Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07879


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Full Text


ANNO XXXIII Di. m.
Por 5 mezes adiantados 4#000.
Por 3 mezes vencidos 4f500.
OliRTV FEIRA II DE .NOYEMBRO DE I8S7
Por anno adiantado 1J$00.
Porte franco para o subscriptor:
BNCAMBGIDM DA tBSOUJrCi.0 DO NORTB.
**J!l^'' lo todolpho fiomei ; Natal, 8r. Joaquim
l.Periln Jnior ; Araenj, 0 8r. A. diUmoi Braga ; Caa-
ra Ir. J. Jo* da Oliviiri : Maranhao, o Seohor Jota Taiiei
i a da Mallo; Plauhj geohor Jot Joaquim Avelina ; Pa-
ra. la. Itutiua i. ftamoi ; aVauonii, Ir. Jironvmoda
. C >1M.
PARTIDA DOS COB.KEJOI.
I o ala*, as fl > rucia horas do da.
.ii.iu a Parahiba: n.u a.-aun.ijs c l
Olimle : lo*
Uaaffwaa1. timauna i- l'arahiba: us s.'iiun.la c s.'.i.is-forjs.
S. Aullo. Hcirrroi, Baulu, Caruaru', Al.iiho c. GOUIIU : n i
S. Lour.;iit.., Pao d Alho, Naiarelh, Lim.,.iro. Biejo, l>o>'|ueira,
Florea, Villa-Bella, Boa-Vista, Ouricury o B,ar\ nas uuarla.-feira..
Labo,lpojoca,naUen, Bio Cornoio, Una, Barrciroa, Agua-Prcta. Pi-
rnrii.r.rat a Xal.i : quinlas-fcira.
(Tedoa OS corrcioa parlen, as 10 boras da manlia.
tcrca-feira.
Ingmuira,
AIKNQ1AI DOS TBJBGNABI DA CAPITAL.
Tribunal do comroarcio : leguodu a quimil.
Relacao : tercat feirai a labbadoa.
Falcada : quarui a labbadot ai 10 horai.
Juio do emmercio : iigundu ai 10 horas a quintal ao maia di.
Jujo da orphot iiegunda a quintal ai 10 horas.
Primaira Tara do eivei aagnnda a lam aa meia da.
ganda rara do civil : narlai a ubbadoi aa mala dia.
BPHKHBRIDES UO.MBZ DB NOVEMBRO.
1 La chala ai 10 horas e 38 minutos da tarde.
8 Quarto mioguaotca 1 hora e 35 micuiot di manliaa.
16 La nova a 1 hora a 35 minuto* da tarde.
2. Quarto creicenti ai 8 horai a 18 minuto da urda.
PKEAMAB DB HUJE.
Primaira ai 11 horai 42 miouloi da manhaa.
Sagunda ai 12 bons a 0 minutoi da urda.
DIAB DA SEMANA.
9 Segunda. Si. lircissirfo c Agripino Bb.
'0 Terca. S. Andrr Avelino f. ; i. N.npha.
'1 Quarta S. Marunho b. a. Verano b.
I- Quima. B. Mariinho p. m.; a. Luvino b. ni.
13 mi Si. Arcadio e l'aulillo Jim.
14 Sobado S. Abilio diac.; s. Gnriai m.
13 Domingo 21 O Patrocinio de N. Senbora.
KM .ARRUGADOS DA SUBSCRICA NO BUL
Alagoai, o 8r. Claudino Fileao Diaa ; Bahia, o Ir. D. Dupri
Rio da Janeiro, o Sr. Joao Penira Martina.
EM PERNAMBUCO.
O proprilUrio do DIARIO Manoel Figuelroi da Fin la
Uuina, praca da Independencia n. I a 8.
bstanle a pouca coneMeraco qoe, al- I }!.Kr!I?a0lc.' Un,1oe decidir, daranle o ro de ou-. Taquea, digno presidente deua provincia. Se
lubro, ouiro cooflulo, existen!
No lando
Ku na tenliore* aiiiznanlei denle Diario' lem. para
com o pagamento do importe de saas attignataris,
damorando-o por forma lal, qaa impossivel ae fru
equiparar n deipea coro a recula, accresce que.pre-
itntemenle, aproviilando se da immeoia d.ftlcaldi-
de que h.i da obtarem se Iroeos miulos, aprtsantam
aus noiaoi cobradores sdalas de mullo maor valor
* para o pagamento da sab-crip<;io, eiigindo Irocoi
(re oo qualro vena maior, de modo qaa para reee-
ber-ae cero asignaturas he preciso dar-aa uro valor
qnadroplo, ou ao ineuoi tedolai de 1?, qoe goiam
actualmente do premio de cinco por rento. Seroe-
Ihanle procedimenlo nao era de esperar de peseoai
que tubi:revero esle Diario de toa espontanea von-
tade. e aern qoe para iun fossem rogalai, tanto mais
qoanto o diminuto prec.o da tubteripcao, (o mais
^ barato de |. ' ao lea frmalo materias, na admitle augmento
de despega aem accreicimo de lucros ; poilanlo ei
pera o proprielarlo desta empreta, que os meamos
enhtrai attendam ao esposto, e dignen)-ie mandar
aaliifazer saas asignaturas qoe sendo diminuas pa-
ra cada um, lornam-ie atolladas para a caaa.
PARTE QPFIGt AL
GOVERNJ DA PWOVliV-,1*
Eape lente do dia 5 de novetabra.
Olli lo \.i Enn. harai da Un Villa, duendo fi-
earscienie de ler S. Etc. rea*sumidu o eiercicio do
commando superior da guarda nacional desle luoni-
elpr.
D loAi Eim. commandaotedas armas, enviando
eni i-iifar/o a iu.i reqnisi.;in os docomenlos ohgi-
naes a qoe lerefare o aviso do imperio de-t de jo-
nho qUiido, o i qual ie determina que nj.im respon-
sabilisados eapiio Jos Ijimes de Almei lito te-
nenie Joao Mirii.iio Cavalcanti de Albuquerqoa, por
actos pmiiea loa aa colonia de Pimenteiraa.
DitoAo rrfsrno.Do oitkio do dir lor da colo-
nia militar :'e Pimenleirns de 6 da oalobro allimo,
consta que pir folla de lelo do >oldado colono An-
gelo Jos Pe eir, evadiram-ie n< pre"s de justica
'.Francisco J' Jos Sinlos e Minoel Krancisco, qiie
eilavam sanio prncesidos por ditT-renlesarmaa na
ine-ma colp". Remello, poi>, a V. Fic.-por copia
o refer o oll io, eaa part-s a que elle se refere, e
liein as*irro de 30 do citado mez, afim de qoe laca
proceder orno for de le contra o referido soldado por
semrlliai.e ciime.
Ditoio masmo, apreienlando pira recrolas do
xercito. os paisanos Braz Manoel do Naacimenln e
Candi icFranciseo das Chagas.Gommonicou-ss ao
chefe dvpalicia.
a lliloAd roeamo, inleirando-j de liaver dado or-
r dem para asr o alferes Simsao Crrela Lima indem-
uisado da ra a con lucilo do sol lado Joaquim Filippe.
Dilo io enuiiiHii l.iule da ealaglo nav.l, Iran-
luilltndo cojia do aviso da maniiha de i de setem-
bro ultimo, no qual n.i m su leclara queocarpin-
leiro do hale aParahibanos Juvenil Antonio de
Sant'.Vntil, pula deizar nla proviocia, a Ma lia,
. Auna l.uzi. a qutnlia de lj m-naaes, deduzida do
eeu suido,mas lainhem se conimunica haver-ae so-
- licitado de ministro da uzeoda a ezped jo de or-
dena nestaaenlido.
Dito \n cliefe da polica, trauamillinlo-lii*.
para aerenaHitados nos lugares mais pablicos de
cada rnalas paruchia<. esemplarea do edilal con-
m I in 11 |ira ali que qoize-in servir iioeseicilo.
Oilo\ in-sno, enviando-lhe copia do olli :in
r do juiz di direilo de Sanio Aniao de 2 do crrenle,
e recoiDneiidando que d 8 urdens e inalruccnes
necessaria, alini de que nao continu a ntrodocVau
de armas ia eadeia daquella cidade.
Oiloio in --ni i, d zendo que se mandnu papr
aa despeas com o sualenlo e curativo dil presni po-
bret da <>a de delengao, e com o fornei-imeiito de
lozea par o quarlel do destacamento de Ifioarass.
Oilo Ao director gerel da instrocrSu publica,
iiileirantn-n de ler designado n padre Vicente l'er-
reira deSiqueira VarejSn e Simplicio da Ooz Ribel-
ro, pira <\ iinin i l if es no concurso a que se lem de
|t. ce le- no dia 5 ptr preenehimenlo das cadeiras
dusezo masca! i no n ivamenle creadas oas fregoezias
da Luz, lp iju: e Muribeca.
Oito A Hiesiorarii da f izenl.i, inleirando-a de
ler si .o approvala pelo governo imperial a delibe-
ragSo que tomou a presideucia de mandar pagar ao
Or. Pedro Aulrau da Malla e Alboquerque, lente
ealliedraiieo da Ncul lade de direilo, a grauncagao
qoe llio cotupelia pela accomulagao da regencia da
prirdeira cadeira do segundo annu, nao obslanle
ai'li.tr-se como lale roaii anligu oo exerricio do
cargo de director, porquanto esla olma circiimslan-
eia Ble colloea o le ule fra de regra z*'al eslabelec-
da na ultima parle do arl. d>l pe i decreto n. 18:16 de 28 de abril de 18 ), re-
lativa a gr.vtilicaga.i devida pela sobsIitoigAo das ca-
ileir.i. das (iculilldes.
- DiloA meama, inleirando-o pela leilora da co-
pia do aviso da marinha da I i de uutubro oltimo, de
ler lito approvada a deliberigo da presidencia,
. mandando pagar a importancia da elape que vence-
ram os paii crutaa da oiarinha, vindos de Ciiranhun para esla
cidada.
OitoA niesina, eommonicando ler sido approva-
da a nomeagao de Joapuim Pires da Silva para o lu-
gar de guarda da altan lega.
.OiloAo director da colunia de Pimenleiras. pa-
ra informar sobre o pagamento os que rec'ama Joan
I heudoru dos Sanios, proveniente de fardamenlni
que venceu duraule o lempo em que servio naqoel-
la colonia.
OiloAo couaelho administrativo, para prom
a compra dos arligos declarados nos pedidos melo-
so!, os quaes sao preciso! ao arsenal de guerra.
Commumcno-ie a eale e a llirsouraria de fazenda.
OiloAo coinmandaule de rsolicia, aceusando o
recebimenlu do mappa do armamento e equipaineulo
peilencentes aquello corpo.
OiloAo inapeclor de marinlia, para mandar fa-
> zer no brigoe barca ullamarar o reparos que re-
quisita o commu 'ante da estagau naval mi ollicio
jonto por copia.Commouicou-se ao referido c ni-
mandanle.
DiloAo meimn, pira mandar fornecer ;io vapor
'Beberiheii os objectos indicados pelo eummandanle
dd eaiag.l.i naval no ollicio por copla incluso.
- PortaraAo agente da compsnliia doi vapores
"irasileiroa. para iikii lar (rausporlar para as Ala-
gojs, por ctnila do governo, o major llerculano San-
cho da Silva Pedra, e bem a*ini a aua familia, rom-
posla de sua senhora, nma lilha menor a urna cu-
li lia i a
Uoal para a corla ao menor Mareolino Feli-
ciano Jos Rodrigoes e os reerutaa de marinha ller-
culano Jos Ramm e Candido Jo-e de Carvallo, qoe
ajerao enviados pa'a bordo pelo inapeclor do arsenal
de marinha.C-minuni. ou-si a e>le.
e en ir os deputadoi | esperai semelhti
do grao ducado de l.uvembourc i o grao duqoe rei dis-e em oulra,
da Hollanda, conilicio que aprsenla com a primaira l vo para o paiz
qoesto alguma analoga, no sent i > de que pira I onde j ta importantes servigos preslou, querco
r diiln-ul ladea eotre orna provincia nllemaa e I mo depulado provincial, quer como promotor pa-
o raesmo letnno o chefe di om I hlicn. ele.
estado eslrangeiro.
prndenle deisa provincia. Sempre certa >oi. Ha nella um ajudanle, um alinoxartfe e..., impe.ceplivel sem ditn.nsao e sero peio V Di
inte acolhimenlo, porque, como ja Ihe que anomala !] sele pragai para guardar presos de : pegamento leu abr.a-a e percorre lodo o espaco
, o Sr. Taque, nao he um hornera no- E-lado II | ro,e.a enlre 0 uada e cl>s um a,omo J J
, e muilo manos para Pernambuco, O regulamenlo manda que haja um capelln, e lodo inteiro i
m so
que
oceupa
'nl'"-'" '"" '" que naja um capeliao, e lodo inteiro :
nao le porque |a nao (em sido prvido esae lugar, Tu u< immorlal e um momelo de vista limita e
seo chefe, que he ao raesmo lempo o chefe d.~ om i biicoT'cr" '............."*" """ *----------- V"~ \ To". ^a\,n^ '"" Dece!S,daile P" i *jfij UW de,eis *to ,e aJmires m,is de '"
Eu nao Uve a saliafagaode vsila-lo a bordo quau- He o que lenho a dizrr a reaneilo da taha-1
A eulermidade de el-re Oicar da Suecia lem feilo do aqui esleve, porque os meus inenmmoloi me dello. a reapetio de Lab-
progre-ioi laes qoe se degragadamenle nao apoare-j impoasibihlaram, mas cump.imei.le-o por orna car- Voo leudo alguma melhora nos meui inenm-
car algoma mell.or. seos.vel, pode-se recetar a pros-; (a, e bem aisim ao nosso amigo Or. Bapliita Madu- modo, e he bem provavel, que, como anidado
trag?o total das lorga, do.ugoslo enfermo; segn lo: reir. Algum amigos deS. Etc. o foram visitar e liel ao raeu iurameito, no d!a 22 do coenle ee a
os termo, da. consi.lu.c5e, .oeca e noruega todas a. .oeonlnrara ..elle o mesmo hornero alTavel e deli- (irme no meo posto no segoodo dislrielo d ca-
vezes que a incapacdade pl.y-ica mlellectual do re., cado, despido desie orgullo podra e f.fo. que lor- pilal oessa ca
remante liver si.io ollu.al.ncnle aohoociada e pro- na qualquer notabilidad! om perfeilo caricato. O- Sauli e forluna
clamada, urna regencia mua, composla de 12 Sue- i sejo com toJaa as veras de mmha alma que a admi- :------------------------------------------------------__________________
eos e de 12 .Noruegos deve ser instituida para go- : nislragao do Sr. Taquea sej sempre bafejala por
vimar durante a enfermidade do soberano ; no caso suaves zephiros, e que o ierre no em que ella for
prsenle, as qualro Cmaras legislativa! suecas e no- t collocida seja igoalmente motivada por flagran-
ruegas iralain de prover a iluacio. Pedio-se-lhes., le llores, que t broUm Bquelles Urrenos que
nao que elegesse os 2t memhros da regencia, mis silo irrigados com cuidado, prudencia e habili-
que coiiliasssem o poder ao principe real durante um '
auno, lempo reclamado pelos mdicos para o resla-
belec.menlo da laode de el-rei. Foi islo o qoe rll.s
dade.
Oeos me ouga.
PAGINA YULSfl.
O liumein foi creado para urna telicidade inlinila.
A felicitada, porm, i foi feila para orna alma
grande noa seos desejos e nai suas vislai. ludo o
qoe he pequeo e vil nos aproxima do mal e di pe-
na, apartando-no. da virlude. Ella nao pude en-
trar em um coracao estreno.
O vicio he um defeilo de capacidade n'alma, de
exliusao no peusaniinlo.
U fogo nao vibra para a Ierra suas linguas nll.im-
roadaa. Cora elle, a alma aspira clevar-se, equan-
do mis a forgamos descer a ohjerlo. caducos, qui he
preciso deixar cedo ou larde, ella esla' em um eala-
do violento e contrario sua nalurrza. Nos somos
urna ca'a terrea arrendada por 200R, im-
porlancia da decima.......
I (in i i.O iiicnio. orna casa (errea ar-
rendada por 2li:~ impurlan-ia da decima
dem '.(i.O nie.tno, caaa larrea arrenda-
da por 21J, iinpuii .ui'ia da dcima .
dem 48.U inesn.o. urna cata lerea ar-
rendada por 123, impurtancia da de-
ci.ia............
I lem ."ai. Mar a Annuoci.ida Adelaida Al-
ves da Silva, una ras, terrea arrendada
por 120;, importancia da dcima. .
dem .)2.Fllltol de Manoel Joaquim
do Mego Barros, orna casa tereaarret.da-
da por 1209, importancia da dcima. .
dem "i.Jos dol Santos Neves, orna
casa terrea arrendada por 120j, impor-
l-ucia da decima........
dem 5li.Annunciada Camilla Alves da
Silva, u.na rasa lerrea arrendada por
34S, importancia da decima
ronce leram, mas nao he sem d.niculdade's que o
principe foi revestido da regeucia com a sanecao doi
dill-reules poderes.
Em C inslantinopla o no>o gabinete nlloinano mar.
Cha com muila uui lade ; a quealao liuaiiceira he o
objeclo de um inqnenln dos mais lerios. Esla-ie
elaborando no conselho do I'anzimal om plano dado
por Fuad Pacha, e de que su esperara os mai. felizes
real.liado..
As ele caes moldo valacas se realisaram no senti-
do da uni.i.i. A ui nona nos dvans ad lio-., perlen-
ee a pol.nca qoe prevaleceo na occanao da ultima
coiiilniiacao do mmislerio ollomano. Aguardando a
coinoc.ca.i, eii-aqui o programan do partido mi-
nisterial -ta ;
1.a lioio des prinripado. em um l eslado, ret-
peilaodo os diieilos da Porta, segando o espirito e a
lettra das capitula,Oes : 2., uealralidade do territo-
rio dos principados ; 3.", repello ao. dreilus dos
principado) e sobre lu io da aa aulonomii no espi-
di e na letlra dos raesmos triladoi ; 4., heredila-
riedidi do chefe do eslado, o hospodorilo fez o eu
lempa, compre que elle leja seguido de urna forma
degovernoeuropa; j.a.sembla geral ornea repre-
anlando os interesses da naga > um la e a' qual ser
confiado o poder legislativo ; t.\ aubmi-sSo dos e.-
trangeiros qoe hab.lam os principados ; ~.\ con-
Irahir religues commerciaes, legondo os seus pro-
pnoa inieresse. ; 8-, garanda colectiva de lodos es-
le diretlos pelas pessoai assigoalarias do lala.lo de
laris no seu complexo.
Ka Blgica o projeclo da ere. gao de om ministe-
rio do coininercio e da iudoslna, projeclo que foi
apreseolado ha alguin lempo p-la cmara de com
merco de Antuerpia, parece encontrar numerosos
a ilierentes subre dideienles ponios do paiz. Si a
aua proaperidade cominercial c-l longo de igualar a
de orna poca em que mil navoi de grande lonela-
gem se ochavara constantemente no ancoradooro de
Antuerpia, ao menos pude se dizer que o coraraar-
co belga depoisde lunga eslagnagao, recobroo nos
ltimos anuo, um de.envolv.menlo coosideravel.
nanlo a aclividade industrial desta nagao, ella he
n. bem condecida para que teja preciso insistir so
Dre a importancia e var.eiade do seus productos :
a ere a gao de om minutero do emmercio e da in-
dustria, lendo a dupl.ee ini'sao de favorecer e prote-
ger o desenvolvimeiilo destes dout prjncipae. ramos
do trahalh i nacional parece em conteqoencia dever
ser mu ul.l, se n.io inditpensavel. Qaasi todas as
carnaras de commercm j. der,..n a sua a ll.eaao a es-
la projeclo presentado pela melropole commercial.
mide dizem que os seus prest leules e lecrelarios e
reunirn) protimaiueute para se enlendere.n sibre o-
maioi que se eve.n empregar lio intuito de darlbe
una prompla reilisarao.
Em Madrid a cose minislerial eal em permanen-
cia ; como a rainha recusa a deminSoque llieoll'ere-
ce.n ni membros do gabinele .Varvae, estes perma-
necen em >eu posto. Com quer que seja, u n.inis-
lerto esl merlo e bem morto, e si elle prolongar a
ua agona, nem por isso dena de ler fe.to eu lem-
po ; lal ve/, nao espere a leuuiao das corlea.
Afilesdeala m-sina reuma i elle quiz firmar a' sua
siluacao, insidio para obler o railaineiilo de diver-
jas psima que oceupam no palacio cargos de con-
l.anga e que Uta ajo hostia ; mas estas se defendern)
com energa. O nmechal Narran pedio lambem a
i>vog.gao do lene.iti general Jos da Concha, capi-
lao-general da colonia de Cuba, e aua substituicau
pelo general Lersundi, ministro da marinha. Com..
islas diversos pedidos nao foram sattleiloa, o general
Lersund. ileu a sua demiasao, enlre as maos do pr-
ndenle do cou'rlho ; depois de urna sessao do con-
.elho nresidida pe|. rainha, lodos os ininislros de-
ram as suas derais-es, que nao foi aceita. .No di-
segoinle o marechal fez urna nova tentativa que nao
leve mel or etilo, no outro dii os ministros se reuni-
ram de novo, e foi convenc.nudo que M. I'ilal re-
presentaria humilde e re eessidade em qoe eslava o inini-lerio de persistir
la seu pedido, alim de nao ler a rendar os elfeilos
i i.n iem refleclfda das on tas, em qoe u ns-
lio esla'pintado, elle le lanca ao mo do r.be.ro
para o eagolar, elle lira mergolhado no lodo. Esle
insen.ato he o homein, cuja ambigao se une as phan- I
tasias.
1^ m Hftna .ponidos Nos queremos agarrar a gloria. ]\s cor-
_r.,,,./.w,iTij.i.li, ".i S i rmu* "'"i da.ua sombra, e nos nos precipitamos; dem .vs.-juao Jos Fernanda! de Carva-
desconhecdoa. re-olvi lomar, a conselho dos homens se lal qoe mereeesse lana censura, e ne.n memo bnihanle
di sciencia, algatis banhos salgada., e pelo que pro- que fosse aquelle logar l,,o profanado .ervndo de
coiei esta praia de Cabedello, qoe nao me era des- paslo para animaes ; oh '. cerlamenle na podamos
cofihereida, e onde cnnlo alguns amigos. : crer O qoe porcra se diz, e que se aclia reve-li-
Esi esla povoag3o luada ao nascenle da barra, | do do carcter de veidade, nao deina a menor 'u-
e eonseguinlemenle aliineuta la por um calor insop- vid de qoe com cuello aquello cera lerio nao passa
pnrlavel, desde alio dia al depoi. da raadro- deam theairo de profonagao. lia das lendo eido
8.d.a. sepoltada a mulher do sacnsiao da capella de Nossa
lendo urna s roa qoe principia da forlaleza e i Senhora da Coiiceigao daquella povoagao, nao tar-
lermina no principio da estrada de Ierra, o Cabe-{ don moilo que nao I isse vizilada a sua sepultura
dello he na frenle defendida por um vasto coquei- por um cavailo que para all fira palar, re-ullanJo
ral, na retaguarda por extensas capoeirai, alguna quo por um 'emelh.inte abuso, le diz que em oolrai
ilios de cnqoeiroi elamanneiros.
O lugar mai.apreciavel de Cabedello. pela cons-
tante vragao qoe corre he a Ponta do Mallo ou Cos-
ta como vulgarmente Clamara. Nessi lugar pou-
ca. pessoai morara, por ser alie ualuralraeote
ertno.
Ha onlros lugarejoa, como lejam : Camboinha,
Pogo e Pona de Campia, Incal ladei eslai por sua
ex ollenoa misrrimas, oo le nao he possivel a
ediftcagao, pelo e-l .Jo de inlolencia em que le
t-m posto aquellesquedeveriam a ellas fazeralgam
bem.
Em frenle de Cabedello na margem opposla ao
rio, esldo a Ke-linja, as praias de l.ucena, Punta
da Santo Antonio, Forle-Velho, Guia e l.ttra-
menlo.
fia (joia esl edificado ora vello hospicio doi re-
verendos Carinelilaa, que lem de ren lmenlo ao-
noal a enorme qoanlia de 3501 Esae ed licio, ape-
lar do. reparts que tielle ha feilo o prior padre Fr.
hunco, pooco durara, vislo qoe a mesquinhez das
suas reitdas nao d para aerara feilos os priucipaei
reparos que precisa.
Dizem que o convenio do Carmo dessa cidade de-
terminara urna 'in I,i para os reparos da l.uia, mas
que ainda nao foi remelltda, ou confiada ao seu ns-
periivo prelado, lalvez por esqoeciraento.
Continuemos cora u Cabedello.
A agua polavel desla povoagio he lao inspida,
volumosa e corada, como a agua do sertao, que lem
falla le.se genero. Quera quer beber agua melhor
lem o trabado de a mandar coDdozir da Parta
Vello, nao com pequeo incommodo de conduc--
gao. O povo geraltnenie he dessa agua que usa, e
oarece que beb' o mais delicioso nctar: lal he a
forga de coalume.
O alimento de cada dia lie o peixe : cavalla. cha-
rco, lambas, polvos, ele.
Alm dos ruine-, que tcm cerlos particulares na
I'onla do Malo, ha urna associagao de pescadoras,
qoe doranle p semana aileriiadamente vai ao mar
rom ama imineusa rede de arraita, rouhecida por
lresmalhofazerem a pe*ca das lainliil, que sao
aqu ni mires que qualquer curiman dos iviiros do
Mjni.
i .lun lo os venios esiao serenos e o mar tranquillo,
a pesca he gran le. e logo repartida irmaan.eulenle
muilasoccasiea le.n sido vi-lo pedagos'do pernas, e
bracis ainda nao consumidos na superfir.ii da Ierra,
desenterrados pelos animaes qoe all vio pa-lar, lu-
do a falta de urna cerca que divida aquelle logar la-
erado. Islo he horrivel Era vala de semelhanle
quadro nao ae poder com justa razao clamar contra
la i manila.ta falta de religiao Ninguem o comes- i abutre le roe ocorago
lar ; para que pois sja ella respailada, juslo he leua lagos, leras livre.
que se lomera as necessarias providencias para que,
garantidos fiquera os cadveres de sirvirern de paslo
Je animaes.
Insuoordinarao. Sexla-feira 6 do crranle
um toldado da coinpaiihia lita de ravallaria achan-
do-se na ribeira da Boa-Vista a p'eicar quinlo di-
nheiro miodo liul.am os malulos, o subdelegado do
logar, mandoo por -tu ordenanga qne o uzease re-
tirar dalli, mas elle b>m langa de obedecer, conlt-
ld-ra to.Joaquim da Silva Lopes, urna
casa lerrea arrendada por \J>-, impor-
tancia da d'Citna........
dem 62.Francisco Antonio de O'iveira,
urna Casa terrea arrrniada por 9Uo, im-
portancia da derima.......
.\mbigao, or.gcm fecunda do bem e do mal, tu Id.m tiiSimplicio Xavier da Fonseca,
ei para o hornero o que as azas sao para o pa..aro. | um casa terrea arrendada por 300& m-
esde que elle pule elevar-se da Ierra e ganhar a. : pnrlancia da dcima,
plantee, do ar, .ua. azas o levara rpidamenteia re-' dem O A.-Maria Annonciada Adelaida
g.ao daa noven. : ellas .3o um peso que o emharaga Alves da Silva, nma cas, lerrea arren-
e alerra lano, que elle so faz aproxtmar-ie a soper- | dada. p..r iSOtl, importancia da decima
ftcie dos campos.
Aaa.m a ambiguo quando se desenvolve para ob-
jeclo. vis e bailo., longe de elevar o hornera, ae tor-
na un,a eadeia que o aagrava a npprirae.
Tu que procuras a grandeza as dignidades, e a
ambigao lesedu/; eu vou tentar desprender-te como
llerculei fez a Promelheo. do rochedo, em que essi
Si a ra/aj poder qoibiar
j.uoii como O 'antes a fazer os seus trocos, o qoe deu
logar ao me.mo subdelegado ir em pestoa para o fa-
Sabes lu qoe aquellas honra, que le engtnam, e
que procuras obler como l-n' sao malea reaes '!
Eu nao vejo lias corles los reis, que pn.Oe. mai.
elevadas, em qoe illaslret eicravos dominara sobre
dem Gi B.Annunciada Camilla Alves
da Silva, urna casa larrea arrendad! por
30C;. imporlafioia da dcima ....
dem 68.llercolaito Alves da Silva, urna
casa larrea arrendada por 370, impor-
tancia da decima....... ,
dem 70.Jos Jernimo Monleiro, orna
cata lerrea arrendada por 3J0, inipor-
Unca da pecimp.........
dem 70 A.Viuva e herdiiros de Manoel
Jos da Silva Guimaraea, ama casa ler
rea arrendada por Hl;, 'imperanca
da dcima.
os infelizes da plebe. Elle, ah vivem na angustia. dem 70 B Os misrooi, urna casa terrea
lu^al ao ujesmo sondeiegado ir em pessoa p.
zer conler. e retirar-ae, ma. elle cada vez maii pei-
linaa desobedec a ordem, dizeudo que nao levava
em conla a ninguem, e re sendo nao obslanle preso e remedido ao Exm. Sr.
enraman,lauto das armas, a cuja disposigao eremos
licara. lie de esperar que S. Ex. aco.tumado a com-
mandar Irapaa disciplinadas, faga punir uveramen-
te a esse in.ubordinado soldado, nao s pira sua cor-
reccao. como para exemplo de oulro. : assim o ere-
moa, tal he a coitlianca que depositamos na pes.oa
do rae-mo Extn. Sr.
fa/go de hiimanidatle. Consla-nos que por
ocrasiilo do leiblo dos escravnt da fabrica de aaliao,
dousnegociaules ingieres, os Srs. J.din l.jle, e Sa-
unders Brolhe.s, liberlarara a um escravo velho
prrlencenle a niesma fabrica. Esle aclo de human,
dade dos referidos Srs. John I.) le e Saonders Bro-
thers nao deve ser eaquecio, 'aceitera porlaulo o cadi um coco a 80 e 100 rs. : o e.arrapato ou ma-
loovores de que sao digno-. moa a 800 rs.; 20 r-. por laranja 20 e 30 rs.
tugo de arilficio. leve lugar honlein S do por um ovo ; por uraa gallinha |> is.
i;"1'1" Pa,leo <1". ?lam Seniora do lergo um | Foram expo-los a venda 37S bol que foram von-
r ... "rtl1"'1"- 18 'a complelo se nao j didos ao calculo de 38 a 5j00 por arroba de carne;
a ralisrricao do arli-la ler preparado ora pas- | 3 licara.n por vender ti.
Al oulra vez.
e u na aervidao cruel, e della ni saliera como culpa-
dos para seren con lu i los a mol le.
Daquella altura elle- mendigara com insolencia o
respeito da mullidao : raoilas vezes, poim, o povo
recosa ao ieu orgullo aquelle. respeilos de que sao
vidos.
Os reis e seus ministros Ira/em nomes veneraveis.
Qoalquer que seja o seu inereciraenlo pessoal, a re-
ligiao e a ordem publica Ihes a.segurara a nossa sob-
tnia.ao exterior. Mus devemos ajoelhar obedieutes
dianle ileslas victirras augustas potupotamenti orna-
das pela sociedade, eque nina coroa cootagra aos.r-
vico do mais alijado do. seos vassalloa.
Se, porm, elles .So cioso de obler de mis a lio
raenagem do coragao, sejain virtuosos. Esle he un
tribolo reservado ao merecimenlo. Si ao homem
se paga e nao ao monarca. U cor;g3o s he vaasallo
da virlude. Elle sd depende do seu imperio e S-
menle a elle jura a lidelidade de vas-alio.
Bada : varaos concluir a nossa larefa.
A familia de mandioca venJeo-8e na feira de sab-
do a 6i0 rs. por mil ; o millo a 560 ; o fejao a 2?
rs. ; a carne do Ceara' a 260 ; o bacalho a lio ;
pelos socios das Tres Mallias.Jque ven lem ua. oo
eccim para o consumo.
Ordinariamente, urna I mili. que pole nesse mer-
cado cuslar 2i0 rs., cusa N bura da praia 80 ;
u na cavalla, que na ribeira de S. Jos asalaria
I2.J rs., na Pona do Malta de Cabelello he vendida
cora osura por >.
A carne he contrabando n --la praia, e s de na-
tal a natal he que, os que nao silo muilo pobres,
podero comer um aferventado, como aqui chamiin
a carue mal cocida.
A ndole do. povo he encllente : sao raro oa
faetoe crini .. -sus aqui perpetrados, o te bem que
bajara pooco mais ou menos de 800
quillidaie he inalleravel.
O Cabedellisias ala o. mell.orea marinheiros do
imperio ; raio he o migo natural desla praia, qoe
' i ni uini v.icaga j pronuncia ii-in,a para a Vida
aro artificial,que impel, lo pelas cI.aminas, foi lar a
urna casa, e quasi produz um incendio. Cranle foi
o alvorolo, nma lelizminle ludo se concluio sem ha-
vir datnuo algum. Esse pequeo aconleciraeuln de-
je servir de exemplo ao artista para na continuar a
fazer Togoi desla ordem, e a polica para lomar co- I
nliecimeiilo de qualquer fogo de artificio aules que!
se Ihe ataque fogo.
I'rocissao. leve lugar igualmente na larde!
licite mesmo da pmc.saao de Nossa Seniora do I
lergo, que esleve muilo decente.
Offerla O Sr. l)r. Joao Ferreira da Silva
acaba de ollerlar para a iirat>tui(io do avlo de
ratjajjlcidade a qiianlia ae \-2ii-, annuaes e "igoal-
inep o leus sereigo. mdicos graloilamenle.
litattinato em Poje de flores :Noi ltimos !
das do mez passado o sceleralo Joao Pedro, acom- I
panl.ado de alguna sicarios, accuramelleu a casa de
Imas, a trau-- aa logro Manoel (iom-. lavare-, e b.rbarameule o ',
aisassinoo, bem como a urna flUia sollera, e a um
pardo Itberlo. Ee hnrrorn.o allentado deu lugar a
mais cinco assasainalos. Nos, que no. compungimos
a dar esla ln-te noticia, lemos o prazer de annunci-
O I ictoriense.
do mar. Alguna a dedicara a pralicagera da j ar qoi o autor deasas alrori tajea." e mais Iris de leo.
aira, e mullos coroprra a (ripolagao de hiale e
CONSULADO PUOVIXCIAL.
Liiiiramento da decima, da freguezia da
Boa-Vista, 'eito pelo lanrador do con-
sulado provincial Joiio l'edro de Je-
sns da Hat la, publicado pela impren-
sa de coiilbi midade com a
Sr. administrador da mesa do consulado
provincial de I 1 deagosto do corrente
anuo.
1857a1838.
Continuaco. j
Kua da Irempe.
Numero 2. Ignacio Nones de Oliveira,
ama caaa lerrea arrendada por 2iO?, im-
porlai.cia da decima.......
dem i.Ilerdeiros de Manoel Jo' da Sil-
21 #600
vapores.
As inulherea de Cabedello sao digi.aa de especial
' :.....---""" .---.. ,ic,,ve --- ........... Ka uo -..i,,,- i.:,,,, -, u.i,a- otj CKpCCiai
uo iraiiaiiio leneb.o-o dos seus it.iin.go., ao passo que I menga. tiesta mi ni... miasiva, e com sollo voo fallar
riiaihatuni ,,.,l.i...__.....<- .... .___..... 4.,,... *
combaleria publicamente na tribuna o. advrsanos
do governo c os immigos do bem commura doltirono
enniltiiicional da rain- a, dt mi pe.soa real e da sua
dynaslia. M. Pidal drvia ao raesmo lempo insitlir
labre a urgencia da revocagao do general Concha e
da su., suhililuicao pelo geueral Lersundi, e red .-
oar cono orna daa condg'1 de aalvagao para o mi-
irio o ala-iam.nl i da. pes-oas j designadas.
Muila vezas lenho vislo alraveaaarrtn da Costa a
grande pedia junio ao canal, e ah al.raren.-se ao
mar, e a nado irem aos mais longmquos fundea-
. _. ,. .......o,. | douroa, arroataudo om per.go que talvez o niail
"atSLt lTI!?- SSS "'L"1*"""" m.nuheiro nao ...Url. para i.lvar a
..."i o trans, depon propoz o gene- v.la!
delta, poique as admiro.
Versada, lano quanlo s3o os lomen, na arte da
nalacao, as mogas de Cabedello zomba.n daa furiat
do mar.
'al llera como surcessor do general la Couclia. A
e-colha nao foi aceita, se prononciou o nuini dos
ver! f*"*"8' Pava, Blaser, Mirasol, Vislihermosa e
l.oureuco Sans, sera q.e ala eoin ludo fosse con
clui lo. Assim, o marechal Narvaez conlii.ua a paa-
arcomo revestido da conl-nga da rainha, mas na
divivio iis modera lu. parecem-se ler d-linitivanienle
separado delle, e pela sua prteos g ner.es vical-
varislas nao tencin.ira prolongar a Iregoa que lera
eonce litio. A raanilo dai corlea eal lixada para
:h de oolobrn. Sa o ministerio se ma.iliver al en-
IAo, a opposigao Ihe dar b.l-ll.a a propoiilo oa es-
Colha dos ...erahros do gabiorle, e Ua se arredila
que a coroa faca grandes esforgos para su.-leu-
la-lo.
EXTEBiOB.
PORTUGAL.
lueorrerinraoi na mai. merecida cenaura, al
nie-mi em crime da lesa gratida... te deizassemni
I" c mu.inorar a vinda a patria natalicia do dii-
liiiolo lenenla-general Joia Joaquim Coelho, om
dosdnpVioa ornamento, do brioso etercito braaileiro,
a qnem nacional, e eslrangeiros, divern vid e fa-
-ci.ia, nai lula, civis em qoe, em diversas pocas,
lra echado, merecendo especial menclo a de
e836 18:17 que soffrru a provincia da Baha, e a
, de 1818 a 181!) que atravei.oo a rica provincia de
Pernambaco, onde S. Exe. lem por dilierenle ve-
zea sido commandinte das armas; saben 1o alliar
o dotas de valenle militar, ana de perfeilo etladi.la,
como o moalrou na qualidade da pr-sidenle da pro-
vtirtria do fara. e de depulado a issembla geral ;
lento no desempenho eeslea cargo., e no de com-
niaulanle em chefe do exerc.tn do aul, na aosen-
eia do respelavel roarquez de Caiias, igualmenle
mostrado aincira dedicagflo cvica, consegoiudu na.
uccaai"! mai. criticas o realahelecimer,to da ordem.
Aceite pois o Mostr general o trbulo e home-
n.geni do nosso reconhectmenlo, que na pos iiio de
eslrangeiroa, no. olilisamos de seo. eminente, aer-
vipis prelado nao s ao grande imperio do llrani,
e com eapecial.dade ja mencionadas provincias de
Parnambueo e Baha, como ao commercio eslran-
geiro e nacional.
Os.ejamo. qoe o honrado general encnnlrn ne.le
paiz, que ie gloria de Ihe ler dada ,. ser, o devido
coll.iinendo de que ..inda mai. se loma merecedor
pelas virlade. que o idornam como particular ; e
que no regreato ao li-.i-il, saa palna, leve .audoaai
i grillan recor.tagnes daquellei amigos, qoe rem ha-
inliliacl i, mai com dedi festar quanto o eiltmam e respeitam. *
(fei e Ordem ,
A ratnha Maria Cl.r.sllna em sua volla eslava n.ui
agtala ; anda esl em Franra no caslello de Mal
maitoii,, escreveu a oa lilha que a sua inleurao se-
rta rollar a Hespanha smente depois que a opiniao
publica se appl.casse a aeu re.spe.to.
A opiniao anda e-la' palpitante do efleilo de um
escmalo mui rcenle ; M. Ca.npoamor.joven .lepo- ve* "n 'espera, de easarem-.e, para depois
r? H' Pu9'cilo, proprielarto e director do jorna '
t.1 Balada, fez
Sao giralmenle formlas, e de um (ralo mais oo
menoa delicado, deitando cun ludo ver alravez dei-
ea pulidez martima a rudez de cerlos coslu-
mei, lilha tem duvida de orna educagSo uto oauco
livre
tile ao ludaa.
O carcter de tima Cabidellisla he iialuralmenle
brando ; sao desembaracadas e demaaiado agrada-
veis.
Insignes ciulureiras e rendeiras ; Vine, se admi-
rara de ver uo, irahallo de labvriullio feilo tiesta
praia, ura bordado de llalli e om. camisa primoro-
samente coiid., e com tilo a pobreza domina, sendo
eausa de mudas desgragaa que ordinariamente ae xao
dando entre ellas, ma. qoe felizmente nao avullaro.
porque vao sendo remediadas com o soccorro di le,
pelo ca.menlo.
... .---------------.. va Goimarlea, ama caa lerrea arrenda-
coinplices achara se j recolhi ios eadeia di Villa- I da por 1208, itnparlanciarda dcima .
ella, gragas as deligenciai das aoloridades policiaes, \ Uem 6.A mesma, una casa terrea arreo
e a coadjuvagao di> preslimoso lenle con ..el Sim-
plicio l'ereira da iilva e de aeu. prenle-.que foram
"8 priraeiros que se pozeram no incalso dos perver-
soa as,as.mus, al que conseguirn! ca,dura-Ios em
territorio de Cariris-Novos.
I)i/i,i-il de car Hade. Exisiiam no dia II de
de-
dada por lii^ooo, importancia da
cima.............
dem I.Joanua Mara da Conceigo, nm
lobrado com urna loja e um andar, ar-
rendado ludo por 650;, importancia da
decima............
correnle 2". humen., e SS mulhores, tratado, pela \ dem .(.Loiz Joi da Cosa Amorini, so-
!'> I b .mena, e 13 mullierrs, que pagam I brado com urna loja, nm andar e s 13),
i pragai do corpo de polica. Total 81
A proposito dovo dizer-lhe que ha em Cabedello
ama moiiomania-caaameiileira, < vem a ser ella
de diare... o. noivos as snas n .iva
a casa, e
doeules.
Helagao das peaoa. que oram sepolladas uo ce.n-
lerio publico no da II do correnle.
Joaquim, pardo, escravo, 6 mezes ; ttano.
Mana da Cooeeigao, parda, 7 auno. ; gaslio in-
leritei.
Mioricio, branco, 2 niezei, convulse.
Jos, branco, :t Um ; llano dot receiunascidos.
Al'iandre Padro de Souza, pardo, lolteuo, :12 au-
no ; aberaao.
Severiano Salosliano de Filial, branco, solleiro, 21
anuo. ; pMvaiea pulmonar.
I.u.za Maria da Conceigo, parda, viuvi 50 anuo* ;
aacile.
Francisca Maria da Conceicao, branca, viuva,
annos, hidropesa
lulal-8.
63
Al amunhaa.
COMARCA OE SAMO AMAO.
Cidade da Victoria, II) de noveml.ro de 1857.
Cheeou finalmente a esla cidede o Sr. capiao Joa-
quim Francisco de Oliveira, que veio oerrer o car-
estando muila go de delegado de polica deile termo, ltelirou-ie
CORHESPONDENCIA Di) DIARIO DE
NA M BUCO.
PARS
6 de oolubro.
PER-
- urna guerra mui viva ao gabinete
Narvaez, o sea tome eircujou enlre as candidaturas
ministenaes que ae pro lacran, para o caso da queda
do gabinele ; pois bem laes sao os cosiuu.es pulili-
co. da Ue.paoha contempornea que Mr. Babara
ajudanle da campo de Narvaez, e ftlho do adran,..-
Irador dos .ens dominios e M. Pidal, -eu camarada
desferharatn b ulalmente bengalada. sobre o joven
depolado para obiiga-lo a poupar para o futuro o
duque de Valencia : appateceu ura municipal com
o sabr na mao, e os dou. adversarios foram obrige-
dos separarte, um multado de urna maneira ignobil,
a oulra punida por ama ferida da sua audacia cri-
minosa.
Na Italia, o soberano puntillee lermit.ou emlira a
"" viagem, lornoo a entrar em Roma no meio da
recepgao maii suropluosa, e de urna mull.do m-
"niaa. Naoc.casao da sua chegada a ponte Molle.
a depul.ca, do commercio qoe linha fetto parle
um circulo nesle lugar peoio a b .gao a S. S.P.o IX.
euiao de.ceu da carruagem, e cercado da i'epol icooi
depois de ler ouvido o discurso do conde de Savo-
rella, abengoou mullidao numerosa, qoe o linha
.andado com ai saas mais vivas acrlamage..
O general francei, conde (joyn como sed eslado
mior.depoia de ler presentad., a. suas Micilagoes
a la &. >>., u acii.ipinhii al o vat>cauo ; depois dn
le-Oeum raniado em S. Pedro, o papa enlrou no
vaticano, onde lixou a sua residencia ; a cidadi foi
illumlnada durante duas noites.
t. M.
r ... vr de de- | porlaulo, o Sr lenenle Joaquim Fabrico de Mallos,
o *" ",,,,llu1,>e seri fe" """ "P" coin "> -lao,5,ima ....hora e lili, iil.a, de.xau-
lo. sao o.los extravagantes que r-zem correr gnn-, do saudadei.
S.'!,'n'!';iai-0,!"'1'he",.e' Ta<^^- e "" qe o Sr. lente Patricia nao su na
,i. .? m ? ,Ve"e a E,c,lnlur Sljf/ada, di- qualidade de iub lelegado como de delegado porlou-
na que Malhuialem linha oaacido era Cabedello, se aempro com a maor prohidade, "
porque sorprende .alrer-se a idade de cerlos velhoi '
e velli.i qoe Iran tan. com agilidade arada por es-
r'.""1".'"'08 arciai.. Um velho de 80 annos, em
Labedello, he ora meuino : pesca, oda e sobe coro
una presteza lal em qoalquer coqueiro, como se
eonlaise seos quinze anio. Conhgo urna velhi que
v.o era Libedello i pus de eoqueiros. en le se Vmc.
que ha nesle lugar no lodo man de 10 000 pea, dan-
do rriKloi, c Consegointeminle com 6 a 8 annoi de
planiadoa. .zera geralmeule que e-la velha coula
seui 1(0 annoa.
Breve incrua ou espicha as varinhai...
lia una aula publica de priraeia. ledras, coja
prorestor vai procurando dar conta de s, e nao aei
porque, lendo esta povoagao, j 13o creicido.numero
de rae.una-, nao hade ler urna aula lamb-m pu-
blica, pan esse seso: seria ama medida rauttu
A polica n?o bem, ae bem que o mu eipedien-
le seja nei.hom.
O commercio he limiladissirno. t.inco caaas de
vendagem mal chrgam para o consumo, e os seu.
,---------------, impar nal id i le e
honradez, au deixando oa. funcgei doi leu! m-
pregoi couaa aUurna a Detar-M.
Ot Vtctorieiises uomearo sempre com amor e
re.pe.io o uome do Sr. leneule Joaquim Fabrico de
Mallo*.
Mil ventora, o aeompanlieoi.
Na proiima pastada semana brigaram dous presos
lia Cadeii, sal.i..do um gravimeote erido, que lem
aido Irai.nlo pelo Sr. lo.dea, crurgiao do partido da
municipalidade.
Esla' sem risco de vida.
No -atibado 7 do concille, foi preso e recolhido a
eadeia um individuo, que uo concurso da feira foi
adiado com uraa pistola carregada deba xu do capo-
le, e se diz que eslava bstanla embriagado. A po-
lica nao dorme. m
Ai laladas para al.n.o do povo esiao quasi pron-
i..s. Falla o reverendo missionaib, a quera te es-
pera.
Ja temos nesla cidade ura hotel bem aceiado. Oa
concurrencia depende a sua duragao.
Por aqui o socego publico e particular vai sem
CORRESPONDENCIA 00 DIARIO DE PF.R-
VAMHUCO.
PAR AII IBA.
Cabedrllo, da uovembro.
Nao ni ae esta povoagao foi a|aUm dia caula Ja
em proza ou verso, nao le ; o que he crto. be q.ie
ella merece n.l. jazer por mais lempo aepultada no
e.quecimenln, pelo rama, da imprena, porque
Vmc. nao ignora, que quein nao te faz lembmdo
nao be onvidu e nem chei.ado, legondn o rffao do.
icios amigos; edito islo, dlr-lha-hei iluda que
vou tralar parltcularruenie deala praia de Cabedel-
lo, fiend..-ihe p.r alio urna narragBo fiel do ane
he ella com lodos os sen. perleucea.
Antes, porm, permita que Ihe diga ler fcado en
son.mmenle enll.uiia.n.ado pela digna rerepcao
Alem da qoetiao dos ducados, a mesmi Oala que leve doi domos patricio, a amigos o Eira. Or.
^-I!. /?" 'l0.09 S"- \''*n:>. Jo3o Perei- alleragao, e eu esloo madu alenlo a observar don-
de barbulla qualquer cuos.t que o allere para gritar
pruvideurias, poique he indubilavel que nao pude
liaver nial peiur para a suc.edade, que a perlurbago
da ordem publica e mesmo particular.
Como i.3o lenho, sniores redactle., mais no'i-
ciai para levar-voa, perra.di n.c que dev-guo uui
pooco sobre ubjeclo. qoe me encaiiliin, olfeiecidos
pelos meua velho. alian 1.. -.
lio qoe lerve ao horaera ler o oll.oi abeilos e fi-
lo, sobre o magnifico quadro da natareza, se cgo
sobre si mean, elle rilo' tabe ahi ver a ua gran-
deza ? O que dizem lodo, es.es ser, maleriaes ao
aer racional, que o. admira '.' yue om laio da in-
lelligencia he mais bnlh.nle que e-la multi.iao de
asiros; que o homem rojo amplexo pude abrasar
m om peniameuto, ludo da u-loreza, e Oeot com
ella, lie maior que illa irainenaidade de raaravilhas.
Homem abre o leu seio, e.lende o leus desejos,
engrandece u leu coragao, alarga a la capacidade]
al que ella seja igual a tua grandeza. De ta obrar
esa. machina, .ase iu.tinelo, que quer elevar ai ea-
sas pa.iO.i sublme. que le i.npellem a mirar oo
mundo intelleriual, ende a verdede le eipera para
mostrarle o objeclo. digno, de l.
C'.mo a loa alma la vasla se poJe comprimir e
lor ein oram o paiol e sobrado da fortaleza con- I raitriugir-ie a pequen!, ti de.la Ierra, dette ponto
Antonio Comes, L'mi e Agoslinho, esi.m pa-
gando om imposio ex. i luanle, quando em Lacena
e Baha, casas deculroa fundo, nada pagam. Se o
Sr. inspector da Iheiouaria quizer diguar-.e a exa-
minar o que levamos dito, conhecera a neceaaidade
de aral.ar cu... lio pe.ado onoa para caes .ei.l.o.e.,
qoe moilo fazem em vende.era nesla praia ns geno-
r... de pruneira nece>sidade.
A capella, inb a iuvocacao do Coragao de Jesns,
he filial da ma.r.z da rapilai, e Oeo. abe o que sen-
t esle povo n,1o l-r um cap.ho.i proprio, cora pal-
pitante prejuizo du paslo e.piitual.
Releva dizer que o Rvm. vicario he protnplo
quando he chamado, Iran.poiido 5 legua, da lio pa-
ra vir toccorrer nesla paite do litoral as soas o>a-
Ibas.
A fortaleza do Cabedello, que noa annaet da His-
toria do Brasil lem omachrnnira gloriosa e .mu rre-
duuri, se acha em completa ruina. Dous aogoljs du
nnile ae acham desmoronados.
O seo actual eummandanle, o r. capilao cradoa-
du Luir Ealanislu RodriguesChaves, muilo ha feilo
em -eu beneficio, ma. lalvez do que pode, vislo que
quola que a astembla geral marcuu para os re-
paros da fortaleza, esl ainda nove-lo hemos !
arrendado ludo por KOOjODO, importancia
da dcima...........
dem .5.V.ova e l.erdeiros de Alcxandre
Jos l.npes, o.n sobrado com nma loja e
ura an lar o, copa io pela mesma, avahado
ludo por iOO>, importancia da decima .
dem 7.Domingos Aulunea Vilaca, urna
casa terrea arrendada por IH2.3UO, im-
portancia da dcima. .*.....
dem 9.Pedro Bezerra de Menezes, nma
casa lerrea arrendada por 168?, impor-
tancia da derima........
dem II.O mesmo. urna raa lerrea ar-
rendada por Hj8">, imprtalo 1,1 da d-
cima.............
I lem I IFrancisco Pereira Freir, urna
cata lerrea arrendada por ISi-5, 1111, ur-
tancia da dcima........
dem 1.5.Maria Carolina Ferreira de Car-
vallo, orna casa terrea arrendada por
I'. >, importancia da dcima. .
Roa da Soledade.
Numero 2.Padre Manuel de Mello Pal-
do de Menezes, caa lerrea arrendada
por 120?. importancia da decima. .
I lem i. Ir-n ,1. lade de N. S. da Solera-
de, una caaa lerrea arrendada por !I6?,
imponencia da dcima......
dem 6.Jos Ricaido Coelho, una esa
lerrea arrendada por 120?, importancia
da decima...........
dem 8.Felicia Joaquina Ba'bnza, urna
casa lerrea arrendada por 1329, impor-
ta..ca da dcima........
dem 10. Anlunio Cardoso de ijueiroz
Fonseca, urna casa lerrea airen Ja la por
1080 importancia da dcima ....
lien. 12. Ir.11 11 la le de > S. da Soledade
uraa casa lerrea anemia la por 72?, im-
portancia da decima.......
dem 14.A mesma, urna casa lerrea ar-
en ... .a por 72?, importancia da dcima
dem 16.A mesma, uraa casa lerrea ar-
rendada por 728, impoilancia da decima
dem 18.Manoel Gomes Malgoeira, um
lelhei'o arrendado por 60?, importancia
da dcima..........
dem 20.lrmandade de N. S. da Sole-
dade, nma rasa te. rea arrendada por si?,
importancia da decima......
dem 2SLtiuilherme Ferreira Piulo, uraa
casa lerrea arrendada por 9(/, importan-
cia da decima.........
dem 2i.Ilerdeiros do padre Jos Mari-
11I.0 Faleao, urna casa lerrea arrendada
I '.:"-. 1n.p0.la.il.a da dcima .
dem 26.Irinandade de N. S. da boleda-
de, ulna casa lerrea arrendada por SMiy,
irapoiflancia da dcima ,..,..
dem 2.A mesma, uraa casa lerrea ar-
rendada por 120$, importancia da dcima
dem dU.Jos Anlunes Indinara.... urna
ea.l lerrea arrendada pur 192?, impor-
tancia da decima........
I I11. J2.A..leu.o Bernardo Ferreira, orna
casa lerrea arrendada por 12U?, impor-
tancia da decima........
dem Si.J.anne Manoela do Nascimen-
to, uma ca>a lerrea arrendada por I i l?,
importancia ."a 'Venia......
dem 16.Mara Crol.na Alves ata Silva,
nm' casa lerrea arrendada por 360;, im-
portancia da dcima.......
dem 160,Annunciada Camilla Alves da
Suv, uma ca-a terrea arreii lada | or:i60?,
iniportanria da decima.......
I lem UOMara Annunciada Adelaida Al-
ves [ta S Iva, u.na casa terrea arrendada
por :OH?, importancia da dem 42.Fructuoso Jos Peretia Oglra,


MUTILADO
arrendada por 1112?, importancia da de
cima............
dem 70 C.O. rntsmos, uma casa lerrea
arrendada por lii?, importancia da de-
cima ............
dem 72.Oa meamos, om sobrado com
Ires lojas om andar occopado peloi
meamos, avalaido lodo por 818, impor-
I una da dcima.........
dem I.Irinaiiiufe de N. S. da Soleda-
de, um sobrado com una loja e oro an-
dar arrendado ludo por 5005, importan-
cia da decima........
dem :i.A mesma, uma caaa Ierre era 0-
bras............,
dem 5.F'roclooio Jote Pereira Dulra,
uma casa lerrea ; neniada por li4,
imporlanca da decima.......
dem 7.F'ranrisco Jos de Sooza, uraa
casa terrea arrendada por 72?, impor-
tancia da dcima........
dem 9,Francisco Maciel de Souza, uma
casa lerrea arrendada por 120?, impor-
tancia da dcima........
dem 11.ilerdeiros deJoe l'ereira da
Silva Ijiiiuiarae. e I fiereza de Jeaoi Mo-
rera, u n loa I 1 con. uma leja e um
andar arren uido por 150?, importancia
da dcima..........
ldam l:i.Joan (iongalves Rodrigue! e
Ilerdeiros de Boaveinura (iongalves, uma
casa lerrea arrenda la por :tO0/. irapor-
I 'iica da decima.........
dem |5.Victorino Jos Monleiro, uma
casa lerrea arrendada por 600?, impor-
lanc a da dcima........
dem 17.Gabriel Antonio, uraa casa ler-
rea arrendada por 260?. importancia da
rtecim............
nirl.it i;, do ','cm "'llernard no Jos Monleiro, uma
casa lerrea arrendada por 360?, impor-
tancia da decinraV........
dem 21.Paulino do. Sanios Carneiro,
uma rasa lerrea arren >ada por 200?,
imporlaocia da decima ....'..
dem 21.Padre Joa Rolrigues de A-
raujo, urna rasa terrea arrendada pur
06?. importancia da decima ....
dem 25.Amaro l'ereira da Cruz, uma
casa terrea arrendada por 120?, impor-
laocia da dcima.........
dem 27.Dr. Aoguslo Frederico de Oli-
veira, uma cata lerrea arrendada por
108?. importancia da decima ....
dem 20.O meara*, uma casa terrea ar-
rendrda por lii?, importancia da de-
cima.............
dem :t|-O mesmo, ama casa lerrea ar-
ren lada por lii?, importancia da de-
cima ............
dem 33.O mesmo, orna cata lerrea ar-
rendada por lii?, importancia da d-
cima.............
dem. 35.O raesmo, una casa terrea ar-
rendada por I i i?, importancia da de-
cima .............
dem :17.O mesrao, uma casa leriea ar-
rendada por 72?, importancia da d-
cima............
Travessa da Soledade.
Numero I a.Vicenle Jote de Brilo,
uma casa terrea arrendada por i.n -. im-
porlancia da derima.......
dem 18.O mesmo, uma casa terrea oc-
occopada pelo mesmo avaliada por 60o?,
importancia da decima.......
dem 1 B.O mesmo, orna cata Irrrea ar-
rendada por 600?, importancia da d-
cima.............
dem :).Manoel Joaquim de Oliveira,
orna casa terrea e um trlheiro occup'do
pelo mesmo avalialoi por 120?, impor-
tancia da dcima.........
Hem 5.Antonio Martina Congalvea, orna
casa lerrea em obras.......
dem 7.Serino Rodr.goea Campo., urca
caaa lerrea necupada pelo mesrao, ava-
liada pur 120?. importancia da dcima,
dem 0.Jos Narciso Leal de Barro*, uma
rasa lerrea e mais cinco quarlinhos no
lundo, arrendada por 200?, imporlaucia
da decima ,.......
dem 2. Joaqoi.n Baplisla, uraa casa ler-
rea. arrendada por 120?, importancia da
decima............
dem 4. Anlunio Ferreira de Oliveira,
uma caaa lerrea de madrra, oceupada
pelo raesmo, avaliada por 18?, imporlau-
cia da dcima.........
dem 6.Pedro Haphael, uma can lerrea,
de ma leira, occopada pelo mesmo, ava-
liada por 18?, irapoiloucia da decima. .
Campo Verde.
Joao Luiz Ferreira Ribeiro, uma casa Ier-
re,., arrendada por 1 M5OO, imporlaucia
da decima.....,.....
O mesmo, nina casa (errea, arrendada por
I680 importancia da decima. .
O me-mo, uma casa leirea, arrendada por
168?. imporlaucia da decima ,
Manoel Antonio Teiieira, uma rasa tarrea
oceupada pelo me.mo, avaliada em 150?,
imporlanca da dcima.......
O mesmo, oraa casa terrea, arrendada por
120?, imporlaocia da decima ....
O me.mo, um-cata lerrea, arreudada por
120?. importancia da decima ....
Manoel Luiz Meirellea procurador Luiz
l'ereira Raposo, uma caa lerrea, arren-
dada por 063000, imporlancia da d-
cima ............
O mesmo, ama casa lerrea, arrendada por
964, importancia da dcima ...
\ enana Irixeiru de Alboquerqoe, uma ca-
la lerrea, arrendada por 116?, impo.tau*
ca da dcima..........
Joaquim Lopes de Almeida, orna rasa ter-
rea, arrendada por 96?, Imp.ittaticia da
decima............
O mesmo. ama casa lerrea, arrendada por
!Mi?. importancia da derima.....
Joaquim Demetrio de Almeida, uma casa
le.rea, arrendada por 102?, impoitencia
da dcima..........
Jo.eplia Rufina de Cilro Carvallo, uma
ca.a leriea, arrendada por 1112?, impur-
tai.eie da dcima........
A m-.ma. uma casa lerrea, arrendada por
20?. importancia da dcima. .
Jese .Ma.hado Bolado, uma ca.a terree,
arrendada por 120?, importancia da de-
cima.............
10?> 12?'J60
58?500
72SJOO
:i6?ooo
I7?.>80
I".? 120
15?120
129960
I2?'J60
I0?80o
89MO
I0?800
M?S80
0J72O
59*88
6-3180
li?180
5?i00
71660
8?610
oV-'O
6)640
103800
17J>280
IO38OO
12)960
32)100
27?000
273000
181000
1!.;H
IO3HO
103800
IO58OO
108800
I''--'" 1
83630
8J840
10800
83640
273000
373800
27?0O0
333300
31)500
123960
173280
123960
79320
43p00
9
123960
6M80
lOfWO
0?-|00
37)000
5!?000
23?!00
323100
16)000
K?O0
l?800
Jote Joaquim Ribeiro, uma caa terrea por
acabar............
O mesmo, orna caaa terrea por acbar
O mesmo, uma cata terrea por acabar.
Francisco Alves da Veiga, uma ca.a terrea,
arrendada por 723, importancia da de-
cima ............
Jos Antonio da Trindade tiuedes, uma
caa terrea, ai rumiada por 363000, im-
portancia da decima.......
O mesmo, uma caa terna, arreudada por
103. imporlaocia da decima.....
O me.mo, uma ca.a terrea, arrendada por
r>?, importancia da dcima, i .
O me-mo, uma ca.a lerrea. arreudada por
483. imporlancia da decima ....
Vicenle l1.uce, uma casa lerrea arrendada
por 120), Imporlancia da decima .
Jos Ai.Ionio da Trindade Guedea, orna ca-'
aa l.rrea, arrendada por 489, imporlau-
cia da decima.........
O mesmo, uma caaa lerrea, arrendada por
S?, unp 11 latira da dcima.....
Loiz Pereira R rendada por 60?, importancia da decima.
O mesmo, uma casa Ierre, airen Jada por
96?. importancia da dcima.....
O mesmo, uma casa le rea, arreudada por
723. importancia da decima. .
O mesmo, uma cata lerrea, arrendada por
723, importancia da deema. ....
Manoel Antonio T'ixelia, orna cata lerrea
arrendada por 1203, imporlancia da de-
cima............
Jos Fidsioo de l.ernoi, orna casa lerrea,
arrendada por 723, imporlancia da d-
cima ........, .
O^nesmo, u.na casa terrea, orrindada por
72?, importancia Oa decima.....
O me.mo, uma caa lerrea arrendada por
IMS. imporlancia da decima ....
Manoel Antonio Teiieira, uma caa lerrea
arrendada por 168?, ircpoilaucia da dci-
ma .............
O mesmo, ama casa terrea arrendada por
96?, imporlencia dn decima. v
Andr Alves da Fonteca, uma cata terrea,
arrendada por 96?, imporlaocia da deci-
ma.............
O mesmo, orna cita lerrea, ar.andada por
963, imporlancia da decima. .
O meamo, uma casa terrea, arrendada por
963, importancia da dcima.....
O meamo, casa le.rea, airmdada por 9G,
imporlancia da decima......
O raesmo, ama caa terrea, arrendada poc
963, impo.lancia da dcima.....
O meamo, ama caa terrea, arren JaJa por
96/, importancia da dcima ....
O mesrao, om can,io de caaa.....
O mono, ura caiao de casa.....
Franci-co 1,0.males da Silva, procurador
francisco Joaquim C. Silva, uma caa
lerrea, arrendada por 120, imporlaucia
da decima...........
O me.mo, caa lerrea, arrendada por 120JJ,
imporlancia da dcima......
Antonio Ignacio, uma casa lerrea, arren-
dada por 963, imporlancia da decima. .
S Iveatre Joaquim, orna casa terrea, oceu-
pada pelo me.mo, avahado em 183, im-
portancia da dcima .......
Marta Juvina da Conceigo, uma casa ter-
rea, arreudada por 1203, importancia da
decima......
Jo. Carneiro da Caoba, urna caaa lerrea,
arrendada por 114?, imporlancia da d-
cima. ....-......
O mesrao, uraa casa lerrea. arendada por
141?, imporlancia da decima.....
Joao Pereira da Silva, uma cata lerrea em
obral..........
Anlunio de Medeiroi, uma caaa lerrea, ir-
reu 'aila por 963. imporlancia da decima,
Roa da Couqui.la no biceo da Saledtde.
Numero I.Antonio da Costa Si, uma ca-
la lerrea, oceupada pelo mesmo, avalla-
da era 1203, imporlancia da decima. .
dem 3. Atexau Ir Rodrigues de Almei-,
da, ura 1 ca.a lerrea arrendada por 1203,
importancia da deima.......
dem 2.Jote Narciao Leal de Barros, uma
can lerrea oceupada pelo meirao, ava-
hada por 1083. importancia da dcima.
I'r.metra eccao do consulado provincial 20 de ou-
tubro da 1857.O langador, Joao Pedro de Jesut da
Malta.
(Continuar-ae-ha..
03180
33210
33600
13320
4320
10S800
3320
7)580
53400
8)640
6>480
.8)180
IO38OO
6)480
63480
58400
IV-12'1
8)640
83640
8)640
8)640
8S840
83640
8)640
9
)
IO38OO
10)800
8)610
1)320
10)800
123960
12*960
8
83610
10?8(Mi
10380O
9)720
93720
12?960
123960
123960
12)960
6M80
J3000
515000
StMM
10?800
3
IO38OO
183000
IO38OO
-12"
4)320
123960
15-3120
I53I2O
13J500
Kt?800
10^800
89640
8f6M
83640
8)6(0
6)640
173280
17)260
2l?600
0mmunicabo.
10/800
babem todos que desdo tempos itnmemo-
naes existen, talhos com acougues na ra
do liangel. oque ero grande parte tero con-
corrido para dar valor aos predios ah sitos
ao passo que outros talhos lia as duas casas
da muDicipaltiade na prsxja do mercado.
Pow bem, agora consta quo alguns indivi-
duos acabam de subscrever uma representa-
cao eu icrecajj a cmara municipal para
confeccionar ama postura especial acabando
osatjougusda ra do Rangel, e reunindo
ou concent'ando-os na praca do me cado
contra cuja i lea ergue-se um immenso cla-
mor publico.
lie de primeira intuido, que a multipli-
ciaade dos pontos para o ahastecimenlo
uopulacno de qualquer genero de primeira
necesstdade trazen 10 a abundancia, implci-
tamente occasiana a concurrennla.e or con-
segumteabaixa nos presos delle, assim co-
mo que a centrahsacflo i imiga na'ural da
concurrencia, he a m3o legitima do mono-
polio ou alta arbitraria dessos preces : logo
lie evidentsimo que a suporessSo dos acou-
gues existentes na ra do Rangel, c a sua
CentralisacSo uas duas esas da praca du
mercado lem de causar a diminuicSo dos
pontos do bastecmenlo dese genero de
i>rimei>a necessidade, fazer de&appareccr
m>isesse meio de concurrencia e por cott-
sequencia de favonear o monopolio e cares-
ta driles.
Se demonstrada est com toda a lucidez,
que a gravtssima offensa resultante da pre-
tendida pos! ira ntilidade pub ica, sebe
principio constitucional, que as leia s de-
vero ser f its, quan.to occorrer essa utilidt-
de publica, he consequente e lgico, que
orna tal medida contraria a ella n3o pode
nem deve passar sem a mais flagra te in-
versSo do lim a que se dirigem as mestnae
ieis--o bem estar conraum ou interesss
geral.
Essa desejada postura municipal ainda vi-
na a p-ejudicar um g ero do livre com-
mercio, que a constitu.QSo do imperio man-
ila manutenir, porque assim aqueiles que
na ra do Rangel tem seus acougues serio
ohngados por uraa tal disposic.3o Techa-
os, o por cjnsequinte a cederem a uma in-
lorjiccao desse ramo de licito negocio, ou
a mats flagrante viola?5o de dircitcs adqui-
ridos com exercicio que n3o se Ibes deve
tollier e antes respeilar.
I'.mliin, a remoco dos acougues da ra
do Itangel para as duas casas da pra$a do
mercado tiaz ainda os inconvenientes de
r bxixarem os a.ugueis dos predios dss
ra, os quaes por esse genero de commercio
ah instituido sSo mais vantajosos e impor-
tantes.
He endent que essa medida Irara o ac-
cretclmo dos interesses dos arrematantes
.1 aquellas duas casli.has. c >m a excluso
d'aquelles outros concuirentes, e p..r con-
segui.tto dar-se-ha op.ejuizo do maior nu-
neo, porque a popul-Qio in eir que sof-
fr.va pelo cerceamrnlo no baslscimcnto
lesse get.ero. os pro rictarios dos predios
e ns locatarios delles que sem duvida cous-
itueni a maioria sbreos n.encionalos ar-
rematamos serSo os oTendidos em seus vi-
laes interesses.
N letub'antja de que quando vigorou o pri-
meiro contrato das carnes verdes n3o era
.sullicicnle o abastecimento oesse genero
Concentrado as l.es duas casi, has da praca
o mercado, a ponto de qu.i epos de lar-
gas horas de esfera regressavam os porla-
'


'
dores sem podere-n conseguir a compra de
uma s oitava dell >, parece i|ue nflo d<>ve
se no-di.lo para se nao re roluzlr ainila
csso vexame j experimentado pela popula-
580, e redundante em beneficio dos ar-
rematantes.
Consta quesulimettcu-se a justa aprecia-
cao da lllm cmara urna representado
contra aquella outra que tende a obter essa
postara municipal om opposico manifest
a utilidade publica, aos principios mais at-
tendiveis da setnela econmica, e as dou-
trlnas ma's siiag da constiluigo d.> Impe-
rio e todos confian) que a lllm." cmara,
que at boje lem-so constituido o verda-
deiro oigiio dos legilimos interesses dos
seas muuicipes, ha de anda pnr esta vez
com enelrar-se da sua nobre missSo, e de-
sattenler com a aignidade que 1 lie ho pro-
pria tSo exagerada pretcncSo.
dubio di nrouiouco quarta lau i, dk novembro Dg mi
quem, unhores redactores, ilo es le-lemuiihas que
leem di>pi>slt> em semelhanle proceso Sao Pedro
Jemiivinn. cr 1:11111.... pelo 'Mine .le eriinenln feilu
ni pessoa de Anglica M'i'.i Pastora, e Jos lio kri-
goes (1h Silva pelo assaiiinalo por elle perpelrailo no plmenle, ao padeiros do Pars ; por lien ela capi-
mporlanler, que devem generalisar-se, fazend.i-n, m herbceo e ronlribue pn-.i dar ao pao de rali o
couheri.iua cid lodosos pane. A franca abra atie] chairo que Indos Ihe coiiherem.
eiemplu : leda os rcenlo progreisna da parlarla I 1 Nu foruo a rnaln., repreenlndo o pipel de
racional devem-se a inventores franeeres, e prinri- i'i nirnio glurosico, transforma, enlr O e KU" ren-
infeliz Thomaz Jos da Silva, segundo se v do* cer-
tnles eilrahlriai dos autos desle doos procesaos, ai
quac leiiho em meo poder.
Se me pergunlari lalvez pnrqon asim procede
comiso o subdelegad') !En direl ; he pela raijo de
que en na qualidade de procurador de miaba sogr,
chamel 11 cunriliacflii pranle o mesmo Hvm., que
tambem he joil de paii, a Mana 1'rancnca da Con-
cairo, a qaero o mesmo Hvm. juu e subdelegado
protege a poulo lal. que esleudendo-ie o aclo c.m-
cilialorio al a noli*, e fzendo-lhe eu sentir que i >
poda nelle m*ii conlinoar, esle pidre iuir. me lee
sub guarda al ai qualro horas da madrugada do da
seguinle, que fm qu.nrin elle cuncluio esla conclli -
to ; e como eu me queiasse vocalmente ao Sr. Joil
oe diretlo da comarca de linio nrbilrlo, e mandas-e
esla que o Sr. padre jola de pai mandaise pasiar por
cerltdao o referido aclo coneilialorin, que a islo elle
lal he a nica onde se enconlra [.,1o fabricado com
gualdade e patetelo, que nao tem comparaban
aUuma com o que se encunlra na oulias parle.
Os primeos pc-ii'>- raamenlos de algum vulto,
inlrodur.idns na padana f'acez, tiveram por objecto
substituir o processo das maeelrai meclMiiiras ao
irabnllio bracal de emasar : tan foram o do Sr.
I'.'ilaine, lloiaud e Itotland, distiitctus padeiros de
Pars. A par driles inelhnran.enlu na paila m-
chame*, nflo podiam de lar de apparecer mr.liliea-
cGes impoilantes na cunslruecao dos Tontos ; lacs a
qun o conde Chahrnl de Vulvice l.egallois havia
propo-lu paro oservici do etercilo, as que ao depois
C'.velev iraaginou e que anda se usam em algumas
padariai ; o Turno aiolhtrme de l.emare eJaraetel ;
09 apeifeir^oamenlos que a ple ultimo sv'lema li-
zeram os Sis. Cronvelle e Morhi>l, o do Sr. I.es-
pinagse, o de Daveu iqurrido pnr carvao de pedra
ligradus, uma piule do amdon im dexlrina, e em
glucosa. A prisenca da glucosa turna pa'luso e
hvgrmnellro pao, c a dccompoiic,ao p.rrial do
No da seguinte as 6 horas da mantilla o liquido,
leodo fermentado, arha-<* saturado de acido carb-
nico ; depoi veremos qoal he a influencia desle li-
quido s,.|ire a cerealina.
l)iloem-se nesia solurUo Termenlada os 15 k 720
de rallo, e a fermeulacao comeca immedialamenle.
A's duas huras depon do meio dia addiciooam-se
amidon e do gluten ohstam a qot u p.lu de rala pos 30 litro d'agua, e paiia-M ludo pelo peneiro de se-
(?orccgpot.frcrtq.
Senhores tedaelurts,Adan lo-mi lora dessa ci-
dade por motivo de moleilia, chegou-me as maos o
Liberal Pernambucino de honlim, un que a mi-
iiha humilde pessoa he tratada de ora rnodobemodi-
<>fu, pmtan que vive jugando ai cristas cora o ten chrTe, que
abandona a repartido icm (cenca, e que por fu ou
por nefas quer lomar-se imprtenla e Tater fallada.
Obscaro empregado, sem importancia locial nem
poltica, mal poderia aliar com o motivo da honra
de ser discutido em arligo editorial de orna Tulla
politica importante, se nao vlsie qoe pretendis com
esss apparato de solemnidade priv nir contra mim o
espirito do actual administrador da provincia, que
Dio leodo lido anda occasio de avahar indi vi i nal
mente da conduela e mrito dos empregado de men-
ina provincia, nflo pode conheeer-me, e dave neces-
sarlamenta Impressionar-se com orna tal accuar;flo.
Sabendo bem da urlgem de qoe eita dimana, as-
lim como p fim a que alllnge, no qoll, nem me
convelo eolreler a polmica a qae me provocam sem
iluvida para csvsr vinaanras r odius, que nao derejo
augmenlar^raas qna tambera nao me curvare! para
applacar.
I.imilar-me-liii por tanto a d agora nem nanea eo [liteue abandonado a minhn
repartido sem dsr salisfacao aquella a quem me
cabe da-la.
Tendo oecesiidade da passsr slgum lempo fora da
ridado por mais de nm motivo e especialmente por
eaosa de molestia, remed, ao relirar-me, ao Sr. ins-
pector de minha reparlicjlo um certificado de moles-
tia pastado por om facultativo, requerendo posteri-
ormente do governo, peloroetmo'moltvo, licenc,a pa-
ra podar conservar-me por mais lempo fora do eier-
ciC'Odomeo emprego, conforme meconvtnhs.
Eis occorndo, eis como proced, parecendn-me
nao ser outra a maneira por qoe procedem todos os
empregadoa publico'. Se o Sr. inspector nflo quii e<-
tir pelo atleslado medico, e no qali a-.eilar minlia
parte de doenle, ha isso consa diversa, qoe alias no
aotorisa a dizer-se que nao procedi em regra, e que
abandone) o meu lugar sem dar satisfago.
Quinto a historia de haver o mesmo Sr. inspector
solicitado infructferamente a minha demissao por
diversas vszes, he lcito duvidar delta, nflo lmeme
por que nflo se deve soppdr qus diversos administra-
dores se livessem reco-ado a lal pedido sendo elle
josto o Tucdameolado ;craotambem porque a ler-se
dado essa rerusa por patronato, o Sr. inspector n;i
roolinoaria as bs relaefles em que esteve com tse*
presidentes, dos quaes me parece que sempre rece-
lini provas de eonfianci.
Nflo se dea, pois.semelhsnte hiiInris.Nalaralmen-
la coufunde-se o pedido qoe liz so Eiai. Sr. conse-
lneiro Sergio de minha demissflo, qu^ndo, logo nos
prlmeiros dias de seu governo,,fui numeado pira om
lugar ni eaixa filial duKanco do Br>sil. com pedido
do Sr. inipeclor. S. Ese., porem nflo m'a qaii
conceder, e eu desist dalla.
Piro aqu, julgand, por agora, nao dever ir adi-
anto, tanto mais que para responder a todos os tup-
eos do artigo a que me retiro, preciso me fora fallar
da mim proprio, no'que experimento grande acanha-
ruenlo.
Entrelatanto o UberalPeruambueaori f.ir.i o qae
entender, aceilaudo oo deixindo de aceitar o que
inventaren) cerloi inlmigoi meos, na certeza de que
am la qae em justa reprssslia, nflo procurarei oflen-
der pssiualmenle aos seus redactores.
Praia do Jang t de novembro de 1857. Joa-
qun) Pedro Brrelo de Mello Kego.
Srs. redactores.Tendo lido no ajornal ilo Com-
irerciO" de hoje de 10 de novembro na correspon-
dencia do compadre provinciano a noticia de qoe sou
um dos candidatos por Goianna, comprc-me decla-
rar que nflo he exacta esla noticia, nem espero vol
algara para a depotaeflo provincial, se nao pelo se-
gundo circulo deala capit-l.
. Sou etc., seo respeitador assignante
Amonio Valentina da Silva Barroca.
se luiha negado, prendeo-me remelteu-me pan a i he anlogo aos que se uam em In2lalcrr, e linal-
cideia de Pinto Cnlvo, por Ire dias, sem que se lem-
brass
e que eu nunca Ihe linha fallado ao respeilo e
considerado devida ao carcter sagrado q> que se
arha revestido, e que he meu compadre duis vezes.
Qoe juiz, que padre I
Nflo he pnssivel que padre desla ordem, coja len-
da he a vinganca, e qoe peranle elle o dira-to do ci-
didflo he zero, e as regalas das insllluicSes do nosso
paiz fomo, p e nada, possa ser conservado no lugar
da cap-lian dos Indios desla aldea. pois que, recr-
bendo dos cofres provindiaes seiscenlos mil reif nes-
ta qualidade, nesla mesina qualidade he o maiur fla-
gsllo e azorrague, que o meimos Indios lein eocon-
Irado.
E qae direi sobre os gairdss narionnes aqui resi-
denl es'.'estes acham-se fora da lei; porque o Hvm.
sol Llegad os pune a seu arbitrio levando-os amar-
rados por suas proprias maos so tronco como prali-
sueniomecer na agua ou no caldo.
' Os gares e es vapore, que Icvenlam a masa,
rompein as suas cellulas om ve/- de as dilatar, por-
que o gluten alterado, e em parle >iissolv>do, lhes
nflo cuinmuuica a da-uri Im> eressaria para obe-
decer e\p*nsflo ilo g?zes; d'ahi nasce o estado
compacto e ma-sudo n'csle pfln.
E' em Tirlude d'esas rescjOes qae nina pa-
qoem quanlidade de familias irnpurai hasta para
mudar inlciramenle a nalareza a qualidade do
pan,
o Pao brinco.-A difierenca que esislo entre o
pilo branco e o ru de rala piovem de qoe i Tarinhi
de primeira qu.lilade, coniendo apena vesiigios de
pencarpo, Tornece om pflo que nflo escurece e coja
codea lica am-nlla ; lamhem de que, nflo existi-
mriile, o Torno gigante do Sr. f.uliau I, ger-lmenle do nelle a a cerealma, grabas a ausencia do episprr-
aduplado em Paris e que rene uin
grande nsmere
le aperTeic,oamenlos que o loruam superfnr a todos
os oulros, completando nm s\-lema racional de pa-
itara mecliauica que, cun l.-.i.t-. rallo, lein sido elo-
giado, e que honra a pad-na parisiense.
A parle mais impoilanle da Tahricacflo do pflo, e
aquella deque dependen! as preciosas qualidaues
detla alimento, he seguramente a da furmar.flo e
ferineiiiae.p da massa, islo he. a parle verdadera-
mente ebiinica do pn>eeso. He ao aperleicoaineii-
to desla que principalmente se dirige o novo pro-
cesso nivelado pelo Sr. Mejce-Mooris, e do qual
eu pretendo dar merma mas clara noticia.
Ape'ir de que actualmente se Tabricsm mullas
va'iedadeide pao, que ditlerem aencialmenle en-
tre si pela nalureza do cereal de que a Tannlis pro-
ven), como sflo o do trico, centeiu, milho, cevada.
coo com Jo Quirino e Francisco de Oliveira. Em-jetc.,s me cccupsre do primeiro, nao
fim, para de uma vez dizer o que he esle Sr Rvm.
subdelegado, ailia o publico que elle sem o menor
pejo e considero^flo ao seu estado, foi propriamenle
a rain di Malhias Rodrigues da Silva residente na
provincia de Pernainbuco e Ihe lirou uma loa lilha
para o qoe ignoro ; mas a prcsbilera de sua reve-
ren lis-una se quizer nos poder. dar sobreest Tarto
> esclarecimentos precisos, visto qoe qual outra Ves-
tal o mesmo Rvm. na occasiflo da grande cheii que
em unidos annes pessados deu no rio Jacuipe, a foi
guardar sub os altares da capella da subredtla po-
vo'tflo.
Son, senhores redactores, leu venerador e cread \
Joaqoim Marques da Porciunculs.
( Do oTempoi) peridico alngoano de 21 de oulo-
bro de 1857. )
da un de lio de prala para separar o Tarello medio
do lino qoe se coiitem no ral lo. Este Tarello, para
eparar-se da agua farinosa, exiae ni litros d'agat e
nova passagem pelo penetro. Ela gua, eolileodo
I k. mo de Tnrinha, sirve para diluir o Termenlo di
uperarau segunde.
Os 70 litros d'agua com qae ful tratado n ralflo. de-
ppis de haver passado pelo peneiro, ficam reduiidos
55 litros pouco mais oo menos, e com esle- se for-
ma, depois de se lhe addicionarem 7(10 grammai de
sal marinho, a masa com os "2 k, 70 de fariohn
branca.
A ma'sa, asiim formada e amsssada, divide-se
em bolo, e ahi se toma leve la, fiilo o que, pode
enforn-r-se.
O Sr. Mcge-Moorii empregou algomas vezes im
morosos chailoe, que os compradores pouco cobertoi
depois eosnprin como novo.
Alcm dism veem se HI cinlss ds llenares feitas
de cstulos l'Cidoi .e ouro ou prata, guarnecidos di
largas franjas ; ni kmcalis, esies admiraveis lecidos
mus leves do que a aza da abelha ; as bordadoras
em saludo destinadas a ornar o turbante indio ; em-
fim todas essas obias rnaiavillioias com que os ope-
rarios indios parecein adiuiilar a mecnica mo-
derna.
He tambem nos islabelecimenlns ,1c Tchorae que
anda hoje se enronVam ai mais bellas pairaras do
mondo, diamantei, rubios, esmeralda, granadal
principalmente ai perolas. Estas pedral preciosas
ensliam ulicamente em poder das claises superio-
res indias de llyderabad ; mas essa nobreza que vai
eilinsulndo se, minda de ha moilo todas as sub
juini ao mercado, para oblar o pao quolidiano.
He i.lo apias o qoe resta a capital do D'khan
das riquezas d'eese (iujeoode, cojos raarnvdliusos
thaiouros os romancistas orienlaes linio exaltsram
noi seas cantos.
Depois dui alfiiiles, seguem-se na categora in-
trlsl os tinturriros, que se deslingoem pe
ser substituido pelo vinagre ou pelo acido cilricsem
quaiii 1.1,-nlo directamente proporcional ,'< dos saes cal-
creo coudos di agua : algumas rellexoes que Ihe
foram dirigidas pelos membr. s da coramis'flo e por
oulras pessoa obrigaram o Sr. Mge-Mooris a sop-
primir lod.i a a idieflo di acido, que podia dar ocea-
conlra o seo pro-
nie, ciuiaervd nicamente a casena vegetal, firmen
lo lctico fraco eglucosiro nullo.
A ausencia da glucosa, e, ineis que ludo, a pouca
inlemidade di ferments;flo lctica economiiam uma
porfo mais consideravel de gluten ; a massa pude,
por conseguinle, adquirir no (orno lodo o seuldesen-
volvimeulo, e u pao conservar mais for;a atirneo- siflo a preveu^oes dtifavuraveii
licia. | ces-o.
a Para obslar a que as Tarinhas impuras produzam llrsla ixpoi;o se v claramente qoe a parla es-
pito escoro e de rala, he necessario : primeiro, pre- lenrial do processo consiste em detern inar orna Ter-
veuir a formaran da materia parda ; secunda, an- mentarlo alcooiica no ralflo dilu tu na agua onde
nullar mi arreahna as suas propriedades de fermento : ja se hivia feilo previamente fermentar o mucir
gluco'ico e de Termenlo lctico ; lerceiro, separar os glucosa pelo Termenlo da cerveja. E-la operadlo tem
restos das pelliculas por meio da orna operado me- por fim : l-, neutralissr, pelo menos em parle, a fa-
chanico. culdade qoe a cerealma tem de determinar a fer-
i< Oblem-se este resultado dividindo a farinlia meniicflo acida oo lctica : separar o forillo lino;
logar da glucoia o acido trtrico, que podia lamben) grandes pecas de estofos de edres brilhmles, pendu-
radii em compridas viras ; vem depois os calderei-
ros, que apresenlam ao publico as suas caldeiras e
ouira obras da cobre e de brome ; e o eiturgir e o
chairo das fritadas indica as pastelarias a conserva-
ras.
Eles eslabelecimenios nflo sao menos contorcido*
India que na Europa.
Nocentro da cldade orna porta immenin atera
n'oma eonslrorcflo de alvenana, que serve de qoar-
1*1, d entrada para o paleo do palelo do Nitam,
essa hirdeiro do mais rica llorfla da deipedicada co-
rno do grAo Mogol.
A parle exterior do palacio he, como mmaior par-
le dii casal nidiss, desornada e Iri-li ; onicimenl*
pequeas torres como que sospemis as amiia,* que
muito se assimilham os antigs alalaiai dos castalios
1 dito dito ; a F. *. de o iveir,
1 dito dito ; a T. T de Mello Pitada.
3 ditos dito ; a Domingos do Souz I eSo.
1 dilo dilo ; ao conego Pinto de Campos
: ditos dito ; a Carlos Tider.
1 dito dilo ; CuitnarSes Oliveira.
1 d.to ditO; Antonio Lopes P, Mello -
1 dito dito ; a M. A. Quciroz.
1 dito dito ; a Domingos M. Peixolo.
2 ditos dito ; a Snuza Franca.
1 dito dito ; a A. M Amorim.
1 dito dito ; a Isaac.Curio rf.
2 ditos dito ; a Julio A. Guinares.
duo iiio ,a Jo3o K-ller & C.
I dito d.to ; a I) J do Amaral.
dito dilo ; a C. Chardon.
1 rt'^a'.10 '" '.l- Mendes CuimarScs.
I duo dito; a Meurou A C.
1 ditodltojaTbomaz.ieFaria
1 dito dito : a C. Germann.
1 encapado dito : a Mary Bnwman
0 r.,l^110 ; a Mi6' H yuinleiro.
2 ditos dito; a A p. e Oliveira Ramos.
1 cauole dito ; a Ernesto J. do capote
1 dito dito : a iS.llarot Oliveira '
I dito dito; a H. Montn.
1 todito; a J. F. A. Lima.
1 canudo dito ; a !. l'igueiredo de Faria *
1 dito dito; a L. A. Ferreira.
1 dito dito ; a J. J. Mello Pitada.
1 dito dito ; a D I. Francisco Pinto.
Rrigae nacional DamSo, vindo do Rio Ja-
neiro, consignado a Joaquim de Azevedo
remandes, manif-siou o seguinte :
'29 fardos madapoluo, 150 ditos pannos de
tyubiUac'o c >>e5i&o.
Constaodo aoi abaixo aisignados que pessoas mas
ii lene niadas propalam i.l- > cITensivas moralida-
do publica contra o lllm. e Revm. Sr. padre Dr. An-
tonio da Cunha e Figueiredo, por amor a' juslica, e
alisfazermus nosso voto de comciencia, declaramos,
para quem cunvier, que leodo ndo o Sr. padre (que
he capelln do excrcito) no*so companhatro de mar-
chas e de morada de algum de ni, em pocas dif-
ferenles, nonca Ihe observamos a menor sombra de
na' conducta, quer civil, quer militar a quer moral;
tendo yus a plena iilisTacao di encontrar sempre no
Sr. padre roeslre a melhur vonlade para bem Tazer-
se respciljdo pilo estado clerical qae tem na socie-
dade.
E por ser pnra verdado,e por nonra nos ler cons
lado a menor eousa contra a moralidade do Sr. pa-
dre, de livre i espontanea vonlade Tazamos esla de-
claradlo pelas folbas publieai.
Jo-e Francisco de Moraes Vasronrellos,
lente do 9" batalhflo de iofaolaria.
Domingos de l.ima Veiga,
Capitao do 9' balalhflu de infanlaria.
Joflo Bapliila da Sooza braga,
Capitflo do roaimo.
Ignacio Cuines di Si' Goimaraes,
1 miente do mesmo.
Casiano Gaspar Lopes de A. Villas-Boas,
Tenante do mesmo.
Domingos Alves Brinco Muniz Brralo,
lenle do t- bilalhflo.
Mauoel Ferreira da Fonceca Lyra,
Tenenle do mesmo.
!uao dos Passos Nepomuctno,
Capitflo do memo.
Antonio Jo-e Lauca,
Capitn do mesmo.
Manoel Jos dos Saulos Porlella,
Alfere do mesmo.
Recife, 9 de novembro de 1857.
Illro. Sr. lente Jiiaquim Fabricio de
Mattos No momento om que lie V. S. de-
sonerado dos cargos de delegado da polica
e commandante do destacamento, os quaes
V. S. exerceo tao dignamente nesta cidade,
os Viclorienses deixariam de cumprir o mais
sagrado dcv.r, qual lie o do gratido, se
nao vospatentoassem quanlolhes hedoloro-
sa a separarlo de um cidadlo, qua sempre
Ibes deu provas no equivocas de desinte-
resse, impaiciali Jade e bonradez no deseni-
penbo das anias func;oes desses empregos.
A vossa lembrani;a o da vossa cxccllen-
tissima e vii tuosa esposa jamis se apagur
nos coracoes dos Vtctorienses apreciadores
das voes3s ptimas qualtdades; e esse inno-
cente e caro penbor, parte da ossa alma,
qne vio a primeira luz do lia ente os V cto-
rientes, ser em vos o despertador da lcn-
branga destes. Receba pois V. S as s neo-
ras expressOes da mais alia estima e consi-
derado em que vos tem os abaixo assig-
nados.
Cidade da Victoria :)! de outubro de 1837.
Tiburtino Pinto de Almeida, coronel de 1g-
giBo reformado.
Jos Cavalcanli Ferraz de Azeve'o. coronel
chefo do estado maior e presidente da c-
mara municipal
Jo3o Francisco de Araujo, senhor do enga-
ito iNovo do lisrro.
AlexanJreda Molla Castro, liscal da fregm-
zia e eleilor-
Joao Florentino de Goes Cavalcanli, eleitor.
Antonio Lourenco de Albuqnerque Coellio,
vmeador da cmara e eleitor.
Iternardino de Sena Teixeira Cavaloan'.i,
agricultor e eleitor.
tOf Roque de Moura, senbor do cngenlio
Ji'aco.
Jo-c Ignacio ds Mello, rendeiro do engenho
Qu ndus.
Joaquim Jos Pareira llo'gcs,
Joao de Sa C. Litis, eleitor.
Francisco Antonio de Mello Luna, 8gri
cultor.
Alexandre'liizcrr* de Albuqnerque 1!., ve-
nador da cmara, solicitador do juizo e
propietario
Manoel Joaquim Moreira, eleitor e agri-
cultor.
Antonio Teixeira Machado, venador da ca-
ira r*.
Geraldode arros Corlho, snblelegado do
P'imeirodislricto da Victoria-
Belarmiuo dos Santos Huido, tabclliao pu-
blico.
Jos Severino Cavalcanli de Albuqunrque.
capilSo da guarda nacioital e proprietat io,
Jos Alves Tenorio.
Jos Caetano Marques de Carvalho, pto-
prietai 10.
l'ranciseo Thom de Paula, eleitor.
Manoel Antonio aptista Correa Nunes,
eleitor.
Manoel Cavalcanli de Albuquerque S, pro-
pietario e eleitor.
parque
ca he o pflu por excellencia, eoque com o andar
dos lempos e com o progreso da agricultura lis de
uhsliluir lodos os outres, m-,s he principalmente,
porque lie a' este que se referen) us Irabalhos do
Sr. Mege-Mooris.
As qualidades do pao dependem, principslmenle,
>e f linca. A familia lio a parle pulverulenta do
Rrlo, separada ja' do farelo que he consliluido pels
fragmciilus do involucro externo. O principios im-
medalos coudos no grflo, e por cousegtiinl* na fa- I de rala, augmentar em -O por HMI a produreflo de
rinda de trigo, que os cliunicos admiltem ceralinen- pao branro, e dar a tudus pflu de primeira qnalipade
te, sflo os mesmos em dulas n variedades desle ce- i com sullicienle economa para alteuuaros efl'eitus das
eal, mas as suas quaulnlades relativas diversilicam colheilas escasas.
coiisediravelmeiite, e por isso nem lotlai as familias
sflo igualinenl pi. pna- pura produzirctn urna boa
quanlidarie le pao. Estes principios tmine.lihlos
sao o u gluien. a alhumina a ou 8 o casena, o ami-
rt.-n, adexlrina, a glucosa, as maleiias gordas ea
celluloia, alem da gua das mateiias mineracs, en,
que enlra o erido phosphorico, o scido salfurico, a
silica, a pi>t,-.-a. a cal, a magnesia e o oxido de
ferro.
O principios immediidos qae mais avullam nos
ti gol, e que mais interes'.-im panifleafflu sao :
t- o alulen e albmina, que formam a parle ano-
tada e verdaderamente rlimenlicia desle producto,*
cuja qaaulidade varia entie il e SI, j por 100 ; o
le de fermento para fazer a massa de primeira quili- | nflo sumente a spanlo do farello fino, mis lam-
dade. b>m a lieolralisnrfln da cerealma, e I produrr.io de
Pode-se, por esle meio, fazer pao branco cern lo-! urna nova quanlidade de fermento sollicienle para
da a substancia assimilavel do grao, menos i un
por tlltl qae fica adherente io farello ; lito he, pode
elevarse o rendimenlo do Irlgo em farinha di pri-
meira qualidade de 7u n H8 por 100, lupprimir o | flo
Era sobre lfl> importante assamplo que a coromi-
fiM da academia linha de interpnr o seu perecer. N
irabiilho do Sr. Mge-Mouries havia uma parle theoj
riraou puramente scientilica e uma puramente pra-
lica de apphcaeflu geral.
A primeira, Imdenle a demonstar is Tuncres, ex-
imprimir a luda a mass?. do Iriao o arta de fermen-
lacflo alcooiica mais conveniente para a Tazar lo
vidar.
A levadora t a glucosa, juntas i azul do ralflo,
fazem com qoe a cerealma se neulralise, e a prova
disto o-ia em qoe, deixando na massa de3 a 5 par-
les de farello, le ohtem, em logar de pflo de rala,
um pao cojo milo he inconteslavelmeute braoco,
como ji se disse.
ordem, e algomas dellas en, completa ruina, mas
cujo todo he milito piltoresco, em consequencia
dos arvoredos e dos arboslus lloridos que ai circum-
dam.
A estrada, orlada de turnlo, segu depois por
om ameno valle, robeilo de semenleirai de irroz, e
vii terminar em Baghaderi, casa de campo oo o
Versaiilei do Nizam.
o kiosco ceolral deala imperial habilacflo, cha-
mada o Kangruahl, ou pavilhflo dai Mil-Cores, o
herdeiro dos Mogn pode contemplar a sua grande
capital, que nao conta merioi de 00:000 habitantes ;
e alm disso pode lamhem descobrir perto da aldeis
no grao do Oigo e sua farinha, explicar por ellas a'
allerar;oes produzidas no acto da panificarlo p-los
po.-...i. ordinarios, e a cnsioar os meios de llie obs
lar : a segunda, eslabelecendo um processo de pnni-
licacao novo e racional que promellia grandes vn-
ligens sobieo amigo.
Ete processo nflo era, no aclo da apresenlacflo da
I amidon, parle f-rulenla que regula de 53 a 70 por I Memoria, om simples projeclo, era ja ama pratica
fermento maiur do que aquella que se neulratisou.
Por isso a agua do ralflo he eminentemente propria
credas pelos diversos principios immediatus cuntidas para imprimir o movimenlo de fermeniacfld ilcoo-
ama nealralisa^io do fermento qoe se ajunloo, for- de llooiein-Sicar, as margens de om bello lago
ma-si lambem, durante esle periodo, urna poica.i di i artificial, as catas alvejinles do sxercilo auxiliar in-
Saremfce0.
-Voto prore/so de pam/icarao do .Sr. Mtqt-
Muuncs.
Jacuipe G de outubro.
.Sr. redacloret.Sempre ouvi dizer aos meus
anlepassadui, qoe o compelale logar que o sacer-
dote devi oceupar he o altar, o pulpito o cinfisiio-
nirio ; mas por urna inaudla f-lalidada o contra-
rio vejo na peisoa do Rvm Jos Prudente Tilles di
Costa, capellflo desla m-lladada povo^ro
Esle homem]de om geu,oasiommado,de om carc-
ter atral.ilsrio, di um corafflo lodo ira,l viiumca, e
de modo de proceder lodo opposlo ao espirito de paz
e mansirlao, qoe deve ornar os ministros daqoeile,
qoe nos disseqoe o siu reino nflo era deste mundo,
lein prallcado m actos mais torpes di vinginc,as, qoe
nao he moilo fcil se Ihe dsr credho, sendo narra-
dos, mas su lim mitos.
Que conceilo, e acalamento pode merecer um sa-
cerdote, que permuta o aliar pelo logar da subdele-
gado, o coufissionario pelo de jaiz de piz, e o pul-
pito pelBS pistolas, ponhses e f.icoei eoin qoe se cin-
ge em suai correras ? ponho de parle eslas e oulras
gentilezai para palentear lados desle Sr. Hvm., qoe
eslo no dominio publico drsle municipio, c eu
me comprmel(o a prova-los, qoando islo misler se
flS8.
No dia 7 por ccraiiflo da fcsla de S. Caetano, pa-
droeiro da capella de-la puvuaoao, fui postada na
porta di igreja urna ronda, com ordem de tomar to-
dos os cceles e armas prohibidas ; a mesma ronda
espiueoo nm ludio, qae tra/ia um sippao, resultan-
do desle espancamentoleve ferimcnio no mesmo In-
dio ; a este molim aeodiram os oulros qoe so aelia-
vam no fesdjo ; iravoo se entre elles e a ronda gran-
de inotiin, a que acudi o Kvm. subdelegado qoe
sem cutio pii le termina-lo ; depois da novena fo-
ram as me-moi Indios com suas raixss e pfanos
acompanha-lo al a MU, porera o corac,An do Kvm.
aublelegado, ledento Je vinganfa contra o infelizes
indleenis, depois de om acto em que moslraram-lhe
os meamos maior repeito acalamento, despedi-
os,a era p-rlicolar ininnou a rond que os levisse a
po pola menor eeoia quo elles pralieiMem. l>oai
ou Ire horas depois achavasjs se p-rle doi Indios
reunidos em omi casa divrrlmdo, com a alegria qoe
sempre mustram na f-sta do padroeiio de iu
Nenhomas dasqoesloes de economa publica p--
dem inlereisar lano, na presente poca, a adminis-
Irardhi e a iciencia, como aquellas que se ligarn m- i produzda pela
100 ; e 3., lin.mente, a deitrina e glucosa, qu
juntas, podad existir na propuso de 3 a 10 por
100 no Ir go ou sua farinha.
A farinha, siinplesmente amassada com a agoa,
nao Tornece om pao levedo, i isto he, um pao que
depu s de cosido a temperatura resalar do Torno,
fique leve, esponjoso, ue goslo aaradavel e Taeil di-
cido ; da', pelo contrario, nm bolo ou masa, pe-
ada e granulosa, que nflo pode cuuservar-se branda
e he dillicil de digerir.
Para que a massa furneca verdadeiro pflo, leve e
esponjoso, he necessario que no seu Interior tenlia
lugar urna verdadeira l-imeniar.in, na qual, pela
Irausformarflc de alguna dos seus principio!, se pro-
duza um gaz, que, dilalando-se no meiu da massa,
forme as echlas ou ppqueuas cavidades que obser-
vamos no pao bem fabricado.
He esta (ermenire.io que consliloe o principal
phenomeno da pniliec,flo. Para a determinar he
necessario jonlai e misturar intimamente com a
maisa um daquelles Termentos que produzem Ter-
leui-ru chimada alcooiica, islu he, qae ato capa-
es de li.....I rmnr o assnrar oo glucosa em alcool e
acido carbnico. Eis-aqui a explicarlo do Tacto :
a egua dissi.lve o assucar glucosa) eilenle na Ta-
rinlia e aquelle qm e Turma pela iran-Tuririacfl.i da 1
dexlrina ; esta dissolocan lacariua acba-se dessimi-
nada com ianaldadc no interior da massa e em con-
trato com o frmenlo qoe se addicionnu ; eslabele-
ce-se ailo i fermenlacao, e o gaz carbnico, achan-
do-sa preso no meio de urna lobstancia mulle, vis-
cosa e dctil, como be a massa formada pelo ami on
e peto gluten, e dil.laodo >e pela sua elasticidad.-,
i toma porosa e leve ; a tceflo do calor do Tamo
uspendea fermenla^flo nugnenla o velme dos po-
ros, e consolidando a massa, cunslttue finalmente o
ver.ladciro pao.
Estabelecidas estas neones preliminares e moilo
eleinent-res, poiierei agora mais lamnenle ex pos-
as modilicaeiies proposlas pelo r. M _e-.ll .i,r ,-
para meihoiar os proce-sns da pinificacao. lie do
relalorio aprsenla.lo a' academia dai s'rienrisa de
Pars sobre a memoria do Sr. Mge-Mourics, que
tem por titulo InvesliaaijSes chimiras sobre o tri-
go, sua farinha e panificarlo qu eu extrac larri
ludo quanlo julgar iudispnisavel para dar a eta
noticia :i devida clareza, pfln so com o lim puramen-
te identifico, mas, sobretodo, com o intuito de a
lomar essen. alenle pr.itica. O rrlatono, a que
me refiro, he do Sr. Clievreul, sendo a ci.mmis.ao
de exame (omposta dos Srs. Duina, Pelouse. Payen
e Peligot, lodos elles rliimicos muito eonbeeldos e
allamenle enllocan-es na scieucia para que mi seja
necessario dizer coosa alguma sobre a tua e.-mpo-
tencia.
O poni de partida do Irabalho do Sr. Uege-
Mouries parece haver sido o ex^nie do pflu de rala
patn lu) no qual entra uma porc.in de farelo. lie
bem sabido que o pflo alvo de primeiro qualidade
he Teilo em loda a parle, exlasivamente, com as Ta-
rinhas puras e brancas de primeira surte, sern mix-
tura alguma de Trelo, e que lodo o oulro pflo, Ta-
brieado rom Tarinlias que conlem mais ou menos T-
relo, anda que nflo seja o que mu chamamos pro-
|o i.nimio ralflo o
nolavel alleii'cJo, qoe o torna nflo s desagradavel
i vista pela cor ecora que Ihe coinmunica, mas
lambem ao paladar e ao < Iphaln, pois qua Ihe da
om ahur acido, om cheiro de ervas e as vezes am-
mnniacal, e o tu massudc, hvgrumelrlco e pega-
joso.
Todos altriboiimos, at agora, o aspecto dca-
--ta 1,1 v el e o inflo goslo do pao de rala e dn pflo es-
caro a' presenca dos Trelos, por isso que enes en-
trara sempre em maior ou menor proporeflo as Ta-
rinhas de qualid de inferior, e que o pflo alvo, que
nflo aprsenla essas mis qualidades, he exclusiva-
mente fabricado com farinhas espoadas e de primii-
ra sorl. O Sr. Mcge-Mouri< inoslronque nflo era
isso exacto, e que as mas qualidades do pao de ra-
la e escuro provinham de um ilterucjflo particular,
iiTluencia oe um principio azotado
glei.
Jornal do Commercio da Lisboa.
auliiri-ada por excellentei resultados, e tanto qoe
um dos collegio de Pars havia ja tres mezei que se
servia re pao Tabncado pelo novo procesio, e qne.
deide junlio de IH.'((i, na casa dos orphflos de S. Car-
los, do l-J- bairro da capital, te consuma regular e
exclusivamente o pflo proveniente do processo do Sr.
llge-Mourii.
A commissao nflo se conlenloo com o exime e dis-
cossflu doi domnenlo ipresenlidui, nem com as ex-
periencias Tillas, repeli as ohsrvaci"ie, e prumoveo
experiencias romparaiivas entre os proceisos enligo
e moderno, nflo despresando meio algom de chegar
au coiiheciinenlo comptelo da verdade.
A venficacan da estroclora do grflo foi confiado
pelo relator da rommissflu ao Sr. Trccol, joven bols-
nico de reconhecidn mrrlo, qoe conflrmou plena-
uienle as nb Eis-aqui. em reiomo, o resultado do seu exame.
O grfl i de Irigo compOe-se do piicarpo e do grao
propriamenle dilo.
A. 1'cricarpoB. O pricarpo consta, segando
ambos os observadores de tres parles disliclas.
1* A parle extrema. Esta he iucolor e ato aprsen-
la cellula alguma ; he o picirpo do Sr. Mgi-Moo-
rie, e a cutcula do Sr. I recol.
-* 'arte mrdia. Conlilaida por cellolas coradas
de marello; he o que o Sr. Mcge-Mouriei denomina
sarcornrpo.
3* Parle interna, l'ormada de cellulas como a an-
terior ; ambos os observadores Ihe chamara endo-
earpo.
B. Ijrflo propriamenle dito Consta de doos in-
volucro : o testa e a membrana interna ; o episper-
me nu albumen e o embrvflo.
Em quanlo fl composien analemi.-a do fnrello os
sr>. Mi'ge-Mouries e Trcrul cstao pcrTeilamenle de
iccordo.
Esle provem do rompimenlo oo deilroicflo, can-
sado pelo Unto no pela pressfl.i, do pencarpo, ao
qnal pdherem r-s dous involucros do grflo com as
grandes cellulas exlernas do piiperme e algumas
cellulas collocadas por debaixo desle, e contendo gl-
bulos de amidon.
lica masa proveniente do grao do Irigo. He islo o
qoe explica a levea do pflo do Sr. Mge-Moories.
o Emqoaolo a' cozednra, eisa nao difiere da qoe
se Taz pelos processo ord narios.
Pens haver dito e eilrahido do rrlstario apresen-
lado a' Academia das Sciencus de Palia pela com-
n su q.,e lis nomeoo para eximinar o processo do
Sr. Mge-Moories lado quanlo lie necessario para
coinjireh. nder a so-i | i nica e a sua Iheoril ; mas,
para bem avadar as vanlagens desle novo prueesso,
e a conveniencia da soa geral idupr;flo, devo linda
apreunlar o joizo qoe a meima commissflo Tormou
obre a comparaeflo dos productos do anligo e novo
proceso. Ko Irauscreverei textualmente ludo qoan-
lo a commiisao expoz a' icademia, mas apona n i ,
os pontos de maior inleresse, para nao alongar de
masiadamente esla noticia.
Toda a farinha,.pera se converler em pflo, absor-
vi uma certa pro. orean d'agua, da qusl conserva a
maior pirle no estado solido, perdenoo apenas orna
pequea quantidade pela disicaeflo ; esia proporeflu
d'agua he lal que, segundo refere o Sr. llamas no
siu tratado de chirotes appicada, a relaeflu enlre o
peso da farinha e o do pflu que desla provem he, ter-
mo medio, de 1:1,6.
Poderia saspeilar-se qoe o pao do novo processo
nflo coneervaise, em combinaco, a meima qu mli-
dade de a,na que o pflo antigo, perdendo-a pela
disserarflo ; porem as experiencias feitas pela rom-
missflu demonstran) que, Unto a codea como o milo
do novo pflo. nflo perdiam moilo mais agua do que
os productos similares do pao do anpgo processo.
Emqoaiito a' cr do producto riconheceiarn os
m 'inbioi do commiesAu qoe ella era constantemente
nulla, e, se un alguna casos le moslrava amarellada
ligeramente, esta nflo pruvinha da oatureza do pro-
cesso, cerno acontece a' qoe sempre se manifesla no
pflo de rala d s processos antigos.
O pflo moderno he man leve e mais spido que o
anlico.A commissflo declara u unnimemente pelo
oso que cala om dos seus inoml.ro lez do novo pflo,
que o sabor desle he mais agradavel que o do pflo
ordinario. Declara lambem unnimemente qoe nelle
nflo exi-te cansa alguma de inalubridade. Alem
disto a rommissflo tem em seo poder um cerlifi'ado
do Sr. Il-mou, cora de SI. Sulpici, superior do re-
colhimenlo do
Gvmmmt*
CAMBIOS
Sobre Londres, 27 \\- d. a 60 d.
c Pars, 316 ri. por fr.
c Lisboa, '.<-.> por % de premio.
Kio de Janeiro, 2 por 0|() de descont.
Aecflo do banco 50 por cinlo de dividendo 'por coo
la do vendedor.
c companhia de Beberibe 609000 por aceflo
i a compauhia l'eruambucana ao par.
c L'lilidade Publica, 30 purceoto da premio.
c c Indemoisadora. -61 ideaa.
c d estrada da Trro 20 por 0|rj dajpramlo
Disconlo de lellras, de 8 a 9 por cenlo.
ArcSes do Banco, 40 a 45 da premio.
Ouro.l Incas hespanholas. 29}500 a 30JOOO
rosdejacarMida, 600 molhos biassaba. *
volumes e 27* caixinhas charutos ; a ordem
1 caixao fazendas a JoSo Keller rS c.
trillo charutos ; a Jqse Antonio da Cunha
1 dito dito; a Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo.
3 ditos dito; a Jos Das It anlSo
&5caixasdiales bordados; a Schafheitlin
1 dita rendas de seda e alzod5o;a Joac
Alves da Silva Cuima.aes '
FernaS" genebra '' ^ J,quim Dia!"
l dita rozarios e missangas ; a Antonio Lo-
pes Pereira de Mello.
6 fardos madapolo; a Rostron Rocker & C
i pega de caohamaso; a Oliveira A Aze-
vedo,
n a- PAULADO CBRAL.
Hendtmanlo do rita 1 a ) .
dem do dia 40. .
2l:09i9i6H
4:34*tw
28:629j>077
Moeda de 6cloo villi.is
6>iO0 novas
a 4000. .
Prala.Palaeoes brasileiros. .
Pesos eolumnarias. .
mexicano!. ,
169000
165000
95000
230OO
25OOO
1J860
Caixa Filial do Banco do
Brasil
O descont desta semana he 9 por cont, c
nao 8, como foi publicado.
AI.I-'A.M'btiA.
endimeulo do d a 1 a 9 .
dem do dia 10. .....
168:112*496
23:999C8.'>8
192.4l2c:i5i
liraz Ferreira Maciel Pinheiro, collector das l"'""e,lle ,alil ou "l,'< he suscepnve de uma
rendas geraes.
oSo Cavalcanli de Albuquerque, escrivo do
collectoc ge al.
JoSo Valeriano Ferreira de Mello, agricultor
Julio Cont;alves l.ima, veriador e eleitor
JooTelles de Almeida, propnetario e alte-
res da guarda nacional
Desearreaam hoje 11 de novembro.
Barca 111 aluza Bomlamercaderas.
Baca iucleaMathildeidem.
Brigue inalezExrelrioiiidem.
Patacho americanoJames B. Ceorgebacallao.
Barca inclezaMidasidem.
Briuue inalezTitaniadem.
Brigue porto^uezEncantadorhacalhao.
n DIVERSAS PROVWCIAS.
Kcodimenlo do da I a 9 ,
Idem do dia 10...... .
717*719
151*6^1
8199370
s orphaos de S. Carlos, e do l)r. Bta-1 Birca americanaKoebockfarinha de Irigo.
admiuistiador do mc-mo elabcleci- 1 Paiac'10 sarooManani-ssas e farrlo.
lin, medico e
metilo, proprio para desvanecer loda a incerteza que
a este rrspnto podase haver ; porque este certifca-
lo silesia as excelletiles qualidades do novo pflo, em
DESPACHOS DE EXPORTACAO IELA a)E4
DO CONSULADO BSTA CIDAIE fiO U.
10 DE NOVEMBnO DE 1857.
BircellosaSumaca hespanhola uArdil,, Aranaga
& Bryan, 272 larcas algodao.
Rio da PralaBriaoe hespanhol u Angel, Araoaga
Bryn, 2> pipas cachara.
I.tosBrigoe porloauex Itelampago, 1', de A.
Fonseea & Filhos, ill saceos assncar maeavado.
PortoBarra poriuguea Hor da Maiao. Manoel
Joaquim Ramos a Silva, 300 aaecrM aisacar mas-
cavado e branco.
Liverpool Gatera ingleza allarmione, dlverst* I
rarregadore, 238 sacras algodao e iOO couroi
lgidos.
CibrallarK-cuna ingina nVeaeliao, laslo 4 L-
moi, 900 sicens estucar misravido.
LiverpoolKrigoe inglet sIceniB, J^flo da Couba
Wanderlev, 600 soceos isiocar masessado.
EXPORTACAO'-
Penedo, hiala nacional aCisIroo, de 5loneladis
conduti > o seguinle : 246 vulamei fizudas e on'
tras mereadorias, 4 saceos caf, 21 dito feijflo, I.
mohili.-i usada.
Aracaly, Inste nacional Anrorsu, daflo tondi-
da, ronriuzu o sigointe : 227 vulurna genrro
etrangeiro, 73 diloi diloi nacionaes.
RECEBDORIA DE RENDAS INTERNAS CE-
RAES DE PERNAMBUCO.
7:945939-.^
. 9379717 .
As gran les cellulas externas do perispermo, nflo I V!l1 do oso quolidiano que delle se faz ha seis me-
liniainenle com a hvgirue e iubislnria do povo.
O pflo he a base da boa aumentadlo, e de lodos es ,
lempos fui e,le alimeulo contiderado o mais geral, o c"fal""- "
mais necessario, o onico indispensaxel entre lodos. ^a'' ,u.,, '"vestisace< seguio rile o bnm caminho,
e activo, existente na parte interna do peiisperme
do grao, verdadeiro fermento a que dea o nomo de
aqoelle cujo nomo resume era si a significarflo de
ludo o sustento.
Os hbitos adqoiridos desde as mai remolas po-
cas da iivili ,;-,-,m lizeram d'e.te producto arlilicial
orna verdadeira necessdade do hoinem ; parece pnr-
taiilo que, depois de haverem oecorrido lanos sec-
los desde quo as sociedades humaina se prinripiou
a fabricar o pflo, us procesaos, pelos qoaes elles se
ohlcm, dev mam ler boje cheeailo a um grao de
perTeicflo que fosse nflo s compativel coio o oslado
dos nossos conhecimentos Iheuricns, masque resu-
misse lambem us resultados das muliplicsdas lentu-
livas rmpxricas a que uma lonja pratica devia ne-
cetsaiiamenle dar iugar. Nflo acontece, todava,
aisnn.
Na maior pirle dos lugaris ho anda hoje o pile
um dos alimentes quemis imperTeitameote se fa-
bricara. Em lodoi os paizes da Europa eucoulra-se
aqu ou acola'uma nu outra povoaeflo em que se
Tabrica lio ni pflo, ealu meiino nem indo o pao que
se produz hi igualinenle bom. Entre aspuvoares
do nosso paiz llgamai ha, ain.la que bem raras, cuju
pflo tem, de-de remotos lempos, boa repolieflo, e
geralmenle se .credila que a sua superiorid.ile n'es-
le genero provem, independentemenle dos Imus ce-
rnes de que Tazem uso, da nalureza e qualidade
das aguas do que so srrvem ; he esta, pelo menos, a
explie.ic.3o que se da' aos qoe pergulain 8 razflo
d'esle Taclo. Ainda, que eu saiba, muguen) era
Portugal se lembrou de investigar profunda e eom-
ciencii,ameule as verdadeiras causas das grandes
.lili re-iras que se nolain entre is qoalidadei do pflo
dos diverso logires ; coiiliuiam-6e lodos com orna
aiplicicflo Iflo loperlirial e tflo sem fandiminlo co-
mo aqurllu que apontei, e, como o comumiilores
nflo bim nem o paladar nem o estomago demasia-
damenle exigeiilei, nem adverlem no prejuizo que
' sua saade pude retallar do oso d'am apmenlo mal
capel-1 preparado, deixam lodo enlre, ue a rutina, a essa
la ; a ronda ja disposla foi dissolver a Tnnccao 00 implacavel inimiga de lodo o progreso,
diverlimenlo dos Indios, qae, prevenidos colra os Quindo em lempos di maior acliv rilde e mais
soldados da ronda, nao uuizerom dr prompto se pres- illusira lo, que neces.ariamente leem de chr-ar om
tar ; eila em vea de os acomraodar d.u principio dia, alcuem invesligr a biliaria do progreso das
a orna gni.de deeordem, lenlo o esa Juse de Sea- nos.a, ariea induslriac., e reconhecer que 00 seculo
/a alinde uu Indio Belchior qoe oerop o lugar de ; |;i. am la em Porlogll, e al em Lisboa a fabrica-
dlfire dos mesmos ; ja v pois qoe a uma seinelbaii-
Ic provocarlo nflo resistira getile man bem eilu-ada
r|uauto mai Indios por natural desconfiados ; sera a
menor reserva atiram-se coulra a ronda, porem iul'e-
lizin.-nle s aehav.nn inerme-, porque 11 nflo ser isso
tirism havirl mullas de-graeas : achanio-se elles
em numero crcscidn e qae in^roiiariiD r-ela joncr;o
do que se nflo achavain em lal divcrlunenln atoo-
lados pela r..ma, qae cumprio iielinenle a ordeii do
aubdelcaado, levando-osa po : valerara se os Indios
o da analy nhecimenlii da stroclura do grfa de Irigo e da na-
lureza e aecflo reciproca dos principios immed.alss
cuntidos as dilferentes parles da sement.
Ei aqu como elle proprio espe ta resumo o
resoltado das uas obsirvar/ies.
0 trigo grflo be romposio de Ires involu-
cros : I-, o vepicarpo, legumeato lignoso e muilo
delgado, pesando 2 por rento do peso do aran ; >,
oo enducarpo caberlo pelo re'los do sarcocarpo,
jilo do primeiro alimento do hornera estiva inirrgoe
1 mais de|.| rav.l rutina, que a esculla das farinhas
nflu era di.igidj Bw (HlMlpIol alnuns n,cionaes e I
seguros, que a mampul ..lo da masa e la/.ia bar- (
harn.-ile a' f.ire dea baler a bracea, 1111-turando- '
a coro n'soor qoe a violencia do Irabalho fazia 1 r- !
rara triveidos puro* dos opera, o, que frnien- 1
i....'1 1, que he a mais importante phattda paalB-!
caeflo, nflo era condozida cora regolaridade nem .
cnl-/.a, linalineiitc, qoe a eoze I..... se fazia em for- 1
carregado de malcra exliarliva amarella e do ole
es-encial ; ella membrana pea 3,2 por tanto ; 3
o k piperaae adherente minio azulado e iuco-
lor, pesando 3,3 por cenlo ; i- o rinhrvao e o en-
dotperme n farinoso, mais Iriavcl no centro do que
na eiiciimtereiicia, coinpletaincnle issiiriil dando, ambos junios, l,j pur cenlo di tolalidade
do giflo.
.1 A farinha de primeira qualidade vem do ern-
Iro du endospernic, e nflo Conlem mi do quo um
milesimndos re-Ios do farelo; as farinhas interio-
res sao pioduzidas pela zona visinlia do epimerme,
mais duro e mais rico em gluten : eslas conlem de
Sa IJ mile-iiiio dos reslus dai pellicolas.
" O fardo lie couipuslo du rptearpo, do endo-
carpu, e do e 1-perin qoe cml-m sempre sub-tan-
cia farinnsa. o episperme fa-lo muilo azulado e
pouco nutriente.
a Du pain bis pflo di rala, oo anles, pflo escuro. 1
As faniili-s inferiores nflo produzem pflo escaro
senflu purque levan couigo iiievilavelmente os res-
tos du pencarpu e episperme ; o primeiro acta pe-
lo seu olro esaencial e pela sol materia extractiva
amarella que sflo muilo alteraveis ; o eguudo obra
pela cereal'iia que reten na sua superlicie Interna
Este principio he um duplo fermenlu lctico e glu-
coslco. lie debaixo da inlluencia desta* cauas que
a lariiiha se altera o produz os pfles inferiere, ca-
racterisados pela sua acidez, cor parda, mito guslo,
ela.lo pastoso e liygromelrico e tambem pelo seu
fraco poder alimenlicio.
c A ,1 al,na, sendo um dos mais poderoso Ter-
rneutus lcticos faz predominar a Termentaeflo aci-
da c liada, por isso, ,1 massa dn pao.
O pinten, daaaggregada e em parta diawlvldo
conlem o amidon, ambos o observadores etflo de
arcor.lo nesle ponto. S'gundo o Sr. Mge-Moories
existe mita, principalmente, a crealina ea casena
vegetal. () gluten cora o amidon eilflo pela parte de
baixo.
Assim as obscrvar;fles do Sr. Trccol confirman)
completamente aquellas queserviram de guia a ex-
nljearjio Uieorica da pamlicar;flo do Sr. Mgr-Muu-
res. e elo de accordo com obseivac^ei anterior-
inenle Te lis pelo Sr. I v..... um dos membros d
coinrnssfl.i da academia. Entre a cnmposirflo inme-
diata i!n Irigo, re 1 lilimente eslabelecida pe ob-
servae'S qnarahei de mrncion aqoi g'ralmente ndmitlida, ha um perfllo accordo,
a difirrenc.a, porem, que o Sr. Mcge-Mones arlion,
alen dos principio ja condecidos, um novo princi-
pio azulado, e pudendo adquirir a qualidade de fer-
menlo, que he a creilina. lambem oque grralmen-
te se designava como albmina, istu he, o principio
azotado soluvel do grao, he designado pelo aolor co-
mo aendo a casena vigelal, o que em nada modifica
as riincc-s que na panilicaeflo ciercem aqoelles
principios utolados e o gloleii.
Para melhor iulelligencia ao phenomeno da pani-
licaefln cnnvem dizer linda alguma cuusa sobre estes
tres principios azulados, a crealina, a casena vege-
tal e o gimen.
Segoirei, nesla parte lambem, o rrlatorio|da com-
missao.
cr Creslina. lie nm principio immediado sola-
vel na agoa e insniuvrl no alcosl.
Acta como fermento sobre o ami'on, a riextri-
da, a glucosa e Batucar de canna oa priimalieo.
pailir da temperatura de 60" ; o mismo Ihe aconte-
ce quandu se precipita pelo alcool concentrado ou
pelus acides, luclusivamenle pelo acido carbnico.
cipita a crealina, sem Ihe fazer perder a aclividade
como fermento.
o A dialas perdo a sua qualidade He fermento
su de 90 a 100 e 111.10 difere da crealina.
A cc-realina transforma a gamma do amidon em
dextnna, a dexlrina em glucoso, e a glocoa em pe-
do lacheo e al em acida butyrico, qu n lo ;-e pro-
Ion.a o cunlarlo.
a 1.1 1 o io 11 amidon est em glbulos e suspenso
na agua, a icc,Ao da crealina nflu comt;.i senflu a 59-
pouco um- uu menos.
a A crealina, reagindo sobre o amidon, e nflo
prodmindon acido Carbnica, seria incapaz di f.izir
levedar a massa da firinha, se fosse ella o onico fer-
mento presente na panili-acflo.
ii Ela rubsluncia ciminunica ao Icilc de smeas
ou de f.relos, a propriedade de azed.ir-.-e e corar-se
debaixo da inlluencia do ar.
u Altera profundamente o gluten ; esle, entre od>
tros productos, di o ammouiaco, urna materia ruja
cir parda faz I minar a apparriicia das materias co-
tilleadas com o noin--de ulmiua, e um producto a-
zolado capaz de transformar o assucar em acido lc-
tico.
11 Ca'eim.A casena h, como a crealina, are-
lada, iiiluve ni agua e intoluvel no alcool ; os ci-
dos precipilam-a das suas dissi.lur.Oes.
ami a que a aaseiea nao lenha, para asiin di-
zer, acrjflo sobre o amidon na rirrumstancias ero
que arlua a crealina, nflo lena com ludo, exalo o
dzer que ella he abn lulamente Ineile, per que cun
o ttmpo ella pode cnnverle-lo era dexlrina, em lu-
coa e em acido lacheo.
Gluten. O gluten, abandonado duraate algom
lempo .1 si mesmo. eonililne-M em fermento capaz
da tranformar o amidon e,n dexlrina, esla em gluco-
sa, e a glucusa em alcool e em acido carbnico.
Suppusti a inlelligeucia de.les fados, vejamos a-
aora em que consiste a pralica*du novo processo, que
lodos podero comparar a dos proemes ulicos, que
eu me dispen.arii de dAcrever aqni, pois que es
uppunho eonhecidoi de lodos os que leem algomas
ii:ic;?s de uma arle Iflu vol.ar romo he a padana.
O proceaia do Sr. Mge-Mouris consta de Irez
operaeoes dislincla ; a muenda, a prepar.'icflo da
masa e sua ferinent-eao, e linalmenle a rozedora.
A mnenda qoe compreheiidi* a icdureflo do trao
a farinha lirula e o irah-tllio 1I0 prn*iro, faz-se de
om 1110 lo mais limpies do que si pralica actualmcn
zes na casa dus orphaos, onde exisleni 100 cnanr.is
de 2 a 9 annos 15 irmaai.
o E,le pflo iirem o Sr. llamn e o Dr. Blalin),
de om sabor agradavel, he muilo nutriente, de fcil
dige-tflo, e ennserva-se bem.... a -au le da/ enancas
e das rrnas comer*ou-se sempre perfeila.
A' vista de ludas estas iufuroiarjoes Iflo aulorisadas,
nm huma duvida pode licar no notio eipirilo que
contrare a excellencia do processo moderno de pa-
uilic-i(;l 1, que .levemos a's laboriosas e inlelligentes
investigarles doSr. Mge-Mourics.
Patacho dinimarquezManamereadorias.
MOVIME.NTO DA ALKaNEGA.
Volumes intrads com fazenoa.....
o b com ceiros ....
Volantes sahidoi com fazmdas
a o com gneros
Total
Tolal
495
2-M
85
339
pelo arillo no meio dos fermentos em ictividade, I n,, padariaa neehanicat mais nperfeicoadas.
losq inilae, armaiam-te de iliacas e cun ellas fu- nos brulaes que herdaramos doi lempos primitivo,
rain le defendendo, lendo ludo io panada sem que
hoavesse um ferimento grave.
e nes quaes nflo he possivel econcmiar o combus-
livel 11,ni regalar a temperatura, parecer' enlflo
l.o-ii gnu ueste barullo o llvm. sobdelegido op- enexplicavel u ficto qoe e-tamos boje presenciando,
p aluna occaslflo de inventar uma conspirarfln de In- islo he, que leudo eh-gado a Nbrieafaa do arlefac-
dios par melhormenle vingar-se, nflo so d'sies como ll de luxu a un altu gr o de perleir.lo, a (irepara-
limli-in do alguna particulares, qa li.viam dado I do primeiro e mai prec-nso alimento do ho-
llina qneixa contra ello a S. Ex, llvm. Mea ciitu, imm he linda (flo grosseira, irregular e laceria.
ni'u feilo. Leva au cnheriuieiilo du delegado inlo- FelizmanU, a tendencia geral que no presente se. 1 cor I" w',s c .'
rio de Porto C.lvo o faci ocrurrdo, calan lu loda culo sa Ira m,nife>lado para o aperfeieoamenlo de i ?0 ?5f f 'C ""e' "S9*' P'rM*
a verdade ; este imlaura o processo, e quando eu ludas a. arles uiduslriaes peloi comelhot das icien- (,1" por D"0''lll('i,iu? succesnva?, adquire am eliet-
menoi pensava me vi de env Ha nesla jannuarlnha, ciai phvsic^s e ds mechan ea, ganhou a propria
a hoje me vejo fung lo de minha casa, porque I.ni- padana, e ilguui lioineni de verdadeiro progres-n
btm lai nelia com rilieuido ; qae muira'.!! al leem telindo, ueste ramo, lualliorameuloi muilo
decompoe-ie, predozmdo o immonlaco, coja ftr-
naC/lo explica nos pflrs de rala a presenca d.-s s:,e
animinl.ic.ies, que liile exlsttn ms farinhas qu os
produiein.
O gluten) alterado Iransforma-se. dtste modo,
em fermentos vinosos ou lctico, lie sobre esta
Iteraran qoe se tunda a prodcelo do fermento
ordinario io pa.i. E-la alleraj;ao, muilas vezes.
censideravel. pru.luz rom as farinha, ricas cin Rio- :
len, um pflo escuro e piuco niilrienle.
o A materia extractiva amarella, transforma se )
em matona parda, analog ao qna aa chama acida
ultipco ; na mu linea fax-se em presenca do ar e 1
do calor ; hi por isn que a codea do pan ho lempre
denegrida, indepen leniemenle da sua densidade e '
da iecr.nra ; era quanlo o miulu do pflo lera uma ,
giiCo passa una s vez pela un e d logo a larinha
brota ; esta he penetrada u'uin Raice peneiro. p di-
vide-se em trez nuicos producios .- I. farinha bran-
ea, cunten tu a (l..r -a farinha lina ; 2. rallo ; 3.
eneas e farelo trnsspirns. as paitaras de Lisboa
separam-sa unlnariameiile d a S pro.lcctos, que
u : |. farinha lina, 2. ralu, i. cahecinha, i. e ..
semeas e Tarellus.
A preparaeflo >ia massa e ftrmrnl.ioao sao as ope
raines que no processo moderuo mais dilferem das
amiga.
Sup|e-e que no proceso do 5r. Mge-M mris
100 Kilograminas de farinha do os seguinles pro-
ductus :
72 l>, 733 e farinha fina.
15 720 de ralflo.
560 de semras e fsrelns.
llvderabid.
Nflo deixarflo de ser lirias com inleresse algunas
noticias a rrspeilo da imprtame cMadi de llydera-
bad. unde a insurreicflo acaba de apparecer, in^s on-
de loi logo sulfucada.
Ilvderahad, capital di provincia do mesmo no ue,
faz parle do 11. khan, orna das grandes divuoes ler-
rituriaes rio anligo imperio Mogol. Saccessivamenle
enfraqoecida pelus Mahrsllas, Maiisorianos, e espi-
eialmenle peloslnglezes, o Dekhan comprehende rin-
da h.je 17:700 legois qaidradas, coulendu 12 ini-
lllc de liahltalites.
Da mesma maneira que a msior parle das ci lacles,
aldea a villas da India, llyderabad he edificada im
cruz, e is doas principies ras qoe sflo como as ar-
terias, corlam-sa quasi em ngulos rectos n'uraa
grande praf a a Tchorae) em cojo centro se eleva ama
magnifica mesqoila.
E-li edificio cojos zimborios e cnpulis dominara a
lal ponto a cidade que le aviilam a maii de Ires le-
guas, rhama-ie Djnma-Musdjid, e mai vulg-rmen-
I 1 oliarminar. Esle nume vem-lhe dos qu-liu mi-
naretes, obra d'archiliclura tflo elegante como gran-
diosa, e com lana delira liza ornamentada que fiz
lemhrar o billui lempos da arle rabe de Granada a
de Coidov.i.
A entrada do templo he muilo dilliel, por nflo di
zer impossivel, em conseqomcia do fanatismo mus-
-ulm.ino, mas pode-se subir ao lerra^o, e deste pon-
to descobre-se o pittnreico panorama de toda a ci-
dade.
A-im observada a villa di passaro, aprsenla um
ileslumiiranle mosaico formado pelos telbados di er-
rada, pela reda das ras que se destarara, como lililes
sombras sobre a couforn.e alvura das casas, e pela,
ultimas vergonleas das aores da variadissima fodia-
gem.
Quando por nm inilaolese lisa a ai lenca ,, como
que de torios os pontos sorgem torres ameiadas, cu-
pola, zimborios, arcos guilucus, e lado Iflosobrecar-
regado de ornatos, que parece um specimen da lorias
a gracioses phanlasias da archilectura oriental. Mal
Ilvderahad, asim como todas ai rolados do oriente,
perde mulu, logo que dsixa de 1er atsiin observa-
da para percorrer o enlrincaiio labviiulho das las
ras.
A excepfl das duas graudes russ de que ja falla
mea, nflu se enconlra mal do que becco, onde nflo
entra o ar nem o sol, coherlus de immonHciai e nil-
cados em ludo o seu eumprimenlu por um reg pro-
fundo Chela d'aguas enaguadas a infecta*.
As casas com as suas fachadas desordenada!, n.lo
lendo oolrai aberturas exteriores lenflo a porta de
entrada, e urna ou don selleiras na altura de un 20
pus de terreno, apresentam om aspecto de tristeza e
de solidflo, que augmenta com o ar sombrioque lem
es*a ras demaiailamcule estrellas: parecen) duas
linhas de prisrs circnmd.das de fosso*.
Esla iinili..i:i;a anda he mais nolavrl, enconlran-
du-ie de esparu a espado, urna mora Iba levantada
alrawz da via publica, com orna porta qae basta f-
char-se para conveiler cada uma das roas etn nma
pasagem sem sabida, e cada bairro em uma forlale-
"ia invencivcl.
Pondo di parle lodos 01 edificios qae apcnn is
ilislingnem pelas soas formas exlravaganles 1 grotes-
cas, us monumento, indios sflo moito'rarcs. Os ni-
co une mererem aii-nr.io silo algum pequeos pa-
godas antigos, em forma'da mitra, e rujai esculplu-
r-s sflo de ama belleza e de om Irab-lho nolavel.
A archilrclura musulmana he quasi ricluiivamen
te apilicada aos Inmollos ; he verdade que os mor-
ios occopam em llyderabad tanto espaco como os
VIVOS.
Ma os remtenos, asim como rm lod- s os paizei
O 1 do l>lun nao iprisenlam esse especio rombriu c Iris-
Rcodimenlodo dia i a 9
Iden do dia 10. .
s-9035lir!'
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 1 a 9 I9979367
Idim do da 10....... ^821/2bi
168189631
r-
louho qoe em ger*l ,e Ihes ola entre as n-rei
rhrnlfles ; os campos de repou-o mu-ulmano sflo lu-
gares proprio. para paneta) ; a morlo toma all for-
mas graciosa, envolve-se cm um arrendado da pe-
dra, e coiiM-se de 1 << -.
Em llydernliail, as llures c podrs romo qae por-
fiara para 1 mbrlemr us.,. inin-ji, do repooso eterno
i c em quanlo as obras de cantara em delicados, ele- j lume ignora-se"' a .Novaea A (
- ganlc e plianli-ticos arabescos adornara os lomlos, | j(jo 5a(-coli i^nnra-se I a L'almcira
- I os lasmins e as rusas cuvolvem-os nama atmuspbera ,rL SBtcos e a 1 aimcira
balsmica. ,,
2i ditos dito ; a J Marcollino da Rosa.
MIPORTAgAO,
Vapor nacional fguarassu' procedente dos
portnsdo norte, manifestou osegainte:
lt8. tos farinha, 100 m ios de si/U. 3" couros
salgados, 78 massos courinhos, 9 bar'icas e 1
caixSo sebo, 1 dilo miuezas ; a Manoel C.
da Silva.
181 siccos milho, 62 ditos feijo, 30 ditos
farinha 25 ditos gomma, 31 couros silga-
dos. 293 massos courinhos, 110 pontas de
boi, t caixSo qaeijos, 75 meios sola, 13
barricas sebo; a J R Ferreira.
*0 saceos millio, 2 ditos gomma, 17 ditos
feijo, 190 meios sola, 5 couros salgados, 1
caixinha el barril ignora-se;a J J. de C.
Moraes.
52 saceos milho, 8 coaros salgados ; a Joa-
quim AnlonioC.
16 saceos feijo, 5 ditos gomma. 10 cou-
ros salgados, 1 pacote redes ; a .1 j3o Jos de
Gouveia.
7 saceos gomma ; a Joaquim Vieira de
llanos.
1 sacco milho ; a l'ravasso Jnior & C.
15 saceos milho, 4 ditos fe'jSo, 2 ditos
gomma, 170 meios sola ; a Diogo Ferrei-
ra P.
2 liareis toucinho ; a Francisco T. de Sou-
za .Noves.
4t saceos milho, 7 caix03s queijos, 1 bar-
rica sebo, 8 massos carne,1 dito couros miu-
dos, 7 couros salgados ; a Custodio A.
Soares.
25 saceos m|ho. I dito feijSo, 33 ditos e
1 barrica sal, I molho de couros tuiuios ;
a Mauoel F. A. de Moraes
27 .-arras cera de carnauba, 21 molhos
couros nnudos, 4 barricas sebo ; a Jos A.
da Cunha.
13Couros salgados, I sacco pennas e bu-
so, 1 garajao peixe ; a Jos Luiz Ferreira da
Costa.
14 massos carne, 9 couros salgados,! bar-
rica sebo, 1,137meios de sola; a /eferino
Ctl Peres.
30 inssos caree, 11 couros salgados, I vo-
lume sebo ; a Haniba* P. de A. Fortuna.
I caixSo queijos; a Marcelino A. l'ereira.
4 massos carite; a Lima Juntor & C.
141 saceos algodSo ; a Joaquim da Silva
Castro.
1 0 meios sola, 1 caixa cera, 10 msssos
carne ; a Antonio de A. Comes.
17 saceos milho ; a Luiz Caetano /Jorges
19 ditos dito, 1 dito arroz, caixfes fari-
nha, 1 dito queijos ; a Alipio de Carvalho
Mendonc-s.
2saceos feijo, 2 barris azeite ; a lasso &
Irnio
100 couros miudos, 20 meios sola ; a Ma-
chado A Santos.
229 saceos milbo, 29 duzias de taboas ; a
Antonio da S. M." Jnior.
126 saceos farinha, 162 ditos g-omma, II
ditos cale, t dito algodao, 106 ditos milho,
16 din.s cera de carnauba, 1 dito peonas, I
couro de onea, 818 ditos salga los, 734 meios
sulla, 293 molhos couros miudos. 13 saceos
ca no e queijos, 35 barricas sebo, 1 garrafao
mel, i oilo ililo le abelha, I bahu objectos
de casa, 4 caixas queijo, l barrica cidra, I
caixa cou'
c ixas rap
tos de casa
Paquete a vapor nacional Oyapoc*., pro-
cedente do su1, tnanifstou o seguinte;
40 rolo* fumo, 1 barrica, 1 pacote I vo-
Mavios entrados no dia 10.
Rio de Janeiro20 dias, brigue liair.burguej uMar-
garida Loia.n de 220 toneladas, capitao P. Thor-
mnklen, eqopagem 10, carga lastro ; aAmoriiu
rJ Irm.lns. Ptrlence a Ilamburgo.
HamhurRo47 das, barca diriamarqoeii uPiecio-
sa,i> de 370 toneladas, eapilao J. J. Kiair, eqo-
pagem 10. earga fazendas e mus generes ; a ".
O. Beber ij C. Perlence a Apiarede.
Kio de Janeiro22 das, brigue ingle* Anne.i; da
368 toneladis, capillo W. Tilly equ'pagem 10,
carga lailro ; a er tem. Perlence a SMelds.
Acaracii pebAuldlii, a do ultimo porto 5,
Inale naciuQal al.iudo Paquete. da 205 tonelada!,
me-lre Jos Piolo Nones, eqopagern 12. carga
farinha a milho ; a Almeida Gomes, Alves C.
Perlence lo Maranhao.
Ri.i de Janeiro22 dias, barca ingleii oAvery. da
280 tonelada, capilao John I. Mard, rqnipagrin
16, carga lastro ; a Amorim Irmaoi. Perlence a
Darlmooth.
Genova48 dias,
tonelada
patacho sardo Mara, de 174
capillo Paulo Canesi, iqoipagrm 10,
carga 220 barricas com irinli de IrUo a mais g-
neros a Basto, Lomos i C. Perlence a Gt-
nova.
Parahiha2 dia, hiala nacional aCorreio do Norle,
de 37 toneladas, raeslre Manoel Ridriguea da S f-
va. eqopagem 4, carga toros de mangue ; a Cae-
tano Cyriace da Costa Moreira. Perlence a Per-
nambuco. Pissageiro, Antonio Francisco de A-
raujo. a
Kio di Janeiro pela Babia13 dias e do ollimo por- .
lo 3, vapor de guerra fraocei "Tenar, comiuan-
danle Kranl.
.Navios sahidoi no mismo dii.
Liverpool (Sirca inglexa Queen,- com a meiin.i
carga que Iroute. Suspendeu do l.am-iiao.
BihiaPatacho bolla miel uAera, c-pilao II. W .
Meas, carga parle da qoe tr..uxe a agnardenla.
I.oaudaBrigue pnrlogoet (iPorlador.n capillo Jlo *
Minoil Connives, carga mir, agurdenle e
chapos. Pastageiro, M. L. Cuellio de Maga-
lliAes.
mm*.
Por ordem do governo imperial sao
convidados para alistamento voluntario 6s
individuos que quiterem servir as lilci-as
do exercito, e faz-se constar o seguinle :
1. Os voluntarios servirao 6 anuos
2." Os recrutidos servirlo 9 annos.
3. Aos volntanos, alem do respectivo
sold, e mais meio sold de primeira pra^i, I
se dar a gratificado de 3*09 rs.
4 Se oa voluntario ja liverem aervido no
exercito pelo tem do mareado na lei, a gra-
lilicagao ser de 400/ rs. *
5 A.sgralilicac,oes torflo pagas em pres-
tactV.'s. s.'olo a primeira da quinta ,-artc no
acto do alistamento, e o restante em 72 pres-
tarjoes mensaes, correspondentes ao lempo
que liverem le servia.
Cidade do Recife 7 de novembro de 1857.
Eo Francisco Ignacio de AtUyde, no im-
pe lmenlo do escrivSo do jury o suliscreti."
Silvino Cavtlcanti de Albuquerque, juiz
de di-eito interino da primeira vara, encar-
regado do recrulamento das pravas do exer-
cito.
O Dr. Sebasti3o do Reg Barros de Lacerda,
juiz de orphaos o ausentes da ci tade do .
Itecife o seu termo, por S. M. I. e C q"u
lieos guarde etc .
Fec,o saber
I ) Cumples UmiJui.N. 23 9 de jonlio de
lv">6 pig. 1123.
(.in ,n lo se cliega Tchorae, islo b>, as qnatro ras
que deserabocam na grande prar_a, ob-erva-se o qoe
se pode chamar o bazar de llvdrrabid. Il-.m que
se concentra a vida e o movimenlo ; be all q-ie ir
ada accnmulada a indusiria, e eiislero os eos prin-
cipies e.|..|,eleriineiii ,s. >'a lujas dos ilfaialcs eslAo
A l lioras da larde dilnrm se, em 10 III. d'agua epinios os mais preciosos producios de Cachemira e
a 22. perto d- 70 grammai de levadura de cerveja I de llellic
pura, na 700 gramma de fermento ordinario e 100 a Ele intoslriosns artislas, diz o Annoaro O-
grammas d glucosa. A temperatura do logar m ; nental, sahem, nos eslufns mais debea lo, dar pai-
que se abandonan) estas m-leriai deve ier de 22" ugroi em punios invisiviii, e eil.1o sentados em aru-
ccntigradoi, puuco mail ou me.no.
1 pos as ligas, aulrelidos em concertar os mais pri-
que en pracu publica deste
fuizOi se ha do arrematar, lin los os dias da
o de lustre, I pacote estofos, 2 lei, duas inoradas de casas da sobrado, sitas
pe, 1 cavallo, 1 besta, i bahu ol.jec-; na estrada da Magdalena, uma das quaes faz
esquina com a estrada dos Remedios; e as- -
stm tambem dous terrenos com alicerces,,"
ir-ii ili-llcs para duns casas, nos fuios dos
ditos sobrados, conforme o eseriplo que se
acha em mo do Porteiro deste joiio. Amaro
t Re- Aiitoaiode Farias, e eases bena Sopraca
a requerimento dd Manoel Anlonio da Jess,
administrador da massa do Uado Joaquim*
Antonio Ferretra de Vasconcelios Recife 7
de novembro de 1857.Eu Floriano Corraia
de Brito, scriv-oo, o liz escrever
SebastiSo do Reg Barros de Lacerda.
O lllm Sr Inspector da thesouraria
provincial, em cumprim-'nto da ordem do
Exm Sr presidente da provincia, manda
fazer publico, que no dia 10 de dezembro
prximo vitulouro, peranle a junta da fa-
zenda da mesma thesouraria se ha de arfe-
1 caixa uto ; a Francisco Carlos Uraudo.
2 ditas dito ; ordem.
5 ditas dito ; a Rolbe & Biloulac.
1 pacote dilo ; a Joaquim Jos de Amo-
rim.
3 volumes dito : JoSo Pinto fi "ges de
couza.
2 ditos dito ; i Ferreira & Araujo.
1 dito dito ; a F. A de Figueircdo.
2 ditos dito ; a J. Oliveira Maia.
MUTILADO

ILEGIVEL




Diario DImMAMBDOOQUBTA FliU i Di NOVEMBBOM tl*i
matar, a quetn mais der, a taza das barrei-
ras ja oonte do Manguioho e da estrada da
Capunga, avaliadas aunualmente cada urna
em 5.475 rs
A* arrematarles serSo fritas por tempo de
30 mezes, a conUrdo |. de Janeiro de 1858,
SO de junho de (860.
As pessoas que so propozerem a esta arre-
matoslo comparecen na sala das sesses da
mesma junta no da cima declarado pelo
meio dia competentemente habilitadas, cora
suas propostas em carta fechada.
E para constar se mandou nlfixar o presen-
te e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 10 de noven* bro de J857. o se-
cretario, a. F. a Annuncaclo.
^- Arsenal de mcrinba.
DeorJem do Illa. Sr. inspector faco pu-
blico, que admitlem-se nesta repartidlo or-
nases, Unto de ferreiro como de lunileiro,
devendo os prelendentes apresentarem-se ao
mesmo lllm. sr. inspector com brevidade.
Inspeccfio do arsenal de marinba de per-
nambuco em 2 de novembro de 1857.O
secretario,
Mexan^re Rodrigues dos Aoios.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho ad-ninistrativo tem de com-
prar os objectos seguintes :
Para o provimeoto los armazens do
lmoxarifado
rame de latflo de n 8, libras 96 ; dito de
dito don. 13, libras 32; saneante, arrobas
3 ; frecbal de 35 palmos I; taboag de louro
2 iS0,lQO de 1* 16 poll.gadas, duzias
20; costadinhos deamarello ue 16 pollega-
das de largura 6 ; prancbes de oiticica, ou
pao carga, tendo 16 pollegadas de largura, e
10 de grossara 10; ttboas de assoalbo de
pinho, duzias 10; oleado, covados 60 ; col-
la da Baha, arrobas 2 ; parafusos sonidos'
grosasiO; lijlos de alrenaria, milaeiros
* ; livros em branco com 200 folhas de pa-
pel pautado 5.
*. batalhSo deartilharia.
Cisemira cartnezim, covados 76.
7. batalhau de iufanlaria;
Mtntas de 13a 50 ; chita pura 5 cobertas,
covados 150; carapucas do algodSo 25;
chicaras com pires, duzias 3; pralos, duias
* ; ourines com lampa 12
10.- batalhfio.
Panno mesclado cor de cal, covados 81.
Compaubia de cavaliaria.
rretos singelos 23.
Q-em qaizer vender, aprsente as suas
profostas em carta fechada na secretaria do
conselho, as 10 horas do dia 13 do corrente
mez.
Sah das sessOes do conselho administrati-
vo pira fornecimento do arsenal de guerra,
6 de novembro de 1857. Bento Jos Larne-
nha los, coronel presidente Bernardo
Pereira -lo < armo, vogal e secretario
COMP/JVHU DE SEGUROS MARTIMOS E
TERRESTRES.
DO
IMPERIO DO BRASIL.
Estabelecida no Rio de Janeiro.
CAPITAL:! (1.000.000:000
J'icia i-ua da Cruz n. lo, eseriptotioda
viuva Amoriui & Fillio.
losSrs. negociantes, proprielarios de
caas etc., etc., se otferecu na agencia da
dia companhia neata cidade, a realisaco
d seguros por premios e cordicres mul-
to mdicas e razoaveis. Na mesma agen-
ta tambein se efictuam seguros tanto
jara o norte como para o tul do imperio.
iDS vapores costeiros e vasos devela. A
ompanhia garante a prompta inderani-
acao da importancia de qualquer s-
ustro.
COMPAMIIA DO BIBERIBE
Nao se tendo reunido lioje numero suf-
liciente de accionistas para liver sestao
daasscmble'a gcral, a directo marca no-
tamente odia 13 do corrente pelas 12
lioras do dia (tueio dia) aira de ler lu-
gar essa reuniao c deliberar-c sobre o
pagamento do 19* dividendo. Os senho-
res accionistas sao prevenidos de que se
lomara' qualquer, re-solui-o com o nu-
mero de votos presentes, segnndo o art.
additivo ao lt dos estaiutos.
Escriptorio da companhia do Bebe-
ribe 10 de novembro de 1857.O secre-
tario, (uillicrme Setle.
Pela secretaria da directora eral da inslruccjlo
publica da provincia, faz se constar a quem inle-
rtsstr, que rsl marrado pelo Sr. director Re ral in-
terino o dia t-2 do crreme para tw locar o confor-
to ai cadnraa vagas para o sexo frmiriitio em Seri-
nhaeni, J.irnuciro, povoaco da N. S. do O' da I po-
laca,
Secretaria obre,dila 10 de novembro de 187.
secretario, Francisco Pereira Freir.
Ap
Fara. a Baha.
Patacho Amazonas I.
Oveleiro ebem conhecido rstcho Ama-
zonas I, prettndende seguir para a Baha
com milita brevidade, tem promolo parto de
sau carregamento, para o rosto, trata-se com
o seu consignatario Antonio l.uiz de Olivei-
ra Azevedo, ra da Cruz n. 1.
Para o Itiorie .Janeiro
Patacho Amazonas II.
O bem conhecido patacho Amazonas II,
pretende seguir com muila brevi lado, tem
prompto parte de seu carregamento, para o
resto trata-se com o seu consignarlo Anto-
nio l.uiz de liveira Azevedo, ra da Cruz
n, 1.
Para o Porto segu com muita brevi-
dade o brigue Esperanza ; para carga e.pas-
sageiros, trata-se com os consignatarios
Barroca "j Casi'o. na ra da Cadeia do Reci-
te n. 4, ou com o capitao na praca.
Os prelendentes que quizerem com ante-
cipaQflo examinaros surraditoa predios, po-
li- ni o fazer e bom nssim os ttulos dos
mesmos, ou alguma imformago a respeito
dingindo-sc aoarmaz>-m do aente annun-
eante, na rua do Collegio n. 15, aonde ter5
lugar o leililo.
Leilao de
uei
llelraios a oleo
MHO
o o
q
os.
11 DO O afjente Pestaa fara' leilao lio
G> MARINA^T.FI.I, Romano,ja mui conhecido nesta ridde, omlfl exerceu sua ?rte como
PROl'ESSOR DE DESE.NIIO em varios collegios de um e oulro sexo, sendo dentro elles os de
madama Sarment, de madame Tbberge, da Sea. D. Aneelica, de s. Antonio, e de Pauta
Cruz; orope-se novamonto. como dantes, a tirar RETRATO > A OLEO, na darLICOES HE
DESE.VIIO, tanto em sua casa, como em ai residencia he na RUA NOVA N. 21, I'RIMEIRO ANDAR, onde se achava o eslabelecimenlo
phologr.1 piuco, ahi poder ser procurado a qualquer hora.
Na mesma casa encontrarao os amadores una grands o escolhida partida de msicas
das operas mais modernas, .sendo para canto, piano, flauta, rabeca, harpas, o outros ins-
trumentos, a ji.l se vende por atacado, ou a relalho, e muito om conta ; nois que seu
I costo ser como om primeira mfio e cortamente mui inferior ao de gDM.yCER MUSITA
las loWasdamanlia na porta do ar-1 fJljSLA'StiS? 'b,t,meDt0 "-"wl a quem queira comprar toda a partida, e
Ha tamben um jogo de cordas de aples para harpa, e entre as sobreditas msicas ha
muitos meltiodus.
mu/.em do
doga
Sr. Aunes defronte da alfan-
l)E
CompRnhia Pernambti-
ca ni.
O vapor nacional (ila portos do norte de soa escala no dia 13 do corrente,
recebe cri;a para a Granja, Ac'' n a C"ra' no dia
7 e 9, para o ranaly A-ai'i no dia 10 e p.ra a I'j-
ralnba a Rio Grande no da 11 ; os conhecimentos
deverao ser entregues na Rerencia com os despachos,
o quaes os rarrea dia 13. A carga sera' depodlada no armacm da
companhia. Milu 6e recebera' ca>2a para os ilill"-ren-
les poitos, senAc nos di-s :icitn,i mirc.d-1 com os
compelentei rtulos dos porto* do > u destino.
Aracaty.
Na presente semana segu o cter Tuba-
rao ; para o resto da carga, trala-se com
<>etano Cyriaco da C. M ua rua da Cadeia
do llecife n. 2.
30 ca XAS co -i qneijos 'l.i-
meigfis, chegidos recen-
leini-ntf! e despachados
liontein.fazendo-se recoin-
mendaves por sua ptima
qualidride.
9tx> $?# SD?.trc00.
COJWPAI\HIA
de nave^agao a vapor
Hamburgo brasileira.
Espera-se de Soolhampton al o Hia 15 e provi-
velmenuno,!,, ||, appr hamburgorz Tent
na.. depoia da .lemor. do coslume seauira' para
L .?!. h* fV'J 1a,,|1 info-mataorom
os agentes N. O. B.cber T C.,na rua da Cruz n. I.
A<-aiacu por :Uuudau.
Segu viagom auanhla o palhalite 8o-
braiense; recebe passsgeiros : a tratar com
SoSencodaCM'naruada(:ade,a
Aracaty.
Seguo com brevidade o hiate aCorreio do
Nortea pa.a csrga e passageiros, trata-sa
con. caetano Cyriaco da V. M na rua da
Cadeia do Recite n. 2.
3*61 -
DE
SANTA ISABEL
19." RECITA DI ASSIGNAT1.TU
DI
EMPREZAGERMANO.
OLTNTA-FE1RA 1-2 DE NOVEMURO DE 1857
subir,i scena o cemp>e mnito bem tecebido drama
id 5 acloi:
I aruiiDar o especlacola com a gracion comeJia m
um icio :
O MUDO
C. C. Johnston, estando prximo a re-
tirar-se para fra do imperio, fara leil3o,
por intervencno do agente Oliveir, de tola
a mobilia da bem montada e adornad cas
ae sua residencia no campo, consistindo e.i.
magnficos movis modernos para sala de
visita, de salets. sala de janlar, quartos de
lormir, e artigos para coanha, coch ira e
jardim. cuja classilicae,3o R^ria demasiado
extensa, como escusado engran lece-loa, se-
gundo seu verdadeiro merecmcnln; seja
porem permittido enumerarsinenteaquel-
es lora do cimmum. cornos jsm 2 cabio-
l"ts de 2 rodas para 4 pessoas, u... dcllea
com arreos, i carro do 4 ro las, eavallos pa -
ra sella sellins e silhdes, 3 lindas alcatifas
par si.las, I ptimo piano, mesa elstica,
orystr.es, leilos de ierro e de madeira i.ara
casal e singelos, machina de engommar,
cerca de ful) jardas oe ferro para grades A,
jardins, vasos para dito, grande philtradoi
inglez para agua, e ..orelo de excedentes
vinhos engai ral ios : quinla-foira, 12 do
corrente, as 10 horas la mtnhaa e n um dos
sobrados que Toram do tinado Cox, sitio do
s>r. Accioh, eslrada eniie as da Soledades
Manguinho.
Leilao
. DA
Fabrica de cal-
DEILUB1A. NA RILV IMPERIAL
liilaila-ltira, 1 1 lo coiiviite.
A.s 10 (toras da itiaui&a.
Por aulorisacao dos administradores da
massa lallid. de Andrade & Leal, o agente
Biirja fara leiUo da fur.diQSo de ealdeiraria,
divursos escravos ofiTciaes de calleireiro,
etc etc., portencor.tes a dita massa, no dia
cima mei-cionado, c na mesma fabrica lera
lugar o leilao.
Leilao
uo
Deposito de cal-
I'recisa-se d homens foros para tra-
balhar dentro desia lypograuhiadaa 8 lioras
da manhaa as 4 da larde : na livraria ns. 6 o
8 da praca da Independencia.
IIATIFICg.\0 DE PROTESTOS
l>. Barbara M-ria da Silva Seixas, vendo
qua os annuncios insertos no Diario n. 258
de 10 de notembro do correnta auno, em
que os administradores (]a massa irrita e
nullamnnt dec arada fallida do seu esposo
Nuno Mara de Seixaa, pretenden! arrema-
taros prediusetc
ma massa ; decl
s por si pelos
mxs como oroc
rido. rafica os protestos a respeito exaia
dos nos Diarios ns 191 a 196, de agosto : ns.
213 a 215 de. y a 12 de setembro : ns 264 a
268 de 14 de novembro e seguales, e 279 le
26 do referido f_oz, tudo no anuo, de 1856
prximo passado ; bem como aq'ielle pro-
testo judicial do seu es.aso de dejnlho
de 1851, quau lo a d'iu a abertura da mons-
truosa fallencia, e finalmente, protesto ju-
dicial da ahaixo assignaJa, iniim.do aos
arrebatantes dosprenos ja licita ios em 14
o 26 de novembro prximo passado, e o
qual ha de ttrnbem faxer intimar aos futu-
ros rrematautes, ou no acto ou posterior-
mente, a lirn de tolos fie* re ni ceos, qu
do poder dos mesaos, ou successores se
hao de reivindicar pelos meios judiciaes
jelara, que o processo da fallencia sen lo
nullo de pleno di-eilo desde sua iniciando,
como os mais abolsados jurisconsultos do
imperio h3o declarado, oppurtunament* ha
de ser intimada a acc^O rescisoria, nao pros-
cin lindo a su jramencionada de recorrer ao
poder legislativo, como ja o f.sz desde junho
de 1852. Recife 10 do novembro de 1857.
GfiASUaa 0FFICI.U E (AUSIA
DE
MA DA8 PB1HEIBAS DO RBA8IL
Aterro da Boa-Vista n. 4, terceiro andar.
Nesta casa liram-se retratos em dagucrreotypo com toda a perfeicSo, tanto de crian-
Cas, como do pessoBS ad'lias, e pelo moderno systema norte-americano. Osp.ocessos
aperfeigoalos que se etnpregam. asseguram pessoa que se retala mui pouco incom-
mo.lii, e quasi iicnlium tempo perdido-
O brilho da chapa esta vencido. Os retratos veem-se fcilmente de qualquer lado com
um vigor extraordinario nos traeos, e depura nas sombras.
Esislem para esses trabalhos excelleules machinas, sendo urna dellas dos celebres au-
tores Voigilander ltimamente recebeu-se dos F.stados Unidos nma p-rfeita machina de polir as cha-
Das em que s3o IVitos os retratos ; al-m da porfecao que essa machina da ao polidodas
m
Vende-se
o
o
i
i
:'/
e de
-.
A 610 reis o covaio.
Tarlalana lavrada, brancas ,.
cores, com van ile largura, de gosto W
paresiense.ch.igiida ullimsmente.
* IjOuO o c-jvado.
Popelina de 13a e sed<, fazenda de
gosto novo, om 5 l|2 palmes de lar-
gura.
Corle a II90M.
Cortes de bareje de 13a e seda, com
25 covados cid corte, tolos de ba-
bados, de lin los desenhos.
A 15200
Crosdenaples de quadros miudi- %
jsfe nhos miudos, furta-cores. ;':
m A 7-ooo. ;:
ja Cortes de lapim pre.to lavrado.com
? 15 covados cada corle,
i? iN'a ria do Crespo, I ja amarclla n. 3
y.- 4, lado do norlo.
^-:.:-::?D-::-:::::;:::' .y:.:00%
- Precisa-se de nm oixe ro para u b
Injade louc.a, e que tenha bastante p'ntica
deste negocio : a tratar no arniazetu da rua
-lo hrum n. 24.
Na padaria de l.uiz Antonio Concalves
Penna, om Pora de Portas n. 192, manufac-
O
-
s
Incnmbem-se na mesma casa de tirar copias em dagucrreotypo de edificios, paisa-
gens, retratos, esUIuas, e quadros. v
Existe sempre oeste estabelecimcnto um variado sonimento de artefactos franceses
e norte-americanos para a collucaQao dos retratos, tacs como caixinlias de papel de mar'
roquim, e de velludo, francesas ; no te-au encanas de marroquim, e do bfalo', dos me-
Ihores goslos, edt-sde o tam'aniio de urna polb-gada al um palmo ; quadros e mol turas
prelas, ditas douradas, quadros drt velludo, ditos para retratos separa tos para urna rami-
lla completa, pas.-e-par-louls, paillon dur, mosaique, guirlande, tartaruga, bisenux el lil-
let dor. stereoscopos com vistas, e para retratos ; uin linda variedadfl de alfinetes de
ou'O com esmalte e sem elle, para collocaem-se retratos e cabellos, medalnas tambem
de ourj, paj-a o mesmo lim, taolo para correles de relogio, Como para tranceltns de
senhora.
O precn dos retratos continuam a ser variavelmenle de6 a 15 rs em ciixinhas ; de
7 a 255, em moMuras, pr- las ou douradas; de 16 a 255, em cassolelas de ouro ; e de 21 i
355 rs., em a Heles de ouro.
Todos os 'lias desde 8 horas da manha, al 4 da larde, seja qual for o tempo, estar
a galera o olliciua aispoaicSo do publico.
Seda de laa para
bordar.
Chegou do Rio de Janeiro pelo ultimo va-
por, seda e laa para bordar, de tolas as co-
res, BoiMimas ; vende-se a seis vintens a
meada da seda : no deposito n. 6 da rua de
S. Krancisco.
IE BARATO
Toallias para rosto, do panno de linho li-
no, do Porto, corn labyinlbo e bico por 5a 1!
nao ha quem nSo compro : no deposito n. 6
da rua de S. Francisco.
Ofearntos.
Muitos hons charuiosesto i venda m de-
posito n. 6 d rua de S. Ftancisco, e po- ba-
rato preco.
Quem precisar de urna pessoa pir. tra-
balhar -te 'eitor em um sitio, dirija-se a rua
10 Sebo n. 39
- Desappareceu
da na da Se
Aviso.
aos senhores
niarcineiros
Vendem-se joryos de curros para pe
mesa: na loja de ferragens na rua da Ca-
deia do Recife, de Vidal & Bastos.
Bandos as
ae
Pega o la- Lotera
draO. Paraca .
lurlaram da rocheira da ladeira do i cnitPF if
Varadouro em liiula dou. eavallos, sen- O abaixo .i-J,,', Vind, Ten, um resto de
to um ruco pedrez, rapado, lastanie|seus mu.io Wi,, s bilhaua e meios o i quaes
grande e liem ca nudo, cauda hem ria-' naoestao sujeiios ao descomo dos oito por
da, ahora acarnerada, e ontro casta-! fl" d J': "a praa d lndcBendoncia ns.
nho escuro, com um signal sobra a anca .-J- *
a que cliamam mal de h sla) o cabello
que cabe sobre a testa corlado hem rente
e a cunda curta
a pessoa
ca certa do lugar onde estao sera' hem
gratificado.
Os administradores de novo no-
inea.dos a'massa taluda de Jos Das Si-
mo s, por rleliberacao do Exm. Sr. Dr.
jtuz especial do commercio, avisam ato-
dos os Sis. credores da massa piedevcm
a presentar scus lilulos de divida no prazo
de 8 das a conlar do dia de lioje 9 de no-
vembro, no escriptorio de Polycarpo Jos
Laymeoa rua do Collegio n. 21 primcii-o
andar, alim de poderem classilica-los na
forma prescripta no art. 831) do codito
do commercio.
Lotera
DA
oviocia.
Por Salusliano de Aquino Fetreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
Na rua das Flores n. 37, primeiro an-
(|ue der noli-id,r luSa-S0 um mulatinho de 15 annos.
Segunda parle da I' lotera de Papacara.
Correquarta-feira II do corrente pe
las !) horas ta manhia.
I* J. Layme.
i
i
m
CHOCLA l'E AA1AKGO
DE
JHDSGO ISLiHDICO.
OL
)


tinas.
Vendem-se bandejas muito linas, e de
lodosos 1,1 manilos : na loja de lerragens
de Vidal i\ Bastos, na rua da Cadeia do
Recite.
Guarda comid s
hontem 9 do corrente, j Ventlem-s.; guarda-comidas de rame
Veo t,,i?la *V* ." r8' ,da cornP"nhl" os mclliores queteem viudo ao mercado, e
de seu .-.enhor Leodegano Emiliano ( ord-iro nnr |Vii-itn n,-,-, ... ... I r i 1
da Cunha, que ha pouco chegou do sertSo, P"? da1Cad.,M,a1'lo
da villa-e S. Joilo dos Cariris Velhos. um e Ja dc BPrageni de \ulal v
TIILSOURO DO PEITO.
Preparado por Mr. J. G. C. ^
As afleigoes do peito otFerecem to- t%
das um sym.-loroa geral, c constan- X
le. A losse, esla doenca to com- vJ
mum quando descuidada, to graves (0)
sflosuas consequencias qtianlo pa- /A
rece Keira em seu princioio, ISo *
matadora por sis como todas as su- (E5
B traa dooncas que consomem a espe- t%
1^ ci humana, d3o ttnha para comba- 2
S te-la e destrui-la e destrui-la um W
B medietmento especial e nico. lo- (g^
h das as pastilhes echaropes que tem 2
*Z apparecido at hoje, tem sido impo- zi
W lentes. %y)
^ NAo tem acontecido isto com o 3)
* Chocolate "de Musro preparado
por i. G. f;
O principio que forma a sua base
principal offerece propiedades in-
c-'ntestaveis, e reconhecidas depois _
# de um tempo, eninguem ignoraos W
() felizes resultados da sua applicacilo S
'i*t em tot'"s as phleuiDasiaa agudas, ou Z
" chronicas, do tuln>3o, aiTeccdes do w
peito, phlysicas, deuxos, tosses ($)
ele para dar lom ao estomogo, a. -.*.
bu voot. ie d- comer, conservar as J
gengivas e o boni alio,matar as lom- 9
brigas, e principalmente nas crian- @)
Toma-sa puro mascando-o. e po- Jg
de-se tomar tambem combinado em (y)
agua como nutro qualquer chocla- (A.
to, e com Icile, tomando-se urna 5
aasdoses marcadas 01, umachavina v)
, ropn-i oiii-. q alquer servido.
--- Hoga-se ao Sr. Antonio Ignacio Bnu-
diio, de ira loja da rua de Ca lea do llecife
n. II, concluir o negocio qu.i nSo ignora.
Acaba de fallecer em Fora de Portas
Leopoldina Mara, declarando ter empanda-
do varias pecas de uso, as quaes ficaram
para seu padrinbo Luiz Francisco da costa,
e que parte eslava na rua das Aguas-Verdes :
a pessoa qua tiver os referidos objectos, pro-
cure o referido Luiz Francisco da Costa, na
rua dos Guararapes.
Precisa-se de um padre para capelln
de um iigenho na comarca do Bonito, o que
se encanegoe do ensino de 4 meninos, n3o
se duvida darse-lhe um ordenado ventajo-
so, e o tratamento preciso, alem qa outras
vantagons, que offerece o lugar lucrativo,
alem do ajuste ; a fallar na rua do Rangel
n. 48, por cima do deposito.
Revista universa lisbonense.
Esta publc-cSo n,uito acreditada pelos
seus excellenles artigos, e que havia sido
interrompida poralgum lempo, resppareccu
comecan 10 o seu 18 volume e ia presso na
lypographia universal em que esi5o asso-
ciados os dous distinctos Iliteratos Rabello
da silva e liibeiro de Sa Oo volume indi-
cado ja chegaran os primeiros 15." nmeros
com muitos bons artigos de instruccSo, o
alguns de rtcreio do es.iriluoso escriptor
Julio Cesar Machado, a livraria de .Noguoira
de >ouza & C rua do Crespo n. 2, onde se
recebem assignaturas; o preco por anno
ou 48 nmeros 63.
1
i
i
1
i
1
e-cravo de nomo Lino, do mesmo serillo,I
pardo, de idade dc-20 a 22 annos, pouca bar-i
ba, altura regular, cheio do corpe, tihapo
de co-.iro, jaquel-), camisa lealgodao lislra- i
oo, cal^.a azul Umbem de algodo : roga-se '
as autoridades pol ciaas ou outra qualquer
pessoa, que o prendam e leve
Bastos-
o Invein a rua do
turase bom pSo d- Proviicj, redondo e c^-JgkB."I,,1', *r> a Albino JosO da Silva, que
oulo, nssim como bolacha do todas as q al- "WWi" "
1'riaeipiira 11 8 hora?.
O billieUi acham-ie veuda 00 criploii* do
llieatro.
~_$tolM r*(?tjrtgwra>*.
Para o Porto segu com a maior brevi-
dade a barca porlugueza Santa Cruz, para
carga e passageiros trata-se con os consig-
natarios Thomaz de Aquino Fousera & Filho
na rua do Vigario n. 19, primero andar.
-- Para a ilha do S. Miguel seguc com
brevidade o muito veleiro paaclio ptetugu-z
lima, por lera maior parte de seu carrega-
mento prompto, para o resto e passageiros
para o que offerece os melhores com modos :
trata-sa com os consignatarios T. de Aqui-
no Fonseca & Filho, na rua do Vigario n.
70, primeiro andar.
ASSU.
Para o Ass c Rio Grande do Jiorle, sabe
com brevida e o palhabole Piedade, para
farsa epassagei os a tratar com o capitSo
no trapiche do algodSoou na rua da Madre
de Dos 11 2.
Para o Mtio
de Janeiro
Seguc ein poucos dias o brigue nacio-
nal Firma, por ter parle de seu carrega-
mento prompto, para o resto dn mesma e
passapeiros para os quaes tem excellentes
commodos : trata-se com os consignata-
rios Novaes & C, na rua do Trapiche
n. 3 \.
Cear.
O patacho Santa Cruz, capitSo Jos Victo-
rino d-s Neves, recebe carga e passageiros :
a tratar com Cae ano Cyriaco da C. M., na
rua da Cadeia do Recife n. 2.
dcir
na.
/ua .Vova n. 35.
O agente Borj, por autorisac3j dos admi-
nistra lores ta massa fallida d.; adrada S
Leal, far leilSo do deposito de ealdeiraria
na rua Nova n. 33, cousistinlo na armario,
objectos de caldcireiro e fuinleiro, prcciso-
de escriptorio, e outros muil-is artigos, etc ,
ele, pertencentes a di'a massa: seita-fei-
ra, 13 do correte, as 10 horas da m*nha,
no mesmo deposito.
Leilao
DE
Predios.
Scgunda-feira, 16 do cor*
rente, as 10 horas da
manliSA.
O agente Borja, em presenta do Exm. Sr.
Rr. juiz especial do commercio, e de ordom
do mesmo. requsigSo dos adminislradores
da massa fallida de uno Mara Ce Seixas,
(ara leiUodos prelosbaixo mencionados,
pert-ucenles a referida massa a s.bor :
Um sobra lo na rus do <\morl"i n. 15.
Uu dito de 3 andares na rua do Viga-
rio n. 13.
Una cesa terrea na trave.-st do Dique,
vii i Ma'isc) n 26.
Um sitio na estrada dc Sanf.Vnna Cha-
cn;, com gran le casa de vivenda, murado
na frente, jarlira e arvorelos fructferos,
etc.
Um dito na Casa Forte, com boa casa de
viven la spnzala, cnclieira, arvo^olos, etc.
Um dito no mesmo logar annexo com os
mesmos commodos, e'c.
Um terreno uo dito lugar de Casa Forte.
Tres casas de tij do com r, partimento do
laipa no mesmo lug-r.
Tres uitas de laipa tambem no mesmo lu-
gar de Casa Forte.
lev.-r o imi) te la siz-i que a Sra I). Anua
h.via p go? tiara que no mismo ni .ment
que desf-^z a ven la oc 'ii lou de novo a escra-
va, e em lugar tal que o mesmo sub lelega lo
la Ireguczu Varejanio a osa em que esta
sua me ce n5o encontrou natn o sigua I da
ita escrava o >r. Miguel dos Anj.is sabe
... q ali
dadese tamaitos, todo do superiores f.ri-
nhas e c .ni todo aceio o limp-za assim co-
mo so desempenha qualquer cnco'menia
relativa a padaria com toda a brevidade, e
tambem se dt pao de v-n lagem.
Precisa-se dc um caixeiro que ctenla
dc taberna ; na rua do Pilar n 147.
-- Precisa-se dc u t mniiino para caixei-
ro, ain la que nao tenha pralica : em Fra
de Portas n. 92, taberna.
Aluga-sn pa^a se passar a festa urna
casa bastante fresca no lugar do Poco da Pa-
nella : n tratar ua rua da Cadeia, cocheira
do Sr. Abreo.
O abaixo assign^do faz sedente ar pu-
blico, que no dia sahba lo, 7 do corrent,
sabio Joaquim Fructuoso, parlo, cisado, de
i la le de 45 a 48 annos, alto, delgado do co---
po. cor um tanto trigueira, cabellos cu'tos,
olhos pardos e grandes mora tor e t Berleu-
nas, temo da villa de lguarassu', o qual sa-
bio no dito dia para a ci lade do llecife, a
comprar alguns arranjos paia sua casa, que
era preciso, eat o presente nao he appare-
cido Manuel Antonio Frucluosj irmo do
dito.
Comprnm-se as InstituicOes Canonico-
Palrias, por Francisco Soa es Mariz, impres-
la praca da Independencia ns. 6e8.
Ac'mm-se recomidos no arnrnem de
J'iao Alves Guerra 71 saceos com milho o 23
ditos com fejiio, vindos do .Carac' pelo
patacho Snl> C- uz e hiato Eslnlaciio, car-
regador por Gabriel \ntoiiio \ruio Soares,
a entregar a Francisco Ferroira Gomes.
Venie-so um escavo sa io n mogo,
aue serve para qualquer servido: na ruada
Guia ii. 6t, segn luandir.
ASStIHl rOPULAI
ni:
iOfiHi5 8a3ilTTO*3a
De urdrm do lllni. Sr. director, o abaito atalgaado
a^radr em nmne -Id A--", i.ri a I --i;.s ;i. p <,.,
que ie dicnaram eincrrer para o hrillianiiimn da
- .i-mu ih :e do -.ii kiiii v-r>ario, a qual lev. lugar
lianlero 8). secretaria da A-so-iayl P-.pular de Soc-
corro Mu(u.., i -i nuvembra d- IS'jT. Plancheo
de Paula e Silva l.i'ns, I." secretario.
Vendem-se em cotila pipas novas clic-
gadas ha dias de Lisboa, proprias para en-
cher de agurdenle, esssim como tornciras
e balaquea de pao para a ditas : na tanoaria
de Josa Jjaquitn Pires Soares, rua da Moeda
n. 44
j Venlo-seumi n*gra crioula.de idade
i de 25 a 26 annos : na ru.i dos Quarteis n. i a,
primeiro andar, por cima da botica do lllm
Sr. Pinto.
Ven lo-se um v:a lo
um papagaio contrafaito :
n. 33.
Vende-se urna negra da Costa j ido-
sa, boa quilanleira, e cozinha o diario:
quem pretender, dirija-se aos Coelbos, ru
tJos Prazeres n. 10.
- Vende-sc um caixa.i com repartitirii
tos c lampa, proprio para Uberna, e um bal-
cilo de uinlio, l Precisa-se de u".a ama secea, para
casa do pouca familia; pag'-se bem : na
rua Hoil n. 5.
Offerece-se urna senhora viuva para
servir de companhia a urna familia capaz, e
Juntamente para prestar os seus seivgos em I (*lO tl!l mu ItOailt iii C aCi't-
, costuras : quem pretender, diriji-sc a rua
do Padre Flu-iano n 34.
Iternardo Pereira doV'lle fT sciente
ao publico, que de hoje em dian* assignar-
se-ba Bernardo Pereira rio Valle Porto. Re-
cife 9 Precisa se de um cozinheiro e paga-se
r a menta pa-
ra taiioeiro.
Vende-sc lerramenla completa para la-
noeiro : na loja tle crragens na rua da
Cadeia do Recife de Vidal & Hastos. %
BRifOS DE ROID PARA
BALANCA
Veodem-se bracos de Komo pia ba-
. (ancas, de todos os tamanhos, bem como
Ule militas outras tpialidatles : na rua da
; Cadeia do Recife loja de ferragens de Vi-
dal ix asios.
AVISO A TODOS EM GERAL
io recompensados.
Precisa-se de um ou dous meninos for-
ros ou cautivos, para aprender o ofljcio de
tarlaru Precisa-so de um pequeo : na rua
Dimitan 55, defronte do Imiginario. 1
Pe le-se encarecidamente ao Sr. the-!
soureiro da lotcia que nao pa^ue caso saia
premiado, o bilhele inteiro le n. 2906 da se-
gunda parte da primeira lotera a beneficio
do recolhirneuto de Papacica, a qual corre
no da il do corrente, eesl rubricado pelo
cautelista Polycarpo, pois foi desenciminha-
do do abaixo assignado.
Jos Mara Martins.
Os annuncios do Sr. Miguel dos Anjos Vendem-se moinhos de ferro de todos
mSX^l^JrSg ----anlios pa?re.iarno. peneiras de
he del'raxelesdaSilv. Gusnaoporcomjra e *" ,ni',al l.lanc0> aparelbos de
que legaluientefez, c sim do cisil de sua ,nelM' | a|a cha" e cal, lacas com cabo de
raerre, para que oeculto i a din escrava, e| marim de osso, de vidro e de metal
no lin de aigumas semmas
qua da mes
a Sra II Al.
pidez quanto foi a presteza coo que se cna- Si,lr;,s' Ionios para terreiro, lomos de
mou a referida senhora a juizo p.ra reivin-; lodos o* tamanhos para bolos e pudins
dicacao da mesma escrava, licando aui la a
- .iu "(.uiiu i a un oscrava, e """""i i ue osso, tic viuro e ae uieai ,
aigu.nns seminas desfez a venia grandes c peiptenas.encliadasde lerrocal-
sma escrava bavia feta ha 8 dias ..l i i
tnn.Aceioli.eisso com tanta Vi- ,' '}* i>,:? Prtu6" ")eza, lo-
Irem de cozinba de porcellana, estanliado
e francs; eoulros muitos ob celos de sum-
ma ulilidade : na tuada Cadeia do Re-
cife. loja de ferrafjeiis da Vidal .& Ilastos.
Francisco de Paula Flgueira deSaboia
vai a Sobral tratar de seus negocios, e du-
rante a sua ausencia deixa como satis procu-
lue ja se Ihe pro z a respectiva acg5u. por- radores.em primeiro logar o 'r. JoSo da Cu-
muito manso e
na rua Augusta
tanto se tem cousciencia aprsente a escra- '
va, d:gi a.ni le a bolou, ou a reedha a de-
posito e venha disputar o seu direilij peran- !
te os tribunaes competentes, cujos juiz-s
Ihe farfio justica se a t.ver, annaocios nlo
serveni de extremar dneito de partes, c
quando muito servem para prev iir a ven la
de l^uma cousa que so prcten le calad-i-.
- rente < HVciuar, como acontece no caso pre-
sente.-c quem tem ein si um ubjeclo que o
considera seu, n3o o esconde, apresenla-o
maxi ne quau lo he por outrem disputado :
desta forma se tem resjonJi lo aos anuun-
n ha Wandei ley. seicun lo os Srs. Isaac Curio
i\i (*.., e terceiro o Exm. desembargador Je-
rouymo Marliniano Figueira de Mello.
Thomaz le Faria, sacca sobre a
piara do Porto (plantas pagavCtta vista
e a prazo, ao cambio que se conven-
cional-: no seu escriptorio rua do Trapi-
che n. V0.
RoJolpho l.ourengo participa ao res-
petavel nublico, que aoaba de cegar para a
sua ollicina de pintura dous peritos ofliciaes
tt
----------------------- -.-...-.,,,, v- JJ 11 l,.i < II 1 |||.i
0 WOlBCD e a gravilade da doenga
? Vende-se no deposito n. 6, ua rua
W de S Francisco. ('"
--- tranciscu Gomes de Oliveira geme
de leiloes] hesenhor e possuidor do si'io
chlos proprios, no lugar da Torre, com
frente a margen] do rio i.apibaribe, justa-
mente delimite do da Exma. Baroneza de
Rebcribe, na Punte de Uchoa, e com fun lo
para a estrada larga em direitura ao Recife,
com 1,900 palmos de coiprimento e 200 de
largura ; acha-se o mesmo rrimorosameute
plantado de*lindo pomar da larangeir(s (car-
ca 60o ps, de jaqueiras, frucla-p3o, man-
gueir>s, sapottsei'os, pnheiras, bmeiras,
bananeiras, e abuntlante em outros arvores,
algumas de recreio;tem excellenic baixa qu
da permanentemente ca.tim para sustento de
4 eavallos, sendo dividida no cootro por u u
aterro alto servindo de passeio, murado dos
lados com a forma e consistencia de caes, e
este, na extnsSo d 350 palmos, Uantado
de cepas, dando uvas em abundancia e com
taladas de ferro foruecen 1o agradavel som-
bra. A casa do mesmo sitio, recentemente
e lilicada com toda a solidez, esmero e belle-
za, assim como outra para banhoscom tan-
ques, cacimbas e bombas, e o mais corres-
pondente. s9o obras dos artistas msisabali-
sa los do paiz, e feitas sem allencSo ao cus-
to, e smente com a mira no conforto e des-
canso dos pesados e assiduos trabalhos do
proprietario durante a velnico, no seio d
sua familia. A todas estas circumslancias
acresce a etlificaQao do caes mais perfeito,
a seguro margem do rio em frente da caa>,
e no es vaco daquelle para esta, a formalura
de bello jurdim primorasamente esbogado e
plantado de.arbustos e de lindas llores, mu-
las em vsos primorosos. A eslrada ao cor-
rer uo sitio at o rio, e o alargamento deste
Toram igualmente, aqu-lia aterrada, e este
desaterrado alargado e alinhado a grandes
expensase consumieses do proprietaiio, em
proveito do publico, como se tornara mais
saliente logo que o governose decida a for-
mar ti onte projectada.cuja utililada tanto
para aquello como para esto nao cabe aqu
demuns rar Os salutferos ares da lorre, o
infallvel augmmlo futuro que trar a edtli-
CaeSo da indicada ponte, pelo muilo que di-
minuir a distancia para a cidade, s.io de
certo incentivos lo- tes para a procura de lu-
gar tao attecivel, e conseguiniemente para
que a propriedade muilo all suba de valor.
\ amb-tadora siluaciio do sitio, casa e suas
dependencias (inclusive casa de feilor, co-
cheira, estribara e gallinneiro', de a^razi-
vel e encantadora, que he, torua-se inexpli-
cavel, e nada poderia condignamenle des-
Grande c novo
ortimento de fa/endas de
todas as qualidades, viu-
das pelos ltimos navios
da fiar opta.
pcin.is eompridas a
Grvala* de leda coro
recencia .
Ma* da diU com d.tas a principe de (iil-
I
proprios
cios de sua ra reo, protestando niio mais. K8 de qualquer pintura de casas, lojas, car-
volar, exopto se continuar a ter a escrava rs, taboletts e outras qua'squer que se of
ceulta. O bstame procurador, Joaquim ferecer. sendo os seus servidos por presos
' muito commodos, e prometi nao ter demo-
ia : quem se quizer utilisar, dirija-se a sua
Francisco do Albuquerq.ie santiago.
Tasso Irmaos
Avisa ni aos seus
zes qafl acaba (\
de Itchmond frin!ia no
vd que vendem nos seus
irin-izetis os prec s se-
guintes :
Vegu'e-
iieg'ar
e
dellamburgo,epr,rconseguinteseencarre- creve la seno a peona de um verdadeiro
poeta. ComlSo bellas propo<*;3s para ame-
nisar e prolongar a vita, e auposlo custisse
tudo quanio lca descripto cerca de 40:00ua
em lempos de mor barateza de mateiiaese
jornaes, o proprietario acha-se dis^ostoa
desfazer-se de tal i ro.-ii -da le por qualquer
preco razoavel, indepenlente do p.ejuizo,
quer a dinheiro, psrle vista e parte a pra-
1 zo, ou totalmente a prazo, ou a arrenda-la
por prazo longo a quem, pois, estas con-
uieoes convierem. dinj .--. ao mesmo.
loja,
25500
24 5l!0
(em a i i tilias
novas de Trieste nao r-
da primeira qnalidade, co-
GALEGA
O'lHCE
alem destas
no aterro da Boa-Vista n 38.
Um bom escravo.
Quem quizer possuir um escrayo como
poucas vezes se encontr, mooo. bonita ligu-
ra, ptimo cozinheiro, a sem vicios, dirja-
se ao esti.belecimenio de chapeos, de Joa-
quim de Olivei a Maia, na nraca da Indepen-
dencia n 24 a 30, que se dlra- o motivo por
que se veade.
O secretario da veneravel ordem ter-
cera de S. francisco desta cidade do Recife,
le ordem da mesa
l*s.
Ditas da ditas ;i' amrncnaf......
Corles de collela da vallado de unvos
padris ... .......
Dilo de selim lirancS bordados,
para casamento.......
Diloa da gorgurao de seda de novos pa-
drn............
Ditos decalca de casemira de lod.is as qua-
lidades..........
Oi-iiios de sol de seda superiores .' '.
Chapeos de massa franrrzes.....
Lencos de cambraia bordados, finos, para
niao.............
Ditos de dilo de linho lisos para mSo. '. .
I.uvas de seda de todas as qualidades, para
hoineni, senhoras e meninas.....
Corles de vesiido d stda de corete brancos
a Pek'iD o mais superior e moderno que
ha no mercado.........
Belleza de Bengala, fazenda loda da seda
transparente com li.trai asietioadas ,
propna para baile., covodo.....
Cambraia t stda de Bengala pan vestidos ,
covado......... *
tlarege de stda com quadros iielinadot, co-
vado .... -........
(jrotdenaplrs preto e de coret, molla ta-
perior, covado.........
Dilo dito de dilo mnilo lar^o, proprio pira
forros de obras, covedo......
Sedat de qnadrinlios, covado.....
Mutaulma branca de crres, covado. .
C.>-sas franrezas de ires fixas, a vara. .
Chitas francezas, o covado......
Pacas de brelanba de lioho fina com (i va-
ras .........
Panno fino preto e dc cores, para lodos ot
presos .......
Pabl de panno prclo e de'coret'. '. '. '.
Dilot de argentina de coro escuras. .
Ditos de alpaca de cores fina.
Dilot de dita prela......
ilos de ganga de cdre '. '.', '. '. ', ',
Ditos de brim de qnadiinhos.....
Ditos de brim ptrdo fino......
Dito de bretanha de linho brancot. .'
fi<>u'ols de alpaca prela e de cores. .
Romeiras de relroz, grandes, com laco de
teda para eenhora........
Chalta de merino bordados a velludo. ".
Dito de dito de dito a teda......
Ditos de dilo burilados em 2 pona! '.
Ditos de dilo chaly bordados.....
Ditos de dilo com lislra de seda ....
Ditos de dilo listw com franjas de seda '.
Ditos de dito com franjas d< laa ....
Dibis deba adamascado!, prelos e decores'.
t-ro rrente do becco da Congregar-So, passndu
loja te r-rragens. a secunda rio fazend. n. 0.
. ROB I.AKFECTEIIR-
v umeo amontado por decisao do contelho real,
decrelo imperial.
Os mdicos dos hospilaes recomraendan o
arrobe de LafXecleur, como sendo o nico
aulonsado pelo governo e pela real socieda-
de de medicina. Este medicamonto de um
gosto agradavel e fcil a tomar em secreto,
esla em uso na marinba real desde mais do
60 anuos ; cura radicalmente em pouco tem-
po com peuca despeza, sem mercurio, as ar.
fccQOes da pelle, impingens, as consequen-
cias das sarnas, ulceras e os accidentes dos
partos, da idade critica e da acrimonia he-
reditaria dos hnmores; convm aos catar-
rhos, a besiga, as contracc^es e a fraqueza
dos orgos, procedida do abuso das injec-
ces ou de sondas. Como anli-sypbiiilcos
o arrobe cura em pouco tempo os fluxos re-
centes ou rebeldes, que volvem incessantas
era consequencia do emprego da copahibe,
da cubeba ou das injecc,0es que rcpresenlem
OYiruasem neulralisa-lo. o arrobe Laffcc-
mercurio eao bdoreto do potassio.Lisboa.
--Vende-se na botica de Barral e de Amonio
Feliciano Alves de Azevedo, prar,a de O. Pe-
dro n. 88, onde acaba de chegar urna gran-
de porcSo de garrafas grandes e pequeas
vindas dilectamente de Pars, de casa do dito
Boyveau-I alfecteur 12,rua hichelieu a Pars.
Os lormulanos dao-se gratis em casado a-
I gente Silva, n
1-jOUO
108000
a
atoon

7--,na
7SO0
ijnoo
430

I
25000
I9-JOO
18O00
20000
I9WUI
950
320
M20
9280
3500
20g(KKI
O5OIKI
.'BOOO
45000
IS'iOO
350UO
491100
I 50
5J000-
98600
178000
B|000
1254KKI
IO5OOO
65.JOH
55-500
55000
35000
.-1,.?.Is.-,!A V..-.. '...-..'..:.,- -^mmm u"",1" ,"va' "a praVa de <> fedro n.82.~
' l'piV^ !onnS% fi^' -" J.oa( LLlllj, Attinua&C.
Rua do Queimado n. 10,
LOJA DE i PORTAS.

asmiuistradora, cauvida, '}'
a to los os seus charissirr os irmSos a compa- : -:
rfcerem no domingo, 15 do corrente, pelas! ^ CBlnisas Para horaom, peitos de m
2 l|2 ho-as da tarde, aa igreja da mesma or-! fh lustn gosto, interamente novo nes- ^
dem, paraincntedos com seus hbitos, para, I '' te nie'cado, tem varias qualidades e W
cncorpora ios, acompanharem a 1 rocissao i ^IJ?^ :.'-
de Corpus Christi, que tem de sahir da iirre- > 8MM&Q *%C?:0 ]:0 ^
Uo Antonio, a convite de S.! Precisa-se de um criado : na rua do
Collpgio n. 17. primeiro andar, a fallar das
maos ; Pernambuco, Soum ; Itio de Janeiro,
i,0,? & ''''llu>s e Moreira, loja de drogas ;
Villa Nova, Joio Pereira de sngales Leite ,
Rio Grande. Francisco de Paula Couto &
VIMOS FI\0S. I
di tada
Alugn-.se
tima casa em
at o fim de Janeiro de 1858
Exc lvma.
- >a rua do Rosario n. 1, taberna do
"'rs prreisa-sade um caixeiro que j te-
nha p'alica.
---Precisa-se de urna ama para oserrico
interno de un a casa du p nca familia: na
rua do Encantamento n. 13, taberna.
Precisa-se de um fetor a um caixeiro
para um erige lio distante 14 leguas desta
01 I11 le. e garante se o bo-ri tratamento e pa
10 horas da inanhila al as 4 da larde.
O PATEO DN S, PEDRO
i
i
He chegado ao deposito 1e massas finas,
no pateo ileS. Pe Iro n. 6 urna porfo de do-
ce de goiab', o m.-lhorque ha no mercado,
e mais em conta : a elle, que is cncoinmeu-
das so muitas.
OSr. Jas Frreira da Cost
J O II A > N 1 S B E R G.
/.
SMRKLING MOSELLE. -
C J ASTLEV &C-

i
VE.NDE-SF.
Cobre e metal para farro.
Pregosdo cobre e de metal.
ua : quem p'elender, dirija-se a traessa do.eartn no esciptoriod'
Manoel Ignacio de
-' *- --- --p.puovo, uo ni.., au unniiwuu .-j, ., i..-.-. i--, i, uu-3 .n.ii.i.,1 iniii -11 v (-11 '* [. T.? i a 10 o i > o S t i (i
be i agradan lo. assim como urna ama de : mangueir., pertenc-nte ao Sr teoente-coro- I quem tratar. Na mesma casa compra-se urna Frecia.-se de um caixeiro aue tenha
\'k ra,LriD0J h P' u T e qUKrtel') "'1 s,t,sl'no *Pe Cuimarnes : tratar no i carroca em bo.u estado, prefciin Jo-se de 2 aliiuma pralica de taberna ; na rua do Col-
casa do desembargador Mondes da cunha. largo do Corpo bauto n. 6, escriptorio. I bois. |egi0 n. 12
Cabos da Uussia, e de Cairo,
tem urna; Cabos de manilha.
Lonas, brim de vclla, ebnn/.o.
Claviaotes pura cura.
Lstanlio, velas sterinas ebanilha.
No arm.ar.cm de C. J. Asllcy ti C.
MUTILADO
tai
ILEGIVEl



DIARIO DE PERXAMBUCO QUARTA FSIRA II DE NOVENBRO 1857
M5r<= 5Ss :?? K >>- S : jK KUA DA CADEIA DO RECIFfc *
OHSSeO N 18.
M&eSEMI
I
TEN PARA VENDE UM GRANDE
SORTIMENTO DE
I
RELOdiOS
'i. >v*
g
r
re*
i
de l'"l qaslidartfs, linio d OURO como de
PRATA, (isleiitr >olio, e palruie inglez,
im rnm
FOLIADOS E AI.VANISADOS.
tdiloi para -leulior.., etr., por presos eommodo* K
garantido. J?
m ><& =?&/: m& ss&z hks m?i ;sss ^>y sg =^ 5
Ctil<OKIO BjIFaIHCO
I
00
iefi,
RA DA'.CADEU, DEFRONTE DA ORDEM TERCEIRA DE S. FRANCISCO.
Onde se chata sempre 08 mais acreditados medicamentos, tanto em tintaras como
m glbulos, preparados como maior escrpulo e por pregos bastante comraodos :
PREgOS FIXOS.
Botica de tubos grandes. 10/000
Dita .'e 24 ... 159000
Dita de 36 ... 2(19000
Dita de 48 ... 259000
Dita de 60 ... S'rOOi
Tubos avulsos a....... 19000
Frascos de linturrsdemcia onga. 29000
Manual da medicina homeopatbica do Dr. Jatar com o dic-
1 cionario dos termos de medicina....... 209001
Medicina domestica do Dr. Henry ....... 13/00
Tratamento do cholera inorbus....... 2/0C0
Repertorio o Di. Mello Moraes........ cfaoO
*?:?.?.<-.*.?>,*****:?!?'
S l'l'.lilt AS PRECIOSAS,
* .
J Ada ri'fin de brilhanln, jjj
* diamante, e perolas, pul- *
Jj leirnt, aHinele, briuooa *
J a rotlas, boloeeanoeu S
* de d'llerenle soslos e de *
J diveriui pedral de alor.
* '- 1
jg Compran), vendtm oo H
S trocan) prala. ouro, W- B
V Ihautesclianiantrse pero- w
* la*, e oulras qoafsqucr *
joiatde valor, a dii.heiro JJj
ou por obras. <
* i
fesaaaeHHBaeaBaKSSSSISra
I0MIIJU i m,mi,
UJl II JKNiii
Ra do Cabuga' n. 7.
Keeebem por to-
dos os vapores da Eu-
ropa asobrnsdo inas
moderno gosto, tan-
to de Frailea como
BPWff>trinW8MBHBgg
OURO E PRATA.
^ Adererm completos da 5"
* oaro, ni.ios dilos, pulsei- i
2 rss, slfinete, brincos a 8
$ roalas, cnrdes, Iraoeel- J
lina, medallias, crranla <
* a enhile* para reloaiu. e f
^j ouiros mallos objeclos de
* ooro.
.|j Aparelhos completo* de *
ffi pmlapara rb, bandejas, -:
;' salvas, cn>U;aes, colheres %
i de sopa e de cha, e mui- ?
g los oulros objeclos de I
>: prala.
llllllll llilllllllllllllllll mu
Ensaio particular.
O profassor Torra Uaudaira trm aberto
hni curso da ptnlosnpiiia e outro ile nieto-
rica, e prr-ten a abrir om novo curso de
lingua [ranee/a e outro de geograt-.hia. ate
<> dia 15 do correte Diez : quem pretender
f equ ota ios, po le pocura-lo, na casa ile
sua residencia, na ra Nova, sobrado n. 23,
segundo n Precia i-se deu'ra engoinm-deira q'ic
s.-ja perita e quo se encarregue tMiibeni da
lavagiiin da rou a : na ra iNova, sobrado n.
3, segundo andar
i-v:;;:.^:;>0;^:;-:::-;::::DO:.
Kstatuas (le alabastro
i a? i
;;; de Morenca.
':
-
i
Vendem-se as scguintes lindas es- 5
tatas de alabastro com os cornee- i.-
lentes pedeslaes : $
A Venus de Mediis de Canova.
A Venus da macSa de iuoitvald- ^f
sen. ^3
A Venus das formosas nadegas do !_
Cauova. ;:-;
A Venus em repouso do Ticiano. ^.
A Ebe de Canova. ;r;
A Psyclio de dito.
O preca be de 20SO00 por estatua, !$
comalgum abate tonundo-se vanos. j
Estilo de venda na loja do Sr. Pugi, ,--
por iraz da rua Nova, e as ras do ^*?
*? Trapiche n. 19, desda as 10 horas da.
$& manhSa, ate as 3 d tarde. j6
O
de Lisboa, as quaes venden* por
pre^o eommodo como costuiua^i.
Lotera da pro- iap pir[eiise^
vinea.
O abaixo assignado vende bilheles ga-
rantidos pelos procos abaixo notados, em
quantias de 100#000 para cima, a di-
nheiroa vista, em sen escriplorio, na rua
do Collegio n. 21, priineiro andar.
Bilheles 5500 recebe 5:000,s'000
Meios 2S750 < 2:500^000
/. .i. L
DA
FABRICA A4CI0Y1L
GUERRA ILBQHERQE
ESTABELECI.VA NA PKUYINClA
Gr o-f
ara
v.v
O
m
yme.
(Jasa desande
W O Dr. Ignacio Firmo Xavier es-
^ tabeleceu em seu sitio da Passagem
9| da Magdalena, que lica ao norte
^. da esliada entre a ponte grande ,
S e a pecpiena doCliora-Menino, ex- j^
S[ cellentes acunimodacocs para re-
2 ceber todas as pessoas enlermas
jg que se quizerem utilisar de seus
9 serviros mdicos, os quaes serao ^
J* prestadas com o maior esmero. @
^ O mesmo Dr., para o lint supra-
,' indicado c para exercer qual<|iier
59 outro acto de sua proiissao den- C?
O deposito deste excellente rap he na rua I
di,] W"? '*' ? *".n^- na ru da ("- !
dea do Itecifo n. 15, loja do Sr. Kourgard,
hfn ?^pf- lA- '* loSr.JosEuzfl:
bio Alves d )>ilva, e no bairro da Boa-Vista
?nim ? 7'alrZ. 88, Ubern U0S Srs-
(uiroaraps & Goncalves.
AUGUSTO STAHL MUDOU O SEU
Em.E rilOTIHiittPHICO
I ATERRO DA BOA-ISTAH. 12
&3 andar terreo, entrada por a loja.
Avist aos apreciadores
ila boa pilada .
Hechegado a este mercado o excellente
rape prmcezi de Uorilmde, fabricado na
. ... capital do Cear, cuio deposito se arha nu
tro ou fora desta edade podera ^ | ruada Cade.a do l^c.le ,ja de miudezts n
?g| ser procurado a qualquer hora do Z';: '-_o prego >e I.-40U cala libia
^ dia e da noite. no referido sitio, jj
m
o
Algodao da Babia, potassa da <&
Russiae do Kio de Janeiro, e cal &
virgem de Lisboa : na rua do Tra-
piche, armazens ns. !) e 11.
Assoctacao de Colonisarao em Pc-rnam-
buco, Parahiba e Alagoas.
Ossenhores accionistas desta associagSo
sao conviiados a realisarem a primeira pres-
lagao de 10 Om em conformilade do art. 10
dos estatutos, at o lim de novembro prxi-
mo futuro, em casa do thesoureiro o .sr
9 a excepcao dos dias uteis, das 9 @3
@i horas da manliaa a's 4 da tarde, ^
^ quesera'encontrado no primean) @
(0 andar do sobrado n. 9, do pateo %-
@ do Car.no. fV-
- Precisa-se alusar um escravo ou escra-
va para csrregar una pequea caixa com
id/.eu-l's: no Recite, becco do Abreo n. i,
casa de pasto.
Na un do Queimado, loja n. 22, se di-
r quem da 600/ a premio de um por cento
a o mez.
Precisa-se de um caixeiro que seja
bem pratico em Uberoa, Dar compaobia de Thomaz de Aquino Fonseca'Vuni'oV" na" rua
outro : na rua do Rangel n 1, loja de cera do Vigarion. 19.
SEGURO C01NTRA FCMSO. Precisa-se de urna ama de leite, forra
Companhia Alliance. Jou captiva: na rua Aogust, sobrado a.\.
Ksubslacid cm Londres, im marco da 1824. Um mogo chegado ltimamente, cni
Capital cinco milhoes de libras esiarjinas. |' '*de de 15 anoos e de muilo boa conducta,
Saunders Brothers & C, le a honra da in- deseJa arruffl,r-se em urna loja do azendas:
forsur aos Srs. nogociantes, proprieurios de casal que"' Prec!sr nnUncie por esta folha.
a que mais convier qu. estao plenamenw au- ,070" ."rviVn h 8"r "m escravo' aue
i j si- tOUO O hCrv CO de Otila Casa a ma .mu
lomados pela d.l. companhia para efTec.uar egu- de coz.nhar a tratar na',
roa sobre *diB( ios de lijlo padra, cobertoi da loja do Sr. Joaquim lorei talba a igualmente sobre os objeclos quecoaliverem
o masaos edificios quer consista em mobilia ou
B. faitndjs da qualquar qualidada.
Defrome da ordem tercei -
ra de S. Francisco.
CONSULTORIO HOMEOPATHICO.
o
R-P A. LOBO HOSCOSO-
Medico parteiro e operador
e faga
casa, e que emende
tratar na rua Nova n. tO,
Os abaixo asslgnados, com loja de ourivea
na rua do Gabuga n. II, confronte ao pateo
da matriz e rua Nova, Tazem publico, que
estSo recebendo continuadamente as mais
novas obras de ouro, tanto para senhors
como para hmeos e meninos : os pregos
conlinuain razoaveis, e passam-se cocas
com respunsabilidade, especificando a qua-
lidade do ouro de 14 ou 18 quilates, licando
assim su jeitos os inesmos por qualquer du-
vida. seraohim &. IrmSo.
A pessoa que annunciou a baixa para
capim, dirija-se ao aterro da Boa-Vista, so-
brado n. 63, segundo andar.
alguma pesso ou familia, que este-
ja a seguir para a Europa no vapor Tyne, e
urecisarde um criado inglez, que talla per-
feilamente o portuguez, uiiicameule pela
passagem, sen salario; dirija-se a rua do
Trapichen 34, armazem, que se dir quem
pretende ; assim como e mesmo criado
pode dar boas recommeudagoes de sa con-
ducta.
Novamente pede-se ao Sr. J. A. B., que
Queira resgaUf a sua leltra de 6369; no
sendo justo qje S, S. conlrahisse tal aebito
de urna mnneira pouco vulgar, se retirasse
pra o Rio le Janeiro posteriormente ao
veiiciinento da mesma leltra, sem darum
adeus ao possuidor dia dita, e voitasse som
ao menos man lar dizer aonde mora: se
continuar no seu indilTcreniismo, e silencio
a respailo, lera de ver o seu nomo por ex-
tenso nesia Tuina. Recite 7 de novembro de
1857. Jos Ma fHEm:.AKlH>COMI,AMII\
W RA DU QUEIMADO N. 10. ^
& Loja de i portas. (g)
t) >A
5 Vestidos de babados econmicos, W
w com cores muito delicadas, e por v)
g prego covrooJo, estes rostidos tem *
f.Zdndi sulliciente para l'azer bas- W
qinns no casivequ^s. ();
fffCisa-se de um cnaJo que saiba bo-
lear : na ra di Collegio, taberna n 5
"""'' '": "ova n. 18, I >ja de M. A i ajo
6 <: ha iini gran le so> tunelo de obras Cel-
ias de ilfaiate, de todas as cores e quali Ir-
les, as mais bem acatadas que so po lem
encontrar neste gene.o, cs>v. queso mon-
taras prninptas para as senhoras que mou-
lam a c. val o, um gran le sornento de dif-
I qaalquer obra do encoumanda ; o piego
s ra um su para todos.
A iju reis.
Na rua Not n 18, vpndom-se corles
de casimira do algodJo o brins escuros, la-
zeada muito forte, propna para o diario
cotes e para calca.
REMEDIO [COMPARAVEL.
# AdBb
EsU justa cor compra a casa tprrea u.
25, da rua do Js doSanios : quemseachar com direi-
lo a ell*, no i r70 de 3 -lias |ueir. annun-
ciar : na rua da Guia n. 31
O *r. Braga, que leve botequim na
rua de Horl'S, ou Aguas-Ver'es, quei
andar buscar urna caria na livrana n. 6 e
8 da praga da Independencia.
I Consultorio !
1 CENTRAL H0*EaPA S
THICO-
RLA DE SANTO AMARO,
-:] (Mundo Novo n. 6)
''3 O Ur. Sabina Oleitariu l.oilgir Pinlio
^ d consulla lodus ns das olis, desde as 8
g horas da manida as 3 (la larrt. Os convi-
9g t^s para vinlas deverilo ser diriaidnt per
;:--a i-rripio Os pobres sao medicados qralui-
larnenle.
A quem inleressar.
Solicita-se rea Delicia qulquer preten-
g3o, pelos feitos geraps c provjncies, de-
sembaraQo de esas e lojas; celo ccclesi'Sti-
co, certid.lo de baptismo, bito e justica-
gOes, ludo a contento, me liante mdica
Daga ; no Recite, botica do Sr. Antoni i Pe-
dro das Neves, junto ao arco da Conceigao ;
pm < do Sr. Gypriano Luiz da Paz. e rua do Cres-
po, loja de livros do barateiro o Sr. Antonio
Domingues Ferreira : os pretendentes acha-
rSn nos lunares indicados pessoa competen-
temente habilitada.
He chegado a loja do Lecnnte, aterro
da Boa-vista n. 7, escolente leite virginal
de rosa branca, para refrescar a oelle, tirar
oannos, sardas e espinhas, igualmenlo o a-
famado obo babosa para limpar e f?zer eres
ceros cabellos; assim como po imperial de
lyrio de Klorenca para brotoejas e asperida-
des da pelle, conserva a frescura e o avellu-
dado da primorosa da vida.

m
Moda de Paviz.
Coitos de Urlafana a 5$.
Na jua do Queimado n 21 A, vendem-se
curtes de taratana de cordiio com vara de
I rgura a 640 u covado ; dao-se as amostras
com penhor.
Vende-se na rua da Madre de Dos
D. 12, armazem de Novaes o C, barrig
de ferro, ou cubos hidrulicos; para de-
psitos de fezes, a preco eommodo.
Schafleitliin iV C.,rua da Cruz n.
08, vendem velas de composirao de G
por libra, emporroes a vontade dos com-
pradores.
elog'ios.
Vendem-se relogios de ouro e de pra_
Feijao
No armazem de Bastos & Silva, defronto
da Madre do Dos n. 28, vendem-se saceos
com TeijSo branco vindo do Porto pelo ulti-
mo navio, por prego mais eommodo que em
oulra qualquer parte
Cortes de tarlatana bordados bron-
cos c decores com babados, pelo bara-
tissimo prero de isOO : na loja do so-
m-ado amaiello nos quatro cantos da
rua do Queimado n. 29.
Reloffios.
,v.;^jO'f ^
- Gompra-se effectivamenlo ^a rua das
Flores n. 37, primeiro andar.apolicesda di-
vid publica eprovincial.acgoesdas compa-
nhias.e da-se dinheiro a juros,em gran os
e pequeas auantias.sobre Denhores
- Compra-se um escravo quo seja sin la
mogo e boa llgura : na rua dos Marlyrios
n 4
Compra-se papel emdiaio paracnbru-
Iho : no oaleo de S. PeJro n. 6, depasito de
rnassas Tinas.
i
Precisa-se de serventes forros ou ecra-
vos, para as obras da igreja do Divino Espi-
rito Sanio, iagando-se a 10120 diarios.
emedio santo.
O Dr. Lobo Moscoso, da consultas todos os { f PnTr/P n. !" 9?8
dias e pralica qualquer operagSo de cirurgia, "".! "f""0 .1"L,,r"Ce,1,do de
assim como,accode com toda a prompliao u^"u,'f; ,0,1? P"ra cerna a
s pessoas que precisaren do seu prestio !f/,Td Z,. 1 F*
para o servigo de partos, pral.cando as o- ""-,^"." f' ,1'''*,
nor.oAn^ mn,..,. .... i.7iJ...l. _____ -se omeiiie no depusit
Oleo de minhoca exlrahido em Portugal,
e pouco conhecido anda no Brasil, remedio
I sanio para as dores rheumaticas e aiula
mesmo muito antigs, ou mesmo a oulra
"Vi* o "" Ur ob^edece corn esle remedio, as-
eucolbiios I
aposiliemas. I
para perna quebrada ou
ualquer pane do corpo !
deser direito. Vende-
peragOes roauiaes ou instriimenlaes, quan-1 co"""j'* "udeposito da rua de S. Irancis-
do nao possa conseguir resultado por nieio '
da'homenpatbia, que tantas vezestem ven-
insupe-
0 professor Torres Iiandeira tem aberto
um curso de piulosophia e outro de rdeiuri-
ca,e pretende abrir um novo curso de I.sua
frauceza e out.o de geographia, a piincipiar
do oa 15 do cjrrente mez quem pretender
Irequenta-los, | oie procura-lo na casa de
cido difJiculdades, que pareciam
reveis.
Scliupbeitlin A C, rua da Cruz n.
"8, receberam pelo ultimo navio do Ha-
vre, urna porcao de quai tolas de vinbo, ls"a residencia na rua'Nova,"sobrado a?i
de urna das mais afamadas vinbas de Bor- I sefc'U'{o andar.
deaux : veuJem, a' vista da superior qua- "c'nt2TZtut '** cv,"'r' prec-
i-i j i i sa toni.iar c-ivallos, sem aehaaups navas
l.dade pur prec;o eommodo. g0rdos, e com 6 1,2 palmos, pSco'mais o
Xa luudiqao da Aurora precisa-se I ""nos de llura, para o servigo da mes* a :
de serventes forros ou escravos, nara quem os,llver P'" vender, dirija-sea mes-
servico deba.xo de cobei la. a?U* *" S8Qt Amar' freQte aos '*-

UNGENTO HOLLOWAY.
Milhares de individuos de todas as nacoes
podem leslemunhar as virtudes deste reme-
dio mcomparavel, c provar em caso necesse-
no, que, pelo usoqucdelle lizeram, tem seu
corpo e mombros lteirainente saos, depois
de haver empregado inililmente oulros tra-
lamenlos. Cada pessoa poder-se-ha conven-
cer dessas curas maravilhosas pela leilura
dos peridicos que lli'as relatan) todos os
das ha mu i los annos ; o a maior parte deis
las sao tilo sorprendentes que admiram os
mdicos mais celebres. Quaotas pessoas re-
cobraran! com este soberano re-nedio o uso
de seus dragos e peinas, depois de ter per-
manecido longo tempo nos hospitaes, onde
aeviamsuiireraampulagno! Deltas ha mui-
tas, que havendo dcixado esses asvlos de pa-
dec tent, para se nao submetlrem a ess
oparagao doloiosa, foram curadas completa
mente, mediante o uso desse precioso re-
ine no. Alguruas das taes pessoas, na efuso
de seu reconliecuiiento, declararam esles re-
sultados benolicos dame do lord correge-
dor.e oulros magistrados, aflm de mais au-
toiilicarcn sua allirmaliva.
Nioguem desesperara do estado de su-
saudeselvesse baatanu conlianga para en-
saiar esle remedio constantemente, segiun-
do algum tempo o IraUmeuto que necessi-
tasse a nalureza do mal, cojo resultado seria
provar inconteslavelmente : (jue ludo cura
O ungento he ulil, mu* particularmente
nos seguate* casos.
Inllaininagiio da ina-
^;kh:^9o^^-::-o
pedrjs quo serve
/.aros.
- Anda se vendem
V fPVl~& ; P8 u". sa,ca il&fflllYr& tHAflLbb. kn 2i> l'rabemdaso urna porgad de caliga
Paulo Gai|>noui deoiiila.rua.Nova n.411 ^? [ ',ari ale"'u. a quem quizer mandar condu-
* jzi-la ; na mesriia rua.
C0M>AM1IA lili SEGUROS
la caa lem agua e pos denlrilice.
MUm DO ESIASfLECl-
MEHT m PUIuS DE
J. YIGflES.
ligues mudou seu eslabelccimenlo de
Pianos da rua larga do Rosario para a
Alporcas.
Galmbras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Dores de caliega.
das costas.
dos uieinbros.
Knferinidades da cu
lis em gersl
Bnfermidades doanus
tiiz.
Lepra.
Males das peinas,
dos peilos.
de ollios.
Mordeduras de replis.
Picadura de mosqui-
tos.
Polmes.
U'icimadelas.
GrupgOesescorbticas Sarna.
Fstulas no abdomen.Supuragoes ptridas.
Frialdade ou falta de Tinha, em qualquer
da Ca lea de Santo Antonio n. 23, junto di' C,sa *e 'amiba,
llelagdo.
tm deieruiiuagio ao art si dos estatutos
coviams aos senliores accionistas da com-
nort.?,a-J"",,ub"M a ^'"Pa-ecerom
cri.;,,,^UL'rtfi"le' 80,neiJ d'''- "es-
crpio. oda .nesn.a companhia ReciTeil de
novembro de 1857.-us directores, Mauoel
Joaquim Ka os e8 Iva, Lu. Antonio Y mira
-- Na praga da ludopeudoucia n 4, pre
cisa-se de um escrao para oervigo do urna
calor as extremi-
dades.
Freiras.
Cengivasescaldadas.
luchagOes.
lullammagao doligado
da bexitia.
parle que seja.
Tremor de ervos.
Cceras na bocea.
do ligado,
--das *rlieulagocs.
Yeias torcidas ou no
dadas as pernas
JOH.N GATIS,
corretor geral
K AGENTE DE LEII.OES COMMEKC1AES,
n. 21) rua do Turres.
PBI.MEIKO ANOAR,
Jraga lo Corpo Santo
-- Precisa-s; de orna ama, para ama-
mentar uma cnanga de lo meses;
muitohem: na roa de apollo n. s.
-- Contlnu'a anda p,)r appareeer en a
polselri de ou o dei8qqi|p- qe Mj.
deuda onte la llua-V.sta au ierro, Casa
ii 2: quema tiverac ado l^ve-e a rua do
Apollo n 5,que sera graiilicado.
Penieu-se na noite de i do correte, no
thealro deS. Isabel, uo corredor da segun-
da unem, do lado do sul al o salflo do tliea-
tiu, uma pulseira peq .ena, esmallaila de a-
/.ul e verue : quem liver adiado, e quizer
iaer o favi.r entregar. .iinja-se a typogia-
i na ds rua da Praia u. i3, que sa dar o a-
cuado.
A pessoa que achou urna caixi da tar-
1 taruga, no da 5 d cuireiilo, no aterro dos
Togados cunfroule a fabrica de sba i, e a
quizer realiluii ,o seu dooo, fa uiss > um
i-voi ^uese licaia agradeciJO, e a podera
deixar nesta lypegraphia
Julin llill, relira-separa Ioglatcrra.
Vende-se esle ungento noestabelecimen
togeral de. Londres n. 244, uStiand, e ua
loja de todis os bol icarios, droguislas o ou-
lras pessoas ene.11 regadas de sua venda em
toda ,i America .16 Sul, llavana e Hespanha.
Vende-se a 80o rs. cada bocelhiha.conlm
urna iiiiirucg.'io cm portuguez paia explicar
o modo de l'azer uso deste ungento.
O deposito geral he em casa doSr. Soiim.
pharmaceulico, na rua da Cruz n. 22, em
Pernainbuco.
I*as8a portes.
Tiram-se t8ssapurtds e despacham-se es-
cravos, para cujo lim procure-se o anun-
ciante na rua jo Oueimado n. 25, loja de
ii iu lezas dos Srs. G mvea fl Araujo, e na
ruada i.adeia do Recife n 49, loja doS;.
Fumo Candi lo ia Silveira Jnior.
PrecTaa-sealugaruma ama seccj para
traUrde umacrianca : na rua Dueiia n 36,
pliiiii-i'O un lar
Pr.cisa-so de um foroeiro : na padaria
do Foile do .Mallos
Devoto fhristo.
Sabio a luz a terceira ediciio do livrinho
religioso Devoto Chrislao, mais correcto e
augmentado, vende-se nicamente na livra-
na ns. 6 e8 da praga da Independencia, a
800 rs.
Vende-se um mualo de 20 anno>| de
idade, bonita figura, proprio para pagen,
por prego eommodo era casa do Caminba
& 1'ilhos, rui da i.adeia do Recife n 60.
Vende-se um escravo pardo para lora
da provincia : a fallar na prensa de Jos
Carlos de Souza Lobo & C, no Forte do
Mattos.
Vende-se um relogio de ouro com cor.
rento do mesmo metal: quem pretender, di-
rija se a rua do Vigario n. 14, que achara
com quem traUr.
Ven lem-se os S'guinfs escravos : t
bonito negro crioulo de 20 anuos, I negra
cnoula de sisnos, I molcque le 13 e 1 ne-
gro denagQode35annos: na rua da Aurora
n. 36.
iinrioiVt.
Vende-se um cahriolet novo, feito pelos
primeiros fabricantes em Inglaterra, e des-
pachada a semana passada : os preten ipnt'S
dirijam-so ao esciotoiio do Sr. E. II. Wyalt,
rua do Trapiche Novo n. 18,
Ven tese um mole^in pega de 10 a 1!
annos, bonita figura : a tratar na Boa-Vista
na dos Cor-lhos, sobrado de um andar de 7
j.:nellas do frente.
fiolinhos finos.
No deposito da rua de S. Francisco u. 6.
acha-se cons antemente todas as qualidades
de bolinhos linos, tanto fabricados aqu co-
mo na Europa, bolacbinhas finissimas pro-
pruspara cha e soires, partidas, ele, etc ,
que se vendem mais barato do que em qual
quer oulra parle.
Pomada para
calos.
Este remedio heiniallive! para curar ca-
los, sua applicagflo be muilo simples, o n3o
i m pede os palee, mes de andar na rua a tra-
tar de seus negocios Custa 2? cada rolo de
pomada, no deposito n. Ii da rua de S. Fran-
cisco.
Barege
A 520 o cavado.
Na rua do Queimado n 21 A, ven lem-so
cortes de olindeza, fazenda esta escura com
hstrasde seda ass tinadas a 8 e lia. chalv
de llores solas a 800 rs. o cov*do. chitas
Irancezas escuras de novo gosto a 3J0 lazi-
ulidsde flores iudsa4fc, ditas de qua-
drosa 560 Icngos des i la rara homem e se-
nhoia a 15 ; dSo-se as amostras coai penhor
Vende-se sal id i nado em saceos de
2 ali|ueires cada um : na rua do Queima-
do loja n. 59.
Vende-se um escravo crioulo, de boli-
ta figura e rom algumas habilidades por ser
o.timo pescador do alto, e projrio para o
servigo martimo : na rua da Concordia n.
6, armazem de maleriaes.
Vendem-se 2 pe iras para sscada de
vtranda, com 18 palnos.o lodo, o tainliem se
da umi pouca de caliga muito nropria para
atonar, por ser melhor do que a mesma
rea : na rua do Rangel n. 21.
fZENDS B *S E BARATAS
N neva loj. (Je 4 (lortas,
na rua do Queimado n. 37, passando o becco
dr. Congregag,1o, he chegado a este estabele-
cimento um excellente soriimeuto de vesti-
ilos de seda com babados, de todos os pre-
gos, e asseveramos aos freguezes vender-se
por menos do queem outra qualquer parte.
Assim como olindinas da quad'os a 900 rs. o
ovado, in lianas de seda muilo linas a l?oo
o covado, sedas de quadros a 800 rs o co-
vado, ditas entestadas a lS5uO o covado, cha-
lv lavrado moiierno a Io200o covado, cassas
francezas muito finas a 5U0 e720 rs. a vara,
mnssuhnas matisulasa 360 o covado, ditas
niiudinhas a 280 o cavado, chales de cise-
mir* muito finos a imilagSo de louquima
225, duques preio e de cores muilo linos a
IHOO o covado riscadns indianos linos e
lrgos a 32o o covado, laazinbaa miu imii s
e linas a 360 o covido, grosdenaplcs de core-
a 15700 o cova.lo, dito pn-lo muilo fino a 25
o covado, cortes de rollete de velludo muito
linos a 11-, lei.gos de cassa a too, 120 e 160
rs., e muilo mai- fazendas quo no he. possi-
vel menciona por haver minia diversida-
de, porm com a vista n3o deixario de com-
piar, poroue as pecas Ihe ha. de gradar.
Vinlio do Porto de 185*.
Ven le-se vinbo do Porto de 1834, fazenda
superior, ein caixas de uma e duas duzas :
nos armazens de Fernandos t\ 1'ilhos, no
becco da Madre i'e Dos.
.M1II10 e larello.
Vende-se no armasen) de Fernandest Fi-
Ihos, a pieco conm.odo : na rua da Cadea
do Rpcile
Vinho do Porlo ein buris de 5.- e 8.-
Vende-se superior vinbo do Porto em bar-
ns : nosar.na/cns de Fernandes A Filhos,
na rua da Madre de Dos.
Su I do Assu'.
Vende-se sal do Assu'. a bordo do brigue
nacional Elvira, ion .eailo em frente do tra-
Picheduklgodau, pur .re.,-., mais barato do
queem ouiia qu-ljuer parle: a tratar no
e-cripturio de Feroandes & Filhos, na rua
da Cadea do Recife.
Os melhores telngios de ouro, patcntein-
glcz, vendem-se por pregos razoaveis, no
cscriptoro do agento Oliveira.rua da Ca-
loia do Recife n. 62. primeiro andar.
Vende-se. um escravo bom canoeiro :
a tratar na rua do Rosario da Roa-Vista
n 18.
Vende-se um carro inglez de 4 rodas
eiassento*, para I ou 2 cavailos, comeo-
berta, e con es competentes arreios ; e tam-
bem um cabriole! inglez com os arreos:
na rua do Trapicho Novo n. 10, ou na JJua-
Vista em casa doSr. Poirior.
Paras Jo cabo (Je marfim.
Vendem-se facas de cabo de marfim, de
immensas qualidades, c muito superiores,
por barato prego na loja de ferragens, na
rua da Cadeia do Recife. de Vidal St Bastos.
AvisD aos senhores de cn-
g-enho.
Na rua da Cadeia do Recife, loja de ferra-
gens de Vidal & Raslos, ha para vender tira-
deiras de ferro para engenhos ; bem como
todos os pertences para ferreiro, como seja:
foles, ternns, safras, etc., e ludo se vende
por mdico prego.
Vende-se uma boa morada de casa ter-
rea com um grande solSo. quintal e cacim-
ba, no quintal tem um quarto para pretos,
na rua da Aleg ia n. I : a fallar no largo do
Pelourinho ns. 5 e 7.
GhegOU a'loja da rua do Cies|>on.
I b' B, um completo sortimento de toullus
ae 1iiho ealgodao adamascadas pina me-
sa, l>em como toallias para rosto de puro
linho e guardanapos de linlio ealfjodao,
o<|ueludo se vende por mdicos procos.
Na nova loja de qua lio portas 11.
o", na rua do Queimado, passando o bec-
co da Congregacao, chugou ltimamente
um completo sortiioentode manjjnitos e
gollinhas, gornicois e romeiras, ludo por
precos muito commodos,assim como clia-
pcllinas para senhoras, de gostOS mais mo-
dernos possiveis, pelo barato prero de
15$ rs.
la, concertiin-se por piceos razoaves
e troco, e da-se dinheiro a premi0 '
na da Conc irdia 11. i.
cEimo.
Vende-se cemento, tanto em barricas
como em porgao o a retalbo, por eom-
modo prego para acabar, e muito bom : no
armazem de maleriaes, na rua da Cadeia de
Santo Antonio n. 17.
Obras ie labyrintho.
Lencos, toalhas, bicos, rendas, etc., etc ,
-e delicado trabalho, Teitos no Aracatv
veodem-se uo primeiro andar n. 60 da r'ua
da Cadeia do Recife.
relogios de pa-
tente
inglezcsde ouro, desabnete e devidro:
vendem-se a preco razoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na rua da Ca-
deia do Recife, armazem n. 56.
^ Vende-se superior agurdente de
1 iam:a, tanto em barriscomo em caixas,
licores e ibsynthe, chegado recentemen-
te, pelo ultimo navio : em casa dej. Kel-
ler e C. rua da Cruz n. 55.
Treta de cozinli*.
Comoleto trem de rozinha, t nto estanha-
to como sobre porcellana.e fmncez de ferro
batido, bem romo todos os arranjos para
casa, temos de b-nlejas muito linas e por
comino lo pr^o : ni rua da Cadeia do Reci-
fe, loja de ferragens de Vidal & Bastos.
P0TASS1 DA BSSIA E CAL
. JIR6EM-
No deposito da rua da i.adeia do Recire,
armazem n 12, ba muito superior potasse
da Russia, dita da fabrica do Rio de Janei-o,
o cal de Lisboa em pedra, ludo chegado ha
poucos das, e a ven ter-se por menos prego
do que em oulra qualquer parte.
Agencia
da fundicao Low-Mo rua da Vnzala Nova
n. 42.
Neste ostabelecimento coutinn'a a baver
nm completo sortimento de moendas e meias
moendaspara engenho, machinas de vapor
e taisas de ferro batido e coado de todosos
lainanhos para dito.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fundicao de ferro deD. W. Bowman
na rua do Rium, passando o chafa-
riz, continua a haver um completo sov-
timent de tachas de ferro fundido e bati-
do, de 3 a 8 palmos de bica, as quaes sa
ccliam a venda por preco eommodo e com
promptidao, embarcam-se ou carregam-
se em carro sem despezas ao comprador
(omina do Aracatv-
Km porgOcs e a retalho : vende-se na rur
da Cadeia n. 57, escriplorio de Prente Vi-
Nova Bfsua de malabar.
Vende-se esta agua a inelhor que tm ap-
parecido 1 ara tii'gir o cabello e suissas de
prel : na livra'ia unive sal ri,a do < ollegiu
" 20. da-sejuntu um impresso gratis ens-i
nin.lo a forma de appcar.
Vendem-se nicamente no escrii toriu de
Vicente Ferr. ira da Costa, ra rua -a Madie
de lieos n. 22, a lo cada vdro, < 10/a duzia.
Reci mmendunos ao publico este esc lente
remedio, til a tudas as molestias, entre as
quaes se menciona : febre amarella, inter-
niiu. me ou sezoes.e de ouDa qualquer qua-
Iidarte, indigesiao, rreuo alismo, c-vsipela,
constipagao.elc, sendo quo seus benecos
lenos seestendem igualmente tias chronicas. Aos srni.ores fazendeiros e
mais habitantes do interior, toma-se neces-
sario supprir- se deste meJlcamento
1ECA1ISI0 FAli mm-
1H0
NAFUNDigAO DE FERRO DO ENGE-
NHE1RO DAVID W- BOWMAN, *A
RUA DO BRUM, PASSANDO O oHA-
FARIZ,
ba sempre um grande sortimento dos se-
guintes objeclos de mecanismos proprios
para engenbos, a saber : moendas e meias
moendas da mais moderna construccSo; ta-
chas de ferro Tundido e batido, de superior
qualidade e de todos os tamanbos ; rodas
dentadas para agua on animaos, de todas as
proporgOes ; crivos e bocea de fornalha e
registros de boeiro, aguilhes, bromes, pa-
rafusos e cavilhOes, moinbos de mandioca,
ate. etc.
NA MESMA FUNDICAO,
seexecutam todas asencommendas coma
supenoridade ja conhecida com a devida
presteza e enmmodidade em prego.
anns.
I 8,
F01 transTerido o deposito deste xarope
para a boira do Jos da Cruz Santos, na rua
Nova n. 53, garrafas 5S500, e meias 3o<'00,
sendo 'also todo aquello que no for vendi-
do oeste deposito, pelo que se faz p presente
NNMAfllTI PARA 0 PUBLICO
Para cura de phtysica em todos os seos
difiere.tes graos, quer motivada por cons-
tioagoes, tosso, asthma, pleurir, escarros de
sangue, diir de costados e peilos, palpit uo coragSo, coqueluche bronchitc, dr na
garganta, eludas as molestias dos orgSos
pulmonares.
- Ven lem-so a s verdadeiras esteiras de
Angola, grandes e pequeas ; no largo du
Peluurinlo ns 5 e 7
Vende-se superior llnhas de algodn
brancas, e de cores, em novello, para costu-
ra, nm casa de Southall Mellor C.a, rua do
Torres n. 38.
Ao barato.
0 PREGICA ESTA QUEI-
HANDO.
O I ret?Qf>i da rua cjn
Queimado, conlinua a queimar na sua loja
n. 2, esquina do becco do Peixe Frito, um
' lindo e variado sortimento de fazendas de
! bom gosto, por baratissimos pregos, pois
que sem ambiguo se contenta com um mu-
llico lucro, e nao Ihe sendo possivel notar
cm um pequeo aununcio todo quanto tem
de bom para servir aos seus freguezes,
inenr:..na apenas olindinas, fazenda de soda
e etgodo! propria para vestido de senhora,
de gostos inteiram nte novos a 900 rs. o co-
vado, corles de targelmas para vestido de
senhora, fazen la muito fina c do melh r
gosto inglez, com listras de seda c cam o
escuro a \-2o cada um, organdys de cortan!
com desenhos mui delicados, pelo baratissi-
mo prrgo de 410 rs. avara, cumbraia estam-
pada do melhor gosto possivel a 48U a vara,
cassas franezas de lin los gostos a 6il() rs a
vtra, chitas irancezas escuras, matizadas:
com lindos e novos padrOes a 260 o covado, |
dilas claras, padroes largos e miudos a 280
e 300 rs. o covado, ricos cortes de setiai
borda los pa'a colletcs a 4; cada um, IBazi-
nhas escuras de mu ricos e variudos padres
proprias para vestido de senhora e roupoes
de meninas a 500 rs. o covado, riscados
monslros de cores alegres e mu elegantes
gostos a 220 o covado, dilos francezes de I
quadr<>s de lindos padres a 210, mussulina
branca a 320 o covado, dita muito Tina 400
rs .dita estampada de lin los padres a 320 e
00 rs. o cov do, chitas finas de cores claras
e escuras, tintas lisas a 160, 180, 200 e 240
rs. o covado, pegas de cainbraias lisas tapa-
das, muilo linas e com 10 varas a 65600, di-
tas de .ita mais cheia a 49600, dita transpa-
rente com 8 varas, muito linas a 55400 a pe-
ga, pegas de brptaoha de rolo cora (Ovaras
a 2; cada uma, grvalas de setim pretas e de
cor. gostos modernos a l;280 cada urna,
cortes de b.-im de puro linho a S930O, 2;100
e 2/500, casemiras de lindos padropg a 595001
e 6 o corte, ditus de algodao de lindos eos-;
tosa 15, 19440 e I56OO eda um, lengos para-'
mo a t20, ditos com blco muilo finos a 360,1
chales do geze, ditos Je merino lisos e bor-
dados, obra primorosa, gangas mescladas
Ipropias para calcas c palitos a 560 o cova-
do, casineta preta lina 11 1 -->100 u covado, Icn-
! gos de seda do lindos padrdes a m cada um,
I cobertores de algodSo para escravos a "fio,
Ira. cada u-, de todas estas fazendas o do
! muitas OUtras que se nao mo'.cionam, mas
que se vendern por baratissimos pregos, e I
se daro amostras com penhor.
Charutos de Ha-1
vana
Wiiieai-se superiores
charutos de llavana, ein
caix' s : na rua do Crespo
loja de fazendas n. 25.
No armazem da rua da I'raia n. 12, de
Francisco Murena da Costa, ha para vender
lingual muito frescaes, a prago eommodo.
Em casa delta be Schmettau&Companhias
rua da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
piano-do afamadofabricanlcTraumann de
Hamburfio.
(oin gosto.)
O Pregona da
rua do becco do Peixe-Friiu
n. i,
acaba de receber pelo ultimo vajior da
Europa, ricos cortes de vestidos para se-
nhora de um gosto inteiramente novo,
de cores escurase elegantemente listi ados
de seda assetmada ; esta (azenda deno-
mna-seGraciana ou Carij, e lie a
mais propna para a presente estacao ;
custa ctda corte a mdica iiuanlia' de
12.S000.
SAPATOS DO ARACaTY,
dos melhores que lem vindo a esle merca-
do, para homens e meninos, de palla e de
orelhas : em casa deCaminha (V Filbos, rua
da Cadeia do Recife n. 60, pri- eiro andar.
CM PEQUEO TOQUE DE
ATARA.
A dinheiro
Pegas doalgodSo liso, largo, encorpado-
29, 2/240, 29500 e 29800 a peca, dito de si
cu, ira a v9, 29240, 2/5O0, 29800 e 39 a pega,
dito de sacco a 120 e 150 a jarda, dito tran-
gado largo a 100, 120, 140 o 180 is. a jarda.
vende-se na rua do Crespo, loja da esquina
que volta para a rua da Cadeia.
PotatiSM di KiiS-ia e Ciil de
Lisbo .
No enligo e bem conhecido deposito da
rua de Apollo, armazem n. 2 R, ha muito
superior potassa la Russia e cal de Lisboa
em pe ira, chegado no ultimo navio, e veu-
de-se por prego eommodo.
*a rua do Trapiche n.
54, e-i ip'oi io de No-
vaes e C ,
vende-se superior vinbo do Porto engai-
i.ilado em caixas de 1 e 2 duzias de gar-
rafas, bem como em barris de quarto e
oitavo, a preco eommodo.
,.:;> ""tllitis e rx.lei<-.
>'-<*'$ SELLINS e Rt: 1.00IOS depalaole
| i'Clez : a yenda no arrnanm dt
~, lloslron Rooker Aj[Companhia, *s-
' i^itff' quina lo larizo do Corpo Sanio nu-
7\ mero 48.
SECRETARIAS.
A-s melhores que at hojetem apparecido
a este morcado : vendem-se no escriptotie
do agento Olivera, rua da Cadeia do Recifo
n 62, primeiro audar.
Oh que pechn-
ch Kdiii pequeo toque
'le a varia.
Na luja do Preguiga, na rua do Queiniado,
esqui- do becco do Pfixc Frito n 9, ven-I
lem-sc pecas de algo lio com pequen^ toque
e avaria. pelo ba.allssimo pr.go do lUO e
l:8Uo ca :a um, ditasde dito, 1 rgo e encor-
dado a 39S00, ditas de madapolao a SfSOO,
ditas do dito la go a 3*500; aellas, antes
que seac-bem.
^b
m
F.xcellenles camas de ferro para soltciros
vendem se no escrictorio lo agenlelivei
ja, ru :ia Cadeia do Recife n 63, primeio
andar
Relo4fio8
i i
cohertos e descobertos.pequenos e grandes,
de ouro patente inglez. para bomemese-
nhora deum dos melhores fabricantes de
Liverpool, rindos pelo ultimo puquete in-
gle! : em casa de Southall Mellor A C-, rta
do Torres n. .'J8. _
OO^OOO
de gratifieac&o.
A quem pegar o escravo cabra, de nome
Bernardo, de idade 20 annos, pouco maisou
menos.o qual escravo fugio no 7 do correte,
levando caiga de nscado, camisa branca,
cha eo decooro e com um m>lotao de (ou-
ro com sua rod e mais roupa, leudo os
Sigoaes seguintes : cor cabra Tula, rosU re-
dundo, cheio do corpo, nariz pouco ciato,
cabellos carapinhos, barba cerrada, podo
os denle* da Ir..le queren lo a podrecer jun-
to as gengUas : o qual esrrvo Toi comprado
a Joaquim Bernardo de S Snelo, mora or
na sei ra do Martins, q- e aqu vende-j a Mar-
colino Francisco ^ivesda Silva ; deicoiiia-
se que fugio para a serra do Martas em
busca do primeiro senhor: roga-gi por
lano as autoridades policiaes, capitie de
c-mpo. ou qualquer pessoa, quedomsmo
lenha noticia decaplura-lo e conduziloa
rua da Cruz do Reciten 13, primeirnan-
dar, entendendo-se com Manoel JoaqUm
Seve & Filhos.
Fugio na madrugada do dia 4 de
novembro do corrente aino o escravo-a-
bra por nome Jeremas, de idade 25 *>
not pouco mais ou menos, estatura regi-
lar, cheio do corpo, pouca barba, eco
um signal de queimadura em uma ds
maos, e falla um tanto descansado e te
odiciodesapateiro ejevou comsigo algn,
objectos eomo sejam : formas, marteilo,
trexiuezetc., etc., assim como porcao G
roupa nao sdoservico como lina, send
calcas de casemira, botins de couro
lustre e sapatos, um capote de pauu.
azul forrado de baeta encarnada com go-
la de pelueia verde e alamares de metal,
don* ou tres chapeos, um de pello prett
e dous de palha ; descon/ia-se que anda-
r' em companhia de uma pardinba de
nome Paula e um pardinho de nome Ju-
liao. o qual sabe le e escrever e que am-
bos tambem desappareceram no dia 5 do
mesmo mez ; roga-se por tanto as autori-
dades policiaes, capitees de campo ou
qualquer pessoa que do mesmo tenha no-
ticia decaptura-lo e conduzi-lo a rua da
Cruz do Kecie n. 17, ou a Santo Amaro
casa de Jose'Pereira Vianna, que gratifi-
cara' generosamente.
5(9000 de gratificado.
No dia 27 do correte, fugio da casa do
abaixo assignado o escravo enrulo don-
me Pedro, o qual tem os siguaes seguin-
tes : estatura regular, bstanle preto, ja
lem bastantes cabellos brancos, tinto na
cabrga como na barba, levou caiga de brlm
de quadros e camisa de madapolao mas lal-
ez tenha mudado de roupa, porque levou
mais alem da du corpo, falla bastante des-
cansada e por entre os denles, julgr-se que
lera ido para Caranhuns por ser natural
desse lugar e de l ter vindo ptra ser ven-
dido nesla praga : roga-e po* lano as auto-
ridades e capitaes de campo a apprebensSo
do dito escravo e manda lo levar nesta cida-
dea seu senhor na rua Imperial n. 173, ou
em Caranhuns ao lllm. Sr. Mantel Jos Men-
des Bastos, que se gratificar com a quantia
cima. Recife 29 de setembro de 1*57.
Joaquim Luiz dos Santos Villa-verde.
No dia 18 do corrente, fugio de bor-
do do brigue Sagitario, um escravo do
nome Joaquim, pardo escravo, de 22 a
24 annos de idade, estatura regular, secco
do coi.po, s tem barba no queixo, ca-
bellos carapinhos e ja tem muitct bran-
cos, he bem conbeeido por ter as maos
muito caTejadas, quando fugio tinha o ca-
bello a nazareno, tem os pes meio apabi-
lados, e falla muito manso : quem o pe-
gar e o entregar aoseu senhor Manoel
Francisco da Silva Carrico, na rua do Col-
legio n. 15, tercefro andar, sera' bem
gratificado.
No dia 20 de setembro deste auno, fu-
gio do engenho Tab' um escravo crioulo
de nome Filippe com os signtes seguintes:
alto, cheio do corpo, cor muito preta, olhos
vivos e ave nielbados, semblante agradavel,
ps ii guiares, foi vestido de caiga e camisa
do algodfo azul; este escravo foi compra-
do no lim 'do anno prximo passado nessa
piaca do Recife ao Sr Joaquim Ribeiro Pon-
tes ja fallecido, e suppOe-se para all ter ido -
portanto, roga-se aos capitaes de campo,
qualquer autoridade policial a sua captura
que sesatisfart com generosidado a quem o
entregar nessa praga, na rua estreita do Ro-
sario n. 10, segundo andar, ou no engenho
Tab'.
Fugio no da 18 do correle mez de
outubroa escrava Felicia, do idade 35 an-
uos, c-ioula,altura regular, tem uma marea
de queimadura comprida ao p de uma das
orelhs ea cabega torta proveniente do sr
de vento que leve em pequea, tem um dos
ps mais grosso, cosluma andar desatacada
e bebe bstame agoamente, e levou vestido
de chita cabocla; a qual escrava foi com-
prada no Rio-Fo.moso, e suppe-se andar
nos arrabaldcs desta cidade, aonde diz ter
urna fillia : roga-se as autoridades policiaes
ecapitacsde campo a apprebensSo da dita
escrava, que levando ao b;.ixo assignado,
na rua da Cadeia do Rtcile n. 29, primeiro
andar, ser3o recompenssdos.
Manoel onso Aquioo de Albuquerque.
Fugio no da 4 de outubro do corre-
le anno, o escravo mulato de nome Jorge,
bax.o, secco do corpo, pouca barba, potroso'
lem do lado esquerdo do rosto uma cicatriz'
hombros untados, olbos pequeos e vivos
pernas e bracos arqueados quando anda -'
esle escravo foi do Sr. Manoel Thomaz ex-
caneireiro, levou vestido camisa de lgo-
daozuilio delislras, caiga de ganga azul e
dous chai eos, sendo um de pello e outro de
feltro, ambos usa ios, eubaqueiro; roga-
so pois a todas autoridades policiaes e capi-
lcs de campo, que o auprehendam, e con-
duzam-noa rua da Concordia, armazem de
materiaes n. 26, que sera generosamente re-
compensado. Este e-ctavo ja foi appreben-
dldo o noo prximo passado no engenho
acar, cidade deCoianua
PERN. TYl\ DE M. F. >H FAMA 1857
MUTILADO


ILEGIVEL
m _.
-


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