Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07887


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Full Text

ANNO XXXIII R. 207.
Por 3 mezes adiantados 4j>'000.
Por 5 mezes vencidos 4,5500;.
SEXTA FE1RA 20 DE N0VHBI0 DE mi
Por anno adiantado ljOOO.
Porte franco para o subscriptor.
ENCiRRBGADOS DA SLBSCRIPCA'O DO NORTE.
Parahiba.o Sr. Joao Radolpho Gomes ; Natal, o Sr. Joaqun)
Ignacio Pereira Jnior ; Aracaty, o Sr. A. de Lemos Braga '
Cear, o Sr. J. Jos de Oliveira : Maranho, o Sr. Jos Teixeira
de Mello Piauhy, oSr. Jos Joaquim Avellino ; Para, o Sr.
Justino J. Ramos ; Amelonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
PARTIDA DOf CORREIOI.
Olin.lt : lodos os das, ni< raria hora, do dia.
bul mm, Uuiaeaae P.raaiba: na- s.-san.,, e leslas-feina,
J. Im.,.,, Beiorro.,.Bonita. Carian', Altinho e Gcranhun. : M Urca-tal
&.l.o.rro,o. l*.o d'atho, N.,eih, amir., Br.,o, Pe,.,,,,.,.,, un
' Vitl.-B.llo, Bo.-Vi,i Ouricary e Evo', Buiu.ru.-L.ir...
Ipojnc.. Seriiiliii-m, ll Firmo, Un., Barreiros, A(aa-Prcla
enleir. b naul : quinu.-f.-ir.j. "mmt
(Tedoi os corroo. parlen .. Itl hora, da manla.
Flore
Cab.
AUQIBNGIAI DOf TRIRUNABI DA CAPItAL.
Tribunal do commercio : secundas a quintal.
Relacao : tercas feiras sabbados.
Faienda iquarlas a sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio : segundas ai 10 borai quintal ao mal* dia.
Juizo da orphaos .-segundas t quintal ai 10 horas.
Primeira Tara do eirel | segundas e senas a* meia da.
Segunda Tara do clril nartai a sabbados a* mal* dia.
EPHEHERIDES DO MB1 DE NOVKMBRO.
1 La ebeia ai 10 horas e 38 minutos da tarde.
8 Quarlo minguante a 1 hora e 65 minutos da manhaa.
16 La nova a 1 hora a 35 minutos da tarde.
34 Quarlo eretcenle ai 3 horas a 18 minuto da tarda.
PiO AMAR DB HOJE.
Prlmaira es 6 horas a 84 minutos da manhaa.
Segunda as 7 horas a 18 minutos da tarda.
PARTE QFFIAL
M1MSTERIO DA FAZENDA.
Eipedienle) do dia 29 de oulubro.
A' alfandega.Teod-ss reconhecido que as ta-
rta dos envoltorios eni que sao importadas ai mer-
cadoriai constantes das tabellas juntas lio inferioras
ao seu peto e lesiva* ao comroercio, faja V. S. des-
pachar as mercadoiias constantes da tabella A com
as novas taras, qne Ihea sao Riadas em frente, e
admita quanlo s da tabella B, a v-nliearao do
peso liquido serapre qne Ihe for reclamada, dando
parte raeotal do resultado das verificaroes, afim de
que fuada de bina vei a (ira ce.-em as meimas, e
se pnuha sai lodo o vigor o syslema de nova tarifa.
Estas reclamaron s serio ad'mittidas nos despachos
m que o peso broto e peso liquido seja declarado,
em comprmanlo do arl. 39 do decreto n. 19U de
DAS DA SEMANA
16 Segunda. S. Goncalo de Lagos : Ss. Elpidio e Valeria mm.
17 Terca. S. Grcgori Thaumalurgo b. Ss. Arfeo e Zaeheo mm.
18 Quaria. S. Odn ab. ; s. Esiquio ni. : s. Barcella m.
19 Quinta. S. Isabel viuv. rainba : s. Ponciano p. m.
20 Sexta. S. Fclix de Valois ; s. Octavio ni.
21 Sabbado. S. ApresenUio de N. Senhora ; s. Celso m.
22 Domingo 25 e ultimo depois do.Espirito Santo ; s. Cecilia v.m.
EMA BREGADOS DA SDBSCR1CA O *VL
Alagoas, o Sr. Claudino FalrSo Dial; Baha, o ir. D. Dupra
Ido da Janeiro, o Sr. J oao Peraira Marlins.
EM PERN'AMBUCO.
O proprieuriu do DIARIO Manoel Figueiroa da Varia o sua
(ivraria, praca da lndepandencia n. e 8.
. pediram t's autoridades das fronleiras todos os dados;
relativos a poca da oceupagao, lopographia. nume-
ro de habitantes e nacionaes, e a esclarecer em-
fim os direilos da confederado sobre as ilhis do
Urognay.
No interesse de instruir o governo nacional acerca
das circunstancia* especiaes das mencionadas ilhas,
o governu da provincia exigi ama informaran, ha-
vera' seis ou oilo mezes, das autoridades do Urogoav
a qual informarlo origiual pens que se ealregou ao
Sr. ministro do interior, dorante a sna mlssao
nesta, para qne a levaste ao conhecimenlo do Exm.
governo nacional.
Recordo-ine porem de que a dila informajao se
redn/.ia a asegurar que as mencionadas ilhas eslive-
ram sempre desertas le ao auno de 1838 ou 1839,
em qne algum desertores, ja dos nossos esercilos, ja
n Na verdade o tratado de I8jt he reconhecida-
mente prejudicial aos inleresses da repblica, atlri-
buindo-se a elle urna parta da paralysacao da in-
dustria nacional ; de maneira qae ha conveniencia
em fazer cessar as causas que tem lido trancados os
nossos eslabelecimenlos da i.irque, que nao team
podido concorrer com iguaes eslabelecimenlos da
Uirigi-me logo dila casa, onde enrontrei ja o com-
mandante do regimenlo de gendarmes de infanla-
ria, que opportunamente lomara a precaura de
collocar urna guarda a porta, mandando ao mesmo
tempo perseguir os colpados.
n Igualmente havia comparecido, era compri-
mento do seu dever, o commiesario desae quarteirao,
proviucia do Rio (.laude do Sol, poisqoe nenhuma D. Lino Matute, e o oflicial-maior do mim.l.rio das
compensac,a. se estipula para a repblica pela relaces exteriores, Dr. I). Juan Ezela, que casuel-
concessao teita ao Brasil no arl. i daquelle Ira- mente se nchava as viziuhanvas ao lempo que acun-
p i s. ,eceu a1ae"a desgrana. l'oocos momentos depois a-
t t esta ne precisamente a modibcacao mais im- presenton-se o Sr. ministro das rel.coes exteriores,
portante que obleve agora o plenipotenciario da re- I l)r. t. Manuel Ortiz de Zevallos. Apezar, purem,
publica, es ipo ando livres de direilos de consumo da acltvidade com que se proc. leu, os culpados ha-
por parte do Brasil, e equiparados aos necionae, o| viam tambero toroaio as saas medidas,
arque demais producios do gado de origem ohen-ram escapar-se.
e cnusegui-
lal, imporl'dos na provincia de S. Pedro do Rio
. -- -- ---------------------------------------------------------- -,_- ....... ..,._,,..... uut UIU BUII
-S demarco do anno crrante, ou a respailo das ; Posleriorinenle foram se augmentando estas
... ..,. ___. ,. ---.,----- ----------'J-| :.......f.........' "a I"w...s..a uo a. i euro no la
miliV. "Ihr"m,a cllas fwndo do servu.0 I Orande do Sul por sua fronleir com a repblica,
raimar a qu eram ubrigados por um e oulro lado. "---------
mercadoria. que nao erara despachadla por peso,
qoaodo se reconhe;a a impostibilidade da deelara-
fo por oao constar das facturas, ftcando ao joiio
da iospecioria o numero dos envoltorios qne de-
I vem aer verificados, de sorle que nunca s.jain
menos de I em 20 voluntes, de 2 em 25, de i era
60, de 6 em 100, e as-un por diante.
Tabella A cantando as raercadorias cujas taras sao
elevadas.
i; liberes de pedreiro, e para derrater chumbo em
barricas ou caixat, 10 V
Ma^aas era barricas, 15 ',.
Ol.os, alem da tara, para os,vidros em botijas, a
k de 10 % para aa caixai ou barricas.
l'etlra pomea, e podre em barricas, 16
Plvora em latas, a mesma tara de 2 ",. e mais a
de 10 ,. psra aa c.nias ou barricas em que vendara.
Quaijoa em caixaa limpies, 20',com repartieres,
Tabella B.
Bacalhio em barricas, tinas, caixas e outros en
' Voltorios semelhantet.
, Baeias de rame.
Faiinha de trigo em barricas ou caixas.
l,onc,a.
Manteiga em barris.
Metiies, os tiritados sob o. 708.
Panellaa mais objectus de cobre, ferro e falla
n. 1217 di tarifa qoaodo importados em birricas
no eaixas.
Vidrot.
TRIBTJI AL DO GOMMBRGIO.
SESSAO ADMINISTRATIVA EHI9 DENOVEMI1RO
DB 1857.
Prttiiencia do Exm. Sr. deiembargador
Souza.
Ai 10 horas da manhaa, achando-se prsenles os
senhores depalados Re&o, LemtM, o Sr. presidente
abri a setsao ; e sendo lida a acta da ultima, fui ap-
provada.
DESPACUOS.
I 111 reqoeriroento de Ainorim, Parla, Guerra &
Companhia, pedindo registrar o teu contrato social
que ajanlam. Haja vi.la ao Sr. desembargador
fiscal.
Oulro de Guilherme Frederico de So:iu Carvalhn,
gerente da tociedade rnmmercial sob a firma deGui
llierme Carvalho & Compauhia, pedindo o registro
do sea contrato social.Haja vista ao Sr. desembar-
gador fucal.
Nada 111 ns havriudo a tratar, o Sr. presidente le-
vantoo a sesso.
SESSAO JDDICIAfilA EM 19 DE NOVEMBRO DE 1857
Prejdencia do Exm. Sr. detembargador
Souza.
1 -aturara os senhores depalados linio Ramos e
Silva.
Di'lribuirai).
Appellante, Jos llygino de Miranda ;
Appeliedo. Josa Antonio de Oliveira.
Escrivo Marlins Pereira.
Ao Sr. desembargador Villare*.
E ra.ia nada havendo a tratar, o Sr. presidente
eucerroo a sessao.
O secretario,
Dr. Jprtgio f.utmare*.
EXTERIOR.
CNFEDEKAf.A'O AKUENTINA
MINISTERIO DAS RELAQu'ES EXTERIORES.
Paran,i, 1 de ago*to.
Ao Exm. Sr. governador da provincia de Corri-
entes t. Juan Pujol.Remello a V. Kxc. o n. 504
do Nacnuisl Argenlioo, 00 qoal eoconlrara um
artigo 10b a epigraphe Um aviso Confederarlo,
em que se menciona a cessSo feila a Brasil pelo
eomraisaari oriental t. Jos U. Royes para a de-
inarcicao da limite., de nmas ilhas pertencenles i
provincia de Corrientes.
Esta ministerio considera a V. Eic. no caso de
saber se realmente essas ilhas de que se faz menean,
tem sido e sao consideradas como de ptoprisdade ar-
gentina, se foram com effeito cedidas ao lira.ll,
como a. diz. A importancia do objeclo o recommen-
da por si mesmo.
l)eus guarde a V. Exc.Bernardo Lpez.
Governo.Corrientes. II de agoslo .le 1837
Ao Exm. Sr. ministro dat relacoei exteriores da
Confederaran Argentina. As ilhas (le que trata o
u. 504 do uN.icional Argenliuo. em eu artigo de-
uoniioudo aUra aviso a' Confederarlo. sempre se
contideraram propried.de da Confedaiar^lo Argenti-
na, na provincia da Corrientes ; pelo que nao pode
este governo resolv.r-ie a crer na eii>ncia dotcon-
veuios feilos entre us governos orienlal e brasileiro
sobra 1 pusses>ao de lees ilhaa. Ellas se acham, sem
duvida. 110 mesmo cato que a ilha (brande, do l'ru-
guay, e oulras do ir-esmo rio, a rrspeilo das quaes
tenho idea de haver dado ao Exm. Sr. ministro do
iiilerior, q-janl-i esteve era c.iiiiiin-.au nesta provin-
cia, al serv as. I.va-lasao ronheciinenlo de V. Exc.
Procuiar-te-ha agora com empenlni reunir todos
os dados qae seja poMivel obler acerca da ilha liloa
da em fraute da desembocadura do Cuarein, e lere
a honra de leva-Ios ao conhecimenlo do governo na -
eional com a puntualidad, que V. Etc. recommen-
da em la nota do I- do correte.
lieos guarde a V. Exc. muitos anno?. Juan Pu-
jol.Wencesla'o t. Colodrero.
MI MISTERIO DAS RELACO'ES EXTERIORES.
Paran' 20 d. agosto de 1857.
Ao Exm. Sr. soverna.tor da provioca de Corrien-
tes Dr. Jqao Pujol.Enva a V. Exc. copia de
ama ca 1,1 do t Pico nosao consol geral em Monte-
video, ao Exm. Sr. presidente, referindo qu. muitos
Bratileiros Jos povos de MissOes Uri.nl.ae. lem co-
raefadoa povoar as ilhas adjtceoles a> territorio ar-
gentino.
A leilara dessa caria fara' compiehender a V.
Exc. a importancia do asaumpta, e a urgencia que
ha em recolher lodos os dad-.s sobre o facto.
Com este objeclo pois me dirijo a V. Exc. afim de
que se sirva transmitir 1 etle mu slero o eonheci-
nento qu. teo, ou posta adquenr, pa.a que se lo-
me ama determinado qoe ponha a salvo os inleres-
ses nacionaei no presente e no faluro.
Deas guarde a V. Exe muitos anuos, Bernab
t.ooei.
Exm. Sr. general t. Ju-lo Jos l'rqniza.
Montevideo 12 'le agotlo de 1897.
Meu estimada general.Acabo de saber por um
individuo chegadodo Alto Uruguay qae muil Bra-
sileiro. dus pov.s de MissSes Orieiilaes coroesiram a
povoar as ilha< adjaeentes ao territorio argentino,
levantando ettabeleciniciitos permanentes de lavou-
ra ; e oulrosim que a multas d-lus h
9----------VH b..n. povoa-
COes llhias com a excessiva emigrar,o desla pro-
vincia e do Brasil, ale que pelos annos de IS7 e
1818, havendo subido urna esquadrilha brasileira o
Lrusuay, ao mando de um marinbeiro inlelligeole,
e leudo observado que aquellas povoar,es nao obe-
decan! a antoridade alguma. nom.ou oflicialmente
orna auloridade policial na Ilha Grande, e aappo-
nho-o que tambem em oulras, a' qual todos se sub-
melleram e conliuuam obedeetndo.
Depois desle fado singular, que leve de pastar de-
sapercibido pelo governo da provincia de Corrien-
tes, era urna poca da mais cruenta guerra civil, nao
consta que as autoridades brasileiras hoavessem tido
nina ingereneia oflicial directa nos negocios par-
leiicentesaos cuncidadaos queoecupam esta* ilhas.
He qoarilo por agora posto informar a V. Exc. a
sem. limite r.ipeilo.
lieos guarde a V. Exe.-Jum I'ojol.Wenceslao
t. Colodreo.
PARAGUAY E BRASIL.
hornos obsequiados com dous nmeros do Sema-
nario do Paraguay de SS de let.rnbro e do I. de
ootubro.
No dia1 85 o governo annuncion oflicialmente qae
qaerendo dar nma prova raait do sen empenl.o em
promover a navegaco dot rios, e promover os in-
teresset do commercio, havia resolvido establecer
um paquete a vapor do estado entre Asomprao e
Albuquerque. muco porto habilitado da provincia
brasileira di Mato Grosso.
Emconaequencia desse anuunci o vapor Rio Ne-
gro satura nos principios de onlubro para Corom-
ba em laslro, com p.ssageiros.
Esta disposicao parece indicar que o presidente
Lpez v lia sobre os seas pastos, cornaca a prepa-
rar o raminho de de mor-oque o Sr. Prannos, a' toa
cliecada, encontr as causas em estado de realisar
ora accordo que sa(isfa;a complelameule os detrjos
do Brasil. J
Tal p.reca ser a lctica diplomtica do presidente
l.opez ; muito vilenle quando o perigo esta' distan-
te ; mullo araavel quando elle se avinnha. Sem em-
bargo o Semanario continua ainda empregando
urna liugu.igera que poderia toraar-se como provo-
cadora do Brasil ; porem, eiaraiuando-a bem, v-
ou por mar .lireclamenle dos porlos habilitados dee-
la para os do Brasil ; com o que so muda comple-
tamente a situarlo, pois que ..s productos do gado
que s. exporlam do Rio Grande para os demai. por-
ios do mesmo imperio estao sojeilot a nm imposto
provincial de 3 '. que nio pode ser alterado fcil-
mente, porque [orina parle da nnica renda da .
faudega da provincia, e visto que pelo acto addicio-
n.il a cnnstituic.iii do imperio sii he permittido s
provincias impor sobre a exportado.
O simples cotejo de-te tratado com o de 18)1
basta para allrahir favoravelraente o animo de vossa
h.inorabilidade ; porem a commissao recommenda a
cada um dos Srs. representantes a leilura da exten-
sa ola com que o ilenipatenciario acompanha o
tratado que acaba de neguciar, porque ella explica
minuciosamente cada um dos artigas da qoe se com-
pite.
O nico que primeira vista prodoz urna im-
preisao desfavoravel he o arl. 13, pelo qoal se re-
conheceem principio a mutua conveniencia para o
commercio e as benvolas relaces dos dous paizes,
de abrir, por concessao do Brasil, a navegaco da
l.agoa Mirim e dojaguarao para a bandeira da Re-
publica Orienlal do Uruguay. Aquella imprestao
porm desapparece desde qu- te tenham presentes
os antigos tratados de limites, pelos qaaes a repo-
blica reconhece ao imperio o direito de permanecer
na po.se exclusiva da navegado da l.agoa Mirim,
do no Jaguarflo. Por efleito desse tratado, sanecio-
nado pela a legislatura, realisoa-te je a demarca-
3o d. limites.
Nao vem agora a pello determinar se a base do
uti possidelis par. aquellas eslipular;fies foi ou nao
equivoca, porque, como j o disse a comi ss.1o, ha
urna le do Estad, que soba-, essa base coocedtu dl-
reilo perfeito ao imperio, o que explica a phrat.
por cuncetsion,qoe to mal assenta a susceptibili-
dad, nacional.
x Considerada porm com reflexao e esfrilo cal-
mo, reconhece-sa como natural qu.. estando o Bra-
sil no gozo desse diraitn, Use da palayraconcet-
sao, quando efl-ctivamente lie por ella que abrir a
navegajao da l.agoa Mirim e do rio JagnarSo
bandeira da repblica.
.. De resto, o novo tratado e-t baseado na reci-
procidade, e pode a saa execugao dar g.anle impol-
-0 ao commeicio e navegaran dos rios interiores,
As leridas que o Sr. ministro ioglez recebeu sao
eilas por tres balas ama deltas de 011ra, e as oulras
de raetade deste calibre, com as qaaes eslava carre-
gada a arma que Ihe disparou ura dos assassinos, at
mesmas que Ihe foram extrahidas pelo Sr. Dr. A-
randa.
.' Desde e-se inomenlo esta intendencia trata de
Uzer as indaga^oes mais minuciosas, afim de desco-
al- brir os criminosos, para entrega-loa a' acc,Ao da Ici
Entretanto, como a victima desle liorrmoio atleu-
lado h. o representante de nma naci a' qual se a-
cha ligada o Pera' por estrellas relacAeg de interesse
e araizade, apresso-ine a participar a V. S. o occor-
rido, para que se digne leva lo ao conhecimenlo do
ministro competente, se assira V. S. o jalgar con-
veniente.
Dos guarde a V. S..Manoel Tafur.
Exequias do honrado Mr. E. E. Sullivan, consul-
geral de S. M. Britannica em Lima.
. Esta lucubre ceremonia leva logar sabbado, 15
de agosto, naquella cidade, cora toda a pompa exigi-
da pelo elevado carcter da victima, e o extraordi-
nario aeonteciraenlo que o levoo a sepultura. O go-
verno persomficou o luto gerl, preparando e orga-
nisaudo officialraenle a ceremonia not lermos que
constam dos seguinles documentos :
Circular ao corpo diplomtico.
Lima, 13 de agoslo de 1857.
Com o mais profundo senilmente compro o de-
ver de anounciar a V Ex. o deploravel fallecirnenlo
do honrado Sr. I). Eslevan Enrique Sulliv.n.encar-
regado de negocios e consul-geral do S. M. Britan-
nica, que leve lujar as 8 horas da mauhaa de hoje ;
e tenho a honra de convidar a V. Ex. para que se
sirva acompanhar-me, tabbadn 15 do corrente, as
dez horas do da, a conduzir com as devidas honras
os restos morlaes do honrado Sr. Sollivan, desde a
cata mortuaria at ao Pantlieon brilaunico da Bella-
vi-l.i. onde sero depositados.
,. .... Qrn..iiai- 1 r----- -----. ...... o .,^,.-j,,.-, uos nos interiores,
urna1 ?-P, '. !?" 6 COUSa ma,S aue Por1u,, os P de Moulevida e da Colonia vi-
:r SSa?" qUe ",raVam *- "" de'pnr,arat^a08ecel!-d'addee ,ran''" ~ """^ "^
l> l I I11111U ana* I___________. ... -. *~*
Este ..simile. nao deve parecer eslranio, quando
te souber que um des arligos que consagra o Sema-
nario a elas queslf.es cometa com Pohbio e acaba
palos Sarmalas, no lempo de Casis e Marco Aurelio.
Os t araguayos liber.ies qoe desejam a regenerado
do sen paz n|a e.t.lo conlenles com semelhanies
syraploma<, porque para elles mo ha esperanza de
salva^ao einquaiilo o l'jraguav nao despertar ao" rui-
do das armas.
Referindo-se a noticias e jornics do Rio de Janei-
to, diz o Semanario :
Pode descaner o conselho do imperador) na
certeza de que a repuhlica nao peno em levar a
guerra ao imperio, e de qae esta' apenas disnosla
para a defensiva. A ooesa marcha ba inalleraval pa-
ra a paz, mai te o -llrasil quuer a guerra, aceta-
la-liemos.
Nao a.'areilara' ; c re sola e>sa meaca tilo chei.i
de r-srvas, he por qae por cartas do Rio de Janei-
ro 12 de agoslo como diz am senuida) que no dia
autecedenle se reunir' o conselho para deliberar
sobre a poltica que devera adoplar-se como o Para-
guay ; nao se lento deliberado a guerra naquelle
illa, mas razenio-se nilavel e ardrule pandar dos
conselbriros para esse rumo.
Cnnhecendo o Seminaria late, nao ha pois qae
admirar que alie aniuncie ainda qae aceitar.'a
goerr.
De todos os modos, o qoe podemos ja lr por rer-
lo he que a negociara d > Sr. Paranhos Tai produ-
zir o resultado qoe disejaraos a bem do interesse
comm"rcial donossu paiz,.a franqueza da navegaco
do Paraguay.
Nao ubvlanle abrigaran ainda ama duvida ; e de-
sejariamoi qu. nislo s. fixatse, ou houvasse fixado
ja a atlenc.au do nosso governo.
Oae> papel vai repre.eniir na navegajao do rio
Paragoay a bandeira Argentina '.'
No caso de que esta han.I- na seja admitlida, como
ribeiriuha, aquella navegado, os navios da matri-
cula do estado sera 1 considerados realmente como
argentinos, ou le fara' contra elles urna di-lin-cin
lun 1.1,1.1 no estado acloal de nossn poltica interne'.'
lito he o que nao podemos dizer, postoque deve-
nios confiar em que o nosso goveruo nao se descui-
dara'de fazer, no interesse do paiz, ludo que sU'
na esphera dos seus meiot. O pruneiro inleressado
em que aquellas ricas regioes do inlerior da Amer -
ca se ponham em contacto livre com o reto do mun-
do, he indubilavelrnriile Uuenos-Avres, como jul-
gamot have-lo demonstrado em oulr*a nccasiao.
(Orden de Bo.no.-s y res.)
RIO DE JANEIRO
28 de uutobro.
O paquete lardo allalia, entrado de Montevideo,
Iraz datas al 18 o crrenle.
A alicurco pubiiea contionava a oceupar-se ex-
clativainenle com ai eleicSe a com o novo tratado
celebrado pelo Sr. Lamas.
A ignorancia em que ella all se eslava a respeilo
de t das as disposijoes desse tratado dera lugar a
I curiosas conjeclorss. muitas das quaes 3o ver-
daderamente extravagantes.
Na disrnstao e aprecincdlo de qualqoer de.les dous
assumptn., prima pea virulencia das ideas, pelo
desabrido da lingaagem, e sobretudo pelo sophi venenoso da argumentado, o Nacional, folha re-
digida p->r um bolafugo, delegado do par'ido de
Buenos-Ayres, que foi rr.an lado em im-so i-speciil
a Montevideo para all plantar a lodo o custo o es-
tandarte da anarchia. Fel zmenle parece cerlo
qoe nao cootegnir realisar teut malvolos inten-
to.
At eleicet, apezar da bilis incendiaria qoe lodas
as lardes vomita o Nacional, sero feUs. segundo
not asseguram, sem perturbarlo da ordem publica.
Tambem nos aflirmam que o Iralado, a despulo dat
insolencia, injurias e calumnias que a mesma folha
Unja diariamente contra o imperio cintra a mo-
uarrhia, ser approvado pelo corpo legislativo da re-
publica.
A commissao aa cmara dos representantes, no-
meada para dar parecer sobre o referido (ral ido, a-
presenlou no dia 10 do corrente osea Irabilho, eon-
cebido nos eeuiules termos :
O tratado que o poder execulivo lubmcdteo
sanrc.io de vossa honorabilidad, e a respeilo de qual
deve informar a coinnnssao rspecial, nao he, segun-
do o estabelerrm em seu prembulo os ptenipoten-
Em vist. deslas breves consideraros., e oulras
que a commissao na de aprcsenlur no'curso da dis-
cussao, aconselha vossa honorabilitade a segainle
minuta de decreta :
Arl. 1. Approva-se o tratidb de commercio e
navegado, celebrado pelo plenipotenciario da re-
. publica com o imperio do Brasil em i de setem-
a bro do corrente anno.
Arf. 2 Cominanique-se, ele. (Assignados) Ol
o sn membros da commissao.
Deconformilail. cora o ro"iilamenlo da cmara
dos repre pe-t#vos in-inh o- ,..|t. parecer.
O depotado 1.1 Bandeira requeren mesa que fos-
sem igualment-disiribaidos o texto do tratado e a
nota que o acumpaii -a. No mesmo sentido prean-
ciou-te odepul.il> Buslnmante. O presidente res-
pondeu que se observarla o que era de pra-
Passava como cerlo, repetim >, que o parecer sena
approvado. Qaer seja, quer nao, o qoe ha de mais
cunoto nesta negocio he que toda a guerra feita ao
novo Iralado pelo celebrrimo re factor do Nacio-
nal, e me.rao por outros joniiaes. dirige-se ao Bra-
sil, ao Brasil que apenas cedeu lis instancias reite-
radas e aos esforens prolngalos do plenipotenciario
oriental nesta corte .' !
A populacho de Moutevi leo acabava de er l.|-
lemuiiha d. raait um escndalo ioqualificavel. No
da 1. larde. 111 s.la das te.soes da academia de
jurisprudencia, onde ia proceder-se ao exame de
pralica da Dr. 1). Gregorio Prez, a que devia pre-
sidir o l)r. I). Calvador Tort, presidente do tribu-
nal superior de juanea, entrn o advogado Ambro-
sio Velasco. senador da repoblica, e conservando o
chapeo na cabeca, prororapeu em insultos, e foi de
encontr au dito presidente, arremessando-o sobre
urna porta de vidraca. Em seguida puxou por um
estoque, que o l)r. Tort impediu fose desembai-
nhadn de lodo !
Aeudiram iiimediatamente varias pessoas qoe ha-
viam raneoiTido para assislir ao acto, e consegui-
rn! por termo ao confliclu. Nisto (cava o negocio
a sabida do Italia.
As noticias d* Buenos-Ayres pouco adianl.m-is
que linhainos. .\n a mpr^Q,, atarava igualraeule
o novo trulaou. sem conl.ecimento de caus<, e com
mesquinho espirito de descoufianca e de riv.ilidade.
.sera.lliantesiiuacao desappsrecem porm logo que
as -oosa. sejam postas era sua verdadeira loz.
Alguna visionarios queriam acreditar qae nos fa-
vores feilos i Banda Oriental Uvera por fim o Brasil
prejudiear Buenos-Ayres. Os espirilos de.apaixona-
dos e rellectidos reconheceram porm qae na po-
da haiersemelhanle intenrao, e que o bem feilo a
um dos vizinhos nao he am mil para os outros.
Nette caso el, sem llovida alguma. a isencilo de
direitos sobre o xarque oriental ; sendo incontesta-
Tel que us mercadot do Brasil ollerecein consomo
cerlo, e muito superior 4 prodocrao detse genero no
imperio e nos Estados do Prola.
O Sr. conselheiro Prannos parti de Buenoi-Ax-
res na manhaa do dia 12 a bordo do Paragoas.ii'.
para a Conceicao do Uruguay, onde o general Ur-
qoiza te-n a .na residencia particular.
No Parai encerroo se no da I" do crreme a
tarceira ies.au ordinaria do congrestu legislativa fe-
deral.
linda lido apresentada ao governo da (Confedera-
cao urna proposla do Sr. barao de Mao, qoe f.n
immediatamente aceita para o esUbelecimenlo de
nm Banco na capital.
Parece que o novo Banco comern' a fonecio-
cido 50,000 pesos a quem aprescnlasse ou denuncias-1 tempo era que foi condemnado por seutenc,a do 2
se o criminoso.
delegado de polica da corle
20 S de oulubro.
Nomear,0es de fazeuda.Por decretos de houtem Foram etcnlhidos senadores pela provincia de Mi-
foi nomeado ajadante do procurador fiscal do Iba- nas-Geraei os S". ronselhoro. Francisco Diogo
souro o Sr. Dr. Jo3o C irooso de Menezes e Souza. Pereira de Vasconcello. Jete Pedro Das de Car-
Foi aposentado no lugar de administrador da Tv- vallio.
pographia Nacioual, o Sr. Braz Anlonio Castriolo,' e
nomeado para o substituir o Sr. l)r. Manoel Anlo-
nio de Alroeida.
Foram demltidos os tegointes empregados da al-
fandega de l'rugoayana ; o inspector C clann de
Souza Pinlo, o escripurarip M.noel Carlos de Haga-
IhAes, o dito addido que servia de escrivo Mar-
cellino Antonio da Silva, o amanuense Jos Alves
de Oliveira, o poiteiro Joao Jos de Souza, e o
feitor rouferente lliomaz Detcamps de Monrency ;
este ultimo por sssim o haver pedido.
Foi nomeado para substituir o primeiro desses se-
nhores o inspector da thesouraria do Paran Joo
Ceaaria d. Abreu, para o lugar de escrivo. oes-
crivao da alfandega de Macera Joao do Espirilo-
Ssnto Araujo.
Foi deraetlido, por assim o haver pedido, o Sx. [
1- orara nomeadot por decielo .lo 21 de oulubro
lindo, para facoli.uvos do hospital militar da
cort. :
1.* medico, cirorgiao-mur de divisilo, o conse-
lheiro t)'. Joaquim \ ceme I orretllomem.
! eirnrgite, cirurgtao-nor de divisas, o Dr.
Jo' Ribeiro de Souza Fontes.
2.- medica, 1 irurgiao-mnr de brigada, o Dr. Joa-
quim Carioso ue Menezet Souza.
2." cirorgiao, rirurgiao-miir de brigada, o Dr. Jo-
te' Tliomaz de Lima.
3." n lien. 2.- cirurgiao-tenenle, o Dr. Antonio
Francisco Leal.
3." ciri --ao, J.- rirorgi.ui-tenenle, o llr. I.uiz
I Manuel d.i S iva Coelho.
Por docrcio da mesma data foi concedido ao conte-
l'raiicisco Raymondo de Paria Sobrinbo do lu- Ihe.ro Dr. Candido Borget Monteiro a apoaenlado-
gar^de legenda escriplurario da recebedoria do mu- ra no emnrego de !. cirorgio do hospital militar
mcipio.
Secretario de provincial*or
d.crelo de honlem
da guarnirn da corle, couservando a gr 1 iu.n-.io de
teneme-ci niiiel, de qne goza n forma do art. 71
foi nomeado secretario da provincia do Paran o Sr. 'lo regolaraenlo' de 25'de noverobro de 1841, ai com
Jos .llaiiin- lereirade Alencaslro. o vencimento proporcional aot annos de servido no
.10 dito emprego de I.- cirurgiao, ficandodepen lente
I or decreto de ib do corrente, llenrique Marlins da approv.ira do corpo legislativo a parte relativa
de Oliveira leve merc da serventa vitalicia dos of-1 ao< vencimeulos.
dislincla considerasao.Manoel Orliz Zevallos.
O ministro das relaees exteriores do Peni,
decano do corpo diplomtico, era norne dos seus col*
legas e do corpo consolar, o consol de S. M. Brilan-
niea, e o commaudanle da fragata ItelributionD,
rugam aos amigos do finado e honrado Sr. D. Esle-
hcios de tilnlli.Vi do publico, judicial e notas do
termo de Cabo-Fro, e de escrivo do jury da co-
marca do mesmo nome.
Por decretos de Ifl foram nomeados :
Presidente da relajao de Pernambaeo, por 3 an-
nos, o desembargador Agostinho Ermeliudo de
l.eAo.
Juiz de direito da comarca de Larangeiras, em
Sergip., e juiz de direito Jos Nicolao Rigueira da
Costa.
Foi removido da comarca de l.aranceiras, 2. en-
trela, para a do Rio-Grande, de 3. enlrancia,
ojoiz de direito Maootl Filippe Monteiro.
ro exonerado, a seu pe lido, do lugar de jniz
muuicipal e de orphaos do termo do Aracatv, o bi-
chare! Jet Pires Falcao Brandan.
l-oi reformado no posto de major, o capilao da
2.a companhia do batalhao da guarda nacional da
corte Joao Pedro de Alraeida Franca.
Tiveram raerce' da serventa vitalicia, a sa-
ber :
Dosollicios de 2. Uhellian e escrivo das
Iteitero a \ tx. as segoranrat de rainba alia e -cOes cives e crimes do ierran de Pirapora, Bento
Joao de Oliveira
Dos de l.oiabelliaoe escrivo de orphaos, reti-
duos e capelln do raesrai termo de Pirapora, Tris-
i.'io da Cimba Alvarenga ;
Dos de escrivo do aval c lah-dlia do publico,
judicial e olas de S. Leopoldo Rio Grande do
van Enrique Sollivan, encarregado de negocios e Sul) Joaquina Jos de Oliveira.
o enmuran
e, b cousul
N O' qual;
nar no mez de dezembru prximo, e que o sea capi-
tal subir' a dou ou tres milliAe.
Do Parignav nao
lemos.
ha datas pusleriorat a's que
ha\iara mandado carios negociadores, sn3o am e possa mi-
as autoridades brasileiras para dar pr. eri-.lo as po-
vo.Ci,...
Entre essas ilhas oceupadas indevidamente, me
designou a Ilha Grande, sita la urna lego
da Restaurarn, qoe lera' qastrn legua, de exleiisao:
a ilha de Japipu, ura pooc mai* aballe da desembo-
cadura do Ibvcuv, e a ilha 1I0 IMm un frente ao
arroio do metmo nomo, de duas leguas de exleusao
pouco mais ou menos.
ludas ettas ilhas estao situadas diraita do canal
do rio, lato he, eulre u canal principal e o territorio
argentino ; e sao por c i-. He intil dizer a V. Esc. que para conservar a
paz com o Brasil he preciso impedir n.se avanc*
em i.u comeo... e antes que o neano se f i tiuque com
a nossa loler.nri.i. linba etcriplo ao rtinillro orna
ola olticiai a esle respailo ; mas p.necen-me mais
conveniente dar a V. Exc. e-te avitu em carta conli-
nislrr os lados e as inlormaces precisas para bate
de um Iralado definitivo, que traga progrmtivam.n-
le a abol.a,, dos dirtitos tiscaes e protectores sobre
os productos natunes e agrcolas dos daos paizes, e
por fnn a livre permuta, coja utilidade reciproca re-
conhecem era principio.
T.lo de accordo est a eommitsao em que o
principio da livie permuta devera servir de base a
legisl icao das alfandegas da repblica, que deejaria
que semelhaute principio nao liras-e um -menle con-
signa io era um Iralado especial.
Para apreciar devidameule esle nove, tratado he
neeessario que esaa liouorabiHladc lenha prsenles
o. qae s. celebraran* em 12 de onlubro de I85I,
saiiccionadi.s pela a-."inbla de 1852, qu" os cou-
verteuem leis ubrigalorias do Filado, as-im cumo
tambera a lancalo legislativa que appmvou o de ido-
denci.l.pur que sera" mais breve e nieaz que V. 'UJ M'*"s de '"' ,l" "* de n
Exc. directamenie prsvina o *------.--.- -
cumniandanla daquella "-r*-** >' ulteriores ,., idificacoes ; porqae, pollo
fronteiraqae nao permita laes clal,eleciroenlo. Y''''' i" q''e '"?"* o"ag>ada no prembulo
Com ette motivo laudo, etc.-Francisco Pico amt ["' ,PP,ov'!or ,l" Irala los. nada sinilica
,- ... ; em direito publico ini-in icioual, nao o he menos
(.overno. Corrientes, 1 de teten.bro de 1857. l,nit)enJ ,. elpre4S Mn,'llnen|0 manill;ld
A S. Exc. o Sr. ministro dat rcla(oei exteriores. | pelo orgu de >eus legitiino* representantes. A com-
Em reipotta respeilatel raola de V. Exe: de 20 de mistan despena esta reminncencit para que vossa
agotlo ollimo. e ao conleudo da carta do nosso con-' hmiorabilidade rnmprehenda bem que o tratado
tul geral era Montevideo dirigida ao Exm. Sr. preti- que ora te submella a approvac,ao dos legisladores,
dente, e qoe por copia V. Eic. me transinitlio, de-1 nao hemaisdo que urna modificarlo do decommercio
"" V"--------..-ai .... ..... .........1.....kr.a .ni ls-,1 in,i,n,i a, n^,,
Era eperado por momentos em Baeims-Avres o
vrpur d earreiru da Astumpcao.
De Valparaso ha noticias al 15 do mez pas-
ssao. ^ada de importante occorrera uaqaella rep-
blica. '
A guerra civil no Per' nao apresenlava novas
phases, e he orna lula inlermmsvel.
O Sr. Sullivan, encarregado de negocios de S, M.
Britannica no Per", suecumbio ne da 15 de agos-
to ao tirn que obre ella disparara um assat-
sino.
Aqui publicamos as roramuuinroes olliies relati-
vas a. esle lamentavel a^ontecimento :
Repblica Peruana. Ministerio do govemn,
eiilto e obras publicas.Lima, 12 de agosto de
1857.
Sr. prefeilo do departamento.Todas as medi-
das lomadas na noite de honlem, e quantos e-on-o.
se fizerarn boje para descobrir e prender os astas-
sinos do Sr. encarregado de negocios de S. M. Bri-
lannica, nao conseguiram o resultad > favoravel qo.
se rtevia esperar ; por consrgninle, cumpre V. S.
ponha em accSo incesante os elementos cora que
possa contribuir para a pnsao dos criminosos que te
perseguem, sem cqaecer as circulares as autorida-
des de sua dependencia em ludn o territorio do de-
partamento.
Dos guarde 1 V. S Juan M. del Mar.
.. Cima, 12 d" a>osto de 1857.Sr. prefeilo do
d*parlamento.O conseiho de ministros, senliudo
vivameole o horroroso allantado que se perpelrou
honlem 11 noite na pessoa do encirreg ido de nego-
cios de S. M. HriUnnica, p desejosn de qoe a mo-
ral publica fique salisfeita com o castigo do crimi-
noso e cmplices, retolveu conceder o premio de
dez mil pesos a pessoa qu de.cobnr o assassinn.
Consegoinlemente expedir V. S. as providencias
convenientes, sem prejuizo das medidas lomadas de
conformidate cora as ordeos dadas.
Dos guarde V. S.Joan M. del Mar.
Sr.coronel prefeilo do deparlaraento.Lima
19 de agosta de 1817.Sr. C. P.A's 7 horas da
noile de hontem llv. aviso de qae o Sr. D. S. Sul*
litan, encarregado de negocios de S. M. Itrilannica,
havia tido ferido em saa nropria casa, por uns des-
consol geral de S. M. Britannica Junto deila rep-
blica, se sirvam ataiatir ao pr.stilo tunebre com qne
sera conduzidu o cadver du dito senhor, SKbbado 15
do corrente, :s 10 horas da manhaa, na casa mor-
tuaria, sita 111 ra da Porta Falsa do Theatro Prin-
cipal, at ao cemiterio brilaniiicv de 11-11 1 vista, de
r.mtorini la le cora o programraa que abaixo te Irans-
creve :
Programma do prclilo fnebre com qoe ser le-
vado o cadver de honrado Sr. 1). Estevan Enri- foi
que Sullivan. encarregado do negocios e cnsul
geral de S. M. Britannica, para ser sepultado no
femiterio da IMIavisla.
A primeira imrchs, desde a casa mortuaria al
a estarao de aan Juan de Dios, se far.i na ordem se-
guinle :
" l.l lati i. ileilore-. lima tecrao de arlilbaria.
x I'ni batalhao de infantaria com msica tam-
bores lardos,
O enviado extraordinario e ministro plenipoten-
ciario do Brasil.
O enviado extraordinario e ministril plenipoten-
ciario dos E-Cidos-I.'nidos.
ir A direila o reretro, e do lado OBpeate, o envia-
do extraordinario o ministro plenipotenciario do Chi-
le, b cuiisul de S. M. Ilrilanuica.
im -ida de houra.
quatm senhores que v.lo aos lados do [erelro
aeguram as qnalro ponas dn pavilbao britannico,
que o cubrir.
Acornpauhar era linha .1 comitiva na ordem st-
goinle :
O ministro das relacoes exteriores do Per.
O medico da legarn.
O corpo diplomtico e consular.
" Os amigos e compatriotas do finado
Um esquadrao de cavallsna.
Ordem da segunda marcha na Brllavisla.
i.iiarla de honra'.
Capello da legaran.
a O ferelro e tropa britannica de arabos os lados.
As ponas do pavilh.10 sero seguras na mesma
ordem da primeira marcha, e seguir a comitiva des-
te modo :
O ministro das relaees exteriores do Per.
O enramndome da fragata Retrihiilioii.
Ollicialidade e Iripola^ai rio mesmo navio.
o Medico da legacao.
Corpo diplomtico e consalar,
a- Amigse compatriotas.
11 u- batalbes de infantaria.
Honras qu. fara os navios ne guerra nacionaes.
A bandeira a meio-pao, desde esta larde, em lo-
dos oa navios, fortaleza, arsenal e casa do governo.
Os luvius que tenham artilhsria suliiciente, da-
r3o.s salvas da lei hora do eulerro.
U prestito fnebre tahira' a's 10 h .ras da ma-
nhaa de sabbado 15 dn rorrele, da cata murlunna,
sita na ra da Porta Falsa dn Theatro Principal,
seguir' peba praca de 7 de Setembro, ras d. |,ex-
cenu, Merced e Baquejano ale San Juan de Dins__
Lima, 13 de aguslo d- 1857.O mestre de ceremo-
nias Juan Ezela, ulhcial-iiiuior das relaees exterio-
res.
O Commercio de Lima diz qoe a concurrencia
foi numerossima, cuino rara, ver.es se lem visto na
quell.i cidade. O programma foi execulado em lodas
as suas parles, cora a nmea alleracao de haver pe-
gado o Sr. ilae, r.presenlanle da Franca, era orna
das quatro ponas do fretro, era vez de ora dos
qoalro ministros de.ie.Dado*.
Condozidot os restos no emiterio, o ministril das
relaees pronunciou sobre o tmulo do finado o se-
guiiil- discurso :
OuSo pinoso he o dever qoe deserapenho nesle
acto grave e solemne Sira, srnhures, nao venho t
tributar as ultimas honra, ao dignu representante da
Ilustrada e poderosa Albino era te.temunho das
slreitaa,relaces que a ligam ao Peni, venho tam-
bem render a m-reeda hnraeuagem a's dislincl.s
qualidades pessoa.i do Ilustre finado, deplorar com
amaigura u tremendo tuccessu que no-lo arrebatoo,
e proles!,r, em nome do governo, profundamente
coramovido, de Lima, cubera de lato, e da repuhli-
ca inleira, contra om ailentado tanto raais horroroso,
quanto he etlrauho ao carcter peruano ; altentado
qae n.i 1 conta exernplo em nossos faclns crlminaes,
e que por isso m.snjo prodo/.o geral deso'acao e es-
panto.
Descendente de urna familia Ilustre, adornado
dos dolet de urna edu.-ai_-.ii ancorada, generoso, pers-
picaz e humano, de juizo recio, de talento superior,
e ameslrado por longa experiencia no manejo dos
negocios do Estado, o Sr, Sullivan t-nhs grangeado a
con lia nra do seo governo, o apreeo dos eslraugeiros,
e a esliraa de todas ns que lvcraio a furluna de co-
nhece-lo. Mas, apezar de tanto inereciinento e ca-
pacidade. all jaz.... victima inerme de um desapie-
dado assassino.
Adoremos pois os mpersrrutaveis designios da
Providencia ; espereuiosfjque bondadosa revele lo
ominoso myslerio, e ao cerrar esta campa, ja' qae
tenho preencliilii s austeras fonc;0esdo meu cargo,
permilli-me, senhores, dar o ullitno adeos ao meo
n fe iz amigo, e ele ar'ar I 11: ~ volos por ten eterno
descanso.
A segointe folha de servicos compela a carreira
diplomtica do finado :
- Foi nomeado amanuense do ministerio dos ne-
gocios eslraugeiros era 3 de maio de 1833 ; addido a'
legacao era Haxa em Iti de novmbru da 183 ; re-
movido para a de I unin rom o niesrao carcter era
I de uovenib. de 18:17 ; uara a de Munich em 3 de
mam de 183'.), unda permauereu ale > de dezeinbro
de 1811, em qae ful coiumi.siouado, em compauhia
do Sr. Woodhuie Parish, para haudar as redama
roe- sobre o monopolio do euxofre. Passou dalli a
encarregado de negocios e cnsul geral no Chile,
donde foi removido para o Per' em 17 de Janeiro
de 1853. a
Por decreto de 20 :
Foi nomeado fiscal dn tribunal do cimmercio de
Pernarobiicn o desembargador da relaca daquella
provincia Manoel Rolrigues Villares.
Foi exonerado, a pedido seu. Jo Beroado
Brandao do poslu de alferes da (i. companhia do |.
batalhao da guarda nacional da corle.
Foi perdoada a Jo Antonio Alves a pena de
I mez de pnsao e mulla correspondente a que
condemnado pelo jury da corle.
Por decreto de 23 do renle :
Foi nomeado Antonio Jos Nogueira F1II10 major
commandante do esquadrao de cavullaria avulsa 11.
Oda gnarda nacional de S. Paolo.
ral transferido no mesmo poslo. como aggregado,
para a secjao de balalhSo de reserva n. 1 da guar
ia nacional de Mato-tirosso. o tenente-coronel
cuinmandante do ,. balalhao de intentarla da mes-
ma guarda I.uiz Moreira Sena.
Foi reformado no posto anliga guarda nacin il do Paran, Joaquim Jos
Pereira.
Foi declaradovagoologir de labelliao e escrivo
de orphaos da villa da Serra, na provincia do Epi-
riloSanlo, sendo nbrigado qnem nelle for prvido
a prestar 110 propriotano d.sitente do mesmo lugar,
Jo.u Bemo de Prettat Valladares, a tercia par
le dos respectivos rendimeutos, segundo a Iota-
rao.
Tevem.rce' da servenjia vitalicia de I.- label-
lia e de escrivo de orphaos da villa da Palmei-
r.i dos Indios, era Alagoas, Simplicio Jos Ferreira
B irgea.
Foi perdoada a Raimundo dot Sanios (sarcia a
pena re 4 mezes de orillo e mulla correspondente
a raetade de tempo em que foi condemnado pelo
juiz municipal da 1." vara da corle.
Por decretos de 24 do crrenla :
Foi nomeado Randolpho los liolelhi de Moraes
Sarmenlo serveniu-rio do ollicio de escrivo de an.
pellacc. da relajando Rinde Janeiro, durante *a'
vida ou impedimento do serventuarlo vitalicio Lou-1
reino Manoel Bnl-lho de Maraes Sirineiun. p.rce-
btmdo e-le a larca parle do rendimento do mesmo
ollicio. na conformidad, da lei de 11 de oulubro de
1827.
Foi nomnado Balbino Jos da l-'ranca Ribeiro
serventuarlo d.i ollicio de porleirn da chancellan.1 da
relacao do Rio de Janeiro, durante a vidaouim-
peniiinlo doservsntoario vitalicio Loarenco Ma-
nuel Bitelho de Moraes Sarmenlo, percebendn esle
a leri-a parle do reo lmenlo do mesmo rfli'io, na
conformidad, da lei de 11 de oulubro de 1827.
Por decreto de 2fi :
Foi concedida ao lach'rel"ll-melenoJos Vello-
sa Silveira a deinisso qoe pedio do lugar de juiz
municipal e ,1,. nrphaos do termo de S. Bnrja da
provincia de S. Pedro.
P..r decretos de 27 :
Foi commulada em 300? para o lu.liloln dos
Sordos Mo los a pena da l> mezes.- meio de pnsao e
mulla correspoudenie a'metale do tempo em que
foi Antonio Jii.tiniano Rolrigues condemuado prlo
jarv da corle.
Foi reformado no mesmo poslo o major comman-
dante da seccan de balad ao da reserva n. i) da
guarda nacional da provincia de Pernambuco Joa-
quim Saveriaoo l.eile.
Concederara-te as honras do poslo de coronel ao
lenenle-corouel commaudanle do 3.- h.lalhdo da
guarda nacional da provincia da Baha, Antonio Jo-
s Lima.
I or dec-olo de 31 de oulubro do mesmo anno foi
muendo 2.- cirurgiao-lenente do corpo desaude O
exercilo u Dr. I.uiz da Silva Brandao.
Temos f ilhas do Rio-Grande al 16 do mez pai-
sado.
O Sr. conselheiro Ferraz, presidente da provin-
cia, seguio para Porlo-Alegre no dia 14 a bordo do
paquete Marqoez de Calas.
Nomeacits de azenda.Por decreto de 31 de ou-
lubro ullinio foram nomeados o 3. eicriplursrio do
Ihesouio bacharel Eleulerio Augusto deAlhayde
para exercer, em commissao, o emprego de inspec-
tor da thesouraria do Paran.
Raimundo Antonio da Cmara Billencoutt a Oli-
veira amanuense da alfandega de Paranagun.
(iei va-i 1 Nones Pires para igual emprego na de
I' ruguayana.
He concedida a damissao que pedio Antonio EgV-
dio de Moraes do lagar de oflicial da secretaria da
thesouraria de S. Paule.
Sentimos annunciar que at a ultima dala haviam
sido inuleit lodas as pesqaizatempregada para det-
cobrr o assassino. Circutavam algumas ver.es, pj-
rem sem fundamenln, pois que as aulucidades nao
tiohiim iniciado processo alguin. I', isto he tanto mais
de eslranhar ruanl. o goveino havia levado o-eus
esf.irros, em obsequio da moral publica e da honra
nacional, al onde lalvez n.o lenha chegada governo
Por decretos de 30 de outobro lindo :
Fui aceita a renuucia que fez o padre Jos Bernar-
do de Carvalho dn canonicato da imperial capella,
conservando-se-lhe as respectivas honras.
Foi removido o juu monicm -I e de orphaos Fran-
cisco de Faria Lemos dos termos reunid de Oue-
xeramohira e Riacho do Saugue para o de Aracatv,
na provincia do Geera', por assim o haver pedido.*
Foi reeondozido u bacharel Tertuliano Amonio
Alvas Pires no lugar de juiz municipal e de orphaos
do l-rino de liabira, na provincia d. Minat-Geraes.
Tiveram raercr da serventa vitalicia, a saber :
to uflicio de contador do juizo municipal e de or-
phaos do termo de Rezende, ca provincia do Rio de
Janeiro, o partidor Jos Gregorio l'haurnnlurgo.
Dos de tabelliSo do publico, judicial e nulas, e es-
crivo ne 1 anchas e r-'-iluo. do termo da S. Fran-
cisco, na provincia de Santa Chalariua, Joao Jos
Machado da Costa.
l)o de escrivo da primeir.i vara e eivcl. 2- crim.
do municipio da curie, Anlonio Gonralves l.eile, li-
ran.io porem nbrigado a prestar no >erveuluario vi-
talicio, Jos Tliomaz de Oliveira Barbosa a len;a
parle do rendimenlo do mesmo uflicio, segundo "a
respectiva lolac.'io.
Dos de tabellian de nola, e escrivo do crime, ci-
vel c do jory no lerrao de Ingazeira, da provincia de
Pernambuco, Jernnimo Ferreira t'.olho.
Do de partidor do juizo municipal de orphaos do
termo de Saqurema, na provincia do Rio de Janei-
ro, Finninu Anlonio de Olivera.
Do de escrivo de orphaos do Inrmo de Aracaly
na provincia do Ceara', Laiz Candido Ferreira
Chaves.
Foi nomeado ten.nte-corouel commandanla do
batalhao de intentara :i. 0 da guarda nacional da
provincia de S. Paulu, J icinlho Ozono de Lucio e
Silva
l-'.irara designados ;
O capilgo do balalhao de infantaria 11. 11 da guar-
da nacional da pro vi ocia do Rio de Janeiro, l-rau-
Claco l.eile Ribeiro, para servir o lugar ao major do 1
nie.in i balalhao.
O capitao .10 5* corpo de cavallaria da guarda na.
ciuual da me.ni i provincia, Manoel Pinheiro de Soa-
za, para servir o lugar du ra.jur du dilo corpo.
Forera reformados uos mesmos posto. :
O tenente-coronel da auliga guarda nacional da
cidade da Conlibs, provincia do Paran', Joaod.
Oliveira Frjoco.
As dalas que Irouxe o paquete Imporador, sa-
bido de Muntevideo no da 26 do passado. adianlara
apenas tete das s noticias vindas pelo Italia.
Nada de novo occorrera uo Estado Oriental. Cra-
linuavam ainda a uceupar exclusivamente a atten-
qao pubiiea a questao aleitoral e o Iralado ltima-
mente celebrado com o imperio
1.1 lano aqoella, fi/.era-*e no dia 19 ama reanio a
quesedeu o nome de fusionitla, para o fira de
conciliar os nimos e de dirigir ,-, volaro no sen-
tido do programma de reorganisar;ao, de paz e de
concordia cun que em mares] do anuo passadn inao-
gorou a sua adnunistraeau o actual pre-idenle da
repblica.
Nao havendo concorrido numero sufficieDle ao
primeirocouvile, resol ven-se celebrar nova reuuio
no dia 25, a qual ellectnamente leve lugar. A' sa-
luda du Imperador 11,1,1 era anda bem contiendo
o resida lo O partido conservador puro, islo lie, os agentes
da faecilo de Bnenof-Ayres, encarregados da missau
especial de lurvar as aguas de Montevideo, pre-
lendam lanbem celebrar urna reuni.lo a seu molo.
Era porn crear,* geral que, a despeilo desla e
de nutras reunies senilhantes, as elei;cs se fa-
riain sem perturbaran seria da ordem publica.
O Iralado cora o imperio era ainda o Ih-ina das
declamares vagas e aciototxu da iraprensa upposio-
nisla. distingiiindo-se sempre enlre lodos os jornaes
o Naeionil, que rada vez se alienta mais intento
ao Brasil, ao qoal ja v p-esa e de m3os atnlhnadas
pelo tratado .1 Repblica do liroguay, cuju ministro
plenipolenciario, diz elle, se deiiou vergonhosa-
innrte lograr pelo plenip 1-nnario brasil-iro !...
Felizmente o illustrado Sr. Lamas, preveudo sera
dovtda Inda a grla qn as p.ixoes desenfreadas de
orna poltica mesqainha haviam de levantar contra
u Iralado. que alias, coran S. Exc. mesmo confesa.,
Ihe custara Unios irahalhose esforcos, acoropanhoa
u de urna longa xposirao ao sen governo, na qual
a par da dem.instrarao das vantageos reae. que a'
repblica delle pode colher, pulverisna coraplela-
mente. um por nm, os argumentos capciosos, os
sophismas, as calumnias que conlava seriaraadr.de
lanzadas coulra a sua obra.
Assim p upou o Sr. Lanxtl ao Brasil a necestida-
de do ju que tamanha honra mo merecem, mas aos olhos do
inunlocivilissdo das inlenrSes dainadas e dai ci-
lumnias que a ma' f e a ambirao Ihe assacaram.
Iranscrevendo aqui o tratado, e o luminoso tra-
bilho cora que > acompanhou o dialincto ministro
01ient.1l, que foi poblicado nos jornaes de Monta-
video, estamos Oispen-ados deacregcenUr observa-
rlo alguma sobre a materia, limtando-not a cha-
mar a altnese dos leilores para estes mporlaule
docamenlos.
As natas de Bueno. Ayres alcanram a 2i do pas-
sado. .V.ida de notavel' encontramos uos jornaes
que recebemos.
As noliciat da fmnleira do sal e norte chegaram
a 17. As Iropas que actualmente a cobriara acba-
vam-se di.poslas de modo que podan) acudir com
pruraplitao qoalquer ponto que fussp amen.lo
pelas Indios, os quaes em pequeos grupos se 'ha-
viam feito sentir ele n sul.
N dia 21 pela rambla, leompanli.ida de vilen-
lo pampeiro, r.hio em Renos Ayres urna copiosa
chuva de pedra di lamanho de um ovo de pomba,
que rompen grande quanlidade de vtdros, damnifi-
cando consideravelmenle as arvures e as plaas.
As noticias da Conlederarao Argentina ao tam-
bera -i-iiiiuidas de inler..se. Ha dalas do Paran'
ale 13 e do Rosario ate 16. Proraolgara-s. urna le
concedendn irinta mil pesos para subvencionar os
collegiot ; e conceden se tambem mais nm crdito
supplemanlar ao ministerio da juslica, eullo e ins-
trucsao publica da quantia de 10,036 petos.
Coi ra romo cerlo que o Sr. Bedoya, ministro da
fazeuda, renuncian, este cargo. L"rri jornal do Ro-
sario Irata speramente o Sr. Bedoya, em qoem nao
reconhece aptidao pera aquelle emprego, e cojo pe-
riodo administrativo quahlica de completamente es-
tril para m inleresses econmico! da confedera-
rlo.
A lerrive! praga dn gifanholo ameaca invadir
timli.m esl anno o Paran'. O .Nacional Argen-
tino diz a esse re>peito o segrale :
Parece que esta lerrivel praga nos envandira'
como o auno pessado. A vem, cuja vanguarda esta' ja enlre nos, oceopa de-
zoilo leguas de comprmeme, e algomas quadras de
largura Vem do lado da Victoria.
E't aqui o projecto ..presentado ao congresso pelo
poder execulivo, para a formaran do Banco de de-
psitos, de que ja demos noticias aot l.ilores :
Arl. I. \ iioris 1 ... o podar exerutivu nacional
para promover a formarlo de om Banco de dep-
sitos, descontos e emissAo no caso que cadoqoe o
privilegio concedido aos Sr. Trouv Chauvel e
Onbnjs, pur au haver elles cumprido o contrato da
10 de oulubro da 1855.
Art. 2. At bases do dito esUbelecimenlo terao
harmonisadat quanlo for possivel as qoe o eongret-
so approvou petas leis de 6 de julho de 1855. a |
dejulho de 1856.
Arl. 3. O capilal do Banco sera' pelo menos de
dous inilhes de pesos em metlico, podendo porm
romecar as suas operarles logo que lenha em caixa
um milho.
Arl. 4. O poler exeeolivo subraetlera' ao coohe-
cimeulo do congresso era soa prxima reuni.lo a ne-
guria,-i,, qae houver realisado em virtude da auto-
ritac^a que esta lei Ihe ronfere.
Arl. 5. Commonique-se, etc.
llava chega lu a Boenot-Ayr.t o vapor Pampe-
ro, da carreira do l'aracuax, com datas de Assamp-
Gio ato 21 du mez passadn.
Como o vapor .Imperadora na iraz eorr dsracia de Boeoos-Ayrea, somente pele paquete
dous paizes, ligaem amigavelinente os seos habitan-
tes, e Ihes faram pratic.mente comprehender a es-
trella dependencia em qae se acha a paz a riqoeza
e o bem-ettar reciproco, convieram ua reviene do
tratado de commercio e navegaco de 12 de ootu-
bro de 1851, e na conveniencia de om ensaio qae
possa iniiii-irar-lhesns dados e as inlormaces para
bascar oelles um tratado definitivo, que traga pro-
gressivamente a abolicao dos direilos fiseaes e pro-
lectores tobre os pro.luelos naturaes e agricolai dos
dous paizes, e por fim a permuta livre, cuja utili-
dade reciproca reconhecera em principio.
Para ene fim nomearam os .-cu- plenipotenciario-,
a saber :
Sua Magestada o Imperador do Brasil, ao lllm. e
Exm. Sr. Paulino Jos Soares de Sooza, visconde
do Uruguay do tea conselho e do do E dor do imperio, oflicial da imperial ordem do Cru-
zeiro, graa-ciuz da imperial ordem a estriara da Co-
roa de Ferro, da real ordem napolitana de S. Gen-
naro, da real ordem de Drmehrog da Dinamarca,
da real ordem militar de,' liri-lo de Portugal,
etc., etc.
ES. Exc. o Sr. presidente da repblica Oriental
do Uruguay, ao Exm Sr. t. Andrs Lamas, seu en -
viado extraordinario e ministro plenipolenciario em
miiso especial junto de S. M. o Imperador do Bra-
til, graa-cruz da oroem de Christo du Brasil, advo-
gadu dot Inbunaei da repblica, acaisraico honora-
rio da real academia da historia de Heipanha, meoi-
bro do Inslituto da Ordem dos Advogadot Bratilei-
rus.dos Instituios Histrico! e Geographicos de Fian -
(a, do Brasil, etc., etc.
O quaes, depois de haver apresenladoosseui ple-
nos puderes, que foram recunhecidus sullicienies,
couvieram nos arts. jeguintet :
Arl. !. O gado nn p que pela fronteira for ex-
portado da Repblica Orienlal do Urogeay para a
provincia do Rio Grande de S. Pedro do Sul, ser
livre de lodo e qoalqaer direito de exportado por
parte da dila repblica. E psra qae nao possa ba-
vi-r duvida sobre a extensio desla "concessao, declra-
te que nao ter o mesmo gado sujeilo a direito a di-
reito algum pelo fado de sahir com aquelle dtslioo
do deparlamento ou dittricto em que te achar.
Arl. 2-_. Nao poder ser tojeita a direito algum a
introjucrao dot gadoi que, para serem ciados 00
engordados, passam da provincia do Rio Graode da
S. P.dro do Sul para o territorio da Repoblica Orl-
eolal do Cruguay.
Estes gados, assira como os que os Brasileiros pos-
saera uo territorio da repblica, nao podero ser so-
jeitos a nenhura oulro direilo.nem a raaiores direitol
que aquelle qoe pagoem o gadoi dos cidadaos da
repoblica, de maoeira que, em materia de iroposlos
sobre gados em p, haja enlre os ditos cidadaos da
repblica e os Bratileiros a mais perteita igoaldade.
Art. 3*. O xarque e d.mais producios do gado de
origem orienlal, importados na provincia do Rio
Graude do Sul pela frunteira, sero livres de lodo o
direito de expurtacu por parle da republxa.
Arl. 4-. Em compensaban sarao livres de direito
de consumo, por parle do Brasil, e equiparados aos
nacionaes, o xarque e os demait prodoclos do gado
ae origem oriental declarados no annexo junto a es-
le Iralado, importados na provincia de S. Pedro do
Rio Graode do Sul por soa froleira com a repblica
un por mar directamente dos parios h -bullados da
repblica para os do Brasil.
Arl. 5*. Durante o presente iratado.e desde a da-
ta de sua e.i-curo em diaore, os productos naturaes
e agrcolas do Brasil introduzidos dot seas portas 001
onenlaes, e ot producios naturaes e agrcolas da re-
publica inlroJuzdos directamente dus seus purtot
habilitado, nos do Bratil.gozaiao da segointe re luc-
cjao nos direilos de consumo que pagara actualtiien-
te, que nao pj.lei.i. ser aogioeutados.
No pruneiro anuo, que comec-n -.' a correr da da-
ta da execucao deste Iralado, gzai,1o de um. ra-
.liicca 1 de 3 por e.cnlo.
No segundo de 4 por cenlo.
No lerceiro de 5 por cenlo.
No quarlo de 6 por cenlo.
E atsira por diente, diminuin lo se ora por cenlo
raais logo que comece o novo anno de quintos pos-
sa vir a durar este tratado.
Art. 6-. Se ot direilos sobre producios similares
aos mencionis no artigo antecedente, pruveuienle.
de outros paizes, esliverem oa torera dimiouidoi,
de modo que | agera ou venhama pagar menos do
qoe pagam actualmente os de origem brasileira ao
orienlal, -enlo ut direilos aasiro diminuidos 01 que
servirse de bate a reducan da jue trata o artigo an-
lerlor, de modo qae os productos dos doos "paits.-,
mencin oos uo mesmo artigo conservera s.raprs,
durante a execucao do prsenle tratado.a* vantagens
com asquaes quiz ella favorece-los.
Art. 7: A durar j nbngaloria do presente Irala-
do sem da quatru annos, contados da data de saa
eiscurao, e podera' durar por raais lempo al que
urna das partes conlralenles denuncie oolrc a saa
lermioacau.
Esta denuncia, qoe podara' ler lagar denlro da-
quelle prazo, tera' feila com ama anticipabas de 6
mezes, lindos ot qaaes, e estando vencido o praxo
obngalono, cessara' completamente o mestuo Ira-
ladu.
Arl. 8 Os respectivos governos orgaoisarao os
regulaineolo. que ihat parecern) raait eflicazet para
a comprovarao da origem dot productos, e para evi-
lar qoe o commercio illicilo se otilise das vanlageas
aqu cunee lula., dando-ee por estes mesmos regula
memos ao cnsul respectivo a iiilerveurao oecetiaria
para que possa cerlilicar com coiibeciniento de causa
qua o pro lucio lie elTeclivamenle do paiz que o ex-
porta.
Arl. 9\ As respectivas reparli;(l de ambos us
paiz.s oriani8iirao um qoadro geral e circumttaocia-
du do commercio reciproco.com especificaba, do va-
lor dos direilos aboii os, to diminuindos am virlu-
ile desle Irat.00, afim de qu. possam esies dadoa
servir de base para filar no tratada definitivo os
ni to, di- etlabeiectr ama conveniente comp.iis.caio,
e a escala da diminuirn dos direitot at sua total
extinc^lu.
Arl. lu. As duas alias parles contraanle rec-
nhecem em pnocpio a conveniencia da igoaldada
das tarifas, e a du eslabelecimenlu de alfaudegaa
cummont as fronleiras para favorecer o commercio
legitimo, que cumpre proteger contra a iuiraoral e
prejudiciosa concurrencia do coDlrabaudo.
Arl. II. tlepeodendo a appllc.co desle principio
de esludut topugrapbicos e economicoa, ambas os go
vernos proveci a qae sejam reprehendidos e culli-
gidos os exames e dados precisos para que liquem os
seo. plenipotenciarios bem habilitados, quaudo ta
tratar do tratado defioitivo.
Arl. 12. Entretanto 09 dous goveruos se euteuJe
fio amigavelmenle para aslabelecer o roocorso de
seui respectivos empregados fiseaes para a repressat*
de cootrabando.
Arl. 13. Fica r.conhecida em principio a mutua
conveniencia para o commercio, a inju-tna e at be
oevolas rui.ii.n-s dos doos paizet, de abrir, por con -
cesso do Brasil, a navegado da lagoa Mirim edo
Jagorao a bandeira da Repblica Oriental do Uru-
guay.
Dependendo, porem, a applicai;ao desle principio
de examtse estados, a que maulara' o governo im-
penal proceder desde logo, lera' esla concessao ma-
teria de neguciacao ulterior qoaodo se trate do Ira-
lado definitivo.
Arl. 14. Entretanto o gaverno d. S. M. o Impe-
rador do ratil se offerece espontneamente a dai
todat at facilidades potsiveit ao commercio que faz
pela lagoa Mirim e pelo JaguarSo, permitdndo que
os prodoclos que fazem objeclo do mesmo commercin
postara ser embarcado! directamente nos navios
qae devara condnzi-los por aquellis a ua-, sem es
lar sujeilos por medidas fiseaes a haldcaciie. forc
dat, navegando os ditos navios directamente para
seus detlinos.
Art. 15. As doat alias parles contraanles reco-
nhee.m eai principio a comeniencia de facilitar a
cornmunica^ao e o transpone das pessoas e cousa.
entre ut dous paizes e dar-Ibes a manir seguranra
po.sivel. E reservaudo a e-hpul.ir'o dos meios pra-
Hcos neeessariot para preencher etle fim cora a maior
extentao e eflicacia potsivel, para o tratado definiti-
vo, c.nn em ueste ja na ab dic.io de todo e qualqoer
impotlo sobra o piataporle para o Iraoiilo pelas fron-
leirea terrestes.
Art. 16. 1 onvem oulrosim as ollas parles contra
Untes em por-se desde ja de uitelligeueia para que
ae autoridades o Torcas da Ironleii'.i procedan] de
rimmuin aecerdo na peiteguirau dos deliuqaenlea
..Camilla recabereraus as oossas fethas o cartas da contra s pestoas e propnedades.
O lenle coronel commandanla do balalhao de
infantaria 11. 79 .la ruarla naciunal da provincia da
Babia, Amnelo Jo-e de Souza.
Foi perdoada a Lucio Jos Rosees a pena de'doos
MUTILADO
laMtTjpfle. Aqui Irn- -rev. mo- o Iralado rom o
Estado Oriental do Uruguay e a eipusir-ao da Sr.
Camas.
TRATADO DE COMMERCIO.
Km nome da sanlissima e indivitivel trindade.
Saa M.ge.la loo Imperador do Brasil, e o prosi-
deute da Repblica Orienlal du I rogusv, reco-
iihecendo que a positjia geogra|ihi-a de seus r.-suec-
livos paizes. a natureza e a exlensao de mas fron-
leiras, e o curso das aguas qae s. encentran) Hel-
ias e aira vr -..un ambos os territorios eslabelem na
tur lmeme relar;es muilu especiaes qu. requeren)
ser altendidat e regaladas por estipulac/iet tambem
muilo esp.ciaes, que, ao pasto qu
, ;.,.P nPAarvAriix.de matarla
trl. i7. lleconheceniJo >e a conveniencia de la
eiblar e execucao do ert. I9dalraude de \-> de ou-
lubro de 1851, relativo n recife du --alt.i I,ronde di.
I ruguax, as duas alias jiaries cunlralaiiles Cuuvein
era addicionar ao dito Higo u seguinle :
1. No caso em que sejam remnhecidot de impot-
tivel, ou de mu ditpeodiosa exeeucio us meios ludi-
r loa naquelle arl. 19 para desiror ou evitar aquel-
le Sallo, terao esses meios subslituidos por uir rami-
oho terrestre, qae ligue eolre si e da melhor mauaira
possivel as parles navegaveis do rio, separadas por a-
quelle recife.
2. A cxerur.io da obra ser enlregae a companhia
faviireram os in- oa particular que se proponha faze-la com mtlliores



DiAEIO ht FKBNA5BUCO SEXTA FEIRA 20 DI NOVEMDRO DE 1ST
3. Oa pleuipuleariariotnrgoeiadoret do Iralado de.
(idiIivo s.-r eucarregados de justar as batci e con-
difujs, capitae., meJiaiile as quaes a ezecucao da
obra deva ser ..lien-rula a concurrencia publica.
Arl. 18. A Itepublica Urienlal do l'roguav, cou-
vem em dar as .oaiures facilidades a navegsro a va-
por cutre ui porlos do Brasil e os da repblica, e a
uavegac.au a vapor de Irantilo entre os porlos do im-
perio por meio do Rio da Prata e do Paran.
Arl.nO. Estas acuidades aerao estipnladns per-
manente e iiiuiuciosamenle no tratado definiliTo ;
eulretanlo a repblica asaecura as lioha* de vapores
biaaileiros todas aa franquezas oo favure* que baja
concedido ou houver de conceder a qualquer ouir.i
linlia de navegac,ao a vapor.
Art. ->0. De eonfuriuld.de coin esta rontessao de-
clara-se que os vapores da coiiipanliia brasileira que
navegao para kloulevido guiaran desda Ja dos -e-
guiole* favores :
1. Dos inetmoa privilegios de que gozam os paque-
tes de S. .ti. Hril -unir os da liuha sarda.
2. Serao isentos os vapores da dita cooipanhia de
direilos de ancorasen), de lonelagem, entradas de al-
fandega, e outros estipendios ou direiloa ioiposlos so.
bre os navios marcanloa.
.1. Serao lambem santos de direilos pelo carvilj
importado umeamente para seo consumo, e os navios
que coudazam esse carvao serio iseolos dos direl-
ega de tonelagom e guiudagcm quando aiam em lt-
iro.
I. Para evitar a demora na entrega das malas, o
invern pennitlir.'i que os passageiros, dinheiro e
nerradonas desembarquem dos vapores da compe-
ndia immediatameole depois de sua chegada, aob a
fitcalitacao dos ofiiciaes compeleotat, do modo for-
ma que prescreveui as le e regulameutos da alfan-
dega.
Arl. 21. Alcm deites favores, flca garantida desde
ja por 10 annos aot depsitos de carvao que ee esla-
belecerem em Montevideo para o *rvtco das liohas
de vapores brasilairos, a situarlo aslabelecida pela ta-
rifa exialeoie. '
Art. 22. Ambas as altas partes contratantes coin
metlerao aos plenipotenciarios qae devem negociar
o tratado definitivo a declarado e o estabelecimeolo
dos meios pralicos de por em esecui-ao o art. do
tratado de commercio e navegado o'e 12 de oulubro
de 1851, o qnal se transcreve em segoida em lesle-
ruurih.i da importancia qoe dao ambas as ditas altas
parles contratantes ao fado de que liqoeio fechadas
em nome de Dos e pelo reapeilo devido as bases
fundamentaos da sociedade liumanaf todas as fron-
leiras americanas ao eoramercio dos fruclos das bar-
baras confiscacGes, que redujera as familias a mise-
ria, e tornam hereditarios os odios das guerras e das
disseoret civis.
Arl. 7* do tratado de commercio e navegrriio de
12 de ootobio da 1851 :
Keconlieeendo qoe o cunli.ru bellico da proprie-
dade particular na guerra ierre.re. ou por motivos
polticos, se oppoe a organisac.o e aos flus das so-
ciedades civilitadat e chrisUas, e-lando abolido o
confisco ptla legislado dos dous paizes, tendu do
direiio pe.feito de cada orna das partas contraanles
nao pennittir no sea territorio nem a sena nsciooaet,
que directa oa indirectamente conlrariem os piinci-
pioa e disposicfiea de soas leis, obrit-am-ae ellas reci-
procamente a nao admiltr em seus territorios os
bent confiscados, a devolve-los a seo legitimo dono,
a prohibir a seus respectivos cidadaos qoe Irafiquem
ou auxilien) o trafico de laea heos.
I Os meios pralicos de levar a elleito a disposicSo
deste artigo para prova da propriedade eonli-cadi, e
entrega a seus legtimos douos, serao estipulados em
ajaste* especiaos.
Arl. 23. O presante tratado ser ratificado, e as
ralilkacdaa trocadas oesta cidade do Kio de Janeiro,
dentro do meuor lempo poisivel. 1-indos :i mezes
contados da data da troca das ratificarles, rooierara
a correr o prazo eslabelecido no an. 7-, o inesirio
tratado lera' plena eiecocao.
Em leslemunbo do que, nos abaiio aitignados,
plenipotenciarios de S. M. o Imperedor do Brasil, e
do presidente da Kepoblica Oriental do Uruguay,
em virtude de nossot respectivos pleno* poderes ai-
aignanot o presente tratado com os nossos piiobus, e
Ihe fizamos por os nossos atlloa.
Feilo nesta cidade do Kio de Janeiro, aot 1 diaa
do mez de selembro do auno do uascimenlo de Nos-
so Senhor Jesas Ciiristo de 1857.,1.. S.) \ isconJe
do Uruguay.(I.. S.) Andrs Lamas.
ANNEXO.
Productos do gado a que sao applicaveis as is'ncet
absolotas e mmcdialas do arl. i- do tratado de
commercio e navegado deala data.
Carne de vacca e de porro, se.-ca xarquo om ou
sera sal, em salmoura, fumada, prepareoa de qual-
quer oulro modo, ou em conserva.
Conrot ou palles de gado vaceum, cavallar, lan-
gero, cabritum e snino, seceos, salgados, cortidos e
preparados como -bezerroa, cordoves, vaquetas, car-
Deiras, marroquins, a cairos semelliantes, solas inlti-
ra. oo em Mallio.
Cliua, 1.1a soja, limpa ou cardada.
Sebo em rama, coado, derretido ou em graia.
Sebo preparado de qualquer forma para uso do
commercio, grata, extracto de tutano.
Atada e grata de egua e potro.
Mauleiga de vacca, manteiga oo noto de porto,
fooeinlio salgado o em salmoura.
Em geral, oa producios solidoa e lquidos ubtidos
por meio de procetsos cbimicoa da gordura auimal.
qualquer qoe seja, sem excepcao. a forma cora que
se dfs.in.ro para uso e commercio.
Leile animal em conserva, ou de qualquer ootro
modo, maasa de leile, mnnleiga e queijo?.
IJnsuas seccas, em salmoura. e de qualquer ou-
lro modo, preparada e conservada.
Cintre, ossose uohas em eslado naloral, calcina-
dos em fragmentos, ou em cima, carvao animal.
ripas oo intestino, de vacca oa porco em cuuser-
va, lalmoaro ou secco*.
Garra*, colla animal.
Saugue de boi e de oulros animaes, preparado de
qualqaer modo, e convertido em producto iudu-
Irial.
O prsenle annexo lera' a mesma brea e valor co-
mo se foste inserto nn tratado feilo oesta cidade do
Rio de Janeiro, aos i de selembro de 1857.(I.. S.
Vi -onde do ( rusuax. I.. S.i Andrea Lamas.
Ollicio com que o ministro oriental aeompaudou
o tratado.
Ugar&o da ICpuNica Oriental do l'ruguay no
Bratt\.
Rio de Jantiro, 10 de tettmbro de 1857.
Sr. Miniatro.No dia i live a honra de astignar o
novo tratado de commercio e navegado entre a re-
publica eo imperio, de coja negociarjo eslava encar-
xegado.
Havendo sido honrado com a mais ampia cenfiao-
ea por parte do goveruo da repblica, jolgo do meo
dever a^ompanhar o tratado de uina breve analysa
das etlipulac&ea que coolm, e das raicea que me
iodoziram a prop-las, ou a aceita-las.
As mollas tacanas deale Irabalbo, que devo execn-
lar a pressa, serao sappridas pelo Dr. llenera, et-
cretario da legarlo, que condece perleilameole al
os mais pequeos dolclhes desta larga negociaco a
que assislio.
Paia este fim o envi a presenta de V. Exc.
O prembulo do tralartn reproduz litleralioenl* as
< ontiderara. em que o fundei a priineira das bases
que apresenlri com a miulia nota n. :ln de ti de le-
vereiro do crreme anno.
Admille a idea de um eneaio pralico e da progret-
siva diminuirlo de direiius, lando em vista a livre
perinola, ceja conveniencia lira reconhecida em
principio. Postas estas basea desapareca a dillicnlda-
de capital da negociadlo.
A permuta livre he orna idea econmica e poli-
ticamente leliz e facunda para os dou* paizea, cuja
potito econmica e poltica he respectivamente espe-
cial.
Essa idea porem, na aclualidade, he impraticavel
por nnsia parle. Pailicipa dos inconvenientes, iiito-
peravei- por agora, qoe lornam impossivel o n porto
franco, que (em sido aempre o helio ideal de Mon-
tevideo.
A noisa renda tem por fonte as alfandrgas.
A diminuirlo, como a snp;ne--,io desea renda ni
pode realisar-se por subsiituicAo de contibuir,oe.
Nao existe anda esse tubstiiulo, nao he por ora
poativel crea-lo, e a creadlo des.es substitutos i.o se
faz, nao se pode fazer tablarnente, em ntolium paiz,
em neiihuma poca, por felii que seja.
O systema das coiilrihaijes faa parte dos cosa-
nles dos posos, o os coslumes n3o se Inuovam repen-
tinamente ; he preciso obrar por iraiisiro : e essas
traiiMces lio de aoa nalure/a lenta*.
Para faier a sulislilnirao da renda daalfandega nos
lalla materia loilieiruie racionalmente impotaivel. e
uos fallara os hbitos, que s poden? crear-se de va-
Uar, coiu o aoxiho do lempo, coro o auxilio d^s cir-
uii,-ijuci, e por urna inlelligente imciarau e *xe-
cucio de reformas administrativas a de melhorameu-
lonmaleriaes.
He islo urna verdad, anda sendo 'mmenle as
randas para cubrir integralmente as neces.idade- pe-
cuniarias do estado.
i.'uando, como dos MeeaeVa actualmenle.ellas eslo
muilr. abano das neceasidadei. qaando silo de todos
m-ulticieule*, nao *e Ibes pdeloc.r de maneira qoe
i.allectede diminuirlo era pniluzir perlurbaie
funestas, sern acabar de piuslra-la*.
Parece-me evidente que a nu,;a renda da allande-
gj nao pode diminuir mais sem acabar da pros-
tiar-nos.
A diminuirlo de cerlos impostos he um meio de
duelo* orienta**, ata trocarde urna abolir total a Ontcm a repblica
r'nru'urlo,''' P ""PS-o em favor des- Mercad, privilegadissimo par lodos o. aeus Pro-
'".... doctos animaes, pela abolirn inmediata dos rirei-
A franqueza da l.vre exportaQa do gadoe do, pro- lo, de imputara! c.....amo no Bra M que s de
duelos do gado criado oa eugordado no territorio ">" "' -'- <"' --- q
oriental
Mas o Brasil eslava na pntse dessa franqueza, e no
arl. t. do tralado de 1851 se Ih'a garanta ale i de
mnen.! ro de |M>I,
I-undamenlei, he cerlo. o direito denuncia desse
tratado por nossa parte ; porem ron'.esiantu o Brasil
esse direito, e manifeslaudo-se decidido a ea-t-mar a
ex.curao do tratado pelo lempo ajusl.de, a solorao
nao poda resollar seufto de urna collisao aulre os
duut paizes.
.r^T'VI0 Vi{" 'neonvenienle, e os p.rigos de
ama coll.sSo Jiolernacional r.So baslava aquella Irau-
queza JA concedida, e que o Brasil clgava suir.cien-
lemente compensada pela livre introducco de nosso,
producto* pelas fronleiras terrestres.
Era preciso offerecer algama couta mais.
0 qae !
Nio Imvia eicolha : o qoe unicamenle podamos
onerecer, o que no caso cabla offerecer, era urna di-
rniiiuirao nos imposlus que se cobrara em nossas al-
landega, sobre os produca, brasileiros. Esludando
aneiiiamente este ponto imporlanlissimo, e tomando
como dado-
15, 25, :ill, e al i0 0|0 ubre os dilos productos.
Mercado privilegiado para os seus oulros produc-
ios agrcolas e naturaes pela diminuico progfisiiva
dos direilos de imporlarn e consumo.
A repblica da' em compensarlo I
Sobre as vanlaaens ja concedidas na fronleJr pe-
lo tratado de 18".|, urna diminuir,ao de 3 ,U limme-
dala, e de 1 0|0 annoal sobre us direilos actbaes de
imporlac.ao dos producios bra-ileros, diniinuiro cu-
jo effeitu na renda me parece que, segundo o hei di-
to e repito, poda ser sana^u por una uield. i li-cali-
sac.;1o sobre esses ine-un s productos.
l'.ste he o tratado na parle ue une me* occuprl.
A psiipuale.in do prazo obrigalorio deste Uovo
tratado lu una das que mais me lem preoccuppdo.
O pra/ < de de/, dio niezes fixado as primeiras lia-
ses da negociar;o s para facilila-la, era devidamen-
le insullicirntr ; am dezoito me/e- nao poda operar-
se neubama uielbora tensivel em nosso eslado in-
dustrial.
Porem um prazo longo, que he o que necessla-
riamee no inleresse do prosresso indu-ln.il, tinba
iocuiivenienlesgravissimos uascidns do triste estado
Primaue ,oc"'1 "" ''a ,"s manlem ideas, as paixOes, as
Jn a elevacSo dos nosios dlreilo, sobre es- | remlni.cencias e os habilos revolucionaos.
neres a ,H- '. V S quaeS algon' de l"'meira Sem 'onsolidarao da paz, e sem a apparencia de
SfVundo P! ,""'* a ""r.raodap.z.nenliumamelliora^enliumprogre..
menlo i 2 .ir, V'',","'* a"'V'?r Pr""ienle- ,u- '""Imina acqoisirau solida e b.uefica pode opc-
menie a nossa tarifa da alfandega nao srt para facili- rar-se. *
,JJt """"menlo commercial e os consumos, mas Nao se dindo urna grande mudanca em asm u.
i1Suden.,T,0r..?CeM d" mp0,,a Pti ,>',,e, de "d" C"Ja, a "*"'S"o prouress.va do. direilos
Terrn a r "la a ,- '' >0"e "' Produc"' br.lleiros poderia augmenlar-se
',. ;; '"'""'de com que o va-io da dimi- crin o correr do* annos al affeclar sensivelmenle a
nnieslo sena instantneamente prcenehido por urna | nossa renda sem compensaran algnma.
fo... "ma arrecada,;0' ma!all^hi.qrrr^eaqT"d"e"U,,eie",.para S5- essa eon.penr.o, que, bom he repeti-lo, tO
id.rl. iJ, '.1 "e1.a,Rum cooa m" "' Pde *'r pela paz, pela confian,. naVonsolida-
nidada do que a l.scallsarao a a arr.cadarao ac- ; ro da paz, a eslipularao parecera leonina, e sena
~k I de f8cl "">
mente oBeaairf*XB.C,r V 1" ,.d're.'0S ""' 55*1" 'S' "*"* '"^ n<""" nlernacion.es
meme pesam sobre os productos brasileiros podaran., em que a raz.lo u3o eslaria do bo*co lado, pois qoe
no nnr^,',^1""5 "amtd"1' deJ4 ou e de" n. os qu. por nosa poura sensatez, nur
pois por aiiins poneos annos, ama diminuirao pro-; nosso pouco patriollamo, haveriamos esleriliaacio,
;.* a""ual- eem a1eclar a renda real, impossibililado o proveilo que da e.lipolacao devia
comtantp que no acto de faza-la se melhorasse me- resullar-uos. q
!lraS.,e'!"a7? m.''s a ''SCali,a5ao a a arrecadarao do O* desgoslos e os eonlliclos inlernacionae* asrava-
imposto da alfandega. riam o mal resullaole, por culpa nossa, da slipula-
isto me pareceu, e ma parece bastante parece has- rao que Olo benfica devia ser-nos.
anta para preencher de proroplo o vasio da minui- i Anle esta eventualiilade, e negociando quando a-
Sao. lieando-ons como beneficio liquido o qae pode- inda nao esla' o paiz firmemente collocado as vias
riam produnr o augmento de consnmo e de mov- da paz, e da reorganisarao que da da eousolida-la,
cto, brasileiros, e o de valor de no- toda a prudencia me pareceu pouca.
mero de nosso, prodoclot desde que livessem merca-
do privilegiado uo Brasil.
Em consequencia tomei por base, para mim, urna
diminuir.! que nao excedess* de 1 ( inmediato so-
bra a tarifa aclaal, 1 g ao anuo ; propendo nAo con-
ceder essa meima diminuirau aos producios brasile-
ros sen.io com a qualidade de commum para todos os
producios orienlaes existentes oa possiveis, que nSo
antrassem na rasslicar,,u da immediata erecrao re
impostes que preleudja, ao menas para os princi-
paes.
Bem qoe os calclos em que me fondava nao me
parecestem suscepliveis de erro grave, qoiz prever a
pussibilidade de qoe o fo,s*m, e no ligar o paiz per-
durax rmente s conteqaencias do erro.
O mel era nao fazer um tratado definitivo, nem
de longa dorar-So ; e a adopto desle meio era robus-
tecida por uuiias impurlantes considerarps, que in-
dicare! mais adiaute ao refeiir-me esiipulacao do
lempo.
Naslas convcroes fundei as bases que propuz com
a nota n. 30 de (i de fevercko ultimo.
E essas batea eram romo V. Ec. sabe.
1. Um tu-rio pralico temporario.
2. liento immediala para os productos orien-
laes.
1." Diminuido immediala de 2 | e mais 1 an-
nuual sobre o que pagam os productos brasileiros.
Estas bases assim apresentadas me deixavam a
margem precisa para as ulterioras coocessoei que de-
via arrancar-me o xito da negociado.
A trela foi longa, laboriosa, aUdigosa alem de
toda a expresslo.
Encoutrei objecc.es e residencias de lodo o gene-
ro qoe neste linimento uiu posso historiar, purm de
que dar informarao vocal o atcralario da leca-
ia...
Em retultado, o tratado qoe submelto ao governo
da repblica contera ludo quaulo ueste poni m* pa-
rece qoe podamos pretender.
O* artigo* I.* 2. e 3. nao fazem innovaran na
siluarao existente na fronleira.
lie a mesma siluarao actual, talvez melhor defini-
da e regularisade.
O que ella pudesse ter digno de ser corregido, en-
conlra ellicacnsimo correctivo no arl. i."
O arl. 4. nos d e nos da ttulo de compen-
sarlo pelas franquezas de que iralam ot arls. lo. "
e 3. a i-enrao imrnediata de direilos para lodot os
uossos p tamente oo Brasil, n3o t ,iela frouleira terrestre,
como tambein por mar de lodos os porlos habilita-
dos da republira.
Soliritei oblive que estes productos do gado los-
sem rniudameiila especificados em um annexo qne
faz parle dn tratado, para evitar fulurat divergen-
cia ile classic.-irjlo.
Emperihei-iuc em qne fossem compreliendidnsnao
su os producios actuaes, teuao lambem os productos
pos-iveis, porque se o paiz ha de levantar-se, he ne-
cesario levantar a Ma industria do alrazo em que se
acha. e um dos meios de provocar es,a melhora lie
mostrar que lem valor, que tem mercado em que se
converlam em dinheiro todas as parles do animal,
at esse tangue em que se ensopa a tetra, ate esses
fragmente* que se decompOem sobre ella, com pre-
juizo da hygiene publica.
r.ompreliendi aub a denominarlo de producios do
gado, nao s os do vacara, como ale agora se fazia,
como os do gado langero, e os do gado -uino.
A creacAo e o beneficio do gado suino he um ramo
mportantissimu nos nstado.-1 ni lu-, e o seria cutre
nue coro mediana dedicacao.
Ot prodoclos desso gado encontrarlo Isrgo merca-
do no Brasil.
Com etsas ampliarCes o valor da criarao Pica JOla-
velraenle aogmanlsdo.
O ai ligo 5, e-tai,riere a escala porque se da de fa-
ier a reducan progressiva dos direitot que pagam em
nossa alfandega os productos brasileiros.
Easa mesma escala he applicavel aos productos
naturaes e agrcolas da repblica nao compreheudi-
dot na isenc/io ab-olota e immediala do arl. 4.
A reduec.au immediala he para ambos de 3 ll|(l e
a aunual de 1 0|0. A reducrao immediala de 3 OO
he Inferior a quejulgo. como ja disse, que podeiia-
mos fazer sobre a tarifa actual da nossa alfandega,
sem prejudicar a renda, e supprindo instantneamen-
te o dficit por una melhor li-rali-m.an auhre este*
mesmos productos. Dos nossos a que cabe o bene-
ficio do arl. 5. puucot exisltm na atoalidade ou pro-
piamente nenhum, porque u3o nn, dedicamos nem
as industrias proprias do nosso *olo, nem os arles da
paz e de vtrdadeiro bem-eslar.
Os cer,eaet, por exemplo, devem ser um de notaos
principaes producios.
Basta applicar-se inlelligentemente ao, Irabalhos
das Ierras para que em breve lempo o sejam.
Pelo arl. 5. iicain beneficiado* desd* o primeiro
da execurSo do tratado com W) 0,0 do* direilos que
paguem os similares de oulra procedencia ao entrar
no mercado do Brasil ; aos doze mezes eue beneficio
se eleva a 81) (lio, aos viute e qualro mezea licam
completamente hvres.
O tratado ofTerece po, urna vanlagem de 5 |0
aot quecoltivem e beneficien) as plantas fibrosas co-
mo iinho e o catihamo. Esla cultura a existi em
nosso paiz.
He urna collura lacil em que podem aproveitar-
e Ierren, s le eiin.lilairau inferior, em que podem
ulilisar-se as mulheres e os meninos, que boje vi-
vera em folgada miseria, damuosa a ellet, damuosa
soeiedade.
Do mesmo beneficio gozara o tal o salilre e o
roarmore, que podem ser odjeclos de etploracao en-
tre nos.
Gs outros producios, air.da que beneficiados na
mesma propongo, nao Tiraran) livret de direilnt se-
ndo em matur uumero de auuos, alguus de inuilot
auno*.
Esforcei-me em que a, farinha, -oliraludo
trigo, Tost immediala ou proximamrule livre ; po-
rem oesie ponto lodo u esforco fui, e ilavia ter in-
til, porque a ienrao absoluta e nominil trana a es-
te paiz graves diflicnldader.
Tenho consciencia de que consegu q jauto era pot-
sivel, conseguiudo que iiilu losse ella excluida, como
se pretenda, da e-cala progreisiva do art. 5.
Tem tem embargo una vantagem immediala de ;l
Se o prazo obrigalorio do novo tratado nao abra-
asse lodo o lempo qoe falla anda para o cumpli-
mento do art. i. do de 1851, u governo imperial nos
exigira qoe, vencido o de ensain, completassemos o
que anda reslasse do daqoelle artigo. Esla exigen-
cia se me apresentou com effeito.
Julguei. pois, que aervia bem aos interesses do
paiz, preleodendo que o novo traan tivewe a da-
rac,3o olihg.itima de qualro annos, pnrm sem ler-
minar coro elle, de oecessidade, se aot dous gover-
no, couviesse a sua continuaran.
Detie mudo, se ao cano dos qualro annos a rep-
blica o julgasse prejudicial aos seus interes-es, tinba
a faculdade de da-ln por concluido, e como licava ja
preenchido o prazo do artigo 4. do de 1851, racupe-
raxa a soa liberdade por iuleiro para fazer o que en
leu ese coiivir-lhe.
O governo imperial, recondecendo a insofliciencia
do prazo de dezoilo mezes, mo qoeria comludo que
o obrigalorio excedess* de dous aiinus com a resena
de preencher-se o do arl. i. do tratado de 1851, no
o estando a' cessucao do novo tratado.
Ponto diflicil e laborioso foi este ; porm afinal os
qualru anuos se lipularam nos lerra tend, como V. Exc. vera' pelo art. 7.
Os art*. 8.' e O.- *3o conformes aos paragraphos
6.' e / da primeiia base que apresenlei e (o appro-
vada pelo governo da repblica.
Sua necessidade a sua conveniencia silo obvias.
Os art*. 10 11 e 12 sAo a reprodiii-ruo da lerreira
bate que apresenlei com a ola n. :lll de ti de V ve-
reiro prximo passado, e que merecern) a approva-
(|o do governo da repblica.
Em principio a igualdade de lanas e o eslabele-
ciraentu de alfandegas fronUirii-aa communs sao me-
didas convenientes aos don* pa zes, te. como he de
esperar, o commercio das frunleiras lomar impor-
tancia.
Porem parece-me diflicil chegar a um accardo pra-
lico anda por muilos anuos.
A repblica nao pode deixar da irompanhar o
bem entendido systema liberal, em qoe estilo en-
trando a, air/ndegasdo Rio da Prala. O meio, pois,
de chegar a um accordo seria que o Brasil modificas-
te mu essencialmenle o seu, e isto nao succederia
em muilos anuos.
A idea de una tarifa especial para a provincia do
Kio Grande esta' declarada, e he em verdade iuad-
missivei.
O rgimen das alfandegas do Brasil nao pode dei-
xar de ser um e indivisivel.
Devendo ter a mudanca geral. nao podia ella op-
perar-ye de prnmplo sem grandes perturbarles na
renda que, anula qoe em notavel progreasu, nao po-
de ser perturbada sem comprumelter osavultados
empenho, pecuniarios i|oe lem lomado e toma ac-
lualmenle o thetouro para as vias de commonicarRo,
para a colunisacAo, para lodasa* medidat enilim cun
que mienta conjurar aa diminuir at consequencia!
da cris* que lh- Irooxe a -up| re-o. sem subslilulo,
da iinioi taran de Africanos.
Esta mesma ciite latente nao Ihe permute pensar
por agora na substituirn da iKnliuma parle da* ren-
das da allaudega, que Ide sau Immedialameote pre-
cisas.
A reforma daalfandega sera' meio lenta neste paiz
e esta lentidio, indispeusavcl sob cerlo aspecto, dir-
lirullara', como ja disse, o accordo pralico sutre a
igualdade das tarifas por muilos anuo-.
Na poca da celebrarlo do Iralade definitivo, se
esla poca u;lo se esparar milito, he provavel que
pouco mais te far* do que ratificar o reconhei i-
mento em priucipio, aprazando de novo a execu-
rao.
Seja, porm, ou nao exacta esla apr*ciar.to para-
mente muida, a repblica conserva, como o Brasil,
a liberdade necessaria, pois que, qoer a igualdade
de tarifas, quer o eslabelecimenlu das alfandega,
fronleiriras comuiun,licam dependentes de urna ne-
gociarlo ulterior.
He uetsa negociarSo, que se da de discutir e deci-
dir o qu mait cuuvenha a cada urna dat partes con-
traanles.
t.iuaniu ao accordo dot empregadns fiscaes dos dous
paiz** para a repressito do contrabando, nao juico
uecessana a me-.na explicaran. Sua ulilidade com-
mum he vitivel, pois o contrabando he necetsaria-
menle dnpio : os meius que emprega eoulra um ser-
vem contra o oalro.
O artigo, aero embargo, nao nosimpe nem aug-
mento de servir, nem augineuto de empregados,
nem alteraran de legislaro.
A* eslipulares relativa, a' navegaran da laga
Mmm e do JaguarSo, cuntidas nns rt*. 1:t e a ,,
tratado, foram materias mo so de tormentosas di
cos.net e de tenas dilliculdades seuAo de verdadeiro
conllicto.
Mais de orna vez ellas puzeram ero perigo a nego-
C*r-ao inteira. Os arligos. lar, como hnje te enc.m-
tram no tratado, foram conquistados palavra por pa-
lavra.
Sob este punto de vista brasileiro, a conce'sao era
de si grave, e razao lindam para pretender apraiar
teda a retuerta, lendo por caducada* as anterio-
res, alo que s* consolidaste slidamente a paz,
nma ordem regular, e urna poltica bencvula na re-
pblica.
Newa aprazamenlo eslava firme o plenipotenciario
brasileiro.
Porem esse aprazamenlo era de fado, a meos o-
lhos, orna repulsa peremptoria c insanavel,
limpreguei para enuibate-lo lodos os meus recosot
por ultimo fu da concessao qucslau decisiva da po-
lilira internacional.
Esta qaeslao sudmettida resulurao directa do go-
verno de S. U. produzio a adopfito'dcs arls. i:t e I i
do tratado.
Pelo arl. 13 o Brasil recondece em principio a
mutua conveniencia, para o commercio, a in lintria
e as bmovolas rel-res dos drus ni/c de abrir, por
de i concanle, a aavegarlo da lagoa Minm e do Jagua-
rlo i' bandeia da lepubra.
I'ica dependente, lie verdade, a pralira desla enn-
ces-ao de urna negociado oltehor, purem nao inde-
linidamenle.
Eli fara parle da necnriarSo do Iralado definitivo
de commercio. tssa mesma'dependencia porm be
!u relativa abandeira.
Pelo arl. Ii te nos enneedem o, prin-ipaes bene-
tl.il sidre f*riudas de qualquer oulra proceden- ''c'* pralicos da navegarSo de que estavamos pri-
cia, at sobre as dos Estado- Unidos, e islo quando I *ail."s-
us dilos esta jos, qae to o principal contumidor dos ;,,'' 'm kf '"nceyes immedialas e pratieaj Aa rl.
producios brasileiros ( ruo-ommem 15 inildoes de pe- desapparerem us mais grave* prejaina, que nos
a. aiiuuac* o* recebem livre* de direilos de im- iofn a navegac;ao exclusiva do Brasil na lagoa Mi-
p iriar.io. rim e no Jaaoarfo.
l-toera o eiscnciolmenle pralico no momento, e
io all est.
Execnlado o Iralado em breves anuos a d.mdeira
-se detcnrolar nessas aguas, ruja ciunmuiiidade l.a-
via perdido.
ipio, porm Irara.lo e nivelado para recebar no fu-
turu os trildos de ferro, que devem suppnr jrande
parte da distancia.
Esla idea, que salva o inlere na obra.se me finura eminentemente oriental, pois
que com o andar do lempo fana da nn-ta cidade do
Salteo emporio.de om commercio importante.
A idea consignada no artigo de entregar a obra ao
inleresse particular me parece a (armla mais pra-
lica da realisajflo.
Oa governos nao podem, nem devem lomar a si a
exeror.Ao dessas olnas.
Comprte-lbe* inicia-las, Tmenla-las, e fazer del-
la um empreg) ulil para s capilaet, e para a acli-
vidade particular.
Osarla. 18. 10, 20 e 21 s3o conforme a sexta das
base* que spresentamns.
As concessOes que liz n.to podem merecer objec-
5o. Nao ha nellas naila de especia!.
Creiu que o o.issu inleresse, o mteres-e do porto
de Montevideo, sena ampliar essa, concessOes, e fa-
cilitar, promover o eslabelecimento, nao s dos de-
psitos para a navegado brasilea do Paran e do
Paraguay, mas tambera o das oflicinas necessaria,
para a repararan dos vapore,.
Este objecloque pode ser de grande proveito para
o porto de Montevideo, merece a altenrao de V.
Exc.
Nao creio que me seja permillido demoraren) dar
a razan porqoe propuz o arl. 22 do tratado, que foi
admillido sem diseuisSo, tal como apresenlei.
Em njinha opiniAo a repblica deve pugnar per-
severantemente al conseguir que teja de dirdlo
publico americano a estipularlo qae tive a honra de
iniriar em seu nome em 1851.
Perseverando, ella o sera'.
Opraio de (res mtze, contados da dala da troca
das ratificarnos, de que falla o arl. 23, era o menor
qoe se poda dar para principiara execurao das al-
terarOes qoe se fazem por esle tratado na* tarifas das
alfandegas dos dous paite.
Estas aile r-rnrs nuiles devr ni ser brotca*.
lie iieceisaro dar um prazo racional a* Iransac-
C5es pendeotes.
Pelo que acabo de dizer sobre cada um dos arli-
gos, lera' V.Exc. enmpreheudidoja' que lenho con-
cinicia de haver oblidu e firmado um tratado vanta-
joaissimn para a repblica.
Essa he a verdade.
Porm lenho tamhem a consciencia qoe V. Exc.
me permittira' manifestar aqu de qoe a mxima
parle das vanlagen* deise Iralado depende da con-
aolidaraoda paz, como a consolidarao da pz deprn-
le da concillaran dos hons Onenla'es divididos pelas
raixnes, os egosmos e os odios das guerras civis qoe
devem abjurar de corarao se querem levantar a pa-
Inacommom para podeiem raunir-se em um pen-
tamenlo deverdadeira e fecunda reoigaoisa^ao.
Sm esla unio, que he a nica fonle de forr* de
qae necessilamns para recnnslrnir o nosso edificio
poltico e administrativo sobre as bases crmstitucio-
nae* para modificar o no-so estado social que as
goerras civis lem envenenado e pervertido, eouli-
luarenios sendo o que datemos sido al lioje.
As pocas de paz e de rep.irar.ao serRo lgeiras in-
lermllleoea*, l nosso pastado dea guerra civil
cliror.ica: e a mais bastarda, a mais ignobil das ge-
ras cms he a que esse passado pode dar-nos, porque
neuhunia idea, nenhom principio no* divide. Esta-
mos dividido* porraucoret, por egoismnt, por anli-
paihiaa, por ambic.Oes, por clculos, porespecolares
pessoaes. Invocar o passado he invocar a guerra
A nutrra civil lem devorado a nossa riqueza ma-
terial e os elementos moraes produtem e engrande-
cera esta riqueza. Com ella nao ha seguranca, nem
para adquirir, nem para conservar.
E sem essa segoranja nao pode existir o verdadei-
ro Irabalbo.
Basla invocar a soerra civil, para o que apenat
oasla invocar o panado de nnsta* facrOes, para pa-
rausar a emigrarlo dos hraro, e do capilae* etlran-
geirot, para perturbar e dter a expantao do* ele-
mentos que ja' possue o paiz.
Basta invocar a goerra civil, para o que apenas
nula invocar o passado e nossas faccoes, para roboa-
lecerna populajao existente a indolencia, a vadta-
tao.'que he um dos resultado- da falla de segoranja
para a acqoisic.ao e a coustrvarAo dos fruclos dona-
baldo.
O peior da guerra civil nao he a riqueza prsenle
que devora, he a riqueza fulora que impossihilila,
iierverlendo os habilos e as ideas moraes.
A guerra civil substitoe as perspectivas do bem
eslar creado pelo trabalhu huneslo, pela honradez,
pela moralidade; subslitue as perspectivas da rique-
za accumulaila lenlainenle pelu Irabalbo, pelas pers-
pectivas do bem estar, que te denva das posires
potincas, na riqueza individual, que se encunlrar-
se subiamente nos vulces revolucionarios.
I>alii nascem ideas, preoceupares, illusde*,habilo*
que se arraigam cumo ludo, os hbitos que impossi-
tnlilain o domen), que o lorna incapaz da nma vida
activa, laboriosa, trabalhoaa. Il-lnioado a comer o
pao da poltica, anlreuue a cunliuuaa illu-es de for-
tuna sbita, o "miroem chega a esquecer a lei geral
da nalureza, a lei que irope a todo o bomem a vi-
ver do suur do seu rosto.
A guerra civil suxp.ime o* filos do trabalho.
A appareuoia da goerra civil, a falla de orna con-
lianc-a pica na consolidarSo da psz.senao os sopon-
ine, impeda o seo crescimento, Innila-os, eslenlisa-
os ate cerlo ponto.
L'm tratado, puis, cojas vanlagen* repoosam sobre
os iructos do trabalho, depende esencialmente da
siluai-ao em que o receba e o execule o paiz.
Se se apaga a apparencia da guerra civil.
Se lupprimindo o pregues da guerra civil, que
embriagan! a uns, aterronsaui c oulrot e damuam a
lodos.
Se se substitoe a discussao vertiginosa das paiioe
do passado pela discussao contcienciosa e Irauquill
dos inleresse* reaes do presente ;
Se urna iniciativa alia e inlellirenle domin i os
espenos, c Ibes abra o horisonlo da organisacac te-
cunda di. paiz, da comolidacAo de aua indepeu.lu-
cia e de sua paz, por meio de-a reorganitatao ;
.Se o goveruo levaniando-se por um esforr-o sopre-
mo sobre os habites, as rutinas e as preocupar&ei
que crea e arraiga a guerra civil no governo na'ad-
1....."dratao publica, como os crea uo lar e na admi-
mslrarao domestica, eosina e doutrina com sea alto
exemplo ;
Se a esse eiemplo une os meios que existen) de
provocar os Irabalhos uleis a commauidade e aos in-
dividuos ;
Se i rata ellicazmenle, como pode, de restituir i
industria e a' producru da riqueza os brama de qoe
a guerra civil e a na' pnlilica u lem privado ;
Se para aopprir o numero de hrar-os Ira em auxi-
lio dos Irabalhos agricolns oa progresaos das setenen,
physicas, clumicas e mecamcat, como he pottivel
traz-lus sem grande etforgo, sera o mnimo sacrifi-
cio do thetouro publico ;
Se auxilia a explorarlo da riqueza territorial, mo-
bilisaiido-a por meio do crdito, para o que nao ser-
ven) ellicazmenle as in.htuiriies baucarias, que se
acabara de crear sem couaullar bem a* mais reaes
conveniencias do paiz ;
Em urna palavra, se fizermos com corargo poro,
com abnegacao, cora energa, ludo que pdennos e
devermot para sabir da siluarao em qae te mant.ro
u paiz, o Iralado que Inoren- a produci-ao exilente,
e lavorece e estimula a reappanrao ou a crear.,o das
oulras fonles possiveis de producido, pude ser sera
uu. auxiliar poderosiaaimo.
Nos qualro annos de sua KeeueSe pode mudar-.e
a lace do paiz eruliora lo na pusirn de ler, na ce-
lebraran dn iralado futuro, una es-Jo inltiramente
detriiibaiarad, e qoe Ihe permuta (ondar a nova
combinaran em bases mais liberaes, mais econmicas.
Se, purem, a si tu..rao actual se mantera ; -e o
paiz nAii se levanta e entra em cheio. poillica admi-
nislraliva e socialmenle em oulra espitara, nao posso
deixar de diz-lo : u Sr. m uislro. os resultados do
iralado serlo mesquinhos ; se be que nao serao fo-
ne-tos servndo o Iralado de novo Ihema s infames
e-perui.n.iies que se fazem impunemente de lodot
estes actos para ausmenlar e aluumlar as aguales c
as c 11:111 roes publicas.
Firmando este tratado nos mrmenlos tm que vejo
levantar-se os trapos colorado e blanco como ban-
dolas eleiloraes, o lirmei com profunda tristeza e
desanimo. Eirmei-o com toda esta amargura prufui.-
da, inlima, com que te faz um sacrificio^ de coja uli-
lidade te uuvida.
Es-a era', sem embargo, o meu dever.
Fiea cuinpndo.
Agora ocoxerno da repblica preencliera' o seu,
dando ou negando a sua appnnarao ao resultado dos
sincero, eifurr,ot que liz para muse- r a alta confiaii-
anea coin qu se servio ilislinguir-m.
Tenhu a honra de reilerar a V. Exc. os protestos
do meu retpeilo.
.indre* lamas.
interior, resume ludo quaulo da de algum inleresse.
De Santa Calhariaa temos dalas al 3 do correulc.
I.axrava rom inlensidade naquella provincia a be-
xiga ronfloeiite, que nao ponpava nem os vaecins-
do. Era grande lambem a caretlia e etcacez do* g-
neros alimeulicius.
s
Oiiar.dn honlcm demos cnnla das noticia* vindas
de Monlevidu pelo paquete a Imperador di mos qoe a' saluda deqoelle vapor nao era anda
bem conhecido o resultado da segunda reuniilo do
partido fusioniata. lina carta escripia a' ultima
hura, e que posteriormente recebemos, traz-nos es-
se resultado.
A esta reuniso assitliram qualrocenles pass -as das
mais gradas dos auligot partidos blanco e colorado,
e nomearam urna commi--,"ie eleiloral romposla dos
sesuintes cavalleros : ceneral Medina, general
Brilo del Pino, I). Mannol Baiilio Buslamenle. D.
l.ui/ Lamas, 1). Manoel ErrasquI. |i. Candido Jua-
ni'ii, I), tutu Pereira, 1). Malheo Magarinos, D.
JoSo Jos liu-au l, e D. Antonio de las Carrera*.
Estes cavalleros toitenlam lodos a pnlilica for-
molada no tratado celebrado recenlriiieule cun o
Brasil.
As noticias eleiloraes recebidas da campanil*
eram todas favoravei. a esta poltica. As combina-
res fritas nos deparlamentos eram, tem nma sii
excepcao, no sentido fusoiiisla. A luts limilar-se-
ha pois a' capital.
Instituto dos Advogados. Conferencias de
2!1 de oulubro e 5 de novembro, presididas pelo
Sr. Dr. Caelano Alberto. Presentes os Sis. Caela-
no Alberto, 1-mas Continuo, PerdigAo, Alvares de
Aievedo, Joaqmm Taiieua, Salles Rosa, Urbano,
Cordeiro, Silva Velho, Varella, Castelles, Filgnei-
ra>, Firmo, Ihomaz Alvea, Pedro Carneiro, Sar-
demberg, Carvaldo de Moraes, Tavlor, Pae, l.eme,
SayAo l.opo, Hiiiiz, Costa tjoimaraes, Morera Ta-
vaiet, Silveira Marlint, e Silva Nones fallando
cem cauta participada os Srs. Doarle de Azevedo e
Beluario, abre-se a sessAo.
SAo approvados membros alleclivoi da ordem s
Srs. conselheiros Dr. Jos Thomaz Nahuco de A-
raujo, Joaquim de Caixalhu Malla, Salvador Cor-
rea de Sa' e Benevnles, e Carlos Ferreira Franca.
Lase e vai a' commissAo de eslalulos e regiment
urna indicaran do Sr. silva Mues para que nSo se
proceda a' volado em melena scienliea sem etta-
rem presentes pelo menos dez membros.
Entrando em discussao o parecer da commisto
de eslaloloa e recjmento sobre o oflirio do Sr. Ur.
Teixeira de Frenas, olTcrecc oSr. Urbano urna e-
menda -ub-lituiu. que he approvada, ficando pre-
judicado aparecer. Decir e-se pur lano < que se
responda ao Sr. Dr. Augusto Teixeira de Fraila
que o instlalo nao aceita o ,iu oflerecimento de
l:U(Klf para compra de livrot, pelo modo e circums-
lancias em qne foi feilo : e qu, lomando em con-
siderarlo o seu pedido de demis-o do caigo de pre-
sidente, resolvea dispensa-lo do raeimo cargo.
I .imai.nnparir no dbale o-Srs. Joaquim Teixeira,
\arella, Thomaz Alves, Cordeiro, Alvares da Aze-
vedo, Salles Rosa, Urbano, e Silva Nones.
I oslo em di-cutsAo o parecer da coornissAo d*
estatuios e regiment sobre a iiidicarjlo do Sr. Al-
vares d'Azeveiio relativa a' volacAo de membro* an-
enles, em malaria scienlica, he a mesma indica-
ran approvada.
Ordem do da para a prxima conferencia qne
lera' luaar ni da 12 do rorrenle, ai horas e no lo-
gar do cotlume : I. Leilora, discussao e volar Ao de
propostos e pareceres, 2- Conlinuar.o da ducossAo
sobre a questao de liberdade proposfa pelo Sr. Cae-
lano A Iberio.
I.evanla-se a sessAo as 7 1|2 hora,.
10
Por decretos de 7 do corrente foram nnmeados :
O I. escriplorano do thesouro nacional. Loil
Inri u n ai a de Sooza Carvaldo, para inspector da
Idesnuraria da provincia de Minas-Geraes.
t) conferaue da secrAo da assignatura, troca e
ressate do papel moeda da caixa da amorlisarao,
l.uiz Jos da i'.nsla, para ajudanle do tdesouriro
da mesma lerrAo, em sub-liluiraa d* JoAo Salemo
loscano de Almeida, que loi aposenlado.
O 2. escripiurario da recebedoria do municipio
da corte, Candido Fernardes da Cotia Cuimarae?,
par I. escripiurario da .nesma repartan.
O amanuense da mesma, Francisco de Paula da
Cosa, para 2. esrripturario dito, e Augusto Fer-
reira dos Santos Vjrginda para amanuense.
II
Entrou hontent do Rio da Prata paquete
inglez Camila. As datas que traz de Buenos-
Ayres alean$atn a 2, e de Mcntivideu a 5 do
corrente
A aproximar-So do dia das eleitjfios de de-
putados no Estado Oriental augmentava o
ardor e vehemencia da lnla dos partidos,
principalmente por parle r.quelle que repre-
senta os inleresspsda ontta margem do Pra-
ta, frente do qual, como sabe id os leitorcs,
se collurara em Monte.videu o peridico .\'a-
Cioual, cujo reductor, segundo allirmam pes-
soas fidedignas, foi expressamcute enviado
de Buenos-Ayis, aquella capital para esse
fim.
Entretanto ha ainda fundadas razoes.para
crer que, felizmente a ordem pub.ice dSo
sera alterada, ja porque o governo tinba to-
mado todas as medidas de precaucao, e esla-
va alerta, e preparado para repellir quaes-
quer tentativas temerarias dos anarchistjis.ja
porque agrande maioria da populacho, in-
dill'erente aos cantos patriticos das serias
polticas, continuava disposta a regeitar ein
limitieii toda a combinarlo, que tenha em
vista apear o poder legitimo, ou atacar a au.-
lohdade constituida.
Digain embora o que quizerem os espe-
culadores, griiem embora com toda a Torc-a
dos seus pulmes os intitulados patriotas, a
verdade he que a grande maioria do povo
oriental, ameslrado pela longa e dolorusa
espetiencia de quasi meio seculo, compre-
hende a necessidude de paz, reconhec qn
setp ella nSo ha reorganisa?3o pnssivel.ncm
felicidade para o seu paiz, a portanto sioce-
rainente e a todo o cusi a deseja e a quer
Sendo cerlo que os bomons rellcclidos e
mais prestigiosos dos antigos partidos,"blan-
co e colorado esqueceudo o passado, pro-
curam congrassar-se para regenerarem a
patria da situaciio desesperadora, a que a
levaram o orgulho e a ambicao das paixies
polticas desordenadas, parece igualmente
lora deduvida, que o pequeo numeio que
resta dissidenle de ambos os partidos, uo
disides da meios sullicieates para plantar
mais de urna vez no solo oriental, o estan-
darte da guerra civil.
Ojala queappaiencias nos nao illudam, e
que nao ten ha trios dei lastimar ainda urna
vez a fatal ceguetra de nossos vizinlios.
Estribado na consciencia do seu dever, e
no apoio dos senlimentus da maioria da po-
pulacho, tem enipregado o governo os meios
necean) ios para prevenir o apparecimento
dessas faiteas, que quasi semprc produzem
os glandes incendios.
Assim beque, por exemplo, estando con-
vocada para o da do corrente urna reu-
niiio, no tbeatto S. Ktlippe e 8. Tbiago, dos
aicutihados boinens da defensa ou conserva-
doies puros, a polica, por um edital iin-
presso e pregado em todas as esquinas das
ruts e pracas publicas, expressam-nto pro-
hibi, por ordem superior, nSo s essa, como
qualquer oulra reuni.io em que se preten-
derse arvorar a bandeira dos anticua nar-
lidos.
Assim he lambem que, na tarde desso
mesmo da, mandou a polica prender c de-
portar immediaiamente pata liuenos-Avres
o piincipel heme da festa, o l)r. Juflo Carlos
Gomes, redactor do Nacional, e mais dez ou
doze adeptos de sua escola, tSo exaltados
como elle.
V, esna vanlazem aumenla prorettivainenle em
I !)|0 annual. Talve bem eiamlnadn lodo o que
-l -mal- no* convem be o mercado piivilesiado do
trigo em sr.1i>, ira qual nao podemos lera concurren-
ci* dos Estados I nidos.
O art. (i. anegara a eslss nostas prndurres, como
aogaaenta de reuda pelo ausmenlu do inovlmenlo i ** dresileiras, as vantagens qoe o tialado'ldes con-
lommercial. pelo, aogmenlo do coutumo ou da pro- ''''
'dir,. ; porem o augmento da renda nao naice no Para a
esla junio :
INenociando pit Iralado de limites na situaran que
liuhamo* em 831, mnuiien) din. snrprender'-se dat
acto, no dia aame da diminuirao do impotlo
lempo para dar em re-
diioinuiro necessila de eert
.ulladn aucmenio .le renda.
Netse cerlo lempo a reuda sollre. soffre prdveilo-
aamenie, be verdade, se se ltenle aa criiip.ntares
lo Inluro ; porem aa momento solTre.
Me por isu que ate at diminuir-ries de imposlnt de
e espera aosmenlu de renda nao te verilicam,
consequeuciat naturaes de semeldanle posigao.
. .. Fiilrelanlo, secundo ja o declarou o nosso bene-
tacil apreciar.lo datta* etlipulares menlo comniissario de llmilea, a repblica conserxa
prniimamiule a mesma superlice em que loi n.n-
fla naxe-
O ..Imperador traalas de Porlo-Alegre ale 2(j
e do Kio (irania ale 2 O Sr. ronselbeiro l'erraz lomou conla da admi
rada da proviaeia no da 1K.
S. F.ie. a Porto.Aleare os generae
Sob o n. I, ama nota dos direilos tolal e imme- litoda narao indepenrtenle. Os benaticioa
dlalainenlesuppr.midoscm favor de nossos produc gaCAo da alagoa e do Jsuarao, une ora te junlam
los animae. aquelle resiilledo, o complelam e rlas-ilicam.
.Sobo n. 2, orna relarao nominal dos prodoclos (Isatis. 15 e 16 tilo lambem a reprodocrao da i
qoe nos sena pos.ivel enviar no Brasil, e que, ou Ii- das bases que apresenlei e approvou o svcruo da
camlivrcs, oo sflo benel.ciadot desde logo en. (JUU,U icpudl.ca. (oterno
odem venlirar ^ '"". '....."..... "" (,,re""s 1",e P'^" 8 "milaie* de oulra prore- File- nao nere.-ilam da ju-lificaMP. O inleresse
TJ^^^^i^^^X '' ^-"^--"""esaolim do segundo cnmmun, de xi-ive, A abLo do ^LX Z I? L... V^n^
-pf dt^-'; Vdun^ir" r- ttxzsr^^jtt l -. ^SS '?a snsst
Amda que nao tenha grande imporianria, farci seriro que ronsiimiria inolilmenle muiln dindeiro
aq.i, a MO ole r,|erv,rd0 : e J^ ao ,,, o frunj
A l.i caleiiona, proinelot-.mmeili.lamente Ii- leira senHu com ecepco.
rl'ar-0'.!!,!1;" ?"' '"""k"!,'""'" r">doelei pnn- Elle mo terve alli, nem romo medida policial,
cipae-, nos de exclusiva. Nella mo cnlrao produc- nem romo medida li,cal.
los brasileiros.
,,,, ._, r ,. O arl. I, be a lilteral adnprSn da quinta da* ha-
P_1t|.,s,jelim,||MM|llmi ou .es que apresenlei com approvarao do governo da
anuo, mi drame c praio obrisa- repblica.
O novo Iralado com o imperio foi urna mi-
na valiosa que os oppcsicionistas, quaod
memei. de Monli.iJcoexploraran, :om todas
as suas forcas, para guerrear o governo e au-
xiliar sn.s preleneOes eleitoraes.
Procurando despertai os bros nacionaes,
pinUram o Brasil como urna ave de rapia,
lata-1 a cujas garras se entrecava o Estado Orien-
^T^ZZ"'ZU. t"< pelo novo Iralado. alias, como se sabe,
re*que lem de eoaj)m*odar o rurpo de **rcilo de "rranc.,do ao governo imperial, pelas reite-
obaervacao. Os difireme* commanios de-se corpa ? "Wtonoia, pelos confessados estol r-os
de extreito foram dislribuidos da maneira aegonte : do P'p"ipoleilCiat io da lepublica nosta ,cor-
Lummaiidanie do rorpu d etercilo. le ; e queiuiaram o ultimo calurcbo para' ver
O marecbal 'le campo, trancisco l'elix da .'ouse- : "" '------.....-------'
ca Pereira Pinto.
O romandandanle* das divisoes.
Primeira, de cavaliaiia dajliiiba, u brigadeiro Joao
Propicio Menna Brrelo.
Segunda, de infamara e arlildaria, o brieadeiro
visrondc da Cimanm.
Triceira, haeira de ravallaria da guarda nacional,
o ror.mrl eommaodanle apartar da mesma guaraa,
David (.anabarro.
I.'iinmandanle* de brigadas.
Priineira, de rav.liara de linda, o bngadeiro gra-
duado Manuel l.uiz O.oii.i.
Segunda, da mesma arma, o coronel de cavallaria
-J por impostos
iransiloriot, uu uperaroas de <.rudilo que pieancdam
n vasio qoe delta a diminuirn da renda, (mquanlo
ella mesma nao volve a eobri lo. Nendum detles
ltimos meios esla an nosso alcance.
Mino conciliar pois a admi?sao da idea da livre
permuta qoe haviamos proposln, e que, sem duxida,
de urna ella e lecunda idea, cum a nossa aclua'l
silu.ir.lu eeotiomrn J
Como obler, desda Ja, as vanlagen* pralieaa da li-
vro permola sem diminuir a renda de que fazem no-
tavel parle oj impo-lot que pasan sobre ai produc-
re* brasileira* qoe Itnporlamot ?
Tal foi o problema cuj. s.ilurao me entregou a
confianza do governo da ropobllca.
O que oerecer ao Bratil em troca de um mercado
immediataaicnti prlfilegiado panos ptiucipaes pro?
A 2.*
au din do tegund
ria l'rancisco Viclor de Mello e Albuqnerque.
Quinta, de ravallana da guarda nacional, p coro-
nel commandaiile supenor da mesma guarda, Jo-e
Juaqmm de Amlrade Ncves.
Sexta, de cavallaria da guarda nacional.O coro- 'OS pela foi(,'a de Sua vonlade, quando presi-
nel cmin.in.ianle superior, Jse Gome, fu,....... denle do Eslado, Ihe proporcjoi.asiem a sa-
ommandanle. dos corpo. da cavallaria da guarda lisiar-So de lin.a VtlgailCa, embora COm O
nacoual deslacada, que for, tereeir, diviso. ni8ls'manislesto cotnKiuiielt,^,lo e sacri-
se levMitavam a opiniSo publica contra esse
accordo internacional nn que o proprie go-
verno do Estfdo reconhecera ollicialmeiite
as mniores vantagens, e se conseguiam que
elle fosse rejettedu na cmara dos represen-
tantes. E o que be certo he. que por urna
circunstancia especial,a nSosera justa pre-
videncia do governo, lenam alcancado pelo
meos esle segundo desidertum, que po-
deua traxer graves consequencias.
Como ninguem ignora, a aclaul cmara
dos respresenlantes compiie-se qu; si em sua
Intalidade de creatinas do general Flotes ; e
como toaJcs sabem lambem. o general Flores
bem que njusUuieiile, conserva profundos
resent metilos contra o impetto desde os
successos de agosto de 1835.
Azada pareca pois a occasiSo pura que os
amigos do peito do general, depuiados elei-
nos cunvem rav.irerer "Irodorrao grande do Urncoay, ou evila-lo por om fanal lato- quila. Procluoto llorgea da Ponteara, Manoel de .
O rasoma detlas imporliolcs estira!.re. be o .. i.'..^.'.l (""r", '"" '"'I1"*'''' ''gar as dual Oliveira Buen., e Manuel Loca* de Lima. N" ,1la -'' 'lo Ps-a.lo ao treio d a reunio-
caiula : '|o.i*oit5.,t,ia,.i,e>be ote- paite, na.egaveis do no que o de um cami.ibo ler- I) majr, dilo, Bei.loMarliui. seacamara para discutir o parecer da rom-
b* H:lre. QUP I 'tile wr sifi,f,lu-L..,ft*ti ,l* ..-_______i_ a *.. -, ... .____ > '. -w 1 italre. aue iiode &er simnlesmenie U
i'nrrn an nrm.
A carta rio Rin i niii.n
MUTILADO
ILEGVEL
[liento aos leitoros e que concluo aconto.
Ihamloa approvarao do iralado.
Apenas aberta a sesso, apresentou o de-'
pulado Palomeque urna inuicacSo para que!
se suspendesse a d'scussSo do dito tratado'
ate que o governo enviasse os protocolos que
Ihe servirao de base e de esplrcai-o.
a'omou itnmedialamente a palavra o Re-
putado llustainanie, para oppor-se a indica
q3o, dizendo que nSo se podia udmiltir a ne-
cessidade dos trolocollos, e que devia se-
rejeitedo um tratado em que havia cousis
estupendas, que semelhanto tratado n3o
era senSo um abandono dos i ulerease da pa-
tria, ligados a um systema eleiloral, e que
no se podia conceber como a commiss3o
o havia aceitado acm aprofuudar os seus in-
convenientes
E neste sentido levantou-se grande alarma
por parte dos representantes do general
llores, lerainaiido o negocio por una vota-
Cao de 15 votos contra, ella favor da indi-
caQ5o. L pois no dia luimediato devia prose-
guir a discussSo do parecer da commssao, o
qual vista da votac.3o mencionada, tinba ne-
cessariainenle de ser lejeitado, e cota ello
por consequencia o ttatado.
Comprehendcndo porem o governo da re-
publica, toda a irregularidade e inconvenien-
cia do proc-ilimenlo da cmara, ea posiqao
falst e insuslentavel era que licava o mesmo
governo aos olhos do imperio, perante quem
t ii ti a tao empenbadamenlc procurado alean-
car o tratado, c aus do proprio paiz, cuja
ordem via assim ameac,ada, resolveu sem aa
birda esphera das suas attribuicOes legaes,
expedir osados que aqu transcrevemos.
Montevideo- de oulubro de 1857.
Art. 1*. Ao meio diado dia 30 do cor-
rente licarjo eucertadas as sessoes extraor-
dinarias a honrada assemblea geral.
a Art. \ ('.iiiiimuniqtie.se ao Sr. pres
denle da honrada essemblea para seus efTei-
los. l'ereira. -Joaquim Kequena. Carlos
&an Vicente.-Lourenzo llatlie.
Ao decreto do governo ia annexa a seguin-
te ola :
o Montevideu 29 de oulubro de 1837.
Havendo o poder execulivo convocado
extraordinariamente a honrada assimblea
geral, distgnando-lha os assumptos de que
exclusivamente poderia oceupar-se, ntreos
quaes comprehendeu as nodihcacoes ao tra-
tado de commercic com o Brasil celebrado
em 1851 ; e convencido de que na exaltaco
ein que estao os nimos por motivo da ques-
illo eleitoral que se debate calorosamente,
excitando as paixes, nao he possivel, como
o prova sessao de boje, tima discussao cal-
ma e imparcial sobre s ditas modi(icc,Oes,
que se tomam como pretexto para as pre-
lentjOesque podem atfectar.a paz publica e
pertuibar a ordem que o poder execulivo
deve conservar nalteravel, lem resolvido
expedir o decreto junto, com cuja lcitura
ante a honrada assemblea geral licara en
cerradas as suas sesses extraordinarias.
" Dos guarde a V II. muilos anuos.- Ga-
buel Pereia. Joaquim Reqiiena.Carlos de
San Viceate l.oureuzo Baltle.
Para nao faltar as etiquetas do estvlo as
solemnidades da abertura e do encerramen-
to das cmaras, o goveruo mandou enllocar
ern frente da casa da assemblea urna gcfcnde
gdarda do honra cos banda do msica.
Os honrados representantes recoltieram-se
ao seu lar domestico, e a ordem publica
contiuuou inalieravel.
O tratado tera agora de ser submettido ao
conhectmenlo e approvacio da nova cmaro
em feverero do atino prximo
Por decreto do poder execulivo da rep-
blica, datado em 2 do corrente, foi aceita a
demissao que deu o coronel I). Lourenzo
liallle do carpo de ministro e secretario de
estado dos negocios da fazenda, mandan-
do-se-lheagraiiecar osleaes e importantes
servicos que prestara naquelle cargo.
NAo eram bem conheeidas do publico em
Montevideo as causas legitimas da retirada
do Sr. Ballle do ministerio. Parela porem
certo que bavia para isso influido a resolu-
?3o ltimamente tomada pelo goveruo, de
prender e deportar aiguns facciosos, pois
que a todas as outras medidas de energa
deta o Sr llatlie a na assignatura.
I'ui interinan eoteencarregado do desp cho
do -Ministerio da fazenda o olTicial-maior do
mesmo ministerio.
Acaba de ser publicado em Montevideo
um importante fuibeto sobro a-imprensa
-enolica-escriptoneloDr Facundo de/u-
vtri, natural deSs|ts, provincia ar-cntina,
que exerceu. nio ba muito, o cargo de mi-
nistro da juslica na ,conlederac3o.
He um traballu interessance e valioso,
cheio de bom seuso e des&os principios; e
que, ao mesmo limpo que altesta o tilento
e a tllustiacao do autor, traca o qualro
das desgranas e das calamidades que por to-
da a parte, esobretudo as repblicas his-
pano-americans, tem causado os abusos c
os excessos da liberdade de imprenst.
Sao de pouca importancia as noticias de
liuenos-Ayres. No dia -26 do passado foi
sanccionado na cmara dos dejutados o
prnjecto de lei sobre o accordo com os pos-
suidores de bonds ou ttulos do emprestmo
inglez, e as emendas leilas n cmara dos
senadores a le do orQamento para 1838.
O senado sam:r.ioiiou um projeclo de lei
autorsando o governo a ven ter os ierren >s
que pertenceram ao general Rosas pelr) pre-
50 designado na lei, sem necessidade dear-
remta-los em hasta publica.
No da 25 do passado sahiram para a Babia
Brama, no vapor de gjerra (ieneral Pintes"
200 aomensde tropa, que com oulras forcas
ue cavallaria que ja tuina marebado por
Ierra, devem formar urna I irte divisao na
quelle pomo, ao mando do coronel Pr-
meio.
as fronteiras nao bavia occo'rido novi-
dade alguma.
Asctmaras de uenos-Ayres foram en-
cerradas no da 31 do pascado
Ha datas da Confederecao Argentina at
2! do mez (indo, o Sr. conselheiro Paranhos
que, como dissemos, sahto de lluetios-Ay-
res s bordo do L'aragua*s na maiiba do
dia 12, chegou a CouceicSo do Uruguay no
dia la tarde.
Na1 mautiua seguinte m companilla do
Dr. Beojaaain Victoria,membro do Congres.
so Argentino, genro asecrelario particular
do presidente da confederacao, em cuja ca-
sa fora hospeJadu, parti para a estancia de
S.Jos, residencia particular do geueial
urquiza
Alli se demorouoSr. l'ara.ibuns tres das
regressando a tlonceisio do Uruguav na tar-
da de 17. Na notte desse da asstsiio*S Exc. a
um esplendido baile que Ine foi offerecido,
onde recebeu o lirasil na pessoa do seu mi-
nistro as mais vivas deiuotislracoes de con-
siieracaoe de estima por parte doa Argen-
tinos.
0 nosso vapor-Paaguassii he sem da-
vida o navio de maio' porte dos que tem
visto a llorescent! cidade da ConfederacSo
do Uruguay, l'ur jso e principalmente ps-
las qualid.-des iiolavcis do dito vapor, seu
peifeilo eslado de disciplina, e sua disttncta
oflicialiJade, foi esse vaso de guerra o ob-
jeclo de mais sympathica curiosidadee bou-
ra.lo pelo que ba de mais cscolhido e dis-
tincto naquella linia oovoaco argentina.
.No da iSdcixou o Sr. conselheiro l'ara-
nhus acidado da Courcderac.ao doLruguay
dirignda-se. a do Paran, oade chegou no
dia 21 a tarde.
A r. cepcao ollicial de 8. Exc. leve lugar
'Odia.'C. Ao entregar a carta credencial,
que o encarrega de urna missSo especial
junto do governo da confederado, pronun-
cou o Sr. Paranhos o seguine discurso
Exm. Sr. vce-pr*wioente.~0 estado li-
songeiro em que st acba.n as relaces do
Brasil cum a Contederac3o Argentina heoh-
j.^ctu da raats viva satiafaciio para S. m o
Imperador, meu augusto soberano.
soldame jte garantidas pelas condiccr-s
i polticas e cooimereiaes de lao prxima vi-
laiohaoca, .s relaces dos dou. paizes aasen*
,tam boje lambem sobra um pacto escrpto
lestemuiiho inequvoco dos seulimentos ele
vados que ditigem a ambos oa novemos, ds
amizade reciproca que se tributan!, eda boa
le e cordialidade coin que saben pieencber
seus mutuos compro-Eissos.
1 Urna situaclo tao natural, to firme-
mente eaiabelecida etfio sol i cita mente cul-
tiada, assegura que serBo sem. re indisso-
luveis os lacos queh Sannosunirara opa-
VlIbSo brasileiro e o argentino na mais glo-
riosa e rhz allianc que registran os fastos
a atrmanos.
k_ A missito especial qae me foi conflada
I .-> raV
governo de S M. tem professado ao da con-
lederacffo, e da soliciu ie com que elle.pro-
cura promover os in'ereses coinmutis c
recprocos dos dous paizes.
" Digne-seV. Exc. fazer justca ao meu
carcter pessoal, c aos meus proprios scnii-
mentos, acreditando na sinceridade com que
me estorcare p,ra corresponder a confian-
a do meu soberr.no, e para grang^ar. no
desempeubo de ia0 honrosa e aaradavel
mi-sao,a benvolo ,cia e a estima de V. Ex...
pon.|Veue"1>reSld60le d* confeder-?So res-
-!.lilm- e Br. ministro,--* musi
especial arredilada pe|. c,rta d s# M-
honra drf^"^0 ^ *"*> "U0 te"0
honra de receber, proporcionara ao governo
argentino nova occasio de r.w patente o
8BO constante anhelo por mamer e cultivar
asamigaveis relaces que felizmente uncm
las duas nacoes eos dous governos
A assoctacSo dos povos e a solidarieda-
de dos seus go ernos para os lins da com
mura prosperidade, sao necessidades da ci-
vlisa$ao em todas as partes, muito espe-
cialmente porem onde urna prxima vizi-
nhauca os estimula. Nesta parte da America
sao ellas notoriamente o resultado inevita-
vel e feliz da gloriosa e fecunda allia.ica de
1851. A bumadidade, os boos principios, e
a liberdade te^ao de applaudi-la eo cada
urna de suas consequenctas.
He evidente que p Brasil e a Repblica
Arg^iuina se aproximarSo cada vez mts
pelos inleresses de commercio e navegac3o
a medida que sa desenvol vem e crescera sob
a garanta dos pactos existentes, bem ca-
ractensados pela juslica e reciproca conve-
niencia que reconhecera por base.
Cumpri-los com lealdade. e dar-Ibes a
importancia que sua boa fe e os verdadet-
ros inleresses de ambos os pi7.,s exigem
sao deveres que executaro religiosamente
governos que tem feito tanto pela paz e pe-
la orlen legal nesta parte do mundo
' Depois dess seguranzas, posso' afu--
marao Exm Sr. coiitelbeiro Paranhos que
a sua numeacao para esta missSo especial
beum motivo deverdadeira satisfocao para,
o povo argentino.
A bnlnante pagina da historia america-
na, que re orla a poca mcmoravel a que
allu lio o Sr. ministro, registrara a parte in-
teressante que Ihe coube uaqueUes aconte-
c me .tos. e estes antecedentes Ihe garan-
tem a estima dos Argentinos, e as sympa-
thtas que independe temente de qualquer
ctreumstancia se IribuUrao a distiocc3o e
nobieza dos seus talentos e carcter.
* lettura destes documentos autorisa a
crer, que a missSo do Sr. conselheiro Para-
nhos na Confederacao Argentina ser bem
feliz.
Na partoExteriorencontrar3o os lei-
tores a correspondencia ollicial a que den
lugar na confederacao um artigo do -Na-
cional Argentino. em que se menciona a
cessao feta ao Brasil, pelo commissario o-
r en tal I). Jos M Reyes, para a demarcacSo
de limites com o imperio, de urnas tinas
pertencentes provincia de Corrientes
0 referido commissario ja ha tempo de-
monstron pela imprensa a injustica de se-
melhante aecusagao; e mesmo pela men-
cionada correspondencia se reconhece que
lie ella improcedente e infundada. Alem do
que flca dito, nada mais ha de inleresse da
conrederacao.
O que ha de importancia do Paraguay
consta do artigo da -Orden-de Buenos-
Ayres, que os leitores encontrado lambem
na parte Exterior. Por esse aitigc e por
oulros semelhanles se ve que o Semanario
com as suas puerilidades e ri liculas brava-
tas, ao mesmo tempo, que a misslo especial
do Brasil excita a mais activa observar-Jo do
presidente l.ooez, que nos disputa agora o
tilulo de Protector de Mato-Grossu! E o
mais h^ que acliou em Guyabi nma rollaa, o
.>.\oliciador de Cuyaba, que Ih'o reco-
nhece 1 !
Sibre a noticia dada pelo Semanario,
de que um vapir da repblica far regular-
mente a navegagao de Albujuerqua e As-
sumpcno.asseuia o Sr. Lopez% seu titulo de
uroleclor dos Cuyabanos. Tazen lo lambem
alarde daquillo mesmo contra que reclama-
mos, das suas escalas foresdas, e dos seus
praticos.
Brevemente se verificar om que ficam os
desejos de paz e de amizade do nosso anligo
amigo e protegido do Paraguay
Jisposto como estamos a profligaras gros-
serias e a extravagante prepotencia dessi
governo contra a nossa extrema moderacBo
e nossj direito, seremos tambim dos pri-
meiro a applaudir o seu procedimento, logo
que elle entre na razSo, o procure fazer es-
quercer a revollanle ingralidao con que
lala, de lempos a esta parte, a um povo e
aun. governo vizinho a quem Unto deve.
Durante o mez de selembro, segundo o
-semanario,., que he autoridaie insusoeita,
exportsram-se daquella repblica 7,794 ar-
robas de Iterva male, das quaes 738 peten-
ciam a particulares 1
O resto, 7,06 arrobas, era do ogove-no,
que o exportou por sua conta I
O valor das importaces no referido mez
subi a 100,06.1 cesos, dos quaes 5,313 fo-
ram cmpregadosjna eompra de armas d a
somma das exporticcJes, incluida a impor-
tan cu da herva-mate do governo foi de
104,885 pesos e 6Teaes.
Havia em Montevideo noticias do Chile do
l. do mez de outubro
No dia 18 de selembro inaugurou-ss o ca-
minho de ferro dosul, e s>Hmnisou-se o
primeiro anniversario da sociedide de las-
lrucc3o Primaria, achando se presentes rail
alumnos de ambos os sexos, e cerca de mil
pessoas
O tnao estado da co'heita causava serios
receio; e segundo o jornal nPaz,* 2,000
pessoas do sul dirigiam-se a captul em
busca de apSoa.
O aprisionameoto de um navio america-
no, que sesuppunha carregar cobre em ter-
ritorio chileno, linha occasiona Jo alguma
desintelligencas.
O ministerio bavia sido organisado do
modo seguinte : "r
Interior e relaces exteriores, D. Jeron vmo
Urmenela.
JustiQa e culto. D. Salvador SanOientes.
razenda, I). Francisco Borja Solar.
Guerrae mariuba, general 0. al,noel Gar-
da.
Das outras repblicas do Pacifico nada ha
de inleresse
PAGINAAVULSA.
f$canialo. (loa motivos lave o Sr. capilar,
bical do U. balaliao da Ruara nacional d* Olinrl,
para chamar o alfar** potU-bandtir. do me-mo ba-
lalhao, que he ollieial di, eatalo-maior, .o wrvir.. do
de o**e pniredimeiilj dr. Sr. capi|o podera ter iotlinra-
lo pela falla da ofllciae* de fileira 1 Por ette I,.!,,
rraiuoa que nao, porqoe not coma que a* ha em
.lupoiiiliili la-it. Sera por vmlor* por nao merece-
rem eaaUaoca et*t* olliciae*. oa por algama prolec-
ro mal eiilendida d,i Sr. fiaeal e major commaDdaii-
te inleriuo do batillia.i.ouama mal* tei uelo im-
ples effa.lo da a.inuencia daquell. ao. pedido, des-
tes Bra qualquer dos casos muito conven, ,,,, e,
l.ncarao da.se modo de proreder do Sr. eapitao fiae.l
nao tu para abrrm.is se obrou leie. e eonveo-
cer.nos do erro, como por ser necessario a bem do
servico ,11 .ir.,.
yu.,-.-l'aranle o Sr. sabrlelesado ^e sanio
Antn,, acabada levar Mananno do. Re. E-pind.,-
la Jnior orna quena conlra o ma.co do coi,, de
polica Irancisco IJaptisla pela violencia prat cada
emiia esa, queremlo arrancar Ihe ot postigo .
atada man por o haver iiiaollado com urna faca' e
pedia que sendo tomada ,., ,ue,a Ihe fo.se irriDi'it-
1 p-nas do a,|. j-, |j 3.a combinado com .
11- J1H0 codito crimina!,e avallando a soa nueita
a* ,:U00UU0 daslinou para us liospii,,. a,l "
ai ha para untar em lo 10 s* negoe,0, prime,rH
o proce-liiii^iilo drtse mu, co do cotpo de nolici .
tet-unda a facilidade d quonoso, e.n rt rt,' .,,
ao hoipita. des*, quanlia em qu, estimoo sua nuei-
va ; quando peritamente deve *dber que nunca
terealmra ea impo.icao a qutm nao tenl.a Ulvaa
nein 5,000 r... e,f,m, ,.t,lcus t,W7UZ
Ini/ t /.iT ais liospiiai-.. '"---------
. -NUnC,,,,Ct ni ?Sl",^a "05S;,S reclama.;et contra
' H,,, ""npm"- n!" .ar.mo.de pedir ,0
r ,?i., n ,1 '""""'"'""a "e>" co.porac.ln im. et-
r.i lia para que ps.H r anraluad,. e;peildoa.i
Mico! n,ces*'"' a manutenrao do soreg p-
TkMtro de Sania hnbel..\ comedia levada a
cena na mul do dia l;s do corrente O hornera
rnaitfeio d, frai.c* M(eve MIP||e.ileineiile daa-
MBI aanada, e aa la fallo* par. q... fo.se completa.
ral ciiamoa ao empriiano do mesniu lliealro o Sr
l.ermaoo Fraiici.n. .le Olivalra or no. h*..r ,"



tiUitlO Ul KUN41IBUG0 SEXTA F2KA SO J2 NOVEMBRO DJS i Mi
\
tinelo adore que tomarm parte nela eomadia pur
naverem deeempeahada lo salisraeloriameut
t>pramoe que Sr. (ermana linii ama ver. nos
cuiicerl a repellis da mesla enmedi.
Pergunla. O que explica Inberneiroi
qua ahrio lo as aoaa laUtrnai ai 6 hora da maiihaa,
B meimo a o les e conservando-as aherlas al as 9 ho-
ra da Bello, anda assim depol* de hora e
por perlas travesa ronlinaam a vender Nao er,i
por ventura am abono senjelhanle modo de proce-
'""' 9 '""co he myalerioao.e ruuilu couvem que a
polica turne delle couhecimento.
Repique.Previne e ai saorislAn da igreja de
. Gmalo que nan consinta qne ccrloa meninos v.lo
e divertir nas quimas a setlat (eirai com os sinos da
torre da masma iareja, nao s p.|o incommodo qoe
causara semellianlvs repiques, como porqae as pustu-
yas mumcipaes o prohibam.e veja que no lie rnen-
le o .rraao prov.dor que poder cooter semelhanle
abuso.
Naufragio. Cheeou honlem a este porlo a
harcaca S. Be.nardino I.,o mestre Antonio T!io-
maz fle Jema, conduiindo o capitao e marinheiro da
turca americana Jopiter naufragada em S. Mi
soe aos Mil.iire, ao su| de porto de ladras, vindo
o IIio de Janeiro carrejado de gneros do paii, com
malino a America do Norte, constando Mr prove-
niente, o naufragio de erro de derrola, segundo diz
o eapiiaji. ISju loi possivel salvar-se objecto alaom,
aperar dos e-foroos do capilSo do porto das Alago*,
qoe achava-se prsenle para tal din.
O vapor Periinrjnga, viudo de Maeaid, Irou-
sa aa againie p-issageiroi :
Jos Joaqoim Pereira Viaiiua, Jaeinlho Domingos
da Silva, Domingos Antonio da F., Antonin Marlins
'i irr.es, Raphael Fernandas Porto, Jos l.oaranco
Alves, D. ertrades Mari da Cooceicau orna lilha,
major Antonio Leal de Barros, Msnoel Maria de Ja-
lo, TrisISo Kieorle de Normando, Manuel Domin-
Rue M -reir Janior, lenenle-coronel Paulo Cela -
no de Mello e Albuqoerqoe e um O'cravo, Conrean-
lino Jos de Medeirus, Fram-isro Inglez, John Don-
'wHy, J. Ileni) Le Favar, Ballhazar Eguerer. Ilen-
ry Cade, (oilherme Manoel Martina de Albuquer-
que, padie Anlunio da Pureza e oro criado, Cordo-
lino Jos Um ii.-ira. Theodoro de Barros Lima, Ma-
uoel Buarqae de M. Lima, Jos Ignacio Accioli,
Antonio Duarla Lopes, Jos Carlos Accioli a tres
acravo, Miguel Jos Barboza Goimaraes um e-
cravo, Brasiliauo Francisco Pata Brrelo, Dr. Jos
de Men iniii;.! Reg Barros, e qualro eacravos, Joee
Joequim da Croz. Gabriel Anlonio da Souza.
Ilitpital ie caridade. Esisliam no dia 18 do
curenle 23 hoinens e 19 mull-res tratados pela
caridad, 10 humen, e 13 molheres, qne pagam
a casa, e 1^ pravas do corpo de polica. Total 8(
doeoles.
Kelai;o das patanal que foram sepultadas no eemi-
lerio publico no Hia 18 do eorrenle.
Mari Carolina Guedes Alcoforado, branca, solteir:,
JJ anuos ; phtytiea polmnnar.
Ira, preta escrava. 3) auno* ; eholera-mnrbn<.
Manoel Joaqoim de Uliveira Bislos, tranco, I'ortu-
xoei. solleiro, 30 annos ; plilysica pulmonar.
JoSo, preln, escrava, 80 anuos ; acil.
U icardu da Silva, preto, solleiro, 20 annos, Africano,
eaogeslio cerebral.
Maria, branca, 80 annos; perniciosa.
Francisco Bagar, branco, aolteiro, 12 anuos ; frial-
dade.
Joaqnim Nicolao da Costa, branco, solleiro, 39 an-
anouoi; hypeitrophia.
Jiunoa, preta, escriva, 6 rnezes ; febre iotermil-
tentes.
ToUI 9.
Al amanhaa.
w.
cede o das Scces. No pia ti calelirou-se o olllcio su-
leiin. pelo repouso elerno do brigadeiro Ka, h -\
Tobas de Aguiar, Muda as honras militares que llie
perleni-iam feiNis pur urna briga'a. fiaba che.adu
ao porto de Sanios a barca pnriugurza Sania Darn
procedente do Porto, ron iuzln.ln IKI colono por-
tugals. No dia 30 eegaio para M-illo-Groiso o Sr.
De Laman-, pre#tenle daquella provincia.
O conselheiro F-rraz tuniou contada presi lenea
de S. Pedro do Sol no dia 10 da passado. Abrio-se
alia aisemhlca provincial. L'ma forj de liaba fui
mandada para Jaguar,! pelo recelos no que as pro-
imaa eleir,e na repblica oriental nao occasionem
desordena.
Kaufragnn a 30 taguas distante da barra do Itio
Grande o berganlun belga Minerva alvando-sea
iripol.n; i i e 20 eolunos. Igualmenls prrdtu ae ao
enlrar a barra da mesma cidade, o paiacliu porla>-
guez Santos II, com am rarregsmenlo de sal, sal-
vndoles lambem a Iripolur-n.
Falleceu no Espirilu Sanio no dia 1 do corrente,
o Rum llr. Ignacio Rodrigoea llermude, presidente
da assembla provincial. Alada coolmutvam a gra-
sar as bengas em S. Malhens, e aprzar de seren
poocoa o casus Talara, com todo a 'popularlo acha-
va-se desanimada. A edininis|rar;au dn S CaUle
nonlinoa a merecer geral aympathla. I'm dos ni,i.
nceasanlea cuidado de S. Ble. ha sido ine'*liorar as
oleilor devo ler intiiresse em procurar he um cirlaJao
que seja capaz de comprclieniior bem a honra que
recebe, a oV reconlieco-la; mas a gratiilo nao se
demonstra pela soliciUajSo anterior. Nao, fallemos
franco scm qne queiramos offonder a alguem; o vo-
to solicitado naouroduz o reconhecimenioa grati-
dao, esse nabre scolimenio do cmacao liumano es-
pnnianeo como, he nao pode scnao corresponder ao
voto espontneamente dado.
Portanio cumpre nj julgar irrefleeiidamente li-
Iho do orgulho o que ames he devido modestia a
delicadeza do scnliinenlos :quem conhecer de porto
o Sr. I)r, Antonio Joapuini de Moraes e Silva,
nao pode deixar do fazer-lhe jusliga.
Oxal, pois, que meu vol nesla parle seja a-
CONSIILAO PROVINCIAL.
Rendimento do dia I
dem do dia 19.
a 18.
36:5683653
1:4574836
38:026ja59l
l'eala de Sania Cecilia, na qual todos o sentior, queili fielle quizer Carregar ou ir de passa-
prufssorts de msica lomam parle, e qaerendn o I gem, enli"llil-se com O consignatarios Fer-
eroprezariu mnnier e brmonia que existe intre elle j ,)anjas ^ Filhos, na ra da Cadeia do Re-
> >?/* $

Navios enl ido no dia 20.
lo de Janeiro e porto intermedios7 dias e 22 ho-
ras, vapor nacional ParauA cummaudaute F.
F. Barces.
Ma -eio e p irlos inlerme^ios 2 diaa e 23 hora, v-
por nacional Per teuenle Ju^quui Alves Mereira.
Buenos-Ayr" 25 dia, barra dinomarqueza Wal-
demur, de 219 toneladas, rapilao S. Iluihy, equi-
pagero 12, carita ni lastro de areia, a Amonio A,
companhado por muilo, de meus colleg.s; oque S^X^ZSERtoMm*d.
tenhamos de ver o meu amigo a quera lano m-
rito sobra, seniado entje os tiossos legisladoras da
provincia. Eslou cerlo de qse elle corresponder
a honrosa c.onlanc,a e expectativa de scus coasii-
lointes. '
Concluindo eslas linhas que s o desejo de ver
ealradas da provincia Foi abalroada a sumaca Con- distinguir o merilo diclou, peco ao meu aniigo des-
eeicao... mas sem nenhum. grande .varia. I culna se na0 respi,ilei sua m^e5,ia
h
t
0.
Temo viata jornaes do snl do imperio que nos
torera Irazidoa pelo vapor Paraoa', cuja dalas
rriegam : do Rio a' t, di Bahi a' 16, a da Maceio
"' 18 do rmreiile.
Foi publicado o decreto n. 1,981 de 30 de oulu-
hro prximo pa corpo de lau le da armada pela forra egoiote : Um
clrorgiao da armad com pateute de eipiUo de
mar a guerra ; ilooa dito de asquadra, com a pa-
tente da capito d frgil ; sais ditos de div|s]o,
com a patenta de capitao tenante ; vnte primeiros
dito, com a patente de primeiro-lenenle ; quareu-
la efundo* diloa, com a patente de setcundo-lenen-
t ; Iras primeiros pharmaceoticos com g'adua-
co de guarda-marinha ; sete segondos ditoa. com a
roesma graduaran ; a urna companhia de euferiiei-
roa, composla de um prim'iro sargento, um secun-
do dilo, quatro cabo de esquadra e cincoeula ol-
dados. Os vencimenlos foram equiparados aos do
corpo de saude do exercito.
O*;ovtr-'0 por deerrto d 21 do passado, do mi-
nisterio da fazenda, mandn que se enviasse para
esla provincia, pslo vapor que acaba de chegsr a'
nos.o porto, a qitantia de 20:000a, e que ae conli-
nuasse a enviar porcada um dos que ae Ihe aegoi-
rem goal quanlia ; igualmente mandn remellar a'
provincia do Ceara' a quanlia de 10:000). A no-
tas componentes destas quaolias sao de 1^000, 22000
e 59000.
0 r. Jos Ribeiro de Soaza Fonles foi nomeado
rirurgiio do hospital militar d Corle.
Furam promovidos :
Aos lugares de segundos cirurgies lenles do
corpo de saude do eiercilo, os Dr>. Francitco da Sil-
va Moraes e Prudencio Brilo Cutegipe.
Foi agraciado com o habito da ordem de S. Bcnlo
de Aviz o primeiru taante da armada nacional An-
selmo Jacqoe Godfrnv.
Pelo ministerio da fazenda fui ordenada a paga a
viova e herdeiros do fallecido Dr. Antonio Alfonso
I crr'ira, os ordrusdos qoe vencru al o dia da seo
l.illeciraenlo, na liba da Madeira, sendo considerado
na amalstla que se concedeu aosleotnpruniellidos nas
desordena desta provincia m 1849.
L-e r.o Correio Mercantil :
A segainte nota, que nos foi obsequiosamente
i ommnnlcada, nuslra o progresso consolador da nos-
a rauda.
No primeiro trimestre do cnrrenln exercieio de
57 a 58 renden alfaiidega 4,625:6663125, da ina-
naira seguinle :
Jonho 1,508:6 SI 3533
Agosto m;i'J:.:o-,i;
Selembro 1,497:68153 53
(r Nos trimestres anlecedeules o rendimento tinha
sido o segoinle :
| trimeetre de 51 a 55 3.263:0259186
1- dilo de 55 a 56 3,670:1812909!
1- dito de 56 a 57 3,931:6799062
A diffren(a, pois, vem a ler a segmute :
Entre o primeiro Irimsstre do exarecio crrnla
e o de 54 a 551,362:6419239 para ntis, e entre o
ineimo a o de 55 a 56995:183S326 ; entre o inei-
mo o de 56 a 571,693:9879363. n
a O Instituto Histrico catabrn no dia 6 do cr-
renle, a sua deeima-fgund sessHo. honrada com a
augusta presenta d S. M. I., ach'ndn-se presentes
os brs. viscoirle da Sapocahy, Porto Alegre, J. Nur-
berlo, conego Fernanda Pinheiro, II,. Souia Fon-
tea, Coruja, cunsalheiro Mello, Cunha Mallo, Se-
baslio Soares e Urs. Figueiredo, Lapa, Claudio e
Emilio M da, fallando cim participado os S'. Un.
Lagos a Macedo e conaolheiro Csudido II niuta.
a Conatoo o expediente dos aegotnles offi^ios :
1.* UoSr. ministro dn imperio, pedindo o re-
11 lorio dus trabilho apreseotado ao instillo uo cor-
rele anuo a a indi.-ai.o das provideociaa que ae
devem lomar para o eu progrsaivo de-envohi-
IIlClll '.
r 2.- Do Sr. con inipurtinli-iinus manuscriptos : primeiro, sobre a
que|ao de limites do Brasil enm Surinhaine. per-
lencenle clualmenl a' G'Sa-Bretanha ; sceoiiIo,
sobre a capilania de Mato Grosio em 1797 ; lercei-
ro, cootendo a correspondencia de Francisco de
Mello, embaixador porlnguez, a' corte de Londres
am 1619.
a .!. Do Dr. Praede, oflertando dooa etem-
plares de sao opsculo sobre a geograpliia brasi-
leira.
U Sr. Pollo Alegre aprearnta da pirle do Sr.
Filippa Jise Ferreira Leal, um manusciipln sobre
colonia do Sacramento, ais trra da capilania de
S. Vicente, no sitio de S. Gabiiel, na margen do
Rio da Prata.
a OSr. J. Sorberlo off-rece igualmente da parle
do Sr. Dr. Pienlziianer o primeiro volmn du
serme do monsenbor Joaqoim da Soledade Pe-
reira.
sao remetlido da secretaria da cmara dos se-
uliires depolados o aunaos do par manto l.r;-
leiro.
Sao recabid'.s alguna nmeros do peridico
Brasil, enviados pela ndarrao.
Todas as ollera sao recebidas eom agrada.
Verana a ordem do di sobre a durui-So da pro-
posta do Sr. J. Norberlu acerca das cartas jesuiti-
raa depoi das infoniiar's prestadas pelo Sr.
Porto Alegre fleou ainla adiada, levantan lu-ie a
seasto.
i 1 .iiri naval qaa temos no Prata e seos trihu-
tarios consta do seguinle qavios :
vela : crvela Dona de Julho, com 20 pe-
ra de calibre :!0 e 210 praras de gaarnicAo ; cor-
veta Bahiana/i, eum 22 pr,.s de 30 e 210 pravas ;
corveta Berenice, cata 16 pe:s de 30 e 150 i'r.i-
.i. ; lirigue-escuiia Tonelero, com peen de 30
a 80 pr-caa.
A vapor : trpala Amasnnao, de forra de 300
civallo, com 6 pecas de 68 duna obozes' d 12 e
200 prscaa ; crvela (iequilinlionlia. de 15J) rom
1 pec;a de 68 a 4 de 30 e 150 prafaa ; Paracaiff,
de 150, com 4 peca de68 e 2 ohuzea de 12 e 150
pea; ; \ pirante, de 70, com ; peaja d. :gj,. jjii
pr(a ; njapor. d<- 80. com 1 peca de 68 e 2 de
:m a 8'l or.KM. ; Maracaoa, de HO, com 3 peras de
30 e 80 prr;a.
A assembla provincial da Baha fot prorogadaatc
o dia 20 da crrante.
L-se ao Jornal da Bahia :
Communicam-nos que toram encontrados na
costa do,"ul da provincia, riesde o morro d San
Paulo at Carnam, algons corpas em putrefacto,
barriada manleiga, ceblas, lenha a urna lahoa de
navio com o nome Constante em lelraa douradaa.
Tudo indica que houva am uaufragiu, pprra
nada mais pedemos aflirmar.
Recorrendo a alguna precoa crrenles, vimos
em um de Lisboa a saluda do brigue C instante
daquell porto para Pernambuco no da 30 de niaio.
Tere' sido esse a victima 1n
A galera inglez:' eNile, que anles de honlem
entrou de Portsmouth, tein a burdo 270 coudemna-
do, que leva par o novo eslabalicimeuto peniten-
ciario de Swan Kiver na Australia occidental. Sa<<
guardadoa por um destacamento no tropa, commau-
dado por um capiMo.
Aclia-se tambem a bordo como pas'ageiro,
uovu bispj de Perlh, colonia uuva ha pouco lauda-
da oaquellas parageus.
OuVile entrn para refrescar e substituir um
mas ni que parti.
llontem s 9 horas da ambla foi sagrada pelo
Dr. Hale, hispo da Australia occidental, a capella
dos Inglezes.
Ao chegar, o hispo arompanhada de seu capel-
13o. o Rvd. Sr. Wrighi, furam recebidns porta da
rapella lirilanuica pelo cnsul de S. Al. II. e pela
coimnissflo que dirige os negocios da igjejj angliea-
n, e que consta dos Srs. ilogg, lliesoore m, C. S.
Milla e Jnflo Garnelt.
ai Levadoa aquellea sacrista para se paramenta-
ren!,Toram acoinpi:uhadus al a mesa da communhau
pela coniuiijSHii. e ah Ico o Sr. John Morgan Jnior
ama petijao dirigida a S. Exc. Rvm.. expoado>lh
que a cnmmniiiladc in2leza, po.suiudo lia mailos
annos urna capella e cemilerio nesta cidade, por fal-
ta de autoridad competente u3o p le al boje faze-
los sagrar, e por isso approveilndn-se da passagrm
de S. Eic. neste porto, ragava-lha e dignasse cum-
prir esae acto religioso ; o que. sendo deferido, pis-
sou-ie i caremouia religiosa, qoe dornu urna hora a
iiiooi. constando quasi (elusivamente da leitura de
psalmo.
a Acabada a sagrario da capella furam confirma-
do por S. Exc. o filho mais velhn do Sr. Morgan,
cunsol bnlannico, e mais om oulro muco les,
li ibi seguio o bispo acompanhado por varios da
commanidade ingleza ao cemileriu, aonde igualmen-
te proceden n sua sagra^ao.
As ultimas datas de Sergipe chegam a 23 do
passado. No dia 20 tomno conla o Dr. Angelo
Francisco Ramo da chefalaia de polica. Des-
de o dia 16 que cahiam chovas copiosamente em
quaai toda a provincia, o qne muilo liuha animado a
agricultura.
Em Maceio nada de noluvel ocrorreo depois do
ultimo vapor. No nomeroseguote daremos a caria
do nosio correspondente,
Chegeram, sabidos de.le porto :
Ao do Rio, a 26, o Iwiguo de guerra Capibari-
be ; a 27. a barca ingleza XYar-lluru.k ; e a 30,
a barca Cecilia a o hrigoe Sagitario ;
Ao da Bahia, a 25, a Inrca americana Virginia e
Fslellina ; a 31, a barca ingleza Carolina ; a
1, o tingue i \ ao cora escala por Macri ; a 2,
o brigue dinamarquer. cnn\ ; e a ti, o brigue di-
namarquez Fraile.
Saliirem para esle porlo :
Do de Sanios, a 1, o brigue franevz Charles Ber-
Iba.
Do do Rio. a i, a barca ci laia ; o brigue fran-
cez Omega.
Do da Rehia a i2, o brigue de guara inglez Si-
ran. u
Achavam-s i carga para este porlo :
No do Rio, o brigue braaileiro Sagitario, s
No da Babia, a polaca Z|0M I u ; a a inmacca
'< llortencia.
Um Eltilor do 2. eslricto.
tyubtUacoea i pedido.
i
Sao mostr, a n.in smi ralnnga,
Tenho algoma inslrocrao,
Agoia fui que me der'am
De mal- a mais om lusiao.
A plebe baia be que diz
Ou'eu nJo mererjo dez ri,
A Providencia m ajade,
Ou'hei de venctr tres mil ri.
3
ll;m como o re liezaquias,
Su orac.lu foi ouvida,
K o benhor Ihe concedeu
Mais qulnze dias de v .I.<.
i
Pode lambem, Senhor N,
A me-ios grara obler,
K aposenlado'licar,
i.liiiii/e mil anuo, viver.
5
Cuino a perola na concha,
Jamis olTende o trova...
Jamis pode u ambicioso
ler um simples ooracAo,
6
Todos tein bem pena delle,
E o conservara no arsenal.
De uuiguein rile lera pena,
Nasceu so p'ra fazer mal.
7
I -*in espinho no coraban,
Semelhanle ao d'aniquim,
Fere a lodos no arseual,
E vai pagar no boteqoim.
8
O mea pai \icn Copidn
lleixou-me por inaldic.ao.
Di perder o meo dinheiro
No tnnla e um e gamao.
9
Quer galibar o meu dinheiro
Coro aeu baralbo goiado,
t)ra va-ae p'ra o inferno,
Ou'eu ja' vivo escaldada.
loneladas, mestre Pedro Jos Francisco, eqaipa-
gem 3, carga conros e mais gneros, a Martins c.
liman. Perlence a IVrnainbDco. l'as.ageiro l.uiz
Antonio Pinto, Gaadencio A. de Carvalho, JoSo
Rodrigues Vimenla.
Macei.2 diaa, brigue nacional Imperador do Bra-
sil. de 249 toneladas, capitao Leandro E. de
Uliveira. eqoipagem 10, carga am la.lro, a Fer-
reira & Araojo. Perlence ao Rin de Janeiro, vio
recber pratico, segu para o AM.
liba dn Fernando 2 das, hrigoe nacional Boro
Jess, de 127 toneladas, capitao Jos Ferreira
Pinto, equipageni 10, carga milho ; a Antonio
Pedro das Nave. Perlence a Pernambuco. Paa-
sageiros, capitao Antonio Mara de Castro Delga-
do, soa senhora, 4 lilhus, 1 criada e 1 escrava,
Joaa Goncailves Pereira, Manoel Salornino dos
Santo Nev, JoSo Pereira da Mol, Jos' Joa-
qnim de Sanl'Auna, 5 pravas de prel o 13 presos.
Da cuminissao Brigue de guerra nacional Cea-
rei.-en, cominaudanle o 1.* lente Maincde Si-
llines da Silva.
Navio sahidos no mesmo dia.
Dio Grande do SulBarca nacional Thereza I,
capillo Manoel l.uiz los Santos, carga asssucar e
sal.
AracalyCutre nacional Tuharao, capitao Joa-
quim Mouteiro Falciio, carga fazendas e intis ge-
nero.
Terra NovaBrigue inglez T'ilania, capilao l're-
derico Iones, em la.lra.
Para Patacho dinamarquez Maria, capitAo I.
Steler. carga parle da que trouxe.
Terra NovaBarca ingleza Midas, caplo W.
Palfrey, em lastro.
Rio de JaneiroVapor nacional Imperatriz. com-
man lanle capilAo-taiieule .lutouiu t. de Ponles
Ribeiro.
a illuslra.la corporarilo musical, Irantferio o pre-
sente espectculo, que davia ter lugar naque I e dia,
para o detexla-teia.
Subir i scena. a pedido, n excellcnle drama era 3
arlos, do Sr. Mtndes Leal :
0 HOMEM
I
No in'erva'lo do primeiro an segando seto, o Sr.
Bergaraaichi cantara' a encllente aria da opera
lerniiudi o espectculo com o pracioto duelo da
opera
ELIXIR DE AMOR. *
pela Sra. I). < armella n o Sr. Birga-
Principiara as 8 horas,
venda no escriploiio do
cife.
B^hla.
Vai sguir cora muita hrevidade o hiate
Sergipano, recebe carga; a tratar cora Oto-
Uno Cyriar j da C. M., na ra da Cadeia do
Recita n. 2.
Lotera
DA
cantado
loasrhi.
Ua bilhete acham-se
(healro.

Vamos responder ao Sr Verdadeiro Ger-
nnnista, porque realmente tamos autores
0 Dr. Anselmo Francisco Perelti, commen-
dador da imoerial ordem ra Rosa ejuizde
direitn ospecial do commercio nesta cida-
de do Recita capital da provincia de Per-
nambuco e seu termo por S. M. I e C. etc.
Faro saber aos que o presente edttal ti-
rem ou delle noticia tiverem, era como por
este juizo corretn, pendem e se processam
os autos de execuciiu de sentenca entre par-
tes, exequeule Antonio Francisco Pereira,
ejecutado SebastiSo Francisco lietaro, pro-
seguindo-se a execucSo osseus termos, pro-
cedeu-se penhora na herant; aue houver de
tocar ao executado SebastiSo Francisco Be-
lem, depois do que dos mesmos autos se via
e mostrava seguir-seo requerirrenlo de au-
diencia do tlteor spguinle :
Aos 24 desetembro de 1857. nosla cidade
do Recile de rernao.buco, em a -idiencia cu-
Baile popular
Mascaras e phantasia.
NO
PALACETE DA RA DA PRAIA.
Sabbado 21 de novembro.
Tendo-se transferido o divertimiento par-
ticular, e nao havondo neste dia espectculo
no llieatro, entilo os directores com gran le
concurrencia, e por isso nao pouparam des-
pezas para sua sumptuosidade ebrilhaniis-
nio. Os carles de ingtesso eslaro a venda
no dia do diverlimento, que deve terminar
as > horas.
PARA O
Rio de Ja-
neiro.
Vai sahir com a maior brevidade possivel
a barca brasileira Castro III. para carga c
oassageiros, trata-se cora o sea consignata-
rio Jo5o Pinto Keges de Souza, na travessa
da Madre de eos, arrrtazera de Martins &
Pinto, ou com o capitao Antonio i.oncalves
Torres, na pra?a do Commercio.
lio Grande do
nl.or, que seu elogio ja veio t3o tara de "2? 22 Lu ^""^X*!
lempo, que por certS nao leve sabor, e lauto '" "?~Vne"Ul ,ncl.,84Pel.oliciUd.
mais quan io nel!, qusi que conhecemos a S^f" Joa" *?~t* I**'"". Brocj
^immtnica^o.
Siua todo lll navina, ti a vapora 1 a vela,
n...Miau.la tli pera,u groas calibre a guarnecidas
p.ir 1,4'Jtl prafi, a
t> tratado entre o Brasil e a repblica do l'rosoaj
anda n.lo lnvia silo pprovadn, e enconlrava op-
posico. A eommiaata da cmara dos representante,
mi ni ] : i parail.ro seo pirecer, ja' n llflhl apre-
eiilado a discos a .. A imnrens de Buenos-.a\res
conlinuava a alac.-lo forlemeule,
Em oolra parle encuilrurao os le'iljrea. por e-
len'o, ludo qnanto ha desie paix, e de Monlevidn.
Em Minas tilleceu a Dr. I.ino Anlonio Kahello.
ir.aneclor da tbesuur..ra provincial. A'b;.\atn-- re
colindas t edi| de (lu u-l'rclu i lacciuoiasBo-
ticae se-ja cunipanheiros.
A- eleicfie prnvinciarg (In s. paulo (orara feila
eom calma e Iranquilldsde, em Indo o ponina cu-
jas r-snliadus ern-n conl.ecidus. o B.nco enrorpora-
do pelo Dr. Roiiie,ues dos Santos cosainoa a lar
Ueirao Provincial do 2." Deslriclo.
K escolha do5 reprefcntanle* Ha provincia, da-
i|uelle5 a qiium a cabera mas direclanietila a larnfa
de promover seos mclhoranientos, d do salisfazer
suas mais legitimas e vitan necessidadus be aciu-
a luanle o objecto da geral preoccu parao dos l'er-
nanibucanos.
Honrado pelos meus parochianos para tomar par-
le na escnlhi ilaquelles que ao i.' dislrtcto tleiio-
ral da provincia loca cleger, e inleressado como (le-
ve ser lodo o lioin ciJadao em que urna digna es-
colha se tarja, j qtto a imprensa se ha oceupado cm
recommendar aluns candidatos, soja-tne tambera
|n't ii eit.il.i chamar a atten^au de meus collegas pa-
ra um nomo ip.ie tenho visto correr de envolta com
as rocomuiendacoes de alsuns amigos, sem que
pretenda eslabelecer comparables odiosas nem arre-
dar da urna qualquer ouiro candidato
Quero fallar do Sr. Dr. Amonio Joaquim de
Moraes o Silva, cuja candidatura foi apresonlada,
e he sustntada por alguns amigos.
O qui^ falla a esse digno ciJodo crelor da es-
lima de quanlos o conliecera, para que orna cadei-
ra era nossa assembla provincial Ihe nio detn os
eleilores do 2. deslriclo, esses elcilores que o de-
vem conhecer de peno, no meio dos quaes leni vi-
vido, e a muitus dos quaes o prendera lacos do a-
ini/iule'.'
Iiitelligeulc, c de urna probi.lade geralmente re-
conhecida e respeilada, Ilustrado e modesto, imle-
penilentB ja pelo seo earacler, j pela sua posicio,
possuindo patriotismo ou esse amor da causa publi-
ca, al boje limpo de exageraces ou des odios dos
partidos, amiga reconhecido e dedicado para eom
seus amigos, o Sr. Dr. Antonio Joaqun) de Mu-
raos e Silva, retine quali.lades que o turnan) mere-
cedur du um lugar entra os nossos futuros repre-
sentantes.
Agora que a provincia passa a ler seus depuia-
dos pjlo svstema dos circuios, e que quanio a po-
lia apragoa-se urna nova poca de concordia, pa-
rece que sii ha motivo para desojar a eleicao de
liomens como o Sr. r. Moraes e Silva, que offe-
reco garantas de bom desempenho das funci;es de
que se traa, e que sem compromissos com o pas-
sado pode ron ti i bu i r muilo para os bnieficios que
da nova poca se devem esperar, cspeciainicnte
quando o deslriclo onde esse nome apparece como
um dus recommendados ao acolhimmto benigno
dos srs. eleilores he aquelle onde todas as relaciios
naluraes prendera o candidato, que por isto deve
ler pleno conhecimenlo de suas Dseessidades c le-
gitimo uieresse em salisfaza-las.
Tenho ouvido apresentar como tima das dilli-
culdades ao bom xito da candidatura do meu a-
migo o faci de se nio haver c'le proprio posto
em rompo solicitando votos, e balendo de pona em
porta alhciando a cada um eleitor. Semelhanle
consideracao, porem, nao me parece propria era
do criterio nem da dignilado dos mous collegas.
Pois vos, cidadns patriotas, cleilore* honrados e
consciencioscs, haveis de repellir o nome de um
candi lato que he digno, s porque modesto ou for-
mando ainda do svstema representativo o bello con-
ceito desse* lempos de oulrora, de verde leiro pa-
triotismo, nio otisa a]iresenlar-sc-vos como digno
da subida honra de vossos stilTra,-lt..s tiein inleres-
sar-^a por obler aquillu que s deve ser esponta-
neo'.' Oh! clama-se contra a cabala, contra a pios-
UtuicSo de nossas uisiiiui^es, contra o rebaixa-
mnnto dus cargos eleiloraes, contri ese daicmba-
rago cora que qualquer apresenta-se solicitando-os.
Inven.lo as vezes perfeilo contraste etlre a honra
do cargo i! o inererimento do preleodenle, c quer-
se apregoar romo regra, que deve ser regeiado c
voto no candidato qualquer que soja sen nicrecimen-
lo, jmenle porque o nao solicita 1!1 .. Seria is-
10 demasiado cslranho !
Conh;o que nio devem os eleilores cscolher para
repre-enlanies a individuos negligentes em cuida
ilo~ iiilercssos da localidado que os elegeo, e que
sejio ingratos para com aquellos mesmos que com
seus volos os honraratn. Quereri, perem, isto di-
quasi q
boa penna que o tracau ; portanto vamos
mostrar em poucas palavrasaotal Sr. Germa-
nista de encomreenla, que ainda desla vez
fallurarn, seus clculos, e se bem que nao
desgostamos do Sr. Coimbra. todava sua
falta no nosso tbeatro nio nos sera sensi-
vel, pois actores do seu genero ha muitos e
lalvez mais perfeitos. pelo menos com mais
naturalidade, sen os iregeitos e caretas do
seu nlilb-do ,elle que nos desculpe, porque
somos loriados a fallar verdades). O Sr
Costa por esemplo, era muito bom e dei-
xou-nos ba-tantes recordacops ; emquaiilo
ao -Sr. Iteis tinha um nico defeito e-n nosso
l'raco pcns'r, occasiOcs bavia, que berrava
desmasiadamenle ; o Sr. Sena nflo be dos
fieiores, nem larahem dos melbores.suppor-
ta-se; o Sr. Pinto, no pouco quetemfeito
lem-nos agr lado sorlrivelmente o seu tra-
balhoh-a natural a sea) motnic s, baja vista
ao pri ieiio paoel en que estreou no nosso
thcatro. sua entrada foi um pouc t tmida
todava ag'a lou-nos muito ; alera disto tto
ha s neste genero, que merecida rente tem
tilo applausos, asparles graciosas de que
seencarreyta fallam mais alto quo nos, e
demis nao lera como alguem o fofo orgulho
do ser primaz
nao de pedidos, porem de urna das respos- i.
sas ao Substituto-o diremos a este se- 51 .,*"V??Je'-10.9 "parle Uz,,. I)r' 'Z
Anselmo
tador Uo-
, procurador
do eyequente Antonio Francisco Pereira, re-
quereu que fosse laucado o executado dos
seis dias assigdados a penhora feita contra o
mesmo, e que se passe os editaes de que tra-
ta o art. 5*7 do regulamento do commercio,
o que ouvido pelo jutz defero na forma re-
querila, depois de apre^oado o reo, eo
presente extrahido tioprotocollo de audien-
cias. Eu Maxtiaiano Francisco Duarte, escri-
vo o cscrevi.
E mais so do continha em dito requeri-
mento de audiencia aqu transcripto, em vtr-
tude do qual o escrivo que este subscreveu
mandou passur o presente r.ni&l, peloqu.l
e sau theor de sita, e liei por citados aos
credores insertos ao referido executado Se-
liastiiio Francisco Beleni para o contlieudo
no ii-.iii.'fi'ii 'ubi de audiencia aqu trans-
cripto, pelo que tolas e quaesquer pessoas
a quem o conhecimenlo do prosete ir.tercs-
sar possa, deverao Bear sciente do que ci-
ma fica ixposlo. e o portairo do juizo fixar
o prsenle nos lugares do costume, e ser
publicada pHla iruprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recifo de
Pernambuco aos 18 dias do mez de novem-
bro de 1857. Eu Masiraiano Francisco Du-
arte, esciivaoosubscrev.
Anselmo Francisca Peretli.
babinete ptico
ATERRO DA B0A-1STA
N. 4.
0 director doste salao participa a seus
Ilustres protectores, que esta semana a-
presenlara urna agradavel exposit-o de vis-
tas novas.
1 a Sebastopol bombardeando-se tanto por
mar, como por trra.
2.a A grande balalha heroica de Bala-
clava, os Alijados e Rosaos.
3. Combate e destruyo em Nabarrin en-
tre as esquadras Alliadas, e as esquadras
Russas
4.c A sanguinolenta batalba da torre Ma-
melfio-Vente
5.' A sanguinolenta balalha de lnker-
man.
ti. Valor e firmeza de C.uilhcrrne Tell.
7.a Gesler recusa a r.uilberme Tell a li
berdadeque elle haviwpromettido.
8. Cuilhcrmc Tell foge de seus presegui-
dores.
!." Guherme Tell mata ao Tyranno e sal-
va a Sutssa.
10.a Vista de Ampliur em Franca.
11" Vista do Ferrol na Caliza, licsnanha.
12." Vista da Coruui:a na Caliza, Ilespa-
nba.
13." Tanque e paltcio da Rainba de lles-
paDha no real sitio da Graga.
14. Igreja de Nossa Senhora de Paris, e
seus arredores.
15.b Vista de liayona em Frang.
2 vistas a pedido do respeitavel publico
16" Vista de Sanio
buco.
17.' Jardim e palacio do Verslhes
18 NapOleSo I, botando oculo em fente
da Cnthelral deMilio em Italia.
O 8Jil3o estar abprlo das 7 at. as 10 da
noite. r.nti ,i'"\ 500 res.
Sogue viagein o bem conbecido patacho
Bom Ji'sus, capilfioJoao Concalves Res, re-
cebe carga : a tratar catn Caetano Cyriaco
da (".. M., na ra da Cadeia do llecife n. '
cear.
O patacho Santa Cruz, capito Jos Victo-
rino das Mevos, para o resto da carga e pas-
sageiros, tratar com Caetano Cyriaco da
C. t., na roa da Cadeia do Recito D.S.
- Para Lisboa segu com a possivel bre-
vidade, por ter j parle do seu carreganen-
to, a barca portugueza Horlenna, capitao
JoSo Silverio liouiano; quem nella quizer
carregar ou Ir de psssagem, para o que tero
excl lentes com modos, dirija-s?a Manoel do
.Nascimento Pereira, ra de Apollo n. 16, se-
gundo andar.
M^aB^^f^iaT^.
COMPAITHIA
de paquetes ingieze.-i
a va por.
N din -20 rlesle mez espera -se dn sul o vapor
ii'l'yua, cainuiaii lanl' Lous'lcn, o qual depois da
donara do easlame aegoira para Sonihampson, lo-
canto nos pirlos de S. Vicente, Tenerife, Madura
e l.iahoa. Para passaaeiros "lc., trala-se com os
a^entoa Artarusun Iluvvie i\ t:., ra do Trapiche
Nova n. \l.
N. B. Os emhrullics s s receben) al > horas
Antuuio COI Pernam- ante de ie fecharcm as malas, e depois mais urna
hora pagando entao um patacAo alcm do fretr.
Agor, our-a mis urna ja que se lembrou
do publico pernambucano, este, pela sua
bon lade e genio hospitalero, d-sculpa rr>ui-
ias vezes cousas que nao devia desculpar ;
quanlos forasteiros por aqui tem appareci-
do, que com justica mereciam applauso de
laco '' e mesmo q'tsntas vezes o seu afi-
lhaion.lo lera merec io, nao digo cousa
tfio forte, pori:m algumas tesouradas pelo
jornal:' calemo-nos,camarada, nao bulamos
com a panella para se nao entornar o caldo,
deixemos elogios para os primeiros actores,
Germano, JoSo Caetino e D Manoella, que
como disseram Os dous amigos lie a
alma e corarJo do nosso theatro.
Os dous collegas.
&3$Si; >M 4^,
ir


CAMBIOS
Sabr Londres, 26 1|2 d.
< Paria, 28 rs. por fr.
f Lisboa, m a KHI por % de premio.
itio de Janeiro, l pnr i>m d. descont.
Acy.Su du baneo JU por ccoiu de dividendo por con
la do vendedor.
< compaohia de Baborlba 6O9OOO por acca
c companhia l'er ambucaua ao par.
c c l lilulade Publica, 30 purceutod premio,
a Iiideinuisadura. 61 Idea.
1 da estrada de ferro 20 por 0|0 da premio
Disconto de lellras, de 8 a !) por cento.
AccOes dn Banco, O a ib da premio.
Ouro.Onca btupaubolas. 1*500 a 309000
Uoeda de tolOO vellia .
6M00 novas .
1 4*000. ... .
Prata.Palacoea brasileiros. .
Peo coliimnarias. .
meiicanos. .
ALFAMlhtiA.
"ci'.dnicnln do iba I a 18.
dem do dia ID. '
37
llpscarreaam hnje 2il .le novembro.
latera np'eiaLindamercaduras.
Uneue iaglexalar) Aun Nawreltcarvao,
Brigue iuglesAranIrilhu- dt ferro.
Barca IngleaItathildeearv&a e taclias.
Barca bullan le/.alv.ee Alidasinercadnrias.
Barca porlu^ur/a Mana Juse' farelu, liaos e
cer*.
Paladn nortogoeiDuno do Portofcij.lo, ligo a
Illas.
liirca dinamarqueaPreciosamercaduras.
Birca luasileiraAmelia pipas e barrica vasias.
Barca brasileira!tcileferro e barricas vasias.
MOVIMEMO UA AI.FANUEA.
306
li;:i
369
Do ordem rio txm.Sr. director interi-
no cotisclbeiro Dr. Pedro Autran da Malta
Albuquerque, fago publico que Dea marcado
o prazo de 6 mezes contadoa dn da de hnje
para a inserip<;ai> dos que pretenderen) con-
correr ao lugar vago de lente substituto da
faculladc de direilo do l'.ecfe. Pelo que
lodosos pretendenles ao dito lugar se pode-
rao apresentar desle ja na secretaria desta
l'acul lade para inscreverem seus nomes no
livro competente ; o que lhes he pcrmlido
fazer por procuiador so estiverem a mais de
20 leguas desta cidade ou nao polerem por
justo impedimento. Sao abrigados porem a
apresentar documenta que i-aostrem sua
qualidadede cidado brasileiro, e de que
estao no gozo'de seus direilos civis e pol-
ticos, certidao de battismo, folha corrida
do lugar de seus domicilios e diploma de
doutor por urna das (acuidades de direito
do imperio ou publica forma deste, justifi-
cando a inipossibilulae da auioseiitaciio do
original, c na mesma occasio polero en-
tregar quaesquer documentos, que julguem
convenientes ou como titulo de habilitasflo
ou como prova de servirlos prestados ao
estado, a humanidade ou a sciencia dos
ques se lhes dar recibo ; tudo de confor-
midadecom osarts 36 e 37 do decreto n.
1383 de 28 de abril do 185* e 111 e seguales
de n. 1568 de 24 de luvcre ro de 1850
Kpara qui cheguo ao conhecirricnto de
todos mandou o mes tu F.xni Sr. allitar o
presente que ssra publicado pelas Mlias
desta cidade e da corle.
Secretaria da laculdadede dircto do Re-
cile 10 de maio de ls7. o s crettrio inte-
rino Manoel Antonio dos Passos e Silva J-
nior.
:li38-,5 COMPAiNHU DE SEGUROS MARTIMOS E
TERRESTRES.
16)000
lli-SKKI
9BOO0
2? OU
2000 1586U
3V.I:2'ill6i-
I8:IC3208
Volunio utrados c un fazeti tus
cora gentros
Total
Volumcs sahidos com fzndas
a com geuerus
Tolal
CONSULADO CERAL.
Kemlimanlo do dia 1 a 18. .
I iem do da i'.). ,.....
III
553
864
IVEHSAS PROVINCIAS.
Heodimento ilo da I a 18. .
Idcm do dia 19.......
60:1158646
882906
60:99S9.>.'it
2:OI8f9:!i
sl8i
2:039;!18
DESPACHOS DE EX PORTA CAO PELA aES.\
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
19 DE NOVEalnO DE 18.7.
Canal Barca inclea Uncen ol IbaEs, Patn
Nash A; C., 3o') saceos assucar mascavado.
I,i.!maKarca porlucuca Hurlenciaw, Manoel du
Nascimento Pereira, 100 saceos assucar masca-
vado,
l'iirinBatea pnrluguea flor da Maau, Anlonio
Juaqiiiin da Silva Vilella. 6 barril malaxo.
Parlo Briuiie pnrlu^uez S. Manuel I, diterso
carrtgadores, 200 sacos assucar mascavado.
EXPORTABA O*.
Gibralltr, escuna ingleza Venelian, de 201 tone-
ladas, enndiuio o seguiule : 2,8i0 oceus cum
14.300 arrobas de aurar.
zer i] 16 Baja mais merecada mesmo sob esle poni KECEBcDORIa DE RENDAS INTERNAS CE-
ilc lisia aquelle que mais pede, que mais sollicita, RAES DE 1'EKNA.MBL'CO.
que mais se interassn? Ah nao; ) experiencia' *
tilii esta, o vol rogado, sollictlado vala muilo an-
--'* i ------- n _.,. _:
llena do da 19.
164791960
9141 189
-
.
IT 'MH..(!'.II
DO
IMPfRIO DO BRASIL.
Bstabelecda no Rio de Janeiro.
4 CAPITAL \ .000.000:000
Afjoi ca ra da Cruz n. lo, eserptoiioda
viuva Ainotiin di Eillio.
Aos Sis. nejociantits, proprietariot dt-
casas etc., etc., se offerecu na agencia da
dita companhia nesta cidade, a realisacao
de segaros por premios e cordicres mui-
to mdicas e i a/.oaveis. Nh mesma agen-
cia tambem se efiectuam seguros tanto
para o norle como para osnl do imperio.
nos vapores costeiras e vasos devela. A
companhia garante a piompta indemni-
sacuo da importancia de qualquer s-
IIISllOS,
Tribunal do commrrrin.
Por esta secrelcra ae faz publico, qun na
lita supra foi inscripto no livro da matri-
cula dos romiUTCiantes, o Sr. J.iaquim An-
toalo da Silva Martins, cidadrSo porutguer,
de 38 annos dn ida :c. domiciliado na provin-
cia do CrSa-Pari, aonde est esUbeleeido
com negocio de ferragens c fazeadas, em
grosso e a reta I lio.
Secretaria do tribunal do commercio de
Pernambuco, la de novembro de 1857.Dr.
Ap-igio Ciiimaries, olTJcial-rjisior,
fUEiri
DE
SANTA ISABEL
22.a BECIT4 nAASSICMTIK*
DI
EMPREZAGERMANO.
SEXTA-FEIRA. J> DE rsOVEMBKO DE 1857.
|Vr> rAnvnnanria \- s.r n rlia
m.
Ceara, Ma-
ranho. e
Pari.
O veleirO brigue escuna "Graciosa,
capitao e pratico Joo Jos de Souza, vai
seguir brevemente para os portos indica-
dos, para os quaes recebe carga ; a Ira-
lar com os consignatarios Almeida Gomes,
Alves i\ C.. na ra da Cruz n.27.
PARA S! BI9
DE
BRIGUE DA.M-O'.
Vai seguir com toda brevdado o brigue
nacional DamSo, bemcoohecido pela brevi-
dade de suas viagens, e clasificado o pri-
meiro na carreira para aquelle porto : quem
nelle quizer carregar ou ir de passagem, en-
tetida-se com os consignatarios Fernandes
i Filhos, ra da Cadeia do Recife.
IO
de Janeiro
Segu cm noucos dias o brigue nacio-
nal I tima, por ler parle de seu carrega-
menlo prompto, para o resto da mesma e
passapeiros para os quaes tem e\cellentes
commodos : trata-se com os consignata-
rios Novaes & C, na ra do Trapiche
n. 34.
Para o Kio de .lanf i:o.
O vcl'-'ro c bem conhecdo patacbo Amazo-
nas II, pretende seguir com muita brevida-
de, tem a bordo pane de seu carregamento :
para o resoeescravns a frele, para os quaes
te.ro excellenles commodos, trata-se com o
seu consignatario Antonio l.uiz de Olivera
Azevedo, ra ua Cruz n. I.
Para o Rio de Janeiro sabe com
muila brevidade a bem conhecida barca
"Recile, a qual tem a maior parte do
carregamento prompto, para o restante.
e passagoiros, para os quaes tem esparo-
sos commodos, trata-se com Manoel Fran-
cisco da Silva Carril o, na ra do Vigario
n. i", primeiro andar, ou a bordo com o
capitao Manoel Jos Ribeiro.
ara o
Rio de eneiro
COMPANHIA
Per aniliii an i
O vapor nacional Pnrsinung, comman-
danle o lente Moreira. segu para os por-
tos do aul de sua escala no dia '26 do cor-
rente, a carga sert depositad no arma/mi
da companhia, sse recebar ate o dia 2i a
tarle, c dever vir acompanhada dos des-
pachos e conbecirnenlos,sem o aue nSo te-
r o competente destino ; os conhccimcntos
ser3o entregues assignados no dia 26 pela
mauhfia.
Provincia.
Corre sabbado as > horas a ultima, par-
te da primeira e prirucira da segumda
lotera a beneficio do collegio das or-
phaas e orphas.
P.J. Lavne.
i-'ngio no dia 15 do corrente. do poder
de sua senhora, a escrava Demetria, que re-
presenta 35 anuos, cor pret, baixa e secca,
com urna ulcera na perna esquerda, qusi
procuraudo o p lev m vestido de chita en-
carnada e panno da Costa : roga-se s auto-
ridades policiaes ou quem a pegar, leva-la
casa de sobrado no rateo do Carmo, segun-
do andar n. 7, junto so capitao I'irmtno.
Pelo juizo de orpbSos, no dia 27 do
corrente, por ser a ultima praca, tem de sei
arrematada a quem mais der por renda, a
casa terrea n. 74, sita na ra de Hortas des-
ta cidade, a beneficio do orpbo lilho do fi-
nado Francisco Antonio da Silva : qum pre-
tender lanzar, pnde comparecer as boras
competentes da audiencia, que serSo rece-
bidos seus lances.
Pede-se ao compadre do cotello traos
formador para florete, que nSoanda forjan-
do annuncios paramarearo mrito artstico
do insigne actor Pinto. S. S. lie bem conhe-
cdo como ingrato aprenliz, e a par do Sr.
Pinto mediocri lade ; portanto (tosejamos
que se dispa do orgulho que oossue, que nSo
o tem, e ver que o verdadeiro germanista
que o defende, concordar que o Sr. trans-
formador do eutello para florete, be actor
enjuativo, persconalisador o figura aborre-
cida.
Precisa-se 4c 2 amassadores qae sejam
bem diligentes n teuJelura, paga-se 203
mensaes e na o puxam cylindro : na padaria
do Villa-verde, ra imperial n. 173.
Aluga se urna casa de taipa, muito
fresca e boa localidade, para passar a festa,
no lugar da Torre; que ja-se ao armazem da ra Nova n. 67.
Tem de ser arrematado em orarla, na
porta do juiz de pv/. da f eguezia de S Jos,
os bens penhorados a Silteslro Lopes de
Sena a requorimento de Pedro Antonio Tei-
xeira Ctiimarjes, os objectos seguiules : 1
cama d? casal, uova, de atnarello, com to-
dos os seus pertences, 1 baln' com 4 a 5 pal-
mos de comprimeato, 1 benquinha com ga-
veta, da amarello, e 2 caixis : no dia 20 do
correaste, as 9 boras do dia, na porta do
mesmo juizo.
Oabaixo ssslgnado, ten 1o-lbe cons-
tado por diversas pessoas a quem o*Sr. Jos
Franeisco Scbofr t^m dito que foi o abaixo
assignado o anlor do annuncio dirigido ao
sr. Mjura Poggi e ao Sr. Jos Joa |uun Gon-
calves, pede pelo presente jornal ao Sr. Jos
Franci-co Schefr, que declare se foi o abai-
xo assignado, como Vmc. tero dito, do que
esperarei pela sua resposta, pa*a provar a
sua verdade ou a sua 'calumnia, conforme
me consta Vmc. a ter dito R^cife 19 de no-
vembro de l857.--Manoel Domtngues da Sil-
va Juuior.
- Pela ultima vez se roga as pessoas que
tinbam penhores em poder do fallecido An-
tonio Teixeira Peizoto, os venbam resgttar
al o fimi do corrente anno, fir.do o qual li-
caro sujettos aos juros voacidos ea vencer;
na ruado Queimado n 44.
Prccisi-se de urna ama que sajba co-
zinhare fazer o servlco in'.ernode casa ; na
ra do l.ivramento, casa n. '20, seguudo
andar.
i Vende-sel moleque de 14 annos e t
negro de meiaidade; no segundo andar da
rus Direita n. 64.
Deseja-se saber aonde existe a Sra.
Beatriz Filippa do Sacramento Leal, irmSa
do fallecido guarda do consulado geral Jos
Correia Leal, a qual senbora queira appare-
ceremeasade suas manas a negocio que
interessa a mesma senhora.
Na ra das Cruzes n. 22, segundo an-
dar, p-ecisa-se de urna criada.
Precisa-se de urna ama forra ou capti-
va, que satba cozinhar e fazer lodo o mais
servico de casa : na ra do Caldeireiro, ta-
berna n 60.
Na tinturara da ra
da Cadeia
de Santo Antonio n. 6, tinge se com perfei-
1,'n de todas as cores.
Precisa-se de urna ama escrava para
fazer o servirlo interno de urna casa de fami-
lia de duas pessoas, e tambem para fazer
compras na ra : a tratar na loja de fazeu-
das ao p do arco de Saoto Antonio.
No dia 8 pa^a 9 deste corrente mez fu-
gio do abaixo assignado um escravo de no-
me Rento, do Gento, i lade 20 annos, alto,
um pouco secco, cor preta, nariz afilado,
dentes bem alvos, pschatos e grossos, de-
dos es?alhados e grossos, fechado nos joe-
Ihos quando anda, e o melhor signal he ter
W di* a^*f<*
Na linaria ns. (i e 8 da praca da
Independencia, precisa-se (aliar ao Sr.
Joaqnim Antonio de Moraes.
AVISO.
Prycisa-se de costureiras para cairas e
coiletes : na ruada Cadeia do Recite n.
U), primeiro andar.
nieuron 8
:?
i:
o
v i
y.
'i?
a.*
O
-.:
v.3
c.
Ce
jom deposito ge-
ral o seu rap Afea
Pret;. ni na da
Cruz ii. !6, inuda-
ramsse para
ni) ra
meiro andar.
i. 25,
mes-
pri-
G
en
si
Q
O
i
*%%
>:>O^Q^
MUTILADO
irruct'ts frese is.
No deposito de bichas ra estreita de
Rosario n. 11, he chegado a boa maca e
pera, assim romo as boas passas, ligos,
ameixnse os bons rjueijos de vapor.
Na rita do Cabuga' loja de miude-
z is de Jos Alves da Silva Guimaraes,
compra-se moeda de cobre, prata ou se-
dulasde l.Sa S,para dar detrocos a aquel-
las pessoas que Ihe rompram.
Vend--se a barca brasileira Adelina,
muito velleira, forrada, e enchinada de
cobre ; os nretenienies dirjm-se aos con-
signatarios istos & l.emos, na ra do Tra-
piche n. 17.
Ven le-se urna casa terrea, sita na ra
do Tambis n 26, fresuezia da Boa-Vista : os
pretndenos dirjam-se a ra da Praia, pri-
meiro andar n. 43.
Na ra estreita do Rosario a 2.r pri-
meiro andar, vndese om lindo cabrnha
de 10 annns, oroprio para ollicio.
Compra-se efectivamente na rua das
Flores n. 37. Diimeiro andar, aeolices da di-
vida pulilic.i e provincial, acede* das compa-
nbiS, e da-se dinheiro a joros em grandes e
pequeas quanlias sobre penho-es
Compra-se nm jogo ou dous d ma-
las fetns ni trra, e que estejam cm bom
esad:>: oa ra da Gloria n 55
TrasDass--se o'i faz-seoutro qualquer
negocio com tirm hy otheca do valor de
1.00"/, faz-sc semelnante negocio unica-
menlerorter >. earle hyoolbecario de mu-
, dar-se desta rovincia pur estes das : quem
Segu por rsles das o bem conhecdo arelen ler, annunce para sar procurado, ou
brigue nacin! Almirante, de primeira mar dirija-so a ra da Gloria n. 55.
lia, tem pro-r.pioqiaM tolo o carrefjamen- .Pncisa-se de urna amadsleite
I, e fin rpr.ebu caua m.iiilae nassieeiros ; ra do Hospicio n. 15.
na
ILEGIVEL
as pernasiguaos, pois n3o ten barriga, falta
mansa, levon camisa de ganga azul, cerouta
de algodozinho, chapeo de pello usado, urna
caia pequea de guar lar roupa : descon-
lia-se andar dos Arrombados at a cidade
por conhecimento de urna parceira delle que
foi vendila neste lugar, ou estar acontad)
de la at os Sete Mucambos,terras da Torre :
roga-se as autoridades policiaes. capitSes de
campo e nutras pessoas, que o apprebendarn
e levem-o em Camoina Grande, trras do
engenho Camaragibe do Eira. Sr. BarSo,
queserao generosamente recompensados.
JoSo Baptista Marinbo.
Precisa-se de um amassador em Goiau
na : a tratar na padaria da roa larga do Ro-
sario n. 48.
Atteitco.
O abaixo assignado, cavalleiroda imperial
ordem da Rosa, vai por meio deste annun-
cio agradecer ao Sr. subdelegado da fregue-
zia de s. Jos, o grande auxilio e polica
que prestou sobre a diligencia de um Gibo.
Antonio Pedro Goncalves R. Franca,
Vendem-se a prazo 4 molecotes criou-
los, de i lade 12 a 13 anuo, sendo um per-
feto ollicial de carapina, I mui linda mula-
tinha de idade 15 annos, 1 negrinna de ida-
de II annos, I perfelta escrava em todo o
servico, 1 bonito mulato de Idade 18annos,
2 negras de meia idade : na ra das Aguas-
Verdes n 46, se dir quem vende, e o moti-
vo por que se vande.
Vende se ou aluga-se um sobrado no-
vo na cidade de Caruaru', no paleo da feira,
com bons commodos, que pode adiinttir
iluas finultas, cometido mu quaito na luja
para um rico eslabelecimeoto : a tratar com
Jos Carlos#e Souza Lobo, em sua prensa
no Forte do Mallos n,U. ou na ra Augus-
ta, sobrado n. 21, e na mesma ciiade^lo (ja-
ruaru'.com Anlonio Vctor da Silva Vieira.
- Vende-se urna canoa aberta nova, pro-
pria para conduccao de familias: na ra do
Mondego n. 135.
ouem precisar de dinheiro a juros em
ponca quanlia, sob penhores ae ouro, dirja-
se as Cinco Pontas n. 76.
O abaixo assignado declara aos seus a-
migose fieguezes, que seu estabelecimento
de typograpfna, e encaderoa3o continua
em actividade, eem ctrcnmstaiicias do po-
der salisa/cr qualquer eiicommeuJa, para
oque se acba ?rovi As pessoas que quizere 'i tratar ile algum
negocio com o mismo abaixo assignado e-
vem se -lrigir ao seu estabelecimento na
ra da Cad"i de S. Antonio, defroi'.lc do
crusei.-o do convento de S Fraucisco, de-
vend.i baler na cancella do lado diroilo, por
quanto o abaixo assignalo se v lorgaJo a
ter feeha Jas es portas do dito esiabeleci-
ment, porque a imrnensa podra n5o Ihe
permitte, usar do em lireito imprescripti-
vel, quai o de exerc-r as portas abortas sua
industria, com quanto para, isso oague im-
postos em favor dos cofres provinciaes e
muncpaes para as despezu publicas, em
cujo numero entra semduviJa o do calca-
utento das ras, beneicio de que precisa n-
contestavelmentc a em que esta o estabele-
cimento do BOuaeiaoie, e que se j se hou-
vesse verilicade, seu estab,..ecimento nao
Ihe seria mistar (como lie* dito), estar com
as portas fechadas, para evitar a compiela
delerioranao Jos objeetos mislentes no mes-
mo, porque al recea ser aspnyxiado pela
maldita, e irremedtavul poeira.
1'. F. C. Lemcs e Mlva.




.
3
i
m
Precisa-se de urna ama secca para o
servica interno e externo de ama casa de
pouca familia ; emSantoAmsriuho.il na-
dara do Sr. Layme.
ATTENCAO.
O autor de alsuns ,>edidu9 pjr p^Ip Diario ao em-
pr.Mriodo Mola U,b-l respondendo ao artigo pa-
nucado honltoi no mas-nn Diario cora a anigna-
lura -O vardaileim liermanula, diz
leve deejo> de entrar era polmica, a r*peil
merecimeiilo 8rtt,co do Sr. Clmbr. guardando
assim o melho'ei principios de genenxidade.. po-
rem como o referido artigo he orna verdadira pro-
vocacao, e parece ante, lavra daqu-lle Sr. do que d.
algum seu amigo ou alfeicoado pirque he diflicil da
crer-se qua algaeni conlra a opiuiao paldica quiz>si*
tomar a larefa da coroa-lo dosimpalhias com arlis-
a iqae jamis mu raan plaoivel conlaalaria.ao mes.
mo lempo o merilo do Sr. I'inlo Irazido para a dis-
coisao com objecin de rompara.;e< odiosas, aera nu
para tal hoiivt.se elle concorndo ; por itio nao po-
demos conier-uos em refalar o aobredito arligo, re-
pelindo anda oulra vez que he o Sr. Pinto o melhor
era eu geuro, que por aqui temos; vialnjsua fisura
naturalidad!, porte Rrave em cena, lado faz recom-
raendavel aos eoleudidoi e habilitados, tirita um
pouco. he verdad., o que au he de eilranhar,
quando o Sr. Coimbra berra, i quera pedimos qoa
aja mais modesto e considerado, despiodo-fe de
pretendes fofas, como seja a de querer competir
comoSr. Pinto, conforraa-se com o juizo publico,
que nao o considera em competencia eom o seu
collega.
OS ll.lil i galgos!
4 SOUEDADE DOS RATOS SABIOS
penetrada de reconhecimeolo pela generosa indul-
gen^ qui Ihe bao leslemonhadc os habitantes detla
-----Aospilaleira cidade, e desejaodo merecer loda a sua
protecrao, lera a honra de fazer publico que, afim
de ler lempo de preparar a sua eqoena compartira
para exornaos inteiramente diffe-emes e anda mais
extraordinarios do que os que lem aculado ale
hoje, vai dar prncipio aos
BKII.HAMTES EFrEITOS
DE LUZ E DE PTICA
em tres parles, dividid.)* da maneira seguiute :
PAUTE I.
PHANTASMAGORIA MECNICA.
Esle genero de espectculos recommenda-se espe-
cialmeole por sua* mulaces de vista, por suas cari- -
caturas amas msi grotescas qae rulras, e pela rapi- '
dc da Ir.....lormace. Nolar-se-fa qae algumas das
pesas, sem mudarem de lagar, M apresenlarao 13o
dslanles ou tao aproiimadas do espectador qoanlo
se desejar.
PARTE II.
GRANDE POLYOKAMA OU
TRANSFORMAVEIS
FEICOAUOS
Esle polyorama, o mais rico que lem apparecido,
representara ao vivo as principae! c mais apraiiveis
vistas da Europa ; nolando-se em algumas a paisa-
sen) do invern para o vero. da uoile para o dia, e
no ludo a mais bella eiecncao.
PARTE III.
AS FLORES DF/FOGO.
Cota esla nova diversao, para a qual os propieta-
rios nada lem poupadn, afim de que a illusaoseia
completa, esperam ell-s merecer o concurso e be-
nevolencia que at o presente llies lem sido prodi-
galisada.
Com.cara U sale horos da noile, todos osdias, oo
aterro da Boa Vista, n. 29.
Prero da entrada IJOOO
Meninos...... 500
Por este juizo de orphos se faz publi-
co que tem de ir a praca publica o arrenda-
mento annuil do sitio com casa de vi venda,
encravado na propriedade Sant'Ann, per-
tencento aos berdeiros da finada Leonor Ber-
narda Virissima da Paz, sendo a base para
tal arrematado a quantia de 200a, o que
deve ter lugar em aadienci* publica de 20
>Io corrente, em casa di residencia do res-
pectivo juiz, no atorro da Bo-Vista n. 9.
CA1XEIR0.
Precsa-se de um caixeiro que tenha pra-
tica de ferragens ou raesmo .sem ella : na
ra Nova n. 6.
- Precisa-se de urna ama ce leite ; para
tratar, na Passagem da Magdalena, casa de
Jos Joaquitu Diss Fernandes, ou na ra es-
treita do,Rosario n. 30, seguudo andar.
Atte.co.
A' bellarapazeada de bom gasto: na ra
do Uueimado n 9, loja de Carvalho & Silva,
vendem-se cigarros de H.vana de superior
qualidado
Preciss-se de um homem que saiba ler
ecscrever para administrar uir.a obra e q:e
ssista na mesma : a tratar na ra larga do
Rosario n. 18, junto aos quarteis de polica,
padaria de Manoel Antonio di Jess. Na
inesm* se precisa de um bom f jrneiro, nao
seolhando a ordenado vista do desempe-
nhodoseu trabalho.
DIARIO DE PERNAMBLCO SEXTA FBIRA 20 DE NOVEMHKO 1857
U abuso assignado mulnu-se da ra
Velha para a ra di-Apollo n. 29, econtinu'a
na sua profissao de fazer capas, balina^, sa-
marras e capas viatorias a uso da Babia.
Afexandrino Cesar le Helio.
Na ra do Trapiche Novo n. 12, pre-
---Precisa-se de orna criada paraoservf-, No caos da slfandoga, armazem do
co interno e externo de pequea familia : na Mello, venden, se 18 saceos com farinha a 6-
rua Augusta taberna n. 1.
leudo o fallecido Manuel Jos Macha-
do Cuimaraes dcixado em seu testamento
a quantia de 4 rs. a cada um de seus aillia-
para lechar conins
Ven ie-se urna porreo re garrafas e bo-
| lijas vasias : na travessa das Cruzes n. 1*
ni.-- -..I.. I------- --.--,.----- -,-----... Mb-.,a. a vaus Ulll Oe.SC'UM.MIIIIH-
i?,l"? 2 *scr*vos' 1 Preloel preta. dos, oabaixo assignado i-mediatamente
Precisa-se de ucna ama para casa de
peilo 'i..! u Peq"cna familia : na rua do Hospicio
LBITK. ARTHDB A C.
Rua do Queimado n. 10,
I.OJA DE i PORTAS.
m
Tendo-se estabelecido com loja de fazen-
"si? das finas, roandaram vir de Frauga para sen ^
.; \ eslabrleeiineulo, golliuhas e mao^uilos bor- g&
dados, ntremelos os mais finos possiveis, ^
que servem para vestido de blondo e de se- *%?
$? da, assim como mais grossas para uso de ou-
.*ft lru' veslidos de menos valor : os precos sao S.
-ft ra*oaveis, dao-se amostras com penbores ''''
'sS em moeda.
--- Aluga-se o sitio no Caldeireiro junto
ao do Rvm. Sr. padre Ignacio, com boa
casa, agua, e arvoredos de fructo ; quem o
pretender, dirija-seao mesmo sitio, que a-
cbara com quem tratar.
Precisa-se de oliiciaex de charutei-
ros : na taberna da rua Imperial n. M.
c ompanhia
I
Pernambiicana.
A sess3oda assemMa geral dos accionis-
tas fica transferida para sexta-foira '27 do
corrente mez.
m
QUADUOS
APER-
LEITE. ARTIR C-
RUADO QUEIMADO N. 10. W
Loja de i- poi tas. W)
ff) Tem um completo sorlimenln ds borda- tk
dos de Franra em tiras e entremeios d lo- S
das as larcoras e qualidades, sao de (;os'o ^9
Q inleiramenle dill'erentes dos que (em viudo 64)
S ao merci"10- s
Clssociticsio nfiogciijliici
jkvMamhucAu.i.
I'or deliberacSo do conselho, participo
aos rrembrosdesta associagSo, que domin-
go, 22 do corrente, as 10 horas no sobrado da rua Direita u. 120, haver ses-
sSo extraordinaria da asseuibla geral. To-
dos os senbores socios sao rogados a compa-
recer, visto como ha negocio de importancia
a se tratar : os senbores membros do conse-
lho deverSo achar-se presentes meia hora
antes, alim de ter lugar o expediente. -- A.
A. Ferreira Lima, 1.- secretario.
--- Na rua Direita, sobrado de um andar
n. 34, venle-se saccodegomma tnuito boa.
Precisa-se de urna ama j de idade,
parda ou pret, para comprar e cozinhar pa-
ra casa de pouca familia: na rua Bella n 20.
Precisa-se de orna ama para casa de
pouca familia, para comprar e lser o mais
servico de um*. casa : na rua do Rosario da
Boa-Vista, loja n 26. Na oiesma casa preci-
sa-se de urna Invaden a para lavar de barella.
Lotera d pro-
vincia.
O ;ii):ii\o assignado vende btlbetes ga-
rantidos pelos precos abaixo notados, em
quantias de ls'O para cima, a di-
nlieiroa vista, em seu escriptorio, na rua
do GoUegio n. 21, primeiro miar.
Rilhetes 5500 recebe 5:000x000
2:500,s000
eJ. Layme.
pedio ao Sr. Jos liulino de Souza liamos,
estabelecido na villa do Pao d'Albo, para
que pagasse a todos aquelles, que sejulgas-
secom di'cito a esta quantia, at o pre-
sente nenhuin se lem apresentado, afim de
receber a dita importancia, a novamente
por tanto se faz publico, que continua o
mesmo a satisfazer aquello, que com direi-
to se julgar. ou mesmo pode dirigirse a
ruadoCabug n. 1 B. na ci iade do Recife
a Jos Alves da Silva GuimarSes, que promp-
meule sera pago.
Aos devotos.
Registros da milagrosa Senbora do Carmo
do frontispicio, leitos em Genova, acbam-se
a venda no deposito da rua de S francisco
6 6.
Precisa-se de duas criadas, sendo urna
para cozinhar, e outra para o mais servirlo
interno de urna casa de pequea familia ;
paga-se generosamente: a tratar na rua
Imperial, segundo andar do sobrado n 67.
Precisa-se de um caixeiro, que tenba
conhecimeuto de deposito de massas : no
largo da Assemblea n. 12 segundo andar.
Almeida, Gomes Alves & C. sacam so-
bre a praca de Lisboa : escriptorio na rua da
Cruz n. 27-
iii de leite.
a luja das seis
portas em frente o|> Li-
vramento
Palitos de alpaca preta e de cores a 5;t)o0,
ditos pretos ? 4/500, ditos de brim a 3?G0O
COI PEQUERO TOQUE M
ama para acabar de
8 mezes : na rua das
Precisa-se de urna
criar um inino de
Tri ncheiras n. 8.
Precisa-se de urna criada estraugeira
para tomar [sentido a 2 ou : meninos, pre-
lerindo-se urna ingleza ou raneeza ; a tra-
tar na Capunga em casa do Sr. J, Uaylers.
Pecas di algodSo de sacco. ditas de alga-
diln trancado proprio para toalhas e roupa
de escravos ; vende-se na rua do Crespo,
loja da esquina que volta para a rua da Ca-
deia.
Vende-se um esrravo crioulo de bo-
ni'a figura, oflicial de sapaleiro, idade 25 a
30 anuos, proprio para lodo servico : a tra-
tar com Antonio Francisco Martins, na rua
da Cruz no ReciTe n. 62.
Vendem-se 2 molacotes de oplima con-
ducta e I preto vclho. tudo por preco em
conta ; na rua Direita n. 66.
Vendn-se na rua da bica de S. Pedro,
em Olinda, primeira casa vindo do Vara Inu-
ro, urna rabra muito mansa con, bastante
leite, o 2 cabritos, por preco cotnmodo.
Vende-se um bom cavallo gordo e ba-
rato : na rua dos Pescadores, padaria. No
mesmo se precisa de um forneiro.
frOBiiiiia de ex-
celleiite qu^Iidade*
Na rui do Crespo, loja da esquina que vol-
ta para a rua da Cadeia, vendem-se saceos
com goin:na. vindos do Ceara, por preco
commodo.
Superiores al-
iruddes
.
iQsiezes,
para saceos de assucar, roupa de escravos,
etc., etc. ; vende Antonio l.uiz de Oliveira
Azeredo, no se.u escriptorio rua da Cruz n. I.
LiGIA. vin
DO
Mi
2S750
P.
Avi
S(l
aos
bo:
apreciadores
pitada.
Ilechegado a esle mercado o excellenle
rap princesa de Morilande, fabricado na
, e,. i capital do Ceara, cuio deposito se aeha na
$ ,ft"dI?.rva.!!m.d?r.r"Pa.sff: Pi | L,ia d* ^Je.a UoRe-cVe loja de miudezas n
O Sr. thesoiueiro das loteras manda
fazer publico, que esto exposlos a ven-
da, lodos osdias, no pavimento terreo da
casa da rua da Aurora n. 20, das 9 horas
da mankaa as 8 da noite, bilhetesemeios
da ultima parte da primeira e primeira
da segundt lotera do collcgio de or-
phSos, cujas rodas andana no dia 21 de
novembro.
Thesouraria das loteras, 11 de novem-
bro de 1857.O escrivlo, Jos Mara da
Cruz.
Tlieieo rapho entre Lisboa
R Inglaterra etc.
Bicardo Knowles de Lisboa previne aos
seus amigos e correspondentes em Pernam-
buco, que podem It no escriptorio dos
'is. Rostron Rookcr A C, prac do Coroo
Santo, osesclareoioentcs provisoriamente
necesarios para aquelles que desjarem uti-
lisar-se do telegrapl.o olet-ico de Lisboa
para Inglaterra, continente etc. etc.
l'ernambuco 13 de novembro de 1857.
afa>
r
ino
TU
Vende-se
ser puchada |
umi carroca propria para, Vende-se na rua da Madre de Deoa. -V
T.oi na na a-i [Iraia n Q.> i i i ... ^ul 1
i'ende-se muilo em conta nm lindo mnlatinho
qualqacr
ser puchada p-.r boi: na rua da P'aia n 82 ,, i armr/em.l. v r i k. ,1 ? '""lo
no armazem de Tasso limaos. nniita to f """os>Paia0e- bji l
- GoTdOA crasaccas: no h2%asySAjIarudia efeii
armazem de lasso Irmaos. ta ligura e com algumas habflaados cor ser V,.^ ... J .
em una
prar r
tiver
-- 8,
.omara-se uma escrava,que co fuja e
nem teja behada, do meia idade, para servir
casa de pouca
ta, na rua Nova n. 9, junto a iJ 7. ao preco de l;i()0 cada'libra

igreja
res.
armaxem

da Conceicao dos Milita- O
-)
Cg Nete armazem r-ncontrara' o publico j
j^ uro grande e variado aurtiinento de roupas *.
w felsi, e nilo agradando ilguma ilas obra-, xJ
V? se fara' oulras com loda a presteza, a vonia- ?f
"? 'Ie e l!0*,u do eomnrador, para u qae Um X
j~ escolliido panno* linos pelo e de cote*, ca- jf?
^* samiras linas, velludos, brim, fosloes, gan- v
gas e ouira. malta, fazei.d.s de gosio. @ | 0 proessJr TorresllaiTdeira tem aDerio
v!R^S :uraeu,'sodephilosophia e oulro derbetori-
Algodao da Babia, potassa da V^
Russiae do Hio de Janeiro, e cal (@
virgem de Lisboa : na rua doTra- (W
piche, armasensns. 9e il. J^
M
SEGURO COMhA FObO.
Companbia Alliance.
Estabslacida em Londres, m marjo da 1824.
Capital cinco milhoes de libras eslarlinas.
ajgaunders Brothers & C, ten a konra da in-
(oraiar aos Srs. negociantes, proprietarios de casal
a s quem mais convier que eslao plenamente au-
lasaoos pela dita companhia para affecluar segu-
ros sobre aditicios de ti julo e pedra, cobertos dt
telha a igualrcenl* sobre os objectos quecontiverea
os masaos edificios quer consista em mobilii ou
et (alendas de qualquar quahade-
Defiome da urden, tercei-
ii de 8. Francisco
CONSULTORIO HOMEOPATHICO
DO
H-P. \. LOBO M0SG0S0
Medico parteiro e operador.
O Dr. Lobo Moscoso, d consultas todos os
das e pratica qualquer upera^So de cirurgia,
assim c>mo,accode com toda a promptuao,
s pessuas que preciserem do seu prestimo
para o servigo de partos, pralicando as o-
pera(0ss inanuaes ou instrumentaes, quan-
do nao nssa conseguir resultado por n ci
da homeopaluia, que tantas vezestem ven-
cido dilliculdades, que parecala insupe-
raveis.
Schaplieitlin A C, rua da Cruz n.
18, receberam pelo ultimo navio do Ha-
vre, tima porco de quartolas de vinho,
de uma das mais afamadas vinhas de bor-
deaux : veudem, a' vista da superior qua-
lidade, por prero commodo.
Na fundieao da Aurora precisa-se
de serventes forros ou escravos, para
servico debaixo de coberta.
@@^#$& --:!#
| aiRISTl FRAHCEZ. 8
' laulol>diRnomdentisl.,rua.Nova n.41 i V
W a mesma casa tem agua e p denlrifice. @
IDDA1C1 DO ESTABELECI-
MEHIO BE KlIcS BE
J- YIGMES
J. Vignes mudou seu estabelecimenio de
pianos da rua larga do Rosario para a rua
da Cadeia de Santo Antonio u. 23, juoto da
Rel.?cao.
JOHN GATIS,
curretor geral
E AUKNTE DE I.EII.OES COMMEKI.IAES,
n. 20 rua do Torres,
PKIMEIRO ANDAR,
Sa do Corpo Santo
... precisa-so de uma ama, para ama-
mentar um. enanca de 10 mezes; paga-se
rriiiilobem : Da rua de Apollo n. :>2.
- Cootiou'a anda por apparecnr uiie
ii de ou de 18 quilates, que se per-
i da aoolfl da Boa-Vista ao aterro, casa
o. 2: qu-.' ii Uvi rae a lo. le e-a b rua do
Apollo n. 5, que, ser gra'ificado.
- He chegado a luja re Leconte, aterro
da i.oa-Visia n. 7, excellente lene virginal
de rosa branca, para refrescara pelle, tirar
'annos, sanias e espinbasl igualmente o a-
famado oleo babosa para limpar e f zer eres-
cer os cabellos ; assim como p imperial de
lyi o d Ploreoca para broiocja e aspenda-
de da pclle, conserva a frescura e o avcllu-
dado da primorosa da vida.
familia, para com-
rua, e servir "ientro de casa : quem
dita negra que sirva para este fim, e
queirn vender, dinja-sc a rua da r.adeia de
Recife n.*9, loja de miude/.as, que achara
com quem tratar,
COMPIU-SE.
Na rua do Crespo, luja n. 12, compram-se
moedas de prata de I?, ou sedulas em bom
estado a 5 O0.
carece agora
par- u anuo de 18i58.
Acham-sea' venda as bem conhecidas |
foliiinlias impressas nesta t\ pograpliia,
para o anno<|ue vem, das Seguintes <|iia-
11 da des :
Folhiaba de variedade, contendo, alem
dos mezes, militas noticias scientilicas,
modo de plantar e colher a nova caima
de assucar, noticia sobre o milito e al-
godao, e uma serie de conhecimentos
das artes, etc., etc., cada urna. 520
Dita religiosa, a iinal, alem dos mezes,
se reuni a continuacao da bibliotbeca
do ebristao brasileiro, contendo os se-
guintes oliicios: do -Menino Jess, San-
tiisimo Sacramento, Senbor dos Alili-
tos, Paixao, Nossa Senlioia do Carmo,
San-Jose, Santa Anna, Anjo da Guar-
da, San-Francisco de Assis. Santa Rita,
Santa Barbara, Almas, Corarlo de Je-
ss : assim como oulras oracoes, etc.,
etc. ......... .-)20
Dita ecclesiastics ou de padre, elaborada
pelo Rvm. conego penitenciario da Se
de Olinda, segundo a rubrica, a qual
l'oi revista pelo Exm. Sr. bispo, que a
julgou certa, como de sua carta e\is-
tene nesta typograpbia. 100
Dita de porta, na forma usada ate ago-
Ia- ......160
Vendem-se nicamente na livraria ns.
(i e 8 da piara da Independencia.
Devoto cliristo.
SabioalQZ a lerceira edicao do livrinho
religioso nevlo Christao, mais correcto e
augmentado, vende-so nicamente na livra-
ria ns. 6 e8 da praca da Independencia, a
800 rs.
fa loja
llcIS SCS )0*1*1S
por precos muito em conta, os Srs. com- 1 k
merciantes de f'ora podem mandar seus Eli) frente lt LvritlteiltO
portadores a mesma fabrica que mesmo; PARA ACABAR COM O RESTO,
sem a sua presenca se garante os bons' Clcheles a 40 rs. a carta, curtes de vesti-
sortimentoscomo se viesem. i do com barra a 320, cassa pela a 80 rs. o
d^.. .. a covado, canibraiae seda a 100 rs. o cova lo.
sel". Ua" en8lnmde'la 1ue saias brancas bor iailas a 1,600, cassas ada-
i.LP! a qUe SC encarrfc'uo ls,nbem scarles a 1--600 a peca ditas de .^Ip co
s6eeCndoranSa- "" '"" 'N'a' Sbrad ^ \M 8 "" luVf^ 4a SRja Se
ffih 1 corcs a 500 rs *!ar' cnaKs branes de. cas-
neivel nLl L01U:cn'-( Pf/l'cipa o res sa 500 rs., ditos escures a 500 rs., riscado
PM,.l'^L:P.u.b ICU'- \U ac.aba dechegar para- francezes escuras a 160 o covado, mangui-
ca,e pretende abrir um novo curso de liogua
fraoceza e outro de geographia, a principiar
do dia 15 do correte mez : quem pretender
frequenta-los, pode procura-lo na casa de
sua residencia na rua Nova, sohrado n. 23,
segundo andar.
- Anda se vendem pedras que serve
para sacada de varanda ; na rua do Rangel
n. 21, lambemd-se uma porcao de cauca
paraateiro, a quem quizer mandar condu-
zi-la ; na ii.esma rua.
o Sr. Braga, que teve bol.equim na
rua oe Norias, ou Aguas-Ver es, quei a
nandar buscar urna carta na livraria n. 6 e
8 da praca da Independencia.
Obtfharel Ivo Hiliquino d Cu-
i-lia Souto Maior, roga a quem levou de
sua casa um Ionio da legislacao brasilei-
radelSiS, que tenba abond'ade de res-
tituir-lh'o ; pois que delle
urgentemente.
Precisa-se para casa de pouca familia
de. urna ama forra ou captiva, que saibeo-
zinhar o diario; paga-se bem: na ruada
Gloria n H.
Aluga-se uma boa casa no Cacbang
cox bastantes quartos, estribara e cocbei-
: na rua Nova n. 63.
Atteneao
o
fabrica de tu
mancos d rua Direita
esquina que vira
S. Pedro n. 16.
Continua a ter um grande e completo
soitimento de lamancos de todas as qua-
lidades para grandes porcoes e a retablo
Na rua da Madre de Dos n. 3i, loja, est
venda o superior vinho lino do Porto engar-
rafado, das seguinles qualidades: dnquedo
Porto de 1815 e 183*. lodo em caisas de du-
zia, bem como em barris de 5.- e 8.*, do me-
Inor que se pode desejar, ha igualmente ge-
ropiga branca em barris de 5.-
Vende-:.: uma escrava crioula, de 18
annos de idade, boa engommadeira, hva de
sabao e apta para todo servico de uma casa :
a tratar na rua da Saudade, primeira casa de
soto do lado do sul, ate as 8 horas da im-
nh3a,cdas 3 1|2 horas da Urde em- diante.
Vende-se um sitio na Passagem da
Magdalena, entre as duas tontes : no pateo
do Carro n. 9, primeiro andar
Aos senhores mora lores no mato.
Na rua da Cadeie do Recife n 54, loja do
canto, ven Jem-se com a maior barateza pos-
sivel.quea todos causa admiracao, as fazen-
das mais modernas e de melhor gosto, que
compOem um magnilico e esplendido sorti-
mento que jamis veio a este mercado, da
Franca, Suissa e Inglaterra ; apontam-se as
seguales, porque a cnumeraco de todas
e.las seria oul'adonho e nflo satisfara o de-
sejo do comprador, qua s avista dellasse
poier cerlilicar da verdade do annutician-
te, quanto aqualidade, gosto, modernismo
e eonimoiios precos das dilas fazendas na
supracitada loja.
Barato que admira.
Na nova loja do fazendas de Jos Moreira
Lopes, nos qualro cantas d rua do Queima-
do n. 18 A, esquina do Rosario, vendem-se
superiores chapeos braucos de cistor muito
molernos a 105, ditos de mola muito finos a
63, gollinhas para senbora a 15W0, mangui-
tos de bonitos gestos a 3, clialy de seda de
ricos gostosa 1-300 o covado, um completo
sorlimenln de palitos de alpaca preta e ae
cora 45, -:itos com golla de velludo a 4;, di-
tos de menino com golla de|velludo a 45, di-
tos de brim de cores e branco. ditos pardos
de diversas qualidades e precos commolos.
Vende-se superior farinha de man-
dioca em saceos grandes: na taimara
defronte do trapiche do Cunda.
De pal ha para seulioris.
Chapeos u'e paa para seniora, modernos,
com enfeit.es e sem enl'eites, por presos com-
modos: najloja de chapeos de J. de O. Maia,
na praca da Independencia.
armazem de Tasso Irmaos.
Vende-se a uielhor loja de fazendas
do Passeio Publico n. 9.
Vende-seum escravo de boa conduc-
ta, mestre de caldeireiro: na rua Direita
n. 66.
Aviso.
aos senhores
mareineiros
Vendem-se jogos de carros para pe de
mesa : na loja de ferragns na rua da Ca-
deia do Recife, de Vidal & Bastos.
Bandejas muito
finss
Vendem-se bandejas muito finas, e de
lodosos lmannos : na loja de (errageni
de Vidal & Bastos, na rua da Cadeia do
Recife.
Tasso rmeos
Avisam aos seus frecue-
les que wcaba d ch. gar
de ifchmond fi rinha no
va que vcudein nos seus
arni.zeus aos prer s se-
iiiintes :
GALEG4 25-500
O'MHGE 24 5G0
alem tiestas lem fariiihai
nova,- i\c Trieste udo .
da primeira qnalidaie, co.
mo da milito a 11 liga e acre-
ditad;
Na
grande
para
o canto
Rua da Cadeia do Recife
loja n. 54.
a rua aa Cadeia do Recie n 54, loja
do Canto, se espoem a venda por precos os
mais commoaos que he possivel um sorti-
meiito completo de todas as fazendas es-
traii#eiras, que vem para este mercado, as
quaes excedem tudo que se possa dizea em
seu favor quanto a qualidade, modernismo,
bom Rosto e diversidade, o annunciante
pede que acreditem o que deixa dito, assim
como roga aos que duvidam que venbamve-
las, e em certilicarem-so pessoa de sua ver-
da te.
AO
Rua
rigorismo
1 ti
?
H
aiei. do Kecife
loja 11. S4.
He chegado um novo sortimenlo de fizen-
das eslrangeiras de bom gosto, ellas, que
o modernismo lie que da a lei ; dam-se a-
raosiras, e mandam-se a casa das familias,
nesta prB?8.
Vendem-se ricas capas para senhoras.
de grosdenaples, de diferentes cores ebega-
dos de Par i icio ultimo vapor inglcz : na
rua .Nova n. 31. loja de Madama liosa-llardy.
Queijos
He
sua ollicina de pintura dous peritos olliciaes
'Je Hamburgu,e p->r conseguate se eneaire-
tos, camisas e gollinlMS.
ga de analqr pmtu-"'d.f ca"sa"s,"oj's"."car- "~ Cootlnua-se a vender banba da l-rr;.
ros, tabolet s o outrss qoasouer aue seof- llerret,,1 na rua do Kangel 11. 35, a 800
ferecer, sendo os seus serviros por precos|rtMS a llbrV
.=------- -- Vcndem-se dous
idade d
mullo comtnodos, e promelte nao ler demo-
ra : quem se quizer uiihsar, dinja-se a sua
loja, no aterro ta Boa-Vista n 3s.
D. Mara Joaquina dos Santos .brco.
viuva de Manoel l.uiz de Ab/eu. competen-
temente autorisada pelo lllin. Sr. r juiz
!e orpbfloa, convida a todos os devedores
do sen casal, a que quanto antes satslacam
as i poitancias de suas contas, dirigindo-se
.ara isto ao seu legitimo procurador Jos da
Cru* Sanios, na ru Mova, botica n 53.
--- fcrrenda-se oengenbo Poco da Podra
i" I- ^ons para o centro d 1
ia, com uma pe nieni safra fun lada
mcleiues crioolos,
9 a 16 annos, muito lindos : na rua
Di eua n- 3.
N rua uo Vigario n. 10, loja de pintu-
ra, se vende por proco commodo uma escra-
va de idade, qu ven le aa 1 ua c lava alguma
colisa.
--- vendem-se 1 ir re o commi Jo as se-
guinles obras bis riada igreja por llen-
eloquciici. '
\endem-se queijos dos mais novos que ha
no mercado a 2{00o na rua Direita n.8.
que bar to
admira.
N loja de '1 portas ua rua do Queimado
11. 37, passando o beccoda Congregac3o,lem
chegado a esle cstabeleeimento um excel-
lenle sortimeuto de vestidos de seda com
babados, para divervos precos, e muias
mais fazendas, que nao be possivel aqui]
mencionar todas ; cassas organdins dos
mais nio lernos padrOes a I/IUO a vara, suias
de quadros largos a IS200 o covado, ditas
miudinbas a l;300, ditas muito linas de
gosto inteiramente novo a 1?800, laaztnha
miuilulins .. 320, ditas com listras de se.da
a 750, corles de casemrra a ?, ditos enfes-
lada, cova ios 2;5UP. Jila muito lina a 4>,
dita de uma largura Jslt'O.grosdei.aples pre-
t>a2?, cbamalole muito boma 3;500, dito
largo con lisias assetinadas a 45*00, clialv
lavrado isluo. un compielo sortimeuto d8
ctiipelinas para senbor-, gollinas, Bao>
guilos, camisas, n>eias de seda brancas, lu-
v .s de seda dos nielbores gostos que lia, s-
1 brancas, cassas para colimados, briifs
ziiarda comid s
Veodeof-se guarda-comidas de rame
osmelhoresqueteem vindo ao mercado, e
por barato prec/>: na rua da Cadeia do
Rectfe loja de ferragens de Vidal &
Bastos.
Ferramenta pa-
ra tanoeiro.
Vende-Se (erramenta completa^iara ta-
noeiroi: na loja de ferragens na rua da
Cadeia|do Recife de Vidal cV Bastos.
BRf.'<- II* RAVlfi Pi!!"1Lcomp,etosortlmelUodcn'oe~nda"semVi^
On&1i,|} EUIM'-'U rA/|al10ei"'*sparaengenho, machi'.., de vapor
n laixas de Ierro batia.o e eoado de lodosos
Ven
laucas
de .....
Cadeia
da
LAMC4
lem-se bracos de iomao para ha-
de todos os lmannos, bem como
os oulras qualidades : na rua da
do Recife loja de ferragens de Vi-
i\ JJastos.
AVISO A TODOS EM GERAL
Ventem-se moinlios de ferro de todos
os tnjannos para refinacSo. peneiras de
rame! e de metal branco, aparellios de
metal raa cha" e cale, facas com cabo de
marfil] 1 de osso, de vidro e de metal ,
grand is e peuuenas.enchadasde ferro cal-
cadas le ac, portuguesas e inglezas, fo-
les, sa ras, lomos para ferreiro. Ionios de
os tamanhos para bolos e pudins ,
e COzinha de porcellana, estanhado
e Irancez; eontros muitos oh ectosdesum-
ma ut lidade : na ruada Cadeia do Ke-
cife, loja de ferragens da Vidal & Bastos.
Schafleithin x C, rua da Cruz n.
endem velas de composicao de
ira, em poreoes a vontade'doscom-
res-
escravo crioulo, de bon-
ta ligura e com algumas habluadcs por ser
ptimo pescador do alto, e proprio para o
servico martimo? na rua da Concordia n
26, armazem de materiaes.
Vende-se superior agurdente de
Franca, tanto em harriscomoem cai\as,
licores e absynthe, chegado recentemen-
le, pelo ultimo na vio : em casa deJ. Kel-
ler \ C., rua da Cruz n. 55.
Relogrios.
Vendem-seVeiogios de ouro e de pra-
ta, concertam-se por precos razoaveis,
faz-se troco, eda-se dinheiro a premio :
na rua da Concordia n. H.
Charutos de Ha-
vana
Vendem-se superiores
charutos de Ha va na, em
caixH.s : na rua do Crespo
loja de fazendas a. 25.
No armazem da rua da Praia n. 12, de
francisco Moreira da Costa, ha para vender
linguas muito frescaes, a prego commodo.
v a CEMENTO.
vende-se cemento, tanto om barricas
como em poicao e a rotalho, por com-
modo preco para acabar, e muito bota : no
armazem de materiaes, na rua da Cadeia de
Santo Antonio n. 17.
relogios de p^-
tente
mglezcsdc ouro, desabnete e de vidro:
vendem-se a preco razoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na rua da Ca-
deia do Recife, armazem n. ."6.
SA PATOS 1)0 ARACATV,
dos melhores que tem vindo a este merca-
do, para homens e mpninos. de palla e de
orelhas : em casa de Caminha & Flhos, rua
-a Cadeia do Recife n. 60. primeiro andar
POTASSA DA RUSSIA E CAL
VIRGEM.
ISo deposito da rua da Cadeia do Recire.
armazem n 12, ha muilo superior potassa
da Russia, dita da fabrica do Itio de Janeiro,
e cal de Lisboa eoi pedra, ludo chegado ha
poucos das, e a vender-se por menos preco
do que em outra qnalquer parte,
igenca
ia fundieao Low-Moor,
rua da Vnzala Nova
11. 42.
A'este cstabeleeimento continu'a havet
mpletosortimeiitode moendase
las para engenho, machi-.;, de
feijao,
Vende-se saceos com superior farinha
de mandioca, a melhor que ha no merca-
do e feijao branco ; na tanoaria delron-
tedo trapiche doCunha, ruada Moeda.
XAROPI
DO
BOSQQ1
ndn"/ l53'.gHrraf8S M*500' eme8S 8*000.
sendo falso todo aquelle que nSo for vendi-
do ueste deposito, pelo que se faz o presente
8 VISO.
IMPORTANTE PARA 0 PIBL1C0
Para cura de phtysica em todos os sens
dtfferentes graos, quer motivada por cons-
tipaces, tosse, aathma, pleuriz, escarros de
sangue, dr de costados e peitos, palpitaco
nocoracSo, coqueluche bronchite, dorna
garganta, e todas as molestias dos oreaos
pulmonares. *
todos
trem
58, i
por I i
pradcl
Relogios.
Os mklhores relogios de ouro, patenlein-
glez, 'endem-sepor precos razoaveis, no
escriptorio do agente Oliveirs.rua da Ca-
deia t o Pecife n. 62. primeiro andar
Ivende-seum carro inglez de 4 rodas
e* asientos, para 1 ou2cavailos, comeo-
berta) e com os competentes arreos j e tam-
bem ilitn cabriolot iuglez com os arreios :
na rup dn Trapiche Novo n. 10, ou na Boa-
Visla em casa do Sr Poirier.
Vende-se superior llnhas de algodSo
brancas, e de cores, em novello^ara costu-
ra, em casa deSouthall Mellor .\,C.,-ua do
Torres n.38.
Ao barat o
0 PREGfA ESTA OEI-
Hanry, imiloanuliia oeTiasut, lgica, nbilo-ic.is, de div,r.,os oreos \ssevcra-si- *L
ph,.soeialb.sesdemoralidade,DorCh.r- compradores, que fenam voSdece-
O VesruicM da ruado
Queimaao, continua a queimar na sua leja
n.2, esquina do becco do Peixe Frito, um
lindo e variado r-ortimenio de fazendas de
bom gosto, por baratissimos precos, pois
que seco ambicio se cotiu-nta com un m-
dico lucro, e nao Ihe sendo possivel notar
em um pequeo a">nuncio tuio quanto tem
de bom para servir aos seus freguezes,
menciona apenas olindinas, fazenda de seda
e algodSo, propria para vestido de senhora,
de gostos inleiram nte novos a 900 rs. o co-
lindo, cortes de targelinas para vestido de
senhora, fazenda muito lina e do melhor
gosto inglez, com lislras de seda c campo
escuro a 125 cada um, organdys de cordo
com desenos mui delicados, pelo baralissi-
mo preco de**0 rs. avara, cainbraia estam-
pada dv> n>elhor gosto possivel a 480 a vara
cassas t'ancezas de lindos gostos a 600 rs a'
vara, chitas francezas escuras, matizadas
com lindos e novos padrOes a 260 o covado
diUs claras, padrees largos e miudos a 280
e 300 rs. o covado, ricos cortes de setim
bordados para colletesa \s cada um, laazi-
nhas escuras de mu ricos e vari-idos yad-es
roprias para vestido de seuhora e roupoes
" covado, riscados
gratificado.
tmannos para r>;io.
TACIIA'j PARA ENGENHO
Da fundieao dfl ferro defi. W. Rowman
na na do Uium, passando o chafa-
n/, continua i haverum completo sov-
t.ment de lachas de ferro fundido e bati-
do, de3 .i S palmos de bica. as ciuaes sa
echama venda por prero commodo e com
pi'omptidao, embarcam-se ou carregam-
se em carro sem despezas ao comprador
(omina do Aracalv.
Km porefles e a retalho : vende-se na rua
a cadeia n. 57, escriptorio de Prente Vi-
nii na.
"lei litis..
r'r:iC,^afeRabeSchmettau&(:ompanhias
mnn j adf* ": 37> vedem-se elegante,
pumos do afamadofabricanteTraumann da Iro com 8U rede e
3No& 100,000 de
gratific-^ao.
A quem trouxer o escravo de nome Pon-
cano, crioulo. natural de Cuarab.ra comar-
ca da Parahiba do Norle, foi criado e esla-
vo de Joao da Cruz Cordeiro, boje fallecido
mas he de suppor que anda tenba parentes
em vianda do escravo ter Silo .aos seHt
claradas que ia para a companhia de seus
senhores mocos, assim como dissera
ia em companbia de um seu primo de
Antonio Guarabira, que vinha todas
manas ao Recife comprar negocio
via passar nessas estradas con
por ser esse seu primo conhecilo
viagens e be de. bem que offereca em .
sequencia de nao haver noticia delle e dis
h8ISaqUeCn,sua lerra inha paren es
econhec.dos e aSsim como no rejo de
rea e lanane.r.s, por isso ho claro que ba
de andar por ess.s comarcas c,mo forro oa
escondido par. naoser pegado, he de iSade
de M> uo annos pouco mais ou menos he
de barba cerrada, tem marca de um Ulho
em urna das mSos ao p do dedoVa'd
igualmente a> unbas dos meamos bem com
pr.das, levou caiga de casem.ra az^e oT-
tra de pintinhas ngindo oassarinhos chi-
neo de massa cor de cinza em meio uso c.
misa branca, mas Ulvez tenba mudado
goma dessa rouDa, he muito regrista
que
nome
as se-
e que o
imo furro,
nessas
al-
e inti-
tula-se de forro, em consequenc a "de do
ato que allega, o annunci.nle pedoeroa,
todas as autoridades dessas comarcas
outra qualquer que se ach.r, oo cao L de
fevT 6 Pe a""8 d0 Pro oue o peinen, e
leven, a rua das Cruzes n.20, que ^cebera
V a- ''M;nard'no Jos LeitSo.
A~\n l eorrente. ligio de bor-
do do br.gue ..Sagitario,,, um eicravodc
nome Joaquini, pardo escravo, de 22 a
2ia.,nosde idade, estatura regular, secco
do corpo, so tem barba no qumof
be los carap.nl.os eja.em muitcs L an-
ca, he bem conlieeido por ter as maos
mu to calejadas, quando fugio tnhW
bello a nazareno, temo s pes meio
lados, e falla muito manso
apale-
ntiegar aoseu sennor Manoel
x> da Silva Carrico.nar,^ Co-
r, sera' Lem
quem o ne-
gar e o entregar ac -
>cisco da Silva Carrico, na rua do Col-
legio n. lo, terceiro anda,
damburjo.
Potassa da Russia e cal de
Lisbo*.
No antigo e bem conhecido deposito da
rua de Apollo, armazem n. 2 B, ba muito
superior potassa da Russia e cal de Lisboa
em pedra, chegado no ultimo navio, e ven-
de-se por preco commodo.
Na rua do Trapiche n.
54, e criptorio de Zfo-
vaes & C ,
vende-se superior vinho do Porto engai-
raado em caixas de 1 e duzias de gar-
rafas, bem como em barris de quarto c
otravo, a preco commodo.
. M-lns e rloaior.
* V S,EL,',IiS e RELOGIOS de palele
inclez : a venda no arinaz.m de
, "ostrn Kooker & Companhia, e>-
^CgJKVqaina do largo do Corpo Sauto Da-
mero 48.
SECRETA MAS.
As melhores que ate hojetem apparecido
a este mercado: vendem-se no escriptotia
do agente Oliveira, rua da Cadeia do Recifo
n. 62, primeiro andar.
Oh que pechin-
cli-i! coiu pequeo toque
de a va ra,
Na loja doPreguica. na rua do Queimado,
esquina do becco do Peixe Frito n 2, ven-
dem-se pecas de algodSo com pequeo toque
e avaria. pelo baratlssimo preco de 18440 e
3600 cala uma, ditas de dilo, largo e encor-
dado a 20500, ditas de madaoolao a 2c200,
litas de dito largo a 3*500 ; a elles, antea
le se acibem.
m CilAS DE FEEO
Excellentes camas de ferro para solteiros
vendem se no escriptorio do agenteOlivei
Ja, rua da Cadeia do Recife n. 62, primeio
andar.
de meninas a 500 rs. o
raonslros de cores alegres e mut elefantes
gostos a 220 o covado, tlitos francezes de
quadros de lindos padres a 240, mussulina
b-anca a 320 o cova.lo, dita muilo lina 400
rs .dita estampada de hnjoa padrOes a 320 e
iO rs. o covado, chitas linas de cores ciaras
e escuras, timas lisas a 160, 180, 200 e 240
rs o covauo, pe^as de cambraias lisas tapa-
das, muito linas e. com 10 varas a 63603 di-
tas do Mita mais cbea a 430, dita transpa-
rente com 8 varas, muilo linas a 5?t00 r. pe-
ca, pecas de brotanna de rolo com lo varas
g 23 caia una, grvalas de setim pretas o de
cor gostos modernos a 19280 cada a na
cortes de brim do puro hubo a 2*300. 2-400
5f
i*i


cobertos e dcscobertos.pequenos e grandes,
de ouro patente inglez, para bomemese-
nliora dcuin dos melhores fabricantes de
Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa de Soulhall Mellor & C, roa
do Torres n. 38.
fl
w
T-
XA FUMHCA E'ferho DO ENGE-
NHEIKO DAVID W. ROWMAN, tiK
RUA DO BRUM, PASSANDO O CHA-
FA Kl/.,
ha sempre un grande sortimento dos se-
guintes objectos de
OO^OO
de g-rififeacfto.
A quem pegar o escravo cabra rin nnm-
Bernardo, de idade 20 annn. i ome
chapeo deconro e com um milolao de con '
a Joaqom Bernardo de Sa Brrelo, morador
?l?rd0 Mrln8> q"*ai vendeuasJar-
col.no Francisco A Ivs da Silva ; desconfia
se que fug.o. para a serra do Martina
busca do primeiro senhor: rOM-a. or
Unto as autoridades polici.es, capiM
f'mP- O" qualquer pessoa, que Z L
tenba noticia decaplur.-lo e condoHo ,
roa da Cruz do Recife n. 13. primeiro -n
ida fe 32 annos. pouco mais ou meos alta
cheia do corpo,8e alante fecb.do!com urna'
Ara LTnT^' B0 p direit0 SowSdS
ion., levando diversas roupas ; a qual es-
crava houve por compra feita ao Sr. JoSo Ri-
bero Pessoa de Lacerda, morador a Torre T
portento pede-se a todas as autoridades 00-
l.ci.es e cap.taes da campo hajam de cantS-
rar e leva-la a ru. do Encantamento "P77
segundo andar, que serao generosamnta
recompensados. 6='icrosaaiente
Fugio no da 18 do correle mez de
outubro a escrava Felicia, de idad^s an-
uos, crioola, altura r.gular, tem un marca
de quemadura comprida ao pe de urna das
orelb.se a cabeca torta proveniente do a?
de vento que teve em pequea, tem un, ow
pes mais grosso, costuma andar desatacada
e bebe bstame ago.rdente, e ievou vestido
de eh.la cabocla ; a qual escr.v. foi coni-
pr.d. no R.o-Fo.moso, e suppoe-se andar
nos arrabaldea desta cidade. iondei diz t!
uma blha : roga-se as autoridades pol.ciaes
e opilaos de campo a apprebensSo da dita
escrava, que levando ao abaixo assignado
na rua da Cadeia do Recife n. 29, primero
andar, serSo recompensados.
Manoel Affonso Aquino de Albuqueroue
Fugio no da 4 de outubro do corre-
te anno, o escravo mulato de nome Jorge
S'8ieCH COrpJ0' pouc b<,rbf'. Potroso,'
tem do lado esquerdo do roato uma cicatri?
hombros sungados, olbos pequeos e
pernas e bracos arqueados n.,.na.
este escravo foi do Sr. sianoe
pernas e bracos arqueados qu.ndo .nda
este escravo foi do Sr. M.noel Thomaz A'
levou -:-----
ma, licO.s de eloquencia [cioual pelo pa-1 pra
, 2/500, casemir.s de lindos padrOes 59500 SroTMmnM^ XV. 1TF p,opr,S
c 6g o corte, ditos de .igodao de lindos gos- ,Drendis da. na'i m irmoen,das e ""
que tenbam vontade de cori- I tos a 19, lc4u e icOOcada um, lencos p?. cb^s de fen- n ,h, 1 ",' ^jnslr"eCi'0 i te-
ci 1106 de Goian-1 7"' ,'^'V; ,"! '"*"?""" J" '"I"" VT *"" pra ',"'"'" "F* "'"x f"M*ia porque naole mao a 120, ditos cum luco muilo linos a 360 ualidada da SSi J' de suPer'or
Lopes Gama, elementos de oratoria,: | engaita dinheUo bogando aocuito da l-1 chales de gai. imarinA n.- lM !'. e dc luJo!- ostamanhos: rod
,dado, obia
tei loado
CollutPS
velbuti
s l'rsncezas
carceireiro, levou vestido camis. de ko-
daoz.nlio del.stras, calca de gang. .*ufP
dous cb.t.eos, send- om de pello e outro de
fclt.ro, ambos usados, e Ubaquelro1" roa-
se pois a todas autoridades pollcaes e cam-
taes de campo, que o apprehendam, e ml-
duzam-noa rua da Concordia, armazem de
materiaes n. 26 que ser. generosamente re!
compensado.
Este esclavo ja foi acprebeii-
d.do o mido prximo p.ss.do no engenho
.cure, cidade deCoiann e""-"
Roga-se as autoridades polielaes c
as pessoas particulares, a captura do escra-
vo latbias, crioulo, de estatura alta, corno
grosso, falla fina, ps grandesdes, pernas
linas e arqueadas, levou (alca azul de aan-
g.. e camisa de algodao de quadros : .pes-
soa que o pegar, pode leva-lo a casa de Jos
i.oncalves leireira Costa, em Santo Amari-
nho, que sera bem gratificado.
Desappareceu bontem 9 do correnle
da rua Ja Seuzala Nova 11. 28, da companbia
de seu senboi LeodcKsrio Emih.no Cordero
da Cunha, que ha pouco chegou do serlSo,
da villa de S. Jo5o dos Carins Vcibos, um
ando ao custo da f^-jchales de gaze.ditos de merm usos ebr"-!dot7aVDara,,a"an!',, mm"1*""?8 ; rodas;*cravo de nome Lino, do mesmo sertao,
a agua ou animaos, de lodas as Prdo, de idade de 20 a 22anuos, pouca bar-
as am
pees de
MUTILADO
ILEGIVEL
-


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