Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07893


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Full Text
MO XXXIII K. 275.
Por 3 mezes adiantados 4,<000.
Por 3 mczes vencidos 4500.
SEXTA FEIRA 7 DE MEIIBRO DE 1857.
Por anuo adiaiitado 15$000.
Porte franco para o subscriptor.
BNC4RREGAOS DA SCBSCRIPCA'O DO NORTE.
I'arehiba.o Sr. Joao Radolpho Gomes ; Natal, o Sr. Joaqun)
Ignacio Pereira Jnior ; Aracalj, o Sr. A. de Lemoi Braga
-eir, o Sr. J. Jos da Olireiri ; Maranh.io, o Sr. Jos Teixeira
le Mello ; Piauby, o8r. Joi Jaaquim Avellino ; Para, o Sr.
Justino J. Ramos ; Aroaaona., o Sr. Jerony.no da Costa.
FARTIDA DOS CORRIIOB.
OlinJ
AODlBNaiAI DOS TUBDNABS DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : sagundil t quimas.
Relacao : tercas feiraa aabbados.
Faicnda : quarlaa aabbadoa aa 10 horas.
Juizo do commercio : atgunda ai 10 horas a quintal lo maio dia.
Juio dt orphaoa .-segundas a quintas as 10 horas.
Primilra rara do eirel : iiguodii a textil ai mal* d/a.
Segunda vara do civil ; uarua aabbadoa a* mal* dia.
D A Ufl? flVI2lYJ^Y A T ',usle co",d* do 'dl(l lr "lleiro e el8Pe nuranli os
V XaVJLl A E III JE IIIAm lr" "'"" qu e-l^e rom licenra para Iralir de
KPUK51KKIDF.S DO HKZ DB NOVEMBRO.
1 La chela ai 10 horas e 38 minutos da tarde.
8 Quarto minguantea 1 hora t 65 minutos da manli.a.
16 La nova a 1 hora 35 minutos da tarda.
34 Quarto creicant* ai S boraa 18 minuto da tarda.
PKEAMAR DB HOJB.
l'rlmeira 0 a 30 minutos da Urda.
Segunda o e 54 uainutoa da manbaa.
DAS DA SEMANA.
23 Segunda. S. Cirneme p. m.; S. Chrisogono m.
i Terca. S. Joao da Crn/ e. S. Feliridade in.
25 Qua.la. S. Cstharina v. ni. ; Ss. Krasmoe Mercurio.
-6 Quinta. S. Pedro Alejandrino b. m. ; 8. Delliua v.
27 Seila. S. Margarida de .Viboia v.
2* Sabbado. S. Jacob da Marca (. ; Ss. Seithcue* e Horlulano.
2 Domingo. I. do Advento. S.Saturnino.
Alagoas.oSr. Claudino Falco Diaa: Babia, o Sr. D. Dupia
Sr. JooPerairaMarlini.
BNCARRBGADOS DA SUBSCRICA NO SIL
. '.oSr. Cll
Rio da Janeiro, o Sr
EM PERNAMBUCO.
O proprlaUrlo do DIARIO Manoel Figuelroa da Farn n tua
l'vrana, praca da Independencia n. I e 8.
GOVERNO DA PaOVINGlA.
Rio de Janeiro.Ministerio dn negocios da ma-
riiilu em de 9 de novembro de 1857.
Illru. Eira. Sr.Saudo necesario estibeleeer
aluuinas regraa que sejam observada! na conceasSo
de corles de madeirasde con>lrucrao qur ero malas
do estado, quemas deparlealaiet, afiru de evliar-se
a venda d.n licencia obtidas do governo imperial por
passoas que nio dispoe de mallas, nem de meioi
para eorles reculares alais de madeiras ; leolio
por couvemenle prevenir a V. Exc. de que d'ora em
dianle neulium requeriinenlu para laes hceoras deve
aer remelli Jo ao govarno imperial, cero que o re-
qoarenle prove com docamenlos de lo o lagainte :
I" <,>ue precisadas madeiras pedidas para qual-
quer cuiislrucrau, declarando a quaulidade e quali-
dada das referidas roa letras.
- Que lera em sea domiuio ou posse ai malas
ero que pretende eslabelecer o corle.
Jr t)as dispoe de recursos para eslabelecer esse
corte por aua conla, e nao solicila a Ucear para
vende-la loa que da ordinario ae empregam 'am se-
melhante negocio.
Couheceudu V. En. o fin qne lem em vista o
goviruo imperial na recommendarao soprarouicio-
nada devira' em lodos os reqneriroeulos, que ub-
metter a cala secretaria de eslado, emillir com cla-
rizi i bera explcitamente a sua opinio sobre as cir-
comalancida de ler ou nao o preleuJeiils intenrio
di vender a lireura que procara obler, compriodo
que V. Exc. para que nao se Hadara as valas do
Koverno imperial, nao consinla que ettabelecam
corles di madeiras iei.u pessoas que livsrem ilcao-
cado da menina secriliria de eilido licenca para lal
Dos guarde a V. Ese.Jos Antonio Saraiva.
Sr. I'.iidenti da provincia de Pernambuco.Cum-
pra-se. Pernambuco, 21 de novembro de Uu".
Taques.
VI
afn
Espediente do da Si da aoeeaabro.
Odelo Ao Exm. commandante das armas,
Iraiismiliindo copia do aviso da guerra de 28 de ou-
lubro ultimo, determinando que eesse, por ser abu-
siva a platica de fornecerem-s. aoi coipos de os-
ladores boinas di masa, quindo o plano geral das
uoilonnes preserevi que laea boloes sejam de metal
bromeados.igual ao arsenal de guerra.
Oilo Ao preaidenle da relatjae, duendo ficar
inleirado de haver a juiz di direilo Lourenro Jos
da Silv.i Santiago tomado posse e mirado u exec-
cicio de desembarga 1or ilaquella relajio communi-
coo-se i' Ihisouraria da fazeiida.
pilo Ao chela de polica, c-mmunicaudo ler
olliciado ao provedor da saude para pissar a repar-
lir-Ao a mu oargo para um dos lorredes da allandega
onde funeciona a commissilo de bygieae publica, e
reoommindaodo a eiped cao de ordena no sentido
de aer tamben] para all transferido o registro do
portoCmmunieouo-ie a coinmisso de hvgieoee
Mo capillo do porto.
Dilo Ao nuimi. Accuso a recepto do offi-
cio de V. S. de 18 do crranle, no qual relata a
matan; que houve ao tilia Gmele.ra do termo da
Mores, e que ja ae acliavam presos o mandante e
dooa dos ejecutores do eriine iao grave, e em res-
posta tenho da dizer a V. S. que cumpre empregar
loda a euergia na persegaicao de reos de Ido inor-
mej alienta.lo, e do inspeclor de quarlsirau que os
dunliou, investigando V. S. a ruaneira por que as
autoridades policiaesdo termo se leus haviJo as di-
ligencias emiirega l-s paia a prisao dos reos e na
nrgaoisac,a do processn, e eilgiudo dellas os mues
dos assassmados e dos reos, cumprindo advertir que
por motivos particulares consta que oulra mories
si deram por occasitn da pruao da dnuj enculores
do i-i ime.
tlo Ao vice-coii.nl do Braail no Porlo, en-
viando as relaces das quaes cousla o destino dos
subditos porluguezes que emigraram par.i esl.i pro-
vincia no patacho n Ue Maria Joso procedentes dalli. igual ao cnsul
tal do Bra-il em ilsmburgo sotire o desliuo que
veram os estrangeiroi vindos dalli no vaper a Teu-
t-mi. o
Oilo Ao juiz He direilo do Bonito. Aceuso
a receptan do seu ollicio de ti* do crrente, e inlei-
rado da desagradavel oceutrencia que Vine, reala
por haver o juiz municipal suppleme entrado con-
tra as ordens de Vine, na pnsao em qu aclia-se
recolbido o baeharel Mauoel lleuriquea QaTdim,
teulio a dizer-llie quanio ao dealac*msulo dlt nu-
lo que nao be posiivel collocar nessa comarca maior
Torra de pnmeira linha ou de polica du que exil-
enle em Carnai u' e Pimaolema, e que se Vror.
uljir conveniente, podara' requisilar ao delegado
Je Ciruaru' ai pracas precisas pira a vi la d0 Boni
lo Huginenlsu lo se o deatacamento daquella cidada
eom praeas da guarda nacional, o qae ludo drizo
ao prudente arbitrio de Vme., como pnmeira aulo-
ridade da cun ir -a, e certo da que provera' igual-
uenle a' seguranza e Irauquilli la le da cidade da
Cmara', nao deusndii-a sein a fjrja necesiaria,
segando as eircumalanciaa eaigiiem.
Nesle sentido si eipelem as convenientes ordens
ao delegado de polica e ao commandante do desta-
camento deCaroaru'.
Espero que Vine, so hivera' nesla conjunrlora
eom loda a prudencia que convem a sua autorida-
ilr, e que de ludo dar' immediala conununica^ao
esta presidencia. Espedirim-se a respailo as
ordens prerisss.
Hilo Ao juiz municipal soppleule do Bonito.
Do ofllcio que Vine, duigio-me em d4a di l'.l
do crrente, v -se que fui Vme. o eiusadur da des-
agrdate! oceurrenria que reala, entrando na pri-
..lo em que se aclia recolhi lo o baeharsl Manosl
MeDriqoes Cardim, a pretende all cou*ervar-aa con-
tra as ordens do juiz d e direilo da comarca, pois
que, eom* juiz municipal, nada linha >me. com
es-.i prisiu, e com o preio sojeilo a/ jurisdicfao su-
perior, e lodo ler-ie-b.il evitado se Vme, respei-
liodo, como d'vera, a aulondade do juiz de dini-
lo, nao se ingerisse no que a Vine. dSo pirliucia.
t.onlio qae o juiz de direilo saliera' cumprir o seu
dever, a fazer julic;a a Vme. que espero d sero-
pre motivos de prudencia e de respeilo a' le e a'
.iiitoridade aoperior.
Oilo A' Ihsviurariii de fa/.euli, para toandar
pagar aob reaponsabilidade da presidrnria o aluguil
da rasa perlenceule a Jo3o Piulo de l.etnos, onde
l'uiicriona a provednria da saude e o regulo do pol-
lo, decorrido de 211 de junho desle auno al a en-
tng daa chaves, a razan da Win- anuuaes, sendo
melada \< n coala do intuiaterio do iinperio e mela-
do pelo da jaslica.
Dito A" mesroa. Iransmlllinlo copla do aviso
da guerra do i do correnle determinando que se a-
ai de
-'ti dO
FQLHBTffl.
M10L40 FLVHEL. )
Por 1'edbo Hi.iumi.
V.
Oepoli qo l-lamel relirou-ie, tara rvolloit para
jonto do berijo, e pareccu relleclir prorundameule.
Arrancndoos pou-o depois dessa ii lil.ir.ii tevao-
lou-ae, dingi.i-se a um b iba vi-I! i, lirou diversos ob-
jerios de prajo, e metleu-oi em ama bolia. Fulo
ilo, cliegon a orna mesa, e tirou de uina gaveta se-
creta am mamo de per^aminbos.
Une cou'a eilraordiu ira lie vid* "! murmii-
roa ella laucando o vista sobre esses tiloloa. Eisaqui
nina nquezs, e en ia abandona la. O crdito de meu
pai sobre o conde de Matisse ser o dol de meu
lilho.
Sira eollocou o ttulos em sua bolsa, lornoa a lo-
mar u maulo, e depois de depor um beiji sobre a
Irona do Hlho. dirigio-ie para a porta da sala. Re-
pentinamente e quaodo a iiior.i la sabir, appareceu
um huimns no limiar. A'soa vala, a Judia deu um
grito de au '"Mocar ae diente do berro do lilis, entretanto que
< hornea) adientiva-ie para illa c tu o sorriso nos
labios.
ioa suade, o alfares l-'ranrisco Aiilonto da Veiga
Cabral de Mesquila Pimentrl.
Dito A moma, dizsndo qae pode entregar ao
subdireclor da colooia de Piinenleiras a quantia de
H2li9.>2l rs., qae resta do respectivo crdito, e que
he remanida ao director ilaquella colonia.
Oili A' mesma, para que envi com urgencia
a guia du capitao Manoel Oeodoro da I-onieca, alim
do ser romellida ao E\in ministro da guerra, aue a
exige. '
Oilo Ao arsenal de guerra, aprestando a re-
messs doa artigos de fardamento qne se mandou
apromptar para o meio balalhao do Ceara'.
Oilo Ao director das obras aajtitartf, aotorisau-
do-o a maular fazer a obra de qui precisa a cober-
la da parle do edili,-io em qu* Iraballia a lliesou-
raria provincial.Coinmuuicou-se a esla.
Oilo A' Ihesouraria provincial rtcommendan-
do que do 1. de dezen:bro al completar doas me-
tes, nao pague os vencimenlos do professur de S.
liento, l.uiz Paulino de Uallaoiia Veleina, visto
ler sido suspeaso do ezercicio do inagisl'eriv pelo
consellio director da m-li in-ri. publica.
Oilo A mrsina. commuiiicando-lhe que o nfli-
eial-maior di secretaria do guverno, baeharel Jos
lS-nlo da Cunha Figunredo Jnior, enlrou boje no
enercicio do seu empreo, renunciando desl'arte o
reslo da liceoga que Ibe fora concedida.
Dito A'mesma. para mandar entregar ao de-
legado do diitrictu lilfra.io de S. Fre Pedro Gon-
C'lves do Ricife, ou pessoa por elle aulorisada, a
qaanlia de(il3tK) rs. em que imporlaro es objoclos
precisos a aula de Fora di Portas, e que eonslam da
relaro junta. .
Portara Ao agente di eompanhia dos paque-
lei bruiteiros, pan mandar Imisporlar para a cor-
le, no vapor i Oyapork os recrut.is de marinlia
llerculano Jos Kamos, Wenceslao Jos de Uliveira,
Claodino Ferreira do Espirito Saulo, Francisco
Joao de Sooza, Elidi Emiliano e o menor Frau-
cisco Claudino Virgilio do Naseiroeuto.C^umu-
nicou-se a capitao do porto.
Oila Concedendo 30 dias de licenQa corri,veii-
cimenlos ao desembargador l.ourenro Jos da Silva
Sauliago para Iraiar da saude.Ftieram-se as ue-
cmariai commutiica^es.
COMMAND DAS ARMAS.
tjaartcl araaiaral da aomnando daa ar
Fentambacs Da cidade do Recite, su
ovembro da 1857,
ORDEM 00 DIA N. 5l>.
O brigaJeiro commandante das armas interino faz
publico, pira coiihecimenlo da guarnirlo, o aviso do
ministerio da jaslica de 2i di selembro ultimo, que
por copia Ibe oi Iransmillido pela presideucia com
ollicio datado de 2 dete inez.
AVISO.
2.a sereno. .Ministerio dos negocios da ju(iea.
Kio de Janeiro em 2 de selembro de 1837.Illas" e
bim. Sr..Sendo presente S. M. o Imperador o o-
licto de S. Eie. datado de 10 de juulio ultimo, em
que consulta se o arl. 7<> da le de l'J do selembro
de 1830 darrogoa a provisflo da (i de junlio de 1842,
e nesla hypolhese, te os olliciaes da guarda nacional
podem ser com mandados por olliciaes de I.'linha
de igual graduajao, sendo as nomeaces destes inais
modernas. Manda o mesmo augusto teuhor declarar
S. Ec. em solueao referida duvida, que o arliao
( daquella le, n,lo se refere a conimand.., e soinen
le a ordem le formatura da guarda nacional em con
curreucia com a trapa de pnmeira linha, continu-
ando por tanto em vigor a dispiiaicao da citada pro-
visao : o que coinmuuico a' S. E\c. para seu couhe-
cimeuto e ilevida eterurao.
Dos guarde a V. lite. Francisco Diogo IVreira
de Vasconcellos. Sr. presidente da provincia de
Pernambuco.
(Aeejtoedo) Joao Jos da"Costa PimenUI.
ConformeDemetrio d Gusmao Cueiho. Alte-
res ajudantu le uidens tnrarregado du delalhe.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
SESSAO ADM1MSTRAT1VA EM 26 DE NOVEMBRO
DE 1857.
1'resiJencta do li.rm. Sr. detembargador
Sou za.
As 10 horas da manliAa, acliando-se prsenles os
Srs. depolados Kego, Basto, Lemos e soppleiile lla-
mos a Silva,o Sr. proideule abri a sessao.
lie lida e approvadn a arla da aulecedenle.
DESPACHOS.
tm nqueiimenlo de Elias Baplisla da Silva, pe-
dindo o registro de urna sua procurarlo que jan-
la, couferiudo podares a sua inullier. Recb-
Ire-se. *
Outro de Manoel Antonio Supardo, pedindo o re-
gistro da uomeacao de sea caiitiru Mauu-l Sebasli.io
da Rocha I. ns.Kegiilre se.
Oulro de Alelan lie Moosen. como representan-
te da lirma social de Timro, .Mon-en i\ VlaaaH, e
. Irancelin.1 Maria de Uliveira Timm. com derla-
raroes a respeilo da firma social, e informado pelo
Sr desembargador fiscal Nao lem logar.
Oulro de ISogueira de Souza & Companhia, infor-
m.do pelo Sr. drsembargador fiscal, peJiudo o re-
gislro de seu conlrato.Como rrquer.
Outro di Bernardo Pereira do Valle Porlo e Joao
Ribeiro Lopes, inforiiiado pelo Sr. desembargador
fiscal, piaiudo o reg-tro do contrato social em eom-
mandila, que ajunlain. Salisfafam o parecer li-cal,
e el minein o arl. por ser coutrano ao arl. 316 do
cod. do commercio.
Oulro de Julio Conrado, pedindo o regislro do
comalo de sai luciedade. aalisfa.-am o parecer
fiscal.
Oulro de Joaquira Pereira Arantes, pedindo o
registro da uomearao de seu oaiiriro Antonio Fran-
cisco Pereira de l.yra.Como raqoer.
Nadamais havedu i Iratar, o Sr. presidile le-
vaulou a ae.-iao.
SBSSO JUDICIARIA EM26 DE NOVEMBRO DE 1857
1'reHdeiicia du li.rm. Sr. detembargador
>'ou;a.
Falln com cansa participada o Sr. desembarga-
dor Villares, palo que nao pode haver julgaioeolos.
O secretario,
Or. Aprtgio (' nimaraes.
Rm ateta t. ",,ror1"nn,81.vl|"1'0- M I ros ioterasses do paiz, e, como em concurso, esta i
J?-~!22 ," au,0'd,r?''f 4 ,,osso P^1'. dl-i P'" > 0lj >'P'nlos, de lodos os estados o
reitos consagrados pelis capilolai;ues que ot nossos' modo de salisfaze-los
MmO"'.0ld*T* Vala,,C0S es"Pj'lram *m.V Ouli'ora no pa'lameuln um ministro da marinha
Sublime garla, e em conseqnencia do Halado de enui.ciou o decantado apophtheg.ua Oue.ii diz
Pa, s de .10 de marco de 1856, querendo conservar Brasil, diz manaba o ; atieud.a por sem du, da as
em loda a amsmlegridade os dirailos dos nos.o ao- ral legua de litoral que temo, sobre llaiilco, e ja
^Z^mSUSrjSZiSfSS: li"? %-^&S!ES!*J~ -la-, das p^.ula.oes afiela b, mai. de meio sculo a ..,-
fizeram com que esse priirieiro desejo, esse prusa-
uieulo do governo oao pudiese ser alteudido quauto
a' estrada Pedro II ; Ion;oso foi realisa-la com ca-
pitaes naciontes trabalho nacional ; nao o seutiiuos
de cario ; mas ao menos agora, que tantas emprezas
-' etislenles, qae tantas oulras de argente necessi-
t.passados, que lormam as bases da no. represen- que cumpre defender." Hoje, all.ndendo aos m.ll.ei- dad. e anida nao planead.s, ou atmVf.^inii'plT.
ro de liguas do nosso lerrili
iVcijinl >, e de feilu tao poueo i
captlulacocs, podemoi resumir assim o. Lo.-jeia pobl.ca subst.loio quelleapophthegma este ou- | d.eiou ao guvemo, no conlrato
tacao nacional, respeitar ao mesmo lempo o, direi- de ,7B do^.0^ emloVuV n^ Z ^ o n ^U
os da soberana da Sublime Porta eslipulados pe- fecundo, de feilu tao poueo producl o acoscien"1 Zos,
las ditas captlu acocs. podemos resumr uaira n ,.._' -| nnhi. ...ii,. ..i.*_... ..., '' cu,"clen posi
k'in de allralur os capilaes naciouaei, he
posiivel nio recouhecer o zelo e a prudencia qua
soi direilos": -------- .......---------------i ?" rjTZ "TZ"^ '",',u'r1",: PuP'"eBrDa este ou- ; rjiclon ao governo, no conlrato para a est.ada do
5g&S5ft*ss t^SA^lS-^^WtsiM.---
p.lulaOes doi anuos de 1:193, I16t) e 1513. eslipu- | los dos centros pro iuctore, para os logan, em que o
consumo os requer, ou em que o commercio citerior
ot pode aproveilar.
Se nao lossem tao intuitivas cisas verdades, se nao
bulas entre os paizes romano- e o poder soberano, e
alui di.so, neuliaiidade do teinlorio moldo-va-
laco.
2-. Uniao da Valachia c Moldavia u'um so eslado
10b um s governo.
3.. Principe eslrangeiro luredilario que se elege-
ra de urna dviiatlla reinante na Europa, ecujos ber-
deiroi nascidos 110 paiz sir.lo educadoi ua icli.i.io
do povo.
4". Ooverno represeulativo com urna su asiemblea
geral, segundo os autigos usos; esta atsembla.i sera
o producto de um corpo eleitoral, lormado em har-
mouia com am syslema bastante lato, para que os
interesse de (odas is classes da sociedade istcjam
represenladns nella.
Taes sao as base, sobre a que eremos qae he pos-
eivel e.tabelecer a nrgausajao poltica dos dous
principados.
As reformas anteriores se farao pila assemblca
geral,eomposta segundo o priucipm eiposlo no quar-
to poni, e que se reuni.i em unifurmidade eom o
estabelecimeulo da futura consl.luu-io dos dous
paizes.
S*m embargo declaramos que a noisa profissao de
fe pode resuruir-sc nesles principios :
Respeilo no direilo de propiicdade di qualquer
uatureza que seja.
Igtialdade ule a lei de lodos os eidadaos,
Liberdadi individual e liberdadi do trabalho pi-
ra o camponez.
Convencidos em que as quatro bases indicad
descansa a existencia poltica e nacional da uossa pa
Ira ; uui aballo issignadoi, revestidos du direilo
eleiloral, que deve confiar a sorledo povo aos depu-
rados do Divn ad hoc, nos compromellemos a nao
dar os nossos suflragios senAo aquelles que antes do
da do escrutinio bajam declaiado, por escriplo, que
Mostrea as quilla bases, que as soaleutaiao cuui lo-
da a cousciencia uo Divn ad hoc.
iSeguem-se as assigualuras dus membros das com-
misses reuuidas.j
l'io r.imiiii Moldavo.o
Animados do seulimeultt do dever nacional,nos a-
baizoasaignados, drpoisde haver-nos entendida com
a maior parte dos partidario* da Bollo dos principa-
oe*, no. havmios coiislruido em commissao eleitoral
pela cidade de balay.
O ohjeclo di noau reuniflo !,e o de eullocar-nos
em relicto directa com os eleilores, que parheipam
da nossa crtica poltica, e Irabalbar de ai rodo com
elles, para qua bu prximas eleires se assegure o
grande desejo que predomina nos principados.
i) programiiia que nos compruroettemos a suslen-
lar esta fuudado noi mesmu priucipius do Iraladu
de Parla, a saber :
I*. L'niao dos principados u'um su eslado, respe-
tando 01 direilos da Sublme Porla conforme com o
espirito e a ledra das nossa. amigas capitularle*.
2". Neulralidade do territorio dos puucipados.
J-. Ilespeito aos direilos dos principados, e parli-
eolarmente de leu leis, segundo o espirito e Ittiri
do. meamos tratado..
4-. Successo do chela do eslado. 0 hospodoralo
ha concluido ; deve succedcr-lho um rgimen eu-
ropeu). a .
5\ Poder legislalivo confiado a urna s asicmblaa
geral, qoc represe
0 BRASIL.
DA EMIGRAC40' PAKv
I.
1 m do. fados mais nolaveis de nossa
re/a. (Jue fuluro podan) a industria a o commar- { rigir-se para o norte
co esper.ir 110 meio da. perlurbacSes e dilac.raees I S de ha poneos auno, romera o Brasil a ler co-
-il nao se tralava enlao tenao de | nhecido na Europa e na Allemanha, d'onde aahe o
maior numero de cmigraulet ; foi moilo lempo piu-
politicas
maoter a emigrado africana, que nica dava bra-
tos ao trabalho agrcola. A emigrarlo europea di-
rigio-se pois para a America do Piurle, e em pro-
pon 01 cada dia recrescenle, a puni qae essa na-
C.lozinha americana que 00 fim do sculo mal linha
alguns milhes Je almas, he boje um doa povos
lado com as cores mais riesfavoravait e inaia falsas.
Nessa. pinturas a capricho o Europeo era apre.enla-
do como sujeilu aos miis pesados trabadlos, em um
clima abrasador, corvado ao azorrague de um negro,
. e cem vezes mais deigracado do que o eacravo a
mais poderosos do globo, e pelo seu commercio quem ia substituir ; em artigo, mai. serios eompra-
i.d. 1M"" "V COm "8'e' ma'S aJ'd' "3m-,t e,n desacreditar um clima devondor, a qoe
lanas 11a turopa. ma| sa podlil llcir s|soll, 81l00s re,j,llr e 0|ld .
N.stes ltimos annoiia California e a Australia il- | balho e um cslabelerimenlo seno er.m impoa.ivi
Irabiram a eoluunacao apresentaodu o engodo de I para o. homeus da Europa,
s muas, em quo algumas horas de felicidad. | Parto de dez aono.
,. o- ^^.-u,., ...... uo ut, ciuiiub que passamoi nesse Daiz nnn
tendencia da. popu.ae.oa, w^Vi^S^tA -"-" -'- ^S^Sf?^!^: A *-,. | dao o direitn de dizer : nada he mai.
-_agerar,es, re-
conhecemoa eulretanlo a neeessidade e a viutagem
que is dicta, e uos felicitamos de haver sido dos pri-
uieiros e dos que cun inaia iusiatmcia lera contri-
buido para disseminar essa convierto, lodo o pro-
jeclo de estrada, desde que nos convecemos da poa-
sibilidade da sua mliMfto, he por mis applaodido ;
Iranspomos os limites do lempo, collocamo-nos pela
imagiua;ao 10 ou 211 annos alera du du era que es-
tamos. Cremos ja realisada, ja fuuccionando a es-
trada que .ma mal est praiectada, e eotaa vemo-
la pagar cornusura todos os sacrificios que cuitara ;
a vidTe a aclividadi productora, a populacho
moralisadi pelo Irabalho. tornada indepeiideule e ja amigamente exista ; mas enlSo a lituarao do no-
leiiz peloi /nehcios desse Irabalho, e nao podemos vo mundo em relajo ao amigo era man diversa,
amr dessa contemplar.ao do fuluro, que nos consola I As duas America, nao eslavam emancipadas : o.
ao presente, sem cbrannos nova auimaro para fe- diversos estados do norte e do sul au rain s.nho-
licnarmoi o paiz por esses seas eifurcos, por esses
seus fecundos anhelos para 1 salisfavao de sui vir-
dadeira e c.pital neeessidade.
Ulliinainente alguus contratos celebrados pelo gu-
ersas, entre as quaes deve ser contada a miseria dn
urna populac.no apartada em um chao circumscriplo,
o desenvolvimenlo qu-si eielQsiva da industria,
que em poca, de crite c de rexolurau deixa laulas
familias sera Irabalho ; o desejo de um bem-tsiar
que cada uro vea .en lado sera poder alcam-a-ln
depon estas revolues ine.ma. e auai consequeucias I Esse fado inconteslavel lem ,-.,., U ootra causa :
ousua,riai:cuet,que.n.dificamase.ond.c..d..zis.|a nocessiJadc em que esta o governo in.er.cano de
lenca de lauta gente, e tambera o espirito de aven- marcar aos recem-enugranles Ierras multo distan
tura, e a neeessidade de libtrdade e independencin '
que nem era luda 1 parta no velho aonliuente acha
satisfacao.
Oessas causas algumas sao novas
a mor parle
res de si metmos ; depen liam da Inglaterra, da
despalilla, de Portugal ; cada r. l","i i quando mimo
recelna os emigranlts da naeao a que eslava ojei-
la, e ferhava-se a (odas a. mais. N liro do ulti-
verno, e eulri estes o de ama estrada no Cear-, felo rao serillo a siluarao polilica da America mudou,
.H'"... V.-'_ .'V" La,wJen' .le."' el"8adu au cunheci- repblica dos Eslados-L'nidos lundou-s*. e a uo-
menlo do publico; foram lodos rebebidos com u-
qoellii disposiejes dos etpiritoi, e este ultimo espe-
cialmente nos parece merecer multa allonri. .
O Ceara'he inconlestavelmeiite uina das provin-
cias do imperio que mais bello futuro aguarda. Sua
fertilidad!, a variedad! do suas producroes he cu-
va 11 jrao abri a toda a Europa seu immense terri-
torio.
O movimenlo da* independencia americana nao
era ao demais um fado isolado ; o sopro da 1.!,.-.-
dade animava entilo todos os espiritos, e era breve
a revulueilo franceza velo abalar o inundo e fazer
nhecida, esenao fora o lligellu das seceos que por oovir a hora da independencia para lodo o novo
vezas 1 lem perseguido, ja' hoje leria ti 1 grande continente.
deseiivolvimenlo. Mas o llagell da secca nao lie ...
ventiv.i para o huuiem arraadu dos recursos da
scioncia, e do poder do capital e du trabadlo ; da
vira em que elle consiga, senau harmonisar e regular
as eslaees, ao menos vencer oa inconvenientes e
compensar ns Irau-tornos de laes irregularidades.
Alera desse inconveniente arcideutal, o Ceara',
como lodas as provine as do imperio, lem para alra-
zi-la oulra dillicoldade ; lalliin-lhe e.lradas cum-
modas, que liguein poulus de producru do seu
interior aos porlos qua a uatureza formu un seu
ilural, e dos quaes algrjM, talvez os mus iinporlau-
le, aiuJa nflo etilo aproveilados. Essa difliculdade,
ao menos em parle. Irala se agora do remover. Fin
engenheiro, o Sr. Diiou Ltwtleo, percorreu e esto
povoares ; Granja, Ipu, Sobral Ibe di-seram o e-
"redo de suas nquez.s- Sobre os seus esludus e exa-
nies assentou elle u projeclo de uina estrada
Ja demos noticia uesla folba de
prujrclo, e 1-
por contrato co:n o 10-
verno, torn hus a insistir.
Nao se projeda uina estrada de f^rro on 'c os car-
ota ; a eilra-
maes sobre car-
8'. Garanda collecliva de todos estes direilos pelas
poleucia. signatarios do trstado de Pars.
O partido da unido lio ao mesmo lempo o partido i va
do progresso. Por
. me os inlf resses de loda a nacjio. i Ron que elle esla' approvad
<> sapml.s.u. dos eslrangeiros que habitan os verno, lornainos a insistir,
irincipados a tolas as leu do paiz. Nao te nr olela ,.,. ..i,.,,i,
SJsttss:do "ireilu ,lus p,incip',ijs >> <^"^tZ%Xz
coii 1) curaedo, que no nos.o pai*n,ln. lu/am lanibim
lodas 01 reformas que nos eolloquem ero eslado de
nviliiar a nossa ncieade, a fornicar a nossa Baelu
coro rifjrmas fundadas uos principios de juslica.de
igualdad! ante a lei e de respeilo a propriedade.
oem embargo ao fundar-uoi lambem 110 artigo
22 do Iraladu de Pars, que consagra a plena e com-
pleta liberdade da uoasa legislaran, desejamus que
loda. a. reformatque te introduzam na organisacao
inlenor doa principados se reali.em, nao em ddri-
ineni", mas s>m em virtode da nosss antonomia.
Por mais pieciosas e necessanas qoe sejam as re-
forrnat. aiitepuremoi sem embargo sobre ellas o di-
reilo qua possuimot de fazer oos outrot mesmo* as
leis no nosso paiz.
Hrgolem-se, pois, as relaies legis dos principa-
dos pelas poter.ciaa garanto ; cesse o noiso territorio
de aer um campo aberlo n. eecapictve. hostis, qua
mlorpicem lodo o progretso e seccam a fonle da li-
qoeza publica ; aslabelecam te a frente du paiz us
poderes iegiilativo e exrcalivo, decida-te, urna
EXTERIOR.
MRQIIA.
A 'Estrella do Danubio publica o texto dos pro-
gramma. iduptidut uos dous Principados pelo par-
tido da uniao.
e execuiivo, uecida-se, urna vez
para todas, a corle poltica da Rhum.inia, e em lim
que ie nutdeue s.nhores de no. mesmo ; entao po- iria eiioir. a",;"L".""'.-"
d.r,mo, ^Wmi J."'^J^^J>r I -So fi esPqoecida;
uto consultaramse perfeilamenle as urgencias
do presente, poique urna estrada de ferro era que o
vapor (em de ser a torga propulsora he mais dillicil
c inulto mais dispendiosa do que aquella em que de
-< *er ampregada 1 mi.a animal. Para dar prefe-
Ujjicih, sem embargo da maior despeza, a's estradas
pWi vapor, be necissaiio que o movimeulu com-
nercial que por ellas ae lem di fazer .seja I.ih activo
va,M!'J" a"" '!"""Je r''P'dez n>* vingeus; entau a
vainagem de-sa immensa rapidez cumpen ticio da despeza ; desde, poim, que nada impOe a
neeessidade dessa extraordinaria rapidez, loda a pru-
dencia acuusellia que te prelira 1 icunomia. Ora, no
prsenle, e anda por largo lempo, por maior qoe
tenlia de ter o deieuvulvimeulo da riqueza provo-
cada pur esse melhuramenlo da vlacSo, na eslrada
que lem de ligar os territorios da Granja, do Ipu, do
.Sobral ao porlo de Camuci, nao llavera' neeessida-
de da rapidez do vapor. A' a tu,lila le e a esse
mais prximo fuluro sao suflicieules recursos, ecom-
jnunirarfies menos dispendiosas.
Curnpi a porem n.lo embaracar o futuro, al mes-
mo consultar 01 seus iiilereiset: um dia necessana-
rnenle (e Ueos queira que e.se dia esleja mais pr-
ximo do que presumimos a estrada qua se vai
re.Iisar na sera' tullicieule
lie iMuheci la a historia das nares qai entao
formaram ; todavia d-veum- leinhrar os
tes da costa, em regita do Oeste, aonde nao ha ea-
irada.nem canaes, e onde terlam qoe disputar o
enlosa tribus errantes dos telvagens. Estas novas
condires f,zem licar mullas familia, na Europa, ou
desviara para outro. paizes os que delli querem sa-
bir. Au demais, teja qual for a verdadeira causa,
he fado possivel a diininuirilo do numero dos qua
emigram para os Estados-Uidos ; e tao considera-
vel he ella que nao p le razoavelmenle ser itlribui-
da a urna ente passageira.
Ni California at cousis eslao muilo mudadas des-
de 188. As decepces de lula casta, a miseiia ao
lado da riqueza, os e-lragus da enferinidade, a. oes-
ordens de tima populurao vinda di diversos paizes,
e saluda inultas vezes das nfimas carnadas sociaet,
a pouca Mxjlrane* dos colonos t baixo do urna legis-
larn mal upplicaJa e mal ubrdecida, re-friaram sin-
gularmente as ardtulet cubicas, e demoverara mui-
tos viajantes. Ao demais, ou porque as minas Ii
vradas durante uito anuos couier.un a exhaurir-se,
ou porque a acdvidade dos colonos volve-se de pre-
ferencia para as empre/asdo e.nninereio e da n lut-
ria, Inconstante que, tem embargo dos melhora-
o ouro,
fados pnentu introducidos nu modo de extrahir
geraes por amor das relares que.podara ter com a : sem embargo do eraprego de machinas aperfeiroa-
en.igrar,ao. das, a quantidade de ouru ohlida de 18.:t a 1SV>
re, embora colonia ingleza. ti- 1 u a enorme ilnnino,, i,, ai ..... ,je 0-1 .,,,
Estar destinada a Auitrii
derrescimeulo da einigrarao p
Ii ? Peusamu que nao. Sab
do Norte, embora colonia ingleza, li- ; ollreu a eiiurme diuiinuir,io de crea
ulia suat leis paiticularss, -us assemblcat locaat. rento.
Sua organisagao era loda republicaua, por isio,
qoaudo se separou da Inglaterra, pille passar quasi
sem crise e sera abalo para o eslado de repblica in-
lepen lente. As modilicaeea que leve entao de
inlroduzir ua sua cuusliluir,ao e no aeu rgimen po-
lilico pereceram obra do terar-o mais do que produc-
to de uina revoluto.
As colonias liespanhola, que occopam urna paite
da Aiuinca do Sul, lilivim louge de achar-ie na
mesma situaran. SujeilM a o ni gnveino absoluto,
nem sequer gozavain dai leis da metropole, pnrum .
estavam mlreguesa um poder abilrano, e de lodo grande numero do familia'
lepiidiain do alvitre do goveruailor 011 vici-rei, | (jnanlo s repblicas li-spanliola
mais temperado du que p.-.rece i visla do mippa-
inuiuli. lie oulro lado uina lunga .erra a .erra geral
parallela a costa, forma em seo cume ara Itboleiro
de mais de dous mil ps cima do nivel do mar, on-
de a temperatura be muilo mai. b.-iia, de modo que
no raz de judio, isto he, no meio do invern, nao
lie raro adiar da manbaa uio poueo de gelo na la-
tilule do trpico.
Sem duvida ama parle das provincias do norte sao
abrasada, por om tol rdeme, e o calor he lalvez
llo forte e 1,1o cuntante que au consinla o Irabu-
Iho aos Europeos do uorte. Mae o imperio do Brasil
he lio extenso, e aindi lem Untas regios disertas
as condicss mai. favoraveis, que nao parece ntil
discutir hoje a possibiliJade pira o Europea de icli-
inar-se no uorte. No tul lia lugar para railhOea de
(radiadores europeos ; diflicoldade do clima nao he
pois seria, e pode, anda por muito lempo, ficar -
faslada.
A stira de qoe cima 1 -.liamos e toa poiir.io lopo-
Rraphici marcara claramente que nao se devein pro-
corar oas costas vas extensas de nivegi^ao. S algu-
mas torrele, podem romper essa ierra pira ir au
mar.
Nao podem ser aproveitadas senao ira ama linha
mui restricta, e prxima 11 sua foz. Toda ai aguas
que correra no laholriro central, a que formara o
mais magnifico tvstema hydrographico, vSo quasi lo-
das unir-te ao Prata e aeus alllueolea, cornudo d
norte para o sol. Os do norte sao Iributariosdu Ama-
zonas.
He pois por trra que se pode penetrar para oes-
a aproveilar.se desse le no iulerlor do paii, eom doa raiiores obstculos
ra a America do or-. que vmcer ale luje foi a fall
.- de estradas e de aillos
seque a Inglaterra di transpon.-. Cumpre confinar que esii falla b.
mi n 1. 7,nu;rnrrl,.erHe,,u5 ,r,rfro* "a ,No'a ??A s** p "V-..n.t". "
110.1 un.a. A mor parle dos colonos que nao sao lerior-"----
Blindados pelo goveino da Gra-Bretanha campoem-
ie da Americano, alleitas a todos os azares. Alm
disso, as eoudi(ue> de existencia nessa Ierra .3o mu
diferentes das q ie charaain emigrantes para a Ame-
r-ca, e a dlltincil, que causa uina despez tres oa
airo vezes maior, he nveocivel obstculo para
aj ---------- --^- v------..... I......1 ''' 'i *|il'llli*i'"?I|l.-lllsrilli|,Il*J-
mandado pelo governo central. A Ilespanha Ibe rulii.n.l, de que acuna fallamos, achim-se boje em
11.111 consenta uem commercio e.tiangciro, uem in- : estado fio precario como no seu nascimeuto, e sal-
itustria loc-l. Alen disto, ewu colonias eslavam vo lalvez o C ule, una das mais remolas conti-
oparadas unas das oulras por itiiinensas regiesque
Ihes erara estraulus, ou por dcserlos e serios quasi
iotaperaveia, Qusodo, pois, si guinda o impulso da
iiilepeiidcncia, que soprava em todo B inuiido, es-
sas colonias ie separarain da inetiopole.nao podia ha
ver entre ellas vinculo algum ; cada urna formou
um Urtito di.tinelo, adopiando 1 forma repblica
de que linham exsmplu nos Estados-Cuidos. M
ludo eslava
das ; nado 1
M mandara io lilloral ouro 1 pedrs preciosas
que fcilmente, podiam auppurlar cuusideraveia gas-
tos de Iransporte. Ao depois, quando a collura co-
rneeoa a desenvolver-te, encantooa-.e lias pronmi-
dadei do litoral, e achuu nos nos qae duaem da sei-
ra tollicientes vas de cnnimunrai;,lu.
Ao depois o commercio. cresceu, desenvolveu-sc a
industria, avallou e movimeulo dnt inlensse roale-
rues, e aindi tndem a avudar. O governo compre
nendeu quo o eatahelecimenlo de grandes vas de
eoinmiiiuci;ao era coiidi^ao vllal para a prosperida-
de do Brasil, e siriamente com isso se oceupoo. Era
nuudu o Inste especlarulo di suas abril rte tKit urna va terrea, uno da baha Mau. a
l-.sse estado de cou.as ao he proprio Petropolis, fui ioaogorada. Oolrat dubas csto em
n. T.J 'fuloro dos colonos, qu. careeem 1 vade e.eeoco. ligaro im breve o. grande, ceo-
Um a i!r,.p! STSZ ."'"'' seu,a"S'' 1ae ,m 'lro' de W"nS, S. Paulo, Babia, Pernambuco.
" a-"''C"e 1-d'ni adiar. capital do imperio. O overno nao poraia ua. fas (
da America Mi-
iiii.iiii a dar
rnvolueOes.
governo nao parala uaa via de
reforma ern que entrn : sab ella ds sobeju qoe o
futuro du Brasil Ihi e,t' ligado, e que um paiz sem
via. de romrauuictc.'o esta' fechado a' riqueza e a"
milisirSo.
Na Enropa n3o se.sdbe dessa Iran.-lormarau, e a
Resta o Brasil, que pela sua psito topigraphi-
ct, eu clima, a HlioilO e a fertilidade do sen
chao, e pela e-labdidale de suas insliluiriies libe
por crear Beatas repblicas improvisa- raes, | nde com vanlagein oflsrece' ao Europeo ludo
ra mais contrario s nstiluieOes repo- qusnlo vai al hoje procurar nos Estados-Unidos A
,,squ.,ida hojedaceram *-*-*> 3^^---- ^ oMd^^
eSarta rn" ''n Mcadone.se paiz qoi.il cines, c o pregresw da culoniaaca. lgnor.m-a na
ro peJrSata,.;, eV" f"J,l,r1M em fulu-| Irlanda n. Allem.nl, pzi. que dao o maior
ItJfiEuKi&'ZSSSJfZ "f mud,'V fra o numero d. enngr.cao. P. ., no clima abra.ador
M Mnnu.im.ni. 1P ""i1 "ube,;',"e <<' Eoro- da. provinca. ao noria do Rio do Jan.iro, ..,,.
innualmen.., se derrama no novoconlin.nle. ra-,. difiicul dale de la' fundar esiabelecimento.
nao te pinta que ao sul do llio di Janeiro ha um
g'dit ; ilahi eslerilidude de lodos esses elemento-
do prosperidad. 1 de jqueza que ellas encerram, e
que ss nao desenvolvern por falta do om governo re-
gular c de ins(iluf-s eslaveit.
A America do Sul nao menos comprehendia urna
'inmensa regiSo, o Brasil, colunia porlugueza, sita,
da entre as colunias hespanholas. E.se paiz nao li-
eou fura do movimaiito geral ; porin as rircums-
lanciai fcli/.es no meio das quaes elle eniao se acbou-
llie at.cguraram desde logo urna
10)0
arim.iade da ladea-
vapor : (Ao feliz eveutua-
tacrilicios f.ilos para
L'm fado da maior gravidade confirma essa pre-
viMo : he a abolirn do Iraliro de e.cravot, decreta-
da e circulada pelo proprio governo. Essi medid
nao oi su urna salisfac.lo passageira dada aos gabi-
anquillidadi que ndei da Europa, porem urna neces-idade da poc
' v ',,ho' a"!" Preeiiram. Na poca do di ha muito enlr.vi.ta, aceila com firmeza e sem
reda P r.i.. 1 B,""PS10Anieries do Sul segunda ienCao pelo governo br.sileiro. A. empre"
ni n I ,.rtu,al se achava 110 Brasil, e ja linha abir- "s de negreirnt se tornatsem appirecer nedeacna-
pec.am as colonias be.p.nholas. guando o rei 0. gilancia permaumle a que nao renuncia.
I levo di denar 11 capital do Brasil para
territorio superior tm exter.sao a' quarta e al ler-
ja parte da Europa, que quanlo limperalora, a'
leriilida-ie do chao s a' sslubridade. e em .uinma a
toda, aa circumtlanea. physica, vence ,em coulia-
dicao o estados da America do Norte.
A ftbre amarella, que ha alguna omos pode Um
momento iKo.lar, s visiloo it rulad.s do litoral.
ClOt.
,Sigaem-sc as attignaturas.
1 Jornal do Commercio de Lilboi.
IITERIQR.
Joao
collar a Lisboa, rienou 110 Rio de Janeiro, cenno
regente, sen lilho O. Pedro, de modo
l'nncipa los pe
La Esperanza
pre nova. Lolsas, da. qoae. lirava dinheiro a roaos
rimas sera o menor etcrupolo. lia mais, cav.illsiro
bera apes.oado, jogador intrpido, elle era o 0..n
Joan da corle, e ai damas mai. (Ilustres acolhiam
uas hoinanuRins.
Todavia cheguu nm dii em que Mr. de Savaisy
pareceu emendar-se. Pasiou-ie urna semana, um
mez sim que o conde livesse nenhuma deseas aven-
turas que a corle goslava di ouvir narrar. Todo, te
admiraran! grande ment dessa iuacr.io. jolgaram qoi
Savoity eslava muilo doenle ; mas decirlo, iiingoera
a'evinbou qae o valido do rei eslava enamorado de
uina mora que partencia i rar-a prosciipls dos filhoi
de Israel. Enlrilinlo en assun. Tendo encontra-
do um da que sabia do palacio de Saint Pol, Sara
envolla em ala longo manto, tirara labiliraenle a-
paixonado porjelln. Ripellido pel bella, Jodia elle
teguira-lhe os pas lari audazmente im casa delli. Enlregue entao tos
ruidadoa do lilho, Sara occoltara o berri da vista do
(idalgo, e in lienada por oovir at palvr.is galantes
do conde, te mosdara tao imperiosa, lao amiacado-
ra, que o valido do rei, am poueo ptrlurbado por
este accolhimenlo, ie retirara para meditar cora dei-
cao.o algum meio de liiumpbar de laulo rigor. No
da teguiuts Savoisj leudo na cabeca um plano ja
formado, s no bolso muito- diamantes, argummlo
qui julg.iva irresisiivrl, voltea .1 habitaran de Sara
mas lieou muito admirado poi n.io acha'r mais a bel-
la I-rae lito 1 m cesa.
Conhecendo que nao pedia Mar com o ronde,
Sara deixara o R10 DBJANEIRO.
8 de novembro de tri7.
Estrada de ferro.
No meio de mpetus, dillicutdade. e delongas,
urnas uaturnes inviuciti... qu, compra leugnar-
nos, natas lilbas da nossa edocatao, dos nossos h-
bitos, de nosso rgimen administrativo, que compre
ir r.coiihectndu 1 emendando, o progresso vai ap-
pareeeudo por loda a parte, e realisaudo seus bene-
ficios. A opmin, o governo, lodas a. indiligencias
comprihiodim a. verdad.u a- quesloes, os verdndei-
,-. -..| ..wii i.iai iruu/ii^^ 1 ,--1 1 --.-...- ,uT,.cJC, n rts ur i i'-si o.(, ie-
recuuh.cer que nunca us leicioua 1 'V'*' e eom elle fru.li.ir ot ltimos esfurcos de
os que lemos, linda mesmo ac- ''""ugal para reassumir a sua presa. Fui enlu
los com loda a ellicacia d j credi- la,lrta.'" imperio conslilucional do Brasil, e mais
r longo lempo llavera', emqoeos 'le '""'a anuos de existencia e de sempre crescenle
einpreguemos. Esses griiide*mellior.imentos, es.ai I Proiperidade dan sobajo letlemunho da prudincia
obras que tendera a un.xobilitar urna gran-le qoan- da n"^ e daquille que o leem governade.
lilaila de capital lem necessariainenle o inconve- '"berda-le I111I1 aberlo o novo insudo 11 popo-
be impossivel ote
de tobra, que para
livadose distribuid..
lo, muilo ha, e por longo lempo iuver
nenia de iubtrahi-1. a's urgeuciis directa* da la-
oura e da industria que o implora. Para cssas gran-
- pudessemos cunseguir a cooperaran
obras,
---------......,. .. pepu
iajiie. europeas ; porem estas nao tinham viudo bus-
car su a liberdade ; quoriam o bem-eslar e a ri-
queza, i no comeco do seculo a America do Norte
bera qoe Savoisy nao pr) le entrar em seu domicilio.
Obligados relirar-seo nubre lenhor estacara ot mais
sigates de seu. criados com a BitaSe de observaren!
a habilar.lo da Judia durante a noile, a de lomarem
sobre ella luda* informar".;* pussiveis.
No dii teguinte Savoisy inleirado de murtas parti-
cularidades palo criado lirmou sua resoluto, e leudo
0 per.samenlo tranquillo, e a fronte aerena vollua ao
domicilio da moja um iustanle depois da sabida di
1 laniel.
Por San l.anerico bella Sara, exclamon elle,
bi 111.11- de tris inr/.- que procuro tua sun.bra.
Dizendo i.to, o conde qoiz pegar das m.lus da Ju-
dia, mas na recuoo com terror, e disse-lhe:
Por Oeos, teuhor, relire-se de miuha pobre ha-
bitado '
Ilessie i.iinlum o meu desejo. Mas como esta
casa he hedionda, voss nao prxle licar n-lla mais um
undante, e e.lou impaciente por deisa-la com
voss.
E as..nlando-se
centn :
dos rapil.irs eslrangairos, sein embargo di lermos'de ', era a nica de posse de furuecir aos colonos isses
fisgar u seu serviro, dar-uos-hia isso 0111a innueusa bfn' [* c',r(" Pel0' laeilidade. ( milla e amigos. Nao era nessas repblicas nascen-
.Vi" lauto a desrnnli mea dos capilacs nacionart e '" 'm fiuerra conlinoa para talitfazer a ambieao de
o rereiu da sua iusulliciencii, como a considerarlo alBons, que se podia encontrar o socego a segu-
de que dtviam elles ser poupados para os umicm--------------------------------------------------------------------------
quicoslumav.in prestar, pr.occupou cousi teravel- C Este, artigo, sao da penna do Sr. Aub, di-
mente o governo do Estado na decrelacflo das gran- r
des va. frreas de Pedro II, do Joazeiro e da Agua
eclor da colonia O. Francisca.
N. da K.
em urna poltrona elle a-res-
- Nida lem podido curar-rae, Sara, amo-a anda
loueamenl. .'
Senhur, disse Sara conservando-se em p dian-
le do berro do lilho escolto pila sua saia, seuhor,
V. Exc qor zombar de urna pobre rauca...
Nao, por todos os diabus t a p'ruva de que
ligo a vetdade be que prepare junio di meu palacio
Por ledo, os sanios, connuou Savoisy filando
os odios sobre o t.mhlanli perturbado de Sara
quero crer em soa. palavra, mal lenho neces-idad
de urna piuva. Vast diz que nao ama a siingoein,
na. para que eu a crea, nao regeile mai. o meo
mor. Nao ha felicidad! maior para Me. vislo qae
seu curaran esli lue.
Terminando estas palavras, o'condi tomn a mao
ardenle ua Jodia; roas a esse conlarlo Sara eslrc-
ineeeu, livrou-se por um movimeulo npido. e dis-
e com terror mal dissimulado :
Concela-mi al iniinlifla, amanliaa saheii mi-
nha res. Iu._ 1 ..
Para fogir esta noile'.' Nao ssr assim. Salvo
prosegoio Savoisy levanlando-se 1 pastando o brar
ao redor de S.ra. salvo se voss consenlir ero vir
agora Husmo comigo para o domicilio que llic pte-
parei. '
Piedade, piedade, seuhor I supplicou a mora
repellindn Savoisv.
A Judia sujeila a urna emora.i vinlinla sa separa-
ra do berro. Savoisx vio o, e eslendeu a m.1o para
lomar o menino ; porem rpida como o peusamen-
lo, Sara saltou, e | recipilou-ae ende o conde e o
I.en;' duendo com rcenlo de de-espero :
I'ri-uie a vida, aeubor. mas nao toque em
uta lilho !
Ora '. (lisie 1
O exilio apagar raiuha falla, tenhor ; ainaubj.
deixarei l'arit.
Por Oeos voste nao ha de reiirar-si, excla-
rnoo Savoisy Turuou-se nieessaria o minha vida,
quer eu teuha toa iadill.renra, quer loa alfura.i.
A esrravidao, ja n.lo podeiulo recrotar-se ni Afri
ca, ha destinada a deaapparecer ein'nni pequeo nu-
mero de amos, e o cholera, que lenta e nevilavel-
roeute continua os seus slragut, vem anda aprestar
" iiomenloda sua extincrao estilado especialmente
sobre a popularan negra, que sucrurabio aos milha-
rei.
Ora, llbr-M que lodo o Irabalho de planlac.lo 1 di
cultivo he feilo por eteravos ; pode-te pois marcar
le arite-man o mumenio era que os brafos faltariara
ao Brasil, se o governo e is particulares desde ja nao
recorres,era ios meins mais rpidos e mais elliri/e.
paia acudir a esa lerrivel evenlualidade. Ora, o
meio nrtis natural, eo que se aprsenla como ama
contequencia obrigada da ibolir,ao do Irafico, he a
rhpmada de Irabamdores europeut. In 1 cvloui-
sielo.
Oeve-se essa juslira no govern brasileiro ; urna
vez reconliecida a nejessidade da colonisarao, nada
detdeiihou para ebegar a esse fim'. Nenhum etreo,
nenlium sacrificio Ihe ciisloo. Oe tu. iniciativa par-
lirain a. medidas maii libera.s ; 1 de lia mullos an
not 1.111 elle ettudado lodas at leis e lodat as modi-
ficares de leis etislenle man proprias para chamar
ao Brasil a emigrarlo europea.
Mas em negocio nesla uatureza, he do lempo et-
p.mmenle qoe te deve esperar om feliz resudado,
e a* leis, por mais f.voraveis que tejam a emigracao,
n.lo poderlo em um momento desviar a correot'eza
as dilliculdadis
mesa, sobn 1
a disse
1 cunde di'igiiulu a visla do berro
uro retiro delicb so mobiliado iaiapluosnieule,s itso l"'a a mor a desta para u lidio, ei. abi urna piova
com a intenrao de ree.be-la abi, de occolta-la, e de de .eus amores, cun a qual eu uo conlava.
IJue desgrara que detgrira reptli. a Israi- ,a ua rus de La Iixerandeii. Vivaineute irritado
lili era voi bata coro profundo (error. por sase desspp.ricimenlo, S.voisy maiulou ptreor-
O pinonagtni qu. acabava de apparecer assim era 1 rer o. lagares de Pars habitados pelos Israelitas-
o valido de Cario. V|. Companheiro dos prazeres porem essa. pesquiza. licaram .em resultado. 1 nudi-
llo joven ni, o ronda de Savo-.y era n corlezao mais
d.'ssolalo e menos e.crnpaloto.ubre ut mein. de satis-
ra/er.iiat pait-i. Trajeado com ixtremo esmero
elle Irazis ora ve.tuaiio de brocado di Pita ornado
de oro cinto de ouro, at manga, aben,-1 erare ajosta-
rlst ao braco por doa. colcbrl>. de diamanta habil-
meule engastados em oorn. as dobra. de no br-
rele via-ie oro maravilloso collar de pedral preci-
la.. Samisndo por Inda a parte o ouro com profu-
3o, Savoisy lornara-so llevador da mor parle dos
Israelitas. Mai poderoso para com o ni aduna sara-
() Vid Diario a. 272.
du entao em sua esperanrt, leve algum p.zar dessa
phanlatia, que te turnara psn.10 pelos obstacnlos,
depois vollou aot seus prazeret e nao cuidou mais
em Sara tenao as hurat de enfado. Patiaram-se
aesim mallos mezes, s o conde nao esperavs mais
adiar 1 bella Judia, quando, umi nuile, o icato fez
San passar ,. tua vista na piara de Beaoduver.
Ileconhecendo a Jodia, Savoisy juroo Iriumphir
de teui rigorn, seguio-a, vio a entrar na ra de La
Tu nindarie, e detcubriu enifim seu reliro. O valido
dn ni quiz penetrar immidialamente li junto de
Sara, mas esta ha vendo reconhecido o conde, ganba-
nhara rapidaineule sua habilacjo, e ie fechan lo
tuhlralii la au exiliu pronunciado cunda os Israe-
litis.
Aceito esse etiPo, poit sua. palavra. tao um
ullrage pin mira disse Sara com indiguaro.
Cuidado llorante seis mezes lenho-a procuradu
jurando Iriumphar de seu desdem Talvez, acres-
ceulou o conde com irona, eu a teuha encontrado
moi larde... Sem duvida sua ternura j est dada.
Seuhor, balbucos Sara, com una perturbarlo
nveocivel.
Voss nao negar que um joven chiittao vem
."lu toda, as nuiles. Nisso commelle ami impro-
dencia mu graude, pois ie u Prebusli livis.e eo-
nhiciinento de rela(Oea lo criminosas, von> e o po-
bre rapa/ rerreriam grande ri-in de acbar 1 vida
sobre urna fogueira na praj. de Greve.
Mas isto nao he verdade, disse Irimcujo a
moca agitada por una emoco crutl.
Ouc importa a V. Exc. esla pibre creatuia .'
retpuudeu a Jodia no cumulo da angustia e lemrii-
do perdtr ao mesino lempo I I mi.I ae lilho.
TarxMB I codocar-se dame do barco como una
Irincheira viva. Savoisj contemploo-a em silencio
durante um momento," e pareceo refleeUr ; depois
um sorriso veio-lhe nos lal ios. Enlao asstnlaudo-te
uovaroeuti na poltrona, elle disse :
E.se menino be o fruclo de umi uniao punido
com 1 unirle pelas leit. Que um liJilgo pnderosa
so quede infame quizer p.isegu r-nos ? Elle be ri-
co, e poderoso, nada mine 1 soa vonlade ; desro-
nra nossa p sta, e eiil.lo presos e recouduziJo. Mea-
remos todos perdido..
Quero .,,.., lodo, os dias, .jf ganhar pela gV.: j A'^C^^Z^uL^Sh
lulao esse curaran qu. um capncho rae rouba hoje. ler examinado be.,. .- P de
Seas sentmenlos bao de mudar, bella Ssra.e um dia
sua felicidade ser rurre.punder ao meu amor. A-o-
ra our.i-me bem. Voisa pede al amanhaa para re-
lleclir e lomar omaresolurao.Cr.nsinlonisso, ...a. co-
mo sai palavra necessila de urna garanda, entregue
seu lidio ao meo criado, elle u couduzra ao mea pi-
lacio, e umi mulher...
Confiar Ihe meu lilho iulerrompeu Sara es-
tremecen lo, nunca nunca s
Ab nao quer separar-se delle '.' ditse o valido
cora despeilo.
ClIe he para mim mais do que a vida, rispou-
deu a Judia com eiajlacan.
Pois bera, fique com o seu Bino ; .aberii lomar
medidas para prevenir tua fgida. Doa Ihe duas
hora, para acedar a minha propotta; de noile a cou-
duzirii ao retiro que escolhi para vo.>.
Di/.endo rilas palavrat, o mude levanlou-tp, lau-
cou a Sara um odiar mais allecluo.o do que aiuea-
cador, pegou-lhe da mo, levou-a ao. labios, e reli-
ma-se depoit de ler repelido :
Ilaqui ha duas horas voiii sera a mais dilosa de
loda* ai uiohert* !
VI.
Ouvindo as ultimas palavrai de Slvorlv Sara le-
ve om pt. ,1 iiiuneiii 1 tiuislru, Sera coroprehender
o odiar de Iriuropho qua o conde Ibe lanera, ella
enlrevira vagamente um pingo lerrivi|,*eo 80s|o
se apodenra di sua alma. Picando id t.ntoo Irau-
ez poueo. estrages no sul, e 10 cahio sobra s popa-
lar-so negra. As rara, muletli.s que a's veze. appn-
rerem cora carcter epidmico nunca deixara o lito-
ral, e levara pouca. victimas.
A temperatura eicedi riramtote a 230" de Reao-
mnr, anda mesmo no Ido de Janeiro, 110 vero ; e
he sensivelmenle infirior oos alloe laboleirrA pruii-
moi 10 mir, onde as noitet san sempre fresca., tem
serem fras como na costa d'Africi. No invern rei-
na a temperatura da primavera europea, a quando
mullo nos tablenos de qoe fallamos o friu se faz
seniir, bem que o ll.ermoroelro nunca deact abaiio
do poni de cuiigelacu da agua.
Gracaaiestai circoraslancia. almotpherica., e a'
martviinila feeundidade do chao, ichain-si em poo-
cas leguas di disliac;. 01 productos do. climas m.is
divenos. Aqui a vigelar.au Iropicil, a esnna de a.su-
cer, o cafe, o algodao, 1 banana ; alti o Irigo e (odas
.frutas da Europa, com tanto que se lenlia o Ira-
balho de eulliva-las.
Onde echar porlos mais namero-os e segaros cri-
ados pela naloreza, mais rio. navegaveis que regara
o litoral e da. tas nalurae. de eommunicarao ? Ero
breve -eroo iberias bou i.frada para penelnr uu
interior, 1 dar aahida au. diversos produclot.
Oiiando o navio, o colono nao hi obrigid. para
cbar Ierras, a emprehender urna nova viagem, a'i
vezii isa tonga e penosa como a qoe acaba ds fazer.
Km algn, din, e as veze. em algumas horas,
pode chegar a tea dnliao, em um poni em qae
adiar leriai mais feriis, e pelo mesmo preco qus
Ii as colinden) no centro e no occidente os Es'lados-
Unidnt. Toda, as cnudires physirai e raaleiiaes mi-
cnvolve-o o melhor que for posiivel,! para qne nin-
guno possa ver o qae levas, cobre-o com aquclle
panno veide etteudido tobie o ledo.
Mai, aenhor, pergontoa u criado execuluda
as ordens do amo, que taremos detle meniuo '.' au
lera man do que qdatro ou cinco mezes.
Essa ha boa escolhers uros ama para elle.
Mas o que In islo, dis meas e vendo a carta deixada por Sarih.
Poz-se a ler, e depois contioaoa :
Ni verdade esse ardil hs extravagante. A Ju
da cootoa com a nioha credulidade ; porem como
aqu esla' u menino ebrio de vida, e a mai goza per-
feda saude de corpo, mas n3o de espirito, a hunia-
uidade urJcua-rae que salve o pobie innoceute.
Savoity pireeia experimentar umi sati.faro ex-
trema pala perspicacia de aeu ja zo.
Mi, senhur, 0j(ie alnija 0 >rafj0i M G-ertra-
des, inmlij talan etposa, eneoutrar-me com este
roeuiio '
Ira' para o inferno consolar-se !
Hacerlo, lomou o criado, eido ou larde.....
Mas ella lera dinheiro, lenho adiado grande dilli-
eoldidi im decidla ao casaroenlu. Tudaa as sema-
nas dnu urna pistola a Nicolao Flamel, o maia douto
eteriplor da prara-de Saiul-Jacques la Boucberie
liara fscrever-raa urna carta bem terna dirigida i
ella.
OS po-ir.'l
qu. (inha de vencer, chegoa
qu8l eslavam a linta, as pennas e o panel,
com sigo :
Nao ha ootro meio.
Ssra escreveu que para soblrahir-se a um nem-
rio infame, refogiava-se uo tmulo com o lilho. Es-
sa carta Ikou aborta sobre a mesa, nlira de que ba-
voiij podesse ve-la ao mirar.
Cunvincida de que etsi era o nico meio qae ha-
via de assegorar-lhe t fgida, Sira mai. tranquilla
envolveu-s. em sea maulo d. laa, diu um beijo io
lilho adonntcids, disceu 11 escidi de sea domicilio
com pisso precipitado dirigio-sc pan a casa hab
lada por Flamel. Soa praoceuparao foi 13o grande
que nao vio o conde de Savoisv agachado em om
angolo da parede, pareceodo aguardar soa patsa-
gem. Sara lechara s porls o ron i. lolidamenl.
que poden, e Iranqnillisada .obre a lorie do lilho
cuid.va somonte cm dispor Nicolao a fueir sti
demora.
^ivoi'v rdirando-se combinara um plano do*
mais babei-, inas|uo dnt mais bon.slos. Iltn. que
anida fo.se moco, elle llalla lelu uro esludo parlieaj. Vamos, di-si Savoisv poueo lensivcl aos neza- -
lar do roiar.io humano, pu. iso duba uu. 1 habili- re di teu tetvo.
dade prodigmsa para coroprehender os peutamenloi, E ambos deixaram 1 casa de Sira'levaudo o cria
" Mispirsce dsi innlberet. Assun quando dei- | do o menii.o occullo uo. braco.
xou Sara, adevinhavs ate a ultima pailiculandade o ] .nenio di silencio o conde pi
que a Judia la pen.or e fater. a0 fo|uro es(10 ,je (Jerlrude. '
Aosoloos des'a rapariga iou um inti odioio.
...____-ii- -1 .-~....... .......... _,,.. ..
quillisir mu espirito, e depoit de ora momtalu de dis.era elle a si roetmo ; poiem ella he bella, e qai-
relleaJ di.se com voz resuluiat. I ro tnu.nph.r de teu detde.n. Empregar violencia
Nao he etlu noili que divo fugir, he ja, ueste
momento. Aquelli ho.i.em aguar 1.1 a noile para
excotar algum designio fuiclo. Mas, acritcenluu
como son, desea al vos- para adiar a felicidad!, I ella inspirada'por lima id. lub'ila, Nicolao lito es
nao lia nada inaia natural: teu segredo he respeila- ta' prompio agoru... Como svisi-lo !
do, uio exist perigo algum para ello ; mai se om Sara procuroo um instante depois ceilendo umi
pobre s obscuro eteriplor commelle esta fall. a lei resolurao repentina levanloa-11 forte e corajosa e
o alcanza, 1 o castigo mais tirrivel lhi hi inlligido. dirigio-si para s porla. M.a entao ama idea nova
Essa loucura vosse commelleo-a sendo Judia, e teu alravessou Ibe o espirito.
complici lie certameote algom rapazinho muilo in-1 Sim, ditas ella levando a mo a fronlc, qaando
genuo a muilo amoroso. | o conde de Savoi) vicr, estaremos Ion je daqui. Mas
Depeb da am nio-
tllcdio, e disse
.regare .
terii um procedimsulo indigno de mira, mas teuho
0111 meio qai nao he romos ellicez.
Medilmdu assim,Savoisy a 1.unir a um dot cria
doi de que viera acompauhado, e ambos liiiham-ie i lante:
rollnrado a puucn distancia da casa de Sara. Lo-
go que a mor desippareceu ni cxlremidide da ra
de La luenndene, o conde correu a' halrt n. ,.. di
Jodia, o criido atiri a porta em glandes isforros,
e lodos chegaram som obstculo a' sala ero qua ei-
tivi u ber .0.
Toma aqaelle iuiddo, rJise Savoisy ao criado, I
\ ai procurir algnma mulher e inlrega-lhe es-
sa crianza, isso le sera' fcil ; demais, acnteentuu o
valido do re metteudo minios pCca, De ooro na ra3n
do criado, com e.le argonienlo vencers loda a. dil-
| liculdadet. Oepoii viral dar-me o umne e a hibila-
f ; rilo da petsoa escolhida. Vai, nao percas um ius-
Savol.x feumgetlo imperioso ao cnado qoe es-
lava mudo enleado pila sua missao. e dipois dei-
xou a ra da Lal..erioderie,enlrelinlo qae o futan,
esposo de Gerlrodcs murmurando contri os caval-
leiros de aviotoras,dirigia-ie pira a prara di Saiul-
Jicques la Boucheiir.
(ConfiMi

MUTILADO


DIARIO >8 H&N&liattO RESTA fWRA ll DX NAVKMBRO DH .111
litalll pois III favor do Urail. ""i embargado i
Br*d< di-tanria da Eur.ij.ii : ale nem se pude esta-
balecer campar afJto rule os doui palies.
|>iuinu aeara a ouira grdem da cmiauieracSes.
O Braill li' "ma mooarehia eonlitiieioiial- S m en
traf ni analye* dai .aua iiisiiluicoe. qu* san por
culo Iau liberaos como as pea, pode- se allirin.ir que alo de ualureza a san !h-
aer o npirilo *ail rvi-enles. O arillo da caiiili-
luicio qoedeclara retanlo de astado a c-lhlic, e
.lera ludo! oe i"-11* cultos, pod.ria despulir algu-
nas *o-ept.bilidadea eulre os emruilt!i i Alle-
iiimil i e do noria da Kuropa.
Sublima 11 ) ii i l .i ij.. tana mus nial fun da la ;
la lia Ierra em que a lolerancia religiosa saja mal"
largamente eompielieudidn apphrane, e i'0 na0
t no Kio de Jane tu e na grandes eidadef, mas no
Interior, iim parlai maia dislaults da leda d Rover-
iio. Pira aeolher o eslrangeiro, nao se informan! ds
aua Ierra, uain da iu* religlio. .Un,lo mala ; da ae-
Oatdo ciiii os repreteiitaniea da nacao, o noveruu,
illudiodo elle propno eiae aniso da coBillluicflo,
.i 11 .i, nao smenle o passaporles que acompanliain
<>< colea**, rumo Ibes marca un subsidio no o r;i-
manlo. Fallar-ie-ha de alguna arlaos as leia civis,
r|ue i.-ri'in com eerlaa atclutOea os eslrangeirus
quanlo aot niscimeolos, calamentos e lieraucas?
Nee diverso ponto s.io neroaadriaa reforma* ;oi
humana da oslado de lirit.il, elles propriua aa recla-
iimiii, eo governo, preoccupando-s com a eatislarA'i
le cumpre dar a' opiui&o publica, para ollaierer
.'ii- rulnos maia ampia hospital dade, Iral. de intru-
niela modilicarois iu-ssji leis. Pod*-se pois aam esa-
i -!. ic.au duer : se basta para chamar colonos que
em pan oll'c.eca toda as leRiirincas do presente, e
as maia bellas esperanca do futuro, nenhom Bale
em nii-llior comlic^o do que o brasil para chamar as
popularles da Europa, neuliuin Ibes aprsenla com
man seguranza e em maia bello clima a peiapetliva
da abundancia, lilha do Irabalho.
U Cummercio do Brasil tomn ueates ullinos lem-
pos conaiderabiliaaiino desenvolvimenlo ; porcm a
industria aioda n.i.i esta' mullo adiautada. A taha
de eslradei, de que ja fallamos, e o pequen i nume-
ro dos grandes centros de populaba >, lein sido al
? -
l.e menos aoaaeraaa, aa e.l' liluad. manos uvora-, lsl0 que cll e-,,enui> ,aill0 j,; p04s|. ,,, n |l6.
teliii-ule, lamben prospera, araras a inlelllgen'la, i .;.,,. .i.- .
a' acuidad, e per.everlinea do Sao fundador. Ou- : mit' "hl ma"do =
Ir.i renlro. eolooUM ru......mp..rlanl-aji.n.la e.is- : Aleare l'inlasiko, flor vvente.
lem na provincia de Sania Calh.irina, e vnlros anda v i- i
se han da .ornar ne.sa c na. provincias vmnl.as, a, O'1" "***, "^U* '"" desgrasado ;
mais favoraveit ans Enrnpeo?. j Sonora onluz-inlia, a-loia do praJo,
cnuis, esses nnrltos pouco a puuco avolianlo,' Nao corras, acompanlia um descontente.
Mtnde-M por eslradat, religands-aa ) niales ja
esisienles, Mpalharla a riqueza pur lodo o pai. A So lu nesse rainiulii) alt'orinonle
piasen;* e a mo do hornera villa povoar e emba- Cantando lo sorris du mou estado :
laiar esms soli. fies, tlnr-lhes vida e mufiim-nto, e'
es.as vastas legin, ha nouro anda lu-ulllcionles
para alimentar os seus raros habitantes, Irarlo em
breve ao imperio seu Iribolo de riquezas igual ao
das piovmcias mais prosperas.
Sir'lr.
Jornal do Commereio do Rio.
CORRESPONDENCIA IX) DIARIO DE PEK-
RAUBCO.
PITIMHU
22 de iiovembro.
^ me. lia de ja por militas vezes.ter ouvido
fallar na iniprlanle praia de l'iliinbn, e
lalvez l'azendo urna idea menos lisingeira
do lugar, porque para cortos iinl'ormtinies o
que o,"m loro torrito ama lo, nada mai pres-
ta. nai|,i mais significa. II- pura veriade;
o no entretanto, que a respeilo desta encan-
tadora rjoviiacjilo 80 se ili-vci i.i liizcr o que he
illa em si, setu a menor >.lieragao. o qnu jus-
tamente vou lazer com aquella imp.irciali-
dade, que curacterisa quem dott sla o bairris-
dw estpido, causa do jazorcni no esquect-
mento, o palpilaiite regresso, certas looalll-
dades d nossi Ierra, que deveiiam estar em
um ponto, a que nunca poJei atlingir.
Com destino a ossa capital, part da liana
de Cabi'dcllo no da 20 do crrenle as i horas
da madrugada em um paquete.
Paquete-, meu cliaru, aqu chamado he
agora s..io ob.laculoaos seus pro^ressoa. Quando una jangada de quatio pao-, sobre os quaes
um navio da colonoa chega a algimi porio du Lniao, ariiiaui urna espicia de tumba de esleirs,
, limar n.*ul_
os emigrantes achara fcilmente sau lugar, qual-
quer que saja o sea oflkio ; pois Uta rpidos c 19o
multiplicados s.lo o meios de transporte, tan iiiiiiij-
rosas aa grandes cida.iea, qua uingueui tem diHicul-
lade ara arranjar-ae cuuforme seus gustos e saus
habites.
No Brasil, um grauda numero de operarios de
industria podem aniar, e facilmeula acham uceupa-
yto naa grande eidadaa, erribura o numero desles e
as necessnjaries dos habitantes sejam mais realiictas
do qae una Estados-Cuidos ; purera os cullivadrres
la' nao eucoutram emprrgo aluoiii, e paia ir aa re-
gidas aercolas siUVeiu as inaiores riillicoldades por
I 'alia de meios de Iraniporle, pela ruridade a pelo
alio prego das viagens.
Por oulru lado, naa ifgirs argcolas, um numero
limitadissimo de operarios da industria podoui adiar
m que ulilitar sus eclividade. Sa acudi.sem em
iiulddau, haveria alulh-manio. e leriam iguaes dif-
ticulilades em ir para as rid'des.
O ponto de desembarque he pois coosa da mainr
importancia para o colouo. As lllosOM, especial-
riiente a principio, Imii funestas con-equencias. bo-
inos por a, mais propensos a laucar sobre o pait as
ulpas qoe commelleinos, e sobre elle atiraun.su
peso da uoasa ineiperiencia e leviandadr.
Persoadsm-ae lodos os trabalhadorrs que acharao
no Brasil froclaosa ho'pilalid.ule. Quaulo aoa qoe,
nao eslando acostumados ao Irahallio o nao len.io
otllcio, rtelxam a Eoropa por nao sai qua goslo ir-
reflaclido da daslora^ao, sera projerto liso, para
tentar fortuna, como dizem ; paia esses a Ierra do
Brasil, corno a da Europa, sera* estril e ingrata.
Ah ar'aslar&o esta mesiua deshonrosa ociosidade
|U4 julgaram avilar mudaudo de clima. Seu lugar
na sociedada aera* o mesmo.
O beru estar sem irahalhoilie o souho da imagi-
nacao, sem realidade no novo continente como no
amigo. Essa popularlo parasila qua se eucoulra
em lodos os panas ha um verdiideuo llagello para
una cetonia uacen(p. SAo esses os que se queiiam
com maior violencia, e mais a encaruie.am ain di-
famar o paiz que nao pode, nem poda sali.faier ao.
seus votos. Suas vozes e sua unsrr.-.i prrdem se no
uumaiiso borborinho da A menea do Norte ; pulcra
no Brasil as i'j-iin, lam infelizmente demasiado*ches. Alten
de-se mais do que ccnvirla es suas rerriminacrs ;
podem ellas desanimar os colonos serios, e prajud
car igualmente aquellcs a quem eiuanaui e ao paiz
c.iluniniadu.
O Bra-it nao carece de eemeihaules hnspados ; ti
'inoiii em anas lerrns, e se Ihes he irreslslivel o de-
aejj de mudar de asiento, ou ae motivoa palilicus
vt obrig.im a sabir da Europa, vao a' rata do euro.
iss. iliinnlade rga, cu|o fuvor en um s da os pe-
der' salisfizer.
A prosperidade de um paiz nao se mede pelo
numero de seus habilanles. purera pelo estado dos
cosluiues, palo ds-nvolviiuenlu do conunercio e da
industria. Em um paiz novo, como o Brasil, f
laliain jraijos, e por compvueac,flo chcia de ju-lira,
lundaiido a prosperidada do paiz, os rolouoa tem
rerleza de fundar ao mesmo lempo a sua propua
forlona,
O chao do Brasil ha maravilhosan.eule frtil, ras-
lilue com asura o que llie he cunliaJo, mas,all,
como por toda a parte, deve ser fecundado pilo
aajov do Itoiucni ; ah, sano por loda a parle, o Ira-
balho lio a le da humanidado e a condigno ludia-
pensavel da fortuna. Smenleemquanla na Eurupa
u humem cojo rnpilal e nitcllifteiicia se leuueni eui
seus doua Inacns mal pode ganhar dia por dio com
que subsistir miseravelmenle com a soa lamilla, no
l'rj-il sao llia necessarios, quando niuito, algn*
oqdus de igual Irabalho para lornar-se proprielario,
ndrpendeiile, e viver com os seus em honesta abas-
tanza. Na verdado ess perspecliva ha bastante
seductora para que seja intil enfe la la rom qua-
dros mentirosos e promaisas pueris, que enanain
mi'alliveIm-nle os que so denjn ir acreditar uetla-
podem-oa privar desda o principio da euergia o da
roragem de que carecem.
Al cuudices particulares em que se acha o Ursail,
e o dri.-jo da allrahir a eniigra^ao europea, nnpu-
nlnin ao govruo certas medidas, cuja uecessidada
loi elle o primeiro qaa aenlio, o que ja se e-ISo ese-
culando. Com cll'eilo nao ha-fa euiraar a omiura
r.to com algumaa roodilicacoas nas cis civis, e com
a decretarlo de algumaa leu especiad e u'aenles ;
ruinpria tambero pensar em eerlaa operaems mala-
rises, sem as quaes todas as anima^oes o ,promes*as
leriam sido asiereis o impotentes. Compila proce-
der quanlo antes a' medigao e deuiarrnc.io das Ier-
ras destinadas o colonos. .Lunlei e-pccial, vola-
l.i em l.s de setembro de IKU, a isau allendeo,
P.i-a esse Um a duec^ao geral daa Ierras poltica
Se lu lontezinha em ora de ngrado,
Murmuras de diorar um beni ausoulc.
N'ao cantes- nem aurmuracu te pego,
Vos, corre, vai dizer a un Lera que ajor,
Que por elle morro em breve espacio.
E para o i|ue, doce orplieu, crystal sonoro,
\ 6a Id com as pennas que aqu passo.
Corre lu com as ligrimas que aqu choro.
podido na policio aupr.1, rujo llieur ha u se- arninaes livie os appellantas leuilnn'k haidenoa do
liuiule : i lu.,,lo inaiqoez du Keril'e, aos quars J11I2-111 rom m
Valo eslea anlos, pralende a autora a adininis- reiln de succeder nelle, e mainl. m que Bqua de non-
lr<(Aii dos rslali. leriiiieulns do caidado, que leudo t.um elf.ilo seque>lro relatuo ao me.iiio engenho
nseqcenra da orle do niaiquez lo harife, Aliindnaea, pacas as cus as na devida propurejio,
lleam tllinrloi pela mnrle dos arluaea aluiiiiislrado-
les. tambera ha evidente que e.te de que se traa,
esla comprolwndido na diapoalfio detla lei f\n
procede o oritumeato de qoe a lei provincial da-
le maio de i. apenas .,..p,n i,u rr>oiu(fto culto com tama pomo e snlemnd,|e nem
ae afervoiou tanto a devocfio daquella Sobe-
rana Virgen) do Monto Ormello. as prali-
cas continuas e evanglicas que ||i ha, as
eadocado O reaolUyaO da ass-mlalea provincial de 7 lenle, 1 i da murmliro de 1S-"iAzeve.lo, presi- 13 de oulubio de lls;II durante a vida do inaiqo.i vT'ladeiraS virtudes r- ligiosas itesse r-vom
Ja n.ii.i )> IHT m .....I.....I- ca. i.lnii.l VI ,r a la..l. U.ulu MiuI.Ih ____. : ___. .......I., m. a.... I ,_ aa___. t___ .. ~ -- ^ a S **- ''I ~
la ls:tb' revi-coa absolutamente a da 18:11, e que os
bens em qajoalo, lando de n-luraz dos vnculos de
que trola a le de ti de ouluhro de 183-1, davem ser
parlilliadm da maneira ealabelecida pelemeima le,
e nao seguireui o desl no que Ihes dera a rooolucthl
de 1831. que mo tem vigor alcum no que dupoe
acorra desses bens, nutro snn, qoe qusudo nao se
ailunilisse essa doulriiiA, Joneii seria o meio roui-
; plenle de se liaar dessa i|uesian o seqoealro de
*," '.'. ".,' que nsou a aolora, o que Indo visto e Homnido ;
Ss eu como ja disse petiscasse deartes poticas alleudandn que, emquaun a simnliraao propra do
llielrilicaroosmediroes etc. ule, lalvez que lio-; lermo revogar,aeja drslazer, annullar, e por couse-
tassenasse soneto crros'crasos; mas nao son DOaV Ej"'? "P"K"do elle rospeiio de qnalqu-r dis-
, pusicao lecisl*liva, importa o menino que di/erque
la, e o lal poeta:o era um cuitoso, que apenas ms- .Ma ,,, nenhuma, todava assa espresso, assim eo
pirado pelos impulsos da naluieza, dava ex pausan mo lodas as outias, pode ser modilrad.i pur nutras
as suas maguas, que Ihe ajuman, e n que acontece a respailo della
Continuamos como Pitimbn', meia legua, so %'*!' f^X"-"^. 'V1'*0 "
,. ,,.,,? Ih.id revocando a de 18.11. 11,111 usou da espresso
lano, distante da laquara, esla localidade fira co- revocar em toda sua (unja, resiringio-i a uma poca
mo quu enindo de pomo p.aia onde convorgem al- delerminada, a vida no innrqoez do Bccifr, do qu
guns emzenlios, OS quaes sao OS segUinleS : ,e de,e "oneluir pelo argononlo -a cuuirario sensu--
t 1 ,;-.. j- c -.- 1 r- ^ r que deiv.iMn de viver o marqoez do llecife. del-
Tabatinga, do Sr. eapnao Jos Gome Pessoa. .?| Umhfm ,)e ,.. ....J.,.. -.Moelda P.-
Caronsty, do ar. Slanoel Cavalcanli de Albit- \, rrsolur,ao de lS:i(i, e por consetuinte lornava a
querque. seu pleno e inleiro vieor a de 1831 na parte em que
Souza, doSr. Jos Cavalcanli de Sa e Albu- liax." ,,.'ln ^'"} !"-'! de I83ti, atiendeiido,, que
queri|iie.
sobre um frgil girau, onde o paasageiro na-
vega apenas abrigado dos raios do sul, por-
quei nem pode evnar o calor nem os agu
ceiros, e muilo menos as vislas de uma ou
outra vaga, qu vem ver o que faz o misero qut) encafur-
nadu demro, de lal catimploradorue,
ou peusa na rascada em que se nietieu
Eslea paquetes-- s3o seguros, porqua no
caso do viraiem nunca sossobram e havendu
eoragem, destieza, e resigttaflo o pssageiru
lu'ni vai ao futido, embola perca a bagag. 111
l-'oi pos em 1.111 desses --vasos -, que Qz a
miulia viagem do Cabddello, senipre cos-
teando, sem que l\ lizuicnto l'tacaaso a.-gum
me desinquicUsse.
Depois de algumas bordadas,e do ler trans-
posto Punta do Mato, Osso, Camliomlia, e
Punta de Campia, passe pela travessa har-
ta doJaguatibc, que nSo pnucas eolios,
causou-iiic,pelas terrive;s arrelientagOes que
Helia h, o que lem folio visar mais du um
-- paquete ; e desacreditado maisde um
Nelsou de ceroulas I E com tudo o b avo al-
mirante, que diriga a nao de qualio paos,
mostrou que nio cstudou para asno ..
Depois do pequea lula entre o baixel, e o
elemento, u de me ver >iu Juu tres veze
ua altuia do um lerceiro andar de ondas, fui
ao Versa, una praia que puriencea particu-
lar na Paradina, fs'io um demorei e neni no
beni conhecido Iainbau,celebre loulon dos
mcltiores poilus de jangada nessa cidado.
Em seguida Nossa Senhora da Penlia de-
pois do ler feito uma ligeira visiU ao Cabo
ISranco, lli Uemorei-uie. O povo. recebeu-
mein-rvilliosameiite, disngumdo-se eo-
lio tile Manuel Vicente, liomein que passa
no lugar por cugenheiro por ter feito urna
- bulandcua o moer mandioca.
Fui para a casa de uanegociante da praija
Ja Parabiba Victorino Peieira Maia. c ani o
.Manuel Vicente, que he administrador das
ierras desse sennoiio.dcu-ma um agasulhado
suhliine, porque minislrou-mc exctllenle
pene fresco, contOU me suas historias do
ton.poemque foi vlenle sargento de n,ili-
cias, c fomeoeu-me rede lavada, coberta de
carooinhos.e bugia oe cera para pasatr a
noiio.
-No outro dia bouvo [irrissa na capeila da
Senhora da l'enra, para 011 te coucorrou o
povu clicio de satisf i^ilo.
l)uas especialidades so assim me posso
expiimirj na na Penha. Aprimeira he o liel
companlieiro de sac. istia Malhous-.cavallo
to velho como a etcrtndade, e tao magro
co 1 o o sru stiiin-.
Esse animal, que no meu entender deve-
ria estar em deposito, porque dizem uns ser
cile de Sanio Antmiio, e outios di sacrislo
Vive na mais pe l'eila entente cordinlc com o
usurpador de sua escrav iau ; por quanlo ao
cal.11 da larde vai elle safando-su d'enlre os
coqueros, onde passa O da fazendo gaiolas
de paHarinhoSi e sem a menor ceremunia
emboca pela casa du Sr. Malhcus a receber a
sua racilo em dinhoiro !
E assim vai vegelando o misero animal
spostaudo provuvelmenie com o Sr. Malucus
quem hado verter aguas na cova um do
outro...
Depois de ter passado um bom dia na Pe-
nha, e conseguintetnente apreciado esc
monte encantador, onde annualnienlc sefa-
zem t1o magmiiras Testas cncerrei-ine na
tolla da jangada e maniei fazer proa para
Jocuxan.
Hura la ebegar livede passar por urna en-
sea : denominada Ar, aial. onde ha um sitio
de coquci'os.
Nao poJttiilo tomar o porlo da Jaruman
Tab, do Sr. coronel EstevSo Cavalcanli deAI-
buquerque.
Abiai.doSr. tenente coronel Slanoel Florentino
Carnciro da C.milia.
S. Joao, do Sr. Antonio GhcJi s Alcoforado.
rt-lrierao durante a vida do aclu-l administrador,
rom qu .1 roioloflo de IK:tli, revogou a de 1831,
nan pode ser eulendidn em refereucia a le de ti de
ouliibio da 183,"), e he, 11,10 se pode entender que
esa resoluro a aulerior somenle durante a vida do
adnlaelrador, de enlao, porqoe eslava j deleimi-
nalln pela le rilada de 1835, O dedmn que desiara
lar os hens peilenceutes ao hospital do Paraizn. pur-
curdSu do Iheor seiiuinla :
Accord.lo.
ArrordSo em relai;fto, que 11S0 illende os einhar-
goa de follina 41!) por aua materia e autos : recebem
porem e jin.am provadus us mbargos de folhas 151
para revouarem emno revonaui o accorlao embar-
cado somenle na parte que it-fo'inou a senlen^a ap-
P< ll.wla, i|ue conlrmam pelos seus fundamentos :
porquanto eslando o eligen) o Aluodoaes euro pora-
do ao hospital do Paraizo, e lendu si lo vinculado
com os m.iis hens para leslontaftao dn memo ho-
pilal, esta' sugeito a disposirao da lai de II de 011-
lubro de \K\\. l'ur tanto e aillos, revoga lo uesta par-
le o accor.lao emharuado suli-isla em tudo mais o
mesmo ao-ordao e a smionca a pallada : pa_ iran
cusas peina ni.'imos appellanles.Rerife23 de agi-
to de 185oAzorado, presidente. i'elles, deapra-
ei os OBborgoi de folhas t!) o oa do forhas 151.
Valle, vencido in lolnin.>anliago. l'oram vol I
os dosrs. dezemhargadores l.eAoe tjilirana.Fui
presente, Itehello.
Cerlineo maia que n accor.lao do supremo tribunal
de juslica pedido na pelican retro he do Iheor se-
guate :
Aecordlo do supremo tribunal.
Vi(os, exp .slos e relatados e rdatados eslea autos
de revista civl. entre parles reccrieiiUs a marqueza
do H.-< ife, seus li los e itenros, e recoirajoda a nitmi-
ni-liac.-io dos eslabelecimenios da candada da ridade
do llecife : ronce lem a rev sta pedida pela m-nile--
la 1111II1 i-ile do anlgadoa fl. 488, que reformando o
de lis. i4 na parle emque bata revocado a senlen-
c.i a lis. 333, rnnfirmou alinal a subr^dila selileuca a
II". 333, do pedido de II.. -2 de Inda a dlMtmlo dos
aulos e dos proprios julgados, se ev dencia : que am-
enes da direiln cun que sa conformara, ji.l.am ra-
corrida tarecedoura da atcao a mandara que vante o sequeslro de lis. a lis., o a coudomuaiii nas
Costa*,
li- na 19 de fiambro de 1857.Concvlves Mar-
lins, presidente.Baliia vaueido.Ka i prsenla
Silva.l'ereua Oe Caslro.Ladiilo Sooza Hrilo.
Peisoto.
Na la maia eonllnha em dilai pajas pedidas por
eorlidlo.e que bein e (leImente copiad-s do proprios
aiilm a que me reporto, e vai msb rousa que da vi-
da la; .coiileinl. econreilada, subscripta e a-signada
aeHa cidade do Kenf. de Pernarabuco aos 11) de 110-
vembro de 1857.Irigc-nn.. snlo da independencia
o do imperio do llrasil.Em f de verdado inbscre-
vi e as.i.uei eu Manoal Per*. Ceuipello Jacono da
Gama.
*iubUt(ic0t& venido.
Todos eslcs enacnlios eStSO em pequea distan- quanlo se lo-se essa a nenie do legislador, a resida hora se live.se Infriado a acrao por irm sequeslro. to-
cia da Toqusra, o"SaO em verdado evcellc.les pro- '"[^ ouira ah.ol.ilamei.le sem retirle-
1 I tao, vislo que l.irnava o hospilal do Paraizo par a
priijdades. adminiatra(ao do marque, do Itecifc, r>u a resirir-
A Taquara esl sem o sen parodio, que pr do- rio seia explcita era declarar, que morto o anual
ente relirara-se para o sul. A falla que faz ao povo admiriiolrad-r, os bens leriam o destino que Ihe.d.
1 \ a I-i iie 18.15, sendo iiue enlen.le se desle mono a
(laquella frcinic/ia om acordle, que administre o roaoloeSo do 1836. seria no rnlriccSo ou intil,
posto espiritual be inmenso, ssinlo dizer-llra que ineonplola, o que se nao deve presumir; aiien-
ha c\lrc:na repugnancia em so querer servir, o que deudo porm que os ios eslavam na posso dos bens
lie uma injn-iica mu lo grande, porque se os lucros f
adinimstraelo tiuha o seu antecesaor o mar-
dqu-z do Kecife, que deieudo tiara islo seren pro-
arregiie/.iasaohm.tad.ss.mosopovoliecxcellnle, ,eK,,u, pela jo.lica, tomando que a. inquira'.,,,,
e compensa alguna privacao, que por ventura pas- em sua pone, uhiiverain u mandado de nanulen.a"
so o vigario. 1 "* 51, e que como possuiJores e manutenidos s
A matriz da Taquara, sendo um templo msgni- """m ."" P'iva.ins da pese dapois da convencidos
._____,___i:.i.j.__1____n___: j. ,.i* __/.... i""4 Ulegllimidade dola e qoe paia isso oao he sem
duvida molo complenle, o sequfslro de que usou a
autora : lodavia. allendeodo que a autora se |ulga
com direilo a adminislricAo dos Iimis que f rain
'equfslradus, direilo qi.e resulta da romblnicSo das
resoliices de 1S3I e 1836, e que assim poiia em-
bargar esses bens e seus rendimentos depois lotttm
fico paro a localidade em breve Picar de iodo asque-
cido, se nao liquver quem sobro ello lele.
Talvez que alguin dia siguen queiis, segregan-
do-se das ellas sociedades, ir vivar retirado nesse lu-
gar e tratar do bein, espiritual desse [010. Ueos
qoeirs, que assim acntela.
O commereio desla povoaio com o llecife, he
extraordinario.
As casas de vcndsgem que aqu lia sao boas, c
os gneros, que venden sao escllndos, e cliegain
sullicienlemetile para o consunimo da populacau,
que soba a mais de duas mil alnas puuco naisou
menos.
Aclio-nc um pouco fatigado, polo que vou ler-
ninar.
Adcos.
N. B.Saiba que o niutlioJo Caslilho est sen-
do cultivado em Cabedello pelo subdito portuguez
Sr. .lou Percira da Silva, que ndo saliendo ler e
netn eserever, laz toda a oseripturacae cunnicrcial
dos livros de sua casa de negocio por signaos, que
su elle enfeude c que lo a quem lem de passar para
0 nosso idioma, aquella escripiiiraijDo de nova es-
pecie. O certo lio que esse homem tem contas e
iransacces con grande numero de passoag.
"psaiiaBHQor
fAGlNA AVULSA<
O UUtlt li'ri'rti'ii.por esle mime f.,r:l lis
de se saber de iiuom queremos fallar, e igualmente
allin.r o liui a que nos propomol ; allomo ao esta
do de miseris e degradaran a qoe el/ leduzido n in-
te, z leaeule Ferrera qoeouirora ptrlooceu a brio-
sa elisio militar, e que nao obstante estar luje refor-
mado, nSodeisa por ilo de |iertencer a mesiua e de
gozar das honras inherentes 11 patente que ol.lsae.
lio dever de tu o o liuiiiein Do e-lado de SUCIOda-
de em que vivemos loeeorror aquelles d seus ir-
nnlos, que, ja por sua desvairar^ao, ou presa de um
destino cruel, he srra'lado ao cu., ulu da m seria-, de
euj s horror! urna mSo benfica c aunada de
meios pod.iosos o pode livrar. Pois lien, o memo
leuouie vaga p 1.- ras da cid de cebarlo de
an iraju e pedmdo uma osmola para E
sera' possivel que essa cla-se de militares briosos,
seus compaiihciros de armas, c nlinuain a ver culi,
iinpassihililadc lana mis,na'.' Cromos que nao, e
per isso kmliramos a isa coiporacao un linio que
110a parece adequadn e pouco dispendioso, e eremos
naesmo que o Evrn. Sr. coininandanle das armas de
bom grado se preslsro' para a 1 aii .:.. < dis*a me-
dida d- SalVaCSQtSa llver a certeza re que os deiuals
Srs. olliciaes eslAo disposlos a divid, o jCU po com
essa viclima du destino ; cuja medida vera a ser,
mandar reeolher a un dos quarteis desla cidade o
infoba lonenlo rarroira, com 01.lem oxpreail do oAo
poder sabir : e enlao parece que leudo de dar estado
cada dia um ollicial, nao sera' penosa admitir .1 sua
me-a um sen inl.liz iruiau de aunas, livrandn-u des-
la surte do escarneu popular, fazendo um se, vico a
uumanidade, e arredondo de sobre a classe que per-
ltica a vergoiilia do seu estado.
Escndalo.lulormau-nos que cxisle un lle-
cife i- 11.: rasa qua mais paiecc a torre d* Nes-
1 le do que uma casa de commereio, pois rousla que
pila bravura da costa, fui adiSnle mota le- | nos iluminaos alh sa reuuem cerlos mocos acoropa-
gua a una p quena praia conhecida pelo! nhadoade certas jovui--, e pralicara os inaioro es-
lime deCa.'npib, c d'nlii reg, sseiCalcan-1esadale sem alt'iiilerem e nem uiesino re-|reiiarem
Tai creada, o promulgado un regularaenlo para a le pedea casa do meu migo Jos II,mor- I "s familias que lh-i ficam viliobas. Esse procedi-
"'";,if.?.? i^...f.?!^''"'.."d*."l'l!lfa..,'"f' "!fui"!l0 Ullla pessous mais gr.i'ai do lugar. I ""'"' la" rB' rosaanaioel. oo 1
O vento f'ii entOo todo para o sul, o tive
julgadas por cnlenca proferida era ar^So ordinaria,
prrleuceirm, ou a autora ou aos rOS, sendo i|ue o
ombligo priva apenas o< reos da adanioistracao,
rmquaulo se Irala da ucr;;o ordinaria, sem que nada
decida arena do sen n> 00 bom direaVo por esias
ronsideracoes, julgo por Malenca o sequeslro o em-
bargo leilo a ll. que sei levantado se os reos prea-
1,1111 a 00,lenlo da autora lianra, oo-seesia nao
propozer a oceflo que liver conlra os reos no prazo
de 311 das paguen o reos as cost-s e lira deferi-
do O rrqoerimrnlo da autora a II. 30.
llecife 7 da de/emliro de 1851).Joad Itaimundo
da Ci si 1 Uenezcs.
t.erlilico mais que dos mesmos, consta a senlenca
do iheor leguint* :
Atteedende, que o decreto de 13 de onlubro de
Dvtl, foiirlnn em oin su os hospilaes do Pnraizo e S.
Pedio de Alcntara, e que a rr.olu^llo d'afseiuhloa
provincial de 7 da man de 1836. revogoa esse de-
crelo dnranie a vida do administrador d'eBlSa que
era o marl lo e pai dos ras embaranles, e que por-
lailto mol lo o odmiiuslrador, Inrna l.aver o decreto
do ouluhro de 1831 o seu pleno vigor, sem que .e
puna emendar quo nesse caso regula .1 molera cm
que.f.lo a lei de ti de oolobro de 1833, porque an-
l.io seria ncsla parle repiess a reoloclo provincial
de 1836: atienden,',.', que havendu o decreto de 1831
incorporado o hospital do Paraizo ao de S. Pedro
de Alcntara, alm de que anilina licasiem na adm-
nwIrafSo da rnmmi-ao intitulada AdministiaeSo
tieral dos E>tabrlernenlci de Csridade, liroo por
esle no lo ua familia dos embargante! admniislra-
cn do dito hospital do Paraizo, c que porlanlo a lei
de li de uulubro de IS:1">, nao po le ler appiirafflo a
da a qaeatflo ver-oa acerca do 1iu11.u1> sobra os bens
deilidoi an hospilal oe Nona Senhora do Paraso
pelos inaliluidore delle os fallecidos D.J0A0 de Souza
f -na mu 11. er I). Ignez brrelo de Alb^queiqua, cou-
liime a eacriplora de inslitair,ae e doscAo, e testamen-
to dos aegondoi insiiluidoies ceaslaales do documen-
I" do lis. I~l) a lis. 01) v. e alvar de cuiilirraacao
de l'.l de agosto da ItiO!) ; prolendendo os recorren-
lei avisli de-les docuraeiilos o da le geril de 13 ,ie
DOlubro de 18:11, a a provisao de 7 da maio da 1836,
a 18 de abril de 1838, que os bens ruin qoe fui ,io-
t -o o hospital pelos instituidores, deveiu ser por
elle parlilhaiins nos termos da le geral da ti de 011-
tnbru de 1835, por serem os herdeiros i\o ultimo Bd-
minilrador u fallecido marquee do llecife ; fondan-
do-se em que ela in.liluic.lu slalue uma capeila de
qoe eram administradores os prenles dos institu o-
res, prelend'iido porem a admirn-lracao recurrida
que lal capeila se nao da pur Ihe fallaiera os carac-
teres ossrailaei a lemalllinle vnculos, e Klilanlan-
du que n instiluicAo he apenas pura e simples doarac
fela aos pohre, conforme as vistas dos ditos inslitui-
dnies, manifestada! nos sobml'los documentos e a
lei provincial de 7 de maio de IK5(i, que nao revoauu
LMA LEMBI. .\(;\.
Consta-nos rjue o Sr. Iiermano vai le-
var a acea a bella tragedia NOVA CAS-
TRO. INoO somos nem deixamos dt.- sei a-
polojjistas deste ou daquelle actor, mas,
jodiamos e sabemos apreciar o que Le
liom, por isso pedimos ao Sr. (ermano
nSoqueira subir tao alto, quequanto
mais alto se quer subir, tanto maior he a
queda. Antes de aqui liaver trabalhado o
Sr. JoaoCaelano, nao nos causava admi-
rara o que o Sr. Germano trnballiasse em
qualqner pera, mas boje, depois que en-
tre mis se mostrou o genio do (talco, be
loucura, seno plena vonlade de mostrar
sita mtllidade, o querer ir representar
A NOVA CASTRO. Isto ll.e pede a alma
do Infeliz Otbello.
AO PUBLICO.
Tendo o Sr. Francisco Amonio Linbares de
Charex, dn Sobral, respondido agora pelo Diario
de /'ernamburo de 3 de novembro a urna cor-
respondencia do Sr. Padre Antonio de Souza ale-
ves, de 18 de junlio, publicada no Pedro II. do
Cear quando lalio/. jj ninguim se lembrc duque
alii se diese, setido para notar que aln da grande
demora, elle procurasso uma follia da ouira pro-
vincia para a sita resposta, o quo por cerlo denota
absoluiameule, e apenas suspeinieu temporariameii- alguna colisa quo o nao aliona, transcreve-S3 a-
le, e so durante a vida do marque/, du rtreife, os ef-
fi tos da lei geral de Ireie de outoliro de 1831, effei-
los qoe tornam a vigorar pela aiorle do mesmo mar-
que/. ; coiirluindo a recorrida ditas pernis*a que
au piid>-in ser i'mrtilliados os bens do hospilal pe. s
herdeiros, mis que devem resislir a nnminisiracan de-
cretada pela sobre lila lei de 13 da oolobro de 1831.
Avista ..isto he evidente, como dilo fira que l ,1. a
quesiao versa sobre o domiuio o propriedade, devera
a adminislrsrAo o direilo de usar da mo, de se-
queslro, de que efTeclivameiite u.ou : sendo porcm
esla qnallio de olla ind; (aran em que se venlilam
iau mu orlantes direilos e suas consequeocias. Pica
manifesta que nao por uma acedo luminaria, mas l-
menle por va ordinaria luilia lugar semelhanle
di-pula.
E laiilu lie cerlo que o dominio fez i bjeclo aniro
da que'hlo que a recoirida nunca al.c_,ui posse alcu-
ma, rerr-nhereiido pelo conlraiin que ella evislia em
poder du uiaiquez do Kecife em sua vida, passan.to
depois aos seus herdairos em virlude do Kara' de
1734 e assenlo de 16 de fevr-iro de 1780, e final-
mente para aquelles a quem foram p.rlilhados pela
morie no maiqilez os dflos bens, Cvino se vi' da cer
lidao a ti. 59, ermos em que, como dilo lice, por
acc.lo ordinaria e com plena diieettls poda sera
qncslflo lalada sendo por lano violada as disposi-
^oes da nideiieio llv. 3" III. I>. qua eslabelerm a
ordem do |uin ordinario e nao por meio de una
Becgo siiinmam como a presente, em que se omit-
Uram libello, c inlrariedade, replica e (replica, len-
in-tiliiicau relativa a dilo hospilal, por isao que 1 do que oa embargos a fl. '18. opposlos a pelirSo a fl
quando ella foi pul.lirada ja este hospilal nao era '
administrado, nlo perlancia a familia dos embaigan-
Irs : alleiideiido, que nao drleriniiianJo evpie-sa-
111.ule a roiolocae provincial de 1836, qoe o decreto
de 1831 licava revogado, alm de que o ho-pilal do
Paraizo liveeie o de-lino queihc rra applicavel pela
lee 9laf9.ii enlao vigente, ma! si 111 in 1.... 11 o vivia o
anual administrador, he claro que ttsi revogafSo
he temporaria, e n.;o abcolula, e que porlanlo liaba
o decreto da 1831 de rehacer o sen vigor, sendo que
essa poca sena a do laliecimcnio do administrador,
e reolisodo esse aronlccineuto, nao be possivel que
se admilli a respeiio du Paraso as dUDOsicoea 3a
J. foram recelndm por ronleslarao pelo acrordao a
II. 71 e seguiram sa os mais lermoi dai acues MBS
manas.
Arciesce ainda que nao linlia lucar a prccnle a'-
'.."01 pelu meio vilenlo do seqoestro quando existia
pendente a arau de maiiutriu.ao a que a recorrida
oppotera smoargos, que eslavam em termos de
roncluso, se.uudo ludo se no-Ira do documento a
11.51.
Finalmente, versando a arcao sobre a etiiloncia
ou nao estileiieia de uma capeila e propasta no res-
pectivo juizo da provedoria, era essenrial que (oaae
ouvido o fiscal do jui/o nos ler 111 s ordenados na car
el de 1836 que repellcm as de decreto de 1831, In- I la da lei de l(> de Janeiro de 1799 e i do regula-
las. Essa inmensa operaban, c meca.la ha ja do
.nios, lera' em resudado, quando esliver concluida,
.1 eepararao eaarta das trras do doftnuio
c daa que perlenren aos particulares.
A :ue-i,ia I.i decreta a venda deseas le ras a par-
ticulares oa a cornpauhiai, lita-lhes o pro/.., assa
inira aoa novos compradores saranlias novas o anda
111.lis ellicazes, e eslahelece meios mais rpidos e ine-
101 dispendiosos para prevenir e punir a invasao
das propriedades. e o dainuo que se Ihes cauane.
I.m numerlo p.ssoal de engeiiiieiroi ja enmecou
esse Irabalho de denarca^ao em algomaa. proviu
oas, esla' ao mesmo encarrrgado de cilsfalr o paiz
< o trae,o das estradas quo deven em breve abrir o
Interior ainda pouco cuitheri.lo dessa! rica! regin.
IN'o eta bstanle. Todas oseas trras destinadas aos
i-murante* sao de cerlo do ex'rema fcrlilidade, mei
n qua aera" do colono alo a eollieila '.' Cono aubsis-
1 i'.i' .' l'eria pois sido necata.rio ler en cada poni
rasas, arnazens, provistos, una aduiiiijilrar;ao en
- (mina, o que leria airaslado o govomo a daspezas
onsidni aveis. que cora Millirul Ja.le poltra elle da
autamao calcular, e que lalvez nao estiveseem em
>. Iiciu com o rrsullado ohlido. ComprlS era sum-
ibi crear ceiros de colonisoco para receber o co-
limo 1' 10a cli".,ida,e que oslivessrn en condicei,
taes que pudessem desenvolver-se, eslender-ie o
abracar pouco a pouco orna grauda *itcn>flo de
trra. Ja de lia muilo ni-so linlia pensa lo o gover-
11, e ero resultado desse pensanento fundara, ha
10 annos, a culona de Nova Friburgo ; por amor
derla nesni preoccupacilo lobvencO'S e favores ai-
peciaes lem sido cuncedidus a oulros centros colo-
niaes. Iloje a queslflo lem sido eslu.lada cm o
nuior coidado. Ja n3o he um ministro que quer
eipeiimenlar um pensanieiito pessoa! ; a colomsa-
pirita do piiz ledo
como li- ni o prova o espirito das leii e dos regula-
montos publicados nesle ltimos annoi.
A creargo de nurleos colonices, enpre)endida
lirecianente pelo governo, ora quasi inp'aticavel.
Por isso com ratS lein-*e elle rernsado a loda ac-
ojo (lrecla; ollerereu porm o seu coucorso ao< par-
ticulares, o is soeiadadfs que queren tentar a rm-
preza ; esln' di-p sin a prolege-lai e a lOaleetl-lai
1o nodo nail efli.-as. l.-.sa s>siema lem por si a
tirando v.mia.cm do fazer de anlemao ciinhecer a
eslaaaaO dos sarrifrios, e laetHlnr a romparardo
dilles cora os resultados. Infelizmenle empre/as
dine ceiioro n.lu sao d-a que pe. m leutar o es-
peculadores em uma poca esper ialmentc em que
rada qual asta' impaciente do r.'iill.il...
Aqui lia dilliculdades quo vencer, incertezas que
SlraVOOSoT, resulladoa que esperar por muitus auuus.
1 .in.p'ii pois na re lid..le, para Iravar l.esempre-
zej, nao ler o iul, ic-se por nico uiovel : compre
o.pacialmeule armai-ie de una perseveranca 11 luda
prova, e sai 1 r reaguardar-ie de-sa luuca impruden-
cia que todo con.pion.elle por querer ludo pre-
cipitar.
O desojo de ser ulil, a honra de deizar seo'iioms
.1 uma enloma, ambi(.'io de Irabalhar para a civi-
l-iva o prospenda le a.c 11111 paiz. e pila de si uma maod obra, deven fazir eiquecer
mullas lentidoes e difliculdades.
Mullos desses ernni propuos para tedozir o prin-
cipe de Joinville, ronhado do Imperador. Poi-tji-
dor, pelo fado de sau casamento, de astenias ier-
ras ua provincia de Santa Cathaiina. pello do mar-
uilico porto de S. I'ranciico, e no limite di nova
provincia do Paran', nSo qoiz qua es-as Ierras li-
cassero imitis nas suas naos, e associmdn-M ao
de e nei deve con-
tinuar o permauecer sob penado cuarosimos o at-
leurao da poliria para atabal con semelhanle orgia.
nciuida, ., ,____________,___ "i.. ,_..._ leiii-aiida iioiici para acaliai cum semen,anle ur.ia.
publico,, ^0 demorar-nie te que DI In rasse. o que se ; 1 ,-, _;,' ,rfa<1<,._Con,|. Ue u, volbo
i,;iiou querer 10 outro da quando mu bar- pbvrromco noiai.-r e proprielario na ma da C.dei
Miilcslav, In. ule 1111 visor; allendeudo lioalmenlo
que, nao leudo a le de 1835 applicar.'io algama au
hospital do Piraixo, esCUISd* heetaniuar a ualu-
reza de sua InitlIuiCaO, poique 00 leja margado ou
si ja espolia, seja qual for a especie do mor gado, ou
rapelia, elle se acha encuiporado ao hospil.i (Te cir-
rid.do e seu nalriiiioiitn aamiinstrndo, -c^uiul o
que dispfie O dterelo de 1831, pelaadmiustra.au
. ral .lo eslobelecimeiilo de caridad* ; por eslas fn-
iiieuto de ID de oolobro de 1833.
Perianto, e valo cono os autos pieleridos sao sub
lanciaes ao processo por olores-aren nao su a 01 tem
do joizo, nas tambera a defeza das parles e esclare-
cimrhtos da venalo, e por isso ,1.", podem-ser sup-
pndoa iioe lerriios (T^ir.lrnac.lo liv. 3' til. 3. Lon-
eodom a pedida revisia o designara a rel.c.io da
Baha para a rev silo da causa o novo julsame'nln*.
Kio de Janeiro, 8 dejotho de 1857.Pcrdiglu Ma-
idli e pelo mai- que dos lulos consta recebo e juleo llieiros, presidente.Siqueira.Veiga.l'anlojn.__
provadns os embargos a lis. 31 i, pira o lim de re- Almeida.
formar a -. i.Umii;,-, embargada na parle em que man- j Conced lamben por injuslira.Itrito.PianfJ
dou quena aulores propoiesMm arcao ordinaria, e. vencido.
paia n lin da mandar que re passa mandado de! I'oi vol vencedor o E1111. Sr. constlliiiro P-
oaisslo de posee a favor dos auloies, vislo como sao I nheiro.
ejles os Imiliiiius adininilradoras dos bens era ques- i Nao volou o Exa*. Sr. ronselheiro Erne.lo I-'.r-
lo, un cuja p. -.e eslavsra os reos : peguera estes 'eir Franca, por impedido.O iccrelario, Joao P-
as cusas. I dreira do Coutu Fenai.
llecife T, de maio de 1S5.Jus Itaimundo da C-rlifico qoe dos mesmos autos .onla o aecordio
Costa SJenezei.
Ceriilico mais que dos mesmos aulos caula o ac-
. t.;,,.. do theor leguinle : a
Accorda'.
Accordao em relar;oqoe [erecadiilo o solleio leg.d
o relaloriojdo esljlo.a.gravados nSo foram os
da relaeiin revisora, tojo Iheor be o segulnle
AccorlAo que jul.aiu em roiaclo etc.
Vistos, evposlos c roial.doi na forma da lei, esles
aulos de revista civcl nlre parles rccorrenles a mar-
queza do Kecife, seus lilhos e genros ; recorrida a
ai,,,!,,,-u,o.1 dos eitabelacimenlai de cari.lade da
quei
Passei a lianas da Tambaba e Abisi, Pun-
ta de Cuqueiros o Gusgir. e fui aportar ja
bstanle incoinmudado do Pilimb.onde me
sebo Deste momento em casi da muito pree-
timoso prole-sor de priiiieirns lellras o Sr.
Angelo Miguel de Souza que s beodo do mi-
nlia chegadn ao lug r,cuudu/.o -me a sua ca-
sa e tr-ia-mc como um cavolleiro que be.
I.i|iianio n.io &lou eu agradecido!- Dos
0 sabe, e lamben) quem passa mal quando
eTharcado '.
Pilim! 11, n.eu carc, lie o Cden das povoa-
Oes quei nei visto reste lito al, osea Baha
la 'li-Hico on Lucen* Do fo e:n mais bel-
las, l'iliiiilii he o diamante mais l'ulgrnte do
diadema doiNepluli i. lie um lorro pela 11a-
1 .ii'/.i al .-ni; a :,i. he o que di?em justa-
mente os .oe us a posea encarnada'.
Distante 12 leguas da eapitai da Parahiba,
Pitimfct'i faz paite da decadenlo iiegnezia da
Taguara, digna de uma mclhor sorle, pelo
estado de abatiiuno cm que se cita.
A capeila filial lio um primor e nunca vi
usila mais bello e nem mais despreza lo
Tem algutras mas. sen lo as prioripses : a
da Garila, Ijreja, Kogo, Itioe 1'ientu.
pajou sen causa algama a um seu iiiquiliuo, e como
esle na i achasso lofio ama ouira ca-a p ra mador so.
foi-lhe clavado o aluguel da casa a -iMH diario!,
Jasa vio s-melliaule molo de dospejo '.' Desla for-
ma nao haveria cousa mclhor du (pac se ser pioprio-
(ario.
IminorallidaieSomos infirmado! que exis-
le,a nu Manloiro dous joveni l.'io Itnninres que a
nlngaem rospeilSo, e (piando van bauhar so n0 (-t_
e ferio
aagrnvinles pelo juii a qu, em leo despacho a fo- cidade do 11er fe.no-li.i--o pela pelleta, a IK > pe
1..... do qua se (ggrsvaram, vistos os mos: pur lano dir a recurrida que fossi in leqOMlridoi lodos os b Bl
Illas den-iain provimeiilo.Krrife, 17 de julho de perlcncanles ao hospital de N. S. do Paraizo c S.
I8.i2.AlOVedo, pie-idcnle. Talle*. Bastos. Jalo de lieos que se achaeam en poder doi recor-
Sooio. roniei como hcideios eiaecesiores du morquez do
Cerlineo mala quo dos meimoi consta o acrordao Kecife.
do Iheor segoiulo :
Accord.lo.
Accor.lao en relacSa que confirman) a senteoei
nppellada qoanloaaa bens de que tratan os o-lalu"-
lus de Tullas 11 em dianle em que loi dolad i c fun-
da tu o hospital pelos seos instituidores I). Joao de
..... Souza e sua inulher i). Ignez, porque sndo asies, v io>-
pibaribo prolercm lanas obscenidades uue nem roes, i bom doadoi ad pial cus.s. pura e rrevogave-men- sem reuuidos com os de oulm. hospilaes debaiio de
mo ai lavaderai aa podem loiarar. Admita que e t sem reserva nem a-sianacao de purea vnriavel, uma so adii.iuislrai.ao, que ao depois sobrevindo a
o* deoijovoiii lano se bajan diilniaido, o aioda I ou qoola cena o determinada d* reudimento pra le provincial de 7* d- n.aio de 1836, e dnollode
mais li-pata a linirai que seus pais na'OS leiiliain fei- elbs iii>liluidore-, a sjus d-srin lentes, a han lo
lo conler do aomelhanla procedimenlo. uses fados por altara rogto, coulirnadas a fundacao e crearan
alem 1 oulrol que iSo praticadoi por es-es motos, desse hospital, os bens duadoi liraran vinculados cm
patrimonio
Allega que tent l). .1.a de Sooza c sua mullier
II. [zoez Bairelo do Alliuqoctque elegido e .lutado
o dito hospilal para curativo da enfermos pobres sol,
o padroado de seos successores. cunliuuaram e-tos na
na adminlltlaCS.0, al que appareceu a ICIuloigo de
13 de ouluhro de 1831, deleiniiiiand.i que os bom
ptliiinoiiiaes pcrlencenles ao referido hospital foi-
ICstas ras i-co:ii :.iili r>i ou guariicccm
extensas al tnedas do coqueiros t."io reRu-
larnicnle plantseiosc unid is, que es folhas
e por qua-i tutus os M uteiieii-es conlueidoi, ulo
deven ser doaprasadoi pela \> liri t, ja que quem os
poda remediar o prevenir tuto o lem fallo ; r.com-
inendimoi porlanlo toda a vigilancia aubre eUes.aflm
de enlar as cuiisequetitias qua de un lal ptoceder
pule resultar.
O vapor nacional aPersjaoeeei^ttbidu pura 51a-
cein e pollo* inlcriiiedio, levuu a seu bordo os se-
guales passagehus : i
Antonio do Rogo Pacheco esu.i senhorl, l)r. I-ran-
leipciu i segando a iuiem;ao oe seus
in-liliiidores, mas nao em mingado, ou capaila, por-
que o administrador ou padiaeiro nenhom readl-
nionio p dio pereeber pela lna|llui(lo, e ndo haven-
du desiiioacAo de lendimenlo para elle falla oma daa
cumbies para insliluicao de moigado ou capeila,
ordenarBo, lloro primeiro, til. (2, 33, alterado
pe, pelo s l;) da le de !l de setembro de 17(i quinto aei enu pioi e Imporlaocis de loa despez,
e fi vinculo ueste casa c n-i-lei I- na petpelnulade e
hospilal,
heiio. .'. oooroooi menores l.oiza e Mana.
Ihiital de '.'aridade.Evi-liain no dia J,"i do
crranlo -JI humen- o :>| mull-res halad,. pelu
enlacam-SeofazemumbJ.squetSosomhrio.lc'':i,,H',e7,,,'.....e"s', c l3 ,'",ll";r's' 10,,P I "
_ _-_ j H ~ a casa, e 15 prin-ua dn corpo de polica. I lal 8i
que mesmo ao pino do mi lo us raius dnsol 00(bl,lt ""' "'
cisco Jos llarlins Pcnna, Francisco de Paula Fer- ni Inhabilidad* do beni peiluiranles ..
reir. Jos Solero Brrelo e seu (serao, l)r. (uilher- pleno jure em lodos os ecu- ren liimnlos.
ine ('. ,r.l.'ir.i Corllio Cinlr.,, I)r. I'rancis, o Oir.lnro Dos ditos eslalulus coi.fi nados clarimeula se ve
Ceelha Cintra, Jos Joaquira Pereira Vianna, I). Ma- que os instituidores na reservaran rendimonlo fi-
lis Alevaudrina de Araujo e I criada, Vilal Kerreira gem para si e seus deicendenles, mal unicanienle
de MoiaesSariiienlo, Otli Rodo, Jernimo l.uiz Ki- i ceilae rrualiss inherenle.^ao padroado como a apto
iio i ene.lram, c senle-se a mais agrsdavel
vi r/ cao
lim rio delicioso aciimraulia totlas esas
Itelac das pcasnas que foram sepultadas no cemi-
lerio publicu no dia i do crlenlo.
Ezeqoifl de Aqunio, pardo, solloiro, MI aun. s,
ciminho. A *s< p'enaam
da colonia de li. t'rannsc", que, ao cabo de cinco
.unios d existoncia, esta' boje em liluacSo [ao proi-
pera qaanto le po iu esperar,
Outra colonia vizinha, que tem o nome de leo
fundador, a colonia lllumenoau, foi ereada qdasi
ti mesui lempo qg* s colonia 1). f'raucisca, a si
Auna, parda, 50 auBOS, maiiLTiia.
Ja. millo, preto, 9 das, lelano dos reccmnsscidos.
3
M'ilitdoinu publico. Mateu-ee no dia a.")
para con-uino do (lia 'Jb do rorrenle :
Ctltre OS COqtieil'OS A roinpanhia das carnes verdes.
OUtros tantos: Hleardo Hnmualdo da Silva .
Hienas e casas o coqut-iros senJo nu priu-! "astro enlenle.
r.ipio da primeira separado do mar por um
stiimo, formando junto a empolla do Sr
do Itoin l'irn uma baha onde cuino quo all
v.i dsejusar para tiovamento Coulinuai
seu cur.so.
Esse lio est?ude por
inultas veias, qu"i formando
regatos van lortilisar os quintaos e ministrar!s'""" l'*vrrs-
aos habitantes com o maior commodo pos- ^'B'"'0 Betaoiede Freitai.........
sivi-l gua pin-,, ecrysialltns. Oucuo/...................
Be bello, lie exemamcuto potico
passcio a taide por essas alainces.
Uuve-se c suasurro
frescor da briza, os lamen
palna9, o... some-sc
que o coracao mais iinpio ; os labios mais de'cren-
les confessaro Dos, o somenle Dos sobro ludo !
Bein dirao a mao do Eterno, que minislrou 80 iio-
raem tantos e lao rco lidos motivos para o glorifi-
car, eelle obsicado '.!!...
Em un desses nims passeios descansei sobro a
65 bol*.
lu o
/ o
4 n
2
abril de 1838, que susprndcu a rciolurAn do rail la a
vida do marqoez do Kecife lrnann os bm par
sua adminlalra^ao. Mu romo pelo leu hllccimeato
reasaram tjs d>-posioiics drslas bis.qoe i* deviam (on-
lidorai Irijiistloila*, ora evidrnle.que a rtadocao ci-
tad, de I83'i (pie eviln.uis os vnculos au in por-
que a cerda de-les bens ja eslava providenciada em
le anterior come porque lie expre-sa anac. 3, da
referida iH de 1833, que as suas dispoiicdes rompre-
iien i -m P viuruloi perlenrenles a' fanilia e admi-
nislradorl jior memhros dellas, cond c,Oe esta* qu* se
nao verillcarara na I v pellica sujeila por nao leren
perlence'Tilas a familia os beni desuado* para sus
lenlo a emotivo dos pobres ; nflu lendu a familia dos
instiluid(ues nutra urgencia, que ala fon* a do pi-
droadus ociclu o al vai,.' de cunliiraajao de IU e
agoslo de Itih'J.
l),-leiiiiem--e os recorrenle com a materia de seus
emliiii;.|a de lis. 18 rerebidos por cunleslarao a lis.
71 ; allnuanilo qoe 'o vinculo iiiilitoido por Joao
de Souza. e eua mullier Ignez ni ona capaila
polincenle a Ma I.m illa e administrada por indi vi
I ii della, e aos lemos da le de G de culobro de
1835. 5 I e licou ella exmela pela norte da seu
uifiruo administrador o marqoez do llecife, e por
coiiseriiirile seus I, ns deviam passar,segundo as Irii
ma de adiurBisra.aO por decreto de inpresna ai-|fl* regilam aiocccmIo legiluna,aos herdiiros lilhos
peceo, que se nfo pude recusar, apen.s piovou "'" ''''" administrador.
lamilla dos ipprllanles dai regaliaa do padroado,* Alleelin mu, que u marqoez do Kerlfe, julnando-
nao de rendiineiilo taleon qoe nanea Uve. Lei de se forfdo em seos direilo* a do sos faniln rrquereu
13 do ilubro de 1831. Ileloirn.im porem a m.iIoi ca osaembla gral a rrv-ogarao da ril.da riiolu^au
. appellada na paite rel-liva ao engenho Aloodoae's, | r,e '''" "Ululiru de 1831, e qoe sendo iua |,eliclo
qut I. I.iuz 11 viuva vni.Mi.ou em capeila ciinlnr- sobmeltMo ao rnnlircimeiilnda cmara des depola-
me a foln-s 17. porque a seu respeit" da -se ludas i ,lo'> didio ca que se remenese a ssnnh'a pro-
. as reiid'Mies qoerequerem |u.ra uma capeila em sen- vinnal. a qual depois de ruui parece da r^-pociiva
lulo e'lrlo, imtilolo o vinrulo con sucres.a re- commi-sflo de jo-lir;a, era que se iccoi hereu n direilo
, aular na familia um prohlbiclo de alienar dando 'lo marqoez do Recifi e sei siocressore coiifeccio-
j an administrador a porfi caria de rcndimenlo, que no" s 'el ''o sele de maio de 18:(i que revogoa aqucl-
' daclaron ser doSenp mil rh, e npp'ic.-in.lu para os I roielofJIo de 13 de ouluhro de 1831.
' onus pos o hospilal lodo nmi rindimeulo, i i m A'l-am Relmenla que a le provincial ctala
que a dllii' nicao c perr*| i;"iu d*->es rendimcnlos sa reconhecendo o direilo da almmisliacao na p*s-oa
-cn.ao.lo dos c-pellles a cdmiosBo (ios |,i l,io. no lios-
pil.l, precdanlo audiencia du capelln mais velho
e a denuininacao propna que os memos estatutos
dai un vanos logare! he a de padioeiro.
Conscguinllminte temi o'iipremo poder lemp-
ral lomado debtiso de sua ptoleefaO este hospilal
com ieai hens palrimoniaes, e dando-lne nuva for-
quella correspondencia no presente diario, a fin
de conliecer-se a improcedencia da mencionada
resposla.Recife 2tde novembro de 1857.
Senbor redator.l.endo o u. 1692 de 24
de junho prximo passado, do seu esliroavel peri-
dico, deparei com tima declaraco do Sr. Francis-
co Antonio Linbares de Charez, na qual elle diz-
se roubado no lugar Barra Vellia, imnediacoesda
Barra do-Macaco,em umjogo decaixas.e nessa de-
clarado leve a infeliz lcmbranr;a de avanrar, que
uma das caixas fra adiada intacta entre a casa,
em que eslava aboletado e a minha. Isto, que em
nada me pode prrjudicar, mas que pode ser des-
favoravelmenie inlerprelsdo jior quem me nao co-
nliece, deve sor repeldo, o de faci repillo con lo-
da forca. O agredido lem todo o direilo de re-
presalia.
Essa idea s txislio na morle de quem preten-
deu alguna cotisa. O Sr. de iarez nao lie nem
ser capaz de piovar em lempo al;um, a nao ser
cono o seu coinpanheiro, e ev-vaqueiro Vidal o
que todaria duvido, porque apezar desias inlimi-
dades, elle nao negar*) a verdade i|ue essa caixa se
acltava no lu^ar por elle e sottente por elle ma-
lvolamente dilo. Minia gente vio e sabe onde
ella eslava. E tanto pretenda obr, de Clierez e
mais siguen), alguna cousa conlra mim, que de-
clarou que se o inspector do quarleirao nao dis-
sesae un sua participado ollicial, dada por
informales naseidas de suas palavras, que essa
caixa eslava ente as referidas casas, enlao nao
quem a parfj .' ()ue tal ? O que nao
occorreu soube so inventar, o varejo da casa, alta
noilo precedido de estrepitosas pancadas, esque-
om-se .' .' I
^Nao, Sr. Francisco Antonio, anida nao ser
desla vez, e por esle modo, que, segundo se diz,
haveis de soldar vosea quebradeira ; o se assim be,
nao me deveis jular por va.
O Sr. deCberez, querendo atliogirao lim que
alnejou, diz para mellior fazer- se crer, que o an-
no passado fizera-se un roubo ao Sr. Francisco
de Oiiveira Cabral no inesmo lugar. IJue men-
tira '. 1 rermiua-se-ine a expresso. O rou-
bo du Sr. Cabral foi na casa do Sr. Jos dos San-
tos, distante um quaiio de legua d'onde deu-se o
caso do Sr. de Clieroz.
J se vi- pois que nao loi no mesmo lugar.
>o quero com isto tlizer,-qne o Sr. Santos, que
eolio nem nesta provincia eslava o sua familia li-
zesse, e nem de love concorresse para semellisn-
le cousa 5 s quiz mosirar a falla de verdade do
Sr. de Clierez.
Ele senbor diz, que uma das caixas e uma car-
teira de madoira foram arrombadas, ben cono
abei las carias e oulros papis; para que lamben
mo disse que o testamento de sen pai, feito a seu
favor, como corre nota cidado, fura adiado per-
feilo, iste lie, fechado 110 meio desses papis aber-
los ? Grande respeito levo o roubador a esse
testamento Cada un procura un neio de fa-
lencia, o se he exacto o que so diz, esie nada ton
deengenlioso.
Sr. Francisco Antonio, sois bem condecido por
onde andis. Falle S Inltamun, o Piaubi, o Cu-
riau, falle esta cidade, onde al os vossos mesmos
lien vos conlic'uiu.
Fidlai ecun franqueza, explicai-vos, para petan-
te o* Iribunaes ave-riguar-se a verjade das cou.-as.
sol pena de, se o nao fizerdes cabal e devidamen-
le, passardes pelo nais vil, e iiifane calum-
niador
Se os centenares de mil rcis quo daveis a juios,
se as obi igares ronnercias, que nao podis ou
nao queris pagar, se a compra liada do cavallos
para negociardos vos eslo aguilhoaudo a conscien-
cia, cutro rumo, outro modo de vida. Basta por
agora, o mais lica em deposito.
Km quiz, e nem desojo, senlior redactor, com
estas lindas olTendcr a susrpplibilidade dos paren-
tes do Sr. Francisco Antonio, com muilo dos
quaes lenlio relaces de amizade, s tive em vista
defenJet a minha honra, que muilo aprecio, do
ulinge que Ihe faz o Sr. du Charez, a quem s-
menlo me dirijo, por ter-iM injusta e nalgnada-
menie provocado.
Detesto as discusbes odiosas, mxime se sao
pessoses, mas o que fazer, se sou provocado '/
Queira, senlior redactor, dar publicidade a estas
rudes linhas, com que nuito obligar ao seu as-
signaute
l'adre, isJnfonio de Souza Neces.
Sobral, 18 de julho do 1857.
Do i"Jro //., do I. S? lembro de 1857.
mas Mizmente hje pode-so d.zer que est
de lododesompei,ha.ia, sob a adminisfacao
daquelle es-t,,oviucial ; conseKuindo, pela
mais exacta r.scohsacao e economa,'p.g r
m? ''?" remunt"r- P'oapera e a,,R-
ment r espantosamente os rudimentos to
rr,Tm.'r, V* C,,SlUe NW---S d*
mesma cdeni. u
Ja se v pois quo um religioso cercado de
tao huiuosus pr ceJentes e relevantes serv
eos uSo podo deisar de ser considerado com
toda a razo digno de um iiim0 de beneme
reiiria da sua ordem, e admiisc_ao e estima
de todos os cidadiius honestos e imparciaei
a par do expendido, esse religioso adauirio
em Pernarabuco uui renome glorioso pela
maior dedicado e earidade possivel que de-
bcnvolveu quando essa provincia fui asalta
da pelo ternvel flageilo do cholera
Apenas a fatal epidemia baiia s portas da
cidade, elle cor.eu pressuroso a presidencia,
:ndo otferecer as sais do seu convento pa-
ra hospilaes, e empenhando os proprios ser-
vicos e o* dos seus companheiros de religo
par-soccorrer a humauidade afflicta onde
quer quo rossa preciso Di feito. snuelle
c.uslro lui logo berlo p.ra asylo da pobre
za que se debata com a norte ; os feliaio
sos se lo-nar.m inc.nsaveis.doram as mm-
res ptovas de uma dedicacSo evanglica e
ctivid.de qu... tncrivel, quer ahi, qbuer"os
outros hosp.ues, quer en. todas as as. o-
ra onde eram chamados o presta-era os lti-
mos soccoi ros, e ..oda nos lug.res mais ha-
reeta tose pe. igosos. Nao se suapo-mi Jue
o Kvm. pa .re Fr. Joao da Assumpc3o nSo
a, ou nao prestava-se pessoalmonte a esse
santo servlco, poique para prova do cootra-
10 talla o povo pemainbucaoo que ouvla a
ca Ja passo. e a cada insumo, oro na predica
oraacebeceira dos iiifeles enfermos no
hospital do seu cenv.into do t.a-mo, do Li-
vram-nto, de cuja directo se incumbi e
por toda a parte onde era chamado sacudir
p essuruso e possuido da maior aff-biliJad
de uma candara singular e de um zelo mu
ejemplar Pareca eoini que a Frovideu-
cia o havia destinado paro mostrai nnssa dif-
t.cil e tenebrosa poca um merec ment
inaudito em s. u ministerio, sendo que pa-
lavras sao iiisuliiceiues para reproduzirem a
noticia de lacios extraordinarios nesse ge-
oero por elle pralicados, presenciados pelo
liovo pernambucano, c bem gravados em sua
memoria.
O Ilvdm. padre meslre Fr. Js0 da As-
sumpcaoMoura, he anda um dos religiosos
carmelita do Recire.que mais distingela e
nomam a sua ordem, porque, alem das vir-
tudes que o caracterisam, a soa tullida ic-
itlligeiicia e illustracao tem-lhe conquista-
do um nome, uma posfeflo brilhante, uma
reputaeflo gloriosa, entre os mais afamados
oradores sagrados, e douto professores do
seminario episcopal, a cuj classe pertence ;
c isto tanto mais nelle reales quanto uso
nasceu na obscuidode.esira pertence a uma
das mois nobres.mais honestas e mais abas-
tadas familias de l'ernambuco.
O Kevm. padre meslre Fr lleiculauo do
.orarilo de Jess B.to, que veio eu. com-
panlua daquelle ex-proviucial, he o religio-
so carmelita do Recife, que durante aquella
latal epidemia, quan lo o horror bata sobre
o horror no corocQo iie todos os habitantes
de l'crrnainhuco, o via-se vivamente pintado
nas laces dos mesmos, que leve a eoragem o
arrojo de ir a cidade da Victoria, comarca
de sent Ando daquella provincia, alraves-
sando momo sde cadveres, que insepultos
juicavam as suas ras, e venen lo lagrimas
e solutos do que sobrevivan. Tal era en-
lao o lastimoso estaco dessa localiidade.quo
ao prommarem-se do medonho quadro que
ella represenlava.recuara o espavoridos mui-
los facultativos, e a> destacamentos para
-lli mandados pela presidencia. Ent etanto
Fr llerculano do Curasao de Jess tirito, of-
lerecen-se para r prestar soccorro aos en-
lonnose moribundos, e dar sepultura aos
numerosos cadveres, que pelo desmimo
dos habitames daquella cidade permane-
can! sobre as caiga.las nas ras, e ja eran, o
pasto dos cues e urubus. Por certo nunca
se vio tanta abnegarlo, tao extraordinario
sacrilcios, e um zelo evanglico mais subli-
mado. Esse religioso para a Ji voou s, iso-
lado, lov-ndoem sua companhia uma ima-
gem de Nossa Senhora do Carmo, suster.do
um crucilixo nas m3os, e a palavra de Dos
na bocea. Km breves das osead-veres tive-
ram sepultura em um cemilurio que all ins-
tituirn. ; os enfermos e o mais habitantes
da cidade da Victoria, recobraram o animo
e a vida que iam perdan-lo. o ar mesmo pela
cessacSo daquelles corpos ptridos e dila-
cerados, que jaziam sobre a tena, tonou-se
puro e diaphano aquella terrivel epidemia
emm d'alli desapporeceu, e esse virtuoso
filho de Carmello.regrossou ao Kecife cober-
lode victorias e heneaos di presidencia de
Pernambuco e dos seus hab.Untes, ao passo
que extenuado de tao mcessan es fadigas,
ja ha muito assallado do mesmo mal, dzi/
com a n.ai'ir humildade e modestia possivel
a lodos que sobremaneira louvavam os seus
1 elevantes servicos e deplora va m o seu es-
lado : Se moner, levo a consolaeao de que
procore cumprir o meu dever. o Felizmen-
te elle escapou milagrosamente com a vida,
depois de immensos transes, e anda alque-
lirado pelos seus dura louros vestigios, ei-lo
nesta coi lo a solicitar os inleresses da sua
distinta ordem, anle o governo imperial que
he de en o atienda, ao menos por tamaito
herosmo e cari Jade inaudita que soube des-
envolver em 18 critica conjuncUira, a par
10 nutras muilas virtudes e quslilades im-
portantes que muito o distinguem, tornam
lecommeu.lvel e Uo ll.e alirahido a eslima
e considerado geral em Pernambuco, onde
nasceu. e conU urna familia illustre, honra-
da e favorecida pela fortuna.
Temos assim cumprrdo a nossa tarefa de
dar saber que esses dous religiosos drme-
Ma ora residente uesla corlo, (cujosservi-
cos e predicados all conhecemos, tem me-
recimenlos proprios mu reaes, e se torna ji
dignos de sub 10 respt-to e partcula' apre-
codos boas Fluminenses quo com ellos pro-
curarem cntretor relaces Outrosin, osee.
os feliciten! sempre, e pennitam que con-
sigan o bom xito de sua preteneao, que
eo. prol de sua orlen, trazem anle o gover-
no imperial.
Jos C.C. Lomada
Rio de Janeiro, 30 de oulubro de 1857.
RIO DE JuNElUO.
Os dous religiosos (armelilas do Re-
cife chegado ha pouco a esta corte.
Acab'iu li' t a esta corte os dous
religicsds carmelitas do llecife. provincia do
Pernambuco, Rv > s S's. pa-ires-me?tres Fr.
joo da AssumpcHo Moura u llerculano do
bru de 1857, n. 256 cm qoeillo, e nesle eaio ion ilispusiroes iu ermn i piucrdenlt a arel* iuleniaa e ai rrcuriemes con
nim.eEsm.8r.Dtl a tdmiiiiilrafio rtei eila- (aquive-, rclativamento a redurrao dus enraraoi I ireito ao* bens parleneenlrs a iusliluicao du bospi-
belarlmontoo 4o oiridade, qo* por bem do seu direi I pim ; o llnrlo qaanrf* por ale-Jina fslto csseucial a lal lo prensa que o crnvSo Peres reven.lo us aut', insliluir.ln de apellaa nao f i.e valida, nem p.ir i.so '. los que a ilHIiluirAo loila por I). JoSo d* Soui .
en que teliuoii n tupi lironie ron na herdeiros dn o bens so devolveran aus proprios nacionaei, mu | I unc brrelo de Albuqueique be on vinculo cu-
niarquei do Roeila, ll.e pane por rerliiiSo : !, icn- sin pis.^vam romo lucros aos herdeiroi, por dispo- mo raronliece a recurrida, e qu* l). Iuei e Frin-
lencas prorori ,,-is na primeira Inslaoeia ; fi, 00 ae- slrflo terminaiile da nein- lei tm parap,raphn I.i, cisco d- Soosa, lilbo nalural de sau marido rrqueram
rordfloa prot.rulos !* r-lecau c.ia provinria ; -ondo de indar que sn se devnlven ns prnprini nt- a roulirmarn de.
IvalM con O naisbranco linho, e 3\ a do lupreno Iribmial da luslir. e d.. rd.c.io ciunaes as capeila.. valida e legiliinamei.ia inililul-
'id-, quan quando O rugulo que 1 "'"' *u """ maniff 1""31" a ctrU<1&0 r* c*"" potleriur. romo a etlinr^lo na, petto a nn eslava sustirrav. con, ,aU bran- *7U! d.....v.nbr. do IHaT.-A. E. pSS^T^S^t,SS^X
dura sobre os set\os azulados que Ihe servia de ps-! I.an, p. qoen veio leeahlr a voncSo. Nao havendo pala *a-
vimonto, que cono pur encanto reconlei-me do so-1 Manuel l*rei Campillo Jacomo da liaini, esrrivao cancia ou conniissoeeitudu a capeila leummaneiila tru alea "prom'lRa.ao dVlti do i:l de oolubro de
moviincnio ireral, o ao vol do imperador, emnra-
licndeu dar u aioaplo e ino.l.ar de al.u.n nudo o na0 90l> ren5d '" H" ('slvez 110 tolla do pa- '"'""
enio be (I-vida a fuu aelo 'luet') (IUV) cantar un sabia, quando o rgalo iiue V." Vw
vinrulo, pedin.lo que sena em
He-no forcoso dizer algunas palavras
acerca desses dous dislinctos reiigiosos, pa-
ra que ao menos se iba na corle a justa
mpclancia que elles gozam, e de que .o
dignos.
Ao primeiro, padie-mcslte Fr. JoSo da
Assumpcao Mmira, cabe a gloria
&wm.-<**f#.
^ CAMBIOS
obre Londres, 26 l|2rj.
Parii, 348 rs. por fr.
Lisboa, 98 a 100 por | de premio.
Ro de Janeiro, 2 por 0|0 do deaeooto.
Aero do banco 50 por cnlo de dividendo poi tun
la do vendedor.
*
eempanhia d Bebcribe 6CJ000 por acra
companhia Per. nmhuraua ao par
* I.lihdade Pobtien, 30 poreentodo pramln.
ludemtiisadrvra. 61 IrJee,, K
.>" ". 1" r'1"1" ?rro 2 P"T < P'*m DiseoDlo de leltrai, de 8 a 9 por cenia,
AccPc* do Banco, 40 a 45 de premio.
Ouro.Onras bespanholas. 29|5O0 a 30JOO')
Hoedaa da 6i(J0 volhai .
t tWOO Bvv. .
i t 48000. .
Praia.Patacoei braitiros. .
Peaoi columna rio*. .
mexicano*. ,
ni ni a < eos
lavor desle ullmio e de seus de-nn Unic-, e na fl- sivol dn hav r podido dula lile o seu provin-
la desles, ae (ieveria seuuir a urden da luccessa da- cialado reedilicar todo O inagcsloso lea lo
tlar.da por ellos, o que Ibea foi conrr idu pelo al- j ij0 smi convento, i- este mesitiii que eotava
varado l'Je aKstu de IC81I, IK 11 ll<. 11, he em com. Ido dcsabamen'o, de sorle uue i Bar" f""c'"0"l Rogermercaduria.""
rlaro qu. ..la tosliloica lia un vinculo pe,lencenle]hf,B m gn.lieen.ia resplen or desse ?m- B.reaHamarqueia-Pfeeioaa-r.rro/carv.
11 I r 11 v llr,,i. xa.,.. I '_______a__ ,
ALFANDEliA.
Kendimenlo do d'a t a 2.5. .
(den do dia 26......
168000
ISjCOO
9|000
2B00
29000
11860
50l:ll3tt47
37.711}747
511:820919*
Deicirreaim hoj -r. de novembro.
fierra ingiezaLindararvao Irilboi.
Ilarra ir.aleaaSclinabacal han.
llntue iiigl'/. Hu mu-lo/en.l-s, ferro e car vao.
riaru qua tela lslil'I.Mri lie um rnuuiu i-or u-ineine j Kfl|p
a familia dm instiluidorri qua cono la I o admtnis- | -
neio do um curioso, que cu. circiimslancias iguaes I
improvisou ; i para que os entendidos o corrijan, I
da app.'llacus e a.aravos, por Sua Mageslade In- inililnida con ineceasli rrialar, e adniuirlrada pot
perial Cnnililuri. nal, qoe Dos Koarde, ele. I inembroida famdia do in-tiluidur, eiiivla ella pela
Lulilicu qu* revindo o aulos, dellc cooila o I lei d* 6 dt volubro de 1833, paiiou o ogoubu Al-
l--.lt e de 8ilti al a morle du narquei. Seudo poi
un vinculo e dispondo a lei de 6 d* oulubro d* ls.i",
que oa viucofoi de qualquer ualurui que lejam
ponente monumento sagrado da anliguida-
ile substitu)am ao que ra outr'ora um ver-
drdeiro nionto de ruinas.
Nunca nessa ordem se manteveo sagrado
I1.lirln dinnnarqueiCmirordiarerveji.
Brigua inglerAren.,ni bos de ferro.
Pulir heipanbolaEmerciudl pipas a barril da
vinho.
Barca liraiileiraAmetilo itilo.
MUTILADO
ILEGIVEL


jumo wtnwuiBOflo i vi \ mn\ -i-, o novbmbh o un
MOVIME.NrO DA AI.FaKUKUA.
\olu.nea nlradoi c.iii 1.,/ri, i ....
* cora
geuaroa
Volaniii anhidr cora faztndas
cora gneros
Total
Total
CONSULADO GERAL.
Hendiinenln do da 1 a !'>. .
1 iim do dii 26......
3SJ
72
417
298
120
~8
78:338842
i:|j!l{0c4
83:488'J26
DIVERSAS PR0VISC1AS.
Hendiuieuto do da I a 25. >-80294t)
ldu> do dia 26....... \--m
2:820>6W
DJ55f^S22 K "nBTACAO PELA ES
Pno^RKV0 tSlA CIDAUE NO DI A
2b DE NOVEMBhO DE 1857.
Cj,w"7 Briue "' Omg,a, J. Aitlej&C,
I 800 lacroi Mocar maaravario.
Lisboa-Brujoa purtosuei Ktlimpaao, T, de A.
l-onsaca & Pililos, 18 cinco* mcl, 400 aaccoa lau-
car nisscavado.
Liaba Kart porloguea liorlcncia, .Manoel do
VaaciweDlo Partir, 10a saccoa aasuctr maica-
vado.
PoiloBarca porlURueza Flor da Mia. diverso*
carrega >ore, 20 eiceos gomroa, J50 sacco e 22
barrica* as-ucar branco a rnatcavado,
ValparauoBuca ingiea Aory, Amorim Ir-
ma!, 1.000 saceos irnicir branco.
buenos-AfresSumaca l.eapauhola uOorfioaii, Bal-
lar & Uliveira, 167 barricas e jO aaccoa aasner
brauco maacavado.
EXPORTACAO'.
Rio de Janeiro, brigua nacional a Almirante*, de
218 toneladas, roodczio o argoinlu :2caiii.es
i|u>ijr. 53 barriqsioliaa rom 221 arruina e 30 ll-
brai de aaaucar iclinado. 135 .nidrios pella de ca-
bra, 2.950 accoa cora IS.70 arroba* de aucir
RECEBnUOKIA DE RENDAS IMERNAS UE-
RAES DK PERHAMBUCO.
Keu limeulodo dia 1 a 25. 243829715
Mam do dia 26....... 1:285*008
25:5673723
CONSULADO PROVINCIAL.
Hauduneuio do dia I a 25.
Mam do dia 26. .
amm&
53:59.'l!>878
3.D54/.10I
56:6489178
s
PO&&
Arribon
Navio enl ado no dia 26.
a esle poriu a barca americana S. fraii-
ciaeoo, a qaal aaliio no dia 17 do crranle, por
ler ailueci lo o rapitao o> mesma.
Wevi'i 'iiliidoi'nu menino d-a.
''"i* A,**!"~~E'cma nacional Pampa, capll.lo
Manuel II. de Almeida, carga ataacar e agur-
deme
BabiaBrigoe inglez Klwabelh, com a moni-.
earg.i que Irouie. Suspenleu do lameirAo.
I arahibaB igoe inglez Aune, com a mesma
carga qoe Irouie. Suapeudeu do lamelrSo.
Macelo e porloa intermediosVapor nacional Per-
(inangaB.
I'j'alibdllnit nacional Carnoea-, melre Jo' da
Coala a Silva, carga bacalhao e mala generoa.
#*tt**
O Or. Anselmo Francisco Peretti, commeda"
dor da im >enal ordem da Rosa e juiz de
direito especial do commorcio desta ci-
dale do Recife, capital da provincia te
Peraambuco. e seu termo por S. M I. e C.
o Sr. 1). Pedro II, que Dos gua.de etc.
etc.
Fago sabir aos que o presente edital vi-
rem, e delle noticia tivereni, ero como I).
Ha"phael Rita Gil i maraes Villar viuva de
Antonio Gomes Villar me dirigi por escrip-
ia a pelico do theor seguin'e :
llim. e Exm. Sr. Dr juiz de direito do
commercio D. Raphaela ni a Guiroarfles
Villar, viuva de Antonio Gomes Villar
sen lo Andr de Albuquerque Maranho
Arco-verde deveJor so seu casal da
quantia de 3:4909 rs resto do pnucipal e
juros de duas lettras que o mesnio acaitou
* seu fina lo marido ern 5e 10 ite margo de
185-1, sendo urna de 4050460 a praiu de 8
mezes, por conta da quai deu 619 rs., em 29
de outubro do mesmo anno, e outra de......
1:698*400 reis, tambero a 8 mezes, por con-
ta da qual deu em 6 de setembro de 1853 a
quantia de 5789900 rs., vencendo ambas a
premio da dous por cento ao mez, e queien-
do asupplicanlo evilar a prescripcao desses
ttulos requer a V. Kxc. digue-se de mandar
lomar por termos o seu protesto na forma
do art 451 $ 3 do col. commercial.
E por que o mesmo devedor, anido falle-
cido.seja boje representado porseus berdei-
l-os de que a aupplicanle nao leai noticia,por
kurareiii fora desla provincia, eeu lugar que
se ignora, requer a V. Exc. digne-se de ad-
mitti-la a justificar essa ausencia, e encer-
tiza, alim de ler lugar a inlimaco por e-
ditos. Pede a V. Exc. assim delira. E R.
M. Jiiaquiu Jote da Fonseca.
E mais se nao cuutiah* em dita pelicSo
que senlo-ie apreseutada profer o u cu
despacho do tbeor leguinte :
Distribuida.. JustiUque. Recife 3 de ou-
tubro de 1857.-A. F. Perelti.
E mais se nao continua uo meu despicho
aqui copiado, em virlude do que) ge fez a
lisiribnicSo ao escrivSo Maxioiiauo Fian-
cisco Duarie, que lavrou o lermo de protesto
do tbeor segu le :
Aos 7 de outubro do 1857, nesta ciiade do
Recife de Pornambuco, em meu scriptorio
veio Miguel Jos de Almeida Pernambuco,
A. F. da Aununciacao.
Clausulas especiaes para a arrematado.
la As obras da raro Ichco do i.* lauco
do Japoo im far-se-bo de conformidade
com o remenlo approvado pela directora
em conseluo, eaprcsenlado ao Exm. Sr. pre-
sidente da provincir, na moortaiicia de .
17.3609 r.
2 a O arrematante dar principio as o-
bras no prazo de um mez, e as concluir, no
de 14 mezes, ambns coulados na foima do
art. 31, da lei piovincial n. 286.
3.a O pagamento da importancia da ar-
remta(;3o rualisar-se-ba na l'onn.i do art,
39 da mesma le provmcial u 266.
4 a O arifiiii li.iiti! durante a exeru^o
dos trabalhos dar transTo ao publico.
5.a Na execufSo dos trabalhos o arrema-
tante soj- i lar-so-ha as prescnpc,oe do en-
genheiro eucarregado oa obra.
6.a Para tu lo o mais que nSo se echar
determinado na presentes clausulas nem
no orcamento, seguir-se-ha o que dispOea
respeito a lei provincial n. 286.Conforme.
O secretario,
A. F. da AnuuuciacSa.
Olllm. Sr. inspector da tbesourarla
provincial, em cumplimento da orden, do
txm. Sr presidente da provincia de 16 do
corrente, manda fazer publico, que no da
3 do Ut-zembro prximo futuio, perante a
junta da fazeuda da mesma ihesouraiia, se
n* le arrematar, a quem pur menos lizer a
obra do 2." anco da ramilcagao do Japo-
mo). avaiiada em 10:0808 rs.
PernaniLuco 2o de novembro de 185".O
secretario,
A. F. da Annuncac3o.
O Illin. Sr. inspector da thesouraria
provincial, e" cumprimeuio da res'ducSoda
junta la fazenda, mnia fazor publico, que
no da 17 de dezembro prximo vin tooro,
vai iiovmieiile a praca oara ser arrematado
a quem por menos fi/.er a obra dos reparos
do quTtel da villa do Cabo, avallada em
I.21O9OOO.
Epara constar se mandn allixar
sent e publicar pelo Diario.
Secretaria da tbesnorara provincial de
Perna 111 buco 26 de novembro de 1857. O se-
cretario,
Antonio Ferreira da Annunciaco.
opre-
1.a HECHA DA NUVA ASS1UNATUBA
DA
EMPREZAGERMANO
SABBADO, 28 DE NOVEMBRO.
Sabir ;i scena a eicellenla tragedia ni 5 aclui
1 a'indo tendido fiolus oiluitaa de uiuioi-1 Na ra do Brum, armateqi n. 2. de
prevo, mas sem reserva. LuizJJosdeS araujo, ma re ata m vi tt
I <..la.. /Ii <,....a>n >r..i.. e ti.ntos js rro estampad..s, qu su venlem
alo
em conta par* fechar contaS um bravo de ba-
O gente Borja, em seu armazem, r a ra j lauca com conchas e corrente*, que leru ser-
do Odlegio n, 15, f.ra leililo de diversos es- v'.'<> para p sar a>suc>r, um iorc3odees-
cravos 00 ambos os sexos, mogos e de bo-: teiras de forrar sala, cm meio uso, una bur.
nila?. figuras, snm achaque algum, ntreos, ra do ferro, ludo por pr quaes sobresahem una prcla cozinheira e '
eogommadeiri, una n. grintia do 10 anuos,
e um robustissimo escravo costuinadosa
trabalhar em armazem do assucar etc., os
(AVf
*^f^5fsf.
De ordeai do lllm. Sr director gcral
interino da nstruccSo publica ila provincia
declara que do dia 15 de dezembro em dian-
ic lica aberto o concu so gcral para proles-
sores adjuntos na forma forma da lei, lira-
dos dos discpulos oas escolas publicas de!
D8troec9o piim^ra da provincia malorcs de
l'.'annos de idade, dados por promptos
com stinccS i nos exames annuas, equaj
tiverem tido boni comporlamento e desen-
volvido vocacio pura o maglsterio.os quaes
deveriio aprosentar seus requerim nlos em
lempo conveniente para s-rem a.lmittidos
ao diioconcort.0. Secretaria da directora
geral da i struccSo publica em 25 de no>em-
I triniicir o eipeclarulo com a linda comedia cm
em I acto :
OS- DOUS
ou
0 INGLEZ CBlSISIA
Oa aenhorea qoe quierem faer pu.le>n dinair-se ao escriptorio do Ihealrn.
mtESRfflufSl i0-'1." "a rormrda'ei bro"de""l8577-ovs;c7'e^a';o'fnciVcoPeeil
provine mi n, 343 de lo de maio de 1854, e ra Ereire
S \s8neCs's'oUBSUl.!f.n'Sl,eClaeS "l,aX0 cl,'8dBS-1 Pela secretaria da directora geral da
re malaca? L .,tr !'L?' '"'f"'." "*" ir" ,lslrucc3" P"bl,1'a rfil Provincia faz-se cons-
da mm. KK.' Si,'a F rSS.eS lar 8 ('uetn "'eressar pos,., que o concurso i
nelmm? ^ 1,C,IM. ^'"^ cadeira vaga de mtroccao primaria paral
pelome.o da, competentemente habilita- .. sexo masculino de N. S do O" de Ipojuca,
i'",,.,. ,. ter lug^r no da 30 do correte segunda-
sent enuhS'eLT U ",U"r pre" feirl- Secretaria sobredita 26 do novembro
,f Pub,,car .e' ",8r,. de 1857 -O sec etar,
Pernaf ,n-?,M--,^S0Ur',r,ia VI'}S?M d5 Francisco Rerera Freir.
Pernaubucojl/,de novembro de 1857. O !>;*,; .1 1 -
secreuno, directora &s oblas mi
... A. F. da Annuticia(,-3o. ltitrPH
Uasulas especiaes para a a,remaueno. ,u'llh
1.a As obras da ramdicacSo de Japomim P'-''sa-sc fazer na fortaleza do Brum al
fai-se-hodeconlormidadocom o orcanen- guns ^Pros miu los. c no bosilal reg
to api,rovado pela Uiretlona cm cciiselho, e ".e"lal um fori> '1c rolla no centro: quem
apresentado ao Exm. Sr. presidente da pro- '"*lo sequizer enca regar por emoi citada,
Vincia, naiiiipoiianciade 10:080;. rs. compareca na directora
2 a O anea atante dar pjincipio aso- Pelamesa do Consulado provincial se
bras no prazo de um mez, e as concluir no '"* Pu,,,1< <|Ue 3 otis oara o pa-
de doze mezes, contados na forma do art. 8"'!r' 31 da lei provincial n. '286. predios urbanos das fiegoezias desta clade
3 a O pagamento da ira orlancia da ir-|?*L*.>s -^togados principiain a contar-se
ren.atacSo realisar-se-ha na loima doait. 3'J ';od,a de dazeuibro prximo fuluro. fin-
da mesma le provincial 11. 286.
4.a O arremtame .durante a cxecusSo
dos trabalhos dar transito ao publico.
.h i\a execoc3o dos trabalhos o arrema-
tante sogeitar-se-ha as prescripees do en-
genheiro cncarregado da 01 ra.
6.a Para ludo o mais que niio se achar
determinado as presentes clausulas nem no
orcaaenlo, seguir-se-ha o que dispoc a res-
peito a lei provincial n. 286.Couforme.
0 secretario,
A- F. da Annuuciac3o.
Olllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumplimento da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia de 16 do
corrente, manda f-rer publico, que no da 3
dedeZcmbro p/oximo vmdouro. perante*
junta da fazend da mesma thesouraria, se
lia ce arrmala-, a quem por menos lizer, a
obra do acu ie do Bom Jardim, avallada em
l:15asoooreis.
A arremataeo ser fcita na forma da lei
provinc.al n. 313 de 15 de n.aio do 1854, e
soo as clausulas especiaes ab,.ixo copiadas.
s pessoas que se propozerem a t-sia arre-
matacao comoarecam na s*la das sessOea da
memajuuta, no dia cima declarado pelo ,'
meio da, compeieutemeote habilitadas
E para constar so mandou allixar o ure
senlee publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial dt>
1 rnambuco 17 de novembro de 1857.-0 se-
cretario,
_. F. oVAnnunciavao.
Clausulas especiaes para a arreuialac3o.
I. as obr.s do acode do Bom Jardim se-
rao ieitas de coiiforimdade com a planta e
orcamento, approvados pela di.ecloiia ero
conselno, e aprsenla lo a appiov^So do
txm. Sr. presueuteda provincia, na impor-
tancia de 1:1559 rs.
2.a Estas obras deverao principiar no
orazo do um mez, eserSo concluidas no de
cinco mezes, a coniar da data da a
laajfio.
3.a
i'reina-
do os quaes incorrem na multa de 3 0|0 lo-
dos aquellas que deixaiem de pagar seusde-
biln, pertnncenles ao primero semestre de
1857 a 1858 Mesa do c.ous'jlado provincial
J6de novembro de 1857. Pelo administra-
dor, Theodoro Machado Freir l'ereira da
Silva.
De ordem do Exm. Sr. presidente da
Provincia, convida o director do arsenal de
guerra aos donos ou consignatarios de em
oarcaces dista praca. qoe quizerem contra-
lar a co.id. cc3o de g-n.-r.is e mais objectos
qiirt leem do ser enviados p>ra o presidio da
Una de Fen ando, bem como a passage.m dos
olliciacs, pracas do prete seul. nciados que
lorem para all destnalos, a couiparecerem
nesta reparticao das 10 >s 2 hor-s oo dia 28
do con ente, alim de ser rH'.-cliisdo o res
peclivo coiitiato, depondendo la apjrovacfo
do mesmo Exm Sr. Arsenal de guerra da
provincia de l'ernambuco 26 de novembro
de 1857. -Manuel Ig.iac o llricio, major di-
rector.
COMPAMIIA DESE(,lROS MARTIMOS E
TERftfoTUES.
DO
IMPf RIO DO BRASIL.
Esrabelecida no Itio de Janeiro.
CAPITAl ..000.000^00
Aga ca ra da Cruz n. 15, eseriptoiioda
viuva Amorim di Fillio.
Aos Sis. iicrjociuamT, proprietarios de
casas etc., etc., se otferece na agencia da
dita couijianliia nesta cidade, a realisarao
de seguios por premios e cocdiccfies mul-
to mdicas e razoaveis. Na mesina agen-
cia tatubeni se eflectuam seguros tanto
para o norte romo para osul do im|)eiio,
nos vapores cosleiros e vasos devela. A
compernhia garante a prompta iodemni-
sacSo da importancia de qualquer si-
da obra ; a seguirla, igual a t miii,.,
pois de lavrado o lermo de "recebni,
provisorio ; a lerceira linalmenle, de
quinto depois do lecebimeuio deliuitivo.
O arrematante na execucao dos 1ra-
obseivara as presa ipcCas do euge-
e-
n lo
um
4.a
balhos
ubeiro.
6.a Para
procurador da supplicaule, e perante mim prximo viudoi.ro, perante a junta da la-
e as testemunbas abaixo assignadas, e disse:mda aa mesma thrsouiaria se lia dearre-
M'ie protestava pelo conleudo da pelico i matar, a quem mais der, a laxa das barrei-
utretro, que fca fazendo parle do presente
lermo, tu lo na conforaiidade da nienciona-
da pelico E de como assim e disse e pio-
leslou assignou com as ditas tcstemuiihas 0
presente termo. Eu Maxiuiano Fiancisco 3 mezes, a contar do 1.- de. ja"iiciro"de 1858
Uuarte, escrivo o escrevi. .Miguel Jos de a 30 >ie juuho da 186U.
Almeida Peroambuco. Manuel dos Santos
AcveJo -Manuel Joaquim .Morena
E mais se nao contmba em dito termo de
protesto aqui copiado, e sendo a supplican-
te produzio as suas lestemontias quejusti-
ticaram a ausencia dos justilic^dos em luga-
res nSo sabidos, e subindo os autos a oiinha
coqclusAo, prole; i nelles a miuha sentenca
do tbeor aeguinie a
a vista da inquiric&o de lis. 12 verso a lis.
15 verso, julgo piovada a ausencia dos jus-
tificados em logares nao sabidos, pelo que
mando, que para a mUmac.ao do protesto de
lis. 2 verso, se passem e ilaes com o pr.zo de
30 das, e cusas. Kecfe 17 de outnbro de
1857. Anselmo Francisco Peretii.
E mais se nao continha em dita sentenca
aqui transcripta, em virtude ua qnal o es-
criv&O que esta subscreveu mandou passar
a prsenle carta de editos, com o prazo de
jodias, tela qual e seu tbeor se chama, e
intima e hei por bem intimados aos erdei-
us de Andr de Albuqueique Maranhlo Ar-
covorde, ausentes cima declarados de to-
do o nqnteudo em sua peinlo e termo de
protest cima transcripto, pela qual toda e
qu>lquer pessoa prenles e amigos dos di-
tos supplicados poderao fazer scienie do
que cima lica exposti, e o porteiro do juizo
lixar o presente no lugares do costnme e
sera publica lo pela imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife de
Pernamb-jco, aos 26 do mez de outubro de
de 1857.Eo Maximano Francisco Duarte,
escrivSo o subscrevi.
Anselmo Francisco Perelti.
JA companbia fixa de cavallaria preci-
sa comprar cavallas, sem achaques, novos,
gordos, e com 6 1|2 palmos, pooco mais ou
menos de altura, para o servico da mes a :
quem os tver para vender, dirija-sea mes-
ma, quarlel em Santo Amaro, fente aos la-
zaros.
O lllm Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimculo da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia de 16 do
corrente, tnanda fazer publico, que no da
10 de dezembro prximo vin.douro,perante a
A importancia da arrematado sei mstros
paga em lies prettacoes. pela mam ir* se-! .' i \i
gu.nte: a wime.ra de uous ini tosl' .- 'a."' taS!"*0?6 V8g0 "ci de escrivao
lor total, quando tUw execuUto o^Jd r- ^V1***' ****. > civcl, .rimero label-
."!... ld._ l.lu0.a A termo do Limoeiro, man la
>. Exc. o So_presdente da provincia as-
sim o fazer publico p"T-tttmiiecimenlo das
partes interessadas, e aun. de que os pieten-
dentes ao dito ollicio se liabiliem na forma
Jo decreto n. 817 de 30 de agosto do 1851, e
aviso n. 252 do 30 de dezembro de 1854 e a-
presenl. udo os seus requerimeulos ao juiz
municipal do mesmo tenno no plazo de 60
das, que coinecou a correr do dia 4 do cor-
rente em distilo, para seguircm-se os tra-
niles marcado nos arts. 12 e 13 do citado
decreto,
Seo otaria do governo de Pernambuco 31
de novembro do 1857,
Antonio l.eite Pinbo.
CAP TAMA DO PORTO.
O lllm. Sr. capitSo do porto, cumprindo
a ordem do Exm. S-. presideDio da provin-
cia datada de hunleni, manda publicar a
participrco abaixo, dirigida ao mesmo
bxm. Sr. pela secretaria de estado dos ne-
gocios da niarui ., aceita de haver o seua-
do da ci iade de liambuigo resolvido fazer
de Cnxbavera um pono, onde os navios
possam nao s ibngar-sc, como carregar
e descarriar duian'e os mezes do invern
cm que o no Elba se acha gelado.
Participacio.
(CircularRio iie Janeiro..Secretaria do
estado dos negocios da uiarinha cm 28 de
outuliroue 1857.
lllm. e Exm. Sr.-1'arlicipando-se pelo
ministerio dos negocios eslrangeiros em a-
viso n. 88 de 14 do crreme, luver o con-
geral do imperio om llamburgo com-
luJo o mais que nfio c.-nrer
presenpto as .resentes clausulas, obttr.a-
ra o que dispoe a lei piovincial n, 286 do 18
de maio de 185*.-Conforme. O secretario,
A. F.-da Aununciacao.
Olllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprim. nto da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia, manda
fazer publico, que no di 1o de dezembio
ras ja ponte do Maoguiiho o da estrada da
i ai. unga. av-aliauas annualmenle ambas em
5:475;I;C0 rs.
As 8ireu,ataci5es serlo f itas por lempo de
As pessoas que se propozerem a esta arre-
maiacno couparecam na sala das sesses da
mesma junta no dia acuna declarado pelo
meio da coa petenterocole habilitadas, com
suas propostss em carta fecuadr.
E para coti.-lar so n.andou allixar o presen-
te o publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial do
Pernambuco 10 deuoveu bro de 1857. O se-
cretario, A. F. ua Aniiuncini ,ii.
sul
O Dr. SebasliSodo llego llairos de l.acerda, munica
juizdeorpbans e ausentes da cidade dj erit., u o .df. P.'?""
llec.fe o seu termo, por S. II. I. e C que loivea jv, ,?J dlHluella CKl(,de re'
eos guarde ele solver lazci de Cuxhavem um porto, onde
Faco sabor que em praca publica desto' ZZIVJT** "3 .> tbnS'-^, como
juizo, se nadeVremalar. lindosi o diaa da fnv r'!Dmdcscar^S-r du.auto o. mezes do
lei, duas moradas de casas de sobrado, st. de o em d^S "f xc oSr S, "^ ,' g? 'ad ''
oa estrada da Magialena, orna das quaeafaz rinn, ministro da ma-
esquina com a errada dos Remedios; e as- I dKn
sim tambem dous terrenos com aliceicos, e
umdellespara uuts casas, nos fundos dos
ditos sobados, conforme o escribi quo se
acha em m3o do Porteiro deste juizo, amaro
Antonio de Ferias, e esses bens v3o praca
a requerimenlo de Manuel Antonio do Jess,
administrador da massa do lina io Joaquim
Antonio Ferreira du Va-conce|lus Itecile 7
de novembro de 1857.Eu Floriano (Jorieia
de Brito,- escrivSo, o liz escrever
SebasliSo oo Reg Barios de Lacerda.
Pola inspecc&o da allandega se faz pu-
blico, que uu dia 27 uo correle, epoido
meio da, se ba i.u aneiuaLur a pona da
mesma repailicao, sendo a aire....ua^.'io li-
vre do diieitos ao arrematante, 1 caixa com
50 libras de rap nacional airumado, a 100
reis por libre, total 5/, abandonado aosdi-
direitos por Cauinlu Filhos.
A i f.n lega de Parnamburo 24 de novem-
bro de 1857 O inspector, Beuto Jos Fer-
nanlts Barros.
Pela ioa^eccSo da alfandega se faz pu-
blico, qoo no .lia 27 uo correte, depois do
m.io di, se h.lo de arre natar a porta da
mesma reparticao, 37 caixas com cebulas,
pesindo 165 ai robas a s por arroba, total
165a rs., abaodr nadas aos direitos por Tho-
maz de Aquino Fonseca iv Filno, sendo a
a srevinu disio so V. Exc, para que se
ie de o mandar fazer publico e pela ca-
pitana do poito .essa proviocia.
Dos guarde a V. Exc lllm. e Exm. sr.
presidente da provincia de Pernambuco.
francisco Xavier Bomtempo.- Conforme.
Francisco Lucio de (".astro
Capitana do porto de Pernambuco 20 de
novembro de 1857.o secretario,
>_____.\1 jXandrw l'.oirignes dos Anjos
Junta da laze. da da mesma1 thesouraria, se ; airenialac3b livie de direitos ao a na-
ba de arrematar, a qnem por menos lizer, a unto,
obra do 1.Manco da ramilicac3u do Japo-i
mim, avallado em 17:361^ rs.
A arrematado sera feila na forma da lei
provincial n. 313 de 15 de maio de 1854, e
sobas claosubs especiaes sbsixo copiadas.
As pessoas qi.e se piepozerem a esta ar-
remalacSo comparceniu na sala das sessoes
da mesina junta no dia cima declarado,
l.ido meio dia, compelenlenieate habilita-
das.
E para constar se manlou allixar o pre-
sente e publicar icio Diario,
Secret ra da thesouraria provincial de
Pernambuco 17 de novembro de 1857.o se-
cretario,
-Mfanlega de Pernambuco 2t de novem-
b o nandes Bairos
O lllm. Sj-. inspector da thesouraria
provincial, em curuprimento da resoluc3o
da junta da fazenda, man a fazer publico
que no dia 17 de dozembro prximo vmdou-
ro, vai nova mente a praca para se arrema
lar a qnem por menos lizer a conservac3o
permanente da estrada da villa do Cao d'A-
Ibo, avahada em 6 0005 rs, por lempo de 10
u ezes
E i-ara constar se mandou allixar o pre-
sente c publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Mfl ~
DE
SANTA ISABEL
Tando Haallta to rnm a rfcitu ao "lia 26 do cor-
raule, sob o numero 84.a, primeira -..gnalura
conlrahirla por aata emcrtia, Hilaria ella a um doj
mam lacradM daveres aemo itinaiase a.,, sanliorra
as>li(naiila e ao pulil co e.ui gcral, um tato de gra-
lidlo, pala eonslaiile coadjuvai;ao que Ihe prasluu
il'.rante os isu ire prirtieiroa matea. No oanle
niio poleudo dcnar a ampiara de continuar n dar
mais algumaa raprearnlarOca at oa proiimoa das da
fula, por laso que tcm a companhia contratada, e
man alguna arlialai qoe espera nu p.imriro vapor do
sul, val de novo abrir moa asignatura de 8 recitas,
qu lera' runelo n.. dia saliliado ^8 do eorrenle.
O emprrzario ronseio da ter envidado loJus os
RU wfar{M para bem cumplir, uia s com as o-
urigares que llie impOe o cunlralo celebrado com
o Em. gi.veriio da provioria, m ainrta para rom
o public.i, na variedad* e deiempenhu dos dirTeren-
l'i drama) comedias que apresenlou, nao se furia
por jaso em implorar deiculpa e maamo indulgen-
cia, ,e por ventura nAo po ie conseguir, apezar de
aaoa bous de.ejos, o sa isfazer completamente lano
a om como a ouiro, e alo em allenrAo a.), pouros
recursos e airaros em quo se esta' acerca dos objec-
tos da arle e seu. aceessorlos.
(.unta, pola, merecer a devida indulgencia, pro-
lisiando, i-oniii i........(a. conlinuar em aoas inasnas
lides ara engra Ircimento da a.le dramtica, qu*
anualmente profess., e em beneficio du sea lio qoa-
ndo theatro de Santa Isabel.
*rr>W{f
Gabinete ptico
ATERRO DA BOA-YISTA
N. 4.
O director deste salao participa a seus
Ilustres prutectores, que tem posto no salao
uma-agradavel exposicSo de vistas todas
novas.
1.- O grande hombardcamenlo de Sebas-
, topol.
2 a 7'omade de MamelHo o ataque da torre
MalacolT.
2 Os principios da balalha de Inker-
man.
*. Os principios da balalha do Alma.
5.* Os Francezes ebegaudo em ayuda dos
Turcos.
6. Um sollado fraucez comvidando a seu
inimigo l'.usso.
7.' O vapor da companbia Luso llrasi-
leira, Torca de 300 cavallos, toneladas 1534,
tomado cm frente da lorre de Belom em
Lisboa.
8, (hegada ao .Mxico Fernando Corles
>. Fernando Cortes bola por lena os do-
los.
Jo3o Bar em Versalhes.
Joo Kart em Bergues,
E nlicio grego Iluminado.
A cidade de Barcellona em Hespa-
0 Ponles da loja ila ra da Cailnia do licci-
quaes 3o de prnpriedade de urna pessoa que I Jt *' r.tiC(' u el" vap"' mburgae* o,
se retira para fora da provincia, e por i',so T'al "v-qu.-s de ca.nbra.a roJta-
. vio I dos de blC0 (lue sc lJ,n ?lsl "u "osso mer-
ca to. nicamente se vende para as senhora
Hanoel Igaaciode A villa, propre-
tarjo do solo cm qoe existen, as beoifei-
tonas que pertenceram-ao casal do lina-
do Jouijuiu Antonio Ferreira de Vuscon-
oellos. teodovisto umedital no Diario
de Pernambuco em o riual se declara
que lindos osdia.s da lei, vao ditas bem-
Ici 11
serSo vendidos sem limite algum : sexta-,..
jeira 26do corrente, ss II boraada manliSa.',... L..* I
*___________________!__________________, de bom gosto, e mudas mais lazendas
uitorias ser arrematadas: vem pelo pr-
senle declarar que o solo em rp.e esto
as indicadas berneitorias vai apenas a
camb -a quepassa no fundo dos dous so-
liiadoseqtieoioiode cada palmo he de
Ht> $$ a*?'.'>*9Vt>0<
Na liviana ns. e 8 da praca da
Independencia, piecisa-se fallar no Sr-
Joaquim Antonio de Mornes.
pnameuro de senhoras da moda, e ma
se a amostra.
Millio novo a 5.^500
o meco.
Vonde-se na trsvessa da Madre do Dos n
loras 500 rs. por anno, deveudo os pretenden-
nda-1 l,'s enten^ep^e com nunciante a res-
peito do titulo do foro.
Falla de carnHuba.
ninoociiicin iTtittnnfattlta>- 64, laberna.o" no armazem deEmetenoAla
l--'lU '*' a0 ^UVOQVapUlC A ciel da Silva s Ir i 3os. largo da Assembioa.
(Jcvimmiuu'Aim
10.a
11...
12.-
13.'
aba.
14. Chcgada de NapoleSodc Santa Helena
a Pars.
15.n os contornos de Paria, do lado da
Sena.
16. Vista dos invlidos em Paris.
17 a Panorama de Pernambuco.
18. .NapoleSo I, botando ocolo em frente
da Cathelral delliISo em Italia.
O stlSo estar aberto das 7 at as 10 da
noite. Entrada 500 reis.
I


Seguo para o Porto com toda a brevi-
lade, pur ler parte da carga prompta, o pa-
tacho portugus Mana, de quo he captlao
Hanoel Rodriguea Alves; para o resto da
carga e passageiros, trala-se com Francisco
Sevcriano Rabello A Filho. ou com o capi-
tal) ua praca do com.uercio, ou a bordo.
para i m
DE
BHIUE DAMoO*.
Vai seguir com toda brevidade o brigoe
nacional Uar/3ri, bem conhccido pela brevi-
dade de suas viagens, e classificadoo pri-
meiro na carreira para aquello porto : quem
nello qui/er carregar ou ir d:> passagem, en-
ten ta-se com os consignatarios Feruandes
di Filhos, ra da Cadcia Co Recito.
Para o
Rio de Janeiro
guc por estes dias 'o bem conhecido
Em roncquenria de nao se liaver reunido
numero sulliciente para a sessao extraordi-
naria da assembla geral annunciada prra
22 do correle, licou transferida para do-
mingo -29, as mesillas horas e no lugar iu-
dicalo; e de novo convido a todos os se-
nnores socios, anda mesmo os comprehen-
didos no art. 11 dos nossos estatutos, a
comparecer.O I.- secretario.
A a Ferreira Lima.
Joaquim Barboza Lima avisa aos
senhores estudantes de ireparato-
rios, que ensina particularmente in-
glez, francez.latiin, relhorica, e geo-
metra : quem quizer matricub r-se
em sua aula, pode app quer hora do dia,na ra da Manguei-
i -i n. >.
--- Vendem se ceblas em molhos al/,
muo novas, vindas de Lisboa na barca Ma-
ri Jos, e despencsijas a 640 o cento, e
barris com cavalinhas novas e grandes a 89:
na ra da Praia o. 18, armazem.
COMPAMIIA
do
bo-~ !;* -_
A dueceo tem autorisado o caixa da
companbia jo Sr. commendador Alanoei
tioncalvesdat Silva) para efTectuar o pa-
gamento do 19 dividendo, a razao de
aw| .So00 por acro.Escriptciio da com-
" /e*i Pun,'ia do Belieribe, 13 de novembro '
ente in- fi
nliia do Belieribe. 13 de
1857.Goilberme Sctte, secretario.
Saceos com farinha, saceos com millio.
Jendem-se no armazem
Filippc da Costa di C. : ra
n. 7r>.
de
do
Joaquim
Amorim !
PARA LEM TIVEK BOM GOSTO.
Ven le-se um bom sitio com peno de SOO
palmos de frente, e 1,50* do funio, cheio
de mutlas fruefiras de diversas qualidades,
com duas grandes baixas para capim, terre-
no excellente para plantacdo de leguoies e
hortaliza, commodidades para se lazereni 2
yiveirus por ter camboa d'agua salgada no
rondo, casa sori.el para inorada, murado
na trenir. e de um lado, agua de beber, etc ,
ealem do indas estas bouJades, quem qui-
zer maula- fazer um. morada de casa com-
moda e aceiada, ja tem um forml lavel e
bem feto aheerce para isso, com o palmos
de frente o lio de fundo, guarnecido com
dous portOes um de caja lado ; e r>e perto
da prc por ser logo ao sahir do Mangui-
nho para os Alllictos : quem o proteo ler e
quizer ve-lo, eutenda-se com o proorialsrio
Jos Saporiti. morador na casa annexa ao
dito sitio de manlia aleas 9 horas, e de
tarde das 5 em diante ; e no decurso do dia
no liecife. escriptorio dos Srs Bastos & Le-
mos, ra do Trapiche n 17.
Precisa se de doos tr'aballiadores de
enchada para limpar um sitio perto da pra-
ca, a jornal, ou do emp eitada, bem como
para limi>ar os arvoredns do dito sitio :
quem estiver neslas circuiiislancias, ou s
ptoeozor a isto, queira apresentar-se no pri-
mero sitio Ua estrada dos A111 icios, lado di-
reito, quo ah achari a pessoa com quem
deve tratar do ajuste.
.Yossa feeiihora da Concei-
PROVINCIA
cfto dos 3rutares.
Se
Dr'8ue nacional Almirante, de primeira rr
cn, tem pro".pto quasi todo o carregamen-
B>. e so recebo carga muda e passageiros :
quem iidic qmzer carregar ou ir de passa-
S"m, enleuda-se com o consignatarios Fer-
oondesM-ilhos, na roa da Cadcia do Re-
cito.
")r fara l.isboiiasrjjgue cmanla a I
de harca porluguez Progressista,
brevi )a-
, por ter
prom,.la parte da carga, para o resto o pas-
sageiros.para o que tem asseados commodos
irata-secora os seus consigualHrios T de A.
Fonseca & lillie, na ra do
priineiro andar.
Vigario ii. 19,
PAEAO
Maranho
ePar
o veleiro plliabotc Lindo Paquete, ca-
pitfto Jos Pinlo Nunes, sigue para os
portos indicados com toda a brevidade :
quem no mesmo pretender carregar,
queira entender corn os consignatarios
Almeida Comes, Alves i\ C na da Cruz
n. 27.
PARA O ARACtTY.
0 hiato uvidoso sabe impielcrivelmente
no dia 29 do correle, ainda recebe carga, e.,
passageiros: a tratar na ra da Madre de
Dos n 2.
Par* o Rio de Janeiro sahe al o da 5
de lezcmbro a limito veleira e nova barca
llecife, a qual ainda recebe alguma carga a
lete e passageiros, para os quies tm aceis-
l"S commodos ; pare tratar, com M noel
francisco da Silva Carneo, ua ra do Viga
rio ii. 17. pi imeiro an l< r, ou com o capUSo
.Mnioe!Jos liib iro, a bordo
De ordem da actual mesa rege to a da ir-
mandade da mesma virgem Senhora, s9o
convidados pe > nesente todos oa senho-
res irmaos da referida irmandede a cornea
jroce.em na jg.eja da mesma Senliora, as 9
horas do dia 2!) do corrente, para mesa ge-
ral, proceden lo a assist^ncia da missa vo-
tiva que se lia de celebrar a boj de crocc-
der-se a eleicao do respectivo presidente,
que tem do funecionar no primeiro futuro
anuo rle 1858. Consistorio da irm-ndade 26
deno'cmbrode 1857.- No impedimento do
irmao secretario, Manoel Camelo Possoa de
Lacerda.
(ompra se um preta ou mulata parida
de pouco lempo, que seja moca e sadia ; pa-
ga-se bem: quem liver annuucie para ser
procurada, ou leve a casa do lenle coro-
nel Vilella, na na I'ormosai
Precisa-sede urna ama que tenha bom
teite : a tratar na ra do l.lueimalo n i>
loja do fazen las de Albulo Jos da Silva, ou
n ra liireila n. !l, segundo an lar,
Compra-se urna prensa ue copiar, que
o brar;o uo paraluso tenha uas ext emidades
lilas ue ferro : ua rcstilacao por traz da
igreja do S. Bita.
- Os abaixo assignados fazem publico,
que de hoje cm diants deixam do vender em
sua loia, sita na ra do tjueimado n. 3s
roupa eita cm paz estrangeiro Recife 24
de novembro do 1857Pinoeiro & Uliveira
|)eseja-se fallar com o S'. Dr. Francis-
co Jone Cardoso Cuimaracs, antes do retirar-
se para a Baha ; na ra da Cadeia de Santo
Auioiiio, casa de alfaiate.
--- A ii man lado da N. S da Soledade
alora 10 primos de terreno que possue na
ra de Joao Feruandes Vieira os preten-
i denies remella in no da 28 do corronte. as 4
horas da tarde, suas propostas era carta lu-
chada, no escriptorio da resp ctiva igreja.
O escrivao oa irman lade de N. .s.'da
Sdedaio, de ordem do Sr j ii/, avisa aos r-
mflos mesarius, que no da s8 do corrate,
pelas 4 horas da tarde, ha mesa, e convids a
lodos para que niio deixem de cimparec r
no da e hora marcado, nu consi>torio da
respectiva igreja.Jos Aulunes (i-imaiaes
-- Precisa-se de um atnassaiior : m pg-
daria da ra larga do Rosario u. 48.
Precisa-se de um rapaz portuguei de
12 anno?, para caixeiro de padaiia, para
vender pflo e trab; Iho de ten '.'ira. Na mes
ma tambem precisa-se de um atsassador
na ra da s-n/al Velha u. 9u
Precisa-se atugar urna ama para to lo o
seryieode casa de puuc*. familia a tratar
O Sr. lliesouieuo das loterias manda
fazer publico, que estao expostos a ven-
da, lodos os dias, no pavimento terreo da
casa da ra da Aurora n. 2(i, das 9horas
da manhaa as 8 da noite, bilnetesemeios
da ultima parte da primeira e primeira
da segundi lotera do Senlior Bom Je-
ss das Dores, cujas rodas nndam no dia
28 de novembro.
Thesouraria das loterias, 12 de novem-
bro de 1857.O escrivao, Jos Maria da
Ciuz.
Ouem quizer possuir 5 casaes de cana-
rios do reino, excellentes productores, di-
nja-soa ra da Sania Cruz n 28, das 7 as 8
l|2 horas da manhaa, e das 2 at as 6 da tar-
de, que acuara com quem tratar.
A pe*soa que quizer tomar urna enan-
ca de doos metes .ara criar em sua casa,
dinja-se a ra rormosa, casa juntq, ao lam-
peao, que achara com quem tratar. Na mes-
ma casa precisa-se de uu.a ama de lei te for-
ra ou captiva, sem lilho ; paga-se bem.
--- Hechegado a ra Uireira n. 14, es-
quina que votta para S Pedro, o melhor mi-
luoque ha no n.ercado, vende-seem porc5o
oaietalho; tauheui vende-se urna porcSo
de fejao fradinho mnito novo a 40 res a
CUId.
Precisa-se de urna ama que saibaco-
zinbar, fazer o servico interno de casa:
na ra do Livrameiiio u. 20, segundo andar.
Precisa-se alug^r urta pre a para ven-
derna ra iniudotas ; na ra lirgs do Ito-
Ssrio n. 46, segundo andar. Xa o esma avi
sa-se as senhoras que gostsm de dar boa
educaaoassiias crias, qoe ensina-so bem
a coser, bordar, marcar, labvnntbare Tazer
toda quali lade de costura chao, tanto de
nomem como de senhora, e tamham eusiaa
se a fazer bolintios, pastis, po iiis, senme
do, alema de ovos, algumas qualidades do
doces seceos e decada, i repara m-sc pre-
suntos de fiambre e muitos pralos prounos
para jamares.
- OfTarece-se otra rma para todo o ser-
vico interno .le urna casa, a excepc/io uo cn-
gommado; a lialar ua ra das Cmzes u
26, segundo andar.
- Precisa-sede um amassador ; na ra
da Senzala Velha n. UU.
Jos Francisco da Silva Caedo, subdi-
to portuguez, rera-se para Portugal.
- Precisa-sc de um caixeiro qoe tenha
ortica de taberna e que seja diligente, para
o balc3o : no largo da nbeua de 5. Jos u.
I, taberna. #
Trai-passa-se ou az-saoutro qualquer
negocio cora urna hypotheca do valor de
l:(iuu> ; faz-se semelDante negocio por ler o
hypothecario do retirar-se desla provincia
por muda, pur estes das ; quem pretender,
dinja-se a ra da Gloria n. 55
-- Precisa-se de urna ama secca, e que
queira ir em companhia de urna familia para
o Rio de Janeiro, pagase bem na ra da
Gloria n 55.
CU MUITOS.
J. Prseger & C ra da Cruz n. 111, leem
continuamente um soitmenlo das mais
acreditadas marcas de charutos da Baha,
oomodeputados, c..t< flores, missisippi, for-
ma llavana, ele etc assim como um es-
plendido sornmento de chai utos da Havana
O abaixo rssignado previne ao Sr.
thesoureiro das loteras e aos senhores ga-
r-antidores, que perdeo o meio bilhete n.
I91i da ultime parle da primeira c primeira
la segunda luteria do Senhor Rom Jess das
Dores, rubricado por f. J. La y me, tendojun-
to ao laiao as iniciaos A /. o que o distin-
gue do otllro meio bilkele potanto
Vende-se palha de carnauba inuito boa, e
preco commodo : na ra da Madre de Heos
n. 2.
Pelo juizo de orpbos 6e faz cublico,
que tem de ir praca publica e a quem n ais
der, o escravo Jo3o, crioulo, de idade de 4(r
aunes, pertencente a U Torqusta Faustilia-
na de Jess e sua filba menor Maria. pela
: quantia de 1 60B, e a requerimenlo da mes-
ma quem nelle quizer tancar, dirija se ao
aterro da Boi-Vist- n 9, sexia-fera, 87 do
correle, lie a primeira e ultima praca.
COMPANHIA DE SEGUROS.
Novumenle convidamos aos Srs. accio-
nistas da companhia L'tilidado Publica, a
comparecerem no dia 30 de novembro cor-
rente, ao meio di, no escriptorio da comea-
nhia, alim i* se dar execucao a segunda
parle do art. 41 e art. 42 dos estatutos. Re-
cife 25 de nove-s.bro de 1857.--Os directores,
L iz Antonio Vieira, Manoel Joaquim Ramo:
e Silva.
Precisa-se. de urna ama que cozinhe n
f'Ca o mus servico de urna casa de pouca
familia ; a tratar na ra do Vigario, taberna
n. .*,
O Sr. David Urpia que trouxe do
Rio de Janeiro urna encommenda para
Francifco Jos de Souza Lopes, mandada
por Tinoco & Medeiros, appareqa natra-
vestadeS. Pedro T. 2, ou declare sua
morada.
f{ Roiiho de um cava lio.
Furtaram na noite de 21 do corrente do
sitio em Sanl'Anna, aonde mora o 8r. Nasb,
que he junto ao sitio do Sr. Amorim, um
cavallu de carro, rugo, com algumas pinlss
de oedrez, grande, bem foito, gordo e rouito
manso; cimas brancas o pret-s, e a cauda
tambem, mas com as pontas brancas, cascos
ora neos e bastante grandes, e alguma cousa
moles : quem sear, e lovar este cavado ao
s bredito sitio.ou no Recite na ra do Trapi-
che Novo n. 10, em casa de I'atou Nasb &
C, sera bem re-compenssdo
-- Precisa-se alugar urna eserava, que
saiba cozinhar, e engommar, pare casa de
Pequea familia ; ipaga-se bem : na ra do
Crespo n. 4.
COMPANHIA
Peri amhiicana.
A sess3o da assembla geral dos accio-
nistas, nea transferida para sexta-feira 27
do corrente mez.
- A pessoa que tiver cajos em porcSn
e queira vender, dirija-se a ra da Floren-
lin, casa envi IraQ.ia.defronte da cochoira,
qoeacb.-ira com qu^m tratar.
A pessoa que annunciou querer con-
iraUr um preto que diz ser bom c ztobeiro.
adinlando-se;:i00-3000 para sua slforria, di-
nja-se s ra do Trapiche n. 8, para tratar do
mesr.o negocio.
Granel
6
Hl5it*a
O agente Uorja far leilao em seu ar-
mazem na roa do Goli^gio n. 15, de urna
gande quanti I Je de obras de marcinerja
novas e usadas, de ditfere.itr-s qualidades,
objectos de ouro o prata, relogi is para al-
gibeira.enfeiles diversos para sala, urna ri-
ca crlcira liomeopathica de tinturas rio Dr.
Mello Moracs, e muitos outros objectos
etc., etc., que se acharan patentes no n es-
moarmazem no lia do Icilito, bem como
una ptima eserava cozinheira e eugom-
madeira : sexta-feira 27 do corrente as II
horas da maubaa.
LEILAO
eserva.
tar o dito mel btlhete n3o o paguem, boia
perlence o premio que nelle sabir ao abaixo
assignado. Jos Antonio Corris de Araujo
.
D-se 504/000.
Na padaria da ra dos Pescadores precisa-
se de non forneiro que s.ja bom.
Pelojuizodeorphos, hoje 27do cr-
ranle, por ser a ultima praca, tem de ser ar-
rematada a quem mais der ^oi renda, a casa
terrea n 74. sit m na de lionas desla ci-
dade, a beneficio do ophSo lilho do fina o
Francisco Antonio da Silva : quem preten-
ler tancar, pode coiiioirecer as lloras com-
petentes da audiencia, e n ctsa da residen-
cia do lllm. Sr Dr. juiz de orpbSos. no ater-
ro da Boa-Vista n. 9, que sero recebidos
seus lances.
PublicacSo iilteraria e religiosa.
Acha-se nos prelos da typohiaphiado
Rvm. Sr Frsiiclsc.i Coelno de Lmos e Siva
a obraMemoria Histrica e Biographica do
clero Pernambuco, peto padre Lino do Monte
Carmello Luna ; e cujo prospecto ja foian-
nunciado por este jornal: recebe n-se assig
naturas (le 3a0oo. na mosma typograjlua,
lefronte da igreja do convento de S Fran-
cisco.
Offerece-se um moco brasileiro com
16 nm s de i la le, para caixeiro de loja de
fazen las do que ja tem alguma pralica ou
bes o para nutro qualquer negocio, a ex
ce. cao de taberna ; a Ir. lar na ra da Sen-
zala Velha n. 9t.
Precisa-sa fallar com o Sr. Cazuqu
4' ,,_ i que foi caixeiro do Sr. Falque, e com o Sr.
CXia-lclia 'i/ lo COrren-|Eiioqief0i caixeiro do 8r IsaacCurio, a
negocio que iilo ignuram ; na ra do Col-
legio n. 9
No largo da Assembla n. y, precisa-se!
fallar ao Sr. Jos Ferreira Marinho, a neg-
eio de seu inleresso.
Xa pa aria do Farte do Mattos precisa-
se de om Caixeiro.
Na padaria de Ponciano di Slgalo,
precisa-se do um bom amassador; paga-se
bem
Joo da Silva Boavista faz sciente ao
res^eilavel publico, que mngueiu faca ne-
gocio com urna lettra a seu favor da quantia
de 1:000o sacada pelos Srs. Dias & Falcjo.
te Manisuguaee, e pede aus Srs. Bailar ?,
Oliveira, negorianlcs d.-si praca rara a n.l j
pagar, visto ella se uclnr aasignada as cos-
tas, e vencur-sa no (im do corrente mez, e
ter-sA deseiicamtnhado. Recife 26 de no-
vembro de 18^7.
Vendem-se travejam'nlos de louro de
varios tamanhos ; na praia de Santa Rita,
reslilaciio.
ce
~ OSr. JoseJoacpiini de Amorim lia-a|d"em se propozer a este aajQ
te, as i 1 horas da
ilifta, na ra Nova,
n. %
ma-
Ioja
agente Fesana,
eucarregado por Mr. Augusto Colombiez, I
lara" leilo no dia e liora e na casa cima
indicada, por cessacao de negocio, de um '
variado soitimento de roupa leita, como
calcas, casacas, Golletes, palils e sobre-
casacas de diversos teitios e qualidades de
lazendas, chapeos, licnetes, bicos, rendas,
pepies de tartaruga e escovas, cortes de
colletes de cachemira, de sedaede'usto,
e urna inlinidade de pequeas pon-oes de
differentes objectos todo de utilidade. Se-
ar quena ter a bondade de vir ao es-
criptorio ele Novaes & Companhia, na ra
do Trapiche n. o, que se Ihe deseia
fallar.
* Alugam-se c venderr-se superiores bi-
chas harnbiirgaezas oor pn co coiimodo:
ns ra da Cadeia n 28. defronie da l'.elacao.
O Sr. c. c, Jobnston desoede-se tor
meio deste de tolos os seus amigos; roga-
Ihes o especial favor de desculpa-lo n3o ter-
se despodido pessoalmenteem razo de seus
lazeres.
Precisa-se alugar urna eserava pa-
ra oserviro deumacasa deamiha eriue
saiba engommar alguma cousa : na ra
da S. Cruz, n. i8.
Precisa-sede um caixeiro que tenha
pralica de vender ferragens; na ra do
tueimado n 47 A.
Pracisa-se do 2 caixeiros qu- tenham
alguma pralica de cummercio, para um es-
tabelecirxento de alguma importancia no
m>to; quem estiver neslo caso, pode diri-
gir-sa a ra da Cadeia do Recife n. 33, loja
GOLLEGIO DE SANTO
O abaixo assignado, riiiec'or do collegio
de Santo An ir, avisa a todos os pas d,- seus
collegiaes, e faz sciente ao pulihco, que mu-
dou o sen estabelecimr-nto da praca da Boa-
Vista psra a ra do Hospicio, sobra 'o con-
tiguo ao Gy-onasio, aonde po Je ser procura-
do a qualquer hora do da.
Andr Alves da Fonseca Jnior.
Antonio ..o Moli l'nlcSo rec;bc caval-
los de trato, c comprometi so a trata-Ios
multo bato, por ler para isso boas commo-
didades, e son lo isso fe i to por p>cgo muito
mo lie.>; a pessoa quo pretender, dirija-se ao
aturro do Giquia, qoe la o encontrar para
iralar negocio.
e sorli-
roento.
Chcgou taberna grande ao lado da igre-
ja da sotedade, um grande sortio en'to de
gneros bous e novos, e vende-se pelos pro-
cos seguiotes : mmieiga ingleza a 960 rs .
tranceza a 600 rs., queijos do reinos 28240.
de prato a 720, do se.lSo muilo novos intei
os de I a 20 libras a 400 is., e a reUlboa
4-U ei 4*0, passas novas, Bgos, ameixas,
ameodoas, docedegoieba a 19230, 1940 e
I36i 0, la;as de 2 libras de marmelada a 1,281)
rs., cartas linas para voltarete a 400 rs., es-
permacete a 800 rs., cavada a 120, cordas de
liuho a 500 rs. a libra, massas finas para so-
pa, bolaclunhas tinas e grossas, da Ierra o
ue fora, cd- bom de multas qualidades, her-
va-matte. vinhos bons de muits marcas,
champagne, licores, agurdente de canoa, o
melhor que ha nesle genero, saceos com fa
nnha e teij3o tr.ul tmiio com branco, e mui-
tos gneros que os fregnezes ven lo, nao dei-
x^rao de comprar, tanto pelo pioco como
pela quahdade. ^
COMPANHIA
Brasitetra de paquetes a
vapor
u? w-X 8bin,d0 Venle da companhia
faz publico que reeebeu ordem do Sr ue
rente oa companhia no Rio de Janeiro'pira
contratar o fornecimento de carvio aos va-
pores, neste porto : o carvao ser grosso e
da primeira quatidade, para machinas de
vapor marinas, e sera posto a bordo aru-
mado as carvoiras, fzendo-=c o pceo pa-
ra cada urna tonelada de 70 rrrobas, com
as con ncr.es que o agente expora no acto
de contralor, n-sta conformida le quem so
nropozer ao dito fornecimento de carvSo
rod dirigir-se ao escriptorio Ja agencia
ra do J mpkho n o, ao meio dia -g.In0-
IllUZ C I : l i .
-- Oa-se. um ptimo terreno na comarca
te Nazareth psra se levantar um eogenho.
tendo quas. toda a cadena e lijlo prompft
em cuna da obra, com torno e cas de ba-
5^S;..-^-a.,;-;
&
3
....
O Dr. liras l'Vrnaiidci, n.adica fnou
>ua r.--i i.ii'-n no arguado andar da caa
J.i rila utraila do Rosario n. :I0, un le poda
arr procurado para o exrcicio de sua iirv-
li .'.lo.
*
I Consultorio
I CENTRAL HE0PA-1
H THICO. e
RLA DE SAMTO AMARO,
# (Mundo Novo n. 6)
a-. r1Sab'n. Ole*io l.odg.r Pii.1.0 Z.
Z la consol.., lodo.oa ai., olea, dele j)
horas da manh. a, 3 da ,,; 0( conyB w
g lea p,,. Vltll.a de.erSo dirigidoi por a.
sellios
patente inglez.
Sflo elirsa1os e aehan-M a venda oa vrj deir.i
a bem coiiIifciIus jellina inclezea palenle; na roa
do Trapiche-Novo n. 12, timazem de fazeodaa de
A laiii'uii & C. llowie.
Na roa (N'ova n. 18, laja de M. A. Caj,
A C, ha um gran lesortimeiilo de obras (el-
las de jj.l'i.t les, as mais bem acabalas que se polcm
encontrar peste genero, casavequese mon-
taras oromptas .ara ns senhoras que raou-
lam a cval o, un. gran le son i rento de dif-
erentes lazeiMu para vender-se e fazer
qualquer obra de encommenda
s fa um 10 paia todos.
VNDE-SE
Cobre e metal para Corro.
I'icijns de cabree de metal.
Calios da Russia e de Cairo.
Cabos de manillia.
Lonas, brimde vela, ebrinzao.
Clavinotes para caca,
lstanho, velas stearinas e banilha.
No armazem de C. J. Y*tU?y & C.
o preco
MUTILADO

ILEGIVEL




DIARIO DE PERNAMBUCO SEXTA FEIRA 27 DE NOYEMBRO 18J7
G0ISETQR10 HKSQPiTHiii}
DO
Rl'A UA'.CADEIA, DEFKONTE UAOKUEM TERCEIRA DE S. FRANCISCO.
Onde seacham sempre os mais acreditados medicamentos tanto em tinturas como
m glbulos, preparados cora o maior escrpulo e porprogos bastante commodos
. PREQOS FIXOS
Botica de tubos grandes. 10/000
Dita de -24 159000
Dita de 36 209000
Dita de 48 259000
Dita de 60 30J00
Tubos avulsos a...... 19000
Frascos do tinturrademeia onga 28000
Manual da medicina homeopathica do Dr Jahr com o dic-
.} cionario dos termos de medicina ., ... ,
Medicina dooeslica do Dr. Henry......% '
T.-aumento do cholera morbus t
Repertorio 4o D Mello Moraes .
209004
10004
2/000
00
* **3a6a*:*aa8Ktea^esstft
* s#?
* I'LDHAS PRECIOSAS' *

% Aderezo* de bullanles, jjl
$ diamantea e perolaa, pul- rM
* cir.is. allineles, briucoa -*
4 B melas. bol6ea e minis *
* de difireme uuslus e de S
j6 diveraaa pedrea de *lor. *
LIJA BK lliRUBI
Ba do Cabuga' n. 7.
Recebem por to-
dos os vapores da Eu-
ropa as obrus domis
!r^obr.;:,'d",l,,i",l modernogosto, tan-
lirnmiiiiiiiiiiia8Biaww>| to de Franca como
de Lisboa, as quaes vendem por
pre^o coiumodo como costumanf.
? Compram, vendem oo ^
Irocam prala, ooro, bri- &
?: Ihanles,diamntese per. ^
W las, e.iHiii.i- quaesqoer
OURO E PBATA- i
i y
j Aderemos cnmplolua da k
'* ouro, meioa dilos, pulaei-
j ra, alfloeles, lirincoa e *
K rozelaa, conloes, Irancel- 5J
J lina, medalhas, correnlcs *
* e entalles para relogio, e *
i*j ouiros inuilos objeclosde :'
*: ouro.
ji Aparelhoa completo' de *
y, prala para ch.i, bandeja*. ;t
^ salvas, caitigaes, collieres ?
'*. de sopa e de clin, e mu- ?
0 loe oulroa objectos de 1
M prala.
m
Casadesaude
O Di-. Ignacio FiMho Xavier es-
f> tabeleceu em sen sitio da Pussagem
I
i
o
o

i
i
&
>&
da M&gdalcna, que lica ao norte
da esliada entre a ponte grande
ea pequea do Chora-Menino, c.\-
cellentes acoinuiodacdes para re-
ceber todas as pessoas enfermas
que se quizerem ulilisar de leus @
serviros medico, os quaes serao
prestados com o maior esmero. @
O mesuio Dr., para o lim supra- ^
indicado e para excrcer qualquer
outro aclo de sua prolisso den- t$t
tro ou fra desta cidade podera'
ser procurado a qualquer ora do ?
dia e da uoite, no referido sitio, @
a excepcao dos dias ulcis, das 9 ,'j
hora da manhaa a's i da tarde, @
quesera'encontrado no primeiro @
andar do sobrado n. 9, do pateo @
t^ do Carmo.
SEGUKO CONTRA F0O.
Companhia Alliance.
Etubaltcida em Londres, em marco da 1824.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, lea a honra da in-
formar aos Srs. negociantes, propietarios de casas
e a quen mais convier qua esto plenamente tu-
torisados pela dita companhia para eSecluar segu-
ros sobra aditicios de lijlo a pedra, cobertos de
Ulha a igualmente sobre os objectos quecontiverem
os masHOs edificios quer consista em mobilia ou
a f tmidas da qualquoi qualiada.
Oefronteda ordem lercei-
ra de S. Francisco
CONSULI'OHIO H0ME0PAT11IC0
DO
, DU-P. A. LOBO HOSCOSO
Medico parteiro e operador.
" O Dr. Lobo Muscoso, da consultas todos os
dias e pratica qualquer operacao de cirurgia,
assim como,accode com toda a prompli s pessoas qun precisarem do seu prestimo
para o servigo de partos, praticando as o-
peracOos maouaes ou inslrumenlaes, quaa-
"io nao possa conseguir resultado por me i o
da bomcopalhia, que Untas vezestem ven-
cido dilliculdades, que parecam insupe-
raveis.
HDARCi DO ESTABELEC-
MEHTO DE PIAI.S DE
J. YIGMES
J. Vignes mudou sea estabelecimeato'de
pianos da ra larga do Rosario para a roa
da Cadea de Santo Antonio u. 23, junto da
lielaco.
Schapbeitlin & C-, ra da Cruz n.
~>8, receberam pelo ultimo navio do Ha-
v re, urna porcao de (juaitolas de vinho,
de urna das mais afamadas vinhas de Uor-
deaux : vendem, a' vista da superior qua-
lidade, por prero commodo.
Na fundicSo da Aurora precisa-se
de serventes forros ou esclavos, para
servino debaivo de cobei ta.
% DENTISTA FR1HCEZ.
Paulo Gaignoui deoliala.ruaNova n.il i 2?
%'# na mearaa caa lem agua e pos denlrilice.
O ba-!iarel lvo M.liquino da Cu-
i'ha Soulo Maior, roya a quein levou de
sua casa uin lomo da legislarfio Tirasilei-
i d de 1818, quetenlia a bondade de res-
liluir-lh'o ; pois que delle carece agora
urgentemente.
- Rodolpho Lourcnr;o rarticira ao res
r>eitav6l publico, que acaba deciiegar para-
sua oficina d untura dous peritos oiriciees
de H&mburgo, e por conseguinte se cncarre-
ga do qualquer pintura de casas, lojas, car-
ros, tabolel's e outras quarsquer que se of
ferecer, sendo os seus servidos por precos
uuito commodos, e prometle nao ler demo-
ra : quem se quizer ulilisar, dirija-se a sua
luja, no aterro da Boa-Vista n. 38.
^^@@@-@@@-@^)
Algodo da Bahia, potassa- da W
Hussiae do Itio de Janeiro, e'cal
virgem de Lisboa : na ra do Tra-
piche, armazens ns. 9 e 11.
- Couliuu'a anda por apparct-er urna
pulseira de ouo de 18 quilates, que se Bor-
dea da ponte da Boa-Vista ao atorro, casa
ii. 2: quema tiveracbado, leve-a a ra do
Apollo n. 5, que ser gratificado.
He chegado a luja de Leconle, aterro
da Hoa-Vista n. 7, exi'ellente lene virginal
de rosa branca, para reirescar a pelle, tirar
pannos, saruas e espiilms, igualmente o a-
lamado oleo babosa para limpar o fezer des-
ee r os cabellos ; assim como p imperial de
lyrio de KIoreuga para broloejas e asperida-
des da pelle, conserva a frescura e o avollu-
dado da primorosa da vida.
JOI1M GAT1S,
corretor geral
E AGENTE E LEII.O'ES C.MMEKCIAES,
n. 20, ra do Torres,
I'KIMEIKO A.NUAK,
em Olinda, na ra de S. liento, confron-
te ao Mosteiro ; na ra estreita do Rosa-
rio n. 23, saguudo andar.
A l?200 res.
Na ra Nova n. 18, vendem-se cortes
de casemira d algodSo e brins escuros, Ta-
zenda muito forte, propria para o diario
cortes e para caiga.
Farinha de
mandioca.
Almeida Gomes, Alves \ C, recebe-
ram farinlia de mandioca de muito boa
qualidade em saceos, que se vendem na
tanoaria defronle do trapiche do Cunha a
9.s'0U0 por sacco, duibeiro a vista.
Chales
DE
Toiiquiit.
Na loja do cauto, na ra da Cadeia do Re-
cite n. 5*, ha para vender os ruis ricos e
bonitos chales de touquiui de bonitas ro
res, e bordados a roda, com duas palmas,
pelo baralissimo prego, que na rcalidade
la?, admirar ao comprador, a vista da quali-
dade e do bom gusto, lanilicm ha bonitas
sabidas de baile, de bonitas (ores, or prego
muito commodo. casuvequus de casemira,
fomeiras do fil de linho. gollmhas para do, que serve para qualquer cstabclecincn-
pescogo, tiras bordadas, cortes de .oda de l0 : na f"8 DirelU n. 31.
bonitos pad oes, ditos com 3 habidos, pro Vndese urna preta moga, ou trora-
prios para baile, ditos de harege com b&ba- se por um preto de mi'ia idade : na ra l)i-
reita n. 72, se dia quem faz este negocio.
Vcnd" se a barca brasilea Adelina,
muito velluira, forrada, e encavilhada de
cobre ; os tuctenlentes diiijam-se aos cun-
signalarioslUslos iV l.emos, na ra do Tra-
piche D. 17.
viiiSio liio
DO PORTO.
Na ra da Madre de Dos n. 3, loja, est
venda o superior vinbo lino do Porto engar-
rafado, das seguntcs qualidades: duque do
Porto de 18!5 e 18J, todo em caixas de nu-
zia, bem cuino em barris de 5. e 8.-, do me-
Antonio i.oncalves l'ereira Lima, na villa da ltor que se pode desejar, ha igualmente ce-
Eacada, na tercaa-feira, com o >r. Dr. Ser- ropiga branca em barris de 5.-
A9 seus fregue-
zes-.
Aclia -se o deposito da ra de S. Francisco
n. 6, sonido dos priucipaes gneros alii.cn-
licios, como sejeo, sardinhas, chocolate,
passas, ainei xas, figos, conservas, vinho do
Porto do anno de 1834, cerveja da inelhor
que ha, champagne da ma rafas e meias, licores.absynthio.os melhores
charutos e de todos os pregos, em caixas de
10o e 50, ditos, ele etc., e muitos outros
gneros, que s com a presenga do compra-
dor se ajustar a sua venda.
Vende-se urna grande morada de casa
reedificada de novo, com solSo, 4 portas de
frente, coz i n lia fra, cacimba, quintal gran-
de murado, frente dobrada para se edificar
outra grande cas, com propo ges para mo-
rada dn familia grande, e ter-se um grande
eslabelecimento, no melhor e mais aprecia-
vel lugar da povoagao Jos Afogados, que
vom a ser no pateo da Paz, lado da sombra;
lambem se vendem outras mo~adas de ca-
sas mais pequeas, todas reedificadas de
novo, e trocam-se por outras nesla cidade ;
fainbeui so vendem terrenos no metbor lo-
cal oaia se edificar com gosto ; quem pre-
tender, dirija-sc o capilao Moraes.
Vendom-se 125 formas de velas com
formato de bicodas do espermarele, 1 can
Tasso roslos
Avisam aos seus fregue-
ses que acaba de ciiegar
de Kichmond farinha no
va que vendem nos seus
armazens aos precos se*
guintes :
GALEGA 25E30
O'DANCE 24 SOO
alem destus !em ar.iihas
aovas de Trieste nao s
da primeira qualidade, co-
mo da muitoaiitiga o acre-
ditada
8S$F0
Guarda comidas
Vendem-se guarda-comida* de rame
co e I vasilha oara derreter cera, lulo de os inellioiestiueteem vindoao inet'cado. e
- Vndente superior farinha de man-
dioca chegad.i prximamente do Itio de
Janeiro no-brigue nacional Hercules : na
travessa da Madre de Ueos armazem ns.
te 6.
Sellins patente ingle/.. .
Vendem-se na ra da Cadeia Velha n. 41,
os melhores sellins qne a este mercado tem
vindo. .
Rape francez.
Vendc-sc na ra da Cadeia Velha n. 41,'w
Farinha de mandioca.
Vende-se saceos grandes cora farinba
muito boa : na ra da Madre de Dos n. 2.
m
rape francez a 29500 a libra.
Escravo.
Vendc-se um excellente escravo ja de ida-
de ; na ra da Cadeia Velha n. 41.
' CEMENTO.
Vcnde-secemento, tanto em barricas
como em porggo o a relalbo, por com-
modo prego par acabar, e muito bom : no
armazem de materiaes, na ra da Cadeia de
Santo Antonio n. 17.
Vende-so superior llnhas de algodao
brancas, e de cores, em novello.para costu-
ra, em casa deSoutball Mcllor &C.a,rua do
Torres n.38.
Vende-te superior agurdenle de
franca, tanto em harria como em caixas,
licores e a!>-\ nllie. chegado recentemen-
le, pelo ultimo navio : em casa deJ. Kel-
ler i\ C, na da Cruz n. 55.
(0
l'olha de l'landres dobrada, "_' caixas proprias
para sustanlar as formas e 54 libras de cera
de carnauba, ludo por prego commodo ; na
ra do Seve (liba dos Hatos', casa confronte
ao edificio que se est fazendo para o Cym-
nasio.
--- Vendc-se urna aruveo em bom esta
aba-
dos, grosdenaple do cores bonitas ; o an-
i-unca 111 est disposlo a torrar por dimi-
nuto prego. Na mesma loja da-so fazendas
com peuhores, e leva-se em casas de lami-
llas.
Vende-se o engenho Cachoeira cran-
de na frepuezia de Serinhaem, de muito boa
produrcao, com bastantes var/.eas apaula-
das.me copeiro com o rio Camaragibe, sem
levada por ter a bica assenlaia ao pe da
t .iiiii.i 1, com todas as ferragens precisas eii
mais obras, sendo a casa de vivenda, nova,
distante do embarque dus leguas e meia, e
da estrada de ferro urna legoa, tem o enge-
nho 120 carres de canna de cemente : quem
o prt tender, no Jera dirigi'-se ao liccifo aos
Srs l.emos Jnior & Leal Keis, oucomoSr.
por barat.jwecp : na rua da Cadeia do|
lenle loja de l'erragens de Vidal &
Bastos.
Ferramcnta pa-
ra (anoero.
Vende-se ferrmenta completa para la-
noeiro : na loja de erragens na rua da
Cadeia do Recite de Vidal & Bastos.
BRACIOS DE ROMO PARA
BALABA
Vendem-se bracos de ttotmao paca ba-
lanzas, de lodos os laman los, bem como
de militas outras qualidades : na rua da
Cadeia do Kecifeloja de erragens de Vi-
dal i\ Bastos.
f/umma de ex-
celleufe (jualidade.
Na rut do Crespo, loja da esquina que vol-
l para a rua da Cadeia, vndenle saceos
com gomia, vindos do Cear, por prego
commodo.
Vende-se na rua da Madre de l)eos
n. 12, armazem de Novacs&C.. barris
d Ierro, ou cubos hidrulicos; para de-
psitos de le/.es, a prero commodo.
Rclog'ios.
Vendem-serelogios de ouro e gio Diniz de Moura Mallos, e ao cno Vi-
cente Campello, com Manoel Cnncalves Pe-
reira Lima, que iuformar dos lemiles do
engenho.
Farinha de man-
dioca.
Aos senhores mora lore 110 mato.
Na rua da Cadeia do Itecife n 54, loja do
canto, vendem-se OOUQ a maior baraleza pos- inglez :
rua po Torres n. 38
Ao barat.o
Praga do Corpo Santo
Precsa-se de urna ama, para ama-
meutar urna crianga de 10 mezes ; paga-se
muitobem : na rua de Apollo n. 22.
--- Da abrica de sabao da rua Imperial,
pertencente a niHSsa fallida de I). Candida
Maria da ulva Lima, desappareceu o escra-
vo preto, ci ioulo, de nome Jos Koi, com os
siguaesseguiutes: altura regular, cara re-
donda, cora as fon tes bastantes salientes,
rendido de urna verilha, tem por habito em-
unager-se a ponto de perder os sentidos : jde mandioca, e saceos com bom millio e fei-1 po era certificar da verdmle do annuncian-
quem o apprehender, leve a dita fabrica ou iJ3 de todas as qualidades, e por preco rom-i te. quanto a qualidade, gosto. modernismo
II
m
sivel.que a toios causa admiragao, as fazen-
das mais modernas e de melhor gosto, que
compoem um magnilico e esplendido sorti-
menlo que jamis vcio a este mercado, da
trauc, Suissa e Inglaterra ; aponlam-se as
seguimos, porque a enuuioragao de todas
ellas seria unl'adonho e nHo satisfara o de-
Vendcm-so saceos com muito boa farinha sejo do comprador, que s vista delUsse
aos Srs. administradores da dita massa, Joa-
quina Josi?da Mlveira & C. e Soulliall Mellors
& C que sera recompensado.
--Precisa-se o um lypographo inlelii-
modo ,- na rua do Queimado, loja de forra- e commodos pregos das ditas fazendas
gens 11 14. supracitada loja.
Vende-se um sitio na rua Direita da'
povoagao dos Afoga los, todo murado, com '
iS
o
o
o

-i;
mc tirn
je:
Com deposito e-
ral do seu rap A.iea
Preta, m rua da
Cruz 11. 20, imida-
ranisse para a mes-
ma rua n. 2o, pri-
meiro andar.
5
m
o
o

o
&<
r%%
Compra-se eftectivamente na ruadas
Flores n. 37, primeiro andar, plices da di-
vida publica e provincial, aegoes das compa-
nhiss, eda-se iliuheiro a juros cm grandes e
pequeas quantias sobre penhores
-- Compram-se tamaridos: ua rua da
Cadeia do Itecife n. 61.
_ Compra-se cffectivamr-nle bronze, la-
lao e cobre velho : no oposito da fundicSo
da Aurora, na rua do Itruin, logo na entra-
da n. 28, e na mesma tundic&o, em Santo
Amaro.
Compra-se um relogio de ouro paten-
te inglez, com cadeia ou sem ella ; na rua
ireiti. n. 84.
- Compra-se um casal dopnrquiiV.os da
India eum cactiorrinho folpulo, d^s alvos;
na rua do EnranUmenlo n. 3, armazem.
Compra-se um viado manso : na rua
do Crespo n. 7, loj de S.queira ; l'ereira
Iructos. tnlre ellas uns 50 pea de coqueiros,
lendocsa terrea com a frenie pira a rua,
com os comrhodos seguintea : 2 salas,
qiiartosc cozinln fra : quem o pretender,I
dirija-se a roa Direita desta cidade, no so-
brado n. 74, a fallar com o sou
genio e amostra Jo que so quena encarregai; :| cacimbas, lauque o diflerentes arvores de ;
lora desta provincia, do respectivo IrabaUo '
oda pagmacao de um poriodico : a tratar
la rua da Saudade pi inicua casa du solao ao
tdo dosul, al as 8 boias da manbaa o das
1 da larde em dia uto.
-- l'recisa-se de um caixei o para labor-
na : na rua do Eucaulameiilo 11. 77, porem
que esteja habilitado para tal lira.
Precisa-se de urna ama para o servigo
interno de urna casa de pouca familia : na
rua do Kucantameiilo 11. 77.
Preeisa-se de urna engommadeira que
sej perita e que se encarregue lambem da
I* va geni da roupa : na rua Nova, sobrado n.
-'>, seguodo andar.
A o can
Biiia da Cadeia d?> Recife
loja n. 54.
- Ha rua da Cadeia do Itecife n 5*, loja
cobertos e.descolarlos, pequeos e gran-
des, de ouro patento inglez, para hoinem
esenhora, de um dos melhores fabricantes
de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete
em casa de ioutball Mellor v C.
VIMOS FINOS.
J O II A N NI S B E R C.
E
SP^I'.KLING M0SELLE.
c- I ASTLEV C.
ta, concertam-se por preros razoaveis,
laz-se troco, eda-se dinheiro a premio :
na na daConconliu n. 1.
No armazem Francisco Moreira da Costa, ha para vender
liuguas muito froscacs, a prego commodo
relogios. de pa-
tente
inglezcs'de ouro, desabnete e de vidro:
vendem-se a preeo razoavel, em casa de
Augusto Cesar ile Abrcu, na rua da Ca-
deia do Recife, armazem n- ."(i.
SAPATOS DO AKACATV,
dos melhores que tem vindo a este merca-
do, para bomens e meninos, de palla e de
orelhas : em casa de Caminha A Filhos, rua
I da Cadeia do Itecife 11. 60, primeiro andar
POTASSA DA hSSIA E CAL
Uucimado, continua a queimar na soa loja j VIIPPM
n. 1, esquina do becco do Peixe Frito, nmI VuUul.
lindo e variado sorlimenlo de fazenda.sde No deposito da rua da t.adea do Recite,
huiii gosto, por \baralisaimos pregos, pois I '"'p '-, ha muito superior potassa
que som ambigao so contenta cora um mu- da ftussia, dita da fabrica do Itio de Janeiro,
0 FREGDICA ESTA QEI-
MARDO.
O Preffuica (la rua do
dicu lucro, e nao lhe sendo possivcl notar
oi'n um pequeo aonuncio ludo quanto lem
de bom para servir aos seus freguezes,
menciona apenas olindiuas, fazenda de seda
e algodo, propria para vestido de senhora,
rJtv^jjJ
i
i
4.VS0
m
aos aprt ciatlures
ta boa pitada.
lio chegado a'este mercado o excellente
rap princesa do Morilande, rabncado na
capital do Ceara, cujodeposito se acha na
1 ua da Cadeia do Recife loja de miudezas n.
7, ao prego de IHOO cada libra.
--O prol'essor Torres Bandeira tem aberlo
um curso de philosophia e outro de rbetori-
1 3,0 pretende abrir un novo curso dn liogua
franceza e outro de gcographia, a principiar
do dia l5docjrrente mez : quem pretender
irequenla-los, p Jo procura-lo na casa de
sua residencia na rua ftuva, sobrado n. 23,
segundo andar.
O Sr. Hraga, que levo botequim na
rus do Moras, ou Aguas-Verdes, queira
ciaudar buscar una carta na liviana if. 6 e
da praga da Independencia.
Lotera da pro-
vincia.
O aba'txo assignado vende biHietes ga-
rantidos 1 lelos piceos abaixo notados, cm
rpiautias de lOftJOOO para cima, a di-
nheiroa vista, cm sen escriptorio, na rua
do Collegio n. 21, primeiro andar.
Bilhctea 5^500 recebe 5:000fi000
Meios 2.-:7.->() 2:500s()0
r
. lolhiiilias
para o anno de 88.
Acbom-se a' venda as bem condecidas
ollunlias impressas uesta typograpbia,
para o anno que vem, das seguintes qua-
lidades :
I'olliinba d variedade, contendo, alem
dos mezes, militas noticias scienticas,
modo de plantar e colher a nova caima
de estacar, noticia sobre o millio e al-
godiio, c una serie de couhecimentos
das artes, etc., ele, cada urna! 520
Dita religiosa, a (jual, alem dos mezes,
se reuni a continuado da bililiotlieca
do cliristao brasileiro, contendo os se-
;u:nles ollicios : do .Menino Jess, San-
tsimo Sacramento, Senlior dos Allli-
tos, Pai\ao, Notsa Senhora do Carmo,
Saa-Jose', Santa Amia, Anjo da Guar-
da, San-Francisco de Assis, Santa Hila,
Santa Barbara, Almas, Coracao de Je-
ss; assim como outras orarOes. etc., 1
.'" ........ 320'
ila ecclesiast.ra 011 de padre, elaborada
pelo Kwn. conego penitenciario da S
de Olinda, segundo a rubrica, riual
ios revista pelo E\m. Sr. bispo, que a
julgou certa, como de sua carta exis-
tente nesta ypograpbia. iO
Dita de porla, na rma usada ate ago-
ra. ... ......tO
Vendem-se nicamente na livrara ns.
(i e 8 da praca da Independencia.
IJJtiVOfo Sabio i luz a terceira ediciTo do livrinbo
religioso lievoto Christao, mais correcto e Ma
augmentado, vende-so nicamente na livra-
a rail na
naria
Propria para aniraaes : vende-ee nata-
noaria defronle do trapiebe do Cimba.
Vende-se urna negra de bonita ligura,
sem achaques, com t3 annos de idade, sa-
bendo fazer labyrintho, cose, cozinha, lav
perfectamente, c com principio de engom-
mado, emlitn be urna perfeila mucamba :
quem a pretender, dirija-se a estrada de
Joao do Barios, sitio confronte a capella, se
dir quem vende.
Voodc-so urna mulata moga, boa figu-
ra, chegada prximamente do serlao : na
rua do Queimado, loja n, 10.
Vendas prazo com ur-
inas descontaveis.
Vendom-se 4 bonitos moloques cnoulos,
de idade de 12 a 14 aunos, 1 boas esersvas
de 20 a 30 annos, 1 dita com todas as habi-
lidcdes de 25 anuos. 1 escravo mestre cala-
fate de 30 annos, t dito mestre carapina de
25 annos, 1 dito bom ollicial de oedreiro de
25annos, I mulata com urna lilha de 7 an-
nos. com habilidades : na rua das Aguas-
Verdes n. 46.
Salitre
refinado de superior qualidade por menos
prego do que em outra quslquer parte, nos
estabelecimenlos de Jos Antonio Moreira
Dias & C, na rua Nova 35, rua das l.jrau-
geiras n. 18, e na rua da Moeia n. 23.
/enda de iinho.
No deposito da rua de S. Francisco n 6,
b 1 rendas e bicos de todas as larguras, de
linho, teci los ao gosto de nossos bicos, vin-
dos de Lisboa polo ultimo navio : recom-
menda-sea todas as sonboras que se vende
muito barato, tanto em varas como cm
pegas.
Conservas unas.
Em casa de J. Piaeger & C, rua da Cruz
11. II, acba-Se a venda um bem eseolbido
sortimento de conservas franceza*, tanto
de cm ne, como de todas as qualidades do
bortalice, sardinhas em latas, ervhas
(petits pois).
- Ver.dem-so
neles, de ouro,
rio do Francisco
boia, rua du Apollo n. 5
Ven Ic-se 1 niulalinba com idade de
14 annos, e cun principio de h bilidades, e
2 negras de meia idade, que cozinham c la
vsm muito bem ; no pateo do Terco n. 141,
prximo a taberna ds Ignacio l'erreira da
Costa, no segn Jo andar.
ltigne Giiquot em /^eii
pede que acrediten o que deixa dito, assim
como roga aos que duvidaui que vcnbamve-
las, c em ccrtilicarom-so pessoa de sua ver-
da :'.e.
ao rigorismo
moda.
Rua da Cadeia do Itecife
loj 1 11. 54.
Me chegado um novo sortimento de fazcu-
das eslrangeiras de bom gosto, ellas, que
musirs, e martram-se a~Caaa das tamil'
nesta praca..
Queijos.
Vendem-se queijos dos mais novos que ha
no mercado a 2^000! na la Direita n.8.
He
que barato
admira.
e cal de Lisboa eu pedra, ludo chegado b
poucus dias, e a ven !ei-se por menos prego
do que em outi a qualquer parle,
Agencia
pada do celhor goslo possivcl a 480 a vara,
cassas francesas de lindos goslos a 600 rs a
vara, dulas l'iancezas escuras, matizadas
com lindos e novos padrOes a 2tt0 o covado, -m h .
ditas claras, padrees laros c miudos I aSo tan,",ASMfI
e 300 rs. o covado, ricos corles de setim .. ,. A
Ida fundicao Low-iVloor,
rua da Senvala INova
11^4*2.
N"Stc eslabelecimento conlina'a a ha ver
um completo soi lmenlo de moeudasemeias
moudas para engenbo, machinas de vapor
e taixas le ferro batido e coado de lodosos
IMlulas depurativas do
Dr. Alian.
Vendem-se nicamente no escriptorio de
Vicente l'erreira da Costa, na rua da Madre
de Dos n. 22, a la cada vidro, e 10/a duzia
llecommcndamos ao publico este excellente
remedio, til a todas as molestias, entre as
quaes se menciona : febre amarella, inter-
mitiente ou sezots.e de outra qualquer qua-
lidade, indigestSo, rbeuDatismo, crysipela
constipago, ele sendo que seus benficos
etTeilos se eslendem igualmente s moles-
tias ebronicas. Aos senhores fazendeiros e
mais habitantes do interior, torna-so neces-
sario suppnr- se deste medicamento.
Vende-se superior farinba de man
dioca em saceos grandes: na I anuaria
delronledo trapiebe do Cunda.
J. falque.'
N. 4.
Tarlicipa a seus freguezes c a todos em
geral, que elle acaba de receber o maior e
mais completo sortimento que se pode en-
contrar, de roupas para meninos de 3 a 15
annos, pouco mais ou menos, como sejam,
riquissimas vestimentas completas de vellu-
do, gorgurao, chao alle, selim, seda, la,
l'uslao c brim. de todas escores e gostos.
caigas e palitos de casemira, colleles, jaque-
linbas e caigas bordadas, bonets de velludo,
gorgurao e palh, o qne ha de mais moder-
no : todos estes ohj-ctos. como urna itifinl-
dade de outros artigos que se acham 110 seu
estabelecimento, se *jndem por prego mais
commodo que em oulra qualquer paite.
Chapeos.
Uccebeu-se um grande sortimento de cha-
peos para bomens, forma PI.NACD e ontros
sendo de castor branco com pello, os mais
fiuos que lem vindo Pernambuco, ditos
sem pello, ditos prelos com pello, ditos sem
pello, ditos de seda superiores. Unan to aos
pregos sao os mais razoaveis: na rua do
Crespa n. 4, em casa de J. Falque.
Uvas de ltnmarac.
Vendem-se na rua do Collegio n. 12.
PENNaS 1)E BOLA.
Venden--se duas arrobas de pennas de ro-
la proprias para travesseiros ; na rua do
Queima lo, loja de ferragens n 14.
-- Vende-so inbo da Kigueira superior
em barris a vontade do comprador : na rua
do Vigario n. 19, primeiro andar escriptorio
deThoniaz de Aquiuo Fouseca & rjluo,
i'Yuctas fraseas.
No deposito de biebas rua estreita de
Rosario n. 11, he chegado a boa maca e
pea, assim como as boas passas, lios,
incisas e os bons queijos de vapor.
ao Gouva.
bordados para colleles a 4; cada um, iSazi-
nhas escuras de mu ricos o variados padrees
pioprias para vestido de senhora e roupoes
de meninas a 500 rs. o covado. riseados
monslrosdo cores alegres e mu elegantes
goslos a 2-20 o covado, ditos francezes de
quadros de lindos padroes a 240, mussulina
branca a 320 o covado, dita muito fina 400
rs.dita estampada de linios padries a 320 e
o modernismo he quo da k'i'; dam-s'oV O rs- cov.jjo, chitas linas daeorea claras
e escuras, tintas lisas a 160, 180, 200 e 210
rs. o covado, pegas de cambraias lisas tapa-
das, muito linas e com 10 varas a 6?60o, di-
tas de uita mais cheia a 4A800, dita transpa-
rente com 8 varas, muito linas a 53400 a po-
ga, pegas de bretanha de rolo com 10 varas
a 25 cada urna, grvalas de setim pretas e de
cor, goslos modernos a lo280 cada uaia,
cortes de brim de puro linho a 2;300, 2ci00
a 2#50o, casemiras de lindos padroes a 53500
o 0/ o corle, ditos de algodao de lidos gos-
tos a If, 1S440 e UGOOcada um, lengos para
mao a 20, ditos com bico muifb finos a 360,
chales de gaze, ditos de merino lisos e bor- .
dados, obra primorosa, gangas mescladas
prop las pera caigas e palitos a 560 o cova-
do, casineta prea lina a IIOOo covado, len-
gos de seda de lindos padroes a 2) cada um,
cobertores de algodao para escravos a 700
rs. cada utj, de todas estas fazcudas e do
muitas outras que se nao mencionara, mas
quo se veoderSo por baratissimos pregos, e
so darao Diestras com penbor.
Da
na
riz
RA ENGENHO
fundicao de ierro del). YV. Bowinan
na do Uium, passando o cbala-
coutinua a baver um completo soa-
timento de taclias de Ierro fundido e bati-
do, de 3 a 8 palmos de bica, as quaes so
echa m a venda por prero commodo c com
promptido, embarcam-se 011 carregnm-
se em cari-o sem "despe/.as ao comprador
Com 11111 do Ai acal v.
Em porgos e a relalbo : vende-se na rua
da Cadeia n. 57, escriptorio de Prente Vi-
nna.
Na loja de '1 portas na rua do Queimado
n. 37, passando o boceo da CougregagSo.tem
chegado a eslo eslabelecimento um cxcel-
lente sorlimenlo de vesli.tos de seda com
buhados, para divervos pregos, o muias
mais fazendas, que n.lo he possivbi aqui|
mencionar todas ; cassas orjjaudins dos
mais modernos padroes a 11100 a vara, sedas
de quadros largos a 11900 o covado. dilas
miudinhas a 1:300, ditas muito finas de
goslo iuleiramente novo a l?800, ISazinha
niiudiuhi's a 820, dilas com listras de seda |
a 750, corles de casemira a 4:, ditos enfes-
! tad, covados 29500, dila muito lina a 43, j
dita de una largura 2.-100,grosdenaples pie-1
toa 2% chamalole muito bom a 33500, dlto
largo com listas assetinadas a 43400, chaly !
lavrado 1>10(I, um completo sorlimenlo de
chapelinas prra senhora, gollibss, man-
guitos, camisas, meias de seda brancas, lu-
vas de seda dos melhores gostos que ha, se-
das brsncu.s, cassas para cortinados, brins
MUMi

-so superiores relogios sab-1 do linho muito finos, lencos de linho bran-
pateute inglez ; 1,0 escr(pto-|coa, de diversos pregos. Assevera-se aos
!-?" '"'Sucira deSa- compradores, que teiiham vontade de com-
prar nao sahir seni fazenda, porque nao se
cngeita diuhei^o ctiega-ndo ao cusi da ra-
teada.
Na rua do Queimado 11. 37, loja do 4
portas, ha cortes de colleles do velludo o>u-
to bons por 113000, velbutina surtida a 750
reis o covado. chitas francezas muito linasa
IS I 280 reis, riseados escocezes a 0 rs., mus-
purticipa ao publico, que o nico deposito
do seu bem conhecido vinho de ( hampigne
em Pernambuco se acha em casa dos Srs. J.
I'raeger & C.
Vende-sena rua da Cadea do Reci-
te, loja de miudezas n. 7, urna negra de
nome Antonia, propria para casa de fa-
milia, C ,m idade de 2S a .".!) annos, a Cjual
hem achaques: a tratar na
Ja Layue.
"' 6 c's d Pra da Independencia, a
ouu rs
Vende-se um sobrado destriorado,
engomma
sem vicios
nrsuin.
J. Praefer& Companhia,
na rua da Cruz n. 11, tem para vndel-
os viudos teguintes :
Chapanba di'afamada fabrica de Ensene
Ghiquot.
lo de Bruch Toucher & C., de superior
uualidade.
Sherry, em caixas de urna duzia.
Kadeira em dilas de dito.
Porto, muiio velho, em dilas dedilo.
Hordeaux, superior, em dilas de dito.
Vinho francez branco, de tres qualidades:
UautSauternes, Barsace Graves.
Dito do lhcno.
Cognac (Pal lira nd \
rao engarrafado.
Agurdenle de Franca e 111 banis.
Licores inuilo linos da acreditada marea
de Rivoire-freres,
rasqnino, etc., ele.
Vende-se cal em barricas vinda de Lis-
boa, muito nova, para fabrico do assuca'r,
por prego commodo ; defronle da Kolaco,
na rua da Cadoia n. 28.
sulinas a 320 rs., ditas amalixadas muito li-
nas a 340 rs., chapeos de sol de sed, para
diversos precos.
COM PEQUERO TOQUE D
4YRU.
Pegas di algodao do sueco, dilas dcalgi-
diio trangado proprio para toalhas e roupi
cose e cozoha perfeitamente, I de escravos vende-se na rua do Crespo,
1 intoem barris co-
loja da esquina que volta para a rua da Ca-
deia.
Aviso.
aos senhores
uiarcinciros
Vendem-se jogos de earios pura pe de
mesa : na loja de l'erragns na rua da Ca-
deia do Recife, de Vidal A lluslos.
Bandejas muito
iflES.
Vcnilem-se bandejas muito linas, c de
lodosos tamanhos : na loja de erragens
de Vidal A Bastos, na rua da Cadeia do
Itecife.
Vende-se um escravo crioulo, debon-
ta figura e com algumas habilidades por ser
ptimo pescador do alto, e proprio para o
servigo marilimo : na rua da Concordia n.
26, armazem do materiaes. j
AFUXDICAO DE IERRO DO EXGE-
NIIEIRO DAVID W. BOVVMAN, iA
RUA DO BltM, PASSANDO O ollA-
FARIZ,
ha sempre um grande sorlimenlo dos se-
guidles objeclos de mecanismos proprios
pira engcnbos, a saber : moendas e meias
moendas la mais moderna construcgiio ; ta-
chas do ferro fundido e batido, do superior
3nalidade e de todos os tamanhos; rodas
enladas para agua ou animaos, de todas as
oroporgOes; crivos e bocea de Tomaina o
registros de boeiro, aguilhes, hronzes, pa-
raiusos e cavilhOes, moinhos do mandioca,
ate. etc.
NA MESMA FUNDICA'O,
se execulam todas as cncommendas rom
suocriuridado ja conhecu'a com a devida
presteza c comrr.odidade em prego.
AVISO A TODOS EM GERAL
Vendem-se moinhos de ferro de lodos
os tamanhos para rciinaeio, peneirus de
rame, e de metal branco, aparelhos de
metal | ara cha" e cale, lacas com cabo de
marlim de osso, de vidro c de metal
grandes e pequenas,enchadasde ferro cal-
cadas de ac, portuguezas e inglezas, to-
les, safras, lomos para ferreiro, lomos de
lodos os tamanhos para bolos e pudns,
trem de cozinha de porcellana, estanhado
e francez; e outros muitos objectosde sum-
1110 utliidade : na rua da Cadeia do Re-
cife, loja deferragens.da Vidal & Bastos.
Sch.illeilhin C.,111a da Cruz n.
38, vendem velas de couiposieao de (i
por libra, eu poires a vontade doscoin-
nadores.
ogios.
Em casa de i\abcScbmcttau{&Companhiai
rua da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
piano- do afaniadofabricanlcTraomannda
UamburjEO.
Potassa da Blissia e cal de-
liisho-.
No autigo e bem conhecido deposito da
rua de Apollo, armazem n. 2 B, ha muito
supoiior potassa da Russia e cal de Lisboa
em podra, chegado no ultimo navio, e ven-
do-so por prego commodo.
Su rua d,o Trapiche n.
34, etscriptoriotle No-
vaos c G ,
vendse superior vinho do Porto eneas*
calado em caixas de 1 e 2 duzias de gar-
rafas, bem como cm banis de quarto e
oitavo, a preeo commodo.
- "A 'til lins e rI*>-<)0
N,-.:,-?_ SELLINS e ELOCIOS de palete
i iikIc/ : a venda 11,1 ,11111,1 /.un dr
t'.j^ijja II o s Ir o n Itooker \ Compauliia, *-
jjj^quiiii dn largo du Corpo Santo no-
/> uicro 48.
SECEETAEIAS.
As melhores que at hojo tem apparecido
a ostemercado : vendem-se no escrintolie
do agente Oliveirn, rua da Cadeia do Recifo
n. 62, primeiro andar.
Oh que pecliin-
eoni pequeo io(|ue
de a varia.
Na loja do Preguiga. na rua do Qupimado,
esquini do becco do Peixc Frito 11 2, ven-
dem-se pegis de algodao com pequeo toque
c avaria, p^lo baralissimo prrgo do 1S40 e
19600 cada uns, litas do dito, largo e encor-
Pado a 23500, ditas de madanolao a 25200,
ditas de dito largo a 3500 ; elles, antes
l'ie se ac bem
CiSAS ds psau
Excellenles camas de ierro para soltciros
vendem-se no esc:it>torio do agenleOlivei
j, rua da Cadeia do Recife n. 62, orimeiu
indar.
cha
Rua do Queimado n. 27,
(e.-fjuina do CoIIeg-io)
Chapeos de csstor branco finissimos, ulti-
ma moda, ditos prelos francezes de todas as
qualidades e pregos, bonets de panno prelos
e de cores francezes, chapeos de seda para
senhora, ultimo gosto, vestidos de seda de
todas as qualidades, golinbas, manguitos,
camisinhas de linho bordados para senhora,
cau braias e mussulinas de muito bons pa-
drOes, pannos linos de todas ss cores e qua-
lidades, casemiras prelos e decores muit
linas, chitas largas tinas de cores filas, el;
les ricos de touquim, de seda, de merino,
bordados e lisos, os melhores lengos de seda
e de setim, e onlras mais fazendas finas pro-
piiasda prsc.,e muilo precisas par os pus-
smenlos de feala. Recebem-se scdulasve-
Ibas e rolas.
Fejao
Cbegnu laberna grande.ao lado da igre-
ja da Soledade, una porgao de feijao muilo
novo, e vende-se por prego commodo.
Os melhores relogios de ouro, palele m
glez, voudem-sc porjprugos razoaveis, m>
cscriplorio do agente Oliveira.rua da Ca-
ileia do Itecife n. 62. orimeiro andar.
Vende-se um carro inglez de 4 rodas
o assento--, para I ou 2 cavallos, com ro-
bera, e com os competentes arreios ; e lam-
bem um obriolct inglez com os arreios:
na rua do Trapiche Novo n. 10, ou na Bos.-
Visla em casa do Sr. Poirier.
Qiieijfto do seitS-O.
Vendom-se queijos do sertSo, saceos com
Tuilo boa farinha de mandioca, e ditos com
milho e feijao de todas as qualidades; na
rua do Queimado, loja do ferragens n. 14.
10jT(0de gratilicacao
a quem der noticia certa de urna canoa
que desappareceu desde a semana passada,
um tanto v. Iba, pega em 800 lijlos, eslava
oceupada em lir.r areia, andava comalia
um crioulo bastante alto, de nome Pedro,
quedizia morar na Iba de lUnuraca, des-
aparecen levando a dita canoa .- quema
<1 scobrir, dirij-se a Ra-Vista, rua da Con-
ceicao, css da esquina n. 47, que recebera
a ol -i la cima.
Fugio de Macei. capital da provincia '
das Alagoas, em 16 de outubro prximo pas-
sado, da casa de Sacavem, Barbosa C um
escravo cabra, de nome Octaviano, com os
siguaes soguintes : alto, barba rapada, ca-
bello acaboclado, bastante ebeio do corpo,
falla descansada, e representa ter 40 annos
de idade. EsU- escravo be natural da Cranj
provincia do Piauhy, e fol comprado no Ma-
ranliSo aoSr. Jos Kolrigues destello 6 Fi-
Iho, quolh'o consignou do Tory-assu' o Sr
Ka y mundo Nonato deoliveira porautorii-
gao que leve da scntiora do dito escravo D.
Mara Magdalena Jardim Comes; quem o
caplmar c coromunicar aos annunciautes,
ou uesta provincia aos Srs. Amorim IraSos,
ser bem recompensado. Maeei 17 de no-
vembro de 1857.
Fugio do engenho Dous l-niBos o ne-
gro Jos, de nac.lo, com os signaes seguin-
les: Velho, baixo e magro, com o brago
esquerdo corlado, uo andar faz n.ovimento
como quem coxa, levou camisa de algodao
trangado, aberta na frente, e chapeo de pa-
Iha ; consta que dito negro andou por Pao
d'Alho tirando esmolas; e consta mais. que
loinlo por morte de seu senhor passado a ser
de urna o phi, esta lhe dera permissSo para
ir ganbar a vida ; queaj o apprebeuder, le-
ve-e ao dito eugeubo, que ser gratificado.
No dia 18 do corrente, gio de bor-
do do biigue Sagitario,> um escravo d:
nome Joaquim, pardo escravo, de 22 a
24 annos de idade, estatura regular, secco
do corpo, s tem barba no quean, ca-
bellos carapinhos e ja Um muitos Illan-
cos, he bem conlleeido por ter as mao,
muito calejadas, quando fugio tinha Oca-
bello a nazareno, tem os pes meio apalt -
lados, e Jalla muito manso : quem o pe-
gar e o entregar ao seu senhor lanoel
Francisco da Silva Carrico, na rua do Col-
legio n. 15, terceiio andar, sera' b( m
:;iatilicado.
Fugio no din 4 de outubro do Torren-
te anno, o escravo mulato de nome Jorge
baixo, secco do corpo, pouca barba, potrozo'
tem do lado esquerdo do rosto urna cicatriz'
Foi liausfcrido o deposito deste xaropc i hombros sungados, olbos pequeos e nvos'
patas botica de Jos da Cruz Senlos, na rut I Pcrna* e bracos srqneados quando anda;
Nova n. 53, garrafas 5*500, e meias SsOOO, est* escravo foi do Sr. Manoel Thomaz, ex-
sondo falso lodo aquello que nflo for vendi- carceireiro, levou vestido camiii do algo-
do oeste deposito, pelo que so faz o presente jaoznho delistras, caiga de ganga azul, e
aviso. : dous chapeos, sendo uro de pello e outro de
i feltro, ambos usados, e tabaaueirn m.
IMPORTARTE PARA 0 PUBLICO- KS^SVSLSTmS:
iaes ae campo, que o apprehendam, e con-
dnzam-no a rua da Concordia, armazem de
latensas n. 26, que ser generosamente re
XAROP
DO
5QIJB
Pira cura de phtysica cm todos os seu
lifTereoles graos, quer motivada por cons
tipsgoes, tosse, astluna, pleuriz, escarros de
sangue, dOr de costados e peitos, palpitago
no coragSo, coqueluche bronebite, dr ns
garganta, e todas as molestias dos orgaos
pulmonares.
compensado. Este escravo ja foi apprebe'ii-
dido o anco prximo passado no engenho
Jacar, cidade de Coiann
PEUH. IIP. PE M. F. BEFARA 1857
MUTILADO
ILEGIVEL



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