Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07878


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Full Text
ANNO XXXIII N. 2.J8.
Por 3 mezei adiantados 4#000.
Por 5 mezes vencidos 4$o00.

TEE(\ FEIRA 10 DE NOYEMBRO DE 18o7
Por anuo adiuntado 1 j$G00.
Porte franco para o subscriptor."
BNCAUBGAOOI 1>A flUBSCUTCA DO NORTE.
Ptuhibi, Ir. Joao Rodolpho Somei ; Natal, o Sr. Joaqulm
'Parelra Jnior ; Aracair. o 8r. A. de Umoi Braga ; Cm-
n Ir. J. Jotai da Olv.ira ; Maranboo o Benhor Jota Texei
' d* Hallo; Plauhj o Seabor Jote Jcaquim Aveliae ; Pa-
ra, ti. loiliae J. tUmoi ; Amaionai, Ir. Jaronvmo da
Coi i.
PARTIDA DOICOKUIOI.
Olin.lt : lodna oa diaa, aa O e meia horas do du.
laaarm.', Goiuna e I'.rahiba: n., aguadas o .,ias-r,-ir.is.
S. Anuo, cierros, Bomu. Garan,', Allinho e GaraakM. : aa lorra'-fcira.
w&tnsO: 22*21 *""" 'in"'"'- '""' ''"""". i"Mc.,
Florea, \ ilU-Bella, Boa- u, Ouricur e ta', na, eUfUUe-innj.
Cab,., Ipojuca, Vniihiem, Rio Fumoso, Uaa, Barrciroa, Ajua-Prcla Pi-
mrnn-iraa c .Y,ul: quinlaa-fciraa.
,Tedoa oa corroiua parlis aa 10 oraa da mantilla.
AODIBNQIAI DOI TUBDNABI DA CAPI1AL.
Tribunal do commercio : leguoda quintal.
Relacao : lerca feirai a labbadoi.
Falencia : quartai ubbadua aa 10 borai.
Juizo do commercio : aegunda ai 10 horai a quintal ao mala da.
Julio da orpbaoi i leguoda a quintal ai 10 horaa.
Primaira rara do eivel ; aegundaa eaen-aa. meloda.
legonda rara do r.lrel : aartai e aabbadoi a mal* da
EPHKMKRIDK.S DO HEZ DE >OVEMBRO.
1 La chela ai 10 botas e 38 miouioi da larde.
8 (Juarlo mioguaotea 1 hora e 85 minuioida manhaa.
16 La nova a 1 hora e 33 minutoa da tarde.
14 IJuariocreicenie ai 8 hurai a 18 minuto da tarda.
I RKAMaH dk uoje.
Prlmelra ai 10 borai 5 ; minuto! da mantisa.
Segunda ai 11 horas a 18 minuioi da larde.
Nlo sendo bstanle a pouea comidemc,.!. qoe, al-
guna aenhures miaantes de.le Diario (em, para
coro o pagamento do importa de su.i asignaturas,
daraorando-o por forma tal, que impostuvel se torna
equipar.l a despeza com a recelta, accrcsce que,pre-
sentemente, apruveilsndo ie de que hn de oblerem se Irocos miu los, apresen!.mi
aos nusso cohiadure aedulas dr moilo maior valor
01AI DA SEMANA.
9 Segunda. Ss. L'rcissino e Agripino Bb.
10 Terpa. S. Andr* Avelino f. ; s. Xinpha.
M linaria S. M iriuiho b. s. Verano b.
12 Quinta. S. lartinho y, ni.; s. Lavino b. ni.
13 Sena Ss. Arradio c l'.i.il I Mm.
14 Sobado S. Abilio diac.; s. Gurias m.
lo Domingo 24 O Patrocinio de N. Senhora,
Arl. 96. A pissoa que de proposilo enllocar sobre. (!. ()< vnlumri de bagagem excedente permtl-
Oi carril alguro eslorvou deslroir qoalquir parle (ida segundo o aiI. 82.
essencial da estrada, ou por qualqoer modo provocar Arl. 18. A niaaa inlivi.\el superior a jfj ar- :
arcidanles, ainda que estes tjam evitados por acto robas de p-so, ou 3W) palmo cubitos le volunte le-
alheio a vnulade do delinquanle. sofT.era' i pena de I ja objeclo de ajuste, e a administraran da eslra-
pri3ode 1 a 8 anuos, alm da reparacao do damno da podea recusar laes Uroaf, se uao Ihe convie-
caosado a' estrada de ferro. rem.
Se, porm, resollarem eoolosOes. firimenlos ou I Arl. l!l. No calculo dos freles as fracees da le-
par o pagamento da obieripc.io, eiigmdo Iroros modei, alm de inffrer as pen.s decrtalas nesle i gua, arroba, eu oulra unidade ero cealas or
tre ou quatro va zea maior, de modo que para rece- i ''< '' praceaiadn como autor do laes conlusdes,! ooidadea inlriras, se eicdere m de 1 r>, e por metas
ber-ae cem assigoaluras he precian dar-se un valor ferimenlos oo mnrles. ; unidauet se estiverrm abano desle limita).
Arl. 97. A pe- ..i que para qo^lquer lim darru- Arl. 110. As tarifas approvadas p-lo g'ivcroo se-
bar matos as vi/.inh.....; da estrada de ferro, deve- ; rao publicadas nos joroaes pelo meos urna ver por
ra' faie-lo de modo que n2>> obstroa os trilhos. semana.
O 'irfraclor tera' lujeilo as cotuinacei do arl. an- \ Nenliuma allerajao nos preros te podera faier ef-
lecedeiile. ferttva aem aununcio previo com um m de anle-
Arl. 88. M alnum dos mine, de que Iralam os cedencia.
dua artigos anlecedenles for comroellidu por orna! Arl. til. Das cargas recebidas se *p.dira um
reun.ao de pesoa. que conslitua sedicil... rebell.Ao | conherunenlo de lalao, cuio numero sera laucado
ou msurreic.Ao, lerS) por ella pumveis como autores com (iota em cada volunte no aclo do
ENCARREGADOS DA IDB8CR1CA O IL
Alagoai. o Sr. Ciaudino Faleao Dial; Baha, o li. D. Dopia
lio de Janeiro, o Sr. Joao Paralra Martina.
EM PERNAMBUCO.
O proprietarlo do D1AI10 Minoei Figuelrot da nrli lu
bvraria, praca da Independencia o. 8
e^iTrP'Ca'l00U0U,"UbrapblCa,amer0rme"leial^^ aseguran^ do Iransilo. Cov-per. confu de S. M. Untann.o.. a sal..facflo
exialeole. publico urim exigir.
Seporem o prejolto for cansado propriedade Arl. 141. Sernpr- que um mesmo fado se adiar
pailicuUr, llavera oprln entre a in temiiisar;ao pelo | sujeito apenas diversas nnpo tawdo e a desapropriarSo total com appru- | menlo, applicar-e-h- smenle a maior.
quadruplo, mi an menos ledulas de 1>, que gozam
aela'lmenle do premio de cinco por ceulo. Seme-
Ihanle proeedimeoln nAo era n esperar de pessuas
que lubscrevem esle Otario de iua espontanea von-
tade, e aem que para isso fossem rogadas, tanto mais
qiiHuIn o diminuto prer;o da sub'cripfao, (o mais
barato de ludoa os jornea conliecidos), em relalo
ao leu f.irin-to e malarias, nao admille augmento
de despeza iem accrescimo de lucros; poilanloei-
pera o propnelarin deala empreza, qoe os mesmos
enliores allendam ao euposlo, e dignen) se mandar
alisfazer suas aisignaluras que sendo diminutas pa-
raca.ra um, lornarn-ie acuitadas para a casa.
PARTE 07FICI AL
MINISTERIO DO IMPERIO.
Decreto n. 1,930 de 2li de abril de 1837.
Approva o regulameulo para a fiscalisac.a'o da segu-
ranza, i:un em virtude do g 14 do arl. I do decrelo n. lili de
26 de jutilio de 1852.
(C nrlu-in.'
CAPITULO IV.
Crcuarao das etlradas ie ferro.
Art. 82. Qualqaer pas cojo bilhela i.oover comprado.
Se por nao ch-garem os lugares, oa por oulra cir-
cumstancia.niha de culpa da a iminislraro, acliar-se
aquella s-m o leu logar, -olTrer esla urna mulla
igual a dz vezaa o valor do btlhele.
An. 83. No prego do transporte do viajinle si
eoroprelieii.te. o rtas suas bagagens, coro tanto que
nao lenham paso maior de tres arrobas, e um volu-
nte eicedenle de 12 palmos cbicos.
Pasaaodo desle peso e volume a administradlo da
Irada podara robrar o respectivo frele.
O enfardamenlo 'as bagagens de maia de um pas-
s iiieim ero m s volume nao dar a eale o direilo
de eicrder oa limites do ailigo anlecedeote.
Arl. Mi. Sa o viajante ao comprar o bbele de*
clarar que leva na bagagem dinlieiro, joias, pedrs
preciosas, ou quaesquar ob|ectos uotoriameiile eice-
denles em valor dos que cummnmmeole constiluem
a bagagem prupria de um viajante, a administraran
tora direilo de verificar a exaclidao do manifest, e
podar cobrar por osle transporte o que con-lr da
tarifa, licando respomavel pelos valor manifes-
tados.
Arl. 85. Em faiia da declaradlo precedeole aad-
miiiiatracao reapondera pelas bagagens, mas, perdida
algama, a eslimacao para a paga sii compreheude.
objeclos do oso ordinario do- viajanles, e uo oulro<
valoras nSo maotfestadus, embora prova que atis-
liam.
Art. 86. Sa administra.;-lo vend'r para a meima
hora bilheles q i etcedam as f-oilJ. le do comboio,
seri obrigata a fatar partir nitro comblo sem mais
demora do que a indiapensavel n' polica da estrada e
I seguran.;. do transito. N3o o I i/.-u lo,lic.u,i sujei-
ta a commirta^an do arl. 82.
Arl. 87. rXenhuin comboio podera parlir de urna
estaban, sem que o maclmmta examine com muiu
part -ulandad.! o estado da locomoliva, dos carrui de
proviso, e doi frcios, e em geral o.le lodos os ou-
Irns carros.
Arl. 88. Nao se tara signal de partida ante, de se
fecllarem as portinholas.
O dilo aignal se repetir' dona mnutos depois, e
l enta.i se por.' o comboio em uiovim*nlo.
Arl. 89. No iolervallo entre o prime.ro signal de
partida e o teliuilfvo, ninguem podera' entrar ou
laliir dos carros, excepto por forja maior, retardn-
dole nesle caso o ultimo signal.
Arl. 90. Salvo caso de Torca maior, ueohum com-
boio devera' parar senao nos pontos aiiuun -tajos ao
publico.
A parada onde hoover desvias nunca lera' na via
destinada circul-jao dos trena.
Art. 91. a veloetda.le dos carros sera' diminuida
300 bragas antes da q.ialquer crurameuto ao nivel.
ou qoa'quer poulo de parar, por forma que o com-
boio paisa parir completamente antas de anegar a
qnalquer do- dous pontos, te asnm o esigirem as
cireumstancias.
Naa eatacps a di iiinuiclo devera' ser fti que as
m regra precisem de novo impulso para ebegarem
machinas aolog.rde desemnarqu**.
Arl. 92. Em qualquer estrada de ferro devera' ha
ver um regimeulo de sign.es approva Jo pelo go-
verno.
Alm do leleeraplio etectrico e dos aignaes usados
nos comblos, se empregaro siinaes filos na esl.a-
da .las eilajes, as cruzamenlns ao nivel das ras
publica*, as b'furcajes, e ero lodos os ponina que
pela maior possibilidade de acci lentes se poderem
considerar pprigosos.
Arl. 93. O goveruo lera' senipre o direilo de
exigir piecao.;oes especiaes para as fortes rampas e
longos subterrneos.
Arl. 9i. .\eoitun comboio de viajantes podera'
exceder em veloci lade a cinco leguas por hora, n.-m
ni de mercadoriaa a (res. Esla velocidade, porm,
podara' ser elevada com cousenlimeuto do gi-
verno.
Arl, 95. Ooleos (rilhoi forem assenlados ao lon-
go de urna ra, franca ao transito ordinario, a velo
cidade nao exceder' a duas leguas por hora, ou se-
ja motor o vapor, ou a lorrj animal.
que
\ P0CIR\JAJILI(IADE.
PorAbsknio Houssayb.
(a manclui no sol.
Pernal que era curi.no para o espirilo, em um lem-
po em que tantos procuran) o ouro, esln lar aqu.lles
qoa din la procuram a felicid. le ; eslea aAo os alraza-
dos. Decerln, nlo he par ventura um estado digno
da philnsophia contempornea o de lodis as aspira-
(Oes par. o ideal engaador Dizr como lem alguna
uaulragados demaujiido aa maigena uiacrssiveis da
l -lio da l#. nao sera preaervar do* abysmos aquelles
que quereio avsnturar-se ao mar ".'
E-las historial serao ni i vanadas pela cor e pelo
aenliruento, vito rue a feltcidade dssle seria a des-
grana daquelle ; porm de todas essas nao resahira a
inesina nio-alida.le : qoe a feltcitade he o sonhodo
du -enainle, memo hora da mora !
Em Paru ha homens que passa.n por fczes, a que
osa* U'n pauco menus do que os oulros; porque
ninguem Ibes reconhece e-pirilo. nem tlenlo, nem
carcter. Todos dizetn tmenle: he um homem
feliz.
Miiortj Weberistein era tilo por lal.
Alberto he um verdadeiro Par siense dehaixode
ana mi-car i de alctn Rlieno. Naceu em Paria, e
nao cnerva como lembranj-a de g.ia ori^em, senao
miiI.o Johanniberg viudo das v nlns de la av. pri-
m i 'iu certo grao do principe de Mellernieb.
Nasccu entre banqueiro*. Aprenden a chorar, rir
a canlar an sim das pejaa de cem sol 'os. Por isso
quj.i lo esteve no collegio, e oa profesores lite ensi-
lambem oa que o forem por qualquer de-las crimes,
embora o Km delles fos-e diverso.
Arl. 99. Os empregados que por omis'ao ou ne-
gligencia derem causa a accidentes, se desles nao re-
sollarem ferimeulos ou morles, serao punidos com
as peuai e-tibel.ci.las nos regulamcnloi da es-
trada.
Ilaveodo ferimenlos ou mnrlea, lerao alcm disto
prnessaados e punidos na forma do cdigo cri-
minal.
Arl. 100. O machinista ou foguista que abandonar
o comboio antes de completar a viagero redonda qoe
principioo, sera' punido com prisao de 6 roezes ate
2 unes, salvia admtuislrajao da estrada o direilo
dedemi-.ao.
Art. 101. Qoalquer comboio podera' transportar,
alm das mals do crrelo, cartas dos particulares,
selladas, iuotiltsando o sello por dous tracus de
tinta
A admini-lracao da estrada de ferro nio lera' res-
ponsavl pelas cartas sem sello que ie acharem as
bagagens ou occollas sem colpa sua nos volumes
transportados.
Arl. 102. He prohibido a qoalquer passa-
geiro :
l.' Viajar nos carros sem bi I lete.
2.- Viajar em Carro declasie superior de que faz
menjao o seu bithele.
3." Lntr-r ou sahir sem ler pela porliuhola
o guana designar e abrir.
4.- Sabir em qualquer lugar que nao seja no- pon-
tos da e-t.icao. e eslaudo o comboio complelamiule
parado.
5.- I'asaar de om para oolro carro, ou debrocar-
se para fura.
6.- Fumar durante a viagem, excepto em carros
designados para ele flm, se a adminislracao julgar
conveniente e.tabelece-los ; e as salas das eslac/Se,
eniqosntoih permanecerem senhoras, salvo se a ta-
la Jtver aquelle Ir-uno especial.
J.' Entrar nos carros embora com bilhele em es-
lado de embriaguez, indecentemente ven lo, ou le-
van lo coms go caes ou pacolilha que aos ootroa in-
commode, ou materias inflammavris ou armas de fo-
go, salvo fazendo ne-le u limo caso verificar por om
empregado da estrada qoe a arma esta' descarre-
gada.
Arl, 103. O) ces naderan ser transportados com
mordac nos carros de animaes, aos nrec.ua da tabel-
la paro carneiros.
A'l. IOS. Qualquer individoo que infringir ai dis-
po*nes lo arl. 102. sera' advertido com civilidad.-
ueloienipregadas da estrada de ferro: so dai.ols de
I. a 2. ad.naeslacao persi-llr na mfrac(;?o, sera' pos
lo tora do eslabelecimento, reatituin lo se Ibe o va-
lor do bilhate que bouver cmpralo, se nao tiver
comerado a viagein.
Se a Infniecl .1- alguma das referidas di*posice-
for commellida durante a viagem, lornar-se-ha nota
dotado, e proceder te-ha na fnua do- arls. 55, 57
e VJ, ali.n de ser-lhe applica la a malla de SOS a
ou? em que inrotrera'.
C.i PITUI.0 V.
. Trafego e cobranza de la.cas.
Art. 105. Qaalquer larifa \t freles de urna
irada de Trro cunte, a' precns distiodo
goiulea claasea :
I." (-nera de irup irla -,-,., em geral.
2.' Dilo de e\porlai;3o."
3.- Dilos alimenticios, sejam importados, ou pro-
dunlos 00 paiz, nao compreheudidas as bebidas es-
pirituosas.
i. Carvao, lenha, malerUa para conslroccao, ex-
cepto madeira.
>. Estromes e oulras substauciis de utililade a'
lavoura, e rte valor intisuificaiile em relacao ao vu-
lume.
6." Madeirai em geral.
7.- Auimaes vivos de difiereoles especie.
8.- Viajantes tas Ires classes.
9.- I.ocniriuims e carros de qualquer especie. '
Arl. I(i(. Ai Ir* p,imelras clasaes serao tandas
por areatw, para cada legue,
A 1 a e 5.a por palmo cubico.
A /. e a 8.a por cabera.
A 9.a por cada legoa.
As madeiraa, por palmo de cumprimetilo, classili-
caodo-se as hillas e laxando c.d
rado.
lo recebi-
menln.
Cada 111.11 somenle abrangera as cargas qae forem
remetlidas de una vez por unid pessoa a oulra,
oo orna > Art. 112. A reinessa far-se-ha pela urdem da
noroeracao. salvo convindo o dono na demora.
Ooem qtnzer ser preferido para orna remessa in-
mediata, com preterido de oulras cargas, pagar
frele duplo.
Arl. 113. A entrega dai cargas se far, median-
te rdstilutc,ao dos cnuliecimentos. os qoacs, inuHi-
sa.loa por um carimbo na eslavo que tiver feilo a
entrega, serao devolvidos que remetiera as car-
gas.
Arl, M. Em falla do conlieeimenlo. a pessoa
qtiem forem enviadas as cargas, verificada a sua
dentidade a .-ntenlo da administrarlo, podera re-
cebe-las, pa...i !,, lecibo ero um livro de taiao.
tsles rec boa para os fins do arl. 113 sobslitoirao
os conhecimenlus, que ficarilo por elles aiiuul-
ladns.
Arl. 115. Km falla do recibo precedente, apre-
senlandoe o cunliecimenlo sem o carimbo da en-
trena, sera a aduuuistrar,ao da estrada lesponsavel
pelas carga< extraviadas ; salvos os casos em qoa
na forma das leil ceisar ela responsahilidade.
Arl. 110. A re'pausabilidade porm comprehen-
ctere snmenla o Valor leal e mmedialo dos volumes
extraviados, e na < os lucros que desuaeolrega erara
esperados.
Art. 117. O trafago das cstratas de ferro, pelo
que loca ai avarias dos gneros, ficar sujeito < dis-
posirOes do cdigo commercial, sem excepcSo al-
guma.
Arl. 118. Qoem declarar falsamente o contando
de um 0.1 niaii volumes para pagar menor frete,
era obrigadj a pagar frele duplo dos ohjectos nao r-,,*, ",',!,'
manifeslados.
Se ante* de descnbrir-se a fraode exlraviar-se um
desles volumes, so podera reclamar os valores de-
clara ios, embora prove coucludenlemeule que outro
era o conleudo.
Arl. 119. I',riera qualquer pessoa reunir muitos
volumes em um l, a pagar o'frele desle, com lano
que :
! Sa conlenlia nos limites de peso e voluntes fi-
vagao do coverno.
Arl. 128. As minas de eariSt) que forem detM-
berlas dentro da zona da unn estrada de ferro, po-
derao ser exploradas alm deatei limites, embura
penetrando em terrenos Je particulares, pagando-ae
as iadenniaa(Oaa qoe forem devi la-, sem prrjuizn do
que a lal respeilo dispozer alegislaoHo que regular a
explora,.,! e a lavra de laes minas.
Arl. 129. A coucaas.ln para I .vrar e aproveilar as
dilas minas e as de pedras preciosa, ara ou qual-
CAPITLI.O VIII.
l).sposii;oes geraes.
Arl. Ii>. A administr.rao 111,1 vidual ou collecli-
va de urna estrada de Ierro lie civilmente responsa-
vel pelos dainos que rausarem os cus empregados
i) 1 exerricio de suas fungues.
A. 143. As estradas de farro com todas as obras
anneaa menciona las na planta de que trata o art.
31 a-sim romo o Irem rodante, utensilios, mubilia
das eslarea, e toda as cousas necesaanaa ao trafeg,,
ftmin^. ;q^ ..?u' a e;l0*""i V""."' .PfT e,r'* da I.nha. nao ,ao sujeilas a penhora
iniiina. e-, ou us traball.os deunilivos da estrada de nem a qoalquer ncc.lo civil.
farro, sera reglala p-la legislado concediente a i Esta isenro niau comprelien
este objeclo, e petos contratos clebrados. oa que se ;i 1 h-i i- ao Irafegi.
Arl. li. As ,-slradas de f-rro 6,1o inalienaveis,
salvo por doaa|iropriar;ao do goveruo nos casos em
q.ie couhe-me communican to as referidas autorida-
des esta prova de benevolencia e apreso do governo
de S. M. t.ntaanica, e ulferecer-llie oa m-us pro-
testos deaoli.da etima ronsiderai;aolleuveuulo
Ausuato ato Mag.ilii.io- i -que-.Ao'Sr. II. A. Cow-
per consol de S. U. Briuumca.
celabrarem cotn o re*peetivoi emprezarioi.
CAPULLO VII.
InspeccSo por parte do governo, e impesicao
de penas.
Arl. 130. Um engenheiro fiscal por parle do go-
verno exercera eonilante intpeecilo obre o eslado
de luda eslra ia e suas obras, sobre o material ro
ranle, esobre o pro, chinelo da adminislracao da
eslraria de ferro.
Expediente do dia 2 de noverabro.
Ofiicio Aos Evins. presidentes da provincias
dn norte, parlicipnido a fjuliii.uc.i do li.n.quilli-
dade de-la.
Dito A> director da faculdade de direilo, in-
leiraii.ln-o de qoe, segundo foi rommonicado pela
sec.i'laria do imperio, fora por" decrelo n. 1991 de
de I i de outulno ultimo dividida em duas a aula
de inulez francez do collegio das arles.Deu-se
aciencid a' lliesouraria de fazenda.
Hilo Ai Dr. chefe de polica.Valo o qoe ex-
poz V S. em aeU oflicio de 30 de ouiobro ultimo,
tr. ssso Cntri,o,sal-a -ce"ao -! S^.??5~rS r?5rit
Arl. 115. Sampre que i administrado superior,
ou dirediiria de qualquer estrada de ferro tiver sede
aprehender' ai propriedades
fora .lopaz, sera.i nereidas por seos agentes, sope-
rilendenlea ou representantes no imperio, as func-
c.Oes, que ueste regulameulo se comm*llem a' admi-
O engenheiro fiscal podera ler os ajodatilei que a : "'ae*> q-iaudo forem de nalureza que em couse-
governo entender necessarios. I quencia de sua amencia nao possam er por ella im-
Cada um delles qiiando viajar em servioo lera' pal-1 dlaUnuBll preenclndaa.
sag>m graluila em qualquer comboio pa'ra si e uro Arl- ''' A palavraAdministraca.i emprega-
criado, sem que todava possa Irausmtllir esle di- 1 la em dlraoa arligni cima esl.belcci los, co.npre-
reilo a oolras peasoaa. hende nao s a adniinisliacao superior da estrada de
Arl. |:f|. O engenheiro fiscal examinara', sempre fe"'. ">mo qua->quer ageulea aeus, segn lo as at-
que asaim o enleu ler ronvenienle, os livros de re-: ,r|buir;fiei de cada um, na ronformidade dos respec-
ceila e despeza, e lodos os mais rclitivos a' circula-
{10 dos Irens a cobranzas doa freles ; e lera' o di-
reilo de exigir e colher es.lados necessarios para os
iraliaiii.is estalislicos quo hoover de apreienlar ao
governo.
Iiv.n estaiot s. contratos ou insiru-res
Arl. 117. Oscainuihos de ferro con-lruidos por
piriiculari", dentro da aua propneJade, para o seu
uso piivado e de soe familia, ou de toa inlu-lrn
particular, nao serao sujeitos a's J;-po-i._.,*i desle re-
Arl. 132. O engenheiro fiscal participar ao go-! Si''niento.
ven.o na c.irte, ou ao respectivo presidente as pro- Arl. 118. Se algons propietarios vizinhos enlre
virrias todas as infrarrOes dos regulameulos, mslruc ; sl J* c""ibioarem para conalruir um camiuhu de fer
rOesoo cuntais, que'commelierem s administra- foj'lenlro das propriedades dos asaociados, e p..va o
ooes da ea|,ada de ferm, se estas a primeira adver- eu U!0 cluaivn, ain ia nesle caso escapara' o dilo
tencia domesmo fical uo se derem pressa em corr
gir o erro ou abuso.
O governo mandar ouvir a paile acensa la, abm-
donando em legaida o negocio, 00 remellendo-o a
neelto doa neaocios do imperio do con-elho de estado. ,
coufurm julgar ou nao o caso merecedor de 11ro-
eesso.
Arl. 133. A aaecJJIo dos negocios do imperio do i
conselho de eslado, nos casos a que te referem os
a arligos precedentes, podera', ae o julaar neces-
vir novamente as parles; feito o que julgara'
sem appe|lar;.lii, polendo impar inulta te t-.OOO?.
Arl. 13i. O ineamo prnce-so seguirac vas as
qoeixas de particulares contra as adiiiin>a>
es-
para as ie*
urna e.n sepa-
Art. 107. Podem sor exceptuados dos precns ge-
raes da tarifa, e pagar maior frele :
I." Qualquer masa iodivisivel potando mais de
10 arrobas.
2.- Qualquer volume excelendo a 50 palmos c-
bicos.
3.- Oa ol.jectna de maior responeabilidade, cumo
lou.;., vidros, mobilias, pianos, e outroa.
4.' Os de con lucra 1 pengosa como pulvora e uu-
lrs materias inllammaveis.
5.- Os de grande valor, como nioeda, mi;..,- pie
cto>os, e oulros desla n.lureza.
xados no arl. 107 j-g I e 2. e a'l. IOS.
2.- Seja o volume total lemettido a urna ni pesoa,
para a dislriboit;^,..
Arl. 120. .\ p.'.s.ii que infringir as disposijes do
artigo precedente Bear aujeita ,1* commt.iai;es do
art. lis. E extraviada o volum\ s poden ler ac-
Ctta contra .1 a.lu,ni-iraca. 1, a pessoa a <|uin eri re-
inolitdo o volume total, e nlo cala u .adaquellaia
quem se desliuavain os parcias.
Arl. 121. Se inorrerein .inima-s Iransporlados por
una eslradi ,ie lerr.i, smenle se polera cobrar o
si-u valor, provan !o-se que por culpa da adminis-
tia^ao foram demorados mal lempo do que era ne-
c saario. que foram maltratados durante a viagem 00
oxcedidas as lolagM dos carrus.
CAPITULO VI.
Das minas e s .blcrraneo.
Arl. 122. O direilo .le d-s.p.0priaco xercido
por qualquer empreza da estrada d ferro, iu livi-
dual ou conectiva, calende ae ii5o somenle aos ter-
renos e beinfeitonas compreheudidas lias plantas,
mas tambein s minas de carv.l.. de areia. e as pe-
ir.iras, ou quaesquer mateiiacs necessarios s cooi
truccSes sita las as miohaocata da e-irada.
Arl. 123. Os proprietarius ,le laes minas oderao
evilar a desapropuprilo "
ajole amigivel e pr(
na ua extracta 1.
Arl. 11. () m-imo direilo subsistir, nao lu du-
rante a conslrucjo, m.s lambem
de
estradas de ferro ; ne-ias p -rem os queixoaos pnderao j
requintar que a secedlo dos n-socios do chafe do im
perio do conselho de eslado lome conlieeimenlo da
queixa
Arl. 135. ||e complenle, para fazer as adverten-
cias e intimacoes de que traa o arl. 101, o comboio i
vu quem sua- veze- li/.er
Quando p.ireiu u futo se d,>r em omi estato, a
pes.oa que fr intimada para religar se, em qualquer
das hypotheses daquella artigo poder' appeliar para
o engenh-iro fiscal do governo.
Se o fado tiver logar aa tacara n chefe do com-
boio, lugo que sej, pussivel, sem pr-juiro do'servico
lavrara' larmo delle com a sua Baaiganlura. e camiulio a' aejao do aoverno, embora (eolia por
lenno'.uma ealaetjo de ealrada de ferro.
Arl. 149. Nos dous ultimas caaos, o camiuho de
fero nao podera' tomar a frele viajanlos nem cargas,
-em lice 1 do governo, ficando porem sujeiloa pelo
Tacto da concessao a regr.. geral das estradas de fer-
ro, no que forem apulicavei*.
Arl. 150. Os raimes de qualqoer espacie, que fo-
rera necessarios para chamar fregurzia para a estra-
da de ferro guzaro sempre do d.rcilo de deiapro-
priacao dos respectivos terrenos e bemfeitonaa. Es-
tea rarr.aes porem, em regra nao erao p.ivilegiados.
Arl. 151. I'odas as pl.ntas, se-coes e i|ui-squer
das desenlio* relativos a' estrada de ferro que liouverem
lo -er apresentados ao goveruo, lera.i'as respectivas
escalas com a refereucia ao plano do Brasil, igual a
22 cenlim-lros.
Arl. 152. O governo lera' sampre o direilo de fi-
xar a nalureza dos eixos e rodas que podem Irabalhar
em urna estrada He f-rro, ronfoime as velocidades
que nella forem pennilli.las.
Arl. 153. Os Ivrus da receila e despeza, os da eo-
Irada e saluda de merca lona,, e quaesquer que se
lulga em importantes, ae'3o rubricados pelo presi-
dente da rompaohia quando esle fr do u ,meac,i 1 do
gouerna, 110 caio contrario, ou na ausencia ou falla
daquelle, p-lo engenheiro fiscal.
Qualquer dos dous podera' incumbir a lubrica a
duas leslemunhai de vista. Sera' respnnaaial civil e | Pe*'oa de sa* co,il''aiica, por despacho lanzado na 1
criroioalmeole lelos ahusus qua cumineller n exer-
co desla faculdade, presireveiiJii ella responbilida .
110 prazi de seia mezes da dala 1I1 termo.
_8l porem o chefe do conibio exp llir algoein, e
nao lavrar o lerino cima exigido 110 espado de 21
horas. aolTrari' a mulla de 509 a 100?, alem da r-s-
pnnsahilidade civil criminal, que nesle caso nao pres
crevera no prato de (i m.-zes.
Arl. 1.)o. l'ara a unp ,sica 1 das mullas deccladas
nesle regulameulo contra pessoas eslranhaa a' admi-
niatracl. da estra la de ierro, o engenheiro fiscal do
governo lera' a mloridade que lem os fisca's rouni-
cipaes para as mullas pr lnfrae{3a de posturas.
As que porem recah rem em empregados da es-
rala serao impostas pela a Imimslraca'o. A esla pei-
1 unios e nutras, e, no caso de urna coiopa-
?..!., ? ?od*rto J1 f"5'1 P'l" Jo funda de reserva.
forneceiido os maler.ae, po, 4 Arl. 137. Com a declararan d ,s mulla- impu.
a r.zo.ve.s, conseot.olo %r.nhu. assigna las pelo en.enheiro fiscal do go
uUW. -i..- j n", Podera' a adminislracao cabra las execulivan
ur^n.r, nhe "il0'"1 <' "'l"Ca do .nuenllelro.
1 daraalo .1- obras aacaal.. *, pr.Jo.aui a que se referem os artigo. 26 ';!"""''
xig.rem o emprego 96. 97 e 126, oa. da daapeaa fe.ta por conta de p7-1 t,n r"lla <"
reparos que e
c dos maleriees .....r--t> 1 -. = .so, ai. oa usipiaa tena por coma de pa
Arl. 125. Aa padrairai e m as aai.il.. > .i. c,,,a^", em ,,01l,ri,r oerem qoe Ibes periancerein.
tralos de meslres qoa lcam eclipsados pela
1 do qos.lro. Em vez de olharem para o seu
que dis diase-lne um
estes retratos de
riqueza do qusdro. nm vez ae oliiar.-m p
emblanle lodos ol av un p.ua o sea ouro.
Nao era como Funlenelle, queliuha as maoscheias
de verdade e nao qoeria abr las. Elle abra suas
maos eheiaa de ouro. Nao linii. em sua cmara mais
de um quadro: era a Candado de Antli del Sane,
o qual copiara quando esprava ser pintor. Nin-
guem pedia-lhe daas vezes que dsse eamdas p.ra
urna ebra boa. oslava de sahir a p por doas
razues : primeira para percorrer as casal dos merca-
dores de cousas velhls, segunda para dar pe.aoal-
menle rsmolas.
_ Como ocultas o luiz
dia um -.u am.go.
11* para nao desanimar aquilles que da.i um
sold, responleu elle.
II
Veio a revolucao de fevereiro.e arruiooa-o de re-
pente, porque ol n3o qoiz arruinar os oulros. Fa-
gon a lodos excepto a ai mesino. e correndo ollici-
na de Eugenio Delaeroix ilisse-lhe ;
Euilim eslou livre : lenhp iodo o meo lempo e
nem um bolo, tlaslei os ltimos loizes para com-
prar um palhela e piuce* Tambera lenho direilo
ao Irabalbo.
Eng-nio DaUerail que he grande piulor plnloso-
pho, ahraguu o por esae bello rasgo de re-ign-i;a 1.
Purem, di-se-lbe Iri-iemenle, se todos aquelles
que nos compravaro qualros se pozesaeni a faze-los,
ae lodos tein direilo ao trabalho, nao p le mais lia- '
ver arte. Alm diijo sou Oau roeilre. Va ao I.ou-
vre.pinte durante ora anno lisuras de Paulo Viuro-
ne-e, no seaunlo annu o Anliope de Corregi, uo
t-rceiro piule >ob a inspiracSo da Leonardo Veci.
Depo s e.a pintor, porque se nao tiver o genio un
si, ha de enlidar-se uo fim de seis semanas.
Alheilo conhoceu que ja era larde.
Elou destinado a arraalar minha cadeia de oa-
tadaa sem aaaauelas qu- forero p.e.criptas pelo g .
ve.no, oUi 1. a adiniinslrac.au, em relacio a segu
ranja do trafego.
Art 12(1. Se qualquer pe.soa parlicular uo m-t-
moo Estado abur auhlerraiKo p .r haixo de urna es-
trada de ferro, em busca d'agua ou expl .raudo mi-
na, ou al,rinda va de .-..uiuiun:,- 1 ,. ou para qual
quer nutro fim, ser obrigado a fazer as obras de s-
gurauca iiecessarias; e no ca-o de desastre, oo da
deterioraran causado 1 elo loblerraaeo estrada de
ierro, sei reapoatavel nao s pela prejaizo iinme-
aiato, mas pelas perla, e dainos resultantes da in-
lerrapcao do Iraleco. S?ndo pes>a parlicular, pies-
tara previamente Banea a cutenlo da a liniinslra-
caoda e-Ira la de ferro com recelo para o goveiuo
. corle e p.ra os pre-nleiu-s nas provincias.
Arl. I-Ja. Aos mesiii s onus tica suJL-ila a admi-
nislracao da estrada de ferro, que abrindo um sub-
terrneo para qualquer lim, preju linar urna via de
He preciso que eu veja-lhe os ps, disse elle
Ipri -s indo o pasao.
Na. era assaa phv-iononnMa para ver os pes de
orna iuu!b 1 aem olhai para elles.
Nao -i -in 1- mais nn lempo em que vinn-se os
pe de urna mulher de qoalquer lado que ella pa-
s,vse Os vestidos de cauda foram inventados pela
r.imha Baritas queliuha pe-arandes.
Mas os pes da moca uaoiahiam debaixu
lido.
do ves-
lodavu, disseAlberlo, o qual linlia-se adian-
laio baat.inl. para vitar ao encontr della, nao
permillire jamis que roeu coiac.lo se enamore de
engenheiro.
Art. 138. Em todaa a quesles relativas ao aliara!-
menlo e altura dos moro, ou paredes divisorias en-
lre a ealrada de Ierro e os viiiuhos, abertura de por
las j mellas, oculo', .111 (.estas em lies muros ou pa-
redes, heiradas de lelhados, canos d esgulo, e re-
cuamcnl. de conslrucces e pl nlatej, a admiuis-
l'ai.ao da eslra la de ferro lera' as in.suias faculladea
que as cmaras mmiicipaes para regulatisur e afor-
moaaar as ruaj poblira>.
Fleario salvo, em lodus o casos us recorsos do ar-
l'g" .
A'l. 139. Naa reinci I -ncias da mama InfraeeSa a
inulta sera' luccesivamenle o dobi o, o triplo, o qua-
druplo. etc.. ate pr-f./er a qq.nliada 1:000?.
Arl. 110. Se alsoma (airada def.no ae concluir
sem as obra- de pinlercl.i ev.gidas ne-te reulamen-
'". o govera. ordenara' a cnclusso das meuiai
obrn ; a conforme a gcvidale do caso, podera man
dar multar a admiDarae|a por lenielliaule falla, e
(..iu "fas. elle .lac 11 (.... > .- .. ,...<> .,.<> na .1., .. ^ v...
riquezaa, elle deciiio 0111 su, sal- loria que os philo-
sopboa I,oh 1 i, razao. Ourira nlllaf tanto de dinlie-
rn em casa que a scieueia, a lili.r,la le, a po?;ia pa-
r;ci uii-llie as verdadeiras deosas da fortuna.
Quando lhio d collegio invejnu muilo a lorie doa
rapazas qoa tinham esludado coro elle, e que linham-
se destinado ons as -rlea, ontrta lelraa. nutro, s
armase ih viagens II- verla te qe a alguna des-
loa elle einp.e-lara um lui/. leudo anacida banqueirn
i.i era o banquetro 111 parhbit* de lodo, us seua ami-
gos, ; mas ditia que ieu .linheirn estarla mais cun-
leti e nas m.1os delles do qoe nas auaaj
Retido nos d-v-rea da casa, quero dizer, do hancn ,
paterno, elle nAo %i\a ailisf-ilo Sin mocita le Ira-i le
alo. la tri ii ui-ute a It -I-a cui lando no Mu- pois que Miau arruinado, arho-me como u
Alguna das depois um dos reis das linanjas clia-
moo-o e pedio Ihe conselhos sobre novaa n'lililui-
;es de crdito. Elles eslavamcomo no chaos, Alber-
to mil ,1 iu/i ah a lu/.
A replica ihe dever sua forluna, disse-lhe o
liiianceiro poucosdias depois.
E; Ion qall. com ella, respondes Alberto.
llei de l'orca-lo a ser novamente rico.
Oh nao seria precito orcar-me ; cada qual
( deve reinar-se sua surte. raS i rico, bel de mor- I
I rer riOO. Mal, como dize.n os r..mancilla., a rique-;
1 za nao d fadiei ade. Se eu lives.c naseidn pobre I
pro de vento vmlu da ra do Ilelder e
saia da moca, e levantou-a a
Qoe lindos ps disse
portado dea I mi r-i; .lo.
A mor,a corno, mas agradeceu-lhe e Ma. lanos oulros linham fallado somenle de suas
bellezas mais visivea !
Eran smenle onze huras e ineia. Don le vinha
acia moca com l.lo potico semblante, e 13o lindos
pe':
Se ao menos eu loubesse aonde ella vai ? dis-
te Alberto a si roesmo.
Eu o sei, reapundeu-lbe um amigo, o qual
via-o representar essa comedia sentimental, e collo-
eu e dame delle com soa consciencis. Aquella
moca vern do amor e vai ao amor, as-im como Al
Deilo Weber.len vein dn dinlie.ro e vai ao dinhei-
ro. s,i lanihem que se o dinheiro quer conhecer o
amor, o anuir quer conhecer o dinheiro.
Ah s lu munntirou Alberto eem dar-lhe
illenrau. N.lo he lio linda '.'
Hela, linda qu.nlo i rico, l'or isso e arrio de que o destino doa amantes laucou a vo.rjj
don- nesle paaseio para qoe aquella que procura o
amor encontr aquella que procura o dinheiro.
To calumnias aquella moca, lie leuma he-
rona de Shakapeare. Ophelia, ou Julieta.
Sin, Orhelia 01 Julieta que acaba de almenar
um roit.becf e que passea cun o eipelho de coto-
vas.
Aquelle que tala fallava era um pncla, um sim-
ples poeta que vinha ao pas-eio ganhar aljmnaa pe-
cas miodat. Nio cria em na la, nem mesmo em seui
vrr-oa, o qoe he n ultimo grao de scpti. ismn.
O man poeta dos dan era o banqueiro, porque
conservara a naocidada do eoraealo ; o poeta gastar,
o seu como uro fillio prodigo q
urna mulher sem que eu Ihe lenha valo os ps.
1-. un o foram Mtilfeitoi os ena de-ejos. L:
i A1?'!-" ei!C'""ruU a PS*a'"i,niaile'>"'raqueabsoMe",'ma's' r'iq'e'ui
ti os lomozelos. n0 l.orrivel o esl.ondoso feslin que cornaca na llol-
eii- am voz alta Irans- sa e termina na pissagein da Opera.
Alberto cmpallideceu, o diste :
Irra he preciso que eu corra a dar ordena,
Veudo quarenla e cinco mil francos de renda,
diz'a um. vendo noventa mil, dizia outro.
Em urna palavra lodos queriam vender. Iteceia-
va se urna folie baixa. (joven banqueiro elava
sobreca.regado de mil e um valoies que iam perder
viole cinco por cenlo.
Ah meo Dos disse elle repeolitiamenle ao
amigo, perdi a noca de vista.
Mas o p.ela nao 'eslava lambem mais ah. Venda
[11,1.4 n que lloha, e o que mo linlia.
Durante um maz Jli e. 1 lechou-se em seu Banco
as-im comoem urna cidadella atacada. Punha todas
asem rnavmento para conjurar a baixa.
folli
Arl. 154. II .vera' em todas eslai;et um livro ru-
bricado cuino os precedente!, no qual os viajantes
e-creverau as queixaa que liverom contra a adminis-
lracao da estraJa, aisign niuuhaa.
Arl, 155. QuaLiuT eslra l.i de ferro devera' eon-
ler marco, da quailn em quarlo de legua, ou de
750 em 750 braijai. Os de leguas lotelrai te disliu-
uirilo dos oulros pelo seu lamanlu
Arl. 150. Os Contratos anteriores A este regula-
menlo serao ob-ervadoa, anda na parle qu. a elle se
o|ipuzer, guardada a dupuiiclo do arligo seguale :
Os que se celebraren) para o futuro, resneilarau
sempre ai presentes estipularles, sob pena de nul-
lldade.
A lem actualmente con [ralos com o gaveron, reclama-
r3o no prazo de 8 meze- da publicrao desle regula-
meulo conlra as dispinijes que Ibes parecerem con-
a stus coiilralos, os quaus nesle caso aerAo
e re .|...-i].i..-i i no praxn marcado, eulen-
iler-se-h.i que conerdam m mo iificar os dilos con-
tratas de c.informidade com as presente! disposic s.
-xrt. \.ds, O prsenle regulameulo nao sera' exe-
Cuialo na parle em que tontera dispusieres depen-
dentes de nulida legislativa, era quaulu etlai nao
foiem approvadas pelo poder compeletile.
Ar. 159, Ficaiu revogadas ai disposciies em con-
trario
Palacio do ltio de Janeiro em 21 de abril de 1857.
Luiz Pedreira .-o Coulo l'.rrat.
G0VEERN3 DA PROVINCIA.
i. Secr;ao. Palacio do governo de l'er.iambuc.
31 de ooluhro de 1857.Acenso a recepcan no ulli-
Co qu? em dala de honleiu dirigi-sa o Sr. II. A.
Cawper, conaul de S. M. Brilaunica, 110 qual por
parte de-ua dita mage-lade expresa, os sena acra-
deciinenloa ao Dr. chafe de policio ra provincia, e
s maia autoridades policiaca pelos seus esforz* pa-
ra descubrir o assassino do finado vice-couiul, o Sr.
I huilla/. Gulluti
E sen 10 Irausiniltido aquelle magistrado copia
do cilad,. ollicui, resla-ma niainfeaiar ao Sr. II. A.
IV.
Via pusar-llia em soa imaginaran Invalida pelas
ciras a paluda e bella appa.icao do passen dns Ha-
bano' ; mas debalde qoeria arranrar-se i preoecu-
Baraei para seguir e-a imagem adoravel. I'arecia-
Ibe ve-la vestida de litnl s de ren las. de accea de
caminti! de rerro. de bilheles de Baen, asn'm co-
mo Muzarl enamralo, que via sempre o vestido dt
Sophia Arnuiii I ri-cado como um papel de msica e
pintado com as arias de Don Juan.
V.
Esquecia-me de dizer, como historiador Ral, que
Alheilo linda sempre mais ou menos urna amante
Como era bello e espirituoso, era bem aceito lerri
duvida pelo sau semblante e pelo seu espirilo. De
neuhuroa snrle. Era bem aceito como banqueiro.
Ce-1 imeiile era homem de qualidade, mas na a.irie-
daje caimito lo loa se obsliuavam a ver tmenle nelle
um homem de qoanlidade. E rom que despudor -
lornoa Alberto, por exemplo, na Cigarra e a For-
nicas, he a cigarra qoe lem razia.
Quem te imped de ser a cigarra ?
Dep.s de haver sido a for miga'.' O que me
nipede he- q ie estuu agrilhoad pela riqueza. He
qu ludo o que eali aqui he de lulos. O dinheiro
me poaaue e eu nao poasuo o dinheiro. Dizein que a
uohreza impe obrigajCoa, a riqueza muilo mais.
Sun, conhecemos las v Mudes, mas a riqueza
nao obriga inleiramentc a sacnticar-se ans oulroa.
He prenso viver para si e para suas paixOes, em
urna palana, ser feliz.
Meo charo, os gladiadores Iam uus para a are-
na. Para ir Mcidade nao cuiivem eilar sobrecar-
gado. Com. lena eu o espirito livre debaixodo
fardo dos negocios f Obligado a ouvir cada dia eem
pessoai. dasqoaes neiihuma fallar ao roeu cora-ao
nem ao iiipu espirito. A queslo de dinheiro e-'l,'
sempre sobre minha cabera como a espada de Da-
mocles.
na.i encuiilid quem se eucairegoe do forneciiiietil..
los alimentos que se Ibes devem pr-slar, lenho re-
sollido ,|u > na referida cadeia e ere oolraa, que na<
mesmas cir.-ura-lancias se achai.m, te enlreguem
aos pre-os era dinheiro as diarias destinadas ao seu
su-lento, firendo se no fim do mez a relacao de to-
dos iu qoe ai perceberam, com declararlo do nu-
mero de diaa venc las e da importancia total das
diarias recebidas ; metante estas reUcu-s assigna-
'as pelo cacereiro, ou na falta deste, pela pe>o-
encarregadi da priso, e rubricadas pelo inspector
da prisao cora o visto do prum.lor fiscal da
llie-uurana provincial, ser na Ihesoaiaria abona,
da a despea aos delegados de polic a. lMo que tu-
ca aos reparoa do cadeia do Kio l'urmoso, cumpre
que o respectivo delegado declare a despeza que exi-
ge ra os concedo! indispensaveis, afira de ser ella au-
toriada.Enviou-se copia desle a' Iheiouraria pru-
vincial paia tua dn erran.
Dito Ao desembarga lor Agoslinho Errnelindo
de l.o.lo. 1 oinmunic iu 1.1-lbe que, segundo conslou
de parlicipi,;,i., da secretaria da |ustica, fora 8. S.
Humeado presdeme da relacio delta provincia, por
decrelo de 19 de oulubru. paisado.Fizerain-se as
demait conunuuicarOes do coslume.
Dilo A' Ihesou.ana da fazenli, enviando para
o li n envnenle, copla da nota .1 s direitos a emo
Jumemos que deve pagar Jo- Ma.alhes da Silva
Podo p.ra poder obler a carta de nituralisacao de
cidadao br.sileiro.Commuucou-ie ao liieimu
Porto.
Dito Ao arsenal de guerra, para entregar ao
commandauie do corpo policial aa espoletas arli-
gos de armamento que foram all rerollndos p.|o>
negociantes N. O. Uieber e C. por conla do seu coi.
trato celebrado com a fazenda provincial.Commu-
nieoo-se ao supradilo cororoaudaule e a Ihetuura-
na provincial.
Dito A' adminislracao dos estabelecimenlos de
cndale, diitndo que para poder ser admitilo .
"Jumpanhia de aprenlizea do arsenal de guerra o
menor I! n ventura, de que trata seu uftlciu de 29
da passadu, faz mister a apreseutacao do mesmo
menor na.iu-lle eslabelecimento, afira de ser ins-
peccionado pelo mlico da referida eompanlna.
Dio Ao arsenal da mar 111 lia, determinan lo
que manto la/er no brigue n I,-aren-e i> os repar-
le que Irala o cominandanla da e-taci oaval no
l'echo do leu oflicio constante da co, ia junta.
Cammunicou-se ao cominaudaute da e-lacao ua-
V,i|.
Dito Ao conselho ailmini.tralivo para forneci-
menlo do arsenal de guerra, recointoendando ij .-
promova compra dos parafusus sonidos, de que
'rala o pedj lo junio, as-iguado pelo alinoxanfe do
irs-ii.il de guerra. Communicou-ie ao director
desle.
Dilo Ao c ironel llamingos Allomo Nerv Fer-
reira, deelaraado ficar cedo de haver Smc. pa lado
o roiiimamlo superiur da guarda nacional desle mu-
nicipio ao respectivo proprielano, o Etui. baranda
Baa-\ isla.
tillo \ 1 in-pec-l'i da lliesouraria provincial,
Hiendo em resp.sla ao oflicio era que Smc. partici-
pa que in lo prai-a pela terceira vez a obra do 9*
lanrjo da ealrada do Hurle, deixara de ser ella arre-
matada por falta de licitantes, que a referida obra
leve ser execolad. por adm.....ii-irje.i,.Commu-
nicu-se tala deliberaran ao director das obtlt na-
blicas.
Dilo Ao diredor das obras publicas, scienliC-
can 11-0 do qoe a Ihesooraria proviucial lem ordera
para, em pre>cn;a do compet-nle cerlficado. pagar
aos arrematantes do 1- e 2 leos da ramificaran de
Munbeca as prestacoes a que liv-rem direilo."
Porlaiia Ao agente da comp.uliia doa vapore-
tirasileiros, p.ra mandar Iraporlor para o Par.,' poi
conla do governo, no Vapor u Oyapock o aeuiin I
catete, .egmido sargento Quintino Vieira de Aguiar,
que vai se, vir no Amazonas. Coinrauoicou-se ao
Coinmaiidaiita das armas.
OflicioAo Exm. vice-presidenle dai Alagoaa, in-
leiraiido-o le que se raandou dar passagem para o
Ceara uo vapor ulguarassu' ao capilao de fragata
Rodrigo Jos Ferreira. a que aa refera oolliiode
. Ex. de 27 do p.ssadj.Expedio-sa ordem a' com-
pinlna IVriiambucana.
DiloAu Exm. commandanl. dai armaa interino,
duendo car scieule de ler sido alistado no 10 ba-
lalli.i le infamada, como add do, o recrula Manuel
iu Ilusorio ,e S ,u/i, que foi cousidorado capaz do
servico ena inspecrao .I--hii le.
DitoAo mesmo.A', arca do oflicio de honlem,
em que V. Ex. declara entrar era duvida se deve
remellar pata o Kio Grande do Norte, independen!.
de auloiisaclo do aju l-nle general do exercilo o- dados lolo Mauricio Cines e Aniceto Crra Lopes
que o Exm. presidente daquella provincia requut-
ferido pelo Norte.ai estou ferido pa|o Meloda.
Assim al qoe urna verl-gem lancr-me na ruina.
Sabe como acabar lodo iaso disse um quar-
lo ; iremos todos reedificar nossns caslellos, e culti-
var nossaa larras abandonadas a' zizunia. linl.lo a
F'anoa sera tao rica qoanlo j lio grande.
Oa aruit.'i de Alberto lcaram tao convencidoi essa
uoile dn aba-o das riqueaa, lomando (hi cora agur-
denle de caima e oulroa aromas, que pouco 1 ilion
para rem laucar suas riquezas no Sena.
O qo. recorra moilo a h sloria de Chapelle, lloi-
leao, La Ponala*, a Moliere, que linham-se posto
a camiuho p.ra Imcar-se na agua, depois da lerem
bebido :
Vil.
lou por suspeilns de est.rem envolvido! oa referida
provincia em crune de roubo ; lenho a dizer-lhe qoa
parece deaueceisari. etta aaitorisajflo, vislo qoa a ida
deasas piaras para aquelle lugar nao importa urna
transferencia para oolro corpo.
DitoAo mesmo, rerommendainlo qoe" mande a-
pre.entar ao sabdelegado de S. Jus, ,1 noile, maii
urna palrulha de cavallaria, principiando da boje.
DitoAo commandante superior da Olinda, ea-
vi3ii lo a relacao na qual estao declara ios 01 ob.ecloa
qoe durante o eiercicio de 1856 a 1857 foram for-
11. ci lo, ao 9" bal .Iban sob ato commaudo, e reeoro-
mendando que dos referido, objeclos faja reculher
ao arsenal de guerra os arligos qae for postivel arre-
cadae-ie.
UitoA' lliesouraria provincial, communieando-
Ihe que o amanuense da se retara do governo, Fir-
111111 1 llTculanu ft,pinta Kibeiro, reataamra hoja o
exerciciu do seu emprego, resigoando auim o reto
da licenra com venciinenloa qae Ule fora conced Ja
por podara de 10 de oulubru ultimo.
DitoA' cmar. desta cidade, dizendo, em raa-
p .-I i ao seu officio lubre a retirada dos sida los de
policio empreg 1 lo- no iervi(o municipal, qu. allan-
ta a neceiiidade qae ha da polica para oulroi lervi-
ijos, nlo ha pussivel coneeder-se os loldadoi qoa o
liscaea raclamam na repre-enlarao qoe dingiram
Iqueila cmara.
PodaraAo .cenle da companhia dos vaporea
branlairoi para dar patiagem para o Rio da Janeiru,
por cinta do g -vernn, au goarnao extranumerario
da armada, Manoal Lopes da Silva Aroorim Cont-
municou-te ao commandante da c-tarjo naval.
OflicioAo Exm. comraandanle das armas, aoto-
riando-o a mandar relaxar da prisao em que se acha
o soldado Dionizio P.reira da Silv.. viilo qoe. se-
gunda declara o juiz mon cipal da 1 vara no ofBcio
cnnsianle la copia junta, nao coma qoa se tantalio
accao criminal conlra aquelle soldado.
DioAo Juii noi feitoi da fazenda, cutnmunicau-
do-lhe que, legando conala de participado da lecra-
tarta da juttica, rara, por decreto de 12 de ootobro
altimo. declarado vago o oflicio de escrivao'daquelle
juizo com a clausula mencionada na mesen 1 parliei-
pacao.Communicou-sa .' Ihesooraria de fazeuda e
au lervenluario queoetercia.
DiloA' Iheiouraria da fazenda, dando-lh* scieu-
cta da lerem sido concedidos pelo governo imperial
an deiembargador Jernimo Martiniauo Figueira da
Mello qu.lro m.'zes de liceo,; 1 com ordimdo para
tratar de sua aaude.
Igual communieando lerem lambem sido concedi-
dos iraa mezes de licenr-a sem ordenado, e para o
masrno fim, ao joiz de direilo do Cabo, Fraocuco
Elias do Kego Dantas.
UitoAo arsenal de guerra, aecosandn a recepto~
do poulo dos empregadoi daquella reparlicao e o"
mappa doa aprendizes me ores, lado cuncer nenia ao
mez paseado.
DiloAo patrimnaio dos orphaoa, mleiraodo-o da
ler era vial, de saa iaroinaclo de 2 do crranlo,
l'f'ddo o requerimeutu era que Manoel Joaqonn de
Tanda pede a entrega de tua Hubnnh. llermina
Anglica Soarea, educada do collegio daiorpba.it.
DiloAo m*smo, declarando ler, da conf rmida-
de com a sua informacSo de 2 do eorrenle, defer do
a requenmento em que Mananta Valentina da Cuu-
ceicao pede seja admilli la no competente collegio
sua ti I lia menor Maria Antonia Rosa.
PortaraMandando adn illir ao servir do eier-
eito como voluntario, e por seis anuos, o paisano An-
101110 de Souza Magalhaei, aboii.mdo-ea-lhe, aleta
los vencimentos que Ihe co opelem por Iti, o premio
le :|n i-. Cj iiinuniciu e ao con manda ule dai ar-
mas a Iheiouraria da fazenda.
TRIBUNat. DO GOMtIERCIO.
SESSAO ADMINISTRATIVA EM 9 DE NOVEHBKO
DE 1857.
Presidencia do Exm. Sr. de/embargaior
Souza.
Aill liaras da manhaa, achando-se presntelos
Senhorc! deputados llaslo, e supplenla Ramoi a
Slva, o&r. presidente abri a aessao ; esludo
Oda a acta da ultima, foi approvada.
Leu-te o seguate
EXPEDIENTE.
Foi presente a col.n-.li oflicial de cambios e dei-
cjoIoi.Archive-ie.
DESPACHOS.
L'm requarimenlo de Manuel do I do e Manoel de Va.cancel loa Jnior, direelores da
companhia L"uio Mercanlil. pedindo te maude re-
gistraros estatuios da ni'-iin ociadade.Ilaja vista
ao Sr. te-emli.rgaJor fiscal.
Oulro de Luiz Ama,el liulonircq Jnior, pediudo
1er prvido n'um d.u lugares de correior geral, crea-
do! oliiniamanle.Hajk vista ao Sr. dssembarga-
dor fiscal. s
Oulro de Bernardno de Vatcoucellos, pedindo
om dos logara de correior geral desla praca.__fjjj>
villa ao Sr. desembarga lor fitcal.
Uuiro de Keis & Companhia, pedindo ie Ihe mo
de reantrar o seu contrato locial.Ilaja vista ao Sr.
-leiembarr-ador fitcal.
Outro de Joao Pinches, pe lindo que o respectivo
empregado certifique se Eduardo llibberl Wjall,
esla ou nao matriculado commercianle de grono
trato.Como requer.
Oulro de Daniel C-sar Hamos, |, din,lo o registro
de sua nomeacao de caixeiro da vtuva Amoritn A
I-Olios.Keeislre-te.
Oulro de Francisco Mamede de Almeida, iufor-
mado pelo Sr. deiembargador fiscal, padindn um
ios lugares de correior geral deala praca.Preile
hanga peraole o juizo especial do commercio.
E mais nada havendu a Iralar, o Sr. presidente
encerrou a -e-sao.
^ao le aisosle, meo charo Alntrlo, a (siiada
de Damocles nao cabio nanea.
He justamente por nao ter cabido que ella
h mais lerrivel. I ..ib indo potera fra'lrar se o
golpe licando sobre a cabera de qualquer, mata-lhe
o espirito. Aquelles que na > aa millinnarios per-
loem-me, se fallo asnm ; bem tab>m que nao le-
nho a f.luidade dos milhfiei. Cor reg minha
riqueza com a reaignacao do prisioneiro que
traz as cadetes ; mas como aqu sn tenho amiaoi
abro meu coracan, e cnnfeiso-me de.grarsdo lobre o
ineu dinheiro como Job labra o monluro.
Alheilo fallava com lana el.iqueucia que nenhum
cuidava em tocir nas cartas ; fumavam, bebiam, a
escutavam.
Appello para Fernando, que agora nao lem
mA"..?"_?",*. '""branca de sua riqueza, porque
busavam disso Era o homem das delicadezas, sabia Sebastopol foi lomada sera ler feilo saltar de alegr
dar asaim como aa caaquilhas sah-m receber ; mas
nao Ihe levavam nal.i em conta, nao ihe ptrmKliarn
oa escudos para a ali-a. gue perdeu senao a preor-
cop.cao do dinheiro. O sol raa para elle um mi-
li'.j do Loovre. Julgiva-e nascido para pintor, e
resi .'nava ie a ver os ootroa pialaren, l'tnha he||
cabello!, mas quinto ia em caleja lirada a qoitro
para ai corridas de La Marche, eencootrava a pe- al-
gons amigos, dizia tristemente :
Mo sou eu, he ella que pasaa vids regalada.
1 miu in-ii 10 e-.-i-it 1, porm somenle Ihe conce-
diam muilo dinhetri. (aro o enconlrava nao pa-
dia-lhe noval de ie.i coricao, nem de se.11 amibos,
nem de seaa eslodrs, n-tn de aeus amia., ; mas da
Bolsa, dos Iresi por cenlo,do crdito de S. Francisco,
do camloho de Tomboucloo, e do banco de Seringi-
palam.
Tmha um temblante inlellgenla e afTavel. que
para qualquir outro teriaiido bello ; masera como
,ue Ola lem culro di-
D quereri- puc.i lear me nas r qoeza. ; iurelizmeu- i "'"ico de conta n..
aston habituado a revolver muilo dinheiro, e de- E'aro dous cam-rn.lai de rllenlo ; o primoiruse
m general | 'Wllri a' poesa, n segundo ao dinheiro. Mas o poc-
em soldados. Torne a fazer-me rico.
Alberto abra de novo -eu banco, recobroo o cr-
dito, e oa mil- Oes elfloiram a soa porta.
Agora, dina elle uina manhaa com ar decidido,
qoem que minha riqueza sirva -rnenle pira rcinha
felicula le.
Aee ladea
Italianos.
ora charuto, e dlrigio-se ao pasteo dos
IU
Urna moca passou a ato lado.
Era tao halla e lio paluda, caminliav com lana
diilinrcjla, parela iS daa>aheu do mnatrar se aoa
coaos armados de lunetas que Alberto leva a bella
idea de que essa rnoc,a era sai felicidade.
la procurava o dinheiro para formar -ua felicidade,
entretanto que o banqueiro quera deixar o dinhei-
ro para ser feliz*
Entretanto coiilinuavam a aegoir a moca.
Vea hm aquella mulher, dase Alberto ; uln
aei p.ri-ne imagino que minha felicidade e-la' presa
a aeus pasaos, ou antes qoe ninfea felicidade he ella.
Ofleraco-le meu! cumpriinenl a, di.se o poe-
ta ; e-colt-es bem .1 imaeem de tua felic lade. Tudos
qoercriara ver assim iua felicidade caminhar Junte
de ai.
Nease inatanle itm grupo di pa-seadort! fez pitar
os dona anta s.
Nao sabe o qoe ha de novo '.' dtem qu lere-
mos guerra.
que pozes-e seu roracllo em trena : aumente Ihe "u.' mais larde"! as coloviai a.lo menos bem assa-
moslravam bellos olhoa 11,1 momento de um lansque- i''" llvt0 1'ie l he menos bello J a mulher que
nel. Elle resignava-ae a ser homem de dinheiro, e a *'"'* he menos amorosa '.'
fazer bem .e.n o dizer Senhors, Alberto he menos louco do que pa-
llei de lomar minha desforra, dizia He lempos rece, disse Femando. Depebt que nao lenho mais
em lempo.. Lo lambem lerei meu da perdido. nada lenho lodo ; ao menoa para o meu Monilo mais
aa rellctu rom desespero que ., lempo p-rdido, 1 trauamllo lu lo lomou cores naii vivas. T,0ho aun
es.as horas de amor que, cabera do aeio de Dos, ea-I r. una moca q. me ara ,. e que vina, me daquel-
sas coplas de una bella can-a.i que canla-s a doas! las que somenle amavara o meu dinheiro Saben,
-squecun-nloda s.ciedade, era ,, refugio, aaonie vou a' hora da Bolla? V011 ao I uvr, -
consolaban, a zumbara daquelles que nada lem.
fer lempo e ssber perdc-lo '. he qua-i a felicida-
de a leJeneia da felic dade.
L'ma noile Alb-do reonira algiins camaradaa em
ras. rara j ,g.r. Como de costurar, lodos laudaram
su. felicidade ao entrar nos-la...
Minha felicidade, disse elle com eolera, p.ra
que l-mbr-r-me que d'anlre vusis todos eu mu o
mais inf-liz '!
II
hia de Clichv
nao chora.
V..!ii}
um paradoxo, disae um lilhu familia qoe sa-
passo duas horaa cora I i j -1 ..?*--1. Correcgio, Robens
Verone-e, e oolraa. Os a-iihoie, agentes de cambi
nunca me derarn tanto prazer, me-mo ool das em
que acenavam-ine que a era boa para mira
Agora nao mino mais a gaiela pela, cosas para ler
aln o muvimeiilo dos fundos pblicos ; tomo-a pela
fenle para ler os pruerea.os do espirilo humano.
Assim lu, e vi que traba-e descoberlo o meio de go-
veruar os balOes e as mulherei.
A mi,,., v. saos (em ra3.>. dit.e um lerceiro : o
lodoi nos sabernos que o oaro t, e j dinheiro oceupa aaora 11111 demasiado locar na vida.
invade lu lo a lal pon., que devenios contar a cada
instante com ease hospede Ivraniiico. Alberto diz-
-e infeliz sobre seos niilhOea,cuino Job a.,|.re n mon-
luro ; eu acabaiei a parbola : o dinheiro emrou na
nossa vi.la como aa prnpnna doencas ; a baixa da
renda me da um golpe no aoracea, a baixa da apli-
ca e da nova iiionlaulia da-me um rlieumali-mo. To-
llo rri.ini.as, nji cnnhecem aa miserias
do ouro ; o ouro nao r nanea, chora sempre.
Siro, ha e-.e respeito urna bella fbula de La
fonlaine, ne a poz em pratica ; morrea obre, maa desgranad.
A sabedo.ia nlo he abe-dula, bem c,.111.1 na
he ti verdade, mesmo nas fbulas de La Footaioe, I das as vizei que ab.o o jornal da larde ai i-loa
O poeta enlroa, fe-li.s vollar a vida real, e depois
de ler-lhes fallado melleo-lhei as carlai ua mao.
A proposito, mea charo Alberto, disse elle ao
joven banqueiro, lurnei a encontrar agora a moca du
pas.eio dos Italianos. Ella eai na opera. Cuido
que enganei-ine, porqac he urna mocB da sociedade
elegante madimcselU Valenlma de Beaupreaa ;
mai como pa>ieava all aquellas horas 1
Alberto liaba lomado o chapeo a sahido.
Quem dir, lornou o poeta, qoe um homem
qoa peaaa por urna daa ca.ialldeido templo da for-
tuna teja l.lo louco.
Ua das em qua elle lem juizo, dine Fernan-
do. 1 o- ha pouco provou-not que era o oilavo da
Grecia.
Essa noile represenlava-se na opera oProphela.
deide eutao Alberto jura que Meverbear val duas
vezei Un.-mi.
Era essa lambem a opimaode Mmlla. Valentina de
Beaupre-u.
Alberto ie collocaia junto da orchailra para farlar
os olhus (linha cem esaa noile; com o espectculo
des.a douzella tao bella em iua mocidade, e tao
moca en, sua btlleza.
Ao descer o paooo foi montar guarda na escada,
pon o espectculo aioda nao liuua-se lermiuado para
A moca corou passaodo diante delle, assim como a
aurora .liante do sol.
gubldo-.|)alpilaMhe "ao, dista Albulo se-
i..T I,' *nflda-rao. pisam-me o vestido, disse Va-
leniina a rali.
E levantou Lian lmanle a saia de garc,a que co-
nria-lhe os pe- ; ionio tema que Alberto a nao re-
coni.eceise.
EHe seauiu-a at a carruageni lamentando que tua
mao nao fusae um sim, lea degrao.
Os cavalloa parliran r. 1 .s mente a galope como
ammaea b-m nas id a e bem criados. Alhe.lo reli-
rua-ao em silencio aiuda deslouibrado por essa vis3o
radiosa.
1.1 1,,, I lornou a entrar em seu sallo, o jogo es-
lava mu.lo animado.
Ah eis lli um namora 1o dii'e o poela. As-
sente-ae I020 a mesa. p-i. ha de perder.
Alberto tum ,11 aa radas e disse srrindo :
Sou ia-. infeliz que anida vou ganhar.
E c..m eflTeiln, ivua fortuna in.aciavel roetteu-lhe
na mao lodo o ouro de ena amigui.
VIII.
Ilavia om baile na casa ,1 a cmara 110 dia segunle,
Alh-1I0 fez te apre-eniar tundean de Beaupreau
por um ajodame de campo seu amigo.
lenho a honra de apreicular a V. Exc. Mr.
VVeberstein, homem da muilo eapirilo e de muilo
dinheiro, o que nao deta nada 1 perder.
Oque deila a perder ludo, dt.se Albulo lau-
dando a uuii e olhaudu par. a llha.
Fall-ue dansou muilo ; acbaram-no excellente.
Minha mai, disse Valentina no fim do baile
ragua a Mr. Webenteia qae veoha depois da ama-
nilla ao seu baile coatumado.
A cundeasa convidoo Alberto para ene dia. Albir-
lo pedio a permissao de nao esperar lano lempo
\ollou para a cusa cheio de alegra.
Eu linha desesperado moilo cedo 1 O sol vai
eraftm raiar para mini I
Dizia auim mil extravagancias, como te tivetae
descober.o um novo mundo.
IX.
Tres semanas depoit canlava se aleluia na peque-
a igreja de S. Eugenio. Trezeulas carruagena ubi -
Iruiara ai ras vizinhas. lo las as cozmheirai da vi-
zmbania eilavam a poda para verem paitar a noiva.
Era Minll Valentina de Beaupreau. Nunca fora
tao bella ; todava as cozinheirat decid.m que derla
ter posto algum rebiqua nas faces.
Alberto nunca estivera tao contente.
Somenle linio, ditia elle ao teu amigo poela, u
qual assignara como leslemunha para mellar a poe-
sa na escriplara do casamento, terree catado em
orna igreja ornada como om Ihealro, am urna igreia
que allreveram le a por em acc,6ei !
Niiiguein escapa ao seo destino, disae o poeta -
he esla a igrej. da dtoeete do Banco. Nao deix.s por
mo de ficar casado. "^
Emquanlu preparava-te o janlir foram ver ou
pequenu castello em Sainl James que Alberto com-
prara expressumrute para o seu noivado. Valentina
eafav. adoravel. Alberto Fallava-lhe do lacnficio
que ella fazia perdendoseu noine e seu Ululo p-r um
simples mure da Weberslein. Ella respondeu-lha
que casava coir. um homem 1 nao tn uro nome,
que urna moc. era um pequeo rio, lanr,a-*e eu um
no grande, e oulrot paradoxo! mais 00 menos ou-
adoa. Al eniao a palavradinheironao fora pro-
nunciada enlre riles. Mmlla. de Beaupreau linha
trezeiil-is mil francos de dote, o que falla Alberto
dizer que ni o aceitara pelos aeus roilhoei.
De larde assentaram-se a me.a para un. dos mais
esplendida! festn, da vida moderna, 00 qual pira-
vam as sombras eafaimadas de B dlhazar e da Hrillal
Savarin. lodos invejam Alberto que i. gozar da ri-
queza, da formoaua, do amor, da nmirade, de todas
as i,--!.,, do curaran e dos olhos, de to los os prazares
da alma e do corpo.
Emao, disse-lhe om amigo, anda dovhlai da
felicidade I
Cala lo, disaB Alheilo ; a felicidade Dio gusta
que follemos d. Ha.
(.lun lo dizia estas palavra! enlrnu um convidado
muilo as.u-la.lo Irazcndu na man una gazela.
RIO aabem o que acoiileceu '.' a rail.ha Pomar
acaba de declarar 110. a guerra.
Todoi empallideceram. A noiva eslendeu vida-
mente a m3o par. a ...zeta. Alberto irguio-a com
um otilar da .orpreza.
Valentina lanc-u a vala sobra o movimenlu da Bolsa!
Albedo sendo um golpe no corceo, e disie irii-
lemenle :
Ella lambem e no da de seo casamento !
E-lava acabada a ua felicidade I O d i.ira para
elle, mas elic tlttcobtia orna manrh- no tal.
{Conlinuar-ie-ha.)
MUTILADO



DIARIO DR PIWUMBUC i,n,;\ HlftA h> DE NOVBMBRO DE lili
SlSSAO JUD1C1ARIA EM 9 DE NOVEMBRO Da 1857
Presidencia do Exm. Sr. destmbargador
Souza.
Nao houve seuio jiidiciaiia por nao ierem cnm-
pirecido o Sr. desemhargador Villares, 6 ot Sn. de-
puladoi Reg e Lemoi.
O secretarlo,
Df. Aprigio Cuimaraet.
EXTERIOR.
de polica. ToUI BS
desle uolirc rur(.1o( de|>< ii oHp fi fin in'u.i levrtf no i'-MtlIu de S/ermax eoOMUfftri doenlrs.
a' viuva d illuslre defunlo-ea eondtMa ticou cum- Helar o das ppfsna* que foram epo|lada no cemi-
movida deste acto do juven mnuarcha, que anda in-, leriu publico no rlia 7 do corren.?.
COiifuUdo da prrtla d ua lilt.a, i? ern pesfioa dar- Mara, pela, ctcrava, in anuof ; Ii\ lropp*,3.
Ihe a comaera d<* uiiih pie dos* r-t-ifiMarAit. As di<- Destilera Mana riu Sacramento, pard.t, sollaira, *J.
Ira^Oes de *iiiRm, ou puen, a novan eidadtl que a- di.....* ; phl\ Uaxesflou o euruju imperial n.lo Mireran a In-le Marianos, branca, ,"> mezes; convulsei.
impresslo cau?;..a por este infortunio, rilain do con- Donata, parda, 1 anuo ; beii^.i.
CORKESPONUERCIA UO DIARIO DE
HEKftAUBlCO.
Parla 6 de outubro de 18."i7.
Era Franca, oa cotisellius garata ir rumiaran) a sin
sissSo, depola daa qu.stoes da lnlere.se loeal, occu-
pirim-s. com varias qoeslOet principies, mira ou-
Iraa a do raigameulo do islhmo de Suez, a de asa-
belectmenlo de um cdigo ror-l, dos guardas cam-
pestres e do oivelamento feral da Frauca.
O campo de Chilena he presidido ielu imperador.
A gu.rda imperial ah frmica o aro espirllo de cor-
po, adquir. a prtc-ao e firmeza as manobria,
qoe illa devc apriwnlar eemo eiemplo a lodo o 1-
rcilo.
A vida de Napoleao III he ahi mallo active; levan-
tarse aempre cinco horas, das siis a sele passea e
inspecciona o campo, depois eiamioa os despachos
enviados peloa differenle. ministerios,
Oa oflleiaes superiores sao admillidos isoilo horas.
O imperador Ihes di as snas ordena para o alia, as 9
ligeiro almoc,o, depuia do qnal Iribalha rom oa ajo-
danles de campo e secratanos. Almorn ao meo dia,
jantar as seta horas. Os generaos, os coronis e oo-
tros oflleiaes sSo lodos convidados mesa imperial.
As graotfee mioobrai comecaram a 25 de le-
tembro.
E-s qoal lie a forja numrica do aeompemenlo :
4,500 homeos di cavllara,3 600 eavillos. 14,000 ho-
mens de infamarla,100 Cavados, 2,000 homens de ir-
tilharla, 1750 eavalloa,200 homens do corpo He enge-
riheiros, 115 homena de gendarmera, 1l cavallus,
550 homena da irem e de equipageni, 400 cavallos,
ao lodo 21,365 homena, e 5,841 cavallos. '
Urna mesa, duas camas de ferro e dous coIcliSes,
ais de que te compr, orna lenda de oflicial. As dos
soldados conten) 12 homens qoe dormem sobre pa-
ulas arraojadas circolarmenle ; os lornacimenloa san
collocados sobre urna grande estante sospansa no meio
da tenda, mu bella barracas de taboas, divididas
por compartimentos, conlem as colindas ; orna ji-
nella da passagem as gamellas de comida. As salas
de jantar dos oflleiaes sao igualmente disposlas em
barracas. Nada falta, e lo lo isto d.i ao acampamen-
to um aspecto nrigio-1. Kos acaoipamenlos, palos,
;allinhas, pera, coelhos, vivem juntos como noma
azenda, a esperara impacientemente o momento do
sacrificio.
A entrevista em Slotlgirt do imperador Aleun-
f ntl mlo todo o munin poltico, e anda o preocco-
pa depois. Na Inglaterra, na Allamanha sobretudo,
Dos sabe que conjacluras se tem feilo, ha um echo
perpetuo de affirmaedes e denegecei em toda a im-
prensa sobro intenc.-s que ninguem ronhece. Oa
liiiblicislas d'AIem Rheno tem afllnnado da maneira
mafs Imperlorbavel, que os dous soberanos tralavam
de tran.formar a earla da Europa, levar a Franja
t is margena do Rheno i aos ps dos Alpes, liber-
tar a l.omb-rdia a a Venirla do dominio austraco,
arranjar a Allemanha segundo entendessem, e dell-
dar a Prussia una part que a satisfizesse, e nao sri
malio qoe dlzem. O jornal de Francfort foi o mais
eiplicllo de lodos, declaroo qoe a entrevista dos dooa
imperadores t'nba por objecloi prinripaes, priinriro
a reeonci iaejo da Inglaterra e da Russia e a oego-
eiajao t urna allianja russo-anglo-frnceia ; se-
gando, as medidas para a pactficajSo da Europa, as
garandas da posee ; lercairo, a qoesto italiana. a-
ples, os estados d.i igreja, a Sardanha ; qoarto, a
nnio dos principados sob a snzarania da Porta, a
icolha do principe fuloro ; quinto, a qoestio dinn-
marqozi, reforma di conslilaijao faderal allema ;
seiio, a oaesiao di suo.cesi.io da Grecia; stimo,
llcal e a ludia ; oitavo, a Chini ; nono, o canal de
Suez.
Ontros ergios tem qacrido moslrar-se informados,
dizem lambe ni qoe a mais rigorosa reserva devia
a este rea peno proteger os segredos da politiel ; tal
vez qoe em substancia nao haja nada a esconder. O
miz pataado. .Napolen III visilava em Osborne a
ralnha Victoria ; a 25 de seterntro elle se encon-
trn a od dia das fronteiras de Franja com o czar ;
lio 1. de outobro fol o czar que se eneontrou com u
Imperador Francisco Jos, ludo isto nao se inspire
com projectos de dominio oo de coalljilo ; as allian-
cis ou ao minos as relajOea cordiaes dos soberanos,
Ion!.'
i de ae destroirem se fortifican), generali-andu-
: os jornallas inglezes. Ilemaes e belgas, islau
dominados pela imaginajao, tem visto o que nflo ere,
um laclo uum acto, numa resolojto emanada de um
soberano, num pensamento mui simplis, mu natu-
ral de sympalhica corlezia.
A'smi, do campo de Chalona, o imperador Napo-
le3o III foi a Slrashoorg, a 25 de selembro deizou
esta cidade e ate Kehl fot o objeclo das acclamsjoes
nlliusiasticas das popuiajes francezas. Na uuira
margena do Rheno urna mulliran conideraval se di-
rigir ao seu encontr A cidade de Rthi eslava de-
corada com bandeiraa do gr;lo ducado de fisde, mis-
turadas com as banileiras oa Franja. No desembar-
cadoro de Bade, Napoleflo III fot recabido pelo grto-
duque, a grSa-duqueza Slrphanin e a princeza da
Vrussia que o conduziram a itsde, no caslello, don-
de parti para Slaltgarl. Chegou a eata ultima
cidade smenle as cinco horas da tarda ; como o
cornboio se huovesse demorado, o principe real, os
dignitarios da corle de Worlemberg eaperavam a
chegada do comboio imperial no deienibarcadouro do
caaiuho de ferro.
O piin-ipe Alejandre islava no pavilho da du-
queza Helena.
El-rei epecou ao desembarcadonro no momento
so que o comboio parava, os dous soberanos se a-
brajaram cordi lmenle, o squito se dirigi ao pa-
lacio, oo meio d orna roullidao Immensa e entre
orna dopla filaira de mfanlaria e cavallaria.
Na vesperafjjp ezir Aleiindre II apeare.ee na ec-
tajao de Fanesbach, icompanhado do principe he-
reditario Carlos e da princeza Olga que tinliam ido
ao seo encontr. Elle tinha sido recebido por el-
rei seo hospede, sem pompa, sem comitiva, fura
couduzido, por asaim dizer, incgnito a' villa di seo
cunhado. Por um sentimenlo de alia corlezia, elle
loi esperar .NepoleSo III no caslello, para deal'arle
preceder o momento da entrevista, que depota do
ceremonial estipulado, devia ler lugar a' Doile na
villa qoe era ma residencii.
Esle procedimento Tora de qualqoer considerajSo
de etiqueta foi do melhor effeito. No momento em
qoe o czar entrava na grande sala, o Imperador Na-
poleao sahia do palacio do re. Os doos imperado-
res se oiirigiram um pira o oulro e apertaiam a mito
eom ellutao, ciilraram immedialameute noa aposen-
tos da raiuh.i, a ninguem, a' eicepjao da familia
real, penetrou alii com elles. Depois de urna confe-
rencia que durou moito lempo, as peasoas da comi-
tiva dos linos irrperidoria foram admiliidus. O im-
perador Napoleao quiz aprisentsr io imperador Ale-
xandre as peaaoaa qm o acompanhavam, mas esle
tomando a palavra, disse ao imperador Napole.lo :
Senhor, en sou di casa, e sucressivamenle ipresen-
lou as difiranles pesson di sua casa. Oa aoberanos
jaularam em familia, as pessoas das suas comiii-
v.is. e os ministros j nlar-m a' parle, a' mesa do
grao mrcriial da corle ; a noile hoove raoul
na villa da graa-rloqueza Olga, os Miembros
do corpo diplomtico foram apreicnlados toccessiva-
mente aos dous imperadores.
O imperador Napoleao e el-rei se reliraram para
o palacio da Siutinart s onza hora>. No dia se-
gara!* 2ti, o imperador Napoleao pagou a sol visita
ao imperador da Russia, ao principo e a' princeza
real.
Depois disto, acompanhsdo de el-rei de Bsvlera,
elle foi aoi hars de lioheneim, onde el-rei
de Worlemberg reuni os gsranhSes rabes do mBe
poro sangra que eiisli na Enropa ; pela la parle
o czar foi a' cajada com M. di Tolslol, oa floresta da
Solidao.
O jsnlar dos dos soberanos leve logar em Wi-
llielioa, residencia de recrelo de el-rei, palacio moo-
rlsco, especie de AI ha m lira mjslerinsa de que se
eonlam moravilhes e qoe fora illuminado pira occa-
i8o da um modo mgico,
A imperairiz di Raesia e o principe da Grecia II-
nlisin chegido na numa larrte s tres horas, o que
completiva orna rena mu numerosa de lentas
eoroadas, dous imperadores, dous reis, seis princi-
pes, urna imperad, tres rainhis, duas gtSa-doque-
zas, e varias prineezas de singue real.
Depois do jantar hoove rcuiiao intima nos apo-
sentos da ralnha dos Paizes llanos, qoe he a lilha de
el-rel d* Worlemberg. No domingo 27, el-rei ful
felicitado pelos seos hospedes, por ocrasiao do seo
anniversano, que se eelehrava naquelle dia, elle os
condozio a Connsladat para Ihes fazer as honras di
solemnidad!, e a' noile houve espectculo no Diestro
da Slullgardi. A -28 hoove almojo na villa do
principe real, s 4 horas o czar e a ezarina despe-
diram-se dos ootros aoberanos, Napoleao III Tez o
mesmo no dia aeguiole ei 8 horas e meia da nm-
nli.1.1. al'nn de ir ler com o grao-duque de Bade :
elle foi cumprimentado pelo principe hereditario da
Prussia e pelo principe real di Baviera, que o aconi-
pinhnram at a fronteira franceza.
O erar e a czarina pela sua p Sase, a enconlraram rm VVeimar o imperador da
Aoatria no primeiro de uolubro ; por occasiao da
soa entrevista em Belvedrro. os dous soberanos se a-
brajararu amigavelmenle, eonvarsaram sosinhos por
uiuilo lampo. A soa residencia cotnmum foi de mui
i un., durajao.
No dia se^uinte, l'"ranrtsco JoF parti para lachl,
psf-ilo por Dresde. Poucas horas depois,
de mil particularidades, eu citarc innenle urna. A
eondessa >ihi> liulia urna lilha de um primeiro
lailo, seu iii.n i lo nlo quertndo que esla flha da
eondessa fosse menos hem tratada pelo lado da for-
luua do que os seus proprioa fillio, resolver adop-
la-la e aproveiler se da passagem do Irrperador |jara
apresenlir-lhe oina pelijjo. As loas ulliinas val-
ladee se divem enmprir. A sua pelijao encontrada
em urna das algiheiras do seo uniforme algumas hu-
ras depoia do leo flm trgico, loi posta sob os olhos
da Frincisco Jos, que conceden i sua sanojao rom
o mala vivo ioleresae, e ainda fas mais : Quero
subslitulrjdisse elle, o pai adoptivo que esta meni-
na acaba de perder, aehri-llie um esposo digno del-
la. .- .ou,i,l -. a pobre menina nSo gozara' desla au-
gusta proterjao, salvo se a providencia Ihe restituir
a razAo que Ihe ruuboo, c rn o mesmo golpe que
Ihe roubou seu pal de adopjao. Esla menina tor-
noii-se louca ao saber da morte do conde Saermay.
Este succasso derramou una tinta lgubre lobre o
iin da viagem imperial.
A queslo pendente entre orna fracjAo di nobreza
hngara e a Austria fol irrecusavelmeote resolvida
pelo bhele do imperador a seu primo, o archiiu-
qoe Alberto, governador geral. Francisco Jo- re-
conhece a lingoa hngara como lingoa nacional,
piomrlle al protege-ls, mas conceder' a mesma
pro(ec;9o s oulras nacionalidades, e maniera'em
lola a soa integridad! o mienta de umdade que
elle eslbeleceu no meio da monarchia au-liiaca.
N'uma palavra o recoiiherimenlo da lingua era a
i-onees-ao a' que os Hngaros davam mi.ior impor-
tancia.
lia dez annos que a dea, idea feliz como a epe-
riencia o provou depois, lurgio para crear congressos
loternacionaes, para fertilssaf os elementos e as for-
jas da associajo as alias queslOes sociaes, assim co
mo as quetlOes de agricultura, de industria e de
Ctmniercio.
He a Allemanha.que esles doos congressos esro-
Iheram esle auno. O congres-o deeslalialica cele-
brou as suas sess6ea annuaes com Vienna. Foi
em Franeforl que se ebrio a II de selembro o con
gresso de bemlicencia. Para ahi tratar os graves pro-
blemas que a despeito dos limilea geograplncos inte,
reeanm a tola a horoantd.ide, as difl'erentes najea
da Europa para lln enviaram homena mu dislinclo-;
a Franja ci na curo, a Inglaterra tres, a Blgica
doze, a Hollanda nove, a Suissa qualro, a Italia
doos, a Kussia dooa, Porlogal um, a HeipSuha um,
a .Sueria e a Noruega tres, a Dinamarca um, a Con-
federaran Germnica quarenta e seis, ea cidade li-
vre de Franeforl enviou quarenla e nove. Ve-ae por
sao o grande interesse que a Europa iiilcira mostra
pela melhor sltuajao daa classes operaras e das rla--
s-s pobres. Depois de ler etaminado as quesles se-
guliilea: a beneficencia publica e seus limites, a sor-
ledos operarlos as fabricas, a educ-jao das classes
inferiores e sobretodo a questao das prisOes, o con-
gresso se tran.formuu em urna assiciajao permanen-
te internacional, qoe deve adiar aua eipre-san em
um orgao central Iliterario ; depois de cinco ses-fiea
se separoo, decidindo unnimemente a creajao de
om jornal defensor dds seos inleresaes.
Oulro assompto de preorcupajao para a Alema
nha he a qoeslo dos ducados.
O governo duiamarquez apresenla'ra a' assemblea
do llolstein orna cunstiluijao revista qoe ol-re-e
vanlagens notaveia sobre a consliluijao actual, a de
11 de junho de 1854, eslabelecendo a respohsabilida-
minislerial, a immovibilldade dos juizes, a liberdade
de pelijo, o eiame ao orjsmento, e concede lem
disso aos ducados crditos sopplemenlarrs dependen-
tes doi votos da assemblea. Eslas concessoes eslavam
de harmona com os votos pronunciados pelos es-
tados convocados em 1856. Com lodo, om depnlado
liberal M. Uarguin propozera 29 emendas, pedia a
liberdade da imprenaa, a da reunan, a emanripajao
dos Israelitas, e oulras modilicajes na a iimm-.r, -
jao dos ducados. Um oritao do governo responda a
eaia prnposijio que se cuncedesse aos ducados do
llol-tein toda a liberdade compalivel com as Itis da
coufederajao germnica, mas que o governo nao se
arroQaria o direito de ollrapassar eslas leis ; a Dina-
mares procedendo de oulra sorte onnidena de uran
maneira seosivel os oulros membios confederajao.
Os e-Kdos sem fazer proposijao alguma recus-ram
pura e simple-mente o projeclo do governo dina-
marquez, e repelliram as emendas de Butguin, piT-
leuderam que o llolslein esln' descimiente da aua ll-
losjao para com as provincias dinamarqnezas dos
ducados de Sehleswig e do reino inleiro. que aperar
da sua pojnii ,_-. e exleiisao coniparallvainente in-
feriores, era melhor ser lepresenladu na assemblea
commum da monarchia por um numero de represen-
tantes igoal ao de todas as pinvinciss din zas, que ss julga alem disso lesailo em ludo quanio
diz respeilo as queslOes fmancelras e a's suas auligas
preroaalivaa.
A Hiela loi pois"encerrada a II de selembro. pela
commissao real, agradecendu a assemblea pelo seu
zelu e pela soa ssiduidade.u,presidente fez valer que
todas as discusses da partido tinham desapparecido
na Dieta em ronsequencia da um alvo ver mente nacional, o de nao aceilar da paite da Dina-
marca nenhuma coocessao especial por mtis liberal
que ella seja, antes que a grande questao da meina-
lidade e dos direitos do llulslein na uuidade dina-
marquea ten lia recebido urna solurao justa; pela sua
parle o comuiissario real e\primio em ni me de el-
rei o petar de que a Dieta tenha repellado proposi-
jSes i.o liberaes como as que Ihe foram aubmellidas,
proposljfi-a vivamente desejadas oulr'urn pela pro-
pila assemblea, e qui nao lenba lomado a in.i-i qoe
o governo dinamarqoez Ihe apreseulava, para apla-
nar as diflicoldades existentes.
N'oma se-s3o secreta que se seguio nsessao publica,
os membros da Dicta qoe fazem parle tambera do
Hesehsralh se comprometieran^ solemnemente de
nao irem a esla assemblea em Copenhague em quanto
a questao dos ducados nao receber ama sulueao|jusla
(.'. M.
Hem iqua do .Nascimeoto, pardo, solleiro, 20 annos ;
estupor.
'IMal j.
Dia 8.
Pedro, preto eecnvn, 35 anuos ; telano.
Manoel. Joaquim de Sania Auu.i. pardo, sullliro,
18 annua ; iscile.
Francisca Marta das Chagas, prela, viuva, 44 annos;
iiteriles.
Hulinn. prelo, Afticano, eicrivo, 40 annos; phlysica
pulmonar.
Antonia, preta, escrava, jo annos ; estopor.
Innoceneio, pardu, II meiei ; vermes.
Total-1.
SACIOSAIJDAES.
| | | Alienaran.
I ^i | | .tl'oplr.ria.
-I
I I | Maila.
_ | I I I Anmritma.
I I I M
| /S6cei.
-I
I I
A'ritr.
= | I i = I I Bnriitot
| 1 1 | Cnnruhei.
I I I I Croup.
-I
I -I
| (arditilyia.
=.- I I I u. I
Cauri i,.
-i | | Dt-ynterio.
-I I
| | Dcnrrvhulilet.
I I i I I D*wlf tifamente.
II!
Hrvnpflo,
ai -
I I | Btpatmo.
-I I I -
iSntero epmies.
0.1 I
,;.!! /'.'tfuptir.
-II l-i
/liara.
t'ebrr intermit-
iente.
^1
_ | | Irlire amarella.
ni I | i | | Febre maltona.
I I I so I I l-ailrn mierilet.
Canilu enreiliult
tei.
- I kv I___I ae I ~_\ Hyitropema.
- I I I I _J Hepatitet.
~ 1 I I | ii I llyfierlrnvhia.
51-1 1=1-1 inumei.
| ttiflamtnaciiochrt
vira (tnsvicera*
-l i
_. | | Maratmo.
I | | | | Netroum.
. I | | | | l'nenmonia.
-I__I
I -I
I I
| l'ulinnnitet.
| l'hetigmao diffntn
I I ,o I | Paria.
-I II
_ | Pleurls.
-I__I I -!
I Pitara pneumona
-I I
-I
Itetenran ae />e
| Sarna typhttili
rus.
I | S | | l'hlynr
k.\ I Typhn
gUL
-i i
SS I =|
-i
1
t
1
por
SO.M.MA.
.ilc aman/iau.
PAGINA k VULSft.
W'JU Iffilalv.
lloubo.Na uoile do da 4 do correle 'II horas
pouco mais oo meno dous inimigos do stimo nim-
damento di le de Dos, aproveilaram-se di ausen-
cia dos moradores da casa n. 8i da ra Velha, e en-
traran) apelos fundos della para rouba-la, sorpren-
deudo antes de dar principio a sua empreza a Ires
meninos, cojo proresso sendo feilo por um, cuidou
o oulro na pilhagem, resallando della viola e lanos
mil ris que se achavam em orna gaveta, e coobnua-
riam oa busca se um daquellea tres meninos que
lude escapar-se, nao liouvesse com promplidao a-
berlo a porla da ra, e fusse pedir soccorroa um seu
vi/mho de defronle. que se prestando de boa vonta-
de para all ae dirigi, e nada consegoin fazer por M
haverem os gatunos evadido. Ja' nao In a pruneira
vea qoe laes emprezas se projeclaru, lano que ou-
lros vizinhos se bao quena iu, e para que ellas se
uSo reproduzam, chamamoa a altenjao da policia,
para qoe lomando couheciinenlo ao facto que nos foi
revelado pelos mura lores da mesma casa, Loiz Gon-
zaga C-ferana e Fraocisco Caelano de Souza, pussa
delles melhores Informajes obter, alim de por esse
mudo ver se se consegu descobrir alguma cousa a
sem- iliimle respeilo.
Offerla.O Sr. Jos Marcelino Alves da !"< naeca,
acaba de olTerlar para a fundajao do asvlo de men-
dicldada 2.000 lijlos de alveu.ria gro'ssa, e jonla-
menle oa eeue servijos peesoaea. Com e-se donativo
do Sr. Alves da Fonseca, ja' se pode bem ver quan-
to se ha desenvolvido os desrjos di que progrida
urna inslitoijAo tilo proveilosa, e que todos o imi-
tando, islo he, conlribuiodo com aquilln que couber
em suus oijas, a empreza se afleciuar' sem duvida
Igums.
Ormlhologia braiileira.Acaba di ser publicada
no Rio de Janeiro pelos senhores Eduardo Krnsburg,
lilhographo de S. M. I. a obra do Dr. Theodoro De-
courlils, inlilulada ornllholngia brasiletra cu des-
eripjao dos pasiaros nntaveis do Brasil. Esla obra
que foi dedirada a S. M. o Imperador, nao he como
as que descreverem os grandes naturalistas que via-
javatn no Bra-il, ella lem a vanlagein n.lo s do
grande nomero ele passaroa repretenlados em suas
maiores proporrOes, como mesmo pelo naloral de
suas accOes, e sua plumngein molllcores, emflin nao
podrmos deixar de dlzer que he urna obra que mul-
la honra aoseu autor, e igualmente a quern a litho-
graphou. Diversas pessoas desla provincia assigna-
rm para 1,1o Iiitercasaote obra, e ja' searhamde
posse della, e he de erer qoe mullas oulraa lamben)
a Hssignem, e tanto mais se liverem ocratiao de v-la.
Pelo Sr. Ouinteiro que se acha encarregado de gran
gear asaignalura, us foi mostrada urna deslas obras,
arhamo-la luuiissimo boa, bem digna de ludo o
preea,
O mullo aborrece. Pede-se a certos mocos que
se reunem todas as nuiles na ra das Agoas Verdes,
esquina da que val para roa de Dorias, qu quando
qutzerem cenimemorar os seos heroicos feilos, seja
de tal modo qoe nao ou entao qno ae dirijam para oulros logares que nao
sej-m tao |>ubfcoa, poi* ha quem reclame conlra so
medanle procedimenlo, e para qoe nJn chegoe a
oulros recursos, Ihea lazemoa esle pedido que espe-
ramos se|i satisfeito.
f aluntma.Alguem houve que abusando da noa-
sa boa f, lembroa-se de enviar-nos urna carta Ho-
zar liciando que se prepasava urna grande fe-ta de Nossa
KEPAKTigAO DA POLICA
Occurrencta to dia 8 du novembro.
Foram presos ; pela sttb 'elegacia da fre-
gupzia do Itecilo, o prelo escravo Flix, por
andar fgido
E pela subdegacia da Pregue?ia de S. Jos o pardo l'edro Alejandrino, por desorden,
9
Tci preso : pela subdelegacia da fregue-
zia da lioa-Y'isla, o cabra Joai:um Jos de
Sania Amia, pnr cspancMnenid
DBSPaCHARAH-SE PEI.A POLICU.
Dia 2 de iiiivi ni. in.
O l'otluguez Cuslodio Lttiz de Fre tas, le-
gilimou-se para obler passaportc para a
Europa.
O l'orluguez Jos Mende? de Araujo. legi-
timou-so para obier passaporle para a Eu-
ropa.
_A I'orltigueza Amelia Augusla da Concei-
cSo, legilimou-se para obler passaporle para
a Europa.
As escrava'! lietiodicta e Joatma, obtive-
ran passaptto para o Porto Calvo em com-
panhia de seu senhor.
-6-
0 escravo Antonio, obteve passaporle pitra
I ama miare a ser all entregue a seu respec-
tivo senhor.
Os escravo Tiiomaz. Vitaliana, Luiz e
Agostinba, obttveram passaporles para la-
mandare em cmpanhia de sua senbora.
O escravo Denlo, obteve passaporle para
L'amandar a ser all enlregue a seu respec-
tivo senbor.
a a czarina pailiram igualmente para Dresde, com Senbora daConceijao d* Cnigregajau e nos sem pen-
a intonr.io ele vollarem a Weiroar, dunda se dirig- | sarmos qoi eom laes objectos houvesse quem ae qui-
ram a Posidam. I zesse dicrlir, demos a nuticia na persuaso de que
El-rei Fredeiicu Coilherme visitado desl arle por | erla eiaclo o tal fesleju ; mas informados por u-a
aiu sobrlnho, esrrevarj a Napoleao III que ello sen- j pesfM que loi Testa nflo se fazia, julgamos de nosso
lia que a sua saude o impedis-e de assiatir u' entre- dever letrarlar semelhante noticia,entregando ao ri-
sli de Slutlgarl, e o principa Mural fol un con- diculo o mlricanle que se alreviu a calumniar, en-
sequencia a Berln, romo ponador de orna carta au- ganando-nos p r tal modo.
togrnpha de seu soberano.' Eis o momento em que
toiara os soberanos da Euiopa apirlam reciprocamen-
te as m.los.
Antes di soa vo'la a' Weimsr, o iu, i er d r Fran-
cisco Jos linln acabado di vlsilar a Hungra. I'ma
Ir st-za oti.tina 'a ligou se a esla vlagini ; era Mis-
kilcz, om dos m.is inib'ei magullas, um iloa mais
Den servoa da Austria, o conde EsievfloSiermav fui
assallado de urna ip ipir\, fuimloaute aos pea do
seo soberano, que se achava d haivo de um arco de
Iriuinpru*.
Francisco Jos poz os ps em Ierra immediata-
uienle, e rtcebiu di algami tone o Dllimo uspiro
No sabbado a noile, 7 do eorreule, a casa do
Sr.consiil inglez fui accnmiuelli la (ora-un- indivi-
duos. O Sr. Covvper na eslava presente, e duas
pessoas que rea-liavant em esa,aSo qnlzeram abrir
a, p ras. A' vista disso os eg^ressores dispara'aro
qualro tiros, do que resultnu fioar urna jmila com
urna b la e toda envida de careros de chombo.
Consla-nos que o Sr. ronsul ja den parte do ncrurri-
do i paliis, e riilio urna vcaloria ollicial por parle
da autoridad! roinpetenlf.
Ho'pilut de rarHade. Eiistram no dia 8 do
crreme, -1 hoiiieus I 85 mulherea tratados pela
catidadc, 11 liunitui e 13 molliiiei qoe pagara a
CONSULADO PROVINCIAL.
Lancamento da dcima, da freguesia da
Roa-Vista, feito pelo laneador do con-
sulado provincial Joio Pedro de Je-
ss da Malta, publicado pela impren-
sa de conlbt midade com a portnt ia do
Sr. administrador da mesa do consulado
provincial de 11 dearjosto do corrente
anuo.
1877 a 18.78.
! Continuaran. )
Rua dos Coelhos.
Numero -2 A.Marrolino Jo e I. pee, urna
casa terrea arrendada por 12U?, impor-
tancia da dcima........
dem .Adelo Jos de Mendonja, um
sobrado, com duas lejas e um an-
dar e sotan, arrendado lodo por SUtlyOO
importancia da nerima ....
dem ati.llerdeiros de Joflo t.arpia, um
eainflo de casa aroinadu......
dem t.Mara das NevesCaiueirn.da Cu-
nta, um s lirado com urna luja e um an-
dar e sotan arrendado ludo por 1:800?
importancia da| dem ^ A.Jos Carneiro da Cunha, um
sobradu com duas lujas e um andar ar-
rendado tudu por 800?, importancia da
deeima............
dem 6.Fortnala Candida Cocino da
Silva, uin sobrado com om luja e um
andar arrendado ludo por joi -. impor-
tancia da decima........
dem 8.Fazenda nacional, um lobrado
em obras.........
dem 1.Domingos Antonio Villaje orna
casa terrea arrendada por lilj, impor-
tancia da decima........
dem :t.Dr. Jos (joujalvea da Silva,um
cas le rea arrendada por I i i?, impor-
tancia de derima.........
Idun 5.Dr. Sehasliao Gonjalves da Silva
una casa drrea arrendada por 114;, im-
tanria da decima........
dem 7.Dr. Jo>e (joiijalves da Silva ulna
casa lerea arrendada por 1 le?, impor-
tancia da decimi........
dem 9,Jolo Jn. de Carvalho M ir-,
orna casa terrea arrendada per 1209,
impni taui ia da decima......
dem II.Luiz Anlouio Pereira, orna casa
lerrea arreudada por 105, impoilaocia
da dcima..........
dem 13.O mesmu orna casa le rea ar-
rendada por 1449, importancia de decima.
dem I ; A.O mesmo orna casa lerrea ar-
rendada por non-, importancia da dci-
ma.............
dem 15,Marcelino Jos Lopes, um su-
ln -do ci m urna leja e um andar anima-
da .............
dem 17 A.O rre'mo, urna casi lerrea
arrendada por 18? im, 11 ij:,c a de deci-
ma .............
dem 17. meanio una casa lerrea ar-
rendada por H1j, importancia da dci-
ma...........
dem I!.Viuva da Miguel Carneiro da'
Cunha, um sobiado e um lelbeiro que
serve de alarla arrendado ludo por ~,
importancia da dcima......,'p-iai,,
Travesea dos Coelhos.
Numero 1 C.Luiz Antonio Apolinario
urna casa terrea occupada'pelo mesmo
avadada por H&imparlaaeii da decima. .'1-Jin
dem 1 A.Ileideuos de Francisco da
Sdva, urna ca-a terrea arrendada por
1203. importancia da dcima .... 10j800
dem I I!.Ji.s ah.,mu de Azevedo
Santos, urna casa terrea arrendada por
lito, iiDuoitaocia da dcima .... 22;9u0
109600
-ixm
12-tX"l
7;oo
1S-(KK)
1 i-'JC.O
19)900
13(900
ISfOGO
10)800
1UC800
129960
27ri0
*930
lUjlbO
dem I .Domingos IVreira. um lelhenu
que serve de otaria por 1509, impoiloii-
eia da decima.........
l.arfco dos Coelhos.
NumeroJos de Amorim Lima, urna
casa que serve de olaria duas casas oc-
cupadae pelo mesmo avadadas por 100?,
imporlaori.i da deeim........
dem 3.Viuva da Antonio Jos de Almei-
da, um lelbeiro que serve de nlatla e
om arm tem ludo arrendado por 'JOS,
importancia rta dcima ...
dem .7.Manoel Duarlc I'ereira, um te-
Iheiro que seive de ularia e doos qoarli-
nlioi ludo por '07,imporlancia da dci-
ma .............
dem 7.Antonio Carneiro da (Cunda, om
lelheiro que serve de ularia rtois qoarli-
nhoi eom nrinazein ocrupido pelo mes-
mo lodo avadado por itMlj, importancia
da oeclma........, .
dem 9.Viuva de Miguel Carneiro da
Cunha, om lelheiro que sirve de olaria
e dous quart nhos arrendado ludo
2tH)>. importancia da derima .
dem !) CAnlouio Carueiro da Cunha,
um lelheiro em obra.......
IIua do Rosario.
Numero 2.Joo Martina de Barros orna
casa lerrea arrendada por lOjj, impor-
tancia da dcima........
dem I,Viova herdeiros de Adnao Jos
dos Sanios, mn.i casa terrea arrendada
por !t>.}, importancia da decima .
dem 6,Seminario de Olinia orna casa
lerrea ariendada por !(!>, importancia da
decima...........
dem 8.Luiz I'ereira Itaposo, orna casa
lerrea por ItiS, importancia de decima,
dem 10.Silvana Morelra Lima, urna ca-
sa terrea arrenJia por 14i?, imi-orlaa-
cia da te iin.i ......,, .
dem 12.Francisco Czalo da Fonseca
urna casa lerrea arrendada por 120?,
importancia da decima......
dem 14.O mesmo, urna casa lerrea ar-
rendada por 120J, importancia da deci-
ma .............
dem 16.Padre Jos de Jcus Mara de
Vascnncellos, urna casa Ierres arrendada
por I Ji',-. importancia .la dcima. .
Idnn 18.O mesmo, orna casa lerrea oc-
cupada pelo mesmo, aliada por 1208'm-
porlancia ra derima.......
dem O.Manoel Jos Carneiro,una casa
lerrea airendada por 1449, iinpurlancia
da dei'in. i..........
dem 2.Mara Carolina Ferrrira.de Car-
valho, nina cosa lerrea arrendada por
1b8j). importancia da deeima ....
dem 24.Manoel Jos de Sania Auna
A'aojo orna casa terrea arrendada por
1448, importancia da decnua ....
dem 26.Demolida.......
dem 28.Manuel do Nascimento da Silv
Bastos, urna rasa lerrea arrendada por
108;?. imouriancia da dcima ....
dem 30.Manuel Jos Pereira Onjalves,
urna casa lerrea arrendada por 1148000,
importancia dadecima.......
dem 82, Joo Miguel da Cosa, om so-
brarlo com urna luja e um andar,arren-
dado por 3008, imporlaucis da deeima. .
dem 31.Luiz Gonjalves Agro, urna casa
lerrea arrendada por 108?O00, importan-
cia da decima........
dem 36 Jos Alves Lima, umi casa ler-
rea arrendada por 968, importancia
da derima......
dem 38. O meamo, casa terrea, ar-
rendada por il -iii i importancia di
decima.......
dem 40. Pedro Gomes, orna casa ter-
rea arrendada por 1149, importancia
dcima.......
lde|n 42.Jos Antonio Dlanenori. um
casa lerrea arrendada por 11 JjOOO, im-
pnrlancia da decima.......
dem 1 .Jnaquim Antonio de Souza Coos-
seiro, rasa lerrea arrendada por 168.',
importancia da derima.....
dem 46. Benlo Gomes Pereira Lima,um
casa len-n s.ri'ii t.nl.i por O'r?, irnpor-
Irin* da decuria........
dem -Padre Francisco Joaquim Perei-
ra, urna casa terreu arrendada por 111?,
imporlaurla da derima.....'.
dem SO Manoel Marinho do Nsrimen-
lo. casa torrea arremeda por 7>, im-
portancia da decima.......
Idj-rri 52,llerdeiros de Manuel lilippe da
romera Cande.uma ca por 12U8,impurlanria da dcima. .
dem 51. Kernardino Jos M.ml.iro, una
casa lerrea arrendada por 1928000, irt-
po'laucia da dcima.......
dem jt Joanna Miliuna de Jeaai, orna
caaa terrea arrendada por li-jiK)!)
Imporlancii da dcima.......
dem 58, Ju3o Dias Morelra, nina casa
lerrea arrendada por IbSjOOO im-
portancia ila dcima.......
dem SO.Etliucta CengregieJIo, urna casa
terrea .......
dem 62. Pedro Ignacio Bplisia, um
casa lerrea arrendada por l2(>g.imporlaii-
lancia da dcima........
dem 1. Joflo Jos Fernn tes, urna ra-a
lerrea com oan arrendada por l.jS.im-
porlanria da dcima.......
dem 3.Uemique Jos Vieira da Silva,
urna casa lerrea arrendada por 108, im-
portancia da decima........
dem .7. Irroantade do Kosario da Boa-
V isla, casa terrea arrendada por Hi8. im-
portancia da decima...... .
Ilem7. Francisco Jos Raposo, orna casa
lerrea arrendada por 1448, importan-
cia dadecima.........
dem 9 Pedro Paulo dos Santos, orna casa
terrea irrendada por HScOOO, impor-
tancia da dcima........
dem 11. Il-iinqoe Jos Vieira, orna rasa
lerrea arrendada por 7ft>S00,importinra
da decima...........
dem 13.Antonio do Sacramento Kosa de
Alboquerque, urna casa lerrea arrendada
por 1209, Importancia da dcima. a
dem 15. Manuel Antonio Ferreira Vil-
laja, urna casa lerrea arrendada por 96?,
importancia di decima.......
dem 17. O mesmo, casi lerrea, arren-
dada por 968000 importancia da deci-
ma .............
dem 19.Joao l.eile Pila Orligueira.casa
lerrea, arreudada por 1188, importancia
da dcima...........
dem -21.Jos Alves Lima, urna casa ter-
rea arrendada por 96-9, importancia da
decima............
dem '23. Joanna do Rosario (ioimaraes
M.casa lerrea arreudada por 1089,mpor-
lancia da decima........
dem 25. Jo- Pacheco de Medeiros,
casa lerrea arrendada por 969 impor-
tancia da decima .......
dem 27. Jos Marii Sodr da Molla,
um sobrado com urna I ja e um aniar.oc-
rupado pelo mesmo, avadado por 2169,
importanria da deeima......
dem 29. llerdeiros de Manoel Joaquim
Pinto M rhad", uma casa terrea arrenda-
da por 72-9, impui lancia da dcima. .
dem 31. Ju Francisco Catiral. orna
ca*a lerrea arrenda por *l(i-, impor-
laneia da decima........
dem 33. Francisco de Carvalho Paes di
Andiale, uma casa terrea arrendada pur
1(189. importancia da d-cima ,
dem 35.Padre Ju3o Rodrigue! de Arau-
jo urna casa terrea arrendada por
968, importancia da decima ....
dem 37. Irmandade de Sania A noa da
igreja da Santa Cruz, uma casa terral,
arrendada por 969, importancia da de-
cima............
dem 39, A mesma, uns casa terrea ir-
rendida por 1208000, importancia da
decima............
dem II. A mesrn, uma casa lerrea ar-
arrendada por lil?, Imporlancia da de-
cima ............
dem 13. Jos Martina Ros, urna eas
lerrea airendada por 2109000, importan-
cia da dcima.........
dem i"1.llerdeiros de tlias,Falcao de
Cirvi ho, orna casa lerrea arrendada por
I i i~,importancia da decima.....
dem 47.Viuva e herdeiros de Amaro
Francisco de Cania, uma raa terrea ar-
rendada por 1929, impeiUiicia da d-
cima ............
Idcni 19.Jos Jnaquim Botelho, urna
rasa terrea arrendada por l.it1,-, impor-
lancia da dacima........
Idun 51.Padre Jou Rodriguei de Arau-
jo, una ra-a lerrea arrendada por I 'r i.?,
importancia da decima......
dem 53.Jete da Cusa DooraJo, um io-
bra'tu roin urna lojs, dous andares e so-
lio arrendado ludo por 6729, importan-
cia da derio a........ t
dem 55.Jos Joaquim Bolelho, nina
casi lerrea com soleo arrendada por
2005, importsnna da dcima. .
Roa dos Pires.
Numero 2 A.Amoiim v lrmSos, urna
casa lerrea mondada por lOOafi impor-
lancia (la derima.......t
dem 2.Rn lolpho Jo9o Barata de Almei-
da, viuva e herdeiros de Joaquim Jos
Pereira uma rasa terrea arreudada por
3008, importancia da derima ....
Idun i.Jos Feliciano Pnrlella, nina ci-
12*900
135.700
369000
I8.9OOO
189000
369000
ibcooo
133700
porl-ncia da decima........
Idun 14.Antonio Francisco de Miranda
e Angel,,, Bernarda de Miranda, uma
casa lerrea arrendada por 1085, impor-
tanria <1a itacima........
dem lo.O* mesmo*, uma casi lerrea
rrendadada por I08J, importancia da
diurna........
dem 18.Padre Jos de Jess Hara de
Vascnncellos, urna casa lerrea arreudada
por 1089, 111,p Hialina dadecima. .
Idam 20.Anlouio Ferreira Lima, um
casa lerrea arrendada por I2U9, impor-
lancia da decima........
dem 22.Antonio Domingues de Almei-
da Pojas, uma casa lerrea anenda-
da pur 2008 imporlancia da drcima. .
dem 22 A.O mesmo, uma casa terrea
arrendada por 2008, impnitancia da d-
cima ............
dem 22 B.O mesmo, urna casa lerrea
anendada por 2009, mpuilanca da de-
cima ............
dem 21.Jos Pereira Vianm, orna caa
lerrea arrendada poi 1448, impuitancia
da decima..........
dem 26.O mesmo, uma casa terrea ar-
rendada por 1449, mporlsucia da da-
cima.............
dem 26 A.Desembarga^or Jernimo
Marlmiaiio Figueira de Mello, uma casa
lerrea aforada a diversos 3008, impor-
tancia da riecima.........
S$6i0 dem 28.llerdeiros de Francisco de Car-
valho Paes de Amlrade, urna casa lerrea
arrendada por 1449, importancia oa de-
89610 cima............
dem 30.Os meamos, uma casa lerrea ar-
158120 rendadada per 1118, importancia da de-
rima.............
Idiin 32.O meamos.ama casa lerrea ir-
129960 rendada pur 1449, impurlancia da d-
cima.............
dem 31.Os me>mos,oma casa terrea ar-
108800 rendada por 1119, impoilaucia da de-
cima.............
dem 36.Os meamos, uma caa terrea ar-
10-800 rendada por I689, Importancia da de-
cima.............
dem 38.Os meamos,uma casa terrea ar-
108800 rendada por 1449, importancia da d-
cima.............
dem 10.Os mema-,urna casa (enea ar-
108500 reudada por 119, importancia da da-
cima.............
dem 42.Os mesmso.oma casa lerrea ar-
129960 rendada pr 1448, importancia da de-
cima.............
dem 44.Os mesmo,uma casa lerrea ar-
15JI20 midaua por 150-9, iropoilancia da d-
cima.............
IJem 11 A.Amonio Jos da Rosa, una
128060 c"' ler"-a P"r acabar......
tem 11 BO mesmo, uma casa lerrea
p rar-liar...........
dem 14 C.O mismo, om sobrado por
997-2O acabar............
dem 46|A.Joaqolm TeUelra Peixolo, u-
macasa |.rr-a occopada pelo mesmo,ava-
129960 dada por 2008. imporlancia da ecima .
dem 46. Mara Joaquina de Castro
Porrlti, uma casa lerrea arrendada por
279OOO I2O9, imporlancia da decima ....
dem 48.A mesma, nina casa terrea ar-
rendada por 1208. imporlancia da decima
98720 dem 50.Jusepha Mana Perttli.uma casa
lerrea aireudada por 120/, imporlancia
di decima..........
896IO dem 52.Mara 'I deudora da Assomp-
e.ei, uma casa lerrea arreudada por
1688. importancia na dcima ....
129960 ldeln 54.Tboro Carlos P>reil, uma ca-
sa lerrea arrendada por M-, imporlancia
da derima..........
125900 dem 56.Doulor Antonio Francisco Pe-
relti, ama casa truca por 1083, impor-
tancia da decima........
129960 ,0>m 58.O mesmo, ama casa lerm ar-
rendada por 1088, Imporlancia da de-
cima........ .
159120 IJ'm 60.Annunciada Camilli Alves da
Silva, uma caaa terrea arreudada r.or 729,
imporlancia da dcima.......
I89OOO dem 62.Jos, ha Marta Perelti uma casa
lerrea arremada por 729, Importancia da
decima............
129964 'dtnl <>*A mesma, uma casa terrea ar-
rendada por 968, imporlancia da de-
cima.............
69180 M"" W>. A mesma, uma casa terrea ir-
renrlada por 98}, importancia da de-
cima............ .
109800 'denl fi8-Jos Mara Seve. uma casa 1er-
ie 1 arrendada por 969, imporlancia da
derima...........
179280 I<*'m 70.Maria Joaquina de Castro Pe-
relti, um sobrado com urna loja e dous
anaarea'arrendado tudo poi 800j, iiupor-
129960 lancia da decima........
dem 1.Bario de Cimbres, urna casa
lerrea arreudada por 1449, importancia
159120 decima..........
-dem 3.Marta Fellimina do Kego Gu-
mes, uma casa terrea arrendada por
2008, imporlancia da decima ....
dem 5.Joanna Maiia de lieos, o mi casa
IO98OO "" arrendada pur 1449, imporlancia
da decima...........
dem 7.Jos Carlus Manjo da C01I1
138.700 Rea, uma casa terrea arreudada por
1148, importancia da dcima. .
tem 9.Joanna Maria de Dos uma cusa
95720 terrea arrendada por 1448, importancia
da decima...........
dem II.Viuva e herdeiros de ,Mauoe!
735C0 Amonio Car,lo/o. uma casa terrea ar-
rendada por 1*08, impmlancla da d-
cima............
129&0 'd,m WJoaquim Antonio Carneiro,
uma casa lerrea arrendada por 1448, im-
portancia da decima.......
12-.I60 ,der" 15-Jn Norberlo Casado Lima,
uma ra>a terrea arrendada por 1448, im-
portancia da decima.......
68912 li'm I".Antonio de Souza Cime Lima,
orna casa lerrea arrendada por 1418,
imporlancii da derima.......
108800 ld,'n 19.lo Cerlos Manco da Coila R-is
uma casa terrea arrendada por 1448000,
imporlancia da decima.......
896,0 ,d,m 21.Joaquim Jos Antones, ama ca-
sa terrea arrendada por 120-9000, impor-
tancia oa decima.........
8j6i0 'dem -Manuel Joaquim Lamas, urna
casa lerrea arrendada por 132800b, im-
portancia da dcima. .....
3720 lll" 'JoSo Bastilla Fraaoso, uma casa
lerrea arrendada por I683OOO, importan-
cia da decima.......
89CO ldem-27.O mesmo. uma casi lerrea ar-
rendada por 108=000, importancia da de-
cima ...........
9J720 0,m 29.Manoel Jos Pmheiro, nina casa
lerrea arrendada por 2I6-30O, imporlan-
cia da i-i" II. a..........
83GO dem 31 A. 1 liorna/ d'Aquino Fonseca,
ama casa leirea com sulflo arrendada por
4008000. importancia da dcima. .
dem 31 B.O mismo, um sobrado com
19840 l.'m" '"i* "m andar irrendi lo tudo por
5009000, importancia da dcima. ,
dem 31.Manual Antonio Gnnjalvea, um
68180 sobiado com um- l> j-|e um anuar arren-
dado iudo| por 5009000, importancia da
decima...........
836O I'ein3l A.O mesmo, um sobrado com
uma loja e um andar arrendad todo por
5O0CO00, imporlancia ra deeima. .
B2U dem 31 B.Manoel Anluiio Goijalves,
um sobrado com orna loja e um andar
arrendado ludo por 0"XI3<>00, imporlancia
836IO da decima...........
dem 31. C.O mem, um sobrado com
nina ioja um andar arrendadu ludo por
6OO9OO. imporlancia da dcima. .
89640 dem 33.Anua Josepba da F'onseca, uma
caa lerna arrendada por 969000, impor-
tancia da derima........
IO98OO dem 35.Joaquim de Carvalho Piel de
An 'r-le, urai casa lerrea arrendada por
969000, importancia da dcima. .
129960 Id'm 37.llerdeiros de Adriao Jos dos
Sanios, urna casa terrea arrendada por
96-9000. importancia da derima. .
2I36OO dem 39.Patrimonio dos OrphSos, uma
casa t mi............ ^
Pi uncir seceso do consolado provincial, 29 de se-
129960 lenibrode 1857.
O Linea lor
Joflo Pedro di Jess da Malla.
9*720
99720
9=720
111=800
I KJOt K)
188000
ISbOOO
129960
123960
278000
12:960
128960
128960
123920
158120
129960
128960
128960
1:13500
9
189O0
10-3800
108800
109800
158(20
79560
9972O
93720
lij 180
6848o
88640
8=0,0
8=640
723000
123900
183000
123960
129960
12s960
IO9SOO
12/960
12-9960
128969
129900
IO98OO
113880
158120
15=1-20
19*440
369000
4.7=oo
453000
459OOO
M9OOO
549OOO
88010
8=640
89610
Imporlancia di denme. ......
dem I.-CaHutina Mara da ConreijSo,
uma caa lerrea arrendada por 968000,
importanria ra deriroa......
Idun 3.Joflo Malhena, uma casa terrea
arrendada pur 1208000, importancia da
dcima............
dem 5.O mesmu, uma casa lerrea arren-
dada por 1209000, importancia da dcima
dem 7.Con laniinn Jcse Raporn. uma
ca-.'f lene.i ariendada#por 1209000, im-
portancia da du una.......
dem 9.Jos Jarintho da Silveiri, uma
rasa terrea arrendada por 1209000, im-
porlancia da decima........
dem II.Tiburcio Valeriano Bipdita,
omi cisa lerrea arrendada pur 1328000,
imporlancia da d>eima.......
dem l:i.V-rloiir o Jos de Souza Travas-
so um sobr.do com uma loja e um miar
nrrendaao tudo por 5009000, imporlan-
nu da decin.a..........
Id*m 15. mesmo, um sobrado com uma
loja e dous andares occopado pelo mesmo
avalado por JOOoot, importancia da de-
cima......._
v a J'2* doyuiabo.'
Numero 2.J080 M u,eu, 0,na caaa terrea
anendada por 89OO, importancia da
decima.......
dem 4.Manoel CarloiTeiieira/uro, fsj
lerrea arrendada por 120, imporlaocii
da derima.........
dem 6.Maria da Conceijflo Vetea, urna
casa terrea arrendada por 1209, impor-
tancia da decimi........
dem 8.Hospital dos Lazaros, orna casi
terrea ............
dem 10.Manoel Ignacio de Olivetra,
uma casa lerrea arrendada por 14i=, im-
porlancia da derima.......
dem 12.Jiflo Jos dos Anjos Pereira, ama
casa lerrea arrendada por 963, impoi lan-
cia da decima.........
dem 11.Francisco Ribeiro de Brito, uma
casa terrea arreudada por 968, imporlan-
cia da derima ,.......
dem 1. lleiden a da padre Jos Gonjalo
uma casa lerrea anemia.la por 1089, im-
portancia da deeima.......
dem 3.Ordeni lercelra de S. Francisco,
omi casa lerrea arrendada por 84-3, m-
pi rianria da decima.......
dem 5.Oidem lerreira de S. Francisco,
uma casa lerrea arrenoada por 903, im-
portancia da dcima .......
dem 7.A rneun, urna casa terrea ar-
rendada por 723. importancia da decima
dem 9.Ignaciu Jos P m. nina casa ter-
rea erreudada por 1088000, Importan-
cia da dcima.........
Mem 11. Vrenle Anlouio do Eipirito
S-nto, orna Casa terrea arrandada por
1208. importancia dadecima.....
dem 13. E-icv3o Cavalcanli de Albo,
querque, urna casa lerrea arrendada por
6O3, importancia da decima.....
Travessa de JoS 1 Francisco.
Nomero 2.Victorino Joe de Sooza Tra-
yasn.urna casa lerrea,arrendada por 609,
importancia da dcima......
dem 4.O mesmo, cesa lerrea arren-
dada por 6O9OOO importancia da deci-
ma .............
dem 0.O mp-mn, uma caa lerrea,arren-
dada por 60=000, imporlancia da deci-
ma .............
dem 8.O m>smo,uma casa terrea,arren-
dada por 6O3OIJO importancia da dci-
ma .............
dem 10 O mesmo orna,casa terrea,arren-
dada por 609000 imporlancia da deci-
ma .............
dem 12.Dr. Joaqolm Jos de Sooza,uma
casa lerrea, arrendada por 963, impor-
lancia da decima........
dem 11.F1II101 de Rufino Jos Correl de
A'm, i-i.i, ama casa lenes, arrendada por
819, importancia da decima.....
dem 16.Rufino Jos Correa de'Almei.la,
orna casi terrea, erren -.ida por 1208000,
imporlancia da decima......
dem 18.Francisca Escolstica Josepba ,
uma casa terrea, arrendada por 89, im-
portancia da decima.......
dem 20.Joo de Sa' l.eilflo, uma casa
lerrea, arrendada por 969, impoitaticia
da decima...........
dem 22.Migoel Francisao de Souza Re-
g, uma casa lerrea, arrendada por 188,
un. ni lanera ,ia dcima......
dem I.Joaquim Piulo de Oliveira, ama
casa lerrea. "arrendada por 6O3, impoi lan-
cia da derima.........
dem 3.Cvnaco Alves de Je-oa, uma ca-
sa lerrea, arreodada por 1208, impor-
lancia da decima........
dem 5.llerdeiros de Antonia Monleiro,
uma caaa lerrea, arrendada por 1329, im-
porlancia da dcima.......
dem 7,Maria d.a Merc.-s, uma ca'a ler-
rea, arrendada por 96j, imporlancia di
decima............
dem 9.Anlonio Jos de Souzi Cosseiro,
uma casa lerrea, ; rreudada por 120=, im-
portuicia da decima.......
dem II. Joaquina l.ouruija da Luz,
uma cesa lerrea, arrendada por 1209, im-
poi lancia da dcima.......
dem 13.Clara Joaquina de Oliveira Mou-
r, uma csa lerrea, arrendaba por 1449,
importancia da derima......
dem 15. Viuva de JuSa Francisco de
Souza Peii uma casa lerrea, arrenda-
da por 1203000 importancia da de-
da dcima...........
Becco da Campia.
dem 1.Antonio Pereira Mendes orna
csa lerrea, arrendada por 1208, impor-
lancia da decima .....
dem 1 A.Jos Bapliils Kibeiro de Faria,
ama Casa lerrea, arrendada por 108, im-
portancia da decima.......
dem 3.Francisca Thomazia da Concei-
eflo, uma casa lerrea arrendada por
968 importancia da decima ....
dem 5.Antonia Maria de Jesui, uma ca-
sa lerrea, .uremia la por 969,imporlaocia
da dcima. .......
jinO dem 7.Joanna |a>be|, orna caa terrea
arrendada por l'i'i=, impurlancia da de-
cima.............
85CO Idee. 9.Antonio Pereira das Neves, uma
casa lerrea, arrendada por 968, impor-
tancia da decima........
109800 dem 11____Joi Dial Moreda, uma casa
leirea, arrendada por Ui3. importancia
108800 da decim...........
dem 13, Francisco dos Santos Bornes,
tima casa lerrea, arrendada por 1683,
IO3KOO importancia da dcima......
dem 15. Carlos JoSo de Souza Correia,
uma caaa terrea, arrendada por 144?,
10=800 Importancia da decima.......
Idien 17------Bento dnsSanloi Ramos, omi
can lerna, arreodada por 2409, m-
119880 portancia da declina.......
dem 19. Js dos Santos Nuna de Oli-
veira, ama easi terrea, arreudlda por
389100, importancia da dcima .
458000 dem 21.O mesmo, uma casa lerrea, ar-
rendada por 968 Importancia da dcima
dem 23. Manuel Ferreiro Fialho, orna
casa lerrea, arrendada por 1209, tmpor-
458000 lancia da deeima........
dem 27.Joflo Jos dos Santos, uma casa
lerrea, arrendada por III3, imporlancia
da decima....., .
79500 dem 27.Rosa Candida do K'go, uma ca-
sa lerrea, arrendada por 120J, importan-
cia da decima..........
IO98OO Idm 29. Thumaz di Aqofno Fnnirca,
uma caa terrea, arrendada por 3009, 'm-
pi rlanea da decima......
dem 31. ihereza de Jatos, ama est
Ierre, arrendada por 120, importancia
da dcima.........
dem 33 Manoel Doarli Rengues, orna
coa, le,,,, arrendada por 2169, impor-
tancia da decima........
dem 3.1Lourenjo Civaleantl de Albol
querque, om sobido eom uma Iota a om
aneV; *"""dB,,'>'"! P" 5009. impor-
lancia da dcima .
dem H A. Ja B ,p't\, Fri*gnso. 'om
sobrado cm .ma,,,, eom and^reS
"SLr: 'J;e'"'>". de Moiss
Mr 2Vll 'im"", C", l"'"' <*
le) TT """"'"ca dn decima .
i2 a ~ T""0- """ M*> "a',
cima Pr 250S' ,mPor,"'a da di-
Idem 35 D.-cela'na'de Fa'rla's Co...
uil'!.'."/ ar'e,Dd"d P' 2009, impor-
tancia da decima.....
03180 dem 37.A mima, nma caa lerrea ar
rendada por 2109, importoucli da d.ci-
98720 dem 39. Viuva herdeiros de Antonio
Jo-e da Costa e Silva, ama can larrea.
109800'
8
129960
83640
89640
99720'
t
79560
83640
108800
58400
53400
59400
58100
58400
55IOO
83040
785G0
109800
795 0
89OO
4920
5.940O
10-800
11=880
89610
109800
IO98OO
12VJ00
IO98OO
108800
98720
88040
1'2/OtiO
89W0
128960
158120
128960
2I56OO
33456
88640
108800
128960
1(1=811(1
278000
IO98OO
199410
459000
228500
. 229500
189OOO
218600
lerrea,
com sala,, e um quarlo 00 ma.,, oceu-
pado tudo pela mesma, avadado em
2jO-, importancia da decima
(Conlinaar-ie-hi.)
228500
(Tommunicado.
po.lanlo reolvemo. iolt.r"oea" deb.i'voi pari'7-
vir o merecimento deise nlro brilhinle da icco.
pernambucana.
Sim. quem no theilro di Santa i.ab.l Uve, apre-
ciido o recuuliecido talento da Esm.a Sr. D M.no-
Hla. nao deve ler deaejoi d'ir ver ai rnelhore aclrl-
,.J.', a rUP* i *oemaa P1" brinleirotlver eom-
templado o goslo artisiico desla actriz soberana nao
querera1 ver e... fallad. Lodovin. do randa th.alro
do Rio de Jaoerro ; quem como mil liv.r apreciado
roavmss1 eaudida voz desla nuda dama no. peque-
o, bocados di cantan, qoe no* lem ido, eieVeei.
rfl por cerlo o que ue.le genero hoover de melhor
nos llieilros de Pin, ; seo lindo porte e soa belleza
conjunctos ,0. bem compreh.ndido. papis de qoe a
aucarreg, ciraclerisam perfeilamenle soa rara hi-
brlid.dir ; por e.emplo, ni diflicilima parte de Ma-
na, do drama -Marre Joanna ., pob, ,_
eleva-e ao lenrtb da auperioridade, o. diversa, emo-
jues que ne.le papel 13o poticamente patente, ao,
especia torea, f.iem sabir dos mus 0'ilma con, fr-
vido transporte os brados reae. do applaoio, nar.
vicloriar u lodo fascinador dem arlist. deoaa
Nao he io ueste drama que ella se torna sublime
em lodos que lem entrada, captiv.-noi itr.ordlni-
l\T l l'rl"c,P-,m,n,e no moroso papel de Lo-
eia, Erikdel. do dr.ma -Berlh. a mercador. de
F landre., dmila-o 13o enlmenle que mi fu Pr.
soadir de que vemos, uao a personagem imag mrii
ma, s.m a re.dd.de : emlim diremos q,.e .|T. h, .'
Imi e corcea do oosao thealro. e como disse o gran-
de po.ta Calda, oa soa XII poesa, direolo. l.mbem.
Mulher om Ihrono tem ten. om diadema
V|ne te .inunda a Ironle, radiante !
A mveja, a ernulajao que l'oi conleslem
V|ue t oa roubem, se podem.
Nos elevados cos da inlelligencia,
N"S radiosos mandos do tlenlo,
L'm vasto imperio l.ns. teni aoreo Ihrono
Onde le ergues ralnhi! !
Nao he a vil adolajjo era 1 lisonja qoe nos levim
a trajar rnesquinhas plirases, pus da sobajo orgolha-
sos, nada mais fazemosqo. admirar um genio I ae
sublime actriz O. Manoeil. Caelana Loeei q.e ja
cubertadeglo.il. d. nada Ihe servir o pouco qoe
levamos dito, pedindo-lhe apenas que iiidilfe.eule-
menle nos eonheca como seos verdideiros a Un ad-
mirador ,
Agora, anda doas palivras ao Sr. subslitato ; M-
dimos-lhe tambero que nao teta lio sufloeado, poia
realinent. e.lr.nh-mni ieui desabafos peca com
quem Ihe mo he desalelo.
Os ioui amigos.
aa trrea arrendada por 210J, Importan-
cia da derima..........
dem 0.Padre Anlouio Teinelra, ama
importan-
casa terrea arrendada por 728,
ci- da derima......
dem 8.J..5o l.eile pita Orligoeire, um
casa terrea >r,es,dada por 12113, impor-
tancia rta dcima........
dem lO.Thomaz S ores de Carvalho
Blanda,,, urna caaa terrea arrendada por
1443. importancia ra dcima. ,
dem 12.A'lonio Berua'do innninro,
nma casa terrea arrendada por 14 i;, im-
17=280
1,'18,700
I3*960
618180
189900
368000
278000
218000
<8i80
103800
128960
Travessa do Vena.
Nomero 4.J0A0 l.eile Pitia Orlisoeira,
uma casa terrea arrendada por IO89OO0'
iiiipoilancia da dcima. .
dem 6.Jos Peres Campillo, urna casi
lerrea arrendada por 114=000, importan-
cia dadecima..........
dem 8.Feliciano Primo de Saeta, rima
casa lerrea arrendada por lOK-000, wn-
lanr-ia da d-cima........
dem 10.FroclUOM Pereira Freir, uma
casa terrea arrendado pur 1209000, im-
porlancia da derima.......
dem 12.Joo Melbeue, orna caaa lerrea
arrendada por 120=000, imporlancia da
decima............
dem 14.Isabel Maria Ferreira, uma ca-
sa lerrea arr. miada por I2O9OOO, impur-
lancia da derima........
dem 16.Anlonio lernandei Lima, ma
casa lerrea arrendada pur I i Hait, im-
portancia da deeima.......
dem 18.Manuel Genlil da Coila Alves,
uma esa lerrea arrendada por 120,9000,
imporlancia da dcima......
dem 20.Mana l.eonaida de Sooza, uma
Casa linea arrela ia por %aO00, impor-
tanria da deeima........
dem 22.Manoel Genlil da Cusa Ah -.,
urna esa lerrea arren lada por 96=000,
snpovlattria da deerna......
|rl-ni 24.O mm<>, uma casa terrea ar-
rendarla por '.'t.-uaiu, iaipoilancia da d-
cima ............
Id-m 26.Jola Francisco Regos Coelho,
orna cata lerrea arnudada por 728000,
99720
129960
99720
1n-xim
1O=8O0
10=800
128960
10=800
88010
88.10
89610
Rua do Sebo.
Numero 2. Mana Joaquina di Cnlro
Per.lli, orna casi terrea, arrmdida por
48a, impoiluiri, da dcima.....
dem 4.A mesma, uma cisa lerrea, ar-
rendada por 488000, importancia da de-
cima ............
dem 6.A me-ma, orna casa lerrea, ar-
rendada por 488000, importancia da de-
cima ............
dem 8.A mesma, urna casa terrea, ar-
rendada por 1928 > imporlancia da dci-
ma........
dem 10.A mesma, ama casa lerrea, ar-
rendada por 192,-000, importancia da de-
rima ............
dem 12.A mesma, uma casa terrea, ar-
rendada por 1928000, importancia dadi-
pui.............
dem 11.V uva de Jos Francisco Lavra,
uma rasa terrea, arrendada por 20i9,im-
portancia da derima.......
dem 16.A mesma, om sobrado com uma
loja e um andar, urropado pela mesma,
av-liaJo ludo por 3209, imporlincu da
dcima............
dem 18.Rernirdino Jos Monleiro, uma
casa terrea, arrendada por 1928, impor-
tancia da decima........
dem 20.0 mesmn, urna casa lerrea, ar-
rendada por 250=000, imponencia da
dcima.........
IJem 22.Simplicio Xavier di Fo'nseci ,
om casa lenes, arrendada por 2108, im-
porlancia da dcima.......
dem 25. Kernardino Jos Monleiro, urna
Casa terrea arrendada por I689, Im-
portancia da decima.......
dem 26.O mesmo, sobrado com uma loja
e um andar, oceopado pelo mesmo, ava-
llado lodo por 4009, importancia dade-
cima ..... ......
dem 28. O mesmo, ena casa Ierre, em
obras............
dem 30Jos Marlins do Rio, uma eas.
le re occopada pelo mesmo, avadada
ppor 2509, importancia da dec ma. .
dem 32. Anlonio Pedro das Neves,
uma casa lerrea arrendad! por 1929,
importancia da decima ..*....
dem 31. Victorino Jos Monleiro,
urna casa lerrea arrendada por 2509, im-
porlancia da dcima.......
dem 34 A.Vrctnnuo Jo Monleiro, orna
casa lerrea, arrendada por 3003, impor-
tancia da denma........
dem 36. (jiiilheim da Silva Botelho,
uma casa terrea, arrendada por 1928,
Importancia da dcima.......
I lem 38. Aosuslo Federico de Oliveira,
una casa lerrea, arreniada por 2lO3.ini-
porlancia d-a dcima .....
dem 40. O mesmo, umi casa terrea, ar-
rendada por2169, importancia da decima
dem 42.O me*mn, orna casa terrea, ar-
rendada por 2109, importancia da decima
dem II. O me-ino, om casa terrea, ar-
rend da por 2I(8, importancia da deciroi
dem 40.4) meamo, urna casa terrea, ar-
rendada por 2168, importancia da dcima
dem 18.O meamo, um snbrado eom orna
loja um andar, arrendado por 3209, im-
portancia da decima. .......
dem 50.O mesmo, om sobrado com urna
loja e nm andar, arrendado por 2509,
impnrt una da dcima.......
dem 52.O roemn, nma caaa lerrea, ar-
rendarla por IU88 importancia da derirna.
Mem 54.O mesrno, urna Casa leirea, er-
ren.lada por 1088. imporlancia da deciros
88640
49120
19390
19320
173280
(SorreSpon&encict.
17=280
173280
I8336
289800
17=280
229500
219600
139120
36=000
229500
22950O
279O00
ANDA A FIGURA DO SOBRADO 0. 64 DA ILA
AD CRUZ.
Senhores redactores.Concedrodo a Carleira ave
esta hgura representa o patriare., Jacob, de., lam-
ben! conceder que o objeclo qae Mi na mao esqoer-
di he uma ouce O* qu-lqoer oulro inalrumenlo se-
melhante agrario, e nonca oro espelhu poia
nao consta que oaqoelle lempo ja eslivessem em oso
MNllM.
Ningoem dovida qoe o emblema de Pirnimboeo,
dado pelo. Ilullandez.s, er. uma virgem com ama
eanna de a.-urar e om espelho na. maea, e qoe ei-
pnroissem formoaon e abundancia; mas, cerlaesen-
ie. nao he a da roa da Cuz, de qoe fall Uaipar
Oarlaeus. pon isla Hgura nao representa foimosors,
nem ,,e lerainma. pelo conlrurio be ella a de om an-
ciao com barbaa lonjas. ()
8 da novembro de 1857.
Sr*. redactores.--QuanJo ea no Diario
de .1 desla ntez, tracei duas lindas sobre a
Iigora do sobrado D 64 da roa da Cruz, nao
tive om mente se nilo contribuir cora o tneu
fraco contingente sobre aex-licscfio deste
emblema, visto ter havldo divergencia de
opiniSoaeste respeilo, e fiz. entao acompa-
nha-lo de um pequeo commentirio sobre a
tolerancia hollandeza.
O Sr. A 1"., no Liberal- de 4 deste mez,
contesta esta tolerancia, dizendo ter silo
justamente a falla de tolerancia a causa da
expulsao dos llollandezas, 1 orque linham
receio le ver ir-so arre lando insensivel-
mente a religiSo protestante. os Flatnengos
conqui.-taram a provincia de P.rfiambuco
por eslarem em guerra com os Portugueies,
entume e direito de lodo os bel I i gerentes,
ain la h" je em dia,e conquistaran! a tilo per-
feitamente que nunca roaig sonhar. m a vir
perde-la tSo depressa ; elles, portento, pio-
curaiam estabelecer-se nelia solidariamente
e procuraran ao mesmo lempo amalgamar-
se com o povo conquistado, posto que fosse
de oulra crenca. Nenias circunstancies, arlio
minio na tur I que tivessem havt.lo muitas
diligenciase tentativas de proselvlismo de
paite a parte, e que a maioria cattioca ti-
vesse triu r.|,hado da minora protestante e
qtieem seguiriento, os dominadores tives-
sem empregado meios arbrtiarios eoppres-
179280 sivos para obstarem ao predominio calho-
lico-romano e que esU poltica irreflectida e
im rudente livessesido a causa veidadeira c
nica de sua perdido.
Raras vezes aconlecem convertimenlos n-
timos e iuceros, qua.si todos lem por base
motivos particulares, e quem sabe se este da
Allemaa, Cuilliermina nao esta no mesmo
179280
19;10
109110
199140
19/M0
Cremoa qne o Sr. D.
nao leo o final do nosso
lolheiiin de honlem con. aliento, e por .so eeaaee
,.hr,Ka,lo. a rene1 ir-lh, ,,, dl8,moa qlle J
gara da casa n. 64 da rua da Cruz linh, n. ,5o _
querda um ispelho ; o que dissemos fol. que soppq-
nh.mo. qu, aquella (igur. varonil era uma irans-
form.cao da que vero em Barleo ; mis esla opmio
d* Iransfi.imaia. abandonamos depo.s qoe conlaaX
..n.cnpca.,,,oubemn.oque.ll. quena i,sUZT
t! !l.p,,Vl"lo ."*"-'"" n,P-""nos m.,, cm"
. coro
do nosso folhelim de
qoestSu incidente que
199140 esla finura. Na parle final
! lioniem s tratamos de orna
9 I. l.nh..,ed.lo.quelljo,n,| qile P r;rA;
due,-.e que. fiaora, que vero ero |a,leo,"raz om
eapelho ni m3o e.querda. qu. er. uma loU S
M repel, i peto Sr. A. F. em dua. ? ".' '
l-orideriria. |i le.pondendn
229.V00
'J-9720
90720
corres-
da Cruz, cu,o nome ,u ( cnhec,d do ....1.1 co de-
MUTILADO
ILEGIVEL
.






caso! II, e sempre lem havido, gnnte de
amboso sexos, qua tem ab ac,ado lodas as
re ig i oes lo n > i i v e so, urna apos outra, por-
que assim lhes tem dctalo suas convenien-
cias e seus interesses
O que he verda te,he, que durante as guer-
ras religiosas no scculo XVI e XVII, a ..Dol-
anla deu agazalho, aem excepcSo, a todas
as seitas perseguidas e fugitivas ; prova. con-
cludente esta de tolerancia e de hberdade
de consciencia, e que durante o dominio
bollauiez vieram muito sectarios do dec-
logo portuguez para Pernambuco, excrcer
ielle sua industria, e isso de preferencia a
outros lugares, visto lhes terem ficado os
vestigios da lingua e dos costumes da patria
per.ii 'a.
Existem anda boje mais de 3 mil Israelitas
portuguezeaem Aiusterlam com aua sya-
gogasep rala da dos correl.gionariog alle-
uia*s. destes ltimos ha talvez mais d a5
fl.1.,"*8^ ci'ad* naquelle lempo ,1630 a
ib i7 so tliiham licenca do exetcicio livre e
publicoi de Mu culto, sem foros de cida.iao
porem desde 17^6 eutraram tambem no gozo
do ultimo privilegio.
Admira que a imeressante obra em latim
do historiador Holltndez oCaspar Itarlaeus
..Rerum peroctenniam in Brasilia et alibi
geslarum sub praefectura Joh .Maurilii his-
toria 1647 nSo livesse merecido ale a-
gora a honra detraluccSo em idioma nacio-
nal, o Sr. a F que parece po-suir esta obra
aria um granie favor e servico a Pernam-
buco de verte-la em lingua brasiiica.
b.
6 de novembro de 1857.
BIABIO DS BftNAMflCO iKlii. \ fElilA l DB NOVEMBRO Di UM


Senho'es redactores. -L-ndo o .Jornal do
Commercio de fl do andante, vi em uica
das elocubr.cOas do padre Jo5o Herculano
do Reg o nome do distinelo cidariao o ma-
jor Manoel Dutrte da Costa, calumniado de
um crime. que so he digno daqueile, que
sem o menor pudor o declara todos os das,
dizenJoaer para ejemplar seus fmulos O
Sr. paire JoSo Herculano, n3o salisMio
com o que ha dito do muito honrado ma
gislrado, o Dr. Queiroz Barros, quer conti-
nuar por sua faroiHa. Prove o Sr. padre
com o seu confidente Raymundo essa ca-
lumnia.
Apresso-me em dizer so respeitavel pu-
blico, que retire qualquer uto a respeito
do major Duarto,poia que he bem conheci Jo
na comarca de S. Antao oo te sempre mo-
rou, e semelbante p-.-ocedi ment be indigno
de si, como de qualq*er ne sua ramilia.
Oueiram.senhores redi-stores, dar publicl-
dade a estas Hutas, que muito Ihe agrade-
cer o seu constante leitor e assignante.
Recife 9 de novembro de 1857.
J. A. M R.
que unsgostati do banho antes, outros do-
poisda comida.
Mis que homem ha, ja niio digo de con-
summaila pru leucia. m-s de aljiuma ; ja Dito
digo revostido do sagrado ou alio carcter,
mas da qualqder pequona p isixjSo, que se
exponha a ser apanhalo cm um tul crime,
em uii tal lugar e de dia ? Creio que nem
um cabo de esquadra, pois quo he cjstume
geral perguntai-sese t-rai .gente dentro ;*e
quan lo lem, espera-se tancia, que habilite para ver quando esaa
gente sahe,afim de occuDa' o lugar primeim
que os outros que veo vm lo ; e neste caso
como se sane sem ser visto? Esta reflexSo
somenle por si, e a bastante para rejeitar in
liinine a accusac/io se n3o fora essa fatal
ten lencia que ba para acredtar-so o mal !.'
Possan estas poucas HoIms tirar pela raiz
todas as sus jpi( -s, que malvolos se com-
prazem de furliiicar com circumslancias alias
t3o explicav 'i- ; e levar ao coracSo das duas
innocentes vicmas o balsamo da consula-
c3o como Ihe deseja o de Vmcs. leitor ben-
volo e constante
Dr. uno A. A, A. de B. Inglez.
Recife 7 de novembro de 1857.
*4?iiblicococJ pcm*.
Srs. redactores.Ji c .rre.pondeneia que o Sr.
tanle Manuel Jos da illeaezes mandn publicar
na Liberal PeruambucnDo a da 7 do crranle va in
r> ferelo eom punca exactidao o qoe ae pas-ou enlre
alie e o Sr. Dr. Jos Fellppe da 5 ata Lea i *m re-
ferencia aoa proceMoa do leneote rorunel Jos Anto-
nio Lope, e para que o pohliro fique de lodo lulei-
radn, uu mencionar o fddu como >e den.
ludo o Sr. lenla Monezea a c-sa do Sr. Dr. Son -
za LeSo rouslrou Iba u o p.l cSo de quena, que
desde o anuo de 1851 exnlia no earlono conlri o
tsenle c ronel Lopes pur crime de f.rimenio, e per
Ranino o que devia faxer, ao que responden o sr
Dr. Siuza Lr-io, que, avitla da le, nao poa deixa-
de eoiiliecer-ae da materia da qaeita, maa que aehar
va pru ifTii que o proeeeao loase inlaura.ln pelo
delegado efl-clivo o Dr. Theodoro, que ralava a clie-
gar da capitel, e muslraodo-ae satiafeilo coro em.
reapoata, nao obstante ter manifetlado o deaejo de
faxer o processu, no que aenliu-na opposicjo eucon-
Irou da prte do Dr. Soma Lela, relirou-te o Sr.
lenla Meneara levando a pellejo de qoeia. NSo
pona o Sr. Dr. Sooaa Lea oppor-s a faclora do
proce-so, cumo nlo se oppox, mus ubrou bem em di-
zer ao Sf- lente Menexes qoa deuaase o proceaso
para quamL> chegaeae o delegad ell*-clifo, porqae o
Sr. tenante Menezea nenhuma prauca do proeeeao
criminal parece ler a raeamo moatrava-ae apano-
nado entura o Sr. I. .pea, e pur laso n.1o podia proce-
der com calma, prudencia, a pericia na in i..n .ijo
do (.icio ciimiaoao, como era precia, para nao li* .ir
impune o na autor, (oaaequein fosse, o que podia
fazer o Dr. Theo loro, qoe como juu lellrado posuie
aa neceaaariaa habililar;Oei para bem dirigir om pro-
eeeao, e demaia uojiIiuid incontenienla podia resul-
tar da demora do procesao por maia alguna di-s. urna
vea que foiie a lei observada, e a jualiga deacubrisse
o aoior do delicio.
Quanto a denonuia anonyma que apreienlaram ao
Sr. tente Meueies, e em qoe o lenla coronel
Lope ligoraya como mandante da morle da Manoal
Combado, diese o Dr. Suuza Lata que o proceeso
devia aer ftilo pelu Dr. Theodoro pela raiao cima
declarada, mas nao alTi'mou que o tcnente coroutl
Lopes era culpado e anlee diese qoe o leneota coro-
nel Lopes tinha inimigi'S.
Oa dona proce-so> que o Sr. lente Menezes fez
cnhlra o lenle eoruuel Lopes cahiram, om o Dr.
Theodoro ulgon improredenle, a o outro cabio em
grao de recurso no juiz munieipal, e nute-se que o
Dr. Theodoro, a' quero o Sr. lenle Meneies rli-ma
joia recto, foi quem prunoncioa ao lente coronel
Lopes, e nflu ordenoo ao promotor que recorresae do
despacho do joii municipal, que reformoo a pro-
nuncia, o que prova qoe o lenla corunrl Lopee se
defenlee. Do qoel-a dito, conhece-se plenamente
qoa ao Sr. Dr. Sua LeAo nao le pode applicnr o
epilhelo de parcial a proteelor do lenle coronel
Lopes, por lar dito ao Sr. lente Menezes que dei-
zaase na procesaos do lenle coronel Lopes para o
Dr. Theodoro, conven) nao deixar em etqaecimen-
to, qoe peda irrasularnladas commetli Ina pelo Sr.
tenante Menezes em uro dos processos do lente
coronel Lopes fot elle pronunciado pelo Dr. Theo
doro, como juii de direilo interino, par quelxa du
lenla rorunel Lopes.
nao f ,i raoilo feliz o Sr. lente Menezes na de-
fax que fez ao Dr. Je'on) mo Villela, poique o fado
da ler o S'. Dr. Souza LeAo procesando a S* S. a a
ootros eaapregadoi do Rio Formoso, quasi lodoa por
qoaixa de parles, njo prova qoe aa aulorida lea do
Rio Formoio aa eelivessem processando reciproca-
mente, eomn allirmou o Dr. Villela, a negou o Sr.
D r. Sooza Le.io.
Tenlio coucloidot
O Iroparcial.
Recife -28 de oulnbro de 18J7.
A maioria dos oflici.es do 8- b-lalhao de iufanta-
ria, recunhecendo no Ilim. Sr. Major Utrcnlano
ShiicIio da Silva Podra um superior digno de o ser,
nao podem olvidar o dever de expreasar-lhe osenli-
mentos de aelima, reapeitu, e ronsidera;3o, que lliea
inf inilio no lougo espaco de mi> de tres anno>, que
erviu no 8- balalhao ; sendo que por suas eicel-
lenleaqualidades devidamenla apreciadas, fel nu-
meadopelo governo impeiisl para a imporlanle
cotsmiasao, que o fax deiiar um inmenso vacuo, e
as saodadea oaqurlles qoa sabem recoohecar seus
deveres, a a posi^Ao do superior. Veja poia o [llro.
Sr. Major Pedra. nesia roanifesla;Ao, oa senlimen-
toa sincera de seos eQVicoadorca a amigos :
Ricardo Jos da Silva
CapitAo.
AuIon Jos LaD(l,
CspilAo.
JoSo .Andullo Cardoio
CapilAo.
Domingos Alves Branco Maniz Brrelo
Tenle.
Manuel Jus de Menezes
Teen le.
Maooel Sabino de Mello
Teneole.
MaDoel Ferreira da Fonceca L\ra
Tenle.
Augoslo Carlos de Siqueira Chaves
Tanle.
Manoel Jo dos Simios Pottella
l.uiz de Queirox Coul-nbo
SimeAo Curren Lima
JsAo Caelano dos Sanios
Jo.iqnim Manuel da Silva a S.
Aii-lides Baltasar da Silteira
Jos Francisco da >i|va GuiroarAes
Padre Joaqu'm VeYissimo dos Anjoi
Capeliao Alferes.
Terra .Nova liare, ingleza aQaefail, S.iuuders Hro-
Ibers \ C, ~U eseeai a*ucar mascavado.
GibrallarBaeooa ingina Vanellaa, Basto & Le-
mos, l,Mll) saceos assucur m^sravado.
Liverpoolliiiera ingleza ullermioue, Saunden
Brolheia 4 C, 780 sacros a--ucdr mascivado.
LisboaBn^oe purtui-uez Taruju I, diversos car-
regadores. 60 saceos gomma, O) saceos aasucar
naaeavado,
LisboaBrigoe porlosuez Relampagoo, T, de A.
Foaseea A; Filhos, 119 cascos mel.
PonoBrigue porliiguez uS. Manoel I, Manoel
Joaquim.Rimus e Suva, 40 saccas a godAo e 100
saceos assucar mascavado.
PortoBarca portuguesa Sania Croi, Gurgal Ir-
mAo, 150 saceos gomma.
EXPORTACAO'.
Rio Grande do Norte, hiale nacsonal Novo Olin-
da, de i I l.ini'laa, coiiduxio o segoinle : 137
volumes gneros eslrangeirus, ll.j ditos Jilos 11a-
eionaes.
RECEBtDORIA DE RENDAS INTERNAS (iE-
RAES DK PERNAMBUCO.
Rendiroentodo dia I a7 6-1199516
dem do dia D....... 1:8259876
ii*
bheo, que admiltoin-se nesla reparliclo of-, veimenie no dia 12,
liciaes, tanto de ferreiro como de funilelro, "
devendo os preleodentcs apresntarem-se ao
mesmo lllni. Sr. iosoector com hrevidaile.
lnsper^3o do arsenal de marinha de Per-
nambuco em 2 de novembro de 1857.O
secretario,
Aloxanir Rodrigues dos Anjos.
Correio geral.
0 vapor costeiro l'ersinunga, recebe a
mala para Macen, hoj (10), as 5 horas da
t-rde.
11
vapor l.;iinl.iiri(otx "I enlo-
ma, p (le.xHs a I i t 11 .1 # K t i e JiHiPiro ; qaa|qocrlnTi*ntaCafoeuni
* fia C'U n. '%.
iienle N. O. Biebcf T ('., ta ru-.
rit i ,
CONSULADO PROVINCIAL.
7:9159392
Rendimenlo do dia I a 7
IJsui do da 9 .
11:7109/18
2:2564641
13:9979361
PALTA
dos prerot enrrentes do auucar,
gneros e prodac(-5et naeionaes
rham na nieta do ennsnlado
na emana de 9 a de 14 novembro de 1857.
Assucar branco.......(g)
n mascavado..........
refinado........
AlgodAo em pluma de 1." sor le a
i> 2." i)
U 1) o 3. b
e em carolo.........
Aguas ardentesalcool, ou espirito
d'aguardente.
algodao, mais
que se de-pa-
de Pernambuco
45810
oVMMM
576 9li0
S.-7' II
k-:Iimj
2920O
caada
Gencbra

Licor .
de cachaca....... .
de canua .
distilada a
do reioo.
.1.
cunada
botija
caada
garrafa
arroba
alqucire
caada
urna
um
PERGUNTA-SE.
Se urna viuvi esnver legaimente interdic-
ta da administ a^So los beus por motivo de
ilissipa^es maliciosamenie feitas era prejui-
zo do herdeiro, e liver administrador no-
m ado aos bens. juranoenta lo e em ejerci-
cio, estando tudo publicado por editaes,
aera bcilo nestas circumstancias contralar
occujlamente coih ella e receber somma
consideravel cora o destino de alguma obra
pin, como por esemplo um asylo de mendi-
cidade E quan lo esta he mais urna dissipa-
io ou reinci tenci 1 de outra, que judicial-
mente so tata de annular, e o causa do
iiterdicto'
Podera o recipiente em boa consciencia
sob pretexo de causa pia e cari tade de-
fraudar a I-i civil, que tem posto limites
essas doacese prejudicar o herdeiro !
Podera o mesmo r cipieote achar justa es-
cusa no seu ostensivo zelo pela c-usa da ca-
ri Jadeou jusliliear se com o principio geral
de que cada um he senhor do quo he seu e
poje livremente dispor de seus uens como
Ihe aprouver '!
Sera licito ao tal recipiente ahafar essa
grande somma sem denunciar ao juz, ne n
ao administrador, nem ao herdeiro, e fazer
della a applicaQilii que Ihe parecer de accor-
do com a dissipadura ou elle '.'
A iiiterdic$io ju Jicial, de is de publica-
da, opea o -ffjito jurdico de vedar pes-
soa, contra quem fui prenunciado o nter
dicto, a alienarlo de seus bens por qualquer
l lulo que seja, visto como do contrario il-
ludidoseiia o preceito judicial.
Nem embarga que a alieuagSo seja leila
em b neficio de um eslabel^cunenlo de ca-
ridade, por quaoto o fcto ua interdicQao,
que or in-riameute se funda em causas re-
conhecidas pela lei. nao 1 limite exc^pcSo.
Nesles termos sot de opiniao, que loJa e
qualqu irdoacflO. que por veutura tenha fei-
loaviuva do que se trata na pro^osu, e
mesmo qualquer outro acto translaiivo do
dominio, depoisquefoi privada da aiminis-
tracSo, de seus bens sSo nullos, e nSo po-
dem produzirefl'eito, mor mente por se dever
oresimir, que nuiles iuterviera ma fe e'in-
ten<;3o de fraudar ao herieiro, tanto da par-
te dadoadora, como tambem do recepianle,
ou donatario, qiie alias nSo podia ignorar a
existencia da iuier liccJo, por se ter dado a
ella aiievila publiciade.
He este o meu parecer.
F C. BrandSo.
uecife 9 de novembro de 1857.
Concordo com o parecer supra.
Dr. A V. N. 1-eitnza.
Recife 9 de novembro de 1857.
Concordo c.ira o pirecer supra.
C. Autran oa M.tta e Mbuquerque
Recife 9 de novembro de 1857.
Concordo.
Joaquim Jos da Fonseca.
Recife 9 de novembro de 1857.
*
millieiro
arruba
cento

B
cento
Um
uiu

urna
4>
a
@
AMICUS CERTUS IN RE 1NCERTA CERNlTUR
Srs. redacto-es.t'm grave engao, com
que sabio hnje impressa a minba correspon-
dencia, que Vmcs. publicaram sob a epi-
grauhe supra. resultante da troca de duas
lettras nada menos do que dizer o contra-
rio do que eu disse, me obriga vallar so-
bre o mesmo assumpto. e fazer-lhe a devi-
da rrrtificaQSo. niio fallando em pequer.i-
nas cousas o que eu escrevi foique eu
publicava os lacios da vi la privada do meu
amigo. Sr. padre Antonio da Cunta e Fi-
guei-edo--sem--o se 1 consentlmeoto. e nfo
como seu c msentimento ; e o fiz por-
que estou de uosse da dispor de sua vontade
at ce. to ponto.
Mas ja que vim ao mesmo objecto forra Ja-
nii-nte, permittam-mn Vmcs. e o publico,
que cu allirme um facto sob a f de pessoas
bem informad, e laca um argumento, cada
um dos quaes so por si basta para a defeza
do meu amigo. Eis o faci :
Diz a aecusacao, que o meu amigo fra
apanbadoem fl lenca de divorcio em um banheiro .. Todos
sabem que o crime que aqu bem claia-
menlese desenlia, he, aquellos qu>i nSo pn-
dem ser executa ios por urna s pessoa, em
lugar diverso um do outro Ora um dos sup-
punios co-ros, victimas do erro de quem s
dizia otr.-ndi lo, foi adiado he verdade no
banheiro e alias 11 to e-Uv so, o outro es-
lava distante 110 mesmo momento nada me-
nos que a largor 1 da ponte da I! a-Vista, e
n3o juntos ; logo tal fl.grante Balo se deu ;
leslemun as o Sr GMiaa 11 ho doSr Britto
do Cajuelroe sua Exin.a sei.hora; o Sr. ca-
pitSo Gomes e sua tx seguinie he falsa semelbante acrnsagn.
Podem servir de lestemunhaa bem iufo'ma-
das anda usSrs. Exm brigadero Favilla,
Dis advogado FonSe.a, Ruliuo Augus o. sa-
creiario a oUcia, e medico Moscusu. 10 ios
tlesumm orobidade e nenhum aparntalo
com as victimas. Suzana, arco-a la de igual
crime, como urna destas, foi absolvida e vic-
toriada-sporque os accjstdorcs diver-
girn! sobre a qualidade da arvore, s ib a
qual -liziim os aecusadores que fora 000)-
metliilo o crime : mas sabia o sanlameute
absolvida!
O argumento tira lo da propria accusago
he este :
Diz ellaque o crime fora pralicado era
um h< nleeiro, e arre-centam tolas ns var-
s-'S. qua fra de dia. Ora todos nos sabe-
mos o que sao os binheiros nesta lor.a
Qua'quer do povu vai qualqiier banneiro,
que todos sfio particulares, refrigerar se sem
scienria di seu dono, ain la que em terreno
prop' io edificado; l cenca.s pessoas de e lu-
caqa-i regular, a pedem ; e all coocorre tu lo
da Vizinhenea, porque islo aqu uno he s
urna nncessiila le da cslaqo, he mais um
habito e em alguna urna inania ou uassa-
tempo ; e assim esl3o sempre com gente os
poucos banbeiros que se fazem, e ale por-
Arroz pilado........
b em casca.........
Azeite de mamoua ......
a b mcmlobim e de coco.
u de peixe......
A\es araras.......
n papagaius.......
Periqoitos............
Bolachas............
Bisroilos............
Cacau...........,,
Cachimbos...........
Cafe bom............
em kio reslollio .
com casca.........
o moido...........
Carne secca ..........
Cera de carnauba em pao. .
em velas.........
Charetos bous.........
o ordinarios......
b regala e primor .
Cocos seceos..........
Couros de boi salgados.....
b seceos ou espixados. .
b verdes..........
b de onca ........
b a cabra cortidoa ,
b caroeiro.......
Doce de calda.........
b goiaba.......,
B SCCCO ..........
b jalea...........' .
Espanadores grandes.....
o pequenos....
Esleirs de preperi.......
Estopa narional.....'. ,
b eslrnngeira, mao d'olira
familia de aramia.......
" inilho......,
b mandioca.....,
Pojad.............
l-uuioeni rolo bom.....
a ordinario .......
cid folha bom......
ordinaiio .....
b re-: .Um.....
Gensihre...........
Gomma............
Ipecaeuanha.........
Lenha de achas graudcs ....
b b pequenas .....
B B b loros .......
Pranches de amarello de 2 costados
b louro.........
Costado do amarello de 35 a 40 p. de
c. e 2 < a 3 de 1.....
b de dito usuaca ......
Cosladinlio de dito........
Soallio de lilo...........
Forro de dito........., ,
Coslado de louro......., ,
Cosladinlio de dito....... '.
Su.iiim de dito......., .
Forro de dilo....., .
b b cedro ....
Toros de lalajuba .
Varas de pereira .
n b asuilhadas .
quins..........
m obras rodas de sicupira para c. par
B ei\05 B B B B "
Mel.........
Milhu........,
Pedra de amolar ".
b mirar ....
b rebulos .
Piataava cm molhos. .
Pomas de boi.....
Sabao.........
Salsa parrilba .
Sebo em rama.....
Sola ou vaqueta ....
Tapiuca........
L'nlias de boi.....
Vinagre ........
flHIEAlTE
SANTAISABEL
is. ur.c.iTt mssii.wim
DA
EMPREZAGERMANO.
TERCA-l'EIRA 10 DE IVOVEMBRO DE 1857
sabir ,i sceoa o ma^nlico drama am 5 aclos, du Sr.
Meiides I.aal Jnior :
OIIOMEM
DA
1150
9660
8800
6880
Bson
80
5960
SSiKI
390J0
29O0
JyJ'i
2)500
2-000
K1-0.111
33000
laOOO
W800
83000
5.3.500
4*100
8000
1-3000
taooo
9S600
61000
II3000
120-500
18700
8800
23-500
28500
. 3320
jvjo
3212
158000
9100
80,|
8100
8320
8800
80 i 0
23OOO
I9OOO
8200
1801X1
I3OOO
29500
33S00
Alqueire 03000
alqueire 88tX)0
Terminar o esreclacaj 1 com a graciosa comedia am
anulo :
APROCURAQA-O.
Os bilheles acliam-se
ihealro.
Principiara as 8 horas.
i venda 00 ascriplorio do
#IK!08 :-;n:-V ^J.
-- Para o Porto sogue com a maior brevi-
dade a barca port gueza Santa Cruz, para
carga e passageiros trata-se con os consig-
natarios Tboinaz de Aquino Fouseca & Filho
na ru do Vigario n. 19, primei o andar.
--Para a lina de S. Miguel segu com
brevidade o muito veleiro patacho porlugu z
Lima, por ter a maior parte de seu carrega-
menio prompto, para o resto e passageiros
para o qie offerace os melhoros com modos
trata-se com os consignatarios T. do Aqui-
no l'onseca & Filio, 11a ra do Vigario n.
79, primeiro andar.
ASS'.
Para o Ass e Rio Grande do Norte, sahe
com brevida le o palhabote Piedade. para
car^a e passigei os a tratar com o capitao
110 trapiche do algodaoou na ra da Madre
de Dos n. 2.
- Para Lisboa segu com a maior brevi-
dade possivel a barca poilugucza lloitencia.
capitSo JoSo Silvano Romano, por ter paite
do seu carregamento prompto: quem nella elZTeVTncentes
fuizer carregar ou ir de aassagem, pa-a o ra n >! : ,
que lem encllenles commodos, ,tirija-se a
ra de Apollo 11 16, em casa de Manoel do
Nasoimento Pereira.
Pcgra o la-
d
>V
rao.
Lotera
DK
Ftirtaratn da cocliera da ladeira do
Varadouro omluida dous cavullos, sen-
do um ruco pedrez, rapado, bastante
{cande e bem carnudo, cauda bem lipa-1
da, "abeea acarnerada, e outro casta-'
niio escuro, com um signal sobre a anca
(a que cliamam mal de li staj o cabelioj
que cahe sobre a testa cortado bem rente
e a cauda curta : a pessoa que
C. C. Johnston, estando prximo a re-
tirar-se para lora do imperio, fara leilao,
por nt-rvenefo do agente Olivera, de tola
a mohiliada bem montada o adornada casa
de sua residencia 110 campo, consistindo em
magnficos movis modernos para sala de
visita, de saletas, sala de jamar, quarlos de
dormir, e artigos para coiinhi, coch'ira e
jardim, cuja classificaco seria demasiado
extensa, como escusado engran lece-los, se-
gundo seu verdadeiro merecmento; seja
porm permittido enumerar smenlequel-
les fra do r mmiiin. como s jam 2 cabrio-
lts de 2 rodas para pessoas, um delles
com arreios, I carro de 4 ro las, cavallos pa-
ra sella, sellins e silhes, 3 lindas alcatifas
para salas, l ptimo piano, mosa elstica,
cryslaes, leilos de ferro e de madeira oara
casal e singelos, machina de engommar,
cerca de 100 jarlas ne ferro para grades de
jardins, vasos -ara dio, grande philtrador
inulez par agua, e .orgo de excelientes
vinhos engarrfalos: quiata-feira, 12 do
eorrente, as 10 horas da manha eu um dos
sobrados quo foram do finado Cox. sitio do
Sr Accioli, estrada entre as da Soledade e
Manguinho.
Leilao
DA
Fabrica de cal-
DEIRARIA. W RL\ IMPERIAL-
tt'iai'tix-feiru, j 1 do eorrente.
As 10 horas da manhfta.
Por autorisai;ao dos administradores da
tassa fallida de Andrade & Leal, o agente
Borja fara leilao da fur.digao de caldeiraria,
livarsoa escravos olliciaps de calleireiro,
etc ,etc, porlencentes a dita massa, no dia
cima mencionado, e na mesma fabrica ter
lugar o leilao.
Leilao
DO
deposito de cal-
deiraria.
/na Tova n. 3,"
O agente Borja, por autorisagao dos admi-
nistra lores .la massa fallida de Andrade&
Leal, fara leilao do deposito de caldeiraria
na ra Nova n. 33. consUtinlo naarmagilo,
objectos de caldeireiro e funileiro. preciso
de escriptorio, e outros muitos artigos, etc ,
a di'a massa : sexta fel- ura- *- casa do mesoio sitio recenlemente
Papa
caca
COliRR tMAMA1,
0 abaixo assigna lo ain la tem um resto de
seus muito felizea bilbet^s e meios os quaes
nao estilo sujeiios ao descont dos cito por
cento da lei : na pra^a da Indeoendencia ns.
4 e 37 a 39. e na) ra da Cadeia do Recie
n. 43. Por Salustiano de Aquino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
Na ra das Flores n. 37, primeiro an-
der noti-|^,r' 'uSa_se um mulalinho de 15 annos,
Lotera
DA
provincia.
Secunda parte da I* loteiia de Papacara.
Cone quarta-eira i I do crtente pe
las '.) boras da uianlia.
I*. J. Layme.
Francisco Gomes de Oliveira agenle
de leiloes he senhor e possuidor do sino
chaos rroprios, no lugar da Torre, com
frente margem do rio <-apibaribe, justa-
mente defronte do da Esma. Baroneza de
Beberibj, na Ponte de Ucioa, e com fun 1o
para est'ada larga em direitura ao Recif*,
cot 1,900 palmos de co > primelo e 200 le
largura; aclia-se o mesmo urimorosamente
planta lo .le Un lo pomar de larangeirts (car-
ca 600 ues de jaqueiras, fructa-p3o, nian-
gueirs, sapolisei-os, pinueiras, Iimeiras,
bananeiras. e abundante en outros arvores
algumas de recreto;tem excellente baixa qu
1' permanentemente ci om uara susteuto de
4 cavallos, sen lo dividida no cent'o por u b
aterro alto servindo de passeio, murado dos
la.los com a forma e consistencia de caes, e
este, na extens-Jo le 350 .almos, plantado
d. cepas, dan lo uvas em abunlanda e com
latadas de f.^rro fornecen lo sg'adav.-l so >.-
i proprio pr? q lalquer servido,
ca certa do lugar onde estuo sera bem f r ... Uoga-se aoSr. Antonio Ignacio Br-n-
j'r.itilicido. drso, de ir a loja da rua deCaleia do R-cil'e
O administradores de novo DO-1D. 11, concluir o negocio que nao ignora,
meados a'massa lallida de Jos Das Si-1 Acab d fallecer em Fora de Portas
mus nnp (lihprnriSn do Frm Sr ilr Leopoldina Mana, declarando tei empenha-
mo s, por tieiioeracso do h\m. Sr. Dr.|(j0 varjas de USOi as uaes fic,ram
juiz. especial do commercio, avisam a to- p,ra seu padrinho Luiz Francisco da Coala.
dos os Srs. credores da massa quedevem. eque parte eslava na ruadas Aguas-Verdes:
apresentar seu ttulos de d\ da no prazo a 9Mto que tiver os referidos objectos, pro-
de 8 diasa contar do dia de hoie 9 de no-'core' rferido L,jiz Francisco da Costa, na
. j n i i 'ua dos Guarara'.es.
vembro. no escriptorio de Polycarpo Jos i COM'ANIIIA DE SEGL'ROSJ
Laymena ra do Collegio n. 21 primeiro! Km determinacao ao art 4i dos estatutos
andar, alim de poderem classilica-los nd envidamos aos senhores accionistas da com-
lorraa iirescripta no art. 85!) do codipo, ,?n,,"B ^'"""'e Publica, a comparecerem
no da 14 do correte, ao meio da, no es-
criptorio da mesma companhia. Recite 9 de
novembro de 1857.Os directora, Manoel
Joaquim Ra os eS Iva, Luiz Antonio Vieira.
Na prr;a da Independencia n 4, pre-
cisa-sede um escraro para servigo de urna
casa de familia.
ATTEINCilO.
Queixam-se alguns ofJlciaee subilternos
do 2- tiitalhiio aquartelado, que estuo a-
tiop'la los na giianncao l.-s'-t cidaie ten-
do somenle dia e meio defolga ; em con-
sequencia da ter-s< dispensado destes ser-
vico tres dos dilos nfliciaes, para coadjuva-
rem a 5 capaes, queporo'deTi superior, i
estes soruente compete fazerem estado; o
que bem prova lo esi cora as partes, que
diariamente sao remettidas ao quartel ge-
neral.
Perdeu-se na noitnde 4 do eorrente, no
theatro dnS Isabel, do corredor da segun-
da or lem, do lado do sul al o sal3o do thea-
tro, urna pulseira pequea, esmaltada de a-,
zul e verde: quem a tiver achato, equizer
fazer o favor entregar, dirija-se a typogra-
phia da ruada Praia n. i3, que se dar o a-
c liado.
Vende-se um mulato de 20 annos de
i la le, bonita figura, proprio para pagem,
oor prego comino io em casa de Caminba
& Filnos, rus da i.adeia do Recife n 60.
LE1TE, iUTHB & G. |
Roa
!
alq. 2
i i
ccnlo
quintal
l i/i.i
a
canaria
alqueire
urna
&?t3***.a.
;por con
. CAMBIOS
obr e Londres, 27 l|2 d. a 60 d.
Paria, 3aJ6 ra. por fr.
< Lisboa, 92 por % de premio.
Rio de Janeiro, 2 por 0|o da deseonlo.
Actao do banco 50 por cauto de dividendo
la do vendedor,
e a companhia de Baberibe 60JOO0 por aecao
t a cnmpauliia Per .amburana ao par.
e c Ulilidade Pablic-i, 30 pur cenlo da premio.
c Iii.lpniiiisa.il.ra. 61 ideu.
a < da estrada de ferro 20 por Om da premio
Diaeonto de iellraa, de 8 a 9 por cenlo.
Acc/ies do Banco, 40 a 45 da premio.
Ourci Inras heapanhulaa. 29J500 30JO00
Moedas da 68100 yelhaa 163000
6a4O0 novas .... 16jO00
t 4aO00.......9000
Prata.PalacOe brasileiros......' 25 00
Pesos eolumnaries......SfOOO
mexicanos. I586O
Caixa Filial do Banco do
Brasil
EM DE 9 NOVEMBRO DE 1857.
Directores da semana os senhores : Ma-
noel Ignacio de Ohveira e Jos Pereira da
Cunha.
A caixa d'sconla lettras a 8 por cento ao
anno, e toma dinneiro a premio de confu -
midade com os seus selatulos.
ALFANDEGA.
aeiidlmeuto do da I a 7 .
Uem do dia 9 .
141:122*212
27:29()f28i
. om
ceulo

meio
*J
ceulo
pipa
h&MtQ $$ jp|)ftUf>
Para o Mtio
de Janeiro
Segu em poucos dias o brigue nacio-
nal Firma, por ler parte de se.i carrega-
mento prompto, para o resto da mesma e
passapeiros para osqtuic tem excellentes
commodos : trata-se com os consignata-
rios Novaes & C, na ra do Trapiche
n. l.
Est a chegar do Rio de Janeiro o pa-
tacho portu-uez Maria, de que he capitao
Manoel Rodrigues Alves, que se destina para
o Porto, ter aqui poucos dias de demora,
tendoj parte da ca'ga arranjad. ; para o
resto, trata-se com os seus consignatarios
Francisco Severiano Rabello o. Filho, no lar-
go da Assembla n. 6.
'Para a Bahia.
Patacho Amazonas I.
0 veleiro e bem conhecilo rat'cho Ama-
zonas I, pret ndenie sr-guir para a Bahia
com muita brevidade, tem prompto parte de
seu carregamento, para o resto, trata-se com
o seu consignatario Antonio Luiz de Oivei.
rJ Azevedo, ra da Cruz n. i.
Para o Rio de .ineiro
Patacho Amazonas II.
O bem conhecilo patacho Amazonas II,
ZIM) 1 pretende seguir com mura brevidade, lem
i-2uo! Pron,Pto pa'te de seu carregamento, para o
520 resto iria-se com o seu consignarlo Anto-
nio Luiz de Olivcira Azevedo, ra da Cruz
n, 1
Para o Porto segu com muita brevi-
'a le o brigue Esperanza ; paia carga o pas-
sagpjros, irata-se com os consignatarios
Barroca & Casto, na ra da Cadeia uo Reci-
fe n. 4, ou com o capitSo na praca.
125000
(i-MOil
15-^JJO
IO30OO
7JMW0
25000
a .000
325000
2-.".(HI
1>OI)0
128OO0
:k)50
20300O
SO5OOO
I05OOO
125000
105000
65000
10^)00
65000
15IK)0
35OOO
152S0
15600
152U
15280
30*000
-_t!-IKKI
5280
39200
|640
650O0
58U
ra, 13 do correte, as 10 horas da manbaa, elilicadacom toda a solidez, esmero e belle-
no mesmo deposito.
195000
65OOO
45200
5U00
5320
0.NXIII
Navio entrado no dia 8.
refra Nava46 dias. bngue ingbz aTilania, de
221) loneladat, capilao F. Goin.a, eqoipaiam 13
carga2382 barricas eom bacalhao.a Jliuu.luu P|cr
of C i'.rli-n < a Liverpool.
l'erra Nova37 aa, palarho amaricano ..Jamas II.
eurgei,, re 212 loii-lalas, capitao D. Alevell,
equipagero U, carga 2900 barricas com bacalhao, a
Jamas Crablra-& C. Perlence a Balluuore.
N'asioi sahidns no mesmo dia.
BahiaSomaca naci.mal aAmpliilrite, espilito JoSo
trancisco Jos Santos, caraa milho e man eeneros,
Ifando oa sagumles p.gsagmos : Manoel Can-
di lo de Araoju |,i,na e 1 escravo, F.nciaco U. de
Souza Rarboia e I escravo, Manoel Lina de Axeve-
do Araujo, Salvador Vicenta Sapucaia, Sympliro-
nio Oij.opio de Brilo, Ro.lr go Unacio de S.iuxa
HeMMf Manuel Joaquim L. de Mallos, l-'rucluo
so > cenle Vianna. Francisco Vrenle Vianna,
Keguialdo Alvea ae Mallo, e 1 eacrav.
Havre palo ParaCalara fianeeza Alele, capilao
urul}, cama em lastro de araia. Pa-sageir..
Lapliania Oibell, G.rre Bonel, llelaire Blaire:
ludua rraurezes.
CearaPdlli-bo|e uarional Vrnai.. meslre Jacintho
Gear.
O patacho Santa Cruz, capitao Jos Victo-
rino das Neves, recebe carga e passageiros :
a tratar com Caeano Cyriaco da C.M., na
ra da Cadeia do Recife n. 2.
Companhia Pernambu-
cana.
O vapor nacional nIgoarass, saliira' para os
porloa .lo noria de aua escala no di 13 .] correnle.
recehe carga par a Granja. Acara.ti Ceara' no lia
e 9, para o ratiali e A a no dia 10 e pra a Pa-
ralnha Kio Gratula no da II ; os conhacimanl.
Leilao
DE
Predios.
Scgunda-feira, 16 do cor*
rente, as 10 horas da
manhfta.
O agenle Uorja, em presenta do Exm. Sr.
Dr. juiz especial do coinniercio, e de ordem
do mesmo, requisicAo dos administradores
da massa fallida de Nuno Maria de cisas,
fara leilao dos prelios abaixo mencionados,
pertencentes a referida massa a saber :
Um sobrado na rus do Amorlm n. 15.
Uoi dito de 3 andares na ra do Viga-
rio n. 13.
L'ma casa terrea na travess do Dique,
vulgo Marisco n 26.
(Ira sitio na estrada de Sanl'Anna Cha-
cn), com grande casa de viven.la, murado
na frente, jardim e arvoredos fructferos,
etc.
Um dito na Casa Forte, com boa casa de
vvenla, senzala, cocheira, arvore los, etc.
Um dito no mesmo lugar i.annexo com os
mesmos commodus, ele.
Um terreno uo dito lugar de Casa Forte.
Tres casas de lijlo com repaitimenlode
tapa no mesmo lug-r.
Tres Jitas de laipa tambem no mesmo lu-
gar de Casa Forte
Os Drolendei.tes que quizerem com ante-
cipagao examinar os supradilos pre lios, po-
dem o fazer ; e bem assim os ttulos dos
mesmos, ou alguma imlormaijao a respeito,
dirigindo-so ao armazem. do agente annun-
ciaule, na ra do Collegio n. 15, aonde terS
lugar o leilao.
Heurique Brunn & C, farao leilao,
por intervengao do agente Oliveira, do mais
esplend lo sortimento de fazendas de a-
godao, Iinho, laa e de soda, as mais pro-
curadas no mercado : ter<;a-feira 10 do
eorrente, s 10 horas da maunSa, no seu ar-
ma/em.ruada Cruz.
a *v &'**ttrt.
Precis?-se de homens foros para Ira
bahar dentro desia lypogra hiadas 8 huras
da manhila as 4 da tarje : na livraria ns. 6 e
8 da praca da Indepen lencia.
Um buiu escravo.
Quem quizer possuir um escravo como
poucas vezes sa encontr, moco, bonita Figu-
ra, ptimo cozinheiro a sem vicios, dirja-
se ao eslahelecimento de chapeos, de Joa-
quim de Olivei a Maia, na nraija da In lepen-
dencia n 24 a 30, que se dir o motivo por
quo se vende
DAGERREOTYPO
\vatein norte- tiiuirca no
&
do Queimado n.
LOJA DE i PORTAS.
10,
Nonas da C..s!a, carga faien.l.a V mal. aene.o. l a ""*' ; S co","ci"'""" *' "" **>~ aaaaoi ai,n II
Pass,g,lr j,,,,, Al011,s de Alnca y : ; J**" ''"'""**"!'"*"7"' 'i* "' dwparl,.,. Aterro da It .a-Vista n. 4, lerceiro andar,
se V,4..na garlo Francisco Jorge de Seuza. J,..1o i *"\" r, Sr2,,,TV T8"'-" "," artiil' pro?fetario .leste eslab.-lecime
sanio noa dias irima marc
loluloa dos porl.ts do stu d
Aracatv.
168:1125490
Descarregam 11 -jas 10 de novembro.
Barca InglezaBonitamercadorias.
Baca muletaMalltildeidem.
Biigue inglezExcel .....idem.
B rea americanaiWbuckfarinhi re trigo.
Barca americanaCorarJtuilia de Iriao.
Patacho aintricanoJames B. Genrgebacalhao.
Brigue portuguezEncantadorbacalhao,
Brigoe InclexTilamadem.
MOVIMENTO DA ALFANDEGA.
Volumes mira.los com faxen >ai ... UO
" com genaroa .... 431
Total
Volamaa s.iliidos com faxandas
a i> com gneros
Total
CONSULADO GERAL.
Ken.limenlo do dia I a 7 .
dem do dia 9.......
227
90
317
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimenlo .lo da 1 a 7 .
Uem do .lia 9.......
19:0779688
5:016^771
2i:091a4j9
C85362
119-3387
7179719
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA ESA
IIO CONSULADO DESIA CIDADE NO DIA
9 DE NOVEMB O DE 1857.
Valparaiz.tBarca ingleza oWt[clif Ihe Teigno, J.
B. da Fouieea Juuiur, 500 saccoa aasucar branco.
mufla.
Aracalylliale narional .tluncivelu, me-tre Jos
Joaquim da Silaeira, cama faxetidas e mais gene-
ro.. Pas.aeirn Marculino Alvea Cavalcanli de
t-onegiindes.
Sa.i Th.tmaiLogre dloaroarqoez ll\dra, capilao J.
V. Grao, carga lastro de areia.
Navios enl ados no dia 9.
Mareio2 dia, brigue amaricano Fairv, da 165
loueladas, capillo Wehii, equipagem 8. carga as-
."k '," ? ,'"',.uru9 ; K- Koi,k" '* c- l'leu'8 a
linl.t le |-lita.
Terra Nova35 dias, barca iugleza aMidas, de 219
.'."r'Ji'""' c,f"iao P-lfre>. equipaucm 14, carua
J.tKK) barricas com hacalltao ; a Whatlev FoKai
01 < Perlence a Terra Nova.
New-Y,.rk3S dia, galera americana Morriay,
de 2,100 tonelada, c.pilao ojo li Major, eqiii-
paaem oO, carga car*,lo de pfdra ; a ordem. Veio
rerresca, e segu para UonBkong. Perlence a
Ne loik.
Macu18 horas, barca iugleza oOueen., de 246
lonaladas, capilao 11. Bailey, equipagem 11, em
laslro ; a Sauuders Brolliaia & C. Peilence a
Terra Nova.
Rio da Janeiro18 dias, patacho noruega Sleip-
nn. de 133 tonelada*, capilao II. Waae, equi-
pasen 9. em laslro ; a Isaac,' Cono A; C. Per-
tfiice a Bewgen.
Liverpool32 di.s, galera ingiera ol/ndae, de 344
toneladas, capilao Walle, equipagem 17, carga
fazendas e mais gneros ; a ordem. Pertenc a
Liverpool.
Colinguiba12 dias, hiale nacional Sergipanno, de
tonelada, me-lre llenrique Jos Vieira da Sil-
a, quipauein 0, carga loros de mangue ; a Bas-
lo tSi Lainos. Prrlenre a Pernainl.uco.
Nsvioa sahi.los no mesmo d.a.
Rii. Grande .I.. SolBrigoe narional tiD. Adonsan,
Capilo Manuel Auluuia Marques, carga assocar e
asuardentr. Pa>sgelros, Jos*pha liuileria Loii-
l.n.i. Francitio Jos e Argona.
Aracalyltale nacional Aororan, meslre Julo U.
de Almeida, carga taren i-s e mu- Kenems. Pas-
s.toeiros, E. C rreia do Sanies. Manoel do Nas-
i'ni"ni.i l.yra.J-rintho Marhado Leile, Jo> II. de
Me.leiros, J -. All .nao de Axevado Campo*.
Arsenal de marinha.
De ordem do Ulm. Sr. insaector fajo pu-
._ para
Ira porloa, senao no dias icirna marcad s com o
competentes loluloa dos porlos do seu deslino.
Na
ro ;
presente semana segu o cter Tuba-
para o reslo da carga, tra
'plano Cyriaco da C. M., na ra
do Recife n. 2.
men-
- se
a cha de volta da viagem, que ltimamente
fezaonO'tedo imaero, eque desdehoje,
6 *e novembro, pe de novo a sua alloria c
ollicina tlisposigao Uo respeitavel publico
desta capital
- Bernardo Pereira doVs-lle faz sciente
la-se eom iao publico, que de h.je em diantn assignar-
da Cadeia -e-ha Bernardo Pereira do Valle Porto. Re-
cife 9 de novembro le 1857.
Precisa se de um cozinheiro epaga-se
COMPANHIA
PERNAIBIIMV.
O vapor nacional apeisiniinga sahira' para o*
pollos do sol de soa sela, ainanhaa 10 do corrale
aa 10 horas da noile.
O a conheeimenlos ficarao promplos para se en-
(regarem leo dapata do ineio-dia, e roga-.e aos se-
nhores que lem da os recebar e por consequencia de
paaarem oprespectivo Ireles, de l-varem dinl.eiro
o mai miudo posivel, afim de n3o demorarem o
expedieule com a diliculdade dos troco*.
.ri^r
COMPANHIA
za, assim como outra para banhos com tan-
ques, cacimbas e bomb s. e o mais corres-
pondente, silo obras dos artistas maisabah-
sa los do Dais, e feitas sem attcnQo ao cus-
to, e smente com a mira no conforto e des-
canso dos pesados e assiduos trabalhos do
proprietario durante a vel tice, no seio da
sua familia. A todas estas circumstancias
acresce a edificagao do caes mais perfeito,
e seguro margem do rio em frente da cas-,
o lo espaco daquelle para esia, a fornialur
de bello jardim primorasainente esbozado e
plantadoUe arbustos e de lindas flores, umi-
tas em vasos Drimorosos. A estrada ao cor
rer do sitio at o rio, e o Margamenlo deste
Toram igualmente, aqu-lla aterrada, e esto
desaterrajo alargado e alinhado a gran les
expensase consumieses do proprietario, em
provoito do publico, como se tornar mais
saliente logo que o gavernose decida a for-
mar a ponte projectada, cuja utdi lad^ tanto
para aquella como para esie n3o cabe aqu
demous rar Os salutferos ares da lorrr, o
infallivcl augmento futuro que trar a eJili-
caQiio da indicada pome, pelo muito que di-
minuir a distancia para acdale, silo de
certo incentivos fortes para a procura de 1 ti
gar 13o apetecivel, e conseguintemente para
que a propriedade muito all suba de valor.
\ ai-rt'li ta lora situacao do sitio, casa e suas
dependencias (inclusive casa de feilor, co-
cheira, estribara e gallinneiro', de a .razi-
vel e encanta lora, que be, torua-se iaexpli-
cavel, e na la poduria coulignamente des-
creve la sen3o a peona de um venia eiro
poeta. Com tao bellas proporces Pra eme-
nisar e prolongar a vida, e supposto costasse
ludo quanto fica descrilo cerca de 40:00u5
em lempos de mor barateza de materiaes e
jornaes, o proprietario acha-se dis^ostoa
lesfazer-so de tal ^rciri^dale por qualquer
orego razoavel, indepenlente do p ejuizo,
luer a dinheiro, parle vista e parte a nia-
zo, ou totalmente a prazo, ou a arronJa-la
por prazo longo a que n, pois, estas con-
dit,-oesconvierem, dirija-seso mesmo.
Precisa-se tFe um criado : na ra do
Collegio n. 17. primeiro anlar, a fallar das
10 oras da manh3a at as 4 da tarde.
Na ra do Rosaio n. 1, taberna do
Pujas, precisa-sa de um caixeiro que j te-
nha pratica.
Precisa-se de um caixeiro portuguez
de 12 a 14annos, para caiseiro de tabern
na ra do Codorniz, taberna do Sr. Alem
Precisase de urna ama para o sarrios
interno de urna casa da p >nca familia: na
ra do Encantamento n. 13, taberna.
A pessoa que achou urna caixa de tar-
taruga, n i dia 5 do crrente, no alegro dos
Afogados confronte a fabrica de sibil >, e a
quizer restituir ao seu dono, fa nissi um
favor que se licar agradecido, e a podera
deixar nesta lyjograpbia
Precisa-se de um feitor a um caixeiro
para um enge ho distante 14 legoas desta
ci lade. e garante se o bom tratamento e pa-
ga : quem pretender, dirlja-se a travessa do
Veras n. 13, na Boa-Vista, quo achara com
quem tratar. Na mesma casa compra-se urna
carroca em bom estalo, preferindo-se de 2
bois.
Vende-se um escravo parlo para fr
da provincia : a fallar na prensa de Jos
Carlos de Souza Lobo & C, uo Forte do
Ms.lt js,
Vndese um relogio do ouro com co'-
r^nto to mesmo metal: quem pretender, di-
rija se a ra do Vigario u. 14, que achaia
com quem tratar.
Venlem-se os seguintes escravos :
bonito negro crioulo de 20 annos, 1 negra
crioola de 24annos, i molequede 13 e 1 ne-
gro de naijao de 35 annos : ua ra da Aurora
n. 36.
Cabriolet.
Vende-se um cabriolet novo, feito pelos
bem agradan lo. assim como uma ama de pnmeiros fabricantes em Inglaterra, e des-
leite : a tratar no Hospicio Junto ao quartel,! peh do a semana passada : os preteu n-nl-s
casa do dse i bareador Mendes da Cunh
Aluga-se uma casa muito boa na Ca-
pu-;ga, com muitos commodos e acabada de
ciiar e pintada de novo, com boa agua de
beber, com bom quintal e muitos arvoredos
do fructo : a fallar na ra do Queimado n.
63 Adverte-se que he s pela festa.
Rodolpho Louicnco participa ao res-
peitavel publico, que acaba de chegar para a
sua ofTicina de pintura dous peritos olliciaes
de H-tmburgo, e p >r conseguinte se encarre-
ga de qualquer pintura de casas, lojas, car-
ros, taboletas e oulras qua^squer que se of-
ferecer, sendo os seus lervitjos por presos
muito commodos, o promette nao ler demo
ia : quem se quizer utilisar, dirija-se a sua
loja, no aterro c"-t Boa-Vista n 38.
Francisco do paula Flgueira deSaboia
vai a Sobral tratar de seus negocios, o du-
rante a sua ausencia delxa como seus procu-
radores.em primeiro lugar o sr. Joao da Cu-
nta Wandeiley, segn 1o os Srs. Isaac Curio
xV <'.., e terceiro o Exm. desembarga lor Je-
ronymo Martiniano Figuera de Mello.
0 secretario da veneravel ordem tor-
irijam-se ao esciptorio do Sr. E. II. Wyatt,
ra do Trapiche Nava n. 18,
AO PATEO M S, PEDRO
lli chegado ao deposito de massas finas,
no pateo de S. Pe 1ro n. 6 uma porcilo de do-
ce de goiaba, o mtlnor que ha no mercado,
e maisemeonta : a elle, que isenconimoii-
das sSo mollas.
Compra-se papel em dial Jo para embru-
llio: no pateo deS Podro n. 6, depasilo de
massas finas
OSr. Jos Ferreira da Costa tem uma
oira no esc iptorio de Manoel Ignacia de
Oliveira. praga do Corpo Santu n. 6
-- Perdeu-se no da 6 do eorrente uma
catteira ja usada, de marroquira roxo con-
tf-n lo 2l53e.a sedulas, sendo uma da 20"0,
urna de 10,* e uma de 5**; tambem varios pa-
pis e assentos que s servem ao dono, duas
lettras j vnci las, uma te 5s e oul-a de
U)is, os quaes n.1o po lerSo receber por jx se
achar preveni la a pessoa que as passou : i or
tanto, quem achou a dita carleira, qieren lo
restitu la, leve a ra do Sania Then-za n
ceiradeS Francisco desta cidade do Recife, 50. ou de Aguas-Ver les, no seg
jeordem da mesa a 1 ministra lora, envida d casa n 50. quem sera generosamente re-
a tolos os seus chanssimos irmos a compa-' coapensido.
de navegayo a vapor
Hnmburgo brasileira
E>tra-ie de SjQihamploD al o dia. 1 j e prov-
recetem no domingo, 15 do eorrente. pelas
| 2 l|2 ho-as da tarde, aa igreja tl> nicsm or-
|.lem, para neniados com seus habita, para,
coco-pora los, acompauliarem a i rocissa i
do Corpus Cbristi, que tem de sabir da ur-
ja matriz de Santo Amono, a convite de S.
Exc. Rvraa.
; Camisas pa-a hnmem, peitos de ]E
^g fustSo gosto, inteiramente novo oes- 9
te mercado, lem varias qualidades e
9 Prego
'ATTENgAO. .
Adverte-se a certo mo;o, q le tem sido
caixeiro de diversas lujas, edellis tem sa-
bido sabe Dios peloque, que trate da sua
vida, e casamento, ja que esta prximo,
pois dezembro nao he n.uito long >, e nSo
lar;a a sua asa-isteocia des le pela manlSa at
a nojte em um deposito na ra Direita. Se
at boje tem poli lo iliudir os seus patrev.
o aquella deseja la, a mais ning.ue n Ilu-
dir por se saber parfeitamoute da sua
vi la. Procure arranjo, e va trabalbar, do
contrario lera de ler a aua historia, que he
curiosa, pois ninguem esta para o sotfrer
como o dono do deposito que talvez muito
coneorra para spu at-azo, admittr no seu
estabelecimento oeiintras, tendo por chefe
o magnelisador do marcineiro.
O observador.
O abaixo assgnado fa< sciente a qunm
inseressar possa, que pessoa alguma faca
negocio com Beato da ConceQ3o Ferreira,
respectivo a uma casa terrea sita na ra do
Rangel n. 4, sem que primeiraaiente se n3o
emenda com o annuociaute, visto se achar
debaixo de bypolbeca, e por iss faz o pre-
sente aunoncio para se n3o chamarem a
ignorancia, porque protesta desdeja se op-
tora tolo e qualquer que fazer possam cora
dito Cooceic*o ferreira. Uecife 9 de no-
vembro de 1857.
Antonio Ferreira Pinto.
O abaixo assigna Jo lenlo oa trabalhos
da cmara municipal, publicados no Diario
de bontem. declara, que elle niio be procu-
rador do pro jrielario da casa do aterro da
Boa-Vista, a que se refere o Sr Mello, ua
informac3o qu-) deu a mesma muuiciaall-
dale, esun procurador do proprietario do
solo, eco .o tal esta prora to a receber o
laude 'io da venda do referido terreno. Re-
cife 9 de novembro de 18>7.
Miguel Jos Barbosa CulmarSas.
Precisa-se de um padre para capellSo
de um engenho na comarca do Bouito, e que
se encar egie do ensiiio de 4 meninos. ii3q
sa duvida dar-se-lhe um ordenado vantajo-
so, o o tratamento preciso, alem de outras
v-ntagens, que olferece o lugar lucrativo,
alem do ajuste ; a fallar na ra do Rangel
n 48, por cima do deposito.
A companhia fixa decavallaria preci-
sa comprar cavallos, sem achaques, novos,
gurdos, e cim 6 l|2 palmos, pouco mais ou
meaos de altura, para o servico da mes oa :
quem os tiver para ven 1er, dirija-se a mes-
ma, quarlel eji Santo Amaro, frente aos la-
zaros.
- Ainli se van lem pedras que serve
para sacada le varan la ; na ra do Raigal
n 2 tambem da se uma porga> de enliga
para aterro, a quem quizir mandar condu-
zi-la; na nesma ra.
Est justa oor compra a casa terrea n.
25, da ra do Hebo, pertencenle ao Sr. Joao
Jos dos Santos : quem se achar com direi-
lo a ella, no prazo de 3 dias queira annun-
ciar : na ra da Guia n. 34
~ O Sr. Kraga, que leve botequim na
ra de ll.irlss, ou Aguas-Ver es, queira
"andar buscar uma carta na livraria n. 6 e
8 da praga da Independencia.
~ John Hill, retirase para Inglaterra.
ioo|ooo
de gratificacilo.
Aquemppgar o escravo cabra, de nome
Bernardo, de i la le 20 annos, pouco mais ou
menos,o qual escravo fugio no 7 do correte,
levanto cuca de riscaJo, camisa branca,
cha o de couro e com ua m loi3o de cou-
ro com sua role o mais ruupa, .tendo os
signaes seguintes : c ir cabra Tula, rosto ".
Ionio, obelo do corpo, nariz po-,. -;!?'
cabellos caraoiuhos, barb- cerrada? ten l
o, denles .la fre le .-ierori 1o apo,,reer -
to as genai. 0 qual escr.vo fo| comJraiio
Joa', .i t Bernardo i S Bar eto. mora lor
ua serra do Martios, que aqui ven leu a Mar-
colmo Francisco Ivs da Silva ; descarta-
se que fugio para a se'ra do Martina em
busca do p i meio sinhor: roga-se por
tanto as autoridades policiaes, capitSes de
campo, ou qualquer pessoa, que do mesmo
lenha noticia .1 : ca. tora-l i e conduzi-lo a
ru< da Cruz do Recnen 13 primeirn an-
dar, entenJendo-se com Manoel Joaquim
Suve& Filhos.
Revista universa lisboneose.
Esta publiccao rouit acreditada pelos
seus excellentes aitigos, e que havia sido
interrumpida puralgum lempo, reappareceu
comecan moseo 18 volume e i presso na
typographia universal era quo estao asso-
ci.Ius os dous latioetoi lilleralos Rabeilo
da silva e Itibeiro de Sa Do volume iodi-
cadoj chegara u os pri.noiros 15.- nmeros
com muitos bons artigos .le iustruccao a
do es iriluoso escupu
de Nogueira
- OS l!:l.:.|.o esrilltlor
ate o fim de j.neiro de 1858 Julio Cesar Machado, a livrana '
icos, no alto, ao p -la de -.ouza C ra do Crespo n. 2, onj
o pre;o
-lu^s-sn
uraa casa em i |ii ui-os, no alto, ao p
mingueira, periencante ao Sr lenento-co'o- recebem assig'naitiras :
n -l dbast>ao Lo^es tiuimares : a l-alar no ou 48 numero. 63
largo di i.ttr o >' n. 6, escriptorio. H
Oirureca-so uma cnutlier ..ara ama. comjaluuma .ralica de tabsn
algumas habilidades ; na ra Imperial n. 59. leeio u. 12. wuorua
por auno
caixeiro que lenha
ua ra do Col-


ILEGIVEL


...




DIARIO DE PERNAMBUCO TERCA FfIRA 10 DE NOVEMBRO 18)7
K^ *i **"&-* ^ff.\ 5v- .;$ m
fRL'A A CAUE1A DO RECIFt g
TVT u O
|M83*B<
W
TEM PARA VENDER l'M GRANDE
SORTIMENTO DE KELOGIOS
I
de !."! qoslid.irt, linio de OL'IIO como de itS&feS&iKm
PRATA, palale laiase. ,. p,itnW ioglez,
*Mm rumo
FOLIADOS E CALVAN ISA DOS.
diloi pra uohorx, etc., por prec.o> commodos Sg
a garantido'. $g
a%gs ^- ?gs => ::
CisLTORiu wmfkmw
DO
MU A*
RL'A DA'.CADEIA, DEFKONTE DA ORDEM TERCEIRA DE S. FRANCISCO.
Onde se cha m sempre os mais acreditarlos medicamentos, tanto em tintara como
m glbulos, reparadoscora o maior escrpuloe por oreos bastante commodos -
HREgOS FIXOS.
Botica de tubos grandes. .
Dita e 24
Dita de 36
Dita de 48 < >
Dita de 60
Tubos avulsos a......
Frascos de linturrademeia onca.
Manual de medicina horneo, athica do Dr. Jahr coin o dic-
J cionario dos termos de medicina .
edicina domestica do Dr. Henry ....
Traa ment do cholera morbus.....
Rotatorio 4o D- Mello Moraes ,
10/000
150000
20OO00
259000
30V00#
19000
2*000
20900
ld/OO*
2/000
|fM
* FERAS PRECIOSAS- S
i Aderemos de brilhanle, $
* diamanten e perolaa, pul- S
T eir, alflnelee, briuroi j*
* rzalas, lioles e aunis J
- de dijerenln godos e de *
* diversas pedrai de valor. 8*
lJ il iJHlYSr
Ra do Cabuga' n. 7.
H*'ro,rrimifWffiitihWTft
* OURO E PBATA.
m
m
f Compran), vendem oo
^ troeam prata. ooro, bri
Aderen* completo! da -J
-t V'o, n.cios dilos, pulsei- *
2j rae, alGneles, brincos e f
ji rozelai, cordes, tranrel- ^
*j lint, med.ilhss, crrenles 1
|fi e enhile* para reloaio, e *
oulro milites olijeclos de i
SS ouro. |
$ Aparelbos completos de *
& prala para rh.i, bandejas,
a salvas, eaatieaes, colheres J
!f; de sopa e de cha, a mei- :?
$ tos oulros objeclos de
k Pra,a- t
BffinurinimrmiTnfiimx s aan
ecebem por to-
dos os vaporas da E11-
. !Tt:r%'i^ i rPa asobrasdo iimis
po?obra,'.8 dl"beiro 1 moderno gosto, tan-
9w&xmKXMmmss& te de Frailea como
de Lisboa, as quaes vendem por
pre^o commod como eosfumaiii.
Lotera da pro- Itaguerrcotypo.
vincia.
O abaixo assignado vende bilhetes ga-
rantidos pelos precos abaixo notados, em
quantias de 100#000 para cima, a di-
nheiroa vista, em sen escriptorio, na ra
do Collegio n. 21, primeiro andar.
Bilhetes 5500 recebe 5:000x000
Muios 2.S750 2:500x000
:. ...-,.'.^.-::.;'5;.V--^.;.*'. .-> ,r.;."i.-Ii
?i
G
lUasadesade
O Dr. Ignacio Firmo Xavier es- W
labeleceuem seusitio da Passagein -^
da Al&ffdaleua, que lica ao norte
' da estiada entre a ponte grande j**
ea pequea do Chora-Menino, ex- **
Cellentes acommoda^oes para re- i*
ceber todas as pessoas enfermas "
' que se qui/.erem utilisar de seus A
' servicos mdicos, os quaes serao @
' prestados com o maior esmero.
O mesmo Dr., para o iiin supra- '
' indicado e para exercer qualquer ffi
) outro acto de sua profisso den- S$
1 tro ou fra desta cidade podera' @
l ser procurado a qualquer hora do (f
! dia e da noite. no referido sitio, $&
1 a excepc,ao dos dias uteis, das 9 $
I horas da manliaa a's 4 da tarde, //;
I que sera' encontrado*no* iirimeiro ^
I andar do sobrado n. 9, do pateo @
1 do Carino. i.
JoSo Thnmaz chegado ltimamente a e.<'a
cidaie, olTerece-sea tirar retratos em bre-
vissimo tempo, e com a maior perfeiciio
possivel, o processo especial de que usa ha-
bilita o annuiiciante a garantir ao Ilustrado
publico pernanbucano a blica de seus re-
tratos, e bar*tssimo : na ra Nova n 23
gallera de Arconio c\ Gadault, primeir
andar. r
jRap parense
DA
FABKCA MCIOML .
DE
GUERRA & 1LBQERQUE
ES1ABELECINA NA PROVINCIA
PROVINCIA.
O Sr. thesotireiro Has loteras manda
fezer publico, que estfio expostos a ven
fl, lodos os dias, no pavimento terreo da
casa da ra da Aurora n 20, das 9 horas
da uianhaa as 8 da noite, biluetese meios
da segund \ parte da priineira lotera
do recolliiment de Papacara, cujas ro-
das andam 110 dia 11 de novembro.
Thesouraria das loteras, 51 sde outu-
bro de 1857.O escrivao, Jos Mara da
Cruz.
Ensaio particular.
O professor Torres Itandeira tem aberto
nm curso de philosopbia e outro de rtieto-
fica, e pretende abrir um novo curso de
lingua franceza e outro de geographia. at
o dia 15 do corrente mez : queaj pretender
f'equenW los, pode procura-lo, na casa de
sua residencia, na ra Nova, sobrado n. 23,
segundo andar.
Precisa-se de urra engommdeira q >e
seja perita e que se encarregue tambero da
lavagein da rou a : na ra Nova, sobrado n.
23, segundo andar.
Us administradores da massa falli-
da de Andrade & Leal, avisam a todos os
Srs. credores (|ue devem a]>resentai-lhes
os seus ttulos do divida, no termo de 8
dias a contar do de boje alim de pode-
em proceder conorme determina o ai t.
859 do cdigo docommercio, a qual apre-
sentaro deve ter lugar em casa de Roth
& Bidoulac ra do Trapiche n. 12, pri-
meir andar.
J. Lasserre, retira-se para lora do
imperio.
^ statuas de alan .Mn
de Morenya.
S? Vendcm-se as seguintes lin iases- &
J| tatas de alabastro cornos comt.c- Sjt
^ lentes pedestaes : *
^. A Venus de Mediis de Canova. [".
2 A Venus da maefla deTnorevald- ^
? sen. "
Boa caga no Cachanga'
para se passar a Testa, a qu-l tem muitos
cammoJu, cocheira e estriba ia : na ra
Nova n. 63
SaJftgjOK &
se um escavo bom
ra do llosario da
cano'-i-o :
lioa-Vista
Compra-se etTectivanienle aa ra das
Flores n 37, primeir andar,apolices la di-
vid* publica e provincial,acQesdas compa-
nnas,e da-^e linheiro a juros.em gran :us
J .pequeas aiianlias.sobre Denhores
- Compra-se um escravo que seja fin la
moco e boa ligura : na ra dos Martyrios
n 4
'i*'.*'0*
Devoto rliristao.
Sahioluz a terceira edicDo do livrinho
religioso Devoto Christiio, mais correcto e
augmentado, vende-se nicamente na livra-
!fnns' 6e8 da pra5a da Independencia,
800 rs.
Vende-se um molcqua peca de 10 a 11
annos, bonita figura : a tratar na Itoa-Visia
ra dos Coflhos, sobrado de um andar de 7
jaiiellas de frente.
ilol iihos linos.
No deposito da ra de s. Francisco u. 6,
aciia-sBconsaiiieinente tolas as quali lade.-.
de boliuhos linos, tanto l.bnca los aqu co-
mo na Europa, bolactiinhas linissimas pro-
pns para cha e soires, partidas, etc., ele ,
que se vendem mais barato do que em qual
quer oulra parte.
Pomada para
c los.
Este remoli ha inlallivel para curar ca-
los, sua i|.,i|ii-.i.;fii) he minio simples, e nao
impxde es pa leceuics de andar na ra a tra-
tar de seus negocios Custa 2; cada rolo de
pomada, no deposito n. 6 da ra do S. Fran-
cisco.
i ven le
a tratar na
n 18.
vende-seum carro inglez de 4 rodas
n 4 asiento-, i ara t ou 2 cavallos, C0 n co-
berta.e com bem um Cabriolnji m^i, z cum os 8rreios :
na ra do Trapiche Novo n. 10, ou na Bja-
Vista em casa dmsr. I'oirier.
Kcas de cabo ite ntHrlim.
Veniem-se facas de cabo de niartim, de
immensas qualiilades, c muito superiores,
por barato prego Da loja de ferragens, na
ra da Cadeia do Itecife, de Vidal & Bastos.
Aviso aos senbores de en-
geiiio.
Na ra da Cadeia do Recife, loja de ferra-
gens de Vidal & Bastos, ha para vender tra-
deiras de ferro para engenhos; bem como
todos os pertences para ferreiro, como seja:
foles, terims, safras, etc., e ludo se vende
por mdico preco.
Vende-se urna boa morada de casa ter-
rea com um.grande sot5o, quintal e cacim-
ba, no quintal tem um quarto para pretos,
na ra da Aleg< ia n. 1 : a fallar no largo do
felourinbo ns. 5 e 7.
Chegoii a'loja da ra do Crespn.
16 R, um complelo sortimento de toallus
delinhocalgodao adamascadas para me-
sa, bem comotoalhas para rosto de puro
hnho e guardaoapos de linho ealgodfio,
o que ludo se vende por mdicos precos.
__ Na nova loja de qualro portas n.
>t, na ra do Queimado, |>assando obec-
coda Congregacao, chegou ultimamente
um completo sortiipcnto de manguitos e
golhnhas, goi nicois e rotneiras, tudo poi
precos muito couimodos.assim comocha-
pellinas pura senlioras, de gostos mais mo-
dernos possiveis,
I5.s- rs.
pelo barato preco de
Barere
A Venus das formosas nadegas de ^
Canova. ^
A Venus em repouso do Ticiauo.
A Ebe de Canova.
? A Psyche de dito. $g
u? ') prego he de 20g000 por estatua, i&
^j comalgum abale tomando-se vanos. f&
.- b BstSu de venda na loja do Sr. Pjgi,
5 por iraz da ra Nova, e as ras do J
1 rapiche n. I, desde as 10 horas da
... manhSa, ate as 3 d tarde. ^
Dt)
.-
o-l* ara
01 deposito desteexcellente rap ho na ra
i Ira ichen. 14, e vende-se na ra da Ca-
deia do Uec.fe n. 15, loja do Sr. Itourgard,
ra do Crespo n. t A, loja do Sr. Jos Euze-
bio Alves d Silva, e no bairro da Boa-Vista
em fente da matriz n. 88, taberna dos Srs.
Cuimarapso. Got-calves.
AUGUSTO sTAHL 1IUDOU O SE
I
Precisa-se alugar um escravo ou escra-
va para carregar urna pequea oh i xa com
fazendas: no Recile, becco do Abreo n 1.
casa de pasto.
Na mu do Queimado, loja n. 22, se di-
r quem d 600/ a premio de um por cento
ao mez.
- Precisa-se de um caiseiro que seja
bempraticoem l'be'na, para compaohit de
outro : na ra do Rmgel n 1, loja de cera
SEGURO CONTRA FOSJO.
Companbia AUiaocr.
EsiaheUcid cm Londres, era mareo da 1824.;
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saundars Brothers & C-, tea i konra da in-
(oraaar aos Srs. negociantes, propietarios de- casa
a a que, mais euDvier qua eslo plenamente au-
lorisados fel dita companbia para efiViuar segu-
ros sobre dii ios de ujolo padra, cobertos da
lllu a igualoienl*sobra os objeclos quecontivaren
o masaos edificios quer consista m mobilia ou
em fazandas de qualquer qualidada
Defronie da ordem tercei
ra de S. Francisco.
CONSULTORIO HOMEOPATHICO.
DO
R-P. A. LOBO BOSCOSO-
Medico parteii o e operador-
O Dr. Lobo Moscoso, d consultas todos os
dias e pratica qualquer operario de cirurgia,
assim como.accode com toda a prompti uh>,
s pessoas que precisarem do seu prestimo
para o sorvico de partos, pralicando as o-
peraces manuaes ou inslrumenUes, quan-
do nao possa conseguir resultado por meio
da homeiipathia. que tantas vezestem ven-
cido dilliculJades, que pareciam insupe-
raveis.
Schapheitlin C-, ra da Cruz n.
58, receberam pelo ultimo navio do Ha-
vre, urna porcSo de quartolas de vinho,
de urna das mais afamadas vinhas de Bor-
deaux : vendem, a' vista da superior qua-
lidade, por preco coinmodo.
Na fundiqao da Aurora precisarse
- serventes forros ou escravos, para
lervtCO eljaixo decobetta.
ESIABEiiEtmESIl
NIOTOIiilHlli:o
PARA O
ATERRO DA ROA-VISTA. 12
andar terreo, entrada por a loja.
Aviso aos apreciadores
da boa pitad a .
He chegado a este mercado o excellente
rape princeza de Morilvide, fabricado na
capital do Ceara, cujo dejosilo se acha na
na da Cadeia do Rvcife loja de miudezas O.
7, ao preco .ie I;400 ca la libra
AMI DO BEBERIBE.
No da 10 do corrente pelas 12 botas
do dia, tara' lugar a letsao semestral dos
Sis. accionistas em assembiea geral no
escriptorio da companbia rita Nova n 7,
primeir andar. Sao instados os Srs.
accionistas a nao taltarem a esta retiniao,
alimde poder-seautoriar0 19- dividen-
do. Escriptorio da companbia do Bebe-
ribe 5 de novembro de 1857. O secre-
tario, Cuilherme Selle.
Algodao da Bahia, potassa da
W Russiae do Rio de Janeiro, e cal (&
W vugem de Lisboa : na ra doTra- A
piche, armazens ns. ti e U. 2
(5)
-

8pDEBTSTiJffiaul %
' rauljt.jiRiiouidenlisle.rua.Nova n.U : v"
v? na meiu caa lea anu e pa deninlice Ci
DDUC DO ESTAELEC1-
IENT DE PUS S DE
JV J. YIGMES.
J. vignes mudou seu estabelecimento dr,
pianos da ra larga do Rosario para a ra
da Cadeia de Sanio Antonio u. 23, junto da
Kelacao.
iOIIN CATIS,
corretor gcral
E AGENTE DE I.EII.OES COMMERt.IAES.
D. 20 roa do Torres.
PRIMEIR ANDAR,
praca lo Corpo Santo
--- Preeiaa-M de orna ama, para ama-
mentar urna enanca de lo nezes; paca-se
muitoDem : na ra de Apollo n. 2. *
- Continu'a amia por apuareeer un-.a
pulse.ra de ou o de i8 aniUte, q.e se per-
dea da onte .la Boa-Vista ao -trro, casa
ii. 2: quema ttverachado Mve-a a ra do
Apollo n. 5, que ter gratificado.
Associacao de ColonisacSo em Pernam-
buco, Paruhiba Alagoas.
Ossenhores accionistas desta associac^o
sao convidados a realisarem a primeira pres-
laco de 10 |0 om conlorroilade do art. 10
dos estatutos, at o fim Je novembro prxi-
mo Tuturo, em casa do tbesoureiro o sr
Thoa.az ie Aquino Fonseca Jnior, na ra
do Vigarion. 19.
Precisa-sa de urna ama de leite, forra
ou captiva: na ra Aogustr, sobrado n. 21.
--- Um moco chegado ltimamente, con
nade de 15 anuos e de muito ba conducta,
leseja arrum r-se em urna loja de fazendas-
quera tremar tnnuncie por esta folha.
--- Deseja-saalugar um escravo, qie faca
lodooservicodeuma casa, e que enienJ-
do coznhar a tratar na ra Nova n. 10,
loja do Sr Jjaquim Morei a.
Precisa-se de serventes forros ou escra-
vos, para asobas da igreja do Divino Espi-
rito Santo, agau lo-so a 1oi2d diarios
-- Precisa-se de um fetor de campo pre-
ferindo-seque teuha familia, para o enj,e-
nhoAranba de pimentel, comarca do Cabo :
quem a issosequizersugeitar, dirija-se ao
mesmo engenho para ajustar-se.
temedio santo.
GICO de minboca exlrahido em Portugal,
e ouki ',-ii,.,|i",i'lu ain la no Brasil, remedio
sanio para as do!.~ riicumaticas e ain ia
mesmo muito antigs, o mesmo a oulra
qualquer dur obedece coai este reuiCdio, as-
. sin. como t.ara deslavar ervos encolbi io
ou enJureciius prce lido de aposlliemas.
corta .uns, corro para peina quebrada ou
bracos, ou outia qualquer parte d curpu
fura da junta, uepois de ser direito. Vnde-
se MJmetiie no deposito da ra de S. francis-
co n. 6.
-- Precisa-se de um estribeiro para co-
cheira de aluguel: na ra Nova n. 63.
I OftVrecH-sn um btrnem para caixeiro
nesta praca ou fra della, ou para i i., inis-
, trar qualquer ob-a : nucen precisar, dirija-
se a rus da Concordia, armazem de male-
riaes do Sr. Lobo
--O professur Torres Itandeira tem aberlo
. um curso de phosophia e uutro de rhetori-
, ea,e pretende abrir um novo curso de Ii gua
francea e outro de geograi hia, a piinciplnr
j do dia 15 do c >rrente mez : quem pretender
frequenta-lus, ple procura-lo na casa de
sua r. sidencia na ra iNova, sohrado n. 23,
'segundo andar.
Os abaixo asstguados, com loja do ourives
na ra uo Cabuga n. ii, confronte ao paleo
da matriz e ra .Nova, fazem publico, que
estao re. ebendo continuadamente as rn^is
novas obras de ouro, tanto para senhora
como para homens e meninos : os presos
continuam razoaveis, e passam-se cocas
com responsabilidade, especificando a qua
hdade do ouro de 14 ou 18 quilates, licando
assim sujeitosos mesmos por qualquer du-
vida.-.-oratihim ^ Irma ,.
oteria
DA
*ovincia.
Quarta-feira 11 o correnle andam as ro-
das da lotera de Papxcaca, os abaixo assig-
nados lem um resto de bilbeles e meios ga-
rantidos na sua loja, no aterro da Hoa-Vbta
o. 56.
Silva Guimares ot C
- A pessoa que annunciou a bixa para
espira, dirija-se ao aterro d. Boa-Vista, so-
brado n. 63, segundo andar.
Perdfl-se no dia 5 do corrente d s 5>as
8 huras da tarde, urna carteira com 70 a 80j
'S., e diversos recibos: rogase a quemo
rii'ui a bondade de a entregar no paleo da
Collegio n 4, que sera gratificado.
Anda conlinuam alguns esyect8cuso|
do pato ja annunciado da ra do Livamen-
to. Agoia sim, faz u esmo rir quando elle
da ama arrastadela de aza, e um olhar 13o
meigo, que parece um poico domestico.
Continu que o resultado ha de ser bom.
Entradas.
Mocas 780
Velhas gratis
lio neos 50 rs.
Meninos 340.
Velhos 3?0i8.
Men as oOi.
Perdeu-so um relogio de ouro liori-
soutal, com urna fita encarnada e chavinha
le ferro, da praca da Independencia at a
ra da Ca lea do Recife ; quem o achou le-
ve a ra do Cabuga n. 7, ^ue se Itie recooi-
iensata.
Atleiicao!
o >
Continu'a a ter um complelo sortimenlo
de lamancos de todas as qualidales ya/a lio
">em e senhora, meninas e meninos: na ra
Dueita n. 29, aeima da travessa da Penis
Na mesma casa precisa-se de um caixeiro de
i lade de 14 a 16 anuos, quo tenha pratica de
Hiberna ou mesmo sem ella, e que de Tunca
a sua conduela. Piefere-se a portuguez.
Precisa-se de urna ama de leite ; na
rus do Queimado a. 42, loja de fazeadas de
Albino Jos da Suva.
--- O abaixo assignado deixou de ser cai-
xeiro do Sr Manuel de Barros Brrelo desde
odia !. do coi reme, e agradece a esl-se-
uhor a maneira urbana com que sempre me
tralou. Recife 5 de nuveinliro de 1857.
M a noel Bento de Ra ros Wanderlev.
Alguma pessui ou familia que este-
ja a seguir paia a Europa no vapo' l'yne, e
uiccisarde um criado ioglez, que falla per-
leilamente o porluguez, unicameulo pela
pass gem, sem salario; dirija-se a iu< do
frapiuiie n 34, armazem, que se dir quem
pretende; assim como o mesmo i-nado
pode dar boas recunnneiiJacoes de sua con-
lucta
Aluga-se o grande sitio em Olinda em
frente oo convento do Carmo, com arvo>e-
dos de t'iuclo, b com excedentes commodos
para passar-se o fesu : quea o pretender,
iltnja-sa aos Coeltis, na ra dos Prazeres,
era casa de Eneas rargiue Accioli, das 6 Ho-
ras as 8 da manliaa.
Novamente pede-se ao Sr. J A. B., que
queira rescatar a sua lettra de 6J6-5 ; n;io
sendo justo que S, S. coulrahisse tal oebilo
de urna manei'a pouco vulgar, se relirasse
P-ra o Rio d-s J veiiCiuieiito da mesma leilra, sem darum
adeus ao p.:sudor a., dita, e vulusse sem
ao monos man iar dizer onde mora : se
''ontitiuar no s.-u indili- reiiiisno, e silencio
a resueno, lera de Ter o seu fime .or ex-
.....'o iies>H folha. Becif.; 7 do novembro ue
i57. J.>s \\n ques la Costa Soa-es.
f LEITL A RTIU-y COMPAA
O RA OugL.EI.MAUU -N. 10. &
$) Loja de i portas. (e&
2 Vestidos de babados econmicos, w
9 com ores muilo delicalas, e por VJ)
^| prepo coa.modo, estes vestidos nsm utk
<2 f teuda sulliciente para fazer bs- w
'$) quins ou i-,.-1 -c i i s (h
Prtcisa-se .te um ci ia iu que .-..il> bo-
lear : na ra du Collegio, taberna n. 25.
A 3'iO o covaio.
Na ruado gueimaJo n 21a, ven lem-se
corles de oliu leza, fazenda esla escura com
listraide seda ass-tinadas a 8 e 1>, chalv
de ores solas a 800 rs. o covtdo', chii
Iraucszas escuras de novo goslo a 30, laazi-
nhas de flores viudas a 4ts0, ditas de qua-
drosa 560, lengos de sj la ,.ara hornera e se-
nnora al; do-se as amostras com penlio-
\ende-se urna morada ue casa em
'.'linda, em Lente a ribera, com excelentes
commodos para urna grande familia, quintal
lechado, e piulada ha ,,oueo : quem preten-
der, dirija se ao propietario, morador na
mesis.
Vende-se sal refinado em saceos de
1 alqueires cada um : na ruado Queima-
do loja n. 59.
Vende-se na na da Madre de Dos
n. 12, armazem de Novaos C, barns
de ierro, ou cubos hidrulicos; para de-
positas de iezes, a preco commodo.
Schafleithin & C.rua da Cruz n.
58, vendem velas ile.composicao de 6
por libra, empoiv.'ies a vontade'doscom-
pradores.
Moda de i^ariz.
Cites de Uriataoa a 5^.
..Na jua do Queimado n 21 A, vendem-se
cortes de tai latana de cordao com vara de
largura a 6i0 o cuvado ; dSo-se as amostras
com peulior.
-:- Ven Je-se um escravo crioulo, de boli-
ta figura e coii algumas habiliuades por ser
o.tuno pescador do alio, e propio para o
sorvico martimo : na ra da Concordia n.
88, armazem de materiaes.
Vetidem-se 2 pe.ras para sacada de
veranda, com 18 pal nos.o lodo, e tambera se
da urna pouca de calica muito propria para
aieirar, por ser mollior do que a uesma
rea : na ra do liante! a. 21.
Venlem-se velas de carnauba muito
boas : na ra do Vigario n. 5.
Vende-se um sitio no Barro Verme-
Ino, cora bstanle commodo e arvoresde
fructo : quera o pretender, dirija-se a ra
de Hurlas u. 8
Farinlia de
mandioca.
Palraeiiyj 4.5- Beltrfto, re-
ceberam pelo vapor Oya-
poc sacc.is com superior
arinh, e vende do seu
armazem no largo do Cor-
po Santo n. (>,
FAZENDAS B AS E BARATAS
Na nova loja de 4 portas,
na ra do Quoimalo n. 37, passando o becco
da Congregac.no, he chegado a este estabele-
cimento un excellente sortimento de vesti-
dos deseda com babados, de todos os pre-
Cos. e asseveramo* aos freguezes vender-se
por menos do que em oulra qualquer parte
Assim como olindinas d quad os a 900 rs. o
ovado, indianas de seda muito (nasa 10200
o covado, sedas de quadr<>s a 800 rs o co-
va lo, ditas enfesta las a IA500 o coiado, cha-
lv lavrado mo lerno a l?2f0o cova lo, cassas
f-ance/s muilo finas a 500 e720 rs a vara,
mussuhnas matisadaso 360 o covado, dilas
miudiuliasa 28do evado, chales da case-
mira muito finos a imits-cSo de tonquima
22a, duques preto e de cores muilo linos a
iiOO o covado. riscados indianos liaos e
l-rgos a 320 o covado, Iazinhas miudinh^s
e linas a 360 o covulo, grosdenanles de core-
a 13700 o covado, dito preto muilo fino a 2;
o evado, corles de collele de velludo muito
linos a H~, lencos de cassa a 10o, 120 e 160
rs., e muilo mais fazendas que n3o he possi-
vel menciona por riaver muita diversi la-
de, porm com a vista nao deixar5o de com-
prar, porque as pec Vinho do Parto de I8."4.
Venle-se vinho do Porto de 1834, fazenda
superior, em caixas do una e duasduzes:
nos armazens de Fernandes o. I'illios, no
becco da Madre de eos.
Jililho e larello.
Vende-seno armazem de Fernandos & Fi-
laos, a preco commodo: na ra da Cadeia
do Kec.ife
VuiUo do Porto ein barril de .- e8.-
Vondo->e superior vinho do Porto em bar-
ris : nos armazens de Fernandos Ov lilhos,
na ra da Madre de Dos.
Sal do Assif.
Vende-se sal do Assu', a bordo do brigue
nacional Elvira, l'un teado em frente do tra-
piche do algodao, por pre?.) mnis barato do
qtieem oulra qu'ljuer parte: a tratar no
e-criptoho de Fernandes i\ Filhos, na ra
da Gadeia do lU-cile,
Tretu de <>/inli,.
Completo tren de rozinha. t nlo esianh-
do como sobre porcellana.c fr. ncez de f.-rro
batido, bem como Lulos os arranjos para
casa, lemos leb,nlejas muito linas e oor
co.nmodo preco : n ra da Cadeia io Reci-
le, lojs de ferragens de Vidal & Bastos.
POTASSA Di BDSS1A E CAL
TIRGEH.
No deposito da ra Ja Cadeia do Recife,
armazem n 12, ha muilo su, erior potassa
da Itussia, dita da fabrica do Bio de Janei-o,
e cal de Lisboa em pe Ira, tudo chegado lia
poucos dias, e a ven ler-se por menos prejo
do que em outra qnalquer parte,
Agencia
da fundi^ao Low-Mo-. r,
ra da Senzala Nova
n. 4<2.
Neste estabelecimento continu'a nava
am completo sortimento de moendaseroeias
moendaspara engenho, machinas de vapor
e taixas le ferro balido e coado de lodosos
tamanhos para dito.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fundicao de Ierro deD. \V. Bowman
na ra do Btum, passando o chata-
riz, continua a haver um completo sor-
timento de tachas de ierro fundido e bati-
do, de3 a 8 palmos de bica, as quaes so
scliama venda por preco commodo e com
promptidao, embarcam-se ou carregam-
se em carro sem despezas ao comprador
Gomina do AracaU.
Km porcOes e a rctalho : vende-se na ra
da Cadeia n. 57, escriptorio de Prente Vi-
anna.
Foi translerido o deposito deste xarope
para a bo' ica de Jos da Cruz santos, na ra
Nova n. 53, garrafas 5;500, e meias SeOoo,
sendo ralao todo aquello que n3o for vendi-
do nesle deposito, pelo.que se faz o presente
imniRT para o muco'
Para c.ira de phtysica em todos os seus
ItlTerentes graos, quer motivada por cons-
lioa^oes, liJsso, astlima, pleuriz, escarros de
sangue, dr le costados e peitos, palpitac3i.
no corac3o, coqueluche bronchite, dorna
garganta, e todas as molestias dos orgSos
pal mona ras.
Ven lem-se as verla leiras esteiras de
vngula, graales e pequeas ; no latgo do
Pdlourin >) ns 5 c 7.
Vende-se superior llnhas de algodlo
brancas, o de cores, em novello, para costu-
ra, em casa de Southall Mellor &C.a, ra do
Torres n. 38.
Ao barato.
0 PREGUICA ESTA QUEI-
MANDO.
o re&rucH da rna lo
Queimado, continua a queimar na sua loja
n.2, esquina do becco do l'eixe Frito, um
lindo e variado -oriimento de fazendas de
bom gosto, por baralissimos procos, pois
que sem ambiguo se contenta com um m-
dico lucro, e nao lhe sendo oossivel notar
em um pequeoannancio tu lo quanto tem
de bom para sirvir aos seus Ireguezes,
mencioha apenas olindinas, fazen la de seda
ealgodfio, propria para vestido de senhora,
de gostos ititeiram uto novos a 900 rs. o co-
vado, cortes de largelmas para vestido de
senhora, fazen la muilo fina e do melh'-r
gosto inglez, com huirs de seda e cam o
escuro 125 cada um, organdys de cor 13o
com desenhos mui delicados, pelo baralissi-
mo precode440 rs avara, cambraia estam-
pada do albor gosto possivel a 480 a vara,
cassas Ifranczas de lin los goslos a 600 rs a
vara, chitas francezas escuras, matizadas
com lindos e novos padrOes a 260 o covado,
ditas claras, padroes largos e miudos a 280
e 300 rs. o covado, ricos cortes de selim
bordados para colletes a 4s cada um, laazi-
nhas escuras de mu ricos e variados pad'Oes
proprias para vestido de senhora e rouooes
de meninas a 500 rs. o covado. riscados
monslrDS de cores alegres e mu elefantes
gostos a 220 o covado, dilos francezes de
quadr.is de lindos padroes a 24i>, mussulina
branca a 320 o covado, dita muilo fina 400
rs ,dila estampada de lin ios padrOes a 320 e
*00 rs. o cavado, chitas finas de cores ciaras
e escurjs, tintas lixas a 160, 180, 200 e 240
rs. o covado, oecas de camb'aias lisas taca-
das, muito finase com 10 varas a 6j600, di-
tas do lita mais elieia a 49600, dita transpa-
rente com 8 varas, muito tinas a -ion a pe-
ca, pegas de bretanha de rolo com lOvaras
a 23 cada urna, grvalas de setim pretas o de
cor, goslos mojemos a lo28 cada u^a,
cortes de bnm de puro huno a 2;300, 2s40<>
e 2#50d. casemiras de lindos padrOes a 5;500
e 6# o corle, ditos de algodao de lindos gos-
los a le, 15440 el5600c-.da um, le. cus para
m3o a 120, ditos com bico muilo finos a 360,
chales de gaze, ditos le merino lisos e bor-
dados, obra primorosa, gangas mescladas
prop. as para calcas e palitos a 560 o cova-
do, casineta preta Gna a 15100 o covudo, len-
cos de seda de lindos padroes a 2f cada um,
cobertores de algo 13o para escravus a 700
rs. cada uro, do todas estas fazendas o de
muitas outras que se nao mnocionam, mas
que se veriderSo por baralissimos precos, e
se dar3o amostras com penhor.
Charutos deHa-
ajl^.^Oaj
Em casadertabeSchmettaui&Companhias
ra da Cadeia n. 37, veudem-se elegante,
piano- do al'amadofabricautoTraumann do
llamburgo.
(Uom gosto.)
O Preguie* da
rna do Queimado, esquina
do becco doPeixe-Prto
n. a,
acnlia de receber pelo ultimo vapor da
Europa, ricos cortes de vestidos para se-
nhora de um gosto inteiramente novo,
de cores escurase elegantemente listrados
de seda assetmada ; esta (azenda deno-
mina-seGraciana ou Carij, e he a
mais propria para a presente estacao ;
custa c&da corte a mdica quantia" de
12.S0OO.
S A PATOS I0 ARACATY,
dos melhores que tem vindo a este merca-
do, para homens e meninos, de palla e de
orelhas : em casa deCaminha iS Filbos, ra
da Cadeia do itecife n. 60, pri -eiro andar.
COI PEQUERO TOQUE DE
PlLLLAS HOLLWAY
Este nesiimavel esperilico, compostoni-
teiramenlede herva n.edicina.s, oto con-
tera mercurio, nem alguma outra substancia
deleclerea. Benigno a mais lenra 11. anca
?"^m,,l.qa0 ",aS dellcaJ. ^ igulen-
le promp o seguro Pa,a desarreigar o mal
na con,,leWao mais robusta : be inteira-
. r'T"le em8U8s opracoe eelTei-
tos po.s busca e remove .s aanett de
qualquer espec e e crao or m.i 5
7 ^ h e,au Pr mais anlieas e
lenazesque sejam.
Entre milhares de pessoas curadas con,
este remedio, muitas queja estavam as po^
tas morte, preservando em seu uso con
srguiram recobrar a satide e forras deW
de haver lentado inutilmenteTo^s 5s o-
tros remedios. ou
As mais alllictas u3o devem entrecar-se *
desesperado; facam um comp. te.C en.ai*
dosellicazes effeitos desta assombrosa medi-
cina, e prestes recuperado o beneficio da
saude.
IS3o se perca lempo em tomar este reme-
dio para qualquer das seguintes enfermida-
Febres intermitientes
Febreto da especie.
Cotia.
Ilcn.orrhoidas.
Hydropisia.
Ictericia.
Indigeslfies.
Inllammacoes.
Irregularidades da
menstruac3o.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Minchas nacutis.
Obstiuccao do venlre
Pbtisica ou consump-
c3o pulmonar.
Relencao de ourina.
hheuinatismo.
Symptomas secunda-
rios.
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
Accidentes epilpticos
Alporcas.
rtuipolaa.
A reas ^mal de).
Aslhma.
Clicas.
ConvulsOcs.
Ucbilidade ou e\te-
nuaciio.
Debili.iade ou falta de
forras para qual-
quer cousa.
Dysinteria.
l)or de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no venlre.
Lnfermidades'no ven-
lre.
Etifermidades no liga-
do.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Herysipela.
Febres biliosas.
tn *" 1TTeSl.8S P'llllas no ebeleimen-
to geralde Londres n. 244. Strand, e na
oja de todos os boticarios, droguistas e ou-
ti as pessoas encarregadas de sua venda em
toda a America doSul.Havana ellespanba.
Nendemseas bocelinhas a 800 rs. cada
urna dellus conlem urna instruccao em uor-
uguez para explicar o modo desse usar des-
s pilulas.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum
pharm-ceulico, aa ruada Cruz n. 22, em
Pernambuco.
sijao,
No armazem do Bastos & Silva, delrinto
da Madrede neos n. 28, ven lem-se saceos
com feijao braneo vindo do Porto pelo ulti-
mo navio, por pieco mais commodo que em
out'a qualquer parle
Cortes de ta ra la na bordados br-
eos e decores com bibados, pelo bara-
tissimo preco de 2i/j000 : na loja do so-
Diado ama relio nos juatro cantos da
ra do O"eimado n. 29.
SaClo^lOS.
Os melhores relogios de ouro, patente in-
Klez, vendem-se por precos razoaveis, no
escriptorio do agente Oliveira.rua da Ca-
deia do Itecife 11. 62, primeir andar.
vana
Vti iem-fce Emperrares
charutos e Ha va na, em
caixjts : na ra do Crespo
foja de fazendas n. 23.
No armazem da ra da Praia n 12, de
Francisco Moreira da Costa, ha para vender
Itnguas muito frescaes, a preco commodo.
Ilelog'ios.
Vendem-se relogios de ouro e de pra-
ta, coiicert im-se por precos razoaveis,
e troco, eda-se dinheiro a premio :
ua da Concordia n. i.
CEMENTO.
Vende-se cemento, lanto em barricas
como em purQio < a retalho, por com-
modo preco par, acabar, e muito bom no
armazem le materiaes, na ra da Cadeia de
Santo Aninio n. 17.
<>ljr*i& te labyrintho,
Lencus.-toslhas, bicos," rendas, etc., etc ,
-e lolittadi tribalho, feitos no Aracaiv
veidem-se no primairo andar n 60 da r'ua
da Cadeia do Itecife.
relogios de pa-
tente
inglezesde ouro, desabnete e devidro:
vendem-se a preco razoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na rita da Ca-
deia do Recife, armazem n. 56.
Vende se superior agurdente de
Francia, tanto em barriscomoem caixas,
licores e absyntlie, cliegido recentemen-
te, pelo ultimo navio : em casa dej. Kel-
ler A C, ra da Cruz n. 55.
A dinheiro
Pecas dealgodSo liso, largo, encorpsdo-
29, 2/240, 25500 e 25800 a peca, dito de si
CU ira i 29, 20240, 2/500, 29800 e 39 peca,
tilo de sacco a 120 e 150 a jarda, dito tran
Cadolargoa 100, 120, 140 e 180 rs. a jarda:
vende-se na ra do Crespo, loja da esquina
que volta para a ra da Cadeia.
Vende-se um escravo proprio para en-
genho. sadio e sem vicios : quem o preten-
der, dirija-s'- a rna da Cadeia do Recif n.
49, que achara com quem tratar.
Potass. di Kiissia e cal de
Lisboa.
No antigo e bem conhecilo deposito da
ra de Auollo, armazem n. 2 B, ha muito
superior potassa da Russia e cal de Lisboa
em pedra, chegado no ultimo navio, e ven-
de-se por pre(o commodo.
>la ra do Trapiche n.
34, et>criptorio de No-
vaes& C,
vende-se superior vinho do Porto engai-
ralado em caixas de I e 2 duzias de gar-
rafas, bem comoem barris de quarto e
oitavo, a preco commodo.
^ I luis e ffletfio.
SEI.LI.NS e RELOCIOS depatenl
inule : a venda no armaz.ni de
, lt..slrea Rooker & Companhia, cs-
'-v.'"JF quina Jo largo do Corpo Santo nu-
A mero 48.
J SECRETARIAS.
As melhores que at hojetom apparecido
a este mercado : vendem-se no escriptotia
do agente Oliveira, ra da Cadeia do Recifo
n 62, primeir andar,
ESTABLLECIMENTO DE PIANOS
DE
JO A0 PEDRO VOGELEY.
i: .a,1-ova n. 27, esquina da Can.boa do
Carmo.
>*efs?i*3 ,;<^>-
Fugio na madrugada do dia 4 de
novembro do corrente anno o escravo ca-
bra por nome Jeremas, de idade 25 an-
noj pouco mais ou menos, estatura regu-
lar, cheio do corpo, pouca barba, com
um sifinal de queimadura em urna das
maos, e falla um tanto descansado e tem
oflicio de sapateiro e levou comsigof Iguns
objeclos como sejam : formas, martellos,
troquez etc., etc., assim como porcaode
roupa nao sdoservico como lina, sendo
calcas de casemira, botins ce couro de
ustre e sapatos, um capote de panno
azul forrado de baeta encarnada com go-
la de pelucia verde e alamares de metal,
dotis ou tres chapeos, um de pello pret
e dous de palha ; desconfia-se que anda-
r' em companhia de urna pardinha de
nome Paula e um pardinho de nome Ju-
liao, o qual sabe ler e escrever e que am-
bos tambem desappareceram no da 5 do
mesmo mez ; roga-se por tanto as autori-
dades policiaes, cpitaes de campo ou
qualquer pessoa que do mesmo tenha no-
ticia de capiura-lo e conduzi-lo a ra da
Cruz do Recile n. 17, ou a Santo Amaro
casa de Jos Pereira Vianna, que gratili-
cara' generosamente.
516000 de gratiflcac3o.
No da 27 do correnle. ugio da casa do
abaixo assignado o escravo crenlo deno-
me Pedro, o qual tem os sigues seguin-
tes : estatura regul-r, bastante preto. ja
lem bastantes cabellos brancos, Unto na
cabr-ca como na barba, levou calca de trlni
de quadros e camisa de madapolao mas tai-
vez lenha mudado de roupa, porque levou
mais alem d do corpo, falla bastante des-
cansada e por entre os denles, julg-se que
tera ido para Caranbuns por ser natural
desse Jugare de l ter vindo para srr ven-
dido uesta*praca : roga-se po tanto as auto-
ridades e cpitaes de campo a apprebensSo
do dito escravo emauda lo levar nesta cida-
de a seu senhor na ra Imperial n. 173, ou
em Caranhuns ao lllm. Sr. Mantel Jos Men-
des Bastos, que se gratificara com a quantia
cima. Recife 20 de selembro de 1857.
Joaquim Luiz dos Santos Villa-verde.
No dia 18 do corrente, fugio de bor-
do do brigue Sagitario, um escravo de
nome Joaquim, pardo eteravo, de 22 a
2-iannosde idade, estatura regular, secco
do cotvpo, s tem barba no queixo, ca-
bellos carapinlios eja lem muitr s bran-
cos, he bem conheeido por ter as maos
I liando fugio tinha o ca-
tem os pe meio apale-
ui.c. lo-ao o diiiic-ao uuui pt-i l*"H,-.ni us i .uva, v xana mullo manSO l tlUt'lll O De-
os instrumentos. Este e-tabelecimen- I gar eo entregar a o seu senlior Manoel
la aberto todas as noiles at as 8 horas. i?ra.;,m a sil.... r~;____.____i_
tu est aberto todas as noiles al as 8 horas.
Oh que pechin-
rh

eoin pequeo toque
de a varia.
Na loja do Prgales, na ra do Queimado,
esquin do becco do Peixe Frito n 2, ven-
dem-se pesas de algodSo com pequeo toque
e avaria. pelo baratlssimo prco de 19440 e
18600 cada um, ditas de dito, |i rgo e encor-
Pado a 29500, ditas de mdauolao a 29200,
dilas de dilo largo a 3500 ; a elles, antes
que soac bem.
CAAS DE FERRO
Excedentes camas de ferro para sollm os
vendem se no escritilorio do agente (llivei
la, ra da Cadeia do Recife n 62, primeio
andar
r rancisco da Silva Carrico, n ra do Col-
legio n. 15, terceira andar, sera' bem
gratificado.
No dia 20 de setembro deste anno, fu-
gio do engenho Tab' um escravo crioulo
denonieFilippe com ossignr.es seguintes:
alto, cheio oo corpo, cor muito preta, olhos
vivos e ave. melhados, semblante agradavel
ps n guiares, fui vestido de calca e camisa
do algodSo azul; este escravo foi compra-
do no fim do anno pioximo passado nessa
piara do Recife ao Sr Joaquim Ribeiro Pon-
tes ja fallecido, esuppe-se para alli ter ido;
porta uto, roga-se aos capitSes de campo, e
qualquer au'oridade policial a sua captura
que sesetisfar- com generosidade a quem o
entregar nessa prsc, na ra estreita do Ro-
sario n. 10, segundo andar, ou no engenho
Tab'.
--Fugio no da 18 do corrente mez de
outubroa escrava Felicia, de idade 35 an-
nos, ciouls.eliura ragular, tem urna msrea
de queimadura comprida ao p de urna das
orelhr-s eacabeca torta proveniente do ar
de vento que leve em pequea, tem um dos
pes mais giosso, costuras andar desatacada
e bebe bstame agoaroe.ite, e levou vestido
de chita cabocla ; a qual escrava fo| com-
prada nc. Rio-Foimoso, e surp0e-S0 andar
nosarrabaldesoesta CMade, aonde diz ler
umafilha: rog-se as autoridades policiae?
e cpitaes .ie campo a apprehenaao da diu
escrava que levando ao abaixo assianado
na ra da cadeia do Recife n. 29. primeir
andar, ser9o recompensados.
Mai.oel flbnso Aquioo de Albuquerque
Fugio no qia 4 de oului.ro do crren-
le anno, o escravo mulato de nome Jorte
baixo, secco do corpo, pouca barba, potroso'
tem do lado esquerdo do rosto urna cicatriz'
hombros suugados, olbos pequeos e vivos'
pernas e bracos arqueados quando amist-
es te. escravo foi do Sr. Manoel I liorna/ exw
carceireiro, levou vestido camisa de Ico-
,- ouperror jiozinbo delistras, calca de ganga azul, e
qualiJade e de lodos os tamanhos ; rodas t*ous CDa eos' sendo ^m de pello e outro de
dentadas para agua ou animacs, de todas as fel'-ro, ambos usados, e t.baqueiro : roca-
*- > i-.l- B IfYflaC llilnri I...C. .Ii_
coberlos e descobertos.pequenos e grandes,
de ouro patente inglez, para bomemese-
nliora doum dos melhores fabricantes de
Liverpool, viudos palo ultimo paquete in-
glez : e i casa de Southall Mellor \C>. v
do Torres n. 3H.
^ECAIiSEe
no
NA FUNDICAO UE FERRO DO ENGE-
NIIEIRO DAVID W. BOWMAN, a A
RA DO BRUM, PASSANDO O olIA-
FARIZ,
ha sempre um grande sortimento dos se-
guintes objeclos de mecanismos proprios
p- ra enienhos, a saber : moendas e meias
moendas 'a mais moderna couslrucc^o ; la-
r-has ile ferro fon lido e batido, de superior
i.roporc<5es ; envos e bocea de fornalba e
reuislros de hoeiro, aguillies, bron/es, pa-
----------p----_- "-^IMWI ll.L'il-
o pois a todas autoridades policiaes e cani-
I3es de campo, que o apprehendam, e con-
Doeiro, agulines, bronzes, a- w^i"i,i|ui) o aperenendam, e con-
rafusos e cavilbOcs, moinhosde mandioca, iduzam-no a ra daConcordia, armazem de
malen.es n. 26, que ser generosamente re-
compensado. Bale esclavo ja foi apprehen-
dtc. etc
NA MESMA FUNDICAO.
seexecotam todas as encommendas coma
superioridad!) ja conhecida com a devida
presteza e commodidade em preco.
lido o anuo prximo passado nV ennr
acar, cidade de Coianna 6
PEKN. TV'. UE M. F. OB FAKIA
1857

ILEGIVEL

..;; -


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