta,
para depuiado. Uepois falla o Sr. eleilur Torres
Baudeia, que derlaroit que a sua opintao acerca
das duas quesies sustentadas pelo Sr. Figueiredo,
era a mesma.
Veju-me obrigado a dizer alguma eousa a respai-
lo do que publicou o Diaiio de Pernambuco.
K11 naod.sseqne oSr. I)r. Fenelon era o primei-
ro suppleniepelo simples faci do ler oblido maio-
ria absoluta de votos para deputado.nao dei es-
ta razo solada. Parlindo do poni em que lodos
esli concorde, islo be, que bavtndo mais de tres
_s cidadios eom maiona absoluta, a lei be omssa,
y nao esiabeleccu regra para decisao, opiniei que se
devia procurar o arbitrio mais razoavel.
u disse que na legislacJjo sobre eleir;5cs liavia
tres regras, ou principios dominanles. O primeiro,
da tr.aioria absolutaque (tilia lugar e applica-
ro sernpre que baria clareza c certeza na esculla,
excluida qualquer duvida : era o principio cardial,
que dominava na generalidade.
O segundooda sorie, que dominara por
exce/irao, todas as vezes que nao lia.ia c'arezj,
nem certeza na escollia, mis igUildade, c em-
pale.
lodo pode pareref muilo lululiv .di.lo, minio des-
membrado nos captulos do sutor ; alcons pormeno-
res ale pareceram minocioos ; mas em quanioi 00-
iroi so elles rehlrados, e romo ludo lorna-se anima-
do, a' forra de ser inslrurlivo o con.plelo?
O novo historiador qi< provsr erra de Il.nri- i nll:,n'10 ale boje esse silencio sepulcral, a respeilo
Ao do pai/, de seus apecius aaturaee, de sen diver- m.nore parlirularidades e o tuza rom uro calor de
os habilanles, analye eicollud 1 de sua anl.gui- ', eonvierjo e om amor do bem publico, que lem sua
itades, pintura inlere-sanle de uia runve/-ao ebria- iloqaanela,
lia e de seus pnmatroi concilios, que serviram de | t^oin eileiln, quanlo se perrorre sob cifra dlveisas
modelo ua liberdada civil como de rrara sua fr e nunieroeas toda tena das -nas reformas dos In-
reli^iosa, narra^e d'slinrlas e animadas das inva- i lerdiclos e das prccii, (oes ule, das creaiesf..
's, de goerral civia, eslranceiras 011 mislas, que
que IV o que um epiriluoo esrriptor Iinha allir- 1 ''o urna critica justa" e imparcial, o lambem por
ruado de l.uiz XIV, que o grande rei ro um graude termos \islo umdrama que j em muros lempos eeiu
'" E.'te' tarto ob.erva.lo por Vollaire, que v ou ada. "lra WT? rePreSenlar' u,n d,Sma H 'l<'al
vinha ludo, Mr. Poir-on pus em nievo, segoe-o as lc,nos dectdidissima psixuo, e qno al boje anhe-
'avamos eom lodas as veras de nossa alma, eis
menlo, es.i preoecuparan dominante da poltica mo .
drin-, he, debauo da diversos pontos de villa, a or- : acbam coiiln-as e envolvida, no homem degrada lo
drn do dia du i-cu'o d'zenove. Comeileiio, alo be I peta vldaielvagem, como appareeem e brilliam na
somenle a enerra da forca, a ealenlaco memoravel! bomem ririlisado, de quem ellas sao e licaio scnJo
do poder militar e naval : he aobtetado a guerra da P"d '*inpr*_ a verdade natuiid.
rtvllisaefr., a marcha conquistednra o tutelar, da. I Por es.e lilulu, ei.Imres, e por curiosas aiialogi.i,
sricuri.s e das arles, da rehuan e da hiiin-nidade I d*docr;Sl in-trucluai que a autor mistura, rom
e i"*, leudo sua iiilliienria sobra eses bellos climas, ; os evlraries beip escolhidos de lano monumenl -
dolado.da tantos don |iela Providencia Oivui.., e origino.*, academia concede ao importante e ulil
ha longo lempo Ufa, miaeravell por culpa dos ho- Ireb.lhe da Mr. Eduardo Charlon urna medalha da
DO 1-. I ine-iivi ordtin .la precedente
Niogoem duvida qu* nai homenasens pratlada* 1
Uestes 1 ln los de cusiiiines c de historia, dio va-
1 victuriosa da irai.ei, a*<* genereai ei| arenes '"s i"''" objeciu, a eademia volveo ina alKncSi
le um proifressu para o inundo, essa erando lira,
qoe o Occidente acha para fazer eu para velar no
Orienle, neo deve oQerecer-se Io:m ao nemauenio
d. liisloriador ou do poeta. Isto rnemo he om 1 lia-
ilii^.o 'o nosso [iaiz : era o principio da immortal
e\pedic,iu ao Esyplo em I7II-), era o umlr o des.e er-
... sci-iitilico, que acompanliava o aru^am'U-
lu cue'ri-iro, duplicas.1-0 eom arandela, o ao la -o
do* nontesdo general emebafe adaieui goriosos
lu-ar-ieiienl ., ... Des>U,oi Itavouet, Jts Wlehers, fa-
zabnlhar aa Honra do* Hong*, do. Herliiollei, doi
M>lu*. .lo loin icr, des-e humen., de que u ins-
tituto de Fian .1 er.. e smetuaiio e o imp-no.
Lu um rscript* sobre a eampanha do Eayplo em
que NapoleSo falla de si mesin- 11,1 lerc.ira pessoa,
:umo l.o-ar cm s..*us con) i.ei.trfii n, n ulnma pinte-
ndade lea' ella phrae im iiuuim I # Elle liavia
I iiir.a to ns Foudamenl k, daqoi em disnia solidos, da
man o ui'i -. 1 .1 .111a : tiuha rreouduaido as arles
e a. leo 1 a aa sea boreal. 1) lacccMa illa lio e-l.i
*pi r.,nv 1, mas a noli.o voeiciu, que eil llfibuia i
I 1..!..;.!. siil.-i-le sempre.e na > lem delta da artuar
cunda, que nssisnalaram aquella poca dr'cennal.
1.11 funestamente interrumpida por um mu,o, todos
se aera de eeracto ao sabio e leal hiilariadar ; lo-
do. Iba agraderfm nao ler nada omillido, nada'des-
gendat a as caiico's do pnvo, estu !o da vida dus '
conquistadores rabes secundo 01 eouto* otlglnae.,
que . i.ih compalriui.is : eis-aqui, Sr., os punios de s-ndo o ejemplo do mundo e o petar dos povos.
isla principies, qoe pcrroiie o aulor, que tile en- : A academia concede a Historia du reinado de mono, desprezando esfores e traballios, niio alten-
grandece, que ello renova I.nrique IV par Mr. Polisn, o grande premio I dendo sanio agradar .1 esle t.ovo que Ihe da a bos-
lun lado pelo batau libeil. _:,.i: 1.1 ', <>
A de-nacno ,.., unicamen.e honariOca, que P' 1 r" f1" ?dm,ra-,' nio M le,n-
rlilhav emie Mr. Chruel e Mr. Lavalle ose- IiraSs_a "e promplifica-lo e leva-lo
preaa 10,nada dallado perder ao*lilolo*, mismo os qui una dus primeiras composires dramticas
m ^humana? T&^EgU t K aC'"aeS' "**** em, ~ P". o
'nao sena do povo pernamburatio, se o Sr. Ger-
A parle mais conhecida da mesma hiilorla, o ca-
1 ler a a poliliea extrema dos principia, nao o oc- l
eupau in.no* : elteacbuu cuies verda.lenas e limpie* h"" lo Premio da me-ma fuudscau, be mantilla de do dia 21 crtente.
O lerceiro emliui- o da maioria relativa.que
Consrtos de nosso lao quao f-aro talenlo.quanto ,l01llin!iva Umern r ;0 e e,n rer'l35
ntesquinha tnielligenc.a, da tnnab.l.dade e pouca especialidades, quando liavia... mais de um collegio
deslre/a que temos em manejar a penne, que po- em un, sd circulo.
Eu disse : se quando se da o ronllrc.r, de vola-
ro por empale, nao prevalece a negra da maioria
absoluta, pois que no corre novuse>cru:inio<. al
que ella appareca ; quando se doro confliclo de
volafo, por oulra e qualquer causa, tambem nao
deve prevalecer a regrada maioria absoluta, segun-
do o pensamenlo eespirito da lei. Continuando no
raciocinio, disse : o que seda entre nos os elelos,
be 1:111 confliclo do \olaeao por superabundancia de
r-'tn'idaio votados, porque appareceram mais de
Iresc'nladaos eom maioria absoluta. Kesta dilleren-
te conflicto, assim como no oulro, nao deve nem
pode jamis prevalecer somenle o principio da
maioria absoluta, (h.al porm o principio que po-
de ser invocado para decalo?
A sorlc be admillida pela le eleiloral para o caso
de empate. A sorie be admiitida por outras muilas
leis para o c?so de jgualJadu de direilo, de condi-
goea iguaeo, do siiuarao ideniica, para o caso em
que l.'ijam as mesmas circumstancias.
mesmo
lempo o principio da maioria relativa pira dar
preferencia aos ires mais volados, para exrluir o
quario, e nao para dar-llie o lugar de supplenie.
A maioria relativa, assim entendida, seria contra-
dictoria ; servil ia como principio de adoucao e
prefe encia quanlo aos trei primuiros, e de exclu-
s quanlo ao quarlo, mas qnando se applica au
reconbecimento^ do quarlo como supplenie, j nao
tem o mesmo poder, nao apiesenta o mesmo ef-
felo, serve s de exclusao e nao de adopcao. Des-
le modo, a sorle. emidade cega, brutal, e est-
pida tem mais poder do que a maioria relativa,
que be o producto, ou coniini.ac,ao, flln da razao
e evidencia porquanlo a sorle decidindo o
'.conflicto devotacao* faz deputado c ao mesmo
lempo supplenie ; enlreanlo que a maiori re-
laltva decidindo um oulro conlliclo de volacao,
faz depulados mas nao laz supplentes, ou nao po-
de fazo-los Onde esl a razao da dilerenca ?
Eu nao a vejo. Porqne nao se hj de adoptar
para o caso omisso, o mesmo pegamento qno a
lei adoptou em caso expresso ? Onde se enron-
traruma sulucao mais razcavel ?
Foi assim que disculi no collegio eleiloral. L11
nao liaba o proposito do fazer adoptar a minba
opinio naquelle lugar, porque sabia que a asam-
blea provincia! be o poder compleme para deci-
d-la definitivamente, mas apressei-me em declarar
francamente como pensara na materia, por que
ainda no estavo conhecdos os supplentes, e nao
quera que algum nome proprio de minba adeico
vieses Uazer-ine algum embaraco.
Na qitalidade de presidente do collegio, propuz
a quesiao, porque nao me competa decidi-la por
mim s : o artigo 71 da lei de 19 de agosto du
1 si determina que havendo duvidas sobre qual-
quer objecio, scrao resolvidas pelo presidente, se-
cretario, escrutadores e eleiloros. A duvida ii-
nha apparecido cora a apresentacao do protesto ; o
protesto pedia, ou qne se expedissem diplomas a
lodos quairo, ou que nao se expelisse a nenhum.
Dar quatro diplomas, proclamar qualro depulados,
parece-me opiniao singular, que nem a lei, nem
o boro senso, nem a razao podem defeodor
ou sustentar. Nao dar diploma a nenhum, pode-
ria ser conveniente aos candidatos que nao irium-
pliaram, mas a lei nao o permute ; a alguem de-
via o collegio dar diploma, deu os mais voladas,
Eis o protesto.
a llm.s. Sis me.i bros do cdlegio.Tendo
os mcnilu-os da assemblea provincial, qne
foram eleitos por este dstr.cto nn corfor-
midadcoart 4 do decreto u 1,792, e sen-
do quo na confoimidada desle mesmo arti-
go devain ser declarados membros da sssem-
blea, os que obliveram maioria bsoluta da
vntos no primeiro escrutinio, acontece quo
ou tem a mesa de declarar quatro membros
eleitos, ou no declarar uciihum ; porque o
d.reit'i de um he igual e o mesmo, segundo
o syslema. quer para o mais votado, quer pa-
ra o menos, toda" a vez, que uro, ou oulro
l"iiha cm seu favor a maioria absoluta.
-Nnstas circumstancias o abaixo assigntdo
vem protestar contra qualquer decisao que o
exclua do sen direilo antes da decisilo o po-
der competente, a qual por esle collegio deve
ser provocada, como o abaixo assiguado es-
,eri,e he da mais" rigorosa juslica.
o Itccifo 23 de noveu-bro ue 1857.
Cypriaoo Fenelon Guedes Alcoforado.
Ve-se que o S^. Dr. Fenelon protesta con-
tra qualquer decisDo que o exclu de seu
direilo. o Mas qual he esse direilo'.'
l-'ns foram de parecer que depurados eram
os tres mus votados, e que o quarlo o Sr.
Dr. Fenelon, nao era cousa aigunia, nem
deputado, nem supplenie. Nesie sentido fal-
laram e discutiram os Srs. Venoncio llenri-
que de Rezende, e r. Antonio llangel de
Torres Bandeira : nesie sentido decidi pro-
visoriamente lodo o collegio eleiloral.
Ojitos foram de parecer que deputado,
eram os tres mais votados, mas que o quar-
lo que tambero obtivera maioria absuluta,
devia ser declarado primeiro supplenie. vis-
toa lei ser omtssa nesie seudo fallou o
discuti o eleitor Euanunondas deMollo.
Outros enifim disseram, quonSo podiam
ler considerados depulados os tres mais ro-
sados, porque vina a prevalere mior relati-
va, que n3oesta cotiagiada na lei .-assim o-
pini-.u e discuti o Sr. A. P. de Figueiredo.
Nesta dirergencia de opinOes qual he o
direilo do Sr Dr. Feoelon, coiUra a exclusflu
Jo qual elle protesta .'Sera o re podor fazer
annullara eleic3o quo correu llvre e legil-
mente, e eom observancia rigorosa de tudas
as loimulasquea acomjanh.m. Dula nova
eleicSo o resultado podia ser o mesmo, e at
apuareccr cinco individuos eom maioria ab-
soluta : a questao seria insoluvel. Sera o
le poder conseguir o lugar Je quarlo depu-
tado.quando a lei declara queso hajam iresl'
Ou seasomente, como eu pens e opino, o
le ser reconhecido primeiro suppleote,
adoptando-se, para o caso omisso, o pensa-
rneuto da le no caso expresso, le con-
flicto do voiaQoo por empate A assemblea
provincial em sua s^bedoria decidir o quo
for ...ais acertado, justo, ou legal,
Com 11 presente exposigao Uve o designio
de aclarar, e rectificar em alguns pontos n
narraeao do Diario de IVrnambucoo, e tam-
bem de precisar o oslado da questao, para
que a esiudeiii esubre ella madura nenie re-
iliclam lodos quanlos, tem de ser juizes.
1. r A" E.deM.
i.ccile Jb de novembro de i857.
qual foi o nosso incentivo, eis o que fez-nos 'cs-
quecer o lalenlo fraco, a inlelligencia niesquihba,
1 a inaplidao da penna. Falarcos do drama
Kean.
Kean, produceao do Ilustre c bem cor.hec'nlo
lillerato franrez o Sr. Alexandre Humas, um dos
melliore parios da inlelligencia desse bomem, c
a scena na no.ie
para enaalot luialraroante lilterario, obrai do po,
* de er.lica :|ella os conaparoa m ua preferencia,
]. .. e.colhidase dilfeada nulrem o pamameDlo
que juljta ron imaiiin.ir.Ao rt. bra. .la arte, uin- la-
be c.....paulo a anlrauldade.a quem por ii.o aprecia
ni- .os o eipirilo mu 1.111,1, em rrit.co ma em coa-
larlo romo poda o riles se In Ira. m ., prot.....co-
l. Nia vo hale ran-ar admirar-a.) que a acaC
l.ntia reunido rm un. me*m* *ufli igia o poeta naln-
ral paro dan Vida rural, aqnmle qu j.. coroamos
una vez por sea drama a l'ilha re Enchilo ... v o
auioi lacile brilhanli de om livro sobre u < (ieniu
comparado don antigoi e modeiuo-^.
tlum eHeito, be o dinur da orla, he a pniviio dat
latirs, he o lenliinaoto da naloraxa e do h.-lio. he a
eloioencll da alma e a emucao do ",oto que reinam
Des.asobras lao diltcienles.
paro piular .1 aranda alma il Isabel re Caslalll
- 11 1 ijii.nlc. dn reinado de liarlo- Quinto pode se
lam'Dlnr qui rom seu hroe lanlia rnu.tai vetes m-
In 1.1 da Hispaulia, era este o escolho inevilavel do
assomplo. 3e 1 e*# diltlto de proporcjlo elle an-
ia urna t aicial.daile a \.zcs voluntarla rm a nar-
raeao 'lo-.1- aaerrns religiosa! da Allemanha, ne**o
ili.'cntimriitoa ele respe.to.180 Iciia joslilirjdo para
no a cvrli.-a 1 .i.. liv:o. A verdad* h.itoflca Dio e
elab*.|ece por leulcnr^s. l.i-tu advertir ao autor que,
jiiiIiiioso 1* cloqu-nlr qu.ii.lo descrfvo n odiosos 11-
Ltorr, que psiiia.:.ir.'iii na Me p-nha o primeiros en-
- .i.. .la liberdade reliai*a, eseju*ce nn aolra* par-
la* atque poni a jh-iic.i e a li..inani.lala eram
f) povo pareca que adevinhava o mrito do que
o seui odios a descoriinar-ae, os camarote? eslavam
aovo
Roa escolh* reilerada recr-mmemla a'eillroi pu-
blica a sabia h.ilori* da adminl*lra{So em Tranca ,
o o inlercss.iute episodio icbre a cia de Saint- (liei04- a platea apitihala, (e ao meio dia j Bao
Cyr. liavia cadeiras), a'influencia oaaneiedada eram
Huiros Irabiillin sobro a no.sa h"
&9ZV&pont>mcia&.
Mas para o cao He dcsigusldaile de condices,
quando lia dlrsjtos dillerenles, quando as siluaces
sao diversas, c as circumstancias variara, nao pode
intervir a sorte. Entao prevalece oulro principio, o
da bondade, qutlidade, do merec menlo, da mellio-
Sn. redactores. Os cargos conferido! por eleican
sSo bastante linnruios, para qoe u direilo por ella ad-
quirido seja .'iivado ventura.
Toos couherem o reiullarloda eleicao para roem-
hro! da aembla provincial no 1. dislrirto da pro-
vincia, e lodos saben., que eu akar.eei, como man :t
candidatos, o numero Icgtl ds votos para ser decla-
radu deptitodo.
Iteomram-ie77 eleilore, e ea oblive i I volos qoe
he a ni -nona absoluta, nao s do. 77 eleilmes pr-
senle, como doi MI, qoe f.rrDam o dnlncti.
Ueven.lo porem ser eleitos somenle 3 memlco, na
eonformiiadedd lei, e lendo i, os que alcanraram
a ele rao, por circinimaucia Dilo previ,la, apre.enlti
ea o protesto que secue.
o film*. Sr. rntmbrui do collegio eleiloral do I
I dntriclo.lendoa meu de declarar 01 membros da
* a semidea provincial, que foram eleiloi pur cle
(i dislri-lo. na conforminade do artigo i. do rlccre-
II lo n. 1792 ; e sendo que na conformidade do oie-
.1 mu artigo, d-vem ser declralos membros da as-
11 semblca provinr.al. rs que obliveram maioria ab-
11 lulula de volos ni I." escrulimo, aronlece qoe, ou
,1 ou lem a mesa de declarar I membros eleilo, ou
0 no derlsiar nenhom, poique o direilo de 11111 he
11 igual o o mesmo, arfando o yslpnii, quer pra o
.< mais volado, quer para o meo., toda ver qo
1 qoe um uu oulro lenha em seu favor a maioria ab-
0 oli)la.
.\et.is cirrnmstanrhs, 0 abaiso assianado vem
o protestar conlu qoalquer decnSo, que o exclu.
ria, sopertorid.de. ce e em maietias do nmeros 11 r.n^^^^JC^J^^
de volos em negocios elettaraes, prevalece a maioria voeada, cumu 0 abaio ignado espe. a, e he da
relativa. Assim pois, (disse eu no collegio,,) se pa- '"*.'! ''-ords* juslica. iltcife Ud de novembro de
,.;:::;;;;::;::;:;::;: Ea'!& rn.ito,.s,tcoeeoU u drama no pcipi0 r
iriullimol-lo barJu Guberl. N'flo podemos dcixar de COm. to'10*"* dramas que represenlam a nosaaae-
t'licilar-.....drsa generosa, previdencias destina- l"ali.lade, mis quem preslaasa atlencao, bem vera
da. deban,, de tanta* frus, t'animacao dota- que as suas fallas eram retbtiadas de belleza e de.a o primeiro rniflicto o do "empate ,0 daYcolda- \*'~" ,
t'r.e an ,......., ma dea,., obra, rt.,va. da- af"r "** r^0[S W" f Uk'3 enl'" ''" "* lie 3 *. o principio que decide e re- i ai^dX^ara?" V'l ">UtgU' |w '"-
pon.vers rom a lanrfio da aoiaridade, ma* que na Utrm:!nn. o que v.o-se que aquello mesmo I gula; parao segundo conlliclo, o da siipealnin-! Recebtdo prnte.io, meta ola pedia declarar aa
1 lr.e -ui-prir sua s. itude pe, leiira, o pre- que era convidado para representar o papel de um dancia da candidatos votados, de excesso de depula- ''Tu'adi., .inte, que a dunda por m.msucii*da loi-
moia. v..,.s,iesr..i, ci do, don* lado*, a.....u ""o l.aini.Hri he toiiccdido amadama l.u,aClet. bbo para o apreciaran os nobre--, ese mesmo a- dos eleitos, a maioria relativa pode a deve -or in- M [M*w^ > ""dar campaleaie.
.u:.;,^ ....."-""^P-i de /i3 o representar ,i,n,ri-,issi,,,opH dando a sua vbd. para decisao, visto a/ ...-divarsid.de a \iJ!i^^oZ'^^^^^^^^-
malla apela......la p.....er acmpre verdadeir*. Me- A academia, dehaiso da mesma aneeSa v e au- Ub,d'"ma car,a nmorosa.-. uma senhora que deum dengualdadede volacao, isio In, um liveram ngir ama rrpresenl*o aa (ove.no de s.'M. o In-
rilo* ifteonlestave* robrem eiUe riaraito e fatem do luriaada a ionlar nuvoaaaaenloa di ianilinniMa na irnua, e do oulro ohjcclu do aliencoes o de mais v.,los nue outros. aleir. da maioiia alnnln.a l'"dor, e aqu a iranscrcvo :
falto e fatem do i tnriaada a jonlar novo*anenloi de iniestigaces ou
mi.i cuaca- ile mpirar,Jo. novo, premios de emolacao ao, pro-
rila* iAcnnleslavei robrem ei
Irabalho lodo urna abra ootaval
Quando, ha poneos anno., a academia conceda a de o premio Bordin a M. Boiifeov, S.....l-lll|rr. gramraas ia publicado*, de ou* eoera u ftlz le'sul-
M..Aunan 11111.1 paite da cuiu,idfainalica.pur,il- Re*lav.-m>, ..llores, par. jalRar o nlllino con- lado. '''. oe qui e.pera u tei.i ie,ul-
guroa, iceiiaa animada* de um lopro ar.Rlnal, onde cuno, que a bullanle sop.-ri..ri lade do Menlo e da Ju-lamenle precrunada da bularla da nn. li
., vi. ion a Uu joven sphocle, eui.re Esrbillo era do- d.graea Iinha. pur as.il.....ler, luipflldida '
A.h ,. .. --. "- .=...-.......- o..u-r o ..,... .., -1 Ui.. .u..,b E.SC11111U era co, deegraca Iinha, pur a-un il.ier, ..-pr 11.11. o por ion- gu.i, e.a vila reiueeiil.r-in ,,m.ie., n o cnlhUiaMiii'.
ff--ateri^ ......''.....<^SlSfiE& Ose,.....lo.c.o.querepresenuv. ofi
5Ztt^f&& 'Ida r," K a^aTS*? ,: ,,a,"a' """ d*que ,ur-1 D,y"l ir"' !",)e "n."i"",e e"lre,r uma n',"r' Mu"T; ,l?,"i'-por um "'" ''-. m. ,a!sfn,3,s ^o'* "3 ":a Ja>'" 1*
uval. mais lama da Algarta.amam pelu petarlo. I b. m uma simple, escola aaelmlmile.. d.h,.u S^SAS!iSLS^n ,"es,",t ",nu"" ^""i'f ..rt.a PSS" .dA..a,a. '?uJe,e'0- '! i.0,Jem e,n *** comU"10 b ar',sU,ses
era irinja, e do oulro objecto do atiencoes
amor.
Aqui Gndou-re o primeiro acto, liodoa-se a m-
diUerenca do publico a succedeu-a 1 curoaidade e
o enlhutiasmc
O segundo acto, que represen lava o lim de uma
apresen-
que era a de-
e nos limites da appruva^a.. dada aoieu deejo, ella sordein ein pessoa, comludo os ariistaseslorcaram
mais votos que oulros, alis da maioiia absoluta
E por oulro lado no ha na le disposirao i|ue r-
so'va e deci !a a hypoihe*e.
Invocando o principio da maioria rclaffva para
dei In ahypothese, eu argumentei por pandado,
do modo seguinio :
Se quando a aorle decide o .conflicto do em-
pato, .quelle que be excluido do lugar de depura-
do lira iniuedialameiitc no de Supplenie, como be
pirador, e aqu a Iriiiscrcvo
. SEM10
.. i) abano aigiiado vem ante o augusto Ihrono
o de \ M. I. representar sobre o ub.eclo que pia 1.
o evpor.
,. lendo-se procedido no dia 22 ,|e novrmbro res-
rleaaaal eleiclo protiacial d | o cisirirlo desla
o provincia de P*rnambare,cem77*ltilarta pretea-
a les. logo no primeiro .... mu 1 1 deu o leguinle re-
.. sulla o llr. Antonio Kpaminondas de Mello 5H
volos ; o lr. Amonio Lula Cavalcaalida Albu-
funda donovo um grande premio, um premie de, se para agradar, bou eeria sempre que o atrape,. rprestlb/ W, iav4eiima1*miai det^l^VsNttci* ;[^ ?rwlta*f l^io^S-^'w^lito; ^SlSS
MUTILADO
ILEGIVEL

.-




iVb *> di" ;,ecr,l ,79-> riB 2(i Je iull"> d '5li' ,rl- *i
* (Juarilj liouver da proceder a ele'cAo pro-
, *uiei..l, ca.lt um do* Mil priineiros ilitlriclus i.....n.
' rngmbr.it ,1, a,.(nliii'i piomrial, dom
Mpplsnlet ; eleuen lo pniiieirniiieiite os Iret me.n-
oroi em etcrulimo da lala, a depon os doa aupple.i-
o primeiro etcruiniiu, sero declarado menilnus di
o i ri!,. ,, provincial."
tU dMrielu de (icio serrata, ;, te; j ho a da !
manira aln ,lula, i|'to lie te-mpre tal do rigor de
OKlllt, qurr Slja alca.ic.aJa por um vota nui. alen.
aa melade, iiu?r por dei ou por viole.
pveailii porein aeren 3 os inemliroi da aaaem-
" bina provincial, nao polem 4 r .ieclara.l.w'lae-t
embora qoj quer ilell-j lenh.i blido maioria
abiolola. porrina eice ler o limo a legal de lre merobroe por cada diMriclo
do que seue-se rigorosa.nei.la, qaa nao pidendo
i. seren quedo os memliroi por ass dclr.cio, ne-
. I nhuro o be, pois te um o be. lodos o .So, abundo
- a eipres.a e Irrmina.ila dupoiigao citada.
O eolleglo nao tonjou ntnliuma delibetaco a
' samellianle respailo, e pasin proceder a eleic.lo
a din upplenlea.
O abiiio aaaignado entretanto jolca-se rom d-
reilo a ser declralo deputado, te os oulro. mi
( voladoaolorem, amfac da Itrmniinle diipoiicflo
" Iraiis-eripto do decreto no lael do arl. i.
11 Coro elleilo, regulando, como regula nesle aya-
lema de eleic.a"o, o principio da maiuna absoluta,
ha claro,que tanto o lem em seo favor aquelle quo
a ,il -anr m pur um voto, como o que i alcaocou
- por moiloa.
' Scia manitVtamenta contrario a este principio a
u nierprel...;*o pela qatl >e declarar deputado aqael-
" I, que obliver motor numero de oto,ein preju-
i zo do qoe alcanguu menor, a o menor he tambero
o in liona absoluta, porque nene esas deimria dere-
" ger aquelle principio,para reculara maioria relali-
va.queso pote ser invocada procc lendo-as a elei-
'< '.*' por modo eaptcial.como est determinado para
i' oa dous ultimoa dittnrtna, e viria atsim dicidir da
" rl# i;Vi,riniira o principio da le,a maiuna relativa
n da m loria absoluta.
a Pelo >\lema actual da le a vontadi da melada
do collegio e m-iit ara Sai o deputado.assira cuido o
J .< faz a inetade e mais dez, uu mait viola,
o A lei nilo previne esta embarazla hypolhese
o qoe alias ; l-ei.i o syslema era ua b.se, e" em seu
principio, porque l lave em vista a elairao para
a depulado geral. na qual ella nao se pode veri-
b flear.
i' Espera pur Unto o abaito essignado de V. M.
la deciio, qoe for juila, ,ielo que recbela mer-
fr.
o Recife 23 de novambro de 1857.
Agora recorto tambern n imprenta para oella dis
* cutir a questao e mostrar o rneu direilo.
Espero qae as razoes produiidas na representarlo
cr.1o bastantes para abrir a tamente lomarilo parle as illustracet, que dirigen)
os punan, desta cidade, desejo ve-la tratada entre
pea.oas tois competentes.
Eu da bom grado deuaria a qoetl.1i no p em que
se achs, a nao ser a razao dtda,e se a sua deci-Ao nao
importaste urna reforma na di-po-irlo do decreto
o. 1792 em nrdem a' prevenir caso* f jturos, porque
quauto a' mira e.'luu saliifaito do resultado que al-
cancei.
E tanto m iior he a minha salisfnecao, quanlo o
resultado qoe oblive rae sorprende.!, visto como pat-
ina competente aaseverava, |a depoia de recebidas as
litlaa, qae ea nilo obleria mais de a|| voloi.
O resultado demonttrou alguam. qae se engaa-
va, qae dependen de urna citcumslancta mu pe-
quea o nao obler eu mais um voto para recorrer-
moa a sor U'.
Em um segando esetatinio mesmo, n hypolh'sa
dada, poderia talvez esse alguem complelameule es-
uiagar-me sob o peao de toa njloencia e do seu pu-
dor ; entretanto por mun adltmo.ea nao lamia a Io-
ta neate terreno, e al certo ponlu a desrjava.
Apruveilo a occasio para manifaalar aos meos
amigos, e aos Sis. eleitores do I. o d tinelo, a ni i ni.a
gral.dao a recnohecimento.
Kecife 2~> de nevambro de |s V,.
C. FenelunO. Alcoforado.
-
DESPACHOS DE BXPOHTACV PELA MES
DI) CONSULADO DESTA CIDADE .NO DA
a7 de novehbho de ia.7.
I.iy.rpool llitca iugleza iMalhllden, Saonderi
Brnllier A C., SiO saceos assucar na-cavado.
CiyresBrigue fraiieez Omegaa, J. Aslley C,
(ii)i) saccoa astucar maseavado.
Lisboa liarca porlogoexa Uorlenclas, Manoel do
N.iscimeolo Pereira, 1UH taceos assucar matea-
vado.
PortoPatacho poriuuz alarlas, Franciseo*Se-
veriano U.bello i\- Kilho, dW) saceos aasucac mas-
catado
l.i-lioa lirijni" prrlunez Kelampago, 1, de A.
Konaeca r\ K.ll.os, sOU saceos atsucar inaac.vado.
Valparauoliarca ing'eza i.Averyn, An.'iri.n Ir-
Htlaa, 1,008 UCCM assucar brai.cn.
iii.-n.i.-As i." llr.suq n.....ii.u-ii /. Margara! o
I.i.'. Ainorm I.mAos, 300 barricas atsucar
b.a.ico.
Buenos-Ayre*Sumaca hespanbola nOudinao, Bal-
lar A dliveira, 50 saccoa 80 barricas assuc.r
branco.
Bue.os-AyresBrigue sueco sScaodia, 30 cascos
nghaaa.
EXPORTACAO*.
Parahiba do Norte, lancha nacional Conceicilo
l'lor das Virlade*, da 2(i toneladas, eonduzio o se-
Kuinle : *M volumes gneros eslrangeiros. far-
dos fumo, 301 caixas charutus, 15 barnqui.l.is enm
BO arrobas e j libras de assucar, III saceos caf, 1
caisao doce de goiaba, 100 raizas rap Meuron.
BBCEBUOHIA DE RENDAS INTKNAS OE-
RAES DE PERNAMIIUCO.
Uendimelodo dia I a 20. 25:5679723
dem do dia 27....... *:150yl57
-r? --: ;. s ~ --
BU ItIO U tHIIIIH(Q -.\IUI\I,..:-, h, N.iVKMrHO Ufi |Si/
29:7I73(S0
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do .lia I a 'Jti.
Idam do da 'i.
j(i:(iici5l7S
.486/2.J.
.VJ:lltttlJ
*w>nwme
$mm
Sera querer, aanboras redaclores, entrar em pol-
micas jornalitticas porque a minha vida laboros..
n.Vi me permute, too todavia obrigado a procorar
as piginas do teu conceitiiado jornal, para dar a c\-
phcipiu pelida pelo .Ilustre redactor da Pagina A-
vulia de vinle do crreme, obre a nomrarao feta
por miro, ptra commao lar o destacamento desta ci-
da le, a qoal o illoitra redactor |chamnii da escn-
dalo talvez inconsideradamente, o que fago pediu-
do Iba a leitura do arl. 35. cap. I til. 3 do decteio
n. 1354, de (i de abril de 18.51, que diz a alferes purla-bandelra ou e.laiitarle eulrarav no
detalhe do serv.ga, para fazerem lodo aqoelle a que
forem chsmadus os ofliciaei de sua eradoagao. O
i.iMino se observara' a respeilo dos olliriaes agsre-
ga.los.o Ja' v por lano o illutlre redactor da Pa-
gina AvultaD que a referida i.umeag.lo longe de es-
candalosa, he toda conformado espirito da lei.
S.u, teuli'ires rsdarlore', sen cusanle leiloi,
Kraucisco Luiz Viraes, capillo liscal do balall.ao.
I"
l
Navios entrados no da 27.
Babia7 dia, br.uuc a.naiuatqurz Jenny, da 00
toneladas, cap.tA>> N-elsnn, aquipage.n 13, car-
ga laslrn ; a N. O. Bi^ber i C.
Macei^H horas, brigue uac.unal iiLAo,n de 017
lanciadas. c.pilSo Jnaq.um A. de Kana e Silva,
equipagem 10, carga lastro ; a Isaac, Cutio 4 C.
Perlence a Pernamboco.
AracalylOdias, biale nacional Kilialarflo, de 37
tonelada, meslre Antonio Mnnel Allanso, equi-
pagem 5, carga farit.ha de mandioca e mais gne-
ros ; a Casiano Cyrlaco da Cotia Moreira. Per-
lence a V -ni 111..n ..
Porta32 das, brigue porluzuer (.Trovador, de
ti toneladas, rapilAo Anlon.u 1 lr>..doro da Sil-
va, equipagem 1 i, carga varios g-neros ; a Bar-
roca i Castro. Perlence ao pinto, Iraicud a leu
bordo % colonos.
Navio sahidos no mes.no dia.
Cabo-VerdePatacho dinamarquez Poituiia, ea-
pUAo I. A. Porgde.ff, em laTlro.
Parahiballiale nacional aCinreig.lo Flor das Vir-
tudes, metire Alezan li ino da C .ala e Silva, car-
ga rliarulna e mais geuetos.
Rio de JaneiroBrigue naeinoal Almirante, 'ca-
p.lAo Juaqiii.n Pinto de Oliveira, ca.ga a-tucar.
l'assageiros. Vicente Ferreira Gomes, llenadlo
Macelo de Mei..loii(a 2 'scrav".
demPalachu nacional Amazonas II. capilAo
J0S0 llippolylo do Caulo, carga assucar e rcais
genero.
Rio da PrataBrigue liespanhrl ngel. capilAo
Jayme Koldos. carga assucar.
oslado dos fif*fl0CO8 da uiin.ilia ,m
o nubro do 8o7.
Illm. o Eim. Sr.rarlicipando-sa pelo
min.-lcr io doa negocies olrati^eiros em a-
visi n- 88 de I* do crreme, h .ver o cn-
sul seral Jo imocrio em Hambureo com-
municado por cilicio de .1 do nin prximo
I pretrito, que o senado .(aquella ciilade rc-
Milvora faier de Cuxhavpm um porto, onde
los navios postara nSo s abrigar-ae, coa.o
j ca. regar e desea (regar .iuranto o.', mezfs do
invern em que o rio Elba se acha g lado :
de orden, de S. Exc o Sr ministro da ma-
rinha previno disto o V Exc, para que se
digne de o ::iandar Catar publico o pela ca-
pitana do pono essa proviocta,
Dos guardo a V. Exc. Illm. e Exm. sr.
presidente da provincia de Pernamtiuco.
Francisco Xaviur'liotnlempo. Conforiiie..
Francisco Lucio de Castro
Capitana do porto da Pornambuco 20 de
novembrn de 1857.O secretario,
AlaxanJm Iiodrigues dos Anjos.
Crrelo geral.
O vapor Jo guerra lit-buribe, recebe a mala
para o MarannSo, boje as 5 horas da tarde.
--- A i'.'pai iiq.'ii) das obras publicas con-
trata o forneci.liento de lijlos de Ivenaria
batida e grossa, tenas e rea para as obra
da capital, pelo lempo de 6 mezes : os pie-
temlenles dirijam as suas proposlas em car-
ta I" chala ao Illm. Sr. director interino, no
da l.de dezemb.o vindouro, as II horas
da iiianliHa, nesla secretaria. Secretaria da
directora das obas publicas 27 de novenj-
bro de 1857. O secreta io,
Joio Francisco Regis dos Anjos.
Directora das obras mi-
litar, .s.
[VeeiM.se pintar o quartel do Parsizo,
onde esta aquartelado o corpo de poiicia
quem distosa quier oncarr^gar por emprci-
{lada, comparcQa nesta directora.
r
Wll'^ila,
O l)r. SebastiSodo Reg Barros do l.acerda,
juiz de orphi.s e ausentes da cidade do
Recife e seu termo, por S. M. I. e C.,-que
Dos guarde etc.
Faco saber que era praca publica desta
j.ti/0, se i.a de arrematar, finJos os das da
lu, duas moradas de casas de sobrado, sitas
na estrada da Magdalena, urna das quses faz
esquina com a estrada dos Remedios ; e as-
sim tambern dous terrenos com aliceices, e
umdellps para dus rasas, nos fundos dos
ditos sobrados, conformo o escri, to quo se
aclia em mo do Porteiro deste jujo, Amaro
Anlooiodel'arias, e esses bens vo praca
a requermento de Manoel Antonio de Jess,
administrador da massa do litado Joaquio.
Antonio Ferreira de Vasconcellos Recife 7
de novembro de 1857.-Eu Moruno Corroa
de Brito, escrivSo, o liz escrever
SebasliSo do Reg Barros de I.cerda.
cauta no ..x\i. nn. conseliieiro ca-
I ILlbi A I'UDOSOS PROFESSORES EPRO-
I'KSSORaS DO SEU METHOD3.
A Testa da sua escola metropolitana, se-
,..iu lo lina Pagina Avulsa encanta mesmo
lila, q..e ii.io lacia presencia He delicioso ver como ah aproveitam o
gran le recurso da msica. Esse nosso cilla-
horador Antonio Ignacio he verdaleiramen-
te um homem ine.-limavel ; mfim be'um
digno amigo. Com laes alhlelas como te-nos
in'ssa heroica provincia, todas as mais am-
biciosas espera tiras silo per.nitlidas
Avante! Avant Avante.' homens da hu-
manilade. Henqos vos antecipo oseique
lieos >s ha de conlirmar. Se os meus esenp.
tos leal de viver, tirites licar.lo esculpidos
ps'a sempre a postcrida le com o nome de
Freilss Cmbo>, o de Antonio Ignacio da
Silva, Anl- Alves da Fousece, Amonio M-
ximo, Bern-rdo Viauna, Faria Simes,
Exmas. l'riscila e Calharn*, e da quantos
hSo to-nado parte nesta cornaanhia llt-ra-
rit. Omeu retrato que Vine, deseja o-o pon-
to gran Je, o eu Ihe prometli, ja la poiera
eslar, se a febreamarelU n5o tivesseaTdda-
do taqui o pintor qua me prometiera exe-
cuta-lo. Entret.nto descattse que o ba de
ter ; ba de me ter sr.inpre junto a si em cf-
ligie, como pode jurar que eu os acompanho
a lodos em espirito de dia e de noite. Abra-
' cu-os a todos, ja que Ibes n3o posso escre-
ver ainla desta vez. SatiJe e constancia pa-
ciencia < continuaqo de tnumphos he o que
cu mais Ibes desejo a tolos, de quem sou de
todo o corar;, i auiicissimo, obngadissino e
admira'or nomaiorgrao.
Auloniu Feliciano de Castilho
Lisboa 6 de novembro de 1857.
Ue orde^i do Illm. Sr director geral
interino da in.-trurrao publica da provincia
declara que do dia 15 de de/.embro em dian-
te fica aberto o concu so geral para profes-
sores a.ljuutos na forma forma da lei, lira-
dos dos discpulos das escolas publicas de
nstruceno piimaria da provincia rnalores de
12anuos de i.la.le, dados por promplos
com tlistincca) nos csamesannuacs, e que
tiverem lido bom comportacnento o desea-
volvido vocac,1o para o magisterio,03 quaes
devcr"o apresentar scus requerimaolos em
lempo conveniente para seren admiltidos
ao dito concurso. Secretaria da direcloria
geral da lostraccSo publica em 25 de novem-
bro de 1857.O sccretaiio Francisco Perei-
ra Freir.
Pela secretaria da directora geral da
nstraccSo publica da provincia faz-se cons-
tar a quem inleressar possa, que o concurso
aCaile ra vaga de instruccSo primaria para
i. sexo masculino de N. 8, do O' de Ipojuca,
lera lugar no dia 30 do corrente segunda-
feira) Secretaria sobredita 26 do novembro
de 1857 O sec etario,
Francisco Pereira Freir.
Di recto lia
DE
SANTA ISABEL
leudo boalisado rom a recua du da Ji do cr-
ranle, sob o i.utiieto 5Si., a primeira assignalura
cnnlrahida pur tala enipreaa, fallara ella a um dos
mais sagrados ileveres senAo d.ngisse aos sanhorts
isignanlea e an puhl-eo em geral, ... vol.. de sra-
lidn, pfla cusanle coadjuvacau que Ihe preslou
durante os seus tres primeiros masas, .No amanto
i.Ao po leudo ileix.ir a e.i.prrta de conlinuar a dr
mais algun.as represenla.;&es ale os protimos das da
fesla, por isso que lera a companhia coultatada, e
mais ilgona arlillsi que espera no primeiro vapor do
sul, val de novo abrir urna atsignalura de 8 recitas,
que lera' romero no riiajabbado -JS do correle.
O nnpi. /.,r ni cousc.o de ler envidado lodos os
seu* esforjos para bem cnmpr.r, i.Ao s com as o-
brigarfles que Ule impe o contrato celebrado com
o Evm. g-iM-rno da provincia, mas anda para com
o publico, na variedade e detempenho dos dilfareii-
le dramas e comedias que apresentou, nao se furia
por itso em implorar deteulpa e metmo indulgen-
cia, se por ventura 1.A0 pule conseguir, ape/ar de
seut bous detejos, o aatiafazer complelameule Unto
a um como a oulro, e Na em silencie sos poocos
recorsos e atrazos em que se esta' acerca dos objec-
los da arle e seus accesaonos.
Coma, pois, merecer a devida indolgencia, pro-
testando, como protesta, continuar era na* insanas
lides para engranrte-imenlo da a>t dramtica, qua
actualmente prsfssta, e em beuelicio dusao lAu qoe-
rido Iheatro de Santa Isabel.
1.a RECITA DA NOVA ASSICNATURA
DA
aCMPREZAGERMANO.
.ADRADO, 28 DE NOVEMBRO.
Subir,-, sceoa a eicellenle Iratelia em 5 tcloi:
Terminar o
especlarnlo com
eu. 1 ,'(l. :
a linda comedia em
OS DOUS
8IMEZ IliCniMSTA
Os senbores quequit-rem fa/er snas a.iignaluras
padem d.rigir-seao escrir-lonu do Ihealrn.
*n
mete
Al4l

CAMBIOS
Sabr Londres, 26 l|2 d.
s Paria, 318 r. por fr.
s Lisboa, 98 a 100 por % de premio.
( Rio de Janeiio, 2 por 0|0 da descont.
Acr,Ao do banco 50 por caoto de dividendo por con
(a do vendedor.
coipanhia de Deberibe 6i;(iC0 por aerf.
' a companhia Per. umbucana ao par.
Ulihdade Publica, 30 por cauto ds premio.
Iodemnisadora. 61 ide--..
da estrada a ferro 20 por 0|n ds premio
l'is.-onto de letlras, de 8 a 9 por cenlo.
Actes do Banco, 40 a 4 > ds premio.
Oura.Onfss hespanholas. 29a00
y.ne las ds 6t><00 vslhai ....
a 6>100 novat ....
s a 4s0O0.......
Prata.PalacBea brasileiroa......
Pesos colun.i.arisa......
meiicanoa. ......
901000
IbDtKKi
1 000(1
9900U
29oO0
25000
1J860
ALFANDEtiA.
t et.diuiei.to do d
dem do dia 27......
51l:82.l!)i
17;289f712
jj:!l4U06
Descarreuam hoja 28 de novembro.
Barra francezaComle Rogermercadotias.
Brigue iiiglr/llin lou-(erro e carvAo.
Barca ingletaLindacarvAo e falTO.
Brigue iugleAranamercadorits.
P-il-i.lii dinamaiquei Cnucordia Iti los
ferro.
Polaca hespanhotdEmercind^Truclas aereas.
Patacho puituguriDuqu'do Portelooia.
Brigue braail'irollerruleiInmo esabAo.
MOVIME.MO DA ALKaNUEOA.
N olumes entrados com faaeii ai ..
* a com gneros .
i*
Total
V olumes sahidos cmn fatendas .
a o eo.n gneros .
Total
CONSULADO CERAL.
ll.Mi-l.niei.ln do dia 1 a 21'.. .
dem do di 27......,
166
190
3-'6
290
131
21
83.48892fi
4:ia73
das obiits
litares
PreclHB-sc fazer na fortaleza do Brum al-
guns reparos miados, e no los ilai regi-
mcntal um forro de rotula 110 centro : qu?m
dsio sequizer encarregar por tmpreitada,
comprela na direcloria.
Pela mesa do consulado provincial se
faz publico, que os 3o das ulis para o pa-
gamento, bocea do cofre, da decima dos
predios urbanos das ficguezias desla cidade
e da dos A togados prtncipiaui a conlar-se
do dia 1 de dazeui.iro prximo futuro. Ba-
dil os quaes incorrem na mulla de 3 0,0 to-
dos aquellos que deixarem de pagar scus d-
bitos, pe rteocenles ao primeiro semestre de
1857 a 1858. Mesa do consulado provincial
6de novembro de 1857. Pelo administra-
dor, Th-iodoro Machado Freir l'erei.a da
COMPANHIA DESECLROS MARTIMOS E
TERR&THES.
DO
IMPrRIO DO BRASIL.
Eslabelecida no Kio de Janeiro.
Pii'iL 4(000.000:000
Agei cia ra da Cruz n. 15, eseriptotioda
viuva Amoriin & F1II10.
Aos Srs. negociantes, proprietnrios de
casas etc., etc., se oiferece na agencia da
8. Vista geral de Brdeos em 1'ranc.a.
9' Os edilicios e fortes de Genova.
10 a Igreja lo S. Pe-lro em Boma, llu-
mina ia, s n lo urna das primeiras do mundo.
11 CotisUulinopla lomada por Seras-
bir
2. Vista de Buiio tmala de San Severo.
Id.c Dieppc, vista tonuda do porto, em
Franca
14.a Visla de Malaga, tomaJa da entrada
do Porto.
15.-1 Ponte c palacios da Conccrdia em
Pars.
16." Praga do Louvre otj Paria.
17.a lliias lioromeas no lago Maior.
18.' .NapoleSo I, botando oculo em frente
da Catlie ;ral de Milao em Itilia.
O stlSo estar aberlo das 7 ala; s 10 da
noite. Entrada 500 res.
m>lirt % :. *<
Segu para o Porto com toda a brevi-
dade, por ter parto da carga prompta, o pa-
tacho portuguez Mara, de que be entino
Manuel Rodrigues Alvos; para o reslo da
carca e pfsssireiros. Irala-se com Francisco
dita companhia nesta cidade, a realisacf.o gevlriano U.bello & F.lbo. ou com o cap-
de seguros por premios e cordieepes inui-
to mdicas e ra/.oaveis. Na mesma agen-
cia tambern se eftectuam seguros lauto
para o norte como para o sul do imperio,
nos vapores costei ros e vasos devela. A
companhia garante a prompta inilemni-
sacio da importancia de qualquer si-
n tstros.
Achandn-sc vago o cilicio de escrvao
de orplislos, criroe, e civcl, primeiro label-
liiio de notas do termo do l.in.oeiro, man a
S. Esc. o Sr. presidente da provincia as-
sini o fazer publico para eonb'eciment das
partes inleressadas, e atim de que os prelen-
dentes ao dito oflicio se iialoiitora na forma
lo decreto n. 817 do 30 de agosto de 1851, e
aviso n. 252 de 30 de detooinro de 185* e a-
present'ndo os scus requerimentos ao juiz
municipal do mesmo termo no piazo de 60
das, que eomerjou a correr do .lia 4 do coi-
rente em .liante, para seguirem-se os tra-
mites marcado nos arts. 12 e 13 do citado
decreto,
Sec etaria do gnvernodo Pernamlutro 31
de novembro de 1857,
Antonio l.ei'.e Pioho.
CAPIfANU 1)0 PORTO.
lo na pracji do commercio, ou a bordo.
PARA II RIO
DE
MUGUE lUM-tO'.
Vai seguir com loda brevidade o brigue
nacional Dan.S.>, bem corihcci.lo pela brevi-
dade de suas vagens, e classificadoo pri-
meiro na carreira para aquelle po: to : quem
nelle quizer carregar ou ir de passagem, en-
tenda-se com os consignatarios Fernandes
& Filhos, na da Cacia lo Recife.
ara o
Ilo de Janieiro
. ,
Lotera
DA
ptico
ATERRO IhA BOA-tRTTl;
fc 4,
O director 61 aiao 'paTtTr.,.. 8iu
Ilustres prolertores, que tem para esla se-
mana uma agr lavel esposiQo de vista das
mais bonitas que te.n feito, todas novas,
por ser a penltima semana.
t.* Vista panorama da cidade e porto for-
tes e defensas de Sebastopol.
2.a latallia de Toulon.
3 Vista panorama de Paria,
V" Vista geral de lliest.
5 Vista geral de Genova.
6." Vista de aples avislanio-se o Vol-
CSOa
7.a Vista do Valle do Chamouoy coberto
de nev.
de paquetes ingleses
fi vapor.
Ate o dia 2 de dezembro espera-se da Eu-
ropa um dos vapores desta companhia, o
qoal deopla da de.nora do costume seguir
para o Rio de Janei-o tocando na BaI.ia.Mra
passageiros etc., trata-se com os agentes
Alamson. Ilowie & C, ra do Trapiche .No-
vo n. 42. r
c< nipanhia
Peni m buen na.
O vapor wcional Persi junga estar anu
de volts dos 1 orlos do sul im retevel
mente at o dia 3 do mez vindouro, e lera
mono pouca demora ; os Sra.fqae nellequl-
zerem Carregarp ra os mesmos porto*, de-
verao desde ja depositar as suas mercaduras
noarnwem da companhia pornambucana
Para Lisboa segu com tuda.a brevida-
de a barca porlugueza Progrcssist, por ter
prometa parle da carga, para o reslo e pas-
sageiros.para o que tem asseados commodos
Irata-secom os seus consignatarios T. de A.
lonseca A liie, na ra do Vigaro n. 19,
primeiro a miar.
PAEAO
Maranhao
Provincia.
Corre boje as !l hoiis.
** J- L*yne.
A-M.. D.Anna Mara ds .:...,-,,,... .-- Uue.n qu./er possuir 5 casaca devana-
viuva do Talo Jos Irancisco da Silva, ros o reiuo, ese.llenles productores, di-
queira annuiiciar sua morada para ser pro- iija-sa a ra da s-nta cu",Uo- ., !'I* botas.la iinnhaa, e das 2 ate as 6 da tar-
Aviso os logistas. de, que ac .ata com quem Ir.tar
Acaba de cli g.r na roa Nova n. 22, um ; A pessoa que quizer tomar uma crian-
grau le soitmienio do livros em branco de Ca de dona motes ara criar ooi sua Casa
toU.s s qualidades, por prego muilo em | duija-se a ra l'ormosa, c.sa junio ao lam-
| peao, que achata com quem tratar. .\a mes-
ma casa iireciaa-seile ui.a ama de leite tor-
ra ou captiva, sem lillio ; paga-se bem.
.-----He cnega io a ra uncir n. 14, es-
de Dos, i.i.,azeiir,|U""iqueVi"l,M,*r*s PeJ'- "-
emita.
t\a travessa da
la ir
3
m
v:3
agaerreo-
typo.
i
e
ara
o veleiro palliabote Lindo Paipiete... ca-
pitao Jos Pinto Nunes, segu para os
portos indicados com to.Ia a hrevidade :
piem no mesmo pretender carregar,
queira entender com os consignatarios
Almeida (jomes, Alves C ra da Cruz
n. 27.
Para o Kio re Janeiro sahe ate o da 5
le 'tezembro a muilo veleira e nova barca
Kecife, a qual rinda recebo alguma carga a
Irete e passageiros, pura os quaes tem aceia-
los commodos ; para tratar, com M noel
Francisco dai Silvi Carneo, na ra do Viga-
rio n. 17, p.imeiro nlrr, ou com o capilfio
Manoel Jof Kib. iro, a bordo
O agente Borja, de ordem do Illm.
Sr. I)r. |tti/. de orphaos, a reipiei imento
de Joao Pereira Lagos, fara' leiloda loja
de chapeos sila na praca da Independen-
cia n. 58, rpie foi do fallecido Josi dt?
Freitas Ribeiro : terca-feira 1 de dezem-
bro as 11 horas em ponto da manilla.
Sf *--<' SD >S :$
Na livrana ns. (j e 8 ta praca da
Independencia, precjsa-se (aliar ao Sr"
Joaiptim Antonio de oloraes.
3s0octaco npoQv (JcviLimhucitm.
Em ron^equencia de nSo se haver reunido
numero sullieienlc para a S"ss5oext'aordi-
'a da issembla geral annunciada para
lo correle, licou transferida para do-
igo 2t), as ir.e-.mas horas e no lugar in-
"o ; e do novo convido a lodos os se-
* socios, ain la mesmo os comprehen-
dld.- no arl. 11 dos nos-ros cslalulos, a
conjnrecer.- O !. secretario.
A. A Ferreira Lima.
^3) Joaquim Darboza l.ima avisa aos tN
,a senhores esludantes de preparato- ^
** ros, que ensina particularmente in- W>
vjj) glez, francez.lalim, reihorica, egeo- 0
A metria : quem quizer matricult r-se a^
Z em sua aula, pod^ apparecera qual- 2
W quer hora do dia,na ra da Manguei- (&}
1) r n- m
m SYSTEMA NORTE-AMERICANO. A
sS Aterro da Boa-Vistan. 4-, vj;-
:..'i 5" andar. fj
Vende-se saceos com leijao rajadi-
nho por pieco milito em conta: no arma-
zem do Mello o. 7, no caes da alfandega.
Compta-se melal sendo cobre, la-
tao e brome velho, por maior preco do
queem outra cpialqucr parte : 'na fabrica
de Caldeiraria na ra Imperial n. 118 a
120 e na ra n. ."i.~.
Na fabrica de caldeiraria sita na ra
Imperial n. 118a 120, precisa-se de olli-
ciaes ferreiros, latoeiros, caldeireiros
mesmo tomam-se meninos para apien-
deiem o oflicio.
Hospital de
todos os santos da vene-
ravel ordem terceira de
'',. Francisco do Recife.
Precisa-se para o mesmo de um ser-
vente Ierro ou captivo para o trrico in-
terno c externo: a pessoa que estiver nes-
tascircumstancas dirija-se ao irmo mi-
nistro .I nao Ta vares Cordeiro.
--- Pe.le-se ao Sr Cermano, que em lu-
gar da comedia Os don.-- oa o inglez ma-
chinista, leve boje a sr-ni Pagir o mal
quenSo fez,em que pa ultima vez de-
sejamos applsudir o nosso pro Jilelo actor
i oimbr.i.
luoquenauo iicicsdo, vende-se em porcSo
de os locKiiiiin Dms e.a,'olal""; ,u?e'" ve"Je-8e uma po'ao
-r, ,a-,, ,de leijao Iradioho nitulj novo a 4U reis a
rema i id ej .V JmIio.s, cuia.
ViMiiii' p ~ 0Sr" Josl"Joa'llu,n de Amontn Ba-
. *C,,,JC R cellar queira ter a bondade de vir ao es-
ditVa,s,lhd1tf,0finPoretm d."^ AlgIW" df "-"f ^P^a na ra
toem bairis de quinlo, dito dito e birrisj lluPlcl,c 3*i qe e Ihe deseja
de oitavo dito dito em caixas de 1 e 2 d, dito kdnir.
; de Lisboa em pipas e barrisde quinto, tico-' Alugam-so e veudem-se superiores bi-
res linos francezes em cmxes de l d, mosca-
tel fino em caixas de I d, azeite doce lino
em caixas de I d, passas em caixas, 1(9 e
1|*. figos em caixas, fardos em sacros, en-
xofreem caixas pequeas, e muitos outros
gneros por prego razoaveis
Superior banha
de porco americana, em brris ; na ra da
Praia, armazera de Francisco Moreira da
Costa.
Ven te-se mtnteiga i.igleza llora 18120,
a libra, dita franceza a 6*0, macarrao mutto m lo quem estiver nesle caso, pode diri-
novo a *00 rs aleiria a 480, passis mnito
novas a 640, figos a 32>, lnguic.s do reino
a 040, caixocs de doco de gouba a 1/600,
chas hamhuiguezas por prrgo cotaruodo:
ua la da Cadcia n- 28. del ruine da ItelacSo.
Precisa-se alugar urna escrava pa-
ra o servico de uma casa de familia e que
saina cnguminar alguma cousa : na ra
da S. Cruz, n. i8.
- Precisa-se de um caixeiro que tcuba
pratica e vender terragens; na rus do
ij ue i tria in II. 47 A.
- Pracisa-se de 2 caixeiros qu- tgnbam
alguma t ratica de comoiercto, para um es-
t.iueieci j cuto de alguma importancia no
8
4% SSS $. ^@@^
| Eazendas de %
| bomgoso. |
i Superiores sahidas de baile, de ftjs
7Z gorgurlodesela ditas de merino, X?
W capotinhos de casemira do cor, ricos W
\ mantel tes de fil matisudos, linios A
basquinas de eamb'aia branca e 'e ^
filo bordados, ditos de fil preto, su-
periores corles d' cambraia branca
bordados, com baba los, e outros
com duas .vii s, gollnbas b'aneas u
i irdadas, de muit" gosto, mangui- w
tos borlados, camizinhas com man- ()
gilos de canil.raa e do fil, lindos ^>
cortea de Urlatana com baba.los T
lirauc s e de cores, ocio baraifssimo
Dreco de 205 cada corle, saias bran- j)
cas bordadas de muit gosto, lindas ^
colchas de damasco de sed-, tiras w
horda-las pc-cas deentremeios.su- (^)
periotes cortes dsela com baba- $
dos, ditos de gaze de seda bordados, T.
gaza de seda para ovados, uiutlo >#'
lindos paJ oes. eoinras muitas fa- ^
rendas oe gosto : nos quairo cantos ^a
na ra do Uuciinado, loj do so- ''
y bra^o amerello n 2'J ()
Lotera
i
a
8
i
8
8
i
e por prego com-
Sv.
-- Precisa se de dous trabalhadores de
enchada ptra limoar um silo perto da pra-
c, sjornal, ou do cmjreilala, bem como
para litnoar os arvoredos do dito silio :
quem esliver nestas circamstancias, ou se
procozor a isto, queia apresentar-se no pri-
meiro sitio da cstiada dos .Mllictos, lado dt-
reto, que ah achara a pessoa com quem
deve Iratar do ajuste.
Duas i&l.ivras aunado
infeliz Otliello.
Desprezo soracnte devt ra ser a resposta
ao autor de tao ieliz inspiracao ; mas
sempre diremos que tendo o Sr. Germano
representado em Lisboa no the.itio de l.
Maria li, a (iar;;alhade, com apptovacao
unnime dos juizes da arte, mais habili-
tados, de quem obteve os mais lionroso
titulos 'o (pie nioscra' mtiiio fcil aoutro
qualquer obte-los) e que depois tem re-
presentado entre nos em dilerentes dra-
mas, obtendo o mais completo triuinpho,
e que representou no Kio de Janeiro no
lempo primitivo do Sr. Joo Caetano, esta'
por demais habilitado para representar
qualquer papel, mesmo aonde tenha re-
presentado o proprio Frederico Lemer-
tre. Apreciamos o mrito onde quer (pie
elle exisla. O Sr. Germano e o Sr. Joao
Caetano sao dous artistas distinclos, (pie
fazeiBhenra asna patria, nao queremos
entrar na apreciarlo de,(pial destes dous
astros lata' eclipsar o brillio um dooutro.
O imparcial.
Osabaixo asstgnados declaram que
tem resolvido rccollier os seus vales de OO
e l.sOOO, nao porque seja illcgal a sua
emisSO como nos foi declarado por pes-
soas comnclentc habilitadas, mas portnie
nao foi coinprehendido o nosro annuncio
de rnente se pagar 5,-iDOO para eima, o
(|ite nao.-sla' de accordo com a declara-
cao de ditos vales que dizem serao pa;os
a > portador, portanto convidamos aos
possuidores de ditos vales que incontinente
venham recebei sin importancia de qual*
querquantia que mencionaremna rita do
88:40a#68
DIVERSAS PUOV|rUAS.
Ilendiinpiitri do d.a I a 20. .
Uaiu do dia 27.......
2:S20cf,ii)
I8S360
SSCOSOOO
O Illm. Sr. capit5o do porto, cun:prindo nandes \ Filhos, na ra da (.adeia do le-
a ordem do Exm. Sr. presidenie aprovn- cife.
cia dalada de hohtem, manda publicar a
particiatco abaixo, dirigida o mesmo'
Exm. Sr. pela secretaria e estado dos ne- !
go.-ios da marin .*, acerca de haver o sena-
odacilade de llamburgo resolvido fazer.
d i i.u:.lia'..-iii um poito, onde os navios-
possam rao s abrigar-se, como carregar!
e descarregar durante os mezes do invern
em que o rio Elba so acha gelado.
Participarlo.
Segu por estes dins'o bem conhecdo,
brigue nacin! Almirante, de primeira mar Crespn.7.Sequeira Si Pereira. Polv-
cha, tem prorr-ptoquasi lodo o cerregamrn- carpo J. Layne.
to. e so recebe carga m uda c passgeiros :! O apreciador do venia.ir iro tncrito.
quem nelle quizer carregar ou ir de passa- ... A bordo do patacho EmulacSo, vende-'
gem, entenda-se com o consignatarios For-
se um cscr preto c de bonita figura: ah mesmo se a-
cW com qu nhiia as '2 da UrJe.
Precisa-se de una ama forra cu cap-
tiva, para o servico de uma casa de pouca
familia : na ra da Aurora n 41
Aluga se para p:ssar a festa, e por
preco n uiloommodo, o sitio do Sr. tenen-
Segue cm poucos dias o patacho liom ', te-coronel Sebastlao Lopes (iuirnaraes, em
Jess, tem prompto dous tercos da carpa Apipucos, que fica no alto ao t de uma
Para o lio
Grande do Sul.
I Circular.Rio de Janeiro.Secretaria dei do Trapiche n. ."H.
para o resto trata-se com Novaes i C,iua
mangueira, e d'onde se descortina um dos
mais bellos panoramas ; a tratar na iraca do
Corpo Santo n. 6. escriptoro.
DO
i Tesos
das Dores
CORRE HOJE.
O abaixo asslgoadoaia 'a tem um resto de
seus milito felizes l.iili tes e ineios as ca-
sas do costume.
Porsalusliano de Aquino Ferreira,
Jos Fortunato dos Sanios Porto
Compra-sena ra Di-eita n. 2, loja di:
la/en las, uma commoda ja sala e um re
logiodesala com sua caixa, e que. tenhi
corda para 8 dias.
Ests fgida des le odia 2* do correte
a escrava mulata, de nome Alexan-lrina,
com os sigues seguintes : baixa, gorda,
cabelleira preta aparada, testa e olhos pe-
queos, tem f.lU de um dente na.fente,
eararelonda, bexguenta, tem os t dedos
dos [es menores loque os mnimos, levou
vestido de cassa com ramagens rxas e cha-
les de qur.lros. anda mu lo ligeira, e costu-
nava vender arroz e canas ; quem apegar,
lev. a a ruu da Cruz oo Itecilc n. 9, terceiro
an lar, quesera gratificado.
Francisco Antonio do Barros e Silva
Jnior, herdeirodo e-igenho Tolerancia, na
f egueza da Escads, mudoi o seu nome
pa a Francisca de Barros Velloso da Sil-
veira.
Deseja-se saber onde mo'a o Sr. Af-
'onso Jos de Overa, director que foi do
c.illegio de Sanio Alfonso, ou qura he seu
correspondente nesta praca ; na ra da Cruz,
arma/em n. 2.
Manoel lavares de Aquino vem em
tem o protestar peraulu o respeiUvel publi-
c-i. por um acto q em sua cas, e durante a sua ausencia Jous
individuos ap..sentaran] luije em sua c>-
sa, levanto nm papel em forma de man la io
enm o nome e Ululo do Sr. I)r. chefe de po-
lica, e nilo s intimaram esse pocumento a
mullier e a lillia do abaixo assiguado. aquel
la de nome I) llnrmelinda Telismina de l.e-
i'.os, e esta de Maria felismina Taa-es, co-
mo obrigaram-nas a preslarem as suas as-
signaturas, di.;u l-.-ln-'s que era para uma
"ligencia, qoe se ia all proceder de orde-n
da mesma autondade, ao que ellas cederm
lo las 11 tu i Us e receiosas de sorfrerem algu-
ma dcsfeila, se Ibes lossa possivel fazer qual-
q 1er o jt.i.sic-oi E como quer que o abaixo
assigna.lo esla informado, que mandado al-
gum foi expedi lo para o dito fim por aquel-
la autoridaie, e por isso sclia-sc na firme
persuaslo de que n3o passou de uma Tarda-
loira artimautia para alguma tranquiber-
nia ; vem em lempo protestar de fazer to !a
opposIcSo possivel, e de perseguir com todo
o rigor da lei a todos us autores e complicas
desse neniado.
- Perante o Sr. juiz de paz do terceiro
districto la fregoezia da Boa-Vista, lem do
ser remtalo um terreno com (clhpm e
alguns arvoredos, no logar da Capunga,
roa ea Amizade, cm 511 palmos "e frente
e 241 le fundo, por cxecuc'ao de Antonio
Jos Pereira Lago, eJoaq.iiei Maria do Sa-
e amento, contra o executado Manoel Jos
Pereira de \morirn.
Vende-se um braco de babnc-i, mili-
to bom, cim 6 palmos de cooipnmi-n o, e
uns 20;) saceos ja usa los, proprios para a-
rinha ou millio, ludo por preco commoo :
na l'avessa das Cruzos n. 4.
A mesa icgeJora da rman la le do
Senhor Bom Jess das Chagas, convida a
lodos os rmSos, para que compa.pcam as 9
'oras da machas no mesmo cousislorio no
Jia 2!> do correte mez.
Precisa-se de um ama que tenha bs-
tanla leite e seja sadia, para acabar a cria-
cao de um menino : a Iratir no caes do lia-
mos, sobado de dous andares.
Declara Jos Fe rei'a dos Santos Porto,
iue fez socielude com Francisco Mcndes Ro-
drigues, sua loja d orives da rus do Ca
boga n. I A, a qual leve principio em 7 -le
outul.ro do corrente atino d-- 1847, a qual (i-
eaia gyratnlo na lir na de Jos Ferreira dos
Santos Porto C. Como procurador do Jos
Ferreira dos Santos l'orto Francisco Men
des Rodrigues.
queijos de coalha muito frrscaes a *0 in.,
utos do reino novos a 2?5il(>, vtt.lio a 560,
fi4i e 800 rs a garrafa, dito do Porto engar-
rafado feto'ia a l?280 e 1360o. cha muito
superior a 2560, 280"i e .reto a
IcSiio, e outros muitos mais gneros em con-
ta ; na taberna da ra dos Martyrios n. 36.
Vende-se u i.a escrava inoc, com um
pequeo deleito, e por preco muito baixo ;
na ra Direit n. 66.
UiFerece-se uma moca desempedida,
portugueza, llha da ilha do S. Miguel, d'on-
de ha pouco acaba de CDrgsr, para criada
grave de alguma familil capaz, a qu I alm
do mais servico preciso, corta e faz toda e
qualquer roupa de alfi-te para hom>m com
iiiuita perfeicSo, assim como corta e faz tod
o qualquer roupa para senhora com muilo
gosio delicadeza e cola, he muito acliva
e inl.-lligonte, e da fianca de sua con lucia :
a tratar por delraz da matriz de Santo n-
tonio, antes de clipgar o po lo do quarlel
de polica, no primeiro andar do sobrado
n. 16.
-~ O Sr. M L C. se nilo quizer ver por
extenso seu nome nesle jornal, tenha a bon-
dade de ir pagr os charutos que V. S. nao
ignora.
Francisco do Salles Pereira Pacheco,
desoede-se de seus amigos e conhecidos por
meio deste Diario, eoflerece-lhes o seu ne-
nhum prestimo em qualquer parte que se
achsr.
Joao Francisco dos Santos CsvSo com-
pron por cunta, da lllma. Sra. D Maria Joa-
quina dos Sintos, da cidade do Assu', o bt-
Ihele. inteiro n. 3396 da ultima parle da pri
meira e primeira da scguuda lotera do S.i-
nhor liom Jess das Dores en S Goicalo, o
qual bilhele fica ero poder do annunciante.
Vende-se um excellente cavalloensi-
nado para carro, nao s de lanca como de
yaras : para ver e iratar. na cochci.a de-
fronte do convento de S. Francisco, que he
do Sr major Bilveira.
~ Vende-semoitoem conta um piano cm
meio uso, do celebro autor Kroadwool, he
de mogno e qua irado, e custon quando no-
vo mais de 1.000 : na ra do Trapiche No-
vo n. in
COCHEJRA, RA NOVA R. 61
Vendem-se carros novos e arrcios, arreos
para cabnolet e ferragens para os ditos, va-
quetas para eobrir carros, couros para guar-
da lama, galilo, lanternas, velas para uilos,
eauitos outros ol.jecios para carrpsear-
reios ; vende-se tambem um carro de 4 ro-
das do carregar fazenlcs
modo.
Capim de planta.
Vende-se nm grande corte de capim de
plaa, no sitio defronte de S. Jos do .Man-
guind : a tratar no alono da U-ja-Vista,
luja enea i nada n 10.
--- Vcnde-se uma escrava crioula, de bo-
nita figura, ptima engomo.adeira, cozi-
iiiiei.a ecostureira,sem vicio nem chaqu:
na ra de lorlis n. 60, se dir quem vende.
.Yossa neiihora da Coiicei-
Qcio os Militares.
De ordem da actual mesa rege loa da ir-
manlade da mesma virgem s-ntiorn, e em
visla do titulo 5 an 18do seu estatuto sao
convidados pelo presente todos os senho-
res irmaos da.referiJa irmsndsde a compa-
recer em na ig'eja da mesma Senbora.as 9
horas do dia 29 do correule, para mesa ge-
ral, procedenlo a assistencia da missa vo-
tiva que se hade celebrar a lim de proce-
der-se a cU-ieao do respectivo presi lente,
que tem de funecionar no primeiro futuro
atino iie 1858. Consistorio da irnmidadc 26
de novembro de 1857..No imjedimenlo do
Irmao secretario, Manoel CuiIo Possoa de
L-. cerda.
Precisa-se de uma ama que tenha bom
leite: a tratar na ra do Queimaio n 4:2,
loja de fazen tas de Albino Jos da bilva, ou
na ra Inreila n. 91, segundo andar,
Desoia-se fallar com o Sr. Dr. Francis-
co Jos Cardoso Cuiniataes, ames de retirar-
se para a Baha ; na ra da Cadcia ,.-e Santo
Automo, casa de alfaiale.
--- A irman lade de .N. S. da Soledad,-
i alora 10 p>Irnos de terreno que possuc na
ra de Jo;lo Fernandes Vieira os preten-
| deules remetam no da 28 d
| horas da tarde, suas propostas
diada, no escriptoro da resp ctiv igreja
O eserlvfto ea irmanJsde de A. s. da
i Sol la !e, de ordem do Sr jai/, avisa ao< lr-
! inii.is msanos, que no dia do crreme,
pelas 4 huras da larde, ha mesa, e convida a
lodos para que nao dexem de c impar,-c r
no .lia e hora marcado, t.-.i on-i-iono da
especllva igreja.Jos Antunes C aimaiaes.
Precisi-se de um avassador : tu pa-
daria da ra larga do Itosario n. 48.
Pr^cisa-se de um rapaz porluguei de
12 annos, para caixeiro de padiria, para
venler pSo e trabalho de tenleira. Na mes
-na tambern precisa-se de um amassador :
na roa da S- tzala Velha n. 90
Precisa-se alugar uma ama para todo o
servico de casa de pouc familia, a tratar
ao largo do Pilar n 12, em F'a de Portas
D-se 30^000.
Na pa la ra da na dos Pescadores precisa-
se de um forneiro que seja bom.
Publicac3' iliteraria e religiosa.
Acha-se nos prelos da typoh.aphia do
vm. Sr. Francisco Coelho de ."mus e Silva '<
- ;i -se a ra da Cadeia do Recife n. 33, loja.
'.'.." i) i)r. Das I ..lian les, medico fisou (
._ -na re i .leu. i., nu esuuJ.1 andar da cata 3
t J na satrsils dllosaiiu u. 30, onde pole 3
'-.? ser prucuradu para a eiercicia e sue po- ~~j
SjH ''S-io. .j
Manoel Ijjuacio de Avilla, proprie-
tario do solo em que existem ys betnlc -
tocias que pci'teuceram ao casal o lina-
do Joaquim Antonio Ferreira de Vascon-
cellos, leudo visto um di! a i no Diario
de Pernambuco em o qual se declara
que lindos os dias da lei, vao ditas bem-
leitorias ser arrematadas: vem pelo pre-
sente declarar que o solo em que estao
as indicadas bemeitorias vai apenas a
carnb >a brados e (pie o loro de cada palmo he de
500 is. por anno, devendo os pretender-
tes entender-se com o annunciante a es-
peito do tirulo do loro.
COMPANHIA UE SEGUROS.
Novamente convidamos aos Srs. accio-
nistas da companhia Ulilidade Publica, a
comparecerem nu dia 30 de novembro cor-
rete, ao meio dia, no escriptoro da compa-
nhia, fim d* se dar execuc-iO a segunda
parle do art. 41 e art. 42 los estatutos. Ke-
ciie 25 ie novembro de 1857. Os directores,
1 iz Antonio Vieira, Manoel Joaquim Ramos
L
e Silva.
Precisa-se de uma ama que cozinbe o
f'C o mais servico de uma casa de pouca
familia ; a tratar na ruado Vigaro, taberna
n. 33.
lloubo de um cavilhi.
Furtaram na noite de 2* do corrente do
sitio em Sanl'Anna, aonde mora o Sr. Nash,
que he junto ao silio do Sr. Amorim, um
cavailo de carro, ruco, com algumas pintas
de uedrez, grande, bem feito, gordo e muito
manso; cimas b'aneas e >rei.s, e a cauda
lambcrn, mas com as ponas brancas, cascos
braucos e haslaute grandes, e alguma cousa
moles: quem actiar, e lev* reste cavailo ao
sobredito silio.ou no Recife na ra do Trapi-
che Novo n. 10, em casa de Patou Nash A
C, sera bem re-compensado
A lessoa que ttver cajus em porcSo
e queira vender, dirija-se a ra da Floren-
tina, casaenvi tr.c*ia, defronte da cocheira,
que achara com quem lisiar.
Grande sorli-
mento.
Chegou taberna grande ao lado da igre-
ja da Soledade, um grande sortirrenlo de
gneros bons e novos, e vende-se pelos pro-
cos seguales : ir.sntciga iogleza a 960 rs.,
Iranceza a 600 rs., queijos do reino a 29240,
de prato a 720, do se.lo muilo novos intui-
ros de 1 a 20 libras a 4u0 rs., e a retslboa
80 e 410, passas novas, figos, ameixis,
amendoas, doce de goiaba a 152S0, 13440 e
i -ii. latas de 2 libras de maim lada a 1,280
rs., carias linas para volUrele a 400 rs., es-
nermacete a 800 rs., cevada s 120, cordss de
linho a 500 rs. a libra, massas linas para so-
pa, bolachinhas finas e grossas, da trra e
de fura, cha bom de multas qualidades, her-
va-matio. vinhos bons de mollas marcas,
champagne, licores, agurdente de canna, o
melhor que ha neste genero, saceos com fa-
rinlia e leijao mu-tu.lio com branco, e mui-
tos gneros que os freguezes ven lo, n5o dei-
xrao de comprar, tanto pelo preco como
pela qualiJade.
Da-se um ptimo terreno na comarca
de Nazareth para se levantar um eogenho,
tendo quasi toda a .a.lcira e lijlo pi ouiulo
em cima da obra, ja com forno e cass de Da-
gaqo feila, por um certo numero de annos a
tendentes dirijam-se ao eugenoo Pindobal,
que acnarao com qudm tratar.
llijCOO de gralilicaco
a quem der noticia certa de uma canoa
que desppareceu desde a semana passada,
u o tanto v.dha, pega era 800 lijlos, estava
oceupada em tirar amia, anJavs com ella
ra os preien- Um crioulo bastante alto, de nome Pe-lro,
o corronle. as 4 : q,Je dizia inorar na ilha de Itamaraca, des-
"? P'r* *" P-sre.-cu levando a dita canoa : quema
d scobnr, dirija-se a Roa-Vista, rus da Con-
CeicSu, casa da esquina a. 47, que recebar
aoffrrta cima.
--- Vcndetn-se travejamentos de louro de
varios lamanhos; na praia de Santa Rita,
restilaefo
na ra do Brum, atmazem n. 22, de
l.uiz Jos de Sa araujo, amia n-stam vite
o tantos jarros estampados, que se vendom
cm cunta para fecnar coritas um brac* de ba-
lanca co.n conchas e correles, que tem ser-
vi lo para pesar assucar, umt t-orgSo de es-
teiras de forrar sala, em meio uso. uma bur-
ra le ferro, ludo por preco razoavel, etc.
PINTES DE CIOLTCHOL'C IW
RECIO, DE FAUY'hLLE-UELEliAKR
DE PARS-
Quatro annos de experiencia tem assegu-
rado aos pentes de caoulehouc a voga que
hnje tem, n3o s em Franca como qo mun-
do inteiro ; siio sem conlradiccao OS mais
agradaveis de lodos os peutes, mais brandos
que os de tartaruga,-sao os nicos que nSo
a obra-Memoria Histrica e Biogrfica ] fy-em caluro cabello, por causa da el. cri-
den) Pernambuco, pelo paire Lino do Monle : cidade qoe conlm,ccr"scendo a estas van-
Carmello Luna ; e cujo prospecto ja foi an- t-gens a de nao serem tliais caros do que a*
nunciado por esle jornal : recebon-se assig de bfalo, a ';',i admiranvel inveiicao de
n turas ; le 3;Ouo na mesma typogra jlua,! *P,,."ho universal de 1855.
lcfronle da igreja do convento uo irn- Saceos t~om i'arinha, saccos.com millio.
:'SC0 n- -. Vendem-se no arraazem de Joaciuiui
Offercce-se um moco brasi eiro com f;i:,...i r <- i
I6annsdeidale, paracaixe.ro P'-'la Costa A C. : ra do A.nor.m
n. bi.
No largo da Asscoibla n. '.', preciss-se
fallar ao Sr. Jos Ferreira Mariano, a nego-
cio .!e sen nter.s-o
... Nu pa laria lo Parte do Maltos precsa-
se de nm caixeiro.
.\a padaria .'e Ponciano Salgado
precisa-se do um bom amassador; paga-so
bem.
COLEGIO DE SHTO
fazendas, do que ja tem alguma pratica ou
mesmo para oulro qu.lquer negocio, a ex-
ce, ca"o de taberna ; a tratar na ru da Sen- |
zal Velfa n 91
Joao da Silva lioavista faz scente ao i
resoeitavel publico, quo ninguem laca ne-1
. goeio cora uma lettra a seu fvor da qantia ;
I de 1:000? sacada pelos Srs. Das \ Falcio,
i do Miiungua.e, e pede a-.s Srs. Rallar di
lOliveira, negociaotes .testa prs^a rara a nu
\ pagar, visto ella se actisr assigns ia nascos-1
I tas, c veuccr-se no lim do corrente mez, e i
ler-se des.nc.min'ia.lo. Kecife 26 de no-;
verabro de 18o".
COMPANHIA
do collegiaes, o faz seiente so publico, que mu-
l^n^BEIRBtTIOSl-'. ,lou SPU estalleleciuienio da praca da Boa-
AdireccSo tem autonsado o caixa da ,visU n*'a 8 ruado Hospicio, sbralo eoa-
i i licu ao i,v nnasto, aonde p..Je ser procura-
companhia (o Sr. commendador Manoel ^ qualqlJer hora do dia. ?
l.oncalvesda Silva] para elTectuar O pa- Andrc Aives da Fonseca Jnior.
gamento d\> \'J dividendo, a razao del lia para vender utn pequeosor-
2JJ50U per aecoEscriptoro da com- tlmento de obras doouro, do ultimogos-
panliia do BYberibe, 13 de novembro de to, que si: vender' muito em conta : na
1857.Gailfaerme Sette, secretario. J ra da Cadeia n. 21,
.O abaixo sssignsdo, dnec'or do collegio
j de Santo An Ir, avisa a lodos os pas da seus
MUTILADO


ILEGIVEL

-


DIAHO DE PERNAMBCO SABBADO 2s DE NOVEMBRO lS.,1
CUI^LlQEl gj^OPkTHlli
00
ra*eette*
Rl A DA CADEIA. DEKRONTE DAOKDEM TERCEIRA DE S. FRANCISCO.
Onde so*cnnm sempre os mais acreditados mndicaueulos tanto em unturas como
m glbulos, preparados cora o maior escrpulo n por presos bastante commodos
fRECOS FIXOS
Botica de tubos grandes. .
Dita de 2*
Dita le 36
Dita de 48 >
Dita de 60 v
Tubos avulsos a .
Frascos lo tinturrsdetneis onca
Manual da medicina borneo-, athica do Dr Jahr com o~dic-
.1 rumano dos termos -le medicina .....
Medicina domestica do Dr. Henry......
T atamento do cholera morbus
10/000
159000
21)9000
259000
309000
19000
29000
dous porl5es um de ca la lado ; e bo pe. to
!;i |ii' i; i por s>r lo nt>o para os Afilelos : qoem o orclen ler
quizar ve-bi. eni*ii l-sa c>m o propriaUrio
los Saooriti. morador m cisa annexa ao
ii'o si'io Me miili.'ii aleas 9 huras, e de
Urde das 5 em (liante ; e no decurso do (lia
no itecif-*, esnriptorio dos Srs. Bastos & Le-
nios, ra do Trapiche n. 17.
Repertorio io D Mello Moraes
209000
10/000
2/000
'000
* ? '?asee:**:**''!
PEDRAS PRECIOSAS- %
jK
* Altareros de brilhanles, *
HR diamaaln e perol, pul- i
* leir.is, alfnelesi briurng
w trzalas, liotoeseannei S
de difTerentei bojos e de :*.
diverjas pedras du valor. ^
?i
*
Compram, vendem ou *i
troc ni prala, ciuro, bri
' lli.inl, -..h,iiii,i ni. e pero- 'sj
* la, efoulras qaaenquar :-
rPore:Dlr0,rs'.ad,,,,,,irof moderno gosto, tan-
icmii &
w ib iinnai
Ra do Cabuga' n. 7.
Receben, por to-
dos os vaporas da Eu-
ropa asobrasdo niais
* OUROEPRATA. i
jjj
jlj Aderecoi completua da *
ji ouro, meins dos, pulsei- "*
** '. alfinelen, brinco, e
g rozelat, conloes, Irancel- *
*e/ lin, medallms, correntos '*'
** enhile* para relosio, e *
% ontroi mullos objeclosde
Sfc ooro.
jj; Aparelbos completos de '*
lt prala para ch;i, bandejas, *7
i salvas, r.i-lii;.'i's, collieres |
* de sopa e da cha, e mui- i
r
los oulroi objeclos de
prata. J
wwiiwniiiiiiniuiiiiiiyiiiiiiijmnuffl to de Jrranja como
de Lisboa, as quaes vendem por
pre$o commodo como costumam.
*mtete%tetete-teteteteo$
gc.asadesaude
v.-S
te
0 Dr. Ignacio Firmo Xavier es-
g^j. Kf Ul I^IIdLIO llliuu AdtlL'l CS-
F tabeleceu em sen sitio da Passagem
"|? da Magdalena, que fica ao norte
jj da estiada entre a ponte grande
rea pequea do Chora-Menino, ex-
2? cellentes acommodacoes para re-
* ceber todas as pessoas enfermas
^ que se quizerem utilisar de. seus
? serviros mdicos, os quacs serao
g prestados com o maior esmero.
O mesmo Dr., para o litn supra-
| indicado e para exercer qualquer
j* outro acto de sua prolisso den-
^ tro ou fra desla cidade podera'
$ ser procurado a qualquer hora do
g$ dia e da noite, no referido sitio,
a excepcao dos dias iitei, das 9
J3 horas da manha a's 4 da tarde,
QS que sera'encontrado no primeiro
@ andar do sobrado n. 9, do pateo
B do Carmo.
te
:-:r-.:-\.f^:^ &>?&&>{
m
.................^teteteteQ
SEGURO CONTRA FOnO.
Companlija Alliance.
Esubalaeida cm Londres, em marco da 1824.
Capital cinco milhes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, ten a honra da in-
fernar tos Srs. negociante;, projirislarios da casa:
quets mais eonvier qua astao plenamente u-
torisados pela dita coropanliia para affecluar segu-
ros sobra edificios de lijle a pedra, cobertos di
Ulht igualmenUsobre os objeclos queconliverenr
ot itiiSDOs aditicios quer consista tm mobilia ou
M (azcudas da qualquar qualidada.
Defionie ra de S. Francisco
CONSULTORIO IIO.MEOPATIIICO
DO
DK-P- A- L0B0M0SC0S0
Medico parteiro e operador.
O Dr. Lob MosCuso, da consultas lodos os
dias e ortica qualquer oyerac3o de ciiurga,
assira cu o,accodo cora toda a promptuo,
as pessoas i un i recisarem do tea prestmo
para o servico de partos, praltcando as o-
poiarOos n amiaes ou mslrumenibes, quan-
iio u.'io ,ossa conseguir re>ullado por meio
da honii"i[Minii. que tantas yezestem ven-
cido dilliculdadcs, que ^areciam insupe-
rveis.
lODHyi DO ESTiBELECI-
HEBT DE PUStS DE
J. VIGES
J. Vienes mudou seu estabelecimento de
pianos da ra larga do Rosario para a ra
da Cadeia deSauto Antonio n. 23, junto da
RelacSo.
Scliaplieitlin A C-, ra da Cruz n.
"8, receberam pdo ultimo navio do Ha-
vre, urna porco de quartolas de vinho,
de urna das mais afamadas vinlias de Bor-
dea ux : venicm.a' visla da superior qua-
11 da Je, por preco com modo.
-*\a fundido da Aurora preetsa-se
de serventes forros ou escravos, para
servico debatxo de coberta.
o&&hk$oo & :: a se--ss-;::
2 DEKTiSTA FRANCEZ. |
Paulo (idignoui deolisla, ra Nova n. I i '-'
na mesma casa lera agua e pos denlrilice.
O ba-!iarel Ivo Miliquino da Cn-
nha Souto Maior, roga a quein levou de
sua casa um tomo da legislacao brasilei-
ra de I8V8, queteulia a bondade de res-
t.itui-lii'o ; pois que delle carece agora
urgentemente.
- Rolidiiho Lourenco parlicira ao rrj
peitavel publico, que acaba dec egar para-
sua iihlcina de pintura dous pt-ritcs offieiaes
de llainburgo,e p>ir conseguate so encarro
ga de qualquer pintura de casas, lojas, car-
ros, laboji-t-s e nutras qua<-squer que so of
ferecer, sendo os seus servidos por prp^os
rnuio commodos, e prometle nao ler demo-
ra : quera se quizer utilisar, oiriji-se a sua
loja, no aterro da Boa-Vista n 38.
jg Algodao da Babia, potassa da
%* Russiae do Rio de Janeiro, e cal
W vu-gem de Lisboa : na rita doTra-
^ piche, armazensns. 9 e il.
Aviso aos }iiri ci;vuoit>
! boa pitad;,
Hecheg^do a esi mercado o excellente
rap princesa de Horil eapllal do Cear, cujo deposito se a.")! na
ruada Cadeia du Recite loja de miudezas D.
7. ao pri'co de Ijilu ca 'a libra
--O prbfessor Torrea Ban-ieira trmaberlo
um cursn .lo phlosopha e outro du rfaetori-
c,e pretende >brir un nuvo cuiso de lingo
franepta e outro de geograpbia, a ptineiptur
do tia l5ilocjrreute mez : quem pretender
l'requenta-los, p le prorura-lo ttf casa de
sua restlcnci4 na ra No>TS, soltrada n. 23,
segn lo andar.
- i) Sr. Kraga, que levo liotequim na
de Heras, ou Aguas-Ver i"s, q^ieira
- Continu'a anda por appareter oraa
pulsera de ouro de 18 quilates, que se per-
lea da t,onte da Boa-Vista ao aterro, casa
n. 2 : quem a tiveracbado, leve-a a ra do
Apollo n. 5, que sera gratificado.
He chegado a loja de Leconte, aterro
da Itoa-vista n. 7. excellente lene virginal
de rosa branca, para refrescara pelle, tirar
pannos, saruas e espinhas, igualmento o a-
famado oleo babosa para lirapar e fazer eres-
ceros cabellos ; assim como p imperial de
lyrio de rlorenca para brotoejas e asperida-
des da pelle, conserva tr frescura e o avellu-
| dado da primorosa da vida.
JOHN GATIS,
corretor geral
E AGENTE DE LEILO'ES COMMERUAES,
n. 20, ra do Torres,
PKIMEIKO ANDAR,
Braca do Corpo Santo
Irecisa-sc! de urna au,a, para ama-
mentar urna enanca de 10 mezes ; j>aga-se
rauitobem : na ru de Apollo n. 22.
Aieurou i
Co-ni deposito ge-
ral iJret, m ra da JS
Cruz n. !0, muda-
faincse para a mes-
DA 0
"N
^v- K?#0. "V
RA DO^OEIMADO
Salitre i
relinado de superior qualidadc por menos'
pri-QO d ) que Pin oulra ymlquer parte, nos
estbeleciKientos de Ji- Antonio Moreira
Oas & C, na ra N >V* 35, rtu das I.aran- '
giras n. 18, e na ra da Mn la n. 23
Vende-se superior f.innlia de'man-
dioca chegada prximamente do Rio de
Janeiro nobrigue nacional Hercules: na
travessa da Madre de Dos armazem ns.
4e6.
A9 seus fregue-
zes.
*cha -se o deposito da ra de S. Francisco
n. 6, sorlido dos princinaes gneros aliriien-
ticos, como si-j'", saidinbas, .rhocnlate,
passas ainex^s, figns. conservas, vinho do
Porto do nno de 183*. cerveja da melhor
que ha, champagne da roarc ti & C, em gar-
rafas e meias, licores,al)ynl>iio, charutos e de todos os preco*. em caixas de
IDOe 50, ditos, ele etc., e nimios outros
Seeros, que s com a presenta do compra-
j i di>r se ajustara a sua venda.
{l'/fltll^ 1* ll,B\',a Veode-se urna grtmia morada do casa
' reedificada de novo, com sotSo, portas de
frente, cozinha fra, cacimba, quintal gran-
de murado, fente dobrada seelificar
outra grande casa, com propo ^Oes para mo-
rada de familia grande, e terse um grande
estabelecimento, no melhor e mais aprecia-
vel logar da povoar;ao Jos Af.igados, que
vem a ser no paleo da Paz, lado da somb'a ;
lambem se vendem outras no adas de ca-
sas irais pequeas, todas reedificadas ile
novo, e trocam-se por outras tiesta cidade ;
tambem se vendem terrenos no melhor lo-
cal para se edificar com gos'o ; quem pre-
tender, dinja-sc ao cipilfio Moraes.
Vende se urna preta mofa, ou troca-
se por um prelo de meia date: na ra l)i-
reita n. 72, se di' quem faz esto negocio.
Vend"-se a barca brasileira Adelina,
muito velleira, frrala, e encavilhada de i
cobre ; os retenientes dirijam-se aos con-
signatarios Bastos & Lemos, na ra do Tra-
piche n. \.
Tasso Irmaos
Avisa ni aos seus fregu
es que acaba da ebegar
tic ItL'haiond '-i nha no
v* que vendem nos seos
irmazens aos precos se*
quintes :
Fariiilia ordi-
naria.
Chales
Propria para animaes : vende-se nata-
noaria defronte dotrapiclie do Cunha.
V^n le-se urj sitio na ra Direita da
pnvoaca) dos Afoga los, todo murado, com
1 nunimhte lanniin n ililn*nnlc a rniiro i\ ti
DE
Toiiqiiiiii.
nnvoacao dos Afoga los, lodo murado, com Na loja do canlo. na ra da Cadeia do Re-
3 cacimbas, tanque e diferentes arvores de c fe n \i h ,. *r 1T1 .
G4LEG4
O'dANGE
alem destas
25 500
24 5(10
teni farsiihas
novas de Trieste nao s
da priraeira qnalidade, co-
mo da muitoaiitiga e acre-
(itada
SSSF
o
ItOOO
10:000
:inkhi
7?VtO
7-3300
icooo
430
te
te
te
m
te
te
te
te
te
te
te
te
:.:
nieiro andar.
tete-teteOtetetetete
na ra n. 25, pri-
^VHHIW 0C
Compra-se eectivamento amadas
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e provincial, acei-s das compa-
ubias, e aa-.se dinheiro a jurus em grandes e
^e^enas quantias sobre penhores.
Cunvraiii-so (amaiidos : na ra da
Cadeia do Kecile n. 61.
Compra-se ellectivamenle bronze, la-
ti e cobre velho : no deposito da lundicao
da Aurora, na ra do Itruui, logo na entra-
da n. 28, e na mesma l'uudicao, em santo
vmaro.
Compra-se um relogio de ouro pale-
te ingK-z, com caaea ou oem ella ; na ra
Hir. na n. b'f.
Compra-se um viado manso : na ra
do Crespo u. 7, loja de Siqueira l'ereira.
i.umrra te u n preta ou mulata parida
de pouco lempo, que s ja muc e sa Jia ; pa-
ga-se bem : quem tiver aiinuucie para ser '
piocurada, ou leve a casa do tenonle coio-
uei Viklla, na ra Formosa
- Cmn| o braco do paraiuso tentia as ext emidaues
bolas ue eno: na restilaco por traz da
i i i'j-t de Hita.
or time uto de fazendas de
todas as (pialidadcs, viu-
das pelos ltimos navios
da Europa.
Grvalas de seda com punas compridas a
regencia ,.......... -
IIil.ii de ilii i coid ddas a principe de Gil-
lea. -..........
Ditas de dilus .V amencna*......
Corles de odele de velludo de nnvos
padrOss s .......
Dilosdeselim branco bardados, proprios
par* casamento.........
Diios de gorgurao de seda de novos pa-
dioes ............
Dilos de caira de casemia de loil.is as qua-
lidade............
C'iapcus de sol de seda ni ci iores ,
Chapeca da imam franc*-?es.....
Len(os de cambraia borJados, linos, para
mao.............
ilos de dito de linlio li*os para mao. .
I.nvas de seda de todas as quididades, para
lionien*, senhoras e nuninas.....
Corles de vestida de sida de crese brancas
i pekm o mais superior e moderno que
lia no mercado.........
Belleza de Bengala, l 7'n.n toda de seda
Iransparenle com li-lras assetinadas ,
propria |-, r.i halle-, covodo.....
Cainliraia e seda de lUngala para vestidos ,
covado..........t
llareta de seda com quadros asetinados, ce-
vado ...........#
(rosdenaplfs prelo e de cores, muilo su-
perior, covado .........
Dito dito de uto muilo largo, proprio para
forro*, de obras, cuvedu......
Sodas de quadriaboi, covado.....
Motioliaa branca e de ciires, covado. .
C.iisas franeeiai de ciires l\a, a vara. .
Cilas Irmice/as, o covado......
Pecas de brelanha de liuho fina com (i va-
ras .............
l'auno lino prelo e de cures, para lodosos
presos ............
Palitos de panno prelo de cores. .
Ditas .le argentina de core escuras. .
llilus de aip.n-d de cores fina.
ilns de dna pela........
Hilos de ganga de core, ......
Unos de linin de quadiinlios.....
Hilos de briol pardo fin......
Dilu de bralaaha de indio braneoi. '.
Ciiudolasde alpaca prela e de ires. .
Komeirs de ralroi, Rraudat, com lac.o de
seda pira 'endura........
Chales de merino bordados a Velludo. '.
Kilos de dilo de lito a seda......
Dilos de dilo burilados em 2 ,ionla. '.
Dilos de dilo clial\ bordados.....
Ditos de dito com lislra de seda ,
Dilosdf dito li-os com fr,njas de seda '.
Dilos de dilo com franjas da bia ....
Dilos de lia adamafCadoi, prelos e decores.
Em frema do becco da Congregacto,"
loja de farragan, a segunda de fauodM
25000
13200
laoM
2.;O0O
19600
9.30
:t20
20
52SO
33.300
208000
CgOO
Sgoou
-SMIII
1-3300
:inhhi
4)000
43300
53OO
9S600
17;(OU
'.I.MKHI
129OIIO
IO.3OOO
(3.300
sjpsoo
.3-3000
35OOO
passundo
U. 0.
vinho ino
Guarda comidas
^ endem-se guarda-comidas de rame
osmellioresquetecn viudo ao morcado, e
por barato pretjo: na ra da Cadeia do
Hecife loja de errarjens de Vidal A
Bastos.
Ferramcnta pa-
ra tanoeiro.
Vcnde-se ferramcnta completa para ta-
noeiro : na loja de (erragens na ra da
Cadeia do Hecde de Vidal o Bastos.
BRACOS DE ROMO PARA
RLANGa
N endein-sc bracos de Homao
fructos tnlre ellas uns 50 ps de coqueiros,
ten lo casa terrea co'n a f eoto para a ra,
i com os co modos seguintes : 2 salas, 5
I 'luirlos e C07inht fra : quem o pretender,
i diiija-.se a ra Direila desta cidade, no so-
brado n. 7* a fallar com o seu proprietario.
v CEMENTO.
vende-se cemento, tanto em barricas
como em porc,ao o a relalho, por com-
modo prego para acabar, e muilo bom : no
armazem de materiaes, na ra da Cadeia de
Santo Antonio n. 17
Vende-se superior llnhas de algodSo
brancas, e de cores, em novello.para costu-
ra, em easa de Southall Mellor C.a.ruado
Torres n.38.
Vende-se superior agurdente de
Franca, tanto em barra como em caixas
licores e absynthe, chegado recentemen-
te, pelo ultimo navio : em casa dcJ.Kel-
ler C, ra da Cruz n. 55.
pai
ha-
OO PORTO.
Na ra da Madre de Dos n. 3, loja, esta
venda o superior vinho lino do Porto engar-
rafado, das seguintes qualidades: duque do i
Porto de 18'5 e 183, lodo em caixas de ou-i
zia, bem como em harris de 5. e8.-, do me- colier'os
Ihorquese pode desojar, ha igualmente ga-
ropiga branca em barris de 5.-
I Aos sennores mora lores no mato.
Na ra da Cadeia do Hecife n. 54, loja do
canto, ven lem-se com a maior liarateza pos-
sivel.que a to ios causa admirnco, as fazen-
das mais modernas e de melhor gosto, que
compem um magnilico e esplendido sorti-
menloque jamis veio a este mercado, da
Franc, Suissa e Inglaterra ; apontam-se as
seguintes, porque a enumeracSo de todas
ellas seria en la lm.lio e nSo satisrarla o de-
sejo do comprador, que s vista dells se
po er certtlicar da verdade do annuncian-
te quanto a qnalidade, gosto. modernismo
e commodqs presos das ditas fazendas na
supracilada loja.
6
-mai-n, "i.u'ut wnvwi |M"i"- cnuviii-se i eiogios ac ouro e ae pra-
lancas. de todos os lamanlios, bem como | ta, concertam-se por precos razoaveis,
de militas onlras iptalidades : na ra da '
Cadeia do Recifeloja de lerragens de Vi-
dal A Bastos.
H
e descobertos, pequeos e gran-
des, de ouro patento fnglez, para liome*n
esenhora, de um dos meihores fabricantes
de Liverpool, vinlos celo ultimo paquete
iiigl.-z : em casa de Souiball Mellor & C.
ra po Torres n. 38
Ao barato
0 PREGICA ESTA QEI-
M (AVO
WKii0
B
i
ra
mandar buscar uim carta na livrana n. 6 e
da praca da In le.-endeuda. .
Lotera d i pro-
vincia.
O abaixo assignado vende bithetes ga-
rantidos pelos precos abaixo notados, em
quaotiat do 10O|0(Kl para cima, a di-
nlieiroa vista, em seu escriplorio, na ra
do Collegio n. 21, primeiro an lar.
Bilhetea 5JI50I) recebe 5:0004000
Meios 2.s7:t) 2:50OjfOO0
/"*. J. l.HVUie.
folliiiiha
para o auno de 18i58.
Acham-sea' venda as bem conliecidas
folhinhas impressas nesta typographia,
para o annoijue vem, das seguintes 111a-
hiladcs :
l'olliinha de variedade, contendo, alem
Jos mezes, multas noticias scientilicas,
modo de plantar e collier a nova caima
de assucar, noticia sobre o milho e al-
godao, e urna serie de conliectmentos
das artes, etc., etc., cada urna. 520
Dita religiosa, a qual, alem dos mezes,
se reuni a continuarao da bibl.Otbeca
do christao brasileira, contendo os se-
guintes ollicios : do .Menino Jess, San-
tissimo Sacramento, Senhor dos Allh-
tos, Paixfio, Nossa Senbora do Carmo,
San-Jose, Santa Auna, Anjo da Guar-
da, Sao-Francisco le Assis. Santa Mita,
Santa Barbara, Alinas, CoracSo de Je-
ss; assim como outras ora!oes, etc.,
n.eU- ........ 520
Dita ecclesiastics ou de padre, elaborada
peloltvm. conego penitenciario da Se
deOlinda, st-gundo a rubrica, a qual
foi revisla pelo E\m. Sr. bispo, que a
julgou certa, como de sua carta exis-
tente nesta t\ pographia. iOO
ila de porta, na lima usada ate ago-
':' ;......l
\ endem-se nicamente na li\ raria ns.
1 ti e 8 da praca da Independencia.
Devoto christao.
Sahio !;;: a tereeir edicilo do livrinho
j religioso Devoto Ciir.'StSo, mais correcto e
, augmenta lo, vende-se nicamente na livra-
i ra ns. 6 c 8 da praga da Independencia, a
800 rs.
Vende-se um sobrado destriorado,
em Olinda, na ra deS. Bento, confron-
Iteao Mosteiro ; na ra estreita do Bosa-
|non. 25, ognndo andar.
Pal ha de carnaubii.
Vende-so [alba de carnaubs nnito lina e
prre-j commodo : na ra da Madre do liaos
n. 2.
PARA Ql KM TIVER 0O.M GOSTO.
Vende-se um bom sitio com perto de 5('
palinos de frente, e l,5(it de futilo, chein
de muitts (ructeiras de diversas qoalidades,
Com duas grandes baixas para capim, lerre-
I no excellente t-ara plantae9a de l'irumes e
oorialica, rooimodi des 6ara se (acerein -J
vi-eirus por ter camlioa d'agoa salgada no
Inri'n. casa solfriel para inora'a, murado
na irentee le um lado ana de beber, ele ,
e alem de todas estas bondades, qoem qui-
zo--ir.m la fazer 11 mi morad* decasacom-
nio la e ac-iada, ja teni um forini lavel e
bem feiioa|ic>-rce paa isso, com io palmos
'de f.ente e 110 de fundo, guarnecido com
0 Pon tes da loja da ra da Cade:a do Iteci-
fe n. 51, recebeu elo vapo- lianiburguez os
mais lio los cnsav*qu-s de cambraia rola-
dos de bico que se tam viste no nosso mer-
ca 10 nicamente se vende oara as senhoras
de bom gosto, e militas mais f- zenJas pro-
priamenre de senhoras da moja, e mana-
se a amostra
JMIio novo a 5,^500
o Baeco.
Vende-so na travessa da Madre de Heos n
fi. taberna, ou no a-mazem de Em. terio Ma-
Ciel la Silva A Ir -.So, largo da Aaas-inhlesi
--- Ven lem se c- bolas em molhos a I/,
muio novas, vindas de Lisboa na barca Na-
ti* Jos, e des,encadas a 6*0 o cenlo, e
barris com cavlinbas novas e grandes a 8?:
na ra da Praia n. 18, armazem
Vende-se urna negra de bonita ligura,
sem achaques, com t3 anuos de idade, sa-
bendo fazer labyrintho, coso cozinrm, lava
perfeilamente, e com principio de engom-
mado, emflm he urna perleita mucamha :
qoem a pretender, dinja-se a estrada de
Julio de Ranos, sitio confronte a capella, se
'ira quem vende.
Vendas prazo com ir-
mas (lescontaveis.
Vendem-se bonitos moloques criou'os,
de idade de 12 a I* annos, 2 boas esoravas
de 20 a 30 *nnos, i dita com todas as habi-
lidades de 95 annos. 1 escravo mestre cala-
fate de 30 annos, 1 dito mestre carapina de
25 annos, 1 dito bom ollicial de oedreiro de
25 anuos, I mulata cun uina f i I lia de 7 an-
nos com habilidades : na ra das Aguas-
Verdes n. 46.
/enda de linho.
No decosito da ra de S. Francisco n 6,
In rendas e bicos de todas as larguras, de
linho, leci los ao gosto de nossos bicos, viu-
dos de Lisboa pelo ultimo navio : recom-
menda-sea todas as senhoras que se vende
multo barato, tanto em varis como em
pegas.
Conservas finas.
Em casa de J. Praeger & C, rita da Cruz
n. II, adiase a venda um bem escolhido
sortimento de conservas rance/.as, tanto
de carne, como Jetodasasqualdadesde
hortalica, sardinhas em latas, ervibas
pelits pois).
Ver.dem-se superiores relo?ios sabu-
netes, do ouro, patente inglez ; no escrijito-
rio de Francisco de Paula I'igueira de Sa-
biia, ra de apollo n. 5.
tiugtie Ciiqoot em ft*eini8
participa ao publico, que o nico deposito
lo seu bem conhecido vinho de t hamp'gne
em Pernambuco se acha em casa dos Srs. J
l'raeger & C.
Vende-se na ra da Cadeia do Reci-
te, loja de miudezas n. 7, urna negra de
nome Antonia, propria para casa de fa-
milia, c m idade de 2S a 50 anuos, a pial
engomina, cose ecozinha perfeitamente,
sem vicios nem achaques: a tratar na
mesma.
i. Praeger & Companhia,
na na da Cruz n. 11, tem para vndel-
os viohos seguintes :
Chapanha da afamada fabrica de Eugcne
Chiqiot.
Dito' de riich Toncher vV. C, de superior
qualidade.
Sherry, em caixasde urna du/.ia.
Uadeira em ditas de dilo.
Porto, inuito velho, em ditas de dito.
Bordea ux, superior, ene ditas de dito.
Vinho fi anee/, branco, de tres qualidades:
llaut Sauternes, Barsac eClaves.
Dito do Rheno.
Cognac Pal Brandy) tanto em barris co-
mo engarrafado.
Agurdente de Franca em barris.
Licores milito linos da acreditada marca
de Bivoire-frres,
Uarasquin6, etc., etc.
bonitos chales de touquim de bonitas ro-
res, abordados a roa, com duas palmas,
eelo baralissimo preco, que na realidade
tai admirar ao comprador, a visla da quali-
dade e do bom gosto, tamben ha bonitas
sanidas de baile, de bonitas cores, ror pceo
muito commodo. casaveque* de caseroira,
-omeiras de fil do linho. golimhts para
Descoco, tiras brdalas, cortes de seda de
bonitos padies, ditos com 3 babados pro-
prios para baile, dilos de barege com 'baba-
dos, grosdenaple de cores bonitas : o an-
iiunciante rstt disposto a torrar por dimi-
nuto preco. Na mesma loja da-se fazendas
com penhores, e leva-seem cesas de fami-
las
Vende-se o engenho Cachoetra bran-
de na freguezia deSerinhaem, de mullo boa
pro Jurcflo, com bastantes var/eas apaula-
das.me copeirorom o rio Camaragibe, sem
levada por er a bica assentala ao p da
turnada, com to las as feragens precisas e as
mais obras, sendo a casa de vivenda, nova,
distante do embarque du> s legoas e meia, e
da estrala de ferro urna legoa, tem o enge-
nho 120 carros de canna de cemente : quem
o pretender, voder dirigi'-se ao Recite aos
>rs Lemos Jnior & Leal Reis, ou com oSr.
Antonio GoncaWes Pereira Lima, na villa da
tacada, n s tercas-feiras, com o Sr. Dr. Ser-
gio Dmiz de Mour. Mallos, e no e-genho Vi-
cente Campeilo, co. Manuel Goncalves Pe-
raCTho"' qU8 lnf0rmar dos lemites d
Farinha de man-
dioca.
Vendem-se saceos com mnito boa farinha
de manlioca, e saceos com bom milho e fei-
jSo de todas as qualidades, e por preco com-
modo ; na ra do Queimado, loja de ferra-
gens n. 14.
Fnrinia de mandioca.
Vene-s9 saceos grandes cot farinha
G^omma de ex-
cellente nualidade.
Na ru do Crespo, loja da esquina que vol-
ta para a ra da Cadeia, vendem-se saceos
com gom r a, viudos do Cear, por preco
commodo.
Vende-se na ra da Madre de Dos
n. 12, armazem de Novaes & C, barris
de ferro, ou cubos hidrulicos; para de-
positas de fezes, a preco commodo.
IleSogios.
Vendem-serelogios de ouro e de pra-
, concertam-se por precos razoaveis,
laz-se troco, e da-se dinheiro a premio :
na ra da Concordia a. !>.
No armazem da ra da Praia n 12, de
Francisco Moreira,da Costa, ha para vender
guas muitojrescaes, a j>rec,o commodo. muito boa : na ra da Madre de Peo* o
Vende-se tupe or farinha de man'
d.oca em saceos grandes: na turnara
delronle do trapiche do Cunha.
O PreguicM da ruado
/%0 Ci
Ra da Cadeia do JJecife
loja n. 54.
Va ra da Cadeia doRecifen 5i, loja
do Canlo, se esi>em a venda por precos os
q,ais comraolos que he possivel um s<>rti-
meulo completo de todas as fazendas es-
trangeiras, que vem para este mercado, as i
quaes escedem ludo que se possa dizoa em
Queimado, continua a queimar na sua loja
n. 2, esquina do becco do Peixe Frito, um
lindo e variado sortimento de fazendas de
bom gosto, por baratissimos precos, pois
que sem ambiguo se contena com um m-
dico lucro, e nao Ihe sendo possivel notar
em um pequeo annuncio tu Jo quanto tero
de bom para srvir aos seus fregueze;.,
menciona apenas olmdinas, fazenda de seda
e algodao, propria para vestiJo le senbora,
de goslos inteiram oto novos a 900 ra. o co-
vado, crles de largelioas para vestido de
senhora, fazenda muilo lina e do melhor
goslo inglez, com lisiras de seda e rann
escuro a 123 cada um, organdys de coril3o
seu Tavor quanto a qualidade' modernismo" ^om desenhos mui delicados, pelo baralissi-
bom gosto e diversidade, o annunciant
pede que acrediten) o que deixa dito, assim
como roga aos que duvidam que vcuhemve-
las, c tm cerlilicarem-se pessoa de sua ver-
da ie.
ao rigorismo da
Ehoda.
Ra da Caieia do Recif-
lojt n. 54.
He chegado um novo sortimento de 1
das eslrangeiras de bom goslo, a ellas,
" uiihiiuuiMiiD lio que u a le
mo prt co de 410 rs. a vara, cambraia estam-
pada do ; elhor gosto possivel a 480 a vara,
cassas franc --zas de I id los gostos a 60 rs
vara.
relogios de pa-
tente
nglezesdc ouro, desabnete e de vidro:
vendem-se a preqorazoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na ra da Ca-
deia do Recife, armazem n. 36.
sapatos ho aracaty,
tos melbores que tem vindo a este merca-
do, para homens e meninos, de palla e de
orelhas : em casa deCaminba ta Cadeia do Recite n. 60, primeiro andar
POTASSA DA RDSSIA E CAL
YIRGE1.
No deposito da ra da cadeia do Recite,
armazem n 12, ha muito superior potassa
da Russia, dita da fabrica do Rio de Janei>o,
e cal di- Lisboa e--- pedra, tudo chegado ha
io que em outra qualquer parte,
Agencia
da fundicao Low-Moor,
ra da fenzala fova
n. 4*2.
Neste estabelecimento continu'a a have
um completo sortimento de moendase meias
matizadas noendaspara engenho, machinas de vapor
i -..... ... A lai wo ln r-------1. .. : 1 .. -______ _....__
mosiras, e mandam-se
nesta praca
dam-sc
a casa das tamil''js,
Queijos.
Vendem-se queijos dos mais novos que ha
no mercado a 2U0 na ra Direita n.8.
He que barato
admira.
Na loja de i portas na ra do Queimado
n. 37, passando o becco da CongregaQ3o,tem
chegado a esle estabelecimento um excel-
lente sortimento de vesti los de seda com
babados, para divervos pregos, e monas
mais fazendas, que nao lie possivel aqui|
mencionar todas; cassas orgaodins dos
mais modernos padtOes a IfiliO a vara, sedas
de quadros largos 15200 o covado, ditas
miudiiihas a Ic300, ditas tiMiilo linas de
goslo iuteiramenle novo a 15800, laazinha
miodiuhas a 320, ditas com listras de seda
a 750, Curies de casemira a 4>, ditos entes-
tada, covados 25500. dita muilo lina a 45,
dita de urna largura 2St00,grosdei aples pre-
lo a 2^, r.'iain:.mu. muito bom a 35300, dito
largo com list as asselinadas a 45400, chaly
lavrado l.jllti, um completo sorlimenlo de
cbapelinas para senbora, gollinnas, aan-
guilos, camisas, x.eias de seda brancas, lu-
vasdeseda dos meihores gostos que ha, se-
das brancas, cassas para cortinados, brins
de liaoo muito linos, lencos de linho bran-
eos, de diversos pregos. Assevera-se aos
compradores, que ten ha m vonta le de com-
prar nao sabir sem fazenda, porque nSo se
engelta dinheijo chegando ao cusi da fa-
zenda. '
Na ra portas, ha corles de colletes de velludo rnui-
to bonsporlIoOOO, velbutina sortula a 750
reis o covado, chitas l'ianeezas muito linasa
280 res, riscados e^cocezes a "280 rs., mus-
sulinas a 30 rs., ditas amalizadas muilo li-
nas a 340 rs., chapeos de sol de seda, para
diversos precos.
C-...M fOE30 TOQUE DE
, tintas Irancezas escuras, ..
com lindos e nov.is padroes a 260 o covado, taixas le ferro batido e coado de todosos
ditas claras, padrOes largos e miudus a 280 tamanhos oara dito,
e 300 rs. ocovado, ricos cortes do setim TACHAS PARA ENGENHO
bordados para cuteles a 45 cada um, laazi- Da fundicao de ierro de D. W. Bowman
nhas escuras de mu ricos e vanados pad Oes ^ i >. uuwnidii
pioprias para vestido de seudora e roupoes aoium, passando o chala-
de menieas a 500 rs. o cova io. riscados ,,/-' continua a haver um completo sov-
monstrosde cores alegres e mu elefantes timento de tachas de Ierro fundido e bati-
Bostos a 22U. o covado, ditos trancezes de do, de 3 a 8 palmos de bica. as quaes 88
quadn.s de iinOMLuadroes a 240, mussu toa r|_, _Vi _____
branca 8 320 o cWa^, *a muito lina 40* tliam a ^enda por preco commodo e com
rs .dita estampada de lm os padrOes a 3J0e pi'omptidao, euibarcam-se ou carregam-
--Spgxs^n^Ajyjrio, dulas linas de cores ciaras St em carro sem desoe/.as ao comprador
a- e escuras, titiasxas 160, 180, 200 e 240 Comma do" Aracatv.
rs. o cova jeQas de cambraias lisas tapa- Km porcOes e a relalho : vende-se na ra
i.'."'!-0!".' ec^ vair. 63GU0, di- da Cadeia n. 57, escriplorio de Prente Vi-
tas de dit amneta ssaoboo, dita transpa- anna
rente cum o varas, muilo linas a 55400 a pe-
ca, pecas de bretanna de rolo com lo varas
a 2-5 cada una, grvalas de setim pretas e de
cor, goslos modernos a I528O cada ucua
P1IDOS
Em casadeRabcSchmcltaul&Companhias
ra da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
pianos do afamadofabricanleTraumann da
Uam l-ii.^-
-- ------------------ --------------...a uiUd,
corles de bnm de puro linho a 2?300, 25400
a 'SOj, casemiras de lindos padroes a jo
e 6jjf o corle, ditos de algodao de lindos gos-
los a 15, 10440 eio600cada um, lencos para P!ano,sdo
mao a 120, ditos com bico muito linos a 360, i lJmbur-
chales de gaze, ditos de merm lisos ebor-| t OtUSSa da RllS>j"a e Cal de
dados, obra primorosa, gangas mescladas! 1
prop'ios para calcas e palitos a 560 o cova- JulSOO**.
do, casineta prea lina a I?io0 o covado, ten-1 No antigo e bem conhecido deposito da
eos de seda de lindos padroes a -2) cada um,, ra de Aoollo, armazem n. 2 B, ha muito
cobertores de algolao para escravos a 700! supeiior potassa la Russia e cal de Lisboa
rs. cada utn, de todas eslas fazendas e de m pedra, chegado no ultimo navio, e veu-
muitas outras que se nao mencionara, mas i de-se por preco commodo.
queseveuderaopor baratissimos precos, e( ,"*(. ,.,, f|4 'r lm
sedarao-niostniscomuenhor. CT'" l"d Uo IrapiClle H.
Elll' 54, efecrfptorio de Ko-
vaes at G ,
vende-se superior vinho do Porto engar-
rafado en) caixas de 1 e 2 duzias de gar-
rafas, bem comocm barris de quarto e
a preco commodo.
"eltis e r*IfffioR
SELI.INS e RELOUIOS depalaole
Inilez : a venda no armazrm da
llo-iii.n llooker i_\- Companliia, es-
quina do largo do Corpo Sanio Da-
mero 18.
NA FUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W. BOWMAN, M ,
RA DO BRUM, PASSANDO O ollA- oi. 'n
FARIZ,
ha sempre um grande sortimento dos se-
guintes objeclos de mecanismos proprhis
para engenbos, a saber : moendas e meias
moendas la mais moderna conslruccao ; ta-
chas de ferio fundido e batido, de superior
qualidade c de todos os tamanhos ; rodas
dentadas para agua ou animaes, de todas as
iproporcOes; crivos e bocea de fornalha e
Pegas de algodao de sacco. ditas dealgj-
d3o irani;ado proprio para toalhas e roupa
de escravos ; vende-se na ra do Crespo,
registros de booiro, aguilhes, bronzes, pa-
ratusos e cavilhOes, moinhos de mandioca,
ate. etc.
NA MESMA FUNDICAO,
seezecutam todas as encommendas coma
superioridade ja connecida com a devida
preslt-za e commodidade em preco.
AVISO A TODOS EM GERAL
Vendem-se moinhos de Ierro de todos
os tamanhos para rclinacao, peneiras de
rame, e de metal branco, aparclhos de
metal | ata cha' e cali-, lacas com cabo de
marlim de osso, de vidro e de metal ,
grlindes e pe(|iienas,cnchadasde ferro cal-
cadas de ac, portuguesas e nglezas, lo-
bas, lomos para ferreiro, Ionios de
todosXos tamanhos para bolos e pudins,
trem iV' cozinha de porcellana, estudiado
ue escravos; venuc-se na ra do crespo, 1 acras de ac, poi ti.;,iezas e inslezas lo-
.oja^a esqum. que vo.la par. a ra da Ca-1 ^ ,-,,s> 'J?s ^ bgl*Z**
Aviso.
aos sciihorcs
marclneiros
, SECRETARIAS.
As meihores que at boje tem apparecldo
a este mercado : vendem-se no escrintotia
do agente Oliveira, ra da Cadeia do Recite
n. 62. primeiro andar.
Oh que pechin-
cha! eom pequeo toque
J. .falque.
li.
Participa a seus freguezes e a todos era
geral, que elieacaba de receber o maior e
mais completo sortimmto que se pode en-
contrar, de roupas para meninos de 3 a la
annos. pouco mais ou menos, como sejam
nquissimas vestimentas completas de vellu-
do, gorgurSo. cliatr alle, setim, seda, 13a
lustaocbrim. de todas as cores e gostos'
cale e palitos de casemira, colletes, jaque-
tinnas e calcas bordadas, bonets de velludo
gergurSo e palha, o que ba de mais moder-
: todos estes objelos, como urna infini-
u HiiRUMHneai penra, tuno cnegado na no: toaos estes onjclos. como urna inflni-
aoucos dias, e a ven ler-se por menos pre$o dade de outros artigos que se acham no son
lo uue em outra nnaLiuer uarte. estabelecimento. a v,-.i,i,>n. .. .______i_
eslabelecimento, se vendem por preco mais
commodo que em outra qualquer parte.
Chapeos.
Recebeu-se um grande sortimento de cha-
peospara homens, forma PI.VAUD e outros
sendo de castor braceo com pello, os mais
unos que tero vindo a Pernambuco, ditos
sem pello, ditos pretos com pello, ditos sera
wello, ditos de seda superiores. Cuanto aos .
presos sSo os mais razoaveis: na ra do
Crespo n. 4, em casa de J. Falque.
Uvjis de l>-n. raed.
Vendem-se na ra do Collegio n. 12.
Vende-se viho da Figueira superior
em b>ns a vontade do comprador : na tu*
do Vigario n. 19, primeiro sudar escriplorio
de I homaz de Aquino Fonseca & Filbo.
-fV ue tas 1icis.
No deposito de bichas ra estreita de
Rosario n. II, he chegado a boa maca e
pera, assim como as boas pastas, figos,
meixas eos bons queijos de vapor.
ao {jiouva.
Rui do Queimado n. 27,
(esquina do Collegio)
Chapeos de castor branco finissimos, ulti-
ma moda, ditos pretos francezes de todas as
qualidades e precos, bonete de panno pretos
e de cores francezes, en i eos de seda para
senhora, ultimo gosto, vestidos de sedada
todas as qualuades, goliohas, manguitos,
camisinhas de liobo bo-dadas para senhora,
ca(, brajas e mussulinas de muito bons ra-
drOes, pannos finos de todas as cores e qua-
lidades. caseroiras pretas e decores muito
tinas, (dulas largas finas de cores lixas. cha-
les neos de touquim, de seda, de merino
bordados e lisos, os meihores lencos de seda'
e deselim, e outras mata fazendas fins pro-,
pnas da priga, e muito precisas para os pas-
amentos de testa: Recetem-se seduias ve-
teas e rotas.
Feyao
Chrgou a taberna grinde.ao lado da igre-
da Soledade. unta porcio de teijao muito
novo, e vende-se por preco commodo.
G9at>e ;*m*fi.
ditas do dito largo a 3J500 ;" a efles, VTeV
que se ac^bem
CAAS de ferro
e francW; e ou^uU^c^ZZ I vndeme no SaSSIfS ^rflemve!
ma tililidade : na la da Cadeia do Re-!,roa da Cadeia do Reciten. 62, primeio
cife, loja de ferragens da Vidal & Dastos. '
lugiodnMacfi. capital da provincia
das Alagoas, em 16 de oulubro prximo pas-
sido, da casa de Sacavem, Bartosa v c., um
escravo cabra, de nome OcUviano, cornos
signaea seguintes : alto, barba rapa da, ca-
bello acabociado, basUnte cheio do corpo,
falla descansada, e representa ter 4o annos
de idade. Est-i escravo he natural da Granja
provincia do Piauhy, e foi comprado no Ma-
ranliao ao sr. Jos Ko Ir igues de Mello 4 Fi-
Iho, que Ih'o consignou do Tury-assu' o Sr
Itaymundo .Nonato Jeoliveira porautorisa-
cilo que leve da senhora do dito escravo D
alaria Magdalena Jrdim Gomes; quem o
\t> ovoi-io capturar c communicar aos annunciantes.
"e Vrtl Irt. ou nesta provincia aos Srs. Amorim Ira Sos.
Na loja do Preguica, na ra do Queimado, ser* bem recomPensado. Macei 17 de no-
esquin* do becco do Peise Frito n 9, ven-| VtimDro de 1857.
dein-se percas de algodo com pequeo' toqne N dia 18 do correnle, fugio de bor-
|,Hn'n,V.pe,0b".-l,l",5"n.".pr,.qo de **" e dodobrigue .-Sagitario,., um escravo de
i i nimusdc idade, estatura regular, seca)
i.
Sch lleitliin di C.rua da Cruz n.
158, vendem velas de composicao de (i
| por libra, emporcos a \ontade'doscom-
Vendem-se jojjos de caitos para pe de piadores
mesa : na loja de ferragm na ra da Ca-
deia do Reeite, de Vidal e, llaslos.
Bandejas muito
HflS.
Vendem-se bandejas milito linas, c de
todosos tamanhos : na luja de lerragens
de Vidal ,V Uastos, na ruada Cadeia do
Itccif.'.
Venle-se um escravo crioute, de bon-
ta lisura e eo algumas babihoadea por ser
ODtimo pescador do alio, e proprio pura o
servico martimo : na ra da Concordia n.
26, armazem de materiaes. j
uelogios.
S-v
Os meihores relogios de ouro, potenlein
gloz, vendem-se porjprecos razoaveis, no
escriplorio do agente Oliveira.rua da Ca-
ioia do Kecife n. 62. primeiro andar.
Venie-seum carro inglez d rodas
o -V as-enlo-, pura 1 OO 2 Cavailos, CIIDI CO-
birrta.e com os coinpelenlesarreios ; e lam-
XAROPE
DO
BOSQUE
Foi transferido o deposito desto zarope
para a bowca de Jos da Cruz Santos, na ru
Nova n. 53, garrafas 55500, e meias 3e0oc,
sendo also lodo aquelle que nflo for vendi-
do corpo, s tem barba i.o qneixo, ca-
bellos carapinhos e ja lem muitrs blan-
cos, he bem conheeido por ter as mao
muito calcjadas, (piando fugio tinha o ca-
bello a nazareno, tem os pes meio apar-
tados, e falla muito manso : nucm o pe-
gar eo entregar ao seu senhor Manoel
Francisco da Silva Carneo, na rua do Col.
ligio n. 13, terceiro aiidar, sera' bem
gratificado.
Fugio no dia 4 de oulubro do corren-
te anno, o escravo mulato de nome Jore
baixo, secco do corpo. pouca bsrba, pptrozo!
tem do lado esquerdo do rosto urna cicatriz
hombrossungados, olhos pequeos e fivos'
pernss e brCM arqueados quando anda
ate escravo foi do Ar. Manoel l homaz os
carceireiro, levou vestido camin de lgo-
islras. calca de ganga azul, e
muCmTi^uTirDB FAK1A mf
MUTILADO
_
ILEGIVEL


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