Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07890


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Full Text
\NNO XXXIII N. 270.
Por 3 mezes adiantado igOOO.
Por 3 mezes vencido^iflSOO.

. I /
. Mk
V
-
TEHCV FEIRA U DE \0YEMBR0 DE 18!j7
Por anno adiantado 15^000.
Porte franco para o subscriptor;
DIARIO DE
ENCABBBGADtJS DA SUBSCRIPCA'O DO NORTE.
Parahihs.o Sr. Joao RldolphoGomes ; Natal,o Sr. Joaquina
Ignacio Pereira Jnior ; Aracatj, o Sr. A. de Lemot Braga ;
Ciara, oSr. J. Joa de Olivcira : Maranhao, o Sr. Jos Telxeira
de Mello ; Piauhj, oSr. Jote Jaaquim Aiellino ; Para, o Sr.
Juilino I. Ranas ; Amelonas, o Sr. Jerooymo da Cosa.
PARTIDA. DOS CORRIlOt.
Oliode : rodoa n.s diar, as 9 o meia Noras do dia.
IguaraasiT, Goianna e l'arahiba: na* sr-gun b. Aalao, B.iccros, Koaio. Caruaru', Allinho e Geranouns : na leraa-fi-ira.
S. Laurneo, Pao d Albo. Naiarclh, Limoeo, Breja, Pet.iueir-, Inamena
florea, tilla-llalla. Ib-lu,. Ouricurj a Eu', nae qaarUa-leirai.
Cabo, Ipojuca.benahlom, Rio Formo, Una, Darmro*, Agua-Prela P-
mcnieiraa e >alal : quinlas-fciraa. *
,Tedoi o> correioa parlera aa 10 horas da manlia.
e.ODIESUU. DOf TtlBCNAEI DA CAP11A L.
Tribunal do eommercio : aegunda a quintal.
Balaceo : terca! feira nbbadoi.
Fazenda : quartai a iibbidui n 10 horai.
Julio do eommercio : tegunda aa 10 boraa a quintal ao nel* dlt
Juio de urphaoa : legunda a quintal ai 10 horai.
Primeira vara do elrel .- tigundat c iiiiii ao malo da.
.segunda rara do civil : uirtn a aabbadoi ao malo dia.
EPHSMEBIDt'? O.MEX DE PiOYEMBRO
1 La elieia ai 10 horas e 38 minutos da tarde.
8 Quarto mioguanteajl hora a 55 minutoida maniaa.
16 La nova i 1 hora i 35 minutoida tatde.
14 yuarto ereicente ai S boraa a 18 minuto da tarda.
Pt.EAMAR DB HOJB.
Prlmiin ai 10 boraa a 6 rr.inuioi da oaanbaa.
Segunda ai 10 boraa a 30 minuto! da larda.
DIAI DA SEMANA
23 Segunda. S. Clemente p. m.; S. Chrisogono m.
2* Terca. S. Joao da Crnz e.i S. Felicdade m.
25 Quaita. S. Cathariua v. m. ; Si. Erasmo e Mercurio.
26 Quinta. S. Pedro Alexandrino b. m. ; S. Delfna v.
27 Sella. S. Margarida de .taboa v.
28 Sabbado. S. Jacob da Marca f. ; 8s. Sotthenes e Hortulino.
29 Domingo. 1. do Advento. S.Saturnino.
INCA REO A DOS DA SUBSCRICA MO SL
Alagoai, o Sr. Claudino FaIcao Dial; Babia, o Ira D. Dupti
iodo Janeiro, o Sr. Joao Peraira Marlini.
EM PERNAMBUCO.
O piopriitarlo do DIARIO Manoal Flguelroi da Viril o iu
Uvriria, praca di Independencia d.IiI.
PARTE OFFiQIAL
BISPAUO DE PEJOA-IBUCO.
Dom Jejo da Purificarais Marquei Perdiga-;), conego
legrante o> Sanio Agoslinho, por Kra;a de Deoa e
di Ssnla B Apostlica, bispo da Peruainbaco, do
coatelho do S. M. o Imperador, ele.
A todos oa nossos dioeeianoi, ilude, paz e ben-
0o.
lando ippareeide nai capilaes dai provincias do
Pin' a Pernambuco. varios folhelot iropretso sem
liaignalara de seos autores, innovando i dootrina
evanglica, pera icommoria-la i lentimenloi inlei-
ramrnle oppoilos aos de Jess Chriato, qoe noi ex
poz o dever de acreditar seguir seas dogmas e ma-
jiniat, nicas qoe dos designan) seos coherdeiros na
Celeste Jerusalem, obriga-ios nos eomideramos a
prevenir os gobios diocesanos centra qoalquer ma-
ligna insligarao, que infectar posta san congao,
iugg*r la pela eonaideravel ootadia daquelles que,
Daaeidos em paites estrenuo* ao imperio brasiliense,
eminentemente eatholico, prelendem illudir os in-
colos, para allrahir seos nimos aos inconsrqnantes
projeelos de dittemmar varias a peregrinas doolri-
nai, pelas quaei posism couslituir um novo reba-
nho, dillerenle daquelle que reconbece a Jeso
Chriito por ieo chele.
He verdad* que em lodos os cenlos desde a pri-
mitiva igraja, o Evangelho lera solTrido contradic-
(Oea, predllis por Jesns Chri*lo, para minr bri-
Ihantiame da su* doutrina, e firmar na fe o< qoe po-
dem annuir a's delestaveis tentativas de t*o perni-
ciosos illutore*, enmjlices na famosa invectiva, di-
rigida por Jius Chrislo aot Escribas e Phariseos hj-
pocrilai, para Ibes censurar, cuo a maior vehe*
mencia, sea proeedimenlo, e fazer eonhecer as pes-
tferas eonsaqueneias da sua retinada hypocrina.
(Malh. e. 23 n. U a segointei)
Temos po'm a lamentar qar esta caridosa e be-
nfica censara, nlo fotu safllei-Dte naque! le lemp,
nem seja na presente poca capaz de reprimir a
depravaban dos infectos na tonebrosidade, que obs-
curece seas enlendimenlos, privados de receber u
laminoso clirSo di inexlinguivel ioz, que lita
mina a lodo o hornero, que vrm a este mundo.
Deploremos todava a infeliz sorte daqaelte que,
obstinados no erro instam e imistem, como a' porlia,
na prvluogada dusemina;ao de phanlailicas opi-
in'S, qve indicase i intoleravel acquiescencia a di
versas religioes, qoando ama uirca verdadeira
foi instituida para nos condozir a' eterna felici--
dide.
As relig'S, dilectos diocesanos, inventadas pelo
capricho, destituidas do carcter de verdade e di-
rigidas a fomentar senlimenlos an-ehnslao*, ina-
credilavaii pela eouitiplicidada de opimei diversi
Heniles, devem irr analheroatisadas como (al- s,
qoando igualmente ornadas de omnmodas ramiii-
ca^Oes e suj-ilas a smislras interpretar;des que a hir.
mana phant*sia procara divalgar para imbuir e
manter o espirito de novi lade, rnente apie.'iada
pelos que le deleitam eom o ferrete di vulubili-
dide.
Nos porm estamos convencidos qoe no*imperio
da Santa Croz d-o existem habitantes que admit-
a m reluio diversa da Calholica Apostlica Roma-
na, princii cias, de que se coiopOe esta diucese, como presen-
ciamos, quin l'i as porcorremos para as visitar na
qoalidide de Paslor.
Os innovadores e nnvellislas do presente seeolo,
presamindo p --uir induitriosa a*perlezae iag*z as-
tucia, excedente aos seos ante^assados corypheo<,
para ardilosa e artificiosamente pralicar seiii trna-
bro-oi internos, leimam com a nrter pertinacia em
obler o pea-uno resollado de suas imprudentes len-
taiivaa. mi...ia declaradas da iodef clivel proms-
sa de Jeios Cluislo. a favor da Snuta Igreja, per-
seguida, jamis porm vencida, como sa lem veri-
ficado desde o pnmeiro secuio al ao fim do 18, e
n* temos presenciado no 19.
Em presenta deslai e outras consSderar;es qaa
julgamos impiesias mi mente daqoallcs a quein no-
dinaim ?, referiremos a conlradtc^io que os adver-
sarlos da reltjfo que professamos apieieolam (cumo
mais propii* para lisongear a dcvai*idao dos costu-
mo- prelen leudo persuadir que a l sem obra* lie
sufficienie para a salvac,*o das almas.
Pareee p nem impos-ivel que um lal paradoxo se-
jl proferido contra i doalnoa que o catholicimo
amina !
Se eila abaurda propo-ir3o fosii acreJilavel ou
tulerav'l, poderiamoa dizer que deineceisaria era a
pralica dna virtudes e admissivel o exercicto das pal-
Mal e vicios qua ellas con ienui.,m.
Em seguimeuto de 12o ignominioso raciocinio,
eahiria por Ierra a lei ele na que designa qaal Ueve
aer o proeedimenlo de seus subditos. A doulrina de
.leius Chrislo lena de ser aniquilada ; os actos me-
ritorios de nonhuma importanria ; os crimes doi
qoe morrem na* impenilrncia final, iio sofTreiiam
cierna punir. > ; ojoizoqua a alma lem de cap-
portar logo que se separa do corpo, nao oslara de-
terminado; leinana consumada desoidem em lodo
o orbe pea pralica de todos s abusos.
Os apostlos, discpulos de Jess Chrislo, o iin-
meos i num-io de mailyres, e santos confessores, e
de virgens, jamis deisaram de acreditar urgenle a
manifestacAo de anas obras, para demoustrarem qaal
a soa f. Ponderemos tom atlento os seulimeutos
do apostlo Santiago, quaea leme em sua episl. call.
c. 2, vi. 18, ^i e -2i\. Podera' alguem dizer : Tu
lens a f, e eu lenho as obras, moitra-me a tus f
sem obras, e eu te manileslare a minha f pelas mi-
nhia obras. Nao vedes como pelas obr.is o humera
he jaslifieado, e nao pela fu soioeote ? Assiro como
o eorpo sem eipuilo eila' morto, assim a f sem
obras he mora, e como lal, intil para a ublenc.io da
vida eterna.
Se o apostlo arrebatado ao terceiro co, pelu seu
elevado inerilo, conaiderisie justificados pela l mor-
a os qoe pratieam a iniquul.i le, nao dira em sua
prime ra ep. aos Curiuthius c. 6, v. 9 e 10.Nao
qoeiraes errar : Os fornican is, o< idolatras, os adl-
teros, os voluptuosos, os sodomistas, os ladroes, os
vrenlos, os ebrios, os m .le.lieos, delraclorai de
viva voz, ou por eacriplo ) e o roubadures dos b-ns
llheios, jamis pussoirSo o reino de Dos.O apos-
tlo, successor de Jess Chrislo sobre a trra, era
iue leeonda ep. e. I, v. 10, dos recommeuda que
lasamos certa a notsa vocarno, e elcic.Vj, por meio
das bola obras.
Nao ha um i Dr. da igreja, um nico Sanio Pa-
dre, que pregaste, que entinaste diversa doulriua,
B pdenlo apparecer na presenta de Jess Chrislo,
aquelle* que, acreditando as verdades evanglicas,
procedem como se ;:a nao cretsem '.' Acredita las-
hao os qoe irrogan) ao divno raetire do gen>rn hu-
mano a maior injuria, contrariando sua doulriua ;
us que manchara com a espada da lingua, oo por et-
cripio, o crdito de ieai irmaot, qnando querem pa-
ra estes, o que nao desliara para si, rompendo com
as peoprias inaos o vmcul i da dilecrao fraterna ".'
Nos, recommen tan *o enrgicamente aos nossos
diocesanos o formal desprezo do feferidos imprastoi,
prohibimos com a manir actividad', e sob as penas
estabelecidas. a leilnr e comervasSo na guarda dos
meamos, invocan lo o poder policial, qoe faca deiap-
parecer os indicados folhatos, tmente prnprios para
corromper ot nimos dos que na e-l.j.im firmes, e
slidamente biseadosoos principaes artigos da f ei-
thojlca.
.incluiremos nosta caria pastoral, racorrendo aos
meios, qoe o notso sagrado ministerio dos sobroinls-
Ire, para predispor e alirah r ot nossos charos ir-
maos, e ti I los em Jess Chrislo, ao comprmanlo de
seas deveres no prximo fuluro advento, institu io
des le o exordio da Santa Igreja, para unnimemente
nos excitar a preparadlo e disposi3o com qoe he
miiler celebrar o sempre jocondo nasrimeulo da Je-
ss Chrislo, depois que te dignoo encarnar no pu-
rissimo venlre da sempre vir^em Maria. e nrsle hi-
bilar por espejo de nove mer.., al que se manif-s-
tou aos homens. e na ida le de Ifinta aonos os ios-
truio com sua duolrina e excmplos por lempo de tres
anuos, para lura-los das Irevat do erro, em que ja-
riam, e o* nbrillianlar com a fulge/nte luz de loa in-
finita -alie inri), p.ra que abnegando a impiedade.
e as illirilas cnaHaces, sobria, justa e pamente vi-
va m nesle secuto esperando a verificssao das divin-s
promessas, e a percepsJo do fruclo de soa copiosa
redem p(ao.
Dileclissinios Irmioa, e filhos em Jesos Chriato,
enlre muilas refiexOes, que nos occorrem acerca' de
iao sublime ubjeetu, orna somenta nos pode ser aof-
ficienle p*ra reformarmos us roslumes, e hat>ilo,*rn
que a lium.ua> fra-ilidade dos conserve inveterados.
Esta reflexao he a que olferecemos a' vnssa reli-
giosa med'lacao, para que, sulrmnisando nt junla
mente com vosco ) o temporal nasrimento de Jeios
Chrislo na eminentsima qualidade de benigno sal-
vador, acreditemos inteisuamenle a ver la le de soa
a, parisao no dia do juizo univertal na da joizdos
vivos e dos morios, para remunerar as aecnes prali-
eida segundo a sua lei, e castigar com pina sempi-
terna os que procederain com esquecimento de seas
deveret. Math. c. 23. vv. 31, e leguinte*.
.Vio ie afasle de nt esta aincera crenra, pra que
pela clemencii, a piedade de uosso amaljilisaimo re-
demptor, ponamos comparecer em sua pretensa sem
temor de o perder para sempre, emquanl por Des-
ea eflicaz solicilude, nos he possivel diligencia o
bom resultado de seu paternal designio, depois qoe,
pelo sea prophela, nos sigjncou nao querer a morle
do peccadurfraas que esle se couverla e viva elerna-
menle.
Palacio da Soledade 21 de oovembro de 1857.'
Joao, bispo dioceaoo.
COMMAMJU DAS ARMAS.
artel ceaeral de comisando dae arnaaa de
Pirnambaco na cldade de Becla, era 21 de
ovembro de I SS7.
ORUEM DO DIA N. 33.
Uajuindo u eoutelho tupiemo militar de justas
em sessao de 7 do correte confirmado por seu*
fundamenlot a sentenea absolutoria que a 2'i de
agoslo ullimo liveram no con*elho de guerra, aque
responderam os Sra. majur Luiz Jote Pereira de
Carvalb-, capil.n Joao Baplisla de Soura Breara,
ambos do 9. batallulo de infanlaria, por ocrasiae de
ter se evaaido o alteres quarlel mestre Francisco
Josa Joaquim de Barros com os oinheiros do bava-
Ihao que se acliavam em seu poder, o b'igadetro
commandante das armas interino asira o faz publi
co para ro liecinieiiin da auarnirao, edeleiiuina
que ts mencionados Srs. major e capiiao, sejam pos
loa em plena lber la i, e invest des do exercicte'de
suaa respectivas funcs&e'.
(AeilCRido).Jnao Jos da C>sla Pimeniel.
Conforme.Demetrio de liu-mao Coelho, alfere-
ajudaule de ordens atMarregado do deaalbe.
TBIBTJN&Z. DO COKMERCIC.
SESSAO ADMINISTRATIVA EM23 DENOVEMBRO
' DE 1857.
l'ruiJr/icia do /jm. Sr. detembargador
Souza.
As 10 horas da manhaa, achando-se prsenlesflt
senliores deputadot Balo, l.einos e tappleule Ha-
mos e Sil;a,o Sr. presidente abri a sessao.
Encairegado u dej utailn L-mos para lervir de "se-
cretario. He lida e apprevada a acta da stssSo anle-
cedente.
EXPEDIENTE.
Lin ollicio do secretario do tribunal do eommer-
cio da capital do imperio, acompanhado da relajo
dos commerciantes matriculados :io mesmo tribunal.
no raez de oulubro prximo pastado. Maodou-se
arcillara recepcaoe archivar-te.
Foi prsenle a colasAo olTicial dos preso eorreo-
tei, relativos a semana finda. Mendou-se ar-
chivar.
DESPACHOS.
I"ra requerimenlo de Nogoeira de Sonta & Com-
panlia, em replica au ollimo despacho diste Irib
nal.Turne ao Sr. desembargador fitcal.
Oolro da Amonm, Faria, Goerra c\ Cimpaniia,
informado pelo Sr. desembargador fiscal.Satisfa'sa
o parecer fiscal.
Outro de Berna/do Pereira do Valle Porto e Jo>lo
Kibeiro Lope-, pedinda o registro de seu,contrato
social qo sjunlaro.Baja vista ao Sr. desembarga-
dor fiscal.
Outro de Francisco de Assis Brito e Manoel dos
Keis i.i i .r-.n.a, salisfazen lo o desparlio de-te Iti-
bunal.Torne ao Sr. desembargador fiscal.
Oolro de Jorto Fernandes Prente Vianna, pedin-
do o regislio da carta de fretameulo junli.Regis-
tre-te.
Oulfo de Manoel Doarle Rodrigues, pedindo o re
gisiro da nomeasao de um seu raixeiro. Regis-
Ire-se.
Outro Je Julio & Conrado, pedindo o registro de
seu contrato social que ajuula.Maja vista ao Sr.
desembargador fiscal.
Outro delioi|he>me Frederico de Souza Carvalho,
informado pelo sr. deirmnargador fitcal, pedndoo
regislro de seo contr.losocial.Regislra-se.
Nada mait havendu i Iralar, o Sr. presidente le-
vautou a se--.ii'.
SESSAO JODICIARIA EM 23 DE NOVEMBRO DE 1857
( Presidencia do Bxm. Sr, 'ietembargador
oupa. ,
Falluo o Sr. deputado Reg.
i'a**agem.
Appellantes, Metqoila A Neves ;
Appellados, Alves & Cruz.
Do Sr. desembargiUor tiilirana ao Sr. desembar-
gador Villares.
Appcllanle, francisco iiuiulioo Rodrigoes El-
leves ; *
Appellado, Manoil Alves uerra.
Do mesmo ao Mismo. ^
E mls nada havendu a tratar, o Sr. presidente
encerrii a'setsau.
O aicrelaiio.
Dr. .Iprigio Guimaraet.
FQLfiETI.
VIA HCt DUENDA.
Por M. Antoinette.
II.
,'Conlinaaco.
Passarara-te tres aun i, e agora reconlozimos o
leilor ao armazem em que e de*ra a ultima serna
de oossa narrafAo. A voja desta casa lem augmen-
tado mallo, bem com o indicara muilas carruagent
paradas a porta, e ot montees de mercaduras e de
roopa feili qoe enchem os mo*tridore<.
Ilnuve lambrin urna ninluin nolavel no petsoal
do ettabelecimenlo. Antonio, anligo eaixeiro, pas-
seia no armazem romo uro general que examina sua
tropa anles da acr;ao. Chega sempre a lempo para
dizer urna pnlavra que determina o comprador in-
deciso, quando um eaixeiro lera e-solado as boas
razoea oa os paradoxoi ; depnli para um momento
diant* da eua, onde esl sua inulher com loda a
dignidade de urna dona de casa. Com elTeilo,
firma commeicial esl mudada, e lii-se por cima da
porla da entrada em grandes latirs de ooro : oAn-
tonio Dcoodra>, socceisor de l.emerv, cata de eoo-
fianca.*
Urna pequea heransa, rrmiqnal Anlonio u3o
conlava, permll o-lhe comprar a casa em que ser-
vir por muilo lempo de ra xeiro.
Lina molher musa e elegante entrou vivamente
do arm>zem.
Oh I aenhora, liste ella a dona cssa, be pre-
cito qoe Vni'. ajode-me em ama eropreza moi dif-
licil que ha de dar-me grandsimo prazer. Ima-
gine que minha irmiia d.'i amanhaa um baile de
mascaras, no qual meu estado de gravidez impede-
.f) Vlde Diario n. 28C.
IETEHIQR.
S. PEOKO DO SL.
Kio draode. Ib de oulubrn.
Oconselheiro Ferraz segoio anle-honlem no Ca-
xiasn para l'oilo Alegre. A' hora inesperada que S.
Ex. se apresenlou nesla cida le, segundo llie com-
muuiquei, ditpensou ludas as formali ladea que a e-
28 1 criminosos, para isto muito concorreu o notso dit-
No dia 24 do corrente fallecen na cidade de Pelo- lindo promotor publico o Dr. Andr Maranhao.
(as o veador Joao Rodrigues Ribas, coronel com- Por fallar nesle perfeiln eivalleiro, consinla qo
mandante superior da ooirda nacional detla co- j Ihe d os meus pirabent pelo sea contorci, o qaal
marca. i lave lagar no dia ti do crreme. Sinlo em axlre-
Hnje chegoo o Caxiai da capital, e o Commor- mo o nao ter podido ataislir. Desejo aos novos con,
cial> da' sob a rubrica molim mililar, por com- sorles urna vida rheia delicias.
municasies da campanlia, a noticia da desinlelli- [ f.-ia ;,i vai longa. por islo devo fazer poni aqoi-
gencia havida em S. B irja da for.;* da guaida naci- nao devo mastar a paciencia dos meus leiloiei, em
nal cotT.mandada pelo lenente-coronel F-rnndes de nutras irei dando llie o que ha nesle termo e perac
Lima contra o brigadeiro Osorio. I el i/mente o facto \ ri Ins em toda a provincia,
parece nao ter ehegado na vi*s de faci como por i
aqoi gratsa, sem todava anda te saberem os por-
menores de lao tri-le de-intellvenci.
A guarda nacioaal desla ciaade vai deslacn para I
fazer o sarviso da prasa, ero numero do 140 prar*i,
ioclosi"* 4 ufllciaes.
Ot ofiiciaes da goaida nacional, islo he, commio-
danle da brigadas e corpot, qoe eslAo nomeados pa-
ra fazerem parle da divisan qoe te esl organiaando,
foram chamados capital por ordem da presidencia,
lendo j all ehegado o coronel Jote J-aquim de An-
drade Neves, commandante do urna brigada.
O fornecimenlo dos vveres para o exercito j
eslava em prasa, para se aceitar a qoem melliores
vanlsgens ofTerccer fazenda poblica.
JCor/a particular.
,J. do C. do Rio.)
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
PERNAMBUCO.
PARAHIBA.
Mamanguape, 19 de novembro.
Tenho sido om pooco irregolar em miabas cor-
respondencias, para isto tem concurrido cansas es-
Iranhat a' minh* vontade, prvmello-ilio porm ma-
Ihor regularisa-las.
lo/.* esta termo de paz e boa salabridade, e se
nao fra a grande caresta dos vveres .de primeira
neiessidade, devia estar satisfeilo com a sua sorte ;
inleliimeute parlicipamos dos terriveis effeitos da
fome ; daremos entretanto mil grasas a Dos sa ella
nao conlinoar.
Al o presente, anda qua por alio preso, lemos
ot gneros de primeira neerssidada, quando nSo em
abundancia, ao menos temos o neresiario. A farinha
esta' a 14 e 16a o alquere, o milho a li?, o fejao
nao ha, carne fresca a 14 e 16 patacas, a a secca a
7 e 8? por arroba. Em parle concorreu para a falla
de farinba o bom preso de aisacar qoe deu na safra
pastada, a ambic.io fez com qoe os plantadores de
rosa pl.inia.sem caima, e os plantadores deslas nao
se lembrassem daquelle, contando que o atsuear da-
ra para lodo ; ot jornaleiros embriagados pela alia
dos salarios, abandonaran! es seus irai,albos ordina-
rio, plantasuee fras de assucar por falta da chuvas fe redoziram a
terca parle do qoe se esperava, e nao ha farinha. O
qua mais nos amedrnnla he sel eila falla degeneres
alimenticios geral. Devemos Itr ronti ,,,,., na infini-
ta misertffie A jusiica civil e policial acha-seem seus verda-
deirot eixos. quero dizer, em proprielarios. 01 novo
juiz mouicip.l e delegado, o Dr. Joo Cavalcanli,
quanlo a mim, msrrha re.-nlar em suas altrib iir.ies.
Todos assnn au pentam. L'm crlo oumro de pes-
toas o consideram romo um hornera aibilrariol, igno-
rante no seu m-gislcrio,e de primeiras iufurmasoet,
mxime as linice/n s de delegado ; julgandd eu com
finia i despido de considersces, achu inju-tu esle
jnizo que drlle fazem.
O lerrivel imposto de jngoe arha-se enlre nos
em exacurao ; fui marcado para este lermo 17 re-
crulaa, sera' bem diflieil ao Sr. delegado precncher
etle numero, e a razilo he estar em vig. r para o ac-
tual ehefe de polica inleiiuo, o Dr. Tertuliano, o
principio de pilronalo ; quar aquella doulor fazer
favores, a ver se conargoe.....mar alsuma eleirau
de aenador paramoo manoe por quem ja lm
oflrdn bailante ; elle que o conteste.
Anchiaos esperamos a sua exoneradlo, o seo subs-
tituto qualquer que fr.cumprira' melhor com ot di-
veret a seo cargo,
(Iciupa a alteiis'io de unja cerla roda a elelcilo
provincial qoe se tem de proceder no dia 22 do cr-
tenle. Por esle circulo ha de tahir vencedor
o partido rasgado, visto ler urna gran la maioria
nos eleitores e seiem etlet intolerantes, ha de man-
dar o parli lo rasgado teis grande* homeni a repre-
enla<;ao provincial, por esle circulo, dizem ser da
chapa rasgada os segointe-: psdres Augoilo, GlIMo,
o Sr. I.un Ignacio a Luiz Affonto, Carvalho Fe-
irlo. Aprrsenlam-se pelo lado saquarema alguns
caraeleret dislinelot, nao contam porem com a m*s-
jpia prnbablidade de Iriumpho pela nica razo de
ler o ehrfe qoe se apregoa do partido ran-i.do dai-
eoberlo a qoadralura do circulo em retaran a cote-
eiliasan. Enlre parenllieses o digo, estamos na po-
ca do descobrimento de quadralura dot eirculos, o
lal chele rasgado descubri a quadralura do pnmei-
ro rircolo eliloral de-la provincia.
A cnnciliac^ni, dizem os rasgado!, segundo nos
manda crr o notso chefe s b pena de excomonha
maior, he a srguinte : Quem poder e tiver msioria
qoe venja. he feio, he degradante que em om cir-
culo oode baja maioria de eleitores rasgados.taia um
saquarema, depois de feilos os diputados, reunida a.
as-mlilea, se la' ivermns mainris, ni te faia' o qui
qnizermos, si livermus em minora, procuraremos a
conciliaslo.
He ele o dogma poltico proclamado pelo chefe
da seila rasgada, na Parahiba se ve ditlo. O pu-
blico qoe o aprecia.
t'm dos eleilnres rasgados leve a ulania de ilecla-
nr-se sceplieo pelo dogma principal da soa seila
advertindo por orna folha publica aoi seos colle-
gas que deviaro repellir aquelle do partido adverso,
qoe dellei fustero mendigar volos. Sn a cegoeira
aconselhada pela ma' f seria rapaz de
paisar impune orxat desta ordem, que podem com i "n;7;;7"r,"'"'; 7" """" "e lan,n- ""
.as ":!d.e: i ---S .-" md- ^"rrtaen,,::,,d StfZ ^sxs&
llagar a provincia ni voragem da aoirchli.
24
HoDlem pela manhaa appareceo o vapor olinpe-
rador, e entrou logo, irazendo 7 diaa de viagem por
haver acrib i, o a S. Sebastian ; a' tarde sabio para
Montevideo Os moilos passageirus qua trouxe, logu
que pisaram em leira, feliclavam-se reciprocamen-
te, nao so por eslarem livres do excillenle Iratamen-
lo qua receberaro a bordo, como pelo eslado do
mismo vapor, cojo casco, dizem, ira' breve a' prasa
por innavegavel Algons patsageiros quizeram pu-
blicar uma asalyraa que haviam feto ; porem a ins-
tancias de um nobre depotado, cujo bellon proee-
dimenlo he lodo honroso, deixou de ser dado a' Ioz.
Os depuladoa barao de Purlo Alegre. Brosqoe eche-
fe ue pelicia jolgaram mait prudente segoir de
Santa Calharina por Ierra do qoe v.rem a burdo do
do vapor Imperador.
Cinsla que nesle vapor vieram las nomenriiei de
lodos os cummaudanlet de eorpoi da guarda nacio-
I da provincia, que a boa ordem e regul doserviso ha moilo reclamava, porqm ai interini-
dadet sempra se resemera de algum viciu.
Ai nome-ses para o coromissariado do exercilo
nao foram, nem tirio recrbidat com talisacao pelo
grande nomeio de prelen enles que por ca' existe ;
pois que ato ceenn, qur era om de tanlos e eom bons
padrinhot.oao goslet de ficar preterido oo etqoecido;
poiem cumo nao tenho desrjji de amorris breve,
me etqurcido '. Elle nao sera' mais entregoe para
ele horas. Entretanto ma .'ama Goera he ponloal.
Que fazer'.'
Quer que eu v a cisa del la '.' disse Emma.
Deste modo examinarei a obra, e ella podera' en-
tree,a-la a' condessa, a qoal mera a' soa porla, lem
perder lempo para traze-la aqoi.
Tem ra/.io, minha amiga :
pelo menos uma hora.
Ja voii, dii-e Emma levautando-se da meta. Dei-
xe-me lomar somanle om chale e om chapeo.
Ah I murmoroo Carica ao envido da Mara
soa vizinha ; he orna aenhora moi nobre i rica pa-
ra sabir sem chapeo.
De cerlo | respondeu esta erguendu levemen-
te ot hombros.
amiga -. issim ganhareraos
me de entrar... romo dansadora. Mas nadi se op-
pe a que eu va' bem oceulta e disfamada por um
vestuario que me pennttira' enleiar meu marido,
meu cunha lo, minha propria iim.ia, lodat as pes-
soas da ii i--a sociedale. lia de ser deleitavel !
Mas para isso, minha senhora he mister encobrir
a gravidez.
Nao ha nada mais fcil, senhora condessa ;
podemos fazar-lhe um largo domin de sedm cor
de rosa oo azul guarnecido de renda ; depois enm
om maulo de velludo prelo V, Exc. nao podera' ler
reronl-ecida.
Maravilhosamenti exclainou a condessa ba-
leado palmas, Ah qoanlo hei de divertir-me !
Madametella Emma, ditso enlo a mercadora
a' toa primeira 11105a, moitre a' seuliora a renda
o.2l.
A moga nlerpallada levautou-se logo, e apnten- Cinco minulos depois a mo^a detea de toa cama-
toa a joven condessa urna pe ja de renda de poni '' e sahia de casa tem entrar no armazem. L'mi
de Bioxellat enrolada em om papel azul que fazia n"ra depois chegou nm cria 'u muito etbaforido re-
resahir perleitarnenle a riqueza do desenlio. j clamando o domin da condessa.
I'reliiu u a/ul, dista a cood-s-a ; sera' rnsit | Que! diste a dona da cata, ain 11 1,1 i-, eo-
um disarce, vistn que na minha qualidade de mu- Iregue ? Ha mais d. uma hora que enviei orna
rena uso niuitu ds cor da rosa. Appliqua esla reo-! musa 1 Sem duvida Vmc. enronlruu-a, e a lenho-
da na guarmeSo do maulo e do ilumin, ha de ficar ra condessa ja deve ler seu domin.
moi bello : Cont) com ee vetluario para imanhai Dos o permilla diste o criado, do conltario
at aets horas, pon queroveitir-me cedo. : rata deva estar em fogo.
lisemos de aprestarnos, diste a mercadora, I E voltou eorrendo.
e ja vou envia-lo a' rj-a da eosloreia. Pastoo-se anda orna hora Emma uo chagava.
oilo bem. respondeo a condeesa sahindo. Esla diverlin lo-se, dziam-se entre ti estas
No da tegomle asteit horae e meia Anlonio, | moss, eis-alu uma qoe loro* auas libeidadet I
ua mulher, e ttai empregados janlavam na sala j Creio que lodos aqoi Iratam-na com muilo
cantigoaa loja conver-ando sobra os acontecimen mimo, deide a mnlhir do palrao al essas sanhores
los do da. isto he, tobra o movimenlo dot compra- qoe f.llam-lhe dores e da venda. Repentinamente Emma que is- acresc.ntou Clarice, cada om lera' soa vez '
que eterevea, se lemhras
se qoe na elei(Io pastada muilos dos teas membrn
foram quem meodigaram votos ; nata lempo nao
havia-te proclamado o principio da rouciliacni pelo
chefe do gabinete, a platicada aclot nesla sentido, 01
par dos eslavam extrema int. Ttn razao qoem astim
pentoo, lalvez etleja magrinho, quer mimar.
Pretendo como eleitnr qaa soo, ir al a noisa ca-
plal-Vlar o m>u vol, comu nao soa de capas encuu-
radas.la van os meus votados
Dr. Andr de Albnqoerqae Maranhao.
Dr l.in 'nipl 1 Correa das Nev'.
Alvaro Neslor de Alhuqu*rque Mello.
Dr. Francisco Jote Rabrllo.
Dr. Silvino Evidm Carneiro da l.unh.
Pa Ira Anlonio Baplisla Espinla.
S3o ses o dout m qoem pretendo volar.
Na srguinte ihe direi fielmente o que hoove na
eleicao.
Aqoi eleve o juiz de direilo da cuinarca em enr-
reso, e servio de promotor publico interino n Dr.
And-e Maranhao, depois da' correiso trabalhou o
jury, foram apresenlados pelo juiz moairipal sela
prncetsos'penmplot, entraran, em julgamenlo cinco,
dous reqoeram adiamenlo do jolgamenlo ; do cinco
jolgadot o mait bem aqoinhuadu leve a pena de u
annos, 4 mezes e mulla correspondente a melade do
lampo, asta appellou,3 foram con lemnadoe a I m>i
de prisao, e fienram compnndo senlenra nesla c la-
de, e o .." foi absolvidu. Avisla do resultado aeim
lava quasi sempre em silencio, zcl.imoo, olhandu
para o reloo 11 lineado dianle e si :
Seis horas e meia, senhora, e o domin da
condessa d'E'para anda n.io fui levado !
Meu Dos disse a don da casa, lu liolig-
Neue momcnlo paron a' porla orna canuagem, c
uma mos envolla em nm chile de cachemira en-
trou no arm-zem. Carlos Analolio l.inc.iram-se
dai duas ixlramidadis upposlas para receberem tais
ordens, e chegaram to meimo lempo dm'.e delta.
Ambos inrlinararu-se profundamenle, e depois le-
vantando a cabera exclamaram rindo :
Oh madametella Emma !
Que significa itso exciarooo a dona da casa ;
madametella Emma com um chale de cachemira de
dous mil francos !
Ah diste Emma com embararo, era quasi
denoile quando sub a' minha cmara, e enganei-
tne com o chale.
Pareee que s ha o em! naco da eseolha, disse
Maria a' ua roinpanhlira.
Entretanto Emma tornando a s da sorpresa ex-
plicava a' dona da casa qoe achara j coitnraira cem
ama vilenla enxaqueca e que depoia de te-la frito
deitar acabara a obra, e dera-se presa era lera-la
a' condessa.
De carruagem ? pirganloa Clarice astuciosa
mente.
Sim, respondeu Emma, a qaal pareca estar
decidida a rrspeilo da deiroherla do chale, nao es-
tou habiloada a sabir de noile a p.
Ah ditte Clarice em voi .. ,iv.
Depois acrescentoo examinsndo o chale :
Mea Dos, que bella cachemira Qaantn
euttou f
f>ia sei, respondeu Emma simpletmenle.
EnlSo he om pietente? insisti 1 desapiedada
interrogado.
Sim, dista Emma Iranquillamonte litando sobra
a mosa seus olhos grandes e sereno.
5 Ah ah ah ditsa Analolio ero voz btita.
Ah ah ah diue Carlos em fltela.
Ah 1 ih ah diiseram ai duas mocas in-
Ire si. *
Snhori, dise Emma elevando 1 voz, no que-
ro que orna inadvirlancia me expnnha aos commen-
lanoi de sem impiegados. Tenha a bondade de se-
goir-me a minha cmara, e eu llie espliearei a ori-
gen] deste chale.
Agora comno a minha vida le correspondente.
Adeot. Totas as felicidades Ihe detejn.
PBBlAMBnCD:
PAGiN VULSisV
Estrada de ferro.ll*vendo ehegado a e-U ci-
dade no vapor aTyue, procedente do Rio de Janei-
ro, o Sr. eugenheiro I. me. qoe por parle do govrr-
do vem proceder aos exames de qoe Irala a condi-
c.lo 14. do decreto n. 1245, qoe conceden o previ-
legio da musa estrada de ferro, leve lanar ante len-
le m (domingo] a primeira experiencia.que etTeclooo-
te na linlia comprehendidaeutre a Cabanga e a pon-
te do Piraparoa.
Nesse exaroe foi empregada a locomotiva n. I, fa-
bricada sob Indas ai condisoet de solidez, e capaci-
dade para grande torei. Por diversas veres foi-ln
dada ama velocidade correspondente a 65 militas, oo
mai de 20 leaoa por hora !
A locomotiva era dirigida pelo prnpro pogenhriro
director deste servio 1 especial, o Sr. Ijeorge O.
Maon, qoe na gueira da Crimea exerceo igoal em-
prego no caminho de ferro de llalaklava, estabcle-
cido para oserviso do exercito inglez.
A ets eii'ai > a-si-iiram alera dot Srt. Lae e di-
reclor das obras publicas, 01 srt. Wood. Peniston,
trnese, Bayless e Vignulet. Este ultimo he filho
do celebre engenlieiro de gual mime, uma das gran-
des notabilidades da Inglaterra sobre estradas de fer-
ro. O Sr. Vignoles vem da Baha, oode eslivera por
bstanle lempo esludaudo a eslrade de ferro do Joa-
zeiro.
Nao estando concloidns os exames e experiencias
do Sr. Lao*, e dependendo a almiara da 1." lecsaol
da e.irada do teo pareeer, nao se pode linda asse-
gurar se ella lera lugar nu da 2 de dezembro. Cumo
te des*ja.
Itetgale.Acaba de ler retgalads do caplivei-
ro urna iiifelii prela que lendo forra, tem-te con-
servado c-pliva de dilTerontas senhnre-, e ollima-
mente do Sr. Marcolino da Silva, nao lobtt-nle ne
clarar sempre esta prela qoe era forra, do que lendn
ltimamente scicncia o lllm. Sr. Dr. chefe de poli-
ca, promoveu as mais minuciosas invesligaroes al
qae contegaio n lettamenlo com que fallecer a te-
nhora da mai desta prela, em que a deixara forra.
Como he que se reduzio a escravidao por lanos an-
nos a uma infeliz preta. que nem te quer o menos
ra lilha de venlre captivo '? Nada admira, purque
lodo te acha viciado, o que, poim, he de notar he
que nao houvette uma s pessua, em cojos ouvidos
Ihe toattem at palavrat proferida! por aquella pre-
la, em qne firmemente declarara que nunca fura es
crava. He assim que muilas colisas se p'assam sem
prodazr uerhum elTeilu ; felizmente o Sr. Dr. che-
fe de polica veio descubrir um mysleru coro que >e
envolva a liherdade rom a escravi.iao, e pelo que te
faz digno >! n issos encomios.
He muito badalar.A lorr da igrpja da Sania
Cruz, na madruga (a do dia 22 do enrenle, aiinun-
ciou a mista com 'J-s balala la- de sino : arre, que
he muito balalai, e entao uan qocrem que se falle,
pois fallaremos e tornaremos a fallar, ate que, ou os
hdalos dos tinot caiam, ou a tinta seque nos bicui
d a netM penna.
Fe>ta de Santa Cecilia. Teve logar anle-
honlem uma e-plendida I s1,1 de Sania Cecilia, na
igreja do Livrammln. Inolil he deterever os por-
menores desta fetta, bastase d zer que nada fallou
para que etlive-se bullanle, e nem era de esperar
que os artillas muiicc- n.io te esl'oreassem para
que fotse completa a festivdade daquella Senhora.
He uma prova da alia venerado que Ihe contagrarn;
fazem muilo bem, e algum da colherau o premio de
tua dedicasao.
O vapor nacional 0\*po, procedente do
Para e porlos intermedios, irouxe a seu bordo os se
guintes patsageiiut :
Dr. Auguito C. de Amoriin (jarcia duas manas,
capnd Antonio Theoduro da Rosa Gama. Domingos
II. de Oliveiri. Gailherme Anlonio de S Se*eria-
nu llibeir,) di Cunba. Juao Jos Sardenha, Ludgi-
ro darcia. 1 m..... 1Ti ilt AP-ninf iiri- Maranhao,
Trajano L. Meileirns Unrfj e irei esetsejias Joao
Francisco da Rocha, Maximino C da Rocha, Trinjo
Pacheco Burgei. Jos Luiz Pereira Lima, e um cria-
do, Jos Francisco de Souza, Joao Vicente da Silva
Farreara, Anlonio Francisco de (lliveira I'etico, l.oiz
de transa Gunoalves e om escravo a entregar.
SjSeguem para o Sal : Dr. Manoel F. I- ernan.les
oeira, Dr. C*rln.t Augusto da Siveira Lobo II
eter-vot, Dr. .1,0.1 Carlos Pereira Ibiapina, padre
Manoil Anlniio Valle e um criado. Padre Joaquim
Pereira ce .Menear,Joao Anlonio Capole e doos Cela-
dos, l.eurrneo Joaquim de Vascnncellot, Manoel Pe-
reira de Carvalho. Ricardo Jaste da Silva Azevedo
R. Jos Teneira, Juao Loiz Oliveira, capiiao Ca nn Jus Marlins. alfere Jos Padro de Suuza Quei-
rei, nitores Jote Antonio de Souza Sombra, 6 segun-
dos cadetes, 196 praca* do exercito, 7 mulheros e 3
filhos, 1 soldado desertor, I racruta de marinlia, 120
escravos a entregar.
Seguio para o Ido de Janeiro : Francisco A. de
Carvalho. sua senhora e dou filhos, com duas escra-
vsse duas criaa, Olvmpio A. de Souza Pilanga, Vi-
cente Cindidu Tuuriuhu e um e-cr.vo, Joaquim It.
le Souza filho, Jorge P. Fernandes, Pedro de Cala- |
i au-, los I. dot Sanios, Dr. Francisco G. da Rucha
Verneck, Manoel P. de L. Weroeck, doos escra-
vos, II'h/ M. de barro-, a ieu criado, Antunio P. da
Albuquerque e sen escravo, Carlos E. da M. Malos,
Aimerico .11. C. Gitahy sea escravo, Lenidas C
Htirlamaque, ana aenhora om e-cravo, Carlos I. de
M. Vanique, Fr. Anlonio da Sania Anglica l'imn-
te|l, Paulino de N. S. da Soledade e um e-cravo, ller-
n|rdo Joi C, de Sn'.Joao P. de Alcamin.l irmuio da
CI Reg seu escravo, Adelo Jo^ B. Arrchela*
Gklvo, Paolina de S Peres, I criada, com 2
esbravas e 2 cria*, Aalonio S. de A. Goes.sua senho-
ra e um liilio, lunucencio M. de A. Goe seo es-
crio, Eugenio Jus N. de Andrade, Jos G. Gui-
ni ira-*. Juao Candido da Silva, orna escrava de I,
G.|d Bsrrus a entregar a P. Ribeiro Guimaraes,
l'li|eodoro M. do Nasciroenlu, Guni;alo de A. P. dr
Meneze, Anlonio A. G. de Almeida, e seu esceavo.
Se+enno L. de Bario e Silva, e seu escravo, Mara
B. M* Carvalho, Antonio C. de Mello e Andr.de
cor* 5 esclavo e 2 criados, Jos L. C- da Silva,
Francisco M. P. Cavalcanli, Ernesto F. de Lima
Sanios om errravn de F. M. P. Cavalcanli, Jos
I. I Neves, Jo- S. Gomentorro. Jnanua B. do
C
1
um ?scra\o, Jo3o I., da I r-m;a Mirau.l 1, Manuel
oro eacravo, Antonio I,, de Araojo e um escravo,
Jos P. Pereira Jnior e um criado, Jo* Manoal
da Cuita, desertor Mauorl Antonio, Eduardo Ras-
tille-, um iicravo ce Adriano e Castro a entregara
B. I. Piolo. Jos Pena ie Carvalhu Albuquerque,
Francisco C. B. Madureira, C isemiro d* S. Madu-
reira e om escravo, II-nriqoes de S. Lima e uro
criado, Franklin A. de M. Doria e om eicravo, Jo3o
D. de Andrade, 105 pcsa> do eaercilo.
Hitpitat de car Hade.Exisliam n dia 21 do
crranle 26 horoans e M mullieres tratados pelt
randa e, 9 humen*, e 13 mulheres, que pagam
' 1 casa, e II piaca dn corpo de polica. Tutal 89
doeotes.
Existum no da 22, 26 homens e 30 mulheres til-
lados pela c.ridade, 9 horneas 13 mulheres qae
pagam a casa, e 11 pravas do corpo de policia.
Tolal 89 doenle-.
II e| n;' > da petsoat que foram sepultada 110 cern-
I 11 publico no dia 21 do correle.
Filippa Ma -**s llores, parda solleira, 21 annos,
febre nierp- ral.
Manoel Joaqnm Pereira, porloguez, braoco, casa-
do, 61) anuos, bydropesia.
Maria, branca, 2 mizes, coqueluche.
Francia o de Paula, branco, 1 mez, convoltOes.
Joao Marinho, pardo, solleiro, 28 annos, apoplexia.
Joo Baplista da Aiturapsao, pardo, solleiro, 36 ao-
nos, intente aguda.
Maria, parda, 2 mizes. convnl'6e.
Francisca de Paula da Craz Coulo, branca, solleira.
I i anuos, pbtvica.
Jos Huberto da Silva, pardo, lulleiro, .VI anuos, me-
nengile aguda.
Manoel Faustoo Ribeiro, pardo, solteiro, 30 anno,
phtytica.
Fautmo, preto. escravo, 8 mezei, convolie.
Antonio Ferreira, preto, lolleiro, 48 annos, bexiga.
Manoel Francisco Primeiro, prelo, soldado, solleiro,
32 anuos, tubrculos nu monaret.
Tolal 13.
Afatadouro publico. Matoo-te no dia 21
para cuutumo do da 22 do correle :
A companhia da earnes verdes. .
Ricardo Romualdo da Silva ....
Sooza lavare*............
Virginio Horado de Freila.....
Queiruz...............
Llemeute..............
90 boit.
12 D
Tutal. 117 bois.
Gado morlo no dia 22 para consumo do dia 23 :
Corapanha (das carnes verdes
Ricardo Romualdo da Silva .
Manoel da Silva lavare*
Verissimo Oraeio de Frcilas .
Luiz de Quoiroz ......
Clemente...........
Ilqoela exige a sua alia posit-ao olTicial. S reliroo- fica-roe a etperansa de er lembrado paia oolra vez., visto, parece nao ler havido muito jubileo para os A. do Sanio Pereira, Innocrncio I. de A Uncida
ie para o norte ao crepsculo da larde, lendo sido
dorante o dia comnrimentado pela cmara munici-i
pal, autoridades civis, cteles de n parlones poblica,
olliei.ii 1 lade di linha e guarda nacional, e por uma
commistao da prasa do eommercio, para ette fim no-
meada J1 coro antecedencia. Visitou a alfandega,
Irincheiras e hospital militar.
Cunta qae prevenio ao commandante do balalho
de coarda nacional daqui que te apromplatse, visto
ter de aqoartelar ; a ordem ser expedida logo qu
S. Ex. lomar potte oa presidencia.
L'mas 100 praraa do 13 balalho qae aqoi se s-
cliavam, vinda de Porlo-Alegre para tegoirim no
aTocantinsn, regiess*ram S'goindo anle-hontom nu
Calas. O "e?stn do metmu 13, qoe faz o trrico
detla prae*, ii lamber na primeira occaso, logo
qaa a goarda nacional enlre em detlacamenlo.
O major Germano da Silva Ferreira fui honlem
unnimemente absolvido pelo jury da Villa do Norte
pelo erime de homicidio, no procesio em que he ao-
tor o lenente-coronel Anbal Aniones Marirl. Esle
appellou remira a decitao du jory para a reinlo do
'lislrictu.
O,patacho portogorz Santos lio perdeu-se anle-
honlem pelas 4 b iras da tarde, na necasiao de en-
trar, por haver desgovernado, caliindo sobre o cabe-
SO onde foi enralhar. Vinha de S dubal eom sal a
caa dos neg ociantes Suaret, Castro e C. A eoarnicio
salvou-se luda na lancha, qoe foi rebocada pelo Ca-
maruaai!, qae sabio logo em prolecrao.
Quando os navios eao velhos e sua carga he de
carvilo ou sal, algomas vezes lem acontecido que 1
barra do Rio Grinde faz o venda delletao aseguro.
Honlero chegou de Jagoaro u Rio urandent* ;d
e o qua ha de mais importante ha qu* o redaclur
du Echo do Sulo iitapen do bacamarle. Diz elle
em soa folha de 10 do Crrente que aehando-se nn
dia iil-eidenle, i 8 horas da ooite, sentado em sua
sala, junto de ama meta que corresponde porta na
ra, onde escrevia, ouvm lo baltr na porta, a sua
etposa pergiiulou : quem he '.' e uma voz Ihe respon-
de paz ; aberta a porla v immedialamenle dispa-
rar om bacamarle apouiado para alie, e graca a
sua feliz estrella, o piojeclil ciava-te na parede doos
palmos a cima de loa caheea Perturbado ainda
com 13o horrorusa scena. corre porla, onde brada
por soccorro ; porem a pulida dorma, como sempre.
escapando-se o atsassino.
Sem duvida uma e-lrell 1 feliz abriga o redactor
do Echo du Sul por eseipar de om tiro, a bem
dizer, a' queima bocha.
O negociante de Puatiny de norae Albino Fabin,
que aqu veio sorlir-se de genero, lendo-se hospe-
dado em cata de om -eu coubecido aoe faz afunis,
s* qaeixa de lar tido roubado em 25 oncas ; se he
vvrdadeira semelhanle aecusacao, he ua realidade
orna exea lente hospitalidad* I!
O Dr. Miguel de Castro Mascarenhas enlouqaeceu
m Porlo-Alegre. A causa da soa grave eufermida-
de he o desmancho de seo casamento, qoe ja' se a-
chava contratado com a lillia do Dr. Manoil Jos de
FreilaiTravaisos.
__*_
A assembla provincial, depoi de grande erecro-
I ment. 11 oa suplientes, pde-se 'ustallar no dia II.
O Exm. presidente chegou a' capital no dia 15,
pelas 8 hora da manhaa, a tomou poste nat mos do
presidente da assembla no dia seguate, pela 1 hora
di t.rde.
Ot empregados da alfandega qne linham seguido
para o lugar do naufragio da etcona belga 'Miner-
va per lida nlcm do Albardao, re ro ngo sem poderem lalvar um fio de linha, poi-
que us piralasn oe Ierra haviam levado todo. A
prala e ochava eslivada de caixOe arrombadot, cojo
num -m exceda a mais de 200!
O canibalismo dos habitante desle lado do 10I da
provincia lora a niela quando ha naufragio. Cada
um, em ve de proteger, *,, cuida ero arrecadar pa-
ra si ; e as autoiidade, Uto leudo a torga precisa
neceasaiia para se fazerem respeilar, represntala a
ridicula ligara de om fatlatma, que s aprsenla a
grande sombra de vulto, mas sem acs3o do poder
qae a le Iba coi-ferio.
Emquanto 00 lado do norte os seu rooradoret sa
preslam de boro grado em proteger e salvar, do lado
do sol s apparece a rapia como prolulypo de
seus habitaolet.
O naufrago*, 25 colonos e Iripolacao, s encon-
trar am proteceii 1 e amparo em cata do digno sob Ja-
legado de T.1I11111, liento Venanrio Soare, qoe com
afiagos 01 acolheu.s
Ha dia grasta a noticia de ama occorreocia bem
detagradavel, qoe pen di-a deulro d'alma refer'
acoulrcida em S. Baria, enlre as forsas de lirt
commaodada pelo brigadeiro Osoriu, e da guarda rie
rmn -I do commandu do lenle coronel Fernandes
Qursles partirolares entre os doos cheles fizeram
chegar a vas de fado a farsa di la alia e da guarda
nacional, viclima immolidas no aliar das paixoee
meiqaiolias, que, segando dizem, dumoam 09 doot
chefe.
O D'arlo do Rio Graode de anli-hontem decla-
ra que he falsa a noticia que corre acarea de lao la-
meutavel soccetso; e o Rio Grandense da bonlem
su-l*nta a v-rai-i lade delta, dando c mo cauaei a
inflaencia do brigadeiro Osurin as nomeasOes d*
ceos individuos para os cargos policiaes daquella
villa. Se se varificar lao f.lal desgrasa, he sincera-
mente de lamentar, porqoe qoando o Braiileiro
devem lodot estar congregados e reuudot para em
masta puiiireui qoalquer insulto ou afironla que o
gaucho de Paraguay noa posss fazer, ha quando
lulas lao iiiqudlicve! appaiecjjm pondo em diver-
genc a as Iropas de Imita e a cvica, ftolicia deste
quilate lenho sinceramente lodo u escrpulo em re-
ferir ; porem havendu am jornal que abalnnsoo-te
a astegurar a 10a veracidade, assim a transmiti, na
certeza que tenh de que o governo nao deixara'
65 bois.
.....12
.....8 o
.....3
.....3
.....2
Total. 92
Al amanhaa.
&iatt<> t t&tttoazvibwo.
Pelo vapor Oyapock qua honlem entrn dos
porto do norlo, recebemos j rnaet detie lado do im-
perio, cujas dalas ao : ParA 13, Miranhao 15, Ceara
19, Rio Grande do Norle 21, a Parahiba 22 do cor-
renle.
A presidencia do Para, em a qual ie acha o Eim.
Sr. Dr. 1. iri.i 1. continoa a ter apreciada e lana la
pur ludoi em geral. ludo por all corre MlaM e
plcidamente.
No da 3 lo correnle tegaio do Para 1 tomar cori-
ta da presidencia do Amaz-nas, o Exm. Sr. Dr.
I- orla lo, ltimamente Humeado, depoia le uma de-
mora de alguns das que detpondeu em tralameolo
de sna saude. O Diann do Conime ci do Para ,
dando cunta desee fado diz o aegaiote :
a Anle-liuiilero, Iret do curreiue, seguio para a
soa provincia o Exm. Sr. Dr. Francisco Jos Fulla-
do, eom qoanlo nao eslivetse rettabeleciJo, comple-
tamente, em sua s Para a provincia do Amazonas intimamente re-
lacionada com o Pata e delle desmembrada a pooco,
do pide ser inleiramrnta extranhu o hornero, que
rai .1 fininislra-bi. Quando seo honroso prece-
dentes de amigo da jusiiea e do mrito mais do qoe
lodo, nao li/e-sein coucelier-se boas esperan;as de
o ama a imin -iraelu enrgica, porem justa e impar-
- cial, muilo bstanle seria a nomeasao por nm mi-
nisterio conciliador.
Felicitamos o Amizooas. O Exm. Sr. Francis-
co Jos Fuila io tera', como o exigen) as uecestida-
e dessa provincia natcenle.
ro metmo vapor foi o Exm. Sr. Henrique de
Beaurepai'* Rehle, ver o ro gigante. He uma via-
a-em, que lalvez-epretle aiuda ilgutna vanlagem ao
Au.azonai.
., y ..- -,i|ue foi bullanle. Acompanhado de
numerosos amigos o Exm. Sr. Henriqoe de Beaure-
pare Rohan fm lomar o seu illuslre companheiro ;
e ah reunido ot dout grupea, encherara a ra do
transito e o porto do embarque.
S. Exc. o Sr. presdeme da provincia os Srs.
commandante dat armas de arlilharia esliviram a
bordo al 11 9 hora : as 11 he que vollaram 01 ul-
timo amigos dos Exms. Srs. Beaorepaire Rohan e
Fortado.
Em lodo esse intervallo a eicellent tnasiea do
3. balalho de arlilharia 1101 encanlava a burdo do
vapor, com pesa escolhtda e primutamenle execu-
ladaa.
O Maranhao comes a froir a doce paz que so*
empre maoler o Exm.Sr. Dr. Pae B-rrelo em toda
a provincia, cojos destinos Ihe .io confiado. Traa-
se da fundar um club commercial maranhente. coro
o fim de dar partida roensaei. A caria de uosio cor-
respondente diz o qoe por all ha. Ei-la :
a Tomando sobre mira a larefa de noticiar-1 lie
os acoolecimenlos de minha provincia natal, devo
aoles de ludo expor-lhe a nosta silim-lo actual,
para que o faclot que occurrerem pottam ser eom-
prrhsudidos pelo innmero leitore 1 que V.
tem a franqueza de confiar graude parte da caria
que recebe.
Netie intuito nAo he meu proposito descrever-
lh* i maravilhi d-sla bella cidade, onde em
qoaii ludo, na magnificencia e regularidade da edi-
licaca ,, como u* all'ahilidade e corlezania do eos
hai liantes, se descubrem os veiligio d* om *tplen-
di lo patudodetla cidade, onde bullan a indi-
ligencias, onde se rnanif'slam i.t eoranla da civi-
lixe.io e da aaciabilidade em lorno do lar da fa-
milias, d-s orcbeslras do bailes, e di opera Iviica 1
vila de pomposos scenarios. Nao, a mmha lliese
he mais vasta, o meu proposito he oulro, ha da
provincia e nao da cidade que pretendo orcupar-me.
O eslado d* aanrollora e da poltica encer-
ram hoje os maiorea inleresses desta provincia.
O Maranhao rico pela fecundidide de seu llo,
pela abundancia d* escravos qae o povuam, e pela
facilidade de toa communicacii.s fluvaes, parece
caminhar pan umi cmplela decadencia.
A lem aqoi nSo ha devidamenle aproveitada
irtooe orna lilha, Anlonio Jote de Amonm. An- pela cultora, e quasi que no tem valor. As fa
on,^ Nogue.r. Pinto e om escmvo Mauoe loa- zenda.Jo dadas, para b-m d.z.r de grasa, quand
nuil, d- Silva I eao, Francisco Jos de N. I.etsa e vettel sem a esrravatora. O pooco inleresse qu
inleaiessam nngurm. Vmc. nSo sabe nunca, n3o
rere 1 petsoa aiguma, soa conduela na minha casa
he da mait regulares ; isso me hasta.
Mas nao me bata, loinuu Emma com altivez,
e nao quero deixar-lhe nenhuma duvida a ene ret-
peito.
EnlSo amanhaa. He domiugo, e tiremos lodo
o lempo de conversar.
Pois bem, amanhaa, disse Emma.
E taudando a dona da casa, alravestca o irrni-
z*m com pesio firme, e desapparieeo pela porla do
fundo.
Tem ella um amante .' diste Clarice em meia
voz.
Sleocio, icnhora, ditie everameule a dona da
cata. Hei de oovir amanhaa madametella Emma.
Daqui al la suspenda seus ditos, e se, cumo suppo-
nho, sua explicasao for saliafaetoria, nao cunsenlire
que niugaein tagarelle a ten reipeiln.
Ala! diste Clarice, eslou certa de qae illa
achara meio de lav-r-se.
Pens como Vmc, lornou a dona da casi
mas de certo itio n,1o he dado a todis, acrefcenloii
eticaran lo a Clarice, a qual abaixou os olhos.
No da segointe des le as uilo horas iodo o arma-
zem e-uva em rumor, Emma sa levantara cedo para
por am ordem a roupa as fazendaa branca e*pe-
cialmeiile collocada ero suat altribuiccie-, e que tua
aluda da vaapera impedir de paitar em revista,
bem como fazia lodos os sabbado i noile. Depoia
de ler procurado em muilas canas 1 no mostrador
ella dirigio-ea a Clarice, que entra va ueste morneri-
lo, para saber onde etlava a pesa de renda n. 24
que nao se arlaavj em seu lagar colii:iia 10.
N;lo sei, respondeu Clarice. Foi Vmc. a olli-
ma que liroa-a para o domio daquella con-
dena.
Eslou cerla de te-la medido na tercaira ealxa a
etqaerda, diue Emma ; mas lalvez alguem tenha ae
ndo
. pooco inleresse qu*
hoje deixara o arroz e o algodio tez que variot en-
Guarde siui segndos, minha amiga, elles n3o | servido.delli duraot minha ausencia.
' Creio qoe nSo, tomou Clarice. Nao deixei o
armazem om minuto, e ninguera pedio rend hoo-
lem de noile.
He cuuu tingolir 7 disse Emma.
E eoutiouou 1 prucorar.
Clarice levantoo algoma pesa de panno eom
indolencia, fingi abrir alguma caitas, depoi foi
astenlar-ie dizeiido :
De qoe nrve procurar, ae ella nao esla' mais
ihi?
Nao ctti mait ah dita* Emmi intertompen-
do sois pesquins, e onda estara' entao ?
Nao tei, itso Iha diz retpeilo.
Ea Vmc. tambem, segundo me parece.
A mim 1 que faria eu dota renda ? Nao tenho
chale de cachemira para harmoniar-se e*m ella
Qu* diz 7 exelamou Emma, saltando como"
uma leoa para a rapariga, a qual recuou um pao.
Bxplique-te, srretcenlou agarrando-lhe o punlio.
Solle-tn* 1 tulle-me gritava Clarice.
Soa mai loaca, diste Emma lepelliudo coro
desdem 1 n.3o da mora.
D*pois vendo o duno e a dona da casa que acu-
diam aos gritos, precipilou-se para alte.
Ilootem eccutavam me de... au sei que ler-
mo eropregue paia qoalilicar ama falla que ignoro,
diss* lia com ar de 1.10 perfeila innocencia que a
dona da casa ficoa commovida. Agora tou aecuta-
da de Imlu Quem aabe '? Talvez esta noile seja ac-
ruada de atiatsimo. Venha enmigo, senhora, vi-
nha tambem, senbor, he precito acabar com ludo
iito !
E lomando .1 cada um por um mo arrailou-o
para a esc ida, a qaal Ibes fez subir a toda a presta ;
depois entrando em sua cmara correu a uma ele-
gante mala d* como, e tirando urna chave do bolso
aheio-a vivamente, e derraraou lodo o seu conten lo
Sobre o asualhn.
Procurem, dina espilhindo com o p os ri-
ce! objictoi que tinturo, cabido 4a mila, e ie ha-
genhos de as*ocar te lenham levantado ; porm o
peqoeuo lucro qoe aqoi deixa om engenho, difti-
cilmente ter*' icreditadu em Pernarnboco, legando
as informisiei qae temo. Agrieollore ha qae,
poasaindo nos teut engeohu mait de cem escravo,
fazem apenas tres mil arrobas de astocar : isto nao
por defeilo r>aa Ierras, mas provavalminle pelo de-
leixo e imperfeisSo da coltura. O rio, (isas mag-
nificas estradas nalurae que nos doon providen-
cia, vivem da mesma sorl dxaprovcilado pell
incuria do homens, e enlre nos a cuopaohii de
navgarao a vapor parmanecem anda em eslado de
pre-jeclo. Ot escrav t que em gr>nde numero con-
lm 1 provincia coDililoem soa piiocipal ellti
inrerla riqueza. A adroirarao que no causa o fl-
lor da producc.lo dos engenho de Pernambuco, de-
ve ahi caatar a somma da escravo* que pottoem os
nostos fazendeiro. Elle tSo por astim dizer o ni-
co elemento e tigoal de riqueza. Por Itso, qoando
se pergontaque fortuna lem F '.'a resposia ordi-
niria he 1 segoinl* : poiaoe lano esclavos. Na fal-
la de pro uclot, elleitlo actualmente para n um
valioso ramo de exportasen, que faz detla piovineia
infelizmente urna Cotia d'Afriea para o resta do
Brasil. Na deficiencia da rendimentu, a venda
dos etcrivoi, itlo he, o de-falque e (ibanjamenlo da
proprie lade, alimenta o loxo impolo pelo reqoiale
da nota civil,sac,ao ; oa prodoz am capital qoe
he depotilado, em premio algum, na caita filil
desla cidade, qoando n3o he convertido em aesSes
de companhiat, ou apolices di divida publica, mait
lucrativa do qoe nona livoxri. O eommercio
do Maranhao, qae d'anles se estendia largamente
pelas proviucias vizinha*. ve-te em grande parte
restringido ao nono interior que, pela raze ex-
potla, nao pode alimenlal-lo devidamenl*.
O Exm. Sr. Taque, no seo relalonn ;.presenta-
do a at-emblea provincial, expoz com fidrlidade e
elequencia esla situado. Netle se leim a seguiu-
te palavras :
A tendeueii di provincia pin 1 lulas di aniel-
ligencii para quetloe di pequeni poltica de-
vem ler eonlribuido muito pan arredar a actividad*
du caropot para cidade, a im quanlo 1 capitel,
oa le muilo concorrem a despender o qoe ibes dei-
xaram seut inlepanado e o calado derrama largas
somma, aprsenla am aspecto anai litoogeiro, e
mantem om eommercio imporlanta ; o interior di
provincia nao corresponde a eite etlado floreteante.
Muilos i*vradore te eoniervam por largo anno ar-
redados de loa propriedadet rime,que mal conhe-
cem,e que Iheidao bem exuuot rendimenlus,outro
reliram os eicravos da fazenda e oecopam-no as
obra publicas, uo vendem-nospara oolra povineia,
afiro de empregar o tea valor em fundot publico *
deifroclar a renda. Pareca que nao ha muito .oslo
pela iiidusina e batanla coragem para o doros 1ra-
hal.'iot necesnrioi conqoitti di nilureze. Has lal-
vez no deiignios da Providencia, o mesmo pereci-
menlo em qne vai a agricultura da provincia pela
sabida dos iscravo, qae nata aeempregam, apreste
1 revjiucao ioduilrial, que deve reanima-la, eximi-
do etforso* mai efficaies para tua melhor, e preen-
cheudo-e o vacoo deixado pela eteravdSo pur miii
inlelligpnles trabalhaduret. animado pela poderoso
estimlo da propaedade e do 1 ulereaste indoslrial.
Eolrelanlo verdade he qu* os capilaca, loog* da aog-
meniareni pela economa e pela reprodujo, sao
necetsariamanta desfalcados pelo abandono dot esla-
belecimenlos, em que eslao fixo, e pelo sopprimen-
lo das detpezn pessoaet, a que ttu sacrificado. Com
a prospen lade om lantu artificial da capital coa-
ir.--la cda vez maii o eslado deploravel do campo, u
O Exm. Paes Bnelo, notso actual pretidenle,
fiel ao \-tema com que honrotamenle admioiilrou
ai provincias da Parahiba e do Ceara, e ochando a
vario retpeilo om caminho convenientemente des-
loca do pelo seo riioni anlaraaanr. uemea eatVurvr-a.
para melhorar o e*lado econmico da provincia, e
para aolmar os tspirilos pela poltica de modraselo
e concerdia, e pelo desvio de todo e qoalquer patio
que posta ser interpretado como reacio.
Cuidar ao mesmo lempo nos meios de promover a
riqueza publica e de eslabelecer a ordem moral, de-
vem er com elTeilo os doos grande empenhoi de
uma adminitlrasao beneliea para esla provincia.
Por ora pouco Ihe potso dizer do actual presi-
dente, qoe comecoo ha bem pouco lempo. Todava
conita-me que elle envida lodo o eiforcu pan qoe
se orginite deflinilivameota 1 compnnhia de nivcga-
sao fluvial, empenhando-e pela ipprovaslo do ea-
tatolo qae foram lubraellidm 10 governo geral. O
Exm.Sr.Paes Barrclto tambero mostra deiejoide pro-
mover o aperfeisoamenlo da agricultura, servindo-se
de alguna meio qae Ihe faculloa a anerabli pro-
vincial
o Do expediente do governo transcripto no l'u-
blicador Maranhente d v-so qoe o preiidiole lem o
detiguio deregolariaar a adminitlracao, policia e a
magistratura, lajeila a tinto abos'ot nesta trra, e
de igualmente acabar com o exclusivismo do parti-
das. Seria enfadonho c lar-lhe todas i orden*
e lo tat ni providencias expedidas com esle proposi-
to moralisador.
O qoe he cerlo porem he qae todos o dia val-
ia desenvolvendo a modarasao dos animo qu* aselei-
SOes haviam irritado. Bom seria qaa livettem laca-
do j ultimadas as eleiset de Vianna, do Codo e do
Brejo. Mas lodos o partidos geralmenle mostrim
confiar na administrarlo ; as iras do joroalismo vio
pouco e pouco irrefecendo ; 1 exaliardo eliloral
lem de r*ilringir-s* 10a lugares citados ; e desli vez
o governo, superior aes interine do pae lirio, pa-
rece que se limitara ooirameole 1 mantel 1 ordem
publica tanto qoanlo Ihe fAr possivel, 11 cohibir, os
abusos de qoem quer que aeji.e
Na villa de Quexeramobim, receia-se uma lerrivel
tecra, te aban lentes e copiosa chava nao vierem
banhar o solo qoe se acha rrtteqnido. A caresta dos
sin ro. de primeira oecenidade crece do dia em
dia ; o milhofo feijio e o arroz qoa-i qoe nao appa-
recem ; a carne cosa 12 pataca a arroba, aendo
fresca, e 16 secca, a farinha ie vende por 320 e 400
rt. A presante rnissiva do nono correipotidtnl* con-
ten, alero do qoe vimos de dizer, lodo qoanlo dig-
no d* menean lia :
-: Iloj* iiito-me com boa dispossao pin een-
ver-lhe, tem embargo de ler mullos nutro* negocios,
qoe roe dialrahem a menean. Para dar-lite orna
prova irrecotavel deesa dispusisao, vou copiar aqu
fexloamente a condiset, com que o presidente da
provincia achate diiposlo a promover na raema a
ntroducso da difiranles rasaa da animaes, de qoe
Iratara as le provinciae n. 768 de 14 de agotlo do
anno prximo panado ity. I 2. e 833 de 2 di
outubro do crreme art. 2 2111. IX.
Comilones :
1.' O animae da qo* cima ie (rila (retre-
le at leit opn) icro destinado a om t iodmdoo,
ou rompanhia qoe etlejam no cato de bem acom-
inoila-lu, (rala-Ios, e faze-lot nprodozr, e a um
nico e-tabelecimento rural, onde lodos sejam reo-
nidot, e melhor se consgalo os lint que te leem cid
villa.
> 2 Alm dis ricei nprenamenle meacioDi-
dat no arl. I 2 da diada lei n. 768, iniruduzita
igualmente o emprezario qoaetqoer oulras, que con-
veoha, e bem inim liguas cimelloi, oa dromeda-
rio.
3." O governo di provincia idiantira at qoan-
tta* que forero Docenaria para icqoiiiclo e Irau-
porle do sobredi!01 animae al ao logar
rao.-
do eu
rem pesa de renda o. 24 pdenla dizer que 1
marqueza de Saint Clair lorton-a.
Que lem ella 1 diue em meia voz Ao lale a'
mothar.
p^r"-- '11r,,,pondea Mli'- Oh madame.ell
t-roma, diste ella 1 mosa, 1 qn.l colera satteoli-
ra ale entao, e que laoeira-e sobre uma cadeira
derraman .0 uma trrenle de lagrima, qu* significa
i-io e para qoe aipalha astim toda a sua roupi ?
acrescenloo apandando de am em om e dobrando
com cuidado lodos 01 objecloi qoe jaocavam o
chao.
A p*sa de renda n. 24 esla' perdida, e aot
accuiada de le-li furlido '
Ora diste o palrao em tom de incredolida
de inleirament* lisongeiro pira 1 mosa.
Ei-la, evrl.icr.nu repentinamente a molher.
.Minina eslrenieceu, e depois vendo o ohjactu que
a doaa da cata linha na milo um torriso tingolar
desliou-te de eut labio, e ensogando repenlina-
iseiile as lagrimas, ella ptreceu dar toda 1 soa al-
lenc'o ao qoe ta segair-te. Com efleito en 1 fa-
mosa renda ai. 24, mas etlava aroarellecida pelo
lempo, e euiida um rorpinho da casia da India
de furm ja auliga. Emquanlo 1 dona da cata cxi-
minava-o com allensao, o marido, qoe se reunir
a ella para apanhar o objecto etpalhados, dea a
*eu torno um grilo riatorprea, e depoi chegaodo-
le vivameole a Emma, pergonUo-lhe apretenlau-
ilo-o coro mao trmula :
Qoe papel he etle ?
He jallamente a quilarao do corpinho qae a
senhora tem nesle momento. He ama falicidade
para mim. acrescenloo ella tornado ; pao ttrei ac-
cutada de have-lo furlado !
Quero leria etta audacia ? dista ntsti mo-
menlo um bello mancebo qae apparecio* repintioa-
mente a pona da cmara.
-Meo lili,o 1 ------
MUTILADO


-
deil'uo a>lm rninu para o eiigajamtnto, Iram
po- le, e > encmenlo, .lo pnrueiro auno, da pessoa
de quem r.la s con ligio 9.
o 4." qui.....' designada n> cndilo prece-
denle t-i.lo netitulda pela empresario a faienda
provincial nos prazo. declarados no .bienio art. e
S da le n. 768 ; pdenlo, poretn, os mojmos ter es-
pigado poi oulro lano lempo se o emprezario palo
l.i amprea mtrecar ealo
seu zelo e remitido
vor.
De qualquer das especies de animis cima
enumeradla nao datera* o emprezario inlioduzr
menos de rja.ilru anlre machos a (emeai ; a etcep-
gSo dot camello! ou dromedarioi, que poderlo aer
menos.
a b. A parda por mora da qoaiquer daquellet
anim.cs em atajen, oa dorante o primalro anuo
depoii de aoa (Legada, correr' por conla da ftzen-
da provincial, aando o respectivo tai.ir abatido nal
quanliai, qua o empresario lera' de restituir ; a-
|iio.iin-se os caaos de negltg'ncia ou culpa mani-
fest da paite deata, daiaua agaotes ou prapotloi,
administradora, etc.
7.a O emprezario presentara' em occasiao com-
pleme claramente oiganisadas e docunienladaa as
qoa rm cuta cauta*.u talar lia tsl.tr |-.a sa,,ui-. Cuni ,!. Prunela** ilo Una i- ':., \ .-., i ,
la lie una das laen, raijo o dito por ii-l. dita. I lippe 73 ) Cavalaaatl (.ios ti. couaalhelni i.,..,
Diz o Cearense. que o juiz preparador ja con- reilo i.
liUKlO t IBMUlCCOTPIu-A WSA -. BI N0VfiR10 u*. llt.
eluo as diligencias da jutltg
brete a aoa deciiau.
Acha-se cunvccada a segunda lesso do jury do
termo de Casravel.
A polica ii.lo tem descansado ; o numero dos
fa- i criminosos presos no i ullimos mezes ja eicede a 'JO,
segundo assegurou-me o vellio e presl.moto E.leves,
decano dos empregadot da polica, e repertorio vivo
de todo quanio se lera passado em aua repartirlo,
de-,ie o> mais remolos lempos.
n Entre os criminnos figura um celebre Jlo Rt-
beiro de Mello, faiendairo rico, a qua se ada in-
diciada am doa erlmes de morte.O Em.Sr.stlveira,
segundo lodos abam hoja, cipe lo al mala lermi-
n.mies ordens para que elle fot-e convencido doiseus
crniiea, a punido cun o maiur rigor dae le. Cons-
ta me que o chefe da polica expedio as orden que
estovara no circulo de sua alliibuign.
u Recabeinoa a niicia do passanuenlo do coronel
Rulino Furtado de Mondonga, qua auccombiu a urna
congtsiau cerebral, lira am dos hoinens mais pro-
| eminentes du partido liberal na rica e importante
e que espea-se em l'ara snpplrnles foram eleilo* os senhnre* Felicia-
no Rodrigues .la Silva coro 8'.> votos, e Jorge V
lo de Unto Inglez cao) 38,
No terceiro circulo Olinda foram eleito depula-
dos os spuliores :
Manoel Joaquim Carneiro da Cunda 7",
JosCardozo de Queinz Pontee* 53
l.o-n;a de Sa I'ereira pj
E auppleules:
Manuel A. dos Paism e Silva 53
Aju Multarle engeulieirus Jos M ria de Carvalho
Jnior ;a
IllOstl J
suIj a lisura .la
conlaa das despezas, que houvrr feilo com a acqoi- eidade de Sobial. Tivemos occasiao da apreciaras
sigao, remessa, embarque e desembarque, le, dos qu.lidades des>e honrado ci.lad.1o, e por Na 0.1o
releridos animaes at so logar do seo deslino, a de-
pois dtslai elaminadas, fiscalisada aceila pela
llm.iur.iria provincial, ser-lhe-ha entregue qoaiquer
difireme, que baja a sen favor, oo lestiloida por
elle a meaioa fattuda a que la verificar em favor
aceta.
8. O emprezario obrlgar-se-ha a lomar a lem-
po ludas as medidas neeeaiarias para qoe aquellas
animaes sejam coidadosa e convenienl.mente em-
barca.ioa, (talados a bordo e desembarcados nesta
provincia ; e bem assim, para que no maamo modo
e com lode a brevidade sejam transportados desla
eapilal ao lugar do sau destino, e a (er ahi prepa-
rado com antecedencia lado qoanlo for necessario
para a sua accommo-lagao e Iralamenlo, e especial-
mente estribaras, corraes e pastos, ou prados n.ilu-
raes, ou arliflclaes, que conltnlism as especies de
vegstaes prophos jara a alimentado ous rags, que
pastan), e eseolhidos de modo que ci-a< malcra for
rageiras sejam em grande parle conveiliveis em
ano.
o 9. O emprezario miniara' rir da Europa com
os sobreditos animaes pe-soa eotendlda no intmenlo
e curativo dalle, paga a' iua cuta, e o vencimenloi
do primeiro auno na forma da condigno lerceira.
10. O emprezario nl > pudera' ceder. Locar, oo
da qualquer forma alliear alguns do referidos ani-
maes, ou de sua- crias durante os Ires prlmeiros an-
nos depois de ua introducgSo, aalvo oa que dentro
desse lempo eicederem a oulro lanos dos primitiva-
mente intioduzi >ot, no os que se acharem innlilita-
dos para a reprodcelo, eob pena de urna molla da
IOO9O0O rs. por cada um qoe alliear, salvo ptrroissau
do governo.
11.* Alm do que cima flca dito, ser mais
o emprezario obrtgado a declarar em sua pro-
posta :
"51.0 prazo dentro do qual pori nesla eidade
o animaes, da que se (rala, e quautos de cada es-
pecie.
5 2. O lugar ileoode prelande mana-Ios vlr,
e de qua ragas, mostrando qoe s.lo essas a roelho-
res, ou mais fcil de obler se, ou de aclimalar-se
ua provincia.
3. Que larra postas ou preode haver, em
que eilensao e am qoe parte da prov nc a, para Dal-
las ealabelecer fazer procrear o dito animaes,
moslran.io como e porque eslo ella as condiges
proprias e favoraveis para io.
4. Qoae as hibililagSes qua lem oo o meios
que lem em villa empregar para ler bem aoece-
dido em toa empieza, e probabilidades de soa elli-
cicia.
a 12.' O empresario poder empregar oa aoimae<
cima reanlos em lodos o aso oa mislere da la-
vouro, ou am quaesqoer oolroa para que airvam,
urna vez qoe dahl nao pos resollar loa inotilisa-
eao ou estrago, oa qaaesquer embarazos para a sua
reprodcelo.
13. Todos o lacro oa vantagens qaa de tte
aervigoa resallaren), assim como qaaesquer outras
utilidades que ditos animaes postara prestar por si
ou por seu prodocloi ptrtenctr.1i ao empreza-
rio.
' II. Se o emprezario nao pozer nesla provincia
os meamos animaes dentro do prazo estipulado, ou
pelo menos 2|3 do numero total driles, tcslilniri lo-
go lodos as quantias Jianladas, licando lesclu.lindo
n cntralo, salvos os casus de forja maior evi-
dente.
o 15. O governo da provincia prestar ao irn-
prezarm a bem de toa einpreza lodos os auxilios e
daia todas a providencias qua eilverem ao seu al-
cance, e llie fornecera. eteraplares de algumas obras
ou publicagdet que Iratem da materia da mesma,
de qoe liver cunhrcimenlo, ou llie forem pe-
didos.
de quanli.is iguses as que liver rerebido adiantadas,
a qual durara emquiiuta durar a sua obrigacao pa-
ra com a f--/.eii l;i.
17. Salvo tambem o casos de forja maior
nos termos da cmliran 1 i, nao pnler o empreza-
rio em lempo alguro pedir in lemmsacAo algoma no
lemi-.la da quamias que receber, a pretexto de
" t| HtTprV- | ff j m |u.VIIIUMIU Utl W ,-r|..t,
a Com a publicarlo de-as coudirSes toioei'al-
gum espago em seu iiOiario, mas cerlamenle n,1o
foi em pura perda. lie conteniente e til qoe !i
s saiba Je lo los os melhoramenlos que se realisam,
e que sao projeclados u*ta provincia, que foi desli-
Dada pela ualureza a ser abastecedora do gado pre-
ciso rm muilas outras mentario, j.i para diversos mislere da lavoora e
oulros eervigos ulo manus proveilosos.
o Para occorrrer araude falla qoe ar.ni eiislia de
Irocos miulus.acabaoEsm.Sr.Silvtiraoetomar urna
medida, que lem merecido o appUuao de lodos, ale
mesmo das gatelas que aqu ao publicada. Conbe-
i'endu que liana um abuso, qoe podetia ser moilu
falal, na emistao Ilimitada dos vals parlirolare,
mandn imprimir bilheie da valore de 13000, 500,
209, e 100 re., qoe devem ser aasignados por um ne-
gocame de crdito, e pelo thesoureiro provincial, e
limbri lo pelo sello da Ihesouraria, e da secretaria
do governo. Ealea bilheies emillilos por ora no va-
lor de 8:0009 eslo na lliesooraria provincial, onde
qoem quizer pode trocir depositando em dinlieiro a
quautia que tirar.
Infrmam-nos que em Quizcramobim se receia
a -e-.'-a, com ella a morriuba de gados, se uSo dio
ver logo. Em Baloritc dava-se o mesmo faci, e em
vanos nutro puntos da provincia, a qual e-ts de
vez em quandu sujtita a -emrlaulis eventuali-
dades.
" Es-es receio, ou anles este mal, poderia ser
nin tanto allenuadu, e at mesmo desspparecer, ae
ns nossos fazendeiros se lembratsem da Ubricagau do
fasto, qoe alia* na > be de difticil eiccor.l., e j'.i lem
ido feilo no Aracaly com grande vanlagem. Convi-
ria fazer algn prado nriilkiaet, e nao deixar a
alnnenlagao do gado dependente s da aigao da u< -
tarezn. (I Cearo serla hoja de orna riqutza drz ou
mais vezes superior a que lem, se a aua ualureza
livesse sido sempre aunliada no sentido da sua vo-
eagio.
U jar;, da Sobral, acabou a soa ses-.li. Diuuo
lame Prenle, pronunciado pelo rfete de polica
no arl. 201 pelos feimentus, qua pralicoo no da :t
de novenibro do auno proumo passado, foi unni-
memente ansolvido pelo jury. Diogo Gome foi es-
tendido como morlo na lula daqnellc dia pelos seus
adversaria, mas como tui provado no tumulario, a
que em Sobral se proceden, qoe elle tinha ferido a-
quelles, o chefe de polica o pronuncian no artigo
tllalo, com o que cuinprio seu deter, anida qoe fos-
se censurado por esta seu proeedimenlo. Ao jury
compela apreciar se Diogo tinha ou nao commellido
em defeza propria os fernnentoi, de qoe se lala.
Prlu interior continan) aidiflleuUadei nascidae
da deiconiuga. que ha sobre as sadulaa falsas lti-
mamente emetlidas na cieculaglu. O E\m. Sr. presi-
dente ja etpedio eiames dessas sedlas, e essa medi-
da lem remediado um ponco o mal, mas nao o lem
i i-o pila raz.
A proposito de sedlas falsas devo dizer-lbe que
alguns jornaes lem agora esposado franca, e aberla-
menie a eaeai dos indigilado aminores, os qoae
eonsliluirain seos' id vagados os redactores dus mes-
mo.
a Nao IIi digo isro par malignidade, a o declaio
n.mo em lempo. Persuadu-meque nao haamere
pentequtn 10 se di conla de um faci, que he po-
ltico e notorio, sero que se faca om s commenlo a
respeito, como eo acabn de prallcar. lie verdade,
podemos dciiarde acompanhar a sua familia em sua
profunda magua.
o Perdeo-se, ha poucoa das, ni barra da Granja
o patacho Emilia de proprle.lade brasileira. Em
am espago mennr.de dons mezes tein-e perd lo
aquella barra 3 navios, da C a 8, que all lem en-
trado. Cuosla-me que ao saber daquelle laclo o juiz
de direilo da comarca ou o juiz municipal do termo
mandara balisar o porto c .m umaihoias.que all lem
a compendia Peruambucaue. A referida baria he
urna da melhore, ou ante a pnmeira de lodo o
iMioral desla provincia, e s a impericia de um pra-
lico eslonteado pode all fazer naufragar um navio.
Em lodo o caso he Uso am aviso companhia qui
<^ommimca)00.
ASVI.OS DE ME.NDICIDAE.
Para ser til ao genero humano a tihilo-
tophia drv animar ao liomem decahido c
sempre dbil : ella BlO o deve arrancar a
sua propria ualureza, nem abanJona-lo a
corrupglo.
/. #7. I iro.
Kilhn, lu nao seras cnn.leinnado no dia
em que vier o juiz. Ama-le lieos e n leo
proumn. Fosto mais rhrislio do qoe a
maior parlo tos que se alonan) de taliiom*.
Caridad e s candada be a crenga de J.su*.
A. neroniano.
1.
Cbegou a nosso eonliecimenlo a breve eiecui.So de
um plano, de onia idea vasta, carilosa e soblime : a
creagao dos aiylos de mendicidmle. Os destinos in-
diviluaes, saban os, spllaiusa c m lol.a r.i li de
foilos, uu p'las armas, ou pelas lelna<, oo pelas ar-
tes, oo ptlas aeg" ben fca, como as nagoes p-r-
correm o sen estadio de vida depon de nasesrem,
deve fazer esforgos para balisar o porto, ou lomar i crescercm e fraciilicarem. Mas, quer Mas na sus
vida de sculos, qur aquelles no seu liroeinio de
lustros, as'ignalam-sn quan.lo a Dos apr.,z Ih-s con
cader aquella cunti poderoso, v.leme e disiinclo,
que mais larde s* Iraduz, ou em acedes glorio-as ou
em recordacoes rememorativas, -eiisiv-i p-.ihelicas,
a fazerem escaar a< lacrimas o alfecto, cuino par-
simas emanig-t da aegre.loi d'alma.
L'ma das recordages qne mai-- hanram e ennobre-
cem ao homem e a uciedade. sao d.iquellas em que
o espirito e ocoraga.i eiuliam, engrandecem-se, e
lasrimejam i nlJ pela vio enra da dor ; mas pe|.
poderosas commoges que agitara suavemente lulas
as libras do coragno. Drste mo lu, se Dido faz-no-
verter lacrimas pela associ-c.lo de ideas em qti- s
nos reprsenla Cariliag (rab ta, saqueada, reluzi-
da a ruinas pelas chamas ale-alas pelus Itomon.is ;
se Cleopalra, rescentlondo perfuincs, (usando llares,
s medidas, que llie parecer melliores a bem de soa
navegagan.
O vapor nlgaaraiso' anda nao lie chegado :
ha 4 das etpera-se por elle aqoi. Adeos
No Rio (jraudedo noilee l'aialuba a paz corre pa-
relhas com a lianquillidade. Ja' se comecavam a
sentir no piimeiro alguma falla de trucos nnudos.
Tive lugar no dia 22 a eleie.i.i para membrot da
assembla provincial, nos doos circuios dacapilal.
No pnmeiru circulo a mesa oi composta dos seguin-
te senhores : Antonio Epaminondaa. de Mello, pre-
sidente ; Claudino Benicio Machado e Silva Aulu-
nes, secretarios ; Joaquim Lucio Munleiro da Fran-
ca e Mli i no Guilherine de Barros, escrutadores.
Depois de organisada a meia, procedeu-se a'elei-
g.lo para os membros da assembla provincial, os se-
uhoies Epaminondas de Mello obleve 38 tolos, An-
tonio Luii Cavaleanti 4i, Augusto Fie lenco de
Oliveira 2, Cyphaoo Fenelon Guedes Alcofora.lo
41. Antonio Marques de Amorim .'16, Jii3o V.,l-nlim
Villela 4, Angelo llenriqoes da Silva 4, lvo Miqui-
lina da Cnuha >,m'.u Maior I e Antonio llangtl de
Torres Bandeira 1. Netle circulo a eleieau para
depulados pastoU-sa sem que houvesse quem susci-
taste a menor duvida.
>o segundo circulo foi presidente do collegio o Sr.
Antonio Carneiro Machado Ros ; os Srs. Manoel
Coelho Cintra e Francisco de Barros Corris, secre-
tarios ; e esrrnl nl.ues os Srs. Antonio Joaquim de
Moraes e Silva a Alves Gama. Nesle eircolo hoove-
ram Ir escrutinios : no pr meim foi eleito o Sr.
Luciano Xavier I'ereira de Bnlo. com i2 volos ; no
segu.ido nao hoove maioria absoluta ; e no lerceiro
foram eleilo os Srt. Theodoro Machado Freir I'e-
reira da Silva com 15 volos, e Manoel Cavalcanl
de Albuquerque com 42, oblendo esle ultimo tmen-
le 2 votos sobre o Sr. ftabor.
Appareeerain oitu cdulas em papel diff'rcnle, do
que foi dislr luido pela mesa, em qualidade e cor ;
lalii resultou urna reclamagio no collegio para que,
inulilltad.is etlas eedulat, te proeedesie o segundo
escrolimo, poit que, tea ellas, nao sa dava maioria
absoluta, em relagao ao ollimo eleilo ; em noss'a
npiniau atsim te devia proceder, porque enten temos
que ae deu infraegao mauifesta da le, e ene escru-
tinio he ii'iil i.
i.. I. ,..;, ...i.. |
llia j.ii i la- q..o ao
senliora Juanoa.
He f erdae qoe nao ha ver no mun lo
muiio horaens t."i,i feios romo elle, mas se
n nulureza negou-llieos dolos ta phyaionn-
mia, ronce leu-liie em tiDca. e con profn-
eito, os do enten lmenlo). Intimo migo de
Moliere e poeta le agu lissimo engenho, he
n alma ila curte com os sons ditos espiri-
tuosos e com os seus epigrammas ebeioa tle
graca... emlim, quan.lo urna mulliir chega
da v>. lllsta, va neullilada pFaio'avam. Hra, .,iai.,.u t...
Helena lal qual a Odiicebeu o escreveu o
autor.
Os Srs Raimando e Coimbra timbeo
P'jpiiclici'.-i'ii as partes que Ibes couberan,
rom iL-i.. u ,io publico, morneuta o pri-',
roeiro, cujo papel por sua nature/a mova
maisaaUencao e provocav.i a hilan.late
. : sKUttuA.
anarot......... na i a zi. .
dem do da 23, .
| iiKsi'AMIirs E tXl'imlAi.ao !i.| a
u'..::--,,,, IM) CONSULADO DBsTA ClUADB
-i.ir.,-jli 24 DE NDVEMBrO DE I87.
^ivernoolItngtie
ESA
NO DIA
Dnscarreuam li-jt 21 de noveir.bro.
Brigde InglesArenamercad rras.
Itrigue illglelUm It.iiloags e liareiros.
dos especia lores. E em vordade parece itll-! Brea dinamirqurizaPreciosamereedn
possivel que uaa creatura liuaianj pj.ssa
lazer-se 13o r-ia.
Os oul'os paoeis,de ordem secun la-i ni)
a ver a sua ealdade, ja elle a lem captivaJo | nerecem espocial menclo, posto que nada
coro o seu tliento.
A marqneza, que pelo fado de ser das que
falla o !>.* orrandamnto, lie tima das victimas
eoiistaiucsdose.iigratiias e loquelaure, diz
de mao possa di/.er-se delles
A travessa Cajolina qua nos tem posio no
haliito de aprecia-la soineiita nos papis de
cria la, o n 'i nos de dama d'honor, ter-
sos einboras llouve-so mclhor do que es-
peratiamos; o saiisfez-uos compleainentc
na fare.a por causa los festejos reaes a
Um da platea.
&0rep0Kdcncia
Srs. rdaclorts. Ae.eile-uos per obsequio estas
pelo contrario, que esle u.io he mais do que'uos-hia hoje merecido una mui es(iecial
um homem, que abusa do direilo de ser l'eio menso, se o su accionado nao ttvesse si lo
ultrapassando as leis do decoro e da decen- | um pouc-i vulgar com tu lo receba os nos-
ca, com paiavas equivoca*, dando-lho a
mana at para divirlir-se com ella
No enianlo o duque ia seu caminho, rin-
do de todos e de tu lo, quanJo um dia eo
roulrando o ministro valido do ro, este lhe
pe gunta :
Sr. duqne, qual be o maior mortal de
Frmca .'O ulcphanle, responJeu prompta-
mente o iluque
30 ministro ve nessa resposta urna allusSo
ao re e dahi una ordem da desterro, que
aura com aquello ti talgo em ierras de lles-
panba.
I.a vendojuoia compatriota, o nosso hroe
sen'o-se abalado, e seba-se sem forcas pa-
ra resistit a tamanha helle/.a. Onmir vin-
ga-se do Satyro.como alio mesmo diz, e ei-lo
apaixonado como um estulanie, a desparto
da mus horrenda das caas de que elle pro-
prio cosiuma rir se, quanloa ve ao espe-
l.'ioquc traz no fund do chapeo
dual I ollas era seu inuiln arredilado jornal.
IFEHNANDO.
Dos ordeuou aol liamens.
Ain i a leu protnno como ail mesmo.
os homem, e com e-ia qualilade nada do que
neretsar aot liumeiis nos deve ser eslranlio.
lebito lestes pnocipi.-s qua vimus buje a .il-
agao do prctidio de Fernn lo.
O lllin. Sr. coronel Antonio Gomes Leal seu actu-
al com iianlaiile, marctia em seu ruinando da ma-
ucira i mais bniliaule, e seus empreados seguuiu
seus p.ssot.
lie liein de ver este btiiemerito cllicial governfr
esse pre.tlio. Ja adiniuislian.lo justigs ; ja .f.zendo
ubs-rvar, e pralicar os actos da igieja emu soa assis-
Soir
pode
lie
minisi
i ara agradar a sua bella, elle da Ibe ser- Isneiaya coaUlaado aus IwbiUntM cun mas concep-
No dia 22, lnlo no primeiro como no segundo
circulo, s leve logar a eleigao para membros u' as-
icinbla provincial.
No dia 24 prorederom-se em ambos a eleiclo para
tupplenles. Antes, porm, de comegarem'os Ira-
ballios no primeiro circulo, o respectivo pretid'iile
da mesa declarnu que havia om protesto do Sr. Fe-
nelon, o qual allegara o direilo que (amhem tinha,
a ser proclamado .lepla in, por que havia obmlo
maioiia absoluta como us Ires nilivi luos mait vola-
dos do que elle. O Sr. eleilor A. P. de Figueiredu
oblendo a paiavra para fallar sobre o prolctlo, dina
aue o protesto detia ser recebido, visto dar-se urna
duvida que n3o eslava prevista na lei ; p ,r qaanlo,
se em um artigo elia dizia que para ter declaiado
lepulado eia inuler que a individuo ablitana maio-
ria absoluta, em oulro artigo delrrmiiiava etpres-a
e claramenle qua cada circulo devia eleuer Ires de-
pulados, e que ueste caso, nem o collegio poda pro-
clamar qualro depulados, nem considerar us Ires
mais volados como laea, porque enlau vinha pre-
valecer o principio da maioria relativa, que nao es-
lava consagrado pela le. Em seguida o ineinio elei-
! sleeUrm,, ,t,ie na., cinoordava com a opiniao da-
quellat que d'Ziam que o Sr. Fenelun devia ter de-
clarado supplente ani consequencia de ter sido o
quailo volado com maioria absoluta. O Sr. Figuei-
te.lo fundara-se no artigo da lei qoe delermnia es-
pressa e posilivamnle, qoe nao sa dando o conDicto
de volacHo por causa de empale.se proceda a' cleiro
para soppleiilr.
O Sr. vigino Keiende disse que o prolesto nao
devia ter recebido, porque nao fora apreseulado no
dia em que se proceder a eleiga* para depulados,
que era a occasi,1o upporluiia. Stguo-se-lhe o Sr.
Epaminonda, qoe comerou declarando que enten-
da qua te devia receber o proletlo, e fundava a sus
opinian nos metmos aigomenlos que lioham sido
producidos pelo eleilor Figueiredu; masque eu-
lendia que o Sr. Fenelon era o primeiro supplente
palo simples laclo de ler oblido maioiia absolota
para depulado. Depois lalloa o Sr. eleitor Torres
Bandeira. que declamo que a sua opima,i acerca da-
duasquesloessusleutada peloSr. Figueiredu ca a
mesma.
.Vi.' lendo mail qoem quizoste fe,lar sobre a ma-
teria, o Sr. pie.lenle suhmelleu as duas quesles a
deliberaran to Collegio, o qoal volou unnimemente
que se prucedesse a eleigao doi do tupplenles se-
gundo in-nl iva a lei, e qoe se aceitaste o protesto
do Sr. Fenelon, e qae l.i-se incluido na acia. Esta
segunda quetlao fui approvaJa por unanimidade,
menos nm vol.
Em teguida procedeu-te a eleigilo dat doos tup-
plenle: no primeiro etcrnlinio obliterara volm os
segoinlet teiihores: JoAo Valenlim Vilella 43; Fran-
cisco Teixeira de S :17 ; Amonio Baielbo Piolo de
Metqoita Jnior 2 : Jos de Vaaconcllot l.i ; Wi-
Iruvi.i 15 ; Antonio Vital de Oliveira 8 ; Feoelou
:l ; Aii_ii-1. da Cosa 1 ; Codeceira 1 ; Marques de
Amorim I ; Manuel Goncalves da Silva Jnior 2.
Nesle eseiL niiu foi declarado supplente, por le
oblido maiuria abiolula, o Sr. Vileua.
Procedendo-se i ie(ondoescrulinio, foram volados
oa S't. : Teiteira de S com 42 volot ; Metquila
Jonlor com 27 ; Jos de Vascoucellos cora I : Wi-
Iruvio coro I : l'imentel coiu I.
No legando escrolioio i proclamado supplente
o Sr. Teiieia de S, porque obleve maioria abso-
luta.
A eleigo para siipplenles no 2. eircolo lambem
leve lugar no dia 23. Aniel de proceder te.i volagAo
foi lido um protesto apresenlu.lo pelo Sr. Flavio
Cal3o em consequencia dos dous votos de mus que
appareceram na eleiro para depuladot. O collegio
receben eile protesto. Exigindn o mesmo elnlur que
e verilicassem as cdulas recebdn para depulados
uo dia anleC!drii|ai,i-lo nao pode terlogar ; poique es
cedulai liiiham dfcapparecidn. Depais pasioo-ti a
eleser os do soppleules, e o Sr. J. da Coila Kibeiio
foi eleilo loga no primeiro escruliuio.Procedendo-te
a -:- e-criiiii in, uingoem obleve maioria obsolula ;
enlrelanlo uu 3."foi declarado soppleute o Sr. Fran-
citco Carneiro Machado Bio Jouior.
t 'mmi--
llecebemos noticia da Vicluria :
No dia 22 lambem lliveram bisar ai eleiges pa-
ra depulados piuvinciaes. A meta se eompuz dot se-
goinlea senhures : Jus Francisco de Sonra Lea.',
presdeme ; Migoel Felippe de Sooza Le9o e Sergio
de Mallas, secretarios ; Jos Thomaz Pires Macha-
do Porlella e Joaquim Pedro do Kego Brrelo, esrru
(adores. Comoareceram 108 eleilores, e nbiiverain
volos o teguintei senhures: Manoel do N-scimeolo
no meio daquelle \u\ i eipleudido do oriente, atem-I proniellis c!ie,rara VeiSli
bra-nos Aotonio e Auguslo, Itu.iia e o Egypt.; se Alentada por e,sa
sltisr, a mimosa luna dos proscriptos tta Jodea, pu- '-
ra, casia e sngale, coinmove-nos o pello a poni de
perdoarmos o luto ruinoso, us co-tumes e-lragtdos,
e as licenciositla les sem norae do Minve e lialiylo-
nia ; he que o senliinenlii nosco do quadro pavuroso
em <|oe as paiias se debalem, e as runi-s, a moile
povoam os lugares on !e se espaiiejava a luz, o calor
e a vida.
Ao chn-ti ni-.iio. porm, eilav.im reservadas com-
mugues suaves, puras e sanias, quer fosaem ellas des.
perladas pelas nagtlpt, qur p-lot individuos. Dascei
ao pavimento das ruis, curvai-vus ante a muaria e a
nudez, aliviai-a, ctinsolai-a, e a alma se vos expan-
dir, e os risos vos acudirn aos labios, e at lagrimas
vos sera.) quasi sanias, porque arraiicou-as a gran-
deza da aegan, a cousciencia do bem e do juslo. He
pela p I uo-1 commogio qoe fere, Unge, lodas as
libras do roraei'i, que o homem sa eleva da Ierra ao
ceo, e qoe o rlin-l ani-ma impera dos Alpes ao llv-
malsia, dos Andes ao Cabo. Os feilos glorioso que
celetirisam as capilaes que em secutes diversos im-
peraran) no glono, descoram, murrem, quan lo a fa-
ce do universo revollo pe os chines e paiiet -ar-
gem id.s, como a da crear.lii de asi/los de meniri
dade. En(o, he que Dos em sus iiiliuila hunda le
permille que lingual humanas hilbueiem a palatra
sania, aDgehca, divina : Caridade !
II.
Raio fulgurante que vinln entre himens ensc-s
infundir esperanr.it, apigando as Ireva da igno-
rancia e eilinguiudo os raaos IflflinctM e paites ;
crranle elctrica que rompe as rilsUnelas dos conli-
nenles, soprando nos corage a paz, o bem, a fra-
lernldade; aroma auavissimo que inliilra-se pelos
poros do rico e pobre, do ptebeo e oo fi.ialgo, do Ig-
norante e do lellrado, a sua inlliiiifis grande, pj-
lerosa e magnifiea, fui no passado a niveladora das
condigo-s, a m-i: m tara tos grandes feilos, a eman-
cipadora das geragOea escravas: como no presente
leude a ser a esniaga lora dos orgulhos parvos e ide-
gillmos, ou euiao o zenilh do cosinopalitismo gran-
dioso das geraes novas. Aulupia, concebid i por
meio ila e in l.i .le que lava o detd.iuro de nuilos
enmet, ja' mo sera' a consepelo desregradamenle
leal, Hnpntsivel : mas a concepcao alrevilapara
engenhoi linmanot, porque rouliaram na da borra
divina, para fallaren) labios de hnment e. gerar -.
Jdea tubliine como Deis, grande p pasmosa c'omo
o universo, a cari late cria instituto de stirdus-mu-
dot, alelas pgncolas para o paupensmo. fabricas
para cecos, e pela Europa, V-ia, frica, ArBtlici e
Oceania, esparge, derrama, coma ll .res e rsperan-
ri-, a par, a uiniln, o bem e o juslo. Aqoi, nesla
prnvincia, cuja noun ootr'ora girava ao s .m dos
Irtbucos, e ao chispar de armas acicaladas, hoja ve
Rollo as aspirarles benefleas da seus lilhin, pen-
crutando para suas dorias e luur.os vrenles o bap-
tisiuo regenera-or das i.Has gigante. Aunonnar
qoe a proviniia de l'ernainbuco tai ser dot da de
nina rasa para abrigar, alimentar e educir os lilhos
da miseria, he iuscrever mais nin titulo nai iujs
ehrsnieai, ou alar vecejanles palmn na fronte alliva,
nobre, inspirada de sua geragilo presenta a futura.
III.
Consta nos qile iiumeros- circulares se en leregi-
rain para ludas as comarcas, invocan lo o cancura a
de Indos os cidadilas a favor da creaga.i dos asylos de
mendicidede. Pensamos que onde pulsam eoraugoa*
generosos, hnmanitaiios, caridosns, a idea nlu s,
apagara' : porque ai ideas graulioias n;1n innrrem.
como nao morrea sement boa em Ierras araviis fa-
cundas a opuianlai. E demais, cremoi que lu de
limbre e honra de lodasas almas bem forras las, co"-
correr para uma.ijiiiiluigi'lo qoe len le a ocultar dos
olliosestrar.hos, e da face opulenta de orna grande
capital, um espeolaculo cruel, dolor- m, le uro.loi
que pererein na porladi dos templos e uas ras mais
publica'. Era ja lempo de curarse de om melho-
ramento, cujos frutos serflo 13o hellu qoanlo a idea
que o creou, foi bailada do eco e apregoada na Ier-
ra pelo h .rnein Dos, palo Chrislo. Doscorogoar au-
la as dilVieul.l.-idessem n-i n-.i que avullam no prin-
nalas, segue-a por tola a pinto, vigia-a, li-
vra-a de iodos os perigos, mas occuita sem-
pre o rosto, para que u oao comiecam. Ilale-
na de Bolatlaje, que assim chama-so por ser
vinv.i dolanlo leStlange, pcrsonifi :a a na
Sra. Manoel la, todia tolo esse recato por te,
mideze modestia, c vollando para a Frauct,
Lilla a sua lia e as amigas do seu iucog uto
amante, que escreve cartas uiuilo encanta-
doras o apaisonadas. em a ultima das quaes
"es a pos ella.,
esperanga, o vendo que
Candal, capiUo de dragOes individualisado
no Sr. Coimbra, a seguo constantemente
desde a sua chegada, Hulena peusa que be
este o seu incgnito de Madri I, e correspon-
de aos seus gala .Icios He enlSo que ebega o
duque, o prtmelra pessoa que eoontra nos
jardinsde Versalles he o proprio Caudal.
A"ibos fazem-se confidencias reciprocas do
atlas paixoes. mas nio dizem por quem. N'es-
se iiiternn publica-se na corte u a decreto
real perdoaudo a lioquelaura apenadedes-
lerro, s; elle dentro det'tioias, apresentar
um homem anda mais l'eio. Como adiar esse
borne n ? Como sahir de novo de Franca, ou
ir para a Bislilha, doixando Helena '.' Triste
siluago, i|ue aimla mais piora, com a in-
tormacaSo que Iba da seu cralo de que a
namorada de Can lal he Helena i
Honestas circunstancias que um Qdalgo
do provincia, lidio de um seu amigo'o que
Inivem re-.o limen lado, procura-o. Oh '. I'e-
licdade O con le Narciso, que assim se
chama, mettido no corpj do Sr. ftaimundo,
hemitsfeio do qui- lioquelaue .Mas isto
nao hasta para a l'irtuna d sle he-lhe pre-
ciso obtor o amot de Helena, a quem Can lal
persegue com impertinencia, a ponto de in
Iroduzir-se furtivamente na casa della.c pre-
tende desacata-la. O duque, porem.sabe das
su,.s inlencOes, e voa em soccorro da incau-
ta viuvmha. consrvame o rosto coberlo, e
lesalia Candal.com qu fn^e bale e foro He-
lena reconiiece o seu inogmlo do Ma Irid,
vai procura-loa sua casa, porque pensaque
olleest mortalmeiite ferido; jura-lhe gr
lidaoe amor eterno sem lhe vera cara, ja
se sabe ; promelte-lhesua mito de esposa ;
mas quando Ihovea piiysionomia,scntu urna
giamle emov-ao, e Oca quasi gelada, como
qoem quer aTepender-se.
ToJavia sua resoIucSo he (irme : ella sus-
tenia com semblante prazenteiro a sua pa-
iavra, porque, como diz, refere as
lidadea i'almi sdo coroo,
gues ; maii inleressaule anidase torna, ven lo-o
deoaitu das furinat man ag'ai'Vall, evercer a cari-
dade p.ra com os desvalidos depredados.
!) a dai virludes a man pnncipal, que lie
II i satisfactoria a aquello quo a pralica como uli
para quem Jiella so aproveilt. Assim he que le
hoove de iodos os ponina da lili i de l'aruandu bein
dlasr-s* n eouimando do lllro. Sr. coronel Leal.
A harmona taina .le.- le o- empreg dus aus habi-
tantes A tropa ja n.lo hoililisa coinj em oulros
leinpot aos senleucitdas ; cumprera seui daverrt,
etercem u lint para salariados nao raallratera, nem
se liandeem a reuniea orgias ele, Deve-se era m-
xima parle esse proceder a seu actual caminanlaiile
do descmenlo, u Sr. capttAo Caoldo Leal l-'errcira
esse inilnar de esperangas, que vira a ser um en-
cllenle cumulndome de balalh.lo. Sua trop esl i
bem disciplinada, bem uniformizada, esercitada duas
vezes por semana, e cora setlrivel msica : emlim po-
le-se vero b un arranjo de seu deslacamenlu. O
mis empregados em suas repartigts, coiisU-dos nao
>o ilesomoenhsm saii.factoriainenie seus deveres de
baito tas or.leus de u*n lal comMiido, como que n
nelliur Iratamento desenvoivem eiu suas reparli-
g6e.
Gragas aejam dadas a I'roviiencia, por nos haver
mimosea 'o com urna tal adfliiniatragu.
M julgue alguem que quennaraos podre e vi in-
sengo no aliar da lisonja Uto, ola, tres vezes n.1o ;
aseguramos que notsat atpresiOei nao correspundem
ao noiso lecuiihecimenlo.
I ni lecnnhecslo.
m s. s. y.
"&ublkac0e a pcoibfi.
qui-
apresenla a
KESl'OsTA AO SILDESCONHECIDO.
Tive lioje u dissabar de ler, inserto no Diriu de
Parnamboco a am artigo em que S. S. diz lr pre-
senciado o merecido Iriumpho, que o Sr. Cuimhra
obleve no dramaO homem da Hincara negra,fa-
zemliielie u papel da Antonio liararho ; e como clie-
gasse a sua oasao a poulo de allirmar em urna fo-
Iha publica, que lem lito diversos annuiirioi, em
que por adnte, ou de- encommenla, se trata da de-
primir o tlenlo .leste dislinctn actor, e que,a eveep-
r;lti dos Sr. logo CaetaOO, ou l'loiindo, n;1o lem
visto ootro mellior que o Sr. Co'mbra, por cite mo-
tivo vejo-ine ulingalu a respon.ler-lhe.
Se n.lo foste reeonbeccr o elogio immerecilo que
S. S. se atreve a fazer ao Sr. Coimbra, que pela sua
pessim redacgSo da' a conherer o seu aulor, devida
a loa myupa inlellicencia, e eraasa ignoiancia, de
cerlo, qu* me a.-liana com animo da a comb'ter
por meio la penna, provando n.i ni o gost etlra-
vaganle que S. S. lem, romo o que cima acabo de
dizer, e pilludo pira que declarasse por qunn ria
essas almnelos eneomtnendadee.
E-pero, que S. S. nao dar' mais oulra palada,
pon que quera diz que o Sr. Coimbra he mellior
arlor que o Sr. Germano, m.islra ler a tensibilida le
bstenla estragada ; e concloo dizen lu que mellior
seria que na uccasiao em que pag u na penna para
- mide; Eicelcion, A'kwriehl
itli:.r,'Jso,!l lurkuiss & C, 1,'iOt) .aceos as-ncar m.srav.do.
T.ivrrp.uil Barca iiiglrza atalbildra, Saunders
4 llroihers A; C., 900 taceos Batucar niasr.vado.
UverpaalHacea ingleza (jueen cf lhe Ei. Pa-
i Ion N.sa A, C 1,O saceos sSunir matcavado.
Kio.la Prt._Br.gue ing ez a/.iskao, l-aac, Curio
iX C, II l) batir aisucar matcavado.
lia na ingie/aLindamercaduras.
Barca linil Barca IngieraSel maiiacalhao.
Palacho dinamarquez-tonroriia-lrilhos de fcrrorttH.o da I'-Ia-ltrigue"hp,1|1,,| ngel,, \rana,
Si "'Vaii.TOsaccoieiiOObairicaaatiucar bianco
iulijasi+io da frai, Ungue hamburguez Margarel , ,_____L.."": Amor."" ralos, 40 pin cacli-ca.
cipio de ereaeOes, como a dos atyios de menicida-
de, nao he por cerlo de esperar. I'rla nossa par-
te, applau limos lia heneli-a idea. |esull*mos de
jubilo, a ella ollerl.mus o no.si f acu concursu ;
mas franco, te-I e sincero, porqne: L ni l.i Ir. e t
caridade be a crenea de Jess.
Itecife -22 de novembro de IS.7.
U. I', de Maraes Pinheiro.
REVISTA TIIEATIUI..
O homem mais feio de Franca. Com
sle titn o subi a sceia na noitedol8do
cor-entp, no theatio do Santa Isabel, urna
das comedias mais espirituosas quo temos
vislo.
Jacob Antonio, duque do Iloquulaure.pas-
sa entre os li.ialgos da coito do l.uiz XIV,
de quo faz. jarle, pelo liomem mais feio do
remo ; mes em compensado be tamben
reconhecdo pelo mais ntelligente, espi i
lijoso e s reastico de todos os cortezAos. E
be por sso que os oulros os consideram e
respeilam, e as damas votam-lhegrandesat-
tencOos e mostram muito nteres-c em ou-
vi-lo, e a ponto tal que atravessa Carolina
t-andole, dama d'honor encarnada na pessoa
"a Sra. Soledade, achando-se em um ciicu-
lo de ser.horas do paco, disse, com bastan-
i aun i as uo corno, e
corle o seu marido na pessoa de lioquelau- "Inaiai o Sr. Coi-obra a p.Va'ysia lhe ilvaaaa atacado
re. Caudal nrita-so e a,iresst-se a exhib- Ia "'i porque lalvezqua na ir.sdicina enconlras-a
lhe a oriem do re para racolhe-lo u li isti- r",ne'lio '"ra ,eu mal-
l'eruarabucu 2.i de novembro de ISjT.L. J. 8.
PAR AH BA.
Pala bocea uii.rre o peiie..
l'.TgOiilanios aoi Srs. do Club P rahihano, como,
lenlo censurado 13o a.-remenie o Rerrein Familiar,
por lia ver a..lu tlgocoa pulidas Bes sal-s na as-
Biinlilea provincial, proeedimenlo que acharam Iflo
pouco c.inveiiienie, v,1o-se servir i-gora do p.lacio
.lo g ivernu tiara apre-eniar o seu hade monslro
lo illa 2 de tle/embro prximo futuro '.'
Ora.....e mil vezet.....
I'erauniamu- mais, ae uo caso de haver baile, no
palatio da presidencia, em solemnisaeao do auniver-
arlo natalicio da sua magesla.le o imperador, deve
'''a ter da lo por urna soriedada particular, uu te
iO proprio delegada do monarcha !
Sera' digno qua em um da lal a primeira antori-
la le da provincia, fique representando ura paf el se-
cun lacio, ou anida inen.r
tiui nao u esperamos. Argos.
Illm. Sr. Ilaven lo-me a directora orde-
nado, que de molo algum consinta, que na
Cixa do ihoatro tenha ingresso pessoas que
n3o s'ja m actores, ou emprega ios do mes-
mo ibeatro, ordem esti que sendo perma-
nente e reco nmendada pela P'dicia, laive-
por esqueei nento ufio Ibe tenha sido como
municala. por isto, Tazentlo-lhe delia seren
te, rogo-lhe queira esecuti-U na parte qu-
llio compete; julgando, para prevenir a-
busos ou desca os, ser o meio para isie
mais proprio o ellicaz, o fechar-se a porta
posterior logo q^e lonham ent-a lo os seto-
res e empregados, meio que espero pora em
pralica.
Dos guarde a V. S. Itecife 21 de novem-
b'o do 1857 Illm S". tjertnano Francisco
do Oliveira, Luprezario do tlmslro de S.
Isabel.Gustavo Jos do r.ego, adminis-
trador domesmo tbeatro.
Sr. Jorge disseram ao mesmo lampo Emma e
o'palrflo.
Minlia mii, disse autao o mancebo apreieulan-
do-lhe a famota pega da renda, parece-me qoe au-
las de fazer eila senliora a injuria de coirer-lbe a
i i, lena sido mais prudente procurar etia renda
no iBaaf em que devia ettar, isto he, no armazem.
Mas, ditse a mili confusa pelo ar agatladu do
filho, foi niadimesella Kiums que ariaslou-nos aqu
sem querer ouvir-nos.
Nao ha mais aqui madaraesclla Euiroa, disse
sravemenle o mancebo, a a senhora marqueza me
I eriuiltua' que llie reslilua tea verdarleiio titulo
ruiilinuou elli apre-enlando a', jo-, ni viava urna
caria fechada, que ella deu-se pressa emabiire
cuja lellura parecen iraprcitiona-la vivamente.
(3 l.eia, senhura, disse ella eslendendu cura ums
mau a' dona da casa entrelantu qoe aprescnlava a
oulra n.i libo oizmilo-lh rom voz cummovida :
. Obrtgado, tender Jur^e !
Meu lilbu meu charo lilbo .' eicl.imou s mu-
Iher abraganlo-0 cora ellusa.i.
Mas quo significa isto '.' disse Antonio a seu
Inrno estupefacto pelo que via e outia.
Sigudica, meu charo leuhur Antonio, respon-
den Emnia alegremente qaa o seuhur seo lilho de-
fandeu huiilem a primeira cauta, gaohou-a, e de-
vo-lhe rninlia miueii.
E ea devo-lhc a miulia, poit tem tlovid fui
a senhora que achou os quaiio mil lmeos que eu
tinha perdido.
Ha verdade, disse ella.
Mas eniau, tcieiceuloo Aulouio, por que a-
pres-nn.a-se aqu como um pessoa estranha em
ve de cheuar com a caneira na mo ? /W
A carleira, dis=e ella com srabarago, eo... a
a liuha ptrdido.
Diga anies, eaclamou Jorge qua nanea a
achoo. eque Commotna pelo quain. que lhe li-
zeram do detetperu de ineu pai dea-Iba generusa-
ment a eimula de qualro mil francos.
-.......---------. Nao negae,
a marquize, cooiiouoo elle lutanompeudo Iba al qaa eiloo morrindo de rosne ''.
a proleslaclo que Emma lenlava fizer, V. Ese.
nao podo mentir.
9 Na verdade, disse ella rom ar de zoinliaria, o
tenhor seria om lerrivel juiz procetsaiua, e nao
davido que leu ia tido qoem achou o corpo de de-
licio, aciescenlou ella roottrandu a pega de rea.
llasla prucurar, disse o mancebo suriindo.
Mas nene caso, eiclamou Anlunio, o qual pa-
reca relleclir denle alguns instanlet, tou devednr
a' teobora marqueza dos qualro mil francos, e dis
juros de-les Ires anuos ?
N3o falle de lal couta, mea charo sr. Anto-
nio, disse EniiiH. Depms acrescentou urrinde :
Sera' um pagainenlo feilo por coula ao meu advu-
ga io.
Senhora, diste eulo o mancebo rom voz mui
commiivida, u ,oili9 ambicioso do que V. Etc.
cuida. Aliium dia lalvez lenha d defender em lu
preseora miaba iropria cauta. I'raza a Dees que
a lembranra do teivigo que Uve a fel.n.iade de
preslar-lhe me concille a indulgencia do meu jui;
Emma corou ; n.as lacabrando loco o desembar-
go de urna mulher eleganl, espondeu aniriu o
Faga por ser loa a causa, pois leceio queoiuiz
esleja meio gando.
Senhora maiqoeza, dina entilo apreteulaiiilo-
M.e a famosa pega de renda, V. E,c. Ble he de pi-
mo que etla reala que fez um papel 13o importan-
te em lulo i-lo, nao pode servir a unir pestoa '!
Seria pois genarosidade de toa parle aceitu-la como
um fraeo leilimonho de nosso rernnhecime.'.'o.
Da boa vonlade, irinha senliora ; tari um
agradavel lembranra da indulsencia qoe tempre me
lestemunhou deide que eslou em sua casa.
Dizendo ,to a marqoera abragoa-a com ellu-.ln, e
.' Ilatia no arco da Coneeicfo a enlrada da ba1r>
ro do Kecife um mendigo que all passava dia e n II-
le a fazer ouvir sua voz toppllcanle ; no da -JO lu
correnle pelas 2 para :i limas da larde deivnu.se de
ooviresla voz, e all havni apenai um catlaver u
mendigo tinha fallecido, lalvez sem >"r presentido
por algoem o stu pastamenlu e o que he mais, sem
te lhe lercm pretlado os socconos d'alma e do
corpp !
Iba, visto estar linalissdor o prazo marculo
para a apresanticfio do hon m mais feio do
que elle. Mas essa dillicul ade eslava pre-
vista, c o dutiue.sbrindo a porta de um ga-
binete, mosli-d Narciaorqoe faz iodos recti-
teiii di e-panio, a t'a proprii marqueza de
Mivailles, quo muito lem censurado o pro-
ce lmenlo d sobrinba por aceitar o amo-
de homem tao l'eio co no o duque, mas que
por cautela recebe a mfo que Narciso Ine
oll'crece, porque em todo n caso, diz ella,
he sempre um mari lo.
Lis o que he i pega de que cima falla
mos, e que foi perfeiUnieuto desem.ien hada
na noite a que nos referimos; maulando a
jusltca quo do 3r.Germano eda fra.Joanna
se diga que nada deixaratn a* desojar. In-
ontestavelmenle a elles dous c bem es
honras da noi.o. A Sra Joauna puncipal-
mentc esleve sublime, c fez-nos rir a per-
der, alr-in de ouiras occasioe, na 13' scena
do 3o acto, quan lo a marquezs chega a cisa
le Helena, o conla que a cria la qu j lom ira
por companhetra e melle a em sua sege, era
um homem
Sao papis como cssj os que s; acham
actualmente no carcter e orcas da Sea
Joanna;e visto que lhe no falta intel-
ligencia para os comprehen ler, no n talento
para os secuUr, estamos eertos que ha de
sempre sanir-se bem nelles. Assim no
queiram incumb-la de partes que lhe nao
asseutam
O papel de lloqueloure tambera foi p^r-
feitamenle C3inprehon.lido pelo Sr. Germa-
no : era o cortezo espirituoso e saresstico,
zombeteiro e lovlano as vezes, que na e ra-
zia rir, mas o li algo delicado e litio quand i
cumpria se lo, c ivalleiro e bravo quan l.i as
circumstanciig o exigiram. Em todas essas
l ases do caiacter do seu papel, o Sr.
fier ano foi o que devia ser.
O papel da Sra. Manoella, pela sua ualu-
reza de grave o serio, n'uma pega em que
todos riem ou fazearlr, pass-iria dcspT-
c biiosen'io livesse sido executado c im
umi grande naturalilade e perfeila verosi
milbauca. VerdaJciro cobraste da umi
corte em que os pra/.eres e amor subHitutain
as cousas mais serias, Helena de Solange he
urna dessas excopaies q.ie a historia otlere
ce das pocas de devassidJo c licenciosida-
lo. Ha a dama nob e, moga e re^ue.-trada,
que nfloexclue o yalanleio, porque n3o sa-
ne fingir, porqne sent o seu corarlo pal-
pitar aquecido por urna l'isca desse semi-
mento que anima, que atenta, que d vida
a existencia, o amor.
.Mas sabe guaidar a dignidaie pessoal,
paia nao consentir que sejam Irenspostos
livremetite os limites que a decencia ca ho-
Tanlo mellior, curro a dar ordem, e deniro de u'
quartu de hura....
Nao altere nada por inen'reapeilo, dis e a niar-
quea
H
-/.<
CAMBIOS
Sabr Londres, 2i lyXd,
Paria, 348 ra. por Cr.
a Lisboa, 9 a loo por % de premio,
i Kio tle Janeiro, 2 por 0|0 de desconlo.
AcgSo do banco SO por cenlo de dividendo por con
la do vendedor.
Itsrra porUgueza Mana Joie' farlnha, ligo e
batatas.
Ilirca bratileiraAmeliafarinha bren.
MiMlllliM'n DA AI.FANUEGA.
Volumet tolradui e.iiu la/enaat ....
> a caro gentroi ....
Toltl
Volorass sahidot enm fazindas .
" cura genero
Total
CONSOLADO CERAL.
Itenihmeiito do dia I a 21.
I lem do dia 23. .
T, de A.
Molla Ir-
rH:336#55
5:3IBj93 8
():6T33l9
DIVEKSAS l'KOVISCIAS.
livil i metilo do da I a 21. '. .
dem do dia 23. .
neecavaito,
.itboaBriue porluaaei .Itelampago
l-onaeca tV r/ilbos, 36 c.tcos roel.
IfsSLitbot Batea poilue,Ueza llorleeU,
llia.ll, ,li aCCo K'unllia.
PoiloBnnue poilusuez ul-Lr da Miia, diversos
carreaa urea, o4* saecoa aa-uc.r bronco e mas-
cavado, e oO saceos (omina.
EXPOKIALAO".
Idreellmi, tornera hespanhola ..Ai.iill .,,, condu-
zie o seu o i me ; 13 tacen com 2,68 arrobas e
il. libras de aluodao.
II i"iin.Atr- pur Montevideo, biigua inglez
- li i-khillii. de iili luu.-le la-, conduzo o leguin-
le 1,67 > barricas a 200 bair.quiuhas com 13,8j0
arrullas e 27 ultras de assucar.
UEi.EDu I n lili A DE HI'.MiAS IM'BK.NAS liE-
HAES DE PEKAMIii:CO.
J:aoor:ii7
IlatUO
2^2178i
l.\li'OKTA(.AO.
Ilarca ran^ez.i ..Cumie Bagara vlnio do Havre,
continuada a Lasaerre & Tissel freres, manifestou o
agolla :
"MO- volumes fazenda de ligedlo, de seda, ds la.
de .lila e teda, chapeos de sol de aleudan, roupas.
peifmnarias, ve.nl.it, chapeos, ubrai de selleiro.
llares ariificiaos, vi.tro, quinquilharias, calgado,
arrnet, marroquins, trastes, crista ; a F. Suvage &
Companhia.
-H-< ivas caiga.lo ; a I)eme-e, Leclere k\- C.
IH-But'S e-tr'aivis cliampitEne.TIDTjii'S licores,
rcT-dilas cerv.jarH barris e 30 meios dilos mau-
le na, 1 OtlwVpejagos de pedr para calgimenlo ; aos
eansiRnatiirioa.
VI barris e 50 meios ditos manteig.i ; a Tasio A
Irinaos.
Ccaiai cristnes, calcado, chpeos de palba e filas
de seta ; a R .berl A, lilhos.
Beodimenlodo dia 1 a 21.
dem do dia 23.
20.8455538
I :7:i->Vi'.l
->->: 119J077
CO.NSl'LADO PROVINCIAL.
H-n.lmenlo do.dia 1 a 21.
Uein do da 23.
41:5309016
4:263/871
t$r7MM7
PARA' 12 DE NOVEMBRO DE 1857.
lili por I o Cao.
pipas
garraf.
eooservil e biscoulos ; a Jstsi Bi| lisia
companhia de Beberibe 6Cjfl00 por acca
companhia Perrurabucana ao par.
L'lihdade Publica, 30 purceulude premio,
ludemiiis.'idora. -61 i len.
a querens para
A dona da caia^fez um testo de protestarao, old/er una.
loa sua niiseravel renda, ella nao
-uariiecer suas coifas tle dounir !
Desla vez atraparlas cuidaran) que elle tinha
i perdido o mizo, e eucararain-se reciprocamente tem
a di estrada da ferro 20 por 0|Q de premio
alo de leltras, de 8 a 9 por cento.
a i
Di-cont ue leuras, ae s a y por
Acges <* Banco, 40 a 45 de premio.
299500 a 301000
16*000
Ouro.Oncas htspanhulas.
Moeda de c-ci "J velhas
6ri00 novas
e 4-000. .
Prata.Palacoes brasileirus. .
Pesus coiumnarias. .
meiicauos. .
167O0U
95OOO
25000
2;000
lSbt)
Yeana faiendei de algodlo e Iuvas; a Saaaier.
Tildas iustrumeiilos de msica e mascaras ; a H.
A.I111011I.
Incala dous appirelhos nar fazer 8?oa Bazoza e
seus p-rlenees e orna caninha para costuras ; a l-'rr-
etra i\ l.ooreiro.
>cauas ciislaes ; a Theophilo Roberlo.
6. volames, 1*.raivas e .fardoi pannos, lencos
de teda, estampas, razendas de liuho, de 1,1, de al-
ao 'ao, muilas, calca 1o., chapeos, ubras de cobre e
de tinco ; a JoSo veller A. C.
75 batrise 75 meios dUos manleiia,^Wi volumes
fazeu las de linho e aljodo, perfumarlas, calgadus.
ciiapeos, airineles. Ras de seda, clcheles, ra"erro-
quun ; a C-ls i\ Irmla.
"t-raiva chapeos para senhora ; Une. Theard.
t"dil,i modas ; a liuessard Milocheao.
*ikcai\ss ubjectos para selleiro ; a Siquefn.
50 barris e 50 m-ios dilos manleiza.'Vcaia plios-
phoros.V ditas randas, incitas phanlaaias, 2 ditas
mercarla, lita sedas,H-dtta calcado, %aiias ubje-
clos de escriplorio e untas ; a or.tem.
Srtvidumes farelo, araras de lalu, a-eidos, quin-
quiliiarias, chapeos, courns, crisla-s, marmore, mer-
cearia. caiga o, Irastfs, fazendas de algid.1i>, roupa,
objerlos ; a J. P. Adoor i\ C.
.volumes um carro a rola, !). ditoi modas,
brinque,),,., allineles, man n |uiiis, qninquilliarias,
fazeu las de aleod.lo, .le li, d- seda, rarlat de jugar,
roupa, boneles, filjs, qua.lros,eapelhoi, pre.os, pal-
lis, porcelana, cnsl.es ; a Burlo A, Soasa.
HOtlgig.. hlalas,"Scsiias carias da joiar,1g>aar-
rafoes oleo de hnhaga, vee-giam cliamp>gn>, 20 bar-
lis e .jo meios manl-iija ; a Miguel Jus Alves.
"1 Cal livrot e objccios de escriplorio ; a Ricardo
de Frailas.
Si- amos champagne ; a N. O. Bieber & C.
2T) birris e :1U meios dilos miiiieiga ; a Schramm
vtC.
atealsai om lastra e pcrlencei ; a Ramos e Silva.
>volums>s chapeos, selas, fazendas de algodao :a
Tnnm & C.
-5>dilos cagalo, pipel, pregos e qoinquilharia ; a
Peatlbeaos".
fa. canas
ra Ponaacs.
'30 barris c 50 meios dilos manlciga ; a Souza Car-
taino.
Toditos e"2 caitas drogas,"T8-barrit linlas.Tv- gign
gsrr.l'as.T vuumes objecles de pliarmacia ; a J.
S'Hin i\ C.
Ta-eaiat p-rfumarias. emisas, porcelana, qnin-
qji haiia, obras de prala, seinentes de llores ; a JuSo
Falque.
+ cal drogas, meio barril vinlio ; a Aliuei la
Piulo.
H-calss Baleado ; a Sipoiiii.
>t..lilns papel Ilutas ; a l.ecomle ieron ^- C.
T*> gigoa rhanipagne. ?a>V volumes perfuraarias,
chapeos, eipelho, raqaifea, modas, mercrarias; bur
ras de f-rrn ; a Lelelier *\ (.
>caiia fazendas e gallas ; a Munleiro & Lopes.
;*S-caixas p-ptd, m-rceaiia, perfumaras, booeles,
Capsulas, ti iros, preusai de ferru, biscoulos ; a Ei-
del l'ini 1 i\ C.
t-emhriiliios amoflra ; a Ji-ilo Keller & C.
"-cambas dilas ; a Lelellier A; C.
t emhriilho dilas ; a Cals freres.
-fembrulhu dilas ; a Saugue A, (..
Palacho dinamarquez 1 .ti-infur.l.aii.tiniln de Lon-
dres, consignado a Ralbe A, C, inaiuleslou o te-
gumte :
"TO barris cerveja.tvolume urna pedra de fi 11 ar.->h
barris ulo de llieiebeulina ; a E. H. Wtail A; C
at-ln-n, salitre ; a Eeidel Pullo cS, C.
^4iU dilos chumbo,** ealll um carro ; A. J. de
Catiro.
^f-caixa-+ carro e arreios ; a Lima Jnior A, C-
">caias c'
Jo, Pdil
zeuda do lia, 3 ditas s-llins, 2 dilas tapates de cooro
tle carneiro, I dita fazen la de algo.lAo e meias de
seda ; a L. A. Siqueira.
caita orna buira ; a Timm M. & Yiaiii.
100 barris chumbo, 50 dilu Salitre ; a J. A. M.
Diai A. C.
i rana chapeos de sol de seda, I dila lapelea de
couro de carneiro ; a J. I,. Atres.
.'. laitas 1 cano, I toluine l" pao para dito ; a M.
J. Seve.
50 barris salitre ; a V. A. de Souza Carvalho.
1 bail vinlio ; a A. C. de Abrau.
50 caitas queijos,5 dita bisc.iiln.l dita quinina, I
dili garrafas vasias, 19 ditaa cha', 60 bsrnt chombo
10 lceos pimenla ; a 1". G. de Oliteira.
2 caias papel, I dita tellins e fjjenda de la ; a
Orden.
20 caitas vlnhe ; a C. J. Astlot & C.
1 cata amostra ; a J. f. I>. Vianaa.
v Jumes e 5 caina mtrluniarao, lil barril lin-
lis. Wdlloi oleo, va. dilos graxa, Vdiloi ferragens,
9fi>diloi ferrameot,*l>diloi mat.as, | dilo ,eho,*1>
velime arnne,*Kcaita e*ifardiis etcovas papl i\,59
saceos arreios, 4o dito farelo* bail linl-s facas .le
pin'or e mllela para moer Dula, orna pe ira pata
pin r, tTWeitos da lio, 2ti carr.it de nulo, 23i ro-
das, 127 eadeirai, 2.'-0 padealaea, 30 waggons, SO for-
mas ; aos agentes Ha companhia na etlrada de ferro
do Rio de S. Erare seo.
Bngue nacional Mercles, rinda do Rio de Ja-
ii'irn, cmignstlo a ordem, uiauifesluu o tcguinle :
-sjrtO barnras familia de trigo,mbairit manleiga.
|U pipas vasias,****; saceos c rinha da mandioca, SOH-caitas tabSo, 99-tlitas eH
caitilo cha', itier-Saccos feijao, 48-rulus fumo, Sit
jacaiei loocioho, *N-ai\0es chapeos,^l_*ofo', s4^iu|_
lronii.-+ caita lelralo- ;.a ordem.
"T-vulumis cha' j a Manuel Josqxm Sete Ov li-
lbo--.
ssWaixn rape ; i Jos Joaquim I!, de Caalro.
tj-slila eTbalu'i,frailar o paraiuenlat; B ettagao
naval desla provincia.
riiacliina da espolmar e sea peileuccs ; a Siqut
ra A, p,reira.
Agurdenle de cann
" foile .
Anizela.......
Az.'ilonas......
Azeile doce.....
Altius........
Armas iazarinai .
hullandezas. .
Assucar.......
Btalas........
B.ic.lhao......
B.nli.i........
Chapeos de Chile. .
Cerveja........
i.evailuilH......
Coiiiinlio.......
Cliouriga ......
Carne secca.....
Cera em velas. .
Cha hvson......
Chumbu de munigo.
Cabo de hubo .
Caf pilado......
2 cora casca. ,
Erva-doce ......
I'igot seceos.....
Kulha do I- lan-lr, -. .
I'annha de lugo. .
lienebra era.....
, mea .
barril
1 niainnga
urna
11
. arroba
r>
. barrica
libra
um
, duzia
, arroba

105:000
8:000
4:500
l:|.K>
37:IMK)
Licor........
Massas.......
Manleiga inglezi. .
franceza.
Pulimenlo.....
Pt .-......
l'apel pardo ....
Pretunlo......
Paio........
Pimeula da India .
Pas>as.......
Plvora ingleza .
ame-icana.
Oueijos flamcugus .
--al porluguez .
J,* do Maraoho. .
^ola........
Sperinaeela ....
Sleanna......
Sabia de MaranbAo
Cebla.......
l'iiuciiibo......
lachos de cobra .
\ 11.li 1 brancu ...
linio ....
i .
>.; francez. .
hespauhol .
Vinagre .
libra
o
quintal
n
arroba
1)
arroba
i)
cala
barrica
garraf.
1 bolijis
pipa
duzia
caia
libra

, duzia
barril
resma
airuba
duzia-
libra
cana
libra
u
um
alqueire

meio
libra
libra

mdheir.
arruba
libra
bar de 5

pipa
5:000
5:000
l!200
20:1100
:4i0
0:500
i:500
1:000
3:000
1:300
1:60)
22:000
.15:000
5:800
6:IX'0
9:000
6:000
22:000
25:000
4:300
:130
113:000
3:400
:750
:300
35:1100
14:000
1:600
:280
7:.5O0
:700
:600
1:300
1:000
:7
4:000
600
MISO
10:000
:930
50:01)0
50:000
110:000
8:500
4:808
1:500
38:000
:l :n
5:500
6:000
5:000
1:800
saspoo
iJO
16:000
5:000
4:500
i:0fK)
12:000
5:500
1:330
1:700
23:000
38:000
6:800
6:500
10:000
7:000
21.000
26.000
4:b00
:440
120:000
3:600
5:500
:81K)
:530
40:000
6:300
1:000
15:000
2:000
:300
8:000
:730
:700
1:400
1:200
:800-
4:500
1:20.)
:700
:I00
8:000
11:000
:900
60:000
5i:0b
9-cauaS chapeo de tul de se.la.tMila ditut de al-
go lAo.rdila dilos de palha.^*>dil,i cha, 1 dita fa-
qnal prorava que cora quanto madanietella Eiiiina e
a marqueza fustera a mesma peisoa, in lata preien-
d a IraU-laa da urna maneira mol dlerenle, e tu-
rnando u braco do lilho sabio da cmara seguida jie-
lojinarido.o qual coiifuiidia-se em letereucias.
OaaiiJo voltnu lo armazem, o mais ineipeado es-
pectculo apresenloii-se-lbe .1 villa. Sobre o lialrilo
pooco antes occopadu pela bella marqueza Jaiiain
-Est perdida .' conlinuou elle, pjis bem, he
ritu "
E reuitindo nccS > a paiavra e eoineroo pela pri-
meira caixa que arbnu B mo derramarjo-as CuBi-
cosamcnle ninas ais onlrat. Toda a vez qae va
una pega ds renda inotlrava-a as raparigas pergun-
lall.lo :
lie i,to ".'
Ellas respondiura por om llgoal nejalivo, e elle
Oh iBinlia raai, disss (inda o maneaba, Ua la- Iinha recebido um hilhele de eu advocado 1 nnnn-
nho culpa de \ rae. lomar marquezas para mogas de oamla-me que jalaamanto bat de e-na-s dit.
mais completa desordem una multidau de objeclo eonliaaava a procurar rom maTt aclividrde. Depon
amoutoados : elegan'es barretes achavam-sa culTa-| de ler derramado a ultima caita o mancebo lancea
caitos debaito de uina pega de panno, rendas desen- a tilla ao redor de si, e dirigindo-se ai duas r.ipa-
rnlada* cahiam do balclnem companhia de fitas de ligas que eilavain asientada junto do mostrador
diversas cores, os dillerenlas objeclos de om ricu cu
total de enanca eslavam dispertados de lodos u la-
dos, emfim este lugar do armaiem apresenlava o as-
pecto mala desatada aos ollios da d.ma da casa. As
1 dui rapariga de cabrea balsa cforravam-se pa-
ra reslabelrrer a ordem, e qoaudo a marcadora in-
dignada iiiierrosou-ai sobre a causa de semelliaut-
desordem rcspenderam-llie :
loi o tenhor Jorge procuranJa
renda.
d;sse-lhes
Levaniem se, quero procurar ahi.
* Depois como ellas nao se davm presta era satit-
fazer o seu pedido elle loinou cada una por uica
mo, e alliahindo-as vivamente par diaule forgou
as a levantar-.e.
Basa inovimentj irpelitio, e a re-iblfncia initincliva
minha queriJa ama I oh .'
balrao.
Meia hura depon om ctcellcnle alin go reutiia a
mesma meta, a joven marruaeja, o donoi da casa
e seu lilho. A eireaamtaneiej at) domingo afatlara
tolos us empiegadn. Eslavini a loluemesa, ajean-
do p irnu a nula iima orruagejr, lica, e Manola, a
quem] 1 cunhtcemos, precipitou-se 110 armazem gri-
tando :
A lenhora marqueza
que beilo illa para mira
Na le e dis,e aos leilnres que Emma nos pri
meiros lempos de >co casamento casara Marieta rnm
u seu porleiro, ea ellcnle huineui 11111,1 e s.111 I1II10,
e quan 1. a demanda que perder em primeira ins-
lancia lhe loagerira a idea de procurar um ref.ieio
o.1 lugar era qua temeara nina boa acgSu, confiara
a guarda .le seu palerele a Mari-la e au marido nA.i
querendo agii.nd.r a seiitenrs do tribunal pana sabir
da urna caja que era uta, e | 1- a rapacidade de urna
velha prenla do nuiido amaacsiva loma-la, bein cu-
n.1 Ih'o linhi provado ajalgamenlo na prnutira im-
laneia.
Marieta asistira na vespera a leilura da nova sen-
lenca que reinlegriva ua querida seuhura era todus
Algodlo......
Assucar brillo ...
Arroz de vapor. .
>> era casca ,
!;....- I.. 1 liua ...
Clltl .'lili.,.
" grossa .
Cario .......
Cr vo.......
Caslanha......
Cuin-ni......
Couros seceos .
veriles .
Farinha d'agua .
' 11 11, a pene.. .
fiiaran......
')leu de rupabiba .
Piastaba era rama .
I'uvirv.......
Salsa parrilha .
L'ruc em masas. .
em gio. .
Tapiuca......
. barril
Eiporlagao.
. arroba
300:000 350:000
210:000 250:000
280:000 300:000
20:000 2*000
alqueire
. i, ^i...
:800
2:600
2:000
11:000
5:500
7:000
3:01*3
2:10!)
-tit.see)
ll::0
:IJ00
8:300
7:500
5:000
:500
:360
:200
30 libras
arroba
libra
arroba

paueiio
. alqueire
:800
:800
11:300
21:030
3:000
PKECOS DOS METAE.
1:0
15:000
1:600
:600
32:000
9:0'J0
4:000
6:300
OuroPegas........ 16:000 : Nao lu
Soberanos...... 8:500 8:800
1 Moe-ia de i}..... 9:0J0 :
Ongas hespanholas. 30:000 :
mexicanas. 29:000 :
aguias de 20 petos 36:000 :
PialaPatacas hespanh. 1:960 Na ha
11 n mexicanas 1:80 : Nao he
u 11 francezas5fi 1:600 : Nao ha
t'tMBIOS l""dres27l|2: Li-boa9C0in.
CAMBIOS.. (Frani.H 335 fl 3W. ,Iambu'_
AGIO ;AcgSesdu R. 130: D'Scnnlo da ledras 1 0|Q
[Diario do Commtrcio do Par.>
PASTA
dos prerot correntct do a'sucar, algodao, mait
fueros e produerdes naeionaes que te deipa-
cliam na mesa do consulado de Pernambuco
na semana de a 23 tle 28 novembro de 1857.
Assucar brancu....... 4350
matcavado......... . a - 2-5fiOO
retinado........- . D 5760
AlgodAo em pluma de 1." sorls 1) 8j2i)0
ddo 2.a D 7>8')0
D 3.a a T-ii:l
n em carogo......... 0 2JO50
Aguas ardenles^alcool, ou espirito
d'aguardenle. . canatla 14150
n de carlinga...... 8660
de canna ....... D 5800
distila la a do reino. . >l r,vvi
tjenebra............. ranada CJOv'
>!............... botija 3280
Licor .............. canada 09II
>...............'. garrafa 530O
Arroz pilado............. arroba 3S"2J0
a cm casca........... alqueire j-i'.i
Azeile de mamona........ caada 23249
d a raendobim e de cuco. . 0 2 5 >0.'
0 de pcixe........
Ates araras......... orna 1
. papagaios......... um
Periquitos............. D IjOOO
Bolachas.............. '. 40800
liiscoilos............. KjOOlt
Cacau .............. 39300
Cachimbos.......,...., milheiro 49000
Caf bom............. arroba Ja-WO
era dio reslolho..... . 49000
cun casca .......... 1 49500
criado que eslava ionio da porlinlmU. Eu anda om
ardil de Marieta .
Peroi-me. senhora marqueza, disie tle, eo
lofezilmeole, arres enlata elle, nao posto pleileai
eumeiino, poique I-i atacado honlein de uns ex-; be que tito inveja delta, e tomei
Pe iro para vir ver mais cedo V. Ex.
limeao de voz das mais inlen-as ; serei sub-liloido
por un. meu .li-eipulo, mogo de laleulo e de futuro,
e perfsilameule Informado da caosa. Alcm tli.ln, liei
le conservar-me junio delle para ajuda-lo, se fr
precisa, lie intil (altar desla circuinslancia a sua
ama, pois is-o nao farla nnis do que inquieta-la
Eolio decid com l-'nlz era o marid, nao dizer na-
da senliora. Sa a noticia lor mi, di/.iamvs no, ella
a sabei.i bem cedo ; se pelo contrario for boa, nao a
lera comprado rom muilas horas -le angustias.
Boi Mari-la dista Emma enternecida.
V. Etc. cimprehende aquelle Mr. Villiersque
vai eodeflutar-so uo dia du julaamemo de sua can-
ia '.' Felizmente o muro ginhou-a, do contrario eu
Dio lhe pardear nunca !
Enl.io elle pleileou bem J oisie Emma lorrin-
do no seu d'fen vestuanu ae
Oblgala, iueu se liuinedeeeram. O leslemunhe do toa nlTeigHu ,,0
lie nina das emuges manos egrad.iven destea.
Dizendo eslas palatras lez a Jurge urna graciosa
s.u.laiao coroo para as-ocia lu ao que acaba va de di-
zer ; depois acrisrenlou e-leu en ./.-ilic a mao :
Al iJoining, s'i-hor Jarge.
O mancebo inrlinuu se profonimenle al
essa im.ia n,la lhe loeasse us labios,
luagem parti u galope.
Os facios que acabamos di contar passsvsm-s* ha
Ires mos, e .gora 01 etcicvo segundo m'os nieta a
lembranra. Mal todo u romance icquei orna con-
clotAo, c ja ou(o os depois depois ? que ai lei-
lurasme diiigi>ao, s liveaiu a uuragem de icguir-
ojaja
e depois a car-
1 que ellas oppozerini imprimi banco em que se tenca que remlegriva sua querida seuhura era le.lus mucidade delle e de S. E.c. e sobre os caheluu brau-
pega d achavam um especie de otelllacle que comraamcou- ; os seus direilos aos bens .1. maridn, e ,e ..So v.era os de sua aliente. M..s que bom moco Nunca11 e
_ q H'llio enllocado por cima, e ura ..bjeclo de denles vesperadar lio boa nolic.a.fr. poiquequeria hei de esquccei dalle Alada aue vi.i'cim annol
I li. ora a... do, um !, !'"T"nlT' ""' '""T <|1"d''",| ,a,"?1,'e "*l\ Klu am se" ; ''eparar-lhe urna enlrada ir.umpl.al e.n ,eu pa.aco ,e. ,-mpre di...... du, oli, eu V.l'i smuX
toro joUprocesaanle he que gondo o mancebo apaulmu o, e rcconlicceu-o, e um Dept.ii de ler posto era or.tem lodo de. le a a.i.ga al pall.du rud du de bello- ne iros e I olido, como
iniuulu depon ovi u tunal na cunara ,lr Emma. o celleiro, depois de haver fetu com amor o leito de u< na senhora
-Enllo a amas, meu pobre filho di.ta a dona da ua querida ama, e renovado as flore em lodos u- Ne... mnmenlo Mariela parea, c fi-oa esluref.i
des .r.lera rtava-lhe mais eul- jarroi, ella lua proCorir o autigo cuchciro, que ?a- vendo BtuaUdo .liante da .ua ama o original do re-
que prorenra, eque eram j bia achar-sedesempregado, maulara elug-r cavallus, trato qe acbava .le tracar com lano gotie
I e partir Iriuinphanle p.ra buscar a uiaiqneraem so, 1 Oda ndlaolava-te, e era preci-a Ca.dar m reli-
prupna cai.-uagcm. Einmi plgod lulos cite, tai_ : rar 8e. n,)p ,, |0.4(, ,|e ,eul tB|IBj01 ,,_ Emma
da-te ao li; liailio de faier a larea de \ rac *
E.s aqu ) qoe acontecer : Jorge curando no ar-
mazem se luforma ra da mii e de ma iam>sella. Ein-
rna, e ae dual raparigas invejusas de-de muito'lem-
po da allei.ges e do respaila, que elle leetamoaha-
va era todas as occanois primeira moca, cantaran)-
-------- --------- ...... me am aqu>.
01. s-nli.ra, falluu eome um Paos, disse Ma-1 D-pois Nao sei nada I Nao componho, relato, e
neta com "tallaran ; seu meslre mo lena cerl-m-u-. ha tres aunu que n.lo ogu fallar, nem da iuveii
la rallado atura, rmha por adversario om taibinhn I marqueza, nem de seo defensor. Smenle h. iilen.
a que disse inuilai cautas sobre a arbai n.11 duas atltemldade de meu jornal duat no-
lielat que r-uJiain langar alguma luz stbre a quesillo.
E.-la :
Pur om decreto do imperador d.*tado de,,.. Mr.
' J.'iue Aolonio Ducuudrat, advogoio de Pars r,,i
a nomrado procurador mipnial junto do UlhnaJ
ca-a a Jurge pois essa
dado qu' as palavras
pe.-felamente .iginliciilivas para E>nma.
A* nimba mil, ie.|.nn leu elle, iio lhe farei '
o coinpnmeiiio que ha p uco dirigia-me a bella
morquis. Vme. nao seiia bom juiz p.ocessanle I
ha dous aniiot que nao .co oulra
achemira .'Ihescad.sse illa.Ilao de ve-la com moilos cousa v
onlrot I Ella lambem postue orna carroegem a um Meu |Deoi diite a pobre a mulhir, urna mar-
ella1 mu. conlenle pur asta condescendencia da paite I Ibe cura grandes coinmeaUriut a bi.Iona dchale de
de lo grande .enliora, ammoo-te a d.zer-lhe: cachemira e o deiaprap.iim...lo da pena e renda .
\ bxc. nos f.r.a mu.l honra aceitar, lo nono Vine, admiram-ie de ve-la co... ora chale da 1 Se amo-a
raadeslu Imoco aniel da vollar para a tua casa.
Oh '. diise Emma, conlo com alie, a coufeiio-
paUct*,*cf etcentou o mancebo tuin.audo-tt. y ttn- qotzt !
dados cura ura urilte, e a boa creatura cerillo sallar- fez-Ibes prstJMlier qu trianr no dominas tegoiola
lhe o reracls da-alegra. janlarcom alia, e l"ie lev riam o leu adtogaiu. de-
M niis bui Marieta, disse a joven marqueza pal tendo ahraga lo a mulher e aperlado a mao do
cun intenglo ; vi.iu que voi-4 eslave na tu llnela loiri lo, aoeiiuo o trago de Jurga para ganhr a car-
coule-noi comu ae passaram as coaaas. ruaaem.
Imagnc, triibora marqueta, qut dtminhl tal -* Oh h vosts?, mee bom Fiilt ? ditse alia ao
de.... Etqueci-ine do nome .. leu,ires s brm
ca que ettou -am desavengas com ludo 01 mines pie-
|.rint mas era 0111 luaar de piefeilurc.
Depuia no arligu Modas :
,. Prepara-te ueste inomei.ln em casa de Vidornia
a uml.elliima ve-ftlu de .- Um cor de perolaguM-
., ner, lo de ren la, p,,i ,\r B, uxella.. detlinado sa-
a buo-Iu tiuaa.tisia, a urna joven e huds viuva.qus
1 val aseguud.it uupcia-.a
UM.

i
' 1
'

'
MUTILADO

r
ILEGIVEL
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cenia
. cm
i
ama

V
a molda ....,,,.,,
Carne teten.........
Cera de carnauba em pao. .
am velas........
Charuto* bom........
u ordinarios........
regalia o primor ....
"Cocos seceos............cento
Couros de boi salgados.......
seceos ou espitado.....*
verdes............
de onca.......... b"in
a cabra corlidos.....
a CMrneiro.........
Hoce de calda...........
goiaba..........
secco ............
jalea i........
Espanadorea grandes.....
s pequeo.....
Esleirs de preperi.......
Eslpa nacional........
eslningeira, mao d'obra
I"ariulia de arnrula.......
D IllllllO.......
> mandioca. .......Alqueire
Feijao............
1 uiuo em 10I0 bom ....
i> ordinario.......
em folha bom.....
u a ordinario ....
n reslolho .....
(jengibre...........
ilumina...........
Ipecacuanha .........
I.enha de chas grandes .
di) pequeas .
..ni) loros.......
l'ranches de amarello de 2 costadas um
a b louro......... d
Costado de amarello de 35 a 40 p. de
(. c .', a :l ilc I.....
u de dito usuaes....... '
(.ostadinho de dito........
Soalho de dilo........... "
Forro de dilo...........
Costado de louro.........
Cosladinho de dilo........
Soallio de dilo...........
Torro de dilo...........
o d cedro.......
, Toros de lalajuba......
Yaras de pereira......
o i) aguilhadas '...... .
n quins..........
F.m obras rodas de sicupira para c. par
eixos i>
M"l.................caada
Milbo...............alqceire
Pedra de amolar.........urna
b b filtrar..........
o b rehuios.........
l'iassava em molhos......... um
Ponas de boi...........ceulo
Sabao............... fl
Salsa parrilba...........i
Sebo em rama...........(p .
Sola ou vaqueta..........meio
Tapioca..............
I' nhas de boi...........eeuto
Vinagre...............pipa
119 mo
ItjjOOO
I3DUIW
1571)0
9800
29O0
3*8(0
9280
JWljO
0185
159000
9100
>10J
5100
9120
9800
8610
2900
190 00
9200
19800
19000
25O0
\wn>
911011
alq. 9
.
cento

quintal
ilii/ a


V
1(18000
79000
29000
a 4*800
32*000
2*500
13000
12-jOOO
309000
209000
losooo
2(19000
150000
1O9U00
79000
1?00
lO-^KK)
9000
19000
49000
19280
19(500
19U20
19280
305000
20TH00
Silo
S9JOO
9(540
(13000
98OO
200
I920O
9120
199000
69000
l-IlM
1*000 '
9320
lOWtKI
Caira Filial o Banco do
Brasil
M 23 DE NOYEMBRU DE 1857.
Directores da semana os senhores: .loan
Pinto de Le mus e Antonio .Marques de A-
morim. '
A caisa desconta lettras a 0 por cento no
anno, e toma dinneiro a premio de confor-
midade com os seus estatutos.
Navio entrado no da 22.
Pasp>biec10 das, hriuue ingle Teaitm, de 131
toneladas, capilao I. F. Coseos, equipacem 9. car-
ga 2.020 unas cun bacalhao ; a Wliallev For-tsr
&C.
Nafta tahido no meimo di.
Acaraeu'21 diai, patacho nacional aEmulac,o>),
< p'i.10 Antonio Gome* Pereira, carga l'arinlia man llora, inilho carne teca ; a Mhiio! Gan-
.;alid da Silva. Perteoce ao Acaraeu'. Panaaei-
roa, Francisco I.iiiiuiij FigU'ira de Mello, Jaa-
qmm t Asurada Pesaoa e 7 e.cr.voi u eulregir.
Navio entrado no dia 33.
Para e porto* intermedio7 dia e 19 hora, vapo'
naeional aOjaoiick, commmiilanle o rapiliTi-lc-
uente Joaquim-Silum Ramo.
(Savias saludos no mesmo da.
Terra NavaBrigua inglez Sprayn, capillo llenry
Roper, em laairo.
BihiaBogue mgle Teaser, com a mesma carga
que Irouie. Suspenden do lamelrlo.
Olllm. Sr. inspector da Ibesourans
provincial, em cumprimento da oidem do
Exm.Sr. prrai lento da provincia ue 16 do
coriente, manda f /er publie i, quo no da 3
de dezenjbro poiimo vio louro paramo
junta da tv.zcu.la da mesma lliesouraha, se
ha do arremata a quem por nr .ios fizn,
obra do agu le do Bom Jardim, avahada cm
1:155900o 1 eis.
A arrematarlo ser feita n 1 furnia da le
provincial n. 343 de 15 de maio ds 1854, e
sob as clausulas cspeciaes abaixo copiadas.
As pessoas que s.- propozerem a esta ano
matacSo coniDaregam na s-W das scsscs da
meso a junia, no dia cima deelarado pelo
roeip dia, competentemente habilitadas.
i- i ra constar se man loo ailiiar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da Utesouraria provincial do
Pernambuco 17 de novembro do 1857.O se-
cretario,
A. i da Annunciag.lo.
Clausulas especlaes para a arre ,atareo.
1 a as obr> s do agudo do Bom J 1 un sc-
r3o feitas de conformidade com a plaa u
org-menlo, approva.los pela directora em
conselno, e apiesentado a approvagSo do
Exm. Sr. pr*si lente da provincm, na impor-l
tancia de 1:1559 rs.
2.a Estas obras deverSo piinclpiar no
prazo deum mez, e serSo coneloidas no de
cinco niczcs, a contar da dala da airema-
tar;3o.
3.a A importancia da arremata;3o sera
paga em tres prestacOes, pela niau^ira se-
gutnte : a piiuieira de uous quintos do va-
lor total, quando estiver ejectala melado
da obra ; a segn la, igual a p ion ira, 1 e-
pois de lavrado o termo de ivcebimenio
provisorio ; a terceir rinalmente, de um
quinto depois do recebimenio delinitro.
4.a O arrematante na execucao dos tra-
balhos observar as presenpc,fies do enge-
noeiro.
6.a Para tuJo o mais que n5o estiver
prescripto as presentes clausulas, observa-
r o que uispOe a lei provincial 11, 286 de 18
de maio de 1854.Conforme. O secrelaiio,
A. F. da Annunciacio.
- 0 lllm Sr. inspector da thusouraria
provincial, em cumprimento da 01 .'em do
Exm Sr. presidente da provincia, manda
fizer publico, que no dia 10 de dezembio
prximo vin,lm.ro, perante.a junta da fa
zeada da mesma thesouraria se ha de arre-
matar, a quem mais der, a laxa das barrie-
res a ponte do Msnguinlio e da estrada da
Capung*., avaliadas annualmento cada urna
em 5.475*000 rs.
As arrenjatac.Oes seriu feitas por tempo di'
30 mr-zes, a contardo 1.-de Janeiro de 1858,
a 30 de junho de 1860.
As pesoas que se propozerem a esta arre-
rmtacflo comparegam na sala das sesses ds
Interino da laairaerjilo oubiiua, Cat-M publU
or a 8eguiuie dectsflo, que deu oconselho
director eru sesso de 19 do corrento no pro-
cesso contra o profe?sor publico de instrur-
?flo prima 1 ia da freguezia de S Bento.Luiz
Paulino de Holhnl Valenca.
Secretaria eral da nsiruecao publica em
21 de novembro de 1857.-O secretario,
Francisco Perepa Freir.
O conselho-direclor da instrucr;ilo publi-
ca da provincia, ten lo ex miuado a r-pr^-
sentQ5o documentada, qie rontra o pro-
fessor publico de instrucgiio primaria da
froom-zia de S. Bento, Lui Paulino d- Hol
1-nda Valenca, diiigira directora geral o
conselho de dislricto luterano ia sobredi la
freguezia ; e procedendo as formalidades
prnsc iptas na lei r'gulamentar da insiruc-
cSo tublica n. 369 lit. 5. cap. nico art. 103
a 107, resolve que o dilo rrofessor Luiz
Paulino de 11 .llanda Valenca fique suspenso
do exercicio e vencimentns aa sua cadeira
por dous mezes a contar do de dezembrn
'iuek'e" k^o vindouro ao ultimo de Janeiro de 1858, con-
. I29OOO I forme o disposto no art. 94 da citada lei ;
0*000 I visto acnar-se provado, que o sobredito pro-
l'icudO fessor nao tem sido assiluo na sua aula, e
por ter Miado o respeilo cevilo ao conse-
li o de dislricto luterano respectivo, mes-
a o poranie o conselho director. .
Sala das sessOes do conscllio-di'eclur de
inslrucra 1 publica provincial em 19 de no-
vembro de 1857. O director interino, Ve-
nancio Henriques de Rez^nde.
Dr Je-onymo Vilella di Castro lavares.
Joaquitn Antonio de Castro Nunes.
JuseSoaresde Azovjdo.
Joaquim Kaphaelda Silva.
O conego Joaquim Piolo de Campos.
CO.NSELIIO AIIUirilSTKATIVO.
Oconselho administrativo tem de comprar
o seguinte :
l.ivros de tal."10 para distribuiro de cos-
turas 30 ; ditos de dito para conliecimentos
dediUsO; sola, meios 200 ; lion.ba de
ferro para poQo 1 ; livroscom 200 follias de
papel pauta 10 5 ; ditos com 3 toltias, para
registro de pracas de pret 7 ; dito com 46
folnas, para o mes no registio I.
Quom quizer vender, aprsenle as suas
propostas m carta fechada na secretaria do
conselho, as 10 horas do dia 27 do crrente
mez.
Sala das sessOes do conselho administrati -
vo para fornecimento do arsenal do guerra,
20 de novembro de 1857. Bento Jos l.ame-
nha Lins, coronel presidente Bernardo
Pereira do Ca-mo, vogal o Decretarlo.
Aclnndo-se vago o olliciode escrivo
de orphSos*, nrime, e civel, primeiro tabel-
lio de nots do lermo do Lunoeiro, man a
S. Exc. o Sr. presidente da provincia as-1
simo fazer publico para conhecimenlo das |
partes interossadas, e afim d que os preten-
dentes ao dito ofiicio so habilite n na forma
do decreto n. 817 de 30 de agoslo de 1851, e
aviso n. 252 de 30 de dezembro de 1854 e a-
present n 10 os suus requeiimentos ao juiz
municipal do mesmo termo no plazo de 60
das, que comerou a correr do dia 4 do cor-
rente em iiia nle, para seguirem-se ostra-
miles marcado nos arts. 12 e 13 do citado
decieto,
Sec etaria do govemo de Pernambuco 31
de novembro de 1857,
Antonio I, ite Pinho.
CAPITANl DO PORTO.
O lllm. Sr. capillo do borlo, cumprinlo
a ordem do Exm. Sr. preside.>le da provin-
cia datada de honlem, manda publicar a
partieiri'cjto abaixo, dirigida ao mesoio
Exm Sr. pela secretaria de esta 10 dos ne-
gocios da marin a, acerca de haver o sena-
o da ci lade de llaciburgo resolvdo fa7er
do Cuxhavein um porto, onde os navios
possHm rao s abrigar-so, como carregar
e descarregar durante os mezes de invern
em que o no Elba se ac'na gelado.
ParticipaQio.
Circular. Rio .ie Janeiro.Secretaria de
esta lo dos negocios da marinha en 28 de
ouiubro de 1857. .
lllm. e Exm. Sr. Participando-so pelo
miusterio dos negocios eslrangeiros em a
viso n- 88 de 14 do correte, h.ver o con-
sol geral do imperio oni llambiirgo com-
raunicio por ofiicio do '.) lo mez prximo
pretrito, que o senado ilaquella cid de re
solver faicr de Cuxhavom um porto, onde
os navios possam 1180 s abrigarse, co uo
ca rjgar e descarregar durante o mezes do
inv rno em que o no Elba se acha gelalo ;
deoriem do S Exc o Sr ministro da ma-
rinha previno disto ao V Exc, para que se
digne de o mandar fazer publico e pela ca-
piania do porto aessa provincia.
Daos guardo a V. Exc lllm. c Exm Sr.
presidente da provincia de Pernambuco.
Francisco X-vier llomiempo Conforme.
Francisco Lucio de Castro
Capitana do porto de Pernambuco 20 de
novembro de 1857 O secreta: io,
Alexandro Rodrigues dos Anjos.
Correiu 'peral.
RelacSo das cartas seguras, existentes na ad-
mmistrac/to do correio, para os senhores
abaixo declarados :
Antonio Coelho do Sa Albuqnerquo (*J
Fiineiseo Antonio de Carvalho
Francisco Antunio de Frenas Barros.
F. Jos Cardoso Cuima'3es
Iiaso bi WilMJPOQO ti i... \ ria.\ m !? NQVrafUOM Mi
v-..y.'-'/.'.: *"'v~ : *__.- + -.*-.- .-*-^'-^^. -^----. ..T.t^ .m****** ftr*>mu.**** -..-**. i n i innni^ie-ai "- '

Kle, as nin vuidsvon o pinfiriai do mor 11 Sr \iiiiiiiiu da (.unlia Hartar d An-
eado :teroa-lern 24 do commle as 10 b-ras drade ten urna carta do norte na livrarla
da mantilla no seu armazcn, ra da Cruz ns. 6 c 8 da iraca da lodo jen lencia.
do Recife. (juein quizer possuir 5 casaes de cana-
-- O agente llorja far loilo em seu ar- rios do reino, exceentes productores, di-
ma/.em na ra do Coligi 11. 15, de urna rija -se a rua da Santa Cruz n 28, das 7 as 8
grande quanlida Je do-obras de niarcineria 1|2 horas da manhSa, e das 2 al as 6 da tar-
11 ChegaJa de Napoleode Santa Helena novas e usadas, de ditfero.ii s qualidades, de, quo aerar com qjem tratar.
a|Paris. | objectos de ouro e prata, relogi is para al- i'r ci.ia-se. ue um caixeiro brasileiro
11.' Faruandu Coi tea bula pur lan'a a do-
los.
10 JuHo llart em Versalhea.
11. Jo:1o ll.ut em Beigoes.
t." E Hlelo grego iiluminado.
13. A cidade de Barcellona em Hespa-
nha.
da
Modas fraoce-
zas.
.....
Lotera.
no
15. os contorno* de Paris, do lado
Sena.
16 Vista dos invlidos em Paris.
17 a Panorama de Pernambuco.
18. Napoleao I, botando oculo em f.ente
da Catheiral de.M1l.10 em Helia.
O stlSo esiara aberto das 7 at as 10 da
noite. Entrada 500 res.
Temos por vezes levado ao con'ie-
cimento do publico que um funecionario
publico tendo abusado da conlianca de
um hornera de quena se dizia amigo,
coniprometteii-o em quantia nao |e-
quena, e leudo alcuncado tudo (juanto
inliicioiiava, nao tem dado cumprimen-
to a seus tratos ; e pelo contrario vai en-j rp0_damasco, ditas de laca douradas e estu- ragQo mercanlil e boa letua, cocarreg*-se .
tretendo-o com promessas vaas, sem trate de acabar com este desgiacado ne-| mogoo moderna, guarda vestidos do mogno, nesta prag* : a tralar na rua do Sebo n 13
Madame Millochcau liuessard tem a honra
de parlicijar as senhoras suas fregui-zas,
que na vugem que ella fez Paris, acaba,
de irazer as "ioias as mus novas para o lot-,
lelte das seuhoras, para sartos, bailes, pas-
Meuron
:;;
gibeira, enffiles diveisos para sal, urna ri- ou portuguez : na rua Novan 39.
ca e .1 ii'.'a liomeop.thica de tinturas do Dr. Precisa se de um moco po tugaez que
Mello Moacs, e muilos outros objectos entenda de negoeio de moldados, para fra i seios e casamento : na loja de niodas france-
etc, etc., que se acharo patentes no rnes-1 da cidade, e de con Jucta afianzad* ; a tratar
n in'in / 111 no na do leil.'io, bein como na rua do Livrauenlo, botica n. 30. %
urna ptima escrava cozinheira e engom- O abaixo assigna lo roga a pessoa a
madeira : quima-feir 26 do corrente as II quera o Pr. Albert, passag9iro vin 'o do sul,
lloras da mantia. e quesguio para a Europ* no vapor Tyne,
Porordcm do Sr. I'hilogone Adour, eniregou urna onco n -en la para o mesmo,
que acaba de retirar-e para a Kuropa. o baja de declarar a sua morada para ser pro-
agente Oliveira la 1 a leilo de tola a mobi- curada -- Mainel Antonio Moreira.
lia da casa de campo d'aq elle senhor, con-i Aluga-se urna cas na uovoac3o de Ja- ^y
sistindo em urna soherba guarui^o de sala hoaUo, com 2 salas, 3 quartos, cozinha fra. %$
de visita, com cadenas usaes e de bracos, pinta la e prop'ia para se pas-sar a festa : na j @
sof com ass-nto de palhinha, consolos, me- rua dt Cadeia de Santo Antonio, terceiro,;;^
sa de meio de sala, dita de |ogo etc., tudo andar do sobrado n. 23 ^'C
ao goslo de Luiz XV, c deiras estdfa las de L'ma pessoa com pratica da escript*'- j-*
zas, aterro da Boa-Vista n 1.

gocio, isto lia mais de 7 anuos! Quem
tal ilii 1,1! Basta de tanto sollrimcno.
Sr......Se dentro de o das nao
estiver este negocio acabado, levantara'o
veo que cobre esta perfidia
A victima.
Os ab.nxo assignadoi, em razio da
dilliculdade de treos miudos tem resol-
vido assignarcm vales da cpiantia de 500
a l.sOOO rs., os quaes serao pagos em con-
tinente da quantia de 5.S00 para ciira
pelos caixas Sequeira v Pereira, na rua
do Crespo n. 7. Ad\erle-se que ssc pa-
gara' a quantia cima mencionada em
razao da escacez de sedulas miadas e co-
bre.Sequeira iV Pereira. Polvcarpo
Jos Layne.
Kecife2vde novembro de IS".
Coij deposito eg- g
ral do sen rap rea %
Preti, na rua da J
Cruz u. !6, miicli- {
B rains.se para a mes- Q
f3 111a rua n. 25, pri- %
& uieiro andar. -f;
vo s o o s ^ o-o o :: o :: :: w*
Precisa-se de u ua cria .n para com-
p nharuna familia para ,\lagoas ; a tnlar
nos, de conla de oulrem : quin(a-feira 26 lo, de id* le de 22 anuos, ponen mais ou me- na rua e-lreiu do Rosario n. 10, prioiwiro
:om espelho granJe, secretaria de mogno A mesa regadora de S. Benedicto, ,^
com segredo, lin 10 loileile de mogno, bi- erecta na igreja de N 5. do llos.ho da Boa- | ~
blio'hecas de dito, aparador de magno,' Vista, tendo do festejar o mesmo santo uo
quadros dourados com linasgravutas, 1 pi-.- domingo, 22 ie novembro, e n5o po leo lo o
node j'carania do melhor autor de Paris, fazer por nao ter msica, que toda se icha-
rmaraos diversos, porcellana para mesa e : va na festa de Santa Cecilia, a mesma m-sa
para cha, lavatorios, tapetes, I macnim de
lavar roupa.e mullos ouuos arligos iulis-
pensaveis para qualquer casa de familia ; e
mais se ve dera una lin la escrava dn 13 au-
transferio para domingo, 13 de dezembro
vindouro.
Ilontem 22 do corrente, fugio do abai-
xo assignado o seu escravo Joaquina, moli-
do corrente as 10 lloras da uimliaa, na es-
tancia, siiio defronte do oilSo da igreja
.1 uno ao porlAo do comnundador Manuel
i.onc/ilve-. da Silva.
9Mi0$ $&
HKICL'E AMaO'.
Vai seguir com toda brevidado o brigoe
nacional liamSo, bem conhecido pela brevi-
dado de suas viagens, e classilica lo o pr i -
meiro na carreira para aquelle porto : quem
nelle quizer carregar ou ir de passagem, en-
tenla.se com os consignatarios Fernandes
& I'ilhos, rua da Cadeia do Recife.
Na iivraria ns. (i e 8 da praca da
Independencia, precisa-se fallar ao Sr.
Joaquim Antonio de Alomes.
nos, de altura e feQtes regulares, alaranja-
do da cT, oltios mullo vivos, i. lia Tina, testa
saliente e gande, be lho dos seiOes do
Ceara e fu compra lo em 1853 nestacilad
peloabaiso assignado ao Sr. Leite, socio ,
que fot do Sr cobnel Joao Joso ue Gouva ; d bnt^ Antonio n. 6, tmge-se com perfei-
andar.
Na tinturara da rua
da Cadeia
Cear, Ma-
ranhao. e
Para.
O veleiro brigue escuna "Graciosa, >.
capitaoe pratico Joo Jos de Sou/a, vai
seguir brevemente para os portos indica-
dos, para os qnaes recebe carga ; a tra-
tar com os consignatarios Almeida (lomes,
Alves A C-, na rua da Cruz n. 7.
de Janeiro
PROVINCIA.
O Sr. Ibesoureuo das loteras manda
fazer publico, que estao expostos a ven-
da, lodos os dias, no pavimento terreo da
casa da rua da Aurora n. 26, das 9 horas
da manliaa as 8 da noite, biliietese meios
da ultima parte da primeira e primeira
da segundi lotera do Senhor Bom Je-
ss das Dores, cujas rodas andam no dia
28 de novembro.
Thesouraria das loterius, 12 de novem-
bro de 1857.0 escrivo, Jos Maria da
Cruz.
O Sr. C. C. Johnston des^eie-se por
meio deste de todos os seus amigos ; roga
Ihes o especial favor de desculpa-lo nilo ter-
se despedido pessoalmenle em razao de seus
ufazrrcs.
A irmindade da gloriosa virgein o
nartyr S. Cecilia grata ao obsequio que Ihe
acaba de p'estar o Mlm. Sr Ge/mano Fran-
cisco do Oliveira na transl'eioucia do espec-
tculo, uaia dest'arte nao emliai-c,ar os pro-
fesores de msica na festi de soa padroaira,
vai por m"io deste t'ibular-Ihii os devidos
agradecimeutos Oignose pois o lllm. Sr.
Germano aceita-los. I
Doce do aiac a MO reis, bananna e
goiaba.
Ohcgou a rua do policio n. 5, novo sor-
timento Co doc fabricado no engenho
Guerra.
--- Joso Maria save Jnior, de ida Je 19 an
nos, natural desla ci la ic faz publico, que
de hija em dianto so assignar por Jos fe-
retti Seve. Recite 2J de novembro do 857
Offerece-se urna ama di leite s'mu-
llios : na rua da Praia de Santa Bita n 18
Vende-se urna escrava crioul bonita
fi'ura, sem vicio, nem actiaques. o 'tima en-
gommadeira e cozinheira, e nutras habili-
dades, que se dir ao co nprador n% rua de
llortasn. 60, se dita quem ven le.
consta que elle omprou nesta prarj diver-
sos objectos com es .m > de ir para o serlSo.
quem o pegar, leve ao abaixo assigo do, u >
M imeiro, ou neslacilale, rua da Cndea
Velha n. 30. ceno do que ser devida e ge-
neiosamcale recompeusa lo.
Jl. de Barros Barreto
Quem achar um alfinete de peito, de
ouro de 18 quilates, com um coral no meio,
qne se per leu no sabbado no thaatro de
Santa Isabel, e leva-lo casa do actor Santa
Bosa, ser bem gratifcalo.
O ahnixo assignado deixou de ser c*i-
xpiro do Sr Jos Das da Costa Car leal des-
de odia 19 do corrente n.ez, e agradece ao
dito senhur o bom tratamento com qua o
tratou durante otenpo que esleve na sua
casa. Becife 23 de novembro de 1857.
Joao Bibeirode Castro.
Vendem-se 5 vaccas de leite, Gibas do
pasto, bastante gordas, paridas de pouco,
dando 5 garrafas garantidas ; no becco das
Karreiras n. 8, otaria.
- >'a rua do Sebo n 13, indicar-se-ba
quem pnssue o remedio injuriante, de re-
cente descoberta pira curar bernia.
1' ecisa-se de um amassadoi para pa-
llara de Santo Amarinho
Precisa-se de tripolaclo nacional ; os
queas.sim sejulgarem li.bililalos, dirijam-
se a bordo da barca nacional denominada
Santa Maria Boa So te, a tratar co n o eapitSo
mi
qo de lo !as as cores.
yu':i.-:}--.\.r--..* si, ... ,j,.yw.-
S O Dr. Das tenan lr, medico fnon S
j \ pa ratld.D'ia no pgunlo andar da cana g4,
'; la na nlr.ila da Kunario n. 30, onde pode ^
w ser pcucuialo pura o nercicio de sua pru- "15
B li nao. ;.
Grande sor-
niento.
C.hegou taberna grande ao lado da igre-
ja da Solelade, um grando sortiaiento do
gneros bons e novos, e veude-se pelos pro-
ijos segaiules : u.tuleiga mgleza a 960 rs ,
Iranceza a 600 rs queijos do reino a 2^240,
de pralo a 720, do sertao nimio novos iutei-
osde 1 a 20 libras a 400js e a retalhoa
480 e *10, passas novas, figos, ameixas,
amen loas, doce de goiaba a l-:2S0, t;tW e
t-6' 0, laias de 2 libras de mamujada a 1,280
rs carias linas para voltarete a 40U rs., es-
permacete a 800 rs., ceva la a 120, cordas de
liuiio a 500 rs. a libra, massas tinas para so-
pa, bolachinhas Gnas e grossas, da ierra c
de fra, cha bom de multas qualidades, her-
va-matte, vuibos bons de inuilas marcas,
chanpagne, licores, aguardeute de caima, o
melhor que li ueste genero, saceos coui fa-
Sr. Bom Jess
das llores
O abaixo assignado lera exposto venda
os seus muito lelizes bilhi-tes e meios da
lotera cima, os quaes nSo estSo sujeitos
ao descont dos oilo por cen'o da lei, na
&', rua da Cadeia do llrc en 45, e na praca da
ni* Independencia ns. 37 a 39 e n 4. o n.esroo
| vendeu os segutnles premios da ultima par-
le da piimeira e piimeira parle da segunda
lotera do Collegiodos OrpbSo.,,
1 meio Numero 200jj
I bilbeto o 2938 100/
t meio > 233 1009
1 dito 26 50$
1 dito 3475 209
PorSalusliano de aquino Fereir,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
Ad cautelam. *a2
Previne-se aos Srs. t belliSes. ecomesoe-
cialidade os da comarca do Bio Formoso,
que observem fielmente os seus Beg.a res-
peilo do reconhecimento da firma da (nada
Sra 1) Maria Jos da Kocha, do engenho Vi-
rac/io, em Serinnaem em um papel de doa-
co, adiantamento de heranra ou cousa que
o valh, com que se aprsenla stu filho Bar-
tholomeu do Reg Barros em pr. juiz dos
outros h^rdeiros dessa senhnra, seulo que
dita assignatura e papel he falsificado como
em le,ir o, e no ju'/o competente se mos-
trara L'm interessado.
25 Moga-se a loja do sob-ado de doos an-
dares n. 14 da rua da Vnzala Nova, com
grande quintal e porlao para a rua de Apol-
lo : a tratar com Cuilherme Selle na rua do
Queimado n. 27.
Da-se umootimo terreno na comarca
ia Nazareth para se levantar um engenho,
tendo quasi toda a madeira e lijlo prompto
pm cima da obra, ja com forno e casa de ba-
gado feita, por um cerlo numen de annos a
quem se propozer a este negocio : os pre-
lendenles dinjam-se ao eogenoo Piudobal,
que achara.) com quem tralar.
da mesma. Assim coma os que estiverem riuna o leijo mul-tinbo co'ii brinco, e mui-
nas mesmas circumstancins dirijam-sc a | tos gneros que esfreguezes ven lo, nao dei-
bordo da barca nacional M iilnlde.
(iSr. M. I, C sa n5o quer ver por es-
llarculano Cnvalc.nl: de Sa Albuq'irrqac.
Ilemeiirio Jos Velloso da Silvei;a.
Ignacio Francisco dos Santos.
J is Antonio de 1'iitueireJo.
Jos lio lrigi.es Ferreira.
Luiz de Franca Souto.
Maria Larsahau.
Manoel Jos de Menezes.
.uo ayque wellos Aunes de l'-rilo Inglez,
ThomazJ.is Vi la Noa
SiBEL
Dli
Segu em poneos dias o brigue nacio-
nal Fuma, por ter parte de se i carregi-
mento prompto, para o resto da mesma e
passapeiros para osquae> temcjKcellentes
commodos : trata-se com o* consignata-
rios Novaos & C, na rua do Trapiche
n. 3*.
Para o Rio de Janeiro,
o veleiro e bom conhecido patacho Amazo-
nas II, preien Je seguir com nanita brovida-
de. lein a bordo parte .ie seu carregamenlo :
para o resto e escravus a frele, para os quaes
lem excellentes commodos, Irata-se com o
seu consignatario Antonio Luiz de Oliveira
Azevcdo, rua da cruz n. 1.
Para o llio de Janeiro salie com
muila 'brevidade a bem condecida^arca
iiRecife," a qual Jem a maior parte do
carregamento prompto, para o restante,
e paSMgCiros, para os quaes lem espnro-
sos commodos, trata-se com .Manoel Fran-
cisco da Silva Carrito, na rua do Vigario
n. 17, primeiro andar, ou a bordocoui o
eapitSo Manoel JoseRibeiro.
Attencao.
2a.'1 RECITA 1U ASSIGMTCtA
DA
EMPREZ &.GERIA TO.
TEKCA-FEIRA, 2 DE NOVEMBRO DE 1S57.
Sabira jeena o uranile drama cni 5 arlos o (i qua-
droi, imiluladu :
kE4
o;
ioei e u
He rle > duvi.la om dos mais bellos dramas
do profunda hllrato Irancei Mr. Alexaniire Du-
iiias ; e coman.I j ao enn re/ar o o dfsfjn que moi-
los un lores e Trequf na lores do Ideado lem de
e-lo em scena, apreisuu-iie elle por isso em pre-
para lo, eoiilainlo que por este modo craiisra' a-
inta maii a itreir.ii. do publico em eral,
Hinca re-
msala junta' no "dia cima declarado pelo |'<"npen,a qe almeja doi seas in.ano, irabalhua c
io dia co peteoteroente habilitadas, com a' '8"*
meio
suas proposlas em carta feciada.
E para constar se tnaodou affi&ar o presen-
te e publicar pelo Diario.
Secretaria da [thesounra provincial de
Pernambuco 10 de nova, bro do 1857. se-
cretario, A. F. da Aiinunciacao.

COMPAMUA DK SEGUROS MARTIMOS F.
TERRESTRES.
DO
IMP. RIO DO BRVSJL.
h'stabelecida no Itiu de Janeiro.
CAPITAL ..OOO.OOO^OOO
Terminara' o e drama, que por ser ettenso nao peimilie nriiliurb in-
lervallu.
Principiara as 8 horas.
(la Lilheles aelijin-se venda no cscriiitoiio do
Ihealro.
a bu
meo
ATERRO DA 30A-YISTA
N. 4.
a o
Ro de Janeiro
Segoo por esles diss^o bem conhecido
brigoe nacin I Almirante, de primeira mar
cha, tem pron.pio quasi lo^o o carregamen-
to, e so recebo carga m uda e passegeiros :
quem nejle quizer carregar ou ir de passa-
gem, entenda-se com o consignatarios Fer-
nandos & Pilhos, na rua da Cadeia do Re-
cite.
Uespondemos ao annuncio publicado no
Diaria de honlem, sobre a assignatura o
aesconuecido,-- sem lemermos contesta-
q4> possivel.
O desconhecido a vapor, n>r sso que se-
gundo disse escreveu aquejle annuncio na
occasiao de sua partida para a Europa no
nTyne, foi sbrenlo lo irrefJ -elido quan lo
aventurou a llVicrbolo de que acabava de
chegar do Rio de Janeiro e alo n-'i j vira ac-
tor melhor do que o Sr C.oimbra, a exeop-
cao do Sr Joao i'.a 'iaiio e Florn Jo Real-
ineiito, ou be pro^i-ilo de escarnecer do
bom senso, ou eulao o Sr.desconhxio
do--he um vistoso, que nanea foi do Hi-
le Janeiro; em qualquer das las hypoteses
Ihe pedimos venia para dizer Ihe que nun-
ca alli froquenlou 08 Ihealros ; do contra-
jo bavia de ver o >r d sconhecilo,que
alli seappldule nao s ao sr. rea e \moc-
docotno a outros aristas consumados ; ao
passo que o ir. Coimbra com a sua (igura
do engoncos, declami^ao o accionados fo a
e proposito, talvez all So podesse ao me-
nos predispor os nimos, para perdOjr-lbe
as faltas, e acolharlo com uotecijao
Urna resposta aiula ao Sr. -desconhe-
ci lo. e vera a ser co o autor de varios peli-
dos no liia'io de Peinamboco, nunca te-e-
mos porai deprimir o talento doSr, Coim-
bra, pelo contrario temos dilo o que elle!
he, p vale como artista.
tenso seu nome nesle jornal, t-mha a bou la-
dedo ir pigar os chaiutos que V. S. n3o ig-
nora.
Alugam-sa e venlem-se superiores bi-
chas hamburguezas por prego commodo:
na ma da Cadeia n- -2S delronlo da ltelac3o.
Precisa-so de um caixeiro : na rua da
Cadeia, taberna n. 28.
I'recisa-se do urna ama para engom-
mar para pouca .-.milia ; na rua das Laraa-
geiras n -2G.
- Fugio de Macii. capital da provincia
das Alag ias, em 16 de omubro prximo pas-
adOj da casa de Sacavem, llarbosa & C um
oscravo cabra, de uome Octaviano, cornos
signaos soguintes : alio, barba, rpala, ca-
be lo acabocta lo. bastante cheio d i corpo,
falla descansada, e r p-esenca t-'r 4 i ann is
e idade. Esta escravo he natural da Cruij ,
provincia do Piauhy, e foi compra lo no Ma-
raohlo so Sr. Jo- ko (ligues le Ha>U > & Fi-
lho, que I ti' i consignou de i'ury-assu' o Sr
llaymundo Nonato de Oliveira porautorisa-
Qao que leve da sent ira do dilo escravo t.
Maria Magdalena Jar lim Gomas; quem o
capturar c co urauuicar aos annunciantes,
o i nesta provincia aos Srs Amonai lr-iios.
sar bem ecom ensa lo. Macei 17 de no-
vembro de 1837.
- OS', acadenico ihomaz Alvares Mo-
reira tem urna cria do sua provincia na li-
vram da praca da Inlepcn leneia ns. 6e8
- Veude-se cal em barricas vinda de Lis-
boa, muito nova, para fabrico do assuc por prego co imo lo ; defronte da Relagao,
na rua da Cadaia n. 8.
Uvas de itimarac.
Ven lem-se na rua do Collegio n. 12.
Manoel Ignacio de Avilla, propie-
tario do solo em que existem as bctnl'ei-
torias que pertenceram ao casal do iiua-
do Joaijnim Antonio Ferreira de Vascon-
celloi, tendo visto uin editaf no "Diario
Je Pernambuco em o qual se declara
j
Bt
a.
O director deste sal3o participa a seus
I Ilustres protectores, que tem posto no salSo
| urna agradavel exposico do vista todas
Age! cia rua da Cruz n. 13, .'sniptoiioda' novas.
viuva Amorim & Fillio. *-| agrande hombardeamc-nlo deSebas-
Aos Srs. negociantes, proprietario de Ui..'roraadBde Mamelao c ataque da torre
casas etc., etc., se olterece na agencia duIMalaeoft
dita companliia nesta cidade, a realiacaol 2 Os
de segu os por premios e cordicroes mu- nl3n-
Vai seguir com muita brevidade o hiate
Sergipano, receb carga ; a tratar com Cae-
tano Cyriaco ds C. M., na rua da Cadeia do
Recite n. 2.
io (fraude do
Sul.
ESegue viagem o bem conheciiio patacho
bom J sus, ca.itaoJoSoConcalves Reis, re-
cebe carga : a tratar cmn Caelano Cvriaco
da C. M., ne rua da Cadeia do Recite n. -2.
ceai'.
O patacho Santa Cruz, capitao Jos Victo-
rino.das Noves, para o resto da carga e pas-
sageiros, a tratar com Caelano Cyruco da
C. M., na roa da Cadeia do Recite ni
-- Para Lisboa segu com toda a breviia-
de a barca porlugucza l'rogressista, por ter
pronijla parle da carga, para o resto e pas-
sfpeiros.cara o que lem asseaJos cnmmodua
trata-se com os seus consignatarios 1. de A.
Fonseca i l'iihc, na rua do Vigario n. 19,
primeiro andar.
Segu para o Porto com tola a brevi-
iiie lindos os dias da lei, vao ditas bem-
leitorias ser arrematadas: vem pelo pre-
sente declarar que o solo em que estao
as indicadas bdinleilorias vai apenas a
cambia quepassa no tundo dos dous so-
brados e que o loro de cada pilmo be de
500 i s. por anno, devendo os pretenden-
tes enlender-se com o annunclante a res-
peito do titulo do loro.
Precisa-se para a Paraliiba de um
liomein capaz para tomar eonta de nina
padaria, embora tenlia perjueno princi-
Xaiao de comprar, lauto pelo ;reg> como
pela quililade.
Precisase de duas criadas, sendo urna
para cozintur, e outra para o mais ser vico
interno de urna casa de pequea au\ilia ;
waga-se gecerosamenlo: a tratar na rua
Imperial, segunJo an i ar do sobrado n. G7.
| LEiT,AilTH0a&&.
,-.? Rua do Queimado n. 10,
fe? LOJA UE l 1'OIUAS l^
Tendo-se estabelecii'o com loja ilt faieo- ,
~ das tina, n.auJaiam vir ile Frauga para fu %!
4 aalab;leoiinenlo, ulliuhas e mao^uilos bar- j/a
';. iladot, aulreineu'a os uiaia linos possiveis, ^*
V..' qua aerveui p.ua vestido de blonlr o de se- ftJ
-^J ila.assim cuno maia urossas para oso de ou- .'';
.2 Iros veandoia ae meu t aloi : os presos -fu -"'
^ raioavais, dao-se amostras com psuhores
& era lOoela. '. j
Attenco!
o
Roga-se a pessoa que por engao lirou do
correio desla cidade urna caita vinla do Rio
de Janei'ii no vapor Caan, chogado a 19
do corrento, para o abaixo assignado, o fa-
vor de entreger u rua da Cruz n. 1, pri-
meiro andir, que muito ss Ihe agradecer.
Francisco de P.ula Lima.
COMPANHIA
Brasilera de paquetes a
vapor
0 abaixo assignado 'gente da connanhia
faz publico quo receben ordem do Sr. ge-
rente da cocapanhia n j llio de Janeiro para
c intratar o lornecitnento de carvao aos vi-
pores, nesta porto : o carvo sera grosso e
da primeira qualidadu, para machinas de
vapor marinas, e sera uosrt) a bordo arru-
inado as carvo uras, fazendo-se o orego pa-
ra rala urna tonelada do 70 arrobas, com
as con ilces j,ue o agente expora no acto
Ju coulralur, tiesta conformida le quem se
oropozer ao dilo fornecimenlo de carvSo
pode dirigir-se ao escriptorio Ja agencia
rua do Trapicho n. ao meio dia.'Iho-
maz de lana.
Precisa-se deum rapaz que tenlia
pratica de taberna : no Recife ruado Vi-
gario n. 17.
REMEDIO 1MC0.MPAUAVEL.
i
UNGENTO KOLLOWAY.
Milhares de individuos de todas as nagoes
podem testemunhar as virtudes desle reme-
dio ineomparavel, e provar em caso necesse-
no, que, pelo usoquedelle lizeram, tem sea
corpo e membros inteiramenle saos, depois
de haver empregado intilmente outros tra-
tamentos. Cada pessoa poder-se-ha conven-
cer dessas curas maravilhosas pela leitura
dos peridicos que Ih'as relatan, lodos os
dias ha muitos annos ; e a maior parle deis
las sao 13o sorprendentes que admiram os
mdicos mais celebres. Quantas pessoas re-
cobraram cora este soberauo remedio o uso
de seus bragos c peinas, depois de ter per-
manocidolongo tempo nos hospitaes, onde
deviamsolfreraamputago! Oellas ha mui-
tas, que havendo deixado esses asylos de pa-
dec nenio, para se nilo submetterem a essa
operago dolorosa, foram curadas completa-
mente, mediante o uso desse precioso re-
medio. Algumas das taes pessoas, na efusao
de seu reconhecimento.declararam esles re-
sultados benficos dianle do lord correge-
dor.e outros magistrados, afim de mais au-
lonticarcm sua allirmativa.
Ninguem desesperara do estado de au-
saudesetivesse bstanle conOanga para en-
saiar este remedio constaniemenie, segiun-
do ulgum tempo o tratamento que necessi-
lasso a nalureza do mal, cujo resultado seria
provar inconieslavelniente : Que tudo cura
O ungento he un, maiparticularmente
no* ttttuinttt casas.
Fazemos parle do publico, e por isso es- P' paga-se bem, conliecendo-se a pes-
iamos em nosso mais indispatavel direilo, soa : na loja de Antonio Lopes Pereira de
se consuramos, ou applaudlmos qua quei \ Mello c\ C*. ruada Cadeia do Recife n. 7.
Aiporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Uoresdecabega.
das cosas.
dos membros.
Enfermidades da cu-
tis em geral.
Enfermidades do anas
trupgOes escorbticas
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremi-
dades.
Frieiras.
Cengivasescaldadas.
Iiichagoes.
Iiillammago dofigado
da bexiu'a.
lullaininagao da ma-
triz.
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosqui-
tos.
PulmOes.
Queitnadelas.'-
Sarna.
Supuragdes ptridas.
I inlia, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Cceras na bocea.;
do ligado.
das arlieulacies.
Veas torcidas ou no-
dadas as pernas.
Lotera
actor ; sendo assim respond Jo ao Sr.des
conhecido dos vapores.
Os dous amigos.

l
Participa a seus freguezes c a todos em
geral, que elle ac-iba de receber o maior e
mais completo sortim-iilo que se p le en-
contrar, annos, pouco mais ou menos, como sejam,
ri luissimas vest iie'.las co jiplHas de vellu-
do, gorgurao, chamalole, scli.n, seda, laa,
Vende-se a colleccao do Diario del
Pernambuco, encadernada : na rua do i
Crespo n. 16.
A I lima. Sra. D. Francisca Rosa de
\ Jess, te n urna carta viuda doserliio : na
am %-^l i rua do Crespo n. lo.
S^ jiS nb^ i Vende-se superior t'arinba de man-
dioca cliegada prximamente do Rio de
Janeiro no brigue nacional Hercules : na
DA
travessa da Madre di
iet.
Dos armazem ns.
Offerece-se
uva pessoa habilitada para cnsinar meninas
1'ustSo c briol, d') tolas as cors e gostos' i no impedimento de alguma mestra oor ter
caigas e palitos de casemira, colletes, jaque- bastante pratic quer yublica quer particu-
tiilias e caigas b.tr.ladas, honets de v Un io, lar, sendo nesta cidade : quem de seu pres-
gorgurSo e pallia, o quo ha de mis moler-, timo se quizer uiilisar, dirja-se a rua do
no : todos estes obj-clos, como urna infini- | CalJereiro n. 10.
Jade de outros arligos que si acham no seu
estabelecimenlo, se vendem por pregjmais
conimodo que em out-a qualquer ruarle.
Chapeos.
Recebeu-so um gran le sortiment de cha-
peos para homons, forma Hl.NAIJO e outros
sen lo de castor branco com pello, os mis
linos que le n vio lo a Pernambuco, ditos
sem pello, ditos pretos com pello, ditos sem
pello, ditos de seda superiores. Quanto aos
precos sao os mais razoaveia: na rua do
Crespo n. t, oai casa de J. Falque.
L'.cr^vos pegas.
Na rua Nova n. i-2, chegaram boje do ser-
tao para se vender, urna bonita negra de 18
annos e um moleque de 12.
O Progresso
PubUcflcao scientifea

industrial, offerecida
classe in strosa do
Brasil e Portugal,
l'OR
Ven le so urna prela moca, ou Iroea-
principios da batalha do lnker- lla'*e' P"r.l0P P-Jf da cnrg prompta. opa- seor um preio de meia dade : na rua i-
; lacho portuguez Mana, de que he eapitSo ,eiu n 72. se di.a quem f,z esto negocio
Manoel Rodrigues Alves; para o resto da | fTerece-sn u na mulher, a quid da fia-
louiodicaserazoaveis. Na mesmaagen-l gjrtll^^lj JoAUnj. I e cnm Fr,ncisc(), g -~ua ;Xihrm
catambem se efiectuam seguros tanto Turcos. Sever.ano Rabello & Film, ou com o capi- de pCa f.m.lia ou de bomem soUe.rol
para o norte como para osul do imperio, 6. L'm sol lado francez comvidando a seu
nos vapores costeiros e vasos devela. A niaiigo Rutso.
rantea prompta indemni- .7" ,vapo,1' ,la '"Panhia Luso Brasi-
_:- J_ _".i le,ri,> furga de 300 cavallos, toneladas l3t,
turnado em Trente da torre de lielem em
Lisboa.
compuiiiiia gar.
sacao da importancia de qualquer si-
nistro*.
De ordem do lllm- Sr. director geral
8.* Cliegada ao Mxico Fernando Corles.
tao na praca do com jiercio, ou a bordo.
Arcbkvrrighl, Tuckniss & C, farao lel-
lao por inieivengao do agente Oliveira, de
grande e variado sortimelo de fazendas in-
quem precisar, dinjisearua da Scnzala
>loa n 36
fJ3 Offerece-se urna pessoa para cobranga
de dividas nesta praga ou mesmo fra : quem
precisar, dinja-se a rua da Roda n. 2d, se
dir quem he, e dar-se-ba fiador se preci-
so ior.
Provincia.
Ultima parte da primeira e primeira da
segunda lotera do collrgio das or-
pbaas e orpbaoj.
iVos afortunados billieles rubricados
pelo abaixo assignado foram vendidas as
seguintes sortes:
J0\0aaLOSDESftl'ZlM\CU.I)0
Natural de Pernambuco, 1.- tenente
da armada brasileira.
Chegou ltimamente o primeiro numero,
conloado.1-20 paginas em oitavo grande, e
veude-se por 35500. Recebera-se lambem
assignituras para os nmeros seguales,
que serSo de 5 a 6 de que se compor a dita !
publicacllo. na Iivraria de Nogueira de Sou-l
zi S C rua do Crespo, defronto do arco de i
Santo Antonio.
Sorvete
Todos os dias have/ sorvetes no aterro
da Boa Vista n. 31.
j Na rua do Trapiche Novo n. 12, pre-
cisa-se alugar a escravos, 1 preto e 1 preta.
Ns.3065 5:000# Rilhete.
18.3."i 500^ Dito.
18.5 200,< ito.
i 2t)0s Meio bilhete
1128 10GW Dito.
3526 100< BilLete.
233 1 OO.S Meio bilhete
i 05 50a Dito.
lt.87 50.S Dito.
.ilS 5ll.< Dito.
o 50/J Dito.
2005 20| Bilhete.
316* 20.S Meio bilhete
2021 20$ Bilhete.
1 .->)S 20* Meio bilhete
81 20$ Dito.
513 20.,' Dito.
3175 2('.s' Dito.
152 20- Dito.
Vende'so.esle ungento no eslabelecimen
to geral de Londres n. 2*4, uSlrand, e na
loja de todos os boticarios, droguistas e ou-
Iras pessoas encarregadas de sua venda em
to la a America do Sul, llavana e Hespanha.
Vende-se a 800 rs. cada bocelinha.coolm
uma.iiiitrucgo em portuguez paia explicar
o modo de fazer uso desle ungento.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum,
pliarmaceulico, na rua da Cruz n. 22, em
l'eruambuco.
S. SflEfilEL & C., banqueirosene
gociantes, estabelecidos ha muitos annos
em Londres, teein a satisfacrao de par-
ticipara seus correspondentes e ao publi-
co, que acabam de fundar casas filiaes
nos principaes portos e distritos manu-
factureiros de Franca, Alemanha, Blgi-
ca e 1IdII.hi.I.i, conservando alm disso
suas rropVias casas anteriormente estabe-
lecidas as cidade mais importantes, c
portos mais commerciaesdard-Bretanlia,
e estao em posieoo de offerecer grandes
vanlajens as pessoas que possam necesitar,
assim em Londres como em ou tro qual-
quer ponto da Europa*, de urna casa para
compra ou venda de arligos, bem como
para o* negocios de transaecode crdito
e banco de qualquer genero.
As pessoas que nao forem conhecidasdo-
an n uria ntes deva 5o acomrjtnharsiias or-
dens cora os fundos necessarios para sua
exeucco ; ficaudo entendidas que os an-
nunciantes nao teem dilliculdade em ad-
an tar 75 0|0 sobre os gneros rerebidos
antes de sua venda.
Os precos con entes e mais infbrma^Oes
commerciaes, que forem pedidas, serao
enviadas gratuitamente, salvo o porte do
correio, podendo dirigir-se ao* annunci-
antes.
A quem interessar.
Solicita-se pela polica qu Iquor preten-
g3o, pelos fe.itos geraes e provincises, de-
soubarago de esas e lojas; pelo ecclesiasti-
co, certiao de baplismo, bito e justica-
gOes, ludo a contento, mediante mdica
paga ; no Recife, bolica do Sr. Antoni i Pe-
dro das Neves, jinlo ao arco da Concergio ;
em Santo Amonio, rua do Collegio, botica
do Sr Cypriauo Luiz da Paz, e rua do Cres-
po, loja le livros do barateiro o Sr Antonio
Uo: ingues ferreira : os pretendenlos aclia-
ro nos lugirt-s indicados pessoa competen-
temente habilitada.
::; .<: ..:::;:'.::::3%
f
".5
Consultorio I
I CENTRAL H0EaPA-
A garanta dos H por cento he paga
apenas sahir a lista geral na rua do Col-
legio n. 21 primeiro andar.
J. J- Ly<.
... Na Passagem da.Maglalena, primeira
esa de sobrado com porio de ferro, que se
eucoulra a esiiuerda.ilepois di; passar a |.oiite '/'
grande, necessita-so de una criada, que te- W
ii ia de 15 a 16 annos quem se qulrereu- /-
gajar como tal, apparega para tratar do a- 5
juste. -Jf ,.,
Roga-se ao Sr. thesoureiro que nao v> i,,a, ,j
pague O meio bilhete n. 579, que O per-j ?$ <. pan *mla drierAo r dirigntua por '>
dido da algib'ira do preto Joo Jos Mai -..a escupi. O pobres >ao rnedicadoi gralu- V*
-s Precisa-se de urna ama di leite : na ^(menle. i
raa do Hospicio n. 15. 1&0 -J030 V QiQi
THICO.
BA DB SAMO AMARO,
(Mundo Novo n. )
O Dr. Sabino Olegario Loilcca Piaba
j.j d eenaohai todua oa rtita oien, desde a 8
in.n.li.i i ... :i da lar.W. Oiriin%i-
m
o

MUTILADO

ILEGIVEL

-


DIARIO DE PEIWAMBUCO TUERCA FSIRA 21 DE NOVEMBRO IS.u
CISOLTORiO IIIOPTEICO
DO
10/000
159000
209O00
25W00
30OO
lO00
RliA DA CADEIA, DWRONTE DAORDEM TERCEIRA DE S. FRANCISCO.
Ondeseacham sempre os mais acreditados medicamentos Unto em tinturas como
m glbulos, preparadoscom o maior escrpulo e por presos basUnte commodos
i-REgos FIXOS
Botica de tubos grandes-.
Dita de 34
Dita de 36
Dita de 48 >
Dita de 60
Tubos avulsos a .
Frascos de linturrademeia onca
Manual da medicina homeorathica do Dr J.hr com o dir-
.1 cmnario dos termos de medicina
Medicina domestica do Dr. Henry .
Tratamento do cholera morbus .
_________Repertorio o p Mello Moraes ..'.'"'"
naoananMnpHn
g PEORAS PRECIOSAS-1
i Aderecosde brilhanls?,
?' diamantes e peroles, pal- >
S seiras, alfineies, btiuco* *
Jj a ro,elas, boleas e anoeis *
* de diflerenlts goilos e de *
* diversas pedrng de valor, Jr"
S "~ i
* Compran), vendem ou +
^ (rocam prala. ooro, bri- ?
Slhanies.dramanlpt e peni- .#
laa, e oulras qoaesqotr *i
J joias de valor, a diulieiro S
ou f or obras.
Aluga-se o sitio no Calleireiro junto
ao do Uvm. Sr. taire Ignacio, com ba
casa, anua, e ervoredos He fructo : quem o
pretender, dirija-e ao mesmo sitio, que a-
chara com quem tratar.
90*00*
OIOO*
2/000
ilOO
MJa II IDIim
Ra do Cabnga' n. 7.
Receben* por to-
dos os vaporada Eu-
ropa asobrosdo irais
moderno gosto, tai-
lo de Franca como
OUROEPRATA I
$
Aderecos compleloi de 2
' our, meios dilos, poliei-
S ra. alBaeles, brincoi e 1
B rozetas, corde, Irancel-
S 'in>. medalhas, correnles
8 enfeltes para relogio, e *
LEITE. AKTIlll. 4 I].
RUADO QUEMADO N. 10. g
Loja de i portas. 0
Tem ara completo o.limrnto de borda- iA
913 de Franca em liras e entremetan de lo- ^
des as larguras e qualiriates, sao de Rosio W
A ioleiramenie diilerculss dos que lem viudo ft
/A ao mercado. jf
- Piecisa-sede urna aira j de idade,
parda ou preta, para comprar ecozinbtr pa-
1a casa de pouca familia : na ra Bella n. 20
-&&mpr $<
ouiros mullos objeclosde
S ouro.
ffi Aparelhos completas de *
4, pratapara cha, bandejas,
g salvas, e.islicaes, colheres 3
g de sopa* de cha, 1 mui- g
S tas oolros objecto de $
V p.ala. *
de Lisboa, as quaes vendein por
pre^o commodo como eostumam.
Casadesaude.f
O Di-- Ignacio Firmo Xavier es- ^
tabeleceu em seu sitio da Passagem
da Magdalena, que lica ao norte
da estiada entre a ponte grande ^
ea pequea do Cliora-Meniio, ex- @
celleates acommodacoes para re- ^
ceber todas as pessoas enfermas
que se quizerem utilisar de seus
servicos mdicos, os quaes sero
prestados com o maior esmero.
O mesmo Dr., para o fim supra-
indicado e para exercer qualquer
outro acto de sua profisso den-
tro ou fra desta cidade podera'
ser procurado a qualquer Dora do
dia e da noite, no referido sitio,
a excepcao dos dias uteis, das 9
horas da muha a's 4 da tarde,
que sera' encontrado no primeiro
andar do sobrado n. 9, do pateo
do Carmo.
Continu'a anda
por apjareeer urna
SEGURO CONTRA F0*0.
Companhia Alliance.
Estabaleci.la cm Londres, em mareo da 1824.
Capital cinco milhes de libras esterlinas.
Saundsrs; Brothers & C, lea a honra da in-
fomar aos Srs. negociantes, iroprietarios de casa
a queB raais convier que estao plenamente a-
torisados pela dita companhia para effeciuar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, cobertos de
tlha igualmentesobre os objectos quecootivereB
01 masaos edificios qaer consisu era mobilia ou
m fazandas da qualquer qualidade
Defronie da ordem (ercei -
ra de S. Francisco
CONSULTORIO HOMEOPATHICO
DO.
DR.P.A. LOBOMOSdkSO
Medico parten o e oj)ei ador.
O Dr. Lobo Moscoso, d consultas todos os
dias e pratica qualquer operacSo de cirurgia
assim como,accode com toda a prompti i3o'
s pessoas que precisaren] do seu prestim
para o servico de partos, praticando as o-
peracOes manuaes ou instrumentes, quan-
do nao possa conseguir resultado por rueio
da bomenpatbia, que tantas yezestem ven-
cido difflculdades, quo pareciam insupe-
IDDlHCi DO ESTBELECI-
BEHIO DE PURS DE
j\ YI6MES
J. Vignes mudou seu estabelecimento' de
Siar.ps da ra larga do Rosario para a ra
1 Cadoia de Santo Antonio n. 23, junto da
Reloc.3o.
_ Scliaplieitlin C.,. ra da Cruz n.
58, receberam pelo ultimo navio do Ha-
vre, uma porco de quartolas de vinho,
de uma das mais afamadas vinhas de Bor-
deaux : vendem, a' vista da superior qua-
lidade, por preco commodo.
Xa fundiqao da Aurora precisa-se
de serventes forros ou esclavos, para
servido debaixo de cobei ta.
BESTISTA FRANCEZ. 1
Paulo Oai^noui deotisli.ruaNova n.il i *SP
pnlseira de ouro e V q.^t, / que Se per*
evi da ponte da Bo.-'ista ao' alerro! ?as.
UaTT tlverachad. !- a ra d
Apollo n. 5 qne sera graficado.
da"a-Vit.TdV l0J8 n e Lecon''. erro
de rasa,hr.." excellent'de virginal
tlnnd n "* P"r' 'efrMcirapelle, tirar
arnadL./aaKSKe esPinh. igualmente o .-
ce? Mu,nb"b0Sa Para ,ira"'r e fr eres-
Ivrin h n S ; 8SS,m como P imperial de
IL1!JunaqB para bn>n-ej 8 parida.
dea da palle, conserva a frescura e o avellu-
dado da primorosa da vida.
JOHN GAT1S,
_ corretor coral
B GEME DE LE.LOESgCOMERCIAES,
n. 20, ra do Torres,
PRIMEIRO ANDAR,
raca do Corpo Santo
--- Precisa-so di uma ama. nara ama.
Atteaco
Na grande fabrica de ta-
ma neos da na Oireita
SjUiria que vira
Compra-se effectivamente na ra das
Flores n 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e provincial, accOes dascompa-
nbias, eda-se dinheiro ajaros em grandes e
pequeas quantias sobre penho-es
Com.ra-seuma escrave, que nao foja e
nem seja bebada, de meia idade, para servir
em uoia casa de pouca familia, para com-
prar na roa, e servir dentro de casa : quom
tiver dita negra que sirva para este lim, e
quoira vender, dinja-se a ra da Cadeia de
Recifen.49, loja de miudezss, qqe achar
com quem tratar,
Compra-se uma carioca nova, ou com
algum uso, que sirva para cavallo, e com
os competentes arrcios ; assim como um ca-
vallo para a mesma : na ra do Crespo n. II
Cun jiain-so ta mar idos ; na ra da
Cadeia do Recife n. 61.
- Conpram-se uos arreios de cabriolel,
usvJo, estando em bom estalo ; na ra Di-
reitan. 2i, padaria. Na
sa-se de um caixeiro.
l\a loja
das seis portas
Km frente do Livrament
P*RA ACABAR COM O RETO.
Colchetes a 40 rs. a carta, cortes de vesti-
do com barra a 320, cassa p'eta a 80 rs. o
cova 'o, camb'aia e seda a 100 rs. o covauo,
saias brancas bordadas a I96OO, cass.s ada-
mascadas a 15600 a pega ditas de salpico
com 8 varas a 33, luvas de seda t retas e de
cores a 500 rs o par, chales brancas do cas-
sa a 500 rs ditos escuras a 500 rs., risradoa
francezes escuros a 1*60 o covado, mangui-
tos, camisas e goliinhos.
Vendase a barca brasilea Adelina,
muito vellcira, forrada, e enctvilhada de
cobre ; os oretendenles dirijam-se aos con-
signatarios Bastos & I.ernos, na ra doTra-
picne n. 17.
\7a lja das seis
portas em frente do Li-
vranienlo
Palitos de alpaca prela e de cores a 56000,
ditos pretos r. 4^500, dilos de brim &30000
Vendem-se 2 moUcotes de ptima con-
ducta o I preto velho, tudo por preco em
conta ; na ra Direita n. 66.
uperiores al-
oes
,,(
ingleses,
mesma casa preci-
^iSf^fjji
para o anuo de I8d8.
Acham-sey' venda as bem conliecidas
folliinlias impressas tiesta typographia,
para o anno<(ue vem, das segtiintes (iua-
lidades:
Folhinha de variedade, contando, alem
dos mezes, militas noticias soentiicas,
modo de plantar e colher a nova canna
de assuca, noticia sobre o milho e al-
godao, e urna serie de conhecimentos
das artes, etc., etc., cada uma. ."20
Dita religiosa, a qual, alem dos mezes,
se reuni a continuacao da bibliotheca
para saecos de assucar, roupa de escravos,
tic etc ; vende Antonio Luiz de Oliveira
AzeveJo, no seu escriptorio ra da Cruz n. 1
viuho ino
fi>0 ,'ii TU.
.Na ra da Madre de Dos n. ."I, loja, est i
venda o superior vinho lino do Porto engar-
rafa Jo, das seguintes quahdades: duque do
Porto de 18 5 e 1831, lodo em caixas de du-
Zia, bem como em bar is ile 5. e 8.-, do me-
Ihorqueso podo oesejar, ha igual ment ge-
ropisa branca em bariis do 5.-
os senliores moradores no mato.
Na ra da Cadeia do Recite n 54, loja do
canto, vendem-se com a maior baraleza pos-
sivel.que a toJos causa admirado, as fazen-
das mais modernas e do melhur gosto, que
compem um magnifico e esplendido sorti-
mento que jamis veio a este mercado, da
Franca, Suissa e Inglaterra ; apontam-se as
seguintes, poique a cnumeracSo de todas
Hasseria eiifadonho c nao satisfara o de-
sejo do comprador, que s vista dellas se
poler certificar da verdade do annuncian-
Tasso Irnios
Avisatn aos seus fregu
fes quo acaba de. chtgar
de Uichai. ud i'rinlm no
va que vi lidem nos seus
artd zens aos prec s se-
guintes :
GALEGA 25500
i O'OANCE 24.500
alem destas lena fariiihas
novas de Trieste nao p
da primerra qualtdade, co-
mo '-a miiitoanti^a e acre-
ditada
SSSF0
Guarda comid s
Vendem-se guarda-comidas de rame
osmellioresqueteem vindoao mercado, e
por barato preqo : na ra da Cadeia do
Recife loja de ferragens de Vidal &
Bastos.
Ferrameota pa-
ra tanoeiro.
Vende-se eiramenta completa para ta-
noeiro : na loja de ferragens na ra da
Cadeia do Recite de Vidal & Bastos.
BRACOS DE ROBaO PAEA
BUAMCA
- Vendem-se bracos de loroo paia ba-
lanzas, de todos os tamaitos, bem como
de militas otttras qualidades : na ra da
Cadeiu do Recife loja de ferrafrens de Vi-
dal ft Bastos. B
Rastos.
Re
ios
cober os e descobertos, pequeos e gran-
des, do ouro patento itiglez. para hornero
esenhore, de um dos m>Inores fabricantes
CEMENTO.
Vende-se cemento, tanto em barricas
como em porcio n a retalho, por com-
modo preco para acabar, e muito bom : no
armazem de materiaes, na ra da Cadeia de
Santo Antonio n. 17
Vende-se superior llnhas de algodSo
brancas, e de cores, em novello,sara costu-
ra em casa deSoulhall Mellor &C.a,rua do
Torre* n.38. .
Vende-se superior agurdente de
Franca, tanto em barriscomo em caixas,
licores e absyntbe, chegado recentemen-
le, pelo ultimo navio : em casa deJ. Kel-
ler & C, ra da Cruz n. 55.
6romma de ex-
cellenfe qulidade.
Na rui do Crespo, loja da esquina que vol-
ta para a ra da Cadeia, vendem-se saceos
com gumita, vindos do Cear, por preco
commodo. Y
Vende-se na ra da Madre de Dos
n. 12, armazem de Novaes & C. barris
de ferro, ou cubos hydraulicos; para de-
positas de fezes, a preco commodo.
Relogios.
Vendem-se relogios de ouro e de pra-
ta, concertam-se por precos razoaveis,
faz-se troco, eda-se dinheiro a premio :
na ra da Concordia n. 4.
No armazem da ra da Praia n. 12, de
Francisoo Moreira da Costa, ha para vender
linguas muito frescaes, a preco commodo
relogios de pa-
tente
inglezcsde ouro, desabnete e devidro:
vendem-se a preco razoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na ra.da Ca-
deia do Recife, armazem n- 56.
SAPATOS DO ARACATY,
dos melbores que lem vindo a este merca-
do, cara homens e meninos, de palla e de
orelhas em casa de Caminha ,S Filhos, ra
la Cadeia do Kocifc n. 60, orimeiro andar
POTASSA M BDSSIA E CAL
f IRGEM.
No deposito da ra da Cadeia do Recite,
armazem n 12, ha muito suierior potassa
de Liverpool, vindos"pelultimo "nageta da R,u5si,a* dJ,a d6 fabrica d Rio de Janei-o.
inglz: em cosa de SoulMall '-'- cal de L,sboa
do christao brasileiro, contendo os se-ile quant0 a qualidade, goslo. modernistto
guildes ollicios: do Menino Jess, San-'econ,o-os- |)r6C0S das uilas fazenJas na
tissimo Sacramento, Senhor dos Alili-
S. Pedro 11. 16.
Con til
para
na mesma casa tem agua e pos dentrifiee.
v
O.ba-hare Ivo Miliquino da Cu-
nha Souto Maior, roga a quem levou de
sua casa umtomo da legislaco brasilei-
'.a d.e ,8,i8, quetenha a bondad; de res-
tituir-lh'o ; pois que delle carece afora
urgentemente.
Rodolpho Lourengo pailicipa ao res
peilave publico que acaba dechegar par-
sua nilicina do pintura dous peritos olhciaes
de Hamburgu.c por conseguinte se encarro-
ga de qualquer pintu'a de casas, lojas, car-
ros, taboleUs e outras qoaesquer que se of-
ferecer, sendo os seus eervicos por precos
muito commodos, e promette nao ler dme-
la : quera se quizer utilisar, dinja-se a sua
loja, no aterro da Boa-Vista n. 38.
inuaaterun grande e completo
otunentodetamancosdetodasasqua-
hdades para grandes porees e a .etalho
poi precos muitoem conta, os SrS. com-
me-c.antes de lora podem mandar seus
portadora mesma fabrica que mesmo
S, STpresen-a s^ 6arane "
sortimentoscomo se vesem.
Da fabrica de sabSo da ra Imrerial
Prtencento masa, fall -a de D Cand da
Mari, da ,, u dej,p ^ da
vo relo, cr.oulo, de nome Jos Boi, com os
signaes segu.nts : llura regular, c-r"^-
re,,.n'i'nCHrn aS,'n,es b^t.ntes'salientes,
briaar V" i'^""' ^ Pr habito ^
onag,r-sea ponto de perder os semitos
iioem o .pprehonder, leve a dil, rVbrica ou
StJTJ**?" I* <"t. massa,"oa-
g Algodao da Baliia, potassa da
I Russiae do Rio de Janeiro, e cal
t9 virgem de Lisboa : na ra doTra-
A piche, armazens ns. 9 e 11.
Aviso aos apreciadores
da boa pitada.
He chegado a este mercado o encllente
rape princezn de Morilande, Tabncado na
capital do Ceara, cujo deposito se acha na
ra da Cadeia do Recite loja de miudezas n.
7. ao preco de l400 cada libra
O professor Torres Randeira tem aberlo
um curso de philosophia e outro derhetori-
ca,e pretende abiir um novo curso de linnua
tranceza e oulro degeugrapbia. a piincipmr
do dia 15 do coirente me/. : quem prelcndei
frequenta-los, p Je procura-lo na casa de
sua resitencia na ra Nova, sohrado n. 23
segundo andar.
OSr. Braga, que levo boteqiiim na
roa de lionas, ou Aguas-Ver les, uianb
mandar buscar uma carta na livrana n. 6 e
8 da praca da Independencia.
Lotera da pro-
vincia.
O abaixo assignado vende billieles ga-
runtidos pelos precos abaixo notados, em
'luantias de lOO.yO para cima, a di-
nheiro a vista, em seu escriptorio, na ru
do Collegio n. 21, primeiro andar.
Bilhetes 5*500 recebe 5:000*000
Meios 2*750 2:500*000
^'. J Layme.
qu.m Jos da iIveirg c7 sthUMllor
& C que ser recomoensa 'o enors
ler7eaAnChos"SlCOntratac,a a C0,nP,a ^ casa
goiabX ouaaa?uaaado5C0o.feobn8nrno*
VoboSSreanl dedCe "SJo- e'nge:
rT.".mDBU43?rU'd0 Amrm d Recife
a nValH^n""56 d^ um boi"maSsador para
padana nac Jado da Victoria: a Halar
na ra da Florentina casa da esquin,.
ae'nii. fml"?8 aia uni t>'P0fc'rP'1 inlell-
rfr. rl.i. M,"Jo-qua Se 1" ncarregar
c da atSV"l,C"' d rM0 trabalho
la nS ,f.%S ? Hdfl U!D P"rtonOO : a tratar
la lSfi *l" 8 horas da n"nna das
^ da larde um dianlo.
rt'i^i, f.ba'S^ signado estabelecido cm
Cotmgulba cidade de Larangeiras.faz seieu-
10 ae commercio Te l'ernambuco com quero
temrelecoesetransaccoesque Jos de' a|-
buquerque Brrelo Chaves natural de Na-
aeu p.Jp? HmeS,ma ^vincia.deixoi. de ser
coren ^nn^eSJ? 'U* 29 dc selembro du
crreme anno, pelo mesmo n3o se ter
r..nn.COin ruel,,a"e Buaendo de sua
hanga, e para constar f.co o presente.
1 .,. Mana ,{ l.arangeirasi-deoutubrodcl857.
. ,Atua le leite
Precisa-se dc uma ama de leite na ra
2 ^Sa de l.ermo.genes or be" u, de
Cuamao. mestre d. msica do batalhao de
suarda naeional de S. Jos ,u,n'' ae
nbfn^ae,aTChe,a d' JBbNo e "*,-
lumi occopar um cdnl.nl... ,,.< cu-
rS V.Z,\L""""'"''"I r.conbecime.,.0
.mf.V *"0,l Borgts d .Mn faie^T^0 mar -wl"^mTraPUm"
e.u.d ,nc,n,a*r' 'ab.11,0 tem eolMd. Mu
a a ,r 01n"r1',11da Co"a... qe unindo a mi-
11. n, \> ""elll8r''. o.rn.nios ao Sr. llur-
por-
con-
;;;' a do ga,",<'- egoo-.. > cUra,i,
sua *Ula l I0" J\" ,cha "U1,,i Perfil d,
I. lX h"'b"CU'"1 das manc,,1,s- nnalmame
?f. '""V" comp.ov.roo. com o nosso Ics-
lernunho, ein |,em de quanl... morphelicoa de qu. se
S.r..riS7ld' "I3 "'"<,e""'* uburbios, olvi.
dar arelMao que devenios ao Sr. Ma.ioel Boraes ?
. fii M"ia Anjos.
Ke.ilo 18 de notemb.o de 1857.
IM4.GKNS.
Na ra do Queimado n. I, trocam-se as
imag-ns seguintes: Santo Antonio, S. Jos,
v Joaqu., S JoSo, S. Pedro, S .Sebastiao,
u mt*nV nta n"sa' H 8 da ^"nceicao,
la Piedado e Boledade, assim coniu outioa
Z, 9 '.mt2* Tambera ha um completo
so.Urnento d:> g.les de palheU, espegui-
Iha.-, triuas. alfinetes de forro
......-- '" em cartas e
nr' p'"pr,M para os*nhores armado-
se em vinlT mU't0 niais La,xS 0 que
r.ncez, rt''i0- raesma casa ha cal
. o corado P ""nodo preco de 2(0
Precisa-se de um caiseio para tibcr-
- ''a. rUa, d? Encantamento n. 77, por ra
que estej, habilitado Dar lall fim V
o servuo
familia : na
do para lal|fiin.
interno de uma casa de po.,ca
ra do Encantamento 11. 77
Preeisa-se de uma engomniEdeira ma
.m Vau.a se encarrP6ue SSMS
VSS2ESZ,,a rua Kon-80,,rado -
--- Antonio J.uiz de Oliveira Azevedo tem
para vendpr-em seu escrinlono, rua da Cruz
n. 1. camas de ferro e lavatorios, oleo de
ricino, superiores charutos da Babia, colla
da Baha, penn.s de ac, agua d03 amantes.
tos, Paixao, Nossa Senhora do Carmo,
Saa-Jos, Santa Auna, Anjo da Guar-
da, San-Francisco de Assis. Santa ta,
Santa Barbara, Almas, Cora cao de Je-
j sus; assim como outras oracoes, etc.,
_.etc- .......320
Dita ecclesiastics ou de padre, elaborada
pelo Uvm. conego penitenciario da Se
deOluda, segundo a rubrica, a qoal
01 revista pelo Exm. Sr. bispo, que a
julgou certa, como de sua carta exis-
tente nesta typographia. 00
Dita de porta, na forma usada ate apo-
:' ......''i0
\endem-se tnicamente Ha livrarians.
<> e Sda piara da lndei>endencia.
Devoto curisto.
Sahioluz a lerceira ediCBo do livrinho
religioso Devoto Christao, mais correcto e
augmentado, vende-se nicamente na livra-
na ns. 6 c8 da praca da Independencia, a
--- Vendem-se 3 escravos, sen io 2 molo-
ques de idaJe de 9 a 16 annos, e I preta de
3a annos : na rua-OiriU n. .'i.
.MILHO,
fejao e gornma por preco commodo na rua
lo Queimado, loja n. 37, esquina do Col-
legio.
supracitada loja.
Vende-se superior farinha de man-
dioca em saceos grandes: na tanoaria
deronte do trapiche doCunha.
o canto.
Ri; da Cadeia do ftecife
loja n. 54.
n.
5ia rua da Cadeia do Recite n 54, loja
do Canto, se espoem a venda por precos os
mais commodos que he possivel um aorti-
meuto completo dd todas as fazendas es-
Irangeiras, que vem para este mercado, as
quaes excedem tudo que se possa dizea em
seu favor quanlo a qualidado, modernismo,
bom eoslo e diversidide, o anjiuncianie
pede que acreditem o cne deisa dito, assim
como rog aos que duvidam que venbamve-
las, e em eertificarem-se essoa rie sua ver-
dn.'o.
rua po Torres n. 38
Mellor i\
Ao barato
0 PREGIfA EST1 QDEI-
O 'regiuc* da roa
Queimado. conlinua a queimar na saa
do
.. j er: pedra, tudo chegado ha
poucos das, e a ven lor-se por menos preco
do que oro outra qualquer parte,
Agencia
>a fundicao Low-Moi
rua da Vnzala Nova
n. 42.
Neate estabelecimento continu'a a havet
r,
loja um completo sortimento de moendas e meias
n., esquinado becco do Peixe Fnto,Vralmoend.s;^^ de vapor
lindo a vanado >ort,mento de fazendas de e taisas 4e ferro L.idn ernaHn -.---?-'-
AO
rigorismo d
tii
a
reijao
} $,u ? laberna grande.ao lado da igre-
ja da boledade. urna porcSo de feijao muito
uovo, e ven te-se por pr.c commodo.
MiLHO NVO A 5/500 O S\CCO.
Vende-se na Iravessa da Madre de Dos,
laboriia n. 64, ou noHrmazem d^ Hemeterio
Maciel da Silva Alrmios, Largo da Assem-
blea.
ao Ijiouya.
Rua do Queimado n. 27,
(esquina doCoHeeio)
Chapeos de castor bronco (iniss'imos, ulti-
ma moda, ditos pretos francezes de todas as
qualidades e precos, boneis de panno pelos
e de cores francezes, copeos de seda para
senhora, ullm o goslo, vestidos de seda de
todas as quali lades, golini.as, manguitos,
camisinhas de linho bo dadas para senhora,
ca.. braias e mussulinas do muito bons pa-
drees, paunos finos de todas as cores e qua-
lidades, caserniras prelas e decores muilo
linas, chitas largas linas de cores litas, 'ha-
las neos de touquim, de. si'da, de merino
bordados c lisos, os melhores lencos de seda
edeselim, eontras mais fazendas o'S pro-
prias da praca. o muito precisas para os pas-
samentos de fasta, Kecebem-se sedulas ve-
ihas e rotas.
jPructas frescas.
No deposito de bichas rua esbelta de
Rosario n. 11, he chegado a boa maca e
pera, assim como as boas passas, utos.
amei.xaseos bons queiios de vapor.
PENN .S Dt; ROLA.
Vendem-se duas arrobas de pennas de ro-
la proprias para travesseiros ; na rua do
Qu. iroado, loja de ferragens n 14.
-- Na rua da Cadeia de Santo ntonio.
casa terrea n 8, vende-so june, a retulbo e
em oorco, de irimeira, segunda e terceira
sorle; a vontade do comprador, e por preco
comino lo. Vende-se tambera palha prepa-
rada de pnmeira, segunda e terceira sorle,
por menos preco que em outra qualquer
parte. "
Sellins patenleinglez.
\endem-se na rua da Caieia Velha n H,
os melhores sellins que a esto ,. ercado ten.
vindo.
Bape francez.
Vende-se na rua da Cadeia Velha n. 41.
rape francez a 2?500 a libra.
lisera vo.
Vcnde-se um escellenle escravo j* do ida-
de ; na 1 u da Cad^ij Velha a. 4t.
Ceblas e
batatas.
\ endose ceblas e balalisnovas em ca-
nasti inhas de urna arroba : no armazem
do Mello (Carota) del'.onle da escadinlia
n. 7.
Vende-se um bom ca-
briolft com todos os ar-
reios ; na estribara do Sr.
Joaqu.m, rua da Senzal. Velha.
Vende-se vinho da ligueira superior
em bar isa vontade do comprador : na u>
do Vigarion. 19, primeiro aodar esniptorl..
Je Thomaz de Aquino Fonseca A F:ll o.
Vende se doce de caj' secco a {00 rs.
e toda e qualquerquallladn que se p.oc re
em 01 in.1,1, rua de Mtinas Ferreira n 12.
Conlinua-se a vender banba d. terr<
derretida na rua do Rangel n 35, a SOo
reis a libra.
*A
na
da niei do Kecife
loj 1 n. 54.
He ebegado nm novo sortimenlo de fazen-
das estrangeiras de bom gosto, ellas, que
o modernismo he quedalei ; dam-se a-
mostras, a mandam-se a casa das familias,
nrsta praca.
- Vendem-sc ricas capas para senhoras.
de grosdenaples, de ditferenlcs cores chega-
dos do Pars pelo ultimo vapor inglez : ia
rua Nova n 34. loja de Madama Bosa-Hard
Queijos.
to
Vendem-se queijos dos mais novos que ha
no mercado a au00 na la Direita n 8.
He que bar
admira.
Na loja de portas na rua do Queimado
n. 37, passaudo o breco da Congregacao.tem
chegado a este estabelecimento um excei-
lente sortimenlo de vestidos do seda com
babadas, para divervos precos, e muias
mais lazeodas, quo nao he possivel aquil
mencionar todas ; cassas organdins dos
mais modernos padrOes a 1/100 a vara, sedas
le quadros lardos a 15200 o covado, ditas
miuduihas a U3U0, ditas muito linas de
gosto iuteiramenle novo a 1c800, lilazinha
uiiudiiihhs a 320, ditas com listras de seda
a 750, cortes de casennia a 49, ditos entes-
tada, covadoa 29500. .lita muito fina a 4-3,
dila do uma larcura SlOO.grosdeoaples pe-
lo a 2?, chamelote n.uito bom a 3-5500, dito
largo com list as asselinadas a 4D400, chalv
lavrado isit'O, um completo sortimenlo d
chepelmas para senhora, gollinnas, uan-
gullos, camisas, teias de seda brancas, lu-
vas de seda dos melbores gestos que ha, se-
das brancas, cassas para corlina.ios, brins
de lintio muito finos, lencos de linho bran-
cos, de diversos precos. Assevera-se aos
compradores, que tenham vontade de com-
prar nao sabir sem azenda, porque nSo se
engelta diuheuo chegando ao cusi da a-
zenda.
Na rua do Queii.ado 11. 37, I oa do 4
portas, ha corles do col leles le velludo (Pul-
lo bons por 119OOO, velbutina sortida a 750
reisocovado. chitas francey-s muito linasa
SOrea. risca los esoocezes a 280 rs., mus-
sulinas 320 rs., duas amalizadas muito li-
nas a 340 rs., chapeos de sol de seJa, para
diversos precos.
CiM PEQDMO TOQUE DE
Pecas de algo-ISo de sacco. ditas de algo-
dao trancado proprio para toalhase roupa
de escravos ; vende-se na rua do Crespo,
loj ua esqui que volla para-a rua da Ca-
deia.
Aviso.
%os Genitores
iiiareiueiros
Vendem-se jogos dc earios para pe de
me>a : na loja de ferragns na rua da Ca-
deia do Recife, de Vidal & Bastos.
Bandejas muito
fin s
Vendem-se bandejas muito linas, e de
todosos lamanhos : na loja de lerragens
de Vidal & Bastos, na rua da Cadeia do
Recite.
bom gosto, por baratissimos precos, pois
quo som amlncilo se contenta com um m-
dico lucro, e nao Ihe sendo possivel notar
em um pequeo a..nuncio tudo quanto teui
do bom .ara servir aos seus regueze,
menciona apenas olindinas, fazeuda de soda
e algodSo, propiia para *esti 10 de senhora
de gostos inteirsm nto novos a 900 rs. o co-
vado, cortes de targelinas para vestido de
senhora, I ./en la muito fina o do melhor
gosto inglez, cora lislras do seda c cam o
escuro a 125 cada um, organdys de cordao
com desenos mui delicados, pelo baratsi-
mo pr pada do o'dhor goslo possivel a 48d a vara,
cassas franc zas de lindos gostos a 600 rs a
vara, chitas francezas escuras, matizadas
com lindos e novos padrOes & 260 o covado
ditas claras, padrOes largos e iniudos a 280
e 300 rs. o covauo, ricos cortes de setim
bordados para colletes a 45 cada um, laazi-
nhas escuras de mu ricos o variados pad.-es
pioprias para vestido de seubora e roupes
no meuioas a 500 rs. o covado. riscauos
monstros de cores alegres e mu elegantes
gostos a 220 o covado, uilos francezes de
quadr.s de lindos padioes a 240, mussulina
b anca a 320 o covado, dita muito fina 400
rs .dita estampada de lin ios padrOes a 3-20 e
4QJ4-ts. o covado, chitas finas de cores ciaras
e escuras, tintas lisas a 1GU, 180, 200 e 240
rs. o covadP. pecas de cambraias lisas tuya-
das, muito oSS o com 10 varas a 6j.6o, di-
I tas de dita mais ct,eia a 43600, dita transp- -
rente com aras, muito linas a 5?i0U a pe-
ca, pocas de bretanna de rolo com lo varas
a 25 cada uma, grvalas de setim pretas e de
cor, gostos modernos a Ij280 cada uma
cortes de brim de puro linho a 23300 ^oio
a 2^50,), casera iras de lindos padrOes a' 53500
e 6# o corte, ditus de algodao de lindos eos
tos a 19,13440 e l3600cada um, lencos para
mao a 120, ditos com btco muilo linos a 360
chales du gaze, ditos de merino lisos e bor-
dados, obra primorosa, gangas moscladas
prop as para calcas e palitos a 560 o cova-
do, casineta prela lina a 15100 o covado len-
cos de seda de lindos padrOes a -2} cada um
cobertqres de algodao p"ara escravos a 700
rs. cada um, de todas eslas fazendas e de
remitas outras que se nSo mencionan, mas
que se veudeao por baratissimos preco? e
se daifSo amostras com penhor.
^iiiisio m
m
NA 1 UNDICAO DE FERRO DO ENGE-
N 1EIRO DAVID W. BOWMAN, HA
RUA DO BRUM, PASSAXDO O oHA-
FARIZ,
ha semprc um grande sortimento dos se-
guin es objectos de mecanismos proprios
para engenbos, a saber : moendas e meias
moet das da mais moderna construyo ; ta-
chas de ferro fundido e batido.de superior
qualidado e de todos os tamaitos ; rodas
dentadas para agua ou animaes, de todas as
proporcoes; crivos e bocea de fornalha c
registros de boeiro, aguilhes, bronzes, pa-
rausos e cavilliOcs, moinhos de mandioca,
ate. etc.
NA MESMA FUNDICAO,
seexeculam todas as encommendas com s
superiorida lo ja conhccida com a devida
prest za e commodidade em preco.
AVISO TODOS EMGERL
Vendem-se moinhos de leo de lodos
os taannos para relinarao. penetras de
rame, e de metal braaco, aparellios de
metal rara cha' e caf, lacas com cabo de
marim de osso, de vidro e de metal ,
grandes e pequeas,encliadas de ferro cal-
cadas de ac, portuguezas e inglezas, lo-
tes, safras, loi nos para ferreiro, ionios de
todos os lamanhos para bolos c pudins,
trem de cozinha de porcellana, cstanliado
e francez; eotitros muitos ob ectosdesnm-
mautilidi.de: na tua da Cadeia do Re-
cife, loja de ferragens da Vidal & Bastos.
Schafleitliin A C., rua da Cruz n.
S, vendem velas de composicao de C
por libra, em oorioes a vontade'dos com-
pradores.
xas 5e ferro batido e coado de todosos
tmannos para dito.
TACHAS J/ARA ENGENHO
Da fundicao de ferro deL1. W. Bowman
na rua do Brum, passando o cbala-
riz, continua a ha ver um completo sov-
timento de tachas de ferro fundido e bati-
do, de 3 a 8 palmos de bica, as quaes sa
echama venda por precb commodo e com
promptido, embarca m-se 011 carregam-
se em carro sem despezas ao comprador
(iomma do Aracatv.
Km porcOes e a retalho : vende-se na ru
ds Cadeia n. 57, escriptorio de Prente Vi-
anna.
qoars se menciona : febre amarella, inte1"
mil tente ou sezOes.ede oulra qualquer nua-
lidade, iniigesiilo, rheuo atismo, cysipela
constipacao, ele sendo que seus benficos'
elleiios se estendem igualmente >s moles-
tias chronicas. aos sent.ores fazendeiros e
mais habitantes do interior, t<.r 1 a-se neces-
saro snpprir-se deste medicamento.
Ne rua Nova n. 18, luja de M. A. Caj
C ha um grande sorlimento de obras tei-
as de tlfaiate, de todas as crese qualida-
des, as mais bem cebadas qoe se polem
encontrar neste genero, csaveques e mon-<
tanas romptss para as senhoras que mou-
lam a c* vaho, un. grande sorlin ento de dif-
terenlea fazendas para vender-se e r.zer
qualquer obra de encon menda ; o preco
sira um so para todos.
A 19200 res.
Na rua Novan 18, vendem-se corles
de gemir de algodao e brna escuros, a-
zenda muito forte, propria para o diario-
c.tese para calca.
f &8S0 9SQ SGG8A
YINMS FIXOS. f
l
m
J O H A N N I S BE R G.
E
SP4RKLING IIOSELLE.
C. J. ASTLEY & C
VENE-SE
Cobre emetal para forro.
Hregosde cobree de metal.
Cabos da Russia e de Cairo
Cabos de manilha.
Lonas, brim de vela, ebrinzao.
Ca vinotes para caca.
Estanho, velas stearinasejbanilha.
No armazem de C. J. \stley & C. *
Ha para vender um pequeo sor-
tlmento de obi as do ouro, do ultimo gos-
to, que se vender' muito em conta : Ina
ruada Cadeia n. 21.
sellins .
patente inglez.
Sao ehegados e aeharo-ie a venda os verdade!
e bem contieeidoi irllins inglezee patente na roa
do Trap.che-Novo n. 42. armazem de hiendas de
Admico & C. Uowie.
Nova ajuua de malabar,
Vende-se esta agua a melhor que tem sn-
parecido para Ungir o cabello e suissas de
pelo : na livrana universal rua doXJollenio
11. 20, d-sejunto um impresso gratis ensi'
nando a forma de app icar. "

i
4 **&1>p9 &&&*}&,

>

Em casa delta be Schmet'iau6.-('.ompanhias
rua da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
piano* do afamadofabricantcTraumann de
Haraburao.
Potaasa da Russia e cal de
Lisboa .
No enligo o bera conhecido deposito da
rua de Apollo, armazem n. 2 B, ba muito
supciior potassa da Kussia e cal de Lisbo
em pedra, chegado no ultimo navio, e veu-
de-se por preco commodo.
rua do Trapicho u.
54, et criptorio de Zfo-
vaes & G ,
vende-se superior vinho do Porto engar-
rando em caixas de 1 e 2 duzias de gar-
rafas, bem como em barris de quarto e
oitavo, a preco commodo.
Uius e rglegioG
j SELLINS e RELOGIOS depatenle
' ingle : a venda no arnui-m d,
':-.,.' I...-I.M. llookfr ,\ C.mpinl.ia, et-
*S\^qoina do largo do Corpo Santo nn-
A mero 48.
smi
SECR^TABIS.
as melhores que at hojetem apparecido
aestemercado : vendem-se no escrktotie
do agente Oliveira, rua da Cadeia do Recite
n. b, primeiro andar,
que peehin-
eom lequeno roque
do. a varia.
Na loja doPregnica. na rua do Queimado,
esquin. do becco do Peixe Frilo n 2 ven-
dem-se pecas de algodao com pequeo toqoe
e averia, pelo baratlssimo preco de 19440 e
15600 cada uma, ditas de dito, 1, rgo e encor-
dado a 25500, ditas de madaoolao a 292C0.
ditas de dito lago a 3*500 t. cites, antes
que seaobem
Cha
Excellentcs camas de ferro para solteiros
vendem-se no escriptorio do agente Olive
ja.rua da Cadeia do Reciten, 62, crimeiu
andar.

. ^
DO
:

- Vende-se u
ta (gura e ro
ptimo pescador
m escravo crioulo, de bon-
algumas habilidades por ser
r do alto, e proyrio para o
ervico manlimo : na rua da Concordia n
2o,irmazem de mateiiaes.
Os melhores elogios deonro, patentein
glez, vendem-se por'precos razoaveis, no
escriptorio do agente Oliveira,rua da Ca-
deia do Recife n. 62. primeiro andar.
veivie->eum carro ingli-z de 4 rodas
e4assentos, para 1 on 2 cavallos. comeo-*
berta, e com 08 competentes arreics; e laa-
bem um esbriotet inglez enm os arreios:
na rua dn Trapiche Novo n. 10, ou na oa-
Visla em casa do Sr l'oirier.
Presuntos inglczes para hambre :
no armazem c'c Tasso Irmios.
Gomma do Aracatv em sacca
armazem de Tasso Irmaos.
no
r-oi transtendo o deposito deste tarse
par* a botica de Jos da Cru/ Santos, na ru
>ova n. 53, garrafas 55500, e meias 3j00
sendo falso todo aquello que nSo for ven.'i
io oeste deposito, pelo que se faz o presenil
aviso.
1.HFMTAKTE PARA 0PIBLIC(
Para cura do phtysica em todos os seu
diflerrntes graos, quer motivada por cons
Upscoes, losse, asthma, pleuriz, escarros de
sangue, dOr ue costados e peitos, palpitee
no coracSo, coqueluche bronchite, dr na
garganta, e todas as molestias dos orgaos
pulmonares.
Farinha e feijao,
Vende-se saceos com superior farinha
de mandioca, a melhor que ha no merca-
do, e feijao branco ; na tanoaria delron-
tedo trapicbedoCunha, ruada Moeda.
Pitillas depura t v>* s do
Dr. Alian.
Vendem-se nicamente no escrirtorio de
Vicente Ferreira da Costa, na rua da Md>e
de Dos n. 22, a ig cada vidro, e o/a duzl-.
Recommeodamos ao publico esto escpllente [
remedio, ulil a todas as molestias, entre as
Jrugio nouia 15 do corrente, do poder
de sua senhora, a escrava Dee elris, que re-
presenta 35 annos, cor prets, baixa e seeca
com uma ulcera na rema esquerda. quis
procurando o p ; levou vestido ue chita en-
carnada e panno da Costa : roga-se s auto-
ridades policiaes ou quem a pegar, leva-la a
casa de sobra lo no pateo do Carmo, segun-
do andar n. 7, junto ao capilSo Firmino
No da 8 i a. a 9 deste corrente mez fu-
gio do abaixo assignado um escravo de no-
me Rento, do Gento, idade 20 annos, alto,
um pouco secco, cor preta, nariz afilado
denles bem alvos, pschatos e grossos, de-
dos espalda dos e giossos, techado no loe-
mos quando anda, e o melhor signal he ter
-s ternas iguaes, pois nao tem baniga, fti|a
mansa, levou camisa de ganga azul, ceroul
de algodozmho, chapeo de pello usado, orna
caixa pequea de guardar roupa : descon-
lia-se andar dos Arrombados at a cidade
por conhecimento de uma parceira delle que
foi vendida neste lugar, ou estar acoutado
de la ai os Sete Mucambos.t. rras oa Torre :
roga-se as autoridades puliciaes. cepilles de
campo e outras pessoas, que o appreheud m
e levem-o .em Camnin od, lm^o do
engenbo Cama.agibe do Exm. Sr. BarBo,
queserSo generosamente recompensados.
JoSo Baptisla Mannbo.
No da 18 do corrente, fugio de bor-
do do brigue Sagitario, um escravo de
nome Joaquim, pardo escravo, de 22 a
24 annos de idade, estatura regular, secco
do corpo, s tem barba r.o queixo, ca-
bellos carapinlios e ja tem muitrs bran.
eos, he bem conbeeido por ter as meo
muito calejadas, quando fgio tmhaoca"
bello a nazareno, tem os pes meio apale"
lados, e falla muito manso : quem o pe"
gar e o entregar aoseu senhor Manoel
Francisco da Silva Carrico, na rua do Col-
legio n. 15, terceiro andar, sera' bem
gratificado-
Fugio no da 18 do corrente mez de
outubro a escrava Felicia, de Idade sen-
nos, crioula, altura ragular, tem on a marca
de queimadura comprda ao p de uma das
orelhas e a cabeca toda proveniente do ar
de vento que teve em pequea, tem um dos
pes mais grosso, costuma andar desatacada
e bebe bstame agoar.iente, e levou vestido
de chita cabocla ; a qual escrava fol com-
prada no Rio-Foimoso, e suppOe-se andar
nos arrabaldes desta ci-iade, aonde diz ter
uma Glha : roga-se as autoridades policiaes
e capnr.es-le campo a apprebensao da dita
escrava, que levando ao abaixo assignado,
na rua da Cadeia do Recite n. 29, primeiro
andar, ser3o recompensados.
Manoel > ffonso Aquino de Albuquerque
Fugio no da 4 de outubro do correr-
te anno, o escravo mulato de nome Jorge
baixo, secco do corpo, pouca barba, pntrtso'
tem do lado esquerdo do rosto uma cicatriz'
hombros sungados, olbos pequeos e vivos'
pernas e bracos arqueados quando anda'
esle escravo foi do Sr. Manoel Thomaz, ex-
carceireiro, levou vestido esmisa deelco-
dozmlio delistras. caica de ganga azul, e
dous chapeos, sendo um de pello e outro de
teltro, ambos usados, e Ubaqueiro : rosa-
se pois a todas autoridades policiaes e caLi-
taes de campo, que o apprebendam, e col?
inzam-noa rua da Concordia, armazem de
materiaes n. 26, que ser generossmente re-
compensado. Este esciavo ja foi aprehen-
dido o anno prximo passado no engenbo
acar, cidade de Goianna
D'sappareceu hontem 9 do corrente
da rua da Senzala Nova n. 28, da companhia'
de seu seobor Leodegario Emiliano Cordf iro
la Cunha, que ha pouco chegou do erlfio
da villa de S. Jo3o dos Carius Velhos, ora
e>cravo de nome Lino, do mesmo sertSo,
pardo, de idade de 20 a 22annos, ponca bar-
ba, altura regular, cheio do corpo, imapo
de cooro, jaqueta, camisa >e algodao lislra-
uo, calca azul tambera de algodSo ; roga-se
as autoridades policiaes on a out.a qualqner
(.essoa. que o piendam e levem a rus do
Queimado n. 42, a Albino Jos da Silva, que
ser3o recompensados.
10C9000 de gralificscSo.
Continu'a a estar lugi 'o de.de 29 de ju-
nho do corrente anno o cabra A.chanjo.com
os signaes seguintes : alto, ebeio to corpo
barbado, cara di acamada, olbos fundos!
denles limados, pernea finas, sem onbss nos
dedos dos ps, levou ciiapo de palh, 2 cs-
misas de u.adapoiao, dealgoiflo azul, i
calca de riscadinho de quadros e oulia bran-
ca, levou i cavallo melado novo o gordo,
com tima das m3os calcada, sellado e en-
treado ; quem o peg.r. leve ao engenho
va zea de Una na fregueiia de N. S d Luz
ao lllm. hr. Manoel Cavalcanti de Albuauer-
que, ou nos Af. gados, a Jos Joaqu.m Um-
belino de Miranda, que promptemente le
cebera a gratificado cima.
--- Auseniou-sa de casa de Antonio Luiz
de Frenas, no dia 10 do crrante, f "'?
Luiza cnoula, de 25 nnos e idade. alta e
tela, levou vestido rou.a de l.-to, mas be
nauralqueatenba mudado, visto ter leva-
do o bahu em que tinha a mais roupa ; em
sua companhia evou uma cabrinba so. fi-
ha,de4annosdeidate. ch.m.da Lbenla
he de presum.r que a mencionad, escrav. se
I
t
(
*

i
andarTa"ru.".n ReC'e' VSl quo na sbe
andar i.a rua : r..g-S8 as autoridades a ap-
(.rehens3o da mencionada escrava, eaq
! iT"C,del1" 8e er.tificar, naiua
P-
uem
fm-
e lal n 169.
PERN. TVP. DE M. F. I>B F4IA 1857
MUTILADO
ILEGIVEL



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