Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07880


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Full Text

\NNO XXXIII R. 260.
Por o mezet acuanta dos 4/-J000.
Por o mezes vencidos 4^500.
QUISTA FEIRA 12 DE NOYEMBRO DE mi
Por anuo adiantado W$000.
Porte franco para o subscriptor."
ENCARREGADOS DA SLBSCRIPCA'O DO KORTE.
Parahlbi, o Sr. Joo BadolphoGome ; Natal, o Sr. Joaquim
Ignacio Pereira Jnior : Aracaly, o Sr. A. de Lemot Braga ;
Ceart. o 8r. J. Jos* de Oliveira ; Maranhao, o Sr. Jos Telxeira
da Mello ; Piauhy, oSr. Jos Jaaquim Avellino ; Para, o Sr.
Justino i. Ramos*; Amasonas, o Sr. Jeronvmo da Costa.
PARTIDA DO CORRBIOi.
Olindc : ludas os das, es 9 e meia lioras do din.
ljuaraii.li', Goiauna e P.r.hibi: na cejaOsles c s
^Tedol os correros parlen aa 10 h
A U DI ENQI Al DO TRIBUNABI DA C AP1I AL.
Tribunal do commercio : segundas a quintil,
Relacoo : terca feirae aabbadgs.
Rienda : quartaa aabbadoTalO horas.
Juio do commercio : aegunda ai 10 horas < quimas lo malo da.
Juno d* orphaoi : aegunda a quintal ai 10 horaa.
Primeira vara do elrel : tegunda eiexlaiae mei* da.
(ganda rara do elral : aarlaa labbadoi a* mal* dii.
BPHKHERIDE8 DO HEZ DE MIVKMDRO.
1 La chela as 10 horas e 3$ minutos da tarde.
8 Quarto minguantea 1 hora e 55 minutos di manbii.
10 La noTa a 1 hora a 35 minutos da tarde.
- PKEAMAR DE HOJE.
Primalra 0 a 30 minuioi da urda.
Mgunda ,u a Si minutos da manhaa.
lie-
q oe
aro augmeo
se"^ i fSl&'SS KSRsrr I t e-
PAHTfE nPfffini ATa,'\arf?,T i8 lM ^vamoe admirar ? das obrgaoe.s reliliva >' olonisac>, projecto qut, No anno de 185"
* **** E US l l Al ^' I : o homem ierra leara ficado no o ..nado esl. anno ornan loa no .Solido de auto,-,- e elevando-s. do
Tr,TTT-nMr.w. ,.Mf...----------- ''V e;l,do.em "J"". { inst.loicao po- .ar o governo a reformar o controlo da compei/hi"
OOVEatlPaTJ D& PtraOVlIVla 14 n*A vio.:. :i Iibv .. I.......... i.,.,............._
Expediente alo da (i de aoveabro.
OlliciuAu Eira, cuniraun tanta superior do
rife, enviando os papis relalivoa a oecoireocia
e dera oa esa de telendo no dia 21 daquelle mez,
aehando-se alli de guarda o alferes Jago Bernado do
Reg Valeuc.a. alitn de que liaja de providenciar
como ju danle da< armas. r" de bancos aubia a 170. Eis a nstiluicAo traosfor-
DiloAo mesmo, para mandar dispensar do aqnar-1 mi",or*> eis >eu oasciraenlo ligado ao rajar da pros
DIAI DA SEMANA.
9 Segunda. Ss. Urcissino e Agripino Bb.
JO Terca. S. Andr Avelino f. ; s. Ninpha.
1 Quarta S. Martinbo b. s. Verano b.
12 Quima. S. Martinbo p. ni. s. Luvino b. m.
13 Seita Ss. Anadio e Paulillo Min.
14 Sbado S. Abilio diac.; s. Gurias m.
15 Nadaos 24 O Patrocinio de N. Senhora,
ENCARREGADOS DA BBSCRICA NO iUL
Alagoai, o Sr. Claudioo Falcoo Diaa ; Babia, o Ir. D. Dopra
oda Janeiro, o Sr. Joao Pertira Martina.
EM PERNAMBUCO.
O propriatario do DIARIO Manoel Flguelroa de rna o la
Inraria, praca da Independencia n. e 8.
le \Hjj moniou a receila a I03:72i,j99, i urna remuneradla mai
i" ."".o *..>' ^"SWteM'i deua ver pingue ealario qu a id
io de ld:b.t/S)38 em favor do ultimo an- sam pagar.
lecimenlos de crdito,
dia crescendo:
pe
ero
viessa a ir o homem a transformar oriiereeendo e.sa emenda a app.ovac.Ao da'cama'ra
e lerceira luilias, de'vida ai crois epide-
o contrato de mas que assolaram por aquella poca qo.s< lo tas as
nc.do que a provincias do imperio, e noiavelmenle a do Para,
tosaroente No primeiro semestre deste anno renderam ai
alero dis- -
..pitaes nella erone-
ohados. '
que raali.a aqoelles prodigios he a de 1,300 estaba- | parial em ajustes, cujo resaltado foi
esse numero vai de dia em | 10 do crrante, cora o qual estoo convencido que a
balalhAo Francisco Joc
telamenlo os guardas do 2.
de Lima Jase Franeisco
sAo oeceisarios na obra da
mauieou-se ao commaodante superior do Recife'e ao
director daa obras publicas.
DiloAo mesmo, para mandar ...
dado do corpo de polica Jos Francisco
se otlereceu para o servico do exerei
ao commandante daquelle corpo para mandar"ipre-
senlar o soldada do qaarlel general.
Uito^Ao mesmo, commuoicando-lhe ter providen-
ciado, njo i para que se passe a guia de loccorri-
loenlo do capelUo padre Antonio de Mello e Alba-
qusrque, man lambem para que seja elle transporta-
do Baha. Eipedirani-se as ordant necessarias.
DiloAo mesmo, para mandar poslar na frente
da igreja de Nona Senhora do Terco no dia 8 do cor-
reote. orna gaarda de honra para acompaahar a pre-
csalo da meima Senhora.
DitoAo desembargada Agoslinlio Ermelindo de
Leio, lecommendando-llie, que indepeiidanle da
apresenlacjo de soa earla, entre qu.nlo aoles no
etarclcio do logar de presidente da relaco, para o
qual fra S. S. nomeado por decreto de 19 do outn-
bro ultimo.
DitoAo commandante superior de Goianna, de-
clarando em soluto ao seo offlcio de 2 do corrente,
que oa corpos da guarda nacional daqoella comarcal
devem dar para o servijo do eiereito a da armada no
corrente exercicio melade dos recrutas, dislribuindu
a mesma comarca pala portara de 31 de agosto ul-
timo, sendo *, remessa delles feila directamente a
presideucia.
DitoAo ehefe de polica, diiendo qae so man-
dou pagar a eonta das deipeas feilas com o sustento
dos preoi pobres da eadea d Limoeiro nos mezes
de julho a selembro deile anno.
DitoA' Ihesouraria de lumia, (raosmittindo pa-
ra tir execocao, copia do aviso da marinha de 17 de
oulubro ultima-, mandando furneeeraos navios da ar-
mada regiment* designaes para escalares.Commu-
uicoO-ie ao arsenal do marinha.
DiloA' mesma, inteirando-a de ter o juiz muni-
cipal e de orpha is do termo da Nazarelh, baclurel
Jos Mirlo Moicoso da Veigs Pessoa, reassomido o
exercicio do leu cargo no da 31 de oulubro ultimo.
Tambero se communicou a relacAo.
Dilo A' meema, remetiendo copia do aviso da
marinha de 22 deoolobro, mandando foruecer bal-
des de sola aos navios da estarn oavel desla provin-
cia. Kemetteo-se lambem cepii ao aneual de ma-
rinha para Ihe dar execocao.
DitoV' mesma, transmillin lo copia do aviso da
guerra de 21 de oulubro ultimo, no qual se deca-,
ra nao ler lug.iro pagamento que pedio o 2. cadete*
I. aargento Carlos de Saulo Geaaiaa, da grallfiearao
marcada ni tabella annexa ao regolamento de 7 de
mareo deste anno, relativa ao lempo em qae lervo o
lugar de amanuense ao .hospital militar desla provin-
cia, e so determina que se abone ao referida cadet os
vencimantos que tivar dirsite, segando o que se echa
eslabelecido para os amanuenses dos hospitaes regi-
meulaes.Commuoicoa-ie ao commandaule das ar-
mas.
DiloA' mesma, recommendando a espedicSo de
snas ordena, para que sejam arracadadas ss quautiss
que estao a dever Antonio Jos Saldado, Jo3o Paulo
dos Santos e Jos Antonio Gancalves, o !. por ler
sido nemeado guarda do almoianfado de marinha
nrste provincia, o 2.- e o.J.- por lerem sido eooflr-
mados nos lagares de mestres das officinis, este do
Irosso e velas, e aquello da carapiua do arseoal de
marinha.Communicoo-se este.
DiloAo director das obras publica*, aulorisan-
do o a lavrar o competente certificado, afim de qae o
arrematante da conservarlo da estrada da Victoria
posa* receber a preslaclo a que liver direilo.
DitoAo commandante de policia, para mandar
augmentar a gaarda da ribeira da Bou-Visla coii
maie 3 soldados da qoells corpo.
Dito\o |uiz municipal de Serinhaem, dizendo
qoe visto nao lis ver alli quem seencarregoe dos
concerlos da respictiva cad-ia. nem quem possa
orea-ios, nada tem a presidencia que providenciar
dctuilmenle a sise respeilo.
PortaraNomeandooi cidadaos abaixo declralos
para comporam o cooselho admnii-lrativo do patri-
monio de orphaos.
PresidenteCoronel Domingos Aff..nso.\er\ Ktrreira.
SecretarioDr. Vicente Pereira do Kego.
I'hesoureiro-Bscharel Gabriel Soare* Raposo Cmara.
Primsiro vogalJos Victorino de l.emos.
Segundo ditoFrancisco Gomes de Olivsira.
Pizeram-se as necessarias communicac,0es.
DitaNomsand > a Jos CaMoi de Soaza Libo, pa-
ra 2.- sopplenta do subdelegado da fregoezia de S.
Jos do Hecife.Communicou-se ao Dr. chele do po-
itaAo gerenta da companhia Pernambucana,
para dar passagem de estado para o Aracaly, do va-
por ulguarassu', a Augusto Blytie da Funaeca.
. crescendo: .m1830. noMassacbusetls. coro urna empreza ficara' habilitada a camprir relig
patoelo de ,00,000 habilontei, havia 6b bancos ; os eucargos que Ihe sao impostes, fruindo!
18ol contavam-.e la, a recenlemente, ainda o. inleresses equivalentes os capilaes nel
' los,
A' vista do qae coro loda a franqueza acabo de
ir-vos, Srs. accionistas, espero me relevareis
peridade dessa Ierra ; eis oseu desenvolvimento pre-
dMSaDs,Vo7rwrv.CTS ei o des.nvolviraenlo da industria, da .ique-
easa de danlenjSc-.Coro- f'.J CIV|I|:,S" di populado dos Estados-
o eci e e ao B |11o ,jever, pagaaf pelo eslabeleciroento dessa
inspeccionar o sol- '"''''"'C*.0 no Brasil, com as mesmas coodic.oes com |cpoc" ei
ncisco Pereira une qoe P"m*lrj ""lado da Lniao Americana, o Esta- seguio pa
reilo Oin-iou-se "" de ISe*'-*">"''* useguroo ma estabilidade Que- i Tabatin
expo
esta lio tarda convocajao, e para nao nbusar por
muilo lempo da vossa benevolencia, passo a intei-
rar-vos do estado da emprezu.
Poyuetet a vapor.
n das cineo que se acliavain em servido na
que vos dirig o rneu anterior relaiorio,
para o Para' eui 10 de catabro de 1855 o
vos informei, e ao qual" dei o nome de o Solimoes
sabio deste porto pui 8 de novembro do anno pasea-
do, importando em 125:11875017.
Estados-Unidos, nos curvemos ante esse prodigio e
no* resignemos a oossa infenoridade. t
E se esse homem, em materias induslrises. lie d-
versisamo no Brasileiro, a qae ser isio devido ?
A' soa r.rganisarao pbysica, loa iulelligencia, as
suas di.postc.u rnoraes '.'
Nao, seguramente. O homem dos Estados Unidos
fc-te navio, construido expressameiite para a na-
vegado fluvial e menos proprio por conseguiule pa-
ra a do allomar, laffreu bastante na ioa viagem
al a Babia, unde leve de demorar-se para repirar
s pruveiloia do qae o inais A nova provincia, apeaas osbocada em um dio-
ostria ou a agricultura pos-, corso do fallecido Sr. Marqnez de Paran, foi occo-
Ihida aothusiiiticamiDle em todas localidades oque
si referia.
lie diflicil a tarefa, cumpre reconbece-lo ; mis
essas difflcoldades, lonae de crearem o desanimo, de-
A comarca de Conveli* maudou felicitares e
qualro linh.ns_/2:o.;(i8l, seudo 34:8035989 de pss-
sagens, e 3,:/.)0s72 de freles ; ao passo que no
1m"s0.?r,0l0 d0 "nno P""10 produziram-aqoel-
ri'^;"'!,M,"3l:*i587,oonio total de
W>:0b.sl82 ; "vendo por conseguinte um augmen-
to d. 12.1905199 sobro o primeiro aoiiif airo do"anoo
de 18j().
o Estes alcarismos demonslram de nina maneira
irrocusavel o desenvolvimenla gradual que lem tdo
vein antes eslimolar o zelo da adminstralo, indo- i agradecimenl,, ao .ualre morlo.
inrlo-a a novse esmerado, estados, afim de aiirahir o Em S. Mall.eo. posso assegorar-vos que nao ha
as inaigens do Amazonas urna crrenle de emigra-
do europea, se nao desde ja ao menos quando as
circumstancias favorecerem.
Pooco importa que o novo contrato nosisenle
da obrigarao do colouisar aquellas regies ; ama em- ] lalura aceila e defendida
idea rnais popular.
<< Na cmara dos Srs. depulados, reduzida a pro-
jeclo na legislatura passada pelo cx-depulado e nosso I asiuaes os mgicos se aproveiijm para se locuplelo-
illuslrado socio o Sr. Paula Fun,eca, foi nesla legis- : """ d" incuria dos papalvos qoe asfriqaonlam, aero
_PERUBBffCQ.
PAGINA A VLS.
IB3DS 2*Si, S
Tabolagem.Acham-se novameule reslabeloci-
das em grande escala as casas de labolageos, com
preio desla orderu deve aspirar a lazer ao paiz todo i circulo de Minas-Novas o Sr Cesir
n,e^?^^,U7eCUr0, ,* Pern,i,lam- Compre- E io o projooto est adiado por insiooscao do
I,ViL ;.. a "T8 u.e ',resl"r m'9 'u E*iri- Sr. Marque de Olinda. S.Exc. longe de fazer-
. Zi',e0'a.? """ (, """.j"0 apr_ I 'J'8 f "",,ur W"*- -ll8 "ente a uocessida-
disso noventa e duas legan quadradas de Ierras, >i- das ton
pelo nobre depulado do 1ae conhe;ao qae sao complelameule engaados
pelo governo imperal lem sido restituidas 0(
aos cofres pblicos, bastar refleclir-ie noe nao leu-
do a receila da provincia do Para', antes da existen-
cia de-la empreza, excedido jamis a 885:.02*199.
logo no exercicio de 1852 a 1853, que comprehen-
deuos primereas seis me, da naveaacao i vapor
eleyou-se aquello algarismo a 9il:'J(il;:t
com os espantosos baratos qae se liram em taes ca-
a, montando a OsOOO rs. por cada noile. Qoo
escanidalo E sera' soraente criminoso aquello
qoe com o punhtl na mao pede a bolsa, ou a vida?
E como he que em nossa ierra se ha de conseutir
tanta immoralidade ? He mister que empreguemos
os iioisoi exforeos para acabar com essas escolas de
perdalo. Differentes sao- as localidades aonda so
joga ; porem nos nos absleremos por agora de de-
clara-las, esperando que nao continen!, se he qoo
nio de relar talaras, qe oao qu-rem que se ande,
porque se pnlecahire quebrar urna perna, o Ame-
ricano do Norte educa-ie no espirito de empreza, a-
prende acontar com anas forjas, a conliecer que lile
nao fallam recursos e auxilio, a anda.
Se ha entre nos e o homem dos Estados-Unidos
0*8*000 dilli-reniM, he a que resulta da educarlo in-
d i-tri il ; mas no ponto em qae estamos, estavam
elles nao lia anda muitos anno. ; educaram se, eres-
ceiaro. Parque nao nos ser permittido igualmente
edocarmo-nos e errscer ?
Ho alguns tnnei o horror do desailre do primeiro
banco, pessimam-nle dirigido, viciosamente organi-
sado, e immoralmenle administrado, dominava tolos
os espirilos : entao nem exista a industria ; ora ou
oulro banqueirn dava a lai a praca, impunlia o sen
dominio ao governo ; a najao dilacerava-se em re-
voltas e em guerras de parlilos. Foi n cia, e multa, uaquelles que lepois de liaverem en-
saiado suas forcas na fundajao do Monte Siccorro,
lembraram-se d. fonlajao de um banco. Soffreram
elles opposicftes de loda a ctta ; liverarn de lutar
com mil eslorvos ; persistiraro porm, e desde logo
o crdito publico vio-se desaffronlado ; cessou para o
governo a ruma de empreslimos que, sempre onero-
sos, prest.ivam occa-i,io e pretexto A b*ba da calum-
nia ; cometn, nao ainda a saiar, mas a presentirse
qoe ero breve raiaria a poca da industria na-
cional.
Voto ella (ardo ; foi necenario qae so fecbasse aos
capilae. a s.hida que os levava para a frica : foi
necessano qae pare distrehir as allsnces da poltica
e dessa graude innovaeflo no re?imen do nosso Iraba-
Iho e da nossa producto agrcola, inherente sop-
pressao do trafico, o governo, com a l-i da* estradas
de rorro, ou antes <*m a sua discusslo, aris-e ao
paiz a aspiracao ardento para os prngressos maleriaes
e para o espirito de associar.lo (o necessurio um con
curso de circumstancias para que nascesse e procu-
raste rtesenvolver-se a inju-ln i nacin I
Entao deo-.eao Brasil umbinco, eoixenlio se qoe
oulro exislrsse, mas procurou se por todos o. modos
embarazar que outro* se organsassem, e luppondo-
se que ludo estava feto, parou o govern cimo es-
latado da carr.-ira que dera, e roncentroo lodo* os
use.forcos na resistencia : deviamis l'.zer alto.
partir, fez ei.pl _
sao orna das caldeiras pela ma' oollocoflo de urna
chapa que se substituir na Babia ; segundo as ul-
timas noticias eslavam-sa coiicluiudo os reparos que
este lamentsvel saccesso lornoa necessarias.
a A falta de bolas e pharoletes na Bihia de Ma-
raj, e em agumas paragens do Amazonas, nao
menos que a deficiencia de praticos devidamente
habilitarlo', tero por vezes uccasionado avarias aos
vapores da Companhia, bem como a difiranles va-
sos da armada imperial ; Mizmente, porm, o go-
vern j, compenetrado da ntcessidade de acudir a
ao palpitante reclamo, vai maular proceder a col-
locacao das b.lisas nos logares convenientes, e a
companhia pela soa parle, afim de obviar quanlo se-
ja pissivel a falla de pralicos. lem adinitbdo a bor-
do de seus vapores alguns jovens que, habilitndo-
se para exercerem essa profisso, compensaran a'
companhia dentro em alguns annos por mcio de
seus servaos a despiza que Ihe occisionam.
No enlanto as avarias solfndas pelos nossos va-
Pi.e' "af""' rePelil1"4 encalhes j exigiram a ida do
a Itio Negro j> ao Maranhao. onlefez um concerlo
radical. Alli leve de ir lambem o tr Mar j para
estoo (m, e de volla ao Para' foi preciso subs-
. -......... possivel a sua reali*acao, e qoe a eslra-
tuadasem mxima parle as melbores localidades, j ia de Sam., Clara para Philadelphia sera a prnci- os I"" 'ellas nao se qnerera oxpor a"potrfi"coa-
que otlerecem a. margens do grande no e de seas pal arleii. par onde se communque as maritihas da noenciai.
mais caudalosos tributarios cumpre dar-llies valor, I nossa provincia com os seus 30,000 habitantes, e o
ilnndu para all nooolarao. interior, qae sejs a divisao como r, ha de eoular
do maisde 120.000.
para alli popolerao.
Bem comprebendera', pois, os inleresses da em-
prea a adminislrarao que pausadamanle e com o
so soccorrem de que o repentino accrescime de renda
que se deu por occasiao de etabelecer-se a navea-
?ao a vapor, provem em mxima parle da elevacAo
dos prejos da smma elstica, pois que, dorante o
exercicio de 1855 a 1856, em que os presos de-e
lie pois evidente o inleresse que lem a compa-
nhia do Mucur> em e-iu lar e acoinpanbar o nasci-
roenlo da nova Eslrolla.
NSo be possivel que a alfandega do Kio de Ja-
neiro continu a ser a de toda a provincia da Minas.
Hallo gente he opposta a idea de creacao de no--
vas provincias, e tal vez sejas tu desse numero, por-
.mq ,.J co1m?a"l", ",0"ue- i-.que enl-nde que be um mal subdividir as provin-
do-se ao mesmo lempo lodos os esclarecimentos I cia grandes, o
um dos territorios
qae acerca do merecimento desses terrenos pois un
orientar a eropreiarios oa companliias europis, in-
diizindo-os a fazer a acquisii;a> de parle delles, me-
h M .1' J.le,DorlaCa >* Provincia do Para I diente condi5oe* de roioovej vanlagem ; he o me-
ch dea^. ,rl. .IV. T'" mesm" ,d<" "'"f05 do lhor e mais ,esuru n,,io de Rmenlar fabolosam.n-
,nn !'',1 e Per a ren^a d' Provincia i le o valor dos reslanles. Derramad, a sement em
sonreo. apenas, como se ve, orno pequea diminuido lerreoo l.rlil, a colheila he infallivel.
em relacao nos dous exercicios anterioraa. 11. po,
inconteslavelmenle urna despeza productiva a que se
taz com a manolenjao da navegacao regular a vapor
Um aaa,|'| Amai[""a!' e beneficios que o paiz bieunio. e bem assim a copia do novo contrato .
a comoai M. IZnV^T T" '*** "os- deJ"<". quaesquer oulras informacoes, acl,ar-me-
lua, apena de.ponlam ; franqueando pas- beis promplo a presta-las.
Concluso*
Encontrareis annexas demonslrajes delalliadas
da receila das qualro linhas navegadas durante o
se
muir algumas chapas das caldeiras que se acbavam | queza oobl
sagem rpida e econmica aos pas'ageiro*, nossos va-
pores concorrem para o b.m estar e rivilsaco das
povoarBes banbadas pelo grande rio e seus caudalo-
sos allloenles, pois que facilitsm o contacto entre
seus liaLilanles. eslimulam notavelmenle a produc-
cao aproximando as localidades productoras aos mer-
cados de exportado e consumo ; concorrem pois,
etlicazmente para a creacao de valores, e augmen-
tando assim a riqueza individual, augmentara a ri-
A, .....;r "."aawai'aoi o,,,. i i.isr, ua cuiunaniiia du au rcil-nir lao hom
" e,.npre/:l! ino'<''es noseidas rles,e pri- vio a deposito de rarMo.
Para o embarque e de slivel paraos vapores temos dez embarcaees
diz:
essa
meiro movimento, nao ochando meio de alnnenla-
rein-se, de faier os nece'sarios adiantamenlos para
se poderem roalisar e colher fioelo, viram-se em
embiraco. O. capilaes individuae, que commandi-
lando aa operacoes do commercio achavam emprego
o lacil e lucrativo, nao as quizeram favorecer, ex-
pondo-se aos seus azares. No apuro em qoe ellasse
vir*m, rorja Ibes foi recorrer ao governo, que se tor-
nou o dispensador mor de proteccao e amparo para
loaos quantos Ih'o mereciam, desde ai emprezas (he-
atraas ale as de grandesohras publicas.
Eis a edacac^o indoslrial que se tem dado ao ho-
mem i.o Brasil, tflo diversa da que se tem dado ao
homem nos EsUdos-U.nilos Ahi diz-se a lodos
Lonrebsi empiezas nle-, procurai realisa-las : nao
vos rallarao os auxilios do crdito distribuido por cen-
es de bancos ; ide por diante i> Aqoi se Ihe
Parai ; nao vos exponhais ; que pressa he
I or mais til que seja a empreza que teular-
des fallam-vos os melosde realisa-la ; nao queremos
que os bancos liberolisem o crdito : os capilar que
compromelterdes, se a imprudencia vos I-va a em-
preheoder orna grande obia pohlici, algum grande
melliorameulo, bao de arruinar-ie, a menos qoe o
governo lenha a generosidade de snbsliluir-se ao
banco para directamente auxilia-los.
Nao admiremos pois o homem dos Estados-Unidos,
admiremos as suas ins(ituic.oes ; nao no* reeonh.ee-
nv>s inlerior a elle ; reconbecemos e lamentamos o
erro que dommoo ale agora no espirito dos liomens
influentes do Brasil.
Dizemoi que dominou ; hoje vogam oulras donlri-
nas, o palavras animadoras foram proferidas peranle
'> paiz. A esperanza dada por eisas palavras come-
BMJi a lradozir-se em faetos; necess.menle ha
oe ella cjnfirmar-se.e a.indoslria nacional poder re-
ceber o auxilio, nico, salutar e eflicaz a que pode
prelenler, o auxilio das insliloicOes bsnearias em
todo o paiz, sobre bases solidas que Ihe concedan) a-
quillo de que nicamente carece para llrese.r.
NAVEGACAO DO AMAZONAS.
O: accionistas da companhia da Navegado e com-
mercio do Amazonas rruniram-se lioiilem em as-
sembla geral, representando 2,589 acc.oei.
Depois de lido pelo Sr. barao de Mana, presidn-
.l".,!',a..eredu^An,!0 u d* P' uma fW ; AHo Amalias' prov,nc,as o *** "
llavendo o governo peruano notificado oflicial-
menle que nao prelen te continuar a subvencao
marcada no a-cor lo celebrad r com a companhia para
a navegacao ale Nauta, alienden-se a essa circums-
lancia no coulralo recenlemente assignado, do que
resultara' marinas em T.ibalinga um emporio com-
mercial uum futuro mais oa menos distante, colben-
do assim a nossa povoac.an Irnnteira as vanlagens
que estavam destinadas aquella localidado peruana.
Pela demonstrado annexa veris que a recosa
do pnmeiro semestre deste anuo elovoo-se a r*.
-i8:bi 13261, o a despeza ellectiva a 208:7(399361
restando por conseguinte a quanlia de 79:8laS<00
sujeila a doduccao usual pela deterioroeflo equiva-
lente a I6:231930; roduaem-se. pois, os lucros l-
quidos do semestre a 23:6225970, nao se lomando
em coninlerasao a* desperas com a colonisarao. nem
o segoro dos vapores
Semelhnnte resultado prova a toda* as luzes que
acimpanlna m.rchava para una raina InTallivel se
os altos poderes do etado na honvessem allendido
as suas circumstancia*.
mensal. tornam-se diipen.aveis alguns dos seta va-
pores que actualmente temos as aguas do Amazo-
nas, pelo que darei o conveniente destino aqoelles
deque nao carecemos.
Alrr. dos vapore*, possue a companhia a gale-
ra irKeeife, que aqu comprei por pretjo mdico, e
que, depois da conduzir um carregameut'o a frele pa-
'a o Para, foi alli Tratada para a Euiopa, donde
Iroiixe 898 toneladas de carvao para consumo dos
i nossos vapore* ; segundo as ultimas noticias clia-se
l este navio novamente em viagem para Liverpool,
donde vollar com caiv.lo, se al'i nao or vendido,
como ordeuei, pjr ser isso mais conveniente aos
I teresses da companhia do que reduiir lao
in-
na-
u&X?'' qUe r,P"sel>lam no bslanco o valor de
18:/0i5.
I'rsii ri.la I .-.
i Possna a companhia os seguintrs predios :
l.ma casa para a gerencij.no Para
no valor de......
L'ma dita na rna do Acoucue .
dem........"
Ima dita para a ollicina de machi-
na*, idem .......
>< l'ma dita para a agencia, em Ma-
naes .....m
olma dita para a agencia, em Serpa
I3:000?000
17:0005000
O contrato que acaba de ser assignado, consul-
tando igualmente os inleresses do paiz e o* da com-
panhia, colloca desdeja a nossa empreza em condi-
cftes vanlajosas, e gracas ao infallivel progresso do
paiz, assegura-nes um futuro dos mais briihantes ;
supporlamos, pois, lie verdade, o sacrificio de ter-
mos nossos Capilaes improductivamente imprecados
d irania rlous longos annos em que nao fot possivel
fezer dividendo algum ; aoora, porm, cometa para
a companhia una poca de vanlagens que compen-
sirae as perdascom que fuios oueraJos.
Senliore* accionistas, o* ardaos deveres do cargo
que me confiasles poderiam sem dnvida ser mais sa-
ti-ldcloriarrenle desempanhndos ; lisongeio-me, po-
rm, de qoe me fareis a jostir>* de acredilar qae
nunca me faltou zelo nem dedica?ao pela pro dade de.ta empreza, que com o voso auxilio me ufa-
no de haver crea le.
ii Solicilando, pois, a VOiaa indulgencia, o agra-
decendo vos o apoio e conlianca com que me hou-
rasles durante os cinco anuos de minha .ce-i.'o, res-
la-tne peir-vos que, depois de vos ser apresenlado
o parecer da commis-io de exame deconlas que a-
uora vos cumpre eleger, nomeeis a nova adminis-
Irajilo que lem de reger a companhia.
a Rio di Janeiro, 21 de oulubro de 1857.
n Baro de Maca, a
{Jornal do Commercio do Rio.)
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
PBRNAMBUCO.
CARIAS DA CORTE.
XV
Itio 20 de oulubro.
Meu chara R... Coiuec,ando pela alta ngiao ad-
ministrativa, nao lenha a d zer-le souao que algum
ministro se esforca por fazer acreditar que lora npo
orxpha a nol cia que ha cousa de um mez dera o
a .1 o nal,io Commerri r, de ler sido nomeado secre-
tario da presidencia do Para o Sr. Tito de Almeida
Colnnisaraj.
o Em desempenbo das obrigar-es que o contrato i
de > de ooluhro de 1851 impoz a companhia, relali- l-r"nco' depulado por aquella provincia. Gente que
u________vamenle a colonisarao, ao pa-so que Ihe conceda q.u" pa,sar Por b"" informal, porque lem enlra-
s. lOUQUOjmposse de setenta territorios de qualro leguas qaadra- c'"" "' melnljr"- las cada um, a's margens do Amazonas e seus af-' que """,as ,eie5 "a he
Ouentes, imporlou a companhia dentro de um anuo *
da data dsqoelle contrato 1,061 colonos portuaue-
lnriarniaivU *)l. ,..!.._. .l_i._
6:500^)00
700IOO0
Sr*. accionistas. Em virtude da di.posicao do
rt. 17 dos estatutos que regem e.ta companhia, ve-
art
nho dar-vos
no biennio de 18,5 a IS^tirm-nhitraudo vos io m'es-
conla dore*ullalo do suas operareis
IBTEHIOR.
RIO DE JANEIRO
21 de oulubro.
O HOMEM E AS INSTiriJK.lO'ES.
i.' i ni I < se all i para a prosparilale dos K-ij I ....
L'illlos o se deseja possuir algumas das iusliliiices
que miis onlribuiram para elevar o povo daquelle
paiz ao ponto a que chgou, respondem o. partida-
rios da escola restrictiva : Nao fallis em Estados-
Unidos ; alli o que lia de admiravel he o hdraem .' u
Assim, na opiniao desses cavalleiros, nao sao as ins-
tituicracs oiinslrumenlos dsqaellaprosperidade nao le da companhia, o relatorio que "abaixo trnsrevel
he o espirito de as.ociacao que faz reunir os rap laes mos, procedeu-se a' eleicao da commissao de exa-
e.palhado* por mallas roaos para com alie, levar a me. que ficoa composla do. Srs. Bernardo Casimi
efleito as emprezas as mais arrojadas ; nao, nio sao I ro da Freila., Laiz Ave Lalleraant, e Manoel Ver
as insiiliiieue*. he o homem !... | reir Pinto.
Aqa.llesqoe ai.im se axprimem nao compreheu-
rler.la que l.mr;aui a maior dai censuras (felizmenle
iiiljnJadi so homem qae naj lie dos Estados-Uni-
dos, a i|n dio a esta um diploma de luparioridade,
de preeminencia industrial, de aplido sem igual
para a civtlisac,ao do mundo '.'
Nao seria por certo de estraulnr que nos Esta los-
1,'nidos se quizesse ter direilo a esta superioiidade ;
o se, de feilo, com semelhsnte allegarlo se lerabrasse
algaem de justificar a* prelences conquistadoras da
sua poltica, demonstrar o seu direilo possa do M-
xico, da iflia da Cuba e do Amazonas, oinpretien-
der-se-liia a neeessiiade de combaler tao injuriosa
aprer ardo. Apreaeutadi porem esta opiuio por
Brasileros da maior ni astracn, nao he possivel dei-
x.ir de lamentar que o espirito da s\ -lema tao I anee
os erraste.
Se nos EstaJoi-Unidos o qoe ha de admiravel he
o lioineuj ; se ao genio do pnvo e nao iulloencia
de saas iustiluirei econmica, se devem os rnelln)-
ramanlos qua em tao poucos annos enllocaran) aquel-
la nardo na primeira linln das DasjAoi productoras
commrrciaes o indostriaes do mundo, enlo desde
que o homem existi deviamos a (mirar iguaes prodi-
gio*, antea do eslabelrcimenlo das instituirn-* co-
nominas esse paiz deveria ser a Ierra do progresso.
A historia porem nos diz que isso he um erro. O
hornero dos E*lid ahi eslava. Enlrelando veja-so o qoe diz o Sr. Un,
proTessor de economa poltica na l.mziana, em urna
obra publicada em 1853 relativa aos recursos indus-
triaos da sua palria.
Ha poaco mais de sessenta ar.no*, ua poca do
dominio ingles, magra*|subais(encia< reeompemaram
um trabalho iodefeto. Eramos obrigados a implo-
nr a cari I .He da mai patria. em favor da lio-
mens cujas exigeucias rain lano mais argente*
quanto roaiore* os seus sollrimento*. Quinze anuos
depon da chegada de W'illam Sale o governo ingler
exprobrava as Car dinas a obrigar.a em qae o collo-
caran de sustentar estlidamente urna popularan de
pregoirosof. Aterra pigava m'squinho Iribulo
industria da seus lillios a os compellia a cooiirmarem-
Os terrenos de qae a companhia
tem frito ,r -quisic.lo por compra ou
aforamenlo, s3o os legoinles :
L'm na roa do Principe, no Para,
earo marinha. 2,500 bracas quadradas.
o Um em Santo Amonio, idem. afo-
rado e arrendado .......
Um na ilha de Marimariluba.idem
urna legua quadrada ...
o Um em Santatcm, 200 bracas qua-
dralas......... .
L'm em Serpa 10,000 bracas q'oa-
drodaa...........
Um em Mauaos, 3,000 bracas qua-
dradas .....
75:7I**J00
7:726-138
1:925jj050
2:1055-399
1:1685955
l:125t;iO
8665960
T 15:27752
temos alero disto, para as exigencias do servic-o:
Urna ponte no Para para embar-
que e desembarque da carga. .
o l'm.i dila dilo para embarque o
desembarque de earvAn......
ci I m telhe.ro no Para para arreca-
darao de maleriaes.......
Um dito em Manos para deposito do
combiKlivel.........
o Um barrarAo em Mansos
Irabalhadures ....
para os
2.15980
2:|:t8526
93aj981
1:5195716
371-5166
... ..23C569
l-.leva-se porlanlo o valor (olal destas propria-
dadesa 96:2125011. K
o Fra disto posue boje a companhia 92 leguas
quadradas de Ierras que Ihe baviam sido elleclva-
mente concelisias, e cajo pleno dominio Ihe foi ga-
rantido pelo contrato de 10 do corrente. O va-
lor dessa* Ierras, embra mnimo ou nominal na
aelualidade n;lo s .era sufliciente dentro de
pouco lempo para indemn sar lodos os sacrli-
ZrSem:.;^^ co.onisacao. porem basta,. p7
primeiro semestre dala anno ; consent porem. Sr.
accionista*, qua primeiro que ludo vos fata scieotes
doa motivos qae me induziram a espirar al gara
a vo*sa convocarlo.
O contrato que no mea anterior relatorio vos
Ciimmaniquei haver celebrado com o governo im-
perial em 2 de oulubro de 1851, comejou a vigorar
no 1 de Janeiro de 1855, e com quanfo sempre me
tivese parecido que a* obrigacoe- por elle impostas
a companhia er.1o por demais onerosas, entend lo-
davia que anda haveria mar-era para o dividendo
usual, e por isso o realisei as pocas competentes ;
recelo i as porm posteriormente as contas innua.s
da eerenca no Par, reconbeci com pezar qae, som-
mando a receila geral da compa ihi*. naquell. au-
no, apena. 515:629.5297, a despera ellecliva, inclu-
iii I i; o. d rus dividendos semestraes raollaadoa por
anlecipac.lo, se elevara a'quanlla de 535:370>3O7,
leixan lo nicamente um saldo de 10:258-5990, m-
mlieienl" para fazer face a deteii.iraeio e sesmo,
calculado sobre o valor dos vapores, e aos enormes
a verba em vez de se acharen), como ruinpria, clas-
ailieadus como despeza, por nao represenlaiem an-
da valores creados.
a Antes de dar-vos conla de tao funesto resultado
lentei alcancar o neees-ario remedio, e para isso re-
corr immediatamanle >o governo imperial, a que-n
polenleai com todo a lealdade o estado da empreza,
solicilando o auxilio que as circumstancias exigiam,
e sujeitaiido loda a escripturar-.lo e correspondencia
da companhia ao examo de quem ao governo para
osse lnn aprouvesie commissionar.
Recahio a nomeatao no inlrgro o intellioenle
contador do Ihesouro nacional, o Sr. Antonio Jos
de llem, o qual procedeu la iHagaroea quejulgiu
neressarias, e a quem preslei sem'reserva alguma
i-sclarerimeiitos que o podiam auxiliar
si so, segundo espero, pata representar lodo o ca-
pital da companhia em um fuluio mais oa menos
distaule, roas por forma alguma duvidoso.
Dcvedore*.
o avullado algar.mo de 80:0055260, qoe appa-
rec> no balanco em debito do Roverno imperial, re-
prsenla, excepluando a quanlia de 31:0005 prove-
niente da si.ljvencio do mez de dezemhro, recebida
nos primeiros das de Janeiro deste anno, o importe
da* passagens e fretes de conta do governo, caja co-
branza lem ido summamente diflicil por falla de
formaii lades uas orden, expedidas pelas dilTerentes
aotoridalea qoe autorisam essa despera ; coolio, po-
rem, qae as ordena do governo o 10disposices do
novo contrato a tal respeto porao lermo'a assas diT
liculdades.
O saldo de 60:6175(73, devido por parlcolares e
pelas agencias da companhia, vai entrando coro re-
gularidade.
Freles e pastagtns.
A renda proveniente deslas duas veibas, as
qualro linhas navegadas, aprsenla algum incremen-
to, como melnor avahareis pela seguinle tabella :
ie; e postenormeula 30 colonos chin .
A primeira colonia fundada pela companhia foi
a de Mana', no lugar denominado Furo, abaixo das
l.ages, as proximidades da capital da provincia do
Amazonas em um do* territorios concedidos pelo go-
verno imperial, tendo a companhia oblido por com-
pra 12 terrenos encravados no permetro da colonia.
Em 31 de dezembro de 1856 montav,m as despeza
de passagens, engajamenlos, ferias, comesliveise fer-
ramenta dos colonos, compra de terrenos, gado a
utensilios, con.lrocfOes, mediques, emharcacOes pa-
ra o servido da colonia, ordenados e sustento dos em-
pregados, a 67:1925615.
Em irguda fundan se segonda colunia |>ob a
denominacao de Itacoatiara, em terrenos comprados
pela companhia as immediacAei de Serpa, contiguo
aos qoaes oblive posteriormente do governo impe-
rial a concess,lo de um territorio. Em consequen-
cia de informacoes favoraveis ao eslalitlecimento de
urna serrarla nesla colonia, procurei reabsar essa
idea, com o que se despenden ai o lira do anno pes-
iado 31:0255250; infelizmenle. porm, por cir-
cumstancias que cumpre averiguar, nao correspon-
den o resallado a' expectativa. L'ma olaria-que na
mesma poea representava o valor de 19:3921197
ro lambem eslabelecdi uessa locahdade, e proiel-
le melhor futuro.
_ Acrescentando a estas duas verbas a de..........
78:285f762, proveniente de ferias, passagens, enga-
jamenlos, sustento e ferramenla do* colonos, com-
pras de terrenos, gado o utensilios, emharcarOes pa-
ra o .ervic.o da colonia, eonslrueces, orde'uados e
suiento do* empregado*, temos um total de..........
128:9035199 era que monlava o dispendio desta co-
lonia ale 31 de dezemhro de 1856.
'< A despeza motivada pela fundarlo destas duas
felonas eccrece a que se fez com os colonos em-
pregados em outros mistere*, as passagen*, engaja-
menlos, sustento, medicajo o enterro dos que falle-
cern), c as despezas dos que se evad rom, na m-
pirUiicade 10:870587!, bem como a qusi.da de
3969538 a que montavam as dividas de alguns cale-
os, o qoe ludo prela/ia em 31 de dezembro de 1856
corno se v do balanco, 237:623*227, accresceulo a-
mda no semestre Dado 26:0025179.
" A*sm, pois, o servido da colonisacao cusloo-
nns al 30 de junhn prximo passada o enorme sa-
crificio de 263:6255706, sem que o trabalho dos ca-
loo importados aprcente urna comii.-ns .i-o eau-
valenle. ^
'< A tolalidade desle algarismo representa pira a
companhia o valor da. noventa e duas leguas qua-
dradas de terreno., coja pos*e n a-segura o cun
trato celebrado com o governo imperial.
A grande queslao da c .lonisacSo, senhore. accio-
nistas, que alias importa um interesas brasileiro ile
primeira ordem, carece ainda rie muito
do gabinete, e ouve delles o
a verdade, mas o que con-
ven) que se dija por fra, assegara que (al nomea-
c.ao nunca leva) lugar.
Outros, porem, que presumem saber melhor, af-
lirmatn que ella deu-*e, ou que p-lo minos era
Tacto resolvido e asscnlado quindo o ojornal* a noli-
can. Mas anda as opinioes divi leme, saslentando
uns que n Sr. Tito a recusara, por renten ler que do
I ara s devia aceitar a presidencia, o neuhuma m.is
outra commissao ; e oulros que. pelo contrario elle
muilo a desejava, e que se lh'a ca*saram foi nao
lano pela roa iropressao que a noticia produzio no
animo do publico, como por desintelligenc'us e dis-
goslos havilos posteriormente entre aquello Sr. eo
i intstro da fazeuda.
Do molivo da porque bem .es, que o governo retirando u Sr. B'-
aurpaire Rohm de uina provincia de primeira or-
dem para urna de segonda, com Iotas as musirs vi-
siveis de reprova;Ao a soa adminislratao, mostrava-
e incoosequente dando por secretario e acolxlo do
Sr. i. ira i o homem que lie o chefe do grupo que
alli se consliluio a alma, o pcnsamenlo e o brac,o
dessa mesma Jmins|rac,Ao, que natural a suavemen-
te se deixou amistar ao ponto d corometler desati-
nos contra o lado adverso, como esse que ullimamen-
le cornmenlou o Jornal do Commercio. de mandar
sequeslrar a Ijpographia do Diarlo do Gran Para.
Um lal secretario, pela sua pnsicao de collega do
presidente, prenle e amigo de u dos ministros,
chefe doaparlido, podia limitarse e lagalUr-sei mo-
desta occoparao de redactor dos pcnsamenlo* o or-
len* do Sr. CarrAo '.' Por oulro lado, concordarla
eala Sr., Iiomem de bem, illustrado, de carcter in-
dependenle, em ser sccessoiiado pelo seu secretario,
lido como ardeule, liviano e pretencioso, e alem
disso com a* costas qaentes pela cadeira de depula-
do e intimidado do ministro '.' El. ahi as rellexes
que a lodo orcorriam.
Quanlo a origrm dos desgoslos proven) de haver-
se o Sr. lito relacionado muilo com os corretores o
eamb-etai de nosia praja, e jogar frernienlemenle em
acres da companhia e bancos, no que ganbou bons
cotilos de ris, dando lugar a dizer-se, pelo fado de
morar elle com o ministro da fazenda, qae era a-
sente e socio deste. Ele DOlto, que a principio cor-
ra de mansinho, creacao e parece que rliegou aos
ouvido* do Sr. Sonza Franco, o quai sendo iiicintes-
tavelmeule homem honrado, deu, seguirlo me in-
rorniam, solemne eavaro, cliegau lo me-mo a dirigir
sirias exprot r r/> s ao Sr. Tto par lal molivo. Esle,
ao que dizem, parece qae alo quiz reconhecer a le-
viandadedo seu procedimenlo, e dahi os desgoslos,
as desiolelligenoias cima ditas.
Em verdade, ver um depulado ministerial e com-
| mensal do mini-'.ro da fazen la jugando na prora so-
bre fundos putlicos, na occasiao em qae feb're da
agiolagem he epidemia reinante, e no momento mes-
mo em que o ministro perante as caras se apreseota
como acrrimo partidista do sxslema bancarin. cla-
que impoita enlraquece-l.rs e lirar-
Ihes a imponencia. Mas nao ha maior erro, eo fado
o moslra. O que perdeu, por exemplo, S. Paulo coro
a creacao da provincia de Paran ? O que perdeu
Para com a de Amazonas f Por ventara valam taes
provincias hoje menrs do quavaliem ranles I
Pelo contrario, S. Paulo ltimamente lem tido (al
progresso, suas rendas vo por modo (al crescendo,
que incoutestavelmeiile est coro moito maior im-
portancia do queoufr'ora.
O Para sob o impulso que Ihe deu a civilisadora
adminislrasao do Sr. conielheiro Reg Barros, alo
vai ra.rehuido rpidamente na estrada do progresso
sem sentir i falla de urnas centenas de legua* qua-
dradas, incultas, que nada produziam, que nao aug-
mentavam a sua riqueza ".'
Que mal pude fazer a Peruambuco ou Babia a
perda deses serlOes inhspitos qne banha o S. Fran-
cisco, |ielos quaes se caminha leguas legaas, sem
encontrar hsbilacaO humana, e onde nina popula-
cao mal educada vive e delinha na pobreza o na o-
ciosidade, sem os liabilos de trabalhos e os goios da
civilisacao 1 E, pon, porque se nao ha de crear a
comarca do Urub, proposla na eamara dos depu-
lado. ha alguns anuos pelo Sr. Wanderlry 1
Covence-te, meu amigo, que be smenle o con-
tacto, a acao prompla do goveroo qoe podo emu-
lar assas regiOes qu -si barbaras. Essa ser a nossa
principal culonisacjin.
I.m sn inconveniente vejo nessas creaees, a esle
nasce do nosso organismo poltico e administrativo,
he terem lodos as provincias as mesmas regalas, go-
zos e dre los; he por exemplo o estabeleerr-so em
eada urna Igual gerarchia de estafes publicas o cor-
porarOes da mesma ordem, sem allonr,ao ai neces-
sdades e recursos de cada urna.
NAo se ple ler provincia sem orna issembla
provincial, anda qae nao naja sobre que legislar,
sem a disliuceao de renda geral e provincial, coro ts
competentes repartirles de arrecadar,ao, mesmo
mi mil i para occorrer as despezas publicas soccorra-a
o cofre geral com lodo o diiiheiro preciso. Mas ainda
assim as vanlagens sao imiDensas.
Passando a oulra cousa, tenho de chamar a la al-
lon(Io sobre a eguinle tradacrao da cnae^Jo de Be-
rancr, oSenadorre que lantagosla*. Creio que
leudo-a pensaras Cumigo que he um dos poucos ca-
sus em que a Iraduccao lie melhor do que o original,
gracas ao Sr. Paula Brilo.
Et-la :
a O SENADOR.
so ao mar para ptdir-lbe o pao que o arado Ihes ne- i bom desempenbo da soa missan,
gava o
O homem era o mismo, a Ierra a mesma ; o ho-
mem pragaicnso esmolava a caridade da mai patria ;
Ierra negava pao ao suor que a reg*va !
pois bem, essa mesma terr.,pov0da por asees roas-
mos homen*. mandeva am 185 para o. paizes oslran-
geiros 1-27.800 conloa de ris em familia e coreaos !
A ierra he mesrn, a repelimos, o homem o mesmo :
o elle que carena da caridade da mai patria, e reea-
bia os saus favores acomoanbadoi de reprehensOes
sua nregoiras, h oe pro.. com a l-bra de sao pro-
duccaa, aa necessidades da Europa e do mundo. Em
sua m3o* a ierra torna-se fecunda ; milharts de of-
p ra o
aprsenla lo por esse digno funecionario o seu
P'recer, e emquanto se esperava a deciso no go-
verno imperial, lermioou o anno de 1856, e pela*
conlas qae me Iroaxe o gerente da com anhia, a
quem expres*aniente chamei a' corle, verifiqoei qua i
a receila geral nese anno importara em .5l8:02l.">>t>22 '
e a despeza ellectiva em (50:3925159, restando(
por eaiKeguinle 97:629-163, de que appliquei '
80:lii5l53 a'deteriorar.ao dus vapores, e o exee- ',
denlo a fundo de reserva, sem que por conla dos
lucros de*e anno se pndesse fazer dividen lo algum, '
embora lioiive*se cessado a importacao de colonos,
sendo as despezas feilas por e.sa ve'rba onicamem
ficinas, da fabricas, de via.-ferrea., todas as m.ravi- com o fim de inanler o. trabalhos encelados em 1855^
{has da civiliHcao cobroro os seos de.erlos da bou- Eulrel.nlo ja a cam.ra do, S,s. d.pol.do, vo-
i tara um projeclu lendcnle a exonerar o companhia
tem.
r- 9 P .- si:i|iii-|
I|If8| -coiiuv
i ^1 C-a -1 JT. l. c-. ISliisii '. J. '1 lJ '* \* v '-i 9 s I i 5
s I rr !f !f T -'!? Hi-iilli i
tw 1 1 J X X ~ tf ~l S Inollili! i *'*2'--i' S.%! -Ss&sSScoieia 1
5P -- 'i -i 7 S '"? ;/ C & & g g a s IP M i 2 0
Mmmmmm
hl Xl\ man aa aaull.. l.ln. ..ax._. al
lindos mi) basta qua esse bl co, que nao a aceilu bem. como j disse.
parte coberlos rle .nnoso, Eis ahi, pois, a explicarlo do negocio, r,
arvnres. que s esperara ser i nodemo. deixar para Iralar da outra cou*a.
Quero fallar-la do
o a natureza seui valiosos fruclos,
assim dizer, a erem colhidos
terrenos se acliem em
(roncos, de frondosas
derrubadas pela mao do homem para fornecerem as
melhore. e mai* preciosa, qualid.'d.s de madeir, ao I Th^hHo'^t'o'l ATTSZ
ZESUltPm ****** ma umrlim"!^^'omp,m" hep,e,ide,,.r
ama completa uccepcao. ,p.n. compiinhia, e nesle cu-to espaco de tetnni
lao pouco se pode allnbuir o mo exilo .lesses j< con-lruio urna estrada de 27 '.. legua, outra de
esrorjos a erros administrativos noi meios de ou se I alem de muiloscaminhos
lanroo raSo. polaeJIo ; ctudoo
qae bem
a cou*a.
interessanle relaiorio do Sr.
eza do Mucurv, de
o Paja attrabir opporluname-ite a verdadeira co-
lonisajlo, era preci*o di*por os elementos neo.e*a-
creou dousceiros de
ovos meios de communicac.Au
liara os centros existentes ; estabeleceu a navegaclo
a vapor desla corle para S. Jos de Porto Ale-re
, ti.lllt .11 Bl. I ii i atata aarakaa, am al A aaa__________ I a. .
u i'.inc.io de Berangcr.
o Minha esposa be meos amores,
E que olinhos Ro Ma, como eo, algum senhore
Por elles morrem lambem.
Apeos de me casar
O co concedeu-me a dita,
Tive logo, o sem peinar,
De um senador a visita :
i.'i* aun/, ule !
Que bondade !
Ab meu nobre seuador,
lauta honra, meu seuhur !...
Serja longo o registro
Das acedes que praticou ;
le no sarao de um ministro
Com minli i mullier dansaa '....
Se me encuutra, cavalbeiio
Era qualquer occ isiao,
Mesmo na ra, be o priraeire,
Qje vera me apartar a m3o !
Que nmizade !
Que bondade !
An meu nobre senador,
I iota honra, meu senhor !...
Junio de Rosa seulado
Como be elle interessanle !
De amavcl Oca engrorado,
De engranado faz se amatile !
Se ella adoece, eu o vejo
Do leilo ao p sempre, e enlAo
lenha, alm do que desejo,
Auuos-bons e S. JoAo !...
Que anillada !
Que bondade '
Ah meu n Pie senador,
Paula honra, meu stohor !
Se acaso o lempo escarece,
E me he forzoso sabir,
Apeuas islo acoulece
Elle ma diz logo a ir .
o De me deixar nao se vexe,
l'n le ir sem se iuceminodar ;
" Ah lem u meu caleche,
i Ora, v, v passear....
Que ora zade !
Uue boudade !
Ah mea uobre senador,
Tanta honra, meo senhor!
a Em sua quiuta a jaular
I. ni dia que nos levou,
Deu-rae champagne a farlar
Ale que me embebeduu !...
Na cama de mais valia
Me deilaram... mas uaosei
Se llosa dormido lia va
Comigo quando acordei :
Que omisa Je !
Que boudade !
Ah meu nobre seuador,
lana honra, meu seuhoi .'
Mal que um (ilhiubo livemus,
Seudo igu it o pensameoto,
Para padriuho o escolhemos :
Quasi a chorar dr slrgria.
Levantando a, mAosao co.
Ero seu leslamenlo um da
Adopta o filho por leu '.
Que amizade !
Que bondade !
Ah meu nobre senador,
lauta honra, meu senhor '.
limbotcaia.llonleui 9 corrente pelas 10 horas
da noile o Sr. Rufino Jos Correa de Almeida ia
sendo viclima do urna emJjotcada que se Ihe razia
aem que elle a persenlisse, escapando milagrosamen-
te por nAo haver sido bem reconhacido do assasji-
no, que nao obstante haver pedido a oulrem para
que o moitrasse para ser condecido, lodavia enga-
nou-se na occasiao, pensando ser o Sr. Dr. Rufino
que Uvera pas.ado. Sendo estes embocados sus-
P'Hos.s, o inspector do lugar procurou persegui-
os para avinguac.es, tendo isso lugar depois de
naver o Sr. Rufino se recuiliioo a soa casa, e cora
eireito po lendo conseguir agarra-los, foram ambos
levados a presenta do mesmo Sr. Rufino, que inter-
rogando um.lbe dissera que linha sido convidado
por seu companheiro para mostrar qoem era o
subdeleeado de quem pretenda receber urna] conta,
que Ihe era devedor, a o outro que era verdadefo
que dizia o seu companheiro ; mas que esse pedido
nao passou de um gracejo, visto como nenhuma con-
a linli i elle de ajuslar. O que ha porem de ,"cerlo,
he, qoe um desses individuos se achava armado de
urna faca de pona, e que ambos foram recolhidos
a cala. Felicitamos ao Sr. Rufino por haver esca-
pado dessa irnic.io, o Deas queira que nenhuma
oolra se prepare.
Thtatro de Sania Isabel.O Homem da Mascara
Negra. K-te drama levado a scena na noite do dia 10
do correle,foi devidamente apreciado pela natureza
c propriedade com que fra representado. Ha muito
nAo temos occasiao de sentir lano como sentimos nos
vivos transportes qoo exprimia o esposo, a fillia o o
P'l, quando o cotelo manejado pela intriga o pela
vinganco os iaro separar, scena bena palhelica !! Na-
da mais se pode desejar, por que os insignes actores
os Sr.. Germano, Piulo, D. Manoella, tomando orna
parla lao activa nos papis qae represenlavam, fiza-
ran) conTondir a illusio cora a reahdade. Nao menos
digno de apreco fora o papel deAntonio Baracho,re-
presentado pelo Sr. Coimbr, emfim sao lodos di-
snoi de elogios pelo bom desempenho daquelle
drama.
I'erocidaie de um cao.Ilonlei 9 do correle,
foi um prato bastantemente maltratado no pateo da
santa Cruz, por oro cao qoe Ihe morder. Nao be a
primeira voz qoe chamamos contra o aboso de so
consentir os caes e*palhados peles roas, mas nada
lem sido bastante para acabar com elles, antes pelo
contrario parece que caprichosamente algaem insisto
ern fazer o quanlo pode para que o mal se reprodu-
sa. e baja vista a eises dous caes qoe existen) sollos
na roa Nova, assaltando a quantos passaro. Para qua
pois de urna vez para sempre fique exlincla seme-
Ihaiite rara lao nociva quanlo prejudicial, pedimos
aos lisraes para que facam repetidas corridas.
liiiiuina (b- r.juh ,. n int(ii) pelas 3 horas da
madrugada tenlsram arrumbar urna casa na ra da
Borlas, o que sendo peisenlido pelos moradores, pa-
diram soccorro, e foi lal o alarma que pioduzio qae
denoa muila gente assumbrada. O negocio nao vai
bem, e se nao houverem as mais enrgicas providen-
cia, adeos segoranca adeoa m rolidale.
Idi-erlencia a policia Somos informado da qoe
as estradas de Joao de Barros, Jo3o Fernandes Viei-
ra, e ra da Esperanc-a, atino da lal sotle, qae faz
medo se transitar por ellas, em con.eqaencia dos
valeiiinea a mais nalgama cousa que nellaa appare-
c.ra. He preciso porlanlo que se acabe com seme-
Ihante gente, fazendo parar a cadeia quem lano oq-
sa perturbar a Iranqudlidade publica.
I'alleclmenlo.Honlem 10 do corrente foi sepul-
tado no cemilerio publico o cadver da Sra. D. Ma-
na Francisca da Ap-esenlacAo Quioteiro, qoe depois
de longo e crueis soffrimenlo oceumbio aos golpe
da inexoravel parca. O vacuo que deixou a Sra. D.
Mara no teio de ma familia, nao era jamis preen-
ctudo sean pelas lagrimas e saudades de seus exlre-
HLr'.'.i* i">,'a0i lilh("- qe "3" pooparam atforcos
para Ihe renderem o mais sobido culto de veneracAo.
i rinapio de incendio.tii noite do dia 10 do cr-
reme, ia tendo principio uro incendio no beeco do
Sarapalel, em caa de um funiieiro, mais nao ehegou
a raanireslar-sa pelas promptas providencias que a
lomarim.
'Isylo de mendicidaie.Coosla-no que a bene-
mrita a*sociacao coromercisl Benaficeute, desejai.do
cooperar para a ronda$ao doasjlo da mendicida-
de,noma
ira eommisfoei, para o fim rie promover
aaraaana cum earjauas, o costuiuam raz.r al
perlas ej mellas, afim de oiperimenlarem a
da o das espingardas. Todava consta qoe, uA
tanta i(o, a polica eita' pmcessando o taelo.
ros ; e, pon, contratar um forte numero de traba- c,|amou ao paiz um grande numero de Irabalhadore
Ihadore que viessem derrubar as malas, fazer plan- Bvreo, com a inlroducao de colonos; eiuliir, (cm-cor-
laes dos principaes gneros de alimonlacilo veie- | respomdido aos favores que Ihe foram concedidos pelos
lal, levantar cabana, e eitabelecimentos induslriaesi Pderes politices.
de nalureza a salisfazer as oeeasaidades primitivas No Correio Mercantil" achara* cse cnrioo rela-
ue lulura, povoajoe agrcola*, pareca ua verdade lorio, em que vein lambem consignada e desenvolvi-
o mala mais racional, se nao o nico, de conseguir- da a idea aventada no anno i.sssado, da crenco de
se mai. tarde o grande fim que tinhauns em vista ; uina nova provincia,composla da comarca de Jequi-
(udo porem falhou, nAo s porque o pe*soal dos co- linhonba, e paila das do Serr e S.Francisco, de Hi-
lnos, por sua m ndole, nao salifz, como mesmo na ; da de S. Matheos, do Espirito Sanio, o das d;
pelo principio econmico de que o Irahalho ......n Caravettas e Porto Seguro, ra II ihia.
o emprego de que pude aulerir nisior proveitr-, son-I ll uina detsa. Ideas Intuitivas, pondera n Sr.
du c-rlo qae no Amazonas o braco vigoroso, que Ira- Otlon, que orna vez apresentadas, obletn geral acei-
balhe por sua conla, encontrar,,' por longo lempo lacio.
ol.ma vez qae conversando
A' mesa a imsso respeilo
Elle se achava, notando
llevaras causas o elleilo,
Eu lile dase :eaiou coavlclo
Que a geral supf.osii.uu
Por ah ha de ler dito
Que o Senhr rae faz c...
Oje amizade !
Qoe boudade !
Ah meu nobre senador,
lauta honra, meu scuhor '
subscrpgOes pela eurpora$ao commercial. ct
quae possa nor remenle sustentar o honroso titulo
que ihe foi conferido por sua tnagestade imperial.
i' bairro do Recife foram escolhidos :
Os lllros. Srs. Antonio Valenlim da Silva Barroca.
Jos Teixeira Basto.
Laiz Jo da Costa Amonm.
Manoel Ignacio de Oliveira.
* Joao Malbeus.
Para o de Santo Antonio oolros :
Os Illins. Srs. Jo Jacome Taiso Jnior.
Joaqoim da Silva Castro.
Candido Carneirn G. Alcoforado.
" oilherme da Silva Goimaraes.
Antonio Aogoslo da Footeca.
I.ouvores sejam dados aos phtlaotrophos cavallei-
ros, que compem a dircci;3o desla a.sociacao.que lao
dignametita sabe exercer o mais soblime preceito da
nossa religaoa Cridade.
Acabamos de saber que quem ditparou os ti-
ros sobre a janella da casa em que mora o Sr. consol
inglez, foram uns vadios, qoe se dslrahim conslan-
temente coro eacadaa, o cosloraam fazer alvos em
exacti-
n3o obs-
prncessando o i
O vapor nacional oPersinougaa, sabido para
o porlos do sol, levoo a seo bordos segointei pa.
ageiros :
sV. da Silva Cardial, F. Rolina de Gasmao o I cri-
ada, D. Anna Candida de Alhayde, D. Anna Joa-
quina de Gusmao e 1 sobriuha menor, D. Anlouia
Mara, 8 escravos, 6 periencenlee a Anna Joaqui-
na de GoaraAo, 1 de Joao Lina doa Res Jnior e ou-
lro de Amonio Frasozo de Mello, Joaquim J. lava-
res da Costa, Jos Elias de MoOra, F. Machado Tei-
xeira Cavaleanle Jonior, A. Eli.o Aniones Ferrei-
ra, Joao A. Vasconcello Leilio,M*uoel Bezerra Gue-
dea, Manoel J. B. Monte-Negro, Manoel B. da Ma-
cado Lima, sua ora, 2 escravos a 1 criada, Anlotio
P. Coiler Jnior, Miguel Jo. B. Guimaraes, soa se-
nhora, ua soara, 8 lilhoi o criados, Franeisco HJe-
onjo lt. de Menezes e 1 criado, Fylinlho Elv-io de
t.emos (.onzaga, Candido Jos da S Iva, Jo. Tr-
ras, ma iilha e 1 esersva, Francisco Jo de M. Bas-
tos, Joao Viera de Lima, Jo. T. de Araojo Barros,
Antonio Lnurenco l'eixeira Marque, Manoel da Sil-
va Reg a 1 escravo, Joaquim Jo Gomes, D. Au-
*i a ,L,9" e Accioll e 1 escrav, Antonio Jos
V, ?. "' s> mplifenio C. Coohnho o sua irmaa,
U. Carila L. das Nava, Lourenco Jos das Nevos,
.ua neta, 2 rriados o 1 criada.
Hotpilal de caridade.Existan) no dia 10 do
correle 25 homtns o 26 mulheres, halados pela
caridade, 11 homens, e 13 malhers, qus pagam
a casa, o 7 praca. do corpo de polica. Total 82
rlueoles.
Relacao ras pessoas que foram sepollada, no cern- *
ler i o publico no dia 10 do corrente.
Mara Francisca da Apie--nl.ic.io Qointeiro, bran-
ca, xiuv.1, 70 anuos, chusa no tero.
Irauci-ro Leandro do Reg, branco, solteiro, 25
anuos, molestia interna.Alleslado do Dr. larias
Mana, parda, escrava, 8 das, telano do recein-
II.I-i I P-. """
letal3.
-sjfe amanliaa.
... REPARTiCAO DA POLICA.
Illm. SrIrauamittu a V. S. para siu eoulieei-
menlo e para o fazer constar aos inspectores de quar-
lMCio Luna.
governo osiervir;os prestados ciu lal emergencia po-
las autoridades policiaei.
Deo goarde a V, S O chi-fe de policia, Dr. Po-
MUTILADO

.-




OIABIO DI FIRNAmJCO Ql'\TA fEIRA 12 DI NOvKMBRO DB lili
_Z "^ '*' W^L' *'I|I**1"'MMMMMWM
lycirpo Lops .la Lso.Illin. 8r. Rufino Jos.'- Cor-
re i de Almeida, luliJeicgj da tregen* da Boa
2.* mc(4o. Palacio do gorerno de l'ernimbaco
eiu 31 de uululiro de 1ST.
Illm. Sr.__Transmuto a V. S. o cilicio por copia
jiinin, i|ue foi-me dirigido pelo cnsul de S. M. It.
Blata cidads, aiiridecaiido por parla do governo de
sai dita m'geilade a V. S. e ai roais aulondadaa po-
liciaes os seus esloras para discobrir o assassino do
finado vice coiiiii Tilomas, dolan.
Daos 8*arda i V. 8.lieuvriiuto AdroiIo de Ma-
galblsi Taquee.Sr. Dr. ehee dt pulici.
lllm. e Eim. Sr. Racebi ordene de 8. Eir. o
conde Clareodou, mimatro doi negocio* elnngeiro,
de agradecer, am noroe do governo de S. M.i par
va de V. Eic, o litro. Sr.lr. Polycarpo Lopis da
l.eao, a ai euloridadei policiaee, por seus telvios 11
furtos para deleubrir o aisatnuo do lina lo vioe-con-
aul Sr. Thumai dolan ; a feliello-me de ier o ar-
(Ao de levar te eoubaeiniiulo diste senhoril loo-
vore lao bem merecidoi.
Aproteilo a oecaailo de olleracer a V. Ele. roeui
prolealc* de alia eliroi e cumule racao.
Ueo guarde a V. Ese, Cenaulado brilannico em
Peroambuco, 3 de oulubro de 1857. III. Eic.
Sr. BcDveoalo Auguito de Magalhaei Taquee, pie-
sidenle di provincia. Heurli|iio Angosto Cooper,
couaul.
Conforme.Franciico Loeio di Caelro.
Cooforme. O secretario, Rufino Aogutlo de Al-
meidi.
otario &e tyttnambuto.
O lempo, i refluao, as licoii do paitado, raa
idea maii justa c razoavel do que boa convem, do
que Doa pode elevar a urna alia espheri de grandea
importancia, lem failo desippareeer aa Iotas politi-
cu do piii ; ai animosidades e a intolerancia em
materias poltica lem doapparecido, e a opiniao se
val (ornando ananime para ,i rsaltsnc.a'o da ama or-
den) social mala perfeila e mais eompalivel com a
nvili9Sc<1o dos povut que nos preeederam.
lia maia de site nonos esU provincia tero Rolado
ila urna perfeila tranquilizarte. Ariquen publica e
particular lem (ido om grande desenvolvlmenlo, e o
presente annuocia ama prospefldade invejaval n'om
foturu qne nlo est mu remoto.
Entretanto depoia de algum diasse (em espalhado
nesta cidade boatos de perturbado de mcego pobli-
oo ; porem por mais que tendamos indagado os mo-
tivos au aa cansas que potsam prodmir semelhaiila
boatos, nao nos lew sido possivel deseobrir nm que
tenha om verd ijeiro fundamento. Com elTeilo, a
provincia marcha desasombradi, e a sol Iranquilli-
dade eada vez se loma maii firme. Aa rendas cres-
iim todos os dias; a confianza he admirsvel, urna
da prova maia evidentes dista confian;! he o giau-
da consumo que encontra no mercado a inmensa
quaalidade de productos importados e do paiz, a fa-
cilidade das Iransaecoea, e a ponloalidade dos tratos.
Por outro lado os partidos poltico, como ja das
sernos, esto muito modificado as mas ideas; e ten-
do desci lo das regies da ispeculijlo para as reali-
dades da vida, lod..s s (em um voto commum, que
lie promover os melhoramentos moraea e materia
do paiz ; nao ha um s que appelle hoja para a de-
sordena, por que lodos estflu convencidos de que com
semelhante meio nao ha gaolio posiivel, ludo sao
pardas; e se am ou oalro descomente apparecesse
que deaejasie e apregoane a perturbado, aegora-
mente nao encontrara sympalhia, licarii isolldo no
meio do rampo. As dorurai da pas que a provincia
desfrocla s3u geralmeule eiperimenladas pelo povo,
eremoa qae elle nio i( ha de querer trocar pelus
incommodo Inevilaveis da deeordem.
Tio pnaco nao pode servir de fundamento ta-
melhantss boatos a caresta dos gneros alimenticios.
Sabe toda a gente que a fall de firinha de mandi >-
ci e de uolroa gneros do paiz he devids em grande
eseali Jeslocac3o dos bracos que se occupavam com
a piodocc,ao distes gneros para os iribillms da estra-
da de ferro e para a planlac.30 da caooa, em razfio do
grande preeo i que lem chessdo e iseuear ; como
a proviucia nao lem recebido Botos bracos, resollou,
como eonseqoeocia necesseria, a alc.a do salario e a
falla de Irabelhadores para a pequen lavoora, que
era quem suppria os gneros de prodcelo indgena,
qual pequea lavoura, como se sabe, era explorada
pelos camponezes pobres, pois que os ricos em geral
a planlam canna algodao, e preferem comprar fa-
rinlia, milho, fejao, ele.
A caresta desees geoeros.issim como de todo mai-,
nao existe tornete entra nos; em todas as provincias
e em toda i Europa se observa o meamo phenomeno
depoia de certottmpo;e, em oosto conceilo, longe de
aer itlo um sigoal de miseria, he urna cooeequencia
da bam eatar social e material. He tbido que todas
as vezes que o consumo he manir que a prodcelo, a
alca dot precos he um retallado inevitavel, qoer a
reipeilo de un, dous, tres gneros de consumo, qoer
acerca da to ios os gneros oecessarios para satis
facSo da vida.
Assim, temos para nos, que esta lei econmica, re-
trularitidori de grande parte da aclividade humana
foi qae produzlo a careitia qoe se experimenta ge-
nlmenlt, e se eta circomstaoeia ne hoje lao eilra-
nhavel, em consequtocia do earacter de novidade
que iattignila,logo se (ornar um fado, ama condt-
io normal da sociedade. A grande offlcina social
esta sugaila a essas crises, que por oulru lado sao la-
tees, e nem a vontade, nem o poder do homem po-
den) embargar a soa maoifeatac.a'o.
Alguem attribue eases boatos A falla de moeda pa-
ra Irocos: mas ito nos parece am absurdo; poit que
he tbido qoe o governo lem mandado runfiar maior
quaotidade da moada de prata de um e de don mil
ieii do qae lem recolhids em notas de igual valor ;
e islo previ que o sugmsnlo do preco do talarlo tem
sugmentido a neceisidade dulas moedas. Paiece
que os criadores de gado us grandes agricultores
lie qae lem lirado o numerario em metal qae ippi-
rece no mercado ; os qoaet acreditando que asse-
dulis sio mais coiruptlveis, preferem guardar o ooro
a pnta. A pralica di aemclhanle preconeelto ht
qae naturalmtiilt lem retirado da circulando mol-
da metlica que te lem emimdo.
A' villa pon destat raiOst, lie fora de dovida que
iieubum elemenlo de desorden) ha netta cidtde, e
que a provincia marcha no caminho do progretso.
O Eim. Sr. prttidente e at demait autoridades me-
recem plena eonfianc,!, e velain euidadotamente no
liem litar moral e social da grande familia pernam-
bocana. Em llm, etlea boatos sAo dealiluidoi de fun-
damento, e estamos cirio qot a conlino.icAo di paz
e do aocugo qui temos gozado, ha tantos annos, ser
o detmeiiildo mais formal, que o lempo dar a al-
gum aluvoso que por venluri ot tenlia espilhido.
(fommunicai>0.
H hsrsa di manila a, lempo em qoe pur lodos poda
ser visto e observado.
Cbegando iquelle lugar, depois de conversar rom
lodos da mencionada familia e de algum descanso,
dirigia-me para o respectivo banheiro, diversas vezes
acompaiibado pelo lllm. Sr. capilAo Jos domas de
Almeida, que alli habitando, dignava-se de fazer-me
companliia ; indo sempre com os preparo necessa-
rij para o Inulto, criados ou escravos daquella re--
peitavil familia.
Em o da cima mencionado chegaram alli antes
de mim o lllm. Sr. Jos Rlbeiro de Brillo e sua
Esm. Sra. a quem pela prime ira vez Uve a honra de
seraprilintado, e depois de convlriarmm por al-
gum lempo em eompsohia da mais familia no lerra-
c,oque delta para o rio, vendo qae se ia fazendo lar-
da, conviitei io mismo Sr. par,) baDliarmo-no, au
que elle escusou-se por iudisposlo.
Eniao dingi-me s para o banheiro, visto nao
achar-se am casa e Sr. ctpilao Almeida, que toda-
va Mili.ni logo depois, ainda a lampo de presenciar
todo o occmrido, ordenando a familia aos criados qui
me acompanhassem com o leucol, bacia, ate.
A nenhum homem qoe faga uso de sma raro, se
podera jamis persuadir qoe um individuo que ai-
sim proceda, livesse em mente pralicar nesie ba-
nheiro algom acto illicilo, quanlo mais um qoe, ata-
cando a sociedade em sua origim, a familia, he jus-
tamente reprovado por eos 1 pelos homni, sobrl-
ludo sendo ese individuo um sacerdote, sanan
de coitumes puros, ao menos ainda nao perver-
tido.
Bem podera en ter-me aproiimado a porta do ba-
nheiro oiii todava aer considerado da imprudente,
porcm felizmente isio mismo n8o lave lugr, por-
qutnlo vendo, ainda mnilo de longe qae eilava oc-
cupado, por ettar sentada n porta ama criada ou
escrava, vidlei iminadiaumaute e me puz a eiperar
debaiio di urna arvora de frucla-pao, donde ira
viato por todaa a peisoas eom que eelive a conver-
tar no terrado da casa, e qui anda l se icha-
vim.
Nao obstante toda esta delicadeza de minli.i parle,
odemouio do came fez que sa dsse lodavia una
scena desagradaval que nao referirei, porque nao he
mea proposito aecu'ar nem censurar ningoem. l.i-
mitsr-roe-liti a appellar para a pessoas sopramen-
cionadas que presenciaram o facto, e mais para os
lllms. Srs. : Etm. brigadeiro l.oiz Antonio Pavilla,
I l)r. Pranc.sco liomes Velloso d'Albaqoerque l.ina,
os qaae poderAo ser consultados por quem quizer
convencer-se da verdade.
Alguma explieaces foram bastantes para acal-
mar e abrir os olhos a quem eslava ceg de colera,
esa tranquillo em minha conscieneia, conlinuei de
publico tiesta cidade at odia 1. do cnrrenle em
que. depois de liavdr celebrido missa na fortaleza
do Bru, part para o interior a tratar negocio
de ama pessoa pela qual mnito devo i oleras-
sir-me.
Perooilei no engenho Morenos, onde no dia se-
guinledisse misia de finados, parlindu depois para o
engenho Serrarla, foi cidade da Victoria, onde
estive 'ni caa do lllm. Sr. Dr. Jos Eiiippe de
Souza l>ao, juii de direilo da comarca, e dirigindo-
me no engenlio Malapiruma, prupriedade do lllm
Sr. eoronel llenrique Marques I jns, em cuja casa
eu o lllm. Sr. Dr. Francisco do Reg Barros Bar.
reto eslivemos hospedados am di, vollel pelo
mesmo engenho Morenos, no qaal hava deialo o
mea carro.
Foi ah, Sr. redaclere, que honlera, 8 do cor
rente, soubs de maneira revollanle pela qual liuha
eu aido calamniado, envenenando os meos inimigos
um facto j esquoci Ju por mim e creio que lambem
por lodos e quem elle poda locar, sam se lemlira-
rein qae nao s oHaodem-me, como lambem offen-
dem, e ainia oais en-ivelinentc, a pesaoas de re-
conhecida honeslidade que tem direilo a serem
poupadas escaladas.
Pela minha parle, ministro de um Dos de per-
dao, perdc aos mees calumniadores, limilando-mt
a Itmbrar-lbes o qoe diz o Divino Metlre :
Nio julgueis mal do leu proiimo, para nao se-
res julgado, pois com o juizo com que julgares,seria
Jalgado, e com a medida com qae medires, lambem
te med ,"i '.
Dinem-se, Srs. redactores, de publicar estas tos-
cas linha tragadal a' presta, certos de que nao pro-
Icslei mais cedo contra lao resoltante csilumnia, por-
que ihando-me, como dase, fon desla cidade a
tratar negocios do um amigo, i agora a ella re-
gressei.
Padre Antonio da Cuuha e Figoeredo.
Ilecife, 9 de novembro de 1857.
P. S. Sou informado de que us metis proprios i ni -
migaja' se retractaran! da aecosacAo calumniosa de
qae me def-irlo, (azendo-me lodavia oulraa sobre as
qoaes nada dire, vlslo que "ll'enrtendn-ine, nAo of-
teiidem possoas tio res|>eilaveis como a primeira.
rallipipedo, a d* um coue om pjraiulds, o a do urna
espbera em cubo.
IHppolijio Oadault.
Em re*post,i a ama rurreapondeucia do Sr. coro-
nel I,"lio, publicada ltimamente, si lianscrevi o
documento abano.
JoAu Uaplisla da Silva Manzuinho.
O inajor JoAu Baplisla ao Srs. oiciaes do nono batalivla du seu intrrinu
comiiiaudo, que o acompanliaram no da '20 > o cr-
reme mez, alim de irem euinprimeiiUr o Esm. pre-
ildeule da provincia, por toa posse, que Ibe declare
ao p deata, se se conformarart s aprovaram a ma-
neira porque o Sr. coronel, chefe de eslado maior
Francisco Joaquim Pereira l.obo dirigi a S. Eic. o
discurso de felIcilacAo, na primeira parle do qol
inoporlonaminle siguificoa resenlimenlos que diz
ter do governo por injusti^as que llie ha feiln ; ese
motlraram oa nAo desejo de lomara S. Eic. o Sr.
presidente alim de desvanecer-Ibe a deiagradavel
impres-fio que a lodos causoo semelhanls discurso ;
periniiiiu ln-nie que ti.;.i o uso qoe me convier de
suas resposlas. Oliuda, i~ de nutubro de ISJ7.
Jnao Baplista da Silva Manguinho.
lie virdade ludo que diz o Sr. major, s que Ihe
ped que era bom ir a S. Etc. desvanece-lo da desa-
gradavel impressAo daquelle discurso, com o qoal
nenhum di ims coocordoa pira de alguma forma
aos comprmeiter.
Olinda, 28 de uutobro de 1857.
Francisco Luiz Vnaes, capitAo fiscal do balalhao.
Itefiro-me a respuala cima.Feliz das Mercs
Muniz, alfrrss de seita companhia.
Hefiro-me a resposla retro.Evaristo Vieira Cs-
valcanii de Albu i'jcrque l.in-, alferes da quarta
companhia.
Kaliro-me a respoita retro.Jos Juaquim de Li-
ma Jnior, tenante da quarta companhia.
Itefiro-me a resposla relro.Francisco Alejandre
Dornellas, alferes da quinta companhia.
dem.Jos Elias de Vasconcellos, alfsres aju-
danle iuleriiio.
Kaliro-me a resposla rclro.Antonio Jos Con-
rado, alferes da quinta cumnanhia.
Kefiro-me a respoita relro.Jos Dias di Silv
Jnior, alfares da aetima companhia.
fr. 115,9009;. Os oniii'boa do eamlohoi di ferts
p-gam na raAo de Km fr. ,7is por amia ; os ca-
briolis, i>'> fr. [409-300) por anuo, ele. ; lodo pa-
gan) rouforme o lucros que tirain. pelo maior ou
menor numero de pessuas qae podem con tu/ir.
Conforme os clculos de Mr. Darry, liig'nheiro
em chefe da capital, verillcoaie qoe no anno de
ItSO a linha do baolevatd, desde o faubours de
Sanio Antonio alo i bnrrci'a da Estrella, era percor-
rida, am vinle e quatro horas, por setenla mil ve-
hculos. Em 1851, o movimenlo do passageirus na
islanes du canutillos de ferro foi de 13 miHi's: os
mnibus, no misino anuo, transportaran} 25.0.i5:.>87
ptasageiros; e, fiaslmenle, os vehieuloi de alutuel
de lodas as qnalidades, calculan to a 12 p'-s as por
dia, rada um delles Iransporlam aproiimadamtnte
18,113:">20 paisageiros. Ora, computando o movi-
menlo dos vehculos particulares, nao sera' ezage-
i.i in o calculo de Mr. llu-son, o qual avaha em 50
milhas o numero das pessoas que no decurso de ora
auno -Ao transportadas entra os difiranles pontos da
cidade ; sendo, i nrlano, o termo medio por d'a de
136:03b' pessoas qoe audam em vehculos.
V.m resultado deste grande movimenlo, que sug-
menla espaulosamente as daspazns com as calcadas,
o municipio pedio que o Eslado concorresse para
e-ta; despezas, e por decreto ne 12 de abril lie 1856,
se estabelacea qae o costeio das calcadas s sualim-
psia, he repartido entre o municipio o Estado.
O imposto sobre os caes prnduzio 413:810 fr.
,74,485,4800'. O imposto he o segomte : caes de cuja
e de estimado 10 fr. (IsSOO) por rada om ; caes de
goarda, 5 fr. .900 rt./ ; 38,693 caes de I010 foram
declarados no municipio, e3,19 da guarda. Houve
mais 506 qae nao foram declarados e pagaran) o im-
posto triplicado, e 19 decliraces inexactas, sujeilas
ao imposto dobrado.
Calculando a pnpnlaco da Paris, eanforme o re-
censeamenlo de 1S56, em 1,130:181 habitantes, se-
gne-se qoe de trila habitantes de Pars existe um
que tem cao, o que be muilu lisongeiro para a espe-
cie canina.
No anuo de 1856 houve em Paria 21.267 bitos
endo certo que a mnrlaldade lem diminuido uestes
ltimos aniius; em 1851 chegou a 35,056 bitos.
(Jornal do Commercio de Lisboa.11
Rio ilo Jan*lrn, bar-11 americana afloras, condu-
zio o irguinle : 1,361 borricas e 72 meias ditas
farinha de trigo.
KECEBtDOKIA DE RENDAS INTERNAS CE-
RAES DE PERNAMBl'CO.
Reudimenlodo dia 1 a 10. 8'903;I09
dem do da II....... 1:899:013
10:8025152
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimcnlo do dia I 10. 16:8IS?63I
Idim do dll II. ;..... 3:240/317
20:0588948
jjgWjjjjjjj* t0 gg^
Navio entrado no dia II.
Uurin 38 dias. brigue inglet oUreciana, de 140
toneladas, capilAo P. Legrus, equipaaem 10. car-
ga 2,070 barricas com bacalhao ; a Whalley Fors-
ter C. Perlenre a Jersey. Segu para Mtcei.
Navio sahidos no mesmo dia.
Porlos do SulVrpor nacional Perainunga, com-
mandanle o segundo lentnte Joaquim .Uves Mu-
ir..
Aci-racn' pelo Rio Grande do Nortellialc nacio-
nal uNovn Anglica, mestr Jos Joaqoim Alves
do Silva, carga fazendas e mais genero. Passa-
geiros, Porfirio Antonio do Amaral, A. Benlo da
Cosa, Gossel Bimun
Observa(lo.
A barca ingliza nQneena aegoio para llarbor
Graase, e mo pira Liverpool como se diste.
eMteti*.
tyubcacoes a pcoi<>>.
Eu, abaixo asigoado, declaro a face do mundo
scieniifico que leuho reolvido exactamente por meio
de oina proporclo geomtrica o problema da qoa-
dralura do circalo, o quil se dcmouslra por urna
figura inuito simple-.
Ja nuco contra mim levantar-te ama grande
celeuma,porem queme importa qua os ignorantes,
que nada enteul m dn materia, me trilem de louco,
quandoaesira loratn tratados ChrislovaoColombo com
a deacoberta do novo mondo, 8alomao de kraos com
a do vapor, Galileo qoando explicou o novo systema
planetario a lano outros grandes homens que nao
podiam ser cumprelieu Ji Jos por juiet lio incom-
pilentet '!
Nao quero com so por-me em parsllelo com
nenhuma deslas grandes capacidades, porque sou
muilo ignorante e smenle um simples ou ante-
feliz acaso guio-me na solucAo deste problema, al
hoje insoluvel,que lem sido o esc llm contra o qual
moitas intelligencias superiores lera naufragado.
Nao labero esses zoilos invejosos qua mullas des-
cobertas importantes foram devidas ao acaso, e que
nm ceg tambera podi adiar um Ihesouro, iuvisivel
para todos os olhos 1
Pois senao sabem,devetn calar-se para nAo irem
lllm. e Evm. Sr. Presidente.O ci.ladAos abai-
so asaignado, moradores nol. drstricto da fregoe-
zia de .Nossa Senliora do O' do Allinho, lermo e co-
marca da cidade de Caroaru', d'esla heroica Provin-
cia de Pernimboco, asando do direilo que Ihes con-
fere a consliluicAo do estado 110 titulo 8., art. 179 e
s 311, sobmissos e reapeitusos. vem peranle V. Esc.
reclamar contra a inopinada nomeaeao do cidadau
Joaquim B'Silio de Barro, para o lugar de subde-
legado d'este districlo, e a incompatibilidades que
epresenUm para qoe elle n3o possa exercer tal em-
prego, sAo as seguintes :
O seu nimio paupeiismo ; nAo Ier domicilio em
parte algama ; nAo pussuir nada de que tire algum
lacro para pastar, nao Ier ollcio, negocio, emprego,
oa oolro qualqoer meio honesto de vida, de que
subsista ; viver sera respeito, sem amizades, e lem
conceilo : (no eslado presente, o reclamado he nm
verdadeiro mendigo, avenlureiro e vagabundo) logo
pois.Exm. Sr.,que polica podera' fazer un diilrielo,
om tal subdelegado ".' V. Exc. em sua alia sabidu-
ra, uielhor que as reclamantes o ajuizara': vem por
0 diitricto anda em maiores conflictos de intrigas,
1 cada vez peoir em polica, com os teus patronatos,
para assim poder tirar algum lucro de que possa
viver.
Sao astas, E\m. Sr., as razei em qae se fundim
os reclamantes que, baseados na imparcial josttea e
considerarlo de V. Esc confiara que a bem do so-
reg e Iranquilidade publica d'este diilriclo, ae dig-
nare remover urna til immeicAo; e espenm- II. M.
Allinho, 15 de selerobro de" 1857.
Dioniziu Kodrigacs Jacobina, eleilor, 1. juiz di paz,
e delegado litlerario.
Jos Pacheco Alvet de Cont, capitao da guarda na-
cional, s 2. juiz de pai.
Antonio Alves da Coila Coulo, alferes da goarda na-
cional, e 3. juiz de paz.
Jos Germano dos Santos, eleitor, e 4. juii de paz.
Malina Jos de FiIllas, eleitor.
Antonio Gome d Silva, eleitor.
Anlonio Gomes Ribeiro, t. sargento da guarda na-
cional ds Bezerra.
Anlonio 11 .ni; iises de Sooia.
\i ni,i.-| Thom Alve de Coolo, eleilor, e 2. sargen-
lo da guarda nacional da reserva.
Verissimo Ferreir de Moraet, eleilor.
Juaquim Pereira da bilva Doro, subdelegado 5. sup-
I lento do districlo.
Jo3o Fsancisco de Azevedo e Silva, sobdelegado, i.
upplente do districlo.
Francisco Simao de Macerin.
Agoilinho Teixeira de Reg.
Francisco Teixeira de Paulo.
Jos de Coato Pacheco.
Jos Correa de Menezes.
Jola Francisco de Moraes.
Eteva<> Ferreira Colladiuho.
Guilhermino llezerra da Silva, capilAo inte-
rioo da 5. compnnhia da guarda nacional.
Manuel Francisco do Nascimento, companhas de
crdenan^as.
Aoreliano de Barro Correa, sargento da 5. compa-
nhia da suarda nacional.
Joaquim M .noel Oliveira Silva, escri\3o do juiz de
prz.
Francisco Joaquim de Beoevides Nelto.
Jos Luiz de M celo.
V,Alves de Oliveira.
loin.*m43.
PRAVA RO RECIFE|II DE NOVEMBRO AS
3 HORAS OA TARDE.
Colaep oflieiaes.
Descont de letras9 0|0 ao anno.
Assucar mascavado 20650 al 2tr}680 por arioba
cora sacco.
'P. Borges, presidente interino.
L. Dubourcq Junior.secretarlo interino.
CAMBIOS
Sobre Londret, 27 1|2 d. a 60 d.
Pars, 346 rt. por fr.
c Lisboa, 92 por % de premio.
c Rio de Janeiro, 2 por 0|0 de descont.
AceAu do banco 50 por cinto de dividendo por con
la do vendedor.
companhia de Beberibe 60&000 por acc.ao
s 11 companhia Pemombucana ao par.
s s Ulilidade Publica, 30 purceolodl pramio.
ludemuisadora. 61 ideax.
a da estrada de ferro 20 por O10 dilprimio
Disconto de leltras, de 8 a 9 por cenlo.
Acc.5es do Banco, 40 a 45 de premio.
Ouro.lineas hespiuholis. 29)1500 a 309010
Moedas di 65i00 vilhas
a 6*v400 novas
s s 4a000. .
Prata.Patacet bratileiros. .
Pesos eolumnarias. .
mexicanos. .
ALFANDEGA.
endimenlo do d a 1 a 10. .
dem do dia 11......
169000
I69OOO
9*000
290OO
29000
1{860
192:41293.51
29:0585B8
22l:470j942
Descarregim hoj 12 de novembro.
Haca ingieraMalhildefazendas.
Brigue inglezExcelciondem.
Patacho hsniburguezMaradem.
Barca luglezaBonitalachas ds Ierro.
Patacho americanoJames B. Genrgebacalhao.
Barca DglezaMidasdem.
Brigoe ingtciTitaniadem.
Brigue porloguezEncantadorbacalhao.
Patacho sardoMaratarinha, balates e papel.
Barca americanaRoeborkfarinha.
MOVMENT DA ALFANDEGA.
voluntes entrados com faaiUOM ....
com geniros
Volomis sahidos
com fazendas
com gneros
Total
Total
361
238
599
206
13
219
N>
&ancDioc
CASAMENTO A GALOPE.
O Correio dos Eslados-I.'nidos conln seguinte
ancdota, que tile allirma ier exacta, Ier occorrido
no E-tado di Texai.
K 1 ni mancebo apaixonou-ie por urna menina qoe
Ihe corresponda eom igual extremo ; itabos reol-
veram conlrahir os sintos li(os do matrimonio, tem
embargo da opposicao de ssus pais. Coucerlaram-se
as pisadas d asno,como fez ootro animaltjo qae por onl um saeenole, e no dia e hora aprazada, moo-
u'um peno afogou-se. laram lodos a ravallo para irem celebrar o malrimo-
qual brava i distan-
Se bero qoe eatranho ao que si pissa na icloali-
dadt; ii bim que indifTeranli a este viver da hoje,
que ipplmdem boos patrila! ; nao au estranho
nem tndifferenle ao paliado; o presente he dos rays-
lilicadores, o passado he de lodos.
O tea -< Di ann ds hoje, ssnhorsi redactores, pu-
blicando um trtigoito do periodice que ie publica
em Lisboa sobre o litloRe e Ordem titulo qoe
t tcha tenlido as uihilidadet da ama po itica cav
lusa, provoeou-ms, e eipero que amanhaa publique
ule mea protesto.
Nada lenho com os louvom prodigalisados ao
Etm. Sr. general Jos Joaquim Coilho, historia
era lempo dir' verdad! de todos, mu proletto
contra a aiievec,ao de nacionaei e ealrangeiroi
devsrem a vida e fazenda em 1836 1 1837, e em
1818 a 1819 ao Sr. general Coelho.
O earacter dos revolucionsriot britileiros isla
minio superior a taes loiulloi, nem Bahianot, nem
l'eroambsenno! err. poca algama revolucionaria se
lem constituido atiatiinot a ladroes, uto he, lalroci-
nadores.
Na latas civis a morle od combata leal, sempre
se deu em toda 1 parle ; i em Purtugal, i na Des-
palilla em suas lula civil se lem dado icios de tel-
vagismo, di cinibiliimo, s finalmente nesta Euro-
pa, que se diz culta e civilitada.
Grasas a Deot os revolucionario brisileiros em
luds as pocas, aqoi, na Bshia, no Rio Grande du
>ul, am Mina, San Saalo s por toda 1 parle onde
a dora mceatidads di tituasAo os obngon a ricorrer
10 jaizo de Dos, i lem a magoar-se do extremosa
que foram levados, e nanea a conscieneia os icco-
ssra' ds am seto irregular.
Desde qae me preoderam 1 me iniulliram nos pa-
fss da fragata aParsgoasrii>, lenho sempre protes-
Isdo contri os calumniadores dn gloriosa revolur.li.
ds novembro da 1848; piovoquei seropri ios ca-
luiODiedores para not aecusaiem ds am acto vil, 10-
mei tomo responssbildsds delle ; lojeilti-me e
ujcito-nie a respectiva acrao criminal; quero res-
ponder por cada om que apreiinlsm ; s recoaram e
ecuaiAo sempre.
Avionio Borges da Fanseca.
Recife 11 de novembro de 1847.
iiso cabio 1
Porlanto aconselharei a esses juizes, qae por forja
querem ter juizo, que nao me condemnem antes de
me ter ouvido para nao serem vardadeiros loucos,
como foram aquellos que condemiiaram u pluloso-
pho Scrates, quaudo este quiz provar a verdade.ds
immorlalidads da alma.
Para provar entra verdade nAo menos incontesla-
vel, lambem lenho dado mais que sullcientes, pe-
ranls os quses nao lie potslvel recuar sob pena de
oegir-se a propria evidencia ; e comlado apezar de
toda a cerleza e convirsAo que me lem dado a ex-
periencia e multas provas repelida, peino a vezei
esi,ir debaixo da inlloencia maligna de algum le-
nho, assemelhaodo-ine so deigrasado que leudo
adiado um tbnooro, alirar \--e com elle e ainda as-
sim duvida daquillo que v a loca.
Porem ja nao he ama illusAo, e depois de cinco
anuos de trebalho ai vezei interrumpido, nSo' devo
mai davidar da verdade, porque isso seria duvidar
da propriB geometra.
Ampere.v grande physico geomelra diise: (loe nm
prob ema bem eslabelrcido,! esU'quasi resulvidn ;
lugo na 1 ha pruhlema de geomclria que seja impoisi-
vel e vislo haver soluses muito apronmadis da qua-
dralora do circulo, lu po-sivel chegar-se a exac-
lidAo.
E para que proeorarnm dif-ul lade onde real-
mente nao exista '.' Serii para demonstrar que as pe-
quena can-, produzem grandes efleitot'.' Sa assim
he, 11S0 he culpa minha, porque na verdade nada
he mais simplea do que reduiir s rea de um circolo
a urna superficie quadrada equivalente, solucao 13o
simples quanlo hi dobrar-se o quadrado pelo lado
da hypolhenusa, que 110 lempo de Pilbagoras era
am no gordio, o qual lodavia foi corlado por este
philosopho.
Para vollar a quesiao direi : (jue ha ama solusao
graphica muila aproximada da reclilt:ca 1 da cir-
cumferencia.que vem a ier a da qualiatura do cir-
culo, cuja solucAo he a segoiole :
No circulo dado t-
rem-se dous dismelros
perpeudiculdiei A Be
C D. Toma-se o arco
[C E 60 groi igual ao
'lio. Prolongae O E
P e lev-e o rain tres
vezei de O em Fe eu-
13o a hypblhenusa F
B. he igual a meii clr-
com dilloreuea de seiscenlas milleii-
Srs. redactores.Victima da mal revollanle ca"
inr.ni.i, h.io de permiltir Vmc-. qua recorra ao
seu acreditado a Diario., para aprtaiiilsr ao poblico
a minha difeza, nao smenle por amor ds minha
repulacao, lenAo lambem, e sobre ludo, porque o
facto que me be imputado prejudica sobre modo a
leic; ros e alo etcandtliia a lociedade.
Posto que en lenha a saliifacAo de poder dizer qoe
nanea ollen h a pesua alguma e sntei hija lempre
procurado faier o bem que posto ao mea prximo.
*>uem por i'io deixo de l*r inimigos e inimigos desleues
o rancoroios qoe rae odam, unt porque nao tioho
querido transigir com ellei sobre ot dev eres do cargo
de vigario ger.il que ixerto, e oiitrot pela culpa gra-
vissima de ter eo im.A. do Sr. cunselheiro Jos
Benlo.
Taes homens, vendo bal lados lodos os esforcos que
bao feilo para desacredilar-me, j.'i injuriando-m, ji
mesmo calumnian lo-roe em urna fdhs aqu poblica-
di, aproviilsram a circamslincia d estar eu ausen-
te, para envenenar um tarto occorrido no dia 23 do
pastado, em am doi arrabal le. deslt cidade em pre-
aenea de pessoat honesta, tim de verein se dtsla
.tita consegaam perder-me n 1 opn 8o publica ; mas
felizmente tal tem sido o iiimi comportumeiito, qoe
eslou convencido de que seus damnados intentos se-
i.m todos aiallogratos, e o qua maia forlalece-me
nesta cunvic(Ao, he vir que h unen, respeilave n4o
trepilaram em protestar por esls nitsmo Diario
contra 13o alroi columnia.
Aconselhando-mt os mediros o oso de bauhossa-
lobros, ia-ot eu lomar com toda poblicidade no si-
lio do Cajatiro, eom eojo fimilii lenho a honre ds
cumfereucia
mas parles.
Pelo que vemos, temos om triangulo rectngulo
cuja Buperfi'ie he ponro man oa minos gusl ,1 rea
do circolo ; porem se este circulo a este triangulo
furem feilos em urna chapa de metal que lenha a
mesma espessura em (odas ai ponas, corlados am-
bos pelos riscus, pesara' o circalo mais que o trian-
gulo, donde t9 legue que as suas superficies nao
sao iguaes.
Esta solusao nAo be 13o simples quanlo he a
minha que, iein de demouslrar-se por urna futura
da mu fcil comprehenao, lem a vanlagem de ser
resolv la por nina proi relo, cujo quarto lermo he
o lado do qoadrado que te procura. Nao posso por
ora ser maieiplicilo,e em occasiAo opporluna drsen-
volyerei a minha Ihese.
L'sque huc venio el non procedo amplius : "-
mnl posso demomliar phyicameme,ile raodu que
ee me derem una chapa de"melsl com as mismas
condices cima fisto he,mesma espeisora em lodos
o poni) e que nells lenha deac ipto um circulo
qmlquer, no resto da chapa Iricarsl om qua-
dridu que sendo cortado pilo rlseo, acuna, como o
circulo, pesarAo igualmente tanlo quanlo permillir
a perfeisao da h: l-nca ; dondelconclun que aendo
elle iguass 110 peso, igaaet na superficie sSo viste
que a chapa he igoal em todos os seils pontos.
Se iilgora incrdulo ainda duvida deslis provas,
dave tambero davidar que o qoadrado formado
sobre a liypothenusa seja o duplo do primuro,
vrslo que sendo lambem fe lo em urna chapa
corladus pelos riicnt, pesara' o grande tanto como
o dous pequeos ; pelo qus se vi1 que urna
cousa he conseqsencia da nutra, e dado o caso
que nAo seja vacio, havera' sempre a maior
a|.rnv'm:iuii> potlivel.
H i-n, pois, qus sao se aJmirrin por Uo pur',
porque foi o ego qau nas lievas profundas da mi-
nha ignorancia, acenli um facho luminoso, que a
cada passo moslrou -m novas maravrlhai.conseqoeu-
nio na quinta de una amigo,
cia de urnas dez militas.
Apenas partirn], logo a sua fuga foi sabida. O
pai da menina monta a cavallo tambera, e, acompa-
nhado por pareules a criados, corren) todos a desfi-
lada em seguimenlo dos fugitivos. Estes, como he
de suppor, iam sempre de ouvido a' escuta, ape-
nas viram qoe erain persiguidos, metieran) esporas
aos cavallis, que parliram a lodo o galope.
Infelizmente para os amantes, os que iam un seu
alcance tiuliam melhoras cavallos, e por coiissguinte
gauliavam terreno same elles, e era evidente que
nesta rarreira disespsrada o amor nao linha azas bas-
tante velozes para escapar &' porsi-gu oAn palerual.
Nists apello, a noiva leve una feliz lembranoa :
Reverendo exclama ella dirigiodo-se ao sa-
cerdote, se podcseis casar-nos mesmo assim como
vamos galopandu ?
0 clrigo cavalleiro naluralmenle em soa cons-
cieneia enteudcu que poda auiiuir aos desejos da
noiva sem alropellar os devore- do seu ministerio ;
por conseguinle proceden t' ceremonia, indo de en-
volla com at resas as e-pora las e as apostrophes ao
cavallo.
Vimo a islo! Avie-se bradava o noivo, que
ja' ouvia o tropear dus.cavallos dos seus persegui-
dores.
John N...... diste o ministro, queris receber
Jarre I) pur vossa legitima mulhtr (esporada) a Beliy
Sim sim respondeu o noivo, dando ama
chiculada na anca do cavallo do miuislro.
E vos, pro(guio o ministro, e v Belsy enlAo
o diabo do cavallo nao me ia deiliudo ao chAo I
queris receber por marido.....
Sim sim '. bradou Belsy sem esperar que o
ministro ocabasse a pergunla.
John aproximou o seu cavallo do de Bel), e sem
moderar o galope em que ia, mellen o anuel no de-
do que a nuiva Ihe eslendeu. E feilo islo, o sacerdu-
te abens"ou-os, e declsrou o casados.
Ja' era lempo, porque o pai da noiva chigou na
occasiAu em que acabava a ciremonia nupcial, e a-
garrou as redeas do cavallo de Itetsy. Ao principio
foi grande a sua indignaran, e chegou a puchar de
ama pistola que lr.1y.1a uo cinto. Mas a lillia cuneo
a elle, dizenuo-lhs :
(hiendo papa' En(3o quer malar o pai doi
seos netos !....
' O pai recoou estupefacto.
.... Dos seus uelos futuros, diise ella, eoucluin-
do a pbrase, e acariciando o indigna lo autor dos seu
da.
Cihio-lhe a pislola da n>3o ; a scena, que pareca
1 irnar-.e fuuebremcnle dramtica, auabou por um
abiaeu geral.
IMP0RTA5A0,
Patacho dinamarqoez Manan vindo de llamhor-
*o, consignado 1 II. Bruon & C, roanilestou o -
guinto :
102 caitas e 4 fardos hiendas de algodao, do li-
aba, de la, de seda e mixtas, chapeos bonetes etc.,
6 caitas agulhai, 5 ditas espelhos, 31 ditas miude-
zas, 4 dilai couros, 50 ditas queijos, 1 dita charulus,
4 dilai e 1 embrulho papel, 10 barricas a 2 caixas
lerragens, 100 bam cimento ; hoi coniignalanos.
16 caixas fazendas de la, de algodao, de dito e Id,
meias e luvas de algodao, 41 ditas e 6 barricas nnu-
dezas e ferragms. 2 caixai couro de lastre, 1 dita
hvros, 3 embrulhos, 1 picote e 2 caixis atnostris; a
limni, Mousen ^ Vinaisa.
2 caiva- fazendas de algodao, 20 bar lis agoardenle;
a D. Alvet Malheui.
IDO caixaa velaa, K ditas s 3 fardos fazendas de li-
ndo, de la, de dila e aeda, litas e dita, cama, cha-
rutos, livroa, Unta, 3 embrulhos e I caixt ami
Iras ; a J. keller & C.
15 caixas espelhos, 5 ditas limas, 1 dila boles, 2
barra dedaes; a S. P. Johnslon & C.
2 caias oleado ; a Chrislianni (\ IrmSo.
I caixa fazendas de algodao, 1 dita chales, colle-
(es e faiendas pira cairas, 1 dila oleado, 1 dila obras
de papel, 2 dilai perfumara!, 1 dita vidroi, 2 ditas
ealunga ; s T. T. Bastos.
1 caixa fazendas da la, 1 dila miudezas, 1 dila
drogas, 1 din pregos, 2 birticas obras de malilra, 1
fardo oleado ; a ordem.
52 caixas vidros ; a E. J. dos Sanios Andrade.
2 pacotrg papis ; a Rolhe, Bidoulae ,\ C.
Barca americana Cora, vinda da Kiehmmi <, consi-
gnada Ileory Forlus & C, manifeslna o se-
gomte :
3715 barricas 370 meiis ditas farinhi di Irigo ;
aos meimos.
Milla nacional Capibaribe, vindo do Assii, con-
signado a L. II. de Cerqueira ; msnifeiloo o se-
gurle :
470 coaros curtidos; a Jos Fortunato dot San-
los_.
79 arrobas e 8 libras de cera di carnauba ; a A.
G. C. e Silva.
50 ditos c 8 ditos de dito ; a Jos A. da C. Ir-
mAos.
1 cooro espichado de boi, 1 barriquinha pixe, 1
dilo e 1 caxAo com 4,000 ovos ; a Manoel Florencio
Alves ds Moraes.
105 alqueires de sil, :180 mullios de pilha, 8 coaros
curtidos, 3 ditos cabello, 4 dilos de boi espichado ; a
ordem.
Barca americana Roebork. vinda de Richmonl,
consignada a Rostron ilooktr i\ C, maniletou o
seguinte :
.1:1.10 barricas e 309 mtias ditas farinha de trigo,
130 caixa cadeiras ; os mesmos.
Palaclioismehcaiio James George, vindo de Terra
Nova, consignado! James Crabrelt A; C. manifti-
loo o isgoinle :
2 960 barricas bacalhao ; aos metmos.
Barca infiera Midas, viuda de Tern Nova, consi-
gnado a Whalely Porsler iS, C, mauifestoa o se-
guinte :
3,000 barrica bacalhao ; ao mesmo.
Brigue inglez Tilania, vindo de Berra Nova, a Jo-
bn-lnii Paler, menifrslou e seguinte :
2,:I82 barncai. ha- alhao ; aos mesmos.
Bngus porloguez oEncantador. vindo de I irra No-
va, s Thomaz de Aqoino Fonseca, manifeitoa o
segointe :
2,366 buricas bacalhio ; aos meimos.
CONSULADO GERAL.
Kendimenlo do dia I a 10. 28ti99077
dem do dii 41....... 1:45*29206
Por ordem do governo imperial sSo
convidados para alistamento voluntario os
individuos que quizerem servir nas iileiras
do exercito, e faz-se constar o seguinte :
1. Os voluntarios servirSo 6 anuos
2. Os recrutsdosserviro 9 annos.
3. Aos. voluntarios, alem do respectivo
sold, e mais meio sold de primeira prac,a,
se dar a gratiFicac^o de 3(09 rs.
* Se os voluntario ja tiverem servido no
exercito pelo tempo marcado na lei, a gra-
tificarlo ser de 400** rs.
5" as gratilicar;Oes serSo pagas em pres
ta^Oes, sendo a pr.rmetra da quinta parte no
acto do alistamento, e o restante em 72 pres-
tacoes meDsaes, correspondentes ao tempo
que tiverem de servir.
Cidade do Recife 7 de novembro de 1857.
Eu Francisco Ignacio deAttvyde, no im-
pedimento do escrivSo do jury o subscrevl.
Silvino Cavalcanti de Albuquerquc, juiz
de direito interino da primeira vara, encar-
regado do recrutameuto das pravas do exei-
cilo.
O Dr. SebistiSo do Reg Barros de Lcenla,
juiz de orphSos e ausentes da cidade do
Recife e seu termo, por S. M. 1. eC, que
Dos guarde etc.
Fago saber que em praga publica deste
JUizo, se ta de arrematar, finios os dias da
lei, duis d oradas de casas de sobrado, sitas
na estrada da Maglaiena, urna das quses faz
esquina com a estrada dos Remedios ; e as-
sim tambem dous terrenos com alicerces,
um delles para du?s casas, nos fundos dos
ditos sobrados, conforme o escrito que se
ach em mSo do Porteiro deste juizo, Amaro
AntoDiode l'arias, e esses bens vflopraca
requerimento de Manoel Antonio de Jess,
administrador da massa do finado Joaquim
Antonio Ferreira de Vasconcellos Recife
de novembro de 1857.-EU Floriano Correa
Je Brito, escrivSo, o fiz escrever
SebasliSo do Reg Barns de Laceria.
--7 O lllm Sr. inspector da thesou'. .ia
provincial, em cumprimento da ordem do
Exin Sr. presidenlo da provincia, manda
fazer publico, que no dia 10 de dezembto
prximo vindouro, perante a junta da fa-
zerula ua mesma thesouraria se ha de ane-
malar, a quem mais der, a taxa das barrei-
ras ua ponte do Mmguinlio e da estrada da
t-apunga, avaliadas aonualmente cada urna
em 5:*755 rs.
As arrematacOes serSo feitas por lempo de
30 mozes, a conlt r do 1. de Janeiro do 1858,
a 30 de junho de 1860.
As pessoas que se propozerem a esta arre-
matadlo comparceam na sala das sessOes da
mesma junta no dia cima declarado pelo
meio dia coa pclcnlemente habilitadas, com
suas propostas cm caria fechada.
E para con.star se n andou afiliar o presen-
te e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Perna mbuco 10 de noven bro de 1857. O se-
cetario, A. F. ita AnnunciacSo.
O Dr. Alvaro Barbalho Uchoa Cavalcanti,
juiz privativo dos feitos da fazenda desta
provincia, por S M, imperial etc.
Fuco saber aos qne o presente virem, quo
tendo sido declarado vago por decreto de 12
de outubro prximo passado, o ofJicio de
escrivSo dos feitos da fazenda nacional des-
ta provincia, com a clausula, de quem for
nomeado prestar a Pedro Jos Lardoso a
tercii parte do rendimento do mesmo ofli-
Cio, sSo convidados os pretendentes a-
presentarem os seus requeiimentos docu-
mentados na forma do decreto n. 817 de 30
de agosto dn 1851, no prazo de 60 das con-
tados da data deste ; e para constar man-
dei passar o presente, que sera aflixado no
luga' do costume, e publicado pela im-
prensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife,
aos 11 de novembro de 1857. Eu Manoel
Polycarpo Moreira de Azevedo, escrivao in-
terino o escrevi.
Alvaro Barbalbo L'choa Cavalcanti.
re accionistas aao prevenido! de que ao
tomata' qualquer reaolucStO com o nu-
mero de votos prsenles, segnndo o art.
auditivo ao l dos estatutos.
Escriptoi'io da companhia do Bebe-
ribe 10 de novembro de 1857.O secre-
tario, (luillicrmc Selte.
Pjla secretaria di direclnria ceral da inslruc(3o
publica da nrntiurii, faa/se constar a qutm inle-
nisir, que etl marcado pilo Sr. director geral in-
terine o dia 12 do correnle para Ier lunar o concur-
so as eideirat vasas |>an o sexo feminino em Seri-
nhaem, Limoeiro, e povoaclo de .N. 8. do O' da l|>u-
joes,
Secreliria lobredita 10 de novembro de 18.">7.O
ecretaro, Francisco Pereira Freir.
r justificado a posse do escravo Antonio, na-
cSo Congo, idade 35 I *0 innos, como ha-
via requerido a esta adnliniStracSo em 12 de
Janeiro do correnle anno, cujo escravo a-
cha-se recolhiJo ao deposito geral como
bem de evento, o a (ministra tor interino
do consulado provincial fsz publico, que o
mencionado escravo dever ser arrematado
no da t6 do correnle tnez, visto em data de
12 de novembro do anno prximo passado I
ter-se chamado por 60 dias a pessoa que ao
dito escravo livesse direito, como determina
o art. 3 do regulamento de 17 dejulhode
1852. Mesa do consolado provincial 11 de
novembro de 1857. Pelo administrador/
l'lieodoro Machado Freir Pereira da Silva.'
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
Por esta secretaria se faz publico, que nal
data infra foi inscripto no llvro da matricu-
la dos commercanles o Sr. Manoel Antonio
Supardo, cidadSo portuguez, de 36 anuos de
idade, con m'reante de fazendas seccas e
gneros do paiz, em grosso e a retalho, na
cidade de Macei, provincia de Alagoas. S-
cetaria do tribunal do commercio da pro-
vincia de Pernambuco 11 de novembro de
Compaiiliia Pernambu-
(ian*.
O vipor nacional olgairaiia, lahira' pira 01
poilos do norli de loa escala no d 13 do correnle,
retaba carga para a Granja. Acara, s Ceara' lio dii
< e V, para o ararais A-i no dia 10 e pan I'a-
rilnba a Rio 1,rinde no da ti ; ol conhecimeuloi
deverao ser entregue na gerencia cora os despacho!,
os qoaes o, r.rregsdoret recebero ni.ignadot no
da 13. A carga sera' depositada no armaiem da
companhia. &o te rtcebem' raiga para oa dill'.reu-
lei poMoi, senao nos dias cima mircidoi com 01
complenle! intuios dos poilus do itu destino
COMPANHIA
e iiavco'atyo a vapor
Hmnburgo brasileira.
Espera-se de Soolhampton al o dia 15 a provi-
velmenl
na
... mi-mi i u.,ui rui di u
Aracaty.
no dia 12, o vapor hambargoei oTiuto-
e aepols da demora do costme seguir' para
1857 Dr. AprigioGuimarSes, Ollicial maior. a Babia s Bio de Janeiro; qualquer infoimacao eom
l'el.i in-pccr.ui do ar-enal de mannha te fai agenln N. O. Bieber T C.,oi rui di Crot n. 4.
publico, que felus no vapor ulgoarassi'iu da Com-,
panliia lVrnaint mana de navegac,Ao costeira, na I
conformidade do disposlo no regulamento acompi-i
nhando o decreto n. 1321 de 5 de ftteieiro do 1851,1 Cc,0. _, 1
os uamet no respectivo caico, machinas, cildeins, 1 m.,B COm Dr6vidade O hiatc sCorrclO do
apparelho, maslreajao, velime, amarras e ancoras,' nor ; para carga e passageiros, trala-se
choa a commissao lunn islo sm bom estado, por com .caetano Cyriaco da C. M na ra da
cujo motivo foi unanimente de perecer que poda 1 Cadeia do Recife n. 9.
fazer a iin, para a qual de prsenle se destina.
Inspectora do arsenal de marmita de Peruambu-
co. em 11 de novembro de I87.O inspector, Eli- I
siario Anlonio do Sanios
DE
SANTA ISABEL
19." RECITA DI ISSeUlfaU
M
EMPREZAGERMANO.
QUINTA-FE1RA 12 DE NOVEMBRO DE 1857
s ibir.i a icena o sempre moilo bem recebido drama
1111 5 actos :
'1 er mi nar i o eipeclaculo com a graciosa com Ju im
um icio :
o mi; 110.
PAItA RIO
DE
tf&sraasicDt
BRIGUE DAMAO".
Vai seguir com toda brevidtde o brigue
nacional Uamao, bem conhectdo pela brevl-
dadede suas viagens, e classilica lo o pri-
meiro na carreira paraaquelle porto : quem
nelle quizer carregarou ir de paasagem,en-
lenda-se com os consignatarios Fernandos
A Filnos, ra da Cadeia do Recife.
2*liK0.
O blhatsi acham-te
tbealro.
Principiara as 8 horas.
venda no ascriptorio do
Baile popular
di;
Mascaras e phmitasia.
NO
PALACETE DA RA DA PRAIA,
Domingo 15 de novembro.
A pedido de varios amadores, llavera bai-
le ueste da, os carias de iogresso esta a venda no lugar do costume 00 dia do di-
vertimento, que deve terminar as 2 horas;
os seuhores que asslgnaram para o diverli-
niento particular, podem nesle dia procu-
rar os seus cartees em poder do Sr. meslre
Ma.
3ft>i$i>$ ^ti$fe*0#.
33:2815283
O MUNICIPIO DE PARS.
A rereila total da municipalidade de Varis em
185b foi de 136.338:530 fr. r2l,.oo coulos), a dei-
pea de 103,985:055 ,lc,700 cotilos;.
Os imposltis niuniripaes .iiclroi rrnderam..........
5,M)i:088 fr. ;S,080 conlo;, havendo am etceito de
mais de 3 miihoes de friucus sobre o rendimento de
1853, apezar da grande allluenria de estraogeiros
que uestes ltimos annos houve a Paris, por cauta
da Eipn-ic.iii Uahrenal.
O municipio, alem dos imposlos cobrados nal bar-
reiras, recebe mais om direito ad valorem sobre
ludos os objecloi de cousumn, vendidos nos merca-
dos, que he de II r. a 2 c. 1|2 por 100.
Os parisienses cousnmiram UOO.OOO fr. (IG2con-
tos, de peixe d'agua doce; 1,879:21)3 fr. (338 coli-
tis de ostra ; ,701:477 fr. ,1.577 contvt, de peite
do mar ; e 1li,S2l:30ll fr. 3,028 conloa) de aves e de
car- ; 8S73:1.")2 fr. ,1.600 eolitos d'ovns ; 18 Uli-
lln'i-s de francas ,:!,2o conlos) de manleiga.
\ rereila figura tambem o i rmluctn das rendas
dos lugare nos mercados. conloa. Eta renda vem a er paga por cada metro
qae occapnn o lugares, e par da. Ha sm I'arrs
trinla e Uei mercados, e a renda vria cotiforine :i
in.portancia du lugar e a ualurcia .dos gemros que
se vjMii'em.
l'agsm direitoi, qje recebe o municipio de Par,
a medicfto das pedral, as licent; para couSlruCii.es
e pajanipoloi, e o seu producto he avultado.
A receita proveniente dus tslabalecimanlos h\-
driultco he lambem consideravel ; tubro a mais de
2t>0 coulo. Os senhorios boje sAo obngadoi nas no-
vas cmislroci.oes 11 Irrem agua nos predios, a' dispo-
siro dns eus inquilios.
Tudo o vehculos que estacionan) nat priija pu-
blicas pagam om direito ao municipio, que rendeu
DIVERSAS PROVIBCIAS.
Rendimento do da I a 10. .
Idun do dia II.......
819J370
9
8198370
ca desla suluc,Sr?, que Ini a redocro qnadrada de parlo de 100 cont. A compauhia geral do nmni-
eutreiur taUcdis de amiiidi; nao noile, mai peUsi qualqqer lector de circulo, a de um ej liodro em pa-j bu pigou ptU eiia<;ao de 3-Vj cirroagen, 610,000
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA asESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
II DE NOVEMBrO DE 1857.
I.iverpooiGalera nidria allennioDen, Paln Nash
& C, 50 uceas algodao.
LiverpoolHrisae inglez olcen, Joo da Caoba
Wauderley, Mk) saceos issocar mascavado.
Baenus-A>resBrigue inglez aBaslull, Amorim
Irmus, 350 barricas assucar brauco.
Boenos-A)resBrigue ing ez o/.iska, Maneel Al-
ve Gacrra, 250 saceos asucr branr-o.
Buenoa-AyreSumaca hespanholi (rOudioa, Bal-
lar & Oliveira, 30 pipas cachaba.
PortoBarca portugueza Hor da Maia, Manoel
Joaquim Ramos e Silva, 600 saceos aisucar mas-
cavado.
PortoBarca portuguesa Sanli Crom, Francisco
de Paula Burgas, 2 barricas assucar branco.
PortoBrigue pnrluguez S. Manoel I, Manoel
Joaquim Ramos e Silva, 100 saceos assucar mas-
cavado.
lili de S. Miguel Brigoe porlugoez rrTarojo Id,
M n el .lu ] 1111, Iiimi. e Silva, II barricas ca-
chaca, 3 ditas anvjiii branco.
LisboaBrigoe porto^nez .'Tsrnjo li>, Manoel Joa-
quim llamos e Silva, 100 saceos issacar Jiasci-
vado.
Liverpool Galera ingleza Htrmiooe>, Edivard
II. vVyail, 100 couro seceos.
EXPORTACAO'.
Penado, liiate nacional uBeberibeu. de 31 tonela-
das, conduzio o seguinte : 01 volomis gneros
titrjngeiros e nacionaei, 000 arrobas de carne.
CO.VSELHO ADMllMSTRATlVO.
O couselho administrativo lem de com-
prar os objectos seguinles :
Para o provimento dos armazeosdo
almoxaril'ado.
rame de lalio de n. 8, libras 96 ; dito de
dito den. 13, libras 32; seccante, arrobas
3 ; frecbal de 35 pilaos I ; taboas de louro
de assoalDo ite 14 a 16 pollegadas, duzias
'JO; costadinlios de ama re lo oe 16 pollega-
das de larguia 6 ; prancboes de nitteica, ou
pao carga, tendo 16 pollegadas de largura, e
10 de grossura 10 ; taboas de assoalho du
pinho, duzias 10; oleado, covados 60 ; col-
la da Babia, arrobas 2 ; pBtafusos sorlios'
grosas 40 ; lijlos de alvenaria, miloeiros
4 ; livros em branco com 200 folbas de pa-
pel pautado 5.
4.'balalbio dearlilbaria.
Casemira carmezim, covados 76.
7. balalhao de infantaria:
Mantas de ISa 50 ; chita para 95 cobertas,
covados 150; carapuQis de algodSo 25;
chicaras com pites, duzias 3 ; pralos, dunas
4; ourines com tampa 12.
10.- balalhao.
Panno mese-lado cor de caf, covados 81.
Companhia de cavallaria.
Freos singelos 23.
Quf ra quizer vender, aprsenle as suas
propostas em carta fechada na secretaria do
conselho, as 10 horas do dia 13 do correnle
mez.
Sala dasscsses do conselho administrati-
vo para fornecimento do arsenal de guerra,
6 de novembro de 1857. Bento Jos Lame-
nba Lins, coronel presidente Bernardo
Pereira do 1 arn.o. vogal e secretario.
COMI'AMIIA DE SEGUROS MARTIMOS E
TERRESTRES.
DO
IMPr RIO DO BRASIL.
Eatahclccidu no Rio de Janeiro.
CAPITAL 10.000.000:000
Agei-cia ra da Cruz n. 15, eser|>toto(Ja
viuva Amorim A Fillto.
Aos Sis negociantes, proprietatios de
casas etc., etc se olferece na agencia da
dita companliia netta cidade, a realisaciio
de sefjutos por premios e condicroes mui-
to mdicas e razoaveit. Na mesma agen-
cia taultera se eflcctuam seguros tanto
para o norte como pata o sul do imperio,
nos vapores costetros e vasos devela. A
companhia garante a prompta indemni-
sardo da importancia de ClUtVluer s-
ntstros.
Para o Porto segu eom a maior brevi-
dade a barca porlugueza Sania Cruz, para
CBrgae passageims trala-se coa os consig-
natarios Thomaz de Aquino Fouseca & Filho
na ra do Vigario n. 19, primero andar.
Para a ilha de S. Miguel segu com
brevidade o muito veleiro pa'acho portuguez
lima, por lera maior parle de seu cirrega-
menlo prompto, para o resto e passageiros
para o qne olierace os melhores commodos :
trata-sa com os consignatarios T. de Aqui-
no Ion seca & Filho, na ra do Vigario n.
79, primeiro andar.
ASSIT.
Tara o Assi o P.10 Grande do Norte, sane
com brevida ie o palhabole Piedade, para
carga e passagei os a tratar com o capitao
no tnpicbedo algodSoou na ra da Madre
de Dos ti- 2.
Para o JRo
de Janeiro
Segu em poucos dias o brigue nacio-
nal Firma, por ter parte de seu carrego-
mento prompto, para o resto da mesma e
passapeiros para osquact tem excedentes
commodos : trata-sc com os consignata-
rios Novaes & C, na ra do Trapiche
n. 5V.
Cear.
O patacho Santa Cruz, capitao Ja Victo-
rino d.s Neves, recebe carga e pa a tratar com Caeano Cyriaco da C. M., na
ra da Cadeia do Recife n. 2.
I'ara a Baha.
Patacho Amazonas I.
O veleiro ehem conbecido patreho Ama-
zonas I, pretndeme seguir para a Babia
com muita brevidade, tem pronmto parto de
seu carregamento, paia o resto, trata-secom
o seu cousigtialario Antonio Luiz de Olivei-
ra Azevedo, ra da Cruzn. 1.
;iPara o Hio de Janeiro
Patacho Amazonas II.
O bem condecido patacho Amazonas II,
pretende seguir com muila brevidade, tem
prompto parle de seu carregamento, para o
resto tuta-se com o sen consignarlo Anlo-
nio Luiz de Oliveira Azevedo, ra da Cruz
n, 1
Para o Porto segu com muita brevi-
ladeo brigue F.speranca ; para carga e pas-
sageiros, trala-se rom os consignatarios
Barroca & Cast-o, na ra da Cadeia do Reci-
fe n 4. ou com o capitao na praca.
jPara o Itio de
C. C. Jobnston, estando prozimo a re-
tirar-se para fora do imperio, fara leilSo,
por intervencSo do agente Oliveira, de toda
a mobiln da bem montada e adornada casa
de sua residencia no campo, consistindo em
magnficos movis modernos para sala de
visita, de saletas, sala de jamar, quartos de
dormir, e artigos para cozinhi, coch- ira e
jardim, cuja classiflcacSo seria demasiado
extensa, como escusado engrandece-los, se-
gundo seo verdadeiro merecimenlv; seja
porem permittido enumerar smente aquel-
los fora do commum, como s-jim 3 cabrio-
lis de 3 rodas par* 4 pessoas, uu> delle
com arreios, 1 carro de 4 rodas, cavallos pa-
ra sella, sellina e silhoes, S lindas alcatifas
para salas, 1 oplimo piano, mesa elstica,
crystaes, leitos de ferro e de madeira para
casal e singelos, machina de engommar,
cerca de 10O jarJas de ferro para grades de
jardin, vasos para dito, grande pliiltrador
inglez para agua, e ..orcSo de excelientes
vtnhoa engu rifados : quiota-feira, 13 do
correnle, as 10 borag da manbSa em om dos
sobrados que foram do finado Cox, sitiodo
Sr. Accioli, estrada entre as da Soledade e
Manguinho.
Leilo
DO
Zeposito de eal-
deraria.
/ua iVova n. 35
O agente Borja, por autorisacSa dos admi-
nistradores da massa rallida de Andrade &
Leal, far leilSo do deposito de caldeiraria
na ra Nova n. 33. consistilo na armaclo,
objectos de caldeireiro e fuoileiro, precisos
de escriptorio, e oulros mu tos arligos, etc ,
ele, perleucentesa dita massa: aesta-fei-
ra, 13 do correte, as 10 horas da manhSa,
uo mesmo deposito.
Leilo
DE
Predios.
Seg-unda-feir, 1.6 do cor-
rente, as 10 horas da
manlia.
O agente Borja, em presenca do Exm. Sr.
Dr. juiz especial do commercio, e de ordem
do o esmo, i requisc3o dos administradores
da massi fallida de uo Mara de Seixas,
fara leilSo dos predios abaixo mencionados,
perUncent's a referida massa. a saber :
Um sobrado na ra do Amoro n. 15.
Um dito de 3 andares na ra do Viga-
rio n. 13.
Urna casa terrea na traversa do Dique,
vulg) Marisco) n 26.
Um silio na estrada do Sanl'Anna (Cha-
cn), com grande casa de vivenda, murado
na frente, jardim e arvoredos fructferos,
etc.
Um dito na Casa Forle, com boa casa de
vivenda, senzala, cocheira, arvo'elos, etc.
Um dito no mesmo logar anuexo com os
mesmos commodos, etc.
Um terreno uodito luga* de Casa Forte.
Tres casas de lijlo com repart melo de
taipa no mesmo lugtr.
Tres dilas de taipa tambem no mesmo lu-
gar de Casa Forte,
Os pretenden tes que quizerem com aule-
cipacSo examiaar os supraditos predios, po-
dem o fazer ; e bem assim os ttulos dos
mesmos, ou alguma imrormacSo a resoeito,
dirigiudo-se aoarmazem do agonte annuti
ciante, na ra do Collegto n. 15, aonle lera
lugar o leiliio.
COMPAMIIA DO BEBERIBE
Nao se tendo reunido hoje numero sul-
lictcnte de accionistas para liavcr sesso
da assemblira geral, a direcrao marca no-
vamentc o dia 15 do correnle pelas 12
horas gar essa reunan e deliberar-se sobre o
pagamento do 19" dividendo. Os senlio-
LEILO
ho aoiiiuein
do ageute
PESTAA,
SJtxta-feira 15 do correu-
te, s 10 horas da manhaa
O agente Pestaa iara' leilao, no seu
S-guc por estes das o bem conhecidobri-j al',na/-,;m> e hora cima designa-
guenicional Almirante ce (.rimeira mar- dos, de varios objectos de mobilia a sa-
che ; t lo, e ad recebe carga miuda e passageiros:
Janeiro
qoem nelle quizer cirregir ou ir de passa-
gerri, entenda-se com os consignatarios Fer-
nandos & lili.os, na ra da Cadeia do Recife.
Aracaty.
Camas france/.as,gi:arda-loucas,guai da-
vestidos. mesas.cadeiras.sofaV lavatorios,
espelhos, commodas.rcar^uezas, consolos,
cariaras, bancal, etc., candelabros, relo-
gtos, lantcrnas, crislaes, porcellanas, e
Na presente semana segue*o cter Tuba !ma ,n,lnidsdc de objectos miudos de uti-
rSo ; para o resto da carga, trata-se com i .a serventa. Vender' na mesma
i apiano Cyriaco da C. M., na ra da Cadeia joccasiao urna porcao de duzias de gar-
do Recife n. 2. | rafas com vinho Bordeaux.
MUTILADO
ILEGIVEL


DIARIO ufe *BRNAiBCO Qj (Ni\ F8IBA IS U| NOVEMBRO D lili
*tv v9 fr t>i>CM-0
Precisa-se de uin criado rom todas
a* qualidades precisas, preeie-ie estran-
geiio: nesta typographia.
D
DA
PROVINCIA.
O Sr. thesoureiro das loteras manda
finar publico, qtie estao e.xpostos a ven-
da, todos os dias, no pavimento terreo da
casa da ra da Aurora n. 20, das 9 horas
da manhaa as 8 da noite, bilhetes e meios
da ultima parte da primeira e primeira
da segunah lotera do collegio de or-
phfios, cujas rodas andam uo dia 21 de
iioveml.i'o.
Thesouraria das loteras, 11 de novem-
bro de 1857.O escrivao, Jos Mara da
Cruz.
O baia asaignado, m comp imenlo da ordim
do uvernx, retira-ie no prolimo vapor qae seguir
para o aol, e como lalvet nao laiiha o oecestario
lempo para dnpdlr-ie da aeui amigos, o faz por
sle aoDoneio, e offerece seu insignificante presumo
ero qualquer parle qae o dtilino o leve.
Francisco Anlonio Carvalho.
Recife 12 o> noverobre de 1857.
Lotera
DA
provincia.
Segunda parte da primeira lotera de
Papacara.
Nos l'elizcs blhetes rubricados pelo
abaixo assignado, ioram vendidas as se-
guntes sortes, da lotera cima notada :
Nms. 2889 5:00031 mcio.
1:50041 dito.
200Jblhete.
200$ 1 meio.
100$i dito.
50* 1 dito.
50$ 1 dito.
5 0blhete.
20 1 meio.
20$1
2051
20$1
2061
20s1
dito,
dito,
dito,
dito,
dito.
2131
1290
*
557
1454
2815
1897
435
1955
299
66
757
948
Os premios cima notados so pagos
lia ra do Collegio n. 21, escritorio dos
abaixo assignado, apenas sabir a lista
goral.
P. el. La ij me
Por ordem do Sr. juz da irmandadr
do Santissimo Sacramento da matriz da
Boa-Vista, convido a todos os irmos desta
irnandade. para que compareram no dia
15 do corrente, a's 2 e meia horas da tai-
de, no consistorio da mesma irmandade,
para, reunidos em corporarao, acompa-
nharem a procissao de Crpus-Christi,
que tem de salir da matriz de Santo An-
tonio, no dia 15 do corrente. Consisto-
rio, 11 denovembro de 1857.JoaoBar-
tliolomeu Goncalves da Silva, escrivao.
J. J. Silveira&C-, establecidos com
casa de cambio na ra da Cadeiado Reci-
fe n. 3, declaramque nuncacompraram
nem venderam dinheiro miudo.
Aluga-se unja negra que cozinha e
compra : quem pretender dirija-se ao
aten o da Boa-Vista n. 35, terceiro andar.
Lotera
DO
Collegio dos or-
phaos
O abaiio assignado lem expolio i venda os saos
miiilo felites bilhelese meios da ultima parle da
primeira e primeira parle da aegao la lolerla acinin,
os quaea nSu eslau sujeitos ao descont dos oilo por
cenlo da lei : oa prar da Independencia ns. 4 e 37
a 39, e na roa da Ca 'eia do Recife d. 45.
O mesmo venden oa segoinlee premios da sega oda
ptrle da primeira lotera de Papacara,
Retratos
LICOES
a oleo
DESENHO
G. MARINAN! .1 II, I i oti ii ii 11, i mui coffheci Jo nesta cidade, onde exerceu su arte como
PROFCSSOR UK DESbNHO em varios collegios le um e outro sexo, sendo dentro clles os de
madama Sarment, de madame Thberge, da Sra. I). Anglica, de S. Antonio, e de Sania
Cruz ; prope-se novamenle, como Jantes, a tirar ItETRATOs A OLEO, e a dar LICES l)L
DESENHO, tanto em sua casa, como em auaesquer collegios, ou CSM8 particulares ; sua
residencia he na RA NOVA N. 21, I'RIUEIRO ANDAR, onde se acbava o estabelecimenlo
photographico, abi poder ser procurado a qualquer hora.
Na mesilla casa encuntrarOo os amadores urna grande e escolhida partida de msicas
das operas mais modernas, sendo par canto, piano, flauta, rabeca, harpas, e oulros ins-
trumentos, a qual se vende por atacado, ou a retalho, e muito em conta ; oois que seu
cuato ser como em primeira mSo e certamenle mui inferior ao de QUALQUER MSICA
COPIADA. Se (ar um abalimento consideravel a quem queira comprar toda a partida, e
o pagamento! trazo.
Ha tambem um jogo de cordas de aples para harpa, o entre as sobreditas msicas ha
muitos mettioJos.
traira*9vraMS9H]GBsft
S RA A CADEIA 1)0 RECH b 3?
*SSSS3U
TEM
N. 18.

PARA VENDER DM GRANDE
SORTIMENTO DE
RELOG
i
de ludas > qnalidarles, tinto de Ol'RO como de
FRATA, palenle sui'so, e pateule ingle/,
assim como
FOLIADOS E AI.VANISADOS.
ditos para seuliuras, etc., por presos coinmodos
e garantiilof.
eSSS39gI
PATEO DK S. PEDRO
He Ohegado ao deposito 1o massas linas,
no paleo deS. Pe 1ro n. 6. urna ponjSo de do-
ce iie goialiH, o melbor que lia no mercado,
e mais em conta : a elle, que as encommeu-
das s3o nimias.
Fiecisa-se de um caixeiro que tenha
aljuma pratica de taberna : na ruado Col-
legio n. 12.
Roga-se ao Sr. Antonio Ignacio Rtmi-
dfio, de ir a luja da ra de Ca leia do Recife
n. II, concluir o negocio que nSoigaora.
Acaba de fallecer em Fora de 'orlas
Leopoldina Mara, declarando tei empenha-
lo varias pecas de uso, as quaes licaram
para seu padrinho Luiz Francisco da rosta
e quo parte eslava na ra das Aguas-Verdes :
a pessoa que tiver os referidos nbjectos, pro-
cure o referido Luiz Francisco da Cosa, na
ra dos Guararapes.
Precisa-se de um padre para cape 113o
le um engeuho na comarca do Bonito, e que
se encarregue do ensino de meninos, nao
se duvida dar-se-lhe um ordenado vaiitajo-
so, o o tralamento preciso, alem de oulras
vantagens, que offerece o lugar lucrativo,
alem do ajuste; a fallar na ra do Rangel
a. 48, por cima do deposito.
Revista universa lisbonense.
Esta publicacHo muito acreditada pelos
seus excellentes artigos, e que havia sido
interrump Ja por algum tempo, reappareceu
comecan lo o seu 18 volume e itrpresso na
typograplua universal em quo cslfto asso-
ciados os dous distinctos Iliteratos liabello
da silva e llibeiro de S Do volume iodi-
cado ja chegaram os primeiros 15.- nmeros
com muitos bous artigos de in.strucc.no, e
alguns de recreio do espirituoso escriptor
Julio Cesar Machado, a livruria de Noguera
de >ouza & C ra do Crespo n. 2, onde se
recebem assignaluras; o prego por anno
ou 48 nmeros 63.
coisoLTOKio WMmmim
DO
i
Rl'A DA".CADE1A, DEERONTE DA ORDEM TERCEIRA DE S. FRANCISCO.
Onda soacbam sempre os mais acreditados medicamentos, tanto em tinturas como
m glbulos, preparados cora o maior escrpulo e por procos bastante commodos ;
PRECOS FIXOS.
Botica de tubos grandes. 10/000
Dita 24 i> ... 159000
Dita de 38 ... 209000
Dita de 48 ... 259000
Dita de 60 > > ... 30900*
Tubos avulsos a....... 19000
Frascos de tinturrademeia onca. 23000
Manual da medicina homeonathica do Dr. Jahr com o dic-
J cionario dos tormos de medicina....., .
Medicina domestica do Dr. Henry.......' ,
Tralamento do cholera morbus.........
He e torio alo D~ Mello Moraes ....
2OS00
10|00
2/000
6OO0
1 PEDItAS PRECIOSAS-*
Aderemos de brillianles, :.'
! diamantes e perolas, pal- ^:
[ seirns, alfineles, brincos ^
[ a roT^las, bolOes e anneis jg
de differenlfs oIos e de !*
i diversas pedras de valor. ^
EP
iik 91 SRiVi-
Ra do Cabaga' n. 7.
??'??>'*'<*ie***!*i.>
OL'RO E PRATA.
ecehera por to-
t dossvftpoivsdaEu-
quaesqn.r 1 r0PH aSbniSll JliaS
? Comprain. vendem
t- Irocam prala. onro, b
Ihanlea,diamntese pero
* las, onlras quaesquei .
!rpo?obr^a,,i"",iro| moderno gost, tan-
liiiiwiiiiiiiiiiyiimiii' Miit to de Franya como
de Lisboa, as quaes vendem por
preyo commodo como costimiam.
H
., Adereces completos dt
v ouro, meios dilos, polsei-
* ras, alfinelcs, brincos e
rozelas. conloes, Irancel- *
n lina, medallias, corremos
% e cfcil'"' Pira relogio, e
S outroa muitos objeclosde
.< uuy.
| Aparelhos completos de
ij. prela para cha, bandejas, J
?j salvas, casticaes, colhtre $
* de sopa e de cha, e mui- '*
los oulroi objeclos de f
Pla.
No dia 10 do corrente mez ausentou-se
da casa de seu senbor, na ra do Crespo n
21, um mulatjnho de nome Cuilhenne, o
qual representa ler 12 para 13 anoos de ida-
tea e com os signaes seguintes calca Jo
brim pardo trancado e cha jueta do mesmo,
chapeo de palha.he um tanto apalhetado dos
RATlITCAgVO DE PROTESTOS.
D. Ban.araM.ria da Silva Seixas, vendo
que os anouncios insertos no Diario n. 258
de 10 de novembro uo corrento anno, em
jua os administradores da massa irrita e
nullamontj declarada fallida do seu esposo
- Mana de Seixas, pretendem arrerua-
Nuno
ps.e falla bstanle gago, mormente quan-| tar os predios etc etc. pertenceutes a mes-
do se pucha por ello : quem o pegar kve-o
a dita casa cima mencionada, que sera ge-
nerosmenterecomp< nsado.
Fugioda fabrica de sabSo na ra Im-
perial, no dia 10 do correte, o preto joso,
com os signaes seguintes : estatura regular,
dentes lim-dos as fontes uto tanto altas,
rendido de urna vorilha, o tem por costume
embriagar-se; quem o pegar, leve a dita
fabrica, que sera recompensado.
itap parense
FABRICA N4CI0ML
DE
GUERRA & ILBUOUERQDE
ESTABELECINA NA PRUVINCIA
DO
GrSo-Par.
O deposito desto excellcnte rape he na ra
do Trapichen. 14, e vende-se ni ra da Ca-
deia do Recife n. 15, loja do Sr. Kourgard,
ra do Crespo n. I A, loja doSr. Jos Euze-
bio Alves da Silva, o no bairro da Boa-Vista
em fente da matriz n. 88, tabern&'dos Srs.
Cuimaries g Goncalves.
AUGUSTO STAI1L MUDOU O SEU
ESAIIEliEU.lMO
PH0T0GRAPIIII.0
ATERRO DlMA-TOIil. 12
andar terreo, enirada por a loja.
Aviso aos apreciadores
da boa pitad.
Ilc cliegado a este mercado o excellcnte
rap princeza de Morilande, fabricado na
capital do Cear, cujo deposito se acha na
ra da Cadeia do Recife lo,a de miudezas n.
7, ao pre?o Je l.;4(M) ca la libra.
1
^3
LE1T, ARTHfi & C.
Ra do Queimado n. 10,
LOJA DE '. PORTAS.
o
w Algodo da Baha, polassa da
W Kussiae do Kio de Janeiro, e cal
($ virgem de Lisboa : na ra doTra-
A piclie, armazens ns. !) c 11.
C^
ig* Camisas para hornera, peitos de
?jj I'ust0o gosto, intciramenie novo nes-
w te mercado, tcm vanas qualidades e
@ prego. @
Precisa-se Je um criado : na ra do
Collegio n. 17, primeiro andar, a fallar das
10 horas da manhaa at as 4 da tarde.
Precisa-se de ura ou dous meninos for-
ros ou captivos, para aprender o ollicio de
larlaruguei o : na ra das Trincheiras n. 8.
Lotera da pro-
vincia.
O ala\o assignado vende billicles ga-
rantidos pelos procos abaixo notados, em
qnaotias de lOi'000 para cima, a di-
nbeiroa vista, em sen escriptorio, na ra
do Collegio n. 21, primeiro andar,
recebe .">:000.s000
.< 2:300.s0
J, IjHyue.
Bilhetes
Meios
5^500
2750
r.
;-.

i;<3

liasadcsaude
*3
--
ma massa : declara solemnemente, que nao i
so por si pelos inconcussos direitos que tem, "
mns como irocuradora do seu referido ma-
n lo. ratifica os protestos a respeito exara-
dos nos Diarios ns 191 a 196, de agosto : ns
213 a 215 de 9 a 12 de setembro : ns. 264 a
268 de 14 de novembro e seguintes, o 279 de
26 do reerido mez, ludo no anno de 1856
prximo passado ; bem como aouelle pro-
sto judicial do seu espaso de 2dejnlho
Roga-se as autoridades policiaca, e de 1851, quando su dou a abertura daroos-
as pessoas particulares, a captura do escra- truosa fallencia, o finalmente, protesto iu-
vo Mathias, crioulo, de eslatu'a alta, coi pi. Jicial da abaixo assignada, intimado aos
grosso, falla lina, ps grandesles, pernasi arre-natanles nos pre.lios ja lcita los em I4> ___
linas e arqueadas, levou calca azul de ga i- ,0 26 de novembro prximo passado, e o j bem prat.co em taberna, para compaohi.de
outro : na ra do Rangel n. I, loja de cera,
CI7fMlRr\ rO\'TR i.
em Santo Am
nbo, que sera bem gratificado. ; do poder dos
\evou calca azul de gai-jo 26 de
ga. e camisa de algodo de quadros : apes-qual ha de tambem fazor intimar aos'fi
soa quo o neg-r, pode leva-lo a casa de Jos j ros arrematantes, ou no acto ou postetior-
Concalves l'erreira Cosa, em Santo Amari-j mente, a fim de toJos licarem certos, qu
mesaios, ou successores se
O Dr. Ignacio Firmo Xavier es-
labeleceu em sen sitio da l'assagem
da Magdalena, que lica ao norte
da estiada entre a ponte grande
en pequea do Cliora-Menino, ex-
cellentes acommodacoes |iara re-
Cebei' todas as pessoas enfermas
que se quizerem utilisar de seus
serviros mdicos, os rpiaes serao
prestados com o maior esmero.
O mesmo DrM para o fim supra-
indicado e para exercer (iiialqucr
rj outro acto de sua proiissao den-
^ tro ou 'ra desta i-idade podera'
ser procurado a qualquer hora do
dia c da noite. no referido sitio,
a excepcao dos dias uteis, das 9
lloras da inaubaa a's 4 da tarde,
que sera' encontrado no primeiro
andar do sobrado n. 9, do
$ do Carino.
- Precisa-se limar um escravo ou escra-
va para c.arregar urna pciiiiena caixa com
fjzendas: no Recile, becco do Abreo n. 1,
sa de paslo.
Precisa-se do um caixeiro que seja

ts@
f
pateo

meio Numero 4 207000
I dito 2272 50/
i dito 2813 50
1 lii I hele 3605 20S
PorSalusliano de Aquino Ferreira,
* Jos Fortunato dos Santos Porto.
Aluga-se para servico de casa ou de
ra, urna ptima escrava : quem a preten-
der, dinja-sc a ra do Crespo, loja de Adria-
no & Castro.
Precisa-se de um caixeiro para taber-
na : oo boceo do Lobato n 12
Traipaasa-ie a chava de ama casa sita a ra
do Hospicio, rrscera acabada de piular, com iiso.i
dentro, quintal, e decente commodo para faini-
I lia, com consenlimenlo do proprielurlo, sendo o
aluguel I638O0 men-as. Na mesma se vende urna
moiiilia nova com dons metes de uso, e lodos os
mais Irasles, por aeu dono se retirar no prxima va-
por que teguir pata o sul. A quem convier, procu-
re o capillo Carvalho no qoarlel do Hospicio, ou na
dila casa, poueo m a. rotula, O annoncianle aproveila a oecaailo par>
declarar, que, so atunero por ventura ae julgar seo
> credor, apresenle-se no lagar cima para ser pago
; J nao he preci-
l so o laminador
Chegou o desejado cobre o Ial3o, da gros-
sura do papel, para objectos de cuuhar su-
periores diamantes de cortar vi Jros, rea de
moldar, cadinbos de todos os tamnhos
zinco em folhas, lato o cobre de todas as
grossuras, bombas de ja oi com os seus com-
fc potentes cannos Je chumbo: na loja da
ra Nova n 38, defronte da Cooceisflo.
Precisa-se do urna ama captiva ou f.ir-
ra, para o servico do urna casa de peq ena
familia na ru* das C uzes, sobrado n. 2.
no primeiro andar, junio a ordem lerceira
de S. Francisco.
Quem liver um boi manso, quesea
graodo o bom,qun quizer vender, aununc'i
para ser procurado
Aluga-se urna das melliores casas do
Cacbanga, a margem do rio, o com bons
commodos para passar a festa : quem pre-
cisar, dirija-so a ra do Cuno n 42.
Fugio no dia 3 do correle novembro
o escravo Severino. crioulo, de idade 18 an-
uos, baii.0, grossi) do corpo, cor bastante
preta.com principio de ollicio dealfaiate,
est com a cabera rapada em consequoncia
_ ^ de ler sid i preso ha pouco tem por costume
quando anda fgido trabalhar nos carros da
alfaodega, a bordo dos navios, em Sinto A-
maro e em Beberibe, intitulando-se por for-
ro ; talvez que tenba procurado refugiar-so
para o mato ou algum o. genho : quem o
AOS D1LECTAM I.
Acha-se hospedada no botcl da ra da Pe-
nha sobrado n. '2, um pessoa honesta com
os sufcientes condec mantos de piano e
canto, quo se prope por urna mdica com-
SEGRO CONTRA KOWU.
Coinpanliia Alliance.
Ssitbelscida cm Londres, :n mar^o da 1824.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Broiliers & C, tea konra dt in-
(orxar aos Srs. negocianies, proprietarios de casas
a queaa mais convier qut eslo plenamente au-
orisados pela dita compauhia para affectuar segu-
hao de reivinlicar pelos meios judiciaes.
Declara, que o processo da fallencia sendo
uullo de pleno di eito desde sua iniciac.no,
como os mais alulisados jurisconsultos do
imperio hSo declarado, oppurtunatnente ha
ocnsaqiioa loccionar tanto no mesmo lio- de ser intimada a ac tel, para oque possue um subeilo piano do cinlindo a sujramencioiiad de recorrer ao fossobr edificios de lijlo e pedra, coberios"d*
estabelecimenlo do Sr. J. P. Vogoley como 1 poder legislativo, como ja o fez desde junho '-Ib igualmenusobra os objeclos queconvarem
em qualquer casa particular Idei85. Recife 10 d* novembro do 1857. > masaos edificios oiier consist am mobilia ou
-O secretario da irmanladodo Divino1 Crec.sa.se do um caixe ro para urna (aundaa de BUal quei qualidade.
Espirito Santo de S. Francisco, convila a loja do loinja, o quo lenlia bastante pratica
todos os irmSos a comparecer no consisto-, desle negocio: a tratar no armazciu da ra
rinda mesma irmandade domingo 15 do do rirtim n. 21.
Na padaria de Luiz Antonio Concalvcs
Penna, em Fora de Portas n. 122, manufac-
tura-s bora p5o de l'ruvenca, redondo e cri-
oulo, assim como bolacha de todas as q.iaii-
dadas e tamsnhos. tudo do superiores fri-
nhas c com todo aceio e limpeza. assim co-
mo se desempenha qualquer encommenda
correnlo pelas 3 horas da Urdo, alim lo en-
corporados acoinpanhar a procissao deCor-
pus-Christi.
Ordem terceira
do Carino.
Osecretario da veneravel ordem teceira
de N. S do Carmo deste cidaJe, em nome
da mesa regedora, convida a tolos os caris-
simos irmSos da mesrra ordam a compare
cerem no dia 15 do corrente, as 2 huras da
larde, na igreja da mesma ordem. vestidos
com seus hbitos, afin de encorporados a-
companharem a soleno prociss3o de Corpus
Christi, satisfazondo de>ta mneira o con-
vite do Kxm. Diocesano. -Antonio IVieira
de Oliveira Ramos, secretario.
Fugio no dia 10 do crrente o escravo
Je nome Sebastiao, crioulo, levou "ainisi
prela, o calida da mesma, altura regular
Oefronie tia ordem tercei -
ra de K Francisco.
CONSULTORIO 1IOMEOPATI1ICO.
Compra se u n
tria por Euclidea: ni
rnado
cumueniiio >l* gfpmo
bolica da ra du.Quei-
ttem- 0
Associucao de Colonisaiao em l'eniain-
btico, Paralnba 0 Alagoas.
Os senhores accionistas desla associago
sao convidados a realtsarem a primeira pres-
lag5o do 10 0|o em conformi Jade do art. 10
dos estatutos, at o lim de novembro prxi-
mo futuro, em casa do thesoureiro o Sr.
Thomaz de Aquino Fonscca Juuior, na ra
do Vigarion. 19.
Um moco cliegado ltimamente, com
idade de 15 anoos e de muito boa conducta,
deseja arrumar-so em urna loja de fazendas:
quem precisar annuncie por esta folha.
Precisa-se de serventes forros ou escra-
vos, para as obras da igreja do Divino Espi-
rito Santo, ^agando-se a 15120 diarios.
Hemedio santo.
Oleo de minboca cxlrahido em Portugal,
o jouco conhecido anda no Brasil, remedio
santo para as dores rheumaticas, c anda
mesmo muito antigs, ou mesmo a outra
qualquer dor obedece com esto remedio, as-
sim como para deslavar ervos encolbidos
ou endurecidos procedido de aposlhemas.
cortaduras, como para perna quebrada ou
bracos, ou outra qualquer parte do corpo
lina Ja junta, desos de ser direto. Vnde-
se smenle no deposito da ra de S. Francis-
co n. 6.
O professor Torres llandcira tem aberlo
um curso de pbiiosophia e outro de rhetori-
ca,e pretende abrir um novo curso de li^gua
franceza e outro de geograpbia, a piincipiar
do dia 15 do cjrrente mez : quera pretender
Irequenta-los, podo procura-lo na casa de
sua residencia na ra Nova, sobrado n. 23,
segundo andar.
A companhia (xa de cavallaria preci-
sa comprar cavallos, sem achaques, novos,
gordos, e com t lia palmos, pouco mais ou
menos de altura, para o servico da mes sa :
quem os tiver para vender, dirija-so a mes-
illa, quarlel em Sanio Amaro, frente aos la-
zaros.
- Anda se vendem pedras que serve
pera sacada de varaula ; na ra do Rangel
11.21, tambem d-se urna porco de caliga
para aterro, a quem quizar mandar condu-
zi-Ia ; na mesma ra
COM'ANHIA DE SEGUROSJ
Lm determinaco ao art 41 dos'estatutos
convidamos aos senhores accionistas da com-
panhia LUIliJade Publica, a comparecerom
no da 14 do corrente, ao meio dia, noes--
cnptorio da mesma companhia. Recife 9 de
novembro de 1857.Os directores, Manoel
Joaquim Ka os e Silva, Luiz Antonio Vieira
Na praca da Independencia n 4, pre-
ctsa-se de um escravo para sorvico de urna
casa de familia.
g Estatuas de alabttstro i?
$
DO
na ra da Cadeia, cochoira
de FJorenca. z.i
Vendem-so as seguintes lindas es- ^
tatas de alabastro com os cornee- g
tenles pedestaes : Z
A Venus de Modicis de Canova.
A Venus da oacaa de Tuorevald- 5ij
sen. ; j
A Venus das formosas nadegas de
Canova. 'r"_
A Venus em ropouso do Ticiano. .-,
A Ebo de Canova. %9
A Psyche do dito. Cjjl
i& O preco he de 200000 por estatua, 5
^i com algum abato lomando-so varios. ;
--. EstSu de venda na loja do Sr. Pugi, ^i
poi traz da ra Nova, e as ras do V
W Trapiche n 19, desdo as 10 horas da 81
... mantisa, al as 3 da tarde. ';
- Novamenle pede-se ao Sr. J. A. B., que
queira resgalar a sua letlra de 63GS ; nao
semlo justo que S, S. contrahisso tal debilo
de una maneira pouco vulgar, se relirasse
para o Rio de Janeiro posteriormente ao
vencimento da mesma lettra, sem darum
adeus ao possuidor da dita, e voltasse sem
ao menos mandar dizer aoude mora : se
e silencio
DRP-A. LOBO HOSCOSO.
Medico parteiro e operador.
O Dr. LohoMoscoso, d consultas todos os
relativa a padaria com toda a brevidade, e ''*? e pratica qualquer operac3o de crurga,
lambem se da pao de vendagem. assim coiuo,accode coin toda a promplido,
Precisa-se de um caixeiro aue enten la i as pessoas quo precisarem do seu presumo o"tinuar no seu inJiircrenlismo,
de tabarna ; na ra do Pilar n. 147. Para o servido de partos, pratteando as o- ( f 'espeito, lera de ver o seu noi
Precisa-se de um menino para caixei-
ro, amia que nao tenha pratica : em lora
de Portas n. 92, taberna.
Aluga-se para se passar a festa urna
casa bastante fresca no lugar do Poco da Pa-
nella : a tratar -
doSr. Abreo.
me por ex-
peracoes manuaes ou inslrumentaes, quan- "nao nesta folha. Recife 7 do novembro de
lo nao possa conseguir resultado por meio ,8i"- lose Marques da Costa Soares.
Ja homcopathia. que tantas vezestem ven-
s, que pareciam uisupe-
O abaixo assignado faz sciente ao pu-
blico, que no da sabbaJo, 7 do corrente,
saino Joaquim Fructuoso, pardo, casado, de
Hale do 45 a 48 aunos, alto, delga Jo do cor-
. po. cor um tanto Irigueira, cabellos curios,
narba pouca, tem falta de dentes na parte.ullios pardos e grandes, mora lor en Rerlon-
superior, he quebrado, o tem os escrotos i 8asi termo da villa de Iguarassu', o qual sa-
gran Jes ; lio costura Jo a fugir para o lu-;,llu no lito dia para a ciJada do Recife, a
gar do Cacliang, Jlonleiro, o Api pucos. j comprar alguns arranjos para sua casa, qae
- Dase 8000 a juro, com liyputneca cm efa preciso, e al o presente nao be appare-
predios ; da-so lambem ora (joquenas quan- 'ciJ" Manuel Anlonio Fructuoso, irmo do
tias.com seguranca em ouro oj prata : ni!'1'1-
ra do Livramento n. 11, segn lo andar. [_ Ac'iam-se rccolhilos no armizem de "^
cijo dillieuldade
reveis.
Scliaplieillin A C-, ra da Cruz. n.
">S, receberam pelo ultimo navio do Ha-
vre, urna poredode quai tolas de vi abo,
de urna das mais afamadas vinbas de Kor-
deaux : ven lem, a' vista da superior qua-
lidade, por preco commodo.
Na lundiciio da Aurora precisa-se
| de serventes forres ou cscruvos
i servico debaixo de cobei la.
.'..".'.' '-.. :'.':
aajA"vi
Paulo liaignooi ileuti&te.rua Nava n. I i
para

Carrteis de couro enveinsa los, com '0a0 Alves Guerra 71 saceos com milho e 23 Vi? na meema rasa lem agua e pos denlriGe*.

melidasdefitadelinho, ten lo palmo* era- nos com e.Jo, vindos do Acaracu' pelo '':.'y,- '; ;...--. ...'-.. --...";.
veiros emumlado, o ps inglezes n'outro, Patacho Sant- Crui o hiato EllialaoSo, car-'
proprios para os senhores medidores, archi- regado* por Gabriel Anlonio Araujo Soares,
celos e engenheiros : na l'uudlQao da Au a entregar a Francisco Ferreira Comes.
rora em S. Amaro.
Precisa-se de um pequeo para cai-
xeiro, mas quo de conhecimonto de sua con-
ducta : na roa Imperial n, 53.
Precisa-se de urna ama do leite. pre-
fore-se sera filbo : na ra do eimado,
loja de chapos.
Offerece-se urna senliora viuva para
servir de companhia a urna familia capaz, o
juntamente para prestar os seus servicos em
costuras : quem pretender, dirija-se a ra
do i'adre Floiiano u 34.
liernardo Pereira do Valle faz sciente
ao publico, que de hoje em diaute assignar-
Wiliiam F. Dauson, retira-se para In i e-ha Bernardo Pereira do Valle Porto. Re-
glaterra.
Os administradores de novo no-
meados a'massa taluda de Jos Das Si-
mo, s, por deliberarao do E\m. Sr. r.
pegar Ievc-o a seu senhor, morador na ra juiz especial do coinmercio, ausam a to-
das Aguas-Verdes n 50, que ser recom-
qensado.
Pcrmuls-se por arren Janiento um so
lirado de um andar, fcito a moderna, com
commodos para familia, na ra de Moras,
com quintal, arvoredos, o portao para a ra
do Caldereirn
. por outro sobrado de dous andar, alim de poderem classilica-los
andares cu mesmo de um segundo andar, -
com corintia em cima, que tenha commolos
para grande familia, nSo se olha ao preco
deste, aendo na Ireguezaa de Santo Anto-
nio ouS Joseiqueo quizer, dirija-so a ra
da Cadeia Velha n. 59, primeiro andar.
Nagocia-se nma lettra daquanliade
120/rs, ja vencida ha muito temqo, aceita
pelo Sr. Theoro Jos Tavares: n ra do
Collegio, loja n. 3.
dos os Srs. credores da massa quedeve
a presentar seus ttulos de divida no
de 8 dias a contar do da de boje 0 d
vembro, no escriptorio de Polycarpo Jos
I.avniena ra do Collegio n. l primeiro
na
torma prescripta no art. 8.V. do cdigo
do commercio.
Prrcisa-so de um pequeo: na ra
Direita n 55, defronte do Imaginario.
ctfe 9 do novembro le 1857.
Precisa se do um cozinhero e paga-so;
bem agradando, assim como urna amado'
leite : a irat.r no Hospicio junto ao quarlel,
casa do desembargador Mondes da Cunta.
D-sappareceu houlem 9 do correle,
da ra da Senzala Nova n. 28, da companhia
niazo lie sou senll0r Leodegario Emiliano Cord iro
1 'a Cuaba, que ha pouco chegou do sertao,
e no- ja villa de S. JoSo dos Carins Velho*. um
e-cravo do nome Lino, do mesmo sertao,
liarlo, de idadd de 20 a 22 anuos, pouca bar-
ba, altura regular, cheio do corpo, chapeo
le co no, jaqueta, camisa <". algodao lislra-
Jo, c.ilca a/.ul tambem de algodao
as autoridades policiaes
uessoa, que o prenda
Queimado n. 42, a Alb
I)S DO STA8LG1-
MENTO m PlilfcS DE
J. YGMES
J. Vignes mudou seu eslabelecimento do
pianos da ra larga do Rosario para a ra
la Cadeia de Sanio Antonio n. 23, juuto da
Kelaco.
JOHN GATIS,
corretor geral
E AGENTE DE LEILO'ES COMMEKI.1AES,
n. 20 ra do Torres,
Pili.MITRO ANDAR,
Taca lo Corpo Santo
Precisa-so de orna ama, para ama-
mentar una enanca delOmezes; paga-sc
inuilnhem : na run de Apollo n. 22.
Contlnu'a anda por appareeor nrra
pulseira de ouro de 18 quilates, que se per-
deu da onte da Boa-Vista ao Horro, casa
n. 2 : quem a liver achado, leve-a a ra do
\pollo n 5, que ser gratificado.
Perdeu-se na noite de 4 do corrente, no
g LEiTE. ARTURJr COMPANHIA $
kuaDoolei.mado \. 10. (0
Lojn de i portas. (j$
0)
o
Vestidos de babados econmicos,
com cores muito delicadas, o por
j3) Preco commodo, estes vestidos tem
*L fi.zonda suflicieiite para l'azer bas-
'$>) quinsou casaveques.
assaportes.
Tiram-se passaporlas, o despacham-se es-
clavos, para cujo lim procure-so o anuun-
ciante na ra uo Queimado n. 25, loja de
miudezas dos Srs. Cooveia rj Araujo, e na
ra da Cadeia do Recife n. 49, loja do Sr.
Firmo Candido da Silveira Jnior.
Precisa-se de um forneiro : na padaria
do FO'te do Mattos
Eslajusla por compra a casa terrea u.
25, da ra do Sebo, pertencente ao Sr. Joao
Jos dos Santos : quem se adiar cora direi-
to a ella, no pra/o de 3 dias queir* annun-
ciar : na ra da Cuia n. 34.
O Sr. Braga, que love botequim na
ra de llorlfs, ou Aguas-Verdes, queira
< andar buscar urna carta na livrana n. 6 e
8 da praca da Independencia.
A pessoa que achou urna caixa de tar-
taruga, no dia 5 do corrente, no aterro dos
Afogados confronte a fabrica de sabao, e a
quizer restituir ao seu Joo, l'ai nisso um
tbvur que se licar agradecido, o a podera
deixar nesta ty^ograpliia
John Hill.reiira-separa Inglaterra.
- O secretario da veneravel ordem ter-
ceira de v Francisco desta cidade Jo Recife,
a loiososseuscharissin osirmSos a compa-
recorem no domingo, 15 do corrente, pelas
Aluga-se at o fim de Janeiro Jo 1858. eriio recompensados,
urna casa em Apipucos, no alto, ao pedal Precisa-se. de urna engommadeira qie
manguen', perteiicentii ao Sr. tenenle-coro- seja p ta o que se encarregue I mu bem da
nel Sebastioo Lopes CuimarScs : a tratar no [ Uvagem da rou,>a : na ra Nova, sobrado u.
largo do Corpo Sanio n. 6, escriptorio.
23, segundo andar.
fazer o favor entregar, dirija-so a tvoogra-
phia da ra da Praia n. 13, que se dar o a-
cliado.
Precisa-sa de urna ama de lele, torra
ou captiva: na ra Augusta, sobrado n. 21.
ja matriz de Sanio
Exc. Rvrua.
>a ra do Rosa
Antonio, a convite de S.
o n. I, taberna do
0
Os abaixo asslgnados, com loja de ourives
na ra do Calinga n. 11, confronte ao pateo
da matriz e ra Nova, fazem publico, que
et5o recebendo continua.lamente as mais
novas obras de nuro, tanto para senhor*
como para homens o meninos : os precos
conlinuam razoaveis, o passam-se cocas
cora respunsabilidade, especificando a qua-
lidade do ouro de 14 ou 18 quilates, Picando
assim sujeitosos mesmos por qualquer du-
vida.-seraohim Se lrm3o.
Precisa-se de urna ama para o servico
interno Je una casa de ponca familia : na
ra do Encantamento n. 18, taberna.
Q CHUCOL.V TE AAIAKGO t,
g DE X
S MUSGO ISLNDICO.
ou <<;) TIIESOURO DO PE1TO. 0
O Preparado por Mr. J. G.G. $)
^ As all'eig-'s do peito offerecem lo- 9\
(& das um sym>toma geral, e constan- ^
9 te. A tosse, esta doenca t3o com- w
(^ mura quando descuidada, tilo graves ($
fg( sao suas consecuencias quauto pa- jA
rece ligeira em seu principio, 13o 2
matadora por si so como todas as au- Iras doencas que consomem a esae- 0
| ci humana, u3otmba para comba- a
y* te-la e destrui-la e deslrui-la um **
'$?) medicamento especial e nico. To- 0
/A das as pastilbas e charopes que tem A
JLT appirecido al hoje, tem sido impo- zl
W tentes. 0
*$ N3o tem acontecido isto com o fjf
Chocolate *de Musgo preparado /-.
por J. C. C
V/ O principio que forma a sua base tfy
^ principal offerece propriedades in- ^
zl conteslaveis, e reconhecidas depois X?
W de um lempo, eninguem ignora os W
(g) feli/.es resultados da sua applicacSo )
/^k em todas as pbleumasias agujas, ou gg.
W chronicas, do pulm3o, affec^Oes do jj
(9 pcito, phlysicas. deOuxos. tosses (j)
A etc para dar tom ao estomogo, a- M
bri voutade da comer, conssrvar as j5
w gengivase o bom alito,matar as lora- W
^ brigas, e principalmente as crian-
g loma-so puro mascando-o, e po-
W) do-se tomar tambem combinado em (>)
(^ agua como oulro qualquer chocla- Q9
iA l. e com leite, lomando-se urna JZ
wf das doses marcadas em urna chavina W
<) dos ditos lquidos, ou mais de urna, ftj)
yk conforme a gravidado da doenca //o.
Vende-se no deposito n. 6, a ra 5
'If '> Francisco. B
Osannuncios do Sr. Miguel dos anjos
de Mendonca na la valem, porque se sua
mece reconhece que a escrava Antonia nao
be de Prxedes da Silva GusmSo por compra
que legalmente fez, e sim do casal de sua
merr, para que oceultou a dita escrava, e
no fim Je algumas semanas desfez a venda
que da mesma escrava havia feito ha 8 dias
a Sra II Ano Accioli, e sso cora tanta ra-
pidez quanto foi a piesteza com quo se cna-
moii a referida senliora a juizo pira roivin-
dieacSo da mesma escrava, licaudo ainla a
devor o irapoite da siza quo a Sra. D. Anna
havia pago? para que uo mesmo momento
que desfez a venda oc 'Uilou de novo a escra-
va, e em lugar tal que o mesmo subdelegado
da freguozia varejando a casa em que esta
sua merci\ nSo enconlrou nem o signal da
dita escrava ? o Sr. Miguel dos Alijos saba
que ja se Ihe proyz a respectiva acctlo, pr-
tanlo se lem consciencia aprsenle a escra-
va, diga aonde a botou, ou a recolha a de-
posito o venha disputar o seu direito permi-
to os tribunaes competentes, cujos juizs
Ihe faro justica {se a tiver), annuucios nio
servem de extremar direito de paites, e
quando mullo sorvem para prevenir a venda
de alguma cousa que so pretenle calada-
o ente elfectuar, como acontece no caso pre-
sente, c quem tcm em si um objecto que o
considera seu, nSo o esconde, apresenla-o
inaxi-pc quando he por outrem disputado :
desta forma se tora respondido aos aunun-
cios do sua merco, protestando n5o mais
voltar, excepto so continuar a ler a escrava
oceulta. O bastante procurador, Joaquim
Francisco de Albuquerque santiago.
Francisco de Paula Flgueira deSaboia
vai a Sobral tratar de seus negocios, o du-
rante a sua ausencia delxa como seus procu-
radores,em primeiro lugar o Sr. JoSo da Cu-
nlia Wanderley, segundo os Srs. Isaac Curio
o. C, e torcelfo o Exm. desembargador Je-
ronymo Martiniano Figueira de Mello.
Thomaz de Faria, sacca sobre a
praca do Porto quantias pagaveis a vista
e a pra/.o, ao cambio que se conven-
cional-: no seu escriptorio ra do Trapi-
chen. 10.
-- liodolpho Lonrcnco participa ao res-
peitavel publico, que acaba de cliegar para a
sua ollicina da pintura dous peritos olliciacs
de Hamburgo, e por conseguinte se enearre-
ga de qualquer pintura de casas, lojas, car-
ros, tablelas e oulras qoaesquer que S3 of
ferecer, sendo os seus servidos por precos
muito commodos, e prometi nao ler demo-
ra : quem se quizer utilisar, dirija-se a sua
loja, no atorro da Boa-Vista n 38.
Precisa-se de um feitor a um caixeiro
para um eoge- ho distante 14 leguas desta
cidaJe. e garante-so o bom tratame.nto o pa-
ga : quem pretender, dirija-se a travessa do
Veras n. 13, na Boa-Vista, quo achara com
quera tratar. Na mesma casa compra-se urna
carroja em bom estajo, preferindo-se de 2
bois.
Consultorio
p*r* o anuo de I8i58.
Acham-se a' venda as bem conhecidas
folhinhas impresas* nesta typographia,
para o annoque vem, das seguintes qua-
lidades :
l'olhinha de variedade, contendo, alem
dos mezes, militas noticias scientiicas,
modo de plantar e colher a nova caima
de assucar, noticia sobre o railho e al-
godao, e urna serie de conhecimentos
das artes, etc., etc., cada urna. 320
Dita religiosa, a qual, alem dos mezes,
se reuni a contimiaco da bibliotheca
do christao brasileiro, contendo os se-
guintes olficios : do Menino Jess, San-
tissimo Sacramento, Senhor dos Allli-
tos, Paixao, Nossa Senliora do Carmo,
San-Jos, Santa Auna, Anjo da Guar-
da, San-Francisco de Assis. Santa Kita,
Santa Barbara, Almas, Coracao de Je-
ss ; assim como outras orares, etc.,
etc. ......... 320
Dita ecclesiastica ou de padre, elaborada
pelo Rvm. conego penitenciario da S
uelinda, segundo a rubrica, a qual
lo i revista pelo Exm. Sr. hispo, que a
julgou certa, como de sua carta exis-
tente nesta typographia. 100
Dita de porta, na forma usada ate" ago-
ra. ......... 10
Vendem-se nicamente na livraria ns.
(i e 8 da praca da Independencia.
Devoto christao.
Sanio a luz a terceira edicSo do livrinho
religioso Devoto ChristSo, mais correcto e
augmentado, vende-ae nicamente na livra-
ria ns. 6 e 8 da praca da Independencia, a
800 rs.
Vende-se um bom sellim inglez, com
todos os seus pertences, anda novo, por ler
sido asado poucas vezes: na ra do Cabu-
g. n. 9.
Vende-se 1 mui linda mulatinha de 15
annos de idade, com habilidades ; 1 negri-
nha muito bom elucada de II annos; 1 es-
crava de 25 annos, com todas as habilida-
des, da melhor conduela, e sadia ; 1 mulata
para todo o servico ; i moleque pega de 18
annos : na ra de Aguas-Verdes n 46.
Vende-se urna escrava com 13 annos
de idade s3a, bonita e sem deleito ; a quem
convier, para ver, na ra de Santo A iaru o.'
32, e Dar tratar do ajusto, na secretaria do
segundo batalbSo da suarda nacional aquar-
telado, das 9 as 2 horas da tarde.
l'ilulas depurativas do
Dr. Alian.
Vendem-se nicamente no escriptorio do
Vicente Ferreira da Costa, na ra da Madre
de Dos n. 22, a lo cada vidro, o 10/a duzia.
Ilecommendamos ao publico este escllente
remedio, ulil a todas as molestias, entre as
quaes se menciona : robre amarella, inter-
mitiente ou sezoos.e de outra qualquer qua-
lidade, indigestad, rheu i atismo, orvsipela,
constipacSo, etc., sendo que seus benficos
olTeitos se estendem igualmente as moles-
tias chronicas. aos senhores fazendeiros e
mais habitamos do interior, torna-so neces-
sario supprirse deste medicamento.
Vende-se ummulatinbo do idade 10 an-
nos, muito lindo, bom para pagem : na ra
Direita n. 3.
No cae da alfandega, armazem do
Mello, vendem-se saceos com arroz de vapor
chegado do MaranhSo, e alguns saceos de fa-
rinha.
Vende-so a melhor
do Passeio Publico n. 9.
REMEDIO IMCOMPAUAVEL.
loja de fazendas

CENTRAL HOMEOPA
THICO.
? RL'A DE SANTO AMARO, ; :-
&3 (Mundo Novo n. C) $$
Aj O r. Sabino Olegario I.misero Pinho xtk
^x da consultas todos oa dias olis, desde as H ':?
? horas da ni iiih.'ia ns 3 da lardr. Os oonvi-
@ les para viilas dererilo sar dirigidos por a
escripto. O. polires tilo medicados sralui-
lamiMilp. U.
A qnem inleressar.
Solicila-se pela policia quIquer preten-
c3o, pelos feilos geraes e provinciaes, de-
sembaraco de esas o loJs; pelo ecclesiasli-
co, cerlidSo do baptismo, bito o justifica-
Qes, tudo a contento, mediante mdica
paga ; no Recife, botica do Sr. Antoni i Pe-
dro das Naves, junio ao arco da Conceicio ;
em Santo Antonio, ra do Collegio, botica
do Sr. Cypriano Luiz da Paz, o ra do Cres-
po, loja de livros do barateiro o Sr Antonio
Domingues Ferreira : os pretondentes acha-
rSo nos lugares indicados pessoa competen-
teiiioire habilitada.
PESTES DE OITCHOl'C EM>
KECIDO, DE FAUVhLLE-DELEBAKK
DE PARS.
Quatro annosldo experincia lem assegu-
raJo aos penles de caoutehouc a voga que
boje tem, n3o 60 em Franca como no mun-
do iuleiro ; s3o sem contradicho os mais
agradaveisde lodosos peutes, mais bianlos
que os de tartaruga, sao os nicos que n3o
fazem cahir o cabello, por causa da eleclri
cidade que contm.accrescendo a estas van-
tagens a de nao sorem mais caros do que aA
de bfalo. A esta admiranvel invencSo de
expsito universal de 1855.
UNGENTO HOLLOWAY.
Milhares de individuos de todas as nacOes
podera testemunhar as virtudes deste reme-
aio incomparavel, e provar em caso necesse-
no, que, pelo uso quodelle lizeram, tem seu
corpo e membros inteiramenle sSos, depois
ae haver empregado intilmente oulros tra-
lamenlos. Cada pessoa poder-se-ha conven-
cer dessas curas maravilhosas pela leitura
dos peridicos que lh'as reiatam todos os
das ha muitos annos j e a maior parle deis
las sao tao sorprendentes que admiram os
mdicos mais celebres. Quantas pessoas re-
cobraram com este soberano remedio o uso
de seus bracos c peinas, depois de ler per-
manocido longo tempo nos hospitaes, onde
deviamsoftreraamputacaol Dolas ha mui-
las, que bavendo deixado esses asylos de pa-
dec monto, para se nao submetlerem a essa
optracao dolorosa, foram curadas completa-
mente, mediante o uso desse precioso re-
medio. Algumas das taes pessoas, na efusao
de seu reconhecimento, declararam estes re-
sultados benelicos diante do lord correge-
dor.e outroa magistrados, alim de mais au-
tenttearem sua allirmativa.
Ninguem desesperara do estado de au-
saude setivesso bstanle conan?a para en-
saiar este remedio constantemente, segiun-
do algum tempo o tralamento que necessi-
tasse a natureza do mal, cujo resultado seria
provar incontestavelmente : Que tudo cura
O ungento he ulil, maiparticularmente
nos seguintes casos.
InflammacSo da ma-
Alporcas.
Ca in liras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de caliera.
das cosas.
dos membros.
Enfermidados da cu-
tis em geral.
Enfermidades doanus
ErupcOes escorbticas
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremi-
dades.
Frieiras.
tengivasescaldadas.
India i, oes.
lullammao do ligado
da bexia.
triz.
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de ollios.
Mordeduras de replis.
Picadura de mosqui-
tos.
PulmOes.
Queimadolas.
Sarna.
Supuracoes ptridas.
Tinlia, cm qualquer
parlo que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
-s do ligado.
das arliculaces.
Veias torcidas ou no
dadas as pernas.
*W* 0
Compra-se Directivamente r< ra das
Flores n. 37, primeiro andar,apolices Ja dt-' ||
vida publica e provincial,acc/iesJas rompa- .
niiias.o da-se dinheiro a juros,em gran les '
o pequeas auantias.sobre oenhores.
Compra-se oapel em diario para embru-
llio : no oateo do S. PeJro n. 6, depasilo de
massas Pinas.
Compram-se as lnstituir,oes Caaonico-
Patrias, por Francisco Soares Marii, impres-
tcas precisa-sede um caixeiro que j te-i sa no It'io de Janeiro'em 1822: na livrari
nha pralica, | da praca da ladopoudenci ns. 6 e 8.
Veude-se esto ungento nocstabelecimcn
to geral de Londres n. 244, uStrand, e na
loja de todos os boticarios, droguistas e ou-
tras pessoas encarregadas de sua venda em
toda a America do Sul, Havana e Hespanha.
Vende-se a 80o rs. cada bocclinha,conten
urna in3trucc.ao em portuguez para explicar
o modo de fazer usodeslo ungento.
O deposito geral he em casa doSr. Soum,
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22, cm
Pernambuco.
VCMDE-8E
Cobre e inelal para forro.
Pregosde cobre e de metal.
Cabos da Russia, e de Cairo.
Cabos de mamlha.
Lonas, biiradc vella, ebrnzao.
Cla\ notes para caca.
Estanho, velas steai inas e banilha.
No armazem de C. J. Astley & C.
lia para vender un pequeo gr-
menlo de obras do ouro, do ullimogos-
que se vender' muito em conta : na
ruada Cadeia n. 21.
Nova agua de malabar,
Vende-se esta agua a melhor que tem an-
parecido cara Ungir o cabello e sussas de
pret'
issas de
na livraria unive sal ra do ollegio
ii 20, d-se junto um impresso gratis cus-i
'nando a forma de applicar.
MUTILADO
ILEGIVEL
-








DIARIO DE PERNAMBTCO QUIMA FEIRA 12DENOVEMBRO 1857

&J$
*&
Vende-s
I
A 610 res o covado.
STarlttana lavrada, brancas e de y
cores, com vara da largura, de gosto ff
paresiense.chagada ltimamente. ~{i
A 19000 o ovado. -v.
S Popelina de 13a e seda, fa2enda de ^S
J gosto novo, com 5 1|9 palmos de lar- 1?
5 8"ura- '''
9 Corte a 143000.
Cortes de bareie de 13a e seda, com -;[;-
95 covados cda corte, todos de ba- te
bados, de linios desenhos.
A 18-200.
$5 Crosdenaples de quadros miudi- '<&
Cj nhos miudos, furia-cores '.'
O 7500-
tm Cortes de lapira preto lavrado.com _.;.
15 covados cada corle. *;;
Na ra do Crespo, loja amarella n. 'S*
84, lado do norte. j-
-- Vende-se um escravo sadio e mo;o,
que serve para qualquer servico : na ra da
i.uia n. 64. segundo andar.
Vendem-se em conta pipas novas che-
gadas ba das de Lisboa, proprias para en-
cber de agurdente, asssim como torneiras
e batoques de pao para a ditas : na tanoaria
de Jos Joaquim Pires Soares, ra da Moeda
n. 4*.
Vende-se urna negra crioula, de idade
de 25 26 anuos: na ra dos Quarteis n. 13,
primeiro andar, por cima da botica do Ulm.
Sr. Pinto.
Yndose um viado muito manso e
um papagaio contrafeito : na ra Augusta
n. 33.
Vende-se urna negra da Costa j ido-
sa, boa quitandeirc, e cozinha o diario:
quem pretender, dirija-se aos Coelhos, ra
dos Prazeres n. 10.
Vende-se um caixao com reparlimen-
los e tampa, proprio para taberna, e um bal-
5o do pitillo, tudo por prego diminuto.
Seda e laa para
bordar.
Ghegou do Rio de Janeiro pelo ultimo va-
por, seda e 13a para bordar, de todas as co-
res, fnUsimas; vende-se a seis vintens a
meada da soda : no deposito n. 6 da ra de
S. Francisco.
prits para cha e soires, partidas, etc., ele ,
que se vea lem mais barato do que ein qual
quer oulra parte.
Pomada para
calos.
Este remedio he nfallivel para enrar ca-
los, sua applieagao he muito simplrs, e n3o
impede os pauecenies de andar na ra a tra-
tar de seus negocios. Custa 2? cada rolo de
pomada, no deposito n. 6 da ra do S. Fran-
cisco.
A
Barege
5O o covado.
Na ra do Queimado n. 21 A, venlem-se
corles de olindeza, fazenda esta escura com
listras de seda ass imadas a 8 e \->~, ehalv
de llores soltas a 800 rs. o covado, chitas
francezas escuras de novo gosto a 320,laazi-
nhasde llores miudas a 480, ditas de qua-
dros a 560, lengos de seda para homem e se-
uhora a la ; dao-se as amostras com penhor
Vende-se sal refinado em saceos de
2 alqueires cada um : na ra do Queima-
do loja n. 59.
Vende-se superior linhas de algodao
brancas, e de cores, em novello, para coslu-
ra, em casa de Southall Mellor fiC.a, ra do
Torres n. 38.
Ao barato.
0 PREGDICA ESTA QE-
HAHDO.
O Preguign da ra to
Queimado, continuo a queimar na sua loja
n. 2, esquina do beeco do Peixe Frito, um
lindo e variado sortimento de fazendas de
hom gosto, por baratissimos pregos, pois
que sem ambiguo se contenta com um m-
dico lucro, e 11: i o lhe sendo possivel notar
em um pequeo annuncio tudo quanto tem
de bom para servir aos seus freguezes,
menciona apenas olindinas, fazenda de seda
e algodao, propria para vestido de senbora,
de gostos inteiram oto novos a 900 rs. o co-
vado, cortes de largelmas para vestido de
senhora, fazenda muito fina e do melhor
gosto inglez, com listras do seda e oamoo
escuro a 12-3 cada um, organdys de cordSo
com desenhos mui delicados, pelo baratissi-
mo prego de440 rs. avara, cambraia estam-
HE HABATO
Toalbaspara rosto, de panno de linho li-
no, do Porto, com labyrintho e blco por 59)!!
n3o ba quem n3o compre : no deposito n. 6
da ra de S. Francisco.
Charutos.
Muilos bons charutos estilo venda no de-
posito n. 6 dx ra de S. Francisco, e po- ba-
rato prego.
Tasso Irniaos
Avisam aos seu* freg-ufe-
aes que acaba de chrgar
de llichuiond farinlia no
va que vendem nos seus
armazeus aos prec s ss-
guintes :
GALEGA 25500
O'DANCE 24 500
alem destas lew fariiihas
novas de Trieste nSo p
da primeira qual idade, co
rao da muito a titila e acre-
ditada
8SSF0
Aviso.
aos senhores
ihareineiros
Vendeui-se jogos de canos para pe de
mesa: na loja de lerragens na ra da Ca-
deia do Recife, de Vidal Bastos.
Bandejas muito
finas.
Vendem-se bandejas muito linas, e de
lodosos tamaitos : na loja de ferragens
de Vidal & Bastos, na ra da Cadeia do
Recite.
Guarda comid < s
Vendem-se guarda-comidas de rame
os melhores me teem vindo ao mercado, e
por barato preco : na ra da Cadeia do
Kecife loja de lerragens de Vidal &
Bastos.
Ferramenta pa-
ra tanoeiro.
Vende-se ferramenta completa para ta-
noeiro : na loja de lerragens na ra da
Cadeia do Recie de Vidal & Bastos.
BRACOS DE ROIlO PARA
BALABA
Vendem-se bracos de iSomao para ba-
taneas, de todos os tamanhos, bem como
de militas outras qualidades : na ra da
Cadeia do Kecife loja de lerragens de Vi-
dal & Bastos.
AVISO A TODOS EMGERAL
Vendem-se moinhos de ferro de todos
os tamanhos para relinacao, peneiras de
rame, e de metal branco, aparelhos de
metal para cha' e cafe, lacas com cabo de
marlim de osso, de vidro e de metal ,
grandes e pequeas,encliadas de ferro cal-
radas de ac, poituguezas e inglesas, fo-
les, safras, ionios para ferreiro, Ionios de
todos os tamanhos para bolos e pudins ,
trem de cozinha de porcellana, estanliado
e francez; e outros muitos ob ectos de sum-
ira utilidude : na ra da Cadeia do Re-
cife, loja de ferragens da Vidal i Bastos.
Vende-so um escravo pardo para fr
da provincia : a Tallar na prensa do Jos
Carlos de Souza Lobo & C, no Forte do
Mattis,
Vende -se um relogio de ouro com cor-
rento do mesmo metal: quem pretender, di-
rija-se a ra do Vigaiio n. 14, que achara
com quem tratar.
Ven lem-se os s<,guint<,s escravos : 1
bonito negro crioulo de -20 annos, t negra
crioula de 21 anuo*, 1 moleque de 13 e 1 ne-
gro di nagto de 35 annos : na ra da Aurora
n. 36.
briolet-
Ven e-se um cahriolet novo. Coito pelos
priraeiros fabricantes em Inglaterra, e des-
pachado a semana passada : os i retenientes
dirijam-se ao esciptorio do Sr. E, II. Wva.lt,
ra do Trapiche .Novo n. 18,
pada do melhor gosto possivel a 480 a vara,
cassas franerzas de lindos gostos a 600 rs. a
Vende-se um escravo crioulo, de bon- vara, chitas francezas escuras, matizadas
lai ligara e com algumas habilidades por ser I com lindos e novos padrOes a 260 o covado,
ptimo pescador do alto, e proprio para o ditas claras, padroes largos e mludos a 280
servigo maritimo : na ra da Concordia n.
26, armazem de malcraos.
FAZENDAS BAS E BARATAS
Na
e 300 rs. o covado, ricos cortes de setim
bordados para cohetes a 45 cada um, 13azi-
nhas escuras de mui ricos e variados padroes
. proprias para vestidlo de senhora e roupdes
llVa lOja de A portas, !d0 meninas a 500 rs. o covado, riscados
1 monslros de cores alegres e mu elegantes
gostos a 220 o covado, ditos francezes de
quadros de lindos padroes a 240, mussulina
na ra do Queimado n. 37, passando o becco
da CongregagSo, he chegado a este estabele-
ciment um excullente sortimento de vesti-
dos de seda com babados, de todos os pre-
gos, e asseveramos aos freguezes vender-se
por menos do queem oulra qualquer parle.
Assim como olindinas de quadros a 900 rs. o
i-ovado, indianas de seda omito linas a 1-200
o covado, sedas de quadros a 800 rs o co-
vado, ditas enfestadas a 11500 o covado, cha-
ly lavrado moderno a 13200 o covado, cassas
francezas muito Bnas a 500 e720 rs. a vara,
mussuhnas matisadasa 360 o covado, ditas
miudinhas a 280 o covado, chales de case-
mira muitd finos a imitagSo de louquim a
229, duques preto e de cores muito finos a
19100 o covado, riscados indianos linos e
largos a 320 o covado, ISazinbas miudinhas
e finas a 360 o covado, grosdenaples de core-
a 13700 o covado, dito preto muilo fino a 2o
o covado, cortes de collete de velludo muilo
tinos a II-, lencos de cassa a 100, 120 e 160
rs., e muilo mais fazendas que nSo he possi-
vel menciona por haver muita diversida-
de, porm com a vista no deixarSo de com-
prar, porque as pegas lhe ha* de agradar.
Vinlio do Porto de I84.
Venle-se vinho do Porto -13 1834, fazenda
superior, em caisas de urna e duas duzas :
nos armazens de Fernandos & Filaos, no
becco da Madre de Dos.
Milho e larello.
Vende-se no armazem de Fernandos & Pi-
laos, a prego commodo : na ra da Cadeia
do Recife
Vinho do Porto em barris de 5.- e 8.-
Vonde-se superior vinho do Porto em bar-
ris : nos armazens de Fernandos & Fiihos,
na ra da Madre de Dos.
Sal do Assu'.
Vende-se sal do Assu', a bordo do brigue
nacional Elvira, tundeado em frente do tra-
piche do algodSo, por prego mais barato do
Potassa da Kus>ia e cal de
Lisboa.
No antigo e bem conhecido deposito da
ra de Apollo, armazem n. 2 B, ha muito
superior potassa da Russia e cal de Lisboa
em pedra, chegado no ultimo navio, e ven-
de-se por prego commodo.
Na ra do Trapiche n.
54, ei-criptorio de No-
vaes o C ,
vende-se superior vinho do Porto engar-
rafado em cai\as de I e 2 duzias de gar-
rafas, bem comoem barris de quarto e
oitavo, a preco commodo.
dellins e relegio .
SBLLIMS e RBLOGIOS depaleole
Inglez : a venda no armazroi d*
Roslron Rooker ICompanhia, es-
qoina do largo do Corpo Sanio nu-
mero 48.
SECRETARIAS.
As melhores que at hojetem apparecidoj
a este mercado : vendem-se no escriplotia
do agente Olivcira, ra da Cadeia do Recifo
n. 62, primeiro andar.
Oh que pechin-
cha
NA MESMA FL'NDICA'O,
se executam todas as encommendas com a
superiondado ja conhecida com a devida
presteza e commodidade em prego.
- lie chegado a loja de Leconte, aterro
da boa-Vista n. 7, excellente leite virginal
de rosa branca, para refrescar a pelle, tirar
pannos, sardas e espiabas, igualmente o a-
famado oleo babosa para limpar e fszer cres-
cer os cabellos ; assim como p imperial de
lyrio de Florenga para brotoejas o. asperida-
des da pelle, conserva a frescura e o avellu-
ddo da primorosa da vida.
VIMOS FINOS.
J O II A N N I S B F. R G.
1
SP^RKLING M0SELLE-
C. J ASTLEY & C
I r >.'-............
Palilp da panno prelo e de core. .
Dilos de rKHiiiua de ccire escurai. .
l)i|oi de alpaca de cores fina.
Diloa de dila prela........
Uitoa de ganga de core......
Hilos ile brim de quadtinhu.....
Dilos de lirnii pardo fino......
Dilo< de brelanha de linho brancot. .
Gnudolaide alpaca prela e decores. .
RoDneiras de relroz, grandes, com laco de
seda para tenliora........
Chales de merino bordados a velludo. .
Dilos de diio de dilo a sede......
Dilos da dilo bordados em 2 ponta. .
Dilos da dilo chaly bordados.....
Dilos de dito com lislra de seda ....
Ditos de dito lisos com franj.is de seda .
Ditos de dilo com fraojaa de la .
Dilos de l.ia adamascados, preloa e de cores.
901000
GaOOO
.'>IOOO
4|000
B.1O0
3f000
5000
5500
55000
9G00
17f000
!5O0O
123000
IOjOOO
3500
53500
53000
33000
I
com pequeo toque
de a varia.
Na loja doPreguiga, na ra do Queimado,
esquina do becco do Peixe Frito n 9, ven-
dem-se pegas de algodSo com pequeo toque
le avaria, pelo baratlssimo prego de 18440 e
branca a 320 o covado, dita muito fina 400 '56<,0 cada urna, ditas de dito, largo o encor-
rs.,dita eslampada de lindos padroes a 320 e
400 rs. o covado, cliilas linas de cores claras
e escuras, tintas lixas a 160, 180, 200 e 240
rs. o covado, pegas de cambraias lisas tapa-
das, muilo linas e com 10 varas a 636OO, di-
tas de dita mais cheia a 43600, dita transpa-
rente com 8 varas, muito linas a 5300 a pe-
ga, pegas de bretanha de rolo com 10 aras
a 2? cada urna, grvalas de setim pretas e de
cor, gostos modernos a 1?280 cada una,
cortes do brim de puro linho a 2S300, 2b400
e 2/500, casemiras de lindos padroes a 53500
e 6# o corte, ditos de algodao de luidos gos-
tos a 15, 1-5440 e 13600 cada um, lengos para
mSo a 120, ditos com bico muilo finos a 360,
chales de gaze, ditos de merino lisos e bor-
dados, obra primorosa, gangas mescladas
proprias para caigas epalus a 560 o cova-
do, casineta prela fina a tstOOo covado, len-
gos de seda de lindos padrOes a 2f cada um,
cobertores de algodSo para escravos a 700
rs. cada uro, de todas estas fazendas e de
muias outras que se nSo mebcionam, mas
que se vcudero por baratissimos pregos, e
se darSo amostras com penhor.
Charutos de Ha-
vana
Ven em-se superiores
charutos de Ha va na, em
eaxis : i a ra do Crespo
loja de fazendas a. 23
No armazem da ra da Praia n. 12, de
Francisco Moreira da Costa, ha para vender
Pado a 23500, ditas de madaDOISo a 23200,
ditas de dito largo a 3|500 ; a ellos, antes
que seacibem
CAAS DE FERRO
Excedentes camas de ferro para solleiros
vendem-se no escriptorio do sgenleOlivei
ra da Cadeia do Recife n 62, primeio
Km frente do beeco da CougregecSo, passando
loja de ferragens, a segunda de fazeuds n. 40.
1 i r~ h* ru* Nova n" 18' lo' de M- A' C*U-
Si *', Da um grandesortimenlo de obras fei-
Uasde alfaiate, de todas as cores e qualida-
j des, asmis bem acabadas que se podem
, encontrar neste genero, casaveques e mon-
| tanas promptas para as senuoras que mou-
I tam a cavallo, um grande sortimento de dif-
lereotes fazendas para vender-se
qualquer obra de encommenda
ser um s para todos.
e fazer
o prego
<^crs(>3/ajaSi^j,.
OO^OOO
ja
andar.
R
coberlose descohertos,pequeosegrandes,
de ouro patente inglez, para bomemese-
nliora de mu dos melhores fabricantes de
C, i dundo, cheio do corpo, nariz pouco chato,
l*afinilP P riAVl cabellos carapinhos, barba cerrada, tendo
" """ UVT VI os deoleada freateqaereado apodreeer Jon-
.,.:.,.,<. .i < i < i to as gengivas : o qual oscruvo foi comprado
I ri IllieillO (le ta'/eilUas OlJ a Joaquim Bernardo de S Barreto. mora lor
tnrints'itt fina liHnrloc vin- n8,serrdo Marlins, queaqui vendeuaMar-
[Otiasas (|liaiiaaues, VIH- | colino Francisco a Ivs da Silva; descoi lia-
das pelos ltimos
da Eur pa.
nV|nc que
V,,)S busca
Grvalas de teda com ponas compridas A
regencia...........
DilM de diU com dilas a principe de Gal-
les..............
Ililm de dilus ;' ainehcnaa.
I ~ I 1 ,.- Ilil3 UC UMil? .1 llIlCIICIIdjf. .
Liverpool, vindos pelo ullimopaquete in-iCuries rtc Hele de eilodo de
queem outra qualquer parte: a tratar no linguas muito frescaes, a prego commodo.
escriptorio de Fernandes & Filbos, na ra Trill?IB'f ft
Vende-se cemento, tanto em barricas
como em porgao o a retalho, por com-
modo prego para acabar, e muilo bom : no
armszem de materiaes, na ra da Cadeia de
Santo Antonio n. 17.
da Cadeia do Recile.
Moda de Pariz.
Cortes de tarlatana a 5$.
Na jua do Queimado n. 21 A, veodem-se
cortes de tarlatana de cordao com vara de
largura a 640 o covado; d3o-se as amostras
com penhor.
Vende-se na ra da Madre de Dos
n. 12, armazem de N'ovaes&C, barris
de ferro, ou cubos hidrulicos; para de-
positas de fezes, a preco commodo.
Schaleithin & C.rua da Cruz n.
38, vendem velas de composicao de 6 i Jeia do Kecife, armazem n- T>.
por libra, emporcoes a vontade dos com-
pradores.
novos
O* I padroes s.......
,' Dilos de seliui branco bordados, proprics
para casarnenlo.........
Dilos de gorgurAo de seda de novos pa-
droes ............
Dilos de caira de casemira da lodus as qua-
lidades............
Vendem-se relogios de ouro c Chapeos de massa francezes.....
Lencos de cambraia borJados, linos, para
glez : em casa de Southall Mellor & C,
do Torres n. 38.
elog'ios.
ta, concertam-se por precos razoaves,
luz se troco, eda-se dinlieiro a premio :
na ra da Concordia n. i.
ICAIISIf}
NAFUND1CAO DE FERRO
NHE1RO DAVID W. BOWMAN,
mSo.
Dilos de dilo de linlio lisos para mao. .
Luvas de seda de (odas as qualidades, para
Itomens, seohoras e nuninas.....
Corles de vestido de teda de crese brancos
Pekm o mais superior e moderno que
lia no mercado.........
DO ENGE- "elleza rfe Bengala, fazenda toda de seda
Iransparenle com lislras asaetiuadas ,
propria para bailes, *Jovodo.
m'Al
Cambraia e sida de Beugala para vestidos ,
covado............
Ilarega da seda com quadros Isetiuados, co-
vado
relogios de pa-
tente
inglezesde ouro, desabnete e de vidro:
vendem-se a preco razoavcl, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na ra da Ca-
Feijao.
No armazem de Baslos & Silva, defronte
da Madre de lieos n. 28, vendem-se saceos
com l"eij3o branco vindo do Porto polo ulti-
mo uavio, por prego mais commodo que em
outra qualquer parte.
Cortes de tarlatana bordados bran-
cos e decores com babados, pelo bara-
tissimo preco de 24'000 : na loja do so-
brado amarello nos qnatro cantos da
rua do Oueimado n. 29.
Relogios.
Os melhores relogios de ouro, patente in-
glez, vendem-se por pregos razoaveis, no
escriptorio do agente liveira.rua da Ca-
deia do Recife n. 62. primeiro andar.
Vende-se um escravo bom canoeiro :
a tratar na rua do Itosario da loa-Vista
n. 18.
Vende-se um carro inglez de 4 rodas
e 4 asientos, para 1 ou 2 cavallos, comeo-
berta, e com us competenles arreios; e tam-
bem um cabriolet inglez com os arreios:
na rua do Trapiche Novo n. 10, ou na Boa-
Visla em casa do Sr. Poirier.
Facas de cabo de mar(im.
Vendem-se facas de cabo de marlim, de
immensas qualidades, e muito superiores,
por barato prego na loja de ferragens, na
rua da Cadeia do Rocife, de Vidal 4 Bastos.
Aviso aos senhores de en-
geuhu.
Na rua da Cadeia do lecife, loja de ferra-
gens de Vidal & Bastos, ba para vender tira-
deiras de ferro para engenhos ; bem como
todos os perlences para ferreiro, como seja:
foles, ternns, safras, etc., o tudo se vende
por mdico prego.
Cliegou a'loja da rua do Crespn.
11. II, um completo sortimento de toallus
de linho e algodao adamascadas para me-
sa, bem comotoalhas para rosto de puro
linho e guardanapos de linho e algodao,
o ipie tudo se vende por mdicos precos.
Na nova loja de quatro portas n.
57, na rua do Queimado, passando o bec-
co da Congregacao, chegou ultimamente
um completo sortiupento de manguitos e
gollinhas, gornicois e romeiras, tudo poi
precos muito com modos, assim comocha-
pcllinas parasenhoras, de gostos mais mo-
dernos possiveis, pelo barato preco de
150 rs.
RUA DO RRUM, PASSANDO O cHA-
FARIZ.
ha sempre um grande sortimento dos se-
guintes objectos de mecanismos proprios Grusiienaples prelo e decores, muito au-
para engenhos, a saber : moendas e meias j periur, covado.........
duendas da mais moderna construego ; ta- Dilo dilo de tiilo muito largo, pmprio para
chas de ferro fundido e batido, de superior forros de obras, covedo......
qualidado e de todos os tamanhos ; rodas!ffda9 ,de 1"adnDno9- c"vaJo.....
dentadas para agua ou animaos, do todas as ??UM"lf,,na..r,af.C!i.e.- T"' '
proporcfles; crivos e bocea de tomaina l^^^^tZ^: \
registros de boeiro, aguilhoes, bromes, pa- Pef.a8 de brelanha de liuho fina curu 6 va-
rafusos e cavilboes, moinhos de mandioca, [ ras.............
lcete.____________________________________i Panno fino prelo e de cores, para lodosos
9
IjOOO
loiooo
a
3JO00
8
"SOO
79300
isooo
400
I
25000
15200
IjOOO
20000
15600
950
320
430
5280
:l>")00
casa de Jos Pereira Vianna, que grati-
cara' genei-osamente.
509000 de gratificado.
No dia 27 do crreme, fugio da casa de
abalso assignado o escravo crioulo don-
me Pedro, o qual tem os siguaea segua-
les : estatura regular, bastante preto, ja
tem bastantes cabellos brancos, Unto na
cbeca como na barba, levou ealca de brim
de quadros e camisa de madapolSo mas tai-
vez leoha mudado de roupa, porque levou
mais alem da do corpo, falla bastante des-
cansada e por entre os deotes, julgi-se que
lera ido para i.aranhuns por ser natural
desse lugar e de l ter vlndo para ser ven-
dido nesla praca : roga-se poiUoto as iuto-
ridades e capitSes de campo a apprehensao
do dilo escravo e mandadlo levar nesta cida-
de a seu senhor na rua Imperial n. 173, ou
em Garanhuns ao Illa. Sr. Manoel Jos Mon-
des Bastos, que se gratificara comaquantia
cima. Kecife 29 de setembro de 1857.
Joaquim Luiz dos Santos Villa-verde.
No dia 18 do corrente, ItJgio de bor-
do do brigue Sagitario, um escravo de
nome Joaquim, pardo escravo, de 22 a
2 i-annos de idade. estatura regular, secco
do corvpo, s tem barba no queixo, ca-
bellos carapinhos e ja tem muitos bran-
cos, he bem conheeido por ter as maos
muito calejadas, quando fugio tinha o ca-
bello a nazareno, tem os pe meio apale-
ados, e falla muito manso : quem o pe-
|gar e o entregar aoseu senhor Manoel
Oe gratlliearuo. .Francisco da Silva Carrico, na rua do Col-
Aquom pegar o escravo cabra, de nome Uegio n. 15, terceiro andar, sera' bem
Bernardo, de idade 20 annos, pouco mais ou gratificado
menos.o qual escravo fugio no 7 do correte, ..... M.
levando caiga de riscado, camisa branca, I :!""* J. d5.8?le,l>ro deste anno, fu-
chaceo decouro e com uro mslolao de cou- ^u; u um escravo crioulo
rocom sua rede e mais roupa, tendo os ,,nonle !.ppe com .s s,8es seguales :
signaes seguintes : cor cabra fula, roslo re- chei 0C0_rPp cor roui'o preU, olbos
vivos e avermelhados, semblante agradavel
ps regulares, foi vestido de caiga e camisa
do algodao azul; este escravo foi compra-
do no fim do anno prximo passado nessa
praca do Recife ao Sr Joaquim Ribeiro Pon-
tes ja fallecido, e suppe-se para alli ter ido
portento, roga-se aos capitSes de campo,
qualquer autoridade policial a sua captura
que se satisfar com generosidade a quem o
entregar nessa prag, na rua estreiu do Ro-
sario o. 10, segundo andar, ou no engeDbo
Tab'.
--Fugio no da 18 do correte mezl de
outubro a escrava Felicia, de idade 35 an-
nos, crioula, altura ragular, tem urna marca
de qucimadura comprida ao p de urna das
orelhas e a cabeca torta proveniente do ar
de vento que leve em pequea, tem um dos
pes mais grosso, costuma andar desatacada
e bebe bstame agoardente, e levou vestido
de chila cabocla; a qual escrava foi com-
prada no Rio-Formoso, e suPpoe-ae andar
nosarrabaldesdesta cidade, aonde diz ter
umafilha: roga-se as autoridades policiaes
e espitaos de campo a apprebensSo da dita
escrava, que levando ao abaixo assignado.
na rua da Cadeia do Recife n. 29, primeiro
andar, serao recompensados.
Manoel Affonso Aquino de Albuquerque.
Fugio no dia 4 de outubro do corren-
te anno, o escravo mulato de nome Jorge,
baixo, secco do corpo, pouca barba, potroso!
tem do lado esquerdo do roslo urna cicatriz
hombrossungados, olbos pequeos e vivos',
pernas e bragos arqueados quando anda :
este escravo foi do Sr. Manoel Thomaz, ex-
carceireiro, levou vestido camisa de algo-
daozinho de listras, caiga de ganga azul, e
dons chapeos, sendo um de pello e outro de
feli.ro, ambos usados, e Ubaqueiro : roga-
se pois a todas autoridades policiaes e capi-
tSes de campo, que o apprebendam, e con-
duzam-no a rua da Concordia, armazem de
materiaes n. 26, que ser generosamente re-
compensado. Este esclavo ja foi appreben-
dido o anno prximo passado no engenbo
a Santo Amaro' acar, cidade de Coianna

i
fugio para a serra do Martins em
do primeiro senhor: roga-se por
tanto as autoridades policiaes, capitSes de
campo, ou qualquer pessoa, que do mesmo
lenha noticia decaptura-lo e conduzi-lo a
rua da Cruz do Reciten. 13, primeirn an-
dar, entendendo-se com Manoel Joaquim
Seve & Filbos.
Fugio na madrugada do dia 4 de
iioverabro do corrente anno o escravo ca-
bra por nome Jeremas, de idade 25 an-
uos pouco mais ou menos, estatura regu-
lar, cheio do corpo, pouca barba, com
um sEiial de queimadura em urna das
mos, e falla um tanto descansado e tem
oliiciodesapateiro e levou comsigo alguns
objectos eomo sejam : formas, martellos,
I troquezetc, etc., assim como porcao de
roupa nao s do servico como lina, sendo
calcas de casan ira, botins de couio de
lustre e sapatos, um capote de panno
azul forrado de baeta encarnada com go-
la de pelucia verde e alamares de metal,
dotis ou tres chapeos, um de pello preto
e dous de palha ; desconlia-se que anda-
ra'em companhia de urna pardinha de
nome Paula e um pardinho de nome Ju-
liiio, o qual sabe ler e escrever e que am-
bos tamban desappareceram no dia 5 do
mesmo mez ; roga-s por tanto as autori-
dades policiaes, capites de campo ou
qualquer pessoa que do mesmo tenha no-
ticia de captura-lo e conduzi-lo a rua da
i Cruz do Recife n. 17, ou
Dos premios da segunda parte d<* primeira
eitrabidaa
lotera a beneficio do Recolhimento de Papaeaca,
11 de Novemlirode .1857

Trem de cozinha.
Completo trem de cozinba, tjnto estanlu-
o como sobre porcellana.e frsncez de ferro
batido, bem como todos os arranjos para
casa, temos de bondejas muito finas e por
commodo prego : na rua da Cadeia do Reci-
fe, loja de lerragens de Vidal & Bastos
POTASSA DA BSSI E CAL
IRGEM.
No deposito da rua da i.adeia do Recife,
armazem n 12, ha muito superior potassa
da Russia, dita da fabrica do Rio de Janeiro,
e cal de Lisboa em pedra, tudo ebegado ba
poucosdias, e a vender-se por menos prego
do que em outra qnalquer parte,
Agencia
da fundicao Low-Mo r,
rua da Sensata Nova
n. 42.
Negte ostabelecimento contina'a a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenbo, machinas de vapor
e taixas de ferro batido e coado de todosos
t&manbos para dilo.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fundicao de ierrode. W. Bowman
na rua do Bium, passando o chafa-
riz, continua a haver um completo sov-
timento de taclias de Ierro fundido e bati-
do, de 3 a 8 palmos de bica, as quaes so
echama venda por preco commodo e com
ptomptido, embarcam-se ou carregam-
se em carro sem despezas ao comprador
Gomma do Aracatj .
L'm porges e relalbo : vende-se na rui
da Cadeia n. 57, escriplorio de Prente Vi-
anna.
lis. PHEMS.
I
hJU
Em casadeRabcSchmettaui&Companhias
rua da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
puno- do afamado fabricante Traumann de
iJamburgo.
Foi transferido o
para a botica de Jos da Cruz Santos, na ra
Nova n. 53, garrafas 55500, e meias 35O00,
sendo falso todo aquello que nao for vendi-
g
osto )
(Bom
^reguic da
rua do Queimado, esquina
do becco do Peixe-Frito
n. *t,
acaba de receber pelo ultimo vapor da
Europa, ricos cortes de vestidos para se-
nhora de um gosto inteiramente novo,
de cores escurase elegantemente listeados
de seda assetmada ; esta lazenda deno-
mina-seGraciana ou Carij, e be a
mais propria para a presente estacao ;
da Cruz Santos, na rua cus,a ctua corle a mdica quantia de
12s00.
SAPATOS HO AR ACM Y,
Uoliuhos fino
s.
No deposito da rua de 8. Francisco'a. 6.
acha-sn cons antemente todas as qualidades
de bolinhjs finos, lauto fabricados aqu co-llt'' l)e' "Huno navio : cu: casa de J. Kel-
mo na Europa, bolachinhas finissimas pro- 'ler & C. rua da Cruz n. j.
do neste deposito, pelo que so faz o presente dos melnores que tem vindo a este merca-
aviso. ;do, para bninens e meninos, de palla e de
PORTANTE PARA OPLBLIO)"-'"^ emchsadeCam,nhaA
Para cura de pbtysica em todos os seus
differerites graos, quer motivada por cons-
tipages, losse, aslhnia, pleuriz, escarros de
sangue, dr .e costados e peitos, palpit^gHo
no coragSo, coqueluche bronchite, dr na
garganta, e todas as molestias dos org9os
pulmonares.
Vende-sc superior agurdente de
Franca, tanto em barris como em caixas,
"cores e absynthe, chegado recentemen-
da Cadeia do Reciten. 60, pri'.-eiro andar.
CGM PEQE10 TOQUE DE
ATARA.
Sin
heiro
Pegas de algodSo liso, largo, encorpado-
2-, 2/240, 2C500 c 29800 a peca, ditodesia
cu- ira a 29, 29240, 2/500, 29800 e 39 a pega,
dito de sacco a 120 e 150 a jarda, dito fran-
gido largo a 100, 120, 140 o 180 rs. a jarda:
vende-se na rua do Crespo, loja da esquina
que volla para a rua da Cadeia.
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O Escrivao Joz Mara da Cruz.
PERN. TYP. DE M. F. DE PARIA. 1857.
MUTILADO
ILEGIVEL
^
,


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