Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07883


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Full Text
\P0 XXXIII R. 263.
v
r

->.
Por 3 mezes adiantados 4t000.
Por 3 mezes vencidos 4$500.
SEGINDV FE1RA Ifi DE XOVEXBBO DE 1837
Por anuo udiantiido 5$000.
Porte franco para o subscriptor.'

ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCA'O DO NORTE.
Parahibt.n Sr. Jo5o RadolphoGomet ; Nalal.o Sr. Jnaqum
Ignacio Pereira Jnior ; Araran. o Sr. A. da Le mol Draga :
Coir, o Sr. J. Jote de Oliveira ; Maranhao, o Sr. Jos Teiieira
de Mello ; Piauuy, o Sr. Jos Jaaquim Avellno : Pira, o Sr.
Justino J. Runos ; Amasooas, o Sr. Jeronyrao da Cosa.
PARTIDA DOi GOKKKIOI.
Oliit.l* : todoi o* da*, ai O meia horas do d,.i.
Uuratsa', Goiaaaa e Parakiba: na* tagaiaa* e leiut-teicat.
s. Anuo. Ueierru, lioiiiio. Cenuri-, AUn.no c Oeruheiu: lerea-feiri.
rSFwS!! V"'v- N",,.relh- "?* H'"- *n"". '''*""
? '""-Bella, toa-Vula. Ouricirv e Ble'
Cabo, Ipojaca.SrrinaSvm, l;.o Formuao, Ln
menieiraa r Natal: nuintas-reiras.
i.Tedoa oa corrcioa parlen, aa 10 hora, da manida.
au qurue-feuaj,
i, Baairos, Agua-Preta
p.-
PARTE OFFIC AL
AODtRMaiAI DOI TrURDNABI DA CAPITAL.
Tribunal do eommercio : leguodii a quintil.
Relicao : terca feirai aabbadoa.
Fazenda : quartaa ubbadoa ti 10 horai.
Juizo do eommercio : sagundil ai 10 horai quintal ao rano di.
Juno da orpbaoi i sagundil quintas ai 10 huras.
Primeira rara do eieel : sagundil etcilatae mala da
(ganda tara do elvel : nartii labbadoi mal* dia.
EPHKMEMDE9 DO MEZ DE NOVEMBRO.
1 La cheii as 10 horas e 38 minutos da tarde.
8 Quarto minguantea 1 hora t 55 minutos da man bia.
16 La nova a 1 hora a 35 minutos da tarde.
34 Quarto crescenia ai S borai a 18 minuto da tarda.
PKEAMAR D8 HOJE.
Primeira ai .1 horai a 43 minutos da larda.
Segunda as i hort a B minuloi da mantisa.
GOVEBNJ DA PHOV1NU1A..
Expediente alo di !i de novembro.
OllioioAo Exm. commandanle dai armas, para
mandar dispensar do aquirlelamenlo. o guarda Bar-
tholomau Tavares de Sooza, valo achar-se iropossi-
bditado de prestir servido.Commonicou-seao cora-
mandanle sopenor do Recife.
DitoAo detembargadur Ago9linho Ermelindo de
I,-.lo, dizrud ficar certo de ter S. S. tomado poste
do tiercicio do presdanle da relacao.Commoni-
coa-se .i Ihesourana.
DitoAo commandanle saperior de Pao d'Alho,
devolvendo a proposla do balalhao n. 14, afim de
ser ubslituida por oulra em qua comprehendaro s-
nieule cidadao para preeneherem as ragas de al-
fere que existen), dentudo de propor por agora
irais um alfares para cada ama das compnuhiai do
rnetmo batalhab.
DitoAo capillo Jos Francisco Ciraeiro Montei-
ro.Tomando em considerarlo o que expoz o juii
municipal da Caruaru' em ofliclo de 17 de oulubro,
e o que Vmc. informon ein olu.io do 4 do corren
le, acerca da prisao de Jos Man .el Cacheen, tenho
a declarar-lha : l., que eiistindo ah cadeia, nao
po lia Vmc. ter o preso tm loa cata, n-m auloria lo
para isso o delegado de policia, cojo cilicio a este rei-
peito nao ae eneonlra noi documentos annetoi ao
ten ollicio cima mencionado ; 2., que o juiz rnu-
nicipal, a cuja jurisdicjao estar aubmeltido o pro-
eesso, era competente para reclamar que fosia o mes
mo preso reeolhido a cadeia, e dara ser por Vmc.
eamprida a sua reqoisicSo : o que I lie servir de
regra em caso semillunles.Enrioa-se copia desta
ao refarido juiz.
DitoA' W. W. Peoiilon, aceunndo a retepjio
do ralalorio qoe em data de 31 de oulubro ultimo,
dirig v-me Vmc, explican lo u desvio da estrada de
Turro enlre a E-cada e a araeleira, como eligir
governo imp-nal, e acrescentando, acerca do oslado
aeloal dos Irabalhos da estrada, oulras informajee,
qoe foram-me de muila tatisfajao, e lando de exa-
minar esiei Irabalhos o Irem da estrada, muilo h-
timarei de receber de Vmc. todas as esplicajoes
facilidades para isso conranientts.
DitoAo mesmn, remetiendo a representarlo da
cmara do Recite sobre o embarazo causado ao Irn-
silo dos caminlios qo conduzem a potoac.lida Boa-
Viazem, alim da qoe, proceden lo ao preciso exame
do assumplo, tome as provi tenciaa que convier, de
aceordo cum o arl. 12 do regulamenlo o. 1930 de 26
de abril ultimo.
DitoA' cmara do Recife.Em resposta ao oli-
eio qoe em data de 4 do crranla dirigio-mo a c-
mara da cidade do Recife, ponderando a escasiez
que se tente de farinha, a-sim timo a falla de notas
miadas, pedindo que aeja etle estado levado ao co
nhec menlo do governo imperial, afim da serem l-
malas ai providencias necessarias, lenho a declarar
a menina cmara, que breveinenle aspara a Ihesoa-
raria de (azenda moedas e olas de pequeo valor,
eom que ser remediada a falla que dellas se eipe-
rimenU ; e quanlo a etcasiez da farinhi, entrelanlo,
que oulras provi Jencias Ula pro luilrem promplo re-
sultado, folgat a presidencia de prestar todo o apiio
que a experiencia e zelo da cmara aconsellia-
rem.
Dilo Ao juiz de dirallo do H; i-I 'orino-', para
que informe cm qoe licenra veio a cita capital o
promotor daqoella comarca.
Dilo,%o jaiz de riireilo do Butilo, di/iendo li-ir
acienle de te ac'iar preso e pronunciado como in-
cosso nos arls. 1-29 8 e 146 di coligo criminal, o
jo'Z manicipal e de orphaos daquell" termo, bicha
rol Minoel Hnriqoes Car Jim. Oimmunicnti-te i
Ihetnoraria de fazenda ao'presidenle da re'.n;i ..
DiloA' eommittao do hy zendo com a remessa de copia do oflicio do prnvedur
da laude, a toa reqniiir.3> cnnlida eui offlcio de 2 do
trrenle, adverliudo, porm, que pira ler aquella
romini-sA i a inforrnaf;oes precisas da provednna da
laude Dilo neeenila recorrer a presidencia em face
doiarl. lie 12 do regulamenlo n. 82S de 29 de te-
lembrode 1851.
DiloAo arsenal de marinlia, diztndo estar inlei-
rado do fallecimento do Africano livre Patricio, e da
menor Francolina ti I lia da Africana Raehel.
DiloA' cmara de Caruaiu', approvando as ar-
rcmalaross das rendas manicipaet pertencenles as
fresueziaa daquella cilade e Allinho.
DitoA'eamarada Uarinhuna, dizendo qoe op-
porluaameDla se levar ao conhecimento da asam-
blea provincial at contas da receila e detpeza da piel-
la comarca, as quaes viaram aiinexas ao seu olicio
do 28 de oalnbro ultimo.
DiloAo arsenal de gaerra para qaa aprette a
nnlrega dut sellins reqiiiitados para t co-npanliia
fita da cavilara.
DitoA' Ihesoararia provincial, para mandar
aliaular ao Ihet.ureiro pagador 'las obras poblicas,
quaolia de 2l.liiu?, para as despeas eom as obra
por a lininislrarao no prsenle mez.
PorltriaC'incedendo 10 das de Hcenc.a din ven-
c man lot para Iralar de sos saode, ao alfares de po-
licia Francisco B .raes Leal.Fizeram-se as conve-
nientes c.immit.
Dila Exoneran lo a Jo> Viera de M-!h, do
I Para 2.- sopplenle do subdelegado de Panellas.
Caelano Jos da Costa Bastos.
Commanicou-se ao c.efe de policia.
10
OfficioAo Exm. commandanle inperior da guar-
da nacional do Kecife, declarando, em resposla ao
de S. Exc. n. 186, que os rectulas que (em de dar
o corpos da guarda nacional desle municipio, de-
vem ser remedidos directamenlc preiidencia da
provincia.
DiloAo mismo, para que faja desligar do (er-
ceiro halalhao de infinlaria da guarda nacional des-
I; municipio, e a*gresar a nm dos corpoa de reser-
va, ao lenle Tiborcio Valeriano B.pli.ls, que S.
Exc. declarou achar-se incapaz do servido aclivo,
conforme fol jolasdo p-lo consellu de revisl.i da
mema guarda nacional.
DitoAo Exm. marechal cimmanlanle das ar-
I pelo lempo de 6 annoi. visto ter ndo jalgado apto,, mo n3o ha bom oxerciln serfi
m inipec^ao de saude, e percebendo os vencimeu- nem boa orchettra com
los e premios di lei, o paisano Jos Francisco Pe- i inharmonicos. Sem a
'ra- por em aejo lodo o seu
soldadoi adeslradoi, i acha expresso Daqoellas palavras do illnslre funda-
m instramenlos|desaccordes oo dor do Iheairo moderno, que sao como om Iransump
rlislasqoe en leu I,un e possam ; lo dos severos deveres que incumben) a quiulos lo-
DIAI DA SEMANA.
16 Segunda. S. GoVicalo de Lagos Ss. Elpidio c Valeria mm.
17 Terca. S. Greg ri Thaumalurgo b. ; Ss. Arfeo e Zacheo mm.
18 Ouarta. S. Odo i ab. ; s. Esiquio m. : s. Barcella m.
19 i.niiiii!. S. Isal :l liuv. raiuha ; s. Ponciano p. ni.
20 S--ila. S. Fclix le Valois ; s. Octavio m.
21 S..bbado. S. Ai -esentafao de N. Senhora ; t. Celso m.
22 Domingo 23 e i limo depois do|Espinto Santo ; i. Cecilia v.m.
E.NCARREGADOS DA SUBSCRICA NO l"L
Alagoai, o Sr. Claudino ralcio Dial: Baha, o Ir. D. Dupra
lio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Marlini.
EM PERNAMBUCU.
_ O proprlatarlo do DIARIO Manoel Flgueiroa de Far11 n lu
livraria, praca da Independencia n. I e 8.
, pansamenlo ; sem actores, mam sobre seus hombrus esla nesada rrnV A rom.
I'orlana-Ao agente da eompanhia Pernamba- | qoe se desprendam da montona Mina, e de dam- mislo, -
Approvadas com indicarlo e
emendas......
Approvada depois de convi-
das pela commissao. .
Aconttlhada para ser compelela-
mo e em resposla cumpre-me ilizer-lhe que dot ob-
jeclosmandados fornecer ao meiobalalhao dessa pro-
nto Agripino Xavier de B.llo, que pretende aul-
lar te no corpo de saude do exercito.
Dilo.Vo mesmo, apreseulando para recrula do
exereilo, o paisano JoSo (ionfalves Teiieira.
&)intnunicou-se ao joiz da direilo de Sanio An-
(o.
DiloAo Exm. presidenle da relac.au, dizando fi-
car tcienle de haver S. Exc. nomeadu o dembarga-
dor Custodio Manoel da Silva Uuimaraes, para ser-
vir interinamente o lunar de promotor da juslir,a e
procurador da cora, soberana e fazenda nacional.
Communicoo-se Ihesnuraria de fazenda.
DitoAo l)r. chefe de polica, remetiendo por
copia um officio do Exm. briga larra commandanle
das armas, para qoe lome S. S. em considerecao,
como permtlir o servico policial, as circum>taucias
ponderadas no metmo ufficio.
DiloAo metmo, para qoe enve S. S. urna re i-
5*1 dos 10 presos qoe foram rem-llidos para Carua
o que e-I e
lra promplos. Devo dizer inais a V. Exc. que nao
ha ordeni para remeller-se para esaa provincia ub-
jeclus com deslino ao haipilal regimeolal.
DiloAo commandanle das armas, recommen-
dando a expedi(S) de ordens para qae n.": s se col-
loqae ama guarda de honra na frente da matriz de
Santo Antonio as 4 e meia horas da tarde do dia 15
do correle para acompaiihar a procis Chrisli, mas tambem para que loda a forc.a di'pooi-
vel forme alas pelat roas por onde lern da passar a
prociss,1o.
Dilo.Ao mesmo, apresenlamlo para servirem no
exercito os recrulas Victorino Rodrigues da Silva,
Sevenno Jos do Rosario, Antonio Taveira dos San-
ios, Manoel Soare', Canudo Jos Cirdoso, Pedro
Alexan ir Moreira e Casemiro Hispo.
Dilo.Ao mesmo, dizeudo que se perlcnce ao es-
lado a canoa que requisita o commandanle do 4. ba-
talhao de artillara a p, pode S. Exc. manda-la
cargo de l.o tupplanle do tulidaleaado do 1. distric- | le. e sm a Smc, nao pode ser ella remetlTdo ao gi-
ro em 3 de junio de>le anuo, afim de reponderem ver para ser empregada na'coDilacfa'o d'agoa para
ao jury, com declaradlo de quaes detses preso eva- o mesmo bnlalhAo.
oiram-ie da cadeia daquella villa no dia 8 do mes-
mo mez.
DiloAo director geral da ins(rucc,,io publica, de-
signando os profassores Simplicio da Cro/. Ribeiro
Miguel Archanjo Mindello, e a professora Alexan-
drina de Lima c Albuquerque para examinaren]
no concurso, qae deve ler lugar no dia 12 do cr-
renle, para provimenlo das cadeiras do sexo femini-
no opimamente creadas.
DitoAo inspector da Ihesouraria de fazenda, re-
cominendando a expedirn de toas ordena, alim de
qae ai goarnic,0et dot navios de guerra tartos no
porto desta cidade, sejam t-agis dot retpeclivoi ven-
cimenloi, com urgencia, e da maneira qae for pos-
aivel, anda que nao te faca individualmente o pa-
gamento em razio da falla de moela miuda.Coui-
municou-se ao chefe da e-iacv. naval.
DiloAi juiz 'uunicipal de Igtiaraisu', dizeudo,
em resposla a sea nllioo de 7 do curreute, que, se
se julga Smc. prejadicado pela deciao da Ihesou-
raria de fazenda, acerca das procuran".?* passadts
por seu punho, pide recorrer para tribunal do
tliesouro.
DilnAo Sr. James Templcton Wood. dircoda
fic.ir sciente de liaver o mesmo Sr. reassom'do as
Tuneces de supsrinlandanle da estrada de ferro d..
Recire, a S. Francisco, conforme commonica era j
do correnle.
DilaAL. J. Branel, accii'an lo recibido um of-
licio, e-n i|na communica varias circum'lanciat del
sua vianem e Irabalhos ; a remota d amostras de
Ierras, mencionadas n'uma rela{* i que acompanlia o :
referido nublo e um, colltefRo destinada ao gahi-
nala da Histeria Naloral do Gymna-io ; raspan-
dendo, que anda na foram recebilos tsses objec-
los, a qua dando por fiada a sua commissao, o mtl-|
rao Sr. Brunel se recollia a esla cap tal.
DiloAo inspector do arsenal de marinli i, para
que informe si os Africanos livres que re acliam no
quartel do mesmo arsenal, nao e.tao sob sua int-
pecrSo ; sa nio pode vitita-lo o ernrga.i da enfer-
mara de mannha, a qual o motivo porque nao
houve medico que atletlas nor Francelina, filha da Africana Kaquel, de que
Irata o oflcio de Smc. de 7 do crrenle.
DiloAo mesmo, dizendo que. visto nAo s po-
der c instruir com urgencia, conforme Vmc. infor-
ma em seu oltlcio de Imntem, a baleeira de 6 remos
de que trata o aviso de 4 de selembro ollimo, sem
que hquem preteridos alguns doi Irabalhos a cargo
desse arsenal, pode Smc. remeller a capiania do
porto do Ceart, pelo vapor Iguarassu', conforme
propCa no cilado nfticio, oatra embarcaco leme-
Inante em bom esla.io e com as suat perl-ncas.
Communicou-te ao Exm. presidente do Caer, e
omciou-se a companhia Pern.imbacaui para dar o
transporte.
DiloAo commandanle
provando o engajarn
mnnicou. fizeram os guardas nac onae, Calesiino maravilhar.
l-reire Manz e Albino Freir Ma.iz, para tervirem EsctSa o pessoal scenico em lodos 0s Uieatro na.
no corposob o commando de Smc. : a falta ,1a um, escola e disciplinas regulares, e pe-
au" ii^M0n,?,l| ,? "P'T,;1"18, C"M- lfn'So ]t r*6'"'" "e e,limul'" ItfMilH qoe pnssam al-
que nao endid.rig, loas. M. o Impera lor a re- *W' maolm di,cplos. Hn o que rra inulil
etoReU. L. e'"lv'1"hd, 0,PM ""'no Correa fl-erar a .ndi.pensav.l rcnavaeio e melbaria de ac-
irito. que acompanhou o ollicio de 7 d "
A commissao tem (ido nao raras nrcasioes de ve-
prodigio. Ao pa-s i qaa se desee na escala dos thea-
h,0r,:u? '."- b,1i-\'"m eondiM Hlleraiiai e Mal l rilicara verdade daquella perspicaz obTerva.a'o", que
habilitacoe, arli.lieai, v-ie creicer proporcional- lie qoasi urna scnleuca. Ha muita fallade ciilivacAo
mente o nomaro dos escriptores.
Infelizmente senla a commissao ler de declarar
que a qualidade nao corresponde quanlidade, a
---------------Uivacjlo
e a ella se deve altrjbuir a frecuencia de absurdas
tentativas, e essa especie de desauimo, que descon-
sola os maiszebsos, no meio de om Qesenvolvimen-
quelbetem lido cada vez mais rrequanta a necessi- lo, que he verdaderamenteYtmiravel, aproximado
oaoe dolor..sa de afaslar deslecaraitihovocatoes qoe da rareza de estimulo., nas eslrtttat condi-es do!
far. iC,".I *tm 1trs,"av,a<,>- ^era P0'8"* deixar de mercado, e do ainda rcenle renascimenlo da urna'
T. ^de^rd.r^^nao Vgour^ "^ LST^^Z^ '^SSE
A commisiao de cansura tera slmpre Irazido pre- 'e *!^S^^STSXSSS!: '"'ceftH
sentei as memoraveis palavras, que um meslre de
coosas Iliterarias, o ja referido vitconde de Almeida
Garret no relatorio cima clido, dirigi a S. M. a
rainha a Senhora U. Mara II, de saodosa memoria;
palav.at verdadeiramenle porlugaezas romo o foi
aquello vasto coradlo, a tao superiormente judiciosas
como o era aquella inlelligencia. Dizia all o insigue
poeta :
n Senhora, o Ihealro portuguez nasceu na palacio
dosnossos res ; an bifo e amparo dos augustos avs
de vos.a magasiade se acn leu e brilhoa o fachu la-
minoso que depoit foi illastrar oulros paites, a
Lago o perdemos qae nos nao illuininou mas ;
mas a e'oria de o haver aren di lo licou aos senhores
Dilo.Ao director das obra: militares, para sem reii de Porlugal, a quera tanto deve a civilsacao da
demora mandar forrar um dos saines que lem de ser-
vir de enfermara no hospital regimeutal.Commu-
nicnu-te ao commandanle daa arma.
Dil.A cmara do Kecife, declarando fica le-
ante dos moiivos por que ua<> se lem realitado a de-
tapropriacAo em llemlica, autorisada pelo S 3. do arl.
9. da lei 133 do correnle anuo.
Dito.\o director da colonia ele Pimenteiras, di-
zendo flear inleirado de ler Sm-. assumido a direc-
loria d'aquella estabelecimenlo.
Dilo.Ao rnetmo, para que envi o pedido de
velas para o aliar a fim de sa ur lear o furuecimeu-
lo deltas por seis mezes.
Dilo.Ao mesmo, dizendo que o escrivAu d'a-
quelle estabelecimenlo deve ter colono de l.a ciaste,
equanto ao apontador, que pode ser nomeado qoem
for idneo para este le vina, devendo pref colono da l.a classe.
Porlaria.Exonerando a Amaro Benedicto de
Sooza, do cari. de sopplenle do subdelegado da
freguezia de S. Jos do Kecife, a Joaqtiim Lucio
Monteira da Franca, do de .'., e a Antonio da Silva
tiusmAodo de 6.Communicou-se ao chefe de po-
lica.
Dil.i.Cincedendo ao alferes dn 1. balalhao de
iiifanlaria da guarda naeional do Kecife, Vicloriuo
Jo- .le Soura Traratao Jnior, 3 mezet de liceuc;a
para tratar de tua saudeCominunicoa-se ao com-
mandanle superior.
Dita.Ao agente dos vaporea brasileiros para dar
paitlgen por c inla do governo para a corle, a Jo
Ihoroaz An.iclelo, que leve baila do exercilo.__
Cornmunicou- Igual. Para o meeina, ao dserlor do ba-
lalbao naval, o qual sera' enviada para Inrdo pelo
commandanle da asanlo naval.Coinmunirou-te a
e RECTIFICAC.O.
No expediente do governo publica ln sabbido,
o.licio ao juiz mtin-espal de Ciruarti. on le oiz pa-
irmliimo, leia-te patrimonio.
PFRTCCAI.. (
Eis-aqai a concluan dn ni .lorio qna a commissao
de censara dramtica, apresenloa ulliman.enie ao
minisiro dos negocios do reino daquella pan.
luaouurau ln ot seu< Irabalhos em K de maio e-
aunile, vio a commissao all iir Ihe de lodos os ihea-
lro nm numero de obras dramticas com que de cer-
10 Mo ronlava, e que ningucm por ventura presu-
mira, pela correspondenle estalislica se ver que o
movimenlo Ihealral he milito superior ao que o p-
lante do corpo de polica, ap-blico imagina, e que a phenomenal abundancia de
enlo qus. legomlo Smc. cm- scnplores n'esle genero he veriadeiramenle para
lodo B'inilu, a JoSi Francisco de Miranda dude
subdelegado do 4.' dislriclo do mesmo termo, e a
Josqu.m Pinto Teixeira do de 5." supplante do mes-
mo subdelegado, bem como demillindo a Antonio
Manoel da Conceii;ao e Mello, d de 2.* supplente do
sabtelagado do ditlrrto de Panellas, e n .meando
para ot cargos policiaes do referido termo aos ci la-
daos seguinles:
Para I.-supplenle do tublelegado do I.' districlo.
Aleixo Jos da Luz.
Para sipplenlt do aul lelezado do 2.' dislriclo
l.-Vicente Ferreira Padilha Calomhv.
2.'Francisco Po da Silva Valenca.
Para subdelega lo do 4.' dslr co.
Galdoo Alves Barbosa.
Para I.' sopplenle do mesmo.
Joaqoim Jo' da Footeca.
ORIGINAL DO DIARIO DE PERNAMBUCO-
16 DRNOVEMBItO DE 1857.
SERAPUINA : IMV PUA.NTASIA LITTE-
RAUIA.
E'laarligo nos fot reinelli lo ha multo lempo por
om dos nossos leitore*, cujo n uno ignoramos, pe-
din lo-nns que Ihe detsemoi publicidade, sob o nono
tambem desC'nliecido pteodonvmo. Diversos Ira-
balhos, cuja puiilicnrao era mai> urgente, nao nos
permill'ram eoiao s ilisfaze-lo, entreunto hoje va-
mos comprir o qoe se nos pedir.
Qaem tiver esperance de encontrar na a descripc.30 de algum assastinalo, ou d'oulro crime
semelhanle, qoe o nao lea. **
N,1o qieremos nem sabemos dpserever deslas hit
loriat, em qae a lula dos aflectos he exagerada, em
qae as pauOes tan um eonjunclu da desparales que
ii 1 cabera no corara.) humano.
O qae vamos esertver he moito smplet. Para
qoem conidera o romance togeilo a regrat eilrictaa
e lavarlaveis o qut se legue nao o tere eerlamente;
para os que menos exigentes eulen 1-rerr qoe ha na
verno imperial, urna ve que Smc. nao o lome p
base de representar; u sua.
Dilo-ireularAos joiies de dreito das comar-
ca., commonicanilo qua. na conformidade das or
dens ltimamente expedidas para o recruiamenlo,
devera este ser feilo petas utoriJales p.liriacs e
pelos dieres di guarda nacional.
PorlanaNnmeandn, de conformidade com a pro-
posta do Dr. chefe de policia. para o corso de sub-
delegado do dslrrlo de Aguas-B-llas. pnenteme
ao lerrno de (ranhons, ao cidadao Loorenc. Re-
bollo Pereira Tarrea.
Dila\'om- ni lo, medanle propala do Dr. ehefo
de polica, o capilla Luiz Francisco Teiieira, para
o cir,o de delegado de policia da cidade de oi-
anna.
DitaMaullando admillir ao servir;) do exercito.
Dentro em pnneo o vapor lem fondeada no lamei-
rao. Gran le numero de botts, qne para all d'anl--
mao se dingiram, o cercam immedialamenle. Dahi
m C'in
rain al-
aprumados cerno sao quasi
lores,
.Nao he possivel a apreciado onde a interprelar-ao
II- deficiente, qu.nd.i nao absur la ; onde nem se
procura a naturalidad,; da iiill-xn>. nem a varieda-
la da. intoiac-s, nem a racional dm-do do periolo
qaa acenta a palavra e delermina o -ei.nl, ; nem
a methodiea arliruhcan, que torna sem esforen clara
' P'rrepliv-la plirase. Para ohler bom exec'utore,
elemMiio impreterivel de tulid.s progeuoi na arte
nacional, imp irla procurar nu* grandes centros de
publica eduencao; reunir iHividuos, phvsica e in-
lelleclualmenle apios ; h.li.lila-Ios devidariameule
para o exercico de tima arle que exige lamanhas fa-
cullaus e lao esmerada cultura : tilimula-los rom
premios, e soccorre lus com mei.s para que elies,
can'a I. s de um Irabalho improdoclivo, nao abando-
nem a laboriosa apreudizagem, nem queiram otili-
sa-la incmplela.
S-m is(o uto ha verdadero Ihealro porlusoez co-
dade, para se farerem
rtm uteis resultados.
Foi a sement laucada
'nlelligentissimo cullor.
Berios progressSs e colhe-
V Ierra por m3o hbil de ;
Veio basla a trara ; mas !
das pela formo seguinle :
Urigioaea.......40
lu.i Me..--.......4
TraduccGes......13
total.....57
Deslas furam
Approvadas na mxima parle
com correcc,Oes da commis-
silo........36
Aconselhadas para reforma
ou com m licncao de emen-
das ........5
Reselladas.......1.
Total.....57
ladss pelos differenles Iheatros porloguezes, lemoi -
Thaalroda D. Mara II........13
do Uymnatio.........57
de D. Fernando.........74
da ra doi Cndea ....... M
da Florista Egypcia.......14
Tola I .276
A s quaes addiconada
Do Ihealro liespanhol do Salitre......12
Prefazem o uumero Mal de......288
Figurndoos escriptores nacionaes em nutniro de:
Pelo Ihealro de D. Mana II.......21
do livinuasio........30
de D. le lian lo ...... 31
da roa dos Condes.....56
da Florala Egypcia.....4
Aggregando-lhes heipanhoes. .
Sorornatn o total de
153
Correapoudem a esta pec.as 30 escrplore, cum-
iiilelizmenle mait basta dejoioque de bom Irgo.' Pr""lu nalar que os originaes sobrelevam As 1ra-
Cuslosa he a larefa de o mondar das herva. parasi- dijcr6s, e ainda maisi imitafOas, am extraordina-
ria proporjao. O genero habilual desle Ihealro he,
Com.1 iit .-... uM.ai. ,!.._:_. a.._,>,_
especia humana e o pn.gresto dat n ic.'.es modernas.
a O mesmo genio poderoso que mandava desco--
hrir a India, e qoe altrrava o modo de exislir do
universo, m un m lambem abrir a cena modtrna da
Europa. E o Senli ,r re D. Manoel tanto achoa em
Portugal os nimos e coraijfies de Vasco da Gama e
de Pero Nunes, como os laleulos deiie e os de Gil
\ cenle.
a Bcm entender aquella grande anlepassado de
\ o'sa Mageslade a civilisac,ao e seus meios no eom-
mercio, as ledras e as boas arles. Vossa Magesla-
de, que nao succede a menos obscuros lempos, no
abrir lambem para Portugal ama era meos glorio-
sa de civilsacao e fortuna, d
Na dala desle relatorio corneja a iniciacao e o re-
nascimenlo para a arle nacional, e lem elle ja per-
corrido um laborioso estadio, nao totalmente inglo-
ro, se o r,mi,.. anuos com as asperezas desle calva-
rio, em Ierra mingoada, onde o sacerdocio da arle ln
muila vez um inirUrio. Por essas palavras, qae 1,1o
bem se casam ao sea proprio convencimenlo, como
lica aulecedenlemeiile exposlo, proeurou a C'.uiini-.io
regular ai ubri.-actiet que era chamada a exercer, le
guindo ot passos o glorioso pontfice de lal rilo. Nei-
le intuito fez por >er benvola, quanlo Ih'o consen-
ta n.curaprimento do sea dever e o desempenho da
sua responsabilidade. As tuat deciso-s lem tido e
maia conciliatorias do que cxclus'oras, oflerece-at so
exanie de (odot.
Perc..rram-se os seus pareceres quai sempre pa-
renlids : uchar-se-ha a adverlencia a uat, o con- :
selho a ontroi, a varios o loayor, e a Indos a admoaa- I
lacao e o cusanle proposito de vulgariar os bons:
preceiloi e ai tana doolrioat. Sj por vezes 9 mas I
amilldadamente da que o desejavaleve lamhrm de '
intimar o desengao, foi a i'So forjada pela eviden-
Ca das prnvas, pelo austero encargo quo Ihe foi com-:
medido, e pela seriedade cun que a sua consrioncia
enrarou el 1 mi,sao.
Para o palz, como para os neoplnlos, he esla pe-
nosa linccridade imnilmrnteprovcito-a, dan lo Aquel-
lo cidadao, que II,. pi |?m fer prestaveis de oulro
modo, e evitando a estes os diuabortf de um novi-
ciado intil. Onde purem achou mm esperann, on
se qner o germen rlella, nao qoiz licar com o remar- j
10 di a Irr .sajadada, ou desfavorecido, ou desapro-
vedado. Anparera a primeira qoe por culpa soa ;
desllorisie. Para conseguir esle lioa, a commissao,
indo alein das obrigajOet qoe Ihe foram impostas,
lem por si niesma corrigi lo moitascomposijies, com
grave frequenle di'pendio dj son le'opo, sobsljlu-
tndo-se em parto iqu-lle. que as lem ulilisadn.
A commi'tao lem sempre facilitado aos aolores a
c.mmunic ic.io das tuas decisO's, don lamente fun-
damentadaa. Todos pudem iiiipugnar-lh'.s e eom-
menltr lli'as: ella responde pelo qoe 'elibera. E he
lalvez por iso qoe a commissao se lisongeia de po-
der consignar aqui um fado bem raro as corpora-
oes que teem o ofli-.io de ju'gar.
O regalamenlo de l(i 'e Janeiro de IS'r eslabelece
las ou damnosat; e, com ser duro e humilde Irafe-
go, nao fallam dissabores que o lornam mais arduo.
A commissao de cencura a-eitou-o, porem, com
animo desassombrado e peneveranle ; e, se nao te-n
feilo mais, tera' culpa dat tuas forrat, que nAo da
sua vonlade.
Pastando a retumir em eplogos especaes, o mo-
vimeiito de cada Ihealro julga a commiisau nfltre-
cer as provas a documentos mais evidentes das di-
verfssa.serciies colindas nesla relatorio, a dar as-
tim a noloridada como 10 paz, um ropo de noli-
cias anda al hoje n3o reunidas, curiosas lalvez, e
de cerlo olilissimai para a exacla epreciaciio desle
ramo do publico tervijo, qoe em lo la a parte lem
merecido seria adeoeao aos governo.. Por aquellet
eplogos se vera' que, metmo econmicamente en-
carado, este movimenlo he muilo mais eonti.lera-
vel do que no vulgo se acredita, podendo servir pi-
ra indicador seguro de raedores destinos, parlindo
do provavel para o possivel.
No Ihealro de D. Maria II o inovimeulo de [eras
enviada ,1 seniora, desde 8 de maio at ao ultimo
de dezimbro ce 1856, he o egonle.
Composieftes onginaes. 15
Imilaces.......^
Tradacres......|7
Tolal.
36
Estas pejes clarificara como se segu :
Dramas originaes. .... 4
Comedias originan, ... 10
Drama Iraduzirio.....1
Comedias imitadas. .
Caraedias Iradozidas ,
. 1(
. 33
original etn '1
o de Disparale
J^yS"*0" Com a qaal se Prer,z a "''a som-
Snbllaidem-ta ainda
inenclooadaa :
Pecas de S aclos
Ditas de 4
Tolal .
Aldiciona-se .1 estas ama peca
actos, que o sea autor qualilicoii
por esta forma ai obras
D'lai
Ditas
Ditai
de 3
de 2
de I
i.
Tolal.

2(1
36
abe, a comedia ligeira.s.admillindo rara-
s por excepto, o drama e a comedia
como
mente,
philosophica ou de caracteres.
<) Ihealro de D. Femando figura na seguinle pro-
porcao :
Originaes.......53
Imit-cc-.......12
I r. 1111 e -......<|
Tolal.
71
Cnrrcspondem a esla- obras 21 escriptores dille-
'eiiipa, classih.ados da seguinle maneira :
Anlores.......||
Imitadoras..... o
Traduclores ...!!.' g
Tolil
Jl
..nf,n0HM V'""' Senero tome lia prevalece -obre o
genero drama na aproximada proporcao de 6 por 1 ;
'' ""V"?""" 'Ielle- a c"'""l* Wn mos'r. um
aseendeula nao menos signllicaliv. ; dan,,, se po le
inferir para onde propenden as pridleccOes do pu-
blico, avahando o. respectivo! inll .x,s e eslu lando
na. suas caosa, dlerr..i,Uvas om doa mala impor-
tanles conspectos socn.'s. Po
do1 artigo 38, que q.alqii.raa.or 00 traducior de P.'- ro de eVcripT-" ':r U0,r M, "ume-
Deslas foram :
Approvadas, e na qoasi lola-
lidade corrgidas pela com-
missao .......51
Aconselhadas para reforma ou
com indicacao de emendas 5
Itegeiladas.......|.,
Heliradsi peles aolores. .. 2
Tolal.....74
Corraspondtni a eslts Irabalhos 31 etejiplore
das diversas calhegoriat, levando..nuda grande van-
lagem numrica os originaes e a comedia-larca.
O Ihealro da ra d. Coudes di ot segoulei re-
sultado! :
Originaes........Jg
Imitacei.......1;
Traducjes......-,
ToIjI.....95
>e-l foram :
Approvadat com previa revi-
san e rorrecrao na quasi lo-
lahdade.......18
Acnnsclha lis para leforma
uu com indicajao de emen-
daa........|
Regeiladt.......3i
l'endeule.......(
Tolal.....95
l.orre -pon lem a estas obras 5 escriptores. Aqui
prevalecnii anda, e muilo consideravelmenlc, os
orgmaes e is comedias-farcai.
O Ihealro da Floresta Egvpca ministra o dados
que ta teguem :
,rie)V.......10
Imilafan.......]
Traducjes......:j
Tolal.....
Deslas foram :
Approvadas com iiii|nrlontes
correerrjes na maior parle. 8
Retirada! pelos autore 2
Hegeitadaa....../,
Tolal.....I',
Correspondan a estas paeaa i etcriplore'.
Do Ihealro hespanhol do S.lilre viaram lambem
por algum lempo as respectivas pejat censura. Co-
mo porem nao aconleiess o mesmo com o Ihealro
Aisiui poit sobe o algarismu das pejas de lodos
os Ihealros porluguezes a 27o, s quaes correipon-
dem 112 escriptores, uumero que vai.todos 09 dial
crescendo o'uma progret>ao atsombroia.
A divitao geral dat pejas, por clattes, be como le
segu:
Originaes ta-?
milajoes.............27
raduccOes.............fjy
Tolal
276
o qoe
eu atgarismo
vida do homem maitas silaajfies inoras! e tran.lor- 1 onda he que n,v. he pos.vel saber-te |a.
majaes do e.pirito inesp.radas,que podem ser eserip-1 Antes de informar ao le'lor do deslino qae elle
tai smplaameiite e sem alavios, como ella te dao, a !"?ue, ainda lemotque dizer elgumat palavras a ten
eises, dizemot ns, hs que he destinado esle peque- "
no Irabalho.
Feila esta .leclarajao, vamos sigoindo o noiso ca-
minho sem mais prembulos.
Era na larde do da... do mez de maio de 18...
O lempo e-tava magnilio. Di-sereis que a naloreza
linlii adormecido, t 'Ler 1 limpidez do co, a quie-
tarlo das 'guas, o silencio da floresta em cojas ar-
vnre< parava cantando inelodiomenle o melanc-
lico *aoi'a\!
Em eonlra.le eom esle socego geral o bairro do
Kecilja apreieutvi um aspecto agita lo, e. ta a ex-
pratWa he de lei, una vida que alo era semelli.mie
a dos das ordinarios, porqu inu'tas pessoat iao e
viuliam. f.llavirn-se com vehemencia, gesliculava.n,
reiiiiMfn-'e em maunles e dirigi im as vistas para o
ocano" on i om vullo no horiionie, quai impercep-
livel ao principio, te ia desenlian lo mais disiinclo
e prnnonciado .l a-sumir a (arma de nm navio.
O leilor ji l-r.'t alevinhadn o lhalro onle se re-
presenlava a scena q,i leiem*nie desenliamos,
qual a origem taquilla h.ilicio que triodilferenle era
do qoe le observa em cerlo dat no bairro mais eom-
mercial de'la cidade.
Estamos pois unto ao caes do Trapiche Novo, e o
navio que ao longe se avista, he n>m mais nem me-
nos, o vapor ingle, esperado con) impaciencia, al
com algom recelo, em consiqueuoia da demora pou-
co commom qae Uvera em loctr nesle porto.
a um qmrlo de hora o pi.srgero que vinha
dealino a esla provincia, desembarcaran). Er
gunt losl.zes esguios e ar
lodos os lilho. .ia velha Alluon.
Entre os que as'im aportavam a Pemambuco, o
observador perspicaz e r.-leclido notara um man-
cebo que pelas teieoee, pelo molo de vestir e nelaa
maneiras desembarajadas se distingua fcilmente
dos seu companheiros brilannicos.
O no.so hroe Irajava falo prelo, e urna fita de
etcomilha circuu laulo-llie a chapeo dava lem a co-
nhecef que eslava de lut > em consequeneia da mor-
le de al-um p-renle prximo.
A exprsalo Inste e meditabunda do sen rosto pal-
udo a ivmpalhico harmon saase admiravelmnie
com a cor preta do trajo. Em fim, e lves'emos de
dar um relrato delle, examinaudo-lhe at feij5e<,
concluiramos dizeodo qoe o nosso hroe sem ser
formn.o, poaaala nma de no meio de mudas, e que ficam elernameute grava-
da! na memoria, anda quando 3o valas na car-
reira rapila de um cavado oa as voltss vertiginosas
de urna walsa doudejsule.
.tOTt ,le,oir',ec'r sua c>* e "'' > I"-;
.r *1 V .*" ,,0_v,Por> P"oo-se del- am< dessas lulas lerriveis, que as veiei nos assallam
o enteiHimentn, e p'odozem sempre un proslraw
jaocomplela dot sent los.
Alexandre nunca fizera om estado serio da sua
niil.vidujlidade moral, nao porque asna inlelligen-
cia fosse incapaz deslas nperajet mentaes-refiexi-
vas.cujo resudado he conhecer-se o homem a si
Foi nenas circumslancias que a morte do anico
rma>, que Imha, Ihe deixou nos braco urna crian-
cmlia que licaria desamparada sem 'a proteccao do
A imitada que o negociante Iribntava a sua mu-
Iher passou |rda para a (obriahl, e s qoando aquella
Heu a luz Alexandre. he que ronseguio rehaver o
qu- linda perdido na estima do mando.
.tlexSndre e Seraphina, qu-era esle o nome da
obnnha di negocame, rriaram te e deienvolveram-
lejunios alca idade de |K anuos.
lm da o pai de Alexandre rhamou-n ao quarto e
deriarnu-lhe que eslava resolv do a manda lo para
I aris, onle devia egoir o corso scirntificn, para o
qual ciilen.lesse que linha mais lenlemia. Depn de
ihe ler dada mudos eaaaalhoa. a.naatoa, de ihe ler
pon ierado qoe ia viver em nma Ierra onde havia mil
lacosseduclores, qoe enganavam os rapazet inex-
pertos, o negocame diste an lilho qoe se relirasse,
acrescentando que esperava orna rela decisiva
da sua parle dentro do menor lempo possivel.
Alean Ir nhio trille da presenra do pai. Diri-
gise em seguda para o seu quarto, abri ot livros
que cstomava ler com mais frequencia, mas nao
rJlitlngoindu as ledra, (3o perlorbado etlava, sabio
e achou-se no lardim sem labtr co 10.
O que se passava no espirito do pobre rspnz era
da-se por bem paga dos desvelos qae lem emprega-
do para qr.e se nao ust com Justina, do recurso de
apellarlo dos seus pareceres, venlo que alo agora
ainda nenhum delle foi revolado, e que o escripto-
res dramticos leem geralmrnle acquiesrido as cor-
reccOei indicadas pela censora, e concordado nos
ao passo que as creajfies sop-nore de lavra
prnpna nao aao, nem psdem ser, niuilo amiudadas. I Originaes
Dalorba, queseapiaha nos advlos dolemplo.se- "
gnn.li. a phra.e dos livros tantos, aqo. 1,1o opp ,rlu-
ni, mull sunt vocal, vero
muilo ao os chama os
pauri elecii, a
c poneos os eirolhidii s
fundamemo, porV ,".Ido ii^SZ\Z%^'E:*0U |,a"4d0 ""-
c S' verlade que as insoirares
Suppoe a commissao liaver deste mo lo detempe- trivialaaente
ld'.'n,.'',i'!,^.0^1''1; e,p'Jl ''"f n"^"- P">- l> pejas'acim.i indicada, foram
vidente diligencia das adminislrajoes tem mostrado
chno siibmellido 1 commissao, o moviinento foi esle:
Originaes.............11
Ira luejao.......... I j
Tol.l. |j
pavo e lagares, s
geniaes nao se aham
Approvadas
Kegcilada .
lomarem lano a pedo ; c o que lio cabtlmenle
Approvad.s com louvor.
Approvadas
3
12
um massijo da relva, se dislrahia com as mallas de
am complicado crochet.
One lem, primo ? Esl ta 1 (riste. yac Ihe acon-
leceu J duse ella revelando asim a su? preienja.
Ouerem-nos separar respondeo Alexandre,
senl.ndo-se em um banco de pedra que all havia. gil qoe se onda
\ian na 1 keI'i *n^i.li.r.________a________ i 7
plelam.nteporumii cnslareira que Irabalhava em um
armazem de m.ida defronle de sua casa.
beoad; he dizer que as aisduilade. .le Alexan-
a tonto aquella densa do Sena na foram bal ladee.
:enero de mull.res em Franja heoraaisfra-
Tolal.
Mea pai esi resolvido a mandar-rae para Pars.
Alexandre cnnlemplou a prima que espirara ancio-
ca orna resposla.
imaginar. s,lo b loarles que se
renden) fcilmente.
Alexandre em Pars eludava e dverlia-se. Era
da. A-sim liuham decnrndo nlguns an-
Otolho. de Seraphina li.aram-.e no. do primo, a I wM.?Tm| 'larri' '"" ""* ^ -" W,"B" '
nqoellesdoos entes que nanea liuham trocado orna | nava.
mai depressa jo que lencio-
les. caminhou pela ponte nova para o bairro de
Santo Amonio, entrn em urna das rocheiras da ra
da s. Francisco, alugnu am carro e pirlo...... pira
.....i. i.. n..n ..-.. ...____- ..
respailo. J demos a eerlidao de idade do no.so he- ; ""*", mas porque leudo orna vida placida e en-
rne.ju dijsemos que era alto, symp.ili.ico ele. Agora lregando-e a ella descuidado, moda nao experi-
resia declarar qual a tua lilajao a nsloralidade. mentara a necesaidade de levar a mao ao proprio
Alexandre de Freila, que a-sim e chamava elle, \ pailo e comprimir com ella as palpilaeei dolorosas
era lilho ile am ltigo negociante desla cidade, coja ue coraran,
foriona n'oulra poca passava como muilo censida- R-!eauindo pois a noticia que o pai Ihe der.i. Ale-
O pai de Alexandre 110 lim da algum anuos de
assi.luo Irabalho eapplicajao aos negocios, retirara
se do eommercio, ca-ando-te eom orna lenlio.-a de
grandes e virtade e esmerada educara'.
Foram viver para campo, em um sino que fi-ava
n'um dos arrahalde maia pilloresco desla cidade.
A la da mel passaram-a o esposos naque la deli-
ciosa etlincia, onde nata lnba a agitacao do mundo,
onde n,lo penelrava o mais leve rui lo.
1 landre perguntava a si mesmo qoe diir esir.uiba era
'quese revolva n'alma, que desejo anda pouco
1 disl neto de na > parlir era o que te linha apoderado
de si qnasi insenaivelraenle.
Peixava em teu pai de qum era lia amigo o de
qaem ia lepirar-se. Depois lembrava-se de Sera-
phina, da prima, rom quem co.liimava .lar pequeos
1 patteios por aquelles meimos lugaret onde agora va-
gueava.
C la arvore frondosa e verdejanle llie Irania 1 me-
< anecio c0 pai de Alexandre para com sua mo- I mora a leilora her .Huilienta).1 d dia em dia, e n3o abemos a que sempre eirolava. Aooellas parase,,, encanlado-
loucuras o eondoziria elle, se um aconlecimenlo iin- ras. urnas vezes a borda do rio, oulas junio s i-
previsto. o n.lo vie.se inlerromper. ne||as do jardim, das qoae
A molher d
avi-l.iva ama planicie
negocame foi estril al o nnsei- formosis.itna, lado aqoillo o fazia recordar du< mo-
mento de Alexandre, que leve lugar modos
lepoi do casamenlo, e esla e.lerilidtde he qo oro- Par sempre
i...... ,.rt I..... .___._____a
mantos felizet que all gozara, a que ia perder lalvez
du/io certa friera no amor dos esposos.
O negociante, homem .leexcedente eon-jm e ex-
trema bondade. careca de orna pessoa em qoem
empregasse o efluvio da tua alma, essa apiracao
vaga da espirito por um enle querido, em qoe se au-
eonln o que lemo de bom deulro em nj.
Destat i leas pstsava Alexandre a eolras muilo di-
versa". Paria com lodos os sena encantos represen-
tiva-se-lhe a im .11,naci, a avivava-lhe o deejo da
parlir.
Entregando se pois a refleies lo desencanlradas,
Alexandre o.io tnh.i vslo a prima que sentada em
palavra de amor, camiirelien lerain no metmo ins-
tante qoe um lentlinanlo oicaUo e arreigido os im-
peda um para o oulro.
lie porque oenracao hamano he feilo desta nnnei-
aa. Raras vezes ac,da < iin.ierio--.is harmona
de um grande alleclo senao no momento em que um
obstculo qualquir lenta destrui-lo.
A afteijao que os doa primos mutuamente se con-
saeravaro, linda n.lo livera urna revel .jan directa
enlre elles, porqoe vvenlo junio de mais para per-
ceberero as difTereoles pilases e modificajes qoe se
operam n'alma du.anle o curso de um grande amor,
nao podiam presenli-la.
Aiim, depois de se lerem consultado interiormen-
te, depois dela especie de exame do crlelo, a que
procedemos tempre, .11,indo queremos cerlifiear-not
sobre o estado da nosa alm.i, Alexandre e Serapa-
na conservaran, se tilenriotos por algum lempo, re-
celando lalvez palelo,r o que tenliam.
Fol Seraphina quem inlerrompea ele llencio.
o Se he para eludar, di'te ella, escusa de ir bus-
car am am paiz eslranl, 1 a 'Ciencia,qua lambem aqui
pola adquirir.
a He essa a niinha npui.i ....
Netle in.tanto, Mana, a eterava mais anliga da
casa, chamava os parajanlar.
Os dous primos levanlaram-se dirig,, lo-se em se-
guida para casa. Ao Iranspor o luiiiar da porta,
Seraphina naqiiclle lom de voz supptic.inle, que a
molher sabe aesumir. quando deiej conseguir qual-
quer favor, perauntou de n>vua> primte eslava
resolvido a parlir.
Nao sei ain la foram as palavras que elle pro-
nuncien meia voz.
No fim do janlar o ncgori.intt lornou a chamar o
filho e esperava que elle Ihe li'.ias.e.
Alexandre expoz ao pai qne, cottaraado a comprir
a soa ordens, e-tava proiopto para obelecer-lhe
ainda mais esla vez.
Retolvau-se enlre ambos que a parlida leria lagar
dentro de odo das.
O qoe e pastnn dorante aqoelle lempo, nao o sa-
bemoi nos. Atlirmam-nos porem que Alexandre fo'
para Paris, donde sa deduz 00 que nao linha amor a
prima, 00 qoe Ihe faltava b forra moral necessaria
para resistir a vonlade paterna.
Alexandre .10 chegar .1 capdal da Franja, anda
Senta urna lembranja vaga da prima. So lim de
alguns das s pentava nella umi vez ementa viola
quatro hoias, e [.-.'nados mezes llnha-a e-quteiJocom-
Eis-a
alca
Correspnn.liam-llie II csCrip(ores.
Recapitulando agora a somma das pejas apresen-
Alexandre cnnservou-se em cata nos prmeirosdias,
mas urna vez lenlo do desgoto que Iba causara a
ollima noticia qae reerbern aochegsrde Paria, eme-
joii a ler urna vida meti sedentaria, e a iugerii-.se
not negocios de familia.
Naturalmente molla* vetea II11 viera lembrano
o que preieiiri.ira ao enlrar ni quarto ondeSeraph'i-
na se achava no momento da sua chegada. Muila.
vzet lambem resolver inlerroga-la e oulras lanas
mudara de proposito, retleclindo qae nao linha di-
reilo*Me f.ge-lo.
A curiosidad porm que nao he privativa dai ma-
plheres, augmenlava de dia em da, al que Alexan-
dre, j nao po leudo rcnlir-lhe, decidi tomar urna
renlujau.
Chamou a eterava que tervia a prima, e ordenou-
Iheque emnrega.te tolos os etfirjo para alcancar
o ohjeclo que ella esconder quando o vira.
A escrave p-n-mi duranle alguna instantes, depois
levantando o rosto que conservara pendido na sois
reflexoes, rtspendeo a Alexandre que nao alraijoa-
va a sinhazinhii par cusa algoma desta vida.
Alexandre admirou a nohreza d'almt da ecrtva
de soa prima.
Foi preciso insielir com ella a assegurar-lhe qoe
nao leria mo resudado o qae ia pralicar.
aqu em piucas ptlavrat quem era o mance-
"i venido de prelo, que vimos desembarcar no caei
00 trapiche Novo e alagar am cirro na rut de San-
rranrisco.
Agora o ledor ha de querer qae o ponhamot ao
ce do sitio para oud o nos-o hroe te dirigi.
lie esl um desejo que nao po lemos sal-fazer sem
violar om segred que no foi revelado, exigi lo-se
ao mesmo lempo de 111 a mai rigorosa disericao.
Mai para que se nao dia que abusamos da curio-
snlide de quem nos l, lemhramni um meio que ha
mudo fcil de adquirir inf.rmajoe. menos vaaai do
que eslat sobre a pertonagem cuj historia em 13o
ma nora enmeramos.
O cncheirr. q'ne conduzio o carro que trantporloo
o nosso hroe, o que nao te acha ligado a compro-
misto algum, como no clamos, stm duvi la nao he-
sniir.1 talisfazer a aurotidade de quero o interrogar
peta monea quantia de cinco mil ris. Por dinheiro
tai nao lia cocheiro que fique calado, ainda mesmo
quando o interpellarem sobre urna cousa que nunca
Alexandre apeiou sa junio ao sitio onde linha pas-
-ado toa mocidade.
A'medita qna se aproximava daquella habilajao
quelho Irazia a lembranja ta i d ,ce. recordajes,
senta uin.i especie de remorso a dilacerar-lhe a alma
em agona leula.
r'"i debaixo desla impreitao que Ir.inspoz o limiar
da porta e penelrou ale o interior da casa sem en-
contrac pessoa algoma.
Depois de ter percorrido virios aposenlos achou-ie
de repente dianle de oim porla que se contervava
antreaberle. Pondo a mao .ra um dos hlenles,
Alexandre abrio-a e penelrou no quarlo.
A nica pessoa qaa vio fo.S.raphioa, qoe leodo ;
a coilas v..llad-s para aquella porla 11,10 dera pela .
sua prettnja. S quando o primo ae achava proti- l,rlnl', aaeonder, a eacava na primeira oceaiilo em
ni i I lia he que p.rcebeu qae nao eslava si. ''" enconlrou o retrato debaixo do Iravc-seiro f,i
l.evanlou os olhos, atcoadando no ralo, epois de cntrega-lo ao nosso hroe,
(er visto Alexandre, o ohjeclo qae examinava com i Alexandre gaar.loo-o sem o abrir. Ferhou-se de-
lanla allenjao, correu para elle pronunciando apenas \ pois no qoarlo e comprimi a mola da c
o smu nome.
A pro lucc.io nacional cobre ja' a imporlijao, na
proporjao, proximamenle, de 2 para I. Sa o exilo
re-pondes-e a lo rara exuberancia, poderiamo, ja'
neste ramo Jispeoiar lodo o concurso eilranhn.
Da todos os Ihealros o qua mais se avaolaja no
numero de pejas enviado a' censora he o da roa dot
Coodai. que, tpor i, ligara com o algirismo de 95
pajas a 06 escripioret.
De lodot l,o lambem o da I). Mara II
menoa abundante te rilo-Ira. sendo
de 36 pejas a 21 etcriplore*.
A proporjao enlre estes dous termos he pruilma-
dimenle de 3 para I.
A reala de lal dilTerenja etla' na maior rigidez
com que sao julgadas as peja destinadas a etle ulti-
mo Ihealro, e nal facilldadea qae para a admiesao
acha no prmeiro qualquer genero de eicrplot dra-
mtlieo.
De cario o maior numero di pessoat nem presu-
m! qoe a najSo estivegae tao roa da radores n'orca
das provincial da arle, qua algum meilret della re-
putam de lodat a man dilHcil depois da epopi, e
seve.jtiimni analytlas poem anda cima desla.
Ai ultimas eslali'licis francezai dio eomd ipara-
dai not qoinze Ihealros de declamijao em Pars em
1855, 221 differenles peets. Feilo, por um lado, n
indispeiisavel descont a" differenja que vai do nu-
mero de pejas concurrentes, e levando em eonla,
por oulro lado, a proporjao da 5 para 15, qoe he a
doi 11,1-0. espectculos de deelamajao para os de Pa
ri, calcalando a di-launa enorme qoe vai do noiso
deienvolvimrolo dramtico ao daquella grande ea-
pilal, a no esquecando qae lomamos de Lisboa um
periodo de pooc > mait de 8 mezes e de Pari am pe-
riodo de ,111,1o completo, he maravithoto que, a aca-
reijao desles nomeros e condijoe, a differenja para
menoi teja em Portugal apenas de 44 [Nao te icre-
dilina lalvez em lal exame.
Esla abundancia miraruiosa de vocajOes provem
de um erro que impoila destruir, para que o tro-
pel dos extraviados nao dilliciille o necesso s teula-
lv*' ""'as dos engenhos, novo*, mas verdadeiroa e
habililados. Consiste aquello eirn cm ptnsar o vulgo
do la- escriptores que, para escrever urna peja de
Ihealro, nao he necessario maii do que o mero exer-
cico caligraphicn, jolaando perfeilameule dispensa-
veis os propriosronlitcimenlos de prosodia, synlaxa'
e orlhographia. Sao severas elas palavras; mas pa-
ra altestar a toa juslija lem a commissao debaixo dos
olhot cenlenai de exemplares em qua a aosencia to-
tal das simple habilares e*cnlares e-la lattmosa e
flagnulemenle demonslradi, a penta que, netle ca-
so, Ihe cabe o dever de advertir a desengaar os
inexperienles e ioraatos qae se arriscara eegos por
laes escabrosas sendas.
A craicenle fluencia desla veia caudal, trazando
constantemente a commis*ao de censura, como que
immersa nos complicados Irabalhos de ler, examinar
e corrigir mnnuscripto*, lenciooar e fundamentar os
seu juramentos em lo crescido numero de pecai.
nao Ihe consentin algomai vezes encerrar-te estricta-
mente nos limites do lempo determinado pali lei
para a censara. Sendo Ihe impossi.el multiplicar as
horas em proporjao desla muiplifidade de IraCa-
Ihos, na alternativa de fallar consciencia, censu-
rando tero exame, e decidmdo sem fundamento, ou
da ceder a necessidade impreterivel e evidente, de-
longtndo o pnzo da censura, preferio esle ultimo
expediente por Ihe parecer mais conforme nzao e
ao diredo dos inltretsadot.
A e*lai difliculdadet accresceu o verse, pouco di-
poli da soa inX.illajao, privada a commisao do seu
co'lega o Sr. I.opes de Mendonja. que, por motivo!
allendiveis. pedio licenra illimilada, deixando de
concorrer com osen ellicaz aoxilio, desde Ideju-
nho do auno pretrito.
Eis a fiel e exacla expo*irao de loJos os Irabalhos,
opiniftes a ohservajies da commissao de censura, que
elli leva retpeilotamente presenja de V. Ex. pe-
dinJo, por nica recompensa da sua boa vonlade,
1 oe se do pohlicidade a e.le relatorio para qae a
ppiniaii publica, lupremo tribunal de lodo?, posta
avallar ot seas icios e ter informada deslas particu-
lar, lades que por lanos modos podem interessar o
publico.
He de luz, lano como de loze, o aeculo e o rgi-
men em que vivemos: procura-a coro erapenho a
eoromtMl, porque nao recen, a claridade, e leva
segura a couiciencia.
Deai guarde a V Ex. Lisboa, em 30 de marjo
de 1857.Jaada Silva Mendei Leal Jnior, presi-
A escrava conlou-lhe lado.
Seraphina esperara a cada n.fanle ver enlrar
Alexandre no quarto, e declarar-lhe pela primeira
viz o seu amor. Espern em vio.
Vieram chama-la para o jantar. Ketpondeu
eslava ocommodila, e que nao sabia do
quarlo.
A caria qae se segu e qae ella eiereveo a Ale-
xandre, resume do urna maneira mai exacla lu-
do quinto pideriamo dizer alo o fim desla his-
loria.
r Meu primo.Drpoii do que acaba de aconte-
cer nao posso continoara viver na sua conipanhia
tem quebra na minha dignidade, e aluda m ,. da
minha repulajau. S.iibsqueeo linlia meu retrato
em meu poder, a esle faci etplira-lhe claramente
qual a nalureza do leiilimeelo que me inspira. Por
muilo lempo enganei-me a mim inem, ou antea
ful louca bstanle para acreditar qoe era amada pe-
lo primo. Agora lenho loda a cerleza de qae o nao
sou, e emendo que he forjoao sep-rar-no, atatd
que nao posio realisar 1 eperanja mais Cira da mi-
nha vida. O homem que ama orna mulher nAo he-
sda um momento quando alcauc della, de propo-
sito oa involuntariamente, a prora que acba de
receber do meu amor. Conlava de maia com
que
seu
Seraphina amav, Aie.andre. Ile.de o raomenlo ff/jcao Z'^ZT e 'T bU*
m que partir para a Franca, o affeclo qoe j Mulla m ,e d, frannoeV.Tom !l ^i."""'' "d"
oc elle, com.juu ser urna pai.ao leria e deci- 1 e V. a",' m" nS",pe""
Ha. J "QB es,a car,a h" "pa sem lagrimea. Lem-
ora-se daquelle dia em qut no jardim ma diise q
ta parlir para Parta* Pot bem, foi ueiie metr
I1
d
A pobre criauja entregara loda a sua alma ao pr-
meiro, homem de quem lao erradamente peiisava qae
era amada.
O roariyrio continuo por qae ella pitsnu duranle
a ausencia de Alexandre Bao lera descripcao pos-
sivel. '
Para ella a uuica cnmolajao qua havia era c rece-
ber alguma calla do primo, a'conlemplar a relralo
em miniatura que Alexaudre lira-a pouco das an-
tes da parlida para deixar a sua mai.
O amor da pobre crunja, como se ve, eslava an-
da no primen,, period >, porque as illusnes do seu
coloco., suli-i-liaii) anida, porque uin desengao
cruel nio viera palenlear-lhe a realiade da vida.
Serapltioa ad .rmeaia com o retrato do primo en-
costado ao pedo, e modas vezes aconleceu qoe a
escrava competido a cama, o encoutraise debaixo do
travetaeiro.
Carla de qoe era o ohjeclo que Alexandre vira a
os
.. metmo
01a, que en sent brotar no corajo esle altelo qua
hi de morrer comigo, porque j vai marchando coro
a meima f.tcilidade cora que lloiesceu. Tenho do
desle meu pobre corajao, que nfio soobe enotilrar
oulro que cura elle quizewt caiar-sc. Embora lo-
dat a mulheret mfelizet lem um espotn. Dos qua
lem os bracos iberios para ot desgrajailus, au ni
hade fechar a mim, que tao poaca ventura gozei.
A dos : Dcpejo-me sem resaidinieulos nem furor.
.Nao quiz acedar o amor que Ihe linha. Fez oque
enteudeu. Ao minos abra um pequeo cauto no
-eucora.ao .,pobre orphaa. sua pruna e ami/a.s8
raphina. a
Ep logo,
Seraphina entrando em om doa rerolliimentospro.
lima a esta cidade, nao lornou a ver o primo que
se lumia a mandar-lhe urna mesada.
Alexan ln; quando leu a caria de Seraplnni, len-
lio quo urna lagrima Ihe ebscurecia vi.la. Esla
pruva porm de mmenlo nao doroo muilo.
Alexandre da I redi sabio de Pernambuco, nao
sabemos para onde.
ltimamente diseram-nos que eslava 1,0 Rio de
golpe nao me- servoo o relrato em seu poder
noj di.loro.o do que a raorle do pai. Pouco das Neile lempo Seraphina dando pela falla delle, cha-
depois do negociante, soa mulher fura victima de um mou a escrava e pergunlou-lhe te nao o enconlrara
iiique celibral que a con juzira a sipuliura. I quando linha feilo a cama.
baila.
As mojas bonitas que choren, por alie.
Abiallah-cl-Kratif.
MUTILADO





-.


tiente e relator.Luu Augu-to l'alroeirlm.Auto-
Dio di Silva Tulla, pro-tecrei.no.
(De Opiniao de Portugal.)
KOMARIA A NOSSA SENHORA Ol Bm.ONHA.
Noisoi leilores desejtm certamenle ler alguma no-
ticia !,i- grandes fetai verdilramenleealholieai.qae
ltimamente Hverni lugar no primeiro posto avance.
do ilo chriiliauisnio, defronte das un-.as praiai pro-
testantes, e qua.i a isla doi branms ou'eiros de
Doweis. Rulonlia nesle. ultimo* qoime dita apre-
eeulou .cenas que na vtrdade fariun lembrar o
lempos da fe do humo pali, a re tu -- da cliriilandada.
Depois da grande eala da Assumpcao, vi-
mos lodoso! das as populares eampesiree e mi-
rilimaa dos noisoi vizinhoi virem em lom.na ao en-
ligo saucluario de Uulonlia. Ouando o......grande
da calhedral loou na cidade aila, va-se entrar por
una de algoma paiocliia rom toda a ruslica eiprewao de
lervida religiao, que ouoce ahandonou eos rampo-
m.e. dos paues ciiholicoi. Em lodos estes actos
de le, os pescadores dos peqaenos porlos de cosa
dislinguiram-se se" pre e fizerain-noi refleclir triste-
mente sobre o conlrasle, i que a elle respeuo a
no-sa popla{ao inglesa da intima classe lem sido
Irv.Hld pelo pri [tsianlisrt.il.
Durante a ultima semana vieram ires paroclilas
de Varis, e na quinle-feira e' nile chegar.im os pa-
rorliiauos de S. Seventto em numero de 500 pessoas.
Ni iil-fein, a'. 3 horas da larde, a* paroehias de
S. Solpicio a de S. J.rqaei enviaran] saos ripre-
nlanle, e esle cotnplet.ram as romarias dos ha-
liitanleide Parii.que fi/er-m lo tancloario e ofler-
ta de 3 coraooes de ouro. Quenlo a nos, pobres Fn-
Slexes, que Tomos convidados para esla grande festa
a nona familia calholica, fizemos nossa viagem a'
Bolonha no vapor de 25, em pequeos bandos, lendo
o maior delics o numero de 30 pessoas. Desaeostu-
Toadui, como eslamos, a eneoiilnrmo-oos, e espe-
cialmente em laes occasioes, nao tivemos idea da
nosia forja, al que chegou o lempo de irrites por
iiossa vez, sabbado a's 2 horas da tarde, da Igreja de
S. Nicolao Da cidade baixa para a calhedral de Nos-
sa Seiihora.
Eolio, com grande sorpreza nossa, acompanhidos
de uossos compatriotas residentes em Bolonha (os
quaes n.'io formaram maisdo que urna terca parle de
procissjo), sihirnoi em nomero de trexenfbs homens,
molheres e meninos, em deas longas fileiras, mar-
chando airar na nossa bandeira de Nossa Ssnhora,
sob a direcc,jo de nonos irmSos francezes. Vela
numa gravidade nacional e senlimento da nova posi-
<;o em que nos aeltavaroos eolloeados pela oossa
eommunhao com o mundo catholico, parece que e-
diliram.'s o liom povo de Bolonha. O arcebispo de
Huilln lermiooo a nossa procisaao, acompanhado do
llevd. Dr. Morris, bispo de Troya.
S. ic. o Sr. Parais,, bispo da dioeese, linha vin-
do encontrar-nos com oolros moilos bispos belgas e
fraoeezes, e seo elero fez por no, o que poacas ve-
Jes faremos pira n meamos ; conlsram os psalmos
e h\ unos da igreja asados em laes ocenifle. O bom
padre llallreingue, restaurador da calhedral de N.
Ssnhora, e o reverendo fre Livigni, que havla pre-
gado a eslavo deste anno, tambero nos acoropanha-
r.nri. Seguimos a roa Grande pela .purla das Donas
al a cidade alia e pela prac,. d'Armas, e ra de Lil-
la al a calhedral.
Notle ultimo ponto, urna joven ingleza tendo urna
erianca nos bracos, saino de ama das casas pa-
ra reunir-ie a prociseao porem chegaodo muilo larde
encontrou o clero franeet.
O bispo de Arras vendn-e, pergonlou-lhe, se ella
e o menino erara Inglszes rntliolicos, e seudo-lhe
escondido pela alllrmallva, elle os collocou entre si
e ootro bispo franeet, e desle modo eulrou na ca-
lhedral, terminando a nossa procisso inais digna-
mente pelo mais innocente dos nossos peregrinos. Us
padres franeezea prophelisaram que o mesmo mais
cedo ou man tarde, ser bispo. U lempo o dir 1
Chegaodo calhedral, Fre l.avigne dirigio-nos
urna saulncAo breve, eloqueule eeordial, moslran-
do felizmeole, como as imitas nacionalidadei se po-
dem fundir no servido do Dos, como ja liavtam sido
no sentido poltico.
IIm menibro do clero de Paris dirigindo-nos lim-
liem nm cumprimenlo em invlez, e de um modo lo-
cante jez allusao as rreoniarea, qoe a generosa hos-
pilalidede de nosia nardo durante a emigrarlo linha
defiado no espirito e uo corarlo do clero frsncei.
Um dos nossos peregrinos o santo arsebispo de
Doblin leve eniao de fazer-nos ama pratica sobre os
devere* que lindamos coolreliido como perignos, so-
bre o espirito calholiro das romarias e as gricarque
assiro alcaocavamoi. Depois das prallcas do cosame,
a ceremonia lerminoo, e agora esperamos poder en-
sinir aos nosios compatriotas a ln;;io, que nossos ir-
rnios fianceies l.'io btni nos eosioarsin. Esperamos
<]ue no anno prximo viodooro a romera de Nssa
senhora de Balonha, que fui 1,1o freqoentada anli-
gamenle pelos Inglezes eslholicos e al por om dos
eus res llennque III), ser melhor organisada, e
nao seremos ou Iu incrdulos de sua publicidade ou
ignorantes de son ulilidade.
Nao lizemos ollera de curarei de ooro romo fi-
zaran) os peregrinos de Paris de um modo devoto
e verdaderamente potico ; porem, em bella prosa
inglesa, reunimos nosios bolo, e filemos orna bolsa
para o respeilavel padre llaflreingue, nosso dig-
no hospede, no lemplo de nossa Excelsa M.li. Nao
abemos relerir em termos sulllcienlemeole dignos
grande proeissgo, que leve lugar segunda feira para
a inauguradlo da imsgem monameiilal de Nossa Si-
ihora.
Para nos qoe eslamos reduzidos a palle e ossos
, do calholicisino, foi esta scena muilo mais espleudi-
da qoe todo quanlo temos visto em noisas failas mo-
dernas.
A uniao das maesas populares das paroehias, dos
horoeos do mar e dos campono/es com as graves e
reipeilaveii corpora(des do clero, com doze bispos
(om doi quaes ara cardeal) para dirigir a marcha,
lazia-nos lembrar os quadros admiraveis dos pri-
neiros pintores llalianos. O reverendissimo bispo de
Hirminghan chesou a lempo de lomar seo logar na
proci-ao entre o primaz da Irlanda, o delegado a-
postolico e o b'spo de Troja.
A Bslgica era representada pelos bispos da Ghenl
a de Liege ; o Canad pelo bispo de Toronlo; a Irn-
'.*e calholica Franjaealeve convenientemente
presente as pessoas de sua Eminencia, o cardeal de
Villecoarl, do orcen spo de Cambray (em cojo do-
minios eeclesiaslicos nos achavsmot) do bispo da
dioeese, o reverendissimo Parisis, a dos bispos de
Amiens, de Nevera e de Soissons. O lugar de honra
eulre as deputarfies dos peiegrinos ful dado aos es-
traugeiros mais respeitsveira mis mestnos ; e apoi
as bandeiras de N. 6. e de S. Vrenle, nossos dous
pequtnos grupos de Inglezes a lnglezis movilm-ie
nes-a marcha divina.
Eu sempre me lemhrarei de gloriosa scena qoe vi
no principio da procissAo, quando cada corporajAo
qoe se ta formando, desfilava dianle do grupo dos
bispos e do clero, que enchiam os altos degraos do
adro de ral lie -ral.
0 primeiro pastor da dioeese e os bispos sus ir-
maos abenjoavam cada grupo que passava em Iodo
pilloreseo do trajo local, dos vestidos religiosos e
dos emblemas que levsvam. Quando ehegou a nossa
vez, nao podemos pastar samando Iranqaillamente
como os oolros, porem ajoelhimo-nos diaule do ve-
ueravel bispo, que quasi abraeava l ns todos do
qoe nos abeorosva.
Ah os Inglezeso, esclamuu elle, a dea-nos a
mao a beijsr ; relirsmo-uos com urna impressao lal
como nunca ludamos sentido. vo podamos cantar
como noisos irmaos francezes, iem duvida, e por
lasa rezamos nossos rosarios em haimoma e recita-
Minos as ladainhas de Nossa Senhora e as qoe se re-
zatn para a conversao dos Inglszes, esperando que a
nccasio e a companhis dnriam peso as notsat sup-
plicas. A prociisao eslendis-se al o porto, e que es-
pectculo nao foi para o callioliros inglraes verem
loda a cidade ornada de colchas brancas a azuea, de
gnoaldaa e reos triurapliantes as roas, de pintu-
ras, emblemas e imcripc&es em vtrsos em louvor de
Notsa Senhora A procusao ehegou ao ponto cul-
roin.nite e grupou-se na esplanada antas de entrar
na culada illa. Imaglne-se om etpajo de qustro
geiras eoberlo de fragmentos pitlorescos da nossa
prueissao. de tropas a bandos militares a as elevadas
mor.Ilias da cidade forlilicada, formando o tundo
escaro do qua 'ro.
1 in simples pulpito linha sido levantado em urna
eitremidade de espejo em frente as muralhas da
cidade, e o bispo de Nevers presoa am strmao pro-
prio da ocessio, mostrando-nos o grande aelo da
expiscao, qoe devemos fazer por lodos os insulto,
que Nossa Senhora receben com a profanado de
sea predilecto sanlaario de Bolonha por lienrique
MI de Inglaterra e pela rsvolocao franceza.
A voz poderosa do prelado echoou nss moralhas
ta cidade, lodos ouviram ditlinrlamenle suas lo
caulas palavrss. A procisso vollou para a cidade al-
ta, a f arou oolra ves na pratja d'armas, onde est
a imsgem monomental de Nos-a Senhora, no loear,
onde ta quasi sesssnla e cinco anuos, a enliga e ve-
neravel imagem do Santuario foi destruida pelos
commissanoa da Convengo franceza. Esla nova
MannM de pedra e de altura colotsal ; he obra
le Mr. Bonassieux, o artista chrislao, que deve fa-
zsr a grande eslalua de Peny para o nevo monu-
mento de Nossa Seohora da Franca, que deve ser
fundida de bronze dos caolines russos lomados em
Sebastopol.
Depois da ceremonia da benc.ao da imagem mo-
ooineiilsl e da henr.lo cer.il do povo pelo bispos
prsenles, a procisto vollou para a rlhedral can-
i.iu.lu o I e-llt nio, a desle m"do terminoo a resta
inemoravel para lodos os liis desla parle da chris-
landade. Fiqoei verdadeirameule locado da ver os
pela a correrrm ao re ior du bispo de Arras para
que seas lilhus fossem abenjoados por sua venrra-
el mao. O li un pastor lem ama predileejao espe-
cial por eses iuuocenles clinslaos '. persignon-os
como signal da cruz na fronle como bispo, a bfi-
jou-os eiu ambas as faces como pai. Qaaada a In-
glaterra jamis ver espectculos como ete '.' Keceio
que si- depois que a huui>liar,ao nacional, (da qu.il
lalvez vemos o romee Uver recoudiuido a usrio
o verdadeiro seulinionto do seu dever para com
Dos e para com a sua igreja. II etl.te'.fegisler.
*^-'gy^W*>st^aalBHt *mMMV<**r ^______ni j
blA&IO 01 PKNAiBflO BEUNDA ttlKA ti M KOVEMRHO DR IIS7
de II da marfo de llt, pouco tenlio que reblar a
V. Es. acerra do esiado da adm.....transo da pro-
vincie que livo a honra de pa.sr ii V. Ex. No rea-
tuno que prximamente apresenlei asembla le-
gislativa provinriil, encontrara' V. Ei. a informa-
r,det precisas a resuello dos negocios di provincia,
a's qoaes resta-me acrescentar a eposir,."io do que
em depois occorrido, ou nAoteve cabimeuto naqucl-
le trabalho.
Ilavendo-se essolado o crdito de Irinla conlos de
ris que na dislribuirao do de cincoeut coutos, vo-
lado para obras publicas no torrente etrrcicio, rou-
ne a' obra do canal do Arapapahv, onlenei que se
sospendsssem os Irab-lhos. Do guvemo imperial ja'
olicitei a cunsignarao qaf lem sido concedida lodo
os minos pelo Ihesouro nacional para esla obra, e he
de esperar da assemblea legislativa provincial a con-
ces8o de um crdito supplemenlar para obras publi-
cas, insuficientemente saunhaadus na lei de or?a-
inenla vigente. Com estes rerursot podera' a obra do
raual proseguir : entretanto fzem-te os estados ne-
cetiarios a combinam-se os meios de executa-la de
modo mais conveniente, como expui no relslorio de
20 da agosto.
O hbil engenheiro administrador das obrss pu-
blicas apresentnra' a V. Ex. os Irabalhos de que o
encarresuei, para applicar execu^ao da obra do
Arapapahv am tytlem mais vautajoso que possa as-
seeorar a sea eouclui.lo e a economa dos diuheiros
pblicos.
Entre as obras publicas geraes sobresahe a do di-
que, a qual prosegue regularmente sob iuspeccio
do digno chufe da eslacao naval.
Nao pode dar inmediato cumprimenlo ao aviso
expedido pelo ministerio da mariuha em 30 de jo-
nho, pelo qual foi-me delermiuado que depois de
inspecciona-la, desseo meu parecer a rispeilo desla
obra importante.
A obra do caes da Sagrac3o nao continuou inda
no ezercicio correle, nao so em razao da demora
das ordens relativas ao neerssario crdito, como por
achar-se occopado em outro servido o capitao Ciui-
Ihtrme Leopoldo de l'reitas, a quem eocarreguei a
saa direccio.
A barca de exeavajao nao trabalha ha muilo lem-
po, por ler-se Ihe quebrado o guincho ; onlro qoe
se receben inulilisoo-se na primeira uccasilo em
que se tratua de experimenla-lo. Espera se guincho
novo, e enlrelanto a barca necessila de fabrico.
O qoarlel do Campo de Ourique e o limpiial mi-
litar precisan) de reparos a scommodarss, cojo or-
i;-nienlo ordenei, e nao sendo poisivel* fazer igual-
mente os de qoe necessila o qaarlel de Caxiis com
o pequeo crdito de 3:0005 consignado para obras
militares, ao governo imperial dirigi o ornamento
das obras reclamadas pira o quarlel de Calas e so-
licilei o crdito neetssario para leva-las a efleilo.
As febres endimicas di provincia conlino8m a
asiolar algans dislnclos, e lem-se desenvolvido com
rorja nos monicipios de Vianna e de Sania Helena.
Aos juizes de direilo das comarcas a que perlencem
aquelles municipios, remelti os medicamentos de
mais urgencia, afim de serem distribuidos aos enfer-
mos que necetsilarem desle soccorro.
A ordem publica lem permanecido inalltrsvel, e
por loda a parte se reslabelece a calma perturbada
pela nllima cleir,3o.
O governo, r-jn alias ler grandes auxilios, marcha
di-smpecado e oblem emgeral bstanle forr,a moral,
l'assada a poca de agitarlo eleitoral, encontra-se
ni provincia omi docilidide paia aeceder a' nova
direecjio, e orna ficilidade em esqoecer as amigas
qoerellas, que contrasta nolavelinenle com a fama
de turbulencia e de espirito anli-goveruameulal que
innexavelmenle ha grangeado.
Os rnmes contra a sogoranfa individual delorpam
o qoadro da iime.io moni da provincia : a aulori-
dlde lem perseguido enrgicamente os seus autere.
Nascadasda capital aeliam-se recolhidos, drpois
de pronunciados, os reos da malanra perpelrida no
municipio de Mearim am 16 de julho, e de qoe tra-
tei no lalaiono de 20 de agosto.
Nis prisSes da cidade de Caxias eipirou Cuilodio
d Almeida Coimbra, pronunciado com seos dcnsli-
Ihos e um esrravo pila morle de Francisco da Silva
Ros, com qoem trazia urna quesl.lu de propriedade
territorial. '
A morle de tima moca de Vianna, a qual se illri-
bue i sevicias paternas em razao de saa resistencia
a desejos brulaes, eicilou a indignarlo de lodas as
pessoas bouisias. Para a persesuijo do lulor de
lie grande attenlado as leis da nalureza, leuho da-
do, de iccordo com o dislinclo magistrado, que diri-
ge a polica, l.das as ordens precisas, e espero que
o reo, que se diz asz protegido, mo escapara' .is
diligencias ordenadas para a saa prisao.
Convoquel a nova legislatura proviucial, e mar-
qaei o dia 6 de dezembro vindouro pira a eleico
dos seus membrna.
Devendo, sem demora, sguir para a provincia,
coja adininislrarao ro S. M. o Imperador servido
de cooliir-me.iiao posso deler-me em una eipon;ao
mais ampia dos negocios deila provincia, de que V.
fcxc. achira' informaressafiicienles nos docatnenlus
que passei as soas m3us.
He para mim especial molivo de salisfarSo deixi-
a entregue a" reconhecida pericia de V. Exc. Ite-
lirando-me com a consciencia tranquilla, e 13o de-
sapaixonado como enlrei, permita V. Exc. que de-
ponlia aqu um protesto de reconliecimenlu aos che-
les das diversas reparliroes e oulros funrrionarios e
cidadaos que aux>liaram minha adminisl.arao, e
um voto rdeme pela prospendide detla provincia,
cuja recordaran serme-lis sempre grata, e pela for-
tuna da admtisir,ie,i i de V. Exc.
Dos Guarde a V. ExcPalacio do guvenio da
provincia do MarinliSo, 30 de selembro de 18.17.
Illm. eExro. Sr. Dr. Francitcn Xavier Paes Brre-
lo, presidente da provincia.Btuvenulo Augusto de
Magalhaes laques.
di verdad* se aebiaa eercadas da lodas es eendi(Aei i declarable das molasilai a qu ioeoaaii>ein, uao
de seguranca temos presnlrmenle a caiva eronoini- I aproveilain para o lim a' que as pedio ; porquanlo,
01 para os pobies, e o Uanro para os riro, diiain6- sendo o seu inluilo ronheeer das molestias, que com
liluices. que alem da narantiasque .dTerecem. pro- mais freqnenc reinara em cerlns etar;6f, e das
porelouam em nm lempo da lo um lucio proporcio- causas que as produzem, obseivava que tiestas nolai
nal ao capital rerolhi.to, o que cerlamente he mu lo vem a denominatao vags de molestias lotero*!,
melhor do que ler diulieiro afeirolhado. qoe nada lianifica, poit qne nSo se morro senSo por
Dissemos tarobem no arligo a que cima alludi- elleilo de Itso doi orgSos interno!, embora causa
mosquea moedametaliei enjillida n'um corlo pe-, seja externa, a nssle caso esta.i ludas a moleslias ;
nodo exceda multo ans valores em papel que se lem nolando-se alem diso a classificacSo d'uma mesim
recolliido ao Ihesouro nacional ; a tabella que abano molestia em dujs dislinclas, como lelano, aspas-
te le lie urna prova do qne enlil. dissemos. Alem nio phlytira e lurberculos pulmonares ; o que he
aesus qoantias, ha nutras mullas ai.lenor e pos- divido a ignurincii di synoinmia medica. Para evi-
lerioriiirnlecunhadas.inio fallando na moedi es- lar ele inco.ivenienle. e se cheuar ao retnltado ds-
11 a l) 10?
II a i
prala as*
)) 19
1 o mu
II 1) a 200
i a
lu-
Iher
he
IBTEHQH.
MARANH.VO.
Relatorio com que n lixai. Sr. Dr. Ben-
vunttto Aagutto do Magallwes Taques
ntrcgou a administradlo desta provin-
cia ao Exm. Sr. Ur. Francisco Xavier
Paes Barreto.
Illm. a Exm. Si. Eu) cuuiprimeabj di circular
JPEMABBMOft,
RliCIFE li DENOVEMBRO DE 1857
As6 HURASATARDE.
RETBOSPECTO SMA1UL
!>ao so esla cidade se conserva em plena paz, co-
mo lem disapparecido completamente os laes boatos
de trauslorno da ordem publica, que cavilosamente
loraii, espalhados no dta 8.
As noliciat ehecadas de algans ponlot da provin-
cn sao satisfactorios sob i relajao do soceso publi-
co, e lomos a silisfacao de anunnriar a o, nossos
leilores que a imprtame comarca de Goianni. onde
se havia e-labelecido urna lula entreduss parciali-
dades se aeha boje quasi Iranqoilla pelos esfoiros
e conselhos de nmi pessoa, que acaba de o
informar o bom resollado ds sua visita aquella pre-
eeatM porr3o da nossa bella proviucl.
He serdade que ainda hoove quem lalvez sem re-
Hasta nao se quizesse prestar a urna concilurao com
plelt, como era para detejar ; porem he cerlo que
da parle de um dos chefes deslat parcialidtdes hstj-
ve inleira aquiescencia, e qoe loda a sua parcialida-
de se preslou a qualquer acommoda(;ao, qoe se hou-
vesse da lazar com o lm de serenar esset odios, e
dar melhor directo as forris da comarca e a boa n-
dole do povo da boianna.
Esperamos qoe depois de alguma reflejo, enlre
em melhor accordo aquslle qoe se negou a um aclo
de pora urbanida.le, quando nao fosse de Iralerni-
da. e evanglica, concorrendo a.sirn para realisar as
vistas do governo empenhado em restabelecer a
harmona e concilia5aoenire a familia brasil.ira.
U nosso informaole lalloa-nos com mullo en-
lliusissrao de Ooianna que elle chama a perola
do diadema pernambocano assiin cumu da boa ni
dole.da airab.lidade e da eorlezania de seus habitan-
tes. Elle vela muilo peol.orado dos immensos obse-
quios que Mh recebeu. e deplora qoe lana, vanla-
gens reunidas se pereim em meio dessas lulas me.-
rH.pr.dioe. l'roou"m descons.derarao
Por nosssa parle lambem sentimos que o resol-
lido nao rosse l,io completo como se deseiara
atsim mesmo muilo eslimamos saber que esses
odios essa mesquinha rivalidade serenaran) de
maneira a infundir-nos grua esperaura por urna
prompla e cmplela concillaran.
Do sul nao houve eommonicares ; as do norle
innuncam a falla de moeda miada para trucos a
caresta dos gneros aumentic os. e um erando nu-
mero de assa.sinalos commellidos na provincia do
Maranhao. As datas recebidas da Eorops^iada
adidutam ao qoe nos Irouxe u vapor de Soulhamp-
Tf.m'? f11"10."' ""'"ios das em eslabelecer
na ilba do ogoatra o deposito dos colonos da socie-
dade de colonisao desla provincia. Em nosso con-
cello, a lembrinra he a peior possivrl. A ilha do
Nogueira heioleirameuli falla d'agus, o sol ah he
abiasador como em ludas as praias, acrescendo a isto
a proximidade do Lizarelo du Pina, que e-la a bar-
lavenlo, achara-se reunidos (odas is rondres para
fazer do deposito de colonos om lerrivel f jco de con-
ligio, pois nao ha m.ileria miissusceplivel de rece-
bar e desenvolver a febre imarella que os emigran-
tes, mormenle qaando se icharem reuuidus em
grandet matsas.
Ha nesls lembranea am perigo evidente pin
para a sande publici.vida dos emigrantes,para os I
croa da sociedade.e tambem para os qoe devecoll
a provincia de -i uiell.....te empresa.
Rficla nisloi illuttridi direefan emqnanlo n<
lempo, e escnlha para deposito om logir nao expos-
10 i lebre amiralla, como sSo Indos os luares, ou-
de ha misturas dagua dore e silgada.
Fora mais conveniente que se adquirisse nm sitio
|,.ehef,nin.."r'1,<0U, ".. **>""""' tra ludo em
lleber.be, ne.sa l.mtra Pernamburant, 1M.S Pes
onde como todos s.bein. os ares ao puros, al que
os colonos se aciimem ; e o no.so alvilre lem em eu
favor a opiniao do medirot.os q,es, a,slII, ,. e,.
ga aqoi algum eslringeiro, maudam-o imiuediala-
meule para o campo.
Conlinuam ain.la entre mu os clamores produ/.i-
dos pila falla de moeda miud,a para trucos, ni
un artigo edilnrial qoe publicamos no dia Vi, sobre
os boalus e'palha los cerra do Irauslorii da ordem
publica, dis-emos que orna das causas desta falla de
moeda era o precuuceito que iufelizmenle anda do-
minava alcuns himeus, Tazeodo que rile goardem
em moeda a economi>s qne os seus reud'mentos Ihes
permitiera fazer. Com elleilo, he esle um prucedi-
uii'iil la.i pernicioso para o individuo qua enllietou-
ra dinheiro, romo pira o publico em garal : para o
I individuo, pnrq'ie slem do capital nesie cain se tor-
nar improductivo, eila suseitu a roubut, (tpeciai-
I mente do malo onde as carandas de pmpriedade sao
tao mesquinhas ; para o publicu, porque o meio cir-
|eulacle l ruando-se menor, em razan dos eapilaes
i retirados do merrado, as Irnnsarres se (ornara diili-
1 ceis, como acomete artoalnienle. Se alijuem (em
receio de investir os seut eapilaes am aluoma em-
preza dis que hoja exisiim aqui, as quati eu abono
Irangeira, que tamoeiu se enroulii na rircu aSo.
M Uoro. Prid. T.ilsl.
Ii,9l9:n99i>jll 1,071:0715300 7,990:7709841
Dita no 1 siniestro de I86 a 1857.
Uoro. Prala. Total.
1.')02:ol>l57(i7 m:b0CO7."> l,(i7:270C8iJ
Estas sommas foram ainoedadas as segututes es-
pecies :
293,riGJ moedas de onro de 20*
12,009
44.516
298,063
464,573
201,983
! 119,935
E-(| semana o Ihealro deu-nos dous epeclacolos :
0 "Mascara Negra, e a Grasa de Dos. U objeclo
; desles dous dramas he bira condecido do publico, e
por isso he intil dizermns palavra alaoma a esteres-
peilo. Resta somenle a' critica a eiecueuo, que f.'i
bastaulanienle applaudlda, e a concurrencia lora do
commum.
Falleceram durante a semana 35 petioas, sendo :
8 homens, 10 mulheres c 10 prvulos, livres ; 3 ho-
tnius, I mulher e 2 prvulos, escravos.
PACIN&AYULSa.
1S3",' H4\ s
lenlalica de suicidio.No dia 13 do correnta nm
moleque e na rut dos Quarleis, lenlou contra soa ex-
isleucia, lanrando-ie da varanda abaixo, de cuja
queda milagrosamente nao muriera, mas he de crtr
que nao podera' gozar d'ora em dianle de boa saude.
Os Mneiros do ijuinlal di Iqreja da .s'-i/if j Crur.
!^ao sendo pooco o que sulrem os moradores da
roa da S nle Cruz com os repiques de sinos da lor-
re da isrejs do mesmo nome, nal l-rras, quarlas.
i sexlas-feiras e ssbbados de madrugada, appareceu
, agora urna socia de vadios qoe se inlroduzrm no
quintal da meama igreja para repicaren) em pedasot
de ferro, llandres, e nao sabemos o que mait, desde
, pela manha al quati uoile, e isso de lal modo que
caosa aborreciinenlo e ate mesmo raiva. Sera' por-
lanli) riinveiiirnle que o sacrislo daquells igreja nao
consinla em tal passatempo, IAo incomraodalivo
quanlo abarren.lo.
-st'ir/u o tfoudo alrangeiro. Continua andar
pela^jy desla cidane um etlrangeiro malucu ser-
viiiddr- gaaihador. N'3o sabemos que iiagao per-
lence ...,uo|ie etlrangeiro, mas nlo podemos deixar
"e notar o iudifTerenlismo do respectivo cnsul para
com esse subdito de soa nacao. Em nome, poi, des-
ee eslrangeiro invocan) s do mesmo Sr. cnsul a soa
proterjao em seu favor, romo uecessaria por huraa-
nidade e mesmo pur narionalismo.
A lei deve tet igual para lodos. Nao sabemos
como he que se cunseoie que cerlos laberneiros ven-
dan) escii.l.,! i.menle sgoardenle os escravos,
quando isso Ihes he inleiramenle prohibido pelas
posturas monicipses. Porventura ser.lo d-sconhfri-
dos esses que assim infrin^em as mesmas posturas'?
."sao por cerlo, e se por acaso fur uecessano us os
apoiilarenios rom lodas as provas.
I'roctsiaade Corpus Christi. Teve lugar hon-
lem l.> do corrente a procisao de Corpui Chriiti,
fela com a maior pompa que he potsivel. l'oi bem
conrorrida pelos liis, e grande foi igualmente o
arompanhamenlo das irmandades e confrarias.
Thealro de Sania Isabel. A Grasa de Dos re-
presentid, na mu. do di. 12 do crranle no Ihealro
de Santa Isabel, poda ler sido melhor desemperna-
da em cerlos papei. mas essas faltas foram sapprdas
pelo Sr. Germano no papel de Comm.ndador, e pela
ora. .M,ninea. no de Maria, coir. especialidade no
ultimo aclo, em que reconherendo voz de sus m3i
de joellios, e lodi convulsa acnmpanha a soa voz, e
por lim a abrara. Tolos se mostram disejosus de
Jiem satisfazer os seus papis, e se mais nao fazem
ne porque nem lodos sao dolados desse genio pela
scena : nao ob.lame vio preenchendo, e a popul.cno
e moslri HlUfaila, lauto que a concurrencia lem si-
ao sempre grande, e nunca lirsm bi hele.
/esentta analglica dos preros dos genero* a reta-
mona semana t/ue /iirdou.A carne verde lem sido
inalleravel no preso de 1(i e 18 patacas por arroba,
e nao ha eperansa de declinar de preco, secundo a
inculcada Talla de gadu. < _
AfaWtaiba lem osrillado no preso de 320, 310, 360
e itio rs. purcuia, as entradas foram mait avuliadat.
A r.innha de trigo lem regulado, a galega 259500
a barrica, U'dana 21>i00, porem os paes cootiuuam
no ine.mo laroanho.
A carne seco su.tenia o pres" de 7 e 85 por arro-
ba nos armazms, e lias viudas 280 e 320 rs. por li-
nra ehegou om navio de Buenos Avres com un
'"nienlo de 3515 quinlaes desse gnero.
UMealhao nlo obstante alguns rarregamenlos
que tivemos, conservoo o preso de 120 rs. |ior libra.
u milho pouco lem baixado, apezar do carrega-
menio que tivemos do Aracalv, conserva o prero de
1211 e .iho rs. por cuia.
,(L,ei''l0,u"enla 'gualmenle o preso de I0120 e
1/2811 a ruia.
Uazeitedeoliveira eila' sendo vendido por me-
nos pr.ro do que n de mamona, esle cuila 800 n.
: 11 ral-j e aqutlle 720 rs.
A verdoia (em conservado a sua caresta.
Uirroz pilado foi vendido a 100, 180 e 200 rs. a
libra. P,lo ha falla.
A hlala ingleza vendeu-se a 100 rs. a libra.
0 peix* fresco su o come quem tem bous deules,
o seu preso espanla. As gallinhas conservavan o
preso de I528O rs. em carga, e nao ha espirai.ra de
modiiicsao de preso.
Us ovos lem reculado o preso de O rs. cada um.
Ha quem os lenlia em grande iiuauldade viudos
de Aearsc*
U vapor nacional oS. Salvador, sabido pira 01
porlos do sul, ronduzio os seguinles pnssageiros :
l.auasl, ileroardo Angosto Lopes, Jos da Silva Gui-
marae, Ballhatai l'erreira da Andrade, Joao Ma.-
Iins, Cuilo^o I. |. l'erreira, P. Memles, Thoinaz G.
iar.nho!, Montenegro e I esrvo, Jos Uavril, J-
se A. Pereira. Anua I. dos Pnzere, Jos T. Ana-
cielo. Hceiilaoo I. da Silva Pedra e 2 escravos, Mi-
go*! I.. \ lauca, escrava Constancia d. M. A. lioer-
r. a Joaquim I. de S. Chirnenes. 1 guardiao da r-
mala, 1_ desertor naval, V do Souza Monle.ro, Fi-
iii-pe 1. di Silva Pereira, Filippe da Cuul.a Luna
Jnior, albires Raymondo Nonato da Silva e I fnlio
menor e I escravo, I. I. de Almeldn Torres e I es-
clavo, o esc.avo Virenle d. I. E. de Barros, a An-
tonio 1. R. Guimaraes capitao Jos Antonio Ramos,
e dous esrrav.s, Manoel J. da C. Ualinga, e 1 escra-
vi.. Joaquim Pereira de Csslro Cuslho, e I criado,
Jo3o Jaso de Miranda.
Ilispital de caridade. Elitliam no dia I do
crreme 21 homens e 27 niulh.res Iralados pelo
caridade, 1 homens, e 13 mulheres, que pagam
a casa, e 9 praeai do corpo de polica. Tolil 82
uoeoles,
Cemilerio publiro. No dia 13 do crreme nao
houve (allicuneiilo algum. At amanhaa.
CMARA MUNICIPAL 1)0 RECIPE.
SESS.VU EXTRAORDINARIA DE IJBNOVEM-
BRU DE 1857.
I'res.dencia do Sr. llego e .llbuqucrque.
1 rtenle os Srs. Fnnca, Reg, Barata, P.ntu, e
ijimeiro, fallando com causa participada os Srs.
Vianna, e Mello esem ella o Si. Barroca, abrio-s?
itetsao ; e foi lida e.approvada a acta da antece-
dente.
Foi lido o seguinle
EXPEDIENTE.
1 m cilicio do Exm. Sr. presidente da provincia,
rrspondeodo ao d.sU ramara, d> 7 do raez ultimo
que recommen lira ao director interino das obras
publicas, que mandaste fazer os reparos de que ne-
cessila a rampa do caes frouteiro a ra Vellia l.i-
leirada.
Uutro juiz de direiio da 2. vara dalla comarca,
reqursilando orna copia disposluras de 13 de alba
de 18.),., e pedtndose derlaratse, se foom ellas pu-
blicadas por editaes.Uue se BSlUlUeM.
(lutro do engeiiheiro cordeador, commonicaudo
qoe tendo-s. dirigido a povoai.ao de Santo Amaro de
Jaoonao, para coidesr urna raa, vira que por Iraz
da malriz se etnslroe mn cemilerio que lera, pelo
que avaha, 300 palmes em quadro, adiando se o res-
pectivo muro em urnas partes eoai Ires palmos de
altura, e em outrascom qualro : que o local em
qoe fazem ela conslruccao, nSo h o que para isso
se acha designado n< respi-ciiva plan'a, bem qu, ao
seu ver, nao esleja mal situado ; entrelanlo. que
elle suprime nina ra Irasadi na planta j eona-
Cda : que quanto a evlen.au, pulo que sja suf-
licienli para n populscao actual, lodsvia achava pe-
quena para corresponder ao ingranderimento que se
espera, lera' aqoelie povoado dentro de pouco lem-
po : que Ihe parecia extraordinario, que se livese
feito esta obra, lera qoe a cmara, deb.ixo de cuja
di.errao devia ella estar, tivesse rec.ib'do a menor
inforinarao : e que linalmeule, rumpna resolver, se
a mesma obra devia continuar, nao obstante achar-se
em losar dill -rente do que foi designado ; se divia li-
sej.do, lemhrou o mesmo provedor o meio qoe se de-
vil adoptar, que foi o liavereir. mdicos por fregoe-
ziis, pigos pela municipalidad*, ou pela poliria, para
passarem os altestados da molestia, pref.nnd.i--e aos
dossstistenle.A' committao de saude.
Uolro do subdelegado da Vanes, irazendo loco-
nheciment da cmara cerlos farlos irregulares, pra-
liradas pelo Osea] respeclivn.Mandoo-ee remedir o
olllcio por copia no liscal para responder.
Uolro do fiscal do Reeife, informando que Joao
Nareizo da Fonseca esta' no ciso de obter a licensa
que requir, para fazer melade di empea do oi-
13o de seu sobrado, m Iravessa da Madrt-de Dios, e
melade da respectiva coberta.Ornee.leu-so.
Uutro do mesmo, dando parle do que liten na
freguezia na semana ultima.Ao archivo.
Oulro do fiscal de Sanio Antonio, enviando u
termo de vesturi, a que, de aefurdo com o engi-
nheiro cordeador, e em viriud do despacho desla
cmara, rrocedera no dia 23 de oulubro ultimo, na
casa ii. I i sila na ruadlo Cullegio, perlenceule a Ma-
nuel I un i,.m.;, I ve-.Que se archivisse.
Unlro do memo, partteipasse o servijo qne se
fez na sus freguezia ni semina ultima.Ao ar-
chivo.
Oulro do fiscal de S. Jos, diiendo qoe llzera
lavrar termo de infrarcan as postaras contra Luiz
Antonio Aunes Janime Pires e oolros herduros de
Antonio Annes .lacome Pire,por nao terens curnpri-
do o determinado no termo da velloria a que se pro-
ceden no seu (obrado da ra de Santa Rila, n. 39,
lendo-se ja lindo o prazo marcado no mismo ter-
mo.Inleirads.
Uutro do mesmo, participando qoe a eseassez de
farlnha no mercado, e .lio preso a que por isso lem
chegado esle genero, se vai lomando cada vez mais
seusivel ao povo. que conc rre em grande numero
ao mercado, e nao arha fsrinha para o seo consu-
mo.Hesolven-se qoe se representasse ao enver-
no da provincia qoe o palz esla' soflrendo esla pe-
nuria, e ami-aeado de soa coiitino.ioo, rogando a
S. Ese. se digna su de levarao alio eonhaeimenlo
do governo imperial esla necassidide, allm da o
mesmo promover a venda de fsrinha pin esle por-
to : igualmente se resolveu se representaste sobre a
falla de notas e moedas metlicas de pequeo va-
lor para os irocoa miudos, o qoe eslava oecasiooin-
doembaracos a veames a' popolasao.
Uutro do contador, requhvilaiido doos llvros para
o laicamente da receila e despera geral do corren-
te anno.Que o procurador fornecesse.
Uutro dos socios gerente da companhla psrlicolsr
forneredora de carnes verdes para consumo desla
cidade. otTerecendo um exemplar do contrito qu.
e't.beleceram enlre si, impondo-se a ubrigaean do
mencionado fornecimenlo, medanle as condisOes
no mesmo contrato exondas, .lim de qoe acama-
ra I i vesse sciencia do lirn a qoe se propOeacnm-
pauliia, e indicaste qualquer medida que enteudes-
e a bem delle.Mandou-se agradec.r a soceda-
de a sua cerla, dizendo-se que a cmara deseji-
va a sua protperidade, enm lano qoe della resol-
'sse hem que o publico espera, e a compauhia
Ihe promelle no art. 1. do dito contrato.
Uolro do liscal da Boi-Visla. informando que com
elleilo se acha iuolilisado, em eslado de nao poder
tiiflrer mais concert, o carro de doas rodas, que o
o i id,ni Manuel Pereira Teueira, quer que seja eli-
minado da colhela.Maudou-ieordina coutadora
para eliminar,
Uolro do mesmo, pediudo pagamento da qnanlia
de 8,.l.-i(K) para qoe, cora autoii-arao des(a cmara,
detpendea com os reparos da ponle do Rosarinbo.
Mandoo-se pagar.
Uulro do liscal dos Afogados, commonicando que
os coiKlructores da estrada de ferro, enlerceplario a
passagem a earro, e raesmo a cavado, para o logar
da lloa-Viagem, nao deixsndo nos raminhos por ou-
de pastnu a mesma estrada, e que conduzem aqoelle
povoado transito livre e commudn.Que se levaste
ao cnnhecimenio do Exm. presidente da proviucia
para providenciar.
Ualro do fiscal da Varzea, requislando medidas
paraos praras de mercar farinlia, creada na povoi-
(10 daqurlla frecuezia, e na do Cachaug, pela poli-
ca respectiva.Pono a votos, se devia ou u3o man-
dar-se as medidas, deu-se impale, desempalando
contra o Sr. pretidenle.
rol lida e maodoo se remelter ao Sr. Franca,
merabro da comraissao de *dilicare, a quem foi
lambem remedido o projeclo de um mercado publi-
co, a peiiedu dos moradores da ra do Raugel, pe-
duido a sabida dos asougues exilenla! na inesrna
ra ; assim como o prujecto de postura, prolubiudo
absololamenle a habiiarAo nos asougues.
loi approvalo om parecer da coiumissao de sau-
de, denegando a licensa qoe, em replica pediram
Antonio Pinto de Barios e outros, para estabelecerem
nina salgadeira na ra Imperial.
Foram tambera appruvados Ires pareceres da coni-
missao de edificases ; dous nao se oppundo a que
ejain concedidos os aforaiiienlos de terrenos di
inarinha, situs na ra Imperial, requeridos por Joa-
qun) Antonio Pereira, e Joao Goocalves Lucas Lis-
boa, e o lerceiro oppnndo-sc a que srja Concedido a
Jacinllio Elisbao e oulros, o que requererem por a-
loraininto em Fon de l'oilas, porque, urando-io
os palmos para a largura da roa nova all projeclada,
nao lica terreno devoluto, em que os piliciouaiios
ponan eslabelecer estaleiros.
Despicharam-se as pclico de Alcxandre Jos lio-
mes, Antonio Jos Pereira, Amaro Antonio ie Fa-
rias, Antonio Piolo de Barros c oulros, Eduarle
Fredetico Baink, Francisco de Salles Cavalranli de
Albnqueique, I ranci-co Ces.rio de Mello Jnior e
outros, l'raurisro Manoel de Dliv.ir.i, Francisco I-
gnaci > de Ailiajde, bacharel Jo3o Antonio d. Souza
Beluao de Araojo Pereira, Jos Prriira dos Sanios
Avarenga, Dr. Joao Ftrreira da Silva, juiz e mais
meiarios da iimaudadede Nossa Senhura do Terso
Joaquim Teixeira Peixolo, Dr. Jo3o epomoceno
Das Fernandes, bacharel Leonardo Augusto Firrei-
ra Lima, Lniz Candido Ferreira, M guel da Fonsera
Araujo Lima, Manuel Jas Soares Guimares, Ma-
noel Gonsalves da Slv, Manoel Josc Aulonio, Ma-
noel Pereira Teixiiri, Dr. Sebastian do Reg Bar-
ros ds Lcenla, e levanlou se a lessao.
Eu Manoel Ferreira Arcioli, serrelario a fez es-
crever.Reg e Albuquirque, Presidente.Fran-
ca, llego, Barata de Almeida, Silva Buroc, Ga-
ineiro.
HEPABTIfyAO DA POLICA.
Occurrencia do dia 9 de novembro.
1 oran, presos, pela sobJrlegacia da freguezia do
Recif. os marujos inglezes Jeney Pivore, i Viclorio
Herrera, e a parda ltidoria Mana da Conceieao lo-
dos por iniulloa, e o Francez Manoel Ls Sagra re-
quisisaodu respectivo cnsul.
Pala dD freguezia de Santo Antonio, Jos Sergio
Pereira da Cosa, por disordem, e os prelos iscravoi
Sebasda, Pedro, Filippi e Joaquim, ule a' reqoi-
sisaodelseo sinhor e aquelles lamben) a' raquis rao
de seo senhor por crime de fuito. -
Pela da freguezia da Boa Vitla os pardos Jos Ga-
millo ddt Sanios e Jubilo Pereira da Silva, ule poi
ser eucdntrado com urna faca de poula, e aquella
para averigoares policiaes por se adiar em sorapa-
nhia dJ Jolino na occasio em qos foi preso o mes-
mo juilao.
Pela Idos Afogados o pardo escravo Manuel a' re-
quisieal) de seu senhor.
E pela del.-.- ca do segundo dislricto deile termo
os pirdos Jos Jeiouyrao da Silva e Aulouio Luiz
Pereira, ambos por criaie de furlo.
10
luram preos, pela delegaea do primeiro dulriclo
detle lermo o pardo escravo Luiz a' reqaiiiro de
seu senhor.
Pela -ulidelegacia da freguezia do Reeife, os Por-
tuguezes Aulonio pereia Soires a Manoel M.riins
de Amonio, arabos por cr me de furlo, o marujo iu-
glez Willum Cord por fenmenlos, e Maria Fran-
cisea d. t'.onceirao, por iusullo.
Eo ollk-io deste dala, refere o delegado do pri-
meiro dislricto diste lermo, qoe huiilem pelas nove
horas da noile, lu.nifetl.ra-se um principio de in-
cendio na luja do sobrado n. 7 do becca do Peixe
Frilo da freguezia de Sanio Antonio, mas que sendo
de promplo acudido por elle delegado, e algous
inspectores de quarie rao, fura logo o ioceudio ex-
liuclo, sem que hooveese d II -
Foram preso, pela subdelegada di freguezia do
Herir, o pardo ecravo Joaqoim, *' requisirao de
seu senhor.
Pela da/reguezia di Sanio Antonio o sol lado do
coipo de polica Gaudeocio Jos de Almeida, por ler
f*ndo gravemente a soa mulher com ahuma fact-
di, e os pnlos escravos Sevenno, Marcolino e Ber-
nardo, esle a' requisito de sea senhor, e aquelles
sem ib'el irae,io du molivo.
Pela da freguezia do Poso da Panella o pardo Jo-
s Caboclinho, sera declarasao^du molivo.
Pela do secundo dUlriclo de Jaboaiao o pardo
l.oun ne i Jos por crime de lenlaliva de morle.
E pelo do segundo dislricto de San Loureufo da
.Mala Manuel Luiz Cavalceuli, por ciiioede furto,
car cun a esleniio qoe tem, assim mesmo insulli- j Manoel Rodrigues de Faras, que diz chamar-s- M-
nenle ; ese devia ser considerada particular ou pu-
blica, visto estar sendo feila a' cusa de dividas de
particulares..Qu* se respnndesse, que a mu ira sen-
ta nao h, ver lulo sutes s'iencia da obra, porque se
tivesse. elle eogeuheiio seria ouvido, e eulo n.ni se
noel Carduzo Rodrigo*! par ser desertor, 0 |i,i(0
Modesto Roliigues de I arias, por sospeilo de s*r
desertor <.s prelos Jas Joaquim de Saiil'Anua e
Jo-e l'erreira do .Nascimenlo, ambos -em declarasao
do motivo.
na ella reila com at irregularidei qoese Ihe nolaro, Em ollicio de boje dalado, ref>re o subdelegado
la' felo, er.'la 'reguezia dis Afogado, que honlera pelas tres
mas que convindo iprovelar o que e
preciso que o mesmo eogenheiro informasse se
pnd
horas da larde uaquella freguezia, Tranquilinu Frau
o ccniterio permanecer no mesmo lugar em qu. esta' 1 ci'c" ''' 'lulil dl'ra u,na lacada un Aulonio Morei-
sendn construidu ; se ollrece este as rondiga-s iu- '" de ',"j'' scn,l l(l-" Presj o aggressor, a quem
vai sir instaurada o curapelenle processo.
dispensareis a nm e-tabeleriniento desft or.iem in
elusiva a de poder augmentar-se pan o futuro ; c
eo local designado na planta oflsreci medhores van-
lageus, e qu.rs ..lo ellas.
FREGUEZIA DE JABUATAU".
DMA ESTATISTICA.
Umro do bacharel Jos aleudes Camiiro Lela, Serie de iiuadios concerncnlts a" misma
participando achar-se no exercicio da subdelegada \ "-. a irn muj
da Ireguezia de Sanio Aulonio, na qnalidade de I.' u.., ., ,}..,.IU'|;ue/.iu.
eiinplint, para que! ira nomeado no da 30 de ou- KfcL?.>::\ vMO'>sl K,ATI VA DOS 11ABITAN-
luhro ullirn...Inteirada, e qoe se respndela ,fcS UA fTOVOAC-W l)K J-VBU.VTAu.
luhro ullun...Inteirada, e qoe se respon,lese.
Uulro du |jr. J050 Ferreira da Silva, provedor da
sau ie do porto, dizen lo que as notas que a eu pedi-
: do Ihe manda esla cmara reoeller, do numero dos
I que se sepultura semaualrutule no cemileiio, com ^
POVOACAt) DE JABOJ
i ( Continuaiflo )
Knsrni'o Suptala.
I Luiz los do Uliveira Albuquerque, 58
anuos, branco, viuvo.
: Ignacio de Uliveira du Albuquerque, L'O
unos, branco, solti-iro.
i Francisca Maria, 16 annos, parda, sol-
leira.
4 Anioni- Maria, 8 annos, narda.
;> Manoel Jo.su e Souza, 30 anuos, par-
do, casado.
t Maria do Carmo Dornellas, 26 annos,
parda, casada
7 Jos, 6 annos, pardo.
8 Isabel, 4 annos, parda.
'' Maria, 3 annos, parla.
10 FJisya, 2 annos, parda,
11 Isabel Maria do Espirito Santo, 60 an-
nos, parda, viuva.
12 Jos Francisco dos Santos, 25 annos,
pardo, casado
i3 Mara da Concec,3o, ."io annos, parda,
casada.
14 Sevenano, I anno, pardo.
15 Silvestre Pedro de Souza, 25 annos,
pardo, casado
16 Maria Joaquina, 22 annos, parda, ca-
sada
1" J'iburtino, I anno, pardo
18 Jo3o Marques da Cruz, 30 annos, pardo
casado.
l!l Rila Maria, 26 anuos, parda, solteira.
20 Juvino Marques, 3 anuos, pardo.
21 Maria Joanna, 2 annos. parda.
22 Severiua Maria das Dores, 70 anuos,
parda, viuva.
23 Lourenc.0 de I.yra, 70 annos, pardo,
casado.
24 Thoreza dos Prazeres, 54 annos, prela
casada.
25 Vicente Ferreira, 32 annos, pardo, sol-
tetro.
26 Josapha Maria do l.ivramento, 30 an-
nos. parda, casada.
*T Josepha Maria, 93 annos, parda, viuva
28 Maria Francisca, 3 annos, parda.
29 Jos Manoel, 1 Anuo, pardo,
orancos. -j
l'erdos. .."'.,.',' .' >
Crioulos........ "|
Total.
29
Uigeuho i'almeira.
1 JoSo Coelho da Silva, 62 annos, bran-
co, viuvo.
2 Irineo Coelho di Silva, 29 annos, bran-
co, solteiro.
3 Juvino Coelho da Silva, 24 annos,
branco, solteiro.
4 I). Cuilnermina Coelho da Silva, 25 an-
nos, branca, solteira.
> 1) Joanna coelno da Silva, 23 annos,
liranca, solteira.
6 Antonio Pereira de Souza, 13 anuos,
branco, solteiro.
" OermanaSoarts, 18 annos, parda, sol-
teira
8 Nazaria Maria, 35 annos. preU, sol-
teira.
9 Anna Maria, I6aonos, parda, solteira.
10 Imbelina Alvarenga, 14 annos, parda,
solteira
11 Andre Nazario, l anuos, pardo, sol-
teiro.
12 Eduardo Nazario, 10 annos, pardo.
13 Maximiano Morel, 4 annos, pardo.
l' Pedro Anselmo, 70 asjinos, pardo.viuvo.
15 llorencia, 50 annos, preta, solteira.
16 l.indolpbo, 20 annos, pardo, solteiro.
17 Jacintha, 35 annos, prala, solteira.
18 Manoel da Hora, 35 annos, pardo, viuvo.
19 Manoel Francisco, 10 anuos, pardo,
20 Manoel de Lima, 9 annos, pardo.
81 Jos Antonio, 8 annos, pardo.
22 llerculano lezerra, 7 annos, pardo.
2.{ Maria da Conceieao, 17 annos, parda,
solteira.
24 Margarida Felicia, 6 annos, parda.
2a CiDdjtJa Mara, 5 annos, parda.
26 Maria daConceijSo, 60 annos, parda,
viuva.
27 Joao Sacerdote, 30 annos, pardo, c-
salo
28 Joaquina Francisca, 30 annos, parda,
casa il i.
29 Juvencio l'rancisco, 20 aunos, pardo,
solteiro.
30 Silvana Francisca, 18 annos, parda,
siilieira.
31 Hita Maria, 10 annos, parda.
>2 Ktiitliano da Costa Barbalho. 22 annos,
branco, casado.
39 Josepha Mana da Conceico, 18 annos,
branco. casado.
34 Mara, t anno, branca.
35 Manoel, 3 mezes, branco.
36 Mana da Soledade, 50 annos, branca,
viuva.
37 Jo3o Antonio, 17 anuos, branco, sol-
t iro.
38 Francisca, 16 annos, branca, solteira.
3. Jos Alvarenga, 35 aunos, pardo, ca-
sado.
40 Anua, 20 annos, parda, casada.
41 Joaquim Alvarenga, 7 aunos. pardo.
4- Joo Ribeiro de Andrade, 4 annos,
branco, casado.
43 Marta Joaquina Pereira de Souza, 31
anuos, branca, casada.
44 Silvano Itibeiro de Andrade, 13 annos,
branco. solteiro.
45 Francisco Ribeiro, 12 anuos, branco.
soltero.
46 Francolina Ribeiro, II annos, branca.
*' Miguel Itibeiro,8 anuos, branco.
^18 Malinas Ribeiro, 7 annos, branco.
49 Jos Ribeiro, 4 annos, branco.
50 Jito Ribeiro, 3 annos, branco.
al Jo3o Ribeiro, 1 anno, branco.
52 Francisca de lal, 40 annos, branca,
viuva.
53 Joaquim, 12 anuos, branco.
54 Manoel, 10 annos, branco.
55 Maria. 9 annos, branca.
56 Agostinho Pereira de Souza, 24 annos,
branco, solteiro.
57 Jos Joaquim Caminha, 4 annos,
branco.
58 elpbina Francisca Camiuha, annos,
branca.
59 Francisca Caramba, 35 annos, branca,
solteira.
60 Antonia Maria da Conceic.5o, 30 annos,
branca, solteira.
61 Isabel Maria da Conceieao, 25 auno-,
branca, solteira.
63 Paulo Ignacio de Mello, 25 anuos, par-
do, casado
"3 Joanna do Reg Mello, 20 annos, parda.
Casada.
6 Josc Ignacio Jo Mello, IU anuos, pardo.
65 Antonio, 4 mezes. pardo.
66 Fiancisca Maria, 35 annos, preta, sol-
teira.
67 Maria francisca, 17 annos, prets, sol-
teira.
68 Miguel do Carmo, 50 annos, prelo, ca-
sado.
69 Joanna Maria ds Dores, 40 annos,
prela, casada.
70 Antonio de l.yra, 18 annos, prelo, ca-
sado.
71 Silvcria Maria, 17 annos, parda, ca-
sada.
72 Maria da Conceic3o, 16 anuos, preta,ca-
sada.
73 lgnacia Pereira, 14 anuos, preta, sol-
teira.
74 Manoel Miguel, 20 anuos, prelo. sol-
teiro
75 Clemencia Maiia, 30 anuos, parda, sol-
tena.
76 Joanna Maria, 10 anuos, preta,
77 Clara Maria, 8 annos, tarda.
78 Claudina de Mullo, 7 annos parda.
79 Anua Maria, olannos, preta, viuva.
80 Maria do Espirito Santo, 40 anuos, bran-
ca, viuva.
81 Francisca Claudina, 30 annos, branca,
solteira,
82 Maria da Coneerao, 22 annos, bran-
ca, solteira.
83 Honorato Ferreira, 8 anuos, branco.
81 Joi Themotio I.andin, 7 aiuios.pardo,
casado.
85 Auna Maria da COBCeicSo, 48 aonos.par-
da, casada
S6 Amonio Toemotio, It anno, nardo.sol-
tetro.
87 tertuliano Landin, 15 annos. pardo, sol-
teiro.
88 Cliuilino Landin, 14 annos, pardo, sol-
t"iro
89 Maria da Concec3o L.ndin, 10 annos,
parda.
90 Senhorinlia Lmidilma, 8 annos, parda.
91 Mal quias de Mello, 24 anuos pardo,ca-
sado.
92 MathildesTIiereza, 18 anuos, parda, ca-
sada
93 Mua, mezes, parda.
9 i Jos Ignacio de Mello, lo annos.
pardo. '
fi Jo.lo Jernimo 24 annos, preto. ca-
sado.
9C Eugenia de Mello, 30 annos, parda, ca-
sa la.
97 Manoel Jernimo, 2 anuos, pardo.
98 Antonio de M. lio, 10 anuos pardo.
99 Antonio do Reg, 70 annos, pardo, ca-
sado,
100 Ma/ia da Conceieao Reg, 50 annos.par-
da, casada.
101 Joflo do liego, 12 annos. pardo, sol-
teiro.
102 Thoroaz do Reg. II annos. pardo.
103 Manoel do Reg, 10 anuos, pardo.
'O Jos do Reg, 6 annos, pardo,
165 Jo3o Francisco dos Santos, 35 annos,
Pardo, solteiro.
106 Candido Tiiimotio I.andino, 34 annos,
parda, casada.
107 Manoel, a annos, pardo,
108 Je'o Soares, 64annos, parda, viava.
109 Anlre Bezerra, l annos, pardo, sol-
teiro.
110 Jeronima Maria, o annos, parda, sol-
teira.
111 Angelo de tal, 10 annos, preto.
112 Jos Soares, 30 ani.os, pardo, casado
113 Rosa Maria da Eocarnacaj, 28 annos,
parda.casada.
114 Joaquim Soares, 5 innos, pardo.
115 Rodolpho Soares, 4 anuas, pardo.
116 Emilit Soares, 9 annos, parda.
117 Vicencia Bezerra Soares. 28 anuos, par-
da, solteira.
118 Ma.ioel Vaz, 10 annos. pardo.
119 Joaquim Jos Elias, 35 annos, pardo.ca-
sado.
120 Marta Rila da Conceieao, 30 annos, par-
da, osada.
121 Amaro Jos Elias, 11 annos, pardo.
122 Francisco Elias, 4 annos, pardo.
123 JoSo Elias, 2 annos, pardo.
124 Cervazia Maria da Conceieao, 15 annos,
parda, solteira.
125 Maria Rita Elias. 7 annos. parda.
126 Claudina Maria Rita, 13 aunos, parda,
solteira. r
127 Thereza Maria, ,0 annos, preta. sol-
tetra.
128 FrancelInoGonqalo, 18 anuos, pardo.sol-
tetro.
129 Joaquina Maria, 20 annos. parda, sol-
tt-ira.
130 Francisca Maria, 7 nnos, prela.
131 Del mira Thereza, 22 anuos, preta, sol-
teira.
132 Germina, 12 annos, preta, solteira-
13.5 Maria da Paz, 6 annos, preta.
t3i Anna da Paz, 3 anuos, preta.
Brancos.............
Pardos...............
Crioulos...........
37
76
21
4
5
6
7
8
!
III
II
19
ta
i.
15
16
17
18
III
20
91
22
23
91
23
26
27
39
99
30
31
32
93
34
35
36
37
3fl
Total........ 13*
titgenho .tlant/r.
D. Anna Maria Francisca do P. Caval-
cunli Barreto, 55 annos, branca, viuva.
Dr. Francisco do II Barros Barreto, 31
annos, branco. solteiro.
1). Anna Cavalcanli Barreto, 21 annos,
branca, solteira.
D. Luiza Josepha Cavalcanli Barreto, 15
annos, branca, solteira:
Aleandrina Maria da Concei(3o, 36 an-
uos, parda, solteira.
Anna Quiteria Dornellas de Lacerda, 60
annos, preta, solteira.
Luiz de Franca de Barros, 54 annos.par-
do, casado.
Marcellino, 50 annos, preto.
Francisco das Cbagas Bezerra, 65 annos,
branco. viuvo
Pedro Goncalves Bezerra,23 annos.bran-
co. solteiro.
Manoel l'rancisco das Cbagas Bezerra,
18 annos, branco, solteiro.
l'rancisco Magno Bezerra, 17 annos,
branco, solteiro.
A momo Tnomaz das Chagas Bezerra, 16
annos, branco, solteiro,
Joaquim Humo das Chagas Bezerra, 14
annos, branco, solteiro,
Jo3o Vital das Cbagas Bezerra. 12 an
nos, branco.
Josepha Maria das Chagas Bezerra, 22
annos.branca, solteira.
Franctllina Avelina das Cbagas Bezerra,
15 anuos, branca, solteira.
Auna Luzia das Chagas Bezerra, 13 an-
uos, branca, solteira.
Francisco Ju3o Lins, 51 annos, branco,
casado.
Romana Francisca de Mello Lins, 36 an-
nos, branca, casada.
Jo3o Hirmino Lins, 22 annos, branco,
solteiro.
Clorindo Herniito Lins, 18 annos, bran-
co, solteiro.
Francisco, Jo3o Lins Jnior, 13 annos,
branco;
Anna fortnala Lins, 15 annos, branca,
solteira.
Maria da ConceitjSo de Mello Lins, 6 an-
nos, branca.
Heruesto Pi Lins 4 annos.branco.
Celestino de Mello Lius, 2 annos,
branco.
Jos Francisco dos Prazeres, 33 anuos,
pardo, solteiro.
L iurenca Mara Thereza, 46 aunos.bran-
ca, viuva.
Candida Maria do Espirito Sauto, 13 an-
uos, branca, solteira
Rita Maria do S'ascimento, 12 anuos,
branca, solteira.
Jo3o lote doa Santos, 8 annos, branco
Luiz de Franca de Jess, 33 annos, par-
do, casado.
Francisca Maria da Concei$3o, 20 an-
nos, brrnca, casada.
Manoel Cregorio de lnnca, 6 mezes,
pardo.
Juliana Maria de Jess, 60 annos, parda,
viuva.
Joanna Maria de Jess, 31 annos, parda,
solteiro.
Manoel Francisco de Jess, 22 anuos,
Pardo, solteiro.
(Conlnua.)
(SoteSpotibencia.
Srs. redactores.Nao poteo denar de dlier doas
palavraa em deten di um bom auiiijii, a reipeilo do
bom concillo qoe fiijo ds leu comporliinenlo qoe a
longoe a lim. lenlio feito, laiem lodoi de rumba- fa-
milia, fallo du mea amigo o Dr, pidre Antonio da
Cunha e Figueiredo, mu digno vigario giral.
Curre um boato, o qual n potao deixar de cha-
mar calumnilo, qoem couliece de perlo como eu,
o carcter anudo, e vida honesta do meu amigo, ajo
duvidan que be lilbo de Imuna intriga lal boato ;
un lempo o meo .mijo justificara' eua innocencia,
para que o publico coobeca da verdede.
Pode ser que eo esleja em erro, porque todo bo-
inein be fillio do peccado, porem am la esloo lirme
ficendo o bom conrrii- qui empre li do meu aeaigo
o Dr. padre Cania e Figoeredo.
Hubo, linhuree re Lderes,a publicarlo deslas duis
linli.9, no que sere agradecido.
Sea comanle leilur
Domingos Francieeo de Soma l.eo.
Cabo 12 de Dovembro de I8j7.
Wnblkacot* pe&i&o.
clplmi a moral.dade di goardi nacional po.,.m ter
manlidat, n.l se reproloj.m abooe e e.,iiin,|u, e
daln se nSo "i.ira n pengosai contequenciae q'ua
pond.rei nos citados oflcioi, o quaea por iiso eecu-
so de repetir.
l'm dos suardas de que Irad 0e meucionedoi of-
licio, b qualificido i goirda do bnialhao de meo
cumrn.iido deide sua creajao, e oulroi doui foram
qutlilicadoini forma da lei em maio do crrenle
anuo, nAo obsianle taren, umpre promploe, ihs-
tar.m-ia no I. balalho onde for.m recibido., .ern
que o ofliciaei dei.e balalbao altendeeeem a dupo-
neae da l.i, Se, gu.rd.r.m a deferencia e harmo-
na qne devem Itr para eom os eens compiuheiroi
do., .uros corpo,. ipadrinhando iisim urna desobe-
diencia, acorocoando a iodi.ciplmi, e o que mai. h
sanccioiiiudo i ammiudo um e.c.iid.lo, e.m allm-'
,..n.', o r: P'r." "n1>"nci.iqu. dihi podem
n.uliar. porqu.nlo u aboeo. e e.eiodilo laes fo-
r.m i.ncconadoe, a hirmonia. onio en r. cor-
poi di guarda nacional de.appar.e,,,-, di,cn|i-
na a a dMiaeralMe*. alca-So o eolio, reelao lono, o
deigoHo enmenia em vez di .siiroqlne, o eiuma e
intriga, e ilinal a goarda Dacional ficar.' deonid
V. fcie. iv.lia bem quaei erao ai conieauencis di
om .emelli.nte litado, pelo que cumpre-me leu
mu re.peilosa e formalmente declarar a V. Eic
que ea nao lerei o riipomavel pelos icios lieriore*
qui apparecirem no balalho que lenho i honra de
commandir, i nao ser dida a providencia que no
caio coobar. yu o gairdi naeiooal o, form di
lei peca pateagrm pira onlro corpo por ler-., mu^
dido do dislricto daquelle em que servil,enleudo eu
mas que por dispeilo* indoniplina iem formalldide'
algoma lutenle-.e do b.Ialhio ende serv e ha qua-
lineado, e va lervir em uulro bilalhlo eiearnicendo
asina de mu com* undante a man iillcim, a imi-
nuamo a deiobediencli a oolros, he cerlamenli om
escndalo mui levollanle, .in n n.ai. revnli.iule o
autiriii ""m recel>il11" ,em "'lar a ioformacJJo
Abitenlio de quilifiear o procedimeulo do I bila-
Ihao, procedendo J, t.l formi.
V Vxr ... i.-hqu'j" na h6 P'inl,lr qoe a
v. ce. u lenho repres.nlido lobre casos idnticos
que indi .ubi.ilem, p,qoe M(HtaMtM OBOfa fu.
ll."Si' "" "1""'a, w'aat6aa, I). por amor
t 5 J a" 1ae,P"e*0 commaado, qu.
eo lo megoadamenle me queiio a V. Eic. Arredi-
lo religiosamente, o digo a V. Ele. com a fran-
quea que mieiraelerisa que se um goirda do pri-
meiro bdlsihao tueste igual procedimenlo pan eom
o tegua io, que leria immedialaraicle ordenada toa
volla, e lem dovida algoma loff.ii a maior pena qua
no ea. coobesii: mas o guardas do segundo bila-
Iho qo.l.flcado. oa respectiva rigu*iia, promplo,,
'SMtie o servico. podem quando querem lem for-
malldide algoma sli.lar-se no primeiro bataiho
porqoe ahi .Ao elles involniraveii, e o eommindanle
e une olciaet devem, para nao loflrerem algum de-
sacato, pasear por elles mui respeiiostnenta. Eit o
que atora se acaba d- dir eom o cabo da oilava com-
pauhia (j iiniiliaii.i Manoel de Franca, morador ni
froguena de S. Jos, ahi qoalifleido, servindo no
naitlhao deade sua ereajo que eom a maior iu-eleo-
cia, linda no dia 28 da paitado, paisou pelo eom-
inandanie da companhi.i fardado com a farda do !
balilhao rindo se dille II!
Avalia V. Eie. alleutamenti quaes serao ai eon-
sequencias de facial lae, e uole mais V. Ele. qoe
esle guardas nem o armamento enlregam. Poder-
i-ha minter a disciplina autorliando-ie laes escan-
cio. pder havir harmona nos corpoi da auar-
da nacional desla cidade, harmonio lio indispm,,-
vel para a boa m.rcha do sarvico e ordem publica '
rieT "a0- V E,S- d,gno T',9r,n,, n Hlcia,"
illuiirado como he se dignara' peiar, e apreciar de-
vidarninle ai reneides que veobo di ipor i-
gnando-w da deferir a minha riqoiscao contra a
qual nida se podara1 prodozir qua pao eji mbler-
dMirofr tTil,mai">caU>*4**to}* protesto
Dios guirdi a V. Eae.-lllm. e Eim. Sr. birlo
da Bja-Vista bnaadeiro ecommaudanle superior.
Rodolpho J0..0 Rarala de Almeida, lenle coro-
nel commandanli. Cerlilico mais que o olllcio ci-
ma foi rimellido io commando luperior, e livera a
resposla que consta do odlcio ao thior ..guite :
yuartel gemral do commando superior da guarda
nacionalI do municipio d. Recif., 5 de no.embro de
,,^'aI l 5w-"D,M V. 8. o seu olllcio da-
lado de huulem, por nao ie achar redigido em ter-
mos convenientes; e ncommendaado lheqoe.dola-
do houver de Inur repreienl.cOei ao meu conheci-
meolo. I.milar-ie-hi a oarracao do fado e infrma-
lo'! necesarias i tselareee-ij.
Dos goirde a V. S.-Illm. Sr. lente coronel
Rodolpho Joao Barita di Almeida, comm.ndanle do
egoni io lialiilli.lo da guarda nacional.Bario da
Uoa-\ isla, commandaule superior.Ella conforme
com o original a que me reporto. S'cntiria di 2-
Ditalnao da guarda nacional aqairl.lado, 7 de no-
vembro dil8i7.-JtCypriaao Aotuuei, Ulero.
secrelirlo interino.
AO ALTOR DO COHML'NICaUO DO DEM-
CRATA d N. 12.
Sr. do commoic.rto.Da.prezaodo in limine ,. o
elogio que me lecesiei, eom o lim talve di ofjascir o
linltio qoe tnn.lui n. peuoa do honrado e digno Sr
leuente-coronel Joaqu m Rodrigan Coelho Kelv
commandaule do 10." halilho de Infanlarli a qu.
pertenco, ou de perturbar a bo. harmona qoe entre
uoi existe aiieviro-vos qoe neuhum efj.to produ-
iio ella em nono animo, que cool noimoi eomo
dau-i ua niesmi harmona em qua sempre aili-
Recife 11 de novembro da 1857.
,___________mijor, Joao do Reg Barro! Filcao.
ommettiio.
Illm. Sr.O capiiaei Pedro Terluluno da Cu-
nha, Joaquim Mauricio Goncalve Rosa, Guilhe.me
Jos Pereira, Sevenauo II m leira de Mello, Joi-
quim Frinciseo Franro, alteres Cimillo Aoguilo
Ferreiri da Silva, precisan), i bem de seo direilo,
que V. S. Ibes mande dar por cerlidao, o theor do
ollicio que em dan de 4 do correle foi dirigido ao
commando sopencr'd.i guarda nacional desle lermo,
e qoal a resposla esle ollicio : pelo que pede a V.
S. I din. >r. ii-ueulo-coronel eommindanle do se-
gundo balalbao da guarda nacional Ihe delira.__E.
R. M.
redro Tertuliano da Cunha.
Jn-quim Mauricio Connives Rosa
liuilh.rme Jote Pirein.
Joaquina Francisco Franco,
beveriaono Band.iri di Mello.
Camillo Aususlo Ferreira da Silva.
Paase.(Joarlel do cninmaudo do iigundo bla-
lli.i. em S. Francisco, (i de selembro de 1857.Ba-
rata deAlmeid, leueuie-c..rooel commandaule.
Jos Cvpriano Anliines, alfeni secretirio interino
du efundo balallnio di guarda ncioml domii-
nicipiodo Keeil'e, etc.
Cerlilico a' visia do livro de rrgitlro de ollicio-,
er o llieor do uflieio, pedido por cerlidao na pelica
retro, o aeguinle :
Qu.rtel .In c niiii.au '.. doicgundo balalbao di
Karda nacional aquarlelado am S. Francisco, de
ooveml.ro de 1857.
lilas, e Evm. Sr.Nle lendo tecebido do Illm.
>r. eommindanle sopuior interino noohumi lolu-
cao juilas e allendiveis reclamac,6ei, conslinleo
dos onicios qoe junio, por copia lenho a honra de
aobmeter a eou.idera...io de V. Eic., o que deve
eust'r no archivo deste commanJo. e considerando
eu de summa grvida 1e e (mporlanria o objeclo
dellas, novamenle venho Killeilaf di V. Ele. a
providencia qm nos ditos oflicios pidia, que .litan-
do tereni de absolula ucciisidade, para qm a dii
_ ,___. __ CAMBIOS
Sobre l.nndree, 27 lp2 d. a 60 d.
< I'.iris, 34G ri. por Ir.
i Liiboa, 92 por % de premio.
Rio de Janeiro,-2 por 0|0 de descont.
Aecao do banco 50 por coto de dividiad por eon
la do vendedor. r
c compauhia da Bebariba 615)000 por aec
c f compauhia Perrambucana ao par.
c t Ulilidade Poblica, 30 por canto da premio.
f c Iiidemuisidora. til idea..
i *. ;'",d* ^ erro POT Oo da primo
Disconto de lellrai, de 8 a 9 por eento.
Actoei do Banco, 40 a 5 da premio.
Uuro.Oujas hetpaoholai. 29JS00 a MBttto
Morjdu da 68MK, v.lha. T^T. WX
*. *. asnno ooo
46000....... QaOn
Prala.-Palaeoei braiileiroi. .... Pewi eolumnari... ... Snofl
mejicanos......" (y
ALFANDEUA.
tendlmenlo do d a 1 a 13. 27iiwi-,W
, 303:935*166
Desearreuam hoje 16 de novembro. ""
i.llera inglenLindamercadorias.
Barca inglenSpirilo of Ihe Tnoesbaealhan
Barca ingloxaMidasidirn.
Brigoe ingietSpraydem.
Biigue ingleEicelrioii-..bjeclo! para o gu.
Barca InginaBonilaearvao.
Baca inglezaMilhildeidem.
Barc. amt?rieani-Roeboci.-farinhi da trigo
Barca l.ullin.1e-Twe>e Alidamereadorii,
Br.goe .ardo-Mjri. Bti.a_ii,Mi gediro,.
Patacho saidoMariao re.lo.
Palacbo dioam.rqaeiMaraeemenlo
vartaa? Cml" "^ g,r"f0, ba,ric"
MOVIMENIO DA ALFANDEGA.
v olumes lulridosr'.in Taien-ai .
^ com gemros ~", *
Tolil
Volomti snhidoi eom far-iudas ....
eom geoerui ...".'
IMPORT.CA'O.1"'"
Poliea sarda M,rU* Ely.a, vinda de Oenova a
De t.euova.
110 barriaas rariulii de Ligo, ti dita* saboga, lili.,
e mcela 2 ditai b.crboualo de loda, 28 di .. I,-
nhar, 3 dita, flor de vilala, 3 dili. reiideali.L
7 Um ilpisla 6 cala, M^iTtZm
dt. nosmoss-id. 1 dHa j.lapa, 7 di... Uci.',ti
giranio, de civil, e oolr... 1 ,, ^
la lr.nc.1 lAJls. ;tM ,r#w '
crmor trtaro, 16 d.lai llor de lirania, dita en o-
ei, 1 dit. ma,,a I d.t. .nlphalo de quii, lo df-
ta. gomroa. 499 dita, m.t.aa., 20 dil.s agaird.n.e
jo dil.s vinho moscatel. lOOdilai neu, doce, (iVi
dilai velas ilearin. >3 dita, lijlo, de marmore M
di..., 108 fardo. .500 bal., papel pnZZZ'.?.
embruiho. 4 fardo, nnni, 10 du,., pim.nl. |, .,'
com.nho,, 10 dito. ..bao, 200 ..eco. felo. i o b-
oVmelmoe P *""""'". **> **]
De Malaga.
100 barril vinho braneo, 25 diloi dilo moicil.l m
saceo. chombo,900 e.irtis p..,ai, S ,H,"<"0\\ V
d, amenas, 2 r.rdos erva-dce. 18 di... ilibe-
ral, I ditas carb.s de jogar ; aos mesmos.
Br.goe ioglet Spray. vin io de Terr. >ova, coosig.
nado a agencia, m iniu.|.,u 0 seguinle :
CrabUeebrc"' b"a,h'0 : M'""'ntarios Jam
CONSLLADO GERAL.
Remlimenlo do dia 1 a 13. 111 mtiomi i
do di. ii....... *;
45:o:i9l08
lien,lime
Mein do
DIVERSAS PROVIrCJAS,
nlo do da la 13. i.a
di-is......: 'i
2K5812
32.")5tj95
1A55W37
?SI,A-K,I-0?-. "E EXPOAtAO PULA ESA
!3'nssruB" ia
Liverpool--(,.lera ingl.t, Bonillo. Soullull Mel-
ion i L bOO lacen i...ora, ma.cavado.
Liverpool-lir.goe ing,, icenio, diverso, carrega-
doret, 100 .ecos assucar ma.cavado.
i Rio da Prata-Brigu iugiex Ziikaa, diversos car.
-
MUTILADO
ra
ILEGIVEL
-




^^T*' v***, Mk *->M".t'-*
fiARid Di MKfUllDOO flKfilINDA PURA Id DI NOVGmBhO DI iift'

.v
raga.iores, no barricas aisucar brauco e uiaa-
PenoBriRiia porluc-iiet nS. Manoel lo, Maioel
Ji ..qunu Ramo, e jn,, 63 cascos mel.
EXPORTAgAO'.
Amcah hiato iurioii.1 C

bariba, conduii j o
scauiiie : 154 ,o uincs geutroi ailraiiseiroi, 7
llltoa iln,i, naciances.
Butoos-Ayres, patacho americano Paony Whil-
l:ni). Je -88 lonHa is, condono o srmiinle : IDO
Irarris aguardante. 12 volumas cha'. 00 harnea, n-
ocar, loo dil.a rroi. 200 dilaa farinha, 20 caixas
phuiphoroi, 50 duziaa vaaaoora, 20 (ernua linaa,
12 ciiui cadairaa, 5,000 P'Cia de laboa da pinho.
Lisboa cum scala pela Illia de S. Miguel, brigue
porluKQfz Tarujo lo. de 348 ton.ladas, coodoni
eaumte : 1,500 aarcoa a 324 barrica, eom 10,194
arroba eio libraa de acucar, 60 aaeco omina, 100
'S!V..U.b;,r.r" B"ra'". 192eaic..a mal.
RELEBUOKIA DE RENDAS IMKtGWS E-
RAES DE l'ERBAMBLCO.
Keniimaotodo dia t a 13. l!S74ali7
dem do dia 14....... 1:301*180
13.I75527
CONSULADO PROVINCIAL.
Randlmenlo do dia 1 a 13. 25:7489142
dem do da 11....... 1:790/774
Secretaria Pernambuc > 10 de iiov i bro de 1857. O se- i
cretarin. \. F. da Annunciaca'o.
O Ill-n. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da resoluefio!
da junta da fazenda, manda fazer publico. I
que no dia 26 do corrente vai nova mente a
praca, Pra ser arrematado, a quem por me-
nos lizer os reparos do quarlel da villa do
Cabo, avahadosem 1:210.31)00.
E para constar se tnaudou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secrelaria da thesouraria provincial da
Pernambuco 12 de novembro de 1857.- O se-
cretario,
Antonio Ferreira da AnnunciacSot
P
Asanguinoleula batallia da torre Ma-'surgiysno, receba carga;
batalba de Inker-
27:6138400
PRAGA DO RECIFkTu DE NOVEMBRO DE
1857, AS 3 HORAS DA TARDE.
Kevula semanal.
1-diuLiui Sacoo-ee ubre Londres a 27 1|2
d. por 19 a 60 d. v. e sobre Haw-
burgo a 657 m|b.
Algodio------- Vierara ao mercado 610 aaceaa. O
mercado eileve frme, vendendo-
e o lino de 99 a 93200 por arroba,
89800 pelo regular.
Anucar A entrada foi boa, a o mercado
ealeve animado. Vanrlea-se o
branco de 49600 a 5S4O0 por ar-
roba, o aomenoa de 49 a 49200, o
meiravado purgado de 39300 a
39100, e o bruto de 29600 a 29730
por arroba. O deposito regula por
40.000 sacco.
Couroa Estiveram enjoadoi, regalando de
300 a 305 r. por libra dos seucoa
salgados.
Arro ..... o pi|,d0 Yapor vendeu-ie de
39400 a 39500 por arroba.
Bacalho* O mercado foi soprido com tria
earregamantos, dos quaes um -
gaio para o sol, qualro descarra-
gararo e o chagado hoja anda nao
limos certeza se ficara'. Os procos
resenliraro-se da abundancia, pu-
rm nSn baixaram mais pelo mui-
lo conaomo. Retalhoa-aa de 129
a 139500 por barrica a flearam em
ser 20.000 barricas.
Batatas---------- Vend-rarn-se de l*>00 a l800por
arroba.
Caruejaecca- Tivemos um carregamento dallae-
nos Ayres com 10.000 arrobas, o
qoal tem da abrir prrro na se-
Eond.i-faira. A venda da do lio
Grande regulou por cerca de 6,000
de 59700 a 78 por arroba confor-
me a qualidade, ficaodo em ssr
28,000 arrobas.
1 arinha de trigo- Tiremos dnus carragamanto a al-
gnmas barrieaa em oulros, com as
quaas o deposito hoja soba a
10,570 barrio.... seodo 6,600 d
Richmond, 3,000 de Trieste, 670
hespenhola e 300 vindas do Rio
que ae nao sabe a qualidade. Re-
talhou-ae de 24800 a 258500 a
primeira, 269 a segaoda a 259 a
terceira.
Mantalga ... Temo* nos 500 barr, da ingleza e
1.300 da franeeza. Vend.n-se de
770 a 780 rs. daquslla, de 470 a
480 ra. por libra desla.
Manas-----------Veodaram-se de 69 a 69500 por
"" ciza,
De.conlo---------Taolo ao Binco como fra regula-
ram a 9 por cenlo ao anno.
Tocaran oo porto : 2 vapores, 1 navio eom baca-
llao, 1 com carvSo. e I balaeira.
Eutraram : 5 com carga de bacalho, 5 com ge-
neroa e faiendss da Foropa, 2 cora farinha de trigo,
1 eom carne seeca, eom carva de pedra, 7 de ca-
botagem, 1 para aeabar de earregar e 9 em lastro.
Saliiram : 6 de eabolagero, 1 em la.tro, 3 eom
parte da carga que Iroaieram da Europa e 1 com
gneros do pa Ficaram no porto 88 embarcara?., a saber : 2
americana, 31 brasileira*, 4 dinamarqaeza, 3 frau
eeza. 1 hambargoeza, i heapanholaa. 2 hollande-
zaa. -li ingiera., 1 uoruegueme, 12 poituguezaa, 2
sardas e 1 sueca.
'M&vwmso $ pomar
Navios entrados no da 14.
lerra-No-a14 diaa, barea portugurza Beiivindau
de 273 toneladas, capitao Domingos Jos Goncal-
ves, equipagem 12, carga 2 314 barricas com ba-
calho ; a Ain.r m Irroaoa. Perleuce a Babia.
Liverpool38 dia, barca ingleza Gabalvau, de 420
tourla las, capitao E. Uow, eqoipagem 14, carga
. carvao. Vaio recebar orlen. Seguio para Babia.
liihia1| dias, escuna nacional Pampa, 165 to-
neladas, capitao Mauoel H. de Almeida, equipa-
gem 16. em lastro ; a Novees & C. Perleuce ao
Rio de Janeiro.
Rio de Janeiro19 dias, barea nacional Caslro III
'de 304 tonelada, capitao Antonio G. Torres, e-
quipagrm 15, carga f.rinha de trigo e mais gene-
ros ; a Novaos & C. Perlanee ao Rio de Janeiro.
Paaiagriro Joaqun Carneiro Leao, Antonio Car-
,~ neiro Pinto.
Rio de Janeiro17 illas, barca nacional Adelina,
de 238 toneladas, capitao Claodino Jos Raposo,
equipagem 13, san lastro ; a Bastos & l.emos.
Partence ao Rio de Janeiro.
Liboa27 dias, l>area porlaguaza Mara Jos, de
380 toneladas, eapiiao Jos Ferraira Leas, eqoi-
pagem 14, carga vinho, vinagre e mais genero,
a Francisco Saveriano Rabello e Filho. Parlenee
a Lisboa. Paesageirua Bsrnardino K'drigues, Qi-
.. millo Joaqaim da Kocha, Jos Lopes Rabello.
Rio de Janeiro18 dias, barca portugueza Pro-
gre*sisla, de 357 tonelada, capitao Antonio Jo-
s Rodrigoaa. equipagem 13, m lastro de pe Ira. ;
a Thomaz de Aquino Fooseca & Filhos. Perleu-
ce a Lisboa.
Navios sabidos no meamo da.
Baenos AyraiPatacho americano Fanny Wislier
capiao S. Gaga, carga a meama qua trnuxe.
Rio de JaneiroVapor nacional S. Salvador, com-
mandanta o 1.a lenla Antonio M. de Ponles Ri-
beiro.____________
MAPPA demontlrctico d'agua out lece o banco d'
barra deste porto na temana ltimamente
Jinda.
tbt$US**&***
Do orden do Exm- Sr. director interi-
no conseitleiro Ur. Pedro Autran da Malta
Albuquerque, faco publico que ica marcado
oprazode 6 tnezes contados do dia de boj,
para a inscripeo dos que pretenderem con-
correrao lugar vago de lente substituto da
faculdadu de direilo do Recite. Pelo que
lodosos pretendemos ao dito tugarse pode-
rSoapresentar des le ja na secretaria dest-
facul lade para inscreverem seus mimes do
livro competente ; o fue I lies he permittido
fazer por procurador se eslierem a mais de
20 leguas desta cidade ou n3o polerem por
justo impedimento. Silo ob igados porem a
apresentar documento que ...oslrem sua
qualidade de culadaj brasileiro, e de que
eslo no gozo do seus direilos civis e poli-
ticos, cerltdao de ba..ti:ino, l'oltia corrida
do lugar de seus domicilios e diploma de
doulor por urna das fueuldades de oireilo
do imperio ou publica forma deste, justifi-
cando a impossibilidaJo da apiesenlar;ao do
original, o ua mesma occasiSo polcrao ea-
Ir-gar quaesquer documentos, que julguem
convenientes ou como tilulo de habiliugao
ou cojio prova de servidos prestados
estado, a bumanidade ou a scicncia dos
quaes se Ibes dar recibo ; ludo de conl'or-
midadecom os arU. 36 e 37 do decieto u.
1385 de 28 de abril de 1854 o III e st-guiut.es
de n. 1568 de 24 de fevereiro de 1855
E para qu chegue ao conbeciuienlo de
todos maudou o inesTio Exm Sr. alliar o
presente que sari publicado peias I'olhas
desta cidade e da corte.
Secretaria da faculdade de direito do Re-
cite 19 de malo de 1857. O s cretario inte-
rino Manuel Antonio dos l'assos e Silva J-
nior.
A administracSo do Correio engaja 2
bomens bons caminueiros para o servico da
mesma administracao.
Pela delegacia do segundo districto do
ftecife loram apprehenduos dous cavallos
furtados : seus dooos c,nnf aie^^.ni munidos
de documentos legaes, que lhe ser&o -ntre-
gues. O .legaca do segn lo districto do Re-
cite 8 de novembro de 1857. O delgalo,
JoSo Francisco X-avierPaes Brrelo.
COMPAM1IA DE SEGUROS MARTIMOS E
TERRESTRES.
DO
IMP- RIO DO BRASIL.
Bstabelecida no Rio de Janeiro.
CAPITAL .(i.OOO.OOOMO
Agencia ra da Cruz n. 15, cteriptoiioda
viuva Amoiita >5t Filho.
Aos Sis. negociantes, proprietarios de
casas etc., etc., se olf'erece na agencia da
dita compani.ua DCSta cidade, a realisarao
de seguros por premios e condicroes mui-
to mdicas e razoaveis. Na mesma agen-
cia taiubem se efiectuam seguros tanto
para o norte como para osul do imperio,
nos vapores costeaos e vasos devela. A
companliia garante a prompta indemni-
8ac,o da importancia de quulqiier si-
nistros.
N3o tendo Miguel Augusto do Lago
justificado a posse do escravo Antonio, na-
cSo Congo, idade 35 a 40 snnos, como lu-
yia requerido esta administracao em 12 de
Janeiro do corrente anuo, cujo escravo a-
cqa-se recolhiJo ao deposito geral como
bem de evento. O administraior interino
do consulado provincial faz publico, que o
mencionado escravo dever ser arrematado
no da 16 do corrente mez, visto em data de
12 de novembro do auno prximo passado
ter-se chamado por 60 dias a pesso que ao
dito escravo tivesse direito, como determina
oart. 3 do regulaoicnto de 17 dejulliode
1852. Mesa do consulado provincial 11 de
novembro de 1857. Pelo administrador,
Fheodoro Machado Freir Peroira da Silva.
Directora
meiau-Verde.
5.a A sanguinolenta
man.
6.a Valor o firmeza de Guilherme Tell.
7. Gesler recusa a Guilberme Tell a l-
ber lade que ell havia prouielti lo.
8. Guilberme Tell foge de seus presegui-
dores.
!.- Guilberme Tell mata ao Tyrannoc sl-
va a Suissa.
10.a vista da Ampliur em Franca.
Vista do Ferrol na i.ali/a. Ilespanba.
Vista da Coruaba Da Caliza, llespa-
11.
12."
nha.
13.' Tanque c palacio da Rainba de Hes-
panha no real sitio da Gaga.
1*." Igreja de Nossa Senhora de Paris, e
seus arredores.
15. Vistado Itayona em Franca.
2 vistas a pedido do respeitavel publico
16 Vista de Santo Antonio em Peruam-
buco.
17,a Jardim e palacio de Versalhes.
18. MapoloSo I, botan Jo oculo em frente
da Cathelral deMilao em Italia.
O salSo estar aberto das 7 at as 10 da
noite. Eutrada 500 reis.
Para o Rio
de Janeiro
Segu em poucos dias o brigue nacio-
nal Firma, por ter parte de seu carrega-
mento protnpto, para o resto da mesma e
ao| passapeiros para os quaes tem excellentes
commodos : trata-se com os consignata-
rios Novaes & C, na ra do Trapiche
n. 34.
tratar com Cae-
rua da i.a.lea do
11.1-
o 5
'I
O
VoiiiinarSo
dos das.
Domingo
2.a feira.
3.a Taira.
1.a feira.
5.a feira.
6. feira.
Sabbado
Preamar.
Baia-mar.
14 pea iuglezes
14 a
1il|2 B
15
15 u
1(1
16
12 p ioglazes
12 x
lll|2 o
11
II
10
10
das obras
litares
Precisa-se assentar no hospital regimen-
tal a grade de ferro dos muros externos, e
bem assim forrar urna das enfermarlas :
quem disto soquizer encarregar por emprei-
iala, currp roca na directora, onde poder
fazer o contrato a vista do orcamento.
- Pela inspecQilo da alfatidega so faz pu-
blico, que no dia 18 do cbrente, depois do
meio dia, se h.lo de arrematar em hasta pu-
blica, a porta da mesma rejarticao. sen lo a
arrematarlo livre de direilos ao arrematan-
te, as seguintes mercaduras impugna las ao
negociante Joflo Cardoso Avres na forma do
art 7 s 2 do decrelo n 1914 le 28 de marr^o
do corrente anno, e avahadas nos soguintes
valores, inclusive os direilos, e 5 0|0 de au-
gmento, 36 cortes de colletes de velludo bor-
dados a 58100 cada iim, tot-l 194o4O0, 6 cha-
peos de brim para liomem a 13350 cada um,
total 83100, e 9 ditos de oleado para caga a
13350 cada um, total 123150. Alfandeg de
Pernambuco 14 de novembro de 1857.-0
insaecor, Bento Jos. Fernn les Barros.
^fek_

PARA O
Rio de Ja-
neiro.
Vai sahir com a maior brevidade possivol
a barca brasileira Caslro III. para carga e
passageiros, lrata-s* com o seu consignata-
rio JoSo Pinto Reges de Siuza. na travessa
da Madre de Dos, a'mazem de Martins &
Pinto, ou com o capitao Antonio Concalves
Torres, na praca do Commercio.
15 h.
Vai seguir com muita brevidade o hiate
la' o Cyriacj da U. 51.,
Recil'e n. 2.
Para o Rio de
Janeiro
Segu por estes das o bem conhecido bri-
gue nacional Al i irante, de primeira mar-
cha ; te o prompto quasi tolo o carregamen-
to, eso recebe carga mjuda e passageiros :
quem nelle quizor earregar ou ir de passa-
gem, entenda-se com os consignatarios Fer-
nandos A Filhos, na ra da Cadeia do Recife.
Aracaty.
Seguo com brevidade o hiate Crrelo do
Norte ; para carga e passageiros, trata-s
com Caetano Cyriaco da C. M., na ni da
Cadeia do Reci'en. 2.
PARA (I RIO
DE
BKICLE DAMA'.
Vai seguir com toda brevidade o brigue
nacional DamSo, bem conhecido pela brevi-
dade de suas viagens, e classilicadoo pri-
j meiro na carreira par aquello porto : quero
nelle quizer earregar ou ir de passagem, en-
Uenla-secom os consignatarios F'ernandes
j A; Filhoe, ra da Cadeia do Recife.
/fio GraJe do
Sul.
Seguo viagetn o bem conhecido patacho
Bom Jess, capitao JoSo Concalves Reis, re-
cebe carga : a tratar cam Caetano Cyriaco
da C. M., na ra da Cadeia do Hecife n. 2.
cear.
O patacho Santa Cruz, capitao Jos Victo-
rino das .\eves, para o resto da carga e pas-
sageiros, a trotar com Caetano Cyriaco da
C. 11., na ra da Cadeia do Recil'e n.2.
para e ia-
ranko.
O veleiro brigue escuna ..Graciosa,
capitao e pratico Joao Jos de Souza, re-
cebe carga para os portos indicados : a
tratar com Almeida Gomes, Alves &
Companhia na ra da Cruz n. 27.
Tll,m AVISO AO COMMERCIO DESTA CIDADE.
lAUhXL rpu; |lva o frete das alvareiigas, lanchas, canoas e volumes.
Alvarenga .
A'ucar .
Algodao .
Agurdenle.
Barrica. .
duro. .
Canoa al 10
Encerado. .
Lauclia. .
M i l-M.I .
Plvora .
Tonelada .
(C berta. .
I >-r lipi l.j
liirrica. .
" Sacco. .
. Sicca. .
. Pipa .
(Bacalho. .
'(Farinha ,
(S*Cfo. .
' '(Verde. ,
toneladas. .
Dazia. .
Uarril .
( Carvao. .
Perro .
( l.a.lrn .
--*o pastando a ponte.
Com serven-
leu.
K. 329300
3100
)' 3050
-li.u
3100
C060
/O-HI
i) 3020
3010

>- IjOOO
o
i> y500
3118O
u 1-riMi
I.30OO
>' 1;00O
Sem
serven-
tes.
IV.
Na f.anc|uia uma tonelada rte carvao 13.HIO.
Na descarga nm .erve
Aa einbarcacd.g s,\ p
Cidade do K.t I
20-0011
OCOOO
rMlt"i
8035
3010
>:IJ|
3.1I11
3010
3010
3020
(ijjUO
icouo
59000
ri('
3OS11
13001
1-IMXI
130011
Paitando a ponte.
Com
srven-
les.
s. 423000

> 3110
3O70
135
3.VI
3080
9120
9030
Solo
n
I9OOO
v
" 9900
i> 9O8O
I9OOO
19000
I9OOO1
em
aerven-
las.
Rs.
SOaOOO
15:000
3100
9050
9100
9500
306
9050
3015
9030
IO900O
131100
83 9700
9080
13000
130011
13001
3
Ra.
lelada re carvao 13.>0O. (
pnle 3JO0O. na caiga S9OO0J
oderflo estar carra ... o primeiro de novembro de IkVT Jsc An
dio Peizoio SoaresUerdeirosdeNoberlo J.J. CuedetManol Josc Dsnl
209000
CliOO
3100
13000
29000
3HMI
9500
3100
3140
I9OOO
1 OJN
231 lOi
3080
39200
:i3200
392OO
_..as veiicerito o frete rr-snerlivo.
em o priine.ro de novembro de 1h:,7 _Js Antonio d. Aranj,..- Manuel Cualo-
Sf.;loe*.
Observa(8o.
Nosdifterentes anroradouros do porto otrillou o
baia-mar da 14 e 20 a 16 o 22 ps iogleze*, e e ,
preamar de 23 e 29 a 2e 31. Em 14 de novembro
ds 1857.Jos Faustino Porto.
-0Jtv*0
Por ordem do governo imperial s9o
convijfcdos para alistamento voluntario os
individuos que ijuirerem servir as fileiras
do exercito, e faz-se constar o seguinle :
l. Os voluntarios servirn 6 anuos
2 Os recruUdos servirlo 9 annos.
'! Aos voluntarios, alem do respectivo
sold, e mais meio sold de nrimeira praca,
se dar a g-aliieacfio de 3009 re.
*. Se os voluntario ja tiverem servido no
exercito pelo terooo marcado na le, a gra-
tificarlo ser de 400/rs.
5 as gralilicaces terao pagas em pres-
laqoes. sendo a primeira da quinta 1 arle no
acto do alistamento, eo restante em 72 pres-
tares mensaes, correspondentes ao tempo
que tiverem de servir.
Cidade do lerifo 7 de novembro de 1857.
Eu Francisco Ignacio de AlUyde, no im-
pedimento do escrivSo do jury o subscrevl.
Silvino Cavalcanti de Albuquerque, juiz
de direito interino da primeira vara, encar-
regado do recrutamento das pracas do exer-
cilo.
O III111. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia, manda
fazer publico, quo 110 dia 10 de dezembro
prximo vimlouro, peranle a junta da fa-
zenda a mesma thesouraria se ha de arre-
matar, a quem mais der, a laxa das barrei-
ras da ponte do Manguinho e da estrada da
Capunga, avahadas aonualmento cada uma
em 5:4753 rs.
As arrematacoes ser3o feitas por tempo de
30 mozes, a contar do I.-de Janeiro de 1858,
a 30 de junho de 1860.
As pessoas que se propozerem a esta arre-
tnalacio comparegam na sala das sessOes da
mesma junta no dia cima declarado pelo
meio dia co pelentemeute habilitadas, com
suas propostas em carta fecnad.
E para constar se mandou alfixar o presen-
te e publicar pelo Diario.
DE
SANTA ISABEL
20." RECITA DA ASSlGXATUnA
M
EMPREZAGERMANO.
OLARTA FEIRA, 18 UE NOVEMBRO DE 1857.
Subir scena a xeellenle comedia em i aclos,
ornada de cooplets :
O HOMEM
MAIS FEIO Di FRANCA-
Foi esta a comedia em qoe n artista Germano, em
l.i.boa, faz a ina prova publica nete genero, no
thealro do Gymnasio, e em qoe obteve nm Iriompho
completo.
Tomam parle na comalia, alem do artista Germa-
no, us demais artistas: t. Manoell, Joanna,
Cimbra, Raj-mundo, Lessa, l.ima, Rozendo, 1.
(.armella e t. Soledade.
Terminar o espectculo com a graciosa comedia em
um acto :
[F^ AHJ)A
DOS
FESTEJOS REAES.
Ua bilhelea ecbam-se
Ihealro.
Prineipiara as 8 horas.
venda do ascriploiio do
Gabinete ptico
ATERRO DA BOA-VISTA
N. 4.
0 director deste salo participa a
illusires protectores, que esta semana a-
presentar uma agr iavel ex^osi^So de vis-
tas novas.
1 Sebastopol bomhardcando-se tanto por
mar, como por ierra.
2 a A gran le balalha heroica de Bala-
clava, os Alliados e Itussos.
3. Combate e destroco em Nabarrin en-
tre as esquadras Adiadas, e as esquadras
Russas,
Leilao
DE
Predios.
ScunJa-ftrH, 16 do cor
rente, as 10 horas da
manliaa.
O agente Borja, em presenta do Exm. Sr
lr. juiz especial do commercio, e de ordem
do mesmo, requisi<;no dos administradores
da massa fallida do Nuno Maria de Seixas,
fara leilao dos predios abaixo mencionados,
perlencentes a referida massa. a saber :
Um sobrado na ru do Amoro n. 15.
Um dito de 3 andares na ra do Vica-
rio n. 13.
Uma casa terrea na Iravessa do Dique,
vulg Marisco' n 26.
Um silio na estrada de Sant'Anna Cha-
cn com grande casa de vivenda, murado
na frente, jardim e arvoredds fructferos,
etc.
Um dito na Casa Forte, com boa casa de
vivenda, senzala, cnebeira, arvorelos, etc.
Uiu dito no mesmo logar iaonoxo, com os
mesmos commodos, ele.
Um terreno uodito lugar de Casa Forte.
Tres casas de lijlo com repartimento de
tama no mesmo lugar.
Tres ditas do taipa tamhom no mesmo lu-
gar de Casa Forte
Os pretenderles que quizerero cora ante-
Cipasjfio examioar os sunradilos predios, po-
dem o fazer ; e bem assim os ttulos dos
mesmos, ou alguma imiormacSo a res.-eito,
dingindo-se aoarmazem do agente annun-
ciante, na ra do Collegio n. 15, aonde terS
lugar o leilao.
LEILAO
Philogone Adour, cst>nlo a fazrvia-
gem para a Eur ipa, fara leilao, por interven-
cao do agente Oliveira, ds tola a mobilia de
sua casa de campo, consisti lo em uma so-
berba guarnicilo de sala de visita, com ca-
deiras usuaes e de bracos, sof comassento
de pMhini, censlos, mosa de meio de sala,
dila de jogo etc ludo do gosio de Lu/ XV,
cadeiras estufadas de rico damasco, ditas de
laca douralas e estufadas tambe-n de da-
masco, cama grande de mogno moderna, al
mario ou g lardas-vestidos do mogio cot,
espelho grande, sec etaria de mogno com
segredo. lindo toilette de mogno. bibliothe-
.cas de dito, aparador de mogno. quadros
> dourados com finas gravuras, 1 piano de ja-
caranda do melhor autor de Paris, almarios
diversos, porcellana para me-.a e para cha,
lavatorios, tapetes, 1 machina de lavar rou-
pa, e mu i tos out'os artigos indisponsaveis
para qualquer casa de familia ; o mais se
vender uma linda escrava de 13 annos, de
conta de outrem : quarla feira, 18 do c ir-
rente, as 10 horas da manhaa, na Estancia,
sitio defronte do oit-lo da igrej, junto ao
portao do do commendador Manoel Concal-
ves da Silva.
Leilao de cabos,
HOJE
O agenle Pestaa latu'leilao boje, pe-
las 11 horas da iiianhaa, ha casa 11. 18 da
ruado Trapiche, de uma poirao de pe-
ras de
Cabos de dlllerentes hitlas.
*f fc&tf &*t>9r*0*lo
monstro.
[SEM LIMITE.]
O agente Horja, en seu armazem na ru
do Collegio n. 15, far leilao de uma grande
porcuo de objectos de diflercnles qualidales
hem como pianos de mesa, mobihas deja-
car nd e de amarcllo, soplias, consolos,
cadeiras. marquezas, mesas, guards-loucas
mesa elstica, aparadores, lavatorios, ele'
avulsos, candelabros e lanternas de vldro,
vasos de porcelana c de crystaes e muitos
enfeites diversos para sla, ptimos sao
dieiros Inglezes de dillerenles modelos, lou-
ca e vi Iros para servido de -mesa, obras de
ouro e praia, relogios de algibcira, patente
inglez, suisso e horisonlal, 'ditos de parede
i n cima de mesa, e urna porcao de livros de
seus r direilo e outros muuos ai tigos etc que se
acham patentes no referido armazem, cuja
denominadlo fora desnecessaria : qurta-
feira 18 docorienle as 10 horas da manhai.
Augusto C. de Abreu far leilao, por
intervi-ncao do agente Ohvei'a, de um per-
felo sorlimenlo de fazeudas inglezas, as
mais t-ro.-rias do mercado, e le alguma fa-
zanda avariada : segn la-feira 16 do cr-
reme, as 9 bo as da msnhSs, no seu arma-
zem, ruada Cideia.
PROVINCIA.
O Sr. thesoureiro das loteras manda
fazer publico, que estao e\postos a ven-
da, lodos os dias, no pavimento terreo da
casa da ra da Aurora n. 2t, das 91ioras
da manhaa as 8 da noite, hillietes e meios
da ultima paite da primeira e primeira
da segondi lotera do collegio de or-
phaos, cujas rodas andam 110 dia 21 de
novembro.
Theourara das loteras, 11 de novem-
bro de I8.J7.O escrivSo, Jos Maria da
Cruz.
Avisa-sea quem eonvier, que se setas
vendida por escriptura publica a parte que
tem na casi da ra do Sebo desta cidade n
17, JoHo Baptista de Barros, morador na vil-
la das Lavras provincia do Cear ; assim
como, que \ntonto Baptista de Barros, re-
sileuto na dita vill- tem somente na mesma
casa a quaniia de 9 9960 reis.
Da-se 6A0h rs a juros sobre hvpo-
ineca eti bens de raiz nesta cidad, o lir
mes a contento : nesta typograpbia se dir |
Precisa-se de u a cria-la e.->traugeira
para tomar|senti lo a 2 ou 3 meninos, pre-
ferindo-se uma ingl-za ou franeeza ; a tra-
tar na Capunga em casa do Sr. J, liaylers.
llelog'ios.
Vendem-serelogios de ouro e 'le pia-
la, conrertain-se por preros ra/.oaveis,
I iz-se troco, e da-se dioheiro a premio :
na ra da Concordia n. \.
Ouarta-feira 18 do corrente, depois
da audiencia do Illm Sr. I)r. juiz dos feilos 1
da la/: irla se bao de arremalar e-n praca
presidida pelo mesmo Sr. juiz, os bens se-
guinles, por execucao da fazenda nacional,
penborados a seus devedores, a saber
Uma casa terrea mei-agua, na ra das
Calcadas, fregaezia de S. Jos n. I5.com1
32 palmos de frente e 31 de funlo, cozinha |
fora, pequeo quintal mralo, e cacimba
meeira, por 7O0S. la irmandade do Senhor
l-ini Jess dos Uartyrios.
Uma dita terrea ua na da Boda do bairro
de Santo Antonio n. 2G, com *5 palmos de
frente, e 80 de funlo, cozinha fora, quintal
murado, com portao para o becco Tapado, e
cacimba meeira, por 2.000J, dos herdairos
de Manoel Caelano Soares Carneiro Mon-
teiro.
Um piqueno sobrado de um salar na ra
do Charol do bairro do Becife n. 8, com 18
palmos de frente e 50 de fundo, cozinha
'.entro, pequeo quintal murado, por 70U3,
da irmandade de Santiago, da igreja do
Pilar.
Uma cass terrea da freguezia dos Afoga-
ios, no lugar dos Heme los, em frente da
igreja do mesmo noaie n. 5, com 39 palmos
de frente e 89 de rulo, cozinha fura, ter-
reno com 30 palmos ao lado de cada um dos
oiloes e fundos at a camboa, por 1:000/,
de Francisco de Assis Campos Coslem.
Um carro fnebre por 12O5, um dito por
50a, um dito poi 40S, arreios para 4 caval-
los, por 20;, do is armarios grandes por 16-?
e 4 lloros pretos para uso dos mes nos car-
ros por 4;000
Quem prelonder os objectos cima men-
cionados comprela no lugar do costume.
O solicitador dojuizo, Joaquim Theodoro
Alves.
Oabaixo assignado declara aos seus a-
migos e froguezes, que seu estabelccimento
de typographia, e eocadernacao continua
m activtdade, epm circumstncias de po-
der satisfazer qualquer encommenda, para
o que se arba prvido dos melhores muios
As pessoas que quizeren tratar negocio com o m smo baixo assigaado de-
vem se dirigir ao seu estabelecimenlo m
ra da Cadeia de S Antonio, defronte do
cruseiro do convento de S Francisco, de-
vendo baler na cancella do lado direito, por
quanto oabaixo assignado se v fornido a
ter fecha las as portas do dito estabeleci-
mento, porque a immensa poeira u3o lbc
permute, usar de um direito imprescripti-
yel, qual o de ejercer as portas abarlas su>
industria, com quanto para isso oague im-
postes .em favor dos cofres provinciaes e
municipaes para as desbezas publicas, em
cujo numero entra sem duvida o do calc-
nenlo das ras, beneficio de que precisa in-
conlestavelmento a em que est o estabele-
cimonto do anunciante, o que se ja se hou-
vesse yerificade, seu estabelecimenlo nSo
lhe seria miste'- (como tica dito1, estar com
as portas fechadas, para evitar a completa
leteriorac3o dos objectos existentes no mes-
mo, porque at recea ser aspbyxiado pela
maldita, e irrcmediavel peeira.
P. F. C. Lemos e Silva.
Finho francez.
Em caixas de 12 garrafas; ven le-sc na
ra do Crespo n. *, casa de J Falque.
Armacao.
o
Vcnde-se uma armario de amarcllo. en-
veroisada, toda envidra<;ada,quasi nova.e de
gosto molerno, propri > para qualquer es-
tabelecimenlo : em casa de J. I-'alque, ra
I" Crespo n. 4.
Guarda ron-
pa cora espellio.
lucos guarda-roupas com espellios, pro-
prios para senhoras, de jacaran la e mogno.
oh a de encommenda, ven-leu se na ra do
Crespn 4, em casa do J. Falque
Manoel Gomes Alves & C, sacam so-
bre a praca de Lisboa : escriptotio na ra da
Cruz n. 27-
Sr. Joaquim Escolstico da Silva Ri-
beiro, esiudaute de Oltnla, queira vir a ra
Nova 11. IS, a negocio de seu inleresse
--- Precisa-se de uma ama ja de idsde,
carda ou preta, para comprar e cozinhar pa
ra casa de potica familia na ra Bella 11,-20
IMACKNS.
Na ra do Queimado n 1, trocam-se as
imagens seguinles : Santo Antonio, S. Jos.
S. Jouquim, 8. JoSo, S. Pairo, S Sebastiao
Sant'Anna, Santa Bosa, \ S da Concejero,
muitos sanios. Tambera ha um completo
sortimento de galoes de palheta, e-pegui-
Ihas, trinas, alGnetes de forro em cartas e
avulsos, proprios para os senhores armado-
res, por precos muilo mais baixos do que
se tem ven lido. Na mesma casa ha ca^sa
fraticcza de cor, pelo commodo preso de 210
rs. o covado.
instruccao primaria.
Muito nos congratulamos do bom conceito
que no Diario de 7 do andante mez fez o il-
lustre re-tactor da Pagina Avulsa da escola
pelo niethodo Castilho, do Sr. major Anto-
nio Ignacio, nosso distincto collega. Ha nm
anno a Ilustre redacc3o da Pagina dizia que
o mpthodo Castilho era um misliforio de
frivoli lados O mesmo ja se disse do va-
por, do magnetismo, da elecirici lade, do
daguerreotypo, da photngrapbia.da vaccina.
da homeo^athia, etc felizmente o progres-
sovai dando passos gigantescos. O niethodo
Cas ilho ha conquistado Babia, Sergip?, A-
lagoas. Bio Grande do Norte, Piauhy e Cea-
r, tiestas 6 provincias o governo ja tem as
suas escolas por deliberado das respectivas
assemmblas provinciaes. Pernambuco, que
marebou na frente do progresso da instruc-
C-1o primaria, lio o decano dj raelhodo Cas-
tilho, e muito deve ufanar-se por t seio professores como o Sr. Antonio Ignacio
A escola da provincia do Ceara (como se li-
no Diario de 13 do corrente, scgunla colum-
na imitacTio das de Pernambuco, tambem
adopiou os cnticos, essa part-a deleitavel e
attraciva do melhodo Castilho Mil louvores
ao Ilustre redactor da Pagina Avulsa, que
sabe fazer jusilla ao verdadeiro marito. as-
ss nos consola, que ao passo que um enxo-
velo ocioso, bem digno do nome de asmo
dco ou principe dos demonios, dirige-nos as
mais estultas san lices, temos de npsso la lo
um Alexandro llerculano, um Cislilbi, que
em aturadas vigilias, cuidara no bem estir
dos douspovos irmaos ; e em quanto aquel-
la rende o tributo devido ao (Ilustre Con-
rjalves Dias. insigne vate brasileiro, este
conf >rmando-se com as necesidades da ins-
truce.no primaria neste imperio, oScece-lhe
a quinta eticSo do methodo de leitura, ex-
clusivamente para o seu querido Brasil, ac-
cr--sccnta'1a com um tratado de tachygra-
phia, para ser igualmente ensinada as es-
colas do metho lo Castilho F.scola central
na ra Nova 14 de novembro de 1957.
Francisco de Freitas Gamboa.
Precisa-sede orna ama para o servido
interno de uma casa de pouca familia : ua
ra do Encantamento n. 13, taberna.
D. Maria Joaqnin dos Santos Abreo.
viuva de Manoel l.uizde Abreo, competen-
temente aulorisada pelo Illm. Sr. l)r juiz
de o-..liaos, convida a todos os devedores
do seo casal, a que quanto antes salisfacam
as importancias de suas contas, dirigindo-se
para istoaoseu legitimo procurador Jos da
Cruz Santos, na ra Nova, botica n. 53.
Vende-se 1 mulatinha de bonita figura
com algumas habilidades, Icabinha de 13
anns de bonita figira, e 1 negrinha de 10
annos : na ra do Livramento n. 4.
Milho,
feijSo e gomma, por preco commodo : na
ra do yue imado, loja n. 27, esquina do
Collegio
--- Ven le-se tima canoa de conduzir agua
fabricada*!) poucos dias, por prego commo-
mudo : a tratar com Antonio do liego Me-
deiros, em Santo Amaro ao p da tdb.ica de
ferro.
MUTILADO
1 Presuntos inglc/.ei para fiambre :
no armazem de Tasso Irmaos
Gomma do Aracatv em saceas : no
armazem de Tasso Irmaos.
Precisa-se de uma criada estrangei-
ra para tomar sentido de dousou tres me-
ninos, prefeiindo-se uma Ingleza 011
Franeeza : a datar na Capunga, em casa
do Sr. I. Havless, alias viuva Lasterre.
Veni'-seiim moleque de II annos.
chogalo ha douco do mato, cum houila li
gura; as ''taco Ponas n 148.
Ven Je n-se holachinhas doces sorti-
das, em latas, pro.iras para a festa, (lela
de diversas cores : en casa de Soulhall Mel-
lor & :;., ra do Torres n. 38
- O liquidatario da exlincta firma de
Viuva Costa & Filhos, em virtude do annun-
cio publicad-) no Diario desta cidade n 257
de 9 do corrente novembro, faz sciente a
quem arrematar os dius sitios no lugar da
CasaForto.de proprielale do fallido Nuno
Maria de Seixas, que os ditos sitios erSo
foreiros a mesma liquidat*So( e hoje ao ber-
deiro da mesma, Domingos Jos di Costa, e
que por isso d--vera os ditos sitios o foro
des le o 1 de novembro de 1811 al o pre
sent, assim como rrais o lauletmo quelle
que o arrematar, como sciente se fez em 21
de agosto de 1856 a administrarlo da mesma
massa fallida. -Bento Jos da Costa.
Alug'-se uma escrava par o servido
ile casa e para a ra, engomma, cozinha, ne
boa vendedora de ra, lie fiel, e da conta do
que se lhe entrega : na ra da Praia n. 20.
Vende-se um carro do alfaniega e um
cavallo competentemente arreado para o
servido do mesmo carro : na ra dos Pires,
a iratar com Manuel Joaquim Carneiro Leal.
-- Veudem-se 4 raoleques crtoulos boni-
tas ligaras sem o menor defeito de 12 a 15
annos de idade, aprazo com boa firma, um
perfeito carapina de-25 auiios, urna bonita
mulatinha de 15 annos. uma negrinha do 11
annos,urna escrava perfeita cora tolas as ha-
bilidades qm sao precisas a uma casa de
familia e de excellente conducta com 27
annos, um escravo de 35 anuos, mestre de
oleuo e canoeiro : na ra das Aguas-Ver-
des 11. 46.
--Vendem-sc rico< cops pa senhoras.
de gros lenaples, de di Iteren les cores chega-
dos de l'arii pelo ultimo vapor ingles: na
ra Nova n 34. loja de Madama Rosa-llardy.
l.embranQa necessaria.
I.erabrs-se ao Illm. Sr. juiz mnnicipal e
dt 11-aJo da comarca do Cabo a devida exe-
cucao ao processo que se deu principio ins-
taurar cintra o celebre Joaquim Polro. por
alcunha Carranca, pelo esbordoamento feiio
na pe.ssoa do soldado Jolo I.eite destacado
na l'otaleza de N*zrelli : roga-se ao pro-
motor publico daquella comarca, como or-
gao dejustiga nao deixe passar impune se-
melhanlo crimB, do contrario he habilitar
Jilo Carranca anda mais do que he por
nao ser a prim-ira nam ser a derradeira,
se as autoridades n3o lhe impozerem as pe-
nas da lei, pois para isso anda olle seinpre
prevenido de uma boa bicuda nacional de
Pasmado ou do sipo onde >nelhor tempero
000ver Queira, Srs. re lactores, dar publi-
ci la la a estas liuhss do que muito agra-
decer
L'ra ami^o da ordem.
uriFiCAgA de puoTEsros
D. Barhara Mana da Silva Seixas, vendo
que os annuncios insertos no Diario n. 258
Je 10 de novembro do corrente anno, em
que os administradores da massa irrita o
nullamenle declarada fallida do seu esposo
Nuno Maria de Seixas, pietendem arrema-
tar os predios etc etc, pertenceuies a mes-
ma massa : declara solemnemente, que nao
s por si pelos inconcussos direilos quo tem,
m s.conio procuradora do seu referido ma-
rido, ratifica os protestos a respeilo exara-
dos nos Diarios ns. 191 a 196, de agosto : us.
2l3a 215 de 9 a 12 de setembro : ns. 264 a
268 de 14 de novembro e seguintes, e 279 de
26 do referido mez, ludo 110 anno de 1856
prximo passado ; bem como aquelie pro-
testo judicial do seu espaso de 2 de jnlho
de 1851, guau lo sjdeu a abertura da mon>-
Iruosa fallencia, e'finalmente, protesto ju-
dicial da abaixo assignada, intimado aos
a> re Datantes dos predios ja licita los em 14
26 de novembro prximo passado, e o
qual ha de tambera fazer intimar aos futu-
ros arrematantes, ou no aclo ou posterior-
mente, a lira de todos Gcareiu certos, que
do poder dos mesmos, ou successores se
bao do reivindicar pelos meios judiciaes.
Declara, que o processo da fallencia sendo
nullo de pleno direito desde sua iniciac&o,
como os mais abaltsados jurisconsultos do
imperio bSo declarado, oppurtanamente ha
de ser intimada a acqSo rescisoria, n3o pres-
cindindo a suoramencionad* de recorrer ao
poder legislativo, como ja o fnz desde junho
de 185?, Recife 10 d novembro de 1857.
I). Barbara Maria da Silva Seixas.
Oabaixo assignado laz scietite ao pu-
blico, e em particular ao corpo do commer
co, que compron o deposito de massas, sito
na ra Direila, pertcncente ao Sr. Pedro
Martyr de Souza, livre e desembaraza lo de
qualquer divida pelo mesmo contrahido. o
estabelecimenlo comeen a gyrar sob firma
do abaixo assignaJo Hecife 13 de novem-
bro de 1857.-Anlouio Correia Gomes de
Almeida.
Precisa-sede uma ama para o servieo
de uma casa de familia, e quo saiba cozinhar
e engommar : na ra Direila 11 88, Jiimei-
ro an.lar.
Aluga-se at o lira de Jjaneiro de 1858
uma casa em Apipucus, no aito, ao peda
msQgueira, pertencente aoSr. tenente-coro-
n-1 Sebastiao Lopes Guimaraes : a tratar no
largo do Corpo Sanio 11. 6, escriptorio.
Aluga-se para casa de bomem soltero
ou casado de pouca familia, uma mulata
muito boa engoramadeira, costureira e cozi-
nheira, por precio razoave: quema preten-
ler, di>ija-se aos Alllictos, casa cinzenta,
rronteira a igreja, que adiara com quem
tr.tar.
~ Precisa-se de uma preta, pre.-re-se es-
crava. para cozinhar e comprar para uma
casa de pequea familia, paga se bem e te-
ra bim trato : quem quizar, dinja-se a pra-
ca da lndependencia ns 23 e 25.
Precisa-se de um hornera forro para
fetor de un pequeo sitio dentro da prac,a
se for casado e sua raulher so quizer prestar
a ser criada da familia, moradora no mesmo
silio melhor sera : quem esliver em tae cir-
cu-nstaucias, dirija-se a praca ua Boa-Vista
n. 2, sobrado que faz esquina para a ra do
MtMpici't, que achara com quem tratar.
Eustaquio Zeferino da Silva Braga de-
clara que despadio-se da casa dos Srs. Davis
& desde o dia 12 do correule, e agradece
aos mesmos senhores o bom tratameulo que
recebeu durante 3 annos e 6 mezes que foi
sau caixeiro.
Jobn Scott retira-se para Inglaterra.
Os Srs Joao Francisco de Jess Gue-
des, Thiago da Costa Estrella, Joao Luiz da
Silva Lei ia, tenle Francisco de Paula Ro-
irigues, teem carias vindas de Goianna, na
livrariada praca da Independencia ns 6e8.
NaruadoBrum, armazem de S Ara-
ujo, ha para vender jarros proprios para si-
tio, estampados, de diversas coies, de uma
nova fabrica de Lisboa, por prego commodo
para acabar, uma poreBn Je diarios velhos
proprio para relinacao, uma prensa de co-
piar cartas, uma bur-a de ferro.
U abaixo assignado teudo-se despe-
dido harmoniosatneiite da casa do Illm. Sr
Tiburcio Valeriano Baptista em 20 de ou-
Inbro prximo passado, onde esteve 4 an-
uos e 3 mezes, agrad. ce ingeuuaracnle o
bom traiamento que sempre lhe deu, e a
confianca que lhe deposilou ; assim pois
Jespedindo-se 15o saiisfeito, pede ao mesmo
senhor suas delerminacoes em qualquer
lempo. KecifeUde novemtiro do l7.
Francisco da Bocha Passos Lina.
Aluga-se pelo tosapo da festa, ou por
auno uma boa casi terrea no lugir do Pojo
da Panella. defronte do sitio do Sr Jo3o Ma
trieus, muito Irosca, 1: com coraraolos suf-
licientes para um familia : os ..rr.te-i li li-
les dirijam-so a mesma casa, ou a Joao Ig-
nacio ilo liego, para alugar
--- Precisa-se alugar um preto oara o ser-
vico de campo : na ra dos Martyrios, ta-
berna n 36,
Precisase para casa de pouca Casilia
deumaa-na forra ou c vtiva, que saibe co-
/111I111 odiario; paga-se bem: na ruada
Gloria 11 44.
Aluga-se o sobrado do Vicente Ferrei-
ra da Costa, na ra do Hospicio : os prelen-
d-ntesdinjam-soao seu escriptorio ua ra
da Madre de Dos.
sciiius
patente inglez.
S10 eiipga loa e acharo-te ,, venda os vard.deira
li.ro coi.i.arilos sellioa iui|ees paieia: ua roa
do Irap.clie-Nuv,) 11. 12, aruia/cui de fallidas de
A-la 11.-un C. lioir.
Precisase de um caixeiro com pratica
de taberna : na ra da Senzala Nova n 22.
Aluga-se uma boa casa no Cachaga
com bastantes quartos, estribara e cochei-
ra : ua ra Nova 11. 63.
AllelirflO
Oabaixo assignado faz sciente ao publico
que o terreno denominado JarJim botnico
Ua cidaJe de Olinla he foreiro ao convento
do Carino da mesma cidade, e paga de foro
auuualmente a quantia de 8)0 0 ; declara
mais, aue o actual po.-suidor do referido ler-
reno anda 1110 pagou a importancia de tres
annos de loro que dove, e a importancia do
lu lemio corrosin lente a quanlia porque
arrematou o Jilo terrcuoO prior,
Fr. Luiz da Pureza Machado.
No dia 6 do corrente mez de novembro,
da porta da ra do escriptorio dos Srs. Lo-
mos Juuior & Leal Reis, furtaram um caval-
lo com cangalha apparelhaJa de couro, c
cacuies novos, o qual tem os seguintes sig-
oaes: pelrez, carcunio grande, magreirSo,
novo, castrado, com tomaduras as castas,
cima e cauda aparadas, sohrecana eiu uma
mao : quem o achou, ou levem ao mesmo
escriptorio, ou ao engenho Guerra de Ipoju-
ca ao tenente-coronel Manoel Gamillo Pires
t'alcio, que recebers 305 de gratilicagao.
COIPANBIA DO BEBERIBE,
A direceao tem autorisado o caixa da
corapanhia (o Sr. commendudor Munoel
'onealves da Silva) para eiiectuar o pa-
gamento do ID- dividendo a razao de
2^506 rs. por accao.
Escriptorio da companhia do Bebe-
ribe 15 de novembro de 1857.O secre-
tario, Guilberme Sette.
O ba-!iarel Ivo Miliquino da Cu-
nha Souto Maior, roga a quem levou de
sua casa um tomo da legislaqo brasilei-
ra de 1848, quetenha a bondade de res-
tituir-lh'o ; pois que del le carece agora
urgentemente.
COMPANHIA
Pemarabncaiia.
A direceflo convida a todos os Srs. accio-
nistas a reunirem-se em assemblc'a geral
as 11 horas do dia 19 do corrente na sala
das sessoes da associa(;5o commercial be-
neicente. O obiecto da reuniao he in-
formar os Srs. accionistas do estado actual
da emDreza e pedir-lhes adopcSo de al-
gumas medidas rpie devem concorrer pa-
ra a sua prosperidade.
Francisco Gomes do Oliveira (agente
de leudes) he senhor e possuidor do sitio,
chaos proprios, no lugar da Torre, com
frente margem do rio Capibaribe, justa-
mente defronte do da Exma. Baroneza de
Heberibe, na Ponte de cboa, e com funlo
para a estrada larga em direitura ao Recife,
com 1,900 palmos de co cprimenlo e 200 de
largura ; acha-se o mesmo primorosamente
plantado de lindo pomar de larangeir*s (cer-
ca 600 ps), de jaqueiras, fructa-pSo, man-
gueiras, sapoliseiros, pinheiras, limeiras,
bananeiras, e abundante era outros arvores,
algumas de recreio;tem excellenio baixa ;afl
1 permanenteinenle capim para S'jb[ento de
4 cavallos, sendo dividida i0 Centro por um
aterro alto servindo ne passeio, murado dos
lados com a forma e consistencia de caes.o
PSte, na extensSo de 350 palmos, plantado
de cepas, dando uvas em abun iancia e com
atadas de ferro furnecen lo sgradavel som-
bra. A casa do mesmo sitio, recenlemente
e lilicada com toda a solidez, esmero e belle-
za, assim como outra para baohos com tan-
ques, cacimbas e bombas, e o mais corres-
pondente, sao obras dos artistas mais abali-
sados do paiz, e feilas som attencSo ao cus-
i, e smenle com a mira 110 conforto e des-
canso dos pesados e assiduos trabalbos do
proprietario durante a velnice, no seio da
sua familia. A todas estas circumstancias
acresce a edificatjao do caes ma>s perfeito,
e seguro margem do rio em frente da casa,*
e no espaco daquello para esta, a for malura
de bello jardim primorasamente esboyado e
plantado de arbustos e de lindas flores, mui-
las em vasos primorosos. A estrada ao cor-
rer do silio at o rio, e o alargamento deste
loram igualmente, aquella aterrada, e este
desaterrado alargado e alinhado a grandes
expensas e coosuraigoes do proprietario, em
proveito do publico, como se tornar mais
saliente logo que o governo se decida a for-
mara ponte projectada.cuja utililade tanto
para aquelie como para esto nao cabo aqu
demonstrar Os salutferos ares da Torre, o
infallivel augmento futuro que trar a edifi-
cacjfoda indicada ponte, pelo muito que di-
minuir a distancia para a cidade, sSo de
ceno incentivos fortes para a procura de lu-
gar t3o apetecivel, e conseguintemente para
que a propriedade muito all suba de valor.
K arrebiladora situacao do sitio, casa e suas
dependencias (inclusive cssa de l'eilor, co-
cieira, estribara o gallinneiro), de aorazi-
vel e encantadora, que he, torna-se inexpli-
cavel, e na la poderia condignamente des-
creve la senflo a peana de um verdadeiro
poeta. Com tilo bellas proporcoes para ame-
nisar e prolongar a vida, e supposto custaase
tu 1 1 quanto tica descripto cerca de 40:0009
em temposde mor barateza de materiaes c
jornaes, o proprietario acha-se disposto a
desfazer-se de tai ^ro.-riedade por qualquer
preso razoave, indepenlente do pejuizo,
qur a dinheiro, parte avista e parte a pra-
zo, ou totalmente a prazo, ou a arrenda-la
por prazo longo .' a quem, pois, estas con-
digOesconvierem, dirija-seao mesmo.
HOB LA1 FECTEL'R-
O nico autorisado por decisao do comclho real,
decrelo imperial.
Os mdicos dos hospilaes recommendam o
arrobe de LalTecteur, como sendo o nico
autorisado pelo governo e pela real socieda-
de de medicina. L'ste medicamento de um
gosto agradavel e fcil a tomar em secreto,
esta em uso na mariuha real desde mais do
60 anuos ; cura radicalmente em pouco tem-
po com pouca despeza, som mercurio, as al.
feccoes da pelle, impingens, as consequen-
cias das sarnas, ulceras e os accidentes dos
partos, da idade critica e da acrimouia he-
reditaria dos hnmores; convm aos catar-
rhos, a bexiga, as contracc/5es e a fraqueza
dos orgSos, procedida do abuso das injec-
?0es ou de sondas. Como anti-syphiliticos
o arrobe cura em pouco tempo os fluxos re-
centes ou rebeldes, que volvem incessantas
em consequencia do emprego da copaliibe,
da cubeba ou das injeccOcs que representen,
o virus sem neutralisalo. O arrobe Laffec-
mrcurio e ao iodoreto de potassio.Lisboa.
--Vende-se na botica de liarral e de Antonio
reliciano .vives de Azevedo, praga do D. Pe-
dro n. 83, onde acaba de ebegar uma grau-
de porcao de garrafas grandes e pequeas
vindas di-ectamente de Paris, de casa do dito
Boyveau-LafTecteur 12,rua hichelieu Paris.
Os formularios dfo-M gras em casa do a-
gente Silva, na praca de D.Pedro n. 82.
Porto, Joaquim Araujo ; Babia, Lima & Ir-
maos ; Pernambuco, Soum ; Itio de Janeiro,
lloclla i Filhos; c Moreira, loja de drogas ;
filia Nova, Joao Pare ira de Magales Lcile ,
Rio Grande, Francisco de Paula Couto &
VF.NDE-SE
C ibre c metal pura forro.
Pregosdecobre e de metal.
Cabos da Bussia, e de Cairo.
Cabos de inanilha.
Lonas, brim de vella, eluinzo.
Cla\ motes para caca,
l-slaiiho, velas sleai inas e banilha.
No armaaem de C J. Astley Ha para vender um pequeo sor-
timento de obras do ouro, do ultimo gos-
to, que se vender* muito em conta: na
ruada Cadeia n. 21.
ILEGVEL





DIARIO DE PERNAMBUCO SEGUNDA FKIRA 1 fi DE NOVEMBRO 1857
COISULfORlO BjISOPTIICO
DO
ft

n#na^-
Rl!A DA CADEIA, DEFRONTE DA OKDEH TEBCEIRA DE S. FRANCISCO.
Ondese.ch.m sempreos mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
ni glbulos, preparados com o maior escrpulo o por presos bastante commodos :
HUECOS FIXOS.
Botica de tubos grandes. 10/000
Dita .'e 2 159000
Dita de 36 209000
Dita de 48 ... 25900o
Dita de 60 ... 309O00
Tubos avulsos a....... 19000
Frascos de tinturrsdemcia orjQa. 29000
Manual de medicina homeoiathica do Dr. Jahr com o dic-
J cionario dos tormos de medicina.....
Medicina domestica do Dr. Henry.......'
Tratamento do cholera morbus ,
Repertorio do D Mello Moraes ....*.'. '.

20900*
10/00
2/000
cfooo
RA DA CADEIA DO RECIFh 5
N.18
PARA VENDER M GRANDE
SORTIMENTO DE
I TEM PARA VENDER M GRANDE |
SSS3^* SORTIMENTO DE MffiKgcQ
RELOGIO
X85e$m
i
3 PEDRAS PRECIOSAS' jg
* Aderemos de brilhanlti, Ji
' diamautr' e perolas. pal- >
* leira, alfineles, brincos *
* arozelas, bolOcs aunen %
I dr dilTerenle! Rostos ede gj
de loda a. qaalidadff, linio de OIRO romo de
PRATA, palenle uiso, e palele inste/.,
sim como
FOLIADOS E GAI.VAMSADOS. W
ditoi para lenhorat, ele, por prtros commodos
e garantido', vj
j ^V: SSSge 3: -HiSe sm ;< maocBDM
* diversa* pedras de valor. 8
*,
' Compran), venden) oo SK
2 Irocam prala. oaro, bri- jg
B Ihanles,diamntese pero- j
*. las, e oh Ira- qaaeaqner
joiaade valor, a dii.hciro *
uu por obran.
s*mnHBHBe nesaen **

WJA IR NM
Ra do Cabuga' n. 7.
*ecel>em por lo-
doso* vapores da Bu
ropa asobr h&cIo irais
moderno gosto, tan-
to de Franca como
* OURO E PRATA.
i-
*
<:
. Aderero completos dt J
:< ouro, mi'ioi dos, puUei- i
rs, alRneles, brincos e 3
3 rozelas, rordes, Irancel- *
| ns, meri.ilh.is, crrenles *
* e enfeiles para relogio, e ?
5 oulros muilos objeelos de
"uro. ^
Sjj Aparelbos complelm de ?
;? prala para ch,i, bandejas, ?
.: salvas, caslicaes, colheres
n de sopa e de cha, t mjji-^
*; los oulros obleclos d*l
jv prala.
Attencao i
o
Na gru de f.brvi de ta
mancos d ra Direita
esquina que vira para
S. Pedro n. 16.
Continua a terum grande e completo
sortimento de lamancos de todas asqjua-
dades para grandes porees e a retalho
por precos muito em conta, os Srs. com-
merciantes de foca podem mandar Seus
portadores a mesma fabrica que mesmo
sem a sua piesenca se garante os l}Ons
sortiacnlos como se viescin.
agencia de
pasdporte e fllia J cor-
rida'.
Claudino do Reg Lima, despachante
pela reparticSo da policia tira passapertes
para dentro e fora do imperio por dom-
modo prero e presteza : na na da PJraia
pi'imeiro andar n. lo.
^ CHOCLA rE A.UAKGO
a de
MUSGO ISLNDICO, j
ou
TIIESOUKO DO PE1TO.I


Preparado por Mr. J. G. C.
As aflir;Oes do peito offerecem to-

Vcnlo-se um mulaiinlio do 12 anuos
na ra .Nova n. 47, primeirn andar.
Vende-so urna bonita mulata, idade
23 nnos, pouco maisou menos : na rua'do
Cabupa n. 3, segunJo andar.
Ven le-ne um preto de meia i'lade, ro-
busto, bomotlicial de funileiro e vidraceiro,
por commodo prec'i: na ra do Cabuga n.
9, segundo audar.
Farinha.
VenJem-se saceos com farinha, milho e
eijao mulatinho o orva mate muito nova :
na taberna grande ao lado da igreja da So-
ledade.
Milho novo a S^oOO a
sueva..
No largo de asscT.ble'a armazem de lle-
meteno Uacicl da Silva ou na travessa da
Madre de Daos n 61. taberna.
Vende-se um bonito mulatinho de iu
annos deiJade : no escriptorio de Vicente
l'erreira da Costa ra da Madre de Dos
n. 26.
Vende-se um escravo de boa con luc-
ta, mestre de caldeireiro: na ra Direita
n. 66.
Vende-se a casa terrea da ra das l.a-
rangeiras n. il : a tratar na ra das Flores
n. 5. E quem so julgar com direito a mes-
ma, annuncie por este Diario.
Cavaiinhan.
Vendem-se cavalinhas novas, e-n barris,
vindas do Lisboa no brigue Esperanza, por
pre?o commodo : na ra da Praia, armazem
n. IS
Vcndem-se ceblas despencaias a 640
o cento, e em molhos conforme o tamanho :
na ra da Praia n 18, arm-izem.
tr>a2?, chamalote muito bom a 3s500, dito
das um sym.-toma ceral, e constan-S a c ,
te. A tosse, esta doenca 15o com- ,g01C0,'n11'l'as "Liniirlas a 4W0, chaly
mum qoando descuida la, tao graves (^lir,0'1' um comP|eto sortimento de
saosuas conseuu-ncias nuanin na- de Lisboa, as quaes vendem por
prevo eoiumodo como eostumaiik.
Lotera da pro-
vincia.
O abaixo assignado vende billietes ga-
rantidos pelos precos abaixo notados, cm
quantias de 100$0U0 para cima, a di-
nheiroa vista, em sen escriptorio, na na
do Collegio n. 21, priraeiro andar.
Bilhetes 5^500 recebe ">:000$000
Meios 2s750 2:00.s,000
/"*. ti. Layine.
Si^asadesaude
Aviso os apreciudure8
da bot pitada .
Ilechegado a este mercado o excellente
rap princeza de Morilaode, fabricado na
capital do Ceara, cujo deposito se acha i,a
ra da Cadeia do Recite loja de miudezas n
7, ao prego >ie 15*00 cada libra.
Algodao da ahia, potassa da
W Itutsiae do Rio de Janeiro, e cal
^ piche, armazeot tu. 9 e 11.
consequencias quanto pa- ufo
-i rece ngeira em sen principio, Ufo Sf
$>) maladdra por sis como (odas as au- W
fi Iras (luengas que consomem a cs^e- fA
2 ce human, riio tinlia para comba- 7L
W te-la e destrui-la e destrui-la iifm W
!^ medicamento especial e nico. T- ()
w das as pasiilhs e charopes que teim g\
v apparecido at hoje, tem sido imp > 2
49 lentes. $) NSo tem acontecido isto com o ()
Chocolate de UuRO preparado Zk
. por J. G. C v>
v) O principio que forma a sua base v
iS\ principal ollerece propriedades i'n- fh
_ contcstaveis, e reconhecidas depis 2
w de um tempo, eninguera ignora os W
(g) felizes resulla Jos da sua applicaQo
H| eni todas as phleumasias agudas, ,ou m
7^ chronicas, do pulrsSo, afl'ec?0esjdo w
W peito, phlysicas, deQusos, losses O
3 etc., para dar lom ao eslomogo. a- fcaitar na ,n ,ir..o... i i-
2 i'nvo.u.le de comer, conservaras JJ tai roa doCrepo b|a n. I
*r gengivaseo bom lito.matar as lm- >w
@ brigas, e principalmente as crian- (Si
i sas- ^
Toma-so puro mascando-o, epo- w
Wy de-se tomar tambem combinado em (5y
^ agua como oulro qualquer chocla- (*
>* to, e com leite, tomando-se urna %
W das doses marcadas e-n urna chaviua W
<$) dos ditos lquidos, oumaisdeuma. (ki
m confor.: e a gravidide da doengi (-~
W Vende-se no deposito n. 6, ua ra 2
& lie S Francisco. Va)
------- ,....._ ;-----r c...........0f .,,-
gitos, camisas, meias de seda brancas, lu-
vasdeseda dos melhores gostos que ha, se-
das brancas, cassas para cortina.os, brins
de linbo muito Gnos, lencos de linho bran-
cns, de diversos presos. Assevera-se aos
compradores, que tenham vonttde de com-
prar nao sahir sem fazenda, porque nao se
engelta dinheijo cheganJo ao cusi da fa-
zenda
Na ra do Queirado n. 37, loja de l
portas, ha cortes de colletes de velludo n.ui-
tobona por 1 IjOo. veibutina sortid a 750
reisocovado. chitas francezas muito linasa
j 280 res, riscados escocezes a 280 rs mus-
sulinas a 320 rs., ditas amatizadas muito li-
nas a 3*0 rs., chapeos de sol de seis, para
diversos precos.
Vende-se por I: OO.sOOO a casa ter-
rea n. 8 da ra das Cruzes muito pro-
pria para se levantar nm sobrado : a ta-


O Dr. Ignacio Firmo Xavier es-
tabeleceu em seusitio da Pussageui
^ da Magdalena, que ica ao norte 2
5? da estiada entre a ponte grande p*
sea pequea do Chora-Menino, ex- w
2 cellentes acommodacoes para re- *';
? ceber todas as pessoas enfermas -.1
X que se quizerem utilisar de seus f:;
^ servicos mdicos, os quaes ser-So $y
9 prestados com o maior esmero. @
O mesmo Dr., para o iin supra- Q
" indicado e para exercer qualquer -^ !
J^ outro acto de sua prosso den- '% I
^ tro ou fra desta cidade podera' f^l
^ ser procurado a qualquer hora do j i
$$ dia e da noite. no referido sitio, 4';
(fe a excepcao dos dias uteis, das 1) f'A
( horas da roanhaa a's 4 da tard
quesera encontrado no primeiro
), do
Associacao de Colonisacao em Pernam
buco, Parahiba < Alagoas.
Os senhores accionistas desta associac'o
sao convi-lados reslisarem a rrimeira pres-
tagSo de to Uin em conformijade do art. io
dos estatutos, at o lim de novemhro prxi-
mo futuro,-em casa do thesoureiro o Sr.
Thomaz le Aquino l'onseca Jnior, na ra
do Vigarion. 19.
l'recisa-se de serventes forros ou escra-
vos, para as obras da igreja do Divino Espi-
rito Santo, tagan !o-sh a Iot20diarios.
O professur Torres Bandeira tem aberlo
um curso uepliilosophia e oulro derrielori-
ca,e pretende abrir um novo curso de li/gua
franceza e outro de guograpbia, a principiar
do da 15 do orrenle mez quem pretender ;
Irequenla-los, (.odo procura-lo na casa de
sua residencia na ra Nova, sohrado n. 23
segundo andar. '
a inda se vendem pedras que serve
para sacada de va randa ; na ra do Rangel
n.2i, tambem da-so urna porcSo de calica
paraatarro, a quem quizer mandar condu-
zi-la ; na n.esma rui.
. Preclsa-se de umt eflgomrtteira q"e
seja psrila e que se encarregue lmbem da
Uvagem da rouna : na ra .Nova, sobrado n.
3, segundo andar.
Lotera
"
Provincia.
Os abaixo assignado,veniir>ratn; os seguin-
tes premios cH loteria de l'.pahQ, e lem
expostos a venda os seus hilhetcJ e meios da
Burato que admira.
Na loja de i portas na ra do Queimado
n. 37, passando o becco da Curigrega(;3o,tem
chegado a este estabelecicnento um excel-
lente sortimento de vestidos de seda com
babadas, para divervos precos, e muias
msis fazeiulas, que no he possivel aqui|
mencionar todas; cassas organiins dos
mais molernos paires a l/|00a vara,seds
de quadros largos a 19300 o covado, dilas
miudinhas a l?300, ditas muito linas de
gusto iuteiramente novo a 15800, laazinha
miudinhas a 320, ditas com listras de seda
a 750, curtes de casemira a 45, ditos enfes-
lad, covalos 2*500. Jila muito Tina a ir,
dita ife urna largura 25l00,grosdeaaples pie-
Ven le-:-j um mulatinno de idade 10 sn-
nos, muilo linio, bom para pagem : na ra
Direita n. 3.

pateo &
'> .
^ andar do sobrado n. 9
- m%omm&
SEGURO CONTRA FO*0.
Companhia Alliaricr.
Bsubalteida cm Londres, m mar.;o da 1824.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, ten a aonra dt in-
formar aos Srs. negociantes, propietarios decsst
a que mais eonvier qua eslo plenamente u-
torisados pela dita companhia para effectuar segu-
ros sobrs idificios de tijolo perlra, cobertos d*
tlha igualmenltsobra os objeelos queconiivarera
os masaos edificios quer consista tro mobilia ou
n faztndas de qualquer qualidada.
Defroftie da ordem tercei
ra de 8. Francisco.
CONSULTORIO H0ME0PATI1IC0.
*. DO
DR- P- A- LOBO HOSCOSO-
Medico parteii o e operador.
O Dr. Cobo Moscoso, d consultas todos os
dias e pratica qualquer operacSo de cirurgia,
assim ciroo,accode com toda a prompliaSo,
s pessoas que precisarem do seu prestimo
para o servicn de partos, praticando as o-
pera^Oes manuaes ou instrumeutaes, qlian-
do nao possa conseguir resultado por meic
da homeopaihia. que tantas vezestem ven-
cido dillicul.lades, que pareciam iosupe-
raveis.
Schapheitlin & C-, ra da Cruz n.
38, receberam pelo ultimo navio do Ha-
vre, urna porco de quartolas de vinho,
de urna das mais afamadas vinhas de Bor-
deaux: vendem, a' vista da superior qua-
lidade, por preco commodo.
Na fundicao da Aurora precisa-se
He serventes forros ou escravos, para
servico debaixo de coberta.
O -^O-...:.-..: J-3"S-@S>S;SS-3&
H Estatuas tic ai7b~trtro @
de Florenca.
Vendem-se as seguintes lindas es-
^ tatas de alabastro com os COQue- 01
^ lentes pedestaes : S*
^, A Veuus de Mediis de Canova. ^
A Venus da mac3a de'luorevald- @
sen. @
A Venus das formosas nadegas do ,'.
Canova. :'
A Venus em repouso do Ticiano. }?'
A Che de Canova. W
A t'syche de dito. ;:;
O prego he de 2ir>0OO por estelua, fia
comalgum abate tomando-se vanos. ^.
KstSo de venda na loja do sr. Pugi, ??
por iraz da ra Nova, e as ras do w
'f> Trapicne n i:, desdeas 10 horas da V
& mannaa, at as 3 de tarde
yO:;:v;}:.;-.;^;:::;:;;5o;;;
m
loteria dos orphos, no aterro da
loja n. 56
Nms. 2131 1:5005-1 me0.
537 100o1 dito.
2272 50 -1 dito
77* 20> t dito.
De 1005 para cima a dinheiro,
Boa-Vista,
. pelos se-
guintes prego?, sendo os bilhfetes caran-
lilos :
Bilhele 55500 recebe J:00n-
Meios 25750 i> 2:5005
Silva Cuimaraes ^ c.
negocio interessanlk.
Arrenda-se urna hisa muifo fresca, e
grande, proprit para piantacSO do capim,
que se pode fazer para mais dte 1;0o0s000 :
quem pretender, comprela aolsitio primei-
ro do lado esquerdo, dopois da bomba de
Joao de Barros.
Vende-se
g A 6*0 reis o covado. V
Tarlatana lavrada, brancas c de '-,'
-.-" cores, com vare de largura, de gosto O
, paresiense.chagada ltimamente. t
% : A 15000 o civado. g.5
a Popelina de la e seda, fazenda de .
': gosto aovo, com 5 l|2 palmos de lar- ':'
';; gura.
Corte a 11:000. -; ;-
.;'j Cortes de bareje de 13a e seda, com I :
25 covados cada corte, todos de ba- ?5
hados, de lin ios desenhos. '.''
A 15200. 9
W Crosdcnaples de quadros niiudi-
;.J nhos miudos, furta-cores.
A 75000. S
to Corles de lapim preto lavrado.com S
g 15 covados cada corte. ;'*
'* Na ra do Crespo, loja amarclla n.-w
$ *, lado do norte. &
.*'* ."'.^.^''./^**'. .'- .^ -> .-'.. x-v
<-W-,: .::;..:..;..;,.::.:.,:
O
iO'K^^W u
Passaportes.
Tiram-se passaportds, c despacham-se es-
cravos, para cujo lim prucure-se o annun-
ciaine na ra uo Queimado n. 25, foja de
miudezas dos Srs. Couvea $ Araujo, e na
ruada (iadea do Becife n. 49, loja do Sr
tumo Candido da Silveira Jnior.
"-,os,r- l"'ga, que leve botequim na
ra de HorUs, ou Aguas-Ver les, queira
" andar buscar urna carta na livrana n. 6 e
8 da praca da Independencia.
Compra-se ellectivamen! e aa ra das
Flores n 37, primeiro -ndar.abolicesda di-
vida publica e provincial.accosdas compa-
nnas,e da-se dinheiro a jurokem grandes
o pequeas quantias.sobre Dephores.
Compiam;se as Inslitui^es Canonico-
Patrias, por Francisco Soa-es Maris, impres-
ooltio de Janeiro em 1822: na livraria
da praga da Independencia ns 6 e 8.
- Comura-s i urna armacao de louro que
esleja em bou esU-io, que lenha sido de I-ja
de miudezas ou de ferragens, ou mesmo de
taberna : na ra Direita n. 53, ate as 9 hoias
dn m.inliaa.
IIEIMATO
Toalhaspara rosto, de panno de linho li-
no, do Porto, com labyrintho e bico por 55 !
nflo ha quem no compre : no deposito n. 6
da ras de S. Francisco.
il
il
:m,
J&*:*!&
^:::
:::-...
i DENTISTA FRIKCEZ.
Paulo Gaignoai dcDli Vff na mesmi caa lem agua e pos leutritice. @
HOIHCi DO ESTABELECI-
MEHTO DS PIARAS DE
J. YIGMES
J. Vignes mudou seu estabolecimcnto de
pianos da ra larga do Rosario para a ra
da Cadeia de Santo Autonio u. 23, junto da
Rp|qSo.
JOHN GATIS,
corretor geral
E AGBNTB DE I.EILO'ES CO.VJMERCI AES,
n. 20. ra do Torres,
i PRIMEIRO ANDAR,
wraca do Corpo Santo
- Precisa-sc de urna arca, para ama-
nionlar urna enanca de 10 me/es; paga-se
muitobem: na ruada Apollo n. 22
(.ontinu-a amia r,or apnareeer orna
Pulsara de ouro de is quilates, que so p. ,--
deudaooole da Boa-Vista ao .ierro, casa
aUqe?! ""L1*14! lfl'e- a ra do
apollo n. 5,q.e ser g-a ilicad...
Precisase do um cozinheiro eoa"a-se
bemagr.da ,,,, .Mm como "l
1.1. '. 1 r """en Ji.nl.1 oiiuurtel
casa do deseT,bari,ir Mondes da Cunna
cora'edowT Ul" .par 'le "r0,,s "" '""
crale aou .a,,os ,lo 011ri) ,., KallPll0 .
mVrnes Ur"eS de Gon?lv,!S Gui-
n^.?.h*,X?-188'?"0*, "-oro loja do ourives
*1 ,>, 'abugt enfronte ao pateo
ii~Zi!r".a NVa' razem Publico que!
eslSo recebendo continuadamente a/mV1
novas obras de ouro. tanto para sen hora
como para hornens e meninos : os precos
conlinuam razoaveis, e passam-se cocas
cora responsabilidade, especificando a uual
hdade do ouro e 14 ou 18 quilates, (cando
assim sujeitosos meamos por qualquer du-
vida.-^eraDlum & Irmo.
Precisa-sede urna ama para o servico
interno de urna casa de p mea familia: na
^ua do Encantamento >. 13, taberna.
S nao he preci-
so o laminador
Chegou o desejado cobre e lato, da aros-
sura de papel, para objeelos de cunbar, su-
pcriores diamantes de cortar vidros, aiea de
wi,Ii.?.,0b08. d-C lodos os t"mnhos,
zinroemfolhas, lal.lo e coin de todas as
grossuras, bumbis de japi com os seus com-
petentes camos do chumbo: na loja da
ra Nova n. 38, defronto da Concedo.
Advertencia.
Constando ao abaixo asignado que o Sr
M '^1 ou pretende ven ter urna propriedade
annesa ao engenho S J.iao da freguezia de
Seriohaem, pFevine ao respeitavel publico I
que ninguem contrate negocio de nalureza ''
algums, por quanto ten ella .lo ser recia-1
mada judicialmente.para o queja existe um i
11 Ivogado pago lia 2 meze., o qul se ainda I
nao dea princioio.be porque >e cha envol- i
vi lo na direecao Francisco Seraflco de asis Vasconcellos.
luga-su para servico do casa ou de
in.a uma ptima escrava : quem a preleil-
(;;i;.d,r,Jararuado(;i,SililojadePAdria.
loliiiuiia
para o amia de, I8i58.
Acbampe a' venda as beta conliecidas
folliinlias impressas nesta tvpograpliia,
para o anno(|iic vein, das seguintes ciua-
lidades:
lolhinlia de variedade, contendo, aleta ip.n,,fl r.,
dosmezes, multas noticias sc.entilicas, ', '
modo de plantar e colhera nova caima ('e H'iHWI
d.; assuca, noticia sobre) o milho e al-
godao, c urna serie de conliecimentos
das artes, ele, etc., cada urna. ."20
Dita religiosa, a pial, aleta dos mezes,
se reuni a continuacao t|a bililiotlieca
do chnstao brasileiro, cntendo os ae-
guintes oilicios: do Mejiiiio Jess, San-
tissuno Sacramento, Snior dos Allli-
tos, Paixao, Nossa Senhora do Carmo.
Saa-Jose, Sania Anna, Anjo da Guar-
da, San-Francisco de Assis. Santa Hila,
Santa Barbara, Almas, Coracio de Je-
ss ; assim como oulias o ra-oes, etc
r.fC" ]- S2u
Uita ecclesiastics ou de padre, elaborada
pelo Rvm. conego penitenciario da Se
deObnda, segundo ;1 rubrica, a qual
I01 revista pelo E\m. Sr. bispo, que a
jitlgou certa, como de sim carta exis-
tente nesta Ivpograplii;. (00
Dita de-porta, na forma usada ate ago-
:.' .-.:......o
vendem-se nicamente 1 a livraria ns.
t e 8 da piara da Independencia.
Devoto fhrito.
cahioaluz a tercei ra rdidSo do livrinho
Muitos bons charutos estilo venda no de-
posito n. 6 da ra de S. Francisco, e po- ba-
rato prego.
Vende-se um caixio com repartimen-
tos e lampa, proprio para taberna, e um bal-
do de plnbo, ludo por preco dimiouto.
Seda c laa para
horda*.
Chegou do Rio de Janeiro pelo ultimo va-
por, seda elaa para bordar, de todas as co-
res, finiisiroas ; vende-se a seis vintensa
meada da seda : no deposito n. 6 da ra de
1 S. Francisco.
I Vende-se a molhor loja de fazendas
j do Passcio Publico n. 9.
o rmeos
Guarda comidas
Vendem-se guarda-comidas de rame
os melhores que teem vindoao mercado, e
por barato preco : na 111a da Cadeia do
Kecife loja de ferragens de Vidal v
Bastos.
Ferramenta pa-
ra tanoeiro.
Vende-se ferramenta completa para ta-
noeiro : na loja de ferragens na ra da
Cadeia do Uecife de Vidal & Bastos.
BRACOS DE ROHiO PARA
BALABA
Vendem-se bracos de Komo paraba-
lancas. de todos os tamanhos, bem como
ile muitas outras qualidadcs : na ra da
Cadeia do Becife loja de ferragens de Vi-
dal & Bastos.
AVISO A TODOS EM GERAL
\endem-se moinlms de ferro dr todos
os tamanlios para reunacSo, peneiras de
rame, e de metal branco, aparelbos de
metal para cha' e cafe, facas com cabo de
mailim de osso, de Vidro e de metal ,
grandes e pequeas,encbadas de ferro cal-
cadas de aro, portuguesas e inglezas, ta-
les, safras, ionios para ferreiio, ionios de
lodos os tamanbos para bolos e pudins ,
Irem de cozinha de porcellana, estinbado
e francs; eoutros muitos ob'ectosdesum-
ma iitilidudc : na ua da Cadeia do Be-
cife, loja de ferragens da Vidal & Bastos.
Vendem-se os seguintes escr.iv*os : 1
bonito negro crioulo de 20 annos, 1 negra
crioula de Salinos, 1 moleque de 13 el ne-
g'o de. naciio de 35 annos : na ra da Aurora
n. 36.
Vinho doToiio del84.
Venlc-so vinho do Porto de 1831, fazenda
superior, em caixas de urna e duasduzas:
nos armazens de Fernandes & Filnos, no
becco da Madre de Dos.
Milho e larello.
Vende-seno armazem de FernsndesA Fi-
Ihos, a preco commodo : na ra da Cadeia
do Recife
V111I10 do Porto em barris de 5.- e 8.-
Vende-se superior vinho do Porto em bar-
ris : nos armazens de Fernandes & Filhos,
na ra da Madre de Dos.
Sal do Assu'.
Venie-sesal do Assu', a bordo do brigue
nacional Elvira, fun leado em frente do tra-
piche do algodao, por preco mais barato do
queem outra qualquer parte: a tratar no
escriptorio de Fernandes & Filhos, na ra
da f.adeia do Recife.
Vende-se na ra da Madre de Dos
n. 12, armazem de Novaes&C, barris
de ferio, ou cubos hydruulicos; para de-
psitos de fezes, a preco commodo.
arcare
5'JO o covado.
Na ra do Queimado n 21 A, ven'em-se
cortes de olinleza, fazenda esta escara com
listrasde seda assetinadss a 8 e 1-29, chaly
de llores solas a 800 rs. o covado, chitas
rraacezas escuras de novo gosto a 320. laazi-
nnaade flores triadas a *S0, ditas de qua-
dros a 360. lencos de sj a para homem c se-
nhora a 1> ; d3o-se as amostras cot penhor
--- VcuJe-seum escravo crioulo, de boli-
ta tigura e com algumas habilidades por ser
ptimo pescador do alio, e proprio para o
servico martimo : na rus da Concordia n.
26,armazem de malcriis.
Scbafleithin & C, ra da Cruz n.
38, vendem velas de composicao de
por libra, em porrOes a vontade'dos com-
pradores.
Moda de Pairiz,
C.t sdn tarlatana S,?.
,Na jua do Queimado n 21 A, vendem-se
cortes de tarlatana do cordiio com vara de
Urgura a 640 o cuvxlo ; dao-se as amostras
com penhor.
Coi-tes de tarlatana bordados biiin-
cose decores com babados, pelo bara-
tissimo preco de 240000 : na loja do so-
lirado amarello nos quatro cantas da
ra do Queimado n. 29.
RClogios.
Os melhores relogios deouro, patentein-
gloz, vendem-se por precos razoaveis, no
escriptorio do agente Oliveira.rua da Ca-
lei 'o Recife n. 62. orimeiro ardar.
Ven le-se um escravo bom canoeiro :
a tratar na roa do Itosario da Roa-Vista
n 18.
- Vende-se um carro inglez de 4 rodas
e4assentos, para I ou 2 cavailos, com co-
berta, e com os competentes arreics; e tam-
bero uro cabrioletinglez com os arreios :
na ra do Trapiche Novo n. 10, ou na Boa-
Vista en casa do Sr Poirier.
Vende-se supeno liabas de algodso
brancas, e le cores, em novello.para costu-
ra, sin casa dSouthall Mollor|o,-<': ,rua do
Torres n.38.
//o ha rato.
0 PREGICA ESTA QEI-
Vende-se
superior agurdente de
I-ranea, tanto em barris como em caixas,
licores e absynthe, chegado recentemen-
24 annos de idade, estatura regular, secco
do cor.po, s tem barba r.o queixn, ca-
bellos carapinhos e ja lem multes bran-
. -,^v.B .^v.,..ucl|. oeuos caiapinnos e ja tem multes bran-
te.peloultimonavios em casa de J. Kel- eos. he bem conheeido por ter a. maca
le- ,\ C. rua da Cruz n. 55. mullo ,IJ. .A.'fiw.U ,.i.. .
ler o C, rua da Cruz n. 55.
Charutos de Ha-
vana
Vendem-se superiores
charutos de Ha va na, em
caixas : na rua loja de fazendas n. 23.
No armazem da rua da Prsia n. 12, de
Francisco Moroira da Costa, ha para vender
lmguas muito fraseaos, a preco commodo
v CEMENTO.
Vende-se cemento, tanlo em barricas
como em porcSo o a retalho, por com-
modo prego par acabar, e muito bom : no
armazem de matenaes, na rua dt Cadeia de
Santo Antonio n. 17.

relogi
os de
tente
pa-
nglezesde ouro, desabnete e de vidro:
muito calejadas, quandofugio linda o ca-
bello a nazareno, tem os pes meio apale-
lados, e falla muito manso : quem o pe-
gar c o entregar ao seu senhor Manoel
Francisco da Silva Carriro, na rua do Col-
legio n. 15, terceiro andar, sera' bem
gratificado.
ioo^ooo
de gratficaeao. /
A quem pegar o escravo cabra, de nome ^
Bernardo, de idade 20 annos. pou'co mais ou
menos.o qual escravo fugio no 7 do corrento
levando calca de nscado, camisa branca
chapeo de couro e com um m.loiSo de cou-
ro com sua rede e mais roupa, tendo os
sign.es seguintes : cor cabra fula, roslo re-
dundo, cheio do corpo, nariz pouco chato,
cabellos carapinhos, barba cerrada, tendo
os dente* da frente queren4o apodrecer iun
to as gengivas : o qual escr.vo foi comprado
a Joaquin> Bernardo de Si Brrelo, morador
na sorra do Martina, que aqui vendeu a Mar-
colino Francisco Alvesda Silva ; descoi 0a-
r.!..queJfug,- par8 a se,ra o Martins em
Un,? ^""f'0 sennor: roga-se por <
camnn8S*.U'V.r,,d.'",e8 POlC"!i- pitSesde
"iBii-ue uuro, acsaiioncte e de vidro: ""' s autoridades pociaes capitaes de
vendem-se a preco razoavel, em casa de fa"?P0',u qualquer pessoa, que do mesmo
Augusto Cesar de Abreu. na rua da Ca- ,. a! r.f'8 'cantura-lo e conduzi-lo a
Augusto Cesar de Abreu, na rua da Ca-
deia do Recife, armazem n. 36.
SAPATOS llO ARACATY,
dos melhores que tem vindo a este merca-
do, para homens e meninos, de pallan de
orclhas: em casa de Caminba A Filbos, rua
da Cadeia do Recife n. 60, primeiro andar
POTASSA DA BUSSIA E CAL
YIRGEM.
tSodeposiloda rua da uideia do Recire.
: armazem n 12, ha muilo superior potass?
da Russ.a, dita da fabrica do Kio de Janeiro,
e cal de. Lisboa em pedra, tudo chegado ha
poucos d18s, e a vender-se por menos preco
do que em outra qnalquer parle,
Agencia
la fundicao Low->lo r.
rua da Senzala Nova
n. 42.
este estabelecimento continu'a a have1
um completo sortimento de moendasemeas
moendaspara engenho, machinas de vapor
e taixas !e ferro batido e coado de lodosos
lmannos para dito.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fundicao de Ierro deD. \V. Bowman
na mu do Bmm, passando o chala- "" "- -"r"."'-"'" e conduzi-lo a rua
iiz, continua a baver um completo sor- Uuz d Kecife n. 17, ou a Santo Amar.
tmenlo de taclias de ferro fundido ebati- ca8a,de Jose'Pereira Vianna, que rratfi
do, de 3 a 8 palmos de bica, as quaes so C
jicbam a venda por precocommodoe com
piomptidao, embarcam-se ou carregam-
se em carro sem despezas ao comprador
Gommn do Aracatv.
No da 27 do crreme, fugio Ha r... Ar
meapXed?o oD'u.l ""*"''"il'ol '
Cm porcOesTa ret-alho r^^de-se rua ?.' &d"l^}^^%
a Cadeia n. 57, escriptorio de Prente Vi- c.beca como n. h.08.?"0008! ""'o na
*"" ----- ^sE^^
Em casadeRabeSchmettauf&Companhias
rua da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
piano- do afamadolabricanteTraumann da
Hamburgo.
CQH PEQEHO TOQUE DE
ALARIA.
A dinheiro
Pecas dealgodSo liso, largo, cncorpado-
2, 2/240, 25500 e 25800 a peca, dito de si.
cu;-ira a 2, 2240, 2/500, 2C800 e 3a s peca,
dito de sacco a 120 e 150 a jarda, dito tran-
cado largo a 100, 120, 1*0 e 180 rs. a jarda:
vende-se na rua do Crespo, loja da esquina
que volta para a rua da Cadeia
l'otass, da fltissia e cal de
Lisboa.
No antigo e bem conheeido deposito da
rua de Apollo, armazem n. 2 B, ba muito
supcnor potassa da Russia e cal de Lisboa
em pedra, chegado no ultimo navio, eveu-
de-se por preco commodo.
S rua do Trapiche n.
54, efeiiptorio de ]$o-
vaes & C ,
vende-se superior vinho do Porto engar-
rafado em caixas de 1 e 2 duzias de gar-
j rafas, bem comoem barris de.quartoe
oitavo, a preco commodo.
,*>ciiinse r*Ie#io*.
f| SEI.I.INSe RELOGIOS depalanle
Jinalez: a venda no armaz.m de
' lln-lnin llooker A IJompanliia, es-
Pqnina Jo largo do Corpo Sanio Da-
mero 48.
SHCaSTARIAS.
Avisan aos seas fregue-
aba de 'chrgar
d farinha no-
va que vendem nos seus
armzens aos pree s s;-
guintes :
GALEGA 25-500
O'MNCE 245C0
a lem destas .em farinhas
novas de Trieste ndo pI
da primeira qualidade, co-
100 a muito a litiga e acre-
ditada
SSSF0
Aviso
*
Ae.s senhores
finaireineiros
\'end
em-se
ogos de canos para pe de
religioso Devoto Christao, mais correcto c ,rU!Sa: "" 'oja de lenagens na rua da Ca-
augmuntalo, vende-,e nicamente na livra-.'leio do Recife, de Vidal & Bastos
na ns. 6 c 8,la praca da Independencia, a
800 rs.
Oleo de linhaca|.
Vende-se oleo de lindara : ] no escriptorio
de Eduardo II. Wyattt, rua do Trapiche Novo
n 18.
QlKMJOS
Vcndem-se queijos dos mais novos que ha
no mercado a 2/OO0 na rua ireita n. 8. .
Bandejas muito
finas
Vendem-se bandejas muito linas, e de
lodosos tamanbos : na loja de ferragens
de Vidal & bastos, na rua da Cadeia do
becife.
S rcunica da rua do
Queimado, continua a queimnr na sua loja
n. 2, esquir-a do becco do Peixe Frito, um
lindo e variado-ortimento de fazendas de
bom gosto, por baratissimos precos, pois
que se-ri ambicio se contenta com um m-
dico lucro, e nao Ihe sendo possivel notar
em um pequeo aonuncio tu lo quanto tem
do bom para servir aos seus freguezes,
menciona apenas olindinas, fazenda de seda
e algodao, propria para vestido de senhora,
de gostos inteiram nte novos a 900 rs. o co-
vado, cortes de argelinas.para vestido de
senhora, fazenda muito fina e do melhor
gosto inglez, com listras de sed* c camn
escuro a I-2.3 cada um, organdys de cordSo
com desenhos mui delicados, pelo buratissi-
mo proco de 410 rs avara, cimbris estam-
pada do rrcihor gosto possivel a 480 a vara,
cassas |Vanc-zs de Un los gostos a 600 rs. a
vara, chitas francezas escuras, matizadas
com lindos e novos padrOes a 260 o covado
ditas claras, padroes largos e miudos a -280
e 300 rs. o covado, ricos cortes de seti/n
borda las para colletes a 45 cada um, ISazi-
nhas escuras de mu ricos e variados padroes
iroprias ara vesti i0 de senhora e roupoes
de meninas a 500 rs. o covado. riscados
monslrosde cores alegres e mu elefantes
gostos a 220 o covado, ditos francezes de
quadr. s de lindos padroes a 24o, mussulina
branca a 320 o covado, dita muilo lina 400
rs .dita eslampada de lindos padroes a 320 c
40u rs. o cov-do, chitas finas de cores claras
e escuras, tintas lixas a 160, 180, 200 e 240
rs. o cova lo, pecas de cambraias lisas tapa-
das, muito l"i"as e com 10 varas a 696OO, di-
tas de ,jita mais chela a 9600, dita transpa-
rente coTh 8 varas, muito linas a 59400 a pe-
ca, pecas de bretanha de rolo com 10 varas
a 25 cada urna, grvalas do setim pretasode
cor. gostos molernos a 15280 cada ots,
corles do brim de puro linho a 25300, 25400
c 2^500, caseniiras de lindos padroes a 55500
e 6# o corte, ditos de algodao de lindos gos-
tos a 15, 15440 o 196OOeda um, lencos para
maoa 120, di los com bleo muito finos a 360,
chales de gaze, ditos le merino lisos e bor-
dados, obra primorosa, gangas mescladas
prop'ias para cateas e palitos a 560 o cova-
do, casineta prea |ina a 19100 o covado, len-
cos de seda de lindos padroes a 2f cada um,
cobertores de algodao para escravos a 70
rs. cada um, de todas estas razendas e de
umitas oulras que se nao mencionan, mas
que se veuderao por baratissimos precos e
se darao amostras com penbor.
tassssns" a sas-; BSSSgs
de ter sido nrnsn h. r,f, .____ M glll,IJ
n 62, primeiro andar.
Oh que pechin-
clii com pequeo toque
de a varia.
Na loja do Preguic*. na rua do Queimado,
esquin do becco do Peixe Frito n 2, ven-
dem-se pecas de algodSo com pequeo toque
ie avaria, pelo baratlssimo preco de 19440 e
19600 cada urna, ditas de dito, l rgo e encur-
pado a 29500, ditas de madapolao a 29200,
ditas de dito largo a 3*500 ; a elles, antes
que seaesbem.
CAAS BE FERRO
Excellentes camas de ferro para solteiros r" n,?1'lJo^m ter",s d0 eDgenho p'abas
vendem-se no escriptorio do agenteOlivei 2*l0."", arB2nacrrante o escravo Custo-
-. d. ,;adeia do Recife 62, primeio !&tf?^ ,?*$& *
___ .. ----- i io(iiur-io
rua da Cruz do Reciten. 13. primeir
dar, entendendo-se rom y.Z .
Seve& Filbos. COm MaDoel 'I0*"
JT FuG'a "a madrufada do dia 4 de
novembro do .-rente anno o escravo ca-
bra por nome Jerem.as.de idade 25 an-
nos pouco maisou menos, estatura reeu-
ar,cl,e.odo corpo, pouca barba, eom
um1 de quemadura em urna das
maose falla um tanto descansado e tem
ol.codesapate.ro elevoucomsigo alfiuns
ob.ecto.eomosejam : forma, martellos /
troquez etc.,etc., assim como porcSode/
roupa nao so doservico como fia, iendo'
lustre e sapa tos um capote de panno
azul forrado de baeta encaVDada com ,
la de peluca verde e alamares de metaT I
.u,ou.tre,I-Po.umd.. pello pret /
edou. de palha ; desconfiar ^ue f^/-
ra em companlna de urna pa'rdma de
uome Paula e um pardtaho fe nome it
bao. o qual sabe ler e escrever e qeam-
bos tambem de,aPpareceram DQ^ m~ ,
rr'l^':r-|o.E^--loaruada
cara' generosamente.
1
de quadros e *? SEES SIS?
vez lenba mudado de roura lotmTLi
mais alem da do corpo falla CSSLJ*?
cansada e por entre os aenn inii. .dos"
lera ido para Cmafc?^oV^f 2S2SS
des Bastos, que se gratificara com a ouSi."
sema. Recife 29 de selembro de lS?_
Joaqu.m Lu.z dos Santos Villa-verde
---rugi no da 18 do corrente mez de
outubro a escrava Felicia, de ldd?an
nos, cnoula,altura r.gul.V, temun.Bar
de quemadura comprida ao V deTurne da!
orelhas ea cabeca toita >-*-*--- -^*
de vento que teve em^eV^a?limmd>
pes oais grosso, costum. and'.r aesaucad,
lfhe,b,Sln'f g04r0e,,le. lovou vesfido '
de chita cabocla ; a aual esrr.o. fi .
prad. no Riu-Fo.mos^ e^pae-se andTr
nosarrabaldesdesta cidade, sonde dfz ter
""" : roga-aess autoridades rol ci.es
e c.p.tacs de campo a apprebeosBo da d*U
escrava que levando ao .b.ixo assignado
na rua da Cade.a do Rtcife n. 29, pmti&A
andar, serao recompens.dos Pr,a"ro*
~*&%LhE!T qu,no de A'bquerque.
.07; g d,a de tubro do corren-
te.nno, o escravo molato de nome JorKe
?%\ 81eC? d0 CorP' Puc barba, potS'
lem do l.do esquerdo do roalo urna cTcatrlz'
hombrossungados, olbos pequeos e vivo'
pernas e bracos arqueados quando .ca'-
esle escravo foi do Sr. M.noef lhom.z l'
carceire.ro, levou vestido camisa do ,'ta-
doz.nho delistr.s, c.JS. de gin,,.Tl
dous cb.teos, sendo um de pello e outro ae
felt.ro, ambos usados, e Ubaqueiro rosa-
se pois a todas autoridades policiaca e S-
taes de campo, que o appreheud.m, e '.
dozam-noa ru. da Concordia, armaiemd*
matenaes n. 26, que seri generosamen r
compensado. Este escravo ja foi ?Jreben-'
dido o anno prximo p.ss.oo no en gen n
er, cidade de Goiann* mgenno
UgISL?.-da 2 d0 c.orrn'e novembro
'

f
de ter;sido preso ha pTu7o. m^o ^m* '
q,ranH 8"dl,f6iao trsbslh.r K c?,os da
alfandeg... bordo dos navios, en,Si T''
maro e em Beberibe, inlitulando-se *.
ro; talvezquetenh.procur.do reliaitr-ao
P""0.mil0 "'gum e.genhoTquemo
pegar leve-o a seu senhor, morador na Tu.
Xfo erdes n 50",ueserreco!
--- Fugio no dia 10 do corrente o escravo
donme SebastiSo, crioulo, levoi! m"
pre ., e ele. da mesma. altura reaul.r >
barba pouca, tem falla de denles na paite
superior, be quebrado, e tem os escoto!
grandes ; he costum.do a fugir p.ra lu
g.r do Caeb.ng, Wonteiro, o ppScos.


' Retobos
cobertos e descobertos,pequeose grandes,
deouro patente inglez, para hornera ese-
nhora deum dos melhores fabricantes de
Civerpool. vindos pelo ultimo paquete in-
gle* : em casa de SouthallMellor c, C\ roa
do Torres n. 38.
;.SCAI!SI0 til
NA FUNDICAO*DE FERRO DO ENGE-
MII-IRO DAVID W. ROWMAN, *A
HLA DO BRUM, PASSANDO O HA-
FARIZ,
baseropre um grande sortimento dos se-
guintes objeelos de mecanismos proprios
paia enjciibos, a saber: moendas e meias
moendas da mais modero, construccao ; ta-
aua,dadeere0dL,l.n',,l0eb?ll'l0'e SUperior oncalTes le.reir. Cos., em
denuda nar-. os Umsnbos ; rod.s nho, que sera bem gratificado.
nr"n?d"LP"a ?oa "'es. de todas as | Desappareceu hontem 9 do corrente
muito carapioho, nariz baixo othnTol
|H *<"b? "buco epou? doque"x7
orfeaf.1 anda* 2fS J? Polltlco.ehoiode '
uJj; '' me" inclinado para diante
levou com Slg0 um, caixinb. com rouD'
um. rede e uu, p.colinho com felncoede
cnumbo de seu engenho : quem o tce.r le
vea. aterro da Boa-Vista, loja n g"l i
Fugio da fabrica de sabSo na rua Im-
perial, no dia 10 do corrente, o preto ose
com os signaos seguintes : estatura regu"..?
denles liudos, as fontes um tanlo altas
rendido deum. vcrilh, o tem por costume
embr.g.r-se; quem o pegar, leve a dita
labric, que ser recompensado.
Rog.-se ts autoridades policacs, c
as pessoas particulares, a captura do escra-
vo MaUnas, crioulo. de esl.tura Ka, corpo
grosso, lalla lina, pos grandesdes, pernas
linas e arqueadas, levou caifa azul de gan-
ga, e camisa de algodao de quadros : pe8.
soa que o pegar, pode leva-lo a casa de Jos
Concalves leireir. Cos., cm Santo Aman-
"
proposites; cnvos e bocea de fornalba'e
registros de boeiro, aguilhOes, bromes, pa-
rafusos e cavilhOes, moinhos de mandioca
ate. etc. *
NA MESMA FUNDICAO,
seexecutam todas as cncommendas com.
surerioridado ja conhecida com devida
prestza e commodidade em preco.
&
No da IS do torrente, fugio de bor-
do do brigue Sagitario, um escravo de
nome JJoaquim, pardo escravo, de 22 a
n----- --------- .urreriie,
da rua da Senzala Nova n. 28, da companhia
de seu senhor Leodegurio F.niiliano Cord-iro
da Cunha, que h. pouco chegou do 'crl3o.
da vill.de S. Joao dos Cri-is Velhos, un
e.-cravo de nome Lino, do mesmo serillo,
pardo, de idade de2u a 22annos, pouca bar-
ba, altura regular, cheio do corpo, chapeo
de couro, jaquela, camisa ae algodao llstra-
,10 calca azul tamben, de algodao ; roga-se
aCutordades polici.es ou a outra qualquer
tessoa, que o prendara e Ievem ru. do
Queimado n. 42, a Albino Jos d. Silva, que
Berao recompensados.
*V
MUTILADO
Km, TYf. DEM. V. DE FARIA 1857
ILEGIVEL





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